Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17483


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Full Text

1



NO LXXI
QtBintpfeira 3$ de Novembro de 1995
MUaitO 213

t
'
^
PERNAMBUCO.
PB0PBJ1&&BS BS MAH0I& fEF8IB0 BE F&BI.& & FILHE0S
REDACTORES ANTONIO .WITRUVIO PINTO BAXBEIRA E ACCIOU'DE YASCOXCELLOS e MANOELJ ARAO
PARA A CAPITAL EgLUGARES^ONDE NAO SE PAGA PORTE gA0 N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN- ,
CA E INGLATERRA -:n'
Os Srs Mayence Favre & C/, residentes em Pars18 rae de 3
La Grange Batelire Mni fr-P*-* ^ ^^flPlfc trimestre vencido
E na Capital Federal 0 Syndicato Internacional de publicidad^
Por tres meses achantados.
Por seis mezes adiantados. .
Por ura anno adiantado .
Numero auIso do mesmo dia.
85000
151000
30&000
1100
. PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes achantados. 6$500
* .Por nm anno adiantado .... 331000
9$000
1200
Numero avulso de dias anteriores.
Telegrammas
SSaVIBO PASTICULAS BO JIAS13
Rio de Janeiro, 26 de Novembro,
s 5 horas da tarde (recebido na estaco
is 9 horas e 05 minutos da noite e en-
tregue s 10 horas e 10 minutos).
Prorogou o Senado ostrabalhos da pre-
sente sessao legislativa do Congresso at
o dia 20 de Dezembro prximo.
_ Dando se a reintegrado dos profes-
sores do Collegio Militar, foram dispen-
sados dos lugares os que haviam substi-
tuido os mesmos lugares por nomeaco
que tiveram do governo anterior.
- Esto nomeados agentes do Correio,
em Marayal D. Emilia Cmara, e em
Campo Grande, Joo Wanderley, nesse
Estado.
- Consta que na repartico dos Cor-
reios d'ahi foram nomeados, 3. offieial
Candido de Medeiros, e amanuense Bem-
vindo Loreto.
Ro de Janeiro, 27 de Novembro,
as 3 horas e 40 minutos da tarde (rece-
bido na estaco s 5 horas c 20 minutos
da tarde e entregue s 5 horas e 40 mi-
nutos).
A Cmara votou o projecto que crea as
delegacias do Thesouro, na inteireza e
se n innovaco do projecto originario.
- E' corrente e metmo consta, que o
governo da Repblica nao acquiesce
arbitragem proposta pela Inglaterra para
soluco do incidente da llha da Tnndade.
_ Perdeu-se na costa d S. Joo da
Barra o paquete Uranos.
Ha vana, 26 de Novembro.
Mximo Gmez bombardea a fortaleza
do Rio Grande.
Os cubanos aps renhido combate^fe-
rido em Taguasco, derrotaran completa-
mente os hespanhes, perecendo 1.00
homens das toVcas destes, comprebendi-
do o general Aldale,
Os vencedores ficaram senhores de
grande quantidade de armas, munices e
despojos abandonados pelos derrotados.
Na aeco a perda dos Cubanos andou
por 3oo homens.
Anteciparido os seus agradecimentos, am a > actividade no que preciso ^ua
subscrevem-se com a mais alta estima
e consideradlo
De V. S.
Atts. am". e correligionarios
Joaquim Joti de Alnutda Per-
nambuco.
Dr. Francisco Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos d'Altneida Pernambuco.
Jos de Cupertino Colho Cintra.
Dr. A. A. Pereira deLyra.
Francisco Cornelio da Fonseca Luna.
Dr. Marcionillo Lins.
Herculano Bandeira de Mello.
Jos de Medeiros e Alburquerqus.
Luiz de Andrade.
Francisco leixeira de S.
Eduardo Augusto d'Oliveira.
CIRCULAR
Partido Kepublican Federal
CIRCULARA
Jllm. Amigo e Sr.
Os abaixo assignados, representantes
do Partido Republicano Federal deste
Estado, teem a honra de communicar a
V. S. que o mesmo partido resolveu
ap'resentar aos suffragios do eleitorado
pernambucano, no pleito a ferir-se a 7
de Dezsmbro prximo, como seus can-
didatos aos cargos de Governaaor e
Y ice-Governador os Drs. Joaquim Cor-
rea de Araujo e Jos Marcelino da Rosa
e Silva, aquelle para o primeiro e este
para o segundo dos ditos cargos.
Reunindo estes dous Ilustres cida-
daos aos requisitos exigidos para bom
desempenho de to elevada misso, o
mais subido patriotismo e perfeito co-
nhecin.ento das necessidades cuja sa-
tisfago demandam o progresso e des-
envolvimento moral e material d este
futuroso Estado, torna-se incontestavel
que sabero continuar a agir na admi-
nistraco com a mesma hombridade,
energia e alevatados intuitos empre-
gados pelo actual Governador, o Exm.
Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
fazendo respeitar o principio da auo-
ridade e promovendo de aecrdo com
a verdadeira orientaco republicana, o
bem estar geral dos pernambucanos e
de todos que neste Estado residem
garantindo-lhes em toda plenitude seus
direitos, e rsalisando importantes me-
lhoramentos, alguns dos quaes j ence-
tados por aquelle benemrito pernam-
bucano.
Os abaixo assignados, convictos de
que a acertada escolha feita pelo Parti-
do, a que se presam de pertencer, me-
rece a approvacSo dos bons pernambu-
canos, esperara que V. S. pelo prestigio
e influencia de que merecidamente gosa
entre seus concidados e correligiona-
rios polticos se dignar de empregar
e seu valimento e esforcos para a vi-
ctoria dos referidos cidadaos e que, na
hypothese, importa a victoria das boas
ideas, que constituem o programma do
Partido Republicano Federal.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE. 26 DE NOVEMBRO DE 1895
Melhoramentos pblicos
J ama vez oceupamo-nos com o assumpto,
sobre o qual entendemos dever fazer anda al'
guma consideragoas.
Procuramos demonstrar a grande utilidade
que adviria cidade do R?cife, e indirectamen-
te ao Eslado de Peroambuco, com a impulsao
dada edificacio parausada n'uma cidade que
creece, e em que as necessidades da populacao
augmentan) de modo paralleio ao seu pro'
gresso.
Nao sempre iufalllvel a esponlaneidad dos
pheoomeoos sociaes, segundo seu curso natural
determinado por leis infalliveis ; os principios
abstractos dos tactos concretos subordinam-se
modificado que o conhecimeoto perfeito de to-
das as relacOes da vida social suggerem, re-
stringido a extensao dos principios abstra-
ctos.
0 fado de que traamos significa urna destas
excepcOes generalidade do principio ab
tracto.
O Commercio do Recife, por exemplo, tem
augmentado extraordinariamente, as industrias
e profisses teem tldo un certo incremento, os
capitaes teem surgido desta actividade crescen-
te, as rendas publicas teem acompanhado este
desenvolvimeute natural ; entretanto, pouco au-
gmen'o tem tido aedificacao desde longos an*
nos ; a cidade conserva a mesma extensao de
outros tempos, os seus limites estrello* man-
UeiB*8e ante o crescimeoto da populacao, que.
como urna onda, procura romper utn dique que
conservacao e existencia, demonsta, que a cir
culacao da riqueza no qu; diz respeito aos
interesses da vida social, enerva-se, ou toma
um curso irregular, incompativel com a drec
{So que Ihe destinada, com> tactor da pro-
dcelo, como p-opuUor do nu vi meato aseen
conal das torcas creadoras da sociedade ; e
assim, que em virtude de sua accio as cidades
ampliam'se, esteedem-se acompanbindo o cres-
cimento da sua populacao, que encontra condi*
c6es favoraveis ao seu bem estar, principal
mente, em paizes novos, onde a populacao
diminuta, e a extensao territorial immensa.
O tacto s pode explicarse por um vicio pe-
culiar a idiosincrasia de um paiz, ao atrophia*
ment de suas condicoes, um estado de fia-
tuaces creado pelo espirito aven'urairo de es*
peculacOes, que procura na depreciaco da moa-
da, e as oscillacOes do cambio, um elemento de
vida
A populacho tem tido um crescimeoto lento,
nao temos tido urna correte inmigratoria que
viesse crear urna situacao semelnante que se
nos depara.
A' esta anormalidade, preciso oppr medi-
das que tendam a supprimil-a, e trazer assim
um allivio aos males que teem comprim
do a populacao e que mais se aggravarao, se
nao fr-lhes opposto um paradeiro.
Quera laucar um golpe de vista sobre a cida-
de, ou melbor percorrer os seus quatro bairros,
ver urna multidao de ras estreitas, ecos,
corredores, como que formando urna pequea
povoaco, onde a miseria procura .um abrigo,
em casiobas diminutas, ]oao obstante o lamacal
formado durante o invern, elas extialacOiS pa-
'ustres desprendidas, quetraiem a molestia aos
infelizes que atii se aninham impedidos de ob-
terem melhor residencia.
Mas, como destruir esteB tocos de infeccao
que serven! de abrigo miseria, sem deixar*
ihe oode ella .possa refugiar-se? NSo sao s
aquelles que sSo absolutamente privados de
to los os recursos que se inatellam em cortijos
edificados em lgubres e lamacentas vielas, on-
tros porm di*poeui-8e apreveital-as, fugiodo
elevasao dos alugueis dos predios em geral.
Procuramos justificar o]quadre levemeot es-
bojado, fazendo indicafiOes do estado deplora-
vel de um grande numero de habitares Intei-
ramenie intensas {saie publica, e que sao
verdadeiro supplirio para os infelizes que deltas
precisara.
Em todos os bairros da cidade encontrara Re
estes focos, cojo aspecto produz urna verdadei-
ra desolaca\ e.provoca repugnancia.
Naa fr tambem o seu curso.
Ora, se o capital vo!u sse, como elemento da
vida social, acompanhando a sua phase ascen-
cin!, como um producto quejdeve cooverter-
se em utilidade?, tanto das condicoes raatehaes,
como moraes da sociedade, este desequilibrio
nao podia ter se produzido ; e nao ver-se-hia
urna populacao opprimida, eslreitada em condi-
efies da vida material muito precar a, encontran-
do serias difficuldades para estabelecer um do-
micilio, ou fazer escolba de habitagOes que Fal-
tara, privada da observancia dos principios by-
gienicos.
Ninguem ignora quanto lucta-se nesta cidade
para adquirir uraa casa em que faca-se residen-
cia ; o atropello que manifesta-se, os esforgos
erapregados para obtelas ; a necessidade em
que acba se um grande numero de pessoas de
viverem quasi que accumuladas em casas de
pareDtes e amigos.
Ora, as privacOes e os males que d'abi resul-
lam, eo extraordinarios alem da impossibilida*
de de observancia dos principios higinicos,
d'onde procede uro grnete numero Ue molestias,
da-se especulacao um curso favoravel, apro-
veitando'se os propietarios de urna quadra pa-
ra elles primorosa, a lira de eslabelecerem a lo*
ca^ao por elevado prego.
Como, geralmente cabido, os alugueis das
casas teem quasi triplicado ou quadruplicado,
desde trez ou quatro annos, segurado urna mar-
cha progressiva que anda nao estarxonou, e
promette ir mais alem no seu curso Ja os
proprietanos nao sntsfazemse mais com os
juros de um por cento, querem dous e mais aia-
da.
Ora, j nao bastante o encarecimento geral
de todas as mercadorias com que a populacao
pobre 00 os desprovidos da fortuna teem sido
flagellados, sobrevem mais anda esta lerrivel
difficuldade de encontrar urna casa, um domi-
cilio, anda mesmo satisfazeodo as duras con-
dicoes que Ibes forem impostas.
Sao males estes de ordem geral, cajas cau-
sas con vera estudar, afim de removel-ne coro
acertadas providencias. N'isto realisa se urna
das leis mais conhecidas e verdadeiras da eco
nomia poltica, e cuja infallibilidade nao foi
anda abalada por um fado que demonstrarse o
contrario.
Quanda a procura maior doque a offerta,
d'se o encarecimento da mercadoria.
O pbenomeno de que fallamos em nossas ob-
servacoes geraes, o retrahtuento do capital era
fa;e do desenvolvimento de condicoes, queso
podem ser salisfeitas com o seu coocurso, e re-
ultam da extensao que tomara oscorpos so-
sciaes,-esta8 grandes aggremiaces que empre-
:-i esprar jos seus interesses em bem ser-
vir causa publica.
Sem que se realise tao grande melhoramento,
a cidade do Recife nao poder possuir condi-
CO'js hygeaicas seguras, e todas as medidas to-
madas para estabelecelas, nao poderao ebegar
um resultado completo e satisfactorio.
O Eitado com o lira de animar aos capitalis-
tas oceuparem se com a edificacao de pre-
dios na cidade, ou nos seus arrebaldes, princi-
palmente, poda sentar do pagamento de dci-
mas os predios que fossem edificados, conce-
deudo-Ins ainda outros favores, como isencao
de pagamento de licencas, ou impostos exis-
tentes.
Revertendo taes melhoramentos em proveito
geral da populagao, sera exigirera onus do the-
80UFO publico, nada se oppe que sejam, pelo
menos, tentados.
A renda produzida pelos predios que fossem
construidos compensara perfectamente aos ju-
ros do capital emprsgado, ou tomado por era-
prestirao, se assim fosse preciso, deixando anda
vaotajosos lucros. Nao se trata de experien-
cias, cojos resultados sejara incertos ; pelo me
nos nao se pode esperar qualquer especie de
prejuizo, desde que urna boa direccao presidir
a realisacao de um tao ioquestiooavel melbora-
"mento.
PARTE OFFICIAL
(iaveino do i:-tu de Per-
nambuco
directora geral do thesouro
Deipachos do dia 26 de Novembro de 1895
Antonio Pereira Simes.Ao porteiro para
entregar ao interesaade
Josepha Mara da tooceico.Ortifique-se.
Joao Baptista Pioheiro & C Ao Sr. adminis-
trador da Recebedoiia para mandar juntar o
recurso ioterposto.
Isabel Mana da Fonseca Soares e Francisco
Joaquim Ribetro de Britto.A' secc&o do con-
tencioso para faxer os devidos abonos e devol-
ver.
Antooio Joao de Oliveira e Companhia de
Tecidos Paulsta.Informe o collector de Olin-
da.
Francelino Dominfjues da Silva, Lourenco de
Moraes Pmheiro, Luiz Salgueirai & C. e Julino
Von Sohstin.Informe o Sr. Dr. sub-director
da <'onlabilidade.
Arthur Antero de Medeiros Furtado, Antonio
de Albuqu-rque Machado, Amonio Nogueira
& C, Joaquim Thumaz Ribeiro Varejao, Manoel
Cesar de Mello, Manoel de Birros Correia, Mar-
cos Rieiro Pires A Peregrino Correia de Al-
buquerqu, Santos Co&ti & C, Fran isco Xaxier
rio- Santo- & C. Moreira da Silva & C Mara
J inquina da Gama, Manoel Vicente Vieira e
Guilhermina Civalcanta Camello Pesso.aDiga
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Joo Baptista Beierra de Mello.Sntisfaca a
exigeocu do Sr. Dr. procurador fiscal, junte o
conheciraento do pagamento do imposto de de-
cima, correspondente ao ultimo semestre e pro-
ve em como o seu casamento, se casado, foi
feito respeitan io-se a coramunho de bens.
Geroocio Das de Arru ia Falcao.-Informe o
Sr. Dr. sub-director da Contabi Hade.
Hermogenes '.'amargo & C. e Antonio Jos da
Silva Brazil.A'secc&o do contencioso para fa-
zer as notas e devolver.
O protocolista,
Francit'.o MxlinoFerreira.
Despachos da secretaria da justica,
negocios interiores e instruccao
publica do estado de pernambu-
co, do dia 27 de novembro de
1895.
Bacbarei Antonio X>aquim de Albu-
querque Mello, Juiz do 1.- districto do
Municipio de G yanna. NSo tem lugar
o que requer.
Gliceria Davina dos Santos, pedindj
pardao pala diserco de seu flho Elen-
therio Escobar. Iudeferido, 4 vista da
informado do commandanta do 1.* bata-
lhio do inantaria estadual.
O porteiro interino.
H. de Siqueira.
Questura Policial
Seccao^.-N- 26l.-Seeretaria da Questara
Policial doEstado de Pernambuco, 27 de Novem-
bro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Flho, dig-
no Secretario da Justica e Negocios Interiores.
Participo-vos que foram bootem r<-colbi*
dos Casa de Detencao, os seguintes indivi-
duos :
A' ordem do subdelegado do Recife, os ei-
trangeiros Hartois Giovan e Lemarie, cao
desordeiros.
A' ordem do subdalegado de Santo Antonio,
Wana Luiza, por embriaguez e disturbios e Joao
Gomes da Rocha, para averiguarles policiaea.
A' ordem do subdelegado do 3. districti do
P050 da Paoella, Jos Joaquim Alves do as-
cimento, para avenguacoes policiaes.
oinraunicourae o juiz do 2." dittricto
do municipio de Garaellera em ofn>io de bon-
tem datado, que 00 dia 22 do corrent, no en*
eeano Mocas do mesmo municipio os individuos
Belmiro Comes da Silva. Januaro de tal e
Manoel Jaouarlo, assassinaram brbaramente o
cid 1 tiro 11 tacadas.
A mesma autoridade tomando conhecimeto
do tacto, prosegue s necewarias diligencias,
aflra de capturar os criminosos que evadi-
rn)-se.
Assumiram o exercicio dos respectivos car-
gos as segrate autoridades policiaea.
Ne da 13 do corrente o cidadao Erasmn Ma-
rinho Falcio, orno delegado do municipio do
Brejo, e no dia 24 o major Manoel Tbomai da
Souza, como delegado do 1." disincto da fre-
Koeiia do Poco da Paoell, na qoalidade da
1.* suppl ote.
Sade e fraternidade.
o qdestor,
Jote Felippe Nery da Silva Fho.
se Ibe oppOa. Veriflca-se, pois, que as necessi
dades nascidas do curso natural do movimento bre ge Tua impen^ e GameHetra, na Caban
progressivo, flzeram-se sentir, quaodo os re- '-^ na rua Luiz de MeQ(|onca portraz da matrw
cursos que deveriam Impessibilltal-as, tiveram de'g Jog) proximo a estrada de ferro de S
1 Francisco, beco do Forte as Cinco Pjotas,
na rua da Concordia, beco da Goiabeira, caes
da Detencao em direccao adi*ersas ras, becos
estreitos sem darem sahida para parte alguma,
onde o ar nem a luz podem penetrar, e em que,
as aguas pluviaes ficam represas, dando logar
formacao de immundos lodacaes.
Ha rua do Mangue ou travassa do Gazome-
tro, nota se um acanhadlssimo quadro, cuja en-
trada torna-se difficil pelo seu grande estrella-
ment, e onde accumula-se a lama procedente
de aguas sujas abi despejadas, ou de lavagem
de roupas.
Na freguezia da Boa Vista salientam-se o
beco do Gallo, ou quadro, em que, quando
chove, impossibilita-8e o transito por meto delte,
penetrando a agua no interior dos cortijos que
o formam ; o beco do Camarao, e o dos Fer-
reiros; o primeiro composto de coMigos, e o
segundo, onde tambera existem alguns, e mul-
tas coeneiras, donde desprendem-se infectas
exhalaces, enebem-se de lama durante o in
verno.
Nos fundes da rua de Riachuelo, que dao
para a rua do Hospicio, ha um grande nu-
mero de corticos, assim como no Geriquily, do-
minados pelas agUS, e alguns araeacaudo des-
bar.
Por traz de S. Goncalo existem dous grandes
quadros muito estreitos e que oo offerecem sa-
bida para o extero-.
Era muitos outros pontos da cidade os qua-
dros offerecem o seu aspecto medootio, deseo-
volvem a iraagem da miseria, o foco do miasma
devastador, e mostra urna parte da populagao
que legenera-se, atrophia-se, e cujo iiolamento
nao impossibilita o mal que a envolve de trans-
mittir-se populacao que vive em melhores
condicoes. Assim, vive no seio de urna cida-
de civMisada urna pequea populacao privada
de salubridade, nutrida pela influencia mias-
mtica, puecumbindo todo momento, daado
um vivo testemuoho do auanto resla-nas fa-
zer ainda a respeio do assumpto de que nos
oceupames.
De um certo tempo a esta parte, a administra*
C&o tem seriamente procurado melborar esta si-
tuacao; nao ihe foi porsivel de tado realisar os
seus designios.
Ora, para dar-sa a deraolico de todas sise
cnicos, alm de muitas casas j deraolWas,
mister que fca se novas ras, aproveitando-se
extensos torreaos que existem nos arrebaldes
da cidade, tanto ao norte como ao sul.
Fcilmente os propietarios fariam cessao do
terrenos que pessuissem, para este fim.
Era nm grande servigo que a municipalidades
o Recite vina prestar esta cidade, que muit0
IM I t I OIMO apresentado ao Concelho
Municipal do Recife, pelo Prefeito
Dr. AkTonso Goncalves Ferreira
Costa, no dia 15 le Movemfcro de
1895, em que se findou o seu man-
dato.
Tendo em vista o completo e cabal desempenho
dos negocios tendentes ao ensino baixei o regulamen-
to cuja confeccao me era attribuida pela legislado em
vigor. Para ser edificado um predio confortavel que
servisse para escola, obra patriticamente decretada
pelo benemrito Governador do Estado, fiz acquisicao
ds um terreno em Santo Amaro, a rua de Luiz do
Reg, approveitando-se a opporlunidade para abrir-se
a rua prujectaiia, que paisa ao lado do ediicio, cujas
obras vo bem adiantadas. '-
A sociedade hyppica do Campo Grande offertou
a municipalidedf, para conslrucfao de urna escala,
um terreno no Campo Grande, onde o Governo do
Estado mandou tambem edificar um solido e elegante
edificio.
MERCADOS E MATADOUROS
O de S. Jos mantem-se em bom estado de con-
servacao e a sua renda augmentada mensalmenle, pro-
metiendo elevar-se este anno a mais de cem contos.
A construegao do de Afogados que apenas se
acha em alicerces, nao foi emprehendida pela falla de
tempo, alem do rigor do constante invern que li-
temos.
0 velho mercado da Boa-Vista, arruinado e era
perigo de desabar, sem as condicoes precisas para o
rico e importante bairro que abastece nao merece ser
reconstruido, sendo muito prefrivel edificar um
bom mercado, segundo a planta approvada no Geri-
quity, onde j ha terreno bem talhado para a nova
construcoo. No matadouro da cabanga fiz realizar
alguns concerlos ; substitu apparelbos e regularisei
melbor, fiscalisagao medica; o do Arraial, porem, re-
sente-se de falta de melhoramentos que devem ser j
realisados.
Attendendo a grande caresta a que
chegaram
os cercaes no municipio, tomei algumas providencias
e usando da attribuicao que confere a lei n. 31
Prefeitura, ordenei a compra de farioha e feijo e a
sua venda por preco commodo populagao necessi-
tada.
Com semelhante providencia foi bastante mino-
rado o mal que affligia a parte desprotegida da fortu-
na, sem que a municipalidade tivessegrande prejuizo.
CEMITERIOS
0 de S. Bom Jess da Redempcao, em Santo
Amaro, est as melhores condicOes de asseio e re-
gulawdade de servidos.
O do i4rrayal carece de concertos.
F0RQA M.NICiPAL
A'forca municipal eontina a ser mantida soo
as bases da lei n. 21, nao sendo executada a parle do
orcameoto deste anno, suspensa pelo Dr. Sub-Prefeitb
em exercicio antes de minha administratjo.
As pracas municipaes tem dado os destacamen-
tos das differeoles freguezias do municipio, sendo en-
tretanto muito limitado o numero efrectivo! _**>
SUPERINTENDENCIA Oi HY01ENE MDNrtlPAL
Sobre o minucioso relatorio que me apresenlou
o Dr. Emigdio Montenegro, Superintendente de Hygie-
ne, destacarei apenas a parte principal, a que mais
interessa vossa atlencao as medidas que devem ser
tomadas para que possa esta seccao melhor e mais de-
senvolvidamente desempenhar os mltiplos servicos
que Ihe estao confiados.
HYG1ENE
Estudo das relagoes sanitarias do homem com
o mundo exterior e dos meios de fazer contribuir es-
tas relagoos para a viabilidade e aperfeicoamento do
individuo e da propria especie.
A hygiene tem por objeclivo estabelecer os da-
dos precisos para a escolha dos agentes proprios a
entreter e mesmo melhorar a aeco normal do meio e
dos proprios orgaos em que a vida, se manifesta, no
intuito benfico de prevenir o apparecimento das mo-
lestias ; tem por principal ponto de partida a meso-
logia que trata dos agentes csmicos e de sua aegao
sobre o organismo sadio, e esluda a influencia do solo
da atmosphera e das aguas, apoiando-se ao mesmo
tempo sobre a physica, a chimica, a bromatologia
a toxicologia etc..que Ihe fomecem as indicajoes
precisas para modificar esta influencia de modo a ti-
rar as vantagens para a conservagao da saude.
O estudo das relacSes do homem sadio com os
agenles ou meios csmicos, cuja influencia nao pode
furtar-se, quaesquer que sejam as condicoes de seu
genero de vida, constitue a hygiene geral, que trata
do solo, do ar, das aguas, da habitacao, da vesti-
menta, da alimentacao, dos meios de exercicio e de
reposo. A hygiene especial porm, a applicagao
das nogoes adqueridas pelo estudo procedente sobre a
pesquiza dos meios capazes de conservar e garantir
a saude as differentes idades, condifoes ou profis-
ses, especiaes a um homem ou um grupo determi-
nado de homens ; assim que distingue-se a hygiene
hospilalar, inibislrial, proissional, infantil, militar,
rural,municipal ele...
HYGIENE MUNICIPAL
E' a que tem por objecto asse^urar a saude das
populares consideradas em massa, constituindo o mu-
nicipio.
A' medida que a vida social torna-se mais com-
plexa, as industrias mais variadas e as populag5es
mais condensadas, urna multidao de causas doenlias
e pathogenicas se raanifeslao de modo a reclamar a
intervengo da medicina preventiva.
A hygiene municipal abrange, pois, a climato-
loga, a subsistencia, o abastecimento, a salubridade
propriamente dita, os estabelecimentos reputados
pengosos, insalubres ou incommodos, a edificacio, as
profisses, o esludo .je o meio de evitaras molestias
epidmicas, contagiosas, a assislencia publica, a va-
ccinagao, a inspeegao dos cemiterios, a estatistica
medica etc.
SeTdo o Poder Municipal Concelho e Prefei-
tura a agreiniacao poltica ou a parte da adminis-
trado publica que mais intimamente se aproxima do
povo nos seus mltiplos e recprocos interesses, elle
compete mais de perto conhecer o papel predominante
que representa a hygiene as sociedades bem consti-
tuidas no mundo civilisado para proporcionar os meios
de sua accao benfica, decretando ao mesmo tempo
medidas as mais salutares e decisivas, no sentido de
convencer o publico e de compellir os retardatarios
observancia dos preceitos salutares que mais podem
concorrer para a estabilidade mais completa e perfeita
da vida em suas manifestarles.
De accordo com a lei n. 1. de 1893 foi n'ese
anno organisada a seccao de hygiene municipal no
acanhao molde que permittia a lei ornamentaria, na
sendo possivel peloestreito ctmpo de accao, altingir
a todos os problemas de salubridade que o estado
actual do Municipio reclama como de primeira ne-
cessidade e inadiaveis. *
Em todo aso me grato confessar que com
alguna esforgo innmeras difficuldades tm sido ven-
cidas no intuito de remover muitas das causas que
concorriam tenazmente para prejudicar aconstiluigc
medica da capital,
(Contina)
I


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N
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-55POBSPACH0S DO DR. SECRETARIO DA FA*
ZENDA DO DA 25 DE NOVEMBRO DE
1895 1
Emiliano Aureliooo de Arruto Costa, guarda
e vicia do Canal de GoyaDaa* pedia;o paga-
mento do encmenlos correspondentes ao pe
riodo do Jaaho a ft-de Julbo na importaos a de
83S998.-*Pague-se os tersos das Informaces
aonexaa ao Hielo do Dr. Director Geral a. 243
de 23 do corrente.
Luduvico de Sooza Pacheco, apootador do
Cana4 de Gojanoa, pedindo. pagamento do ven-
cimentos na importancia de 83.998, correspon-
dentes ao peri .do de Junho 6 de Julho.Pa-
gue-se nos termes das raformages da Directo-
ra Geral do dia 23 do corrente sob n. 241.
Joo Jos Tavares de S Filho, escripturario
do Canal de Goyanna, paliado pagamento da
vencimeiito8 correspondentes ao periodo de Ja-
nho 6 de Julho, na importancia de 1678966.
Deferido nos termos das informages da Dire-
ctoria Geral n. 244 de 23 do correle.
Manoel Casimiro Tavares de Mello, mestre da
draga do Canal de Goysnaa, pediado pagamen-
to deivencimeutos correspondentes; ao periodo
de Junho 6 de Julho, na importancia de.....
958996.Deferido nos- termos das ujformages
da Directora Geral n 245 de 23 do corrente.
Da 26 .
Epipnanid do* Sanio Barros, auxiliar da es-
cripturario do UiBal de G-oyaona, pedin lo pa-
gamento de vencimentos na importancia de
1538098, correspondentes ao3 mezas- de Maio,
Junho 6 de Julho ultimo.-Ao Sr. Dr. Director
Geral para-mandar pagar de accorlo com a sua
informgo n. 251 de hontem datada.
Bacharel Eutropie Oongalves de Albuquerque
e Silva, jaiz de direito do municipio de Cim-
bres, pediado pagamento de vencimentos que
se acham eecripiurados, correspondentes ap
miz de Junbo lindo.Informe o Sr. Dr. Dire-
ctor Geral. .
Bacharel Alfredo de Miranda Castro pediado
pagamento de vencimenioi que se acham escn:
pturados, correspondentes ao mez de Junho do
corrale anno. -Informe o Sr. Dr. Director Ge-
ral.
DESPACHOS DA PREEEITURA, EM 27 DE
NOVEMBRO DE 1895
Americo da S. Datra, Marcolina R. de Hol
landa, Josepna M. do Sacramento, Leonardo S.
Filbo, Miguel A. de Mattos. Francisco G. de
Assis, Guilhermina F. Cavalcante, Jos E. da
Siha, Innocenclo Ferrera, Paulo J. Ferreira,
Deferido, de accordo com a informago do
chefe do servico techoico
Costa F. & C Deferido, do accordo coma
informago da Cootadoria.
Jos H. de Oliveira, Jos A. Bittencourt.-
Certifique-se.
Anatelis A. P. de Lamino, Auna v. La-
gnin.Deferido. .... a .
Secretaria da Prefeitura Municipal, em 7 de
Novembro de 1895.
O PORTEIRO,
JVi immMis
CUBA.
(Da Provincia do Par^
3 A acioal situsgo da Uha de> Cuba merece bem,
que se lbe consagren] algames Iraftas.
B' mai ama colonia da Hspaoba, mals orna
colonia europea na America que procura eman-
cipar.e da metropole. O faci o3o novo por
certo, mas conveniente explica *o para que,
sabr as canias e origem do acioal movimeoto,
posea formar.se urna idea clara.
Nao pretendo com eta epos'gao mellndrar
oa sectinenios patriticos do pcvo be-pachol.
Este trubilno obedece a om estado rigoroso dos
aconecimeotos que, por rezos, obriga a dirigir
severas censura', o a digoidade e-bro dos
bespaoboes,. mas ao en metbodo colooisador
-lias durante raurto lempo segoldo pela mioba
patria e cepges.
A emaorlpagao de Onba ostava prevista de ha
muiio, como atlante- veremos. Ja a primeira
tentativa Je 1868 castou nos de oaro, omite
saugne derramado e dez annos de laita. Aac.
toal revotta, .ao tnumphar, rustsra ama.
maiores a^rificios. sem conseguir por certo ex.
tinguir o loeo'ia reoeliSo, qoe- irrais urde, em
!u'u-o prximo, alcaucira alinal, completo ede.
cieivo tnumpbo.
(revs colpas cabem, paim, a Hespanb,
nestai iBOgeineleola ,-e.< ;ti. Un bom ur-dhodo
de ccljnieego tena retardado inaerim.-'ameote
o moimento, ao passo que noje, se a Hespanba
alist o direito do pugnar pelaintogridade da
soa soberana, aos. revoltosos assisle o direi'o
cao menos sgralo de reagirem Dor todas as
formas cou que se acbam submeldos.
A riba d* Coba por maltes, chamada, com
razo, a peroia das An'.ilQ. s Biela lngaros
olt.os rOD-e qualquer mappa geo^rapbico para
iaujediaiameot* compreneoder a excepcional
ailuacao dessa El uir.ao -lome oeexiraori.
ria riqueza para o paz que soooesse aproveitar.I
Ibe os froctoi, aem provocar oa odios da popo.
iogao, maniendo urna soberana aniloga'da
Inglaterra as saas colonias do Cabo, Canaria e.
Aastralla.
Ex remaniente frtil, ahondante em lodosos
factores da riqueza agrcola, relativamente favo,
ravel a acclimaiagao do europeu, prvida de ex.
celleates porios, no poaio de crazameoto de
ama grande rede navega iora, Cabaoffereceaia
da orna partrola-idide geograpbiisa ditflcihma
de eocontar : a ena grande extensSii relativa,
meaie a largor?. Dean io-ma as plantacoes ain.
da as sit^aiaa no loterior >ia iia, acnamsea
urna pequea disti-cia aas costas, permitan 'o
orna economa de transporte que val ufluir
vartjofameoie tnbre o eoslo da producid e,
portaoto. sobre o prego da venda dos gneros
nos mercados de consuma*
E' tal a vantagem desia l. ralissgao que, se.
gando Mrinvale, citado por L. Beaolieti, ao
ha logar productivo da liba distante da costa
mais de qaarema milhas.
Ph'ooai-ni arioso 1 O gavernador ria me-
'.ropala man fesioo-se precisamente quando as
coio ia da Inelaierra e da Frang esiavam ain-
ia a> -'t-ic'as ao ansa: ioystema do pacto co*.
looiat e l'ahl a- grande prospen ade de Coba.
Som-n e atas mearlas aoias e justas para
con a tipo-a em qu< foram promulgadas i amo
bilixaram-.e e, a jasjo que as ootras oagdes co
loni'-idoMB recoaqniatavam o lempo perdido, a
Hesoach > perda em Cuba, pooco a pjuco, iodo
o tereDO ganho durante o periodo em que avi-
sadamente aoubera aproveiiar os recu-sos da
ilba.
At ao comegj desle eeculo, a nis'.oria de Cu
ba ponco interessante. Se exceptoarmos ai
medidas ornadas pelo conae de Arraoda e mar-
quez de S>nora, r.cs fins de sculo passado. na.
da mus existe digno de ola.
E'S38 medidas soaaistlram oo stabelecimeo*
to do servico postal, oo decreto de 21 de Agos-
to ne 177' ccBcedendo a ilu* a ficoldade de
commerciar com portos bespanhoes de Barcello*
na. Alt ante, Cartagena, Malaga, Coronad, Gjon
e S r tf.-de; e no decreto mane ex tea so de 1177,
cnnnj -id ) palo nome de decreto da liberdade
de commercio.
Mu o (autoridete-miDativo por excellea is da
proioend-.de da liria, foi em 1809 a abertura de
Cuba dade de HBportagao, liberJade de exoor ago.
Ufe aC'.easo de todos os pavilnfiea ; todo me*
diante o pagamento de direiOj pooco.-- onero-
sos.
Para melbor se compre^enderem as vantagens
qu- uesta medida anvie-am para Coba mister
amesde mais oad>, ex,o- taecmtameote quai
er. oessa poc a situagao da: po. sessOes da
logUter a e da Franca, sob o ponto de viau do
reK'mfii colonial.
O ytela i ittiex consista em orna complica-
dissi-na bomeoagem de restrlccOes, o'em'oi.
pronibi$oe- e diieitoB tftffereoclaes. Em prl-
m*i O lugar, oexerccio da m .asina ma .ufa u-
reira era vedado s colonia', exigindo se-lhes.
com ra-as ex ep. oes, que se foraec<-s-em de
prodactoe maaafacta ados oa metro jle. Em
M n do lagar, concediam-se favores especiaes
is colonias para a obiengao de aleuus p-; ni-
etos oa o aes oecesiarlos metropole, Hcaujd/r
esta ob Igada a toruai-os de preferencia aos pro
duciog almila-es esl-iogeiroa. Toda a mercado
ra da colonia que > metropole nao pro mu- oa
prodezia em quantidaae insnfficiente era reser-
vada para o mercado metropolitano. Pelo con-
trario, todas as mercaderas coloolaes que, che
gando ak'.-pttrta podessem faser conco*rea*
ca aos producios simiians ndla p-oduzi podiam ser espertados a voa.ade doi olooos,
meaos.para a Inglaterra !
O syslema fraaevs embora desde 1717, eob os
aaanicioe do celebra Lsn, se uvesse faorav I
rneotmodificado oa parto colonial insular na
parte continental era quaet tao veaio/io como
o brUaaKo e por uso aajeito a idnticas censa-
ran
i Palo acto ce 1809, Coba de am da para o oa-
tro siem do moaoeoUo exclusive da metro jote,
ar!epaa*vwe-eoeohora dos de que a Inglai' a e a Fraoga eeqoeslraram
as suas colonias. Naotadmira,;pojs, qoe tleare
eotao o incremento da soa opulencia aftiagisve
propo-goeu qoe exevdera a frcalcolti dos mus
optimistas e por certo maravilbaram os propnos
autores- 1 sa. ia- medida
Al 1809 a popuiagao da lha orgava por.....
3.000.000de toabitantes dos quaes apenas ....
9t .UOO negros iutrudozidos na Havaoa de 1321
a 179).
Osnsvtmeato do porto era relativamente pe.
queno, ma9 a partir dessa data, a media aonual
aos o avos de -ommerc.o frequentaado a .lavaaa
exceda d- 6.000 dosquaes apenas am tergo de
naci'.'nslidade be-paohola.
Aberta a ilba a iodos-us- pavilhes, os factores
de riqueza inullipli'.arau-.-r, cooto que a portia.
Realizada a emaooipacaoida* co'ooias bespaono-
las da America do Sai, osi iiibditoe.rJeis me-
iropole sfier*n rpiie-^ > -. CiDa.
O mesiU suecrac coui manos revoltosos da
locta civil de I833i Ene contingente ora vali-
sissim como elemento civihsador e oootriboia
pr noipaimeate para a diffuso do ensino na
colonia.
Por ouiro lado a aboligo da eacravatara ees
co'.ooias inglesas e l'aaeezaa, e pooco depois ao
mando ioieiro, veio cooceatrar aa Ha vana o
commer.do do;ebsao, pnmeiro leeatmente e mals
tirde por 3ootrabando, aps a sappressao uffi-
Clal do trafico.
D; 1790 a 18i) a H3vnvreje>en 215.574 es-
cravod. Eoi1850 j pooaUc*o e-a le 1.282-630
BaBiiant-s dos quae3 7.C00 escravos.icoavindo
Q.iar i qu- essa avaliac&o era moito iuferlor
reaiidade e tano qae em 31 de Dezembro de
1843 lord Aberdeen e3crev svS. Balwer, em.
naixilor em Madrid:
Nenie momento, segundo iafarmagoes dos
individuos mais competentes o numero dees,
c.-avoe existentes em Coba deve orgar de oito-
ce; tos a mil .
Evidentemente r.o discutimos nesiemomento
o (ado moral do problema. Mas, sob o ponto de
vif la econmico e tratando-se da cultura da can-
oa saccbarioa no clima cubano, o elemento es.
cravo aiofluir vautajosamente no cato da pro-
duegao da cultera e na eua abundancia e Uto
caeta dos pwlucios similar.'a das colonias n.
leas e francesas, que se viam forcadas a sof-
Irer a gravissima eriseueterminadi pela falta de
bragas, at momelo preciso es qae se acbavam
em plena sxploragao.
Anii os capitaes estrangelros, especialmente
ioglezes, afflalama Coba, aitrabldos peto premio
retfiDoera/ordt sas colncago.
Os p-ocessos caona saecbanoa introduzum-ae gradualmente ;
faziam-se teatativas repetidas para atirahir o
trabalbador branco e o coofce chinez la contri,
buir em.larga escala para o desenvolvimento das
planta goes.
E eara prosperidade sempre cresceata aioda
mais se accentoou com o romplmento do pacto
colonial por- parte da Inglaterra e da Franca,
abrlndo a Cuba mais e-tas doas novos mercados,
em que s assacaree da.' ia usufruiam todas aj
vaoiagens do sea-baixo casto de prodaego.
Mas toda a oedalbattem-o aea reverso-e os
prop-ios f c.ores da opoleocla cubana, reunidos
a diversas causas de ortfem poIHica e social, iam
ponen a ponco preparando o -espirito de inde.
pendencia e as tendencias separatistas qae em
1868 exolodlram pela primei'a ves, louudan lo
de sangue o solo -.da parola.das Antilhas at
1878 e que em 1895 se reprodazem com ateasi.
da e nao menor.
. A historia dastea movimeotos fal.a hemos aos
prximos artiges. .
Cunha Costa.
Come se origiuou a luesttlo de
Cayeniia. Iiojoslita do Aimi
(00 DIARIO DS NOTICIAS DO PARA')
Os. lameativeis acintecinsotos, oocorridos
19'de Malo, deale anno, ao Amipa, deram ense-
|oaomai8 acorado estado sobre a queetSo do
territorio, qae aos p^rtence e qae aFranga qaer
para 81. ,
& verdade qoe em lempos idos f-a ella bem
discutida, esatianJ.j a peana e a vigilias de
mals de om atilalo espirito; mas noje em da
tomou maior vulto e nen sendo de maior al-
cance.
Nos nSe. queramos e bem longe estamos de
preienter querer o que da Franga, mas a Fran-
reiende e qaeno qae nosse.
E com este 84a querer Injusto e sem motivo,
ie*te grande secuto da luz e do direito/ ten
ella assim iadigoado as daas Ameri:as. indis-
posto coofra si es poleoeias dovelas miado, e
dispertado o patriotismo do BrazM e dos brazi-
lelros.
No'Par* mais do qae oo Rio, oa em qaalqacn
Estado.da Uaiaol a discusso sobre os oossos
diraitos tem sabi o brituan'.e, enriquecida de
valiosos ddcomentos qns p-ovam irresisiivel-
mea-e que a tersa do caoo d'O.-ange para ca nos
pettence e nao i Frang, nosa propriedade e
nao p-'pneae frar.ctza.
Ja tambem :om mmta las se tem mostrado,
sem o-recelo de replica oa' impogaagao s-ra
que a Fi-asp, esqaecldas das saas bellas tradi-
g6e3, do sen prestigio no mando cfvtsado,
acosiamoa-se cbamar d eootestado o albeio, e
ua brazileiros e tambem-o nosso gobern, por
nimia condoaceudeacia admittinios aquel le ap-
peludo, para qaaliQcar o qu: do coso excla-
3ivo dominio.
Remontemos, porm, aos fado*, e desde la
havemos de ver que sempre estvemos de posse'
dd territorio desde a margem direita do rio
Oyapo-k para c, e que quem duvida desta pos-
se ou a esta ba manos annos combatiendo, a
oagao aov8a antagonista.
D'oade vem o liiigio'da Fraoga cim o Brazil a
respeito daqaslle pedago de trra da America
M-'riaioaal ?
' ponto sobre qae a uda convm insistir,
embora teab elle ja sido, entre nos, disoeltdo e
bem explanado por amostradas peonas.
Em o nao de 1681, su'gira luz da pablicl-
dade om Itvro celeore do- padre Acuna, eonr; o
Amaeoa.s esaas prodigiosas.nqoezas.
Mal pensava o beu producir un a revolugao e agacar a amblgSo da
turra de S Luiz contra a trra do Croseiro.
Foi elle lido com sofregoidSo e alvorogo pela
gante de Cayenna, e am la mais peloa fnneeses
da Earopa e seas grandes estadistas.
A leiiara daqoelie livro dispertara oo gover-
ao da Fraoga e oo espirito do chefe militar de
Cayenaa, o entao Ferrles, a idea de conquistar
o bello territorio do Brazil, desde a margem di-
re ia do Oyapock at Micap.
O AoBzojas teraoe-se eotao o ponto de mira
da Frang para delimitar a sua colonia com o
Brazil.
Este intento ja era urna violagao grave das
leis laternacionaes, que comslgo ia accarretar
ootras aioda mals graves.
Niog.ierja igaora qae o Brazil, com o brado da
soa ia lepeadenaia em 1822. berdra as posses-
sOes re Portugal na America do Sal e ;e estea-
du, como de direito, at margem dlreita de
O ja poca:, porque at all ia a doacio falta pelo
rei a Macief Prente.
SeaiaUte pedago de trra nao pertscesee i
cora lazttaoa, o sea soberaos nao a teria por
certo dalo m -esmaria am subdito sea.
De .jsi, a Fraoga bem sabia qae o territorio
de Cayenn i qae lbe fr lomado por Hespanba
e Portugal, e depois lbe fora cedido po- ajaste
diplomanco no lempo da conquista, estava pe--
tetto e natoralmeote demarcado palo no Ova-
p.j- k e pela sera ao Tamacaraqae, da banda
do Brasil.
Cbegara, porm, o seclo de Lais XIV, e este
p deroso re qae vira a Earopa ajoeloada aseas
ps, entender tambsm qae ca na America re*
coatemente descoberta, a sentiado alma de
fresco os gloriosos passos deColombo, tamb-m
lbe bavla de reoder vassallagem.
jCertamente asada era a occasiao para os pre*
pos tos do e-ande ral apoderaren!-se do territo-
rio em qoestao.
B o pretexto para sao f )i a nobre attitode
qoe assanira Portugal, por si e seas embslxa-
slores, nao annnindo # Manga, qae lbe
proposta i-ela Franca em 1701, mis, ao .contra-
ria, ebracaado a triplige.alUaag* da I lau-r,
AiaeK-la eHomaJB.d'oale U iaua ciior p-o-
veit).
Laj XIV, qaerendo po* no ihmao o sea dloo,
d:qa-i/'.'A,j>u, tornr..-ie iaimigo de Portugal,
por ete nao lbe haver fecundado oa imeu-
tos.
fliee este teejpo-ja bavia en varios puntos das
tercas ca-japreeundiw e Ira. o-Ar Auip e mesma eim, corralo sm o corte,
varwsilo.nns ooostruidjii', a,araea> real, por Mor
ts F.lotio, aia-de guardar e pro:eer all o do-
mi i(p p irtugoez.
Pj.s ne o, a or.i v.im^s Isr sjfa a primeiru.
tenia-iva de violar aqo< Ha pos-e mansa e paci
Bsa,.iporiBJ)lar> ajr u uezi, e hojt ic Brasil
parti da Franga; esta nagao (o a prselra e
nica que veta cor es duvid-i o w.u .n eilo.
KhtoIs. lao-amoicioso sotn ou amo, mi-.t.r
ousado e vol i tan. so, na exp essao de Aiexao*
de Hereaiano, pen-trji, ;.; i-:[j. e8Ulre
ae Cyenaa. no lerritj'ii noringaez, no anno de
1658, por entre mil difficalda es, a ali, oepoi -
de longa e p vios-sima Viagem pelo toter.or,
com u:oa .c.-ia oa naj do gove-nador de Cay 'li-
na, intimon ao commandante do tone Mav.ca-
a (j peneujia ao re christiaoiss.mo.
Que responden, po.-aa, o co ^oaaadaute do
forte ?
Ougamoa a lespnsta, digaa eiU da a;.eocfo
publica, po-qod a mesma cu mos as novas intimagdes foi a que -den Cabra)
a lunm-agao do capitao Lunier.
R&jpoadeu o commanJatite. do fole cue
em. vi lude ,da doagao qae lAra (em a Bao
Mac.ei Pardte, os limites do rstado por e->se
lado ia u ai ru ohamado pelos oossos, de Vi-
ceb-e Piosen, e pelos fruncezes, Oya?ock.
Qae fez Ferrle- ao ouvir Smslaie respos-
ta?
i Hetiroa-sn.t'eu allegtr motilo algn ponde-
roso que just.'Bcas.e a soa extempornea lnli-
magao.
A arta; co-sm, que troxera f.-a respon-id,
e com maior vigon p.-lo oravo e patrela an>o-
uio du Aioaqadrque, goveriiador ao. Mi-aono.
Aqai, no uosso na ilde pensar, uas^eu a
questao quj Oa doas seculos prende a atlengao
puolica ios. loui pu-isss dea origem'. as nter-
miuaveis uagiciagoes, qja toaos sano a -o que
aioda Derduram.
J v o leior qie s6 FraogicaDa1 'a respoo-
aabiiioade do pleito.
Nanea qmz a nagao brasilelra nada do que
fosee da F-aag* alm do caoo d'raogfl e do
i)yapo,k; a K.anga, porem, precisa aiargar us
seos Jodalo., arsu uarie a daqaeite aoa. conculcando direitos mais sagra-
dos.
Seas iatoitos vaem de loaxe e alada* agora lbe
esto os seas babeis esenpto es efe do m
cabecaa doce masao devir am dia enllocar os
m ircos dos limites de Cayenna na (oz do Ama-
zonas.
Contamos co.n a sabedaria e pat ia:iamo do
governo do paz, para nao ceder ac palmo do
territorio Drasilelro i maater a fe dosiratados,
apezar de tod.s as argacias da Franga em con-
trario.
As convencas de Pars, V.enoa e irech: de*
ciJitam, qoe o y.po aaj da Una de laraj,
como quizara fazer crer o ministro Roaill, mas
fica alen do cabo u'Onoee. Ora, basta abrir o
mappa, para ver oude tica o cabo o'Jraoee;
nao pe.-to do Amazonas oeo do Amapa nem
ao Aragaary nem do C.rsewene, nem do Coaoa-
ai, mas periodo rio Oyapock.
D rao qae o Oyapochk. outro rao e'oao o de
qae .IU o fi i.Ouiie-e-11 elle situaJo?
Os rwi que Icjio uaquelle territorio, sao to-
doconhecidos pelos seas nones oroprios, ellas
se cnamam-e sao chamados pelos proprloo (rao;
cezes de Cayenna, e petos seas geograpbos ue
ParlB, de Oy >yo.k, Coa.un ; assipoaii, Carse
vferje^Ualsoene, Amapa e Aragury. Nj ba ou-
tro.
Conteote-se a Franga con qua sen, e tio
venha perturbar a posse mansa e pacifica do
qoe noj perteace.
U mximo de coacesso que lbe eode-emos'
fiter serta a aargem dlreita do dito Oyapock ;
fazeodo-a, pareo, correjamos r;s;o de ver aga-
gada a moigo Ja naci-adversa, que nao pa-
rara mals ate chegar-ao Ara^uary.
i.a disemos, anda o> repaanos : A qaastao
do territorio do Atnap ama qaesto americ-
na e aqnl mesma sob oriinaue sold Equa-
dor -qaeavia de ser resolvida.
Detxecso ooa de arbitros na Eurtpa ; nomaien
Brasil e Franga os s^os de>e^ .< seas bo-
rneas-de (-ciencia. EaCoiha a Fraga o lavar que
ine aproaver'oequBllas'parageQs,' a margem de
qualquer dos rio*, ,ue nos dispuu ; levaalem-
se all, allumiadas pela' uontellagSo lo C-uzeiro,
s tandas dos comen lores, e temos ce-tezi, qua
am, guiados aaicamenid-ola justiga e pato di-
reito, 04o de tavrar a seotsaga anal em favor do
Brasil.
Beln, H deOtrtoo'o ^e 1895.
Coaego Dr. Jos d'Anirade Pinheiro.
ear a vossa Missat nesta e n'oatras cidades Art. 1- Fica dispensario por vinte annos dos
coufo ras jaigm-i.'a o* cathiliCJ, os qi-iS imposto* muoicipavs a.lCompaahia Ferro Car-
aos con8itferam eorpe oegoianu se e^asc" i- ril Boa Viagem.
'ie, que aproveiU asaossas dissensoes dorae^. Art. 2- Revogim se as dispoiigOes em con-
lisas, o expo a as meamas calamioadea pabl-,' trario-
eos psra comprar coaeciencias a prigo vulgar. Saladas sasses do Concalho municipal do
Perdn.me alas exp-essfies, qae me oongan a ; Becife, 27 de Noivembro 1895. Alexaodre dos
o'oenr a desolagao qaa confrange o mea o-
uto.
Teudes repetido por vezas em vossos ser-
ffiOts e escripio em voss--.slivriniios qaa a Egra-
jaBoaaoa vnde-o perdo dos peeoados, e l-
venla am pa'gateno, afln de sitisfasar a soa
*obisa da dinneiro.
Santos Selva -Manuel Tliomaz de SouzaLuiz
da Veiga Pessoa.
As 2 meia horas da larde foi levantada a
sessao, sent designado pnra ordem do dia a
2* discussaa dos projectos approvados em 1* na
ultima sessSo e parecer! das commisses.
^Tribunal tlu Jury do AecifeFoi
om-ado m'Qiet'o por m'n^a parte vos o*su i iostallada hontein a 6'sessao ordinaria deate
aseeverar, qu** a vosst accosagao Inexacta ;
Porque met-sM'o coafessado mollas veze, quan-
do catooli:o, nunca ea-outre: padre, que exi-
issa de mim oiaiieiro aQjj ia tn-i ouvir de con
tio : e me pa-ece vos poler afirmar que nao
jugareis um nica catholico, o qu falla wrjade, v E'falso igualmente que a condssao onvasi,
aiqual tanto nos lucommoda. Seja iastiiuigaa pa-
pista, e consa immoral.
&u .mola a^sergo tem seo fundamento na
aotoridade dos nosses doatores, a ca|08 argu*
ne.aos jalgo n&o poder negar a mima plena
l'adneso1, isemr-Baro< prraielros prmcious da
aza-i. Se aera oa aa. j su> esto mea proco li
meu.o, vos o diris depois de ponderar sari.-
ueve quaoio ou rep>o1uir (8).
O Or Andrevr, pregador oa cVe'do rei Ja-
mas I, expca-ido n'am dos seos eemoes as pa
lavrds do C. XX de S, JoSo aos qua perdoar-
des os'peccfldas ter le-bo pardo idos.-xp-r
en a tespeito ta conlia-au ao modo que Be^ue :
Esta ordem da .leas, clara cuan est, na
pOde ser mutilada or nos
Nella esiao designadas tras coasas e tres pos-
soas. 1.. -A pesaos do peccadar i laucada as
pl.--as a.is qiu 2. A pessoa do sa'erdo-
te excress-a ps.a palav'a perdoardes 3 *
pessoa de Deus dasigneda- pelas pai.zras re-
loe-bao pe'doado-*,
aQaaudo tres sao nomeades expressamente,
P'queBwi n~ce8siria8 tres, e sendo oecesra*
ras tres 040 'asan daas.
Excluir, o sacerdote seria o nem> qas arran-
caras ^hiaes (qar dise-* o poder do oerdor)
las maoi inqo-l^s a quem Deas a entregou
quaado aiss, .-os que per^oardes ;>p3r COOae-
gniote seria o mesan qae annuliar e eupprimir
e.j-:is palavras e .le.-.ia-r." vi e i'iot itnsoria) a mteao e o ;po ler coufetidos c-m |(
mesmas palavras (6). Mo 6 fallar-claro, -
aoor ministro I Nio^ba para onda sabir ;.ou
admit'.ir a ms.iinigo divina do sact-arneuto di
conhV-., ou Hupo-iaiir as palavras divinas de
Jesaa-Ch-isto 1 Que ma d'zeis ?
Responder me-heis lalvez, qoe vos tambem re-
coobecsis a divina instituigao >ia OooOssao, po-
rm, puonca t oaopr.vada, como qaer>a E.;rej'
Romana.
fora
Por^nntas re*pe!tosas a am
mini-Uro da Bgreja Erange-
lica par um neopliito da mes-
ma IS^reja.
(ConiinnagSo)
PERGUNTA QARTA
A Egreja Evanglica, na qual me afilias-
tes, ser verdadeira, e poderei per-
manecer nella, sem arriscar a
minha eterna salvacao t
Nao fagamos esta mjustiga a varias tao emi-
nentes. Digamos ante que1 a nao terdes vos e
vossos ccllegs8 do aumaro daqaelles ecctesiasti
eos, os qua^s, emoora instruidos em oatraa
multas materl'8, ignorara comtudd os' pontos
controvertidos, cerno diz Menzal (1); e nao 8*-
bem absolatamnte o qaa creara os citbollcos,
como ooaesseveram o Dr- Lassing (1); as au-
tbondades citadas wi obrigam a saopo* em
tos, e oos vossos co!iegs am bom cabedal de
ma f, e a dar por conseguate as vossas mis-
sOes entre o caiholicot om fim multo verito-
nhoso. Ea uo quererla ver-me forgado a re-
formar o coaceito honroso, qae sempre Bs da
vossa pessoa ; perm as citagfies allgalas ias-
tam'de maaelra, qae s< vos na* me provardes
o contrario, ver ms-hel obr'gado oa a renegar
a miaba razao. ou a dizer qoe-realmente... 1!!
Cem am zelo, talves .digno de melbor causa
vos estigmatizaes como idoltrica o culto, que a
Egrea Rom te ser es e jasiiflcado por tintasje tao emiainies
aatoridadas : e it-etaato que as Indias os vos-
sos eollegas remanerados pelas mesmas socie-
dades bblicas, se coosarvam oa mais perfelta
indifferenga n < preseaga da verdadeira idolatra,
que reina naqoelle paiz 1 E oxal ai se conser-
vaasem lmente in) (T- entes I
Porque, poden jo por causa d'isso ser en m
radas de falta de candada, nao seriam accosa
los de cooniventes em crime 1S0 helon'o co-
mo j o foram por am periodico amito iasuep-M
to, o qual nao treoidoo ecre -.- em sus c >
laaaaas, qoe le pas receberam dos ioglezes am caito a ala
jais servil, do qae aquel le, que Ibes ;rha'.am
os prop'ios adorad rea (3) : *a: usa.So c 1
timada por ou ros historiadores lnsosp^itos co-
mo sej Hjw tt, e o Pligrim. E como pode ser
isto, boa-ado m Por veitua a nossi Egreja Evingalica cons
deraria licu as ludias o que 00 Brasil con
demna como idolatra T I Teria por conseguiu-
ta dens pesos e daas medidas ? I Mas a verd.-
de nao dnitle uvisao, e podeado ser dividid-
deixarla de ser verdade I
Eotao qaa me respoadeis, tenbor mlois-
tro Ti-.- QJr me parecer qae liaba ratn-
de eoera aqoelle oosso pregador, o qual tratas-
do das discrepancias religiosas des oossos pas-
tores es revea qae : Nao ves poderieis offaa-
der senlo considerados como pertencenies
claBse daquelies augure* de qaem trata Cicero,
os quae, ene mirando se em logares onde oao
fossea vistos, riem-;a a bom -rr dos pobres to-
los, qae Ihesprestavam f (a) .E seria assim
sanher minlsiro, qaa abosarais da nossa boa
l
Respondei-me, provendo qaeestou em enga-
o, e qoe por' coosegeiata se eogaoa oemmigo
Fta pialada respettave de esonptores diana
ctos qae eitel.
Nao lateado isto, ver-me-hel obrigado a ]ul
(l;) Vid;Monzel, ob. clt. T.. II. PrefacgSo,
pagina 5.
(2) Vid. D*. Lassing, Documento? oara
vir histo-iada litiarat. T. II, parte 2.
(3) T'ie Ti!> -', 16 de Margo de 1850.
(4) Do- limites no- esciarecimeuioa etc.
am pregador do estado.
faVVid. Opuse. C. pag. 18.
(6) OOr. Arewi, Sermao soare e C. XX
de S. Jeao.
(CorttlbOi)
ser-
por
T le;-r:imin!i oHeial ['jlearamma n.
523 da ettagao do Rio.Circular -G-overaador
Estado.
Decreto 2173 de 21 do crranteles qae ser
publica lo Diario Oflicnl 24 corrente. conce-
bido nos termos dos precedentes soDre assura-
pt08 ; antarisa exames 'preparatorio estados as
apachas normaos dos estabeleclmentoe o lices
onde os houver e nos outros Estados haver se-
guada epocha Margo si governo federal julgar
ceavd-iiente exames, -regular-se-h oor instruc
gea annexas idnticas as que ten vigorado
salvo modificages seguintes^: prova esdripta
ser prestada simultneamente por todos os
eanlidatos cada materia : exama portaguez ser
viro livros: Fausto Barreto, Laet, Antropolo-
ga Nacional, Julio Ribeiro, autores contempo
raoeos, para Jtradacgfio- fraaceza, Rvt Nollet.
Lectures cboises Chateaubriand; para inglez
Heivit Qraduated. Reader ehggard Histori of
engeaud para verses francezas, inglesas, alle-
mns, Mximas Mrquez de Marica. Para prova
es ripta latim, Horacio, Odes ; Virgilio Eneida,
Ovidio, Metamorphoses. Para oral. Cicero, Tito
Livio, Saluslio.Ministro Interior .
Coacelho HunieipalFunccionou non-
tem o concelho municipal sob a presidencia do
1. secretario Francisco Carlos da Silva Fra-
goso) verificando-se a presenga dos Srs.
Miguel Macdo, Manoel Thomaz, Santos Selva,
Marcos da Silva, Dr. Coelbo Leite, Costa Ra-
mos, Herminio de Figueiredo. Alfredo- Almeida,
Pedro Brazil, Bernardo Damiao e Veiga Pes-
soa.
Foi lida esem debate approvada a acta da
sessao antecedente.
Nah>rs do expediente foram lidas a3 seguin-
tea propostas:
Proporoos que seja autor3ado o Prefeilo do
rauoicipo a mandar .fazer o necessario eivela-
ment e limpeza da ra ltimamente aberta
entre a estagao do Espnheiro e a usina Bel-
tro, dispeadenio para isto a quautia neces-
saria.
Sala das sesses do Cencelho Municipal do
Recife, em 27 de Novembro da 1895.Marcos
Jos da Silva.Alexandre dos Saatos Selva.
A' commlssao de obras muolcipaes.
Propoohu que para exercer a prolissao ile
vendedor de peixe, qjer nos nercadns, quer
as rua3 lo municipio, sej* exigida matricula
na Prefeitura, e qu^ a importancia dassa ma-
tricula seja da 2DS000 annuaes.
Proponiio mus que d'ora em diante o neixa
seja vendido a peso e a razo de 10J0O0 por
cada kilogramma, no mximo.
Snla das sesses do Concelho Municipal do
Recife,27de Novembro de 1835.0 Alexan-
dre dos Santos Selva.A' commisso de le-
gislago.
Foram tarabsm lidos os segrales projactos :
O Concelho Municipal do Recife, resolve :
Art. 1. Fica o Dr. Prefeito autorisado a man-
dar preparar o terreno deaoraiaido Viveire do
Maaiz, na freguezia de S. Jos, para urna Praga,
no centro da qual dever ser collocado um mo-
numento consagrado memoria de Frei Ca-
neca. .
Art. 2." Revogam-se as disposigoes em con-
trurio
Sala das sesses do Coacelho Municipul do
Recife, 27 de Novembro de 1895.Alexaodre
dos Sani08 Selva. \ commisso de obras mu-
nicipaes.
0 Concelho Municipal do Recife, decreta:
Art. 1." NSo polerSo ser abertas.as lojas de
barbeiros e cabelleireiros aos domingos e das
de feriados nacionaes.
\rt. 2. Os Infractores da prsenle disposigao
municipal pagaro a multa de 208003 oa 1
infraego, accr^cida com 25 % b segunda e
50 % n-is que se segurem.
Mi, 3.* Revogam-se 3 disposiges em con-
trario ,. .
Sala das sesses do Concelho iiunicipal do
Recife, 27 de Novembro de 1895. -Pedro Brazil.
A' commisso de posturas muoicipaes.
Entrando na erdem do dia, foi approvado em
1" discusso o 8egninte projecto :
O Coocelho Municipal do Recife resolve :
Art. 1- Fica o Dr. Prefeito autorisado a dia
pender a quaatla necessaria com a construegn
de 24 catacumbas para o cemiterio do >rraial,
na freguezia do Pogo da Panella.
Art. 2- Revogam-se as disposiges em con-
trario.
:ala das sesses do Concelho Municipal do
Recife, 27 de Novembro de 1895- -Manoel Tho
maz de SouzaAlexaodre dos Santos Selva
BernardosD. Cavalcante Pessoa.
Pelo Sr. Coelho Leita foi aoresentada a se-
guate emenda, que sujeita a discusso,, foi
approvada:
Depois das palavrasvate e qua tro cata
cumbas-accresceate-se :-e cem no cemiterio
de Santo Amaro.Coelho Leite.
Pela commisso de obras municipies foi
apreseotado um parecer concluindo pelo se-
guate proj acto, qae entrando em 1* discass&o
foi approvado: 9 -
O Coacelao muaicipil do Rcife resolve.
Tribunal soo a p-esi iencia do Dr. Jos Julin
Reguaira Pinto du Souza, juiz de direito do
1-districto cr rainal, oecupando a tribuna da
aecusago o Dr. Vicioriaoo Regueira Pialo do
Souza, 3* promotor publico.
Compareceram 2Sjurados.
Foram apresentados para julgamentos 14
processos dos reos:
Franc-sco Migual io Nascimento, pronuncia-
do no art. 231 SI- 'I > Cdigo Penal, preso
11 de Janeiro de. 1892;
Thomaz Leite Torres, pronuaciado oo art. 303
do Cdigo Penal, preso a 21 de Maio do 1894;
Joo tathia'de Araojo, pronunciado no art.
234 2- d -ndigo Peuai, preso 4 2 de Salem-
lembro de 1894;
Belarmino Henrique da Silva e Saverino Ne*
ry da Silva, pronunciados no a t. 231 do Jodigo
Penal, presos 18 de Margo do 1895 ;
Coralito Francisco Brandad, pronunciado ao
art. 304 J nico do Cdigo Penal, preso 2 de
Junho do 1895;
Malhias Francisco das Chagas, pronunciado
art. 301 do cdigo Penal, preso 25 de Jiinho
de 1895 ;
Minoel Floro de Limeira, pronunciado no 1
art. 291 1- do _odigo- Penal, preso 18 de
Julho de 1895 ;
Germano Henrique da Barros, proouncado
no art. 303 do Cdigo Penal, praso 18 de
Setembro de 189;
Cyrillo- Manoel Goyannu do Nascmeoto, Fio-
reoiino riasilio de Oltvira, Pedro Jo3 de Oli-
veira. Jos HenriquH e Luiz Marcelino da Silva,
pronunciados ao artigo 303 do Cdigo Penal
ausentes.
Nicoiu Ferreira Maules, pronunciado no
art. 303 do sodigo Panal, adangado.
Foi submettido a julgamento o reo Franicsco
Miguel do Nasciroent prottonciado como ra-
curso as penas do ar. 294 1- do Cdigo
Panal porque no presidio de Fernando da No-
roana, onde, se achava em cumprlmento de pe-
as, 47 de Dezembro de 1832, matou os senten-
ciados Antonio Bernardo Cavalcante e Manoel
Valentim da Silva.
;0 jury de seotenga compoz-se 1 dos jurados
seguales :
Joo Pereira da Silva Jnior.
Francisco Assis Albuquerque Maranho.
Leonel Augusto de baldas 3randio.
Eliseu Maxuniano da Silva Gusmo.
Maooel Jos de Oliveira Lima.
Ballhasar Jos dos Reis Filho.
riabino Olegario de Paula Baptsta.
Jos Xavier Faustino Ramos Netto.
Manoel Valerio da Silva Guimares.
Fez a defesa o Dr. Luiz Eraigdio Rodrigues
Vianna, advogado dos presos pobres.
Em face das decisas do conselno de senteo-
ga o Dr. juis de direito condemuou o ro no
grao mximo art. 294g 1-, a pena de 30 annos
de prio cellnlar e nascustas do processo.
Terrainou o julgamento s 3 horas da larde.
Passamento Hobtem s 6 horas da tar-
de reo leu a alma ao creador, no povoado ae
A'eias era Afogados, o Dr. Paulo Caetano d'Al-
buquerque, victima de impaludismo de que fra
accommettido.
Formado em direito, exerceu dvertois cargos
de magistratura, a qual ltimamente abannonou
e dedicara-si a, advocada nestea ltimos annos,
sempre considerado.
O Dr. Paulo Catano costavapenas 81 annos
de existencia, e deixa viuva, um Albo e outro
prximo a vlr luz.
Seu corpo teado sido hontem mesmo condu
zi lo para o Cemiterio Publico de Santo Amaro,
ahi ser Ine ha^s 4 horas da tardeoada sepul-
tura.
A consternada viuva e seus prenles sorpren-
didos pelo inopinado do fallcimento, nao rize-
rara convites particulares para o acompanha-
memo-do corpa; pedem-nos, porm, que fa-
zendo islo conhecido, notemos que muito obri-
gados flearo aos amigos que dste ultimo obse-
quio queiram prestar ao finado.
Apresentamos nossas condolencias aos que
lbe chorara a saparago e a falta irreparayel. ^_
Dcima Urbana -Termina hoje (2S) a
cobranga lvre de mulla do imposto de desima
nrbana dos predios da freguezia do Recife e
coraega a do raesmo imposto da freguezia de
Santo Antonio por dez das improrogayeis.
1 che^ada -Cbegou a esta' cidade o Sr.
Francisco Montenegro Toscano de Brtto.
O dislincte mogo que ha algura lempj acha-
va se ausente deste Estado, velo ao nosso es-
criptono fazer-nos attanciosa visita que agra-
decemos. ___,_
AvenarasE' esta a marca de urna im-
oortanlissima agua mineral da qual sao nicos
agentes em Pernambuco os Srs. Madeiros Ir-
m&o z C.
A Avenariu3 'perfeitamente comparavet a
afamada spolioaris, pois, contm quasi os
mesraos ses e igualmente til e medicamen-
As pessoas qae soffrem do estomago a dos
outros orgos do apparelho digestivo obtero
sensiveis e unmediati3 melhoras com o U30 con-
stante da agua mineral Avenarius.
Ser encontrada venda na ra da Cruz n.
56 1." andar, casa de coramiBSes dos Srs. Ma-
deiros Irrao & C, a quem agradecemos a amos-
trasinha que nos mandaram.
Coryban.tb.ina OlindenseDessa ci-
dade nos dizem : ..
Na visioha cidade de Olinda, sob os memo-
ras auspicios, organisou sa com o titulo cima,
urna sociedade recreaiiva,-que, propondo se
dar urna serie de soires nos prximos mezes
de Dezembro e Janeiro, oa dita a3sociago offe-
recer aos passadores de festa e aos olmdenses
magnificas diversoes, afugentando assim da le-
gendaria cidade a insipidez que alli reinava.
A directora da Corybantbina Olmdeose licou
assim constituida;:
Presidratef:
Dr. Paulo da Silvera.
1. vicepresidente :
Francisco Lima Coutinho.
2." vice-presldente:
Dr. Thomaz Lins Caldas Filho.
3." vice-presidente :
Manoel Bernardes de Oliveira.
1." secretario :
Joo Alfredo Alves Robe.
2.* secretario :
Dr. Francisco Crne.
Orador:
Oswaldo Vaz de Oliveira.
Vice-orador :
Dr. Antonio Augusto F. Lima.
Tbesoureiro :
Manoel Ferreira Leile Jnior.
Adjunto do theaoureiro:
Oswaldo Gusmo.
Commisso fiscal:
Dr. Augu-to Vaz de Olveira
Dr. Joo Augusto Ferreira Lima.
Dr- Francisco Gomes.Prente.
Directores de soires :
Dr. Julio Pires Ferreira.
Coronel Joo Jos de Amorim.
Albino Narcis Maia.
Dr. Jo- Moreira Alves da Silva.
Manoel Ferreira Bariholo Jnior.
Variulas em LimiteiroLmaiaforma-
gao qua recabemos da cidade de Limoeiro bos
plcta combrias cores o estado em que a mesma
;idade se acha, devastada borrivelmente pelas
varilas.
O nosso informante accrescenta a isto-e pa-
rece ter si lo este o movel principal de saa al-
ludida informago que accresce a esta afflicgo
do povo alli residente, a carencia absoluta de
meius com que na maioria dos casos, se tem
laclado alli para soccorrer aos atacados da epi-
demia e para debellar a inleasidade do mal.
Somonte a clasae commercial tem concorrido
com subscrpges para tal flm ; e o nosso infor-
mante eppe la para os poderes pblicos pedio-
do a sua benfica intervengo para o caso.
Gremio Tublaa Barreito-Reuoiu-se
aote-hontem seb a presideacia do Sr. iympio
Galvao, vice-presidente. .
Nao tomeu-se con he cimento do expediente.
Houve animada palestra litterarh enlre os so-
cio tomando parteo liuerato Tbemi-tocles Ma-
chado que 8e2achava presente sessSo.
Ficou marcada nova sessao para a prxima
tergafeira.
Novidades UUerarlasThemistocles
Machado tem no pralo o ^eu livro de versos
intitulado Myrlos; o. prefacio de Valentim
Magalhes.
O Sr. Vlveiros de. Castro publicou, na
Capital Federal, as Ideia< e Phantasias.
-t Livro mau o titulo do prximo volu-
me de versos do Sr. Figueiredo Pimeotel. Edi-
tarn a obra os Srs. ,'a los Moraes & C.
O coronel Joaquim Ribeiro da Silva Pe-
xoto, director da colonia militar do Itapura,
tem no prelo um romance intitulado Maldicgo
da pae, qu^ deve appirecer era breve.
Questes do arte noma de um traba*
Ibo Iliterario publicado no Rio de Janeiro pelo
Sr. Cario Pelagocco, professor da escola nacio-
nal de balins artes
O livro de ticado a Rodolpho Bernalelli.
Os psyeh-ipbatas-Em continuago ao
l'vr. .10 Dr. foulouse.
Occupamo-no da segunda classe, conforma
ramha Siraao dos psychophata?, qu^ se cham-
mam degenerados e que impossivel de diffa*
rengar dos viciosos.
E' certo que alguna d'entre elles tra impul*
ses irresistiveis mais fortes que nos individuos
normaes.
Sao ellas irresisliveis ?
Nada poile refreal-os. Pois bem !
B* preciso responder : ellas nao se dslia-
gera dos simples desejos do rommum dos
mortaes seoo em quantidade e nao lera quali-
dad-.
Pode-se,ou deve se agir contra ellas a ea*
salar e tazel-as entrar em lucia cora itcpulses
boas.
orno ?
Pea discip ina, que a bae de lo la a educa-
gao familiar e social dos individes.
Nao fallemes de castigo.
A pena qua urna vinganga urna cousa qua
leve o seu tempo.
Persuadimos somante nos viciosos inotincti
vos islo : qu elles sao considera les como des-
bragadas victimas de sua organisago, mas que
a sociedade deve se defender desde logo e qua
ella 08 impedii de preju lical-a.
Ah esta toda a queslo.
Urna inultido de degenerados quo sabem
sao impuniveis em face das lea.
Um do-nie me dizia um da :
En poderia vos malar e seria absolvido.
Mas que cerebro sao resistira a esle perni-
cioso sopro ae poder ?
Ropresso ?
Nao s proiecgSo. E' para dizer-se que a re*
presso deve ser o nico meio a empregar-se
contra estes doentes ?
Nao, a educago, a protego, oa bons conse-
Ihos, o auxilio, a aseisteocia publica que sao
os ineos verda leiros para estes degenerados
dsiquilibrados, incapazes d'ura trahaino serio.
Mas a sociedade develogo se defender.
Que 01 viciosas incorrigiveis sejara levanta-
dos como o joio, da boa larra de Franga e se 03
veja longe da raetropole, mus con raelhor
conta que nao se o faz hoje em Noumsa.
Que colonias de trabalbos nao trtenlo al-
gura estigma iufamante sejam o refugio d estes
desgragados que ameago o-estado social por
suas iirges e sua descendencia.
snbliea9esRecebemos :
t Agenda Industrial Repertorio de relat-
nos de patentes de invengo, conced los pelo
goverao da Repblica ; fascculo n. 19, anno II.
O n. 7, anno I, da teutsa Pharmaceutica, de
S. Panlo, orgo da Sociedade Pharmaceutica
Paulista Commisso de redaego : Ignacio
Puiggar h Fredenco de Borba.
O n 43, anuo IX, do Br.isi Medico, revista
semanal de medicina e cirurgia do Rio d* Janei-
ro, de que redactor-chefe o Dr. Azevedo So*
dr.
Eis osuramarlo d'eate numero:
Clnica Medica : Da gangrena na febre ama-
relia, pelo Dr. Miguel Como. (Cootinuago).
Clnica Obsttrica :Sobre un caso de ne-
Trose complexa, hyslro-epilepsia, vmitos ia*
coerciveis, parto prematuro provocado, palo
Dr. Benjamn Moss (de Ouro Prelo).
Sociedade de Medicina e Cirurgia-Sessao
ordinaria eml8 de Juirho de 1895Fractura
exposta e commmaliva do an e bra-oCirurgia
conservadora, (coramuoicago escripia), pelo Br.
Joo Drummond.
Assumptos de Hygiene Publica : Administra-
gao sanitaria no Brazil, pelo r. Ni ia Rodri-
gues. (Oontinuago).
O a. 14, anno I, do Junictpo de Jaboato.
Transcrevemos d'elle a segrale local, sob O
tituloSociedade Dramtica LUteraria e Benefi-
cente.
Apezar da noite tempestuosa reuoio-se no
domingo ultimo' es^a Sociedade, sendo lidos,
discutidos eapprovadoa os esia(uto3 respecti-
vos.
' Foi acclamada a seguinte direclona proviso-
ria :
DirectorTenante Carlos Soares.
Secretariol'ito Franco.
T esoureiroAntonio de Brito.
Ficou designado o prximo domingo para
outra sessao, sendo tiessa occasio procedida a
eleigo para a directora.
Foi nomeaia urna commisso composta dos
Srs. Caldas Brando, Antonio de Brito, Tito
Franco e Justino Portella para anganar donati-
vos e prendas^ara aa barracas, bem como a tra-
tar da consrucgo da mesma de modo a come*
garem o mais breve possivel.
Sao socios fundadores :
Teaeote Carlos Soares, Alexandre Brando,
Antonio de Brito, Joaquira de Brito, Justino
Portella, Tito Franco. Antonio Lins F. Lourei-
ro, Luis Madeiros, Pedro de Alcntara, Jos
Soares, corenel Silvano de Souza, Jos Maca-
rio, capito Joao Brando, Engenheiro Manoel
Brando, Manoel Franco, JooHironcio Franco,
Jos Antonio de Andrade, Tito Valois, Alfredo
Lima, Sebastio Campello, Actor Lyra, Pedro
Fontes Solha, coronel Francisco A. S. Leo,
Dr. Henrique Milel, Alfredo Carvalho.
E' de esperar que populago d'esta cidade
e muito principalmente sua rute concorra
para realisago de um to grande melhoramen-
to como o de que se cogita .
O silencio eo divorcio-Dizem que o
silencio euro, mas anda nnguem lercbroa-se
de fa^er do silencio instrumento de sevicias para
obteogo do d:o-co.
Tal foi, entretanto, o argumento de que ser-
vio-se urna dama iogleza demandando contra o
marido.
Assim nos centa o caso urna correspondencia
de Londres :
Hontem compareceu urna senhora no tri-
bunal de polica de West Loodon, pedindo pro-
tecgo contra o marido.
Interrogada pelo juiz presidente do tribunal,
respondeu a queixosa :
Meu marido nao me falla. Nenhu r.a pala
vra me dirige durante dias a das, e quando di-
rijo-me a elle nao me responda. O qu; posse
fazer ? Nada mais penivel do qae passar a
vida com um homem que nao fall.
A jusliga confessou-se impotente anta tal in-
fortunio.
Oservou o magistrado :
considerando que ha silencio malicf-so, ve-
Ihaco, cobarde, oa propo-dtalmente cruel, nao
posso, entretanio, obrigar o homem a fallar por
senlenga.
curioso* Vem esta noticia do3 Estados
Unidos do Norte :
O Sr. Layraan, inventor americano-mas in*
ventor serioconsiruio um pequeo barco
pneumtico, destinado a pre3tar grandes servi*
gos a cacadores de aves aquat cas.
A embarcago la borracha; quaodo nao
est em servigo pode dobrar se e trazerse na
mo com > qualquer mala. Desdobra la e chaia
de ar, tem a forma de urna armadura, cora um
lerae flxo na parle posterior. Na- extremida-
des inferiores lm duas enormes bolas, em que
o caga rar mette os ps, e de que se serve como
de remos. Pode percorrer assim quatro ou cin-
co kilmetros por hora.
Os movimentos sao accelerados p rdoasap-
parelbos adaptados s botas, os quaes se asss*.
melham aos ps dos patos. O cagador occultt-
sa com um toldo d'i loho, e approxima-se da
caga sem ser visto. Come a embarcago mo*
ve*8e uniea Dente com o auxilio dos pes, tem
sempre as duas mos livres. Sobre este moao*.
lo coostruiramse j embarcages para diverstg
pessoas e os resultados foram excellentes. nK
rece al que o balaceo qoe'se experimentai n^
das de grossas vagas ama eensago maiti,^
I
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---------------------,------N-----
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Diaria tle Pern ji- u.
3
para o americano?,
est
mi agridave
Claro.
Be rcgresso-Regressou hontem para o
Esta Jo do Amanan,- d das, o coahecido litterata e jornalsta rbamis*
teles Machado.
Somos Ibe gratos U despedidas qae dos fez,
desejaato'tbe muito feliz viagem.
Lindos *jnes A acreditada loja de
msicas a insiruramtoa dos Srs. Prealle & C,
ra Baro da Victoria n. 59, acaba de receber
pelo ultimo vapor urna enorme quantidade de
lindissimis lequea j%pouezes; proprios para eo*
fete de sala
Estes lequessao dos raelhorea gostos e me-
dem approximadamente um metro de altura.
Em Peroambuco ainda oa> vimos objecto
tao ebie e de tanta vista, como a mercalona
referida.
Aoa domos lelores recomlindamos urna de-
morada visita casa dos araaveis Srs. Prealle
& C- para apreciarem, alm de mullas outras
Cousas, C8 soberbos leques.
Repanie dos crrelo-Di ar.2.-
fficu.l dessa liep^rticao, Speocer Netto, reo-
offici
siiisfazendo assi.ii o
bemos a carta que aegue
Dedido nella coudo : SF\.
' Adramisiracao do brrelos" do Estado de
Pernambuco.-Recife, 27 d* Novemdro de 189o.
Cidada > re lact >r do Diario de Peroambuco.
Deordem do cidadao administrador desiu Re-
particao peco*vos queimes contesiar a l>cai de
hontem, d'A Proviucia, a respeito de duas
cartas registradas, .cora valor declarado e cora
destino a Barreiros informando ao publico que
a carta exr.edida a 1 ue Abril, de que trata a
citada local, la foi entregue a Manoel Maxttnia-
no ( avalcanti de Albuquerque, que sem duvida
alguuia a receben, estando para isto autonsa-
do ; e qu-in'o outra, que, como aquella, en-
cerra 10S0O0, ., cidadao administrador ja om-
ciou, solicitan lo informaba do agente, qu-
prestoua, declarando achar-se ella na agencia
, a seu cargv, i'per..ndo que fosse procurada
pelo destinatario, visto que no interior do lis
tado nao ha diatriouicao domiciliara de cor
respondencias.
Succede anda que, a pedido do remetiente,
o cidadao administrador em officio posterior,
datido de t do expira i te, requiaitou do agen-
te de barreiros a devoluco d. ultima referida
carta, a qual, nio tendo ainda voltada a esta
Reparticao, den logar a ser punido o agente com
urna mulla.
O reclamaste, que se dirigi redaegao,da-
quelle ornal, illundo-lhe a boa l, de tudo
isto se" acha ioformado ; mas tendo proposto
ao cidadao administrador urna indemoiiagao
particular, com abattmento gensivel da quantia
contida nas cartas, em troca dos respectivos
certificados de registro, e sendo esta repellida,
por ser contraria a le>, exasperou-se com isto,
nao querendo esperar por mais lempo a soiufo
da qoest&p las ditas cartas.
Bem sabe i?, cidadao redactor, qua se a Ao-
ministre o dos orreios, zelando os seus cr-
ditos, como sala, nao so furta s indemniza-
ces a que tenbara diretlo os remettentes de
obiectos, com valor, extraviados no servigo pos-
tal deste E-tado, quando estas leem logar, nao
pode todava determinar taes n.demiuzat' s
rpida e snmuiuriamente, desprezando assim as
formalidades exigidas pela le pos'al e peias
praxes administrativas.
O cidadao administrador confessa-se grato a
vos ]> la cooteslacio, que ceia vos pede,
noticia referida
Vesso atiento, venerador e criado Soencer
.Yf/'o 2 orficial.
O papel e suas nppiieayoes -Fono
cua>'- osi*l >.as em 18tfi as novas appdc.e.-
Indnt'iaea do papel.
O pasel 8tsutuiOdo a ped a na coost-ueco
das e>sas c ja a ruatena velba ; mas o papel
BObsti DiodQ o vicro para a idraca, o barre
pata v.sos de flores, o lrro para tnlbos, roa.-
de w s.cv. e f r-du-ae, a pocenna no fibricu
de l. ei cilios ce laboratorio, a maoeira para a*
co .s'rtccW de looeu, como j soostuoi'a nt
de leqitnr barcos o papel empregado para
pola-" d- traeca isto, e 8 applicac&es la o uo
vaj qtii.to ltelda.
Foi do siado8-Un:"08 que se experimenii u
pela p locura ve7 0 fabrica de vidracas de papel,
que O :i "P ar-ncia ao ^ld^o leitoso e a fa:ul
ubi e e interceptar os raii ternillosos, deixao-
o p.s-r o ca'c.-iri'is. Ente preiicaao peruiit-
te o "^ : CK' dTas e u e-tofaf.
Est: li d-j oe u fi-co de nina .viirac dr
94XOJ 'tutueiros, momsoo emeaixilbo oe o?b-
ieira, df 4 f^-. 35. e qae a aoa duraco m.a
de qu." o ancos.
Um* d..s ap,i'C-coes msta engenheass euire
as rovsa nalca que se fiza am. a aue 'e-a
xr objeco as pollas oe iransmiseao sa
aoi B-ala le'M do que an de ferro, e de prego
wnglvtlxtme n.f-ric.
Sao eo pregada' para iraDMalUif to'jn ?
neio t DtcAt cavallos, e-, como carregam : cu m
ia arv..r :, paral tem o ubo de pol as de unie
ro rea naiLeaie peqoeno.
Os \ i ae paiel. cuio prapagansta foi M.u-
Icio F isi nvmwa ita rejiinidos a em C8"to fo
oro. Tea i tTelivitaecie enhreo' v>-)s ae-bane
i a q<.et>rtm e oe s-rem rxioiU) i. -la 1-v-?.
>e O pego fi'ae ootavelaienU -f-irior Wu
Jestes u! ujjf, poaeriam 6ur8"'iu>ot oocmo leito ptlos bortica:io'8 e albfiosHaMMi
l'.lo i: .. irtsiveis, mpwrmeave e bj refogos.
Como os predecios similares fe terra-cu;*, p.va-
am-se o i rnameitagao. Beveeuos de urna ca-
ada re e-mu e iu piulados, tm eobre aquel-
es a vaoti-gem de tomar moito melcr u# lor-
as ;u" a 'daoncante ap azem.
! A (Oii-truce de pequeooa barcos de papel y-
eBia txpenBwntada.
[Um explorador aelxoo a na-rativa oe urna via-
aem de i: t-go curto, feta em orna cestas em-
Sarccges.
Nao ^e -abe, eoiTetante, porqce atmilbaole,
lbil'c c".' D'Oouzo por ora lodo qvju'.o a i-
dustn-i promedia.
Pelo coutrario. a applicao do papel i con-
rtroccio de edificios foi coroada de booe rehal-
lado.
Em Ftica um.- ca-a Cjns'roctora, fondada ha
asaos, loman pai- devisa : ni bois, oi fer e
as sc^a cd.s eaificaaas qua>i ezclosivaiseote
o a cario compritr-iJo. sao canosos eapeci
oec^ uo que se poda oDter com aemeloaote ele-
mento.
Eeie 'yi' de habitacCea deve ser preconisado
sobre 10 .-> i=ra coastraejea lemposirias ;
tm perfeitaaiecte a locaes-dnslinaOos a exp -.-
jiies, an bolanc a. rxilit res, pie.
A medicina do padre Kneipp.=A.
]nrt,,i io ,oujjjeri-!o do R> de Je.ro, djr-
fio o V BToode de Tauaay, no mez pasaado, ah
leguv '. i.nas : __
p.^ sitia e-8a llustrada e preatiginga redac-
cSo qae, tmbor3 corre ido o risco de parecer
implico, conira-le eo, a; cano ponte, ama
varia de hontero, relativa a moneeubsr Kaeipp,
C cele:- > cara de Vcerishofen, o admiravel or-
Itanieadorda bydrotberapla modero?, altameaie
lacloiii e poilautropica.
Todo p joera ser eeae dicno aacordote, ao meF.
no lempo -ave medico, de lotaico poeuiva-
sjjBjnte ii -oial, meaos um chirlatas, conforme p.>.
rece :ufeir-:e da ligera noticia a qae aliado, e
lite porrada de modo porque faz desfilar o-
doeQ'ea sotea de si, re eiuu'i.-lBes to ,-aie t
indar de \ii, no eno e tomar pannos fros ra-
pidtsin o-.
Cei.tj e oi eota ^oeotes examna ella m har
e qnarto, diz a not.cia.
Nao d midamos; nem precl?a o p3d:e de de-
Idos exames a bem do diagnostico, -irao-ln...
l0nio, oedicado e aleaioiio, que a bomeopatbia-
tamb'ffl disji-ura, atacando so oa symiuomas.
Coasp'e leu.orr, qne todo o syslema kaetpp-
tisti repooS' uo seguate principio lu orsia
le. ain-i-j qje origioal na aoa euuu.cao alo-
gela, lOfceaoa, qu.- simplonanao 0a seaao
tou i; ifiii.', o crgacsmu dteote.
O que convem, oois, Lfuodk, pelos, mei-te a
DBsO fc'.caoc-, torgas a este organismo morbiti-
cidc, atui aue eile repill a eafermiuade-, ajtal-
qner q s Ja o pon o em que a*, locaiue* pnn
cipal.- e >'* molestiaa corcnica?, jjae deixsa
em p^^ote e por mais lar.go lempo Uiu entre
os principios u-orbidus os mlcroDKW *ernicwtO
eos b:- cas e ao tiiupno do mal.
Quaoto. alas, os moQerpU*ip8>.e4Hdai;
Crogrspbico.', emoastrarpn,afvefaa** dot/acmj
Demais, c..i o poderla o adorado e^veoeraadp
Cora de Wor. hflfra,altecxle, e cqodir a..4j-
teoas e detenaa de fflHbars>j de pesaaaa, qaa aq-
ciosas e e legadas io,a anUga.a|i(|eia de.^a
iia anco boj> ama ciJaae de cojis, eacoiaa e
ospitaea, pedir copseibos e cansoso e a,la
aaem mirav ^as oj bem ae ceJdwan.
Andar de p^ oo cha)o, qap poaefotn ppsctlp-
clo! Qae Ioversao das laas at agora vigen- casado, S. Jos.
tea, expor ao a- hve ettrealUadea qoe desde
os pr'meiros das ie vida, co'to'nm ((Moa res-
guardar cea o msx'mo cal lato ga-se o organeono a m jdlfleacai'eao' abaadooo
da itaaoltoa inveterados e n'elle se provoca
maior e mala salalar abalo. Havnra medica-
meatacio mata enrgica e eflhax pan imprimir
direoci > nova aoa pheaomeoos vttaea T
Podemos dmela, aaber qae ext-aordlianav
transraiss's e fsetos da electriel -ade, eodosmo-
se e exoamose ae bao de pn inzi-, collocadoa
sobre* sulo oa ps d rb )rrtamtnt3 desacos-
tmidos de aemeibaei co^tra^iet
Qaanlo aoi banboi iUsn nmm-v* de immerio
aem se ea^agar depwsi qae pasmosas a rpidas
-eacces ae comeue'nj e d'.hi qae repercussao
fortlcante ao o-gaoNmo enfraqnecldo Nem
fcilmente a<-img!(>-i. Aasim, oois, nao tea
onseonor KAeipp qo-perder tempo ao deter-
minar os procesaos iaiciaes da soa me )t aco
Jolgaei d rigorosa obrlgac&o mo*al escever
-a- s;cnolea Ueras sascep'.iv-is de grande de-
se volc r;nto e exDlanacao, eo qae do trata-
-ntj Kaeipp ootive tao sarprsbeodeotes resal-
tados, vendo m-, graj .i a elle, liv-e do crois
oevralgias qae nao me davam mus treguas ooo-
le e da e contra 89 qoaea ja me receitavam,
cono mli naife, rojergOes bypodernleaa oe
ma'pbitia f
E q i .Mo, a exempr> mea, taminlis vota-
g-;ns nao tem alcacgidn? !
Tanbem, qaando alta noate accordo boj1? eme
simo socegade; eem as taes dores Uo laociuao-
es e ext-aoriinari-.8, e osposto a reatar oda
lo sidjjo io'errompido, exprimetto o ioflaso
de lmeosa gratdSa aD Dom padre Kieip.i e, eui
sua raleonas como e.ie aempre pese em seas li-
vro, rfl.-uo ao fervoroso Padre ojsso I
upersiicloso-S>o---e bem como sao
?operaiicio*u8 da m rrafteiros; o qae nao se
sar>e qne geate do lae-rtro iiio o meaos
Um escriplor ingles da-oo* es aegalotss io-
formagoes leerca das ^upe'st c6-s d.s acta-es
do Remo-Unido. Uma pega no dev-* entar em
eriaaios ou ser representada pela pnmerra "vez
en ocaa siiti'l'ira. Urna paga nio dve eojser
13 per.-ion^geos ; um dos acto-es momera em
o.ju.-j lemoj. As peanas de pavao trazem ia-
fo 0010-
Em Janeiro de 1390, ea D;aryLaoe, devia
tisur i) r lasa levaotoa-ae verdadeira revolcgao no
pessoal. Quiodo um artista, da*aote o eosaio,
colluca o guarda sol na mesa, ti a p-ejadicada
o ex'to da p"c Um drama em qne Oa ama sjfc:
iigo da Ma hbeth esta condeesmao se o ea
saiaoor oo sappnmir logo esss .t echo com li-
pis eoca'oadu. ServioJO'ae com lapis preto a
pega erta irrercidiavelmen e pe dida. A aobia
oui acor dorante a repetigaj, a sala aia
vusa esia noile; assoon o-a acto* no veama
rio, o s-u visiobo tari angina. Os sapatos usa-
dos ;> r uu cucme iianie, dnraale a soa es
-rea, toroam-ae ve< .dei-o.i fnca^s para toda a
ata car-ej-a. l.a-ece que esta aliima sape-ttr
Cid annagio d? si-! q Patt>.
X esqaadra norte amerian Por
ser ae uppoitiiuioUci noa momentos aoloaes sa
qae re le:neui graves c-iulliclos, ex: acam .j
i< um |orna! ett^ngeiro a aegaiute noucia ao
''- luartuba ae goema dos E-la.!0>-Uudja uo
Norte :
' fo.-eae essa maruba SI crozadores blinda-
Ju8, tem coberta pr-jiectoi-a e tonos iang* tor-
pedos, Ua < Y-'-k-, de 8,200 toneladas, & o Colnmbiaa ue
7,37o. ->- ovroa cruzaooies sao de i.iOiJ tonela-
das e 892.
_0,uun j a monitores sai eeis, tod.s b-indados,
ara io a fue cooraga de 25 ce-jlimeiros de es*
pessa'. O malo.* dos monitores ten 6 OOO lo*
neiadas de loUgao, e o menor 4 030. Alm de-
es mo inores, coojai'se 12 menores p-oprioa
aura a'defaH dos panos das nos, e3 oarcos
torpedei-os.
Em ctfOfl ucgo acnam'se dlvartoa couraga
das e crniaiorea, qua ^'a breva e-Uro promp-
lo a preatar servigo. Sj qouro-os cauragado
e 6 os cruzadores, os ouragidos o maior O 11,410 looaladaa de liiag'iu, e o uaeoor i-
10,288. rleltivamente sos cruzador, o maior
de 9 27t tjOeUdaa e.o menor Ce 5.876.
Como o material de guerra iuai.aio ioi>uffi-
ciecie para o s-'.-vigo total d''S coatas ees: Est
do Uuidoa uo Norte, projei ta.ae 'efa-gar o oa'
iie-o d. s navoi com a -xostrn a de ootrus. >
Casamento civilO escrivao dos ensa-
rnemos que funeciona nos districtes do Recife
Santo Antonio, dao Jos e Afoga los, aflixou na
repartigao do registro dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1/ aodar, edital de procla-
mas de casamentos dos Bognintes contrabeo-
tes:
1.* Publicago
Carlos H0ia"o da Silva, viuvo, residente na
freguezia de S. Jos, cora Lucrecia Kirmina
Porte d'Able, aolteira, reaidente na freguezia
de Santo -ntonio.
Jos Googaives de Azevedn, natura' da Por-
tugal, residente na freguezia do Recife, com
Ma ia Leopoldina Ferreira Girio, natural deste
Estado e reaidaote na freguezia de Santo au
ionio, solteiro8.
- O respectivo escrivao do registro de casa-
mentas da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
a i\ou na reparligao do registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguales contrabentss :
1* tublcago
Othon Pereira Reg, residente na freguezie
da Graga, com Alice Adelaide Soares, residente
na freguezia da Boa Vista, solteiro3.
Joo Cavalcaote da Silva cora ttaria Barbosa
de Paria Neves, residente na freguezia da Boa
Vista, aoiteiros. .,- --ry*.
2.' Publicago
Bacharel Jayme Cerqueira Lima com Alber-
tina de Jess Gongalves, solleiros e residentes
na freguezia da B. Vis a.
Uaooel Antonio da Silva^Oliveira com Joa-
quina Laura Cavalcsate de Albuquerque, soltei-
rose residentes na freguezia Laureniiuo- Antonio da Silva com Antonia
Maria Aibeiro, solteiroa e realdeoles n-i Tregua-
zia da Graga.
Casa ae Uetencao Movimento dos
presos !a Casa de Defengao do Recife, Estado
de Pe a ..'abaco, em ?6 le Novembro de 1895.
Existiara 4 3, entraram 6, sahira-n 6, exis-
ten 403.
A saber : naclonaes 357, malieres 16, eatran-
eii'oa 30, m'ib.i'res O, toial 403.
Arragoa<">t 370
Bons 352. doeates 17, loacos 1, loucas O,
total 370.
Movilcenlo da enfermarla Nao bouvo :
Cemiterio PublicoUbituario do da
21 > Novembro de 1895.
Lu?, de Frat ga, Pernambuco, 13 mezes, Afo-
gao i.-.
A:>' i io Francisco Bezerra Silva, Pernambu-
co. li .-itios, solteiro, Graga.
Lu i. i) Romualdo Fgueiredo, Pernambuco,
3 aun "ogo.
Adixi a Maria da Concei), Pernambuco,
22anm) sadar.Graga.
Estevii Bernarcino Souza, Pernambuco, 40
annos, sui ra, Sam> Antonio.
Fidehs ji:('. do Carino, Pernambuco, 22 ao-
nos, solt"! p, Santo Antonio.
Esmerada, l'ernambuco, 8 dias, Recife.
Pedro, Pernambuco, 3 mezes, S..Jos.
Joo Pedro, Pernambuco, 8 annos, Boa-Visla.
Marcolma Mana da Conceicao, Pernambuco,
45 anuos, solteira, Boa-Vista-
- 25
Fram ijco de Barros Jnior, Pernambuco, 22
annos, solteiro, Varzea.
Paulina Francisca Mera Lima, l'arnhyba, 30
anno-, casada, Recife.
Ernesto M i- nn-M i re, a, Pernambuco, 3Q an-
nos, eolteirov Boa- Vista.'
Jos Nuoes de Paula, Pernambuco, 21 annos;
solteiro, S. .Jo
Mana a >s Res, Pernambuco, 6 horas, Boa-
Vista.
Amaro 4e Sant'Anna, Pernambuco, 1 anno,
Boa-Vista..
Manoel Gomes Pinheiro, Alagas, 22 annos,
solteiro, Boa-Vista-
Francisca Maria do Rosario. Pernambuco,
32 anuos, viva, Boa-Vista.
Antonio Severiaoo, Pernambuco, 48 annos,
casado, Boa-Vista. ,* s
Luiz Gonza.a Albuquerque, Pernambuco, 60
annos, casado. Boa-Vista.
. Jos Paulo Lemos, Pernambuco, g anoos,ca-
sado, Boa-Vi/ia- .
_ Tbereza paria de Jeaus, Angola, 70, aanos,
soltajra. Boa-Vis la.
.Um feto do sexo femioino, Pernanbucu, San-
to,Antonio.
-| 26
Manoel Maria de Carvalho, Pernambuco, 60
annos, viuvo, Boa-Vista.
- Maria, Pernambuco, t hora, Atojados.
Rodolpho Arthur Motta e Silva, Pernambuco,
33 anaos, solteiro, Saotw Atitonie;'
Severiua, Psrnambaco, 13 dida, s. Jos. -;'
Jos Argemlro de Lima, Brazll, 39 mezes, Re-
cife.
Jofio Julio de Freitas, Pernambuco, 25 annos,
solteiro. Boa-Vista.
Jos Benicio de Oliveira, Peroambuco, 33 aa-
nos, casado, Boa-Vista.
Joo Alves da Silva, Parahyba, 30 annos, viu-
vo, Boa-Vista.
Cominissao le melherameoto do
Porto do ReciteRecife, 2o de, Novembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tensao do Humi
nrado a 0)
,6 m. 25,*4 758,-33
;9 26,6 758.-4
12 2d,"9 7o8-24
3 t. 86,9 757,-96
6 26.-0 753,-79
Temperatura mnima. 25,0i).
vapor
18,27
19,53
20,01
19,69
19,51
dad
.74
75
77
77
78
V. de Castro poecasao e Julgalmaot), -1 vol.
broc.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO '"
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Conoelho
Themometro i
Ennegrecido
desobrigado ao meio da.
Temperatura mxima 28,50.
57,,6-Pratead'4I,"4.
' Evaporagao em 24 horas ao sol 4-3, som-
bra 2,-4.
Chuva 55,-2.
Drrecgao do vento SSE com interropQf3e9
de SB e de- meia noite at 6 b. 41 da ma
nha ; SE cara inlerrupgOas tieSSB e 5E-at
10 b. 10 m.; SE SA alternados ato 11 b 42
m. ; SE al 1 h.29 m. da tarde ; JESE e SE
alteroados al 2 h. 6 m.; 3e SSE alternados
at 6h. 29 m.; SE at 7 li. 52m.;SE
at 8 M. 46 ra.; ESE o eSE alternados at
meia noiie
Velocidade media do vento 7,-80 per se
guodo.
Nebulosidade media 0,79.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas Altura
baixa-mar.
P M. 26 de Novembro 11 h. 30 da m. 1,-70
B. 5 h. 40 m. da t. 1-0
WSW al 2 h. 50 ra da larde ; S at 3 h 35
rlospital Pedro IIO movimento desse
estabeleetmenio cargo da .->anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 25 de Novembro, foi o
aeguinta:
Entraram..... 14
Sahiram..... 17
Fallecern! .... 2
Kxislem..... 807
Foram visitadas as enfermarlas pelos segura-
es mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou as o 1/2 da ma-
nila e sabio as 8.
Dr. Malaquias, eolrou as 9 1|2 da manhS e
sahio as 11 1(2.
Dr. Simes barbosa, entrou as 10 1/2 da manba
a sabio a 11 1|2.
Dr. Berardo entrou sll 1|2 da manhae sa-
nio as 121|2, ^
Dr. Lopes Pessoa, entrou as 9 3[4 da manha
e sabio as 111|2.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 9 1|2 da ma-
nha e sabio as 12 1|2.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou as 10 3|4 da
mnaha e sabio as, 11 [2.
Dr. Carneiro da t.unha, entrou as 11 da
maoba e aahio as 11 1[2.
Dr. Jos* Avila, entrou as 10 da manha e
sabio as 12 1|2 .
Dr. Octavio de Freitas, entrou as 9 1(2 da
manna e sahio as 10 1/2.
Dr. Nunes Counnra, entrou s 10 l\ da ma-
ah a sahio a 11 1|2.
Dr. Alfredo i'osia, entrou as 9 da manoa
e sahio as 12 1/2.
Dr. Joao Marques, eptrou as 9 3(4 da manha
e sabio as 11. .
Dr. Arthur Cavalcante en*rou as 101(2 da ma-
nhS e sahio as 111|2. ^
Dr aa-mme, entrou a. 10 da manha e sa-
hio s 101|2. t n .
Pbarmaeeutico, entrou s 9 da manha e
sabio s 2 da tarde.
2- Ajudante do pharmaceutico entrou as b
da raauha e sahio s 5 da tarde.
1- Aldante do pharmaceutico, entrou as 7 3j4
da manh e sahio as da tarde.
ALEP1NU
Municipal
ACTA DA SESSiO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFE,
SOB A PRESIDENCIA DO CONCELHEI-
RO FRANCISCO CARLOS DA SILVA FRA-
GOSO, 1. SECTETARIO.
Aes dezoito das do mez de Novembro de
1895, pres-ntes, na sala das sessOes, ao meio
da, os concelheiros Herminio Egvdio de Fi-
gueiredn, Luiz da Vega Pessj," Migad de
Abreu Macdo, Alexan ir dos Santos Selva,
Francisco Carlos da Silva Fragoso,. Marcos Jos
da Silva, Dr. Augusto Coelbo Leite, Manoel
Thomaz de Souza, Bernardo Daml&o .avalcan-
le PessOa, Alfredo dos Santos Almeida, Penro
Alvea de Souza BraziL foi I ido um officio do
Sr. concel.-.eiro Francisco Gorgel doAmaral,
comrau icando 3o poder comparecer aessio,
por molestia em pessoa de aua familia, pelo
que, assumiodo a presidencia na forma do re-
giment interno o Sr. eoncalheiro Fragoso na
qualldade de 1. secretario e tendo convidado
para aaeormr a 1. secretario o coocelheiro 2.
secretario Miguel de Abreu Macelo, e para ser-
vir ao 2.* o ctncelheiro Maioel T.iomaz de
Souza, foi declarada aberta a seasa, que de-
via ter por tira eleger ae commisses de que
trata o art. 16 1." e art. 23, do citado regi-
me do
Foi lida e sem debate approvada a acta da
sessa< de 15 do correte.
Na hora do expediente foram lidos :
Um otlicio do coocelheiro rice presidente
Francisco Gorgel do amarai, pedindo dispensa
desse ultimo cargo, submeltido semelbante pe-
dido a deliberagd do t'oncelho, resolved este
tiouioar uma commisao que ent nden lo-s.-
com o referido coocelheiro Ibe fizesee consN
derages uo sentido de ser por elle retirado
8emelhaote pedido ; e foram encarregados des-
la incumbencia os concelheiros :
Sanios Selva, Herminio de Figueiredo e Vei*
ga Pessa.
Um telegrararaa to Presidente da Repblica,
coogratulaulo'se cora o Coocelho, pelo sexto
anmversario da Repblica Brazileira.
Passanoo'ao eleig&e das commissoee, fo-
ram eleitas:
COMMISSO DE ORNAMENTO:
Francisca Gurgel do Amaral, 11 ;votos : Mi-
guel de Abreu Macdo 10 votos, Herminio Egy-
dio de Figueiredo, 9 votos, Francisca Carlos
da Silva Fragoso, .Mexaodre dos Santos Selva
e Alfredo dos Santos Almeida, 1 voto cada
o III.
COMMISSO DE EDIFICACO E OBRAS MU"
NICIPAES
Lu z da Veiga Pesada, 10 votos, Manoel Tho
maz de Souza, 9 votos, Alexandre dos Santos
Selva, 8 votos, Alfredo dos Santos lmeida, 2
votos, e Dr. Augusto Coelho Leite, Bernardo
Damio La\a-eaate Pessa; Pedro Alves de
Souza Brazil e Francisco Caries da Silva Fra-
goso, 1 voto cada um.
COMMISSO DE INSTRUCCO PUBLICA,
ESTATISTICA LEGlSLACO E POSTURAS
MUNIC1PAES.
Francisco Carlos da Silva Fragoso, 11 votos,
Alfredo dos Santos Almeida, 11 votos, Fran-
cisco buriel do Amaral, 10 votos, Dr-
Agusto Cuelbo L-ite, 2 voto-, Luiz da Veiga
Pessa, 2 voi s, e .Herminio Egydio de Figue
reoo, Marcos Jos-da i-ilva e Miguel ae Abreu
Mac-to, 1 voto cada um.
COMMISSO DE HYGIENE
Oreallsias
Dr. Pereira da Suva com pratica nas
clnicas de Wheckerie Landolt, d
consulta de i s 4 da Urda a roa do
mperador n.* 63 i.* andar. R3zide em
Caminha Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontua,--cx~chete de
clnica do professor Weckdi, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sulteriryTua "Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Mangumho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreta Sampaio; occulista, d
-uusuUae de las -4 horas ao primeiro
andar ia nw rio Baro da Vidorra u.
".
residencia a ru Teleohone u* 35.
Medico
O Dr, Labo Mo*easiy d consultos em
sna casa ra da Gloia-~ii. 39 k& i 14
dotas da manh 1 da tarde. Actiaa
lio-se fra do servico publica ofierece-st
pura acudir a quaiquer chamado con)
p: omplido para fora da cidade. Espe-
c-jiidade,. operaces, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz o
1, d consultas medioo-crrujgicas todos
. aias das 8 meio dia, menos uu-
iomingosie dias santincados.
Drogara
aria Sotrinho di C, droguistas po^
atacado, ra do-Mrquez-de-Oiinda u. 41.
Guifnaraes .Braga Depsitos
Je Drdgas e producios chimicos, espe^
oalida4es Fharmaceuticas, medcame^
tos homeopticos e tintas, oleas, piu*>
ceio' etc., ele. Ra do Jiarquuz de Olio
da u, 60.
A. P. Biaga Guimaraes Agencia de
todas 06 especialidades phanuaceuticas,
lalas, drogas, productos chimicos e un-
iros medien melos homcofalhicos, pal
Larga do F.osario n. -H.
Papeia Pintados.
Q Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas,
^jua Mrquez de Olinda n. 12.
Wovidjdes Kodades !!
V. Varzea-Mares e Campos, 1 vo!.
Alsaat'ack do Kio Grande do Sul para 1896.
Ale.carAquietaban.
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A.. Porto Alegreliluminura, t,ol. broc.
Ouro PretoA manntia d'Outr'ora, 1 vol.
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Mello Moraes-Festas e TradicjSes, 1 vol.
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Pedro de Barrea-Cartas moaarcbtas, 1 vol.
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O Livro de S. Cypnaoo ou thesouro do fe-
ticero, uma e-iitao.
t. Romero-0. evolueiooismo a o positivismo
no Braiil, 1 vol. ,
Livro do Povo ou Syllabano Portugus.
P. cnagas A morgadiuba da Val Flor, 1
vol. ene.
L. Guiuiar^es-Sonetos e Rimas, i vol. ene
Corymboa.
. Curvas Zig-Zags,
Os mil e um dias, 1 vol. ene.
^U onaeti-0 graode industrial, 1 vol. broc.
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A. Celso -Lupe, 1 vol. broc.
Coelbo NettoMiradera, ,1 ol.
Assis Brazil-Demjcracia, 1 vol.
Ribas-A capital Federal, 1 vol.
C. e Souza-O Missal, 1 vol.
SjV.de CastroAtteatadjs ao Pudo, 1 vol.
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Cornos da carochlnba, 1 vol.
E. do Prado-lllusao Americana, 1 voL broc.
Caminha -A Normalista, 1 vol.
J. Dioiz-A morgadiuba dos canaviaes 2 vola
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J. B. C Contador Commercial, 1 vol.
C. L MourO .Livre iod;spensavel 1 vol.
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T. GautierMaJemoiaelle de.Maupio,.l vol.
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A. DaudetO Nababo, 2 vols. broch.
LandriotA mulner Forte, 1 vol. broc.
T. GautierO Rei Candau e, 1 vol. brocb.
Rabelas. Cocottes e Concelheiros, 1 vol
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Rabelas.phrodisiacas, 1 vol. broch.
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Ssnsu-ilidade e Amor, 1 vol, broc.
A Sedugao por Vinganca, 1 vol.
Dioch.
A- Daudet.O Immortal, 1 vol broch.
Flammarioo.NarragOes do Infinito 1 vol.
60C.
Os mundos imaginarios, 1 vol.
ene.
A pluralidade dos muodos habi-
tados, 2 vols ene.
Deus ra nalureza, 2 vola ene.
LaffitteFaradoxo da gualdade, 1 vol. eoc.
U. da Slveira -Molestia Jas mulberes, 1 vo.
ene.
J. de Sant'AnnaManual das Jovens Maes,
1 vol. eoc.
U. VilellaTragedias do Recife, 1,vol. ene.
G. Jtinqueiroa velhice do Padre Eterno 1
rol. nc.
Fe isA msica ao alcance de todos, 1 vol
ene.
(Cristooal Litran-Historia de Vctor Hugo,. 1
vol. eBC
&, Campos-T-A India Christ, 1, vol. ene.
onialez0 Pastelheiro de Madrigal.12 vols.
ene.
Luiz D'arneA Favorita de Beu Amema,
2 vols. ene.
Caoba e SO Cadastro da Polica, 6 vols.
ene.
GrauertIndustria,
O enigma un buixa do cambio
Depois de por tanto tempo batslharem
os advocados dos bancos emissorea para
faiereui crer o absurdi de que a causa
da baixa do cambio nao era a emiss&o do
papel, mas sim o conluio dos bancos in-
pleze*, cn!aram--e finalmente diante da
evidencia que a todo o mundo, tanto o
Novo como o Velho oonvecceu de que a
tal baisa resultado da grande emissSo
que desvalorisou a moeda em circulaco
na mean proporcSo de sen augmento.
Agora vam o Sr. Dr. Thom ibson,
,'jm dos redactores do Jornal do Recife,
cmejar 1 novamente a propaganda da
restauracao daqcelle absurdo, dizendo ser
um enigma a baixa do cambio e que a
por phactasia intelectual ba quem preten-
da ser a emisaao do papel bancaiio ai
causa de tal bsixa.
A prora ? 3^ <>
E-l-a : 3
No tempo do finado imperio o cam
bio chegou a 27.
Engana-s? o Sr. Gibson, chegou a
Dr Augusto Coelbo Leu-, 11 votos, Maooel
Joaquira da fasta Ramo*,' 9 vetos, Miguel de
Abreu Macelo, 9 voto, Alexandre dos Santos
Selva 2 vutos, Luu da Veiga Peseoa, 2 voto/,
Fraoci6co t arlos da Silva Fragoso, 2 veto?,
Franetaco Gurgel do Amaral, Marcos Jos da
Silva Alfredo dos Santos -.Imada, 1 vol
caen asa, a 1 voto eui branco.
CX>MMlS3lO DE BENEFICENCIA_____
Pedro Alves de Souza Brazil, 10 votos, Mar-
cos Jos da Sriva, 12 votos, Bernardo Damio ma^8 "alem do par.
No' enlamo argumenta anda o Sr.
Gibson, a emissiu nto nao prefazia o
bata1 moeda papel em falta de crdito na
Europa pedia emprestado, para depois
pedirnos mais emprestada < para pagar oa
juros, como foi o costme do impe-
rio.
Ainda ha no Sr. Gibson um erre de
apreciacSo.
O cambio no fim do imperio chegou
alm do par, porque augmentou muito a
necessidade do dinheiro, peo augmento
das transacfdes, provinfo, n8o de aug-
mento da produeco ou da riqueza, mas
de outra caussda libertayao dos escra-
vos, que sendo em perto de um milhao,
passaram a receber salario semanalmente;
a a moeda em circulaco nao sendo sufS.-
cente a acudir a tSo numerosas transac-
c3es, encareeeu logo o seu valor, pheno-
meno esae previsto e revelado em uma das
cmaras do-imperio por um dos saus mam-
brts, Tiao me lembro qual.
Veio esta desventurada repblica e o
grande Ruy Barbosa, o gazulo, segundo,
. ^*tntsi proclamou, sejamos ricos de
dinheiroe mandou oa seus afilhados bo-
tarm papel moeda nos bancos. .sg
E o cambio logo deseen, deacea e desce-
ra, porque se tem dado s oompaDhia* fa-
culdade de. bter dsbeatures, porqae ja sa
est decretando bancos regionaes, tudo
isto moedi papel, excess de meio circu-
lante, depreciacao de seu valor.
E a baixa do cambio um enigma.;
so se para o Sr. Gibson. -j
Em toda parte, seja qual ,f6r a altura
em que eat-ja regularmente o cajibio, os
iactos polticos e financeiros produzem
oscillacSes que os jogadores aproveitam
por exageral-as ; masa differincade.alem
do par para 10 ou 9, s o Sr. Gibson
inda tem a coragem de chamar um
liorna.
N3o basta dizur que preciso acabar
com isto, aeja como ior; preciso izer o
como.
No tempo do imperio o cambia descia
sempre a cada emisBSo ; e o Sr. Affouso
Celso bem que tentou a custa de gran-
des prejuizos do Thesouro, pelos arran-
joa com o Banco do Bnazil, eleval-a, mas
perdeu seu tempo e .0 nosso dinheiro.
O Sr. Gibaon que traga o aeu remedie,
que n2o o o seu seja como fot. .
E acha pouco S. S. o estado melindroso
tanto em poltica interna e externa, como
em finanoas em que est a repblica para
carecer de suppor oonjuraco contra os
ttulos do ftawl ?
Infeliz B.azil Como o mundo todo se
conjura cintra ti.
Gosto mais de lar o Sr. Gibson quando
vem cem aS su*.s pr< dacjoes litterarias.
'Daarte.Coelho, Olinda. 24 de Novem-
bro de 1895,
$'J. ... AJfonso de Albuquerque Mello.
^^-iBc^Q----QJ^iLfQfe^CVa

c
m
>l-r =
-J s cr
O)-3 -
i; u o o
oSs:
=
a. ra
m

WSH
'as-
Eduardo GrauertIndustria, commerclo -e
bancos,,! vol. epc
Jpaquim/la Silva Netto, .Portugal, 40 aoaos, Vieira-Thesouro inesgotavel, 1 vol. ene.
los Almeida, 2 voto*, Luiz da Veiga Peata,
Alexandre dos Santos Selva, Manoel Toomaz de
souza e Miguel de Abreu Macado, 1 voto cada
um.
A COMMISSO DE POLICA
Ficou constituida, ae accordo com o regi-
ment, pelos membros da mesa.
COMMISSO DE QUE TRATA O ART. 23
DO REGIMENT INTERNO
Alexandre dos Santos Selva, 8 votos, Her-
minio Egydio de Figueiredo, 7 votos, Manoel
Thomaz da.Souza. 7 votos, Francisco larlus da
Silva Fragoso, 9-votos, Alfredo dos Santos A.%
meida,y votos, Miguel de Abreu Macelo, 5
votos, Maooel Joaquira da C >sta Hamos, 5 vo-
tos, Luiz da Veiga Pesada, 4 votos, Joaquim
Jos de Abreu, 3 votos, Francisco Gurgel do
Amaral, r. Augusto Coelbo Leite, Marcoa Jos
da Silva e Pedro Alves de Souza Brazil, 1
voto cada um
Compareceram no correr da eleigao, oa coo-
celtieiroa MaooaJ Joaquim da Costa tamoa e
Joaquim Jos de Abreu.
Foram lidos, .poiados e remedidos a com
iniS9o de tegislacao dous projectoa a88ignados
pelos concelheiros, Francisco Carlos da S Iva
rragoso e Miguel de *br:U Macedo; concebi-
dos oos reguiotes termos:
1.. Art. 1." Ficam app-ovados todos os actos
praticdos pelo exSubPreleito, Dr. Jos Mar-
celino da Roea e Silva e pelo ex-Prefeito Dr.
Alfonso Goocalves Farreira Costa, durante as
sua? admitiisiraies.
rt. 2.* Rovogaurse as di-posicOas em con-
trario.
2.vArt. 1.* A ra do Principe freguezia
da Boa Vista e a estruoa que conduz da Praga
do Loocelheiro Joao Alfredo ao alto da Torre,
na freguezia de Afogados, denominar so-r5o
d'ora em dianle, a primeira avenida Barbosa
Lima, e a 2.* avenida Julio de Mello.
Art. 2# He^ogaurse-as disposies em con-
trario. ,
Pe-iindo a palavra o coocelheiro Alexandre
doa.Santos Selva, lea a seguinle proposta, que
posta eoj discusso foi approvada.
Propomos qua si-jatn Horneados os cidadaos
abaixo ujenciouados para oa seguintes cargos,
peodo dispensados os funccionarios que os
exerciam ; utficial maior, Hennque Francisco
de Moraes ; omciaes Antonio Jos de Lamos e
Manoel >arnelto de Souza Lacerda ; offical ai
chivata, Aprigio ^Ives de Souza Magalhes
amanuenses, A lindo rtUgusto da Silva Fragoso
Inot'o Hennque Cardim e Hennqu Mana Pal
metra ; porteiro. Joao Baptista da P.esurrrico ;
Continuos, Joo Tiburcio Mendes da Silva e
Joao Fraacisco Goocalves da Luz.
Sala das aeat-oes do Coucelho Municipal do
Recife, 18 da Novembro de 1895.Migosl de
Abreu Macedo, Alexandre doa Saatoa Selva,
Manuel T ouiaz de Souza, Herminio Egvdo de
Figuairedo,LA.lfredo dos Santos Almeida, Ber-
nardo Dami&o Cavalcante Pessoa.
O Sr. presidente uzando da palavra fez ver
ao Concedi! a necessidade da convocag&o de
urna ses*ao jexlraordinaria que tivesse por fi:u
tratar du otcimento que tem de vigorar no
anno de 189; assiro como ae votar ouiras leis
neceasanas o muniopio.
E sendo pelo i.oncelho evidamente aquila-
adas essa9 ppnsilerafies, flcou resolvido qu.e
comegassem|as referidas sessOes ao dia 21 ao
meio dia ; designando o Sr. presidente para
ordem do da, pareceres das commisaoes, e
mais trabalnps que occorressem.
Nada maisi ba vendo a tratar levantouse a
seaaao.
Francisco Carlos da Sttva Fragoso i. aecre-
valar do lastro metlico em Ceposto e aa
em8soes accrescenladas pelos governos da
Repblica nao c/iega a urna tal demasa
que occasione urna-baixa com uma too es-
pantosa dijferenca de cifra.
Eigana-te mais tres vezes o Sr.
Gibson. 2
1.* Nadatem a quantidade de lastro,
que seja mismo nenhum, coca o valor do
papel incuinvertivel, ou por outra que tem
o curan forjado.
O padrao de todos os valores o ouro.
Quando. elle a moeda c rcalan e de
qualquer paiz, a quantidade em circular
cao someuta a necessaria parabas suas
transaccOes : quando estas augmentara ou
pelo augmento da produc$&o ou pela da
riqueza, ou por outra qualquer, necessi-
dade de occas o, introduzida maior
quant'dade de ouro do estrangeiro ;
quando as transaeces dtminuem p r qual
ouer caos*, a moeda sentindo ameajo
de desvalorisajo, porque j demais,
emigra immediatamenre.,
O papel, porem, n?o tem esta elastici-
dade ; e se elle excede das necessidades
das transaesoes, se cesvalorisa-,
E como o padrio dos valores o ouro,
desvalrisado o papel i perde seu excesso,
como todos os gen-ros quand-> abundam- ^j0 e e8timi que a sociedade macahense
preciso mais papel par i comprar o mes- ik^ (n; tnkotar.
ma ouro que se comprava com nosso pa
x a c
H-g-r-S-a? vh
T a 5 5 S3 -3T
SS cr o d
~ V-' 9. ^tCJJr fj~ \*S X IOLJ* U Tf^" Cl-T U~
Uanifestacao de apreco
O Lince um dos orgios da i-mpreoeada
Macah.eatado do Rio de Janeiro, em sua
ftdico de 15 do correte d noticia da se-
guinte manifestago de que foi xlve o Dr.
Joo da Costa liibeiro,u8so canterraueoe
filho do finado advogada Dr,. Antonio Jos
da Costa Ribeiro :
O Exnu Sr. Dr. JoSo da Costa Ri-
beiro digno juiz Municipal deste termo,
por occasiSo de ser reconduzido ao, cargo
que t&o brilhantemanta tem servido entre
nj foi i-lvo de justas raanifestajoes da
apreco.
t Ainda no dia 10 a sociedade.M. Nova
Aurora, precedida de grande concurso da
admiradores do egregio magistrado,-foi a
sua residencia felicital-o usando da pala- .
livra o Sr. Izidoro Lapa por parte da
mesma-aociedade. \
a Fallaram em segu-da-os Srs. Domin-
gos R beiro em noma da Associacao Bene-
ficente F, Eaperanca e Caridade? o Sr.
Manoel Goncalves d< Silva Vatte, profes-
sores Figueiredo e Pimentel em noma-do
magisterio ; os Srs. Bento Costa e Manoel
Ximenes era nome de commercio, o Exm.,
Sr. Desembargador Dr. Louzado que em
borne do foro felicitou o Ilustre magia*
trado.
t A' todos o Sr. Dr. Costa Ribeiro agra-
deceu eommovido a prova de considers-
pel quando elle era-em menor quantidade;
o que que se chama entre na o cambio,
a compra do ouro por papel.
Assim, pode ser o lastro nenbum ou
muito ou pouco, que, aSo vindo circu-
lado, em nada alterando, a quantidade
de papel nella existente, em nada inflne
em seu valor, que se determinado por
sua quantidade em relac&o a das trans-
;{accoes de qualquer actualidade. i
, 2." Ecgano. Nao havia no
imperio-
lastro-da em88Sol.por quanto em sua
quasi totalid-de era ella quas (ida do
Estado ; s o Banco do Braz i tinba. uma
emiss&o da 20.000 contos e outro, pare-
ce-me quedo Marauhaar.oatra da um mil
contos.
E elles pao tinbam lastro.
3.' Engao. NSo foram taes diminu-
tas as emis:5es accrescetitadas pelos go-
vernos da repblica ; o Sr. Gibson de
todos os advogados dos bancos, o primei-
ro que diz isto, qu*ndj todos os outros
nunca negarain a sua necessidade- e o
mundo inteiro sa espanta della; salv.. se
o Sr. Gibson talla das emissas-fei as em \
nmada na5o, esquecando-se das amis*
soes t'eitaa pelos baos na quantidade
triplice-de seua lastros. -
Se asfeitas em nome da nacSo foram
grandes ou pequeas^ a Deus o, sabe, so
G. Junqaeiro -A Marcna do Odio, 1 vol. brocThomaz
Urio servindo de presi lente, Miguel de Abreu qoand0.a Floriana Peaoto,faltaya^di-.
Macedo 2.* secretario serviodo de 1., Manoel I !.._
SmaVasJi*., ^n,..o i^ Oriario. 'nbeiropara as necessidades da guerra,
Ibe foi tributar.
* O Lince, associando-se to
homeaagem, felicita o
do e o povo.
justa
honrado magistra-
Iatendencia do Oliutlu
-Tend eata Ilustre corporaoao de abrir
uma avenida em frente a antiga Acade-
mia-para Praia aos Milagr-ss, lembra-
mos a mesma corporaco pa a dr o nome
de Bernardo Vieira de Mello, para ainda.
mais relembrar o nome daqualle que pela
primeira vez deu o grito de repblica em
trra trazileira.

i
Pianos-
Grand soriimeoto de cordas, so-
ladoras, -bancos, capas, ma r fi m,
feltros, araodellas e todos os artigos-
proprios para fabricar e concertar
Pianos.
PREALLE & C.
59Ra Bario da Victoria59
Jos Uygiuo -.
(ClRURGIO DENTISTA)
" De volta da sua viagem ao Sal da u
Repuhlica reabri seu consultorio a roa
do Bar-ieda Victoria n. 19, !. andar-,. -
onde pode ser procurado.das 10 horas as
4 da tarde.
*.
P

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I

I
'"VfUfli
SzSQ--
Diario de Peraumboco uinta-feira ^8 de Hovembro de 1395
Uf. A Hygino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
Ritta Finca do Bego
Manoel Martas Fiuza, sua mulhnr,
filhos, genris, or* a netos agradecem a
todas as pessoas que acompanharam sua
filha, irma, ca hada e tia Ritta Fiuza do
Reg a sua ultima morada e de novo
convidam aos seus parentes e amigos
para assistirem as musas, que por su.
alma ser2 rosadas na Ordem 3.a da Sao
Francisc a 8 ho as a manba de sexta
feira 29 do corren'e, 7.8 dia do seu passa-
mento, confessaodo-se desde j agrade-
cidos.
Peiloral de Cambar
Cura de bronchite ehornico
Tenho a satisfaco de declarar que
aoffrendo ha 4 annos de urna bronchite
que me trazia a maior parte do tem
po no leito, e, usando o aben?oado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frascosfiquei
completamente curado,(Firma reco-
nhecida) Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio de Janeiro.)
O agenteCompanhia de Drogas.
Violiiio*
nica agencia no norle do Brazil
da afamada fabrica D. Wolff.
PREALLE &C.
59-Ra BarSo da Vctor a 59
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
urna medalha de brouze da Assistenia Pu-
blida, cirurgiao parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n.
19, 1.* andar. Consuslta das 1 a 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgaoi genitourinarios
Residenciaa : ra do Bario de S. Borja
a. 30
Peitoral de Cambar
Cara de urna tosse rebelde
Cheio da mais viva alegra e gratidao,
venho declarar que em menos de doua
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
sec-a acompanhada de dores no peito,
ti ndo antes, durante o espaf o de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, um grande numero de outros reme-
dios __Joaquim Aives Cavalcanti (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Con.panhiade Drogas
a
i
i
9
Msicas
Enorme e variado sorlimento
msicas de Europa e America.
Msicas para canto, pino, n\ ta,
rabeea e todos os instrumentos.
Encarrega-se d impresso de mu-
sicas.
PREALLE 4 C.
59-Rua Baro da Victoria -59
H
II
a
NFLENZ/I
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacfo febril, brom/io-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qu- con
ina a dar consultas todos os das inels, de *
s 3 horas da tarde, ra 15 de Novembra
(amiga Chamados por serillo.
T'iVphone n. 27
Clnica medica ci ur-
Do Dr, D*mtngaeM da Silva
E-pei:idlii!adri> : iiiei*M ;a-, Jh apnareoo rtwiraurio e "i e-uvo
0a roosolia 1 as 10 > { 'i'!* t-iii sua tn<-
lanera t pairo ooT-rjj o 31.
Aitende a ebaiaaaos pa-a '6a d ci'zde.
Dr. Joao Paulo, especialista em partos.
molestias de senhoras e de cranlas com
longa pratica nos hospitaes de Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
com catharros sanguinolentos, asthma, ag 4 horag Q0 l,^ do tj^ Sant0 u
larangite, molestias da. garganta, insom-
nios e tosses suffocantc* cjdem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepco, residentes n'esta cidade.
Depsitos "
Ra do Baro da Victoria n. 37, 1/ an-
dar, sala posterior.
I Pernambco
fiOBMEBCO
de Peruam
Bol^a Commercial
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 2 y de Novembro de 18 QS
AccOes do Panco Popular do val >r de 10*100
o preco de R*. 15 ca* um.
*c.oj8 da Coroy na Beberibe do valor da
10049 0 o preci e 55*000 caja oar.
* B Isa vendern 8 :
209 arces do B*nre PoDoltr.
70 dilas da companb'a do Beuenbe.
O -resuente,
Amonio M< que* e Amorim.
O secretarlo,
kanoel B. da Silva Pioto.
Cambio
Os estabelecimentos bancario' abriiam bnje
aesu^s transaos a 9 5/16 sobre Loodre> a 90
div, depois de meio dn ele^-am pa*a 9 3/8
9 7/i6. o.ixando ma 8 tuda pi-a a laxa primtu-
va, rtalisando-si negocios lix t'dos.
Lettras part>rolare. e bancaria* repa?83das
bou.e tansct6i8 a 9 1/4 9 7/16.
Cotaces de genero
Para o agricultor
Assucar
19, 1 andar e reside ca roa de Henrique
Dias n. 2.
Teleph nes ns. 199 no eonsultorio e 467
na residencia.
CUftS BE. F^airVS
NQVEMBO AFEVERE1UO
GKOGRAPHA E
DR. JULIO PIRES
Ra
HISTORIA
FERREIRA
Duque de Caxiaa
1'. andar
u. oa,
e annuncios,
Osln'.s, por lSkilOB. .
Cry Misado, dem idea
Braoco, por 15 kilos .
Somenos por 15 k ios.
Mancavado, po>-15 kilos
Bruto, por 15 kilos.
5*400 a
5000 a
OJ a
3*800 a
3*800 a
2*500 a
R?t3ffi?8.......SOOO
6*100
6*8!0
5*81)0
4*000
3*100
2*900
1*200
Algodo
Houve nceodos a i3*800,a 12*800, o oiedi-
do e a 11*800 a l* sorte por 15 kilos.
Aleool
Por.pipa de 430 litros 200* com'.eal.
Agurdente
fot pipa de 480 litros 100* oumitnal.
Coaros
Seceos r-lRadcs na has- de 12 kilos 1*000 j3
Venda s refogo 66S o kilo.
Verdts 600 res, ulnmo prego.
Carnauba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 k los.
el
Por iOOfOOS nominal.
Importaeo
BamlorKO, barca allema Bsatet Abren,
tntraia lo aia 17 do correte e corsigoada a T.
Jost., maniesioo:
Aivaiade 20 voluntes a A. da Carvalbo & C.
Alcairao 20 larris a Cn-panhia de Servtcos
Martimos.
Agua mineral 50 a xas a 0. de Gtr.mac.
Boiijas 950 calzas ordem.
Balar cas 2 vjluo.e-< a Vianoa Castro & C
Canelia <5 ca xas a C Lemos & C.
Cervej 20 caixas a Pcs M'Udes & C.
Cimeoto 100 barricas ordem, 400 a Vianna
Castro & C. 400 Lof.es & Araojo. 150 1 j S.
Amaral, luO a L-iio & Costa.
Capsula 1 caixa & ordem.
Drogas 19 volantes a Compaabia de|Drogas.
Espoletas 1 raiza a A. de Carvalbo & C-
Especiar ias 25 ca xas a Perrelra Rodrigues &
C-, 15 a Lopes alhelro & c.
FALLE
HYGIKNE DA BAHA
(Copla)
Usando dasattribuic,5es que me sao con-
eentados comprovando a analyse e a licen-
cia concedida pelalnspectoria Geral de Hy-
giene do Estado de Purnambuc ', concedo
licenca ao Pharmacentico Antn o Mar-
tiniano Veras para ixpor a venda oeste
Estado o preparado denominado Cognac
Brazileiro de sua conteccSo. E, para
c nstar passou-se o presente que, pagos
os emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitos.n
O inspector.
(Assignado) Eduardo Q. Costa.
Secretaria da Inspectora de Hygiene
i* Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Dr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4->400.
N. 2.872 -Rs 58000.
feridas pelo Regulamento San gor e tendo em vista os documentos tpre-
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Bahia)
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
de Julho de 1895.
(asignado) Dr. Muniz Barrel'.
Dr. Ai-lhur Caval-
canti
Participa seus clientes e
amigos que mudou seu consul-
torio e resideocia para a ruado
BarSo da Victoria n. 46, 1. an-
dar onde contina a axercer os
my.-leres da sua profissao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
fia
ataWtWaWWaWEWi
35
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71,1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (per escripto) a
qualquer hora.
Duzia
4;fHta
255000
2^500
1}
II
Msicas de danca
Bellas walsas. polkas, quaJrillias,
schottisch. etc. etc. o que b de
meirior e mais moderno de compo-
s.lores celebres.
PREALLE 4 C.
59Ra Barao da V doria 59
i!
Peitoral de Cambar
Cura de tonse pertinaz
Confirmando a poderosa eficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a affligia.Joaquim Joi Rodri-
gues (Firma reconhecida)
O agente Companhia de Drogas.
assigoados
FABBIC GalliS
Os abaixo
previnem a quem convier
que estao muaidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para faz-rem
apprehen 1er onde f-jrem
achades cigarros de outra
fabrica com a maca contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito;
cigarros venda, com todo
o rigor,
co m as
por le.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo4' C
, Dr. Carneiro Leao
i tLedico parteiro e operador. Residencia
|e Conultorio ra do Livramento n. 31,
1.* andar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Especialidade : F e molestias de cianeas- Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325
Dr. Barreto Sampalo Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
1. andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 a 4 horas da
tarde, excepto nosdo mingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n.287.
Dr. Nunesi Cotinbra Clnica M-
aico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
EspecialidadesPebres, partos, moles-
tias de Benhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.___________
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
Sde ser procurado de 12 horas s 2
a tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ruado Bom Jess n. 24
Residencia Ra Direita n. 10 en
Alogaacs. ^^
Advogado
O bacharcl Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador ds Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Pra$a 17 n. 79, dar
Iq horas da manha s 4 da tardn.
O DR. FRANCISCO LEOPOLDINO,
participa aos seus cuentes e amiges que
mudou-se da ra e Santa Cruz para o
Pateo da Snta Crua n. 2.
ae conformidade
penas decretadas
Jornal do Commerco
RIO DE JANEIRO
Recebe-se assignaturas
raa do Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente nes te estado
F'asco 1.437 calxas a 0 dem. iS a BorR-*a 4
C, 4.103 a UueihoP oto & ,211 a J. S. Ama-
ral, 50 a C. A. V. L'Dieo.
Ge jeera 30 calas a C*6iro Lemos & C.
Looca i i caza Costa & Kocba, 6 a P. Leal
& C, 3 a 1. e Macedo.
Muti-is 35 oluineo a J. Ricardo da Costa, t a
GoimarSes Carnoso & C.
Hicoina t caixa a o'i^m.
Miiei'a ae ploho 503 pranchOss a Joo de
Aquion Fondea. S00 pet9 a C mpaobia de Ser-
ie jj Ma-ltimos.
Pape 700 fallos a Lipes Albeiro & C, i a F.
F. Leal & C, 21 a Munoel Col laca & C, ill a
Joaqaim bV-reir de Carvalbo & C., 20 a Cdldaa
& C-. 5t0 a Gas>ro Lemo^ & C., 10 a J. d- Mtce
do, 506 a Perretra Rilneaes & C, 28 a Ji'&o
feruandes de Almeida, 21 a Pareira de Paras
& C.
Pimenta 5 saceos a Cilda & C. 15 Castro
L-mos & C.
Pbo8piioros 6 caix6ss 4 ordem, 5 a Goocalfi
Roaa,& D> miHiUoJ, "0 a Figoeir-do costa & C-,
5 a Santos aa Figueira & C. 10 a J. R. da Cos-
ta, 15 a Castro Lemo* 4 C 10 a Lopes Albe'ro
6 C-. la A. Pinto &C, 10 a Pereira da Fa-
nas, 10 a Peeira de Ciraoo & C, 10 o.-
d--tD.
T otas 50 volme* a Compaobh de Droa*.
Velas 4 grades a A. Soares & C, 2 a Lopes
\lbeiro & C.
Por'os do fol vapor nacioGal Iti^ra. en
trado em 18 do correte e consignado a Gaedes
Pereia, manifestov:
Arnagem 6 volumes a L y1 & Filaos.
Aieite 5 caixas a Affonso Taooraa.
ag-e 55 IVd s a P. Olivei-a.
CamarOe' 14 encapados a Nja Mila & C.
Cbarotos 39 ca .as a diversoi.
Ciap e 14 caixas a di?eraos.
Cano- 60 volomes a A. C.baveg & C.
Caft1 30 sancos a Joao Fe'nandes de Almeida,
38 a Cairo Lemos & -., 29 a A. Fe nandes
4c:
Cpanema 23 ra'xas a Lopes & Araojo.
br. gas 6 caixas a Gonnnaobia d Drogas.
Estipa 10 lardos a A. Machaco & C.
Fumo 40 volumes o-aeD. 97 a Moreira & C,
10 a J'sqo m B. dos R-is, 5 a A. Santos & G ,
112 a XaMer de Simas & C, 10 a B nks & C.
Ferrageos 4 caixas a Companoia do Laurel?.
Kio 60 fardos a G. Fernandes & C.
FiKO-as 1 cixa a Affanso Taborda.
Liguas 10 caixas a A de Freir Irmios.
M^r.'-aJon:8 10 caixas a diversos.
Maffa' 60 caixas a castro Lemos & C, 40 a
GoocalveB Rosa 4 Domioeues, 100 a Ferreira
Rodrigues & C, 70 a Joo Fenandes de Al-
meida.
Movis 2 volomes a A. t S. Sintos.
lladeira 254 velumas ao Dr. E. Prado Seixas,
1.972 a> Laiareto.
foixe 50 barns a P. Oliveira, eO a Nova Maia
& C.
Piassava 150 pegas a A. C- Hunteirr, 13 a Ma-
noel de Sooia Franco.
Pregcs 100 caixas a ordem.
Pipas 100 a Perelra Plotj & C
Sabooeies 1 caixa a Peiro Antones 4 C.
Tonel* 3 a Jote Baltar 4 C, 5 a Ftrnau :es
& C-, 15 a C F. CascSo.
Tecldos 24 volomes a Ferreira I'maoj 6 i 41
ves de B-iHo. 4 C, 10 a Machado & Ppreira, 10
a Sil eir & C, 19 a A. Mm &C 17 a Rodl-
goes Lima & C 150 a L. MjI 4 C 5 a N
Maia & G., 10 a A. Mala 4 C!, 28 a A. Amorim
& C, 5 a Guerra Femandes & C, 15 a J. P. S.
Go Xarque 665 fardos a Novn Mala 4 C, 1 472 a
Amo;lm Ivaos &C, 4.395 a Lojo & Morena.
Bronchite A st hua tica
DR. COELHO LEITE, Cnico da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta que o
Xarope de Lobe ia Inflata
co
PHARMACTICO
ILDEFONSO Dg AZKYEDO
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Ueposito:
Ra Bario da Victoria 37, i.* andar.
Pharmacia Conceijo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em tods
as boas pharmacias.
'ernambuco
Gxooriaeo
Recife, 27 de ovembroide 1895
Para o exterior
Uercbant*, para Liver-
No vapo' iaglij
pool, ca'regau :
G. de Mallos trmao, S062 kilos de borracha
No lugar ioglez J. H. Dsxier*, para Era-
dos Unidos, carregoa :
M. L ma 4 G, 4ti0 saceos com 32,000 kilos de
assucar masca vado.
PaFa Liverpool, carrega'am :
Julio 4 C 706 saceos com 5i,930 tilos de
assocsr mascavado.
Par o Interior
No vapor nacional Labra*, para Pelotas,
ca"egaram :
H. S. oy & C 300 saceos com 21.300 kilos
de asquear branco-
P. C'rneiro & C 200 saceos com 15,000 kilos
de assucar branco.
Para Porto Aieg-e. carreearsm :
P. Carnei-o & C, 300 saceos coun 22,500 kilos
fie assucar brauco
H. S. Lojj 4 C, 150 saceos com 11,250 kilos
de aesucar branco.
P. Aives4C, 203 saccoi com 15.000 kilos
de assucar branco.
H. Maia 4 C, 2*0 saceos com 25,299 kilos de
assucar branco.
M. F. LjUe, 46 saceos com 2,760 kilos de
a?8ucar masca vado e 2oi ditus com 15,340 ditos
de dito banco.
Ignacio R. de Carvalbo. 144 espanadores de
pennas.
Para Rio de Janeiro, carregaram
A. Fe-uanaes & C, 200
kilos de aleojao.
No vapor mglez Sbafesteburg*, para Rio
ci Janeiro, carregaram :
E. Silva, 1000 cocos frncta.
L. A -ia Costa, 3C00 ooci.8 fructa.
= Nj v^.por ioglez Eira, para Santos, car*
regaram :
Bl rao & Irmao, 20T saceos com 12,000 kilos
de asacar braoco ,e 800 ditos com 48,000 ditos
de dito masca vado.
No vapor nacional Camoclm*, para San-
tos, carregou :
J. Moreira, 25 barrls com 2,200 litros de
agurdente.
No vapor ioglez C. P:ince, para Rio de
Janeiro, carregaram -'
A. Costa & Fiusa. 600 saceos com 36,000 k los
de aasnear branco.
M. F. Leite, 304 saceos com 18,240 ki os de
assucar miscavado e 396 ditos com 23,760 ditos
ii.' mu braoco.
= o vapor inglez Cearense, para Cear,
carregaram -
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ra ;da Imperatriz n. 8,
1. andar.
UonsultaB : de 1 s 3 da tarde.
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Telepho; e n. 292.___________
Fart cipacao
Dr. Joaquim Loureiro, participa aos
seus amigos e clientes ter mudado sua
residencia para Sant'Anna, defronte da
EsUcao, aonde pode ser procurdo.
30 pipas com 16,257 l.tros de
lltro3 de
A. Irmaos 4 C,
alcool.
P. Piolo 4 C. 10 pipas com 5,400
P. Alves & C. 300 barrieas com 11,175 kilos
de assucar rjr.nco.
P. Garneuo 0.. 300 barricas com 21,300
kilos oe afsarar branco.
H. S. boyo 4 C, 300 barricas com 21,593
ki'os de rassucar braoco.
E. Cardcso & C 400 barricas com 27 235
kil s deassocar branco.
A. & Carduso, 500 oarrica3 com 35,076 kilos
de asRocar branco.
Ignacio D. Fernandos, 200 ba-ricas com 15,480
kilos ie assucar branco.
J. Batar & C, 20 pipas com 9,979 litn de
aguardante e 5 ditas com 2,723 ditos de alcoDl
Kinthack & GttOier. 6 n-caa com 3,240 litros
de aicool e 10 Barra com 450 ditos de aguarden-
te e 30J bar i.;as com 21,000 kios de assucar.
K A. de Sen & C, 10 b.rricas com 1,000
kilos da assucar refinado e 100 ditis com 8.J3J
ditos de dito branco.
No vapor nacional laboaiao. para uear,
1*3pr**ffA raro *
M. C. B. de Melio. 160 ba-rlcas com 9 000
kilos de assocar retinado e 20 ditai com 2,160
ditos de liio branco.
Banks fcC., 8 volu"ne8 com 560 Kilos de fumo
J. nolrlgnes, 100 caixas com 900 litros de
D. L da Cruz & C, 2 barricas com 100 kilos
de assncar braoco. ^
A. C. Rodrigues, 12 barricas com /00 kilos
ae assucar refinado.
Guimara-s & Valente. 70 saceos com 4,200
saccas com 13,050 kilos de fejao.
J. G. da Amorim, [i caixas com 100 klos de
peifomartas.
Pa a Aracaty, carregaram :
F. Rodrigues & C, 6 calxas com 60 litros de
P. Alves 4 C. 17 barricas com 938 kilos de
aesucar branco.
para Maranbao, car'eou :
J. G. de Amorim, 20 lats con oleo de ri-
cino
P. Alves & C, 22 barricas com 1,160 kilos de ditas com 240 dnes de cognac
i' .
= No vapor nacional Maranba, para ?a a,
cafr--garam r
Kaotnack Gonier, 200 barricas com 14.000
kilos de assucar braoco.
p. Carceiro & C, 530 barricas com 39,910
kilos de assucar branco.
IH. M. do Eirado, 140 barricas com 10,000
kilos de assocar branco.
Para Maoo, carregaram :
J. S. do Amaral II. 30 caixas com 240 litros
de agurdente, 30 barris com 1.1C0 litros de
vinagre, 115 eazal com 1000 ditos de genebra
(165 ditas com 1,820 ditos de vioho de fructas, 30
I),. Mm <*in rtiir.a de coBQac elJdnaacom
assucar refinado.
J. T Ca-reiro, 30 barricas com 2,100 kilos de
assucar refinado.
Para o Para, cerregaram :
F. Lemos & C, 72 latas com oleo de algodSo.
J. S. do Amaral 4 C 100 caixas cooj b00
litros de vlotao de (metas.
S Goimares & C., 20 pip Je 3goardente
L. J. S. GuimarSes, 300 ba-.icas com 21,650
kilos de aesucar branco.
Madelra & C, 10 calxas cen 500 kilos de
massa de tomate e 30 bar U com 2,550 litro* de
viobo de cajo'.
Pootaal & Olivalra, 100 barricas com 7,086
kilos de assucar braoco.
No vapor ingles Cearense, para Cear
carregaram :
J. A- Fonseca, 500 caixas com 6.500 kilos de
-atiao.
F. Irmact & C, 500 caixss com 6,500 kilos de
Sibao.
J. G. de Amorim, 40 latas com oleo de ricino
Para o Para, carregaram :
240 ditos de vermoulb.
J T. Carreiro, 300 calxas com 3,900 kilos de
"p. e Oliveira Mala, 6) barricas com 4,020
ilos de assucar branco.
Para Maranbao, carregou :
F. X. S. GolmarSes, 20 barns com 1.800 li-
tros de agoaraente e 2 caixas com 200 kilos de
dece. .. ,
No hiats Adelina, para Macao, carraga-
r*p. Vianna & C 100 kioi de fumo.
= No blata C. Parabibano, pira Parabioa,
,a:regaram : .,. ,
C. Fernandes 4 C, 4 caixas com 06 kilos de
' a barcaca I:ajaby, para Parabiba, car*
"*. Samico 4 C., i caixa com 60 Kilos de per*
umarios. .,
Na barcaca Merconc, para Macelo, car-
Paja fu ff| *
L. Ferreira A C, 40 caixas com 1,040
-;-b!o.
Peitoral de Cambar
de tosse
Outras enras
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico.
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermedades dasvias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Sores.
O agente Companhia de Drogas^
Inst r ii ni t* ii lo k
Urande sorlimento de instrumentes
para banda marcial da importante
fabrica liautrot Aine & C.
PREALLE 4 C.
59-Ra BarSo da Victoria-59
Ptlt*UQt
kilos
O DR. TEIXEIRA DE CARVALHO,
medico, operador e parteiro, de regresso
a esta cidade est a di^posicSo d 8 seus
clientes.
Pveo do Carmo n. 28.
(Antiga Redactar, da Gazeta da Tarde)
Especialidades-Tratawento de febres,
syphil e, beriberi, molestias do figado.
Chamados a qu-iquar hoia.
Conauitas, gratis das 9 s 10 horas da
manha.
Das 11 as 2 horas da t;rde pagas
vista, sem excepQao de pessoa alguma.
7.
A t Emulaao de Seo t Figura no For'
muUt-io do H sp tal da Uiaericordia do
Rio de Jt-nero
Um remed o que ha tantos annos sos-
levita a reput-n'i i .ie que jca a EmalaSo
de Scoit. a deapeito das numerosa' imi-
ta'j5-8 que sSo > fferecidas ao publico dia-
2-mente, p.reci de ver merecer o solhi-
meato g-.-ri do pub'ico.
Pe;am a EmuIsSo de Scott.
O ttestado qu em seguida pobUcmos
do Exn?. Sr. Cooselbeiro De. Aogueto
Ferreira dos Santos, digno Chele di Di*
rectora Ger*l de Sude Poblca, urna an-
toiiddo .edica, e directo" do Hospital
de M sericordi do Rio d' J*reiro.
Certifico que preparado medicinal
designado sob o roie de EmuIsSo da
Scott t (em sido embregado por mira com
grands vantngem, e reputo o medicamento
de valor is^ao elovado, a pon'o de faas'-a
figurar no f rmnlario deste hospital (3.a
eaigao-1889)
S*uta Casa, em 22 de Jareiro de 1891.
(AsBgn-d(i)
Dr. Augusto Ferreira dos Santo.
Director do Hospital de Miaerieoida do
Rio de Jtneiro.
{}
8
0
Pianos
Vende-se aluga-se, aoa-se, con-
ceria-se e troca-se pianos.
PREALLE 4 C.
59Ra BarSo da Victoria59
fl
o
llr. Fraacisco Leopoldina
b specialidade8 : Febres, molestias de
crian9as, syphihticas e da pelle.
Con8ultaa de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
= Na barcaca D. Yaya, t.a;a Macei, carrt.
garm t ,....
Calcas & C, 10 caixas com 80 litros de cidra.
Na barcaca Diva, para S Lun, carrega-
ram : .
SaotosA C, 90C00 Clga'ros.
m Na b-rcaga Rival, para Porto Calvo, car-
revaram : .....
J. S. do Araa-al A C, 1 barrica com 21 litros
de cfrveja. 1 caixa om 9 ditos rtp cidra, 1 dita
coro 8 du .s geoura, 1 tua com 40 ditos de co-
gnac, 4 narria e 1 caixa com 168 ditos de viutio
ae iradas ,
Gu maraes A Valeate, 1 caUa esm 2o kilos
de sDo.
P. Carvilbo 4 C, 4.SO0 n ros de sal.
Rendlneaios publieos
Mdz .e Novembro de 1893
{ Realejo
Caixas de msicas auissas, o que
ha demelbor nVste genero.

PREALLE A C.
H
59 ua Barao da Victoria59
H
H

EDITAES
Eiital d. 37
3* Direcioria da Secretaria d Justica, Negocios
Ioier Aour^ci da tkicfto de um mera-
tro dj ciiuseibo Iliterario.
F,iCo ssb^r a quem inieressar pes^aque desig-
Dc| o da 30 do orrente, ao meio da, par, na
aa em que luncciina o conreino litierano Dto-
ceier-ne a 9pur?c<' "es vetos |-ara a e eco de
du profesor i Uc no respectivo coaeelbo Ilitera-
rio rep^esent" a cl-tcs>>.
Oulroslm sao convidados > S'. profesanres
Sebastio B-*ndai>, Aokusiu J. i'erly e J aqu lie coir.o trouiediato etn votos e estes cerno
mcH votados aepois delle, para assistirem a dta
eleicao.
Serio admitiidoc a ralstVr ao ac'o, mas sem
inlerveagao neile, qoaesquer profeseores publi
coa noe se acbare o preen es.
Renda gpral
Bo dia 1 i i-i
dem de 27
Alfandega
l,68l:12ia70
9l:7t*776
1,752:39 *946
Reada do Estado :
Do dia I a 26 27926i*i2J
dem de 27 8-648JI
Soxma total
287:905*734
2,OiO:302*70U
de Pernambuco, 27
2.* seccao da AITandega
de Novembro de 1895.
O cnefe da seccao
L. F. Codecera.
O tneaoareiro
Luiz Msnoel R. Vaienca
26 1/2 columnas a 6UO rs.
2 cargas com galiiobas a 500 rs.
11 cassuaes com gallinas a 300 rs.
1 cargas com orino verde a 300 rs.
i carga com ameodoim a 300
8 cargas com batatas a 30C rs.
9 carga com macacbeiras a 30u rs.
1 cargaB com cebolinbo a 300 rs.
1 cargas com gerimuns a 300 rs.
10 cargas com verduras a 300 ra.
1 carga com canoa a 300 rs.
I cargas cora laranias a 300 rs.
3 cargas com inname a 30U
1 cargas com lonjas a 30'' rs.
6 cargas com diversas a 300 rs
23 cargas com farloba a 200 rs.
10 cargas com cuilbo secco a 200 rs.
10 cargas cem feiao a 200 rs.
66 lugares a 200 rs.
12 Snioos a 200 rs.
12 comp. com suineiros a 14000
9 comp. com sci3< 1-u a 700 rs.
8 comp. cem fressuraa a (X> -s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
75 com;-. com faxeodas a 600 rs.
49 comn. com verdiiras a 300 rs-
95 comp. cem fariuba a 400 rs,
50" comp. cjm talhos a 200O
rWudimenlo,dos'di8 1 e 25
151600
1U00
330J
4300
4J00
2/400
2*700
3300
30J
3*000
4300
4330
4900
4300
1*8J0
k*600
24000
2*000
134200
2*400
124000
64300
44800
324800
454000
144700
384000
1124000
3<74o00
7.932I9J0
8.2504400
RECEBEDORIA
Di da 1 a 26
dem de 27
DO ESTADO
265.778*371
17:50*42^7
RECirE DRAlNAGE
Do dia 1 a 6
dem de 27
283:28*4618
2:1384693
C584206
2:6964901
HovZaicnto do porto
NaiiS eutradnR no dia 27
Buenop-Afes e escala-23 dias, vapor norue-
gnen^e A'go. de 804 tunela-as, equipagT)
20, commandaote L. B-udelie, carga varios
genero?; M. S Maia.
Genova e esca'u15 das, vapor italiano Lis
Palmas de 1222 toneladas, fqoipagem 58,
comm^ndante M. Matia, carga vaiios ger.eros;
a BlacKnorn & C.
Navios sabidos bo mesmo dia
Manos e esc3laVapor hraxililro MamnCao.
commandaote G. de C?stro ; carga varios g-
neros.
Porte-Alegre escalaVapor nacional ltabira
com-ndante H. U. C. Caa ; carga varios ge-
neroj.
Sanios e escalaVapor inglez .Bellau'a. eom-
mandante I. L. Fraser ; carga varios gene-
res.
Mo->sor3arca allema Frlda. commandaote
H. Jolles ; em lastro.
Terra NovaBaro ingl'za Lzvlnia, comman-
daote D. Houis; em lastro.
PortoB igue purtueaiz Vareiro, commao.
dante J. O. da Vtllna
Mercado Mnnlelpal de M.
O moTlmento deste marcado no da
vembro fol o segointa
Bntrsrtm :
41 bols pesando 9,166 kilos
180 kiloa de peixe a 20 rs.
2 compart. com mariscos a 100 rs.
1 ditos com camaroes ? 100 rs.
Jos
de ti-.
34600
4200
4200
grecos do d!a":
Carne verde de 400 a 14000 ra. o kilo.
Sainos de 14 a 14200 idem.
Ca'neiro de 14200 a 14500 icem
Faricha de 800 a 14400 rs. coi.
Hilbo de 600 a 800 rs. a caa
Feudo i.e 14200 a 2400 a caa.
Navios esperados
Do Rio de Janeiro
Lugar portuguei Aarcra do *touga.
Logar porlugsez Minbo.
De Hamburgo
Luif-r Inglez Rose HIU.
Bnguc allemo Otio Grat xa Slalberg.
De Loudrrs
Lagar ingle Fanny.
De Liverpool
Brigue inglez Uicbatl Baieolsen.
B^rca InKleaCordelia.
De Terra Nova
Patacho inglez Mistlelce.
De Catdiff
Barca noruecuense Desidena.
Barca noruegoenee Sala.
Barca norueguens* Auriga.
Barca noruegneose toiJeo.
Barca norueguense Wrye.
De Pelotas
Patrcbo norueguense Einar.
Pataciio noruega Rodolpbo.
Logar portuae i TemerariJ.
Patacho oacional Social.
Encana allema Elma,
Lugar dinamarquez L?o,w:g.
Vapores a entrar
Mez de Novembro
Nirte Sol.doul a 28
Viacoude Marlnbo do ol a ;0.
Clyde, da Europa, a K.
S. Francisco do njrie, a 28.
Vapores a sabir
Mez de Novembro
Para dreeto, Cearense. 27, as 2 bo'as.
Santos e esc., Ca-ib Prince 27, s 3 boras.
Buenos Ajres e esc. Cljde. a 28 s 12 b.
rio e Santos, Camocim a 30 as 5 horis.
Babia f esc, Beberibe 29 as 4 horas.
8ntos direcio Sicilian a 30 as 3 horas.
Fernando de Norooba S. Francisco M 88 a .
i abia e eer. Marlnbo Viscoode a 30 s 4 h.
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Diario de Pernambaco Qninta-feira $8 de lovembro de 1895
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O D Jos CaVklHiti M A baquerque
Ucbos, jais da direito do muo'cipio
de Olinda, era virtuJe da le, etc.
Fujo sfcber aoa q >e o presente edital de
praya virea, qua no da 27 do corrente
ha de ir novame-ite praya, depois da
respectiva audieocia, para ser vendidos
a q^e n raais dtr e m^lhor lanae cfferrcr
o predio n. 25, e'o fore ro, eaa rainus
flito eco Daarte One!hi desta cidade, o
qual med de trente 4 metros e 25 canli-
metma e de f indo 4 metros e 40 ceoti
metrod p>rta e janeila, 2 salas, 2 qasrtog
e eos -iba interna c >m quintal morado,
avaliado por tOOSOO, nra pagamento do
que d ve a Fasenda do Estado Ladgro
Teix ira Lopes.
para que hegue ao conhecimento
de to os manrlei passar o presente que
ser pub'icado pela imprenaa e af&xado
no lugar do costume.
D.-do e paseado nesta sidade do Olinda
acs Iri de Ne/emb'o de 1895.
Eu bacharel Francisco Lins Caldas, es-
crvSt> o screvi.
Jos Cavalcanti de A. Uch1.
emiogoa da Cimba Siqueira
Francia ;o Ferreira da Rocha
Leal
Fianoiaoo de Paula Costa e
Silva
Jofto Txvares da Croa
Jaaqaim Aatonio Gan^tlves
Coimera
D d dio Silvio Ramos da
CruB
Ouarte da L z Machado
Fnicisc Joaqiim Ribeiro de
Britto
J. s Jjaquim da S mza Cor-
roa
.Vltmuel de Medeiioa Slva
Manoel Pa-dkl Garca
Ado'pho Jos Alves de Cir-
VkbO
Antonio da Costa Campos
J >a> Prado Ribeiro
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708
705
70A
Edital
O Dr. Francisco Altivo Correa d'Araujo,
juiz de direito do 5." diatricto criminal
p'eaidt-nte de 5.a s^aaSo ordinaria do
jury da cidade do Ricife, etc.
Faco sabar a qu 'm nieressar poaaa,
qne em virtode do art. 22 1. e 2. da
le e.-tadoal r. 15 de 14 de Novembro de
1891, furaa multados os juices de facto
infra declarados, por nao terem cemparo-
cido referida seaaS.
Antonio Pedro Costa 1055
Caetaao Francisco DurSea 1055
Ernesto Pereira de Farias 1055
Gratu.isuo Patricio de Maura
Caa 10c8
Guitavo Krauee 1058
He aclito Elias de Carvaho 1055
JoSo Cpistrano de Lemos
Fiosa 1058
Joao Alvea de Carvalho 1058
Joao de Miranda Fragoso 105$
Joaquim Goncalves de Aze-
vedo 1055
Joaquim Ernesto da Gama 1058
Joaquim Jorge Dias Prei a 105$
Jos Soares Seixas 1055
Jos Cursino de Paula Fer-
reira 1055
Jos da Costa Albuquerque
Marmbao 1C55
Manoel Liberato Accacio Ran-
gel 1055
Raymundo Mario Mreira 105$
Benedicto Gregorio X.vier dos
Santos 100$
Cantillo Gomes de Andrade 1005
Domingos Jos Gomes Pereira 1005
Eugenio Alves de S Oliveira 1009
Floria o Rodrigues dos Pasaos 100$
Fulgencio Jos Joaquim Ca-
valjob 1005
Joao Barbosa de Lima 100$
Joe de Pinbo Borges 100$
Maaoel Jos Pinto 1C0$
Manool vi rtics de Paiva Oli-
veira 1005
Mano"! da Silva Maia 100-3
Paulo C ielho de Vasconcelos 100$
Dr. SebastiSo de Vasooncellos
Gaiv / 100$
Antocio Geraldo do R^go Bar-
roca 955
Capitulino Isidoro Goncalves
de S,usa 955
Eduardo dos Santos Cabra! 95$
Jos Francisco Fontes Braga 55
Joto Silvino Boa-Vista 95$
Jos Joaquim de Carvalho '.55
Jos Fonseca da Silva 95$
Manoel Acoioly Llns Wn-
derley 95$
Philomeno Pauino de Mon-
donga 955
Antonio Francisco da Costa
Filho 90$
Christovao Gomes Pedrosa 905
Somma 5.3855
E que fiia marcado o p-sz-) de 8 da*
da cata deste pnra os meamos Srs. jaizes
Je facto requererem as suas recusas pe-
ra;, te este juiso, jastificando os motivos
de scu nSo compareoimeato, e que nodo
eaae prazo o,eacriv8o remettar ao Conce-
Iho Municipal urna copia do auto de com-
pi.aiylo d-6 multas, bem como, urna ootra
o r. Procurador dos Faltos da Fazenda
Municipal, utico de proceder oobran^a
tX'icuiva, como detercrina a supra men-
cionada lai e o arf. 152 || l e 3 do Re-
gulamento e 23 de Jaseiro de 1893.
Reci'e, 27 ele Novemhro de 1895.
Eu Manoel Bernardioo Vieira Cava'-
canti, 2 escrivao do jury o ecrevi.
Francisco Altioo Curris de Araujo.
Guarni^ao de Pernam
buco
Alumnos da Escola Militar
da Capit 1 Federal
Edital
De oroem do Sr. Cironel Commandaote
kil j de obraa da ierro batido consignada
a ordem.
0 F VUrna ca;xa n. 8, conteni peyas
de machinas e obras de ferro fundido nSo
alais ficadas, pesando 54 kilos, consigna-
da A Brr wos & C.
C F V-Uma caiza n. 10 oontendo pe-
cas de machinismos, obras de ferro tun-
dirlo, pesando 435 kilo, consignada aos
meamos.
T J F LUrna ca xa contando garrafas
de vidro, quebradas, consignado a Theo-
doro Just.
M J CTres caixas ns. 104 6 vindos
de hewYcrk no vapor Brlga Wordmoth,
contando obras de vid os n. 1, pesando
'03 ki'os e consignados a M. J. Campes.
Em 25 de Novembro de 1395.
O inspector,
Alezandre da Sousa Pereira do Carmo.
Alfandega de Reman-
buco
Edital
Por esta reparticSo se f.,z poblioo que
desiarregaram do vapor iughr tactor
em 3 de Novembro crrante urna caiza
da marea dismetro H em cima P abaizo
F G & C no centro, o. 22, pesando 84
kilos com inicio de falta ; dovap.r belga
Leibniti entrado em II do crrente,
urna caiza de marca G D n. 129 com 85
kilos com indicio de falta ; do vapor ingles
Sicilian, entrado em 12 do corrente, urna
barrica de marca 8 E r. 1 com 235 k los
com indicio de falta; do vtpor austraco
Medusa un barril de Liaron G D n. 7
uom 130 kilos, vasatdo, pelo que int.
ma-se aos dooos ou coesignatarios das
referid s meredoras para ieqnererem o
que for a bem de seos diroitos.
1/ SeccSo, 25 de Novembro de 1895.
O chele,
Manoel Alves da Silva.
cUsse, as pragas do corpo de Marnheiros
Nacioaaes que completarem o tempo legal
de aervico e continuaren! a servir tem
eogajainentoB.
As pragas que, findo o sea tempo de
servido cootinu trena as filairas com ou
sem engaj amento, per cebe rao mais urna
gratificagSo diaria de 250 reis.
Capitana do P-Tto do Estado de Per-
oambuco, 16 de Setembro de 1895.
U secretario interino,
."' ;iippe Morillo Ferreira.
Edital
Do ordem do Exni Sr. Dr. Francisco
Luis Correa de Aodrade. Preaia.eo.te do
go publico que o 8r. Marechal Ajudacta! S p rior Tribunal de Justiga do Esiado
General do Exercito, em telegratoma n* I i* t-'ernambuoo, faco publico, pra que
Kontem, ac'orisou o mesmo corunel a I cb g ie ao conhecimento dos interessados,
mandar verificar pr&9 aos ez-alomnoe oa !qi<, em conseqaencia da aposeotadoria
Escola Militar da Capit-1 Federal, q> eo cedida palo xm Sr. Dr. G- vernsdor,
foram excluidos com ba;za do sorv 5
pelos acontecimentos de 15 de Margo o.
c< rrente anno ; cajjs alumnos ficarao pc
corpos em que forem iocluidos aguardani<
reouisigSo do commandante da 1 -esr.ee'i '
escola, sendo entretanto, tratados l-
mesenos corpes como alumnos.
E para conhecimento daquelles q
quiserem se alistar, dever ser o presad'
publicado por 8 dita consecutivos,
Secretaria do Commando da Gnarni,""
em Pernamboco, 20 de Novembro do
1895.
Arsenio Borges,
Alfrts Secretario.
AHandega de tfeT-
rambuco
3.* praca
Edital n. 9
Pela inspectora da Alfandega se fa
publico que no dia 28 do eorrente, serS
vendidas em basta publica (3 j.r..;) as
11 horas a porta cest-N hepartigao as mei-
cadoriis abuixo mencionadas que nSo fu
ram arrematadas e_i primeira e segunda
pregas.
Armasem 3
OFFBOito oaizas ns. 1009[16, viadas
de Fiama no vapor hngaro 8. StevSo,
em 17 de Favereirv cte 93, contendo typos
para typographia pesando 352 kilos e
consigoaJo a Empresa Jornalistioa.
CFVUrna oaixa n, 1680 oontendo
obrxa de ferro tundido, pesando 280 kilos,
consignado a ordene
1 scrivSo dsste Tribunal majo.- JjVoo
r. lunio da Cuchi, fisa marcado o prazo
da 30 das, a contar da presente data,
para o provimento vitalicio do officio de
esc ivao deste Tribunal, que se acha vago.
'a concurrentes habilitar-ae-hao de con-
ti-mHade cim Decreto n. 9420 do 28
i Abril de 1885.
Uecife, 23 de Novembro de 1395.
O secretario.
Virgilio de G .imSo Co.iho.
EDIT L
3e ordem do Sr. capitSo de Fragata
J s Pereira Guimaraes, capitSo do Porto
deata Estado fago publico, a quem inte-
ressar possa, qne em virtude do disposto
00 Aviso Circular do Ministerio da Ma-
riuha de 7 de Margo ultimo sob n. 424.
contrata-se, nesta repartigSo voluntarios
para os corpos de Marinheiros Nacionaes
e de Infantera de Marioba ; os qu-es go-
sarSo das vautagens que Ibes sSo confui-
das pela lai de fixagao de forgaa e dacre -
to de 15 de Desembro de 1894.
So serSo acceit;s voluntarios, aquelles
fa) s idades nao sejam menores de 16 nem
maluras de 25 annos.
Aos que forem julgados aptos para o
servigo da Armad, goaarSo das seguintes
vantagens:
Abono mensal de mais motada do sold
que ora percebem os Mariof.eiros Naoio-
naes 00 soldados, devendo o praso do en-
gajamento ser pelo menos de 3 annos.
Os voluntarios peroeberSo em quaoto
es'iverem neit* qualidade de pragas, urna
gratifiaagSo diaria de 126 re*.
Abono de urna gra'ifiogSo mensal cor
C F V Orna caiza n. 7, oontendo 190 respndante a metade do sold de sna
?Secretaria da Indus-
tria
3a directora
Para conhecimento dos interessados
fago publico que no dia 9 de Desembro
vindouro, a 1 hora da tarde, recebem-se
nesta Directora propostas em carta fe-
chada, devi lamente salladas, para a con-
strucg&o de 2 pegfjes e 1 pilar de nma
ponte sobre o ro Una, em Barreiros, or-
gados em 19.0545075 ris.
As propostas devem ae.- escriptas por
ezteoso, sem rasura, emenda ou vicio de
qunliuer especie, sendo rejeitadas &b qne
!se reseotirem das segaintes faltas :
1. As que ezoederem os pregos do
: oiga Tiento :
2." Ab que nSo forem orgaoisadas le
accordo com o presente edital ;
3." As que se basearem em pregos de
ootra proposta ;
4.* As que torem firmadas por pesaoas
queja taaham dsizads de oamprir con
tractos com esta ReparticSo;
5." As que nSc offerecerem as garan-
tas a qua idades ezigidas oeste edital.
Haveodo das ou mais propostas em
igualdade de condicS-s, sera, preferida a
do concurrente que melhores provss de
doneidade otlerecer.
0* Sr*. concurrentes daverSo, alem
densa idoneid.de exigida para a nirecglo
e ezecnglo das obras, indicar o logar de
sua residencia.
Nenbum proponente ser admittido
concurrencia sem que prove com docu-
mento fornecido pela Thesouraria desta
RepartigSo haver de} ositado nella quan-
tia correspotdeote a 5 .y do valor da
obra a contractar, importancia, que per-
der si nSo assignar o contracto dentro
do praso marcado no convite qne para tal
firn Ibe fur ezpeaido.
Para boa garanta da ezecugSo do con-
tracto, depositar o contractante no The
sonro do Estado urna caugao que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora *
Estar a diapoaigSo do. Srs. proponen
tes neata Directora, o orgamento desBa
obra bem como se d>r qualquer esclarec
ment oue desejarem neste sentido.
Recife, 8 de Novembro de 1895.
A. Urbano P Montenegro.
rector geral interino.
Alfandega de Per-
nambuco
De orrjem do illoslrp cidadao Dr. inspector
desta AUaodPga f.co publico, para conbecimeo-
to nos n eressadO' qne Usmnado Alvares Cas*
ello Branco, requeren p>r afo'amenio nm ter-
r no de rn,rinbi que se acba aa pos^e 0S0 lega
Usada, tito a margen) eequerda da entrada de
ferro dt S. Francisco, no segoodo autriclo da
degueza de 8. Joe de>ti cidade.
De so ordo com o decreto o. 4105 de 22 de
Fevereiro de 1868 convido a todos aquelles qne
forem contrarios a esta preieocaj a apreseolar*
se oerli repa ticao go praso de trlnta das, com
documentos que provem seus direltce, fiado o
qual a nenbuma reclamacfto se a Hender, resol-
vendo-se como for de direito.
alfandega de Pernambaco, em 25 de Novem-
bro de (895.
0 ebefe,
Maaoel Leite Pereit a Bastos.
Servido Eleitoral
Elital
O cidadao Francisco Carlos da Silva
Fragoso 1.- secretario do Conoelho Mu
cipa! do Recife, em ezerocio do cargo de
presidente, fas publico a qoantos inte-
reasar possa, que ichando-se designado o
dia 7 de Desembro vindouro para a eleigSo
de Gevernador e Vice Governador do Es
lado, cmtir.a a diatribui.So na sala do
Concelho dos ttulos aos eleitores que se
acharen) contemplados n > alistamento pro-
cedid 1 pela Prefeitora de aejurdo com os
arta. 4.* e 5.* da Le o. 93 de 8 de Junho
de 1895, e que por si on por procuradores
ae apresentarem para recbelos, sendo
estes titolos referentes as fregoeziaB de
SSo Fi ei Pedro Googalve*, da Santo
Antooio, de S. J s, da Boa-Vista, da
Graga, do Pogo da Panella, de Atogados
e da Varsea,
Secretaria do Concelho Municipal do
Recife, em 21 de Novembro de 1895.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
1.* Secretario, sarviodo de Presidente.
O Dr. Sigismundo Aatonio Gongalves,
juis de direito da Fasenda do Es-
tado de Pernambuco.
Fas saber pelo preseute qne no dia 4
de Dezembro do corrate anno, o age .te
Jos Jacintho Silveira vender em publico
leilSo a quem mais der na agencia ra
15 de Novembro, o subrado de 2 andares
n. 142, a roa do Coronel Suassaoa o qul
tem no pavimento terreo 2 portas de fren
te sendo 1 da eicada e 1 jaaella, 2 salas,
2 quartos e cosinba ; no 1.* andar 2 ja
nellas de frente com varanda do ferro
cornda, 2 salas, 2 quartos, o cosinba fira,
no 2.' andar 2 j mellas de frente com va-
randa de ferro, 2 salas, 2 quartos, cos:-
nha no sotSo a este em salSo, mede de
frente 4 metros e 90 centmetros e de
(nodo 17 metros e 80 centmetros, quintal
murado, oom portSo de madeira que d
para roa de Dias C-rdoso, sarviodo de
basa a quantia de 7.000$000, prego d
avaliagSo. Pnenos a Mara Joaquina
Dabourq.
E para constar passou-se edital na for-
ma da lei.
Dado e pEBsado nesta cidade do Recife
de Parnambuco em 25 de Novembro de
1895.
Eu, Jas da Costa Reg Lima, esori<
vSo, subscrevi.
Sigismundo Aatonio Gongalves.
ns. 21" 1,254, 259 A, asta evahada en
805000, aqcalU -m 500(000 e agasUa
ootra em 15040C0, penetrantes a flsn
Bernardo da Kocha Camello Branoo.
Casa Estrada do Giqm a Jaboai&o
n. 279, oom 2 janellas e 1 porta, 2 salas,
i quartos, cosinba fra, quintal cercado
P ir 1625000, terca ra praca, pertencente a
Mana Rosa Gongalves Ferreira,
Fregueaia de Pogo
Caaa a ra da Pedro Alem n, 3, com
4 janellas de frente, 1 110 oito, 2 salas,
3quartos, cosmha tora, quintal cercad,
terreno proprio, por 7205000. segunda
praga, pertercmte a Antonio Jorge Ta-
vares Pacheco.
E para que ohegue ao conhecimento de
todos paiaou-so o p esente que ser publi-
cado a fcffixadn.
Dado a f s-adunist cidade do Recife
da Pernambuco aos 27 da Novembro de
1895.
Eo Alfredo Diamantino de Torres Bin-
deira, escrivSa.
Sig'smuodo Antonio Gongalves.
Alfandega de Per-
nambuco
EriTAL
Por esta RepartigSo sa tas publico qne
devido s copiosas chu vas dos dias 23 o
24 i ppartc-ram molhaoos no armasem
o. 5 es volme8 ceguintes ;
Cito caixas dn marca A & C e RB em
baixo na 953, 965, 958. 966, 976. 978,
979 e 989e uma dita de marca MSF o. 3,
viniss no vapor Par^guasau', entrado em
Outubro findo, pelo que iotius-se ao dono
ou consignatario dos meamos para no
prazo de 8 das requerer o que 'ir a bem
de seu direito.
1 SeccSo da Alfandega, 27 de Noven'
bro de 1895,
O chele,
Manoel Alves da Silva.
O Dr. Sigismundo Antonio Gongalves,
juis de direito des feitos da Fazenda
do Estado de Pernambuco eto.
Fas aaber que fiados os das da lei se hSo
de arrematar por venda a quem mais der
em praga publica deste juiso no dia 6 de
Desembro prozimo vindonro, os bens
abaizo declarados penhorados por ezecu
gSo da Fazenda.
Freguezia do Recife
Dais cofres prova de f 'go, 2 oarteiras
de amarello, ezistentes a ra do Vigaro
Tenorio n. 5, pertencentes a Antonio da
Silva Couto, per 5405000, segundo
praga.
Freguezia de Santo Antonio
ArmacSo de amarello envernisada e en-
vidragada, com balcSo, existente a rna do
Visconde de Inhana, n. 53, por 3055000
3.a praga, pertencente a Faria & C.
Freguezia de S. Joe
Sobrado de 1 andar a ra do Padre
Flonano n. 7, com 5 metros e 60 cent-
metros de frente, 17 metros e 80 cent-
metros de fondo por 6.4805000, terceira
praga, pertencente a Mana Paulina da
Silva Baptista.
Freguezia da Boa-Vista
Casa no Largo de Santo Amaro o. 6,
com porta e janeila, 1 janeila no oitSo, 2
salas, 1 quarto, quintal em aborto, por
405$000, teroeira praga, pertencente a
Dam.So Lopes Pereira GoimarSes.
Freguezia de Atogados
Gasas a Estrada _do Giqna a JaboatSo
Secebedoria H0 Esta-
do de Pernambuco
EDITAL R 30
0 administrador fax publico a quem oteressar
possa que. ao prsso de d. z tas imprcogavels
loo'.aips da da a da pnblicacao do prsenle edi-
tal. ser* arreradado a bocea do Ci fre o impo3(o
preHal da freguezia de Sa'to Antnruo relativo
o (Pmeat-e co ex" re icio e(8J5a(89P.
Recebe'oria do E. taao de Pernamouce, eoi 27
de Novembro de 1895.
0 administrait,
AlTooso de AIDuqu qa- Mello Jnior.
Juzodociv 1 lo Recife
0 arreo'iamento, em Insta publica, ra caaa n.
31, t rna Deao Fariap, que nan role ier lugar
nn dia annnaciano por nao ta- er audiencia, ser
eSertuado ua 00 Her.r.ia conforme o deppa-bo do mesmo juno.
Concelho Manicipal do Recife
O cidadao Francisco Carlos da Sil-
va Fragoso, 1.* secretario do Conce-
lho Municipal do Recife, era exerci-
cio do cargo de Presidente, convida
aos Srs. Concelheiros e Supplentes
abaixo mencionados, para reunirem-
se no Paco do Concelho Municipal,
no dia 30 do corrente ao meio da;
afira de procederem escolha dos
eleitores que devem constituir as
mezas eleitoraes para a eleico de
Governador e Vice-Governador do
Estado, tudo de accordo com o art.
8.* do appendice a que se refere a Lei
n. 93 de 8 de Junho de 1895.
Secretaria do Concelho Municipal
do Recife aos 27 de Novembro do
1895.
Francisco Car os, da Silva Fragoso.
!- Secretario servindo de Presidente.
Lista dos concel/ieiros
Alexandre dos Santos Selva.
Joaquim Alves da Fonseca.
Miguel Abreu Macdo.
Manoel Joaquim da Costa Ramos.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
Luiz da Veiga PessVia.
Herminio Egydio de Figueiredo.
Francisco Gurgel do Amaral.
Bernardo Damiao Cavalcante Pcssa*
Manoel Thomaz de Souza.
Marcos Jos da Silva.
Alfredo dos Santos Almeida.
Dr. Augusto CoelhoLeite.
Pedro Alves de Souza Brazil.
Joaquim Jos de Abreu.
Lisia dos Supplentes
Dr. Manoel Henrique Cardim.
Manoel Rodr gues Nogueira Lima.
Adolpho Teixeira Lopes.
Dr. Affonso de Barros Cavalcanti de
Albuquerque.
Joo Quintilio de Fontes Braga.
Manoel Lopes Vieira.
Manoel Ferreira Bartholo Jnior.
Cussy Juvenal'do Reg.
Jos de Oliveira Bastos.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
Flix Pereira e Souza.
Dr. Manoel Francisco de Barros Reg.
Jos Marcelino Alves da Fonsca.
Dr. Ascenco Mara Goncalves de Cas-
tro Mascarenhas.
Joaquim Abrantos Pinheiro.
O Secretario.
Miguel de Abreu Macedo.
Edital
O Dr. Manoel Tobas do Razo Albuquer-
que, juiz de direito do municipio de
G'yanna, Estado de Parnambuco em
virtude da le etc.
Payo saber aos qua o presenta edital
vir.ir, que por parte di D. Prudenciana
Ferreira Creapo, invaatariante des bens
deixados por eeu marido o tente Fran-
celmo Ferreira Crespo, me (ai enderegada
a petigao do tbeor seguinte :
Illm. Sr. r. juis de direito do Goyan-
na.Diz D. Prudenciana Ferreira Crespo,
inventsriante dos bens deixadi s por sea
marido Francalino Ferreira Crespo, qre
nSo conbecendo os creloreB do espolio
..em sabendo a qua to monUm oa dbitos
cepreaentadts pelos mesmes oradores,
requera V. S. que se digne de mandar
afBxar editaes pelo prazo de 20 dias, cou-
vocando-os para apresentarem os ttulos
que oonstituem cred^r-s do monte, sub
pena de correrem a sna revela os termos
do inventai io.
."saiie. pede defarimeato. Goyanna, 13
de Novembro d 1895.
O procurador
Manoel Boros.
m cuja petigao qne se achava devida^

^.....* *..... ~.

.'

v




6
Dlai* de teritaiiilii MM
_Dte sellada profer o deipacho do tbeor i 8aoto aoronio
*". r *^ ManoM Morrir^ Re?, roa i.* de Marco
egntcto : 10i 1(leai
Pabliqae-ae edita! na forma requerid*, j^ Ferris & C. ro 15 de Novem-
0 logar do coatume e no jornal offioi! I or.' n. 5, 8.* divisao
Goyanna, 14 de Novembro de 1895 J"o rVidricae* de BiWa & I mo, pa
Manct! r;'ohiaa.
Por forca acata mea desp cho, o escri-
To quo eale aobaareve, paaaoa o presento,
Solo qutl convido e qhamo & todo oa ore-
ores do espolio do teaeote Franeelino
Ferreia Crespo, pera viiem. dentro do
546**40
765*016
trazo Ofl Q-Jiaa, conta os da data de*te,
presenf" o*- tituba respectivo eob pee
decorre;em a ana revelia oa termas do
in.v9r.tri'>. -
E pe" qo- chegoe ao oonbefimeota de
todcs se pwm o presente qoe ser tf-
xado ro l< $ar do ccatama e publicado ao
Jornal Oficial.
Dado < {-asado neata nidada de Goyao*
na ao 14 < e Novmbto de 1895.
Eu Joviois.no do Mone Souaa, eacrvao
interino de orphSo o escrevi.
Hacoel Twb'as do Ke^o e Albuquer^oe.
(Estsva devidameoie sellada).
leo do Lvramemo o. 34, 9 divi-
sto
Eoi-Viala
Fclie- Sf cala, ra da luoperatriz D. 13,
idim
Santo AntbDio
Sila Ferreira, Barao da Victoria o. i6.
10. divisa
i. Mrlcbareck, dita o. 48, dem
Silva Res & ; ., -ira n. 34, dem
Fer eir & C, Succeesorec, uila D. 58,
dem
Paul Julin, dita o. 50, dem
!.? S'-.cao fls Rc-bedoria do listado.
Nove-moro ce 1895.
0 befe,
Frederico. Guimaiae?.
874*304
874*304
983*->2
983i9!
983*59I
983*592
983#59
25 0e
Recebedoria do Estado
de Pernaubuco
^dital n. 29
Hministrador d'eata repartido
a 10928-i
109*288
1C9J2.-8
109*288
109*288
109*288
109*268
1C9/288
419*38
70.
76.
O Dr.
gi publ co
posto e claaae n. o3 que Ihea fica mar-
cado e p-aso de 8 aii* a cootar da data
do presente eital para w'rsm pagar o re-
{ando impoa o; conforme a reJayao abaixo.
Receb d,nu do Estado da Peroambcco,
26 de N vemoro de 1895.
AJfouso d'Albuqmrque Mello Jnior
C\ ASE \ 33 -Casas epppciaea fe monas fei'as,
nr'am cu nao cffiritiaH-20:00>*000.
Komes FreRuesias Qoota
Boa-Vista
Domingos c esrenciu & C, roa da
Imp?- Pl a. 10, 1. divisao
Cvale -t C. dita o. 17, dem
Same- More & Braga, dia d. 24,
lce^
Sarto An'onio
Marque & L rrs, roa 1* Ce Mares
Gcd-V.v i Santos & C, ra Vis-onde
t 1 *3. >,im
j c rbe & ; li'a n. 52, dem
Jos Peroandei da coDba & C, da
n. 41, id^rn
Boa Vi.-ta
Mar.cfl Antonio de Ca-valnc, ma da
Impediran. 16, dem
Otten Silva & Corta n. 58, dem
Santo Ani. dio
yortfra .v i-evedo. roa Daque de Ca-
xissn. 60, dem
Franjiso Alves ^ ^-, ala o.
Ottlnerice Porto & C, dita n.
oleAvp3S,iai:r, dita n. 49 dem
laho ./Ax-ve e, da n. 81, dem
Vaooel AflUBio ios Santos,ua u. 53,
Antomo Femandei d'Aievcdo, d'ta
n. 55, i era
Yiova de Jort AOkOSo Das, dita o. 61.
J06?eICiir!cs d'Cliveira, dita n. 75,
FitmiLC G es da C^sia, pateo do Li-
vraaeiio 0. 2, dem
Rodri^uej SattS &. C, c.a d. 4,
ll'ic Braodl & C, dita d. 29, inecn
gar'-i'i de L-mo?, rea Viacoude de
lobastna o. 6, dem
Eaca'tD:a5iFerDandtB.diian.2o.
JoaquTa S.cco^ de Frea?, d;ta p. 2),
Mancei A.itcnio Es'.evea, dita n. 8,
JoSo Jos- G-mea, di a o. ISA, idera
Catlc BisfPl, al'a n. 27 de
Barr.tio 4 C Ha n. 31, dem
JoBQT-.m Abrdtite FiDteiio, OH o. 33,
Joao ii.? de Abren, dita n. 37. dem
Frausco A. Areas, diu o. 39.uem
Bd-visia.
Abillo de nagahaes; roa da Impera-
triiu. 69. dem .
Oliveira F-kao C, dita n. 70,
dem ,. .
loac Rireiro & C, dila n. e8, dem
BplpbaBto L. Mnb2do Ramos, dita
n. 64, dem
Alberto CarCosp & C dita o. ai,
Antono Estacisln Affcnap, dita n. 36,
JoaoeDCavalcanii Silva, dila n. 30,
Santos & Moreir?, dila n. 14, dem
Recifs
Joac Gongalvea Coimbra, roa Marqnei
de Oiinda n. 15 dem
Adbdsp Goncaivea Colxbra, dita
n. 49, dem
n Boa-Vi?ta
los Mana de CarvalDr, roa da Impe-
ratru o. 38, 2.' dni.o .
Santo Aotgmo
DiaaSla&C.rnaDr. Feltoxan. I,
A. Masca'pnaa, travessa de S. Pe-
dro n. 8 ia*m
Campos & C roa Dcqne de Casias
n. 33, .enn
Beroaroino Campes &.C, na I. de
Marte, n. I, dem.
SlmO-' & Andrade, roa Daque de CVl
xiss n. 48, dem
Mertibs Rodrigoes & C. dita n. 50.
SoozamLma & C, dita n. W>*\
Klsoeira & Garoelro, dita o. 8o, aem
Olivtra Campos & C, roa i.' de Mar-
co n. 21, icpm
Pereira ae Ollveira & C, dila n. 20,
dem
A Ma'tas & C, roa Viscoade de in-
bauma n. 33. i^em
Sanio Antonio
Macoel Lope* Macnado RamoK, ra
Duqce A- Casias n 71. 3/ divisao
Joao Lubo, ros 15 de Novembro n. 26,
Hennqof T .vare?, P.aca 17 n. 1 dem
Alva- PeiR&C, Vi-conde de Io-
banma n. 17, dem
Panliua a S'lsera d.ta d. 20, :dem
J. A. ia lo t?. dito n. 53, dem
Ba-Vula
A. C AcciolvR3mo''IniPerairizn.l9,
Memu
Santa Antonio
Flix Venando C*iitalice, raa BarSo
- da Viitoria n. 19, dem
More- a C, roa Duqoe de Casias
n. 77 4 a divieao
Recife
Galdioo los jBuriiy, roa Mrquez de
Oticda a 10, dem
Coimf ra e T*ruine, roa Madre de Dens
D. 11, i-em
BoaYlaUi
Angosto dp Nt'cnba, roa da Impera-
tnz n. il. dem
Santo Antonio
Haia & C. rea Larga do Rosario
a- 18, icem .
Joaqoaj Li Texeira & C, roa Do-
que de Caxiae n. 86 e 58, dem
Rodiisoe & C, 'oa Bario da Victo-
ria n. 48 a; 5.* divisao
BOa-Visca
Joaqoim A.-.bor & I mav, roa da Im-
neratr.z n. 55, uem
Rerlfe
fiborcio de Ovei'a 4 C,, roa Mar-
qoez de lioda n. 81, dem
1, S. Carneiro, roa do Bota Jeso
p. 55, 6." aiUao
m
ECUtiCOES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De irdem do Wai. S'.D-. -'dmioiiitraJo'e dr
confo-midae cem o regalamen o em vigor, con-
vii o uta Srs. coBtnbuu>i<* do .mpo-tc de 300 r?.
pr loueladp, qoe nao o^giram oo prazo ce' 8
'las coutado8 la eoiractaoe caves e-vapores,
para !)> prazo de 1541.s can cofliados dsquella
data, rpcolnerem cra ai mola .ie 10 "/ a0" ro
fres denla Rppa'tgao o s rn-ew relativo ao exer
cirio oe 1895 a 1896, cor fj me a relago aaatxj
declarada.
1.* Secjao da Recebedoria'do- R>Udo de Pj'-
namboct, 27 de Novembro ee 1893.
O ebefe,
Frederico Goiinarfa.
Declaracjio
O abaixo a sieoado. como procoralor davlova
do conselbelrn Qa nunn Jos ne Miranda. iutora-|
deaaeBUta D. Mana da oncelcao de Miranda
tendo 8 extraviado a ap-llc- da d sida poblltyi
dme Enlato, de r. 3258 proprledade da
toielaia, e do valo? 1:100*000, apoc que.
tino i sino Iras; aasatfa so Sr. Luis M-ria Riteno
Gnimar&f/, rB- a cojo r.ooie nao tavia a.ndc.
sido averbado, fas pub ico, para oa rtevidos el-
taitas, esge exir nu, roa-i"do ao meJDo terepo
a pe^8aa qoe aeboc-a, > obseqai". de entreg.i-a
o u ra""o S'. Luiz Go ira-is roa aa Inape-
rama r. 42.
Re:ifo, 21 de NoV-rrb'o de 1893.
Ktni'n de Mra'i( > Ro?a.
Sociedade
DOS
4rtistas Mchameos e Li-1
beraes
De ord?m do S .'d r- o% fsco 8-iente >-r>
8r. sirios denla .i: i ir. gi, taembl^a teri iW^OohO'ii co crreme
anuo, fo-i-m tlim4kd coQiorar'enfll'cB as < >po.ui(,6wv- o *rt. 19 de
ooe8ue*ta!oiO"(-" l ein luor)-
Secre'aria ca Soredade dos Artistas Mcham-
eos h L'r"-res de Pernambuco, 27 de N&tem-
oro de 1895.
O 1- secretario
Gaspir Aoiouiiy-nis Raa.'
la?tfltArckoIogicae G^ra+j
phico Pernuiubfleaii*
Qaina-feira 58 dtcreole, t bjra rto cesto-1!
E(. hi.st.r4>e.*ar>ordinaria.
Secretaria do lr,siituu>, 26 de riiwnbro d*
1895.') 1- secretario,'
Bapusia P.tgDrira.
da tarde do dia da sabida, no trapiche barbosa
Caes da Ccmpaniua Fernambocanan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa atleocao
_p;-ra a clausura 10* 4os conbecimeotos que a
segoiQie:
So caso de baver alaoma rpciamacao contra a
companbia orx a varias oo lerda, cave ser testa
per epcnp'o ao agente resnoclivo do porto da
descarga, dentro de iras das depois de boali-
Ada.
Nao srecerlendo er'a forotairdade a compa
ob'a tica isenta de toda a reap osabilitade.
As passaeens sao tirafiai no mesmo eecripto-
rio, at as 21/2 horas da laT-ie do da da sabida
do vaper.
Atleneo |
As passagena pagas a-bordo custam^
mais lo*/-
5
cr
o
3.
m
Eniraua
109*283
109*238
109*588
109*2*8
109*28)
109*288
109*283
109*288
109*288
109*288
I09*i88
109*88
109*288
109*288
109*288
109*288
mi s
109*288
I0y88
09*^88
1U9*288
109*288
109*283
109*283
109*283
109*283
109*283
109*283
109*283
109<283
109*283
10S*283
163*932
163*932
163*932
163*. 3
163*932
163*9^2
163*932
163*932
163*9,2
163*932
163*932
163*932
218*367
218*567
2189567
218*?i67
218*.67
218*567
5 8*567
218*567
327*864
327*864
327*864
327*86t
317*864
'357*864
437*152
437*152
437*152
56*44q
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Toneladas
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Parv ^arga, passagena-, lomajeoilas e *sl
e irata-se com o> -
AGSNTE8
ereira (Jarneiro k C.
, 6RA DO COMMERC10 6
Insudar
CoropaDhia
R.c>ya!
|
Insurance Gomparj|
de ILiverpoo]
CAPITAL 8,000,00 O', O*
indos accumulados 8,274'9<3,ly.0d
AGENTE
P0LHMANN & C
6

5
s
0OMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
martimos a terrestses
BOA DO AIGVaiO N. 1, 1. ANDAS
Directorea;
Barao de Souza Leao
Thomaz Comber.
Julio Ocear raes Barrito
CBPANHIA-
Distillado Fragoso
Aasi rr.biia geral ordinaria
Por motivos de lorca uiaior fica t-aasferida a
as.-embli geral o d naria desta companbia a
rralisar-se oo da 25 do torrele, j,ara qoando
e aonuociar.
Rtclfe, 53 de wovemb-o de 1895.
Pela companbia Distillaf, Prasoso
Joao Eostquio Pereira, ibesourtiro.
Fraaceza .
*avrg'.^ a vapor -
Li'tia i**M " PeiiRinbuco, Mje, Bh>:-, Rio de Ja-'
n'in e Stot
O VAPOR
Gompaobia Pernambucana de Ni-
vegafio
PORTOS DO SDX
Maceio, Penedo, Aracajii.
e Bahas
O paquete Beberibe
Commandhote 1* teoente Fabio Rio:
Sscoe BO-dla do (r
jecls, 's 4 horas da tarde,
Recebe carga, eoeoaameBrisrt, asearen* e
oheiro a frete, al s 11 uoraa da rratb de ala
da parida.
Chamare a attenc&o dos Srs. carregadores
oara a claosota 10* doa eoorteclmentoa qoe ?e!n'ie t "
No caso de baver algoaiB reclama(a4 cor-
ra a Gompaobia por avara oa perla, dave ser
(eita por-escripto-roagente reepe tivo noportj
da oescarfra, deotro de tres das defOis de tiua-
lisada.
NSo preoedendo esta forrealidadeij Compa-
ha Cea laeota de toda a rei>pi>n8abilidade.
ESCRIPTR10
A.> Coa da ompanbia Percarobocana
n. 12
Eng-enha
Qnem precisar coilocar-se em orna p-op-eda-
de magoica siiuaoa ao sul cieeie estado, um
engeobo mtvido a agoa, ao f de urna est8cSo,
com orna tegua de trras uoerriroarfe-eom gran-
de ?afra qoe esta colhenoo e ontra isoal fondada,
poder cmpralo millo baraio, qer a moela
oo com parte do valor fiad.-, podeoooo preien
depte para wto dir:ir-se ao es-abetecimento da
casan. 54 da ro do Imperador, a enien.ier-se
rom o proprielario oa ODPBroa.
Parahyba
COMMANDANIE LUCE
E'esperado "a
Eoropa ate o da
6 de Drzcmbro.:
seguir aepoi-i
Ja demora-teces-
Nina para
Bahia. Rio-da Janeiro e
Santos
Empresa de Niveg^t) 8. Panlo
LINHA DO NORTE
O vapor
anan
hi-ga-se acs Srs. impcrtatioree d carga pelos
vaporea desta linca, qoeiram acresenlar den
ro e fi dias, a contar do da descarga aaa al-
varengas qaaqopr reclEDacSo conrrnenle a ve
lomes que por ventora lenbam sesaido para os
ponos do sul. a.im de se poderem dar a tempo
as orovideocias necessanas.
Expirado o referido praio a cempar.uia uo te
re*'> 4isDll!sa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rns do Vmmprwi-' Q
E' esperado de
sol at o dia 3 do
Dezembro p-oxi
o, e achira de
poia da dem ra necessaria D'ra
Vlacei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro e Santos
Para cargas, encrmmen^as e valores tata-se
com os
AGENTES
II. BUARQUE DE II.4CEDO
?t C.
Ra Mrquez de Onda n. 18
^
LE1L0ES
Pacilic &ieam
Navigalion Io
Secife Orainage
A companbia Recife Drainage faz poblico, para
coabecimeiio dos imeessados, qoe eolio oo do
mez passado, apparelhoa nos predios abaixo
declaradas ;
Fregce:la de Santo Antonio
Pr.ci 17 (Ar-ecal de Guerra) apparelhus ns.
2835 e 5833.
Rui Vizconde d3 Iahanma n. 63, apparelho
n.5834.
Freaoezia de S. Jos
Roa Coronel Soaesona n. 576, apparelho n.
J83!.
freguesa da Bca Viata
Roa Viaco:de de Camaragibe n. 42, appareilio
D. 11075.
Recife, 7 de No7emb'o de 1895.
J. F. Mackiotsb,
Gerente.
Gompanhia
DE
Fiafo e TccMos 4e Pernambuco
Sao convidados os S's. accionistas a entrarem
com 100/Q8OD <- o valpr nominal (lesnas acjoe..
al o dia tP de Dezeoibro prximo, no eacioto-
rio da coinpanbl-i roa
anda-.
Recife, 14 de Novexbro de ,1895. ,
0 director secretario
Jo- 1 jao de Amorim
COMPANHIA--
E SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Abcrdecu
Posicao financeira
Capital subscripto JC
Fundos accumulados
eceta animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juroa
Agente em Pernambuco,
Boxwel Williana c* C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
SOCIEDAD^
Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco .
Agsembla geral
Sao convidados o* Srs. socios a ae reooirem
no da 4 de Dezemb'O na oosea ade social no
caes do Ramos n. 32. 1- andar, aflm de tratar
de 38somp,ti3 relativos a manotensaa ou uqci-
dacao da ociedade. ^
Recife, 19 de Novembro de 189o.
O gereDte
A. Pereira SiroOes.
Companhia de Servidos Ma-
rtimos de Pernambuco
TABELLA
para cobrangas dos renoqnes pe 9 vaperee
Amadeu e Moleque
At 110 toneladas
Oe 101 150 d.us
De 151 a 500 ditas
De 201 6 550 oia
De 551 4 300 dHas
De 301 3c0 ditas
De 351 a 400 ditas
De 101 i 450 di aa
De 451 500 ditas
De 501 i 550 ditas
De 551 a 610 diua
De 601 650 ditas
D 651 a 700 dil 8
De 7U1 a 750 ditas
De 751 a 800 ditas
De 801 850 dras .
De 851 900 ditas
De 901 9E0 das
De 951 1000 o.tas
Recife, 25 de Novembro de 1895.
F. de Asis Cardoxc.i
Secretaria.
*. G Cr
Pede-se aos Senho-
res constlminidorefe
me queir a m faz e r
pialquer eommunica-
c^o ou reelamacao, se-
prximo, no escioto- g r n _____^^.
/oBom jsaoan.45,i ra esta leitano esenp
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,oade tambera se re-
cbela qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs-
Manoel Antonio'da-Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim n
tonio fie Castro Nunes.
Todos os recibos
uc rjiu Cuiiiv/ti \-v^ t v*
rao ser passadosv em
alo carimbado e fu-
mado pelo- gerente,
iem o que nao *tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
50*000
61.1*000
70*000
80*000
90*0(0
looOtio
110*000
120*000
130 000
1454000
160.00J
175*000
190*000
205*000
220*000
20*0C0
280*01-0
320*000
350*000
Jl
C lub Carlos Gomes^
A teoolSo denle familiar do coreante mc
lera logar a ,30
Pego o coaiparervraeBto toa Sr. socioi com
8D88 Exma*. .milus
O* cartOea de mgreeaca icbaarse em poder
do Sr. tbeaoureiro-
Secretaria do Club Carlos Gomes,.em 56 de
Novembro de 1895. -O director de mas
F. Ignacio Pialo.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Gompanhia Pbenix Peroamba-
cana
MJAOCOMUEBGIO
SEGURO CONTRA FOGO
MBMW
Llojd firazife .
OVAPQB
Brazil '
Commandante A F, da Silva .
E' esperado das
por tos do norte no
dia l de Deiem-
bJ-ej^aBgoirpara
os, porl&a oo .sol
ao mesmo d
As encommeadas serio recebidaa ate 1 hor'
pany
STRAITS OF MAGELHAM LIKE
O paquete Liguria
r'-pn-a-se da,Europa at odia
de Dr-iecobru e segpira.oe-
rois da demora do cosime pana
Valpasiso, com escala por
Rio de Janeiro e
Montevideo^
Bahia,
Para car;;a, passagens, encommenda9 e dlnhel-
ro a frete trata-ae <<>ib o
AGENTES
Wiisru, Sobs C, Limitad
10-RA DO COMMERCIO10
1 andar
Nordoientscher Lloyd
O vapor ,
Habsburg
V esperado 'a Eoropa
a' o da 1. de Dezembro e
Bvgpir- depcis aa demo.-a
nesearia para
Bahia, Rio \le Janeiro
e Sanios
Entrar no porto
Este vapor illomioado Iqz electrice
e offerece ptimas afloommcda^Sea aoi
Sra. pasBageircs. ...
Para paesaaens, carea, frele, etc.. trala-ee cem o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n., 4
Prnce Line o Steamers
James Knott,. Newcatle-
cn-Tvne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estad-is-tn dos e o Brazil Q Bio
da Praia
E' esperado de New-York at
.o da A de Dfzsmoro, e sahi-
ri deoois d? demora necessaria
Feoi direitoia para o
Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Mexican Prince
Para carga e passagena trata se com os ,
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ruf do C irnmeroio n, 15
Companbia Pernambocaoa de
Navega^).
Fernando de Noronha
O paque o
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
,7.
Segoe do dia SO do cor-
rem?,s 4 horas aa tarde.
R-cebe ca,rga, eocom ceadas, passagenB e d!-
ohciro (rete, at 11 horas da maoba de u
da partida.*,
Chama-se.a attengao dos Srs', carregadoree
para a clausula ,10. dos conhecimentos ,qqe a
segoinle.: 1 ,
No caso de baver algoma refllamagao con-
tra a Companhia, por, avana.m perda, eje ser
feila por escripto ao agenta respectivo po porto
da descarga, dentro de 1 es a;as depois de flna-
laada. _
Nao precedendo, esja formalldadeja ^ompa-
obla Bca isnta de toda a respoQsabiudade, *[>
ES0RIP10R4O
Hoje, 58, Ceve ter logar o lellao de vinhis,
carleiran, eeciciaries, malas qoa8, reparti-
meoio de escrittorio, momiias e ootros movtie,
do armazt da ra do Bom Jesns o. 45.
Engenho Mi I .i
AGUA PRETA
Vende-senma parte desfl eogfho. a tratar
ra do LivraroHDio n. 20.
Madeiras de con-truegao e
ur ateriaes para edica A Compafbia Exploradora Sel proaucics Cal-
creos; vende em seo armazem no caes co Apel-
lo n. 73:
Maceras pararonst'ocgSo.
Cal branca ue jagearibe.
Cal preta.
Cal virgem pan assecar.
Tijollos de ladnlD' e comujoiis.
Tijcllos ref'acta'ios.
Podras de canaria para eoleiras, etc.
(tonto
Compare V. diga-me oEde eempra gneros
para coa despensa? -
Eu ibe digo: ba rooitos annis qce compro
em om arnaxex, e ;-5o me consta ce niaoem
saja mais b-m servido em ootra part ; compro
all, porrqoe eoc nlr oque preciso, don a nota
e manrtm-ne tudc a tnen gesto, ja v nesta
condijo eMoo salisfeilo.
Eoi prrt-cos nao ba quero venda oaw barato e
toaos o gneros fo oe prim-ira qnalidaCe ; a
boa manteiga, o bom cha, o bem queijo de di-
ve-sas qualiddes, o boro viano Oe mesa oa Ser-
-a da Erirella, o boro vioho do Por:o Ca mais
o-.ii 1 a mais alia qualittide, os hons licores, O
bom (bampa^D linnlmeote 'Odoquaoto eepode
de^ejar para urna boa despensa;
E leeo tmbem um comrleio sortimento de
ibras de vimes, como sr-jam estas para com-
Dras, baiaioit para papal, ropeiros, bergoe e
lindas cadeiras.
Obrigario compadre peto <;ue-me diz, poique a
1.1a e.-t: mnito cara, ven mandar coroprar o qne
precizar cesse armazem. Po:s mande compadre
yu^ ha de Hcar aatietorio;
Oloe o amigo arroazero He
Pocas Icndes A C.
RA ESTRBITA DO RSaRI (JUNTO A
IGHEJAj
Sel onde ion.padre.
OaixoS d8 i? usiea
Nova remea.ja receben a relr.j<;*r!a D-ivd
roa do Caboga o. 14 com fenfarjaas, Ogursa
divaraas, tamborea caBiaobola melbores que exisium, lem de 210*, 250* -300*
Leilo
De nma secretaria, 1 me=a com armario, 1
estante fjsr livroP, 1 riano lorie, 1 reparmeo-
lo para escrh tono, o chillas de junto, cadeiras
avalsa* I b^moa ceianp 1 mala e vugem e
3 silbao e 40 duziaa de vmno e eogoar.
Quir;ta-feira, 28 do corrente
A'S 11 HORAS EMPONTO
Asente J*into
RA LO JOM JESS N. 43
Eng(
ido
AVISOS DIVERSOS
Vende-ee doas vaccas, bets de leile a tra-
tar e vel.aa na rea 89, antiga loperial o. 181.
precisa ae de om ciado : na botica frao-
ceta, roa da Caz :i. 22._____________________
= Precis&-:e ce urna eogommadeira p.ra
ca-a ce pcocj facailia M larto do Mon'-airo,
casa oo cumaeodad We isa da Silva.
precisa es e o aaa ajaa r enar com
om cruna ; a tratar ato oliada fraga da
Abo]:gao n, t Carmo.__________________________
ommai
Precfa-se de orna an>;i para er^cc-rrnear roopa
de homem e sennora, e qa co -ma em capa dos
patraa ; a tratar em "linda, lareo oe S P-dro
o. 1, e no R-cie, roa 15 de .Nov.-mbro n. 29. ar-
mazem.
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Majar Joa Eitaade Olivera
Io anniversano
Urobelina Rasa de Olivtira convida a lodos os
seos paren'.tta e pessoas te.sua amisade para as-
sistirem aa n asas qoe manda celebrar Da Vece-
ravel Ordem 3* do Carmo desa capital, por tima
do seo presado marido, Jos Elie8 de Oiveira,
s 8 boas do dia 3 do,m*i viudooro, data de
! anoiveraano do ato ptaaamenio, co.&feisando-
se dfsCe j ereroamente gra'.a a todps sqoelles
que (oroparecerem a e8ie acio de religiao e ca-
ridade.
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Pdvora
De todas- as qualidades
em barns e em l&tinba* ven-
de-se bo escriptorio do Per-
nambuco Powder i?actory.
lua do Commerc n. 6.
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Regulador. da Marnba
. Concerta-se relogioa de algib^ira, pn-
dulas de torre deigreja chron metro de
marinea., ,caixa de musicca, aparelhso
alectricos, ocelos binculos, ocuIoh da
alcance, joiaa e todo e qnalquar, objacto
Ao Caes da,Pojnpao>*Pw8jabaqna 4tender^e t>rte nxecbanio..
A CAMISA DORADA
E
15 e 17 RA V. d'Inhauma ( antig-a
do Rangel) 15 e 17
200 duzias de ceroulas 1
Do mas puro linho francez ; om-ior de-
posito que ba no mercado actualmente ;
sortido em todas as medidas mais venda-
veis, 75 cs por 70, de perna, e asaim
gradualmente He 5 em 5 centmetros at
90 por 80,medida8 extraordinaas de|100
dt> cs at 120 centmetros, vende-se em
grosso par bons des.contcs e a retalbo
por menos *2S em daza do qua em outra
qualquer parte, sendo fazenda muito su-
perior s estrangeiras e com> aquella
acondicionaaas em bonitos cart5es, gran-
de deposito de camisas de 48$ a 850 a
dnzia, puchos, collarinhos, lenQos, meias,
camisas de flanella de l e fio de teda,
completo nortimento de fazendas finas, ca-
semiras supe iores, brins, lindos adamas-
cados, tudo por preg s resumidas.
Toma-se encommendas de camisas por
medida, e tambem se concertam camisas*
12
9Ba Larga do Rosario -9
Vende-se i mobilia de Jacaranda
composta de i sora, 2 consolos, 12 ca
deas de guarnicao e 2 de bracos, 1
cama de casal com cpula. Tambem
vende-se 12 albuns de cromos, sendo
que em um tem 2 paginas de sello en-
tre elles alguns raros. Quem preten-
der dirija-se Oiinda, 'adeira da Ri- |
beira n. 28._________
Veiide-se casa e sitie
. Era do Arralal n. 1
Re!ir(iJ)8e para Europa o proprielario, ven*
de a e t\iio oa estrada do Arralal o. .7,
STu6 tci'.o curado e bem a:Doriaado( casa intei- v
ramenie pioiada,de novo, tapetada e mooiiiada
pooeodo o comprador tomar conta inmediata-
mente : trau.se d dita casa em qoalqaer dw
e hora.
imiMi 1
mm
:'
/"'
.-

'
'
"
fe



*>'
-
uX
\

fe

Diarlo de Peraambnca-* <|nlnta-felra de novembro del 895
J!^^~ ttp^trBIchas de Hamburg,
bric* de charutos > A CH>ponew da Vende-se em grandes e pequeas
Baha, manter em noaso tstabeiecimento i porc5es applica-se ventosas seccas e
tA Cabana 27 a Ra Marque* da Olinda j sarjada Jna ra das Larangeiras n 14
nm deposito permitiente de chtratoa
de variadas marcas; chamamos a atten-
980 dos nossos collegas e des Sra. me>
ieiros e moi partieaiarmente dos apre-
ciadores da boa fumas para o grande
sortimenio que acabamos de receber.
A Fabrica Campooesa prima n5o s pela
escoiha dos fumos como tambem pela
varia 1 de dos marcas e acondicione ment
dos seas carato, urna ca-xa de charu-
tos dh t-bn.a Camponeza constitue um
ntg.ifico presente.
A fabrica CaaiDor.eza nao to soccorre de
imitac5e, anas maious s5o origioses, ca-
rimbas, rtulos, chrom a tud emfim terma
um conjunto distmeto e delicado.
As vendt-s em grosso de um milheiro
para cima, goaam do descont de 10 .y,
de conformidade com os preces eorrentes.
Rc:te 22 de Novembro de 1895.
Aatonio da Silva &. C.
A CUBANA
Ru Mrquez de Oliada p 27.
Precisabas de croa ama pra eogommar
roa do Raneel n. 19. ... ._____
nj
i 'Olmtfa
Na ra da BralO'a o. li. PCk'omraa.ee. rom
toda perfeicao qoalque.' ropiia a tueco modko
Precisa te ie cua anu para ej'inhar para
rapas eolte:ro ; a > n. 22?_________________________________
Ama
Preetea-M de urna pira cosinbar ejeomp ar, a
traa' roa do Cal-bi-oi.o n. 6________________
xcellente negocio
Traepassa-se um importante estabelecimerTo,
eom armfCSe, em urca da p-iccipaes roas to
bairru oe Sanio Antonio. Qoem pretender dirija
carta a esta 'ypog'aptm para A. A. A.
Ao publico e ao commercio
Auto .10 dos Santos Arado participa que desta
data em iiuute pa.-ear-se-ba > assignar *.nio-
nio Waloogueiro IRec.fe, 20 de Nvvembro oe
1895 1
Ourives Oc-
cutiste
T-EODORO JOS* RAMOS DE MELLO
Estabelpcidj ron officinade ourives run "a
Liraogei-.iB n. t, -vi? aoa seos fregones < sn
rfHpettavei publico, qoe aiantm officise- har.i
iadi.-Jmof: para execocao de qualqoer trabaliw
coatemente sua arte, especialmente cravac-
par brilbante?, ocoloe, pencinez, rnonuou
lo?, eto.
oura se, pratea-ae qoalqcer metal, roncer-
ios em iqufs ne mas re perol a on entra qualquer
especie, garantmdo preces uodicos.
Rua das Larangeiras n. 1
Dua*
Oasae sitto nc Monteiro
Aluga-se uma.com todo os commoaos que se
pode desejar, cota epacidada p3rs morar anas
familias, est piotada e calada ; informa-se na
roa Marques de Olinda d. 5, armazem.________
Chegaram I!
E vendem-se em pegas e
a metro3 bordados o que se
pode encontrar de melhor
qualidade de 400 reis at
3$000, a me- tros pruprios
para enfilar com fitas.
LojadaPerola
tria u. HH
Domingos Fernandes
jovens em confleto
NO THEATRO
De repen e ouvio 8e grande rumor nos cama
'Otes da I* crdem. era g'ande conflicto eotr
dua8 jove : auqjswts cuco, mato, morre, api
os, o dl>ho emhir, rbega a polica, iodaea d
r cto tica sibeodo qoe nnbam ido a vi:* d(
Tacto, D. Elvira e D. uenoveva; verificada i
saa^a, tinba raio D. Elvi- .
Eslava indignada, funes mesmo, D. Genove-
va, com sea miea e eompanbeira de camarct
pelo faro de ver que todas as peesoas qoe eeta-
vam no tbeatro, olfiavam sOmeote para sua 'ox-
ea e nao p r* ella, indignada ,isse : n3o po
sua bocita cara Elvira, ei-te sea lindo ve-n u
que t ;t cbamindo a aiteocao de todos' en
vsetido de um bonita pbantazla o lao ubique,
qne, .enro o men de feda, o sen realca rr.cn
mais que elle e o qne msis me contraria vuc
nao querer dizer me a leja onde comproa a
zeoda de ecu vestido
El-.i-a, contraria :a, d urr.a gargaibada aara- i
tica e diz : para qne nao ieis os annuncios de.
lojas? para qoe nao paselas no commercio )
ora Sra. D. Genoveva, cetro cfficto, qando eo
soppcnba qoe a sua raiva era por causa do pri-
mo Juca, vem a Sn. dizer qne lao emente po-
qu* meo vestljo muito btnito e aoe sendo de
[hintazia realga rai que oseo rendo de eia
e porque eu n&o qniz dizer a Sra. a Iota omic
ront-.-ei. B' o caso, cao somos nada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva lenba juiro, nao venba par-
o tbestro dar um espectacdio deste, e quann
qoizer comprar qcalqner fazenda de teda on
pbantazia de omito gosto, v a rtta do Crespo
o 12. loj Estrellas da America, que, nao -
encontrar nm lindo e variado sortimeoto de fa-
zendas finas e modas e bom com amenldade do
trato, agrado, sincendade ca medida e preco
commodos.
D. Genoveva reqner verbalmente ao commisfa-
rlo que Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
nume'o da loja. o nome da ra, o da faienda de
-sea vestido, o preco e bem assita o nome a*
todas as asentas que ella vio na loja referida'
o qoe foi deferido.
Estrellas A 'Amerita
-Raa i de Harfo 1
Antiga do Crespo
MAHES & LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tecido de gorgo-
rlo. 4200 o covado.
Soobet com tino, pbaolazia, liOO o covado.
Pery, pbantazia de salpicos Se listras e lavra-
das, 1200 o c vado.
Sedas de edres, Vaidosas.
Ditas de ditas, Suspiros qoe vo e vem.
Cachemiras de cores, Bombardeio.
Pbantazia, Sirandinba.
Las com lislras de seda, Adslaide.
Ditas idem iiem i n ir, Elvira.
Ditas iiem idem idem. Maracb.
Cacbemira de dor, Tenbo ciumes de ti.
(Las com salpicos, Os 3 Jacars.
Sedas, padroes noves. As sogras.
Ditatecidogorgaro, Hei de amar-te at mo-re-.'
Cacbemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino preto para botinas.
Dito caf para habito.
Grande sortimeoto de merino pretos e lavradoe
Velbotma oe todas as cores.
Sande sortimeoto cambraias bordadas.
res de vestido braoco bordados, 18*000.
Vestidos de cartees, bordados ssa.
Linda pluntana. ReijOs de ati.or.
Firrs de i i 20*000.
Peitilbos de inbo lizos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestoarios para baptisados.
Sobretodo de urna e doas islas.
Flanella liza e de listas.
Cbales pretos.
Cortinado? de cambraia e de crocbet para camas
Cortinados para janella.
Maottlbas de sia de cores 6 pretas.
DiUp de algodao de coree e prsta.
Camisas de la para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores,
BilOS americano.-, 2*500 um.
Bramantes de tinao e de algoiSo.1
Lindos padrees de crep para conerta.
Crep preto.
Linos, de qoadro ede salpicos.
Cacbioet de seda decores.
Velladtlno de cores.
Sorguro preto, diversos preeo.
Setim de todas as cores.
Merino preto lavrado, 1*800 o covado.
LB com salpicos de seda, Caantoba verde.
Seda de listra, Albayde.
:Paletots folbade Eda.
Camisas de meia com listras de cores.
Cachemiras pretas com salpicos de cores, Abr*
a porta Sinha.
Boffalo.
Lindis8imas casemiras de cores para homma
gosto especial.
Corles de (ostOes branco e de cores para colete
Atoalbado de liBbo e de algodao.
Panno da co- la para mesa.
Sara de todas as cores.
Murim da China, 4500 a peca.
Cretone de barra nm metro de largura.
Cassa pabtista tina, 400 ris o covado.
Baeta encarnada e aznl.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cbita perfeita, 2i0 ris o covado.
E multas outras fasendas qoe impossivel e
descrever.
RUA DO CRESPO-12 p
Estrellas dAmerica
Modistai
Mara Jos SimOes, regressaodo para o Recife,
oiferece as soas amig^ e f'eguezas os seos ser-
VICOS 4 ra Bar) da Victo-ia n. 40.___________
Casa em O Jinda
Aluga-se o predio 0.47 roa d S. Beoto,
com 5 salas. 9 quanos, inclosite o i- andar,
qoartcs no quintal, apparelho dentro e fora da
casa e boofi qoiotal ; a natar no pateo do Terco
numero 33. ___________^^^_^^____
Terreno em Olinda
Vende-fe um terreno em Olinda, situado a
ra de S. Francisco rom propo-cSo para etifl.
car-se cinco casas, mtoindo 192 palmos oe fren-
te sobre dezentos de fondo.
O logar o mais appr priado poseivel. A
.-atar na tala de Novembro n. 81, sala de-
raz i.' andar.__________________
Liquidado
A loja Paria n'America ten-
do de liquidar diversas fa-
lendaa de modas chama at-
ten-ilo de seos fregueses para
grandes abatimentosde preeos.
Ba do B. da Victoria 1
Pernambuco__________
CHEGARAM
AS
Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente descobertas,
sao bastante conbecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doenfaa intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestia^ de estoirago, de qualquer
natureza, bem como do ligado.
Para convencer-se leiam os innmeros
atteBtados que acompanham cada garra-
finha.
A' venda as prlnci-
paes pharmacias desta
capital.
S5o seus exclusivos exhortadores para
o Brazil os brs.
M- SALDANHA & C
Raa dos Dour adores n. 32
1. andar (Lieboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernandes de Almeiia
Travessa da Madre Deus n. **
Aldante de eosinheiro
Preclsa-se de om ajodacte de coslnheiro
no be:co do Padre n. 28, notol.
Agoas
Ama de leite
na roa de Joaqoim Naba
Precisa se de ama
n. 3a, Capunsa.
Predio a venda
Vende-se o sobrado de doos andares n. 2C ta
roa Marrillo Das, tratar na roa do Imperador
n 22. i an ar. _^_^_
Taverna
Vende-se orna propria para principiante, por
ter pooc" capital, i tratar na ra Mrquez do
Herv I n 163, taverna. _____________
Cabriolet
Vende se om de 4 asenlos, novo e mntto
bom, a tratar na coebeira do 8r. eco, no caes
d Capibaribe._____________________________
Ao commercio
Vende-sp a loja de fazeodas da roa da Impe-
ratriz n. 40.__________________________
Sementes novas "de hortalizas
Completo sonimento. ,
RA ESTREITA DO ROSARIO {JUNTO A
.IGREJA)
Pocas Bendes se C.
FF.R90 pUEVENNE
Tnico approvaOo
pela AlADEMIA DE MEDICINA OE PAII /
EXIGIR O yBRDADBIRO -^
14, Ra dea Boaux Arta.PARS <>
A TRIDIGESTINE
DYSPEPSIA9 REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHHONICAS,
GASTRALGIAS, c
NEVROSES do ESTOMAGO, \ Qranalada DALLOZ
mi Tifln fVTnunii m medicamento por excellencia para as supramen-
VIL*iijAU coiumaual, w clonadasindicaces na dose de2 colheradas;Jasparaca)
CANCRO do ESTOMAGO. V. antes ou depois de cada refeicao.
PARS : J. DALLOZ. 13. boulevard de la Chapelle.
______Eni. PBRNAMBCCj_:__^^P^.\7JA_de_:D/;QGA6- e PRODUCTOS CIIIMICOS.
<53RE!fl5
TIRT1S f HETA8
P3 COSJBI
CoU UqmiaiFrit
Krt mtt!, h ee i! B^wtMMa SmImchUS ssl'.itn jrtM,
tt.:::)z::OiioFl3''o;G.'rolhao.Olooi'n:cint>,
taliamo 8b Cspah, Cplatoc, Aicatrfto, ois.
rODOX OS MEOTdfcdrNTOS E4 PO
1.a^OOtOBV *.a*Ete. 14. rsi iT^H, Partm. Ka Hraiebuao i mas.
SSaSa
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ENXAQUECASj
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ASTHMA
CATARRHO-OPPRESSA
e todas as aflVcces
das Vas respiratorias
l-NEVRALGICAS do Curados pelo
Doutor c:nora-iE:n >-m*>os lbvassbtjr
Pb- ROBIQUET, Memoro da Academia da Medicina, 23, r. de la Sonnaie, PARS.- Em PERNAMBUCO: C" de Drogas e Productos Chlmleo
A A@UA DE COLONIA
INQLEZA DE ATKJNSON
-rerdadeiramente a mellior que seja fabricada
ET mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade allemS.
Servir-se npicamenie fla de ATKINSON Acautelarse das falsificagoes e mitafoes
forma de escudo, e a
A verdadeira teiu
como garanta o letreiro azul e amarello,
Marca de Fabrica White Rose.
A LOQAO com QUININA de ATKiNSCN para os CABELLOS
E o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Km casa da todos os I'erfumeiros e a do* Fabricantes. J. & E. ATKINSON, 24. Od Bond Street, LONDRES,
LINIMENTO
Para os Cet-vallos
Suppresso do E DA QUEDA DO PELLO
SO este precioso Tpico o nico que
1 substltueocauatlcoecuraradicaluioiile
i em poucos das as manqneiras, novas
1 e autigas, as Torceduras, Contuaoes.
| Tumores e Zncbapoes das pernas,
' Xiparavao, Sobre-Cannas, Fraqneri c Ed-
| arorarltamento das peritas dos potros, etc., sem
1 occasionar nenhuma chaga, uem queda do pello
i mesmo durante o tratamento.
MARC*
DE FAB81C4
NEAU
e nVEtalas
40. (Anuos de (xito
sem: r. i v a. l
Os resultados extraordinarios que tem
obtido Las diversas AfTeccoea do i
1 Pelto os Catarrhoa, Bronchltia, '
molestias da Gnrtranta. Opbtal- |
ma, etc., nao dio logar a concurrencia.
A cura faz-se com a mo em 3 minutos, sem '
dor e sem corlar, nem raspar o pello.
Deposito em Pars : Pharmacia GNEATT, Ra St-Honor, 275, e cm todas as Pharmacias.
OLEO
HOGGBHOGG
HTPOPNOSPHITOSaCAL
. i. SODA
IitrastadeFieADOS FRESCOS
.. BACALHO
0 mais activo, igraa&vel
e nutritivo
lUtdUdo ha parto d aele-tecilo pslos
primairof awdlcos do mudo.
Contra ai moles tlaa de Pello, Tos s e. Ton ora tarta peSoa d< Pelle, ele
(TnscM TRUNGUURSS) T armada BOGO, 2, Rut Caat lg I lona, PaRIS, a
sspeiito coatPAjna\ d* drooam productos cbemicob
Deliciosa reme de oleodeOg&do
de bacalho de HrvtSo agradavel
ao paladar como o le te: as enancas
tomam-o com gosto.
Pode-se preparar si mesmo
e com grande economa
A AGUA MINERAL
anloga as aguas naturaes
com os
IMIDOS DE
iGAZOSOS |
Preparados
com os Saes extractos das Celebres
AGUAS DE VICHY
Fontes do Estado Frantw,
4tr|> Pinna 11'\ mise lulerlj. rim.
C" IIIUtlTlIU de VICII. Itlll. -CI1SMIK I C". MUS.
m PCNAtiBUCO : C da DROGAS e PRODUCTOS CHIS1C0S.
^Vta
de Foj>
ANEMIA CHLOROSE
O FERRO
9&s
BRAYAIS
Experimeotado pelos prmeiros mdicos do nndo,
passa inmediatamente na Eronomia sem ocrasionar
i ineommudos. Hestitue ao sangue a sua cAr. wdons-
lituind-o e dando-lhe o vigor necessario.
Deiconfiar-se dos Imitafcs e Falsificagoes.
Terie-ttpr lucido n Pars, 40 442,Bue St-Lazaro
E EU TODA Ak PUlRMAOiAS
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o xcellente preparado de Manoe.
Cstrdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid*
pelos jornaes de maior circnlac&o, atte
tam a eficacia.
: ^ Deposito
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va & C, ra do Marque de Olinda
a. 23, 3
Pharmacia Martina, roa Duque de
axias n. 88.
Pharratacia Oriental, ra Entraa uo
Rosario n. 3.
Phannacia Alfredo Perre?ra, a ra i
rao da Victoria u. 14.
Pbarmacia VirgiiK- Lope.*, ruaLartrt
do Rosario n. 13.
Cal Branca e Vir-
gvm de tfagraa-
pibe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade,e
que os verdaderos pro-
ductos se eneontran. em
seu arnazemdocaesdo
Apollo o. 73.
POBREZA ao ANQU
Compawhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
V Virgem de Jagaaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do assucar vende-se na
Companhia Exploradora de Productos
Ce icreos no Caes do Apollo n. 73
Eng-enho
Vfnde se ottia psrle deom eogenho con safra
da fflOcr'e afra dcvs fondada, moito bem locav
sdo. peno de orna das eetacoee da entrada da
I-no de S F'^ociaco : a tratar na ra 15 dt
novembro n. 54.
Loja de nnudezas
Ven^e-ee orna loja de miodeae Dem afregue*
lada e em om dos oielbores pooto na cidaJe :
a tratar na roa Doqoe de Cam n. 7?, prlmeiro
andar.
Chaves perdidas
P rdeo-se fmo.a a ola qot o onsvep pe
qoeca- e om ap te dp meta!; o-^f bea ratifica
jo qmm Idtar 4 roa r:e Santa Tbrresa nome.
ro 38.

CO
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CO
lii
ce
u.
CO
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U.
UJ
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ESCOLH1DOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE
RECOMENDADO
;'nr distinctos Doctores que
o n prcferencA, o re-
ceitaun caula da para todas
as do- i .-
crofula, etc., eo consi
o mais puro e rico em
toek arjEDicniAi.
OUE CE APliEoEIlTA
AO PUBLICO

E MAIORES
CO
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ti"
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p
o
O
M
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A TOSSE E
PEITORAL
DE
A3STACAHTJITA

PREPAPAOO POR
LANMAN E KEWIP
NKTT TOr.K
0 BALSAMO MUS EFFICAZ
PRODZ CUR*S AOMRAVE19 E TEM
TRIUMPKADQ EM WUITOS CASOS DE
FHTHIS1CA INC
&
>
DD
fc
O
t
9
>
DE
.>

NFALLIVEL
83
A
Ra da Imperatriz n. 51
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento de fazendas fins
chamam a attenco das Exmas. Familias para o enorme sortimento de phan
3713S
FZBNDAS FINAS E M0i)AS
P^ra
Efes
So gferba
Col Mf^Qao
Vestua pjios
H;t ji pisado
Merin Os
Re gebem
Gonst emente
Albe Sflto
Car Woso
Pr
Re r/5umidos
Prec Qs
Espa pStilhos
Fix Cs
Colx ^s
Galota
Mar ejilheaso
Cr |?5pe
Ch **fon
Cachemiras
Cre Mgon
Cre p"olina
Go gorinas
Fin^s
Pre ^as
Co-jes
R^,cos
De pajenhos
Sega
Ott ^mane
Tu ^on
Ch ^ugeant
Su ^ahs
Reng ^lines
Pa i--lill
Ga Ses
Chif niers
'
ALBERTO CAKDOSO & C-
Telephone n- 129
Vaccas touriaas
Vndese ornas vascas paridas e outras pre-
abes : a tratar oa traversa de Joo d Barros, do
correr do hjsoital du Santa Haeoeda.
Veoda de
predio
Veade-8e nm bom predio na freenena da Boa
Vista, com bastaoies comoaodos. teodo agua e
eaz encanados, com bom sitio de froctelras e co-
qoeiros. todo morado ; para iaformac/tes na ra
Eotreita do Rosario o. 9.
\i! mam, eu vi!
Vi, maoja.omas bolciobas, ons asarifies tan
booitos mama t Bonitos os qoe mioba Giba ? J !
t qneres qoe teo pal gaste diBhei'o sem podera
E-14 bom mama, se voi ca zangada, nao
Ibe digo o,ai8 onde vi.
Nao, minba Giba, eo nao estoo zangada : mas
estas sempre com oovidades, t sabes qoe o
empj esta moito mc, rao ba dlnbeiro, ten pai
est sempre qoelxandc-se das grandes despezas
qu" faz. e t anda f illas em novidaues I
Eo fallo perqoe ba muito tempo qoe procu-o
jma nofidade, e so agora minba mama Uve a
.elicidade oe pasear em om armazem e encontrar
qoe desejava, ornas boleinbas e nos cartOea
.So bonitos, ma ra, o qne pode baver de mala
gosto para presente. Eo qne estoo em divida
I com Marocas, porqne ella j por mi itas vezes
me tem offerecido diveros mimos, nSo possi-
vel, mamS, qoe en tambem n2o lbe ofereca algn-
ma coosa.
E' justo minba Qlba qne t lbe off regas, mas
de accordo com as ncasas condi(6es, porque o
dinbeiro qo ba pooco....
Sim. mam, en oo qoero objecto caro: no
armazem do Pogas Meades & C, tem boleas e
cartees com coDfeitos, o que pode baver de mais
lindo.
Vai com ten irm&o nesse armazem. escolhe a
toa vontada todo qoe te agradar : v o menos
prego qoe elle* vendem, manda tirar a couta,
passar recib e paga, sim?
Sim, mama, eo voo.
Olbe, mama, na roa Estreita do; Rosario n
tj, jante A igreja.
Sei onde mioha tilhi.
Gacborros rateiros
Preciaa-se comprar om casal na roa do Im.
perado: n. S9, 1' andar.
Aviso
Carne venie a 700 ri- t> kilo
Vendcr/i ce abatxo ? caroi pn-
meira qoalidade, ,|- o Marqiaa d
Herva' 17 e S, e Camho do Caraio
Es'p r>"go sotTre' aii^rscso pa'
.ara aifo, semprp Hf a-o'do com os pre-co
do gado n:s teifa.-.
Bn-lfe, 18 de Haio c> 189R.
Pi-iia Lima 4C .. -i
Na roa oo Vigatjo Thencrij D.6,4" andar,
co mpra-sp ca'oto- ce alguoui' e cemente de car-
ra pato. N mefm8 casa veone-t* caceos para
a, ccridir-icnar os mesmoi- artigus.____________
:Vladoira
Na serrara wpor a roa oe S- ioo o. 48, e
oo deposito da roa Lnpe'ial n. 17, de Silva Fer-
nandes C, vende-se msi ira oe toda rjcalr
eaie, inclneive pinbo t\-- Riga, praocbas ce u-
cuDira e moito boas travs.
Tambem serra-se qoaluoer madeira.
Pregof sea- competencia.
,DE
Campos & C
N. 38RUA DUQUE DB C^XIaS-N. 38
o Ei frent do Diario
Os propriatir.os oeste bem montado estabele-
cimento previnem a-j reare.tvel publico qoe
nara bem serv' aos 'eos f'egoezes teem no re-
ferido estabel'ii'D'nto om ei-pleaduo e vanado
sortimeoto de casemiras p etas e ba de melbor em la, b las de poro linbo de to-
dos os padroes, e po' precoa rasoaveis.
Possoem b >09 artista*, pelo qoe se jolgam
habilitados a atisfazer com todo go-to, esmero
e perfeicSo ao freenei mais exigeate.
Ma meama alfaiaans alagam-se casacas,
etc.
C>sinheira
Prsclsa-88 de orna defronte da matriz da Gra-
, cbalet.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOEK
Livre de explos&o, fums*;^ e mo
cheiro. A' venda em todos os arma
zens de seocos.
Vende-se
"JUiua armsgao envidragada e envemitada de
novo, propria para qoaltuer negocio, em nm
bom ponto de negocio na freguezia de Santo
Aatonio, tratar com o rrajor F.-aocis-o Lvido
de Carvalbo em seo escriptorio ra Duque de
Razias n. 60, Io aadar, das 10 as 2 boras da
tarde.
uu
Precisa se de ama ama para cosinbar e mais
servigos de casa de pequea familia ; a tratar
oa ras da Santa Croa o. 3 oo 26.
^ende-se
Um grande sitio com seis casas oa igaas,
sendo orna de pedra e cal e cinco '> tapa, doas
das qaaes lm au. eoooada, tn.nti- o e baixa
para captm. sitas no hecco do Quiab ro MOB-
teio : i tratar na uvern dp Sr. Be'td do, no
mesmo bec-r.

ni
asa na
Varz
ta
Vende-se orna boa cana no Largo a M Irla a
ti, conceriala de novo, com sitio k *e reos aos
!alo<, a trata' em Casanga com Gom-- de Men-
docci fmerce: na). _
&YSO
A I'mandade de S B^m ea.-.s os Pobres
AfQtcto8 na cidade de N zaretr, visa a todos os
Ueis do mootcipio qoe, e vis a as cb aa que
se vao 'azer en mesma ig'eja e n^pen*
der as aisnas da capella por o mezefl
al qoe se norteo) os traba'hp*
naiaretb, U de Novembro de 1895.
^aap^i, iinna
Tt
nst


EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyo-iene Publica e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparacao. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Iirazi', Delegado de Hygiene d'fcsta
Cidade, etc. Attesto sob f do mea grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
asenfermidadesquedeixam em sua tcrmina?ao
um depauperamcnlo das forcas. AIem do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes A medicacao. l'odero fazer, d'este o
uso que lhes convier.
De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Mocca.
O Dr. Mnniz Ferreira. sao Paulo, Bnz.
A Emulso Scott urna preparacao d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparacao, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affecces da Garganta e PulmSes, a medicina nao encon-
trou anda nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chmeos, lew York.
GRANDE
HOTEL A
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem. #
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais nygiem-
coe da cidade do Recife.
Accommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeic5ei, a mar e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um trances
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especializas na ar-
te cnlinaria .
Os propietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo estabelecimento.
FALLa $E BlfEBSiS IllOIlS
PHECOS KAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE
ESNATY & C.
at
EMULSAO YERMIFUG\
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHiRMACETICO
TITULADO PSL7SSCQLA J3S OICI3A l miUmM l BAHA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emu'sao faz expellir completamente em poucaa he ras os verme- intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome da lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais(medicamentos empregados para o mesmo tm, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creancas
sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mineraea; que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao org-nismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas eolheres das de cha. Deve per
timada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua docada.
Preco 1/2 vidro 1)5090 .
1 2S00O
Duzia de 1/2 t iOOOO
1 c 200000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
- Praca MacielPinheiro." PERNAMBUCO
LUJA
PV
GRA1TDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao dw seu hbil proprietario MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
altura interna, j pela promptidao e aceie do servioo culinario aduaneiro, j tar
bem pela posico hygienica do seu edificio.
Depois de irnumeras transfornaacoes por que tem pausado este Hotel, consegu*
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
greferida pelos illustres viajantes.
[OSPEDARIAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a'vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
7CP
Ra 1". de Margo -19
Este acreditado estabelecimento con-
tirua a vender por presos sem competidor
os artigos para os quaes
pedimos a attencao das Exmas Familias :
Jole.es franceses a 15f5100 um.
Bramai tea para lecces de 4 largaras a 2(5000 o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 24500 e ?000 o metro.
(Jcbtinr>ira de 2 larguras para vest"do a 10200 o oovado.
Casemira preta de agooal para roupa de bomem a 21000 o covado.
Jheviote preto ptra roupa de bomem, faaenda de 9$000 o oovado por 6)5000.
Flsnella asul para coetume de 30500 a 5000 o cevado.
Cachemiras de 12 com I afras de seca a ]200 o covado.
L ndos chamelotes de vanos padrSea a 1000 o covado.
Grande sortimento de cbinVoete a 800 ra. o covado.
Meia de 12 para aaohoraa a 405000 a dusia.
Ditas de alg'dSo >dem a 120000 a dosis.
DitbB de cr para bomem a 125EOO a duaia.
Ditas croas com floa i) ssda pora bomem ati2fiO0O a dosis.
Setioetes de todaa si cores a 600 o covado.
Seda branca Uvrada para noiva a 25500o covado.
CretoneB de cores 2 barres para ceberta arepoatetro, aseis de 13200 o covado
700 rs. (E' barato !)
Etamioee arrendados a 500 o rs. co-ado.
Cretoces ularos a 320 rs. o oovado.
Ditoa eacoros mnito largos a 400 t*. o covado.
Lindoa cortes de cachemira para veatido de 80J000 por 4CCO0.
MadapolSo americaoo de 88000 e ICOCO a pega.
Dito francs para c.miae, punhrs e coliarinbos a 13^00 a peca.
Dito para noivaa de 24 jardas a 11(5000.
Cortinado! de crochet e ca moris bordados para cama e janellas a 10(5000
Ditos de ocrea para aala a 245000 o par. o par.
Dito finos de crocLet para cama de casal, do preco de 50$000 a 355000.
Capellaa com veo para noiva a 100000 e 120OOO. j
Grande sortimento de e Peitilhos para Senhoraa a 10500 oro.
Camisas de dormir para bomem a 6S0OO ama.
Ditas para Senbora a 6(5000 orna.
Finos cortes de caaeoMra inglesa para ca'ca a 80000 e 100000.
Omisas de malba de 12 par. bomem e aeohora a 65000.
Vestuarios de J-ic-y pra meninos 150000.
Cobertas de cretone par cama de ceaal a 50000.
CasiLetaa para re pa de homem e creanca a 500 ra. o covado.
Brim braceo n. 6 a 30000 a vara (fino linbo !)
Dito preto a 10800 a vara.
Grande aortimento de creps mesaladoa, do prejo de 10500 por 800 r. o covado.
PicV* de todaa as cores de 3$000 a 100000,
Brirs de poro linbo para ceroulas a 2i0t0 a vara.
Sobreludoa com orna e duaa vistas, cobertores, "lora*, ceroala, m*nti!ha, tudo p^r
pre^t b.rati8imos.
S na
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cegnac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recibi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importajao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fin8simos, que vende as melhores condicSes do marcado e precossem competancia.
GRANOS HOTEL OOMMRClAL
1011 D \\
M0SQUITEIK0S
56 e 58 ra Duque deCaxias
lelephonen- 210
FOLHETIM
CHIME MISTERIOSO
JRADUCgAO
DE
mnuo n usa.
IX
- >

(Centinuagao)
-v Mo. S disse a verdade, se ficou,
cmo sustenta, na saleta; o ruido, seo
hirva nao foi alm da porta da sala, por
qiip nao faz mencao d'elle.
Miss Dre baixoa os olhos e ficou si-
lenio'a du ante alguns instante.-.
Querar dizer-me, pe'guatou ella
afinal con voz lnta. arocurand apparen
tar um tom de simples interesse, cerno
chegou elle a afflrmar qae estava na sa-
leta quando a vwva foi ferida ?
Nio aiase que tivesse siio a'esse
xnomenta. Foi por um calcule minucioso
do tempo e dos aoontecimenUa que ae
recuhceii que devia ter est.do na casa
n'esse nwtMBto ou muito prexim d'el-
le
Ou>tro sM-noio.
E diz que um geotlemen ?
__ Sim, e na verdade um eocastador
rapaz.
E vio preudel o?
Vao ; manba provavelmente.
Miss Dar vol ou-se apoiando-se no en-
cost da janel'a, olhando vagamente para
fra.
Supponho q:e tem amigos, sugge-
riu ella com voz fraca.
Duas irms, pelo que me disse-
ram.
O tenor concluiu a sua romanza.
Nao me sinto bem, exclamou ella
bruscamente, deixaodo a janella o voltan-
do-Be de frente para Byrd. Estou-lhe
muito obrigada, accresCentou ella com
voz que era quasi um murmurio, emquan-
to as ultimas notas da romanza se eatin-
guiam n'um pianissimo lnguido. Inte-
ressei-me p ofuedamante por essa tragedia
e 8grade9o-lhe todas as fcuas informac5es.
Boa noite.
E com um magest so cump imento, af-
faitou-se, atravessando com passo firme a
multidao que procurava em vSo retel-a, e
desappareceu, quasi sem parar, por detraz
da porta que dava para o jardim.
Byrd ficou em casa de miss Tremaine
durante meia hora anda ; mas nunca po-
deria dizer o que fez nem com quem fal-
lou, nem como ou qaando deixou aquella
casa e voltou para o hotel
Recordou-se anicamente ^ue a meia
noite, passeava no quarto, sem se decidir
a tomar resolucie que o seu sentimento
do dever lhe impunha ag ira inexoravel-
mante.
Na manh seguinte, Byrd foi procurar
Sr. Ferris.
Patacia ancioBO e profundamente pertur-
bado.
Vim aqu, disse elle, para lke per-
guntar o que pansa do caso de Hildreih ?
Est decidido a mandal-o prender ?
Estou. As provas contra ellesfio pu-
ramente accessorias, bem o sei, mas sao
muito grandes, e, se nao houver nada de
L0JA DO
(Antiga do l'.respf)
,l MI
novo, parece-me que o meu dever nao
duvidoao.
Cada acto indicado at aqui tem forti-
ficado as presump;5es da sua culpabili-
dada.
Qaando o interrogamos na ultma noi-
te, encontrmos-lhe um annel que trazia
no dedo, como confessou no da da mor-
te. 2.
Tirou-o do dedo durante o inquerito,
murmnrou Byrd, viu-o eu.
Foi affirmado pelo Sr. Hickory (
o noese de guerra do seu collega de Nova
York) que o rapaz nvanifestou a maior
inquietajo durante todo o inquerito. A
attencSo de HicWy foi a principio a tra-
hida sobre elle pelas provas que dava de
agitacSo contida e de susto, e, na verdade.
julgou um momento qua seria forgado a
intervir directamente a fim de prevenir
urna scena.
Urna vez, Hildreth levantou-se para sa-
bir, e, se nao estivesse to apartado pe
multidao que o cercava, ha toda a ra-ao
para acreditar que teria tentado escapar
se.
Hickory homem de bom julgamen-
to satisfactoria.
Desejava ouvil-o dar a sua opinio
sob e e^U caso sem que elle soubessn que
ea o ouvia.
' N ha nada mais fcil. Espero-o
de um momento par outro e, i aaizer
ir para traz d'aauelle biombo, poder,
sem a menor difficuldade, ouvir tudo
quanto elle disse".
Muito bem, acceito.
Mal o agente se havia collocado atraz
do biombe, quando si 'vira passos e
urna voz pergantar :
Est s, senhor ?
Estou, respondea o Sr. Ferrys. Eu-
'tre, entre. Espsro-o ha alguna minutos.
Tem algumas noticias d'esta mnh?
Nao techo, respon-leu Hickory n'um
om qua mostrava estar completamente
satisfaito comsigo mesmo Engaiolmos o
passa-o, e, por este lado, nao davemoa es-
perar nada novo.
Eu vou partir para Albany a fim de
procurar cerras infirraacoes a respeito
d'elle que nao posso obter aqui ; e em
seguida dispor-me-hei a ir a Toledo em
um dos dias da prxima semana que jul-
gar oonvenieate.
J est convencido que esse Sr. H 1-
dreth sem duvida alguma o culpado,
exclamou o attorney do districto.
Convencido ? E' urna palavra muito
ana, senho--. Um agente de polica nun-
a est convencido. Deixa i;so aos jura-
dos e os juizes.
Mas, se me pergunta se ha algum* d -
v da na direcgo para que tenJem todas
as provas accessorias d'este erme; respont
der-lbe-nei pedindo que me diga se te-
alguma indicago, ou um simples syrop-
t.m' que poara tzer guiar-me em cintra
direejo.
Sei, continuou elle com a volobilida-
de d'um homem cuja opinio est fe'ta e
que iulga ter o direito de exprimir clara-
mente o se i pensamento, sei que nao
agradavel submetter un gentleman c>mo
o Sr. Hildreth vergonha d'uma prisSo
publica ; mas os laetos sao es factos, se-
ubor, preciso ser imparcial.
Aquella gentlemen nao tem mais dtrei-
toa contra a lei do que o mais vil patifa
que nos prendr-moa-'por ter asstts?iaada a
ma.
c Sbe tudo isto to bem como eu, nao
vurdade? e ( o lhe fallo em tal aeno
p*ra desculpar a obs'inacSo ^ue poderia
ter manifestado n'esta assumnto.
< O suspeito est completamente abati-
do, proseguiu Hickory, veno o Sr Ferris
dispoeto a replicar Nao dormiu um mi-
nino esta noite, pelo que me disseram,
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
maitos.
COMPLETO
e variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa caco e al
califas
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os tama-
itos e qualida-
des.
MANEQUINS
CaBemiras pret9 e de cores de 8| a 40 o
covado.
Sarja preta fina, nura l a 5S5''0 idem.
Morim finissimo con 24 jtrdas de 155 a
100 a pesa.
Ditofrancez de 120 a 88 idem.
Dito p.-ra noiva a 38500, 48 e 48500
dem.
Oretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodosnho T muito largo de 128 a 80
a peca.
Merino preta, pura la de 20500 a 184O0
o covado.
Crepons de cores, pura l, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500 e
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, n<-
v-dadi a 500 rs. o covado.
Foulardine.lindos desenhos de 800 a 500.
Surhats de seda, todas as cores a 18500
e 28 o c vado.
Cachemira infestada de l'stas e quadros
oe 20500 a 800.
Meiaa croas, inglezas para homem de
128 a 68 adugia.
Cara sas para horneas de 808 a 480.
.\tolhado branco adamascado para mesa
de 48 a 2500.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
35)000.
Complejo sortimento de t>edas brancas, capilla-, cel-
en; s e fronhas tudo para casamento.
Damasco, pellacia e rops propnos para resjosteiros
e eotina?.
Urna irrande quaatidade de retalhos 3e
chitas, cretones, cambraias e setinetas que se
veade por barato preco.
LOM D4S ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxi*s 5> e*58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortimento de ta-
petes de alcati-
fas e i 'Iludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todos
os lmannos
com ioscripcOes e lisos
e nao d'jixou de passeiar na cellula, como
um 1-o na jaula, ou de estar mergulba-
do u'uma exaltacSo prxima da loucu-
ra
Se o meu avo soubesse nao cessa-
va drt murmurar.
c E quando se approx m^vam, ou gri-
tara q'ie nao olhassem pura elle, ou oc-
cultava o rosta entre as maos, supplicn-
do que nao perturbHssem as ultimas horas
de um moribundo.
i Evidentemente, nao tem espranos
alguma de esperar.
c Ao amaohecer, pediu papel e uina
penna. Qaando lhe levaram estas cousas,
um agente esteve junto d'elle eraquant
eterev a. Era utaa carta para as irroas,
em que protestava a sua innocencia, urna
especie de testamento.
Em todo o caso, como pareca medi-
tar no suicidio, tiveram o cuilado de af-
fa-tar d'elle tudo quanto podesse servir
para commettel-o nao o perdendo de
V sta um instante, sem que elle o soubes-
se.
Um ligeiro ruido se ouvia por detraz do
biombo, ruido que, em qualquer nutro
moaiento, Hickory teria crtamente n ta
do, e de que teria querido coabOQU a
cau-a, mas qua, na praaeate situacao,
uaicameute teve per afeito dr outro cur-
so aos seus panaamentes.
Esta bem, diase elle lavantafldo-a".
oo o b)m humor, qae orneas tem que dar-
me ?
Nenhama. Uaia visita a Albauy
pareee-me o melhor qaa ha para lazar
n'eite memento. Qvaaa voltar vere-
mos.
Maita bem, seuhor. N3o estarei
ausente mais de oito das. Se no nter-
vallo sobrevier alguoiacousa impirt-iute,
ter a b .ndade dn me avisar. Est es-
endido, q\q ve.dade ?
O agente iudicau a sua nova uimda e
daspediu-se.
Enra", Byrd, dissa o attorney, o que
pensa de Hick ry ?
Byrd avan9ou e, collocando-se dear.te
do attorney, disse lhe :
O co.oner Tredwell inf'j'mou-o q-.ie
o superintendente drixou minha ti-eri-
co intervir n'esse assumpto se i>';..-use
que poderia esclarecer a justic. ?
I.ifo mou.
Muito bom. Perdoar-ma-lii' on o
selhepdir que faca chegar a IIMieth
o seguinte aviso :
Que, se est innocente do cr me. rao
tem nada que recejar da const-q^iious
da sua prisa ; que um homem <;'' W in-
teressa por este acontecment.'. lhe d a
sua palavra que nao ter deac-tuc ^e:3o
quando houver descobarto o cui^udo e 1:-
vrade o innocente de toda a suspe la.
O que? eiclamou Ferris, ad n do
com a expresaao de gravidale ? i -- l> -
cao de Byrd, que, iitc aqufiln sinii<>nta
tinha sempre acli-do leviotio e i id'Jf e -
te; n5o partilha entao a < pinio (Je H.-
ckroey as suas concluso s reltlivau-.me
a Hildreth ?
Nao. Hikory, taut > qm'.U'ij ix^so
jul^ar, um egosta. Descubri H:.'<''eth
e iudioou-o ao jury.
Por conspquencia, Hildreth c-ilpado.
E qual a saa opinio ?
__ Duvido, e, no entaato, u:.:i incti
ao senhor o deoL-ro.
Porque ?
{CoKiit-a).
J

t

'-^w
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I
)
Typ. do Diario, ra Duque de Unas, 42
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IKGiVll


Full Text
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