Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17492


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Full Text

TOO L X 11 OlIJIi: 189



PARA A CAPITAL E LI&.IRE** TTIsK MO NK a*H<- A PORTB
Por tres mezes admutados............... 6,5000
Por seis ditos dem........: ... r, i^OOO
Por um auno dem................. 23,5000
Cada numero avulso, do xesmo da........... 0100
DIARIO DE
\m-Mk 9 E AMSTfl ES 1331
PARA DEJSTRO E FORA O A PRO ViMCM A
Por seis meses adiantados............... 13^500
Por nove ditos dem................. 20(5000
Por um anno dem................. 270GOC
Cada numero avulso, de dias anteriores........... #100
Oa Si"*. Amadeo J*rias A C
e Parla, s5i os nossos agentes
exclusivo* de aun uncios e :u-
blleaedes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMHAS
:::::;: pasiiska: e: mu:
NATAL, 7 de Agosto, s 11 horas e 55
minutos da manb.
Naufrasou na Ponta-tiorda ama
barca Ingiera. Ignoramos anda o
nome delta e o* pornaenores do nau-
fragio.
NATAL, 7 de Agosto, s 4 horas da
tarde.
O carregamento da barca Ingleaa
naufragada consta de varia merca-
dorias. Anda nao sabido aqu o
nome desse navio.
Para o lugar do naufrago vo se-
guir empregadoM da Alfandega e
agentes.
RIO oE JANEIRO, 8 de Agosto, s 4
(joras e 45 minutos da tarde, (ttecebido s
6 horas, pela linha terrestre).
Forana nomeados vlce-preslden-
tes da provincia de Pernambuco.
ende exonerados os actuaes s
3.* r. Francisco do aego Marros de
L. a cerda
4.a Or. Manuel Clemenllno Carnel-
ro da Cunbat
Mr. Miguel fos de AlmeUa
Pernambuco i
. Dr. los Hauoel de Barros Waa-
derley.
Fot nomeado presidente na provln-
vlncla de Hian Ceraea o Or. Luli
ugenlo Mora Barbosa, sendo exo-
rado o actual, Mr. Carlos Augusto
de Olivelra Vigueredo.
o Club Militar, allegando ter en
lata a indlOTerencado governo rela-
tivamente aos naelos de defexa de
que dlapAem o exerclto e a armada,
dellberou uouiear cvnalMie para
que estaa Indlcassrm quaes as pro-
videncias que devem ser tomada* no
intuito de garantir a nacao e quaes
aa reforma* mala urgentes, que de-
vena ser actualmente promovidas e
alfendldas.
Km sata doa diaturblos que ae de-
ram ao* ltimos meetisqs abolicin I* -
tas o deaembargador ebefe de poli-
ca mandou publicar a resolacao.
que adoptou. de prohibir qaaesquer
reuolAes naa pracaa e ruaa durante
o di n- igualmente prohibidas
a* rt-u-inii-. i-tu qualquer parte du-
ratne a nouic*
O !*<- cisco Intuites Ma-
eiel dirigi ama interpeilacao ao
governo para p-e este declarasse.
ae tlnba autorioado tal procedlmen-
to do desembargador chele de poli-
ca.
Reiponileu a interpellac&o o mi-
nistro da agricultura. Mr. Rodrigo
Silva, npprovando as providencias
tomadas e declarando, que o deaena-
bargadsr chefe de polica, nada mala
lisera, que o que tora frito no domi-
nio da sltuaco liberal em idnticas
clrcumstanclas.
Fcllou sobre o aaatampto da later-
pellacao o deputado por Minas. Mr.
Jo no da Malta Machado, sendo em
seguida adiada a dlscassae. que es-
tove multo animada.
o Mr Fellppe de Piguelrda. loman-
do parte na dlscusaodo orcamento
doMIolalerloda Agricultura, prooun-
elou um Importante discurso, oceu-
pando-se de Interesses das provin-
cias do norte e especialmente da de
Pernambuco.
"EO DE JANEIRO, 8 de Agosto, s 9
horas e 45 minutos da noite. (Receido s
10 horas e 50 minutos, pela lioha terres-
tre).
Um mkiti.no abolicionista.convooado
ajara boje a tarde no campo da Ae-
damacao delxou de ser eHectuado.
porque o 3. delegado de palela fes
cumprlr .o edlial do desembarga
dor chefe de polica, que prohibe as
reanioes na pracaa e ras, tendo
sido Intimados sob as penas legaes
om ara. alalino Hoeayuva. Joao
Clapp e fos o Patrocinio, para
qae o>edeeaveai a orales policial
-.- ICC
24

IJroprie&ails? fre iRatuuJ Sig^xia tu iaria 4 ""lijos
9", a
RIO DE JAN El 110, 7
2 horas e 50 miuutos.
de Agost), s
Oeram-se desordena por occaalao
do KEEPixo ao Polytheama.
certa quantidade de oxygenio foi absorvida e ama
igual de acido earbinico abandonada p)i elle. O
que nesta experiencia sa observa o inesmo que se
passa uoa pulitja: o saugue venoso, chegaudo s
vesculas pulmonare), apodera se de urna parte do
oxygenio da atmosphera e exbala urna parte do
acido carbnico que tena em dissolucSi.
(Continua)
MOSCOU, 7 ae Agosto.
tseallsaram-se aqu hontem aa
exequlaa do Sr. htalKoA. a ceremonia
eateve esplendida, e fol mulllssslmo
concorrlda,
aa lati como ae esperava o Mr.
Paul Deroulde.
ROMA, 7 de Agosto.
8. M. e re Humberto otTereceu a
vluva doSr. Depretisuma penso de
des mil lints annuaes.
PARS, 7 de Agosto.
buppfte-se que esta terminada a
queslao do duello ontre os brs. ge
neral Houlanger e J ules Ferrv.
ROMA, 7 de Agosto.
8. m. o re Humberto nao acceitou
a demlsso pedida pelo ministerio
ao fallecer o Mr. Meprets, presiden,
te do conselbo.
O Sr. Crisp fol encarregado da pre-
aldencla do conselbo de ministro.
ilrao Jo cun a pasta do Interior, e
laurinamente coa a dos Xegoelos
Estrangelros.
RIO DE JANEIRO, 8 de Agosto, s 6
horas e 5 minutos da tarde.
O coronel Cunha Mattos lau na reo-
alia militar urna carta do 8r. Bardo
de Capanema referlndo as dinaenl-
dades esa que se aefea para com a
commlasfto argentina de limites.
O Exm. lr. ministro da agricultura
declarou na Cmara dos Meputados
em resposta a una Interpeilacao
ser eata carta apocrypba
Una grande numero de prara* do
I.* regiment de ea vallarla I nape dio
a Mcrria convocado para as 5 horas
da tarde.
Bj
S. PETERSBURGO, 8 de Agosto.
Os Jomae* russos mostram so in
tetramente salIsfeltos pelaa desaona-
trarOes de sympatbla dos franceses
em memoria do Sr. KatlCoaT.
BERLIM, 8 de Agosto.
Oa Jornaea allemes em artlgoa de
fundo atacam vigorosamente a Fraa-
NAPOLES, 8 de Agosto.
O cholera-morbus res aqu as ul-
timas ? horas 9 casos e <* bitos.
ftgTii'i Havab, filial so t'ernuiauco,
8 de Agosto de 1887.
MRTE OFFICI
INSTRUCCiO POPULAR
PH7ul0L0(til laNA
(Extrahido)
JA BIBLIOTHBCA DO POVO K DAS ESCOLAS
PRIME1RA PARTE
Ft'\C,'dK ME \ITBIC40
BKPUlifio
( Continuaqao )
Phenomenos chimicot da reapiraco 0 pheno-
meno mais notavel da reapiraco do homem e doa
cu tros animaos canaiste na absorpfo de certa
quaotidade de oxvgenio, e na exbklacio de urna
quantidade, prximamente igual, de acido carb-
nico (anbydrido carbnico). O ar atmoapherico
compoe-se de v0,8 partes de oxygenio para 79 de
aste, em volume, e de ama p. quena psrcella de
aeido carbnico. Tal a coupoeicao do ar inspi-
rado ; depoii de expirado o ar contem apenas 16,03
de oxvgenio.
A reapiraco faz-ibe poia perder em cada inspi-
racao, por 100 volumea, 4,77 de oxygenio, O ar
expirado sai, em compausac), muito mais carre-
gado de acido carbnico ; em cada expiracao o ar
tras 4,26 por 100, em volme, deste gas. Como a
thiinica ensina que o acido carbnico contem sem-
pre um volume de oxygrmo igual ao sen, deve con
clair-seque a quantioade d' ste elemento por elle
representada um pouco menor do que a qae foi
absorvida.
Essa differenca devida a que urna pequea
parte do oxygenio absorvido entra na composicio
da agua, que em estado de vapor tambem exba-
lada na reapiraco. E' este vapor de agua que,
condensaudj-se, forma o nevoeiro que sai da nossa
buce* qoando respiramos n'nma atm aphera mnito
fria, eque embacia a superficie dos eapelhos, quao-
do a b.tejamos. A txbalaeSo do vapor da agua
no movimeuto respiratorio tem o nome de trauspi
racSo pulmonar.
U aaugue venoso, levado aoa pulmes pela arte-
ria pulmonar, convertido, nos cepillares dauu-l-
U s orgos e pela aeco do ar atmospberico, em
sangue arterial. A easa transtormacio cbama-sc
bematoae. 0 aangue venoso de cor vermelho ane-
grada ; o arterial vermelho vivo e ratilante.
Kta diffjreoc de cor, qae maito appareote e
caracterstica, deve-se exclusivamente presenca
de um exceaso de oxygenio no sangue arterial.
Demonatra-se iaao fcilmente, agitando se urna
porcao de sangue venoso dentro de um frasco con-
tendo oxyg- nio ; veriDca-se que o sangue toma ra
|>idao.sate o aspecto de sangue arterial, e qae ama
Governo da provincia
EXPSDIENTE DO DA 20 DE JULHO DE 1887
Acto : t
0 presidente da previncia, de confurmidado
com a proposta do director do Arsenal de Guerra,
em oficio de 11 do corrale, sob o. 1,200, reaolve
nomear Solidonio A'tico Lieite pira exercer inte
nnamente o logar de coadjuvaDte de primeiras
lettras do mesmo Arsenal, durante o teropo em
3ue estiver licenciado o proprietario, Ilerui. >
os de Azevt'do Pedra, percebendo o nomeado
somente a gratificaca marcada pjr le i.Commu-
nicou-se ao inspector da Thesouraria de Fasenda
e ao director do Arsenal de Querr.
fficioa :
Ao inapeutor da Thesouraria da Fazeoda.
Commuuico a V. S-, para os fina convenientes, que
o juis municipal e de orpbos do termo de Buique,
bacharel Paulo Caetano de Albuquerque, em o Io
do corrate mea reaasumi > o exereicio de seu
cargo.
Ao mesmo.Cjmmuoico a V. S., pan 03 fins
convenientes, que o juiz de orpbSos drsta capital,
bacharel Joaquim Cjrreia de Oliveira Andritde,
reasaomio boje o exercicio de seu cargj.
Ao inspector do Thesooro Provincial.Pro-
videncie Vmc. para que, nos termos da sua inf r-
mafo de 16 do corrate, n. 733, sejam despacha-
dos sem exigencia do pagamento do imposto de
gyro, os objectoa constantes da relaco, junta por
copia, viudos de Londres noa vapores Plato o
Elston, para o servir;] d Companbia Recifa
Drainage, visto cstabelecer a clausula SO" da no-
varjo de contracto dessa companbia a iaeocio de
impostoa provinciars sobre tudo que lbe per-
tencer.
Ao inspector geral da Iostrucfta Public*.
De accordo com o disposto no art. 20 das instroc-
(des de 24 de maio ultimo, aotoriso Vmc. a justi-
ficar as faltas de exercicio escolar da prefessora
contractada Iria Noguein da Conba Leite, de que
trata em seo oficio, a que respondo, de 14 do cor-
rente mes.
Ao Or. jais de direito da comarca de Bonito.
-Keiti-r, a requiaicao feta em oficio de 4 de
Nevembro do anno passado, no sentido de Vmc.
transmittir, acompanbad* da respectiva iufarma-
cSo, a certidio do prscesso do reo Joaquim Jos
de Asevtdo, conbecido per Joaquim remandes,
que interpos recurso de graca da pena de gales
perpotoas, que ihe foi impasta pelo jury do termo
do -aitc em sess&o de 7 de Ootnbro de 1858.
Ae Sr. Joao Baptista Castanba, juis de paz
presidente da jonta de alistameoto militar da pa-
rochia de Nossa Seubora da Purificado de S.
Gonzalo de Vna.Conforme foi decido pelo Mi-
nisterio da Guerra em aviso de 13 de Julbo de
1881, dirigido presidencia da Babia, declaro a
Vmc., em resposta a seo oficio de 1* de corrente
qoe, o substituto do parocho as juntas parochiaes
do alistaincuij militar, deve ser o cidado qaali-
fieado vetante, de conformidade com a lei oleitcral
vigeate, observando-se a ordem numrica io aiis
tsmeato ele)ti al ; urna vea que nenbnn1"oatro sa-
cerdote brasileira exista abl qoe saonitua o pa-
rocho que acha enfermo, segunde consta da citado
oficio.
Portaras :
Para peder prestar conaideraca iuforma-
co n. 46 de 22 de Jonbo findV, recommrndo
Cmara Municipal do Recife que ou me envi os
seus oficios ns. 35 e 37, que lbe reme'.ti em 26
de Maio ultimo, ou me declare qual foi o arreoda-
mento cuja approvacij solicitou.
Para ea fins convenientes communicj Ca
mar Municipal do Recife que, no recurso de Jos
Rodrigues Beiro, alludido em sua informeciIj n.
51, de 28 de Janbo fiado, prefer boje o seguate
despacho :
O recorrate deve requerer perante os tribu-
naca competentes o que jnlgar a bem de seus di-
reitos; pjrquanto nao cabe s presidencias de
provincias tomar conhecimento de recursos relati-
vos imposicSo de multa por iofracco do Postu-
ras Municipaes, seguado decidem os avisos na.
231 de 2 de Julbo de 1840 a 65 de 4 se Julbo de
1850..
EXPKDIEKTE DO DB. SBCBBTABIO
Oficies :
Ao agente da Companbia Babiana de Nave-
gacao a vapor.De ordem de S. Exc- o Sr. pr-
sideoto da provincia, acenso o tecebimeoto do
oficio em qae V. 8. participa que o vapor Ouahy,
chegado hoje da Babia e escala, regressar no dia
24 lo cerrente, a 3 horas da tarde.
Ao engenbeiro Lycargo Jos de Mello.O
Exm. Sr. presidente da provincia enviou hoje o
Exm. Sr. Ministro da Agricultura Commercio e
Obras Publicas o relatorio que accmpaahou o ofi-
cio de V. S. de 15 do corrente.
Ao commandante do carpo de polica. De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente la provincia
baja V. S. de informar quantaa pracaa do corpo
sob sea commando ae achara ao aervice da polica
no povoado de Ponta de Pedraa, e ae tasa pracaa
pertencem ao destacamento de Goyanna-
EXPEDIBKTE DO DIA 21 DB JULHO DE 1887
Actos:
O presidente da provincia, de conformidade
om a propoata do Dr. chefe de polica em oficio
n. 630 de hontem datado, reaolve exonerar, a pe
dido, ao cidado Pedro de Barros Wanderley do
v.-argo de 1 aapplente do subdelegado do disiriclo
de Sao Miguel do termo de Barreiros. Commu-
nicou-ae ao Dr. chile de polica.
O presidente da provincia, de conformidade
c. m a proposta do director geral da Repartico de
Obras Publicas, em oficio de 19 do corrente, sob
n. '53, resolte nomear o ex-conductor da dita Re-
partico Manoel Fe reir Brando Jonior, para ser
vir o cargo do jengenheiro doranto a licenca da
trinta das concedida a Joao Pinto da Silva.
Commonicoa-se ao director geral de Obras r'u-
biicas.
Offi:ioa :
Ao presidente da provincia do Amasonas.
Em additamento ao mru oficio de 11 de Ju.-.bo
fiado, remetto a V. Exc. dous exemplar-s imprea-
sos do regulameoto de 28 de^Maio ultimo, conver-
t-ndo o Coa .ulado deata provincia em Recebedo-
ria Proviucial.
Ao commandante das arana. De accordo
com a indicaco feita por V. Exc. em oficio de
hontem, sob n. 379, deaigno o major commandante
interino do 2 batalh&o de infantaria para presidir
a commiss&o que, na forma das disp isicoea em
vigor, tem de dar em consumo, no dia 25 do cor
rente as 11 boraa da maub, no quartel do 14* ba-
talhao da meam* arma, diversos artigos do ins-
trumental e fardameoto d* msica do dito bata
Iha julgaJos iusi-rviv-is, aeguodo o citado oficio.
N* uiesma data deaignou se o ajudante interino
do Arsenal de Guerra e expedio-se ordem ao ins-
pector da Thesouraria de Faxenla para designar
um empregado da fasenda, afim de faserem p*rte
da commissio
Ao mesmo.Segundo consta de oficio da
presidencia da prov-ncia do Rio Grande do Nor-
te, ae 18 do corrente, sob n. 2 '1 fomm remettidas
para aqu com destino corte 60pracaa constantes
das inclusas guias de soccorrlmeuto, aa qua-.s vie-
ra m acompanbadaa pelo alteres J. de Alvin Poten-
gy e um inferior.
O qaerbclaro a V. Exc. para seu ccnLeci
menfo e mk convenicatea.
AoTaspector da Tbcaouraria de Fazenda.
Sirva-se y, 8. de exigir Ao collector g^ral do mu
nicipio d^Eacada o motivj de ter remettido, em
a matricula da escrava Aquilina Je
de Franceliao Al ves de Albuquerque,
relacoes juntas, aob na. 507 e 508.
imo.Estando estabelecidss pelo art.
ment n. 9517 de 14 de Novembro de
s mximos doa nitrieuUa-1 s, sirva
dar reduzir o de 900*000 dado ao
rio de 37 annos di idade matriju-
lado no Mnjiiei^io da Escada, a-ib a. 3016.
Ao aaejmo.A' viata do art. 3 do regula-
meoto d 1617 de 14 de Novembro de 1885, que
'" oa valores mximos doa matriculandoa,
* de mandar reduzir a 000*000 adjj
duplica
propr
segundi
Aoj
3> do r
1885 os
V. S.
escruva
nunicipio da Escada aob n. 2649.
Ao mesmo.Estando -atabel cidos pelo art.
3 do reguiamento n. 6517 de 14 de Novembro de
1885 oa valorea mximos doa'matriculaodos, eirva
se V. 8. de mandar reduzir o' de 900/000 dado
eacrava Florinda de 31 annoa de idide. matricla-
la na municipio de Naiaretb, aob n. 7.
Ao meamo.Para oa fins convenientes, de-
claro a V. S. que, em oficio de '0 do corrente, sob
n. 1211, partecipou-mo o director do Arsenal de
Guerra baver por portara do dia anterior exone-
rado a pedido o escrevente de 2a classe do escrip-
torio de ajudante, Artbur Alfredo Martina Salda
nha e nemeado hontem para o referido lugar Fran-
cisco de Aaaia da Silva Cavalcante, que prestoo
juramento e entrou cui eineieo.Reapondeu-se
ao director do Arsenal de Guerra.
Ao meamo.Noa termoa da eua iuforuiico
n. 463 de hontem datada, mande V. S. abonar 3
meses de aoldo, mediante descont pela 5* parte
ao alferes do 3* regiment de cavalleria Sebistio
Dias de Tul.do, addido ao 14 bttalhSo de infan-
tera e promovido a esse posto por decreto de 17
de junbo fiado, devendo a despeza correr pelo
14corpos)arregimentados[do Ministerio datu rra
Ao iinaecior da Altandeg*. Ao procurador
da Camara|Municipal da Villa do Altiaho, L turen-
tino Ferreira Calado, mande Vmc. entregar ca
caixoes contendo o terno de pesos e medid .a do
syatema mtrico decimal, destinado mesma C-
mara por a viso do Ministerio da Agricultura C >m-
mercio e Obras publicas, de 19 de Abril de 1834.
Cammaaicoo-ee Camaia Municipal da Villa do
Altinho.
Ao commandante do corpo de polica. Man-
de Vms. apresentar amaoh 2 pracaa ao Dr. chefe
de polica, afim de irem escoltar um criminoso do
termo de Gamelleira para a Caaa de Dcteuc j.
Communicou-ae ao Dr. ebefe de polica.
Ao director geral das obras publicas.De
accordo com a informadlo de Vmc. em oficio de
30 dv Junbo ultimo, sob n. 130, aatoriso o a mas
darfazeros pequeos repiros precisos no telhado e
ladrilho dos compartimentos daa latrioaa do quar-
tel do corpo de palioia, n> excidcndo a dcsp:za
de 40/000, conforme o seu dito oficio.Cjinmuni-
cou-se ao inspector do Tbesouro Provincial o ao
comnaodante do carpo de pelicia.
Portara :
Cocee io a autorisaco solicitada pcl* Cma-
ra Municipal do Recife era oficio n. 59 de 6 do
corrate raes, afim de despaader a quantia de 100/
coea os reparos urgentes da casa do sitio Cacte.
KXPEDIEKTB DO DB. SBCBBTABIO
Oficios :
Ao commandante daa armas De ordena do
Exm. Sr. preaidente da provincia, communicj a V.
Exc., em reaposta ao seo oficio de hontem sob' a
380, que ao Ministerio da Guerra eao lemettidia,
para oa devidoa fins, aa certidas d assi ntamentoa
das pravas constantes do cit*do oficio e bem assim
os termos de inspeccao de sude a que forara ellas
sabmettidaa.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da pcovincia, commuuico a V. Exc, para os
fina convenientea e em reapoita aos seus oficios
de 19 do corrente sob n3. 377 e 378, que a directo-
ra do Arsenal do Guerra est autoriaada a s >tis-
faser os pedidos qus acompauharam oa citados of-
ficioa
Ao engenbeiro fiscal Ja estrada de ferro do
Recife ao S. Franciaco.O Exm. Sr. preaidente
da provincia dea o devido des ti a j aos documentos
qae acom^anbaraa o oficio de V. $., de 18 do
cerrente, aob n. 50, hoja recebide.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 6 DK
ACOST DE 1887
Aurora Augusta de Britto Noronha.Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazend:.
Companhia Pernambucana.Neata data mu di-
rijo ao Ministerio da Justica no sentido em que
requer a anpplicante.
Carlos Borromea Coelbo da Silva.Informe o
Sr. juis de direito da comarca do Nazareth.
Geneaio Libanio de Albuquerque Monteiro.
Informe o Sr. inspector geral da Iostrucco
Publica.
Drs. Jos Joaquim de Siusa e B^lchior da Ga-
ma L bo. Informe o Sr. commandante do corpo de
polica.
Jou Theodomiro da Costa Montero.Requeira
& Cmara Municipal de Olinla.
Leal & Irma.Sim, satisfeitoa os direitoa fia-
caes e foroa em divida, noa termoa da inforinaco
da Thesouraria de Fasenda do 1" do corrente n.
499.
Luzia Maria da Conccica >.Informe o Sr. Or.
chefe de polica, ooviodo adminia'rador da caaa
de detencio.
Luis de Eranca Andrade Lima. Informe o Sr.
juis municipal do termo de Caruar
Mana Florencia da Paa Cunha.Iuforme o Sr.
inspector geral da InatruceSo Publica.
restes Saraiva de Carvalbo Neiva.O auppli-
cante nao p. ecis* de licenca em vista do qve dia-
poe o art. 44 do decreto n. 5,573 de 21 de Mares
de 1874.
. 8-batiao Asteria Prixoto Gadelha. Ao Sr.juiz
de direito da c marca de Iguarass para tomar
em considerado.
Secretaria d* Presidencia de Pernam-
buco, 8 de Agosto de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartico da folela
2 se 0o. N. 685. -Socretaria de Po-
lica di Pernambuco, 8 de Agosto de 1887.
IliiD. e Exm Sr. PartLipo a V. Exc.
qu firana recolhidos Casa da DeteDcSo
os seguiotes individuos :
No da 6 :
A' inuih* ord-'m, Franciso d- Souza Goellio e
Franciaco Marquea Vieira, vin loa do termo de
G yanna, com i cri i.ioosoa na provincia da Pa-
rabyba.
A'ordem do Dr. delegado A > 2o districto da
c*pit*>i J- aquim Patricio de Sint'Ann >, orno in-
diciado <-m crime de morte e ferim -at ia.
A' ordem do anbdelegado da freguesia do Re-
cite, Antonia Mana Marcelina da Conceic-, por
offenaas a va r*l publica.
A' ordem do de Santo Aotouio, AntO'jio Feij de
Ol 'eir, por disturbios.
A'ordem do da Maglalena, Martina Emiliano
:vl r. ira e Fe lamino Marinho Faico, por embria-
guez e dia'urOios.
A' ordtm do de Belem, Jos Gom-s da Pjrifica-
cao e Aa-aiacio Rnymuodi Guanares, como des
ordeiros e uao de armas defez-a.
No di. 7 :
A' ordem do Dr. delegado io 2 diatnct da
capital, Manoel Pedro do Naacimcnto, como indi-
ciado em crime de morte e ferimentos.
A' ordem do subdelegado da freguez do Re
cif-, R.ymuodo Jos? dos Santos, por crime de
furti.'.
A' ordem do d i Io districto de S. Jos, Cypria
no Baptiata Cavalcante, por disturbios.
A' ordem di do 1 districto da Graca, Antonio
Jis Francisco, Joao Baptista de Siqutira, Luis
de Franca, Jos r-easo* Cvale.ntee Estevo Jo-
s da Silva, pjr uso d ; armas defezaa.
Hontem, por volta de 10 horas da m>.nh4 e
quando regreasava precedido de msica, da igreja
da Santa Cruz onda fdra ouvr missa, o 2 baU-
Ihito de infantaria, ao passar esto p da ru* de
Jardim, do 1* districto de S. Jos, deu-se um con
flicto entre oa ndividuoa que acompanbavam
aquella mu8ca, reaultando dello aer Hsaassinado
escrava Izabel de 41 anuos, matriculad i no san urna faeada o de nome Albino,'escravo d
Ventura Perera Penna, por Pedra de Alcau.ra
de Sint'Anua, coahecido por
preso.
O aabdelegado respectivo tomou conhecimento
do tacto, fez traospertar o cadiver para a matriz,
oode pelo Dr. Jos J. de Souza, foi vistoriad >, e
proseeue nos dem iis termos da le. .
Cimmunicou-me o delegado do termo de
Bom Conselbo, que no dia 7 do mez passado, ao
lugar Poco do Viado d'aquelle termo, foi assassi
nado Antouio David, conhacido por Pedroza, co-
lebre criminoso de morte e roubo pelo individuo
de iioma Manoel Tenorio, ciaheeid j por Bil, An-
tonio Tenorio, irmo deste, Liurentiuo de tal,
Terto Baila a Vicente Lipes. Deu lugar o facto
ter David, raptado a forc de armas a menor Um-
b-'lina Tenorio irma de Manoel Tenorio e Autonio
Tenorio. Os delioquentea evadiram se logo apj
o crime, e aquella autoridad- procedeu h respeito
nos termos da lei.
Anda communicou me o mesmo delegado ter
no referido dia 7 capturad i o individuo de nome
Antonio francisco de Mattos, pronunciado
n'aquelle termo como um dos autores do aaeasai
nato de Belizario de tal.
No dia 6 do corrate, foi pelo aublelegado
da fregoezia de Santo Antoaio remettido ao Dr.
juiz de direito do 2a districte crimioil os inqueri-
tos pcliciaea procedidos contra Artbur l'.-.iva Mar-
tnez que tambem diz chamar-se Artbur 8eevel e
Joao Epiphanio t-'erreira da Costa conb.cido por
Medubim, par crime de roubo.
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exc.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, amito
digno presidente da provincia. O chefe
de poli :a, Antonio Domingos Pinto.
n-.-rados de subdelegado e 2o aupplente do subde-
legado do districto da Palmeira d > termo de Ga-
rauhuns. Jos Antonio de Moraes e Joaquim Jos
de Mornes.
IilcencaPor p rtaria da presidencia da
provincia de 6 do corrente foi prorogada por tres-
m-zes, com metade do ord n ido, a licenca conce-
dida ltimamente professora da cadeira de en-
sillo primario d: rmhaein, Anna Francisc. Soa-
res Pach co.
r.irnii inrecclonadosS. Exc. o Sr
preaidente da pr vint-ia recebeu do Ministerio do
Imperio o aegainte telegramma :
R"particio geral doa tel-graphos. Estacac
do Recite, 6 de Agosto de 1887.Ao preaidente
da provincia de Pernambuco.D -clarados infec-
cionados portos Malta navios deverao fazer qna-
rentena Ilh* Grande.Manad do Nascimenl Ma-
fluido Portilla. "
11 2" balalbao de fuir ra Aasock
Vigariu, que toi hontem o exercicio de commandante desse b&t&-
Iho o coronel Frederico Cbristiano Boya.
Caaa de Delenco -P.-r portara do Dr.
chefe de polica da provincia de 8 do corrente foi
exonerado do cargo de guarda de l* classe da
Casa d-i Detenca), Antonio Justino Ferreiri da
Luz, e nomeado para substituil-o o cidado Joac
Elvino de Moraes c Silva.
Capitana do porloPor portara de 8.
Exc. ocapito do pirto, foi Lontem nomeado Eneas
Aquinode Castro, guarda de de'igencia da capita-
na do porto para vigiar as praUs e fazer intima
coja aos infractores do regalamenro da capitana-
Eacoia \urmal da Hacledade Pro-
pagadora-Na quinta fciii, 11 do andante,,
s 5 boras da tarde, conforme determinou o Eim.
Sr. Dr. presidente da provincia, ter lugar neata
Escola a distribuic/i solemne doa diplomas s
alumnaa : DD. Arminda de M-llo, Thereza de
Mello, Aquilina F Silva, Maria Tavarea, Luiza Carneiro, B-llarraina
Araoj >, Rita Vledeir s, Amalia Barros, Guilber-
iniaa Fernandes e Cecilia Barros.
Fallar m nome do corpo docente da Escola t
Sr. Dr. Virginio Marques Carneiro L-o.
i.ivro para enalno secundario-
Para a Livraria e Papclaria dos Srs. G. Laporte-
Ttaesooro Provfaclal
JESPACIIOS DO DIA 8 DE AGOSTO DE 1887
Vigario Manoel Candido das Chagas
Goodim, Anna Cardoso de Barros Lima,
EJyaio Clementino Bezerra e Fielden Bro
tbers. Ioforme o Sr. contador.
Joao Rodrig i- de Aloura, Manoel Joa-
quim Baptista Sobrinho e Ildefonso Jos
Pereira SimSas. Informe o cnieaei m.
ServiliaDO Correia Maia e padre Miguel
Peres de Azevedo Falcao. R'gistre se e
fajam-b's os assentamentos.
Adolpho Jos de Araujo. Pague-se.
Victorino Jos do S >uza. Ao Sr. cou
tador para conhecimento.
Gercino Carente de Oliveira Firmo.
Certifique se.
Alexandre Amerioo de Caldas BrandSo
e Santa Casa do Misericordia. Entre
gue-se a quantia em deposito.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 6 DK AGOSTO DE 1887
Ernesto & Leopoldo, C- A. Vam der Linden,
Carneiro de Souza a C, Eustaquio & C, Sampaio
Coelho & C Joaepha Al- xnadrina Porto Carrciro,
Joao Alfredo Thon, Jos Antonio de Araujo Li-
vramento. Franciaco Gargel de Amsral, Seixaa &
C, e Joao Alfredo Thon.Informa a 1 ae>;io.
Luiz de Oliveira Lima Jnior.Satistac* a txi-
gencia da 1* aeceo.
Dia 8
Jos Paulino da Silva.Certifique-ae o que
constar.
Lima Coutinho, Jos Rnfino Climaco de Silva,
Joa Cordeiro dos Santos, Jos da Silva Moraes,
Joaquim Ag .atinho & C, Carolina Pinto do Maa-
Ihej, Joaepha Mara dao Dores e Jos Francia-
30 de Carvalbo.Informe a 1* sec-co.
StviSTA DIARIA
Eleieo de depulado geral Pela pre-
sidencia da provincia f >i hije exp-ddo Cmara
Mui.ieip;! o seguinte acto :
4* seca i.Palacio da presidencia de Per-
nambuco, em 6 de Agosto de 1887Em virtude
de ordem cjuatante do aviso n. 3 '53 de 28 de Ju-
lbo fiado, di Ministerio do Imperio, determini
Cmara Municipal do Recife que expeca eommu-
nicacao aos iuizes de paz e d as demais provi-
dencias do es'rylo, afim de que se proceda no dia
14 de Seteuibro viad.uro id 1 diatricto deata pro
vincia, nova eleiclo para preenchimento da va
ga que deixm na Cmara dos Deputados o Exm.
Sr. couselheiro Manoel do Nascimento Machado
Porte.Ih, por ter sido nomeado por carta imperial
de 21 do referido m-z de Julho ministro e secre-
tario de estado dos negocios do imperio.Pedro
Vicente de Atevedo.
Kleli.ao de veres lorPela preaidencis
da provincia foi expedido Cmara Muuicipal o
seguate act>:
4* aeceo.Palacio da presidencia de Per
namouco, em 6 de Agosto de ^7-Detirmino
Cmara Municipal do Recife ^nasxpcha^oiii ao
nicacao aos juizea de paz e da as daaiars provi-
dencias do estylo, afim de que ae procada ui dia
19 de Setembro vindouro uesae municipio '-'ei-
co de uui verc-ador, em subatitui^io do fiua>d<> <-i-
dado Antouio da Silva Ramos Nev-.Peafro Vi-
cente de Azeoedo
aecetea elelloraea Soa Exc. o .pre-
sidente da provincia, tend em vista o offici de
6 de Junbo ultimo do Dr. juiz de direito do 2
diatricto criminal, do qual se verifica ser necesa-
rio, em coosequeucia da reviso di alistamenro
eleitoral do ansa paseado, crear mais urna seccao
eleitoral na parochia de Santo Antonio do Recite,
reailveu, em 6 do cirr^ote de cmfoomdaie com o
art. 95 e usando da attriboico conferida pelo
art. 94 do decreto n. 8,213 do 13 de Agosto de
1881, dividir a dita parochia em cinco sccco-js
paia reuao e tr-biihoa daa assemblas eleito-
raes pela forma aeguinte :
A 1* aeceo.- P*c da Cmara Municipal do
Reoife, ennpjr se-ba doa elftorea do 1 ao 8
quarteno a.
A 2' seeca >. Cmsiatorio da igreja de Nossa
Scubora do R -s*rio, compor-se h* dos eleitoresdo
9" o 14 quartiij.
A3" seccao.Eacoia publica da ra do Cla-
bjuco, compor-ae-ha doa eleitorea dj 15" ao 21
quarteiioes.
A 4* secc i.Consistorio da igreja de N aaa
Senhora da Ooncciclo do8 Militares, compjr ae ha
doa eleitorea do 22 ao 28' quarieiioea.
A 5 secio.E-eola Normal. oom.jo--ae-badoa
eleitorea do 29 ao 32*quarteiio.-s.
Aniarldadea pollclaes t\r p irtaria
da presidencia da provincia de 4 e proposta do
Dr. ch^fe de polica de 2 di correuto foram
& C, ra do Imperador, acabam de chegar da.
corte oa seguintes livros, proprioa para o estodc
d preparatorios :
1.*Compendio de Analyse Lgica, precedido
de noces de .--yntaxe e rhetonea, pelo profeeaor
Guilberme Cb. R-ioux, livre conbecido com o titala
de Pontos de Portugus.
i"Principios de compoaicao, diacripy ;s, nar-
racoea, cartaa, etc, segando o progrmala para
1887, coordenados por Goilberme do Prado.
3B auts de Villermain(discoura et mlangee.
litterairesi.
Agradecemos a otl' ita que nos -fizeram os Srs.
G. L-iporte S C de um exemplar de cada urna
daa referidas obras.
Melpomene oiindeuse Realiaou-se-
ueste theatro no sabbado ultimo e espectculo pro-
movido pelo corpo 8Ceuico da Sociedade Melpomene
Olindense, em favor de urna liberdade. O.drama re-
pr sentado, j vantajosameaw conbecido do aosse
publico, tj Cira, a /i'.ha de Agar, do Sr. Riboirc
da Silvu.
0 desempeuho cerreu petteitamente bem, ap-
plaudindo o grande numero de espectadorea aoa
moc. >s que o representaram, e chimando scena fe
victoriando o cooh cid o autor .
No correr do esoectaculj recitou urna bonita,
poesa o acadmico Cicero Cesir.
Lua e anorteAntc-hontem, quando re
gressava para seu quartel 0 2" batalho de in-
fantaria, que fora ouvir missa na igrej* de Santa
Cruz, travou-3e urna luta no largo daa Cinco Pia-
las ontre oa capo-iras que se acbavam armado
de fcaa e cacites, resultando o d i nome Pedro-
de Alcautara de Sin'a Ana, couh-cid por
I edro do Vigario,assasainar com urna puaba-
lada p las costas o de nome Albino, eacrava di-
Ventura Pereira Penna, proprietario da ftorica
do cigirros denoxinad* Diana, sita ra i&
Marci.io Diaa.
O criminoso evadio-se, porm bor*a depois fba
preso na ra Imperial e entregue pocia petc-
Revd. vigario da fregiezia de S. Jos, cnegc
Joa. Jos da Costa Ribeiro.
O cadver de sua victina foi transportado para
a igreja matriz do S. Jos, o.ide tompareendo e
D.-. Jos Joaquim de Souza, procedeu ao examc-
cadaverico, a convite do subdelegado do dist icto,
que tomou onhecimeato di facto e abr < sobrt-
ellu o competente ia iiicrito.
ioquenlO aubdelegado da treguezi i de-
Santo Antonio remetteu ao Dr. juiz de direito dk>
< districto criminal 0 iaquerita a que procedes
contra Joao Epiphanio Fer.-eira da Costa, conhe-
eido por Medubim e Artbur de Paiva M rtinet.
que na Bihia e n) Rio de Janeiro era couaecidu
por Arthur Paiva ou Arthur S:evel.
Ditos individuos arromb.ram urna mil* de Car-
los Meinardi e d'ell* subtrahiram diversas p-caa.
de roupa, tendo ambla no mesmo dia subtrstiidv
de um citraieiro a quantia de 2'OOOO.
Arthur ltimamente sabio da Cas* de Doteociow
onde se achava pjr ter furtado do um mituto ut
cont e tanto.
Oiilro Pelo Dr. delegado do 1 diatricto tb
re-nettido ao Di. juiz de direito do 1 diatricto
criminal o inquerito a qu; proceden e-atra Anto-
nio Miguel L>p s R ana, subdito p rtuguez, coeu
cabelleirar a ra do Bjn Jess, pelo defl iramea-
to de sua tutellada, a ra or Anna.
At Ararat*-* Os vapo es da Cempanb*
Bahiana de Navegaclo, vo eatender aa auaa via-
gena aos portoa do njrte. Iuicial-aa-h* o Mar-
que* de Caxia; que para ieso ficar estacionsA
em nasso porto, e, qu-, coito verao os leitores o\>
respectivo ananocio, seguir no dia 14 do corren!*-
para o Aracaiy, com escala por Macau e Mossortv.
Fol am sonno Assim se den mi un,
linda vrlsa pra pian >, compoaU pelo Sr. Rjioi-
pho V. Santa Rosa e q-ie acaba de ser edictadav
e publicada pelo Sr. A. J. de Aieved>, a mi d>
Baro da Victoria n. 13.
Agradecemoa-lhea ofFerta qui nos fez de um
exemplar da referida walaa.
llom C.iuselho-A) Dr. ch te de pilrer
communicou o delegado desta termo, que no d
7 domes p*ssado, u> lugar ^ooo da\eaJ ., fii
assassinado Antonio David, coahecido p>r Pedro-
celebre eriminoa) de morte e de roubo, peto
dividuoa de n -mo Manoal Tenorio, conhacido-
Bil- Antonio T-norio, irmao deate, Ln~
rentino de tal, Terto Baila e Vicente L'pes.
Occaaiooou o facto ter David raptado forg*
menor Umbelina Tenorio, irma oa
V
o ern
za,
DO
I Miam \
d i armaa a
M.iij-1 Teoari -
Oa delinquentes evadiram-se logo ape
e aquella autoridade proceleu a reaoeito como
dtterm'na a lei. _-_
N mesmo termo e no meamo da foi capturad^
o individuo d^ n>me Antonio Francisca de Mat-
tos. pronunciado cao o. do* autores do assasaa-
to de Bolisano de t*l. j_
VictoriaRecebemos dessa cidade 0 Mb-
laor ., que d a aeguiots DOtiea de falTab-
"'TNo dia 1 deat mea, a 6 horae da rntats*.
fall ceu nesta. ciiade, onde so a havo em-tfat-
meuto o portugus Antonio Jos dos RmTautigp
uegiciant.. da cia>} do ^-cf.-. ___j tr,
Foi um dos nnunteredtfeidoa negadlfcUBPUaf-
goella praca ; porra tendo-ae tranatOTuado aa
sous negocios, leve de abinloual-oa e inorreu rw-
durid a m-iia extrema pibreza.
Arsenal de Hartaba 0 relogio la torae
deate arsenal vai h-^a aer concertado e durando
alguus dias nao tuucciouar.
Par* aer attondtdo Es;rcvsia-iTr
te : .

I
.-
<-

I



Diario, h

I
.m e chamem pela sua onceituada folba
aatttis:, do Sr. subdelegado da rregneaia da
Boa-Vita, para um individuo, entre quaes
abru: -U agadn, que se uggl toda Dite na etquioa do pateo da Santa Crus
para na Velha.
Evi. .; cha por cate mato algnma desorden
de que deiio rosultar seras coaseqnencias.
Paimi-ira don Indio* Escrevem nos:
p madrugad* de 15 do mee de Julho 'pr-
ximo p..esado aqu fallecer o venerando Sr. Jos
Ramos d V.sconcellos, eminente chela dadittincta
familia Ci Jos.', da esmarca de Aguas Bellas,
d'ondc .t- retirara por desgostos polticos.
Dota .-o deexcellente carcter, e eminente vir-
tudes, B Goado impuiiba-se pelo conceito elevado
tino, caridad* evanglica e amor pala religiio, a
todos quintos tiveriuj a dita de entreter com elle
relacoes d : amisade.
Do bemtazejo coracSo e subida probidade, era
O patria, cba da familia Cardse, amigo dedicado,
comm reante e propietario laborioso, mu popu
lar e ayo.u ih.eo para os pobres, e os que presara
O justo t o honesto.
F.r.. jralo, eleito-, jais de par, vereador,
mestre r. rlicuUr e. oijblico interino, por muit a
annos ; e actualotante ^Osupplente le juiz mu-
nicip..: d Aguas Bellas e eleitor, quando d all se
Com 6U uou s de iaJ<., ralado de dor pela
morte d seu estremecido filho, Jos Ramos de
Vasconcelos, victima de urna m destia na gargan
ta, a aemelhanca de garrotilho, sobreviven Ibe
spen.s 3 miel e dias.
Era o fluado tio -lo teu-ate -coronel I cnsttin-
tino R iriguesLins de Albuquerque, e tora o edu-
cador dos maiores de Aguas Bellas.
Sua u, rte deixa um vacuo nsuppnvel no
seio do toda sua tamilia, numerosos amigos a dis
cipulos que o eatrtmeciam.
tnlmst-s que ftmiani-J tm sido re
ferida multas vezes as sensacoea deliciosas dos
fumantes le opio ; o que, parm, nao, se t :m dito
qu i anmaes tanto quanto o hoin?m procu-
ran ou. avide a embriaguez particular que pro-
ducen! v> res do opio. Acaso terao tamb m
viso l i uuhos ? l'..rece que os ca-s; os gatos, Os
macacos principalmente toruam-se em poueo lempo
morph n mauucs. Ludovic J.mms cita alguna
exempl- n curiLSoa. ^ .
L. propriftario em Dat-Ho, perto de sai-
mn, a.-ernmo fumante de opio, possue um gato
2aet..i, p r habito vir deitar-se na cama do eeu
dono. T.Jas asnoites respira a tumaca do ca
ximbo passado algum ternp', cae n um estado
de ti s vsiuho ao somno ; meia hora depois,
mais a meuos- despena, lando signaes maoofes-
tos de urna excitaco particular. Acaricia ao
dono, bnnca lm os caximbia, di. saltos, p ir ceu-
do toui.Jo de alegra indicivel.
. O d.us macacos do M., empregado da repar-
ticao de contrtbuicoes directas em Cambodge, sao
mais isaavis anda. Aeompanbam sempre o dono
quaui vai fumar, e apen' s este larga o cachim-
bo, um Jja macacos applica as narinas *o sarro
que anda fumega e aspira com delicias ; o otro
procur., .as caixas, es residuosjde opio e traga-os
Estes maeaaoa ficam tao morphmoaiHniaos qoe
se aeaa alo sao levados, orno de eostume, hora
do caJimbo, dao gritos estridentes e empr.gain
os ma s esforcos para se libertir das suas ca-
deias M. ssegur u a Jammes qu quando em
preh-.i.l alguma viagem, o que acont-ce cam
frequenc a, so a sua ausc icia dar alguna das,
na folia oncoatra os macaejs extenalos, tris'es
e recus >a .o o al'meato, e t r>adquiiem a vivaci
dade h.bitual depois de terem respirado o sarro de
algn t a himb.js de opi '.
,;i neo negociante chinex pessua um grande
mscac, qu grita descsDeradamente quando nio o
deixam ir partilhar com o dona a raco quotidiana
de vap...--a de opio. Outro negociante chinea, de
Cania j, ,o sue um cachorrinho de raca europea, o
qual h.bitu use, pouco a pouco, com a fumaca
que o do., divertia-se em lan? ir-lhe ao focinho ;
afiuul ta espontaneimtnte procurar o negociante
hor.. Jo cachimbo e reBpirava com delicias o
Vapor ;i':mat8ad.
Diz J -mmes que os iudigenas pretendem que o
opio p. lu invito maravilhosos, mesmo nos aii-
macs mas rebeldes i domesticidade- Assim, com
O auxiu do opio, um manlarim camb.Jgiun^
domou fac lm. ate e toruou intc.rameate mansa
Uma pai'tb-.ra ainJa neva.
Hartona to Equadur A eanhoneira
Tungaragiia, pertencmte esquadra da repblica
eqo t ii..ua e ltimamente eouatruida na Ingla-
terra, anda 22 milhas por hora, com o gasto de
quatio i ueladas de carvio EmpregaUnhi .m
vezd; MrtOyttSB apparelhjs para lancir torpe-
do?, luz lectrica, etc.
ISovo lannelAcommis9ao da cmara dsa
lords ..pprovou o projecta de cnstruccao de um
novo tunne! S'.b o Tamisa, entre Blackw.! e r-
new'vL. A adopcao definitiva do project est
d'oia :;. :iute ass.'gurada.
O tuna-jl ter um comprimeato do du>s milhas.
Os trabalho* devero custar um milhao e qui-
nheutas mil ib-as sterlinaa.
Domador de feraO d aador Agop, da
mnagerle Redenbach, na feira de Jacques Coir,
tai morto pelo leo Lsgardre, que Ih arrancou
metaie tebral. O caso occorreu em um ensaio que o do-
mador f i*ia iis G hor is, com dous do- seas leoes,
Nanc}- L.^:rdre.
Es-v-jj aoer as tres j.ulas, commumeando
urnas c iq as nutras. Agop encontrara se na jaula
centrul ; moni u a bre um dos leo a este ergueu-
se rapiaamente e Ag p cabio, o U-ao mordeu-o
profuud.mente no peseteo e oucaminhou se par i
outra jaula. Depois, antes que houvesse tempo
de fechar as portas de c.mmunieacai entre as
jaulas viciaba*, voltou, lancou-se sjbre o pobre
domadoi ^ arraatou o para a jaula, onda acabou
de o matar. Em seguida retirou-se.
Ej entio ques- pode fechar a porta e retirar
Agop da jau a ; o de grreado, psrm, j tinha
fallecido.
Encontr de tren* Um corrcpindente
de Berln narra asaira o encontr de trens occor-
rido rec ntemente perti d< Be lim e Je que j de-
mos noticia : .
No domingo que, como tai )3 os dias festivos,
era paia oa berliu uaes da de excurtSes s aldeiaa
proximis. encontriram-Di dous trens perto da Bor-
lim, pr.iuzindo o incendio de dous vagoes e a
mort d- uiuitis viajanteaque iam nelles.
O imperador fu sabir ao respectivo ministro
que o h.via sorpreidilo d .Uroaamente ver occor-
v.er o tal natoreza perto de Berlim c en
Urna daa imb autigas e importantes linhas frreas
da I'r ,, j no a de Potsdam.
O au.-:o Causado no publicj foi tal, que as recei-
tas comearam a ressentir-sc de modo notavel.
No dia aeguint., os arredores de Berlitn esta-
vam BMertot.
A admiuistracao, que perteiico ao fc-stado, taz o
que f.xzem todas quanda occorre uma catastroph;
noai'iou nm coramisaao que passar o tempo fal
lando, c nsumir muito pap-le, como resultado fi-
nal, c'ommisso e desastre cahir.-m no esquecimen-
to at pr xima catastr.phe.
Niato a r'iussa, que passa por sernaco mode-
lo, paree -c niuit com aa demais da Europa.
O medico le niKmarck Na chronica
de Aranis, do Gil Blas, vem contada a seguinte
aneclota de Bismarck :
O chancaller chamou ltimamente um mdicos
a q>ie;n se faziam grandes elogios e a qoem os
ccllegaa denorainavam charlatao, o que significa
sempre tal ou qual merecimento, como sueeede com
as mu heres, a quem as outras chamam feias, como
aucc de com os pintores, a quem os do mesmo offi
co chumara borradores.
Raro uue as primeiras nao sejam bonitas e os
eguedos nao tenham talento.
Ora, o uosso charlatao apresentou-se ao grande
chanciller, qne o recebeu no quarto sem Ihe ligar
impcTtaucia.
O facultativo comecou as suas interrogacoes :
Onde lbe de ? Que tomou ? Quaes sao os seus
habiUM? A familia? Os antecedentes? etc.,
etc.
Ponha-sj a andar 1 ordenou o principe, tal-
vex em francez (o francei substituio o latim : po-
de-se dizer todj sem ferir os ouvidos castos).
O senhor enfastia-me, nao gosto de interroga-
eoef-
O dootor compiimcntou e voltou costas, mas, ao
aahir a porta, parou <> d.sse :
Priaeipe, um conselho. Chame um veteri-
nario.
gao os u-.cj4 mdicos que nao taiem pergunta
aos doentes...
Bisnark ucontrou a replica to graciosa e rio
tanto com ella, que, segundo rea a chronica, me-
lnorou completamente.
ja Induatrla Em Janeiro ultimo, ao
chegar a Nova-York o paquete transatlntico
Alaska, recenheceu se, examinando a machina, que
embolo do grande cylindro estava completamen-
te tendido ; depois de exame attonto, verificou-ae
que era mpossivel emprehender a viagem de re
'orno oob tes condif6e<, senlj indispensavel subs-
tituir efi? r.mbol j, cuj i dimetro de 100 pollega-
das inglesas ou tr a m 'rus e cinco centmetros, e
a espesa ir.: de 407 m:I metros.
Nio havia temp i a perder para nao faltar data
da pirtida.
Na tarde de terca-foira 18 de Janeiro, foi f .ita
a encommenda do embolo i Delamater ron
Works, em Nova-Yoik.
A's 7 horas Ja noite forana a bordo os offi mes
da fabriea tomar m.didas aecesaaribs; na quarta
feira, as 7 da aaanba, oomeoou-ae a moldar.
O embolo foi tundido na aaxta-feira, s 6 horas
da tara-, resinando durante todo o sabbado.
No doaiug j, 4a 7 horas da manha, toi para
torno e ua s> guada taita, As 6 1[1 da tarde, esta
va comple'amoot ajustado e traosportado para
bordo, onde, s 9 h iras da mcama noite, fie -u as-
sentado.
So dia segu ote, s 5 hora* da manba, o paque-
te levantava ferro, encetaado no praa wgula-
mentir a sua viagem.
O embolo pesava 5,900 kil.s.
O American MachinUt observa que attenta as
dimenses da pc^a e a falta de moldes, pde-se
considerar facto notavel um trabalho de tal geno-
ro exccr.ado oeste praso.
Nio se sabe qual o custo da obra, mas pdese
garantir que, qualquer que elle fosse, deaappare-
ceri* em confrouto coma despesa que aearretarU
a impossibilidade de emprehender a viagem no
praso regulam-ntar.
Oireetorta da* obra* oe eonaerva-
co dos porto*Boletiin metaorologicj do
dia 7 d> Agesto de 1887:
loras jj i 2 a-3 = i2 | o ao Barmetro a 0 Teasao do vapor n o al s a
" a
6 m. 20-7 61"02 16,68 93
9 24 4 WS49 18,88 61
12 609 76i>97 18,42 70
3 t. 26' 8 760"90 19,0o 73
6 25'-9 76t28 17,81 70
Temperatura mxima27*.75
Dita mnima20,25.
Kvaporacio em 24 horrs ol : 4",7 ; som-
bra: 2-,3
Chuva-0",2.
Direcco do vento : S\V de meia uoitr at 8
horas e 59 minutos da manba; E at 10horas e 47
minutos ; SE, com pequeas int.rru.>ces de SSE,
at 4 horas o 10 minutos da tarde; SSE at 7
horas e 5 minutos ; S at 11 hons e 14 minutos ;
SE at meia noite.
Velooidade media do vento : l">,52 por segundo.
Nebulosidad? media : 0,31
Bolotim Jo porto
ll.
S-H Da Horas Altura
h'i
B. U. 7 de Agoit? 1243 Ja tarde 0,60
P. M. * 6-42 2.^30
B. M. 8 de Ag03to 044 da manhS 0,44
P. M. 7- 1 2,">34
Cellfte KIIcctuar-(-ho :
H.;jC :
Pelo agente Pinto, s 11 herat, ra do Mar-
l uex de Olinda n. 52, de movis, quadres, jarros e
ospelbos.
Pelo agente Modesto Bapliat, ao meio dia, i
ra do Baro da Victena n. 24 de movis e pia-
nos.
Pelo agente Piut-, s 11 h ras, ra do Mr-
quez da Oiinda n. 52, de fiteiros e carroca com
carneiro.
Amanh :
P.'io agente Guama >, i 11 h ras, ra da
Uniao n. 24A, de 1 cavallo pedr z
Pelo agent- Mhrtins, a 11 hora", ra das
Trincheiras n. 40, de bons movis, louca e vidros.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ru i do Mar-
ques de Olinda n. 52, de objecto* de (uro.
HiaQN funebrea SerSo eefbradus
hoje :
A'a 9 h ras, na capella do engenho Cabeca de
Negro, pela alma de Jos Camello Peasoa de Si-
queir-i Cavalcante ; s 8 horas, na matriz de San
t^ Antonio, pela alma de D. Maria Marques de
Mello Aciolly ; s 7 horas, na matrisda Boa-Via-
ta, pela alma do Dr. Manoel Juvenal Rodrigues d
Silva.
a:-..:.ubi :
A's 8 horas no convento do Caimo pela alma de
Dom;ngos Antonio da Silva Beiri*.
Panaseiro*Sabidos para o sul no vapor
nacional Principe do Gra Para:
Antonio Carlos, Francisco Costa o Victoriano
de Lima.
Chegado do sul no vapor nacional Mrquez
de Caxias:
Cari Schindler.
__ Sabidos para o sul no vapor fraucex Vle de
Macei:
Dr. Manoel A. Botas, sua senhora e 1 filho. Ber-
nardino de Sant'Auua, Severo Pires e Clemente
Paul.
Keunioen aoclnesj Ha hoje as seguin-
tes :
Da Associacao Cemmcrcial Bentficente, no res
pectivo edificio, para em assembla geral oovir a
leitura do relatorio da reeente sdministracao e
elegir nova directora para o anno de 1887 a
1888
Cana de DelencwoMovimento dos pre-
sos da Casa de Dttenco do Reciie no dia 7 de
Agosto de 1887 :
Exislium 363 ; entraram 7 ; existem 370.
A saber :
Nacionaes 345 ; mulherca 10 ; estrangeiros 10 ;
escravos sentenciados 4 ; dem processado 1 ;
Total 370.
Arriciados 331, sendo :
Bous 320 ; doentes 11.Total 331.
Movimento da enfermarla :
Tiveram baixa:
Jos Cont da Silva.
Joaquim Ferreira Lima.
Jo" i Severo.
uoieria do Ceara -Eis os premios do 26
sorteio da 3 lotera da provincia do Ccar extra
hida em 8 do corrente :
5594 15:000*000
6981 3:000*000
248 1:000*000
6379 800*000
Estao premiadoa com 200 os srguintes n-
meros :
2418, 390. 5211, 7241, 9953.
Estao premiados com 100a os seguintcs n-
meros :
106, 1932, 3838, 7473, 361, 2410, 4829, 7642,
1244, 3041, 5660, 930J, 1417, 3776, 6102, 9313,
1631.
Approximacoes
5593 303*000
5695 300*000
6980 150*000
6982 150*000
247 100*000
249 100*000
6378 60*000
6380 60,100o
Todos os nmeros termiuados em 4 i sto pre-
miados com 5*0J0 excepto o premio de 15:600*000
Todos os nmeros terminados em 81 estao pre-
miados com 5*0-0 excepto o premio de 3:00 )*000
Todos os nmeros termina loa em 48 estao pre
miados com 5*< 0) excepto o premio de 1:000*000-
Todos os nmeros terminados em 79 estao pre-
miados com 5*000 excepto o premio de 800*000
boteras dUetaaaA 'Jasa Feliz, de A.
A. dos Santos Porto, na praca da Independencia
ns. 37 e 3?, tem a venda os bilhetes das aeguintes
loteras :
Provincia : premio grande 12:000*000 que
ae extrahir quando for annunciada s 2 h .Tas da
tarde em beneficio da Santa Caaa de Misericordia
do Recife.
Espirito -Santo : premio grande; 50:000*000
se extrahir no dia 12 do correte.
Sauta-Cataarina: premio grande 50:000*
ser extrihida btevemente.
Purahyba: premio grande 20:000*000 se
extrahir da 11 do corrente.
Ccar : premio grande 15:000*000 ae ex-
trahir quando for annuncida.
Lotera do Eapirlto Manto-A 3* par-
te da 3 lotera deata provincia cojo premio gran-
de 0:000*000, ser extrahida ao dia 12 de
Agosto.
Os bilhetea acham se venda na Caaa da For-
tuna roa Primeiro de Marco o. 23 Martin Fio-
aaAC.
Tambera achara e venda em mito do agente I de todas ng (nulidades, serra-s" -nadeiran jle Hade, porm gastos no trabalho ins no de uma
BomardinoLopesalhe.ro. de conU alhei,, assi m onjo se preparam
Lotera da pr-nancla -A 9" lotera, pelo ,__. j __ ,. r r
aovo plsno, cujo premio grande de 12:000*000, Pbra8 de carapina por machinas e por pre
tm btnefieio da anta Je M aeiicidia do Recife, ti 8om competencia Pero*robu
Caaa de Moda de I. Baatosi dt C
A ra do Cabug n. 2 B, eatab"lec
ment de modas, en ontrarao ao freguezes
grande e variado sortimento dii f.->z tudas
de seda, 12 e algodSu, o quj de melhor H
botem nos xercados de Paria e Lyon.
i e extrahir quando for anouciada, s 2 horas da
larde, e, no consistorio da igieja de Nossa Senho-
ra da Conccico dos Militares.
No mesmo consisrorio eatarao expostas as ur
uas aa eepheraa a apreciaba1 > do publico.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Jasa Felis na r$a da Tndepeadencia .3. 37
, S9.
Tammbem acham -te venda ua Casa da l-'ortu
oa ra Primairo de Marco n. 23 de Mariis F.u-
aC.
Assim censo na Cnsa d O sr na a d liara
da Victoria n. 40 le Joo Joaquim Qa Costa
Leite a na Roda da Fortuna, na ra Larga Jo Ro-
sario n. 36.
Lotera a rrteA 204* loroeia .la cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande le------
;O:00000 aera extrahida quando tor unoun-
ciada.
Os bilhetes acham-se venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Margo n. 23, de Martina
Pisaw & C.
Lotera de Manta-Cartrartna
lote-ia, com nm importante plano, cajo premio
grande de 50:000*000, ser extrahida- qu-ndo
for annunciada.
Os bilhetesacham-se venda na Casa da Korto
na ra Primeiro de Mareo n. 23, Martina
Finia & C.
Tambem acham-se veuda em mi do agente
Bernardino Lopes Alheiro:
liOterta da provincia do Paran-
A 22 lotera desta provneia.pelo novo plan 1, en
jq premio grande de 12:000*000, se exuahin
hoja 9 de Ag:sto.
Uilhotes a vonda na Casa da Fottun, ra
'rimeiro de Margo numero 23, de Marti na Fiu
n &C.
Lotera da Parajba-asta lo-Leria cujo
pernio grande de 20:000*000 ser exuahid
no dia 11 do Agosto (qniuu-fe.ra) 's3horas da
larde.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da Fot-
luna ra Primeiro de Vlarco n. 2, de Martin*
Fiuza &C. "
Tambem acham-se venda em mi" do agente
Bernardino Lipes Alheirj.
Lotera do CearaKsta acreditada loto
ria ujo premio mi'or de 15:000*000 ser e:-
trabida quaidafo annunciada.
Oa bilhetea acbam-se a veod. na Casa 1* ror-
tuua ra Prjmeiro de Marco n. 23 de Martina
"iuxa 4 C.
Tambem acham se venda emmao A< ag 'lite
ieruardiuo Lopes Alheiro.
Lotera do Jrao-ParaA 9" parte da H
lot-'iia deata proviucia, pelo novo plano, cujo pre-
,oi runde 100:000*000, ser extrahida anmnna
10 do Agosto.
Oa bilhetes achum-sc venda na Casa cK or-
una rua Primeiro de Marco n. 23, de Martin*
Piusa & C.
Tambem achaj-se A venia em mao Jo agente
Beriaudioo Lipes Alheiro.
Cemiterlo Patollco. Obituario do da 5
de Agosto:
Vicencia Maria da Cinceicao, Ceara, 57 annos,
solti ira, P90 ; gastro enterite.
Maria Therea da Conceico, frica, 45 annos,
(asada, Boa-Vista ; febre remittente palustre.
Manoel, Peruambuco, 15 unnos, s;lteiro, Bei
Vista ; congestao. .
Manoel Dlae, Pernambuco. 19 annos, solteiro,
Ma-Viats ; tubrculos pslmonares.
Jos Pedro de Ar-ujo, Pernamb eo, 25 annos,
solteiro, Boa-Vista ; diarrha.
Pedro Peruambuco, 3 Meses, S. Jos: gastro-
enterite.
Arthur Pernambac, 11 dias, S- Jos; ea-
p smi. .^
Fabricio Correa de Araujo, Pernambuco, 5b
unnos, casado, S. ls gastro entente.
-6
Luix Colx, Russia, 29 i.nnos, solt ro, Graca;
beribri.
Francisco Vieira Perdiga-, Cear, 46 annos, ca-
ado, Bi Vista ; tsica pulmonar.
Ablo, Pernambuco, 3 mexes, S. Jos ; convul-
0ympia de Salles Beserra, Pernambuco, 20 an-
11. s, solteira, Santo Antonio ; febre lyphica.
Jos Antonio da Costa Carvalho, Portugal, 60
annos, solteiro, Poco ; nepbrite iuteroticial.
Severina Mana da Cooceico, 48 annos, soltei-
ra. Graca ; b-rihri.
Jowphina Maria do Espirito Santo, Pernambu
.0, J annes, casada, S. Jos; eelarapaia puer-
peral.,
Nidomede Mara Freir, Pernambuco, 75 -nnos,
solteiro, S. Jos ; enterite.
Jos Joaquim de Sant'Aona, Pernambuco, d<
annos, casado, Boa-Vista ; elephantiasis dos gre-
gos.
flacida, Pernambuco, 2 annos, S. Jos; febre
oerniciosa.
Alvaro, Pernambuco. 5 dias, Boa-Vista; ea-
p amo
Julia de Araujo Wanderl.y, Pernambuco, 21
anuos, aolteira, Atogados; tubrculos pulmona-
Albino, Pernambuco, 18.annos, solteiro, S. Jos;
feria uto penetrante as costas.
rOMMUNICADOS
O i:\in.
Naaoel
INDICARES DTEIS
Medico*
Dr. Barros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 1/2 na ra do Barao da Vic-
toria n. 25 por cima da Pbarmecia F :m-
cflM, e das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4,
1. andar*
O Dr. Lobo Moscoso, do volt? de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
)xercicio de sua profissao. Consltuas das
10 s 12 horas da manba. Especiald.ides
peracSes, parto e molestias de s*n horas e
npninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr Brrelo Sampaio d consultas de
ineio-dia s 3 horas no 1. andar da cusa
ra > Barao da Vi.tona, n. 51. R'-si
dencia ra Bata de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o sea consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
jobrado.
Dr. Oama Lobo medico operador c par-
loiro, residencia rua do B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das l horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
;3es dos orgaos genito-urinarios do hornera
o da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na rua do Cabug n. 14, 1.'
andsr, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
O ur. Marro (.ulmarn
Pode ser procurado no escriptoro deste
Diario das 11 horas da manha s 5 da
tarde, todos os dias.
O Dr. Milet mudou sen eseriptorio de
advocacia para rua do Duque de Caxias
a. 50, 1.a andar.
Colleglo Spencer
Estabelecimento de educacSo primaria e
secundaria em Ja boa tao aob a direccSo de
Jos de Ol veir Cavalcante.
Uroararla
Francisco Manoel da Silva dk G-, depo.
utarios de todas as especialidades ph&rm
jouticas, tintas, drogas, productos chimico
; medicamentos homaeopaticos, rua do Mnr
ques de Olinda n 23.
rotarla
Faria Sobrinho & C. droguista por atta-
cado, rua Mrquez de Olinda n. 41.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Macodo, caes
ie Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vende-Be madeiras'
ctinstlheir
'ortella
TrOe-rvendo o urtigo que ae segu,
da talentosa reilaccao do Orbe, orgao con
servador de Alagoas, orgulhainos nos com
os juatos conceitos, que do noaso Ilustre
comprovinciano fazem os redactores d'a
qu-'lla folha, o a -.oinpanbamol os, subs :re-
- Ksta^ vendo o que se s*gU'-:
Ha acontecimentos to grande* nos fas-
tos da existencia de uma situayil i poltica,
que t'az-m vibrar no asask suuofo toiu as
cord is do patriotismo.
O advento do Ezm. Sr. oouselheiro-
Portclla aos conselhos iaoii um acon-
tecimento faustoso, que rejubili mais que
aos partidarios d i S. Ezc. mata qu a seus
comprovincianos, a todos aqu"lit s que fra
d seu pirtiio e fci le sua provincia as
piram ver as pastas c nfiaJaa a bomens de
actjao qun realiaem .ts justas aspirares
naci inaes
E com effeito o Exm Sr. conselheiro Por-
tella u-d destes raros cidadaos, que lm
conquistado tod"a ys posigSea plo valor ia-
trioseea de sea mrito indiviiual, apoiaio
pelas sinceras adhes^Ses qu iiin qu'lia-
rt a con-ju8taiu
Por seus tuios, por seus traballms,
p"la univiTci alo d seu* coube-.i neoto*
praticos sobro os n^g-n'i is do gi.varno, S.
Ex tem jus a ser eolloaado era qualqu.T
dsp.stas ; iovstido da pit dos nego-
cios (1 imperio, S Ext. viprp. i1r a to-
dos n> oxecuya das mais ardeftlaa aspira-
os co povo braaileiro.
Aoi-strado oa** IHca dn pubtiea o pro-
fundo fonhaculor do direi1 > e i is n >oeaa
dades p;iblichi>, S. Exo. daca impii a
politiza a :;iareli que sab ii-tir aa es-
pirito sinceramente parti I .rio DOOM minie
tolerante.
Fi!bo do norte, desta metale infeliz do
imperio, presa do cuma, das ciroumstau
cias econmicas e do esquicimjiite da V
te, madast a ingrata, S Exc. devera da-
nos o engrandeimento da vida municipal
e o a vigor.-, monto das lib-riades publicas
cem as franqui s da desoentraluacao.
Mestre aureolado com os afagos de cor-
deal estima, que sempre teve de seus dis-
cpulos, S. Exc. levo dar um mpulso vi-
goroso e at agora des^onheci lo aos estu
dos que se t u degr-iiado sob ^s appareo-
cias de um liberalismo t'alsiri; i Je.
Homero d ac5ao, porque S. Es nao
se engolfa na contorupli^ao das con-ep-
cS-s fantsticas, mas mediti cem madure-
za sob o jogo dos int resses siuiaes, sua
pa8sagcra no govorno deve s-r asignla I
com factes que hao le justifi.-ar nossas
ardent-s esperanzas.
Sobra u a S. Exc. elrmntos para urna
boa administragao, porque a par dos dotes
pessoaes requeridos, S. Exc. eneontra
adhesSes em todas as classua scci .es,
um nome conh cido e fest-jado em todo o
imperio por aquelles que procuran nos ho-
mens pblicos as virtuls eivieis que os
tazcm fautores da graneza nac:cnal.
S. Ex.-, fez se no meio de tolas s elas-
ses sociaes e com o apoio de todas ellas.
Com a classe militar S. Exc contrahio
syrapathidS no Monte-pio militar em Per-
nambuco ; com os artistas S. Exc. nobili-
tou ssa grande cla.se na Socielade dos
Artistas Mechaicos e Liberaet e no hy
ceu de art s e officio, monumento quo at-
iesta moralmente o valor da classe prote-
gida e do protector, e materi lmente os
esforcos de ambos ; ra Sociedade Auxilia-
dora da Agricultura, as exposiySes reali
sdas no Recife, e no Congresso Agrcola
feito admiravel de seu asa if pela causa
publica e da confianja que seu nome ios
pir
S. Exc acostumou-se a ser o centro
do desenvolvimento das indus.rias o do
commercio ; na cadeira de mestre, na tri-
buna politi a S. Exc. conqu9tou au ola
immorr (loura e recommendajl' de seu no
rae ; poltico sincero e til ao povo, S.
Exc. afagou tooae U legitimas aspirajSes
populares sem chafjrdar se nt. lama das
minif88tac8 s demaggicas, essus arruajas
turburleiitas que assaltam a trf nquillidade
da populacho labori
O Sr. conselheiro Portella um homem
talhado para os altos postos da .jovernanca
publica, mxime nesse tempo coi que um
enxame de aspiraeS s borbulhs e s um
espirito muito prudente p6 le ler atravez
dos acontecimentos os segr^doj de nosso
futuro.
O partido aonser-ador dosta provincia,
o povo alago no que va em S. Exo. o
sjmbolo do progresso em todt.s as suas
derivajSes, se regosija com a slevacSo do
Exm. Sr. conselheiro Dr. Manoel do Nas-
cimento Machado Portella ao cargo de mi
nistro dos negocies do imperio.
A redaccSG do Orbe, que vota a mais
alta admiracao s virtudes cvicas, de S.
Exc. lbe apreaenta suas sinceras congra
tulacSes e faz ardenta votos pira que a
fecunda administrac.'.o de S. Exc se pro
loogue, para gloria de S. Exc. e grandeza
de nossa patria.
PtIBLICACOES A PEDIDO
4MaNNlntito do tenente Masioel luna-
rio Cavalcante de *lbasjoerqne>
abdelesado do dlalrlc lo do ter-
mo de Pao d-litio.
Agora, que acaba o Dr. promotor publico da
comarca, tendo em vista o inquerito policial, que
procedeu o delegado de polica deste termo acerca
do brbaroassassinatodo infeliz tenente Ma-
noel Ignacio Cavalcante de Alboquorqne, de dar
denuncia contra Joo Carneiro da Motta Silve-
ra : somos toreados, revestidos de intima calma,
imparcialidade e criterio, disermos alguma cousa,
em referencia to senlilo, quanto deacommunal
attentado.
Antes, porm, de tsennos a historia desse faeto
criminoso, pratcado com a maior re uiatada per-
versidade no da 26 de Julho findo, pelo escravo
Joaquim Anselmo, de propriedade .co Dr. Vieira
de Mello, juis da direito da comarca do Timbadba ;
somos impelidos pelo cumprimento do dever di-
sermos quem era o cidadao Manoel Ignacio ; cujo
nome ignoram os habitantes das demais localida-
des da provincia, e deploram com profunda magua,
os que residem nesta grande comarca, de onde era
elle natural.
ascido no anno de 1821, contava elle *6 annos
nd'i laboriosa e honrada ; pelo que, conttva cres-
ciii.i nuin ro de amigos, eera geralmente estiin .do,
principalmente pelos pobres da localidad aos quaes
..u.icaae negou destribuir o que possui.
Teudo encetado sua carre-ra ua vida publica,
chegou ser oficial do corpo policial di provincia
onde prestou bons servicos, e deixou asaignalado
su nome, como militar hrioso, e botn mantenedor
da urdem publiea; carreira p.rm, que de x u de
vido transmutacao poltica que eutao se operou
no paiz. Cm vista deste incidente, elle regres-
son para esta comarca, e casando-se constituio nu
morosa familia. Hempre dedic-tdo? aos trabalhos
agnculas, conseguio pasaar 3 existencia sem que
fosse pesado alguem, e assim, teria deixado for-
tuu be nio fosse dtalo de u n coracao generoso e
Cariativo.
Ni entretanto, elle tiuha alguem na loealidade
aonOe morava comoinimigo ;ma, m que fasae
por sua vontad-, oa que por mo procedim ;nto o
tivessi! creadi; tinha o, como infelizmente, tem :s
bsns cidadoB que exercem carg is pblicos, e es-
pecialmente ospoliciaes 1 Devido justamente u
este cargo, que elle exercic a ha muitos annos por
am r a traaquilidade publica, os interesses da sa-
cie lile e da ju tic i, lora brbaramente aasassinado
peloeacravo Joaquim Anselmo, que, com a^u-
ga ponta de seu punhul homicida traspasaba Ihe o
magnnimo-j-.r .ca !
Ditas estas palavraa com rclacao ao morto ; pas-
tamos referir o facto, e todos as suas circunstan-
cias, ua ordem cm que elle se acha describ i pelan
teatemunhas em numero de oito, que dep izoram
ni inquerito policial.
Do referido ioqneriti consta, que na m i'ih do
dia 26 dt Julho, elle satura da casa de s a residen
cirf, no Engenh Sipo acompanhado d, um sen
genro, p*ra a casa de urna sua filha caiada no
o Engenh) E'X > que tica a moa \e 11 da JUa ;
e tendo com ella catad algum teiu >o, se retirara
acompanhado t.:mbein por outro ginro para sua
o 'S.i, porm, nao p io mesmo caminbo que para alli
tinha ido ; 1e mj-io que, tendo chegad > no lugar
denomina I > E'ii .h> si dirigir ao estabelt-
cimento c nroercial pertenente a Mnio I Carne -
ro de Albuquerque, amie, casualmente se eneaj-
trou coin oer-tvoJoiquin Anselmo, qu-; se
ach .va armado de fncito e fac de ponta. Nestas
cmcoei, e tendo anteriormente sceucia, de que
.1 iijaiin ao lave ass'm armado pelo districto, e
que ha mais de ciuco annos, viva homiziado c
protegido pirJoo Carneiio da Mo' Iv ira,
que o tmbacomo-gu vi de pru i e secu>>d.<>do por seus euros procu-
raram aesanal-o; (referen aa teaieauuhaa) qu >n-
d i, Joaquim revesta io-s de c-.!ma diese i Iba :
espera Sinh zn.li i, e aurr .fcirament i tir.nl) t
faca de ponta, perguntavaE' Vine, o Sr. Minero
8ubdele;ado ?
E, t< ndo o iufelia Mauoel Igaaciu respondida
qne tiin : J aquim desabr liui-u'e cruviu -Ihe u
ti i sobre o peito esquerdi.de cujis oooi q i
morreu iustautaiHiainento !
Desos lo ler -1 v.quim pratieado t > horroroso
Time, e-'m a fac i homicida < rnsaoguentada oa
mi i, aiala resisti tenazm .", de mu. na qu ,
,i.i victimava Antonio de Barros e Aut ni
Mueze. taaftn i.:cUraram ti It^Hsaah 0, c a
peeinlmale a de nom>- Ma al Ciru Irj de al
qtierqae. irmio de Joio Carne' StlVeif
Tnirro is> .Ka verdad i, qu te ). n
sido preso, n". inez I i >!a': do oarrtate u i
f jira da i-ilale, p r I us indi vi no-. 6:< pelis
in s.aos conduid) para a tasa d wo nh
il' aide, depoia ev lu-pe. vn i ta !J >
Carneiro, quo o ieeebera e contuuou a proteg
de m.n-ir^que and.va eUe armado pe i dia'rieto,
sem i".-peitv algum -.3 nutorid.. I e .ajando
serios reeei is a J3 moradores li i-... lid As-
eim, piis, Sea c mclu i ntemente prvido, quo o
iadit isa subdelegad > Manoel Ign U2 od unlav.i
:in deligeoei i p i iei .1, no intuito de pren ler Joa
quim, e .mo se euppu .h i, e at cO dase peU im -
piensa
Km vista do que j vai dil >; ios 4 ana-
lyaar can os depiim nuahas a cansa
priueip^l que detennia u > Sltasairin cria)!
Tod s os depoimentos sao csr.co.-dca ; lia uma
harm'.iia entre elles, que, poi noito qi' s' faca,
u> pode deixar de s r ouvida, tal a imprcsio
que nos aus, e mbsiu, claran, ata i u 'aa
tra atravz l.puiilnl euaangu.'ntao de Joaquim,
sombra de um iuimigo desbuman implaeavel e
eriial correado em seu a iiilio !!!
Nao som .s n3 que (aliamos : aSo as teslemu-
ohas que assistiram o negro erim-, -m s.na depoi
ni mi' s : ellas assim ixpr -ao :
Ia testemunhiFrancisco Honorio Vieira de
Mello; disse, que saib ter Jo) l'.ineir i i M ta
Silvira, dado urdem a > eacravo Joquim Aaseluu,
par* utirar o matar quando fosse cercado, >|U
rerido escravo seria defendido e solt a custa de
dinbeiro que tinha para livra! o etc.
2a teatemuobaAngelo Martini .n a Silva :
diese, que o eacravo Joaquim, viva aayKlo por
Joo Carneiro, e, quo este apz o facto, veio sua
casa, e oase que, tendo sciencia do o icjrndo, se
dirigir armado de faca e pistola ni supposi^o
que era eapitj de campo que acabnva de prender
Joaquim, voltaodo, poiin, do cauiuho i go que
soube do assassinato do subdelegado.
Disso mais, que era publico ter Joo Carneiro
m inda io assassinal-o por ser seu iuimigo.
3a tctemuuhaFi.ncisco .Vhes dos Santos :
dase que Joaquim, andava arm .do, afim de im-
pedir sua priso, e que segundo a opini'i, as ar-
mas tinbaio sido f tu. e.iaa por Joo Carneiro, que
acouaelhava-o resistase, prisa i, ...s urulo-i-
que se matasse, seria solt custa d* Jiaheiro que
para isso tinha
Diese mais que, M>moel Carneiro J; Abuijuer-
que, (irmo de Joo Ctrneir- ) ihe diss*, q i de-
pois do facto. fra chamado p>r Joo Carneiro,
para tratar de uma bolsa para defeuder Joaquim,
ao que o mesmo Manoel Carneiro se tinh i ne-
gado.
Que, Joo Carneiro, se approxmou ao lugar
do conflicto, mas, se retirou immedia'a que Joo Carneiro, era to inimigo do assassindo,
que disse lamentar nao ser nm passt-, :nli para
fazer chegar s mos do Man.el Pelix ^individuo
que dias antes havia sido cercado c presa pelo in-
feliz subdelegado) uma pistola com desse se defender, e que voz publiea, que Joa-
qun pratieou o crime de ordem de Joo Car-
< 4a testemuohaM -noel Joaquim Vieira : diese
que, Joo Cam iv; era inimigo do subdelegado, e
que depois do assissinato, todos diziam que Joo
Carneiro foi quem inandou, porque, sempre dizia
ao negro, mata que en te livro.
5a testemunha -Manoel Carneiro de Albuquer-
que ('6ta testemunha irmo de Joo Carneiro,
como tal informante.) Disse que o assassinado
era estimado na loealidade, mas, que tinha alguna
inimigos entre os quaes seu irmo Joo Car-
neiro. "
Alm destas testemuobas, existem mais tres que
depozeram no inquerito; cajos depiimentos sao
idnticos aos das cinco mencionadas.
Do que duseram as testemunh ie, v-s: clara-
ruante a criminalidade de J .ao Carneiro da Motta
Silveira, neste drama de saogne, que, enlutou o
coracao da familia do infeliz tenente Manoel Igna-
cio Cavalcante de Al uquerque, criminalidade que,
anda mais ae caracterisa, por ter Joaqnim, per-
untado-lhe ae elle era o subdelegadoMinco na
duvida de commetter um assassinato engaado,
taes eram as instruccoes que havia recebido I...
Anda do referido inquerito, se acba provado
que Joaquim Anselmo, na resistencia que empre-
goo, depois do assassinato, que commetteu, con ra
aquelles qu-, indignados procuravam prendel-o,
recebeu um ferimento no alto da cabeca; feri
ment, porm, que nao denotava menor gravidade.
e que, como se v do auto de cerpo de delicto fdra,
pelos peritos considerado levissimo.
Tendo, porm, sido Joaquim Anselmo recolhido
a cadeia, fallecer no dia seguinte, em vista do
que, o Dr. promotor publico da comarca, requer.u
ao Dr. juis municipal, para proceder o exame ca-
davrico : exame que, foi feito, tendo aido pericos
os cidadoe Joa Z'feriu > do Espirito-Santo e Al-
fre o Jansen FV r'ira, que nao sao suspeitos ao
abolicionismo, e esp^-'ialninta o ultimo, que alm
disto liberal e aqu exeree a profissao de boti-
cario, e que no dia anterior o havia examinado
como perito no corpo de delicto : os quaes ainda
coosideruvam leve o ferimento ; allegando, porm,
que a morte de Joaquim, aobreveio de ama con-
gestao, devido a falta de tratamento.
A narraeo que acabamos de fasar do horroroso
assassinato do tenente Manoel Ignacio Cavalcante
de Albuquerque, filha do original, queremos di-
ser, foi extrahida do ventre do inquerito policial :
consegu ntemente, impoasivel do ser destruida.
Besta-nos, pois, a cooseiencia de termos fallado
a verdade, sem para o que offjudeasemos a indi-
vidualidade alguma.
E' o quanto basta-nos por ora.
Pao d'Alho, 4 de Agosto de 1887.
Ot mparaes.
Bancos de emJsso
m
As vantagena da elasticidade do crdito, segun-
do o dienrso do 8r. senador Teixeira Jnior, vi-
mos no precedente artigo, eato tm fornecerem as
comptnhiis bancarias dinheiro barato quando
houver falta del le, etc.
E porque podem essas compauhias fornecer di-
nheiro barato nessas occasioes por meio da emis-
so e nao o seu proprio dinheiro?
E' o que ficmos de indagar pelo precedente ar-
tigo.
So ha tanto capital no mundo a jaro to barato,
se essas companhias teem crdito, porque nao man-
daos vir um pouco delle para dar com qualquer
jure mais crescido?
Assim, sim, 6-ria o dinheiro barato; assim seria
a elasticidade do crdito e do meio circulante, pois
as taes companhias fariam voltar para a Europa
eeses capitaea, patsado o perioio da safra, da
maor uecessidade do dinheiro, e tornar a vir quan
do viessem as novas safras. Porque nao se faz
isto?
Simpl'fment' po^qne ro bu crdito uo paiz, e,
na falta deile, usa-ae do meio do quem, nao tendo
crdito nem dinheiro, o quer haverdo roubo
que o que vem a ser a emisso do papel onde s
ha papel por meio circulante.
Esses bancos, segundo o projecto, para emittir
190 mil contos, compr m 20o" mil contcs de apol-
ces ao governo e as deixam depositadas no thesou-
ro, veucendo os juros de 4 1/2 /- ^3!i,! dinheiro
da compra das (apolices importa na quasi totali-
dade do papel do paiz, porm nao entra toda da -
urna vez para o thesouro pela compra d'aqu las
apolices, ao paaso qua for entrando, v*i sahindo
palo reag.t-; das apolices de */0 (< porque nao
daquellua oulras daquello bom bocado os bonds ?)
Vem por cons.-guinte todos os 300 inilc nts
para a circulac'', e vai-se encontrandj com a tal
emisso dos bancos que vo forneceu ubeiro
barato a qoem tem credit) uesses estih !?cimen-
tos de descrdito.
Mas por barato que essos banco3 fomecut di-
nheiro iniquo noa tnnp s de maior necessidade
delle, no1o faro por muuos de 8 /,; Cosa quatro
e meio que cobram do governo, vem easa falsa moe-
d sabir ao paiz a 12 %, delusido meio da die-
renca da emisso pin o depisito ; pie ella de
90/j desse deposito.
Assim osfidiaes tomadores tem dinheiro barato,
a custa do paiz inteiro, quo paga Ihes a carastia
com 03 4 1/2 que aj apjlices depositadas receben
do thesouro.
Assim e9s-8 baos rec bem juros do 4 1/2 */0
p r estas oces que deixtin depositadas e rece-
oem n l jur a ie 8 on 9 % 'i' dinheiro que fa-
brican, du^licaia do que comprou us ap jilees.
E' o msalo dinh ira que so duplica para o paiz
ptgar 03 juios pelo original, c ns pessas mais bem
amparadas pagir.m oatrot juros (baratos) pela
copia.
E coco essa epi i do dinheirj papel entra em
eoiieu- a a a m o papel primiUvo em quasi igual
qpantia, dimiuuiudo o valor desse diuh-oro em
on si m fado .os possaidores d- toda essa missa
! lnh'-iro priunitiv,', cada uui vem per-r
i ateta le do linbeiro qu-' poasue em favor do pa-
ue Bes vatenls a outra metade
, inheir i priinitivo perdeu.
i. i.; e ti i com.-, pcior aini.i, muitas classea
. das nao chistadas, fic.un recebendo p r muitos
n- ~-'ili ios OU v iicimcutos no dinheiro
i Ita qoe ti.iha antea da emisso, 3 fa-
is suas despeas com s-.e mc^mj dinheiro
c .m i v-. r d ipiaei metale d i que reeeMra.
E' p r isto que o illastradasenador chama a
einiss) di papel mo da um imposto iniquo e
por isto que cu chamo B em3=o, quando f-.dta
i ban.o-, um roubj immenso.
Ei3 aqu as vantag.'iis d. elasticidade do que
cbauMiid i-se crelito, para se eutre'.ei un illuro,
o maior descrelito de um pai-, des.rdito que
posto em jigo c m o nome d- crdito, t pode
r z r o pas sobre fcs desirrn^ia que obre elle
ja i-sam, aqu lias outras immensas que taris
I z ch-'gar a hora de quebrar a corda, sendo
aoinen'e is va t.igena perceptitfeia 0 inter.vse dos
bao os que f z m de um dinheiro d;us din iros,
b nio jur.? da cada um. Sa> eitas as vasto-
g-'us da elaslici lade d. eredito ?
M .3 este um crdito furcado, o q .1 iiopre
descrdito.
Codito seria se os tia bilhe'es ou notas io
pr j co tiveatom o cursi livro ; se oa binis fos-
SMB obrigados a pagal-03 un ouro eo portador a
todo o SBOsneato que he fossem apr. sentadis ;
mas abrigado* C3 bancos a resgatal-oa tmente
por um papel de uma depr. ciaco igual u do seu,
quem que vai buscar l no banco esse troco, se
B veruo aceita as estacSas publica?, geraes,
i >.ncHea e municipaes esse papel ? Para que
troco, se nao ha qu'm o deiie de receber,
vi-'o que o governo o reeebc, sejam quaes forem
as mus criti-as circunstancias dos bancos.
Se as ta.-s enlid .des polticas sao obrigadas a
receber estas notas '-anearas, quem que, por
um mero capricho ou raraaejto, quer n.io tr car
estas notas pelo papel do governo, careo de ir aos
bneos, se p<5l troeal-as com qualquer visinho ?
A que vem, pas, como garanta n< sei de que,
esta obrigaco de os bancos rrocarem as suas no-
tas por papel do governo ? P.t isto, pois, pas-
s ir ds uma estulta combara ? Poia iao cr-
dito ? Um crdito que e baa na obngaco daa
estaeos publicas d: reesberem estas notas ? Um
crdito custa da depreciac) do papel que j
existe, do roubo que assim soffrem 03 seus pos-
suidores, e que contiouam a sofTrer muitua annos
muitas classea, todo esto sacrificio, todo este rou-
bo feito em f vor do c dito dos bancos? Esto
um esearneo feito s victimas desse saiteio, d 's-
sas companhias de salteadores que roubam sem
risco e com autoridade d le.
Mas, ae ha falta de diuheir. o paiz em certo
periodo do anno, a ponto de s s*r elle obtido com
grande disconto e com deposito de ttulos validos,
(como o diz S. Exc.) como que a emisso, achando
tanto em que enpregir-se, depreciar mais o pa-
p 1 existente? Pela oesma razo porque, nio
obstante a grande fal:. e dinheiro nesses grandes
periodos, o papel, ha tanto tempo depreciado nao
augmenta de valor por estas grandes necessidaies
Je di ieirO.
Nao obstante o dinheiro custar to caro nesgas
crises que desta vez j dura va seis mezes (como
diz o Ilustre senador) o ouro cutta tempre mais
caro do que ess-' papel que to cust< smente e a
juros to caros se obtem nesses period s.
Porqa razo essa tal grande filfa de dinheiro
nao faz elevar o sea valor, deseen i o meco de
todas na cousas, ou porque nao .4 en" :. ao ouro
na circuLico ?
E' p-rqus o preco d-.s coasas aobe.n com tanta
facilidado e rapidez pelo exeesso de linhnirr jsa
cada niva emisso do nosso papel, desde que foi
expuls) todo o metal, quanto difficil e lentam ate
baixa pela falta de dinheiro. Este o pheu mcao:
ahi est a grande esaaoea de dinheiro para as
grandes transacfSet commerciaes que resultim das
safras maiores, e ahi est que os precot dis cousas
nao baixam ; s o ouro cutta nenos un pouc > do
pap-1 que custava, nao por essa falta de dinheiro
pap I, p"rm apenas p rque com o emp:estimo es-
crangeiro, o governo deixou de concorrer ao mer-
ca lo de saques.
O preco das cousas s descem o o dinheiro s
toma portanto maior valor se a sua falta se sus-
tenta por muitos annos, e que ira proluzr outros
transtornos de igual calamidade para o paiz, para
todos oa devedores, obrigando-os a pagar com di-
nheiro de maia e at qua&i dobrado valor, por
causa do nome desse dinheiro ou antes de seu pa-
dro monetarii. realcom j tenbo muito ex-
plicada
Se o preco de todas ai ilusas s com o correr
de muitos annos vai baixando pela constante
escac z do dinheiro, nao pode essa escaces peri-
dica producir este effeito, perqu antes de se pas
sarem taes muitos anuos, cessando a crise com a
cesta cao da safra, logo o dinheiro se torna abun-
dante, em quantidade altamente superior s ne-
cesidades das transaccoea, nao dando tempo
entrada do ouro que a sua falta passada tivesae
por v aitura comecado a atrahir.
Desde que o dinheiro sobra e nao s pode re-
tirar para outros mercados, porque pap-J, jB seus
possuidores, p^ato que em grade parte u recolhau
a seus cofres, nao tem a retignaco da guardar
todo o excetso e tica muito a granel procurando
emprego, e s nio todo, pelo temor do siseo Nao
tem poia tempo aa couias de deacerem de preco,
de augmentar portanto de valor o dinheiro, por
qne a crise da falta em mais en menos tempo passa
e logo o dinheiro abunda, sobra.
Eis aqu, como certo que o dinheiro em nosso
pais to excesslvo que o ouro, padro dos va-
lorea sempre muito maia caro do que o valor cor-
respondente inscripto neaso dinheiro, cuitando
todas aa conaas nais em papel do que en oaro,
mesmo no periodo das safras em qne ha tao grande
falta de dinheiro por causa do mais qoe duplo mo
I
QgfiD
-


V
i


Mao de
Diario le P^niaubiicoTcrca-feira 9 de Agosto de 1887
3

V
vimento eommercial; eis aqai como certo que o I que nada sentem 01 males nem as deajrsfas
dinnero que possuimos em circulado nao .uffi- a'heias !...
cente no tempo das safras, porque ontls o mov- ...............
ment eommercial e todo o movimento de todas as |..............
transaecea excede do duplo ou triplo e do que elle i Deixo de alargar-zne sobre cate asaumpfo, pri-
6 em tempo ordinario. j meiro porque muito maia abusara de vosi as at-
O meio de acudir a ectas crises desastrosas a tencuas, e, segundo, pelo sacro-santo dever de
emisso de maia papel moeda para oa aasignata-
rarios do projecto.
Para estes meemos lonhorcs o meio de restau-
rar o rgimen da circulaba > metlica, a retirada
gradual do papel-moei para, pela falta do meio
circulante do pais, forcar-se a introdcelo do
metal. No umtauto q'i', p .n aeudr-se falta de
diah npi da 3ifrs, 8 propoe o remedio
da emisso de quasi igual quantidade de moeda
pap'I; eo o*M c maia ioeompreheusivel aiada,
que, ernbor* quasi toda esas emisso, conta o Sr.
Teixjiri Jnior, rjn o ur) se introducir n> pus,
ao pasao aae t rea sen Jo retirados cinco mil contos
ann talmente. Do modo que hbim entra uo pais,
nao porque hija u.aior careii l ilieiro, pois
que ah est o phenomeno no : n,.' bVm a*fraa e o
our-nSi ent'-x; Tia3 porque waii
cantos d> pap-'i Jo Estadi, embira! nh un o-itra-
do em lugar deites 1- 0 K).
E' qu'3 o ouro na es i lagwo i a saavciu d<-
ver qianio se retil quslqaer iM i Jo pap I
do E^t i io para ello vi.- preencher a oua lall n i
Ibi embiri; ndo o paseo toda a quautidrde J p>
ario que teuha o inesmo valor; a r xa, a
j com o papel do governo.
papel que neoesaario cuiittir para acu
i commi rcio oiquellaa crises, nao pelo Ea-
tado paru emprestar aoa bancos nessas oecaaiea,
Bomoj so fes, p rque, dis o Ilustre senador, oa
ba eos, confiados nesi emisso proinpta a t ido i
tempo que i lies preciaissem, abusaram deste re
cur-jo, nao deizau io Jioheiro nenhum as suasc.tr-
teiras; e para acudir a qualquer corrija dos por-
tador i das suas notas, uielh r smh a meamos
banco* emit'.im, a para que se de a elnatici
dade do meio etrettiaau com todas as mas \
eus; iato e, para que os bancos einittam m not.ia
arante a nn rasan* lo dinhero, e is re en da
circulnjao ussim que a maor necesaidide ceia.r.
Deste modo 03 liamos que abusariaos Jo recur-
so do empieatimo do governo, nao ubusanam d
poder d^ eroittir as -uas netas mesan no tempo
eiu qu: a neceasidude nao fosse tio grande. O
que ee dar ou dsri, porcm, qu a noy emia-
ao um vez feita, urna ver q le o meio circulante
pap 1 nao t in p ir su. n atureza valor algum, que
a emisso mi ponera m lis ser r. tirado da circula-
le e8sc quaai duplo, a que ella seria elo-
teria tanto ou iflual vilor ao que tem boje a
qaHganetado d 1 circulnco, o o que ni seguinte
artigo v
Becife, 8 le Agosto de 1887.
Affo>iso de Albuquerque Mello.
reapeitar as memorandas ciozas dos noss- s an
tepassados, entre os quaes muitos se dislingu-
ram d 1 barbarigmo.. ., do mesmo modo quo hoje
muitos sacrificam-se pela mais sublime causa da
bumanidade-a librdado em todo sentidoa
libordade !
____Seohore8. m 1782, quando a Aattria e
suas possesaea acabavam de dar o sublime e pa-
tritico exemplo de abolicio da tyrannica hi que
gerou e?cravos..., nao tardou muito que a 'ran-
Sa deit isse de seguir o mesmo i xemp-) I.. De
pois : Inglaterra, as Indias rientaes, a Boli
via, o Perii, o M.-xico, a Nova Granada, Ven
zuela, Estados Uuid .a e Cuba,qus foi a >enul-
tiusi... re^rvand.', assim, a coroaca Ja obra
da liberdade humana a oMtn palria que, j4 c -
borta de g'on ,>ela iu u->ui!uria lei d-- 28 Ja Lto-
' ssbro J 1871, roe icamsrt ilisou o venci-aado
Viscoad: d > R B in ... HtrssjrSeia da ea-.hu
si asm < p ---'o neroso procemento i a ioui ptl
neiros ab.lioionistas do aul J. ata n- vio i->.. ,
euj i eieaplo taea = 'guido muiros dos ni>s--oa ma8
adi-m ados agricultores, e isto com subida adun-
en, vista da terrivel crise que desjracida-
mente atrdVssm)8 devida nicamente a loaaa
iesgi veraanf a !...
J ae v que, se os que tem governado, co to-
dos os tempoj,no viveeaem sm'nte de interessea
proprioa..., a procurar uuicam.ute imitarem as
pabu'agens de outres paiics mais adiantados
( qu uo t. -ra in.-n s de ueg u uconteeimiintos
que o awsi. .. (), ji ba inn.to viviramos inde-
pend-utes..., livr.-s... altamente_ forrea. ...
porque, c ira todo Tgulb > podomos dizer : Aqu,
no coriC/So do uaiv-T-i'. tMKM de mais ph. an
cropia e patriotismo^ue admira ao munio intei
i>, como p ova a moltido dos que vi) realisanlo
. o i al J. E ia :n 1 D vi:ii sobre a coaiiclo
do homem ; tra lusindo praticamsnte a aspira
cao nieioial, tocan l < o ap'g*J das glorian pa-
tn?, i'ninort!i3ido se e srguendo-se com um
sol no muado p >litici> ...
Neste caBO, Srs., est o Sr. capito Moutinagro
qii', sem olkmr a dec.io.icia d. nossa pitria, e
mu:' especialmente de*U provincia, que tio itra-
XiJa se acha 1 wcaba Je reunir todasua esclava-
tura e conceder ;hes carta de liberdade mediante
urna mdica con li^ao Parabens, pois, muir : pS.
rabens ao venerando e phantr ipico Sr. Prancisco
Vidl de Ara iba Mmt-negroe toda Mt Esma.
faotilia
Eugenhi Arara, 29 de Julho de 1887.
TAomoz Jacaleante da Siveira Lh
ins.
gnarass
A eolima alijada aoda em quebradeira fran
ciscona.
Bilda Je assumpto para ngiz-ipar 03 eus c 01-
tribui.ites, alguna dos quaes j seutein esmr. ci
dos .1 peso duplo, s, parece*io-ltn com justa ra
ao qi- aa censuras leitas muito ji-ticcira ad-
ministra(;o d ) Dr. Pedro Viente de Aseved > j 1
comec-iai empsetal o oeua projnoa ariaiaes,
app.ir-eeu e,n -1 do 6)fTS ite 01 o )^n um ccete
ou batinaa sobre os n -gjCioa Jo lguaraaa, mais
ou menos a repatieCj do que, cm temp>3 b laaadoa,
esc' vea a mtitiras n-JueC/o e a inesm.t peana na
Provincia.
Nao nos da'craoi a ingloria trela ie repetir e Trilhava com a virtul' a seuda da bouradez
repisar a;guineal is, servico proprio do vadios. \ terna doce espisa, a inli estremecida,
O faetfl 'a a eilitnua alugali j foi l>buto a Jura raor;e pgo.i p>r =ua ves.
muito e muito discutido pela imprenai, ficaudo
Erova lisaimo, at por Jocum atoa offi.-i.es, que o
ir. Paes Barrete uo f z ajail J <\a: rop ilir in-
iitoi, que Ihe foram dirigidos por um jan, cuja i QllaQ \0 ata se 1 lar goiava prazer.s e deicias,
chroiuca conheciJi do uorte ao sul d'eat vmtia i (j fi0 Ja exiatencia a mortc Ihe cortou.
Ultimo :idcns
3BMPRK IDOLATEADA KMORtA D3 MIMHA VBSS tAN
DA B ESTiMAVEL TA B C01CADBE, MARA CAROLINA
BANOEIRA DA CO HA B OrFERECIDO A SB IDOLA-
TRADO B8P 30, O BBBW SB AUOU9TO CB3AB DA CD
KBA E 8A3 DIOSAS FII.BA8 B NETA. MEU BESPIIITA-
VBL TIO E COMPADRE B HIBHAS FREZADAS PBIAS.
f'ra /norte de teu corpo a paz da sepultura
:ra vida de u alma a Deiu urna oracao.
(D> ATOB )
J nao .xiste mais aquella que na vida.
Ji ni a v nos meiga a r partir caricias
A' pequea filha e uota que deixou,
simo imperio.
O partido liberal ji bradoj muito a prjpsito
do alladido iieidante e, n**-, meaos abrazad
no arJcute lago de suas erencas, che^ou confes-
Sar na Prov ncia de 28 de Julho do anuo pr.ximj
paasado, enlpabilidaie da parte d'aqu lis em
qu- ui : oj-' t re. 1 hoce probidade e honradez, as
seguiutis palacras :
O acto Jo Sr Igoaeio Joaqdm foi urna af-
fronfa ao ,-overno geral. Se este tira d Iuaras-
s o Dr. Amoiim, ALIAS MENOS GUL.PADO
NA DEiGlUAQAOA OOCURRESGIA por on-
zideral-o incompatibilisado do alli servir etc
Deixemos, pois, ie parte a geitoaa descripcao
que faz a columna alagada do referido facto, en-
tregando ao mus soleinue desprezo os aeua deaar-
rszoadoa cincetos sobro o asaumpto.
Quanto aos inacltos que atira sobre o preatimo-
80 chef do partido conservador de Iguarasa, ci-
dado que pelos scua gcaerosoa aentimeutos mere-
cen sempre respeito e consideracao de gregos e
trvanos, bein intencionados, voltem elles i fonte
donde paitiram, bagaceira onde ubitndam.
Se a co'umna alagada quer boa reapoeta aos
seus convicio", leia o que sab a epigrapheVilla
de IgaarasspabbQoa o Diario de Pernambuco
de um d>s ltimos das do mez de Abril na sua
Revista Diaria.
Alli encjntrar a biographia do distincto chrfe
de que falia, o ingrato qu-- abandonou o VisconJe
de Souza Carva hj, ji nos paroxismos de eua mjr-
te, por nao Ihe ter este arranjado um. tela para
um de seus prenles .'
Nao deemo ir adiante 3obre o caso : porque,
medid* q ie aprendamos a materia, t encon-
tramos nella decomposiqao
A uaio di ledes e cachorros orac&o incidente
indispensave^ n 1 periodo e diacutil-a causa nojo,
provoca vmitos.
Quem diria quo urna 11 ibre e orgulbosa familia
bumiiii ir-s hla pontr de prestar auxilio e con-
ideraco a um grupj qae coufeno-lhe o dipUma
debando de assass'nos e ladrtea ? !
Trate Iico para os viadouros !
Acreditamos que a columna alagada, publican
do a sua serie de escndalos, procurou un pretex-
to para dirigir iusultoa aoa Sra. Costa Pereira,
Ignacio Joaquin e Pedro Vicente.
As delicadas -xpr soes que olla dirige aos al-
ludidos cidados fcaui aem resposta, porque nao
costumamos fazer da imprensa praca de mercado
OQ ribeira.
Habituuu s baixa liaguagem das diatribea,
de modo que j nao ple abandonal-a !
Qaanto ao ultimo ponto do araozel, diremos
columna alagada que o Dr. Paes Barrete j est
livre da injusta puna de prisa) que foi condem
nado e que o seu procedim<-nto como promotor pu
buco de iguariss foi s -inore muito correcto.
No ixereicio Jaa funecoea do allulido cargo,
mereceu elle sempre e sempre el >gios de seus su-
periores, em cujo numero se conta o Dr. Cesar
Jacobina, que nao deve ser suspeito columna
alugada.
Cremos que uo erramos, afirmando que a mea-
ma columna enxerga na poasibilidade da volta do
Dr. Paea Barreto promotoria de Iguarasa um
facto nao muito agradavel a certa tntidade que
vota grande ogeriaa ao mesmo Dr.
Temoa dado ao caao maia importancia do que
elle merece.
Um coaselho a columna alugada :Quando na
tiver o que fazer, divirta-ae com os Annaes da
Assemba Provincial de Pernamboco de 1880.
Recife, 8 de Agoeto de 1887.
Aristteles.
UHCUVS >
PROFERIDO PELO PKOFE^SOE PARTICULAR
THCMAZ CAVALCANTI DA SILVEIRA LINS,
POR OCCASIAO DA LIBERTAgAO DOS B8-
CRAVOS DO EN6ENH0 ARAR*, OFFERECI-
DO AO BENEMRITO, PHIL\NTROPICO E
MCI DIGNO PROPBIETARIO DO DITO ESGE-
5JH0 O ILLM. 8R. CAPITAO FRANCISCO VI-
DAL DE ARANHA MONTENEGRO'
Siihori-a. Ha pouco mais de um scalo, an-
da exisliam escravos em todas as najoes !ittu
pela Morstawa dos governos, que nao s roanti-
nb .' h tyr ii.-i 1 lei da escravido, como enten-
dan que uiil 1 e-rav a propriedade dos povos qae
t&oin b rm-nento, laaeea de seu semelbauteum
ioEtTum<>uro vi 1. u.-na machina seas limtedi 1er
ca. >'>, ni: 1 ineutaJ-. quasi sempre vinba a
astaatar-ae* sob o peso uo trabalho forjado.. .,
rigor... e abaadoiio '..... u i> que, entendala
que um hiioam eacravo e um arad, eram a mea-
ma '- us., p -rque : tan!" f.zi mandar fund-
c4o eoanprar o ferrocom 1 casa do corretor
comprar o esera'o !le aorte quo, anda at os
nossos da?, ii, l.ff rjentc era chegar em nossos
por' -um b reo estregado dthomens escravi-
iid ou, n s matad eras,u.n fazendeiro com
os 8-113 rebauhos d-gado, tmdo todas estas vic-
timas para seui-dhautes aacrifici V r^onboso e triste seria narrar o qae le hor
rors tem havidn por toda pttrtp, c anda h je ha,
em h >nra da prep-te-.ca B Jo goitmo di'ii
Ah, que eu nao possa agora, de todo seu pissado,
i>nd imperou virtude, amor e ;ompaixo,
tiioxraphar os factos do sea viver h nrad ',
Oa bens qae praricoa seu grande coraclo !
S'oa outr s que fijamos, j 6 h ia aobre a tetra,
Ante o fjaere) leito d'aqudla que morreu,
Se a di, em sua camoa, o involucro se ene ir 1,
E' .jue su'alai t anglica j remontou-se ao eu.
S ba um epitapbio ana sepultura,
Uoia p ilavr.i 80 a campa deve ter :
Virtude .'Em lettras d'ouro que mesmo e roite
(escura,
A' luz dos fogoa fataoa os astros poasam lr.
Miu 'a prezada tia, de l da Eternidad,
Oad-s par dos justos sorris a'egremeute,
A' pnle qu ficou em dr, em orph uidade,
Uo, lana* ra ben<;o alegre e docemente.
Morre-, ro:ar o ,,rauto pelo riso,
O da pela noit a ehava pelo sol :
M irrar, ir v 1 r e. n pie 1 > o .. -1
a' luz v.-e .1.11 i euaas jo esp 1 di acikol.
Assim, pois, nao morreste O na existenca mva
T gosas l ai eo onde es archnjos m raa.
Dormente a humana forma oa h-adionda aova,
Allouse o celeste >epin:> p'ra onde os uojinhos
(oam.
Pagueito o mea tribato do amor c Je amzade,
Carpind o a tua aorta nos pobres versos mas,
Ah, quanto me custa hoje de dr e de saudade.
Este sentido, triste derradeiro adett.
8. Joe, 8 de Ag< sto de 1887.
Antonio Ignacio de Torrts Bandeira-
Palmelra de Ciaranhnos
AO COMMKRCIO
Os abaixo assignados, negoeiaateg, agri-
cultores o proprietarios, em Palmeira de
Garanhuns, em vista da murianga (i agea
to do correio deste povoaio b5o resolvido
mudar o inderosso do su corresponden :ia,
para a agencia deCanhotinbo e por isso pe-
dem com muita instaucia aa pessoan de
suas relarjSes, prin:ipalment jommerciaes
e as reda oes dos jomaos de que sao as
signantes que por alli dirijam b correspon-
dencia que lhea for endorecada, e auto-
risam pelo presente ao respectivo agente a
entregil a, at mesmo a registrada ao Sr.
Antonio de Albuquerque Maia, nSo se res-
ponsabiiisando os abaixo assignados pelos
desvos de qualquer valor ou papel de im-
portancia que Ibes for remettido contra a
indicacao, que aeima fasem.
Palmeira, 5 le Agosto de 1887.
Miguel Reinaux Duarte, proprietario.
Francisco Pereira de Carvalbo, negociante.
Jos Paes de Barros, negociante.
Jesuino Brasileiro de Veras, negociaate.
Joaquim Ferreira da Silva L?al, nogoci-
ant.
Sttyro Er./gdio de Oliveirs, agricultor.
Manoel Barreto da Silva Noves, agricultor.
Scbastilo Francisco de Siqueira, propri ta-
rio e negociante.
Manoel Ignacio Baaerra, agricultor o ne-
gociante.
Luiz Alves Caldas, negociante.
Jos Francisco de Sant'Anna, nogoiianto.
Pedro Americc. Bandeira, negociante.
Jos Basilio de Freitas Peixoto, proprieta-
rio.
A bagaceira de Tapera
Infezmeute nrnhum dos pobres escravos, 03
mais desgranados e desprotegi doa da sorte, que
serven nu fabrica do ricasso e talentoso semidor
Luiz Felippe, logrou ainda a lber lade, apezar de
estarerr quasi todos matriculados com filiaco des-
conhecida.
Eis a prca : Em virtude do dspacho snpra
certifico que da matrcala dos escravos do a ma-
dor Luiz Felippe de Souza LSo, nao conata qne
o mesmo aenador tenhi libertado nenhum dos re-
fer.de* escravos. O referido verdade.
E para conacar psssei o presente que assigm.
Collectoria de rendas geraes do Cabo em > de
Agosto de 1887.
O eterivio,
Manoel Xartins da Cunha Seabra
(a) Refere-se s Parpas. .
Logogrlpho (por lettras)
a' almo
Linds nome femenino8, 12, 10. 6, 5, 6, 7.
E appellido sem igual,10, 7, 10, 5, 10, 11, 1.
Ootro nome tambero lindo2,9, 8, 5, 10, 6, 12.
E est'outro, de capital2, 5, 3, 7.
De mulher ainda este
Jilg> sel-e eminente7, 3, 4, J, 5, 1.
Charo amigo, o todo deste
E' poeta caliente.
Ral.
Cha do Carpina
Nos abaixo assignados declarados em
bem da verdad 3 justica que o cabo de po-
lica Antonio Marinbo FalcSo ex comman-
(larit do lost'iL'amento- deste povoado ex-
a ai t'uncgoes de s,u ,rgo com dig-
nilade preoiss. A n.'tivdide que aqu de-
ijjoustrou eiu seu coinmando policial, reu-
nida a aior pruden i 1 ; energa s?.o urna
re. "un n a lai;2o, incontestavel para os ha-
bitantes de qualquir lugar onde Ihe for
destnalo destacar. Dedicaroos-lhe este
manifest como prova do que nao concor-
remos para a sua sahida d'aqui como se
poder suppor.
Carpinn, 4 de Agosto de 1887.
Theodolino Gaval.ante de Albuquerque.
Jos Lino Marques Btcallio.
B^njamin de Paula Cavaljonte.
Ghristovo de Barros Ca val tanto.
Jo3o Gregorio Pereira Gomes.
Jos Bento de Menazes Lyra.
Manoel Francisco d A Li'na.
Antonio Bento de Menezes Lyra.
Antonio Moreira de Araujo.
Manoel Moreira l.s Ar.iujo Filho.
Tbo:uaz Jos de Mello.
Joaquim Ignacio Gonr^alves da Luz.
O professor Ignacio d> Reg Barros Pes-
soa abriu mu curso de geographia, historia
e pbilusophia em casa de sua residencia
ra estrella ao Rosario n. 43 segundo
andar pelos pontos ltimamente publica-
dos
Os trabalhos serSo pela mn hile a tarde-
Elixir depurativo v gelsl
Formula de
Angelino Jos dos Santos Andrade
Approvalo pela inspectora.gera do hy-
giene publica do Rio de Janeiro, em 20 de
Julho do corrciite anno ^1887).
Eite depurativ.. encontrado a venda, (por ora)
na ra do Barao da Victiria n. 37 e rna Estreita
do Rosario n. 11.
Fara provar a grande ufEcacia quas prodigio,
do pre, arad; da Sr. Andrade basta apresentar o
crescido numero de atteatados eioontaneamente
.rt atados por muitos cavalheiros que tem teito
ueo d lie .dos quaes publicamos alguna de pessoas
conhecidas e residentes nesta cidads.
Lista
Cooselhe:ro Alezandre Bernardino dos Beis e
Silva.
Dr. Migue lie Figueiroa Faria.
Dr. ff iusj Ola i-.-na Bibeiro de Souza
D.-. Lindolpho Correia de Arau
Dr -.enes Martim Fontes.
Dr. Arg. miro Arxa.
Cipitao de mar e gu-rra Jos Avelino da Silva
Jaques.
Capito Florencio Rodrigues Miranda Franco.
Tiro Machado Freir de Barros.
Antonio Dias de Almeida Cata.
Affonao Ligorio Vell so.
J aquim Fenelon Delgado Burbt.
Jote da Silva Rodrigues Nevea.
Manoel Alvea da Coata.
Antonio Jas Ferreir Refinador.
Elysio Alberto Siveira.
Candida Franeisea Muniz F-ij.
Jos Luiz ie Franca Torres.
Ursnliano O de Torres Gallindo.
Pedro Tertuliano d 1 Cunh .
Jos Antonio Coueia Gaio.
Jo da Silva Neves.
Francisco Teizeira Barbosa.
Arstides Manoel dos Santos.
Urbano Josa Carneiro.
Esti-vao Ali-xandre Jos Dornellas.
Za-li ras da Costa Leitio.
Rufino Susano Gajo de Miranda.
Manoel Pinto de Castre.
Manoel da Costa Alves.
Cirurgao dentista Thomas Antonio Espines.
Theodomiro de Azevedo.
Eduardo Floro de Paiva.
Jos Joaquim de Freitas Tavares,
Melchiades J. de Souza Santa Rosa.
Joaquim Sant.ino de Pigueiredo
Frunciscu da Silva Miranda.
Maria Olycnpia de Oliveira Tyrillo.
Augusto Pontea Amaral.
Aifredo Moreira.
Affonso Monteiro Pessoa.
Antonio da Silva Ramos Neves.
Antonio Ferreira Diniz.
Jovioiano Cordeiro Lina.
Joo Fernandes Baptista.
Maj ir Justino Rodrigues da Siveira.
Ramiro Antonio da Costa.
Gaspar Augusto Soares Leite.
Antonio Sos Rodrigues de Soasa Filho.
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bernardo Augusto Soares Leite.
Manoel Jannario de Arroda.
Joa Aotenio de Souza.
Luiz Curios de Almeida.
Joaquim Jos Maia.
Antonio Fradique.
Augusto de Castro.
Jos Verissimo de Azevedo.
Manoel Soares Neves.
Alteres Francisco de Albuquerque Pajuab'a.
Jovelino da Cunha.
Manoel Francisco Fragoso.
Tenente Joao Paolo de Almeida.
Joanna Candida Paes Barreto.
Ju&o Silverio de Souza
Manoel Francisco dos Pasaos.
Hostiniano Carneiro do Moraes.
Joao Antonio do Nasciosento.
Joo Francisco Times.
Jos Silvestre dos Santos Pereira.
Se.bsatiao Joaquim do Reg Barros.
Floriano Gomes dos Santos.
Francisco Rodrigues da Cuuha.
Miguel Manoel da Silva Coelho.
Antonio Menelts Carneiro de GustLo.
Antoaiu Teizeira de Lima.
Antonio Horacio.
Tranquil lino dos Santos Cnstello-Branco.
Joe Carlos Marinbo.
Jote Luis Goncalves.
Mano. I Goncalves do Reg Barros.
Adolpho Machado.
Mauoel Rodrigaes.
Manoel Leoncio do llego Barros.
Jotquim Domingues da Costa Braga.
Pedro Alves Barbosa.
Jovino Cassiano Maia Silva.
Jer^nymo Joa Figueira de Mello.
C '(-tano Gomes de Almeida.
Manoel Francisco Teizeira.
Daniel Pereira dos Sant s.
Francisco Gencalves Guimaries.
Francisco Jos do Reg Mello.
Antonio Francisco da Costa.
Paulo Luis Alves.
Rodolpho M. de 8e-pa Brandio.
Blisario Alves de lirito.
Antonio da Silva.
Aureliano Jos dos Santos.
Aotcnio Pinto da Silva.
Bernardino da Coata Campos Jnior.
Antonio Floriano de Helio.
Ricardo Fonsaca de Medeiros.
Cae tano da Silva Azevedo.
Jos Pinto da Cunha Teizeira.
Francisco da Costa Ferraz.
Albino Jos Goncalves Dinis.
Joto Feliciano do Nascimento
Antonio Qomra de S.
Joaquim da Silva Netto.
Joo Ferreira dos Santos.
Candido Manoel dos Santos Sindonos.
Antonio Jos da Fonseea.
Adriano Antones Dantas. .
Pedro Borges de Cerqueira.
Joo Nones Ferreira Coimbra.
Jos Pestaa dos Santos.
Pedro Alexandrino de Mello.
Jos Moreira Brandao Filho.
Antonio da Costa Moreira.
Epaminondas P. Bandeira A. Vassconcellos.
Francisco de Melio Gavalcante de Albuquerque
Maria Freir de Lima.
loao Augusto da Coata.
Enfrcsno Rodngaea loCoato.
Jecintbo P. C. de Azevedo.
Jos Soares do Reg Villela.
Ignacio Pinto de Aguiar.
Fortunato do Amaral.
Fernando Magalhaes da Silva.
Laiz Arthar Baha da Cunhs.
Gu8By Juvenil d Rogo.
Jos Pereira da Porcioneila.
Jos Botelli.i Pinta i 1 M qu fa.
Tenenle Jos Caetaj) d Silva.
Madama Freir.
Bento Jos Pereira.
Francisco Rodrigues d Santcs.
Adolph) Cuuha.
'Antonio Ferreira de Lima.
Gustavo Wertheimer.
Joviniano Manta.
Flix Pereira de Ar.iujo.
Si-.tyro Corde.iro.
Pedro Lucio Rodrigues.
Uortencii Eu .s Vieira d- Amoriin.
Jei' Henrique da Cruz Ribeiro.
Aiexandrina nria da Conc iio.
Flix Jo^ Marques Bacalho.
Carina Vander Lindtm.
Vic nte Silverio de Souza.
Emilio Ptreira de Araojo.
Adolph "ilarques dos S,otos.
Jos de Castr 1 Monteiro.
Angas' L*opcldtno Ja > Manoel HMgueira de Menezes.
J s dos Sant El pidi Accioli de Barros.
Jos Ricardo Dias Fernandes.
J. F. deC-stro e Silva.
Henrique Adolpho dos Reis.
Antonio C. Xavier e Silva.
F. de Assis C"eho.
Francisco Jaborandy de Moraes.
Joaquim da Costa Dourado Jnior.
Manoel Pesa a Ferreira.
Joa 1 Baptista de Franja.
)c:1 David Baptista.
Joaquim Jos Ferreira Peoba.
Julio Cisar Uttoni.
Bernardino Alvea Neiva.
Ftnelon Borba.
C.i dii'i Diaa.
Joo Ferreira dos Santos Jnior.
Joaquim de Souza Silva e Cunha.
Joao Marques da Silva.
Ullysses da Costa Spinola.
Antonio Alves da Silva Jnior.
Fnnciseo Ferrao Castello Brinco Jnior.
Nuaia Pedro de Alcntara.
Antonio de Castro Monteiro.
L op ildina Mona do Nascimento.
Rayuundo Lino d >s Santos Gouveia.
Manoel Augusto de Mesquita.
Jos de. S -uza Aguiar.
Jos de S usa Braz .
Tbom^z de Aquin 1 Leal
Autini Luiz de Franca.
Jos Maria da Costa Caivalho.
Artbur Antunea Dantas.
Domingos Joa Ribeiro Soares.
Auuibal Casado Lima.
Capito Auatriclano de Torres Gallindo.
Jea 1 Lourenco Pereira da Costa Borboleta.
Antonio Joa dos Res-
Augusto Cesar Pereira Caldas.
Bcnevides Barreto do Rosario.
Miguel Xavier de Souza Fonseea.
Joaquim Jos de Souza Oliveira.
Manoel Jos Fernandes.
Francisco Jos Dias Sjbrinho.
Jeronymo da Co.-ti Lima.
Tenente-coro-jel Apolinario Florentino de Albu-
querque Maranhao.
Fiauco Martina Nogueira dus Santos.
Alfrodo Beaaone.
Thomaz Ferreira da Cunha Jnnior.
Arthur 'a Silva Regadaa.
Manoel Alves Pitollo.
Tito Jos do Cont.
Jos Candido Ribeiro.
Carlos Lupia Guimares.
Manoel Tavares da Cesta M .rtins.
Joao Jos da Silva.
Alv.ro B. Das Ferreira.
Alfredo A. de Vasconcelos.
Domingos J,-s Rodrigaes.
Emilio Rob-rto.
Francisco Miguel Rodrigues.
Felipae Ncry Guimares.
Francisco de S queira Pasaos.
Francisco Cecilio S. Guimares.
Fausto de B-rros Bezerra.
Francisco de Souza Duarte.
Tenente Francisco Evaristo de Soasa.
Joa da Silva Neves.
Joaquim OJ rico de Araujo.
Ignacio Troyano de Jess Bandeira.
Joaquim das Neves Pedross.
Joo Cvalcante de Araujo.
Joo Hermenegildo da Silva.
Jo. de Paria Machado
Joo Verissimo do Reg Barros.
Jca Affonao Ferreira.
Ignacio Rodrigues de Carvalbo.
Jos Maria da Silva Fernanda*.
Jacintho Augusto dos Reis.
Jos de A. Casta Pontea.
Jos Alves.
Joaquim Goncalves de Azevedo 8oasa.
Jos Gomes dos Santos.
Joo Baptista dos Santos Almeida.
Jos Vieira da Fonaeca.
Jos Affonao dos Santos Lima.
Jos Joaquim da Coata Pinto.
Joo Marques de Pinbo.
Laiz Marqaea Vieira.
Manoel Joaquim Vieira.
Paulino Bernardino de Oliveira.
Philomeno de Vascoucellos.
Pedro Barbosa da Silva Netto.
Thomas Joa de Olinda Campillo.
Thomaz Dativodos dantos.
Virginio Carneiro Leo.
Victer GonCBlves de Souza Beirio-
Gabrielle Peregrino.
Augusto Carlos Norooha.
Jos de Moara Iglisias.
J. Nunes da Silva.
Joo Pereira de Mendsaca.
Francisco Ferreir Brandio.
Januano de Se uza Silva Seroflio.
Fabio X. de Souza Fonseea.
Manoel Joaquim Pereira.
Francisco Jos Pereira.
Alberto 3gripino Seizas.
Manoel Joaquim de Mello Reg.
Jos Antonio Albuquerque Pedrosa.
Francisca Florinda do Rosario.
Agapito Iooocencio Poggi.
Francisco Paes de Luna.
Felismi.10 Lourenco da Silva.
Aff-nso Taborda.
Miirno Rodrigues da Saatos.
Muuj. I Pmbeiro de Mendonca.
MODO DE USAR
Os adultos tomaro quatro coiheres das.de sepa
pela maoh e quatro noite, c as etisneas dnaa,
podendo se sdocarcom sssucar poro. Tomar-se-ha
pela manb e noit-; banho trio ou morno. Res-
guardo regular
Cuidado com as falrificacoes pirque j ha quem
falsifique esto remedio.
Commlssio edemptora
De conformidade con o art. 8 do Reg.
de 12 d: Janeiro de 1835 convido as pes-
soas que quizerera libertar escravisados
por couta do fundo da emancipacSo pro-
vincial, iipresontarem as propostos, duran-
te 15 dias, a contar de hoje, devendo de-
clarar o preco e juntar a matricula ou
certido autbeatica.
A commiss&o lembra sob proponentes
que attendam, na* indemn sa^fjes pedidas,
ao pre$o corrente e que s indiquen es-
cravisados cuja condicSo servil nio possa
ser contestada.
Os interessados dever3o se entender
itnmn.' pt sti
di Reg 11. iH,
para liqui lc.(
s 6 s 10 3 s 6.
' 1887.
com o abaixo asaignado, ra da Aurora
n. 77.
CommissSo Redemptora. 6 de Agosto de
1*7.
Joo de Oliveira,
Secretario.
Ao romiaercio e ao publie <
O abaixo assignadj tendo resolvido le
xar temporariamente a vida eommercial,
vem pela presente agradecer aos Srs. oom-
uerciantea a benvola confianza qu" se
dignaram sempr^ dispensar lbe, e aos seus
fregueses o favor de sua valiosa coadjuva
cao j e a estes roga o obs-iquio de oonti-
nuaren a prestar igu.l coa Ijuvayao ao eeu
suca ess? r, visto sa'Oa o-r II" nuito se in
teresss.
A todos -flfere.-e o s^u
roo, eatrala de Luis
nndn deve ser pro -ura lo
'I nu c Bta :ihs hor
Recife, 8 le Aguato
Francisoo Jos du Silva Braga
Puraio-Fiirtnlerlmrnlo
E' Icanfudo mediante o nso des pilulaa aasu
caradas de Bristol, estea dons procesaos ao inse-
paravelmente reduzdos a um t, e o meimo j nao
se pie dizer d>i nenhum nutro eathaitico nsten-
te. Por esta mesma razio ellas sai indubitavel-
mente o remed 1 alter.tivo o inais cioso que jamis foi receitado para ns curas da pa-
rulysia, fraqueza nervosa, debilidade geral, verti
gena e tonturaa do cabera Estas ufer.ni la des
HCluin se geralmente mais ou menos ligada.!, quer
j como effeitos ou causas, com um certa erndi
cao morbosa do estmnago, d figado no das intes-
tinos. Sobre estes org s as plalas permu d'uina
maneira dilecta e com urna Ul p. o iiu'i 1.1 e forja
curativa, que verdadeiram*-nte faz admirar, quanto qae por outro lado, ellas do vigor a todo
o eystema.
A salsapariilha de Bristol, sendo de t .d s os
agentes o maia nota7el para a w> novaco da vita-
lidade do sangne, torna-st- p irtanto sa tofs caaos
indispeusavel.
Ellas se ncham acondicionadas dentro de vi Jri -
nhos e por aso a sua conaervi.Qao duradora 111
todoa es climas.
Em toioa oa casos provenientes ou ggravad s
por impureza do saogoe a Salsapanilha du Bris-
tul, dever ser tomad. c.'UJunctameatu'coin as p-
lelas.
Encentra ae v ada em todas aa pharmacias 1
drogaras.
Ageutea em Pernambuco, Ilenrj Forster 4* C.
ra Ju Commercio n. 8.
AVInu aa mala de familia
A mui enliga c merecida reputac-o dos Coi
aren Rever centra aa cjuvu'oos e para faci-
litar a deiitico das criaueaa tem sido desde muito
tempo object 1 d in?eja por parte de induttriaea
a-11, escr (pul 1 1.- seos ltala ci- ntifieo os quaes na-
ca aehaiam de mclhor do que eoiitrataxetoia e imi-
tarem groBi-iramenre nos=o producto.
Milita pie ixupado com a -.> le das crianzas,
qir Lde isciiri s r compr. met :a t desaais zeloso
da boa nom^ada dos noss .-a eolh'.res, prevenimos
s cta de lamilla que ellas devam exigir que
cada Collar R.yer esteja co.iti lo dentro de urna
caiziuba laii.;< quadiud abrindo-se como gaveta,
em tres hkdus da qual se acbam app.atoa rtulos
impressos em trances, portuguez e bespanbol e
decorados com urna Virgem t a nossa marca de fa-
brica, no linaria lado com duas m-dalbaa e mnba
assignatura. Cada aiziuha fechada com nma
medalha de Uto, em amb o os lado da qual eo )
a seguinte inacripso :Collier Royer, .25, ru
St.-Martin, Paria.
PODEMOS A33EGURAR (2;
Infeimente bem commu.n, nesta pro-
vineia, urna ino!estia terrivel, conheeida
pcos nomes d Tysica, Consumpqo Dom
ca do peito, etc.
Nao pretendemos KfBrmar que o Peito.
ral de Cambar cur: tod.8 as tyaieas, por-
que at boje tem sido impissivel curar a
fysica, quandu chegada ao ultimo perio lo;
porm, podemos assegurar que todos os (lo-
antes que usarem do Peitoral de Cambar
na primeiro e segundo puriodo, logo cha
rSo, con toda a certeza, grande allivio
e depois a sua cura completa, por meio de
um tratamento prolongado e persistente-
O Peit>ral de Cambar nao limita a
sua aeco benfica, s doenjas de peite :
cura, tarob""', muitos defluxos, bronchites
e tosses que, as mais das vezes, quando
despresadas sao a causa desaffeccoe3 pul-
monares.
O Peitoral da Cambar, auha-se a venda
na agencia a cargo dos Srs. Francisca
Manoel da Silva & C. ra Mrquez da
Olinda n 23.
Frasco 2#500, meia duzia 13|JO0O a du-
zia 245OO0.
A agencia enva quem pedir con lieSes
mpre'sas paran* vendas por atacedo.
lllm. *r. pbarmaceallco Laiz Cario*)
de Arroda Hendes
S. Carlos do Pinhal, 27 d Maio de 188o.
Presadissimo senhor.--Acerca de 8 mezes que a
minha senhora soffria de horriveis dores nos ou;i-
dos acompanhadas de corrimento, deduz qae ia
deixando a surda, e a'm disto scffria d feridas
na garganta qae j se via obrigada a alimentar,
se a caldos; passando noitcs aem dormir, e diaa
aem poder cuidar doa interesaos da casa. Todo
este tempo viveu ella sempre em dieta de rigoroso
tratamento, sem oDter saude.
Desanimada, comrcou eom es seas (santoa) pre-
parados, o Licor Antipsorico junto com os Pos De-
purativos, e logo a san de veio chegando, e hoje
gracas Providencia, posso com todo o prazer
annunciar a V. S. e a todo o mundo que minha se-
nhora acha- se completamente boa dos ouvidos e
da terrivel ferida de garganta, e autoriso V. S. a
iublicar esta a beneficio doa que soffrem igual en-
ermidade.
Sou com estima. De V. S. amigo, venerador e
obrigado.Eduardo da Suva Tavares.
Grinaura, modista
39 RA DUQUE DE CAXIAS 39
(1 andar)
Faz, por figurinoa, vestidos para senhorus e me-
ninas, com promptidao e preces mdicos.
Recebe mensalmente da Europa jornaea de
sdaa.
Dr. Costa Gomes
MEDICO
34 Ra do Mrquez de Oiinda 34
Primeiro andar
Consultas de meio dia a 3 horas da tarde
Dr Lopes Pessoa
Medica e operador
Residencia -Ra Larga do Rosario n.
38 Pandar.
Consultorio Ra do Bom Jess n. 37
1* andar.
ConsultasDas 12 s 2 horas da tar-
de.
Chamados A quolquer hora, por es-
cripto.
Clnica do Pr. Si.uSjs Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de senboras
c de crangas.
Consultorio ra do Mar juez de Olin-
d-i n. 64 "onsultas de 1 s 3 horas da
>r('e.
R ndeneia roa da Soledade n. 78.
T'-ohot, n. 213.
Lyceu de Artes e
Offcios
A Impeiial Sociedad* dos Artistas Mechanicos
8 Liberaes de l'eniainaMSce, que tem a aeu c-irgo
o Lyceu de Artes e Offieios, no intuito de Ilustrar
lasses artiaticaa e manufactureiras, m ..itm
eom-i j bein conhecido pro 8n pilaeete, ne
Campa das Princ'zaa, aulaa de dlvorsao lingaas e
acie ;cias, as quaca fuaed in un em todos ji dias
uteis, das 6 as 9 horus da o ;ite.
Com o meamo mtuitomantm eiU urna pe nena
e oi.d ata bibliotheca, que com pitnoticos d>ua-
jjvos, aug.ni'uta-se do dia para dia. u franquea-
rla ao publico em geral diariamente, s ai amas
horas aeima, -j assim como um pequ. no muaeu
artiatico.
A8sim, pois, eom o mu applaudido iitento de
tornar bem emh cid > progreaao das artes e
offieios entre nos, a perf*ir;> e utidule d" 9eus
productos, faziT c nh.'ci do seus autor .3, bera
c mo os lugares de seus esfabel- cim-int"- afi n de
facilitar a sabida e o consum dellea, >romove
todoa oa annos, para o da de sru aniiiv rsario,
6egundo dispSe o 60 J, rt. 2* das fea* statu-
tos, urna e manufacturas.
E' para a cons.-ucio de tSo aperfei^oad 1 quao
vantajoso fim, que a directora da Sociedad-' vem
pelo presente solicitar de todas aquellas pessoas
que poasuem por pergaminho o trabalno, sua efi-
caz cencurrenei* e.xpoiica que. em Novembro
deste auno se efi-.ciuar em sua Bde, Lyceu de
Artes e O lucios.
Compre tambem a ella f >zer conhecedore3 os
Ilustres s nhores e senhoras qu o quizere^Bjfbon -
rar com seus productos, os seus direitoa e
Deverew
1. Devero at 15 do dit) mez enviarem as
amostras de seus vendaveis productos para o dito
Lyceu.
2 Em todos o objectos deverao acompnhar
o nome io au'or. ou proprietario da meamos.
3." Ser iinpr scin iivcl em t,do e qu ilquer
objecto a ieclarasio do ore^i e lugar de sui fa-
brica o'i deposito.
4." Que os objectos para a i xposi'cSo devem sei
tal qual os c.stuini fazer e veader.
nireif
Art. 8o do regulam ito d 1 EX00991 A1 lisia
Industrial :
Smente aos expisitores permittido abrir as
vitrinas para mostr-u-in ns visitante os seus
productos.
A directoria co iscia da que muito si esforfa-
ro para o faustoso resultado deste certamen tao
proveitoso e lisongeiro a todas as cla3SC3 iidos-
triaes, antecipa seus devidos agradeciment >s.
Secre aria da Imperial Sicedaie dis Ar'istas
Mechanicos a Libera -8 de Peroambu 1, TO de
Jnnbode 1887.
O Io secretario,
Paterniano Barroso.
Oculista I
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
tta, ex-chefe de cnica do Dr. de
VVecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tardp, no 1." andar da caaa
n. 51 roa do Barao di Victoria, ex-
cepto noa domingos e dias s m'ifir"---' .
Residencia ra Seto de Setemoro n.
34. Entrada pela na di Saudade n. 25.
Cal virffwn de Jaiiarilie
REGS
TRADA
Avisa-ae aos senhores de engenho e
mais consumidores dista excellente cal,
que contioua ser o seu deposito geral a
ra do Bono Jess n. 23. Perfeitamente
ecbanicada e era pelras, ''orno a que nos
vnm do estrangeiro o em nada inf- rior a
esta, continua a s-r vendida pelo prejo fixo
de 6&000 a barrica.
Alm do deposito geral j indicado, sao
tambem vendedores della os senhores :
Guimares & Valente 6 Pateo do Cor
po Santo 6.
Lopes Araujo38 Ra do Livramen-
to-38.
Bento de Freitas Guimares d(C
Ruado Viscondo de Itaparica- 51, Recife.
m
Leonor Porto
Rna do Imperador n
Primeiro andar
45
II
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balthazar da Siveira n
Especiali dadeafebres, mole8tias das '
eriaucas, dos orr M raspiratorios e das j
senhora a. j .
Presta se a qualquer chamado para ()
fon da capital. ) f
VIMO >|
Todos s chamadas devem ser dirig- )
dos pbarmacia do Dr. Sabino, ra da ) {
Ha rao da Victoria o. 43, ande sa indicar
sua roaideacia. |
3rr
Contina a execatar os mais difficeis
figurines recebidos de Londres, Pars
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeiclo de costura, em bre
vidade, modicidad em preces e fino
gosto.
3a ^^
Dr. Gerplm Lie
m:into
Tem o seu escriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 aa 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia roa da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesmoestiaa de aenhoras e crian-
zas.Tolepnone 11. 326.
Dr. Cuello Leite
Medico, parlelro e operador
Ritzdencia ra Bardo da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 fcoras da manna s 2 da
tard"
Alteiiui para os chamados a qualquer ora
telephone n. 449.
Clnica medico cirarg c*.
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialiJ&dePartos, m>tosti i" nnhvap e
criancas.
Residencia Kua da Imperatriz n. 4, segunde
andar.
Telephone n. 226.
Clnica du Dr. Silva ferreir*
Especialidades, molestias do SuMaUt-j e da
pelle.
Consultas de 1 s 3 horas.
Ra da Cadeia n. 53.
Residencia temporariaPoute d'UcLa a. 35.
TELEPHONE-417




.-
noairi






Diario de PeriiambucoTerca-icira 9 de Agosto de l87



Consultorio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, coatiado mais di 12 111 >
de "3crupulo4 observaco, reabre consultorio neis
ia cidade, a ra do Bom Jema (antiga da Crai
n. 23, 1. andar.
Horas de consultas
O: d! : dasl i 2 da tarde.
Oe uoite : das 7 s 8.
1>. ia demaia horaa da noite aera encoatrado ar
Mtio 4 tavessa doa Remedios n. 7, primeiro por-
to encuerda, alm o poroto do l)r. Cosme
Thoniaz Espaca
MI IIOl SB
Ra do I np rador n. 67, primeiro andar.
EDITES
Jai/ dos Fi'los da Fazendj
Nacional
Eacrlv&o Bcgo Barro
Per.inte o Sr. Dr. juia substituto dos feitoa da
fazend-, Lindolpho Hisbello Correia de Aranjo, se
vender em praca p iblica no dia 12 do correte
mez, p-las 11 horas da mauba, depila da audien-
cia e parante este juizo, o seguiot'- :
O terrena denominado Buriiy, sito n > logar
Arraial, freguesia do Poco, que foi pertencente a
Jos Bruno de Lima, avahado por 804000, cujo
bem fii p -nta >r i> un pagtrasar) d* faseo-
3a nac-, nal e cuitas.
Recite, 3 de Agosto de 1887.
O solicitador da fazenda nacional,
Luiz Machado Botelho.
Juizu dos Feilo* da Fuyenda
Nacional
Escriv&o Reg Barro)
Peante o Exm. Sr. d-S' rabargador juia dos
Feitos da Fazeoda, Jos Manoel de Freitas ser
levado < m praca publica a dia 12 do corrente pe as
11 horas da manhS, depois da audiencia, o alugu -I
aanual da casan 3 sita ra do Livrainenti, par-
-encent a capella doa Prazercs de Guararapes,
palo teuipo suficiente para pagamento da Fazeoda
Nacional paia o que foi oubiraio o rnesmo alu-
gnel, avallado por 400*000
Os alugules das casas ns. 110 sita a ra de Mar-
choDiaa,|avaliadaannualmentepor 180*000, tendo
urna porta e duaa janellas na frente ; a casa terrea
ii. 35 a roa da Assampcau, com urna porta e dnas
jaoellaa ambas na fregoeaia de 8. Jos, avaliada
por 180*000 annualmente ; um sobrado de un an-
dar e aotio com o pavimento terreo occupad.i por
urna venda, sito na freguesia de S. Fre Cedro
Gooealves, n. 80 & ra de Domingos Jos Martina,
avaliado randa annual por 450*000. perteicen
tec ditos predios ao Moateiro de 8 Beato, cujos
arrendamentos serio feitos perla tempo snffi ente
par pagamento da Faaenda Nacisnal, para q e fo-
ram penhoradea.
Recite, 3 de Agosto de 1887
O solicitador da Faaenda Nacional,
Luis Machado Botelho.
= De ordem do Iilin. 8r. engenheiro director
geral, faco publico que tendo 8. Exc. o Sr. pr-
ndente da provi c!a concedido autorisac) 6 Im
perial Sucbdade dos Artistas Mechanic >s S >
raes para deaaprapriar o terreno com seis poque-
ii88 casas, existentes ao lado do sul do edificio do
Lyceo de Artes e Oficios, para o estabelsc ciento
de oficinas e aulas praticaa aanexas ao nvamo
Lyceo, sXo pelo presente chamados os seutaires
iateressados, para no praso de dous mes?s "ireio
examinar a planta respectiva quo foi appri vada
pela Cmara Municipal do Recite e acha-ie iest
lecretaria, e apresentarcm as reclamacoos que
dvereiL, sob pena de proceder-se a arbitramento
para indenrnsacSo, na forma da lei n. 129 de 2 d-
Maio de 1881
Secretaria da repartico das Obras Publicas de
Pernambuco, 23 de Julho de 1887.
O engenheiro secretario,
Joaquim domes de Olivei a e 8ilva.
DtLLABACES

Clcalo do cambio
(Da FederacS de Porto-Al"gre)
Tudea fallam do cambio e, a nao serum os nego-
ciantes que entretem relscoes directas com o es -
trangeiro, bem poucos conhecem a significaba de
alta i u baixa. Porque?
Simpleemeote pirque absurdo o modo de o
calco lar.
Oom i'ffeiro vemos as cotacoea diarias, por
exemplo Londres 22 d., Pars 431 r., Hamburgo
535 rs.
* Geralmente eabem que 433 sobre Paria significa
438 rs por um franco e que 535 sobre Hamburgo
significa que o marco custa 535 rs.
Isto e claro e com rebmsivel; quera tenha de
remetter so seu correspondente francos ou marcos,
desde que aaiba quanlo cuata cada um, depressa
tara a couta do total. Urna simpes multiolicacao.
Se tem que enviar urna quantia cooradi em moe-
da nacionalaoa seus correspondentes Je Pars ou
Hamburgo dividir a totalidade doa ris pelo
coato de cada trauco ou maro e saber 1 gi a
quantia em mo. da estrangeira que p Je tomar,
E' tlemeutar.
Nao asim quanto ao e-rabio sobre L mires.
Para os profanos 22 d. na la significa.
E nao podero comprebenJel-o aem eatraimoa
om explicac. s.
Dissenv s que absurdo o tyetema de calcular o
cambio, bem entendido o cambio ingles ; julgamos
que nos Jarao razai depois de lerem-oos.
Quando acotoslo, referindo-se ao cambio sobre
Londres, diz : 2 2 igoifica que por cada 1* as
dio 22 pence ou dinheiroi, traccao de libra ester-
lina. E' indispeosaV'l eonhecer-se a eadruxula di-
visio moneta'ia adptala pela Inglaterra para
chegarraos a calcular pt-U i.,di aeAo lo cambie,
por eu:i cottcao, qoaoto noa cnstar urna sounna
determinada de libras esterlinas.
A libra esterlina divid--seem 20 sbiliiogs e ca-
ria ahilliug tm 12 pence (plural de p?nnv) ou di
n/teiro*.
Portauto, teremoa que reduzir toda a somma de
libras a cuas fracco. s, em pence, para principiar-
moa o calculo.
Feito isso, dividiremos por 22 e teremos os mil
ris; se qutennos ch-gar aos ris, teremoa que
accrescentar 3 cifras (zeroa) direia do numero
de pene .
Nao muito difficil, mas longo, e maior ser o
clcalo se os inteiros fort-m adornados do fr.ic,oa,
como ee acontecer quasi semoie, isto se a cota-
;ao Mr8S 1/8ou 1/4 cu 3 1/16 oo 5/32, etc.; con-
stituir osse Hppendice maij urna pequea reduo-
;ao a operar.
Se quizermos saber quanto cbteremos em moeda
inglesa por urna determinada quantia em moeda
-nacional, eoto o calculo inaia divertido, oom-
juanto seja o inverso da p'imeira.
Principiaremos por dividir o numero de ris pela
otacu correte e nada ser, se esta constar de
inteiros; ae ti ver fraeco, j sabemos que teremos
reducco.s sobre rednecoes.
Obtido o numere de pene, maia ama diviso
per 12 dar o numero de shiilinga e, conhecidos
estes, oais um pequeao esforc e teremos as li-
brar.
A tudo isso, teremos que tomar em consideracio
os rest.o do pene: e da scbillings, porque entrara
em conta tarabem.
Isto vxposto, digam nos : ha ptridade entre os
primeiros clculos (do cambio sobre Pars << Ham-
burgo) e os qne acabamos de re-rir ? Nao ab-
curds que urna praca tfl o cero e outra o inetrto,
segundo a bonita phraaeologia doa veihos cscrip-
tores sobre cambios ?
Nao ser tempo de atirarmos para um museu de
antigualhas, de raumw s e fosseis usos cornmerciaes
to atrasados ?
Time ti money, dis o adagio ingles, mas em seus
clcalos a velba Albion desconhece o seu valor.
Peses, medidas, moedas, silo divididos por forma a
embolar a paciencia de quem nao for ingles.
Por que nao se adoptar como moeda de conta o
scbilling, com divitoes centesimaes ?
A bra valendo 2 > sbillings, dar-se-hia tantas
vezes urna libra quintas vezes bouvesse 20 shil
lings em quslquer quantia.
Mo sena muilo mais diffljil dizer se 20,000
Jllngs do A escriplurn^ao inglesa constara apenas de
duas columnas em ves de tres e mesmo d- quatro,
que conta actualmente, parque preciso que se
saiba que o pence divide-se tambem em quartos
oa jarthings, que uSo nos dio nas letras, qaaodo
valem cada um entre 9 e 16 ris, conforme o cam-
bio .
Entilo a cotacao eairuxula actual Jo cambio in-
gles seria substituida pela coUyii d tantos ris
por shilling. lato seria rasoavel, comprebensivel
para todos_ e sobretudo simples, mnito simples.
NSo asistiramos mais ao espectculo gr ir-eco
de gentes, pouc afeitas aos mytteriot das finan-
zas, levarem aa mos cabeca qaaodo tobe o asas-
bio e regosijarem-se quaodo baixi.
Infeliz' Sim, inf.-lizes ; mas como compren, n-
derem cites que quando baixa o inglez, sube o
francs e o hsmborguez ?
\creditam que assistem osc leg-i d orna ba
lanca; que em quanto baixa un', das conchas, a
outra sobe !
Sera, MCtudit HL08, cpportuno que as pracas de
ommercio nzesiem crsfsr essa auoinalia, e >jiie a
cotacSo do cair.bio sobre Londi's toase dad a em
ris pur shilling-, tomo a das outra* praca?.
Iavocare:!i s .ju o exeinplo dos Estad >s-U.ii-
dos. O tr*tea .-obre Lou-
dres ti. ,.,u t in,.. .iodo qiit* o nosso.
Reconhcieram :.o u uniricus yaiik-sa, que ao
time ti monfy s m o eipressivu ffj
'< head i.
Ha 1 m t sonos a cot..cio do ej.mbio dada
em dollir^ c fracc,a cenresimaea por iibrx i
una.
A un >vac i teria (at-il e *lutr e e.oaomaari.
tempo nos c>:talos <\m- a realisam.
Sao s v;5os.
B.
O procurador dos feites da tazenda provin -
cial, tendo resebido do Thsouro Provincial a r.l-
ala abaixo transcripta dos contribaintes da coatri-
bai(3oda Rjeife Drainage, da freguesia de 8. Anto-
nio, relativo ao 2 semestre de 18821883, qae dei
uram de pagar a meima contribuicao no tem
po competente, declara aos inesmos contribuales
que Ibes fica marcado o praso de 3) das, a con-
tar da publicado do presente edital, na confor-
midadedo d sp ato no art. 53 da lei o. 891, oar.i
recolberem a importancia de seus debitss na
Recebedoria Provincial, certos de que, fiado a re-
ferido prazo ae proceder a cobranza execu iva-
BMSHSJ
K-e fe, 15 de Julh > de 1887.
Miguel Jos d'Almeida Pernan,bacn.
Relar;o dos devedores da cootribui^ao da Rcife
Drainage da freguesia de Santo Antonio, rela-
tiva ao 2- semestre de 1882 1883.
Largo do Csrmo u. 24. Firmini de F.
Ngueira 74,1828
RuadoBaraida Victiris n. 39. Dr.
^Joaq'iim de Aquino Fioseca e outro 78^207
Bo sa 'omuierrlal
'OTAyES OFFICIAE8 DA JONTA D08 COR-
HKCTOBE8
Recife. 8 de Agosto de 1887
Acces da companhia do Beberibe, a 155* cada
urna.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. com 1 1/1 0/0 de
Jet cont, sabbado.
.a.ii.io sobre Londres. 90 d|V. 22 1/1 d. por 1*,
do banco, aabbado.
Cambio sobre Lisboa, pagavel em Londres, 90 d/v.
22 7)16 d. por 1*, particular.
S"a hora da oolaa
Veudiram-ae :
16 acedes da Companhia do Beberibe.
<> presiaeote,
Antonio Leonardo Rodriguet..
ti secretario,
Eduardo Dubeux.
ovuiciiii. llamarlo
aacira, 8 DS A00ST0 db 1887
PRACA DO RECIFE
Oa baneoa abriram boje com a tax i de 22 1/8 d.
sobre Londres, dando, porm, todos a 22 1/4.
Fecbaram a 22 1/8 d, aem quererem asccar
cima.
Em papel particular fiseram traasaeces a 22
3/8 d.
PRA^A DO RIO DE JANEIRO
Oa bneos adoptaran), pela manhi, a -tax* de
22 1/8 d. sobre Londres, menos o London, que at-
fixou a de 22 3/16.
A Urde retiraram tilos as referidas taras, es
tubeleceudo a de 22 d. sobre Lindret.
As tabellas expostas aqu foram estas :
Do Ihtbkhacional :
Duque de Caxias n. 4. Dr. Antonio
Joaquim de Moraea Silva
Trinebeiras n. 42. O mesmo
Eatreita do Rosario n. 18- O mesmo
Roda n. 32. O mesmo
Coronel Suassuna n. 48. O mesmo
Triocheirss n 28. Adelia Josephioa
Pereira de Lyra
Largo ao Paraso n. 16. Angela Ma-
ra do E. Santo
Roda n. 1S. Ad-lin. Mara Falco
Becco do Cala bou ;o n. 26. Antonio
Jos Conrado
Santo Amaro n. 28. Aana de 8. r-
sula
M ithias de A'buqu' rque o. 8. Anto-
nio Fdrreira Braga e outro
Paz n. 8. Antonio Climaco Moreira
Tenpiral
Dita u. 20. O meamo
Travessa do Becco do Falcao n. 3. O
mesmo
Traversa do Poacinho n. 18. O mesmo
24deMaion. 20. O mesmo
Dita n. 26. O mesmo
Palma u. 68. O mesmo
1- Becci da Camboa n. 2 Adelia Jo
sephina Ferreira
Fogo n. 13. Antonio Jos da Costa
e Silva e outro
Vizconde de Inliiuma n. 4. Antonio
Ferreira
Ditan. 26. Antonii Jos Gmcslves
de Azevedo
Ditan. 67. Adolpho Al ves Ouimaraes
Travessa do Carmo n. 5 Antonio Fer
reir Alberto
Santa Theresa n. 28. Aona Samico
do Reg Barro i e outros
Travessa do Lobato n. 16. Antonio
Teixera Je F.rias
Travessa da Concoi da n 14. Antonio
F-rreira dos Santos
Dita n. 18- O mesmo
Ra da Pa ma n. 48. Antonio Pinto
de Barros
Mrquez do Herval n. 99. Antonio
Francisco de Carvalho
Poulini Cmara n. 40. Aona Bernar-
dina da Costa Res
Visconde de Iuhauma n. 28. Antonio
Jos de Abreu Ribeiro e outro
Santo Amaro i. 18 Antonio Jos de
Paiva Ferreira
Viscoode de Inbaama n. 57. Angela
Mara de Lima
Largo do Paraso n. 28. Biro de Na-
zarelb
Roda n. 33 Bernardo Alves Pinheiro
Dita n. 27. Bernarduo de Senna Hen-
riques
15*325
49*333
45*974
15*325
45*976
15*325
59*405
15*325
15*325
15*325
15*325
34*117
18*682
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
15*325
19*219
36*650
15*325
15*125
15*325
18*203
15*325
15*325
15*325
15*325
30*650
28*056
15*o23
51*731
15*325
15*325
Carolos de algodao.
Couriohos e pelles .
Couros salgados.
Doce.....
Ferro velho .
Piassava ....
Seinentes decarrapato.
52.275 .
200
13.551 kilos
55
30 tonelad.
3.000 kilos
3.880
90 dio vtita
Lmdres.......
Pars........
tuba........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
gal........
lew-York......
221/8
429
532
240
21 7/S
4*3
433
538
243
218
2290
Agurdente
Alcool.....
Algodao .
A8aucar.....
Cocos (frucU) .
iloce .... i .
Espanadoros de penna .
Folhas de jaboran ly .
Medicamentos
Oleo de moclo .
.Meo d ricino .
Pranclics de vinhatico.
Rap......
Sal......
Tamaiics .
Vassouns de piassava.
Vinho dejurubeoa .
Para dentro do Imperio
.... 98.080 litros
.... 9.600
26.853 kilos
173.017 >
12.100
350 kilos
80
50 kilos
1 cana
75 kilos
1.800 .
12
216 1/2 kilos
5.000 litros
3 fardos
50 duzaa
46 volum-s
Dita n. 42. Bernardo Jos .Vlai tina Ri-
beiro 59*405
Patos n. 16. O mesmo 15*325
Travessa dos Quar'eis n. 38. Ilarao de
Una 15*325
Travessa do Livramento n. 16 O mes-
mo 33*521
Cironel Suassuaa a. 33. Bartaolomeu
Francisco de Soasa 8*632
Duque de Caxias n 94. Capola dos
Praseres de Guararapes 15*325
Livramento n. 3 A mesma 30*650
Marcilio Das n. 42. A sesma 45*976
Dita o. 41. A mesma 15*325
DiU a. 46 A mesma 15*325
Dte u. 52. A mesma 15*325
Dita n. 69. A mesma 58*325
Larg) do Rosario n. 27. A mesma 15*325
Largo do Paraso n 45. Can lio JoSo
Ramos 15*325
Ertrcita do Rosario n. 11. Caidulo Al-
berto Sodr da Motta 15*270
Segundo becco da Ciuibi n <>. Clau-
dina Mara de Jess 45*976
Pedro Afionso o. 43. Clcmcntina Theo-
dora da Silva 45*976
N. fraia a. 30. A mesma 15*325
Coronel Suasauua n. 27. Cae tao da
Rocha Pereira 15*325
Traveasa do Poeiaho n. 22 Clementi-
no de Farias Tavares e outro 18*203
Imperador o. 22 Convento de S. Fran-
cisco 15*325
Duque do Caxias n. 53. Candido R sa
Barroso (1|2) 2*158
Triucheiras n. 10 Domiu .os Jos
Ferreira 15*325
C. Velho n. 29. Dionysio Das Morei-
ra L-ite 15*325
Matbias de Albaquerque n. 5. Do-
ra ngoa das Pasaos Miranda 15*325
Paz u. 24. Dr. Estevo Cavalcante
de Albuquerque 15*325
Mrquez do Herval n. 31. O mesmo 45*'<76
Duque de Caxias n. 60. Ernesto &
L-opoldoe outros 40*864
Duque de Caxias n. 88. Senador Fran-
cisco de Re^o Barros Brrelo 67*751
Dita n. 89. Francisca Rosal i na Viei-
ra Lima 15*325
Largo do Paraso n. 39. Florencia
Francisca do Sousa 15*335
Eatreita do Rosario n. 4. Fructuoso
Martina Gomes 45*976
8. Francisco n. 66. Francisco Jos
Via una 15*325
Rida o. 40. Francisco, tutelado de
Luiz Jos Pereira 15*325
Pateo da Cmara n. 15. Francisco
Jos Vianna 15*325
Livramento n. 8. Francisca de Soasa
aECAPlTULACAO DO SSOCAB
Para o exterior 876.198 kilos
Para o lutenor 173.047 >
Somma
1.04.1.245

Do Lomdok Bajxk :
Loudrea .
Pars. .
Italia. .
iamburgo
Portugal
Sew-York
O djo vtila
22 1/8 21 7/8
429 43 i
. . 433
532 538
240 243
2*290
o Esolish Bajik :
90 d/v vtita
22 1/8 21 7/8
Pars........ 429 433
433
582 538
240 242
Principaes eidades de Portu-
gal........ , . 247
liba dos Acores .... , . 249
[Iba da Madeira .... 247
\'ew-York .... 2*290
Mercado le aanutar e aviso Jau
Bacn, 8 DB AOOSTO DB 1&87
Aituear
Foi cotedo, para o agricultor, aos algarismos
abaixo, por 15 kilos :
ijranco, os melhorea que
apparecem no mercado,
regulam de .... 2*200 a 2*400
3. surte boa..... 1*900 a 2*100
regular..... 1*700 a 1*8JO
dumidos e baixos 1*500 a 1*700
io^oos...... 1*300 a !*400
Mascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *900 a 1*000
Rtame...... *700 a *800
Algodao
O de 1. sorte do sertio foi hoja vendido a ...
6*800 oor 15 kilos.
Knlraua le aaaucar e k!soilao
MBS DB AOOSTO
Auucar
entradas
Dias
Barcaca...... 1 6
Va pires...... ...
Va-terrea de Caruai 1 6
Ao raaes...... 1 8
Via terrea do S. Francisco 14 5
Via-frrea de Limoeiro ...
Somma.
Algodao
Entradas Dias
BareacjH...... 14 5
Vapor* s...... ...
Via-fen-ea de Caraar ...
Animaea...... 14 8
Va ten ea de 5. Francisco 14 5
Via i- rrea de Limoeiro ...
Saceos
835
122
86
543
1.586
Saetas
400
Vaporea despachado*
V--por nacional Canillo, sahido para os por tos
di norte, levou a carga seguate :
Para o Cear :
14 canas eos 216 kdoa de rap.
5 diii.a C' ra 75 kilos de .>leo de mocot.
Para o Para :
20 saceos com assucar branco.
45 barricas com dito dito.
845/2 ditaa com dito dito.
50/3 Jilas com dito dito.
526/1 ditas com dito dito.
150 barriquiuhas com db> dito.
10 lus com dito dito.
250 barril de quinto com aguardeote.
1.50J calas com saoo.
290 fardos com xarque.
3 Jilos com Umancos.
50 dusias de vasaouras de piasaava.
10 barricas com graxa.
1 dita com cera de carnauba.
2 cnixas com dita.
12 ditas coin viuhj de jurubeba.
1 dita com calcado aacional.
8 diUs com doce.
Carr, garara diversos.
Va or ntcional Principe do Grao Para, sabido
aotehontem, levou :
Para Macei :
110 fardos com xarque.
75 ca xas com sabao.
35 ditas com sabouete.
Para Penedo :
40 caixis COm sabai.
1 barrica com asaucar branco.
10 fardes com xarque.
Para Villa Nova :
2 barricas com assucar branco.
Para Aracaj :
70 fardos com xarque.
Para Estaucia:
10) fardos com xarqu-.
Para Baha :
30 caixas com doce.
Car.-rgaram diversos.
Vapnr franc-z V&e dt Macei, sahido houtem,
lev- H :
PaiaMahia :
25/2 barricas com assucar branca.
450 saceos com dito dito.
300 ditos com dito mascavado.
145 pipas com agurdente.
10'J barra de quinto com dita.
20 pipas com alcool.
Para Rio de J.neiro :
500 saceos com asaucar branco.
I0J ditos com t^os (fructe).
50 saccas com algodao.
Carregaram divesos.
Naiio a\ carca
Esto seudo J.-spachados os seguintes :
Bngac oortugiicz Armando, diversos artigos, para
o Porto
Barca portuguesa Claadina, diversos srtigos, pa-
ra o Porto.
Vapor ingles La Place, algodSo, para Liverpool.
Vapor luglcz Nmmytk, assucar e outros artigo;,
pira Liverp > il,
Vapor ingles Sculptor, divrsos artigos. pars Li-
verpool.
Pauta da aifandesja
SKU>NA OB 8 A 13 DB ASOSTO DB 1887
Assucar refinado (kilo) .... 146
Assucar branco (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kil.j 066
Alcool (litro)....... IfiO
Arroz com casca (kilo) ... 65
Agurdente e...... 0f6
Algodao (kilo)...... 373
Borracha (kilo)...... 1/066
Couroa seceos salgados (kilo) 460
Couros seceos espichados (kilo] 585
Couros verdes (kilo)..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... .'i-ii
Carnauba (kilo)...... 366
Carices de alfodao (kilo) 014
Carvio de pedra de Cardifl (toa.) 16*000
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 05
Fariaha demauliocu (litro) ... 03
Fumo restolho em rolo (kilo) 4<>5
Fumo restolho em lata (kilo) 5t(0
Fura* bom (kilo)...... 720
Fumo em foi ha bom (kilo) 720
Fumo cm folba ordinario (kilo). 400
eiiebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 040
Mlini (kilo)....... 010
Taboados de amurallo (duila) IOOOjO
Jaros e dividendos
Esto smdu pagos os seguiotes :
DIVIDA PUBLICA
Apolices geraes e proviuciaes.
Apolices muuicipaes (ps. 151 256).
LBTTKA8 HYPOTBECARIAS
Do Banco de Crdito Rtal, 7 0/0, ultimo se-
mestre.
BANCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2 divideado,
lati de 5 0/0 sobre o valor das eatradas reali-
zadas do capital, cu 3*000 por acedo.
Braiil, 67." divideudo, na razio de 9*030 por
acci >. Esto encarregadoa desse pagamento os
agentes Pereira Carneiro & C.
CABRIL DE PERRO
Trilhos Urbano do Recife Olinda e Beberibe,
25 dividendo, razio de 8 0/0. O pagamento
faz se iii escriptorio da compaohia nas tercas c
sabbados.
OMPANUIAS
Companhia de Edtficaco, juros das acces re
midas, vencidos em 31 de Dezembro do anuo pas-
sado.
Memorial
Hoje, 9 do correte, devem reunir-se em rs-
sembli geral ordinaria os soeios da Aasoc'Aflo
Commercial Behepicbte, afim de oavirem a lenu-
ra da relatorio da actual almr.istracSo e elege
rein a nova directora para o anuo de 1887 a
1888.
A reuoio ter lugar no edificio da Associacao
C'mmercial.
Aoa accionista i da Estrada db Ferro do Ribei
rao ao Bohito foi marcado o praso de 60 dias. a
conUr de Agosto correute, para realizaren] a 7.'
entrada de 10 0/0 de suas acedes.
Aos contribuintes dos impostos de industria a
protisso e predial, foi marcado o praso de 30
das, que terminar 22 do correte, para apre-
seutarem na Rbcebedoria Obrar as reclamasoes
que porventura tenhain de faser com relac/i ao
ultimo lancamento.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, sera substituidas ua Tuesoraria db
Fazenda as notas do valor de 2*000 da 5.a estam-
pa, 5*000 da 7. e 10*000 da 6.'
IaportacSo
Barca dinarnarquezi J. J. Lotz, chega-
da de Cardiff cm 8 do corrente, e consigna-
da a Wilaou Sons & C. manifestou:
CarvSo de pedn 811 tone'adas orlera.
Reg Monteiio e ootro 30*150
Lomas Valentinas n 8. Dr. Francisco
calves da Racha 15*325
Dita n. 5. Francisco Antonio Bas-
tos 15*32.
Priireiro becco da Cndeia Nova n. 19.
desembarhador Francisco de Assis
Oliveira Maciel 15*325
Dito n. 21. O mesmo 15*325
Coroml Suaasunan. 84 O m^sini 15*325
Corenel Suassuna n. 37. Francisca de
8 Lrte 15*325
Cadeia Nsva n. 1. Desembargador
de Assis Oliveira Maciel 15*325
Trincheira n. 33. Guilherme Frederi-
co de Souz. Carvalbo 15*325
Primeiro de Marco n. 12. Herdeiros e
viuva de Jote dos Santos Noves 30*750
Duque de Caxias n. 10 H liodoro de
Aquioo Fonseca 23*758
Trincheiras n. 46, Herderos de Fran-
cisco Das de Oliveira 45*976
Traveasa daCruzea n. 4. Herderos de
Francisco de Paula Correia de
Aranjo 15*325
Roda n- 39. Herderos de Joaquina
Mara Pereira Vianna 76*845
Travessa dos Quarteis n. 8. Herdeiros
do Joaquim Jos Vioira 15*320
C. Velho n. 5. Herdeiros de Jo Ma-
noel de Oliveira Miranda S*567
Pedro Aff mso a. 74. Herdeiios e filh >s
de Man'd Jos Bastos Mello 15*325
Dita n. 31. Herderos e viuva de Jai
de Motta B.telho 50*292
N. Praia n. 38. O. mearais 15*325
Marcilc Dias o. 74. Herdeiros de Auto-
nio Egydio da >ilva 80#650
Largo de S. Pedro n 6. Herdeiros de
Joaquim Francisco das Chagag 63*517
Viradlo u. 25. Herdeiros e viuva de
Andr Goo^alves do Cabo 15*325
Lomas Valentinas n. 3. Herdeiros e
viuva de I.-ioeu Jos le Asevedo 15*325
Coronel Suassuna n. 58. H-:rdeiros e
filhis de Jos Joaquim da Costa Fa-
jos 15*325
Santa Theresa n. 25. Herdeiros de
JoSo Ignacio do Reg 18*203
Travessa do Lobato n. 2. H:rdeiroa de
Luiz Beserra Monteiro Padlba 195611
Vinte e quatro de Mao n. 10- Herdei-
ros de Joa Singlte 15*325
Marques do Hirval n. 95. Herdeira
Julieta. 15*325
Pedro II. a. 2. Irmaadide do Espirito
Santo do Collegio 0*650
Larangeiras n. 16 A mesma 15*325
Largo do Paraso n 25. A mesma 15*325
Birlo da Vitoria n. 49. Irmauol-.de de
Nossa Senbora da l^mceiclo dos Mi-
Para L-verpool, J. H Lixw II 686 s:iccs com
49,583 kilos de algodao
No vapor iulz Noimylh, carregaram :
Para Liverpool, G de Mattos Irmloa 363 saccas
com 28,450 kilos de algodao; N. Cahu & C. 150
saccns e >m 13,332 kilos de algodao ; Machado &
Pereira 529 saceos com 35,705 kilos de alg dao.
No vapor inglez Martinhente, carregou :
Para Liverpool, Ed: Maranho 83 saceos com
3,880 kilos de semi-nte de carrapato.
Na barca portugueza Claadina, carrera-
raa :
Pura Lisboa, P. Carneiro & C. 316 couros sal-
gados com 3,792 kiloa.
Para o interior
No vapor francs Villr de Macei, carrega-
ram :
Para Santos, S. Goiinaril-a & C., 10 pipas com
4,800 litros de aguldente.
Para o Rio de Jantiro, Borstelminn e C 00
aaecas com 22,952 kilos de algodao
No vapor nacional Principe do Gra Para,
carregaram :
Para Vula .Nova, Pernandes & Irmo i volme
vasaouras e 2 b irricas com 180 kilos de assucar
ret iiado.
No v*p i uacioaal Camilla, carregaram :
Para o Pura, A. R. da Costa 8 caixaa com 160
kilos de doce c 30 barricas com 2,700 dit a de
assucar refinado ; J. L. da Silva Oliveira 15 bar-
ricas com 990 kilos de assucar refinado ; Moura
Jorges & C. I0J volumes com 16,711 kilos de
assucar branco ; V. Manoel F. Marques & Filhi
56 barricas com 2.537 kilos de assucar branco ;
Rouquayrcl Freres 1 caixas com vinho jurube-
ba ; H. Oliveira 3 fardos com tainaocos.
Para o Cear, J. M. Dias 14 caix-is com 216 i|2
kilos de rapa.
Nq hiat nacional Correta de Natal, earre
garam :
Para o Natal, Valoogaeiro i C. 5 barricas com
300 kilos de asaucar branca.
.Olnbelro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacioaal Camilla, para :
Parahyba 20:150*000
Cear 78:010*0! 0
Para 500*000
tarea 45*976
Dita n. 51. A meama 30*650
Patoa a. 7. Irmaadade do Sautiasimo
Sacrameatn de Santo Automo 4*970
Matbias de Albuquerqoe o. 28. Irman-
dade da CouceicSo dos Militares 15*320
Marcilio Dias n. i. Imandade de Nos-
sa Seuhora do Livramento 15*325
Santa Theresa n. 60. Irmandade de
Nossa Senhora do Tero 15*325
Roda n. 25. Ignacio de S Lopes Fer
naides 34*795
Patos n. 8. O mesmo 36*427
(Contina).
Thtisourariade Fa-
zenda
De orlem do Illm. Sr. inspector, fac) publico
que per : nta a sessi da junta do da 1 I do cor-
rente receb' m-ae pnpntas em carta fechada, para
o fornecimeuto de doua livros ueccasarios escrp-
turacao da matricula dos sentenciados existentes
no presidio de Pernan 11 de Noronha.
i Os modelos dos alludidos livros acbam-so neata
secr liria e seri apresentadj aos propouentos.
Thesouraria de Fazenda de Percambueo, 8 de
Agosto de 1887.O secretario,
Luiz Einydio 1*. da Cmara.
Contraria de S. Jos da
Agona
D.-1 ordem do irmlo provedor, convido aos nos-
s s eari'sim's irmaia para aasistirem a raissi que
a mesa regedora desta contraria manda dizer por
alma de seu cariasimo irmo Djmiugos Antonio da
Silva B iriz, na igreja d i convente do Carmo, no
do dia 10 do corrente, pelas 7 horas da maah,
trigsimo dia lo seu passain-'a o.
Secretaria da m -am-i confraria, 8 de Agosto de
1887.-Osecretario,
Marcos F. Paula Rcis.
Club de Regatas Pcr-
nambncano
Pcl i presente sao convidados todo3 os socios qae
estiverem quites con os cofres siciaes ( 1 art. 7)
a virera recober, das 7 s 9 da uoite, aa sedo so-
cial, os respectivos iogressos para a reunib fa-
miliar do da 13 do carrate, eb'm assim apre-
seiitar.-m as listas dos convites que tiverem para
a mesm i reuniao. Recife, 4 de Agosto de 1887.
Dr, Barros Sobrinho,
Presidente.
Krobarearev iiirla no porto em
de tgoaco
NACIONAES
Armandoeooaig. Loyo Filho.
Q'quii Companhia Pernambucana.
Ha Pereira Cirueiro & C.
Lamego(c-.nhoucira d^ guerra).
Mhi iauninba conaig. Baitar Oliveira Se C.
Vlnii latid Ci.mpauhia Pernambucana.
Mrquez de Caxiasi Domingos Alves Matheus.
Pirapama Companhia Pernambucana.
* Principe do Gri Para D. Alves .Matheus.
ESTRANOEIRAS
Armidaeousig. Fouseca Irmaoa di C.
Ar el Saunders Brotbea & O
Claudios Liyo & Filbo.
ClutaA Saunders Broth'ra i C.
* Echo Wilsou Sons & O
Fritz Baitar Oliveira & C.
Figurrense ordem.
Florence Saunders Brothers & C.
Gt-sine- Pereira Carneiro Jt C.
lianza Fonseca Irraaos & C.
Homborgeund WiUon Sons & C.
Jorgen J. Litz ordem.
La Pl<-ce Saunders Brothers & C
Mara Job istou Patcr & C.
w Matlekovita Johnaton Pater & C.
Nasmyth Saunders Brothers & C
Polaiyernen Fonseca Irmaoa t C.
Reform H. Luodgren 4 C.
Sculptor 8. Johnstou fa C.
Veritas Amorim trinis & C.
* Ville de Maeei Auguate Labitla.
O signa! inJica ler a embarcaco sabido.
Hendinieatos pabllcos
IBS DB AOOSTO
Alfandega
Reads geral
l> 1 a6
dem do 8
rienda Drovuieial
De 1 a 6 "
dem de 8
114:707*086
31:802*911
15:030*251
4.613*532
176:510,027
19.643*783
De 1 a 6
dem eS
De 1 a 6
Id tm .i. 8
De 1 a 6
Ideo di 8
Rxebfjloria geral
196.153/810
6:771*818
350*322
7:122*140
Recebedoria p.vinndai
Recite Drainage
8:528*783
Vaporen entrar
DOS PORT08 DO SL
Treuta 14.
Sergipea 14.
Sorataa 15.
Amaneaa 16.
Par-a 17.
(lie no quea 19.
Eaoirito Santoa 27.
La Plata-a 29.
DOS PORTOS DO NORTB
Mauosa 12.
Peroambjcoa 24.
DA EUROPA
M >odegoarr.anha.
Tugasa 24.
DB UAJUUBOO
Paraaagu a 15.
DE LIVERPOOL
Merchanta 13.
DB NEW-PORT
Adva.ieea 19.
Vaporen a aanlr
M.udego amanhi, s 2 horas da tarde, para Bao-
uos-Ayres, com escala por Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos.
Giqui atnanb, ao meiodia, para Fernando do
Noronha.
Maoosa 13, s 5 horas da tarde, para os portea
do sul.
Trenti 14, 1 hora da tarde, para Southamp-
tou e portos da escala
Sorata a 15, ao raeio da, para Liverpool e por-
tos da escala.
Lugre inglez Florence, chegado de Ter-
ra Nova, em 8 do corrate, e consignado
a J. Pater & (J. manifestou :
Baualbi 3:150 barricas e 500 meias
ordem.
Somma.
618
34
1.05J
Ut-MpaeiioM de exportan uo
BEZ DB AGOSTO
l das 1 6, tcrain deapachauoa uu Alfunie-
artigos seguintes :
Pura fra do Imperio
Agu.rdci.te..... 1.960 litros
Alg. do......270.319 1/2 kilos
A.,ucar...... 876.198 .
Borracha...... 75
\*vn. A aescarja
0.UADR0 DO BACALHO
ILrca ing >za Mar.
Lugar inglez Hlorenie.
Lugar iugiez Cinta.
Patacho inglri Ar.el.
QUADRO DO XARQUE
(larca nacionai ilfarianninAa.
Kaeasra alirau Gene.
Escuna a I lema FriU.
Escuna uorueguense Reform.
CARVAl DB PEDRA
Barca dioamarqrtesa Jorgen J. Lotz.
B.rea DOMicgii-'iisb Hoatborgsund.
KKR08EHE
Barca alleuii Hama
TRILBOS DB FERRO
Brigue jiortoguea Fgueirente.
VARIOS OEXEROS
Barca su.ca Putitaernen.
Lugar sue--o Armida.
Patacho portugus Venial.
Vpor n.eional Marque* de Caxia.
Vapor naeional Mrquez de Caxias,
chegado da Baha e escala, em 8 do cor-
rente, c consignado a Domingos Alves Ma-
theus. manifestou :
Azeito de palma 20 volumes a Fraga
llocha d C
Barricas vazias 400 a Viuva Marques
& Filho, 120. volumes ordem.
Charutos 5 cnizSes a Almeida Machado
& C, 1 a Dario de Almeila.
Materia' s para estrada de ferro 1:020
volumes e pegas ai prolongamiento de S.
Francisco.
Pipas vazias 50 a Amorim IrmSos & 0-
Panno de algodao 10 fardos a Luiz An-
tonio Sequeira.
Piasaava 100Jraolhos ordem.
Pelles de cabra 38 atados a H. Luo-
dgren & C.
l-AoorC.it'o
RBOITB. 6 DB AQiriO DB 1887
rtjra o exterior
N vapor ingles Sculptor, carretn :
Para Liverpool, M. J. da Kocba 510 saceos eom
25,850 kilos le a-sucar mascavado.
= No vapor ingles La Hace, carregou ;
Herrado Municipal de ti. Joa
O movimento deste Mercado nos dias 7 e 8 d<-
Agoato foi o seguate :
Ku Tarara :
92 bois pesando 13,130 kilos sendo de Oliveira
Castro, 61 ditos de Ia qualidade, 2 de 2>
e 29 ditos particulares.
438 kilos de pene a 20 ris 8*760
101 cargas de fariaha a 200 ris 20*200
31 ditas de fructas diversas a
300 rs. 9*300
19 taboieros a 200 ris 3*80)
27 Sumos a 200 ris 5*400
Foram oceupadoa :
48 columnas a 600 ris 28*800
44 compartimentos de fariaha a
500'ris. 22*030
44 ditos de comida a 500 rea 22*000
16 ditoa de legumea a 400 ria 50*400
62 ditos de fasendas a 400 r s 24*800
36 ditos de auiao a 700 ris 25*200
22 ditos de tressuras a 600 ris 13*200
20 talhos a 2* 40*1)00
16 ditos a 1* 16*000
A Oliveira Castro A C.:
108 talhos a 1* 108*iXX
Jeve ter aido arrocadada uestes dias
a quantia de 397*860
.Xa vio* a entrar
4:013/2 0 Bella Kosade Terra Nova.
4:515*523 Emolatorle Terra Nova.
Expeditde Hamburgo.
Farwardde Liverpool.
Lidadordo Kio Grande do Sul.
Mariedo Kio de Janeiro.
5:t w"^ Marinho IX-do Rio Grande do Sul.
03,511 Mariettado Rio Grande do Sul.
Nioade (arditf
6:799*8! Petrus de Savannab.
Poaitivodo Rio Grande do Sul.
Temerariodo Porto.
Tiber-de Halifaz.
Union de Saotos.
VVithelmioede uamburgo.
v v


Reudimento dos dias 1 a 6
Foi arrecadado liquido st hoje
l'ree m do dia :
Garu verde do 240 a 400 ris o kilo
Carneiro de 720 a 80J ris dem.
Sumos de 560 a 610 ris dem,
fuaba de 160 a Vil I 'ia a cuia
Milbo de 26) a 32) rea dem.
Feijo de 561 a 800 dem.
1:322*180
1:720*010
Hniauuuru Publico
Foram abatidas uo Matadouro da Cabanga 112
reses para o consumo do dia 7 de Agosto.
Seudo: 83 reaes pertencente a Oliveira Castro,
or. C.| e 29 a diversos.
Movluicuio do porto
Navios entrados no dia 7 de Agosto
Babia2 dias, vapor ingles La Place de 904
toneladas, commandaute J. Moora, equipagem
28, carga varios generes ; a Saunders Brothers
& C.
Rio de Jantiro15 dias, p illiabote nacional Ida
de 191 toiielaia, capita> Manoel Joaquim da
Silva, equipagem 9, em lastro ; a Pereira Car-
neiro & O.
Sahidos no mesmo dia
Babia o escala Vapor nacional Prncipe do
Gro-Par, commandante Joa Fernandes Tei-
zeira, carga varios gneros.
BarbadosPatacho ingles Eche, capito E. I.
Bogart, em lastro.
Navios entrados no dia 8
Cardiff42 das, barca dinamarquesa I. I. L.tz
de 556 toneladas, capital J. C. Andersen, equi-
pagem 12, carga carvo de pedra ; ordem.
Terra Nova37 dias, lagar inglez Florence de
212 t 'iie'adas. capito Samuel Fac- y, equipagem
9, carga bacaibi; a Saunders Brothers & G.
Babiai 1/2 dias, vapor nacional Mrquez de
Caxias do 500 toneladas, commandante Jos
Joaquim Coelho, equipagem 26, carga varios
gneros; a Domingos Alves Matheus.
Sonidos no mes'PO dia
Santos e fsealaVapor franeez Ville de Macei
commandante B, Pacha, (carga varios gene-
ros.
Saiitos e es ralaVapor austraco Maltekovita,
commandante Ua.-niiff, c-irga varios gneros.
OLservacSo
Com destino ao Kio de Janeiro seguie houtem
a barca portugaeza Alexandre Herculano qae
arribjU a esto porto afin de prover-ae de maoti-
meotos para poder roseguir a viagem.
iiffliiri


Diario de Pernambuco--<-Terpa--feira 9 Agosta de 1887


I

De ordein do Illm. 8r. Br. inspector, fac
publico qu- no di,i 1 I d c rrenta vai i prac, pe-
rante ente Tnesouro, o fornecimento dos i hjectos
abaixo declarados, necesarios o servica da Cata
de Deteucao.
Os concurrentes deven habilitar se previamente
fazei acompaahar aa suas propostat, que sera i
em cartas fechadas e l ntregucs no dia da arrema-
tago de um ixemp'ar de cada um dos referidos
objectos :
2 ciasarolas de ferro ea'auhado com 2 kilo* de
peso.
2 ditas de dito, com 1 dita de peso.
12 cocis de folha de ftndres com 0,08" de al-
tura, 0,10 da bocea e 0,09 de fundo.
4 ditos de dita, com 0,07" de altara, 007 de
bocea e 0,^m de fundo, s ndo este cum ralo.
4 conchas de ferro r stauhado.
2 assucareiros de fjlha de fl.indres conr*apaci-
dade para 2 kilus de hssucar.
300 tijelas de Icuc^ de Japy.
200 pratoj da meicna louca.
Secret ria do Thcsoouro Provincial de Peroam-
buco, em 8 de Agosto de 1887
O fficial,
Lindolfo Compeli
O administrador da Recebedoria Provincial
dand0 cuu>primeuto a Portara n. 1017 expedida
p.'lo Illm. Sr. Dr inspector do Thesouro ein 26 do
correute, fas publico a quem interessar pona, que,
n> praio de 30 das uteis contados do l- de Agesto
prximo, dar-se-ha priacipio nesta reparticSo
cobranca, livre de multa, conforme a lelacio infra,
das aunuidades e mais servicos da Recfe Drama
ge Company relativos ao 2' semestre d j exercicio
do 188687.
Recebedoria Provincial de Pernambuco 29 de
Julho de 1887.
O administrador,
Francisco Amynthas de C o i le J
yin
IHM \m vin;
DO
SS. Sacramenlo Ja Muirla de 8. Jos*
Oc erdeui da in-sa rege lora desta veaeravel ir-
mandade, convido a t^J n js irmoe pira eomp-.-
recerem no consistorio da matriz, afin de se pro-
ceder a eleielj pira a nova mesa regedora, que
ter lugir teros feiru. 9 do torrente, as 4 horas da
tarde, pi r t.iem se r> cuando parte dos novos tbu-
tos. Keeife, 30 de Julho de 1887.
Vi-ira da (.'unha Sobrinho,
Eacrio.
Arsenal de (iuerra
De orden, do I! Ira. Sr. major directer, distri-
bue se costuras nos li*3 8, 9 e 10 do mea cor-
rente, a costuren as de n3. ll a 200, de coaf r-
mdade com >.s disposieo s dos aanuncios anterio-
res.
Seccao de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 7 de Agosto de 1887.
Flix Antonio de Alca: tara,
Alteres adjunto.
Obras publicas
Do ordem d > Iilm. Sr. engenheiro director geral
das obras publicas e de conformidade com a au-
tori'gHca H.' S. Kxc. o Sr. prest iente da provincia
de 30 d Julhi u tim), f.co publico que no dia 25
do crtente, aiinei.t dia, ua raes na rrpirtic",
reeebe-s i propostas par* a obn de reconstrucoo
da ponte do lunqu -ir* sobre o rio Pirapam, or-
eada m 8:670*3 ll
A plantt. orcamcoto e el .usutas especiaos d >
Contricto acham-sc nesta s ir. tana para screin
examinad >s por aqu lie., qua pretenderem arre-
matar a ase ina obr d-' i.cc rdo cora o qne dispoe
os arts. 7 ) a 73, 8J e 90, 92, 97 a 101, 106, U5 e
116 do regulara' uto de 20 de Juuho do crlente
anno.
Secretaria da repartieao das obrac publicas de
Pernambu.-o, era 2 de Sci'b de 1887.
O ngei.hairo secretario,
J'aquim (Jomes de Oliveira e Silva.
De ordein do Eira. Sr. chefe de livisi Jos
Manoel Picao da C-jsta iuspector deste Arsenal
e capito do Porto d.sta provincia, faco publico
para int-'iro ccnhecirae.it > de quera interessar pos
aa que fiea designad.) a praia da ra daa Jangadas
no 2- di.-trieto do S. Jos* para t rem lugar os cou-
certos d.u embarcatoea da pequea cabotagem e
trafico d porto, para o que a resp ctiva licenca
ser couce lilla p ir esta ctpiuuia ; j'ic recommeo-
da s-j-i observado o presente ediul sob pena de
pagarem ua contrav -utores as multas a que eslo
aujeitos p 1) resp-ctivo rei;ulam-nto.
Capitxxia do Porto d. i'ernmnbuco, 4 de Agos-
to de 1887 O secretario, Antonio da Silva Aze-
vedo.
i -~~r i i i
ASSOCIACA.O COMMERCIAL BENK
flOKNTcJ DE PERNAMBUCO
D; conformidade com o art. 15 dos Estatutos,
jio eonviJtdos os Srs. ass^ciados a ompirecerem
do edi.'ici i Jesta assiciaca, no dia 9 do crrente
mez, para era assemb'i geral uuvirem a leitura
do relat rem nova directora pira o anuo dj J887 a
1888.
Recite, 5 de Agosto de 1887.
Joaquim Alves da Fonseca,
Secretario.
S. M. Q. M.
Soeleclade Huniral Quatorce de
Marro
De ordein d i Sr. presidente combinacao do
Sr. pr itessor, miratifiT aos senbores socios em
geral, que a esnur de 7 do corrente em diante se
observar a siguite tabella de ensiuos e ensaios :
Aulas
Segundie, qu.rtas, quintas e sabbados, das 6
aa 7 1/2 horas da noite.
Emaiot da banda
Segundas, quintas e sabbados, das 7 1/2 it 9
1,2 horas da n>ite
JCntaios de orcheitra
Quartas feiras, d' 7 1/2 At 9 1/2 horas da noite,
C douiingis, d8 11 i 2 h iras da ttds>
Secretari-. n suaiaiarln inusi^nl Quai torso de
Mar^s d- 1887.O secretario,
Aprigio Firmiuo Baptista.
1S. K, J.
fSocledade Hecroatiin Juvrntnde
ConmermiacSo do seu 23. annivereari) em
14 di con ente
A preeideneia desta sJeiedade, agradecendj a
seus convida ios o araavel acolbimento que dispen-
taram s ei.nmies.'s qie entregaram os cinvites
para sua testa annivers.iria, participa Ibes qu;
a bbse i d. i istal'aca> di banda musical comeca-
r as 9 horas da .noite, e fiud., principiar o
sarao.
O senho.-3s socios podero desde j procurar
seus ingresos em pider d S.-. ti siarciro.
Previne-se que nao seadmiltiro aggregados.
Secretaria da eociedade Recreativa Juventude,
5 de Agosto de 1887.0 2 scrctario,
Jos de .Mediis.
Manta Casa de Misericordia do
He el fe
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintes predios :
Ra di Hora Jess n. 13, 3- andar.
dem lem n. 44. I' andar e loja.
dem d > Vigario Thenorio u. 22. I- andar.
dem id> m n. 25, sobrado.
dem do Mrquez de Olioda n. 3, 3- andar.
Ide n > Apollo o. 24, 1- andar.
Ide:. d Hoda n. 4'.
Ipem i^.ew n. 47.
dem ilesa n. 49.
dem idera n. 37.
dem da Liugaeta n. 14, 1' audar.
Beceo Jo Abren n. 2, 2' andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia di
Recife, 25 de Maio de 1867.
0 escrivao interino,
Francisco Gomes Castellao.
Manta casa de Misericordia do
Recfe
Por esta secretaria sao chamados es parentes
ou protectores das menores aba izo declaradas,
parz, at o dia 30 do corrente, apresental-as no
collegio d- visto adiar' use inscriptas em primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, lili:a de Migad de Souza Galvo e Isa-
bel Mara da Silva Galvao.
Sydronia, filha de Cosme Damiao Feppe da
Silva e C i-" incia Maria di Carmo.
Secretari.i da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O escrivao interino,
Francisco Gomes Castellao
Companhia do Beberibe
Previn se aos subscriptores da acedes da no-
va emitsao que o praso para o p'iameoto da ter-
cjira e u't'ina prestac) de 40 /0 termina no da
6 do me.! prximo vindouro, como foi previamente
annanoia-l'.
Recife, lid.' J-.'<< d^ 1887
Jos Ei. 'aquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Relacao a que se refero o edital sopra.
Fraguezia do Recife
Ras: Mrquez de Oiiada, Bom Jess, Alvares
Cbral, Commercio, Bispo Sardinha, Thom de
Sonta, D. Maria de Seura. Vigario Tenorio, Bar-
reto de Menezes, Mariz e Barros, Burdos, Atnorim,
Moeda, Tuyuty, Companhia Pernarabucana, Ma-
Jie de Deas, Domiogis Jos Martins, Mscate,
Ki-rtaurao, D. Mana Cesar, Visconde de Irapa-
nca, Pharol, Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Guararapes e Baro de Triumph.
Praeas : Asscmbli, Chaco e Pedro 1-,
Tr.vessas : Vigario, Madre de Deus, Campello,
Domingos Jos Martina, para o Oorpo Santo, Anti-
g Porto. Bom Jess, Areal, para a Fundicl Oc
eideute, Guararapes e Praca de Pedro 1'.
{ecos : Abren, Noronha, Lirgo, Piudoba, Ta-
pado e P.iaeh >hI.
[isrgoa : Alfandega, Corpo Santo e Assembla
Con : C 'inpinlua, Brurn e Apollo.
Freguezia de Santo Antonb
Ras : Imperador, 1- de Margo, Duque de Ca-
xias, Cabug, BirSo da Victorin, Triucbeiras, La-
I raogeiras, Larga do B-Mario, Estrena do Rosario,
I Krincisco Jacintho, J^o do R go.I'ha de Carvalho,
C"uselheiro Pirette, Netto de Mendonc, 28 de Se-
tembre,Santo Amaro, Mathiaa de Albuquerque,Paz,
Pauliuo Cmara, Fdg.', Livrameut, Penba, Vis-
conde de Iubauma, Pedro Affouso, Nova da Praia,
M ircilio Dias, H- nriqu- s Das, Lomas Valentinas,
Cori-nel Suassuna, Santa Th.'iez-i, M de Maio,
1'. Ima, Marques do H rval e Cadea Nova.
Caes i Vinte Dous d Novembro,
Largos: Paraizo, Carmo, Penha, S. Podro e
Praceta.
Tr,.vessis : Queimado, Cruzes, Mrquez do Re-
cife, da ra Bella, Quar'eis, Calabougo, Expostos,
Matriz, Flores, C*rmo, Bomba, Livramento, Arse-
nal, 1" e 2' d Praia, Calcer.iro, S. Pedro, Vira-
Ca ', L bato. Falcab, Pociubo e Concordia.
Biccos Ua travessa da ra Bella, Calabouco,
M..iru. lo, 2' e 3" da Camboa, Falc5o, 1 e 2* da
Cdeia Nova.
Campos : Prioceza.
Pracus : Pedro II.
Freguezia de S. Jos
Ras: Marcilio Dias, L'inas Valentines, Coro-
nel 8uassuna, S. J > i, Falipp- Carnario, Mrquez
do H rval, Vate Quatro de Maio, Das Cardoso,
Passo da Patria, Padre Nobrcga, Victoria, Cadcia
Nova, Vidal de Negreiros, Fre Henrique, Dique,
Assumpcao, Domingos The<.touio, Padre Floriano,
Clirist vio Colombo, Jardim, Forte, Antonio Hen-
rique, Nogueira, Santa Cecilia, Sauta Rita, Padre
tluoia, Praia de Sauta Rita, S Jos, Pescadoras,
Praia do Forte, Ypiranga, Imp rial e Luiz de
Vlendoncu.
Traves'aj : Msrlyrios, Ramos, Pocinho, Cal
dtreiro, Gas, Prsta, Serigado, Copiares, da ra
Nova de Santi Rta, Praia do Forte, S. Jos,
Pcixoto, Lima o d* Matriz de S. Jos.
Boceo* : Palma, Caldereiro, Cas, Assumpcao,
Nova de Santa Rita o Motriz de S. Jos.
Largos : Forte e Mercado.
Freguezia da Boa-Vista
Ras: Irap ratriz, Conceicio, Visconde de Pe-
lotas, Tambi, Visconde de Albuqucrque, Cap-
baribe, Ponte Velha, Conde da Boa-Vista, Ria
cbnelo, Uoio, Saudades, Sete de Setembro, Vis
conde de Cam&ragibe, Camarb, Rosario, Gervasio
Pires, Dr. Villas-Boss, Soeego, Principe, Santa
Cruz, S. Goncalo, Coelbos, Hospital Pedro II, Ge
ueral Sera, Coronel Lamenba, Conselheiro Aguiar,
L*ao Coroado, lia rio de S. Borja, Desembarga-
dor Nunes Machado, Visconde de G>yanna e At-
traccio.
Travessas : Gervasio Pires, Atalho, Coelhos
Barreims, Veras, Qiiabo, JoSo Francisco, Men
goeira, Cimpina e Palacio do Bispo.
P.acas : Conde d'Ea e Santa Cruz.
Largo; Campia.
Beccos : Coelbos e S. Goncalo.
Capital do Banco....... l.OOO.OCO
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva_____ ... 200,00(7
A contar desta data e. at ulterior reso-
luto, conceder-se-ha juros do dous por
cento ao anno, sobre os salios da dinheiro
depositado em conta corrente de movimen-
to no raesruo Banco.
Recebe-se tambe n dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de tririta d.s para ser
retirado, mediante as cond(,-5'8 de que se
dar conbecimento nos iateressados.
Pernamcuco, 23 de Maio do 1887.
kienry K,. Qregory,
orei.e.
Companhia
|mperia
Estrada de ferr d Ribciro
ao Bonito
Pelo presente fa;o saber aos Srs. accionistas
desta empresa, que j realizararn a segunda en-
trada de suas acco-os, constantes das cntelas us.
18 19. 26, 55, 61, 63. 81, 83, 85, 90, 101, e
104 que em observancia do disposto no n. 1 do
art. 9 dos estatutos, fica-lhes mtreado e prazo de
30 dias a contar de 15 do corrente mez, para rea]
lizarem a 3a entrada de ditas accoss com a malta
de 20 /.
Outro sim, o accionista que nao realizar suas
entradas na forma determin ida perder ern be-
neficio daeraprezi as eutradas queja tenba feito.
Recife, 13 de Julho de 1887.
O secretario da directora,
Jos Bellarmino Pereira de Mello.
a uiiMa e
AVISO AOS PASSAGfilROS
Visto ten m se dado certos engaos por parte
dos Srs. pissageiro8 que nao leram m tenopo os
avisos d'esla gerencia sobre as novas concessoes
feitas pela directora, e Sobre o regulamento das
series loensao* por essa occasiao creadas, as quaes
por esta razio nao poderam ser obtidas por todos
que ns desejaram ; c, mmunico u Ss. Ss. o se-
guintc :
lo As concesed s espontaneas e anteriores que
contifiuarm em vigor, foram : as de oassagem
gratuita aos meninas de escola; a assignatura de
urna viageuo redonda por dia a 10000 na 2* classe
para os creudos dos assignantes; o direito de
viajar o assipnante ind'Stiuctamcnte para Olinda
c Beb-ribc qu-ndo a assignatura fr para duas
srcco's ; o lir- ito de transportar os mesmos gra-
tuitamente no carro de freio, garrafoes vasios, latas
ou pequeos caixoes que tenhira de voltar cheios,
salvo o caso em que j esteja tomado todo e lugao
da carga ; o direito de transportar gratuitamentr
no carro de rcio plantas oucmbrulbos cujas dimen
so 's nao exceam as do que pagem os primeiros
p.-ecoa das rrspectivaa tab.-l.'as, e por metade do
prif) oa object.6 p-lus qti'ics o'ellas su cobram 00
segundue valores.
2a As novas conceses fcitas no comrco do
actual mez foram : poder o passageiro obter se-
ries nominaes de urna viagem redonda por da men-
saluii nte na l* classe, a 16U00, para Olinda e
Beberibe, c 80 .0 para a Encruzilbada dando-lhe
os m.-smos direitos de que gozam os assignantes;
reduccao das assignaturao de estudantes de pre-
paratorios, que eram segundo as idades ao preco
mnimo de 2#500 para a Encruzilbada e 54000
para Oliuda e Btbribe; viujar o assignante ou
portador de series, um mrz de gruca depois de ter
sido consecutiva e uoininilinente passageiro de
taes typos de bilbetes duraute 11 meses, o que im-
porta eir. viajar durante o anuo A razio de 184333
como assignaate e razio d 1 14/666, como por-
tador de series.
3 As series podero ser obtidas at a tarde do
ultimo dia do mez anterior, visto como sao data-
das e rubricadas e precisara assim str preparadas ;
as assignaturas eab concedidas at o dia 3 de cada
mez
4* Os bilhetej gratuitos dos meninos de escola
s sao concedidos mediante um attestado de fre-
quencia do respectivo prof de estudantes de. preparatorios, que nao exercam
outras funecoes e sejam meramente estudantes,
mediante a apresentaco da m itricuU.
Escriptori* do gerente, 27 de Julho de 1887.
A. P. Simiet,
HElilIROS contua ViHii
E8T: 1803
Edificios e mercadoria'r
Taxas baixa
f rompi paganumto de prejuitot
CAPITAL
tis. 16,000:(XX!400(>
itiiwnfrii
BROWNS&C.
N. fv Ra ro Conxme.rcv-N
SEGUROS
CONTRA P06O
fbe Liverpool k London i Globe
INSURANCE C0MP4M
H.
SEGUROS
R0Y4LIAILSm PACKPT
COHFANV
0 paquete Mondego
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS -N 7
Seguro 111 ti ri I i mi* e terrestre
Noates ltimos a nica companhia nesta praca
que concede sos Srs. seguradla iseuof cao de paga-
mento de premio em cada stimo ann3, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 por
cento em favor dos seguradla.
aiiA no commkncio n. se i* awoii
i.rotou fc Brasllian Bank
LlmHed
Ra do Commercio o. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sa do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas c. 75. No
Porto, ra dos Inglezea.
E' csperadodaEuropanodia
11 do corrente, seguinds
depois da demora necessaa
ria para
Macci, Badia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Raeaos Ayres
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
cerrente seguinJc
depois da cemors
necessaria pars
4. Vicente, Lisboa, Vlgoe Non
thampton
Reducq&o de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton 1 elas3 28 42
Camarotes reservados para os passigeiro* de
Pernambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracla-sc m
Consignatarios
A mor i 111 Irmos &C.
. 3- RA DO BOM JESS N. 3
jcilo
Te rea felra, 9 do cor rente
A's 11 horas
Na ra Nova n. 24
O agente Modesto Baptista, por mandaJo e com
assistencia do EXm Si. juiz de orphos, t. requer-
ment do inventara nte do espolio da finada
D. Mara dos .Santos Pioheiro, far I.ilodOM-
bradn n. 138 da ra do Coronel Suassann, perten-
cente ao mesmo espolio.
Km Ki.niu
O mesmo agente competentemente autorisado
tara leila-j do sobrado n. 6 e da casa terrea n. 4
da ra da Lips, treguezia ao Kecife.
Leilo
(louei! Sutes & Brasil
0 nw AIUucr
S.S. c
E' esperado dos portes de
sul at o dia 16 de Agosto
depo3 da demora necessaria
seguir para
De uro lindo carro de 4 rodas, coberto c arreios
para un oa dois car iros, nm lustre de crystal
com 3 bicoB, lindo1 ; ro s a oleo, mobilias e 1
piano.
Terca elr e Agosto
Agenr Piulo
V armazem da rna do Mr-
quez de Olinda a. 2
Leilo
De 1 mebilia de j randa, 1 dita de junco, 2
oanos, 1 cofre prova do, fog', 1 guarda-louca,
jarros, miudezas, chipos de fckroe uutros amitos
objectos.
Terya-feira, 9 do corrente
As IS horas
NA RA NOVA N. 24
AEBite Mtelo Bautista
lfaranho, Para, Barbados, M
'Thomaz e \cwVork
Para carga, passagens,e. i.; nrnendas d>nheir<
fretc, tracta-se com o
O vapor Advance
HARIIIS
roni'iMiii: de einaur
Kf ii HAifilTini *
LINHA MENSAL
0 paquete Orenoque
OnmiBaDdante Moreau
Ltposa m de S* i ur .
Xe v/s, at o dia 19 e Agosto
o qual s.;guira Jepo'a d^
demora necs-f tu i pira
Vacciua publica
De ordem do Erm. Sr. Dr. presidente da pro-
vincia, declaro que no Gytnnasio Provincial ha-
ver vaccina publica todas as quintas-feiras, das
11 horas ao inei > dia, ou em qualquer dia santo a
mesuia hora.
Gyinoasio Pivvincial, 1 de Agosto de 1887.
Dr. Kstevao Cavakante de Alboquerque.
DO
BRASIL
Capital 0,000:000*
dem realisado 8,000:000*
A caiza final d'es'e Banco funecionaado tem
porarismente a rna do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, contra os seguintes correspon-
dentes no cstran;.'. ir :
Londres......... /N. M. R.ithschil & Sons.
Psris.....
Hamburgo
Berlim-----
Bremente.
Frankfurt e, Main,'
Antuerpia ......
Boma...........
jeuova........
aples........
Niiao e raais 340
cidades de Ita-
lia..........
Madr.d..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonc......
Valencia a cufras
cidades da fies
panha e ilbas
Canarias......
Lisboa.........
Porto e mais ci-
dades de Por-1
a...)
De Rothschild Frres.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvers.
* Bao Qenerale e
agencias.
toga! e ilba
Buenos-Ayres
Montevideo......
Nova York......
Banco Hypitecario de
Espaa e suas agen-
cias.
I!.neo de Pirtugal
suas agencias.
)
Bi
)
Engli8h Bank of the
ver Pate, Limited.
G Amsirk & C.
Compra taques sobre qualquer prac.a do impe-
rio e do eatrangeiro.
Recebe dn.heiro em cinta correte de movi-
mento OOtB juros a lazao de 2/o ao anno e por le-
tras a i tazo a juros convencionadoe.
O gerente,
William M Web.-ter
Eleicude nm piofeaaor para mem
Uro do ronselho Iliterario
De crdeiii do .-. inspector geral, declaro aos
profesores pobliios de ensioo primario effeetivos
e vitaci s, quer de u quer de oufio sexo, que
tendo de proceder se a eleicao de um proresjor
para niv-mbro do crnselho htterarl., devem na
forma do art. 1* das instruccoes de 15 de Maio de
1885 e art. 18 | 17 do regulamento in'erno das
acolas, remelteiem a tata secretaria at o dia 14
de Novembro vindooro, os seus ofEcio?.
Secretaria da ioatraecsVi publica de Pernambu-
co, 1 de Agosto de I87.O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
De hoje por diante es presos
dos materiaes da diaria a Vapor,
serao regalados pela tabella se
pinte, sem descont:
Tijohs grossos frmalo coiu-
iiiUHi, millieiro !8$ Ditos for-
mato pequeo 16$ Tclhas, mi-
Iheiro 5d&, Ladriihs de diver-
sos formatos 30^00,
Recife, 1 de Agsolo ,1e 4887.
Antonio V. Nasciineuto Feitosa.
_________GERENTE INTERINO.
' I......."
18
E' esperado dos portos do
sul at o din 19 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeauz
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-ie aos senhores passageiroi de todas
classes que ha lugares reservados para est
agencia, que podem tomar em qualqner tenopo.
Faz-se abatimento de 15 /o em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que torna-
ren) bilhetes de proa, go.vun tambem u'este a bati-
mento.
Os vales postaes s se do at dia 17 pagos
do contado.
Para carga, passagens, encommendas t dinber
a frete : tracta-se com o
AGENTE
Angnste Labille
- 9 RA DO COM MERGIO-9
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda em I **
CAPITAL l,U0U:iKM)p
SINISTROS PAGOS
\t 31 de dezenbro de 18 94
Martimos..... .,..0:000$000
Terrestres,. 316:000^000
4t-ltua do Coiuuirelo--
.NORTHERN
da liondren e Iberdeeu
rMtfo Onnncelra (Uesembro 1SSS)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accamalarloi 3.134,34f
Recelin nniiual
Os premios coc'ra fogo 577,330
Do pre mios sobro vii as 191,000
De jurus- 132,000
0 AGESTE,
John. H- Boxwe
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambncana
Ra do Commercio n.
8
COMPANHIA DE SEG10S
CONTRA FOGO
North Brilish k Hercantile
CAPITAL
:OOO.OOo de libras sterlina*
A Q EN ES
A (Ioiiisom lio wie & C.
aiiiprschiriTahrts-GeselIschan
O vapor Paranagu
Esperase de HAVIBURGO,
por LISBOA, e AZORES at
o dia 15 do corrente, seguin-
ido depois da demora neces-
saria para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMBRCO N. 3
/ andar
~c9umxn:~PKR.vinnixTiA
DE
%avegaco Costelra por Vapor
Fernando de Voronlia
0 vapor Giqui
Comandan te Lobo
Segu no dia 10 de
Agesto, pelas 12 ho-
ras da manbS.
Recebe carga at o
dia 9.
-oras da msuh do dia da
partida.
ESChixTORIO
Caes da Companhia kPemambn
cana n. 156
Companhia Hraillelra de .\ave
2;aeoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Cotnmandante tenente Ouilherme Wad-
dington
ti' esperado dos rtus do
noria al odia l de Agosto
e depois da demora indis-
pcnsavcl, sjegair para os
p---A8 do sul.
Recebe tamsem ewga para Basto*, Hnatu G-
tbarion, Pelotas, Porto Aiegr.i e Rio Grande i
Sul, trete modic .
Para carga, passirnns, cacoinicondas c valores
trata-se na agcneH
PRAQA DO CORPO SANTO N 9
PaeiBe vSieam ^avi^aiionilompany
8TRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Sorata
Espera-se dos portos do
sul at o dia 15 de A-
gosto seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete eos qne dora
em dianle segnirem locaro em
PIymouth, o qne facilitar chc-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
Seiro a frete tracta-se com os
AGENTES
wllsou Sons fc C, Limited
N. 14-RA DO COMMERCIO-N 14
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
e com os
AGENTES
Henrv F >fs'er & C.
i 8 RA 1.0 .OMMERCIO N. 8
. anda
Companhia Bahiana de navega-
eao a Vapor
Macii, Villa Nova, teaedo, Aracajii,
Estancia e Baha
PORTOS DO SUL
0 vapor Sergipe
Ccminandante Pedre Vigna
E' esperado dos Doriop aci
ma at o dia 14 de Agosto,
e regressar jara os cies-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Para caiga, passagens, encommendas e dinheiio
s frete tracta-se na agencia
PORTOS DO NORTE
Muco, Mo^snro c Aracaty
0 Fior Maipez ie Cxias
Cammandante J. J. Coelho
Segu impreterivel-
mente para os porto;
cima no dia 14 di
Agosto, as 4 horas de
'arde. Recebe cargs
mienmenteat ao 1|'
dia do dia 13-
Para carga, passagens, < ncoumendas e dinhei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7Hua do Vio'irio 7
Domingos Alves Matas
Leilo
"De 2 fileires grandes envidracados, 2 ditos me-
nores, i armavao ingleza para fazendas, 1 meta
com estante, um lustre um gurla-louca envidraca-
do, 1 garda-vestid i, 2 earneiros e 1 c-.rroca para
carneiro.
HOJE 9 DO CORRENTE
Agente Pinto
\o armazem da ma fio Mrquez
de Olinda n. 3'i
Grande leilo
De
movis, piano, espelbos, quadros, vi-
dros e obje.-tcs de electro-plata
Quarta-feira 10 de Agosto
A'S 10 1/2 HORAS
Na grande casa qu? morou o Sr. Jos
Soares do Amaral ra da Uniao
d. 29 A
CONSTAN O DE:
Urna mobilia de Jacaranda completa a Luiz XV
com tampo de pedra, 1 piano forle ingles, 2 lin-
dos espeihos de crystHl com mo'dara de rama-
genfl, 4 jarros pira ti r. ?, I candieiro, 4 etagers,
2 quadros, 1 re. gio de parede, 1 candelabro de
metal prateado para 6 luzes, 1 porta cartes com
espelbo, 1 rica cama de jucinmd embotida de
pao setim, 1 guarda-vestido dt amarello, 1 toilet,
1 bidit, 1 cabide de columnas, 1 eama franceza
de mogno com encost de palbs, 1 commeda de
(caranda, 1 cabide coberto, 2 cadeiras de bra-
cos, 1 mirqueza.i, meia cemmoda, 1 cabide,
1 cama para crianc1, 1 espelb, 1 lavatorio com
pedra, 1 marquezo para s dfeiro, 1 lavatorio de
ferro, 1 ber91, 1 m.rqueza, 1 cadeira secreta.
Urna mobilia de pao curga cnlalh&da com am-
p i de pedra a Lniz XV, 1 guarda kuca de ama-
relio, 1 mesa elstica c..m 6 lab as, 2 aparado-
res, 1 espregui^aCeira de junco, 2 ditas de pao
carg.1, 1 sof, 1 rtlogio, 1 machina de costura,
1 espelb j 2 etagers, 4 jarros, 2 quadros, 1 quar-
tinheira, 1 filtro, loncos para almo^o e jantar,
copos, clices, garrafas, licoreiro, facas, colherea
objectos de electro-pUte e muitos outros objectos
que se tornan enfadonhos ncional-os.
Por intervrnjao do agente
Gusmo
Lc'lao
Porto por Lisboa
Para os partea indic-dji seguir brevemente
o briguo portugui z Armando ; para carga e pas-
sageiros trata-se com os consignatarios Jos da
Silva Loyo & Fh j.
Terea-feira, 9, s 10 1/2 horas em ponto, deve
ter lugar o leilo de 61 Meos com arroi, no ar-
mflzem do Sr. Jos Luiz, junto guardamoiia da
Alfandega.
Em cominoacA) e no mesmo dia 9, leilo de
bons movis, quadros, lenca e vidios, no armszem
da ra do Mxrquez de Olinda n. 52, por occasiao
do leilo do sobrado di rna de S. Bento n. 10, em
Olinda.
De 61 saceos com arroz avariado
TERgA FEIRA, 9 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
No armaxem do Sr. J.s Luiz, junto a guarda
inoria da Alfandega
O agente Pinto, levar a leilo por conta e ris-
co de quem pertenctr, 61 saceos cam arroz des-
carregadus de bordo do patacho sueco Armida
com avaria d'agua d i mar e existentes no arma-
zem do Sr Jos Luiz, ca--s da Companhia Per-
nambucana.
Leilo
De 1 cavallo pedrez, proprio para carro oa
QUARTA FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 11 horas
Na casa que morou o Sr. Jos Emilio Soa-
res do Amaral ra da Uniao n. 29 A
Por occasiao do leilo de movis, pianes e
vidros
Por intervenga do agente
Gusmo
Agente Burlamaqui
Leiiao
De 4 carros sendo 2 inteiramente nV08 e
2 ditos usados
No sitio do finado Dr. Teizeira, 4 ra
lo Visconde de Guyann.i.
Quinta feira, 11 do corrente
A's 158 11 horas
Depois da chegad. do trem de Casanga
O agente acinri. por alv-ir do Ezm. Sr. Dr.
juis de direito da provedoria de eapellas e resi-
duos, requermento do tettam"nteiro e inventa-
riantc do finado Dr. Manoel Framico Tefzeira,
levar a leilo os carros ncima mencionados, OS
quaes sebam se a dispssico dos pretendentes no
sitio cima declarado.
De
Leilo
loneas e
Ti
De movis, quadros, jarros, pspplhos, can-
dieiros a gaz, erjrataes, objectos de elcc-
tro pate e 3 veoezians de caixa.
A saber :
Urna mobilia de jaenrand, 1 piano de Erard,
4 jarros de alab-^tr -, 4 quadros oleo, 1 esdei-
ra para piano, 4 iiJoumi. 1 lustre a g.iz, 3 ser-
pentinas.
Urna cama franceza, 1 lavatorio, 1 toilet,
1 marquezo, 1 commod-. 1 berco, 1 cama de
ferro, 2 camas para mininos, 1 commoda guarda-
roup.
Urna serafina, 1 mobilia de pao cirga, 2 espo
Ihcs, 2 relogios, 2 cadeiras de balance, 4 quadres.
Urna mesa para jantar, 1 guarda louca, 2 apa-
radores, 12 cadeiras, Luc para cha e jantar,
copos, clices, garrafas, eompoteirss, talherea e
mnitos outros objectos de casa de familia.
Zerct feira 9 de Agosto
POR INTERVENQO DO AGENTE
Pinto
Noarmazem da ra do Mrquez de Olinda
n 52
Em continuare
Dous carras de 4 rodas, cubertoa para carnei
ros, servindo de baso as cffertas obtidas.
Do sobrado da roa de S. Bento n. 10, em
Olinda
Terca-feira, 9 do corrente
A'b 11 horas
Agente Pinto, rus do Mrquez d? Olin la a. 52.
bous ni >veis.
dros
SENDO:
Urna mobilia (nta!b uzo e conslos de marmore, 1 tapete grande para
sof, 4 ditos pequenis pira porta, 2 bonitos pares
de jurros para flores, 2 lanternas de porcelena para
estudo, 2 escarradeiras do porc-lana (finas), 7 bo-
nitos pannos de crocbn rufeitados de la, 1 almofa-
da para sota, 1 canieiu de gz e diversos qua-
dros.
Urna bonita cama francesa de pau-ehrga, 1 col-
xo, 1 cortinado e cpula para cama, 1 bom toilet,
lavatorio preto com pedra, 1 guarnijo para la-
vatorio, l columna c-, >> pedra, 1 cabide de colum-
na, 1 meia commoda de aa arillo, 1 banca para
costura e urna machina peiteita par* cottura.
Urna mesa elstica de ama relie de 3 taboas, 1
sof de junco branco, 6 cadriras de guarnico, 2
ditas de. balanco, de junco, 2 appiraoris de ama-
rello e 1 lavatorio de ferr, 1 rneio arp-relho de
louca ingleza para jantar, 1 dito do pone'ana para
cha, copos, garrafas, compoteiras, 1 quartinheiro
de columna, 2 cabides de m da para pared-, 1 es-
preguijadeira, 1 arandella de parede com reverbe-
ro, trem de cosinba e outro3 m veis.
QUINTA-FEIRA, 11 DO CORRENTE
A's 11 horas
No sobrado n. 40 da ra das Trincheiras
O agente Martina far Ico por autorisaco
da 8ra. D. Maria Agripina Fialho que se retira
desta pr .vincia, de todos os movis e mais objectos
existeutes em dito sobrado, seudo qua todos elle
sao muito bem acabados e tem piuco l>.
Leilo
De objectos de onro de lei
CONSTANDO :
De cade8s e correntes para relogio, rclogiopara
algib.irs, truncelins e olheres de pr-.t,;.
Quintalera, il do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
No arm&zem da ra do Mrquez de Olinda
n. 52
Por occasiao do leili de movis, quadros e
jarros.
-

i



6
Dirw/Ic JPemambucoTcrya-feira 9 ir Agosto de 1887
Phar. acia central
Boa do Isaae.adar **
Jos Francisco Bittenuourt, antgo pbarmaoeu
tico da pharmaeia trance i roa do Bario da
Victoria a. 25, aviea a seua amigo e fregueses,
que se acha na pharmaeia cima, onde espera
coatinuar a merecer a confiaBca qoe feJirment'
depositaraui em seus trabalh >a proressiona' a.
Semeotes k carrapato
Cnmpra-se grandes e pequeas qaantidades :
a drogara de Fr> ncisco M. da Silva & C rus
- do Marque de Oliula n. 23. _____
\arope de cambara, guaco e bal-
sai* k Tol
re paradu pelo ilianuaceutico Jos Francisco
Bi tiene- ert
E' um poderoso preparado pora todas lis fi1
;es do orgos reapiatorios, como catarrho pul
monar, asthma, cojn luche, bu ncliite, pieumo
cajo aforado a Jos Ferreira Campo?, 1 dte no ;_ tisiea, 'te, etc.
becoo do Maxixe, aforado a Manoel Jos il-> Cos- ; Cada frasco 1/000
ta Cabral, 1 dito a traveasa de Motocolomb, mr- ( Oposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
Agente Sariama qui
2-
Sexta felra, 19 do correte
A's 11 horas
19o armazem da roa do Impera
dor n. SO
O agente cima, por mandado e asaisteucia do
Exm. 8r. Dr. juii de direito privativo de orphiLs
e ausentes e a requerimento do encarregado do
cnsul d-' Portugal, e com assistenoa do mesmn,
levar a leilo os predios pertencentes ao espolio
de Manoel de Carvalho Moura, c roo sajan) :
---^Hma casa t. rrea ra Direita de Afogados n
*&,i dita a. 72, 1 dia na ra do Motoeolomb" n.
26, 1 dita n. 29, 1 dita n. 2, 1 dita na mesma ra
. 23, 1 dita Ama do Bom Gosto n. 5t, i dito
ra de S. Miguel n. 25, 1 dita n. 10, 1 dita na
fravessa deS. Miguel n i, i dita na m ama tra-
veasa o. 4, 1 dita n. 18, 1 dita n. 25, 1 dita a ra
Direita n. 28, 1 dita ra do Quiabo n. 52,1 dita
a ra Velha de Santa Kita b. 61, (S. Jos) 1 sitio
e casa na Baa-Viagem, metade da casa n. 21 a
ra do Motocolumb, 1 terreno ra de S, Miguel,

dindo 7uO palmos de frente, aforado a Manoel
Ferreira Escobar, 1 dito traveasa de S. Migad
aforado ao Dr. Joaquim Elviro de Moraes Car-
valbo.
Os Sra. pr lende.ites deS'Vja -ero examinar
as ditas casas e Un uos.
dor ii 38 P. rnarabuce
t
"^^
VISOS DIVERSOS
Car
'. i'
r ii
AlU <-b> casas o 8
Ihos, junte de a. (jauta i
Imperatr n 56.
"_ Alng ae"pc.r"O0O Te -. u 21
sea, def'Oute da ctiacVi, onm r alo ;
na ra da Iinperatriz u. 06.
Precisa se d- urna eoeiafu ir i de um ei iido
para cata de familia ; a traa, ni ra do Barao
da Victo'm :i 3r>, toja._______________
Alugna-ee o s br.'l gri u ra do Pas-
sand B. 40, c.in MOMB grande familia
tem agua e gai ; a tratar na E> com o Sr. Braga. _____
Preci8a-9< de un.u jessoa ia saiba e.zii ha.
bem, homem ou mulher, ra Vi te e Quatro
Maio n. 13,1 andar.
June Edaardu de Soasa LiBdim
A familia Landim, anda sob a mais dolorosa
impressao pelo passamento d > seu jamis esqoe
cido' chefe, agradece a tjdas as pessoas que se
uniram sua affiaelo em t5o imargoso transe, o
manifestando-Ibes o sV e!' roo recanhecimento,
de cavo as convidam
par
lo i
ra asistirem a urna missa
que sera celebrada p lo r pouao eterno do finado,
na Vht- *'88 1|2 horas da mniiha do da 10 do corren
te, no convento da Gloria, trigsimo dia do seu
fallecimento.______
Alagase a cusa na t-iii i.illiada de Belcm >
ar 8/000, est lirnp*, 'e-n qni s cacimba, e a [
oja da ma do C lassuna n 139 ; a tratar
na ra da Imp-ra'riz n
IS
'.;
Na engenhoca d,' Bemfiea n. 21, ra da
Torre, pr cisa s de dous eaipregados para ser
vico s domsticos.
Aluga-se a easa terrea u. 127 ita ru* Vida
de Negreircs (Cinco PonUs), com 3 quartos
grande quintal, est limpa ; a tratar em Fra de
Portas, ra do Pilar n. 56, taverna.
Aluga-se a casa ns 6 e 6 A, estrada da
Torre ; a tratar junta n. 6-B.
Capllo -Franciftco Egydlo de Luir
Freir
O desvmbargador Adeliuo Antonio de Luna
Freir e sua familia (ausentes), Anna Carolina de
Barros Luna, Jos Aitonio de Luna Freir, Ha-
rta Carolina de Luna Freir, Anna Flora de Lu-
na Freiic, Flori la Cleitnutin:. e> Luna Fieire,
Francisca Ida na de Lana Freir, Anna Mara
de Luna Fiire. Maria Jos de Luna Freir, ca
pita i A-mr u B ros Correa e sua familia agra-
decen] a todos os par ntos e amigos que acompa -
iiharam ao cern:' i publico os restos mertaes do
seu sempre chjr.vio primo, marido, pai, irmao,
genro e cunhido, capitUi Francisco Egydio de
Pnciea se de um preto o pnt- para ven- Lna Fre re, e novamente rogim-lhes o candoso
der na rus, dase preferencia a escr.. vo ouescra- 0bjeq>ii i de assistirem as musas quo mandam re-
va. Na misma casa precisa-se d- um m nio Sar na matriz de S. J :s. no dia 9 do corrente, as
para o roefiro servan ; ri ra rln So '-go u. 22
CAS'A Vende-se una na ra le D. Maria
Cesfcr n. 31 ; a tratar na iui U M ,dre de Deus
n. 36-A.
7 horas da uiauhS, e tim i dia do seu passamento,
pelo que se conf>-ssa:n ilerr, mente gratos
Aluga-se urna casa na Torre, com pequ-no
sitio ; a tratar na ra Form sa n. 4.
Aluga se a casa da travesa i l'ociuho n.
58, a luja da traveasa do Livrameuto n. 10 e o 1 j
andar da ra do Padre Fio. i .n n 69 ; para ver,
as chaves esto naloja da niadu Padre Floiisno,1
e para tratar Da rna do Pilar n 125.
Preciaa-se de urna ama p.ra cninhar ; na
ruado Visconde de Albnqu.. rqu- n 27.
Dr. doe Joaquim lavares
ataflfsrl
A coi!ivgaao l 'entes da Faculdade de Di-
reito do tteufe. i a lo resolvido toser celedrar
alguma.- misnas p lo seu pranteado cdlcea, Dr.
T.varen B'lfor', u li. 10 d> corrente, trigsimo
de seu fal'e:imentj, couvi I i a Exma. familia,
collega, diicipalos e amibos 'lo fia do, para esae
acto de rrligio e amisade, qVl t--ri lugar no pre
Na ra do Visconde de T'ihauma ii. 31, 1
andar, precisa se de urna ama de leite qoe s.j
aadia.________________________________
- Precisa-se de um homem que entei.da de Jjlo 0, a 8 hra da Maubl, na maliii dn
servieo de sitio ; a tratar na estacSo da Jiqueira,
sitio do Dr. Valenca.
Boa Vista.
Aluga-se o predio da ra do BarS* le 8 '
Borja n.28, com commodos pira numerosa fami-
lia, com agua e gaz encanados ; a tratar na ra da '
Aurora n. 85.
Vende-se um piano boin ; a tratar na iua
Direita, na taja do sobtado n. 60.
Ao commercic
Leudo nos j irnaes de 7 do corrente, no expe-
diente da junta commercial, depare com ama
peticao da Wilen C^rroll & C pura dar baixa em
diversos eaixeirsa, onde depare! com mea nc me.
declaro pelo presente que nanea fui emp'gadn
desta firma, como tambem n nhum dos meus ir-
mSos. Recife, 8 de Agosto de 1887.
Guilherme H. Carrell.
a -

Dr. Manoel Jntenal Budrisue da
MllVU
Aatonio .lovencio Rodrigues da Silva e susmu
Iher, Dr. Tristo Heniique Costa e sua mulher
(.tosentes), e nvidum a ceui parentea amigos
p ira assistirem ns rrirast que mandam resar na
matriz da Boa Vista, s 8 horus da ir.aoh de
terca-feira, 9 do crente, por ulma de seu pran-
teado irino e conbado Manoel Juvenal Rodrigues
da Silva, fallecido na crte; peta quo desde j se
c nffsmni gratos.
t
B. Mara Mt
arque* de Mello
Accloly
Antonio luis de Mello Maiques e -uau irmi.s,
e o bacbarel Jos Domingos da Costa convidam a
seos sorgos e parntes para vss'stirem as miseas
que por alma de sua irm e c mhada, D. Maria
Marques de Me lo Accioly, na matriz de Santo
Antonio desta eidad'-, mandam celebrar na ter-
ca-feira 9 do corrente, s 8 horas da m-nli, sti-
mo da do seu fall cimento ; agradeceudo a t d >s
que comparecerem
F
t
BomlngoN tniunlo da afllwa Bflrlm
A viava e fiihss do finad i Doming s Autcniu
da Silva Beiriz, convidam seos parentes e amigos
para assistirem as missas, que por alma do finado
mandam "elebrar na igreja de Nosaa Seubora do
Carmo, no dia 10 do correte, s 8 horas da am-
aba, 30 do sea passameato, confessaodo-se gratos
por mais este acto de religio e caridade.
L.U7 de franca lalsiN d illiuquerque
Luis de Fn nca Lina de Albuquerque Filhs, si us
irmSos e Cabdido Heroiej Ferreira, convidam ana
aeus parentes c amigos, bem como aos do seu s in-
pre lembrado pai e soero Luis de Franca Lina d
Albuqu- rque. para assistirem as misaas qoe man-
dam, por alma dente, celebrar na matriz da Gra
ca, s 7 1/2 horas da mauha do dia 9 do corrente,
anticipando a aua gratido.______________
Br. Manuel Juvenal Modrlgue
da UUmm
Jos Candid-i de Moraes convida a scus pareutes
e amigos para ass:stirem aa missna que manda re
zar na matriz d. Boa-Vista, 8 horas da maub
do dia 9 do c Trente, por alma do seu presado p-
rente, amigo e compadre Manoel Juvenal Rodn -
gaeg da Silva, e d-sde j ge confesia grata por esse
acto de reliziao e caridad
4
Antonio de Soasa Bela e una mu
IIiit B. Mara Auauata Valle
de >n Bel*
O commeodador Aatonio Gomes Miranda L> al
eonvida ao parentes e amigos do 1' ten. n e da
armada, Antonio de Souaa Keis, para bu di^ 12
do corrente, s 8 hora da manba, na oi'em V r-
ceira de S. Frsncisc assistirem a missa que ser
resada p.^r intenso do mes-no c sna mulher, vic-
timas do desastre do vapor d* compaahia
nal R o Apa, do qua! era immediato.___________
^BHBvaiMaMMMBMaMBaMainsKHEMaMn
9 Se
3C
ss
I ?n
s & s- = 0)
6S 3 =3 S. C
- 5 si ^
2
* 2 *2 s^.

9
35
S8 &
8AUSDERS BROTHERS & C, largo do Cor-
p Santo n. 11, trem para vender :
Cerveja preta e branca, de M. B. Forst i &
Sons.
Dita ;.ll.-ma, Pils-u Beer.
Vinhe Shury. Ameotillado.
Dito Bi rdeaux, St. Julien.
Whisky, Thiste Blend Scotck Wisk ***
Dito #
Presuct s de Adamson.
Ma- na de Browos & C.
Pbesi h roa, Amtslosto Safet Match.
Tinfus em mass.i, branca de zinco d< i buml i
preta e verde.
Zarcas.
Plvora da muito conhecida (acreditada marei.
EB.
SE3I0LIM
De Brons C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor quadade, poesue os t ruen-
tr,s necessarios para nutricio de crianaas e doen-
tes, e muito se recommenda por ser de fcil di-
gestio e gosto muito agr lavel ; tau>bm pode-se
fazer urna <.xci lente papa, misturado eir. partee
ignara c m a maizena doa mismos fabricantes,
addiion .iid.-sc-lhe algum leite. nicos ageates
nesta oraca, Saundera Brothers & C-, largo Bo
Ccrpo Santo n 11, primeiro andar.
Sem Ai* ta e sein .aiMti-
cafdcsd c Liberatorio central, ra do Viscn.le
Rio Brinco n. 14
Esquina a ra do Regente ~ Rio de
Janeiro
a 400 rs. a arroba
Chegon a primeira remessa do precioso farello
decaroco de algodao, o maia barato de todos os
alimentos para animis de raca cavallar, vaesum
inoj etc. O caroco de algodao depois de ex-
trabida a casca e todo o oleo-, o mais rico ali-
mento que so pode dar aos animis para os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estodos-Uniios da America do Norte e na
Inglaterra elle em,.regado (com o maie feliz re-
sultado) de preferencia ao milho c outros farell .s
que sao mui'o mais caro e nSo t) de tanta sas-
tancia.
4 tratar no Becirc Larno do _________po^anio, lo andar
CASA DAlOTiT"
Aos I2:(00$00fl
Bitbeles garas!Ido
23-RA PRIMtlRO DE MARQO -23
Da 8a lotera da provin:ia venderatn
Mbrlins Fiuza & C. es seg tintes premios
garantidos : o n. 3878 em cinco quintos
om a sorte de !25OO.
Acbam-se venda os afortunados bi-
lletes garantidos da 9* lotera da provin-
cia em beneficio da Santa '.'.-a de Miseri-
cordia do Recif--, qu" se. eitrahir quan-
do fdr annuciada.
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES!
Vade uirin.-u su Uoniceopsktlilro
Methodo conciso, claro e sejruro de ebrar
hocceopathicaii.ente todas as uolestiaa que
affligem a especie humana, particularmente
I aquellas que reinam no Brasil pelo
( DR. SABINO O. L. PINHO
r. edlccao
consideravelmente augmentad* e annotan...
Vende-se nicamente em P maujbuco. (
PHARMACIA HOM(EOPAT1IICA 1
PeloDr. J. Sabino L. Pin.o ]
DO \
DR. N.1IIIVO ( )
43BA DO BARAO DA VICTORIA 43 1
Tinta preta
IN ALT ERA V EL

COHMIAICITIV %
r-rJVRMXClACENrK \ 1
38 Ra do Imperad, r 38
Pernamboeii
PARA
O LENtC. O TOUCADOfl
E O BANMO.
Vnia
Precita se de urna ama para lavar c engommar,
pura casa de familia ; a tratar no hotel n. 30
ra da Ifadr* de Deus.
Precisa de Pedro Ama -se de uii.a ems para Ci.iohar \ aso n. 53, antiga da Praia. na ra
Precisa Paysand se de n. 19, Ama um* urna; a tratar na Passagem da Magdalena. ra do
Precisa da Uni > ao de n. 31. lia urna ama para crianza ; na ra
Ama
Precisa-se de urna ama, preferindo-se que dur-
ma em casa do Patii ; no .ateo do Livramento
numero 27.
Ama
WL .
Piecisa-te de urna ama para todo o servido de
casad.' pouua familia ; na ma Velha n 95.
Criada c cosinheira
Precisa-se de urna periti cosinheira < de urna
criada para andar com crianeas ; a tratar na rus
| do Livramento n. 24, leja
*
Serve para escripturaco mercantil
quatro copias de urna vz
di tres
Especficos preparados pelo phar
f^JEngenio Mj,rques!Sito pnrgaii^asTdepiSta
de laiuparia
de Hollanda
Estas pilnlss, cuja j.repara^aV. pur* n- ,,te ve
;etal, tcem sido por mais de2 amos api .i-itada
jom os melhorea resultados nat seguintea mnles-
'.ias : affeccoes da pelle e do figtdo, syphilis, b^a
to'S e premove as ejeeces difficeis.
Vlnho de anana* rerrusinoxo e
quinado
Para os cnloro-anemicos, deb"lla a hypoemia
intertropical, reconstitue os bydropicos e beribe-
ricos.
Vanipe de flor de nruelra e mu
taaba
Muito reccmmendado na bronchite, na bem.-p-
tyf e as to-pes agudas ou ehronicas.
Olro ca* de laranjam amargan
E' o primeiro reparador da fraqurza do orga-
nismo, na fysica.
PlInlaH anle-perlodlcaN, preparador
rom prrerino, quiln jalioranily
Cara radicaIment-1 as febres intermit'cntes, *e
mittentes e perniciosas.
Vlnho de Jarobeba Mlmplesi e tam
hem rerrnKlnoHo, preparados
em vlnho de nj
Efficazes ras iiifl.maides do figado e bafo agu-
das ou ehronicas.
Vlnbo (oulco de cnpllnrla e quina
Applicado as convalesceufss das parturientes,
retico ante febril.
Fraflcisc-.- Iim h Silra & G.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
wm mm
Casa Je alfaiale e de coiifeccoes para homens
A de roaior rrpu'.go noroeada em todo o nortt do Imperio, tanto pela
presteza e p-rfei^Sa dos seus ir.-balboa, seriedade e m.dicifade nos prejos, como pela
constante e vnriadissima eollec^So de faozendas de primeira quadatde : uasemira phantasia para Lcsturnes, cortes de caaemir: s para calcis, casertiras preta" e azul,
pannos finos etc.
Todo de apurado gosto,alta novidade!
89BA DOBARKO DA VICTORIA59
LIQUIDAgAO
Vende se por todo preco, a retali.o, todas as f-zndaa existentes na loja ra
do Rangel n. 53, para acabar
Approvados pelas juntas de bygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria do Pars.
Elixir de Imblf ibina
Restabelece es dysp'pticns, facilita as diges- j bes, escrfulas, chagas inveteridas, eryaipelas i
1 ^onorrhas.
Modo de anal-as
Como purgativas: tomc-se de 3 a 6 por dia, be
3cndo-se aps cada dse um pouoo d'ag.-i iioca
la, cha ou caldo.
Como regaladoras tome-Be uia pilula so jantar
Estas pilulas, de invenco doa pharmae uticoi
Almeida Andrade & Filbos, teem veridictum dos
Sr. medico para sua melhor garanta, fn: tnde-
se mais recommendaveis, por serem uui seguro
jurgativo e de pouca dieta, p.de que pderii ser
;adas em viagem.
ACHAM-SE A' Vil ADA
a drogara de Furia Sobrlnbo i
(\ RBA DO M.VRQUEZ DE OLINDA 41
LEITE NATURAL
(elva)
DB
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERARSE
O ALVELOZ, planta da familia das cias, que habita os nossos sertoe, hoje reconhe-
cido como um verdadeiro especifico para destruir
as epitheiiomas ou cancroiaes, facilitando a reno-
vscac dos terid. s atacados, B trssendo afina! urna
cura completa, sem outro tratamento que a appli-
caco tpica de sua eeiva (vulgarmente leite) como
caustico.
Sao numerosos os casos de tara, alguna dos
auaes j levad, a ao couheciment) do publico, em
versas puhlicac. s, pelos Ilustrad'a clnicos
deeta capital o no et>trangciro, 03 Srs. Dr.-. Alci-
biades Velloso e Bandeira, e optir/os resultados,
tambem foiam obtidjs as feridas e as ulceras
ehronicas de carcter typhditicai.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia e Drogara de Barlho-
lomeo X C. Snccessores
34, Ra ttkHT* do Rosario Pernarobnct
Eniulsa de kcpler
Preparado de niiroii^h-. \% ell
come & C.
CHIMICOS DE LONDRES
Azeite ruro e fre*co de fisrad) de bacslbo da
Noruega m n nejo com u Extracto de Malta de
Keplcr.
Esta a mais prrfeita Emult&t at hoje coohe-
eida.
Foi introdasida na pratica riedica a alguna
annos e desde entSo o seu cenaumo tem tomado
um incremento te extraoidiuarii que nao ha um
tu dia doa m diC' do monde, com preferencia sobre
todas as demais pn paracoes de igual natureza, pela
certeza de sua toie ancia no estciingo nao sodas
creancas como dos adultos, rebele es muitas veses
ao oleo de bscalho e a muitas crrulcoes mal pre-
paradas.
Aeonn. pois, a nossa EntuUo se re; ommenda
c m preferencia para o tratamento da tisiea em
(."lasas 6U8 multiplieadas manifest' coes e em
ti'.laa afl'.ceoesd s o'( reppirat ros, romo bron
tortas, raquitiem ei.teruiidadts escretulcsas, tu-
mores braneis. pri-eedimento supurativo e na den-
tico das ticaiicas, na cax perda do appetitte e debilidade dos igaos diges-
tivos e em gera) im todo< m c-isos cm que se faz
pitas) o levaniamenlo na biOnoCo.
( nlro depoallo *
34 Ra Larga do Ros rio34
Pharmaeia
BAKTH0LOMEU A C SIJCCESORES
Ao coiiHiercio
A firma social Ai.t nio Kerreir. da Jilva 4
C, estabelecida ra do Hospicio 11 6, encon-
trando outra firma igual, desta dat. em diante,
ir.udou a san para Anto'.io Ferreira & C. Re ife,
2 de Agosto de 1887.
no!iiiadeira
Offerece-se urna eng uimadeirs para ngommar
na sua propria c isa mi fra : a trst.ir na ra
Velha n. 30.
S R
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2.
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2 *0 2- =
2E"
1 ^ -ET^S
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O
B
11 i-Sg
Piecisa se de um criado que saiba ler, contar e
escrever bem, com pratica de casa de familia e
aptidao para servido de rinazem e que d fiador
de saa conducta ; a tratar na ra da Madre de
Deas n. 5.
A.o commereio
Os abnix i signados pedrm a todos que le jul-
gar_ ereoWiM d es-firma d.' A^ujo & Pereir,
queirnm apresentar srns titules no prazo de tres
diss, rna di Pires n 31. afim de serem Confe
ridos. Recife, 5 de Ag-sto de 1887.
Costa Vtaia Irmr os
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A'.uga-' a casa n. B da ra do Mi '.huello, B
tga do.Destiuo, na Boa-Vista, c m 2 salas, '
quait' a, e vinha e quintal, a de n. G no mesmo
cor:rr por 16000 ; a chave ets no 1. E. A oe
u 4 da traveasa do Ermitas pjr 16, e >m 2 talas,
2 quarlos, co.-inha 1 satas, Batatal e cacimba,
st caiada e ptnuida ; a obave ao n 6, junft.
CONlnt
Dftfluxos, Oiippe, BronohltH,
IrrltagSs do Palto, o XAROPE e a PASTA pe I toral
de NAF de DEL^NGRENIER ao 4p una dfleacia certa
e venflcndA por Membros da Academia de Medicint da Franca.
Sem Opio, iorpMna nem Codrtna dase sem recelo a
criaocaa affectadas de Tese nu Coqueluche.
PARIS$ ra Vivieune, SS, PAMMS
E EM TODAS AS PHAllWACUS
DO MUNDO.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflca
.E Phy3ologicas,
para o
Toucador-
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Derolve, cora o brilho e frescura da juventnde, a
cabello grisalho ou branco una rica cor natu-
ral, eastanho ou pret^, como se deseja. Telo seu
uso, ao casco claro ou roxo y>o escura, e grossura ao cabello fino, einquanto qu
frequeiitfiifiUM'ur:* a ealricie, porem nem sorapre.
Impede a fueda do cabello, estimulando o debU 6
enfermo a crescer vigo^8am^u^,. Kcprime o pro-
gressoe cuta n tnha e upa, anuido quasl todas as
oencas peealiarefl do pericraneo. Como Cosmeti-
co paca afuiiiiuaoai o caballo das senhoraa o"
Vigor nao tan rival; uo eontan asalta guma. i lave, bi Ubanta c setloso na
cominunica-lhe um perfumo delicado,
agratl\rel o jiernianei.te.
ri(-:i*ARAiio i'Ki.o
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowcll, Mass., E. A.
A' veala "las principaes pharniaeiss e drogaras.
Uuga se barato
itua Visconde dt- Itapaiiea u. 4?, armp.zcm.
;az.
Rna Ccr> nel Suassuna n. 141, quarto.
Ra do Rosario da Boa Vista n 39.
Traveasa do Carmo n. 10, leja.
Ra do Roaario n. 39
Ra rio Calbbouco n. 4, loja.
"rat-se na ra do Coii.merci.. n. j, Ia andar
. riptorie de Suva jiiimares & C.
Precisa-se de urna ama morigerada para todo
servieo de urna familia de duas pestoas ; na ra
do Rangel n. 53.
Alii!>a-se
um grande sitio, contendo as principal a fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de e. rida (que
foi do finado Mamede), te.do agu* e g,i, a qual
c i.fr na com a casa d> Dr. Al.;i forado ; a tra-
tar na rna do Apoll) n. 30, audiir.
Alug
i se
a casa terrea na rrav-'ssa ia Ponte le Uchi u.
12, com bstanles onmedos paia r...nl fami-
lia, com sitio murad i e arb.riaado, '> _-ua po-
tavel para b-ber, deposito e baohe.io oe cimento
8 bi mb>', fien a dita casa marg m do rio Cap-
barihe, com bauhn doce teaiperado e salgado :
quem pri leu i- r dirij i-se ao mesm > sitio, .las 6 s
1') horas da manba, que cnon'r.r o propie-
tario.
Alu^a-sc
as casa^ us. 22 e 24 da ra do Lima, em Santo
Amaic, caiadas e pintadas de novo, cora 3 quar-
tos, 2 s!aa e quintal com cacimba ; qaem preten-
del-as dirija Ee ra do Vlarquez de O na nu-
mero 8.
Seoienies e cerraputo
C impra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
.uimu-'i 79.
Oleo de mamona
embariis; vende-a- no trapiche Vianna Forte,
do Mattos.
Modas
Para toiletts de qua'quer genero, coa perfei-
p.' e gorto, procure s-1 mademoiaelle Cofnha, Ial-
pead.rj, 2 andar. Precos razoaveia, figuri-
nos os mais medernna.
Iliidfiiiist'lle di
Ra do imperador o. 55, aegund.
Modista
i
..ndar.
Escripias avahas
Urna pessoa que dispde de alg m tempo oSere.
ce-se para faser algumas ; a i-star na ruado
Marques de Olinda n. 10 e Imperitriz 54."
Ma*
s*ros
Vende se paos para austros de hiates ou bar-
cadas ; a tratar no eng> nho Dous rmios com o
adxinistrAdor ds obras da ecmjianbia do Bebe.
ribe.
4)
Comprase eica i-ru .u^a. < neernisada, propria
psrs progtvsfo ; na rus, d; S Airpe n 181.
Fabrico de assucar
Appar<-lbob < (tilicos para o cozimen
ta e ur-i. PnprM fiara engenhos peque-
os, n-tn raoiftco cm preco e f
tactivo cm opc.-aco.
Hode Se ajunt-.r ar>s engenhos exiateates
do sjriT/iH vpIihi, ni-Ib-ir: n4o muito a
qualida'ie di asBVfar e Bog-tien'bD'i
qur>.tlila'ie.
Oi'ERAyO MIJITO SIMPLE
Uzinas grandes >\ rngenhos w ntre,
ma lnuisniu .^ 11 icm. in, yot-me. er-
po. Plant .a coi ,!*<* -m axaebDi'>-c
8-i;;rado.
Kspeciik>e5-'s int..r d.-,; ,
BmilS '\
5PiUA DO COMMERCIO
Peitorai c Cambar (3)
pseoberta c preparadle Jo Alvan a de S.
Soares, de Pelol. a
Approvada pela Exma Junta Central rie iJvgie-
ne Publca,auctor6ado pelo governo imperta!, pre-
miado com as medalhas de ouro da Aeadi mia S
conal de Paria e Exposicio Brasileira Ailema de
1881, e rodeado de valaos at testados medico e
de inuitos outn s do pessous curad de : tosses
simples, bronchites, asthma, rouquidao, tisiea pal-
Precos as agencias : Frascc*2500, meia
dosia 13/000 e dusia 24/000.
Precos as sub-agencias :Frasco 21800, meia
dusia 15/000 e dusi i 28/000.
Agentes e depositarios geraes nesta provAcia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
ra Marque de Oliuda n. 32
10
Diariamente debste-se na imp'rii n erice
aterradora porque eato passa..a^ ., provincias
do ii' i te deae amperio ; si] inoumeros os recla-
mes de todas as classea, sem que s.j -n ittcodidos
oa seus justos pedidos, de que se gloriara as na-
coes civiliaadas.
E para que se possa dar MapsuWa jj dcsijadoa
progreses que certam nte trarao o bem estar ds
todos, rcsolveram Mirtina Prea ce C. e-tabele-
cidos com armazem de molhados ra Es-
treita do Res rio ns. 1 e 2, a vender por precoa
mdicos os artigas concerneutts ao seu ramo
dejiegTio, que certamiute t o tu': urna eco-
noma diaria e onde su acha um completo sor
timento dos segantes >.rtigos, que pela sua qua*
lidade e precos sao recouimendaveis, como Ee-
jam
Vinhos fiaos do Porto
Maders
Sherry
Chambertin
Bordesux
Moecitti
Collares p Bucalas.
C>mpIeto aortimento de cervejas. ensT" ", bitter,
licores, doces, bolachinbas nacionaes eatrangei-
raa.
Qucijos frescos lo sc-t2e, .prato, M uua e fla-
mengo.
Aseite de cc', mate do Paran, f rmicido ca-
panema.
Pi'Cos sem competencia.
Ns. 1 e 2Ra Estreita d> Rjsarii-Na. 1 e 2
Marti ds Pires & C.
Gra t* tica-se
Uesappareceram no dia 31 de Ju.h- u.mo, do
Pombat em Santo Amaro das Salinas, tros cabras,
sendo ama preta com malhaa bran comum
chifre quebrado e tem-duas crias brancas; outra
preta com urna malha branca na abeca e tem
urna cria branca auiaaellada; a potra toda preta,
cabelluda e est prenhe. Gratifica-se generosa-
mente a quem as levar ou dir notie:-9 exactas,
na padaria de pSo de milho no rcesmo lugai' Pom-
bal.
s i.
WHI-KY
ROYAL BLEND marca VIA DO
Este excellente Whisky Escoss?z pre-
ftj'ivel : o cognac oa agurdente de carina,
par f rtifrar o oorpo
Vende se a retalho nos melhores arma*
B-ns de wielhi H's
Pede ROYAL LENO marca VIADO
<7UJo n>me e err-blerca s.to r gistra'os para
tedo o Brasil.
BROWNS & O. r-g nt-s
Caixeiro
Pricia-'-se de um mriiini com prstir> d
ilos; n h de H nt b ii 17.
molha-
Para engenho
OflVrece-se ama anhora com t das t.s babilita-
coes .iece>s ras pra cnsino frm.rio, oa em
qualquer p*voad qt' nih t- nh profossora ; quem
dos seos presumo precisar, dirij se roa da
Impcratriz n. 14, scgundi aud ir, .-. tratar com a
mrsma
Offeric.-se urna .ngojio:a.,e.ri pa a eog.'mmar
em saa proprki casa M tora df II ; a tratar na
ra das Calendas n 38.


r vm \




Diarii de Pemaiiibuco-- Tcrfa-tdra 9 tic Agesto it LS87
VERDADEIRO
1.1XIR. DR GILO
I titi Caturrhat e Anti-iiUiooo
UL GAGE, ptaiTOemta 11 du*. t i
Precisa-ee de um tu
(l'msgem da Magdalena).
Criado
de Payes nd
vj
PKI.A K*Ci:LDAl-k >K 1'AHIS
oinco woprictario de este medicamento
AIIS.I, na i* CrtieUt-SiiiiL-CtrM, 9, PAUt
ntdic
me tute-tare] u Elixir de GulUM ; este medicnenlo o bui
econmico o Man coromodo para Mr eB.pr*fevdo ttr wa Fr-
gant* oo Depurativo.
ItvH^onftmr m* fiilsi/me*,*
biflr o I'iuic EfixlT 4i 6fllU e IrM Pili lilE
Cada garrafa de**e $er aecompaihada eom o
rtiATADO KOBRB A OHIOBM DO CATAHBHO (PITUITA)
npKf tarta a Ptwnmmbue i FI- Hit Un fc *.
BRES coNrifirSM
F/oxea oo pcito MJ-'.EtTIt 4 Mulhret dat Crluitu
VENDAS

DE
WOLFF&
N.4--EA DO CABGA'-U
K-


.Veste milito conheeido est;tb-li-disien-
to cncontv r o repeitav<*l pub'ic- o naais
variad u enripelo ortiuiento de JO" As
>ecefdaH srmpre dr<-ctaaaente te melho*
r f brca te da ? luropa, e qu primam
pelo apurado gesto do mundo elegante.
fileos doremos completos, lindas pulsa-
ras, alete!*, vol(a de miro eravjadas rom
brilla nV*, ou perolas. aneis, cacoletas,
botoes e eutrirs mullog at t isn- proprio
ESPECALIDADE
.n*. reoslo de turo, p*>ata e nck.ela para hora- ns, enhara e a nio dos muix
a. r fitr d<> fabricante da Kuropa e Ame-
rica.
Para todos os rticos desta casa ;amn-
-it a boa quali 'i! a sim eom a mod ei-
la-ie nos preeos qu- A sem -ompetce'a.
W mta casa tamb< m cone'rtn-se qual-
quer < bra d aura ou praca e tamben rc-lu-
Kos de <|ii Iqu k- qualid 'o que s -ja
4-B do Cfibii!{"4
de lar-
pega
ELIXIR &VINH0
Digestivos
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
sao os raais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
ATECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
OlARlu:-, VMITOS, PFSO NO ESTOMAGO, M DIGESTAO. ETC., ETC.
UM CLICE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA PARA CURAB OS CASOS MA1S REBELDES
venda as prncipaes Pharmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars TROUETTE-PERRET, boulevard Voltaire, 2
Dm se nlfir o SeUo da CK'aO das FACRICAHTES sobre os Frascos para evitar as FilillicacoH.
Depsitos en Pernaruluco FRAN M. da SILVA a C e as prncipaes pharmacias.
A FLORIDA
Boa Duque de Casta* n. IOS
ADMIREN!
Cin'os modernos a lfJOOO.
Luv8 de pellica a 2(5500 o par.
Id m de seda a 20000, 20500 e 3,5000 rs.
o par.
Ritaa de velludo a n. 9 a 60000 d 5 a
40 rs. metro.
A'bms de 30000 ate 80000.
K mos de flores finia a 15500.
Lm de escocia p.ra menino, lisas, e hor-
as a 800 r. o 10000 o par.
l\rta retrato a 5C0 rs. 10000 10500 c
20000.
Anquinbas de 105'K), 20500, e 30000 urna.
Plisseis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 rs.
e 600 rs. o cetro.
Pentes para cc eom inaoripcao.
Enchoi-aes para baptisados a 80. 90, e
120000.
1 Caixa papel e 100 envelope por 800
reis.
Capellas e veos para ooivaa.
Suspensorios americanos a 20500*
La para bordara 20800 a libra.
Estojos para crochet a 10000.
Bicos de cores coir 2, 3, 4 dedos
gura a 30000 40000 e 50000 a
Lindos broches a 30000 10000 e"500 rs.
L ques para menina a 200 rs.
Linh^s para m-chioa a 800 ri. a duzia.
Garr.fi agua florida a 800 rs.
Leques eom boilota a 800 rs. um.
Bicos bran-'os para setineta, cr--tone e cbi
ta pra correr baados a 10000 10500
a prca eom 10 varas, e barato.
Albuns de chvgreo, velludo e velbotin i
para 50 e 60 retratos a 60 70, e
80000 um.
Mei.8 de i-scosia para senhoras a 10500 o
par*
Lencos de linhu em lindas caizas.
Bicos el 18 ilhas muito fino proprio para toa-
llias e saias.
dem brancos eom 5 dedos de largura a
30000 a peca coiu 10 varas.
Laix-is eom eortes de jogo de mgica pro-
prioa para s Jao a 50000.
Saboaete8 de diversas qualidad-s a 120
200 e 500 rs.
Boleas de couro para menina de escola.
Grande pichincha em espartilhos de linho
30000 um.
Lindas pastas de 500 rs 10000 20000
30000 e 60000.
Carteiras para guardar aedulas de 100000
a cem.
Ditas letras eom os repartimentos de J;-.
neiro a Oezembro.
BARBOZA SANTOS
Loja das estrellas
AproveIte!in
E' PARA LIQUIAR OS 81QISTE8 AR-
'I'IQOS:
Merinos de 12 eom duas larguras e de todas ai
cores, de 11200 a 5<)0 lis.
Madapolao americuno eom teqaeno toque de
mofo, de 12A a 61
dem Boa-Vista de 7* a 51.
Guardanapos de ti a 21.
PustSo branco d e500 a 240 ria o cevado.
Linn de lindsimas coree., liis de 600 a 240 rs.
Sur de liobo eom am metro de iargur, de 700
a 320 ris.
Casimira golp.u para vestido Je senhura (uovi-
dsd^) 4e 60.
Cretona amerienno, claros e oscuros, desenhos
nuvus, de 400 e 500 a 240 ris.
Setinetas lavrados e lisas, de 300 e 500 a 240 e
320 ris.
Babadas muito largos e estreitos de 11 r 41 a
500, t* e 11200 lis.
Ortiaadas de crochet de 405 501 p r 201
Ouarnico 8 de goinha epanhos para seohora,
de 21500 a 11.
Mcias inglesas de 124 a I>J
Visitas da velludo para senhira de 501 a 601
por 20$, 2bt e 30*
Cambraia suissa eom duas larguras de 10/ a
peca por 61.
Cortes de cambraia bordada, ora pequeo toque
de mofo, de 91 e 101 a 4/500 o 51.
Brina de linbo para calcas de 2/ a 11200 ris.
Lencos de cor, eom barra, de 2/400 a 1/200 rs.
bera aesim umi grande quan idade de retalhes
de seda de todas as cores que vende de 400 a 500
ris ao cvalo, e oatros muitos ttrtigos que deicba
de mencionar por falta de tempe.
56 Koa do Dnqie k Caxias 56
Telephone 210
r-m

:oxo

fe.-.! ni DlaraOo .-in .1.
Oopeiito em Pernambucfj :
3
saammt
IS Kl,
-ir. ni.,
FRANco M.
," I f
Etnc
. roso, faulill^
-l.ir-.esiPsru
da SILVA <& C.
Eeeneladopela Inspectora Geral a tyg.ene do Importo do BrazO,
Dores do Estmago, Dyspe.psias,
Anemia, Febres, etc.^
Frsmio ~**as-*?'-9H f"illJl"*"' M9dlkM
de 16,600 fr. ^^fe^ *M do cu "
em LAROCHE Pharmaceutico^t PARS, VIENNE, llCE, eto.
O Quina-Laroche nao um qualquer preparado, porm resultado de irabalhos qt&>
trangerao ao se* Vtor as tnais altas recompensas do Estado. O mesmo ferrttgino**
frt. 3t << i a. ra> IimM, MPharsiMa*.
***-
f'echnchas!

Lotera da Prot incia
Extrahir-se-ha quarto-feira de Agostos
2 horas ta tarde
Acha-sc venda a 9.a lotera a ben -
fleio ti S. flasa de Misericordia doReeife, que
ter lu^ar no consistorio da igrej de Nossa
Sen! ora da Conceifao dos Militares, onde
estar expostas as esplicr*s em ordein nu-
meric, para serem examinadas.
1-OVR
Centro de nmiiiiiiles
prop 10 para capas
AO
ContWi. en liqudac3i\ popelinas de sef'a a 500 rs <> oi I '
Bor tap dos e tr iispar-'nt's, a 500 rs.. a pee, '
Lnofos .bainhados, a 10800 20000, a duzia !
Mtins, i stampas inteiraraente novas, a 400 o 440 rs., n covado.
Meias cruaa para komem, a 70000, a duzia !
Cortes de linbo montados em carto, a 150000, um !
PlastoDS de cor s, desenhos dovos, a 10400, um !
Percales, mui finas, a 280 rs., o covado !
Algo So Pt.tropolis, de c6r, a 320 rs., o e#vadc!
ARTIGOS especiaesi
Visites pretas Colmares e momesiae, grande novidade o de apurado gosto, sem
competencia em preeos!
Surah furta-cSrcs, lisos e de quadros, especialidad^ I
ama lora
CRUEL k
ra 1 de fcrco n. 20 A (Esquina)
Ka anlga casa Oarneiro da Guntia
Admircm!
Si'tinctas 'avraJas, liudue padrees a 280 rs. e co-
vado 1
Fustoes branc e, d vos d-cuboe, a 320 e 400 rs.
o dito .'
Esplendida gortimento de lindas Ifti para vestidos,
a 400 440 rs. o dito 1
Cachemires felpudas a 1/ a dito 2 larguras.
Mirins pretoa e de cores 800 ra. o dito dem.
Veludllhos de todas scre', bordados, a 1/000 o
dito!
Critnea de eres firmes a 240 o dito bem ve-
rem.
Dama.-co de la, 2 larguras,
de piano, a 2/ o dito t
Pannos de lindos desenhos para irisas a 1/600 o
di J '
t* ?tinados b< rdaiof. e quiasim s, a 6/ e 7/o par'
Gu>. rnicoes de crocLi t para s-'f-. e cadiras 81!
Camisas brancas ioglezaa a 36/ a dut'a !
Ditas 4e cretone finas a 24/ a dita !
Seroulas bardadas a 12/ e 18/ a dita !
Lencos em lindas raixiiihas a 3/ a dita !
Meias arrendadas para senhoras a 6/ a dita
Chapeos para senhoras e criancas a 2/500, / t
6/000.
Espartilhos de eourtca a 4/ e 5/.
Brim pardo lona a 360 rs. o covado?
I em branco n. 6, de linho a l/5< U o in tro !
Tapetes aveladudos o 12/, 15/ 2./.
Bnp riores redes eom 4 punhts a 12/ e 14/.
Culchas fiancezas a 3/ urna.
C'.bertas de ganga, 2 pannos, a 3/ !
dem de setinetas finas a 3/500 !
Lences grandes de bramante a 2/ !
Cambraia Victoria de 10 jardas a 3/ a peca !
dem c m salpicas brancos e de cores a 5/, 5/500
e 6/, 10 jardas !
Madapoloes pelle de ovo a6/200, 24 jardas.
Camisas e s-iias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 1/ a peca.
Fiehus e capas de la a 2/, 4/ e 6/.
S ,rtimento de caeemiras, cheviots e pannos poi
prec.b baratissimos.
Grande deposito de fasendas para os Srs. nego-
ciantes do centi -. teodo descont as vendas em
grosso.
59-RUA DUQUE DE CAXIAS-59
Ultimas notas ao ap-
proximar-sc a hora
CRISE E MAIS CRISE I !
Todos perguntam o qu? ha de nevo. Recebes-
tea algum telegramma da core ? Uns dizem
que sim, cutros disom que nao, e alguns em reser-
va que foram apenas consultados. E na meio
desta confubito apresrntam se Pedro Antunes &
C, efferecendo as segaintes novidades, que natu-
ralmente agradam muito*mais ao sexo amavel e
das modas, a quem milito particularmente pedi-
mos a valiosissima proteccao. C >m licenca......
Bonitoi ramos de ion-a de laranja para um ele-
gante vostido.
Bi.ns leques diaphanos de bonitas cores.
Grinaldaa e veis para todos os preeos. Renda
hespanhola, erime e preta, em seda e em linho
bordada.
Finas meias arrendadas de cores ditas bordadas
a seda e mokas outras qualidad' s em meias para
Benhoras.
Completo sortimento em bordados, Victoria e
transparentes.
Cemmodos espartilhos para senhoras e moci-
nhas.
Finos extractos e aguas para toets.
Especial cold d? crine para amaciar a cutis.
Nao menos agradavel p Cmdor para perfumar.
Pni'. s sabonetes perfumados e tpedicinaes.
Varirdade em entilaras finas.
Que sortimento de artigos para presentes !
culos t pencines d'ac > e tartaruga.
Pianos para criancas c grande variedade em
calungas.
Que b mecas iuteressantes Capares de fasci-
nar qualquer crinnea. E maitos outrts artigos
de que estamos prevenidos, psim que nao que-
remos abusar da paciencia das am&veis leitoras.
63-RUA DUQUE DE CAXIAS63
NOVA ESfERi-NC-*
Pedro An'unee 4 G.
Bois
Vende-se excedentes bois de carroca, gordos,
habita is ao trabalho, como timbem carrocas :
a tratar u ra da Mrquez do II rval. armazem
da .' om anhia do Beberibe. ,
Terreno
VINHO e GRAGEAS do YIVIEU
PREI
do
DOTOR
Extracto natural de Fijado A* Bacallao
HADO COa 1EDALHA8 DE OljRO PRATA
pela Academia Nacional
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar sob forma mu facile agradavel todos os elemento/ curativos do oleo evitando
asslm o chelro e sabor nauseosos d'este, alem d'lsso esta preciosa preparaco tem urna
superloridade incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante os grandes calores
em quanto o uso daquelle 6 lmpossivel. tal o emloenteservlco prestado pelo Bontor
vivan i a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
a firma do Inventor M. VXyxBV em lual cOres ao redor do gargalo de cada
Exigir a firma do inventor m. vivxmjr em
garrala eom o Sello da Unlao dos Fabricantes.
PARS SO, Bllevar* ae Straebottrg, SO PAtlS
Cobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode eutender-se eom o c-rrector Pedrc Jos Pin-
to, na praca do Cimmeicio.
CW preto superior
Carlos Sinden receben pelo ultimo vapor e con-
tina a vender sem competencia ; na rna do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de atraate.
Colarinhos e punhos de
selluloide
Carlos Sinden receben pelo ultimo vapor, e
veade baratistimo^ na ra do BarSo da Victoria
numero 48. /
E' n ra da Palma 11.23
onde se encontram venda os mais lindos e raros
ps de crotos e reseiras, em grandes e peque-
as ojnanti ladea. Aproveitem em quanto nao se
acabam, pois vende-ae muito barato.
rio de altodo da fabrica CatlMna
dr nmra, da Baha
Vendem Machado tk Pereira, roa do Impe-
rador n. 57, por commodo preco.
Livramciito & 0.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Atteneo
Vende-ae um rico chalet defronte da estaco
do Pamarrjeiri n, eom t idas as accommodacoes, o
sitio todo murado, aasim como urna casa nevs
no pateo do Amparo, em Olnda n. 6, defronte do
chafara, eom 3 quartos, 2 salas, cosinha externa e
quintal murado, por preeos commodos ; a tratar
eom Maximino da Silva GuamSo.
Vend se um terreno confronte a eslacaj do
Principe, estrada de JoSo de Batros, eom 90 pal-
mos de frente e bastantes fundo", e e-m alieerces
para 3 casaj; tratar na ru d'Aijoll i >i. 30. pri-
eiro andar.
Casa venda
Vende-se urna pequea casa i ra do Alecrim
n. 9; tratar na ra do Bom Jess n. 38, 1' an-
dar, cu na travessa do Peixoto n. 55.
A Revoluto
4S--RUIB DBUU B Caiil!i--48
Recebe as seguintes faz en das de nov'da-
de:
Cachemira de listrinha a (500 ia o co-
vado.
dem broche borda a 105 dem pretas 700,800, 10000, 10200,
'04OO,"l6OOe 20000 o dito.
dem de todas aa cores a b00, 18000 e
10200 o dito.
Ricas guarnigS'a de veluoilii a 60000
urna.
Setina lisoa a 800, 10000 e 10200 o co-
vado.
Seda escoaseza a 640 rs. >> covado.
Liados metis eom listrinhaa a 400 ris
o dito.
Faile eom palminhas a 40) rs. o dito.
Setinetas escossezaa a 320 rs. o dito.
Ditas eom listriohas e palmichas a 320
o dito.
Lionay-ae eom p&lmiuhaa de retroz a
140000 peca.
Organdir bordado a seda a 150000 a
dita
Etamine tecido transparen e a 100000
a dita.
Cambraia bordada a 50O a dita.
Fustoes branco a 360, 400, 440. 500,
600 e 640 ia. o covado.
Lindas alpacas de cores a 320 o covado
Sintos de cbagrem a 10500 um.
Camisas mglezas a 360005 a duzia
Colarinhos e punhos para aenliora.
Sabidas de baile 30500 urna.
Fecbus do IS a 20, 20500 30 e a 80000
um.
Guarnicoea de crochet a 80 e 100000
urna
Lengos de eaguiSo a 20300 e. 30500 a
duzia.
Grande sortimento de midapolode 40
a 100000 a peca
Leques de pupel 500 ra. um.
Cortes de cachemira para vestido a 200
um.
Toilet para baptiaado a 9^000 e 140000
um.
Veludilbo8 lisos, lavrados e bordados a
retroz a 10000 e 1081.0 o cevado.
Anquinhas a 10800 urna
Colchas bordadas a 50, (.0000 e 70000
urna.
Cobertaa eom dous pannos a 20800 urna.
Grande sortimento de cssemiras, brins
brancoss e de cores, punhos, colarinhos,
gravataa, meias e lencos o artigos para
homem senhora.
S na loja da Revoluto
Henripe da Silva Horeira
1 UMVR 1
**'
VERDADEIROS GRAQSqeSAUQE do D"FRANCK
LICENCIADOS PELA INSPECTORA GERAL DE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZO.
\* Aperientes, Estomachicos, Purgativos, Depurativos
le contra a Falta de appetite, i Obstrucoo, a Enzaqueca, as Vertlgema,
f? as Congestdes, etc. Dote ordinaria : I, i 3 graos.
? Desconfiar a taislficarries Exigir o rotulo junto imprimido em francs
oaoamn^en^^lSTmSSSe e 0 Sello da Uit dos Fabricante.
am Pabiz, rbarmacla LIROY Depoiitoi tu toiu as rlnci|Mi Pkaraadu.
Ti*
SAINTA CATHARINA
50:0001000
IMPORTANTE PLANO
Esta lotiria corre no illa..... de Agosto
Itilhet s vendu na Casa Feliz, praca
da Indepeii
tuna, ru
do
tnea n. 37 e 39; Casa da For-
n'meiro de Marfo n. 23 e Ra mao
AGENTE,
Bernardino Lopes A/heiro.

SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pflulas purlflcao o Sangue, oorrigem todas aa desordems de Estomago e
dos intestinos.
FcrtaJecer a saude das constitacoes delicadas, e sao d'um va!cr incrive! para todas as enfermidades
peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos as-im como tamben) para as
pessoas de idade avaucada a sua eflicacia e incontestaveL

Bisas medicinas slo preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, KEW OXTORD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias de universo.
tL Os compradores sao convidados respeitosamente a examinar c* r lulos di cada oaxa e Pote se nio teeia |
direcsao, 533, Oxford -ireet, bao fastncales.
MOLESTIAS 00 CORACAO
Ai Grageas Taicas-Cardiacas LEBRN, tonadas na dose de 4 6 por da enro ae
ENrERMIDDESdjCORAClO,PALPITAC0ESeasHYDROPlSIASateasmaisayaDta(la:|
LE BRUN, Pharmaceutico-Chmico,Piris, SOet52, Fa Monlmarlre, e 47, ra Lafayette.
Depositarios em Ptrnambuco : FRAN M. da SILVA e C*.
- i JL.
Este aaxsxc
Kls ae 20
Mi
ntxzrro ae na .usto agradaos!,
o pelos melho- i-, I -a Pail
Cnfro or' *i -*..
r'-rl
- .i.Jr..torf!*e' -
i !. ,iad coi aii ci.it! ua _
i.- o ',', C '". 1 ".

I
l'artieipam no r Bpei'ftvel \\'>\\ > qu, ten^o augmentado ?"n
belscimento dt J01AS .m m i* um aeceSo, n 1 nento terreo,
eom especialidades em artigoa de KLE(JTR(.)-PLATE, convidam as
Exiaaa. familia^ e seus numerosos fregu^zes para visitar seu eatabele
eim"n!o, onde en. ontrarSo um riqu^i>no sortimento do joiaa de ouro e
pr ta, pr rol 18, bri'.hantes outras pedral preciosas, e relogios de ouro,
prta e nikel,
Oa artiges que recebem directamente por todos 08 vapor sSo
ex^ utados pelos mais afai a ios especialistas u fabricantes da Europa e
E8Uid8-Unidos.
A par das joias de tubido valor acharSo urna grande variedado
!e objectos de ouro, prata e iiro pate, prupri(>s para presente8 de
;a8.'imento8, baptisados e anniversaries.
Nem emrelacilo an prf-9o, e nem qualidade, os objectos .cima
mencionados, encontrarlo concurren ia n'esta praga.
VI*
Casa PINET, fundada em 1852, PARS
EXPLOTACAOCERL ,o CAUTCHC
ron nonos proccssos mrficoados
ESPECIALIDADEo-INSTRUMENTCSdBMEOICINneCIRURGIAemGOMMflElMticaouSORRaCHA
Orinos, Seringas. Boraohas-Peras para InjeccSes o Clysteres. In|eotoros,
PulTortsadores. Pessarios, Fundas, Ventosas. Tubos, Bicos de Mamadeira,
Alino'adaf BoUao para Xnjecces para qualquer tazo, oto., oto.
atAVDk'SX O CaTALOOO TBAKCO
I. I1RCASSIN & C-, Geidn et Sacceaeor, 34, ni Turbigo. 34, PARS
______Estabelecimento fabrtfa vapor: AUX ULAS, perto de Pars._______
H. $. A rinde m, impn emeentt dn nonot producto, rondo dado locar
a fMctodu, conree exigir t Marca E- BC. iioJiaVIRWWoVajt^A^RRRRRP
M**#oVVWftMWMIMI

POS DE ARROZ SIMN
abnete Orm Simn.
preparados eom glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : Frescura, Mocidade e Macieza-
FRUSTRA L AS NUMEROSAS UtlTAQOtS.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
prncipaes pharmacias, perfumeras et lojas de caballereos. CE3
rir"i------"**i-""**rrrriirrrnrnnnnoiriiat
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc
^k a w^ m ^^gJm ^*^ pmpar
^^ J^^^^ Por CZX. FATV, P
v PAmTS, S, Ru.a de la. Pair.,
s de PREPARADO C0M BISMtTHO
Perfumista


I


8
1
Dkriu de l'erDombueii-<-Terfa-feira 9 Agosto de 1;SS7
fAMEPADES
i
A iKIma classe
Narrag&o de um eetudante alsaciano
ALPHON8H DADDET
Naquella rranba, j tarde para ir es-
cola, spoqutn'ava me o receio de ser re-
prehendido, tanto mais qui M. Hamel ti-
nha dito que peguntara os participios e
eu nlo sabia urna palavra- Oc.-orreu me
a id* de falt.r a dar um passeio ao
campo.
Estava tio rjuent i o tempo e tilo claro !
Os raelros assobiav.un na orla do bas-
que e na esplanada Rippert, ns pruasianos
faziam ezereicio. Tudo isto tentava muito
mais do qua a regra do3 participios, roa
tive forja para resistir e corr apressado
para a escola.
Quando passei diante da mairie vi gento
parada purt> do caixilho em que se eolio-
vara es editaes. Ha dous ann^s que d'ali
nos vcera todas as noticias ms, as bta-
lbas perdidas, as requisijoVs, as ordens da
administrajio ; e pensei sera parar :
c Que haver ainda ?
Entio, quando atravessava a praja, cor-
rendo, o ferreiro Waehtor, que esperava
com o aprendiz a vez de 1er o edital, gri-
tou-ine:
iNio teapresses tanto, pequea ; sem-
pre has de chegar cedo tua escola!
Julgei que ella tr java coraigo o entrei
esbaforido no pateo de M. Hamel.
Ordinariamente, no cornejo da classe,
havia um grande barulho, que a
?a ra, cart-iras abertas e fech das, liySss
repetidas muito alto e ao mesmo tempo,
tapando cada um os ouvidos para melhor
aprender, e a grande regrji do mestre ba-
tendo as mezas ;
f Silencio! *
Contava pret isameete com esta occasiio
para me sentar carteira sem ser notado;
mas logo n'aquelle dia tudo estava soce
gado, como n'uma raanhi de domingo
via
Pela janella aborta vi a os rreua collegas
nos seus resp'ctivos lugares e M. Hamel, em dar feriados !
que passava e repsssava ora a terrivel re
gra de ferro debaizo do brajo. Tive que
abrir a porta o entrar no meio d'aquelle
grande silencio. Avaliae se estava ver-
melho e se tinha medo !
Mas, nao. M. Hamel olhou-me sem co
lera e disse-me com docura :
< Vae depressa para o teu lugar, meu
Frantz ; iaroos come jar sem ti.
Estuguei o passo para o banco e sentci-
me iraroediatamente carteira S entao,
mais acalmado o medo, notei que o mes-
tre tioha a sua bella sobrecasaca verde,
encanudado o fino peitilho da camisa e o
oapello de Sida preta bordado, que s pu
nha nos dias de inspeccao ou distribuiji
de premios. Depois, toda a classe tinha
alguma cousa de solemne e de extraordi-
nario. Mas o que me surprahendeu mais
foi ver ao fundo da sala no banco, em ge-
ral devoluto, gente da al leia, assentada o
silenciosa, como nos, o, velho Hanser cora
o seu tricornio o antigo maira e outras
pessoas ainda. Todo pareciam tristes ; e
Hanser tinh3 levado un usado abecadario,
ruido nos cantos, que tinha aberto nos joe-
lhos, e sbre o qual passavam, ao travz
das paginas, as suas grandes lunetas.
Emquanto me espantava tudo isto, M.
Hamel aantara-ae na cadeira e com a mes-
ma voz doce e grave com que me havia
recebido, disse-nos :
t Meus filhos, a ultima vez que rejo
esta classe. Veio ordem de Barlim para
se ensinar smente allemlo, as escolas da
Alsaiae deLorena... O novo mestre
chega araanhi. Hoje a vossa ultima h
Pojo-vos a
meas livros, quo ainda ha proco achava-lao
m a historia sgrala, paro ara rae agora ami-
go.) velbos Cijo apartamento mi seria
muito doloroso. M. Hamel, o mesmo. A
idea de que elle ia partir, de que eu nilo
o vera mais, fazia-raa osqueaer os oasti
goa, as pancadas da regua.
Pobre horaem I
Era em honra d'esta ultima classe cue
i!l: tinh. vostiJ o seu bailo fato de lo-
mi'igo, e agora qua eu corapreLona
porqua aqu lies velhos da aldeia se tnbara
viudo sentar ao fundo da s ila,. Era para
significarem quanto laraentavam nlo ter
ido mais vezas escola. Era tambera co-
mo que um modo do agradecer ao nosso
mestre os seus quarent aonos de bons
servijos.
Estava neste poulo das rainlias reftexoVs
qnando ouvi o meu dome. Era a mnha
vez. Que teria eu dado para dizer de
principios, bem alto, bom claro, som um
erro I mas atrapalhei me s primeiras pa-
lavras e fiquei de p, a palpttijio forte,
sem levantar a cabeja. Ouvia M. Ha-
mel : Nao te reprehenderei, meu Frantz,
ser castigado. Ora aqu est o que acon-
tece. Todos os das dizon : Que dia-
bo I Tenho muito tempo. Aprender i
raanbi Depois, vs o que succede. .
Ah 1 foi sempre a desgraca desta Alsacia,
deizar para manhi a sua instnicj">.
Agora essa gante, tora toda a razio de
nos dizer : Como 1 Queris ser ,fran:e-
zes e nao sabis era fallar ora cscrever
a vossa lngua I... E em tudo isto, raeu
Frantz, nao s tu o mais culpado. Cada
um de nos tem muito de que se reererai-
nar.
f V08SOS paes nio cuidaram, como de-
vam, da vossa inatruejao Praferiam
mandar-vos cultivar a trra, ou para as
fabricas de fiajio, para terem mais algum
dinheiro. Eu mesmo nao tenho de que
criminarme? NSo vos mandei muita vez
regar o jardim em vez do trabdhar ? E
quando quera ir s trutas, punha duvida
aellas da casa. Que desgosto nao devia
ter aquella horaem por deizar todas aquel-
las cousas e por ouvir, era cima, a irmi,
aadando de um para outro lado, as ulti-
mas arruraaj8s, antes de fechar as malas,
porque elles devim-partir no dia seguin-
te : partir para sampro I
Comtudo tevo a coragara de nos dar au-
la at ao fim. De>ois de osciipta tiveraos
liyao de historia; u* seguiia os pagenos
cantaram o Ba, Be, Bi, Bo, Bu. B em
baixo, ao fundo da aA, o velho Hamel
tinha posto as lunetas o, segurando o abe
cedaro com ambas ns mSos, rtizii as le-
tras tambem. Applicava so : a voz trmu-
la de camocho, e era t.lo estranho ouvil-o
que todo nos tinhaiuoa voutade de rir e
de chorar. Ah como eu sempro rae
lembrei desta chsso.. .
De reponta deu meio dia no relogio da
igreja. No mesmo instantes as trombetas
dos prussianos, que entravam do ezercicio,
vibraram debaizo das janellus... M.
Hamel levsntou-se, pulido, da cadeira.
Nunca me tiuha pare ido 12o respeitavel.
Meus amigos, disso, meus amigos,
eu... eu .. >
Mas alguma cousa o surTocava. Nlo
podia acabar a parase.
Entilo voltoa-aa dar a p3.hu, pegsu
a'um boceado de giz, e, n'ura alent de
todas as suas fircas, escre/eu ora grandes
letras :
Viva a F,anga 1
Depois, ficou ali, com a cabec* encosta-
da parede, e, sera fallar, com a mo,
n'ura gesto :
< Acabou se... ide-vos.
se gativ
om batatas,
de klgura
^essario por

de
sse corami-
Entao; passando de uma cousa a outra,
M. Hamel comecou a fallar da lingua fran-
ceza, dzendo quo era a mais bella do
Peflt poifiue en prose
Ella! c'est le rayn qui brille daa mes
yeux lorsqu'ils s'odvrent a la lumiere da
matin.
Elle, pendant les heures du lourd som,-
meil, communique, airaante, avec mon ame.
Elle c'est l'toile qua ra'inonde de sa
lumivre et me raontro un Edn !
Elle guide mes pis pirtout o je vais,
et, dans le danger, elle rae protege.
Elle ecarte de moi le dsespoir s'il veut
me toueber do sa raain glace I
Elle crie en avant 1 Si je faiblis et rani-
sta mecbani-
ca ; vou-me tambera casar -om uma rau-
Iber, com toda a gente Ella se encarrega-
r de por tora a mnha famlia !
Procuro e caio n'uma rapariguiuba, bem
bonita; um achado aem parentes. Des
poso a. No dia s- corre com os meus tos o as ininbis tas
com uma rara elog^nai*.
Desgrajadameute dj fin de stis teraa-
as, nilo encontra ella o seu pap e a sua
maraS, n'ura mnibus e na raais profunda
pobreza?Trd os para casa;nSo poda
deciduamente polos na ra.
Acontece que ura e outre possuem uma
quantidado enorme do irmaos e irraSs, ca
sados, segundo o costume cm vigor, com
homens ou com mulheres. Estes bomens e
estas mulheres pertence n a aggloraerayoes
de familia cujaa amostras ennunciam um
snto horror ao celibato
multiplicac&o ri ti
mas, de cunhados e do cuchadas, casados
estes com aquellas, aquellas com ostes
sempre em condicoes idnticas.
Todo esto povo vam juntar era mnha
casa e cbama-mo seu sobrinbo.=Neata fa-
milia o prato favorito era carne cora hor-
talica.
Passei a mnha vida a cosnhar carne
com hortaliga.
Isto nilo era ainda senuo rosas; mas
succedeu que a familia do coslho fez co-
nheciraenlo com a familia da carne com
hortalica!
Descobrem-sa parentescos singulares,
seguidos de ramificares mltiplas em my-
riades de familia numerosas, onde pulul-
lam batalhSes de irmaos e do irmas casa-
dos, com uma notavel populado, quer
machoquer teminna.
, segue-se uma
rala de irraaos e de ir-
dar o maier desenvolvimento educagao
pbysiea est sendo ainda boje.a ordem do
dia dos que se oceupam dos assuraptos es-
colares. E' ama questUo capital, que dif
ficil ser reaolvel-a completamente, se nao
iropossivel. Est dependente de milhares
de crcumstancias espaciaes, a que se nao
pode attender fcilmente.
A raaioria dos pedgogistas sSo de opi-
niao que principia na escola o maior mal
pra as crianzas, que all que cometa o
desenvolvimento de muitas doengas, espe-
cialmente a tisica. N'ura cstudo, receut--
raentc pablieado na Allcraanba. diz o Sr.
Zao Burgestein o seguinta : o A eduea-
<%o physica e a attenuagao da educayao in-
telectual, que levada ger-dmente alm
dos liraittes da raaioria das capacidades in-
dividuaes, uraa necesaidade. E' rea dei-
zar seguir os cursos indistinctameot a to
das as crianzas que os paes mandara para
a osiola ; mesmo aos alumnos bem consti-
tuidos nao ba necossidade de uraa applica-
5^0 de longas horas para as classes ; po-
poder-se-hia restringir o tempo consagrado
instruccao o aproveitar uraa boa parte
d'elle para os ezercicios physicos e jogos
salubres.
Do mes no modo acha-se o ensino supe-
rior muito sobrecarregado.
Por este facto as consequencias patho-
lgicas indicadas silo, em todos os climas,
cephalgia, myopia, deformado:s do tronco,
predisposi^Ses rajrbidas devilas pasQSo
de eatar sentado muito terapo, respiragao de
ar impuro, lluminayilo insufEciente, ner-
vosismo e desvos raentaes provocados por
uma tensao de espirito de que nem todos
82o capazes. O Sr. Burgestein prop3a
uma educac&o harmnica como nos antigos
gregos e como hoje ha nos collegios inglc-
zes era Eton, Winchester, Rusby, que com-
prehendern no ensino a esgrima, jogos, na-
mundo, a mais clara, a mais duradoura, me ma foi, lorsque raa foi chancelle.
falUl-a
nao a
maior atten-
920 de francez.
c5o.
Toldaram-me o espirito estas simples
palavras. Ah oa miseraves, eis o que
elles tinbam afEsado na mairie. A mi-
nha ultima hcdU) de francez E u, que
mal eacrevia 1 Eu nSo aprendera raais I
Era necesario ficar no que sabia! Como
eu entao lamento O tempo perdido, as
faltas aula, para roubar ninhos 1... Os
que era necessana taii&t-a sempre,
esquecer nunca, porque quando ura povo
eacravo conserva sua lingua, como se ti-
vesse a chavo da prisSo. .-pois pegan-
do d'uma grammatica, leu nos a lijao.
Adrairou me comprehendia. Tudo que elle
dzia me pareca fcil, fcil Julgava que
nunca ouvira tao bem, e elle nunca expli-
car com tunta paciencia. Dir-se-hia que,
antis de partir, o pobre hornera quera
tranamittir-noa t*do o seu sab r, fazel-o
entrar as nossas caberas le um s jacto.
Acabou a ligio, passou-se escripta.
N'aquelle dia M. Hamel tinba prepara-
do ezamplos completamente novos, enci-
mados por : Franqa, Aleada, Franca,
Aleada, en bella letra redon 'a. Pare
ciam pequeas bandeiras, fluctuando em
volta da classo, pi ndentes das estantes das
carteras. Era da ver corao todos se p-
plicavaro, e qua silencio I NSo s> ouvia
senlo o ruido das penas sobre o papel.
N'uma occasiao entrara.n alguns bezouros
pela janella ; ninguem f--z csao delles,
lora mesmo os mais pequeos, que esta-
vam a fazer risco, cora nma boa vontade,
ama consciencia, como se aquillo tambem
fosse fraucez,... No telhado da escola
arrullavam pombos brandamente, o eu
disae coraigo, ouvindo os :
< Obrigal-08-bao tambem a o ratar em
allemao, aos pobres pombos ?
Se levantava os olhoa, va M. Hamel
imraovel na cadeira, fizando os objectos,
quo o cercaran), como so quizesse lavar
bem gravada na vista a sua pequea es-
cola .. Havia quarenta annos, que sen-
Uva na mesraa cadeira, d'onde va, fra,
o jardim, e era frente a classe, sempre
igual. Smente os bancos e as carteras
calavera peldoa pelo uso ; s castanbeiros
tiohara crescido e a trepaiera, que havia
plantado, eogriual lava agora tolas as ja-
FOLHETIH
JOSLARONZA
POR
JaCQUES DU FLOT E PEDRO M&EL
<|ll.\Tt PiBTB
(Continuacio do n. 179)
XIV
Entilo, as miabas suspeitas sao fun-
dadas, o crirae est completo. Clanos aa-
sassinou o sobrinho e o substituio por eu
tro hornera.
Darmailly sabia o que quera.
Uma ultima palavra, minba senbora.
Ha quanto tempo morreu o seu sobrinho ?
Ha dezoito annos, seuhor. Carmen
tinha seis annos.
E que idade tinha elle entao T
Vinte annos justos. Aeabava de os
completar.
Julaao sommoa rpidamente ;
Dezoito e vinte sao trinta e oito. E'
isso raesms. Essa deve ser, pouco mais ou
menos, a idade do horaem.
E, dirigiodo-se Sra. Hob :
Foi enterrado em Marselha ?
Sim, senhor. Succumbioem dez dias,
sem molestia appareote.
Pudera, pensou o mojo. Foi a tu-
phorb/ .
Despedio-se da senbora velha e foi
cmara municipal. All ezaminou-ae o re-
gistro.
Uma hora depois, o joven advogado es-
ta de posse da certidao de bito de Lewds
Jabb.
A sua viagem tinba sido perfeitaroente
bem succedida. Ella sabia o que quera
saber.
Quando sabio da cmara municipal, um
indi vid ao, que nao recooheceu a principio,
jpproximou-se d'elle.
Mas logo que Juliano eacarou o perso-
nagem, rtcuou instinctivamente. -
Elle se perd souiain, si je veuz la sai-
air, elle se perd ainai qu'un sourfla impal-
pable ainsi que la zphir.
Ella ne s'appellepas vainement d'an nom
de ferame !
Elle c'est l'Esprance !
Babn Q. J. d'Hebppeht.
Bn familia
Eu tinha ura tomea to Rodolpho
ezcellente hemem casou sa com uma mu-
lher; ella morreuenterramol-a. Qua tes-
ta I meus amigos.
Beueram-se quarenta e seis litros no dia
do enterro! Lemb-o-me perfeitamonte, ini
en que os pague.
Meu to em vez de ficar quieto. .. nlo,
necessario que ella torne a casar,com
uma raulher ainda ; uma outra T
Esta nao morreu, tem uma esplendida
saude; o meu tio que se fiH* embora.
Entao enterramol-o.
Que testa meus amigos. Corao era ura
hornera, bebaram.se noventa e dous litros
no dia do enterro.
Le obro-me perfeitamente, fui eu que os
paguei.
A vmva que era canseguintemente m-
nha tia, torna tambera a casar, no fim dos
seus dez raezes, com um horaem desta vez
ura rapazinhomuito maia novo do que
eu.
O gaiato chama rae 8eu sobrinho, trta-
me por tu e probibe-me de o tratar da
mesraa maneira, sob pretezto de ser falta
de respeit) '
Nao contenta com 8to, vem jsntar com-
migo e traz-me os irmaos e as irmas, casa-
dos uns e outros, seja com bornees, seja
com mulheres, prvidos todos de outros
irmaos e irmas, casadas era condijSas se-
melhantes.
Coha-me em c Esse horaem era o agente Lagouge.
Tourniquet comprimeotou muito respei-
tasamente e em tom de confidencia.
Sr. Darmailly, eu o sigo desde Pa-
riz.
Ab disse o advogado um pouco in-
quieto.
Tranquillise se, tornou Lagouge.
Foi para seu bem.
E como Juliano o olbasse admirado ;
Vou dizer-lhe tudo, comecou o agen-
te. Ha mnito que vejo o senhor traba-
lhar e que o avaho O Sr. .um finorio ;
e eu disse com migo mesmo : Mea pobre
Tourniquet, eis abi um que j te.cheirou e
que om dia destes te far a barba. Tu
nao s de forja. PropSe lhe um negocio.
Voc tem razao. Eu o descobri.
Qual o negocio ?
E' este : As cousas nao vio bem
para mim. Primeramente, na policia co
megam a desconfiar de mim. Eu tenho
jogado com pao de dous bicas. Depois,
meu segundo patrao, o patife, tem as suas
suspeitas. De modo que na policia podem
engaiolar-me, e o Sr. Stephan Rouval po-
de matar-rae. Eu nao quero nem uma
nem outra cousa. O senhor pode me aju-
dar, se quizer. Bem entendido, eu lhe
pago.
Juliano reprimi uraa careta de asco.
Vejamos. Que tens tu para offere-
cer T
Hum 1 Uma cousa boa.
Nada de reticencias. Falla elaro.
Bem. O senhor nao foi casa da
judia toa.
E' verdade, mas tu nao sabes para
que fui l.
Nao sei ? Vai ver. Foi ver se por
ella sabia onde estafara os papis do ma-
rido.
Posto que muito senhor de si, Juliano
madou de cor.
Contina. Tens esses papis T
Tenho. A gente de Rouval deu ca-
bo do velho Jacob, Lombardo foi ura del-
les. E ioi Lombardo tambera quera apu-
nhalou a mulber de Jacob. Nao foi pro-
cessado per nenhum desses crimes. Mata-
rara a mulber, porque ella ameacou fallar
e ao marido porque elle tinha tres letras
negociadas pela casa Rouval. Ora, foi a
:oiui que a policia mandn casa do veio
Gobseck, e como eu tambem servia a Rou-
val, este encarregou-me de procurar as le-
tras.
mv Ta as aehaste e lh'as entregaste ?
Nao sou tao tolo aseira I se o fiaessi
E tudo isto cabe-rae a jantar em casa !
Uraa immigracSo -'
Ura diluvio! !
Havia gordos e magros, altos o bai
zos !
Havia confet8roa, culmoairos, botica-
rios, embaizadorea todo uaalmanach I 1
Chegavam-me das aldeias, da provincia
do estrangeiro das duas Araericas I As
companhias de caminhos de ferro organi-
aavam corabtyis de rocreio para ra^a tra-
zer Os vaporea fazara-lhas abatimento !
Fallava-se em estabelecer vra tramway va-
por at mnha porta I :
Primeiro, aloguei uma casa econmica,
maa isto nlo bastava Entrei era relacSes
cora o dono de um estabelecimento afama-
do, um restaurante com uma sala para
baile. Alugo o sali: -dous mil lugares.
Mando por quatro mezas em todo o com-
primento da casa, e reno a minba soce-
dade.
Quando uns e outros sa pozeram a sa-
borear, uns a hortalicar outros o coelho,
corr ao conmissario de policia e disse lhe:
Venho denunciar-lhe um bando de
moedeiro3 falsos ; ordinariamente reunem
se nss tabernas, m*s agor^i, estao jantan-
do aqui ao lado.
Este fanecionario respandeu-me :
Estou s suas ordens, deize me o
terapo do por a faza e de requisitar um
requermento.
Cercou o estabelecimento e prendereis-
se os meus covivas.
Foi necessario ir a treza cocheiras e
alugar 217 carrocas de mudencas e todas
as padiolaa, para conduzir a miaba fami -
lia at ao commissarisdo.
Para mim, acbou-senao quero mais
tamilia, fiquei farto... Sita noite, tomo o
corabxyo e fujo para o Polo do Nojre, pa-
tria dos ursos brancos, nico sitio deste
mundo onde me parece nSo tenho tos,
nem tias.
Georgee Moynet.
Gyomastiea
(Jornal do Commerdo de Lisboa)
Demonstrar e prover a necessidade de
tavez o patrio rae tivesse snpprraido tam-
bara. Eu disse qua nlo tinba achado na-
da, mas eu, as teoho e estou prompto a
lh'as ceder, se quizer.
Faja preco, disse Darraailly seeca-
mente.
Dez mil francos cada uma e a pro-
messa de que nSo me ha de denunciar.
Juro lhe que vou ser horaem honesto.
Hura Isso certo ? Dze.
Eu juro, respondeu Lagouge em tora
convencido.
Pois bem, disse Juliano, aceito. Mas
n2o tenho dinheiro aqui. Volta para Pa-
riz a diz onde me has de'encontrar. Liva
as Mras, cu levarei o dinheiro. Estamos
de accordo T
O tratante hestou um momento, depois
respondeu :
Estaraos de accordo. V o senhor
primeiro. Nestes tres diaS hei da procu-
ral-o.
Os dous homens sepsrarara se.
Logo qua chegou a Parz, Juliano foi
casa de Mazimiliano.
Era o dia immediato quelle em qua o
doutor tinha encommeniado os diaman-
tea.
Est de volta ? perguntou a Dar
raailly.
Sim, racu meu caro irraio, e estou
muito satisfeito.
Entilo. oub* alguma novidade ?
Melhor do que novidade.
Ah 1 ezdaraou Arband, sbitamente
intere8sa4o.
Juliano sorrio, e reprimi o a sua irapa
ci-n.ia :
Eu lhe eontarei tudo, dentro em pou-
co. Diga-111 a primeiro o que sabe.
Eu, disae o doutor, tambem tenho no-
vidades.
E contou a Juliano o episodio dos brin-
cos.
Apre ezclamou o moco, voc sabe
fazer as causas I Trezentos mil francos da
uraa s vez, sera contar os quatroaentos
mil francos da menina d'Iaaae, alm do do-
te que, provav-lrneute, vai dar sua futu-
ra cuchada. Sabo que os seus milholas vio
ser submcitidos a uma prova dura, meu
caro Mazimiliano !
Arband reapond.u sorrindo e balando do
hombro de Juliano :
Os meus railhSas vieram-rae por fa-
vor da Providencia. Livaro o caminho
quo Deas quizer. E, acarescentoa, cora
paizio : peosa quo todos os milhoas do
mundo seriara domis para garantir a
tayio, patias, etc.
Nio porm s o que affirraa o dislincto
pedagogista a causa de tantos males.
Na minha opiniio contribua tambem
para prejudicar as innocentes criancinhas a
m posijio que tomara para osarever, o
conservaran! a wsta mais prximo da es-
cripia do que devora, falta de vigilancia
nos internados, ao tornaram as crianjaa uns
verdadeiros papagaios, urnas machinas de
decorar palavras que nio coraprehendem,
sera r.s aeostumarem a raciocinar.
O Dr. Hertel, fallando da ostrucc&o
exagerada as escolas da Dinamarca, en
controu falta de salo em 20 0/0 de ra-
pazes e 41 0/0 de raparigasdoengas de
cabeja, anemia e escrofuloso.
O Dr. Tucknara era 1881, sobre 800
alumnos de uma escola superior acba 18 0/0
rapazas e 25 0/ raparigas que renuncia-
rara os estudos ; 95 0/0 das raparigas es-
tavam doentes.
E' pela espinha dorsal que vulgarmente
as crianyas se corneja a manifestar, aos
olbos dos profanos a quera me dirijo exclu-
sivamente n'esu occasiio, os primeiros
symptomaa dos males causados pela es-
cola.
A longa permanencia mal sentadas pro-
duz-lhe a eiphoee ou a lordoee, seguindo-se-
lhe as suas desastrosas cousequencias atro-
pina da uaixa tboraxica, os pulmSes nio
pdem receber oxigonio sufficiente para a
respirajio, a assimilajio nio se faz per-
feita, etc.
as nossas nio usi ainda dar pequeos
descanjos ao cerebro por meio de um deri-
vativo, que n'este caso sio os exercicios
physicos.
A creanja entra para a classe s 9 ho-
ras ; all se conserva, mal sentada, at ao
meio-dia; descanja Juma hora, para de
novo entrar as lides escolares at a 4
horas da tarde, com o estomago cheio, nio
podendo fazer uma digestao regular. Sais
horas de permanencia n'uma immobilidade
quasi absoluta muito para um adulto,
quanto mais para uma crianja, que nio
tem ainda a ossificajio completa, aera os
msculos desenvolvidos I
Nio entrarei em consideracSes physiolo-
gicas sobre o asaumpto, restringindo ma
felicidade, a honra ou mesmo o repouso de
Renata ?
Sera duvida, raplicou o enthusiasta
Darmailly, nio ha na ierra th.sjuro quo
lhe possa ser comparado.
E' bonito o que voc est fazando,
Maximiliano I tornou elle, depois de uma
pausa. Rouval que toma tent.
Rauval T Sim, diz bara : Rouval I
- Digo Rouval. Sabe qua eu tambera
venbo-lhe pedir dinheiro 'i
Quanto preeisa ? respondeu Maximi-
liano, sem hesitar.
Oh I pouea cousa, relativamente : a
dcima parte dos seus trezentos mil fran-
cos.
Entio, trinta mil francos ?
Sim, trinta mil francos, que serio
bem em pregados
Disso nio tenho a raanor duvida.
Darraailly voliou se para a jaaella.
- Meu caro irraio, disse elle, estamos a
quinze de Marjo, o tempo est magnifico,
as lilazes j t n folhas, quer vir cora migo
dar um passeio no parque dos Principes '?
- Com muito prazar, respondeu Ar-
fband.
Vestio se em um abrir e fechar de olhos
o os dous saturara.
Era, cora effeito, uma dessas lindas ma
nhis quo aanunciara em Pariz a entrad
em scena do verio A fctmssphera estava
moma e perfumada. Os dous hornees su-
biratn a ra Boulainvilliers e, atravessando
o Rsnelagh, entrara no Basque.
L, tomarara osquerda, conversando.
Sa o trouxo para aqui, disso Juliano,
porque tenho uma entrevista... impor-
tante, e para isso melhor sermos dous do
qua ura s. Porque, accrescentou rindo,
temos que conversar cora um grande tra-
tante.
E, interrompendo-se brusaaraente :
A proposito, trouz-a diabeiro coinsi-
go T
Isso depende. Quanto precisa ?
Os triut* mil francos de que Ihs fal-
lai
Maximiliano deu ama risa la.
Meu* caro Juliano, dissa elle,* nio coa
tumo andar pasaeando aasim, cora triata
mil francos no bo's. S trago essa quan
tia ora oocatioas determinadas.
Entio volt-.raj3 para buscal.os.
- Nio preciso, tornou Mazimiliano,
tenho aqui o meu livr de cheques, e bas-
ta-me e.icher um. Agora quer ezplicar-me
o qua varaos fazer ?
Pois nio I Varaos comprar por dea
apenas a f.>z:r ver mais ama vez que a
gymnastica indispenaavel para corrigir 01
vicios escolares, para o que creio ter dito o
sofficiente.
O aasumpto de que teoho tratado dara
um grosBO volum9 sa o desenvolvesse;
deizo-c para os pedagogistas Ha grandes
trabalhoa escriptos, alguns bastantes inte-
reseantea, sobre educajio escolar, que p-
dem ser consultados com grande vantagem
pelos quo quizcreiu tstudar e apreciar as
opini3es dos diversos autores; intil qua
eu o faja e sobre tudo nada luerariam es
leitores com o que podnsae lizer.
O raeu fin ezclusivo fazer propagan*
da do ensino da gymnastica e a isso me
limito.
Alfbedo Das.
O orador
Sa alguem ao levantar se na tribuna para
fallar n^ assemblas, meditasse um infan-
ta as durezas do officio de orador, seria a
tribuna quasi um errao, e os parlamento
pouco distariam S quera tem ido e ponderado os modelos
eloquentes, que nos legou a antiguidade,
cae bem na conta de quanto trabalbosa
de alcanjar a cora de oratoria ; roas tio
arrastada anda pelas prajas e assemblas
a arte divina de Lysias a Demonstbenes,
de Cicero e de Hortencio, que havendo sa-
fra de oradores, ha penuria manifesta de
eloquencia.
a Depois que us parlamentos e as rea*
nioes, que por ahi estio paradinndo em
cada encruzilhada, se admittio a formula
de referencia o Ilustre orador que me
precedeu 1 o diploma de Eschioo e Mi-
rabaau alcanja-sa com pasmosa facilidade.
Ha phrases inteiras com que fabiicar se um
discurso parlamentar, sera escandecer pela
invenjio o milo errao do orador mais anal-
phabeto.
O orador novijo comejar: Depois
da brilhante orajio que acaba de pro*
nunciar o meu Ilustre collega (o Ilustra
aqui de rigor, embora o preopinante seja
o mais obscuro o soez aldeio que se en-
contra por trras da Malhada ou da Gafa-
nha) cu invocara em vio a benevolencia
da cmara, (esta benevolencia dita ex-
actamente no momento em que o raurmu-
rinho de dilogos io-crescendo, afogara
n'uma cruel desattenjio as notas agudas
do Fox de campanario) mas o assumpto
que vou tratar grave porque vai n'elle o
interease, a vida, a honra, a gloria do paiz
( raro falbar esta solemne explosio de pa-
triotismo). Eis o caso para que eu invoco
a attenjio da cmara e do governo.
c O campanario de Alhos Vedros, ou de
Boticas, ou de Cbio de Couc*, ou de ven-
das de Mara, (aqui tica um lugar em
branco para o orador inserever o nome de
sua patria cleitoral) depois que o Manoel
da Joanna, ou o Jos da Boija (aqui en-
trara oa nomes dos peraonagens Ilustres
em que anda a governanja da aldeia, ou
dos que trazem entre si competencia sobre
o consulado aldeio) entra ram a servir na.
junta da parochia, uroeaja inevitavel rui-
na. As pedras soltas do campanario jun-
cando o solo, attestario aos vindoros a
inercia dos poderes pblicos (aqui costuma
a nserir-se ama bisca aos ministres).
t Pondo assim a questio altura dos
prineipioa (esta altura dos principios cha-
vio oratorio da summa energa) confio que
oa meus conatituintes me fario a justija
de acreditar, que mantenho no parlamento
a sua dignidade e os seus f >s popalares. *
No dia seguinta ,0 Diao publica o dil-
durso improrisado cora oito dias da impor-
tuna digestio, e acaba pea rubrica sacra-
mental, j descida vulgaridaoe dos ne-
crologioso orador foi comprimentado por
quasi todos os Srs deputados, e s vezea
tambem, pelo Sr. ministro das obras pu-
blicas, ou outro, conforme o negocio, for
fcil em que n'uma pennada concede o ta-
chygrapho ao orador um lugar de honra
entre os Demonsthenes de Sonlbaea e de
Poiares.
Latino Coelho.
mil francos cada ama, as tres letras pro-
testadas, de cinco mil frascos cada uma,
sacadas pelo capitio Jos Laronza sobre a
casa Rouval d C-, e por esta negociadas
por intermedio de un judau chamado Ja-
cob.
Mas esae judeu nio morreu ? Foi vo-
c quera me disse.
Perfeitamente I E morreu por ter
conservado essas letras em seu poder.
Nio comprebendo.
Vai comprehender Rouval ancarre-
gou de re ha ver esses valoros a ura tratan-
te que come a dous carrinhos, ura agente
da policia de seguranja.
Oh I oh I exclaraou .axmiliano.
Lagouge, talvez.
Justamente. Lagouge achou as le-
tras, mas, como rapaz avisado quo guar-
dou-as para si. Agora, segundo parece,
quer reformarse e por-se a salvo. E' elle
que nos vende esses valorea por trinta mil
trancos e o nosso silencio. Agora corapre-
hande T
Maximiliano estava raaraviihado.
Meu amigo, disse elle, ha momentos
cin que, como j lhe disse, voc roette-me
ajado. Que pretende fazer com essas la-
tras,
Ora I apresentl-as a Rouval.
Mas, nio conta com o pagamento ?
; P'do contrario. Elle as pagara por
ceio mil francos cada uma.
Voc, Juliano, nio horaem para
fazer especulaj3es destas. Voc tem ou-
tro tim.
Obrigado, por ter adivinhado O raeu
fim ver a careta que o patife far. Nio
d-eixar de comprometter-se.
Maximiliano rtflectio.
Esaas letraa provam que Rouval co-
nhece Laronza.
Sim ; e Rouval declarou qua nio co-
nhecia-o.
E pretenle inundar aaresanUr e'sas
letras ?
__ Sim, meu curo irmio e prete'ndo que
sejara pagas quando forera presentadas.
Por quera raun i*.r aprasental-as ?
Eu mesmo hei da apresaatal-as.
Arband erapallideceu.
Cuidaio, Juliano. Voc est jogando
uma partida muito perigjsa I aquella casa
ura covil de tratantes. Padera assassi-
nar-te.
O mojo deu uraa risada.
un nio, mea cro Mazimiliano.
Tenha eonfiaoj era mira.
Nesse momento ebegaram ao pequeo
caminho de Bolonha.
De uma raoita de nogueiras, ainda des-
folbadas, sabio ura hornera. Maa, ou por
medo ou por engao, retirou-ae vendo oa
dous companheiros.
Eis abi o mea bomem, disse Juliano
a Arband. A sua presenja talvez o ame-
drontasse. Vou chmalo.
Deizou o doutor e correu atrs de La-
gouge.
Pode vir, disse-lhe elle. Aqui o se-
nhor entra no negocio. E' elle quera pa-
ga
O ez agente nio pareceu ficar completa-
mente tranquillisado.
Ouja o que lhe digo, gritou Dar-
mailly ; afiaal de contas podemos prescin-
dir de voc.
Lagouge deizou-se convencer.
Comprimeotou Arband, que mal corres*
pondeu
Tem as letras ? perguntou Juliano.
Sim, senhor, replicou Tourniquet,
que sacou do bolso uma carteira.
Juliano tomou e ezaminou as tres la-
tras.
O es-policial esperava de chapeo na mi.'
Nio tenho dinheiro aqui, disse Maxi-
miliano, mas vou lhe dar um cheque. En-
tramos ao primeiro caf para ter com que
escrever.
E dirigi sa para o lado de Poiat-du-
Jour.
Lagouge com um gesto brusco t'l-o pa-
rar.
O seu rosto ezprimia um terror vago.
Para l, nio, senhor, para essa lado
nio 1 articulou penosamente o miseravel.
Mazimiliano e Darmailly trocarara um
olbar.
O bando tinba tirado do bolso um tin-
teiro de chumbo e uma caeta com pinna.
Eu tioha previsto isto, disse elle com
um eorriso hediondo.
Arband tomou a penna, encheu o che-
que e entregou o a Lagouge.
E agora, meu rapaz, disse elle com
aspereza, como o meu amigo Darmailly
compre.raetteu a minha palavra com a dol-
a, voc pie estar socegado, mas me-
lhor que voc mude-se daqni.
O tratante comprimentou e retirou-se
apressadamente.
Juliano amarrotou o papel sellado.
Afinal, diste elle, *nho as prova*.
(Continuar te-ha) %
Typ. o DUtrio ma Daaoo do Carias ST"
4
J
.
:..-

K
-
*
y
I



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