Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17493


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Full Text
I I

^B
asno un MiEr ;m

*
>
PARA A CAPITAL B UTOAI^* ONDIS SAO *iS PAO A PORTE
Por teas aaezee ariantados............... 6 Por seis ditos dem.......... ...... i\$000
Por am anno idem................. 23<5000
Cada numero avulso, do tcesroo dia............ iJilOO
DIARIO
Proprierafc* t lanocl
TELEGRAMAS
0V150 aaiiWLAa so subi
RIO DE JANEIRO, 9 de Agosto, s i
horas e 20 minutos da tarde. (Racebido s
5 horas e 25 minutos, neja Uuha jfgcei-
tre).
Km eiao de boje da Cmara do*
Deputadoa o Or. .iflonao Celao J'i
niur. depotado por Mina teraea,
riara. de lerem bavldo liontem sra-
vea acooteclmentoa, occcaalonadoa
pela prohibirn e diaaoluco do mbb-
ting abolicionista.
O Or. Bodrlao olun. minlilro da
agrien nuru renpondeu em esalda.
aaaeararando nada ter bavldo de gra-
vldade.
O Dr. Pedro Beltro aprenenion
una requerimento, cnja dliruomiu
Ucau adiada por lia tr pedido a pa-
tarra oulro depotado, pedlndo In-
rormacoe ubre algumaii privftea
bavldaa em .\azareib e na Victo-
ria.
Wa meama Cmara fot boje appro-
tado em 1.a diacuaao o projecto.
apreaentado pelo Or. Rodrigo Sil-
va, reformando a le eleltoral ni
parte relativa a eleleo don depu-
tadoa provlnclaea e vereadorea pa-
ra que eata eleleo ae faca por voto
incompleto.
uma combastio qu- se opera em todos os poo'os
do organismo, c mbustio cajos elemeatoB teem por
vehculo o sangue arterial e cuj 13 productos sao
trasiddb para exterior pelo sanirud venoso.
Respiracio pela pelleA pelle do homem, bem
como a dos outros tuimaes que a teem nua, cffj
rece uma certa analoga com o pulmo, aob o pon-
to de vista das trocas com o ar exterior. Como uo
pulmao, o sangue circula nella por uma rede vas-
cular muito abundante e co^tendo gazes ; estes
es'io em contacto mediato com a atmosphera atra-
Vrs da pelle. ,
Q^ihi resujta a ahida de j.cido ujrbouico ejje
vap ... uBcrtieies que estio em contacto com a atinosphe-
Ha poieyjio horneen e rm inultos animaes, uat,\
lespintr^U aupplemeiitir pela pelle.
Mis a pelle do homem tem uma derine mais es-
pessa do que a das membranas mucosas c alin
disso, coberta de tim epithelio consistente que li-
mita consideravelmente a passagem dos gnzes.
Apezar aisso, porm, se a passagem do acido
carbnico pela pelle do homem insignificante, nio
se p 'de dizer o mesmo da do vapor do agua. Esta
bastante abundante e excede a quantidade que
exhalada pelos pulmoes sem fallarmos da ngua
que passa atravrz da pelle no estado liquido,
constituindo o suor, mas contando lmente a que a
atravessa no estado de vapor invisivel. Essa pas-
sagem de vapor de agua desigaada sob o nome
de tranepiracio insensivel.
'?-v-i.-
Si
4tfaMattt
a7iS
MADRID, 8 de Agosto.
O Sr, Baiagaer.Jmlnlatro daa caa-
nlas, pedio a saa demlsso.
RIO DE JANEIRO, 9 de Agosto, s 5
horas e 30 minutos da tarde.
.%o Correr de ama dlsensao no
Senado o Exm. Sr. conselbelro Met-
ra de Vaaconcelloa pedio ao Exm.
Sr. Barao de Coieglpe explicacaea so-
bre o naufragio do paquete RIO APA.
S- Exc. o Sr. Barao de Coteglpe de-
clarou que eaperava o resultado da
devassa aflm de dar as explicacaea
pedidas.
PARS, 9 de Agosto.
Na Cmara dos Deputadoa come-
coa a dlacoaao em p rlmelra leitura.
do orcamenlo do Mlnlaterlo da %rl -
cultura.
Afpati. Havae, dual
9*ie Agosto da l&t.
em I'einam&Uo,
NSTRCClO POPULAR
<>A
mmm abiaia
{Emlrt hido)
BIBLIOTHKCA DO POVO K DAS K3UOLA8
PRIMEIRA PARTE
FUNCCOEM BE MTHIVu
[RESPiaAcZo
( Continuarao )
Alm dtssa exhalacaode acido carbnico o san-
'ue venoso, transformando-se em arterial, abando-
na anda urna pequea quantidade de azote, e uma
poreio de vapor de agua, esmo j dissemos.
Os actos chimicos da respiracio resumem se, pois
na seguinte formula : -ama absorpcio e uma ex-
halacio, em resultado das qaaea o sangue, legado
ao contacto com o ar no apparelho respiratorio,
dissolve oxygineo e abandona acido earbonico, azote
t agua.
Theoria de respiracio O chimieo francs La-
voisier, que foi quem o fim do scalo passado des-
cubri aquella aba rp;io a aquella exhalacao com-
paran este pbenomeno com nma verdadeira com-
bustao em qne o oxygenio do ar se combinava di-
rectamente, e nos proprios pulmes, com o carbo-
nio proveniente do sangue venoso.
Esta t be->ria te ve curso geral entre os physiolo
distas ; n h je sbe-aenio ser a verdadeira, pois
que est demonstrado que o acido carbnico existe
j formado 00 saugue venoso e qne nos puln?S s
apenas se exhala, eaiqnanto o oxygenio dissolvi-
lo no sangue, restitnindo-lhe as suas qualidaJes
reconstitaintes.
Todos os pbysiologistas admittem baje qne o
acido carbnico existente no sangue venoso o
resultado de ama combastao, a qual nao se effectaa
nos palmoes, mas sim incessantemente em todos
os pontos do corpo, no amago de todos os orgos,
entretendo all o calor e a vida.
Assim, o oxygenio inspirado, absorvido e dissol
vido no sangio arterial, vai at aos vasos capilla-
res, onde se combina com o carbonio qne lbe f >rne-
cem todos os tecidos vivos ; e o acido carbnico
preveniente desea eombustao tambem all dissol-
vido pelo sangue venoso, que o leva ao apparelho
respiratorio para o exhalar para a atmosphera e
substitu I-o por oxygenio, neoessaoio para novas
combusto s.
ladependentemente do acido carbnico, o sangue
v, 1080 abandona nos pulmoes uma grande quanti-
dade de vapor de goa. Os physiologistas expli
cam a ba formacio. como passndo-se tambem n
amago dos tocidoa, onde o oxygenio levado pelo
sangue arterial queima hydrogenio qne Ihe for-
necido pelos meemos tecidos. Esta combustij de
hydrogenio, como a do carbonio, effectua-ae em
lodosos pontos do sysfema espillar.
A respiracio nio pois, ira osa mais do qne
ASSlMlLiCiO
' a assmilacao o fim ultimo das diversas func-
coes que ate aqu temos estadado. E' p>r ella
que as substancias nutritivas, absorvidas e (anea-
das na trrente da circulaco, vio introduzir-se na
espessura dos tecidos e orgaoisar-se em materia
viva.
Nada ao certo se sabe quanto ao modo pelo qual
a assmilacao se opera ; nao se conhece nem o modo
pelo qual os materiaes nutritivos se libertan) do
inttriordos vasos sanguneos, para irem fixar-se
na substancia dos Ucidos visiohos.
Sabe-ae apenas que a parte liquida do sangue,
tendo em dissolucao albmina e fibrina, atravessa
as paredes dos vasos capillares, derrama-se na es-
pessura dos orgos e, depois de ter all deposto os
elementos reparadores, i recebidapelos vssoa lym-
phaticos que a recooduzem para o interior do ap-
parelho da circulaci* sangunea. Mas ignorase
completan ente a razio pela qual um tecido forma-
do essencialmente de fibrina nao se apropria,
uaquelle liquido nutritvo, seno da fibrina, em-
quantooutru, formado principalmente de albmina,
colbe delle especialmente a albmina,ou outro,
em coja estructura entram saes calcreos, se apro-
pria destes saes.
Igualmente se ignora o mecbanismo pelo qual
as molculas nutritivas, asaim depostas no seio dos
tecidos, se agrupam de modo que conatituem, em
cada lugar do organismo, um tecido de textura
determinada, e uo sen coujuncto revestem formas
constantes. A razio pela qual o liquido nutritivo,
que em todos os pontos do organismo tem uma
cump-isicio uniforme, val n'uns pontos formar mus-
culos, n'outros ervo, n'oatros osso, u'outros car ti
lagein, n'outros membrana, etc., um problema in-
timamente ligado aos segredos ntimos da vida or -
ganica, e p> ra o qual a sciencia anda nio conse-
guio, nem provaveimente conseguir tio cedo,
achar solncAo.
0 trabaibo da assimillaco tem o sea msximo
grao de actividade na primeiros periodos da exis-
tencia quando o corpo est a crescer. Na iiade
adulta diiniuue de lulensidade, e a sua accao iimi-
ta-se a reparar as perdas iaceasantei que o movi-
mento vital taz soffrer aos orgos.
, (Continua)
ac'
.0 Qymnasio
iot
ARTE (imCiAi.
Soverae da provincia
XPEDIEMTE DO DIA ti DE JDLHO DE 1887
Acto:
presidente da provincia attendendo ao que
requeren o cscripturario da Recebedoria Pro-
vmcial, bacnarel Alexandre Bernardino de Figuei-
redo li-is e Silva, resolve conceder Ihe trinta das
de liceoca a cootar de 18 do correte, com os ven-
cimentos a que tiver direito, para tratar de sua
sade.
Oficies:
Ao inspector da Thesourasia de Fazenda.
Mande V. a. pagar os vencimentos a que tiver
direito o bacharel Helvecio de Carvalho Gomes
Quimares, Dromotor publieo da comarca de Ca-
brob, a contar de 9 de l>eaembro do anno prximo
passado, em que o referido promotor assumiu o
respectivo exercicio, a que alinde essa Thesoura
ria em offieio de 28 de Maio ultimo e 12 do cor-
rente ns. 316 e 446.
Para os tina convenientes, remetto-lhe os docu-
mentos exhibidos pelo funecionario da que se
trata.Commonicou-se aj promotor publico da
comarca de Oabrob bacharel Helvecio de Carva-
lho (i mea Cuimares.
Ao mesmo. Nos termos do aviso d# 19 de
Agosto de 1853, n. 191, a que se refere o de 3 de
Agosto d- 1883, excedidos pelo Ministerio da
Guerra, uiu.i Je V. 6. pagtr a quautia de 15/840
proveniente dos aenterraaientoS de 4 praess que
falleceram na Enfermara Militar, conforme se v
da con ta junta em duplicado sobres que essa
Tbesouraria prestou nitormagio em oficio de 20
de Junho ultimo, n. 38 J; sendo razia de 3/960
cada um dos ditos enterrameatos, viste, que scha-se
devidamente aasignada aquella conta.Commuai-
cou-se ao commandante das armas.
Ao mesmo.Em addttatueato ao meu oficio
de 19 do corrate, sirv*-se V. S. de mandar pagar
a Jos Alveajdo Prado a quantia de 900/000 im-
portancia da escrava Sopbrooia, libertada ao mu-
nicipio de Iguarass por conta da 7* qnota do
fundo de einaucipaC/o, estando em teimot.Com-
municou-se ao Dr. juis de direito de orpbios da
coaarca de Ignarasa.
Ao mesmoA' vista do art. 3 do regula-
mento a. 9517 de 14 de Novembro de I8d5, que
estabelece os valores mximos dos matriaulaados,
irva-se V. S. de mandar redusir o de 90J/000
dado escravi matriculada no municipio de Nasa-
reth sob n. 14.
Ao Or. juiz do direito de orphioe da comar-
ca do Recite.Sirva-ee V. S. de informar sobre
o assumpto de informacio do Rvdm. director da
Colonia Orphanotogica Isabel, a respeito dos re-
querimentos e mais requenmentos aunexos pre-
dica lutormacao.
Ao Dr iusp*ctor da Saude do Porto.Para
os fias convelientes, transmiti a V. 8. a copia
ioclaaa da ciical r jdo M'mecerlo, do Imperio de
11 do correte m>'S, a respeiiodo reapparecimento
do cholera m i bu I em Catania na Sicilia
Ao commaudante superior da uarda Nacio-
nal da comarca da Victoria.-Fieo inteirsdo pelo
oficio de 18 do correte de haver V. 8. assumido
na mesma data o cammando superior da Guarda
Nacional dessa comarca.
Ao iBSpector do Theeouro Provincial.Es-
tando devidamente liquidada a divida, autoriso
Vmc. de accardo coma informacio de 19 docorren-
te, n. 737 a mandar pagar a He.iriqae Das Parias
ex-guarda da Casa de Oetencio, a quaucia de... .
164/000, proveniente de vencimaotos, visto ter a
le u. 1898 decretado o alludido p.gamonto.
Ao mesmo.Por oficio le 11 do errrente, n.
714, inform u Vmc. a esta presidencia qne por por-
tara de 23 de Outubro de 1886 den conhecimento
ao Colleccor de Tacarat de haver sido translorida
a sede da collectora para o povaado de Jatob,
ordenando-lbe que providenciasse jpo sentido de
ter lugar a malanca.
Nio havendo cortesa dessa mndanca, pois qae
nio foi ella communiada a essa inspectora, segu
fll.1 'I
do consta do mencinalo oficio, mister (|ue Vmc.
me esclareca a esae reapefoj? devendo ao caso de
qae o dito coector uli tenbacaajMwa aliudida
ord.m, propor jucm o subatitua ei Jtob.
Ao mesmo.De accordo'scn a sua informa-
co n. 720 de 13 do conente, aajhriso Vme. a m in-
dar pagar a quantia de 1:65BK654, importancia
das mensalidades dos alumnos MBSionistas da pro
vincia relativos ao trimestre de JrWtl a Junbo des
te anno, de que trata a inclusa
aposentada pelo regedor ioteri
Peroambucano.Commuuicou-se ao regedor
Vio do Gymnasio Pernambucano.
Ao mesmo. De accordo com a iuformicio
por Vmc. prestada rm 15 do corrente, n. 731, au-
toriso o pagamento da quantia de 489/000, impor-
tancia de concertos eTectuados na canalisaco e
de custo os differentes objectos precisos illumma-
cao a gaz do quartel do corpo lie polica, a que se
refere a conta junta. Communicou-se ao director
geral daa Obras Publicas.
Ao mesm".Dd accordo com a inform iy io de
Vme. de 13 do orrente, n. 721, autoiiso o paga-
mento da quantia de 136/800, proveniente do dia-
rias fornecidas a dous aentenciadoa, que no quar-
tel do corpo de polica tazem e servico de linpesa,
relativamente ao semestre finio em Junbo ultimo,
conforme a foiha inclusa.Communicou-se ao com-
mandante do corpo de polica.
Ao mesmo-Deferindo, de accordo com a in-
form icio do fiscal dacompanbia Recfe Drainage,
de hontem datada, o requerimento de Antonio
Goncalves de Azevedo, determinei boje qne um dos
apparelho* do sobrad de um a-idar, n. 85, do Caes
do Apollo, sejs collocado no 3- andar do de n. 62,
da ra do Mrquez de Olioda, ambos de proprieda-
de do snpplicante, visto que aquelle predio de-
pendencia do estabelecimenta commercial que elle
tem no pavimento terreo deste.
Mutatis mutandie ao fiscal da Companbia Re-
cite Drainage.
Ao procurador fiscal interino dos Fe-itos da
Fazenda Geral.Sirva-se Vmc. de informar so-
bre o assumpto da oficio n. 245 de 28 de Abril
ultimo, em qne a Santa Casa de Misericordia do
Recife pide antorisaco psra vender a Ilha do No-
gueira.Remeti as mformacoes de 5 e 18 de
Maio e 20 do corrente prestadas a respeito pelo
fiscal da Fazenda Provincial, eogenheiro director
das obras de conservacio dos portos e inspector de
Saude do Porto, a, tambem um requerimento de
Carlos Jos de Medeiros.
Ao inspector geral da Instruceao Publica.
Sirva-ae Vmc. de informar, com urgencia, sobre o
assumpto dos documentos juntos, relativos as re-
presentarles feitaa pelo respectivo delegado litte-
rario contra os ex-professores contractados de
Serra Branca.
Ao director geral de Obras Pnblicss. At-
tendendo ao qne requeren a Sociedade de Artistas
Mechanic-s e Liberaes, autorisada pela lei n.
1,856 de de Agosto de 1885, a desapropriar o
terreno com seis pequeas casas, existentes do lado
sui do edificio do Lyceo de Artes e Oficios, para
eatabeecimento de oficinas e aulas praticas, an-
nexas ao mesmo Lycen remeti a Vme. a planta
respectiva, approvada pela Cmara Municipal do
Recife, afin de qne seja examinada pelos inicies
sados, que devero ser chamados, por editaes
para, no praso de dous meses apreaentarem as
reclamares que tiverem, sob pena da proceder se
a arbitramento para indemnisacio, na forma da
lei ii. 129 de 2 de Maio de i844.
Portaras :
Concedo a autojisacio solicitada pela C-
mara Municipal do Recife, afin de despender a
quantia de 1:338/149 pelo modo indicado no sen
oficio n. 53 de 28 de Jnnho, com a factura de
um muro e a desapropriacio do terreno necessario
para o alargamento da travesea do Padre Ingles ;
com tanto qne aquella despeza nio exceda o cie-
dito consignado pelo art. 2- 14 n. 9 da lei n.
1,832, de 10 de Setembro de 1886.
Devolvo a planta, qne acompanbon o predico of-
fieio.
Usando da autorisacio conferida pelo art.
96 nico da lei n. 1,221 de 21 de Juuho de
1875, autoriso Cmara Municipal de Floresta a
abrir um crdito extraordinarie na importancia de
40/, a fim de occorrer no exercicio financeiro vi-
gente as despesas com o toroecimento d'agua e
luz para a cadeia da villa.
Assim don solucio aos cfficios, que a mesma
Cmara dirigime em 14 de Outubro do anno
passado e i de Marco ultimo- Communicou-se
ao 1 secretario da Assembla Legislativa Pro-
vincial.
O Sr. agente da Companbia Brasileira de
Navegacio faca transportar a corte, por conta do
Ministerio da Marinha, os aprendizea marinheiros,
constantes da inclusa relacio nominal, asaignada
pelo secretario da presidencia, os quaea stgaem
para alli, a disposicio do Quartel General da Ma-
rinha, acomponbados do 2* sargento mencionado
nadita relacio. Communicou-se ao comman-
dante da escola de aprendizea marinheiros.
EXPEDIENTE DO DB. SECRETARIO
Oficio :
Ao inspector do Thesouro Provincial. De
ord-m de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
eelaro a V. S. sem solacio de sen oficio n. 740,
de 19 do correte mez, que tendo sido aceitos pelo
conselbos de compras do Corpo de Polica, os ar-
tigos de tardamente cujas amestras devolvo, cor-
respondente as prestscoes de qne trata o termo
anoexo por capia ao citado ifficio, podem os mea-
mos artigos ser recibidos definitivamente. Com-
municou-se ao commandante do Cerpo de Polica.
-r- Ao director da Colonia Orphanologica lea-
bel.S. Exc. o Sr. presidenta da provincia deu
boje o destino conveniente ao requerimento que
acompanbon o oficio de V- Rvma., de 19 do cor-
rente .
BXPBDIBara DO DI* 23 DB JOT.HO d 1887
Actos:
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeri-u Maximano Hennqne da Silva Santiago,
apontador de 1" clase, extincto, da repaitici
das Obras Publicas, e tendo em vista o resui*
lado da inapt-cfio medica, a qne foi o snppticante
subo,ettidn, resolve m poseo tal o no dito lagar, aa
forma do | 3' do art. 9- da lein. 1894de 30 de
Abril e art. 15# do Regulamento de 20 de Jnnho
ulti no, com os vmcimeutos a qne tiver direito.
O presidente da provincia, attendendo ao que
reqnereu o promotor de capellas e residuos e cu
rador geral de ausentes da comarca desla capital,
bacharel Joflo de S e Alboquerqne, resolve con-
ceder-lbe tres mezes de leenva, em \ista d> aviso
circular d 29 de utnbro de 1885, para tratar da
sande de pea.oa de ana familia ; devendo o peti-
cionario eDtrar no gozo da referida liceoca no
prazo de 45 dias. Communicuu ae ao interesan-
do e ao Dr jais de direito de provedona de ca-
pellas e residuos da comarca do Recite.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requ'T- u o juis de direito do comarca de
Floresta, bacharel Arooncio Pereira da Silva, re-
solve conceder ihe tres uieaea de liceoca com os
vencimentos a que tiver direito, para tratar de
sna saude, devendo entrar no goao da referida li
cenca n> praso de 45 das.
0 presidente Jt provincia resolvs, de con-
formidade com a pn posta do commandante do
corpo de pol.cia em offieio de 14 d corrente mes
n. 7035, promover ao posto de lente da 4* com-
panbia, vago pelo laliecimento de Antonio Cor-
deiro Cavalcante, oaifers Liurenei G mcalves
de Asevedo, para este ultimo p sto T< burtiuo
Jos de Oiveira Communicn se ao Th -sonro
Provincial e ao commandante do corpo.
O presidente da provincia, resolve, de con-
formidadfl com a proposta do Dr. caefe de polica
em i flk-io de 21 do corrente mes, n. 634. ooraear
PUI-e 10 2 AGOSTO US 1381
PAR' DEITIMfE FOHLA DA inoVI1CIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
13J50C
200000
270.OC
0100
ra bt J^ria i Shi
m
ie saja
e 3- suppientes do mesmt delegado,
B' e 3- Pedro de Aranjo Albuquerque,
us Pereira d 5 Freitas c o cidadio
dre C>rreia de Mello, na ordem em
m collocados.
iai r "ur v. tic
, -Arirese-ito a vT^Ex
ros,
os asi
Jos
Jos A
que se
Oficio* :
Ao aresidente da provincia do Piauhy, Dr.
Francisco Jos Viveirns de Castro.Pelo oficio,
a que nenoondo de 6 do corrente mez, fio iutei-
nominal ralo dgJlAVer V. Exc. na moiroi data, prestado
ido o exercicio do cargo do
iviucia. *
. 'Aprese.ito a^. Ex,c. meus protestos de estima
e considerac-io.
Ao commandante daa armas.Sirva-se V.
Exc. informar sobro o pedido, aqui junto, de me
dionnenros e. diversos artigos para a pharmacia
do presidio de Fernando de Noronhn, declarando
quaea os que podem ser farnecid.s pela ptnrma-
cia da enformaria militar.
Ao mesmo.Em resposta ao offieio n. 272
de 21 de Maio ultima, declaro a V. Exc, para
sen couliecimunto, que, segundo consta do aviso
o ministerio da guerra, de 11 do corrente, foram
na mesma data expelidas as neceasarias ordena
para que venha para eata provincia, afim Je en
carregar se da respectiva pharmacia militar, um
dos pharmaceuticoa do corpo de saude do exercito
que se acham na guarnicio da Babia.
Ao inspector da Theseuraris de Fazenda.
Estando estabelecidos pelo art. 3* do regulamento
u 9,517, de 14 de Novembro de 1885, os valores
mximos dos iuatriculandos,sirva-se V. S. de man
dar reduzir o de 90 '/ dado ao escravo Flix, de 34
annos de idade, matriculado no municipio de Na-
zaretb, sob n. 908.
Ao mesmo.Remetto a V. S., par* os devi-
dos fina, copia do aviso expedido pelo Ministerio
da Marinha, ra 9 do corrente, n. 1,080, a respeito
do abono de vencimentos feito aos officiaes da ar-
mada e classes anoexas, nufragos do patacho Pi-
r afama.
Ao mesmo. Tendo em vista a informaco
prstala por esaa inspectora em oficio de 15 do
corrente, n. 453, autoriso V. S, mandar pagar a
quantia de 71/700, proveniente de objectos forne-
cidoa para as balieiras da R-particio de Saledo
Porto.Commuaicou-se ao Dr. iaspector de sade
do porto.
Ao Dr. juiz de direito de orpbios da comarca
do Recife.Para poder eata presidencia approvar
na forma dos avisos da Ministerio d'Agricultura,
de 11 de Junho de 1881 e 26 de Julho de 1833, a
classificacio que, por copia acompanboa o oficio
da junta classificadora desta capital, de 14 do cor-
rente, profer o seguinte despacho:
Volte junta classificadora para declarar na
copia, quando foram constituidos os peculios, na
trma da regra 9* do aviso circular do Ministerio
da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, de
19 de Janeiro de 1883. O qne communico a V- S.
para os fias convenientes.
Ao dirodr do Arsenal de Guerra. Tendo o
tenente-coronel inspector desse Arsenal, segundo
consta de aviso do Ministerio da Guerra, de 14 do
corrente, communicado em offiiio n. 48, de 9 de
Abril ultimo, dirigido ao conselheiro ajudante-ge-
ueral, que a Thcsouraria de Fasenda tem deixado
de tomar as coutas do almoxarife do dito '.rsenal,
desda Marc de 1869, baja Vmc. de remetter aquel
la Tujsouraria, conforme determina o citado aviso,
todos os documentos de receita e despesa e os res-
petivos livros do mesmo almoxarife concernentes
aos exercicios de 1868 a 1886, para a devida pres-
tacao de contss, procedendo-se de igual modo para
com os dos exercicios seguintes, dous mezes depois
do seu encerramento, na forma do disposto nos
arts. 44 e 338 do regulamento de 19 de Oatubro
de 1872. Communicou-se a Thesouraria de Fa-
senda.
Ao Dr. juis de direito da comarca de Naza-
reth. Para ficar completamente instruido o re-
curso de graca do reo Lourenco Jos, condemnado
gales perpetuas pelo jury do termo de Nszareth
em sesaio de 14 de Setembro de 1841, convm que
Vmc. providencie no sentido de ser remedida por
certidio secretaria desea presidencia os qnesi-
tos e respostas, qne preesderam ao julgamento.
Portaras:
Respondo so oficio de 15 do corrente mes,
declarando que embora nio esteja a Cmara Mu
nicipil de Nasaretb inhibida de proceder desde j
as diligencias que julgar precisas para habililal a
a usar da antorisaco conferida pelo art. 3*, n. 22,
da lei n. 1 879 de 24 de Maio, nio poder o accor-
do de que trata a citada disposicio ser realisado
. ntes do 1* de Outubro prximo vindouro, comeco
de exercicio finauceiro, para que foi votada a re-
ferida lei.
Quanto 2a parte do predito offioio declaro qne
dando exemplo de vares ornamentos provinciaes e
municipaea de innmeras disposices que apesar
de carcter, permanente sio collocadas entre as
* disposicoea geraes dos referidos ornamentos,
aa quaes em regra vigoram aomeute durante o res-
pectivo exercicio financeiro, nio possivel dar so-
lucio consulta, sem que a cmara de modo ex-
plcito indique as disposices de lei sobre qne ver-
sarem as auas duvidas.
O Sr. agente da Companbia Brazileira de
Navegico taja transportar a Corte, por conta do
ministerio da guerra o offical c pracas constantes
da inclusa reluci nomin.il, asaignada pelo secre-
tario da presidencia, as quaes vieram da provin-
cia do Rio Grande do Norte com destino aquella
Core, e bem -ssim as dentis pessoas de familia
das referidas praoas.Communicou-se a presiden-
cia do Rio Grande do Norte e ao commandante
das armas*
EXPEDIENTE DO DB. SECRETAR!
tabellio do pub ico judicial e notas do termo do
Bonito.
Pedro Francisco Correia de Oiiveira.
EDITAL
Juizo municipal e de orphaos do termo do
Bonito
O Dr. Sebastio Ildefonso do Rcgo Barros, joiz
municipal e de orphioa do termo do Bonito,
etc etc.
Paco saber a todos que o presente edital virem,
que, de confonnidade com o decreto n. 817, d.' iitl
de Ago=to de 1851, art. 1,1, tica marcado o.praz
de 60 dias, a contar desta data, pra o concurs..
ao provimento dos oficios de escrivo privativo
de orphioa, auaentea, pepredoria, capellas e resi-
duos, e par distribnicio, do civel, crime e commer-
cio e bem assim de 1 tabelliio do publico judi-
cial e notas deste termo, creados de conformidad."
com o decreto de 30 de Janeiro de 1834 e vagos
pelo fallbcimento do respectivo serventuari:, Ser-
gio Clementino de Souto Maior e Albuquerque :
os prelendentes devero instruir suas peticoes com
os documentes seguintes, qne serio apreaentados
em original : auto de exame de suficiencia, cer-
tificado de exame de hngua portuguesa e aritb
metica, folha corrida, certidio de idade, attestado
medico de capacidade pbysica, certidio no caso
de ser menor de 30 annos, de ter satisfeito a obri-
gacio da lei n 2553 de 26 de Setembro de 1864,
procuracio especial, se requer pir procurador,
segundo o decreto n. 9120 de 28 de Abril de 1885,
art. 203
Este ser afilado no lagar do costume e publi-
cado pela imprensa na capital. Dado e passado
nesta villa do Bonito, aos 13 dias de Juiho de
1887.
Eu, Joaqun Roberto Pereira, escrivo interino
le orphaos, o escrevi.Sebastio Ildefonso do
Reg Barros.
Est conforme. Bonito, 13 de Julho de 1887.
Sebastio Ildefonso do Reg Barros.
Certifico que nesta dala affixei na porta da casa
da Cmara o edital do Sr. Dr. juiz municipal deste
termo, marcando o prazo de 60 dias, a contar de
boje, para o preenchim rito dos oficios de escri-
vo de orpbios, ausente-, provedoria, capellas e
residuos, etc., do que tudo dou f. Bonito, 13 de
Julho de 1887.O oficial de justica, servindo de
porteiro dos auditorios.Vicente Ferreira da
Silva.
ae para o lugar vago de delegado de Prsqueira o
a-' aetual 1 sapotate Andi Beserrs do Reg Bar-
Oficios :
Ao director da directora de Obras Publicas
da secretaria de Estado dos Negocios da Agricul-
tura Commercia e Obras Publicas.De ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, remetto a
V. Exc, nos termos das ordena em vigor, quatro
exemplares impressos da Falla, que o mesmo Exm,
Sr. dirigi Assembla Legislativa Provincial a
ti Marco ultimo, por occasiio de sua instala-
vio:
Ao agente da Companbia Brazileira de Na-
vegtco.De ordem do Exm. Sr. presidente da
pr. vincia aecuso o recebimento do oficio, em que
V. Exc. participa que o vapor Para > cheguo
dos portos de norte boje s 6 h iras da manbi, o se
gue para os do aul boje mesmo s 3 horas da tarde.
Ao secretario da Assembla Legislativa Pro-
vincial. De erdem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia transmitto a V. S. quareota exemplares im-
pressos da clleccio das lea desta provincia, pro-
mulgadas no corrente anno,
ao inspector do Thesouio Provincial. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
munico a V. S. para os devidos effitos que no re-
querimento do Dr Jos Jotquim de Soasa, de que
tratt o seu oficio do 19 do correte mes, sob n-
739, profenu o mesmo Exm. Sr. o despacho seg n-
te:
Sim, attendendo qne a reforma do snpplicante
foi motivada pela extineco de seu enprego, e nio
por incapacidade para continuar nelle, nio sendo
i serv co medico policial propriamente um enprego
e mpirtand> o offarecimento do snpplicante a eco-
nom a d* 1:200/ paraos cofres pblicos. Re-
metteu-se copia ao Dr, chefe de polica.
Edital :
Secretaria da Presdeneia de Pernambuco,
em 23 de Julho de 1887.2* secoio.Por esta se-
cretaria se fas publico 4e coiformidade com o art
157 do regulamento anoexo ao decreto n. 9120 de
b do Abril de 185, o ediial abaixe transcripto,
pon lo em concurso, com o praso de 60 dias, os of
ocios de escrivo privativo de orpbios. ausentes,
provedoria, capellas e residuos, e por diatribaico,
do cirel, crimo e commercio, bem assim de 1*
overno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 8 DK
ASJOSTO DB 1887
Antonio de Barros Falco.Sim, com os venci-
mentos a que tiver direito.
G raido Cosme Damiio.Sim, mediante re-
cibo.
Capitio Joio J. da Rocha.Forneca-se.
Joao Jos Riboiro de Moraes.Dirija-se ao Sr.
inspector do Thesouro Previncial a quem oficio
hoje.
Jos Joaquim da Silva Santos.Fica relevado a
multa imposta ao supplicaute pela collectora ge-
ral do Cabo.
Maooel Antonio da Silva. Informe o Sr. Dr,
chefe de polica.
Sebastio Telles de Menezes. Deferido com
offieio desta data ae brigadeiro commandante das
armas
Victor'no Jos de Soasa.Deferido.
Secretaria da. Presidencia de Pernarn
buco, 9 de Agosto de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
itepartico da folela
2 seecHo.-N. 690. Secretaria de Po-
lica de Pernarn buco, 9 de Agosto de 1887.
111 ra. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram recolhidos bem tem Casa de
DettDcao os seguintes individuos :
A ordem do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, Emygdio Jos Ferreira Lima, Joio Ber-
nardo de Barros conhecido por Joio Perigo, Jote
Ferreira dos Santos, Manoel da Lns Amaro e
Olympie Marqnes de Sanl'Anna, por distur-
bios.
A ordem do do 1 disfricto de S. Jos Luiz Jos
dos Santos, por disturbios, e Pe lro de Alcanfora ae
Sanl'Anna, conhecido por Viga.no, como indiciado
em crime de morte.
A' ordem do do 1" distncto da Boa-Vista Cosme
Damiio e Florencio Jos da Silva, por distur-
bios.
Communicoa-me o delegado do termo do Brejo
que no dia 27 do mes passado no lugar Palmeira
do mesmo termo fora preso em flagrante o indivi-
duo de nome Manoel Francisco da Costa, per ter
ferido mortalmenle com uma tacada Felippe, es-
cravo do tcnente Florencio Jos de Albuquerque
Cavalcante.
O respectivo delegado abri cobre o facto o com-
petente inquerito policial.
Participou-me o cidadio Joaquim Francisco
Torres Gallindo, ter anda n'aquelle dia assumido
o exercicio do cargo de delegado do districto de
Cimbres.
Commuoicou-mo o delegado de Canhotinho em
offieio dataio d 3 do corrente mez, ter no dia
23 de Julho nltimo e no lagar Jupy, prendido o
individuo de uoine Maneel da Silva Baiio, como cri-
minoso de morte no termo Garanhnns.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exc.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE AGOSTO DE 1887
Padre Joao lgoaeio de Albuquerque,
Miranda A Filho, Vigario Lourenjo de
Albuquerque L >yola e Joaquim Ferreira
Metto. Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Manoel Xavier Carvalho de Albuquer
que e Antonio Cardoao Ayres. Certifi
que se.
B.lbina Firmiaa da Rosa Leal e Ma
ria da Natividaie Ferr ira. Facam-se as
notas da portara de liceoca.
Arstides Honorio Bezerra ce Menezes.
Pague-se.
Jos Adolpbo de Oiiveira Lima.Como
requer, sendo esta remettida ao contencio-
so para coahecimento.
Simplicio da Cruz Ribeiro. Remettido
ao Sr. pagador para attender-se quanto Qt
possiv'-l cas fora.s da arrecadacSo da lei
n 1860.
Otfiuio do Dr. procurador dos feitos,
Rodrigo Carvalho & C e Manoel Bezerra
dos Santos. -Informe o contencioso.
B-'lmiro Alves de Carvalho Azevedo,
commendador Jos bandido de Moraes,
Fr. Jos de Santa Julia Botolho, Francia
co Carlos da Silva Fragoso, Pedro Jorge
da Silva Rimos, Antonio Pereira do Mon '
te, Antonio Vieira da C sta e offieio do
Dr. pro jurador dos feitos. -Informe o Sr.
contador.
Antonio Augusto de L;raos e JoSo Cae-
tao de Abreu. Eotregue-se a quantia
em deposito.
Recebedoria Provincial
DE8PACHOS DO DIA 9 DE AGOSTO DE 1887
Jorge Crosfiel 1 de Getis. Deferido de
accordo com as informales.
Genoveva Santina Cardoso.Deferido
com relscio ao eaercicio da lei a. 1S84,
em vista d s informales.
Joao Re poso de Souza.Indeferido em
vista des ioforraa$3e8.
Manoel Alves Guerra.A' Ia seocao
para os devidos fina.
Marcelino Lopes de C, Cesar Jnior e
Jos Francisco do Carino Informe a Ia
tecco.
Joo Z icarias da Motta. A' 1' si ccao
para os devidos fins.
Do procurador dos feitos 4, Luiz de
Franca Padilba, Lucinda Pbilomena do
Nascimento, Lourenco S. Primo, Manoel
da Cunha Brandao c Bento de Freitas
Guiraaraes.Informe a Ia seceso.
HEi'iSTA DIARIA
Telegramas* ofttelalS. Exc, o presi-
dente da provincia, dignou-se communicar nos o
seguinte telegramma, hontem recebido do Exm.
Sr. Bario le Cotegipe, presidente do conseibo :
No dia 5 noite, reunise em torru do cha-
fariz do largo da Lapa um grupo, que com os cu-
riosos nio exceden de 400 pessoas e depois de al-
guns discursos inconvenientes, dissolveu se.
No dia seguinte reuni-se tambem noite
em um theatro e n i um conflicto entre especta-
dores dispersou-se, dando ao pasear por alguma
ras gritos sediciosos. <
A polica > iuterveio para garantir.
A inunciou se pura hontem (8) uma nova ren-
niio s 4 1/2 horas da tarde em frente ao qnartel
general.
O el efe d<3 polica prohibo que fosse levada
a (Seito
" Os prom tires apresentaram-se e depois de
admoestados, retiraram-se.
<< Nio houve facto algum a lamentar.
Grande agrapamento na ra do Ouvidor,
dias ilvendo-se s 10 horas. Tudo em paz.Prt-
itdente do consdha.
tuiorldatle pulirlaea Por portara da
presidencia da provincia de 6 e proposta do Dr.
ebef de polica de 3 e 4 do corrente foram no-
meadr s:
Subdelegad) do districto de Cachoeira do termo
de S. Bento o 3 sapplente Joio Elias de Mello em
substicnicio de Jos Kodngues Jacobina, que pe-
dio exoneracio-
Par 1 anppleute do mesmo subdelegado o ci-
dadio Ricarda Francisco Teixera da Roeba ac-
tual 2* auppleate.
Para o lugar de 2* supplente que fica vago C
cidadio Maooel Simoes de Mello.
Para o lugar de 3* sapplente que fica vago por
<*aasar a subdelegado Joio Elias de Mello, o cida-
dio J s Maooel Pacheco Filho.
Para o cargo de 1 supplente do districto do Poco
Comprido do termo de Nasaretb, Maneel Bernardo
Vieira de Mello, en snbstituicio de Manoel Cle-
mentino Beserra de Menezes, qae pedio oxonera-
cio.
Solicitador da Faaenda Provincial
Por portara da presidencia de 8 do correutfl
foi nomeado de accordo com a proposta do proca-
rador dos feitos da fasenda provincial o solicita-
dor provisionado pela Relacio do districto, Rotilio
Tolentino de Figueiredo Lima para ex>.rcer i Sa-
tivamente o logar de 2 solicitador da musma Fa-
zenda, vago pelo faecimeuto de Francisco Egy-
dio de Luna Freir.
Aaaoclacao Coissitsercial Heaecen-
le K"u n i se honsem esta Associa^io em as-
sembla geral, que depois da leitura do relatorio,
approv u-o.
Em seguiaa prscedeu-se a votacio para a nova
directora, obtendo maiora de votos os Srs. :
Dr. Manoel Goor.es de Mattoa.
Jos Jsaquim Dias Femaudea.
Jos de Oiiveira Bastos.
Antonio Guedea Valente.
Jos Adolpbo de Oiiveira Lima.
Albino Narciso Maia.
Antouio Leonardo Rodrigues.
Osear Faikeiseen.
Manooi Jos da Silva Guimaries.
Julio Cesar Pues Barretto.
Joio Jos Rodrigues Mendes.
Maacel Joio de Amorim.
No da 12 devem n-unir-se os eletos para entre
si escolberem o membros da dirctoria.
Foi tambem eleita a commisbio de exame de
contas ; que ficou assim c imposta :
Antonio Marques de Amorim.
Francisco Gnrgel do Amaial.
Joaquim Alves da Fonceca.
Compaama dramtica Informara-
nos que se acha organ isaia naca eompanhia dra-
mtica para dar espectculos no theatro Santa
Isabel.
Segundo nos affirmaram acha-se a frente dessa
companbia um nusao comprovinciano, bastante ha-
bilitado e conhecedor do theatro dramotico, nio s
relativamente a parte litteraria, como dramaturgo
eximio, e-ino tambem relativamente a eoscenaca
e trabalho artstico.
Com tal direccio o publico pode esperar, que ha
de ter ooutes agradaves no Santa lsabe^, confian-
do na mai de mestre do director da nova compan-
bia.
Devem tazer pane da companhia as milhores
actrize* e os melhores actores dos que o nesso pu-
blico tem por diversas vetes applaudido.
Dando tsta noticia com a reserva que acompa-
nhou a informaco que tivemos, aguardamo nos
para accreserntar < uiras consideraces, quande
ella de todo se c infirme.
Prlastea em Naaareth e Victoria-
Nao sabemos a que priso-s se referi hootem o
Dr. Pedro Beltrio na C mar dos Deputadoa, se-
guodo o telegrainmx,que receb-mos.
Km Nasaieth apenas foram presos dons ladroes
de nomes Epiphani" F rreira di "osla, en'i-cido
por Midanesa, e Artbur de Paiva Martines, qae
na Baha e n i Rio de Janeiro era conhecido por
Arthur I aiva ou Arlhar Level.
Estes individuos t>ram presos em Nasaretb por
orilem do D ebefj de polica e alli anda se acham
poor terem requer lo ordem de habeas-corpus
ao Dr.jui* de dir< ito dessa comarca.
Motivou a prisio lerem eli^s arrombado urna
mala e o'ella subtrahido diversas pecas de roupa
e no mesmo da furtaram de um catraeiro a quan-
tia Ja -30*00).
Quanto s pri.-oea, effectuidas na Y ctsria, nada
nos eonsta a esse reepeito, e acreditamos ^ue
Ilustre depufado foi ta vez Iludido por falsas in-
forma^5-"s, que d'aqui ihe enviaram
Ladrees a nuit-i de anle hootem pura
h utem, p> uetrar im o> ladr, s, por meio de ch .-
ves falsas, uo estabelecimento do Sr. Joaquim
Peres Leite Conhi, sitj iravessa do M niteiro
u. 180, 1.* districto da froguesia de S. Jos, e ah
se arrumaram com o que de mais fcil poderam
encontrar, suotrojudo de duas gavetas dinieire
de prata, nickel e cubre, alm de signas objoc.-js


l
n58Mi
aaBasaBaBBBaaaafafaVsB|
\


>
Diario

E.
indi-
to onro, charutos, cigarro e oca carnetro da dono
no tst .belecimento 1 ,
Nao te dispoieraav a 1. vr una bilbetee de lote-
ra, que d ixaram ficar em urna das gavetas e no
iteiro, sem duvida por uio poderem d elle* s'
aproveitar, em vista da respectiva numeraco.
Montepo M lypoajrapita* Como
sincera manifestacao de prufando pesar pelo
teilecimento do hbil typographo Hennque Cla-
rindi Taylor, socio e 2 orador do Montepo dos
typographos, esta aseociaco resol*** aasaendar
ce seas trabalhos por oito diae, cmaigrjaado na
acta de saas sesces um voto de sentiineaco pela.
perda do finado companheiro.
VacadaO delegado do Brejo conmnnicev
ao Dr. chefo de polica que no da 27 do mea fiodo
no lagar Palmeira do mesmo termo fra preso eos.
flagrante e individuo de noma Manoel Francisco
da Costa por ter ferido mortalineuU com orna fa-
cada a Felippe, eacravo do teen Florencio Ju=4
de A'buquerque Cavalcante.
Crl.nlnumo ge norteSegando commu-
icoa ao Dr chete de polica o delegado de Canho-
mho t m offieio de 3 do corrente foi preso pelo
xesm i delegado no logar Japy o individuo Ma-
aoel di Silva Baio, co no criminoso de morte no
termo do Garaohuoa.
BUruulox OrlentaeaE' este o titulo de
as saberoses bi coutaa, que o Srs. Mullo 4 Bi
sscacab.w de expor a veuda, como, o ultimo e
snais recente traba! ho do seu estebelecimento de
padaria.
J dissemos que os biscoutos sao saborosos e
qoem duvidarpoae cer.ificar-se, indo a raa Lar-
ca do Rosario n. 4.
Agradecemos aoa Srs. Mello (St Biset a caixi-
aha dr biscoutos que nos enviou.
Concert oral e instrumentalEis
o jjregramma do concert, qae se realiaar hoje
aoite no sala do Cub Carlos Gomes, ra beneficio
do pianista pjrtuguei o Sr. Moreira de S :
Primeira parte
1 Gottschak. Grande Scherzo, para piano. -
Sr. M?reira de S.
2<> TVsti ~ Ricordati romanzeta, tt. Amaro
Barr-t.-.
3 Ktterer. Souge a'une uoit et fantasa
ooetrtant-, para 2 pianos.Sra. Elias Pompilio e
Moreira de S.
4 C.vaHini Fantasa de concert sobre mo-
tivos do Buy Blas, para clarineteSr. Antonio
Mrtins. u
5 W-ber Jubelonverture.para pianos ao
mg08._Srs. Euclides Fonseca, A. Barreto,
Pcmpilio c Moreira do Si.
Segunda parte
6o (a) Gottsehalk Deraiere esprence
tation ili (b) R.iff Valse Favorite.
(c) Godard.Mazurk, para piano.Sr. Moreira
de S.
7 A Thomaz.Bereeuae da MigaouSr. A.
Barreto. ,
o CavalliniVariaco-s sobre o Carnaval ae
Vneta, para cUrineto.Sr. Antonio Martina.
g. Web rOuverture do Freschutr, para 2
pianos, 8 a aos.Srs. E. Fonseca, A. Barreto, E.
Pompilio e M. de S.
10 Gottschak.Grande fantasa triumpnal sobre
aotiv s do hyiono nacional brasileiro, para piano.
Sr. Moreira de S
Os acmp-uhamentos ao pian. sero executados
pelo Sr. Euclidts Fonseca.
A**a*lnato no alio mar-Cemmuni
eou o capito da barca inglesa Vfilliam ebegada
hoDtem no Rio de Janeiro e fundeada no lam rao,
que u madrugada do dia 5 do corrente, por causa
da man bra de urna v.la, travaram lucta os ma-
rinbeiros James Miller e George Waskington, re-
nltandc a morte do pnmeiro.
George Watkington servio-se de um fardor
para commetter o crme e com tanta certesa vi-
brouo g Ipe que o seu compauheiro cahio instan
taneamente morto com o coraco varado.
Por ordem do respectivo comraandante do navio
loi o crimimoso preso e posto aos ferros.
Itt-unle* aociaea H* hoje as seguio-
tas *
Do c;uselbo suprem) da Sociedade Minerva
Progresso Pernambucano, s 7 horas da noite, em
taa sede, para tractrar de n' gocios urgentes e ap-
provaco immediata de- proposUs apreseutadas.
Da AssocUcao de Protecco e Beneficencia Mu
toas dos Empregados Pblicos Geraes, s 4 horas
da tarde, ra do Hospicio n. 75, para continua-
aio da discusoo dos estantes.
Do Jlub Dramtico Familiar, em sessao la di-
rectora, em sua sede ra do Imperador n. 41,
1 anda'.
GarnnbansEm 5 do corrente escreve o
iosso eorr- spoudente: .
A uno rtante e grata noticia que nos foi rpi-
damente traosmittid pelo telegrapho, de haver
S. Exc. o r. conselheiro Manoel do Sascimcnto
Machado Portelia, sido chamado aos conselhos da
eora, f i recebida nesta eidade com grande con-
tentamento e cutbuoiatino.
T.dos. gr'-gos e troyanis, foram unuionoa em
louvar a i-acolha de S. Exe. para o alto cargo de
aiiuib'rodoimperi;; a acreditamos que a passa
eem de S Exc. pelos fastigios do poder deixar
va traco luminoso na h storia, marcando urna era
nov.1 de regeueraco para o paiz e especialicen-,
para cata provincia de quem S. Exc. dilecto filho
e Ilustre representante na cmara temperara.
N ata cu^de couta o egregij ministro do impe-
li auis e cid idas adaeos pelo seu mereci-
mento s dltaa quadades cvicas.
O p*is, pois, muito lucrar com a administra-
eao de S. Eic. a quem nao t'tltam iliustracau e pa
lriotijiu p-ra promover as urgentes reformas de
que precisamos e oorrem pela pasta de S. Exc.
H je segu para a capital no gozo de liceoca e
acoupanhido por sua familia, o Sr. Dr. Lylio Ma
riauno de Albuquerque, digno promotor publio
da comarca.
E' diirno de nota nao ter aiuda ate boje sido
treada urna agencia do coneio na eotacao de S
Joao, j por ser aquella lugar aetualw nte o pouto
termiual da liuha frrea, j por estar tao perto
dcsta cidale, tio importante por suas transac-
i nunerei .es.
Na. podemos explicar tal falta; comprehunde
se iaclmeute qua ito illa prejudicial a todos e
,o comm-rcio.
S temos aqu eoaHM de 4 im 4 das e nos
principios dos jieies ao da 7 !!
Ora, eat indo-s, como estamos, distantes rnen-
te 13 kilmetros u esUco da Joo, j era
tempj de pelo iuo Sr. administrador, ser modi-
ficado -jb das e o itinerario da partida dus cor-
leioa para aqui, que de modo nenhum podena
acarreta. cr scimeuto de d sp-za para o Estado.
Se.do justo o pedido, esperamos ser attendi
dos.
A pouta doa Ir ilu= acha-se i no kilmetro 111 ;
t espera-se at o fim d-. semana futura chegar el-
la a esta cilade.
Falla-so que a estaca desta eidade ser inau-
gurada no dia 7 de Setembro prcximo.
Biniloineca de oyanna Foi o sc-
?>iiute o miVimento desta bibli,theca no mea de
Julho lido:
Fui trequentada por 251 socios e visitantes.
Sabiram para leitura dos socios 332 volumes de
obras.
Foram orlertadas as segumtes obras :
Pelo Sr. Juiio Moraes, Vicentina, pelo Dr. Joa-
qnim de Macedo ; 1 vol. ene.
Pelo Sr. Joo Duarte Filho, CrystalisacOes
(poesas), autor o i-ffcrtante; 1 folh.
Pelo Sr. tenente Man,el Jos de Sant'Anna
Araujo : Exemplos de virtud s cvicas e dcmsti-
eas colnidas na historia de Portugal, por I. de
Viibena Barbosa, 1 vol. ene, 2" elicaa ; Memo-
rias de um charuto, por Tito Noronha, 1 vol. ene ;
Flamand-, por GeorKe Sand, 1 vol. ene; A pri-
neira eoof.ssada, por Gervasio Lobato, 1 vol. ene.
Pelas respectivasjredacc/ies .Diario de Pernam-
boco, Jornal do Recif-, Provincia, Gaaeta
de G yanaa, Diario das Alagas*, Seis de
O^tubro, Echo da Victoria e Imprensa Evan-
felica. ar
Eiposlrfio em aVreaideDe 13 a 21 de
Agosto pr um i haver em resde ama exposigio
internacional de productos de padaria, pastelaria
etc.
O ultimo da para a inscripc&o dos expositores
em 10 de Julho.
Uokrrto Fraaclnelli Na jpittoreaca al
daia de Coras, puto de C-vadcnga, morreu o co-
nbecido archeologo Roberto Frascinellium typo
muito excen'rico, cuja origioalidade, se p >r veaes
rsentava um aspecto cmico, ni" deixava po-
de ser digna ds admiraco a respeito.
Memorlaa do conde de Beaat, -Aca-
bam de. apparecer a venoa as Memoria* do conde
ie Beiut. Eis um trecho dellaa :
Oecupava entio um lugar secundario na cm-
baiuda ; mas ante da minhi sahida de Paria, fui
convidado para jantar com a familia real em Sam'.-
Clbud.
O rei Luis Felipp era um completo burgus ;
elle propria trincha va, mas, francamente, nao es-
tafa altura dessa missao. Sabia mais cortar as
diffieullados do que cortara carne. Foi me apo-
sentado nm prato de presunto ; tirei urna talhadii,
mas ao mesmo tempo cabio outra sobre o vestido
da rainba, que estava a meu lado. A rainha nSo
dea polo succedido, e no momento em qua sua mi-
gestada olhava. para outra laao, apanhat a talht.-
da raCti-a aa minas slgibeira.
aasjanla"*!! tacackol nao -Segunda.
um raaenseasaanto referido ao dia 31 de Deiembie..
de Itar, a eidade' da Stukaolino tinha n'aquell
data osaa pooncaode 223c063 haatanaas, ou saja
7:375 maisdo que eas igual diado asmo prece-
dente.
Papalaeao de raaawiaaaEm 1838 a
cifra offidiai da. populaaio bseaalleaa era da
128:210 babitaatea. Bm ciae^nta anooe teve um
augmento de 319:878 habitantes, o que d urna
media de 6:398 habitantes por anne:
Em 1836 Em 1886
Bruxellas 102:802 114:686
Scbacrbetk 2;219 48:835
Molenb-ek Saint-Jean 4:185. 46:471
Ixelles 4:865 43:019
Saint-Giles 1:650 20:551
Saint Joaaa tan Noode 4:626 29:348
Auderlecht 3:653 28:369
Laek n 2:000 22:884
Etterbeek 2;ie 15.tl2
128:21 448088
t'o cuento para lea runoE' este o
titulo d'uin semanario que devo apparecer breve-
mente esn Madrid, redigido pelos principaes es-
crtproreed'alli.
Taldeu saoplUaaAasim s intitula urna
das mais importantes obras polacas, que acaba de
ser traduaida em hespaahol por D. Laon Meduir.
E' urna novella muito interessante, onde Be dese-
nhamfielmente os costumes da Polonia no p inci-
pio deste seclo.
laaldaa de eslaano-A raridade das ja
sidas de eataobo aproveitaveia un tacto incoo-
testavei ; muiro pequeo o numere de las cotihi-
cidaa.
Na Europa existem na Coraualba e na Bretaaha,
na Sax una e na Bohemia.
Na Asia, sao condecidas e lavradaa at ao pre
sent, as ilhaa de Banca e de Biitong, no terri-
torio de Siak, principalmente na ilha da Sumatra,
no estreito de Malaciaetc, isto n'nma extensa
taixa do 200 myiriamotree de uomprimHnto sobro
10 graos de largura. Encontraram-se tambem na
Australia, no pas da Nova-Gallee, e maia parti-
cularmente na provincia da Viutona; na Ameriea
do Norte, em algamas partes do Mxico; na Ame
rica do Sul. na Bolivia e especialmente nos arre-
dores de Potos
H'i aiuda mais algumaa jaaidaa de mrnor im-
portancia mas que nao constituem grandes cen-
tros de trabalho.
M. ReiMy fas urna curiosa observacto; que as
principaes jazidas ( excepeo do Mxico e di
Bolivia) sao ligadas por usa grasase circulo que
elle denomina o eixo di Sumatra. A este grande
eaaaala sao mais ou menos estreitamente ligados o
Islborassan, a Bohemia e a Saxouia, o costa norte
da Franc-, defrenta do Cornualba, e a provincia
de Victoria na Australia, todos pases conhecidos
pela prodcelo do estanto.
A Nova-Granada nao couhecida pelas suas
minas de esUnho, porm celebre pelas cuas ja-
xidas de ouro e ae platina, metaes com os quaes
se acha frequtm emente associado o estauho.
Fabrlcaco to bronie O Scienti/ic
American, refriudo-sa a una visita do Dr. Hale
fabrica da Cowles Compaoy descreve assim a
fabricacao do bronae de alaminium por meio du
electricidade :
Os fornos estavam carrega Iss com 30 kos dj
cobre granulado, o) kilos de corindn e 15 kilos
de carvo de madeira tinturado ligeiramente; o
todo era Cv-barto de j de carvo misturado com
cal.
Fasia-se passar urna corrente. de 2.00U amperes,
no coiueco, e afastanlo-s^ de e-*pa?o em espaco, os
electrodos de carvo, aupmeotava-se a corrente ato
2,4' K) amperes.
A machina Brush produsia entio 380 cavallos
elctricos e dava 420 rotacoes por minuto.
No fim de duas horas estava terminada a op.ra
alo.
U producto apparecia entilo sob a forma de nma
masca de metal fundido, em caja superficio fluc-
ta vam escenas e carvo.
Qoasi sempre a liga assim obtida contm mais
de 10 /o de aluminium. Torna se ento a fun-
dil-a eom a quantidade de cobre necesaaria, para
qu l nao exceda aquella proporcao.
as escorias encoutram-se saphiras e rubs luo-
didos, e sub-oxidos d'aluminium, silicium, e tita-
nium. Os electrodos de carvo, em virtude de alta
temperatura a que sao sujeltoe, transformam-se
em graphita.
O preco do bronze de aluminium obtido por este
pracesso de 26 francos por kilo, emqaaoto que
pelos procseos anteriores era de 133 francos.
A resistencia mechanica da liga a 10 % atting:
a 110 kilos per milimitro quadrado.
DonativoPara a creacSo da estacao cen-
tral do servioo meteorolgico e sen.aphorico do
Brasil deu Sea Magestade o Imperador a quantia
de 10:000VJ00.
O actor BraioAo acor Brazao. que M
acha na corte, foram ofierecidos na noite do seu
beneficio, entra outros. os seguinles mimos :
U.na rica pasta .a.a pap-.is de velludo com en -
faites de prata acompanbada de tinti'iro, i fferecida
p. lo empresario Luiz Braga Jnior ; um rico par
de jarras de vuro com ornatos de bronze, por Joo
Rosa ; urna cesta de flores artificiare, pela actriz
Palinira ; urna rica cbavena do Japo, por .los d
Mello ; duas cstatuetas de bronze, por Silva P. -
reir; um par de jarras de Svres e um centro,
pelas actrizes Virginia e Am>lia da Silveira ; um
par de jarras da India, por Carolina Falco ; urna
oonita caitrira para diuheiro, por Eugeuio de Ma-
ga liaes ; um i bilhetera de orata, pelo machinist.i
do tbeatra Sardoeira ; urna linda cigarreira de tar-
taruga e ouro, por Augusto Rosa; um cepo de prata,
pelas empreados do escriptorio do tbuatro ; um t
risa piteirs, object* de arte, guarnecida de oaro, por
Umbelino Bastos ; urna caeta de prata por Au
^us:o Autunes; um par de argalas de guardanapo
de prata, por Baptiata Machada e sua seu!.
nma caixa de charutos, por Carlos Sulivan; mi
lindo aibum de chromos, par Primo da Costa ; uta
porta-relogio de metal, por J. A. avaga ; a tistas
Vasques e Gu leerme de Agu.ai s-.us n tratos ;
urna coroa pelos empregados da couira-.u^ra ; urna
cora, por alguns admiradores do c mu i ci ; um
rico estojo com tiutein de madreperola a curo,
pelo Sr. Jos do Patrociniu: um rico par de bo-
to s pata punbos, de camapbeos circulado de bri-
Ibantes, por dous admiradores ; um rico tiuter
com espeiho de crystal, por um admirador ; urna
coroa e o retrato, pe.o artista G. Emauuel ; tres
ricas coroas, por admiradores ; muitos bouqucis ;
dous 'ivros de tragedias ; um rico cesto jardn ir i
com flores artificiaes, por um grupo de admirado-
res ; urna pasta c do da impressa em setim br^co pelo Diario It-
lustrado ; um exernplar do Novidadet mpresso ero
seda azul e branca coas guarncao de oaro e prata,
pela re accj dessa fo la.
O aaaMlnato de Mara ftegnaalf
O Kssassiu to de Mara Regnnult d u logar a urna
questo de heranca bastante delicada, e que foi
j apresentada em juico.
Sabe-se que, por testamento encontrado entre
os seus papis, Mtra Regnault tnba instituido a
filba da sua criada, Mara Greineret, sua legua-
ria universal.
Esta cn.uc, aasassinada com sua ra.'u, tem por
nico prente um av que, herdeiro de sua neta
reivindica em seu prove to a execuco do testa-
mento que Mara Regnault fea em sea favor.
Mas, para que esta reivindica cao seja fundad*..
preeso que se prove ter sido fiara Gremeret
assassiuada depura de Mara Regnault, e que ella
baja sobrevivido a esta, um so instante que seja ;
porque, se a pequea Gremeret foi marta antes,
nao poderia sproveitar do testamento de Mara
Regnault, que nao era o-orta anda.
Ora, Mara Regnault deixou, em CL'onsar-
Saue, um tio e ama tia, qae, nesta ultima bypo-
these, seriam os herdeiroe da victima de Pran-
zioi.
E por isio qae o tio e a tia de Mara Reg-
nault rtquereram para assistirem ao inventario
dos seus papis e seus bens.
Com eff.ito, considerando qae em raso da ob-
ecuridade qae cobre es detalhes do crime da ru i
M ntaigue, e que nao sera dissipada aeno pelos
debates na discuss) da causa, impossivel de-
terminar se Mana Gremeret deve ou nSo ser het-
deira de Mara Regnault; o jais crdenoa qae ai
inventario aasistiaaem todo* o qae n'elle poesasi
intereaear.
Jublleu da rainha VictoriaBis o
manifest que a r. uba Victoria mandoo. aflkar
no pontos mais contraes do Reiu* Uuido:
Aos meua iub lina :
Castello de Wialaor, 25 dr- Janho de 1887.'
Bs'ou impar-ieate por exprimir ao povo a rainha
ardeute gratido peu acolbimento mais que afts-
ctuoso, de que fui alvo, quando ia para a Abbadia
de Westminster e ao regressar para o mru palacio
de Buck'nghan, coa? todos os meas filhos e netos.
A recepcio enthasiastica qae entio me foi feria,
aasira como aa aomerosas manif-^staces deates ul-
tiasos diaa em Londres e em Windsor, celebrando
ac mea jubileo, commoveram-me profundamente.
Vaetn ellaa-dwatanetrar-me que foram bem aprecia-
das-pelo anee os trabalhos e anciedades porque
paaaei, da suele essse l"iigoa cincoenta anuos, viote
eiaco doe. qnaes foram para mim de u na felici-
dad semaaweBs com o mea muito amade esposo,
ernqaaatoqae os araros viate e cinco foram cheios
de nfflicidades e de marryrios soffridos sen o sea
fortificante a polo.
Este seatimento e o dos meus deveres para com
a miaba patria e eom o meu povo ho de animas-
me ao resto da vida para o cumprimento da rainha
missao, ao mesmo tempo dillieil e ardua.
A ordena, magnficamente mentida nestaa cir-
cumstaneiaa. e a boa couducta observada pelo
povo qae so*reunio por eccasiSo das fastas, nrere-
cem-me a mais alta adiniraclo.
Q ie Deus proteja e abenede a miaba patria !
Tal i o meu mais constante voto.
Vitttria, rainha e imperatrs.
Oa srraeidea laso* atnerlcaaoa O
American Journal of Sciencie publica um esta-
do sobre os grandes 'agos americanas, e n'elle en-
contramos os seguintes dados :
O lago Superior tem 31.200 milbas qaalradas,
601 ps de alttade, e 1,008 ps da prufaodidade
mxima.
O lago Hurn tem 23,800 mlhis quadradas,
581 ps de attitude e 702 ps de mxima profun-
didade.
O lago Midrigan tem 22,450 milhas quadradas,
581 ps de allitnde, e 870 ps de mxima profun-
didade.
O lago Eri tem 9,960 milbas, 573 pos de alt-
tade e 210 ps de mxima profundidad'.
O lago Ontario tem 7,240 milhas, 247 ps de
altitude e 7.'I8 ps de mxima profandidade.
loa aisasulao de 14 annoeEn Ma-
drid um rapuz de 14 anuos tentsu assassinar um
amigo seo, mais velho, por causa de ciumes.
Vinham do the tro, quando o p'quenote censo-
rou o seu companhero por fazer a corte u urna
raasriga de quem elle gootava.
O outro rio-se, responden lhe que a tal rapariga
nao poda euamorar-se de urna crian; da 14 an-
nos ; este, porm, di9se-lhe que se elle cu'inuas-
sc comas suas pretencoes lhe metera algumas
poliegadas de ferro no corpo.
O outro rio-se amia mais ; o que exasperan o
rapasito que, puxando de urna navalha, lhe vibrou
vanos golpes no ventre.
O aggredido est em perigo de vida.
O annlveraarlo da expulao do i
principe* -O conde di Pars, o prncipe Na-
polei e o principe Vct .r roceberam no da 24, o
anniversarm de terem sid> expulsos de Franca,
grande numero de cartas dos seus partidarios, em
tesremunho da firme adhnso sua causa.
Oe duque* de Dnrcal Acompaohados
de sua mi, a Sra. de Madan. devem chegar, nos
lins de Julho a Lislmos Srs. duques de Durcal.
D'aqui seguem para Pars, onde permanecern
at Noveabro, regressaud u'esse mez a Madrid.
Hale urna InvencaoAcaba de ser in-
ventado pelos Sra. Mestern e Helldolbler, electro-
technicos de Munich, um telephone, ou antes um
phonographo que escreve. Um appareibo espe-
cial escreve no papel, emb.'bido de urna certa cim-
posit;o chimica, os si ns que o apparelho recebe,
tiiiumn, Develar e Arena* del
Re* Realiaou-se ha d.as, a inaugaraco das
casas reconstruidas em Alaama, Guevejar a Are
as del Rey, qae tinham sido destruidas pelos l-
timos terremotos.
Assstiram aleui do ministra do fomento muitaa
auto-idades civis e militares e representantes du
imprensa lcale de Madtid.
A povosco de Alhama que eati completa-
mente reconstruida apresentava um aspecto des
lumbraate.
A' entrada da povoaco estava levantado um
arco d trioanpho, no topo do qual se lia a seguinte
iuscripca) :
A' memoria de sua magestade o rei D. Al-
fonso XII A sua magestade a rainha regente,
Alhama reconhecida.
A povoaco vestio se de festa e foi em massa
receber o ministro e a taa comitiva, dando vivas
a D. Affonso XIII e rainha Christina.
Na cmara municipal houve um lauto almoco
em que se levantaram entbusiasticos brindes e se
pronunciaran calorosos discursos.
Em Guavejar a inaugurarlo fui imponente. O
arcebispo rszou urna missa por alma de D. Affon
so XII, proferiodo em seguida ama oraco fne-
bre eloquentissima, em honra do finado rei de
H-spiuha.
O aspecto da ra construida pela sociedade
de eseriptores liadssimo, e a igreja gothica
ama precioidade.
Em seguida dirigiram-se o ministro e at pes-
soas qae o acontpanhavam para Arenas del Rey,
onde tambem foi grande o eutbusiasmo.
A nova povoaco encantadora. Cenata de
90 casas construidas pelo f jmento da produefo
nacional de Barcelona ; 232 pela commiaeo
regia e dous lindos edificios pata esco'as pela ca*
mar municipal.
No reares.- i ho ove um grande banquete em
Alh inia, a que assiainam todos os senadores a de-
putbdos fusionistas que all se acbavam e todas
as autoridades.
Palta de trabalbo ea rgellaJor-
ni a de Alicante noticiam que, p^r cartas recebi-
daa da Argelia, se sabe qae muitos hespauhoes
qu para all emigraram tencio am deixar aquel-
la colonia, por causa da grande falta de tra
balbo.
Eugenia Jolin Em Arnstadt acaba de
fallecr Eugeni i Joht que, s.b o pseudonymo de
Marltt, oecupou un lugar importaste entre os
ranaaetetas populares da Allemanha.
Possaidora d'uma excellente voz, dedicou-sa a
principi i ao theatro. mas teve que aband< nar
aquella carreira por nao ter ficado cm muito ou-
vido cm seguida a urna doenca de que Ecffreu.
Entregoa-Be ento litteratura e publicou na 6far-
ttnlaubt urna serie do n villas e romanes que ti-
veram grande suecesso. As suas principaes obras
sii : Us doze ap.stolos, Goldelse, Barba-Azul, O
sepredo da velna douzella e a Condeisa Gisle.
Tinba 62 aunes.
Facecia*Joao um pobre creado: real-
mente infeliz. Tudo quanto acontece de maa em
casa des patioes lh" attribuido. lia das a pa-
troa deu a luz um formoso menino que todos ga-
bain.
Ora anda bem jxclama o Joo se tem
nascid* feio, eram capazes de dizer que eu que
tiuba tiho a culpa !
CellArn*Ktteetaar-sc-hao:
Hoje :
Pelo agente Gusmao, s ll horas, ra da
Umal n. 24A, de l cavado pedrea
Pelo agente Martus, s ll hora, raa das
Trmcheiras n. 40, de bons movis, louca e vidros.
Pelo agente Pinto, a ll boras, raa do Mar-
ques de Olinda n. 52, de objectos de ouro.
Pelo agente Bnto, s 10 1/2 horas, ra de
Pedro Aftons > n. 43, de um piano e movis.
Sexta-feira :
Pelo agente Gusmo, s ll horas, ra do Mar
qu. z de Olinda n. 19, de 1 parte do sobrado da
ra da Aurora n. 151.
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, roa do
Imperador n. 30, de predios.
Misaaa Cuneare*Serlo celebradas:
H je :
A's 8 boras no convento do Cermo pela alma de
Domingos Antonio da Silva Beiris ; s 7 horas na
igreja da Penha, pela alma de D. Ignez de Barros
Reg.
Asaanh :
A's 7 1|2 horas no convento de S. Francisco,
pela alma de Manoel Jos i emendes Barros.
Sexta feira:
A's 8 horas no Ordem Terceira de S. Francisco,
pela alma de Francisco Vieira Perdigo.
Proclama* de casamento-Na matriz
de Afogados foram lides no dia 7 do corrente os
seguintes :
Rodolpho Gercino dos Santos, com Oliva Beni-
gna da Silva Macieira
Joaqaim Franciseo de Paula, com Mara Fran-
cisca de Paala.
No mesmo dia foi lido na matris de Santo
Antonio, o st guite :
Angosto Alves de Albuquerqui:, oom Isabel
Al ves da Silva Santos.
uirectoria da* oara* a> cunaerva-
*m* porto*Boletim meteorologieo do
it.8 4- Atristo de 4887:
9

O ~ O
eiofiaa ?,n
6**
6 m. 239
9 25-9
12 26 1
3 t. 23-l
6 24 1
Barmetro a
0
(61-05
76315
762-05
761>14
761>69
T naao
do va or
19,35
20,47
19,51
18,73
19,35
a
33
87
82
78
80
87
1 emperatu a uiaxnna ',1)).
Dita miairaa23,5<).
Kvap isaeio em 24 horasm> sol 3*>J ::a>eois
,ra: 2,0
Chava3n,6.
Direcco do vento: SE e SSE alternados de
maia imite at8 horas e 31 minutos da manh; E
e ESE alternado at 9 horas e !9 minutos ; SE
at 2 horas e 27 minutos da tarde; SE e ESE
variaves at 4 horas e 15 minutos ; SE e ESE
alternados at 10 horas e 56 minutos; SE a ESE
com nterin,oces de E e ESE ate meia noite.
Velocidade atedia do vento : 3">,2l pr segunde,
(4*>,73 das 9 da manb as 3 boras da talde).
Nebulosidade media: 0,54
Boletim do porto
a g 2 u
*
| . a
*- 5
X o
K K.
P M.
u. M.
Da
8 de Agoito
a
9 de Agosto
Ilorss
114 da tarda
740
1-34 da manh
Altura
0,"i69
2, ""21
0,">78
Caaa de UeieocaoMovnnento dos pre-
sos da Casa de Deteuco do Recite no dia 8 de
Agosto de 1887 :
Exisliam 370 ; entraran 9 ; sahiran 7 ; n:s-
tem 372.
A saber :
Nacionaes 348 ; malheres 9 ; entrangeiros 10 ;
escravos sentenciados 4 ; dem processadj 1 ;
Total 372.
Arrabiados 335, senda :
Bous 312 ; doentes 23.Total 335.
Movnnento da enfermara :
Tiveram baixa:
Loureaco Paes Barrero.
Manuel Francisco dos Santos.
l-teria do Paran*li-um i dos pre-
mies da 22' lotera, extrahida em '.' d: Agosto de
1887
3016 12:0001
7 89 2^)00*
234- l:'XJ0
295 OOJ
3874 500#
191 2005
531 20 )#
2375 20"*
4728 200*
4)1 101*
1149 100*
2ii99 10 %
3809 100*
4337 100*
6392 100*
j'tlerla* dlvetna*A 'Jasa Feliz, de A.
A. dos Santos Porto, na praea da Iudepeudeucia
os. 37e 3?, tem a vendaos bilhete das seguiates
loteras :
Provincia : premio grande 12:000*000 que
se extrahir quando for annunciaca s 2 horas da
tarde em beneficio da Santa Casa de Misericordia
do R cife.
Espirito-Santo: premio grande 50:000*000
se extrahir uo da 12 do corrente impr teriv 1-
meute.
Sauta-Catharina: premio grande 50:000*
ser extrabida bievemente.
Parahyba: premio grande 20:000*OOJ se
extrahir amanh 11 do corrate, s 3 horas da
tarde.
Cear : premio grande 15:001*000 se ex-
trahir quando for annuncida.
Tambem em mo do agente Bernardno Lo-
pes Albeiro acbam se a ven la os bilhetes das se-
guintes loteras :
Do Espirito-Santo : A 3' parte da 3* lotera,
cojo premio grande de 50:000*000, pelo novo
plano, ser ext ahida sexta-feira, 12 do corrente,
iuaoreterive m nte.
Da provincia : A 9a lotera, pelo novo plano
cujo premio grande de 12:000*000, em benefi-
cio da Santa Casa de Misericordia ser extrahida
quando for annunciala,
Santa-Catharina : com um importante plano,
cujo premio grande de 50:000*, ser extrabida
quando for annunciada.
Da Parahyba : sendo o premio grande de.....
20:000*000: ser extrahida no din 11 de Agosto
(quinta-feira), s 3 horas da tarde impreterivel-
mente.
Da Cear : com nm importante plano, cujo pre-
mio grande de 15:000*000, eer exfrbida
quando for annunciada.
Do Gro-Par : A 9.* parte da 11 lotera, pilo
noo plano, cujo premio grande de 100:000000
ser extrahida hoje 10 do corrento, impretenvel-
mente.
Lotera do Espirito Santo-A 3'par-
te da 3* lotera desta provincia cajo premio gran-
de 50:000*000, ser extrahida no dia 12 de
Amate.
i)s bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Fruncir de Mareo n. 23 Martin Fiu-
za & C
Lotera da provincia-A 9> lotera, pelo
novo plano, cujo premio grande de 12:000*000,
em beneficio da danta de Misericordia do Recite,
se extrahir quando for annuciadu, s 2 horas da
tarde, p, no consistorio dn igreja ce Nossa Senho-
ra da Conccico dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as ur
oae as espheras a aprecaoslo do publico.
Os bilhetes garantidos aebam-ss venda na
Casa Feliz na prea da Independencia us. 37
a 39.
Tammbem acbam-se venda na Casa da Fortu-
na ra Primeiro de Marco n. 23 de Mariis F.u-
za* C.
Assim como na Caaa d OttV na -a d" Baro
da Victoria n. 40 de Joo Joaquim aa Costa
Leite e oa Roda da Fortunu na ra Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera de anta-Catharina Esta
lote-ia, com um importante plano, cujo premio
grande de 50:000*000. ser extrabida quando
for annunciada.
Os bilhetesacbam-se venda na Casa da Forta
ua raa Primeiro de Mar;o n. 23, Martina
Fiuza 4 C.
Lotera da provincia do Paran
A 23* lotera desta provincia,pelo aovo plano, cu
jo premio grande de 12:000*000, ae extrahir
no dia 15 de Ag-sto.
Bilhetes a vonda na Casa da Fortuna, roa
'rimeixo de Marco numero 23, de Martina Fiu
t a C.
Latera da Paranynar.sta loleria cojo
premio graude de 20:000*000 ser extrahida
amanh 11 de Agosto (quinta-fein.) 's 3 horas da
tarde.
Os bilhetes acham-se venda nu Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 2, de Martins
Fiuza t C
Lotera do CearEsta acreditada lote
ra eujo premio ma>or de 15:000*000 ser ex-
trahida quando fo. annunciada.
Os biibetea acham-se a venda at. Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marca n. 5'3 de Martina
Fiuza & C-
Loterlado ro-ParAA 9* parte da 11
lotera desta provincia, pelo novo piano, cujo pre-
mio grande 100:000*000, ser extrahida hoja
10 de Agosto.
Os bilhetes acham-se venda nu Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiusa a C
Cemiterlo PublicoObituario do dia 8
de Agosto:
Mara Candida da Conceico, Pernambaco, 25
sanos, selteira, Affogados; tubrculos pulmona-
res.
manoel, Pernambuco, S. Jos ; asphyxia ao
nascer.
Lua Athanasio Jos de Barros Pernambuco,
50 annos, solteiro, Boa-Vista : car gesto pulmo-
nar.
Uaadioo Francisco Carneiro, Pernambuco, 32
aanoa, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Mariauna Mara da Concec), Pernambaco,
50 annos, Bolteira, S. Joa ; tubrculos pulmoaa
rea.
CHROWICA JUDICIARIA
Trihunal da Relami
-ESSAO ORDINARIA EM 9 DE AGOSTO
DE 1887
PRESIDENCIA DO KXM. SR. COSSELHEIKO
QUINTIKO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. deaem-
bargadores em ame .-o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e paseados os feitos deram-se os
seguintes
JLGAMENTOS
Habeae Corpus
Pacientes.
Alfredo Avelin Maia e Silva.MioJja-se ou-
vir o juiz de direito do 2 discrcto.
Arthur Martins e ootro. Negou se a ordem
unnimemente.
Candido Jos de Queiroz, Andr Jos de M -
deiros e outros.Maudou-se soltar, uaanimemeate.
Jos Francisco Pereira.Ficou adiado.
Joaquim Borburema da Silva.Prejudicado.
Recseos enmes
Da Iudependencia-Racorrinta o juizo, recorri-
do Pedro de Oliveira Lust sa. Relator o Sr. des-
embargador Buarque Lima. Adjuntos os Srs.
desembargadores Monteiro de Andrade e Olivei-
ra Maciel.Negou-ee provimeoto, unnimemente
Da Escada Recorrents o juizo, recorrido
Francisco Firmino de Lima. Relator o Sr. desem
bargador Tose ano Barreto. Adjuntos ja Srs.
desembargadores Buarqaa Lima e Pires Ferreira.
Segou-se provimento, unnimemente.
Aggravos de petico
Do ReciteAgravante Dr. Paulo Jos de Oli-
veira, agravada D. Josapha Francisca Pessoa de
Merlo. Relator o Sr. desembargador Monteiro de
Andrade. Adjuntos os Srs. desembargadores
Aves Ribeiro a Buarque LimaN'gou-se pro-
vimeuto ao aggravo, uuanimeineote.
De O.indaAggravante Affonso Ferreira da
Rocha Leal, aggravale Aatonio Ferreira dal>-
che. Leal. Ralater Sr. desembargador Alves
Rib.-iro. Adjuntos os Srs. desembagadores Tos-
cano Barreto e Tavares da Vaacoucollos.Dsu-se
provimeoto, unnimemente.
Aggravo de instrumento
Da Goyanua Vg;ravaate D. Josepha de Mat-
eos Coelho, aggravad i Antonio Ferreira Peixoto
de Andrade. R-lat.ir o Sr. dse nbargador Al-
ves Ribeiro. Adjuntos os Srs. desembargadores
Pires ferreira e Buarque Lima Deu-se provi-
neuto ao aggravo, unnimemente.
Appellacus enmes
Do Rio FormosoAppellante Francisco Jos do
Nasciinento, ap eila-J i a justica. Relator e Sr
desembirgaaor Tascanj Barreto. =Confirmou-se
a seutenca, unnimemente.
Bo BuiqueAppellante o juizo, appeilado Ho-
norio Andr da Meara. Relator o ,ir. desembar-
gador Monteiro de AndradeMandou-se a novo
jury, uuaniuvui. ut>.
De Becerros Appellante los Alves Barbosa,
ajpellada ajastica. telator o Sr. les on jir:',i
dor Tosoano Barref)Man u-ae a u ivo j'iry..
naanimeuieute
De IguarasAppe'la.ita Viceat Ferreira i'
Araujo, appelladaa jus'ica. itolatro i Sr d fseui
bargador Tis^an i iarrete Coua>ui ia-se a *-i\-
tenca, uuanim-uieiite.
PeOHadaAopeilante Mainel Goucalves ih
Silva, appella'la a j i-jtca. Relator o Sr. desem-
bargador BJarqui Lima.Joutinnou se a sent mi
ca, unanim m-ut-, (leiim de votar o Sr. deaom-
bargader Tavares de Vasaon-llos.)
De S. MiguelAopeOanto o juizo, app.-lla.lo
Francisco Quirino de Menezes. Relator o Sr.
desembargador Delu Cavalcante.Confirmou-se
a seutenca, unnimemente.
Appeliacoaa civeis
De Camara^ibeAppellaete o curadjr de Be-
nedicto, cucravo, appeilao o i'iizo. Relator o Sr.
desembargado' Buarque Loi. Revisares os
Sra. desembargadorea Toscaao Barreto e Delfn>
Cavalcante.Contrmou-ae a seutenca, unnime-
mente.
Do Rcite Appellaate E. A. Burle, appellado
Jos Antonio c\tn>. Rolaor o Sr. desembarga-
dor Monteiro du Andrade. Revisores os Srs.
deoembargadores Alves Rio iroe Pires Gonfalves.
=Foram desprezadus sembir^js, contra o voto
do Sr. desembargador Jires Goacalves.
De Beaeros Appullautes o padre Cbrystovo
do Reg Barros a o cora-i r de c-tpellas, appella-
dos os mesmis. Relator o Sr. desembargador
Mouteiro de Ailrale. R:vis>res os Srs.. des-
embargadores Alv.-s Rib-iro e Tavares de Vas-
concellos.Cinfirmiu-sa a seutenca, coutra o vo
lo do Sr. deeembargadar Tavares do Vasconcel-
os.
Appellaco commercial
Do Ricife Appellante 'rancisco Maooel de
Siqueira Cavalcante, appelladis Tavar-.-s de MI
lo, Ce uro & C Relator o Sr. desembargador Dcl-
fino Cavalcante. Revisores os Srs. desembar-
gadores Oiiveira Maciel a Pires Ferreira.Co.i-
tiimou-3e a aenteuca, unnimemente.
PASSAnENS
Do Sr. desembargador Oliveira Mtciel ao Sr.
desembargador Pires Ferreira :
Appellaco crime
De AtalaiaAppellante Jos E'ias Roma) dos
Santos, .appellada a justic.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellacoes criaiea
Do Pianc -Appellaate o juizo, appellalo An-
tonio da Luz Pereira.
Da TraipAppellante o juizo, a apellado An-
tonio Jos Tavires.
De Bjz- rros Appellan'e o juizo, appellado
Sebastio Jos Bezerra.
Appellaco civel
Da PalmareB^ Appellante Miguel Affonso Fer-
reira. appellado Jos Abiiio de Barros.
Do Sr. desembargador Moateiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellaco crime
Do Piauc Appellante o juizo, appellado
Francisco Jovino dos Santos.
O Sr. desembargador Prea Goncalvea, como pro-
curador da coroa e promotor da justicia, deu pa-
recer nos seguintes teitos :
Apoellaces crimes
De Nazaretb Appellante Antonio Joaquim
Francisco do Nascimento, appellada a justica.
De Pao d'AlhoAppellante o promotor publico,
appellado Jos Cavalcante de Albuquerque.
Ds Palut&red Appellante Joo Ciimaco de
Paila e Silva, appellada a justica.
De GaranhunsAppellaate o juizo, appellado
Manoel Gomes do Nascianto.
Da Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos
ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
De BananeirasApp liante Manoel J.o de
Lima, appellada a justica.
Do PlantApp liante o juizo, appellado Por-
firio Pereira Cordo.
Conflicto de jurisiiecao
Entre os juizes do direito da comarca de Ca
mar ag be e o dos feit os da fazenda de Alagas.
DILIGENCIAS
Com vista ao r. desembargador procarador da
corfia :
Appellaco civel
De Gravat App -liante o juizo, appellado
Jos i raneisco de Castro, senbor do escravo Lou-
renco.
Com vista aos nppeliados
Appeliaco civel
Do RjciteAppeilant. Dr. Arthur de Barros
Falcaode Lacerda, appellados Bente Manoel Car-
los de Mello e outros.
distribiqSes
Re -ursos crimes
AoSr. desembargador Tavares de Vaaconcellos :
Ds OndaBeeorrente o juizo, recorrido Vir
golino Feliz Francisco dos Santos.
Ao Sr. conselheiro Queiroi Barros :
De Cimbres Recrreme o juizo, recorrido
Francisco Bcz ra do Naocimento.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De Palmeira dos ludios Recrrante o juizo,
recorrido Antonio Joo E/angelista,
Aggravo de petico
Ao Sr desembargador Tavares de Vasconoellos :
Do civel do Recife.aggravante o cnsul de
Portugal, aggravado Victorino Domingues Alves
Maia.
Aggravo de instrumento
Ao Sr/desembargador Tavares de Vaaconcellos:
Da Rio FormosoAggravante o Baro do Li-
moeiro, aggravado Dr. Gervasio Goncalvea da
Silva.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do IngaAppellante o jutzo, appellados Joao
Alves Nepomuceno e outros.
10 **r- de9eoibar*ador Tavur-a de Vas joncellos:
D.Bo.ni<>~ApPeUante8 J06 Seraphim da Sil-
va e Jos da Silva, appellada a justica.
Ao Sr conselheiro Queiroz Barros :
Do LimoeiroAppellante o juizo, appellado
Antonio Ribeiro de Moura e outro.
Appellacoes civeis
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
De TimbabaAppellantes Joo Jjaquim de
Mello, sua mulher e outros, appellada a companhia
Great Western of Brasil Railway Limited.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De RecifeAppellantes Wilson Sons & C,
appellada a fazenda nacional.
Eneerroa se a sessao 1 hora e 30 minutos
da tarde.
lauta Commercial da eidade de
Recife
ACTA DA SESSAO EM 4 DE AGOSTO DE
1887
PBBSIDBHC A BO 1LLM. 8B. COMtENDADOR /IOHIO 00-
MK8 DE MIRANDA LKAL
Secretario, Dr. Julio Guimar&ea
A's 10 horas da manh declarou-se aberta a
sessao estando presentes os Srs. deputados Olinto
Bastos, commendador Lopes Machado, Beltro
Jnior e Figneiredo.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
e fez-se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE
Dous officios, de 1 de Agosto e 30 de Julbo, da
Junta dos Corretores desta praca : nesta envian-
do o boletim das cotacoes ofeiaea de 25 a 30 de
Julho, e n'aquelle dandi sciencia do numero de
eotacss eff ctuadas pelos corretoresno m-z de
Julho findo.Arcaivem-se.
Diarios olfioiaes de ns. 200 a 207. Archi-
vem-se.
Diarios do Parlamento Brasileiro de ns. 60,
53 e 65.Sejsin archivados.
Foram distribuidos rubrica os seguintes
livroa :
Copiador de Luiz Joe da Suva Gulmarea,
dto ae Joaquim Ferreira de Carvajo A C, dito
de Olinto, Jardirn 4e O, dito de U. Barle & C.,
dito de Souza Basto, An.nu & C diario de Deo-
dato Monteiro C, dito de Julio St Irmo.
oanaanu
Peticocs :
De Manoel Clemeutiao Ribeiro, para que se d
baixa no registro n. 2,627.'Jome requ--r.
De Adolpbo Jaeimho Pereira, idem de Dativo
Alves Coiho e registro da nomoaco qua apr-
senla. Deferida.
D i Silva & Alvaro, idem de Brasiliano Caval-
cante de Albuquerque Jnior a Domingos Ernesto
de B.-ito Guerra e registro da nomenc) que apre-
sante.(Jomo peder*.]
Di Luiz Jo da Silva Guimares, baixa no
registro da nomeaco de seu ex-caix:iro Adolpho
Frederio M .nhar.i. U-se a baixa pedida.
D: Victorino Marques da Fonseca, idem de Ma-
noel Ribeiro de Aibjquerqu: e registro da no-
meaco que BUMMlula.'Jomo reqaer.
De Sampiiii t] no C, para que se archive o
e itrt:to do socied -de de capital e industria que
tu i uita irm i celebr iran Jos Sampaio C iho e
Higuei L ip-a Gunnarii.-s, com o capital de......
l'i: 117^623 i ira o comin-rcio d : movis em gros-
85 e a retaiho, qusr pir tmpsrtaeo ou exportar^io
nesta praca, HM do Har) da Vleterta n. 57.
A*chive-se.
Di Vi-ira i Silva, para que se archive o con-
tracto de sociedade em mine collectivo que s b
dita firma celebrara Manoel L -pes Vieira e
Jos Joaquim da Silva Quintas com o capital de
39:1153&i' para a contiuuaco do eammercio de
molbados nesta praca, ra de S. Francisco n.
26.'-"e a archivado, na lrma da le.
De errnes de Souza Pereira & C successores,
para que se d baixa no registro da nomeaco de
seu cx-oaixeiro Liberato Jos do Carmo.Como
peJem.
Da Ribeiro & Almeida, idem quanto ao registro
u. 11,271 de C irlos Alberto da AriniJa. U-se
a buza pedida.
Alcauc/iram o despacho Registre-seas se-
guintes peticocs, suscitando o registro de n.mea-
c.'s de caixeiros de :
Pransiaee Lauria & C.
Victor Neeam.
Csaac Jnior.
Baro da Sol i a Je.
A Figueiredo.
Joaquim Antonio Gomes.
Jos Moreira de Siuza Primo.
M. Joaquim da Cruz.
Cardoso li. C.
Joaqaim Alves da Silva Jnior.
Jos Tnuotunio Domingues 4C.
Joaquim Maia & C.
Uermes de Souza Pereira rj C., suaci.ssorea.
Mirques & Almeida.
Ma leel Pereira Bernardiuo, ra do Capito iiima
u. 70.
Vieira s Silva.
De Tbomaz de Oliveira, para que se registre a
uoinja^ao de sen caixeiro. Registre-3e, depois
de sinsfeito o parecer fiscal.
Do Jacintho deAlm-iia, idem.S ja registrada,
depois da satisfeito o parecer fiscal.
De Santos & C, reclamando de novo contra o
registro da marca de As^vedo & C, p -dindo re-
consideracao do despaeho proferido a 28 do pr-
ximo passa lo. afim de indeferir-se a pretenco
dos supplicados, declarando esta Ju .ta que es
bupplicautea pod-in usar da sua marca na seda
dos cigarros de seu c )muiercio.Hija vista o Dr.
fiscal.
Nada mais havendo a tratar foi encerrada a
a sessj as 11 3/4 horas da manh.
r *
rOMMDNICADOS
O actual ministro do imperio
Por toaa parte d'onle temos recebido noticias
da impress causada p lo f.icto de ser escolhido
ministro do imperio o conselheiro Macoel Portelia,
apraz-noa saber que essa imprssso foi a mais
agr i >vel e honrosa para o Ilustre pernambu-
cano.
A imprensa, tazeado justica sos merecimentos
e altas uabilitaco-.s da actual ministro, recebeu-o
com festivas demonstracoes e nao regat- iodo-lhe
merecidos elogioa, qua alias se fuuditnentam na
uvejavel e gloriosa carreira do novo ui.oiatro, que
n.^ Vida publica cu privada teve sempro por nor-
ma o cuinprimeuto do dever.
S i honestidade, o pitriotismo, a deJ.io.acao, ta-
len! s e servicios causa publica valem, como de-
vem valer, quando se cogita Je aquilatar dos me-
recimientos de u n bomem de Estado, o conselhei-
ro Mauoel Portelia acha se seguramente na altura
d elevado cargo para cojo desempeo) acaba de
merecer a coufianca d i corda e do partido conser-
vador.
Quem dispoe de taes predicados e confa com o
prestigio de seu proprio mrito e com o dos ami-
gos, que o acompauham e sustntalo, acha se in-
co'iteatavelm ate em excellences condiceis para
b m servir ao seu paiz e cuidar com atfiucs da
realisaco da medidas, qua venham arrancar do
esquecimeuto e fazer progredir a provincia de
Pernambuco.
Depois de termos j transcripto as diversas ms-
uifestacoes da imprensa da corte acerca do con-
selheiro P. rtella, ebega anda ao nosse conheci-
mento a seguinte apreciaco, que pela justeza e
verdade de seus conceitos merece ser aqui conha-
cida :
Poucos homens t.n aesendido aos altos coa-
seibos da corda cercados de tantos applaasos da
opinio esclarecida do paiz como o honrado conse-
lheiro Manoel do Nascimento Machado Portelia
actual ministro do imperio E' que o eminente
parlamentar o muito que deve-o exclusivamente
a si proprio, aos seus incontestados merecimentos
pessoaes; que S. Exc, em vez de subir cspi-
de do poder guindado pelo favoritismo, conquisteu
dia a dia, nos prlios da impiensa, as justas da
palavra, na cathedra de administrador o elevado
posto, para o qual de ha muito era indicado por
quantos ecuhee m-lhe o cultivado espirito, a com-
pleta orientaco das importantissimas questoos so-
ciolgicas que trabalbam actualmente o cerebio
nacional, a profundeza dos variados conhecimentos
qae entendem com a pasta que ora gare ; que,
n'uma palavr. em S. Exc. acha-se corporificada
ama das mais valeates meatalidades da cmara
temporaria. E ajunte-se esses predicamentos a
profunda iseoco de espirito, que innegavelmente
coustitue o mais acceotuado traco do seu perfil
psychologico, e ter-se-ha em S. Exc a individoa-
lidade mais bem acabada da nossa edacacao poli,
tico-social. Pode-se, portante, dizer que a sagra-
co que S. Exc. acaba da receber as aras da im-
prensa de todos os credos polticos nao representa
louvaminha comprada casta do erano publico, oa
i

.,
I

-



V*
Diari de JPofaauUuco([uarla-teira 10 de Agosto de 1^87
v^


diUda pela ideatidade de vistas polticas, mas, ao
contrario, traduz loqneotemente o verdadeiro cul-
to que todos ctaamos tributar ao ment real.
Parbaos ao paiz; parabens ao venerando es-
tadista Bario de Coleg pe, qae com a acquisico
so preclaro ministro do imperio mais consnlldou
os crditos do immortal gabinete de 80 de
Agoato.
Corte, 241887.
PtBLIC4C0S A PEDIDO
o
aboIlikonUmo do senador
Laiz Fellppe
Abaixi publicamos otheor da certido extra-
suda da collec'era de rendas d.> Cabo d'oode se
T, que, a exeepc) de dons, esta) todos oa ea-
eravoo do senador Luis Feppo matriculados com
filiago descjnhecida.
Nao cootavamos que a certido vi- ase ttato ao
noss" agrado, pois, ba das vim m j luitrefulalgo,
?otar no senado a favor da iudicac) do a-Dador
Dantas.
Mais cuidado, Su. alagado para qae assitn
nao se torne to visiv 1 o tartufo.
Eil-a :
a Em virtude do despicho supra certifico que o
theor de matricula, a que se refere o peticionario,
o seguate : Numero de ordem da relaco, 94
Nome do senbor, senador Luis Felippe de 8ousa
Leio. Residencia, engeoho Santo Ignacio. Data
da matricula 3 de Fevereiro de 1887. Eseravoa :
Alexandre, preto, 55 annns, solteiro, filiago
detcmhecida, servico do campo, 200VX), natural
de Pernambuco, matriculado com os nmeros 491
da recente matricula, 1 da relaco e 3606 da an-
terior.
Josepbx, preta, 55 anuos, solteira, filiago da
conhecida, aervico do campo, 150*1, natural de
Peraambuco, matriculada coin os uumrros 492 da
reeente matricula, 2 da relaco e 3607 da an-
terior.
Jos, preto, 21 anuo, soltero, filho de Joae-
pba, servico de campo, SOOf, natural de Pernara-
buco, aatricu ado cum os nmeros 493 da recente
saatricula, 3 da relaco e 3608 da anterior.
Elias, pardo, 50 aonoa, solt'iro, /Ziafo de-ci-
nhecida, servico do campo, 400*1. natural de Per-
nambuco, matriculado com os nmeros 494 da re-
tente matricula, 4 da relaco e 3611 da ulterior.
Luiz, preto, 55 annos, solteiro, iil nhecida, carpina, 203, natural de Pernambuei,
matriculado oom os nmeros 495 da recente ma-
tricula. 5 da relaca j e 3613 da anteri >r.
Maaoel Felippe, preto, 55 annos, solteiro, filia-
fSo desconhecida, tanoeiro, 200, natural de Per-
nmbuco, matriculado com os nmeros 296 da re-
cente matricula, 6 da relaco e 3615 da anterior.
Vicente, preto, 53 annos, solteiro, filiago desto-
Jiecida, pedr.-iro, 4O0, natural de Prrnambueo,
matriculado com os nmeros 497 da recente ma-
tricula, 7 da relaco e 3,616 da anterior.
Man c! Jacob, preto, 47 aunos, solteiro, filiago
desconhecida, servico ao campo, 600, natural de
Pernambnco, matriculado com os nmeros 498 da
recento matucula, 8 da relaco e 4,621 da an-
terior.
Roberto, preto 41 annos, solteiro, filiago deico-
nhecida, servico do campo, 6O0j, natural de Per-
uamouco, matriculado c un oa nmeros 499 da re-
cente matricula, 9 da relaco e 3,622 da ante-
rior
lunoceocio, preto, 40 annos, solteiro, filiago
desconfe ida, servico ai campo, 6004, natural de
Prrnambueo, matriculado com os nmeros 500 da
recente matricula, 10 da relaco e 3,623 da ante-
rior.
f*li iliaaa. preta, 38 annos, solteira, filiagu
desconhecida. servgo do campo, tUOrf, natural de
Peruambuco, matriculada coin os nmeros 501 da
recente matricula, 11 da relaco e 3,624 d.i aute-
rior.
Emiliano, preto, 38 annos, solteiro, filho de Ar-
change a, carreiro, 80 >, uatumi de Peruambuco,
matriculado com os nmeros 502 da recente ma-
tricula, 12 da relaco a 3,627 aa matricula uate-
ner.
Carlos, preto, 29 annos, solteiro, filh? de Euge-
nia, servico do campo, 9004, natural de Pernam-
bnco, matriclala com os nmeros 503 da recente
matricula, 13 da relaco e 3,629 da anterior.
Lus, preto. 47. annos, solteiro, filiaco desconhe-
cida, servico do campo, 600j, natural de Pernam-
buco, matriculado com os nmeros 504 da recente
matricula, 14 da relaco e 8,632 da auter'or.
Jos Basilio, preto, 35 annos, solteiro, filiago |
desconhecida, servico do campo, 8004, natural de
Pernambnco, matriculado com os numero- 505 da
recente matricula, 15 da relaco e 3,633 da ante-
rior.
Mara, preta, 41 annos, solteira, fUiago desco-
nhecida, servico do campo, 4504, natural de Per-
nambuc>, matriculado co.n os nmeros 506 da re-
cente matricula, 16 da relaco e 3,638 da ante-
rior.
Francisco Ado, preto, 39 annos, solteiro, /S a -
gao desconhecida, servio) do campo, 8004, natural
de Peruambuco, matriculado com 03 nmeros 507
da recente matricula, 16 da relaco e 3,640 da
anterior.
Anna, parda, 35 annos, solteira, iiiag deseo
nhecida, servico do campo, 6004, uaturai de Per-
nambuco, macriculada com os nmeros, 508 da
recente matricula, 18 da rolaco e 316 da ante-
rior .
Honorio, pr-to, 47 annos, casado, fiiliago desco-
nhecida, serv? i do campe, tiOOJ,; natura I de Cear,
matriculado com 03 nmeros, 5 19 da recente ma-
tricula, 19 da relaco e 573 da anterior.
Benedicta, parda, 44 annos, cas ida, filiago des-
co.ihecida, servico do campo, 40)4, natural do
Cear, matricalada com os nmeros 510 da recen-
te matricula, 20 da relaco e 574 da anterior.
Sabino, pardo, 49 annoe, solteiro, filiago desco-
nhecida, sapatero, 6004, natural de Prrnambueo,
matriculado com es nmeros 511 da recente ma-
tricula, 21 da relaco e 857 da anterior.
Antonia, preta, 33 annos, solteira, filiago desco-
nhecida, aervic1, do campo 6004, natural de Per-
nambuco, matriculada com os nmeros 512 da
presente matricula, 22 da r.-laoo 3,861 da an-
terior.
Miguel, preto. 34 annos, solteira, filiago desco-
nhecida, carreirn, 8004, natural de Pernambuco,
matriculado com os nmeros 513 da recente matri-
cula, 23 di relaco e 872 da auterior.
Joaepha, parda, 23 annos, solteira, filha de
Francelna, servico do campo, 6004, natural de
Pernambuco, matriculada com os nmeros 514 da
recente matricula, 24 da relaco e 1,937 da an-
terior.
E mais se nao continha em dita ma'ricula aqu
fielmente copiada do proprio livro a que me re-
porto.
E para constar passei a presente que assiguo.
Collctoria de rendas geraes do Cabo, em 8 de
Agoste de 1887.
O escrivo.
Manoel Martins da Cunha Seabra.

O augmento dos crimes e a po-
lica
A condico indeclioavel de um solido trium
pho para, aquelles que fazem da poltica um sa-
cerdocio, urna questo do futuro da patria consiste
em diffundir os verdadeiros principios de liber-
dade individual, qu fim da sociedade civil
e da lberJaJe plice. ; em notara opnio,
dirigil-a discutil-a e escl-rrcel-a.
Essa verdade rlita na Opinio Naci'.nal, ha
vinte anns passadns, pe) principe do< oradores
pernarabucaiios, o L)r Apngio Gj;maraes, anda
na i pode ser bea e -aprehend!* pela orposico
liberal pernamhucana.
Os liosa >s adversarios, taz-ndo-se representar
na imprenda peridica, nao tiveram por fim a de-
fea de s ua ideo s politices, o d'-senvolvimea'O
do su programa, BOtao ons-qaeneia, a con
qu;st i la u dq publica.
Diariamente, em lu.jar de combatir os princi-
pioa, tracur da p.litica em geral, escrevendo ar-
tigia doutrinari ,a i s-rii;s, aquelles que riscam na
columna a Jornal, reavalam pelo terreno
p rig 1 I > 1 .-.i'.11, ,,;.i .. la calumnia, dos insultos
' '-ii-o arremessam-se cerno
garotos, oa aeth r a :ydroph bicos contra
os seus ave ?aria, prniL-p.iioeote, contra o
aetaal admiiiistra-lor i 1 e contra o mu
digno ehee de polar; Di A. u.mingos Pinto,
aos CTae aegaca pi e aga 1 e irocuram por
100 1, rr na honra e
reputaoio, oinb a, osa investida teahim caren-
cia de asentir*! a pr->pua c-jua-jieucia e sacrifica-
r-im-a jostic
'Nao b^mt', nem jo bante prieeder
entre h mena que 8" preaim e sao portal rea de
ticalus acientitic s, a leaejam foros de joroaltstas.
U o part I 1 q i SfSKfl .0 aaostiac o joier, pir
p-rtus lo -str-itas e faisn, e com a ruin dos
caracteres mais distiact' s da socledaie bras
e das instituicSes saciaes, tera ama duraco c phe-
mera no gozo do poder, per qae Ihe falta a Dase,
o apoio da opiailo publica.
Nao invejavel a posse da poder por meioi to
ignobeia,
Deizemcs, porem, os alagados do Jornal, 11 es-
pera da epocha das sete vaceas gordas, de que
fallam os polticos ; e, restabelecamos a verciade,
to cynicameate detarpada para embar o eaiirito
pnblico.
Os no-sos adversarios foram, sao e ho d; snr
sempre injustos e piuco cnteriosos naa suas t.pro-
ciacoes polit.cas.
No malevulo intuito de malsinar a repalacio
albeia e despretigiar as autoridades conservado-
ras, um dos alagados do Jornal, a mais atrevido,
entre os qae r caro na columna, detnrpando sem
pudor, dous factos ltimamente occorridot cesta
capital, calumnia de um modo indigno ao ebete
de polica Dr. Domingos Pinto.
Na nao consentiremos que passe sem um pro-
testo de n^ssa parte o acervo de injurias e ca-
lumnias dirigidas contra um magistrado integro,
qae honra ao paiz, como disse o Sr. Jos Mara de
Albuqucrque Mello, em 1880, na Assemblea Pro-
vincial, e que nenhuma falta tem commettid na
commisso qu Ib foi confiada pelo goveroo im-
perial, de administrar a polica desta proviacit
Nestas coudico s, vendo a iojuatica com que um
lesatfacto, servindo-se das columnas alug'.daa de
um partido se manitesta a reapeito desea autori-
dade, protestamos do alto da imprensa coatra jeae
modo desabusado de faier opposico.
E' neeeseario muita eoragem, muita paciencia
para acompanhar aos lacaios da columna alugcda,
as suas tolas censuras e injustas aggresses a si-
tuaco coaservadora e aos actos do Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente, digno administrador desta provin-
cia, cojo tino e servicos i Pernambuco sao mil ve-
I ses superiores a de todos os presidentes liberaes
da ultima situaco.
Apreciando hoja oa rticos da columna' tal
presidencia e tal pokcia e o augmento dos crim-s
diremos que, os assaasinatos, os fenmentoa, os dis-
turbios, os roabiis e furto) sempre ae deramem to-
das as aituaeoes, e em todas as partes do gU bo,
e anda nao houve, a nao ser um iuseosato, 41 em
attribuisse a sua existencia a poliia e a seus
agentes, que v:lam pelas garantas dos direitos in-
di viduaes, pela ordem e tranquillidade publica.
A imprensa di..ra do Brasil, especialmente, a
desta provincia, durante o dominio liberal, de sete
anuos e meio, noticiavacrimea e otTeusas aos di-
reitos individuaes,cercados de eircumstancias as
mais agjrravantes, entretanto, aeuhuma providen-
cia, nenhuma medida tendente a repressoou pre-
venco dos crimes fra dada p.-los presideates li-
beraes, qae atacad 1* de nevrose partidaria pei-iaa-
neceram surdos aos clamores geraes da impreuaa,
do parlamente e da Assemblea Provincial (Annaes
de 1880 1885), contra as violencias ou relaxsco
de sua polica, que era composta em regra geral de
gente rain.
A polica da sitaacao liberal era impotente na
represso dos crimes : atacava-se mo armada
ao transeuute, as ras mais publicas desta cid de
e de da,; os roubos e furtos saccediam se una xpa
outrua ; os fenmentoa, os assaasinatos erain regis-
trados diariamente e jainais aiguem aecuaou aos
ebetea de polica como causa originaria do aug-
mento desses factos delictuosos.
Recorra se aos relatnos dos diversos ehefes de
polica e doa administradores da provincia, no do
minio liberal, e ver-se-ha que a segurauc indi-
vidual e de oropriedade nao deixoa de soffrer tre-
quenles ataques, augmentando de um modo espiu
toso, como uotaram oa Dra. Lourenc) de Alou-
querque, Adolpho de Barrea e outras.
Sesta provincia o imperio da lei e a seguranca
publica nunca foi to seriamente amoscada e ja-
mis augmentara tanto a estatiatica ctiminal, co-
mo nesse fatal dominio : os ladro.s, coin su l
nos alladidss relatnos, contando com a impu-
nidade o falta de meios de represso asaa ta
vam os viandantes e s propriedades, addici min-
do aos roubos, os assaasinatos.
Oex-jim os adversarios, os alagados, ama prova
iesaa nossa asserco ?!
R -corram comcosco aos relatorios dos ch-fea de
polica de ento e a vista dos dados estatisticos, se
couvenccro que o augmento dos crimes entre na
tem mul'iplas causas, e ni pode ser attnbuido
este ou aquelle partido.
Na nao declamamos, nem inventamos para .lu-
dir o publico.
Nao, mil vez-'s, nao.
Das diversas estatisticas publicadas e organisa-
daa pela Secretaria de Polica e das notas extra-
bidas dos n-lat iri. s posteriores, temosa existes ca
em 9 anm s, (aituaco conservadora), de 1869 31
de ezemoru de 1877, de 652 crimes de roanos e
turtos e o total de 2.794 crimes em toda a provin-
cia, o qae corr sponde ao termo medio de .160
crimea anuualmente; na situacao liberal, apezar
do augmento de .forya publica, de 5 de Jan* iro
de 1878 20 de Agoato de 1885, em men s de 8
annos dea-a- o duplo doe delictoa, a, a cifra elevou-
se 3.886 crime->, sendo destes 1395 de roubtt! !!
dan'o ri ^ra f-rui, m lio486" del ct >* iunuaes acre-
sciuio de 115 crimen em um anuo !!
O que fizeram os ebefes liberaes Dr. Andr Un-
valcante, correia de Andradc, Costa Ribeiro, Prisco
Paraizo, Martins Pereira e outros ?
Por ventura essas autoridades, amigos e corres
ligionarios doa alagados, serum omissos, relaxado-
e conviventesjnos crimes, dondeauteriram lucro i ??
Nu o eremos, acharaos que elies fixeram o ]ae
poderam para a represso e diminaico dos crioies,
mas, que apezar dos seus esfircos nada poderam
conseguir por causa da impunida le e de oulras
muitas eircumstancias
Brevemente apreciaremos mais detaihadamcnte
as causas do augmento dos crimes nesta capit>.l e
u publico comprebenderi a injustica e o valar das
accusac"8 da opposico da columna do Jornal.
Proiegu\remo>.
Agosto de 87.
Jvvenal.
contando, porin, o dito Fontoura qae nada
m bavia desooberto sobre a exiatenoia do
fallado bahu'.
Disse mais sjae pareoa4he qae a carta a
que se refario dore existir em poder do
negociante Barros, se que elle nio a en-
vina ao gororno geral, sapposiola esta que
tem porque o tenente-coronel Fo-ntoura dis-
se-lbe qne, se quizesse ver % dita carta,
foase ao sea esoriptorio.
Disse fiaalmente que nao Ibe disseram
a ra e numero da casa em que dizia o
italiano ter deixado o bahu', nao se recor-
dando do n > ne annos anterioras tiraba sisk> mscate em
Porto-Alegro e fregujz do negociante Bar-
ros, t
Teriam effectiva'nent'i silo i-tF-jt 1a las
as digo--ii8 em Parto Al gra p>ra a les
coberta do bahu' ?
O goveroo brazileiro prooarou saber
que i) era sse italiano pr sj em Baunos-
Ayres ?
Sao qu si8 s essas interessautis, cuja
invoetigayio tmria graaie la deasober-
ta da verdade.
Bancos de emlsso
IV
principal fim do pr.jecto do Sr. senador
Roobo da Thesouraria
(Transcripto do Jornal do Recife)
A's trovas, que i n cercaio o roubo
praticado oa Thesouraria Geral de Fazen
da, em das do mez de Setembro do anno
paseado, vem se juntar ainda mais densas
com o seguinte depoimento do honrado Sr.
commendador Antonio Domingos Vasques,
inspector da Thesouraria Geral de Fazenda :
f Perguntado qual seu nome, filiagi,
idade, naturalidade, profisao 3 residencia ?
Respoodeu chamar-so Joaquim Antonio
Vaaquea, filho de Antonio Domingos Vas-
ques, de 50 annos, casado, inspector da
Thesouraria de Faz -nda desta provincia.
Sendo perguntado sobre o conteudo da pe-
tico, dase :
Que em dias de Deaombro do anno pas-
8ado, na cidade de Porto-Alegre, onde re
aidia, toi procurado pelo negociante da
mesma cidade o tenente-coronel Ernesto
Garneiro da Fontoura, que contou lbe, em
reserva, haver seu genro, tambem negoci-
ante, Sebastio Pereira de Barros, rece
bido urna carta escripia por um italiano que
estava preso em nina dss osdeias de Bu-
nos-Ayres, por assassrnato ou ferimntoa
graves, dizendo-lhe, que bavia tomado par-
te no roubo da Thesouraria de Pernambu
c-o, ou sabia eomo o facto se dera e sM>
crescentava que de pasasgem peda cidade
do Rio Grande deixara um bahu' ainda
com parte do roubo n'uma casa, qae vi
aha indicada na carta.
Pedia ao negociante Barros para arreoa-
dar cs8e bahu' e raMMav-lbe Ambos os
negociante8 nenhuuaa providencia por ai
tomaram e entenderam dever dar pv.rte as
autoridades da provincia e para isso diri-
giram ao presideote da provinci um aar-
tao communioando lbe que tinham recebi-
do noticia importante sobre o roubo da
Thesouraria de Pernambuco, epedindo-lbe
urna conferencia.
Como esse conferencia nunca lhes foi
dada, resolveram dirigirse ao governo im-
perial e este, pensa elle respondente, ter
providenciado, porque assim lh'o dissera
o referido tenente-coronel Croesto Garnei-
ro Fontoura em fina de Marco deate anno,
quando nmbarcou para a Europa, aceres
E' o
Teizelra Jnior, segundo elle to esforzadamente
o expresas, dai elasticidade ao nosso meio cir-
culante, pela inatituic. de bancos de emisso
na importancia de 180.0X) aontos, isto or as
moa das bancos esta quantia de papel qoasi igual
a que j constitaea nossa circulac*, para que
tiles a emitan) qnando chegarem oa temp-js das
safras em que to insuffieiente se mostra o nosso
meio circulante, e are'ir.-m logo que essa necessi-
dade passar. choa 8. Exe. este alvitre preferi-
vel, assim como os Srs. Aff jnao Celao e Lafayette,
qae com elle elaboraran) o projecto, taculdade ao
governo de emttir 25.000 contes para acudir a
estas crises, emprest ndo-os aos bancos, porque
estes abusaran) daste recurso, nao d -ix-ndo di
nheiro algum em saas carteiras, nelle confiados.
Picamos de ver agora como completamente se
Ilude o t lastre senador, pensando que a emisso
bancaria, como eutra qualquer, augmenta o valor
da totalidade da masaa circulante e portanto na
sua eap-.-ranc 1 de turnar elstico O nosso dinheiro
per meio do tal recothimonto do excesso aos ban-
cos quando passada a criae.
Deade que a emisso for feita ou na sua totali-
dade ou em partes quaesquer dells, encontrndo-
se com o papel do estado, formar um t todo com
o mesmo valer que tinha antes de ser assim aug-
menudn o meio circulante. lato to las as couaaa
aubiro de preco na rato do augmento do meio
circulante, on da quantia emittida, embora s-ja
essa inisaj feita no principio, ou meio das safras.
Tod ta aa coasas subir) assim depreco em papel,
nao em ouro, que tambem subir na mesma razo
A raxo est ahi patente, como j nocimos, e que
ua torca da ma or ciise monetaria, oaforca da sa-
fra, quando ha tanta falta de dinheiro para servir
a to glandes transaccoes, angm n a tnuit o juro
do dinheiro, mas o dinheiro nao augmenta de va-
lor, isto as cousas nao ficam mais baratas.
J notamos a razo disto, que os preco* hab
luaea das cousas s descem pela dimiuutco do
.neio circulante, se a sua falta constante por
maito tempo. Ncste caso, deacidoa oa precos, a
masaa da circulacao correspondera necessidade
ou ao vilnr das transac(o:s, e portanto nao have-
ria maia necessidade de dinheiro A razo qae,
como toda a quattidade de dinheiro existente no
mundo, aeja cem ou um mdbo de toneladas dn
ouro, igualmente suficiente s transaccoes eco-
nmicas da bumauidade, tomando o dinheiro auior
valor se menos e menor se maia, assim tambem
em um pas, qualquer que seja a quantidade de
dinheiro permanente nelle emquaato a sua pro-
dueco em todo o correr do anno t r regalar. En-
tre na, porm, d-ae um pbeuom- na que nao
commum a outr.s nac&. prodncco que se consom no exterior colhida e
traxida ao mercado duraute orto periodo Jo anno.
O movimento da exportac-to desta produeyo
que cada anno se ostenta maior, demanda grande
quautidade de dinheiro que, paseado o periodo das
safras, torna-se desoecupadn, e nao pode sahir por
que papel.
Paasado o periodo das safras omovimento com-
mercial nao s cesaa muito por se t- rein acabado
as safras, camo porque, o que ainda particular
desta naci, a riquesa publica nao augmenta, e
sim a pobresa geral, em raso de quitudo o que
reata do consumo neste pas e se capitalisa, vai
para o estrangeiro, com os seus danos tambem es-
trangeiros que sao s os qae capitalisam neste paiz.
A parte d ste capital que nao se retira e fina
embregada em apolice, da divida publica, arenes
de enmoanhias e predios baos, nao rende para
se consumir aqui; o seu rendimenro transporta-
do para a Europa para onde se teem retirado seus
donos.
O que fica, portanto, no paiz e ser sempre
crescentc pobreza, como o disea as financas do
estado.
Aleta deste phenomeno econmico que fas este
pas cada da mais pobre, pois nao nos pertence a
riqueza que nelle ae ostenta, nem se consomem
aqui os seus fructus, a ladroagcm est tio vasta e
diversamente srganisada nelle, part- legal, como
a das compaobias dos bancos de crdito real, e
parte illegalmente, to grande a somma de tola
a ladroagem n- ste pais que, do que cada um ga
nhs pelo trabalho, talvez de um terco seja ron-
bado.
Nesta situaco de pobresa sempre crescente dos
filhos doste paiz, com esta abundancia de dinheiro
desoecupado que fi deprecia, tudo se tornando muito caro, e quando
vem o tempo das safras, c:mo tudo caro, o di-
nheiro tendo assim descido de valor, nao chega
para o movimento delta; porqu", como j notamos,
o dinheiro s muda repentinamente de valor para
descer pela emisso, e s sobe de valor pela muito
extensa pernanenca de sua falta, por muitos an
nos.
Sendo assim geral e grande a pebeza do paiz,
e portanto nao podendo haver outras industria
alm do cultivo da tersa, porque esta muia, por
isto nao temes outra produeco aln da agrcola.
Esta colheodo-se em cerro periodo do anno, em
todo o mais tempo fiieamos st-in produuyo que d
oceupacao e movimento gran le quatrtidnde de
dinheiro que a safra oceupra.
Assim, ficaudo maito diaheiro desoecupado e
sem poder sahir por ser papel, a sua grande offerta
faz descer o seo valor subindo o preco de todas as
coasas, e assim, quando chega o tempo da safra,
j aqueta maaaa de dinheiro tem menos valor do
que diz a sua rnscripco on a lei, que ella tem em
ouro Mas vem agora um meio mechaniao de obviar
a estes inconvenientes, nao se prevalecendo das
torcas ou lea natnraes, mas, pura arte e con-
trariando os principios naturaes. Vamos derra-
mar mais pi|iel quando chegar a maior necessi-
dade de dinheiro; e assim que essa necessidade
passar, se recolhe este dinheiro, e assim a masan
nao ae deprecia maisdisseram os mecbanicoa da
ecoaomia poltica. Muito bem, urna joechauica
bem acnada.
Ha de ser como a historia do chafariz que devia
mana: leite as testas renes; cada um que devia
despejar nelle sea cntaro de leite, despejou agua,
pensando que aquella pequea quautidade d'agua
nao fizesse differanca em to grande quantidade
de leite que os outros Ueviam derramar no cha
fariz.
Qual o banco que, estando com tanto dinheiro
desoecupado quando passam as safras, deiza de
faser Com eile um ncgoeiuho, e maia oatro e mais
outro, quautos Ihe apparecam, que nao faltam em
um pas cada dia mais pobre e mais luchis 1 e
maia necessitado ? Assim vai o dinheiro sahindo
d'aqni, d'alli e d'acul, pouco e pouce, e ao pasao
que vai sahindo vsi dep:eciando toda a masaa cir-
culante, isto os precos das cousas vo subindo
mais na razo da derrama, at que, quando vier a
a neva safra, o tempo de maior necessidade, acha
toda a nova emisso derramada e formando com a
velha nma s massa de igual valor ao que tinba a
inferior massa anterior a emisso.
Eis aqu o dinheiro nao chegando, como aotes
da grande emisso, a sua falta nao podendo tazer
descer os precos das consas, nem do ouro, como
agora nio faz porque, como nos di* a experiencia,
os preces ao bem de repente pela abundancia de di-
nheiro, mas 8 deseem com muitos annos de sua falta
como j notamos. Eis aqu a mesma crise, o mesmo
transtorno econmico, falta de diubeiro para o mo-
vimento das safras, e no entanto o pais tendo
soffii lo em um anno o imposto iniquo de 180,000
contos em favor dos accionistas dos bancos, qoasi
todos estrangeiros e qoasi qt s brasileiros, os
patoteiros qae sem prodaiir alfum objecto do tra-
balho ou da industria, oa alf;um invento, saaem
capitaes arrancados pobreza geral por meio das
concecces e da ladroagem; eis aqui este immenso
imposto iniquo, em nm anno, en favor dos bancos,
alm do imposto publico.
D'ahi resulta qae o paiz nao tem necessidade de
mais dinheiro, antes elle sobrn tanto que todo que
se tem emittido sempre se ang menta no nome da
quantidade ou -o algarismo, tomando a massa
accreacida, o mesmo valor qne tinba a massa cir-
culante antea do acerssoimo, sato o preco das
cousas subindo sempre na razo da emisso
As crises em certo periodo do anno, sao effeito
necessano da phenomeno ecoaomico que se d
entre na, de s ser a nossa produeco nesse
mesmo periodo. Pana isto s ba doua remedios.
Pazer que o povo brasil-iro aeja rico e nao um
povo que trabalha como escrnvc, que vrve na mi-
seria e v todo o sarao da produeco e do consu-
mo ser colbido pelo canmerci' escra ugeir > e se
retirar para a Ejropa ; o outro remedio rescatar
o Dapel moeda por meio 1 1 e nprestim>, acabar
com estes baos de ladroeira real, qne se quali
fica de crdito real, com a racuMade de asnilla
bilhetes ao portador, sup:>rmir aemss 1 do Banco
do Braxil ; filar o nosso padr ^monetario qme
o real, palavra q-w nao stguiiica cousa alguma
nem meemo cousa que se iinagit.e, esa cousa "er.a
e real, e de valor o menos varia'/el, qual o ouro,
toman do-se certa quantidtde dalle para termo de
uuidade, urna gramma por exemplo, podendo-sc
construir todo eyatema monetario pelo mesmo
nome de grammas e anas fracc-ies decimaes.
Se ha-de se pensar nesaaa medidas serias, ne-
ceasarias, indispensaveis, sem as quaes ns ha
salvaco, vive-se ahi a lanzar papel em falta Je
dinheiro, papel de roubo, qnand 1 do particular
a titulo de papel de crdito, e de Imposto iniquo
quando do estado.
Pois ha nada mais evidente do que, quando a
quantidade do papel moeda chega ao ponto de
expedir todo o metal circulante, toda a nova emis-
so forma 9 m a que exisfia urna massa de valor
igual ao da auterior circulacao P
A nao ser para laucar um imposto iniquo, toda
a en isso (bo pa>z onde s circula o papel, ou
para roubar em beneficio doe agraciados, ou
urna estultice.
Curar com papel a doe ica da falta de dinheiro
em um paiz doode o papel expellio o ouro, o
mesmo que corar a cede do bebado dando lbe
mais aguardante. Qiauto mais bebe mais .he
excita o ardor o alcool ; qaanto mais papel o des-
grafido paiz emitt-, mais a miseria njva emis-
so apella
Em falta da el isticidade indiiipensavel ao meio
circulante que s pode ter o metal, per que pode
sabir e entrar para evitar as crises e t'ansti-nas
econmicos resultantes das faltas oa excessos de
dinheiro, em falta desta elasticidade natural que nao
pode se dar 00 papel, pretenlel-o fazer artificial,
por meio de bancos que f.brijuem mais papel
para o irem soltando ou chamaudo, fazendo se de
cada um delles um termmetro diferente da neces-
sidade econmica e do movimento natuial econ-
mico entidade obediente vontade destes bancos,
ou zombar do bem eenso, ou uc conhecar a
natureza das consas.
Querer substituir o metal ao papel por meio
da retirada deste e torca portanto da oecesaida-
de d falta do meio circulante, im que no a'ig;
da maior n cssidade n> entra urna mi la de
ouro, e mandar oa bancos acudiris com mais pa-
pel, com obrigaco de coneorrer com o imposto
sobre seus lucros para o resgate do meamo pioef,
e esp rir que esse resgate se faca e o metal v -
oha, tudo isto um embrogo, um absurdo
monstruoso.
D'oode veem a sahir os milbeiros e milheiros
de cootos de ris que lucram 03 bancos para dar
2 por cento destea lucios ao resgate do papel do
governo ? Nio do povo ?
D'onde vem a sahir mais de 5 mil contos qos o
governo resgata todo o anuo at completar todo
o reagate T Mo do povo ?
Nao portanto de razo que este rsgate se
faca de urna vez e e p>vo pague apenas o juro de
seu valor real, em vez de pagar tantos mil contos
aos bancos e maia o proprio valor directamente
por meio do imposto que nao chega para as des-
penas do estado ?
S hi nada raa-s absurdo e espera d> qn* o
pr- jeoto resgatar o papel, retirando o govero 1 5
mii contos por anno por meio do imposto, e
mandando os bancos emittirem, nao aos 5 mil,
mas aos 10. 20 e 30 at 180 mil contos de papel ?
Oh isto nao de homeis feries que tenham
pensado seriamente nestas couaaa ; qu 1 seria-
mente nao pensaran]
Nesta trra desgrasada nao ha animo de p nsar
seriamente em cousa alguma, porque nao ha ani-
mo de romperjeontra os intereusea contrares aos
interesses sueceasivos da patria..
Esta patria s p le ser salva sahindo da mise-
ria os seus filhos, a qual cada vez mais a des-
grasa.
Emqilmto o saldo do nosso consum, o que as
capitslisa, lo.- retirado para a Europa, emquan'o
a grande, maior parte da riqoeza que se ostenta
neste paiz, fr remettida para n Europa em sena
fructos, para l serem consumidos, ha de cres-
cer a miseria desta trra, ha de portanto ser fr.aco
o consumo, e portanto pequea a arrecadacao do
imposto, insutH jento para as grandes e encasa*
ras despez do estado.
A falta de capitaes, de riqueza nacional, produ-
zir a falta de toda a industria alm da agrcola
e limitada aos nossos hbitos, e portanto toda a
uosaa produego ae colher em um p rio lo, e
portanto a ente monetaria ha de ser sempre.
Beos, emigrantes foroa de dinheiro, papel
em falta de luibeiro, crdito real de lettxas hypo-
tbecarias, casament civil obrigatono, grande na-
turaiisaco, etc., etc., sao, urnas, todas macaquicea,
e outras espertas em demasa.
S ae. cura a doenes conbeceudo-ae a eausa.
Qual aquella ?
A pobreza, a miseria crescente dus nacionaes,
ao pasao que todo o saldo da produeco sobre suas
despezas, ae transporta para a Europa em fortu-
na que oa eatrangeiroa, meamo sem casamento ci-
vil e sem raturalisaco, fazem, p >r meio do com
mercio.
Esta a doenca que vai aempre em augmeato,
esta a causa.
Sempre ouvi dizer que eesssodo a causa cessa
o effeito.
Em ves porm disto :
Banco de emisso !
Crdito real !
Graude naturaliaaco !
tndo encaminbar ne hsnver patriotismo de todos
os poderes constituidos e forca para resistir s
mis paixoes dos que iojuriam, mas nio querem
oavir.
Nao se deixe arrastar a Provincia por eese triste
caminbo.
Os vencimentos dos prefessorea e maia empregado
nio ho de cahir em eerccio flndo, reparar-ae-ho
as desigualdades qae veem de Ion e e nunca foram
ordenadas pelj Sr. pr es.dente, e este tem f que
n firmeza de sua vontade ha de produzir effeito no
interesas da provincia, nao obstante, em ves de
anxilio do jornalismo, eneontra apenas descompos
turas de aluguel, em vez de adversarios po iticoa,
vadios de OMinna, a fazerem barulho com tachos
e escarolas e a rirem-se de ai proprios por se jul-
garem muita engrasados !
O barbarel Fraaciaco \nler Paes
Barreto ao ren.>iii pnDiiro
A' obsequiosidade d um amigo, Mctualm ite .11..
corte do Imperio, devo um t.;le#raoima, exp di lo
em da'a de hontem, n -ficiin i >-m- .jue a Serenis-
sima Princesa Imperial Re e.ite houve por bem
conmutar em mulla a pena de quatro meses e
meio de prisa), que fui conderanado pelo juiz
eubs'iruti d'esta c imarca, pj aman de injurias
verbaes.
Salga, pjis, terminada n queatio i qne a mal-
dita poltica e outros veoeuoaoa ingredientes deram
mau carcter, elevando-a altura de um grande
acontecim.-nto.
Na luta em que, contra goato mea e somente
por amor mi oha reputaco de himem e de func-
cionarij publico, eative emp.-nhado, fui aempre
perseguido por in estrella.
A prova, pira nao entrar em maiores detalhes,
eat em qae, do comeco a> termino da questo vi
escoarem a-, tempestuosos, lougis dessete nnsaes
e cinco dias! 0
Aos altos funecionarios qae tiveram de fallar no
m.-u recurso de graoa, prestando-nelle intormaces
exigidas por lei, rendo sinceros e cordiaes ag.-a-
deciment.js, pelo modo digni pirqae aapararam a
causa da honra e da ju.tira.
E o mu recouht-cimento nao menos profundo
para com os amigia que moatraram interease pelo
m :u triumph 1, cutre os quaee fez figura notavel o
Exm. Sr. Or. Felippe de Figueira Paria, quem
mu o r'evo pelos reaes e importantea aervic-os que
me prestou.
Aos meas desafectos, qoflles que, por motivo
que eu nao deenarei, c mfiavnrn na iniuha derrota
pernote o Poder Moderador direi, apenaa, servin-
do-me de phraac albeia : Se vencer de nm
here, perdoar de um Deus.
Iguaraee, 6 de Agoato de 1887.
Paes Barreto.
Ao subdelegad llorhi
nho
Coat
Recife, 8 de Agosto de 1887.
Ajjbnso de Albuqutrque Mello.
PagaHeatM no Thesouro
A Provinci 1 foi mal informada qnando afirmou
para asegurar que o Sr. presidente da provincia
mandara que o Tbesouro comecasse conta novn no
semestre corrate,' dexando de pagar os venci-
mentos dos empregados pblicos, e principalmente
dos professores, do ezercicio anterior, e qae, as-
sim em atrazo de mese, tero de ver seus venc-
meatos cabidos em exercicio findo.
Ns> houve tal ordem, nem recommendacoes de
preferencias a favor d'eate ou d'aqnelle empre-
gado.
Ao contrario, o que o Sr. presidente tem orde-
nado qae o pagamento se faca com iuteira igual-
dade, sem diatincces.
Nao ha meio de evitar atrazob. Quem tem cem,
e gasta ceuto e vinte nuuca pode equilibrar a re-
ceita cun a deapeza. Constituir um dficit per-
manente, que atinal, se ha de couverter em divida
coosoli.'ada. E' o que est aeonteceudo a pro-
vincia. A reccita nao chega para as despezas im-
prescendiveis
O preaidente da provincia asan execntor da lei,
taz de sua parte o que i humar ament possivel.
Nao est em suas attribuives despedir metade dos
funecionarios pubucos, uu reduzir aquella propor-
cia os seus vencimentos, e menos muda faser di-
nheiro.
E' preciso, portanto, sujeitarmo-nos forca das
eircumstancias.
S do poder legislativo podiam vir oa grao ea
remedioa. A l'rov'.ncia invoque o patriotismo da
futura assemblea
Emquanto esse patriotismo nao ebegar, o Sr.
presidente, obrigado a cingir-se le, ha de gastar
cincuenta por cento menos do que ella autorisa,
nao s porque nao tem oude tin.r dinheiro. como
porque sabe qae nao serio sutorisar deapesxn
que nao se podora pagar.
Por em dia, porm, os pagamentos airasadns,
pagar o que ha muito se deve, uo aervco de
meses, mas de annos.
Nmguem quer attender para -atas ciusas, e B*>
dem-se mais empregos, e mais .'acolas.
E, alm d'isso, exige-se dinheiro.
E' preciso resignacio e paciencia. tempo
Batamos scientes do qne disse o Sr. com rela-
co ao facto da noite de 6 do crrente.
Pazemss ardentea votos para que ae realise a
sua pusilnime am.aca.
Lhe disemos apenas que empregmos os eafor-
C/J8 necessarios para o castigo do seu protegido,
castigo ese, que a te ve pp!ic--i na pessoa
delle, sem qu; o Sr. e maia aiguem tambem aof-
freaaem.
Entretanto i a'amos p.-impt.-a para, na primeira
ipj rtuoid I--, eatampar-lbe a ebrouica, mxime
quauto a 'e-g-ti-mi da de da...
Ent-nde?
Cale-ae o xelbor que faz.
Quem bem me avian men amigo .
E-ilamos a eapera.
Recite, 8 de Agosta de 1887.
Firmiuo Correia
.VlaUqiiimd Queiroz.
Domingos de Abreu.
Artbur Fenelon.
Honra ao mrito
4# distinelo pemambncano o Illm. Sr. Ti
burdo Valeriano dos Santos
Quizera poaauii b .je urna lyra seme.lhante a de
Voltaire, urna peana de um Homero, u-na phylo-
aophia de um Vctor Hugo, para fallar onaada-
m nte perante o pnbiico, dizendo qne aa barmo-
ii'as deaforidaa pelo humilde coro celestial doe ar
ch nijos, n) sao mais suaves e maviosos do que o
ruido das accUmacoes de urna alegra to josta,
to sublime, to edificaote, por ver micha querida
filha salva de ama eofermidade terrivel, de urna
hydiopesia honerosa, j prestas a exhalar o ulti-
mo momento em meus bracos, j soltando o ultimo
gemido de vida, e eu... contemplando-a como a
estatua da dor. faltando-mi j esforcoa 8obre
humanos para resistir a tauto .. eis que j can-
eado de Bofirer j aem mais nma esperanca, fui ter
com o meu illus re amigo o Sr. Tiburcio Valeriano
doa Santos, e este empregande todos os seis esor-
V )s homeopatbicos, todas os seus cuidados, todos os
seus deavelos e cannhos, salvou a !
Entretanto, mea benemrito amigo, como vos
jjsao agradecer do intimo d'alma, se nio posao
inebriar me as divinas inspiraedea de Camo s,
Homero, ou Lamartine, para fallar-vos eloqaente
mente, para fallar-vos como merecis ? !.. .
Mas... embora diminuto como sou, apenas um
obscuro preceptor da infancia p'rnambucana, em-
bora nao tenha arroabos de intelligencia, e raa-
goa de illuatraco, para poder agradecer o quanto
v 13 devo, meamo assim, em nome de mioha dilec-
ta fihinba, cu vos agmdeco ; em nome da civili-
Shco, porque concorreatea com o vosso contingen-
te para um acto louvavel ; em nome da sociedade
porque aalvastea um anjo das giras da morte .'
Nest 1 occaaio ioflixionado pela gratido, como
um solemne testemunbo de um estremado reconhe-
i-imeat-, nao mesclando esaa virtude a fraca e vil
lisonja, eu tenho a dizer-vos to somente n'uma
t>xpanao intima ue contcntamento, como deve ser
a de um pai que estremece por urna filhiuha, o en-
levo de seus uiaa, o objectivo de todo8 08 seus ca-
rinaos, de todos os seus desvelos, de todas as suas
t-murasmuito obrigado.
Em retribuifo tido, meus humildes protestos de alta estima e
eoua deme 1, desejando vos urna existencia fiada
d'ouro e fda.
Eu VOS anudo.
Agoato-1887.
Julio Soarea de Azevedo.
Pao (TAlho
Srs. redactores.Tendo so dado um equvoco
ua parte tendente ao depoimento da tercena tes -
temuohn Francisco Al ves dos Santos, no commu-
nieado asigna lo pelos Imparciatapeco-Ibes
que o ractifique da maoeira seguinte :
Em lugar dos ter-se bolsa para deferir, li-se
bolsa para alfs.riar.
Do que agradeceremos.
AoEii.urjresiflt8HaproFiDcia
E' de necessidade que V. Exc. olhe para o in
feliz preso qoe est na detengan, Sebastio Anto-
nio Peixota (radelha, pois eat protestado a nove
jury j a nm anno e oito meses; est sendo retida
naqueiia casa soffrendo grande inconmodo de
siudr.
V. Exc. como um administrador recto e justi-
ceiro d suas ordeua para o infeliz ter destino
para o lugar que tem de ser julgado.
Espera eria pr -vid- ncia.
Aa vozes do co clama.
O professor Ignacio do Reg Barros Pessoa
abri um curso de geographia, biatoria e philuso-
pbia em casa de 6ua reaidencia ra eatreita do
Rosario n. 43, 2 andar p.los pontos ltimamente
puolieadns.
Os taabalhos 8' rao pela mansa e a tarde.
lo commerefo e piiblic
O abaixo Hsaigoads tendo resolvido dei-
zar temporariamente a vida commercial,
vem pela presente agradecer aos Srs. com-
merciantea a benvola confianja qu? se
tiignaram sempre dispensar lhe, e aos seus
freguezea o tavor de sua valiosa coadjuva
9S0 ; e a estes roga o obsequio de conti-
nuare o a prestar igual coadjuvacio ao aeu
succesaor, visto como por elle muito se in
iereasa.
A todos off^rece o seu diminno prest
mo, estrada de Luiz do Rogo n. 18,
onde deve ser procurado para liquidaco
de sus conta-, naa horas 6 s 10 e 3 s 6.
Recife, 8 de Agosto de 1S87.
Francitoo Jote da Silva Braga
Lanman k hemp
Previnem o publico que ezistem neata pnatt
imitagoes fraudulentasdo aeuolio pubc i> Ji-
oado de BacalhXocontra aa quaea ae devera
acautelar os consumidores, por isao que o UM
d'esses leos falsos ser em prejuhw das
donatas.
Eutre essas talsifiescSea ha nma quealm na
differenca na puresa do liquido qne a pode apre-
ciar se comparando o oleo verdadeiro com O falsa,
engaa fcilmente os iacantoa, e por isso apresen-
tamos aa differene-s qu- existem nos fraseos e in-
volucros :
A circular que acompsoba -da frasco devr
ser asaigaada poranm < Kemp-^o n=c
Lenman K.tmp -como na falsificacio.
Oa noaaoa fVanoosns tres ladoa deacobertos
tr>,7.-ra em r-devo no rtesmo vidro aa a u i ate*
palavr-a : Cod liver oil Lanman & Kewp
New-York, em qaanto que os falsos vidroa tem:
Hefined Cod Liver Oil=New-York.
as nossaa capsulas metallicas l-se :Lm
min i. Kemp, Droguistas, Nueva York, em qnaotc
oaa tal- s :Col Liver OU^Befined=tfae-
va-York.
R -c .mme-i lu! -. ihi ?, aoa doentea que quice-
rem usar do nnaau o eo, e retirar oa reaultados
maravhosos pelos quaes ae tem acreditado en
todo o mundo, tenham todo o cuidado em exami-
nar os frascos que compraren!, para nao serem
entraados por infames falarficaces.
Tambem ha muitas falaificaces da nossa asna
FLORIDA DE MBRBAT & LAKHAN, E TNICO ORIENTAL
de KEMP, falsifieacOL-a easa< preparada) geralmen-
te com substanciai prejudiciaes pelle e no ca-
b-llo ; exijam, pais, os consumidores oa verda-
deiros e nao recebam outros.
HAVENOO BKOlSTRADO NE3TE IMPERIO TODAS At
088AS HARCAS I! ICSTIAES E R0T0T.08, PBEVKIMil
CS IHITAOOReS K PALSIPIC^DOBBS, QUE PB 'CEDEREMOS
COMTBA Kl.I.KS NOS TRIBUNAES, EM PBOTECCAO DI
Nosaoa direitos.
Pernambuco, 28 Jrnho 1887.
Lanman & Kemp.
Elixir depurativo v getai
Formula de
Angelino Jos dos Santos Andrade
Approvalo pela inapectoriavgera do by-
giene publica do Rio de Janeiro, em 20 de
Julho do corrente anno (1887).
Eite depurativo encontrado a venda, (por ora)
na ra do Baro da Victoria n. 37 e roa Eatreita
do Rosario n. 11.
Para provar a grande vfficacia quas prodigio,
do pre >arad > do Sr. Andrade basta apreaentar o
crescido numero de atteatados exoontaneamente
pr s'a-'oa por muitos ravalbeiroa que tem feitc
uso delle dos quaes publicamos alguna de pessoae
conhecidas e residentes nesta cidadi.
Lista
Conselhi:ro Alexandre Bernarino dos Res e
Silva.
Dr. M'guelde Pgue;r''a Paria.
Dr. Aff -uso Olindense Ribeiro de Sonza
D Lindolph > Correia de Arau
Dr llenes Marti ni Puntes.
Dr. Arg' miro Arxa.
Capito de mar e gu-rra Jos Avelino da Silva
Jaques.
Capito r'lirencio Rodrigues Miranda Franco.
Tito Machado Freir de Barros.
Antonio Dias de Almeida Cesta.
Affon8o Ligorio Velloso.
Joaquim Fenelon Delgado Borbs.
Jos da Silva Rodrigues Neves.
Manoel Alves da Costa.
Antonio J -s Ferreira Refinador
Elysi) Alberto Suveira.
Candida Francisca Muniz I" i j.
Jos Luis de Franca Torres.
Oraaliaao O de Torres Pedro Tertuliano da Cunba.
Jos Antonio Coi rea Oaio.
J.o da Silva Neves.
Francisco Teixeira Barbosa.
Anstides Manoel dos Santos.
Urbauo Jos Carneiro.
Bntevfto Alexandre Jos Dornellas.
Zncb r 13 da Costa Lei to.
Rufi.10 Susano Qajo de Miranda.
Manoel Fihto de Castre.
Manoel da Costa Alves.
Cirurgio dentista Thomaz Antonio Eapiuca.
Tbeodomiro de Azevedo
E ioardo Floro de Paiva.
Jos Joaquim de Freitas Tavares,
Melchiades J. de Souza Santa Rosa.
Joaquim Santino de Figueiredo.
Francisco da Silva Miranda.
Mara Olympia de Olveira Cyrillo.
Augusto Pontes Amaral.
Alfredo Moreira.
Affooao Monteiro Pessoa.
Antonio da Silva Ramos Neves.
Antonio Ferreira Diniz.
Joviniano Cordeiro Lina.
Joo Fernandes Baptista.
Major Juatino Rodrigues daSilveira.
Ramiro Antonio da Costa.
Oaa par Augusto Soares Leite.
Antonio Sos Rodrigues de Sonza Filho.
Antonio Pedro de Sonza Soares.
Bernardo Augusto Soares Leite.
Manoel Januario de Anuda.
Jos Antonio de Souza.
Luiz Carlos de Almeida.
Joaquim Jos Maia.
Antonio Fradiqne.
Vagaste de Castro.
Jos Veriasimo de Azevedo.
Maooel Soares Neves.
Alteres Fra.icisco de Albuquerque Pajoaba.
Jovelino da Cunha.
Mauoel Franciaco Pragoao.
Teen te Joo Paulo de Almeida.
Joanna Candida Paea Barreto.
Joo Silverio de Souza
Maaoel Franciaco doa Paaaes.
Hcatiniano Carneiro de Moraes.
Joo Antonio do Nascimento.
Joo Franciaco Times.
Jos Silvestre dos Santos Pereira.
Sebastio Joaquim do Reg Barros.
FLriiino Gomes dos Santos.
Francisco Rodriguea da Cunha.
Miguel Manoel da Silva Coelho.
Antonio Meneles Carneiro de Gasmo.
Antonio Teixeira de Lima.
Antonio Horacio.
Tranquilan) dos Santos Castello-Branco.
Jos Carlos Marinbo.
Jos Luis Qoncalves.
Manoel Gonsalvea do Reg Barros.
Adolpho Machado.
Manoel Rodrigues.
Mnnoel Leoncio do Reg Barros.
Joaquim Oomingues da Costa Braga.
Pedro Alves Barbosa.
Jovino Cassiano Maia e Silva.
Jerunymo Jos Figueira de Mello.
Caetano Gomes de Almeida.
Manoel Franciaco Teixeira.
Daniel Pereira dos Santos.
Franciaco Goncalves Gui maraes.
Francisco Jos do Reg Mello.
Antonio Francisco da Costa.
Paulo Luiz Alves.
Rodolpbo M. de Serpa Brando.
Beliaario Alves de Brito.
Antonio da Silva.
Aureliauo Jos dos Santos.
AnMiio Pinto da Silv ..
Sernar.: n 1 da Coata Campos Jnior.
Autoin i enano de Mello.
Ricardo Fouseca de Medeiros.
Caetano da Silva Azevedo
Jos Pinto Ha Cunba Teixeira.
Francisco da Costa Ferraz.
Albino Jos Goncalves Dinis.
Joo Feliciano do Nascimento
Autopio G an Joaquim da Silva Netto.
J0S0 Ferreira dos Santos.
Candido Maooel dos Santos Mendonca.
Antonio Jos da Fonseca.
Adriano Antones Dantas.
Pedro Borges de Cerqueira.
Joo Nunca F--rreira Coln ra.
Jos Pestaa dos Santos.
Pedro Alexandrino de Mello.
Jos Moreira Brando Filho.
Antonio da Coata Moreira.
Epaminoudaa P. Bandeira A. Vaaaconcellos.
Francisco de Mello Cavalcante de Albuquerque.
Maria Freir de Lima.
Joo Augusto da Costa.

^
' y-



I HJ61VE1 j


+*


Diario de ^erBaiiifouco---tyuaita -leira 10 de Agosto de 17
a.*

Enfrosino Rodrigues lo Couto.
Jacinloo P. G. de Asevcdo.
Jos Soar. s do R-go Villela.
Ignacio Pinto de Aguiar.
JTortaoti > do Ama ral. \
Fernand > M iiralhes da Silva.
Lits Artoar Bahi* d Cimba.
Gussy Javensl do Rogo.
Jos Pereira da Porciuncul.
Jos Botelbo Pinto de Mosquita.
Tenente Joa Caetaao da Silva.
Madama Freir.
l> oto Jos Pereira.
Francisco Rodrigues doa Santos.
Adolpho Cuaba.
Antonio Ferreira de Lima.
Gustavo W Joviniano M iota.
Flix Pereira de Araujo.
Satyro Cordeiro.
Pedro Lucio Rodrigues.
Horteocio Euas Vieira d* Amorim.
Joj Heurique da Cruz Ribeiro.
Alejandrina .Varia da Concico.
Flix Jos Marques Bacslbo.
Carlos Vander Lindem.
Vicente Silverio de Soasa.
Emiio Pereira de Araujo.
Aiolph i Marques-dos Santos.
Jos de Castro Monteiro.
Augusto L-opoldino da Silva Nevea.
Manoel Filgueira de Meuezes.
Jos dos Sant s Silva.
Elpidio Accioli de Barros.
Jos Ricardo Das Feruandea.
J. F. de C.stro e Silva.
H urique Adolpho dos R:is.
Amonio C. Xavier e Silva.
F. de Asiia Coelhj.
Francisco Jaborandy de Moraes.
Joaquim da Costa D-urado Jnior
Maaoel Peaaoa Ferreira.
Jlo Baptista de Franca.
Jo i David Baptista.
Joaquim Jos Ferreira Penha.
Julio C sir Uttooi.
Bernardino Alves Neiva.
F. nt'lon Borba.
Candido Oias.
Jo Ferreira dos Santos Jnior.
Joaquim de Souza Silva e Cunha.
Joo Marques da Silva.
Ullysses da Costa Spinola.
Antonio Alves da Silva Jnior.
Francisco Ferrio Castello Brinco Jnior.
ama Pedro de Alcntara.
Antonio de Castro Monteiro.
Leopoldina Mana do Nascimento.
Raymundo Lino dos SaDtos Gouveia.
Manoel Augusto de Mesquita.
Jos de Souza Aguiar.
Jos de S ma Braz .
Tbonvz de Aquioo L 'al
Antonio Luiz de Franca
Jos Mara da Costa Carvaibo.
Arthur Antunes Dantas.
Domingos Jos Rib-iro Soares.
Annibal Casado Lima.
Capitao Austricliaoo de Terrea Gallindo.
Joo Laurenco Pejeira da Costa Barboleta.
Antonio Jos di'S tteis
Augisto Cesar Pereira Caldas.
Benevides Brrelo do Rosario.
Miguel Xavier de Sun Fonseca.
Joaquim Jos de Souza Oliveira.
Manoel Jos Fernandes.
Francisco Jos Das Sobrinho.
Jeronymo da Costa Lima.
Teuente-corouel Apolioario Florentino de Albo
querque Maranbo.
Franco Martina Nogneira dos Santos.
Alfredo Bessone.
Tbomai Ferreira da Cunba Jnior.
Arthur da Silva Regadas.
Manoel Alves Pitillo.
Tito Jos do Cont.
Jos Candido Ribeiro.
Carlos Lopes Guimaraes.
Manoel Tavares da Cesta Martina.
Joao Jos da Silva.
Alvaro B. Dias Ferreira.
Alfredo A- de Vasconcelloi.
Domingos Jos Rodrigues.
Emilio Roberto.
Francisco Miguel Rodrigues.
Felippe Nery Guimaraes.
Francisco de S:queira Passos.
Franciaco Cecilio S. Guimaraes.
Fausto de 15 >rros Bezerra.
Francisco de Souza Duarte.
Teen te Francisco Evaristo de Soasa.
Jos da Silva Nevea.
Joaquim Odorico de Araujo.
Ignacio Troyano de Jess Bandeira.
Joaquim das Neves Pedrosa.
Joo Cvalcante de Araujo.
Joao Hermenegildo da Silva.
Jos de Faria Machado.
Joo Verissimo do Reg Batroa.
Jcs Affoso Ferreira.
COMERCIO
Koii oamrrclal
CWACKS OFF1CIAES DA JUNTA DOS COB-
KECTORE8
Reate. 9 de Agosto de 1887
Algodo de Mossor 1' sorte, 61800 por 15 kilos
bontem.
Dito de dito mediano, 5*800 por 15 kilos, hon-
tem.
Dito de dito 2' sorte, 4*800 por 15 kiloa, bontem
presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeax.
Hiiiinirmo baararlo
BKCIFE, 9 DE AGOSTO OB 1887
PRACA DO RECIFE
Os bancos adopta rain h je a taza de 22 d. so-
bre Londres e em proporco sobre as outraa pra-
caa.
Em papel particular fizeram transaccoes a 22
1/4.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
O mercado de cambio esteve hoje p aralyaado,
por ser da de mala.
O Commercial estabeleceu a taza de 22 1/8 d.
sobre Londres, affixando os demais bancos no bal-
cao a de 22 d.
As tabellas expostas aqu foram estas :
Do Internacional :
Ignacio Rodrigues de Carvaibo.
Jos Maria da Silva Feraandes.
Jaeintho Augusto dos Res.
Jos de A. Casia Pontes.
Jos Alves.
Joaquim GoacUves de Asevedo 8 onza
Jos Gomes dos Santos.
Joao Baptista dos Santos Almeida.
Jos Vieira da Fonseca. ,
Jos Alfonso dos Santos Lima.
Jos Joaquim da Costa Pinto.
Joo Marques de Pinho.
Luis Marques Vieira.
Manoel Joaquim Vieira.
Paulino Bernardino de Olivtira.
Philomeno de Vasconcellos.
Pedro Barbosa da Silva Netto.
Thoraax Jos de Olinda i.'ampello.
Thomaz Dativo dos dantos.
Virginio Carnoiro Leo.
Victor Gonoalves de Souza Beiro
Gabrielle Poregrioo.
Augusto Carlos Norouha.
Jos de Moura Iglisias.
J. Nunes da Silva.
Joo Pereira de Mendenca.
Francisco Ferreir Brando.
Januano de Stusa Silva Serooio.
Fabio X. de Soasa Fonseca.
Manoel Joaquim Pereira.
Francisco Jos Pereira.
Alberto Agripino Seixas.
Maaoel Joaquim de Mello Reg.
Jos Antonio Albuquerque Pedrosa.
Francisca Florinda do Rosario.
Agapito Innocencio Poggi.
Francisco Paes de Luna.
Felisuimo Lourenca da Silva.
A ti' uso Tabprda.
Mximo RssVigi'es doa Saatoa.
Manoel Pinheiro de Mendouca.
MODO DE USAR
Os adultoa tomaro quatro colheres das'de sopa
pela manh e quatro noite, e as ci angas (las,
podendo se adocar com assucar puro. Tomar-i e-ha
pela manb e noite banho trio ou morno. iea-
guardo regular
Cuidado com aa falpificacoes. porque j ha quem
falsifique este remedio.
Commlssio Redemptora
De conformidade con o art. 8 do Reg.
Joaquim Ferreira da Silva Lal, negoci-
ante.
Satyro Emygdio de Oliveira, agricultor
Manoel Baireto da Silva Neves, agricultor.
Sebastio Francisco de Siqueira, propri. ta-
ri o e negociante.
Manoel Ignacio Bezerra, agricultor e ne-
gociante.
Luis Alves Calda, negociante.
Jos Francisco de Sant'Anna, n >go.^iante.
Pedro Americo Bandeira, negociante.
Jos Basilio de Freitas Peixoto, proprieta-
rio.
A bagacelra de Tapera
Iafelismeote nenhum dos pobres escravos, os
mais desgranados e desprotegido i da sorte, que
servem na fabrica do r^casso e talentoso e nador
Luiz Felippe, logrou ainda a libertado, apezar de
estarci quasi todos matriculados com filiacio des-
conh'cida.
Eis a proa : Eui virtude do d"spacbi supra
certifico que da matricula dos escravos do sena-
dor Luiz Felippe de Souza L o, nao consta que
o mermo senador tentu libertado nenhum dos re-
ftr dos escravos. O referido verdade.
E par constar passei o presente que assignn.
Collectoria de rendas geraes do Cabo em de
Agosto de 1887.
O escriva).
Manoel Martins da Cunha Seabra.
Enrermidside sem nome
Milbsres de pessoas padecem, asquaes nao teeui
nenbuma molestia especifica. No entretanto sen-
tetn a apathican, insensiveis e iudiff.;reutes, o-
uiem sem vontade, dormem sem o desejadodescan-
so e no todo sentem-sc miseravelmente Jesvalid*,
sem causa plausivel. A causa apparente de todo
isto provm de ama retardada digeato, do estado
sem-trpido do figado, da iuactividado dos uites
tinos. Afim de se reatituirem os orgis inertes a
um estado de salutfera actividade natf teein mais
do que lancarem mao das pilulas assucaradas de
Bristol.
O Dr. Benjamn Wallis, de Boston, de opiniao
que nao ha nada que co.n ellas se possa (soasjBS,'
rar, pira os casos onde h* falta de energa vital no
de 12 d! Janeiro de I Bao convido as pes-. #atoinilga e g0as dependencias, c oude existe moa
goas que quizerem libertar escravisados debnidade gerl e depresso app*reute sem com-
por coota do fundo de emanciparlo pro
vincial, apregentarem as propostos, duran-
te 15 dias, a contar de hoje, devendo de-
clarar o preco e juntar a matricula ou
certidao autbeatica.
A commissao lembra aog propone ates
que attendam, as indemnisacS -a pedidas,
ao prer;o corrente e que s indiquem es-
cravisados cuja condiclo servil na j possa
ser contestada.
Os iateressados devarlo se entender
com o abaizo assignado, ra da Aurora
n. 77.
Commissao Redemptora, 6 de Agosto de
18*7.
Joao de Oliveira,
Secretario.
i'almelra de Garanhuns
AO COMMERCIO
Os abaizo assignados, negociantes, agri-
cultores e proprietarios, em Palmeira de
Garanhuos, em vista da mudanja de agen
te do correio deste povoado bao resolvido
mudar o inderesso de sua correspondencia,
para a agencia deCanhotinho e por isso pe-
dem com rauita instancia as pessoas de
suas relages, principalmente commerciaes
e as redaccSes dos jornaes da que sSd as-
8gnant"g que por all dirijam a correspon-
dencia que Ibes for enderezada,, e auto-
ritum pelo presente ao respectivo agente a
entregal a, at mesmo a registrada ao Sr.
Antonio de Albuquerque Maia, nao se res-
ponsabilisando os abaizo assigoados pelos
desvios de qualquer valor ou papel de im
portancia que Ibes for remettido contra a
indicacao, que aeima fazem.
Palmeira, 5 de Agosto de 1887.
Miguel Reinauz Duarte, proprietario.
Francisco Pereira de Carvaibo, negociante.
Jos Paes de Barros, negociante.
Jesuino Brasileiro de Veras, negociante.
Mascavado..... 1J040 a 1*100
Bruto....... 900 a 1*000
Rtame...... 700 a *8<>0
Alaodao
O de 1." sorte do serto foi hoje vendido a ...
6*80(1 por 15 kilos.
tudo ^presentar urna distincta forma de m deitia
qualquer. Todos os que padecem de prosUai'o
pbysica acompanhada de abatimento do espirito
espirito acharo que as pilulas assucuradas de
Bristol Ibes s-rviro de immenso beneficio.
Ellas se acbam acondicionadas dentro de vi dr i -
nhos e por isso a sua conservaco duradora em
todos ot climas.
Em todos os casos provenientes ou ggravados
por impureza do sangue a Salsaparrilba de Bris-
tol, deveri ser tomad conjunctameote com as p-
talas.
Encentra se venda em todas as pharmncias *
drogaras.
Agentes em Pernambuco, flenry Foreter Ai C.
ra do Commercio n. 8.
Importante ileclarata (3)
Aa virtudea do PEITORAL D CAMBARA
de J. Alvares de S. Soares, de Pelotas (Rio Gran-
de do Sul) vantajosameute empregado em todas
as molestias do apparelho respiratorio, nao sao
h je postas em duvida por muitos illastres fi.hos
da sciencia.
O babil medico Sr. Dr Carlos Marchaad, de S
Gabriel, escreveu ha piuco o seguate ao autor
do preparado :
> O sci xarope peitobal de cambaba' tem-me
eito multa falta, porque quasi nunca o encontr
so seu deposito d'aqui- Tenbo-a aconselbado na
minha clnica e com elle teutao tirado rescltudos
importantea no tratamento das molestias bronco-
pulmonares.
Outraa declaracoes importantissim n de mu
tos distintos mdicos, comprovam valiosamente as
virtudes de to precioso medicamento.
O leitor poder aprecial-as no opsculo que
acoinpanha cada frasco e na t ven le *< n* atrt'ii
ca a cargo dos Srs. Francisco Manoel da Silo*
& L* ra Marque de Olinda n. 23.
Frasco 2*500. meia duzia U*J00 o duzia 24*
A agencia enva a quem pedir coadcoes uj-
pressas para as vendas por atacado.
Grinaura, modista
39-RA DUQUE DE CAXIAS -39
(1 andar)
Faz, p ir figurinos, vestidos para seuhoras e me-
ninas, com pruinptid i e precia mdicos.
Recebe mensalmente da Europa jorqaes do
modas.
Consultorio medico*
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de li anu
ie escrupulosa observaeo, reabre consultorio nes
ta cidade, ra do Bom Jesnr (aotiga da Crui
n. 23, l.o andar.
Moras de couuKas
Do dia : dasl s 2 da tarde
De noite : das 7 a 8.
as demais horas da noite ner encontrado no
sitio tavessa dos Remedios i. 7, primero por-
to eaquerda, alm 'o por cao de Dr. Cosme.
Thomaz Espuea
WIOOI SJE
Ra do Imp rador n. 67. primeiro andar.
Dr. Lopes Pessoa
Medico e oper.idor
Residencia -Ra Lirg^i do Rosario n.
38 Io andar.
ConsultorioRa do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 s 2 horas Ha tar-
de.
Chamados -A qualquer hora, por es-
cripto.
Clnica do Dr. Sirao-s Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senboras
a de eriancas.
Consultorio ra do Mrquez de Olin-
da a. 64 consultas de 2 s 3 horas da
tarde.
Residencia ra da Soledade n. 78.
T"l*ohono n. 213.
Cal virgen, de Jaguaribe
REGS
TRADA
Avisa se aos senbores de eogenho e
mais consumidores desta ezcellente cal,
que contiuua ser o seu deposito ger-al a
ru i do Bom Jess n. 23. *Perfeitamente
einbarricada e em pedras, come a que n3s
Tea de estrangeiro e em nada inf rior a
esta, continua a s-r vendida pelo pem fxi
de 6&O00 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, sao
ta-nb -m vendedores della os senhores :
Quimaraes & Valente 6 Pateo do Cor
po Santo -6.
Lopes to38.
Bento de Freitas Guimaraes C
Ruado Visconde de Itaparica 51, Recife.
Feitos da Paseada, Jos Manoel de Freitas ser
levado em praca publica n > dia 1'2 do corrente peas
11 horas da manh, depois da audiencia, o alugu-l
aanual da casan. 3 sita ra do Livramnt i, per-
tencente a capel la dos Prazerea de Guararapes,
p :1o tempo suficiente para pagamento da Fazenda
Nacional pai a o qun foi p^nb irado o mesmo ala-
ga el, avahado por 400*000
Os aluguies aasemsaa ns.110 sita a roa de Mar-
cilioDias,|avaliadaannualmeDl"por 180*000, trndo
urna porta e duas janellas na frente ; a casa terrea
n. 35 ra da Assumpco, com urna p>rta c rluas
janellas. ambas na freguezia de S. Jos, avaliada
por 180*000 annualmente ; um sobrado de um an-
dar e soto com o pavimento ifneo oceupado por
urna venda, sito na freguesia de S. Fre Pedro
Gonealves. n. 80 ra de Domingos Jos Martina,
avaliado renda aanual por 450*000. pertencen
tec ditoa predios ao Mosteiro de S Bento. cujos
arrendamentcs serio feitos pelo tempo snfficiente
par pagamento da Fazenda Nacional, para que fo-
ram penhirados.
Recite, 3 de Agosto de 1887
O solicitador da Fasenda Nacional,
Luis Machado Botelbo.
= De ordem do Iilin. Sr. eugeaneiro director
geral, faeo publico que tenio H. Exc. o Sr pre-
sidente da provi ca concedido antunsac/io A Im
perial S-ciodade dos Artistas Mchame raes para desapropriar o terreno com seis oeque-
nas casas, ezis'ent>'s ao lado do sul do e lili ;i > Jo
Lycei de Artes u Olficios, para o esta&eloeim-^nto
de oficinas e aulas praticas annexis ao m^smo
Lyceo, alo pelo presente chamados os senhores
interessados, para no praso de dous mez*s virem
examinar a planta respectiva que toi approvada
pela Cmara Municipal do Recif<' e acha-ae n-st.
secretaria, e apresentarem as reclamaQOJ- que
tivereu., sob peua de proceda.r-se a arbirrameuto
para nde-noi-'a^o, na forma da le n. 129 de 2 do
Maio de 1881
Secretaria da repartico das Obras Publicas de
Pernambuco, 23 de Julho de 1887.
O engenheiro secretario,
Joaquim Gomes de Olivei-a e Silva.
BfiliLARAGCES
EDITAES
Jaizo dos Feitos da Fazend.
90 dio vista
Entrada
de ansarar
HEZ DB AOOSTO
Assucar
Entradas
e itiiJso
Dias Saceos
Barcacaa .....
Va-terrea de Caruar
Animaes.....
Via-terrea de S. Francisco
Entradas
Somma.
Algodao
Diae
Barcacaa.....
Animaes.....
Via-lcriea de S. Francisco
Somma.
835
122
90
860
1.907
400
652
156
1.208
Brigie portuguez Armando, diversos artigus, para
o Porto
Barca portuguesa Claudina, diveraoa artigos, pa-
ra o Porto-
Vapor ingles La Place, algodo, para Liverpool.
Vapor ingles Natmylh, assucar eoitros artigoj,
para Liverpool,
Vapor ingles Sculptor, diversos ftrtigoa. para Li-
verpool.
Ni
Londres.......
Pars........
Italia........
Hamburgr*......
Lisboa e Porto ..'...
Principaea eidadea de Porta-
gal........
ew-York......
Do Losos Bank :
Londres .
Psris. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
New-York
22
431
535
241
21 3/4
435
435
540
243
248
2*303
0 djo vista
22 21 3/4
431 435
. . 435
535 540
242 244
2*29U
Do Ebolisu Ba.ns :
Londres.......
Pana........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e P..r!......
Principaet. ':ia-j de i ou-
g'........
.liba do* A>; res ....
llha da Mad:ra
New-York.....
SO djc vista
22
431
535
242
213/4
435
435
540
244
249
252
249
2*90
sv.tcm.io a* turar e alfoJo
unan, 9 i>t aojsto de 1887
umtar
Os prej', pagos ho agricultor, continalo a re-
Sular aos algansmos aba i per 15 kilos :
rauco, os r.elhores qn
apparecem cu n: i
regulam db .... 2*200 a 2*400
3. serte boa..... 1*900 a 2*100
8. regular..... 1*700 a 1*8JO
Hmidos e hai*. s 1*500 a 1*700
Swikus...... 1*300 a 1*400
oe.pacho. de ep0r..eiw,
MBS DB AGOSTO
Nos das 1 8, toram despachados na Alfande
ga os artigos segaintes I
Pura fra do Imperio
Agurdente..... 1.%) litros
Algodo......307.311 1/2 ko.
Assucar.....
Borracha.....
Carocos de algodo.
Courinhoa e pelles .
Coaros salgados. .
Doce......
Ferro velho ....
Piassava.....
Praneboes de amarello.
Sement de carrapato.
Para dentro do Imperio
Agurdente .....
Alcool .....
Algodo .
Assacar.....
Cooa (fructa) .
Doce......
Espanadores de penna .
Folbaa de jaboraudy .
Medicamentos .
Oleo de mocot ....
'.'leo de rieino ....
Praneboes de vinbatico.
Rap.......
Sal.......
Tamancos.....
Vassourob Ue piassava.
Vinho de jurubeba .
1.634.373 >
75 s
52.275
200
13.551 kilos
55 >
30 tooelad.
3.000 kilos
51
3.880 kilos
98.080 litros
9.600 .
26.853 kiloa
173.193 >
12.100
850 kilos
80
50 kilos
1 cana
75 kilos
1.800
12
216 1/2 kilos
5.000 litros
3 fardos
50 doxias
46 velumes
BXCAFtTOLACAO DO AS8CAB
Para o exterior 1.634.373 kilos
Para o interior 173.193
QCADBO DO BtCALHO
Barca inglesa Mar a.
Lugar ingles Florease.
Lugar iugles Cinta.
iUADBO DO XA8QB
Barca nacional Martanninha.
Escuna allem Gesine.
Eicuua allem Fritz.
Escuna Dorueguense Rsform.
Saccas cabvIi nu pbdha
Barca dinamarquesa Jorgtn J. Loti.
Barca noiueguense Homborgsund.
KBBOSSSB
Barca allem Hania.
TBILSOS DE FKHKO
Brigue portugu s Figueirense.
UADB1BA
Barca norueguense Vernica.
VAHOS OEHBKOS
Barca sueca Pulstyerntn.
Lugar aueeo Amida.
Patacho portu^nrs Kerla.
Vapor ii icionul Mrquez de Caxias.
Paula a* iimieta
SkMAHA DI 8 A 13 DB AGOSTO DI 1887
Assucar refinado (kilo; .... 146
Assucar brauco (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kilo/ 066
Alcool (litro).....r loO
Arroz com casca (kilo) ... 65
Agurdente e...... 056
Algodo (kilo)...... 373
Borracha (kilo)...... !06
Couros seceos salgados (kiii m *<>"
Coaroa seceos empichados (kilo) 585
Courca verdea (kil.n..... 2'5
Cacao (kilo)....... 4(10
Caf restolbo (kilo)..... SM
Caruaba (kilo)...... 6
Carocas de alrodio (kilo) UI4
Carvo de pedrn de. Caidiil ;o..i iiixiO
Caf bom (kilo)...... MU
Cachaca (iltr..)...... 0
Farinha de mauioe-i iklru) *. u35
Fumo restolho m rolo (kilo) .'.'>
Fumo restolbo eva Istlii (kilo) j J
Fmm bom (kilo)...... ~tU
Fumo em folha bom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo). 400
Geneiira (litro)...... KJQ
Mel (litro)..... o4(J
Mino (kilo).......
Taboados de aui-.rj.ii; (doi.. .,' i);iti^(.'
EaicrlvAo Beso Barro
Peraote o Sr. Dr. juis substituto dos feitos da
fazend Lindolpbo Hisbello Correia de Araujo, se
vender em praca p blica no dia 12 do corrente
mez, pilas il horas da manh, depoia da audien-
cia e perante este juizo, e seguinte :
O ierren.- denominado Buriiy, aito no lugar
Arraial, freguezia do Poco, que foi pertencente a
Jos Bruno de Lima, avaliado por 80*000, cojo
bein fii p-'iinor.do para pagimento da fas eu-
da nacional e costas.
Recite, 3 de Agosto de 1887.
O solicitador da fazenda nacional,
Luiz Machado Botelho.
Juizo dos Feitos da Fayenda
Nacional
Escrivo Reg Barros
Pernute o Exm. Sr. d-s- mliargador juiz des
25 dividendo, razo de 8 0/0. O pagamento,
faz se id escriptorio da companbia naa tercis e
aabbadoa.
eOMPAHBIAS
Companhia de Edi/icacao, juros daa accoos re
midas, vencidos em 31 de Dezembro do auno pas-
ando.
Memorial
Aos accionistas da Estbada db Febbo do Ribbi- |
bao ao Bonito foi marcado o praso de 60 dias, a
contar de Agosto correte, para realizarem a 7.'
entrada de 10 0/0 de suas acedes.
Aos cootribuintes dos mpestos deindustria e
prosso e predial, foi marcado o prazo de 30
das, que terminar 22 do corrente, para apre-
seutarem na Becbbboobia Gkbal aa reclama;oes
que porventura teoham de faser com relaco so
ultimo laucamento.
9
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb'o
viudouro, aero substituidas na Thesoubabia db
Fazbbda as notas do valor de 2*000 da 5.a estam-
pa, 5*000 da 7.* e 10*000 da 6.
O procurador doa fetas da fazenda provin-
cial, tendo reeebido do Th'souri Provincial a r ln-
co abaixo Transcripta dos contribuintea da coutri-
buQoda R:eife Dranage, da freguezia de S- An'o
nio, relativo ao 2 semestre de 18821883, que dei-
xaram le pagar a meima cootrionicio Bu tem
po competeute, declara aos mesmis contribuiutes
que lb"8 fiea marcado o prazo de 3) diis, a con
tar da publisaco do presento edital, na confor-
midadedo dspisto no art. 53 da le n. 891, para
recolberem a importancia d-s sena debitas na
Reeeb>;doria Provincial, certos d" que, fin o re-
ferido prazo se proceder* a cobrauca ex-:cutiva-
ruence,
Recfe, 15 de Julho de 1887.
Miguel Jos de Atmei la Pcrnaobuco.
Travcssa do Poucinho n. 28. Ignacio
Fraucisco d-. Conceico Parncio 15*325
Dtaii 30. O mesmo 15*i25
Ra do Lnperador ns. 7 Ae 7 B. Joa-
quim L p- s de A Un-1 la 15*325
Dita n. 83. Dr. Jos Marianno Car-
neiro aa Cuaba 45*976
Duqu<: deCaxias u. 28. Justino Perei-
ra de Farias 61*301
Santa Th-resa n. 8. O mesmo 15*325
Baro da V:eloria n. 40. JosGoncd-
ves da Fonte 78*436
Trincbeirai. u. 30. Joaquim Bernardi-
no de Cistro Res 30*650
Travessa du Carma n. 15. O mesmo 15*325
Dita n. 17. O mesmo 15*3.'5
Trinebeiras n. 31. Joo de Britto Cor-
reia 15*3.5
Laraugeiras n. 12. Jos Moreira Fra-
goso e outro 485853
Dita n. 3. Joaquim Antonio de Sil
vera 15*325
Dita ii. 25 Jan-rin'h) Pachaco Pinte 15*325
Travessa do Qiuim.do o. 1. Joaquim
Oolbo Cintra 48*853
Larga do Rosario n. 4. Jos Joaquim
Aut nes 1.0*321
Dita n. 2J. Dr. Joao Ferreira da Silva 50*593
Dita n. 33. Jos Ferreira da Cista 71*730
Dita n. 37. Jos Rodrigues da Silva
Barroca 68*t880
Estreita do Rosario n. 24. Dr. Jos
Bernardo Galvo Al'-'oforado. 9*352
S. Francisco n. 64. Jos Gonealves da
Fonte 15*325
llha do Carvslho n. 10. Jos Martins
da Silva 15*325
Dita n. 43. O mesmo 15*325
Marcilio Das n. 27. O mesmo 45*976
Roda o. 56. Jos da Silva Moraes 3.1*650
Patos n. 10. Joo Francisco dos San-
tos 15*325
Travesssa dos Quarteis n. 2. Joa Ma-
ria Sodr da Motta e outro
Cadea Nova n. 17 A. O mesmo
Dita n. 17 B. O mesmo
Trayesaa dos Quarteis n. 24. Joa Do-
minguca Codeeeira
Travessa dos Expostoa n. 4. Jos Ma-
ria SeVC
Becco da Matriz n. 1. Dr. Joa Rufino
Pereira de Mello]
Dita n. 1 A. O mesmo
Trav<-ssa d js Expestoa n. 28. Joaquim
J. Gomes
Travessa daa Florea n. 3. Joaquim Pe-
reira Aran tea
Paulino Cmara n. 4. O mesmo
l.Beccs da Camodan. 5. Julio Gomes
da Silva Nevea
Dita n. 2. Jos Isidoro Bastos
Cuino n. 3. Joaquim Bernardino de
C. Reis
Dita n. 13. Joaquina Maria Pereira
Viaana
Marcilio Dias n. 3. A mesma
Dita n. 5. A mesma
Dita n. 7. A mesma
Travessa do Carmo n. 2. Jos da Fon-
seca e Silva
Tr-ivessa da Bomba n. 2. O mesmo
Travessa do Livramento n. 5. Joa Lo-
pea Risa
Dita n. 7. O mesmo
Livramento n. 24. Juvino Epiphanio
da Cuuba e outro
Visconde delnhauman. 71. Jorge Corall
Pedro Affmso n. 53. Joo Paulo Bote-
Ihoe e oatro
Travessa do arcereiro n. 19. Jos
Nones de Oliveira
Marcilio Das n. 28. Josepha Maria
dos frazeres
Lomas Valentinas n. 40. Jos Fran-
cisco de S Leito
Coronel Suassum! n. 12. Jos Antonio
da Costa S4 e utr
Santa Thereza n. 30. Jorge Jacome
Tasan
Travessa do Lobato n. 4. Jsepba Ma-
ria das Neves
Travessa da Concordia n. 2 A. Jos
Rimos da Silva
Mrquez do H-tvhI n. 24. Joo de S
Uavalcante de Albuquerque
i. B^cco da Cadeia Nova n. 5. Joo
Manoel de Siqueira
Pedro Affouso n. 14. Jos Joaquim da
Cunha
Duque de Caxias n. 48. Luiz Antonio
fereira
Visconde de I ihauma n. 69. Luiz Fer-
reira de Almeida
TrincheiraS n. 39. Mosteiro de 8.
Beato
Estreita do Rosario n. 28. O mesmo
R ida n. 4. O m*srao
Dita n. 6. O mesmo
decco doCalabouQ i n. 24. Manoel Jos
Bistos Mello
Travessa daa Flores n. 15. O mesmo
Paulino Carmaran. 6. O mesma
Dita n. 14. O mesmo
P-'nha n. 29. O mesmo
Dit. n. 12. O mesmo
Marcilio Das n. 83. O mesmo
Coronel Suassuna n. 66. O mesmo
Dita n. 70. O mesmo
Dita n. 78. O mesmo
Santa Tnereza n. 24. O mesmo
Dita n. 46. O mesmo
Dir.a n. 58. O mesmo
Imperador n. 22. Manoel Rodrigues da
(justa Magalhes
t"o_-o n. 5. Maria Bernardina Mon-
teiro
Dique de Caxias n. 13. Marianna da
Costa slsgo Monteiro
Cabug n. 5. Mara Victoria de
Souza
Trinebeiras n. 14. Dr. Manoel Gomes
Viegas Janior
Dita n. 19. Manoel Gomes Viegas
Lirangeiras n. 1. Maria Victoria de
Souza
Estrena do Roiario n. 30. Mara Jose-
phina Dubeux
Coronel Suassuna n. 21. Migael das
Aojos S. de M.
Roda n. 26. Mara Anna de J. Fer-
reira Braga
Marcilio Das n. 62. A mesma
Dita n. 34. Manoel Jos do Amaral
Ridan. 11. Maooel Antonio Ferreira
Braga
Patos n. 6. Maooel Antonio Teixeira
Travessa dos Expostoa n. 20. Manool
Jos Vieira
Becco da Matriz n. 13. Mana Joaqui-
na de Gusmo
Paulino Carinara n. 24. Mara Isabel
de J. Moraea
ExportacA
ucm. 8 db aqofto db 1887
Para o exterior
No vapor ingles Sculptor, carregaram :
Kara Liverpool, J. Pater ot C. 6,475 suecos
com 185,625 kilos de assucar mascavado ; P. Car-
neiro e C. 2,500 saceos com 187,500 kiloa de
8ucar masavado ; J. S. Loyo & Filbo 1,131
saceos co.n 85,050 kilos de assucar mascavado.
No vapor in{li z Nosmyth, carregaram :
Para Liverpool, Machado ot Pereira 546 aaccas
com 36,995 kilos de algodo.
Na barca portuguesa Claudina, carrega-
ram :
Para o Porto, J. S. Loyo ac Filho 51 praacbdes
de amarello.
Para o interior
No hiate nacional Correto de Natal, carro
garam :
P.ra o Natal, Valente Irmo fe C. 2 barricas
com 146 kiloa de assucar refinado.
Mercad* Municipal de ". Jv
O movimentodeste Mercado no dia 9 de Agosto
foi o seguinte:
'.u.raram :
43 bos pesando 6,362 kilos sendo de Oliveira
Castro, 29 ditos de 1* qualidade, 2 de 2*
e 12 ditos particulares.
236 kilos de pene a 20 ria 4<70
102 cargas de fariaba a 200 ris 20*400
27 ditas de fructaa diversas a
30 re. 8*10 >
10 taboleiroa a 200 ria 2*000
12 Sumos a 200 ria 2*400
Foram oceupados :
24 columnas a 609 rit
22 compartimentos de arinca i
500 ris. 11*0)0
23 ditos de comida a 500 ris 11 *500
64 ditos de legumes a 400 ris 25*600
31 ditos de fasendas a 400 res 12*400
18 ditos de suino a 700 res 12*60o
11 ditos de Ireasuras a 600 ria 6*600
10 tainos a 2* 20*tk
8 ditos a 1* 8*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1* 54*011
iJeve ter sido arrecadada nes"s liis
a quantia de
15*325
18*203
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
45*976
18*944
15*325
45*976
8*393
30*650
30*650
61*301
68*495
65*618
30*650
45/976
15*3a5
15*325
22*988
45*976
61*301
15*325
30*650
15*325
45*976
15*325
20*361
15*325
59*165
15*325
15*325
29*892
5*777
30*659
30*650
15*325
15*325
15*125
15*325
15*325
15*325
48*853
30*650
15*325
30*650
30*650
15*325
15*325
15*325
15*325
61*301
30*650
15*325
67*078
30*650
51*731
15*325
64*170
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
4*316
15*325
15*325
15*325
213*720
1:720*010
1:933*76)
Somma
1.807.566
Vapor despaebado
Vap-T austraco Matlekovits, subido autehou-
tem, levou :
Para Rio de Janeiro :
300 saceos cim algodo.
200 saceos com assucar mascavado.
Para Santos :
30 pipas com agurdente.
50 barra de quinto com dita.
Car.egarata diversos.
.avio a car
Esto seudo despchalos o seguate? :
Jaros e nIcleudo*
Esto sendo pag>s os seeuintee :
divida publica
Apolicea ger.es e provincias.
Apatices mnucipaes (ra 15! 256).
LBTTBAS HVPOrUBCABIAS
Do fianco de Crdito Real, 7 0/0, sitian t
mestre.
BASCOS
Crdito Real de Pemimbuco, 2 dividen
:ato de 5 0/0 Sobre a vil.-, .'.-..i entradas r ..li
zadas do capital, cu 3*000 por adato.
Brasil, 67. divij,- ,,o, u. raaio de 9*000 por
aeco. Esto i i-ai dease caga.ueuto na '
agentes Purer Carueiio & C
CAKI1II. M FKBRO
Trhos Urbanos do Utci/t i Olinda e Beberibc
eteudioienios publico HU DB AGOSTO Al)aniega Ruada iroral : >> i 8 176:510/027 ld~a U 9 27:237*477
a provi _/e 1 a 8 Idea de 9 icial : 19.643*763 2:174*790 203.807*504 21:818(573
Hacebedoria geral
,:U8 :, e 9 225.626*077 7:1224140 427*733
Rendimento dos das 1 a 6
Foi arrecadado liquido at baje
r'rec^a do aia :
Carne verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a 640 res dem.
f'anuha de 160 a 240 ris a cuia
Milho de 26J a 320 ris dem.
Keiiao de 560 a 800 dem.
Haiadunro Pubico
''Foram abatidas no Matadouro da Cabauga 90
reces para o eonsumv do dia 1q de (Agosto.
Sendo: 63 rezes pertenceutea Oliveira Castr
V ('., e 27 a diversos.
Deatas pertcncentes a diversos 1 foi para a cal
deira propriedade de Manoel Paulo de Albucjuer
que.
Emliarcaees auna
h 1
1 .. 8
11 ... y
Uecebedoria p.wnnsiai
Recite Drainage
7:549*873
8:5281783
366*056
8:894*839
6:799*891
2:36i056
"9:166>947
no porto en
9 de asroaso
RACIOHABS
Armandoconsig. Loyo & Filho.
iJ'qui Companhia Pernambacana.
La mego(canhoneira de guerra).
Marianninhaconsig. Baitar Oliveira & C
Man lab Comoaubia Pernambucana.
Marques de Canas Domingos Alves Matheus.
Pirajiama Companhia Pernambucana.
ESTBAHOEIBAS
Armidaconaig. Fonseca Irmos < C.
* Ar el Sauudei s Brothers & C.
Claudina Loyo Filho.
Cluta Saunders Brothers & C
Frits altar Oliveira 4 C.
Figueirense4 ordem.
FlJreuce4 Saunders Brothers & C
Gesine Pereira Carneiro Jt C.
Hama Fonseca Irmos & C.
Homborgsund Wilson Sons & C.
Jorgen J. I tota ordem.
L\ Plrce Sauuders Brothers ie C
Mara Joh istou Pater & C
Nasmytb Saunders Brothers 4 C.
Polstyernen Fonseca Irmos & C.
Reforma H. Landgren 4 C.
Sculptor- S. Johnston C.
Veritasa Amorim Irmos 4 C.
Veonica ordem.
SUBTA BO LAMABO
Williamconsig. ordem.
O sigoal indica ter a embarcaco sabido.
Vaporen & entrar
DOS POBTOS DO SUL
Trenta 14.
Sergipea 14.
Sorataa 15.
Alancaa 16.
Paraa 17.
Orenoquea 19.
Espirito Santoa 27.
La Plata-a 29.
DOS POBTOS DO OETB
Mandosa 12.
Pernambucoa 24.
DA EUBOPA
Mondegoamanh.
Taguaa 24.
DB HAMBCBOO
Paranagu a 15.
DE LIVEBPOOt
Merchanta 13.
DE KEW-POBT
Advaucea 19.
Vaporea a aatalr
Giqui boje, ao meio da, para Fernando de
Nornha.
Mondegoatnaoh, s 2 horas da tarde, para Bae-
nos-Ayrea, com escala por Baha, Rio de Ja-
:."r 1 e Santos.
Manisa 13, s 5 horas da tarde, para os portas
do sul.
Trent 14, l hora da tarde, para Southamp-
tou e porto da escala.
Marqu-z de Canas a 14, a 4 horas da tarde,
para Macan, Mossor e Aracaty.
Sorata a 15, ao meio dia, para Liverpool e por-
tos da escala
Paranagua 16, s 11 horas, para o Rio de Ja-
neiro e an'oe.
All'ancaa 17, s 10 horas, para New-York, cois
escala por Maranho, Para, Barbados e S. Tho-
maz.
Xas/loa 6 entrar
Bella Rosade Terra Nova.
Emola torde Terra Nova.
Expeditde Hamburgo.
Farwardde Liverpool.
Lidadordo Rio Grande do Sul.
Mariedo Rio de Jaueiro.
Mniinho IX do Rio Grande do Sul.
Marielta do Rio Grande do Sul.
Ninade ('ardil?
Petrus de Savannab.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Temerariodo Porto.
Tiberde Halifax.
Union de Santos.
Withelminede Hamburgo.
Mavituento do porto
Xnuios entrados no dia -9 da Agosto
Rio de Janei o16 dias, barca inglesa
WUtiam, de 719 toneladas, capitio Ja-
mes Widen, equip.gem 12, carga varios
generas, ordem.
Metuel (Allemauha) -61 dias, barca norue-
^uenso Veronici, de 631 toneladas, ca-
pitao cM'ga m;deira de pinbo, ordena.
Sahidos no mesmo dia
Macu-Plhaboie nacional Ida, capitao
Manoel Joaquioi da Silva, em lastro.
Barbados Patacho nglez Ariel, capitao
W. H Tnck r. em lastro.

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Diario de Pernambcutyuarta-feia 10 de Agosto de 1887
i ^^^^^^^^^
DU ii. '2G. A uws'n* 15*325
Ditu n. :. las Nev* Miranda
Oliveira 15*325
Travesea do Carmo u. 4. Manoel Jote
da ^osta Pereira 36*286
Fogn. 20. Mara Jotquina e ou-
tra 15*325
Livramento a. 28. Maria Joaquina da
Couceico Carvalbo e outra 30*650
Ditan. 7. Migu.'l P. Ja Coila 51*U66
Pedro Alfonso n. 80 r. Mauoel Ma-
ria Tu vares de Silva (1/2 23*729
Marcilio Das n. 20. Modesto Coelho
qo Reg 51*796
Travessa da Concordia u. 3. Manoel
Moreira de Suuz 5*745
Palma u. 27. Marn Carolina de J.
Vallar -. outrj 15*325
Marques do Herval n. 91. Maria Fe-
lippa de Souza 15*3.'5
Imperad rn. 48. Marianos G-incalvea
Ferreira e outro (resto) 2*877
Duque de Caima n. 29. Ordem Ter-
ceira do Carino 15*325
Largo do Carmo n. 22. A inesma 15*325
Dita ii. 26. A n.esma 30*650
Ditan. 28. A inesma 48*156
Ditan. 17. A uusma 15J325
Ditan. 19. A mesnia 15*325
Ditan 21. A mesma 15*325
Ditan. 23. A m.-smn 15*325
Travessa da bomba n. 12. A mesma 154325
Fogn. 45. A inesina 15*325
Dita n. 49. A mesma 15*325
S. Pedro n. 10. A mema IM3J6
Santa Tb. rea n 2. Ordem 3.' do
Carmo 15'25
Dita a. 34. A raeoin- 15*325
24 de Mii.i a. 3 A. A mosma 15*325
Dita a. 3 B. A me un* 15*325
Beeeo d* stafra n. 7. Oiymoo C- de
Manes Silva 15*325
Travessa ilo Pociuho u 4. Olympio
Risa de Mena nc-i 15*325
Tavesa* do Libitj u. 18. Ordem 3
do Carm > 15*325
Baro da Victoria n. 17. Pedro Emi-
lio Roberto 30*650
Prime i ro beco da L'anba n. 4. O
mesroo 4*316
Travesaa de S. Pedro n. 4. Poociana
de Aim-ida lavares 48*853
Imperador d. 48. Rosa Candida Gon-
calves Ferreira (resto; 8*538
Msrcilio Das u. 85. Rosa da Concei-
(o Domad-i 45*976
Pateo d C-inn i u. 16. Seminario de
Olioda 15*325
Dito n. 18. O mesmo 15*325
24 de M,i> n. 28. Sebastiio Jos Go-
mes Pejrfa 16*325
Ditan. 30 O inimi 15*825
Dita i.. 32. O ineamo 15/325
Penha n. 1. Senuonnha A. de Figuei-
redo V.iaaoneeMoi 21*080
Livraax'iito n. 22. Tneolora A. de
Jess Brag, 15*325
Visconde de Iohauna n. 33. Tertulia-
no Ernt-sto lie Moraes Carvalbo 45*976
Duque de Caxias n. 18. Uo.beli.na L.
Dinis 8 ourro 611*301
Msrquer do H-rval n. 6. Victorino
Doici.igueg Alves Maia 15*325
Segundo becco da Cadeia Nova n. 14.
Vicente, de Paula 0. Vill.s-Buas 5*755
De ordem do I lira. Sr. Dr. inspf ctor, tac>
publico qua no dia 11 do c.Trente vai praca pe-
raate este Tbesouro, o fornecimente doj i bjectos
abaixo declarados, nucessarioa ao servico da Casa
de Detenclo.
Oa concurrentes devem habilitar se previamente
faser acompsnbar as suas propostas, que ser&i
em cartas fechadas e entregues no da da arreina-
:-. vilo de um xemplar de cada um dos referidos
obiectoa :
2 cosarolas de ferro estantudo com 2 kilos de
peso.
2 ditas de dito, com 1 dito de peso.
12 cocjs du folha do flindres com 0,08" de al-
tura, 0,10o1 d bocea e 0,09m de fundo.
4 ditos de ditu, com 0,07 de altor., 007 de
bocea e 0,06" de fondo, sendo este com rt.lo.
4 conchas de trro estacha io.
2 assucareiros de folha de flandres com capaci-
dad-: para 2 kilos de assucar.
300 tijelas de louca de Japy.
'200 pratos da meama louca.
Secret ria do Tbesooaro Provincial de Peroam-
boeo, em de Agosto de 1887.
O i fficial,
Lindolfo Campillo.
J O administrador da Recebedoria Provincial
uando comprmento a Portara n. 1017 expedida,
pelo lllm. Sr. Or. inspecior do Thesouro em 26 do
crrente, fas publico a qoem ioteressar possa. que,
no praza de 30 das uteis couuidoa do 1' de Agosto
prximo, dar-sa-ha principio nesta repirtico
eo branca, livre de multa, conforme a lelacao infra
das annuidades e maisserticos da RtC'ft Draina-
gt Company relativos ao 2- semestre do exercicio
de 188687.
Recebedoria Provincial de Pernambuco 29 de
Jutho de 1887.
O administrador,
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
SeccSo d i Conteueijto do Thesouro Provincial,
15 de Julho d-; 188T.
O 1- escripturario,
C. M. de Faria Neves.
Thesourariade Fa-
zenda
De orietn do lllm. Sr. inspector, faco publico
que pernte a sesa&o da junta do dia 11 do cor
rente receb. m-se propoati.8 em carta fechada, para
0 forne--miento de doos livros neeess&rios escrip-
turaca-i da matricula dos sentenciados existentes
no preaidio de Kernandn de Norouha.
Os modeios dos alludidos livros acham-se nesta
lecr-tari* e serio apresentados aos proponentos.
Thesouraria de Fazenda de Pereambueo, 8 de
Agosto oe 1887.O secretario,
Luiz Emydio P. da Cmara.
Contraria de S. Jos da
Agona
D ordem do ir mi provedor, convido aos nos-
cos carissimis irmis par* assUtirem a miss* que
a mesa regedora desta eoatraria manda diz-r por
alma d* seu cariasimo irma > oiniogoa Antonio da
Silv* Biiriz, na igreja d convento do Carmo, no
Jo dia 10 do correte, pelas 7 horas da m.uhi,
trigsimo dia lo seu passameu o.
Secretaria d* mes m confraria, 8 de Agosto de
1887.-Osecretario,
Marcos F. Paula Reia.
Club de Regatas Pcr-
nambueano
Pelo presente sao coovid .doo todos oa socios que
estiverem qoitea com os cofn s s iciaes (% 1 art. 7)
a virem recebor. das 7 4a 9 da noite, na sedo so-
eial, 08 respeetiv.'s Bgre*HM p^r* a reunio fa-
miliar do da 13 d>j corr.-nie, e o in aosiin apre-
aentarem aa lataa dos convites que tiverem para
a mesin reuuiaj. i;c-if. 4 de Agosto de 1887.
Dr. Burros Sobrinbo,
Presidente.
Arsenal de Marinha
O Exm. Sr. ehefe de divisao Jos Manoel Pi-
caneo da Cta inapictor des:e Arsenal, autorisado
por S. Exe. o Sr. ministro da marinba por aviso
de 16 de Julho do corrente nno, sob n. 811, abre
concurrencia e p-de propoBt para a conslruccao
de orna ealdaira cyliudrica multi tabular completa
eom as e mpetemes porteiras, cinzeiros, grelbaa,
caixa de fumo e charnm.
Os indusirises qu>- quizerem concorrer, acharSo
na directora de machinas, onde todas as explia-
C?s e infnrin ico.'s Ibes 8 rao prestadaa, o plano
detalhado da mesma caldeira, que Ihes servir de
base para seus clculos.
O material tedo deve ser de primeira qualidade, e
ser examinado antes de empregado pelo director
dasofficin.s d-' mHchini;, que tambem fiscalissri a
mesma conatrueco.
Os prop ucnt. a d-vem declarar o preco, condi-
joes de pa^nmento e t-mpo eui que se obrigam a
entregar a caldeira prempta.
As propoatas fechadas s rio recebidas na secre-
taria desta inspeccao ate o dia 10 do prximo mes
de Agosto, da em que sero abeitas e classifica-
das na presenca dos proponentes ou seus propoa-
tos.
Inspectora do Arsenal de Maiiaba de Pernam-
Ijoco, 26 de Julho d-; 1887.
O secretario,
Antonio da S.lva Attvtdo.
EngfisA Wl fiin de Jan
Ljq led
Capital oo Ban^o....... 1.000,01,0
Capital realisado......... 500,000
Fondo de reserva....... 200.00G
A Bontar desta data e at ulterior reso-
lu^ao, i:,nceder-se-lia juros de cento ao anuo, sobre os saldos do dinbeiro
depositado ero conta corrente de jovimen-
to no inesmo Banco.
Receb --se tambe -i dinbeiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trima das para ser
retirado, medianil-, as condic3'8 de que se
dar con! cimento os ioteressados.
Pern..i.-.cuc:o, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Gregory,
Gerente.
Yacciua publica
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidente da pro-
vincia, declaro que no Gymnseio Provincial ho-
vera Vfcccina publica todas as quintas teiras, das
11 horas n mei dis, ou em qualquer dia santo a
mesma hora.
Gymnasio Pio\ isial, 1 de Agosto de 1887.
Dr. Estevaj (.'avaleante de Alboqoerque.
Arsenal de Guerra
De ordeni do lllm. Sr. major director, distri
ooe-se costaras nos das 8, 9 e 10 do mea cor-
rente, s costureras de na. 151 a 200, de coafor-
mdade com as r1iaposi(o>'B dos aonuncios interio-
res.
Seccao de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 7 de Agosto de 1887.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
Obras publicas
De ordem do Iilm. Sr. eogeuheiro director geral
das obras publicas e de conformidade com a ao-
toriaacao de S. Kxc. o Sr. presi lente da provincia
de 30 de Julho ultimo, f*co publico que no dia 25
riente, ao ineio dia, na mesma repirtico,
reeebe-se propostas para a obra de reconstruc^ao
da ponte do .lunqu-ir 83bre o rio Pirapama, or-
eada em 8:670*2-i7
A plautt, orcameuto e cUuaulas especiaes do
contracto acham-se nesta secretaria para serem
examinados por aqn He., que pretenderem arre-
matar a inesma o'm de acc >rdo com o que dispoe
os arts. 7 ) 73, 8. e 9, 92, 97 101, 106, 115 e
11G do regulameuto du 20 de Junbo do conente
auno.
Secretaria da reparticao das obrat publicas de
fernambuco, em 2 de Ag>-to de 1887.
O ng'ihfiro secretario,
Joaqoim Gomes de Oliveira e Silva.
^oriedade MuNlrai *|ustorze de
Marco
De ordem do Sr. presidente e eombinacao do
Sr. prjtes8or, acientifico aos senhores socios em
geral, que a cantar de 7 do corrente em diante se
observar a seguinte tabella de ensioos e ensaios :
Aulas
Segundas, quartas, quintas e sabbados, das 6
s 7 1/2 horas da noite.
Kmaio da banda
Segundas, quintas e sabbados, das 7 1/2 s 9
1/2 horas da noite.
Knnaiot dt orchtttra
Quartas feiras, de 7 1/2 s 9 1/2 horas da noite,
e domingos, das 11 s 2 horas da tarde-
Secretaria da sociedade musical Quai torze de
Mar,-o de 1887.O secretario,
Aprigio Firmino Baptista.
S. K. J.
Sociedade Recreativa suvenfade
Ccmmemoraclo do seu 23. anniverssrio em
14 do corrente
A presidencia desta sociedade, agradecido a
seus convidados o ainavel acolhimeiito que dspen-
saram s commissoes que entregaram os convites
pura sua testa anniversaria, participa-Ihes que
a sesso da instal aco da banda musical c imeca-
r as 9 horas da .noite, e find-, principiar o
sarao.
Os senhores socios podero desde j procurar
seus ingreasos em poder do Sr. thasoureiro.
Pr-vine-se que nao 8" adm'ttirio aggregados.
Secretarla da cnciedsUe Recrentiva Juventude,
5 de Agosto de 1887.0 2 secretario,
Jos de Mediis.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
gu otes predios :
Roa do Boin Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e leja.
dem do Vigario Tbeoorio u 22, 1- andar.
Li-m dem n. 25. sobrado.
dem do Marques de Oliuda n. 53, 3' andar.
dem do Apollo n. 24. 1- andar.
Ideo da Moda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem dem n. 4'.'.
dem idem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14,
Becco do Abreu n. 2, 2-
Secretaria da Santa Casa
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivao intariuo,
Francisco Gomes Castellao.
CoDipanhia do Beberibe
Previne-se aos subscriptores das acedes da no-
va emissao que o prazo pura o pagamento da ter-
-ra e ultima preaiac) oe 40 >/. termina no da
6 do mez prximo vindouro, como foi previamente
annunciado.
Recife, 11 de .Iulh.de 1887
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
O rector secretario.
1- audar.
andar.
de Misercordia do
Recebedoria Provincial
Relacao das difL-reocss para mais, encontradas
no valor locativo dos predios urbanos da fre-
guezia de Santo Antonio, que esta) sujeitos ao
imposto de decima, relativo ao exercicio de
1887 1888, pelo laucador Joaqiiim Franqae-
lino de Lemos Duarte.
Roa do Visconde de Inhama
28 Iiab I Maria do Carmo Lins e ou-
tros 794*000
58 Francisca Maria da Concecao Reg l:147*00
60 Herdeiros dt l-uii Jos Pereira Si-
moes 1.647*000
13 Manoel Nones da Fonseca 673*000
Ra de Pedro ASonso
36 Victorino Oomingu. s A ves Mala 414*000
1 travessa da Praia
3 Jos Gomes Leal 357*000
5 O mesmo 357*L'(IO
7 O mesmo 357*000
9 O mesmo 357*UOO
2 traveas i da Praia
2 Jos Paulo Botelbo 2 04000
4 O mesmo 709 C0J
Ra MOTa da Pr.U
2 Baro de Munbeca vatro l:H47*'iO0
28 Jos Paulo Bot-lbo 400*W0
1 s ccSo da Recebedoria Provincial, 8 de Agos-
to de 1887.O eh fe.
Jefferson Mirabeau de Azevedo Soaiea
GlaD Caries Gomes
Em virtude de ter o conselho administrativo
cedido os saioes do club ao Sr. Jos More'ira de S
para o co iccrto que pretende reilisar na quarta-
feira 10 do eorreute, o que commuoico aos senho-
res socios que fica suspenso todo o expediente.
Secretaria d.. Club Carlos Gsmes 9 de Agosto
de 1887.O 1 secretario,
Pompa) C. Casausva.
Eleicao de tina pioesnor .ira anera-
bro do ronselbo Iliterario
De ordem do Dr. inspector geral, declaro aos
professor.es publi in de enaino primario effectvos
e vitalicios, quer oe u quer de oatro sexo, que
tendo de proceder-se a chica < fie um pro'esaor
para membro do e n m na
tim do art. 1 das ins:ri 15 de. Maio do
1885 e art. 18 17 do i das
escolas, remeti-.im a ista seei odia 11
de Novembro vindooro, os seus ofiic
Secretaria da iastrucc,o publica de Pernambu-
co, 1 de Agosto de 18o7.O secretario,
Pergentioo S. de Araojo Galrio.
RelacSo a que se refere o edital supra.
Freguezia do Rrcife
Ritas: Mrquez de Olioda,oiu Jess, Alvares
Cabral, Commereio, Bispo Sardoha. Thom de
Souza, D. Maria do Soura, Vigario Tenorio, Bar-
reto de Menezes, Mariz o Barros, Burdos, Amorim,
Moeda, Tuyuty, Companhia Peruambucana, Ma-
dre de Deus, Domiogjs Jo^ Martina, Mscate,
Restauraco, D. Mana Cesar, Visconde de papa-
rica, Pharol, Areal, 8. Jorge, \ital de Oliveira,
Guararapes e Baro de Triumpho.
Pracas : Assembli, Chaco e Pedro 1:
Travessas : Vigario, Madre de Dos, Campello,
Domingos Jos Martina, para o Corpo Santo, Ami-
ga Porto. Bom Jess, Areal. para a Fondico, Oc
cidente, Guararapes e Prca de. Pedro 1*.
Becco : Abreu, Nronhi, Largo, Piadobu, Ta-
pado e Paschoal.
Largos : Alfandega, Corpo Santo e Assembla
Caes : (' mpinlna, Brum a Apollo.
Freguezia de Santo Antonio
Ras : Imperador, 1' de Marco. Duqu de Ca-
las, Cabug, Barao da Victoria, Triucberas, Ls-
rangeiras. Larga do Rosario, Estreita do Rosario,
Francisco Jaciutbo, Joo do Rego,Ilha de Carvalbo,
Conaelheiro Pirette, Nelto de Mendooc-.-i, 28 de Se-
tembro,Santo Amaro, Mathias de Albuquerque,Paz,
Paulino Can.ara, Fego, Livrarneuto, Penha, Vis-
conde de Iiibauma, Pedro Affonso, Nova da Praa,
Marcilo Das, Henriques Das, Lomas Valentinas,
Coronel Suaasuna, Santa Thereza, 24 de Maio,
Palma, Mrquez do H -rval e Cadeis Nova.
Caes i Vinte Dous de Novembro,
Largos : Paraso, Carmo, Penha, S. Pedro e
Praceta.
Travessas : Queimado, Cruzes, Mrquez do Re-
cife, da ra Bella, Quartes, Oalabouco, Expostos,
Matriz, Flores, Carmo, Bomba, Livrament-, Arse-
nal, 1 e 2' d" Praa, Calcereiro, S. Pedro, Vira-
cio, L .bato. Falco, Pocinho e Concordia.
Bcccos : O* travessa da ra Bella, Calabouco,
Matris. I", 2* e 3 da Camboa, Fale4o, Io e 2 da
Cadeia Nova.
Campos : Princeza.
Pracas : Pedro II.
Freguezia de S. Jos
Ras : Marcilo Das, L>mas Valentinas, Coro-
nel ^UHSSuna, S. Jio, Felipp" Camaro, Mrquez
do Herval, Viute Quatro do Maio, Das Cardoso,
Passo da Patria, Padre Nobrega, Victoria, Cadeia
Nova, Vidal de Negreiros, Fre Heorique, Dique,
AsBumpcao, D mingos Theotonio, Padre Flor i ano,
Christ'ivo C< lombo, Jardim, Forte. Antonio Heo-
rique, Nogueira, Sauta Cecilia, Santa Rita, Padre
Muniz, Praa de Sauta Rita, S. Jos, Pescadores,
Praia do Forte, Ypiraog, Imp;rial e Luiz do
Mendooca.
Traves-ai Martyrios, Ramo?, Pocinho, Cal
dereiro, Gaz, Prata, Serigado, Copiares, da ra
Nova de Santa Rita, Praia do Forte, S. Jos,
Pexoto, Lima e da Matriz de S. Jo.
Beccos : Palma, Calderero, (jas, Assumpco,
Nova ae Santa Rita e M.-triz d S. Jos.
Largos : Forte e Mercado.
Freguezia da B ia-Vista
Ras : Imperatnz, Concecao, Visconde de Pe-
lotas, Tambi, Visconde de Albuquerque, Capi-
baribe, Ponte Velba, Conde da Boa-Vista, Ria-
chuelo, Uouio, Saudades, Sete de Setembro, Vis
conde de Camaragibe, Carnario, Rosario, Gervasio
Pires, Dr. Villas-Boss, Socego, Principe, Santa-
Cruz, S. Goncalo, Coelbos, Hospital Pedro II, Ge-
neral Sera, Coronel Lamenha, Conaelheiro Aguiar,
Leo Coroado, Baro de S. Borja, Desembarga-
dor Nuoes Machado, Visconde de Goyanua e At-
traeco.
Travessas : Gervasio Pires, Atalho, Coelhos
Barreims, Veras, Quiabo, Joao Francisco, Man
gneira, Campia e Palac) do Bispo.
P.acas : Conde d'Eu e Santa Cruz.
Largo ; Campia.
Beccoa : Coelbos e S. Goncalo.
Jirl
tetfv f-
ii
SEGUROS
MARTIMOS contkafogo
Companhia Phenis Per-
AVISO AOS PASS.\GEIROS
Visto ten m se dado certoa engaos por parte
dos Srs. p-saageiroe que nao leram em ttmpo os
avisos d'uta gerencia sobre as novas oneesses
fcitas pela directora, e sobre o regularnento das
series inensaei pnrcssa .ccasii creadas, as quaes
por esta razilo nao poderam ser obtidas por todos
que as desejaram ; c. ininunico a Ss. Ss. o se-
guinte :
Io As concesso '8 espontaneas e anteriores que
contiuuaram em vigor, foram : as da oasasgem
gratuita aos meninos de escola; a assignatura de
urna viagem redonda por dia a 10*000 na 2 classe
para os creados dos assignantes; o direito de
viajar o assignante indstioctamcnte para Olinda
e Beberibe quando a assignatura for pera duas
secedes o direito de transportar "s meamos gra-
tuitamente no carro de freio, garrafoes vasios, latas
ou pequeos caixoes que tenbaio de voltar cheios,
salvo ocaso no que j esteja tomado todo <-. lugac
da carg.i ; o direito de transportar gratuitamentr
no carro de freio plantas oucmbrulboa cujas dimen-
eoes nao excedam as do que pagam os prmeiros
precoa das respectivas tabellas, e por metade do
pn c) es objectos pelos quacs d'ellas se cobram os
segondos valores.
2 As novas concessoes feitas no couieco do
actual mez foram : poder o passageiro obter se-
ries nominses de urna viagem redonda por da meu-
salmcnte na l* classe, a 16*000, para Olinda e
Beberibe, e 8*000 para a Encruzilbada dando-lhe
os m;smos diretoa de que gozam os assignautes;
redueco das issignaturao de estudantes de pre-
paratorios, que eram segundo as idades ao preco
mnimo de 2*500 para a Encruzilbada e 5*000
para Olinda e Biberibe; viajar o assignante ou
portador de series, um mez de graca depois de ter
sido consecutiva e nominalmento passageiro de
taes typos de bilhetes durante 11 mezes, o que im-
porta em viajar durante o anno razao de 18*333
como assipnaate e razo de 14/666, como por-
tador de series.
3* As series podero ser obtidas at a tarde do
ultimo dia do mez anterior, visto como sao data-
das e rubricadas e precisam assim ser preparadas ;
as assignaturas co concedidas at o da 3 do cada
mez
4* Os bilhetes gratuitos dos meninos de escola
b sao concedidos mediante um attestado de fre-
quencia do respectivo professor; e as assignaturas
de estudantes de preparatorios, que nao exercam
outras iunccoes s sejain meramente estudantes,
mediante a apresentaco da matricula.
Eacriptoria do gerente, 27 de Julho de 1887.
A. P. Simoes,
uainbucana
Hua do Commereio u
MT4LUILSTEA1 PACIET
COIPARV
OpBauete Mondego
COSTRA I Oi.O
Nortb British & Hercantile
CAPITAL
t.ooo.OOo de libras sterllnas
A GEN ES
Adomson Howie & C.
MiRITM
Estrada de ierre d Ribeiro
ao Bonito
Pelo presente fa;o saber aos Srs. accionistas
desta empreza, que j realizaran! a segunda en-
trada de suas hcc.s, constantes das cautelas os.
18., 19. 26, 55, 6!, 63, 81, 83, 85, 90, 101, e
104 que em observancia do disposto no n. 1 do
art. 9 dos estatutos, fica-Ihes mircado o prazo de
30 das a contar de 15 do corrente mez, para rea]
lisarem a 3* entrada de ditas accoes com a malta
de 20 >/..
Outro sim, o accionista que nao realizar suas
entradas na forma determinada perder em be-
neficio da empreza as entradas que j tenba feito.
Recite, 13 de Julho de 1887.
O secretario da directora,
Jos Bellarmioo Pereira de Mello
fctJCO IMInCMA
DO
BRA.SIL
Capital 30,000:0004
dem reallsado 8,000:000
A caia filial d'es'e Banco funecionando ti-m
pon.riaineiitB ra do Comuiercio n. 38, saea,
vista ou a prazo, contra oa seguint.es correspon-
dentes no estrang'-ir* :
Londres......... s/N. M. Rothscbil & Sons.
Paris........... De Rothschild Frrcs.
Hamburgo.......\
BerlDB..........\ Deutsche Ba-,k.
Bremente........
Frankfurts/ Main;
Antuerpia........ Banque d'Anvers.
Roma.........
3enova......
aples........I Banca Genrale e i
Miln e mais 340{ agenciar.
ci'lades de Ita-
lia...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........I Baooo Hjpolaeario de
Tarragonp......' Espaa e suas agen-
Valenea e (utras cas.
cidades Ja Hes I
panha e i:has j
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci-l Banco de Portugal e
dados de Por-? soas agencias. -
lugai ilbss... 7
Buenof-Ayr-s.... ) English Bank ot the Ri-
-M.n.r.i-video......) ver Pate. Limited.
Nova York...... G. Amsick & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do esfriingero.
Recebe dinheiro em eonta corrente de movi-
meuto erm jorf a mz3o de 2% ao anno e por le-
tras a pas i a juros convencionados.
O gerente,
Wiiliam M Webster
Nauta Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os prenles
ou protectores das menores abaixo declaradas,
pr.., at o .lia 30 do corrente, aprescntal-as no
cllegio das orphs, atim e Serem ahi admiltidas.
vist; Hcban-m-se inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, filba de Miguel de Souza GalvSo e Isa-
bel Maria da Silva GalvSo.
nyd'oma, filha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria do Carmo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivao interino,
Prancisco Gomes Castellao
y
De hojepor diante os presos
dos maleriaes da Olaria a Vapor,
sero regalados pela tabella se
guinte, sem descont:
Tjohs grossos formato com-
mu ni, milheiro 188- Ditos for-
mato pequeo .6$ Telhas, mi
lbeiro 3ijff, Ladriibos de diver-
sos formatos 30^00,
Becife, i de Agsoto de 1887.
toMtosa.
GERENTE INTERINO.
< nii> wiiii: du kbnna(;k-
KIK% HARITIMKW
LINHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Corcmandante Moreau
E' esperado dos portna do
sul at o dt 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ee aos senhores passageiriis Je totAt
as classes que ha lugares reservados para rsb
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatim^nto de 15 /o em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao mesos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosum tambem ('este a bati-
mento.
Os vales postaes s se de at > dia 17 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommeudas e dinfier
a frete : tracta-se com o
AGENTE
iuguse Labilie
9 RA DO OOMMEROK) -9
.' esperado daEuropa no dia
11 do corrente, seguinde
depois da demora cecessaa
apara
Macoi, Babia, Rio do Janeiro Santos,
Montevideo e Rueos Arrea
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
carrate seguindo
depois da demora
necessaria para
*. Vicente, Lisboa, Vgo e Soa-
tbampton
Reduc^ao de jxissagens
Ida Ida e volta
A' -outhampoii 1< classe 28 42
Camarotes reservados para os parsigeiros de
Pernambuco.
."ara passagens, fretes, etc., tracia-se "' os
Consignatarios
Aniorim Irmos &C.
3- RA DO BOM JESS N. 3
\.
(juitd Sutes k Brasil |. 8,8. C
0
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelcida em 1 ?..
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
.4te 31 (le dezembro de i84
Martimos..... ,,0:0008000
Terrestres,. 3.:000$000
-Ku do Commrelo-
NOKTIIKKX
d Londre* e iberile,cn
Ponirau Onnnrelra (liezembru ISS&)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos aocumulados 3.134,34d
iterella animal t
3 premios con'ra fogn 577,330
De premios sobre vi.iaa 191,000
De juros 132,000
t O AGESTE,
John. H- Boxwell
ll UOCVUMKnCIO >". 26 I* M04H
Lendon *fc Krasillaa Bank
Umited
Ra io Commereio a. 32
Sauca por todos os vapores sobre as ca-
sa do mesmo banco em Portugal, sendo
oii Lisboa, ra dos Capsllistas r. 7 5. No
Porto, ra dos Ingleses.
Companhia ^
>ER1A i
DE
EKirROM contra FOCO
F.ST: 1803 _
KdifunoK i mercartori'
Taxat bauis
Prtmpto pagamento de pn/uitot
CAPITAL
rts 10,UKJ:tX)()iM
Aqenter
BROWNS 6i C.
N. *Ra do C<*mmercio
rg-sfleaamBni
aQipfscliilTfalirts-GeselIschan
O vapor Paranag-u
Esperase de HAMBURGO.
por LISBOA, e ABOBES at
o din 15 do corrente, seguin-
ido depois du demora neces-
saria pura
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carza a frete trata-se com oe
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO C0MMERC1> N. 9
1' andar
Coinj:.r-."-:"' llra acoa %';por
PORTOS DO NORTE
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do sul
at,o{dia 16 de Agesto, e
uiigii h depo3 da demora iu-
dlspeusavcl, parn os porto
dr. norte at^ MsnAcs.
Para carga, pasn.igcus- esHHNHMBAM i vai-rts
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos _-rtos do
norte at.'- o dia 12 i-: Agosto
e depois iU. demora indis-
pensavei, seguir para os
pn-lfis CO SU1.
Recebe tam&em c&j-gm para Santos, S>:nta Cu-
tharin, Pelotas, Port.i Alegre e Kio Grande dj
Sul, frete modic .
Para carga, pass^euc, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
Pacifle Sieai lavi^jioni ouipany
STRAITS OF MAGELLAN UNE
Paquete Sorata
Espora-s dos portos do
sul at o dia 15 de A-
gosto seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que dora
em diante segoirem tocaro em
Plymonth. o qne facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Paracargb, pajja^rua, encoinmmidas e diu-
Seiro a frett tractn -ut uoio os
AGENTES
IVII so ti Moas & %}., Umlie.i
ff. 14 RA DO COMMERCIO N' 14
E' esperado dos portos do
sul at o dia 16 de Agosto
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, A.
Thomaz e \ewlork
Para carga, passa^-fu.e i inmundas ;dinheirc
* frete, tracta-se com o
O
vapor
Advance
Espera-se de N ? '*on.
News, at o dia 19 e Agosto
o qual seguir epD'e da
demora nee'Rir- pira
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
e cem os
AGENTES
Henrv F-rslcr & C.
M 8 RIJA* 1/ OMMERCIO-N. 8
. anda
COHPAXO PKHttMSIC. A
DE
%'avegaco Costeira por Vapor
Fernando de Noronba
0 vapor Giqui
Coman dan te Lobo
Segu no dia 10 de
Agosto, pelas 12 ho-
ras da inanha.
Recebe carga at o
Idia 9.
Passag^ .e at us 10 'aras da mtinh dn dia da
partida.
ESC^PTORIO
raen da Companhia PeraaMbn
cana a. I '
Porto por Lisboa
Par os portas iodicados seguir brevemente
o brigun portugus Armando ; para carga e pas-
sageiros trata-se com os consignatarios Jos da
Silva Loyo & Fho.
mmi
Jos
Uni3e
Mai p Segurad
AGENTE
lliguel Jos Aives
N. 7RA DO BOM JESSN 7
Segaron marilimos terrestre
Nests ltimos a nica companhia nesta praca
que concede vas Srs. segurados isempco de paga-
mento de premio em cada stimo anns, o que
equivale ao de^eonto animal de cerca de 15 por
cento em t*vor ros sesui-ados.
SEGUROS
JNTRA FOGO
he Liverpool & London & Globe
INSURANCE COMPANY
Mers Bntkm & G.
< Companhia SEahlana de navega-
cao a Vapor
Mac-;i.;, Villa Htiva, Penedo, Aracaj,
Bstano a Babia
PORTOS DO SUL
0 vapor Ser^pe
Ccminaridant". Pedro Vi'j.i.i
E' esperado dos reinos ci-
ma at o dia 14 de Agosto,
e regressar jara os mes-
moa, depois da demora do cos-
tume.
Par i taiga, passagenn, ^ncomatendas e dinbeiro
a fretts tracta-sc na agencia
PORTOS DO NORTE
Mneo, Mossuro e Aracaly
o w
CamriiandavU' J. J. Coelho
Segu impreterivel-
menti' para os portos
cima no dia 14 d.
Agesto, as 4 horas dt
tarde. Recebe carga
tnicamente at ao 1(2
diado dia 13-
Para carga, passageus, encommendas e dinhei-
ro a frete, trata-se oa
AGENCIA
7tixta do Vigario7
Domingos Altes Mathens
Grande leilao
De movis, piano, espelhos, quadros, vi
dros e obje -tes de electro-plate
Quarta-feira 10 de Agosta
AS 10 1/2 HORAS
Na grande casa que inorou o Sr
Soares do A mar al ra da
n. 29 A.
CONSTAN O DE:
Urna mobilia de Jacaranda completa a Luiz XY
com tampo de pedra, 1 piano forte ingles, 2 lin-
dos espelhos de crystal com moldara de rama-
gens. 4 jarros pira fl res, 1 caodieiro, 4 etagers,
2 quadros, 1 relogio do parede, 1 candelabro de
metal prateado para li lozes, 1 porta csrtoes com
espelbo, 1 rica cama de Jacaranda embotida de
pao setiro, I guarda-vestido de smarello, 1 toilet,
1 bidit, 1 cabide de colnmnas, 1 cama francesa
de mogno com encost de palbs, 1 commoda de
acarand, 1 cabide cobertj, 2 cadeiras de bra-
cos, 1 marquezc, meia commoda, 1 cabide,
1 cama para crianc*, 1 e?plhj. 1 lavatorio com
pedrs, 1 marquezao para bjlteiro, 1 lavatorio fle
ferro, 1 be re \ 1 msrqoeza, 1 cadeira secreta.
Urna mobilia de pi carga entalhada com tam-
po de pedra a Lniz XV, 1 coarda leuca de ama-
relio. 1 mesa elstica cem 6 tabeas, 2 aparado-
res, 1 esprecuicadeira de janee, 2 ditas de pao
carga, 1 sota, 1 relogio, 1 macbi-ia de costura,
1 espelhj 2 etagers, 4 jarros, 2 quadros, 1 quar-
tinheira, 1 filtro louc-.s para almofo e juntar,
copos, clices, grrulas, licoreirc, facas, colberes
objectos de electro-pli.re e muitos outros objectos
que se tornam enfadonhos mencional-os.
Por intervf-ncao do agente
Gusnio
i -
de 1 piano, mobihas de mogno, juu-r) Jacaranda e
smarello, camas, marquezoes. t iMs, lavatorios,
mesas, eimmodas, eadeiras avulsa. ceeretaria,
banquinbas de amare lo, 1 bid', 2 fit. iros, 1 me-
sa c m t-stante, 1 machina de pr-cuiar, guarda
vestido, gnarda-lou; ., 1 espada, 1 carrinho, ma-
las, jarros, quadio.-, candieiros, tspehos, facas,
copee. Iuc e outros artigo, no armazem ra
de Pedio A-mu n. 43.
Quarta feira 10 de Agosto
A'slo 1|2 horas
Agente Britto
Leilao
De 1 cavallo podrez, proprio para carro ou
sella
QUARTA FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 11 horas
Na casa que rnorou o Sr. Jos Emilio Soa-
res du Amaral ra da Unio n. 29 A
Por occasiSo do leilao de rnveis, pianos e
vidros
Por intervenoo do agente
Gusmo
Leilao
De bous movis, toncas e tI-
dros
SENDO:
Urna mobilia entalhada de pau-carga com pono
uso e consoloa de marmore, l" tapete grande para












r^E
%*.
i




6
Ninx <** t**-* ** -"

Diario ie Pcruaniimcu---(uai ta-icira 10 e Agosto de IHb.
'
-.
ssft,4 do jarros para lores, 2 lanternas da porcelana para
estado, 2 escarradeiraa da porcelana (fin), 1 bo-
nita panno de crochet enfeitados de 13, 1 aunla -
da pan sota, 1 candieiro de gaz o diversos qna-
droa.
Una bonita cima traaceza de pan-carga, 1 col-
lio, 1 cortinado e cpula pan cama, 1 bom toilet,
1 Itrvatorio preto cun pedia, 1 guarnidlo para la-
vatorio, 1 columna esoa podra, 1 cabido de col uto
a, 1 raeia commoda de arrarello, 1 banca para
atara o urna machina pertciU para costura.
Urna mesa elstica de amareUe de 3 taboas, 1
sof de junco branco, 6 cadeiras de guarnicio, 2
ditas de baUnco, de junco, 2 apparadores de ama-
rello o 1 lavatorio de ferro, 1 meio apparelho de
louca ingh sa para jaatar, 1 dito de purcelan* para
cha, copos, garrafa, compoteiras, 1 quartinheiro
de colamos, 2 cabides de molla para pared.-, 1 es-
preguicadeira, 1 arandella de parede com reverbe-
ro, trem de cosinba e ontros me veis.
QUINTA-FEIRA, 11 DO CORRENTE
A's 11 horas
No sobrado n. 40 da ra das Trincheiras
O agente Martina far Icilao por aatorisacao
du Sra. D. Mari* Agripina Fialbo que se retira
dosta pr vincia, de todos os movis e mais objectos
existentes em dito sobrado, sendo que todos elles
si* muito bem acabados e tem pouco un.
Agente Burlamaqui
. Leilo
De 4 canos sen-'o 2 inti ira menta nevos e
2 ditos usados
No sitio iio tinado Dr. Teizeira, ra
do Visconde de Goyano -.
Quinta feira, 11 do crrante
A's ti* horas
Dcpo9 da chegada da tren >e Caxi.ng
O agente cima, por alvar d tim. Sr. Dr.
juiz de direito da prov-i-ri i d eapel las e i -
daos, requerimento do teslam. nt.-iro e iuvtnta-
rante do finado Dr. Hmucl Frn isco Teizeira,
levar a leilo os carros cima mencionadus. os
qaaes scham-se a disp.>8co do* tretedeutes no
sitio cima declarado. _^_____
Leilo
De objectos de un de lei
COKTANDO :
De cudcias e corantes para r I igio, rlogiopara
algibra, trancelins e colheres d>- prata.
Quinta fera, fl do correte
A's 11 horas
Agente Pinto
No armazera da ra do Mrquez de Olinda
n. 68
Por occasiao do leilao de movis, quadrus e
Aluga-ie ama casa na Torre, com pequeno
sitio ; a tratar na ra Formo n. 4.
Aluga-se a casa da travesa do Poclnho n.
58, a lojada trav!8a do Livramento n. 10 e o Io
andar da roa do Padre Floriano n. 69 ; para ver,
as chaves esto naloja da roa do Padre Floriano,
e pan tratar aa raa do Pilar n. 126.
Precisase de nina ana para coarobar'; :ia
ra do Visconde de Albuquerque n. 27.______
' Na ra do Visconde de Inhauma n. 31, 1'
andar, precisa se de ama ama de leite que sf ja
sadia.___________
Pretiss-ie de um bomem que entenda de
lervico de sitio ; a tra ar na eataoo da Jaqneira,
sitio do Dr. Valeoca,___________________
Aiuga-se o predio aa roa do Baria de 8
Borjan. 28, com com modos para numerosa fami-
lia, com agua e gas neanadis ; a tratar na ra da
Aurora n. 85.___________^__^^_.
Vende-ae un puno bom ; a tratar na ra
Direita, na leja du ssbrado n. 60.
AM4
Pre. isa-ae de urna ama para comprar e
cozinhar em Jasa de familia: na ra de
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Precisa so de urna criada para engommado liso,
e ontros servicos em ct-sa de familia ; na loja de
fazendas roa Duqu de Caitas n. 44.
\o comnierci e ao
blico
O abaixo aesignado, ti>ndo resolvido deixar tem-
porariamente a vida commercial, vem pelo presen-
te agradece- aos senhores ommerciantes a ben-
vola confianoa que se dignaran) sempre dispensar -
lhe, e aos seus fregueses o favor de sua valiosa
coadjuvaoao ; e a estes roga o obsequio de eonti-
nuarem a prestar igual coadjuvacio ao sen suc-
cescor, visto cerno por elle muito se interessa.
A todrs offerece o sej diminuto prestimo, ni-
trada de Luiz do Regj n. 18, onde deve ser pro-
curado para liquidacao das aua- contas, as horas
6 as 10 e 3 as 6. Kecife, 8 de Agosto de 1887.
Francisco Jos S. Braga.
Casa em Jaboato
Alaga se por resta ama casa com mobilia, rrui-
to prxima da estaca do earoinho de ferro e do
rio ; a tratar no caes do Apollo n. 47.
jarres.
Agente Burlamaqui
2'
Comp
ra-se
Sexta feira, 1 do correte
A's 11 horas
So armazem da ra de Impera-
dor n. 30
agente cima, per mandado e aaustencia do
Exm. Sr. Dr. juii de direito privativo de orphis
e ausentes e a requerimento do euearregdado
cnsul de Portugal, e com asistencia do inesmo,
levar a ieilo es predice pertenetntes ao espolio
do finado Manoel deCarvalho Moura, como sejam :
Urna cass tirrea ra Direita de Afogados n.
68, 1 dita n. 72,1 di.a n. 23 a ra de Motocolomb,
1 dita n. 29, 1 dita n. 2, 1 dita ra do Bom
Gosto n. 56, 1 dita ra de s. Miguel n. 25, 1
dita n. 10, 1 dita n. 10 A, 1 dita travesea de 8.
Miguel n. 1, 1 dita n. 4, 1 dita n. 18, 1 dita u. 25,
1 di'a a rna Direita n. 28, 1 dita ra do Quiabo
n. 52,1 dito a ra Velha de Santa Rita n. 71, (S.
Jos) 1 sitio e casa na Boa-Viagem, metade da
casa n. 21 a ra do Motooolomb, 1 terreuo ra
de S. Miguel oqual aforado a Jos Ferreira Cam-
pos e rende anna-d21*, 1 dte no becco io Maxixe,
o qual aforado a Manoel Jos da Costo Cabral,
rende annual 6*400, 1 dito com 7lX) palmos de
frente, traves9a do Mjtoeolumb, o qual afora-
do a Manoel Ferreira Escobar e rende annual
70, 1 dito travesa de S. Miguel cujo terrene
aforado ao Dr. Joaquim Eiviro de Moraea Car-
valbo, 1 dito ra de S Miguel forciro au Bafea
deSerinbem, rende annual 40320, 1 dito f rciro
a Mario Ignacio da Paz, rende annual 7*660.
Os Srs. pn tendentes desde j podero examinar
as ditas casas e terrenos.
Recite, 9 de Julho de 1887.
um balcij ; a tra'ar na praca do Conde d'Eu nu
mero 8
Nova tarifa das Alfaodegas
Ach-ae 4 venda no armusem n. 5 do caes da
Alfandega, h 6*000 cada exemplar.
a 400 rs. a arroba
Cbegon a primeira remesaa do precioso farello
de caroco de algodi >, o mais barato de todos os
alimentos para animacs de rsca tavallar, vaccom
tuinn, etc. O caroco de algodSo depoia de ex-
trahida a caaca e todo o oleo, o mais rico ai i -
ment que se pode dar aos animu s para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da Amrica do Norte e na
Inglaterra elle emuiegado (com o maie feliz re-
saltado) de preferencia ao milbo < ootros iarell '8
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A iralar no Keoif- li Largo lo Cor
po Santo. I ailar
X~
Cofre
Vende se um cofre do fabricante Milners ; no
l.rgo do Carmo n 3, botica.
Ilha de S. Mig-uel "
Em 20 do cerrante seguir \ em lastro ou com a
carea que honver, o patacho portugus VeriUu ;
consignatarios Amorim Irmos & C.
8AUNDERS BBOTHERS & C, Urgo do Cor-
po Santo o. 11, teem para vender :
Cerveja preto e branca, de t. B. Forster &
Sons.
Dita allemS, Plisen Beer.
Vinho Shury. Amentillado.
Dito B. rdeaux, St. Julien.
WhiBky, Tbiste Biend Scotck Wisk
Dito
Preeui.t B de Adamson.
Maicena de Browns & C.
Phospbcros, Amesiosto Safet Matches.
Tintas em massa, branca de zinco de chumbe
preta e verde.
Zarco.
Poivora da muito conbccida i acreditada marca
EB.
SEM0LIM
De Broas &C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo proceiso
de trigo da melbor qnalidade, possue os elemen-
tos necesssrios para nutricio de enancas e doen-
tes, e mnito se recommenda por ser de fcil di-
gesto e gosto muito sgradavel ; tambem p de-se
f'azer urna excc-llente papa, misturado em partes
iguaes c m a maitena dos mesmos fabricantes,
addicionando-se-lhtf algum leite. nicos agentes
nesta oraca, Saunders Brothers & C-, largo do
Corpo Santo n. 11, primeiro andar.
DOENfRSdo ESTOMAGO
9IQE8TOIS DIFPICII9
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
F rdl fie Appet.te, Vmitos, Diarrbea,
Dctihaude ds Cnangai
CURA SBOURA. RAPIIIA PSXO
EIMJR6REZ
TNICO-DIGESTIVO
com (tuina. Coca t Pepnina -
Adoptado em todos os Hospitaea
MEDAfS KAS EXPOS:Q0?S
P1RIS, r .ii Broyeri .34, a ea utas u Piarattiai.
Vade mi-riiiu de Homceopaltilco
Methodo concia., claro e seguro de obrar(
hoa-o3opathicsmente todas as molestias que 1
afligen) a especie humana, particularmente l
( i aquellas que reinam no Brasil pelo
j DR. SABINO O. L. FINHO
| consideravelmente augmentada e annotada.
\ Vende-se nicamente em Pernambuco. |
( PHARMACIA HOM0EUPATHICA !
PeloDr. J. Sabino L. Pin lio
DO
DR. SABINO
143-BOA DO BARAO DA VICTORIA 43}
'Zleencia.no pele. Inspectora Qeral
do Hyglue o Imperio do Brazll.

km
Procisa-se de orna ama para lavar e engommar,
para casa de familia ; a tratar no hotel n. 30
ra da Madr- He Deus.
Ama
Precisa-se de urna ama; a tratar na rna do
Psysand n. 19, Paesagem da Magdalena.
Al
Precisa-so de urna
da Uui, n. 31.
ama para enanca ; na roa
Ama
Precisa-se de ama ama morigerada para todo
aervico de nma familia de duas pestoas ; na ra
do Rangel n. 53.
%
Na fabrica do rap ra do Visconde de Qjy-
auna u. 157, precisa se de urna cosinheira para
pequ* na familia, sendo boa psga-se bem
Alfandega
O Del Manoel los da Costa
Chamo attenco do dito senhor para ir ra
Imperial n. 55 C, dnr urna s-tisfacao sobre o n.
22,480, sebr" pena de aer explicado para que foi
empiegad.i o dito numero
Andr Alfonso Carvalbo.
t
2. leilo
DE
PRRDI Os**
De urna pane do euDrauo siW a iua da Aurora
a. 151, avahado em P.OOOOOO, sendu de 3:344 57
o valor da parte a qual ser entregue sem limites.
Da casa terrea sita ra do Coronel Lamenha
a. 35, anfiga dos Prazeres, freguezia da Boa
Viita, com 1 porta e jauella oe frente, 2 salas, 2
qaartos, cosinba, quintal mralo, cacimba, me-
dinde 9 metros e 6 centmetro de frente e 9 me-
tros e 35 centmetros de fundos.
Neitafelra, 1 do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTt-RVENg^.0 DO AGENTE
Jone Eduardo de Soaza Landlm
A familia Landim, ainda sob a mais dolorosa
iinpressSo pt lo psssamento do sen jamis eeque-
cido chefe, agradece a l>das as pessoas que se
uniram sua sfflicco em tSo amargoso transs, o
mtnifestxndo-lhes o sea et-rno reconbecimento,
de cavo as convidara p que ser celebrada p- lo r-pouso eterno do finado,
pe'as 7 1(2 horas da manh do dia 10 do correa
te, no convento da Qloria, trigsimo dia > sen
fallecimen'o
t
numiniuk Antonio da Silva Belrla
A vio va e fihus do fiaad > Domingra Auti nio
da Silva Beirix, convidam seus prente e amigos
i para assiatirem as misaas, que por alma do finado
mandan telebnir na igr**ja de Nossa Senhora do
Carmo, no dia 10 do correte, s 8 horas da m-
nha, 30 do seo passameoto, confessandu-se gri.tos
I p r mais este acto de reli GusniuO
Agente Pestaa
Leilo
Das ruinas do sobrado incendiad'", sito
ra do Mrquez de Oiiada o. 42
Terca feira'. IB do corrate
Ao meio dia
No armazem de agencia de leudes ra do
Vigario Tenorio n. 12
O agente Pestaa, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos, vender no dia e
hora cima menci nados, as minas do sobrado
ra do Mrquez de O inda n. 42, aue pela sua ex-
cellente localisacao cbama a attenco dos Srs. com-
pradores ; servindo de base a ifferta de 7:215^000,
de ama respeir* v I senhara.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-ae caaa. i I..>' : t
Ihos, junto de S. (ioucai.'o : a tratar ua raa d-
Imperatriz n. M.
Alnga se pur 10*0v)0 a casa n. 21 na Var-
ea, defronte da estaca-, com artoaca* ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
__ Precisa se d- urna cosinheira e de um criado
para casa de familia : a tratar ua ra do Baio
da Victoria n. 39, liji
__ Precisa-se de urna pesaos que saiba cvzii ha.
bem, homem ou mulber, ra Vinte e Quatr de
lisio n. 13,1 andar.
__ Aluga se a cupa na tocruzilbada de Bultai
por 80000, est linjp, tem quintal e cacimba, e a
loja da ra do Coiunel Suastuna n. 139 ; a tratar
na rna da Imperatriz n. 56. _______________
Alaga-se a casa ns 6 e 6 A, estrada da
Torre ; a tratar juntR n. 6-H
Precisa se de um pr- o i pr>-tH para ven-
der na ra, d-so prtt. reucia a eacravo ou eicra-
va. Na ujeama casa precisa-se de um menino
para o mesmo servioo ; na roa da Sosgo n. 22.
Precisa s: le usa nroian par., vender tabo-
leiro ; no becco dos Patos n. 11.
CASA -Vende-se ama na roa de D. Mara
Cesar n. 31 ; a tratar aa raa da Madre de Deas
n. 36-A.
Antonio de Soasa Bel e aaus mu
Iber O. Mara ainsla Valle
de Sansa Bela
O eommendadar Antonio Gomes Miranda Leal
eonvija aos parantes e amigos do 1- tente da
armada, Antonio de Soaza tteis, para no du 12
do corrente, s 8 horas da maub, na ordem h r-
ceira de S. Prancisc:-, aisistirem a missa que (era
resada por inteefao do mesmo e sua mnlher, vic-
timas do desastre do vapor da companhia nacio-
nal S o Apa, uu qai era immediato.
SBsaaaBaB**B*B**a****a*m***v&-.!i
I latina \i. Ver llgao, pn.f.indaineufe pesarosa
pelo ntAseetateun do 'fi muito prauteadj eepiso,
Francisco Vi ira H'.iigo, agradece eorJinlin "li-
te a todos os Moigoa <: pareu'es que acompanta-
rm os leus rr*' ... .rtae/ t a ultima morada,
e r gi a todos qo-i oirt'lharam de saa dor, o ca-
ridoeo favor u- ai ttirein as misan que, pe!j dus-
can^i de BUi aiaw, serio reaadaa aa ordem ler-
ceira de S Praaeiseo, s 8 horas da manha de
sex;a-feira 12 do /-rente, stimo dia do sen pai-
ameuto.___________^__^____^_
Sem dieta e sem niodifi-
ca^oes r eostumes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Brinco n. 14
Esquina a ra do Regente Rio de
Janeiro
Especficos preparados pelo pliar-
maceutico Eugenio Marques
de Hollanda
ApprovadoB pelas juntas de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria do Paria.
Elixir de Imblrlblna
Restabelece ci dyspepticoi, facilita as diges-
to 8 e promeve as ejeeces difficeis.
lniio de ananas CerraRlnoao e
quinado
Para os chlorj-anemicos, deb II a bypoemia
intertropical, reconstitue o bydrnpicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de araelra e mu
lamba
Mui'o recommend> do na bronchi'e, na hemop-
ty-L e naa to^te.- agndae ou aWiMiioas
Oleo de teaiudu* ferrofinoao e ras-
es* de laranjaa aoiaria
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
i. .-ni', ni lyi,ii,>*
i'Hul< mi ie peridica*, preparada*
rom pererl-u. qulii > rjaborandy
( ara ni e ei.t ? t b r in ermittentes, a-
imite.iti a r p-mici i-ai-
Vinho o- juriibeba niple* e lam-
iiem re i UKoM I' eparadoa
..... liiniu ile caj
fBi:aaes uno n.fl ,u.-,6- d Sgado e bac agu-
das oa ebronicas.
Vinho loulco de opilarla e quina
Applicado as couvalesceucas das par'.uneutes,
retico ante febril.
isco Haui a Silva & G.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
Pliar. acia central
Ra do Ianpeador n. SS
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmaceu
tico da ph -rmacia francesa ra do Baro da
Victoria u. 25, -.visa a eeu que ie ada na phaim n-ia cima, oude espera
continuar a m-n-c-r i conBanca que felismenti
depOMlaraio in -n>- -.balh >b protecionaes
Seneules C .uipra-se grandi-i e pequen*.= qimntidadei :
aa drogara de Fn neisco M- do Marques de Onn h n. 28.
Vai upe de cambdra. guaco e bal-
s.inin de Tol
re parado pelo pharmaceutico Jn4 Praocisco
Bitieiiciart.
E' um poderoso preparndo para t..di-.s as RftVc
;6es dos urgoB respiatorios, cU"i cntarrho pul
alonar, asthma, coqui luche, br. i.'-liir.-, paenmo
nia, tisiea, etc., etc.
Cada faasm Iji.hki
Deposito na Pharmacia Central, ru-i d< Iinjera-
dor n. 38 PscaavUDos.
lenes de Bea;o Barros
Seas irmof. .anbados e aobrinhos, sentidos
Ella mnrte de sjm irasi, cnubada e ta, Ignez do
eg Penha, n dia 10 do corrente mez, As 7 horas la
manha, agradecendo desde j aquellas pessoas
que se diguaram de assiitrr, euim como aquellas
qui- a levaram raa ultima orada.___________
WilW
NICA y TNICA
Dt FILLIOi.
SJWTA.NTAWEA p*r x 0*r*4-
S* un viaro. so ytrafanci*
tea lavagatQ
DE FILLIOa.
aoaai>Ar*nu
*W ArwaU.a
rmun
SBMS
COr prtml'.lT
<. M, rtt Ifriane, PUB
raAN- M da BO.VA -O.
Caixciro
e
ij
Casas em Jaboato
Precisa-se de usa swaiuo com praties de taver-
na ; na ra da Palma n. 7.
Xarope-Zed
(0e CQDEINA e T0LU)
O Xarope Zed emprega-se contra, a
trritafa do "Peito, Tosse dos Tsicos, Tosa
convulsa fioquelucht),'Bronchites, Constipaba,
Catarrhos c Insomnios fierstenUs.
PARS. 13. ""- UoHt nxvuSUf
Tinta preta
IN ALTERAVEL

t.HI'.\ICITIVt
PHARMACIA CEN TRA L
38 Ra da Imperador 38
Peruana huco
Serve para escripturac&i mercantil e d4 tres
quatro copias de urna vi
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas plalas, cuja preparacao puram-'ute ve
eral, teem sido por mais de 2 tunos apro^eitadat
x>m os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeecoes da pelle e do fgado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, cbagas inveteradas, erysipelas e
;onorrhas.
Modo de usal-as
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por da, '-
oendo-se afSa cada dse um piuco d'agua alinea-
da, cb ou caldo.
Como regaladoras tomo se um pilla ho juntar
Estas pillas, de invencao dos pbarmac uticos
Almeida Andrade it Filhoi, teem veridictum doi
Srs. medico para aua melhor gsrantia, tornunde-
te man rect>mn>endaveis, por seren um deguro
ourgativo e de pouca dieta, pelo que podern ser
uadas em visgem. .
ACHAM-SE A' VENDA
ilroeoria de Parla ftobrlnho A
M KBA DO MABQLEZ DE OLINDA 41
LEITE NATURAL
(Selva)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQU>0 SEM ALTEBAE-8E
O ALVELOZ, planta da familia das uphorbia-
ceaa, qu hnbita s nois.is sertoes, boje reconhe-
cido e,.um um verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas oa cancroides, facilitando a reno-
vacao dos tecidi.s atacados, e trazendo afinal urna
cora completa, sem outro trataniento que a appli-
cace tpica de sua seiva (vulgarmente leite) corso
caustico.
Sao numerlos os casos de cura, alguna dos
qaaes j levados ao eoobecimento do publico, em
diversas publicacos, pelos Ilustran, s clnicos
desta capital o no egtrangeiro, os Srs. Drs. Alci-
biadei Velloso e Raodeira. e ptimos resultados,
tamben) foiam oblidos as feriaa* e as ulceras
t-hronicas de carcter -yphiliticis.
DEPOSITO GERAL
Pliariiiaria e Drogara de Barlho-
lomeu l G, Successores
34, Ra L"iv ''o Rosario Pernambuco
Emulso de Kepler
Preparado de iurousli lf/ell-
citme A c.
ClllJIICOS DE LONDRES
Azeite puro e fresco de figado de bacalho da
Noruega ra soiucSo com o Extracto de Malta de
Kepler.
Esta a ma8 perfeita Emuhio at boje conbe-
cida.
Fui introdosida na pratiea medica a alguns
annos e desde entilo o seu consumo tem tomado
um incremento to extraordinario que nao ha um
s dia in que neja receitada pelos mais abalisa
dos m> aic. b do mundo, com preferenci- sobre
todas a demais preparnci s de igual natu 7.a, pela
certeza de sua tole ani-ia no estomago uj E das
creaocaa como dos adulti s, rebeldes muitas vesos
ao oleo de bacalhu e a umitas eoiultoes mal pre-
paradat.
A-si'o, poid, a nosia Kmulsdo se re ommenda
c in preferencia pira o tratamento da tsica em
todas as oUks multiplicadas inamfestacoei e em
todas aectes d"s orgftos respiratorit, como broa
chiles, raquitism enfermidades escrofulosas, tu-
mores brancas, piocedimento supurativo e na den-
ticilo das tre.'.ucas, na cal na syphilitica, na
perda do apnetuto debilidade dos orgos diges-
t ves e em geral i m todoi es catos cm que se faz
precn leviutameiito na nutriciio.
l'nico Ui|>oli o
31-Ra Larga do Rofctrb34
Pharmacia
BARTHOLOMEU '.. SUCCESORES
Precisa-ne de ama ama para todo o aervico de
casa de pouca familia ; na ra Velba n. 95.
Criada c cosinheira
Precisa-se de urna perita co.-.inh ira e de ama
criada para andar com eriaccas ; a tratar na ra
do Livramento n. 24, loja.
IiiTramonto & C.
vendein cimento port'and, marca Robins,
qnalidade ; no oas |do Apnl'o n. 45.
de !
Precisa-se de nm ra
(Passrgem du Magdalena)
Criado
de Paysand o 19
"t J- ,"* or- V \j*
% (olegmm ri^ancu >
FRANGIPANNI
Opoponaz o Fsldium
Oarisslma Coraa
^ Vende-K m todas
\4 as Perfumaras
X>t. ttrocarlas
S>d 8W
V5
8 o
iSec
rico oe assurar
\ppari l'i s e.i-ononiii'On pra "zim.'i
_j e cur. Prourio fi ra ogsal pequ
nua, s- ii'tn Biodico eHk pi"i <
ieetlvo em o per ac
ode-ae ajuntur ans fn*)Dhi>
'o systi-Loa vlliu, sufliw .i-
'ju-dade du assu r e anf-'
iliii-ftidadc.
O^ERA^AO MIJITO S1WPL15S
Uz.ni.-5 grunnei ou e-ngeuno* iitr^cs.
roa ;hinismn prfeir;n')'ln, yst-n
no. Plantas compl<>i a ou < bioiaoio
B^pwrailo.
E8pei-iric-..tSj8 e iot.TTi^or5"s v
Bi-ow"iis C.
5RA DO COMMERCK 5
ef
viteDtec
-dlti>
r>'ndo "
DA Y & MARTN
Forntctdarm d Sun Hsjtxtto t Salsas da Itsfafrrt,
do f trato .- HmrtsUm IrraMsws.
GftAIXA BRILHNTE LI0UIDA
GRAIXA.pastaUNCTUOSA
0LZ0 por ABBZZ08
Et*nsiiii83Mrig |rsi)msiitsiia<
atoan afinas.
DBPoarro okral km londus
I, Higlt Ilolbom., 91
nUC" L M BU**.
Peitural de Cambar (3)
Descoberta p preparaban de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Pablica,auctorisado pelo governo imperial, pre-
miado c"in 'is medalhas de ouro da Acadi ma Na
conal '! "aris e Ezposicao Brssileira AllemS de
1881. r.iieado te valiosos 'testados mdicos e
de 'i uiti > outr s do p-'Bsuas curadas de : tosses
s mples, brni.chit asthma, rouquido, tsica pul-
i liar, coqueluche, cacar rus de sangue, etc.
Precos as agencias : Frasee 2J500, meia
dusia 13^000 e dusia 244000.
Precos as eub-agenciai :Frasco 2/800, meia
dusia 15/000 e dusii 28/000.
Agentes e depositarirs geraes nesta pr vincia
FEANCISCO MANOEL DA SILVA U.,
rna Marques de Olinda n. 32
Compra-se urna srmaco envernisadn, propria
pira progreseo ; na ra de S. Jorge n. 131.
mm\\
Alogam se duaa caras acabadas ultimanente,
muito prximas do rio a estacan n sainho de
ferro ; a tratar no cae* do Apollo n. 47.
Alnga-v a casa o. |J da roa do Riachoello, an -
tiga do Destina, na Boa-Vista, com 2 salas, 2
quartoi, cusinha e quintal, a d-i o G no mesmo
correr por 16/000 ; a chave esta no u. E. A ae
j n 4 da tmveass d Bri fa- pir 1S/, com 2 salas,
. quar'os. coeiuh 1 Mas, qa.qtal e cacimba,
.st cniada e piutonUi ; a cbwe tu n 6, junto.
0 Remedio do Dr. Ayer
IV n: re par i taLe
p L, un 'i',s W< eH'el"
tus, (aiumii'ii i lo eetto para
as febra rdena ii'in a sua origem a mu -:co
que penetra ao ingne p 'los p ca
o ligadoe motiva aa tWBSreui -de
tbrea conbecidas por Tsroiarias o
Quatrenarias, Ir.trnas, de Fri,
SSalignaa, IrtermiUerttes, itemit-
Ftentes, biliosas, e Typlioi^i'3.
. i ,i -. i vr..: nentramn o
i. ma.
.s"",u contera quinina nem i ite al-
Dcrnl; segoro e taoSmalvo, e
:.::::: C !' te se osa segon I '. 5*'
ritr.PAi: IDO pi. o
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. t'. A.
A* venda mis prineipaea phamaeiaa e
Erogarlas.
Aluga-sc barato
Kua V sconde de Itaparica u. 43, armazem.
Jaas.
Ra Ccrenel SuasBuna n. 141, qnarto.
Ra do Rosario aa Boa Vista n. 39.
Travessa do Carmo n. 10, lija.
Ra do Rosario n. 39
Rus do Calabouco n. 4, loja.
Trata-se na ra do Comm'Tcio n. 5, Io andar
-riptorio de Silva (iuimarSe & C.
Alu um grande sitio, contendo as priucipaes fractas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de morada (que
foi do finado Mamede). teado agua e gas, a qnal
confronta com a casa di Dr. Alsi.forado ; a tra-
tar na ra d > Apollo n. 3J, 1- andur.
Alujase
a casa terrea na trav.-saa da Ponte de Uchi n.
12, com bastantes commodos para gtssds fami-
lis, com sitio murado e arbjrisado, () a agna po-
ta vcl para beb r, deposito e banheiro de cimento
e bomba, rica a dita casa marg-m do rio Uapi-
baribe, com hanho doce temperado e salgado :
quem preteud.-r dirij-se a mesmi sitio, das 6_aa
10 horai da inauba, que encontra-4 o proprie-
tario.
Aluga-se
ii casas ns. 22 e 24 da ra do Lima, em Santo
Amate, caiadas e pintadas de novo, com 3quar-
tos, 2 saias e quintal com cacimba ; qiem preten-
del-as dirija ae ra do Marques de Olinda nu-
mero 8___________________m
Sememes e csrrapato
Compra-ee na fabrica Apollo 4 raa do Hospicio
amero 79.____________
leo de mamona
em harria ; vendes.-, no trapiche Vianua Forte,
do Mattcs
Modas
Para toietts de qua'quer genero, corn perfei-
co e gosto, procure M mademoiselle Cotinha, Im-
perad! r 55, 2 andar. Precoa razoaveis, figuri-
uo9 ns mais modernos.
Mademoiselle tolim...
Roa do ImDerador n 55, segundo andar.
do Imperador n 55,
Modista
Merp io Norte
Diariamente deb^te-se na impanaa t crise
aterradora porque eatao passando as pnviiciai
do norte deste imperio ; sao innume- -9 os recla-
mes de todas as classes, sem que sejam aitendidoi
os seus justos pedidus, de que se gloriam as na-
coes civilisadas.
E para que se possa dar impulsos aoa desejadoa
progreaoi que certami-nte trarSo o bem estar de
todos, rcsolveram Martins Pires ce C. estabele-
cidrs oom armazem de molbad' s ra Es-
treita do Ros rio ns. 1 e 2, a vender por precoa
mdicos ns artigos concernenti s ao ara ramo
de negocio, que certamente cnnstitue urna eco-
noma diaria e onde s ai-ha um completo sor-
timento dos seguintes artiguB, que pela sua qua-
lidade e precos sSo recommendaveis, como se-
jam :
Vinhoa fios do Porto
Madeira
Sher.y
Chambertin
Burdeauz
Moscatel
CsIlar-'-i Bacalaa.
C impl-to sortimento de cervejas, ca^mc, bitter,
licores, doces, bolacbinhas mcionaes e estrangei-
ras.
Queijoa freicoa do sertao, pralo, Mtuaa e fla-
mengo
Azeite de coco, u.ale do Paraoi, f.rmicido ca-
panema.
Pr'-eos sem c< mp< ti-nca.
Ni. 1 e 2Ra Estreifa do RosarioNa. 1 e 2
Martins Pires & C.
Gratifica-se
Desappareceram no dia 31 de Julho ultimo, do
Poabal em Santo Amaro da Salinas, tro cabras,
sendo orna preta com malhas brancao, com um
chitre quebrada e tem duas crias braneaa; outra
preta com urna mal ha branca na .aVie^aetem
urna cria branca amarellada; a outra toda preta,
cabelluda e est prenhe. Grafifica-se generosa-
mente a quem as levar oa d> r noticias exactas,
na padaria de pSo de milho no mesmo lugar Pom-
bal.____________________________________
ixeiro
Precisa-se de um menin > com pratiaa da molha-
dos : na rus de Hoit s n. 17.
uiSt. DA runiuna
Aos !2:iOOSOOO
Para engenho
Offerece-se uii.h uhura com tudas ns babilita-
aOCS iiecesa-*'i-s p^ra eiisivo prnn.i. .. oa era
qualquer poviadu que nSn tenha profusscra ; quem
Ooi seus prestimos precisar, dirijine ra da
Iini cratriz ti. 14, segundo aod.-.r, a tr -i.-i com a
misin-i
Blihetes garanlialoa
23RA PRIMEIRO DE MAR^O 23
Da 8a lotera da provincia vendi-ram
Martina Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos : o n. 3878 em cinco quintoa
com a sorte de 12)91000.
A'-ham-se venda os afortunados bi-
ILefes g-rantidoa da 9* loterin da provin-
cia .-ni b- Q'-tiuio ''a S-n'i (Jasa de Miseri
cordia do Rei-ife, que ae extrabir qunn
do f6r annuiiada.
idsira
Offerec-'-se ama eogoaimaoc r < ps-a engommar
en> sua p'npria casa ni lora flella : a'ntarna
ra das (', a .f:.s n. 38
T
mm
M|
CHOCOLATE oom SANTON.'fM
ufallivu pin attritr as lombrioas
late Venolfaco c recoanMiilido ti (Z
uj sabor igndaval < sasrufls isUtaiU, f/ '
iigir i asjjgnatur : j
Prli,Pi"CIUn-4'liSE. trtniiii.m"a-")fltT*C' \
SBSBBBaBfSBSSSSSBaBSBSSSSBSnSBn>SISnnSSI
Escripias avulsas
Urna p moa que dis(.e de aigum tempo ofi-re
ce-Be pura faii-r slgumas ; a tr star na ruad*
Marquei 3e Olinda n 10 c Imperatriz ">!.



?'
1
-'

rTJffinl
I wihhi l
i



^
Diarf de Fentaiinbuco-tynarta--fcra 10 de agosto de 1887
p *



EXTRAIT JAPONAIS
Agua para fazep Crescep os Cabellos
Esta AQUA, inventada pelo celebre Chimico
H. ROTHE, impede instantneamente a cahida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta applical-a durante alguns mezes para pro-
SDrcionar s Senhoras cabellos de 180 cent/metros
e comprimento. Pelo emprego d'esta AQUA, os
calve recuperaran em breve os seos cabellos ja
cabidos.
Este producto nao contera substancia aJcruma
nociva para a saudc.
BtfMito geni: I. ROTHE, Chimico, 11, id dei Italiens, PARS
Em Pmamtmco: rnuiceMo K. da nvi O".
VENDAS
DE
f
WOLFF& C
N. 4-BA DO CA'"14
n
i
IC3
.Vest multo conhecida estabeleeimen-
(o encontr r o rcspeitavel publico o mais
triado e coirpleto woriiaaaeiito de JOIAS
receFiidas sempre dir*-ctaotente do* uaelho-
res f brfeantes da Kuropa. e <|ii priniam
pelo apurado zonto do mundo legante*
Micos > dereeoo completos, lindas pulsel-
r*. alfineteM, volca de ouro erav*jadas rom
brilhantes, ou perolas. anneis. cacoletas,
botoes e outros mullos a^ti^os proprio
de te genere
ESPECIALIADE
r.m relagio de ouro. prata e niekelados,
para lionn-ns, senboraa e mr ninas dos mais
acreditados fabrcate*-- da l rica.
Svara todos os ai ticos desta casa garas*
t-s*> a boa qualidade. a** ni como a naod'ei-
tlade nos preces que silo sem <-mpetsca.
Vt ata casa tamli'in concert-s* qual-
quer l bra de ouro ou prau e tambeni rclo-
jrjos de qualqurr qualldaife que srja
-llia do CabugM
PILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAp
de _
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor do Iospitaes de Parts
A Pancreatitis empregada nos hospilaes de Paris, o mais poderoso
l i:_-e>tivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne c os corpos BMdUNMOs, mus
lainbem o pao, o amido e as fculas.
Qualqiier que seja a causa da intolerancia dos aumentos, alteracao, ou
I ausencia de sueco gSStfiCS, mflai,,macao, ou ulcerarles uo pstomaco. ou
ido intestno, L a 5 pilalas de Pancreatina de Deiesne rJepoiH .a >-.o-
lii.. bi nipre u ..."..i.i M DDelhoi ts ru.-suiio.dos e titt pof ssao prMuriptas
I] } contra os acguLilea adeucfius:
\Ts i le tppetits. An:r.:ia.
Mar. r>".jes. *. Dial
Vomit:'.. r>
FJatuiencm estom.). i Q
iSomnolenc. '.ey-
ra.l 'pnL; da
DEFxUSBME, actor da Peptona, PARS,
--i -
lcsr. ca. ~c; -^zv.z.
rrsO. fe

n

1



Lotera da Provincia
Extrahir-se-ha quarta-feira de Agosto s
2 horas da tarde
P Acha se venda a 9.a lotera a bene-
ficio d;S. tfasa de Misericordia do Rccifc, que
tera lu^ar no consistorio da i$rej t de Nossa
Seniora da Concedo dos Militares, onde
estaio expostas as esphers em orden? nu-
mrica, para seren examinadas.
OlOVRE
Centro de novidades
Contina em liquidacao popelinas de seda, a 500 rs o covado !
Bordados tapados e transparentes, a 500 rs., a peca I
L neos sbainhados, a 1,5800 e 241000, a duzia !
Miins, stampas inteirarnente novas, a 400 o 440 rs., o covado.
Meis cruas para homem, a 7,5000, a duzia !
Cortes de linho montados em cartao, a 155000, um !
PUators de teas, desenhos i.ov>>s, a 1)5400, um !
Peroles, mui finas, a 230 rs., o covado !
Algo ao Petropolis, He cor, a 320 rs., o ovado!
ARTIGOS espkciaes
Visiteb pretas colmares e momesias, grande novidade e de apurado gosto, sem
Competencia em precos!
^ Surah furta-cres, lisos e de quadros, especialidade I
Bievemente 11 mi
4 ra I. de Morco n. 20 \ (Esquina)
Esto MEDIO
.Ja-ss s < w a i'
jtto de um rusto agradsTei. adoylxk oom crsadj as
uelof TueiUoie hcogos de PrU, cara o* Dtfiuxt, *n*,
Srrtma: -**a^a>oeaisBirSM-ssS <
A FLORIDA
es Duque ile Caxlaa a. IOS
ADMIRES!
Cintos modernos a 1J000.
Luvaa de pellica a 2^500 o par.
dem de seda a 20000, 2,5500 e 36000 rs.
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 6,5000 v 5 a
400 rs. metro.
Albuns de 30000 ate 80000.
Ramos de flores finas a 10500.
Luvas de escocia para menino, lisas, abor-
dadas a 800 rs. e 10000 o par.
P..rto retrato a 500 rs. 10000 10500 e
20000.
Anquinhaa de 10500, 20500, e 30000 ama.
Pfieaeis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 rs.
' 600 rs. o metro.
I', ores para cv com inscripcSo.
Encbovaes para baptisados a 80, 90, e
120000.
1 Caixa papel e 100 envelope por 800
reis.
Cape Has e veos para ooivas.
Suspensorios americanos a 20500*
La para bordara 20800 a libra.
Estajos para crochet a 10000.
Bcob de cores cote 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos broches a 30000 10000 e 500 rs.
Leques para menina a 200 rs.
Linhas para machina a 800 rs. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs. um.
Bicos brant os para setineta, cretone e chi-
ta para correr babados a 10000 10500
a peca com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotina
pra 50 e 60 retratos a 60 70, e
80000 um.
Mcihs de escocia para senhoras a 10500 o
par"
Lencos de linho em lindas caixas.
Bicos das ilhas omito tino proprio para toa-
lbas e saias.
dem br ancos com 5 dedos de largura a
30000 a peca com 10 varas.
Caixas com sortea de jogo de mgica pro-
prios para silao a 50000.
Sabooetea de diversas qualidadrs a 120
200 e 500 rs.
Boleas de couro para menina da escola.
Grande pechincha em espartilbos de linho
30000 um.
Lindas pastas de 500 rs 10000 20000
30000 e 60000.
Carteiras para guardar sedulas de 100000
a cem.
Ditas letras com os repartimentos de Ja
nt-iro a D> zembro.
BARBOZA & SANTOS
Loja das estrellas
Aprovcit<;m
E' PARA LIQUIDAR 8 HEGUINTES AR-
TIGOS :
Merinos de 12 coa doaa larguras e de todas aa
cores, de 1*200 a 560 reis.
Madapolao americano com pequea toque de
mofo, de 12* a 6
dem Boa- Vista de 7 J a bt
Gaardanapoa de 4,1 a 2 J.
Fasto branco d e500 a 240 ris o covado.
Ldou de lindiaaimaa corea, li.sai de 600 a 240 ra.
Sur de linho com nm metro de largura, de 700
a 320 ris.
Casimira golpou para vestid3 de senhora (novi-
dade) de 600 a 240 ris o covado.
; Cretone americano, clarea o eaeuroa, desenhos
novos, de 400 e 500 a 240 ria.
Setinetas lavradoa e lisas, de 800 e 500 a 240 e
320 ris.
Babadoa motto largos e eatreitos de 14 e 4J a
500, 1 e 1*200 ris.
Cortinados de crochet de 40.S e 50* p'r 20.
GaarnicGB de gollinha e punhoa para senhora,
de 2*500 a 1*.
Meias inglesas de 12* a 6*.
Viaitaa de velludo para senhora de 50* a 60*
por 20g, 25* e 30*
Cambraia suiasa com duaa larguras de 10* a
peca por 6*.
Cortea de cambraia bordada, com pequeo toqne
de mofo, de 9* e 10* a 4*500 e 5*.
Brina de linho para calcas de 2* a 1*200 ria.
Lencos de cor, com barra, de 2*400 a 1*200 ra.
E bem aseim orna grande qoantidade de relalhss
de seda de tedas as corea que vende de 400 a 500
ria ho covado, e outros muitos artigoa que deicba
de mencionar por falta de teapo
SO Hua do Duque de Caxias 56
Duque
Telephone 210
?
f
Na > ntg casa Carneiro da Gunha
Admiren.!
Setinetas lavradas, liados padroes a 280 rs. e co-
vado!
Fuatoes brancos, nuvos d senhee, a S20 e 400 rs.
o dito 1
Esplendido sortiment de linlas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpud.s 1* dito 2 largaras.
Mirms preto o de cores a 800 rs. o dito I idem.
Veludilboa de todas hs edree, burdados, a 1*000 o
dito!
Cretunea de ores firmes a 240 o dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 la. guras, proprio para capas
de piano, a 2* o dito!
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1*600 c
dita!
Cortinados bordados, riquissimos, a 6* e 7* o par!
Guarnicoea de crochet para sof) e cadeiras a 8*!
Camisas brancas inglezaa a 36* a dusia !
Ditas de cretone finas a 24* a >lita !
Seroulas bordadas a 12* e 18* a dita .'
Lencos em lindas caixiuhas a 3* a dita t
Meias arrendadas para 6<-nh< i->. a 6* a dita
Chapeos para senhoras e enancas a 2*510, e
6*000.
Espartilbos de couraca a 4* 5*.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado!
1 i m branco n. 6, de linho a 1*500 o m> tru !
Tapetes aveludadua a 12*, 15* e 2V*.
Superiores redes com 4 punhea a 12* e 14*.
Colchas francesas a 3* urna.
C'.bertas de ganga, 2 pannos, a 3* !
dem de setinetas finas a 3*500 !
Lences grandes de bramante a ?* !
Cambraia Victoria do 10 jardas 3* a peca !
dem c m salpica braneca e do c.vs a 5*, 5*500
e 6*, 10 jardas !
Madapoloes pe le de ovo a 6*200, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 1* a peca.
Fichus e capas de l a 2*, 4* e 6*.
Surtimento de casemiras, cheviots e pannos poi
preces baratissimoa.
Grande deposito de fasendas para os Srs. nego-
ciantes do centro, teodo desmonto as vendas em
grosso.
59-HUA DUQUE DE CAXIAS-59
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector fedre Jos Pin
to, na praca do C->mmercio.
Colarinhos e punhos de
selluloide
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor, e
vende baratiseimo ; na ra do Baro da Victoria
numero 48.
Fio de alKodo da alrln Cnlillmi
di nuira, da Babia
Vendem Machado & Pereira, ra do Impe-
rador n. 57, por cemmodo pre^o.
Attengo
Vende-se um rico chalet defronte da estaca-.)
do Parnameirim, com tjdas as accommodacoes, o
sitio todo murado, assim como urna casa nova
no pateo do Amparo, em Olinda n. 6, defronte Jo
chafara, com 3 quartos, 2 salas, cosinha externa e
quintal murado, por precos commodos ; a tratar
com Maximino da Silva Guarni.
Mas*ros
Vende-se paos para m istrjs de hiates ou bar-
cacas ; a tratar no engenho Djub Irmaos com o
administrador das obras Ja companhia do Bebe-
ribe.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a eatacao do
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e cem alicerces
para 3 casas; 4 tratar na roa d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Ultimas notas ao
proximar-se a hora
CRISE E MAIS CRISE I 1
Todos perguntam o que hade novo. Recebes-
tes algum telegramma da corte ? Una dixem
que sim, outros diseca que nao, e alguns em reser-
va que foram apenas consultados. E na meio
desta confusao apresentam se Pedro Antunes &
C, offerecendo as aeguintes novidades, que natu-
ralmente agradare milito'mais ao sexo amavel e
das modas, a quem maito particularmente pedi-
mos a valicsissima proteceo. Com licenca......
Bonito! ramos de flores de laranj i para um ele-
gante vestido.
15 na leques diapbanoa de bonitas cores.
Grinaldas e veos para todos os presos. Renda
hespanhola, ertme e preta, em seda e em linho
bordada.
Finas meias arrendadas de corea, ditas bordadas
a seda e muitas ontraa qualidades em meias para
aenheras.
Completo Bortimento em bordados, Victoria e
transparentes.
Cemmodos espartilhos para senhoras e moci-
nhas.
Finos extractoB e aguas para toets .
Especial cold de ci ne par amaciar a cutis.
Nao menos agradavel p Candor para perfumar.
Finos sabonetes perfumados e medicinaea.
Variedade em entilaras finas.
Que Bortimento de ariigos para presentes .'
Oculos e pencinea d'aco e tartaruga.
i'ianos para criancas e grande variedade em
calungas.
Que bonecaa iuteresiantea Capares de fasci-
nar qualquer enanca. E muitos outris artigoa
de que estamos prevenidos, parm que nao que-
remos abusar da paciencia das amaveis leitoraa.
63RA DUQUE DE CAXIAS63
NOVA ESPERANg.X
Pedro An*unes 4 0.
SUSPENSORIO MILLERET
aatioo, sam CordSes
Para evitar as Contrafac*ei
Exigir a marea do inventor imprimida
em cada nuprturrU.
Meimmpara rarimrm
T]o cbrHieo lgodi.i Mdi.
FUNDAS MILLERET
Casa MlUeret reeommmda ai
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fua invirttmU, pan,
toiter as hernia* e quebradura* Of mau
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DKPOSrTOS EM TODAS AS PRmCIPAKS PHARMACIAS
rr*i-pi
Bois
Vende-se excellen'es bois de earroen, gordos,
habituados ao trabalho, como txmbem carrocas :
a tratar na ra da Marques do Herval, armaaem
da companhia do Beberibe.
MSOU&STl
nontis.
P CLERY Ule-MMtliipirU
W preto superior
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sem competencia ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de Itaiate^__________
WHISKY
ROYAL BLEND m .rea VIADO
Est* excellente Whisky Escossez pre-
fervel ao cognac ou agurdente de canoa,
para fortificar o corpo
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO
cujo nome e emblema sao registrados para
todo o Brasil.
BROWNS & C, ngentes.
4 nVtolllCil
&-RM10DPjlC.IHM||
Recebe as seguintes fazendas de novada-
de :
Cachemira de listrinha a 600 is o co-
vado.
dem broche borda a 10500 o dito.
dem pretas 700,800, 10000,10200,
10400, 1600 e 20OC'O o dito.
dem de todas as cores a 800, 18000 e
10200 o dito.
Reas guarnas de velu Hlho a 60000
urna.
Setins lisos a 800, 10000 e 10200 o co-
vado.
Seda escosseza a 640 rs. o covado.
Lindos metins com listrinhas a 400 ris
o dito.
Faile com palminhas a 400 rs. o dito.
Setinetas escossezas a 320 rs. o dito.
Ditas com listrinhas e palminhas a 320
o dito.
Lionay-se com palminhas de retroz a
140000 peca.
O gandir bordado a seda a 150000 a
dita
Etamine tecido transparente a 100000
a dita.
Cambraia bordada a 50000 50500 e 60
a dita.
FusiSes branco a 360, 400, 440. 500,
600 e 640 rs. o covado.
Lindas alpacas de cores a 320 o covado
Siotos de chagram a 10500 um.
Camisas inglezaa a 360005 a duzia
CoUrinhos e punhos para senhora-
Sabidas de baile 30500 urna.
Fechus de la a 20, 20500 30 e a 80000
um-
GuarnijoeB de crochet a 80 e 100000
urna
L*ocos de esguiao a 203CO e 30500 a
duzia-
Grande sortimento de madapolaode 40
a 100000 a peca
L-ques de papel 500 rs. um.
Cortes de cachemira para vestida a 200
um.
Toilet para baptisado a 90000 e 140000
um.
Veludilbos lisos, lavrados e boi^-dos a
retroz a 10000 e 108* 0 o covado.
Anquinhas a 10800 urna
Colchas bordadas a 50, 60000 e 70000
urna.
Cobertas com dous pannos a 20800 urna.
Grande sortimento de case .iras, brins
brancoss e de cores, punhos, colarinhos,
gravatas, meias e lencos e artigos para
homem e senhora.
S Da loja da Revoluto
I llcnrique da Silva Moreira
SANTA CATHARISA
5O:00O$000
IMPORTANTE PLANO
Esta lotera corre do (lia.....de Agosto
Bilhetes venda na Casa Feliz, praca
da lndt'pcu encia n. 37 c 59; ("asa da For-
tuna, ra Primeiro de Marro n. 23 e na mo
do
AGENTE,
Bernardino Lopes Alheiro.


mu
IHIIIilllilIrMltUW^HHIa^MW
Belleza Hygiena Saude

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ULTIMA NONUDE PREPARAD CONFORME OS PROCESSOS SCIENTIFICOS .'S MAIS APERFEIQOADOS


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DE
ALJlEriT HENSCHEL & C.
52-Rna do Bario da VictoriaS2
Ksfe acreditado es-abel -.'.imeoto ph"togri'phiuo participa ao r-sppitavp .ihlnio,
que ontiiii a t-xecu'ar o n >-is sparfeicoaxius trniialhcs pelo system mais n us
mai.- apr'-i do. A'ha-*> h*hirlituJ a satfflEAit ps ra is Hiffi ets esig"nei s qu r ;m
rab- ;hos photogrophicoa, quer Al. 11 de seus trabalhos pituiographicos que siiu por iem is uoutmcidoe i h < re-
ga-te tambem d^ ntfstas u ulo> pr o quj j se a ha enir- "i'is '- vulta de t-ua ia-
gem a Vienna d'Austria, onde visitou aa princ-ip. es gMlris, < exi-nio piot-r F- r i nd
Piere^k, bastante confiedlo peN p-rfeiyao de aeus trabajos, desde H7.', qu.n '" jai
eateve em nossa casa e ltimamente o anno pissalo.
Para satisfazer '-ra g-ral a todos que honrarem o no-so estabele imento eom
lm 4o% r 'r ton, > i qul for o Hyst-n'a, i 'nO^m
-
t


\
euas eacommeneas prri v
recebe encoran' '.'as p-r ( r is' u p qu r pWogrpb a, iu<-r pin-
tadas a oleo, s nao o encarr k i ^-ts ul i > \i- onb* 11>> pays gista o Sr.
Telles Jnior.
Roga-se s Exmas. familia^ n a p a s o oba qow de l.o.ir rem com ssas
vieitas nosso est i.el-'oi-r,. %nd senpr" '-xi-'- u na rn ii ti x(i i;3 <\ s 'r b^lhos
que executamo- a or-- m >s s il. -rea vi ita t^s en vut'-. r;\ ihaossa no tracto,
perfeicao nos tr.balhos i i i -.a-- n s jin-cos
C. Barza,
GERENTE.
VINHOgilbertSEGUIN
Apcrorado pela Aosdemla de 3VIedicina. de Fr.rnja.
AIS DK SE3SENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vzlbo de urna eflicacia ncontestavel como Antiperiodico para cortar aa Febre,
e como Fortificante as Convaletrcenfas, DebitUlade do Snnaue,
Falta de Menstruaco, Inappetencia, Itigeitteti diffieein,
Enfermidade* nervonam, JDebilidade.
Pharmacia O. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Deponanos em Pe v. :.. / uco : FRAN M. da SJLVA a C
Ra Y de Marco n. 0.
Parti.ipam ao r'speiavil publico qu tendo sogmeLiado geu
-atabeleciroento de JO AS mm mais um secfl \ i pavimento terreo,
:om especialidades em srtcos de ELECTR-PLATE, convid .m as
Exilias, familias e ans nu nemsos freguezes par visitar eu esrabele-
(m1 n:o, ond m ontrai lo um noaiaairc i eortiioento de oas de uro e
prata, perolas, bri!bntes e ontras pairos preciosas, e relogios ouro.
prata e nikel.
Os artigos qii" recebem iirp"tamenti r>T to^os os ipor sSo
utados pelos m .is ufa Cabrieai I .uropa e
stadob-Unidos.
A pr d.is j i is Is rubiio valor una grande variedad'
ojcctoB de our prata i electro pate, proprios para pr< sentes
lentos, baptisados e rnniversarios.
Nem em relacjU ao pn-co, e nem qualidade, os objretos
lOnados, cu^ontrara.0 tom-unencia n'esta praca.
c htor ose, Anemia Catharro pulmonar, Bronchue chronica,
atharro da Bexiga, Phisica, Tosse conoulsa, Dyspepsia, Pallan
Pardas se minus, Catharros antigos e complicados, etc
Bou'.evard Denain, 7. em PMUI, e naa pr'.ictpau Pbarmaaias.
XAROPEd REINVILLIER
Laureado pela Academia de Medilas
'^Qg,^ Ct-aaaro Ss taoiio .Mosrs *c<3$
o^
O Pkoanbato de en a substancia mineral mais anuncann do organismo e toda vea qae asa
asanttdade cormal dlmln-c resulta urna a't'ccSo orgnica grave.
Mais de cinco :ntl curas, a mor parte ^wtifleada pelos Profei9ores e Mdicos das PacoaUdea
lorio obtldas ltimamente e flzerio com oueo Xirttpv do if Hrinrltirr tosse claaauMado
como o especifico mais seguro cooira a Tlstea pulmonar, aUroaobit> i h ron te a, Aneaala,
SacbiUsmo, Erbllldale do Organismo. O tarop da #>' lrin.viii.ir admlnla'TadO
dUrtamente aa ci'aucas faculta a dentina i e o crescimento: ds mea e amas de leKe toras <
alte metnor; Unpade a carie e daeda dos dentes tao frequepUa depoU da prenliea.
Dorwo: rhansaeU ?XSSaOUS, 8, Plaea da to Madcleina. SaJUS.
Bm Pernarvhueo: FR.Ilr* M. da Mil. VA de O, ssa *Hal$mm Plvmaem r^D
I


iiLiM^ m* """* "
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8
Diario de Pernambucti<|uarta-feira 10 de Agosto de 1887



i




ASSEMBLEA GERAL

CAIARl OBPUTADO
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES
S.iO DE 26
O r- Baro de otegipe (pre
sidento do conselho e ministro de estran-
gairos. Movi monto de attengSo) : Sr.
presidente, a interpelIagSo do nobre depu
tado pela provnola de Minas-Geraes nSo
foi smente un protesto, nomo a principio
disse S. Exc.; fbi,*atu d'isso ura theraaj
para o desenvolvisjsnto do seu discurso.
O mesaroi por dar respuatas precisas aos
pontos sobro os quaes aou inquirido.
Nao tenho a esperanga de couveneei o
Ilustre deputado, quinto exactidSo d'a-
quillo que vou proferir, porque de algurna
forma S. Exc j tornou auspeita qualquer
expcagao que o governo teuha de dar.
(Riso.)
O Sr. Joo Penido : Porque o gover-
no nao se explica com franqueza e leal-
dade.
O Sr. BarSo de Gotegipe (presidente do
conselho e ministro de estraDgeiros) : Se
nbores, formam-se casteUos...
O Sr. Pedro Luiz : Apoiado.
O Sr. BarSo de Categipe (presidente do
conseibo e ministro de estraugefros) :
inventam-ae circumstancias, espede se boa-
tos, e depois ingenuamente pede-se ao go-
verno que falle a verdade (riao), que diga
o que se passou, na realidade. (Riso.)
Qual a posigao do governo ? A de
negativa formal; nSo te en que adduzir pro-
vas.
Vejamos, pela respoata aos quisitos, se
ou nSo exacto o que acaba de dizer.
Qual foi a causa de demissSo do Sr.
BarSo de Mamor do cargo de ministro do
Imperio ?
Antes de dar a razio, que me parece a
verdadeira, pela qnal o Sr. Bario de Ma-
mor entendeu dever deixar o ministerio,
necessito voltar a explicagfea que dei ao
Senado e constam dos joruaes.
A repetido de oerto que nSo me agra-
davel, mas ao menos flear nos Annaes,
em resposta ao illustre deputado.
Sr. presidente, nao pude comparecer
sessSo do Senado era que, por um incidente
all occorrido, o Sr. BarSo de Mamor pe-
dio a sua demissSo.
A inhiba ausencia por alguna das foi
considerada proposital; fiquei sabendo que,
entre as qualidades ou deberes do ministro
e principalmente do presidente do conselho,
urna d'ellas era aao adoecer. (Riso.)
Soube em casa, por um des roeus colle
gas, do que occorrera no Senado. Aguar-
dei a communicagSo do meu collega minis-
tro do imperio, para poder deliberar. NSo
me procurou S. Exc, e liraiteu-se a din
gir-me a carta a que se referi o nobre
deputado e que eu tenho necessidade de
ler de novo (l):
Illm. e Exm. Sr Barao de Cotegipe.
Rogo a V. Exc. que se digne pedir a
Sua Alteza Imperal Regante minha exone
rsgao do cargo de ministro e secretario
de estado dos negocios do imperio, que me
impossivel continuar a exercer.
o Sou eom a maior eonsiderag&o e esti
ma, de V. Exc. amigo e collega obrigado.
Barao de Mamor.
Rio de Janeiro, 20 de Julho de 1887.
E' de prever a aorpreza que me causou
esta carta, quando nada havia se paasado
at vespera que me pudesse fazer sup-
o Sr. BarSo da Mamoi tena de
oritfe, fcil de
Era tarde ; e
hir, reservei-me
meu collega no
( preciso dizer
fnao leio aquel-
urna 8fc880
algum por onde eu devesse suspeitar da
suparveoiemia 'de^^ma
julgar da minha a
eu impossibilitaio
para entenderme
dia aeguinte."
Entilo li que os jorn
que eu leio os jomaos :
lea a que aqui me refer- etn
anterior) deram- jora caracb-r de certeza a
noticia lo que S. Exc pedir demissao,
mencionando se at a carta qua me hav.a
escript >.
NSo podia ea, po8, duvidar de que era
irrevogavel a sua resoluto, e m conae-
quencin disto dingi-lhe a seguinto carta
(l):
Rio, 21 de Julho de 1887. Illm. e
Exm. Sr. conaelheiro BarSo de Mamor.
Hontem, s 6 horas da tarde, recebi
a carta em que V. Exc. solicita de Sua
Alteza Imperial Regente a exoneragSo do
cargo de ministro o secretario de estado
d>>s negocios do imperio. Ignorando eu
os motivos que lovarara, V. Exc. a tomar
to grave reaolugSo, deixei de responder
lhe, por tencionar entender-me boje pes-
soalraente com V. Exc. Vendo, poim,
nss folhas do dia, dada a noticia cora ca-
rcter de certeza, alludindo-se carta de
V. Exo., parece-irfe fhutil qualquer tanta
tiva para fazer V. Exc. desistir da sua re-
aolugSo; e, pois, procederei como V. Exc.
deseja
Hontem, por incommodo do sade,
nSo cospareci sessSo do Senado, e na
vespera (terga-feira) em conferencia do ga-
binete, nada absolutamente occorreu que
fiz-sse suspeitar que tSo cedo ficariamos
privados da sua coadjuvagSo. Tendo con
sciencia de que outras razSes que nSo
qualquer divergencia com seus collegas,
induzram V. Exc. a apresentar sua de-
missSo do cargo que tSo dignamente
exeria.
t Aproveito a occaaiSo para agradecer
a V. Exc. os serviyos que prestou com
toda a dedicagSo, e renovar os protestos de
subida estima e oonsideraea > com que sou
De V. Exc. amigo e collega attento
Bar3,0 de Cotegipe. *
Ora, senhores, de todas as pbrases d'es
ta correspondencia parece que respira a
mais escrupulosa exactidSo e leaidade.
(Apoiados.)
Apresentada a demissao de S. Exc. e
aceita na sessSo aeguinte do Senado, que,
como se sabe, precede a d'esta Cmara,
tive de annunciar a modificagSo que havia
soffrido o ministerio.
O honrado BarSo de Mamor explicou
as causas de sua retirada, que eu ignorava,
exprimindo-se da seguinte forma :
Lerei do seu discurso smente o que
convm a esta discussSo (1):
Senhoreg. o Senado foi teatemunba do
incidente que aqui se deu na sessSo de 20
do corrente mez ; d'es e incidente o cri-
terio do Senado tirara todas as conse-
quencias que havia a tirar. O Senado nSo
considera semelbante incidente como sim-
ples torneio nem jogo de palavras mal
interpretadas: daa, sem duvida, o alcan-
ce poltico que verdadeiramente teve.
Esse alcance o nobre senador por
Minas acaba de revealo.
O Sr. F. OcUviano : -Apoiado.
O Sr. BarSo de Mamoo : -Esta
claraeSo nSo podia ser outra, senhores,
porque aoria absurda a minha persistencia'
no gabinete nSo contando com a raaioa
da Cmara om uma ocoasi&o em que, mais
do que em qualquer outra, eu precisava
desse sinc.ro apoio.
A causa que le vou o Sr. B rao de Ma-
mor a pedir demissSo foi, portanto, acre-
ditar elle <|ue nSo tinha maioria na Cmara.
O Sr. JoSo Peni lo : ft nSo tiuha
1 fallar, depende tota
da questSo servil.
a p ilica do Brazil
Pois precisase de perspicacia, ainda
por que
deixar o ministerio.
le foi causa
A propria occurrencia qu
d'esta resolusao, tinha sido prevista no da
antecedente, e o meu collega se havia ex
plicado de modo que eu nSo duvidei que
elle continuasse no ministerio, ou que bou
vesse motivo para se retirar.
Vivendo nos assim em perfeita harmo-
na, nao tendo apparecido at entSo motivo
vulgar, para perceber que depois de tal
incidente o ministro do imperio nSo podia
contar com a maioria da Cmara dos de-
putados ? (Ha um aparte.)
Isto entrara nos olhos de qualquer.
Considerada a questSo por esta face,
o que me cumpria fazer, senhores ? Sem
duvida declarar, como declarei, aern hesita-
$So, a aiguns dos nobreB senadoroe pre-
sentes, que deixava desie logo de ser mi-
nistro do imperio (apoiados); disse ao meu
parti^alxr amigo, senador pelo Rio de Ja-
neiro : nSo sou mais ministro do impe
< rio, nSo ha forgas hamanas que me
t obriguem a sel o a minha declaradlo
irretractavel.
F0LHET1H
JOSLARONZA
mesno.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidenta do
eonaelbo e ministro de estrangeiros) :
D'aqui tiram a consequencii : se o gober-
n solidario; se entre os ministros nSo
houv-i divergencia at entSo, o Sr. B-irSo
de Mamor devia ser acompanbado por
todos os seus collegas.
Senhores, se com effeito o Sr. BarSo Mamor, como ministro e secretario do
Estado dos negocios do imperio, raerabra
do gabinete, tivease fi j ido em minora na
Cmara dos Srs. deputados, em consequen-
cia de uma votacSo em que se verificasse
nSo continuar elle a merecer a confianza
desta corporaySo, entSo rr.flecteria sobra
o ministerio a falta de cooSan^a (apartes) ;
o que se deu, porm, nSo teve signinua-
(Sa poltica ; um memoro da commissSo
de ornamento pedio a sua exoneragSo por
motivo que entendeu ser de seu melindre,
e a Caraira negou-a, como nega, muitas
vezes, at aos seus presidentes. (Apa-
tes.)
Dm a signifiacSo que quizerem.
O Sr. JoSo Penido :Logo condemnou
o ministerio.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presi lente do
conselho e ministro de estrangeiros) :
NSo houve tal condemnagSo: nSo houve
uanhuma medida proposta por S. Exc. que
fosse aqui reprovada.
O Sr. JoSo Penido d outro aparte.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro de estrangeiros) : O
governo, Sr. presidente, nSo considerou,
conforme eu diese no Senado, como causa
que devesse determinar a retirada do mi
nistro, a recusa de demissSo a um
membro da commissSc de orcamento;
e, se divergi completamente do ministro
neste ponto, nSo podia e era devia acora-
panhal-o. A questSo, portanto, muito
simples.
E' preciso que a nobre opposicao explo-
re outro terreno e se funde em outro pon-
to para ganbar victoria (apoiados) ; em-
quanto empregar expedientes como easas
interpretaos, e essas insinuacSes, nSo
conseguir o que deseja.
O Sr. Affonso Celso Jnior d ara
aparte.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro da estrangeiros) :
Essa foi a causa que o meu ex collega
apresentou; nSo o censuro, porque cada
qual o melhor juiz de sua dignidade
(apoiados) ; entendeu elle que nSo podia
continuar, dada aquella circumstancia
ao contrario do gabinete, que conta com
a maioria da Cmara. (Apoiados.)
2. Qual a influencia de recomposigSo
ministerial sobre a poltica da gabinete ? t
E' muita vaga esta pergnnta. Parece-
me que a poltica, boje em dia, cfrase
na questSo servil. .
O Sr. Affonso Celso Jnior: -Devo ser
assim.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro de estrangeiros) :
Deve ser assim ; bem comprehendi a per-
gunta.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conseibo e ministro de estrangeiros) ;
Emquanto nao for ella resolvida, nada se
far.
O Sr. BarSo de Cotegipe (przsidente do
couselho e ministro de estrangeiros) : -No
sentido em que o nobre deputado arcaba de
O Sr. Affonso Celso Jnior : Apoiado.
O Sr. BarSo da Cotegipe (presidenta do
conseibo e ministro de estrangeiros):
Eu respondo que a politiom do gabinete
nSo soffreu modificacSo algu na.
Proourou-8e achar as palavras do meu
honrado collega, senador pe provincia de
Pernambuco, uma nova phase da poli
lica.
O Sr. Lourenco do Albuquerque :Po-
tiea do futuro.
O Sr. B iro de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro de estrangeiros) :
Sr. presidente, nSo vi as expreses d'a
quelle honrado senador senao a prova do
que sucede em todos os partidos. (Apoia-
dos). NSo possivel que em todos os
pontos, em todas as questSiS haja perfeito
acefirdo e uniformidade entro os membros
do mesrao partido. Ha ideas que poderSo
ser realisadas pelo mesmo partido, mas
que ainda nSo estSo amadurecidas. En-
tretanto, chegada a opportunidade, uns sSo
mais aptos p ira realisar do qu< outros,
que trabalha n em sent lo opposto, ou em
sentido mais onservador no determinadas
iastitui(5es. Eu, especialmente, aou apea-
lado como o syaibolo dos emperrados.
(Hilaridade)
O Sr. Andrado Figueira : E' uma gran-
de njustica que fizara a V. Exo. : dos
reformadores mais audazes.
O Sr. BarSo ia Cotehipa (presi lente do
conselho a ministro da estrangeiros) :
Pois, Sr. presidente, deixo que etnpre-
guera esses meios, que usem desses recur-
sos d partido, e sorrio me.
O Sr. Affonso Penna : O nobn depu-
tado pelo Rio de Janeiro acaba de aecusar
V. Exc. de ser reformador dos mia au-
dazea.
O Sr. BarSo de Cotegipa (presidenta do
conselho e ministro de estrangeiros) : -
Ha outros mais do que eu.
O Sr. Aodrade Figueira : Protesto
contra a injuatiga que fazera ao Sr. presi
dent^ do conseibo, que um dos reforma-
dores mais audazas que temos tido ; e pro-
val-o-hei quando quizerem.
O Sr. BarSo d Cotegipe (presidente do
conselho o ministro de estrangeiros) : -
Sr. presidente, j em outra occasiSo eu
dase qua nSo gostava de trazar a minha
autoridade para justificar-mu ou justificar
os raeus argumentos. Mas como o caso
pessoal. de opiniao, posso lembrar que,
nos antigos tempos, quando domioava, o
O Sr. Manoel Porteila (ministro do m- I
perio : Tera sempre dado provas d'isso.
O Sr. \ffoaso Celso Jnior d um
aparto.
O Sr. Brao do Cotegipe (presidente do
oonselho e ministro de estrangeiros)':
E olbai, senhores, olb dizei-me se ha algum progresso em que os
conservadores nao tenham posto a raSo ?
(Apoiados.)
Ura Sr. Diputado: -Depois de prepa-
rados pelos liberaes.
O Sr. B*rSo de Cotegipe (presidente lo
conselho e ministro do estrangeiros) :
E' o que acontece era todos os partidos li-
beraes ; urna vez realisada a idea pela
qual pugnaran), tratara logo [o issa est
era sua ndole, era sua roissSo), de atirar
a barra al u, da explorar novos horizon-
tes, seraear novas ideas ; e, entao, o nosso
trabalho, o nosso papel consiste em com-
batir essa tendencia, qua se tornara pe-
rigosa em seus resultados, at que ebegue
a opportunidade e a experiencia demoatre
que d'alli, em vfz de desvantagera, vera
vantagem nacSo. Diste choque resulta
o equilibrio. (Apoiados).
Coaturaam os nossoa adversarios usar de
certas palavras, nSo direi tabellioas, po-
rem, logares communs ideas adiantadas,
progresso, civilisa^So moderna, evoluclo.t
Quando se entra no exame de algumas
dessas ideas adiantad is, v-se que, se ellas
fossem realizadas ao menos desde logo,
como querem, anarchisariam o paiz (apoia-
dos) ; para casas taes applca-se a junta do
couce. (Hilaridaie).
Provocam-nos a nos outros conservado-
res, aquilea que tra algumas ideas mais
adiantadas, a que se separara do partido
e promovara a realisaco dessas ideas. J
tambera fui assim provocado: tenho longa
experiencia das tentag5es. (Hilaridade.)
Fui partidario, e por causa da idea da elci-
cSo directa deixei de cer a honra de fazT
parta do ultimo ministerio do Sr. Visconde
do Rio Bramo. Aconteceu, porm, que
tive de ser chamado para substituil-o, na
occaaio da segunda viagem do Sua Ma-
gestade o Imperador, e aceitei a pasta, que
me foi offerecida com instancia pelo meu
illustre e chorado amigo o Sr. duque de
Casias.
Havia entSo emdiacussSo no senado uma
co8elijo o ministro de estrangeiros) : ...
separndome entSo, com pesar, de alguna
amigos que nSo coramung ivara na meimz
opiniSo.
Portanto, quem realizou a eleigSo direota
foi o partido liberal. A elle cabe esta hon-
ra ; a ram apenas cabe a de Cyrneu, e
mais nada.
Eis, Sr. presidente, como procede um.
bomem poltico: nao piocurando ques-
tiunculas ou ideas que tnha, mais ou me-
nos adiantadas, para levar ao seio do seu
pirtido a dissidencia, as separares e,
portanto, o enfraquecimento. (Muito bem.)
O Sr. Jaguaribe Flho : Mas, se nSo
se promoverem as ideas, nunca se poda-
rao realisar as mais adiantadas.
O Sr. BaiSo de Gotegipo (presidenta do
conselho e ministro de estrangeiros) :A
resposta ao aparte, est dada no que acabo
de dizer. (Riso.)
NSo considero nonio nSo pertencendo ao
partido conservador aquelles qua lm es-
gas ideas ; sim, o qua nSo desejo contri-
bu^ a nunca contribuirei, para realisal-as
eu ou para aerara ellas realisadas contra a
vontade do meu partida.
O Sr. Jaguaribe Filho.Essa idea per-
tenue ao partido consarvador, que tera si-
do obreiro de todas as reformas. (Ha ou-
tros apartes.)
O Sr. Bario da Cotegipe (presidente do
conselho e ministro de estrangeiros) :Se-
nhores, aio descaamos parala. Eu j
disse o que tinha de dizer ; nSo quero tro-
var questo-s entre conservadores sobre es-
se ponto.
O Sr. Andrade Figueira: Imitemos os
liberaes, que olamam muito e nSo fazem
nada (hilaridade) deixara o paiz resolver a
questSo.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presdante do
conselho a ministro do.i estrangeiros) :
Apoiado.
Sr. presidente, quando entrei boje nes-
ta casa tinh a ateacSo de limitar-mo a res-
ponder summariamente intorpellacSo do
h rarado deputado pela provincia de Minas
Greraes. Mas S. Exc. tem o eondSo de
provocar outras respostas minhas, nSo soi
se pela sympatbia que lhe professo. S.
Exs. tratou do ponto, de que eu tarabem
acabo de tratar ; mas comejou pelo protes-
to da ser o seu fm restaurar as praticas
reforma eleitoral, que nSo era a da eleicSo | consttu jionaes, abandonadas ou despresa-
partido liberal, de 18d2 e 1867, estevo
testa da poltica ura liberal, conservador
por iadole e conservador por actos, o
Sr. conselbeiro Zacaras. (Apoiados). En-
tSo aecusaram o partido canservador de
ser um partido qua nS> quera era pro-
mova o progresso do paiz.
O Sr. Affonso Celso Jnior : A esse
conservador fez V* Exc, como liberal, a
mais terrvel opposigSo.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conselho e ministro da estrangeiros) :
Tive de responler-lhe entSo, e cora ap-
plausos dos liberaes escriptos, que diziam :
venbam antes es conservadores do que
liberaes desta natureza s.
Por ventura, dizia eu, o partido conser-
vador um marco miliario ? a conserva-
gao o mmobilissimo ? nSo progredir ?
NSo; o partido conservador, quanto as
paixS's se desencadeiara, quando as ideas
avancadas ameagam iastituigoes fundamen-
taes e a subversSi mesmo do paiz, o par-
tido conservador toma a po3co de resis
tencia, nSo auxilia, reage ; pSe a junta do
couce. (Hilaridade). Quando, porm, cor
rem os dias serenos, o partido conservador,
inspirando se as ideas do progresso re-
flectido, gradual, realisa os melhoramentos
que a experiencia tem demonstrado seren.
opportunos e p5e-se a frente da propagan-
da sensata. (Apoiados).
Esta que a aua raissSo.
POR
JACQES D FLOT E PEDRO MAEL
lista pmn:
CARMEN
(Continuac>o do n. 180)
XIV
E retomando o braga de Arband :
__Podemos vilfar para casa, disse elle.
Tomaram o caminbo da ra de Boulain-
villiers.
Ambos reflectiam no presente e no fu-
turo.
Quando entraran na caa, a Sra. Fran
ns foi ao seu encontr muito assuitada, e
dirigindo-Bo a Arband :
Renata est aqui, Maximiliano, ella
quer lhe fallar.
O mogo estremeceu commovido.
. Renata aqui Que querer ella t
NSo teve tempo de concluir.
A menina entrou.
Ella estava tSo paluda, que elle assus
toa-s. .
= Renata exclamou elle, minha lie-
nata !
Ella tentou sorrir e deixou-se cahir nos
bragos do doutor.
__Que na ? perguntou elle.
Ella trema sem poder fallar.
Ju'iano quz retirar-ze. Maximiliano o
reteve.
Fique, meu amigo, dase elle. Voc"
nao de mais aqui.
E, litando Renata, perguntou :
Os diamantes f F' por causa dos dia-
mantes 7
Sim, dissa ella em voz traes.
E, com esforgo, penoso, entregou ama
parta ao noivo. .
A carta era de Rouval.
O zangue cegara Maximiliano. Dea o
papel a Dsraailly.
Lea, Juliano, disse elle em voz suf-
t'ocada.
Juliano, commovido, leu em voz alta :
< Minha senhora.
< Desafiou-me. Eu vingo me. Dentro
em quatro dias ficar publicamente des-
honrada. Os seus diamantea, esses dia-
mantes sem par, serSo a minha arma. HSo
de apparecer na sociedade como a prova
da sua fraqueza. A senhora mesmo ha
de velos. Restara-lhe tres das para des-
armar-me.
Stepman.
Maximiliano soltou um rugido.
A elle nSo restara vinte e quatro ho-
ras para morrer.
Juliano tomou-lhe o brago com autori-
dade.
Nesse momento, o mogo parecen a todos
ser urna especie de arenanjo do castigo.
Maximiliano, disse elle, prohibo-lhe
de fazer qualquer cousa. E a senhora nSo
' receie nad. Pego lhe que tenba confian-
ga em mim. O iniseravel nSo poder fa-
zer nada. De boje em diante nao" poder
fazer nada.
XV
Na manhS do quarto dia, Darmailly foi
casa da ti.
Estavam todos muito commovidos.
Os preparativos da festa que se da va
nessa mesma noite {pareciera preparativos
funerarios.
Era em voz triste e. desanimada que a
Sra. Fran' s dava as suas ordens. Mesmo
Bertha, sempre tSo viva e tSo alegre e
que na ia sabia das apprehensSes que a
cerca vara, tinha perdido a sua alegra ha-
bitual.
Foi preciso a preseoga de Juliano para
galvanisal-as.
Ora, minha tia, preciso nSo tomar
esse ar de desespero. NSo vejo realmen-
te motivo para isso.
Como podes* dizer isso, meu pobre
Juliano, sabendo qoe a ameaca es' sus-
pensa sobre a nossa querida Renata.
O advogado afinal irapacientou se.
Se eu lhe disse que nSo tivesse re
ceio, nSo sei por que esses terrores, case
desespero.
Ah t meu pobre rapaz, nSo deixa
remos de reoeiar, emquanto nSo tiver des
apparecido todo o motivo de susto. Nos
tomos mnlheres.
Nesse caso, disse Juliano, continu a
gemerfmas continu, tambem, com osueus
preparativos. Eu, porm, nSo tenho lera
pe para ohorar, yeu aproveitar este bello
da.
Sabio, estimando, interiormente, achar
ura pretexto para esquivarse a perguntas
ociosas e emb*iragosaa.
A's quatro horas da tarde, sabendo mui-
to bem que o escriptorio estava fechado,
foi ao palacete Rouval.
Foi apenas um pretexto para poder vol-
tar noite.
Foi para casa, vestio-se e, dapois de
jantar, esperou que fossem nove horas pa-
ra tornar avenida Wagram.
O banqueiro j tinha sabido.
Muito bem, disse Darmailly, de s
para si.
Pedio para fallar com o Sr. Clanos.
O Sr. Clanos, responderamlhe, est
se vestindo para ir ter com a filha em ca-
sa da Sr. Francs, ra Boulainvilliers
Nesse caso, respondeu Juliano, quei-
ra diser-lbe que o sobrinho da Sra
Francs.
Comprehende-se o espanto do hespanhol
ao ouvir esse annuncio.
Mandarara entrar o mogo para a sala
que elle j conhecia.
Clanos estava de casaca, prompto para
sahir.
Receben o advogado obsequiosamente.
Era que posso servilo, e qual o rao-
ti/o que o priva dos prazeres do baile a
esta hora T
Era a priraeira vez, depois do attentado
do Bosque de Boionlia, que o velho se en-
contrava tace a face com Juliano. Lera
brou se da pbrase irnica proferida pelo
mogo e que despertara as suas suspeitas
Clanos conhecia quanto Darmailly Va-
lia.
Desejava esclarecer as suas duvidas,
depois que ouvra a confissSo de Carmen.
Mas, como havia de interrogar o mogo ?
Darmailly tirou-o do seu eotbarago-
Sinta, disse elle, incommodal-o a esta
bora. Mas o motivo que me traz aqui
trio. Tenho, priraeiramente, uma confis-
sSo a fazer-lhe.
Uma confissSo A mim ? perguntou
o velho attonito.
Sim, senbor. Ha pouco mais de seis
mezea o acaso entregou-rae duas cartas,
que eu pensei terem cabido do seo bolso.
Confeso que esqueci-me completamente de
Ib'as restituir. Ora, eis aqui a minha con
Sasao, per.li essas cartas.
Clanos estava asustado.
Onde quereria Juliano chegar depois
desse rxoruio ?
Este cominuou, sera pestaear :
Sim, perd-as. Ora, vej o senhor,
singularidade das coincidencias, quando
perdis essas cartas o mesmo acaso tez-rae
depositario de anta berenga.
directa, mas que produzia, pelo modo por
que se fazia a votagSo, a representagSo
das minoras.
A opposigao tentou-me, invocou os meas
principios, invocou raioba opiniSo manifes
tada sobre a eleigao directa e disse :E'
a occasiSo: ou agora, ou nunca ; estis no
ministerio ; realizai as vossas ideas.
Tiveram-me por contradictorio, porque
nSo tomei o cons-lho ; mas eu nSo tinha
aceitado o ministerio para realisar as mi-
nhas idiis, tinha aceitado o ministerio pa-
ra ir de accordo com as ideas at entao do
partido conserva lor, sem coratudo renun-
ciar aquellas que eu tinha. (Apoiados).
Respondi-lhes : t Sira senhores, sou par-
tidario da eleigSo directa, mas para resli
sal-a com o raeu partido : preciso que
elle a queira adoptar (apoiados : muito
bem); emquanto eu nSo convencer ao meu
part'do de que deve adoptar a reforma,
nSo a provocarei,*;produzindo uma acisSo,
porqu! prefiro sacrificar momentneamente
minha opiniSo opiniSo da generalidade
daquelles com quem vivo (apoiados)...
O Sr. Affonso Celso Jnior:V a ca-
rapuga a quem toca.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
conseibo e ministro de estrangeiros : ...
Se, porm, em algum tempo os liberaes
subirera e precisarera do raeu auxilio, o en-
contrara'' franco, como boje prometto.
E raalisarei a minLa promessa. (Apoia-
dos)-
O Sr. Pedro Luiz :Se nSo fosse V.
Exc, nSo se tinha feito a reforma.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente.do
das pelo presidente do conselho, que nSo
veiu ao seio da cmara temporaria expli-
car antes do que ao senado as causas da
alteragSo que soffreu o gabinete.
Alludiu S. Exc. aos principios que ado-
pto, a respeito da influencia que deve ter
esta cmara sobre os neg ios polticos do
Estado, e portanto considerou-me em con-
tradicgSo com minhas opinioes coohecidas.
^^Sinto dizer ao nobre deputado que S.
Exc. e nSo eu, quem desconbaceu a in-
fluen ia que tem a cmara dos Srs depu-
tados nos negocios polticos do lalitaao.
(Apoiados).
O Sr. Affonso CeUo Jnior : Vamos a
ver.
O Sr. Andrade Figueira : Apoiado;
claro.
O Sr. BarSo de Cotegipe (presidente do
censelho e ministro do estrangeiros :Va-
mos a ver. (Riso.)
Senhores, por onde ra revela a influen-
cia desta cmara nos negocios do Estado?
Por onde se manifesta ou se pode mani-
festar asna preponderancia no jogo dos nos-
sos poderes pblicos ? Ser porque o pre-
sidente do conselho vem aqu uma bora
antes ou depois explicar porgue um minis-
tro sahiu e outro fi:ou?
Pois a iufluenca da cmara dos Srs. de-
putados nSo consista era ter sempre no sea
seio ministros em numero igual ou supe-
rior aquellos que eatSo no senado ? (Apoia-
dos.) Esses ministros sao poracas; meros
agentes do presidenta do conselho, ou sSo
membros independentes do gabinete ?
(Apoiados.)
9
O hespanhol perda a cabega.
Todava nao interrompeu.
O senhor nSo sabe, Sr. Clanos, que
entre as raras causas que tenho defendido
como advogado, figurou um processo que
sustentou contra a sua casa honrada ura
judeu chamado Jacob, meu cliente ?
O pai de Carmen sentio um calaino.
Acabava de couoprehender.
Era evidente qua Darmailly motejava.
Pego-lhe perdSo, meu senhor, disse
elle. Le moro me perfeitamente desse is-
raelita e da sua defeza, muito hbil, que
salvou das gales.
Oh das gales isso muito. E
depois, o senhor elogia-me com taot. bon
dade, quanta raosirou desistindo da que -
xa.
O heapanhol eatava muito agitado.
Juliano, que o observava de esguelba,
prosegulo :
Para encurtar razSes, eis do que se
trata : Jacob era possuidor de tres letras
de cince mil francos aada uma, saeadas so
bre o senhor por um tal Jos Laronza, per-
sonagera que me tem feito ferver o san-
gue, e do qual meu amigo Maximiliano Ar-
band poier dar lhe noticias.
O velhe coraprebendeu tudo. NSo dei-
xou o mogo acabar a pbrase.
E o senhor tem essas letras ?
Sim, senhor estSo coramigo, respon-
deu tran juillamenta Darmailly.
Diablico sorriso enrugou a face do hes-
panhol.
Julin oraprehendeu que naquelle mo-
mento estava em perigo de vida.
Mas estava de sobreaviso.
Sob pretexto de procurar os ttulos, tiren
do bolso um mago de cartas, e ao mesmo
tempo ura rovolver, verda eir joia buri-
lada.
CoIIocu a arma, quasi indiffereotemente,
em cima de uma mesinba ao alcance da
mSo.
Clanos vio aqaelle moviraento e eonte-
ve se.
De sirte que essas letras estSo em
suas mSos ? perguntou ello.
Aqui estSo, resp m leu Darmailly, com
a mesma iioperturbavel fleugraa.
E moBtroqSas tras tiras de .papel sellado
ao pai de Carmen, cujas pupillas brilba-
ram com luz pbosphorescente.
Por um momento pareceu qua elle ia dar
um pulo.
Clanos intrrrogou de novo :
E pedo o seu pagamento ?
Se me faz o favor, e cora os juros,
isto trint mil francos pelas tres letras.
O bespaunol endireitou-ie na oadeira.
sent'raen-
Entretanto, pode reprimir os
tos que o assaltavam.
Muio bem. Encarrego-me do pagar-
lhe essa quantia. Queira esperarme um
pouco. Vou buscar o dinbeiro.
Sabio.
Darmailly disse comsigo mesmo que era
aquella o momento critico.
Vai pagar rae para rehaver as le-
tras ; depois, quando estiver de posse del
las, mata-me. AttangSo l
Quando Clanos voltou, Juliano disse-
lbe :
A proposito, Sr. Clanos, tive a hon-
ra, ha dias passados, de travar conheci-
raento cora alguem que lhe est intimamen-
te ligada.
Clanos arregalou os olhos.
Alguem que me est intimamente li-
gada ?
Sim, senhor, uma senhora ingleza,
aua cunbada, mistress Hob. Ella at me
encarregou de apresentar lbe os seus com-
priraentoa e pedir-loa noticias da senhora
sua Slba, sobrinha della, que ba dous an-
uos nao tem visto.
Parou espantado cora a decomposigSo
das feigSes de Clanos.
Ha dous annos I disse elle com voz
rouquenh.
Sim, ha dous auuos. Helo menos foi
isso que rae disse mistress Hob, que volta
da America, e qua nSo recebeu da Sra.
Carmen senao urna carta, datada de Mel-
bourne.
Clalos soltou um grito de fra.
Da Australia I Mente I Minha filha
oso sanio de Marselba.
E, buscando descebrir o seu plano :
Aqui tera os seus trinta mil francos.
Vou maial-o.
E nisto, fez reluzir a lamina de urna fa
ca.
Juliano, pela aua parte, levantou o cSo
do seu revolver.
Assim qua eu o quera, meu caro
senhor, aisse ella. Eia, pois I cartas em
cima da mesa. Dou lhe tudo o que sei
por uma confissSo de sua parte.
Uma confissSo rugi o miseravel.
Voa te metter essa confissSo na garganta.
Juliano corapnihendeu que era preciso
empregar todos os esforgos.
__O senhor ura velho desasado, disse-
Ibe elle. O que o exaspera saber que as
suas suspeitas erara fundadas. Pois bem !
erara, sim, senhor. Sua filha um po
bre rapariga digna de lastima. Quando o
senhor pensava que ella estava em Marse-
lba, estava el'a na Australia. Pergunte a
Maximiliano.
Parti com elle ? disse o hespanhol.
NSo. Parti cora o amante.
O velbo geraeu de angustia.
Miseravel Minha filha nSo tem
amante.
Darmailly atirou a ultima provocagSo.
Em summa, nao sei o qua uia disse-
rain. Pergunte ao Sr. Jos Laronza.
Jos Laronzal rugi o velho, quasi
louco.
Ora I ou Lavrs Jubb, ao sea alvi-
tre, seu sobrinho, que julgaram morte.
Clanos estava lvido. Rangiam-lhe os
dentes.
Laronza l E a qua vem agora este
nome?
Explicar lbe a partida da Sra. Car-
men. Ella acompanhou esse illustre chefe
de asesemos. Viajou em corapanhia delle,
e, com a breca quando se fazora viagens
em tal conebego, preciso acreditar que a
intimidado profunda.
Juliano nao disfargava o que havia de
cruel em ferr assim um homem, fosse mui-
to erabora esse homem um miseravel quai
o que tinha diante de si, no mais sagrado
dos seotimentoa bumanoa, o amor de pai.
Era, porm, a aua ultima cartada. De
urna s feite tinha de salvar 1 mata a Ma-
ximiliano. Portanto nSo hesitara.
NSo era mais contra Juliano que Cla-
nos se encolcrisava.
Miseravel l dizia elle entredentes,
miseravel anganou-me, trahio a minha
confianza, trahio a minha dedicagSo, que
toda lbe pertencia Oh l pr-ciso que ea
me vingue. Hei de vingar-me I Matal-O-
hei t
Era terrivel o seu desespero.
Darmailly quasi ficou commovido.
Oh I Sr. Clanos, o senhor faz-me
pena. Ora pois l ainda nSo est tudo per-
dido Nos nao somos mos rapazes, Ma-
ximiliano e eu.
O velho esqueceu se de que um momen-
to antes qoizera matar Juliano.
E que fariain, que poderiam fazer ?
NSe v que a miaba vida est aniquilada ;
que d'ora em diante nSo tem mais nenhao
tira? Carmen, minha Carmen I Tenba eu
sido um bandido, que importa I Ella, ella,
minha filha, que ea quizera, qua eu sonha*
ra pura e respeitsds Ati I prefera que
ella tivesse inorado I
E assim fallando, estorcia se, abysraado
na d5r que senta.
(Cimtmuar $eha)
Typ
. do Diario ra Oooue de Caxlw 43.




%

I




Full Text
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