Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17503


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Full Text
II
IBi

AMO LIJ-- JOIEBC 191
PARA A CAPITAL E LCIAREN OMK MAO K PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6fJ000
Por seis ditos idem................. 120000
Por um anno idem................. 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ ($100
DIARIO DE
"!
riii 23 DE
DENTRO E FORA DA PRO VI SCI A
Por seis .npies ~V9iantados..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
13J50C
200000
270COC
,5100
NAMBUGO
Proprietafce ht JRmod /tgetra tft -faria Silbos
Os Sr. A*aai;i Vea ;o fc C
4e Pars, S,i os nassas agentes
exclusivos de anamclan e pu-
blicara! na Franca e Ingla-
terra
1ELEGRAMMS

*
im FABnCVLAB 80 SUBI
RIO DE JANEIRO, 22 de A gasto, s 4
horas e 25 minutos da tarda, 'leeebido
s 5 horas e 52 minutos da lard;, pela li-
r.ha terrestre).
O conaelbo deliberativo da Aao-
ciariu Comincrrlal da Corle dirigi
ao toferao Imperial urna menaa-
i-iu. roBnignandu um vol de reco-
nbecimento pelas acertadas provi-
dencias que pozeram termo alle-
rai.a da orlen publica, occaslona-
da pelOS MEET1NO*
A Cmara dos Deputados continua
a occupar-se da 3.a discussAo do or-
ramento do Ministerio da Fazenda*
O Senado deixou de fuaccionar bo-
je por falta de numero.
Foi nomeado engenbelro ajudante
da cummlsso encarregada da con-
servaco dos portos e obras publi-
cas xeraes da provincia de reman-
buco o engenbelro Domlngues t-ni
Iberme Braga Torrea, sendo exone-
rado o actual, engenbelro i rt luir de
i.im- Campos.
*at:*fm HA a^>U.d V.uV.d
DUBLIN, 20 de Agosto.
Desordens multo graves acaban*
de dar-se em Kemare.
I na verdadelra balalba travou-se
entre os nacionalistas e a trapa.
%l m de algumas nortes bouve um
srande numero de fe rielo* de ambas
as parles.
PALERMO (SICILIA), 20 do Agosto.
Durante as ultimas 94 boras de-
jam-se 31 casos de cbolerae *l bi-
tos.
BERLIM, 20 de Agosto.
. M. o Imperador Guilberme eslft
seriamente Indisposto. mas seo es-
tado nao inspira Inquieacftes.
LONDRES, 20 de Agosto.
O governo acaba de prohibir a liga
irlandesa.
Mr.Cbamberlaln liberal dissidenie
acaba de separarse do partido mi
taterial.
RIO DE JANEIRO, 21 de Agosto, s
10 horas e 40 minutos da nianb.
Healisou-se onlem nm grande
banquete que fot seguido de um es
plendldo baile em casa do Exm. "r.
Harao de Coieglpc presidente do con
seibo para festejar o annlversarle
da subida ao poder do partido con-
servador.
Aeenoiu Havai., filial em Pernambaoo,
22 de Agosto de 1887.

INSTRDCC10 POPULAR
PMOIM HOMiNA
(Extrahido)
.) \ BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
8EGUNDA PARTE
FI^CVOKI DE BELM.iO
rHOXACn
(ContinuaQo)
As cardas vocaes sao ausceptiveis de incuitar-
bj e de alongar-se, em maior oo menor gro, por
virtude das contraecoes dos msculos da laryoge ;
assim producirnos, & vontade, sons mais agudos ou
mais graves. Alm disso, de obaervaco que,
guando a voz se eleva, a laryoge sobe,o que tem
por efteito diminuir o comprimento da correte de
ar, que a atravessa. as mulberes e as crian-
gas cuja voz muito mais agu Ja que a do hemem
laiynge man pequea e as cardas vocaes mais
curtas do que odie.
Como cima diasemes, o bomtm o anteo animal
que possue a facnldade de modificar os diversos
80D8 produiido pelas cordas vocaes, de modo que
tormeau palavras para ezprimu pensameDtos. Esta
modificaco dos sons vocaes, que tem o nome de
pronuncia, faz se principalmente na bocea, por
etfeito dos movimentos combinados da liogui, das
malillas, daa bochichas e dos labios.
Nio deve confundir-se a voz e a palavra com o
giito, que tanto propiio do bomem como dos
a'jimaes, e pelo qujl se exprimen) seneaedes f jrtes
(qaer agradaveis, quer doloroso). O grito urna
especie de linguagem instinctivs, que serve para
(iir a oonbecer aa necessidadei mais simples, e as
painV's naturaca (como a ira, o terror, o recoic, a
alegra, etc.
SENS1BILIDADE
DMM seri3bilidade a propriedade geral que
p3ssue o organismo, tanto no hamcm orno nos
animaes, de ser impressionado pelos carpos exte
i i res, colheudo assim detaea impressoes o eonhe-
cimento das propriedades delles. A s-usibilidade
e o movimeuto constituem, cornija dissemos, as
duas grandes fur.ccoea da vida de re ac >. A
sensibilizada ezerce se por meio de cinco funeces
especiae3, que teem spparelhas particulares em
que estao localiaadas, e d v: iualmcute. Sai a vis3o, aud co, o olphacto, o
gis'o e o tacto ; coostituem oque vulgnraente
so denomina os cio sentidos.
i) finisaoChaina-se v8'Ia, ou sentido di vista
aqucl'.e qu ; nos torna sensiveis para a accao da
luz e nos faz coobecer por intermedio deste ageate
physico, a cor, a forma, a grandeza, a pasicaa e
os movimentos do3 carpos que nos cercam.
Apparelho visual o apparelho, a que est in-
cumbido o sentido da vista, compoe-se :Io do
gl bo ocular e do ervo optics ;2" de orgos ac-
cessorios que servem para proteger o globo ocular
ou para movel-o.
O globo ocular um orgo de forma esphero.dal
constituido por involucrojmembranosoa e por m ios
transparentes, atravez dos quaes a luz se tetrange.
Os involucros do olbo o, enumerando de lora
para dentro ; a esclertica, a cornea transparente,
a cboroida e a rctiua. A esclertica ou or u-a
opaca, de estiuctura fibrosa e muito resistente ;
tem forma de espheroide, um pouco cimprimidc de
traz para deante, e continua-se anteriormente oom
a cornea transparent que (i urna membrana cir-
cular, de etpessura consideravel, formada por ca-
rnadas fibrosas snbrepostas e semelbaute, na sua
configuraos 3, a um vidro de relogio de algibeira.
Pr dentro dt. esclertica est a cborsida, ou
membrana vascular do olho, cuja face interna
corberta por urna substancia negra destinada a
abjerver todos os raios luminosos que nao sao
utilisados na viso. Scb a superficie interna da
cboroida est applicada a retina destinada a re-
ceber as impressoes da luz, e que urna membra-
na mollee esb.-anqmcida, formada pela ezpanso
do ervo ptico.
Osmeios refrangentes di olbo slo, enumerando
de deante para tras o humor aquoso, o crystallino
c o humor vitreo. O humor aqueso um liquido
perteitamente incolor, composto d'agua com urna
pequea quaatidade de albmina e alguna ases em
dissoluca, e quo est collosado entre a face pos-
terior da cornea transparente e a face anterior do
crystallino. No mei do espado oceupado pelo
humor aqu iso ba uni'diaphragma circular chama-
do iris em cuja parte central eat pra'.icada urna
abertura, que se denomina pupilla.
Esta abei tura toroa-se maior ou maar, segundo
a menor ou maior quantidade de luz qae o olho
recebe : quiudo a luz muito intensa, a pupilla
contrae-se ; quando pouco intensa, ou quando es -
tamos na obscuridade, dilata-se. A face anterior
da iris aprrsenta cures diversas nos diferentes
individuos ; ella que d a cor aos olhos, consti-
tuido um dos signaes pbysionomieos. O espaco
comprebendido entre a cornea e a iris forma o que
se chama cmara anterior do olhoemqaanto o
que fica entre a iris e o crystallino constitne a ca
mar posterior do olbo.
Estes dous espacoa, que estao cheios p-.-li humor
aquoso, communicam entre si pela abertura da
pupilla. O crystallino urna lente biconvexa
transparente, formada por carnadas concntricas,
cuja denstdade e dureza vo crescendo da circum
furencia para o centro. Esta lente est involvida
por urna membrana, tambein transparente, chama-
da capsula do crystallino, e aprsente muito maior
couvexidade na face posterior do qae na anterior.
O erystallino est col locado vertical mente por
detras da iris, a pequeua distancia d'esta mem-
brana como bem se v ; e cercado por ama co-
r*, formada de raios ou pequeos filamentos vas-
culares chf>madt.s proessos ciliares, que pareuem,
bem cornos iris, continuar-se coma choroida. Por
traz do crystallino hi um espido bastante conside-
ravel, cheio poi um liquido gelatinoso e diapbano,
chamado humor vitreo, e que involvido por
urna membrana extremamente tenue e perfeita-
meute traospirentea hyaloida,a qual envia
da sua superficie interna para o sen centro de
figura prolongamientos laminosos, que dividen)
aquelle espaco n'um grande numero de cellulas.
O ervo ptico da qual a retina a expanso
no interior di olho, atravessa a choroida e a es-
clertica na parte posterior, penetra no crneo por
urna abetura situada no fundo da rbita, crasa se
com o ervo ptico do lado opposto, e vai perder-Be
no cerebro, ao qual transmitte as impressoes lumi-
nosas.
v Continna)
JARTE OmClAI,
fiOTerno da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 2 DE ACOST DE 1887
OfEcios:
Ao presidente da provincia do Maranbo.
De coaformidade com o que solicita a presidencia
da provincia de Sergipe em otfioio, n. 42, de 25
de Julbo fiado, nesta data fae-i transportar at
essa capital, com destino i Paroahyba, provincia
do P.auby, por conta do ministerio da marioha, o
official de fazenda de 33 classe Aotonio Ncgaeira
da Silva, e bem asim a faaoilia do mesmo, com-
posta de sua mulher, quatro filbos menores e urna
irmi, tambem mencr.
E para que o referido ofEoial e sna familia se-
jam transportados dabi.para o lagar a que se des
tinam, rogo a Y. Exc. a expedico das conve-
nientes ordena a respeito. -Communicou-se ao pre-
sidente da provincia de Sergipe e expedio-ae a de-
vida ordem agencia da Companbia Brazileira de
NavegacSo.
Ao brigadeiro commandante das armas.
Oeferindo o requerimento do soldado da compa-
nhia de cavallaria Joaquim Honorato de Lima,
autoriso V. Exc, de aceordo com a sua informa-
(o de bontem sob n. 393, a conceder-1 he baixa
do servido do exercito, mediante substituto.
Ao Dr. ebefe de polica.Sirva-se V. S. de
informarme se necessarii e em qae lugares a
conservacio de quartel para destacamentos poli-
ciaes apeuas de -cinco pracis, fra das ed s das
comarcas.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Communico a V- S., para os fins cou ve sientes,
que o bacharel Jos Pe 1ro de Albelda Pernam-
buco, em 30 de dulbo findo assumio o exerciciodo
cargo de 2" juiz substituto da comarca desta ca-
pital, para oqaal foi nsmeado por decreto da 14
etado mez.
A' Directora da Gompaohia Peroambucana.
-8rvam se Tr. Ss.,de prestaras informacos,
que, para comprimento do aviso circular do mi-
nisterio da agricultars, de 28 de Jnnho ultimo,
solicitei em 8 de Julbo, qaanto aos vencimeutoe
do gerente desa Gompaohia( enviando ama rela-
co dos commandaotes e immediatos dos vapo-
res com declaracio dos vencimento de aos e on-
tros.
Ao engeoheiro encarregado das obras mi-
litaresIoteirado do qseexpoe V. 8., em ofBcio
de 90 de Julho findo, so'bn. 143, recommendo-lht)
qae, a vista do que consta do oftieio junto do di-
rector do presidi de Fernando de Noronha n. 169
de 15 de Abril ultimo, orce mais ou menos s quan-
tia a despender-se com os reparos de que r ecessi-
ta a fortaleza dos Remedios existente uaquelle
presid (
Ao inspector do Thesouro Provincial.No
sendo possivel attende ao gerente da C'inpanhU
Santa Thereza na petico sobre a qual_ Vinc.^ m-
formou am officio de 21 deste mez, o. 743, nai s
porque o art. 200 do regulamentode 2.de Julho de
1879 a isso se impSb ; mas ainda porque do encon-
tr da divida resultara o encargo para a Faz-.'nda
de pagar os juros das apoliess correspondentes s
prestaos entilo assim realisadas, visto que de
prompto nio as pideria retirar da crculacao, re-
cimaendi a essa inspectora, no intuito de minorar
o onus que a alludida responsabilidade carreta
para a referida compaohia, au, hav.ndo recursos
no cofre desse Thesouro para satisfazer a ''redores
da provincia, em taeg casos, gaarJe preferencia
no pagamento sobre o qual tersa a preteue-io do
dito gerente.
Ao mesmo.- R.'tmtt} Vmc. os inclusos do-
cumento] comprobatorios da deapeza f-'ita pelo
subdelegado de S. Lourenco de T^jueupapo, Jo3o
da U cha de Soaza, de Ji de Marc,o do anno pas-
eado a 16 de Abril ultimo com o aluguel da casa
de propriedade de Manoel Vieira de Mendon^a, a
quMl serve de quartel no povoado de Ponta de
Pedras, a razSo de 5O0O menaaes, autorisa-o a
mandar pagar os alugueis vencidos de 1 Je Julho
d'aquelle anno a 16 de Abril do correte, na im
portancia de 47666 e escripturar a de 17/666,
que pertence ao exercicio encerrado, nos termos
dujinformacio desse Thesouro, de 18 de Julho
prximo findo n. 735.
Ao director do Arsenal de Guerra.Do ac-
eordo cem a imformacao deesa directora de 23 de
Julho findo, sob n. 1216, aatoriso Vmc. a mandar
cffectuar mediante a quantia de 15/000. constante
do ornamento annexo 4 citada informacao, o con
certo de que precisa o crucifix > de madeira, per-
tencente capella da Enfermara Militar, e de
que trata o incluso pedido.Communicou se ao
biigadeiro commandante das armas e a Thesoura-
ria de Fasenda.
A o enganh-iro director das Obras Publicas
Ueraes-Inteirado d> que Vmc. informou no seu
officio de 30 de Julho findo, sob n. 40 recommende-
Ihe que faca organisar e aprsente a esta presi-
dencia, o orcamento dos reparos de que carece o
proprio em que se acha a entermaria do presidio
de Fernando de Noronba.
Ao mesmo.Oonvem que Vmc, em addita-
mznto ao officio de 30 de Julbo nltimo, sob n. 38,
verifique e infirme si as pontea de que trata, ca-
recem gmente de pintura ou tambem de reparos.
Ao engenbeiro fiscal da C ompanha Ferro
Carril de Pernambuco.Ioteirado do que Vmc.
informou uo officio de 30 de Julho ultimo, declaro-
Ihe, em go!ucloao[fiaal do mesmo officio, que a au-
tora aeSoJ para o assentamento dos trilhos em pro-
longamento da linha de Fernandes Vieira, j foi
concedida cem approvacao da planta respectiva.
Ao.coliector das Rendas Geraes do municipio
de Iguarass.Attendends ao que requereram
Generosa Sebastiana Furtado de Mendouca e Ma-
ra Francisca Furtado de Mendonca residentes
nesae municipio, recommendo a Vmc. qae, peraote
o juis de direto da comarca, entre em aceordo
com as mesmas no sentido de rednzir-se a.. ..
6JJ00 o valor do escravo Damio ea 550/000
o de Francisco ambos libertados por conta da 7*
quota do fundo de emancipaco.
Ao De. juiz de direto da comarca de Gara-
nbuns.Para cumprimento do aviso de 20 de Ju-
lbo findo, junto por copia, reitero a Vmc. a lequi
sicio feita em officio de 10 de Maio ultimo, no sen-
tido de ser apresentada na secretaria desta pre-
sidencia a certdio do processo dos reos Joaquim
Jos da Silva e Vicente Jos d* Silva acompanna
da da informacao do jan da condemuafo, ou
daquelle, que o tiver substituido no cargo-
Portarlas :
Dju solaceo ao assumpte sobre que versa a
ioformacao n. 58 de 6 de Julbo findo, declarando a
Cmara Municipal do Recife que ainda quando
seja, por seguranca publica, determinada e reali-
sada, em termos legaes, a demolicao dos predios
ns. 13 e 26, pertencentes Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, sitos s ras do Burgce e do Amo-
ro, a municipalidaie nao ficar ieenta da obri-
gacao de indemniear, a quem de direto, do valor
do solo, si este fr necessario serventa publica
para o alargsmeoto da travesea do Forte do Mat-
tos. -Officiou-se ao provedor da Santa Casa de
Misericordia do Recife.
Dju solucao ao assumpto constante dos ofi-
cios ns. 35, 37, 46 e 65, de 21 e 24 de Maio, 22
de Juuho e 27 de Julho ltimos, approvando o
arrendamento trimensal da casa n. 32, da praca
da Independencia, pelo aluguel aonual de 181/.
Quaoto as demais casas, declaro Cmara Mu-
nicipal do Recife que se ainda urna vez anuncia-
do o arrendamento nao apparecerem licitantes, po-
dero continuar os antigos locatarios pelos precos
do anterior arrendamento.
Declaro Cmara Municipal do Recife, em
resposta ao seu officio de 28 de Junbo ultimo, sob
n. 54. que, como informou o director geral das
Obras Publicas, ao inspector do .Thesouro Provin-
cial, nSo pode por falta da consignaclo de crdito
na le do orcamento vigente, ser autorsado o cal-
lamento do becco do Burgos e parte das ras do
Amotino e Moeda.
Declaro Cmara Municipal do Recife, em
solucao ao seu officio de 6 de Julho ultimo, sob
n. 55, que o gerente da companhia Ferro Carril,
segundo informou o respectivo fiscal em 30 do
mesmo mez, vai mandar proceder com brevidade e
a sua custa, aos reparos de que carece o poutilbSo
existente entre o termino da linha de Fernandes
Vieira e a estrada do Manguinho.
EXPKDIEXTE DO 0B. SECBETABIO
OfEcios :
Ao agente da Companhia Brazileira de Na-
vegacio De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, acenso o recebimeuto do officio em
que V. Exc. participa qae o vapor Espirito-
Santo chegado boje s 6 horas da mauha dos
portos do norte, seguir para os do sul boje mes-
mo, s 6 da tarde.
Ao Dr. Ignacio de Barros Barreto Jnior, 1-
secretano da Asaembla Legislativa Provincia!
De ordem de S. Exc o Sr. presidente da provin-
cia communico a V. S. qae, no officio de hontem
a. 60, a que ve.o annexo o ponto dos emprega
dos da Secretaria dessa Assenbla, relativo ao
mez de Julho ultimo, tni proferido boje e despacho
seguate :
Rtmettido ao Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial para os devidos fins .
An 2- juis substituto da comarca do Recife
S. Exc o Sr. presidente da provincia sciente do
assumpto de sea efficio de 30 do mes findo, re-
commenda-lbe que transmita a certido do seu
exercicio.
Ao commandante do corpo de policaDe
ordem de S. Exc. o Sr. prsdente da provincia,
baja V S. de informar quantas pracas do corpo
b b seu comman lo se acham ao servico da polica,
no povoado Chi do Carpna, declarando ao mesmo
tempo se pertencem ou nao ao destacamento de
Naiareth #
Ao fiscal da Recife DrainaxeO Exm. Sr.
presidente da provincia prt ferio boje o segunte
despacho no requerimento de Antonio Cirios de
Arrnda B> Itrio, a que se refere a informadlo de
V. S. de 31 de Julbo nltimo :
* Nio admssivel a concessSo que requer .
- Ao jais municipal e de orphos do termo de
OuricaryDe ordem de S. Exc o Sr. presidente
da provincia remetto a V. 8. em satisfacSo as
pedido constante do seu officio de 13 de Julbo ai-
limo, am exemplar inopresso do regalamento expe-
dido a 10 de Agosto de 1858, para a arrecadacAo
dos bens do evento.
XrtDIEMTB DO DU 5 DE AGOSTO D 1887
Actos:
O presidente da provincia, tendo em vista o
officio de 28 de Julho ultimo, sob o. 162, do di-
rector gral do Obras Publicas, resolve nomar,
p ira substituir interinamente o engeuheiro Jo3o
Piuto da Silva em quanto no i;oso de licenca, o
ngeuheirn Joao Jos Fernandes'la Cuan*.Com-
muoicon-ss ao director geral d- Obras Publicas.
O presidente di proviueiv, Hiiendo ao
que requsreu Mira Emygiia de Alm-id VI lat-'i-
ro, prt fessora de ensmo priman; em Ba-Viagem
e ten lo en vista a informacSo n 200, do inspec-
tor geral da InstruccSo Publica, sesolve conceder
pjt'cionarii, a contar do 1* do corrente, dous
mezes de l<&uca com ordenado, oara tratas de sua
gaude, onde loe convier
OlBcos:
Ao ,es- nbirgait.Maiio.'i Clementino Car-
nero da Cuaha. -Acetrtindo o rscebimanto do re-
latorio c nnnexos que V. Exc, o Dr. Ig.iacio di
Barros Barreto e o c uincn ia loi Joao Ignacio de
MeJeiros R'go m rametteram, em 30 de Maio
ultimi, na qualidade de membroi da Commisso d
Synlicincia, procedida na Tnes >uraria de Fazen-
da sobie o tacto criminoso do cia 9 de Setembro
do anno prximo paseado, comrre me agradecer,
como agora faco, o valioso auxilio por V. Exc.
prestado, e o zelo eom que so hor vj em aeu desem-
penhi.
Djvj declarar-lhe que, n a in:s-nos term >s, ac
bo de dirigir-me ao Dr. Ignacio de Barro B.irretto
e aocomm'dador Joao Ignacio de Medoiros Rjgo.
Mutalis mulandi ao comnendador JoJo Ig-
nacio de Medeiros Reg e ao D.-. Ignacio de Bar-
ros Barreto.
Ao inspector da Thesonra -ia de Farenda.
Com referencia ao officio de V. S de 23 de Julho
ultimo, n. 470, sobre o re;ebiment. > definitivo das
obras do Forte do Picao, remettn-lho copia da in-
formacao a respeito prestada pilo eng-nheiro ci-
v-'l, Francisco do R?go Barros, em 3 do correte,
e bem assim devolvo-lhe os paoeis de que trata
aquelle officio.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De-
claro a Vmc. que nasta data defer e requerimento
de Victorino Jos de Souza, propre'.aeio da casa
ou mei'agua n. 2 da ra de Chiistovo Colombo,
no sentido de ser dispmsado do pagamento das
annuidades do apparelho da companhia Reeife
Drainage, all collocados ; porcuanto da intorma-
co desse rhesouro, de 26 de Junbo ultimo, sob
n. 650, verifica-se que tinha e la apparelho gra-
tuito por pagar no exercicio de 1875 e 1866 dci-
ma inferior a 13/50 I. c que atsim conservou-sc
at o exereicio de 1873 e 1874, em que por eleva-
dlo da decima passou ao artigo 18, vallando no
exercicio de 1877 e 1878 ao limito anterior, d'onde
resolta que nao bouve rasvo para a elevadlo de
que se trata.Reme'teu se copi i ao fiscal da Com-
panhia Recife Drainage.
Ao administrador dos corruos.Em cumpri-
mento do aviso do Ministerio da Agricultura, Com-
mercio e Obras Publicas de 14 de Julho ultimo,
sob n. 102, recomeaendo a Vmc. que providencie
no sentido de evitar qaalqaer xcesso de despeza
alm dos crditos distribuidos ,o>r contado orca-
mento do dito ministerio, e qua, a mostrar-se in-
suficiente o crdito destinado a qualquer servico
leve o facto ao conhecimento co governo com a
conveniente antecedencia, expestas asjeircumstan-
cias que tenlnm determinado i insuficiencia dos
crditos.
Mulatit mutandis ao engeihsiro encarregado
das Obra Publicas Geraes, engeoheiro director das
Obras da Meihoramento e eonservacao dos portos,
engenbeiro em chefe do Prolong tmento da Estrada
r?e Ferro do Recite ao S Francisco e engenheiro
director das obras da Estrada de Ferro do Rocifd
a Cmaro'.
Ao inspector interino de bygiene.A' vista
do que consta de sna informacao de 2 do corrente
mes recommendo-lbe que, ainca mesmo em mu
pequena'quantidade, remetta ljmpha vacciniea
Cmara Municipal do Recite, pectiva medico possa comecar, conforme determi-
nei, o servico da vaccinaco.
Solicitei hoje do ministerio do imperio a'guns
tobos centendo aquella lympba.
Ao director do Arsenal de Guerra.Auto-
riso Vmc, na forma das disposifoes em vigor a
mandar fornecer ao alferes do 2o batalnao de in-
fantara, Joao Afiboso de Mello, o artigos defar
damento, constantes do incluso pedido.Commu-
nico'i-se ao brigadeiro commandante das armas e
ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ao director do presidio ds Fernando de No-
ronba.Declaro a Vmc, para os fins convenientes
e em additamento ao meu ot i i de 4 de Julbo fin-
do, que, autorsado pelo Sr. ministro dajusti;a,
conced licenca a Antonio Coelbo Ribeiro Roma,
gerente da empresa organisi da para exploraco
das jasidas de phosphato de cal no archipelago de
Fernando de Noronha, para permanecer nesse
presidio emquanto durar sua i ouomissio, podendo
levar comsigo duas barcacas que vo earregar e
um navio condusindo o material e peasoal indis-
peusaveis ao fim a que se propoe.
Ao mesmoDeclaro a Vmc, para os fins
convenientes, que, autorsado pelo Sr. ministro da
justica, conced permissao para irem a esse pre-
sidio os Srs. Henry N. Rddloy, George A. Ra-
mage e o Rvd. Thomas S. Lea, em desempenho
da commisso scentifica de i,ne tr*ta o ministro
plenipotenciario do Brasil en Londres, no officio,
junto por copia, de 5 do mez fi ido.
Acompanha estes Srs. um e.reado de nome Sil-
vano Jw de Barros.Communicju-se ao gerente
da Compaohia Peroambucana le Navegaco.
__ \o collector das rendas >crses do municipio
de G*melleira.Informe Vmc com urgencia so
bre o resaltado das providencias recommendadas
por esta presidencia em 12 de Marco ultimo, acer-
ca de novos arbitramentos doi valores dos escra-
vos libertades por conta da 7' quota do fondo de
emancipaco.
Portara:
__ O Sr. gerente da Compenhia Peroambucana
mande transportar gratuitamente a l at a Baha,
no vapor qae seguir amanta para os portos do
sal a Jos Mara Viriato da Souza.
EXPEDIENTE DO DB. EECHETABIO
Oficios :
__ Ao brigadeiro commandante das armas.O
Exm Sr. presidente da provincia manda commu-
oicar a V. Exc. que foi eocaminhado ao ministe-
rio do imperio o requerimento do major Estevo
Jos Perras que acompanho i o seu oficio n. 401
de bontem datado.
A) Dr. j iiz de direto di orphos e ausentes
da comarca do Recife. De ordem do Exm. 8r.
presidente da provincia reme-.to a V. 8., para os
fins convenientes, a carta rogatoria, devidamente
cumprida, expedida por V. S s jusicas de Por-
tugal, a requerimento de Jo < Soarea^lo Amaral,
pura avaliaoo de baa no inventaro a que se pro-
cede por fallecimeoto de D Francisca Brasilina
Lima do Amaral.
Ao Dr. juiz de direito especial do commer-
co.De ordem do Exm. Sr. presidente da pro
vincia remetto a V H., para ser restituida aos in-
teressados, a carta rogatorii. expedida a requeri-
mento do Vissonde de Campo A'egre e outros para
intimscAo do liquidaoto nomeado Central Sagar
Factoras of Brasil Limited, por nao ter sido
cumprida a diligencia deprecada em vista dos mo-
tivos constanteedo aviso, junto por c^pia, do mi-
nisterio dos negocios da justtsa de 27 de Julbo
findo.
Ao gerente da caixa filial do english bank of
Rio de Janeiro limited, nesta cidade.De orlem
do Exm. Sr. presidente da provincia aecusoo re-
cebimeuto do officio de 3 do corrente, com o qual
V. 8. enviou copia autheutica do balaucete das
operaco-is efectuadas por essa caixa filial durante
o mes de Julbo nltimo.
A' commisso eocarregada da liquidacio das
cootas da estrada de ferro do Recife ao 8. Frao-
eisco. 0 Exm. 8r. psesidente da provincia den
boje o destino eonveniente aos documentos que
acompanhiram o officio t Vv. Ss. de 2 do cor-
rente.
EXPEOIESTE DO DIA 6 DE AGOSTO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, tendo em vista o
officio de 6 de Junbo ultimo, do Dr. juiz le direto
do 2 diotricto errainil, do qual ae verifica ser
necessario' em c?nsuqu ncia da revisSo do aliata-
n -r.ro eleitoral di i-mi passado, crear mais urna
seccSo eleitoral na pirochia de Santo Antonio do
Recife, resolve, de conformidad com o ait. 95, e
usando da attnnuicio conferida pelo art. 91 do
decreto n. 8,213 de 13 de Agosto de 1881, dividir
a dita parochia em cinco seccois para reunio e
trab-lhoa das assemblas elcitoraea p-la forma
segunte :
A 1.* secloPaco da Cunara Municipal do
Recife : compor-se-ha dos cleitorea do l. ao 8
ijuaesteirdes.
A 2.a seccAoCousiatorio da igreja do Nssa
Seohora do Rosario: comparo -ha do3 elcitores
da 9." ao 14." quarfeiroes.
A 3* sec^ao Escola publica da ra do Cala-
bouco : compor-se-ha dos eleitores do 15." ao 21 "
quarteires.
A 4.* sec^SoConsistorio da igreja de Nossa
Senbora da Conceicao dos Militire : cotnpor-se-
ha dos eleitores do 22. ao 28. quarteires.
A 5.1 aeceoEscola Normal : compor-ae-ha
doa eie'tores do 29' ao 32 quarteitoesRemet-
teu-se cp;a a Cmara Municipal do Recife e ao
Dr. juiz de direito do 2." districto criminal.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidads com a proposta do Dr. chufe de polica,
em efficio de 3 do correte mez, sob n. 676, exone-
rar, a pedido, Jos Rodrigues Jacobina do carg
de subdelegado do districto de Cachoeiroha, do
termo de S. Benio, e Francisco Teixeira de Paula
do I 1 supplej'.e do mesmo subdelegado.
Resolve, outrosim, nomear sublelegado, 1., 2.
e 3* supplentes do mesmo districto os actuaca 3 -
e 2.- supplentes Joo Elias de Mello, liicardo
Francisco Teixeira da Rocha e os cidados .Ma-
no I Simo s de Mello e Jos Manoel Pacheco Fi-
lbo, na orlem em que se acham collocados.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de polica,
em officio de bootem, sob o. 779, nomear Manoel
Bernardo Vieira de Mello para o lugar, que est
va^o. de 1.- supplente do subdelegado do districto
de Pogo Comprido, do termo de Nazareth.
O presidente da provincia, aUenleoJo ao
que requereu Anna Francisca Soares Pacheco,
profesaara da cadeira de ensmo primario do Seri-
nhem, e ten Jo em vista a i formaco n. 197, de
30 de Julho fiado, do inspector geral da inatruc-
cJio publica, reaolve prorogar por tres mezes, com
metade do ordenado, a licenca ltimamente conce-
dida a peticionaria para tratar de sua sa le onde
lhe convier.
Oficios :
Ao bispo da diocse de OimJa.Em addita-
mento ao mej efficio de 29 de Julbo fiod), tenho
a honra de declarar a V. Exc. Rvma. que na co-
marca de Timba')* o promotor publico de capel-
las nomeado ai hoc e em Bom Conselho serve
interinamente o bacharel Cicero Tercio Tarares.
Ao brigadeiro conmandante das armas.
Tendo, de aceordo com a informaba o desse cono-
mando de armas, de bontem datada, sob n. 407,
deferido o requerimento em que Felicia Eugenia
de Paula Rieba pede permissio para sen genro o
alferes do 14. batalbao de infantaria, Bellarmino
Augusto de Athayde, aguardar na provinea da
Parahyba a licenca de tres mezes que ora requer
ao Ministerio da Guerra para tratamento de sua
sade ; assim o declaro a V. Exc. para seu co-
nhecimento e devidos fins.
Ao inspector do Arsenal de Marioha.Ac-
enso recebido o officio n. 92 di 4 do correnta em
que V. Exc. me participa, qae, em observancia
ao aviso do Ministerio da Marnba de 25 de Julho
findo, sob n. 1,1*9, foi na misma data armado o
patacho Gunrarapes construido nesse Arsenal, as-
sumindo o respectivo coinmando o Io teoeote Jlo
Maxiliaoo Algeroon Sidney Scheifler.
Aopresilente di Relaca o do districto.
Dgne-se V. Exc de declarar-me se passou em
julgamento o accordo dessa Rolacaj proferido
em 5 de Dezembro de 1884, em grao de appella-
c>, por parte da fazenda nacional sobre o arbi-
tramento do valor do escravo Manoel, perteocente
aos herdeiros de Antero Joaquim dos Santos, li -
bertado no municipio da Escada, por conta d t>'
quota do fundo do emancipaco.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Com a iufjTinacio juata por copia, do engenheiro
das obras militares de hoje datada, sob n. 145,
transmiti a V. S., para os devidos fins, as in-
clusas notas do gaz consumido no Arsenal de
Guerra, durante o mez de Julho fiado, na quali-
dade de 7,60J ps cubic a. Commuuicou-se ao
director do Arsenal de Guerra.
Ao mesmo. Devolvo a V. 8 os seis inclu-
sos ttulos de terrenos de marinha, por mim sssig-
nados, o qoe para essa fias foram-me remettidos
com seu ifcio de 2 do corrente msz, n. 503.
Ao providente e mais membros da directora
do Instituto Archealogico e Geographico Pernam-
buco.Atteodeodo aoque Vv. Ss. me represeota
rain em oficio de 9 de Junho fiado, e tendo boj
alterado a diviso das seecoes eleitoraes da paro-
chia de Santo Antonio do Recife, provideociei de
modo que nenhuma dellas trasele, como d'antes,
em urna das salas desse Instituto.
Ao Jr. juiz de direito da comarca de Naza-
reth. Sirva-se Vmc de informir-ma si o capi-
llo honoraria Alfonso de Hallauda de Albuquer-
que Maranho entrou em exercicio, e quando, do
cargo de esenvo de orphos para que foi ltima-
mente provisoriamente nomrado.
Ao director do presidio de Fernando de No -
rjnha.Na inclusa petico o Dr. Manoel Arvellos
Bollas, 2* cirorgio do corpo do exercito, requer a
esta presidencia o pagamento da gratifieaco de
pharmaceutica desse presidio, correspondente ao
periodo de 18 de Margo a 15 de Julho ultimo, em
que exercen as respectivas funecoes.
Nao constando na secretaria do governo a inter-
rupeo legal de exercicio do pharmaceutico efec-
tivo, aenao de 23jde Abril a 22 de Maio. em que
estove no goso de licenca, toroa-se necessario que
Vmc. explique esmo se deu a substitaicao que se
acha attestada por essa directora no documento
que o supalicante junta.
Por occasio de sua informacao, Vmc. me de-
volver a mencionada peticio.
Ao engaaheuM fiscal da estrada de ferro do
Recife ao Ltmoero. Remetiendo a Vmc. copia
do aviso de 25 de Julho u'timo, sob n. 20, em que
o Exm. Sr. ministro da agricultura, cemmercio e
obras publicas approvou o acto desta presidencia
qaanto leducco dos pregas de transporte de ke-
rosene e material para estradas de ferro, chamo a
sua atteocio para o final do mesmo aviso no sen-
tido de providenciar conveoientemente para que,
sem demora, se consiga soluea da companhia
deasa estrada de ferro ao convite do gaveras so-
bre a redcelo geral d*s respectivas tarifas.
Portaras :
Em virtude de ordem constante do av so n.
3053 de 28 de Julbo fiado do Ministerio do Impe-
rio, determino A Cmara Municipal do Recife qae
expeca communicaco aos jaises de paz e d as
demais providencias do estylo afim de que se pro-
ceda no dia 14 de Setembro |vindoura no 1 dis-
tricto desta provincia nova eleico para preen-
chimeato da vaga qae dexoa aa Cmara dos De-
putados o Exm. Sr. coaselheiro Manoel do Nasci-
ment Machado Portella, par ter sido nomeado por
carta imperial de 21 do referido mes de Julho mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do im-
Determino a Cmara Municipal do Rscife
qae expeea communicay8-'5 ** j'ses de pas, e de
as demais providencias do estylo afim de que t
preceda no dia 19 de Setembro vindouro nesse mu-
nicipio 'leici de um vereadar em substituicSo
do finado cidado Antonio da Silva Ramos Neves.
O Sr. gerente da Companhia Peroambucana
dlf Navegagio mande dar passagens de r, do porto
do Penedo ao desta capital, com direito baga-
gem, ao bacharel Francisco da Costa Maia F:lho
o sua senhorn, por conta daa gratuitas a que o
governo tem lireito.
PXPEDIESTE DO EB SECBETABIO
Offhios :
Ao agente da C mpauhia Brasileira de Na-
vegago.De ordem de S Exc. o Sr. presidente
da provincia, aecuao o recebimento do officio em
que V. Exc. participa que o vapor Cantillo, che-
gado boje s 6 b>ras da mauha doa portos do sul,
seguir para os do norte, at Mani--, hoje mesmo,
s 10 da noitc.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda remet-
ter a V. S. quatro ordens do Thesouro Nacional de
ns. 95 a 98.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 20 DE
AGOSTO DE 1887.
Albino Manoel de Paiva.Fague-se, erntermo
Bernardino Maranho. Sino, com os vencmen-
tos a que tiver direito.
Capito Firmino Theotonio da Cmara Santia-
go.Informe o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Francisco Ribei'o Pinto Guimar"s.Iafarme.
o Sr. fiscal da Companhia Recife Drainage.
Francisco A palomo Bezerra e Silva.Informe a
Sr. director da estrada de ferro do Reeife a Ca
ruar.
Joo Pinto da Silva. Informe o Sr. inspector
do Thesouro Provincial.
Jos Octaviano da Rocha Mello.Sim, com or-
denado somente.
Walf.-ido Barreto de Mello Reg.De-sa por
certido o theor dos dcapaehos proferidos as pp-
tigoes do supplicante.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, 22
de Agosto de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartir da Polica
2a secs3o. -N. 731.-Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 22 de Agosto de 1887
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que forana recolhidos Casa de Deten-
gao os seguintes individuos:
No dia 20 :
A' roinha ordem, Paulino Vicenta Fer-
reira, raraettido pelo subdelegado 'de Be-
lm, por disturbios ; Anna Mara da Con
ceigao, remetlida pelo sublelegado de San-
to Antonio, por disturbios.
A' ordem do do R3cife, Vicente Daarte
Cedrina, Julio Francisco de Oliveira e Joao
Manoel, como vagabundea.
A' o dem do de Santo Antonio, Max".
raicno Pereira da Cunha e Simplicio Olym-
pio Vieira Marinho Cavalcante, por em-
briaguez e disturbios.
A ordem do do 2" diatricto da fregu-
zia de S. Jos, Severino Ferrara da Cruz,
por disturbios.
No dia 21 :
A' minba ordem, Manoel Jos da Con-
oeiglo, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da froguezia
de Santo Antonia, Bebiano Jos Machado,
por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da Boa-
Niata, Manoel Ferreira das Chagas, Bel-
mira Lins dos Santos e JoSo Francisco
do Nascimento, por embriaguez e offensas
moral publica.
A' ordem do do 1" districto da Graga,
Antonio Marcolino Tiburcio, por embria-
guez e uso de armas deteza e resisten-
cia.
No dia 19 do corrente, pulas 9 1[2 ho-
ras da noite, bouve um principio de incen-
dio no Hotel Cosmopolita sito ra da
Madre de Deus n. 30, na freguezia do
Re ife, de propriedade de Joaquim Santi-
no de Figueirodo, e qm sendo visto em
tempo, foi logo extingo devido aos esfor-
gos do proprietario e mais pessoas do
povo.
Commnaicou me o delegado do termo de
Canhotinho, em offi;io datada de 20 do
corrente que, no dia 18 e no lugarSitio
Basilio do termo de S Bento, foi preso o
individuo de nome Joaquim Simio de Ma
cedo, celebr criminoso da morte naquel-
le termo.
Deus guardo a V. ExcIllm. e Exc.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. -O chafe
de polwis, Antonio Domingos Pinto.
Recebedorla Provincial
DESPACHOS DO DIA 19 DE AGOSTO DE 1887
Silva Fernsndes & C, Manoel Collago
& C, Gaspar Augusto Soares Li e e
Ferreira C, successor. Sim.
20
Silva & Alvaro, D. J. Save A C. e
Francisco Lauria (& CSatisfagam a exi-
gencia da Ia secg&o.
Cardoso & C Antonio da Silva Jnior
e Oliveira Gongalves C -Informe a 1"
secgSo.
Maria Joanna Fiuza de Souza.Defe-
rido cora relagJo ao 3o semestre, addicio-
nando ao corrente exerc'cio de aceordo
com as informagd'es.
Ribeiro Almeida e Jos Nogueira de
Souza.Sim, vistas as informagSes.
Francisco Correia de RZende. Em
vista da informagSo do Sr. langador, o
supplicante no pode ser attendido sen2o
para deduzir-se da collecta, a contribuigSo
da Drainege e a importancia do snppri-
mento d'agua, para o que se farSo as de-
vidas declaragSes no livro competente.


x


fe'
4
DIARIO DE PERHAMBCO
RECIFE, 21 DE AGOSTO DE 1887
Noticias da Europa
Eis o complemento das noticias de que toi por-
tador o vapor Ville do Cear :
Franca
A cmara francesa eocerrou-se.
Bera para Outubro tratada a questio daa eeomo



m iimnm -3*1*
\mmmammapmm^-
saS8asaaSsa
Diari de fernambDcoTerca-feira 23 de Agosto de 1887




aia, ou a reforma do orcamento apreaentado pelo
Sr. Ramiro. ,
Reconheeer-se-ha eDiio se o governo aatiitaa cu
slo os deeejoa d cmara, at quo ponto ai eco-
noma erio realiadma, oa se haver de recor-
rer-fl a ootro ministerio para que possam alcan-
O presidente da repblica j se retirou de Parir,
alguns do ministros tem ido provincia, sendo
sempre nessa occasiio para usar m da palavra. O
partido qm tem feito do general Boulauger urna
Senda, s*e5pre que se ihe depira eosejo corres-
ponde s acclamacoee eoa que oa miniatroe sao
receidos, dando vivas aquella general.
O Sr. Julio Ferry N assiatir tests da socie-
dades de tiro dos Vosges, e prraunciou em Epinal
im discurso que tem sido muito commeutado.
O 8r. fferry alludio as inanitestaces especia
enlosas por pa rte do general Boulanger, e disee
que os progressoa a adiantamentos do exercito nao
lio do hoje, mas de uaa arie de auno*, apre-
hendidos por todos os ninistros depois dos desas-
tres, e secundadas por todos os partidos, sem dis-
Jinccia alguma.
NSo pode pois nenhum partido, nem nenbuma
fraccio polica ter o monopolio do patriotismo, e
Iludido as divergencias que real ou appannte-
aente enfraquecem, disoe ser essa a causa prin-
cipal de nao deeempenhar a Franca na poltica da
Europa o popel que Ihe pertence.
O goaerai Boulanger enviou padriuhos ao 8r.
erry por cauaa do discurso que este pronunciara
sin Epinal.
Os padrinhos enviados pelo general Boulanger
ao Sr. Julio Ferry sau o Conde de Dilon e o ge-
neral Faverot.
Os jornaes radicis eensuram o Sr. Julio Ferry
por ter no seu recente discurso laucado mais urna
sement de discordia no campo republicano.
Escusado diaer que por parte dos partidarios
io Sr. Ferry se fas idntica censura aoa que nao
o applandem.
Celebren se ha poueoe das em Par na praca
de Saint Quintn, a inauguracio da estatua de
Henry Martin, o celebre hietoriador.
Presidio ao acto Mr. Spuller, ministro de ins-
trueelo publica. Era grande o numero de asis-
teates, entre elles Srs. Oeroulede e urna commiasio
da sua Liga de patriotas.
O ministro fui objecto de urna hostil manifest-
eo por parte de Deroulede, que bem como os seus,
aesclaram os seus protestos com viva a Bou
O Times escreve um longo artigo acerca da
questao Boulanger- Ferry, terminando por comba-
ter tm absoluto o duello principalmente em casos
d'estes, duendo que os esUdistaa, os homens de
grande valor, nio pertencem s a si, pertencem *
sacio, e que por isso a sua vida nSo deve estar a
aere do primeiro eepadachim que appareca.
Os padrinhos do genral Boulanger publicaram
ao dia 3 urna declaracio nos jornaea duendo que
se retiram da sua missio, porque os padrinhos do
Sr. Julio Ferry recusaram aeceitar as condicoaa
io due.Uu.
Os primeiros, depois de terem pedido urna troca
ie balas em numero indeterminado at ficar ferido
io dos contendores, acceitavam a troca de una s
bala, a vinte passos de distancia, sem vos de fogo,
antretanto que os padrinhos do Sr. Ferry acceita-
ram nicamente a troca de urna io bala, a 25 paa-
108, com voa de fogo.
O Sr. Ferry escreveu s anas testimonias di-
icndo que Ibes tinha dado desde logo plenos po-
deres para regularen: o encontr ; est prompto a
aceitar o que imposeram os padrinhos do general
Boulanger, on aceitar urna arbitragem.
Outro desafio em perspectiva que tem preoecu-
fldo muito a imprenta o a telegrapbia, o do Sr.
salo Cassagnac com o Sr. Laur.
Paulo de Cassagnac ebegou a Paria a 29 de Ju-
Nbo. Os reporten e o homens polticos invadiram
as orficinas do jornal L'autorit para saber o que
iencionava faser a Laur. O eslebre jornalista e
deputado re Mas Autereli publica um artigo viojeatissimo, em
oa; materialmente se esgotou o diccionario dos
improperios.
A Frantx, o jornal que publicou as cartas do br.
Laur, responde no mesmo tum, chegando no cu-
aulo da insolencia a chamar covarde a Paulo de
Cassagnac.
Nos corredores da cmara dos depatados discu-
aam-se vivamente as duas cartas, otas geralmente
o se acredita veoba a verificarse na desafio
apesar dos insultos trocados.
Esta opioiia lania-se em dout tactos impor-
tantes.
Primeiro em que Cassagnac manifestou a algum
empo a resoluclo rrevogavel de abandonar a su
vida de duellista, nao se batendo mais, e eata reso
Jacio na a alterou em circumstancias recentes a
favor (ou melhor diaenio, coatra) nioguem.
Segundo, porque a voa publica publicar a
Transa miis dia menos dia alista dos depatados e
inflientes moaarebcos, que tentaram persuadir o
Seneral Boulanger a dar um golpe de estado quan-
o era ministro da guerra.
A publicacio desta lista obrigaria Cassagnac a
;etirar oa insultos, do mentiroso o falsario, que di-
rigi ao Sr. Liur.
O Sr. Francia Liur, autor das cartas de Cler-
json Terraad, publicadas pela Franee, designou o
Sr Delafosse, deputado dos Calvados, comoum dos
conservadores que propuzeram um golpe de esta
do ao general Boulanger, entla miniatro da guerra.
Eiti-se tratando agora da formacio de um co-
ait central da feieracio de 1887, cuja presiden-
cia foi Jada aa velbo republicana, Anatole La
For.!.
O fim desta assocaclo continuar a oara da re-
voluclo, parad* durante mus de 70 anuos por
tfieita da] reaguda imperialista e monarchica.
Nao bista estar-se em repblica dizem os pro-
motores deste movimento revo ucionista, preciso
jrabalhar pela democracia, necassaria dar sa-
lisfacao s aspiraedes legitimas dos desherdados
da fortuna, n'uma palavra forcase resolver al-
guns dos problemas sociaea mais importantes, e da
jevoluclo dos quaes depende o bem estar relativo
io povo.
Os federaes de 1887 querem a dimiouicao dos
impostos, a justica gratuita on menos cara, em
jumma, a simplificsc} e a boa economa da vida
quo'.idi.na, com a moralisacii de todas as classes
pela instrueelo. E' a continuacSo da grande
abra da revoluciio, cujo centenaria vai celebrar-se.
Nestes tempos em que alguns republicanos iu-
iliaam-se direita, a constituicao de um comit
tendo par fim urna obra to importante, da mais
alta convejieucia. O presidente, Sr Anatalede
La Forge, um excellente republicano e um ca
jacter honrudisaimo. A sua presene, f rente da
isderacio d>: 1889, urna gurantia de bm xito.
Luiz Ulbach dirigij n^' .-Blas urna carta ao
imperador da Brasil, que entao se achava em Pa-
lis, pedindo a proteccSo das l-is brazilei*fc par*
para os direitos de propriedade litteraria, que o
amperio sul-am-ricano anda nao reonhiceu aos
scriptores de paz algum.
O jornalista parisiense invoca o nome de Vctor
3u^o para apadrinhar o seu pedida.
Vietar Hugo foi um dos mais enthusiasticos pro-
pugnadores dos direitos de propriedade litterarii
Prineipiou o exeroiciode tiro. Chegaram c*m-
t franceses dd diversas provincias em numero
de 50. Sao mais de mil os atiraioret de todas as
aacoiis qae tomam parte no certamen.
Ha grandes fustas e ratbuaias.no papular.
talla
O telegrapho tranemittio-nos a noticia de haver
fallecido, em Stradella (Piemone), M. Agustino
Depretis, presidenta do conselho de ministros e
min stro dos negocies estrangeires da Italia.
Depretis era um dos vultos mais proeminentes
da pjlitica italiana, e dos que mua coutribuiram
para a unidade e consolidnc&o do seu grande piiz,
impulsianando para esse fim Vctor Mauuel. Do-
tado de uma grande f .rea de vontade e de um
alto patriotismo ple conteguir reconstituida>
do partida liberal, uuico por assim dizer, at
sua morte, em circumstancias de autondade e pre-
ponderancia para estar frente dos negocios p-
blicos.
Com a morte de Oepretis as cousas bao de
audr e muito. O ministerio declarou-se em
erise, dede j.
Depois da queda deste gabinete, Depret.s, re-
tomou o seu lugar na Cmara, onde foi rleito chefe
da opposicao, por morte do Sr. Sicasoli.
Em 1876, e depois da demisaio do gabinete Min-
guen!, Depretis foi enearregado da coastituico
de um novo ministerio, no qual tomou a presiden-
cia da conselho e a pasta da Fasenda. No anno
seguinte cedea c lugar a Cairoli, que apenas estove
nopodr alguns mezes, voltando Depretis a formar
novo ministerio, mas desta ve de collif:*c5o.
Nelle eatavam representados todos oa grupos par-
lamentares.
Esta Minaterio i trente da pablica adoinistra-
clo at Julko de 1879, em que foi substituic o par
um ootro gabinete da colli/acao, aob a presiden-
cia de Cairoli e no qsal Dfretu oeeupou a pasta.
do interior.
Este gabinete cabio em Maio de 1881. Dpau
de uaa tentativa iafructifera de M. Sella, M. Ds>
pretia foi de navo ebawad a formar gabinete.
Conservou se no poder ato Julbo de 1885, eoa
que d. u a ua demisso por a Cmara, hostil
oceupaco de Massuah pelss tropas italianas,
haver votado, apenas com um* maioria de 4 votas
o orcam.'Qto do ministerio dos n^ijocios esran-
geiros, trente do qual se achava Mancini.
Depois de largis n gociacSes o rei nSo pode
deixar de recorrer de novo a Depretis para a for-
maco de um gabinete. Este estadista acei ;ou a
missSo, sacrificando Mancini.
A pasta dos estrangeiros toi dada a Rob lant,
3ue se retirou do gabinete no cabo de dous a anos,
epois de ter aasifrnado a convencSo com a Alle-
manha e a Austria.
Aotes;de haver ebegado s eminencias do pader
Depretis havia sido predictador na Sicilia, cargo
de que se demittio por desacord com Qaribaldi
na annexaco da Sicilia ao Piemonte.
A vida de Depretis pois, cheia de services
prestados ao sen pas, servicos relevantiasimos a
que a Europa inteira preatou sempre a mais rea-
pe tosa homena em.
O eminente homein de esta lo italian, que ha
das fallecen, foi victima de um ataque de gotta.
Na manba do da em que expirou, pedio que o
transportnssem para o res do chao da casa que
habitava, em Stradella, sua trra natal. At ao
darradeiro momento conservo toda a Incides do
seu espirito. Antes de exalar o ultimo suspiro,
cercado palos mdicos, pela esposa e pelos pareo-
tes, Depretis pronunciou apenas estas palawas.
oo meio de uma agona lenta e tranquilla. Eu
morro .'
Depretis viva modestamente em Roma, no ter-
pela segunda cariara, nao tardar a ser rectifi-
cada pela cmara alta.
Este corpo legislador, apesar de nao ter anthn-
aiasmo alguaa pela reviso, adoptar, sera duvida,
todos os artigoa, excepto o que diz reapeito ra-
organisacSo e secularisacSo oa instrucfao prima-
ria.
Na fundo, a revisio, que tanto deu que fallar,
e tem oceupado aattenco doparlamnnto neerlan
des, nao resolve definitivamente nenliuma questSo
importante de prio opios.
Inscreve muito delles no numero das leis org-
nicas e coastitateiVs, mas torna a sus execucao
daoondente de lei que devero ser apresentadas,
discutidas e vetadas ultoriormente.
Osmo sabida a eonitituieio neerlandesa con
tea o prioaipio do recrutaovnto do exercito par
masa da turagea aarte, ka foi isto justamente o
que lavou ea militaristas a reclamarem uma re*i-
sio iaa lea eona'-ituetonaes.
Nos circus* militares qaeria-ae abrir a porta
aa ser vico obrigatario, ou pelo menos, ao servica
pessoal.
Os partidarios do servioo para todos ficaram
muito satiafeitos, pirquaoto e pr^jecto da reviso
constitucional deixa ao legislador a faculdade de
modificar o systema de reorutamento, e adoptar o
que est em vieor na Franca e na Allemanha.
Nao obriga, porem, a legislatura a essa reforma.
As cmaras fiearao com a liberdade de manter
o rgimen do recrutamonto tal como elle existe.
Cartas da Haya para os jornaes de Paris, sem
prophetisarem a deciao eventual da cmaras
que ha de ser eleitas para faserem seguir o pro-
jeoto de reviso, asseguram que a maioria do povo
neerlands > hostil ao ser vico obrigatorio.
Auatrla Hungra
Preparam-se grandes festejos para commemorar
o 200 anniversario da batalh* de Mohaoo, que se
deu a 12 de agosto de 1867, entre os tai eos e as
tropas do duque Carlos de Lorena, que tiveram
a victoria.
Rtsaala
Por todo o mes de agosto correte ir Abys-
sinia uma missdo russa compasta do archiman-
drita e de varios popes.
Disem de Vienna ao Times que a Russia propoz
o principe Imoritinsky para regente da Bulgaria ;
mas os circuios p ilitioos viennenses nao acreditara
no bom xito deasa combinaco.
Vo ser abolidas, ou pelo menos muito modifi-
cadas, as medidas restrictivas pastas em pratica
contra os irraelitas em 1881.
Est terminada a questa da limitacao da fron-
HnViSTA MARI*
Depretis nascou em Stradella no anuo de 1811.
Tendo terminado o curso de direita na Unversi-
dade de Tuiin, d.dicou-se carreira de advogado
naquella citade.
Em 1849 foi nameado governador civil de
Brescia.
No anno immediato toaou assento, com a oppo-
sicao, na Cmara dos D-putados.
Em 1862 Depretis fes, pela primeira ves, parte
ds um iniiiisteno e al ao fim desse anno oeeupou,
no gabinete Rattasi, a pasta de ministro das
Obras Publicas.
Em 1866 tes parte do gabinete Ricasoli, pri-
meiro como ministro da mariaha e depois cerno
ministro da Faaenda.
cairo andar de um predio da ra Nacional, com 1 caira afghan que tantos atrittos tinha levantado
entre a Rusaia e a Inglaterra.
Fallecen no 1' da agosto corrate o Sr. Kattroff
em Shamensky perto de Moscow.
A autopsia do Sr. Kattr.ff demunstrou que havia
um cancro no estamago e urna leso no corceo.
O cadver do grande patriota slavo seria se-
pultado nb convento deS. Aleixo em Mosccw no
dia 6.
A marte de Kattroff causou grande seasaco na
Kussia.
A anciedade da naci diante da sua agona, a
solicitude com que o soberano se informava dasut
saude, as preces feitas por sua intencao em todas
as igrejas, tula isto evidencia o lugar que o emi-
nente e vi roroaa polemista ocupav* no seu pas.
Kittrorl (Miguel Nibripharowitocb) nasoeu em
Moscow em 1820.
Estudou primeramente na Universidade da sua
cidade natal, seguindo os cursos de philosophia
en Koingsberg e em Berln.
A principio prafessor da Uaiversidade de Mos-
cow, dedicou se depois ao jornalisao.
Em 1856, tomou a direccao do jornal Russky
Wiestiok, onde sustentan as ideas liberaos.
Em 1861, passou a ser director da Gatete de
Moscow, que, gracas ao aeu talento, se tomou o
orgo mais autorisado e o mais iofiaante do par-
tido velbo russa
Em Moscow, principalmente, a noticia da morte
do distiacto jornalista causn peaoslssima impres
sao.
Nestes ultima tempos, Ktttroff exercia notavel
influencia sobre as decisoes do czar.
O Sr. Carlos Floqu -r, prssidsnte da cmara dos
deputados, declarou n'uma carta que se associava
s bomenagens da imprensa francesa em honra do
Sr. Kattroff.
Em Paris, a convite de Mr. Lackroy, os mem-
bros da imprensa reuniram, resolvendo-se fazer
uma manifestacio em honra d'aquelle que em vida
beospre foi amigo fiel e dedicado da repblica fran-
cesa.
O general Boulanger enviou um telegramma de
psames viuva do Sr. Kattroff.
altarla
A questao Bulgaria oo avanc*.
Nio se sabs se o rei eleito aoceita ou nio a co-
rda. Parece qua nio se resigua a acceital-a, se a
Russia Ih'o nio permitte. A Russia conservase
muito reservada, porque parece ter lucrado nesea
situaclo mais do que em proseguir no caminbo que
trilhra no comaco. Pretendendo impor-ae, emba-
racou-sj. Desde que se encobre e assiste serena-
mente ao desdobrar dos acontecimentos, recanhe-
ceu entao que slo os outros que se embaracam.
A chegada do principe Coburgo est anda re-
tardada. A Parta aconselbou-o a que nio fasse,
sem estar terminado o accordo para o seu reconhe-
cimeuto entre todas as nacoos. O principe segu
o conselho e espera.
Nio se sabe ainda se o principe de Coburgo,
que foi eleito rei da Bulgaria, partir ou nio a
assumir as suas fuoccods. Una disem que parte,
outros que nao.
Parece que o principe tem medo que Ihe succe-
da o mesmo que ao seu predecessor Alexaodre de
Battembirg.
Parece, todava, que a questao blgara toma um
novo aspeeto. Depois da tantas tentativas in-
fructferas para conseguir a nomeaclo d'um prin-
cipe, parece que os blgaros se conveuceram afi-
na! que melhor sera desistirem de tal idea, a que
em ves de principe se trata simplesmente de no-
mear um governador geral com poderes restrictos
e temporarios.
Esse governador geral ser eleito palas poten-
cias europeas.
Esta proposta parti de S. Petersburga e cr-se
que seja geralmente aceita, porque eflectivamente
ella constitua o meio mais simples e breve da li-
quidar umt questao que ameacava prolongar-se
indefinidamente.
A nctuil situaclo da Bulgaria insustentavel.
Prolngala mais era por em perigo a tranquilli-
dade da Europa.
E' esta a razio parque as potencias por certo
acolherla favoraveimenta qualquer solucio, que
pacifica e legalinente ponh* termo erise bul-
g.ra.
(Jonfirma.se a noticia de que o sultao est tra-
balhando directamanta para impedir que o prnci-
pe Fernando v Bulgaria, e accrescenta-sa que
esaes trabalhoe slo o resultado de imposi^oea da
liussia, cuja influencia voltou a ser preponderan-
te em Constantino ola.
O Post deamente a noticia de qua o principe ti-
vesse partido para Ssfia.
A ciroular do Sr. Floureus consigna que sir
Henry Drumm*nd Wolff e e grio-vizir, apezar
da sua promessa de nio coneluirem cousa alguma
sem aviaarem a Franca, assignaram um convenio
contrario aos interesses da Turqua, da Franca e
da Europa, e poa em relevo estes dous serios ag-
gravos: o convenio anglo-turoo reparta a sube-
rauia do Euypto entre o sultio e a Inglaterra, e
nio prefixava praza certo para a terminacio da
ingerencia inglesu no Egypto. A circular et re
digida em termos muito corteses, mas mostr*
firme intencia que tem a Franca de proseguir na
solucao da questao do Egypto.
E' esperada um* erise ministerial no Egypto.
A posic&o do grlo-visir cada vez mais compli-
cada, apezar do ap io do sultio qu.- ainda ag r*
iijab- de Inorar urna prova publica de amisade e
favor, offereceodo-lhe mil libras para as despesas
da ceremonia da circumeisio de seus filhos.
Chista
Acaba de fundar em Sbangai um grande banco
ofncial, a cargo de quem fioar a emissio de no-
tas, a cobraoca Jas receitas geraes e provinciana
e os respectivos pagamentos e a admiuistracia fi-
nanceira do ministerio da Guerra.
Balado* Valdos
Foi promulgada a lei abolindd* a polygamia.
Em vista disso foi dissolvida a grey dos nomraes
e a sua igreja e mais dependencias do culto, con-
hdCndaS.
O valor da propriedade e alfaias confiscadas
ele'*-se a tres milhSes de dollars.
Seguiram-se novo* tremores de Ierra em varias
localidades dos Estados de Indiana, Tennessu
Henluckye, Missouri, cujos habitantes anaam es-
pavorid s.
Em New York foram presos dous individus que
declaram faser parte d'uma sociedade paras des-
trnioio dos navios ingleses.
Huppoe-se que sio doudos.
ura pequeo rendimeuto e ordenado de primeir
ministro, que era de 4:500/, fortes ou mil libras
esterlinas.
Apesar, paroa, da maneira coma viva, nem
per isso escapou injuria de um jornal, qua em
tempo o aecusara de ter ganho alguna milhoe* em
negocios das camiobas de ferro.
Depretis dexou annexa ao testamento uma car-
ta dirigida ao director do tal jornal, e em que
dizia : Lego-lhe todos os milbes que gannei
com camiobas de ferro.
O corpo ficou depositado na cama, toda caberta
de flores, no pequeaino e modesto quarto da s ia
casa. Nia pedio os socorros ds igreja ; e os
seos parentes, conhecendo-lhe as ideas religiosas
nio tentaram persuad! o a que pedase un padre.
Os funeraes de D ipretis realizaram-se no da 4
de manbi em Straella
Era imponente o cortejo fnebre. O carro mor
tuario ia uoberto de coras. O clero nis tomou
parte na ceremonia. As iegacoa estraogeiras fi-
zeram m representar no prestito.
A morte do grande estadista csjsou a
profunda impressia na Europa.
Em muitas cidades da Italia os tbeatros fecha-
ram-se, e em todas as casas de Stradella se viam
bandeiras cobertas de creps.
A viuvs do Hr Depretis aceitn o offareeimento
do presidente do conselho muoieipal romano para
seu marido ser sepultado ea Roms.
A cmara de Stradella resolveu cobrir de
crep o seu brasio, durante seis meses, em signal
de sentimeoto pela marte de Depretis.
Abri tambem uma subscrpelo publica para
ser elevado um m nutneuto memoria |do finado,
sobsersveodo logo cam des mil libras.
Mandou collocar uma lapide commemorativa na
casa onde ella norava : e no trigsimo dia do
passamento, celebrar solemnes exequias.
Depretis era o presidente cbrooico de todos
os ministerios italianos.
Estadista de carcter maloavel e espirito caito
e babilissisao, prestou-se a governar eom os con-
servadores, e com a mesas facilidade e deaassom-
bro estova ltimamente governando com o apoio
da extrema esquerda.
A sua morte u n grande contratempa, e quem
sabe se mesmo um golpe na monarchia italiana !
Faltando elle faltar o elemeuto que, sempre com
o favor da corda, alternada e opportun mente sa-
bia captar o apaio dos reaccionarios e dos ayan-
cados.
Pramettendo, eiganando, dividindo para go-
vernar, Depretis era um hbil sectario das dou-
trinas de Machiavel.
Falla-ss em que o Sr. de Robilant ser o seu
suecessor.
Antes da marte de Dapretis eorriam os boatos
insistentes de erise no gabinete italiano. Vere-
mos cam > a situaclo se com pora, par modo que
na sejam compromettidos n'aquelle paz os inte-
ressas dyoasticos.
Em Messina uma explosao de dyeamite dos-
truio varias casas e tes estragos em muitas oj-
tras. Ficaram mortas algumas pessoas e gran-
de o numero dos teridos. Igoora-se o que deu
causa ao desastre.
Os italianos, prpparaoda-se para resistir
aos ataques dos abyssinios, te in constantemente
augmentada o efiectivo do exercito de oceupaelo
em frica, a ponto que hije a guarnilo de Mas-
suah sobe a um effactiva'consideravel.
Porm, os abyssinios na acharam ainda o mo-
mento opportuno para combaterem os invasores ;
deixam qua a China Ihes v preparando terreno, e
cam effeita o sal abrasador da frica tem victima-
do maior numero de soldados italiadas do que o
mais sanguinolento re.-ootro que estes tiveram
com os indgenas.
Em Massu-ih o tbormometro tem ebegado a
marcar 47 centgrados, sombra !
A essa temperatura impassivel resistir. Os
soldadas italianos cabera prostrados, e as enferma-
ras dos hospitaes sioj insuficientes para rece-
ber os doantes.
Foi necesario armar um hospital fluctuaote |no
vapor Cidmde de Genova, a mesma asaim ha diffi-
culdade em alojar os enfermis, pois que e n'um
dia se inauifestaram em Massuab 41 casos de in-
solaclo !
E se, aproveitando se do deaanim e fraqu-z*
do exercito italian), os abyasin'OB preparam para
breve um ataque b -m combinado, possivel que a
victoria Ibes core os esforcos, e que a bandeira
da Italia seja apeada e vencida pelas bardes in-
dgenas.
Estio promptas una vinte vapores para trans-
portaren! a Massuk 10,000 harneas de tropas ita-
lianas.
Inglaterra
A le: coercitiva da Irlanda foi lago mandada
por era ex-'cuclo pelo governo, estranhando-8e
musios a celeridade com que elle se hauve.
M*s na lei agraria o governo f-z graa.de con-
ceibea aos libernas uoioniatas, e com essas con-
ee):0-a os partidarios de Parnell ja nio se arre-
ceiam dos riaores da nova lei para a Irlanda.
Deste moda o gabinete da marques do Salisbu
ry c inseguo dis'end-r a situaclo demasiado tensa
no intenor, por cauaa da questio irlandesa, e com-
prebeade-se que o faca par causa da poltica ex-
terior.
A queatio do Egypto preaecupa muito os espi-
rito, e esperam se grandes debates por causa
del a. Diz-se mesmo que o Sr. Oadstooe pro-
nunciar um grande discurso por essa oceaaiio.
A Franca resolveu em principio faser parte da
conferencia internacional relativa aos premios da
exportacio, conferencia de que a Inglaterra tomou
a iniciativa Pedio nicamente prensar as ques-
tdes que serlo submettidas conferencia.
A cmara dos communs regeitiu hoje, oor 153
votos contra 109, o bil relativo 4 construcelo do
tunnel submarino entre a Franca e a Inglaterra.
Alienosla
Foi aborta a expolelo de bellas artes em Ber-
lim. E' magnifica.
Compe-se de 970 quadros a oleo, 132 aguarel-
las e 147 exemplares de esculptura.
A Kreusseituog pnblicon ltimamente um arti-
go resooadeodo s aecufacoes que o Jornal dt S.
PeUrsburgo tem diriguo contra a poltica alleml.
O orgo oficioso do principe de Bismarck ciz
que o imperio russo responde aggressivamente
attitude prudente da Allemanha, o que faa nascer
uma justa desconfianca contra as intencdss do
governo do czar.
rallen Bal roa
A revisie da oonstituicio neerlandesa, j votada
Ciimunuiiia dramtica do Or. Car
nelro VllellaEstreou no sabbado, conforme
tora annuuciado a excell nte oompaoba dramti-
ca, orgaaisada pelo Sr. Dr. Carneiro Vilella, sen-
do levado scena pIa l ves nesta capital, o dra-
ma em 5 actos Oa Nihilista i original do mes-
mo Sr. Dr. Carneiro Vilella.
oi corre^tissimo o desempenho desta peca dra-
mtica, de sorprendentes lances, e escripta, como
se sabe, por um homemcompetsnte, aureolado dra
maturgo pernambucano.
O publico, enthusiastico, applaudio calorosa-
mente o Sr. Dr. Carneiro Vilella, que repetidas
vezes foi chamado 4 scena, bei i como aos artistas,
pelo muito que fizeram, pois que todos, sem ex-
cepcsTo, e porfa, nada dei.vnasa a desejar nos
seus papis.
A todos eouberam as honras da noute.
Pe-isoa, que aasistio ao espectculoe vira Os
Nihilistas, na Corte, declaroj que hIi nia fra
tio bem inteipretado esse drama como nesta ca-
pital.
Dimos os nossos parabens companha pela sua
brilhante e promettedora estrs.
Com o b-.>ns elemento de qne dispa, nio Ihe
fultar par certo a concurrencia do publico desta
cidade, vido ba muito, de ass.stir exhibilo de
p.-eas dramticas, moderna, e que elle ainda nio
conbece.
Por motivos alheoa vontEda do empresario,
segundo nos informaran), nio poli realisar-Be no
domingo i tarde o espectculo annunciado.
De ver effectuar-se no sabbidc ; agora, porm,
no tbeatro de Santo Antonio, que, para acomodar
a companha, vai recebar nova pintura e outros
melborameotos, eotre os quaes se nota a substi-
tuieio d0g banco da platea por outros mais com-
tfins).
Com esta mu lauca nada soff.-er o publico, pois
o tbeatro de Santo Antonio, alm de ampio,
mais hygienica do que o de Saota Isabol.
Club da paAmanheciu hantem roubada
a casa de chapeos de sol das Srs. Le te Bastes
Si C, ra da Livrameuto n. 6, tendo all pene-
trado durante a noute, abrindo um portlo do lade
posterior, que di para o becco io Padre.
Cbegados ao quintal, ataearam com a pa orna
da portas do fundo da loja, e apesar da chapea
da de ferro, arroinbaram-n'a e par ella ontraram
para roubar.
Hontem verificou-se que levi.ram muitas pecas
de seda e alpaca e chapeos de sal.
Calcula-se o prejuiso em 3:500j.
Sociedade Beereatlva Juveniode
Teve lugar ante hontem a eleii-.ia da nova presi-
dencia que se compe dos Srs.:
Cammeudadar Aitonio da Silva Qirio, presi-
dente.
Caliste Alvea de Asevedo Maia, vicc-presi-
deote.
Manoel Joaquina Baptiata, 1' secrotario.
Joio Teixeira Vascoocellos, 8" dito.
Antonio Francisco da Silva Maia, tbesoureiro.
J Manoel Jos de Saot'Anna Araujo, bibliotheca
ro (reeleito).
Directores de mea
Caetano Presado.
Calista Maia.
Jos de Mediis.
Joaquim Ridrigues da Casta u Silva.
Antonio Ferreira Lopes.
Salvador Qanoalves Braga.
Arthur Candido Furtado de Aotlo.
Jola Jos de Abren.
Jos Nagaeira.
Manoel Dantas Bastos.
Jas L lurenco (Jomas.
Jos Augusto Das.
Com mi ss la de cantas
Francisco Luis Alvos de Brito, Alberto Mar-
tina Ferreira o Manoel Damingues da Silva Gino,
Poaie da Boa-valaV proposito de nota
reclamacio que publisamos a pedido de um nosao
assignante, acerca da morovidade dos concertas
desta ponte, escreveu-nos o Sr. director interino
das Obras Publicas, explicando-nos o que aa tem
passado a reapeito desses coooertos e justifidando
os motivos da demora.
O praso marcado para a concluilo das obras
nio est esgotado, e nio pessivel executar-se o
assentameato da atphaltum queute sem que todo
taboida estoja, perfeicamente secco, o que s se
poder faser depois de algn das de sol porque
as chavas, cabidas durante a semana, humede-
eerim o tabeado e fizeram paralysar o servici.
Alm disso concordou a directora das Obras
Publicas na transferencia da pintura para mais
tarde, visto orno durante os trabalhos de assenta-
mento do taboads e preparaelo do atphaltum, a
serragam e foligera de taes trabaihos a estraganam
em pouco tempo.
Accreseo tambem que alm das obras a exe-
cutar-se de accordo com o contracto, reconhe-
ceu-ae mais tarde a urgente necessidads de reali-
aar se outras complom -atares, tenda para isso a
directora pedido autorisacla a presidencia da pro-
viocia. >
Em vista de taes rasos ao reclamonte cabe so-
mente ter um pouco de paciencia e resgaselo.
Parlo de algodao Da armaaem do Sr.
Lobina Jos da Silva, estabelecido com armazcm
de deposito ra da Moda, na freguezia do Re-
cite, furtaram 8 sacas de algodio, que linham par-
cas de tinta encarnada, indicando oa nmeros e a
procedencia.
Recarrendo a Sr. Leobino ao activo ssbdelegado,
Sr. Santos Neves, este depois de dar algumas bus-
cas em certa* e determinadas casas, consegua des-
cabrir na ra da Lapa, em casa de Luiz Jos
Alexandre Pereira de Sousa, algumas capas de
sacas de algodio com as marcas e osuneracio indi-
cadas,
D'abi chegar ao descobrimento do furto toi
fcil a essa autoridaie.
Confrontando Luis Jos com o pardo Severo de
quem dizia terrecebido as capas referidas, eviden-
cou, que Severo de accordo eom aquella tioha
realisado a subtraciu das sacas e para nio ficarem
sujeitos o anno do notamente pagon Luis Jos,
conhecido por Liis Maranhio ao dono das sacas a
importancia das raesmas.
Foi preso. O delegado da termo de Canho-
tinho, ait-ree Paaiino Ayrca, conseguio preuder, no
dia 18 do correte e na sitio Basilio, do termo de
S. lienta, o individuo de nome Joaquim Simio de
Macedo, celebre criminoso de morte n'aqelle termo.
O Hr. I.ydlo Hsnanno.De Garanhuns,
onde ex- re com aelo e proficiencia o cargo de pro
motor publico, veio para esta cidade, onde se acba
no gozo de licenca, o nasso estimavel amigo, Dr.
Lylio Marianno de Albuqaerque.
Paquete nacional.E' esperado amanbi
em nosao porto o vapor brasileiro Pernambuco, de
volta dos portos do noite.
Fallectaenlo. Hontem falleceu nesta ci-
dade, victima de antigos padecimeotos pulmonares
a Enoa. Sra. D. Feliciana do Reg Coelho.
Filha do Dr. Manoel da Silva Reg e casada
com Jlo Antonio Caelbo, deixa a ioditosa senhora
oito filhos menores.
R sidia na provincia deCear, d'onde tinha via-
da, ba pouco tempo.
O seu enterramenta realisou-se hontem mesmo
no Cemiterio Publeo.
Ao nosao amigo, Dr. Silva Rega apresentamoa
nossaa condolencias.
Casela AcadmicaRecebemos o Dame-
ro 5 desta falla, destinado exclusivamente a fes-
tejar o anniversario natalicio do Dr. Jos Joa-
quim Seabra.
Traz a data de 21 do correte, est I ntidamen-
te impresso e contem artigos encomisticos quel-
le lente da Paenldade.
Agradecemos a remessa de um exemplar.
Beunloea aoclaes Ha hoje as segua-
te :
Do Club Litterano Ayres Gama, s 4 horas da
tarde, em sessio ordinaria e no lugar do costume.
Amanbi:
Do Club Cummercial Euterpe, s 7 horas da
noite, em assembla geral, para eleicio de alguns
funecionarios, em substituidlo de outros que nio
aceitarara 6% cargos para que tinhan sido elei-
tos.
Da Aasociaclo Beneficente dos Empregados
Geraes da Fasenda, em sua sede provisoria ra
das Larangeiras n. 12, 1* andar, afiua de tratar da
2 e 3 disoussio d.. s respectivos estatutos.
Sociedade (Jalao Comsaerelal B.
do** HercielroaEsta sociedade em assetn-
bl* geral de ante-hontem elegeu para oa cargos
administrativos,do auno de 87 a 88 os seguinte
socios :
Diri ctoria :
Director, Manoel Luis Ribeiro.
Viee-dito, Jos Theotonio D mingues.
1. secretario, Antonio Joaquim da Costa.
2. dito, Ayres Sousa Baptista.
Substituto, Antonio Francisco de Sousa Maia.
Tbesoureiro, Jos Guacal ve Lope Pereira.
Viee dita, Antonio Pacheco Das Torres.
Conselho fiscal :
Presidente, Jos Sousa Bras.
Vio-' dito, Manoel Moreira Sousa.
! secretario, Manoel M. Capitlo (reeleito).
2 dito, Antonio Pinto Magalhes.
Conselheiroa :
Joa das Nev Pedrosa.
Engracie Ribeiro Mello.
Antonio Cardoso da Silva.
Joio Martina da Silva
Manoel Goocalves Estella.
Joio Joaquim Gomes Ferreira.
Frtnk iu V. Lima (reeleito).
Jos C trdosu Reg Pontea.
Jaciotba da Hora Pires.
Jos Joaquun Al ves Pacheco.
Jos jja,uim da Silva (juntas.
Antonio Jos Mendes Pocas.
M moel Pereira Bernardino.
Lino Fernandes de Asevedo.
Paulo Jos Alves.
Mal educados Esereve-nos o seguate o
Sr. Anuncio da bilva Das :
Sr. Redactor.
1' v i a V. 8. o espacial favor de chamar a
atteuclo de polica por meia do Diario, contra una
estudaates moradores ra do Visconde de Albu-
querque, (Gloria) lado dos numero pares, alm do
n. 100, e qu'i me parece sarem desses que nenhum
sentimento de educ*ci> ti n.
Sio moco qne ignoram o principios maia
comesinbos da civilidade, a panto de perturbarem
a tranquilidade da visinbanca com um berreira in-
fern'l, e alm disto desacatara as familias que
passam, com vaias, como aconteceu hontem (20)
quando cu passava com miuhas filha.
Estidario Direito esaes mocos ? Estariam
ebrios ?
Someote possa presumir que all eEteja um
b*ndo de boleeiros c moleques, desses que costil
mam ir prestar examos no-Rio Grande do Norte.
Se estudassem Direito seriamente nio seria
assim.
Para que nio aucceda o mesmo cammigo e
d'ab uio baja uma agua saja, peco encarecida-
mente a V. S. a insercio destas linhao.
Manlfeataeo acadetalea Pediram-
nos para publicar o seguinte :
Grande parta da mocidade que frequenta a
Facultada de Direitodaata cidade, como noaannoa
antcriorins, solemnisou ante-hontem (21 de eor-
rente) o anaversasio natalicio do Sr. Dr. Jas Joa-
quim Seabra, com um sarao Iliterario.
A festa promovida pela cammissia composta
dos senbores Eseqmei de Sansa Pond, Heleodoro
de Araujo Cavalcante, Santos Moreira, Ramiro
Alfonso Monteira, Salvador de Marros Sonsa,
Luna Ribeiro, Tornas Guerrero de Castro, Eu-
genio Lamartine de Andiade, Francisco Filguei-
ras e Pedreira de Carqoeirs, foi roalisada. a con-
vite da mesma commisso, sob a presidencia do Sr.
conselheiro Pinto Juaor, no tbeatro du S*nta
aaoel.
A' chegada do Dr. Seabra foi este saodado
pelas pessoas que o ebsequiavam.
" As oito h iras e meia d* naute, o Sr. conse-
ihoiro presidente em uma breve nllocucio fes ver
que aquella festa symbalisava o laco que na Fa
cuidado desta cidade prende o discpulo ao mestre
e inostrava a solidariedade das boas relacoes
compativeis com a posicio ds nm e outro, fasenda
votos pars qua nos aonos seguintes se reproduns-
se de modo a ser saudado o talento do mestre
pela gratidlo de sens discpulos, declarando
ab:rta a sessio.
Dando em seguida a palavra so quinto anus-
te de direito Aotoiio Caetano de Jess, ao quarto
annista Sales Barbosa, ao terceiro annista Antonio
da Costa Pinto, ao 2 annista Luis Feraandcs e
ao Ia annista, Manoel de Barros Pimentel, todos
por si e por parte de seus col legas, subirsm a tri-
buna e em jubilosos e eotbusiasticos discursos
comprimentaram ao Sr. Dr. Ssabra, tasn lo-lbe
entrega de um lbum com as suas iniciaes. algu-
mas obras de direito, diverses bauquet de cravoa
a por fim uma carta de liberdade para ser entre-
gue a escrava lienta,que presente se achava.
< Oraram ainda os Srs. Eduardo de Caldas Brito
(3o annista) o Sr. Dr. Magalhles Breves, assim
como recitaram lindas poesas os Srs. Fernando
Lima (2* annista), Cunha Valle e Amancio da
Cunb* (1* annista).
Oeeupou em ultimo lugar a tribuna o Sr. Dr.
Seabra que em um longo, eloquente e mportan-
tissiino discurso, que foi muio applaudido, aprofun-
dan lo e resol vendo questoes transcedentaes, agra-
decen ao seus amigos aquella prova de estims e
espontanea consideracia, entregando a libertanda,
depois de valiosas consderaces, a referida carta
do liberdade, exhortando-a, por fim, a que fixesse
bom uso dtlla, e trebaibasse para poder conseguir
o resultado desejado.
As 11 horas da noite o Sr. conselheiro pre-
sidente, declarou esgotada a lista dos oradores
inscriptos, e pela commirslo eocarregada d'aqueila
festa agradeceu s Exmas. familias o seu campa-
recimento, ao corpa acadmico e ao publico em
geral terem sido pressurosos em aceitar o seu con-
vite, dando par encerrada a sessia.
O tbeatro esteva repleto da familias e de mui-
tas cavalheiros.
Achava-se tamben devidamente embandeirado,
con a mscripclo de homi-ns notaveis do pas, il-
luminado a gas e a loa elctrica. Uma msica
marcial oo comeco e no fim da festa tocou o bym-
no nacional, e nos intervallos dos discursos profe-
ridos, lindas p*cas de seu repertorio, dexando tu-
do isso agradaveis impressoss aos que assistiram
aquella manifestacio da mocidade acadmica.
Lonze v idade Humana Um jornal chi-
leno publicou os seguintes dados relativos lon-
go v lado humana.
v Os tactos de longevidade de que a histeria
tem consrvalo record ac; sio prodigiosamente
numerosas, por desgraca porm a maior parte del-
les nio sio suficientemente comprovados. Con-
tentama-nos pois de dar uma lista delles, dexan-
do ao leitor o cuidado de eliminar os que pela
enoraaidade da conta e origem suspeita se torna-
rem por demaia improvaveis.
Uma observadlo relativa nos factas mais anti-
goa e particularmente aos tactos bblicos qus |
nem sempre em todas as partes se tem contada os
aunos da mesma maneira. Pavos ha que contam
dous anuos no anno cammum, outros quatro e ou-
tras at dose. E' fcil ver os erros que d'aqui
resultara. Vai agora com todas as reservas uma
lista de macrouios.
Segundo a biblia, as personagena cuja vida foi
mais tonga slo: Ado 930 anuos ; Seth 912 ;
Enos 905 ; Cainan 919 ; Malaleel 895 ; Jarad
962; Enoch 965 ; Matbusalem 969 ; Lamech 777 :
No950.
epois do diluvio, eucontramos anda os segan-
tes factosde longevidade : Sem 600 annos, Arfa-
xat 338 ; Sal 413 ; Haber 464 ; Faleg 239 ; Reu
239 ; Sarug 230 ; Nach.T 143 ; Thar 205 ; Abra-
bio275; Sara 127; Ismael 137; Isaac 180; Ja
cob 147 ; Jos 110; Job 217 ; Amarlo 137 ; Moy-
sa 120 e Aurio 110.
Os bistoriado.es profanos ministrara tambem
numero b ltante grande de vidas humanas que se
cera prolongada alera dos limites ordinarios.
Citaremos : Epinnides de Creta, 157 annos ;
Hypocratea 101 ; Orbilius i00 ; Eufanon 100 ;
Demonax 100; Gabiano 11J (os autores serios
dio-lhe apenas 70 annos de vida) ; Eginis 200 ;
Democrito 104 ; Solio Thales, Pitacos 100; Ct
sibiu 184; Sfocles 130 ; Scrates, o orador, 106 ;
Georgias lio8 ; Asclepiades, mirto de uma queda,
150; Goese, re da Arabia, 115; Tusjo, primeiro
rei doa Germnicos, 113 ; Daddon, rei de Illiria,
500; um rei do Lacki 6t)0, e seu fiiho 8u0 ; Cy
uiras, rei de Chypre, 16) ; Arga.ihoniu-, re de
Hespanha, 150.
Plinia cita o msica Janofilo, qne, de idade de
130 annos, ulo apresentava ter 50. Conta tam-
bera que na lud Oriental existem pavos, entre
os quaes se vive mais de 400 aunos, porque se se
alira utara de vboras, reptil que tem a proprie-
dade de alargar a vida, parque nasce vivo, nio do
ovo.
Puna cita alguns casos de macrobia entre as
roulberes : Tereneia, fi h* de Cicero, 103 anuas ;
Claudia, que teve 25 filhos, 115 annos ; Galena
e Embodara 104 ; Sammulla 110; Lucea, uma
cumies, aos KHJ annos fasia-se applaadir pelas
putea.
On' sicrito, historiador de Alexaodre, refere que
na ludia ha homens de 7 l|2ps, que vivem 130
auno.
Eranra, Suetonio e Plinio tomaram de um censo
da Italia este casos de longeivdad- ;
De 110 anaoa, 63 houieus ; de ISO, 4 ; de 125,
2
O rei de Thebas Apafus, reinou 100 anuos ;
Phiops, qua aos 6 annos era rei de Memphis, tam-
bera reinou 100 aonos ; Antiocha VI, chamado
Epifano, morreu com a idade de 14) anuos.
Segundo H- mero, Neator, (ilho de Nelus e de
Cloris, tiuba 3U0 aunos quando robentou a guerra
de Troya.
Segundo Phlegon, a sybila Erytht viveu 1,000
annos e a sybilla de Samas 500 aunos. Matatas,
um dos Macbabeus, viveu 146 aunes ; S. Jlo
Evangelista 100 ; Simn Cleofas, suecessor ds
Santiago, segundo bispo de Jeruaalm, foi cruci-
ficado na idade de 120 annos ; Narciso, terceiro
uiapi de Jeruaalui, morreu com 166 annos ; Da-
vid, bispo de Inglaterre, morreu com 170 annos ;
Osus, bispo de T inores, consagrado com 2a7 an-
uos, morreu com 375 ; San Kenigern, 185 annos ;
S. Paulo, o anachoreta, 113 annos ; Cronius com-
panheiro de S. Paulo, 1^5 annos ; Santo Antonio,
105 annos ; Atila morreu com 121 ; l'iast, prin-
cipe da Polonia, viveu 120 annos.
Directora daa obras se conserva-
fio doa porloaBoletim meteorolgico do
i* 2f d-Agesto de 1887:
a -5
tioraa o a -a 88
noto
-C 3
B*
6 m. 221
9 2503
12 24-5l
3 t. 24'61
6 244 i
Temperatura mxima2
Dita mnima21,75.
Evaporacio em 24 horas%o sol: 3",2 : gom-
ara: l-,7.
Chuvallm,7.
Direccia do vento : S de meia noite at 1 hora
e 41 minutos da manbi ; SSW at i horas e 44
minutas ; SE,',com interrupcio de 25 minutos ESE,
at 10 hars e 29 minutos ; E at 803 6 minutos
da tarde ; ESE e SE at 3 horas e 20 minutos ; E
at 3 horas e 43 minutos ; SE e SSE, com inter-
rupcio de 15 minutos E, at meia noite.
Velocidade media do vento : 2n",7S por segundo.
Nebulosidade media: 0,76.
Boletim do porto
3S 3-a a
*i* Dia Horas Altura
s
B. M. 21 do Agosto 032 da terd 0,17
P. M. 637 . 2, "67
rt. M. 22 de Agosto 0-31 damanhi 0,38
P. M. 7- 6 2,u>77
i.eiiaencuectuar-se-bac :
Hoje :
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, ra da
Lirangeras n. 27, de movis e vidroa.
Pelo agente Pinto, s 11 hora, roa do Mar-
ques de Olinda n. 52, de faaendae e chapeas.
Pelo agente Siiveira, s 11 horas, ra estreita
do Rosario n. 24, de metade de um predio.
Asianhi :
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra do Mar-
ques de Olinda, de 7 barricas eom cerveja.
Quinla-teira :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Mar-
ques de Olioda n. 52, de movis, pisnos, etc.
aUaaas fnebresSerio celebradas :
Amanbi:
.lA's 8 horas, na igrcji da Madre de Deus, pela
alma do acadtnv.ca Fernanda Pedro das Neves.
Paasagelros. Chegados dos portos do nor-
te no vapor nacional Jaquaribe :
Manee: da Cunha Miranda, Frederico F. Saboya
e Antonia Francisca Borges.
Sabidos para a sol no vapor nacional Ser-
gipe:
Esequ-el, Antonio Peixoto de Abren e Lims, Jo-
s Manoel dos Santos, Jos A. da Silva, Jos Vic-
torino Pontos, Jos Feliciano, Dr. Benjamn Pa-
rtir do Carmo, Dr. Romualdo de Castello Bran-
dlo e Luisa Mara da Conceicio.
Lotera do Eaplrllo SantoEis os
nmeros premiados da 4' parte da 3* lotera, em
beneficio da instrueelo primaria, extrahida en 19
do corrente:
639 50:000*000
SM3 10:CO0#W00
, de 130, 4; de 135, 4 ; de 140, .
A China ministra tambem seu contingente no
primeiro per.oio (ant s do diluvio) e em princi-
pios do srgu ido :
Tohi, 2,95 anuas antes da nossa era, reinou
115 annos ; Ziuung, 2,837 annos antes da nossa
ora, inventor da medicina e da agricultura, reinou
140 anuos ; Hoant, 2,697 antes da nossa era, rei-
nou 110 anuos.
3004 4:000*000
19 2:000*000
1151 1:000*000
7172 1:000*000
Esto premiados com 500* :
162 3170 4454 7709
Estio premiad--- com 200* :
336 2834 2877 4228 5429 620o 6718 7492
7949 9274
Esto premiados com 100* :
609 910 1402 1481 1557 2001 2283 3264 3805
3622 3976 5247 5633 5612 5698 6380 6961
7237 7681 7829 7924 8020 836S 8717
8890 9266
Approxmacoes
638 1:000*000
640 1:000*000
2936 500*000
2938 500*000
3003 300*000
3005 300*000
1998 220*000
2000 220*000
Os nmeros de 631 a 640 estio premiados
com 100*_excepto o premio do 50:000* e as ap-
proxmacoes. a
Os nmeros de 2931 a 2940 ostio premiados
coa 100* excepto o premio de 10:000* e as ap-
proxmacoes
Oa nmeros de 3)01 a 3010 esto premiados coa
100* excepto o premio de 4.0JO* e as approx-
macoes.
Os numeras de 1991 a 2000 esto premiados
com 100* excepto o premio de 2:000* e as appro-
xmacoes.
Todos os nmeros terminados em 7 e 9 esta*
premiados com 20*.
Extraccoes instransfariveis todas as sextas
feiras.
doleras diversasA Casa Fels, de A.
A. dos Santos Porto, na praca da Independencia
us. 37 e 39, tem a venda os bilhetes das seguinte
loteras :
Espirito-Santo: A 5* parte da 3 lotera,
cuja premio grande de 50:000*000, palo novo
plano, se extrahir na dia 26 do eorreote impre-
tenvelmente.
Sauta-Catbarina: A 1' parte da 2 lotera
cuja premio grande de 50:000* ser extrahida
bievemente.
Cear : premio grande 250:000*000 se ex-
trahir no dia, 29 do corrente, impreterivel-
mente.
Alagas: A 3. parte da 19. lotera, pelo
nvo plano, cuja premio grande de 4 :000*000,
aera extrahida na dia 25 do eorrente, ao meio
dia, impreterivelmente.
Provincia : A 9 lotera, pelo novo plano,
cuja premio grande 12:000*000, se extrahir
irapret rivelmeute amanbi 24 do corrente, s 2
horas da tarde em beneficio da Santa Casa da
Misericordia d i li- cife.
Parahyba: premio grande 20:000*000 se
extrahir amauha 24 do corrente, a 3 boras da
tarda.
Bilnelea de lotera*Em mi do agen-
te Bernardino L .pes Albeiro achara se a venda oa
bilhetes das seguintes loteras:
Do Eapirlto-Sanio : A 5a parte da 3 lote-
ra, cuja premio grande de 50:000*, palo novo
plano, ser ext. abida no dia 26 do corrente," im-
preteri ve mente.
De sota Camarina : A 1- parte da 2
lotera cam um impirtanta plano, cuja premio
grande de 50:0J0*000, ser extrahida quando
far anounciada.
Do Cear : com nm importante plano, cuja
premio grande de 250:000*000, ser exrahida
no da 29 do carronte, segunda-feira, impreteri-
velmente.
Da provincia : A 9" lotera, pelo novo pla-
no cojo premio graude de 12:000*000, em bene-
ficio da Santa Casa de Misericordia, ser extrahida
impreterivelmeute amauha 24 ds corrente, s 2
uoras da tarde.
De AI atoas i A 3.* parte da 19. lotera,
pelo novo plaoo, cuja premio grande de........
40:000*000,-ser extrahida na dia 25 da corre-
te, (qmnta-feira), s 12 horas da manbi, impre-
terivelmente.
Da Parahyba : senda o premio grande da
20:000*000: ser extrahida amanbi 24 da Agosto
(quarta-feira) s 3 horas da tarde, impreterivel-
mente.
-
I'



Diario de P^rimnihiiroTerya-toira 23 de j^psto de 1887
Do fcrao-ParA : A 1* parte da 12* lotera, I n2o se encontra aroeara alguma. O que
pelo novo plano, cujo premio grande de 100:0004
ser extrahida a ran oa 24 do corrate, mpreteri
velmentc.
Lotera da provincia A 9* lotera pelo
novo plano, cujo premio grande de 12:0004000,
em beneficio da Santa de Misericordia do Reatas'
se extrahr impretorivelmente amanha 24 do
corrente, s 2 horas da tarde, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora da Oonccico dos Milita-
res.
No mesmo coosisrorio eataro expoetas as ur-
nae as espheras a aprvciacio do publico.
Os bilbet a garautidos aeliain-se yenda na
Casa Felia na pruea da Independencia us. 37
a 39.
Tambera acham ee venda ua Casa da Fortu-
na r:ia Primeiro de Marin. 23 de Martis F.u-
ia& C.
Asaira com na Casa d i Or* na -"a d" Barao
da Viet >r: i n 4 > de, Juao Joaquim a Costa
Leite na Boda da ftetan na nu Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera de Santa-Caibarlna Esta
lotera, com uin importautc plano, cajo premio
Ei8nd j de ;V.I:000>00, sera extrahida qu'ndo
for annuuriada.
Os bilbetesaoliau-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marco) n. 23, Martins
Finta & C.
Loteri* da provincia do Paran
A H desta provincia.p > n -v i plaao, eq
jo pretnio grande do 12:0U)*00, ee extrahir
boje 23 de Agoto.
Bilh-'teo a venda u i Casa da Fortuno., ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Fiu
a & C.
Lotera do CearEsta acreditada lote
ra cujo premio uu'or do 250:U00000 ser et-
trahida unprcteiivelmente no da a9 do corrente
(segunda Mira).
Os bi hetes acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martius
Fiuza & C.
Lotera de Haoa-A 3.* parte da 19
lotera, pelo n >vo plano, cujo prenso grande de
40:00SiK: ser extrahida no da 25 do corrente
(quinta-loir.-.i s 12 horas da manha, iraprcterivel-
mente.
Os oiihe'es acham-se venda na Casa da Foi
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lolerti da Paranyhaesta lotera cujo
prenv 6 de 20:OOOMKX) ser extrahida
amaoH 21 do Agosto (quarta-f.-ira) 's 3 horas da
tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra l'rimeiro de Marco n. 2, de Martins
Fiuza tC.
Lotera do tru-Par Al' parte da
12* lotera des'a provincia, pelo novo piano, cujo
premio grande 100:tHJ0U00, ser extrahida
amanha 24 di corrente (quarta-foira) mpreterivtl-
mente.
Os biihetcs acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. '6, de Martins
Fiuza & C.
Lotera do Enplrlco Manto A 5" par-
te da 3* lotera desta provincia cujo premio gran-
de 50:000^000 ser extrahida no dia 25 de
Agosto.
Os bilhetcs Hcham se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martn Piu-
sa & C.
all escrevi foi o seguinte :
A apreeiagao, desse considerando pa-
rece do todo escusada tilo mauifesta a
injuatiga qm elle consagra
A Aggravanto conven ida de que o
jtrz a qu, illubtrado como tarda ae ar-
reponder de havel-o eseripto, nSo insis-
tir mais neste ponto, para u5o augmentar
lhe a aiiccSo. *
Nao posso descobrir nessas palavras
araoaca de especie algurui, ncm mesmo
nina expr-ssao capaz de ferir a susjepti-
bilidade do juiz que proferto a sentenca.
O considerando de quetratava, era aquelle
eru que o mesmo juiz entmdeu poder ex
officio estendr o arresto requerido para
garanta da quantia do 46:830^057 d-
bitos do que os arrestantes nao cogitaram.
Nao querendo por raoio algum offender
o juiz a qu, e, temendo desviar rae desse
proposito, concluas breves ob*er que fiz u i espaito do meara j considerando,
com aquellas palavras, que acabo de trans-
crever, s-m animo ie ameacar, por estar
convencido de que, reflectino'o sobre ess^
fundamento de sua decisao, o Ilustrado
juiz havia de arrepender-sa de telo es-
cripto.
Defendendo os direitos da Companhia
Tho Central Sugar ou do qualquar ou
tro constituinte, nunca manifest! despeito
contra os juizea e menos ainda contra
aqu.'lles que litigara ou seus advogados.
Curapre o meu dever c m dignidad e in-
dependen ;a. Se precisasse invocar testa-
raunho, para proval-o, invocara o do pro-
prio juiz de que se trata e o de alguns dos
aggravados com os quacs entretenho rela-
jees que rauit > prezo.
A segunda proposito, lanzada era urna
oota contra-minuta do juiz e rela'iva ao
miseravel incidente ( qualiticativo do
annotad'jr) de urna entrelnha na peticao
inicial o era duas das precatorias exped
das, consiste era ocnsiderar-sj chicana
indigna o que escrevi sobre esso ponto .
Nao quero retaliar, e por isso me es-
quoyo desse miseravel incidente.
Recife, 22 de Agosto de 1837.
Dr. Joaquim Correa de Ara ujo.
INDICARES TEIS
1"
DO
Medico*
Dr. Barros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 /2 na ra do Barao da Vic-
toria n. 25 por cima da Pharmp.cia Fran-
ceza, o das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. andar-
es Dr. Lobo Hoscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia no
oxerekio de sua prossSo. Consltuas das
10 s 12 horas da manha. specialdades
eperayoes, parto c molestias de s^nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra lo Barao da Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess em o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ruado B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
e3es dos org&os genito-urinarios do homem
e da mulher.
Dr. Joaquim Loureiro raedizo e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14,
andar, de 12 s 2 da tarde residencia
Monteiro1
O Dr. Barros Cialuaruea
Pode ser procurado no escriptorio deste
Diario das 11 horas da manha s 5 da
tarde, todos os dias.
O Dr. Mi et raudou seu eacriptorio de
advocacia para a ra do Duque de Casias
n. 50, 1 andar.
.iBacharel Antonio Annes Jacome Pires'
praya de Pedro II n. 6.
Collealo Spencer
Estabelecimedto de educayao primaria e
secundaria em JaboatUo, sob a direcySo do
Jos de Oliveira Cavalcante.
Drogara
Francisco Monoel da Moa & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cos e med.amentos homeopticos, ra do
Mrquez da Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do Mrquez de Olala n. 41.
serrarla a wapor
Serrara a vapor e ofjicinas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capiburba n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia nesta ge-
nero, comprase e vendcae madeiraa
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, asbim como se preparam-
obras de carapina por machinas e por pre-
co sem competencia Peraambuco.
Casa de Moda* le I. eaatoa A C.
A ra do Cabug n. 2 B, estabeleci-
mento de modas, encontrarSo so freguezes
grande e variado sortimento de fazendas
de seda, la e algodio, o que de uielhor se
botem nos aereados do Pars e Lyon.
0 nove desembargado?
JURISPRUDENCIA
Oiicslo de arresto
AGGRAVO ISTERPOSTO PELA COMPANHIA
THE CKNTKAL SUGAR FACTORIES OP BRA-
7,1L LIMITED.
Nao preteu-io hoja diacut r o memorial
publicado no Jornal do Recife do hontem,
mas tosente fazer ligeiros reparos sobre
duj.8 pruposiySea all contidas.
Referin'lo-r.e a minuta de aggi-ovo, diz
o memorial que empregou-se contra os
aggravados o contra o juizo argumento
sophistico, as explosSs do despei'.o, apre
goada prepotencia ante a justya e at a
ameaya < era seguida si a;reseenta :
ohega diz'r a Aggravante que o douto
juiz ha de arrepender se dos seus consid e
randos.
A minuta do aggravo est publicada no
Diario de 20, e ahi, bera como nos autos,
Oa loria do Jornal do Recife, on, diremos tne-
lhr, os alugados, mostram st tomados da mais jus-
ta das indiitnaeO's com o acto do governo. que no-
meou o juiz dos feitos da f>zeuda desta provincia,
dosenbargador honorari) Jos Manoel de Freitas,
para o cargo de desembargador da Relaca de
Goyaz; e, na faina de revelarem aempre um des-
aoi ment, que Ibes pnprio, esquecendo comple-
tamente o passado, apresentam o seu idolo do Pi-
auhy coma nm talento notavel, urna illustracSo ju-
rdica em imitacJo, um litterato profundj, um
magistrado de toga illesa como nao ha outro, e,
aln disto, um parlamentar distincto, o qoal, com
taes predicados, nao devia sernnmeado para Goyaz.
Oeizando o confronto dos merecimentos pessoaes
do illustre desembargada r com os do digno magis-
trado que o substituio, on, mesmo, com os de ontros
nSo meaos distinc'os, que, em tempos que j l
vo, foram victimas das mais iniquas persegui-
rnos, pouco importando aos dominadores de ento
as habilitares e merecimentos pes3oaes de cada
um e as condicoes de precariedade que erara
atiados, sem d nem piedad- ; procuraremos apre-
ciar os motivos da irritaeao qne se levanta e mos-
trar que ella s se firma n'um partidarismo exa-
gerado, nesse partidarismo qne e mira o depre-
ciamento dos adversarios para endeosar os corre-
ligionarios, considerando mo tndo quanto da
quelles, c box tado quanto destes.
De feito, somecte o exagerado espirito de parti-
do pode determinar as apreciarles que do desem-
bargador Freitas fazem os lord do Jornal do Re-
cife, coa os qnalifiativoa de talento, illustracao
jurdica, parlamentar distincto, etc.
Como talento nanea foi tido o desembargado.'
Freitas, desde os bancos escolsticos at elevar-se
& altara de presidente de Pernarnbucj, De urna
vida sempre obscura, sem ser conhecido at se-
no pelos s rtoes do Piauby, como juiz d'aldeis,
passoo o Ilustre desembargador de Gaya desse
estado aos conceitos de talento, que lhe qaerem
dar agora os s^us amigos, depois dos bous servi-
?)8 de partidario tretego, exagerado e intolerante
com que se houve elle na adininistraeo desta
provincia.
Nanea fui talento o desembargador Freitas, mas
c agora depois de ter sido entre nos jais dos fei-
t8 da fazenda cargo em que alias neoham acto
praticoo, nenhama sentenca laminosa proferto, que
lhe podessem firmaresse conceito.
Talento o desembargador Freitas ? Ondo foi
buseal o ? Porqae factos o revelou ?
Esse qu.lificativo, qae lbe nao caba, de certo,
nada mais ezprime do que o exagerado tptimismo
dos lords do Jornal, os quaes alias para os, adver-
sarios sao de nm puiimiemo sem goal.
Como illustraoao jurdica anda menas pode ser
elle considerado.
As iliuatracoes se apresentam, se manifestare
por factos e trabalhis recommendaveis.
A na> ser ama publicar) da reforma judiciaria
de 1871, annotada com avisos e decisoes dos tri-
bonaes do paiz, o que equivale 4 oms compilacao,
que qualquer mortal, sem taUntos, nem illastracio,
poderi* fusor, nada mais, que nos conste, sabio da
lavra do Ilustre desembargador.
Se isso, por si s, pode ser um titulo de 'Ilustra
cao, ento teans por ahi umitas illastr^ces, ds
quaes, com fUgrante e condemnavel injustica, nao
fallam os lords do Jornal.
E' qne talvez para estes baja illastracoes, e I-
lustrai,o a !
Parlamentar distincto o desemoargador Frei-
tas !
E esta ?!
Onde? Em que aseembla se revelou tal ?
Na cmara dos deputados foi um valente e no-
tavel liUnei 10
f> ha cuubecimento de coasa alguma, que re-
commeade o desembargador Freitas, como parla-
mentar, ao meaja naaccepc&o desta palavra.
t,' qne, ao que parece, es lordi do Jornal facem
tamb m, como j& hjuve qaem uzease, duas classes
de parlamentares.
Urna a dos qae se apresentam por ama feicao
positiva. Outia a dos que se apresentam por
urna feicao absolutamente negativa.
A' esta ultima classe parece que pertence o il-
lustre desembargador.
Verdade que, n-sta trra, j alguem lembrou-
se de qua.ificar de parlamentar distincto a nm il-
lustre representante da naeo, qae, em todas as
j;uatro sestees do sea tempo, apeaas proferio, em
apae, no piriameuto, as segrales palavras
ezistem documentos n> arenivo da secreta-
ria
J estava, nessi tempo deseoberta a segunda
classe das parlamentares distinctos, essa a respeito
da qual os lord do Jornal tem feito melhorea es-
tados, e em que canteinplain, certamente, como no-
tavel, o Ilustre desembargador Freitas.
V se, poia, do que fica ditu qae o desembarga-
dor FrJifaa nunca p**sou e aem passar de um
mortal, como quaiquer outro mjrtal, e qae sua no
meaco para a Beiaco de Goyaz nada tem de ex-
traordinario, e nao o teri meeino qaando o illus-
tre desembargador fjsse tudo qaaato ie pretende
qae elle seja.
E' realeiente gaiato o argumento.
O desembargador Freitas nio de'ia sernomeado
para Goyai, purqne taleuto, ilustracojuridica,
parlameuur distincto, etc. De sorte qae, para
Goyaz, s devem ir os estpidos, os ignorantes,
aquelles que, nao pudendo appireeer em ontras
Rela^oss, podem, entretanto apparecer all.
Enrgico pn testo devem lev ntar contra seme-
Ihante doatnoa os povos de O yaz.
Quaodo mesmo fjsse o desembargador Freitas
tado quanto delle disem os lord* do Jornal, snaior
razi baveria para toa collocacao all, porquanto
era Uto motivo demais, impasto pela neceasidade
de derramar-se por entre aquelles povos tanta
soturna de illuairaco, e para que tivessem elles
oppurtaaidade de admirar um talento to notavel,
um jurisconsulto sem igual e um orador tSo fe-
cundo I !
Temos dito, quanto aos mritos do illustre de-
sembargador. Vejamos ag ra se ha razio na gri-
ta, que qualifica de injusta e perseguidora a no-
No; nao houve injusti?* agora eomo nao houve
em outros tempos.
Record n-se os lords do Jornal do Recife, de que
nSo ha muito tempo foi nomeade desembargador
da Relici de G- yaz o disliucto magistrado, Dr.
Pedro Camdo Pesada, tirado da vara civel desta
capital, por conveniencias polticas que nao tinham
razao de br; e, por mais que fizesse o illustre ma-
gistrado, nSo ple conseguir nma rom> cao*e mor-
rea em consequencia dos desg istos que desse fncto
lhe sobrevieram, pela convieco que tinba de qu<-
semelhante perseguici de que era elle victima,
era filha to smente do facti de achar-se elle li-
gado k urna mporttnte familia conservadora desta
provincia.
Leinbreii-se ainda de qas fdra tambem tirado de
urna das varas da corte, como perseguido atros, o
desembargador Joo Coiho Bastas, uoineado para
a tielafo de O. yaz.
Recordem-se tambem, e nisto tem parta directa e
exclusiva um dos iUuttres lords, Ae qae o Dr- Corris
d Silva foi removido da comarca do Limoeiro deB-
ta provincia para a de Guama, no Para, dizendo-se
que era o meihor castigo que se lbe poderia impr,
parque all mais faeilmeote morreria elle das fe-
brea pestilenciaes, que infestan) aquellas paragens
E idto se fez precisamente quaudo nqaellc digno
magistrado acabava de passar pela dr de perder
a esposa fiean lo com grande numero de fihas e
filhos, que necesaitavam de comecar sua educago,
e que tuihaiu prociso de achar-ae junto dos p i-
rentes, ewino lenitivo dr da imineusa perda que
a tfriain.
Tudo isto se fez, alm de muitss ontros factos
qne seria entadonbo enumerar, coma maior oaten-
taco possivel, ostentayo tanto mais con Jemnavel,
quanto se tradusia ella n'uma s itisfacao indizivel,
laucando-se at o escarneo sobre as victimas.
ti acham agora extraordinaria a nomeaco do
desembarga! r Freitas para Goyaz aquelles mes
mos, que, nao ha muito, se revellaram o maiores
perseguidores por factos iguaes, que naquelle tem-
po procuravam justificar, e que hoja condem-
nam !
Mas, a grita tola, nao feita por amor da pes-
sa do Sr. desemoargador Freitas, por quem, com
cert sa, nao ha motivo para se morrer de amores,
mas sim, porqae, dcil, como elle em su. qua-
lidade de poltico, exagerado e ttefege, tirado das
qualificac^'s do 2. Uistncto.enehergam nesse fseto
am motivo para terem rofr. iadas as pretencoes
n'aquellc districlo, cuja qualificaco d'ora em dian-
te dever ser a expresso da verdade, to sacrifi-
cada at hoje pela phosphoresceacia que nella se
introduzo.
D'abi ainda maior grita, principalmente porque
elle substituido pelo diguo magistrado, Dr. Do-
mingos Pinto, petnambuc.no distincto, em quem
encontraro os pretenciesos dominadores do 2.0
districlo a mais formidavel barreira s desarrasoa-
das pretenco '8, que at boje encontraran! aooio em
um juiz, u mais partidario, e o mais desabusado
que temos visto.
Eis a razo de teda a grita, eis a razo de .o
grande baralho !
A conseieneia dos lords do Jornal do Recife dir-
Ihes-hi isto mesmo, estamos certo.
Scrates.
urna
saudaram-no nos seus orgfos como am ho
mem que o paiz muito tem a esperar, e
norainalmente a cmara em geral, inclusi-
ve, muitos liberaos.
Sejamos justos e veremos triumpbar a
cau>a da diguidade de Pernambaco.
Viva o nosso ministro do imperio.
Viva o mininisterio Cotegipe.
Muitos pernambucanos.
Perola ni) lodo
(Exeraplo de virtude da filha de
orgulhosa rameira).
Pirguntsndo-lhe eu : Quem ,
Oh filha do cor^So ?
Respondeu-me, entristecida,
Sobre os olhos pondo a inaj :
Eu sou a desventura,
A filha da corrupto...,
Sou o lirio sem perfume,
Sou a propria maldieSo...
Oh I ?em c, s innocente,
F'lha, dia : quem teu pai ?...
E a virgem replicoume,
(Do poito, soltando ura ai) :
i N3o perguntes oousa tal,
NSo me fcflijas tanto assira. ..,
Meu senhor, tenbo vergouha
< De urna siua tilo ruira !...
E foi se despedrado,
Sobre os olhos pondo a mito.. .
Me faz?ndo repetir-lbe,
Por omitas vezes perdo 1. .
Assim, pois, ha nesta mando,
D'bypocr8as tSo cheio...,
Muito horror.. muita misoria. .,
Muita virtude no meio !...
Elixir depurativo vegetal
Formula de
Angelina Jos dos Santos Andrade
Approvado pela inspectora geral de by-
gieoe publica do Rio de Janeiro, em 20 de
Julho do correute anno (1887).
Este depurativo de grande eficacia as
molestias sypbiliticas e impureza do sangae e
encontrado a venda, por ora, na ra do Baro da
Victoria n. 37 e ru estreita do ttosario n. 11.
Para provar a grande vffieacia ou quasi prodigios,
do preparado do Sr. Andrade b >sta apreeentar
1887.
Ihomaz Cavalcante da Silveira Lins
Ser verdade ?
Dizera que o eleitor bilheteiro que oen-
surou, no Jornal do Recife, de sabbado,
o actual thesoureiro das loteras desta pro
finla, por extrahir estas por meio de
partculas de ossos, quer desso modo obri-
gar aquelle thesoureiro a comprar a ma-
china Fichet, aquelle calhambuque que o
povo repelle, e pelo qual nao quer que se
faja a extraerlo, preferindo que esta seja
feita pelas partculas do ossos, no dizer do
eleitor bilheteiro.
Que magano o eleitor bilheteiro '
Bom meio de vender o que nao presta '
O eleitor da Varzea.
Ao iIIjii e i:\iu Mr. Dr. Seabra
O povo pernambujano vera respetuosa-
mente pedir-vos o verbo de tuas palavras
em favor da candidatura do amigo e do
mestre o Exra. Sr. Dr. Manoel Portella,
hoje mioistro do imperio,
___ A Justina.
----------------ai -------
A nova eleigo
Est designado o dia 14 de Setembro
vindouro para prooeder-se a eleijao de um
deputado Assemblea Geral Legislativa.
Qur isso dizer que nova lata vai tra-
var-se entre os partidos, que no vos incora-
modos, novas fadigas vai ter o leitorado.
Embora assim, devem concorrer a ur
as todos os eleitores conservadores, e,
com conseieneia e libardade, depr nellas
sem medo ou terror as suas cdulas.
E' um direito esa? que lhe garantam a
lei e a autoridade.
E, quem exerce os seus direitos, experi-
menta a satisfacao que causa a conseien-
eia do dever fielmente observado.
Mais oa nnuos j se sabe qual deve ser
o resultado desse comicio popular.
Conta-se certo e seguro o triarapho do
partido conservador.
O distincto pernambucano, Dr. Manoel
Portella ha de vencer, porque o seu nome
e servicos ao paiz sao a meihor garanta
de sua victoria.
Cumpre, poreu, que nSo durmamos a
sombra dessa prevista victoria.
E' preciso que cada soldado conserva-
dor, que representa um forte athleta da
dea que defende, ponha em movimento
os seus osforcos, para que, de novo seja
coberta de gloria a bandeira conservadora,
no pleito em que o partido vai empe-
nhar so.
Conservadores I 1 a nossa cansa no-
bre, a nossa causa santa I
E* a causa da honra de um cidadSo
prestinuso, a causa do partido conser-
vadora.
Quem for pernambucano, quem r con-
servador, ha de nacessariamente votar no
conselheiro Portella, ratificando assim o
mandato, porque vai n'isso a disciplina e
a solidaredade partidaria, e, principalmen-
te o inter co, que ter no ministerio um dos seus
mais distinctos representantes.
Assim o esperamos.
Recife, Agosto de 1887.
Juvenal.
A' lilm i Cantara Municipal
Antonio Joa Felippe Santiajji previne ter re-
querido em 17 do corrente 10 ialho3 no Mercado
Publico de S. Jos para vender carne verde, esta
prevenco para evitar o extravo da peticlo
como succedeu a diversos negociantes de miu iezas
e outros artigos, em qae pediam certido, do qae
haviam pago demais como locatarios de divers os
compartimentos do mesmo Mercado.
lcife, 22 de Ag sto de 1887.

1
Urna lagrima sobre o tmale do meu pres ado
primo e amigo, Jos Uezerra Cavaleantd de Al-
buqiierque, pelo primeiro anaiversario de seu
oissimento.
H. C.
Am scies desaflsdas
3
As pessoas armadas com a sais parrilha de Bris-
tol, o que residen) nos d.'strictos em que reinara as
febres intermitientes e sezoes, podem realmente
zombir dessa enfermidade anniqailadora.Um s
frasco deste poderoso tnico vegetal afugenta os
cilefrios e perseverando se no seu uso, as forcas
se restabelecem completamente, e o systema se
fortalece contra a miasma ;eradora da molestia.
Ella tem sido umversalmente experimentada pelo
espac> de 33 aunos as localidades infestadas pi-
las sezoes e febres intermitientes. Pormos benig-
nos eff 'itcs deste grande especifico conservador da
vida, nao se limitam a urna s classe de enfermi-
dades : a sua ncylo medicinal to extensa, como
a das proprias molestias.
As escrfulas da typo mais borrivel, o cancro
destruidor, as contraccoes das juntas, tendees e
msculos, o entorpecimento o congesto do figado,
o estado mrbido do estomago e do ventre, a tossa
convulsa, as eruocoes o rheomatismo, a debilidade
geral, .Vo subjugada3 com ama rapidez e sega-
ranci tal, qne assombra os mdicos os mais expe-
rimentados, gracas as suas qualidades sasvisado-
ras, curativas e fortificantes.
Ene ntra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambaco, flenry Forster & C,
ra do Commercio n. 8.
Um brado de anlmaeo ao del
Corado do l8 districto
Approxira.tndo-so o dia 14 de Setembro,
e sendo preciso que o Norte d mais urna
ves prova de seu civismo, para que nSo
reprno-ntem smente nos destinos da co-
rda os horaens do tful, preciso, digo, que
os pernambucanos sustenten! a candidatu-
ra do Estadista que sempre tem sabido nos
defender com oseo nome immaculado.
P um ministro do norte, trata-se de levantar
os bros desta erra ha muito tempo es-
quecida. O nome do Dr. Portella t3o
respeitado que agora mesmo de todos os
angul-'S das provincias (a parte urna po-
ltica meaquinha) liboraee e conservadores
Festa de Nossu Senhora da Penha
A festa da Inclyta Virgem da Penha, que se
costuma celebrar no magestoso templo da mesma
Excelsa Senhora nesta cidade, ter lagar este
anno na primeira dominga do prximo \indouro
mea de Setembro, a qual cabe a 4 do mesmo.
Od religiosos capuehiuboa esto j activnmente
cuidando nos meios de realisar a sua tradicional
solemnidale, a qual ser celebrada este anno, como
tem sido sempre, com aquella costamada pompa e
magnificencia. Elles nao deseonhecem as actuaes
precarias circunstancias da generalidade da po
pala$o desta provincia, em vista da persistencia
da crise qae opprime com intensidade todas as
classes ; porm como o obulo da caridade o nico
patrimonio de que podem soceorrer-se estes reli
giosos mendicantes, confiados no fervor religioso
deste povo e na sua aflictiva devoeo Santissi-
ma Virgem, se dispoem a apresenUr-se uestes dias,
porta dos fiis para implorar Ihes urna eamola
compativelcom as p.sses de cada um, para levarem
a efteito a festividade.
A piedade pernambncana, qae nao desamparoa
os religiosos capuchinhos na gigantesca tarefa que
elles emprebenderam para a edificsco do mages-
toso templo de que est dotada esta bella capital,
a perseveraoca com que este cathoiieo povo tem
sempre concorrido com generosidade para o esplen-
dor das solemnidades do mesmo templo, nao dei-
xsm duvida qae se manitestaro ainda desta
ve.
E a Virgem Senhora da Penha recompensar
com juros o affecto dos bons coracoes e o sacrificio
que cada qual fizer para glorifcala na trra.
Previnam-se entretanto os fiis de que os reli-
gioso* capuchinhos nao csstumam enoarregar a
outrem o cuidado de agenciar os donativos para
as suas festividades.
importante deelaraco (S)
As virtudes do PEITORAL DE CAMBARA-
de J. Alvares de fj. Soares, de Pelotas (Rio Gran-
de do Sul) vantajosamente empregado em todas
as molestias do apparelho respiratorio, ne sao
h je postas em duvida por muitos Ilustres filhos
da seiencia.
O babil medico Sr. Dr G irlos M irehand, de 8
Gabriel, escreveu ha pouco o seguinte ao antor
do preparado :
O se? xarope peitobal de cambaba' tem- me
feito muita falta, porque quasi nunea o encontr
bo seu deposito d'aqui. Tenho-a aconselbado na
minha clnica e com elle tenho tirado resultados
importantes no tratamento das molestias bronco-
pulmona'es.
Outras declaracoes importantissimas de mui
tos distintos mdicos, comprovam valiosamente as
virtudes de to precioso medicamento.
O leitor poder aprecial-as no opsculo que
acompanha cada frasco e que vende so na agen-
cia a cargo dos Srs. Francisco Manoel da Silva
& O raa Marque de Olinda n M.
Frasco 25U0, meia duzia 1JJUO0 a duzia 24
A agencia enva a quem pedir condices im-
prestas para as vendas por atacado.
Grinaura, modista
59-RA DUQUE DE GAXIAS -39
(<> andar)
Faz, por figurinas, vestidos para senboras e me-
ninas, com prumptido e precon mdicos.
Recebe mena lmente da f.uropa jornaes da
modas.
erescido numero de attestados exoontaneamente
prestados por muitos cavalheiros que tem feito
uso delle dos quaes publicamos alguns de pessoas
conhecidas o residentes nesta cidade.
Tbomaz amonio Eaplaca. cirurgio
deniiNta pea Pacaltlade de Medi-
cina da Babia.
Atiesto em favor da verdade que sendo aecom-
mettido em Agosto de 1884 do urna violenta febre
diagnosticada febre syphtfitia foi ella ao fim de
64 Jias debellada p;'los esforz continuos do seu
Ilustrado medico assistente. Quando porm jnl-
gado livre comecava a convalecer foi novamente
assaltado mas agora por uns tumores ou geminas
brancas que em nunrro superior a eiucoenta es-
pn'h ivnm-se-lbes por tudo o corpo.
(Ji esforcoa empregados p?lo sea intelligentc e
Ilustrado clnico [orara infructiferos. 0 mal coub-
bando dos grandes recursos da aciencia s realuou-
se fatalmente a suppnr.iCio.
_ O seu estalo'Ta desesperado. Lutou am anno
ainda fazendo uso de iodureto de potassa como
nico lenitivo as dores mas que reconh ,'cia impo-
tente para vene t a origem do mal.
Foi, p is, nesta h rrivel situa^ao entre a descren-
?a de melhoras e os soff/imoutos conlini s que
instancias do seu ami>;o o Sr. Jos Mafia da Silva
Femandes recurreu ura preparado do Sr. Aoge-
lino Jos d s .Santos Andrade. E' preciso declarar
qu-; n-.-ssa (.ccasiao existiam 18 g.iranias em abun-
dante supparaco e ra.is triuta e tantas prestes a
suppurar.
O efft-ito benfico da primeira garrafa nao me-
receu especial menco, mis desde a terceira d3e
da segunda garrafa comecou a mmifestar-se nao
um bom resultado, mas aira uin verdadeiro milagre.
As g ramas que estavam prestes a suppurar en-
traram desapparec-T da mesma forma que as
outras dimiuniam a suppuraco.
No fim da quarta garrafa o puz qae anda sabia
das ultimas gommas era de urna cor verde bemdis-
tincta, phcuomeno este que nao soube como expli-
car. Quando ccmpletou a sexta garrafa restavara-
Ih'speuasas cicatrizas de to in:om nodativa e
perigosa molestia. E por ser verdade o que cima
attesta assigno-me e pJe fazer o uso que lhe con-
vier.
Recife, 27 de Janeiro de 1887.Thomaz Anto-
nio Espiuea, cirurgio dentista.
Estiva sellado com duas estampilhas no valor
de 400 res e devidamente innutilisadas.
Kconheco afirma supra.Kecifo 9 de Agosto
de 1887.
(Estava reconhecida a firma).
llrn. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Rcife, 19 de Marco de 1883.
Era abono da verdade e cumprindo am dever
de gratido venbo dar-lbe os meas sinceros para-
bens pelo seuElixir depurativo e restaurador do
sanga-,verdadeira maraviiba para soffrimentos
de origem syphilitica. Do emprego do sea tfica-
cis8irao Elixir-em casos de erupeo do pelle e
rheuraatisrao syphilitico cbtive to promptos e pro-
vetosos resultad is em pouco tempo com poucas
garrafas, que foi para mim verdadeiro assombro.
Assim, pois, aceite os meus mais sin eros embo-
rna p-jlo seu feliz invento e faca do tmu testemu-
nho o uso que Ibo convier.
Aproveito o ensejo para subscr.-ver-me. com at-
tenco de V. S. venerador e criado, obrigado.Af-
fonso Olindense Ribeiro de Soasa.
Estava sellado cora urna estampilha da 200 ris
c inutilisads da m: ueira seguinte:
Recebedoria de Pernambaco, lo de Mais de 1883.
Silva Carvalho.
(atava reconhecida a firma).
Periiambuco, 5 de Janeiro de 1883.Illm. Sr.
Angelino J;s des Santos Andrade,Teado sof-
frido e por muito tempo de rheuraatisrao syphiliti-
co. dores nos ros, catarrho na bexiga e muita de-
bilidade no estomago, sem nenhum appetite para
qualidade alguma de alimeutaco a ponto de ficar
quasi sera accao no movimeuto do corpo, fui acon-
selbado par nm amigo a usar do Elixir por V. S.
preparado, o que de prompto principie! a usar da
primeira garrafa, conforme as prescripcoes que a
cump,nli,m, dando em resultado no fim da 12
dias e j na segunda garrafa, apparecer-me urna
hemorraghia de sangu'e impuro pela uretbra, e
preto como tinta de eacrever, que correu em gran-
de quaotidade desde s 5 horas da tarde de sab-
bado ats 11 horas da maulla de terca-feira, aca-
bando por sahir sangae inteiramente limpo e
puro.
Aquelle sangae assim impuro extrahi Jo por fer-
ca de seu Elixir, qaando em postas se parta nao
era mais nem menos do que puz (materia) e conti-
nuando a usar deste precioso Elixir fiquei com-
pletamente restabelecido com quatro garrafas, o
que affirmo e juro se necessano tr.
PoJe V. S. fazer o uso que lhe approaver desta
minha carta, que s tem por fim provar quanto
prodigioso o sea Elixir para os sofirimentos qae
levo mencionados.
Sou, com subida estima e consideraco, de V. S.
criado e obrigadissim >, Joo Fernanies Baplista.
Estava stllado com urna estampilha de 200 rs.
e inntilisada da seguinte maneira : Recebedoria
de Peraambuco, 9 de Janeiro de 1883.Fortunato
de Andrade.
(Estava reconhecida a firma).
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andjade.
Tendo eu sofirido por dous oa tres mezes de urna
ferida ulcerosa dentro do nariz, usando en diver-
sos medicamentos sem resultado alguno. Lancci
mo do seu Elixir purifioador do sangue. Garan-
to-lbe sob minha palavra que urna garrafa smen-
te foi suficiente para me restabelecer de to gran-
de Boffrimento, a conseibo ao Sr. Angelino que
faca vulgarisir este to prodigioso remedio, que
to til deve ser buraanidade.
Poder fazer o uso que quizer destas poucas li-
abas que s conten a pjra verdade.
Recife, 5 de Marco de 1882.Du Vmc. criado e
abrigado, Miguel Xavier de Souza Fonseca.
Estava sellado com urna estampilha de 203 ris
e inutilisada da maneira seguinte : Recebedoria
de Peraambuco, 4 de Dezembro de 1882.Fortu-
nato de Andrade.
(Estava reconhecida a firma)
Sr. Angelino dos Santos Andrade. Soff.endo
ha longos annes de rieres nos ouvidos que coe im-
pnssibiitavam de trabalbar durante aiguns dias,
fui ha 10 ra ses accommettido seriamente deste
mal, pois alm de nada ouvir, trouxe urna mflam-
raaco enorme, que me escaldava os ouvidos e que
pelo mo cheiro, se nao poda supp-rtar. Alguns
mdicos disseram me ser um g*ande abeesso Ou-
tros, porm, me aconselbavam que me tractasse se-
riamente, pois era urna molestia de pclle de appa-
rencia durthrosa e de mo carcter.
U.-ei ento do lieor de Donavau, composto de
iodo, arsnico e mercurio, tomei Cajurnbba e mui
toa outros depurativos, e nao tinha rrais esperan-
Cas de melhorar, pois a minha orelha esquerda
principalmente era urna cbaga e engrosiou horn-
velmente, cemo snecede aoa morpheticos.
Um amigo, em boa hora, me aconselboo o sen
Elixir; e eu, queja tora -i a quinta garrafa do seu
preparado, acho-me completamente reatabelecide,
e a orelha, que ea julgava podre, est hoje mais
s do qne nunca peosei.
A bem da humanidade taco a presente declara-
c3o o autoriso-o a fazer delta o nso que lhe con-
vier.
Recilo, 30 de Abril de 1886.Eduardo Floro
de Paiva.
Estava sellado com urna estampilha de 200 ris,
devid'iinente inutilisada.
(Estava reconheeida a firma).
(Continna)
Lyceu de Artes e
Officios
A Imperial SoeiedHd- dos Artistas Meehanieoz
e Liberaes de Peraambuco, que tem a sea cargo
o Lyceu de Artes e Officios, no intuito de Ilustrar
as classes artsticas e manufactureras, mantera
como ja bem conhecido em 8eu palacete, no
Campo das Princ-zas, aulas de diveras linguas 6
scieucias, rs quaes funecionam em todos os dias
uteis, das 6 as 9 horas da noite.
Com o mesmo intuito mantera ella urna peiuena
e mdesta bibliotheea, que com patnotic
--icos dona-
tivos, augraenta-se de da para dia.e franquea-
da ao publico em geral diariamente, s m smas
horas aeima, c assim eomo um pequeo muse
artstico.
Assro, pois, com o mui applaudido atento de
tornar bem conh-cidj o progresso das artes e
officios entre nj, a perfeico e utilidade de seus
productos, fazer enhecido seus autores, bera
Cjmo os lugares de seus estabelecimentoc, afim de
facilitar a sahida e o consumo delles, promove
todos os aooos, para o dia de sea annivrsario
segundo disj.oi o 6 do art. 2o dos seua estatu-
tos, urna exp lieao dos trabalhos d'artes e officio
e manufacturas.
E' para a conseeuco de to aperfeicoado quo
vantajosi fira, que a directora da Sociedade vent
palo presento solicitar de todas aquellas pessoas
que possuera por pergaminho o trabalno, sua effi-
caz concurrencia expoiicj que em Novembro
deste anuo se efl;ctuar era sua sede, Lyceu de
Artes e Uiei a.
Cumpre tambem a ella fizer conhecedores os
Ilustres senhotes o scoheras qu? o quizerem hon
rar com seus productis, os seus direitos e
Devereis
1. Devero at 15 do dito mez enviarem ae
amostras de seus ven lavis productos para o dit?
Ly o.
2." Em todos oa objectos deverilo acompanhar.
o nome do auror, ou propnetario dos rnesmos.
3.o Ser impresciniivel era tod.) e qualquar
objecto a leetaraeo do prej e lugar de su f-
brioa ou deposito.
4.* Qu i os obj-'ctos para a exposijo devem sei
tal qual os cr.stuuu fizer e veader.
Dlrelfo
Art. 8o do regulameiito da Exposir;*) Artsticos
Industrial :
^ Smente aos expositores perraittido abrir ae
vitrinas para mostraren) aos visitantos os seus
productos.
A directora, co :scia de que muito so esforca'
rao para o faustoso resultado deste certsnna to
proveitoso e lisongeiro a todas as classes indas-
trises, antecipi seu3 deviios a5rade!ment>s.
Secreiarii da Imperial Sociedad-a dos Artistas
Mechaoicos e Liberaes de Pemirabuao, em 30 de
Junhode 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
Lanman k Kemp
Previuem o publico que existem nesta pracs
imttacoes fraudulentas do sea-oleo pbc de k-
qado de Bacalbocontra as quaes se devem
acauttlar os consumidores, por isso que o use
d'esses leos falsos ser em prejuiso dot
doentes.
Entre essas talsificacoes ha un.a quealm da
differeuca uu puresa do liquido que s pode apre
ciarse comparando o oleo verdadeiro com o falso,
engaa fcilmente os incautos, e por isso apresen-
tamos as differeuc&s que existem coa fraseos e in-
volucros :
A eircular que acompanha ada frasco deve
ser assignada porLanm Kemp^o n=e
Lenman & Kentpcomo na falsificaso.
o Os nossos frascosnjs tres lados descobertoi
trszem em relevo no cesmo vidro as seeuintes
palavras : -Cod liver oil Lanman ce &.emp
New- York, em quanto que os falsos vi iros tem:
Refined Cod Liver Oil=New-York
* as nossas capsulas metallicas le-se :Lan-
man & Kemp, Droguistas, Nueva York, em quanto
as falsas ae l :Coi Liver Oil=Rejlned^=Nue-
va-York.
Recommendtmos, pois, aos doentes que quize-
rem usar do msso oleo, e retirar es resultados
marawlhosos pelos quaes se tem acreditado era
todo o mundo, tenham todo o cuidado em exami-
nar os frascos que comprarem, para nao aerent
engaados por infames falsificacoes.
Tambem ba muitas falsificacoes da nossa aoda
FLORIDA DE URRAY & LANMAN, E TNICO OBIBNTAI
db kemp, falsificacjs essad preparadas geralmen-
te com substancias prejndciaes pelle e ao ca-
bello ; exijam, pis, os consumidores os verda-
deiros e nao recebam ontros.
HA VENDO REGISTRADO NESTE IMPERIO TODAS AS
NOSSAS ARCAS IHOU8TKIAB8 B RTULOS, PREVEJUMO
CS IMITADORES E FALSIPICaDORES, QCK PR.CEDEBEMOS
CONTRA ELLES MOS TBIBCNAES, EM PROTECgio DB
NOSSOS DIREITOS.
Peraambuco, 28 Jirabo 1887.
Lanman & kemp.
Illl
'. Sr. pbarmaceuilco f.ula Carlos
de Arroda Heniles
S Carlos do Pinhal, 27 d Maio de 1885.
Presadissimo senhor.Acerca de 8 mezes que a
minha senhora soffria de horriveia dores nos osa-
dos acompanhadas de corriraento, deduz que ia
deixando a surda, e a'm disto stffria d feridas
na garganta que j se via obrigida a alimentar.
se a caldos; passando noites sem dormir, e dia?
sem poder cuidar dos ioteresses da casa. Tndo
este tempo viveu ella sempre em dieta de rigoroso
tratamento, sem obter saude.
Desanimada, comecou com os seas (santos) pre-
parados, o Licor Antipsorico junto com os Pos De-
purativos, e logo a saude veio chegando, e hoje
gracas Providencia, posso com todo o praser
annuaciar a V. S. e a todo o mundo que minha se-
nhora acha- se completamente boa dos ouvidos e
da terrivel ferida de garganta, e autoriso V. S. a
publicar esta a beneficio dos que soffrem igual en-
fermidade.
Sou com estima. De V. S. amigo, venerador e
obrigado.Eduardo da Siiva Tavares.
Cal virgem de Jaguaribe
REGS
TRADA
Dr. Carpir Lei
MEDICO
Tem o seu eacriptorio ra Duque e Caxias
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Beata
Cruz n. 1. -
Especialidadesmoestias de senboras e erian-
Sas.Tolephone u. 326.
Avisase nos seuhores de engenho e
mais consumidores desta excellente cal,
que continua ser o seu deposito ge"al a
nn do Bom Jess n. 23. Perfeitamente
embarricada e em pedras, como a que nos
vem de estrangeiro e em nada inferior a
esta, continua a st vendida pelo preco fiso
de6&000 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, sSe
tamb 'm vendedores della os senbores :
Guimares & Valente6 Pateo do Cor
po Santo 6.
Lopes <& Araujo38 Ra do Livramen'
to38.
Bento de Freitas Guimares &C
Rna do Visconde de Itaparica 51, Recite
C'Iinlea medico clrurglca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoias e
eriancas.
Residencia Ra da Imperatris a..4, segunde
andar.
Telephone n. 226.
Clnica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. molestias de Senboras e c
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Raa da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPonte d'Ueh&a n. 56.
TELEPHONE417





/



I





Diario de Pernambco---Terca-feir 23 de Agosto de 1387
Dr. Lpes Pessoa
Medio* e operador
Residencia -Ra Larga do Rosario n.
38 1* andar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 s 2 horas da tar-
de.
Chamados-A qualquer hora, por es-
cripto.
?--------------
Commlssio Redemptora
De conformidade eos o art. 8 do Reg.
de 12 di Janeiro de 1885 convido as pes-
soas que quizerem libertar escraviaados
por conta do fundo de emancipacSo pro-
vincial, apresentarem as propostos, duran-
te 15 dias, a contar de hoje, devendo de-
clarar o preco e juntar a matricula ou
certido authentica.
A commissao lembra aos proponentes
que attetidam, as indemnisacSas pedidas,
ao prego corrente e que s indiquem es-
;ra visados cuja condicSo servil nSo possa
ser contestada.
Os interessados deverao bo entender
com o abaizo assignado, ra da Aurora
n. 77.
Commissao Redemptora, 6 de Agosto de
1837.
JoSo de Oliveira,
Secretario.
Lyceo de Artes e Officios, par o estabelecimento
de oficinas e aulas praticas annexas ao mesmo
Lyceo, sao pelo presente chamados es senhores
iateressados, para no praao de dona meses virem
examinar a planta respectiva que ioi spprovada
pela Cmara Municipal do Recite e acha-ae nesta
secretaria, e apresentarem as reclamaces qae
tiverem, sob pena de proceder-se a arbitramento
para indemnisaco, na forma da lei n. 129 de 2 de
Maio de 1884.
Secretaria da reparticao das Obras Publicss de
Pernambco, 23 de Julbo de 1887.
O engenheiro secretario, _
Joaquim Gome a de Olivei a e Silva.
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-cheie de clinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio da s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e diaa santificados.
Bsaidencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Clinica do Dr. SiraSes Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senhoras
e de criancas.
Consultorio ra do Marjues de Olin-
da n. 64- consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia ra da Soledade n. 78.
Tachone n. 213.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balihazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias daa
erian^as, dos orgaoa respiratorios e das
senhoras.
Prestase a qualquer chamado para
fon da capital.

AVISO
Todos os chamadas devem ser dirig
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde se iadicar
sua residencia .
Ialzo des Feitos da Fazenda
Nacional
EtcrivSo Reg Barros
P.rante o Sr. Dr. Jai Substituto dos Feitos da
Fasenda, Lindolpho Hiabello Corroa de Araujo,
no dia 26 do correte mea de Agosto, pelaa 11
horas da manh, depois da audiencia dea te julso,
se vender em praca publica, o dominio til do
terreno de Marinha n. 82, sito roa doa Coelhos,
caes de Capibaribe, pertencente aos herdeiros da
Jlo Francisco Paredes Porto, avaliado o mesmo
dominio em 250X000, penhorado para pgame ito
da Fazenda Nacional e custas. Asaim orno se
arrendar em praca publica na mesma occasio o
aluguel do aobrado de um andar e loja tito a ra
do Marques do Herval n. 61, tendo o mesmo tres
portas no andar, com varanda de ierro corrida e
no pavimento terreo tem tres portas, sendo duaa
3ue do entrada paraum armaxem que eccapa-
o com venda e u na que sobe para o mesmo an-
dar, avaliada a renda annr.al em 4804000, que
ser arrendado pele tempo que for aufficiente para
pagamento daa execueoes da Fazenda N.eional
provenientes de foros de terreno de Marinha em
que est edificado o mesmo predio e impostoa de
vidos pe) actual piasuidor do referido sobrado
Mathias Munit Tavarea.
Recite, 16 de Agosto de 1887.
O solicitador da Fazenda Naci nal,
Luis Machado Botelho.
DttJLARCOES
SK
i
:
(Consultorio medico-
cirargico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 i.
de escrupulosa obaervacao, reabre consultorio neai
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
De dia : dasl s 2 Ja Urde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horss da noite aera encontrado m
sitio tavesaa dos Bemedioa n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm o porto do Dr. Cosme.
EBITAES
= De ordeno do l.lin. Sr. engenheiro director
geral, faco publico que tendo S. Exc. o Sr. pre-
sidente da pruvi c:a concedido autoriaaco Im
perial S citdade dos Artistas Mechamos Libe
raes para deaaprspriar o terreno com seis peque-
as casas, existentes ao lado do sul do edificio do
REVISTA
Da nfrnana de
COHHERCIAL
8 a SO de Agosto de
88*
Cambio sobre Rio de JaneiroA 15 d/v 1/4 '/o
de descont.
Cambio sebre Babia Nada constou official-
mente.
Cambio
descont.
Cambio
descont.
sobre Santos A 60 d/v 1 1/4 /. de
sobre S. Paulo- A 60 d/v 11/4 /o de

A 60 d/v 1 1/4
Cambio sobre Rio Grande do Sul Nada cons-
tou officialmente.
Cambio sobre Porto AlegreNada constou of-
ficialmente.
Cambio sobre Para A 60 d/v 1 1/4 e a 90 d/v
1 3/4 /o de descont.
Cambio aobre LondresA 90 d/v 22 1/2 d/a por
1/000 particular e 22 1/4 e 22 3/8 e vista
22 1/8 d/s por 1/000 do Banco.
Cambio sobre ParsA 90 d/v 422 rs. e vista
420 rs. e a 429 rs. o franco do Banco.
Cambio aobre Hamburgo A' vista 531 rs. o
R M. do Banco.
Cambio sobre Portugal e Lisboa A 60 d/v
136 / de premio particular e vista 140 % de
premio do Banco.
Cambio sobre Porto A' vista 140 % de pre-
mio do Banco.
Cambio sobre Montevideo Nada constou offl-
cialmente.
Cambio sobr.' Buenos ArresNada constou ofi-
cialmente.
Apolices g.raes de 5 <>/,Venderam-se 32 a 9504
c SO a 955* cada urna do valor de 1:000*000.
Apolices da divida publica de 6 %Nao cons-
tou vendts.
DiUa provinciaes de 7 /.Venderam-se 10 de
valor de 1:000/ ao par e 12:400/000 em midaa
tambem ao par.
Companhia Segn IndemnisadoraNSo constou
vendas.
Companhia Pbenix-Idem dem.
Companhia Seguro ADfithrite- dem dem.
Companhia PernambucanaIiem idem.
Companhia Ftacao e Tecidosdem idem.
Companhia do Beberibe Venderam-se 91 ac-
;oes do valor de 100/ a 155/ cada urna.
Banco do BrasilVenderam-se accoes do valor
de 200/ a 240/ cada urna.
Companhia de Santa Therexa--No conatou ven
das-
Companhia de Oinda a Beberibe dem idem.
Descont de lettrasA 9 % so anno.
Lettras hypothecariss Venderam-se 305 com
juros a 94/500 e 24 tem juros a 91/ cada urna do
valo rde 1CO/000.
Genero nacin ae
AgurdenteAs vendas foram de 50/ a pipa.
A'cool-Idem idem de 96/, a pipa.
Assucar Kntraram 2,251 saceos Vendes,
branco de 1/800 a 2/300, smenos de 1/400 a
^pOC^mascavado de li,0 a ^00, bruto de 900
1/000, rtame de 700 a 800 rs
c.!d07^n,traran,r3'7*i "<"***-dem de
b/506 por 15 kilos de 1 aorte.
Arros em cascaContina a retalho de 4/400 a
CafEntraram 1,023 sacos O retalho de
13/000 a 17/000 os 15 kilos.
O procurador doa feitaa da fazenda provin -
cial, tendo recebido do Tb 'sourj Provincial a r, la-
cio abaixo transcripta dos devedores da contri-
buicaoda Recife Drainage, da freguezia de S. Anto
nio, relativo ao Io semestre de 18821883, que dei-
xaram de pagar a meama contribuico no tem
po competeute, declara aos mearais devedores
que Ibes fica marcada o prazo de 3'J dias, a con-
tar da publicaco do presente edital, na confor-
midade da disposto no art. 53 da lei n. 891, para
recolherem a importancia de seus debitaa na
Recebedoria Provincial, certos de que, fiado o re-
ferido prazo se proceder a cobranca ejecutiva-
mente.
Recfe, 11 de Julho de 1887.
Miguel Jos de Almeida Pernambco.
Relacao dos devedores da 'contribuicao da Recife
Drainage da freguezia de Santo Autonio, rea
tivo ao 1 aemeatre de 1882188S.
(C<-n;luao)
Travessa do Pocinho n. 28. Ignacio
Francisco da Conceicio Patricio 15/325
Dita n. 30. O mesmo 15/325
Viscoade de Iulmina n. 14. Irmanda-
de das Almaa do Recife 153325
Imperador n. 44. De. Jos Bernardo
O. Alcoforado 82/164
Dita ns. 7 A e 7 B. Joaquim Lopes de
Almeida 15/325
Duque de Caxias n. 28. Justino Perei-
ra de Parias 61/301
Bario da Victoria n. 40. Jote Gon-
c Ivs da Fonte 61/301
Dita n. 69. Jos Joaquim Alves 61/301
Trincheiras n. 36. Jos Jeronvmo da
Silva 30/650
Larangeiras n. 12. Jos Morena Fra-
goso e outro 454976
Dita n. 3. Joaquim Antonio da Sil-
veira 19/611
Dita n. 25. Jacintho Pacheco Pontea 15/325
Travessa dos Quarteis n. 1. Joaquim
Coelho Cintra 45/976
Larga do Rosario n. 4. Jos Joaquim
Antunes 15*3.'5
Dita n. 8. Joaquim Carneiro Lins de
Albuquerque e outr 30*650
Dita n. 20. Dr. Joo Ferreira da Silva 54*827
Dita n. 37. Jote Rodrigues da Silva
Barroca 61*301
Estreita do Rosario n. 24. Jos Ber-
nardo G. Alcoforado 680517
Dita n. 5. Jeronymo S. da Coita Cuai-
ma raes 15*325
S. Francisco n. 61. Jos Goncalves da
Fonte 15*325
Roda n. 44. Joo Fernandea L pea 50*379
Patos n. 10. Joo Francisco doa San-
tos 151325
Travessa dos Quarteis n. 2. Javina
Maria Rodrigues da Nascimcnto e
outro 15/325
Dita n. 24. Jos Domingues Codeceira 15*325
Calabouce Velbo n. 19. Joo da Costa
Cardoxo 6J474
Travessa dos Expoatoa n. 4. Jos Ma-
Cebolaa do Rio Grande do SulSem xistensia.
Cera de Carnauba- Cotamos de 34800a 6/000
Couroa salgados seceosAs vendas foram de 515
rs. o kilo.
Couros verdes Cotamos ncminalmente a 300
rs. o kilo.
Cerveja nacionalO retalho de 6/ a dasia de
1/2 e 5/ a de 1/1.
Fannha de mandiocaO retalho de 2/500 a
2/600 o sacco.
FumoO retalho de 6/ a 15/ oa 15 kilos /em
tolhs) e de 15/ a 30/000 (em corda) conforme a
qualidade e procedencia.
Gomma de mandioca ) retalho de 2/200 a
2*400 os 15 kilos.
Graixa do Rio Grande do Sul Nominalmente
cotamos de 3/800 a 4/000 os 15 kilos.
Gordura do Rio da PrataNominalmente cota-
mos a 4/200 os 15 kilos.
Genebra nacionalSe mantm o retalho de.. -.
3/801 a 9/500 a caixa conforme a qualidade.
Mel Sem existencia,
MilhoO retalho 6 de 55 a GO rs. o kilo.
Pelles cortiiasO rjtafho de 50/ a 10)/000
o canto, confirme a quolidade.
dem em cabello -O retalho de 127/ a 130 o
cento conforme a qualidade.
8al do Ass e Mossor Vendas 900 rs.
Sebo cuadoCotamos nominalmente a 4/400 e
4/500.
TapiocaO retalho de 3/400 oa 15 kilos.
Velas stearinas do RioO retalho de 280 rs. o
masso liquido.
dem idem da provinciaO retalho de 260 rs.
o masso liquido.
Vinagre do RioCotamos a 80/ a pipa.
Vinho do RioCotamos de 125/ a 160/ a pipa.
Xarque do Rio Grands do Sul Deposito ....
37,000 arrobas, que se retalba de 4*000 a 6/000
cada urna.
eneros eatrangelro*
Alfazema Mercado pouco supprido o retalho
de 8/500 oa 15 kilos.
Arroz da India O retalho de 2/500 os 15
kilos.
AlpisteO retalho de 4/700 a 4/800 os 15
kilos.
Aseite de oliveira em barrisSem existencia.
Dito de dita em latas O retalho de 15/500
a 15/800 a lata.
BacalhoDeposito 12,000 barricas, que se re-
talha de 17/500 a 18/000 cada urna.
Banha de porco O retalho de 410 a 420 rs.
a libra.
Batatas portuguesas O ritalho de 3/600 a
1/2 caixa.
Ditos francesas O retelbo de i/000 a 1/2
caixa.
Ditas InglesasNao ha no mercado.
BreuCotamos de 12/ a 14/000 a barrica con-
forme a qualidade.
Caaella O retalho i de 1/450 a 1/500 os 16
kilos.
CeblasO retalho de 10/ a 11/ a caixs.
CervejasO retalho de 6/ a 10/ a dusia cor -
forme a qualidade e fabricante.
Cimento O retalho de 6* a 8/ a barrict,
conforme o fabricante e peso.
CominhosO ratalho e de 17/503 os 15 kilos.
Cravo da India-0 retalho de2*800 o kilo.
Farinha de trigoDeposito 16,000 barricas, qu
se retalha de 17*000 a 18/000 pela americana 3
21/000 a 24/000 pela de Triestre, cada urna.
Feijo O retalho de 4/ a 9/ o sacco c<
forme a qualidade.
ria Seve
Becco da Matriz n. 1. Dr. Jos Rufino
r-easoa de Mello
Dita n. 1 A. O mismo
Travessa das Flores n. 3. Joaquim Pe-
reira Arantes
Panlino Cmara n. 4. O mesmo
lo Becco da Camboa n. 5. Julio Gomes
da Silva Neves
2" Becco .da Camboa n. 2. Joaquim
Btraardino de C- Ros
Largo do Carmo n. 3. O mesmo
Dita n. 13. Joaquina Maria Pereira
Vianna
Travessa do Carmo n. 15. Joaquim
Bernardino de O. Rios
Dita n. 17. O mesmo
Travessa do Livramento n. 5. Jos
Lopes Rosas
Dita n. 9. O mesmo
Visconde de Iohama n. 71. Jorge
CaiMU
Pedro Alfonso n. 46. Jos d'Assumpco
Oliveira
2a Travessa da Prsia'n. 19. Jos Nu-
nes de Oliveira
Nova da Praia n. 38 A. Jos Paulo Bo-
telho
Marcilio Dias n. 21. Josepha Maria
dos Praseres
Dita n. 3. Joaquina Maria Pereira
Vianna
Dita n. 7. A mesma
S. Pedro n. 11. Jos Joaquim Ribeiro
Gaimares
Lomas Valentinas n 40. Jos Fran-
cisco de S Leito
Coronel Suassona n. 12. Josepha Maria
Ferreira da Costa e outra
Dita n. 5. Jos Felieiano de Azevedo
Santa Theresa n: 8. Justino Pereira
de Farias
Dita b. 30. Jorge Jacome Tasso
Travessa do Lobato n. 4 Joanna Ma-
ria Nuncs
Travesea da Concordia n. 50. Joaquim
Francisco Rodrigues da Silva
Dita u 52. O mesmo
Dita u. 9. Jos de Almeida Rabcllo
Palma n. 26. Jos Paulo Botelbo
Dita n. 9. Jos Goncalves Lucas Lis-
boa
Marques do Herval n 29. Joao de S
C^valcante de Albuquerque
Dita n. 41. Jos Joaquim Alves
Dita n. 43. O mesmo
Cadcia Novan. 17 A. Jos Maria So-
dr da Motta
Cadeia Nova n. 17 B. Jos Maria.So-
dr da Motta
Coronel Soassuna n. 17. Joaquim Ma-
noel Ferreira de Souza
Primeiro Becco da Cadeia n. 3. Joa-
quim Caetano da Silva
Dito n. 5. Joo Manoel de Siqueira
Diton. 13. Jos Ignacio d'Avilla
Largo do Paraso n. 20. Joaquim Ro-
drigues Tavarea de Mello
Imperador n. 83 Dr. Joe Marianno
Carneiro da Cunta
Marcilio Dias n. 5. Joaquina Mana
Pereira Vianna
Duque de Caxias n. 48. Luis Antonio
Pereira
Dita n. 90. Ludgero Gmcalves da
Silva
Roda n. 15. Luiaa Maria Tavarea de
Souza e outra
Pedro AfLnao n. 45. Lourenjo Ribei-
ro da Cuoha Oliveira
Djqu? de Caxias n. 31. Miguel Jos
Barbosa Guimares
Cabog n. 5. Maria Victoria de
Souza
Trincharas n. 16. M-inoel Gomes Vie-
gas Jnnior
Dita n. 39. Mosteiro de S. Bento
Lirangeiras n. 1. Maria Victoria de
Sonsa
Lirgo do Paraso n. 18. Joaquim R.
Tavares de Mello
Dito n. 43. Mathildes Joaquina do
Naseimnto
Eatreita do Rosario n. 23. Misteiro
de S. Bento
Ditan. 30. M iria Josephina Duboureq
Campo das Princezas n. 15. Padre
Francisco Muniz Tavares
Rodan. 4. Mosteiro de Si Bento
Dita n. 6. O mesmo
Dita n. 26. Mariana de Jess Ferrei-
r Braga
Ditan. 34. Manoel Jos do Amara 1
Travessa doa Qaart-ls n. 44. Miran-
dolina dos GuiinarSe3 Peixoto
Dita n. 46. A mesma
Dita n. 35. Miguel Jos Barbosa
Guimarea
Beceo do Calaboueo n. 4. Maria Blan-
dina Bastos
Dito n. 24. Manoel Jos de Bastos
Mello
-anto Amaro n. 22. Mirandolina dos
Guimarea Peixoto
Dita n. 26. A mesma
Travessa dos Eipoatos n. 20. Manoel
Jos Vieira
15/325
15/325
15/325
15/325
20/361
45/976
15*325
30/650
30/650
15/325
15/325
15/3 .'5
15/325
45/976
15/325
15/325
15/325
30/650
61/301
61/301
15/325
15/325
45/976
15*325
15/325
15/325
15/325
15/325
15*325
15/325
15/325
3/515
48/853
23*674
15*325
15/325
15/325
56/211
15/325
15*325
36/106
45/976
95/353
33/528
45*976
15/325
61/301
61/301
30**550
30*650
15/325
45/976
15/325
30/650
68/975
15/325
15*325
15/325
15*325
15/325
15/325
15*320
15*325
15/325
151325
15/325
15/325
18. Maris Jea-
17. Mar-
da Tnn-
Becco da Matriz n.
quina da Gama
Matbias de Albuquerque n.
colino Carneiro da Silva
Paa n. 88. Maria Candida
dade
F. Flores n. 15. Manoel Jos Bastos
Mello
Paulino Cmara a. 6. O mesmu
Ditan. 14. O mesmo
Dita n. 24. Maria Isabel de Jess
Moraes
Dita n. 26 A mesma
Dita n. 27. Miria das Neves de Mi-
randa Oliveira
Traveaaa do Carmo n. 4. Manoel Jos
da Costa Pereira
Dita n. 14e Mosteiro de S. Bento
Fogn. 20. Maria Joaquina e ontra
Dita n. 52. Maria da Conceico Car-
valbo Araujo
Dita n. 5. Maria Bernardina Mou-
teiro
Livramento n. 7. Miguel Teixeira da
Costa
Pcnha n. 29. Manoel Jos de Sastos
Mello
Largo da Penha n. 12. O mean: o
Pedro Affonso n. 80. Manoel Maria
Tavares da Silva e outro
Tiaveaaa do Carcereiro n. 2. Maria
Nogueira da Ressurreico
Marcilio Dias n. 20. Medesto Coelho
do Rgo
Dita n. 62. Mariana de Jess Ferreira
Barga
Dita n. f3. Manoel Jos de Baatos
Mello
Lomas Valentinas n. 6. Maria Blan-
dina B'Stos
Coronel Suassuna n. 66. Manoel Jos
de Bastos Mello
Dita n. 70. O mesmo
Dita n. 78. O mesmo
Coronel Suassuna n. 21. Miguel des
Anjos S. de Mello
Santa Theresa n. 24. Manoel Jos de
Bastos Mello
Ditan. 42. Marianna de J. Ferreira
Braga
Dita n. 46. Manoel Joa de Bastos
Mello
Dita n. 58. O mesmo
Travessa da Concordia n. 16. Maria
Otilia Vieira
Palma n. 27. Maria Carolina de Jess
Villar e outro
Marque de Herval n. 91. Maria Fe-
lippa de Souza
Dita n. 99. Maria Alexandrina de
Carvalho e outro
Primeiro de Marco n. 7. Miguel Joa
Barbosa Guimares
Becco da Matriz n. 7. Olvmpia Cons-
taoca de Moraes e Silva
15*325 | Largo do Carmo n. 22. Ordem Ter-
ceira do Carmo
Ditan. 26. A mesma
Dita n. 28. A mesma
Dita n. 17. A mesma
Dita n. 19. A mesma
Dita n. 21. A tresma
Ditan. 23. A mesma
Traveaaa da Bomba n. 12. A mesma
Fogo n. 45. A mesma
Dita n. 49. A mesma
Santa Thereza n. 2. A meama
Dita n. 34. A meama
Travessa do Lobato n. 18. A mesma
V ni te e Q ja tro de Maio n. 1. A mes-
ma
Ditan. 3 A. A mesma
Dita n. 3 B. A mesma
45/976 ; Largo de S. Pedro n. 10. A mesma
Travessa do Pocinho n. 4. Olympia
Rosa de Mendonca
Duque de Caxias n. 64 Dr. Paulo
Jos de Oliveira
Baro da Victoria n. 17. Pedro Emi-
lio Roberto
Larangeiras n. 17. O mesmo
L.urgo do Paraizo n. 29. O mesiao
Larga do Rosario n. 28. Dr. Paulo
Jos de Oliveira
Dita n. 3 A. O mesmo
Livramento n. 8. Paulo Isidoro da
Costa Munteiro e outr j
Tmvisaa de S. Pedro n. 4. Policiano
de Almeida Tavarea
Lomas Valentinas n. 13. Paula Joan-
na de Miranda
Travesea do Pocinho n. 34. Dr. Paulo
Joa de Oliveira
Mrquez do Herval n. 47. Padre Tran-
quilino C. Tavares de Vasconcelos
Marcilio Diaa o. 85. Roaa da Concei-
(o Dourado
Travessa do Lobato n. 12. Rufino
Custodio de Lima Cavalcaate
Marcilio Dias n. 30. Ricardo Jos
Gomes da Lus
Baro da Victoria n. 22. Sebsstio
Jos Gomes Penna
Penha n. 1. Senhorinha Augusta do
Figueiredo
Visconde de Inbsuma n. 28. Sersphina
Prescilina Ribeiro e outra
7/499
Garrafoes vasiosdem, dbm de.450 a 1/ con-
forme a capacidade delles.
Doces em calda 0 retalho de 750 rs. a lata.
Farello do Rio da Prata-Uem, idem de 3/900
a 4*000 o sacco com des por cento de descont
Dito de Lisboadem, idem de 4/200 a 4/400
idem. dem.
Genebra dem, idem de 3/500 a 14S003 a
caixa, idem, idem.
Herva docedem, iiem de 17/500 os 15 kilos.
Kerosene Deposito 7,000 caixas que se reta-
lha de 3*300 a 3/400 a lata liquido.
Louca inglesa ordinariaO retalho de 80/ a
125/ o gigo conforme a qualidade e sortimento.
Madeira de pinho Chegou um carregamento
que ae venden a preco reservado.
Massa de tomute Mercado pouco supprido o
retalho de 900 rs. a libra.
Vanteigaem barrisMorcado pouco supprido
subiudo o retalho a 780 a 770 rs. a libra.
Dita em latas O retalho de 1/100 a 1/200
Maasas italianas dem idem de 5/ a 7/0C0 a
caixa conforme a qualidade.
Oleo delinhaca dem idem de 1/700 o galao
Paseas communsdem idem de 8/500 a 9/000
* Ditas finas- Id-jm idem de 10/000 a 11/000
a caixa.
Papel de embrulhodem idem de 580 a 1*400
conforme a qualidade e dimenao-
Pimecta da India dem dem de 1/350 a
1J4C0 o kilo.
Plvora inglesadem idem a 20/ o barril.
Queijos-Idem idem de 3/200 e 3/400 um.
Sal estrangeiroSem existencia.
SardinhaO retalho de 310 a 320 1[4 confor-
m a qualidade e procedencia.
Toucinho de Lisboadem idem a 10/ os lo
kilos.
Dito americanodem idem de 12 a 12/500 oa
15 kilos.
Velas stearinasdem idem de 550 a 900 rs.
o masao.
Vinagre de Lisboadem idem do 150/ a 170/
* PV?nho de Lisboa-Idem idem de 220/ a 230/
a dita.
Dito francezdem idem a 250/ a dita.
Dito Figueira dem idem de 230/ a 240/ a
dita.
Xaroue do Rio da PrataDeposito 26.000 ar-
robas que se retalha de 7/ a 7/500cada urna.
15/325
15/325
15/325
36/188
15/325
15/325
15/325
18/203
15/325
15*325
15/325
15/325
15/325
30/o50
45/976
45*976
30/650
15*325
15/325
50/772
43/382
15/325
15/325
30/650
30*650
15/325
15/325
15/325
10/325
15/325
15/325
28/590
15/325
15/325
15/325
33/528
15/325
15/325
30*650
30/650
15/325
15/325
15*325
15*3 b
15*325
15*325
15/325
15/325
15/325
21/680
30650
15/325
15/325
15/325
15*3:^5
1/702
36/057
22*279
65*678
64/179
15*325
30/650
51/292
15/325
15/325
15/325
45*376
15*325
(5/325
15/325
65/618
3C/650
Viute e Quatro de Maio n. 28. Sebas-
tio Jos Gomes Pereira 32/087
Ditan. 30. O mesmo 15/325
Ditan. 32. O mesmo 15/325
Livramento n. 22. Theodoro Antonio
Jess Borges 15/325
Visconde de Inhaussa n. 33. Tertulia ao
Ernesto de Moraes Carvalho e ou-
tro 45/974
Palma n. 74. Theodora Benser dos
Santos 15/325
Duque de ''axias n. 18. Uiubelina
Lsoncia Diniz e outro 65/618
Primeiro de Mareo n. 19. Viuvaeher-
de'ros de Jos dos Santos Neves 30/650
Travessa dos Quarteis n. 1 A. Viuva
de Justino Ferreira dos Passos 15*325
Pedro Affonso n. 51. Viuva e herdei-
ros de Joo da Matta Botelho e
outro 45/976
Marcilio Dias n. 25. Vissonde do Ca-
maragibe 45/976
Viraco n. 25. Viuva de Andr Gon-
calves do Cabo 18/203
TravesBa do Lobato n. 2. Viuva de
Luis Bezerra Monteiro Padilha 15/325
Vinte e Quatro de Maio n. 10. Viuva
do Jos Lnglot l'>325
Mrquez do H-rval n. 6. Victorino
Domingues Alvea Maia e outro 15/325
eccAo do Contencioso do Thesouro Provincial
11 de Julbo de 1887.
C. M. de Farias Neves.
Alterares encontradas para mais naa deci-
mas dos predios urbanos da freguezia
da Boa-Vista, relativo ao exercicio de
188o\ pelo lan$adorPinho Bjrg-s.
Ra do Hospicio u. 51 A Baro de
Petrolina, ura sobrado de um an-
dar e loja
Dita n. 51 B. O mesmo, um sobrado
de um andar e loja ; para pagar d >
2 aemeatre em diante
Rosario n. 38. Manoel Luis Ribeiro
terreo por
Gervaaio Pires ns. 55 e 57. Henri-
que Bernardes de Oliveira casa
terrea por
Dita n. 83 A. Anna Marques d; Amo-
rim, casa terrea com soto por
Dita n. 85. A mesma casa terrea
144,5000
144,5000
144,5000
144,5000
Provincial,
900/000
900*003
240/000
por
5 8/OOD
1.000/030
800/000
Moilmenlo Sainarlo
RECira, 22 de agosto :>b 1887
PRACA DO RECIFE
Os bacos adoptaram boje a taxa de 22 1/2 d.
sobre Londres, firme.
Em papel particular fiseram transaccoes a 22
5/8 d.
PRAQA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos abriram o mercado de cambio com a
taxa de 22 1/2 d. sobre Londres, firme.
As tabellas expostas aqui foram estas :
Do Ihtbkhaciomi. :
90djv
Londres .......
Paris........
Italia........
Hamburgo......
Liaboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
gal........
Mew-York......
Do Loidoh Baax :
22 1/2
422
523
236
vista
22 1/4
426
426
528
238
243
2/250
Becco da Attraclo n. IB. Eleuterio,
urna me1 agua arrendada por 84*000
Ditan. 1C. O mesmo, idem, dem 84/000
Dita n. 1 D. O mesmo, idem, idem 84*0 0
Dita n 1E. O mesmo, i .em, iiem 84(X>o
1* Secco da Ii;cebedoia Provineial, 22 de
Agosto de 1887.
.0 chefe
Gcffersou Mirabcau de Azevedo Soares.
Recebedoria Provincial
RelaeSo dss differencas para mais, encon-
tradas no valor locativo doa predios ur
baos, da freguezia de Santo Antonio,
que esto sujeitos ao imposto de decima,
relativo ao exercicio de 188S, peta lan-
zador Joaquim Tranquilino da Limos
Duarte.
Ra do Coi'onel Suassuaa
N. 23. Victorino Domingos
Alvs Maia 213,$000
N. 35. Autonio da Silva
Girio 273$OO0
Rui de Santa Thsresa
N. 22. Columbo Santiao Viei-
ra de Souza 2610000
N. 31. Pedro Jorge da Silva
Ramos 165,5000
Travessa do Poiinho
N. 26 ^ntonio Francisco Mj-
reira e'outros 1:024^000
N. 34. Dr. Paulo Jos de
Oliveira 333,?00
N. 36. Antonio Ignacio Pe-
reira do Reg 549^000
Ra 24 de Maio
N. 16. Amelia Adelaide da
Silva 225O0O
N. 1 A. Ordem Terceira do
Carmo 240000
N. IB. A mesma 240^000
N. 3. Herdeiros de Antonio
Francisco Moreira e outros 213,5000
Travessa da Concordia
N. 2 A. Jos Rimos da Silva 405SO00
N. 50. Joaquim Roiriguea Ta-
varea de Mello 240000
N. 13. Antonio Gonjalves do
Azevedo 8100000
N. 29. Jos Paulo Botelho 2400000
N. 35. O mesmo 2400000
N. 43. Victorino de Almeida
Rabello
N. 45. O mesmo
N. 47. O mesmo
N. 49. O mesmo
1* Seceso da Recebedoria
22 de Agosto do 1887.
O chefe,
Jeferson Mirabeau de Azevedo Soares.
Celestial conl'raria da Santissima
Trindae, 22 de Agosto de
1887
Conselho fiscal
De ordem do carissimo irmo procurador geral,
onvido aos cariasiuns irmao3 ex juizea e ex-pro-
vedores, para comperecerem em nosso consistorio
quarta-feira 24 do corrente, pe'as 6 1/2 horas da
tarde, afim de em aeaaao do conselho fiscal dar
eumprimento ao diaposto nos arta. 37 e 38 e 5 5
l*i 2- e 3 O secreta'io,
Jclo Jacintho Guedes de Lacerda.
orr$io geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor francs Ville de Cear, esta admi-
nistracao expede malas para os portos da Baha e
Rio de Janeiro, recebeado impreseos e objectos a
regiatrar at 2 hora- da tarde e cartas ordinarias
at 3 horas ou 3 1/2 com porte duplo.
Administracao dos correioa de Pernambuso, 23
de Agosto de 1887.O administrador, f
Alfonso do Reg Barro*. ,
Arsenal de Guerra '
De ordem do Iilm. Sr. major director, distribue-
se costuras nos dias 22, 23 e 24 do corrente mez,
a costureira3 de ns. 251 300, de conformidade
com aa dispoaicoja doa annuncios anteriores.
Scelo daa costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuio, 21 de Agoato de 1887.
Flix Antonio de Alcntara.
Alfe es adjunto.
Tendo o conselho administrativo de organiaar
o corpa de remadores para a prxima regata, sao
convidados todos oa solios que fazen e oa que
queiram fazer parte do mesmo a se inscreverem
em um livra qn: para tal fim so acha na secreta-
ria lo club. Aquellos que nao o fizerem no im-
prorogavel prazo de oito dias, julgnr-se-ho ex-
cluidos do corpo.
Secretaria do Club Internacional de Regata,
21 d Agoato de 1837.O 2- secretario,
Alfredo B. R. Borges.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que, couformo communico'i a inspectora da Caixa
Je Amortaac,o. um officio de 6 do corrente, foi
pela respectiva junta administrativa, em aeaaao
tambem de 2 lo corrente, nalrma do art. 136 do
rrgulamento de 14 de Fevereiro de 1885, marcado
prazo p 'Tu a aubatituicjto, sem descont, das no-
tas de 104000 da stima estampa, o qual ser
contado daquella data at 31 de Marco do prxi-
mo auno de 1888.
Thesouraria de Fazenda de Peroambueo, 20 de
Agosto de 1887.Pelo secretario,
J. II. Oliveira Amaral.
O administrador da Recebedoria Provincial faz
publico para chegar ao conheeimento de todos a
quem posss caber a ei acucio do regulamento de
4 de Julbo do corrente anuo, que pagaram o de-
vido ?mpos'.o para vender cmseua estabelecimea-
tos nilhetes de loteras de outras provincias os
Sra. Antonio Au-uato doa Santos Porto, estabe-
lecido pra;a da Independencia ns. 37/39, e Ma-
noel Martina Fiuza RM Primro de Marco n.
.'3. aendo que o ultimo deixou de solicitar a res-
pectiva lieenfi.
Alem destea, e como vendedores ambulantes,
pagaram o imposto e obtiveram licenca por esta
reparticao os Sra. Joo Pereira de Brito, Bernar-
dino Lopes Aiheiro, Porfirio de Albuquerque Ma-
galhea e Joao Rolrigues Pereira.
Recebedoria Provincial de Pernambco, 19 de
Agoato de 1837. O administrador,
Francisco Aoiynthas de C. Moura.
b. K. J,
Mocledstde fcecreafiva Javentnde
Sarao bimeatral em 28 do corrente
Os senhores socios que drsejarem tirar convites
para este sarao, podein apresentar suas notas ao
Sr. presidente.
Secretaria da eociedade Recreativa Juventude,
16 de Agosto de 1887.0 2- secretario,
Jos de Mediis.
Va-terrea de Caraar 1 4 18
Animaes...... 1 4 20
Via-terrea de S. Francisco 1 4 19
Via-fcrrea de Limoeiro 1 4 19
Somma.
AlgodSo
271
220
1.669
199
3.932
Entradas
Barcacas ...... 1
Vapores...... 1
Via-ferrea de Garuar 1
Animaes 1
Via-teriea de S. Francisco 1
Via-ferrea de Limoeiro 1
Somma.
Dias Saccas
4 20
4 19
4 18
4 20
4 19
19
624
929
178
2.368
210
546
4.855
BEClflTULAfaO DO ASSDCAB
Para 0 exterior 2.113.231 kilos
Para o interior 639.2631/2
90 djv vista
umdrea .
Paria. .
Italia. .
Hamburgo
Cortngal
Sew-York
523
236
22 1/4
426
426
ry8
238
2J250

110.411 commercial
r/OTACES OFFICIAKS DA JUNTA DOS COK-
RECTORES
Recife, 22 de Agosto de 1887
Apolices provinciaes de 7 OjO, valor de 1.0004,
ao par.
Oambio sobre Londres. 90 d|v. 22 1/2 d. por 14,
do banco, sabaado e boje.
Na hora da bolta
Venderam-se :
1 apolices provinciaes.
C presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues,
u secretario,
Eduardo Dubeux.
Uo EsoLisa Bank :
Uondrea.......
Pars........
Italia........
Hamburgo......
Liaboa e Porto .....
Principaes eidades de Portu-
g*'........
liba dos Acores ....
[Iba da Madeira ....
N'ew-York......
90 djv vista
221/2
422
523
236
22 1/4
426
426
528
233
243
246
243
24250
Despachos de exporlaco
MEZ DE AQO8T0
Nos dias 1 4 20, foram despachados na Alfan-
dega os artigos seguintes :
Pera fra do Imperio
Agurdente..... 13.071 htroa
Algodo......1,369.629 1/2 kilos
creado de aaaacar e algodao
ucira, 22 db agosto d:i 1887
Assucar
Os precoe, pegos ao agricultor, continuam a re-
gular aos algarismos abaixo, por \ kilos :
Branco, os melhorea que
npparecem no mercado,
regulara de .... 24200 a 24400
3. serte boa..... 14900 a 24100
3 regular..... 14700 a 14800
Hmidos e baixos 14500 a 14700
amenos...... 14300 a 14400
ilascavado..... 14040 a 14100
Bruto....... 4900 a 14000
Retamo...... 4700 a 4800
AlgodSo
Cola se o de 1.* sorte do sertao a 64500 (nomi-
nal) por 15 kilos.
Estirada* de aswuear e algodo
MIZ DB AGOSTO
Assucar
Entradas Dias Saceos
Barcacaa......1 20 1.573
Aaaucar
Borracha.....
Caf......
Carolos de algodo.
Cera de carnauba .
Cocos (fracta) .
Cola......
Courinhos e pelles .
Couros espichados .
Couros salgados. .
Doce......
Farinha de mandioca .
Ferro velho ....
Mel......
Metaea velhos .
Osaos......
Ouro velho .
Parrcira branca.
Pasaaros seceos .
Piassava.....
Pranchoes de amarello.
Prata velha .
Residuos de algodo .
Sementes de carrapato.
Trapos.....
Unbas de boi
.113.31
4.133 .
122
151.275 .
9.685 .
5.000
18 kilos
65.034
392 kilos
43.683 .
83 .
2 saceos
52 tonelad.
6.415 litros
3 tonelad.
300.000 kilos
368.788 gritos
4.OJO kilos
1.800
3.000 kilos
69
1.223.960 groa
70.926 kilos
3.880
41.000
25.000
Agurdente
Aicool .....
Algodo .
Assucar.....
Carrapato .
Cocos (fracta)
Doce......
Elixir es beca de negro.
Eapanadores di penna .
Fio de algodo .
Folhas dejaboraaJy .
Medicamentos .
Oleo de mocot .
Oleo de ricino
Pranchoes de vinhatico.
Preparados medieinaes.
Queijo do serto .
Rap......
Sal......
Taboas de pao carga .
Tamancos ....
Vassouras de piassava.
Vinho de jurubeba .
Para dentro do Imperio
.... 372.640 litros
.... 9.600 .
.... 58.646 kilos
.... 639.2631/2
5.500
22.100
820 kilos
15 caixas
80
250 kilos
50
1' caixa
475 kilos
4.830 >
12
36 Caixas
50 kilos
2161/2
15.000 litros
3
3 fardos
50 dusias
54 velumes
Scmma 2.752.4941/2
Vapor dasjpacliado
Vapor ingles Meath, sahido antehontem, levou :
Para Liverpool :
2.359 saccas com algodio.
Carregaram diversos.
avio* a carga
Eato sendo deapacbados os seguintea .
Bngue Dortugnez Armando, diversos artigos, para
o Porto.
Escuna allem Fritz. agurdente e outros artigos,
para o Rio Grande do Sul.
Eacuna norueguense Reform, assucar e outros
artigos, para o Rio Grande do Sul.
Patacho portuguoz Ferias, diversos artigos, para
S. Miguel.
Vapor ingles Elstow, algodo, para o Bltico.
Savia 6 descarga
(CADEO DO B1CALH0
Eacuna ingleza Emolator.
Lugar inglez Florense.
Patacho inglez J. L. B.
0.CAD80 DO XABQCB
Barca nacionai Marianninha.
Escuna dinamarqueza Fides.
Escuna allem tesine.
CABVO DE PEDQA
Brigue inglez Ephratah.
Barca norueguense Nina.
Barca dinamarquesa Jorgen J. Lotz,
Barca norueguense Homborgsund.
IfcILHOS DE FEBBO
Brigue portugus Figueirense,
MADEIBA
Barca norueguense Vernica.
GOBDCBAS
Barca nacional Maria Angelina.
Barca nacional Marinho XI.
Patacho portuguez lentativa.
SAL
Patacho dinamarqus Anna Charlotte.
TABIOS GENEBOS
Barca noruegueuao Expedit.
Lugar inglez Caledonia.
Patacho inglez Tiber.
rauta da Alfandega
HUMANA DB 22 aJ27 db agosto db 1887
Aaaucar retinado (kilo) ....
Assucar branco (kilo) ....
Assucar mascavado (kilo) .
Aicool (litro).......
Arroz com casca (kilo) ....
Algodo (kilo)......
Borracha (kilo.) .....
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros verdes (kilo).....
Cacao (kilo).......
Caf bom (kilo) ......
Caf restolho (kilo).....
Cachaca (litro)......
Carnauba (kilo)......
Carocos de alrodc (kilo)
Carvo de pedra de Cardift (toa.)
Farinha de mandioca (litro)
Genebra (litro).....*
Mel (litro)........
175
126
066
155
65
366
1406C
460
485
275
400
80'
600
60
333
14
164000
30
200
40

I


Diario de Pernambuco---Terca--f eir 33 de Agosto de 1887



Companhia <)o Beberibe
Nao le tendo reunido h. je accionistas em nu-
mero suficiente para constituir assembla geral,
sao de novo convidados para a as aembla geral
extraordinaria, que ter lugar i o da 2i do cor-
rente mes, ao meio da, no i" andar da casa n.
71 ra do Imperador, para proceder se a eleico
da directora que dev nio social.
A reuniSo ter lugar com qualqoer quesfja c
numero de accionistas presentes como dispoem os
estatutos.
Recite, 19 de Agosto de 1887.
Ceciliano Mamede Alves Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Feneira Jacobina,
Director secretario.
Estrada de ferro do Ribciro ao
Bonito
Pelo presente faco saber sos Srs. accionistas
desta empresa, que apenas realisaram a 3.* en-
trada de 10 % de suas aceoes, constantes das cau-
tellas ns. 19, 28, 29, 34 e 35, quo em virtude do
disposto no n. 1 do art. 9 dos estatutos, fica-lhes
marcado o praso de 30 dias, a contar de 16 do cor-
rete mez, para realizaren) a 4. entrada de suas
acedes com a multa de 20 /.
jtrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas no praso determinado, perder um beneficio
da empresa as entradas que j tenba feito.
Recite, 11 de Agosto de 1887.
Jos Be llar mino Per eir de Mello,
O director secretario.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro director geral
das obras publicas e de conformidade com a au-
torisaco de S. Exe. o Sr. presidente da provincia
de 30 de Julho ultimo, fuco publico que no dia 25
do conente, ao meio dia, na meaaoa rep: rticao,
recbese propostas para a obra de recons'rucco
da ponte do Junqueira sobre o rio Pirapama, or-
eada em 8:670*207.
A planta, orcamento e clausulas espec aes do
contracto acham-ae neata secretaria pars serem
examinados por aqu leo que pretenderen] arre-
matar a merma obr., de acc rdo com o que dispoe
os arts. 70 73, 89 e 9t, 92, 97 101, 106, 115 e
116 do regulamento de 20 de Junho do corrente
auno.
Secretaria da repartico das obras publicas de
Pernambuco, em 2 de Agofto de 1887.
O engenheiro secretario,
Joaquim Gomes do Uliveira e Silva.
Por deliberado da directora sao chamados os
Srs. acciniltas desta empresa, para no praso d
60 das a contar de 4 do corrente mes, realisarem
a 7J entrada de 10 / de suas aceoes nos termos
do nico do art. 4 dos estatutos.
Reife, 3 de Agosto de 1887.
Joe Bellarmino Pereira de Mello,
Director-secretario-.
C. C. E.
Club Commerclal Ealerpe
Assembla g-ral extraordinaria
Visto terem recusado aceitar os sens cargos
alguns dos fu acciona rio eleitos na assembla ge
ral ultima, rogo o comparecimento dos- seuhores
socios & tie sicial quarta-teira 24, s 7 horas da
noite em ponto, pira proeederem a urna eleico
definitiva.
Secretaria do Club C-inmercial Euterpe, 21 de
Agosto de 1687.O J secretario,
F. J. de Amcrim.
Cipaia He Trios Urbanos lo
a OHaia e
E
u
AVISO
PORTA-
AOS PASSAGEIROS
DORES DE SERIE
Em virtude do desejo manifestado por mais de
im dos Srs. passageiros desta catbegoria, resolveu
a directora reunida em sesso ordinaria hontem,
juc fossem validos os bilbetes de seres indistinc-
ramente dentro do mez para o qual tiverem sido
emittidos, segundo o numero de viagens contidas
:u cada ta!o ; ficando por esta forma abolida a
estrieco de ( ser aceita urna vagem diaria de
:da e volta.
Fuoda-se esta alteraco no tacto de allegarem
alguna dos sobredtos pisaageiros que para elles
ama vagem perdida a dos das sanclificados, ao
oasso que poderia a mesma ser aproveitada para
ca-lhes assim o direito de faser at as 30 viagens
n'um s dia, caso julguem opportuno nesse praso
esgotar toda a serie.
Escriptorio do gerente, 10 de Agosto de 1887.
O director gerente,
A. P. Simoes.
Mil no (kilo).....
Taboados de amarcllo (dusia)
40
100/000
Jurn e diilenilo*
Esto sendo pagos os seguintes :
DIVIDA PUBLICA
Apolices ger.es e provinciaes.
Apolices municipaes (os. 151 256).
LETTBAS nYPOTHECABIAS
Do Banco de Crdito Real, 7 0/0, ultimo se-
mestre.
BASCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2 dividendo,
rato de 5 0/0 sobre o valor das entradas reali-
zadas do capital, ou 3*000 por aeco.
Braz, 67." dividendo, na raso de 9*000 por
aeco. Esto encarregadoa desse pagamento os
agentes Pereira Carneiro & C.
CARRIL DE PEBBO
Trilhos Urbano* do Recife Olinda e Beberibe,
25 dividendo, raso de 8 0/0. O pagamento
:az se no escriptorio da companhia as tercas e
sabbados.
COMPAXHLAS
Companhia de Edificaco, juros das accocs re-
midas, vencidos em 31 de Dezembro do auno pas-
eado.
Memorial
Aos accionistas da Estrada de Febbo do Ribei-
2a ao Bonito foi marcado o praso de 60 das, a
joutar de Agosto corrente, para realisarem a 7.*
uttada de 10 0/0 de suas aceoes.
Em 26 dn corrente, ao meio dia, ter lagar, com
qualquer que seja o numero de accionistas presen-
es, a eleico, em assembla geral, da directora
ja Compahhia ao Beberibe que deve funccionar
em o novo biennio social.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, sero substituidas na Thesorabia di
.'azenda as notas do valor de 2*000 da 5.* estam-
pa, 5*000 da 7. e 10*000 da 6.
Importaco
Vapor francs Ville de Cear, entrado do Havre
e Lisboa em 20 do corrente e consignado a Augus-
to Labille, mauifeston:
Carga do Havre
Azeite deoliveira 18 caixas a Sonsa Basto,Amo-
rim 4 C.
Artigos para vagem 3 caixas a Francico Gur-
gel & Irmo. Ditos para fumantes 1 ca xa a Do-
mingos J. Seve & C. Ditos para chapeos 5 caixas
a Antonio Jos Maa & C.
Agua de flores de larangeira 2 caixas ordem.
Amostras 2 voluntes a diversos.
Batatas 20 1/2 caixas ao consignatario, 200 a
Paulino d'Oliveira MaU.
Confeitoes e tecidos 10 caixas a Quimares Ir-
ruios C-
Cartas para jogos 2 caixas a Salasar 4 C.
Cognac 10 caixas a J. Joaquim Alves 4 C-
Chapos 1 caixo a Antonio Jos Maia e C.
Conservas 108 caixas a H. Nueseh C.
Chocolate caixas ordem, 1 a F. Guedes de
Camisas 1 caixa a Agostinhe Santos 4 C. Ditas
e tecidos 9 caixas a Rodrigues Lima 4 C.
Calcados 1 caixo a Paiva, Oliveira C, 3 a
Francisco Ramos da 8ilva, 2 a Albino Crus & C,
3 a H. Nueech & C. Ditos e tecidos 2 caxoes a
Cegar Lopes 4 C. Ditos e couros 4 caixes a Fer-
reira Barbosa 4 C
li
De hoje por diante os presos
dos materiaes da Otaria a Vapor,
sero regalados pela tabella se
guinte, sen. descont:
Tjolos grossos formato coin-
iniiii), millieiro 18$ Ditos for-
mato pequeo 16$ Telhas, mi-
Ibeiro 35'$, Ladriihos de diver-
sos formatos 50WOO.
Recife, 1 de Agsoto de 1887.
Amonio Y. Nascimeato Feilosa.
GERENTE INTERINO.
B Wl o 1 fie Janeiro
Lilei
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado.....____ 500,000
Fundo de reserva____ ... 200,0Q-|
A contar desta data e at ulterior reso-
lugao, conceder-se-ha juros do dous por
cento ao anno, sobre os saldos do dinheiro
depositado em canta corrente de movimen-
to no inesmo Banco.
Recebe-se tambein diubeiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso previo de trinta das par ser
retirado, mediante as condicSss de qira se
dar conbecimento aos iateressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Qregory,
Gerente.
Santa Casa de Misericordia do
Heclfe
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guiutes predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- audar.
dem dem n. 44, l" andar e loja.
dem do Vigario Thenorio u. 22, 1 andar.
dem dem n. 25, sobrado.
dem do Marques de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
lie u da Muda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Liogeeta n. 14, 1- aodar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
Recife, 25 de Maio de 1837.
O escrivo intrino,
Francisco Gomes Castellao,
Yacriua publica
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidente da pro-
vincia, declaro que no Gymnasio Provincial ha-
ver vaceina publica todas as quintas -eiras, das
11 horas ao meio dia, ou em qualquer dia santo a
mesma hora.
Gymnasio Piovncal, 1 de Agosto de 1887.
Dr. Estevas Cavaleante de Albuquerque.
JUICO INTEIACMA
DO
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes
ou protectores das menores abaixo declaradas,
para, at o da 30 do corrente, apresental-as no
collegio das srphs, afim .e serem ahi admittidas.
visto acharen se inscriptas eui primeiro lugar, no
respectivo sjuadro.
Laura, filha de Miguel de Seusa Galvao e Isa-
bel Maria da Silva Galvao.
Sydronia, filha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria do Carmo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Francisco Gomes Castellao
Couros 1 caixo a A J. Matta Guimares. Ditos
e outres artigos 2 caixo -a a Diogo A. dos Res. Di-
tos e fitas 2 caxoes a Antonio Jos Maia & C.
Drog >s 35 volumes a Francisco Manoel da Silva
& C, 8 a Rouquayrol Freres, 3 a Faria Sobrinho
& C, 6 a A. M. Veras.
Espoletas e taxas 1 caixo a Miranda & Scusa.
Ferragens 41 volumes a Albino Silva & C, 2 a
Vianna Castro & J., 2 a Ferreira Guimares i C,
2 a Gomes de Mattos Irmos, 7 a Oliveira iasto
&C.
Farinbp. 2 barricas a Prente Vianna & C-
Gravatas 2 caixas a Nunes Fonseca & C. Ditas
e linhaa 2 caixas ordem.
Harmnicos 1 caixa a F. de Sousa.
Instrumentos i'e msica 2 caixas ao presidente
da provincia.
Lixa 2 caixas a Ferreira Guimares 4 C.
Louca e vid ros 1 caixa a H. Burle & C-
Livros 3 caxoes a Jos Nogueira de Souza, 1 a
J ao Walfredo de Medeiros.
Mantuiga 90 barris e 1G0 meios ordem, 20 e
25 a Gongalves Ros & Fernandos, 70 e 105 ao
consignatario, 15 e 20 a Joaquim Ferreira de Car-
valho & C\, 20 e 30 a Paiva Valente & C, 20 e 30
a Ferreira Rodrigues & C.,30 e 40 a Sousa Basto,
Amorim i C, 10 e 20 a Domingos Ferreira da
Silva & C, 12 caixas ao consignatario, 16 a Ferrei-
ra Rodrigues & C, 75 ordem, 14 a Domingos
Crus &c C, 15 a Francisco Guedes de Aranio, 10
a Joaquim Ferreirt de Carvalbo & C, 9 a ?aiva
Valente & C, 33 a Amorim Irmos c C, 60 a Pe-
reira Carneiro de C, 15 a Domingos Ferreira da
Silva & C 14 a Joo Ff.rnaudea de Almeida.
Mercadorias diversas l volume a ngel: Ra-
phael & G, 9 a Francisco Lauriu & C. I a B. G.
Casco, 4 a Nunes Fonseca & C, 3 a Migue Isa-
bella & G, la A. D. Lima & C, 5 a A. D. Car-
neiro Vianna, 5 a R. de Druzina & C, 6 a Paren
te Vianna & C, 3 a Guimares Cardoso t C, 2 a
Manoel Coliseo & C, 2 a Netto, Campos 4 C, 1 a
Wlliam Halliday 4 C, 4 a G. Laport 4 C, 3 a
Francisco Petrocelli & Irmo.
Massas alimenticias 9 cixsj a Francisco Gue-
des de Araujo, 10 ordem.
Modas 1 caixa a Baltar Oliveira Materiaes para engenho 30 volumes o pe^as ao
consignatario, 152 a Gonyalves Pinto 4 C
Ditos para entrada de ferro 10 volumes a Pe-
reira Carneiro 4 C.
Pianos 2 caixo as a H. Vogely.
Papel 10 fardos a Costa Lima & C, 1 e 3 ca-
xas a Manoel Cardoso Ayres, 2 a E. G. CYsco.
Porcellana 6 volumes a Manoel Joaquim Perei-
ra, 1 a Deodato Torres 4 C, 4 a G. L'iporte
4C.
Perfumaras l oaixa a Gendret.
Pelles 1 caixo a H. Nu*sch 4 O.
Ditas e typos 3 caixas a Salser Kaumann
4 C.
Quejos 15 caixas a 'Saunders Brothers 4 C,
13 a Paulo Jo Alves 6c C, 10 a Silva Mi rques
de G, 10 a Paiva Valente t C, 20 a Joiquim
Ferreira de Carvalho 4 C, 10 a Fernanes d i Coa-
te & C, 5 a Guimares Rocha 4 C, 12 a G.cal-
ves Rosa 4 Femandes, 20 a Jos Joaquim Alves
4 C. e 7 ordem.
Roupa 1 caixa ordem.
Tecidos diversos 1 volnme a A. Vieira & C,
12 ordem, 2 a Narciso Maia 4 C, 6 a Luis An-
tonio Sequeira, 13 a Rodrigo de Carvalho & C,
6 a Bernet 4 C, 5 a Olinto Jardiin 4 C, 2 a
Diogo A. dos Res 4 C, 1 a Andrade Lo oes &
C, 5 a D. P. Wild 4 G, 1 a Luis La.k Cor-
ris, 1 a Mancel da Cunba Lobo, 10 a Machado
i m EDi
0 escriptorio (Testa
companhia a c h a s e
funecionando no largo
de Pedro II, n. 77, 1.
andar.
Imcambe-se median-
te contrato c a paga-
mento em prestares,
de construc$oes e re-
construc$ocs de pre-
dios, cujos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No escriptorio se en-
contra rao sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquary, tendo sem-
pre venda: tijolis
massifos de ai venara.
ditos para ladriihos,
diversos formatos, te-
llias romanas, francs
zas, de capote com en
caixe, de crista; cano-
c curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e fijlos furo-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c cn-
comendas. no escripto-
rio central.
BRASIL
CaplUI 1)0,000:000*
dem reallsado 8,000.000*
De Rotbschild Frres.
Deutsche Bank.
Banijue d'Anvers.
Banca Genrale
age acias.
e suas
A caixa filial d'este Banco funecionando tem-
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praso, contra os leguintes correspon-
dentes no estrangeir :
Londre......... s/N. M Rothschil 4 Sons.
Pas........... ;
Hamburgo.... \
Berlim..........'(
Bremente....... / "
Frankfurts/Main)
Antuerpia....... .
Roma...........
Senova.........
aples.......,\
MilSo e maia 349
cidades de 'Ita-
lia........'
Madrid..........
Barcelona.......
Cadis...........
Malaga.........
Tarragone......
Valencia e outras
cidades da Hes
panba e ilhas
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-/
tugal e ilhas...)
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York......
Compra saques sobre qualquer
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conte corrente de movi-
mento com juros a raso de 2 Yo 'o anno e por le-
tras a praso a juros con venc inados.
O gerente,
_______________Wlliam M. Webster________
(nimia He seguios Fifi,
Banco Hypotecario de
Espina e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
Engl sh Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amaink 4 C.
praca do impe-
Bl DO COMMBitClO IV. G l\l)4B
liondon fc Braslllaa Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sa do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas d. 75. No
Porto, ra dos Inglezes.
" SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambncana
Hua do Commercio n. 8
NORTHERN
de Londres e Aberdeea
roaico flnanceira (Ueiembro 1885)
Capital oubsciipto
Fundos accumulados
Becelta annoal i
Od premios contra fogo
De premios sobro vidas
De juros
3.000,000
3.134,34d
577,330
191,000
132,000
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESUS-N 7
Sesruroa marlllmos e terrestres
Nestes ltimos a nica eoxpanhia nesta praca
que concede aos Srs. segurados isempeilo de paga-
mento de premio em cada i timo anns, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurado!.
John. H-
O AGESTE,
BoxteeU
SEGUROS
CONTRA
he Liverpool & London & Globe
insurance mwm
n
(OHI'A\IIIA D SEGUROS
Companhia
|mperia
DE
NECIROH contra FOGO
EST: 1803
Edificio e mercadoriai
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuixoi
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. hRa do CommercioN.
& Pereira, 2 a G-oncalves Irmao k C, 1 a H.
Bernardea ,do Oliveira, 1 n Sulser Kauffmaun
4C.
Verns 17 caixas a Bartholomeu 4 C.
Vidros 1 caixa a Manoel Joaquim Pereira.
Velas 5 caixas a Ramos 4 C 1 a Domingos J.
Seve S O, 6 a J. B. de Carvalho.
Vnho 2b caixas a Sulser Kauffmann 4 C.
Carga de Lisboa
Azeite de Oliveira 110 caixas a Domingos Crus
& C, 20 ordem.
Bataneas 1 caixa a Ferreira Guimares & C.
Conservas 5 caixas a Joaquim da Silva Car-
neiro.
Joias 1 caixa a Reis 4 Couceiro.
Lampadas e crus de prata 1 caixa a Manoel
Jos da Cunba Porto.
Pedras de amollar 106 a Ferreira Guimares
& C.
Rolhas 3 e meio saceos a Soares do Amaral Ir-
mos.
Vinho 10 pipas e 1U quintos a Francisco Rbeiro
I into Guimares 4 C.
Brigue ingles Ephratah ebegado de New-
York, em 21 do crrente e consignado ordem,
manifestou :
Carvo de pedra 406 tonelladas a estrada de
ferro de Limoeiro.
Barea nacional Hara Angelina chegada do
Rio-Grande do Sul, em 21 do corrente e consigna-
do a Jos da Silva Loyo 4 Pilbo, manifestou :
Barilha60 tambores e 60 tubos.
Bgrea seceos 500.
Graxa 212 pipas.
Sebj 918 barricas ordem.
Exportaco
aacira. 20 db aqjpto di 1887
Para o exterior
No vapor ingles Elstow, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 475 suecas
com 37,451 kilos de algodo.
No vapor ingles Meath, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 217 saecas com
16,637 kilos de algodo.
No brigue portugus Armando, carrega-
ram :
Para o Porto, Oliveira 4 C. 1 barrica com 50
kilos de assucar branco.
No patacho portugus Venas, carrega-
ram :
Para Ilha de S. Miguel, M. do Couto Medeiros
3 girrafoes com 25 litros de agurdente. 3 barricas
com 247 kilos de assucar branco e 1 volume com
18 kilos de cola ; F. de Mor es 1 barrica com 70
kilos de farinha de mandioca, 1 dita com 70 ditos
de assucar branco e 1 barril com 40 litros de
agurdente ; Amorim Irmos 4 C. 50 saceos com
3,750 kilos de assucar branco e 350 ditos com
26,250 ditos de dito mascavado.
Para o interior
= Na escuna allem Prilt, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, J. M. Dias 15 pipas
om 7,200 litros de agurdente.
Na escuna noruegueme Reybrm, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sal, Amorim Irmos &
C. 350 barricas com 33,670 kilos de assucar
branco.
No vapor francs Vtt de Cear, carrega-
ram :
Para Santos, C. Burle 79 saceos com 4,740 kilos
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Esahelee!da om 1S5&
CAPITAL 1,000:0001
SmiSTROS FAGOS
At SI de dezembro de 14
Martimos..... ..110:000^000
Terrestres,.. 516:000^000
44Raa do ( ommrelo-
"COMPANHIA DEMOS
CONTRA I'OCiO
Nortli Brtish & Mercanlile
CAPITAL
tmiuo.ooo de III ras sterllnas
A GEN 1 ES
V domson Howie & C.
MARTIMOS
United SUtes & Brasil!. S.S- C
O vapor Advance
E' esperado dos portos de
sul at o dia 5 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
naranhao, Para, Barbados, S
Thomaz e New-York
Para carga, passagens,enc mineadas dinheirt
* frete, tracta-se com 03
AGENTES
0 paquete Finalice
Espera-s de New-tort.
News, at odia 9 x Setem-
bro o qual seguir depois dn
demora nec?s;an 1 p'ia.
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
ie com os
AGENTES
Henry Forsler 4 C.
M 8 RA DO COMMERCIO -N. 8
1.- anda
COMFA.MIIA I'EUMVBICAU
DK
Navegaco eosteira por vapor
CORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Araeaju
O vapor Mandahu
Commandante Mafra
Segu no dia 29 de
Agosto, as 5 horas da
-tarde.
I Recebe carga at e
Idia 27.
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
s 3 horas da tarde do dia 29.
ESCRIPTORIO
Ao Cae$ da Companhia Pernambucana
_______________n. 12______________
Paciiic Steam \avipiion lompanv
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Ootopaxi
E' esperado da Euro-
pa at o dia 28 de
Agosto, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para Valparaso
eom escala por
Baha. Ro
de Janeiro e Monie
video
Paracargb, passagens, encommendas e din-
Seiro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wllgon Non fc J., Limited
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N 14
de assucar masc&vado e 150 ditos com 9,000 ditos
de dito branco ; P. Pinto 4 C. 40 pipas e 50 ar-
ris com 24,000 litros de agurdente.
__No hiato nacional Deui le Salve, carrega-
ram :
Para Aracaty, Femandes 4 Irmo 4 barricas
com 240 kilos de assucar br meo e 4 ditas com
240 ditos de dito refinado.
No biate nacional Geriruity, carregou :
Para Macahyba, M. Tavsres 6 barricas com
300 kilos de a-.sucar mascavi.do.
Na barcaca J. Taurino, carregou :
Para P. de Alagoas, J. F. da Silva 5,000 litros
de sal.
Rendimentos pblicos
MU OS A (o: TO
Alfanitga
Renda eeral I
U la 20 540:011*461
dem lo 22 44:*66^17
Renda pro De la 20 dem de 22 e 1 a 20 dem ae 2 Oe 1 a 20 Id-in de 22 rincial: 56.583 904 3:5154531 584:277/681 60.099 J435
Rxteduria eral tiecebedoria p. i jinsto* Recife Drmnage
644.377/116 18:193/560 576/943
18:770/503 16:854*251 2:481/672
De 1 a 20 Ideu d* 22 19:3354926 30.003/835 2:553/822 32:562^657
Companhia Bahiana de navega-
Co a Vapor
Maoi, Villa Nova, Fenedo, Aracaj,
Estancia e Baha
FORTOS DO SUL
O VAPOR
Marinho Visconde
E' esperado dos oortop aci
ma at o dia 25 de Agosto,
e regressar para os mea-
mos, depois da demora docos-
tume.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na agencia
PORTOS DO NORTE
Maco, Mossoro e Aracaty
0 pajor Marpz de Caifas
Cammandante J. J. Coelho
Esperarse ao dia
dia 24 o corrente
dos portos cima
e seguir depois
da demora do eos-
turne paraes mea-
mesmos portos cima indicados.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete, trat-se na
AGENCIA
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Malheus
tonpiMiit i'Kii\iHatcv\t
DE
.Ijavegaco Coste!ra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parakyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 24 de
Agosto, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 23.
Encommendas passagens e dinheiros afrete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
BOYAL IAILSTEAM PACKET
GOIPAHY
0 paquete Tagus
E' esperado daEuropa no dia
23 depois da demora neceasaa
ra para
Baha, Rio de Janeiro Monte-
Yido e Buenos Ayres
Vapor La Plata
esperado
do sul no dia 29 de
corrente seguinio
depois da demora
para
necessaria
Lisboa e Soulhamplon
Reducco de passagens
Ida Ida e volta
A' Soutbamptoa 1 c!ass= 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambnco.
Para passagens, frotes, etc., tracta-se Ota os
Consignatarios
Anioriui Irmos &C.
S. 3- RA DO BOM JESUS-N. 3
A Oliveira Castro 4 C.:
108 talhos a 1/ 108/000
Deve ter sido arrecadada nestes diss
a quantia de 385/400
Rendimento dos dias 1 a 20 4:248/740
Foi arrecadado liquido at beje 4:634/140
Precos do dia :
Carne verde de 200 a 400 ris 0 kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
rarinha de 200 a 240 ris a cuia,
Milho de 240 a 320 ris idem.
Peijo de 640 a 1/030 idem.
Masado aro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 94
reses para o consumo do dia 23 de Agosto.
Sendo: 67 reses pertencente a Oliveira Castro,
& C-, e27 a diversas.
Mercado Municipal de 9. los
O movimento deste Mercado ucs dias 21 22 de
Agosto foi o seguinte :
Enrraram :
97 bois pesando 13,499 kilos, sendo de Oliveira
Castro, 57 1/2 ditos de 1* qualidade 6 de 2*
c 39 1/2 ditos particulares.
155 kilos de peize a 20 r is 3/100
75 cargas de farinha a 200 ris 15/000
17 ditas de fructas diversas a
300 rs. 5/100
18 taboleiros a 200 ris 3/600
38 Suinos a 200 ris 7/600
Foram oceupados :
481/2 columnas a 600 ris 29/100
46 compartimentos de fi.rinha a
500 ris. 23/000
46 ditos de comida a 500 ris 23/000
118 ditos de legumes a 400 ris 47/200
64 ditos de fasendas a 100 ris 86*600
37 ditos de suino a 700 ris 25/900
22 ditos de tressuras a 600 ris 13/200
20 talhos a 2/ 40/000
1 ditos a 1/ 16JOO0
Embsrfariie aurlaa no porto
SI e 99 de Agoato
HAC10NAES
Armandoconsig. Loyo & Filho.
Jaguaribe Companhia Pemambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
Marianninhaconsig. Baltar Oliveira 4 C.
Manlah Companhia Pemambucana.
Marinho XI Jos da Silva Loyo & Filho.
Maria Angelina Loyo 4 Filho.
Pirapama Companhia Pemambucana.
* Sergipe Domingos Alves Matheus.
S. Francisco Companhia Pemambucana.
ESTBANOEIBAS
Anne Charlotteconsig. ordem.
Bateau Cteme I Wilson Sons 4 C.
Bateau Citernu II Wilson Sons 4 C.
* Claudina Ljyo 4 Filho.
Caledonia Livramento 4 C.
Elston ordem.
Ezpedit Fonseca Irmos 4 C
Ephratah ordem.
Emolator Johnston Pater & C.
Fides ordem.
Fritz Baltar Oliveira 4 C.
Frita H. Lundgrin 4 C.
Figueirense ordem.
Florence Saunders Brothers 4 G.
G<'siue Pereira Carneiro & C.
Homborgsund Wilson Son 4 C.
Jorgen J. Iiots ordem.
J. L. B. ordem.
Leipzig ordem.
Martha Borstelmann 4 C.
* Meath Saunders Brothers 4 C.
Nina ordem.
Reform H. Lundgren 4 C.
Seiprig ordem.
Tentativa Amorim Irmos 4 C.
Tiber Saunders Brothers 4 C.
Union H. Luadgrin.
Veritas Amorim Irmos 4 C.
Vernica ordem.
Ville de Cear Auguste Lbille.
* William ordem.
O signal indica ter a embarcaco sabido.
Vaporea 4 entrar
DOS POBTOS DO SUL
Espirito Santoa 26.
La Plata-a 29.
Manosa 6 de Setembro.
em
Compaaiia Brasilelra de Xave-
gaco a Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gomes
Mondegoa 14.
Pernambucoa 16.
Cimilloa 27.
Tagusa 29.
DOS PORTOS DO HORTB
Pernambucohoje.
Gamilloa 3 de Setembro.
Paraa 13.
Espirito Santoa 23.
DA EUROPA
Tagusheje.
Cotopaxia 28.
Tamara 10 de Setembro.
Nevaa 24.
Vapores a aalilr
Tsgushoje, s 2 horas da tarde, para Buenos-
Ayres, com escola por Babia e Rio de Janeiro.
Jaguaribeamanb, s 5 horas da tarde, para Ca-
mossim, tocando na Parahyba, Natal, Maco
Mossor, Aracaty, Cear c Acarah.
Cotopaxi a 28, a* meio dia, para Valparaso,
com escala pela Baha, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo.
La Plata a 29, l hora da tai-de, para Son-
thampton e escala.
S. Franciscoa 29, s 5 horas da tarde, para Ma-
cei, Penedo, Aracaj e Baha.
Xa-loa 4 entrar
Antelopde Hamburgo.
Faiward de Liverpool.
Hardi-de Cardiff.
Lidadordo Rio Grande do Sul.
Mariedo Rio de Janeiro.
Marietta-do Rio Grande de Sul.
Marinho Ido Rio Grande do Sul.
Petrusde Savannah.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Temerariodo Porto.
Withelminede Hamburgo.
noviuienio do porto
Navios entrados no dia 21
Falmauth por S. Vicente10 dias, vapor allemo
Leipsig de 53 toneladas, commandante Vos
Degalsk, equipagem 11, em lastro; ordem.
Mossor- 2 1|2 das, vapor nacional Jaguaribe
de 412 toneladas, commandunte Antonio M.
Ferreira aptista, equipagem 29, carga varios
gneros ; Companhia Pemambucana.
New Port47 dias, brigue ingles 'Ephratah de
230 toneladas, capito Richard Ruberts, equi-
pagem 8, carga earvo de pedra ; ordem.
Rio Grande do Sul31 dias, barca nacional
Maria Angelina de 225 toneladas, capito
Manoel J. Mendes, equipagem 11, carga gor-
duras ; Loyo & Filhos.
Sahido no mes i o dia
BahiaVapor nacional Sergipe, commandante
Pedro Vignas, carga varios gneros
LiverpoolVapor ingles Meath, commandante
J. J. Armiston, barga varios eneros.
Ilha das BoceasBarca inglesa William, capito
Jas Widen, carga varios g>-eros.
Observado
Nao houve entradas nem sahidas no dia 22.
Procedente da Parahyba, fundeou no lamaro
hontem, s 6 horas da tarde o vapor ingles
Merchant o qual nao communicou com trra.




A
I


a








Uiar i 4c Peruanttaco---Terca- -teira 23 Je Agosto de ISS7
E' esperado dos partos do sul
at o di i 26 de Agosto, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portot
do norte at Manos.
Para carga, pasaageas- encommendas valeres
tractft-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
O yapor Pernambuco
Commandante. o capitdo de fragata Pedio
Ht/ppolito Duarte
E' esperado dos ortos do
norte at o dia 24 de Agosto
e depois da demora indis-
' peosavcl, seguir para os
, pr-to8 do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegro e Rio Grande d)
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, oncorainendas e valores
trata-sc ua agencia
PRACA DO CORPO SANTO N 9
tElLUBS
Terca-feir 23 deve ter logar por intervencio
do agente Pinto o le So de um avariado sortiinen-
to de fazendas o chap s para homens, senhoras e
meninos bem como manteig* ingle za ca latas.
Quinta-feira, 25, deve ter lugar o leilo de
mobiliaa, pianos, quadros e outros muiros movis
existentes no hrmazem da ra do Mrquez q*e
Olinda n. 52.
Leilo
De fazendas e chapis
CONSTAN-O DE:
Madapuloes, cretones, chitas, brins atoalbados.
Einnos para ifiJe, casi-miras, panno fino, roupa
ita, damasco de 12, oxfjrda. popelinas, eapatos
de tranca, chitas, chales, erogelas e cutras fa-
zendas.
Chapeos de manilba, do Chile, de l, de feltro,
de palha, de sparterie para hemena, seuhoras e
meninas, e bonets.
Terca feira 22 de Agosto
A's 11 horas
No armazn] da ra do Mrquez de Olinda
n. b>
O agente PINTO levar a leilo nm variado
sertimento de chapeos, faseedas e miudezas exis-
tentes cm o armazein da ra do Mrquez de Olin-
da ti. 52, as quacs serao vendidas para fecha-
mento de contas.
Agente Silveira
Leilo
Da quatro stimas partes da casa terrea
sita ra de Santa Cruz n. 36,
foreira a particular
Ter?a felra, 93 do correte
A's 11 horas
A' int eireita lo Moaarlo a. 94
O agente Silveiro, por mandado e com assif-
tencia do Ezm. Sr. Dr. jmz de direito de orphaos,
levar a leilo quatro stimas partes da casa ter-
rea ra de Santa Cruz n. 36, pertencente aos
menores filhos de Vicente Teixeira Baeellar, ten-
do a aasa 2 portas de frente, 2 salas, 2 qnartos,
ooxinha lora, quintal murado, cacimba propria.
Os Srs. preiendentes desde ji podem examinar.
Leilo
De 7 barricas oom enreja preta
em garrafas
Quarta-feira 24 do correnie
A'S 11 HORAS
\o armazeaida ruado Mrquez
de Ol oda n 19
Em coritiUHcao
De 1 bshu grande de madeira, inobilias de di-
versas qualidudes, pianos, mesas elsticas ile 3, 4
e 6 taboae, camas francesas, guarda -ve it idos
gnarda-louoas, mesas com gavetas, cabides mar-
quesota, latas com bolachiuhas de 2 e 4 ibras,
latas com ervilhas, espelhos, jarros, quadros, pra-
tos, chicaras e amitos outr.13 artigas.
Por iotervengo do agente
Gusmo
Tnico
Orienta
l
De um piano de Erard quasi novo, urna rxobilia
de Jacaranda, t quade a dourados, serpentinas de
bronse, 14 veoesianas de caixa, jarros para lares,
pianbas com redomas e 1 e8taute com mesa, 1 toi-
et, 1 cama, 1 lavatorio, 1 berco, 1 commuda, 1
culxio, camas de ierro para meninos, garrafa, jopos,
clices,bandejas, aparador, 1 guarda luuca,l erafi-
ua pequea, 1 me bilia de pau-carga, 1 dita de ama-
relio fingindo mogno, cadeiras de balanco, relo-
gios, jarras e ontros muitos movis de casa ele a -
"QUINTA FEIRA, 25 DO CORRENTE
A's 11 horas
Agente Pinto
arniazeni da ra do Mr-
quez de Olinda u. 59
EM CONTINUaQO
Um cavallo para sella.
AMA
So
AVISOS DIVERSOS
Aluga-80 casas a 8U0(J no becco doi Cce
nos, junto de 6. Goncallo : a tratar naiuad>
imperatris n. 56.
Alnga se por 10*000 a casa n. 21 na Var-
zea, defronte da estafa), com armacas ; a ratar
na ra da Imperatriz n. 56.
Precisa-se ds urna cosinheira e de um i riado
para casa de familia ; a tratar na ra do Haro
da Victoria n. 39, leja.
Preciaa-se de urna c sinbeira ; na es:acao
da Jaqaeira, sitio do Sr. Valenca.
Precisa-le da urna ama para cosinhai ; no
pateo do Terco n. 18.
Compra-ee urna casa terrea na ra d t As-
aumpcio ou Santa Cecilia; a tratar na nado
Mrquez de Olinda n. 3, loja.
Precisase de urna ama para comprar e
cozirhar em tasa de familia: na ra de
Riachuelo n. 13 se dir.
/% mWMT
ama eugommadeira ; na ra
Precisa-se de urna
da Aurora n. 27.
Ama
Precisa-se de umn ama ; a tratar na ra do
Pavsand n. 19, Passagem da Magdalena.
Ama
No Rio Grande do Norte
No dia 23 do correte
O agente Amorim Garca, competentemente au-
torizado, levar a leilo no referido dia o casco e
todos ot pertences da barca ingle. Hnlly Banqh,
assim como do carregado composto de 511 tonel
ladas de carvo de pedra, cuja barca acha-se en-
calhada no cabo de S. Roque da provincia do Kio
Grande do Ncrte.
Os pretendentes devero comparecer nesse dia,
porque ser entregue ao maior lance que for cffe-
recido, precedidas as formalidades legaes
Leilo
Por luterveuco do agente
Britto
O agente cima, autorizado pelo Illm. Sr. Joo
Jos Gomes de S.uza, que retira-se para a Euro-
pa a tratar de sua sade, far leilo do seguinte :
Urna mobilia preta, marquezoes e marquesas,
aparadores, commodas, banquinbat, lavotorics, ca-
deiras de amarello e de junco, cabides, etagers,
quadros, espelhos, jarros, mesa de jantar, trem
de cozinba, louca e outros objictos.
Terca felra *3 do correte, as
II 11ti horas
A' RA DAS LAKAN'iEIRAS N. 27
= Aluga-se a casa terrea n. 127 ra das
Cinco Pontas, e a da ra da Matriz da Boa-Vista
n. 56 ; a tratar na ra de S Jorge n. 56, ta
verna.
Aluga-se ol- andar do sobrado n. 36,
rus de Paulin} Cmara ; trata se na ra de Vis-
conde de Albuquerqus n. 28, 2' andar.
Precisa-se de urna cosinheira ; na na da
Matriz da Boa-Vista n. 9.
no bot .'1 do
Precisa-se de um bom coaiuheiro ;
Ciininoo Novo.
Fuio carioca
Preparado pela acreditada fabrica do Rio, de-
nominada Fonte Limpa ; vende se em pacotinhos
em todos os estabelecimeotos de retalho.. l'nico
deposito, na fabrica Veneza, arco da Concuico
nmeros 4 e .6.
Precisa-se de urna ama para engommar e fazer
servicos de casa ; na typographia do Diario, no
3- andar, n. 24, ruu Duque de Caxias.
Ao commercio
Os abaixo assigoudos tendo comprado aos Srs.
Agostinho Pereira Leal & C o seu estabelecimen-
to de molhados sito praca do Conde d'Eu n. 15,
livre e desembarcado de qualquer ouus, cbamam
a qualquer credor da referida firma que tenham
direito dividas do mesmo estabelecimento, a
apresentar-fe no prazo de tres dias, a contar da
data deste, para ser satisfeito. Recite 22 de
Agosto de 1887.
Manoel Correia & C.
Aluga-se barato
Sua Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra Coronel Snassuiia n. 141, quarto.
Travessa do Carrao n. 10, leja.
Largo do mercado com agua n. 17.
Travessa do Carmo n. 10.
IVata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
es iriptorio de Silva Guimarte & C.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Basos Scientiflcaa
E Physiologicas,
para o
~5 Toucador-
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolre. com o brilho c frcsc ra da jarentude, ao
calM'llo ffrir>;il:n "ti In-anre una ri i cor natu-
rnl, casluiiho ou pret oono He deseja. I'elo fpu
US<>, ao casco claro ou W -*e umi o6r
escara, o grofum ao oabdlo Oso, nnquauto que
frt'(|ueiiteii)'*iitc cura ac! iicin semnre.
Impede a queda do cabello, stimulando o dbil e
enfermo a ensc.r ftgoroesmeiite. Reprime o pro-
Sreetoecuiaa tnfl*e caspa, c irando quasi todas as
oeneas peculiares do perieraa Como Coainetl-
ro para afonnoM-ar o cabello dan S*-nhoras o
Vior nfio lem rlral< nao conten aaefte on tinta al-
nuna, toma o oab< i; niare, i rhanta e adoao na
ouu:uiiiea-lln- um perfume delicado,
agradavel e |
l'KF.I'AUADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' veuda uaa principis phaimaclae e drogara*.
Alup-se
um grande sitio, contendo as principaea fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mamede), tendo agua e gas, a qual
confronta com a casa do Dr. Alooforado ; a tra-
tar na ra do Apollo n. 30, I- andar.
9S P K
e ^ba^
Alug:
a-se
\ttenco
Na ra Augusta n. 254 csese vestidos, roupa
branca, por figurinos, e pre.os mdicos, trabulha-
se tambem em Aires, e em papel e talarga^a, para
quadros, cartoer, etc.
Antonio Duarte
receben directamente do Porto vinbn verde, dito
do Djuro, salpicOi-s de fumeiro, ditos em calla, e
vende por preyo mdico em seu estabeleeimento,
ra da Uniao n. 54, confronte a eftacao.
CAJIRIBEBA
PRAPERADO TINHOSO DEPIRATIYO
APPBOYADO PE JUNTA DE HYGIHHE PBUGA DA GORTB
Aulorisado por decreto imperial de 20 de Junho de .883
GomposiCuO de Firmino Candido de Figueiredo
EMPBEGADO COM A MAIOB EFFICACIA NO RHEOJIATI8MO
DE QUALQUER TATUREZA, EM TODA8 AS MOLE8TIA8 DA PELLE, AS
LEUCORRHEAS OU FLORES BRANCAS, NA ASTHMA
bronchites (molestias das vas respiratorias), nos soffbimentoj
OCCASIONADOS PELA 1MPCRBZA DO 8ANQUE E FINALMENTE
NA8 DIFFERENTES FORMaS DA STPHILI8
Propag-adorA. P da Cunha
As importantes curas, que eate importante medicamento tem produzido, afea-
Udas por pessoas de elevada posigao social, fazem com que de toda parte seja jlle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como condicSo de urna circular;ao benfica e efficaz, eie em
ne consiste principalmeate o meio mais seguro de conservar a sade e de curar as
molestias que a impureza do tangue occaaiona.
O Cajrubba, pela sua acclo tnica e enrgicamente depurativa, a medica
ment que actualmente pode conseguir esee resultado sem prejudi. ar nem alterar as
funches do estomago e dos intestinos, porque n*o contera substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos produ'.-toe que conslituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curaa que tem feito, estao comprovadas peij testcmnnho dos dia
tinelos e conhc-cidos cayalleiros que firmam os attestados, que este jornal tem publica
do em sua se< <,3o ineditoriul
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
A' venda -m utuim pfcarmacirt do Branll e do eatranKeiro
a casa terrea na travessa da Ponte de Uch* n.
12, com bastantes commodos para grande fami-
lia, com sitio murado e arborisado, b a agua po-
tavel para beber, deposito e banheiro de cimento
e bomba, fica a dita casa a margem do rio Capi-
baribe, com banbo doce temperado e salgado :
quem preteuder dirija-se ao mesmo sitio, das 6 as
10 horas da manh, que encontrar o propie-
tario.
Para engeno
_ Offerece-se ama aenbora com todas as habilita-
coes aeceBsarias para ensino primario, oa em
qualquer povoado que nao tenha profussora ; quem
dos seus prestimos precisar, dirija-se ra da
Imperatriz n. 14, segundo andar, a tratar com a
mesma.
Falsificares
Para evitar falsificaces com referencia ao co-
ohecido PEITORAL DE CAMBABA, deve eii-
gir-se este preparado com a firma do autorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando aro-
Iba do fraseo e a marca da fabrica nos nvoltorios,
rulada pelo nome dos agentas e depozitarios
geraes em Pernambuco Francisco Manoel da
Silva & C' ra do Marques de Olinda n. 23.
Dr. MelL Gomes
Medico parletro
Mndou sea consultorio e residencia para a ra
larga do Rosario n. 44, onde pode ser procurado
a qualquer hora do da e da noite.
Oleo high-life perfumado
para o cabello
Ou oleo do bom tom
Mandado fabricar ezpressamente
em Parla por angelo Bapnael
dt Cempaahla
A grande copia de leos ordinarios e falsificados
que invadem este mercado, com grande pnjuizo
para o cabello, aconeelh.m-nos a mandar fabricar
por eneommend*, em Pars, por um dos memores
perfumistas, um oleo xtra-finn, verdadeiro de
amendoaa, de perfumes suaves, psrfeitameote lm-
pido e que nao formasae deposito de sedimentos
ou borra nos frascos, como geralmente acontece
com os leos baizos, e cojas qualidades hygitni-
cas podessemos garantir aos consumidores os mais
escrupulosos. Tal fim foi plenamente pr. enchido
com a creacao do High-life oil, que temas a honra
de a presentar venda as priucipaes lejas de per-
fumarias desta praca.
^^^^^ Angelo Raphael & C-
Apalazadores
Precisa-se que sejam perftitos cm trabalbos de
calcados ; ra do Livramer.to n. 24, fabrica de
calcados.
Cosinheira
Precisa se de urna, para ce sinhar cm casa de
familia, 'e que seja de boa conducta ; ot. ra do
Imperador n. 73, 3o andar.
Preparado
DE
III It OI (IIS WELLCOHE & V.
CHIMICOS DE LONDRES
Um poderoso agente digestido e acimilativo ; um
alimento nntritivo, especialmente sdoptado para
os enfrrmos e nao; nm grande succedanen do
azeite de figado de bacalho.
O Extracto de Malta de Kepler um alimento
perfeito em si mesmo e conten todos os principios
digestivos a nutritivos da cavada, isto phospha-
trg, maltosa, distrina, albuaina e o importante
uanto poderoso acceisorio digestivo chamado
liastase,podendo-se assim dizer que com a n
trodueco do Extracto de Malta, como agente tbe-
rapeutico, se ha produzidc urna revoluco no trac-
tamento de certas enfermidades da nutrico, ope-
rando especialmente na dysiepsia, nlceracao do
estomago, cancres do estomago, debilidades, con-
valescencias de enfermidades agudas, vmitos e
gastro-enterites das crianzas, marasmos, affsecoes
(scrofnlo&as, tuberculosas, etc.
nico depollo
34Ra do Rosario 34
Pharmacia e Drogara
CONTRA
Deflnxja. Grlppe, Bronohltea,
IrritapOeBdoPBito.-XAKOPE PASTA peitoral I
deNAF U'DELANGRENIER^odeummellioaciacerta I
e Tarificada por Menibros da Academia le Me iicina lia Franca. 1
Sm Opio, iorpkima nem Codna t-rt sem reoeio s I
oriancM aSectadas de Tosaa oa Coqueluche.
ra ritienne SS, PARS
KM TODAS AS PHAR-4AC1
DO MUNDO.
de assucar
l 0 a'J3 CHTRIER
p4*Mr.UcUdo ar/G Alutrio,
#*JC^ btumco, qu3 muitt
M*^Mtt ta eroprlttlf n
8 0U0 i FIG1D0
* MCiUO FESI-.tClNasO
' *Jt^f* ''""I*' "" fmrtt.
tlmimurt, o Ferro um en.
lajnmmoo.
HNSin rnl m HMM
3US M fssf-lHIm.ll
[gAOj
BRANCO.LOIRO
CLCAT^S
-^V/EVRIER

H1PLOXADE airfitrt,
OITAIX) Pv- TOttAg *
Oolebrldaits Medicas |
da frano* e ba iuao>A
MOLESTIAS DO rtlTO,
AFFECgflES ESCROFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA. DEBILIDIDE,
TSICA PULn'ONAR,
BRONCHITES, RACHITISM0

Vinho do Coca
Apparelhoa econmicos para o cozircen-
te e cura. Proprio para engenho* peque-
os, sendo mdico em proco e cf-
fectlvo em operacSo.
tode-ae ajuntar aos ?Dgenhos existentes
do sjstema velho, melhorando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quaptidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Usinas grandes ou engenhos centraes,
mashinismo aperfei^oado, systema moder-
no. Plantas completas ou machiniamo
separado.
Especifca^S-s e informaras com
Brtwil C.
5-RUA DO COMMERCIO5
lalla adelaldA da Silva Ramo*, em-
pi deelotlo Evans;<>llsta Xavier
aaaiM
A administracao regedora da devogao de S.
Joo Baptista do 2' districto do S. Jote, convida
aos prenles e amigos, e irma)s desta devocao,
para asaistirem a urna atiesa q e manda celebrar
no dia 25 do correntc. pelas 7 .ras da manhi. na
igreja da S Joe de Riba-mar, onde t< m esta de-
vocSo de ser erecta, e desde j i se confessa eter-
namente grata por este acto d- candade.
O secretario,
Conrado 3* F. ns.- a e Silva.
Mantrga do sertSo
Em tudo superior a ingleza, n-w s por ter me-
lhor paladir cum tambem por nao ter coinposicfio
alguma, e conscguintemen'.e apropriada para
qualquer m>>a ; assim como da m< sma apurada
em liquido para tempero dos manjares mais finos.
Encontra-se no armazem d Ai ri>, Oliveira &
C, ra da Imperatriz n. 42.
8AUNDER8 BROTHERS^* C, largo do Cor-
po Santo n. 11, teem para vender :
Cerveja preta e branca, de M. B. Forster A
Sons.
Dita allema, Pilsrn I5e:r.
Vinho Shury. Amentillado.
Dito B rdeaiix, St. Julien.
Whisky, Tnistc Blend Scotck Wisk **
Dito o s
Presuntas de Adamson.
Maicena de Br< wns & C.
Phusphoros. Amcslosto Safet Matches.
Tintas em musse, branca de zinco de chumbo
preta e verde.
Zarco.
Plvora da muito couhecida acreditada marca
ER.
SEM0LINA
De Brons & C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricio da criancas e doen-
tes, r muito se recommeudai^tcr eer de fcil di-
gesto e gesto muito agra-iavel ; tambem pode-se
fazer urna i xcellcnte papa, misturado em partes
iguaes Cjm a m^iizena dos meamos fabricantes,
addicionando-se-lh algum leite. nicos agentes
neata oraca, Saunders Brothers & C-, la/go do
Corpo Santo n. 11, primeiio andar.
"
a 400 rs. a arroba
Cbegcn a primeira remessa do precioso farellu
de caroco de algodo, o mais burato de todos oe
alimentes para animis de raca cavallar, vac^um
suino, te. O carcc de algodao dep ia de cx-
trahida a eaeca e todo o oleo-, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos anin.its para M forta
lecer e engordar com admiravcl rapidez.
Nos Estados -Unidus da America do Norte e na
Inglaterra elle empegado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farell que sao mui'o mais curo e nao eo de tanta sus-
tancia.
tratar no Reoifc (.itrio do Cor
po Mana, 1" andar
SI
I
Pechncias I
Na antg* casatarneiro da Oaaha
Admircm!
Setinetas 'avradas, lindos padres a 280 rs. e co.
vad-.!
Fustoes branecs, novos desenhos, a 20 e 400 rs.
o dito {
Esplendido sortimento de linlas las pira vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito .'
Cach>-mirep felpudas a If a dito 2 larguras.
Mirina preroi e de cores a 800 m. o dito! idem.
Veludilbos de todas as cores, bordados, a 1J000 o
ditol
Cn t nes de (ores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 largaras, proprio para capas
de piano, a l& o dito!
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1600 o
dite !
Cortinados b:rdados, riquiesirme, a6/ c7f o par
Gusrnicoes de crochet para s 'fi e cad iras a 8!
Camisas brancas inglezas a 3li a duzia !
Dltal 'c en tone finas a 24 a dita !
Seroulas birdadas a 124 e 18/ a dita !
Lencos Miias arrendadas para eenh.ras a 6J a dita f
Cbapoe para senhoras e criancas a 250,
6/000.
Espartilhos de cour^ca a 4 e 5.
Brim pardo lona a 360 rs. o amado!
Ii.-em branco n. 6, de linho a 1500 o metro !
Tapetes aveludadrs a 12/, 15/ a 2/.
Sup riores redes com 4 punhes a 12/ e 14/.
Colchas francesas a 3/ urna.
C be: tas de ganga, 2 pannos, a 3/ !
dem de setinetas finas a 3/500 l
Leaeoes grandes ie bramante a 2/ !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3/ a peca !
dem c m lpicos brancos e de c.-;'s a 5/, 5/500
e 6/, 10 jardas 1
Madapoloo-s pelle de ovo a 6/2C0, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o pre Bordados de Cambraias finas a 1/ a peca.
Firhus e capas de la a 2/, 4/ a 0/.
Sartiicento de casemiras, cbevkits e pannos por
pr- 5 a baratissimoa.
Grande deposito de fazendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, tendo des -unto as vendas em
grocao.
59-HUA DUQUE DE CAXIAS-59
OD
Vade-mecnm do Domosopalhlco i
Methodo conciso, claro e seguro de cbrar\
hon ceopathicauente toda as molestias que I
afHigem a especie humana, particularmente v
aquellas que n inam ne Brasil pelo
R. SABINO O. L. PINHO
.".' i'icrao
consideravelmente augmentada e annotada..
Veode-se nicamente em Pernambuco. (
PHARMACIA HOMOZOPATHICA 1
PeloDr. J. S.bino L. Pinho
DR. ft VBIVO
43BA DO BARAODA VICTORIA43^
Fabrica de chapeos
Antonio Jos Maia & Q
DEPOSITO
roa do Carao da Vicloria os.
Os proprietaiios deste estabelecimento scienti-
caui aos seus numerosos fregueses e ao respeitavel
publico, que centinuam a ter grande sortimento
de chapeos de todas as qualidades e formatos,
manufacturados com toda a perfeicao e por preces 600 e 640 T8. O covado.
A Revoluco
f? 48-Bna flo Dnaao. de Cnna-48
Recebe as seguintes fazendas de novida-
Cacbemira de listrinha a 600 is o co-
vado.
dem broche borda a 1500 o dito.
dem pretas 700,800, lrJOOO, 15200,
10400, 1600 e 20000 o dito.
dem de todas as cores a 800, 1*000 a
10200 o dito.
Ricas guarn5 urna.
Setins lisos a 800, 10000 e 10200 o co-
vado.
Seda escosseza a 640 rs. o covado.
Lindos metins com listrinhas a 400 ris
o dito.
Failo com palminhas a 400 rs. o dito.
Setinetas escossezas a 320 rs. o dito.
Ditas com listrinhas e p.,1 iulias a 320
o dito.
Lionay-se com palminhas de retroz a
140000 peca.
Organdir bordado a seda a 150000 a
dita
Etamine tecido transparente a 100000
a dita.
Cambraia bordada a 50000 50500 e 60
a dita.
FustSes braneo a 360, 400, 440. 500,
mais vantajesos que em nutra qualquer parte.
Mademoiselle i otinlia
Ra do Imperador n. 55, segundo andar.
Modista
Aluga-se
Urna casa terrea cem 2 salas, 4 quartos, cosi-
nha fora, pintada e caiada, ra ds Hospicio n.
70, tractar na mesma n. 81.
Oleo d mamona
em barra ; vende-se no trapiche Vianna Forte
do Mattcs
Wk-11 al /~1
Precisa-se de nma ama para cosinbar
de Pedro Affosso n. 70.
na rna
Criada
Precisa-se de ama criada que
bem, pura o servico de um casal ;
t\0 do Paraso n. 8, 2' andar.
saiba cosinbar
a tratar no pa-
Cnado
Precisa-se de um i ra
(PaM> gem da Magdalena).
de Pavsand n. 39
LICENCIADOS RE.A. INSPKCTCaiA DE HYOIRNE 1)0 1MPFRIO DO BHAX."L.
tata
Na fabrica do rap ra do Visconde de Goy-
anna n. 157, precisa se de nma cosinheira
academizo Formando Pedro das
RMM
Stimo d i i.
A familia Neves se conftsea eternamente reco
nhecida tod s as pessoas qui a acompanharam
durante a tyranna molestia e pjr occasiao do en
trro do inditoso acadmico Fernando Pedro das
Neves. Ao mesma tempj as convida e bem assim
aos amigos c collegas do finado, para astrietirew
as mistas que por sna alma serao cuiebra>'aa na
igiajf "a Madre de Deas, qoarta-frira 24 do cor
reate, i 8 hors da manha.
Gomes da Costs te C, establecidos ra da
Imperatriz n. 63, cim armazem de mercearia, par-
ticipam aos seus numerosos fregueses, que aca-
bara de receber um magnifico e saboreso vinho
especial da Figueira, que s o bom paladar far
crtr. A elle, antes que se acab .
i^" Ai ten (lite
Bouquets de diversos modelos para casamento,
etc.^ e tambem es pellas mortuarias de perpetuas,
fabricados por Jos Samuel Botelho ; proclamas
para casamento ; a rratsr na rna Nova, loja n. 20,
e na rna da Cadeia do Recife, lija n. 43.
VENDAS
B- njamin Arietides Ferreira Bandeira, Hara
Julia de Moseoso Kandeira e seta filbos coovidam
a seus prenlos e amigos para tuvrem as mistas
que mandam celebrar por alma do seu : resadissi-
mo irmao, cunhado e ti, Joaquim Aristidea Fer-
reira Bandeira, na matriz da Boi-Vista, s 8 1/2
horas d-i joihi do dia 27 do <:orr< nte, anteci-
pequ-na tamilia, sendo boa paga-se bem. P^^r^^^^Wm^
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaco do
Principe, estrada de Joao de Batroe, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundo*, o asm aliceroes
para 3 casti; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
Trras Yenda
Vende-se terrenos em chaos proprns, boa trra
para plantscao, cem arvores de fructo, boa cgua e
barro para edificarlo a 2fQ Q e 1^500 o palmo ;
tiste-te no mesmo sitio, das 8 1/2 da manila s 8
da tarde, junto a estaeo do Campo Grande.
^olariiihos c pnnhos de
selluloide
Carlos Slnden receben pelo nltimo vapor, e
veade baratistimo ; na ra do Budla da Viotoria
numero 48.
Lindas alpacas de cores a 320 o covado
Sintos de cbagrem a 10500 um.
Camisas inglezas a 360005 a duzia
Colarinhos e punhos para senhora.
Sabidas de baile 30500 urna.
Fechus de Ja a 20, 20500 30 e a 80000
um.
Quarnis5e8 de crochet a 80 e 100000
urna.
Lencos de esgui3o a 20SCO e 30500 a
duzia.
Grande sortimento de madapolaodo 40
a 100000 a peca
Leques de papel 500 rs. um.
Cortea de cachemira pora vestido a 200
um.
Toilet para baptisado a 90000 e 140000
um.
Veludilhos lisos, lavrados o bordados a
retroz a 10000 e 10810 o covado.
Anquinhas a 10800 nma
Colchas bordadas a 50, 60000 e 70000
urna.
Coberfas com dous pannos a 20800 urna.
Grande sortimento de case.xiras, brins
brancoss e de cores, punhfts, colarinhos,
gravatas, meiaa e longos e artigos para
hornern e senhora.
S na loja da Revoluto
Henrique da Silva Moreira
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrarlo n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Commercio.
Piano e casas
Vende-se um bom piano e aluga-se dnas casas
na Passagem, com bastantes commodos ; a tratar
na rna dos Pires n. 83.
Ao o. .9
Vende-se um balco, nma armaeao toda envi-
dragada c pintada ; Bazar do Livramentc.
Padaria c refinado
Vende-se um estabelecimento nestas condices
com forno, fornalhas, tazos, tanque para agua a
todas as mais perten$*s para um e outro mister ;
a tratar na ra de Domii'gos Jos Martina nu-
mero 96.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
E6te excellente Whitky Escossez pre-
ferivel o cognac ou agurdente do canna,
para fortificar o corpo
Vendo-se a retalho nos melbores arna-
zens de molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO
cojo nome e emblema to registrados para
todo o Brasil.
______BROWNS & C ag.ntea.
Attenco
Vende-se especia! f ;rinha de mho e de arrea
frita a vap r c prcpprada para bello, cargres,
cuscs e cutras diversas especies de comedorias que
necessitcm destes mesm^s gneros, sendo a 240
ris o kilo, na padaria da travessa do Porubal n.
1, pertencente a Perefra 4 Pfnto.
lelephone n. 296.

-


Diario de PernambiicoTcrfa-teira 23 de Agosto de 1887
Casa PINST, fundada em 1852, PARS
EXPLOTADO GERAL CATCHC
POR MOYOS RROCESSOS AURFilCOAOOS
E$PECUU0Orill$TIlET0dBEDICIIIeCIRURGI60MtliitietMRRt{a
Urlnoaa. Seringas. Boraohas-Peras para In)eocOea e Clysteres. Inlaqpwaa,
FulTarlaadoro. Pensara, Fundas, Vontoaua. Tuboe, Bicos do Mamadalras,
AJmo'ada* Bollas para antecedes, para qualquer oso, ata., ato.
MAMPfc-aa O CATALOOO FKASCO
L URCASSII 4 P, Geidre et Secceuer, 34, na Torbigo, 34, PARS
KsUDelecimento fabril a vapor i AUX ULA8, perto de Parla.
H. $. A trantfe nt, mnprt crttcenti do* nojao* producto (ando ddo logar
a fsWftcacoea, connt ei/f/r atarea M. 4a. Cu.
>*>< ta
VERDADEIftO
ELIXIR. DR GUILLIl
do
Tnico Antl-Catarrhal c Anti-Jiiliono
Preparao por PAUL GAGE, pnarmactmito Se lclasse.
pbl* FACUI.DiDE i pars
OKICO l-AOPRIETARIO DE ESTE MEDICAMENTO
P1K1S. m ae Greulle-Saint-Gtraaii, PAIIS
ei nefldia
mOLESTIAS
DO FIGJ0O
FNDICO DE FER
CARDUZO ti- IRMAO
Ra do Sarao do Triumplio ns. 100 a 104
Deposito a roa do Apollo ns. 2 e 2 l
Tem sempre em deposito todos os machinismos e ferragens precisas agricul-
iur.i desta provincia, como sejam : vapores loeomoveis, semi fixos, coa ralleira
ehornis ou p..ra logo de assentameato, moendas de tod"8 os tatnanlios, tachas batidas
fundidas, etc.
Mandara vir por encomroenda qualquer mschinismo, encarregam-se de sental-os
se respnsabilisara pelo boru trabalho do mesmo.
Vendem a praso ou a dinheiro com descont e a presos resumidos.
DIGESTbES
diffceit
RHEumrisn
GOTTA
Mau de srsscnln annos de succeseo tan pravad. a efflc.eia
incoiiltsuvel i!,! Elixir de Ouilll* ; ata madicamsnlo a mala
econmico a man eomaaodo para aer aapragaaa quer uao Pur-
gante ou Depurativo. .
M>emronfl*r a* faltHfitettt
blfjr o l-fiiiii Efiir ilUl '- > Ira rail Bill
Cada Q'trrafa deor eer accompanhada oom o
tkatado toana a oaian do caTABaao (fitoit*)
aalui FEtRES
CONTAGIOSAS
Fluxoet
DO PE/TO
m*f.ESTIS
dM AMuIhant
e tu Crluicu
.
0^^**++****^^*++*++++++*+**+*****
ELIXIR &VINHO
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal}
sSo os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQOES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PFSO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO. ETC., ETC.
Ola CAUCE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CCRAR OS CASOS MAIS REBELDES
venda as prncipaes Pharmacia e Drogaras.
Venda em arosso em Pars .TROUETTE-PERRET, boulevard Voltaire, iSi
Dan m exifir o Salla i 01'A0 at FaHUCAITES sobre os Frascos para evitar as raimwaeaai.
Depsitos cm Pernamluco : fraj~ m. da silva e C- e n& prtnclpaes pharmaclas.
t\AA+*++*t**+++^.**+++++*++*+^+*++^++++t**++*l
AO LOUVRE
Bordados de cores, a 25000, a peca ; vale 50000
Setins inmensamente largas a 10200 o covado; soberba pechincba!
Cretoces de salpicos a 300 rs. o covado; convm !
Popelinas de seda a 500 rs. o covado ; para liquiddar !
Tecidos transparentes para soiree a 500 rs. o covado ; aproveitem !
Lencos abainhados a 25000 a duzia I
Lis de quadro&, desenbos novos a 300 rs. o covado !
Popelinas de Lyon, fazenda de 20000 o covado por 10000 o covodo !
Cobertores de 12, bem grandes a 30500 um !
Toalhas ;.l ochoadas, a 40000, a duzia ; que pecbincha o outras muitas pe
hinchas em exposicao.
G.A.SaA. DOOS G O ONT DF X .A. ONT g .A.
Da
Lotera da Provincia
Extrahir-se-ha quarta-feira 24 de Agosto s
2 horas da tarde
Acha-se venda a 9.a lotera a bene-
ficio (I S. Casa de Misericordia doRecife, que
ter Iu^ar no consistorio da igrej i de Xossa
Senbora da Concci(o dos Militares, onde
estar o expostas as espheras em o den? nu-
mrica, para serem examinadas.
Licenciado pela Inspectora Oerulde ffyglne do Imperto do BruO,
Dores do Estmago, Dyape-psias,
Anemia, Febrea, eu,
de 16,600 tf. ^^^1 I ^Jt de ou"
m LAROCHE Pharmaceutico "kV-*--^ PARS, VIENNE, NIGE, eto.
O Quina-Laroche nao i um qualquer preparado, porem 0 resultado c irabalhos qt*.
rrtigtarao u su tutor as mais altas recompensas do Estado. O mesmo ferruginoso
rt\ a a. naa Braaat. aaa r-aaraiaol*.
NOVA LOTERA
SATSTA clfHARINA
50:000^000
IMPORTANTE PLANO
Esta lotera corre do dia.....de Agosto
Bilhetcs renda as Casas do costumv.
A Ra \" de Marco n. 20 A (Esquina)
VINHO e GRAGEAS mm VIVIEH
Extracto natural de Fijado de Baealliao
PREMIADO COM MKDALHAS DE OURO PRATA
pela. Academia Nacional
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar sob forma mu facllc agradavcl tocios os elementos curativos do oleo evitando
asslm o chefro e sabor nauseosos d'este; alem d'isso esta preciosa preparaco tem urna
superlorldade incontestavel sobre o Oleo porque pode ser usada durante os grandes calores
em rinanto o uso daquelle lmpossivel, tal o eminente servlco prestado pelo Boutor
va visir a experiencia tem confirmado o boro xito d'este producto.
Exigir a drrna do inventor B. viVLaur em duas cores ao redor do gargalo de cada
_ VXV----
garrafa com o Sello da Unlao dos Fabricantes.
PARS SO, Boulrvard le Straabonrg, SO P&MIS
^GRAPHIA AU*H
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plalas purlflcao o 8anue, oorrlgem todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.
Fortalecen a aaude das constitugoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as rnfnrmldaVi
peculiar ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para aa
pessoas de idade avaxicada a sua efiieacia e incontestavel.
Estas medicinas slo preparadas smente no Estabeleciaienio do Professor HoLLOWAVb
T8, IEW OXFORD STEEET (antes S3S, Oxford Street), LOHDBES,
E widemse em todas as pharmacias do universo.
$kf Os compradera* Ao convidados respeitosameDte a examinar os rtulos de cada oaixa e Pota M oao I
direccao, 533, Oxford Street, sao talsincasoet.
.
k
DE
ALUERTO HENSCHEL & C.
Si-Rna 1I11 tan lia Virliiria-52
Este acreditado estabelecimento pbotographico participa ao respeitavel publico,
qoe contina a executar os mais aperfeiyoados trabalhos pelo systema mais moderno e
mais apreciado. Acha se habilitado a satisfazer as mais difficeis exigencias, quer em
trabalhos photograpbicos, qu Alero de seus trabalhos photogr-pliicos que sSo por demais conhecidos encorra-
la se tambem de retratos a oleo para o que j se acba entre nos de volta de sua via-
Sm a Vienna d'Austria, onde visit u as principaes galeras o eximio pintor Ferdinand
ereck bastante conhecido pela perf. 9ao de 8<-ub trabalhos, desde 1877, quando aqui
ett^ve em noasa casa e ltimamente o armo passaHo.
Para satisfazer em geral a todos que honrarem o nosso eslab'lecimento com
as enootnmeiHUa parti'ipa, que alm dos retractos, seja qual for o systema, tambem
recebe emoromen las para qualquer vista ou p. tadas a ole", hendo o enearregado destas ultimas o mui conhecido p-ysagista o Sr.
Telles Jnior..
RogH-8 as Exmas. familias e mais pessoas o ibsequio de honrarem oom suas
risitas ni'sso est.belecimento, onde sempre existe urna magnifica exposicSo dos traba
lhos que ex' cutamos e onde tambem os senhores visitantes encontrarlo lbaneza no
tracto, perfeicao nos trabalhos e modicidade nos presos.
C. Barza,
GERENTE.
VEROAOEIROS GRAOSdeSAUDE do DFRANGK
LICKNCIAD08 PELA INSPECTORA OERAI. DE HYGIENB DO IMPERIO DO BBAZTL
Aparlantea, Eatomachicos, Purfiativoa, Depurativos ^^ _
.'Contra a Valta de appetlte, a Obatruceo, a Xnzaqnrca, as ?ertafem!
# as ConiHtiet, etc. Dose ordinaria : 4. 1 d I ardot.
' Desconfiar as falsiflcacAes Exigir o rotulo junto Imprimido em francs
e Com letras de 4 corea sendo
cada urna letra de una cor diHerente e
Boj f ABXZ, barmacU XvBBOT. -
0 Sello da iii^ dos Fabricaites.
BeaatilM UiM ai (^MltaN rksraMtai.
Na ra 1.a de Marco n. 20 (Junto aa Louvre)
APROVEITEM!
Alta novidade em oambraias de odres oom salpicos a 5i000 a peca-
Ditas brancas a 5(5500 a pega.
Merinos de cores com duas larguras a 750 rs. o covado.
Cachemira de listras, ultima novidade, a 400 rs. o corado.
Gorgorna8 com palmas de cores a 440 rs. o covado.
Metios de cores, lindissimos desenhos, a 220 e 300 o covado.
Renda branca da India a 240 rs. o covado, aproveitem I
Fuatao branco a 400 e 700 rs. o covado.
Z -pbires de cores a 240 rs. o covado; pechincba !
Esgui.'s pardo de linho a 360 rs. o covado.
Percales de cores a 240 rs. o covado.
Grande sortimento de cretones a 280, 320 e 360 rs. o cavado.
Completo sortimento de lis para vestido.
Creps de tres, de prego de 800 rs. por 360 o covado, pechiocha I
Bramante de linho, com 10 palmos, a lf$800 o metro.
Dito de algodao, com 4 larguras, a 800 e 10000 o metro.
Panno da Costa de listras a l;jO(X) o covado.
Dito de tito de quadros a 1200 o covado.
Atraillado branco, muito largo, a 1(5300 o metro.
Guardanapos de linho para cha a 2:>800 a duzia.
Ditos de dito para juntar a 5<$000 e 601)00 a duzia.
MadapolSes a 40000, 40500, 00000, 50500, 60000 e 70000 a peya.
AlgocSos de 30OO, 40000, 40>OO e 50000 a peca.
Espariilhos fiuissimos e muito onmodus, a 50000 o 70000, um.
Leques transparentes a 20500, um.
Fi> hs de linho rendados a 20000 e 20500, um.
Bordados tapados e transparentes a 500 rs. a 20000 a peca.
Cortinados bordados a 70500 e 8)5000 o par.
Lenccs de bramaute de linho, muito en orpado, a 30000, um.
Cobertas de gangas com dous pannos a 20800, urna.
Ditas de chita com dous p mnos a 30000, urna
('hambres para bornem a 50000, 60000 e 70000, um.
Toalhas felpudas ptra bauhos I0;)OU, urna.
Ditas ditas para rosto a 50000 a duzia.
ARriGOS PARA HOMENS
Palitot8 de seda-palha a 80500 um.
Lindissimos cortes de casemiraa para costumes a 190HOO.
Ditos ne casemiras com ruacias de seda, para calca, a 60, 90 e 100000.
Grande sortimento de cheviots, cfcseuiiras, pannos pretos e de cOs*Sf para costu-
mes, por preyos sem comp' tci.cia.
E aa.it i outros artigos como sejam : camisas de linho, de flanella, coll..rinhcs,
punbos, gravatas, meit.8, oerouLs de buho e de Algodao por precos razoaveis.
Para hanlos de mar
Costumes para senhoras a 10000, um.
Ditos para ho mus a 80000, um.
Ditos para meninos 50000. um.
Sapatos e boleas para o mestn<> fi'u.
AMA1 AL & C.
MOLESTIAS .o CORACAO
Al Grageas Tnicas-Cardiacas LE BRN. tonadas na dose de 4 i 6 por dia carao as
ENFERMIDADES(loCORACiO,PALPITACOESeasHYDROPlSIASateasinalsaTa(adai|
LE BtRUN, Piarmaceutico-Chimiro. Paris. M)et52. F Monlmarlre, t 47, ra Lafajette.
Depositarios em Pernambnco : FRAN Bf. da SILVA e C.
Em oasa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc
i 13 A T3TSH O T
is di (glrdt ^tjoz especial
PRBPARADO COM BISMUTHO
CU. PAY, Perfumista
FJLRIS, B, Ra de la, Faiac, 9, PAEIS
J
Venda dk sitio
Vende-ae ou permuta-se por predio neata cida-
de um bom sitio com boa casa, muitas fracteiras,
exci lente banbo do rio, boa agua de cacimba,
extenaao de terreno para baixa de capim, tolo
murado na frente, com i orto e gradetimento, com
eaminho :e trro e ejtacSo junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, cubecido pelo sitio do Joo
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse
ca : quem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia d. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Co:fwp io Norte
Diariamente debate-se na imprensa a ciise
aterradora porque estao paseando as prjviicias
do uorte deste imperio ; sa innmeros os recla-
mes de todas as clasees, sem que sejam atteudidos
os seus justos pedidos, de que se gloriam as na-
coes civilisadas. *
E para que se posa dar impulsos aoa desijados
progresos que eertamente traro o bem estar de
todos, resolvern. Martina Pires c (J. eatabele-
cidoa com armaxem de molhados ra Es-
treita do Ros .rio ns. 1 e 2, a vender por precoB
mdicos os artigos concernenteg ao seu ramo
de negocio, que cortamente constitue urna eco-
noma diaria e onde se acha um completo sor-
timento dos seguintes artigos, que pela sua qua-
lidade e precos sao recommendaveis, pomo ce-
jara :
Vinhos finos do Porto
Madeira
Sherry
(Jbambertin
Bordeaux
Moscatel
Cellares eBuealas.
_ C impleto sortimento de cervejas, cognac, bitter,
licores, doces, bolachinhas nucionnes e estrangoi-
ras.
Queijcs frescos do serto, prato, Miuas e fla-
mengo.
Aseite de coco, mate do Paran, formicido ca-
panema.
Precos sem competencia.
Na. 1 e 2Roa Estreita do RosarioNb. 1 e 2
Martins Pires & C.
Aproveitem
Madapolo bretanha americano com 20 va-
ras, peca
Dito trances superior com 20 varas, peca
Algodao branco lona, superior com 20 jar-
das, peca
Dito dito liso bom com 20 jardas
Chitas cretone, finas, cores fixas, covado
Chitas escuras, covado, 200 rs. e
Brim pardo liso aupen ir, covado
Casemira pequim, covado
Brim pardo, duas larguras, para vestidos de
senhora, covado
Renda branca de Cbina, covado
Gestionas de palha da India, ama
4*61-0
5000
4*800
3*5 240
240
320
320
4C0
200
1*000
Fio de aloiii) da fobrlrn (amina
a nutra, da Babia
> f n .cm Machado & Pereira, ra do Impe-
rador n. 57, por cemmodo preco.
A FL0KID4
Ba
iiia n IOS
RuaDoque cCaxias n. 80
Lima Coutinbo & C.
Ultimas notas ao ap-
proximar-se a hora
CRISE E MAIS CRISE I !
Todos perguotam o que ha de novo. Recebes-
tea algum tclegramma da efirte ? l'ns diaem
que sim, outros diiem que uo, e alguna em reser-
va que foram apenas cinsultados. E no meio
desta confusao apresentam se Pedro Antunes &
C, offerecendo aa seguintes novidades, que natu-
ralmente agradam muito mais ao sexo amavel e
daa modas, a quem muito particularmente pedi-
mos a valiosissima proteceo. Com licenca......
Bonitos ramos de ores-.de laraaja para um ele-
gante vestido.
B. na leques diaphanos de bonitas cores.
Grinaldas e v s para todos os precos. Renda
bespanbola, erme e preta, em seda e em linho
bordada.
Finas meias arrendadas de cores, ditas bordadas
a seda e muitas outras qualidades em meias para
senhoras.
Completo sortimento em bordados, Victoria e
transparentes.
Commodos eapartilhos para senhoras e moci-
nhas.
Finos extractos e aguas para toilets.
Especial cold de crine para amaciar a cutis.
Nao menos agradavel p Candr para perfumar.
Finos sabonetes perfumados e medicinaes.
Variedade em cutilarias finas.
Que sortimento de artigos para presentes !
Oculos t pencines d'aco e tartaruga.
Pianos para criancas e grande variedade em
calungas.
Que bonecas iuteressantes Capases de fasci-
nar qualquer crianca. E muitos outras artigos
de que estamos prevenidos, psrm que nao que-
remos abusar da paciencia das amaveis le toras.
63RA DUQUE DE CAXIAS63
NOVA ESPEBANCA
Pedro An'unet & C.
Duque de Cas
ADMIRE vi!
Cintos modernos a 10000.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000 te,
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 60000 n 5 a
400 rs. metro.
Albuns de 30000 at 80000.
Ramos de flores finan a 14500.
Luvas de escocia pira menino, lisas, e bor-
dadas a 800 rs. e 10000 o par.
Porta retrato a 500 rs. 10000 10500 e
20000.
Anquinhasde 1051 )0, 20500, e 30000 ama-
Pitaseis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 rs.
e 600 rs. o metro.
Pentes para cuc com inscripcSo.
Enchovaes para baptisados a 80, 90, e
120000.
1 Caixa papel e 100 envelopea por 800
reis.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500*
La para bordar a 20800 a libra.
Estojos para crochet a 10000.
Bicos de cores cote 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos broches a 30000 10000 e 500 rs.
L-ques para menina a 200 rs.
Linhas para machina a 800 rs. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs. um.
Bicos brancos para setineta, cretone e chi-
ta para correr uabados a 10000 10500
a peca com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotiaa
para 50 e 60 retratos a 60 70,
80000 um.
Meias de escocia para senhoras a 10500 o
par-
Lencos de linho em lindas caizas.
Bicos das ilhas muito fino proprio para toa-
lhas e saias.
dem brancos com 5 dedos da largura a
30000 a peca cotu 10 varas.
Caixas com sortes de jogo de mgica pro-
prios para salo a 50000.
Sabooetes de diversas qualidades a 120
200 e 500 rs.
Boleas de couro para menina de escola.
Grande pechincba em eapartilhos de linho
30000 um.
Lindas pastas de 500 rs 10000 20000
30000 e 60000.
Carteiras para guardar sedulas de 100000
a cem.
Ditas letras com os repartimentos de Ja-
neiro a Dezembro.
BARBOZA SANTOS
CW preto superior
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor e con-
tina a veader sem competencia ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
Livra ment & C.
vendem cimento port'aud, marca Robins, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo n. 46.
Attenco
Vende se poj preco commodo um bom chalet,
defronte da estaco de Pamameirim, acabado de
novo, e eom todas as accommo lacoes, assim como
urna casa na ra do Amparo n. 6, em Olinda, com
2 janellas e 1 porta, 2 salas, 3 quartos, cosinha
externa e quinta! murado ; tambem tem para ven-
der um bom piano quasi novo, de tres cordas, do
rnelbor autor, e outros objectos : a entender-SS
com Maximino da Silva Gtusmao, em qualquer
lugar em que o mesmo se achar.
Cofre
Vende se um coire de Milners em bom estado :
na ra larga do Rosario n. 36, loja.
Sement de cacao
Vende-se no caes Viute e Dous de Novembrc,
armazem da bola amarella n. 36, sement de Ca-
cao. Estamos no tempo de plntalo.
UUHBSC-EETLilO 'T^lg MU'tl Pel.s CIGARROS ESPIC
Asplra-se a furaaca que penetra no pello acalma o symptoma nervoso, facilita
a expectoraca e Davorlsa as funeces dos orgas respiratorios.
Trusa au alaeaaa en eaaa ae J EMPIC t. ra -.-Lasare, est Paria
Deposito em Pernambaoo : FRAN" M. da SILVA Jt O.
JIIFII U1E & C,
Ra r de Narco o. 0.
Participam ao respeitavel publico que, tendo augmentado seu
estabelecimento de JOLAS com mais urna seccio, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidan, as
Exmas. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde en< ontrarao um riquissimo sortimento de joiaa de our' a
prata, perdas, brilhantes e outras pedras preciosas, e relogios de -uro,
preta e nikel.
Os artigGs que recebem directamente por todos 08 vapor sao
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa n
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acbarSo urna grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
.asamentos, biptisados e aniversarios.
Neru em rrlacao ao preco, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca
Bate edicaminto de um rusto srradavei. adoptad* com grande ex** ja
aais ae ao su** peoe melhora Meaicos de Paru. oura os DifluaM. fty^ro**.
[JUtan***
im ha
Totm.
tktm0*s)*ws*$MmWsM*im
POS DE ARROZ SIMN
sabonete Orems Simn.
preparados com glycariaa, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmofipuera e para dar ao
rostro: Frescura, Moctdade a Maciexa.
FRUSTRAL AS MUUER6S4S lUirAfOS-
J. SIMN, 86, Bu de Prorane, PARS
PRIHCIFAES PHArUJACttS, PERFUMERAS ET LOJAS De '! ttfli I HlfliaW
a^*^RaMWllBsa*aaM^^




mmt*h. '


8


ASSEMBLEA GERAl
Dia
oV lo
dl sfcra
iario de PcrnarabacoTcrpa-feira 23 de Agosto de 1887
foi
da
SENA
56.SES3AOEM6DEAGOSTO
PRESIDESeA DO SB. CANSANSAO DE 8IKIMB
IHatricula de Escravos
(Continamelo)
A nica razSo de ser da indicagSo apra-
sentada seria dar ao poder judioiario a
mais ampia liberdado para manifestar-se
euj uma questSo da sua competencia;
mas, esta razSo nao devo ser aceita para
o fir iudioado, porque o voto do Sanado
vai collocar o poder juiiciario em frente
da opiniSo do Senado.
O Sr. Dantas :Assim nSo exornara-
mos nunca o direito de censura.
O Sr. Fernandos da Cunha : -Esto
meio nSo regular, revolucionario.
O Sr. Presidente :Pego aos nobres se-
nadoras que nSo den apartes.
O Sr. Antonio Prado :Allegase, Sr.
presidente, o precedente da questSo mi
l'Ur.
O Sr. Viriato de Medeitos : Vamos
ver como V. Exc explica isso.
O Sr. Antonio Prado: Esse preceden-
te nSo pie de maneira alguma ter appli-
cagSo ao caso actual. Ba3tava (sta con-
sideragSo : entSo foi a honrada opposigSo
que veio em auxilio do governo, por en-
tener que a ordera publica perigava.
O Sr. Viriato de Maieir03 : Nao
em auxilio do governo, foi em auxilio
lei.
(Ha outros apartes)
O Sr. Antonio Prado : -As miohas pa-
tarras lijo poderiam descrever com mais
exactidSo as circunstancias que se deram
naquella occasiSo do qua as que fyrara
proferidas nasta recinto pjlo3 honrados sa-
nadoras que tjmaram parta naquelle me-
moravel debate, pelo que vou reprodu-
zil-as.
Dssa o honrado senador pela provincia
do Rio de Jadeiro, o Sr. conselheiro Octa-
viano :
t Eu poderia hesitar antes que fosse
apresontada a mogSo do meu honrado ami
go, sonador pelo Rio-Grande do Sul ; nao
posso mais vacilUr desde que sea patrio
tismo me indica o meio de evitar, nao di-
go quedas de governo, que para mim sao
indifferentes, mas effusSo da sangue bra-
sileiro, o que muito mais grave.
t Incontestavelmente, o goveruo, si a
questSo aqui nSo sa resolver, ha de ser
obrigado a tomar alguma enrgica proce-
dencia ; psr honra do Brasil, acredito que
abatar qualquer movimento militar, mas
ha de haver por forca derrimamanto de
sangue, ha de haver victimas.
O Sr. conselheiro Dantas disso :
Nao se trata mais de saber se mo-
gSo, requerimento ou indicagSo o que ora
se discute : trata-se da salvagSo publica,
qual o Senado, instituido respeitavel, nSo
pode e nem deve ser indifferente.
O Sr. conselheiro Alfonso Celso pronun-
ciou se do seguinte medo :
t A inteligencia que d a mogao a
de um meio oferecido ao governo para
solver uma situagSo que todos reputam im-
portantissima e arriscada. Smente nesse
sentido a adopto. A crise de todos os
elementos de ordam e de seguranca so-
oiaes. .
i Os que assim p?nsam, nSo podem hesi-
tar um momento, porque tudo prefenvel
ao desencadeamento da anarchia.
os nobres se-
dos escravos ? Pois naoa Wot proprio:
nobres senadores que dmHRtram desti.
tribuna, ;e com toda a razao, que esU
causa estava fra do alcance da decisS*
do governo, que smente resolveu admi-
nistrativamente a questao ?
Portanto, manifest qua o precedente
que se invoca em favor da indicagSo apre-
sentada nSo tem a menor procedencia.
Eu comprehendo qua naquellas circum
stancias, o Sanado, sahindo das normas re-
gulares do systeraa constitucional represen-
tativo, tomasso a posigSo que assumio,
porque tratava-sa da salvagSo publiaa <>
de evitar a effusSo do sangue brasileiro.
Mas nao se ple absolutamente justificar
a preterido destas normas regulares do
sy8tema constitucional representativo nes-
tas simples questSas de adniniatragSo,
quando esta ex;rcita actos de sua compe-
tencia.
Si o Senado pode, hoje, nesta questao
de mnima importancia pelos seus resulta
dos, preterir as normaa regulares segundo
as quaes exerca as suas funcgSas, amanha.
a sua pretengSo ir alera, intervindo eai
todos os actos da administragSo, e a can
s> uencia sar a perturbag&o da marcha
regular do governo : pedir a demissSo dos
agentes da administragSo, indicar os seus
substitutos; convidar governo a cons-
truir estradas, pontea, etc sa substituir,
erafira, ao governo na administragSo.
O qua seria ent&o do systoma constitu-
cional representativo, neste estado do cou
sas?
Um Sr. Sanador : O governo que nao
aceite o convite.
O Sr. Antonio Prado : Eu nSo procu-
ro saber qual ser a attitude do governo
perante esta mogSo ; aprecio o facto em si,
vejo as consequencias funestas que poden
resultar do procedente, e protesto contra
elle.
Sr. presidente, eu nao devo ser suspe-
to nesta questSo.
O Sr. Franco de S : Este qua o
ponto mais importante, a discordancia do
seu aviso com o do seu successor.
O Sr. Antonio Prado : J disse que
estava hontem con a palavra para discu-
tir esse ponto da questSo ; fui inhibido,
porm, de fazel-o; a questSo hoje toma
outra face e eu nSo desojo desvala do seu
obj activo.
O Sr. Affonso Celso : A opiaiSo do
nobre ex-ministro conhecida.
O Sr. Antonio Prado : Mas, Sr. pre
Bidenta, dizia eu, que nao devia ser consi-
derado suspeito nesta questSo pela honra
da opposigSo.
O Sr. Affonso Celso : O que quer di-
ser isto ? 1
O Sr. Antonio Prado : Como Ministro
da Agricultura, fui maito injustamente cen-
mrado pela nobre opposigSo, por haver
prestado o mea franco apcio ao projooto do
honrado chefa liberal, senador pela Babia,
o qual foi depois convertido na lei de 1885.
Muitas vezes tive necessidade de dizar
que o projecto aceito pelo governo nao era
mais do que o resultado de uma combina-
gao dos partidos, feita segundo as circuns-
tancias da occasio, e que continha muitos
defeitos ; mas grande iojustiga conside-
rar-so a lei de 1885 como uma lei de es-
cravidSo e nao de liberdade.
Na verdada, Sr. presidente, a lei que
te ve como resulta lo a libertagSo de.....
100,000 escravoa, sem indeumisagao ; quo
pela depr*.ca$2o do valor do escravo es-
tabelece um prazo fatal para a extinegao
da es:ravidSo ; que permitte a liberalidade
cultura, as seguinte3 palavras, que* pego
permissao ao Senado para recordar :
< Nao rdito, Sr. presidente, qua este
projecto seja tfnossa derradeira lei a res-
peito des te assompto.
aOs effeitos que elle tem deproduzir sSo
incertos ; o legislador nao pode prevel-os
com exactidSo rigorosa. E' impossivel, por
tanto, quo os poderes pblicos ainda te-
nham de intervir no curso do problema
por difiaitivo acto legislativo que decrete
a extnegaa da escravatura. j>
Recordando estas palavras, quero mos-
trar que sou coherente sustentando hoje a
necessidade de aliantar a solugSo da ques-
tSo do elemento servil. Esta questSo deve
rosolver-se ou Begundo os principios abso
lutos do direito e da justiga ou segundo as
conveniencias sociaes.
No primeiro caso, a solugSo deve ser a
aboligSo inmediata sen ndemnizagSo ; mas,
si tivermos de attender as conveniencias
sociaes, preciso que a 8)lugSo adoptada
acompanhe as modificagSjs que lha inpu-
zerem as circunstancias, que varian da
para dia ; assim, a medida hojeaee'ta pode
sor deficiente amanhS; dahi, a necessida-
de de nSo cingirmo nos fatalmente ma-
nutengSo do atatu quo.
Sinto, Sr. presiiente, divergir de certo
modo da opiniSo do governo nesta questSo,
mas minha divergencia nSo vai ao ponto
de negar confianga poltica ao ministerio
Sou o primeiro a recoahecer as difi:ulda
des que assoberbam o paz, que se ante-
p3an marcha da administragSo, sobratu
do quanto s finangas e psr isso respeito
os escrpulos do nobro presidenta do con-
O Sr. Crrela: Eu esperava a
discusaSo em que o Senado se acha empe- cultura, nSo expodiriam taes avisos
ca de S. Paulo, actual ministro da agri-
selho ; a responsabilizado da S.
acreditar
celebre mogSo sobre a questSo militar
Pergunto eu agora, Sr. presidente : as
circumstancias aprasentam-se com o mes-
mo carcter da gravidade ?
O Sr. Dantas : -Podem se apresentar
E8, Sr. preaidente, como
nadoros da oppoagSo descreveram a sita- u
gSo, quando foi apresentada e votada a de terceiro e augmenta conaideravelmente
o fundo di emancipagSo ; que contem tan-
tas outras disposig3es todas favoraveis
emancipagSo, rpde ser considerada uma
lei de escravidSo, comparada con a le
que decratou o ventra livre t
lor Ha uma verdadaira injustig nesta apre-
O Sr. Antonio Prado : Porventura a j ciagSo.
salvagSo publica est em questSo ? Por- Quanio se discuta neita casa a propos
ventura a decisSo do ministro da agricul ta do governo, que depois se converteu na
tura como j disse, affacta a questSo de le de 28 de Satembro de 1885, profer
" daquella cadeira, como ministro da agri
tremenda ; quero, pois,
maior confianja con qua encaro esta ques-
tSc provm de nSo ter a experiencia do
honrado Presidente do Conselho nos nego-
cios pblicos.
Por emquanto, a minha conducta nesta
queatao de mera espectativa. Quando o
meu partido entender opportuno dar o ul-
timo passo para a solugSo da questSo, sa-
rei dos soldados mais esforgados na defeza
dessa grande causa, que abragaro com en-
thusiasmo.
O Sr. Escragnolle Taunay : Isso o
que quer o partido conservador.
O Sr. Dantas : Os actos de V. Exc
ltimamente nSo deixam duvidas a esse
respeito.
O Sr. Antonio Prado : Mas, Sr. pre
sidento, porventura est era questSo, na
discussSo da mogSo do nobre sonador pela
Bahia a causa da libertagSo dos escravos,
a solugSo deste ingente problema que as-
soberba todos os nossos eatadiataa ? NSo
Sr. presidente, nSo se pie absolutamente
dar a este debate e votagSo provocada
pelo nobre senador a importancia que S.
Exc. deseja dar-lhe.
Illude-se a nobre opposigSo si acredita,
com a approvagSo da mogSo, ferir o pros
tigio do governo ; o desprestigio ser do
Senado. (Apoiados e nSo apoiados.)
O Sr. Dantas : Pelo contrario.
O Sr. Antonio Prado : E' preciso que
o Senado, pelo seu procedimento, nSo au-
UrUe a opioo, que j se manifest, de
que elle necessita de reforma. A missSo do
Senado das mais nobres, das mais ele-
vadas qae a ConstituigSo podia confiar aos
representantes vitalicios da nagSo, porm
ella deve ser cumprida de oonformidade
con a lei, e eata nSo da lho o diroito de in
tervir nos actos da administragSo, que es
tSo apenas sujeitos sua censura.
Para demonstrar a exorbitancia das f unc-
cSjs do Senado na votagSo da mogSo, nSo
poderei apresentar melhores argumentos
que aqualles deduzido3 pelo lustrado se-
nador pelo MaranhSo o Sr. Franco de S,
quando brilhantemente discutiu a mogSo
relativa questSo militar, pelo que invoco
o seu apoio em meu favor.
nhado, desde que fallou pela primeirs vez
o honrado senador pela Bohia, autor da
mogSo.
S. Exc. disse: E' ocaso de apre-
sentar-se um projecto ou uma mogSo, si o
governo nSo recuar desse caminho, con7-
dando-o a entrar no reginen da lei
Sinto, porm, que o nobre senador, em
vez de aceitar o primeiro alvitre apresen-
tando um projecto de lei no sentido de
auas deas, preferissa esta outro, que des-
natura a nstituigSo do Sonado.
Qual a raogao ?
t Que o S-snado convide o governo a
declarar sem effeito os aviosos de 20 e 22
de Julho pausado. t>
Qual o alcance, si o governo recusar o
convite ? Pode deixar do recusal-o ? NSo ;
o governo nSo pode aceitar o convite.
Quando nSo fossem razo's da cutra orden,
bastavam as palavras qua a respeito foram
proferidas nesta casa pelos nobres minis-
ros da fazonda e da justiga.
O governo julga que, expedindo os avi-
808, alera ds U8ar de attribuigSo sua, nSo
fez sinSo promover a fiel e uniforme exc-
cugSo da lei na parte administrativa.
O Sr. Dantas : -Responda o prece-
dente.
O Sr. Corris : Antecipo ama observa
gSo que tinha de fazer para responder ao
aparto.
Senhores, qualquT que aeja meu juioz
acerca do precedente, certo que elle nSo
se parece cora o do presente caso.
Qual o convita qua na que8tSo militar
Exc. ae diriga ao governo ?
qua a O de praticar um um acto de sua com-
petencia, e san rovogar qualquer outro.
(Cruzam-se diversos apartes.)
O que se pedia ao governo era que pra-
ticasse um acto administrativo que podia
praticar.
Deve, poren, esta declaragSo ser feita
com a soleraaidade que se d agora no
Senado T
A mogSo pode ter o alcance de interpra
tagSo ou derogagSo da lei ? Para isso,
nSo carego dizel-o, necesaario uma lei
que passo por todos oa tramites.
O que pois, a mogSo ? Qual seu va
lor ? E si acaso o governo responder por
escripto, coma acredito quo o far, for se
liberdade, interesaa a cauaa da libertagSo
FOLHETIM
JOSLARONZA
POR
WCQUBS FLOT E PEDRO MIEL
inri p.tisTE
c titui:\
(Coatiaoaglo dj a. 190
XX
Os seus labios pesados, gaguejaram pa-
nosamente :
Mea pai I... morto meu pai !
E approximou-se de Juliano de mSos
snpplices.
Ah I entSo a senhora ignora ? O
Sr! Rouval esqaeseu-se de lhe dizer ?
As lagrimas irromperam das palpebras
da pobre mulner. Ella solugava.
Morto I morto meu pai, meu pobre
pai I
E, sbitamente, febril, dedentes cerra-
i dos, parguntou era voz sibilante :
De quo morreu pai ?
Darmailly hesitou um momento ; depois,
resolveado-se :
E' ao Sr. Stephan Rouval que deve
perguntar.
Carmen langou un olhar terrivel ao pi-
rata.
E como a despeito de todo o seu san-
Concluirei, Sr. presidente, declarando
que neg meu voto mogSo, e repetire que
da sua approvagSo nSo resultar despres
tigio para o governo, mas parir-o Senado.
(NSo apoiados, apoiados e muito bem.)
O Sr. Ignacio Martins : -Como agora.
O Sr. Correia: Os ministros, aceitan-
do agora este convite, renunciariara os
cargos, sendo forjados a declarar que se
apartaram do seu dever.
Qual o convite ? Que o governo declare
sem effeito avisos qua expediu.
Mas v3 qua contestaos ao governo o di-
reito de expedir esses avisos, como julgaes
que elle tem o de declaral-08 sem effeito '<
Pois nSo c o mes no direito ?
O que maia se peda ? Quo deixa aos
tribanaes fixar o verdadeiro sentido da lei de
28 de Setcmbro, em relagSo s formalida-
des da matricula e a seus effeitos.
Acaso, si os avisoa subaiatirem, fica o
poder judiciario privado em alguma couaa
de sua competencia 1 Pode se sustentar
que esses avisos do governo alteram ou
modificam em algura ponto as attribuijSes
do poder judiciario ?
Nao comprehendo tambem esta parte da
mogSo.
Si o Senado nSo aceital-a, fica o poder
judiciario inhibido de proferir as decisSa?
que lhe competem?
A mogSo diz qua se convide o governo
para quo deixe o poder judiciaria exarcer
suas attribuig3?s. Nacessita, porm, esse
poder do consenso do governo para fazer
aquillo qua a lei lhe permitte ou ordena ?
Accrescenta a mogSo alguma cousa na
competencia do poder judicial ? E regu-
lar qao o Sonado oonvide o governo a dei-
xar que e poder judiciario seja o que ?
exerga suas attribuigSes T Pois isto o
quo se proprSa que o Senado diga ao go-
oo no seu convite, que nSo tem alcance
algura pelo que respeita aos pontos na mo-
gSo especificados.
O que vale a manifestagSo da opiniSo
da maioria dos senadores ? A declaragSo
de qae, si fossem ministros da agricultura,
nSo expediran! os avisos de 20 e 22 do
mez passado
Mas, os nobres senadoras ten muitos
meios de declarar que, s se achassem na
posigSo do distincto deputado pela provin-
approvada a. mogSo, que oSo pode aceitar o
convite feto em noma do Senado, o que se
ter adiantado, o qm ao ter gaaho para
a causa da liberdade ?
Esta mogSo, portanto, nSo poda ter al-
cance algn, a nao ser considerada mo-
gSo do deaconfianga. Mas, assim crasi-
derada, estamos no terreno escorregado, no
terreno cheio do eseabroaidado em que o
Senado nSo podo penetrar
NSo cabo a una caara vitalicia, con-
stituida como o Senado, collocar se na
posigSo que resuita da negagSo de con
fiauga ao ministerio.
EntSo, dado o caso de que elle nSo 8e
retire, teria o Senado de tera3ar-lhe oa
meios necessarios aduiniatragSo publica.
Maa tal proce iinento nSo pode ter uma
corporagSo de numero fixo, o em que nSo
se dSo vagas senSo pela morte.
Na Inglaterra ha recurso de augmentar
o numero dos pares ; pode evitar-so a col-
lisSo entro a cmara dos lords ea do3 com-
muns, apoiando -ata ao governo.
Temos este recarso ? Una maioria qu">
vota no Senado una raocSo de desconfian-
ga, cono esta, em que posigSo se collona?
O Sr. Siqueira Mandes : Voto que
pertence Cmara dos Deputados.
O Sr. Correia: E o governo o que
pode fazer senSo appela'- para a Caara
dos Deputados, que onde tem lugar a
accusago dos ministros, e que ha de con-
ceder-lhes bil de indemnidade, si, susten
tadora do governo, o Senado forgalo a
sabir da rbita legal.
O Sr. Affonso Celso : ~V. Exc. est
respondendo a si mesmo.
O Sr. Correia : NSo estou responden-
do a mim mesmo, porque eata 8oIugSo
a votagSo desta mogSo de confianga; que-
ro, porm, que conato dos Annaes: l.,
que oppuz-me tenazmente a que o Senado
enverede por caminho inconveniente e pe-
rigoso ; 2.*, que julgo nSo ser conforme
ConstituigSo a sua intervengSo neste caso;
3., qae mogSo desta ordem nSo pie ter
o effeito de fazr retirar o ministerio, ainda
que approvada por "maioria que nSo seja de
occasio.
O Senado nSo so pode converter em
cmara temporaria, onde se dSo as ques-
to t do confianga, porque ha o recurso de
appellar para a nagSo.
O Senado tem bastante autoridade pro-
pria ; nSo carece invadir esphera esfranha,
levantando a resistencia, que nSo pode dei-
xar de encontrar, nao s na Caara dos
Deputados, como na opiniSo nacional.
Felizmente, os aeus amigos polticos,
quo aconpanham a nobre opposigSo, nSo o
fzem cora o animo do cstabelecer o prin-
cipio de que no Senado so podem suscitar
questSes de confianga.
O Sr. Jaguaribe : Deus nos livro.
O Sr. Correia : Refliuta o Senado e
delibere o melhor. (Muito bem, muito bem.)
nposta pelo Senado contra a ConstituigSo,
contra os principios, e contra os interesses
pblicos.
Ora, pode o Senado assurair esta papel ?
Com ello nSo sa colloca em posigSo pouco
firme, prejudicial ao prestigio de que devo
gozar ?
E nSo basta ao Senado o exercicio de
suas importantes attribuig5es ?
N08800 pas nSo praticaram assim.
O Sr. Silvera Martins: Si nos tves-
aemos de fazer a aquillo que nossos pas
fizeraro, teramos de andar ni como o pai
AdSo. (Riso.)
O Sr. Corieia : Para nos apartamos
do que a este respeito fizoram nossos pais,
preciso primeiro reformar a ConstituigSo.
Di3se hoje, m aparte, o nobre senador
pela Bahia, o Sr. Dantas, que o que se
quer mostrar que o governo sahio da
lei.
E' o que o Senado nSo pode fazer regu-
larmente por este meio. Ahi est a lei da
rosponsabilidade dos ministros, que, sendo
real o facto, sujeita o ministros a julga-
mento, que cada um dos nobres senadores
pie provocar.
Como os que ten de ser juizes anteci-
pan a sua decisSo ?
O Senado o tribunal jalgador. Toda
reserva llie prescripta. NSo pode pre-
viamente tornar-sa suspeito de parcialida-
de, nem converter o tribunal de justiga em
tribunal politico.
Admirei, pois, que o nobre senador pela
Bahia dsse semelbante aparte.
Raconhego qae qaestoes desta ordem,
embora indebitimente trazidas a esta casa,
nSo devem ser demoradas.
O Sr. Affonso Celso : Portanto vote-
O Sr. Franco de S : Sr. pre-
sidente, nSo pretendo discutir, porque o
tempo urge. (Apoiados.) NSo compre-
hendo urgencia que se v transferindo de
um para outro dia.
O Sr. Presidente : --O regiment que
manda.
O Sr. Franco de S : Manda o reg-
monto, ma3 acho desacertada esta diaposi-
gSo ; naa roinhas paiavras nSo vai censura
a V Ex'. Esta urgencia quo j vem de
hontem, nSo desejo que passe para aina-
nhS.
O Sr. Affonso Celso : E' preciso vo-
tal-a hoje.
O Sr. Franco da S : Preciso, porm,
explicar o meu voto, acudindo a appello
que nominalmente me dirigi o nobre ss-
uador por S. Paulo.
Na mogSo que se discute ha que consi-
derar a forma e a materia. A forma a
mesma que foi adoptada n'aquella memo-
ravel seasSo era que se resolveu a questSo
militar. EntSo empenhei todos os meus
esforgos para combtela, allegando qua era
contrara aos principios do rgimen parla-
mentar e s dsposgSes do regiment. Maa
os meus esforgos foram baldados. A pre-
sidencia do Senado, citando artigas do re-
mlament", declarou qua a formula era
perfeitaraente legal. O Senado, por vota-
bSo quaci unnime, decidi oue tinha sido
boa a interpretagSo dada pelo legitimo in-
terprete do regiment.
A minha opiniSo oi, portanto, vencida ;
fieou estabelecido as p'axes do governo
parlamentar do Brazil a regra de que li-
cito ao Senado formular mogSes, com o
fim de intervir directamente nos ajtos do
governo.
O Sr. Antonso Prado: V. Exc. foi
vencido e convencido.
gue trio, o bandido voltasse a cara,
Os quatro amigos olharam um para o ou-
tro.
Rouval nao estava all.
Pouguer. entSo vi 1 a porta que Ned ti-
nha fechado.
Langou-se contra ella con toda a torga.
Ella resisti.
Segundo empurrio fe! a estalar. Con o
terceiro cadeu.
Foi nesse momento que o giganie appa-
recen aos olhos de Rouval, espantado.
O pirata soltou um rjgido de raiva.
__ Miseravel entSo trahiste-me?
Deu aoo passa para atacar Hobson.
Mas, nes3a ojcsRj, JjSo, Maxiniliano
o Juliano, ensangaentadoa e rotos, entra-
ran), par sua vez, na salj.
Sampre zombeteiro, o advocado apos-
trophou o pirata :
Ah 1 Sr Stephan Rouval, pareja que dA tasca, rrubou-a e atravessoa-a nojoe-
nSo nos esperava. lho.
O rosto do cx-banquelro exprimia sent- Com a roSo dirrlt a.Kou a
ella
comprehendeu, ou antes, adivinhou a ver
di.de atroz,
Voc o matn, rugi ella. Elle o
raatou. Ah vinganc* 1 vinganga 1
Maximiliano, por sua vez, levantou a
voz.
Vamos vingal-a, Carmen, vingando-
no3 tambara. Soa a ultima hora desse
scelerado.
Um riso silencioso Siporou os labios de
Laronza.
Pansas que sin, Maximiliano Ar-
band ? disse em tom da soberana insolen
cia.
Uma idea, idea iuferoal, idea suprema
c'e salvagXo tinha-lbe brotado na mente.
EntSo, sem que nioguem pravisse ou po-
desse evitar a aua aggro3sSo, correu para
Carmen, segurou lhe o brago e, arrastan
do-a para a porta qae Java para o quintal
mento3 diversos.
O odio, a raiva, a hunilhagSo, o deses-
pero li:.m-se all. ,
Ao seu lado, Carmen estara tomada de
espanto, tinha os olho3 titos em Maxim-
liaoo.
Darmailly continuoa 03 seus motejes.
Parece-meque pas^aram os seu3 bel-
!oj das ; entretanto, fciioito-o pela vontu
ra qae lhe reata : a menina Clanos o con-
sola dos seas infortunios, consolndose
com o sonhor da morte de sea pai.
Oavindo estas palavras, a hespanhola foi
abalada por um calofri.
faca amea-
ir
gedora sobre o peito d noga.
Sa derem um pfct,o, se fizerem um
raovinento, est elle com tal rasolucj%..qae os qcatro ami-
gos e Nad pararATi ao .aesmo tempo.
Atrava do ruido da-. respiragSS preci
Ipitada8, o pirata as suas condicfos
aos ciaco honens, que.julgavam tl-o se-
guro.
__ Covardo rugi Arband, dou-te a
minha palavra de honra que nSo te eutre-
gare ao carrrasco e que me baterei comti-
go corpa a corpo.
Riuval deu urna raaJa cynica.
Obrigado, doutor, nSo quero correr
eBse risco.
EntSo que queres ? pergantoa Dar-
oailly.
S isto : Vou abrir esta porta. HSo
de deixar me sahir. Quando eaestiverf
ra, poderSo aegair-me, se quizerem. Is-
to por sua conta.
Ned tremia. O perigo de Carmen oea-
louqaecia. Olbava para a hespanhola des-
maiada sob o ferro do pirata.
S isso? parguntou Juliano.
S isso, responieu Laronza, sem mu
dar de posigSo.
Hoave um silencio lgubre.
Os quatro amigos consultavam-se com o
olhar.
Afinal, Maximiliano Arband disse :
Larga essa mulhar e vai te. Aiada
havemos de nos encontrar.
Quando qaizer, doutor, respondea o
assassino.
Eatendeu a mSo para o trinco da porta,
sustendo Carmen com um s brago.
Ned deu um passo pra avangar. Foi
retido por Pouliguen.
Elle tem a nossa palavra, disse o ma-
rinhero.
Laronza abri lentamente a porta. De-
pois, largando Carmen, ainda dosfallecida,
no chSo, langou uma injuria ao auiericano.
Meu velbo Ned, se algum da te p
Ibo, esfolo-te vivo. Entretanto, vai aman
do a tua bella. Ella s tem algunas horas
de vida,%bebeu eupborba.
Dizando isso, o bandido puxoa a porta
cora violencia e fechando a chave pelo
lado de fra, desappareaeu.
Ned, entao, correu para a infeliz Car-
men.
Auxiliada por Maximiliano levantou-se.
Que vamos fazer ? perguatoa Dar
mailly.
Persegui-lo, rugi o Americano. NSo
ouvio as suas polavras ? Elle envenou esta
raulher.
Sim, insisti J0S0. Cumprimos a
nossa palavra e temos o direito de correr
atrs delle.
J o marinbeiro tinha feito voar a porta
em estilbagos.
Os cinco homens, dous levando Carmen,
correram pelo jardim em direeglo praia.
Pouliguen parou, e oleando para Nei e
Arband, que sastinham a infeliz moga, di
rigio-se a ellas.
Sr. doutor, d-me a pequen. Eu
s posso carregal-a. V adianto.
E sam esparar reeposta, p5z no seu hom
bro de gigaate, o corpo inerte.
mos.
O Sr. Correia
NSo quero, retardar
O Sr. Franco de S : NSo fui con-
vencido, e ainda hoja declaro que esta pra-
xe nSo boa.
O Sr. Correia : Apoiado.
O Sr. Franco de S : Declaro que si,
porventura, se quizar por acto claro e po-
sitivo revogar essa nova regra regimental,
darei para isso o meu voto. Mas nSo se-
ria esse o effeito da votagSo que rejeitasse
esta mogSo; nSo ficaria alterada a regra
firmada por aquelle precedente ; dir-se-hia
a todo tempo que s se quiz rejeitar a
materia contida na mogSo. NSo se ple
admitir que a mesma formula seja aceita
com agodamento. discutida e votada no
mesmo da, quando for agradavel ao go-
verno ; demorada e repellda desde que
pode trazer ao governo desagrado.
(Continua)
JoSo e Darmailly j tinbam chegado
beira mar. A mar baixava.
Ne38e momento brilhou uma luz branca
a seis amarras de distancia.
Essa luz raovia-sa. Una barca sahia
do porto.
JoSo chamou os amig03 e indicando a
loa :
Aposto a cabaga qae elle que foge
por all.
A chamma resplandeceu bruscamente ;
a despeito da distancia, 03 cinco homens
parecern reconhecer Laronza.
O bandido nSo estava s. A vista exer-
citada deTreguern descobrio com elle maia
quatro homens de ar ainistro, que nSo eram
senSo marinheros da equ;pagera do yacht.
Um desses honens era um raalaio de esta-
tura enorme.
Maximiliano e Nad o reconheceram.
Era um antigo carrasco. Fgido das ga-
les da Australia, onde tinha por tarefa cas-
tigar e at executar os convictos, seus se-
melhantes, foi resolhido por Laronza que
s quera recrutar gente dessa tempera.
Por causa da sua ferocidade, James,
Harry e os seus companheiros tinham-lhe
posto a alcunha deDegollador.
__ Foi esse nome que grtaram ao mes
mn tempo o yankae e o doutor.
Essa grito foi acompauhado de um ru-
gido de Pouliguen.
Elles cinca, Sr. capitSo, o vejo relu-
zir canos de revolver.
O marinheiro, possaido de raiva, sacu-
da o corpo de Carmen.
NSo lorgues a mulher, Piarrick, re-
plicou Treguero, havemos de apanhal os.
Dizando isto, o tenenta qaeria impedir
qua os seus companheiros desanimasaem.
Elle, porm, tinha perdido quasi toda a
esperanga de alcangar Jo& Laronza e a
sua ganta.
Era, com effaito, um cutter de coberta
a embarcacSo em que e3tava o pirata. la
com vento quasi em popa 11 devia, por con-
soquencia, cuegar rpidamente ao yacht,
cujos phares vermelho, varde e branco,
viam-se na distancia de tres aiilhas-
Pela rmagSo da embarcagSo, Maximi-
liano e Nid tamben coraprehenderam que
seria difficil alcangar Laronza.
Abrandaram o passo o esperaram que
Treguero, Darmailly e Pouliguen chegas-
aem dUtancia do poderem conversar.
EntSo, foi Darmaly o primeiro a di-
zer, creioque ainda desta vez o Sr. Jos
Liroaza prega-nos uma pega das suas.
Assim o creio, intorrompeu o yan-
kae. Mi tudo anda ni o est perdido
E preciso que
contentou-se
Arband car-
pareca ter
Laronza est condemnado.
morra, e que eu o mato.
E dirigndo-se a JoSo de Treguern :
Ainda temos tempo, Sr. capitSo. Em
uma enseada borste est um navio de
pesca pronpto para partir. Compremol-o
e cortemos a proa ao cutter.
__ Qaeira Deus I exclamou Maximilia-
no, que tomou Carman do marujo, dizen-
do a este que correase at a enseada e se
apoderasse da embarcagSo.
Eotretanto, Treguern responda ao yan-
kee :
Se o tratante nSo fizer alguna ma-
nobra falsa, o qua muito duvidoso, nSo o
apanharemos. *NSo qualquer barco que
alcance un cutter bolina.
Jos est amaldigoado,
o yankae com replicar.
E aegaio Pouliguen.
Os tres amigos o imitaran,
regando Carmen, que a vida
deixado de uma vez.
Em menos de cinco minutos chegaram
ao navio de pesca. As velas estavam sol-
tas, a tripolagSo dspunha se a largar a ul-
tima amarra.
Dez mil francos para ti, gritou Pou-
liguen ao patrSo, se nos deixas o barco. E
se nSo, atiro-ta e os teus homens no mar.
Ao aspecto resoluto do g'gante, o patrSo
cedeu e emboliou os dez mil frantjos, que
lha deu Maximiliano.
Afim de desvanecer toda a suspeita,
Treguern accreseantou :
E' para ir costa ingleza, meu ve-
lho. AnanhS te restituiromos o tau barco.
O tenente nSo peosava estar dizendo a
verdada.
Com effeito, o letor ver que o barco
te ve de entrar em aguas britannicas.
A brisa tinha refrescado de repente e
obrigado o cutter a virar de borlo. Era
u.a contratempo para Laronza, porque a
mudanga da drecgSo do vento mpcdia-o
de chegar com a prmeira bordada ao yacht,
que estava de vapor f Ao mosmo tempo uma rajada espalhou
as nuven que encobriam a la, e o astro
da noite, apparecendo, descobrio a equi-
pagam do cutter preparando para mudar
de amura.
NSo podemos apanhal-o, Sr. capitSo,
resmungou o marinheiro, que tinha a mSo
na escota da vela grande e os olhos pr Jga
dos no inimigo.
O yackae tinha se ncarregado de mano-
brar a vela da pr5 e JoSo de Treguera
tomara o leme, emquanto Maximiliano e
Darmailly tantavam reanimar a infeliz Car-
men.
Maldita taraanca disse ainda o ma-
rinheiro. A remos eu andara mais de-
pressa em uma balecrs.
NSo desanimes, Piarrick, nSo desani-
mes, meu rapaz, replicou o tenente, cuj
rosto alegrou-se sbitamente. Sant'Anna
nos protege. O cutter tem de virar de
bordo e all est o guarda da pesca de Bo-
lonha, que entra no jogo.
Com effeito, nesse momento, o navio Pe-
rola, da guarda da pesca, tripolado por
um comraandante e quinze marinheros do
Estado, passava o molhe de Bolonha e, de
vento em popa, aproava para o yacht, cu-
jas manobras singulares tinhara enredado o
capitSo do porto e os vigas do pharol.
Gragas' sua marcha superior, a Perofa
achou-se logo entre o vapor e o cutter do
Laronza. Pouco lhe importava o cutter.
Era o yacht que quera reconhecer. Mas
sem o saber, o guarda da pesca, cortando
a proa do pirata, obrigava-o a afastar-sado
navio que era sua nica salvagSo. Favore-
ca, pois, o lugar qu, orgando, diminua
rpidamente a distancia que o separava da
embarcagSo dos bandidos.
Hurrah 1 hurrah I gritaram ao mes-
mo tempo Pouliguen e Ned Hobson. EstSo
seguros estSo seguros !
Os dous homens tiveram a mesma idea,
tiraram da cinta oa revolver e os punhaes
de abordagem, de que tiveram o cuidado
de muir ae quando foram tomar de assalto
a cabana em que, poacas horas antes, o pi-
rata tinha-sa refugiado.
Vamcs orgar e abordar pela proa, dip
ae framente Treguern.
E accresuentou no tom secco do edm-'
mando :
A' voz de arria tudo, estejan prom.-
ptos, rapazes. Agarrem os ovens do cut-
ter e saltera a bordo. NSo fagam fogo se-
nSo na ultima extremidade, para nSo cha-
mar atteogao do guarda da pesca.
A lata ser terrivel, arriscou Dar-
mailly, e se temos do nos contentar com
arma branca, podemos ficar debaixo.
NSo tenha receio, Sr. advogado, cb-
ssrvou o marinheiro. O Sr. capitSo e eu
3\bemos o que a abordagem. Logo no
principio com esta bimbarra, eu quebr
tres cabegas e arrebento as adrigas.
E o valente Piarrick. desenvendo o sea
plano de ataque, mostrava um pedago da
e um hornero forte cora
(Continua).
remo enorme, qae
dfficuldade monobraria.

*V
I

\
1
*

Typ. do Diario ra Doq de SfcxtM o. t.
Ljpn
T


Full Text
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