Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17540


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Full Text
3=S5
-----------
ANNO L. NUMERO 3

PAR i A CAPITAL E LiGlUEN 0\DE NAO SE PACiA PORTE.
Por tres mezes adiaotados................
For seis ditos idem............'......
Tor ura anno idem.................. 24900
.Cada numero avulso................. #320
PROPRIEDADE DE MANOEL F
\
^
itia FEIRA S DE JAMBft DE 1874
./
t
PARA UE.\TBO U FORA DA PROVWiCLl.
Por tres mezes adiantados..............
For seis ditos idem........
Por nove ditos idem .........
Por urn auuo idem. .. ....... .
..
697&0
i395o
309250
279000
DIAMO DE PERMMBUCO.
OA DE FARIA & FILHOS.
0* Sr. Gerardo Antonio Ahes 4 Filhos.no Pari; Gonc,alves d Pinto, no Maranhio; Joaquim Josd de OUreiradFilbo, no Cwrd;
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das
iio d Lenius Braga, no Aracaty ; Joie ria Jaiio Chaves, no Assd; Antonio Marques da Silva, no Uatal; Jotf Jail
Penha; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Autao ; Domingos Josd da Costa Braga, em Nazareth;
Alves & C, na Bahia; e Leite, Cerqukho d C. no Rio Jde Janeiro.
PMTE OFFICIAL
(ovt-rim da provincia.
ItBSPtCHOS DA PRESIDKNC.IA DO DIA 2 DE JANEIRO
DE 187i-
Deserabargador Ber.iardo Machado da Costa Do-
ria. Deferido com offieio desta data a thesouraria
de fazenda. .
Teoeate-eoronel Joaquim Cavalcante de Albu-
querque Bello. -Forueca-se.
Bacharel Joio Francisco da Silva Braga. Como
rvjuer, na forma da lei.
Joaqaina Corduva da Jesus Rccha Informe o
Sr. Dr. director da instruccao publica.
Maria Candida Barbosa da Albuquerque Mara-
nhio.A' junto adminislrativa da Santa Casa pan
ileferir como julgar convoniente, sendo assim mo-
diQcado o despacho dc 27 da dezembro ultimo.
Bacharel jfauelao dos Santo* da Fonseca Lins.
Passe portaria concedendo a lieenca requerida.
Manie! Francisco Xavier.Indeferido.
Couairianilo das armai.
OUA.RTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERN.VMBUCO, EM 2 DE JANEIRO DE
1874.
Ordem do dia n. 185.
0 brigadeiro commandants das armas faz com
prazer trasladar abaixo uao so o telegramma quo
uesta dato foi expodido pelo ministeno da guerra
saudando a guarnicao desta provincia, pela iuau-
"uracao na corte d> fio eletrico subraarioo, que
Hga as provincias da Bahia, Pernambnco e Para,
mas tambera o telegramma em resposla dirigido a
S ExcDo Exm. Sr. conselheiro minislro da
"uerra ao commanJaute das annas de Pernmuibu-
eo.Envio ao illustre general, aos orHciaes e pra-
cas da guarnicao dessa provincia as minhas sau-
dacoes neste dia solemne.
Do commandanle das armas de Pernan.buco ao
Exm. Sr. couselheiro ministro da guerra.
Agradeco ao illustre ministro da guerra por mim,
pelos officiaes, e pracas da guarnijao desta pro-
vincia. as saudacoes que mc envia, e congratulo-
rae com S. Exc. pelo grande melhoramento que se
ir-aba de operar em n ossa cara patria.
(Assignado.) Maiwel da Canha Wander ley
lins.
Conforme.0 major, Jose B. dos Santos Mer-
gnlhao, ajudante de ordens encarrcgado do de-
ulhe.
DlARLQDEPEKNAMBU'JU
Uetrosuecto politico do auuo de
1813.
RECIFE, 2 DE JANEIRO DE 1S74.
II
Franca.
0 anno que hontem deseambou paraooc:aso
dos tempos loi tutf) testemuuba de muitas dores,
de muitas angnstias, da nrnitos soffriinentos para
- illustre povo franeez; mas, ao meoto "tempo, foi
um valente continuador do seu antecessor em'der-
rnmar baUamis consoladores nessas profundas
ehagas qne a gaerra de 18701871 iizcram no
rorpo social cla Franja, nessa grandiosa nacao,
que, tanto na prospendade, comi na adversidade,
:;abe sempre distinguirse por sua nobre altivez,
pelo seu civismt e patriotism), e por todos os ge-
nerosos jeolimjntos, que sao a panillia dos povos
imraorr^douros.
No correr do anno de 1372, .is paix jes parliia-
rias sem estarem completamcnte calm.is e sopita-
das.'viveram todavia como que e.-quecidas de si
inesmas em face do supremo interesse da patria,
que pedia forjas ao pacto de Bordeaux, e nelle
oncontrava o preciso apoio, a inlispensavel ener-
gia para veneer as resistencia;, p^r ventura cri-
minosas, que se ap-esentavani a combater a uniao
de todos para o bem commum.
Desgracada.nente, porero, ao encerrar so esse
anno, que" ainda tio agitado foi para a Franga ;
pot umi des>as fatalidades xstraordinarias o inva
riaveis da vida dos povos, as paixSes pohticas, at6
eatao reduzida9 ao 3ilencio pelo excesso das mise-
rias nacionaes, da subito se accenderam, e torna-
ram-se mais vivas e implacaveis do q_ue nunca.
A mesma ca'ma que reinava entao no paiz ; o
i;.\jprio apasiguamento da populaQW, que vivia
c.imo que abysmada a'um mar sem fando de des-
cunsolos, aervio para irritar as esperanras dos im-
iimimini de todos os credos, e deu aso a que os
|jrtidos cedessem a teuta^ao, e se atirassem a luta,
com todos os seus antagonismos irraconciliaveis,
com todas as suas armas, e com todos os seus pa-
s lilijes, desfraldados aos ventos da paixio politica.
Legitimistas, orleaoistas, radicaes, iraperialistas,
n-publicanos moderador e republicanos exaltados,
t.-iJos se precipitaram com aian ao combate ; e,
mais nma vw, a Fran;a deu o espectacnlo de
uma sociedade que deseja viivr paciQcamente,
mas onde os seus represaatanles, incumbidos de
a dirigirem, e que deviam dar o exemplo da pre-
videncia e da moderacao, foram o? primeiros a se
exaltarem, a desencadear tempestades, e a prove-
car crises perigosas e inuteis.
Outra nao loi por eerto a historia da ultima ses-
s.io parlamentar do anno de 1872 ; e. pois, muito
a proposito eutrou em ferias o parlameuto, dando
a permiltindo que as questoes irritanles e iasoluveis
deixassera campo aberlo a reflexao, as iaspirajuet
(utrioticas e a influencia de uma coaciliarlo ne-
cessaria.
Era todo eaao, porem, o anno de 72 legou ao
qua hontem nndou sua carreira essa diCBcil heran-
<;a, essa guerra dos partidos, capaz de determinar
05 mais perito'os resullados deque podia arre-
c iiar-se a potre Franca.
A direita da assemblea quit Jar combate ao go
verao illustraiio do Sr. Thiers, a ter.iou impor-lhe,
dob a forma & respoasabilidade ministerial, uma
direccao exdosiva de partido. Foi infeliz na sua
empreza, e apesris conseguio tornar mais patente
a nacassidade desse governo, que satu manler-se
albeio a todet os partidos.
A esquerda, i>or sua vez, quiz alirar um bote
m governo, provaeando a dissolaeao da assem-
Liea, mediants e-sas petioois que foram assigna-
das no fim do anno. Hlla, porem, tambem foi
derrotada, e a* soas iropaciencias nuo serviram Sa-
naa para deierminarcm uma aproximagao mais
pronunciada en.re o govern, e as fraecSes con=er
vadaras da camara, cujos votos esraagaram a li
d dezembro a pretenciosa tentaliva de dissolueao.
Esa dupla victoria, alcar.^ada palo governo, ao
passo que servio par4 fortificalo, e para, em certo
modo, faclitar-ltie am accardo coma commissao
dos trinta, incumbida da organisacao Jos projec
tosconstitur.; !i...v r.i ciaitrt aawganr) pjra
lAos os exalUdjs que, \ ::;; plaaos com-
promettidos, b;arain nieio de-aQimaaos, e pw isso
inesmo voltaram a sentimentos mais patrioticos.
Tal era, poi*, a situajio da Fran$a no tocante a
politica internal, qnando se abrio o anno de 1873 :
socego em todo o paiz, a exaltamento das partidos,
em vesperas de se ap-siguarem sob a dupla accao
das ferias par'.amentares e de uma derrota para
s extremos da camara.
No tocante a politica externa, um ponlo obscure
tambem havia no hortsoate, do lado da Italia ;
mas isso mesma nao era cousa de c..idado, c logo
depots perdeu ena pequeua importancia, que, em
uUima analyse, ie reduzio a exon^racao solicitada
o concedida ao repfeseounte da Franca junto do
santo solio, por molivo de uma simplissima ques-
tao de itiquela.
Como quer que fosse, porem, o anno de 1873
comec.ni para a Franra honesta e moiestaiaente,
e sem agitacoes uem tempestades. E' certo que
elle comecou sem os arruidos de que outr'ora um
anno navo era sempre ob;ecto; mas tambem nao
e menos evideote que es seus primeiros dias an-
nunciaram tempo bonancos} na politica, e prouiet-
teram ventur. s, que depois a Franca eolheu, posto
que atravez de ditBculdades bem nolaveis.
Logo nos primeiros dias, a 8 de Janeiro, reabrio-
sa o parlamento de Versailles, que encetou os seus
trabalhos em meio de auspiciosa calma e tranquil-
lidade, como se estivessem esquecidas as causas
das perturbacdes da sessao anterior.
Foi isso. sem duvida, filho dos factos anlerio-
res; mas, nem por isso, deixou de ser de bom
auguro, visto como alem dos projectos_ referentes
a constituiQio do paiz, que a commissao dos trin
ta conlinuava a estudar, achaodo se mais ou me-
nos dc accordo com o Sr. Thiers, devia a assem-
ble occupar-se de outros assumpios interessantes,
entre os quaes sobresahiam : o qua duia respeito
ao esiado militar, em certo modo inictado pela lei
do recrutamento, votada no anno anterior, o que
se referia as fiBanets, tambem ja auxiliado pelas
medidas votadas nesse anno, e final men le o con-
cernenta a instruc<;.ao publica, pelo qual se empe-
nhava com dedicacao o Sr. Julio Simon.
Quanta a este ultimo a assemblea entrou logo a
se occupar sob o ponto de vista da reorganisa^ao
do conselho superior da instruccao publica, ani-
quilado pelas ultimas tempestades que devastaram
a Franca
0 projecto da Sr. Julio Simon, era inquestiona-
velmente conservador e ao mesrao tempo liberal,
visto como tinha por object* collocar no vertice do
ensino pnblico um poder de vigilancia eleito, uma
especie de g jverno moral, em que se reuoiam to-
das as forcas vivas do paiz.
Nio obstante, porem, esse projecto encontrou
embaracos, principalmente do lado dos radicaes,
que nao podiam consentir no seu dizer, nessa es
pecie de autocracia do estalo sobre o ensino, e
por isso moverara-lhe crua guerra. Os conserva-
dores, por seu lado, sustentaram o projecto ; e
os seus excellentes fuodamentos iam dando mate-
ria para brilhantes dlscursos, em meio dos quaes
foi encontra-los uma noticia triste, e que, em ou-
tros tempos, sem duvida teria tido uma influencia
decisiva nos negocios da Franca.
Foi o caso que, no lugar do seu exilio volun-
tario, em Chislehurst, na Inglaterra, fallecera Na-
poleaolll, ex-imperador dos frincezes, em conse-
quencia de um* operacao, tentada para prolon-
gar flie os dias de vida.
Essa morte, inopinada, que devia ter causado
em Franca profuada sensaeio, quasi nenhum sen-
timento produzio I Entreianto, Naooleio III, nos
seus vinte annos de governo, promoveu o eagran-
decimeuto da Franca, dando I he paz e ord-m no
interior e fazendo-a respeitada no exterior.
Sem duvida elle commatteu erros e errosas vezes
bom notaveis Mas quem os na i commette ?
Quem os nao tem commettido?
Para contrabalancar esses erros ha innumeros
acertos da sua politica, cujo alvo, seja-lhe dito am
honra da memoria, foi sempre o engrandecimento
da Franca, foi sempre a sua prosperidade politica,
moral e material.
A conquista da Conchichina; as gloriosas cam-
panhas da Crimea, da Italia, e da China; a com-
pleta pacificaeao de Argel; a reoressao do com-
munismo e socialismo, que, antes do golpe de es
tado, tentavara dominar a Franca ; os tratados de
commercio; a perfuracao do monte Cenis e a
abertura do canal de Suez, devidos em grande parte
ao seu genio; o aformoseamento de Paris ; as ex-
posicdes internacionaes, que espantaram o mundo;
a conslrucgao de estrada* de ferro, portos mariti
raos e canaes; o acabamento do Louvre e das
Tulherias, e tantos outros factos notaveis, ahi fl-
eam na historia da Franca, para a todo tempo,
pedirem justica ao julgameoto da posteridade.
Nao, a Franca nao devia raostrar-se tao ingrata
para com a memoria do horaem.que, durante vin-
le annos, guiou com admiravel tino todas as mea-
das politicas do velho continente I
Nio, a Franca, nao obstante os desastres de
1870, devia uma saudade ao tumulo de Napoleao
III, como um tribute de gratidao a quem tanto a
engrandeceu. Recusando-a, a Franija commetteu
o feio crime de ingratidao, tanto mats notavel.
quanto, se a guerra franco-prussiana, tivesse pro
duzido resultados diversos do que teve, certamente
teriam peccado por excesso essas demonstrac5es
de sentimento em que ella costuma a ser lao
prodiga. .
Mais generosas, mais gratas a memoria a esse
illustre personagem se mostraram a Inglaterra e
a Italia, esta nao esquecendo que foi elle o pro-
motor da guerra de 1859, aquella recordaudo-se
de que foi elle o negociador de um liberrimo tra-
tado de commercio, que tantos e tao bom fructos
produzio
Foram nobres esses sentimentos dos dous pos-
santes povos, e de certo nao Ihe foram somenos os
tributados as cinzas de Napoleao HI, por esse par-
tido imperialista, que, a despeito de tudo, ainda
existe na Franca, e para quem o golpe foi cruel,
posto que nao esmagador.
Nao, nao foi golpe esmagador para o partido
imperialista esse funesto acontecimento, que o en-
lutou; antes, pelo contrario, servio-lhe elle de
estimulo a unilo, a harmonia, a novos esforcos.
em prol de filho de Napoleao III, isto e, em prol
da causa que elle hoje representa, e que se sym-
bolisa nessa phrase, em que,algum tempo depois,
o principe imperial resumio a politica de seu pai:
tudi pelo povo e para o povo.
A muitos espintos, porem, esse triste aconte-
cimento, essa morte inesperada. apresentou-se
cemo simpliflcadora da situacao dos partidos mo-
narchistas da Franca; mas, a verdade, a dolorosa
verdade foi que essa situacio continuou a mesma,
e que cada vez menos probabilidades offerecia de
modiucar-se, visto como, a despeito do todas as
tentativas, persistia insoluvel o problema da fu;ao
dos dous ramos da casa dos Bourbons.
De tempos em tempos, essa idea de fusao trans-
parecia e era discutida e apregoa ta como um
meio certo de aclarar essa uiflkil situacio em que
se acnava a Franca ; mas, ainda aqui, a realidade,
a triste realidade era que, em vez de aclarar, a
direita monarchist da assemblea cada vez en-
sombrava mais a situacao, senio pelo lado politico,
no tocante a forma de governo, pelo menos pelo
lado religioso.
Com eneito os realistas eram e sao ainda mais
clerioaes do que legitimistas ; e para elles e pelo
menos tao facil restabelecer o throno do papa
como o throno do seu rei, collocando nolle o conde
de Cnambord.
Convicoj dessa possibilidade, e sempre tendo
em vista os eu anheto*, e'l ser qUalqner :'>;ijriuai'lile, ijue se Ihe* aiigun
prospers para us seus fins; e por isso nao deixa-
ram passar desapercebido o fa>*to, qae la raencio-
namos, da demissao do represontante da Franja,
junto ao santo padre.
A proposito dessa demisslo, e da uomea;a) do
Sr. de Carcelles, para substituir o Sr. de Bour-
going, no po-to diplomatico junto a curia romana,
interpellaram elles ao governo, procurando sem
duvida baralhar es negocios da Franca, com a
Italia, pela retirada do emhaixador franeez de
junto do governo de Victor Emmanuel.
0 presidente da republica, por6m, attento sem-
pre a esses jogos pouce leaes de uma politica
metieulosa e reaccionaria, comprehenleu bem as
intencoes da direita legitimista, e, felizmente para
a Franca, desviou o golpe, com habiltdade tanto
mais nottvel quanto estava ella certo da3 boas re-
lates existentes entre o seu e o governo da
Italia.
Apenas tint* o Sr. Taiers desviado os projeclos
da direita, a esquerda radical offereeeu-lhe logo*
um combate, a prop >sito do parecer da commissao
S|ue estudou os negocios da guerra, na parte re-
erente a -idade de Liao.
Versava entao a discussao sobre o parecer Jessa
commissao, que, divtdindo as despezas feitas pela
cidade lioneza em duas cathegorias, uma no caso
de ser attendida pelo estado e outra nao, pedia
que fosse a materia sujeita ao exame do governo,
afim de que a resolvesse.
A esquerda re.riminou-se contra o parecer, fun-
dando se em que todas as despezas deviam ser
pagas pelo ostado; e fez disso tal questao, que
deu lugar a acalorados debates, no nm dos quaes
foi ella ainda uma vez voncida pela approvacao
do parecer da commissao.
Era quanto esus. e outros semelhantes debates
occupavam, a attencio da assemblea, que tambem
se prendia ao exame do projecto de reorgaoiaa-
cao do conselho superior da instruccao publica, a
cujo proposito houveram singulares debates con-
tra um acto do Sr. Julio Simon, relativo a publica-
Qio e execucio de programmas de estudos ; era-
auanto a assemblea se empregava nesses debates,
izemos, a commissao dos trinta, proseguia na
sua tarefa, e ora harmonisavase, ora se deshir-
monisava com o Sr. Thiers, cuja influencia ella
queria a todo transe prejudicar, reduzindo-o a en
tonder-se com a assemblea por meio de simples
mensagens, em vez de usar dessa palavra fallada,
cujos rasgos de eioquencia foram muitas vezes a
salvacao da Frarnja.
0 Sr. Thiers, depois de muitas conferences
com a commissao, estava ja disposto a ceder, mas,
so queria fazel-o se a commissao aceitasse uma
proposta apresentada polo Sr. Dufaure, concebida
nestes termos : a a assemblea antes de sua sepa-
racao, estatuira sobre a organisagao e modo de
transraissao dos poderes legislatives e executivo,
sobre a creaclo e attribuicoes de uma segunda
camara, e sobre a lei eleitoral.
Esta proposta, porem, creou ainda embaracos a
commissao; mas, flnalmente foi aceita, sendo o
igualmente uma em^nda do Sr. Richard, que dizia:
a o governo submettera a camara, projeclos so -
bre -stes pontos.
Harmonisadas assim, as vistas da commissao
com as do governo, e acoirdes todoi nas bases do
parecer, foi este lavrado e apresentado a assem-
blea, que o recebeu eutre calorosas deraonstra^oes
de sentimentos diversos.
Eise trabalho, caja conreccio neceisitou ires
longos mezes de discuss js, em surama consistio
no seguinte : um preanbulo que afflrmava mais
uma vez o direito coastituinte da assemblea, que
alias ninguem linh* contestado; um codigo de
etiquetas parlamentares, regulando as relaroes
entre o Sr. Tniers e a '.amara; e finalmeate um
programma do que se tinha em vista examinar
0 duque de Broglie, redactor dessa commUsao,
ao dar canta a assemblea dos trabalhos comraetti
dos ao seu exame, uao se es jueeeu de fallar no
accordo existente entre a commissao e o governo;
e, (azendo-o com a habilidide que o caracterisa,
nao deixou de fazer transparecer as perplexi lades,
as diffkuldades e as escolbas que lue foi proviso
venter, no intuito de chegar a esse accordo, tra-
duzido no relatorio, e que, em ultima analyse,
deixou a assemblea todo o trabalho dos projeclos
constitucionaes, e apenas teve em vista quebrar a
influencia da palavra do honrado Sr. Tmers, so-
bre as deliberates da camara.
A verdade, pois, no tocante a questao constitu-
tional, e que flcou tudo no mesmo pe anterior ao
relatorio da commissio, e que esse relatorio foi
objecto de ataques simultaneoi de diversos lados
da camara.
A extrema esquerda accusou o governo por ter
feito muitas concessoes no tocante as prerogati-
ves do Sr. Thiers ; e ao mesmo tempo accusou a
commissao no tocante ao direito que ella reconhe-
ceu a assemblea de fazer uma segunda camara,
de reformar a loi eleitoral, e de regular a organi-
sacao e a transmissao dos poderes.
Por oulro lado, uma parte da direita accusou
ao duque de Broglie e aos seus amigos por te-
rem concedido ao governo tudo o que elle quiz,
tudo quanto elle exigio.
D'ossa dupla accasacao, entre as ideas exlremas
da camara, os e9piritos reflectidos tiraram uma
consequencia, e foi que o projecto da commissao,
por mais infame que parecesse, exprimia nio obs-
tante um pensamento de transaccao ; e, pois,
era da natureza a raerecer o apoio das opinioes
moderadas da assemblea.
E Unto mais se aflgurou isto possivel, quanto
mais uma vez se tlnhara quebrado os flos conduc-
tores de uma fusao dos legitimistas e orleanistas,
por meio da qual contavam os realistas fazer face
a todos os perigos.
Effectivamente, uma tentativa suprema tinha
sido feita no sentido de resolver o conde de
Chambord a dar algumas salisfacoes as ideas e
aos votos da Franca raoderna e liberal ; mas o
principe respondeu ao bispo de Orleaes, medianei-
ronessa transac^ao, de modo a desanimar quaes-
obra dos trinta nao regulava certamente o
(fesenie nem o futuro da Franga, nem resolveu-
11 muco os problemas que cada parlido, deseja-
v aMver no seu interesse proprio ; mis ella bas-
t'; para as necessidades do momento. visto
c n: croava e eslatuia condi^oes em que todos
i hamens de boa vontade se podiam entender e
,_^r no ialeresse supremo do paiz
ipor isso, quo, depois de a n debate acalora-
uminosissimo, no qual foram dadas todas as
reis explicates, todos os deseja.veii esclare-
eiqeotos, qoer pela commissao, quer polo gover-
ns foi por isso, dizemos, que esse .projecto tevo
a fara ventura de conquistar as geraes sympathias,
cu)regando em seu toroo os votos de todos os
ss da wrnara, desde a extrema direita ate
eina esqierda exaltada.
sim, poi*, o projecto dos t:inU foi adoptado
uma maioia superior a 400 votos ; e essa
ia signiricou a acquiescencia de todas as opi-
e, desde'logo, servio de ponto do apoio a
politica ctjos flos eram : em piimeiro lugar
a liiertacao do brritorio, e depois a seguraaci. o
a ps interiores
Lessa politica nao se afastara jamais o Sr.
T.iifcs, cujos sup-emoi anhelos, cujos principaes
esforcos tendiara sempre para a ordem e para a
libejtacaj do terriorio da Franca, em cujo service
ellej desconhecia fadigas, por cuja regeneragao
ellelrabalhava inoissantemento.
Ek prova, exhulerante, magestosa, imponente,
foi fij, emquanto se discatia na assemblea o
subk prejecto dos trinta, o Sr. Thiers, contra
se voltavam tin las lancas, occupava se em
rar os roeios to levar ao cabo o que elle
ava a ua granle obra, o seguia paciente-
e no mais imfenetravel segredo uma ne-
;ao para acceler.r a libertacao da Franra ;
iaflo cujo termiro caincidio com o veto da
blea sobre o projlcto dos trinta.
im effeito, no dia i"> de margo, foi assignado
emierlim um uovj trjadi qie regulou deiiaiti-
vanente a retirada do exercilo allemao, median
te j pagamento de tod-i o resto da inderanisa-
raot dos respectivos juns.
Jftae tralalo estatuio -s que toda a indemuisa-
Qaoestaria paga ate o dia 5 da setembro, sendo
feiti os pagamentos por ajmrnas iguae* e men-
saej; e ((ue, a partir de 9de julho, comecaria a
eva lacSo do territorio, sa)do Verdun o ultimo
a s desoccupado.'
E i esse realraente o mais feliz earoaraanto que
podk ter essa longa serie dt convengoes enceta-
das dous annos, e cujos lins foram sempre fazer
rec ir a invasao ; e, pois, b.m avisado foi o Sr.
Tliirs em charaar-ihe a sua grande obra, visto
con foi ella effectivamente una obra monumen-
tal ara a sua patria.
H|i poucos dias essa obra fhou deflnitivamente
conblidada, visto como, assignado o tratado no
dianS, em Berlim, foi logo depois communicado
a alemblea, que o approvou e autorisou a sua
ratlcaclo : e poucos dias dupois foram trocadas
as ratincacoes, flcandi) todos contentes e satisfei-
tospor essa negociacao, entabolada pelo presi-
deie da republica e pelo Sr. Remusat, prudente-
uin'e tratada pelo Sr. Gontan-Biroii, em Berlim, e
Jteiiasem muita difflculdado peh proprj'n >r de
"mark, que, vendo nella vantagens para o seu
z, soube todavia mostrar-se uma vez cava-
iro para com a Franca.
' uaudo o Sr Reruusat deu conl.ecimento a as-
lea de que estava assignado o tratado para a
cuacSo, roraperam applausos geraes do todos
bancos ; e, logo q e o illustre minislro termi-
i u o seu patriotico discurso, foi apresentada uma
i icao, nos seguinteslermos :
A assemblea national, acolhendo com patrio-
t satisfasao a communicacSp que Ihe acaba de
* feita, o feliz de ter deste modo cumprido a
Smeira parte da sua tarefa, gracas ao concurso
3neroso do paiz, dirigo os seus agradecimentos e
do paiz ao Sr. Tuiers, presidente da republica,
cao governo, c declara que o Sr. Thiers bem me-
nu da patria. >
jEsta proposta foi approvada sem detenja ; e o
fesidente da assemblea, depois de agradecer esse
f.to, propoz que uma depulacao da mesa fosse le-
i-lo ao Sr. Thiers.
j Approvada esta ultima proposta, e, suspendida
i sessao, foi a deputacio, acompanhada de todos
E membros da assemblea, apresentar ao veneran-
lo Sr. Thiers 03 agradecimentos da Franja.
Houve entao uma scena patetica, e o Sr.
fillers, profundaraeute commovido, dissj :
A melhor recorapensa para os esforcos que
lenho feito, a que mais me commove, e a manifes-
acao que acabais dc fazer-me em nome do paiz
i -da assemblea national.
Logo que se divulgou a noticia da tratado, chu-
reram as felicitacoes sobre o Sr. Thiers, tomando
jarte nellas todos os governos amigos, que assim
nostraram inleressarse pelo futuro da Franca e
reconhecer os meritosdo eminente cidadao, que
ionbe elevar se acuna de Richelieu, tratando da
ibertacao da patria !
Abaixo destes sentimentos, porem, mostrou-se
i assemblea franceza, visto como, d-cretando que
3 Sr. Thiers bem merecera da patria, nao deixou
de arrcgar a si uma parte da gloria do tratado,
juntando estas palavras, e feliz de ter dtste modo
cumprido a primeira parte da sua tarefa, que
Wgoroso e por vezes tempestuoso debate, a pro- rj0, o Salvador das liberdades publicas ameacadi*
posito da fei sobre a organisacao municipal de pela anarchia.
Liao.
Esse projecto de lei, sem importancia politica era
si mesmo, tinha por fin regularisar a administra-
cao local de Liao, onde se haviara accumulado,
desde os priacipios da guerra civil, todas as in-
coherencias revolucionarias, e onde se tinha m per-
petuado os habit u de resislencia.'a lei, transmil-
tidos par to Jos esses poderes de ascaso, que se
suecederam sob o norae d: commissao de salva-
cao publica e de communa.
Era preciso romper com esse passado ; e o go-
verno sentia, tanto mais essa necessidade, quanto,
aproxiraando-se a epocha em que devia ter lugar
a eleicao para o renovamento da municipahdade
lioneza, elle nao queria achar-se desprovido de
meios de corngir bs viciose ahusos.
iVesse presupposto o governo organi30u um pro-
jectOj cuja principal medida consistia em substituir
o escrutinio dc lista por um seccionamento eleitoral,
como em Paris.
A oramissa? da assemblea, a quem foi com-
mettido o exame desse projecto, querenlocimple-
tar o pensamento do governo, propoz a suppressao
da mairie central, substituindo-a por um carlo
numerc de districlos, ain la como em Paris.
Tal foi, em summa, o moJesto projecto pie os
radicaes chamaram uma obra teuebrosa de reac
!) e qu) deu lugar a uma fjrmidavel bata-
cao
Ilia
Uma carta do conde de Chambord Kra publica por fim significar qua ella tmha outra pirte aa ta
da, e essa carta desilludira todos os espiritos, qu< ref-i a desempenhar ainda. __
aiuda se emballavam na d6ce esperanga de um; Qual era, qual t entretanto, essa seganJa^par^,
reconciliagao, fazendo-os voltar a arraiaes mai: eis o que nio e dTfncil
cordatos e que se harmonisavam com o projec tinha ella
to da commissao.
A carta do conde de Chambord foi um doenmen
to importanle, visto como, sem Ihe faltar espiritoi
altivez e elevacao de vistas, lancou iuz sobre i
questao da forma de governo, e preparou os anii
mos para a adopcao de medidas que se casavair,
com as aspiracoes do paiz.
N'esse documento o conde de Chambord rove
louse, ainda uma vez, o mesmo nomein, que, de-
pois do 40 annos de exilio, nao tinha pressa, i
feliz na sua solidao, animada polo espi
de dizer, visto como nao
. liberdado de escolher uma politica,
desde que se collocou entre o que nio podia fazer
e o que queria impedir que fosse feito.
0 que ella queria impedir era quo o radicalifrao
se amparasse do paiz para lanca-lo em novas con-
vulsoes; o que por outro lado, ella trio podia fa-
zer era a monarchia.
Por Unto, a segunda parte da sua missao estava
deflnida na lei dos trinta, onde se contiuham os
meios e as combinac5es mais proprias para che-
gar a uma trausaccSo pacifica, para crear uma certa
ordem regular, sem comprometter a soberania na-
e unico arbitro dos destinos da
Mas 6 que essa batalha foi preparida palo es-
pirito de partido, qu3 immiscuio se no assumpto,
dando Ihe porporcoes que- certamente ella uao
tinha.
E de feito ; se a municipalidade lioneza nio
fosse uma fortaleza do radicalismo, se ella" estives-
se era poder dos conservadores, cerumentc a
maioria da assemblea nio se teria mostrado im-
paciente e desejosa de reforma-la. Ella ter-se-
hia, sem duvida, conservado adstricta aos bellos
sonhos de independent local e de descentralisa-
cao, qua mauifestara era abril de 1871, quaudo o
sr. Thiers foijobrigado a ameaja-la pela primeira
vez, se nao deixasse ao governo ao menos o di-
reito de nomear os maires nas cidades de uma
cerla importoncia.
Por outro lado, tambem, a esquerda nao se teria
invulvido no debate lao apaixonadamente, se por
ventura Liao nao fosse uma cidade republican!,
e se o seu m ire fosse realista ou cierial
A causa, pois, que deu lugar a calorosa di;cua-
sao entao havida, foi o espirito de partido ; mas
ainda d'esta vez nao poderara veneer os radicaes,
que tivoram o desprazer de ver approyado o
projecto do governo, modiflcado pela commissao.
Esse debate, porem, produzio um notavel inci-
dente, que deu lugar a mudanca de presidente da
camara, o que foi alias um facto pouco favoravel
as ideas conciliadoras do governo.
Foi o caso que, charaando o Sr. Grevy a ordem
um deputado, que se excedera na discussao, re-
criminou-se esie, e foi apoiado pelos seus ami-
gos.
0 Sr. Grovy, julgmlo se desau'.orado por essa
reluctancia, deu a sua demissao do cargo de pre
sideute ; mas a assemblea reelegeu-o por 394 votos,
contra 231, que foram dados ao Sr. Buffet.
0 Sr. dreif, porem, insi^u miA''""1" >
reita que, desde algum tempordesejava descartar-
ta do presidente, bateu palmas a essa insistencia,
e contribuio para a eleicao do Sr. Buffet, era pre-
joizo do Sr. Marle^ que era o candidate sustenu
do pelo governo.
Assim, pois, uma simples questio de palavra,
sem nen'iuma importancia, foi elevada a cathego-
ria de questao politica, nao so pela posicao do pre-
sidente demissionario, que, em certo modo, era
uma ercarnagao do pacto de Bordeaux, que elle
representava desde 1871, mas tambem pela elei;ao
do Sr. Buffet, quo sanccionou uma especie de cho-
representante dessa politica de moderacao e de
transaccao, de que a lei dos trinta significava uma
garantia, e de que o gabinete era um agente po-
derosissimo.
Depois desses successos devia a assembled entrar
em ferias ate maio, e cortamente essas ferias pa-
reciam necessarias como um meio de acalmar as
paixoes ja bastante exciUdas. Nao devia ella, po-
rem, adiar as suas sessoes sem primeiro regu-
lar as contas existentes entre a cidade de Paris e
o osUdo.
Vinham essas conta3 do que Paris pagara 200
milhoes de contribuifao de guerra aos allemaes,
quando fora forcada a capitular : e reclamava um
auxilio do esUdo, fundandose em que, tendo sido
a defeza da cidade produzida pelo governo e nao
pela municipalidade, que nio inlerveio no acto da
capitulacao, e tendo sido esta nao um acto isolado
de uma cidade fortificada, mas sim um tacto de
interesse geral do paiz, negociado pelo governo ;
nao devia pezar sobre o raunicipioadespezaresul-
tante delle, mas sim sobre o estado.
As contas eram bastante complicadas, pois que
a seu proposito haviara questoes delicadas, que
cumpria estudar e resolver sem ehoqn.es para os
interesses a ellas attinentes. Por isso foram ellas
objecto de pacientes e laboriosas discussoes entre o
governo e os poderes municipaes, e perante a com-
missao do orcamento, chegando-se a final a um
accordo, segundo o qual devia o estado pagaf a
municipalidado 140 milhoes, e obrigou-se esta a
empregar uma parte dessa quantia em reparar os
estrago* resultantes da guerra civil.
Foi deste accordo, reduzido a projecto de lei, que
a assemblea occupou-se nas ultimas haras da sua
sessao. que, logo depois, foi adiada para 19 de
maio, como que j>ara dar treguas aos partidos, e
dar tempo a eleicao de varios deputados por diver-
sos departamentos.
Encerrados os trabalhos legislatives, o interesse
politico passou-se do seu campo para os iornaes e
clubs, e concentrouse especialmento na luU elei-
toral, que, desde logo, afigurou-se aos radicaes
vasto theatro, capaz de todos os dramas e come-
dias.
sentia-se .
rito de Carlos X, quando sobreveio a caUsfophe cional, ultimo
que devia arraucar-lhe a coro* e os domioios da Franca.
sua casa. Nio ara esse, porem, o modo de ver da extrema
Para o conde de Chambord a realeza e um dog (direita, cuja irntabilidade crescia a medida que
ma que nao pode transigir, e esse dogma tem porl dacresciam as suas probabilidades de successo, e,
modelo esse, a quem elle chamou prisioneiro do \ como quer que estas iam sempre decrescendo, na
Vaticano. imesma proporjao foram crescendo os seus odios
Perante essa attitude, em que sem duvida. ha jo rancores, quea final chegaram ao_ ponto de ser
rbuiu nobreza, nada restou mais aos fusionistas,
vislo como nem os legitimistas podiam-se desligar
do passado, sem se desavirein com o sea ehefe
nem os orleanistos se podiam satisfazer com a i n
raorlalidade de um dogma, incompalivel com uma/
attinente a
monarchia constitutional liberal
tolas as apirac5es do paiz.
Assim. pets, i'l.iis uma vez o rcpelinr*, o mani
festo do illustre principe produzio um grande
effeito, visto comj, aclarand) a situacao, detormi-
nou as opinioes moderadas da camara a se porem
de accordo para a adopcao de uma transaccar,
com o governo, transaccio em que alias ostovi
o segredo das liberdades da Franca, que carecia
de paz, para no seu regaco concluir a obra da sua
regeneracio.
Sob este ponto de vista, o projecto da com-
missao dos trinta foi, pois, o symbolo da paz ;
e esse symbolo nio foi despresado, embora nio
significasse uma solucio defioiiiva, embora fosse
apenas um descanco nessa longa via de desgra-
cas e de dSres, porque pas?? a Franga.
,'virem-se ae todos os meios como arma de guerra
ontra o governo, e especialmente contra o Sr.
Thiers, em quem se obstinavan ver um iuiraigo
publico implacavel.
D'ahi veio que, sem mesmo dar tregua3 de um
dia a approvacao do tratado de 15 de inarco, lan-
cou-se a direita legitimista contra o governo, a
proposito de uma peticao em que o principe Na-
poleao reclamoti contra o decreto que o expellio
do.territorio franeez era 1872, e baralhou a dis-
cussao, no intuito evidenie de dar um cheque no
Sr. Thiers.
Esse resultado, porem, nao poude ella conse-
5uir ; e, pelo contrario, fornecendo meios a pro-
uceio de uma energica e vigorosa defeza, a di-
reita legitimista preston, sera o querer, um ser-
vipo ao governo, visto como forneceu-lhe novo en-
sejo para um triumpho, que tat foi a votacJo pela
qual foi approvada a ordem do dia pura a simples,
propoiu pelo Sr. Dufaure era nomo do governo.
Estetriurapho contra a direita animou, em certo /
0 Sr. de Remusat, que pouco antes toraara uma
parte activississima nas negotiates do tratado de
15 de marco, que devia pdr termo breve a eva-
cua^ao e libertacao do torritorio, apresentou-se can-
didate por Paris. ,
Tanto bastou para que os radicaes, venda n essa
candidatura a incarnacao do governo, envidassem
todos os esforcos contra ella, apresentando e sns-
tenundo o Sr. Barodet, isto e, um nome inteira-
mente descouhecido para Paris, e que sd tinha por
si o ter silo maireem Liao.
Disseram c apregoaram os radicaes que t aris
devia vingar as franquias municipaes violadas em
Liao e a republica araeacada em \ ersailles ; e que,
por isso mesmo, devia eleger o heroe da mane
central do Liio, como para provar o seu espirito
republicano e descentralisador.
Havia, ao menos, franqueza nesse modo de pro-
ceder, que se dirigia contra a assemblea e o seu
supposto espirito raonarchisU; mas nao se dava o
mesmo com relagao ao governo", visto como espa
Ihou se, fez-se constar que o Sr. Barodet era amigo
do Sr. Thiers, e que a sua candidatura era simples,
inoffensiva, inteiramente destituida de hostilidade ao
governo.
Ahi, pois, estava o voneno, c veneno tanto mais
perigoso quanto, por meio delle, linha-se em vi;ta
o interesse puro e exclusivaraente partidario, em
contra posicao dessa politica de conciliacao, de
que a lei dos trinta era o symbolo, e o governo do
Sr. Thiers o fiel executor
E esse executor, que se acnava representado no
Assim, pois, a verdade, fria, resolaU, paipaveJ,
era que, ao passo que o Sr. Remusat era um nom..
conhecido, respaiudo, que tinha uma sigoificaci
immensa, que representova a ordem a a republica
liberal, regular, e subordinada a soberania nacio
nal; o Sr. Barodet era um nome desconhecido,
sem importoncia propria. sera outra signiQcaeao
politica, que ha de ser o espanulho da republica
radical turbutenU, agitadora, sempre perigosa para
a soberania nacional, e cujos merecimentos eonsis-
tiam apenas em ter feito as nefattas cummunas d>
Paris e de Liao, do que tantos males sobrevienoi
a Franca.
A situacao estava, pois, deflnida, e era simples,
posto que grave. Cumpria escotber a ordem e a
republica conservadora ou a desordem e a repu-
blica radical. Cumpria preferir o Sr. de Remusat
ou o Sr. Barodet.
E essa escolha nio se fez esperar, e Paris no
dia 27 de abril pronunciou o seu rtrediclut*, ele-
gendo o Sr. Barodet, isto e, preferindo a desordem
com a republica federal 1
Mas nao foi so em Paris que houve eleicao,
nao ; tambem em Bordeaux, em Marselha, no Mor-
bihau, no Nievre c no Juia foram chamados os
povos a escolha dos seus represenianles no parla-
mento de Versailles.
E em todos essas lugares, ccm excepcao do
Morbihau, vencaram os radicaes, isto e, triumphon
a desordem e o radicalismo I
Tudo isso foi muito, sem duvida mas nada foi
tao grande, de Unto effeito moral, de tamanha.-
consequencia*, como a eleicao de Paris, como a
preforencia dada ao Sr. Barodet, isto e, a ignirau-
cia e a miseria communista, sobre o Sr. Rt-mu.-at.
isto e, sobre a illustra';io, o patriolismo e a dedi-
cacao a causa publica, no que ella tem de mais
nobre e distincto I
Pari-, de que ningem duvidon, de cujo criteria
todos formavam o melhor couceito, cuja illustra-
?io e patriolismo eram lidos na melhor conu ,
Paris, a cabeca da Franca, deixouse dominar pe-
las impressoas udicaes, e elegeu ura desconhe-
cido, dando-lhe 180:000 votos ao passo que so dea
135:000 ao Sr. de Remutat I I
Eis ahi o facto brutal, selvagemente claro e es-
tupendo, que lancou a consternacao em todos os
espiritoi patriotas, sempre receiosos pelo futuro
da Franca !
Os radicaes quizeram jogar nma grand.' par-
lida. Jogaramn'a e foram fehzes, porque colbe-
rara os louros da victoria. Mas uao viram qae
essa victoria devia ser-lhes ephemera, visto como
ella devia forcosamente fazer congregar as forcas
conservadoras ; visto como ella devia infallivei-
raente ser o signal do alarma nes arraiaes monar-
chisUs, que de certo tocaram a rebate, e pozcram-
so prestos para se nao deixarem levar de a-
salto.
Com effeito, todos os partidos pozeram-se em
attitude energica, e de todos os lados surgio um
trasbordaraento de manifestos, de noticias, de
cartas, de phantasi is e de interpretardes, cheias
de jactancia da parte dos venced res, e de crueis
presentimentos da parte dos vencidos.
Uos accusavam 'o aoverno., dizendo que o Sr.
liiiers, pi4i suas enndescendencia? paralr^ro a e-
querda, dera aso a victoria dos radicaes, com o
quaes conUva para a proclamacao definitive da.
republica, e para ura golpe de esudo desforido
contra a assemblea.
Nio, diziam outros, nao e o Sr. Thiers qne me-
dita um golpe de estado. K' a direila da assem-
blea que iraca pianos de combate ; e a conspira-
cao dos duques que se organisa para derrubar o
br. Thiers e a republica.
A verdade, potfm, foi que todos se preparavam,
todos conspiravam em seu proprio interesse, pre-
tendendo po-lo de accordo com o interesse da pa-
tria, que entre tanto so podia cstar na uniao, no
concurso de todos.
Essa uniio,todavia, cada vez se foi tornando mai>
impossivel, e as eleicoes de II de maio, havidas
no Rhone, na Charenle-Inferior, no Liir-et-Cher e
no Haute-Vienne, ainda mais a difflcultaram, visto
como, a excepcao do Charente-Inferior, onde foi
eleito um bonaparlisia, todos os mais depariamea-
tos deram ganho de causa aos radicaes. lirmando
assim ainda mais a sua influencia momentanea,
fllha, sem duvida, de uma impresio de incertora
geral, resulunte da ignorancia dos povos no to-
cante aos tins a que as queriam levar a assemblea
e o governo.
Em todo caso as eleicoes de 27 de abril e de 11
de maio tiveram por effeito immediate desautorar
perante a assemblea o governo do Sr. Thiers, es-
pecialmente em relar,ao a Paris, no que dizia res-
peito ao Sr. de Remusat.
A preoccupacao do Sr. Tuiers o do seu governo
por semelhante facto era manifesto, ao passo que
reinava a confusao em toda parte.
A' essa confusao juntou-se ainda nma outra causa,
de perturbacoes.queattingio directamente o minis-
terio. Foi o caso que o Sr. Julio Simon, que tinha
suas aflnidades com a esquerda da assemblea,
julgou-se autorisado a censusar a esU eorpora-
cio pelos seus ultimo? actos e especialmente pela
parte que pretendeu ter tornado na libertacio do
territorio.
0 acto da assemblea fora realroente de mao ef-
feito a prelencioso; mas certamente nao cumpria
a um ministro aquilata-lo por semelhante forma
em uma reuniao publica.
Este procediraento do Sr. Julio Simon tinha ccl-
locado o Sr. Thiers em uma falsa posicao perante a
commissao pet maneute da assemblea ; e, pois,
foi Ihe mister explicar-se, e para esse fim compa
receu perante aquella commissao o Sr. de Gou-
lard. .
Se o ataque do Sr. Julio Simon signihcara uma
imprudencia, nao menos imprudente toi o Sr. Gou-
lard, na exposicao, que fez peranie a commissao
das oc:urrencias havidas, e do desabono do Sr.
Thiers as leviandades do Sr. Julio Simon.
Dessa dupla imprudencia nasceu, pois, um con-
fliclo, unto mais serio quanto significava a exis-
tencia de um antagonismo entre a esquerda e o
centre direito no proprio seio do ministeno.
Por unto, depois do discurso do Sr. Simon,
e do seu desabono feito pelo Sr. de Goulard, e
ainda depois do facto das eleicoes, era indispensa-
vel tomar uma resolucao, que, sem offender me-
lindrese suscepiibilidades, melhwas-e a situacao
do governo.- "-. ..-
Ahi, porem, estava teda a maior difflculdaoe ;
porque, de vendo o Sr. Thiers recompor u tea ga-
binete, se se inclinasso para a esquerda, dando a
demissao do Sr. do Goulard, congregava cont.a
si os elementos raoderados da camara, qne ja o
traziam suspeitado, alem de que dava mostra* de
curvar-se ante o voto de algumas grande* cida-
des, e pois teria contra si a maioria d.i assemblea.
.nodoTr^eVS 4iu157 aUcm7arem nurn I Sr. de Remusat, tinha sido oHbortador do territo
- OS^--
c

irriuda pela exclusio do sen ultimo representante
no gabinente; se, pelo coDtrario, sa indinasse
para a direita, fortiftcando as opinioes represen-
udas pelo Sr. de Goulard, moslrava acnarse oes-
peitado pelos ro.-ultalos dos ultimo* esenitinio-*, -
como que parecia queror usar de reprcsalias con;
Ira o suffragio uoiver>al. .
Embarafado, pois, para Urar-se dessa rf*C-k
equivoca, e, ate certo panto, coofianto na idea oe
que o voto do escrutinio dc abril nao significava
uma hostilidade declarada ; a Sr. Thiers fraquetM
algum tanto na sua polite.', c, dando a damiMM
aos dous ministros compromcttidos, recompot o
seu miuisteria cam os Srs. Cassimiro Parier e Be-
ranger, arnbos os quaes eram partidarios doeUra-
dos da republica.
Sem duyida arabos os aovos mjaistws peitet.-
'


jteiv.
^>tfco
1
Segmida feira o de Janeiro de 1874.
>*
- .----- i-a
feiam ao grupo modeWiio da camara' TiA/4iWl,?#f fcs*llfldi#^<6#w^,fcM'$)e, eafregetAMilfl
eito suspeitar fAr* esplnto eonservador;. mas
TiJeutenwnteumwMI'.iciii). nao.estove ua ajtura
da siluacao, eadsenin para augmcntar 03 des-
peitos e congrcprZeleinentos contra 0 governo.
Estes fndos^Sfiimm-je' naf vesperas da re-
abertura da a tados, seguindo de seus (bipactamente* para 0 con-
gresso, comments vam^Bs afc* grand'' auimaijio,
qne augurava tempestades 0- proprios mode-
rados da direila, -e;a'aii>,jarein a queda do St".
Thiers e da republic*, pi oooitelavam-se aberta-
mente pnr uraa mudaaea de system*, e pfegJwart
ama politic* resolulaownte eoMervadora, Eitds
mostravam-so, sobre dodo, decididos a suebaser-
var unidos.
Foi, pois, r.estas roiiialcoes q*e 9* abria a ses-
sao da assemble*, a I? de maw, senttado -fa comi
que utn sc.pro de combareCircular pl^^odos os
lados.
Com effeito, apenas foi inslallada r. assemblea,
maoifcstou se a borra:ca, partindo ao mesmo lem
po dc fliversos lados.
(feUons centros, logtr troc 0 grxrcrno apresen-
tou--se com os projectos constitacionaes, consen-
tiram na sna leitura, sendo acompanhadoi pelos
exrremos da camara, mas recu.sar.im-se a ouvir
a -exposicao d>* motives-ime preeedla a esses
documentos, daudo por esse faCo uioa idea da ir
ritacao do sen esplnto.
Em seguida, sem pert* de am instante, e ape-
nas dm 11 tempo an minislerio para tlxar ilia,
propozeram elles uma interpellacao, que dosde lo-
go eoBoenlrou em m toda* a* atWucoos.
Por sea lado, a esjuerda, esqaecendo-se de que
tinha votado pel* leilura dos projectos constita-
cionaes, offereceH ama mo.-ao reclamando a dis _
solacao dh asserHhle.i, e protestandu contra a apre *
senucSo daqttettes projector
0 que todos vlram, porem, em to do isso foi que,
nem se tratava da dissolbcao pedida pela esquerda
nem do* projectos constitucionaes, nem ainda da
expoSicSb do molivos. Do qn-j se queria iratar.
antes de tado, era de saber onde estavn a maio-
ria, e quid seria a direcjiio do governo, isio e, 0
de que se qaeria iratar era da interprtlacAo, pois
que o sen rcsultado acclararia a situacao, eomo
enectivamento aeonteced.
Quatrodias depeis de votada a tnterpellacJo,
comocoe 0 debate, que devia ser elevado, energico,
digno da assemblea franeeza. Rompeu-o 0 duqatt
de Biogtie; e loeo se conheeett, pel0 rigor do ata-
qtte, pelo alcatice ealculsdo dos terrnes, e sobre
tudo pelo apoio unanime, seitado, que obtiaha
dos seu* amigos, que era impossivel qoalquer no-
va transarjSo mtre cite e 0 governo.
Ke-pondt'u-l e 0 Sr. Dafauire, por ptrte d> go-
vertio em torn seven e eonveneido ; ih:* qne se
lrab:a pela afflic.ao que ovleviirava a> ver se eha-
t-arcni as for;as que elle queria ver unidas no in-
tcresse do pa;z.
Mis 0 5r. Dufanre Cortiprehetuka lambem e
deslfc logo, qne nao setharava-sd do ministerio, e
que ncssa partida einpenhava .< a *orte de todo
0 g ivcrno. melnsivamente a daiphdle qne o re-
projciitav.i. e que tinha rcivindk'ado toda a safl
respousabilidaae.
Assim tainbem petMth o Sr. Tiiiers, qne, sem
aceit-mdo-a, plena, inteira, imh loda a ua altura.
recrrrt'tva lei dos'triota p.in sefanf oiivir, cef-
fvtivamiMit-'. falloU com aqnella elvi:ao de vis
las, Ci'in aquello patriulisHrt <; erudi-.a", quo sao
a 11m hnttpfl 0 sssombro de todos <>s eMpiriMs e a
em i.ao para todos os poraoiJes.
1) .Sr. Tbiers it So quiz mot aenhnma OMieMSiO
n* sens .i.lvcrsarios ; erguea-se inaisdo que mm-
ea diante da opnosiea 1 Se quo era ohjecto ; e,
dan-lii a situai;lo UhU a sM gravidade, toda a na
soK'mui ladi1, deelaroa quo 0 twerf/ctum da as-
sombliVa se dirigia a ol!-', e quo ne?se sentido (He
0 toouna.
PSsson so isto n'tun sabbado pela manha, e,
as Juas no as da tirde, Nnrimte so a sessao, que
'ora Icvadtada depots do discurso do Sr. Thiers,
perecbia se quo bavia ama rcsolurao tomada.
Fatloii ainda 0 Sr. ("asiimiro Kerier ; mas em
vVi tontuu ehamir sobre si a respnnsabilidalo das
iziofa^tm. \ ritoaA) cstava d iinida, e a as-
^enble.i qlieria v.dar.
Pr- pr.z se a ordf.ni de di 1 pura e simples; e
em contra-posieao foi aprescntada uma ordein do
iii niotivada, que era 0 prograinma de uma re-
volu.-ao legal e elaramento siginfiiativa.
Come;ou-se pela ordem do dta simples; e, a
cespi-ito de uma ultima tcnlativa do Sr. I'erier,
1 >i ill 1 rejeitada por mais 14 vutos do que teve 0
governo, depots passou se .1 ordem fo> dia niotiva-
da, c In esta approvada por uma maioria de 1C
vol. IS.
I'a.-sou-se isto, como ja dissemos, no sabbado a
tarde ; 0, para aguardar as resolu resolveu a assemblea ceJobor uma terceira ses-
rao A ii'Oie ^
A' uniio. com efl'iio, o que se podia concluir
da resoluyao da assemblea teve lugar, isto e, che-
gon a Ciinmoaica^ao de que o Sr. Thiers, depois
de tr aceito a demissa 1 d 1 miaisierw, dava a sua
demis an do presidonte da republic*,
Esta noticia^ja espcrata, foi aceita com calma e
r<:siduc>): e, tendo aiqiarecido aiada uma teuta-
ti*a dj recon^iliaC/io, 111 seatido da regcirau d*
demissao do Sr. rbiers, nao viagou esia proposta,
t a demissio di acc'ta por uu> maioria de 30
.'otos.
Aeciia a demissSo, a e-querda retirc-u-se da sa-
ls das deliberates, mas nwioria, proseguindo
no sett piano, e pura concluir a sua victoria por
TX) vutos enire 392 votanles. elegju presidenie
da mpoMiea o nareehal Mac Mabon, daqnc de
Mjgenta.
Por essa forma, pois, e;ii means de IS horas, a
crise tinha passado por lodas as phases, e chega
ra *o sen tenuino, ao seu deseniace; e antes de
rneia noite 0 governo da Fran-;a achava se mu-
dado.
Sio foi isso 0 fesul ado de ama revolucio. visto
;omo U ac, I'*?'1' da uma assemblea, quo era
deposittia da soberania aacional ; mas, cm todo
eaco, foi u;n desses actos qne uma assemblea so
iieve pr.uicar estando certa de nao periclitarem os
intere-ses da patria, e q te, ainda assim, e obriga-
Ja a justifieir, inaajme quaudo da um mao exeui-
pio de ingratidio, esnaec-'iido services que foram
prcstados baa mais oi&ceis conjnncturas.
Daises servicos, pore.in, a Pranca nao se esque-
era jainais, assim cowo nao podera olvidar que
a justiticagao do Sr. -Tbicrs esta, em certo mod >,
isessa trafismissao de poder, feita com ep6r%0, mas
era plena paz, das maos do Sr. Thiers para a< do
nareehal Mac-Mabm, e, por uma cMranha coin-
deneia, a2'i de maio, anaiversario do dia em
que 0 ex ere i to de Versailles, recoastiluido pelo
>>x presi-Jeate, e sob as ordeas do marechal Mac-
Mahon, np.trou, dous annos aotas, em Paris, vie-
tonoso da eommnna I
A. eseoUia du inarechru p.ira presidenie da re-
ubiica nao. poAa ser ra*lbor; e foi uma prova
'isso 3 influencia que exerceu na quotai;ao dos
fandos, que, tendo descido apeaas so divoigon a
demissao do Sr. Thiers. subio iminediataTiente
"go que se propalou a eki^iio do marechal.
Alem d'isso. quer pelo sen caracter prebo, si-1
-ado e eir^umspecto, quer po!a sua nosicao ex-
ranha a todos os pai tides, uingnem podia com
mais vaitagem substiluir 0 etninente estadsta,
que, pordoas annos, dirigira os desiinos da Franja.
Por tado iso, a piniao pabiiia, na Pranea-e
na Etwopa, seriameate alarmada peias pcripeeiai
do drama que se deseavoiveii em Versailles, re-
ponsou tranouilla apeaas teve aeieoci* da eievacao
do marechal a prestdencia ua.repuhlica, e tairti)
mais tranquill* so mostruu quango teve todas as-
'egurantas d> que a peatica do oovo governo
eontinuaria a serfconsaiwadora, e Dae se afasta-
ria das normas iracadas na lei dos irinta, nem
das praxes adisittidas e se^uidas pela diplomaia
i raoceza.
E, com effeito, a primeica palavra Ao marechal
.Mac-Mabon, logo ao deelarar que aeeitava a in-
cumbencia qne the fora eommetiida, foi nma pa-
lavra de aegora^a e de ordem, visto eomo disse
elle que Boda seria mudado nas institutes.
Antes d'elle, porom, ja o tinha doclaraao 0 pre-
sidenie da asaemblea, o Sr. Buffet, quando. ao tra-
tar-se da eleieao do sufcstitato do Sr. Tbiers, dis-
sera devo observar que nao se trata de adoptar
r.ennuma modificacao aas lews e aas insthic6es
existentes ; e que o pfesidente da ropublica, qae
for eleito eia subetitui'.ao do Sr. Thiers, se achara
exacfamente nas oondicoes legaes e constitucionaes
em qae se achava 0 proprio St. Tbiero
Assim, pois, nada foi madado 00 regimen pu-
blieo da Franca, e a mudan;* ae governo nada 1
mais signiiicon, em ultima analyse, do que nma
manr tendencia para a idea eonservadora. ah*
beta desenhada, nao so ao m.ireehal Mac Mabon,
mas tambem no gabinete composto oaio ir. du-
que de Brogiis, a. qoem foi conettila essa in-
cumbeneia. e qe aorganisou pelaseguinto forma :
Broglie, ministro de estrangeiros ; Magne. minis-
iro da fazenda; Batbie, mmistro da instraeeio
publi.-a; Benle", ministro do interior; Ernaul,
mmistro iJa >atica; Ubouillerie, ministro do
cominercio ; Desseilligny, ralcislro das ..bras pu-
".i-as; Danpierre, miiistro c!a marinha ; ge-
OOJjl Cissey, mioistro da gucrra.
tm
a Xiina dq> revolt nee ec as. coasas e as paet(6e!si
ile,orieiUar,.e. .nos .uegpeios, do acre litar-so p^
rante 0 pat*, e as naqoi-s europftos, p de complg^
tar-se,*euit;erlo mbdo, 'por 'ineio de'algdma* in
dcae altera\oe no* pessoa^ politico c tdini1
nistrativo, nomeando prefeitos, sub -prefcitos, e al
guns procuradores geries, reconstituindo 0 go
vrno da Algeria-* cinftando 0 ao general'anzy;
t) rirjataento .escrevendo e publieandodrculares
de toda a! sort, pul.lieas 011 conlfclencise*, no in-1
tuito de irmar dnutriaas, de. estabelecer norma*
para 0 setvico do e-tado, 0 do manifestar todo 0
.licanee da sua politic*.
No tocanta a politic* exterior 0 gabinete achan
ulguns erabarajos no ntodo ds apresenlar-se as
nacoes da Em\ra ao mod0 de continnar as bflM
recedes que feffimcate existtam entre os sous e
o geesrno da Franca
Lorn effeito, jalirando elle que, para alcancar
esse firn, bastava umasftnples aoiiftcacao feita pelo
ministro dos negocios estrang$iros aoj represen-
tantes das potencias europas em Paris e ao mes .
motetnpo'-petesagfinw ex junto aos quaes se acbavam estes acreditados;
assiih fez, e esperou os resultados.
Is-o, pprera, nio bastou, vjsto como os gabine-
tes da Enropa; sebretirfo os'do nofte, Vdndo'o
r.c.intecimgBto de 2i de raio uma especie de.re-,
volncSo, dp pfi*fereifclt nma transmlssao ordr
naria de pnJeres, jakaram necessaria uma uoli-
Gca?3o especial eshpeTior'da proprfa lavra id
novo presidenie, e assim 0 deram a entender. A
Prussia foi mesmo Stem d'isso, visto como consi-
deron como indispensavql a renovajao das creden-
ciaes dos cmbaixadores.-
Tudo isto, pois, foi Mo, nao como resnltadb de
uma comphca>;ao, mas sim como objecto de ctl-
qOetj, coirib uma forinaltdade diplomatics; tauto
majs necessaria, tanto mais previdente, qnanto,
habiluada a ver no Sr. Thiers um hometn indis-
pehsayel a Franca, a'Rnropa quiz gnardar toda a
sua liberdade de accio para 0 luturo, no caso
de qnalquer cthergencia que sobreviesse, e qne
por vehtura desse a Franca um governo que nao
inspiras-e a mesma conlianca que 0 do marechal
Mac-Mahon
E esta eonflan:a era bem merecida, pr isso
que, n3d soYepousava na3 tradiceoes do marechal
e na ihteireza do seu qaracter, mas tamberh has
suas valiosas dedaracocs de qae a sua politica
seria eonservadora, sem' se afastar das normas tra
?ai!as pelo anterior govcrho, quer no tocartte aos"
negocios exteriores, quer ainda no qne dizia res*
pelto a poFitica interrta.
Aqui, porem, passida qae f)i a sua lua de mel
de algtins dias, encontrou o gabinete algnmas dirB'-
cufdades, que Ihe foi preciso ir vencenlo com tan-
to mais paciente e laborioso estudo, com tafrto
mais dellcada e cuidadiisa tactica, quanto, ten lo
sido a nova ordem de coasas auxiliada pela extre-
ma direita da camara c pelos 23 votos bonapartis-
tas, era Indispensavel ir contemporisvedo com uma
e coin outras, sem toda'Via runipcr com a saa p_d
lltica, sem todavh compro'netter a saa posicao,
item sacriilcar a lei dos trinta, ijae era a base em
quo ropotisava 0 seu systerrtai
Uma dessas difflcuMades proveio-lhe dasnppres
*i do j.rnal radieal 0 Corsario, a cujo pnposfto
houvo uma iuterpeilacao e acalorados debates na
a^se!l.!.16a
No correr dosses debates N lida umj circular
conlilcncial do ministro do interior, na qaal sepn
dia aos prefeitos todos os possiveis esdarecitnen
tos a respelto dos jqrnaes Jos respectivos departa-
mentos, e bem assim dos >eus redactores e cir-
cumstancias pecaniarias das emprezas, accrescen-
tando-se uma clausnl* referente ao valor em1 que
elles tarinm 0 eoncarso henevolo do goverco.
Tudo isso cau?ou am certo escandalo c de;i la-
gaT a perturba^ao do mini-tro d > interior, alias es-
trauho a ess* circular, divida ao sab seeretario de
estado, que a expedira em nttme do ministro.
Nii i oLstanle*, porerri, a maioria foi em anxilio
do ministro, e *ot>a a ordem do dia pura 0 sim-
ples, por um excesso de G > votos sobre os votos
contrarios.
Uma uutra ilifllenldade surgio pouco depoi*, em
coseqoencia do pedido feito pela autoridade c-jm-
petente para proee* da communa. e entao depatalo eleito pelo Rhone
e membro da mnnicipalidado de Paris.
Semelhante pedklo, feito dous ann is depois da
communa, e quando 0 Sr. Ranc tinha silo eleito
ae.jutido, forneceu materia para as reeriminacfles
da esqueivla, e ao mesmo tempo para censnrar ao
governo- anterior por nao ter tentado 0 processa
innUinente com outros que ja tinham si do termi-
oados.
0 debate liavi i> por esse raotivo foi longo, por
vezes agitado, e cbeio de peripecias. Mas, por lioi
de contas, a assoniblea sustentou 0 goveroo, sen la
que maioria quo concedeu a autorisacio-pedida
Apenas, porem, roi tenninada essa, logo surgio
uma outra dilllcuidade, mais seria, mais delicaJa
do que a* prece>tentes, visto como prendia e em
certo molo a liberdado de consciencia, qaestao
sempre respeitada, mas sempre incandescente, na
Franca.
Foi 0 caso qne 0 prefcito de Liao, recoiando que
atranquillidade ptiblica fosso alturada per occa
siao de algum enterro civil, se per veatura se on-
cimtrasse com algum outro, celebrado segundo 0
rito catholieo, determinou que aquelles fossem fei-
tos pela mania, logo celo, precedendo, porem,
pnra uns e outros. declaracoes expiicitas, no regis
tro civil, acerca da 11 .ture/.a Ja sepultura que se
preteadia d*r aos mortos.
Por uma coincidcncia bizarra, quando isso se
pQssava em Liao, um ou'ro incidente teve lugar
cm Versaillos, a proposito do enterro de um depu-
tado ; e oste incidente scrvio para augmentar 0
valor do decreto do piefeito da cidade lioneza.
Foi esse incidents 0 seguiate: sciente da morte
Jo deputalo, a mesa e ama deputaciio da camara
foram ao enterro, e 0 governo observando a prag-
matics, enviou uma ttuarda de couraceiros para
fazer :is horrras militaros. Logo que os deputades
pc:-ceberam que nio havia ceremonia religiosa, rc-
luaramse, e apos elles retirou a gaarda de non-
ra, prosegaindo 0 pre?iito em seu caminho directo
para 0 cemiterro, onde houvera discursos, em que
i-.llusoes forain feitas, quer ao incidente, qaer a li-
berdade de rnnnrif elnmiiiii a de caltos.
0 decreto do prefoiio de Li*o e 0 incidente de
Versailles deram aso a uma intorpe!l,T;ao do mi-
nislerio, na qua! tomaram parte varios membros^
havendo renliido debate e grandes exage'ros no
tocante ao referido decreto, qne enjcetaola nada
mais sigaificava do que ama preventiva medida,Je
policia, rcdamada pelas circumstancias, e de rao lo
D.ihdo co'nia d'esse facto, e fazendo-se lnftrpl
*e di;4iiuatentosipatr(olicoi do povo, pi
ij.S; jludet, presili-nlo da c
a mvijdo inustro es.-a ipiadro
r't/ne'lmHa'^iteuiunhailo; mas esquef
i4 dnlaCoi?*', (Fffr da meneiouar 0 n-une
Thiers, como principal autor, d'essa obra g
diosa. _- _^__ M
Nao liodre talvc;. proposito u'eisa omlss*
mas 0 quo e f.JWP que ^g*Ao pas
eebula aos .liversos matta t poWMs da cam
iiua, nao dbstiMf ^ppla^Him 0 Sr. HuiTet.
alii era a imagera do govenw-, e.nheaa os leglk
tas ja cotueeasjem a ac;*r qne este nao
principios, ao passi q 1 os clL'rioaes*extre[4t>s
fai-ani que ello tivesse fe.
K' qae todo* em geral viram quo 0 exeKito
generado era em certo modo, umaimagem da :
tria reeunstitaida, aopaaeaqua em particular,
clericaes e oslegitimistastiahamsaasapprehensi
*rpBljo do geveioMne iajpafcad^eoaheflta
acima des parud's, nao se deixando dominar pe is
sous interesses privados, emb'ora em eertos cai >s
fosse eHe oondeseendeate e ooueiliaale no iota 0
de nao desbaratar a sua maioria.
Esj* attitude enrakndfc
e dilBcil; mas felizmente n3lo produzio nenhqn Casa de
- BaeharofOuarto Estev.to de 01iveira>dbWCa*
4tda ;%lalia Ferreira.
?iW.'l*! Almeida Lima Sobrinlw, eon Leo-
flUolina Pintznawer.
da Silva Assum. ;4o, c^rh Vnai Maria
I rbeueficio da Santa C.isa do Misencordia do Recife,
UM pniprperipa. *JR.al-9era extra "ill i an dii 9 do corrente.
detenfao.-Movi-nento da casa
mal, entretatito qua deu aso a que 0 governo p|- de'^elenrao do dU-2 jan-iro do 1874
desse c^nseguir da assemblea tado quanta qui.
tudo -qnaMo'eWjou. (
Foi assim quo elle obteve, depois de longos d-
liates, oad1amw'da-disuj3#i das feis cionaes, apresentadas pnlo governo anterior; f
asim tambetn que die eonseguio p adiamento d
discussao da lei municipal, e foi finalmonto assii
que elle lev.u a assemblea, nos ultlmos dias 1]
ses-ao, a abolir o imposto sobre as nuterias pri
mas, a approvar varias propostas' do Sr. Mage
tendenics a crear recursos em quanto nio erai
discutidos os oreameato<, a votar a orgaoisacj
definitive do excrcito, a creat os esmnleros railit
res, a-aut>risar a contraocao de uma igreja
'estatuir medidw preventlvas contra aquella q
timtasse fazer propaganda' wti prol da dissolu
da assemblea, e a antorisar 0 res abelecimei
dos antigos tratados commercials.
Votafas todas essas medMa, oblMos todos ess resnludos que leram 11mcaracter uril epitrioll-
00 30s trabalbos da assemblea,- foram e=tes adia-
dos para novembro, sendo a sessio etwerrada porj
uma mensagem d* general Mac- Sah.n, lad sim
pies na forma, como diga* e elevadt no fundo,
da qual 0 presideirte da repnblica, alas s6brio
palavra*, asseguroli'a assemblea i\a4 velaria pel
ordem publioa ; m jstroh o paiz tr^mluillo, cm pa
comsigo mesmo e com toda 0 manro ; apresenj
tou a Franca reeobrantfo pouco tponco as
liberdade pet* retiral* do exercit) allemic;
concluio dizen lo que tudo isxo em 4>ra' do piitri
lism) Jn todos, mis espeeialmenle ioseu pr<
sor,enjits HtibtisnrgociaoHes tinhtm prepa)-ad<
tei'reno.
Assim, pois, encerron-se esja-*sao mais pac
ficamente do que' tinha comocaf1, se bem qi
ueixando uma si'uaQio sobremodv oneradsrde di|>
iieuldades e de probiemas, qaf apenas (Icara 1
adialos, e que, aocabo dostresmezes de intem
gno parlamentar, forensartent*1 teriam de vir 1
lame, pedindo un.a>olu<;ao defni'.iva e imtnedia;,
iContm'iar-s&ha).
3.* denuncja?*).
Pedro Francisco Theod iro da Senna, con Maria
.Plnheiro da Silva. T'
Frtmisco'ftlbln 1 Je Sua Pmto, aom Thwpnila
da Sllveira TavOri.
Bschnr.'l Francisco M ir pies da Cuoha, com
Annnnciada Carolina da Cnn a.
Joiquim Jose de Oliveira oWa, com Cordula
Olymiiia de^Kira.
Lellaw^^Bje, ao mek) dos pr idur.toa Ae liauraram na exposir;ao da s>
iedale Doae 9 Setembro, e quo para este dm
am uirerWdrfs pelos ex^ior*, dfavendo 0 re-
sultado ser applicado ai obras do Lyceu de Artes
eOilicios. ' 0 ieila-i e no edilicio da ordthd terceii* d*
Carina. ^^^ rir1^
I.(it*rlu. A que se ach* a venda e 82', a
nenhum procc.'era d qualquer prefere(i :ia con-
fessional, nem tia'w por fim ingerir-se ous dive:-
-os ciiltos rcconhe-idos ou nao pelo estado.
Des;oiifiados, porem, alguns ospiritos de qae as
liga^es do gabinete com a direita lizessem-no pen-
der para as'doutrinas theocraticas posteriores a
Bftvogacijo do edit 1 de Nantes, alarmaram-se com
0 caracter que Ihes pareceu ter 0 decreto do pre-
feito de Liao, e daJii veio a vivacidade do debate,
do qual sahio-se todavia 0 ministerio com perfeijo
ganho de causa, nio sp pelas importantes e tran-
quillisadoras declaracoas qoe fez, mas tambem
pela maioria de 200 .vptos, quo coiteeguio sobre os
interpeBantes na vbtaca; da ordoai do Jia, iiue
pissoa a s.'u couteoto..
Quando estas aeenas'.se passavam em VersaUles,
e alii c-ia vez n)ais<: governo,. que, por assim dizur, todios os dias via
aogoienlar-se a sua maioria, Paris, a ddadc mais
adtavel daEuropa, vestia-se de galas, eufeilava-sc,
como uma rainha quo e do bom gosto e da elecaa?
da, para raceber um priacipe orienuLo shaft iz
Pereia, qne antao visitava a Europa.
Com effeito, dias depois, e quando a asseaWea
comecava ja a dar masiras de impacienda poren-
trar em ferias, e apenas se eccupava comma lei
concernente ao jary ei outra wtore a legiao.de bon-
ra; no mio da geral tranujadlidade do |i3; e
quando 0 ministerio se occr-pava em crear ineios
de adiar as iuiportunas nuestdes sujeitas ao exame
da Assemblea'; deu cnlrada em Paris 0 absoiato
principe asiatico, e a cidade republican* nao se
o'edjgaon em presta*-lhe honrs principescas, iem-
brando se, sem duvidii, de qne atrarez essas fcstas
e lioararias aioita vez as nacoes coasegaera inv
mensas vaafagens, que a'Outras conduces.nao ob-
teriam.
Em meio dewas fes'.a^, qua todas desperlaram a
carioaidade. o enihttsiacmo da rica cidade, uma
sobretado ealheu geraes appiausos e provocou in
dizivel satisfaoao. Fidelia a revi-ta passada ao
exerdto/raaeaz peli illu.stre suah no uosqne-de
Bolonha, ja itteio *efeao. des desastres da guerra.
E, coib effeito, aiaM* foi espleadidi, pois qae,
darante araiias hOi-ae, esse exercito, eomposto de
SkCOO honvns de tropas luzidas e garbosas, ilesli-
lou magestosameote peraate 0 rei oriental, perante
REVISTA UIARU.
Ccnuarcu da Kseala.-Por portaria
presidencia da proviucia, tk i do corrente, tiiexj-
nerado, a Seu pedido, o bharel Jos* de Barr I
Franco, de adjunto d* prunotor publico da coma
ca da Escala, e loinomeido para 0 snhstituir
bacharel Eslovfio CorreiaCivalcante da Albuquc
tUbi Laccrda.
.t.iit da presidencia d.i proviicia, de 2 do corronte,
rani nomeados : Laarefftlno Felix de Oliveira Liml
delegado do termo doiGoyanna ; Piburtino Pin
de Son/. 1 M.reao, mWelegado do 2" district.^
tann-) de Santo Antao.
Adaiinistrayiti* do eoprelo.-Nom
de dezembro uttiiBO eita repar'.icao arrecadou..
7:16i*oo0 sendo de:
Sell-.s 2:6o!)i2
Cailas 2.3:a0(
Moviiueitto de fuulos 1:262A2U
Premios 2a.ll'i
Malta- iioiOCi
Assignantes ii!iuo>
Bxiraordinari* 95(X
AgenciiH 562i7
No anno de 187J foi de 8f.fsS0^622 0 to-
tal-no reortimento, assi.n dlvidido:
Janeiro 6:873i60J
Fevereiro ti:872i:ri
Mai\jo 7:68740-'
Abr.l 8:777i'.lt
Maio 8:8-53 {2:.
Jnnlto G:57ii93
Julho ti 8liAi8.
Agosto 8:22?5 463
Setembro 5:992527
Ontubro 6:886i8I
Novembro 8:IS9ilO
Dezembro 7:16ljo5
- Daario de Periamhua.-Se chega
hoje 0 vapor in^lea Potosi, distrHiuiremos amaJ
nha no^so numero de ter$a-feira.
(iovcrno do bisparf .-:". data de 3
do mez uo dezembro tindo, S. Sxc. Rvm. nomeod
para governadores do bispado, em primeiro lugai
0 Rvm. Chantre da Se, Jose Joaquim de Andrade
na ausencia oa impossibilidade desle, 0 Rvm. Sri
padre Manoel Sebastiao Constantino de Medciros
em segundo; e em tereeiro 0 Rvm. Dr. Joaqnin
Graciano de Araujo, 0 qual continiia uo exerciciolatti-ibuicSes,
)0,
Sxistiara presos 323, entraram 3, sahiram 3,
existem 323.
A saber :
Nadonaes 237, malheres II, estrangeirosi-l.
3i-;ravos 48, escravas 6.Total 323.
\liinentados a custa des cofr-es pablicos 231.
Movimeuta da enTerraaria do dia 2 do Janeiro
Je W7i.
Teve baix a:
Justhia- Maria-d* Conceiciio.
Teve alia :
Jesuiao Correia de Mello.
Cniniterio lllco.Obituario do dia 2
de Janeiro db 187*.
Arttonio, pardo, Pernambuco, I anno, Boa-Vis-
ta ; convulsoes.
Joanna, parda, Pernambuoo, 6 meze3, Graja;
variolas.
Franrisco das'Gbagas Bandeira, panlo, Pernam
buco, 60-annes, sdb-iro, 80a-Vista, hospital Pedro
II; amolcdmento.cerebral.
Frite Sehmirr, braneo, Aitemanha, 19 annos;
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; febre ama-
rella.
Antonio Coelho, braneo, Portugal, 23 annos, sol-
teiro, Bon-Vista; febre amarella.
Jose RibeiPO da Fonceea, braneo, Portiigal, 30
annos, solteiro, Recife ; urensea conjecnliva.
Isabel Maria da Conceioao, branca, Pernambu-
co, 22 annos, casada, Santo Antonio ; variolas,
loan fislovao' Barros, preto, Pernambuco, 19
anmis, solteiro, S Jos* ; variolas.
Theodoro, pardo, Pernambuco, 3 mezes, Boa-
Vista ; conviil*3es.
exmitx MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORMNAHIA EM 2i IK DEZEM-
BRO DE 1873.
pncsioENKcu o> sa. RKOo AI-BUQURHQUB.
Ao meio dii, pre;ntes os Srs. verea.lores ftego
Albuqnerque, president.', Theodoro S Guimaraes Gameiro, Loyo Junior, Dr. Moncoso,
Sbnzs Leao 0 Neves, o Sr. presidente abrio a ses-
?5o e lida a ac.ta da aniecedente, foi approvada.
Lea-sa 0 seguinte
EXPEDIENTS 1
Um ollii-io do Kxm. Sr. pretilente da proviucia,
de 17 do corrente, declarando a camara, em selu-
clo de seu oAcia tambem de 3 do corrente, em
nun communicou ler-lhe sido inttmado um man-
dado de in.iaiiterrCiVo expodido pelo juiz substi-
'ut 1 da I* vara civel desta r.idade, em favor dc
Paula 4 Mafra, concedendo-lhes a faculdade dc
continnarem no gozo-da liconca que-baviam obti-
do para se encarregarem da eonduccao de cad*
veres ao eemiterio,- e por isso lizera cessar as or-
M expedidas para curaprimento do offlcij da
mesma presidencia, de 23 de novembro ultimo,
que carecen lo aqucllo juiz de competencia legi-
uma par* oxpedir se.nlbante mandado.e senio
o contrato ceaebFad<>com Agra & C. pela Santa
Casa de Mis.-ricnrdia, 0 resultado uecessario e im
mediate da lei provincial n. 1,121 de 17 de jnnho
do corrente anno, e em virtudo do qual foi man
dado cessar as-iicencas concedidas a outros esta-
bclediiientoe mortuarios, e nao podendo aquelle
contrato ser coarctado em suas eslipulacoes sem
oll'ensa aquella lei provincial, que so pode ser
revogada ou sus|te sa pela forma estabelacida
na lei de 14 de agoU> do I8'IV. nao sendo lic.Uo
ao poder judidario oopiir obstaculos a execucai)
das leis provinciaes, a camara municipal, corpo-
ra;ao de natu/reza administrativa, nio r-cebendo
ordens no to.;antea actos admini-trativos, -en.io do
(residenie da provincia, corria 0 dever de negar
campriuiento ao referido man lado, pelo qne hou-
vesse esta camara do dar exccuc4o ao que Ihe
foi dcterminado no ja citado oflleia do 23 de no
vembro ultimo.
0 Sr. vereador Theodoro Silva, pedindo a pala-
vra, leu 0 seguinte requerimento :
llequeiro que se conMzae na acta as seguintes
razo-w Qua foi intimada a IPmi. cainira um
mand.id'i de maiinteni;ao concodido polo juiz subs-
tiluto da 1' vara civel Paula & Ma'ra, conser-
vando-os no gozo de seu commcrcio do sorvieo
mortuario emquanin nao forem elles indemnisadbs
por Agra & C, <|ue a Illma. camara nao foi in-
timada a revogacao deste man lado, 0 0 publico e
notorio estar die em vigor, e seu conhecimento
affecto ai) superior tribunal da relacai; que
as dec soes do poder judiciario obrigam lodos
inclusive as autoridades administrativas, e nao
podem ser annulladas senao pelos mesmos tribu-
naes, que no caso de haver 0 juiz] civel tomada
conhecimento de algum negocio administrativo,
0 meio pratico de fazer cessar essa invasao de
, nao e a desobc Jiencia por parte dos
de v.gano geral e provisor do bispado. .autoridades administrativas, 0 que daria lugar a
O governador nomeado em primeiro lugar en-ama completa anarchia ; que dando-se conflicto
troti em exercicio no dia 3 do corrente. lentce a autoridade judiciaria e a administrativa,
.Yrreinata^ao provincial.-Foi trans-U i,,; jneumbio aopresidonte da provincia de cha-
fenda para 0 dia 8 do Corrente a arromatagao do,ai. a sj a questao e observados os transmites do
illummacao pablica da cidado de respeclivo processo, resolver provisoriamente a
nesma quasUo, cuja solucao definiliva compctf
esta;ao m govorno geral, que comquanto declare S.
Sxc. a autoridade judiciaria mcompetente para
re- jonceder aquelle niandado, 0 exigir da Illma. ca-
da estrada nara, como exige no olQcio de 17 do corrente,
|ue desobiMleja ao decreto judiciario, e ordenar
que Hssuma a
cosfeio da
floyanna.
Pairadoria dc faxeada. Nest*
pagam-se tioje as.segaintes foilias:
Jo-tica de I* mstancia. capitaaia do porto,
cebedoria, :orreio gerai e empregados
de ferro.
Os fanedonarios qae deixarem de reoeber neste
dia, so poderao faza-lo do S dia util em diante.
fetoeiedarie Propagadora da las
truccao publica.
Em reuaiio de 30 4*,'.a9sadis teve Ingar elei-
Lja 1 dos membros dp' a4vo conselho da freguezia
da Boa-Vista, que 4cou'aBsim constituido :
Presidrnte-Vicente deMoraes Mello; vice-pre-
sidente, Justino Jose d*Soaza Campos,, seeretario ;
Jose Fraodsco Rlbeiro de Scuza, thesonreiro,
.Miguel Archanj9 Mindello:
Consellieiros.-vigario Themislocles Romao Po-
rfeira d)s Santo, Victoriano PaHjare*, Dr. Silvino
Tarquinio VHias-ilaas.
Deiiberou-se dar-se pasae so* nbvos eieitos, no
di.i 5 do corrente, as > horas da tarde, a rua da
Uniao n. ti.
0 Sr. Dr. tfiuio JuaiOr,. per parte do coaaelho I-inndado de manateoc^ao, como
superior .la mesma %eoiedade, agradeje 1 a impor- afecto esse negocio ao superior
lante sorvieo prcsladp pelo Sr. Jpstino Josd de
Souza Caaiposasociedade naquella parochia, bem
oomo .s q.ie foram prestados pelo' Sr. teneate eo-
rood foao Valentim Vilellaojd)r. Vi.dpho Lanje-
aha Lins, aquelle eomo '.hesoureiro e esie como
DMaMeaaj do conseltw do anno social findo, feli-
oitsado os novos eletlos pelo muito que a>soci*da>-
de wjve esperar da sua dedicatao e bvia vontade
*o Hm a qaa.se ptopoe a sociedade.
E por nada mais ter a tratar-se, 0 Sr. Dr. Lai
men ha. que, por acciamacao praf idio a reuaUo,
a assembles e os chefes do mesmo exereilo, e sob I Ca^-aleante.
lepEMs de agradeoer as socied.tds qQa se digagi
ram ewmparecer, e a prora daoonfianca com que
seoe edmpanheinos dp coneatie /sempre a-aonra-
i, deu por terminada a sessaV>.
Beacao de ima*?ea*. Awanh*a8 Kt
Itoras da manha, se bao de beazer *s Jiaagena da
jgreja de S: S. ^j Terco, sendo trasladadas. e
Ijrocissaois 4 horas da tarde;percjrreodaaBjraaesjr
oodaradas no annuncio em competente Htgar e-
'tampado.
Proelaiaas. Foram lid">s na jfrejatb Bor
sario, qua serve- de matriz da fregueaa da JSemao
AntiMiio, na quiatar-feira !. de jandna; -oa se-
gain tes :
1.* deaanciacSo.
Antonio Alves defioura Fraaeque )m Maria
Barl.oza Hibeiro.
Bellarmino Pereira dos Santoe, cCm Maria do
Car mo Portella. ,.
Mano-d Joso Furtado, cam BanveDiiltde Paula
as vistas do utna popula^ao immensa, avida de
um tal espectaculo, que ha longos.mezes-nao tea-
teiaunuava, e qne aentio-se elsctrisada ao ver ease
nobre exercito recaiistituido,.dJ8eiplinado e espIeB-
didameate equipado, prova palpavd das energias
do gow.rno, e mar paaficularme.Tc da solicitude
do 8r. Thiers em re^evrar a Franc*.

Antonio Machado r>ia, com Amafij das Saotee
Porto.
be que Hgsuma a responsabilidade legal, rosul-
ante da mesma desobediencia ; quo parecendo-
hc ser esta uma orde n illegal aportaato de muit*
(iravidade a materia em discussao,- vota para que
To remettam o alludido otncio e mais papds rela
(vos a qii"stao ao advoi;ado di camara. alim de
ne a estude eopvenienieinente e d6 seu parecer
lotivado, com vista do qual camara licar* lia-
ilitada a resolver c >m mais crtterio. Paco da
amara municipal, 3V de aezambro de 1873.
heodoro Silva.
Foi reprovado o requerimento; votaado fa-
vir os Srs. Theoloro Silva, Cunha Guimaraes,
liyo Junior e Noves, que dedarojj. votar pelo re-
merimento, n*o so porque 0 Dr. juiz de direito
sibstituto reciproco havia por uma sentenca jal-
jido enmpetente 0 juiz substituto que expedio 0
porque, estando
tribunal da rela-
cjo em viriude doag^ravo interposto por Paula &
M.fra. nenhuiua resoluclo deveria a camara tomar
reiogatoria da sua anterior deliberaeao em quanto
0 nesmo tribunainiodecidlsse recurs 0 interpos-
to, votaado contra, os Srs. Dr. Moscoso, Sous*
Lqo, Gameiroe Rego Albuquerque. 0 qual na qua-
Iindedepresidente, desempatou em favor do cum-
punentoao conteudoda otlicio do Exm. presidente,
eu vista do que mandau-se expedir ae necessarias
oidens ao procurador para nao dar guia a Paula
i Mafra, e ao fiscal pal* quo os intimassea nao
.merem mais.uso da liaeoca que Ihealora conce-
dda oar* ter estabeleciraento mortuario, qual
tbava sem vigor e cassada. 0 Sr. vereador Cu-
jwa Guimaraes requereu verbalmente para que
ftssem transcript os na acta todos os ot&cios da
rrestdeocja reLati vos a essa- materia. Foi repro-
vido, votando a favor os Srs. Loyo Junior, Neves,
Tjeeaero Silva e Cunha Guimaraes, e contra, os
Sh. Dr. Moscoso, Gamoiro, Souza Leao e Rego
Abuquerque, o qual como presidente, desempatou
contra 0 requerimento.
Outro officio do mesmo presidente, ae 20 do
crrreote. autorisando a camara abrir duas ruas
n" alagado denominado Mangu aho -e nesta par-
te alterar a plauta da cidade A camara ficou
irieirada e mandon dar scieneia ao engaaheiro.
Outro, de,2i do mesmo mez, approvando a arre-
ia*ta$ao a djuheirn a vi-u que fez Jose de Sauza
Ouurado [ieU duautia de 500430 dos materials
do. traniehe Paloii inno, com a eoodioae do arre-
m-itante. demoli-la a sua ctisla. Mandou-se lavrr
I OOl.-fo (lo's*-r*fc>riada c.vnara m midual do Ji?
iioatiio, remedtenijo as gpias.dos enterramenlos
fai'.os nocemitenj daquo'la villa atii 0 dia 12 de
"uovdmln'o ulfim>.' A'arcBivar.
Ontro* do subdelegnlo de Belenr, de 22 do cer-
reiue, dan 11 parte oxistic em.seu.poder a imppr-
tancia da mull* impoSta Crispim r-oaies Madia-
do, por infracem doartigo 150 das posturas.Maa-
dou-se ordem aopr'aauradorpara arrecaaa-la
Odlcio do a nan oeuse da seeretaria da camaaa,
Jo.io Rit.eiro Pessoa deLaeerda, commuuicando ter
entra to no dia 22 do corrente no gozo da liceaca
de 20 dia, concedida pela camara. -latoiraJa e
maud iu darsciencua contadoria.
Re.netteu-aB ao procarador, para os d-vidos
(tos, um tcrmo de infrac-.-iio, na importmcia de
0*000, eommetiida por Antonio dos Santos Mello
ao art. 181 das postur*3 d:: 26 de ju.iho de 1873,
na freuiezia de *. Ff. Pedro Goncalves do Recife;
Relacao dasmullas imposlas pelo fiscal de S,
Jose, de IV ate esta data contra Jose Gomes Alves.
na quantia de 10J000 como ineurso no artigos 47
e i8 das posturas acima cltalis, Joao Adriano
Peroira e Jiaqui.n Desidario da Silva, em igual
quantia por iafraoeaa do arligo 172, Antonio Vic-
loriano da Rocha cm 6i'1O0 do artigo 1S7, Ramos
& Carvalho e Jcao Goncalves de Souza Beirio, em
5*0iJ0 cada am, do art. 190 das mesmas posturas.
A archivar.
0 St. veread-ir Naves fez 0 seguinte requerimen-
to, que foi unanimemente approvvdo:
R'queiroque raegeja inmrmado pelo procu
dor desta Illma. camara, se e exacto ou nao ter 0
subdelegado em eiercicio na freguezia d* Boa
vista, determinado em uma guia do ealerramento
que fosse elle Teito por Agra & C.
Pace da camara municipal to Recife, 2i de da
zembro de 1873.
E sendo chamado a sessao 0 procurador, este
dbu as informacocs exigidas.
A camara ordmou que 0 fiscal de S. Frei Pe-
dro Goncalves, iatimasse a Francisco Joaquim Ri-
beiro & C.,. para no prazo de... dias remover dos
fundm da casa o. 89 a rua de S. Jorge, a padaria
que alii esiabeleceu sem licen^a
Foi commissao de saiide, a peticao de recurso
da eompauliia Peroambucana. inlormacao do
fiscal e um abaixo assignado dos moradores da
rua da Concord!*, foi ao engonheiro para informar
a peticfio de Manoel Antonio do Alcantara e ou-
tros ; ao contador, para o mesmo Gm, a de frd
Ludgero do Si. Xome do Maria ; fid mdeferida a
de Antonio dos Santos Mello; e deferidas as de
Antanio Goncalves de Azeve-do. Anastacio Jose do
Nasciineoto, Anna Maria d) Nascimento, conse-
Iheiro Caeumo Jose da Silva Santiago, Fernandes
& Irmaa, Frandsco da Silva Reis, Fanstino Jose
da Fonceea, Gervazio Pire Ferreira, Jose Domiu-
gues do Carmo e Silva, Jose Fernandes dos San-
tos Bastos, Join Evangelist* do Nascimento, Leon-
cio Daniel de Figueiredo, Manoel- Moreir* Ribeiro;
Maria Joaquina de Queiroz e Manoel Felix de Sou
za Ponies.
Nada mais houve a tratar-se, e 0 Sr. presidente
levanlou a sessao as 2iff horas da tarde.
Eu, Pedro de Albuquerque Aulran, seeretario
a escrevi.
Theodoro Mackzdo Freire Pcreira presidente. Jose Mnrtu FreUv Gameiro.Jose
Pedro das Neves. J.ao da Cunht Soarm Gui-
mirdts. Dr. Pedro de Athuydc .'-o/ Mos-
coso.
Kalanpo do \nvo Banco de Pci"-
iianiliiii-o. eitt li(|iti(tacJlo, aos
81 ile
dezonaltro
ACTIVO.
rfc 1^53.
Letras proHstadas
Dcspezas geraes .
Can ....
Hi: 189^380
17:i08i6S6
li:U3#330
U.2.823J396
PASSivo.
Capital.....
l-'uudo do reserva .
Massas fallidas a cargo
Dividendbs. .
Lucros e-pWilas .
do Banco.
i,):f-88000
!01:*Ufi490
6:184787
3105600
:-344/719
S. E. e 0.
lo2:823*596
PARTE PaUIKA
I'VHflDO < 4Vtl Il\ tlllMI
RECIFE, 5 1>E JANEIRO DE 1874.
A SITUAQAO 1)0 P.VRTIOO LiBEBA^.
0 presumido untimrclusmo de alguns chefts de
pallia, na phrase do .Sr. Mlveira Lobo, nio salva
o partido liberal da posigaj suspeit* que tem con
quistado.
Os >enalores, con^elheiros de estado 0 os que
disfructam prebendas se declarant monarehistas
q-umd meme ou se calam...
Alguns ate proraetleriam de b.m grade, se oa
Iras fossem as nossas circumstancias poiiticas.pro
nuneiar como os gladiadores rornanos: 0 ave Ce-
sar nwrdurit* talutant.
Mas a diroceao do partido nao perk-r.ee de.lae-
to a osses, que ainda sincere-., nao podem impor a
sna vontade isolada aos que basteiarr. bem adian-
te 0 estandarte das sonhtdas reformas radicaes e
arrastam 0 casco do partido.
A Befirma taxando 0 Sr. Zacuarias de oelho fa-
natico, e este seu turno os redactores daquella
de mocos (ognsas, dao um convin:ecle especimen
da ordein que vai reinando pel* pretensa direccao
do partido liberal.
0 modo in?ohto e descommunal porqoa sao cri-
ticados actos de liberaes eminentes per seas pro-
prios correligioaarios, vem coniircar aicda-o nos-
so conceito.
Opinioes e pareceres de chefe* liberaes que oc-
cupant eievadissimos cargos publicos nio escapam
aos accrbos alaques do orgaos liberaes.
Nas duas casas do parlamento *s c.;j sam do mesmo modo, porque nas ques'oes de par
tido, 0 deputado liberal deciina da autoridade a da
chelia de seu correligionario no senado.
E' probloma dilfldI resolver na a::o.alidade ate
onde ja cliegou 0 chefe liberal.
0 Sr. Saldanha Marinho d,".:> se sabe se a mo-
narchista ou republicano.
Consideremos a unportante :r;c.iis:anc!a de
ser 0 senador vitalicio, de nao ser raailo. commodaj
a posicao de um deputado republicano em um
paiz monarchico, e teremos a chave de muilos
enigmas.
De que serve perder 0 senador a contianga que
inspira politicamento, quando isso oe republica
pode ser mal fadado e mal suecedido^
Como se ha de deelarar republicano 0 deputado
liberal, senao servotit servondis, cc:n. 0 Sr. SU-
veira Martins r
Ostensivamente porlanto. so se ti-.z repubiicauo
o liberal qne nao tem 0 que perder.
Mas os oturo*. esses incontes:avelinen'^ nia.es-
crupulisarao em promover a felictdi.ie do Brasil
por qualquer system* de occasiao.
Nao 6 de admirar por modo algum que as for-
raas da linguagem dos orgaos liberaes se revistam
do disfarce e da dissimulacao, quaudo iia diificui-
diulcs ou quando se colerisa por entre uevoas al-
gum* e.;perauca no statu qti >.
Entretanto, os desasailes palinuros rovdara
loavavel pitriotismo, proourando desviar cerren
tss da opuriao, das questoes importantes e om>>-
mentosas para as ridiculas phantasies torn qoe
pfocuram ate a* alacar a forma a;taal do govern>
qpe nos rege.
E' forcoso por isso collocar 0 pa.-tido liberal aa
posicao em que se define.
Os seas orgaos na iinprensa. e na tritniBa, se:
tRo defendem aberta e claramente a forma repu-
licana, sustentam e propagam ideas equivaJentes,
e consiierando isso de republic* ou raooarcbia
como cou-as indifferentes e eondicoes a::ideotaos
para 0 governo do paiz.
Nao airao talvez que em nosso reciaaen gever-
namental e indispensavel a co-existencia dbe^ar-
tiooe liberal e conservador como condijan esaeM-
clal ao livre jogo do system*.
Conviraos, mas deveraos logo aecentuar aoaa
historia -xempliiica essa verdade dr. sotnai4M>-.
litica, m straolona no seio do paizes regidaejor
sfstemas repnsentativos a existent:* de nijaduil
partidos e as m*is antipodas facjdes.
Mas ha. partidos regulares que dispjtaoi a ate
recem 0 poder jior vias constitacionaes norraaes
e outros que nao podem satisfazer
- SeVa parade* a etristenda demafe de doas par
lidos nos oaizes regidos conro o nosso T
De modi nenhum, Francae a Htspanoa rc-
publicanas os c mu em seu seta.
Mns os legltimistas em Franv* o; earlistas oa
-Hespanlia cliegaram ae poder st-ut golpe dt- es -
tado ou 0 tnumpho revoludonario ?
N s paize 1 oonarchico as cousas se nao pod-jm
passar da mod diveiff).
0 partido nyablicano ea 0 paaaagandisU u
far. revftlui;".-!.
Ficara inaiic 0 nosso system.!, porqne r.-:i -
partidos tornou-sa iaeapaz dc govertur '
Isso 6 um nni'.ossivel.
Nds eontainos am partido republlaano o*lenj
0 pretense liberal monarchist:i e a que atii*
Hluajio actual.
0 tempo transformara coovenieaBanenfe > k>*
menlos esparsos drtodos esses pariHos e a elabo-
racao que se ha de operar produzira os eaaair*
do govcrnar com a monarchia no Brasil.
Quanto a ideas, 0 parlido liberal tem pendor cu-
uhecido para a improba larefa de tentar destru
sem edificar, abater sem elevar e desaerodiiar o
homens e as institutes nio respeitando uns e on
tros, ainda |ue na vespera tenha feito a sua apo-
theose.
A historia politica do Brasil c apenas de met"
seculo.
Quando a ordem se abalava e a anarchia am -
i.ava de naufragio a liberdade, 0 partido conscrv..
dor pode sempre escrever 0 principi) da aotorid*
de como garantia unica em cada i-isliluicao ou
berdade pericl tante.
Os liberaes passavam pelo poder: a lei de 3 dV
dezembro e todas I ixadas de centralisadons per
maiieciam de pe.
E se as promettidas reformas se esperav*m eii
vao, os ininosos porio lc> da governavaa kher.i
foram sempre a desordeni e a r.uarchi.i. o desp '
tismo c 0 arbitrio que sio a negarao da Hb'
dade.
0 progress/) do paiz que chrismou nma -po -4
com 0 partido liberal, resume por dessstres eii
am quinquenio : 0 reinado da delapidacao, do c?'-
rae-e de toda sorto do nefandos attentados, que w
estancavam das fontes v.vas do paiz, devoranilo-
Ihe a robusta e pujante sdva, faziani do respt<> a
lei da seguranca e da liberdade in lividual par,*
chimeras.
E nem o mesmo progresso material poderia sf-
parcicr, quando as ncrmasdo governo nao aa pan-
uvam pelos preceitos da moral politica.
Nao so o partido liberal nunca re.ihson no po-
der as reformas promettidas na opposicao, corn<
hoje nao tem um certo fundo de ideas eoherente*.
harmonica, que constitnam 0 patrimonio do par-
tido.
E* uma bagagom, e verdade nnmcrosa, ma
rotulos escriptiis de proprio puitha ao* volani--
indicain q te pertencem a diifereotes pa* I'm partido semelhante iria ao poder sem '-
ilenciaes.
E' um partidoanonymo, qae conslituiri* am p
vcrno de phonkefw,
Os orgAos liberaes defendem eomo a van.; '. .-
as ideas qae nao tem o cunho da npportumdaoH
e d 1 pr.ilicabilid.id>*.
Divorciados com 0 criterio qao pd lo dar 0 o*--
tudo aturado e refleclido das institiiit&es e oa
coasas patrias, atiram se a mandos imaginiri--.
Quanta plant* exotica poder foraecer-noe o-
nortc-americanos, e cultivarCastellar, que nao sa-
ne govcrnar a Hespanfta, ha de medrar nesta pa:. '
Que raizes pode crearf na opiniao am parti.'
que a quer levar, mao grado sen, para regiacs d*-
conhecidas ?
Como se propoe assim a governar 0 pais f
0 partido liberal lem doas al Wires; ir pnr d..:
te tm alnndonar 0 caminho que leva.
Em todo caso nao pode asnirar por ora a
governo.
Resta ao partido conservador uraa glorias*- n. -
sao a preenther.
Cabe a oppisicao cm seus varradoe maliMs- a
organis;ir-se e d alii saliiri) naluraimente os par-
tidos qne mutuamente se servirio ae roufnSe r-
Jog-i lo system* que felizmente nos rege.
WtWCORT PEBtPtT
Triuniphos do ^raiide i-alliu- -
tico vcgetnl.
De todas as paries do mumlo corr.. a
abundantemente contiauadas proves 6t>
grando ellicacia ilas pilulas assuenrndas ;
Bristol. Ns lugares panUnosus e inies.
seus resultados teem sido maravilhosos. Um*.
carta d'um medico dalli dii : elbs est"
pondo um termo final as febres intermittent
ncstas parngens. Eu as rccerto para tooa*
os c.fsos biliosos, e as tenho como o meih
medicamonto de farnilias que jamais leroj-
1 possuido. n Ufa menos extraordinarios su;j
;os sous efleitos nos casos de indigestao c e;>.
todas as molestias provenientes do figailo -
intestines. A suavidade e brandura de sua
iccao, ailmira a todos que as tomaro pe a
vez primeira, eroquanto que suas qualidada*
investigadoras sao aplaudklas com particu.r.i
emphase. 111!-s estao rapidaincute sur.pla:
tnnilo esses relhos e caducos purgana
drasticos ;. e 0 facto dellas nao desrnerec*:
rom pela conservagao, achando-sa nittd 1
mente aconJicionaJas denlro de vidrinbo-,
lhes da uma immensa vantagem soL.
aquellas fenecentes pilulas, cuja existeneaa
e tao precaria como 0 s3o suas virtad-.-
Em todos os c.isos provenientes ou aggra> i
dos pelo estado impuro da massa do sangut
a salsaparrilba do Bristol, dove ser BjBBi
juntamente com as pilulas.
A cmi^tilutcwo e o aaiagufi
Sem um tratamento constitucional 6 1
posshrel consegurr-se a cura permanente :
nenbuma enfermidade eruptira ou ujcerosa.
0 snngue viciado deve se purificar e fazei-<>
saudavel, do contra-io a causa do ta-C-
permanece occulta no systems, e t; cer:>
que no fun se apresetitard em outra forn^a
mais terrivel do que a anterior. So um
remedto dos conbecidos entre os bouraus.
busca, esquadriuha e expulsa este martrfe 0
principio e restabelece a conslituicao pbjsi-
ca a sna pritnitiva (orca a vigor. Tal e ou
ties sao as virtudes da salsaparrilba da
Bristol. Os remedios suppressiros sao e^
cessivamente perigosos em taes casos, e ..
mercurio substitue invariavclmente ugj
moleslia por outra ainda mais terrivel qu
a primeira. Pore"m este balsamtco dMKr-
^ente e restaurativo vegetal, arranca ttf y
.aliuerces da enfermidade, e convene u'ua
baluarte de s3u>lo c forca o system*, depoc-
de haver expulsado 0 venenoso invssor. Es\e
remeJio, 0 mais admiravel e maravflkosr.
de quantos seconbecem no mundo, devasba-
admiravel reputagao as suas virtudes vivilt
cantese pariilcadoras.
UMMERCIfi.
ompeteute termo.
Outro, da 23 d mosrao mez,remettendo por ca-
AnioniotiomesLealLoyo, comOlindioaOlympia pfe um oBlcio Jo Dr. chefe de policia, de IS do
Waga+baes Leal. corrente, sobre as raedidas a tomar se relailva-
2 denanciar^c. menlo ao b m Jeaempenho do regulamento do lit
Vi.mle Ferceiri de Aedradp, on? Anna JKaria .defeverou*) do anno proximo passado.lutei-
da ConceicSo.
rada.
as mas *pi-
rac^es senao por meios que destmam a aniem po>
Iqica existente em um pair.
Nas monarcias um partido aaspeitc ua reau-fe'! ,.3OT" "
blicanismo nao pode aspirar ao poder. wmews, mercadorias
Ou elle se transforma ou a sua missao inrna-se
optra muito divers*.
"Ob^ectarmos-bao qua e iaeunoewvel a desap-
parigao do partido liberal ?
Que o conservador nao pode victim*-!^ taze-to
mower? 1
E' facil a solueae .do problem.; n tarlkielib*..*
rai suidda-se politicameatc.
SEGUROS
HARITIHOS
CONTRA O FOGO.
i oompanhia lotieinutfiadora, estabalacada-
testa prar^a, toma aagurosatariUaaaa. adbt*
navies e seus carregamentos e coalra iwa>

e mohilias: na
eras do Vigario n. 4, pavimento terrecL
CpMPAiNIHA
Phenix Pernambucan*.
Toma riscos marUimos em mercadorias,

'

:
~j
Llfflffl1
"ami I..... *"'
1 mm I
---------!



dklHo l

k
iretes, dinheiro a riseo'e unalment} de qual-
quer uaturcza, cm vaporos, uavios a vela ou
. a premios muito modicos.
Seguro conlra-fogo
XHE LIVERPOOL & LQKDON & GLOr
fNSURaRCE C&BPANY
Agente*
SAUNDERS BROTHERS A C.
JiCorpo Santo11
NORTHERN.
Capital..... 20,030:0008001
fjindo J>' wsorvj. *,(^0(J#W.-
Agenles,
^jgurok; naaritimos e terre-
tres estabelecida na Bahis
^ em 15 de j$ppy&ei#dffl(l
CAPITAL 4,000:000*000.
Toma seguro do mercadorias e dinheiro
,ijco maritiiao em navio de v<5la e vaporei
#ara dentro e f6ra do imperio, assim cofuc
AdPtra fogo sobre predios, gcneros e fa
rondos.
Agente : Jjgaquka Jos^ (lon^ftlYfs Beltrao.
rua do Commercio n. 5, 1* aiVdar.
Aignslft F. MHMra & C.
A eas8 commercial e bancaria deAugusto
F. d'Oliveira & C, i rua do Co umercio .n.
4J, encarrega-se de execu<;ao de ordeus
para etabarque da prodjctos e de todos os.
mais mjgocios &t Goauaissi.fr, quer oommer-
ciaes, quer lr.ncarios.
Deconta lottras,.* toma diotmu'06 a pje-
mio, compra cambiaes, e saca 6 vista e a
prazo, 4 voutade do tomador, sobre as se-
guintes praijas estrangeiras e nacionaes :
Londres. Sobre o union bxnk of
LOXDON, O iqSlfOf A^D HANSEATIC PANK,
limited, e va/ias casas de iie olasse.
Paris. Sobre os banquejros fould
A C, BARCUARD ANDRE & C. e A. BLACQUE,
flGNAL & C.
Haaatbwrgo. Sobre os Srs. joao
SCHU BACK & HLII S.
Ligftoa. Sobre os Srs. funsfxas,
S.VKTOS & VJANNA, 6 SF.BASTlAO JOSE DE
ABKEC.
Porto. Sojye o banco uniao do porto
e o Sr. joaquim fjijpro jda fonseca.
Para. Sabre o basco commercial
do paba, e os Srs. f&ancisco caudencio da
COSTA & I1LHOS.
MaranbSo. Sobre o Sr. jose fer-
EIRA DA SILVA JUNIOR-
Ccani. Sobre os Srs. i. s. de vas-
OONCELI.OS & SONS.
JBahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Hio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTfilAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL 6
BASQUE BRASIi 1ENNE FBANCAISE.
Estradas do arsucar e do algodao no raez de
Ur7.-iiiIjiu de 1873.
Assucar188,242 saccos.
Algodao i8,4(Jj saccas.
'HACA i)u RECIFE 3 DE JANEIRO .
DE 1874.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDB.
CotacAes oflicsaes
Apoliees = C -uros salgados seccos 588 rs. o kilo, hontem.
Caiubio sobre Loudres a 90 djv. 2* 1|2 d. por
IJ600, honiem.
Oambio sobra Lisboa a GO d|V. 103 0|0 de
premio.
B. de Vasconcellos
Pelo pr*sidente.
A. P. de Lenios
?elo secretario.
Na pa latin ^wpia
da Praia, carregt
76,022 kilos de
odk
ftiiewilw f ^supBlica4i,'ilMlks
om todo o-tampo ri oirelto de aofao
com 61,532 kilos de
Siqueira 160 dius awn
ditas com 3,177 die d>
Para o Rjo Granle i
ual Leopnldiiia, carrej?ou : A
pranchoss Para o Rio Grande do Sul, no brigue ueco
Telmo, wregou: A. Gordeiro 1,600 cocos (fructa).
Para o Aracatv, no h'ute braaileiro Deos it
Guie, carregou : J. ftamos & Machada 3 bairis
oom 480 litros de mel 2 barrioM om. 184 kilos de
assucar brance.
CxPATAZlA
P.endimenio do dia 2
'dip do dia 3 .
DA ALFANDRfiA

-
220*718
257*361
478*081,1
--------
No -dia 2
k> dia 3
it S
^rimeira poru .
i^gunda poru .
FMctirl porta -
Quart a porta .
Piapiebe 0>nceigao
urn T SfcRViyO MARIT1MO
Ul '!"<""' descarregadas do trapich*
alfandega d} dia 2 .
No dia 3
SaviMalracadoano trap, da allanueg*
Alvarengas ........
iEGEOE?XJIA DE RENDAS I STERN AS
RAES DR PERNAMBUr.0
^iodimento do dia 2 .
deoi so dia 3 2
262
27
60
328
5019*837

MWMWn DO ?0RTG
Nmio$ entrados no dia 3 de Janeiro.
Bahia -20 dia?, brigue brasileiro Victyrif, de
244 loneladas, capitlo Caalro, equipagem 11,,
carga vanos generos; a Loyo & Filho.
{Terra aova-26 d|as, lugrje inglez Sfe/tede221
loneladas, eapitao M- Matchell, equipagem 11.
carga 3,223 barfjcas com bafcalhao ; a Sauuders
Brothars & C.
Terra Nova39 dia?, paiac'io inelez Jessy, de
168 toneladas, capilao W. C. Redd, equipa-
gem 8 carga, 2707 barricas com bacalnao; a Ja-
hustqo PiUerC.
Ndvios saludos nomenno dia.
Rjo Grande do Sul -HPatacno naciooal Fortuna,
capilao F. J. Prates) carga assucar.
CanalBrigue ioglez Coila eapitao Alexander
Reddie, carga assucar
Obserxapao.
Ate meio dia do dia 4 nao houve entradas nem
seaidas.
ao >u|K)lMa m
;o contra o mesmo
supplicfdo a iwipi^mMw^ffCfetirMQa. das
nsieridas letlras, c sous juKis, lovaflao se em cqa-
la qualquer qnanlia~-(|ue o dito supplicado liver
pago por coalaj aim ppis tern o supplicante re-
qujpja V. S. s-(lj!ite ininitr-lhA-ittinar por
term<>-t-3eu pmmm,^mm>%SK nCinaD por car-
la de edictos, ao supulicaJo, cm razao de se achar
elle ausente em UtfAtipcfCteAnao sabido, para o
que pretende o iAlcMfttyiacar m forma da
lei e do estyki. NStSs terinos pede a V. S. dele-
rimento, e recebera mercu. Recife, onze de no-,
vembro de mil oitocentos e setenla e tres. 0 pro-
eurador. Bernardino de Sena Dia*. Estava uma
ostampillia de duienlos reis, Dgalmente inuti-
lisada.
Despacho.DistribuiJa, cumo requer.
Recife, 11 de novembro de 1873.- Barros de
Lacerda
Em virtude d'este men deapaeho fOra leiia a
distriUiHcao ao eserivao dsue juizo, Ernesto Ma-
chado'Freire Pereira da Silva, depois do qne
dando o suppU pozerara coaveniealemente acd,rca.o> au3encia do
supplicado, o respective esSMylo fazendime os
autos conclasos, nelles del ^l senleoca do theor
soguinle : ,
JHei ppr jwtificada a a,usdcia dfl euppUcaao,
de folhas daas e por edilae* com. Orinla dias de
!79lprazo,'ani*ad..s e puWicacfis, se ine Infinfe 0 pro-
testo reqaerido, e que dive ser lavra^o, Costas
ex-causa. ,
i Reu*,-H, de nevembrp.de i^S.-fr^bastiap do
Rejo JkuTQs defLaccrda.
8 naaa iijais se centinha m dita sentenga, e ppr
forca da ihesma, 6 respeefcivo eserlvao lavrou
o teVmo de protesto do ttwor seguiote :
Terma de prptesto ; -Aos viote do .novembro de
md oitocaatp? e setenu c tres, nasia ^jdatfe (lo
Recife, em meu carforio. pcraqte raira e as teste-
munhas infra assignadai, comparecen o suppli-
cante 6 por el lo foi dito que reduna a tenuo o
pjcotesto Goustnie da pelic^o inicial, e comp^'ssc
assign&u, depots de lido.
Eu, Ernesto Machado Freire Pereira da Silva,
escrivao, escrevi. 9ernardrnode Sana Dia?, Ma-
noel Martins da Cruz, FranciiM-Xawecde -Sauza
Ramos. < I
E nada njais *e ciuliulu.em dito protesto, c ejn
virtude de miotu .-eaten?a o re^ectivo escnvjio
fez'pas'saro pre*e'nie, pelo-4heor do quart chamo,
cito. e hei por citado o topplioaio ausento, Joao
Baptista de Athayde Siqueira,.ira que dentro do
referido ler.no de trinta dias,. cemparega ante esje
juizo, por si e por seas procuralores, allegando
o provand) o que tor a bem de seu direilo e jus-
tica.
"portanto Ma o qualquer:pesspa, parents, ami-
gqs ou coohecidos, flies farao'sciente da todo o
expeudido.
E para que.c'aaaue ao couheQiraeata de todos,
mandei fazer o prasenle eiitll que sera alBxado
nos lugares do costuma e pablicado pelos jor-
naes.
Dado ejmsadp nesta cidai'J do Recife de Per-
nambuco, ao 1> de dezembro do 4873.Eu Er-
nesto Machado Freire Pereiga da Silva.
StbnMiao do Ueao B u-rot de Lacerd-i.
Ao sello 300 reis.-^V S.S. ex. causa.
Bmtqs de ,hacerda._____
1
1
GR
meato commcrciu
peza e precos
Secretari
;ife, 2 de
o servic.0 da lifiK
sericordia do Re-

,w>
Souz a.
- Pit eiu, idnM^t-ac^o fac-ae sciente ao!
contribuinles dos appacelhos e annnidades da
Companhia Recife Drffnage, que, em virtude
. de hontem dalad,
iai8.de Janeiro proximo fuluro e prazo para
o reeolnimeato da importancia dos -raesmos appa-
reihos e annuidades.
Mesa do consulado prof inclal, 30 de dezembro
de 1873.
Antonio Caraeiro Macliado Rios,
___________________Adminigtrador.__________
C'ohsiuIhiIo provincial
Pela msa do consulado provincial, se faz pu-
blico que no dia 12 do correnje, se priocipiam a^
contar os 30'dtasuteis, mareafc- pira a arreca-
dacao, independeate de mult a, dos di versos itn-
postos, eobrados por lancamenio, partencentes ao
annofiuanceiro de 1873 a 1874, Hcando sujeitos a
ninlta. todo* os que forem pagos depois de 8ados
os refendos trinta dias.
Consulado provincial de Pernambuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
0 admiaisirad:-r.
Anlonin arneiro Machado Rios.
n0 uf&JMlC
w^
j pa presents semaaa o patacho n*rioDal
a, tendo aind.i lopar para alguma caffa : a
mrTnadb Ttgantni. 7.
OMPlMIlA
ilESSAGEWES MAR1TWES
I.inlm mensal
Espera-se da Europa ale o dia 7 do cpjTente
um dos vapores desta companhia, segpindo iepois
da demora d-1 cosluuie.par Bueos-Ayres, tocando
na Bahia, Rio de Janeire e Montevideo.
Para paasageiros, encpinmettdM etc., a iratar
feom '.
Harisim-iidy l.alillle
9 Hua do Gommercio 9
CJ
M
il-ial
,0 admjnislrador do consulado provincial, faz
publFco que ho.fliaiOae Janeiro viodonro, se find*
p prazo marcado para Q pagamento livre da niulta,
dos iinjjoitos da dociiua'ur'papa, e'de 3% sobie
Srendadoshens.da rau.. Mativo ao I,* sumestre
o e'xercicip'd'j 1973 a 18/L ftcando sujeiios a
multa.de 6 "/. todos o cuntnhninies que pagarem
definis d'aquelle dia.
CansuUBo'Prpvinctal de Pernambuco, 31 de
dezembro de 1873.
0 administrador,
Antonio Carneiro Mdckade Rios.
EB1TMS.
MSTTTlffB- MKHEBL06IEO I BED
fittTUCO PEftHAMftUGAHO-
ilaverd snssao ordinaiia quinla-feira, 8
do corrente Janeiro, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
1 Pareceres e rnais trabalbos de commis-
soes.
%.* Palestra f.tteraria.
Secretaria do Instituto, 3 de jaueiro
de 1OT8.
J. SOARES D'AZEVEDO,
.Secretario perpetuo.
ALFANDRGA
Knd)meDlo do dia 2 .
Mm do di] 3
22 022i903
53:314*0%
75:336;.9J9
Descarregam boje 5 de Janeiro de 1874.
i'atacuo allemat. Actio mercadorias para al-
laodega.
Brigue nacimal Victoriavarios geoeros nacio-
naes para o irapiche da companhia, e vi
uhopara alfandega
Patacho porlugoez Fanda lagedo para o tra
piehe Conceii;ao, para despachar.
Patacho america.no Alice -farinha ja despachada
paia o caes do Apollo.
Hrigue argenlino Volante -farinha ja despachada
para o cam do Apollo.
l.ugre inglez ftwarw kerozene para o irapiche
Conceicao, para despachar, e farinha ja
despachada para o caes do Apollo.
1'j.tacho allcmao JohannCarl mercadorias para
alfandega.
Vapor ioglez Cordova (atracado) mercado-
rias para alfandega.
Uarca ingleza Fuzitier mercadorias para al
fandega.
lirigue portuguez -Ooarense gencros nacionaes
para o caes da compa bia peroambucana.
Vapor portuguez Aimeida Q-irrett (esperado)
varios generos para alfaudega.
? I.TERAgAO NA PAOTA DOS PRECOS DOS CKNEROS
SUfBITOS A DIREITOS DE EXPORTAQAO, NA SESIANA
OK 8 A 10 DE JKNEJBO DB 187*
Assucar mascavado 86 rs. o kilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonellada metrica
23*000.
'.aroco de algodao 20 rs. o kilo
CriM aaim Alfandega de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1874
> conferente J. A. Wanderley.
O 1 conferente -Joso Amancio do Outeiro.
Approvo. -Alfandega 3 de Janeiro de 1874.
u inspector da alfandega
Fabio Atexandrino de Carvalko Reis.
iiiiportucao.
Lugre inglez Stella entrado de Terra Nova em 3
do correnle e consignado a Saunders Brothers,
manifestou :
Bacalnao 3,235 barricas aos consignatarios.
Patacho inglez Jessy, entrado de Terra Nova na
mesma data e consignado a Johnston Hater & C.
maDifestou:
Baealhao 3,707 barricas aos consignatarios. I
OSSPA JHOS DS EXPORTACAO NO DIA 2 DE^
JANEIRO DE 1874 *
Para os portos do exttrwr.
No vapor inglez Puno, para Liverpool a Lis-
hoa, carregou : R Schramettau & G. 44 saccasi
com 3,65 l|2 kiln le algolao ; II. FurateC.& GL
1 barrica com 12 abatfacnis ; F. A. da Gata 2
ditas com 50 ditos.
No vapor inglez Cordova, para Liverpool
carregou : S Brothers 4 G. 100 saccpftso
kilos de algodao.
Na barca ingleza Thomas, para o Canal,.ear
regou : P^ruthers A C. 1^00 saccos cqm Wflty,
kilo deasstlcar mss&valo ; F. J. da Cdsta "sraa--
jo 60 eouros espichalos com 420 kilos ; J. J. Ro-
drtgoes Monies 100 saccos com 7,500 dito* "
asscar branco e 200 ditos com 15,000
diKv.nucfcNri*.
N> pau^o inglez Queen of 5wU.jMr*<^j
Canal, carregou : Simpson 4 G. 1,000 sa<5COa,cm,
73,000 kilo* de assucar mascavado.
0 Dr. Quintitio Jose" de Miranda, juiz de
direito da primeira vara desta comarca
do Recife, por Sua Magestado Irapera-
dor, etc.
Faco saber que peloExra. Sr. presidente do tri-
bunal da relaijao me foi comrauuicado ler desig-
nado o dia 19 do corrente raez. pelas 10 horas da
nianha, para .ler lugar a primeira sessaiordinaria
do jurv, que traballiara em dias consecutivos ; e
havendo Mojo procelido ao sorieio dos 48 jurados
que tem de servir na mesma sessao, em cpnformi-
dade do art. 328 do regulamento n. 120 de 31 de
Janeiro de 1842, foram sorteaios e designados os
cidadaos seguintes:
Recife.
Jose Rodrigues Pereira.
Manoel Jo*e Goicalves do3 Santos.
Francisco Joao de Barros Junior.
Dr. Josp Antonio de ilmeida Cunha.
Bruno Alves Barbosa da Silva.
Jose Isidoro Pereira dos Reis.
Joaquim Felippe da Costa.
Manoel Victor jle Jesus VJartba.
Santo Antonio.
Jo-e Rodrizues de Souza.
Heleodoro Fernandes da Cruz.
Aolouio de Souza e Sa.
Joaauim Anlonio do Souza.
S. Jose.
Jose Baptista de Castro e Silva.
Joaquim Alves Machado.
Dr. Joaquim Jose Ferreira da Roche.
Anselmo Jose Pinto de Souza.
Jesuino Rodrigues Cardo Boa-Vista.
Manoel Jos6 de Almeida Soares.
Pedro Paulo dos Santo.
Dr. Luiz Carlos de Magalhaes Breves.
Dr. Manoel Ferreira da Siiva
Joaquim Pedro Barreto de Mello Rego.
Manoel de Miraida Castro.
Henrique Eduardo da Costa Gatua.
Caetano Mendes da Guuha Azevedo
Manael Alves Guerra.
Francisco Joaquim Ribeiro de Brito.
Vinalo de Freitas Tavare-.
Jose Henrique Machado.
Joaquim Francisco do Rego.
Dr. Joao Maria S-ve.
Antonio Jose Gomes.
Jose Francisco Ribeiro de Souza.
Joao dos .-antos Porlo.
Antonio Pereira de Faria.
Joaquim Jose da Silveira.
Dr. Jos6 Eustaqu'o Ferreira Jacobina.
Miguel Alfonso Ferreira.
Barao de Bemfica.
Graca.
Augusto Frederico de Oliveira.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Antonio da Cunha Soares Guimaraes.
Francisco Antonio da Silva Cavalcante
Afogados.
Antonio Gongalves de M iraes.
Francisco Antonio Pontnal.
Francisco de Pinho Borges.
\)r. Benlo Borges da Fonceca.
Pdro.
Francisco de Panla Rego Barros.
A todos os quaes e a cada urn de per si, bem
como a todos os interesaados jm geral, se convida
a comparecerera no 1 anJar da ca deia, ua sala do tribunal do jury, tauto no referido
dia e hora, como nos demais dias seguintes, em-
quanto durar a sessao, sob as penas da lei, se fal-
tarem.
E para qne chegue a noticia a todos mandei pas-
sar o prosente edital, que sera lido e aUlxado aos
lugares raais publicos, e publicado p -la imprensa,
e tambem remelter iguaes a>s respectivos subde-
legad >s para publica los e maudarem fazer as no-
tiucacj5es nece-sarias aos jurados, aos culpados e
as testemunhas, que se acham em seus districtos.
Gidad 1 dxRecife, 3 do Janeiro .le 1874
Eui Ploren-lo Rodrigues de Miranda Franco, es-.
Qaintino Josi de Miranda.
0 Dr. Sebasliao do Rego Barros de Uaearda, juiz
de direito especial do commercio^ desta cidade
do Recife o seu term >, capital da provincia de
Pernambuco,por S. M. I. eC. o Senhor D. Pedro
>I. a quern Deos guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital vircm e
dalle noticia tiverem, qne ptlos administradores
da massa fallida de Joao Hygjno de Souza me foi
apresentada a seguinte cla-sificagio dos creditos
da dita massa: Otto Bohers, 260*600; Joaquim An-
tonio de Araojo & C, o7*800 ; Rodrigues lr-
maos & C, >:li8*402 ; Luiz Antonio dos Santos.
Pereira, 5oii30 Agostinho A Irmao. 80* ; Jose
Antonio Moreira Dias, 429*920; Alves A C,
1:214*32 Thomaz JefferiesA C.,A6*200; Gqs|a Irmaos &
C, 535* ; Antonio Jos6 da Costa e Silva, ol*200 ;
Antonio Lopes Rodrigues, 82*400 ; Shaw Hawkes
AC, 1:773*180; LeonidasTito Loureiro, 1:400*;
Garvalho Guimaraes 4 C., 856*300; Parente
Vianna it C, 6314-jOO Gred-ire* privilegiados :
Jose Pereira de Az.-velo, 412*109; Thomaz de
Aquino Fonseca & C. Successores. 537*600 ; Cu-
nha & Mania, 21''*. Cr-dores simples : Francis
co Antonio de Brito \ Filho, 300* ; Ficmino Alves
Ferreira, 147*. Gredores que nao apreseataram
titulos : alnuel P..\ver Jihn-iton, Manoel de Sou-
za Silva Serodio, Tu >maz Fornandes da Gunha,
Monteiro Gregorio & G.
Eporesle edital sao citados os refendos credo-
res para dentro de ciuco dias, contados da publi-
ca^ao do mesmo, dizerem sobre a dita classilica
cio dos creditos.
E para que chegue ao conhecimeato de todos,
mandei passar o presente, que sera publicado pela
imprensa e afBxado nos lugares do costume.
Recife, 3 de Janeiro de 1874.
Eu, Manoel-Maria Rodrigues do Nasciraento,
escrivao o sub^erevi. Recife, 3 de Janeiro de 1874.
Sebasliao do Rego Barros de Lacerda.
Sauta t'aaa <1h ili*tt*rironlia do
Bcife.
Pela aecjfetaria da Sanfa .Casa da MisericorJia
do Recife se faz scieute a quem interessar, que o
Sr. thesoureiro, no dia \1 do corrente, pelas 9
boras da manha. no salad da casa dos expostos,
fata pagamedlo das mensalidades vencidas de ou-
tubro a dezembro, as amas que se apresentarem
conduzindo as cra'an^as que Ibes foram confiadas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 3 de Janeiro de 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
ItESSMEMES MAMTIMES.
I.inha mrnsal
RIO
N1
h
Espera-so dos poi los do sul ate o dia 9 do cor-
rente, segpindo depois da demora do costu-
me para Bordeaux, tocando em Dakar (Goree) e
Lisboa.
Para condicoes, fretes.e passagens, trata-se con>
OS AGE.NTES
Harism.ii.lv A I.abillo
9 ttn Rua do Gommercio 9
teeik Steam Navigation Company
I.iuliu qiiinzenal
0 PAQUETE
Pela administracAo dos correios desta pro-
vincia se faz publico que foi creada ua povoacao
do Canliotinho uma agencia de carreio para onde
se i-xpedira malas nos dias 3, 7,11, 15,19, 23 e
27 de cada mez, fechando-se a mala respectiva ao
meio dia.
AdiL'in.strayao dos correios de Pernambuco, 3
de Janeiro de 1874.
O administrador
Alfonso do Rego Barros.
POTOSI
^wm
ov>
um terreno cuitivado com uma oast coberta
de telha, cacimba, com 150 palmo9 d
frente e 500 de fundo, silo em Agua Pri.t
em Beberibe de Baiio na estraJa das
Boiadas.
Hqje
Ne^uiitla Teira A ximo fuluro.
A's I 1 luwasom pout- .
\a rua da Imh \..")."
0 preposlo do agenle Pe.-taoA fan* leilao, por
coma e riseo da quem perloucer, do Miio,..ca
acima mencionadus
EM BEBERIBE NA ESTRADA DAS BOIADAS
Simula feiraide Janeiro proximo
tatnro
AS i I HORAS EM PONTO.
Karua da Moeda N. 33.
j
I
LEILAO
DA
casa depasto, goueros emais uiei.iUos, sita
& rua da Moeda n. :t:i.
WE
SLT.UNDA FLIRA o DE JA^LIRO PRO-
XIMO FLTCRO.
As 11 horas em ponto.
0 prepesto do agentc Pestana fara leilao, por
conta c risco de quem pertencer, da casa do
pasto, gencros e inais utcnsilios do mesmo esu-
belacimcnlo, enja chave aclta-su livre e deseujba-
racada de qualquer onus.
SEGUNDA-FEIRA 5 DE JANEIRO PROXIMO
FUTURO.
As' 11 horas ein ponlo
a a rua da Moed I a.I
LEILAO
esperase da Europa ate odia 5 do Janeiro, e de
pois da demora do costume seguira para a costa
do Pacifico, via Bahia, Rio de Janeiro e Rio da Pra-
ia, para onde recebera passageiros, encommeodas
e dinheiro a frete.
N. B.Roga-se aos Srs. passageiros o favor de
virem dar seus nomes antes da chegada do pa-
quete.
OS AGENTES
Wilson ttn we A C.
44 rua DO COMMERCIO14_______
Para Lisboa.
Seguira em poucos dias a barca portugueza
Gratidao. Para alguma pouea carga que Ihe falta.
trata se com E. R. Rabello A C, a rua do Com-
mercio n. 48.
A camara municipal de>ta ci lade faz pu-
blico para ce .hecimenlo de quem interessar possa.
o artigo de postura abaixo tran cripto.
Art. 8 Nos priraeiros oito dias do mez de Janei-
ro de cada anno, todos os medicos, cirurgioes,
pharraaceuticos, droguistas, parteiras, sangrado
res, 'lentistas e veterinarios, mandarao a camara
municipal adtclaracaode seus nomes, naturali
dades e raoradas afim de que tlla possa mandar
publicar a lista de toda- estas pessoas ; os tufrac-
tores serao multados em 04
Paco da camara municipal do Recife, 19 de
dezembro de 1873.
Theodoro M. F. Pereira da Silva
Propresidente.
Pedro de Albuquerque Autran
Secrelario.
Correio geral
Kelagdo dos objectos regislrados existentes
na administracdo dos conreios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Joaquim Ayres do Nascimento, Augus-
to Cesar da Cunha, Antonia Maria de Jesus Nas-
eiuienlo, Antonio da'Costa Correia Leile, Fraoc.sco
Luiz Ozorio, Francisco Cavalcante de Albuquerque
Lins, Francisco Xavier Oliveira de Menezes, Fre-
derico Amarico Raposo da Camara, Henrique Xa-
vier Saraiva de Araujo Mell >, Joaquim Correia
Lima, Jose Tavares P., Jose Rodrigues Peixoto,
Jose Antonio da Fonseca e Silva, Jos6 Delmiro de
Moura, Jos6 da Silva Campos, Joaquim Jos6 de
Mattos, Jose Ferreira da Silva, Jose Joaquim Pe-
reira de Oliveira, Joaquim Rodrigues Tavares de
Mello, Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Ca-
valcante. Joao Carlos de Souza Chaves, Jezuino
Rodrigues Vieira, Loureacp Justiniano de Hollauda
e Souza, Manoel Luiz S., Dr. Manoel Ferreira da
da Silva, major Salvador Henrique de Albu-
querque,
Administracao do correio de Pernambuco, 2 de
Janeiro de 1874.
Jose Candido de Barros
Encarreeado do registro.
ADMINlSTRAgAO_DOS CORREIOS lR PERNAM-
BUCO 5 DE JANEIRO DE1874.
Malas pelo vapor Parahyba da companhia
pernambucana.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (5) pelo vapor acima mencionado para Goyan
na, seri recebida ate as 3 horas da tarde.
0 administrador
Alfonso do Rego Barros.
Euipreza portuense de navega-
cSo a vapor enti*- Portugal e
Brasil.
0 vapor
ALMEIDA GARRET
Coiiiiikii niasini.
Deve chegar da Ruropa ate o dia 6 de Janeiro
proximo futuro e depois de pequena demora den-
tro deste porto, seguira para os da Bahia e Rio do
Janeiro.
Recebe sarga, passageiros, encommendas e va-
lores. para o que trata-se com
OS AGENTE3
Iv K. Rabello & C.
48 Ruo do Commercio 48
Lisboa e Porto
Sogue viagem muito breve a galera portugueza
Ltsboa, por ja se achar com quasi todo o ceu car
regamento tralado- Para a pouca carge que lhe
falta e passageiros, aos quaes offerece muito bom
ftntnmodo : irata-se com Tito Livio Soares, rua
ao Vi gar io n. 17.
DE
4 canas com 100 caixinhis com mannelada em
caixas de papelao enfeitadas.
HOJE
as IO horas em pouto
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e rlsco de quem pertencer, de 4 caixas com
100 caixinhas com marmelada em caixas de pape-
lao enfeitadas.
SF.GU.NDA-FEIRA 5 DO CORRENTE
a& 10 horas em pouto.
No armazem do *r. Annes, defmnte da alfandega
Grande e importante
Leilao
DOS
vinhos especiaes abaixo declarados, vindos
das docas de Londres, em frasqueiras,
das eras de 1815 a 1847, os quaes j)por
sua especialidade toruam-so recommen-
daveis
QUARTA-FEIRA 7 DE JANEIRO
proximo fuluro .
A's 11 boras em ponto
no armazem do Sr. Annes.
0 preposto do agente Pestana, competciilemen-
le auturlsado, fara leilao por conta e risco de
quem pertencer, dos melhores vinhos que tem
vindo a este mercado ate huje
A SABER:
Diversas frasqueiras com superior vioho do Porto.
Ditas com dito dito llourgonlw.
Ditas com dito dito Madeira.
Ditas com dito dito Xerez.
D.tas com dito dit champagne.
Ditas com dito dito licor.
Ditas com dito dit > cognac.
Ditas com d.tn dito Vermouth.
Vindos da docas de Londres
QUARTA-FE RA 7 DO CORRENTE.
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem do Sr. Annes, em frente da alfan-
dega.
,egy Barros de Lacerda, juiz da
pecial do commercio da cidade do Re-
Ip-ajpernambuco, por S. M. Imperial, que
wn^mardd, etc.
TaQo saber pelo presonte que Antonio dos San-
tos Oliveira, por seu procurador, me dirigio a
etiikiofilMariapaole:-Iltni. Sr. Dr. juiz de
;'it wm? do commercio. Diz Antonio dos
om eatabelecimento n'esta praca,
devedor Joao Baptista de Athayde
7da quantia de dous contos trezentos e oi; Casa terrea n. 98 .
.._ stinco mil novecentos e vinte reis, impor-. Ca3a toreea n. 99 (ferhada)
tancia* suiidislettras jnntas,sado amaoa *M' igem n
^ida em seis de dezembro de mil oitocentos &
itw> ojtj,^ fctra de am^ootoseteeentos e1 ksc terrea n. ffifyphl
* li'ia da Moeda.
'Armazem o. 37 ('e-iisd-)
linn Velha.
4)a ')s |iri i-l'in! I > -or- i.i -*io
"fxincao as tuas liancn* > r
Je amWwi Qitocentos .e sesseBta e-
. e achan*-se proxmia'a prascrfocao dap
fo brigue portuguez Ugeiro III, para Lii cneMia* lAttaa *o MppWaikftAam em vwto, o.
boa, carregou : A. Cordeiro 5lft coaros salgadoi aHifo utaMW.o 9uiwa *tm *o cod.go
com 2,592 Icios. caaunarcial.ietn por mso QWtf^J*^*1*.*?;^*
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para < dia .8 do corrente a ar-
rematacao do costeio da illuminaijao publiea da
cidade de Goyanna.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 2 de Janeiro da 1874.
0 offl'ial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
nambuco, 30 de dezembro de 1873.
Por esla secretaria. e de ordem do lllm. Sr. Dr.
regedor intenno.se deelara a quem interessar pos-
sa. que no dia 2 de Janeiro proximo vindouro se
acha aberta a matricula dos alumoos deste iustituto
e bem assim se faz publico o arligo 37 da lei pro-
vincial n. 1,12'k de 17 de junho do corrente aUno,
que assim dispSe : fieam elevfedas a I00& a paga
trimensal que devem fazer ao instituto os alumnos
internos ; a 20* a mensalidade dos meia pensio
nistas e a 6* a dos externo*.
0 societano
Gelso Tertulia'nb Eernandes Quiotella.
n i i imp j.igi J"'I ig.......^gg*Bgg
:ai
SANTA CASA DA MISEiUCOR-LlA DO
RIXIFE.
A Hlma. junta adiiiinistrativa da santa casa da
Vlisericordia do Recife, manda fazer publico. que
aa sala de suas sessoes, no dia 8 de jtueiro
pelas. J horas da tarde, torn de ser arrematadas a
quem mais vantagens oiTerecer, pelo tempo do um
a tr s annos, leclarados.
ESTABELEGMENTOS ,DE CARIDADE
BuadeHortas |
Casa terrea n. 118,..... : *W*PP0
Loja do sobrado p. 41. 300*000
Iravessa de S. Josfi.
Casa terrea n-11....... 201^000
Aecreio Campeslre
NA
Poyoacaa d i IB snteiro. .
0 director deste theatro, pelo presente annnn
cia ao respeitavel publico que tem de ser levado
a 6ccna com todo apparato o drama pastoril em
4 actos e 5 quadros :
HERODES
Segunda e terca-feira 5 e 6
do corrente.
0 theatro achar-se-ha perfeitaraente ornado e
no 4. acto navera a
Deg Terminando o espectaculo com o magestoso
quadxo :
A GLORIA
piai-a as 8 1)2 boras,
ecife depois do especta-
Havera trem
culo.
Os bilhetes podem desde ja ser proourados
no hotel.do Monteiro.
IU'1'J Ul"
PATIIIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla veHta.
Casa terrea n. 16.
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ......
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .
Hua da Guia
Casa terrea n K! ....
Ruo do Pilar.
10.
209*000
42UOfXbj
1:000*090
e setenta e um mil setecentos e vinte rti^J ^qem n. 402
Rua-do Rosuno da Roa Yteuf**""
. MOJ
MM ,
,4'-.o iqiaahad w drt-i 6-*i'dil!
oalhabote portuguea PiuaMfo, paral na conformidade do artigo qualrocentos e cmcoen-
fli Oliveira & C 6 praachges t. e tr-s, pirigraphn t*rwr. do mesmo e digo. u
la.-ira de que Dque interrorapida a pmcr.pjao que fo. s.v,..
r^5^
-----------:-----------i

otop ^iminii'-Hi
I
^ eu'
* i vi ..jbelflcti
Araoajii
(^#tdj

Pretende seguir com brevidade para o Para, o
Qiate Olindi, por ler parte de sua carga, e para
a qne lhe falta, trata-se com os consignatarios Joa
quim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua do
^ommercio n. 5.__________________________
Willi me Crocks, eapitao do brigue inglez
Ann>e k Lopyer, tendo arribado a este porto com
avaria por alboroaQio. precisa receber propostas
parity concerto do dito navio : os pretendentes
podem entregar ao mesmo em carta fechada ate 7
do corrente, no consu.ado inilez. _________
(I
DE
6 caixas com 9t-0 hbros de manteiga &e
Copeuhague, marca vacca, em latas
de 2 e 4 libras.
Quarta-feira 7 do corrente.
as 11 boras em ponto
0 preposlo do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 6 caxiaa com
960 libras de manteiga de Copenhague em latas de
2 e 4 libras, ultimainenle desembarcadas.
QUAKTA-FKIKA 7 DO CORRENTE.
as II boras cm ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
Lisbua
Para o referido porto pretende seguir com pouca
demora o brigue portuguez Ugeiro III, de 1*
classe, eapitao Nobre, por ter a maior parte de
seu carregamento engajado, e para o resto que lhe
falta trata se com os consignatarios Joaquim Jose
Gonealves-Beltrao & Filho, a rua do Commer cio
a. 5.
Allianca 3^aritima Por-
tuense.
Conipanhia de HavecaeAo *n-
tre Portugal e o Brasil.
A galera portugueza Vasco da Gama segue em
poucos dias para o Porto, achando-se ja prompta
grande parte do seu carregamento.
Para pa-sageiros e freles trala-se com o res-
peclivo capilao, ou com os agentes da companhia,
Jose de Silva Loyo -v Filho, escriptorio, a rua ua
Companhia Pernambucana.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costelra a vapor.
FERNAJiDO DE NORONHA.
0 vapor Gu/uid, con. man
dante Manias, seguira par;
o por|o acima no dia 9 dc
corrente, a'o'mejo dia.
Recebe carga, ate o dia 8
do corrente, encommendas,
passageiros e dinhe.4M| frete ate as 10 horas da
manhido dia. da eahjda: escriptorio no Forte
do Matto? n. 12. ____i
40 canastras com alhos novos.
QUARTA-FK1RA 7 DO CORRENTE
as 11 horas om ponto.
0 preposto do ageote Pestana fara leilao per
conta e risco de quem pertencer de 40 canastras
Com alhos novos. marca quarta-feira 7 do eor-
rente, as 11 hora* da manha, no armazem do Sr.
Annos, defronte da alf LEIUO
io f uizte OliWa Azvedo 4 C,
PiBJ8-A.*H
i. ir 1


.-,i.n. Jo us-57
COMPTNmA PERNAMJi;CASA
JaE
0 vapor Parahyba, com-
segni-
acima
;o correqte,
'aa 9 Jwraa da nolle.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e >li
aheiro a frete : escriptorio no FoKe do .".'
n. 12.
DA
taverna da rua do Rosario da Boa-Vista
11
QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE
0 agente "ariins fara leilao d'arraacso, gencr,.>
c mais pertencas da taverna da rua do Rosario n.
11, em om ou mais lotes.
A's II i oras do dia acima.
LEILAO
DE
Uma buna (cofre) 1 carleira, 2 mocbos, 1
prensa ou macbiiia de copiar car tas, 2
cadeiras, 1 mesa e outras objectos de
escriptorio
Quinla-feira 8 (beonvHle
As 11 horas da manha
No sobrado da travesjada Madro deDeusn. lo.
primeiro andar.
POR INTE11VE.NCA0 DO AGENTE EWTO
K .-ul nuatja"
Ao meio dia vender se-ha o mesmo sobrado edifi-
cado em chaos proprios. _______^^
Leilao
DO
Sobra iu de
da rua da Mndre
em chan- w pri'
m 43 !< O Sgillt." Mi v.iir
pftent.* ;i ii
'rireile li.-i.- n iO ; > M
lie escnt-i .'. .
end ares e sotio da travess*
i!i' Dcusn. 10, adificad*
;: ::r
nte
,.. dot. com-
n da Mt-
r^^EZi
[

^




*- r"
1/4*1*
N
o Segunda feira 5 de Janeiro de 1&J4.
1
LEILAO
i
DE
160 mocos com miluo.
SEXTA-FEWA 9 DO CORRENTE
as It horas em ponto
ftreposto do fete Pesiana, fan lellao.er
caou ew>oo da quem pertencer, de 160 saceos
oob tuilho para Techar c-jnta*.
SEXTA-iPBIRA 9 DO CCnRENTE
as 11 horas da niauha
Mo oruiazem do Sr. Annes, defronle d'alfaodefa.
? f:
LEILAO
DE
119 flieios de sola, reslo da raarca para feobar
coots*.
SEXTA-FEBtA 9 DO CORRENTE
As 11 frl'boras da manhi.
O yrcposto de ageote Pesiana fara leilao, por
coal* e risco de quem pertencer, de 149 meios
de oMa, reslo de tnarca e pan fechar eontae.
SEXTA-1BWA 9 DO CORRENTf:
>* A's II horas da manhi
no aroiozem do Sr. Annes defronle da alfaudega
fflSOS DH-BSOS""
Benea* & imagens.
Terca-feira 6 do corrente, pelas 10 Moras-da
nunha, na matriz de S. Jose, se bio de benier
com toda pompa, as imagens do templo
de Nossa Sennora do Terco, sendo pregador o
Rvd. padre Joao Gress, com assistencia dos
padriohos, qae antecipadainente foram convidados
pela forma seguinte : =?
MoKa Senhora do Tcryo.
As Exmae. Sra<. :
Esposa do Mm. Sr. capitao de fragata Francisco
Romano Steppie
Esposa do Illm. Sr. Bernardino Gomes de Car-
valbo.
Esposa do Him- Sr. Manoel Joao Gomes de Amo-
rim.
Nossa JJenhora da Soledade.
Esposa do Illm. Sr. Manoel Joao de Amorim Souia.
Esposa do Illm. Sr. Francisco Ignacio Pinto.
Ifossa Scnhora das Angustlas.
Esposa do Illm. Sr. Jose Joao de Amorim Junior;
Fifha do Illm. Sr. Joao Jose Rodrigues Mende?.
Espoea do Illm. Sr. Antonio Joao de Amorim.
Santa Rita.
Esposa do Illm. Sr. Francisco da Silva Rego.
Fifha do Illm. Sr. Bellarmino Alves Arocba.
Senbor Bom Jesus.
Padriobos.Os Illm*. Srs. :
Commendador Jose da Silva Loyo.
Manoel Joaquim Baptisia.
Jose Simplicio de Sa Esteves.
S. Manoel da Penitencia
Manoel Marques de Amorim.
Manoel Bernardes de Oliveira.
Santo Antonio.
Antonio Correia de Vas-oncellos.
Luiz Doprat.
S. Braz.
Tenentecoronel Francisco Carneiro Machado Rios
Junior.
Major Carlos Magno da Silva.
Antonio Climaco Moreira Temporal.
S. Joao.
Joao Felix de Mello.
Joao Fernandes Ramos de Oliveira.
Pelas 4 horas da larde tera Ingar a traslada-
r" i das imagens, em procissao, qne da matriz de
Jsse percorrera as ruas Direita, becco de S.
Pedro, rua de Hortas, Augusta, becco de S. Joao,
a recolher-se.
Ha mai9 de 8 annos que a Virgem do Terco se
achaerecta na matriz de S. Jose: qual nao deve ser
o prazer que deverao ter os devotos do Terco, qual
nao devera ser o contentamento daquelles que vi-
rem passar por suas casas como se fosse uma vi-
sita a sens filhos I A mesa regedora cheia
de jubilo pede aos pais de familias que mandem
ou tragam suas filbas menores, vestidas de braico,
laclia azul ou encarnada e urn pequeno ramo de
flores naturaes, ou em falla artificiaes, para que
desta forma possam agradar a Virgem do Terco ;
pede tambem aos professors dos collegios que,
com seus alnmnos venbam abrilhamar este acto.
Finalmente aos seus charissimos irmaos que
se apresentcm decentemente veslido com ca-
pa ou mesmo sem ella ; aos Srs. juizes, provedo-
res, prior c ministro queiram Oar suas ordens,
afim de que no acto da bencSo, pelo annuncio de
uma gyraudola de fogo, mandem repicar suas
igrejas.
Na travessa da raa
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sv&re pe-
nhores <}e PWO, pra-
ta e brilhaniids, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Primeiras lettras. .
Jose de Bitlencourt, parficipa aos Srs. pits de
sens alumnos, e a todos os Srs. que lhe quizerem
dar a hoora de the confiarem seus meninos, para
os instrnir em tudo quanto 6 concernente as pri-
meiras leitra%que sua escolaestara aberta de 7 de
Janeiro em diante. Aqui nao ha decorioes, quern
suppre esta falta, sao suas educandas que, para
isso estao habilitadas : rua da Matriz da Boa-
Vista n. 16. R*^^M
PRESENTES
Do anno novo
Oh I vos MOCOS E MOCAS, que recebestes os
preserves de festas do Natal, e que estais na res-
tricta obrigagaa de retribuirdestaes festas, ide, ide
correndo ou mandai a
Confeitaria do Campos
na vespera do anno novo, que alii encontrareis
para ditas
Retribuicoes, o seguinte :
lima rica caixinha ou cestinha com amendoas,
confeitos, doces, etc., etc., etc.
Urn fiambre ricamente enfeitado.
I'm bolo inglez idem idem.
Um pao-delp idem idem.
I'm pndin idem idem.
I'm queijo inglez superior.
Uma sorpresa sorprehendente.
Etc., etc., etc., etc., ete.
Na confeitaria do CAMPOS
Tao conhecido...
Aluga-se a casa n. 17 a rua da Moeda, com ar
mazem, l. e z. sndares e sot So, pin tad a e caiada
de novo, e tudo mais concertado; e tambem a
peqnena casa, sita na travessa do becco da Lama
n. 3 : trata-e na rua da Cadeia n. 3.
Imperial Institute de N. S.
do Bom Conselho
Dirlgido pelo bacliarcl Antonio Co
luiuhano Seraphico de Assis
CarvBlho.
Tern lugar, neste Instituto, no dia 7 de Janeiro
do corrente anno, a abertura das aulas de ins-
truccjio primaria e secundaria.
Aluga-se metade da casa da rua dos Quatro
Cantos n. 16, na Capunga : a tratar na mesma
i CoosuUoi'io medico
I.
pode ser procurado a qualquer hora do }
Q dia ou da noite para objecto de sua pro- O
p fissao.
W\ Consultas das 6 horas da manhs as 8 1
ft, ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
DO
Dr. Mm-illo.
RUA DA CRUZ N. 26,1 ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
0
1
ESPECIALIDADES.
Molestias de senhoras, da pelle e de
crianca.
Ama, com ur-
gencia.
Precisa-se, com nrgencia,
de uma ama para cozinhar
em casa de pequena famili f:
na rua do Capibaribe n. 40.
jg, 0 relojoeiro e dourador S
W jtt 3E/jK de volta da Eurepa, conti- )
*
eoncertar e dourar relo
gios, bem como outros
objeclos ; rogando a seus
3^ amig^s e freguezes o ob-
jgi sequio de procura lo na rua Duque de
?K Caxias (antiga rua da Cruzes) n. 32, pa-
^R vimento terree, queoencontraraopromp-
mc to. A garantia de seus trabalhos e fa-
*K ze-k por precos modicos ; assira como
tambem vende relogios.
0
i
i
1
m
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
Uzes bilnetes, um inteiro n. 982 com 4:000*000,
dons meios n. 1854 com 2004, e outras sortes de 40<
e 204 da loteria qne se acabou de extrahir (81*),
convida aos possmdores a virem receber na con-
formidade do costume, sem desconto algnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
4a 18* parte das lotenas a beneQcio da Santa
Casa de Misericordia do Recife (82), qne se extra-
Jura na sexta-feira, 9 de Janeiro do corronte anno.
PRECOS
Bilhete inteiro 44000
Meiobilhete 24000
KM POR5^0 DE 1009000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 34500
Meio bilhete 14750
Manoel Martins Fiuta.
Precisa alugar uma escrava de meia
idade que seja fiel e civilisada para senrigo
interno e externo, na rua da Viracao n. 33.
,AO COMMlRGIO^
Uma pessoa qne vai fater cohrancas saas, em
Una, Barreiros e Bonilo, se inenmbe tambem de
-laaer is qae lhe forem confiadas: a informar na
na Prraieiro de Marco n. 25, loja de fazendas
doa St s. Ramos 4 Irmao.
8
Quem precisar de um rapaz portuguez para
caixeiro de taverna, tanto para a praca, como
para o matto : dirijase a rua da Imperatriz, loja
n. 28 que achara com quem tratar.
NURTINENTO
MEDIC IN A
Preparado pot
Lanman & Kemd
para tin .si ica
toda a qualidade
do doen^as, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
puriQcadochimi-
calmente, e suas
valuaveis propri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtodo
o frasco se garan-
leperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanbol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODLNO EUMP6DER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhio, e n*-
quelle no qual conte"m a maior por^ao desta
invaluavel propriedade, e o unico meio para
curar todas as doengas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtvsica, bronchistes, asthma, catharrbo,
tosse, resfriamentos, etc.
1 'ns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da" vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da tanto
nutimento aosystema e incoramodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisa^ao tem sido des-
truida pelas affecQdes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestSo se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHaO
DE
LANMAN & KEMP
Se e que desejam ver-se livres e isentas de
enfermidades.
Preciaa-se de um cozinbeiro on cozaheira,
Uvre on escravo, para uma casa de familia, no
Monteiro : a tratar na rua do Marquez de Olinda
n. 35.
Precisa-se de um caixeiro : na padaria da
rua de Domingos Jose Martins, no Recife, n. 96.
Silva Barroca & Filbos teem para vend r
sea armazem, a rua do Marquez do Olinrf-
seguinte :
Folba de Flanxres.
Estanbo em vcrguinhas.
AO AR
VAPOR FRANCEZ
RUA DO BARAO'DA VICTORIA
N. 7Outf ora NovaN. 7
Cal#.d<
francex.
BOTINAS de beeerro, eerdavao, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de beierro, de cordavao e de case-
mira.
8APATOS de loslre com-salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
fraacezes e portuguezes.
BOTINAS pretas, brancas e de cores dlfferentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com salto, brancos,
pretos e de copes differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para naeninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
tisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qnaltdades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezee e portuguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleao e a Guilhtrme, perneiras
meias perneiras para homen>, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gnernicoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto mmto bom nor serem fortes e
levos. e os mais proprios noveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr'on Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes raodelos, dos mais notave'is e bem
conhecidos fabricates ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henrj' Hers e Pleyel Wolff 4 C.: no
vapor francez, a raa do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfiimarias.
Finos extractosfbanhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de fior de Iaranja, agua de toilete,
-livina, florida, lavande, pos de arras, sabonetes,
cosmeticos, mwtos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de ditTercntes gostos e
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de flo de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brineos a imitaeao e bot3es de punhos de pla-
que.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objeclos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata doorado, de aco e
de tariaruga.
Oculos de aco flno e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castSes de mar-
fim.
Bengal/as diversas m grande sortimento para
hornens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marGm muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roapa, cabellos, unhas e para den-
ies.
Carteirinhas de medreperola para dinteiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch;mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portase jane lias
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mm facil
de subir.
Hachinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de pennas.
Tesourinhas e canivetes flnos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Ouadros ja promptos com paysagens e pbanta-
na
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia
Realejos peqnenos de veio com Iladas pecas.
Realejos barmonicos on accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros.pes e palntos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que 3e pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para Mtretenimento das criancas tudo
a precos mais resnmidos qne e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, raa do Barao da Vic-
oria, outr'ora raa Nova n. 7.
Cestinhas para costura
Grande sortimento de benitos modelos chegadot
ao armazem do vapor francez, cna do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n. T.
Os abaixo assignado* declaram ao respeita-
vel publico desta cidade, e com especialidade ao
commercio, que por motivos, que so a elles dizem
respeito, resoiveram. liquidar o armazem de ageu-
ria na rua do Vigaao n. II, por isso, pedem a
todas a* pessoas que Kern objectos Bo mesmo ar-
mazem a virem retira-los no praso de 6 lias.
Hecife, 31 de dezerobro de 1873.
Raymundo Reraigio de Mello Junior.
Por men pai Jose Maria Pestano.
0 preposto Joaquim Maximiano Pestana.
Ten ado apresentada ao peblico
Dnrante o espacp
I)E
4 0 ANNOS.
DE
RBISTOL
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL puri-
fica a massa do sangue, expelle para lora
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrec,6es, dd vitalidade e
energia a todos os orgaos e dd fortja e vi-
gor ao svstema afim do poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
Qunca distroe afim de poder curar ; porem
consl&aiemeaie assistea.natureza. Portanto
em todas as doencas constituciomies e em to-
das as molestias locaes dependente d'um es-
tado vicioso e imperfeito do systerna em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuiudo inestimaveis e incontestaveis
vrtudes.
As curas milagrosas de
Eflcrofolaa,
He eras,
Chag;as antiaaa,,
ENFERMIDADES SYPHlLI'iiCAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuome i
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao to so-
mente devidas 4
UNICA LEGlTIHA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
NA PHARMACIA CENTRAL
mum mmm:
PILULAS
YEGETAES
DE
BRISTOL
L'ns bofes sadios e saos
Uma digestao vigorosa,
Um excellente appetite,
sao alguns dos beneficios que se podem de-
rivar, fazendo-seum uso regular das
Pilulas vrgetaeN de Bristol.
Uma cura certa e efficaz dos intestinos,
Um remedio admiravel para os rins,
Um ton ice poderoso para o estomago,
Sao as inapreciaveis qualidades medicas
quese podem encontrar, usando-se das
Pilulas vegetaes de Bristol.
Uma medicina que nao produz ddres nem
colicas.
Um purgante que nao debilita nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
nausea.
Formam uma ds amuitas virtudes que
possuem a s
Pilulas vegetaes de Bristol.
Um medicamento suave e favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
sy sterna.
Um remedio completo e seguro para as ii
regula ridades.
S3o os effeitos sem falta, resultantes dc
uso e emprego das
Pilulas vegetaes de Bristol.
Uma compleicjio clara, alva e iransparente,
Uma pelle macia e delicada e um
Halito doce e agradavel.
S3o os resultados certos e infalliveis, de-
pois de se
haver tornado algumas d6ses desto
roelhor dos
Remedios as
Pilulas vegetaes de Bristol.
Em todos os casos de molestias d'uma na
tureza escrofulosa, ulcerosa ou syphilitica,
ou quando a~massa do sangue sehaja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro
mercurio, ou por outra qualquer substancii
mineral a
Salsaparrilha de Bristol.
devera ser usada de conjuncto com as pilu
las, e assim obrando-se, em restricta con
'ormidade com as direcc,oes inscriptas n
envolto; os doentes podem bear certos que.
uma vez usada conjunctamente uma com i
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se ache,
n8o poder* resistir ao combinado poder se
cretorio e sanitario destes dous
III 111 114V
Ambas estas medicinas acham-se & venda
era todas as principaes boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
Jose Ribeiro da Fonseca
Jose da Silva Loyo Sobrinbo agra-
dece cordialmente a todas as pes-
soas que se dignaram assistir aos
ultimo9 suffragios de sen presado
amigo Jose Ribeiro da Fonseca ; e
de novo os convida a assistirera
a missa do setimo dia, quarla-feira,
7 do corrente. na igreja da Madre de Deos, as 8
horas da manba. _______________^___
Pergunta-se ao Sr. nrovedor da irmandade
do Senhor Bom Jesns dos Passos, do Corpo Santo,
a razio por qne nao cumpre o art. 23 do compro-
misso em que manda prestar contas e dar posse a
nova mesa eleita...
Um mesario.
Pharmacia Torres
0 abaixo assignado, chimico pharmaceutico,
graduade pela facoldade de medicina da Bahia,
participa ao respeitavel publico e aos Srs. medicos
clinicos desta capital, qne tendo comprado a bem
conhecida pharmacia do finado Ignacio Pessoa da
Silva, tortida de medicamentos novos, preparados
francezot, dos melhores autores, tintas de todas
as qualidades, e avia qualquer receita a qualquer
bora do dia on da noite, com todo o esmero, asseio
e promptidao. sem fazer subsutuicdes, por precos
os mais raioaveis possiveia
Manoel Thomas Poreira do Rego
Shaw, Hawkes k C fazem sciente qne, ten-
do se relirado de sua firma social o Sr. C J.
Shaw, a casa continuara de hoje em diante sob
a firma de Hawkes & C
Pernambuco, 1 de Janeiro de 1874.
49 Rua do Imperador #

Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamaiios aatorcs,
como sSo : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma ijualidadt dc pianos supe-
riors, mandados expressamente construir para este clima; qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-so pianos usados cm troca.
CoDeertam-se e aflnam-se pianos.
Tambem avisase aos Srs.
coi>certadores de pianos
quo ha sempre o mais completo sortimento de matcriaes para eoncertar pianos, como
s3o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
49 RUA HO IJIPERIIIOR 49
4?

O
A VERDADEIRA TINTA VIOLETA
JOSfi FERREIRA DA SILVA
S\lCC&SOH
DE
SANTOS PffJVES
Confimia a vender a verdadeira tinta violeta extra-fina de Montei-
ro, em meias botijas e quartos, a retalho e
Emgrosso com vantajoso desconto
c&
2 RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 19 *
1 ARTIGO DEPOSITO i
99
oaiaiNoi oa vNii-raxa
DR06ARIA HOMEOPATHICA S!
DA
41 Rua do Imperador 44
Os proprietaries deste estabelecimento, no intuito de lhe conservarem os cre-
ditos de primeiro neste genero, continuam a esmerar-se na preparacao escrupulosa
de seus medicamentos, podendo garantir ao respeitavel publico desta cidade e in-
terior que sao rigorosamente observadas todas as regras pharmacologicas. Outro
sim, que com o mesmo flm acba-se a testa do estabelecimento, tendo a sen cargo a
inspeccao de suas preparac.5es e direccao do consultorio, o acreditado medico ho-
J'meopatha|l)r Jesuino Augusto dos Santos Mello.
Tem todos os medicamentos especiaes para bexigas e os considerados pre-
servatives : assim tambem, os medicamentos da -;:a drogaria em todas as dym-
nanisacSes conhecidas e mais usadas.
Carteiras homeopaticas de 12 a 120 medicamentos em tinturas ou globulos e
a excellente obra do Dr. Mure Medico do Povo em 3." edicio.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
Sarracenea, para bexigas ( ou preser-
Vaccina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, para febres intermi-
tentes.
Schynus, para angina
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysias.
CarnaUba para syphilis
Consultorio homeopathico
Chocolate homeopathico d'Epps.
Encerado de arnica.
. Pos homeopathico*, para dentes.
Jericd, para rheumaiismo.
Matamata on Jaboly, para tosse.
Espirito de Hahneman ou de campho-
ra.
Cactus Grandiflora,_ para pneumonias
ou molestias do coracao.
DO
DR. SANTOS MELLO.
Consultas das 11 horas da manha a 1 da tarde.
que
Pode obter em pouco tempo com o uso do melhor dos licorei a affimadi
HESPEKIWiNA
Faz oito annos qne 6 conhecido este precioso tonico, e 6 difficil achar ama pun.
, tendo experimentado pessoalmente, nao faile em seu favor, ja como bom eitnr".-i
a apetisador, iomando um calix delta antes de jaotar, ou como facilittdor da diyvii
Somando-ae depois.
A BASE
da HESPERID1NA e a LARANJA AMARGA, nao ba um ad habitaote do BRASIL (a Mnr*
aspecial das iaraujaa) qne n5o conbeca as propriedades medicinaee da dou-ada frnrta
ora bem, a
UIAIJA AMAfifA
am sen esudo natural tem um t'osto pouco agradavel, e o merito da Hespendina lisle em reter anas boas prop>iedades, e ao metsio lempo apreaenta-la como
EXaUISITO LICOE
A HESPER1DINA como iNDUSTRIA NAC10NAL dJ-j tern nada qne 'nrijir *
meiborea importacSes europe ? de cathegoria stmeibaute. rilsUs, quando muito, podo*
lergoftosas, porem a Heaper.dini e a combinafto per'eiu do
AGRADAVEL E SABDAVEL
Para prova de qae 6 nm artigo no qual potie-ee ter :r,.eiracoofianca, por Mr par*
e icnocente, basta dizer-se nte approvals e autorisada pela
JUNTA OE HYGIENE
do Bio de Janeiro, permtttindo ana livre elaboragSo no imperio; oatra
SRMDWt
O bomem velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
0 bomem d SAUDE
0 bomem debit toma Hesperidina para obter
Nos bailes as domellas e os mocoa tomam a Hesperidina para obter boa tt*
animafio dnrante oa loncoa gyroa da
BARROS JUNIOR d C, a raa do Vigario Tenorio n. 7, I* andar, roeeborm mm
grande espociflco, e vendemnio not depoeitos togoinief :
Joaquim Ferreira Lobo, raa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, raa de Commercio.
Marcelino Jose Goncalves da Fonle, raa da Cadeia s. 1.
Antonio Gomes Pirea d C, ro la Cadeia.
Antonio Gomea Pirea d C, -'as tt de Novembrc.
Gomes d IrmSo note! da Paseagem.
0
c
i


-


>


.-
Diario do Pernambuco Segunda feira 5 \
m_
v>r4.
V
5
4
lr.i
RUA DO BRUM N. S3,
(Passando IcTIfari^ ,>TI"
PEDEM AOS MQborei da so^tiho e outroa |gri<-al or.s, r ..uprcgnJ u ^ ^
lainismo o favor de urn* visit* a tea eitabelecimento, nan verera o doto sortimento
tompleto qae sbi tern; tendo tado superior em qaalidade e fortidao; o qoe com a ins
oaccio peasoal pode-ia voriflcir.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Vaporese rodaa dagaa ttJSSEtfXZVZS.
tircomstanciai doa aenhorei proprietaries e para deacaro^ar algodao.
K06Ild&8 d6 O&IIII& de.,od08 otannhoa, aa^melborei qae acrai
Sodas dentadas p^"^ ague *.*.
Taixas de ferro fandido, batido e de cobre.
Alambiques e fandos de alambiques.
Hachinismos
Bombas
para maodioca e algodao, j
opiraierrar madeira.
Podendo]todoa
(ser movidos a mio
por agna, vapor,
on animaes.
Todas as ra^binnft *****de qoe M cwtom *
da machioiamo, a preco
moi reanmido.
Fai qualquer concerto
PomiaS dfi felTO tem a> mAlborei 9 mail b,ritas existentea no mer-
UnAnmmnnrlaa Incambe-ae de maodar vir qaalqaer machinismo i von-
HWimilWIUM. U(je dol dientee, lembrindo-lhea a vaniagem de faserem
toas eomprai por intermedio de peasoa eotendida, e qoe em qaalqaer necesaidade pode
Jmi prestar aoxib'o.
Arados americanos 6 iMtrnineDtoi rico1"-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
4' raa do Barao do Trininpho (rna doBrnm) ns. 400 a 104
CARDOSO 4 IRM10
RECEBERAM de Inglaterra complete sortimento de ferragens e machinas para n-
genhos, asmais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de force de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
IjaiQGiraS de sobresalente para vapores.
>10enaaS intGiraS e meias moendas, obra como aunca aqai veio.
laixas IUndldaS e batidas, dos raelbores fabricantes.
KOuaS d aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
RelOgioSeapitOS paravapores.
BombaS defen-o, derepncbo.
AradOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes jwquenas.
Concertos concertam coxa promptidio qualquer obra ou machina, para o qoe teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mandam v"" Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (raa do Bram)ns. 100 a 104
FUNDIQAO DE CARDOSO & IRMAO.
ffllWfAB
ANTONIO JOSS DE AZEVEDO.
Rua Nova n. IT.
PIANOS.
Querendo definhivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, r novos e
osados, pelo preco do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
seja com oleado inteiro.
MAGNIFICOS espelhos ovaes para ornamentos de salas.
ANNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nerveso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARCA e papel picado para bordar com 13 ou sSda.
VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empaihadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
Vernizes especiaes para camia-
Kste verniz, cup falla a,ui lanlo sr-ntem
os Srs. fabricoiil' s c pnssuiUotcs de carrua-
gons, scabs do eh'gar para seu unico dejio-
sito, das St-gu'mtos qualidades.
\ FRNIZ SITI.UFINO PARA CAIXAS Dl
CARKllATiENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as de-
maos, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
horas, depois das quats se expoe ao ar por
algum tempo, a quo fai endurecer, e passa-
dos 15 a 18 horas p6de passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
mao. Dao-se com facilidade tres demaos
deste verniz sobre as tintas, em tres dias.
A primeira demao servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demios e produz
um excellente brilho.
Verniz superior aeceante par ft
carruagens.
Este verniz e da mecma cdr que o ante-
cedente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom exito nas
obras urgentes, e pdde misturar-se com o
anterior. A duracao do verniz permanente
diminue na proporpio da mistura.
VERNIZ SUPERIOR EUSTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nio e tlo claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras demaos sobre cdres escuras. P6de
passar-se a pedra pome passadas 10 boras,
podendo dar-se em seguida outra demao.
VerniE pre to do Japilo, superior.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz.o preto mais escuro e brilhante, e
pode passar-se a pedra pomes 10 boras de-
pois. Deve dar-se duas demaos sobre um
fundo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
gens.
VERNIZ PARA COUROS, BRILHANTE E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composicao
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao.azeite denominado/nerfs bceuf,
6 o unico que dd flexibilidade aocouro ve-
tho envernisado. Em geral basta uma de-
mao que deve ser applioada muito ligeira-
mente, com urn pincel depois de ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, & sombre mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e inutil tal
trabalho, por que bSo 6 possival tornar o
verniz-elastico e seocante ao mesmo tempo,
Vernis para apparelho.
Depois de ter applicado 2 ou 3 demaos
deste verniz n'ura intervallo de 8 horas, de-
ve-se deixar a obra intactapor 2 ou 3 dias,
no flm dos quaes se p6de pulir com extre
matfacilicidade. E' essencialmente neces-
sario cobrir este verniz com duas demaos do
verniz superfiRo para caixas de oarrua-
gens.
VERNIZ SEGCANTE.
Mistura-se com as tirrtas de apparelho, e
sobre tudo com as tintas moidas, para que
sequem mais facilmonte e para Ihes dar
mais consistencia.
HAMS HIEfil
PARA
Marcar vestidop, roupa de cama, guardanapos, len^os,
meias e todogenero de roupas
COMO TAMBEM
Cartdes dcvisila, livros, envelopes etoda aqnalidadede
papeis, elara e exaclamenle com o nome coHipetente da pessoa
Garaote-se dar uma chapa tio boa como poderia conseguir-^e em Londres ou Nova
York, e affianca-se igualmente que a tinta sera* indelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa como nome da pessoa 6 acompahada de dous frasquinhos de tinta, um
pincel, uma direojio sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
tinta, custando tudo
Preco fixo 3^000
Em letra de mao e gothica 59000
AUGOLAS AM.RICA1\VS
PARA CHAVES
Sao muito commodas e possuem as seguintes vantagens :
Servem para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha lugar para o
nome e moradia do dono.
Sao faceis de abrir e fecbar, deiiam entrar a maior chave sem offender a
argola.
Sao fei'tas de prata allema e naO sSo sujoitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
argolas de aco, sao muito fortes e bonitas. Cada argola americana com o nome e mora-
dia do dono, aberta na mesraa, custa :
Preoo fixo 2,5000
P. LAUR0 MACPHERS0N
NO HOTEL ESTAMlMT
Rua do Imperador n. 32
TODOS ^08 DIAS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO DIA.
Como nao 6 necessario dar lustro -a ultima
demao de verniz empregado nas caixas do
carruagens e no dos jogos, convem dd-lo
n'um local separado aonde nao haja p6.
Quando a obra urge,' deve p6r-se a sombra
e ao ar livre depois de secco, isto e, passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilhante heard o verniz,
e mais depressa ss terminara' a carruagem
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma demao). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve-se lavar a carruagem
com agua fresca, depois de ter ser-
dido.
Os frascos devem conservar-se sempre
hermeticamente tapados, o resto do verniz
nao se deve deixar Hear no frasco, e p6de
usar-se para as primeiras'demSos.
Nao deve misturar-se com este verniz ne-
nhum outro ingrediente, nem agua-raz, e
de nenhum modo com o seccante. E' pre-
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e o
melhor e servir um piucel para cada ^er-
niz.
Depesito unico para o Brasil, Bartholo-
meu & C, Pernambuco, Rua do Rosa-
rio n. 34.
PECHINGHAS
8fro n. 20
RUI DO CHESP0
m m;? mm
rontiiiiiN avtiidrr mnilo Warsto p.ua aji;irat
muilo uiuLeiic.
CASSA LA
Chpfou esta fatepda.sendolmcloapadrfies, e ven-
de -te pelo diminuto preco de JO0 rs. o eovdo, e
pechincha !! dao-se amostras.
METI.VS
I'roprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padrdes novos, pelo pre$o de 400 ts. o covado, 6
pechincha 1! I doi-se amostra*.
LASESCOCEZAS
Lasinhas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. o
covado.
Ditas com listras, padroes modernos, a 180 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 640 rs. o
covado, e pechincha I 1 t dlo-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de
UOOO a 400 o covado, e pechincha I I 1 dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
drdes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, 6
pechincha 11 t dio-se amostras.
Cortes de casemira dj cores, a Stf.00 cada um.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
Fustio branco para roupa de meninos, a 860 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de cbila adamascada, a 3/300 rs.
Colchas braneas e com barra de cores, a 34500
e4000.
Lencoes de bramante, a 2/000.
Dites de algodao, a 1/400.
Toalbas alcochoadas, a;6/000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6/500 a duzia
Lencos de cassa com barn, a 1/000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados, a 2/000 a duzia.
Ditos de esguiio finos, a 3/500 a duzia.
Cambria list transparente a 3/000 e 4/500 a
Cambraia Victoriaa a 3/800.
Atoalhado adamascado, a 2/000 a vara.
Dito irancado, a 1/400 a vara.
-FnstSes de cores, a 1/000 o corte.
Chales de merino liso, a 2/000.
Ditos estampados, a 3/500,4/000 e 4/500.
Ditos com listras muito finos, a 5/800 e 6/000
EsguiSo muito fiao, a 2/000 a vara.
Brim preto trancado, a 2/000 a vara.
Bramante de algodao, a 1/600 a vara.
Dito de linho de S e 10 palmos de largura, a
2/300 e 2/800 a vara
Algodao marca T, a 3/000 a peca.
Dito domestico, a 3/000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzue cambraia de cores muito fina, pelo di-
minuto preoo de 400 rs. o covado.
S6 na rua do Crespo n. 20
Loja de
Cruilherme & C.
orracha para limas
Rece>eu a pharmacia Torres, de primeira qua-
lidade, por commode preQo, vinda pelo vapor
tear*. -_________________
CASA DO OUKO
\, 1:000 0(10
Bilhetes garantidos
tota do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito felizes bimetes a sorte de 700/ em um
meio de n. 3308, a sorte de 100/ em um meio de
a.3669, e um bilhete inteiro de n. 1800 com a
sorte de 100/, alem de outras sortes menores de
40/000 e 20/000 da loteria qae se acabou de
extrahir (81";.; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serin pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer (iremio, como prova pelos mesmes
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
*anudos da IS" parte da loteria a beneficio *"
Santa Casa da Misericordia do Recife, que
extrahira no dia 9 de Janeiro vindouro de 1874.
a i*eeo0
Inteiro 4/000
Meio 2/000
De SOO para clmu.
-inteiro 3/500
Meio 1/750
Recife, 29 de dezembro de 1873.
__________ Joao Joaqutm da Costa Leite.
ATTEITCAO
Precisa-se alugar uma a ma dc meia idade, po-
rdm qne seja preta. que nao hnha vieios nem
srtaqhfo, c quo offlsiice cin rowVcta, iiara com
prar c z.iihar para j ai faiLdla ''" i-tfttii .
lr.i..:r ua cilaJr u; Olr.iJn .-.'.:'.,, jo .'mjtaia -a
'a ti rr ;. pfSu.lL, <*oni; '.'.-. !-..l.i.
Ahlga S.' It ;ii.i'.:;i-i!i u ,. ,1 .'. .i. u..l Ju
sobradoda rua do I'om Jesn*, onttora da Cruz,
n. 20, preprios nara eslabelecimeiiKi fofnjmercial :
a tralar na rua do Marquczdf- Olinda n. .">2.
Aluga-se uma escrava
rua da Gloria n. 146.
para o servijo : na
Aula particular de instruc-
c,ao elementar, naruada
Fonte-velha n. 101
Felippe da Costa Dourado faz sciente aos pais
de seus alumnos e a todos aquelles que quizerem
confiar-lhe a educa^ao de sens filhos, que no dia
7 de Janeiro proximo vindouro terao comepo os
trabalhos de sua aula, os quaes consistent em
lehura de prosa e verso, caligraphia, arithmetica,
systema metrico. grammatica portngueza, etc. etc.
* Precisa-se de um caixeiro de Uverna de 14
a 16 annos de idadc : na rua do Lima em Santo
Amaro n. 15.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-M
:allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
>os6 Paee da Silva, a negocio de particular inte-
'esse.
Precisa se de uma escravi para cozinbar
e comprar : na rua Primeiro de Marco n. 23
oja.
Aos pais de familia
A professora particular, abaixo assignada, avisa
aos pais de suas alumnas e mesmo a todos os che-
fes de familia, qne quizerem confiar-lhe a edaca-
?ao de suas fllhas, qae do dia 12 do corrente mez,
principiam os trabalhos de sua aula, onde conti-
nua a ensinar a let, escrever, conUr e grammatica
national, inclusive todos os trabalhos de agnlha,
bem como bordados de matiz, ouro, alto relero,
ensina com gosto a lazer floras e trabalhos de cro-
chet e la, e a aquellas meninas que mais se quei-
lam aperfeicoar, ensina o francez, musica, piano,
dan^a, pois tem para isso habcis mestres. Aceita
externas e internas, e espera a proteccao dos che-
fes de familia, promettendo em compensacao gran-
de desvello no cumprimento de sens deveres : na
rua do Cabnga n. 16.
Fortunata Fortes.
Roga-se ao Sr. Mariano Alves de Araujo:
que appareca quanto antes, na rna de S. Gon-
galo n. 29, offlcina de marcineiro, a negocio de
seu interesse.
0 LNEXTINGUIVEL
PERFUME
Eseravo lugido
300/000 degratiflcaqao
Ausenlou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, e perfeito cozinneiro, alto bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos grandes, e muilo
ladino, consta que tem pai no engenbo do Sr. Lulu
de Caiara, em S. Lourencp da Malta. Este preto
foi cozinheiro dos negociantes Adriano & Castro e
Sr. Jose Joaquim Goncalves Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capiUes de campo. que o desco-
brindo, o tragam a rua Dnque de Caxias n. 9!, loja
de miudezas do rival sem segundo, que serio gra-
tiQcados com a quantia acima.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-st
allar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
eira, c negocio de sen interesse.
Descobcrfas mcclicinacs

0


m
9
rEI.O BACHAREL
MANOEL DE SIQUEIRA CAVALCANTI ^
! o Presjervalivo da ery-
sipela : para curar com eerteza, e
en. Donee tempo, qualquer ataque de
erysipela, e prevenir o seu reappare
cimento.
Este medicamento tambem e muito
poderoso para o rheumatismo.
o Rejfnladlor da mens
iruacao.: para falta, irregnlarida-
de, suppressao repentina da meiistrna-
cao, e dos lochios, as-im como para
to^ os soflrimentos devidos aquellas
affeccdes. Ambos estes medicamentos
ja sao muito conceituados, e procura-
dos nesta provincia. e na do Rio de Kfc
Janeiro. ^av
Acham-se a venda somente em casa *k
do autor, das 9 horas do dia as 3 da ^5*
& tarde, e a qualquer hora em casos nr- SS
gentes. 'w
GRATIS AOS PORRES ^
Rua da Imperatriz n. 14, 1 andar. w
Casa de campo
Offerece se a quem quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do flnado Dr. Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
ca. A localidade 6 muito salubre, e a casa muito
fresca, tem magnifico banho de agua doce em
frente, e 6 muito commodo visto que o trem passa
lefronte : quem pretender pode dirigir-se ao Sr.
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
ou ao Sr. Cannan, a rua do i ommercio q. 40.
Aluga-se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com bons comrao-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim n. 37.
MOFINA
Esta encouracjado!! I
Azu:\ mole ctn pedra lurn
't'aiifo P..;i-a-e .-. Ilitii. Si. ij;u?.i:io V;.'ira d> M
i-rva i na '.'.-!r fit >Azarilh '.'e.-u proviui-ia, o
a'.., ir n tm i'it-|iir '1- tlnxiaji u. 34, a con-
"oil aquclle negocio qoe S. S. se compronetlro a
reaHMT, pcla lenrira rhnmada dfk jornal, *nt
(hs i d'izi'nibrn de 1*71, e dxpois para Jaaaro,
passou a tovereiro abril de 1872, e nada cnofrio,
por este motivo e de bovo rhamado para dito
9m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de niio annos, e quando o Sr. sea Otto s#
tcbava ne*ta ridade.
liOHS PUBLICACOES MUSICAES.
A. J. d't/rvedoRiiH\ovnn f f.
Acabam de publicar se, e acbaoi-se a
venda as seguintt>s musicas :
PIANO SO'.
Danse espanhola, por Aschor 2?0"*
Arabella, mazcrra, por C. Wft-
theimer IJ300
Valsa do Facsto, por Crojzes ifOOO
Sonho de uma viRGEM, por Alber-
tazzi 15000
Anna la Prie, cavatina 1T00O
AoClair de la Lu.ne, por Bussmover 1*500
ESTRELIA DO SORTE I p |fc j,h ^m
Savdac.\o ao Bahia(
Cricket, por Sciias, oflerccida aos
clirickcts club pernamliucano e
bahiano 1500"
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 2*000
NoN m'amava, romance por Goatoia l#O00
Tambem rcebeu da Europa gra.ilc sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. tc.
SAQL'ES
Carvalbo & Nogunra, na rua do Ipollo
n. 20, accam sobre o Banco Coinmcrria'
de Vianna e suas agendas r-m todas as r\
dades e villas de Portugal, a* vista e a praz;
por todos os paquetes.
% Odilon Ilnartc V Mi Sj
8 Caliollcirciro %
Precisa-se de um meuino com pratica ou
sem ella, para taverna : na rua Oireita n. 45.
Aluga-se metade de uma casa de familia,
mulher e marido, sem filhos. so i casal : a rua do
caes da Dettengio n. II.____________________
Precisa-se de um caixeiro com bastante pra-
tica de taverna, e dando-se um pequtno interesse,
que de flador de sua conducia : na rua Duque
de Caxias n. 22, 1 andar.
Aiuga-se
o sitio da Ponte de Ucboa n. 35 : a tratar no mes-
mo sitio, ou na rua do Rangel n. 7, 1 ou 2
andar.
AtteriQao
0 Sr. Francisco Agostinho Madeira, e ragali
vir a rua do Duque de Caxias n. GO A.
Eseravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia i do cor-
rente, do engenbo Serigi, comarca de Goyanna, o
eseravo de nome Jose Borges. mestre deassucar,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade 30 annos
pouco mais ou menos, boa figura, um tanto grosso
e espadaiido, sendo o signal mais visivel uma
gomma na junta do pe esquerdo : roga-se a todas
as autoridades e capitaes de campo queiram ap-
prehender dito eseravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19 que serao generosamente
recompensados.
Recife, 19 de novembro de 1873.
celebre
Florida
Aula particular de insbrue-
cdo primaria
Manoel de Souza Cordeiro Simoes previne aos
senhores pais de seas alumnos, que no dia IS do
andante se ha de achar sua aula aberta em eon-
tinuaclo dos seus exereicios ; bem como ao res-
peitavel publico, que continda admitu'r alumnos
externos e internos, pensionistas e meio-pensio-
nistas: na rna travessa dos Expostos, 2* andar
da casa n. 16.
Alnga-SH barato umas mei-aguas nova*, na
travessa das Barreiras (beoco do Aquino): a tra-
lar na rua do Cuovrfli* o. 25.
- Preciw-se drt mn
dre n. 28.
'riado : no be<*co do Pa-
agaa
DE
MURRAY A l,l\Ml\.
Uma pura distillacdo das mais raras fL/-
res dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia c quas
uiexhausta ainda mesmo por continuada
e/aporacao e diffusao. N'este respeito e"
i.icomparavel a qualquer outro perfume
qne ba de venda para:
UESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
E^ um certo e ligeiro allivio. Com o bom
t)n, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
i>erfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
Mexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confian^a o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banbar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
cio nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irrita?ao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lbora a condic&a dos denies e gengivas.
Como ha muitas imitac^es, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-so toraar cuidado e contar somente o
o famoso perfume j cosmetico do sul da
America, cham
AGLA FLORIDA
DE
MURRAY LAWMAN.
Sj aeba a" veuda em todos odroguistasf
ptirfumari Jas da moda
A
i
Q os penteados modernos qne vendem oelo
Q baratissimo preco de 61 cada uma. v
Cozinheiro
Precisa-se de um bom co'.inheiro : a tratar ;.
largo do Corpo Santo n. 19, 1' andar._________
Precisa-sc
de um perito cozinheiro: a tranrno iiotcl '
Rordeaux. _______.^^__ ____
Precisa-se de uma ama forra ou ck.
cizinhe bem o ordinario para casa Jo fan ilia
seja de boa conducta, pagando-se^OsOOO men
na Capunga, rua das Pernambucanas, casa de i -
tea, junto ao sitio do Dr. Pereira do i.'arnio.
Collegio
de ^ S. da
Precisa-se de uma ama
que engomme e faqa outros
servicos domesticos, em casa
de pequena familia: na rua
do Capibaribe numero 40.
Para eilucaetio lm uicnina*. en-
ttal>olccilo mi rna Forni)-,-
ii 95.
A directora deste collepio. abaixo assig,:.: \>,u
sciente aos pais de *uas alumnas e iv.esni i a I
oschefesde familia que qui?erem eoafiar-Mtt a
educacao de snai fillias, quo no dia 7 it ja^ir
proximo vindouro come^am os trabalhos d-V.e -
tabelecimento, no qual se ensina com asseio e
feii.ao, e por escolhidos professore-; a loitura .(.
prosa e verso, caligraphia, arithmetica, sym i
metrico, lingua vernacula, historia, geographi.:
franeer, ingles, musica v-jcal, piano, desenho dan-
qi, crochet, lahyrintho, obras d> la. b-irda '
matiz e outro, etc., etc.; nao serao adiniUid
mais de vinte alumnas.
A directora continda a ser zelosa e iocantav-
no cumprimento de seus deveres, ; desde ja api
dece em extreme a bonJade com que a honraiii
pais de familias, confiando-lhe a educacao de
innocenles lilhas.
Boa vista, 29 de dezembro de 1873
Maria Fletia da Rocha
Directora
Convida-se
Alu_
para familia, e tendo gaz e agua encanados,
i ilia
rua Imperial n. 179
se uma casa terrea com
commodos
na
a tratar junto.
AVISO
MODISTA FRACEZA
Mine. Clementine Daura, participa ao respeita-
vel publico, que achando-se estabelecida na rua
da Imperatriz n. 19, faz costurar vestidos para
passeios, bailes, casamentos e baptisados, com a
maxima promptidio por preco muito barato, satis-
fazendo nas proprias casas as pessoas, que quize-
rem honral-a de suas encommendas.
0 abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico desta capital que continua a recolher
em seu armazem sito a rua do Vigario n. II, mo-
veis, fazendas, miudezas e quaesquer objectos,
para serem vendidos era leilao publico, promet
tendo desde ja aos seus cumitentes, todo zelo e
probidade( nio so na boa cooservagio dos objec-
tos recolhtdos, como no prompto paga.nento dos
mesmo, logo que forem vendidos.
Recife, !. de Janeiro de 1874.
Por men pai Jose Maria Pestana.
_______0 preposto, Joaquim Maximiano Pe>tana
Cramer Frey 6i C. fazera sciente ao respei-
tavel corpo do commercio que, os Srs. Carlos Frey
Edwin Frey, retiram se hoje como socios solida-
rios, flcando porem ambos socios commanditarios.
Os annunciantes tambem communicam que nesta
data admittiram como stcios solidarios nas suas
casas os Srs. Pompeu Bolley, Oscar Falkeisen,
Eduardo Frey e Julio Meili.
Pernambuco it Bahia, l. de Janeiro de 1874.
Precisa-se de 600* a Joro* dr I 1|2, por espas
co de um anno, dando se garantia em predios :
quem quizer annuncie ou dirija se 4 rua August-
n. -88.
Clorlndo Ferreira Catao avisa as reparti^oes
fiscaes, qae do 1* de Janeiro em diante nao conti-
ntla mais a vender polvora em seu armazem de
jal, 4 rua Imperial n. 187. Recife, 30 de dezem-
bro de 1873.
aos senhores escriptores, litiera'os, ebetM de i -
particoes e commerciantes a visitarem a
ENCADERXACAO BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias n. 21, onde verao qc.
este o estabelecimento que dispoe do" melhcr- -
meios e procesjos para bem servi-los na arte d<
encadernar, e o uni>-o que
POSSUE A MELHOR
machina para pautar papel, riscar livroi, mai-,
manifestos, folhas de empregados, despachos, f.
turas, contas cerrentes e de venda ; cujo traballi
sera regulado pela seguinte tabella de preco* :
Papel pequeno em caixinhai
Para pautar 1 caixa 1*0 0.
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Idem 10 ditas a 400 rs.
Idem 20 ditas a 300 rs.
Idem 50 ditas a 250 rs.
Idem 100 ditas a 100 rs.
Idem 20-. ditas a 15* rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Papel em tamanho fiume contas e despacho*
Por pautar I resma 1*300.
Idem 10 ;i 1*200 cada uma.
Idem it) a 1*.
Idem 90 a 800 rs.
Idem 100 a 600 rs.
Idem 200 a 400 rs.
Mais de 200 a 320 rs.
Outros trabalhos conforme o a'uste.
A difTerenca era preco do panel liso par".
pautado, no nosso mercado, e muito superior a 320
rs. em resma, sendo p< r is>o vanlojoso aos Sr-
IMPORTADORES DE PAPEL
mandarem vir o papel liso para aqai ser pantado.
podendo assim venderem mais barato, ganhan.i
mais diubeiro, para o qae
GARA.VTE-SE
a bondade e limpeza Jo trabalho, entregai J
os volumes de resma com a mesraa parmcao -
igualdade que .-e liver r.cebido na
EN ADERNACAO BRASILEIRA
21- Rua Duque de Caxias-21.
C\B0.
0 collegio de Santo Antonio, eslaaelscido ne-.
villa s ra al eric Do dia 7 do rorranlt.
Alngase o i" andar do sohrado da rn e-
treita do Uos; rio n 16 : a tralar com o mraistro
da ordem terv-ira d^ ^. rranc^co, no con-i^torw
da mi*sma ordein.
r
i
i
j
i

j



;
Jiaric
/
w^-
>-
ru^ "Segunda Mta 5 de Janeiro dfilMtt

Aluga se|Mr ffb^trf rrteiet of Ms e por pouco
dinheiro, mriT exelllfcte^afti em Ottada, na raa
do Bur-Kim o. 21. moka fwsea, cjm commodos
para graude famflia, tendo agua e gat encanados,
grande quintal ou sitio arborjsado, e com excel
cnte vista para o mar e a cidade, apenas distante
tres minutes' M esta'^o do Carmo c pouco mais
dos banheiros : a tratar no armazem de Joao Ro
sa, na travessa da Madre de Peos n. 8.
PrAM'' de
cmprar e cuiiiiliar
da ii. 40, !. aodar.
uina e i;i1a ou $ had para
;5a J}ado garftlez do Oiiu-
Preei9-?e alugar uma aoia boa eozinbeira,
forra ou escrava : a tratar na rua da Imperatr!*,
casa n. 16, segundo andar.
Armada.
fortlegii) france* na
Mine. Cambrone avis* aos pais de fimilia qne
abrira no 1* de janeiw do anno vjndouro um col -
egio franco* provisoriamatte na Capunga, rua da
Venture n. 3i>, para o ew> feminioo ; aiem do
raneeiensinarseha pouuguai, inglez, geogra-
phia, bistoria, musicn, pordados, danca, etc.
1001000 de giatincacao
Kngenho Santos Mendes
I-'ugio no dSO de desemlim, do engenLo San
tos Mendes, comarca de Nazareth, fwguezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula,' 50 annos
de idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, cor
preta, rosto alqnebrado, pes seccos e efpanados,
dedos curios, cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabelludo.^ bo queixo, e-e bem ladi-
na. A nessoa que entregar esta escrava ou ao seu
dono, qne 6 o senhor do engenho aeima, Lauren-
tino Gomes da Cunha Pereira Beltrao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecompensada com a quantia de 1001-_______
Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fallar ao Sr. 1 tenente Jose Maria Pestana, a ne-
gacio de sen interesse.______________________
i -i r I Precisa-se de uma araa para co-
A \!1 A liobar em casa de pouca farailia : a
\ VI /\ lratar na "ia do Hospicio n. 46,
axIIx i-A- casa que lein bolas amarellas,na
coraija. JTlI
AMi
nija.
Piecisa se de uma ama para cq-
ElniMr em :ea
a tratar na rua do Hospieio, casa i.
70, qne tem bolas amarellas a cor-

Alaga-se
a casa n. 13 a Passagem da Magdalenha
ar con) J. I. M Rege. ______
a tra-
Desappareceu ao amanheoer do dia 4 do corren-
te, do engenbo Serigi, comarca de Goyanna, o es-
cravo de nome Jose Borges, mestre de assucar,
t eBdo os signaes seguinles: cabra, idade 30 annosr
pouco mais ou menos, boa flgura, um tanto gros-
so e espadavjlo, sendo o signal mais visivel uma
gomma na junta do pe esquerde : r ga se a todas
as autoridadcs e capitaes de campo queiram ap-
prchender dilo escravo e leva-Io ao referido en-
genho, ou ne^ta praca a (Hiveira Filhos & C, lar.
go do Corpo Santo n.'19, qne serao generosamen-
te recompensados. __________^__________

Amu tie leite
Preeiea-se de uma ama de leite que
e abundanu paga-se bem pa rua Fortnd^a
n. 24, casa com Jardim defronte'oo beceo dos Per-
reiros. ............
Precia-se de uma ama para ioozf--
nbar ; na rua de Hortas n. 16, pri-
meiro andar.______. ___________
Procisa-ae dB uma.ama > prar a cozinhar : na rua do Impera-
dor n. 79, loja.
f urtaram da 1 anlar do -spbrado a. 34 da rua
eMita do itosariu, ma^lil 4 26 do eorrente,
0 seguinte : 1 collete de merino preto, i relogio
de ouro, descoberlo, com o mostradur de vidro
Srosso e p interior de crystal, do novo systema de
ar corda, e eorrente nfata, tendo no bol.o do
mesmo cuUole 50> em dinheiro, sendo quatro no-
tas de lOjt e dua* du 5 j, o mais 1 bilhete de rifa
de relogio, e outrus papcis, 1 wLrecasaco da pan;-
no preto, contendo 1 lenco de pontas amarellas,
1 mago de chave?, papdis e uma letra de 800 ou
9Q0 ,t*ntos. niil ret?, c$bl tffa.jflr,mas, ,toa#,das
quaes sao os Srs.,^pU*wa ^r?Mcis6o de Amuquor-
que Santos e ltoM()Jtoift(qB.lJcb6a Tavalcant^,
t caioisa de fu,stao,c.om corierwtw^uDjjjO^fte ,gra-
vatade gorgurao wm botiTes grandes de.iar'^aru-.
ga : qualquer pessoa a qnem ditbs objectos fo^(B../>ffe-'
:f"
.- _5i-:
n. 60
' xj^P
Rua da lmper
JLtfJSO
4MA
AM
A "lli" A Precisa-se de uma ama pera engoni-
il.iw.ii. mar. (raiar m Passeio Publico n.
34, loja. ________'
Ama
escrava.
Precisa-se de nma ama escrava por alngnar,
ue cozinhe e sirva para Tender na raa qaando
r preciso : a tratar na loja do Passo na rua Pri
meiro de Marco. _____________
A TYlH ^a rua do hospieio n. 49 pr
""-lllt*' de uma ama tivre 6u escrava.
OaWxo a8ia*e dsMbeJartdn m,ab6aria e^
Mmria a vajwr si(a r*^oBarai'do Triumph >,
(outr'ora Brum) daclara mie de hoje m e
nao se responsabillsa e nem pagara debito alga n
ontrahido em son 'Mf~> par qnem after qi e
seja ; outro sim- wMntifica.aas-sidevedore? qi e
os unieos encarregadMida eolwanca de sua ca a
ia*su *Mst Kfidio.de iVaeoncek)s e Jd o
ftrandeo-MartiBS. ,n o.
Recife, 2 de Janeiro de 1874.
- AMmtioiIoiiquJmdt VasatnctUos.
---------------------------------------------------------------i\i\n. ill
I
Pad
ana.
Aluga-se a da rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
a tratar com Taso Irmaos, rua do Amoriin n. 37.
AMA
antiga rua d Cadeia.
------
Precisa-se de uma ama qne
saiba ooziobar beni : na raa
do Marquez de Olinda a. 22,
un.
Vende fazendas para liquidar, por baratissimo preco como
abaixo se ve:
Pereira da Silva & GuimarSes teado em secma.grapie d^peaito Ue fazaodfls
tem resolvido fazer uma liquida^ap das mesmas com graojde abatim^nto no pre^os
com o unico fim di apurar diri+ieirn, para o que coufcMM* W*6 os sous uanMrosct
fregqezes, como o respeitavei publico, a vir surtir se de muitas, fazendas, boas ebaratai
no sou estabeleciinento denomiuado Or-Vavaoa rua da Iroperjtriz n. 60.
SmM Barao da Victoria n. 1%
Na estrada de Luiz doRegc o Santo Ama-
ro das SaUnas n. 15, se preciia de ama ama 4e
leite sem filho, paga-se bem. .
Precisa-se-de.uma ama .para coi'i-
AMA,
Sen sala-nova).
na
nbar e fnzer pequeaas cootpras
D. Maria Cesar n. 30. (outr'ora
Allencao.
Chaiuam-se
quez de Olinda n. 40, os senhores abaixo mencio
nados a negncio de interesse reciproco:
Adrlpho Rober Kooper.
Bento Magalhaes.
HerflMgenes Xnues da Silva.
Joao Marlins Nogneira Santos.
Miguel Lupes Guimarles.
Jose Affonso.
Miguel Ferreira Pinto.
Miguel Ajeveda
Manoel Theodoro do Nascimento.
Bernardino Lopes dos Anjos.
Domingos Mafra.
Antonio Serra.
Jose do Bego Araujo.
J.)s6 la Cunha Freitas.
Jose Iguaco Porto.
^nUmio Moreira Camara
Zeft-rin Doniiugncs Moreira Junior.
Joao Rafmso de Souza.
M: n-.el Kauellftr Pereira de Moraes.
A
mio Aquilino da Costa.
..;;ud de H-iiianda Cavalcante.
.in riado para p servigo
butel ^e tarHordeanx
i recisa-se
de coziuba
a tra-
Escravo fugido.
l'agio 26 tastiao, --ii iilo fulo, sem barba. com idade d*20
s, ; Itura regular, corpo reforcado, falla um
poucn ile> .'in-.iil'i; foi aqni vendido em IS le de-
ibro or 8-3 poi Jos6 Francisco Pontes de
.-wmt", n r.' 'or na niatiiz de S. Gaetano, fre-
tezia i i- ip r.. tendo sido escravo de Alexan
e Ribnir". tl Sibral, da mesma freguezia ; acha-
.-.' mail icnl !* mo municipio de Caruard, pa a un-
cle sp le.-c iniia ter fngid.i ou para a Ranoza ; ro-
ga-se < I i'l is a- autridades e capitals de campo
r. api'rr !c-ti-. i d dilo escravo e leva-Io a>. Recife,
ra-> il>> l...ia'.ii'iito n '.8, armazem do Ba iza, que
serao generosomeBte recompensados.
Recite, 3" de d^zembro de 1873.
Escravo fugido.
Fugio no (ii 27 de dezeuibro da ca^a do seu ?e-
nhor Pe Iro Os trio de Cerqueira, morador na es-
trada da To re, sitio das Mangueiras, o escravo
Maximiano. prdo, 36 ann s, pouca barba. tem
os dedo? rtfts [>6 t'astante unidos, levando vesti-
do roupa de riseado azul e um boni-t de case-
ciira, e oufa rnuda con-tante de uma cainis.
Iranca e uma calca de ca eraira escura, cujo es
cravo ( natural .do senao de.-ta provincia, e re-
.-. lio p r muito >empo na freguezia de Ipojiica,
engenho Q Hoz, err cmpanhia do seu ex senhor
Francisco das as a,t rids ins polieiaes e capitaes de campo,
queiram apprebender o referido sitio, on na rua,da Iraperatriz n. 32, que
se rccompensara com toda generosiladj.
arneiro fugido
Fugio um carneiro branco com o cabello gran-
de, poreui :i .... .id.j de sujo. levaudo ao pescoco
um pedaco d c i la velha amarrada, tomou peia
trada de fwro ie Apipucos, entrando nella em
S. Jos6 do .M.mcninh : roga-se a pessoa que o
liver achsue o favor maridar levar ao Caminho
Novo n I' 8, ou a rua Nova, loja n. 11, que se
r-compp'-isara
Clurind Ferreira Catao avisa as repsrticops
' .scaes qne do i de Janeiro em diante nao con-
liniia mai> .-. vender pnlvora em seu armazem de
sal a ma lmper al n. 1*7. v
Recn'.! 31 1- l-ze.iwr.i de 1873.
iloziiiht'ira
Precisa ?e d u fmpcrairiz n 37, andar.
na rua da
O Sr. Candido G. R. Lima, faea 6 favor vir a rua
do Duque de Caxias n. 60 A.
*&*OGO*>*3Q i cX>0i_iai_g|*
m Consakorio wedko-cirnrgico %
i DE
1
O Sr. Jovino Fernandes da Cruz e Joanaiai Cle-
mente de Lem4 Coronel Saassuna n. 182, a oegocio de particular
interesse. ___________'
Attla-^Miirtieularcde primeirajS
letkas.
Anna Ttieodora SimSes avfaa aos senhores
pais de snas alumnas, e ao respeitavei publico
que se.achar^ abcrta sua aul* particular de ins-.
truccdo' pnmariay rio dia 7 do eorrente, _.na r^ia
travessa dos Jixpojtos, casa n! 18, primeiro'andar,
onde wpera satiafazer aos. senhores paiS.de fa-
milu,,que, {tw. couliarem sdis fillips, tanto nas
luaierfas aue constilue'm a sobredita instr^ccao,
como tamoem era .musica vpcal, e po que for
concernente as habiMades. ie agulha.
DE

C-\ M B K AI AS A 45, 4500, 5, 65 79.
O Pavao vonde um magnitico sortimeoto
das mais finas cambraias .brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada pe{a, pelo ba-
rato prec,o de 4^, 49500, &J>, 6i tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assi 11 como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que veoda.de 4$
ate 89, sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 59.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
A' este,gr*pde esUbelecimento tem cbe-
gado unxibom sortimento de macbinas para
ostura, .dModo* os auiores mais acredito- j de lambraias" b7an"ca7 comlwnTtos salpiqui"
dos uUimamentena Bucopa, cujas machines, nhos miudinbos de cores, tendo 10 jardas
sio-gmntidas por ura anao, e tendo pm | cada ^^ de vestido e vende pelo barato
psrfeito- .artieta para ensinar as. mesmas, em
qualquer parto desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambera d'um
anno sem despendio algum do comprador.
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a qua'mner hora.
Consultas: Aos p bra. gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
(/ompanhia do Gaz.
A empreza do gaz tem a hunra de aniiunciar
ao publico que recebeu ultimnnte um esplqn-
dido sortimento de lustres do vidro, candibi-
ros, arandelas e globus, cujasamostraseslao
no escriptorin a rua do Imperador n. 31,
e serao vemlidos aos seus freguezes pelo
proco mais raznavel possivel.
0
m
*
9
MEIHCO-ClttUUGICO ft
no m
Dr. Nanta Rosa. 0
Rua do Barao da Victoria n. 46,1.* i
andar, outr'ora rua Nova.
Consultas das 10 horas da manna ao CI
meio dia. A
Chamados por escripto a qualquer hora
Espeeiaiidades. Partos. niolestias de 48)
olhos e ii 1 apparelho re pir^torio. ^
Aluga se 0 2* andar do sobrado 11. 70 a tua
Duque de Caxias, proprio para familia : a tritar
na loja
No dia Id de novemhrn proximo passado fugio
da povoa;ao de Goyanninha a escrava Merencia,
de idade 18 annos, estatnra menos que regular,
bem parecida,bonita de orpo.pes e dentes.cor fula,
costuma abrir 0 cabello ao meio da iabeca, e os
conserva grandes. tem queimaduras aos bracos, a
principiar das mnnhecas, conduzio vestidos de
cambraia, cassa e cbita, chales e sapatos: quern
leva-la a seu senhor, na povoa ao de Goyanpa,
ou em casa de Antonio R., a rui do neio. cidade
de Goyanna, tera bem recompensadp.
A' Torre
Aluga-se para pssara testa um sitio com
excellente casa de babitacSi e banbo no rio
a frenta desta : quern a pretender, p6de
procurar A rua de Gervasio Pires n. 24.
Alugaiii-se
As casas da rua de Lomas Valentinas ns. 19 e
32 : a tratar com 0 ministro da Ordem Terceiri
de S. Francisco, no consiitorio da mesma Ordem.
Copeiro
Preei.ca-re de im copeiro que seja asseiado :
1: rua d.i Im.'^i'iriz n -37, 1 andar.
0 aoaixi assign c to dectara ao respeitavei
corpo d-> c nn n.'.-io, qne ne-ta itata.tem Jissolvi
do a sod Jadi! .'lie tinna na firms de M.'deiros i
Oliveir-i, licamlo lodo 0 activo e passiv., sob a
fir ma d 1 ^edr J ise" de Medeiros & C.
Recife, 2 du ja leiro 1e'l87i.
vi'inwl Jaci
intlio de Qliveira
Collegio de Sauta Ge-
noveva,
St-feidoJIiNpM- K
0 director ,r:.nio Ma' de Am rim avisa
a-.N Him- Sr.-iiis e tntores de seus alumnus
qu1 Ie wgo !;ira ii do eorrente *m di- fuiecioiurao a .i^ilas rtenie collegio, oiid<- a ma
tncula i->-u-ri.:"t.-tara aberta.il^Ac. 0 ilia 7.
Alu::. 1 1 e-crava me lavar para ci I' j> -ii'- < fainlifa. on hom-m sol
teir : na M-irjnez dd'OIin la, casa n. 1.
I p 1
1.1 Mi
sw mi 1 a 1'.','.
|r! 1 jOliva deolara^i
lie.:..-, c !., ) .1 i;Ull:i sU HOi
111c
Ma
ne, 11 ir coiive,
.,Bame,i_Lra JoSu
hvAr I87i.
0
Ten! 1
mo ii
Ji:H(lo-,
ite^f&r?lm0 Alves
'dfcic/ra
tr a (':-.,!, ;n i'ar-
. I irbiua

..ii nil ..
.:-
'i'O-
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucaoas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31
|jtT&%-ME
0 primeiro andar do sobrado da rua do Coronel
Suassuua, junto aos vtart\riosn 146. com grandes
e..111:1111 his p.i .'1 fauiilia. muito fre-ro : a tralar no
mi-sino -brf do, 2 andar, da; 3 as 6 horas da
tard por commodo preco.
Quem preclsar alugar um borft,6pfitnhe,iro, din-,
ja se a rua. do Atalbo, junto a caixa d'agua, n.|9.
Manoel Jos6 de Albuquerque Mello, profe-
sor pariionlar de iaslMiccaa element ir, provislo-
nado pela directoria de iutruccao pnbliea. (az
scienlu aos pais de seus alumpis eqii'in man
pr- cisar, que abrira a siia aula 'tu> dia 12 do eor-
rente, na casa siu uo-^atao do Terco n. 23, on-
de os pretendeotes se poderao ^ntender com; 0
annuncianle : outro sim declira quo recebe em
sua aula peosionlstas e meios pensionistas, pior
ni en or quactia do qqe em qualquer outra aula
ou collegio; nromettando, como e de coatume,
todo 0 desvello na edocacSo e boa m ircha dos
alnmnos. _____________________
Tendo-se Jeseuc.iminhado a cauteU numoro
C-l!}66-rB, do pader,dp hypolhecante, previne-
se ao senhor da- casa de penhores, que nao enire-
gae oiobjeclo a ella pertpncenU, senao aseu|e-
gilimo dono.
Nesto estabetecimento timbem ba portends
para as mesmas machinas e so suppre qual-
quer pec* que seja necessario. Estas ma-
cbinas trabalbam com toda a perfoicio de
um e dous pospontos, fraiize e borda toda
qualquer costur-apor- fina que S'-ja, sens
precos.sao da seguinte qualidade : ;>.ira tra-
preco de 59, por ser pechincba, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda finissima
a 79500 e ditas a 59000.
YESTID03 A USO DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
oada corte todos os enfeiles necessarios como
sejam: babadinbos, entre-meios, rendas,
requeQfes, e vende pelo barato preco de 129
cada um, assim como, di.os a 2 de julho
francez muito fino a 39000, apenas precis*
1, V4 motro para um.lepeel.
a 29, 29500, 49.
0 i'avao vonde cbaies a wniUcio de me-
rino a 29, ditos do meripo lisps de tpdm a
cores a 29500, ditos deaerindestampadov
muito finos a 4^, 'ili.tos finissimos com lis
teas de seda a 69*4j .ditos auito fiuos dc
cropom a 109 e 129.
4l^odtlo .nfe*tde a tr e 1?M>
0 Pavao vende algodio eufustado com t>
palmos delargura, proprjo para leosoes
sendo do mais encorpado que tem vindo
mercado, liso a 19 a vara e tran^adoa.....
19280.
ATOALHADO A 19600, 29. 59.
-.- 0 Pavao- vende atoa%a palmos de iargurfL^ I4209 e 19600, diu
adamaseado a 29, dHo do linbo adamasca
do a 39 e 59.
balhar raao do 309000, 409000, 459000 jcom toios oseaXeile&a-109. cortes jle cam-
bcaias brancas abertas, com listras e lav. res
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39500, e" pechincba.
-BH
Villa dePalmares
Vende-se por preco muito baixo duas casas ter-
reas a rua Nova daqqella villa ns. 35 e 37. com
grande terreno ate 0 rio.estao alugadas, e dao DQns
jnros ao capital cmprega-lo : a r .tar no Recife,
rua do Crespo n. 7 A.
e 5O9000, para trabalhar com 0 pe sao de
809000,. 909000* 1009000, 1109000,
1209000,1309000, 1509000, 2009000 e
2505000, emquanto aos autores *tao ha al-
teracfio de pregos, eos compradonis poderao
visilar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objector que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianea (akas),-dtas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para.homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes 0 pe-
quenos, apparelhos de metal para chd, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tarn pas para cobnr pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mm-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nna ate as 9 horas da noute a"
Rua do Barao da Victoria n.
Vende-se
por muito commodo preco excelentes lerrenos
nos seguinies lugares: na Torre, a margem do rio
Capibaribe e perto da esta<.ao do Cdminho.de fer-
ro ; na estrada de Beberibe, a margem do rio e
perto da ettag&o do caminho de ferro, na estrada
nova de betterihe, tambi-m pert. da estafSo : a
tratar com Joao Feilosa, na rua estreita do Rosario
numero 23.
Vende-se um bonito sitio na Cruz das Almas,
traressi da Tamariueira, c-m gradiamenlo e por-
tao de ferro, murado na frente e nos lados ate
certa altura, com jardim e muites arvoredos fruc-
tiferos, como : mangueiras, jaqueiras, laranjeira?,
etc, (produz mais de 15,000 laranjas por anno),
baixa decapim plantada de novo.
Boa casa, com cosinna f6ra, quartos, copia, e
calcada em roda da casa, cocheira, estribaria e
quartos para criados. 1 quarto para dispensa, ou-
tro para secrela, 2 cacimbas com as competentes
bombas, boa agua de bober, e casa para banho.
Um cabriolet do 4rodas,e 4 assentos, uma carro-
?a para I cavallo, todos com seus arreios. Avia-
mentos para fazer farinha (madeira de sicupira)
em bom estado; f bol c-rni earro^a, tudo se vende
por 0 dono quorer retirar-se para Europa. A tra-
tar com J. Mendiboure, no mesmo sitio.
Terreno a venda.
Vende-se um bom terreno no becco do Espinhei
ro, com 115 palmos de frente e trezentos e tamos
de fando a tratar a rua de S Goncalo, sobrado
n. 29, junto a igreja, de manna ate as 7 horas e
a tarde de 4 horas em diante.
tVISII
Bernar lino da Silva Costa Campos, com arma-
zem de viveres a rua do Imperador n. 28, fat
scient'i ao respeitavei corpo commercial,.a seus
amigos e freguezes, que desde u do corjeale
ad-iiitio p ra seu sosio ao Sr. Manoel Jose .de
Sou'ia Mniiei, cuja sociedade tem de gyrar sob a
firma le '.:irn|ios & C, a cargo de quem flea ,0
activo e pivo da extmcta lirmi Ejpora, ppis.
0 annunciarte contliuar a mereco' a.cpouarj^a
que todos Ihe tem prodigjilisailo.
Parr edificacao.
Vende se portas de amarello, rotolas de dito e
varias outras pecas proprias para edificacao: para
v.t 1; tratar a rna d.'-S. Gon^k), sobrado n. 29,
junto a igreja. de manha ;ate .is 10 horas, e a
tarde ate as 4 horas em .diante.______________
Libras sterlinas
iVendem Percira'Carneiro &C, aTtia do'Com-
merci.> n. 6___________________
- Vende-se terra a'retalno, a preco de 24 0
palmo, com in!> palmo*de fando,3 estrada do
Arraial, junto do sitio 4os Baritis ; assim como,
tem dentro da me-sma propuedade duas casas, 1
de madeira e o'utra de pedra e cal, sendo nova e
grande para' fmitia; tambem tem terreno dentro
do mesmo sitio para diversos pre;os, com muitos
arvoredos, com boas baixas, com riacho pelo
meio do sitio, e; a..linha fcrrea de Limoeiro pas9a
por dentro da' rtfesma propriedade, e muito boa
localidades, ficaitdo eita propriedade no cenlro de
tres estra las : quem pretender dirij a-se a tratar
pn mesmo ai.Uo. __________. ...
CORTES B0RJ)AD0S A 209 E 359-
0 Pav5o vende ricos cortes de cambraias
brancas dolicadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 209 e 359.
CASSAS ERANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, 0 covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara ti-
nissimo I1I6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORNOUS A 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vetide pelo barato preco de 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerin6 e com listras de seda.
22.
INaoha mais cabellos
braneos.
fljMi tlMEZH
S6e unicaapprovada pelas acaderaias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
LAZINHAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinbas lisas,
sendo verde e cor de lyrio, pe 0 barato preco
de 320 reis o covado, assim como delicadas
lazinbas de quadrinhos a 280 reis, e pe-
chincha.
Cranailincs a J 40
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas grattadines ou gazes de
seda para vestidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato preijo de 640 re"is 0 co-
SKA P.V*A *F.STIl)0S
a 19600 e 29.
- 0 Pavao venda urn bonito sortimento d
sedas com listrinhas proprias para vesti
das de meninaAejte^eithora a 19900 oco
vado, ditas LavradjiphAs* 29, os pak6es sac
muito bonitose vende-se por este prec,o par
acabar.
0 Pavao tem um completo sertimento de
botiuas muko.btm enfeitadas parasenhorai
e vende pelo b*rato prego Je 59, artigo qu*
em outra qualquerpartccusta i9e"9.
LpgpS BRA^COS
a ^9061'.
0 Pavao vende fencos braneos ab inh
dos, tanto para bomeas como para senhoras
a 29 e 295U0 a duzia, ditos de esguiJo
cambraia de" Hnho t mbera ab inbados t
39500, ,49, 59, d tos franeezes escuros, pan
rape a 69, a duzia.
CAMISAS PARA JJOAIEM.
0 Pavio vende ricas camisas com peiu
de litiho boribidas, proprias p ra noivo
10j5> e 129 cada uma, ditas de linbown s*
rem borl das 49, 49500 e 59, ditas con
peito de algodao muito linas S9, 29500 -
39, ditas decbita Gna miudinh a 29,29500
e39, ssimcomo grande sortimento de ce-
roulas francezas tanto dc linho como dc a
godao de 15600 ate" 39, gr ndc sortimentr
ie mei-s cru.s inglczas de 49 ate WOOO :
duzia
FAZENDAS PARA LLTO.
0 Pavdo tem um grande sortimento rU
fazendas pret^s para luto comu sejam : ca*
s-s, las, ou lazinhas lisas que vende a 40(
e 500 reis o covado, bombazinasde 19601
ate 29 0 covado, cantao a 19 e 19200.
granadine lisa com listras, cassas e cbita-
adoegranadiue preta com listras de seda .t0 De for?a de dous a seis cavallos: a venda no
armazem de Joa.quim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do Corpo Santo n. 25._________________
Wil-on Howe & C vendem no seu armazem
a rua de Commereio n. 14 :
OverJadeiro panno de algodio azul amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
Farinha de mandioca nova
Teem para vender Joaquira Jose Gonc,alves Bel-
trao 4 Filbo, a bordodo patacho Sapho, chegado
de Santa athariua, fuudeado defronte do trapiche
Barao do Livramento ; e para tratar a bordo, on
no seu escriptorio a rua do Commereio n. K.
Canarios da Allemanha
Chegaram pelo ultimo vapor da Europa, per
feitos cantador.-s e de cores muito lindas : acham
se a vend* no armazem FideKdade, a rua do Im-
perador in. 14.
per
Fara aeabar I
Rlcds chap^os para sepbora s6 na rua Duqne
de Gaia8 n. 60 A, loja da esquina.
O
Constando iu.- se tem au Sr. Salvador de Si pieira Cavalcante, com sua.fa
imlia, leviinlii c>msig.) os escravos P/anc, "
Aq duerido re-tmur a >en >lono, nao "ks^mn'^i
dadt de pri-ab qnt* i-ontra si iem d* Sr.,
do Commerri 1. previne,se qna ningqept ji(i
negocio :.lgum eom lito^alvad ir/tHtrnpte'^
eserav.is. Heoife, 3 .le laneiro He i$tb.
Pngin no dia ?0 do dezembre de 1873,,0 es
cravo de nome Joaquim, de idade 3^ adrios,
e cheici do Corp"', r.in nni >ignal no
ma. p-.re *. r de U111 talho, assim COIBO
tern 11 n pe.jneno defeito em um olho :
pegar te;;h i a boodadti de <\ trazer ru.toa.
ta Itua > i int.) .1 iHii.,.io_ao.
I', (.. 1 se |.. tiin i! uxeiro
; B
Uma armafio do amarello erividracada com,
balcao proprio para qualquer ,negocio : a tratar
na.rua.flo.Crespo n. 2Q.
Vende-se.no hotel-da AHiaa$a a rqa do .Commer-
dlo n. tt;
Piano
Veodetse. oaalga-se um phmo de armario
m pretender dir^a-se a rua do* Quarteis n.
lip,
a 19800.
LAZINHAS A 360 0 COVADO.
0 Pavao vende bonitas lazinbas tianspa-
rentes com palminhas a 360 reis g covado,
ditas ditas indianas com lindos dezenbos,
tanto em listras como em quadros a 280 rs.
0 covado, e grande sortimento de alpacas e
lazinhas de 400 a 800 re"is.
CHITAS DE CORES
a 200, 24b, 280 e 320 rs.
0 PavSo vende um grande sortimento de
bonitas cbitas tanto claras como escuras e
vende do 200 ate 320 rs., assim como ditas
com listras aolado muito finas a 360 e 400
rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 e 400 reis, garantindo
serem todas de cores fixas.
COBF.RTAS A 29, 29500, 39, 49.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
com ramagem grauda, pelos baratos precos
todas pretas e lavradas de branco, merinos
outras muitas fazend s apropri das, que sr
veude por menos do que em outra qudque-
parte.
MADAPOLQES ENFESTADOS
a 39000
0 Pavao vende pecasde mndanolao enfe
tado com 12 jard.-s a 39, dito a 39500, dtt
com 20 jardas a 9, 59500 e 69000, ditr
com 24 jardas de59 ate 89 e 109, sendo o
mais finos que tem vindo ao mere do.
Algodaoziiiho a 494MM.
0 Pavao vende pecas de algodaozinh*
muito encorpado a 49, dito a 59 e 69.
TAPETES
CORTES DE CASEM1RA A 59-
0 Pavao .vende um igraude sortimento d>
cortes de casemira para calcas, com bonit :
de 29, 2950'1, 39 e 49, ditas encarnadas; gostos, claros eescurosa59, ditos de 69.
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor i 79, 89, ate" 109, superiores cas^roiras fran
com barras a 49 e59, ditas decrocbe\para jcez se inglczas, para covado, de 89500 at*
Vende se baratis-inw an pcqneno balcSo de
pao d'oleo,. ap* a|laiaU>alanc> de ferro pura
cima do mesmo, uma grade de madeira, propri 1
Pra qualfluerr^artimeWo pu.dui^o^ue ju-in
fazer-saiiof JwitWiw? e%n dmia^B Mboas lar-
g*mnm*ti*miim/l' ialis^do, poieui em bom e^iado : rfM.rna do
bufi a. 11.

Km seu? nrmazens A rua" do Amorim
^n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender Tijoios encarnadoe sextavos para ladrilho.
Caaos de barro para esgoto.
.Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barrii.
Phosphoros de cdra.
Sag., era garrafoes.
Seva.dinha em garrafSes. ,
- 'Leotkhas em garraloes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Pwto velho engarraftdo
Viuho do Porto superior, dito.
Vinho de .'(irdeaui,.dito. !n<>'
V^of. com.lu-uas .e,dobrad*s iflgWUa. j9,
Lic.ire- Jos. jx.
- Freres. ,,
t.uicmho inglez. 6|
Utr .- .-.uri '"ir.lho Mm salmoura.
cama de neivo a 69, ditas muito rlcas a 169,
ditas de damasco a emitacjio de seda a 109
e 149.
Fuartdes
0 Pavao vendefustdes braneos ade cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mereado, tanto para roupa de criancas como
para vestidos e-voupas de^omttn,-^ vend
pelo barato pre$o de 560 ate" 19, 0 covado.
BRAWANTES
a 19600, 26200 e29500.
0 Pavao vende bramantes 10 palmos de largura para lenc6es, pelo ba-
rato preep de 196o0, dito de liutio com a
mesma largura a 2?, 29200 e 29500. dito
Carte* de chit a a 9, *9&0 e
NNi
0 Pavao vende cortes de cbitas dscuras 0
claras com 10 covadoscada c6rte, pelo ba-
ratismo preco de 29. 29500 e 39000.
CORTES DE BRIM A 19400.
1 'O^atao! vende cortes debfim pardo para
cnl<;a, a 19400. Ditos de cdr, fazenda mui-
to boa, a 19600.
Espartilhos a 3#e.^^00.
0 Pavao vende os mais modernos esparti-
lhos, proprios para senhoras e meriinas.
65, paunos pretos e de ores dos mais bara-
tos e mais finos que tem vindo ao mercjd.
por precis muito razo^veis.
Roupa Teita
0 Pavdo,:tem constentemento um grand'
sortimento de roupasfeitespara home in, qu<
vende por preco muito em oonta, como ae-
jam :
Calcas de brim de cores de 295)-0 ate*St
Ditas de ensemira escura a 39500
Palitots da mesma fazend 1 a 49500.
Calcas do brim purdo de 29 ate 56.
-bit* de casemira de cdr de 7(5 ate 124
Dit-s de casemirp preta de 70 td 144.
Palitots de panno pret de 49 ate 129
Fraques de panno preto fiuo 359000.
Cal; Colletes de casemira de cor de 39000 at.
59000
Ditos de dita preta de Afcnte 79.
Cortes de It* Itmm.
0 Pavao vende bonitusoorfajpite-UsiBfla!
padroes miudinhos com Uu<1m cores, tend<
15 covados.C4da; corte, pelo barato pre^ou*
CORTES DE ORGANDY A 39000 e 39500.
O ^atao vende corte de organdy branco.
pelos baratissimos precos cV 39 e 49000- com listras e qoarkioone, sendo fateada mu
Ditos muito superiores, braneos e de cdr, a to ina.peka bara*atiios pteoar d 39
59 e 69000. 39500 0 corte.
1 Cerodlasfrsncezas de linho e Algodio, para todos ospre$os e qualidades, assiq
como grande sortimento de meias cruas, camisas, colennhos, que tudo so veade po-
[precos muit 1 moaveis.
'........ "1....... 1.......... 1 a 1 ............'. 1 .__________.
Fio ia algodao da Bahia
,__---------------------_--------_nvrnvr1
Op v.iri.i- -
Ufiii r-
tsaio -orr
Tem para vender etn ^ob
Jose Goncalves Beltrao & '
mercio n. 5.
As unicas


Kaiy,.,-! ue uiinda a* 81
is qne vem a e.-te mercado
4.0, C. Boyle.
Ten^lta**-v*#- :
fin*****..
i Cha-ptefoem (attaa '4 IH'Mtaf
Todas as preparapSet okinicu do Or. k. ii .
annaMm da rua do CenuDMtio n. 38.
n
j


*c


"
-
1
Diana de, -Pernammioo -n- Seguflida tej*a 5 U
SOARES LHTE,
ONICOS "
Rita tfo Barao da Victoria n. 28
Ls mais srmrjflfcs, as mais baratase as melWes do mundo! \
Na eiposigao de Paris, era 1867, foi concedido a
Ellas Ho*e Junior, a medalha de ouro e a condecora-
$&o.da Legiao de.Houra, per aerera aamachioas mais per.
feitas do mundo.
? medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Eslados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
Rua da Imp'eratHz 11. 72
\nmrem Percira Jleute^tiiiiiiaraeSi
Declara aos seuS freguezfis quo tern resolvi o faze uma gran e liquidacao, H6 o
fira docorrente anno. '
A SABER :
CAMBIUMS BRARCiS A 3800b; Ditos do palha, a U. 33000 e 49C00.

Vende-se pecas de cambraia1 branca, tapa-
da e transparente, a 39, 3*2500, 4$000 c
55900.
tASINHAS A 200 RS.
Vendo-so lasinh'as para veslidos, a200,
120 500 rs. o cdvatfo.
ALPACAS AOiORS.
Ditos dc iftassa, A SfcOOO.
PtiKPCMAHIAS; W WQtlOAgAO.
Vende se sabonttes dedi versos tamanhos,
a liO, 200 e 240 e 320 rs.. todo bom.
Frasco debarfha, a i&J, 320 e 400 rs.
Frescos com agua.de colonia,, a 240 e 326
rs. cada am. Edutros muitos extractos que
Yep'dVse alpacas do cores com lislras a 640 se vende muito; bafato para liquidar.
e 800 rs. o covaJo.
GR4NADIEA800RS.
Vende-se granadine preta com listraS de
cores, para vestidos, a 800 rs. o'co-'j
POL'PELl.NA JAPONKZA A 15800.
Vendc-se uma fazenda nova com Trstas,
A medalha de ouro na exposic,ao de Londres acreditam com o nome.de pnupolina japorteza, propria tasde cores a 200 rs.
TOALUAS A 800 RS.
Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. cada
uma. i.encas bran cos, a 25000 a duzia, .e
35000 abalnhados",''fazenda quo veude-se
por85000.
GIUVATAS PRETAS A 500 RS.
Vende sfigravstas pretas, a 500 rs. Man-
estas machines.
Cflbe-nus o dever tie annunciar que a companhia das machines de Howe de Nova-
.ork, estabeleceu nesta cidade. a rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agencia
"U, para e!.PenaraI>ur-r> e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
r ds Howe. Estas macninas sao justamenle apreeiadas pela perfeicSo de sen trabalho,
pregando area agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
< *! introduc^to dos mai^.aperfai^oados apparelhos, estamos actualment9 habilitado* a
*erecer a? esarac poMfeb- as melhores machiners do- mando.
As wantagens destas macMnas sao as seguintes:
de
menmos, a.
para vestidos de" seiihoras" 'a 19*00 o"co-j Chapeos para baptisa'dll
vado. Todas estas fazendas sao vendidas no 35000.
Bazar Sacional, & rua da Imper uriz n. 72. [ BENGALIS E CHICOTES A 800 RS.
CORTKS DECASSA A 255 0, Vende-se bengalas e chfcotos, a 800 fs.
Yemle-sc cdrtes de cassa para vestidos, cada uma, para liquidar.
com ldovados, a 25S00. '''
(HIT'S L.VHGAS A 2i0 Rs. "GRANGE LfQlIDAGAO DE ROUPA FEITA
Vende-se chitas francezas, largas, de'c6res| Vende-seceroulas de nlgodno, a 19000.
fias, a 240, -J00, 320 e 360 rs. o co-0
vado.
CASSAS DE CORES A 260RS.
Vende-se cas?,is francizas finas dc cores,,
I a 200, 320 e 400 rs. o covado.
SA1AS A 25000.
Vende se saias brancas com barras de co-
res, a 22000.
CH1TAS PARA CQBEB.TA A 280 RS.
Vende-se onitas para cobertas, a 280 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA DG-MENS A 65000 A DUZIA.
fritpflif*.-Q pubUco.safe^ijiv* ellassjo duradyurasr para isto prova incootestavel a
rfui08tancja de nunca terem anp^arecido no mescado machinas d Howe era segun-
' mio^. ,
Sesuo4a-7-f r.s '$ptf .majer^l preciso para reparar qnaiquer desarranjo.
Tcccoia..tfa ue!lasi m>JUor fricjao eutre as. diversas pe^as, e meuos rapido., eslrago
* ue nes outras.
Quarta_-r-Fpnuam. o, po.njo corao.se fdra feito a mao.
^emta-TEexmiUe. que se, exan^iue o trabalho de ambos os ftps, o que se njo consegu
S9xU-.-rrEMa poj^.ayui^.em casemira, atraTessaadoi Q;fio deumioutro lado,
lr> Sfitima.0 compressor 41ewotado,cpjn,a maiorfacilidade,quando se tem de mndar' "m
-a egolha aoconwfiar jwyA.postura. CHIT.4S FINAS A 400 RS.
OiIav,u-ri-.Hmta compaqhiA d#,j?iachicas tie costara,tera tidoepocaa degrandezae Vende-se chitas Unas de campo largo, fa-
Ditasde linbo, a 15600 e 25000.
Camisas de ehits iitias, a 17600.
Ditas de peito de cores, a 25000,
Ditas brancas Unas, a 25000, 35000 t
49000.
Calgasde brim pardo e de cores, a 25000
e 25500.
Ditns de casemira de cores e preta, a 59,
69, 79 00 e 85000.
Palit<5ts de alpacas de cores, a 25500.
Ditos prptos, a 39000 o 39S0O.
Ditos de casemira do cores, a 49 e
*GAiieeif. .ifaQbiAMS-Autrloi'4 populates, sao hoje quasi desccchecidas, outras sofireram zenda muito boa, a 400 rs. o covado.
s^g^ra4ipaesp*iapo4expm substifcujr : entretantoa.compaDhiAdasmachiafrd Howe' CIIALES DE MERINO1 A2^f000,
opt4pdo,,*.ppmJ40,dAPfia*pBQwe, uvwtre em artfli.mechanicas, tem .constanlerfiente' Vende-se cbales de merind estampados, a
Vende-se mefas cruas verdadeiras, para 65000
homens, a 65000, a duzia, a qual Val !Ditos ditos pretos, a 59000, 69500
85000. ,89000.
CHALES DE LA A 800 RS. Colletes de casemira de cores, a 29, 39 e
Vende-se chales de la, a 800 rs. cada 45000. '-
Camisas de flanella, de cores, a 29000 e
29500.
ALf.ODAO A 45000.
Vende-se pcgas de'algotlao, a 4.9, 59 e
69000.
iU
fiE
Fazendas finas
NA
l. dc Marco n. 7 A.
DE
Cordeiro Himoes &Q.
B csta rasa-; sem durida, ama das qne hoje.
pode oom piimaiia apresefltar 30s seus freguezef
urn yariadifsimo gortiuiento de fazendas finas pa-
ra""jta1ide loilcile; as>im como, para 0 uso ordi-
naria de todas as classes, e por precos vantajo-
sos para 01 oampradere*. de cujas fazem um pe
queao nsuiEo.
Mandara fazendas as casas dos pretendentes.
[jar.i 0 que tem 0 pcs^oal necessario e dao amos-
ifa? mediante penhor.
Oortes- de scda 'le lindas cores.
Uiios de gorgurao de cores.
Grodenapl#de todas as cores.
uorgurSo branco e, preto.
SAim Bacao preto e de eflres.
Grosdeoaples idem idem.
Veluoo prett.
Qranadine.xeda prgta e coiismasri de cores lin-
disslmas padroes e fazenda da ultima moda.
Popeliuas de lindos padroes.
FH6 de seda braoeo e preto.
RUas basijuinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de fbda para noivos.
Corles de cambraia brnnca com lindos bordados.
Capellas e mantos para n ivaa.
Riquissimo sortimento de las com lislras de seda.
Caujbraias de cores
Ditas maripozas, brancas e de cores.
Xansuck ile lindos padr5es.
Baptista de paHrdes mui delicados.
Percalinas de quadros pretos e brancos, de lis-
lras, etc.
Brins de liuho de Cores, proprios para vestidos
com barra e lislras.
Fnstao da lindas cores.
M
nhoras.
Casaquinht.'S de la e de todaa as cOres, para se-
|Smta#>tAMN| fahrieo,,,e Jfcojft flaft &tte*d a procura, posto qua fa^a 600 medusas
r, iia
Cada machina acoowaoha li,v?LQS cpm.instruccSes, e .portuguez.
4 titem A'so*ooe
a
A'
do Batao da Victoria n.. 28.
29, 39, 49000 e 55000.
Ditos de lislras a 55000 e 69000.
BRINS EM CORTES A j5500
Ve:ide-se cortes.de brim de cores e pardo,
a 19300, para liquidar.
COBEHTAS DE CHITA A 19600.
Vend-J-se cobertas de chila. a 19600 e
25000.
BRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim pardo e de cores,, j>ara rou-
pa de hojflens e meitinos,, a >-00 rs. o cova-
do, para liquidar.
IJH
A aW00 e 30^000.
mm posf ontos
Xalojade Soaros Leite Irraaos, aruadoBarao da
Victorian.. 28.
Lavas de peUie* com pequono toque^
300 rs-.
rfcotoaduras par* ooHete, grande sorti-
Ti^rito a 120 rs.
Cir'wai de linha de marca, a 200 rs.
Lsmfarinns- a gaz, dando uma lui muito
.--.*, a 19000.
IJuzia de pe<;as- de cordio imperial, a
s*0 rs.
Caim dV botoes de osso para oalca, a I
J00 rs.
Duzia decarreteis de linha, 200 jardas, a!
"00 rs.
idem idem 60 jardas, a 240 rs.
a$o-de fita'chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
V.eios adere^os com camafeu, a 500 rs.
-arrafa detinta roxa extra-fina.a 19000
Petes com dita ingleza, preta, a 100 e
160 rs.
Caixa de pennasPerry, muito boas, a
100O.
dera idem, a 400 rs.
Oaixa de envelqppes tarjados, a 500 n.
Idem idem fdrrados, a 700 rs. .
Caixa de papel amisade, beira dourada,
i 800 rs.
Idem idem.idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres cabo branco, 2 B., a
MfOOO
Resma de papel pautado, a 49000
eS98O0.
liera idem Kso, a29800j 39800e 59000.
Coques modernoR, et.39O00.
Duzias de pegas 6\e trancas de caracol
brf.^ca, a 400 rs.
Idem, idemJisas,. a 200 rs.
Espolhos de moldura dourada, de todos
os tamanhos e precos.
PERFUMARIAS E M1UDEZAS.
Frasco com oleo Onza verdadeiro, a
19000.
Idem comtonico de-iemp, verdadeiro, a
19000.
(iarrafade aguaflorida verdadoira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a 19000^
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
Caixa de pos para? dentes-, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
S00 rs. e 19000.
Pote comopiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19C001
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
COMAS DE CORES A 25000.
Vende-se colxas ;ie cores para, caraa, a
e 490,00.
2^
ummtikk is| cOiR.A 29500,
Vesde-s* casemira de.'res, a 23560o
covadok
M40AMiA& i 3*O0.
Vemle-seiUtjcaS: do B,T.k|Kiiuo enfestado.
a-flXi*)..
Dito inglez, a 49500, 55, 69 o 75000 a
pc.a.
BOT1NAS A ,4950,0.
Vende.se botiflas para senhora e raeninos,
a 49500, 59;efi500o:..... .....
Ditas deenlia'r, 25OOO.
Sapatos de tape^e, a i&SpO.
Ditos Je Aranja,' a i980O e 29000.
Saias bordadas para seiihoras
Camisas idem idem
Vestuarios para meninos
Ditos para baplii^dos.
Clia;'(\ s para ditos.
Toalhas o'gUafdanapos aiJamascados de Hnho de
cfires para mesa.
Oolchas de i .
Cerlinadus bprdaid;>s.
Camisas bordadas para homein.
Meias de edi os para homens e meninos.
Oompleto sortimento de chapeos de sol para ho-
moos e st-nlioras, own cabo de mar lira.
Merino de cores para vestidos.
Diiu preto.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas.
Ateaftraddr' pardo.
Brins dollnho branco, preto e de cores.
J Setim de lindas cures e com listra*
Chalca.de n^erino de cores e pieios.
Ditos ue casemira.
Ditos di seda prela e de cores.
Dito de touquiai.
Camisas de linho.
D.ilas de chila.
Ditas do flanella.
CerouISs de' brim e algodao.
Damasco de IS de cdres.
Pannoa da crochet para cadeira, sofa e consollos.
Coichas de dito.
Tarlaiana de todas as cores,
EspaTtilhos lisos e bordados.
Foulard' de ?eda.
Ca-acus a iricut.
Riu)s cortes de vestidos de linho para senhora,
de di ersas c5res, com os competentes enfei-
tes, ultima moda.
Casemiras prelas e de cores, chila*, madapoloes
cambraias, panno fino prelo e azul, collarinhos,
punho's,:'rtavata.9,, hivas de pellica, ditas d flo
de' Escoeia, brancas e d dores, lapetes de todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc etc.
Na.Jojaj.do Passo, rua Primeiro de Marco n.
A, antiga' do Cre?po.
> ^* i----------------
TRANSPARENTES PARA CADEIRAS.A BtekMANTfi A ^660,
J?500- Vende-se bramantB com 10 palmos _
\ende-se transport!)tes ..para cadejjas, a largura, para lencdes, a 15600 e 29500
15500, paraliq^Iar. I metro. E outras-muitas fazendas propcia?
A 500 RS. do rnercado, qjjo se vende sem reserva, dc
Vende-se boneU de seda para horacijis, a proco, para Kquidar ate 0 fim d oprrente
S0 rS' -u m- t anno.^por isso oonve'm aos compradores sor-
UURtuUS A 29500. tirem-se \ende-se chapeos de castor para u.eninos te festa que estd na porta, A rua da Imrjeratriz
e .homens, a 29500 e 35000. n. 72: Bazar Skuorjal. P
Burros a venda
J. Deiro avisa a sens fivguezes quo esta em
viagem pa^a as provincias de Alagoas e Pernam-
buco, conduzindo excellente tropa de burros
passar por Pencdo, Pilar, Castanna-Grande, Por-'
to Caivo. Barreirbs, Ri.i Pormoso, Escada, Cabo e
provavemiente por Santo Amaro de Jaboatao a
Xafaretli ; por isso pode ser avisado ou encon-
'trado eui qualquer destes lugares.
wafangejras,, zO de outubro de 1873.________
A' rua do Caboga- n 1 A.
Os proprietaries da Iredilecta, nn roiuito de
cooservar 0 bunv oonceilo qoe tueiw aerorido do
respeitavel publico, dislinguindo 0 sc (^salwleci-
mento dos mais que negociam no nemo : .nero,
veem srientificar aos sens boas fregnercs qua pre-
veniram aos feus corres^ondentes nas d4vert>aa par-
cas d'Europa para lhes enviarem por tod(* o pa-
qaetes os objectot de loxo e bom gusto, que se-
'jam mais bera aceitos pelas soried->de> i-Icgantes
iaquellcs paii.es, visto aproxim;.r se 0 lempo de
festa, em que 0 hello sexo desta linda Vmeu
mais ostenia a riqueza de suas loill-itcs ; e to-
mo ja recebessem pcltt paquti.' francez diverso
artigos da ultima moda, vcera pal- nleai alguns
d'entra elles que se lornam mais reci-mnieudaveis,
esperaudo do respeitavel publico a cc-siumada
concurrencia.
Aderc^os de tariaruga os mais lindos que teem
vindo ao rnercado.
Albuns com ricas eapas de madrem-mla e it
velludo, jendo diversos tamanbos e bamtos pre-
cos
.-'dereci-s ccoipletos de borrarha pr pn< para
loto, tamnem se vendem meios a lercc. 5 muito bo-
nitos.
Uoioes de selim preto e de cores para onuto de
veslidos de seiJiora ; tombem 1- n. para coilele s
palitot.
Bolsas para tendons, existe um belli- si riimen-
to de seda, de palha, de chagrim. etc >., por
bants prap.
Bonecas de lodos os tamanhos. lanto de louca
como de cfira, de borracha e de massa ; .-hama-
mos a altencao das Exmas. Sras p.-ira esit- artigo,
pois as vezes tornam-te as criamn- am p-uro im-
pertinonles por f^lta de um bie%-i- que a- en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com pen. s b'-rdadi.s
para homem, vendem se por preci. mnunodo.
Ceroulat de linho e de algodw- d. .-iversos pre-
cos.
Caixinhas com musics, 0 que ha : mais lino.'.
com disiicos nas tampas e propriu.- para presea-
tes.
Coques os mais modernot e de livers.* forma-
lea.
Chapeos para senhora Receberam um soriunecle
da ultima moda, tanto para senboia, como para
meninas.
CBpenas simples e com veo para >i -iras.
i.alcas bordadas para menina>.
Eniremeios eslampadus e boidai'.is, de iino.a
desenhos.
Eicovas electricas para denies, um a proerie-
dade de evitar a carie dos denies
Franjas do seda prelas e de .'us. oxi le um
grande sorlimento de divercas hjHgam e bar.;.
preqo.
Fitas de sarja, de gprgrjrao, de setim e de cra-
malote, do diversas larguras e b> nila; core;.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Flores artiiiciaes. A Predilecta prima en cui-
servar sempre um hello e grande sortimento d-
tas flo cs, nao so para enfeile dos cbtllos, -
tambcm para ornato dc vestido de nnivas.
Galoes dc algodao. do la e de seda, brancos pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e seiihoras.
Lacos de cambraia e de seda do diversas co:
para senhora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pira
noiva.
Livros para cuvir missa, comcapas de maiire-
perola, marfim, 6s 0 e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os --
bel os ; teem .tambem para u'rar caspas.
Port bouquet. Um hello sortimento de mafre-
perola, marlim, 6sso e donrados pi-r bnralo \-rerx
Perfumarias. Neste artigo esia a Predileela bta
provida, nao so em extractos, com< em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afantad s
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hyjiien.
Coudray, Gosuel e Rimel ; sao indispensavei.- pat
a festa.
Saias bordadas para senhora, por MH
Ptecp.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para :.... -
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predileela um buuito st>r:.-
menio de Jiversos tamanhos, tanlo para sola -
mo para cnlrada de salas.
Vestimentas para,baptisadoo que ha de melhor
gosto e os mais modemos. recebeu a PrrtWe -
vende por barato prejo, para Hear ao ; Icmk
qualquer bolsa.
Rua do Cabuga n. 1
Agua florida^ de Guislain, GTampos, briacose rozetas
para fazer ,os cabellos pre-
tos.
DuA^MbO^
tes, a 29200.
Idem idem com- flores, a 19800.
Sabonetes Glycerino transparentee, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000e19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
BOOrs.
Frasco coraagaade colagne;, a 200, 320,
800 rs: e liJOOO.
Extractos muito fines dos -wlhoresau-i
tores.
Lindas eelegantes caixinhag com perfuma-
rias, proprias pars presenter dos autores
Bi eodray, Sieger, Maif--Wrimn*tHe.
Quadros com santos e estampas separa*
douradoB.
A ioja da aguia branca.. a rua do Duque
. i QexLas a. 50, recebeu uovameute, louiios gram-'
A aguia branca, a rua Duque de Laxias n. SO, pos^brincos e rozetas,^purados ;. assim como
oo'vos diademas 'de acb, e cotno.sempre conti-
ndaa vende-los por- precos raaeaseis,
.Luvas de petfica pretas;,e de
outras eopes.
A lojada Aguia'Branca, a raa Duue de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luv?;> de
pellica, pretas e de outras cores
rVgnas Alcalino-Gazosas das Pe
dras Salgadas.
Villa Rouca de A^iiar,
BIOAnBONADAD-AS'-SflRlQAS
Ana*jaesdDr. Jo^ Julioi EodrK
Esta excerlMttA1 agna usada- com vantagem no
padecimentes da vias' digestfres'/ urim*"'d(
esiomago eto-, etc
Yende-se
m
IrliurmaciR ttrosnria
DA. *
ftua; lar.ardp;j>03xrio-. 4.
acaba de receber nova remessa da apreeiavei agua
florida para fazer cs-cabellos pretos. 0 bom re-
soitado eolhido por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparaeac a tem altamente conceitua-
do, e por isso apeha?. se faz lembrar a qnem no-
vamente della precise e queira se aproreitar de
sua utilidade. Tamberd veio agua de topasio e
oleo florido para o mesmo u e tao acreditados
como aquelia.
Voltas e brincos de grossos
aljofea'es de cores.
A aguia branca, a rua do Duque djiCaxias^n.
60, recebeu oovss e.bonitas( voltas e brincos de
Leques deosso e sandalo, a 29000,:49!das.
*0OQ.;. Entremeios. e babados transparentes e ta-
Fita de velludo de todas as coreaelargu-' pados.
fc. i Uma gran'rfe taboleta propria para qual-
;orosoopkcom 12 vistasja 65000. quer loja.
Frasco. com- teo para machinal 4QQ j&
ftn k Barao da Victoria n. 28.
------------------------------1.
i i>.....,
ftawle pechpk u M ps o
Cas-s.i la, padroes novos, e de mais gosto que'
tvjndoaoi'awreadev W'aaHia da Queimado
43, loja de Guerri& Farnanaes, peio diuum-.
reco de 200 r,io. ooado,'t
guem fre^uezas ro se acaba
Os VCPthwfeJMS
Vinrioa de Bourgogne
marcas
[Farinha de ararota
Veuae-se superibr'fartn*a'*le'ararM, 'tanto em
iorcoes demwai wialha,. per fapco quo admira,
risto sua qaalida^e.; depojitos bus seguintes lu-
gars: rua do VigariO n. ffl, rua do Amorira n.
, e travessa da rua das Cruxes-'fl. i, a 500 rs. a
"bra a retalho.
VENDE-SE
r-ma casa na villa de Barreiros, na rua do Com
S5fc t r
ChambertJH'
Pommard
Virilg
Tolnay
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-se por baralo prec<>
PAM LIQDIDAgXo DE CONTAS
NA
Raa I.arga do Rosario 34.
Botica.
BTovosdiademas doura^os.e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
60, recebeu novo sortimento de bonitos diadfe-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para.senhora*.
Colleccoes de traslados -va>\
normas.ipara escxeyer-^e,
I A aguia branca, a rua-.Duque de Caxias p. 50.
recebeu, novas coUeccoes-ou, normas para'as crian-
pas apreriderem a escreyefpor si mksrho.'Tidje tao
usadas nas aula; e colleeios; e cotnO sewpre ven-
pVas pop pre?o cenunodo.
iMeias cruas finas para raeflti"
nas e senhoras.
I-AiJoja tf aguia branca, a rua Buqaeide_Caxias
B. 50,
pan
iente.
Cos'comnlodoVi
Teos ou- mianitfalia:^,pr#as.
.JoMoa.da aguja bran?a> a ruajdo D.UflWjA A-
Xias n. oO, recebeu bonitos veos ou mawinhas
pretas de seda.com flores, e outras a jmi^tWito'ae
rreclW, eTen,nV-4* pfelos1 barate*' prefoe-de 3*,
Af e 6/000. A fazenda 6 boa e esta em (peffeuo
estaoV', peloi quei oonlintia a ter promptaextrac
Perfeita novidade.r
Grampos com borboletas, heiouros. tgtiah
nhotos dourados e colopido*.
A loja da aguia branca, a rua do. ftnqua ' om?lM3aBhoto ,iF^1|eae^ri^
hoVfcde. A qtan^ale^r^nena; e
porttso enil brevewaaabara.
Novas gpffirifeas orna4a^com
pelueia ou arminho
A loja d'aguia hraoca area Duque de Caxias
00, recebeu nma peqtena quantidade de boni-
s e novas gollinhaB, trabalho de la e seda, en-
aeitadas com arminho, obras estas de mtu'to gwty
A intirainpntp nn<
u 3'
rLaA^aa.flomhfi^ras.esJamftada^e^o diououto
eco djb, 400 rs. 0 cpyadp.
Ditas-con? listrar aV^tllnadas a 1*000 o co-5
vado.
GranailiBa8|?(a*(}Qai^gtmsAe 6res; a*JB0Oflrs.
ofvMo*3*^0* w'twtt 'jrifcfyt,m fan
Alpacas dfeiq#UbVPfopri. Jiara. wstidoaj.^
Chitas a 240 rs. o covado,
A 2i0 rs. o covado.
A 240 rs. o covado.
So na raa Duqoe de Caxias u. 60 A, loja da
esquina.
CIMENTII
Crheou o verdadeiro de Portland ; harrka?
ggandes de 400 kilos : no armazrm de Tasso ir-
maos ji I'., caes do Apollo.
Rua do Brum n. 76
Vende se zinco puro de supeiijr nualida-ie,
proprio para cobertas de casas, medindo tlp&i-
4 de largo, por preeo mm::
mos de comprido e
em conta.
Sal 4t-Cabo Verde "I Ap-A R A-l\i 14*
m nara- ypdIat Jr.annim Jn C,t\n< :ilv(>e Ral. "-T I JI1 .1 '4 II .L M.
TV em para venter Joaquira Jose Goncalves Bel
trao 6; Filho, a bordo do brigue portuguez Ova-
rens4, fuudcadj defrGnte do trapiche Cunha, e
para tralar no seu escriptorio a rua do Commer- do Coromercio n. 5.
cio n 5.
Tem para vender Joaqiiim Jose Goncalves 3e-
ao Filho : a tratar no seu escriptorio a rut,
E' sempre assim.
Tiiiln, chit e fumo
Amaral Nabuco 4 C vendem tintas orisalL:: -
Lotion vegetale para tingir de preles cabeaos, i
que se conhece de mais util e coniin.d -, n'.o .-
no modo de emprega-lu, como no resnltado qn.-
se obtera. Chd verde e prfto ehegado iihimarL?r
, te, e fumo inglez e fratcpz, para cigarros e Ji
muijdo ele"gante, ac-nde se conservam escogitando chirabes : vendem no Basar Victoria, rua .in Ba-
minuciosamente as novas invencSes ; remettem iao da Victoria n. t.
para-a Neva Esperan.a. e autc-risam na a dizer
aos sens freguezes e especialmeute ao bello sexo,
[ue.'nao crulam em tal : e para prova evidente
Quaudo parece '.er-se esgotado o reperto^o da
modas, peia immensidade de artigos de n c'ade
aue.tem apparecidOj-eis que os veihos e i ansa-
Veis correspcndenies da Nova Esperanga, a rua
Duque de, Caxias n. 63, descobrem oulros no
}>i aoaba ou expor, vejam o que abaixo se
do.qu
descfeve :
MANUA-BS para-misea, com capa de madreperola
nu Urtari^ga, tendo no centre da capa
um pcijueno relogio pcrfeito regula-
dor.
jCARTEIRAS; po t cbarutos, port cigarros e poris
moneys no mesmo gosto.
GARTElriAS hara nolaaicom capa de marlim, ma-
dreoerqia e larlarugaj coin o dislicb
Lembrari-;ai
ATTfNCAII.
nde-se uma typographia bem mnnlada, r a
machina e am prelo, ttfdo em b'-m estad e
prejo modico: quera a pretender, dirija-s. .
e inteiramente novas.
Caixinhas com p6s dpiirados
e prateados, para cabellos^
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua dn Dn-
que de Caxias n. 59.

n
PO
nrrado Torres n. 13, sobrado, r* andar
Boa acqiiisiciio
Vende-se oupermuta-se por escravos uma
'BOLSAS para' senhora, o melhor qne tem vindo a casa consttuida.de novo, tendo duass.la sa
este rnercado, de diveraos Umanbos, seis. quartos, com gabjnete, sala de en-
quaiidades e .modelos de nova inven- gommait, coziuha f6raquartos para familia,
)UQUETS de lindos gostos e tmanhos cacimh,a com boa agua de beber e um sitip
espwlaJidades para as noiva*. bera arbonsado ; no alioda Torre : a tratar
CAIXJNHA6 com musicas e sem ellas, proprias nesta typographia.
para, ftre^eutes.., ;-------------------=^r^-----------------------
Ji,QUtroa,,de<.nteiranovidade. g Vend-Se
E com os meninos. um.cato^,n^i^>.*t*^'.co
A Nos teenapp araaDnquede Caxias n.
63, receberoes bonecos do borracna de
ihieirajj4cc;t novos: os meninos muito apreciarao
este'br^
im\isMtfoi6Mtimeuw ,*>po>

*3 nartSM. ----------iOT>Q wo flrfPi'T i'. o
m seengaitem
i'. U li'fJ uup
h
^inltes-em'b^rrt'^wfar^^c*;*!* marenfreoi'
ntehda^aolr>edittaa3a^|ti(tos^inbtasiweV- qnw
propria para mi^tffc igsflaM, ; sentos, de quktro roth ebnl arreios para um.ca-
gario Thenorio n. 3, armazem.
"'t verdade.
M
let senbpr-a de bom gosto, parece qne
1;Wmpfe^r e sua loilfette, sem dar ura
Va'Fsperancjr a rna do Duijue *e Ca
<
a taverna sita a rna do Barao do Triumpho n. S
alinftaazttl'dfe lW*. :
' CelbeitadwuMnoJite m\.
V^htbidrtiQufwsda tm
H^neT?^
Bit^ire a'Porto.
Potassa nova da Rpsgia em ineivg barris.
VENQE-SE
ou arrenda-se, no estado am qua se acha, um ii-
tio na /reguezja dos Remedioa, fregueiia dos Afo-
gados a-18, ehao proprio, com 3W palmos de:
frame'e 65%-de fundo : ^preten*ares'difijam-
se ao' *tt proprieftWe'tto!' rui^i' S. {francisco.
i'j*>m. PorqEe* ^loja de mindezas que.maia hem Bfregufljada;. .quem.blander dirija-se
ipietp wtaiem sortiment), e que mais novida- mwma que acbara com qUem tratar ^^^
a^^.acp^co'eo.geral hm^^(^S^\\m^
draado Krum-ns. If.Oa .OS
|M|Mpi
Bcom as floristas.
A Nova Esperanca, a rua do Duque de Caxias
n. 63, recebeu pekj ultimo- vapor, um inleiro sor- -r ,
*wbiii4t.iH^te!paw Horesi aiehes. venue-se os seguintes ob-
Para crianca. iectos oor nrccos
A;]fova |speratrcs a rna do Duque de Caxias, "* H -. .iTi**-/ ^
n: eij reeebea' am;sortimento de vestuarios de
casemira e alpaca para criaucai : modernos e.bOr
nitos.
Las mescladas.
Um bonit j sortimento de las mescladas em co-
commo(*bis
VARANDAS francezas de ferro fnndido de '
"e bonitos gotos.
FOGOES francezes graudes e peqnenos.
DITO dito para trabalhar com gaz.
B 'MBAS francezas de repnxo.
er-
r^^beuaNovaesperanca, a rua Duque de- gA^OS com ^ de few, com m,l. e som
SmSl ?*oa- ______ ella.
A vi^n p^5 de ferr0 para me9J-
. xxviov. JARROSde ferro para jardkn, grarmi- epeiue
' No esenptone de Tbomaz de Aquino Fonseca A nas.
C. Successors vende-se a retalho vinho da Pi- MACHINAS para gelar agua e fazer golo ; gelam
gueira, das melhores marcas, chegados ultima-! agua em 10 naiaufcv uem g.ilo ou.
meats: us rua da Yigario n. 19 1* andar. 1
J
1
J



X.
> -
ijw -
8
Diario de Pernambuco Segunda feira 5 de Janeiro de 1874.
<
JDBISPRDDEHGU.
Helatorl*
A RESPEITO DO NKGOC10 DO MARECHAL BAZAINE
EXCOMANDANTE EM CHEFE DO EXERCITO
DO RIIENO.
TERCEIRA PARTE.
CAPiruLAgio ( de 7 a 29 de ocr.bro )
CAP1TUI.0 V.
CONSELUO DE 2i~DE OUTUBRO
DISCUSSAO DAS CAUSAS DA CAPITUXACAO.
(Continuacdo )
Esta opiniao foi contostada por outro
membro do conselho, o os generaes Chan-
garaier e Cissey declararam, que, sera poder
dar nenhuma affirmative, peusavam que a
omissao era intentional. Esta discussio foi
longa e ammada. 0 conselho previo dosde
logo que as clausulas do protocollo soriam
rigorosamente mautidas peloinimigo mas co
mo ja talvez roconhocido, que o exercito,
fait) de viveres, c desprovido de cavallaria
e artilharia, estiva de futuro na impoten-
cia de forgar, por meio das annas as linhas
iniroigas, resignou-se a aceitar de uma ina-
neira geral as condigoes que acabavam de
discutir se.
Foi entao que, por parte do marechnl
Bazaine, accrescentou o general Jarras, fui
eu delegado para fixer ostermos da conven-
ed quo sedevia concluir, o assigna-la polo
commandante em chefe Protpstei con-
tra esta designaga >, mas responden-se mo
esta missao era no desempenho das funcgoes
de ohefe do stado maior.
Deram como instrucgoes, que procu-
rasse obter tolas as modificacoes possiveis
nas duras condigoaj que nos eram impos-
tas. Devii pedir que um destacamento,
composto de tropas de todas as annas, po-
desse entrar en Fnnga ou na Arge ia, com
armas e bagagens. sob a condigflo de nao
servir contra a Allemanha em quauto duras-
so a gnerra ; foi-me especialmonte recom-
mendado, que insistisse para que todos os
officiaes polcsse.n conservar as suas esps-
das. 0 general Conffinieres reclainou par
a tidade c sons habitants garantias, que
foram admittidas. 0 general Frossard pe-
dio que a bib'iotheca, e as collecgOes da os
cola de app'.icagio nio ficassem proprieda
de do inimigo.
Julguei dever j-ntar a mim dims oifi-
ciaes, o tenente coronel Fay, e o comman-
dante San ael, os quies fallavam correute-
mente a lingua allemfl.
' ntes da partida do general Jarras para
Frescati, veio o intendente em chefe d >
exercito annuncisr ao marechal que tinha
ew-nntrado pao para tres e talvez que para
quatro dias ; pareceu-me que este ligava a
isto |i nira importancia, o nao suspendeu a
parti.la do seu plenipotentiary.
Era comtudo do seu defer aprovtitar
aquella delonga, por isso qua a abertura
das negotiators nio tinha sido decidida
em consequentia do se m-harem exaustos
os recursos. Esta pressa de acabor era tan-
to mais-culposa, quanto na regulamentos
imp6 a todo o commandante de praga que
se mantenha ate a" ulti a ex'remidade, e
que nio perra de vista que da rendifdo
awmcada ou demorada por um unico dia
d' uma praca p6de depender a salvacdo do
paiz.
Parece qoe o legislador tinha previsto
nnsta psssagem- os acontecimentos quedevi-
am produzir-se entio. Era eff-nctivamonte o
momei.to em que o exercito do Loire entrava
em operagoes, e ia encetar, na direegio de
Paris a marcha que s6 foi suspense com a
dreg >da da<^ tropas do principe Frederico
Carlos.
Era o momento tambem em que estavam
entaholadas nogociagoes por parte de Mr.
Tbiors, e o governo da defeza naci rial. Si
be-se queessas negociagoes, a ponlo de pro-
duzir o seu resultado, s6 se mallgraram
em consequentia das dssordens provocadas
em Paris com a noticia da capitulagio de
Metz.
P6de-se calcular assimquaes podiam ser
as consequencias de uma prolongasao de
alguns dias na resistencia.
0 general Jarras foi recebido coin corte-
zia pelo general Stiehle. Tiveramprimeiro
uma ennferencia face & iace. 0 general Jarras
.quiz chamar a discussSo para as clausulas
principaes do protocollo, o general Stiehle
di'sse logo que aquelle assumpto tinha ja" si
do tratado anteriormente, e que nao se oc-
cupava delle de novo ; que a missSo do
plenipotenciario se limitava, na sua opiniao, que p marechal me deu parte, pela primei-
a redigir o texlo das clausulas mencionadas ra vet, da resolucAoem que estava derecu-
no protocollo entregire ao general Cissey. sar o desfilamento das tropas, e as honras
0 general Jarras fez observar entao que as de guerraque a elle se ligavam. Julguei
suas instrucgdos eram outras e que em pre- dever insistir para o convencer, de que nio
senga daquelle desaccotdo Ihe paretia ne- devia sustentr a sua recusa fazendo-lhe no
cessario ir buscar novas instruc^des. 0 tar que as hegnraade guerra suavisariara no
general Stiehle deixou entSo o general ex- exercito os horrores da eapitulagSo ; e que
plicar-se, mas sobre todos os pontos decla- elle n&q podia deixar de aprec ar, mas tive
rou que havia decisdo tomada pelo rei, e de me retirar sem ter alcancado cousa
que Ihe nao competia fazer a menor mu- alguma.
danca. Foi em virtude deste motivo que o a Sogunde a carta do general Stiehle,
general Stiehle nao admittio a excepclo pe- devimos enoontrar-nos nesse mesmo dia,
dida em favor de um destacamento de to- is cinco boras da tarde, para combiuar do-
das as a'mas, nem a condi(3o de deixar as finitivamente e assignara conven^ao. Pe-
espadas aos officiaes. 0 general Jarras in- las qualro boras e meia, fui chamado i
sistio com mais fora neste ultimo ponto. residencia do marechal: lembrou-me em
0 general Stiehle, ainda que parecia prim-^iro lugar que n8o queria cohsbntir
abaladocomosargumentos que o general no desfilamento das tropas, quando mesmo
Jarras fazia valer, nao dava outra resp sta as honras da guerra a isto estivessem liga-
senaoaqueja" tinha apresentado sobre a das, e exigio de mim expressament que
impossibilidade de conceder u.n favor que nao deixasso consignar essa disposicao na
dopendesse da vontade do rei. 0 general convengSo.
Jarras declarou que as instrucgoes que ti- a Apezar das minhas initancias, o raare-
nha recebido Ihe prohibiam assignar aeon- chal persistio na sua resolug&o. Nao re-
vengdo se nao contivesse esta ultima clau- cusava as honras militares, disse elle, mas
sula, e que ia voltar a Metz. Pedio ao sim o desfilamento, e accrescentou quo era
mesmo lempo ao general Stiehle que usas- necossario propor ao general Stiehle, que
se~da sua influencia junto do principe Fre- adoptasse, para a convengSo escripta, a re-
derico para o resolver a pedir ao rei que fe- dacgSo chamada francoza, mas com acon-
vogssse as suas prim^iras ordens, e accres- dic5o deque o desfilam -nto nio terialugar,
contou que nao poderia recomegar as con- e na realidade as cousas passawm-se na
ferencias senao quando a resposta aquelle conformidade da redacgao allema. Fiz
pe lido fosse conhecida. observar de novoejue as honras da guerra
Nesta situagao, o general Stiehle propoz, e o desfilar eram inseparaveis, e que se nao
para ganhar tesnpo.-que se procedesse logo podia esperar queo inimigo consentisse em
a redacgao das clausulas em que nao havia proceder deuma maneira diversa porque se
dissident*. j tinha expressado na convengSo. Foi entSo,
Tendo naqm-lla occasiao sido introduzi- queo marechal, para pflrtermo, me deter-
dos os officiaes adjuntos ao plenipotencia- minou imperativamentequerecusasseodesfi-
rie. o general apres'-ntou os poderes oscrip- lameoto com as suas consequencias, e accres-
tos que tin ia do principe Frederico Carlos, centou que tinha visto pela manha dous
0 general Jarras n3o se tinha munido dos comman lantes de corpos que Ihe tinham
sous, nas n3o p-z em duvida que a sua' declarado formalmente opporem-se as hon-
assignatura tivesse siilo aceita nessa mesma ras de guerra coinprehendidas daquelle
larde, porque era facil ver que o inimigo raodo, e que u5o admitlia o desfilamento.
F0L_
LUCEECZA BOUU
MEMORIES DE SATAH&Z
tinha pressa de acabarcom o negocio.
Comecou-se pois a redacglio da con-
engSo, seguio o seu curso. Aproposito
do artigo 3 propoz o general Stiehle que
se dissesso, que. para reconhecer a coragem
de que o exercito francez tinha dado provas,
o rei concedia autoris igao para que regres-
sassem a Fraiiga, deixmdo a espada e tudo
quanto Ihe pertentia, os officiaes qoe se
iihrigasscm, sob a sua palavra de honra, a
nao servir contra a Allemanha emquanto
durasse a guerra.
0 tenente coronel Fay fez entao obser-
var que a melhor maneira consistia em am-
pliar este favor a tcio exercito, em vez de
o rest'ingir apenas a alguns individuos.
Pensava pois que teria lugar pedir as-
honras da guerra tal como eram eonsentidas-
por antigos usos; o ventido desfifava com as
suas armas cm (rente do vencedor, e depo-
sitava depois estas annas antes de se consti
tuir prisioneiro de guerra. 0 general Sti
hie recusou prineiramente admktir este-
pedido, em consequentia de se opporem
elle as instrucgoes do principe- Praderico
Carlos.
Nesta questfio rfas honras da guerra,
envolveu-se logo dopsis, muito oaturalmen-
ter a ilas espadas reclamadas pelos offi-
ciaes.
0 general Stiehle, so depois de uma-
longa e penosa discussao, e* que consentio-
em tomar o compromisso de instar com o-
principe Frederico Carlos para transmitter
rto rei, apoiaudo-o, o p-dido de deixar a
espada a todos os officiaes.
u Pelo que diz Eespeito a*s honras da
guerra, os artigos dai convengSo que a ellae
se podiam relVrir fucam .redigidos de dues
madeiras para seven submettidos a" opgao
citos.
a Foi s6 as tres- horas d% raadrugada
quo terminou este- penoso e amargo traba-
lho. Na maohi de 27 dei conta ao mare-
chal do que tinha. foito,depox o geoeral
Jarras, -submettendo-lhea redacgS da
convengao. Approvou a e declaroa que
a loptava a redacgao franceza do artigo de
que se trata.
Pela uma hora, ou duas da tarde,
pouco mais ou menos, chegou uma carta
do general Stiehle, participando que o
principe Frederico Carlos concedia em dei-
xar ao exercito as honras de guerra,
e que o rei consetia em consentia em dei-
xar a espada aos officiaes. Foi entao
Em soguida o marechal encarregou-rae
de ter ao general Stiehle, para que infor-
masse o principe Frederico Carlos, que era
pratica em Franga, depois de uma revolu-
gao, destruir as bandeiras e os estandartes
quo tinhain sido dados astropas pelcgover-
no cahido, e que, na conformidade dessa
pratica, as bandeiras tin-bam sido quei-
raadasv Julgoo dever fazer observar a este
respeito, que nte nio parecia prudente
chamar daquelle modo a attengio do inimi-
go para as bandeiras, e que alem disso o
principe Frederico Carlos n*o acreditewia
na pratica que eu tmha ordem de apoiar, e
que nao era eonbecida.
a 0 marechal disse-me entao que sabia
terem sido destruidas- aigumas bandeiras, a
que nfto qieria que-o principe Frederick
Carlos podesse suppor que elle tinha faltado-
aos seus compromissos; que em todo o
caso era aquMlo que eWe estava encarregado
de dizer, e voUando ao* primeiro assuinpto
das suas instrucgoes, disse-me afinal: Nao
se esquega queeu nao quero o desfila-
mento. ;>
Chegando a Frescati, tive uma nova
oonferencia, pessoahneute, com o-goueral
Stiehle. Transmitti a communicagao de
que estava encarregado respeito das ban
deiras, e como esperavar o general Stiehle
meslrou-se pouco con ventido de que real-
mente existisse a- pratica que eu invoeava.
Afim le evit r, quanto fesso possivel, a dis-
Gussao desta questao, passei bruscamente a
outra, e fiz-lhe conbecer que as ultimas
instructors do marechal me presereviam
que 4nao aceitasse o desfilamento. 0 gene-
ral Stiehle nao eomprehendeu que se recu-
sasse uaquella occasiao uma disposisio que
tinha sido reclamada na vespera com as
mais vivas instancias, como um* honra
merecida.
Dei uma unica resposta, a unica que
me foi possivel. Sinto esta recusa, mas o
meu dever, t&o- penoso aomo foi, era man-
te-la, atteddendo-a que me nio era permit-
do desviar-me das ordans que tinha rece-
bido. Tive o cuidado de fazer notar que a
recusa se refer ia ao desfilamento, e de raodo-
uenhum as honras de guerra, e em resposta.
fizeram-me a objecgSo prevista que uma.
era a consequentia da outra, e que nio era
possivel separa-las. Esta discussSo proloa-
gou se ate* ao momento era que fizemos en-
trar o> nossos. officiaes para concluir os
trabalhos que tiohamos comegado na ves-
pera.
Daquella vez estava munido de plenos
poderes, que foram trocados com os do ge-
neral de Stiehle, e procedemos a redac-
g8o definitiva da convengio.
Quando no artigo J.8 se tratou da questao
dss bandeiras, pedio-me o general Stiehle
que repetisss a communicagao que eu tinha
sido encarregado de Ihe fazer, e dirigio-mo
depois, a respeito do numero das bandeiras
ja" destruidas, aigumas perguntas, a que me
rtii impossivel rosponder. Tivo do declarar
que havia repetido integral neute e quasi
litteralmente o que o marechal me havia
encarregado de dizer, e nao sabia mais
uada.
No artigo 4. roprodazi o pedido que
tinha feiio na vespera relativamoiite a ex-
cepgao pedida para um destacamento de
tropas do todas as armas. Este pedido foi
regeitado como tinha sido na vespera;
mas o general Stiehle manifestou o senti-
meuto que tinha de o n5o poder acolher, e
accrescentou que primeirameute tinha pen-
sado em conceder espontaneamente o favor
que se reclamava, mas quo reflectiudo nolle,
reconhecera que urna t'orga de tropa fran-
ceza regressando a Franga, sahida de Metz,
provocaria necessariamento uma grande e
viva cnmmogao cntre as populag5es jd
uiutto excitadas. Tive pois do renunciar ao
projecto primitivamente formado.
Nesse mesmo artigo 4.", tive de dizer
de novo que o marechal Bazaine me havia
prescripto que recusasse p desfilameuto, e
repeti tudo quanto tinha dito na nos;a con-
ferencia face A face. Accrescentei someute
com o unico fim de nSoomittir um meio de
solugio que nao tinha sido indicado pelo
marechal, accrescentei, digo eu, que seria
talvez possivel admittir na convengao a re-
dacgao franceza, concordando verbahnente
que 83 cousas se passariam, com effeito,
como iudicava a outra redacgSo. Mas esta
proposta nao foi admittida, por isso quo as
disposigoes escriptas nao podiam indicar
senio o que tivesse de se fazer realmente,
Eramoi deste modo conduzidos forgadamentc
& redacgao allema. A redacgSo do protj-
collb nao sascitou nenhum ouiro inci-
dence.
CAPITULOVI
.'.\S B.VNDLIHA'S.
Depois do cheq/ie da tentativa do general
Changarnier no dia 25 de outubro, -e em
conseqjueneia das conferences dos generaes
de Stiehle e de Cissey, deu o marechal co-
nhecimento aos commandantes de corpos,
no conselho de 26, das condigoes que o iui-
migo irepunha ; todo o exercitb nutria pri-
sioneiro de guerra.. Metz, entregue ao
inimigo, assim comoo material- de guerra,
bandeiras-,.etc., taes eram, segundo depoz
o genera! Jarras, as- principaes- condigoes
formuladas- no protocollo entregue pelo ge-
neral Stiehle ao general de Cissey. Depois
de uma longa e penosa discussao, o conse-
lho ia separar-se, quando o general Des-
veaux, aproximando se do marechal, Ihe
disse : E as bandeiras? ~ E' verda-
del respondeu o marechal, e deu logo
ordem em voz alta, declarou no seu depoi-
mento o general' Desveaux, quo todas ae^
bandeiras fossem levadas para o arsenal-.
para- alii serein queimadas.
w Reinavav ao que parece, uma ce-fca
confusao naquelle momento no conselho,
porque nenv o marechal Le Bceuf, nem os-
generaes de Ladmirauh e Frossard entende-
ram dever iadlcar quaes- as bandeiras que
deviam ser queimadas. 0 marechal Can-
robert pela sua parte,. nao Ihe encontrou
neuhuma mconvenieDcia ; lerobra-se cona-
tudo que seempenhoo uma conversa sobre
a importanria de regularisar a esiripturagao
das bandeiras para os corpos de artilqa-
ria.
Quanto ao-general Soleille, aq-qual devia
incumbir a execug5o das medldas relativas
a*s bandeiras, depoiS-de ter escripto ao con-
selho de inquerito- em 2 de margo. de
4872:
Nao tenbo a aienor idaa de que- uma
ordem verbal, relativa A destruigao das-ban-
deiras, me tenha sido dada em 26. de ou-
tubro. y>
Modifkou durante odecurso da instrucgao
do processoaquella primeira afTuiaativa, e
depoz nostermoesjguintos:
Tant) quauto me posso lembrar, tra-
tou-se no conselho de 26 de outubro, das
bandeiras, eo marechal testeraunhou a in-
tengao- em que estava de as. fazer quei-
mar.
POR
D. M ana el Fernandez y Gonzalez
SEGUNDA" PARTE
SAVONAROLA.
fContinuagSo do n. 1)
VIII
DE COMO PEDRO DE NAPOLES CAHIO NO ARNO
E SAHIO D'F-LLE QUANDO MENOS 0 ESPERAVA
lVdm de Napoles recolheu-se cedo n'a
uuella n.>ite, ceiou, feChou-se no seu quarto
e esp'-mu com pacioncia que desse meia
noite.
Ponco antes d'aquella hora tirou a ca-
bolleira, lavou-se, pentei jo qoe Dominico Fanti Ihe levara pela ma
nha, e chegou & janella.
Nao fazia luar e a noite estava bastante
csiura.
Pedro olhou para a janel'a que ucava por
Laixo I., sua, isto 6', para a janella do quar-
to I- Augiolina, e vio luz atravez das vi-
draga*.
Ksta* a* minha espera, disse elle, e
pro v.v i-tnente deixou aberta a janella. Es-
twa* -6 Nfio se Ouve rum -r algum... com
cert<-" que esta" so ; mas para que ^ deixou
fez- luz ? E' ura iuprudencia, mas
na ii- .rta ; descerei pela escada e atravez
dc I 's -wei se esta s6 ou nao.
'-i ielle momento sentit-se o ruido da
\iiir.i. quese levantava e na janella appa-
rt uacabega de mulnor que olhou para
eiiv.
i' I reflexo da luz que Ihe illuminava
p* rosto, Pedro dc Nap.de? reconhec u
At-giolina.
..n, estou aqui, disse Pedro como
quf respondendo ao olhar que a joven
dingira para a janella. Diga-me, estds6*
Estou, respondeu Angiolina.
Occulte a luz de modo que se nSo voja
o reflexo pela janella, e espere um
raento.
Angiolina retirou-se, e, pouco depois des-
appareceu o reflexo, da luz, ficando a ja-
nella &s escuras. .
Pedro deitou para fora a escida, segu-
rou-a na janella e desceu por ella ate i
janella do aposento de Angiolina no qual
penetrou.
Pedro de Napoles fechou a janella. An-
giolina tirou um castigal de prata com vela
de um armario onde o tinha escondido.
Ao verem-se, os dous jovens soltaram
uma exclamagSo de espanto.
Haviam-se sorprendido mutuamente.
Ella nao conhecta Pedro de Napoles, e
via-o formosissimo diante de si. Angiohna
estava muito pallida, o que Ihe augmentava a
alvura e fazia resplandecer a sua belleza*.
Alem d'isso estava vestida de branco.
Os cabellos cahiam-lhe em canudos sabre
o peito e fonnavam trangas sobre a cabega.
Era o penteado de uma deusa.
Angi lina espera va o Sr. Marcello l*orta,
e nSo aquelle cavalheiro gentil.
Como dissemos ji, Pedro de Napoles ti-
nha um grande dominio sobre si mesmo.
N'uma nova audiencia, o general Soleille
julgou dever voltar Aquelta declaragSo, cu-
jos termos sao comtudo tao precise* quanto
possivel; o summario nao julga dever
acompanhar o general nestas contradi-
coes.
Interrogado a este respeito o marechal
Bazaine, declarou ter dado ordem ao gene-
ral Soleille, no conselho de 26, que fizesse
reunir as baudeiras e que as queimasso no
arsenal.
Em todo o caso, se o marechal deu ordem
naquelle momento ao general Soleille, o
nada prescreveu directainente aos chefes de
corpos ; a prova e" que o general Desveaux,
que tinha provocado o incidente, devia por
consequentia ter estado mais attento ao ca-
raclei das palavras do marech d, e esperou
ate a manha de 27 para tomar disposigoas
a este respcto ; e ainda, nesse dia 27, nao
deu ordem senSo em presenga do despacho
transmittido pelo general Soleille aos gene-
raes de artilharia, despacbo de que se falla-
ra depois.
Do mesmo modo que os outros comraan-
dantes de corpos, nSo se onsiderava como
estando s >b as ordens direclas do mare-
chal,
0 general Jarras devia ir, na tarde do
mesmo dia 26, concordar com o general
Stehle o texto da capitulagSo ; era pois ex-
trema'mente urgente proceder a destruigao
das bandeiras no dia e antes da partida do
general. Nenhuma ordem portanto se deu,
nem por parte do marechal Bazaine aos
commandantes do corpos, nem por parte do
general Soleille ao servigo da artilharia.
Se o marechal quizesse serramente aquel-
la destruigao, a sua inacgiio, em circums-
tautias tao instantes, e absoluta-mente inex-
plicavel; effoctivamente se, como se devia
esperar, a capitulaga> tivesse sido assignada
nessa mesma noite, ter-se-hia encontrado
no mesmo dia segoktte em face de compro-
missoscontrahidos? ja n3o era possivel pro-
ceder & operagao.
Em face desta sitirago, perfeitamente de-
finida para o marechat Bazaine e o general
Soleille, asua attitude passiva mantem-se
como um enygma.
0 pensamonto de que a destruigSo das
bandeiras podia erritar|o vencedor, edeter-
minar a retirada das concessoes que se 35-
perava obter,. apresentou-se porventura ao
esp'wito do marshal Bazaine ou do general
Soleille, c fixou-se bem essa destruigao;
resoWido pela manha ? Ninguem o sabe.
Veio acaso o general Soleille na tarde de
26 fa3er alguma diligenciajunto do mare-
chal para o dissaadir da destruigSo das ban-
deiras-?
Iuterrogado a este respeito* o marechal
respondeu :
As-minhas ideas nao sao-bem precisas
para poder affirmal-o; e nao conservo
a menor idea a este respeito^
Seja como for, se no dia 26, se pdde
censurar o marechal por nao tar dado ordem
paia a destruigao dhs bandeiras-aoscom,nan-
dantes decorpos, fioia cargo do-general So-
loille, que tinha recebido instrucgoes, n5o
haver tornado nenhuma meditla perante
uma situagao, que nio compootava a menor
demora.
As difficuldades que surgiram. na confe-
rencia dos generaes de Stiel be e Jarras, ten-
do feito adiar a asstgnatura dn- capitularao,
era possivel, ainda na manha de 27, reparar
p erro qpe so tinha comm>-tti'10t
Que se passou a 27 entrj o>marechal Ba-
zaine eo general Soleille? O summario nio
p6de estabelecel-o-; mas, no relatorio do
marechal, para cuja redacgio se reunia.
todas as-manhas general Soleille, encon-
tram-se duas ordens formuladas por este-j
ultimo, uma dirigida aos generaes de arti-
lharia dos corpos, a outra dirigida ao coro-
nel de Girels, director do arsenal. tsta&J
duas ordens saoredigidasshnullaneamente>
e estabelecidas da maneira mais franca ;
entre ds oaze o o meio dia,.o-chefe de estado
inaior de artilharia tinha rounido os seus
officiaes para fazer a expedigac das duas
ordens ; feitas- estas- carts apresentouras
elle & assignatura do marechal.
Poucos intautes depois, era expedido uni-
camente o despacho destinado aos generaes
de artilharia., e o geueral Soleille retiaha a
ordem para o coronel de Girels. Estes dous
despachos eram concobidos nestes termos :
Aos generaes commandantes de arti-
lharia docorpo de exercito. 27 de outu-
bro de 1870. Nw 1002. Por ordem d0
Pedro de Napoles avangou para ella como
que attrahido.
Depois pararam ambos e ficaram a mes-
ma dislancia. -
Ah 1 que divindade I que milagre de
formosura I disse fascinado Pedro de Napo-
les, esquecendo-se n'aquelle momento de
Lucrecia, de si mesmo, do mundo inteiro.
Angiolina baixou os formosos olhos nos
quaes se fixavara os de Pedro, corouees-
tremeceu.
0 olhar de Pedro de Napoles causara-lhe
a mesma sensagao que havia experimentado
ao sentir na alma o beijo de satanaz.
Oh I diga-me depressa, para que eu
nio inorra, se algum dos tres homens que
araou, alcancpu por si uma ventura celes-
tial ? exclamou Pedro de Napoles.
Aogmentou o rubor de Angiolina, que er-
gueu os oluus e fixou altivamente Pedro de
Napoles.
Foi a unica resposta de Angiolina.
Ah I exclamou Pedro com alegria in-
finite, julguei que nio podia ser ja feliz I
Queira escutar-me, minha senhora.
Quando "se nio disfargava, quem'vissel E estendeu a mio para Angiolina que,
os seus formosos e rasgados olhos negros, como que impellida por uma attraccio irre-
que contraslavam de um modo esplendido sistivel, collocou a sua mio tremula na de
com a excessiva alvura da sua tez, revelan- Pedro de Napoles.
do uma alma horrenda e infernal, parecia Estava como a ave attrahtda pela loflaea-
enlao um archanjo conlemnado. ciamagnetica da serpente.
marechal, commandante em chefe, as ban-
deiras e estandartes devem ser entregues,
durante o dia de hoje, no arsenal de Metz.
As bandeiras serao envolvidas nas suas
capas, conduzidas por um tenente, e acom-
panhadas por escolta de quatro officiaes infe-
riores a caval.o, se for possivel. Dignai-vos
entender-vos com o commandante do vosso
corpo de exercito, para que nesse sentido se
deem as ordens aos differeutes regimentos.
Pego-vos para vos dirigirdes, hoje, ao
meu quartel-general pelas duas boras da
tarde.
t Ao coronel de Girels. 47 de outubro
de 1870. N. 1003. Por ordem do
mare.hal, commandante em chefe, todos os
corpos de exercito devem mandar para o
arsenal as suas baudeiras e estandartes.
Pego-vos que as recebais e conserveis ; fa-
rio parte do iuventario do material da pra-
ga, que ha de ser feito por uma commissio
de officiaes francezes e prussianos.
Por ordem do marechal assim prin-
cipiavam aquelles dous despachos ; destes-
termos resultava que o general Soleille se
limitava a transmittir as ordens do general
em cbefe. Na sua carta ao marechal Bara-
guay d'Hilliers, presidente do conselho de
inquerito sobre as capitulagoes, expoe aquel-
le official, que teve, no dia 27, de transcre-
ver textualmente a ordem do marechal,
como era do seu costume, a respeito de to-
das as proscripgoesqueemaoavam do com-
mandante em chefe.
A destruigao das baudeiras-, diz elle,
era um facto muito important para que eu
podesse onittir ou modificar de qualquer
modo quo as disposigOes quedizem respeito
iquella grave determinagio.
Em contrario a esta assergao, declare o
marechal nao se recordar de ter dado as
ordens de que se trata. E" vordade que
nao existe nenhum vestigio dellas nos- regis-
tros do estado maior ; mas se se attender a
que o general Soleille vio o marechal na
manha- de 27, que este fez redigir os dous
despachos quando deixou o geueral era cbe-
fe, deve reconhecer -se que a decWtrag&o do
marechal' vai de encontro a toda verosi-
milhang;:. Evidentemeute, o general So-
ltille deve ter tratado com o marechal da
questao das bandeiras e tornado as-suas
ordens.
E' porventura admissivel que o general
Soleille, formulando as suas prescripgoes ao
sabir do gabinete do marechal, tivesse feito
outra cousa que nio fosse conformar-se com
a vontade daquelle ? 17 acaso cri*el que
estas palavras: a Por ordem do marechal
postas no principio dos seus despachos, nao
fossem maie-do que uma mentira ?
0 general Soleille qualilicou, alem disso,
de desusadas estas prescripcOes. Poderia
'elle, nestas condigoes tomar a initiative da
responsabilidade ? Tratava-se effectivamen-
te de conservar as bandeiras-para o inimigo,
emquanto que na vespera, se tinha dado a
or.lem para as destruir
Referindo-ftos & ordem destioada aos- ge-
ineraes commandantes de artilharia dos
corpos do exercito, vemos que se uao.faz
aella raengao da destruigao das bandeiras.
Devemser entregues no arsenal ; nada-in-
Jica o que se fara-dellas ullenorraente.
Quanto ao coronel de Girels, deu-se-lhe
ordem para as reeeber e para as conservar ;
(as bandeiras-/aroo parte do inventario do
material da-prapa que ha de ser formado
por uma commissdo de officiaes francezes
e-prussiuno*.
Qoe se ha de concluir aestes dous despa-
chos formuJados simultaneamente, senao
queo general Soleille na-manhi de-27, ja
sabia que as bandeiras que iam ser tiradas
is tropas, ja nao eram destinadas ser des-
truidas ?
Todavia, na reuniao dos generaes do arti-
lharia, que teve lugar a 27 pelas duas horas,
declarou-lhes geneial Soleilla formalmente
que as bandeiras levadas para o arseuaj
seriam alii queimadas, e demorou-se com
tiles a respeito de todos os porraeoores
relative* a" entrega e a destruigao daquellas
insignias. Nessa mesma occasiao, emquanto
elle da.va essas instrucgoes, tinha sobre a
mesa,, de certo modo em frente dos olhos,
a ordem destinada ao coronel de Girels, que
elle cooservou em. seu poder,. e na qual se
I iam estas palavras-: As bandeiras fario
parte do inventario do material da praga,
que ha de ser fosmado pot uma commissio
do officiaes francezes e prussianos.
(Conlmuav~se-ha)
Porem, quando recolhia, por assim dizer,
o seu olhar satanico, quando o convertia
em um olhar puro, apaixonado, eloquente;
quando a dureza, a altivez e o desdem de
seus labios' purpureos se substituiam por
um sorriso suave, Pedro de Napoles parecia
um archanjo glorioso. -
Havia n'elle muito da belleza delicada e
morbida di nulher.
Pedro de Napoles apparecia transforma-
do de corpo e alma, emquanto is apparen-
cias, diante de Angiolina que nSo osperava
uma tal apparigio
Pedro de Nsp les levou a para a janella
que era em forma de balcio.
0 vento, minha senhora, disse elle,
lovara" as nossas palavras, e so as ouviri
a noite. Com tudo, fallemos baixinho, por
que seu pai e a duqueza de Urbino dor-
mem proximos d'aqui.
Sim, um a" direita, a outra a* esquerda,
respondeu Angiolina com voz sumida e
tremula. Separa-me unicamente d'elles,
uma simples parede. Mas quem e o se-
nhor ? Como se acha aqui 7 Eu no o
principe de Tarento, o promettido da iufa-
me, da miseravel Lucrecia Borgia ?
Sim, replicou Pedro de Napoles obe-
decendo a uma inspiragio repentina, sou
o principe de Tarento.
E porque razio, em vez da estar ao
meu lado, nio esta aos pes da sua altiva
esposa ?
Porque Deus e o amor assim o que-
rem,
Pois que, ama-me ?
Amo, juro-o por Deus e pela minha
alma.
E sabe se eu posso aina-lo ?
Creio que nio araou ainda, e espero.
Para quo me recordou, entio, e amor
de tres homeus,? Para que duvidou de
mim, se acredita que nio amei ainda ?
Porque sei quo julgou amar a tres
homens audazes.
Souhei tres vezes, e tres vezes me
despertaram de um modo doloroso ; tenho
o eoragio enfermo, a alma triste ; o meu
amor foi escarnecido, nio amavam-me, fa-
ziara de mim um pobre instrumento.
Procedeu tambem assim, o grande e
generoso Gonzalo de Cordoba ? disse com
pungente ironia, Pedro de Napoles,
Angiolina estremeceu, raas permaneceu
callada.
Ah 1 ainda o ama I exclamou Pedro
de Napoles.
Eu ja nio posso >imar, replicou com
?ehemencia Angiolina, a quem me abando-
nou, a quem me entregou a meu pai que
duvida de mim, quo me olha com horror e
com odio, e que me teria matado sa nio me
tivesse protegido a minha nobro senhora a
duqueza de Urbino.
Todavja a sua nobre senhora foi aman-
te do gran capitio, e, apezar de que a pro-
tege, odei-a, tem zelos de si.
Zetes I zelos I e de qoe ? do amor do
gran-capitio ? Esse homem nunca me teve
conheco, nio o vi nunca.
Eratafam.gia que se desprendia de Pe-;. -Sou uma alma desesperada, um des- smor. J^*^g^Z
dro de Napolet. que Angiolina, apezar de conhecido que passa na terra sem console engan .u, aquelle que fez dan
que tinha bastantes razoes para se aterrar, para a sua agoma, sem o maispequenoyis-
vendoono seu quarto, dquella hora, nio lumbrc de cspcranga para a dOr hornvel
se aterrou. As crnndes f jrmsuras nio po- que o dilacera.
- > Porem o sou nome, o seu norae ?
. Sou filho bastardo do rei de Napoles.
Ah 1 disse Angiolina com expressao
|pauto"e recuou. singular; o senhor e Alfonso de Aragio,
dem causar terror, scja qual for a situagio
err. que opparegam.
Angiolina soil u uma exclaoaagao de es-
um joguete, aquello que, sendo casaao, me
fallou/le amor, occultando-mo que nio ti-
nha li'berdade para amar. Julgou-me cor-
tamente uma cortezi miseravel, uma porgio
do lodo infecto d'essa sentina que se cbama
Roma; envolveu-me n'uma intriga, expoz-
no ao odio de Lucrecia Borgia, entregou-
me a ella. Ah I isto nio se pode perdoar.
Sabe o que fez coraigo essa mulher espan-
tosa ? torceu-me a alma nas suas raios,
bebeu as minhas lagrimas ; nio houve uma
so d'essas injurias, que fazera desesperar
uma mulher que conserva ainda toda a
sua dignidade, que rae nio prodigalisasse.
Teve-me escondida, prisioneira, levada de
urn lad j para o outro ; guardada por assas-
sinos grosseiros, ferozes, repugnantes, ter-
riveis ; conservo u-me sem pre debaixo do
sentimenlo do terror, esperando uma pu-
nhalada, o veneno, ou, oque teria sido in-
Qnitaraente peior, a deshonra infame. Ti-
nha zelos de mim, julgava quo eu era araa-
da pelo duque de Sessa, e, nao rae matou
nio me deshonrou, ou porque queria prolou-
gar a minha agonia, retardando o golpe,
ou porque temia que, enaraorado de mim
o gran-capitio, me vingasse. E elle, que
em Italia pode tudo ; elle que irapoz respei-
to ao poderoso rei de Franga, elle, o verda-
deiro rei d* Roma, nio teve sequer com-
paixio de uraa pobre rapariga a quem havia
deslumbrado, que ha via sonhado por ellei
Para esses grandes homens, tudo quanto nio
e a gloria do triurapho, tudo quanto nio e*
a soberba do dorainio, 6 despresivel, pobre
e mesquinho. Ah I nio me recorde esse
homem I Agora despertei, ji" nio sonho,
nao tornarei a sonhar, raas raorrerei, por
que a minha vida o sonho, porque nao
posse viver quando todos os que me ro-
deiara me julgam deshonrada, indigna da
sua estima. Assim, nio e" possivel viver ;
o despeito, a injustiga, a realidade fria, sio
um veneno que inata letuaraente fazendo
soffrer uma agonia insupportavel. .
Angiolina, cuja commogio fora crescen-
do gradualmente, acabou derramando co-
pioso pr-iuto.
Pedro de Napoles estremeceu, teveraedo
do si mesmo. Pela primeira vez na sua vi-
da, cahiram sobre o seu eoragio, commo-
vendo-o e abrazando-o, as lagrimas do uma
mulher.
A descoberta de que tinha eoragio como
outro qualquer homem, elle, que so jul-
gava forte contra tudo, que nio araara em
Lucrecia senio o ser terrivel, a formosura
de satanaz ; a certcza, repctimos, de que
linha um eoragio sensivel ii compaixio, as
delicadas e puras sensagdes do amor, ater-
rou -o.
Perdoe, minha senhora, porem aeba-
se em perigo uma daraa com quem todos
sabem que me liga uraa promessa de casa
raento que nao esta anullada ainda.
Ah I Lucrecia esti em Floreuga 1 ex-
clamou Angiolina, sim, sim, vasalva-la...
6^ sua noiva ; e nio volte aqui.
Voltarei.
Nio me encontrara\
Yeremos. Adeus.
E Pedro de Napoles, subindo ao peitoril
da janella, pendurou-se na escada de soda,
disposto a subir por ella.
Porem a escada, ou porque estivessemal
segura, ou por outra razio quilquer, que
brou-se e Pedro de Napoles cahio no rio.
Angiolina soltou um grito.
Pedro de Napoles, depois de ter mergu-
Ihado, subio a superlicio da agua, e ouvio
muito proximo de si uma voz quo conhecia
de sobejo.
Que foi isto ? disse aquella que era a
de Lucrecia.
E' um homem que cahio no rio, res-
pondeu outra voz muito conhecida de Pe-
dro de Napoles..
Era a de Francesco Buotti.
Ao mesmo tempo um vulto grande e
opaco, sobre o qual se viam outros vultos
semelhantes a sombras, passou junto de Pe-
dro de Napoles que oadava.
Era uma bare a.
Espere um momento e salse-me, ji
que se salvou a si, disse Pedro de Na-
poles.
Parem e prestemos auxilio a quem
no lo pede, disse Lucrecia.
A barca parou, Pedro nadou para ella e,
ajudado pelos Pescadores quo a tripolavam,
subio para bordo.
llemera, disse Lucrecia.
A barca avangou para debaixo de uma
das obscuras esca-Jas da ponte.
Angiolina permanecia aterrada na ja-
nella.
[Contimmr-se-fta.J
TYP.DO DIAWO.-RDA DUQUE UE CA&Ui.




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1
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