Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17487


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Full Text
mbkh

ajio mu loiEJO 115

PARA A CAPITAL E LP6ARRI 0!I>K SAO E PACA POHTK
Per tres mezes adiantadoa............... 6(J000
Por seis dito idem.......... ...... i^^OOO
Por um anno idem............... '23^000
Cada numero avulso, do mesmo dis............ ^100
DE
QOAM-ltA 3 DE
PARA DENTRO E FORA DA PROVDCIA
Por seis meces adiantados..............
Por no'e ditos idem................
Por uin anno idem................
Cada numero avulso, da das anterioras...........
NAMBUC
1305OC
204000
27fiLOG
4100
JProprtefrai* bt JHaiuel -ftfludroa t>t Jara ljo*

O* Hri. le loe l'rlnae, C
ie Par, ti os uosso agentes
rxcluilvos de nnuaclos e pu-
bltcaeSes a V'-anca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS



UiA
s.v:
ROMA, 2 de Agosto.
O si. Crisp fol nomeado Interina-
mente ministro fon negocio* slrim-
eiroa.
LONDRES, 2 de Agosto.
A Inglaterra fol olleltada aflu de
sorir de medlacao entre a llalla e
tbyssinia.
ROMA, 2 de Agosto.
O miinii 10 de Stradelia abri
snoscriprao iflm fe erigir um mo-
nunienfo em memoria do Mr* Depre-
lia.
F.sto Mobwcrlpco J *e eleva a
somma de dez mil liras.
ROMA, 2 de Agosto, tarde.
E' provavel que no Mera constituido
oto ministerio depols de efTectaa-
das as exequias em homenagem ao
Sr. Depretls.
RIO DE JANEIRO, 2 de Agosto, s
horss e 40 minutos da tarde.
M. AA. Imperlaes o Conde e a
Condensa d'Eu nsslstiram ao encer-
ramento da exposlrno dos camlnnos
de ferro.
Pronunciaran! discursos S. Exc. o
ministro da Agricultura e o Sr. Bar-
reto.
O Club de Engenbarla rol premia-
do rom a medalba de ouro.
VIENNA, 2 do Agisto.
O principe Fernando de Cobourg
Cii>tba e vivamente solicitado para
seguir para 6 Splala exlta porem.
teniendo a Russla.
<\ir*>acia Havaa, filia! Purnarobneo*
2 la Agosto Is L-7.
iNSTRDCCiO POPULAR
PHYSOLOGU HOMiNi
(Extrahido)
.JA KIHLIOTUKCA DO POVO B AS B8COLA8
t'lt ME IRA PARTE
rl}5IClDES BE NKITRICAo
<:ll.< CLACO
1 nu-fo ) ^^
Appireih) cire ilo io0 apparelho a que est
incumbid* a faaicl' Jo crculacio sanguin.-* i
constituido p lo c ; eiu, pelas arteria*, pelas veiae
e pt'Ins vaaoa i:;.. I ires.
O corar;"!.. .': o > :1o ceutr-il di apparelho eireu
latorio. t' ojo, musculoso, dividido internamente
em quatro cavidades, e situado no lado esquerdo
da cav dade thoracics, entre os dous pulmoes
um pou.-> inclina I > di cima e da lnha mediana
para bario e para tora. Tem forma irregularmen-
te onici, eom a bise para a parte superior e o ver
tice para a inferior.
As cavidades em que o cordelo esta internamen-
te dividido sao : duas aurculas (dircita e esquer
da), que cecupam a base da pyramde formada
pelo corscao ; dous ventrculos (direito e esquerdo)
colbcados por baixo das aurculas. Resalta des'a
disposicio quo o c>racio pode considerarse divi
cido em duas metadea dircita e esquerda cada
urna das quaes contem urna aurcula e um ventr-
culo. Noorgao poie-se figurar com a sua inclina-
gao normal em relacao ao eixo do corpo do h >mem
As aurculas nao commuaicam ama com a outra
e o mesmo acontece aos ventrculos, porque as
duas metades do eoracSo sao separadas por um
septo imperfarado.
Cada aurcula communica, porm, com o ven-
trculo do mesmo lado, por meio de um orificio de-
nominado orificio auriculo ventricular. Em cada
ura destea orificios ha urna va'vula que o fecha,
quando o veafriculo se contrae, par, evitar que o
sangue r. flua para a aaricula ; a vlvula do
orificio huriculo ventricular direito chama-se val-
vu'a ticuapide ; a do esquerdo tem o nome de vl-
vula nitral.
A aurcula direita alm de communicar com o
ventrculo do mesmo lado, communica tambera com
a veia cava superior, que Ihe leva o sangue da me-
tade superior do corpo, e com a veia cava interior
que Ihe leva o da metade inferior O ventrculo
direito, alm da sua communicaco com a respecti-
va aurcula, d origem arteria pulmonar que,
nascendo por um s tronco, se bifurca por detras
da crossa da aorta em dous ramos que se dirigem
cada um para sea pulmio.
(Continua).
fARTE OrriClai
Cioverno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DA 1 DE
AGOSTO DE 1887
Antonio Gomes Serra.Sira, com as
r"stiiccoe8 do esiylo.
Antonio Malaquias de Mattrs. -Informe
o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de
Barreiros.
Major E-uygdio Francisco de Souza Mi
galhes. Foroeja-se.
Dr. JoSo BiStos do Mello Gomos. Ii-
for;ue o Sr. Dr. cbefe,de polica.
Major Justino Rodrigues da Silveira.
Forneca-se.
0 mesmo. Forneca-se.
Jos Xavier de Simas. Naturalise se.
Jos Francisco Accioly Lins. D-se.
Jos Jeronymo da Silva. Do se.
Jos Eleateiio ie AzeveioNfgo pro-
vimento ao presento recurso, por ser cor-
recta, ainda que tarda, a deliberadlo da
Cmara Municipal do Recife mandando
por em hrreroatago o servico do roatadou
ro da CabaDga, pelas seguintes razo-s :
1 Falta de contracto de prorogaccLo
O despacho da (Jamara, de 10 de Feve-
reir de 1886, autorisando a prorogacSo,
por mais tres annos, do contracto do 22
de Dezembro d8 1881, mediante o accordo
em que o recorrente devia entrar com urna
commissSo noraeada pela mesma Camar.-
nSo chegou a pro iuzr resultad, nao s
por nunca ter havido esse accordo (acta da
sess3o da Cmara de 9 de Dezembro de
1886) como porque, ainda quando elle ef-
fectuado fosse, s existira contracto de-
pois de lavrado e assignado o respectivo
termo pelas partes contractantes, observados
as formalidades legaes, como reconhe'ie o
proprio recorronte em sua peticHo Cma-
ra, de 17 do Novembro da 1886.
2.* Clausula expressa no contractofindo,
da que nblo seria prorogado. E' a seguin-
te : Artigo 14. O presente contrasto
durar por tempo du qoatro annos, a con-
tar desta data, e no poder ser proregado
sem lici'uc.a'o publicado. (Contracto de
22 de Dezembro de 1881).
3/ Falta de approoagao do gootrno.
Por*portaria do Io de Marco de 1880, con-
firmada por outra de 5 de Abril seguinte,
foi a Cmara Municipal do Recife autori-
sada a cootraetsr com o recorrente o ser-
vico do -natadouro da Cabanga, mas esta
autorisac3o, sustada logo depois, a 10 de
Maio, e afinol annullada por acto de 12
do Outubro, sempre de 1880, n3o produzio
eff> ico.
Foi preciso vir o rt. 89 da lei n. 1607,
de 19 de Julho de 1381, para ser conver-
tido em contracto esse servico, j entila
com ionovacd'es o que se fez em 22 da
Dezembro de 1881, sendo definitivamente
approvado por acto da presidencia de 29
de Abril de 1882, que inandou contar os
quatro annos d* data do contrcto innova
do, (22 l* Dezc nebro de 1881.)
Sempre se entend-u que os arts. 44 e
78 da Lei do 1 de Outubro de 1828 obri-
gam a Camsra a eujeitar approvacao do
governo os seus contractos (offioio Cmara
de 14 de D-zembro de 1878).
Nao podia darse boje lei diversa in-
telligencia.
4" Improcedencia de outresfundamento.!
do recurso. Dos proprios documentos que
juot'U o recorrente, se verifica que em
nada o favorece a opiniJo da Ass-smbla
Provincial. Esta corporaci nao tomou co
nhecimento dt assumpto. Proposta pel
comjiissil) de orcamento municipal um;
emenda, determinando a arrematacllo do
servi^ do matadouro, appareceu urna sub-
emenda no sentido de s ter lugar aquella
arrematac&o, depois do findo o contracta
do recorrente.
Sem discussao, dexou de ser approva-
da a emenda por intil, visto ser da at-
tribuicao e dever da Cmara, senlopreju-
dicada a subemenda;
A posse a proroga^ao do servico, que o
recorrente invoca em seu favor, tambero
nao pode obstsr que a Cmara ponba esse
servio > em arrematacSo. E' um facto qu-^
denota nSo ter a Cmara sido solicita no
desempenbo de urna de suasobrigai.oes, do
que pie, talvez, advir Ihe i.lguma respot
sabilidade, porem que, de modo alguro
importa o direito do recorrente se const -
tuir dono ou arrematante, por mais tres an-
nos, do matadouro.
A allegaco de que o caso entes de
locacao de serviqos, que de contracto, in-
teiramente descabida e contraproducente,
urna vez que o recurso foi interposto jun-
tamente por se sentir o recorrente aggn--
vado com a dehberacao da Cmara, que o
no reconheceu no direito de urna prorog
c3o de contracto.
Subsista, portanto, a delibaracao recor-
rida, e seja aberta concurrencia publica
o servico do matadouro da Cabanga, sal
vos es direitos do recorrente, e tambem da
Cmara, quanto a obras, obrigscSes ou pa-
gamentos, de que incidentemente se oceu-
pam no presente recurso, dos quaes, por
nlo fazerem parte delle, deixo de tomar
coohecoiento.
Dr. Manoel Arvellos BotUs. Iofor ne
o Sr. inspector da Thescuraria de I'a-
zenda.
?Mano?l Joaquim Aires da Costa. Sim,
com as restrccSes do estylo.
^,Reis c3es do estylo. ^
Severino Aleixode Vascencellos. Hu.1
Vicente Ferreira de Paula. Ao Sr. juiz
de direito da comarca do Rio Forrooso pa-
ra attender.
Secretaria da Presiden ia de PertMiOJ-
buco, 2 de Agosto de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
~^
Denuncia do Dr 1. promotor paltll-
eo contra lenle coronel t/run-
claeo 4ioncaiven Torrea tbeaoarel-
ro dai lotera* eilraordinaria da
provnola.
Illm. e Exm. Sr. Dr. juis de direito do 2*. dis
trictT criminal.O 1. promotor publie>, em vista
dos ifikioajuntos da presidencia di provincia,
ditados de 2") le Juubo e 27 de Julho ultimo, e
tambem da portara junta da pr-pria presidencia,
por lupia, alm das nformacoos do Tbesouro
Provincial, juuti poi copia, citadas t)das em
dita portara, afim da 1.a promot-^ria publica
pnmover a acgj criminal cintra o thcaoureiro
las loteras eitr.it raarias da provincia, te
nente-corouel Francisco Groucalves Torres, sus-
penso disciplinar e administrativamente pila
mesma presidencia, con) tado assim consta d .-
supmmoocionados oHcios e mais papis juntoa,
vHu ieounciar o letorido ths)i|iro p.-rante
V. Kxc, como compet.ntti para a fsr.-n: cao de
sua culpa, em j-ssa de ser o ja:z do lu;ar
dodelicto, conforme o 3. do art. 160 do Jo-
digo do Proccsso Criminal e o a vi: o do Ministe-
rio da Justic de 9 de Margo de 1836, pelo
fundamotoa que pt;sa a ex^r.
Consta do offiio junio do Thesour Provincial,
por copia, sob .-1.071, datado d- 17 de Junho ulti-
mo, que a presidencia ordenara ao respectivo in
spector para informar qual o estado da liquiJacaa
da renle lotera a favor dos ingenuos da Col
na Isabel, lotera quo dexara de ser extrshila ;
se os bilhetes nao veudos j acbavam-se reco-
Ihidos ao Tbesouro ; e se dos vendidos haviam
sido os p>rta.'ores mdemuisadjs pelo thesourero,
e nesse caso at que importancia
Consta mais que c inspector int-rmara, em cuiu-
prmenio da menco.iada ordem, qua o referido
thesoiir ir.', at aquella data, n.lo havia observa-
do a disposico do art 16 do regulameuto de 4 de
Novembro de 1886, o a situicSo da liqudacSo Ja
mencionada lotera subsista a mesma, que o pro-
prio inspjctor havia l.va lo ao couheeimeoto da
presidencia, por officio Je I i d'aqualle mes, sob
n. 666.
Assim, ni i havia bilbete algum ni vendido
por aqui-lle thesoureiro, que hoavi-sse sido reco-
Ihido ; nem constava que dos vendidos tivessem
sido os portadores indemnsados pelo thesoureiro,
por)Uanto nenhuma conta oavia elTe prestado a
esse respeto, at aqaella data, e nem permittirs,
que a commisso nomeada para esse fin traba-
Ihasse no respectivo proccsso, como por esta fdia
declarado, nt cffieio, que em original o inspector
juntara aquella pirticipaei cima alludida.
Nessa participaba) ou offiiio n. 666 de 14 de
Juhho, -.cima menciinado, dase o inspector qie,
aprfbentaudo se a commissSo i ncarrtgada de li-
quidar a erando Lteria em favor dos ingenuos
da Uoitsua Isabel, declarara lbe o thesoureiro, con-
forme constava do oficio junto da commissSo, data-
do de 7 do referido mea de Junbo, que nada
tinha com o Tbesouro, p>rquanto, as suas contas
t haviam de ser prestadas em juiai, -e tendo-
lbe o inspector officiado, em data de 8 do mesmo
mes de Junho, officio sob n. 827, p-lido os mo-
tivos que determinaram o procedimento de que
trata-se, al aquella data (lideJuuho) nlo
havia elle inspector cbtido resp)sta d'aquelle scu
ojo, datado de 8 do rtferido mes, em vista do
que a presidencia resolvesse como julgasse cenve
oiente.
No officio da commisso, datado de 7 ele Junho,
dirigido au inspector, e que a 1. promotoris
publica altulio, dase a commisso, que nJo
tendo ella podido cujjprr o quj fra ordenado
pelo inspector, na portara de 10 de Maio ultimo,
em relacao tomada de contas da grande 1 teria
de 4,000:000^000, pelas rasos expostas nos ofi-
cies de 14 e 16 do referido mer, caba levar ao co-
nbeciraento do inspector, que tendo u'aquelle
mesmo da 17 de Juoho) apresentado-se a com-
misso para o mencionado t n na respectiva the-
souraria das loteras, fra respondido pelo the-
soureiro, que nao tinha que dar contas ao Te-
souro ; porq-ianto, as suas contas i hav: m de
.'er prestadas em juixo, e por iaso nada poder ia
foroecer concernentemente ao desempenho da in-
cumbencia da referida commisso.
Nessa emergencia, acci escentou a commisso
em dita participaco, apressava-se ella em com-
municar o occorrilo a elle inspector, ->fim de que
se d'gnasse providenciar a respeito.
Esia particpaco est assignada pelo 1." es-
cripturano Joaquim Lucillo de Siqueira Varejo,
o pelo 2.o escriptorario Augusto A. Paulino da
Silva.
O inspector do Thescuro havia autes dirigido
presidencia da provincia o officio n. 620, datado
de 11 de Main, disendo u'. lie que, em cumpri-
ment do despacho I aneada no officio incluso do
thesoureiro das loteras do fundo de emanci-
paco o educaco dos ingenuos da Colonia Isa-
bel, caba-lhe accrescentar, que, efFectvamen-
te, por portara de 10 u'aquelle mez, havia sido
marcado ao mesmo thesoureiro o praso de 24 ho-
ras para elle entrar com a importancia de. ....
232:68719q0, nos termos res Ividos pela presiden-
cia, e eommunicado aquella inspectora, per of-
ficio de 7 ; e vencido o pravo, sem que tivesse lu-
gar o recolhimeoto, levara a oceurrencia ao coohe-
cimento da junta de fasenda, que, < m sesso do
da 12, se resol veu que se procedesse nos termos
do art. 5." 14 do r-gul amento de 22 de Julto de
1879.
N'esse sentido e na mesma data, toi requesitada
ao Dr. jais de direito .do 2 districto ciiminsl a
pribo administrativa do thesoureiro e ao Dr. pro-
curador dos Peitos, recommendou-se, que priito-
vesse o sequestro.
Quanto a questo, que o thesoureiro levantara
sobre a porcentagem, que Ihe cabe, pedia elle
inspector permissao para cff.-reccr a consideraco
da presidencia o perecer do Dr. procurador fiscal,
datado de 14 de Maio prximo psssado, que con-
cluio pela improcedencia, do que allegara o the-
soureiro. sendo certa que o direito ella l
resultava-lbe da extraeco da lotera.
No parecer, diise o procucador fiscal, nao
tem procedencia as allegaces, constantes do officio
junto, dirigido a S. Exc. o presidente da provincia
pela Tnesouraria das Loteras para o Fundo de
EmancipacSo e Educaco dos Ingenuos da Colonia
Isabel ; e por isso bemresolveo a presidencia, de-
terminando a liquidars da grande lotera favor
dos ingenuos daquclla colonia, umi vez que nao
ioi extrabila no praso improrogavel para esse fim
concedido.
< Em taes condicoes nao pode eximir-ss o
mesmo thesoureiro de recolber ao Thesooro, esmo
lbe foi ordenado a quantia de 232:687*900, pro
ducto dos bilhetes vendidos, a cuja quantia
nenhum direito lbe assste a titulo de porcentagem,
porque esse direito s fie* firmado pelo facto da
respectiva extraeco, visto cora -, neuhuma dspo-
sifo legal o contrario disso sutorias, devendo por
esa motivo correr por conts do respectivo thesou
reiro todas asdespexas com a utraccao das loteras
para ser deltas a final indemnissdo c. m as porcen-
txgcns, que por lei Ihe sao concedidas.
Em vista de todo o exposto, persittindo o the-
soureiro em nao obedecer as ordens da presidenci*
da privncis, e continuando a nao cumprir as{d>
Tbesouro Provincial, coniervando criminosamente
em siu poder os b lhetes nao vendidos, e grande
parte do producto dos j vendidos da lotera de
4.000:000*0000, :'no extrahda, com applicaco ao
Pondo de Emancip cao e Educaco dos Ingenuos
da Colonia Isabel, como cima fien dito-, verifi
ca.do se mais que na importancia dos bilhetes
vendidos existe conheci Jo um desfalque de... -
23-3:687*900, conforme o alludido cffieio do The-
scuro de 14 de Maio ultimo, n. 620, resolvea a pre*
sidencia suspender disciplinar e administrativa-
mente o denunciado, e ordeoou o seu processo,
como declarcu na portara de susp-mc".
N'rssa portanajdsse ajpresidencia da provincia,
que tmp-nda o thesoureiro, pelos funda nenio*
seguintes :
1' porque, sendo o da 14 f o mes de Maio ultimo
o marcado para a extraeco lotera em qoest),
que nao reaiissra se, at o pnsentp, o thesoureiro
nao affixr anuuoci )i, couvi liuJo il oortadoreg
de bilhetes rec b.-re o >3 rtsp cliv s valores,
nem consta intsooj qm Jo q-ialqucr caolo esteja
cuidando dtMsa indemnis -.el) a q'iu & "brigidi;
' p'-rqae, o Thesouro sentia-se sem m ios coer-
citivos par* chamar (.-'thesoureiro a) cuuiprimcuto
do seu dtver, por uso quo ten lo quer.do e ob-
tldo da> autoridad judiciaria mandi.do de pristi
adm'nistrdKva contra elle,na forma dos arts. !7
e. 251 Jo regulamento provincial de 2 .le Ju'ho de
1879 e desteto geni, r. 657. de 5 le Dezembro de
1849, o Tdbun.il U Belaoo, por a^coidio de 27
de Maio altiuio, a requi-rimunto do f roprio thesou-
reiro, cine. Ilabeae corpas f leo e julgou
illeg.l qw *eo conatran^eSJ o ir es. tes faetos ;
i I, clira-do oo ser o mesmo th sour :iro perten-
ceacente ao pes*osl es-rvico do Thesouro, nem
publico o lnhe-ro sob sua guara, visto como s
pode sjr assim considralo o liuheiri, recada para occorrer as deapesas ueueosarias
existencia do Estado, quo pelo coutribuinto e
pago oorigatoriamente por forcade le.
Assim qu^, de-pos deixando de toaar conhec-
me.it i do aggravo luterpos'o pelo procurador dos
Peitos do"despacho do juiz, por aecordo de 23 de
Juoho, maodou ficar s in effeito o s.-qu ?s'ro nos
bena do thesoureiro;
3 porque, nestas coidico.-s, desligando-se vo-
luntariamente o referido empregado de obri jacoes
que lbe sao impostas pir lei e r.gjlamcut-j, e
contra todas as ordens, quo ih- have-.m sido trans-
mettidas, nao pedia a presideacis. deixar, que
continuasse elle no excru emprego, pelo que o suspenda na couformidade
dos arts. 11 16 do regulamento de 4 de Novem-
bro do anuo passado, disciplinar e administrativa
mente, at que preste contas dos valores confiados
a sua guarda, restitua o custo dos bilbetta aos
portadores, recolha ao Tbesouro importancias nao
reclam idas, e os bilhetes que ficaram por vender,
urna vea que sua demisso nao pode ter lugir
seno por fraude provada em juizo, no oxercicio de
seu emprego, por forca da lei provincial, n. 1832
de 28 de Julho de 1884, qu; deu thesoureiro dessas loteras o carcter de fuoccio-
nario publico v\tal;.c\o.
Em vista de todos estes fundamentos, pois,
apresenta a Ia promotoria publica da comarca,
esta denuncia contra o referido thesoureiro, te-
u.nto-coronel Prancisco Goufalves Torres, por
ordem superior, nos t-rmos dos arta. 153 e 154 do
Cdigo do Processo Criminal, na qualidale de eui-
pregal-o publico, como tambem assim o considera
a 1-' promotoria publica, dada or sua parte a de-
vida venia ao Egregio Tribunal da Rslafo, que
o contrario assim julgsu, por acor o de 27 de
Maio ultimo, cono assiu) o deelarou a portara da
presidencia cima menciouada.
A Assembli Provincial creou o cargo de the
soureiro das loteras moocionada por lei, n. 1834,
de 28 de Julho de 1884, como crea todos os mais
ompregos pblicos, considerando at vitalicio o re-
ferido cargo, e para este designou o proprio teneo-
te-coronel Francisco Qoncalves Torrea, em um de
seus artigos.
Conforme o regulamento posterior para a execu-
co da referia lei, foram u'este efiudss as at-
tribuicojs e es deverea Jo thesoureiro, e este nao
entrou em exercco do cargo, sem titulo de no-
meac&o, juramento, como succede a todos os em
pregados pblicos, e at sem a prestaco da fiau-
ga, coojo acontece a todos os thesoireiros das re
partiedes geraes e proviueiaea, pulo que a 1* pro-
motoria publica nao depara, com rato jundiea,
para que o thesoureiro denunciado, nao seja con-
siderado empregado publ co.
Consderam-se fuuccionarios pblicos todos
aquelles, quo xer -em munu$ publico ou desempe-
nham funecoes de carcter ou servi;o publico, con-
feridas pelo governo ou poder publico, como assim
acouteco em tuJo com o thesoureiro denunciado,
ao que a Ia promotoria publica parece da intu-
^o.
Assim tambem, entende-s--, por crimes de res
ponsabilidde dos empreados ou touccionarios
pblicos teda a omsbo, abuso ou inalversaco,
que commett-m no ex-rciclo de suas funecoes, e
que o Cdigo Criminal refere em differentes arti-
gos, e especialmente nos do tit. 5*, parte 2, entre
os quaes conterapla-se o de peculato, aviso de 29
de Agosto de 18-5 e 29 de Junho de 1857.
Anda tambem, com o maior respeito para com
o Venerando Tribunal da Relami, parece 1
promotona pubc-t, que os dmbe ros resultantes
da venda dos bilhetes de loteras, que o thesourei
ro realisa por si ou por seus prepostos, em virtude
das attribuices de seo cargo, ou os dinheiros que
arrecadado publico pela venda dos laesinos bi-
lhetes, anda mesmi, quaoto aos rhesour iros que
sao nomeados de coaformidade em o decreto n.
357, de 27 de Abril de 1844, sao diaheiros pubh
eos e nao particulares, einbora uao reclhidos para
occerrer s despezas do Estado e que os contri-
buales obrigatoriaraeute pagam, tanto mais quan-
to, do diuheiro da venda dos bilhetes tem de sabir
o pagamento de impostos fazends, nacioual e o
beneficio das loteras aos coucessionaios.
A Ia promotoria publici da comarca, portanto,
de irJem da presidencia da provincia, como ji fi
cou dito, e cm vitta de tolos n tuudameutos ex-
postos, deuuncia o thesourero das loteras oaen-
ciouadas, tenente ceronel Frt.ii .-seo Gou^alves
Torres, como incurso na incriminsco do art. 9o
do decreto n. 657 de 5 de Dezembro de 1843, re-
ferivel ao art. 170 do Cdigo Criminal, embora
nao tenba sido realsada a sua prieo administra-
tiva como requisitra o Thesouro Provincial, na
forma dos arts. 27 e 291 do regulamento de 2 de
Julho de 1879, e requer que n'esse sentido se Ihe
forme culpa, procedendo-se para isso s diligen-
cias necessarias, inclusive a inquerico das teste-
muohss abaixo mencionadas.
N'estes termos pede a V. Exc. diterimento. E.
R. M.
Testemunhas : Dr. Manoel Nicolao Regueira
Pinto de Souia, Dr. Antonio Mara de Faria Na-
ves, Dr. Antonio Jos de Almeida Pernambuco,
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejo e Augusto
Adrio Paulino da Silva.
Recite, Io de Agosto de 1837.O Io promotor
publico, Joao Joaquim de FreUas Henriquet.
Tatito DO COKTBACTO LIBRADO COM OS CIDADAOS
Joaquim Alves da Fohseca, dibectob obrext8
DA l'OMPAUUIA iHDBMKISAnOEA, LclZ DcPRAT, AD-
MIOilSTRADOI GERENTE DA CltPANUtA PlfENIX PeR-
KAMBDCANA E A STOKIO MaBQCES DE AOBlM, DIBE-
CTO CAIXA DA COMPAHHtA AmPHITBITB, PABA
ORO ANISASEIS h'eSTA CIDADE IIA CoMPA.NIIIA DB
BOXBEIBOS.
Aos 11 das do mez de Julho de 1887, nesta
spceo da Contencioso do Tbesouro Provincial de
Pernambuco, presentes os Illms. membros da
junta da Fazenda Provincial, os Srs. Drs. Inspe-
ctor Antonio Witruvio Pinto Baodeira e Accio'y
de Vasconcellos, contador Aotooio Mara de Faria
Nevos, procurador fiscal Manoel Nicolao Regueira
Pinto de Sousa, comparecern) os Srs. Joaquim
Alves da Fcneecp, director da Companhia Indem-
nisadtra, Luis Dipra', admipie ridor gerente da
Compsnhia Phenix Pernambuoaoa e Antonio Mar-
ques da .Vmorim, director caixa da Compauhia
Amphitrite, para assignarem o presente termo de
contracto para orgauisarem urna Companhia de
Bombeiros, nesta cidade, de couformidade com a
ordem do Exm. presidente da provincia o sob as
clausulas abaixo transcriptas.
Bases para o contracto que deve ser feito c m os
. rectores das companhias de seguros martimos
e terrestres, Iodemnisadora, Phenix Pernambu
cana o Amphitrite, para o servico de urna Com
panhia de Bombeiros, n sta cidade :
1.a
Ser oficialmente urgansadii urna Companhia
du Bombaros composta de um i ommaadante, dona
immediatos, um sargento, d-^us cabos, vinco e qua-
tro pravas e um corneta.
2.a
O servico econmico da Companhia fiear a car-
go de urna commisso fisc.l composta de um re-
presc itaute gerente de cada urna das Companhias
contractantes e do chefe do polica.
3.a
O commandsnte c seus imme liatcs, que scro
p. s loas habilitadas para o fien qui se destoam,
sao de oomeaco e demisso do presideute da
provincia, sob proposti da coomisso fiscal, o pn-
ineiro, e da mesma commisso, de accordo com o
commanlaute, os segundos.
*'
To 11 o mais pessoal ser de nnmeaco do com-
mandante com approvacao di mncionada cem-
miiso.
5.a
O materia) ser fixado pelo presidente da pro
vincia de accordo com a lei e a ommisso fiscal.
6a
As Companhias contractantes faro acquisico
do material iadicado, bem como as despezas da
orgausscao, veneimentos, fardamento e custeio da
Companhia de Bombeiros, por adiantamento, a que
solidariamente se obrigim, subscrevendo desde j
para este fim com a quantia de doze contos de ris
(12:000*000).
7.a
O presidente da provincia solicitar do governo
imperial a isempco do direito do miterial que
t ver de ser importado do estrangeiro para manter
o servico da companhia.
8.a
Ejt servico se far no praso de oito mezes da
assignatura do contracto que durar dez annos,
salvo o caso de resciso.
9.a
As Companhias contractantes podero rescindir
o presente contracto antes do praso terminado com
perda de todo material adquirido e despesas feitas,
sem indemnisaco por parte da provincia
10.a
Sao isemptas as Companhias contractantes, du
raute a effectiva duraco do contracto, de toda o
qualquer taxa provincial e municioal.
11.a
Ser entregue s mesmas Companhias em caja
exercicio fioanceiro, indepeidente de Sanca, a
somm* de 10:030*000 producto do imposto de rc-
partico e outros quaeaq ler a que estejam sujetas
as agencias ou pessoas encarregadas de tomar se-
guros nesta cidade por couta de Coopanbias
cujas teles estejam tora da provincia, e bem assim
a importancia de quaesquer outros impostos que
Ihes sejam lateados no periodo do presente con-
tracto, na conformidade da tabella a quse refere
o | 27 do art 1 e art. 6 da le n. 1884 Je 30 de
Abril ultimo.
12.a
Em qua'quer caso, mesmo o de vir a reduzir-se
o aumero de agencias ou pessoas enaarregadaa
de tomar seguros nesta cidade por coota de Com-
pauhias com sede fora da provincia, a quota a
entregarse, por parte desta, s Companhias con-
tractantes nao ser inferior a 20:UO)*000, paga
em duas prestaeoes semestraea vencidas nos mezes
de Janeiro a Julho de cada ann >.
13.a
Todo o servico di Companhia de Bombeiros
ser dovidamente regulamentado polo presidente
da provincia devendo constar de annex s ao regu-
lamento :
1. O quadro do pessoal da Companhia.
2. Tabella dos veneimentos dos ifficiaes e
pracas.
3. Tabella do fardamento.
Estes aonexos se faro de aecordo com a pro-
posta junta ao officio das Companhias contractao
tes de 11 de Abril ultimo.
14.a
E' facultativo s Companhias contractantes.
por intermedio da commisso fisctl accordar com
a muoiciprlidade a prestaco de servicos referen-
tes bombeiros, sem embarace das domis obri-
gac5js a cargo das mesmas e com approvacao do
presidente da provincia.
15.a
A Polica, a Guarda Cvica e a directora das
Obras Publicas auxiliaro a extineco dos in-
cendios nos termos dos reglamentos existentes
e que forem exped des.
16.a
O material da Companhia de Bombeiros fi do
o contracto ou no caso de resciso reverter para
a provincia como propriedade sua, extioguado-se
assim a responsabilidade dss Companhias con-
tractantes.
17.
As Companhias contractantes prestaro contas
seme8tralmeote ao governo do que hourerom re-
cebdo e despendido ; pdenlo quando heuver
saldos ser applicadoi em meihoramentos da Gom-
paubia de Bombeiros, de accordo com a commis-
so fiscal e approvacao do presidente da provincia,
eorreodo os dficit* por cunta das mesmas Com-
panhias contractantes, sem indemnisaco por
parte da provincia.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 4 de
Julho de 1887. (Assignado) Pedro Vicente de
Atevedo.Conforme, Henrique Hoscoso.
E para que produza os devdos ti i tos e em
virtude do iffioio da presidencia da proviucia, de
4 de Julho correte e despacho do Sr. Dr. inspec-
tor de 8 tambem do corrente, eu Frederico Augus-
to Neiva Jnior, 3 otficial desta s.-eco l&vrei o
presente termo que assignam os alludidos mem-
bros da junta, os directores das Companhias ci-
ma mencionadas e testemunhas.Antonio Witru-
vio Pinto Bandeira e Acciolv de Vasconcelos,
Antonio Mara de Parias Neves, Manoel Nicolao
Regueira Pinto de Souzs. Esta va sellada com
duas estampilhas na importancia de 1*200 inuti-
lisadas da forma seguate :Recife, 11 de Julho
de 1887. Pela Companhia Indemnisadora o direc-
tor caixa Joaquim Alves de Fonseca, pela Com-
panhia Phenix. Pernambucaoa o administrador
gerente Luis Duprat, pela Companhia Amphitri-
te o director caixa Antonio M. de Amorim, Fran-
cisco Militioo Ferreira, Aleixo Jos de Oiivera.
Recite, 28 de Julho ie 1887.
O procurador fiscal,
Manoel Nicolao Reguera Pinto de Souta.
Repartidlo da Folela
2' scelo.N 666.Secretaria de Po-
lica de Pemaoobuao, 2 de Agosto de 1887.
-Illm. e E*m. Sr. -Participo a V.'Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
Detenc&o os seguntes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 2 dis-
tricto da capital, JoSo Feij Tarares, como
indiciada em crimo de marte e terimen-
tose
A' ordem do subdelegado do Io districto
da freguezia da Boa-Vista, Qertraies Per-
petua do Oliveira e Sergio Antonio da S 1-
va por embriaguez e uso de armas defeaa.
A' ordem do de Belra, Joaquim Jos
de Souza, por uso de armas defesa e dis
turbios.
Hontem pelas 8 horas da noite passan
do pela ra de S. Francisco a cabo da
guarda civi.ia n. 26 Olympio Maciel Moa
teiro, vio um grupo de tres indiv dos, um
dos quaes esbofetiava ara t mulher.
Interviado para aoomodal-os foi por el-
los sggndido, e vio lo em lujta at o pa-
teo do Puraiso ahi acudi em Eeu auxilio
o sargento n. 11 Olegario Cantareli que
foi tambera aggredido e ferido pelas costas
-oro tres punhalada, ^pezar de ferido per-
seguiu seus cffensores cooseguindo eom au-
xilio do pessoas do povo capturar dous de
nomes Tbom e lenerino Alves Rodrigues
conbecido por Artliur tendo este ainda na
m2o urna faca ensanguentada, escapando
entietanto, o terceiro que conbecido por
Maia.
O i.tT'.-ii lido dopois de vigtoriado pelo
Dr. Souaa foi rocclhido ao Hospital Pedro
II e contra os offensores procede-se a in-
querito.
D-U8 guarde a V. Ex-'. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Peiro Vi-.ente de Azevedo, imito
digao presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DU 1 DE AGOSTO DE 1887
JoJo Caetano de Abreu. Junte os bi-
lhetes para o respectivo exarae.
Pret e folhas da guarda cvica e do cor-
po de polica e contas deste. Examinem
se.
Joaquim Luiz Ver.s & C, e Santos t
G. Informo o Sr. Dr. administrador da
Recebedoria Provincial
Joao Pinto da Silva. Cumpra se a por-
tara de licenga.
Augusto Jos GonQalves Lessa. -Infor-
me o contencioso.
Pontos da Instruyo Publica, da Secre-
taria da Presidencia e da Escola Normal.
Ao Sr. pagador para os devidos fins.
Prets e folhas da corpo de- polica o da
guarda cvica.Pague-se.
Rodrigo Carvalbo C, vigario Jos
Ignacio de Albuqu rque, Manoel Antonio
Beltrlo, vigario Lourenco da Albuq- erque
e director da Escola Normal. Informe o
Sr. contador.
Affonso de S e Albuquerque e Antonio
Rodrigues Pinto. Haja vista o Dr. procu-
rador fisc-l.
DIARIO CE PRHA3iC&
RECIFE, 3 DE AGOSTO DE 1837
noticias do Sal
O paquete ingles Valpara'zo ebegado hontem
dos portos do tul, foi po t.Jor das seguintes noti-
cias :
Rio da Prata
O Jornal do Conmeroio da corte publicou os
seguintes telegrammas :
Buenos-Ayres, 25 de Julho.
Foi adiada a sesslc secreta, que devia celebrar
o s.nado para decidir soi-re o pedido ds oito mi-
Ihoes de pesos para renovar o armamento.
O ministro da fazenda, Dr. Wenceslao Pacha-
co, moatra se favoravel ao projecto de fundaco
de um banco de emisso.
O general Maxim) Santos desembarcou hontem
noite e deelarou so inspector da polica do porto
que sua intenci j era voltar vida privada e que
ra fundar urna estancia em Entre-Ros.
Nao houve manifestaco.
Montevideo, 26 de Julho.
A cmara dos deputados vutou a lei apretenra-
da pelo governo que o autorisa a Coutractar um
emprestimo de viote railh Uuenos-Avres, 26 de Julho.
Contmaam as negoca(os com a repblica
Oriental para firmar as bases de urna convenci
sanitaria internacional.
Os jornaes fallaran) no estabelecimento de um
laxarets mautido pelas duas ua^oes, na i hi das
Flores, ou em outro ponto de fcil accesso no es-
tuario do Prata.
Nada ha, po:m, d.i assentado a tal respeito.
. Paulo
Datas at 26 de Julho.
Dis o Correio Paul S'ano que, na prejectada
reunao dos lavradores de Casa Branea, 8. Joe
do Rio Pardo e Mo? ;ca, tcr.i proposta pelos Srs.
commendador Antonio Jos Corren e Honorio de
Sillos a lib TtBcio de todos os escravos daquelles
municipios, purmeio de acto voluntario dos senho-
res ficando os libertas obrigados a servico at O
fimdt 1890.
O Sr. Bario do Monte Santo, possuidor de gran-
de numero le eecravos, deelarou adherir propos-
la, autorisando o Sr. commendador A. J. Concia
a tornar publica e vxliosa aquella generosa reso-
lucao.
Igusl adhe8o Ioi assegurada pelo Sr. Joaquim
Qoncalves dos Santos, fasendeiro de S. Jos do Rio
Pardo.
O Sr. commendador A. J. Correia possue cer-
ca de 50 escravos e o Sr. Honorio de Sillos cerca
de 20.
Jamis regateamos applauss a deliberado -s des
ta nstureza, n-m o uosso desvalioso apsio a todos
os meios com que, dentro da rbita das leis, se ac-
celere a solucao definitiva do problema do estado
servil.
Ao nociarmos a nobre rfsoluco t.mada n^ste
sentido pela familia Prado, foi-nos dado assegurar
qu, dentro de pouco tempo, feriamos o praser de
regisir&r doacpes igualmente importantes.
Com certea nao sero estas as ultimas com que
a provincia de S. Paulo afirmar no corrente an
no a sua bem manifestada tendencia para a subs-
titualo do trabalho servil.
Fallecer na capital Edmundo E. de Souta
Lobo.
Mina Ceraea
Datas at 26 de Julho.
Au Jornal do Commerciod* corte remette-
ram de Ouro Preto como extrahido dss actas rece-
bidas na secretaria do governo is'.e resultado fal-
tando o collegios de Corrego d'Antas (do 5* dis-
tricto), Barroso (do 7), Burty, Casa Branca, Ale-
gres, (do 16), Malacacheta, falto Grande, 8. Mi-
guel de Jequitinhonha (do 19), Agua Vermelha,
S. Romao(d820.)
M. J. Soares 10,771
Evaristo Veiea 10,69
Ctsario Alvim 10oq
Baro de Leopoldina 10,329
Fdelis Botelho l0'1Xc
Carlos Affonso 9-99.8
Em Iujab foi brbaramente assassinada,
a facadas, Mara Rodrigues de Sous, por Pedro
Reb.-llo.
O fac'o occorreu no domingo, 17 do corrente.
das 8 para 9 horas da uoite, no ba'rro da Barri-
nha, suburbios da cidade.
Ajvictima morreu quasi instantneamente, apre-
sentaudo dous ferlmentos, regulando dote cent-
metros de.profundidadc um sobre o coraco e ou-
trs aobre o pulmio direito.
O revoltaote acontecimento deu se sem motivo
plansivel, originndose de urna pequea disputa.
O assassino evadio-se.
No bairro das Bicas, fregueia da Soledada,
o Sr. Joo de Oliveira Martina, couhecdo por Pa-
catita, indo com urna criancinha, sua filha, ao co!-

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LKHITIlHIl
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Diario t fernaubuco(taarta-leira 3 de Agosto de 1887
lo para casa de uio visinho, ao pasear
pingela perdeu o equilibiio e cahio, sendo en-
contrado aa agua abracado com a crianza, ambos
ortos.
Pacatita, que par mutas anuos foi negociante
eonceitu.do por sua honestidad^, sofiria hatera
pos incommiuos e perturbares do cerebro.
Os cadveres foram dados sepultura bontem
no cemiterio deata cid ade. tendo a autoridade to-
nada eonbeciinento do tacto.
Falleceram em Jais de Fm o satudaale da
medicina Olympio Brana, na Vargea*-Grande D.
Silveria Pereira da Rwi e en Cejase o visjario
Jos Bonifacia de Andrade.
Lalo de lanetro
Datas at 27 de Jalao.
Na dia 25, n cmara, depois da leitura da
acta, o Sr. Rod-go Silva (ministro 4a agrioatt
ia) reclamou contra o destino dado pela mea ao
pedido de crdito que apresenton ha das.
O S Alcoforadr Jnior enviou & mesa urna
representacao da Liga Operara Pernambucana.
O Sr. Affoaso Celso Jnior occupou-se coa tac-
tos occorndos em Miaaa e o Sr. Matta Machado
hiudamentou um requerimanto sobre a navegab
lidade do Rio das Velhas.
O Sr. Coelho Rodrigues responden ao 8r. Aff on
O Peona sobre a redaccio do projecto convertido
em le a t2 de Outubro de 1886.
Fsi lido e a iaipTimL- o /arecer da commissao
de oToameat* sobre urna emenda do Sr. Luii
Freir ao armamento da justica.
Na ordem do di. contiauon a 2a discussio da
eoposta do goverao convertida em projeito de
i, BzHBde aa deopeaas do ministerio da guerra
para 1.888
Oiaram es Srs. Ribeiro da Las (ministro da
guerra), Jos Pompen, Freiie de Carvalbo e Mar-
condes Figneira.
A (liscossio 6cou adiada pela hora.
No senado ni a houve sessio por falta de nu-
mera.
No dia 26, no Senado, foi lida a redaccio das
emendas approvadaa em 2 discussio, propasta
do giverno, filando adespesa do ministerio do im
perio para o exercicio de 1888. O Sr. Cumia,
pela ordem, reqoereu que fosse convidado o Sr.
ministra do imp. rio para a 3' discussio damesma
proposta.
Depoia de havero Sr. Jaruanbe reclamado coa-
tia alguus lapsos da puOlicacao do discurso que
protorira na sessio anterior, foi apoio.de e sem d -
bate approvade o requerimento do Sr. Viriato de
Medeiros pedindo irjfbrmacojs sobre a reparticio
bydrograpbica.
OSr. Tauaay juatificou nal requerimento pe-
dindo informacjs sobre as providencias tomadas
para por em execacio a lei do registro civil ; e ou-
tro requerimento foi justificado pelo Sr. Viriato
de Medeiros, para que seja o Senado informado
obre o modo porque se eff'ctua a compra de mi-
temes para as obras do miuistsrio do iaap.-no, b m
como sobre o eystem* ;de cxecucio das meamos
obras. Ambos estes requenmerrtoa foram sem de-
bate approvados.
Requoreu tnmbem o Sr. F. Octavaao copia da
deliberacio da presidencia da provincia da Rio de
Janeiro, mandando proceder i nova eleicio de
junes de paz na cidade do Pirahy. Pela hora fi-
cou o requerimento scbre a mesa para ser oppor-
tunimeute apoiado.
Ni ordem do flia, entrn em 1' discuasao a pro-
posta fixando a despeza do ministerio da juscica.
Oraram es Srs. Affonso Celso, Candido de Olireira
e Mac-DoWoll, ministro da justica, fieando a da-
eusaio adiada pela hora,. N) correr deata, discus-
sio foi lido um pareeer da commissao especial so-
bre a proposta do governo relativa a trras publi-
ca* e pelos Srs. Soares Brandio, Candido de Oli-
veira, Luis Felippe, Ignacio Martina, Franco de
Si Dantas eMeira de Vaaconctllos foi apresen-
tada urna emenda ao projecto de orcamento que
se discuta estabelecendo disposicio concernente
ao caso dos juiz-s de ireitoque aceitsm o cargo
de dcputado i Assembla Geral LgislaDva.
Ka Cmara, depuis da leitura da acta, teve pri
meira leitura um pr.ijecto dj Sr. Birij de Leo
pollina, concedeodo eertos favores i casa de ea-
ridade da cidade de Leopoldina
Foi a imprimir o parecer das commistO.'a do in-
Strucco publica e f-zcnda sobre o projecto de re-
forma do eoano primario e secundario.
Ni hora do expediente oraram os Srs. Almeida
Noguera e Custodio Martina
Na ordem do dia continnou a 2" diacnaaao do
orcamento da guerra, orando os Srs. Clariudo Cha-
ves, Affonao P.-una e Carlos Peixoto.
A discussio ficon adiada p"l hora
Na segunda parte da ordem do da, entrou em
diseusiao a icterpelae,ao dor. Aff nao Cela) J-
nior ao Sr. preaiden'e do ccnselho sobre a ultim
recoraposicao uiiisteria'.
Oraram os Srs. Affonso Cebo Jnior e preai
dente do eonselbo, fieando a diaeussi) adiad* pela
hora.
Ira conhecido o scguinte resultado da ele:-
eio si natorial, faltando 8 parouhias :
Cons- Iheiro Thnmaz Coelho 6034
Di. Andrade Figaeira 5931
Conslb- iro Pereira da Silva 5832
Manchal Deodoro 140
Coratnendador Mal vino I"*
Sob o titulo Galena Arttt'-ca, diz o Jornal
do Cinmerco d- 25 o seguinte :
Ne prtsenya de Snas Altezas Itapenacs, abri-
se hontem, em um dos saioes da Academia Ira-
peiial das Bell.-is-Art e, a ixpusieio de quadroa
pinados em Pars pelo aitista Firmiuo Mon-
toiro.
Durante muito tempo iccupou-se este artista de
paisgum e de quadros de g-ner>, em que apre-
ent u bonitas e graciosas composi^oes.
H i". ipparece-nos pintor histrico e j eom
comp,a:s8',a de foleg-i do grandes dimen o.s.
Ignoramos U m -tivos qua ubrigaram o nosso ar
tiol-.i a mudar de genero, quaod', nelle tinha j
obtiJo alguna tiiumphos. Respeitando, porm,
ess i deeiso, diremos que nos p-irece ter elle ap
parecido cedo demais, n'uin genero que demanda
inuitos aunos de estudo.
Algumaa compoaice, que eg ira acham ex
I ,j, fio a; mas v-ec, a toda o mo-
mento, falta de tirocinij uo desenho do n e, so-
bretudo, cirencia de harmona na cor.
Mas o Sr. Firmino Monteiro novo ainda e o
eatodo p rsevci-inte e methodico lho dar, segu, i
eremos, todas aa quali Jadea artsticas que boje Ihe
ialtlUl.
__ Fra udiada para l de Sjtembro a abertura
Ja Assembia Legislativa Provincial.
i:H rilo OUiilo
i3 H* 21 de Julho:
Notieia o Cachoeirano que foi assassinad ,
no distri't do Murubi, pertencente ao municipio
del'.ap minm, Kmilio Goncv.lves de Van
. O aaeasaiBo, dia o cita.io peridico, um es-
cravo do Sr. Jos Meni.i >, de nume Camillo. O
inditoso moQJ, que d iiiu viuva e qua'ro tilh-is
menores, um apenas com 16 das, saenfieou su*
asistencia mo .ux' >r o subdelegado Luz de
Miran Ja Faria na diligencia que ia fazer paia
capurar o dito escrivo, qa estiva fgido ha me-
i"s i morava essa oceasiio em um i nicho, em
ia fazenda L'mao, do Sr. teaente-coronel
Feraandea Lima. Ora certeiro golpe foice abrio-lbe a cabesa de m> io a meio at os
queixoa, resultinJo a morte instantnea.
. Tamberr fieotJ gravemente f^-rido Frenoisco
m que, vendo morto u companheiro EtiiIio,
atirou-se contra o assasanu e luctou corpo a I
klgara teinpo.
Segn lo as inforrnaeoj que temos, o subde
legado Mirauda portou-se cobarde e indignamente
nesta diligencia, presenciando de pequea distan-
cia com sea ptgem, todo este drama de sangue
srm fa*r o menor movimento.
Chamamos a atti-n^io das autoridades supe-
riores de Itapemirim pira este facto, eertos de que
as providencias nio se faro demorar muito.
Baliist
Datas at 30 de Julhj.
Foi asneado prom >tor publico de Cainam o
0 bachar I Bernardino de Lnia Vaseoncellos.
Inaugurou-se no da 29 cora toda a solemnidade
o Asylo de Meudicidade.
Cerca de 10 hars, presentes todas ai autorida-
des gradas da provincia, diz o Jaraal de Noticias,
ofilcialidades da marinba e do exercito, magistra
do, deput idos, negociantes, *oda a imprenta da
eapitalaem exeepcio de um s j .innl, escripto-
rea, innmeras aenhoraa e povo, celebrou o santo
sacrificio da u.issa o digno monsenhor Santos
Pereira.
Aps esta ceremonia, ouvida pelos asyladoi e
por todos, proeedeu-se a bencao do edificio.
Em seguida, o Sr. cous-lheiro Bandeila de
Mello, digno presidente da provincia pronunciou
brilhantissimu disenrso, associando- se quelle
grande acuntecimento, qoe era a accentuacio de
ama das maiores virtudes ebristis.
Entre phrases altamente significativas, 8. Exe.
fea a entrega solemne das 19 cartas de liberdade,
conferidas pelo Sr. comnteodador Manoel de Seuia
Campos, que assim, no dia daqoella grandiosa
urna benemerencia a seu
feata, justo mais
nome ja distinguido.
Os Srs Francisco Maris Hnto e Alexaudro Tovo,
ieram tambem, por intermedio de S. Exc a en-
trega de cartas libertadoras a duas escravisidas.
O Sr. Antonio Gomes dos Santos declaron livre
urna escrava, que solicitara a protocolo de S. S.
Esta ceremonia de libertaces foi de urna gran-
diosidade extraordinaria, cansando profunda com-
MjaW m lodos.
Ee eajuida, leu o eearso official o Sr. cora
3uda4ar Mausoel e Souaa Campos, Jlstincto
provaslsr iotoriro do asylo. S S. rekeabrju no
eau daaavso a histocia da benemrita iaatituicao,
se servases qua esla #otestou e ee^ne firustar
empre.
Duoe pagena, eesoeerarc m o ve que cofaria o retrato io
tk. comaiendador Maaoel Antonio de Andrade,
caja dedicacio peso Aaylo de Mendieidade multo
conhecida e dignamente elogiada.
Fallaram, em seguida, o Revd. padre Arseoio
P. da Fonseca. deputado provincial, professor
Baymundo Gomes, Cisemiro Cesimbr,. Angelo
Komo, Damaaceno Dantas, Arthur Cavalcante,
Possidonio Nascimento, Dionisio Penna, recitaram
lindos versos os conhecid poetas Joco de Jtritto,
Alexandre Fernandee, Silva Senna, Quarioo Frei-
r, Edistio Martina, Henrique de Caaaes, oadre
Saotos Cunha, que couquistaram do publico sig-
nificativos applauaos.
Finalmente, usando de no 'o da palavra, o Sr.
conselheiro presidente da provincia, aempre com
aquella palavra fcil e eloquenta que todos lhe
admiram, declarou levantada a sessio e inaugu-
rado o Aaylo de Mendicidade.
Por eata oceasiio foram levantados vivas eatbu-
siusticos aos Srs. commendadores Manoel de Sou
xa Campos e M. A de Andrade, bario do G-uaby,
ao imperador, a familia imperial, Baha, sendo
eala saudacio brilhantemcnle correspondida pelo
pablico, que enchia o sali uobre inteiramente.
Fiual isad esta parte da festa, foi off reci 1 > ao
Sr. conselh.-iro Bandera de Mello e demais convi-
dados um copo d'agus, duran e o qual trocaran
se alguna brindes, sobresahiado entre elles um ao
digao Sr. comosendador Manuel de Souaa Cainpja.
Uouve o jantar dos poores. Era bello de ver,
em torno da vasta mesa, cerca de 180 pobres, cu
jas pliysi momias, aa boa quaai totalidade, d nxa-
vam trahir claramente o quanto de eoateatainen-
to Ibes i si alosa.
Os raesarios de mesa Srs. Antoni Qomee dos
Santos e eommeadador Tito de Melle, serviram
os pobres, durante o jantar, com louvavai solici
tude e carinho.
O ser vico foi a undantiseimo c excellente.
Depoia do jantar dos pobres, o povo deu urna
nota brilbante. Decidi servir-se da mesina me
aa dos mendigos, declarando que elles eram aeus
irmaos e que aquella casa era tambem sua.
Esta ii-clarai'io, feit. cota sinceridade, t bi-
znrraniente aculhida pelos digna msanos do
Asylo, de modo queaserca de duas mil pessoas co-
mern] do pi, santamente distribuido pelas victi-
mas da advursidade.
O discurso pronunciado pelo llustrado e virtu >-
so padre -mostr Fiusa, ao entregar as 19 cartas
de Uberdade aos iscravisados lib-rtados pelo S.
commendador Camp.8, toi urna pica bii-baulis^i-
ma de verdade e de eKquencia. O illustre prega-
dor, n'um alevantamento de phrases admira ve, in-
terpretou o humanitario acto, levando ao e.-pirto
de todos que o ouviram urna alegra indefinida.
Firmado as doutrinas puriaaimas do Evangc-
liio, o illustre apialo de Cbristo, d'esto Chriito
coja vida inteira foi posta em sacrificio em notne
do amor e da lib.rdade deix.u cahir dos seus la
bios innmeras perolas itterarias, as quaesa luz
do sol da religi rtSoclia-te a'uma abundancia
enorme.
Nao cabem no espseo de que dispomos as minu-
dencias d'esta or^cio, que cooquistuu mais urna
coia para o norae glorioso do modesto sicerdote.
S. Rvdm. fez tambf m a entrrgt de 500 ris a
cada utn de 175 atylados, esmola dispensada por
candosa alma, que nio quiz o nome annunciado,
esntentando-se apenas com a satisfacio da sua
coasciencia c- com a bencio dos 175 infelices, cujas
uiayocs bao prutectores
Cilcula-se em cerca de 15 mil o numero de pes-
soas que durante o dia visitaram o asylo.
Desde pela laanba os bends vinbam pejados de
povo e era um espectculo digno de ver-se cerno
de todas as ras que vio ter ao edificio afilaia a
mulidao, manifestando verdadeiro regosijo pela
fuath, que jnaia sahir da m mora publica.
Oa Vebtulos Eu-.b. micos tranaportaram oeroa
de 10,i.00 passageiros e mais transportara se por-
'. niara o servido fusse melhcrmente feito.
O Sr. provedor interino do asylo enviou ao Sr.
Bar'O de Colegipe um telegramma, pedindo-lhe de
coi:.municar a prnceza reg n'e e a todo o minis-
terio o acto de mauguracio do aty'o.
Tuinbi m telegrapboa ao Sr. Bario de Guahy,
digno provedor efiVctivo, congratulando-se com
S. Exc. por semelhante motivo e pedindo de faser
a nicsma con-mucicHcio a toda a deputacio ba-
hiana.
A digna mesa nao esqueeea o nome do Sr. con-
selheiro Silva Nunes, a quem telegrapbou jubilosa,
pwrquanto o nome de S. Exc. est intimamente li-
gado ao aryl i.
Cabe aqui leinbrar que a 29 de Julho de 1876,
fuudiuse o asylo, dev-ndo-se a eaforcos do Sr.
conselheiro Silva Nunes, eotao prosideote, o esti-
be lecimento d. lie no edificio Quinta dos Liza-
ros.
Honttm, por consequencia oi o 11 anu versa-
rlo de to uti! instituico.
O Sr. const lbeiro Bandera de Mello tambem
expedio telegremmas aos Srs. Baioes de Jotegipe
e do Guuhy.
Entre as esmolas subscriptas figoram as se-
guiutes:
Conseih. iro Bandera de Mello 50J000
Commeudador M de S. Campos lOOaOOO
Cou.ineudador M. A. de Andrade lOOiUOO
J. da Silva Fortuna lOOsVOO
Antonio Gom-.-s dos Santos 10U00O
Domingos Santos Pereira 2OV<00
Mariz Pinto 20>t()tM>
Joo Braga 20*00 >
t Diario de Noticias 20.50)0
Jornal de N-.tcias 20^000
Uonve ainda tutros sobsenpt. res, cujos uomes
ora nos capam.
O m naenhor Santos Pereira offereceu metude
do seo ordenado de provisor, por um anno, ao co-
fre do aayio, e o r. aiferes Eugenio Ti lies, pelo
un amo espaco de tempo, a dcima parte do seu or-
denado.
Todo o edificio do asyl, estava lindamente en-
t i iuJi de baudeirua e fl mmulas.
Oa jardina apreseutavam bonito aspecto e as
ras circuinviaiuhaa ao edificio erguiam-se mas-
tr .6 com vistosas banaViirus.
No alto da porta principal do asylo \-ae urna
pedra inarmore Com a seguiul.' iainriarjlij :
Nj reinado do Sr. D. Pedro l, sendo prvsi-
i ii'l d'esta provincia o Eim. Sr. conselheiro Juio
Capistrano Baodeira le Mello e primas du impe
no D. Luiz Antonio Jos Santos, sendo piovelor
B. do Guahy; esorivio, Maaoel de Souxi Cam-
pos; theaoareiro, Mano*. 1 Antonio de Andrade. *
M-. ,-arioaAntonio Gimes dos Santos, Agoati-
nbo Das Lima, Luis Paulo de Atbayde. Domin-
gos dos Santoa Pereira, Tilo Jos de Mello, Pr.ii
eiaw Maesa Pinto, Jos Ja Costa Pinto, J. o Viei
ra dos Sant s Bruga, .Joaquim da Silva Fortuna.
O esplendido edificio, situado em meio a urna
grande rea ajardinada, reveste ama forma do
mais agradavel pfieito, e satisfaz plenamente, com
o sem numero de largas jan 111 s, protusa e syme-
tricamaute talbadas em tedo o seu vasto perme-
tro, as mais ri.'oros..s prescripcocs bygieuicas.
Ha urna verdadeira inuudacao de luz, caja dif-
fueio imprime ao visitante deliciosa impressiu.
Nio parece a( que se eBt n'um aaylo de men-
digos, mas n'uma vasta pinacotoeca, cujas gle
ras precisam de luz, como nos outros precisamos
do ar.
A vcutilacSo do edificio, gracas sua situa^io
na pittoresca enaeada da Boa-Viagem e a disposi-
cao arcbitectonica, que pessue, simplesmente per-
teita.
O novo Asylo de MeudiciJale compoe-ae de um
vasto predio central, que bem merece o qua'ifica-
tivo de palacio, e de mais tres edificacocs espaco-
sas, que sa> dependencias d'elle.
O grande pavilhio central ergue-se, a'entre os
jardins, como um vasto parallepipedo, alvo de
nev, destacando-se elegantemente a todos os
oibares.
Nio tem as formas somptuosae do purismo ar-
ebitectonico, nem ostenta os lavares e o luxo famo-
so d'esses primores da Europa artstica.
' porm imponentissimo na sua simpiicidade.
Marginando- o tecto, veem-se innmeras esta-
tuas, que dio magnifico, realce superstructura
do edificio.
No frontal d'elle e dominando as outras, eleva-
se, de sobre o prtico, urna grande estatua da ca-
ridado.
Ao entrar o aaylo e transpetto o atrio, defron-
ta-se com a capel!*, que ocenpa o centro do pavi-
lhio e um apechara riquissimo do mais aparado
g-.sto.
O altar, cera mltiplas peaohas deslumbrantes,
de douraduras e era ama protasio de lus e de flores, em meio da
qual irradiava, n'uns lampe jos de*verdadeira las
eeieetial, o atisar aattameote dulcoroso do Chris-
io Crucificado.
Duas auta-aalaa, iateraes capaila, dio entrada
a dormitsaws m aayUdas, no primeiro pivi-
Osalo lada aaspaardatio destinados ao sexo mas
cuino e os aoshistoa* asyiadaa.
Uaas grandes filas de casaas de ferro, em cujas
cahaaras seiAsylo de Mendicidade da Babia,
oaaaaavn as aaaas laWrsaa do edifiois, deatiaadas
aos dorasitorios.
Ao fundo d'elles, veem-se bauheiros e waterclo-
itU ioglezea, como os nio tem melbores a mais con-
fortavel das habitaees ricas.
Um grande deposito de pedra e cal, colloeado
superiormente, previ aos usos de ambos eases com
fiaodns*
Do vestbulo dous leos de espacosas eseadaa
de volta envernisadae, dio acceseu ao pavimento
superior.
Base compe-se, alera ,dos vastos coia nodos pa-
ra dormitorios, enfermaras e aonexoa indispensa-
veis, em tudo ssmelhantes aos do pavimento terreo
do sali uobre, cajo sos lho de peroba com emou
tidos de Jacaranda. Aa portas, largas e bem dis-
poatas, sdo de viubatico euvernisado e de om tra -
ballio perfeitamento acabado.
Ne tecto do sali v4-ae, em relevo, o nosso em-
blema nacional dourado.
Em frente ao retrato do imperante, via-se o re-
trato do Sr. commendador Maaoel Antonio d'An-
drnle, esforcado e delicado tb -soureiro do asy o.
Esse retrato do digno e bemfazejo negociante
portuguez trabaiho do eoahecido artista Uouto e
urna expreosiva prova de gratidio dos asylados ao
seu extremoso e desinteressado protector.
Constava que ltimamente dea se em Chique-
Chiquu um grave conflicto, na oceasiio em que o
capitio Alfredo Runos Chaves, delegado de poli-
ca, dirigia-se em diligencia a urna povoacio visi-
nba.
Cartas dali recabidas accresceutavam que bouve
grande tiroteio, fieando mortaa duas pracas.
No da 29 falleceu o foi sepultado tarde no
cemiterio da Quinta dos Lasaros, Francisco
Jos Lopes, eonhecido e otigo cirargtio den-
tista .
\otlcia lo Yre
O paq'i-te nacional aEopirito Santo, ni porta-
dor das seguntes noticias :
t macota**
Datas at 23 de Julho.
Nada oceurrera de importante.
Ptaaft
Datas a' 26 do Julbo.
Sob o titulo ') Conteaario ja -jii.i ij.i.a.
lentos o segainte 01 Provincia do Para* da ulti-
ma data :
Estava marcada p ira a 7 1/2 horas da noite
de 24 do c >rrent a seaaii solemne para eom
memorar a fuauaca* deste po eatabelecimento,
qae acaba de completar cera anuas de existen -
cia.
A pesar da inclemencia do tempe e da noite
procellosa Je domingo, atflo.ii> ao hospital grande
numero de convidado*, eaehando a tranab iiiar u
aeanbado reoiato que tora designado pira so
lemnidade.
A's 8 horas da uoite, em pres- uca de S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia, de grande numero
de senhoras e peuaoas gradaa, o Sr. Dr. Santos
Campos, prc ferio algamas phrases anlogas ao
acto, abrindo a sessio o dando a palabra ao ora-
dor -tn -ial, dor parte da Santa Casa de Misoricor
dia. o Sr. Paulino de Brtto.
Ease senh r ocupando a tribuna divagou em
alguraas censid- mces referentes ao acto que se
realisava, f z um pequeo histrico da fundaco
do hospital por D. Fre Cactano Brandio, leu al-
guna tpicos de cartas desse illustre prelado em
qae elle explicava os motivos que o tinbam levado
a emprehender tio benemrita < bra, e termiuou
chumando a attencio dos poderes pblicos, a cuja
inmediata fiscasacao e&t entregue este estabo
leeisynto, para a pa inbtituicao da Santa Casa
de Misericordia, digna de merecer a asa franca e
decidida ruedjuvacio.
Foi dada tntio a palavra jos senbores que se
tinham 'inscripto, segaindd-se na tribuna o Sr.
1 I de Deus do Reg, que recitou urna bella
poesa de sua lavra iutituladada a Densa Cari-
dade*.
Fallaram depois os Sis conego arceiiago J.
Gregorio Coelho como relator da ordem 3' de S ,
Francisco e Joio Eutropio F. de Albuquerque,
coico representante, nessa solemnidade, da Socie-
dade Artstica Paraense.
Nao havendo quem mais quizesse uaar da pa
lavra foi encerrada a sessio.
Eram dez horas da noite.
Darante o acto estiveram francos aos vitan-
ti s todos es talte do ratabelecimento, notaveis
pela boa ordem e condifes de aeaeio em que se
uchavam *.
IM aran bao
Datas at 27 de Julho.
O preeidemte da provincia fra no dia 16
visitar o engenho central.
Assumira em 18, o lujar de inspector da
Alfandega o Sr. Virgilio Nunes de Mello.
Falleceram do dia 21 Jos Joaquim da Costa
Machado e Joaquim Pinto de Almeida-
Piauby
Foi publicado no Jornal do Commercio* da
Corte o seguinte telogramma :
Tbcreziua, 24 de Julho.
> Foram nesta provincia dados nova matricu-
la 8,967 escravos e tio somentu arrolados 39 liber-
tos-sexagenarios.
Cemtudo, a organieacio da estatistica depende
ainda de individuaiSes que estio sendo colligidas
na forma das ordena do Ministerio da Agricul-
tura .
Cears.
Datas at 30 do Julho.
Cootinuuvam os trabalhos da Assembla Le-
gia-ativa Provincial.
Na idade de 64 an- rs renden alma eo crea-
dor, no dia 18 do passada a virtuosa irma de ca-
ridade, Margarida Beaet, que durante 22 anuos
dirigi com im-xcedivel selo o.cstabelecimento da
Immaculada Conveicio.
A fallecida era natural de Th rbes, Franfa, e
descenda de familia illustre.
No mesmo da falleceu o Sr. Francisco Pa-
checo, empregado da casa Siuglehuist & C-
Victima de antigos padecimentos, falleceu
tamoem n- tta capital o amigo solicitador Joio
Manoel de Brtto.
Rio tirande do >iiile
DataB at 31 de Julho.
No termo de Santa Cruz, na da 26 de Maio
do correte anno, em o lugar Qiuxaba, pelas 4
horas da tarde, os indi videos Francisco de Muura
e Manoel Galdiuo, encontrando-se com Joio Bel
larmino, accommetteram a este, e, deitando-o por
trra, o castraran) !
O respectivo delegado de polica, sobre eeme-
haate facta procedeu s diligencias legaes, que
passou autoridade judiciaria para formar colpa
aos crimiaosos.
Parahjba
Datas at 1 de Agosto.
Acbava-se fauccionando em sesees prepa-
ratorias a Assembla Legislativa Provincial.
Havia tido comeco com hasteamento de ban-
dera e novenas a tradicional festa das Neves.
Falleceu, na si mana passad, victima de
lesio cardiaca o alteres Jo. Jo quim Lucas, que
se acbava addido ao corpo de liuaa estacionado
na cidade.
No dia 16 d pastado, falleceu eai sua pro
priedade denominada Urub, no termo de Araru
na, o Sr. Manoel Januao Bezerra Cavalcanti.
vai nesta revelaoio a menor ntencio de censura,
nem sequer um'resquicio de observacio desreapei-
tosa ; outro fosse elle, o Giroude*. e no capitulo
relativo a banheiras poderia ter inscripto o se
guate algarismonio significativo para a arith-
metica, porm aseas significa!ivo para o momen-
to : -0.
E, pois, qua fallei em arilhmetica, calculemos
um pouco.
Suppcnhamos qae dos 400 passageiros al'udiJos
200 sao de prda ; sapponhamoi mais qae estes 200
passageiros de prda inscrevem o bauha na numero
das coasas prohibidas ; admitamos qae elles ca-
pitalaas o baaho como um verdadeiro attentado
contra as pessaaa. Oa melbor : eliminemos aquel-
los dasentoa tadividuos, para nio complica mais
esta questio de bauhos a bordo ds Gironde e
ddicioneaos a esaa ptrceUa ais as 120 p-s
aoas da tripola^io, compreheadidos as officiaes
Restara ase os passageiros der. Admitamos
que estes, por ama coocessio ao alto-mar, ao en-
o >, e a outras cousas igualmente deletreas, ac-
ceitam que o banho uio seja urna necessdade dia-
ria, oomo o almoco ou o jantar, e se reaignem a
fazer d'isso um aso moderadoum dia sim, e ou-
tro nio Assim, todos os diaa, nada menos decem
passageiros torio, avista d'aqj Ha escala, de to-
mar o seu banho uo espico de seis horas (as de
servir;) de bordo, e descontadas as dai tefeico s) e
isso... em urna otea btiiheji-al
Q-ier dser qura a cada pasaageiro sao couooii-
dos, de iuus em dous das, tres minutos, durante
oa quaes elle esgotar a banherra da agua servi-
da, encb gar-sc ha, veatir-ae-hi, e d'alli saliir pressa,
pois porta estar oatro, urgido pelos tres minu-
tos qae lhe competen) e darante os quaes tem de
executar essa op-racao tio complicada, tio cheia
de ditficuldades, tio rodeada de bices e de cir-
cumstaceias imprevistas, tio ladeada de perigoa
e de mysteriose ao mesmo t-jmpo tio diapeasa-
ved e tio intilsomo o banho !
Talvez para nio crear embaracos e nio compli-
car anda mais ess> questio, baja resolvdo o me
deo de Sua Magestade adiar para mais tarde a
iniciaclo dos banhoa frioi, em posa era que o ba-
nho nio saja um iuxo condetnnaval ou nio c oat
tua urna prat-ca peccaminosa.
A reapeito occorre-rae referir um incidente : ara
dos piaaageiros, qae ainda nio se havia hibitav
do a consagrar horror i ablucoes e cansado de
solicitar do garcon encarregado da secsij dos
banbos os minutos a que tnha direito, eagotoa a
paciencia, esperando a sua h ira. E entio, n'am
instinto de iaspiraoio decisiva, introdazio-se sor-
rateirameac uo corapirtiineato destinado s da
mas, onde existe umi pequea banhira de agua
quent e ah, solitario e criminoso, deu-se a pra
tiea do r-provado actolavoa ae.
Sorprendeu-o sabida o garcon e, indigna
do, fez-loe ver a irregularidade do seu proced-
ment invadindo dominio qae he era defego trana-
por... O cavalheiro, anda saboreando a frescura
e o bem estar que lhe permittim a orgia d'agua a
qu vinba de se entregar, respradeu por cima d>
hombro e do alto de seu orgulbo de hornera qa-'
se baahou :
Pardon, monsieur; mais je prenda man
bain ; ou je le tronve ...
Pbraso que denuncia a^que'lepassageiro, alm
doa hbitos de aceio amito espirito de Moliere .
Conrm dizer, entretanto, c para que juatica ao-
ja feit, que o Gironde um dos vaporea mais
limpoa e acetados que se eonhece, e onde melbor e
mais delicado tratamento rec bem os passageiros,
gracas, subretu lo, extrema delicadeza do seu
coma) indante e grande smabilidade do commis-
sari.
E i agora, que oatra verdado seja registrada :
o Gironde sendo um dausador, nio esqaece
2omtudo de camiuhar, fazeado 1S e 14 silbas por
hora, apesar do vento emir coatrarios. ^i*
Nesta data eubmetto este acto approvaeio do
Exm. Sr. Ministro da agricultura, commercio e
obras publicas.
Deas guarde a Vmc(Assignado).Pedro Vi-
otn'i de Atened* Sr. eogenheiro fiscal da estra-
da de ferro do Recife ao S. Francisco.
03 estudos a que o Imperador se tem consagra-
do a b-irdo sao especialmente oa de hebraico e
saoacripto. Ha tres das, tazia com o sea profes-
sor a confronto do original dos Luziadascoma
versio allemi, de que aunut u varias estancias
Escreve muito, a lapia. Supponho que reeolhe
algumas notas de que se servir para trayar urna
obra relativa viagem que vai realisar.
Tambem tem feito versos, sonetos priucipal
mente.
O s meto, com-c ido na noite da sabida do Rio
de Jauoru e terminado a 2 de Julho segundo ii no
proprio original ofle ecido ao Sr. oonselheiro Pa-
rauhoe, revela bem a idea que preoecupava o es
pirito o i Imp-rador ao affastar se do Brasil. (Era
outro, de que nio pude obter copia, Sua Magesta
de manfesta os m-emos sentiinentoa, rcfciiudo-se
ao des-Jo que tem de anda volver patria em
conaices de poder prestar-lhe servicos e de bem
amar aos brazileiros).
Devo declarar que deste soneto nio me foi tor-
necida copia pelo Sr. conselheiro Parauhos, o pos
suidor do original. S. Exc, no seu carcter de
cnsul do Brazil em Liverpool, emenden, e bem,
que nio devia publicar a poesa do Imperador ;
p-rm, amabilissiuio como mostroa-me os ver-
sos, nio desconfiando da memoria de duas pesa as
que o lan). .. A verificafio posterior detnonstrou
que a memoria rrproduzira fielmente o sooeto ; e
assim, para tranquillidade do consuialo de Liver-
pool a de todos os consulados dd Biazn espalha-
dos tace da trra, declaro em t :mpo e firmemen-
te : nio foi o Sr. conselheiro Parauboa, p.iin uin
eaforco de boa vontade. iue me forneceu copia do
soneto do Imperador, cima transcripto.
Ponh* termo a esta correspondencia.
O Imperador parece ter melhorado muito, quan-
to ao estado g ral. Pisa com mais firmeza e v
sa-lhe despontar as faces urna cloracio rosada,
prenuncio, talvez, de prximo restabelecimento.
Quauto sua molestia, nada sei por eraquanto,
confes30-o abertameate. Ignoro se Sua Magesti-
de simplesmente um convalegcente, ou se ainda
lhe trabalha o organismo alguraa especie mrbi-
da, ou se da molestia qae o ab iteu resultou um
estado de deperecimento ou de alteracio de func-
cocs, cujo remediamento o objectivo deata via-
gem.
D'isto fallaremos em tempo.
O que affigura-ae a todos os que o v -ra a bor-
do que o Impeador tem melhorado muito. Um
commerciante, que embarcou em Santos, cdadio
conspicuo e commendador con&ubstonciuu na seguiu
te phraae a opiniio geral, relativamente ao caso :
o Imperador est comme il fe >. Soccorro-me da
expreasio felicisaima e por minha tez o repito: se
pn.greair esse estado de cousas, tereraos feliz-
mente imperador para muito tempo e viva Deus !
imperador comme il f .
Es ton certo de que sao estes os vot-8 de to-
dos os brasileiros, com relacio ao augusto 11-
ierin .
Bordo do Gironde* em frente a Dakar, 9 de
Julho de 1887.
dJtVST DIAR1/
INTERIOR
Anas Majestades Imperlaes
(Carta do correspondente da Gateta de Noticias
do Rio de Janeiro)
(Coneluaio)
A primeira simples : o Sr. vizconde de Motta
Mas, profundamente enjoado, enjoado at me
dulla, nio ter podido, durante estes das, cuidar
de taes banhoa,
A segunda tambem simples, se bem qae exija
urna demonstrado demorada.
O Gironde *, onde se acham actualmente 400
passageiros, conta por junto e para o asseio de to-
do esse pessoal... urna banheira I Ntese : nio
\aluraliacuoPor portara ia presiden-
cia de 1 do crreme foi concedida carta de natu-
ralisacio ao subdito portuguez Jos X-vir de
Sisma.
LlcencaoPor portaras de 30 de Julbo findo
foram concedidas as licencas s-guintes :
15 das, sem v ucia- nt:.', .10 profess r Jo Gyin-
nasio Pernambueano, bacharel Pedro Celso Ucha
Cavalcaote.
2 meses, com ordenado, ao pofessor Bardo-
miuiano Nilo dos Saotns Ferreira Barros.
60 das, com ordenado, ao pruUssor Floriano
Baptista de Oliveira.
tulurldadrs polieiaea -Por portara da
presidencia da provincia de 30 e proposta do Dr.
ebete de palila de 28 do crrente, forarj no-
meados :
Para o lugar de 1 supplente do delegado de
Nazareth. o cdadio Manoel Caetano Pereira de
Queirez, vago pela eiooeracio do capitio Affonso
de liellauda Albuquerque Mariubio.
2 supplente do subdelega Jo do diatrioto de La
ga do Carro, do referido termo de Naaarefb, o ci-
dadio Franctaco Saturnino Cavalcaute Wander-
ley, em substitu-cio de Joaquim Cavalcante Mau
neto Wauderl-y, que nio aceitn a nomeacio.
SO / de abate sao tra-naporie Je
cu unan O Eira. ft'r. presdeme da provincia
dirigi ao eogenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recite ao S. Francisco o se.uinte officio:
5" seccao.Palacio da presidencia de Pernam-
buco, 1 de Agosto de 1887.De conformidade
com a informacio de Vmc. em officio n. 51 de 26
de Julho ultimo, autoriso provisoriamente o abate
de 50 "/ sobre a tarifa ordinaria para todos os
transportes de canoas destinadas a sereno moldas
nos eng-nb08 cojos assucarea forem conduzidos
por essa essa estrada de ferro qualquer que aeja
sua quantidade, nos armos em que solicita o res-
pectivo auperintende 3 em officio de 25, por co-
pia annexo ao sen j citado.
Reaaoao da matrirala de eacravoa
O Exm. Sr. presidente da provincia expedio o
seguinte officio ao inspector da Tbesouraria de
Fasenda:
3 seccio.Palacio da presidencia de Peroam-
buco, em 1 de Agosto de 1887.Alm do prazo
de trinta dias, concedido pelo Ministerio da Agri-
onltura, Commercio e Obras Publicas, no aviso oir-
cular de 17 de Mareo ultimo, para os agentes
fiseaea encarregados da aova matricula faserem
os devdoa lancamentog nos livros proprios, oqaal
termiuou a 30 de Abril, sao daeerridos mais os
saozca de Maio, Junen e Julho, sem que os agen-
te* dos muaicpioa do Brejo, Taearat, Floresta,
Granito e Ex dessem cumprimento ao que lhcs
determnou o 3 do art. 13 do regulamento n.
9517 de 14 de Novembro de 1885.
Da demora, que nio tem explicacio, quer des-
ees agentes, quer de outros, que s muito tarde
deaempenharam o seu dever, e das ianumeras ir-
rogularidisdes encentradas na Secretaria deata
presidencia, com relacio a quaai tolos os ixmnici-
p os, resultou a imposiibilidade do eumprimento
do 4 do meamo artigo.
Sirva-se V. S. de providenciar argeateoaeote
sobra a rtmessa das relac?s daquellns municipios,
indagan lo das causas do retardamento.
Deus guardo a V. S. Pedro Vieeotedo Azeve
do.Sr. inspector ds Th sourana de Fasenda.
>'< va matricula se eacravaaiDa se-
cretaria da presidencia nos foi remettido para pu-
blicar o ssguinte aviso :
- iuisterio dos Negocios da Ag cultura, Com
mercio e Obras Publicas.Directora Central.
1 seaeio.N. 14. Rio de Janeiro 1 de Julho
de 1887.
Illm. eExu). Sr. Iuteirado dos motivos pelos
quaes nio foi possivel secretaria dsssa presi-
dencia organisar djotro do praso regalam -ntar o
resumo das reiaeoes da matricula dos eeeravoa e
d> arroliraeuto dos libertos sexagenarios, segundo
oa modelos anoexos uo regulamento 11. 9517 de 14
de Novembro de 1885 c desgoadoa pelas le'tras
G e H, e dando por approvodas as providencias
por V. Exc. expedidas para qae em diversos mu-
iiicipuis sejam eorrigidaa as iaperfei'.aa relacowa
all orgduieadas, eatou certo de que V. Exc, com
a eo'iettudc de qae tem dado moatras por eaae
ramo do servico, continuir a envidar esfor^os,
nio e para qu- sejam saoadap us lacunss a que
alludio, mas taiab-in para que os referidos rasu-
raos me sejam remettidos cora todi a possivel ur-
gencia, deade qae se acharem colligidoa todos os
elementos neeessarios, e bem verificada a regula-
ridade dos dad-os panriaes.
Particularmente acerca ds idade des escravos
ro-oatriculadoe e do valor qu j us f .rma da lei Ibes
teuha sido dado, pui V. Exc. todo o empenho
em fazer aanar aa irregularidadea 11,1 -ntadas no
seu officio de 4 do crvente, que assim tica res-
pondido.
Deua guardo a V. Exc. Kodgo A. da Sloa.
Sr. presBeote da provincia de Pernambuco.
lary de Recife Foram sorteados oa 48
aogiii.itea jaradoa afi a de s rvi-em na 4 s-"ssaj
do Jry cinvocida para o dia 5 d.i Sct-tibro pr-
ximo.
Freguezia do Ree'jt
Antonio A'v. 8 Barbosa Filhi.
Antonio Reinalda de Miranda.
Luis Alfredo d: Moiaes.
Guilherm : Francisco doa Seta.
Jos Vicen'e Parrara da Silva Jnior.
Preguez'a de Santo Antao
Francise.i da Silva Miranda.
Joio Aut uiij da Silva Bastos.
Manoel Pedro de Mello Gantes.
Thomaz Teixeira Bastos.
Jes Antouio Pinto Serodio.
Guilhrme Ferreira Ramos.
Arthur Ootaviano da Silva Ruaos,
t'-ancisoo da C-ata Maia.
Foiix Autriclian Moreuta Temp.ral.
Dr. Franciaco laido Rodrigues da Costa.
Prequei\a de S. Jos
An'.onio Muuiz P- reir.
Autoni-j Luiz do Amaral s Mello.
Manoel Rodngus das Neves
M .u el Diogo Chavea.
Manoel G uc-iii" a Ferreira da Silva Jnior.
reguezia da uta Vuta
Tbom Ca tao de Araujo.
Jos Joaquim Pereira do Reg
D.mingos Bruna.
Antonio Olympio de Azeve Jo SjUZb.
Luiz Joc de S'iuza Guiraaries.
Belarmin : de Birros Correa.
L)r. Laiz Jo: de Souza.
Joo Paulo de Souzo Porto.
Jote Moreira de Souza.
Joio Frauciseo Borges Ferreira.
Luiz Walfrili de Carv.i bo.
Msuj-'l Antonio Teixeira.
Joa Rodopiano dos S-ntos.
Joaquim Lucillo da Siqueira Varejio
Jos Goucalves Ferreira de Soua.
Jos Augusto Rodrigues
Dr. Joaquim Tbeotouio S. de Avellar.
Salustiano Bezerra Baptista.
Fregueta de Afogados
Vfanocl Filgu- ira de Menesea.
Lucaa Freir Maiiz Maracaj.
Eduardo Henrique Guerra.
Joio B nigno de Souza.
Antonio Mondes da Cunha Azevedo.
F.-ancisoo Borges Leal.
Fregueai do Poco
Hermenegildo Joaquim de Oliveira Baduen.
Freguezia da Vanea
Ignacio Alves Monteiro Jnior.
Fregueta de S. Lourenco
J is Pedro de Si usa.
Antonio dos Sant s B-'ssone.
TituloPolo ministerio do imperio cooeedeu
se lieenoa ao subdito brazileiro Joio Jos dos R.is,
para aceitar o titulo de Visconde de S. Salvador
de Mattosiuh.s, com que foi agraciado por S. M.
Fidel isaima
Kxoneraeao -Por decreto de 14 Jo piasado
fui coucedida ao Bario da Estancia a que pedio do
cargo de preaideute do Imperial
pao de Agricultura-
Diploma de ctabllilaco Paasou-sedi-
plo-ua habilitando o bacharel Francisco Itaciauo
Teixeira ao cargo de juiz -le direito.
Fortaleaa da LaxeAsturaio o commac-
do deata fortaleza o capitio do Io batalhio de ar-
ti h ra Luiz Barbe-io, em subatituicio do capitio
do 3* da mesma arma Alfredo Mac-Guimes.
PenaC ncedeu-sc ao ex-voluntario da
pitria Francisco Gincalves da Silva, orna pensio
de 400 r's diarios, visto ter soffrido araputa^ao da
pe-ua-direita em eunsequencia de fonraentoa rece-
b J a em combate, e achar se impoasibiltado de
agenciar oa mi os de subaiat^neia.
Everelto Pelo ra uist- rio da gu-rra maudou-
se que foasem desligad 3 atra de seguirem para os
seus curgoa: o capital do de iufantaria Regi-
nald N-in xio de S, o alteres da raesino Aug
de Souza, 03 aiferes do 9- Adolpho Jos de Carva-
Iho e Francisco i'ia.-ya la Cruz, o alteres do 3' de
cavallaria Gaaparioo de C leiro Leao e o
capitio do 4' de iufantaria Pedio Paulo da Fcnseca
Gal vio.
Foi sddido ao 10' de iofantaria o aiferes o
15' Joaquim da Silva Simes e ao 1" de infantaria
o aif res aggregado urina Joai Pi de Oliveira
Penna.
. Assim generosamente reeompensaram Ss. Excs.
os dedicados e leaes servicos que lhe tem prestado
O ente, a quem benefieiaram.
O Plebea-Distribuio-se hontem o 6* fasci-
culo do drama em 1 pr-logo e 5 acto?, do Sr. Ri-
beiro da Silva.
PaqueteaHontem Chegaram dos portos do
sul o paquete ingles Valpara-t e o paquete nacio-
nal Espirito Santa dos portos do norte.
Depois da demora do costume segairam este
para o sal e aquelle para a Europa.
Katado aervllA' presidencia da provin-
cia de S. Paulo expedio o Ministerio da Agrcul-
cultura a 20 do passado o aviso seguinte :
Illm. Exm. Sr.De accordo com a opiaio ma
nifestada em cffico de 12 do correte, acerca da
consulta que lhe fez o juiz de orphoj s do termo do
Rio Claro, declaro a V JUc.:
1.* Q e os servicos doa sexag narios, da mesma
forma que os dos ingenuos, sio iotransferiveis ;
2. Que o senber do escravo nio de^e ser ouvido
para que este pisaa ter em seu nome ou em de-
posito, qualquer quantia destinada alforria ; por-
quanto, assim como o art. 4, 2o da lei de 28 de
Setembro do 1871 c os arts 48 e 56, e ainda o
1 do art. 57 do Reg. de 13 de Novembro de
1872 permittem ao escravo formar peculio para
inderanisaco do seu justo valor, ^dependente do
eanseotixento de senhor, aasim tambem se deve
entender eom relacio ao depisito das qoantias
para esse fim destinadas ;
3. Que tambem nio r/eve ser ouvido o senhor
do escravo quand. se haja de passar a este carta
de alforria, em razia do peculio apresentado ou
por falta de matrcula, visto c mo, no primeiro
caso, o senhor intimado para entrar em accordo
judicial, segua lo-se os tramites da le, e no se-
gundo, conforme o art. 7* do regaUmento n. 9,517
de 14 de Novembro do 1885 e aviso de 19 do Abril
ultimo, aos eacravoa ou a quem por elles requerer,
ministrar gratuitamente a eallectona eertidao ne-
gativa que servir de titulo de liberdade, sendo
assim reconhecida para que produza seua effeitos
juridic s;
4.o Q je vista do art l 1 da lei de 28 de
Setembro de 1885, do art. l do regulamento de 1
de ezembro de 1871, e do modula A, nnexo a
este, b-ra como do que eom igual letra aeompanha
o regulamento de 14 de Novembro de 1885, o faci
de achar-ae o escravo matriclalo cam a declara-
ciode tiliacio d-aonhecida nao d direito liber-
Ud\ Deua guarde a <. Exc. -Hodriqo A. da
Sita.
Matricula de eacravo em lampos
A' presidencia ds provincia do Rio de Janeiro
expedio o Ministerio da Agricultura, a 18 do pas-
sado, o aviso seguiute:
I.Ira e Exm. 6r.Era ofthio datado de 12 de
Maio ulnm-i, commauica V. Exc. que vista das
ufor-nacoja dadas pelo collector das rendas geraea
do municipio de Campos, ni) tem fundamento as
arguicd;a fetas matricula ds avultado numero
de escravos alli resiJcntea, V; rificanlo-se, tanto
dos esclarecimientos contid01 110 offijio d'aqual'e
fuoeeouario, remettido par copla, como das rea-
toes qu servir o para a meauoa matricula, nio ter
vido contraveneno d> disposto na le n. 3,270 de
28 1a Setu)bro de 1685, sendo nicamente exacto
que. o r t iJ i ollcctir a exemplo do que se prat-
Ctra, sen inrepasao de qualquer natureza, por
oeoasi d u. 2,010 de 6 de Setembro de. 1871 aceitou paia a
matricula ultim 1, relato .a aseignadas, nao f peloa
Instituto Sergi-
TranafereaclaaForam transferidos: do 1-
regiment de artilhana para o 4' batalhio da mes-
ma arma y V teneute Francisco de Paula Borges
Portea, e deste hatalbdj para aquelle regiment, ao
qual se acba addido, o 1- teuunte Garibaldiau de
Paria Cirreia; da gaar :ca de Peruambucj para
a do Rio G ande do Sul o 1* circurgiia do corpo
de aade L'r. Francisco Jacio.'hi Pereira da Mot-
ta ; do 11' batalhio de infantaria para um dos cor-
pos da guarniuio da corto o soldado Ireno Evan
gelisia de Souza Albernei; para o 2- batalhii de
infantaria, com baixa d posto, o forriel do 7'
Francisco Ferreira do Nascimento ; para o 2' re-
giment de cavallaria o 2- cadete 2- sargento do 1'
da in-sina arma Marcos Gabriel Teixeri de Brits.
DesanclaNa parte official publicara a a
deuuucia que coutra o tbeaoureiro das loteras do
fundo de emaucipacio deu o Dr. 1 promotor publico
por ordem de S. fixe. o presidente da provincia.
tiaaeta sadetnicaRocebsmos o o. 4
desta tolba de publicarn bimensal, redigida pelos
Srs. A. J. de Araujo e Augusto Carvalho.
Agradecemos
1*lberlar;6oO Exm. Sr. desembargador
Fraucisco de Aasis Oliveira Maciel e sua Exraa.
esposa concederam no domingo ultimo, 31 de Ju-
lho, caria de liberdade a seu escravisado Egydio,
pardo, de 33 aanos de idaae, sem oaus do especie
alguma.
proprios senliores, vais por terceiros, a rogo d'a-
qaelles, segundo dedararam.
Era resposta declaro a V. Exc. que, de accerdo
cora seu parecer e pelos m tivos na mesmo exarado,
devera aer consideradas validas as referidas os-
erip-ov.
.. i >e.ua guarde a V. Exc. Rodrigo A da Silva.
Tii -tro Manta laabel Deu nes ante-
hout-ra o seu ultimo espectculo a empreza lyrica
da Sra. Naghel, cantand) em oeneficio do l" ba-
rytono, Sr. Luiz Garbni, a popularisaima opera
de Verdi o Trovador .
O beneficiado qae urna das princpaes senio
a principal figura da conpauhia de operas, foi
cora toda 11 justica entusisticamente applau lido
uo papel de Conde de Luna a que 3 vb" dar
necucio correcta e a todos os respeitos satisf-iC-
toria.
A VOl fresca, pura e bem timbrada do Sr. Gar-
bioi p le revelar aos que concorreram ao espec-
tculo de ante hontem, toda a belleea da msica
destinada no Trotador ao barytoao, voz pela
qual o velho e popular compositor italiano parece
tur a mais decidida predi,'ec;ao, pir aso que as
suas partituras dedica lhe aempre es mais b los
e inspirados trechos.
Como na primeira exhibicio do Trovador a
Sra. Rastel Ii e o Si. Ravagli deaempenharam bem
regularmente os seua papis i Leonor e Man-
rico *, os maia trabalhoses da pe?a, e o Sr. Cidri
cantou com alguma expressao a cavatina inicial
d) l acto. ,
A Sra. Dalla-Porta foi urna Azucena um
pouco mais support ivel.
P te-se dizer que das operas cantadas pela
empresa Naghel, foi o Trovador a que rece-
beu mtlh r execuyao. Tambem nio faltaram ap-
plausos aos artistas o especialmento ao beneficia-
do que alm de grande numero de bouquets *,
recebeu alguns presentes de valor.
A c-imp-inhia de operas e operetas seguio hon-
tem para a Baha a bordo do paquete nacional
Espirito-Santo *.
Fazemoa votos para que encontr melbor aeo-
Ihimento na antiga capital do imperio a empreza
da Sra. Naghel urna artista intelligente e amiga
do trabalho, mu que nao teve a felicidade de
ver compensados oa esforcoa que empregou para
agradar ao publio desta capital, a vszes bc-m
severo.
Falleclmenio A' duas e meia hor.s da
tarde de hontem, em cousequtncia de padecimen-
tos ebroncos, deu alma ao Criador, na idade de 44
anuos, a Exraa. Sra. D. Mara Candida Bandera
da Cunha, esposa do Sr. Augusto Cesar da Ca-
oba, a quem lhe damos os nossos pezames.
murena Braxlielra de t*tioapbato
le Cal A ha ae nesta capital o Sr. Antonio
Cebo Ribeiro R ra, geiente deata empresa, o
qual peio coutractar al una operarios, e comprar
embarcaeo^s para o transporte do phosphatc para
bordo, e pretende iniciar o mais breve possivel
seua trabaihos no arcbipeUgo de Fernn Jo de No-
ronha,
Eata empresa acha-30 orgamaada por banquei-
ros na capital do imp rio.
Centro RepublicanoConforme havia-
moa noticiado, reumram-ae no dia 31 de Julho, os
mcrabi'os do Centro Republicano, sob a presiden-
ii do Sr. Dr. Martias Jnior.
Procdeu-se eleicio da commissao executiva,
que tem de funecionar al o fim d anno, c o re-
aultado foi o seguinte :
r'ruaidcutcDr. Joa Isidoro Martina Jnior
(recleito).
Secretario -Xilr i-'.-emba.
Theso r. ir;- O pharmaeeutico Autonio Mart-
uiano Veras (reeleito).
selbeirojDra, Albino G. Meira de Vaseon-
cellos e Prauciaco Pinto Pesada (reeleitos).
Em seguida os socios foram informados de que
o Cintro ae fez reorese.ntar as cinco se8^o.3 do
nido na Ctrc, palos cidadaos Beiarmino Carneiro
e Dr. Almeida Pernambuco.
Fic*u tambera assenta-Ja a attitude qae os repu-
l lesera assnmir, naa eleicoes provincial e
municipal qu se ho de ffeetuar prximamente.
Miaoa cantadaA conf.'aria de Nossa 8e-
nhora do Rosario da freguezia de Santo Antonio
d li eife, celebra amanhi, em sua igrej-i, urna
mii3a cantada em louvor de S. Domingos de Gua-
rni, s 7 1/2 horas da manha.
Companbia da Beal MalaCommuni-
sam-nos que deixaram de ser agenies desta com-
panbia de vapores ingleses os Srs. Adrason Howie
& C
Sao hoje agentes os Sra. Amorim, Irmios & C.,
ra do Bom Jess n. 3.
Animal Curiado O subdelegado do 2
diatricto de S. Jos sendo avisado de que um la-
drio de cavado havia coodusido para seu diatricto
urna egua e i.marrado^a por tra do sitio do finado
Joaquim da Assumpg.io Queiros, apprehendea o
animal e depositou-o. Trazia cangalha molbads.
Recame o sea dono, pois o iadro nio mais
appareceu.
venera vei conrrarla de Santa Bita
de CaalaO conselho administrativo desta
veutravel contraria, de couformidadj com o seu
c raproraisso, escolheu para aeus juzes protecto-
res no anno compromissal de 1887 a 1888, os
Iilms. Srs, Dr. Ignacio Joaquim de Sansa Leao,
Antonio Marques de Oliveira, major Luis Antonio
Perras, major Joa El.as de Oliveira, Joaquim
Goncalves dos Santos e Vicente Alves Machado,
e para juizaa protectoras, as Exmae. Sras. D.
Joaquina Francisca de Senna Salles, D. Rita de
Figueiredo, D. Amelia Rami k-, D. Mara, esposa
do Illm. Sr. Dr. Antonio Domingos Pinto, D
1 MITIUM I
i


Diario de Pernambncotyuarta-feira 3 de Agosto de 1887

Maris, esposa do Iilm. Sr. m-gor Antonio VilelU
de Castro Tarares e D Carolina, esposa do Illm.
Sr. Francisco Antonio de Olvoira e Silva.
Preparado* puarmareailcns En
smj da inspectora geral de by^ieae, da corte
de 20 de Julbo, ulti no foi concejil a approvaco
e autorisada a veula, com ) deter nua o arr. 61 do
iijvj regul.ment de hygieue, aos preparados
abaixi Jesjrptas, que sao di especialidade da an
tifa e acreditada pharmacia Bartholoineu Je C.
8occ, preparado j bastite conhecido e de rapu-
taeao firmada nio s em noaao paiz como no es-
trangeio, coa particularidad: o compostoj da
preciosa planta Jurubeba, a cujo catado tanto
se ten dedica Id cases senhores.
Os i repara appiov a i >a sao : Vmho simples
e ferrugln a> le Juiubebi Jito.de iodoreto de
potasio. X irjpe simples e ferruginoso de Juru-
beba, Pilulaa simples e ferruginosas de Jurubeba,
Pom.du e emplastro de Jjruoeba ulerear a', Xi-
rope de u ygm. de milhn, Arrobe depurativo de
Salsa Pan iba, I ol-mrrouriai.
SocleJade Hecreailva Jatentnde-
A bibliotheca desta soci.dade toi frequentada
durintc o m z rindo por 32 s.cds que cnsul:aram
20 obns Pin '6 sahinm para leitura dis
socios 32 o'iras tin 42 viritfaea.
Ii .ruintes obras :
P^lo socio L)r. Perrer : Tratado da forma do
lib.-ll i das allagafdea judiciaes por M. Cista, I vol.
ene. ; Comment.nos sobre a legislado portugue
za acerea das avarias p>r Borges, 1 vol. ene. ;
Paradise Loat por Vliirou, 1 vol. ene.'; Historia do
Brazil por Macedo, 1 vol. ene. ; O es de H iraeio
Flaeeo por A. Matta, 1 vol. ene.; Historia Univer
sal p>r Parley, 1 vol. ene. Droit Public Eccle-
aiastiqu-' Fraucaise por Pupiu, l vjI. ene. ; P.cis
d'histoiro de ouvyenaga por Le Bas, 1 vol. ene ;
Formulan' dos libell s e ptticoes amainaras p ir
Corro Telles, 1 vol. ene.; A Semana jornal Ii te
rario, J vol. en-", e mais 8 fol setos.
Pelo socio \Iuoel detono de Andrade : 1 liba
Myatenosa (2 parte) pjr Julio Vera i 1 vol. eoc.;
A liba Myateriosa (3 piste) p>r Julio Verue, 1
vol. ene
Pela Exuia. Sra. D Cesara de Barros Wander
ley Araujo : O Juden Errante por Eugene^Sae, 8
vola. ncs.
Pelas respectivas redaocoes : O Diario de Per
nambuco, Jornal do Recife, *. Provincia.
Joo Feruandea e a Linterna Mgica.
Club Lltterario 11 de JaneiroEata
associaco fuccioniu ante-hiutem (31) sob a pro
aideocia do Sr. Luiz Lopes jnior.
Depiis de lida, foi seu> debate approvada a acta
da sesea i anterior.
Passou-se ao jmy historio scutindo-se sobre
o personaren] Nipdeo Bouaparte.
Aaccusacao id promovida pelo Sr. Julio Macha-
do e a deteza pelo Sr. Rodolpho Perdiga).
Oraram pela ordem oa Srs. Augusto S, Menoel
Carva ho, Guilherme Bastus, Guilherme Mederos
e Joo Carvalho.
Foi sorteado para a prxima sesso o persona-
gem Mrquez de Pombal.
Mappa celeNteO Sr. L. Cruls, director do
Imperial Ooservatono, tendo se dirigido a Paria
com a fin de compartir doa trabilhis do congresao
dos astrnomos, all r muido para combinar nos
meio8 de levar a effeito a orgairsaco di mappa
celeste pe i syit-ma dos irmaoa Henry, demorar-
ae-ba naquel:* cidade at que tenha assignado
contracto para conatrucco doequatorial photogra-
phico, que n'a que le estabeleeimento ter de ser
applicado exeenco ao plano na pait que ihe
incumb.
J alli chegaram as ordena do Ministerio do Im-
perio, relativas a bases do contradi.
A barca BedmarO Jornal doCom-
mercic do Desterro de 2 do p 135.1 io diz sobre a
barca poriugu-za Bedmar que sabio do Rio
Grande no rtia 9, o s guinte :
Ancoran bontem proxim) fortaleza de Sioia
Cruz a barca portugueza Bedmar que, tendo
aahido do Rio Gran le eom oaferetj navioa, confor-
me noticiamos, era julgada perdida o&quella cida-
de, como coostava dos jornaes d'alli.
Acostada pelo forte temporal que tantas des-
granas causara, a Bedmar p 'rdeu quaai todo o
veame e todo quanto se achava no couvc, e s
bontem conseguio arribar a este porto.
t> paquete Rio apa -Sr. commeodador
Totta, director gerente daCompanhia Nacional de
Navegado a Vapor, recebeu a 24 do pissado o
aeguinte telegramma do agente da companbia no
Rio Grande :
Na praia di Brra appareceu aabbado o ca-
dver de um sida .0 ; mandare amauh cedo um
proprio para verificar.
Cbega agora um aviso di norte dizendo que
const-. t ,'rem appirecido ou'ro.' cadaverea.
O sea capito, Sr Francisco da Cuaba, rete-
re que nenhuns vestigios de naufragios encontrn
tendo apenas visto um vapor no da 10 e no dia
11 um navio que nao pode recoaher.
<- A Bedmar do porte 238 toneladaa, e o
sea carreg'imento consta de couros e farinha. la
com destino ao Porto.
Lia* elctricaO Sr. Dr. Alberto Hirgrea-
ves fez no esenptorio d) Jornal do Lommercio
nxa experiencia de luz elctrica fornecida pelos
aceumuladores do engeuhei'o belgaJu'ien, de quera
representaate da corte.
A experiencia dea ex->cclleate resultad >.
OrramenluA ben da ex-'euea 1 do orna-
mento, na pirte attineute aoa servios da su a com-
petencia, expedio o Ministerio da Agricultura, a
14 do passado o seguate sviao circular a presi-
dencias das provincias :
II m e Ex:n Sr.Teulio por muito recommeu-
dado a V. Exc. e espero do seu z loque procure
evitar, quanto possiv I, qualquer exeesso de dea-
peza alm dos crditos distribuidos por conta do
ornamento do minist-no a m u cargo, convindo
que, a mostrarse irisutfieiente o crdito destinado
a qualquer ajrvico, chegue o tacto ao mea conhe-
cimento com a necisiana antecedencia, expostaa
as circumstancias que tenham determinado a in-
aafficiencia.
Deas guarde a V. Exc. -Poirigo A. da Silva.
Panorama do Bto de JaneiroDe
peasoa que tvve occasia > d" examinar em Ostenae
o panoro.na do Rio de Janeiro, que all est senio
desenhado p lo nosso compatriota Victor Meireiles,
auxiliado pelo Sr. Laoger. ck, temos carta de 1 do
mez findo da qual extrahio os periodosaeguiu('
ama folha da corte :
Meireiles e Langeroik levam a trabalhar todo
n dia sra dea anao e a gigantesca tela sob rba.
Tem 125 metros de compnmento sobre 15 de lar-
gura, dimene 's suffioientes para que o nosao Pao
de Asaucar seja alli representado com altura
maior de metro. Nao posso exprimir por palavra*
toda a admiracao e sorpresa que me inspirou a
bella obra, diante da qual me sent transportado a
essa nossa esplendida baha do Rio de Janeiro,
unica no muuda :
- Igaaea seutimeut s foram experimentadas
pelo Sr. Laur. ya e sua seobora, que comoiieo ae
extasiaram ''iante da portentosa obra. O Sr. L ii'-
reys, antigo cnsul da Blgica no Rio de Janeiro,
vivea entre ua durante 30 annos, e conserva do
Brazil as recoidacoes mais agradaveis.
E' maravilhosa a peifeico com que foi repro-
duzida na tela a dealumbrante natareza trpica^
Do morro de Santo Antonio, a loealidade mais
apropriada ao ponto de vista, ob"rvam-o a im-
m< naa baha, com a sua mageatoeaentrada, semeada
de Ibas, e toda a cidade : edificios, monumentos,
roas e pracas. No ultima plano dcatacam-sc as
aerras que circuudain a cidade. Os efieiaos de
Inz sao de todo o ponto magnficos.
Ha quatro meses que os ar;utas trabalbam
sem repouso e contara que outros tantos teio an-
da de empregar at definitiva conelusao Espera
Victor M dreiles poder inaugurar em L ladres ura-
norama a 2 de Dezembro prximo, festemunhando
por este modo o muito que deve e o muito que de-
vora o progreasos da arte no B.-az I ao aeu pri-
meiro cidadao e iiicaneaveI protector de tudo o que
pode redundar am boura pura a patria.
De Londrea paasar a tela a ser txhibida naa
pri.r:i,).ia ei.l.da da Europa, e, feito este per-
curao da espen ida oianifesta(2o da arte brazilei-
ra, cliegac aoa fliuninenses a vez de admirarem a
grandiosa obra. lato ser d'aqui para doua oa
para tees aunoa.
Territorio de Himtea-Achando ae a
linba telegraph c> em esoall uta estado, o Sr. Dr.
D. uriqu-' Mor; o 1, ministro argentino nesta
oir, npd i .1:11 t iiversi d'aqui par Palma*
com. o ebefes daa commiwo.-s argentina brazi
loira, que te 10 ti molhor inr
telligeacio. S me o andamento doa irabalhos dp
raed^aj e nc i'.iuc ment dj territjrfj litigioso,
disee o Sr. e .r Del Garmeu lia :
Os trabalhoa vaj o m llior pjesivel u'u n ter-
ritorio i.igcato e cheio de diffieuld d-a. Aa tre
partidas iaiciaram os reconbeiime.ito^, m nofte
momento nao sabemos por q'ie alturas anJara. Es-
pero a partida de Virasoro di otro u'uin mu pira
apguir com ella p iraUa cabeceiras do Pepory Goa.
*u. S a 18 (Jalfao) ebeguei a este p.nfo depoi
de ama viag.'m de ISO las qua a ande*
40 entra serranas por ms picadas qie no iuverno
s io intranaitaveis. Tod s eatamca nona
AaMgura-aos Sr. Dr. Moreno qao abaoluti-
mente falso o boato de tar sido augmentado o exer-
C to argentino.
Maaeaasalaaoea L'moa o aeguinte no Jor-
nal do Cominereio da corte do 27 do mez fiado :
Dia por dia estamos dando noticia de ruaau-
misso s gratuitas ou com oaas de servico, tantas
queja devera contar-sepor milheiro* aa confendaa
np-j o eueerramenio da nova natricnla. Avultam
as d* S. Paul 1, Rio de Janairo e Pernambue.i.
Mu to de certo para confiar na sinceridade
daa deelarscees deata naturaaa, nem nu timos a
mais leve duvida quanto leal JaJe com que os ge-
nerosos doadores, sneerrado o praeo imposto
preotafia dr aervic ja, tero por desobrigados de
qualqu r onas osescravoa a quem bouverem oator-
giio liberdade.
Si> aa tratando, pirm, de meras promessas,
moa de declaracoea positivaa, daa quaea resultara
direitos, nao se haver por descabido iaqu- rir se
taea a'forriaa team sido coraoiuuic idas aa estaf-a
competentes nem sugerr ao goveruo a nocesai-
dade e velar pela guarda daqu lies direitos, pro-
videnciando de m iu ira que, dada a omisao das
comnunicaco a, aojara intimidoa os doadores a
faael-as, bem como oae, uliimado o pruso da pres-
tadlo de servicia, tenha o facto a publicidad*, con-
veniente. E' intuitivo que sem o registro, nao so
oa libeitjs continuara) inscriptos esmo estravos,
mas, terminado o praso dos sirvicoa, piderao fioar
expostos ignorancia da sua nova coudico.
Asomissoes desta ordem foram to nuner. sis
no rgimen da antiga matricula, que concorreram
em grande parte p ra impedir a organisacao de
eatatistica fidedigna, e de ninguem ignorado
quanto a carencia de dados positivos a;erca da
populacoo eacrava dfBcultou e conat'augeu a hc-
cao doa pudereg pblicos. Ao projectar o minis-
terio Dantas a alorria incondicional dos esclavos
sexagenario), presumiram eminentes conselheir-a
d Estado que, cora osemelbaote prv. lucia, m -
tade de toda a p ipulacao escrava teria de entrar
de sbito para o estado de liberdade. A falta de
eatatistica. regular empanou por este molo a ver-
dade.
" Agora que o goveruo est tratando, com pa-
tente aolicitude, de determinar com precisa} as 10
dividuacoes da populacho eacrava, convir obstar
que, repetiudo-se aquellas omisso-s, nao mais p s-
samos coahecer, dentro de curto praso, aa prop.r
coes reaee do problem 1. Esta -'oaaidera^ao nao
para ser tida em pouca valia, posto que muito
mais importante sja o interesas de acaatellar o
direito dos libertos, com ou sem onua de servio.
Da sua parte, aquclles que anauociarem a no-
bre resoluco de alforriar seas escravos mediante:
clausula de servicos tu a m muihumi, completarlo
o seu generoso acto, apressando se a dar ao rsj-
fistro as competentes declaracoea como eaaenciaas
csrteza doa direitos outor^ados.
Directora da* obraa de eoaaerta-
eo doa porto*Boletim meteorolgico do
Jii 3 de Asratodfl 4887:
doras
m.
t.
S4
II i
i**
23a -3
252
2603
24'-2
231
Barmetro a
O
6251
7*54niO.)
763">67
76221
762'"7t
Tenaao
do vapor
19,20
19,35
19,69
18,89
17,27
a
a
33
89
80
77
85
83
temperatura mxima26",7
Dita miaima23,00.
EvapiTayao -in 24 borra >ol : 3",9 > kb
ra: 2",2
Chuva5-4
Direccao do vento: SSE de meia noitr a*i 5
horas o 51 mii-u'os da ir-anha; SSE e 8 at 10
h .ras e 27 minu'os ; SSE e SE at 2 horas e 27
. mtoi da taH>'; SE, com n'errupcoes de ESE
at 11 horas 27 minutos ; S at meia noite.
Velocidade media do vento : 3ra,58 por aegn id-.,
(5">,07 das 6 horas da tarde at meia noite.)
Sebuloaidade media: 0,64
Boletim do porto
E 0
. ?t.
f. M.
1. M.
f. M.
Di.
1 de Agosto
2 de Agosto
Horas
9 4 da mtnha
3-20 da tard;
9-17 .
3-23 da manh
Altura
0,"59
2,'32
0,"HJ8
l^eil&eii Uaectiiar-se-ho:
Amaoba :
Pelo agente Martina, a 11 hora, ra do
Mrquez de Oliada n. 35, do chapeos de feltro e
lo.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, m. do Im-
perador n. 22, de urna cusa ra do Socego.
Polo ugente Guamas i 11 b>ras, ra do
Mrquez de Oliuda u. 19, de miudesaa e perfu -
mariaa.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
rea do Bario da Victoria n. 24, de pianos, mo-
vis, vidroa, etc.
Pelo agente Pinto, ae 10 1/2 horas, ra do
Marques de O.iu la n. 52, de fazendas diveraaa.
S'xta feira :
Pelo agente Maitiis, a 11 horaa, ra Larga
da Rosario n. 38, de cofres, movis e maitoa ou-
tros obj ctoa.
afiaaan fnnebrea Ser celebrada :
A-dauha :
A's 8 b ras, La matriz da cilade de JaboatSo,
p >r alma de Mauoel Pereira da Cunhi.
l*aiitagelroa Chegadoa dos portoa do nor-
te no vapor nacional Espirito Santo :
Jos Ht rea Uno de Freitas, Jos Gabriel, D.
Mara Joaquina da Conceicjto, Theodoro Francis-
co da Las, Joao Gaspar da Noja, Frederico Pir;s
de Sampaio, Eduardo (criado), Dr. Alvaro Bar-
balho Ueba Cavalcante, Francisco da Cruz Ne-'
ves, Jos da Costa Medeir.is, Frank Martn, 2 pra-
i; ia de policio, D. Mara Picaneo da Coala 1 Ii
lbo, Manocl Mara Lobato, Maooel Carneiro Perei-
ra, Jorge Nicola, Dr. Francisco Correia Lima e
au senhora c Jos Leite de Agnoi Brazil.
Sahidoa para o aul no m jamo vapor :
Flix Pascoal. RoceoPalermoa, Joa Mara Aseve-
do, D. M. Forber, Aprigio Justiuiano Lesas, Rosa
Sriada), Hanriqux Hiyner, ana aenhora e 1 fiiha
eminodaCuuha Brito, Idalina Pitanga da Araujo,
Joo A. de Menexes, Manoel P. de Carvalbo, Honor
Camilo, II-nri (u ra M. da Silvein, Mara Mi-
galhes da Silveira, Dr. Primitivo de Miranda
Souxa Gomes e sua aenhora, padre Pedro Pacifico,
Franciaoo Domingues da Cruz, Manoel de M. Ri-
lan, 22 pe.-soas da Companbia Lyrica Nagbel,
Fabio da SUveiro, Barros, Satyro Seraphim da
Silva, Dr. Antonio Pedro de Aleocaetro Araujo,
Frauaisco Meudes da Fonseca, Csmente Maga-
Inaas da Silveira, Fausto da Barros, Joo Caucio
B- Gumaraea, Antonio F. Silva.
Cb gados de Rio Formoso no vapor nacional
< Giqui :
Josa Mara d Vasconcellos, aua seobora e 1
irm.
Chegadas do sal no vapor allemao 1 Valpa-
raso :
Cnerubim Ferraz, Firraina Mara da Conceijio,
Johu Eggero e Jos Rodrigues Vieira de Ao.-
drade.
Sahidos para a Europa no vapor aller ao
* Valparaso :
Antonio Jos e Jos ( ibriel.
Operarles clruraricaaForam Dratics-
daa no hospital Pedro II, no dia 2 do corrente, as
seguu tea :
Pelo Dr. Malaquiaa :
Poatbotomia a bistur reclamada por pbimoiiis,
causad t por elephantiasa do prepucio, arathrorlw-
pbm e urethrotoma interna indicada por estreila-
mento da urethra complieado de fstulas.
Pelo Dr. Pontnal:
Posth itomia pelo proeesso de Hicord iodicuda
por phimosis.
Cana de Oeleacio Movimeato dea pr>-
aoa da Caaa de Detencoo do Recife no da 1 de
Agosto de 1887 :
Exisliam 366 ; entraram 5 ; sabiram 14 ; exia>
tem 357.
A saber :
Nacionaes325 : molb-real2 ; eatrangeises 11 ;
eacravoa sentenciados 5 ; dem proeetaado 1;
dem do correceo 3.Total !i57.
Arrucoadoa 337, aendo :
Bona 321 ; doentes 16Total 387.
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa:
Henrique Gomes dos Santos.
Joa Antonio Correia de Olveira.
Maooel Velloso de Mello.
Tiveram a ta :
Joaqaimjdoa Rea de Jess DamiSo.
Joa Jeronymo dos Santos.
Joaquina Mariano Borges.
aViterias, diveraaaA Caaa Felis, de A.
A. dos Santos Porto, na praca da Iudependencia
ns. 37 e 3?, tem a venda os bilhetes daa seguintes
lotera*;
Provincia : premio grande 12:0001000 que
se extrahir no da 3 do corrente (HOJE) a 2
horas da tarde.
Espirito-Santo : premio grande 60:000^000
se extrahr no dia 5 do corrente.
Santa-Catharina: premio granda 50:00~)
ser extrahida bievameuta.
Parahyba: premio grande 20:0004003 ae
extrahir amanba 4 do corrente.
Cear : premio grande 15:000*000 se ex-
trahir no dia 8 do crrante.
Lotera do Espirito Santo A 2' par-
teada 3* lotera desta provincia cujo premio grau-
de 60:000/000, ser extrabida 5 de Agosto
prximo.
Oa bilbetea achara se venda na Casa da For-
tuna ra Primeire de Marco n. 23 Martin Piu-
sa & C.
Tambero acbam ae venda em mao do respec-
tivo agente.
Lotera da provincia-A 8 lotera, pelo
novo plano, cijo premio grande de 12:000000,
em beneficio da ign ja de S. Pedro do Recife, se
extrahir HOJE 3 do correte, s 2 horas da
tarde, e, no consistorio dn igreja de Nossa Seobo-
ra da Conceico doa Militares.
No meamo couaiarorio estarJ.0 expostas as ur
nae as espberas a upreciacao do publico.
Os bilbetea garantidos acham-ae venda na
Caaa Felis na praea da Independencia os. 37
a 39.
Tammbem acbam se venda na Casa da Fu.-tu
ua ra Primeiro de Marco n. 23 de Martia F.u-
sa& C.
Assim como na Caaa d Our na -"a d Bario
da Victoria n. 40 de Joo Joaqmm a Costa
Leite e na Roda da Fortuno, na roa Larga do Ro-
sario n. 36.
Lotera da corteA 204 lotera da er-
t, pelo novo plano, cajo premio grande de....
dO:()OaO00 ser extrabida quando for annuu-
ciada
Os bilhetes acbam-se venda na Cosa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 28, de Martina
Fiusa & C.
Lotera da provincia do Paran
A 22* lotera desta pro vi acia,pelo novo plauo, cu-
jo premio grande de 12.-000.WOO, ae extrahir
no dia 9 de Agesto.
Bilhtes a vonda na Caaa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martns Piu-
sa & C.
Lotera da Parahvbaasta loleria cajo
premio grande de 20:000*030 a ir extrahida
amanba 4 de Agosto prxima futuro s 3 horas da
tarde.
Os bilhetes acbam-ae venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 2, de Martina
Finaa &-C.
Tambem achara-ae venda em m do respec-
tivo agente.
Lotera do CearEsta acreditada lote
ra sujo premio ma'or de 15:000*000 ser et-
-rhida no da 8 de Agosto.
Os bilhetes acbam-se a venda.na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martina
r'iuza & C.
Tambem acham-ae venda em mao do respecti-
vo agente.
Lotera do linio rara 4a parte da 10"
lotera desta provincia, pelo novo piano, cajo pre-
mio grande 120:000*000, ser extrabida no dia
6 de Agosto.
Os bilhetes Hcham-se venda na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Tambem acham-se venda na respectiva agen
ca.
Ceiuiterio Publico. Obituario do dia 30
de Julli :
Tbereza Mara da Coaceicao, frica, 76 annos
aolteira, B-a-Vista ; scyrrbose do figado.
Mara Joaquiua dos Santos, Pernambueo, 64
anoos, viuva, S. Jos ; cacbexia cancerosa.
Joaoua, Pernambueo, 2 meses, Boa-Vista ; gas-
tro entente.
Antonio Manoel, Pernambueo, 45 annos, solte-
ro, Boa Vista ; ulcera da perna.
Jos, Pernambueo, 6 annos, Boa-Vista ; ente-
rite aguda.
Jos Mara Texeira, Portugal, 46 annos, casa-
do, Boa-Vista; symphalite generalisada.
31
Jos Curio, Babia, 16 1(2 annos, solteiro, Boa-
Vista ; f-bre remitiente paludosa typhoida.
Francisca Mara da Conceico, Pernambueo, 60
annoa, viuva, Boa-Vista; diarrba.
Adriana Franciasa, Pernambueo, 8 meses, San-
gador Monteiro de Andrade.Mandou-se a no
vojury, unnimemente.
Oe Pi do Assucar=Appellaiite o jaiso, appel
lado Clementino Pereira da Silva. Relator o Sr.
desembargador Monteiro de Andrade.Vanioa-
ae a novo jury, unnimemente.
De Bezerrosj Appellante 9 jaiso, appellado
Manoel Quirino Santiago. Relitor o Sr. desem-
bargador Pires Fin-reir.Mandou-se a novo ju-
ry, unanimsmente.
Do IngaAppellantes Jos Trigueiro Castello
Branco e outro, app"(rada 1 jitat-ir* i. Relator o
Sr. d-senbaigador Alves K :eiro. Dense pro-
vimento, unnimemente.
Do PilarAci:iia ic: o ju z s appellados Jos
Antonio Rodrigues ,e outro. Relator o Sr. des-
embargador Pires Ferreira. Mandou-se a novo
jury, unnimemente.
Appellaces civsis
De PalmaresAppellante Dr Laurindo de Mo-
raes Pinheiro, appellado Joaqui n Jos Cavalcan-
te. Relator o Sr. desembargad!.r Pires Ferreira.
Revisores oa Srs. deaembargaderes Aves Ribsiro
e Toscano BarretePocam dei presados osera
b irgosj'coatra o voto do Sr. desumbirgador Alves
Ribeiro.
Do RecifeAppellante Jos Antonio Das, ap-
pellado o juiso. Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade. Revisores oaSradeoem-
bargadores Alves Ribeiro, Toicino Barreto e
Tavarea de Vasconcellos. Cnifirmou-se a aen-
tenca, contra o voto do Sr. desembargador Alves
Riboiro.
Appellafoea commerciaes
Do Recife Appellantes e .ppelUdoa P. H
Timmermann e Lua de Paula Lopes. Relator o
Sr. desembargador Pires Goncalves. Revisores
os Srs.. desembasgadorea Alves Ribiiro e Tava-
rea de Vaaconcellos.Julgoa-se procedente a ap-
pellacao dos autores contra o vnto do Sr. desem-
bargador Tavarea de Vasconcellos
Do Recife Appellantes Luz Goncalves da
Silva & Pinto, appellado Hermana Lundgren. Re-
lator o Sr. desembargador Monteiro de Andrade.
Revisores os Srs. desembarga lotea Al vea Ri-
beiro e Prea Goncalves.Despreaados os embar-
gos, contra o voto do Sr. desembargador Alves
Ribeiro.
Da ParhyDi=5Apoellant Jos Rufiuo de Son-
sa Raagel, appellada D. Tbomazia Coutinbo de
Azevedo. Relator o Sr. desembargador Pires
Goncalves. Revisores os Srs. desembargadorea
Alves Ribeiro e Tavarea de Vassoneellos. Nao
se tomoa conbecimento, unnimemente.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Prea Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andi ade :
Appellaco crime
D1 Catle do Rocha Appellante Bjllarmw o
Jos da Silva, appellada a Justina.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Alvts Ribeiro :
Appellar;iu crime
De Palmaies Aop:iut; o juizo, appellado
Antonio Jos do Nascimento.
Do Sr. desembargador Prea Uonca'ves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaso civel
Da Mamanguape Ampollante o capito Jos
Flix do Reg) Barros, appellado Dr. Jos Elias
de Avila Lias.
O Sr. desembargador Pires Goncalves,como pro-
curador da corda e promotor da justica, deu pa-
recer nos aegointes teitoa :
Appellaces crian a
Do RecifeAppellantea o juiso e Manoel Juve
nal Mus, appellada a justiga.
De Mae-: Appellante Mauoel de Soasa L?ao,
ap rilada a juo'.ici.
De AtalaiaAppellante o jaiso, appellado Joo
Baptista Primo.
Sr. desembargador Pires G ncalve : mandou
a mesa a fira de sor nomealo pro lotor da justica
ad hoc :
Appellaca crime
Do LimoeiroAppellante o pro tor publico,
IA..11.1.1... Vloi.n^l Prunpifli.n Tull,
to Antonio ; icteritia congenita.
Laura, Pernambueo, 5 meses, G.aca ; convul-
so 's.
Joo, Pernambueo, 40 diaa, Recif. ; ttano dos
recemnascidos.
Manoel, Pernambueo, 6 diaa, S. Jos; es.'as-
mo.
Mara, Pernambueo, Boa-Vista : morte ao nan-
cer.
Mara Ge.trudes de Jess Xavier, Pernambici,
82 annoa, viuva, Boa-Vista ; hepatte.
Lino Vieira da Silva, Pernambueo, 65 annoa,
casado, Gmca ; hepatite chronica.
Manoel, Pernambueo, 23 das, B oa-Vista : ente-
rite.
1 de Agosto
Domingos Joaquim Rodrigues, Portugal, 22 an-
nos, solteiro, Ii a-V'ata ; congesto cerebral.
Auna Joaquina da Conceico, Parabyba, 45 an-
noa, Biltrra, Boa-Vista; cancro do tero
Jorge, Pernambueo, 2 mesea, Graca ; entente.
Joo Guilherme, Pernambueo, 35 annos, casado,
S. Joe ; tubulos pulmonares.
Pbiladelpbia, Pernambueo, 1 anno e 4 mesea,
Graca; anasarca.
. Jos Mariano, Pernambueo, 15 d;as, Santo An-
tonio ; tebre paludosa.
Meneiio, Pernambueo, 11 diaa, S. Jos ; eclam-
p i 1.
Franciaeo, Pornainbuco, 4 meses, Graca ; con-
vulso s.
Manoel, Pernanbnco, 1 mez, Boa-Vista, athre-
psia
M tria Felicia da C nceicao, 21 annos, aolteira,
Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
appellado Manoel Francisco Tavn
DoSr. desembargador Alves .beiro ao Sr.
desembargador Tavarea de Vasconcellos:
Appellaco crime
Do PancAppel Iante o juizo, appellado Por-
firio Pereira Cordio.
DILIGENCIAS
Mandou se ouvir o Sr. desembargador promotor
da justica no seguintes foitos :
Appellaces crime.'
De Palmares. Appellante Joo Climaco de
Paula e Silva, appellada a justica.
De CamaragibeAppellante Jos Francisco de
Lima, appellada a justica.
Do PilarAppellante Francisco M-.rinho de
Souza, appellada a justica.
De Bom C nselhoAppellante o jaiso, appella-
do Marcoluo Jos da Hora.
DI8TBIBDig5E8
Appellaco crmis
Ao Sr. desembargador Buarqae Lima :
De Jaboato Appellante o juizo, appellado
Luiz, escravo de Lourenco Barbosa Coelho.
Appellaces civeis
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do ReciteAppellante Seraph m Antonio Ro-
drigues Gaimares, appellados os menores Anto-
nio Diaa Guimires e outros.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Gravat-Appellante o juiso, appallado o
escravo Lourenco.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Audrade :
De MaceiAppellante Caeti.no Vilariao da
Silva, eacravo, appellado o juiso.
Eucerrou-se a sesso 1 3/4 horaa da tarde.
cadeira daasa corporar^ao, como sea presi
dente.
Presidio por vezes a provincia do Per-
nambueo, e pautou Bous actos por ama po-
ltica de justica, de moderaclo e de bene-
ficios pblicos, attestada por actos e mo-
numentos.
Mambro da Cmara dos Deputados em
tres legislaturas consecutivas, duas quaes em opposicSo, a respeitabilidade do
seu carcter ficou logo posta em mxima
evidencia. Nunca oceupou a tribuna su-
perfluiraentn ; sempre a elevou pela digai
dado de seus conceitos e do s"a carcter,
Tem teito parte de listas senatoriaos,
esta alta conaagracao que os partidos fa-
zem dos seus homens Ilustres.
Presidio a provincia d 1 Minas, e a sua
politiua exaltou ainda mais o seu patriotis-
mo, porque lutou o soffreu resignado as
amarguras do su cargo em quadra difli
cilima.
E' depois desse larguissimo tirocinio,
que abrange urna existencia honrada de
raeio sculo, qua oS. Ka ihado Portelli
attinge elevada posigao estado.
Pde-sa dizar que foi ura homem feito
pe 1 poltica, diaa dia como os estatuarios
fazem as suas obras de fino acabamento.
Na Cmara dos Diputados, dizia o il-
lus're daputa lo alagoauo ni sessao de 22
de Julbo :
O Sr. Loureoj da Albuquerquo : -
O nobro deputado ministro da agricultura
aunuaciou Cmara quu Sua Alteza Im-
perial R-gante aceilou o pedido de demis-
sao do bonrjdo BarJo de Mamor, e no
meou para substituil-o nosso Ilustro colle-
ga o Sr. conaelbeiro Manoel Portella.
Nao posso deixar de confessar que a oo-
meacSo foi muito acertada e feliz.
O Sr. Coelh Rodriguos :Toma-se por
termo a confisso que ins^sp :it 1.
O Sr. Lourengo d; Albuquerque ; O
Sr. cnselbeiro Manocl Portilla, a quem
desde muitos annos coabeco, meu distinc-
t'J m^tro, e, devo dizel-o, meu respaila
vel amigo, distingus! palo sau talento,
pela sisudez de seu carcter (apoiadoa) e
pela sua dedija$3o causa publica.
Nao tenho, por conseguinte, que fazer
censura algua escolha do Sr. presi
dfnte do canselho. S. Exc. foi, repito,
muito feliz.
Na misma occasio expressou-se assim
o deputado mineiro Sr. Affonso Pcnna :
< Alfonso Peana diz que o nobre
Ministro da agricultura veio trazar C-
mara a not cia da nova reorganisaco mi-
nisterial.
En rolai^ao pessoa do nobre ministro
do imperio, quo a -aba da aceitar a coila
boracao no gabinete de 20 de Agosto,
acompanha plenamente ao seu collega por
Alagoas, nos merecidos encomot e elo-
gios qua teceu illustraeo o ao carcter
do Sr. consdbeiro Machado Portella.
S
Assim, pois, claro que muito mais perdera o
publico fieando sem esse meiu de transporte,[qae os
accionistas, quando obrigados a reccorrer a ontrj
mprego para os seos capitaes. Ao passo que a
actual proaperidade da companhia vai permittindo
a directora obter dinheiro, sempre quehe ne-
cessario, para aassfazer a todas as exigencias re-
clamadas pelo malhoramento doa servicos a sea
K \o n'.PtrePaat,lUJd'-8' *" ai,!o *
nhl h P. t0 d~?", 8ea 80t"' capital reco-
nhecidamente insnffieente
Nada mais serassia neces.ario p.ra provar O
desacert. d'.qUqnef ,em raim^ %
reca a todo transe a baw, daa r m. q
escolber meiospara obteH j?"!!^08' e 8em
pelas ulterioresPreso.uVe. da^^TaTo
mettidas, resoiucojs que certamanta virio a luz
quando tenham os actuaea grtviat-u, 0O ella or ai
se dirigido outra vea a S. Exe. para renovar ob
las bases, o acc ,rdo p.'rmittido pela loi
1800
Un grande poeta
Permitam-me os dignissim Srs. redactores deste
Diario que note e repare ama falti em que Ss. Ss.
tem cabido ; a de nao terem chaam.do a atten-
cio de seus leitores para aa grandiosas produccoes
do eminente poeca Manocl Cavalcante de Mello Fi-
Iho, cuj.s publiesooes na oitava pagina do mesmo
Diario mita gente, como a mim, passaram des-
apercebidas por muito tempo, e coitmam a sel-o
para outros muitos.
No urna apreciaco que v-.-uio fazer, que nao
tenho nenhuma competencia para ato; um alar-
ma qu i levanto, um aviso, como o dos gneos do-
Capitolio, embora nao do perico, mas da grand-za
da sublimidade, assim do sentimento, eom> do peu-
samento, do grande poota que nao sei quem seja,
que necesaaramente brazileiro e parece que
Pernambucano e pulo menos do norte.
Philosopho, christo, conhecedor do pasando e
do presente, seu penaamento devassa os espaeos e
oa tempos, sua imsgin'.c) sem desprender-se da
realdade das couaas, toma \is que arrebata o
sent ment do leitor s mais elevadas contempla-
COB.
Estarei em erro? Talvez; mas leiara-no. Nio
levo o meu arrojo a collocal-o cima ou abarro de
C'amoes, Milton, o Dante, Goncalves Das, Msga-
ibes... s sni que elle livre e independente
como s o pode ser o h >mem eminentemente ebris-
to, s sei que nenhum destes grandes poeta) que
tanto me deleitara e me eolevam, nenbum rjubs
tanto a mmba contemplaco como as poueas pro-
Ju.-coes que tenho lido do grande poeta que se nos
revela agora.
E vem a temp ,comoatempo viera Chateaybriao,
expaoear com o Gtnigio do Chrisanismo a fara a
qup ebegara a diacreuca, que o deboxe, a de-
vacidi e o despotismo reis e da nobreza de
mos dadas e m o eli-ro, haviam produzi Jo, como
produziram es borraras da revoiueo.
Lie estar destinada igual tarefa ? Ser-lae-ha
dado alcancar igual conquista, tamanba gloria a
qua s poder chegar sem pensar nella, como tem
ido, oceupado somenre dis sentimentos generosos
que o domioam ?
O certo que vem a tempo, a espancar esaes fa-
rizeua de nova eap:cie, que disem que o mitaria-
lismo cousa nova, porque lhe cbamam poativis-
mi; hipcritas dos sentimentos humanitarios,
que querem a liberdade sem Deus, a virtude sem
esperanca, o sacrificio sem o amor de Deus, que
rendem culto e louvor ao orgulho, qm chaman
hvpocrisia a midestia, estes ridiculos p:daa:es
que cliam im altruismo a fraternidade, que amda
nao acharam nomo para dar ao aentimeut. da. ca-
ri Ja le
Vem a tempo, pois, o Sr. o'avalcant} de Meilo.
Seja, pois, bem vindo e permitta I) ,-us que ea
nao me engae.
Recife, 26 de Julho de 1887.
Affonso de Albuquerque Mello.
PtBLIQM A PEDIDO
de ferro
rOHHNICADOS
CHRONICA JDDICIABU
Tribunal da itelaco
SESSO ORDINARIA EM 2 DE AGOSTO
DE 1887
PBKSIDEHCIA DO EXM. SB. COSSELHEIRO
(L'INTISO DE MIKANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs. desem
bargadores em nume .-o legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pasiados os fetoa deram-se os
aeguiut.es
JDLGAMENTOS
Be-.ursos criraes
Da Palmeira dos Indios Recrrante o juizo,
recorrido Ravmundo Nonato de Barros Relator
o Sr. desemuargador Monteiro de Audrade. Ad-
juntos os Srs. deeeinbaigadores Alves Rioetro e
fires Ferreira.Negou-ae provimeuto, unnime-
mente, decretaodj se^a respousabilidade do dele-
gado que prenden o paciente.
Do Catle do RochaRecrrante o juiso, re-
corrido Miguel Germauo da Costa Mara. Relator
o Sr. desembargador Alves Ribeiro. Adjuntos os
Srs. desembargadorea ^Monteiro de Andrade e
Toseano Barreto. Deu se provimento, unni-
memente, para se anuullar .0 proeesso e mandar
instaurar outro.
De Camaragibe-Recrrante o juiso, recorrido
o escravo Elias. Relator o Sr. desembargador
Tavarea de Vasconcelos. Adjuntos os Srs. des-
embargadores Delfino Cavalcante e conselbeiro
Queiroa Barros.Deu-sa provimento, uuauim -
mente.
Prorogacao de inventario
Iavuntariante Jos da Silva Cysueiro Guima-
res. Coucedeu-se o praso pedido, unnime-
mente.
Appellaces Crimea
Do CaboAppellante o juno, appellado Anto-
nio Lourenco. Relator e Sr. desembargador Pi-
res Ferreira.Mandou-se a n vo jury, unnime
mente.
Da Palmeira dos Indios Appellante Manoel
Victorino de Souza, ..ppel.ada a juatica. Relator
o Sr. desembargada: Monteiro de Andrade.
Confirmou-se a se. t mea, unnimemente.
De IguarassAppellante o juiso, appellado j
Marcolino Joa Coutinbo. Relator o Sr. desembar-'
illus
psau-
O 9r. eonselhelro Manoel Por-
tella
No Jornal do Commeicio dizia o
trado jomalista quo ae occu.la sob o
donjmo de Junius :
t A opposicSo exerceu, entretanto, o sea
direito indagando se a modiSaacSo e uao
crise de 21 de Juluo trouxa alguma alte-
racSo no plano poltico do gabinete
A entrada do Sr. conselbeiro Machado
Portella nenhuma alteracao vira imprimir
na direceo que o ministerio de 20 a
Agosto julga dever dar aos negocios p-
blicos.
Sob o ponto do vista da solidarisjdade, o
novo ministro do imperio r-ncontra urna
situaco perfeitamente idntica aquella pa a
qua eoncorrera com o seu valioso apeio,
como simples deputado.
Sob o ponto de vista do prestigio a da
forja poltica do que necesitara oa gabina
te para viver, a ntrala do Sr. conselheiro
Portella para o ministerio tem a mais alta
sigoiticacao.
O novo ministro membro da deputa-
cao pernambucana, cujo peso na politi:a
do paiz in ont-stavel e tradicional; e a
incumba icia que aaeitou trduz desdo lo-
go a conformidad* de vistas do seua col-
legas cora o gabiaet-', reforjada pelo apoio
do respeitavel estadista, chefa do partido
conservador de Pernambueo, no qual a si
tuaco de 20 de Agosto tem tido um dos
seus mais fortes osteios.
Esta simples apreciacSo bastar sem
duvida para deaanuviar o espirito da op-
poaicao, preza de terror p lo phantasma d
urna dis8idencia, que a faz trener palos
das do ministerio de 20 da Agosto.
Mas nao talo. O novo ministro
dos nossos boiuens polticos um dos que
asenieram aos consalhos la coroi, sem
pular um s degro da loega cacada que
vai do companario natal s alturas rainis-
teria.s. ^
Professor emrito da Faauldada d Di-
reito do Rerife, tem em gr.nde numero de
seus actuaas cjllegas. aotigos djscipulo1, a
quem distingui prezou.
Figurou com brilho como advrogado uo
foro da cidade natal. Meu bro da Asssm
bla Provincial, fea as sua armas como
orador de alavadissirao crittrio, w, fiando
fei opportnno, te va asaento na m*s aita
Os preeos do caminho
de Ollnda
IX
Os artigos, que com este titulo aqu escrevi, for&m
feitos sempre aobre a perna, isto corrente caame,
de um s i .4 ;o ; e isto, si nao prejudicou o racio-
cinio originado da muitu reft ixo anterior sobre o
assumpto sicrificou a forma e o rretbodo de ex-
posico; o que alias nao me preoecupou, porque
nao vim aqu para ganhar foros de Iliterato e sim
simplesm oto por me julgar na obrigaco de diz:r
o que a este rerpeito pensava e senta, com o fim
declarado de defender o mea capital empregado
em accoea di Companbia.
Por isto, nao estranhar o leitor que depois de
ter dado por concluida a miubi taret'a, no artigo
de domingo, ainda boje aqu volte para por nesta
minba carta um po$t tcriplum.
E' que aproveitei esac dia para reler toda a serie
e vi qua h .via anda urna grande lacum a pre-
bencher, o que da certo nao me teria acontecido
s eu bouvesse escripto um programma e o foaae
deseu vol vendo mili t por liohi; o que nao fiz porqie
ando muito prevenido, como o deve andar o publico,
contra tudo que dis resp -ito a programmas I...
A lalta a que me retiro a seguate :
Tendo mais de urna vez dito que o estado de
proaperidade da Companbia interessiva tanto ao
publico quanto aoa accionistas, oa melhor, mais a
aquelle do que a estes, deixei isto passar sem urna
reflexo a respeit 1, que viease desiliudir os horneas
que se persuadem que tolo o mundo vem a im-
mpreosa para pregar suas b tl-as; e que nao aa
bem, por esta raae, separar o trigo do joio.
Depois de tudo qua ficou esuripto facilima ai-
miln inte r. fl.'xu.
Est claro que baixados os preeos na medida
exaeta do p'-dido dos partidar oa das passagens
baratas,o isto eu vos moatrei, n'um dos arti-
gos anteriores, aualysando a proposta dos grevis-
tas,a renda da Compaobia s.ffreria um sensivel
desfalque. E dado este, nesessarianente das duas
ama, ou se diminuira ou se deixariam de fazer os
dividendos, ou se faria morosamente ou nao se
fara a conservaco ndispensavel de todo o ma-
terial su'oatituiado o estragado. E m qualquer
dos caaos seria aff ctadn a decantada indispea-
savel proaperidade. D'oode resaltara o seguinte :
necessidade de liquidar a Companbia ; que alias
em substancia urna exploraco mercantil.
E aqu que estara toda a vaotagem dos accio
nistas sobre os pr- juizoa do publico. Aquellas, os
atcionistas, poderiam iinmediatimente empregar
os seua capita's em outros ttulos, como por cum-
plo em letras hipothecirias, que dessem igual
rendimenti; este, o pubica, ficaria privado do
transporte mait barato que ha actualmente para
as localidades percorridas pelo nosso caminho
de ferro; porque indiscutivel qqe n'esta epocba
de f.dta de diuheiro, o entre nos, hoovease
possibilidade de ir outra companhia sa fundar em
cima dos destrocos da que assim tivesse mor-
rido. E nao se diga que a nossa liquidaco seria
difficil, quando 8- ado de 551:0004000 o nosso j
capital de reiponsabilidade pelo ultimo balanco s
o activo da companbia, depois da rigorosa ava ia-
cao da commissn para esse fim uomeada o anno
paseado, sobe a 481:097567, que, quando muito
faria crescer ate 69:90j433 a diff .-renca por alli
existente rntie o capital efectivo, em propri s, tren
rodante e etc., e o citado capital de rrsponsabili-
dade. Sendo que certo que as emissoja de de-
b rntures para a ccnstrueclo d 1 obra* novas e
compra da nano material, boje realisadas, fazem
crescer actualmeote aquello capital, o effactivo,
tanto quanto necsaano para por a coberto es'e,
o de responsabilidade.
E to positivos sao os tirulos do actual a:tivo da
companhia que urna Ilustra comrnissSo fiscal com-
posta dos conhecidos guarda-livroa desta cidade,
Francisco Augusto Pacheco e Bellarmno Carneiro,
e do antigo accionista M-tooel J is Carneiro, igual
mente pratico em eseripturaco mercantil,tinbaat
propoato, antes da todo o abate dado, que foaae ele-
vado na medida do saldo anteriormente existente,
o valor non i nal das acedes ; o que nao foi alia
executado pela directora, como m das o gerente,
p.-r coobecer ella que era insuficiente, at eerlo
pmro, o capital da companhia e igualmente, que
nec ssario era baver urna margam para garantir,
sem p-eju.zodas accoea definitivas, as acjojs pre
ferenciaes e as debeatures, mettidas aqu na res
ponsabilidado, de eorte que em quaquer epocha de
manifeata proapeidade po Jt ssem ser transformad i <
de capital fluctuaste em capital fixo, sendo enfo
emilti iae acedes definitivas quantas bastera pana
reag&tal-as ; resoioeo, alias, sppravada plena-
mente p la commisto fiscal seguinte que, infa-
lismeote, nao poude j ser composta pelos masmos
illustres e prestrnosos goarda-livroa, mas em ci.j ,
seio < s'iverhm o c mbeeido profitsional Praderiuo
U yases de Atmeida a Albuquerque, o sempulose e
hbil corrector Antonio Leonardo Rodrigo s, e o
antigo accionista Svbaatoio Lopes Guimaraos.
Rio Grande do Norte
llossoro
j u s t i g A
Segu boje desta cidade com dcstiuo ao Cear
para ser julgado p^lo venerando Tribunal da Rs-
aclo o 1- supplente do juizo municipal desta co-
marca Silvcrio Carlos de Horo. ba que no exerci-
cio da vara de direito ad-hoc commetteu tantis
violencias e crimes, qo obrigou so Sr. Francisca
Gurgel de Oliveira, contra quem havia .ental:
a cea j o Sr. Miguel Faustino e sua mulber oa Ale-
jandro de Souza Xogueira, denuncial-a paraata o
m- smo Tribunal que o pronuncioa ao 6 artigos
129 e 163 do cdigo criminal.
N'essa praca alguem suppoa havar jido 1 Sr.
Gurgel quem propozera aeco; nao era elle to tolo
inda que tivesse genio demandista, para enfrentar
urna luca contra os Srs. Suza Nogueira c C. que
alm dos grandes recursos de quedispo? tinham
como tem urna chusma de juizes que tiuhim par-
ticular ioteresse na deeiso da causa !
Os juizes de Mossc com o coasenso do escri-
vo do ci/el Antonio J. Rodrigues bem sople
conparar com groasa artilharia, mai priacipil-
menta tendo a frente o hbil, inteiligenta e
provecto Finta para dar aeus planos de com-
bate.
Em breva discutirei pela imprensa desea pro-
vincia, toda queato para fiear o publico intensa-
do e convencido de quem foi o aggressor.
Mossor, % de Julho de 188/.
O Imparcial.
Ao laborioso e digno agricultor tenante
Francisao Vidal a'Aranha Montenegro,
em apreco e horaenagem libertacSo de
todos os seus escravisados.
Nao canto o ouro, a grandeza
D'um poten^do qualqu r :
D'a'ma s canto a nobreza
De quem a'ele/er souber.
Bem mostrastequa em tau paito
Burbulha d'heroes o sangue 1
A nobres acyoas affito,
Nao temes cabir exange
Nesae combato cruente
Entre a luz e a ugridao... I
E, boje attento recebe
(NXo fingido seDtimento)
Dos Livres o galardo... ;
Que s lisonja se bebe
Na taya da escravido !
Pao d'Alho, Agosto da 1887.
Joaquim Elias de A. Reg Barros.
Convite
Augusto Cazar da Cunha e suas filhai
convidara a to ios os seus amigos para as-
sistirem ao enterramiento de sua presad-
sima esp>s.i D. Mara Carolina Bandeira
da Cunha, hoje as 4 1(2 horas da tarde,
cujo corpo acha-s! depositado na capellt
do ceuoiterio publi-o da Santo Amaro.
Carros disposijao. Ra do I-spara-
dor.
Racife 3 d* Agosto de 1887._____________
Jos Curio
O Dr. Jos de Miranda Curio, sai e*>
pasa e ma profuT i 1 mente penborados para
com os res^ietosos a bons amigos e os pren-
les e os do seu mallogrado e qieriio filbo a
neto Jos* CEiO, bem como os que se dignr -
rara caridosamento auompanhal-o at a sepul
tura pedem o mesmo obsequio religioso para
assistirem as missas que por alma do finado
mandam resar na igreja de Nossa Senho-
ra da Penha n> dia 5 p las 8 hars da
manh.
Racife, 3 de Agoeto de 1887.

. I:

1
I



A

T


/&%&*


Diario de TcruambcoHuarla-leira 3 de Agosto de 1



o campo
. A JoSo B. Pae$ Barretto
O campo tena mus bailesa
Do que rraias amena,
Foi 14 no campo qu- vi
O desabrochar di itcuot-oa ;
Foi ii no campo di'serto
Em urna tarde de esto
(Inda laudoeo me lembro)
Sentada a borda d'um rio :
En contemplava gosinho
Suas aguas crygtalinag,
Qj to eeron.s corriam
Das regata das campia,
Quanto soberbo nos campo
Paasar so um da a caca
liando de moitaasm moita
Bm busca do Sabia ;
Oh quantos das passei
Naquellas moitas escura,
A' caca das juritys
Occulta as eapegsuras ;
Oh que saudades que tenho
D .quelles das ditosos,
Qiie eu pasaava brincando
Niqueles campo formosos.
Becife, 27 de Julho de 1887.
Francisco Torquato.
Voto de gratido
Telegrarama da cidade de laraanguape
noticia baver alli fallecido o capitJo Jos
Flix do R"go Barros, qae sabamos estar
gravemente enfermo.
Filalo ao grande partida conservador,
em cuja fileir. uslitava, com dignade e
dedi^acao, a sua raorta veio roubar quelie
um dos seus prestrnosos chefes naquella
cidade.
Representan lo em duas legislaturas o
COMERCIO
Mercado do Rio de I .neiro
ULTIMA DATA 26 DE JCLHO DB 1887
CAFE'
BtMH
Deposito no da 1 de Julho. 182 885
Entradas de 1 a 24. 74.974
Hemem25..... 4.459 79.433
Vendas de 1 a 24.
262.283
10.708
251.580
Por 10 kilo
84850 a 10*200
Nao ha.
9*650 a 9*780
9*100 a 9*530
9*120 a 9*250
8*70 a 8*980
8*370 a 8*610
Deposito do dia 25, tarde.
Nao houve vendas no dia 25
Cotava-se p r 10 kilos :
Qualidades
Lavado.......
Superior afino.....
1." boa.......
1. regalar......
i ordinaria.....
2' boa.......
'i.' ordinaria ....
TELEGRAMMA
DA ASSOCIACAO COMMEBCLU. PARA K'V. YOBK
(Expedido em 26 de Julho de 1887, de manha)
Caf
Existencia verificada 259.000 acca
Entrada no dia 25 4.0
Entradas em Santos 2.000
Estado de mercado Muito fimo.
Preso : sem alteraeo.
Uo >a wtuuierclal
^OTAVKS OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COB-
KECTORES
Hecife. 2 de Agosto de 1887
Aeooes da compaabia de edificico, remidas, do
valer de 100* a 65f cada urna.
Na hora da uolsa
Veuderam-ie- :
20 acco-.-s da ccmpanhia de edifica cao.
> presidente,
Antonio Leonardo Rodrigae
Kduardo Duocux
Mo laen lo hancarlo
HECIFE, 2 DE AOOSTO D8 1887
PRACA DO RECIPE
O bancos abrimn boj o o mercado de cambio
com a taxt de 22 3/S d. sobre Lindre
A'ultima h ra o Londoo eubatituio a refer Ja
taxi pela de 22 1/4 d.
Em papel particular nseram transaccin 22
1/2 d.
PRAQ4, DO RIO DE JANEIRO
O bancos mantiveram no baleo a taxt de 22
3/8 d. sobre Londres, nada constando em papel
particular.
As tabellas expostas aqui foram esta :
Do Internacional :
90 dio vista
Londres ....
Paris.....
Italia.....
HamburgJ .
Portugal. .
New-York .
Do Losdoi Lakk :
Londres....... 22 1/4 22
Paris........ 427 431
Italia........ 431
Hamburgo...... 529 534
Portugal...... 239 241
New-York ..... 2*270
Do Eholish Bam :
90 djv vista
Londres....... 22 3/8 22 1/8
Pars........ 425 429
Italia.......... 429
Hamburgo...... 526 531
Lisboa e Porto..... 238 240
Princinaes cidadj de Portu-
gal.......... 245
liba do Acores .... 248
Ilha da Madeira .... 245
Sew-York...... 2*260
Mercado de uiacar e algodao
SBCLPK, 2 DB AGOSTO :. 1887
Assucar
Os prego deste | roducto, pagos ao agricultor,
regulara ao algarisinos abaixo, por 15 kilos :
Branco, o melbort-s que
apparecem no mercado,
regulam de .... 2*200 a 2*400
3. sorte boa..... 14900 a 2*100
8. regular..... 1*700 a 1*8)0
Hmidos e baixos 1*500 a 1*700
amenos...... 1*300 a 1*400
Mascavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *900 a 1*000
Reame...... *700 a *8 K)
AlqodSo
Nao houve boje transaeco deite producto. Cj-
ta-se, nominal, a 6*6'J0 por 15 kilos.
Entrada* de Murar e algodao
HEZ DB JULHO
Attucar
Entradas Das Saceos
Bajcacas...... 1 29 11.377
Vapores...... 1 4 29 404
Via-terrea de Carur 1 i 28 824
Ammaei...... 1 a 29 290
Via-terrea de S. Francisco 1 a 27 10.648
Via-ferrea de Limoeiro 1 a 25 236
Somma. 2S.779
Algodio
Entradas Diae Saecas
Barsacas......1 29 8.256
223/8 22 1/8
425 429
, , 4*9
526 531
238 240
2*260
Majo vista
primeiro diatri Uo de su i provincia, pro
pagoou seojpra na sua cadeira de deputa
do provincial p-l-is mais vitae nteresses
'la mesma, cajos direito muitas vezei lo-
sados o extorqui los defandeu com denodo
Aneao n.i trato, generoso e dedicado
como amigo, decidida paladino das ideas
qa'. abracavH, o -optSo Jote Flix do Ri-
go Caires impUDba-se por suas boas qua-
lidades, qu-i coastituiain lh; o ser ji no si su-
pls carcter de cHadSo, j no d-s po ttiao
oonviit) no siucreto.
Quem quer qu privase com o ca)it2lo
Jos Fe't do Reg Barros, exparimectava
logo os gratos effeitos de sua amizjde das-
ioteressada.
Sua mSo bemf'tora nSo se recusava j
iiaio todo aqu He quo ello recoriia, e
nao raras vez s se esfod-.'U esponun^a
ao que sabi necessitado.
Bjm esposo, psi etremoso, amigo (levo-
talo, nao devem somatte prntearsua mor-
tu sua dign viuva, s^us innojentes fiibi-
nhos, seus amigos polticos
A patria deve igualaiit' verter com-
noscj um.t Ugrima de saudade pelo filb j,
pelo ptimo cidadUo, que acaba de d'sscer
campa.
Requ escat in pace !
P. L C. D.
Rocife, 2 de Agosto de 1887.
K Provincia
DVsie que o autor da noticia a respeito de con-
curso, que teve lugar oa Facoldade, nao U-ve a pre
cisa digaidade, para assumir a responsabilidade
de tal noticia, publicada ao Not.c arlo da Prov.n-
c'a de 30 do prximo passado, ap-nr de mi-ha
solemne provocacAo, julgo-ine dispenalo do dar
qualquer explieaco a reop'ito.
Avalie, porm, o publuo qu vlr pode mere-
cer o juio du quem se arrecea de vir, deixundo
Vapore...... i 4 29 3.236
Via-ferrea de Caruar I 28 59
Animaos..... 1 29 4.073
Via-lenea de S. Francisco 1 27 8i3
Via frrea de Lioueiro 1 a 25 544
Somma. 11.981
Despacho de exportaco
MBZ DE iOOirO
No da 1, teram despachados na Alfandfga os
artigos seguintes :
Pura fra do Imperio
Algodao...... 10.246 kilos
Couro salgados. 2.424
Para dentro do Imperio
Assacar...... 1.925 ki Im
Pranchoe de vinbatico. 12
Vapor despachado
Vapor nacin1 Esp'r'.lo Sjti'o, sabido bontem,
levou a carga aeguinte :
Para Baha :
20 birrieas com aaiuer branco.
18/i ditas com dito dito.
2 caixas com doce.
Par Rio d- Janeiro :
100 meios de sola.
50 caixas com oleo dj ricino.
40 ditas com cajurubeba.
24 ditas com vinh> de j iru''K-b-i.
1 caix >te com espanadores.
1 fardo com folbas de j iboraudy
Carregaiam diversos.
>aio. a carga
Esto euc'o l.s.iaehalua o segmnte .
Brigoe portuguex Armando, diversos artigui, para
o Porto
Brigue llemo J. G. .cht, aocar, para o Sio
Urande do Sul.
Borca inglezi Otieo, algodao, para o B*ltu:>.
Barca portuguea Claudina, divereos artigo, pi-
ra o Porto..
Lugar portuguex Jo> Ertevo, cauro, para o
Porto
Vapor ingle Sculptor, div rs> a tig-s, pin Li
verpool.
nailon aeacaraa
BA'jBO dj bacalho
Barca ingeza Mar.
Lugar iug ex Cinta
jg*t lugl z dary Cory.
Patacho ingle Ar.el.
QOADBO DO XABQ.CE
Barca nicionai Marianninha
Escuna alicml Gesine.
Escuna allem Fritz.
Escuna oorueguense Reform
CABV) DE FEDHA
Barca norueguense Homborgsuni.
Patacho ingles Echo.
naoaasn
Barca alleoia Hanza.
VABIOS OEEBOS
Barca su ca Pulstyeraen.
Lugar sue;o Armida.
Lugar bu'-'cj ltr.t
Patacho allemo Norddeutsche Seewart*..
Vapor ing'ex Mar*nhense
Vapir nacionai Jacuhype.
Paula a* Airaarteca
8BMANA DE 1 A 6 PE AGOSTO DB 1887
Assucar refinado (kilo) .... 145
Assucar branco (kilo) .... 12
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro) ....... 150
Arroz com casca (kilo) .... 65
Agurdente e......
Algodao (kilo)...... 373
Borracha (kilo)...... U066
Couros seceos salgados (kilo) 460
Coaros seceos e pichados (kilo) 585
Couros verdea (kilo)..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 6S
Carocas de alrodao (kilo) 014
Carvao de pedra de Cardifl (to ..) ir. JOOO
Caf bom (kilo)...... MI
Cachaca (litro)...... i-AJ
Farinha de mandioca (litro) 037
Fumo restolho em rolo (kilo) 405
Fumo restolho em lata (kilo) 5o0
Fum? bom (kilo) ...... 720
Fumo em folha bom (kilo) '. WO
Fumo em folba ordinario (kilo). 400
Oenebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 040
Ui'ho (kilo)....... 400
Taboados de amarello (duxia) 100*0J0
Joro e dividendo*
Esto s DIVIDA PUBLICA
Apolice ger es e provincial.
Apolices muiiicipj.s (r. 151 256).
LETTBA I1YP0THECABIAS
Do Banco de Crdito Real, 7 0/0, uit.ino se-
mestre.
BASCOS
Crdito Real de Pernambuco, 2 dividendo,
racao de 5 0/0 sobre o valor da entradm r uli
xada do capital, ou 3*000 por aceito
Brasil, 67. dividendo, ua razio de 9/.0J0 por
aeco. Estilo eucarregados dease pagameuto os
agenle Pereira Carnairo 4 C.
CABBIL DE FEBRO
Trilhos Urbanos do Beoi/e Olinda e Ueberibe,
25 dividendo, a razao de 8 0/0. O pa|;ameuto
fax-se ni escriptotio d. compaohia na terca e
abbado.
Memorial
Aoc contribuinte do inapesto de iodastria e
profissao e preiul, foi marcado o praio de 30
das, qne t< raimar 22 do corrente, para apre-
sentarem nt Recebkdobia Qebal as reclnmacda
que porventura tenham de faser com relaco ao
ultimo lancamento.
Termina do dia 6 do corrente o prano mar-
cado para pagamento da terceira e altura res-
tacaVo, na razo de i) 0,0, da accoo ltimamente
emittida pela Cohfahhia do Bbbibib.
A directora da Estbada db Febbo de B ibeibo
ao Bomto sarcou o praio de 60 das, que termi-
a capa indecente do aoonymo, discutir leal oente
a opinioes qao emitte na imprema.
>Cobertc com o anonymo cospem qaanta bili
tem n'alma ; e, quando te Ibes pede qae tomem
a respouiabilidadi do qaeescievem, fogem espa-
vorido e vergoohtfo.
ti.to digno de lastima e compaixSo...
Dr. /. J. Seabra.
ni ii. "*r. pbarniaceutlco l,uit Carioso
de irruda Hended
ros lo Pinh il, S7 d Maio de 1885.
I'residissim) senhor.- -Acerca de 8 mezes que a
minha -nhora soff.i.i de horriveis dore nos ou n-
doa acompHnhada.T de corrimento, deiuz qu > ia
drizante a surd, e a'-n dito stffria d feridas
na garganta que j so via obrigtda a alimeutar.
se a caldos; passando noitus sem dormir, e dias
sem poder cuidar dos interseos da casa. Todo
este tempo viveu ella sempre em dieta de rigoroso
tratamento, emooter saude.
Dcs-niiinada.'coui cou com o teas (santos) pre-
parados, o Licor Antipsorico juato com 03 Pos De-
purativos, e logo a saude veio chegando, e boje
gracas Providencia, posso com todo o praz annunciar a V. S. e a tod i o mundo que minha -
nhora acba-se completamente boa dos ouvidos e
da tcrrivcl ferida de garganta, e autoriso V. S. a
publiiar esta a beneficio dos que soffrem igual en-
fermidade.
Sou com estima. De V. S. amigo, venerador e
obrigado.Eduardo da Siiva Taares
ladiceniao ou dyapepsola
4*6
E' urna enfermidade nascida e criada pelo lato
da civi'isacao. Ellas constitu im a penalilade im
pista p'la n-i tures a em consequencia da demasia-
da indulgen -i*. As regras para o tratamento des-
U m ilesti^ :o imples, e sao applicavuis para to
do oa caso. Conserve-.se e ventre livre, reuove-
8e o tom e vigor p-rdido do etimigo e r'gule-se
a aeco do figado, e assim terse ha conseguido i
cura. Porm agora seguem-B! as pergunta ancio-
s8 do enteran : como e de que molo plc isso
ser feito? Oade exist ou podei se acbr um .
medicina pos^uidora di umi virtud ; e lorca in-
vi^tigtnte, fortaltcente e correctiva sobre cates
orga.s? A rcspoita achar-se-a nos segniutes at
te tado divulgado p-lo uosos mdicos os mais
respetareis.
O Dr. WjII-, de N^vr Yjrk, dis : tenho ha
nar a 4 do corrente, para os accionistas recolje-
rem a 6." entrada de 10 O/O de suas accocs.
Cim o d aconto de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
vindouro, ero substituida na Tbesoobabia de
Fazenda a nota do valor de 2*'XX) da 5. estam-
pa, 5*000 da 7." e 10*000 da 6.
niporiafito
Vapor ingles Scu'pior, cb gado de Liverpo;! e
Lsb a em 30 di corrate, e coasign ido a Johis
ton Pater & C, manifestoa :
ara de L:verpool
Aiujst.s 4 volume a diverso.
A^ua mineral 30 cuna a Siun Icrs Brotberd &
C, 3 a Ferreira 4 Irar), 24 a Prealle 4 C.
Arroz 10) saceos ordem, 5) a Gimes & Po-
reira, 25 a Joaq'iim Felippe & Aguiar.
Arcos do ferro 210 fix.s a Aibmo Silva 4 C,
209 a Vctor N-e:n.
tlirriiht 50 tambores ordem.
Hicouto 3 caixooo ordm, 5aGonfilves Ro-
s^ & Ftrnandi-s, 10 a Feruandes 4 Irmaoa.
Barraa de forro 334 e 85 feix a a W Hallid .y
kC, K ditos a Miranda oc So'iz*, 12 a Re<
Santo
G avo da Lidia 1 eacco a Joaqu:m Fclippe &
Aguiar.
C-rveJH 15 borricas a Jo Joaqnim AHv & C,
50 a oming s Alves Matbeus, 20 caixas a Pau
liuo de Oiiveira Ma a, 65 ord-rin.
Cha 31 grades ordem, 3 caixas a Goimuaes
Permtnn, 5 1/2 dit i a Jos Jotqui.n Alves
i O.
Conserva 15 ctixis a-> inuBaoj, 10 a Gincal-
vea Rosa &t Feroandc.
C\bo 38 volume a B Itr > t O sta.
Calcados 2 canuca a Prente Vi nina Oc C
Ctrta para jogo 1 caixia A. D. Carn.-iro Vnu-
ua, 3 a lio.oeo d i .Vlatt .n I inioa.
C uros 1 C'iix-t a Salazar & C
Chap 1 caixo a Kaphael D\j 4 C 2 or-
dem, 1 a Aff'USo Oiiwira cfc C.
C.ignac 30 can ib a H Burle & C.
Cmella 5 caix is a Ooncalveu R s. 4 Fernn
des.
Cofie defeiro 5 caixo. a Aaton'O D Cameno
Viaa^a.
Chapas para igl 50 a Albino Silva A C
Canos de ferro 19 a Col lia Istb I.
Caudieiro 2 caixj a Manoel J >aquim Pe-
reira.
Drogas 4 caixa i orU m, 3 a Levy, 3 a Fria
5 oiuioo x C 1 a R(Uquayrol Frerca.
kataubo 4 volumes a Ferreira Guimares t C.,
50 narra a taltar Irjios V.
asteo 1 caixa i ordem, 1 a W. HalliLy
4 J.
Euxidas 42 birric a Pareat; V-anua (t C,
DO a Ferreira Guimares C.
Estopa 65 tardos ordea.
Folbas de cubre 45 a Ferreira Guin iraca & C
Dita de ferro 3 J aos meamos.
Farinha de milho 163 caix a Saua 1 Jr Bro
ibera t C
Ferrugen 2 volumes a Prente Viauna 4 C.
39 a Ferreira Guimtries 4 C, 1 a Francisco
Liuna 4 C, 57 a Crdoso 4 lrmo, 7 a Simu I
V. Johnston C, 6 a BilUr Olivcira 4 C, 9 a
Miraudt \ S-uza, 7 a R-:is 4 SanUis, 21 a A D.
Cirueiro Vianaa, 12 a Albino SiUa & C, 17
Via .na Castro 4 C, la Claudio Dubeaux, 15
ordem, 5 a Gomes de Matto Irmaoa, 50 jj ber-
de ro de B.wnan, 5 a W. Hallylay it C, 1 a
Olivara Bito 4 C, 3 a Aotonio d.s S.ntos Ou-
veira.
Folha de Fiandre 50 caix. a W Hallay 4
C, 30 a Samu-1 P. Joboston & C, 3) a Viauua
Caatro 4 C, 132 aG.mes d Foi mas para assucar 4 giga a Carioso 4 li-
ma >.
G
G
q'ii.ii Aiwa 6c C.
Louca 5 giga a Fernandos & Irmos, 65 a
ordem, 10) e 2 birricis a A norim Irmos d C,
3*1 aita a B D jarte Camp >a L-ite condensad] 5 caixa a Jo. Joo.'.u in Al-
yes i C.
Liuba 1 caixa > a i'areate Vianna 4 C, 3 a
\ ni s Fouoeca jfc C, 2 a Vlanoel C>Haco 4 C, 23
. W ivaira BaaM & C., 1 a G"a de Mittos ir-
moa, 10 quim Ribeiro 4 C
Lina 1 tardo a Ferreira Gurnanles & C, la
W. Halliday 4 a
M -ias 1 caixi > a ordem.
Materiaes para eogenho e ferragens 54 vo'.ume3
e pev-is ao herdeiroa do Bow i.di, 8 a Ferreira
Rodrigue 4 C, ditos para encauam nto d'agua,
23 v .limes e peca a Com oanh a de Beberibe, di
to3 para photographia 1 caixi a Prente Vianna
6 C.
Machinismos 2 caixjn a Vctor Noesen, 1 a
ordem, ditos e outr s artigas 12 volumes a or-
dem, 8 a W. H.lhlay 4 0.
Mi rcadorias diversas 2 volumes a orden, 1 a
G. Casco, 1 a A D. Cirnciro Vianna, 2 a
klaii A Silva, 1 a Claudio Dubeux, 1 a Manoel
Juaqnim Ribfir-', 1 a Netto Campos 4 C, 3 a F.
Alvis Pereira Pinto, 3 a < D: II. V. Ped^rneir.B,
11 a Guinar'-s 4c Perm 10, 3 a Justo T<-i-
Oieo d: liub.c 3 barra a Fneira Gomar'j
4 C.
Oojecto para gas 1 eaixa'a empresi.
Pimenta da India 20 saccoo a 1 eruaudas 4 li-
maos.
Pertenccs pira trilhos di ferro e fjrragena
2,644 volume e pecas ao director da Colonia
Isabel.
. Perfumara 1 caixa a E. Gincalva Casco.
Presunto 5 caixas a Jos Joaquim Alves 4 C.
Saceos vaio 6 fardos a Antonio de Oiveira
Maia.
Tiiicinho t caixa a Jos Joaqaim ilv.-a AC
Trilho de ferro 3,200 ao director da C 'lona
Isabel. ^
Tecidos diversos 179 volumes a ordem 6 a J i
uiuo Alves Fernandos, 1 a Fernandea Silva, 1 a
Amorim lrmo 4 C, 2 a Figucired i 4 C, 1 a J.
A. Dia, l a L Lack de C., 1 a D. P. W.ld 4 C,
13 a Rodrigo de Cirvalbo A C. 4 a Souza No-
gut'ira 4 O, 45 a N. Maia & C,, 22 a Al ve* d-
Brtto & C, 53 a Goncalvea lrmo drade, Lope 4 C 3 a Rolrigue Lima k C. 12
a A. Amcrim 4 C.J36 a Machado 4c Pen ira, 10 t.
B. Maia 4 C, 6 a A. Vieira & C 4 a L Maia 4
C-, 49 a Luis Aotonio Siqueira, 2 a Olioto Jar
dim 4 C, 2 a Francisco L.urii 4 0., lia doto
10.
G'oger-alle 3 barricas a Fernn les 4 Irmioi.
Ur^xa 1 can a Solazar c C, 3 a Jos Joa-
miis de 18 meies esta part f ito constante aso
da pilula asaucara jai de Biistol, como um alte-
rativo e tnico, e as consi: ;ro como o remedio
mais eficaz e certo que temis para eombater a
dyspepsia ou indigeato, e aaiiim como para toda
as desorden e desmanchos do estomaga, figado e
iutestinos. O Dr. L. Mills, de NfwYork, o Dr.
Elias Mott, de Brooklyn, o Dr. Park-r Nelson, de
Phi adelphia, fazem meoco honresa das mesmas
e as recommendam com igual affinco.
Ellas a acbam acondicinalas dentro de vi in
nhos e por isso a sua conservicao duradora em
todos ot climas.
Em todos oa caaos proveoii nti'a ou agravado
por impnrfza do eangue a Saliaparnlba de Bria
tol, dever ir t rcada conjun.-tamenre com a pi
lulas.
Ene ntra e venda em todas a pharmacia t
drogaras.
Agentes em Prrnambuco, llenry Forster & C
ra do Commercio n. 8.
Laiiiiiaii k Keinp
Previui-m o piblieo qu exiatem ueata praca
imitacizs fra'tdulentas do se u- oleo pdbc de ri
oado de BacalhXocontra ii8 qu lo se devem
acaut'dar oa consumidores, p r iseo que o uso
d'eaae oleo falsos ser em prejaiso dos
doentea.
Entre caa talgificnce ha u.ia qu-.alm da
differenc u puresa do liqaid i qne s pode aprc-
ciar-se comparando o oleo verdaleiro com o f t'a>,
engaa fcilmente 03 raesotes, e por isso apresen
tamos a diffcreuc-'S qu? rxis.em nos frascos e in-
v lucros :
A circular qus acompanlia ida frasco d.-ve
ser -issigu ida porLan.n ffemp--=o no
Lenman 4 Ktmp -como na falsificaco.
o Os uosbos frascoos tres lados deecobertos
trazem em relevo no rresmo vidro a sogaintes
ptlavra : -Cod liver oil Lanman 4c Kemp
New York, em quanto que o falsos vilro tem :
Rtfined Cod Liver Oil=NewYork
m Na nossa capsulas nvt.illicas l-se :Lan-
mm 4 Kemp, Droguistas, Nueoa York, em quanto
as falsas se le ;Coi Liver Oil=Rcpnd=Nne
va York
R'Commendamoa, poir, acs doente que mise-
rea usar do nosso oleo, e retirar os resultados
Santo & C, 9 a Bernet 4 C, 3 a A. Santo 4
C, 4 a SiUvira 4 C
Tinta 2> caixa a ordem, 3 barricas a Salaz ir
4C.
Vi 1ro 1 caixa a ordem.
Vmha 13 caixa a Saunders Brothers 4 O
Carga de Lsbo.i
Az'ite deoliveira 4lcaixm a Billar lrmo 4
C, 10 a Domingo Ferreira da Silva 6c. C.
Albo 60 cana-s Mttheus,
27 a Domingos Ferreira da Silva 4 C.
Baga de sabugueiro 3 caixas a Martina Vie-
gas< C, la Antonio Aves L bie 4 C. la or-
dem
Batatas 100 meias Caixas a Ferreira Rolri-
gU'S 4 C, 500 a Silva Gnimr s 4 C., 2 U a
Paiva V liento 4 C, 50 a G ncalv. Riaa i F-i-
nande, 120 a Jos Femanies Lma & C, 25
Fernn lea Se Iruoaoa, M) a Doiniuos Pcrreir da
Silva & C.
C ru em conserva 2 caix as a Ferreira Ridri
gue 4 C, 10 a C 'ubi, Linis 4 C
Cevada 5 barucas a Francisco Manoel da fj.U'a
4C.
Cebilas 150 caixas a Ferreira Rodrigues 4 C.
20 a Cata 4 Medeiros 150 a Sou u Gumirii..
t C, 30 a Paiva Va'entn & C.,) a Gouciiv b
Risa 4 Fernando, :.r) a Guimares 4c V'.irii' .
25 a Carvalbo 4 C 25 a J > Fern'adea de Al-
iD'-ida. 25 a Joaquim D.iarte S .no.-, 4 C.
Cabo 17 rolo a C. C. da Costa Moreira & C.
C mtnh t 2 caceo a ordem.
Cera 12 barricas a Cisi'mro Fer.-iau lea 4 C.
Cal 30 barricas a M B. Borg .
Drog s 11 v domca a Boiiquayrol Prea,
Ervad ice 1 eco od m
I is'rn n 'nt a 1 Ciixaa Jos Gom Gan-h .
Livoa 1 caixa a G. Li.nrie C.
Masas 10 cana a DflBujM Ferreira da S.lv..
4C
0 ira d madeira 7 volumes a Francisco Joae
,1 is Pasaos Guimir es
Pedras 203 a Sva Guimai a t C, 94 ao Dr
H. V Pederoeirai.
P.a/izocs 40 caixas a Joa (\iuiuln L n
c
Papel 2 CnixaS a Mil uros Ac J
Pelx em cooserv 2 c-ix n a Domingos Fer-
reira da S:lva 4 C.
Riliiis 4 volumes a Jos Gimes Giucbja.
Tyjos 1 caixa a An rioi I-inos 4t C.
Telhas 127 graios a Jo.qnin da Slv.iSal-
rneiral.
T.ucinbo 5 b.rrig e 10 1|"> a J aqnnn Felippe
St Aguiar, 10 l[ia Ferren a Ridrguua 4c C
Vioh. 20 pipas a J. F de Carvalhi, 4 e 15
ba>-ri a J. C Lmreiro, 4 e 5J a Joo Fernande-
de A'm-'ida, 10 e 60 a Domngoa Cruz 4 C, 44 e
95 a F ran ios da Cost* 4 C, 31 e 4) a Fran-
cisco R'bein Pit Qjiimr'ia C,3 e 35 a
Sousa Bast i A o .ri n 4 C 12 > 30 a Paiva Va-
Icnte 4c C, 12 i 2 a J os Gomo G-ioehes, 50
ba-.is a C. da S.lva Presad 4 a Cinto Santo 4
J., 20 a J. F. de Figu-iredi, 10 a Meados Lma
t C, 50 a Domiug s A'e aatheas, 1 a J. A. A.
de Can, 15 orlera, i a J i- U Si'va S tlgueiral
JI C 2 > a S Iva Q^im ires & C fi a Domiugo
Ferreira da Silva 4 C. 20 Pereira Carneiro 4
C, 4 a R-nxniy.'oi Kreim, 7 e 1 caix* a Albino
Crux 4 C, 20 caixaa a Ab.-utea 4 C
Vinagre 31 pipis e 45 barri a Souza Basto
Amorim <& C
Vapor n icio al Ss.):rit. S.nto., ch'gdi do
plrtos do norte, em 2 do corre ite, e cousignado
ao viac^nic ia Taqui do Norte. Maoifeatou :
Birri vaio 100 h Manoel Marque de Ol-
v.ira. _
Caf 75 aaccos a T. Jus 60 a P.-reira Camei
ro 4 C 150 a Gome deMutto Irmis, BO a F.
Alve da Silva, 68 a Fraga Rocha 4 C, 142 a Do-
mingos Cruz 4 C.
Cacau 3 saceos a Jos di Ciato Caaoiro.
Mercalorias diversas 4 v lueaet a Antonio Duar-
te Carneiro Vianna, 3 a Jos i de Macedo.
Pipas vasia 25 a Amoriti Imoa fiz C 46 a
Pereira C.arnciro & C, 6 a Mu el Marque de
Oliveira.
Sa'saparrilba 5 encapido a Jos Fcijo de Al
buqu rqi". .
Tapioca 14 saceos a Luz Goncalv-s da silva *
Pinto.
Vapor americano Alliin;a cbgalo de N w
Y >rk c esca a, em 31 do Julli i e consignado a Heu-
ry Forster 4 C. Manifestoa :
Baiiha 25 barr a Silva Marques 4c C 50 a
Domingo Crui ft C, 50 a Joaquim Ferreira de
Carvalho t C, 25 a Guimaraee Rocha 4c C, 50 a
Joaqaim Daarte Simoes 4 C 5'J a Fernandos 4
IrmSos, 40 a Joo Moreira 4 C, 50 a Juo Fer-
nandea de Almeida, 25 a Cirvalhi c C 2o e Es-
naly Rodrigue 4 C, 25 a 'Jomes 4 Pereira, 50
J. B da Carvalho, 25 a Arnujo Castro 4 O, 50 a
Fernandos da Cos.a 4 C-, 50 aos consignatario.
Candiciros 2 barricas e 1 caixa a ordem.
D oga 3 volnm a Francisco Maneel da Silva
* ';.
Farinha de trigo 100 barricas a Gome de Mat-
tos limis.
Ferragens 1 caixa a Miranda ,V S^uza
G.ax i 2 barris a G lina -.riis R 'cha 4c C
lustra.'nto do agricultura 1 Caixa aos cosig
nalario.
K:ro ne 4 cairas, a Companhia Pemimbuca
oa.
Lia^a de ferro 1 caixio a W Halliday 4c C.
Liuba du algodao i ca'xa a Manoel da Cunba
Lobo-
Maiaena 50 caixis a Augusto Figueiredo 4 L ,
20 a Gome 4 Pereira, 100 u Paiva Va'ente 4 C,
30, a Silva Marques 4 C, 50 a Fraga Rocha 4_C,
Moequeteiro 1 caixa a Manoel da Cunba Lobo.
Obras de estanbo 4 caixas a Vianna Castro 4
n
Ola*) do linhaca 2 birris n Companhia Pernam-
bacana.
Phosphoro 1 caixo a ordem.
Paa de fer.o O f.-ixe a W..H*ll..ay 4c C, 12
a Miranda 4 8ousa, 20 a Vianna Castro 4 C.
-logioa 4 caixas a ordem.
Tato pos estanh'id > 1 cai.ca W. Halliday 4 C.
Tecido de algodao azul 3 caixas a Machado oc
Toucioho 10 barra a Guimare Rocha 6c C,
15 a Fernande 4 lrmo, 10 a Araujo Castro &
C. 15 a Antonio Jos Soares 4 C, 20 a Costa &
Meleiro.
Vidros 3 barriess a Jos de Araujo Vdga C.
maravilhoos pelos quaes se tem acre litado em
todo o mando, tenham todo o cnidado em exami-
nar oa frascos que compraren!, para nao seren
engaado por infame falaiScaces.
Tambem ha muitas falsificados da nossa aooa
FLOBIDA DE MBBAT 4 LAHMAH, E T0SIC0 OBIESTAL
db kbmp, falsificace eBas preparadas geralmen-
te com substancias prejadiciaea pelle e ao ca-
bello ; exijam, pois, os consumidores oa v rda-
deirog e nao recebara ontro.
HAVBKOO BEOI8TBADO HBSTE IHPEBIO TODAS A
B0S8AS MABCA8 INOOSiaiAE E BOTLOS, PBB VENIMOS
OS IMITAUOBE8 E FALSiriC^DOBES, QOE PB CEDBBEMOS
COKTBA BLLEg HOS TBIBUNAES, EM PBOTSCCO DB
HOSSOS DIBEITOS.
Pernambuco, 28 J.mbo 1887.
Llaman \ K u^.
Imporlaiilr declaracao (3)
As virtudes do PEITORAL DL* CAMBARA-
de J. Alvares di S. Soare, de Pelota (Rio Gran-
de do Sul) vantajosamente empregado em toda
as moli'stias do apparelho respiratorio, nao sao
h je postas em divida por inuitos ilustres fi.hos
da aciencia.
O babil medico S-. Dr C.r'oa Marchan!, de S
Gabriel, escreveu ha piuco o seguate ao autor
do prepirado :
* O se'l sirope feitobal de c ambirV tem rar
feito multa falta, porque quaai nunca o encontr
bo aeu deposito d'aqui Tenho-a ac^nselbado na
minhi clnica e com ello tenh i tirad i resultados
importantes no tratam :u'o das molestias bronco-
pulmonares
Oiitras declaracoos impor'anr'asiinis de mu
tos distintos mlicos, comprovam valiuBamente as
virtudes de tai precioso medicammto.
O Icitir poder aprecial-aa no opuaculo que
acompa ih i ca-Ja frasco e qa-; vcodesina ugea-
eia a car(ro dos Srs. Francisco Mainel da Silva
4 C rui Mirqae de Olinda n. 23.
Frasco 2*500, meia duzi* 13'MX) e duzia 241
A encia enva a quem pedir condicojs im-
preesas para as vendas por atacado.
Thoiutz Espillen
MIIOOII SE
Ra do Iiop'rador n 67, primeiro andar.
EDITAES
= De ordem do Illin. Sr. engenheiro director
geral, faco publico que teado S. Exc. o Sr. pre-
sidenta da provLC'a concedido autorisaco Im-
perial Sociedade dos Artistas Mechauicos Libe-
rae para desaprepriar o terreno com geis peque-
a casas, existentes ao lado do sul do edificio do
Lyceo de Artes e Officios, para o estabelacimento
de officinas e aulas pratica annexas ao mesmo
Lycco, so pelo presente chamados os eenhores
intereasados, para no pruzo de dous mezfs virem
examinar a planta respectiva quo foi approvada
pela Cara ira Municipal do Becifd u acha-ie nesta
secretaria, e apreeentiri-m as reclamacoos que
tiverex, 8 b pena de proeed :r-se a arbitramento
pa-a iudconisac), na forma da le n. 129 de 2 de
Maio de 1881-
Secretara da repartico das Obras Publicas de
Pernambuco, 23 de Julho de 1887.
O. engenheiro secretario,
Joaqaim Gomes de Olivera e Silva.
Dr. Joaqun] Correa da Oliveira An>
drade, juiz de direito de orphos e au-
sentes, nesta comarca do R;cfe e sea
termo, por Saa Magostado o Irnporaior
a quem Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente eiital virem oa
delle noticia tiverem que fija marcado o prazo de
30 dias para os intereasados apresentarem parante
esta juizo aun reclamares sobre a ordem de pre-
lercncia na-elaesibcaeao dos escravos que teem
de ser liocrta lo pe o fuudo de eraaoeipaelo, 7
quota :
Escravas casadas com lioinenj livres :
1 Joanna, parda 27 unnos, d D. Constantiaa
Ferr ni da Silva.
2 Antonia, parda, 23 annos, de D. Alaria Jos
de Jema Pireete.
3 Ernestina, preta, 21 annos, de D. Lidoviaa
Ueha Carneiro Campso.
4 Benedita, preta, 32 annos, de O. Delmira Can-
dida de S int'Anna.
5 Auta, parda, 48 annos, de Francisco Antonio
Correia Carioso.
Eecravoa casados com multi rea livres :
6 Silveatre, prete, 30 annos, do Dr. Francisco
de. Paul Correia de Artujo.
7 Emiliano, pardo, 39 asnos, de D. Francisca
de Pauta Cabral.
Vapor nacional Jacuhype, ebegado da Babia
e escala, um 1 de Agosto e consignado a Cimpan
tita Pcruambocaua. Maufeatou.
Azeite de pene 9 b.rr.a a Santos 4 Silva.
Birricaa voaias 535 a Pereira Pinto 4 C.
Couroa seceso salgado 245 a Suva Gaimares
4 C 815 a A norim I-ni ios 4c C-
Ma8as ulimcnticus l-'iO caixas aos meamos.
Oleo 31 birria a Jos de S L Uli
Pipa vaaiaa 100 a Am .rim lrmaos 4 C, 52
a Pereira Pint i 4c C.
Pias8.iv.i8 60) bi a a Albino Jo dos Santos.
i-
Vapor iol z Marauh.u', mirado de N w
Yo k e escala, em 2 A/'St-, e cu?iga*do a J.
Pater & C manifestoa :
11. en 5J birrica a Mala 4 lt ze.nl?, 20 a Fer-
reira Gui n .raes oc C.
U.iiiii i ID larris a Souz-. B isto, Amorim 4 C-,
50 a So-.rea do Auoaral I maja, 50 .i Fcrnaadea i
Inna.
C'amin 4 volumes a Vianna Castro 4c C-
CauJieiro; 3 b.rricas e 3 caixia aos meamos.
F .riuhi d trigo 1750 b u ricas a Macb id i C i s
\ C 7 K) a c'e.-eira Cirnyiro 4 C 100 a Jnlio 4c
lrmo.
K ir -a ue 200 caixis a Paiva Valente < C 500
a S uz, Bisto, Amor m H. O. 530 a Siares do
A i.ar.. Ir.n o, 50 a Piau;ii:j Manoel da Siiva
' O.
Machinas para descarocir alg.do 22 caixas a
Res a Sanios,
viere id na diversas lOOc.ixis ordem.
U.eo el. ciico 2 callos a i\ mciaco M mocl da
SiK iic C.
Pe xe 6 barra a H. Lundgr.-u 4 C.
Tooi'li.li 2J u i; na a S ma .at A u ir. n & C
Vurog 3 a Pereira Gunnai ; d; i,
EKportuco
aac'ira. 1 roa ao fio ue JSi
Para o estertor
a barca inglesa Osseo, carregaram :
Para o Bltico, Boratel-oaun c-C. 158 sacc B
com 10,2(6 kilos de algodao.
Na birea portuguexa Claudina, carrega-
ram :
Para o Porto, M. Lima db C. 202 couros salga
dos com -,421 kilos.
rara o interior
= No hiato uaciouai D. Antn a, carregaram .
Para Mo.aor, E. C Beltro oc limo 2 saceos
com 150 kilo de assucar mascavado, 10 d tos
com 750 ditos de dito branso e 19 banca com
1,0 .'5 dito de dito.
Ma bar caca Phen'x, carregaram :
Para P^rabyba, M. Lope 4 C. la t ib jas de
vinhatico.
Ulnbelro
BECEBIDJ
Pelo vapor nacional Esp rito San!*, procedente
doa portoa do norte, pafa :
Martina Cirdeiro 4b C. 4:0894)30
Braga oc S 2:894*509
Agostinho Santo 4 C. I:90*00j
Joaquim Ferreira de Cirvalho 4 C l:lol*310
Dr. A'fredo Silverio de Sonxa 650*100
Goncalve lrmo 4 C. 400*000
Pelo vapor americano AUxanc, procedente
do Para, para :
Feruandes 4 lrmo 10:000*000
Dr. A. R. Azevedo Jucor 800*000
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Espirito Santo, para :
Rio de Janeiro 9:000*000
O mesmo vapor portador da quantia de...
100:000*000, remettida pelo Londuu and Brasi-
liau Bank, para a Babia ou Rio de Janeiro.
iteudiiucutos publico
HEZ DB AOOBTO
AlJ'anaega
K -uda tceral .'
1 21:138*051
dem de 2 27 032*696
56 dit >s de fazendas al* 56*000
36 ditos de sumo a 700 ris 25*200
22 dito de Iresaurae a 600 ria 13/200
2 1 talboa a 2* 4)*000
16 ditos a 1* 14*090
A Oliveira Castro 4 C.:
108 taliioa u 1* 108*000
)uve ter sido arrecad.ada nes't dia
a quauuade 437*900
Renda provincial :
De 1
dem de 2
1.6354994
3;616.34>
48.230 o 747
5:282*310
Del
dem
l>e 1
Id ic
>e
Io.er
Rscebedoria geral
Receledoria p.-ootnsiai
Recite. Drainage
53.513/087
789198
568/332
1:357*030
592229
38")*t0)
978*032
438^900
358., 773
797673
Haiadonro PutoSIco
^'oram abatidas nc Matadouro da Cabanga 93
rcaea para o consume do dia 2 de Agosto.
Sendo: 67 rezes pertencente a Oliveira-Cantrv,,
. Mercado Municipal de doa
U movimento deste Mercado nos dias 1 e 2 de
Julho foi o seguinte:
81 boa pesando 10,722 kilos sendo de Oliveira
Castro, 49 utos de l-< qualidade 8 de 2 e 27
ditos particulares.
410 kilos de peixe a 20 ris 8/800
167 cargas de farinha a 200 ris 33*400
23 dita de fructas diversas a
30o rs. 6/90J
20 taboleiros a 200 ris 4*000
20 Suino a 200 res 4*000
Foram occapados :
49 columnas a 600 ri 29/K)
42 compartimentos de farinha a
500 ris. 21*000
44 ditos de comida a 500 ris 22/000
125 ditos de legum.es a 400 ris 50*000
Pro; g do dia :
Carne Verde de 200 a 400 ria o kilo
Curneiro de 720 a 80J ris idcin.
S iibm de 50) a 6J0 ris dem,
r ariuiia de 160 a 24 ) ris a cuia
Ullno de 26 i a 32 J res id-m.
. irj di- 60 I a 800 dem.
r:itiii- .-5:>a urian no porto eos
2 de Agotto
NACIONAES
Armandoconsig. Liyo & Fiiho.
* Espirito Santoao Viscoude Itaqui do Nort?.
G'quii Companhia Ptrnaubucana.
Ipojjca Companhia P.ruambucana.
Jacuhype Companhia Pernaubucana.
Lamego(canboneira d) gu-rra).
Mariauniuha coriaig. Baitar Oliveira 4 C.
Manlahd Com,.auli a Pi-rnambucana.
Piraparaa- Ccmpanhia Puraambucana.
BaTRAMOE'.BAS
Armidacinsig. S Fouseca Irmaoa & C.
Ar el Saundera Brothera 4 C.
Claudina L >yo 4 Filho.
ClutaA Saundrra Brothsrs 4 C.
Echo Wilaon Son 4 C.
Fritzi Baltar Oliv<-ira 4 C.
(i sin- Pereira Carueiro si C.
Uau i4 Fouseca lrmo 4 C.
H imborgaund Wiiso Sons 4 C.
Ins ord m.
J. Q. Ficht F. R. Pinto Guimares.
Jos Estevo Am -rim I m3 >s & C.
Mara4 Jch istoa Pater 4 C.
May Coi yi Sannders Brothers 4 C.
Maranhousei Johnston Pater 4c C
Norddeutsch: Seewarte4 Heary Nuesch 4 C.
Osseo4 W. Sons A C
PoUtyjrnen F.nscca Irmos 4c C.
Reform4 H. Laadgrsn 4 C.
Sculptor -4 S. Johnston & C.
SBKTA NO LAMAR >
* Valparaso con9g. 4 BiraUlminn 4 C.
O aigual indica ter a emloarcaco sahido.
VaporeA entrar
DOS F0BTO8 DO SCL
Principe do Grao Paraamanh.
Ville de Santos ">,
Camillo a 7.
Trenta 14.
Par-a 17.
Espirito Santoa 27.
La Plata-a *9
DOS F0BTOS DO NOBTE
Manosa 12.
Peroambjco-a-a 24.
DA EUROPA
Scnegalhg'e.
Ville de Macei amauh.
Mondegoa 10.
Taguaa 24
DE HAKBOBOO
Bahaa 15.
DE BlVjtRPOOL
Mercbanta 13
Vaporen a aalilr
Seoegal boje, 4 i h ira da tarde, para Mon-
tevideo, tocando na Baha e Rio de Janeiro.
Ville de Macei a 5, 4g 4 horas da tarde, para
Babia, Rio de Janeiro e Santos.
Ipojuca a 5, a 5 horag da tarde, para Parahy-
~ ba, Natal, Mac o, Mossor, Aracaty e Cear.
Ville de S>ntosa 6, g 2 horas da tarde, para o
Havre.
Camillo a 8, a 5 horas da tarde, para os portos
do norte.
Mondego a 10, s 2 horag da tarde, para Buo-
no-Ayre, com escala por Baha, Rio de Ja
a-Aro e Santo.
Principe do Grao ParAi 10, 4 horas da tar-
de, para Macei, Vilia Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha.
Qiquia 10, ao meo din, para Fernando de No-
ronha.
Manosz 13, s 5 hora da tarde, para os portes
do sul.
~aaloso entrar
Bella Rusade Terra Nova.
Emolatorde Terra Niva.
Florence de Terra Nova.
Farwardde Liverpool.
Lidadordo R'O Grande do Sul.
Mari?do Rio de Janeiro.
Marinho IX-do Rio Grande do Sul
Marietta do Rio Grande do Sul.
Postivo io Rio Gran le do Su!.
Uuionde Santos
o vI meato do porto
Navios entrados no dia2
New-York e ccala 24 dias, vapor ingles
Maranhens do 960 toneladas, commandante
HtnryThomaz, equipagem 30, carga varios g-
neros ; a Joboston Pater 4 C.
Santos e escala Vapor allemo Valparaso,
de 1,565 toneladas, commandante I. Riedol,
equipagem 49, carga varios gneros ; a Bors-
t.lman & C
?lanos e escala 10 J|2 dias, vapor nacional
Espirito Santo, de 1,999 tooelac? s, comman-
dante Car"o3 Gomes, equipagem 60, carga va-
rios gemros ; ao Visconde d* Itaqui do Norts.
Rio Formoso e Tamaodar 6 hora, vspor na-
cional. Giqui, de 223 toneladas, comman-
dante Souxa L^b),eqiipagem 23, em lastro ; a
Companhia Pernambucana.
53 Sahidos no mesmo s a
Hamburgo e escala Vapor allemo Valpara-
so, commandante I^Ricdel, carga varios gene-
Ride Janeiro e escala-Vap-r nacional.Espi-
rito Santo, commandante Carlos Antonio Go-
mes, carga varios gneros.
3
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Diario de Peroanibuco(luarla-fcira 3 dr Ag sto de HH7


f-
i
Ir
8 Joa>, preto, 31 ano>s, 1 M tu e! Correia
Aojo.
9 Taeo losio, preto, 38 annos, d* Silva & A!v*ro.
10 uSrauceliu,, 32 annos, do Baro daSoledade.
11 Quintino, pirdo, 24 snuis, de D. Maria do
Carmo Catntlri Campello
Coojugea escravoa de diif-rfutei senhores :
12 Hereulaua, parda, Si annua, de D. Joaquina
Emilia da Silva VllUea.
M'-a viuvas >u solteiras cora filbos escrivos
meuorej d.' 21 annos :
13 Maria, prela, li annos, de O. Miria Militana
Monteiro.
14 Francisca, preta, 18 ano.'s, da mesma.
15 Mimel, prer I jumos, d mesma.
16 Rita, parda, 37 ann >, do Dr. Francisco de
Paula Correia de Ar: uj'i.
17 Agcstuho, pardo, 20auiue.de D. Anna liarla
d i Cmceico.
C'.njugei rom fibot mcnurea d i 21 annos :
18 Marcoiino, pardo, 50 au .. de ^ranciseo An-
tonio de Oliveira.
19 Maria, gem-branca 55 aun s, do mesmo.
Mis viuvas ou solteiras com todos os filbos
livr :
20 sabina, parda, 21 ann m, do Di. Antonio Joa-
q-iim de Yloraes e Silva.
21 Luiza, parda, 34 annos, do Dr. Luis, de Salasai
Moecuso da Veig* Pcsso* e Helio.
22 Is.b-I, preta, 40 annos, d" D. Maria Magda-
lena di Avellar.
23 Sebastian*, preta, 26 annos de Ignacio Alve
M)ntero,
24 Justina, preta, 27 anuo?, de D. Maria Clara
Caruero Machado Ui a
25 Joanna, pirdi, 24 anu s, de Antonio Jos
Duaite.
26 Silveri i, parda, 31 anuos, de D. Maria Gal
dioa da Silva Braga.
27 Leopoldina, preta, 35 auno*, de D. Francisca
LeopaMina da R 'cha.
28 Vicencia, preta, 37 ann s, de Jote de Sjuaa
Nunca -3iagi.
Escravas a Ireiras < eem fi.h s :
29 Felippa, preta, 27 annos, d D. Maria Eupbra-
eia de Azevedi e Mello.
30 Antonia, pirda. 21 annos, de Manoel Joaquim
Alvi's dos Santos.
31 Oiuiiuda, parda, 22 anuob, de Guimaria de
Mendonc* Alves e L 12 Silveri, preta, 23 annos, de D. J-iSephioa Tbe-
mu lo L'ssa.
33 Francisca, p'irda, 25 aonoa, de D. Anua A.
Los Vuleia.
34 G'ra'l., ir- ia, 28 aaaoa, di D. Maria Ceara
Carneiro Machad Uios
35 Joanna, parda, 2" auno?, da D. I t.bel Emilia
de Oliveira Ferreira.
36 Helio lora, parda, 21 ann s. de J ao Giix.alvee
Torres.
37 Lus, parda, 17 auoos, de D. Anua Marques
Avila.
38 Gmlh'.'i ii ina, parda, 1!) aunes, dr Jos da Silva
L^yj.
39 Maria, parda, 22 annos, i' D. Maria das Nev<-s
de Miranda Oliveira.
40 Vicencia. preta, 24 annos, de Je < Jos da
Silva.
41 Felismioa, parda, 26 annoe, do bichare! Ju-
ventino de Miran la Cabr.il de Vasconeellos
42 Qniteria, pr. ta, 20 anuos, d i Mauoel Correia
de Araujo.
43 Athanazia, prct i, 2! anno-, do mesan.
44 Maria, prda, 30 annos, de M n el Jce a
Silva Oliveira.
45 Quitea, preta, 35 an es. le I) Maria L?o-
polaiDa Ferr. ira Liti'.
46 Gencrsa, preta, 35 aunes, de Manoel Correia
de Araujo,
47 Justa, par la, 39 son >;, de Ignacio Ferreira
Tnemudo L?asa.
48 Aufooia, preta, 43 annos, de Fraucisco Jce
da Costa e Silv.
49 Romana, preta. 45 annos, de D. Maria das
Neves de Miranda Oliveira.
0 Odia, pard i, 4.* auno;, le J ao Jos da
Silva.
1 Aut ma, pretJ, 49 aauos, de D Izabe: Em lia
de Oliveira Eerr'ra.
52 Luiza, parda, 40 annos. do Espolio de Fran-
cisco VlC' n' d >s Santos
53 Sabino, pard j, 17 anuos, di mesa >.
Foram excluidos do prescn'e edital os escravoa
Rosa, Mara ti >sa e Isa be1, p rtencetes ao Dr
Joaquim da C>sta R b iro, por se acharen) liber-
tos, cuufirmo a declirac- feiio a este juno pelo
mesan doutor.
E para que chegue ai cnlieciment) de todos,
mandei pissar o presente que aera pub ieadi pela
iroprensa.
Dado e pssi-.do ocsta eidafe do R-cife, aog 21
de Julbo de 1887. Subocrrv.i e assiguo.O ea-
rivlo interino, Tu i as Ferr ira M'ciel Pina iro.
Joaquim Carreta re O'.ve ra Andraie.
de BflCeos : Palma, Callereiro, (Jar, Astiumpj'io,
ti iv i anti Sita e M triz 1^ S. Jos.
Largos : Forte e Mercado.
Freguesia d B >a-Vista
Ras: I-op ratru, C neeiclo, Visco id* de Pe
lotae, Tambi, Vraaoa le de AlbuqierqU, Capi-
baribe, Ponte Velba, Condi- da Bia-Vuta, Ra
ihui-lo. U'iiilo, Saudale', S^te de S'temliro, Vis
de Ciinareibe, C niara i, Rosario, Gervasio
Pires, Dr. Viilaa-Bois, Socego, Pnncipo Santa
Cruz, S. G .incalo, Coelbos, Hispital PHr) II, Ge-
nera! Ssr i. Uoronel Lun nba, (]ous-lh ir.. Afiliar,
^eio Cornado, bario-de S. Bjrja, Des nbarga-
!or Nones Machado, Viscodo de G yinia c At-
traeco.
Travessas : Gervasio Hires, Atalho, Coelhos
Barreiras, V.-raa, Qaiab>, Joao Francisco, Mta
guc-ira, Campiua e Palci i do Bispo. *
P.acis : Conde d'Eu c San'a Cruz.
Largo ; Campia.
Beccos : Coelhis e S. Goncalo.
(l
cenca
De orden do Itlm. Sr. inspector, fac publi-
co que no da 6 de Agosto proximj futuro ir
pract, confirme ordenou o Gi'n. Sr. Dr. presiden
te da provincia em ofiicio de 11 da cor vnto, o
f'rnecimento de fardam uto da guarda (ivica, o
qual compoj se de 360 blusas de brim pardo, 363
calcas da mesma fazenda, 12 > calcas 4a brim
branco, 120 mantas de l, 480 pares de botinas
de beierro c 120 gravatas de couro de lustre.
Oa senhires concurrentes dvi-m habilitar-se na
sesso d junta d<> dia 4 daquelli* mez e apresen
tar 8UH8 propostas em ca'ta fechada, n > lia da
urrematac, acompiuhadas de um cieinf lar ma-
nufacturado de cida artigo que deve ser ij;ual aos
que actualmente usa a mesma guarda.
Outr sin, cada um dos artigo de que se trs a
deve vir tambem acorepa.ihado da a-nct tra da
respectiva faa'nla.
Secretaria djfheeouro Prjvincial d-J Pernim-
buco em 29 d Jnlho d- 18S7.O oficial.
ndo'.fo Campello.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspectoi, face
publico que no dia 6 de Agosto pioximo ioto.ro,
vai prafa ueste Tbeajuro, t-jufjrme orcenou o
Kxm Sr. preaidente da provincia tui oficie de 11
do corrate, o 1 ornecimento do> obj-ctos abano
declirados, n-cessanoa ao siirvic) da Casa le Ue-
tencio.
Os concurrentes devom habilitar-se previamente
ua sesaao da junta do dia 4 de Agosto ; fazer
acompanbar aa suas propostas, que sern fetas
nn cartas techadas e entregues no dia da arre-
matarlo de um eic.npl.ir de cada um dos referi-
dos objectos :
2 cassar.las de ferro eslanhadj co.n 2 kil. de
I reunido da ainembli seral or
diara
NSo te-vio cjmpireci i i boomtj de soci is para
estibe e er ae a ussembla geral na l convoca-
co, le novo couviio os senhores tocios a compa -
re serena na sede social quinta-teira 4 J> carrete,
s 7 1|2 bjras da taide, afioi de ouvuem a Untura
do3 relatjrios da directo ia, cooaelho fiscal c cora-
missao de cootas. Recife, 1 de Agosto de 1887
Bento ae Agaiar,
1 secretario da assembla geral.
4*o<'lro de proiecco o bcuefleen-
ca muluas dos enpreades pabll-
com Keraen Peraatubuco
Do ordem do S.-. presidente interino, convido a
todos os fuoccioaanos g raes das difterentes re
pirricoes publicee existuutea n ta cidade, a C0'n-
pareeercm ia rrunio cjuvocala para o dia 3 de
Ago to prximo n.idouro, plus 4 horas da tarde,
a ra do Hospicio n. 75, ufim ue t.martm parte
na discutoo dos estatutos, que tem de dirigir a
mesma associavao.
Secretaria da associacao d protecvii e bsnefi-
cencia mutuas dos embregados pblicos geraes,
em 30 de Julo de 1887.
U 1 secretario interino,
J) ae Arim .tha Costa I
peto.
2 ditas de dito, com 1 dito d peso
12 cocos de folha de flandres com 0,08m du altu
ra, 0 10 n de bca e 0,09 o de fundo.
4 ditos de dita, com 007.m de altura. '307 de
bocea e 0,0o.m di tundo, sendo este com ralo.
4 conchas d i ferro rstnuhad >.
2 assocareiros de folha de fliujrcs com capa:'-
dade para 2 kilos de aasuc r.
300 uj las de lonca de Japy.
200 pratos da mesma loiica.
Secretaria do Thesouro Proviucial d' Ptrnam-
bu.-o, em 29 de Julho de I887 O oficial,
Lindolfo Campe'lo.
D ordem do lllm. Sr. O inspector, faco
publico que tica marcado aos senh>r> s i.r.-eiriatan-
tes do diiimo doga .o, que aceitar un a concessio
da lei n. 1888 sob a clausula estab le ida na or-
dem da presidencia de 17 il Juuho ultimo, o
praz) de o.t> dias pira asaignarem os respectivos
contratos, cumprind > Ibis dea'io dj praso impro
rogavel de tres mezes privar perante este The-
souro, pr sni'io de documenros judieiaes, a impor-
tancia dos prejuizos que soffre'aro, afim de serem
deduzidos at um anno no mximo, deven io as
ov'smas prevas ser futs p>r j n'ifieacao com aa-
diem-ia d.>g aj liantes do Dr. procurador dos fei-
t >s as resp'ctivas tollectorias ou dos eo.lectores
no imped'inentn delles < p-a'eriormeute submetti-
dos a este Thesouro, sent que a falta ou impro-
cedenc i dessas provas importar sem mfis re-
corso p rd-i de iireito a indemnisac2o permittida
i citada lei.
Secretaria do Thesouro Piovincial de Pernaui i
buco, 29 d* Julbo de 1887=0 oficial,
Lindolph Camp Un.
DM.LABAC6ES
CoH)|)()nliia do Bfberibe
Previne-se aos subscriptores das accoes da no-
va emissao que o prazo pura o pagamento da ter-
cira e ultima pres'acSi de 40 /t termina no da
i do mez proxnni vindour >, como foi previamen-e
annunciado.
Recife, 11 de Julh) de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
0administrador da R ccb.'Joria Provincial
dando camprimento a Portara n. 1017 expedida
pelo Illm. Sr. Dr. inspector di Tnesouro em26do
correte, faz poblico a qucni iuteressar posga. que,
no prazo de30 ii.s ut-ig contlos du I* de Agesto
prximo, dar-se ha principio uesta repirticao
cobrauca, livre de multa, couf.nne a lelaco mira,
das annuidadea e maisservicis da Recfe Dra'na-
ge Comptny relativos ao 2- wsjtrt do exercicio
de 188687.
Recebedoria Pnvincial de- Pern>inbuci 29 de
Jalho de 1887.
O administrador,
Francisco Amynihas de C>rvalho Moura.
Relaco a que se retere o edital supra.
Freguezia do R- cife
Ras: Mrquez de O.iuda, Bom Jess, Alvares
Csbral, Commerci:, Biap i Sirdioha, Thom de
Souza, D. Maria d' S^ura. Vig irio Tenorio, Bar-
reto de Menezes, Mariz e Barro, Bur.os, Amorim,
Moeda, Tuyuty. C npanhia Pernambucana, Ma-
dre de Deas, Djmiog.a Jo, Martina, Mscate,
Restauracio, D. Mana Uezar, Vueoade d-j I apa-
rica, Vbarol, Areal, S. Jorge, Vital de Oliveira,
Goararapes e Baro de Tnomphi.
Pracas : Assembli, Chaco e Peiro l*.
Travessas: Vigario, Madre de D-us, Campello,
Domingos Jos Martins, para o Corpo Santo, Ami-
ga Porto, Bom Jess, Areal, para a FandicA Oc
cidente, Guararapes e Prnca de Pedro l*.
Beccos: Abren, N renh i, Largo, Pindobi, Ta-
pado e Pascboal.
Largos : Alfandega, Corpo Santo e Assembla.
Caes : Companhia, Brum c Apollo.
Freguezia de Santo Antonio
Ras : Imperador, 1- de Marc, Dique de Ca-
las, Cabug, BarSo da Victoria, Triocheiras, L-
rangeiras, Larga do Risari >. Estreita do Rosario,
Francisco Jacintho, Joo do R -go,I'ha de Carvalho,
Conselheiro Pirette, Netto de Mendouct, 28 de Se-
tembro.Sauto Amar, Mathiaa de Albuqaerque,Paa,
Paulino Camar.:, F.,g ., Livrament >, Paiiha, Vis-
conde de Iubaurua, Pedro Affinso, Njva da Praia,
Marcilio Dias, fl uriqu?s D as, Limas Valentinas,
Coronel Suabsuoa, Santa Therasa, 24 de Maio,
Palma, Marquz do H rvtl e Clela Nova.
Caes i Vinte Dous da Njvcrobro,
L'rgoi: Paraiao, Carmo, Penha, S. Pedro e
Praccta.
Tn.veHiiB : Queimado, Cruzc3, Marque do Re^
cife, da ra Bella, Qiarteis, ''alabouco, Expostos,
Matriz, Flores, Cirmo, Bomba, Livrament), Arse-
nal, 1 e 2' d- Praia, Calcereiro, 8. Pedro, Vira-
ci, L:bato, Falco, Pocinhi e Concordia.
Becc-js : Da travessa da ra Bella, Calabouco,
Matriz, I, 2* e 3 da Gamboa, Pateta, Io e 2* da
Cadeia Nova.
Campos : Princeza.
Pracas : Pedro II.
Freguezia de S. Jos
Ras : Marcilio Dias, Lmas Valentn s, Coro-
nel Suassana, S. Joan, Falippe Canaro, Mrquez
do H jrval, Vinte Quatro de Maio, Das Cardoso,
PaBO da Patria, Padre Nobroa, Victoria, Cadeia
Nava Vidal de Negreiros, Fre Heorique, Dique,
\asumpcao, D mingos Theotonio, Padre Floriano,
Christovao Colombo, Jardim, Forte, Antonio ;n-
riaue Nogueira, 8anUGeci:ia, Santa Rita, Padre
Mt-n-x, Pr> de S*nU Bit8' 8' Jo8' P8eadorea.
Pr., ido Forte, Ypiranga, Impjnal e Luis de
Meudonca. .
Travesas Martynos, Ramos, Pocinho, Cal
dereiro, Gaa, Prata, Serigado Copiares, da ra
Nova de Santa Rita, Praia do Forte, S. Jos,
Peixoto, Lima da Matru de S. Joi.
Companhia de EdiOcapo
Os senhores accionista, po.-suidores das accoes
remidas, s> convidados a receberem os juros das
mesmas, venc ios em 31 de DeaemVo prximo
pasea lo, em t ..l.,s 03 dias uteis, das 9 horas da
mank s 4 da tarde. Recife, 28 de Julbo de
1887.O gereate interina,
Aafonio V. do Nascmento Feitota.
Tkcsouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector dcsta, re-
partico, faoo publico que no dia 1 de Agosto,
comecam os pagamente Jos fjnccionarios pro-
vinciaes do mea de Julh >, na 'rma da seguate
tabella :
Mo 3- id No 4 !b, instrneco publica, bibotheca,
casa de dntencao, juizo e coadjutoies.
No *> idwm, secretara da assembla e escola
normal
No 6 i.lern, gyinnasio peruambucano.
Ni 7' id. m, obras publicas e guardas da illu-
minico.
No 8- dem, recebedoria provincial.
N 11 idem, p ilicia.
No l- iJe^i, aposentadas.
No 13- id"m prof-jsoreg rl-3 eutrancia ees-
colas no.tornas
No ll" idem, profcisores de 2" entrancia.
So 16- idem, professores de 1* entraen e
guar la civica.
No 17 idem, pr ifessoras de 8 entrancia.
No 19" idem, profess ras de 2" entrancia.
No 21 idem, polica.
Na 83' idem, profesaras de 1* entrancia.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 30 de Julho de 1887.
O eacrivo da receta,
Luiz Kp: phmio de S'uza.
Ciimpanhia de Manta Tkeresa easa-
presarla do abavlerlmenio il'asiia
e las A cldade de Olloda.
DIVIDEND
Pe 1 ultimo halanc'i da Compinhia fechado 30
de Joobo, verifica-ce baver saldo suficiente para
a distribuico d 1 17 dividendo a razo de 6 o/0.
Ser esta distribuico annunci I. logo que a Com-
panhia consiga liquidar su s c ^ntas da llumina-
cio publica, durante o nn 1 que con ecou a 1 de
Julbo de 1886.
0 que communico aos Srs. accionistas por erdem
da dii-ctoria.
R cife, 30 de Julho de 1887.
O director gerente,
A. Pen ira Simdes.
twMoriurao I> -m-fl. .-ncia inulu
Ruene-se no dia 3 do eo. renta, s 4 1/9 horas
datarle, no preaio n. 75 da ra do Hospicio,
para tratar da discussao d. estatutos, e para esie
fim sao convidado- os c-iiiprcgados geiaes que a
ella quirun p rtencer.
Veneraiel Irsnaodade de Maula Ce
cilla
Circular aos inuuos professores
De ordem da mesa conjuncta, conimunico aos
professores que se acbain ein atraso para c.in o
coire da irm indade, que a mesma mesa concedeu
um indulto de 50 /o a todo aquello irmo qne qui-
ser pagar o # u debito at 3'J de Novembro do cr-
rente anuo.
Consistorio da Veneravel Irmiadade de Santa
Oeciia, 30 do Julbo de 1887.
O secretario,
Amaro Joaquim do Espintu-Saoto.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria Bao chamados es pareutes
ou protectores das menores abaix 1 declaradas,
para, at o dia 30 do correte, aprcscntal-as no
c llegio das erphs, a6m e serem ah admittida*.
viat > acharrm se inscriptas euj primeiro lugar, uo
r. spretiv.i qiiadrn.
Laura, filtia de Miguel de Souza Galvo e Iaa-
b I Maria da Silva Galvo.
Sydronia, filba de Cosum Damio Felippe da
Silva e Constancia Maria di Carmo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julho de 1887.
O eacrivo interino,
Prancisco Gomes Castellao
Inspectora Geral de Hygiene
Em virtude do que dispde o art. 66 do regula-
m -'uto que baitou com o decreto n. 9554 de 3 de
Fcvcrero de 1886, a Inspectora G ral de Hy
gieoe fas publico, pelo prazo de oito d'as. que o
cidado Homem Bom da Cunha Souto ola;or, Ihe
dirigi a seguate pe'ic>, com documentos que
satisf guUmento :
Dis Homem Bom da ; 'uuha Sou'o Maior, re-
sidente na cidadedo Bom jardim, provincia de
Paroambuco, o ide establecido com casa de
diogas, que tendo mu i tos annos de pratict de
ph rmacia. como provam os d.icumentoa juntos,
e bavendo grande necessidade de ama phai macia
nesta cidade, como pmva c.in o attestado da Ca
mar Municipal, veno o supplicanr- reqoerer a
V. Exc. a graca de 011 edr Ibe liesoea pira
abrir e dingu um pharmacia ua cidade de Bom
Jardim, em' vista d. art >"> do regulamento que
baixou com o decreto o. 9554 de 3 de Feverciro
do 1836. Nestes termos pede a V. Exc. deferi-
mento.E. R. M. Bom Jardim, 8 de Fevereiro de
1887 Homem Bm di Cunha So-'to Maior So
b>e duas estar*punas de 200 rs
E declara que Be mase prazo nenbum ph traa
cetico formado Ihe cimmanicar ou Iospectoria
de Hy iene d pr ivineia de Peruamboco a reso-
luco de estabe1! eer pharma ua ua Citada locali-
rtade, conceder ao pratico a licenca requerida.
Inarjactorin geral de Hygine, em 15 de Juuho
de 18877Dr. Pedro Affonso de Carvalho, secre-
tario.
(Extrahido do Diario Oficial de 19 de Julho de
1887)
i Bleicao de na* peofessnr para mem
bro do couaelbo Iliterario
De ordem do Dr. inspector geral, declaro aos
professores pblicos de ensino primario effectivos
e vitalicios, quer de u quer de oulro sexo, que
tendo de proceder-se a*leic> de um profesior
para membro .do ccnaelho litterario, devem ns
f.ms do art. Io das instruccoes de 15 de Maio de
1885 e art. 18 17 do regulamento interno das
escolas, remettercm a tata secretaria at o dia 14
de Novembro viudouro, os seas oficios.
Secretaria da instrueco publica de Pern.mbu-
eo, 1 de Agosto de 1837O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvo.
sociedade
DOS
Artistas Icdianicos e
Uberaes
O f ordem do irmo director, convido aos irmos
que se acham no goso de i;eus direitos, a reuni-
rem-se em nossa sede sexta -fera 5 de Agosto,
pelas 6 hiras da tarde, lim de ter lugar a as-
sembla gera! do mez prximo parsado, que dei
xou de funecionar por falta de numero, devendo
esta ter lugar com o numero que comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbaaicos e Liberaes do Pernambuco, em 3 do
Agosto de 1S87.-0 1 secretario,
Paterniano Barroso.
Club Coiico dia
Ordentliche Hauptversammlung
Preitag den 5 August
Beachlu88fahig mit jeder unzaul Mitglieder.
Das directorium.
; Instilan Arceologico e GaagrapUl-
Quinta-feira, 4 do e rrente, hora do ecstumo,
baver sesso ordinaria.
Secretaria do Instituto Archeologico e Geogra-
phieo Pernair.b'ieano, 2 de Agosto de 1887.
Baptista Reducir,
1* secretario.
[lublica
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidente da pro-
vincia, declaro que no Gymnasio Provincial ha-
vera vaccioa publica todas as quintas feiras, das
11 horas ao mei 1 dia, ou em qualqner dia santo a
mesma hora.
Gymnasio Pi vincial, 1 de Agosto de 1887.
Dr. Estevas Cavalcante de Albuquerque.
Arsenal de Guerra
i>e ordeui do Illm. Sr. inajor director, distri-
bue-se costuras nos dias 1, 2 e 3 do mea vin-
douro, s costurei.aa de na. 101 a 150, de confor-
midad-; com as diaposii a dos aununcioa anterio-
res.
Secco de costaras do Arsenal de Guerra de
Ptrnamboco, 31 de Jolbo de 1887.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto
De hoje por diante os presos
dos niateriaes da Diaria a Vapor,
sero regulados pela tabella se
pinte, sem descont:
Tjoiits grossos frmalo com-
moni, niilheiro 188 Ditos fr-
malo pequeo IlS Telhas, mi-
Ibeiro 55$, Ladrilhus t diver-
sos formatos 30i)00.
Recife, 1 de Agsoto de 1887.
GERENTE NTERIN J.
TIIKMHO
Sabbado, 6 de Agosto
Senhora da Bonanca
Urania martimo em 4 actos
Festa arlist.-a Jo actor LISBOA
Protrainma, no dia.
Becife a Oliafla o Mr!
ia oa mm a
aa ftwm
A directora fas sciente aos Srs. subscriptores
da nova emissao de acedes para o levantan) nto
da fabrica na Torre, que tica marcado o praso de
30 dii.8 desta data, pam pigarnento da primeira
pre8lac< de 10 por cuto, a aut trisauo o Sr. 'be-
soureiru Jos Joo de Amorim Jnior, para ore-
cebimeuto
K-cite, 27 d Junh. de 1887.
Os directores,
Manoel J"i- d Silva Guimares.
Heorique Sareiva,
Srtretario.
Jos Jco de Amorim Jnior,
Tbe8onreiro.
Ba do Bom Jess a. 3.
Thcsouraria de Fa-
zenda
>De ord-'m di Illm. S-. insprctor, fa;o publico,
para coiihecimi-nto dos intereanados, que se acha
maleado u praco de SO dias, acontar de hoje,
para a cobranc amigavol d >s impostoi geraes
que deixarum de ser nagos na recebedoria de ren-
uas ni excrcicio de 1885-1886, procedende-se logo
em seguida a cobranca executivn.
Thesouraria de Paseada de Peroambueo, 1 de
Agosto de 1887.O secretario,
Luiz Emydio P. da Carxara.
Estrda de ferro
DE
ttibeiro ao Bon'to
Per deliro'rac> da directora, sao chamados os
senhores accionistas desta empreza, para no prazo
de 60 dias, a contar de hoje, rec lberem a o1 en-
trada de 10 / desuis accou, nrs termos do art.
2* dos "statatoj.
icif 4 .le Junho de 1887.
U secretnro,
Jos BellarmiDO Pereira de Mello.
Estrada deitrro
de lbeir Bonito
NSo ti-no a dir ftoria aceito as propos-
tas p ra o ssentaiii.iito de dez mil me-
tros de trilhos em 5 k;l imetroa da va psr-
miinente desta estrada de { rro, convida-
se de novo os concurrentes ao dito traba
lho a apresentarem suas propostas at o
dia 6 de Agosto prozimo, devendo ellas
estar de accordo coiu s condicSes estipu-
ladas, no esrriptorio da empreza.
Recife, 29 do Julho do 1887.
Eaglisa M o i de Janeiro
Urtei
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,0(JC
A contar di sta duta at ulterior reso-
luc&o, coneeder-se-ha juris de dous por
cento ao anno, sobre, os saltos cij dinbeiro
depositado em santa crrente ue ..-novimen-
to no 'i-esniu B >Boo.
Recebe-se taiubvii diuliciro sin deposito
a juros por perioios determinados, ou su-
jeito ao aviso pivio de trinta das para ser
retirado, me ti inte as (ondir8'S d, quo se
dar conhecimento aos i iteressados.
Pernarocuco, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Oregoiy,
G'irciite.
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arreoda-sc os se-
guintee predios :
Ra d) Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1' andar e loja.
dem do Vigario Thenono u. 22, 1 andar.
dem idi-m n. 25, sobrado.
dem do Marqiiz de O >da n. 53, 3' andar.
dem do Apollo n. 24. 1- andar.
I Je ii da Moda n. 4*.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 4H.
dem idem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14, 1- aodar.
Beceo do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misereordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O eflcrivSo intirino,
Francisco Gomes Castellao.
AVISO AOS PAS3AGEIROS
Visto terem-se dado certos engaos por parte
dos Srs. p asagi'iro- que nao leram em tempo os
aviaos "etla gerencia sobre as novas con.-cssOes
rVitas pela direct ira, e sobre o regulamento das
ei res mensaer por essa eccasi i creadas, aa quaes
por esta rasSo n& poderaot ser obtidas por todos
que as dfejaram ; c mmunico a Se. Ss. o ee-
guiute :
1 Aa concesco .'S espontaneas e anteriores que
o -. ii r i: uar .m em vigor, foram : as de oaBBagem
gratuita aos meninos de escola; a assignatura de
urna viagem redonda por dia a 104000 na 2* classe
para os creados doa assiguaules; o direto de
viajar o assignante ind stinctamente para lnda
e Beb-ribo qn.ndo a assignatnra fr para duaB
seccojs ; o direito de transportar os mesmos gra-
tuitamente no earr- de freio,garrales vasios, latas
ou pequeos caixoes que tenbam de voltar chelos,
salvo ocaso r-m que jesteja tomado todo o lugae
da carga ; o direito de transportar gratoitamentr
no carro de freio plsotas oucmbrulbos cujas dimen
eo s nao excedam a* do que nagam os primeiros
pieyos das r.speclivas tab.llae, e p>r metade do
pref) os objectos p^'los quaes u'ellas se cobram os
seguodot valores.
2 Aa novas cont-eseo-s fetas o comeco do
actual mes foram : poder o pua.-ageiro obter se-
ne* nomiu it> de urna viagem redonda por da meo-
salmente oa 1' classe, a 164000, para linda e
Bi'bribe, e840X) fiar m Eucruzilhada dando-lhe
os mjsinos direitua d" que gomm oa assignantes;
r din-cao das assignaturas de estadantes de pre-
paratorios, que <-ram seguodo as idades ao prer^o
mnimo de 24500 para a Eocrotilhada e 54000
para iioda e Uebribe; viajar o assignante ou
portad sido oosecu'iva e oominalmeote pisaageiro de
taes iy..'OS de bilh-tca durante 11 mesef, o que im-
porta eir viaj ir durante o anno A ruano de 184333
cono asBigoaxte e ratao d-. 14/tir>6, c-mo pir-
tador de a -res.
3* A* series podero ser obtidas at a tarde do
Ultimo dia do m a anterior, violo como srXo data-
das e rubncada e precisam assim str preparadas ;
as assigu .turas cAo concedidas at o dia 3 de cada
mez.
4 Os bilbetei grataitos dos meninos de escola
s to conced.ios mediante um attestado de fre-
quencia do respectivo profrssor; e as asignaturas
de HStudn<- de preparatoriot, que nio exercam
outras tunecoj e sejam luernuieate rstudantes,
mediante a presiuitacS > da mitrienla.
Escnptoiio do gerente, 27 do Julbo ae 1887.
n o*_-
SI
La
lTIMS
rjiAiiiin rs m\w
Companhia Franceza de Mavega
cao a Vapor
Lint:a quinzena! isittre o H-vre., Lis
boa, Penarubooo, Babia, Rio '.<-)-.).-.-u-.. t
Santos
0 nw raa da Sotos
Coinmandante Hnry
Espera-se des rxirt sul at o dia 5 de Agosto
seguindo depois da indis
peusavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece exccllentes commodos e ptimo passa-
dio.
As pastagens podero ser toma:'.s de suit.-mc
Recebe carga eucommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodaces
Para carga, paesapons, encommeudtis e dinhc:r.
* frrte: trata-se com o
0 yapar filia la Macei
Coramardante Panchvre
E' esperado da Kuropn
at dia 4 d< Agosto, se-
guindo depois da indignen
snvel demora r>ar a Ba-
ha, n "- Jniii'irn
Koga-se aoe Sra. Imp>irriiure4> de carga p -lot
vapores desta linha,uu dias a contar do da a.-ea.-ga das al vareag.
quer reciamtica coiiceruente a volumea, que po-
ventu; enham oegnido psra oa "ortos do sul,afin
de so pi-i-r trias.
Expirado o referido prast, a coinpauniaoM o se
rsaponaaliilisu por aBtasiua.
Para carga, paisag.ru, eiicommendas e dinhi irc
a frete : trata se com o
AGENTA
Aii^usic Labile
9 RA DO COMMERCIO-9
c otiivt \ iiii: ihn HEWMAC.B-
RIJb'M HAllntii v
L1NHA MENSAL
Paquete Senegal
Comwandantt- Moreau
Espera-se da Eu-
ropa at o dia 3 de
Agosto, seguin-
do depois da de-
mera de costume
para Buenos-Ay>
res, tocando na '
Baha, Rio de fanelro e Monte
video
Lembra-sc aoa senhores passageiras de todas
as classcs que ha lugares reservados para esta
agencia, que podera tomar em qualqner tempo.
Previnese aos senhores recebedorea de merca-
dorias que s se attendera a reclam aees por fal-
tas nos rolumes que forem reconbecidas na occa-
siao da descarga, assim como oevero dentro de
48 horas a e ufar rl i dia Ja desoarga d.is alvaren-
gae fazerem qualquer reclamado concernente a
volumi'8 que poverntura tenh m seguido paraos
portos do sul, ufin de p-d-r-se dar a tempo as
providencias ucceasarias.
Para carga, pasaai a frete : tracta-se com o
AGENTE
iiipsle Lahille
9 RA DO COAIMERGIO -9
t'OMIMMIII l>KR-V4MBI t*\l
DE
^avegaco Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahi/ba, Natal, Macu, Mossvr, Ara-
caty e Cear
0 vapor Ipojua
man :i.n(e Monteiro
jegue no dia 5 de
Agosto, s 5 horas
da tarde. Recebe
__|earga at o dia 4.
Encommeudas passagenB e dinheiros a frett at
as 3 horas da taide do dia da sabida.
E3CRIPTORIO
Caes du Companhia Pemambwwia
a. l'
United Niales i Brasil M 8.1 C
0 nw Allianca
E' esperado dos portos do
tul a* o dia 16 de Agosto
depois da demora necessaria
seguir pura
Haranho, Para, Rarbados, S.
Thomaz e li'ew-York
Para carga, passagena.e i- .uu.-ndaa diheiro
trete, tracta-s com o:
AGENTES
O vapor A.dvance
Espera-se de l orl-
News, at odia 19 e Agosto
o qual soguira .-opoia da
demora aec:3j m pa
Baha e Kio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
h> com or
AGENTES
Slenrv Pars-er k C.
I 8-IDi -') .OMMERCIO N. 8
. u:,rla
BOYAL mi STK.41 H(M1
COIPANV
0 paquete Mondego
E' esperado da Europa no dia
11 do corrente, segoinde
depois da demora necessaa
ra para
A P. Simn,
I
DO
BRASIL
Capital 0,000:000*
dem realtsado 8,000:0004
A caixa filial d'es e Banco funeciooaado tem-
porariamente A ra do Cominercio o. 38, saca, i
vista ou a prazi, contra os s 'guintes correspon-
dentes no estrangeir* :
Londres......... 8.' N. M. Rithschil & Sons.
Par.s.......
Hamburgo-----
Berlm.......
Brcmente.....
Prankfort s/ Main '
Antuerpia.......
Roma...........
Genova ------------
aples.........
Vliiao e mais 340
cidades de Ita-
lia..........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarfagonp......
Valencia e outras |
cidades da Hes \
panha e Ibas |
Canarias......I
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dadea de Por-?
tugal o ilbas... )
Buenos-Ayrcs.. .. )
Montevideo.....)
Nova York......
De Riolhachild Frrcs.
Deutsche Bank.
Baoque u'Aovers.
lianc i Genrale e
agencias.
Banco Hvpoteeario de
Espala e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Englisb Bank ot tbe Ri
ver Pate, Limited.
G Amsirk & C.
Compra saques sobre qualqner praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinbeiro em conta corrente de movi-
inento Com juros a lazo de 2/o *o an) e por le-
tras a prazo a juros cunveocionados.
O gerente,
Wlliam M Webster_________
Monle Pi dos Voluntarios da
Patria
Lea associacao tendr. mudado a sua sede para
a roa do Impertdor n. 16, contina baver suas
sessoes ordinarias todas as s-gundasfeiras, salvo
quando estas for m dia -antiicad .
KMII'IMIII l'i:U\tHVM IVt
UE
Wavegacio costeira por vapor
r-ORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bhi
0 vapor Jacuhype
Commandante Esteves
Segu nu dia 6 de
Agosto, s 5 horas da
-tarde.
vecebe carga at e
Idia 5.
Encommendas, passagens e diubeiros frete at
ls 3 horas da tiirde do dia 6.
ESCRUTOLilO
Ao Cas* da Companhia Perrvnnhucana
n. 12
Companhia Haitiana de navega-
cao a Vapor
Mac- i.;, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia Bahia
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
i' esperado do; oi-ioc aci
ma at o dia 3 de Agosto,
c regreasar ..ara os mes-
mos, depois dii demora docos
turne.
Para carga, passagens, ene mu nenias e dinbeiro
a freti: tracta-se na agencia
Segu impreterivel-
mentc para os portor
cima no dia 7 d
Agosto, as 2 horas dt
tarde. Recebe carga
'nicamenteat ao 1[2
dia do dia 6
Para carga, passngeiis.encommendaseainbe-
ro a frete, trata-ae na
AGENCIA
7Ra do Vii7
Domingas Alves JHathens
Macei, Bahia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Rueos Ayres
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
corrente segtiindo
lepoia da demora
necessaria para
. Arcente, Lisboa, vlao e fion
(hampt'on
Reducto de passagens
Ida Ida e volta
A' Southampton 1> class 28 42
Camarotes res-rvados para oa paasigeiros de
Pernambnco.
"ara pasBagcns, fretes, etc., tracta-se <' n> os
Consignatarios
Amorim Irmaos &C.
S. 3- RA DO BOM JEUS N> 3
lOHPtJi!: PlirtlIHUIf .u
DE
Vavega^o Costeira por Vapor
Fernando de Xoronha
0 vapor Giqui
Com andan te Lobo
Segu no dia 10 de
Agosto, pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
idia 9.
Passag^os at aa 10 \aras da manha do dia da
partida.
ESCkPTORIO
< aes da Companhia Periaalia
_________cana n. 1* **_______
Porto por Lisboa
Para os portas indicidos seguir brevemente
o brigue portuju z Armando ; psra carga e pas-
sageiros trata-so com os consignatarios Jos da
Silva Loyo & Pilbo.
LEiLES
Cfunn': -' ~i itfaillBlrA de
j;coa Vapor
PORTOS DO NORTY
ave
O vapor Camilio
Comman iante Franck Cidditb
E' esperado dos portos do sul
at o dia 7 d. Agesto, e
seguir depois da demora in-
diapensavel, para os portos
do norte at Minaos.
Para carga, passagens oncorr-mendaa o valer1 s
tracta-se na agencia
PRACA. DO CORPO SANTN. 9
Quiuta-f- iia (4) deve ter lugar o leilo de
diversos volumes com fazendas de lei, miudesas e
perfumaras, de conformidade com o annoncio na
columna dos leiloes, principisndo pelas fazendas.
Leilo
Da casa terrea n. 32 ra do Sacego om
solo proprio, cora grande solea
Quartaieira 3 de Agosto
Ra do Imperador n. 24
%'. 11 horas
O agente Stepple p r mandado e insistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz r"e direito de crpoos e ausen-
tes a reqnerioiento do t-stan enteiro e inventa-
rante dos bens d-i Buado Manoel Antonio Teixeira
levar a leilo a casa terrea n. 2 rna do Soseg
em solo propro, com grandes eoinmodos para fa-
milia.
Os S'8 .pretendentes d sd<- j i podem examinar a
dita casa e pedir qualqutr iuformsco, o mesmo
agente dar ; a chave acha-se defronte no esta-
belecimento do Sr. B'aga (venda)

-
ItliH l
T


6
Diario de PcrQanHmcqUarta-ieira 3 Leilo
Da chapeas de feitro e peos do Chile e da palha para hotuaos,
ditos de lial* e aparten Baca stnhoras,
mocinbas e meninas
Qnarta-felra S de Agosto
A's 11 horas
Na ra do Marque de Olinda n. 35, onde
foram estabelecidos os Srs. Alfredo O agente Mirtina, far leilio por ooala de quem
pertencer de chapeos para borneo* e ei.horas, em
lotes.
Har liquidar
Leilo
Do grande quamidado de nuudezaa e per
fumarias
QUARTAFEIRA, 3 DO CORRENTE
A's 11 horas
\o correr do maitello
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Em eontinua$o
Da movis, quadros, espelhjs, jarros, cupos, c-
lices, facas, bebidas de diversas qualidades e mili-
to s outros objectos.
Por intervencao do agenta
Gusniao
Agente Burlamaqui
Leilo
De 19 predios
Quinta-feir:i 4 de Agesto
A'S 11 HORAS
Rita, do Imperador n 30
O agente cima, por mandado e asaistencia do
Exm. Sr Dr. juix de direito privativo de orpboe
e ausentes, e a requerime'to do cnsul de Portu-
gal, levar a leil" os predios pert< nceotes ao es
polio de Mancel de Carvalho Moura, como 8' jam :
Urna casa terrea sita ra Direita de Afoga-
dos n. 68, urna dita na mesma ru.i n 72, urna di-
ta n. 28 ra do Motocol, mb<5, urna dita na mes-
ma ra d. 27, urna dita na m-sma n. 2, urna dita
idem n. 23, urna ra do Bm Grato n. 36, urna
dita ra de S. Miguel n. 25, una dita idem n.
10, outra dita na travessa de 8. Miguel n. 1, ou-
tra na mesma travesea n. 4, outra dita dem n. 18,
outra dita idem n. 25, outra ra diieita n. 28,
outra ra do Quiabo n 52, outra ra Velha de
Santa Rita n. 71 (S. Jos), um situ casa na Bs-
Viagem, metade da casa n. 21 ra do Matoco
lomb.
Os Srs. pretendentes podem desde j examinar
ae ditas casas, e para qualquer iuf >rmaej o mes
mo agente dar.
Leilo
De pianos, m. bilias de juncos, mogn Jacaran-
da, lavatorios, mesas lastieas, guarda vestidos,
guarda louen, secretarias, camas, qaadros, espe-
lhos, jarros, candieiros, miudezas, ferragens, brin-
quedes para meninos, cadena de brnc <, papel pau-
tado esotros muitos artigos.
4|uiui;i feira. 4 do corrate
A's 11 horas
NA RA NOVA N. 24
senle Soliente Bnpilola
Mo araiem da ra do Mair-
juec de Olinda a *
0 agente Pint Lvar a I-j un completo e
variado rortiuisato de foseadas, cootedo de 18
canas deituarifjfadaa d bordo Jo vapor Guahy
na tu ultima vi..g. ra a esre porto, e existentes no
armtsem da raa do Marques d Olinda n 52.
EM CONTINUABA )
vender a mesm > agente :
4 caixaa com cbamins
1 dita cem calcad s para meninos.
2 ditas com nriudezas e perfumaras.
1 fardo otm casimiras.
3 canas eem chitas.
25 p*cas de estonpa.
Principiar s 10 e meia b ras
Le!l.io
De nm cofre prova de fogo (de Miluers), 1 r-
maco ingiera, 1 iaoportaate vitrina para porta, 1
mesa grande com gaveta, 1 prensa dtcopiar cosa o
competente basco, 1 runde tanque de ferro para
deposito d'agua e alguna cutres novis c merca
dorias que sero vendidas ao correr do mar
telle.
Sexta felra, 5 do corrate
A's 11 horas
NA LOJA DA RA LARGA DO RO
SARIO N. 38
PELO AGENTE
Martins
AVISOS DIVERSOS
Aluga-sc casa* a 8A0C-0 no becoo
hoe, junto de 3. Goaeatto i tratxr ni> ra d.
imperatris n. 5tf.
Alnga se por 10 OW a casa n 21 M Vn-
zea, defroute da eataflo, com armaejj ; a tratar
na ra da Imperntriz n. >6.
Leilo
Do fazendas inglzs, francezas, suissas e
sllemSs
QUINTA-f EIRA 4 DE AGOSTO
Constando de
Madapcloea, algoddes, chitas, percales, fuato?s,
gangas, casimiras, princezas, grosdenaples se-
tins, lencos, meias, toalb&e, camisas de linhn,
camiei.s de meia, estoupae, m-i.s, bramante de
linho, brins, cortes de casimira e omitas cutras
lazendas de lei.
ALiUGA-sE v 3* andar da ra do Imperador
n. 26, com bastantes comm .dos para tamilis :
8nem pretender dirija-se a ra do Marques de
linda n. 8.
Precisa-se da urna cosinheira e de um criado
para oasa de familia ; a tratar na ra do Baro
da Victoria n. 39, laj >.
Na rea dos Pescadores n. 32, precisa-se de
um menino de 12 a 14 anuos de idade, para ven-
der tabo:eiro, n que seje de boa couducra.
Alugua-se o sobrado grande ra do Pay
sand n. 40, c:m commodos paia grande familia,
tem agua e gaz ; a tratar na Entrada do Cajueiro
son o 8r. Braga.
Precisa-se de urna peseoa que saiba coziuha.
bem, homem on mulber, ra Viute e Quatro de
Maio n. 13,1 andar.
Aloga-se, na roa Vinte Quatro de Maio n.
41, urna casa com 8 quartoe. boas salas, agua en-
canada e banb'iro proprio para grande familia
a tratar na raa do Duque de Casias, n. 85.
Compra-s plices provinciacs do jaro de 7
0/0 : quemas quizer vender deize caita nesta ty-
pographia com as imeiaes R. M.
Precisa-se de um oficial
tratar na raa do Rang< I n. 50.
de barbeiro
Aluga-ae a casa terrea da ra de S. Fran-
cisca n. 27 ; a tratar no beco dxa Carvalbas nu-
mero 1.
Vende-se por barato preco um registro com
a cornpi lale cana'i=ae3o e duas arpas para gac
carbnico ; p-ra ver e tratar na ra doNogueira
numero 1.
Vende-m< *lug ee sobrado de nm na-
dar e tatao na i ua de Santa Lita n. 7i ; a tratar
no 2- andar da ra da Peo ha n. 1.
A luga se a casa na Kncruzilbada de Bclem,
por 81000, est limp, tem q'iintal e cacimba, e a
leja da ra do Coronel Suaseuna n. 139 ; a tratar
na rea da Irnperatriz n. 56.
AMA Precisa-se de urna, que lave e en-
gorme c.m perfeicSo ; a tratar na ra do DeSo
Psrias n. 49.
Na engenhoca de Bcmfica n. 21, roa da
Turre, precisa ae de doua eaipregados para ser
vicos domsticos.
SASTA CATHARINA
5O:00O$000
IMPORTANTE PLAJNO
Esta lotera corre do dia..... de Agosto
Bilhetes vendu na Casa Feliz, prara
da Indepenleneia n. 37 c 30: ('asa da Por
tana, ra Primeiro de Vlai^o n. 23 e na iian
do
AGENTE,
Bernardino Lopes Alfieiro.
GAJURIJBEBA
rBAPERADO VIMIOSO DEPl RATIVO
APPB07AD0 PBLi JUNTA DE MM PUBLICA DA ME
Aatorisado por decreto Imperial de 20 de Jooho de 4885
(jnnposiran de Firmino Candido de Figueiredo
KM PREGADO COM A MAIOB EFFICACIA NO EHECMATI8MO
DE QUALQDEB TATUBEZA, EM TODAS A8 MOLESTIAS DA PELLE, MAS
LEUCOBBHAS O FLC'BES BRANCAS, NA ASTHMA
brokchites (uiolcsti;ts da* *ia* respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIOSADOS PELA 1MPCRBZA DO SANOUE K FDALMEXTE
AS DIFFERKNTE FORMaS DA SYPHILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importautes curas, que este importante medicamento tem produzido, attr
tadas por pessoas de elevada posijao social, faze-u com que de todj parte sr-ja elle
procurado, como o melhor e roais enrgico depurativo da sangue.
Depurar o sangue, como oadi^o de uina circularlo benfica e efficaz, eis em
que consiste pri icipal ueoto o meio mais' auguro de conservar a saie e de curaras
l olestias que impun-z* do sanguo oocasiona.
O Cajrubba, pela sua aceto tnica e enrgicamente aepurativa, 3 medica
ment que su-tualuiente podo conseguir esso resulta lo se n prejudi.ar nem alterar as
func5c>58 do estoiog.i a dns intestinos, porque nSo cont : -ubstansiss nocivas, pesar
do vigor depurativo <%i pro tu toa qas consiitueui a b > prJQeipa] (J'este medicamento.
As muitaa curas que tem feito, estao eo;uprviiH pelo Uatemunbo dos ds
4net08 e conhecides cavall-iroa que firman os attestados", do em sua seit.ao ineditorial
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
A' senda ees tnlt i>:.armarrr. to Brasil
SAUNDER8 BROTHERS & C, largo do Cor-
po Santo ii. 11, fresa para vender :
Ct'rv-ja prets e branca, de M. B. Forster 4
Son..
Dita allcmS, Pilero Bet-r.
Vinh Shury. Ameotillado.
Dito B- rdeauz, St. Juli.-n.
Whifky, Thiste Blend Scotck WiekyiH
Dito *
Prt'SMit-ig de Adsmson.
Mnii na de Brcwus & C.
Pboapboroe, Amestosto Safeiy Matches.
Tintas em mas, branca de lineo, de chumbo
pn-ta e verde.
7- ir do.
Plvora da muito conbecida e acreditada marca
EB.
SEN0L1M
0e B-rnns A C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melhor qualidade, poisue os elemen-
tos necessarios para nutricio de crianens e doen-
tes, i muito se recommeoda por ser de fcil di-
geetSo e gosto muito agralavel ; tairbt-m pode-se
faxer urna ixcdlente papa, misturado em partes
iguaes c>m a maicena dos momos fabricantes,
addicionandc-se-lhtr algum leite. nicos agentes
ncata jraca, Saunders Brothers & C-, largo do
Curpo Santo n 11, primeiro andar.
Emulso de Kepler
Preparado de Burongh, Well-
cBie A C.
CHIMICOS DE LONDRES
Aaeite paro e fresco de figad j de bacsdho da
Noruega m soiucao com o Extracto de Malta de
Kepler.
Esta a mais pt-rfeita Emu!$o at boje conhe-
cida.
Foi introdusid.i na pratica medica a alguna
annos e desde entao o sea consumo tem tomado
um incremento tao extraordinario que nao ha um
s dia em que seja receitada pelos mais abalisa
dos mi dic s do mundo, com prefereocix sobre
todas Uh demais pr< pnruces de igual natureza, pela
certesa de sua tolerancia no estomago nao s6 das
creancas como dos adultos, rebeldes wuitas vetes
ao oleo de bacalbo e a muitas emulsoea mal pre-
paradas.
Assim, pois, a nosa Emulso se recommenda
com pref'-reucia para o tratamento da tsica em
todas as saas multiplicadas manifestscoes e em
todas afleccoes dos orgSos respiratorios, como broa
chites, raquitism enfermidades escrofulosas, tu-
mores brancos. precedimento supurativo e na den-
tico das creancas, na caima syphilitica, na
perda do uppetitte e debilidarie dos orgias diges-
tivos e em geral i m todo, os casos cm que se faz
preciso o levantan)1.nto ua natrico.
(ulro depo*llo
34Ra Larga do Rossrb31
Pharmacia
BARTHOLOMEU &C. SUCCESORES
Coitipanhia de edificaco
Euiroa felizmente nos seus eixos eta esperan-
cosa empresa, bem nos tem ditoIgnotos ; o
armasen) do caes da G"ucordia j est transfor-
mado em um almoxarifudo n'uma ptima localida-
de, rennindo coebeira, officina, tudo na malhar
organisaco, as obras se concluindo com rapidez,
e orymentos novos a importantes, ieitos un. e
tarendo-se outros, e nao esperamos outra trsns-
formacio, p.jis que apesar de ser o msmo geren-
te, elle tem agori 'e os factos ar.vam) liberdade
dada pela nova directora. Paiabena ao gerente
e nova directoris.
Um Boyal liil Steaa Packel k i.
Avisamos que desla da'a ern di-.ntc fi-a trans-
ferida a airenuia da sobredita cmpanbia para os
Srs Amonm Irmos & C. l'ern.ii,.biM>, 2 de
Agosto de 187.
Adaman H*wic & C.
En^Miimadeira
Off rece-se urna engoinmadeira para engommar
na sua propria : si ou fra ; a tratar ni ra
Vclba 30.
SUSPENSORIO IVIILLERET
:o, scd liftdvm debiixo u nxu.
Para evitar as falsificace,
exigir afirma do inventor, esuaupada^
em e*ida suspensorio.
FBHDAS DE TODOS'OS SISTEMAS
MEIAS PARA VARlZES
H1UERET, IE oOirDIC, ucrf'or, Pars. 41, r. J.-J. liiMia
RF-OISTRAUO
Precisa se de un criado que saiba 1er, contar e
escrever bem, com pratica de casa de familia o
aptido para servico de : rmazem e que d fiador
de sua conducta ; a tratar na ra da Madre de
Dens n. 5.
tsWaHMHHMMHHBUIlVHHaHHMrP*
do eatraaget*-*
seu.
Haaorl Perelra da Cunha
1* anniversario
Auna de Q Pereir* da Cunha rega ao.
parent-s e amigos o eardoso obsequio de a.sistir
s miesas que, p.>r alma de sea sempre leabrado
esposo Manoel i'ereirc da Cunha, manda resar no
da 4 do corn ute, 8 boras da manb, oa ma-
triz da cidade de Jaboato, palo que desde j se
antecipa agradecida
ll FOMA
Aos f2:O0SO00
Bf hetes garantidos
23-RA PRIMEIRO DE MARQO-23
Da 7a lotera da proviccia venderam
Martins Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos: 288 e 6892 com 300000
cada um.
Auham-se venda os afortunados bi-
l.etes garantidos da 8* lotera da provin-
cia em beneficio das instituic5es do cari
dade e religiosas, que ae e.itrabir quan
do fr annuciada.
Farello j caroco qb yisoaao
a 400 rs. a arroba
Cbcg u a primeira remessa d( precioso farello
de caroco de algodao, o mais barato de todos os
alimentos para animis de raca i avallar, vaceum
suino, etc. O caraca de algodo depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos auim us para os forta
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidas da America do Norte e na
Inglaterra elle emnregado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farelbs
que sao mui'o mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar ao Red fe Largo do Cor-
so Santo, 1 andar___________
-Criado
Precisa-ee de um ra de Paysaod o. 19
(Pasa gem da Magdalena).
Cerveja
The Bicjcle Brand
Marea eiipid
A melhar e mais pura quii.'ludc, nova r"messa
venda, ra da Cruz n 18. Compras de cinco
calas para cima tem ileseonto.
ae assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenbos peque-
os, sendo mdico em preco e ef
lectivo em operaco.
ode-ue ajuntar aos engenhos existentes
do systema velbo, melhorando muito a
quadado do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenbos centraes,
roa hinismo apcrticjoado, systema moder-
no. Plantas coipltM# ou machiuisino
separado.
Espeoitica^oes e inforinagSes com
Browas V.
5RA DO COMMERCIO-5
Osa~~-v"* v ^' -~/3m
I



4
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
pr.fere-se que darma em casa ; no 3 andar da
typographia do Diario.
Ama
Precisa-se de ama para engommar e mais servi-
dos de urna casa de familia na typographia do
Diario no 3 andar n. 42.
Ama
Precisa-se de urna para cosinhir e lavar roupa
de meninos, que darma em casa, na typographia
do Diario, no 3 andar n. 42.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar,
para casa d. familia ; a tratar no hotel n. 30
ra da Madre de Deus.
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologicas,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Derolve, com o brilho e frescura da nventade, eo
cabello griHlho ou liraiiro urna ra cor nata-
ral, castanho on pret, como s<" dcsaja. Pelo sea
uso, ao casco claro ou r6.\o \ UM cor
escura, e grossur i m cabello Uno, enufiunto quo
troquen* amlvlri.-. porm in-iii sempre.
[mpede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a erweer TlgoroMmoiite. Keprime o pro-
Sreseoecuraa tlaba eeasaa, curando traasf todas M
oencas peculians do pericraneo. Com* Cosmti-
co para aformosear o cabello da-* Senhoras o
Vigor nao ton rivnl; nho oontem uelte <>u tinta al-
guma. tofaa o <:'.! -i> itiaTOi brllhanto e sedoso na
apparenfia. < eo:nniimic:i-ilio mu perODM dulicado.
3grad\vel e pomaWitO.
]'l;i:rABAI>0 PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' veuda >ias priucipaes pharmaciai e drogaras.
AMA
Na ra das Flores n. 19, precisa-sa de urna
ama para cssinheira e outros servicog de casa de
pequea familia
\luga se barato
Hua Visconde di- Itaparica n. 43, annatem.
gaz.
Ruk C(-n nel Suassnna n. 141, quarto.
Roa do U.-sario da Boa Viata u. 39.
Travessa do Carato n. 10, leja.
Raa do Rosario n. 39
Rus do Calabouco n. 4, loja-
!'iaU-se na ra do Coirmurcio n. 6, 1 andar
-nptorio de Silva (iiiminaes & C.
Aluga-se
Ama
Precisa-se de urna ama para c.. nbur ; ua ra
de Pedro Aftonso n. 58, autiga da Praia.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozmbar, ra do
Livramento n. 8. loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de ponca fa
milia ; a tratar no b-'co do Peixe|Frito n. 9, se-
gundo andar.
AMAS
OD
Vade menina tfo Hosnonopatblco
Metbodo c ncia:, clare e e- (?ur> de ebrar
i bocee ipathiiauenti' i..di- as ui lestias que
SufHigem a especie humana, particularmente
aquellas qui; reinam no Hiasil pelo
DR. SABINO O. L. PINHO
!&.' edlrto
cousidtravelmeuti; augmuutada e anu .taii.
Veude-se nicamente em P< rnainbueo.
PHARMACIA HOM05' >PATHICA
PeloDr. J. Sibino L. Pinbo
DR. n tilico
I 43 BA DO BAltAO DA VICTOBU 43
TiRt iretst
IN ALTERAVEL
T.
COlim M ATIV V
PH4RMACIA CENTRA I,
38 Raa da Imsttrador 38
Pernaisaaeo
Precisa-se de doas amas, utaa p^r* servico
interno 0 que saiba eogommar, u outra que sej i
i boa lavadeira ; na Ponte de Uchda, em frente a
estaca -, sitio de Luis de Moraes Gomes Ferreia.
Amas
Serve para pseripturacau mercantil e d
quatro copias de uica v.z
Precia t-se de duas amas, para cosinhar e com-
prar ; a tratar na ra de Pedrj Aff>uso n. 22, cu
na rna do R.sario da Bj-i -Vista n. 53. segundo
andar.
Caixeiro
Precisa-se de um caiz^iio que teuba pratica de
moldados : a tratar na rna larga do Rosario nu-
mero 14.
Ao cofliinercio
O Sr. Secundino
Maurica nao mais
nosso empreado.
Francisco Manoel da
Silva 8f C.
Reeife, 20 tfe Julho de .887.
tm
LEITE NATURAL'
(Selva)
M
ALVELOZ
Mudanca de cartorid
O escrivo do eivel e crime, tenante Felieissi-
mo de Aievedo Mello, mudou o seu cartorio para
a ra do Imperador n 16, 1- andar.
Copciro
Quem precisar de um copeir > e jardioairo, diri-
3 grande sitio Tncaruna, no Sulgadinhc, cum bas-
tantes trras para planta^oes e muiV-.s arvoredos :
uem pretender dirija-se fabrica Apello, ra do
[ospicio.
Aluga-se
um grande sitio, contendo as principaes fructas,
no Caldeireiro n 9, com boa casa de uic-rida (que
foi do finado Mamcde), tendo agua e gaz, a qual
confronta com a caea do Dr. Alcoforado ; a tra-
tar na ra da Apollo n. 30, I- aud&r.
a casa terrea na trav.-saa da Ponte do Uch n.
12, com bastantes coaimodoa para grand.; fami-
lia, com sitio murado e arbarisado, b a agua po-
tavel para b:ber, deposito e bv.iheiro de cimento
e bomba, fica a dita casa murgem do rio Capi-
baribe, com baubo doce temperado e salgado :
quem preteader dirija-se ri meassa aitio, das 6 s
10 horas da manha, que SBOalraci o proprie-
tario.
Aluga-se
as casa:.- na. 22 e 21 da ra do Lima, em Santo
Amaic, caiadas e pintadas de novo, com3quar-
tos, 2 aaias e quintal com eteimba ; q-iem preten-
del-as dirija ae a ra do Vlarquea de Olinda na-
mero 8.
AJuga-se
na fregueaia da Boa- Vista, ra dos Prazeres n.
42, urna bja casa com 6 quartos, banhero e cosi-
nha, multo fresca ; a tratar na ra da Impera-
tris 64, leja de faiendas.
-m**
MW.
DorVrai de PARIS^
Contendo os tres armentos
da diyesto :
Pepsina, Diastait t PiBcreatisi
bboutaoo roa TODOS
OS MDICOS, pira u Elgeto 2
L tardas e laboriosas, Dripep-i
1.1., Oardala-la, Oastrodyola.i
I Sastralgia, almbraa de esto-\
maco, Vmitos, ConTalescen-
c*s lentas, etc.
Deposito geral : H. VIVIEN
60, Boul' de Btrasbourg. em Parla
I > TODAS At PHABKAC1AS
CONSEEVAO LIQUIDO 8BM ALTEBAR-8E
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceas, que habita os nossoa serlea, boje reconho- ja-se raa da Aurora n. 39.
eido como am verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomae ou eancruides, facilkando a reno-
vacilo dos tecidos atacados, e trszendo afina! urna
cura completa, aeo outro tratamento que a appli
cais tnpioa de sua eeiva (vulgi>naonte leite) ooiao
canstico.
Sao num rr.sos 08 casos de cura, alguna dos
quaes j levadi a ao conhecimento do publico, em
diversas pabsiaafjk., pel.s Ilustrados clinicoa
de.ta capital o no ceir-.ugeiro, o. Srs. Drs. Alci-
biades Vellos;' e Kandeira, e ptimos resultado.,
tambem foiam obtidos as ferida. e as ulceras
ebronicas de carcter syphiliticss.
DEPOSITO GERAL
Pliarniaeia e Drogara de Barlbo-
lomeuXC.SHCcessores
34, Riin Liigado Rosario Pernambuco
Sememts e c?rrapalo
Compra-ce na tahri.a Apollo na do Hospicio
numero 79
ura
oainbeira ; na ra da
Precisa-so de urna boa
Aurora n. 81, 1- andar.
Criado
Precisa-se de um menino a 14 annos para casa
de familia na typographia do Diario uo 3" andar
n. 42.
Ao (iMiHcrro
Moura, Borgcs 4 C. abriram o sen escriptorio
no largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sala de
detraa.
Precisa-Be de um menino
po Santo n. 27.
Criado
na travessa do Cor-
Semeotes k carrapao
Conipra-se grandes e pequeas quantidades :
na drogara de Fn-nciaco M- >a Silva -^c C, rna
do Marques de Olinla n. 23.
/YIOTXSTM xa "WmslO ittA 'Vi 'BIHVd >
Hi^Dijsuoysnipuoiq^itimimboQ) vsjiuiuo}
tSS0 'S07lltJ_ SOp >SSO '0}U op SIOPIUJJ
sr Wiuos ss-Eajiduij pj adoox 6
1/7701 8 YNI3000 fl)
paj-odojBx
Aviso cm temp
O abaixo ass'gnado declara ao publico e ao
corpo comroercial, que n? se nsponsabiliss pelo,
dbitos dos Srs. L bunio Costa C com relacao
a fabrica. Reefe, 1 de Agosto de 1887.
Jo.qaiui E:taai.la de Brito.
Pende (oaae oa MOlfrelN lo pello M)
Usbi o melhor reme CAMBARA', e vereii como voeso soffrimento des-
appsrece. Vende-se na drogara do nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Fraocisc
Manoel da Silva i C ra do Marques de Olind*
n 23.
Cosinheira
Precisa-se de urna c< siiiheira ; no largo do "cr-
oo Panto n. 17, 3- andar.
A. Me.
t
Hara Joaquina dos Nsntoi
Francisco Mareelin) Monteiro e sua espesa,
Fr..ncisco Ribeiio Pinto Ouun raes e sua tsposa,
Franciico da Souza Res e ua espesa, Tn-jano
da Co.ta e.ua esposa, os filh s e netos da finada
D. Mara Joaquina do Santos, agradecen da co-
racAo s pesaaaa que se dignaraoi aoomp.nhar o
sen cadver ao remiterio, o de novo as convidara
para assistir>-m as tai.aaa do stimo da, na ma-
triz de Santo Antooi), s 8 horas da manb do
dia 5 do corrent-- c< nfea.ando ce desd j4 binn-
mamente grato-.
Em enredo nm marfyrio I Est
aangado ? n3o s> i p iqo<' ConCs na minba sin-
eeridade. Nao devia dizel-o q-iand i tive o pra-
ser..... porm se perui sia da primeira. Mi. A.
Ao commeroio
Beatfy Altffeldt ft C. madaram o seu escripto-
rio para a ra do Marqaae de Oticida n. 52, pri-
meiro andar.
'fjzvjg op otjoSwj op au$i3H W
vjdQ vfdoiodilsui ei9dopi'oaaoiJ,
E
V
Modas
Ao commerci
A firma social de Ant mo Fbrrcira da Silva &
C, esta bel eeids roa do Hospicio n 6, encon-
trando ouir* firma >s;osl, dvsta data en diante,
mudou a tu, para An'ooio P rr'-ir* ti C. Reife,
2 de Agoat'di- U<8?.
P8ra toiletta de qu&'quer g-a r>. com perfei-
q3o e gosto, procure se msdpmoisi lio Cotinha, Im-
perad ir 55, 2 andar. Preeos rsattaveis, figuri-
noa ns mais modernos.
iademoisellc i
Raa do Imperador n. 55, segando andar.
_____________Modista
Ama de leite
CP>ecsa-se de uma ama de leitf : no largo do
Paraso o. 14.
U|II
Na ra da Alegra n. 14, eorra-se e csese com
perfeicao e par prego ceinundo, roupa de carre-
gacae.________________________________________
\arope de eanib.ir goaco e bal-
saiBBdeTol
re paradu pelo phaircaeeutco Jos Francisco
Bitteueoart
E' um n -diTOfo preparado para tndxs as affec-
;oes dos orgsoa reapiatorios, como catarrho pul-
aionar, athrna, coqui luche, broachite, p nonio-
lia, tiaiea, < te., etc.
Cada fraaeo 1 BsHUWaa na Pbarmacia Central, nu do Iiapara-
n .'T I', inwir.'iuc.i.
Allenciio
Quem precisar de uta pessos habilitada para
facer cobranzas neata capital e ni interior, diri-
ja-se 4 ra do Vigario n. 12, que achara com
quem tratar.
Graiiimatira littiii.)
tr.miri. I --a ;iin aegnask o um-'Ii d.i hist-
rico comparut vo e (r. ;..uuxui .le mtioeclo pn-
blic, pe pruf ;-,;.- AW kta Pvcrw a Morei-
ra de Aztvra.).
Eatre.-b-se os a-t fWscKalva,
FasdaiM i.a Lwraria ln]u-fr< \ m Jo Ba-
rio rfu V-Mstai n 7
Sili
O
Veade-ee i u taga-sc nm bjm d .nai
de 70 ps !' t quei.as e ""i: ''*-
ras ; a tratar ne rm-sin' *K\ laayswafa Afo-
Ifkdos, trav. ssa de Mtaei lei*d n 9, t o Dr.
ecebar Jnior.

riMn


Diario de PenmmbueoQuarta-cira 3 tic Agosto de 1887


IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de DEFRE8NE
Pharmaceutieo de i" Ciaste, Fomecedor do* Jospitaes de I'arts
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso]
digestivo, qmj s^ contactes, visto como tem a propriedadc de dipe ir i
tornar assimilaveis nao gmente a carne e os corpus pordurosos,
tambem o pilo, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos lmenlos, aitera^iu.. raul
ausencia de sueco gstrico, inflau do intestino, .la 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-i
mida, seinpru alcancam os mclhores resultados e sao por ism prejcn'ptaej
pelos mdicos contra as seguintes afecces:
alta de appetite. Anemia. Gastralgia?.
Ms digee'.es. Diarrhea. Ulceraccce caucoias^.
Vomit< ,. Dysanteria. Enfermidades do ligado.
Flatulencia estomacal.; Gastrites. Emmagrecimento.
Somnolencia depois : comer,ev;mitesq,iacompanhain a gravidez PANCREATINA EFSESNE em rasquinhos com a i1n.se de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
Ex -.osa de DEF*XESN2 autor da Peptona,
Pbap'iiacu cotral
na do Impera i.> a. 38
"Jos Francisco Btttenueurr, autigo pharmaceu
tico da pbarmacia trance mm I > Baro c.
Victoria n.'i5, .viga a seu u..,juo e fregueses,
que se acba na pharmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositara cm seas trabalbos protessiooaea.
YENDAS
.'-'r
PA&IS, e'.m DE
WOLFF& C.
14-BA DO CJA-I. i
-'. =- Vende-se ama p> quena (averna na povoacSo
do Barro, a beira da estrada publica n. 166 ; a
tratar na mema a qualquer bora do dia.
= Vende-se um piano bom : a tratar na roa
Direita, na luja do sobrado n. 60.
Vende-ae o ala acadmico para cor
tar cabello e barbear, com todos ea utensilios, ga-
rautindo-se as chaves ; a tratar no mesmo, ra
(la Imperatria n. 80.
<&
m
Vest* limito ronlieciile estabeleciateu-
lo enectntmri o respeitavel publico anais
variada* m oa repleta Nrlinent* de JOIA9
receitidns sempre uir<-ctana*ut3 das nelho-
res fabricantes da Knrapa, e <|ii primar
pelo apurada gosto do mando elefante.
tiro* ereras completas, lindis pulsel-
ra-. ailiiielcv. volta* de uro eravcjtida* rom
brilkwates, ou paralas, armis, cacsletas.
botae* 3 autros mullo* rticos proprio
date generes.
ESPMALIDADE
m i-elogio de uro. peata e oicLeiado.
para bom-oo, n chaca* e tneninoM doa mais
fabricantes da liurspa e iae-
arr^t.. d<>.
, riea.
faro todos os arillos desta casa garata-
t -s* a boa qualHade. assim como a mod ci-
da Vcsts easa tambrm co.Bcerta.ac qual-
qaer obra de onro ou prata e tambem reo-
slas de qualquer qualidade que s<>Ja
i-Rii do Cabg-4
Chiorose, Anemia, Catharro pulmonar, Bronchite chronica,
Catarro a Bexiga, Phtislca, Tosse convulsa. Dyspepsla, Palidez,
Peritas semtnaes, Catharros antigrs e complicados, etc.
Boulevard Denain, 7, em FASIZ, naa prt-aclpaes tbumaclu.
Lotera da Provincia
Extrahir-se-ha quarta-feira 3 de Ag-osto as
2 hoas\la tarde
Acha-sc vei.da a 8.a lotera a te -
flcio di raja de S. Pedro do Recite, que
ter lugar no consistorio da igrej t de Xossa
Senhora ta (1onceico dos Militares, onde
estarn exjiostas as espheras eiu orden' na*
merica, para serem examinadas.
A FLORIDA
Roa Duque de Caitas n. tal
ADMIREN!
Ciatos moderaos a l/JOOO.
Luvas de pellica a 2#500 o par.
dem de seda a 2^000, 2d00 a 3^000 rs.
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 6000 0 5 a
400 rs. metro.
Albuos de 3*000 at 8*000.
Ramos de floree fin50 a 14500.
Luvas de escocia para menino, lisas, e bor-
dadas a 800 rs. e 1000 o par.
Porta retrate a 500 rs. 1*000 1*500 e
2*000.
Anquinbas de 1*500, 2*500, e 3*000 ama.
Piaseis de 2 a J. ordem a 400 rs. 500 rs.
e 600 rs. o metro.
Pontea para ce com nscripgSo.
Enchovaes para baptieadoc a 8*, 9*, e
12*000.
1 CaixH papel e 100 enveiupes por 800
res.
Capeliaa o veos para aoivas.
Suspensorios americanos a 2*500*
La para bordara 2*800 a libra.
Estojos para crochet a 1*000.
Bicos de cores cote 2, 3, 4 dedos de lar-
gura a 3*000 4*000 e 5*000 a peca.
Liados broches a 3*000 1*000 e 500 rs.
Leques para mesiaa a 200 rs.
Linbx8 para machina a 800 ra. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs. um.
Bicos bran^os para setineta, cr^tone e chi-
ta pera correr babados a 1*000 1*500
a peca com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotina
para 50 e 60 retratos a 6* 7*, e
8*000 um.
Mei.s de escocia para senhoras a 1*500 o
par
Lencos de linho cm lindas caixas.
Bicos das ilhas muito fino proprio para toa-
lbas e sajas,
dem br ancos com 5 dedos de largara a
3*000 a peca com 10 varas.
Laixss cora sortes de jogo de m'giea pro-
prios para s.lo a 5*000.
Sabonetes de diversas qualidad^s a 120
200 e 500 rs.
Boleas de couro para menina de escola.
Qrande pechincha em espartilbos de linbo
3*000 um.
Lindas pastas de 500 rs 1*000 2*000
3*000 e 6*000.
Oarteiras para guardar sedulas de 10*000
a cem.
Ditas letras com os repartisaentos de Ja-
neiro a Dezambro.
BARBOZA & SANTOS
\ Revoluto HKMlMiei
Pechncbas!
AO L.0UVRE
. Onro de novidades
Cortini eo liqui eio popelinas lie s^da. a 500 rs ,0 rovado !
m tupid s e tr nspaf nt-s, a 500 rs., a pc I
L neos abainhados, a l*8l>0 e 2*000, a duzia !
Miinf, ll mpas inteira.nente novas, a 400 e 440 rs., o covadj.
Meii s croas para homem, a 7*000, a duzia !
rfei linio montados ero cartSo, a 15*000, um!
Pl-istons de r 8, destrnhos novos, a 1*400, 11ra!
P roa] -, mui linas, a 230 rs <> -ovado I
A ({0 a P r p-lis, dfc tor, a 320 rs o -ovad !
ARTIGOS ESPFXIAES?
Vibitcs prc-tas tlolmares e moraesian, grande novidide e de apurado gost'i, jem
competencia em preeos!
Surah iurta-cores, lisos e de quadros, eijiTiali-lad-1 I
lil HliEL &
\ ra i. de Marco d. 20 4 (Esquina)
Na antigd casa Carneiro da Gunba
Admirem!
Sctinetas lavradas, hados padres a 280 rs. e cu-
vado 1
Fustes brancos, novos desenhos, a S20 e 400 rs.
o dito!
Esplendido sortimento de lindas las para vestidos,
a 400 e 440 rs. o dito !
Cachemires felpudas alin dito 2 larguras.
Mirir.s pretos e de cores a 800 rs. o dito 1 idem
Veludilbos de toda bs cores, brrdados, a 1#W00 o
dito!
Cret-nes de ores firmes a 240 u dito bom ve-
rem.
Damasco de la, 2 la.gur s, proprio para capas
de piano, a 2{ o dito I
Pannos de lindos desenhos para mesas a 1/600 o
dito !
Cortinados b rdados, riquissiinus, a 64 e 7J o par!
Gusrnices de crochet para sfo e cad. iras a 8/!
(Jamisas brancas inglesas a 364 a duzia !
Ditas 4e cretone finas a 24/ a dita !
Merclas b rdadas a 12/ e 18/ a dita!
Lencos em lindas caizinbas a 3/ a dita !
M< ia arrendada-i para Srnhoras a 6/ a dita 1
Chapeos para senhoras e crianeas a 2/500, 5/ e
6/000.
Espartilbos de cour&ca a 4/ c 5/.
Brim t i lona a 360 rs. o covado!
I cm branco n. 6, de linho a UbCO o metro .'
Tapetes avelud d< s a 12/, 15/ e 22/.
Sup riores redes com 4 punhi-a a 12/ e 14/.
('< Ichas francesas a 3/ una.
C bertas de ganga, 2 pannos, a 3/ .'
dem de setiuetas finas a 3/500 !
Leiic>'8 grandes de bramante a 2/ !
Cambraia Vid ria de 10 jardas a 3/ a peca !
dem c m salpic s brancos e de cores a 5/, 5/500
e 6/, 10 jardas 1
Madnpdo'S pelle de ovo a 6/( 0, 24 jardas.
Camisas e saias para senhoras por todo o preco
Bordados de Cambraias finas a 1/ a peca.
Fie hus e capas de 12 a 2/, 4/ e 6/.
S rtimento di- casemiras, cheviots e pannos por
pro; 8 baratissimo3.
Grande deposito de fniendas para os Srs. nejo-
cianti s do centro, tendo descont as vendas em
grosso.
59 -H A DUQUE DE CAXIAS 59
Sobrado a vender-se
Vende-ae o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
fri-ufe a poi.te di- Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o o.rreetor Pedro Jos Pin
to, na praca do Cimmerelo.
RUa DUQUE DE CAXIAS- 61
Tolo phone 11
Recebeu as seguintes f sendas de novidade
Velludo de seda preto liso e com bordados de
setim.
Velludilhos pretos e de cores lisos e lavrados
com contad.
Setins iis. a e com matiz de c r- a a 800 e 1/000.
Renda de teda hesjianh_>la prita, branca c creme
e com bico.
Cretooes, alta novidade, a 320 ris, cores se-
guras.
PercalesJulinha e Naninlri a 240 ris.
Las de quadrinhos escuras ocm matiz a 320 ris.
Metins de qo&drinho imitaco de seda faseeda
larga a 360 ris.
Esguio pardo infestado para vestid >.- -v.ro linho
a 360 ris.
Brim pardo para roupa de meninos a 320.
Bramante de quatro larguras a 800 lis.
Magdalena morim americano fabrieado especial-
mente para aL-ja das Listraii Azues a 7/000,
com 20 varas, (vale 10/000).
Lavas de pellica e de seda a 2/ e 2/500 o par.
leos braucos e creme com satis a 2/, 3/, 4/
o 5/000 a peca.
L-ques transparentesNovidades a 2/000,
2/500 e 3/000.
Baldas a 300 ris a dnzia, melh r nia.'ade.
C 800 ris o maBso. .
Oleo oriza verdadeiro a 900 ris.
L neos brancas de Bretanha a 2/, 24500, e 3/,
a dusia, em caizaa de fantasa para piesentes.
Eztraetos fin is, garrafas com inscripcocs para
presentes a 2j000 e 3/000
.tmoiairai aeta ipestbor
Jos Augusto ias
Livramento & C.
vendein ciment port'and, mi.rea Bobina, de Ia
qualidade ; no osea do Apollo i. 45.
Terreno
Vende-se um terreno eonf-onte a esta^ao do
Principe, estrada de Joo de ltatroa, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e orn alicerces
para 3 casas; tratar na roa ti'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
W i 11 SI si
KOYAL BLEND marea V'IADO
;i,ite eicellente Whisky FBeeesea -eriv.
to cognac db aguarJeu^e de na, para torttfie*
ras.
Vende se a retalho n > >m tborea ermamit
Pede KOYAL BLEND autn fli DO cojo u
,:- e emblema aac registradue ara todo o Brax:
BBOWNS &. C, ..gentes-
VINHOgilbert SEGU N
?nprevado r>lai Academia d* Sfadlolziai da ^ravncja
AIS DsT SESBENTA ANNOI DE EXPERIENCIA
Vlnho de ama efficacia 'ncontestavel como Antiperiodico para cortar as Febre,
e como Fortificante as Convalemcenfaa, Debilidade do angue,
Falta de UtenstruacOo, Inappetemein, MMgemtem difjtceis,
Enferniidadem nervomam, Ifeilufade.
Pharmacia O. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
DepoPl.irin-_eni_ o FRAN M da SILVA e C.

Ch preto superior
Carlos Sinden receb^u pelo ultimo vapor e con-
tina a vender seei competencin ; na ra do Ba-
rio da Victoria n. 48, loja de altaiate.
Cofres
Carlos Sinden recebeu e vende barato por ser
de consignaco tres cofres, prova de togo ; na
ra do Baro da Victoria n. 48.
f olarinhos e pi.iil.os de
selluloide
Carlos Linden recebeu pelo ultimo vapor, e
veade baratistimo ; na ra do Bario da Victoria
numero 48.
Vende-S* barato
Quatro vaccas cta mas, sendo duas com cria e
duas prenhi s assim com) 1 bi zerro de mnis de
auno, 1 ca vallo para sella 8 ca gaiha c ,m arreios,
1 carneiro da m Ihor ra^a, uto partido de canna
e algumas piautaco s e fas-se arrendamento de
urna .-raudo baiza de capim, tanto no invern
e-omj no vero ; a tratar ao C'ild ireiro, d'outio
lado do rio, em o engeubo, com Antonio Moreira
O motivo da venda o dono qierer rerirar-se por
falta de sad--.
Fio de alBoduo da fslirlca Cattllna
dt mura, da Babia
vendein Machado & Pereira, rus do Impe-
rador n. 57, por ermmodo preco. .
Vende-se
ojuinzn accoes de 200/000 da n>mpanbia dos tri-
ibs urb.n' s do Recite a O'ind.i eBebenbe, com
dividendo de 8 0/0 nomino; < tratar cem Jos
Augusto Dias, rea Duque de C-izias n. 61, loja
das listiab zues.
4^ Rna di Du ]iie de Casias
Tendo receido um grande sortimento
de fazendas que vende com 25 i0 de me- j
nos de que em outra qutlquer parte.
Venham ver tara crer
Damass de seda a 1(>400 o covado.
Setins lisos a 800, 1* J00 e a 1 *
Lionayse fazenda trans prente a 15*000
apee.
Organdis bordados a seda, ultima mo-
da a 16*000 a dita.
Etamine bordado, al .a novidadade a
10*OC0adita.
Cachemiras bordadas i. seda a 700 ris
o covado.
Ditas pretas a 700, 800, 900, 1*000,
1*200, 1*400 e 1*600 o dito.
Ditas de cores a 800, 1*000 o 1*200
o dito.
Fustes brancos a 403, 440, 500, 600
800 o dito.
Ditos de cores a 240, 320, 440 e 500
ris o dito.
Amor da China fazenda de novidade a
400 ris o dito.
Lindas alpacas de corej a320rs. o dito.
Lindas lana de quadrinhos 400 rs. idem.
Lines com salpicos a 640 ris o dito.
Lindos setins de damasss a 320 ris, o
dito,
Gurgurinas de Iistrinhas 320 ris o
dito.
Zefros escocezes a 200, 240 ris o dito.
Crotones para coberta a 320, 360, 440,
e 500 ris dito.
Crepj idem idem a 700 e 1*000o dito.
Cambraia bordada a 5*500, 6*000 e
6*500 a peya.
Veludilbo liso e lavrad) a 1*000 o co-
vado.
Dito bordado a retroz a 1*800 o dito.
Colchas bordadas a 2*, 3*, 4*, 4*500
5*000 e 6000 ama.
Cambraia adamascada i 11*000 a peca.
Toilets para baptisado a 10* e 14*00G
um.
Cortinados bordados a 6*, 7*, 8*, 9*000
o par.
Dito de crochet a 5O*0iX) o dito.
Meias para homem a 2*400, 2*800 at
10*000 a duzia.
Ditas para senhora de 3* a 15*, idem.
Guarnicoes de veludilbo bordados a vi-
drilho a 6* ama (alta novidade).
Cobertas forradas a 2*800 e 3* ama.
Renda do Japo a 200 ris o covado.
MadapolSo Gema e Pelle do Ovo a
6*500 a peca.
Damasco de 1S a 2*000 o covado.
Pao da costa a 1*400 o dito.
Lencos brancos e com barra a 1*800,
2* e 2*500 a duzia.
Chales de cachemira a 2*000 e 1*100
um.
Anquinhas a 1*800 urna.
Fe-hus a 2*, 3*, 4*, 5*, 6*, e 7*000
am.
Muitos outros artigos que vendemos cem
25 [ de menos do que em outra parte.
Il'nrii|iie da Silva Moreira
Jim mJMm um
61-A'
CHOCOLATE oom SANTONINA
nrriUlTEL sin Sltrilr u LIMMISi
Itti ?enaltase recMtntsiida
mi sitar icniTtl t coiserrtfig indefinida.
'igir t tulgntturt: (J VI/
tjsrt.W' eajj^us^tjiwtaai. wi- macai. o'
Ultimas notns ao ap-
prox.mar-sc a hora
CRISE E MAIS CRISE I !
Todos perguutau. i)i b,Jn i Rebebes-
tes algum trlegramma da ierre ? U que s'm, outros diivm que nao, e alguna em reser-
va que foram apenas c.uouitadua. E no meio
desta sonf Antuces &
C.| ralmente agradam muito mais ao er-zo amavel e
das ii.oda?, a quem maito paiticularmente pedi-
mos a va i siasima proteceo. Com liceiica......
B i. t r..moa de m s de I arar j i para nm el"-
gant x.-stido.
B ni leques diaph-uos de bonitas cores.
Orn.'-.idas e l s para t Jlh i8 pri^oa. Renda
hefpae la, >:n- r pn ta, i n. aeda c < in buho
bordao .
Finaa loc'ai Jiri ud^das de c reo d.tis bMidudas
a seda c njuil.s eutraa qualidad's em meias para
senhoras
Com piel. *..i Macuto em bordad< s, Victoria e
transpurea tes.
Ceai nhas.
Pinos extractos e agoas para toets.
Especial cold d-j ciSne pra amaciar a cutis.
Nao menos agradavel p C-tnddr para perfumar.
Finos sabonetes perfumados c medieiuaes.
Variedade em cutilarias finas.
Qae sortimento de arrlgos para presentes !
Oculos t pencinez d'aco e tartaruga.
Pianos para crianeas e grande variedade em ;
calungas.
Que b.ecas ii.teressantes .' Capazes de fasci-!
saa COr primitiva
SBaHtctr! ea Parta < nunt, i7, ra Tirina, PaSf
Loja das estrellas
larguras e de todas aa
Aproveltesa
T LIQ0IAR OS SEGUINTES AB-
11UU8;
Merinos de 1:1 com duas
cores, de l/-?00 a 560 ris.
MadaDolao americano com pequeo toque de
mofo, de 12/ a 6/
dem Boa-Vista de 7/ a 5/.
Guardanapos de 4/ a 2/.
Fustao branco d e500 a 240 ris o covado.
Linn de lindissimas cores, Usm de 600 40 rs.
Sur de liubo com um metro de largar, de ?i
a 320 ris.
Casimira golpou para vestido de Bcnh'.ra (novi-
dade) de 60) a 240 ris o covado.
Creti-ne americano, clares e escaros, a abes
novas, de 400 e 5(X) a 240 ris.
Setineta lavrados e isus, du 800 e 500 a -240 e
320 ris.
Babadoa mnito largos e estrtit s de 1/ > 4/ %
500, 1/ e 1/200 lis.
Cortinados de crochet de 40/ e 50/ p r 201
Guarnie g de ollinba e puchos para senh. ra,
de 2/500 a 1/.
Mcias ingieras de 12/ a 6/
Visitas de velludo para senhor de 50/ a 60/
por 20#, 25/ e 30/
Cambraia suissa com duas larguras de 10/ a
pee* por 6/.
Cortes de cambraia bordada, cora pequeo toque
de moto, de 9/ e 10/ a 4/500 e 5/.
Bros de linho para calcas de 2/ a 1/200 ris.
Lencos de cor, com barra, de 2/400 a 1/200 rs.
E bem assim urna grande quantidade de r. talhs.
. de seda de todas as cores que vende de 400 a 500
nar qualquer crianca. E inniti tutn s artiges i ris ao ovado, e outn.s muitos artigos que deicha
de que estamos prevenidos, psriu que nao que- [ de mencionar por falta de lempo.
remos abusar da paciencia das ains.ves leitoras. M ft_ J II.. J i"l U
JA DUQUE DE CAXUC 5(> Hita (10 flUff 16 t CaXlaS i6
r
NOVA ESPERANQA
Pedro An'i/net & 0.
Tdephone 210
D6Edo ESTOMAGO
DIQISTOIt blFPICEIS
Dyspopsi. : 'nstraUj >:, itiiotia,
Perda de App..ote, Vmitos, Diarrhea,
Debilioade das Crianeas
CUB. SEGUBA E SPIDA PH'.S)
JOMA
TONICO-i3IGr "IVO
cor. Ow.'rta, CVk epsina
Adoptado er.i tou d Hospitaes
medalha; as ^pcicOes
DA8IS,r Brnr2.?4,eemtiMla5asPharaiciu.
^Ofl& MARTIN
fo-rmsdtm tfa tus Uijtttad s 'iai*s da rujatarra.
do Enntto .Jt Mirltk briUnnto*.
GAAIXA BRiLH.NTE LIQUIDA
GRAIXA .ePtsuUNCTUOSA
OLSO para ASSSIOS
tas a *k i ssBBaaBSj sata n staTaMI san
jsbtodss i
DEPOSITO OSRAi. BM UOMI
HT, Bigh Holbam, 97
ruis- a, m ain .
SUSPENSORIO MILLERET
Clstico, aem CordSes
Para evitar as Contraales
Exigir a marta do Inttitor imprimida
em oada nupentorio.
Meiae pmra Variwm
Trocidos elsticos algodao e seJa.
FUNDAS MILLERET
A Casa Milleret rftomm*mda as
mat Fundan anatmicas
ivas f un'tiis in i /s rrn, pro i
comter tu turnias e quebraduras as man
diJkHi.
CTNTUB.S PIBA A BAfillGA E 0 afiluO
MILLERET, LE QONIDEC, Succeeaor, -#9, ra JT. Rousseau, PAMIS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS
!.,
EXTRAIT JAPONAIS
Agua para fazer Grescer os Cabellos
Esta AQUA, inventada pelo celebre Chinaico
H. ROTHE, impede instantneamente a cabida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta applical-a durante alguns mezes para pro-
porcionar as Senhoras cabellos de 180 centmetros
de comprimento. Pelo emprego d'esta AQUA, os
calvos recuperarao em breve os seos cabellos ja
cabidos.
Este producto nao conten substancia alffuma
nociva para a saude.
Deposito geni: H. ROTHE, Coimico, 11, B" des Italiens, PABIS
Em Pernamtntco: Francesco M. da SIIVA a c.
ii:.
Ruh r de Marco n. 6.
I'artieip.m ao respeitax 1 pubii<-.i qti", leudo augmentado een
i ment de JOIAS con) mais ama seoyao, no pavisiento terreo,
oom especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidara as
Ex -.as. familias e seus uu-nerosos freguezes para visitir seu estabele-
n o, onde n ontrarao um riquissimo sortimento (fe joias de ouro e
pnta, perolas, brilhantes a outras pedrAs preciosas, e relogios de ouro.
pr..:a e nikel.
Os artigos qtie receben) directamente por todos os vapor so
ita.!.8 pelos m.iis sfas>s4in Mpccibli^tag fabricantes da Europa e
i--Uni'ioK.
A par das j .i. -le subido valor ..cnaro urna grande variedade
>. tojeelM He ouro, prata s e 1< ctro pate, proprios p*ra presentes de
ocntos, b^ptisados e r>nniversarios.
N es rilaeS" a* prej", e ne:u qualidade, os objectos cima
ionadcb, eDo.ontrarSo concurrencia n'ests ;^rac8.
XAROPEd reinvillier
Laureado pela Academia de Medicina ^
J-q CaraUM,ro.f.s0fod.ffo-n rt*i3^0
O Kioepnato de ea> a suDeuncta mineral mais aoundsnti do organismo e toda ves ase su.
unUdade normal dlmlnu: resulta urna arfeccio orgnica grave.
Mais de cinco -nll curas, a mor ujrte ;*tlftida pelos Prorejsores e Mdicos das Facoldades
auan
de normal dlmlnu: resulta umaarfccco orgnica grave.
fe^uMsdi
i iiiie e X
i Tislsa pulmonar, Broncbltn cbronlca.
forao ontlaas uiitms>>,ente o fizero <-:^n >]uee X'tropet do aV Reinvillier fosse clasaIScado
fulraooar, aronctilt^ cbronlca, Aneala,
arupe do Ir it--ir,vin%?r administrado
lu is seguro catira a'
\'

as cr'aieas facilita a dcnUco e o crescimento :ni< maes e amas de leste torna c
jmp>de a -^arte e queda SM denles lio frequenles depois da prentiea.
Eor>atto.- Phermaila VntSirQOE, 8, Plao* da la Maqelalnln, VAJtXX.
Em Pernambuco: FBA1V M. Ott SIL VA So C, at principe* Phtrmtciu t Ora.arhu.
P1IAJ1MACIA CENTRAL
3(Sina d" lni|)erd#r38
pron y
lidedr
P< p'M ''> p r otra -o:pl--ia r-forma ax-fwa s montada a satisfazer
i ni das, tendo para esa-ti ai BedioaiQeeaus de primeira
. ; \ : i. a i-as dos pritneir.-s f..bri.aates.
e a
ijua-
B
ajU#i.*Oltlas**l*lt*tllltlltatsi*llid*lllastt
Belleza lygiena. Saude
Mana rf iitrada
ULTIMA rtOVIOAOE PREPARADA CONFORME 08 PROCESSOS SCIENTIF1C0S 05 MAIS APERFEIQOADOS
sPV
r* aXV
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AJON, Perfumista, 63. B'de Strasbourg, PARS
Producto*
SUPERIORES
jrfjr+jr.*
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JajwltirlaiaaPc.-iiamSuoo riUr M. tt sB,Ti*C" k as priscipaes casas db pfrpumarus
WTTTiiiiiTiiinm......m......m..........umw
aatHBU
OHJ.IS^
P#> OLERY
Viide-se em toda jmtU
*Mc waiCAMurTO de. uta _
Kls *e ao anaea pelos malhows aoBeos de Parts, cura os
arda Caratwa. Cetmre wrT *-aS seS. des Taa
rjajsaras*1
gusto agrae*el1 anptaita cem sruu.ie e^iit US
.os, 6rn*. Tf!>
* ] mana i


8
Diario do Fcriambuco--.-(tuartu-feira 3 de Agosto de IS87
ASSEMBLEA GERAL
EXADO
56. 8ES3O EM 22 DE JULHO
PKESIDEKCIA DO SR. CAKSANSAO DE glNIMBD
(Concluscio)
O Sr. Jo Alfredo : Sr. presi-
dente, sinto muito qup o riobre senador pelo
MarabSo ulgasso lonveniente t.rrasfar me
para es'* discussao, responsabilisando me
de certo modo por factos era que n5o to
mei parte ; o sinto rnais quo o nobre sena-
dor cropregasse contra mira, com certa in-
sistencia, os seus proiessos usuaes de raa-
ceracao. *.
Tenbo JUido rumores, opimoes auony
mas, a respeito de divergencias minha
om o ministerio a com o meu partido.
Nunca dei importancia nem a esses ru-
mores, nem a essas apreciares, porque te-
abo a felicidade de nao pre.isar occultar
nenhum dos meus actos, e nenhuoa das
minhas opinioes ; tomo sempre as pcsijQes
mais francas.
Posso dizer boje perante o Senado coro a
roaior seguran ja, que a neutrair. dos mus
amigos disse alguma vez que bavia moti-
vos para estar era desl.armonia com o mi-
nisterio ; a nenl.um dos meus amigos acon-
selhei que fizesse opposiSo ao ministerio de
20 de Agosto.
Isto, Sr. presidente, com igual franqueza
venbo declarar, nao significa que eu esteja
de acardo-com o ministerio e cera, multes
dos meus co-religionarios politicos a respei-
to do molo de ver, ju'gar e proceder ero
certas qucstSes ; que eu renuncie as mi-
nbas ideas do progresso, com as quaes n3o
ncorapativel o partido conservador, pelo
contrario nao ronhejo nada que seja mais
conservador do que o progresso, o progresso
reflectido, attende cpportunamente as ne-
eessdadea publicas. (Apoiados ) S
Porque me arrasta o nobre senador para
esta disjussSo ?
O Sr. Franco de S: -Porque V. Exc.
quero tirar qualquer duvida n'este sentido,
quo tenho a respeito de certas quest5es
ideas assentadas, em relajSo s quaes, com
o andar dos tempos, caruinhando natural-
mente o partido, poder i ver desvanecidas
divergencias a tuaes e encontrar apoio para
Ba realiza j3o
Senhor< s, nJli conipreh'-ndo que um bc-
mem de juizo aSo e conscio de sua respon-
8abilida te poltica posa* corameter a im-
prud'ncia de dividir ma part 1", de enfra-
quecl-o para antee ipar reformas ou melho-
mentos que liada n3) liv-ram sua vez. Os
partidos nao p.>d**m leisar de formarse
Igualmente o sendo por araer s insti-
tuios 'S, porquanto, ,apesar de parecer quo
o ministerio luerou com o reeent elija-
ment, sob o ponto do vista partidario, con
seguindo con tensar ein torno de si solida-
riedade que ao lavam esquivas, nen
test i< el que o poder publico soffrau rude
golpe.
Em todos os'pases, c soja qual fr a
forma de governo, quaru O representa ca-
rece esseocialmente de prestigio e esse
prestigio preju dicado sempre que aquellos
que o eisriem s3o comp-lidos a abando-
nado as condijo* s em que o deixou o no
com certo sa riBcio das opiniSes iudivi bre ex-mnistro do irap rio.
parte magna.
O Sr. Jo3o Alfredo : Prometti a al-
guem, ao nobre senador ou a quera
que sej
formar um partido evoluciona
Apresentei-me em qualquer occasi3o
candidato ao poder t J pretend essas
sitas posicSes por outros meios que nao
fossern os meios muitos legtimos, muito
naturaes, isto pelo apoio sincero e leal
dos meus co religionarios polticos? En
trei j algura dia ero manobras e planos
subt-rraneos cota advessaros para qual-
quer fim que rao deesc proveito ou poBi-
j3o ? Nao merejo, portanto, a apreciado
tao severa qne de mira veio fazer o nobre
senador pelo MaranbSo.
Se algumas vezes adversarios polticos
toem indicado meu nome para as altas po
sijoes, tm me apontado como o merobro
do partido conservador que pode abrir no
vos caminhos de progresso, nunca os auto-
rise a eso por palavras, nem por a-tos,
que n3o sejam alguna servaos prestados
ou algum mereciraento que me altribuam-
O proprio nobre senador foi um dos que
mais epregoarara meu nome ; e o nobre se-
nador sata que com V. Exc. nunca tro-
quei urna s palavra que o autonsassa a
fazer sameihante apresontaejto.
O Sr. Franco de S: Eu alluli mu
tas vees opiniao publica que o indigi-
tava. ,. .
O Sr. Jo3o Alfredo: Arada o anno
passado o nobre sonador pelo Parn teve
de responder ao Ilustro senador.
O Sr Franco de S: -Allud in'
eSo geral da opinSo publica. Fajo
ra justija ao merecimento
nao o descouhejo.
O Sr. Joao Alfredo : Eu quiz tornar
claro, bera claro, quo nunca me apres-ntei
opposicionisfa ao ministerio actual.
O Sr. Nunes Gonjalves : At acaitou
uroa eommisso de couaoj.
O Sr. Jo3o Alfredo: Nunca insinu
e manos podia aconselhar a meus amigos
in-nifestaesem deacontentamnto.
rae ouvans tm apoiado 0
duaes; preciso que de pirte a p.rte ss
coda, c quo so eonstitu assim a opini3o
coll-'-tiva, que e instrumento necessario
pkra que s id'.s do cada partido possara
r=r realizadas. Exprmindo-rae assim nSo
quero negr o direito, que francamente re-
conhego era cali um, de manifestar livre
mente as suas ias individnaes.
Um Sr. senalor: Isto muito cor-
recto.
O Sr. JoSo Alfre o : Eu portanto, Sr.
presidenta, no conseniirei que paire sobre
mira qualquer suspeita de conapiracSo, que
nunca fiz, contra o ministerio actual; nao
consentirei to pou-o que se me impute ft
pretengao de formar partido evolucionista ;
quero finalmente aesegurar que o meu prc-
oediraento, embora procure viver em pe-
ttita sol l:iried ide politca cora o meu par-
tida, naiMigufiua quo rer.un-io as idis
adiantadas de progresso quo tenho, e para
as quaes espero oecasiSo opportuna com o
mesmo partido, porque ello nunca se mos-
trou immovel e avsso ao progresso, desde
que as circumstancias o indiquem como
acetavel. (Apoiados.)
prJ sumir que o acto do aceitar urna pasta to
gabinas actual um amigo meu, muito livie
as suas rejolu^os, muito capaz de deli-
berar por si, causasso descontentamento ao
nobre senador...
O Sr. Franco de S: Pelo coutrario-
O Sr. Jo5o Alfredo : .. ou me e:i-
puzesse s censuras de V. Exc.
Senhores, nSo faco retaliares; mas creio
que os nobrea senadores devem louvarme
pelo accordo geral era que todos na nos
achamis.
Veja que o proprio partido liberal es
quece n'este momento suas ideas, enrola
sua bandeira e eoncorre para quo esta ei-
tua5o n2o cncontr-: embarajos (risot)
como queriam que eu creasse os embara-
908 que o partido liberal crea ?
Sr. presidente, sSo estas as explicac5?8
qu julguei daver dar. (Muito bem ; mul-
to bem !)
Melbor seria a situajo do gabinet-, se
a retirada de S. Ex;., como alias era f-
cil, tivesse lugar per outras razSes e di-
verso modo. Com todo fundamento disse
o nobre senador por Minas Geraes que a
queda Jo honrado ex-mnistro affectava a
todos os seus companlieiros.
O noble presidente do conseibo aifirmou,
ha poucos instantes, quo nenbum motivo
tinha para desejar ver se privado da colla
boraco do seu Ilustre collega o com elle
sempre esteve de perfeito accordo.
O orador acredita-o ; jura as palavras
do S. Ex:. que perdeu alguma forja com
d 'miss&o do nobro ex ministro, attentas as
causas que a determinaram ?
Desde que o honrado Sr. presidenta do
conselho esteve constantemente na maior
harmona com seu ex-colleg, e o apoiou
at o ultimo momento, nao podiara ser lhe
indifivrente8 os factOB que o desgotarara
ao ponto de psdr irretraotavelmente a sua
exonerac&o.
Porque a pedio o nobre ex-miuistro ?
S. Exo. declarouo: por n&o poder contar
cora a confianja da maioria da Cmara dos
Srs. Deputados.
Ora, se essa ernfianca faltou lhe, em
virtude de seus actos, com os quaes era e
solidario o Ilustre Sr. prosi lente do con-
selho, visto, como sustentou-o at a ultima
hora, o pr~nunciaraento hostil a a maioria
nao condemnou s o ministro demissiona-
rio, mas tambero ao chefe do gabinete, e a
todo elle.
O ministerio, portanto, v abalada a sua
forja, diminuido o seu prestigio cora o de-
sastre do collega.
Nao comprehende o orador maior perigo
na actualidade, do que um governo enfra-
quecido.
E' mpossivel fugir daqui : se eram so-
lidaras os ministros o viveram sempre em
harmona e de pleno accordo, a censura
inflingida ao nobre ex-ministro recabe em
cheo sobre todo o ministerio.
Maa, nSo s isto : o nobro senador
pelo Rio de Janeiro, que tanto por saus
t<>, que o golpe contra elle destechlo fe-
ria os tambem.
E' preciso haver franqueza; o nobre ex-
ministro do imperio eslava do ha muito
condeijinado ; a execug&o de 8. Exc. era
cousa resolvida muito antes da poca que
a8signalou o nobre sonador polo Maranhlo.
NSo foi 8mento depois que 3. Exc. nSo
co seguiu r. crdito para a rcalisaco das
obras de sanearoento desta cidado, que
para todos tornou-so claro, quo mais tar-
de ou mais cedo f>real-o-hiam deixar o
cargo.
O nobro ex-ministro inconeu no desa-
grado de peesoas ii Alientes na Cmara dos
Doputndos desda que ao organizar a inspec-
tora de hygiena publica no se inspirou
em conveniencias partidarias e fz as no-
ineacBas que julgou mais convenientes ao
servio publico aem cogitar das opiniJes
polticas dos nomeados.
Foi esse seu louva>el det.prendimento,
foram outros actos seus de moderadlo que
l'aa. alienaran! as syrapatbiasi, e da longa
data prep-.r.iram-llio a queda.
Ora, sendo esta a verdade, occorre in-
quirir si a eacolba do nobre leputado por
Pornambuco chamado substituil o na pas-
ta, importa mudanja da poltica nella so-
guida, com o apoio do nobre presidente do
conselho.
Tora o novo ministro por missio satiala-
zer s exigencias com que no so confor-
mou seu illustre, antecessor ? Vamos en-
trar em nova phase? Vai tornar-se mais
partidaria a marcha do gabinete?
Eis o que o orador desejara ver escla-
recido.
O Sr. Crrela julga conveniente,
no momento em que vai encerrar so a dis-
cussao, ntervir nella, nao para tratar do
incidente a que, especialmente se tem con-
sagrado a sessao, mas para fazer algumas
observajSas acerca de urna proposicao do
nobro senador pelo Maranhao, com a qual
nao pode concordar.
Disse S. Ex. que o partido conserva
dor incompativel com o progresso ; o ora-
dor, porero, si se podesse capacitar que o
seu partido intenso a ideia do progresso re
flactido, do melhoramento moral e material
da nacSo, nao poderia pertencei-lbe.
tual a ultima manifestativo do progresso
humano ? Isso nunca
Est o orador prompto a continuar a
prestar po gabinete o contingento do seu
fraco apoio; mas hoj como honte d, ha de
votar, como tm votado, por todas as ideas
que tragara melhoramento real nossa pa-
tria, fazendo que ella caminhe para o gran-
de o brilhanto futuro, que a natureza lhe
destina. (Muito bem.)
O Sr. Paulino de Nonza : NA
obstante as repetidas allusSos, que rae fizer
ram diversos oradores, deixaria de tomar
parte nesto debate si no fosee urna per-
gunta do no'bre senador por Minas Geraes
e certa exprsalo, de que S. Exc. so ser
viu.
As conspirarles, mysterios o meios sub-
terrneos de que se fallou n ta discussao,
seriara allusoes offensivas, si na) vissem
todos nellas loreios oratorios para dar re-
levo ao assumpto. Sem levantal-os, dire,
comtudo, que ere tod a min8a carreira
publica, que j vai longa, ainda nao bou-
ve quera duvidasse das minhas disposic5:s
polticas e nao pudesse aiaignah r previa-
mente a p>3c2o em que rae tanho collo-
cado.
Se entendosso que, por qualquer motivo,
no convinha a continuajSo do nobre se-
nador pelo Amazonas no ministerio, dir
lhe-hia e a todos francament3 a mnba opi
ni). Nao mais direi sobre este ponto.
A porgunta do sobre senador por Mi-
nas foise eu me C3tend6ra com os meus
amigos da ministerio antes das explicarlos
dadas sobre a emeoda proposta pela cora-
miss&o dtt orcamento.
O Sr. Affonso Celso : No perguntei;
affirmei que V. Exc. n3o deixara de con
sultal-os.
Sao os principies que me tem mantido
sempre ao lado do nobro presidente do
couse'ho c s8o eiles tambera o lo que vin-
cula firmemente aos gabinete o partido a
que pertenco. S> o ministerio exprime o
pemamento do partido e offrece garan-
tas aos intere.3328 cons^rvador.-s da socie-
dade, sem duvida ha di o partido conser-
vador apoiar a politice conservadora, mo-
vido por impulso proprio e sem necessida-
de de esforgos nter ventores
Se o meu Ilustra araig sobro quam
principolroenta pns3 a resp)nsabilidade do
governo, praeis sso de mais efiicaz coope-
rajao, estimara eu ter grande crdito par-
lamentar para empregal-o em auxilio de
urna politiea, que tora 8do 1 do partido
conservador e cora a qual s;u solidario,
estando identificido neste. A forja do ga-
binete provm da sua fidelidalo s ideas,
da sua politiea aecordo com a ndole do
partido, nao do meu voto, quo significa
urna adheslo, mas do grande nome do
meu Ilustre amigo, d-\ sua incontestavel
autoridade e prestigio entre 03 nossos cor-
religionarios politicos e tambora do re0-
nhecimento devido aos sacrifios, que es'
fazendo pora dedicar a robustez intelleo-
tual da sua velbica ao servjo da patria.
(Muito bem : muito bem.)
O Sr. Alfonso Celso (para urna
explicajao) n3o dirigi um pergunta ao
nobre senador pelo Rio de Janeiro.
Julbanio-o pelos seus mbres preceden-
tes, aventurou urna affirruativa a respeito
de S. ,Exc, que acaba de confirmal-a.
Como suppoz, e nobre senador antes
de vir tribuna exigir explica joes...
contesta ; nao
urna explica-
O Sr. .Ifonso Celso tambem quer d0te8 pessoaes, como por sua forja poltica,
intervir no debate.
E nao Ih'o podem levar a mal, j que o
obrigaram a figurar, com muito pezar snu,
no incidente que foi causa prxima da
crta ministerial, cuja solujao est o Seca-
do apreciando.
Disse que figurou no acontecimento com
muito pezar, e a verdade. Sentio-se pro-
fundamente por duplo motivo, por causa
do nobre ex ministro do imperio e amor s
iostituijoes
representa roa3 do quo uma legiao, porque
incarna em si um partido, nlo poda illu-
dir-se acerca do alcance da attitude, que
entendeu tomar.
S. Exo. comprebena que as conse-
quencias de seu procedimento seriara infal-
livelmeoto as que o paiz presenciou, ist >
, que as suas palavras provo;ariara a mo
dificajao ministerial.
O nobre senador, sempre correctsimo
Em qualquer parte do mundo, um par-
tido poltico, immovel, que nao reconhecer
as circumstancias do tempo, nem as exi-
gencias do futuro, ser um partido anti-pa-
triolioo ; em um p >iz novo, onde sao exi-
gidos raelboramentos de toda a ordera, um
partido assim nao seria simplesmente anti-
patritico, nao po na p >pulajo.
Como pode em um paiz; que couaejou
neste seculo a sua existencia politiea, exis-
tir um partido cujo progr<>mma seja ape-
nas a resistencia a todos os melhoram-sntos
moraes o raateiiaes da sua patra ?
Nao esae o partido conservador brazi-
leiro ; nlo esse o partido a que o orador
pertence. Ao contrario, desde que sa acha
demoustrada a nacessidade de qualquer me-
lhoramento social, moral ou material, o
partido conservador acode pressuroso a
realisal-o.
Histricamente tem sido esse o papel do
partido conservador no Br&ail. Estilo ahi
no
em todos os seus actos, e fazendo justica
reotio o pe nobre ministro resignaba-1 a0 carcter de S. Exc, o orador nao du- 0a monuraeotos legislativos para o certifi
porqu", m ntendo com S. Exc. de va atfirmar, que antes de vir tribuna,
I .ngos anuos relaj5es de particular atoi- j teve qualquer intelligencia ao monos com
sade, foi-lhe doloroso ser chamado a envol- j 08 Sr. ministros presentes.
verse era um facto que nlo lbe podia ser! Ss. Exea., por aua vez, tem bastante
intei-
V. Ex ;
qu
Os amigos que
ministerio.
-alvo entretant-,
Sr. presidenta e
FLHETIM
JOS LA RONZA
agradavtl.
Mas, ante-bontem, reconheceu
uma vez
atilamento para nJo se engaare sobre os
resultados immediatos da deliberajao do
mi3 que nao fa< il nem commoio o ca- j nobre senador.
Porque, pois, n3o tentaram prevenil-os,
nhos
Sohmnemente interpellado pelo nobre
senador pelo Rio de Janeiro para dar tea-
temunho do que occorrera no seio da com-
uiissao de orjtraento, nao podia escusar-
rae. (Apoiados.) Era seu dever acudir
ao ppello do honra Jo collega, que Uato
Iba mereoe (Apoiados.) Bara quizera
telo egitado; d^ria grajas lortuna si,
como o nobre presidente do conselho, ti-
reaaa adoecido n'aqueile dia, embora me-
nos feliz -do quo S Exc. ainda se visse
pregado ao leno!
offerecndo utra qualqu r solujao dif-
ficuldade quo se levantava? Seria isso im
possivel, entre co-religionarios que tanto
presam ? Ninguem coatestatar que Ss.
Excs. tinham meios decorosos para outro
desenlace.
Conseguintemente, nilo da parto do no-
bre presidente do conseibo, que lastmou o
facto, como dedarou, mas da de seus col-
legas, que poderia ratel-o evitado, a demis-
sao do nobre ex-ministro era um aconteci-
mento desejado; nao advertindo entretan-
car.
POR
JACQUES !>L l'LOT E PEDRO MAEL
tli.MTL PARTE
(AIlHIiV
( C "itinuajao dj r..
174,
XI
Os punbos de Arband fecharam-8e con-
vulsivamente.
Que miseravel raurmurou elle outra
vez.
A Sra. Francs i 'sistio :
Ha uma nica cousa a fazer, meu
amigo. E' preciso reembolsar o Sr. Rou
val com a possivel brevidade. Retirados
03 brilhantes, Renata est salva.
E eu, rugi elle, poderei matar
esse insultador de mulberes.
A bella viu va, muito assust la, a ten
tar acalmar essa indignajo !"> legitima,
quando a porta da sola abri s e criada
enfrou.
__Minha senhora, disse elle, as filhas
Sr. dlsac perguntam se a senhora
le recbelas. Viera ra com o Sr. de
Treguern
O corajo de Maximiliano pulou-lbe iu
peito
Eis o momento, meu caro. Vou aei-
xal-o conversar com Raneta.
Ella levantou-sj para rebeber as duas
meninas'
Bertba, alegre, entrott na sala ao mes
11 o tempo.
Ab exclamou eile, chegarain em
boa occasi.ao, Renata, Alica, veiiham ver
que bonita plenta meu irmXa trouxe-me da
Australia.
As anas irinas que tintura tirado oa cha-
peos, dispunham se a acomoanbar Bertha.
A Sra Francs lanjou um olhar rpido
ao doutor.
Este, no momento em quo Renata ia Ba-
bir da sla, adiaatou-se rpidamente, e, re-
tendo a por um gesto :
Mmha senhora,
voz trmula.
Ella parou, aiujirad, muito commovida,
presentindo o que ia haver.
O senbor quer me fallar? perguntou
ella.
Elle respon leu com a mesma perturba-
jiio :
Sun, minha senborn, e pejo lhe que
me ou^a cora benevolencia. Serei bre re.
stou ouvindo, disse ella quasi fra-
mente.
Arband tinha se approximado della.
Os instantes estio contados, miaba
senhora. De um momento para outro po-
dem voltar. Se resolvi-me a fallar, foi por
ter sido autorsado a fazel-opela nossa ami-
ga commu.i), a Sra. Francs, e jaro-lbe
qu; nesta oocisiao s tenho em vista o seu
interesse, a sua telicidade.
Ella levantou as mJos como para fazol o
parar.
- Pejo-iha que nao mo nterrompa.
Deixeme dizer tudo. N5o se trata de
roim. Fiz mal ha dous annos de lhe fal-
lar ero.. sentimentos que a senhora mpi-
rou rae. Mas, correu o tempo. A serbo-
ra deve ter esquecido a falta. E tanto a
esqueoeu que fez-roe a honra de contar
commigo em uma oseasiao de perigo.
Elle respiruu, e vendo que ella estava
prestes a nterrompel-o :
Sira, sei. A senhora depois revogou
esse cbamaoo, e at m'o disse cem a.gu-
ma ureza, miaba senhora, e eu nao tinha
merecido essa dur'za.
Pois bem! A senhora fez mal, U.nto
mais que tinha -a*ao para confiar em ndm.
Si b, que foi por sua causa, b por sua
causa, que deixei a Australia tres mezes
actes do que 'ie?:a 9 E esse segredo que
a senhora nao quiz confiar me, eu o soube
por outra, por csa estimavel senhora a
quera amo como a uma mi e que nao roe
considera criminoso por ousar amal-a.
Renata esta v- tfttttfa corada. Os sous
Lbios trerai..
Maximiliaco continuou :
04> por quero n3o veja as mi-
aas pajeara a?n.*o o que ellas encerrim.
Poii oei^ i d, ea amo-a. Amo a com to-
da3 as forjas
o dia que a vi en Meudon. Mas, nada
pejo para miro, nem mesmo o seu reco-
nheciroento, e o meu orgulho rulo resiste
mais. Olbe I ea b lhe pejo que roe con-
ceda o direito, a faealdaie do lhe prestar
aro servijo, de slvala. Depois desappa-
raurmurou elle em i recerei abenjoando-f, adorando-a.
Elle trema.
A aua voz tinha irjflex3o em qua vibra-
va o desespero.
A sua fronte estava baixa.
Renati n3o responda.
Duas lagrimas cornam pelas faces de
Arband.
Nessa cior do homaro forta vonjido ha-
va alguma cousa de t&o tobante, que tudo
quanto havia de orgulho na alma da menina
desappareceu.
Por sua vez ella sentio as lagrimas en-
cherero-lhe as paipebras.
Recasa ? perguntou o mojo, sera le-
vantar os olhos.
Ella nao pode resistir. Dea um p sso,
e, sera mais rtflexao, pz as duas roaos
as do doutor.
Maximiliano, disse ella con inetfavel
ternura.
Arbind ousou encaral a.
Vio-a all, palpitante, roas com um sor-
riso ttravs das suas lagrimas.
Renata I exclamou elle por sua vez.
Houv< entre elles um silencio cheio de
ternas confidencias.
Maximiliano nJo po lia acreditar n sua
t^lieidade.
Consegua 1 ronunciar com esforjo :
Pejo perd3o lo que ousei dizer-lhe
Desaa vez ella o interrompeu :
Cale se, disso ella, apoiou os dedos
roscos nos labios do mojo, cale-se 1 Nao
invertamos os papis. Sou eu quem deve
pedir lbe perdo, Maximiliano. Tenho sof
ti i lo tanto I O mundo sempre me pareceu
tao mo Entretanto, verdade que jul-
guei oiial-o, justamente porque os outros
me pareciam indifferentes ou despreziveis.
Mas foi preciso render-raeevidencia. Quan-
do eu soifria, quando desespe.rava, apparscia
m6 a su 1 imagara. E, olhe, accrescentou
ella corando, fo feo a outra note que eu
co aprehend bera quanto o amava.
Elle a olbava com enlevo.
~ Que noite, Renata ? Onda ? dgame,
minha bem amada, para que essa data do
felicidade fique eternamente gravada no
meu cora'cSo.
Ella, sern resistid ea regou as mies a-ia
beijos do mojo.
iiiinli* alma, desde o pri-
O qua esse partido n3o podo pressuro
smente aceitar; s3o raelhora raen tos cuja
erficacia anda n3o estaja demonstrada, ou
seja susceptivel de contestajao.
Mas pretenderse que ha ncompatibili-
dade no partido para a realisajao de ine-
lhoramento8 reaes de qualquer ordein,
condemnal-o a nao poder encontrar apoio
na opiniao.
Reformas aventurosas, essas, sira, nao
cabe ao partido couservador realizal as.
Si o partido conservador fossa incompa-
tivel com o progresso, si ao contrario elle
nao tivessa por fim realizar os raelhora-
raentos proclamados e aceitospel opiniao,
seria um protesto vivo contra os progres-
sos da huroandade.
Poder se-ha pretender, que o partido
conservador dsclare qua a civilisaeto ao-
A noite em que nos echarnos l, sa-
be, em casa de...
Ella estremeceu, n3o ouaando pronun-
ciar o nome.
- Sim, disse Maximiliano, n3o conclua.
O nome desse hornera uma macula para
os seus labios Amou-me nessa noite ?
Coroprehendi que o amava, porque
estava soffreodo.
Por que estava soffrendo, Renata ?
Sim, essa mulher tao bella, 1S0 sin
guiar, que o devorava cora os olhos, que
por um momento pareceu julgal-o seu 1...
Tive medo. Meu corajao pareceu querer
estalar. Inquir de miro mesma se o se-
nbor nao a tinha amado, se nao a amava
ainda. Chorei quando voltei para casa,
Maximiliano.
Elle, apartando a contra o corajio :
Juro-lbe, Renata, que nunca amei
i-ssa mulher. Algum dia lhe contarei a
Ba historia. E' bem triste essa historia.
Renata sorrie por sua vez.
Ella ento digna le corapaixao ?
Nao fallemos roais nella, Maximiliano.
Estsbsleceu-se o silencio.
Elles olhavam um para o outro.
Maximiliano despertou do extase da sua
contemplajao.
Minha querida, disse elle com bran-
dura, preciso peusar nu motivo penoso
que induzio-me a fallar-lha e qua nao sei
como abenjoar, pela,feledade que me pro
porcionou.
E'verdade, suspirou ella tristemonte.
Sei tudo, disse ella Nada tem que
me contar.
E com meiguice infinito :
Ouja-me, minha Renata. Posso cha-
mal-a asaim, nSo ?
Diga, Maximiliano. Pois agora nao
meu senhor t
Pois bem tornou o mojo, o quo me
pertence seu. Nao e a sua felicidade
que est ent jogo, a de sua irm3, a de
seu pai, a de JoSo. Dispooha dessa fortu-
na q*ue Deus me concedeu. Ella sua, to-
da sua, minha bara amada.
Ella cabrio o rosto com as duas raaos.
Chorava.
Elle accrescentou, quasi receioso :
Nao voc, Rinata, seri eu o obri-
gado.
.Ella murmurou com effuso :
Ah raz&o tem a nossa amiga, qua
sempre u stimou I Como ella e oonhece 1
Pois bem, eim, aceito, Maximiliano. Tu
do que vera da sua parta sagrado para
O Sr. Paulino da Souza : O modo da
affirmajao importava uma pergunta.
O Sr. Affonso Celso:Nao, senhor.
Affirmei pelo conheciroento que tenho do
seu carcter.
OSr. Paulino de Souza : -Poderia dei-
xar de consultar, porque, su3Ctando-se du-
vida sobra a exactidao de um pacto asso
vorado ao senado em documento poHslco,
como um parecer da comraisso de orja-
mento, era rigoros dever meu tirar a
limpo o occorri.lo para roctificar-se qual-
quer eouivoco, quj ss tivessa dado : de-
va fazel o como hornero, como cavalheiro
e como senador. Proced, porem, como
previo o nobre senador. Antes de entrar
a discussao do orjainenti do imperio, di-
rigi-me ao honrado ministro da Guerra,
que nico dos raembro* do gabinete, esta-
va presenta na na casa, alam do nobre ex-
ministro, e, referindo roe difficuldado sa-
bida, propuz-lhe conferenciarmoa com
aquelle seu ccllega sobra os meios de sa-
brmos todos airosamente de tal situaj3o,
guardada a exactidao dos factos. Chamado
a meu pedido e comparecendo, respandeu
o nobre ex ministro qua eu expuzesse o
occorrido que elle dara explieajo'as con-
venientes. Cumpri o meu dever e filo na
quella occasi, porque era uma quesillo
de ordem relativa aos trabalhos do sena-
do a que deva ser examinada antes de se
entrar na apreciaj3o da materia do de-
bate.
O Sr. Paulino de Souza
veio exigir, mas sim dar
j3es.
O Sr. Affonso Celso : .. -dar as expli-
cajg38 que fulminaram o nobre ex-minis-
tro do imperio entendeu se francamente
com o honrado ministro da Guerra e pre-
venio o do que ia succeder.
O nobre ministro da guerra, pois, po-
dia ter ao menos tentado evitar o desastre
e n3o o fez. Logo, raz3o tinha o orador
para suppor tambera que a execujao do
nobre ex-ministro nao desagraiou a si-
gues da seus colloaas.
SS. Excs. est3o muito tranquillos, aore-
ditando que ganharam forja, por verem a
seu lado boje o chefe do sul e o chefe do
norte. Mas tal vez se illudam. Perderam
um companheiro por exigencias que nao
puderam ser satisfetas ; amanba vir3o ou-
tras, e quem ssbe quantos sacrificios ser
neoeBsario ainda faz?r ?
A expressSo da pouco empregada pelo
nobre senador por Minas, qua provocou o
meu reparo, porquo poda prestarse a in
terpretajSes infundadas dos maliciosos, a
seguinte Obrigaram me a tomar parte
no incidente, etc. S. Exc. dira com
mais {exactidao obrigam-nos comprehen-
do-me tambera na posij3o em que sa achou
e determinan.do que foram as circumstan
cas que nos obrigaram a esclarecer um
ponto duvidoso, era qua estava envolvida
a nossa responsabilidade N3o terminarei,
Sr. presidente, sera referir-rae exagera-
j3o que, intencionalracnte, os nobrea sena-
dores da oppasijao fazera constantemente
do meu prestimo e servjos ao gabinete.
O orador declara que n3o julga muito
segura a existencia do gabinete.
Em vista do que houve, cada uro dos
Srs. ministros deve fiuar de sobreavso,
receiando que, de um momento para outro,
caiba lhe sorte igual do nobre ex-mins-
tra do imperio !
Acautelem se Esta mulaoja minate-
rirl foi acompanhada de agouro sinistro.
Todos sabem qua o nobre ministro da guer-
ra, ao partir aprosadamente para commu-
nicer ao Sr. presidente do conselho o oc-
corrido no sunado, ia sendo victima de
uma desgrvja, de que felizmente escapou.
S. Exc, quasi ficou em caminho, e de-
via tr dito comsig) longe v o agouro I
Quanto ao nobre ex-ministro do imperio,
agora victimado, ha urna consideraj3o qua
deve mitigar o seu justo resentuiento.
Se d3o pode fazer ao paiz todo o bem que
desejava, sua passagem pelo po ler n3o foi
estril.
Ioiciou alguna melhorament >s e, no to-
cante saude publica, prestou reaes serv-
jos.
Honra lhe seja I
mim. Da ra ro3o recebo a minha salva-
j3o, a minha felicidade a a telicidade dos
meus. Eu lbe pagarei em gratid.ao.
O mojo abrio-lhe os brajos.
Ella deixou se cahir nelles.
Em amor, disse-lho elle baixinho ao
ouvido.
Em amor, repetio ella, oceultando o
rosto no hombro do joven doutor.
Renata estava radiante.
Como ella o tinha dito, sso era a sua
salvaj3o e a sua felicidade.
E que importava a Arband Unjar no
abysmo cavado pela prodigalidade do Sr.
d'lsaac, se necessario fosse, toda essa for-
tuna que conquiatara com perigo de vida ?
Que era ella comparada com a embria-
guez qua lhe transbordava na alma ?
O amor de Renata 1 Teru dado por elle
um reino, se o possuisse, como estava
prompto para affrontar vinte mortes para
conservttl-o ao abrigo de toda a suspeita.
Em um momento expoz moja o sea
plauo.
Era preciso, primeramente, apoderar se
de tudo quanto poda ameajsr a po8j3o
do Sr. d'lsaac, ou a sua honra, recolher
os ttulos coropromettedores, sa ainda exis-
tiem, reconstituir o dote da Alice. Renata
resgataria os seus diamantes, pagando a
Rou val capital e juros.
Depois disso trataran] do casamento de
Treguern.
E- era preciso exeeutar etse plano com
a posaivel brevidsde.
Maximiliano devia entrar om campanil-
logo no dia seguinte.
A fallar a verdade, para isso elle laraen-
tava a ausencia de Julin).
Coro effeito, Darraailly era o hornera da
diplomacia, da investigaclo prudente e sa-
gaz-
Como comejaria ell Arband ?
Mas adiou as Bas preo;cupajo!S at o
dia seguinte.
Nessa momento, tendo tomado uroa re-
sol uc3o. n3o quiz pensar s;nao no seu
amor.
A Sra. Francs evidentemente retiuha
de proposito as meninas na estufa.
Renata trguea a sua bella fronte para
.aximiliano.
Ella sorria.
E como ello a apertava, trmula e feliz
contra o coraj3o ; e como elle erabriaga-
va so coro o seu balito e o perfume dos 3eus
cabellos, abaixou a fr-oote.
Oa seus labios unirara-sa no prim uro, no
casto beijo dos seus esponsaes.
Bruscamente sopararara se.
Tinham ouvido pasaos.
A criada, julgando qua nao havia nin-
guem aa sala, tinha introduzilo alguem.
Arband e Renata vram, com espanto,
Carmen Clanos dirigr-se a elles com um
sorriso dos labios para comprimental-os.
Notaram, porro, 03 dous, que ella esta-
va paluda como uma morta.
XII
Carmen, depois da sua visita ra de
Boulaiovilliers, tinha voltado para o pala-
cete da avenida de Wagram, preza de um
desespero raedonho. O seu corajao san-
grava.
A dor, a vergonha, o oiume a assalta-
vam ao mesmo tempo.
Era eotao verdade! Ella tinha adivi-
nhado na noite do baile. A mulher que
amava a Maximiliano era Renata d'lsaac.
E' verdade que a hespanhola foi obrigada
a confessar qua comprehendia o amor de
Arband. Uma nica creatura era capaz
de eclipaar a sua belleza, e essa creatura
era Renata. Era qual Carmen imaginara
a sua rival. O rosto admiravel da france-
za nao tinha os tons quentes do saogue da
hespanhola. Em con>pensaj3o exprima na
perteijao cas suas linhas a alvura imma-
culada de ama alma pura e altiva.
Renata era inaccessivel ao medo e ver-
gonha.
Ora, Carmen ignorava que Rouval tinha
lanjado sobre ella as suas vistas, que lhe
tinha feito uma proposta vergonhosa, qu
tinha tido a audacia de Un jar uma injuria
face desse anjo para punil-a de ter re-
pellido as suas propostas deshonrosas.
E nao era nicamente pezar que senta a
filha de Clanos. Era raiva, era uma vio-
lencia de sentimentos extraordinarios con-
tra Renata e quasi um cornejo de odio con-
tra Arband.
Ella tinba amado essa homem com pai-
x3o, com violencia ; tinha lhe entregado a
sua honra e a sua vida. Elle tudo tinha
reculado, tudo desprszado. E' verdade
que nun^a tinha manitestado o seu despre-
zo, mas tinha exprimido, sinceramente, a
sua iodfferenja. Ella agora conclua a cau-
sa dessa indiffarenja : e*a o amor que ti-
nha a Renata.
(Contiuuar-ae-ha)
Typ Ao Diario rom Du^u* Ue OutM t.
1 mam i


Full Text
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