Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17480


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Full Text
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RNAMBUCO

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PB6PBJS9J&BI BS HAHOSL fZ6VSZB0& B3 V&BSA & FILHOS
REDACTORES AIVTOIVIO:fWITRi:VIO PINTO BAXDEIRA E ACCIOLJ DE VASCOXCELEOS e MANOEL) ARAO
- PARA A CAPITAL EJUIGARES^ONDE NAOSSE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8&000
Por seis mezes adiantados. 15&000
Por um anno adiantado .... 30&000 ,
Numero aIso do mesmo da. i00
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Majenco Favre & C, residientes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
E na Capital Federal O Syndicato .Internacional de publicidad
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por am anno adiantado ....
Por trimestre vencido ....
Numero avulso de dias anteriores. $200
161500
331000
Telegrammas
Rio de Janeiro, 22 de Novembro,
s*8 horas e 55 minutos .da noite (rece-
bido na estaco s io horas da n oite).
No Senado requereu o baro de Lacla
rio informaces sobre adiantamentos fei-
tos a militares, sua importancia e o no-
me desseS devedores.
Os Srs. Senadores Pires Ferreira e
Joo Neiva combateram o requerimento
por julgarem-n'o offensivo classe mi-
litar ; e em aparte dizendo oSr. Ovidio
Frota, que S. Exc. tambem tivera adian-
tamentos, provocou urna replica do Sr.
Baro de Laario, que manifestou nao
considerar insulto o assumpto de seu re-
querimento, e ao contrario que respon-
dera em mais prximo, com mais
promptidoe precisamente sobre o apar-
te.
Foram approvados,* o crdito de
7,6C6:ooos applicados ao ministerio de
marinha ; a autorisaco dada ao governo
para confirmar no posto de alferes as
pracas commissionadas at Novembro de
1891 ; e o projecto reduzindo a 3 mezes
o prazo de incompatibilidade dos gover-
nadoresnas eleices federaes.
A proposito de licenca solicitada por
Joaquim Freir, cscripturario da Alfan-
dega, fez-lhe o Sr. Baro de Ladario no-
taveis aecusagoes, qiialificando o de as-
sassino das victimas do Paran
O mesmo Senador apresentou .reque-
rimento pedindo informaces, se o refe-
rido Joaquim Freir fora nomeado por
concurso.
_ Na Cmara discutio-sea emenda do
Senado sobre a reforma dos arsenaes de
marinha, que foi combatida pelos Srs.
Augusto Severo eThomaz Cavalcante e
afinal regeitada.
Foram approvados os projectos de
reorganisacao do estado maior do exer-
cito, eda intendencia de guerra.
O Sr. Cupertino Cintra defendeu a
sud emenda, relativa a concluso das
obras do porto do Recife, e observou que,
embora pareja exagerada a verba, ser.
compensado pelos resultados futuros
esse resultado presente.
Foram encerradas as discusses
dos projectos sobre crditos de 14.000
contos de res para melhoramentos na
estrada Cantral, e sobre reverso do
Sr. Serzedello Correia ao exercito e
reintegraco na cadeira que oceupava
na Escola Militar.
Foram assignados os decretos de
reintegraco dos lentes vitalicios das
esoolas militares, civis e coliegios mi-
litares tendo sido j reintegrado o
lente de inglez do Gymnuasio Nacio-
nal, Alfredo Alexandre.
O* tenente Antao Correia da
Silva pedio exoneraco do servico da
armada.
Amanh em sessao secreta no
Senado ser julgada a nomeaco para
membro do Supremo Tribunal de Jus-
tina Federal do'Dr.'Antunes de Figuei-
redo.
Lisboa, 21 de Novembro.
Preparam-se aqui festas, a que as-
sistiro o re, os ministros e o congres-
so, para com nemorar a victoria qiip
sobre o Gugunhama obtiveram as ar mas
portuguezas na frica.
CIRCULAR
Partid* Republicano Federal
CIRCULAR
Illm. Amigo e Sr.
Os abaixo assignados, representantes
do Partido Republicano Federal deste
Estado, teem a honra de communicar a
V. S. que o mesmo partido resolveu
apresentar aos suffragios do eleitorado
pernambucano/no pleito a ferir-se a 7
de Dezembro prximo, como seus can-
didatos aos cargos de Governaaor e
Vice-Governador os Drs. Joaquim Cor-
rea de Araujo e Jos Marcelino da Rosa
e Silva, aquelle para o primeiro e este
para o segundo dos ditos cargos.
Reunindo estes dous illustres cida-
dos aos requisitos exigidos para bom
desempenho de to elevada missao, o <7ue veem ao encontr e nu.ueaas aui um ti-
mis subido patriotismo e perfeito co- i Dorado que ss Ihes afigura, a entao, muitas
nnecimento das cecessidades cuja sa- vezes Iludidos pelos agenciadores interassados
tisfaco demandam o progresso e des-,em attrahil-os, alirara-sa -n destino qua
envolvimento moral e material d'este elles desconhcem.
futuroso Estado, torna-se incontestavel
que sabero continuar a agir na admi-
nistraco com a mesma hombridade,
energa e alevantados intuitos empre-
gados pelo actual Governador, o Exm.
Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
fazendo respeitar o principio da auo-
ridade e promovondo de aecrdo com
a verdadeira orientacao republicana, o
bem estar geral dos pernambucanos e
de todos que neste Estado residem
garantindo-lhes em toda plenitude sei^
direitos, e raalisando importantes me.
lhoramentos, alguns dos quaes j ence.
tados por aquelle benemrito pernam.
bucano.
Um segundo inconveniente, apreoccupa;5o
de lucros por parte dos que se encarregam da
acquisicao de immigranlas.
Assim deisam de sor aproveitados os homeos
laboriosos, que disp5enrse francamente a tir
em paizes estrangeiros luctar pela vida, arcan-
cando com as difficuldades que Ibas forem op-
postas, reservando urna esperanca, depois do
desengao de seren felizes na sua propria pa-
tria, abatidos pelas contrariedades do meio li-
mitado e estricto e.m que vivan), nao acbaado
espago para a MU activida le.
Em subslituicSo estes vem o elemento im-
productivo, iaerte, d'onde resulta a improficut-
Os abaixo assignados, convictos de dade da de8peza feita"
que a acertada escolha feita pelo Parti-
do, a que se presam de pertencer, me-
rece a approvaco dos bons pernambu-
canos, esperam que V. S. pelo prestigio
e influencia do que merecidamente gosa
entre seus concidados e correligiona-
rios polticos se dignar de empregar
o seu valmento e esforcos para a vi-
ctoria dos referidos cidadaos e que, na
hypothese, importa a victoria das boas
ideas, que constituem o programma do
Partido Republicano Federal.
Antecipando os seus agradecimentos,
subscrevem-se com a mais alta estima
e consideraco
De V. S.
Att\ am05. e correligionarios
Joti de Almeida
Per-
Joaquim
nambuco,
Dr. Francisco d'Assis Rosa e Stlva.
Miguel 7os (TAlmeida Per nambuco.
7os de Cupertino ColJw Cintra.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. Marcionillo Litis.
Herculano Bandeira de Mello.
7os de Mcdeiros e Alburquerque.
Luiz de Andrade.
Francisco Jeixeira de S.
Eduardo Augusto d'Oliveira.
DIARIO DE PERNAMBDCO
RECIFE, 24 DE NOVEMBRO DE 1895
Colonias Agrcolas
O problema da colooisacSo para nos um
destes fados do mais vital interesse. Julgan-
do se o paiz muilo despovoado, como realmente
o eotendeu-se que deviamos pedir velha
Europa os bracos des seus vigorosos filbos,
afim de dar agricultura a impulsao de que porcao de trra na qual
Urna iramigragao, portanto, fecunda, da qual
pode se esperar felizes resultados, a que da-
se espontneamente, nao a que obtida pelo
emprego de capltaa lanzados em torrentes,
para darllie um curso qua ella n5o teria de
outro modo.
A creago de colonias agrcolas, tao na sul
como no norte do paiz principalmente, vlria
prestar um concurso efflcaz ao problema da im-
migracSo, preparando coodiedes favoraveis,
con as quaes serlam fcilmente aproveitados,
nao s estrangeros que immigrassem, como tam-
bem os naclonaes que vagam na ociosidade,
explorando as necesidades da populacao, e
espreitando occasies propicias para a pratica
do crime, de que fazero finalmente urna pro-
flssao.
E' extraordinario realmente, que n'ura paiz,
onde urna mmensidnde territorial facilita fun-
dagao de colonias, attrabndo parte da popa*
lucao, que, apezar de pequea, retrahe-sa da
actividade que Ibeera necessarla, procurando
pr iffisses improductivas, as quaes d se a
concurrencia da um grande numero de indivi-
duos nao se tivesse ainda cuidado da funda-
gSo das referidas colonias, ou bem romprehen-
dido a sua necessidade.
Mutos individuos privados de acbar em que
exercam a sua actividade, procurando meios de
subsistencia, seiiam fcilmente encaminhados, e
encoi.trarlam nos trabalhos agrcolas e van-
tagens offereridas, um ceric bem estar e esti-
mulo, adaptaodo-se com mais fa^flidado a este
novo genero da vida.
As colonias entao terlam um desenvolvimen
to progressivo, que cada vez mais irae-bia ge-
neral sando, mxime nos tempos actuaes, em
que as necessidades da vida vao se tornando
cada vez mais imperiosas.
O Estado concedera aos colonos urna certa
exarces-em os seus
ella precisava. trabalhos, tendo cada um d'elles urna pequeoa
Entretanto, nao havia entre nos absoluta falta casa, sendo-lhes foroecido os precisos instru.
de iratalbadoras que nao podessem satisfazer
as exigencias do trabalbo exisleote.i
i pos a abolido do elemento servil pela lei
gloriosa de 13 de Maio, proclamou-se a prlvajSo
em que ficavava a ag cultura pela deserto
dos ex-escravos, a appellou-se para a immgra-
c&o, como urna necessidade absoluta. A corren-
ta immlgratoria cusa dos cofres pblicos
iciciou-sv, e entio os agenciadores da immr
graates, em virtuda da contractos com o gover-
no, acharara occasiao propicia para especula-
gas, e auferirem consideraveis lucros. Caro
custou a immigrac&o, e o que se adquino fieou
longe dos sacrificios feitos pelo paiz.
LeriB de inmigrantes representando o peior
pessoal que poda ser encontrado, accumulados
em navios que os transportavam, nao obstante
despezaa por parte do Estado que autorisava
razoaveis accommoJages, e no meio de muitos
dtllas homeos velboi e inulilisados, que, che-
gando ao paiz, ntra ao menos tinham um fcil
destino, dando logar grandes reclamagOes,
por parte de muitos, para serem de novo
recenduzidos ao seu paiz; finalmente, um i fal-
ta completa de organisagao em aervjo desta
ordem, inutilisou os esforgos, os bons desejos
dos que v:ram na immigragao um fado serio
e da inleresse palpitante, para~o qual e governo
? fio devia poupar sacrificios.
Entretanto, nao verifleon se depressao algoma
do movimento do trabalbo agrcola, e nao de
suppor que est mal fosse evitado pelo concur-
so doa immigrantes recem-ebegados.
A immigragSo afflue de preferencia para o
sul ; o norte aempre eateve solado do contin-
gente que ella pode preslar-lhe.
uitas razOea favorecem A tendencia da cor-
unte Immigraloria para o sul de noaso paiz;
o clima mal loleravel aos europeus, coodigOes
ecenemicas mais prosperas, grandes fazeadas,
em que, com vantagem.podem ser aproveitados
os immlgraoles ; finalmente, j um numero crea-
cido da compatriotas que sobre elles exercem
urna verdadeira attracgao. Se exislem, portoto,
cendigOea favoraveis immigrag5o no sul do
paiz, nao de modo algum conveniente o em-
prego da grandes aommaa pelo Estado para
tornar mais caudalosa a correte Immigratoria.
O transporte da a-migrantes de paizes Ion*
gnqooa por conta do Ealado, acarreta despezas
muita censideravela, e vem tradoiir-se n'ura
rerdadeiro abaojameoto. Este aygtema deve
ger por Dtaa tez abandonado. Avenlureiros qu?
cootaa comoa meios de transporte, e imag-
encontrar todas ai facilidades, parece-I he a

montos de trabalbo, obrigando'se elles por sua
voz ao pagamento de urna certa renda annual
com que indemnassem aa despezas efectua-
das.
Depcis de alguns annos ficiriam proprieta-
rio dos terrenos por elles oceupados, desde
que se adaptassem a este genero de profissfio
e mostrjssem verdadeira aptidao para a vida
agrcola.
as colonias stariam sob a direegao dura
fuoccionario nomeado pelo governo, que n'ellas
deveria ter sua residencia; e por intermedio
de fiscaes em coramiss&o conbacerla o governo
do estado das colonias, e das providencias que
conviesse dar para manter a fiel observancia
dos estatutos pelos quaes fassem reguladas,
punir os abusos dos sem funecionarios, a
corrigir os colonos que prejudicassem, por sua
conducta, indolencia i.-:desculpavel, ou vicios,
os flns que a colonia tivesse em vista realisar.
Nos pnncipaes municipios haveria urna colo-
nia, para a qual daveriam coacorrer com urca
parte de sua renda ; o Estado fizara as locali-
dades em que ditas coloiias seriara situada?,
aproveitando aquellas, cuja facilldade de culiivo
ou fertilidad-a fosse coohecida.
Urna parte do imposto territorial j estabele-
cido, poda ser revestida para occorrer estas
despezas.
O numero avultado de colonias esparaas pelas
diversas localidades do interior, tena a vanta-
gem de aproveitar a parte da popalago d'estaa
mesmaa localidades que nao tivesse em qua oc-
cupar-se, e precisassa de trabalbar pira ad-
quirir meios de subsistencia.
E' verdade, que todo este plano nao podara
ser posto em execug&o, sem accarretar conside-
raveis despezas.
Mas dentro das torgas do seu orgaoaento, o
Eslado farfa quanto Iha fosse possivel para que
a eolooisago fosse estabelecida.
O caf, a canna, ceraaes a productos proprios
ao solo das localidades escolbidas, aeriam espe-
cificados para serem objecto da cultura ou do
trabalho doa colonos.
A. cultura do cafa sem duvila procurada de
preferencia, talvez por este meio viasse tomar
incremento, verificando-se entao se a falta de
desaovelvimento que tem tido, devido as con-
diges naturaes do solo pouco favoraveis, ou
poaca actividade sobre elle exercida, ou a falta
de perseverancia nos esforgos para dar vida
esta preciaaaimo producto.
Grande numero dj ociosos que procurara aa
cidades e cojo excesso iignilicam forjas impro-
ductivas que explorara proflssOes as quaea d-1
aa ji urna grande concurrencia, achariara um^
Uliec$aa, qUa Vllld ttltaUJ- Ud trajeciuilU dt
criare, aproveitando o seu concurso esta in-
duetria, de cojos recursos tanto teem que esperar
os daattnos do paiz.
Entre ni a experiencia est faita.
A colonia amigamente, denominada Isabel, e
boje Frei Caneca, teria dado resultados consi-
deraveis.
Em vez daHrazer um onus para o Eslado, tem,
pelo Contrario, produzido vantajosos saldos.*
Compre, pois, dar todo desenvolvimeato a
insttuigoes d'esta nalureza.
A co'inisagSo como meio mais seguro e posi-
tivo de crear urna populaga laboriosa, muito
preferivel ao systhema por nos empregado, o
da immigragSo obtida com onerosas daspezae,
sera urna organisagao conveniente, e previa-
mente feita, da modo aproveitar o eslrangiiro
recemebegado, que desanima muitas vezes em
falta de urna direegao fcil que Ihes faculte o
trabalbo e a applicagao da sua actividade.
Sem colonias creadas e era condigOes vanta-
josas para os (mmigrantes, a immigratao, alm
de intil, prejudicial, exigindo sacrificios con-
sideraveis, que no sao correspondidos pelos
effeilos ou resultados obtidos.
Felizmente, parece que o enthusiasmo des-
pertado ha tempo pela irnraigragao tam arrefe-
cido ; na materia raelhor orientagao vai domi-
nando o nosso governo.
PARTE OFFICIAL
directora geral do thesouro do
estad0 de pernambuco
Despac/tos 0 \a 22 d* Novembro de
l89S
Pedro de Alcntara de C. PeixetO e
outros. A' seccSo do Contencioso para
fazar o devido abono e devolver.
JeeuinD Archanjo de Albuquerque Pi-
mentel.Ao porteiro para entregar ao
interessado. -*Bg *$f>tlt!%&P&
REL.1TORIO a prese ii lado ao Coiieellio
Municipal lo Recife, pelo Prefeito
Dr. AfTonso Goncalves Ferreira
Costa, no dia 15 de Wovcmbro de
1895, em que se flndou o seu man-
dato.
Srs. do Concelho Municipal.
*
Eleilo Preeito desle Municipio em 4 de Marco
do corrente anno entrei em exercicio a 19 do mesmo
mez fazendo a promessa constitucional perante o Dr
Sub-Prefeto, por decisao do Exm. Dr. Governador dd
Estado consulta que sobre o caso pelo mesmo Dr.
Sub-Prcfeito foi feita ao chefe do poder esladoal.
Dificil como era o completo desempenhoj do
cargo com que o eleitorado do Recife honrou a mi-
nha individualidade, pesada e espinbosa ainda se tor-
nou a tarefa desde que o Concebo Municipal crimi-
nosa e caprichosamente snspendeu as suas sess5es,
parausando grande numero de deliberacOes que delle
estavao pendentes e fazendo assim desapparecer a
harmona que nesta instituicao deve reinar para boa
marcha dos negocios pblicos.
Preso as redes de um orcamento predestinado e
propositalmente confeccionado para crear difficuldades
ao poder executivo e atrophial-o, tornando quasi im-
possiveis os actos da administrado, creador de dispo-
si^ues inconstitutionaes e incongruentes, suspensas e
nao executadas pelo meu digno antecessor o Ilustre Dr-
Jos Marcellino da Rosa e Silva, live muitas vezes de
tomar varias providencias reclamadas pela urgencia do
servico publico, sem approvaco e annuencia do Con-
celho que nao mais se reuni, como era de seu res-
tricto dever. .
Comprehendendo, entretanto, que o cngrandeci-
mento deste municipio, tao rico e prospero, favorecido
e predestinado por suas proprias condigSes naturaes
a ser bello e feliz, nao podia ser sustado por parti-
darios caprichos, criminosos e inconfessaveis designios
procurei dar o mximo impulso ao alargamento e
calcamenlo de suas ras tao necessitadas deste melho-
raraenlo.
Para taes emprehendimentos, felizmente appro-
yados pela Imprensa criteriosa de nossa capital, ero
insignificantes as verbas consignadas na lei ornamen-
taria, pelo que a primeira destas, destinada a desa-
propriacOcs foi excedida.
E' profundamente lastimavd que o Recife, ct-
dade de primeira ordem ao Norte do Brazil, ponto
frequentado e visitado pelos filos de todas as nac5es
apresente-lbef ras descalcas e poeirentas, viellas es-
treitas, cheias de tortuosidade, sem perfilamento e
sem ordem. .
Asim, pois devane?o-me de dizer que a Prefei-
tura deste municipio representada outr'ora pelos Drs.
Pinto Dmaso, de saudosissima memoria e Jos Mar-
cellino da Rosa e Silva e finalmente por mim realtsou
no periolo que finda grande somma de melhoramentos
Se alguna cousa mais nao fiz em beneficio deste
municipio cuja prosperidade e embellezimento dedi-
quei com affinco, todas as minhas locubrac5es no es-
paco limitado de minha administracao, essa falla se
me deve relevar, por isso que achei-me em condicOes
excepeionaes tendo por nica arma a minha boa von-
tade e por broquel a esperanca da indulgencia de meus
raunicipes, cujes direitos, pens ter sempre defendido
e a vossa approvaco, illustres Concelheiros da mani-
eipalidade.
Antonio Martina &c C, Caetaao Libe-
ralino de Azevedo Lyra.Informa o Sr.
collector do muncipio de Agua Preta.
Gr gorio Jos Ferreira. Satisfaca a
Recebedoria a exigencia do Sr. Dr. Sib-
Director da Contabilidade.
Francisco Ducante, Jalio Candido de
Souza Martina, Jos Jo&> de Amoriro,
Mariana da Silva Mondes, Mr a J s de
Oabral, Vicente Ferr-ira de Paulo e Tho-
msz Bezerra Cvale >nte.Informe o ad-
ministrad >r da Recebedoria.
Bellarmino Pernandes da Cunha Al-
meida, Companhia de Limieiro, Confra-
ria de Nossa SenhoradaSoledade.Eduaar-
do Monteiro de Moura, Francisco Souto
&c C, Gomes Fernandes & C, Gene-
rosa Emilia da Foaeeca Ventii'a, Henii-
queFouqueav e outros, Jjs dos Sant s
l.vera e outros, Joaquim Antonio da
Costa, JoSo Manoel Carrocero, Jos de
Mello di C., JiiId Soare8 de Azevedo,
Jos Pereira &. C, Jo5o Rodrigues de
M ura, O mesmo, O mesmo, Lopes Gui-
marSes I m5os, Marcelino Lopes & C,
Manoel da Silva Noueira, Msnoel Joa-
quim da Costa, Manoel Gregorio V.eira
Lima, Ramiro Jos Paz e SebastiSo Bran-
dao.Informe o Sr. Dr. Direetor da
Contabilidade.
Abaixo assignado dos negociantes do
mnn cip o de Itamb, Francisco Amancio
das Neves, Jovnano Manta, Manoel Jos
Vieira, Laurentin) do Reg Brros, Ma-
noel de Azevedo Ramos e Ped'o Goucal-
v 8&C.--Diga o Sr. Dr. Procurador
Fiscal.
Bacharel Julio Cezar Furtadv deMen-
dooca.Ao Dr. Sub Director da Contabi-
lidade para mandar escripturar e devol-
ver.
Dia 23
Antonio Pereira Simoes. Certifi-
que-se.
Francisco Pereira da Silva Res, JoSo
da Cunha Vasconcellos, Miguel de Aze-
vedo Andrade a Souza & Pinto.Infor-
me o Sr. Dr. Administrador da Recebe-
doria.
Ignacio Fernandes de Lyra e outro.
A SecjSo do Contencioso para faz?r os
de vi dos ab nos e devolver.
Joaquim Albuquerque C, Jos Cas-
tao Fiaza Lima, Jos Rufino da Mello,
JoSo Pereira do Nascimento e Silva a
Dilmiro Gomes Ferreira. Haja vista o
Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Antonio Fernaadea de Figueiredo Pai va,
Casaimi o Jos Gonjalves, Francisco An-
tonio de Mendonca, Fernandes Jnior
& O Henn'que 'tz aV'Stvft "&. C,
Joaquim Lopjs de Azevedo & C, Manoel
Joaquim dos Santos Ferreira, Miguel
Araujo Lima, Soares Nevas & Ca.In-
forme o Sr. Dr. Sub Director da Contabi-
lidade
Manoel J. Martins, Carlota d* Araujo
Lobo.Informe o Sr. Dr. Administrador
da Recebedoria.
O PROTOCOLLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
RECEBEDORIA Do ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despac/ios do dia 22 de Novembro de
t*95
Ant >no Ferreira da Silva, Benedicto
Jos de Mello, Franc'sco A! ves de Souza,
Cruz Sobrinho & C., Leovigildo Samuel
da Cunha Gnlv, Jos Honorio da Silva,
Rodrigan Gonfalves & C, Joaqu im Pe-
reira de Magalhaes, P.lrSo &c Irmo, Li-
bia Celestina da Rjsi.Informe a l.
seccilo.
Francolina Al ves de Souza___A 2.'
seceso.
Flix Bandeira, agente da Companhia
Chargeurs Reuns.Certifique-se.
Feliz Bandeira, agente da Companhia
Franceza de Naveg cSo Vapor.A' 1.a
seceo para os devidos fius.
o PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
SALUBRIDADE PUBLICA
De todos os ramos do servico municipal o que
reclama mais serios cuidados e mais inleresse desper-
ta incontestavelmente o que affecta a saude e salu-
bridade publica.
Bons e incontestiveis servicos tem prestado a Su-
perintendencia da Hygiene deste municipio qae est so-
bre a direccao do Dr. Emygdio Montenegro, na quadra
epidmica queatravessou estacidade, flagelada a parte
proletaria de seus habitantes pela varila, que annu-
almente costuma devaslal-a, ameacando e ceifando
muias vidas.
Diante do mal duas ideas me foram lembradas, a
vaccinacao em alia escala e a remoco dos atacados,
para afastal-os dos pontos populosos, isolan lo-os, o
mais possivel, d'aquelles que podessem ser contami-
nados; e a requerimentos do chtfe doservigo muni-
cipal fiz acquisicao de um carro para transporte dos
variolosos para o Hospital de Santa gueda,
Bem se comprehende que o vehculo comprado,
nao tem as coodicSes exigidas e que um hygienico e
accommodadamente preparado nao podamos obter cora
a pr estesa que o caso demanda va, porm em face das
medidas reclamadas foi msler obtel-o, assim mesmo
at que esle municipio mande construir um, tal qual
modelado pelas regril da Hygiene e da arte.
Para satisfazer a primeira medida ordenei a vac-
cinacao diaria no instituto municipal e commissionei
o Dr. Alfredo Costa para aju I r o servido vaccinieo
as escolas e as differentes freguezias, sen lo entao
vaccinados por dia muitos individuos.
Graca s medidas tomadas por esta munici-
palidade o pela Hygiene do Eslado a epidemia de-
cresceu.
Passado o mal urge lomar serias providencias
afim de livrar esta cidade dos effetos terrives da
tremen la varila.
A vaccinacao obrigaloria, j as escolas, j as
fabricas e nos quarleis, de freguezia em freguezia, f
o mais poderoso e efficaz recurso que a sciencia mo-
a dernprope e a experiencia demonstra como capaz
de precaver males futuros.
A limpesa publica, o asseio das ras e largos da
cidade concorrem tambem de modo tenaz para sua salu-
bridade, e infelizmente, entre nos, por falta de appa-
relhos necessarios e organisacao regular de servido,
nao tem adquirido a execucao que era de desejar.
Nao havendo ponto longiquo e apropriado para
o deposito do lixo arrastado das ras, vae sendo de-
positado nos lugares que na occasiao mais adequados
se nos mostram.
Para evitar essas difficuldades a municipalidade
deve* organisar um servico completo, fazendo acquisi-
cao de apparelhos proprios para o asseio das ras e
incineracao do lixo:
Nao ser difficultoso conseguir o munici. io rea-
lisar tima convengao com o Estado para esse ramo de
servico publico, urna vez que o governo acaba de fa-
zer a compra de fornos para a incineracao de lixo.
obras m.vio:paes
Levantada a nossa cidade pelos seus primeires
habitantes sem as regras da arte e attencao do bell
e ao bom gosto, despresados at mesmo os principios
Hygienicos que devem ser altendidos em materia de
construccao ella resente-se, ha muitos annos, de gra-
ies faltas e demanda serios melhoramentos.
Ha muito tempo que as velhas Cmaras Monj-
m
\


$
Vliarlo d* l^erwawihigco Domingo $4 le \ovembr# de I 95
<-*'
/

;ipaes,/apesar de junadas aos govemos centralisa-
dores /encotoram as refuraas e reparos, cuja reali-
saco, cada vez rnais sobe de ponto, tornando-se nos
ultirtios das palpitante e inadiavel.
/ E' incontestavel que os ltimos governos que tra
di/igido a Vida municipal depois do dia 15 de Novem-
b,fo da 1889, tra verdaderamente transformado a
parte central de nossa cidade,
Ras estreitas e tortuosas se transformarlo;
immandas viellas tm cnido dando lugar a largas
e regalares passagens.
Compenetrado dessa necessidade segu as pe-
gadas de meus illustres antecessores e procure rea-
lisar a mxima somma de desapropiares, talhadas
na planta da cidade para o seu aformoseamento.
Para tudo quanlo fiz, a verba votada, que a
de 5(>:O)0$000 (cincoenta conlos,) foi excedida,
elevndose a despesa a 127 conlos (cenlo e vinte
sete contos,) o que nao foi muito, lendo-se em vista
que o mximo desenvolvimento dado a csse ramo de
servico ser sempre til e louvavel.
A todas as fregaezias lancei minhas vistas com
relaco a desapropriacoes precisas ao alargamento
e perfilamento das ras, subindo de ponto, porm,
pelas vantagens que -advirti ao publico, a desapro-
priaco dos predios ns. 2 e 4 da ra do Mrquez de
Olioda na freguezia do Recite, aquella de dous an-
dares e este de quatro que sendo demolidos, em parte,
daro largura supra dita ra, evitando a garganta pe-
rigosa e feia que ao fundo da igreja do Gorpo-Santo,
exista naquella passagem ; a desapropriacao que os
predios da ra da Moeda e 21 da ra do Vigario
Thenorio, o primeiro de dous andares e o segundo de
tres na mesma freguezia, por cuja demolico ficou
transformada urna travessa estrella em via larga e
franqueada; e finalmente abertura da ra das Nym-
phas na freguezia da Boa-Vista que j se acba en-
tregue ao transito publico.
Este melboramento trouxe duas vantagens, fa-
cilitar as communicacocs e desapparccimenlo de um
pantano existente no local em que passa o leilp oa
ra.
Para prolongamcnto da ra do Dr. Tobias Bar-
reno na freguezia de S. Jos foi desapropiado c de-
molido todo o lado das casas de nmeros impares do
becco Pocinlio, desoito terreas e um sobrado, sendo
que o raeu illuslre antecessor o Dr. Jos Marcellino,
quando em exercicio fez acquisicao de urna destas.
Achando-se na planta di cidade decretada a demoli-
co das casas do antigo besco dos Acouguinhos hoje
ra de Antonio Henriques e as das casas ns. 30 e 32
da ra do PadrejFloriano"'que completavam o respectivo
quarteirao fiz acquisicao dallas e mandei demolil-as,
tanto mais quanlo a conservacao das supra.ditas ca-
zinhas apresentavam em aspecto envergonhador e
triste.
Ficon perfilada a Iravessa de Domingos Jos Mat-
tins, no Rccie pela demoligao total dn sobrado n. le
das casas visinhas, sendo que para taes obras o ban-
co do crdito real concorreo, generosamente, com a
quantiade 1:0003000 (um cont de reis.)
Na ra Domingos Jos Martins foi desapropia-
do e demolido o sobrado n. 4, para o que concorreo
com 5:000^000 (cinco contos de reis) o Commenda-
dor Lniz \n!on':o de Siqueira, a quem a Municipali-
dade cedeo parte restante do perfilamento da ra.
Na freguezia do Recife foi desapropriada a casa n.
16 na parte precisa para o scu alargamento.
Para o alargamento projeclado da ra Conse-
lheiro Peretti, antiga ra da Roda, foi desapropriada
a casa n. 28, Picando assim iniciada a realisacao do
plano adoptado.
Na estrada deFernandcs Vieira as casas ns. 44,
46, 48, 50 e 52 acbavao-se fora do perfilamento,
estrellando a passagam naquelle sitio pelo que a Pre-
feitura conlractou e ja demoliu-as na parte exigida
para o embellesamento daquelle ponto.
Finalmente, para completo alargamento c igual-
dade da vasta e bella praca do povoado da Varzea,
comprou-se a pacte do terreno que inda nao pertencia
ao Municipio.
E' com verdadeiro prazer que torno publico que
todas essas desaproprtacSes forao realisadas amiga-
velmente, sendo de louvar a gentilesa do Gomrnen-
dador Manoel Guimaraes que ceden, gratuitamente, a
parte de-seu-terreno, precisa para abertura da ra das
Nymphas
Muito ha ainda para fazer nessa parte d me-
lhoramentos e de esperar que todos vos empenhar-
vos-eis, de modo efficaz e seguro, para final reliscjio
do embellesamento desta cidade, que sem contestagao
urca das mais bellas da Repblica.
O alagado de Fernandes Vieira, para cujo aterro
o orcamento consignou a verba de 10:0001000, gra-
pas a direepao zelosa e incansavel do Dr. Superinten-
dente da Higiene Municipal, que tomou a si a fiscali-
saco d'aquelle servico, acha-se completamente aterra-
do, desapparecendo desse modo o perigo que saude
publica offerecia.
Agora mister levar ao cabo a realisa$5o do
projecto approvado, sendo arborisido e gradiado e
levantando-so as obras que realisadas converterao
aquelle ponto em sitio aprasivel e magnifico recreio.
Sendo lastimoso o estado em que se achavao os
jardins pblicos, ordenei que fossem feitos os reparos
de que ingentemente carecalo.
Mandei completar a arborisaco das pracas e
ras, em varios pontos, tenlo sido novamente arbori-
sada a Praca Tira Denles.
CALQAMEXTO

k >
Secretara da Industria. *.* li-
rertorla
INSPECTORA GEHAL DE HYG1ENE
Expediente da dia 22 de Novembro de
l895
Pelo Dr. Commissario do 4." dis'ricto,
fot multado em cem mil ris (1001000) o
Sr. Manoel Garpiateiro Peres, propri-ta-
rio da casa do Entroncamento n. 3, por
infrace&o do art. 3 i do reguVameite vi -
gente.
Pelo meatno Dr. Commisaario, foi o
mesroo se-ib-r intimado pela 2.a vez para
no jrazo de 15 dias mandar aterrar o
pantano existetue no sitio da casa cima
referida, ou dar escoamento as agoas all
accumuladas, ficando sujeito as penali-
dades da le na falta de cumprimento de
int maca.
Fora'm consideradas em condcSes hy-
gienicas para aeren habitados :
[ Pelo Dr. Commiaeario do 5.- diatricto
o predio n. 7 da ruada S. Jorge e o 1
andar do predio n. 2jda roa do Biapo
Sardinha.
Pelo Dr ajudantedo inspector, ta pre-
dios na. 40 da ra do Padre Floriano J49
da ru8 de V dal de Negreiros e 261 da
ra Angus-'a.
Secretaria da Inspectora Geral de Hy-
giene do Estado de Perna moneo em 22
de Novembro da 1895.
Jos da Cruz Cordeiro,
SECRETARIO.
Ao lado dfcalargamcnto e perfilamento de nossa
cidade o seu calamento merece os mais serios cuida-
dos e amis acuradaapplicacao.
Durante a eslaco do verao as ras descaigas
apresenlo fumacento e negro aspecto quando os ven-
tos veloces fazem girar en nuvens o po que en-
commoda e prejudica ; na epocha das chavas copiosas
a lama dificulta o transito e converte em lagos o Jeito
das ras.
Nao podendo emprehender de urna vez o cala-
mento de todas, mandei calcar aquellas que, pelas
suas condieoes de transito e mais necessidades pu-
blicas, deviao ser preferidas,
A ra dos Guararapes por onde se faz todo o
transito da Estrada de ferro de Limoeiro, e a travessa
do Corpo Santo, o caes da Gompanhia Pernambucana
ao lado da Associacao Commercial, frequentado ponto
de embarque e desembarque foro calcados a paraleli-
pipedos, sendo concertados os calamentos do Largo
do Machado e ra do Mrquez de Olinda.
Na freguezia de Santo Antonio forao cacadas
as ras do Dr. Tobias Barretto, das Larangeiras, do
Fogo e travessas adjacentes, sendo concertados os
velhos calamentos da ra Duque de Caxias, pateo
do Garmo e ra de Hortas, e acbando-se tambem em
andamento, bem adianlado, o da ra Victoria.
No calamento da rui do Dr. Tobias Barretto a
Prefeilura foi gentilmente auxiliada pelo Dr. Jos A.
de Almeida Pernambuco, engenheiro da Estrada Cen-
tral.
Na freguezia de S. Jos foi concluido o trecbo da
ra da Assumpeao e concertados os Largos do Mer-
cado e S. Pedro.
E' laslimavel o estado em que se acha o velho
calcamento da cidade, devido s constantes escava-
cSes x[\iq no leito das ras, constantemente pralicao
todas as companhias que se servem de subterrnea
canalisacao.
At mesmo as ras novamente calcadas depois
de alguns dias, apparecem arrombadas, sendo de in-
dispensavel necessidade tomar providencias contra tal
abuso, creando fiscalisaco mais rigorosa, e impondo
multas pesadas afim de evitar o abuso e estrago causa-
do ao municipio e ao publico.
O orfamento consignou para todos esses mclho-
ramentos a verba de 120:000^000 (cento e vinte
contos), gastando-se at eotao a quantia de......
114:000^000 (cenlo e quatorze contos), incluida
nesta muitas despesas sob a rubrica saneamento.
INSTRUCCAO PUBLICA
Vae bem regular a instruccao publica municipal
que actualmente con la 45 cadeiras do sexo masculino,
42 do feminino e mixtas 15.
Sob a inspecgo do Dr. Superitendente nomeado
em virtude da lei orgnica tm tido bom andamento
todos os servicos que implicao com esse ramo impor-
tante do encargo publico.
(Contina)
cisco de Azevedo.Sim limitando-ae ao
requerido.
Sibma Maria da Conceicita, Mara A.
Bistos Vilaja, Joao Antonio de Mello,
Jos Dias de Carvalho.Deferido.
Secretaria da Prefeitura' Municipal do
Recifer 23 da Novembro de i895.
O porteiro,
Nuno Aloes da Fonseca.
INTERIOR
DESPACHOS DA PREFEITURA, EM 23 DE
NOVEMBRO DE 1895
Felismioo Aires B*realho, Jdaquim
da Silva Netto.Sutisfaca a exigencia dj
chefe do aervijo technieo.
Jos Lopes Mximo Pereira, Maria
Amelia Martins, Manoel AIvhs Gal^ao,
Marcelina Jos Baptista, Manoel Enji-
lli, Panlo Jos Pereira, Pedro Lopes,
.Paulino Fra ciaoo do Paula, Francisco
Rodrigues de Saot'Anua.Deferido du
acco/do eos t informacao do chefe do
Jerntjo technieo.
' Manoel Rodrigues Soares, Julio Fraa-
AS FESTAS
( Da Gazea de Noticias )
PARADA
Desde pela xaobS que o poo sin ansa* sf.
flua ao ampo de S. Cbr!stoao par.) asaistir o
parada qae all se devia realizar.
a'a 8 aoris si trovas comecaram a cnea-, e
l.gocm se ida formaram oa o -dem iodicada
pelo ir. leaeoie-coronel Ur. Beliarmtao d Mu.
dtnga, asslsieale do quartel general.
As torcas formaram em U, oceupaodo aa tres
tices do campo : a cavallarla dos extremoi,
a i centro a arttlbaria, toda com a frente para u
pavilh&o.
Urna ve a tropa formada, o S. general Ro.
oe'to-Ferrelra, qoe'a commanda! em ebefe,
vis o i So ter compirecUo o Sr. ajelante gene,
ral do exercito por motivo de molestiam pea.
soa de soa lamilla, passou revis a e :ollo>:od-se
aa enerada de Campo, a espera do Sr. Presidente
da RpoDUca.
A' iO borai ebegon o Sr. Preeideoie sen 1o
receoHto pelo general Roberto e sea estado-
arriar.
S. Bx:. vioba de carro, acomaubado pelo Sr.
marcena! Vasqaes, ministro d aoerru, e -pelo
ebele de sai casa militar, o coronel Dr. Luu
Meodes dj Maraei.
A' entrada da rea occopada pela trop fot re.
ceDido com as salvas do esijln, dadas pelo 2*
rsgimeoto de artilbaria.
im -egalda S. Exc. tomou a direita daa for.
Gis, acoDpj&uado do eaeral Roberto Perrelra
e sea esiadc-m ior, Incorporando ae neata oaea.
siSo o ea'adc.malor do Sr. ministro da gae ra:
e paaaou revista em toda tropa, vol ando pe!
retagoarda.
Em regadadiriglo-se ao pavilbao, onde foi
'ecebido pIoj Srs. ministro, presidenta da Ca.
mira dos n.'po'ados, Dr. ebeft de polica, eoa
:aaa clvl e militar, general Gwac^>, commaodan.
te saperlor da guarda nacional, seu eitido-mai r
e os a|ulantes de ordena ao Sr. ioistro da
ma-ioba e o teneote yrillo.
Acoavam-sa tambem ao pavilbao o Sr. vice.
fretHieala-da Rpaolioa o aeoTetano da lega.
Cao alterna aesU caoital, lente do exercito
aliemao e S.lva Portilho, official de gabinete do
fristro da faaenia.
A'i iO e 20 minutos comfeou o de>aiar das
t'opas eii ooQl:oeaeia ao ebefe do Estado, na
se-iuioU ordem :
A s o regiment de cavallaria do-exercito
pguU sa goarda nacional, conpaata dos bata.
ifioes i. 1; 6, 7, 13.e li; de>Dol8. os corpos
da aiM-onfio dusu oifii.ai, 1 e 19 da infanta,
ria, 2o regiment de artbaria em divle8s. alom-
aos do CollegioMilitar, 21",23, IV e 38, alam.
o* 1.1 Escola Mimar e por olt.oo o 9* regi-
ment de cavallaria,
O total da? torca- que ooDst'tolfem>a corpo de
exarcit, era 8 generaes, 399 offisiaea e 4.74i
ot commaodaia pelo general de diviiSo Taixeira
Juolor, a 2 pelo general da dlvlgaa J.iio Manoel
de Lima e Silva ei pelo geueral de divisao
Joao Toomas da Gaotaarja.
E-U eram subdividldas em seis brigadas,
command.das pelos generaes Gomes Pimeatol,
Aodade Gatraarae?, Jos Mir nbo da 8ilva, Jor.
ge O.oix Santiago e pelos coronis da guarda
ni' iOT-1 PacOeco e Glement no.
Oa Srs. generaes formarsrii em I" unifJ'mo a
os dsslats offiaiaes e pracas forme.
O Sr. P eaitreote da Repblica logo depois da
oa^sagem das tropas em continencia retirou.se
para o Miad do overno, anda acompanaado
do Sr. miniat-o da oe ra e pelo ebefe deaua
caa militar, e seguido do Sr. vics-presideote,
ministros e todos qoaotoa esiavam no pavilbao.
O pav.lbo levantado no campo tlnba a forma
de prisma octogonal, com orna cpula eu cojo
ciao bavu a figara da Repblica. Abi a lorca
commandada por um capta., que deo goarda
de bonra, aeoardava o Sr P jidente
O ovoi oni tanboo eemore o emo rfo Sr.
P^-ideota da Repblica, victorundo-ocontinuj.
dam-i te.
Pela* ras por onde S. Esc. p18(0D foi ta.
beai maito acclamado pe > povo.
BaBOJttjag
A' 2 horas di ta'de o Sr pr*8ldeoie oaTe.
put)li-, acompsbado do seu ministerioe de
rrenb os de sai -caita civil e milKa-, rebeben no
Silao p' nrijal do palacio comprimeoioa itfcor.
rm diplomtico, composio os Sr*. mloiatros
Tbompson, eo?da extraordinario e m DJjtro
pen p teociario d a Bstalo'. i<0< a Amen.
ea lo Norte; Dr. R. Kra04l. enviado extraorll.
oario e ministro plenipotencia'io in s. M. o lm.
perador da AHemaaba a rp| aa PfQ^n,'; Ki'.
lembeg. s cretano da le?aji0 a 'gi-o.nanga-a
c mmeoaador R. de Mirtino, enviado axtrSoatfl:
nano e ministro plenipotenciario de S. M o re/
de Itilia ; Goustantlno Pblpps, enviado extraor.
diuario e mioistro pl8ui?oteociario de S. M-
B ttanolca ; conselneiro Toomax Ribelro, eovra.
do ett'or iaarlo e ministro plenipotenciario de
S M. Pldellssima ; Mguel de Girs, enviado ex.
traordtiario e ministro plenipotenciario de S.
M. o imperador de todas as Rsalas; Dr. o.
Marti Gircia kferoa, ejviado extraordinario e
'.iniatro pleoipotencians da Repablic* A-gent'.
na ; Dr. D Predenco Dias Medina, enviado ex.
t-,o-dlnario e ministro plenipo encsrlo da Bj.
ilvia ; Dr. D. Carlos de Butra, enviado extraor.
dinario e ministro pleoipotxnclario da Repblica
Oriental do Urogoay ; Paol de Boooardet, en.
.aceitado dos negocios da Repblica Praoceza ;
De Min. encarregado ae negocios da Blgica;
D. Jo Rimero y Dusmet encarregado de ne.
go;tos da HdspaaDa ; monsenbor Guidi.eacar.
eaio a neg io-" da Siuia S ; e o e^Cdrre.
g.ido de negocios do Chite.
O Sr. Tnompson, como ecano do corpo doj
olomatiuo. em nome aos seas coileg*?, profer i
0 a. grnte discurso :
la toe ame of ny colleagues of toe dlplo-
uictio corpa wnom Is U my liuniy esteemei prV
Mree riere lo present io Yju- Exceileacy, and
on my owo d. tioif, I hive the Donor to cju 3c-
late joa, Mr.Presileut, on tbe recorreace of tole,
tbe sixlo aonitersary of (be Repoblic : ani tbe
aospliious opeulog of tbe second year of you
ajuiioietratioa of me governemeat of tbe Ujited
States of Braxi-.
Tni^ M-. Presidentas a riebiy endowed coar-
y; pronfic is natual ressou'ces as it b gteat
w i'iin i.,1?: GuQliota of lia territorial boaodanes,
and ws 'eg-Srd Wiin inlerest and plea.-ure tbe
^evoioprnent of us agri;nl'u:dl aal natural
wealih.
My cclleaeoes and my snlf rejoica t^iit vfi'.oin
tbe year trie bl 8>ed majla of peace has oeeo
s.tread over tbie beaotiful l-iod, and onr.e in tbe
hope me your Bx'elleac] may Uve yong to m-
io] t frui.s of itnl w ism, vfii.n as eaotra-
ooied emineatly to me lifeuBs tujance aad gr^vrta
01 tbe Ih ionn
O Sr. Presidente da l\publica responden oes-
tes termos :
As palabras enner tulao'ir.a qae caba9a da
dirigume em nome d) ics-rj corpo diplomtico
u io do quil'goz'cs do ijSiK>ie privilegio do
aeu decano, e em os pro to nome. impOem-
me duplo deer de agraaecer>vos.
. O i?xt) anniversirij da RepuOlica e o ini-
cio do segcaJo anuo de mea gjverao toram
motive para exl-rnarJes aentimeutjs ae eym-
p.tlia para com ella e a Denevleacia para
com o sen presidente.
Em verdade sao grandes as sua3 liquetas.
vatti o territorio Ja Rspabliea; o aproveita-
ment porem de tato laso, o coaoursa qoa
tsm da p-tirtir a exigencias da uivilisac),
aepeadem da coad^i primordial da pat, que
nao pode aeixar de haearse aa cultera do
se^tuneiit j do direito e da jaitica, dentro du
pas e as reUcOea aterpaciomes.
Ella nao deve er uem o effalto da compres-
sao de liDerdaie, cem o esquecimeato da po*
siCo alcancada pelo brasil oa soctedade das
nacOes Oivilisadas.
SPeltzmeute, eu me ufano com a referencia que
vos dignastes ae fase', Sr. mmiet'o, tejbo tilo
a preoccat'-acao de nao esqaecer csse dever;
mas oeste moiaeit; cmpreme iie.-voj que aa
esperabas que nutrs nao serio liludidas e que
esss resltalo nao sera oDtido pelos eslo'C'H do
.ctual presUe M daRepuollca, mero accidente
aa vida de om povo, e sm pelas energias des-
ta najao, qa vivera progredindo, pela con-
scleacia de saa raspoaeaoilidide.
S vos maoifeslioda assim os meas agradec-
me. los, fago sin.eroj e cordiaes vot.s pela
prospentrade das nacaos qae v-, Sr. ministro,
e V03S03 dignos collegas com tauta bonra e bri-
Ibo repre8entae< nesta occasiao de iaoilo para a
miQba patriaa Repoblica dus Eatados-Ualdo
do Brasil.
Foram depois apreseLtar seas camprimeatoa:
o Sr. vice-preaidedta da Repualtc-, msmbroa da
mes* do senado e da cmara ; senadores e de
pulados, (aJIauJo em nome da cmara o Sr. de-
guiado Gllceno ; Dr. prefeitj nanicipal e can-
ceibo municipal, fallaado em Dome aeete o iu-
t-Mideote Dr. Gibiso ; oficiaos generaes da ar-
mada e do exercito e ddiciaes superiores; mem*
bros do Supremo Trioanal Federal e Militar;
magistrados, corpo saa;tirio do exercito e da
armeda, director e petsoal da ect'ada de ferro.
Central do Br.sil, commandaotes da Escola Na-
val e alumnos do corpo. de bombelros, da bri-
gada policial; Dr. ebefe de polica e delega-
dos auxiliare-) : secretario G0 Sedada, ministros
do interior, da lazenda, guerra, manaba, iadas-
tru e exterior; tospectar e delegados de by
gieoe, commaudante superior da guarda nacio-
nal sea estado-malor, commandautss de cor-
nos eofficlaes, director e membros da facnlda-
de de medicina, directores do i ulero to e extr-
nalo do Gymnaslo Nacional, do laatiato Benja-
mn Cjnstaot e aos Sardos Matos, diplmalas
Drasileiros. eranae numero de pessoas gradas e
maltas eenboras.
' A's 4 horas da tarde terminoa a recepeo of
ricial, qoe se pode considerar ama feita esplen-
dida, digaa da Repaelica e do goverao civil do
honrado Dr. Prudente de Moraes.
A' noite, depois da festa inaugural da exposi-
C&o da iBdostna nacional, oSr. presidente da re-
pabllca dlrigic-se ao tbeatro Lyrico, onde asss-
to ao espectculo de gala.
No tbeatro occapoa a tribuna nobre, teodo a
sea lado dlrelta os ministros da guerra e jastica
e o presidente do Supremo Tribunal Federal, e
i eoa esqoerda os ministros da marloba, rea*
cOes exteriores e industria.
A soa casa militar e civil estava tambem com
S. Ex;, na mesma tr baa.
Antes de comeir o espectculo a orchesfd
tocn o bymao nacional, prorompsodo o< espec
tadores em vivas acc!amic5s a S. Exc. e ao
goveroo civil.
OSr.ministro do interior, em nome do S-.
oresldente da repablics, passou bontem para os
presidentes e governadores dos Estados o se-
guate telegramma:
Presdeme repblica passon bontem revista
aos corpos da gnaroicao desta capital e guarda
opcional, escola e collegio militar, assistlndo os
ministros em am pavilbao especial.
Formaram cerca de 3.000 borneas, qae apre-
sentavam b.-ilbac a conjuncio. Acaba de realt-
sir-se imponente recepcao ao palacio da presi
lencia da repblica, tendo o Dr. Prudente de
Moraes e ministros sido comorimeotados su>
casslvaxente pulo corpo diplomtico e consolar,
vice-presideate da repabllc, commisjSe do se-
uaJo e cmara dos deputadoa e presidentes da
meama Cmara, do Supremo Tribunal Federal,
Corte e Appellacao, Tribunal Civil e Criminal'
preieito e maciclpalldade do Diatricto Federal,
gaarda nacional, exercito. armada, corpo de
bombelros, brigada policial, faocclooarlos p-
blicos, membros do magisterio saperlor e secun-
darlo e tepreseotantes de todas as classes ao-
claes.
Fallaran?, ministro americano Thomaz Tbomp
son em nomo do Co-po Diplomtico, general
Glycerlo em oome da Cmara dos Deputadoa e
Dr* Gaolso pelo conselbo municipal mallo victo
nados oagao^brasllelra, repoblica, presidente e
san govemo.
Saadaobes. >
O ?r. presidente da Repblica receben bon-
tem dorante todo da grande qoantldade de tei
gramm de feliciacea de todos os pontos da
Repblica e da Europa.
O corpo de llamaos da escola militar, sob o
cemmando do Sr. major jAiexandre Barretto,
voltoo de S. Cbriatov&o em boads especiaos at
a nraga aa Repablica.
Foro ando ani, pasma em coatineocia pelo
quartel general e pelo palacio-do goveroo, ooje
j se acba va m os Srs. presidente e minlbtro da
gera, de Tolla da parada.
Segolodo depois at a roa Primeiro de Marco,
subi pela do Oavidor e foi tomar os boads no
largo da Carioca.
Na escola boove rancho melhorado, e por o
dem do commaodaote foram po-tos Am liberna-
de todos os presos de n-i.-o simples.
E' para notar qoe bon'em o corpo de ln -
nos foi mais de ama ves victonado as roas,
mas com perfeita correcc&a militar absteve-a*
le corresponder a essas demonstrareis. E' om
m-lhorameoto qoe compre asslgoalar. Hoo'-
tato a disciplina qoe se manttm naquelle esta*
beleci ment.
Os navios de goerra serios no porto embao-
deirarsm em arco, sendo pela manbl, so melo-
da e tarde, dadas as salvas do eetylo.
maltas casas part-
jorn.ti bastear am a
As reparticoea publicas,
calares e as re-iaccoes dos
banrleira oa tonal.
A' noite illaroinaram as snas faenadas.
As ras qae i a arcadas de gas foraa acce-
sos nolle, especlalisaodo a roa de Goocalves
Dias e os qaartetrOss da ra da Uroga.yaja en-
tre Oovidor e Carioca e entra Alfaoiega e Ge-
ne-ai Cmara, e esta eot c Uragaiyina e praga
do General O3orlo, pela bom gostu de seos ar-
cos.
A roa do Oovidor nao se sabe porque, n n il-
lumlnou.
Dorante odiaeaooiie foi gran!, o mov"
menio de povo pelas roas.
A commissSo dnqufrteirao da raa General
Camarj, entre a la Uroa-yi a e Dr^cidoG-"
otral Osorio, collocan tres arcos dos mais mo-
dernos, qae lliamiaaram nos du 15, 16, e 17.
EUROPA
Italia
Ao contrario do qm a impreon offi'ioaa se
esforfa em propala', iodo faz crer qu-) a Italia
ee prepara para novo* ;lpei oa Abyssnna, Gt.
laado.se atea proposito a pfia^e ara:t-rntca
do general Biratieri: O "oetsor ireto de cada
ujj ue dtfeoder, multas veiea ataoar que.
se refera, sobretudo, a poalcia que lo convria
tomar em frent9 de Menelik.
Sjb o ponto de viua mttnar, a opima! do g<-.
aeral BsrMHeri IM ja aefeodidi e nosti em exj.
cc{ao coa o amor orilha ; e no meno3 qna a
que adoptaram os eooquHtal >*ei de toat'8 os
ted.pj8 e palies, s^cu se pr;occup-re-c em tx.
tremo com o sea vulor moral.
umpre tojavia reOGUBecar que o ol'ialdis.
finci-i q e lasteata a honra das armas .taliaoaa
oo E'yihreo, t? pbado brilbioiemeo'.e as suas empozas ; ao
que accresce qae as s.ias qoalldadea de aimi.
oti-tr-idor correal Darclha' com os eas talejtos
le estratgico. NSo preciso maij para qoe o
govemo i:a;jno siga dociltate as suas tosp
r.cOs. Por coaseqaeacia as loforajacjies que o
jirual a vampj o sobre os projecto do ge.
oeral, se cao a-j de orna au'beo ciaade abso.
lula, -.io uelo mejos de orna grande verosim'.
Ihangi.
S!onlo a Stampa*, o general faria sa06S'
para a frooteira urna parti das suas tropas e
ao me-mo temp.t eavi;rU a Me i-iik delegados
parj Ibe preporem a formicio de naa con;m3.
sao destinada a cmeorar um tratado da paz* A
Ii lia exigira 'odas aa conrjlc s oecessarlaa a
drfezi da saa colonia, i.s'o o desa'mamento,
o chamamenio dos ebef^s das reg'as limitro.
phr'e, c intercame-o da Man a cia, a renoacia
ao Tu;re e ao Aem, e o recoirecim n o da so.
heraaia italima na Abjssinia, sendo qae, si Me.
uslik reca-ae. oa pretendesse aabar 5a u,
ogene-al Baratier seria autoneado a invadir a
A ut-ara a c Cooa ; a guerra seria entao feit/
coma maiorceleridide.
Parece qae esta todo prompta para es8i ex.
pe icSo, podendo concealra'.se em Adue dentro
de pceos das 10,001) bometis de reserva, at
qoe ebegoem oovos reforcoa da metropole ; e
assim trata.se de am altimatum em re. ra ; mas
como o negus Meaelik provavelmente so nao
submetie, ani temos urna verdadeira guerra co.
loniai.
Orno ha de o Sr. Crisp conciliar a execa.
C&o de (So vastos design os cem a penara do
ttiesouro ? E' o qae se nao comprebeae fcil
mente, censurando II Saclo, deMilao, o go.
verno por seos projecos belhcosos, qae vo dar
lagar a coosideraveis despeza, om prcveiio al.
gam, no sea conceit >, para o pas.
Por sea lado o jornal Mattmoa, julga saber
qae o programara do eeneral Baratler! na Afru
ca sera acabar com M .neaacia oo Tigre, ir de.
pois sohre Ole para se apoderar da baca do
lago Tzana o derrabar o re ae Goggiam.
Desfralda assim no Nalo Azol a baodeira ila.
llana, Meselik aera obrlgado a refu.jiar.-e ao
Harrar, onde rtcar prisiooeiro. at que 08 ita.
lanos domioem o paz al Haonascb
Essa campanba accrcscenta o mesmo jo nal.
fule ser feia em tfes mezes com 10,000 bo.
MU.
Tambem L'ltalia, jornal poltico multo impor.
tante, confirma qoe o general Baraten preai.
a.se para atacar aa tropas indgenas qae o Ra
Mangaseis coaceotroo novamente no sol da co.
loma italiana aa Eryrarea, em attitade mese,
dora.
Este OTgao assegara que Barttieri receben,
antes da sm partida para M naaooah, autonsa.
Cfio do goveroo para emprean 'er orna enrgica
camoacha contra este protegido do Negos Me.
neiik e de Annibller.
Todos es esforgos do commandaota ebefe das
tropas italianas na frica serao por consegua
te dirigidos contra este chefe rebelde; e se o
guada Abyssinia quiser- defendel-o, a Italia
agir en'.ao igualmente contra elle, e para isso
erandes refor{08 partirSo logo para eala parte da
frica.
Como quer qoe eeja, o general Baratieri de-
pois de concentrar as suas tropas em Adrieat,
a (reate de forte colamos de diversas armas j
encetoo a ra mareba contra o Ras Mangaseis,
afim de nao dar Ibe tempo de receber oovos re-
forcos em armas e em bomeos, e de impedir qae
os M*Jbist >s fagara junego com este ebefe aby-
sinlo contra os italianos.
O major Ameglio, commandante da vangua*da
dessa expedigao, alcangou a algaos kilmetros
de Debraolat a retagoarda do Ras Mngasela,
camposta de mais de 1.30) tigrloa, armados, oa
saa maior parte, de espingarda.
O combate qoe dea-se foi reohldo e o mejor
Ameglio ordenoa finalmeate i seis das compa-
nhias indgenas, de qoe dispanba, que os ala
cassem a Dayooetas ; essas realisaram o assalto
com grande energia, soxtliads8 por qoatro ca-
onOes de tiro rpido e puieram em deaordem as
tlleiras ioimigas, qae bateramem retirada, aban-
donando um numero coaaiderovel de morios e
feridos.
Foram aprisionados 300 hornees pela colomna
Italiana trianpnaate qae batease em Damero
maito inferior ao adversario.
Os tigrlns defenderam-se vigorosamente, e jal-
ea se qae elles devlam ser commandados pelo
Ras Alala e ontros vassallos do Negos Menelics,
qae contra o* italianos faz caosa commom com
o Raa Maogascia, o qa*l oa debandada foi se re-
fugiar com om pequeo numero dos seos as
montanbas Najare, ao sol da Abyssinia, on Je os
vencedores o persegoem e procoram captrelo,
teodo tambem o mesmo Ras Maogascia abando-
nado a poaigo de Antalo, qoe occapava, e da
quil tomaram em seguida poaes aa forjas italia-
nas.
A impreoaa elogia o general Baratieri pela
promptido com qoe Iriomphou, e a eraade maio
ria aconselha ao governo qoe annexe definitiva-
mente a provincia do Ti;re a aoas colooiaa da
Arries.
A opinISo poblica do mesmo modo favora-
vel i esta aonexagao, qoe o governo, sem dovl-
da, resolver.
O goveroo receoeo novo telegramma de
lassaonab, commoalcaado-lbe oa detalhea da
batalha qae dea-se perto de Dabraalat, entre as
forcaa do m'jor Ameglio e as de Ra Maogascia.
que aquelle tes bater em retirada.
Os lennos qae occapmm esta localidade1
abaodonaram-oa precipuamente, deixando ornas
cem espiogardaB, maolgOea e mllbares de ani.
maea de qae as tropas italianas ae apodera
ram.
Acc-eacota o mesmo despacho qae " caaraa da expedigo occjooo o campo do Ras
Manasela, mas qae os fugitl os baviam loc-n-
diado a maior pane das tendas. bochas e oatros
e'ementos de qae o general Baratieri deaejaria
apoderar-se.
O Ras Maogascia e os oatros ebefes rebeldes
f'igem. oizem, de acedrdo com o commandante
Edda moeim. caminoo qoe major Tee|l, ebefe
d .8 trooas italianas procara enriar.
Oa 300 tlerioos, prislonelroe em Debraolai,
foram mandados sob boa escolta para as forta-
lezas ae E ytres.
Na -apital e em todab as provincia do Reino a
noticia desta victoria, alcancada sob-e os ind -
geoa* eoblevados, causoo viva 8ailfagao.
A maior parte dos jornaea eloglsm o major
tmeglio e soaa tropas, pela attitade com qae ae
portaram dorante a aegio. _
Li Stampa, folha inflaente da capliT,
poblica em soa eiigo de U do paaaado, m
extenso artigo sobre a guerra da frica.
Dls ter recebido noticias da Abyssinis, aegan-F
dL.LQ V' wt,raQoe o R3j Maacaseta
-PfJ?-h. ,'!" aun ""bra estratgica
deste chefe reMdeqo lotoito da laolar a colum-
na do general Baraltierl, da qae esi aab o com-
mando do general A-imoBdi. e em geeada coo-
"1 V?i l u*l ?,naa ,a'^ as local.dades
le Antolo e M.kalle, cortanda.|ns todas as
cammootcagOes com Masaaooah
Accreacentaamesmafolb.qe ae este piano
toase execou-fo, as tropas Italianas teriam em
breva de dar enrgicos coabat-s -).v3 0 re.
beldes e que a menor fvqueza da parte dellas,
poderla atarreiar fanjstaa conseqaencias pois
aa denais trihaa doTig-p, boje neutras, de'certo
oair-se-ho s tropas do Rig Maoeascia, oara
der-otar a columna do geacra! Baraitiri e as'
de neos officiaes.
Affirma ainda o rereri lo jornal qoe os Malnis-
ti8 estid diapostos para recnassar es-.aa til m:s
to territorio do Tigra, julgando !l Seclo* qna
Miogaacia reaoio-ae ao Negae Menlilc e que
o-a est aa abrig.i daa tr. pas do general Bsrat-
ri.
A importante falia milaneza rr quj esta che-
fe indgena continoar as tnt-tilHsdei a-slm qae
as tropas italianas Iha derem tempo de or,?aGi8ar
oem o seo exercito.
Segando noticias recebidas da rdn--nuan,
r,r-se qoa a Bmbelo da regllo da Ua -e-
voltou se contra Ras Mngasela e qoe o (|..i jg-
g'am sob!evoa-se tambem contra o Ne;.e Ha-
aelik.
No entretanto, dls-se q; c.-ta mant'm ha al-
gara tempo r. i-cSes com o Mandl e qoe este
o'gemsara troyas ptra ccmbtter os italiano?,
sendo que nesie momeita oobiliaa o Na^as to-
das as suas tropa=, pa-a ao-isionar 03 italianos
ng mnntanhas do sul do reioo do Tiara, caso o
general rliratleri qaeira oro"eiiiir ai" la r.o >o-
terior t*e abyssinia a exeora&o qoe elle emfre-
beotfea -o ira o Ras lan
Sabe.sa (ara em qu-o RisAb^ola acia-se,
lia agoos dias, junio d-i meamo Neg* Meliic,
eoa aa forcaa da qae diaoOe, para anx liar a es'
te. se dfcidlr a narcaar contra os ltal anos.
n auitade do Nesos Aby3.iio tem causado
grande irri'aoio e molto nrovavel qne o go-
verno saio'ise o general Baratieri a i-fingir"
ihe castigo ex.-mptar, pobUcando os i-voaea da
noite de 19 de O.ior.ro, que, em cons o*ncia
de violento tufo. qoa causau coaside veis ea"
tragos na Abyssinia, cahi.i um raio na tenia do
Negoa Menelik, mitcndo V3rios 88'vos c feria-
do o gravemeaie. alm da parslyaar-iae o flo.do
eiactr'co cornDletamen'a a liogua, o que ^arece
de confirma..8o, qae alada ss nao tem.
O Ministro da Gera receneu a 14 de Oa*
tab-o n noite, um depa.ho oficial em quj c ge,
neral Baratieri commarilca-le d9 Mias-ionab,
ter enviado o geo-ral Arimm com aa tropas do
exercito regola', atim de dispersar o auelcj dos
inigeaas rebeldes e auxiliar o Ras Sebnn, ac"
abor ca localidade de Amo.alagii, para mn'
ter-se nesia posigao.
Acrresceota o despicho oo s qus i ppala*
Cao teaa* regiao aa Ataysaloia eai moitu aa is-
fe ta com a pressoga dos italiaooa e naarei-ogoa
cliefea dos eeos manifestaram o desejo de vel oa
s|Ji defiuiivament etabelecidos, saodo a aau*
de das tropas ;e expedigo bea, neto at agora
ae teodo registrada na?o algum de doecca coa*
tagiosa ; como lambe n qoe as columnas da ex*
pedicSo dispersaram todas aa fo gaa dos ebefes
indgenas rebeldes, marande-lbea malta gente.
O Ras Sebatb, amiijo dos italiano?, tinha de
vir presiar ao general homeoaeem em AUlo e
apresentar os cantes das oairas tribus pequeas
dessa regiao da Abyssinia, qae r.corb ce o
protectorado do re da Italia-, o qua effeciivi'
mente acaba de dar-se, chegaado mesmo o Res
Sabatb qse'.la cidada acompaobado dos p-in-
i-tpaes ebefes indgenas da r.'.i) de A .- baala-
gi, que com as suas bomeoagbos e deciarago
da sabmtsso. pediram ao general qo exprs-
saase a Sua Magostada o Ra ilamberto \ me-
Iborea aentlmeatoa de qae se acham possuidoa,
solicitando atada, em oome da populago de
seu pas, a protaego real.
O general Baratieri nomeoa o Ras Sebatb
chefe da reg'o de Endorta, e o Ras Degiacali,
ebefe da de En-iasemi.
Oa doos chefes Indgena?, amigos dos italia-
na*, eoiam de gran Je influencia entre as tribus
do Tigre e taes oomeagoea s podem causar boa
Impreasao.
J comecaram oa trabalbos para construir for-
tlflcagOes em Aotolo e o general Arlmondi far
exacotar o qua ttcoo revolvido fazer-se em tomo
je Makalle, oode ebegoo o eenerel Bai- 'isrl,
eceDendo em aegoida as priocipaes pe soaa-
gens da regiSo, qoe em nome da populacSj offe-
receram-lhe as seas bom^uagen?.
O mesmo general teve tambem urna b-ilbante
recepgao eoa Adona, caja popolagio lOdgens ac-
clamoo-o e aoa seos Bjldadua, eabindo o sacer-
dote abya-inio Tbeopbllo ao sea encontr com
?doiU solemnidade, para aoeogoar as tropas ita-
liana?.
D'arl voltoo o geoeral Baraltierl para A?maa
com oae tropas: e dlzem que assim o fez para
desviar om movimeoio poasivel, illadiado os
madblstaa que ee diapoobam a- marchar sobre
elle, e lato de acco do com o Negoo Menelik,
contra o qual eapera-ae am movimento revola-
cioeano oo reino de Cba, qae del le depen-
dente e onde o predominio aa anarchia abso-
luto.
No emtanto, a Gtzetta Pieajontese* affirma
qne o governo resolveo eaviar eaforgos .impor-
tantes s tropas regalares do general Baratieri,
aa quaea vo substituir as fortalezas da colonia
da Erytbrea as forcaa indigeoaa que tm de se-
galr para as prlncpaea localidades da prov-n: a
abyaaioia do Tigre, ba poeco cooqoiBtada pelos
italianas, accrescentando o mesmo jornal qae o
ministro da guerra, enviar com estas tropas ca-
ob0.j8 e metrainadoras para armar oa fortes qae
se consiruem em torno de Antolo, de M kalle e
out'os pontos daqoella colonia.
O qoe c rto que reunlo-ae um conselbo do
ministros para tratar desaes negocias, e tedos
eiles sao unnimes aeora em pensar qoe laz-
possivel recuar do Tigre, provincia abyssiala,
occopada pelas tropas do general Baratieri, pois
qoe reaeotir-ee-bla muito a intluencla italiana
oeata regilo, qae no dlserdos jo-naea da-ooite o
governo resolveo conservar.
Para cob-ir as deepesas com esta expedicSo
consegur-se-ho graodes economas dos diffe-
rentes orgamentes, especialmente do das.Obras
Publicas.
A's datas da ultima hora dizia a cTribun:
ter recebido am despacho de seu car-espon la-
le em Mcsaac-oab, em qae communica qae o Ne*
gas Msael'k, qae ja bavia deixado sm capital
frente de um exerouo poderoso, com o um de
atacar aa tropas italianas qoe oceupam a nro-
viocia abyssinia do Tigre, su-pendea nspera-
radament a soa marcha, sendo descooaecldas
ainda qaaes as snas nova] in!.ngfles.
Ha serlas ioqoie agOes em razio 'da attitade
qae em Roma assomem oa negocios da frica ;
pois aobreveio insistente Ooalo de ter o governo.
ecebido peasimas noticias de Erytbrea, ar-
mando-ae aue o Ras Maagascla, frente de no-
vas tropas, invadi o aol do Tigre e que ootros
ebefes abyaslnlos revoltadoa eos madbialsa mar-
chavara pa-a aaxiiial o a triumpbar das forcas
no general Ba-aiier e repellilas daqoella pro-
vincia e do territorio de Kassala.
A respailo, ea joroaea goardam silencio, mas
ojroaltLi Fanfalla, o-gfio imporiaauasimo
da imprenaa romana, fallaodj em aeo oltimo
numero das qoestSea africanaa, julga serem bal-
das de fundamento as noticias pessimiaias qae
teem circulado ; e diz que aa informagoei qna
pole obter, indoiem-n'o a considerar que todo
eat calmo agora na E-yihrsa e na provincia
abyaaioia do Tigre.
Esta informacao combina com am despacito
indo de Ma^sonah e reoebida a 10 do c -irenle
pelo ministro da guerra da asaignatora do ge*
oeral Baratieri, em qoe afirma qoe a calma
alli completa, assim como oa provincia de Ti-
gre e regia) de Kassala.
O gofcreador de Erytbrea accresesota .qae
oo ba perigo aleom immmeoie do lado dos
abyasioos, nem dea madbis'as, e que as trlbos
indgenas coottnoam, ao coatrario, a te sab*
metter.
*
i


-1
BIBLK G APHIA
Joo Barretto de Menezes-O
raeu ideial Versos Pernam-
buco, 1895
E' anda ueste pequeo volme de 12 pagi-
nas apenas, que o aoctor dos Amarantos
esse bello ii>ro cojo ultimo soneto foi um pe-
sadello para muita gente-oos da ama i prora
bem viva do seu talento potico lo bem pro*,
0itado, e tao artist icamente cultivado.
. .-
------------------


WSm
Dittrio de PenuMUtonyo lomlngoHJ*e iVovwlHro te FSIM

^
E
1
iij,
al-
Queulguam. toiav.a, nio houvesse lif os
*uiarantno8 : a bra agora esae algoara -O
neu ideial, saboreie un por uin todos es ver
sos, onde a r'ma salta rutilando, e a idea ex-
plode, espomanea e f-emend ; e diga me de-
pois se oessoS poucas pagina mat tao bellas
tao ongin.es, oao sorprebendeu a manifes-
Uco evidente de um dos melhores poetas da
moderna rago brazileira.
Km Joau Birrelto a idea da ora arrojo que
nao encontra diques ; bem poucas vezes-o que
nao tu teJe a maioria dos iiossos bous poetan
acoiit-ro quj o vdo de sua imagnagao arreba-
tada e creadora que api isionada pel03 g i-
l(i5es da ilraa.
Nao f.co paralellos entre os Amaraotlios e
.0 weu i ieial --i ba dUUreoea entro umfcos,
umnao d atnerece o oulto, pu-qua cada ura
delles eonsutu* para o po.t > um honroso pas
aporte Iliterario. .
Nao des. o a particularidades; ado que nao
sena iato I arl-d n'um livni.ho desia n-.ture-
za obe i c- ma t^do a um uuiuo aeotio.' ato, e
onde, afin.,1 de conta-, nao serla 001 verso me-
nos itiat.co, ou, para usar urna pbr.se io pro-
prio poit.i una virgula que eaeapaaae a nioii-
dadetyoograpbicaque poJer.am coi.corr r
para qu"unir a hairaoun desse todo luo 0<
rile ti" paixouadam -n '- Biabe vibrara
ma inapir.dae soiiiadoia poeo.
Deixo po s, religiosamente mlacto o Ideial*
Uc Joao barr tto-essu ideial que aojo na
erur.da uu>'como ura leque abartJ alvuja na
plaga "islaote e solitaria, por ella divisada ein
uas aepi utes. .. .
cantaitu-me, fechando eslas ligeiras liohas,
em proporcionar uo lettor as segrales quadras
que, com chave d'ouio, techara o poemeto :
Pegada de anclas a minh'alraa tonta
Tropeca e geuie, tatorce-ai e desmaia,
Ps raws veis quando a vossa ponta
lotaua debauo de nevada saia.
. Fes seductores machucai de leve
Do meu carinho a descorada rosa,
Vos que pisaes a gramma luminosa
Gramma dos astros que de orvalho a nev.
. Do vosso passo que parece d'anjo
Abrs na ierra lmpida ..armona
W9 seductores que eu vou ver se arraojo
Dentro da calxa azul da phantasia.
Manad Arao.
REVISTA DIARIA
- Ev.-neracao-Por acto de hontemdo Go
roador o Estado foi exonerado Jos Loelbo
felado cargo de engenl.eiro chafa do d.slr.cto
d^Ssc0arr?a-OlJUSrl,C8r:Ooyernador
d-iido ao que requereu o ma)or Jovino Epipha-
oto da loobai escrivao do Superior Tnbaoal de
SSitca, tando em vista o resultado da raspec-
,-i' a Jico a que.foi subraett.Jo, raaoWeapo
! o c. m a pensao a que liver dire.to na
S*. Dr. Goveroador do
re'..-.
atar .
. fall
Ofii i
nao do
mer.to apr
celt'ei *
mcldi.
Ko'.en bro
i o rrm
16 ni i ila le.
RecursoO Exm.
ata lo poi Decreto de liaatem, deu prov ment
fo recurso inlerposto pelo promotor publico de
Govanna, da deliberado do extinclu conc. I io
J o municipio, em virlude da anal loi
le oo bach .re Antonio Joaquim di A'buquer-
cue Mello. | ara o caigo de juta di 1. dial teto,
\n "a-, exiraordinaria de 12 d'este mez.
coneelaao municipal-Rooio-ae non
lea woc-11" Moiapal uo ttectfe sob a presi-
eiro i'serrrlar.o r*ocwroC.
i a Kragofo, acaodo-M preseut-a o> cen-
v ea> i Mecedo Hermioo de Figori-eio.
Td ,w.7 ie--ro B/taii, Dr. Coelnu Lene,
' Sitia Jlfraao Aimeid e Cosa R<-
an.to erm cauta os Sra. Alves da Foo
e G-re^l lo Amamal.
rra a easao, ful Roa e aem debate appro-
. 8.-ia a ;t:ftj anterior.
Ur,i:. (Ii conato do aeiitnte
do D Secreiario oa Preftl^ra id-j
o ( ii ceibo uore o objecto to requer-
(gol taco na seatao aulerior pelos ceu-
Mar.os, Samoa Selva e Alf'S.lo ai
reputo Ca oC(Upa(.So de cae*-22 di
rea tompa-ibia de- Bitlh^raruenua
Ic'.ei'sflo, qne se aolUeita oo Or. Pre.
fwo p:i Pido qn uta e- queiie cae/.
Pel-tu de orbn:taco (. Aooico Fonsei-a e
luz Ducr i. pJl mpaob Ferro ta-ni-B^a
Va.-ttn rdta-o iwnclo de impohto* monwt-
I.. dorante 10aOEM.-A' com^ lObraa
"hxo^aa'eoadea de artista rafcellelreirce
e p,:n.lo a'cctfecfiao ta urna le
q,; .,; p, ,-'; te-ora dob dcmingoadoram
1 (:b |; ., f._a' con raisrao e le^.islacao.
, no (orara oc-Mdaa loforroacGC-vrer-
b-.- r : naa pelo tbe o ero sobre a aoiccao
fina- alagan le B a.o pea a fonda-
i flfvU... ut:v lid.. Iicaa>;>
equt >-raiij os COasniiet-
da Silva e retro B.-Iii.
Ptla crdem fallar: m 80b e d verses is.^o.-
ph del treM* pata o anoi-ipio oa ccLe^DM-
ce M reo. d. Siivf, tosa Ra roa e Alfredo Al-
axiua, pregando a loaoa as expUacoea lcc-
sana' o Sr. Prr Bidente.
Palgai to > ordem do da. fu lido um parecer
da co-i-m i-eao de Ifgiautao soore as p.-ojecio
ia ,-p-feectBdos, ar,provaudo os actos dos pre.
retina sn e orea e cando aeoomiuacOes a dive -
gas roas, coocloindo qoe es refenoca projecios
efo no cbsc de aerem adOiitildos oscoosao,
tal nal ae acham redigiaos.-Approvado.
iaioar-a para orcem do ,a da ae^ao st-
co-.ie a I." diCssae 'ios prejeetoa a que ae
f-e o paecer cima e man parecerea qoe to*
rpm tpreeeo'apop, 'ol IttaoUdaa eeaaao e adu-
di ivr* odia 25 ao meloda.
Governo do Eslado-S. Exc. o Sr. Dr.
Secretario da Juanea expedio oa aef,uinies
pinq -
. secretaria da Juslica, Negocios Interiores
e lnsiruccQo Publica do Ka-arto de Peruambuco,
Diractoiii do Interior.2.a seccao, em 16 d:
Jiovembro de 1895 ,:.,
O Secretar o da Jusliga, Negocios nter ores e
Inetroccao Publica, de accordo com a informa-
cao do Dr. Presidente da Inspectora ooa Tbea-
tro de hoie datada, resolve lranlerrr oara os
mezea de Maio e Juoho do anuo vindouro, a
concesso que fuera a Moreira Vaaconcellos e
Silva para irabalbar oo theatro banu Isabel
em Marco e Abril do mesmo anno, a coman ia
de que gao emprezar!os.-(A8eigoadu)-./to
de Mello l-'ilhc.
de
', i
r
'
J
ael
I 13 ; 2^(10
li'o o qi e
Secret.ria da Justica, Negocios Interiores a
Instrucgao Publica do Estado de Pernambu "
Directora do Interior.2." Secgao, em 18 de
Novembro de 1895. .__
O Secretario da Justica, Negoci08 Interiores e
Ipslrucgo Publica, de accordo com a informa
to du Ur. eresidcnte da Inspectora dos tbea'
tos, datada de 18 do correte, resolve contra-
Ciar'com Arturo Ferrari, representante da em-
presa Ferrari & C urna companhia lyrica, alim
de irabalhur no theatro Santa Isabel, mediante
as clausulas seguinlea:
A empreza Ferrari & C. obnga-se.
A dar una estajo lyrica nos mezes de Fe-
vereiro a Abril de 18%, podendo dar comego a
mesmu, si a|.resentarae antes d'aquella poca.
A azer repre3 llignon fescatore di ferie, Gioconda. Aida,
Faast, Pa^liacci a outras de reperlorio esco-
lhid-is iJ'enlre Lucia di Lammermoor, Un Bailo
i Maschera, Barblere di Seviglia, Fosca, Nor-
ma II Trovatore, la Traviata, lorie fsalvato
Rosa J. Punan!, Lucrezia Borgia, Cavaena
Iiusii'cana, Cdrmo, Rigoleito, I. Lombardi, etc.,
A abrir urna asignatura de quinze recitas,
coja importancia aera cobrada de urna so vez.
A dar sempre aos aasignaotes as operas em
piimeira repreaeotagao, podendo estrear com
um espectculo em recita extraordinaria.
O
A nao repetir aos aeaignantea a operas, salvo
aa aluda nao repreaentadaa no Eetado, como ae
am MettaWfele, Mignoo,- Pescalore di Perle,
que aoa mismos s pder apreseotar duas ve-
A dafaca aMjgnantes nanea menoi dedous
espectaculosaor samaaa. _j
A dar espaclaculoa extraordlnfr os aem pre.
juuo dos de assignaiura.
o
A apreseniar a companhia com o peaaoal ar-
talico compoato de : Uji regente da orchea-
ira, um soprano dramtico, um soprano legga-
ro, um mezzo sonrano-co jlralio, um soprano uti-
lit, um tenor dramtico, um tenor leggero, om
tanor comprimario, um baryono d'oblgo, um
bar;tono brillante, um baaso profundo, um
basao cooata >te, (riota conataa de ambos os
aexoa, urna or lieatra completa, dando prefe-
rencia aos profeaaorea do Conservatorio Mu-
sical de Pernambuco e um corpo da bailarinas
n&o inferior a d<*z flguraa.
9
A dar comego aea eapactacu'os s 8 1|4 horaa
da noit, aa.quaea eerao reguladas pelo relegio
do Thetro.
10
A cedar una especaculo i m favor do Theatro,
ni du a com paga escolhidos pela Inspectora
dos Theatros, e btm assim u;u-i matine*, c-jo
|-rogr-iinuia ser organisado de accordo com a
mesma Iospactoria, derendo o producto della
aarapplicaao em favor de t.ma nstnuigao de-
signada pelo.Uovernador do Estado.
A manler portairos a conservar tambera aber
las, dar ave os intervallos doa espectculos, as
daa portas Ularaes do Theatro.
12
4 observar o Regularaenti do Taatro, n5o
Bando aiiHittido iniermediarioa.
13
A deduir da aubveugai concedida palo Go-
verno do Eslado a quautia oe 1:030J, a qual
ficua desde j depostala naJUirectoria Geral
la Faienia, para garanta das multas em qoe
possa inc.rrar ^por si, aaus ai lista s e empre-
gados.
14
A renovar igual quauta da mesma subren
gao, urna vez que eil tenlia sido esgotada com
o pagamento de multas.
15
A cobr.r doa aasigoantes, a quem dar o des-
cont da 10 por cento, os segu otes pregos, os
quaes 80 poderao aer alteradoa pelo Guverno
do Eslado, sendo ouvida a Inspectora :
Camarotea de 1. a 2." ordem 40J0D0
itos de 3.' 2S000
Ditos de 4/ 12SU00
Cadeiras de l. classe SS'JOD
Duas de 2. 6S0U0
Piaiaa 4S000
Parasos 2S000
Avuls08 185 O
16
A empresa poder estabelecer biltietes com o
nome deAvulsos --. os quaes devero ser
visados pela Iospecioria a nao podero exceder
de 100.
to empresario concedido o auxilio de
2:OO8, que receberi em tres preslagOea, sen-
do a primeira logo que realizar o primeiro es-
pectculo, a segunda depoia do dcimo e a ter-
ceira depois do penltimo.
18
O pre8ent contracto, para os flna legaea, ter
o va.or de 5:0003, e podera ser racindido urna
vez que o empresariu nao aprsente no seu
elenco arlittaa de merecimento a jmzo do
Governo do Estado, ouvida a Inspectora doa
Tneairos, perdendo nesta caso a subvengSo a
que tiver dire'O.
19
Aa duvidas que se suscitarem durante a exe-
cugao do preaeute contracto serio resolvidas em
ultima instancia pela Secretaria da Justiga, li-
cando desde j aem effeito a Portara de 22 de
Junlio do crranle anno.
(Assignado) Julio de Mello Flho.
Teaipinho di Arsenal de Guerra
A Coiapanlna de Aproiiiies Arlilices realisa
boj'! o seu 4." espectculo que, como j 'ivemos
occasio de dizer, promovido corn o nobre tm
de anganar donativos para o patrimonio do cul-
legio Salesiano. PJB
O espectculo constar de tres parles :
Na primeira, depois de execuiada a ouver-
tura, ser representada a i.iteressaote comedia
em I aclo-Em roupas brancas ; seguindo ae o
arriscado trabalho em barra fixa pelo aprendiz
Hsrminio de Souza, e granJe exercicio de torga
em trapesio aimpha pelo menor Canpoa de
Oliveira. .....
teri recitada tambem a bellissima poesa de
Thocaz RibeiroA feaia a a candade.
A segunda parte constar da apresentagao da
comedia em 1 acto-Attiinulagoea de um estu
dante; e do duett do Fejao a da Carne Secca
da revista Pontos noa li pelas menora artfices
Alberto Santos e Adolpbo Gregorio.
A lerceira parte constar da 3.' representaga >
da aplaudida revistaA Apotbeose, original de
Medeiroa Filbo.
Rever a orchestra o profussor do estaheleci-
mento, o Sr. Joio 3eojaiin Alves da Silva
Tribunal do Jury do Reeife-Hon-
tem responderam a chamada 18 jurados.
Foram aorteadoa os seguintea 8upplentes:
Antoaio Gomea Paiva.
lo&o Affoaso Borges da Silva.
Manoel do Espirito Sanio e Silva.
Jo5e Pereira da Silva Jnior.
E izeu Ramos de Barros Silva.
Francisco Salles Albuquerque Mello.
Fortunato Roberto Guimaraes.
Antonio Martina Saldanha.
Dr. Adolpho Augusto Sime8 Ba-bosa.
Jos Ildefonso Oaroeiro LeSo.
Dr. Manoel Cicero Peregrino da Silva.
Joao da Cunt a Magalhaes.
Carlos Frederico da Silveira.
Teneote Ceronel Manoel Anselmo Pereira Gui-
maraej.
uanoel Jos Teixeira de Farias.
Cumulo Lellis da Silva.
Joaquim Joa Ramos.
Manoel Jos de Oliveira Lima.
Esiao sendo multados diariamente na quanlia
de 5SOO0 os jurados que leudo aide nolifleadoa
deixarem de comparecer.
i ou se para amanb a installagao da seaao.
Publicaces- Recebemos:
Um exemplar do manifest dirigido ao elei-
torado do Amazonas pela matoria do directorio
do Partido Republicano Federal do mesmo Es-
tado.
Os ns. 8 e 9, vol. V, anno V da Revis-
ta da Educagao e Ensino do Estado do Para,
dirigida pelo Dr. Octavio Pires.
Eis o summario do ultimo n. :
O canto na escola primaria.
Coagreseo pedaggico.
Gentlicos, por Vilneoa Alves.
AcertAaserto, por Vilnena Ivs.
Litieratur, o vinho de meu to (Novella),
por Feliciano Pascal.
De inubia mao .. por Basilio de Carvalho.
Pedagoga, o portuguez ensinado pelas tbeo-
riaa modernas, por Jos Piulo.
Ni ticiario.
Agradecemos.
Fabrica flm de seculoFundouse
ag:ra em Tonawania, perlo das quedas do
Nigara, uma sociedade induetrial ; fabncao-
se uas anas oficinas homens-automLtos movidos
pela electricidade.
Eites singulares manequina servem para pas*
seiar reclames pelas cidades : lm dous metros
de altura a camiobao gravemente, com pass)
medido e mageatoso.
O- pnmeiros eosaioa Spreaentaram excellen-
tes resoltados ; o auiomato empurrava um car
rmho repleto da aabes e pi ulaa e coberlo de
reclames. |
O prospecto diz a este proposito :
Com oa seus olbos azuea, devassando ao
longe o horisonle (?), o novo Ser deaempeoha
va fcilmente o seu olficio, de aorta que ae p
de cons lafar at ingido o tim qua linhamos em
mira. *
O homem elelnco alm da?o, prvido de
um pbooograpbo acondicionado ao ectoraag),
ae aorie que diz papai.e raamai, como os bone-
coa-bem educados. i
Talvez, depois do nomeo elctrico que falla,
os indualnaes americauos uvenlem o homem
elctrico que pensa.
Limpea publica em Parla-A liar
peza das ras ue Pana cusa municipalidade
daqU'-lia cidaJe, annualmsnte, a quantia de-----
6.700.000 francos.
Oa propretarioa sao obrigadoa a coo8ervar
llmpas aa calgada de auaa casas, excepto quan.
do a nev multo densa
O Concelh da Monicpalidade emprega como
varredores 3.000 homans, 600 mulheres, a, con-
furme o lempo augmenta anda mais essas tur-
mas. ____. i
O conservadoras Jas ruis formS) tambem
um granda exercilo a rocebetn 4 francos por
da.
Os varredores recebem 36 cntimos por
horaa.
A lrrigagao das ras, falta pili ayate ca me
Ihjr e miis birato, coala 2.000.000 francos.
Alternado anarclilsta-Em Lisboa, na
uoita de 21 pira 22 do mz udo, appareceU em
frente do Caf Suisao, prximo do (beatro da D.
Maria e da gare da estrada de ferro, um indi-
viduo baixo, lypo supeito.
A' porta do caf estavam muitos orBciaea do
exercito, entre os quaes os dous capitaaa do
corpo policial;
O individuo suspeito atirou com algumas pe-
draa para o grupo dos otUciaes, ferilo um ma-
jor. Perseguido pelos orfkiaes, o homem fax
frente a um doa capildes aa polica, a quem ati-
rou duas pedradas, gritando : Vivaaaoar-
chu l
Fot preso. O caao produzio grande aaaaagao
na capital portognaza.
La Iilustraciun i'spanoia y Ame
Theatro Olindense-lioj>, n-ae t",ea-
tro, a AiMiciacao D ain,ti:a 8. Jjs realisa o
sen segundo eapectacolj. levando acea pela
ae lauda H-leaa.a
T-rmioai-4 o espe.ticulo com a Hola caogo-
niti cornici SO de am na;d- e a comalia
A orlem 'aBjoar.
Aij-8'ie.a;aoa a cid-Ira qoe nos foi eoiere-
gd.
Lyreu de Arles e OfHeius H >je a
Socladade doa AnUus M-cmuos e L beraei so
temaiia o 54 malversarlo O pr^cramma a-ha-ae pabli^sdo oa 5." pagina
desti Diario.
Canhao de Krupp\ commiss techni-
ca militar tara exam? brevemente, na fortaleza
de Santa Cruz, aiim de experimentar as obras
de montagem da iros cauli5is da 15 ceniime
tros de Krupp. Essa obra [ora feita pelo Sr
majar B:igs Fortes, ento p:rtenccnte com-
miasio de fortiflcago da barra, neaaa lempo
com'j agora dabaixo da direegao o Sr. tenente-
coron-). Muniz Freir.
Inspectora de-Myfylen-Ei3 o bola
tim da mortalidade de 1 a 15 de Novembro, da
cidade do Recife :
ricana -Pela agencia Iliteraria do Sr. Leope!. i- 'O intuito da coramissao nicamente avaliar
ilvoira foioos obsequiados com o n. a resistencia, a solidez,
do A. da Sil
39, anno 30, da Lluatracion Espaola y .vnii-n
cana.
O presente nunjero, como sempre, vera opli
ai.', trazeudo ntidos phologrsphias.
^.Gratas pela offerta.
Igu-.rass 'tea i-i-s; h je a festividad-.'
religiosa do- martyres Santas Cosme e Da-
Daiko, em iguTasa.
C >usar o programma do seguinte :
A'8 4 horaa da id uili, missa resada cm len-
gao daa pessoas que co^lribuiram para a fes
ia.
Ao lvorecer uma salva de 21 tiros.
Al 10 horas, entrar a festa,. precedida de
tercias, sendo celbrame o Rvdm. vigario Joa-
quim Juvenci) do Amaral.
Ao Evangelho oceupar a tribuna sagrada o
Rvdm. p.dre Zferino Ferreira Velloso.
Ao terminar a (esta aerSo largados ao espac >
dois i-uportanles aerstatos, secun lados por
um salva de 21 Uros e diversas giradolas de
foguetes.
A's 4 horas da tarde, serao exposias aos fleis
em solemne procissao, as veneraudas imagens
dos padroeiroa da freguezi', bem como ou
tras
Ao recolher a proci3sao, anda oceupar a
tribuna sagrada, o Rvdm. padre Zeferlno Vel-
loso.
A* noute ser cantado o Te'Deum Laudamus,
d lioalisaniio o acto, ser queimado um grande
fogo artificial, prepralo por um hbil ai lisia
O largo da matriz adiar-se-ha lindamente
ornamentado, tocando em crelos duas bandas
de msica, durante todos os actos.
A riqueza na Europa -Um economista
italiano, o Sr. Mancim, cousideran to o grao d^
prosperidade, de riquezas e de onua nanceiro;
dos principaes paizes da Europa, faz os seguin-
tes clculos de ordena econmica o de applica-
gOes polticas:
Riqueza comraarcial: Inglaterra, 162 bilhOes
de co.itos-, Franga, 80; Alhmanha, 00 ; Russia,
30; Hall >,14.
Calculamos as importancias dadas em fran-
cos a 15 o franco pelo cambio actual.
Rique.a do slo Franga, 80 bilbOas da con-
tos; Inglaterra, 42; Russia, 40 ; Allemanhii, 39
e Halla, 2.
Rraiiicento bruto do slo: Inglaterra 9 bi-
lhes de contos, Franga 8, AllemuiUa 4, Russia
4, Italia 3.
Commercio exterior medio: Inglaterra 15 bi-
Ib6ea Je contos, Allemauha 10, Fraua 9, Russia
6. Austria 4, Italia 2.
Hectrea da trras cultivadas: rranga......
21679.91 Allemanha 23.870-.810, Iaglaleira
22.551.025, Italia 14.160.050.
Reudimento bruto por hectare : na Inglateara
400, em Franga 3003, na Allemanha 100S, na
llalla 7OSO0O.
Froducgo do trigo: na Franga 403 litros por
habitan e, na Allemanha 365, na Inglaterra 220,
na I alia 170*
Passando a consi teragos polilico-flaanceira.-1,
accrescenla o Sr. Mancini:
O total dos mpostos supportados pe os coo-
tribuintea : na Inglaterra da 20)} por eabe-
ga, na Franga de 258 na Allemanha de 308 e na
Italia de 90SODO.
A propriedade rural tributada : na Inglater-
ra na razao de 5 "/. oa Ailemaniia de 7 %, na
Franga de 10 "/. e Dalia de 30 %
O dlreito que peza sobre a 'iquea myel (;
na Inglaterra 6 /., na Franga 8 /c, na A' ama-
nlia 10 "A. e na Italia da 20 %.
Contina o Sr. Mancini:
A quota de ca la babitanle na3 despezaa de
guerra a marinha de : Allemanha 253, na
Franga 238, na Inglaterra 203 a oa Italia 153.
A quoia da cada habtame as lespezaa com
obras publicas de : na Inglaterra 123000, na
Franga IOS, na Allemanha 86, a oa Italia 5S-
Com a instrucgao publica: na Allemanha 5,
na Franga 48, na Inglaterra 33 e na Italia 13.
Coma agricultura: na Franga 68, na Allema
nha 18, na Inglaterra 28 e na Italia 303 ris.
O Sr. Mancini affirma que nio exagerou osa-
ses quadros.
Digno de louvor-Os Srs. Nogudra Ir-
maoa acabara de associar-se de uma oianeira
significativa idea doi aprenlizea artificea do
Arsenal de Guerra em favor do Colleglo Sa-
lesiana.
Meloor do qua poderiamos dizer (alia sobre o
assurapto a carta dos mesmos Srs. que em se-
guida damos estampa:
r Ule. amigo Sr. capitao Francisco Emilio
Paes Barretto. Louvando os generosos sen-
limentos dos aprendizes artfices qua fazem
parte da Companhia Dramtica do Arsenal de
Guerra, qua procurara na arta que tao bella-
mente j, o culiivam, um maio para serem uteia
quellea para quem a forluoa o5o sorn, qua
tambera desejam concorrer para o engrande
cimento do humanitario Collegio Salesiaoo,
promovendo um beneici > na theatro dess-! Ar-
sen I, associarao-nos tambem a essa louvavel
festa de caridade, de que V. S. dignamente
um doa promotores. _
Assim passamos s raios de V. S. 50 exem-
piares da valsa para piano denominada Mon
Rve de que somos editores, afim de arem
diios exeraplares pa3ssados por occasio doj.
mesma espectculo a o seu pro lucio ser'tav '|J!,lu|?.a.1
bem destiod> ao Collegio Salezano. Somos
cora particular estima. Amigos e obrigados.
-Nogueira Irmaos.
QFestividade religiosa-Realisa se ho
je a festividade religiosa do Senhor Bom Jess
dos Pobres fllictoa, na Egrja de S Gongalo.
O prograraina constar do segrate :
Pelas 11 horas do dia, malinas a missa a gran-
de orchestra, pregando ao Evangelho o Rvd.
Conego Fernando Rangel.
A orchestra ser regida \.elo professor Rosas.
A" noiteo templo estara illumioado e exposto
visitagao dos liis.
Uma banda de msica tocar em tsdos os
a^ios.
Kalieclmento. -Falleceu hontem n'esta
cidade U. Ritta Flusa do Reg, presada fllha do
Sr. Manoel Martins Fiusa.
Dotada de qua.idades raoraas qua a lornavao
eatunavel. seu passaraento um rude go pe para
a sua Excm. familia que tanio a estremeca, e
a quem enviamos os nossos sentidos peaaraes.
Seu enterramento tevi lugar hontem a tarde,
realiimde-aa o aahiraeato da Ra do Hospicio
n. 4, onde ae achavao depoaitadoa oa aeua re8-
loe raortaea.
Mucleo*Dramatico Pernambuco -
E' boj'- que essa aasociagao realisa no Theatro
Santa Isabel, a fasta da sua installagao solaor
Antes do eapectacul) ter lugar uma aessao
magaa que conlar4 apenas da discurso olllcial,
sendo depoia cantado o hymoo da sociedad*.
O espectculo constar da represetilaQ&o do
drama O modelo vivo.
Sabemos que a digna directora do ncleo ae
esforga afim dedar o mximo brilbantiamo a
sua reala de installagao.
Exceilentes charutosOs Srs. An
touiu hh Siia & U. propri't nos da iCa-.aoa
* roa Mvq ez ae Oltoda n, 27E ageates da im-
aortaita Nonca ae carotoa A Gampo'ieaa* da
labia, tiveram a riflfz de onVecer nos uma
(aixiona de eXcelierliea cttafuto'oablanoa ojie
acabarais receber.
Ao publico mono recommendamoj os allu
dldoa harotoa: coGaufBCien es pdra aaHsfaze-
rem a mais exgeme fama ue.
Cbamamoa a atterfcao.doa ncadna lelorea par
o aooaacio qoe os 8ra. Antonio da Silva & C.
pobheait boje no aecglo competeita deste Dia-
rio, j
Agradecidos. E
a o fai3o repel las
n'esias condigea de ordem balstica, lcti-
ca e uiecaiiic na iustallago d; tres boceas
da fogo, as.-nu como o lunccionainento dos or-
gaos essenciaes dos raparos ou que se acham
monlados.
O prograrama qua foi organisato pelo Sr.
major Pedro Ivo, da secgao de arlilheria da
comtnissao lechuica encarregado por isso de
preparar os elementos para esta ex[ eriencia,
nada ter Com a balstica 'la bocea de f go,
narn mesmo com outras propriedades euas, e
ter por rm a corporago da resistencia das
obras a constar de 6 Uros pir pegas, sendo : 2
corn o maior ngulo abaixo da zero ; dous na
posig&o horizontal ; dous a toda abla la. Es-
aea iiroa airao feto? cora a mxima carga e
r^Ti o projeclil mais pesado do que atirou os
can).des.
Os canhoes montados era Sania Cruz sao mo
demos montadoa em reparos aperfeicoadoa,
vo augmentar a potencia de alaquo e defeza
de fortaleza.
Os aeua principaes dados de tragido .-8o :
Calib e 149aun,l; cumprimento total 5",960;
cora o compriraen'.o da arraa 5n,343 ; numero de
raias 44: piso da bocea da fog) com a culatr i
raovel 4k,508. Atira tres especies de prsjectis
de tres lypos cada uma especie. Grnalas or-
dinarias de ferro fundido de L 25; L 35; L 3,7.
Granada de ruptura de ago : L 2.6 ; L/3. 2;
scrapnel com envolucro de ago : L/2,7 ; L/3.3 ; e
mais ura-i poderosa lanterneta. Esses projeciis,
destinados a fins iveraos, tra uma organisa-
go especial e seu fim e pesos tambera diver-
sos, variando desde 31k5a45k5. Suas car-
gas de ruptura, da plvora relativamente viva
sin de lk,45, 0k,6S0, 0k,455. O scrapnel tem
550 i.-Ja3 de cnurabo endurecido, pesando cada
ura.i d'ellas 26 graramas. A carga mxima da
pr jaccio que da plvora sera fumaga W. P.
C/89 d; 715,300, imprime a granada de ruptu-
ra do peso de 40 kilos nma velocidade Inicial
de 718 metros, uma forga viva total de 1,072 to-
neladas ou de 237,7 kilogrammatros por kilo
de peso de canhSo, a um alcance mximo bruto
d 12,400 metros. Era iaes condiges, essa gra-
nada de ruptura esl apparelhada para atraves-
aar p to da bocea, al raesmo a uos 500 raeiros;
45 centiinetros de c .ur.iga A', ferro forjado ; 35 3
a 1,000 metros e 27,2 e 2,000 metros, nmeros
que dcarao reduzidos respectivamente a 31,3
21.9,19,7 de coumca forrada de ago.
sao de tiro rpido, tora o fechameolo de cu-
nta cora obturago, por expansao. pos o canho
da tiro rpido, usando por isso cariucho tne-
lalliOO completo, o que Ihe d, razoavelmente,
contando com o lempo das p Hitaras a ura bim
servigo, urna vel jeid ida da 5 tiros por minuto
Esiao montados em magnficos reparos de ago,
systema de formagao de pivot central. Tu
treos hvdraulicos dacylindros independeates e
de resisteucia varlavtl para neuiraulisar ore-
cuo, assira como um freio mecacico mandibular
(lypo de laminas), o qual combinado com un
cabrestante serve para o servig de por e tirar
da batera, manobras de lirapeza, etc. Os seus
oreaos de pontaria, quer para os desvos verti-
dles ou em altu a, quer para os horisontaes ou
lateraes, sao perfjni siraos a funccionara fcil -
ment'' cora a forga muscular, mesmo de ura ra-
paz de 12 annos, e permitiera uma amphlude de
30' 7' e oulra de 330'. Os strumentos de pontaria para o tiro directo e ia-
directo.
Tr.rir.i;tn-se de cauU''-s mis proprios a 'Iros
de ruptura que a outros. pena que nao podes
sera ter tilo montadoa mai*perlo do nivel das
aguus, pos romo ficarara, lero uraa zoaa raorla
de cerca de 500 metros de profundidade. E'
do suppr que na monlagatn dos outros canhes
de 15 e 12 qus all se achara, e outros de grosso
calibre de tiuados s fortalezas da barra, leona
a illuatra ceramiaaSo da fortiflcagao bem em
vista o tal preceito, prncipalment* cora relago
a cupolas. lssescanhO;?, comouirosque che-
gaiao brevimente cora auaa cupoUs, lorara ad-
quiridos durante a revolta
Publicares -Recebemos :
Por ollera da Agencia Litleraria o n. 1119 do
Pimpo, a desopila ite revista.lisbonense.
O n. 13, anno I, do Municipio de Jaboa-
tSo, que contina bem esnripio.
___G i. Qumero da Tarde, jornal que vera
le apparecer em S. Paulo que Iraz um largo
programma por cuja realisagio fazemos votos.
Agradecerao'.
casamento ciwil -O escrivSo dos casa-
meotoa que fuucciona noa diatrictos do Recifa
Santo Antonio, Sao Joa e Afoga los, affixou na
repartigo do registro dos casamento* ra
de Imperador n. 75 1.- andar, edital de procla
as de easameutos do saguinles contrahen-
te8: ,,, -
2* pubhcacao
Joo Baptista de Jess cora Francisca Alexan-
drina de Lima, aolteiros, naluraes deste Eatado
e residentes na freguezia deS. Antonio.
Ovidio Pereira da Silva com Mana Aogala-da
Silva Pimental, soltaros, naturaea deate Esta-
do a residentes na freguezia de S. Jos.
Antonio Fernandes de Azavedo, residente na
freguezia de Santo ntonlo, com Julia Martins
Gones de Araujo Pereira, residente na fra
'guezia da Afogados, solteiros, a uaturaes de
Varila
Impaludismo
Tuberculosa
Convulsoe8
Nascidos mortos
Diarrha
En'ente
Bepatite
Gasiro-enterite
Leso cardiaca
Tean > infantil
Anemia
(^ongestao cerebral
Erisipela
Broncho-paeuinonia
Asih.-nia coageolla
Diversos accid.-n'.es da JcntigSo
Teano
Pneumona
Athrepsia
Septicemia
Bro:.Ciiite
Meiii'io enceplialite
Pebre astarella (Ilha do Pina)
Asthma
yphilis
Arurio selerose
Feriinento penelrante
Hemorrhagia careoral
Paralysia
Coogeato pulmonar
Ictericia
Febre amarella (Boa Vista)
Gangrena
Menmgite
Quemadura
Heraorrliagia umbelical
Asphixia por subraerso
Hernia estrangulada
Pebre typhoide
Vermes ioiesiina:s
Gastriie
Nephrile
Beriben
E .docardite
lisraagaraento
lanero
Dyaenterla
Mortos por causas nao declaradas

.28
19
18
18
10
8
8
8
7
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1
1
1
1
18
rio da installagao do Club enefleente doOf-
frea da Guarda Nacional tipplaosna).
Camarada?, (naoaa), cootmoai a ludir ae'
preemprel da patrU, cerno ardor a errthusta!-
mo que vos sSo peculiares; -ae timbardea un
dia ia eatraa- da- desllltsSo, nos, os vossog
leaes conapanblros'como un illastre poeta,
diremos apontando-no* ao- piste os :
Sao el i es qua sabena vencer os'tyraanoa,
com a gloiia n- fronte, e im a espada na mSo .
(Rorapem calorosos applausos, o orador fra-
neicamente cumprimmtalo-e -lhe offirecid
um rico bouquei). ^
4
S :ORT
Total
(Assignadoj.Dr.
Dhista.
240
Firmo Jfower. Demogra-
do a guainigo federal] -dadao pr
Exmas Sraa Concidadaos : Queireis
DISCllSO PROFEKIDO PELO SR. ALFE11ES DR
LflZ QOMBB MA SESS.VO SOLEMNE DO 4* AN"
NIVERSARIO DO CLUB CENTRAL BF.NEF1CENTE
DOS OFF1CI.VES D.V GCARDA. NACIONAL, E
Vl'ANHADO PELO PROVECTO E TALENTOSO
TACHVURAPHO AMARO ARTHL'R DE ALBU-
QUERQUE, QUE COM ESTE VALIOSO TRA-
BALHO FEZ JUS A SER CONSIDERADO SOCIO
HONORARIO DO CLUB, VISTO COMO PRESTOU-
SE GRACIOSAMENTE FAZELO.
E-o :
O Ur. Luis Gomes ( rep esentau-
presidet-,
aquilla-
o de acuidada moral e inlellectual
Jeu.upovo? Compulsa a historia dos seus
progenitores.
Ella moslrar-vos-ha a eigao accentuaiaraen-
t- evolutiva, que ella imprimi mltiplas
raanilesiagOis de sua aclividale, na objectiva-
gao do seu ideal.
A acgo mof.tlcadora do lampo, nao se re-
flecte no seio das celleeliwdades, sendo para
adaptal-as s novas condiges existenciaas que
a le do proresso creou ihes ; o elemento tra-
diciotialiia a a fouta donde promanara as ne-
nias reguladoras da : nducla social.
A irrevogabilidada deste principio explica a
senago ia fados q lo n dominio da vida po-
ltica de ura povo se agilam, e cuja solugao
alcangada por um processo harinoutco de ;iias
tendencias babituaes.
A civilisago e o progresan, ja o dissa al
cuera nao Po em parte sendo uma disposigao
uu u:ua edueauiluaie orgMica accumulada
pela berediiariedade.
I^so oo organism i pr.ysico ; no organismo
elbico-juridico se verilica p.ienomeno idntico ;
por um principio de assimuagao.
l falsa orlinuct poltica da HoUuda-por
FeliDDe II, ujos intuitos erara, nao < o plantar
as nrov.ucias belgas a inqu-aicao, extirpar a
arvore do calvinismo qcw ae alasirava no solo
das proviucias bauvas, como aniquilar os pn-
vile-iosquab imcio assisliara aos flamengos,
accondeu u es revolta a cuja frente
Guilhernie o -Tacitu cu, que,
Paues baixos, ergn-> "O da
1651, (se nao me faina a memoria,) o fulguran-
le edificio da lu lep udeucia da Hellanda. Mul-
to i -em, mullo bem-) .
Os liorisotites da patria francesa no aeeulo
cobriara de nuveus tenebricosas;
raa raetatnor-
erar emaua
lassa poltica. Elementos delelenos impreg.
nados no ambiente social, nlereasando seu or-
ganismo constitucional, devanara irreragave
mt'nleailal-o; a Franca desprenderlo-se de
lethargoBera qu jama, concentra todas as sua*
forcas : move se um senlimeoto de confralerai-
agdo intima, a os gritos de Viva a reforma-
actiam ecoos era to los oa coragoes. (Muito
oem 1 Luis XVI, meticuloso, procura surfoca-
loa invocando os Estados -Gemas; mas a on la
revolucionaria recrudece, e a turb beibge.a ao
aom da arsel eza que repercnte'Oea angir
los da nagao, apodera-sa no raemoravel da 14
de Julho de 179 do baluarte da oppressao-a
baslilha, qual a lisphinge da Thebas sapulta-ae
no seio de saas ruiuas. JIuuo bem, muito
"Tor'um ioslinclo da imitagao a tyrannia ira-
nlaoiouse um da no seio do povo brauleiro,
avassalatiio-lhe todas as energas vitaes; coas-
purcaodo aa gallas, perfulgentes que cingiam
paitos heromos; mas... um da tambem, o ca-
|,x da dor iransbordou do pello popular, e um
anto estridente, homrico, aecordou os ecbos
- 'ndoncia ou raorta -fot
Derby Club do Pernabnco
E' boje que-realisao prado da Estae*
a aua i6." corrida.
Esta r une aa hom programm*. orga-
nisado, uma exc lente in-scrip.ao.
Nao pode, p rtanto, o entrtenimenta
deixar de ser ai.vdavel e satisf'azer a i
publico que r. elle coucorrer.
PALPITES $
S3o estes os nossos progn uticos neta*
corida.
pareo-H ate UtopistaNabeta.
pareoPleiadeTimoneiro Pr.
1-
2-
mon.
3-
4'
5-
6-
pareoWaterloo YboBathory.
pareo -FuriosoTurco 2 Tudo 3.
pareoWaterloo -FortalezaYbo.
pareo-Turco 2- -Hirondelle Fe-
nano.
7- pareo EnirebBalisa- Piramou.
sa posiou
derrotando os
4 le Janeiro de
XVIII, se
prenuncio clarivideut". de que uraa
pbose, por assim dizer, vmha se o pe
lJBLiH^ A PEDIDO
Resposta a Praviucia
Tendo hde na Provincia de hontem
uma carta em que se diz ter sido extot-
quida dos locatarios do Mercado Publieo
de S. Jos, quintia paracompra de pre-
santes ao Illm. Sr. Coronel Alexaudra
Selva, nos abaixo assigna-ios locatariosda
mesmo Mer-ado, viemoa declarar soleni-
aemente, que piocedemos expontanea-
minte, nao havendo nenhuma extorso de
quem qner qua seja.
E' uma mentira, urna calumnia do ano-
nyrao auctor da carta a quem desafiamot
para pr var o seu aleive.
Recife, 22 de Novembro de 1895.
Francisco Joaquina Gome' daSilva.
Augusto Pinto de Magalhans.
Joaquim Rodrigues Ferreira.
Pedro H. Pire8.
Joaquim Jos de Arauj.
Menelo Gomia da Cunha.
M noel Ignacio Bezerra.
Joa da Situara Moura.
Diogenea Corroa de Olivera.
Jos Sebastio de Lima.
Joaquim P^ra ra Villas-Boas.
Francisco de Lyra T rraquio.
Manuel da SMv O ve-ra.
Fraocisco Goncalves d > Reg.
Ifaaoel Jos lves.
i
fregu ;zia do llacife.
Antonio Maria d> Nascimento, solteiro, natu-
ral do Rio Gruida do Norte, com Guilliermina
Germana Bezerra, v uva, natural deste Estado
e residentes na freguena de S Jos.
I1 Fu'jlcago
Bacharel Antonio CaudUo de Sallas, natural
de Sergipe, residente na freguezia de Sanio
Ant.tiio, cora Maria dos Anjos Alves da ilva,
natural de Alagoas, residente na freguezia de
Alonados eolieiros.
Joao de Olivaira Freitas cora Aooa G ngal-
ves de '.arvallio, solteiros, nturae3 >esie Esti-
do e reaidetles na fr-guez a do Recife.
Alfredo Lopes Ferreira Guimaraes cora An
a-lina Goncalves da Carvalho, solteiros naluraes
desie Eslado e residentes na fregara do Re
cifc
Angusto Furiuo-ito Santiago doNscimenla
cora Marta Eugenia da :.onceigao, solteiro-*, na-
turaes deste Estado o residentes na fregu za
do Recife.
- O respectivo escrivao do registro de casa-
mentes da Boa-Vista, Graga, Pogo e Vanea
aiHxou na repartigo do registro ru* do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclaman
dos seguites contr-hnles :
1 Pablicago
Jos Pargentino de aaevdo Villaroco com
kuizt Oimiana dos Res, solteiros e resiaentas
na ireguaiia da B- Visia.
Tente ChrisiovS') Gongalves de Albuquer-
que. residente na freguezi V da Boa Vista.com
ValdeviaaCavalcante Vieira deMello, residen-
te na fregueti de Traouoham do municipio de
Nazare'h, aolleiroa-
elesrainuias retidos -Acha r-se re-
tidoa na eatacio do Tefagrapho''cional osee
guinle- telegrarama :
De Moaaor, para Virgilmo. '
e (ioyanna, para Mana Lima.
lo Rio, para A. Dauleteau.
Do Rio. para coronel hvn Ignacio.
e Ja agua, para Alexlodrino.
Da Jaragu.para Joaqfttnj.
Liabas, fuaecionande regularmente para sui.
Norteje centro do Estado.
MatadoH.ro Pulalioo^-Foram abatidas
ro Matadouro- l'ublico d-a Cabanga'119 reres
para o oousnmo de boje.-
1 tambro de 1822. (Muilo bam.)
Vos ccllegaa da lides marciaes, coramemo*
randofeetivaraente o annversano da fuadago
de vosso ciub, ren ieis ao mesmo lampo, ura
tributo de noraenagera ao glorioso faci .le nos-
sa vida nacional; concorreu cora a somma de
vossas energas para despertar nos coragOes pa
trilas o enthtrsiasrao, o jobi o pehs grandes
aconteciraj.ntu.
Quizera, (xn aniraagao), poder neste momeo
lo n'uQ arrobo da eloqueucia, dascrever a tra-
ie'ctona que rtendea percorrido oo desempanh i
.le vossa honroaa raissao ; mas eu vol-o asaa-
curo, a empreza iao superior mmha eaphera
intell.'Ctual, que tetilal-a, seria ver-me obrigado
excl iraar, tomado da desalent, como o m-
motil Vate lusilir.o: Nao menoa traba-
lho que grande erro, anda que eu tivessa a voz
da ferro f
(Vozes: nao apoiados).
Gbreiros do bem, avante l Nao vos desani-
ra ia. porque o desanimo o apaoagio das al-
mas pusilUnimea; (muito bem).
O qu i sois, o quanlo valis, perguntae o a pa-
t'ia republicana que, ella-vos dir : a nosaa ve-
da, o hoeso futuro, a nossa prosperidade (rom-
pem estrepitosos applaoaos).
Sun, (cora forga), oatea vos, ao lado do-exar-
cit nacional, qne abaldonando o concheeo.do
lar as caricias da esposa, os afiectos doa Albos,
offerecesies o vosso^corpo ao banquete de san-
gue quando a patria se estoma as coavulsOes
deru** luta intestlua 5 foslps vos que cora o m
clyo MAREHVL FLORIA.NO 1-ElXOrOaal-
Taatea a honra nacional, vilmente ultrajada por
quelles que apunhalaodo aeu gloriosa passado,
ijlantarain o* lulo o a consternagto, a dfjr e-a
ajisarta, a viuvea e' a orphandade, no seio
familia brazileira (calorosos applaasos).
Part rwlcar o valor de vaasoa faltos, faltan,
me elementos intellectnaesi (Nao apoiaooa).
E vos gloriosos martyres da liberdad.e, Tira-
dentes,'Fre Canecaj-Nunea Machado, lluraioae-
ine o esalrilo cora cemelba de vosso patrio-
tismo ; enaioae aquellas bravos que compoira
a rarlictacivica de Pernambuco, a ligao que
apren lestes no baptismo de sangue ; dizevlhes
que agowaaigo federal deate Estado, por aeua
repreaentanie3. nesta aolemoidala, sauda-oa
com todroenTuSo 'alma, 00 da do anoiYtrsa-
Dcsmcntiudo
V EstaJo
Tem o publico iesta capital lido n'A Provia-
cia as verrinas que cont'a o Dr. Alfonso Cos-
ta se t'Mi publicado, sobre o alistara-rato qtio
aquelle ci ladSo, c no Prefeito deste municipio,
raandou co .feccionar, obedecendo a lai 93, do
Congressa, qua esiabeleceu o processo da elei*
gao de goveruador.
Ha muitos annos qoe os alistaraent03 de to-
las as fregueziaa desti capital estao eivadoa
de graves faltas a rechetados da piosporoa.
d cujas luz-s o Sr. Jos Marianno fazia 03 seus
iriumphos.
inguem ignora que o Pogo da Panella era
o reducto era que se acastellava o prestigio,
ent&o iesapparecido, daquelles que, durante
muilo tempo cooseguiram, cora falsas afluen-
cias e ficticias eleicji do-nmar esta trra.
Sos todos presenciara nos o espectculo de-
gradante a ridiculo das levas era massa da fal-
sos eletores doj trens do Pogo da Panella,
quando uraa muido de i lividuos dcsconhe-
cdos, armados de suppastos titu'os votavam
lepelilament", tornando viciosa a lei eleltoral,
porm garaottndo o triurap.o dos dominadoras
de emao. -a|
0 alistainento desle'muoieipio eatregna sem-
pre a comraissas apaixooadas a caprichosas
que excluiua em grosso aquelles qua nao com-
inuagavain 03 seus principios e darara franca e
lariia passagera aos que erara recommendados
peloa amigos d V Provincia, que-esquacida
hoje do terapo qua nao vae longe, e accu.a sea
prava, sera criterio e sera fuadamanto.
Muitos eram 03 individuos qua acbavam-ss
proposilalmenlo Incluidos em duas a tres fra-
guezias a na ultima revisa- da prefeitura, inci-
to justamente, foram eliminados, ando, entre-
tan o, conservados na reviso da localidalaom
que tra coohac la neate o seu domicilio.
De raodo correcto e digno de todo louvor
procadau, poia.o prefeito que organizou as lis-
tas eleltoraes, e s 0 despeilo, daquallas que
santera assira burlad 13 01 seus planos, anima*js
a levantarem censura.injustas.
A epocha-das fabatruas eleltoraes. pa3ou;
foi aquella era qu; se raysliflou a eleicao ia*
contestavel do conselheiro Theoiora Machado,
dando sa ttulos a inJiviiuos que nunca foram
ahs'alos; foi aquella era qu muitDS nonas
erara 1 it o iui tos as lis a3 de chamada do
Pogo d Pauella, para qoe o Sr. Jos Mariana,
conseguissa iriuraphar ua3 urnas, contra o va-
Iho eprestiraoso p-trti lo conservador.
A gante d't i Provincia fot mastra da fal*
c-at uas eleitiraes. >-. J
S:uilai;ac
da
"No "dia 7 de Abril de 18)3 terminar o prazo
da quilro annis o goveruo do laureado e bene-
m rito Per ambucano Dr. Alexaadre Jos Bar-
bosa Lima.
Qaem, pondo da par e os veltns preconcetis
do partidarismo, tiver estudado detidameata
todos os saus actos ba da, certamaute, tazar-la
a devida justiga. -4
Eleito Governador pelo Coagresso do Estado
em 7 de Abr 1 de 1892, aasumio era 20 as reJeas
da a iministragao, a en'So o seo primeiro acto
foi barmonisar os interesses tuWicos, tornando
em consideragao as neces-ilades do pov>, mos-
trando asaim aeua eavados doles ntellectuaes,
consorciados eom a generosilada domestica
que Ihe peculiar.
Atteodendo que o governo republicano ao
poda se fl-mar deafrallan-lo a bandeira da op#
presaao, dacretou em 2* de- \bril a llberdaie
da impresa al entio coagida a exprimir sen
pensaraento, abnndo por esta 'rraa a porta da
templo da liberdade aos horams qua ainda so
conservavam foragidos pelos effeitos da revol-
cao de 18 de Dezembro da 1891.
Desde entao os actos de sua enrgica e lumi-
nosa administragao foram coovencendo ao povo
pernambueano, de que na pereooa nesga da
Ierra onle habita, havia de se tornar uma rea-
daia o sonho dos-heroes de 1810 1817 a 13.3,
tal foi esta cooviegao, qua hoje todos os boas
pernarabacanos, amantes di ordem e 4*gran-
deza republicana, Dio se negariam a reele-
ael o, s Miw mise permiltido pela le funia*
taetal do Estado. '&f} m
i"omo paroarabucaiio, lam elU com herosmo
aa elevado e boarado o nome da lerraque es-
IremaCK, e como, republ-cano tam^aabido de-
fender e guardar illeza a honra da^bandeira da
Repu: boa que; tanto adora. ,W
b,' adonravel I **
Hie no raeo vicioso em que vivemos, ara
nos da'cada carta** resaltara toda as idaa pa-
lmeas, difBcilmentB- sa e .contrar-uraa^qaa
amo a-dVsMe s germina o ideal d*a*onsoltda
do novo rgimen, que tantos esforgos ,
ao,

%


..:,.
Piarlo de Pornamboco Domingo %4 de Novembro de I&5



tantos sacrificios cuslaram aos seas denodados
propagadores.
Pernambuco eoto era o leao que saograva
apartado pelo circulo de ferro do despotismo,
s em esperanca de ver em sea solo brotar a
oliveira de sua Irberdade, quando fot de subilo
desperado pla aurora io dia 20 de ADril de
1892, que ha de sempre svmbolisar a da rege-
nerado dos seas direitos conculcados, e por
lsto rejubilado sanio o benemrito e immortal
Qoveraador coui a po.-siu abaixo :
riado para a desgraga,
Para a negra -r-voluc&o
De S. Paulona praca
Surgi medontia fracgao !
D'o lenta e nove o estandarte
Foi no Brazil baluarte
Admirou o mundo inteir1,
Has os amigos do soberano
Pedem de novo om lyranno
Para o povobrazileiro 11
Quera ousa assim duvidar
Da plialange mercenaria,
Quando a vimos gritar
Com ieia incendiaria?
Nioguem diz um grito,
Diz o mundo, o infinito,
Diz a historiatambem :
Scilenclo I Nunes Machado.
Que da tumba do passado
De presea surgilovem 1
Scilencio I eil o que debruja
O paito na branca louza ;
Quar (aliar, mas soluca
E oo rosto a mao r^pouza 1
Olha o pov dizmaldito !
Foi o seu ultimo grito
De praga e de raaldigao!
E da tumba na prolundidade
Submergio-se a liberdade
Da BrazileiraNagao!
Como elle muitos beres
Vimos luctarem e morrer ;
Pedro Ivo no mar feroz
Contra as ondas a se batr 1
Era um Tito collossal
A affrontir o vendaval
Morrendo romo um leao 1
Qual outr'ora Tira-Dente
No cadafalso-cont nte
Abracando a-Redempcao !
Era tilho da liberdade,
Irroao de luto dopovo,
Gntou fora a magestide
Das plagas do mun Esse bradaRepublicano
Fez tremer soberano
E tremeu t) lo oBrazil 1
E o cndor da liberdade
Amoitilhou-se na inamensidade
D esse mar de puro aoil 1
Quera 6 aquelle que alli vemos
TSo grande como a araplidao?
Soilencio! 6 o Souta Maior
Dos tempos qu- l se vao !
Admirar o legendario,
O pernarabucano temerario
De Luiz do Reg -o pavjr!
E enviai-vos reverente
Anta o busto omnipotsnte.
Do aurifulgente Seobor 1
Mai3 urna campa se abre
E ura Mero) faz-surgir !
E' o Ciaeca que allvem
Immeuso como o-porvir 1
Traz a froot; laureada
D'ess' Gloria ubengoada
Das recompensas dos Cos 1
E' que o hornera fuzilado,
E' uaais que (Tuscificado
O mundo !lie chamaDeus I
Malilitul mal lito 6 o povo,
O povo servil e sera le 1
as plagas do Brazi- Novo
Seja a lioerdade ore I
Nao (Dais a tjr nnia,
O ttiroHO aMonarchia,
Erga-ie no 8 lo acruz ;
Que do pavo a magestade
E' irre da iinraecs ilade.
E' uraa estrella de-luz!
R^cife, 22 de Novemhro de 1895
Um pernambucaao.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Ra tda Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde. .
conaRon
iol;:i Coiuuici'cial de Pernan-
buuo
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Prafa do Recife, 23 de Novembro de l8gs
N3o bcuve colago.
O presidente,
Antonio M< quesee Ar-'orim.
O secretarlo,
k'ancel G. da Silva Pialo.
Cambio
O a Bucos abriram Cira tixa de 9 1,4, so-
bre Londrrs a 9d bavecdj oscillagao entre esia e 9 3/16 durante o
dia.
O mrvimento foi iasignih-aole.
En papel paMicnla' e banano repasaado,
noave neg io u 9 3/8 ..ars D-z<-mbroe 9 3/8
para J raeiro.
CoCaces de gneros
Para o agricultor
Assucar
Usinas, por *5 kilos. 5/510 a
Cry lisado. Branco, por 15 kiloa 4000 a
Somecor> por 15 kaos, 3*800 a
MaBcavado, por 15 kilos 24S00 a
Bruto, por 15 kilos. 25500 a
64100
6*000
6*100
i*IU0
3*100
2*900
2*200
Retames.......2,000
Algodo
Houve npgocios a 13*800, a IJ4800, o mtdi
ano e a 11*800 a Ia sorie por 15 kilos.
Alcool
Porpipa de 480 litros 200* nominal.
.gurdenle
Por pipa e 480 litros 100* n.mimal.
Coaros
'Seceos salgados na has de 12 kilos 1*000 ris
Venia e refago 665 o kilo.
Verdea 600 rcis, ulumo prego.
Carnnba
ota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Mel
Por 100f003 nominal.
Rtporiae&o
He, 23 de novembro dt 1895
Para o exterior
= Ni?arca americana J. 8. Dexter, p.r
Liverpool, carr. garam :
Jallo 4 C. 709 sacros com 52 iOO kilos de
sanear masca vado.
= Nj vapor iaglez Tname, para Londres,
carr9Koo :
C. D. Clenic, 5 barricas com abacaxls.
Para Antuerpia, carregaram :
A. IrrrSos & G 9 caixas com plastas it*i
- No vaporallem3 Pelotas, para Brenu-n,
carregoa :
||V. Neeeeo, 101 saceos com 6,060 kilos de caf
Para Lisboa, carregaram :
>A. Irmaos & C, 2S6 caceas com 19,117 k! os
de a'gido.
Convite
Joaqaim Martina Moreira, convida aos
seus parentes e amigos para assistirem o
enterro de seu presad> filho Ernesto Mar-
tina Moreira, que ter lugar hoje s 10
horas da manbS.
Carros na ra d Imperador s 9 e 1/2
horas.
(a|ii'':iiio Gurgel do Amaral
Francisco Gurgel do Amaral, Jos
Gurgel do Amaral, Laura Gurgel Ra-
bello, Candida Augusta Gurgel, Bea-
triz Gurgel Farias, Adalgisa Gurgel
Fonseca, Laura Osear e Judith Gurgel,
J0S0 de Aquino Fonseca Jnior e Joo
de Alcntara Farias, convidam aos
seus parentes e amigos para assisti-
rem s missas que mandam celebrar
pelo repouso eterno da alma de seu
prezado pai, sogro e av, Cypriano
Gurgel do Amaral, na matriz de Santo
Antonio, s 8 horas da manha de se-
gunda-feira, 25 do corrente, stimo dia
do seu infausto passamento ; e desde
j penhoram sua gratidao aos que se
dignarem de comparecer a este acto de
religiao e caridade,
l'eitoral de (Jambar
Outras curas de tosse
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceuti;o.
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermidades dasvias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Sores.
O agente Gompanhia de Drogas,
CUftS D, FEl\US
NOVEMBRO AFEVEREIRO
GEOGRAPHIA E HISTORIA
DR. JULIO PIRES FERREIRA
Ra Duque de Casias n. 55,
A*, andar
Peiteral de Cambar
Outra cura do bronchile
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
Ihinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
fejrmidade.
O agente Companhia de Drogas
A. V. da Silva, t pipas cjjj 950 ittrMio
agurdenle.
K. laib'-ila, 40 abaca>is e 2 0>rrcer8 com 70
kilos iIh as.ncar b.-a; co.
F. Go m* S & C, 3 caixas com 120 litros
de agurdente
Par o ratera'
No vapor n cual Itabira, pira Paran
gaa, carregaram '
Beliro & li S", 2C0 saccoi com 12,00) ko-
de assucar cra..co.
Para Ri3 (irardj do Sal, carregaram :
Loy F Ibj--, 3(0 saceos C3m 2 ,C0t kiloa de
as invir Amivi
A. t^nm'9 i C, 00 saceos eom 15.0JO
kilos e assacar branco, 2 pipas com 1.080 li ro-
dealtoal e 40 Jilas com 1,9-0 d.tis de aguar-
deiite
P. Caroeiro & C, 25 saceos com 1,875 kilos
de assucar braico.
Para Porto Aeg 0. c r'eearsm :
A. Fernandez & C, 2G0 saceos con 15.C00
kilos de associr branco.
cya de -'e.-u -ar branco.
II &. Loyj&C 400 saceos cam 24,000 kilos
k aocar Dra ico
C. lodo t i-I, 50 eac:os cim 3,750 kilos i!e
assacar refinado.
P. Ca^Deiro & C, 350 UCCOS Cum 28,2iO k lo
de acucar b'an -o.
Para Pelo as carregafam :
Loyo & Filuo, 150 saceos cora 11,250 kilos ci
saocaf brando.
. P. Carnei o & ('., 25 saceoi tona 1,87o kilos
dr assurar b a;.co-
Pan Bab;', ea-rea-am:
A. Fernandes t C... 550 sac:cs rom 45.10J
kilos e asu ar oran-".
a'No v".por ingler Eira*, para Santas, car
rtg.iram :
.'. '. "o igoe-, 2,000 saceos coa 120.000
kilos je asBua' rnacavaio.
B ii'ac. & Imao 1U0 saceos c^m 60,000 kilos
de assucar^inacavadi).
Pa'a ftiu de Jaa iro, carregaram:
P. Car&ai'a & C, 10 pipas coji 5,000 litros
de alcool 400 ta c? com 14,0ii0 tilos ae assac-ir
branco 300 atus cjoj 18,000 ditos de d.u.
mas avodj
Nj ?apjrlnle Sbafesieburg, para Ra
de Janeiro. m :
D. Gavia, 8 0 9 a ceas com 6,050 k los de
alela.
B. Williams &C, 800 saceos c m 48,000 k lo>
de assucar ma.-cava 0.
> No vapor nacional tCapibaibe, para Rio
l, eiro, ca'iegaram :
S. Gaimari-rs & C, 121 gaccap com 10.559
kiius de alga 'io.
t. .Wiiiiaiaas 4C, 500 saejes com 30,000
mos de assoer xaec?.va 'o.
A. Fernaajes d> C 400 9ac as com 26,781
kilos de aleoiSo.
= Na va or oaclena Olluda, pira 11
Janeiro, rarreearam :
A. Co-la &Fcz\ 1,OO saceos enm 72(0
kilos de assucar branco e 3C0 ditos com 18.1 00
kit >8 i dito mascavado
C. Peres & 200 saccoi com 12,000 kilo-
de assucar branco e 800 dios com 48,000 ditos
de oitj miscavado.
A. O. de Souza, 650 sacco3 com 39 000 kilos
de assucar branco e 750 ditos com 45,000 ditos
da dita mascavado.
P. Alves de C, 2,060 saccas com 120,000 kilos
de Besucar branco.
P. Carnelro 4 ;., 4 barricas com 450 kilos
de ps-oear branco.
S53e388838S*3ea8**38Se3e383B363Se36S;
/ellcitayes
Completa hoje sete lustros o
'4 nosso to e padrinho, Tunate p
Antonio Barbosa de Holianda "
Cavalcanle ao qual Tazemos vo-iB*
JS tos que se prolongue sua pre- *
*: ciosa existencia. *
vt Seus sobnnhos e alunado?, w
a T
i Manoel B. de Brillo Fatc&o. A
4 JosH. de F. Cavalcau'.i.
Mara das Mercs Lavalcanli. &
Antonio Cavalcanti de Araujo. '*
Mara da C. Paes Barretio.
Herothides B. Cavalcante.
Francisca B. da Silveira.
-fc^al/a SSV&jr H/TP o**-
II
S5-3 5S2
aQa

Programroa
Da festa do Senhor Bom
Jess dos Pobres Aflctos
na ig^eja de S. Gonzalo.
No dia 23 ao n ia dia fandera aoa iras
urna salva de 21 tiroa e diversas girndo-
las de fosraetes, tocando neata o cei3o
orna banda msrc al; s 4 ht ras da madru-
gada do dia 24 sar recada orna missa em
tervfio das devotos que CJi-Carreram com
seos bolos para a festa.
A'a 5 h ras fondera aos ai es ama salva
de 21 tiros anear ciando aos fiis que
obeg^do o dia da feeta do Milagroso Se-
I or. A's 11 horas ei trariio as tercias e
ats a misas, (C3jpanlo a tribuna stgrada
o Kevm. conego Fernando Kangel endo
a orcheS'ra ooo6ada ao no.-so irmao bem
teitur Marcas Evageli-ta Correa, eob a
regencia do protessor Jo3o Polyoarp > Soa-
res Rosas, tocando untes a depois do acto
a tanda do 2 batalhao de iataareria et-
tftdnal.
A' coite estar il!um>aada a frente da
greja, estando esta ab-rta part. 03 dais
que qaiaerem faier suas ora^Ses.
O S cretrio,
Pedro Alvea Oardoso.
o
^ o ea ^__ o a- I
S. H & c cr i- -3 x H.
i!
i
I
}
Instrumentos
para banda de msica e orchestra.
Violinos, violes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor-
liraento vem de despachar.
RAMIRO COSTA A, C.
2-Rua 1 de Marco N.-2
Ltvtara Contemporanei
Peitoral c!e Capujar
Cura de affececSo pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Goncjalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
fecao pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
Iheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar0 de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Joo Panlo, especialista em partos,
molestias de senhoras e de creancas com
longa pratica nos hospita3S de Pariz e
de Vienta d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo u.
19, 1." andar e reaide na ra de Henrique
Dias n. 2.
Teltsphces ns. 190 no consultorio e 487
na residencia.
O perfume universal. P >r este syra
p 11 ico ti nio boje geralmeme conbcclda a le-
gitima Aiu. Florida de Marra & Laxan'-, tal
a diveeidade e DtiliJade de sua* apt>iica{ s.
Cilio oe fotne para o leoc ezqoieita e re-
cherche*. Como cosmeuco co toocador em
rival para euavisa' a cuns, fazer derapparecer
>s rugas, fortalecer as geoetvas, usado como
dentnflcip, e allivia- immeilameu'e -oila irri-
tajaa dos ervos; romo relnger-oie no b..nbo e
uiuoeravel pare vigorisar a constiiuicSo eibanf-
ta nela (ade, a deoilade cu o cato*, para en-
ue :er as carnes e tornar a pelle suave e mafia
como o setim.
Alm disto om vali iseimo comnanh'iro de
v'aiiem para rest-eecar o corpo, dissipar s do-
tes de car-eci. precaverse contri os aos ebei-
ros e miasmas iitl-teno* e evitar em muitos ca-
os o erj) do mar. Taes ea-i as virta es qoe
ine h valido a lisongelra desigoa^ao de per-
fume universal 17
*
{}

i
III
{}
{I
rapel pintado
para forrar sallas, quartos e corredo-
res ; francezes, inglezes e nacionaes.
a primos sera competencia na
Livrara Contempornea
RAMIRO M. COSrA & C.
2-Ra Io do Margo N. 2
Peitoral de Cambar
Duas curas de coqueluche
Em proveito das raaes tde familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo melhoras com o
tratamento medico, dei-hes o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.Mara Jos Rodrigues Baa-
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
:*
1}
Novidades 1- Iteraras
PicC:be por tolos os paqu:t s a
Livrara Contempornea
2-Ra 1" de Marr,o N.' 2
RAMIRO M. COSTA & C.
{
Papelarla
objectos de rscriptorio, papis e car-
tOes de phaotasia para participado
de casamea'o e nascimenio, excel-
lente escolha.aa
Livrara Contempornea
2 Ra r d Margo N.-2
m
11:11
BAU1RO
COSTA. & C-
{}
{}
Pianos
Vende-se aluga-se, afina-SP, cou-
certa-se e troca-se pianos.
PREALLE 4 C.
59-Rua Barao da Victoria-59
fMdeYeutre,P Laxativa uVkhy
I
}
Pianos
Grande sorlimenlo de cordas, so-
ladores, bancos, capas, marfim,
feltro?, arandellas e todos os arligos
proprios para fabricar e concertar
Pianos.
PREALLE & C.
59Ra Barao da Victoria-59
VINHO
VIVIEN
Mais cfficaz anda do
que o oleo cr de
Figado de bacalhau
De gosto tSo agradaoei
que as crianzas
tomam-no com prazer.
ducumento prova, que
o Cognac Brazileiro
mais. vrlho que a Rep-
blica-
Btl Itl 151 i o 1; I IBA \< ai si:
]%Iiistcrc t-lu Conimercc de
I'lndustrie ct des Colomes
EXL'OSITION UNIVERSALE DE^
1S89
La Jury Intentional des Recompens
Decente un dcplome de
31 EltTION HONORABLE
A Mrs. A. 'M.*;Veras ist C.
BREZIL
Par leu.* produit* COG.MC
ICEC %/ll I IEiO et UillROeV
TE de CAHWA
DA :
UROliP Vil
Garrafa
Duzia
DESIXFECT^
c:mse 93.
" 2^500
25^000
coa
80 UlOi
para o P.r,
de s ,i-ar banco e 400 ditos cem 2i,0-0 ditos
de ito mascavado.
Para Victoria, carregaram :
P. Ca neiro & C, 50 sacos con 3000 kilos
de assucar br.oco.
Para Macelo, carregoa :
P. ce Oliveira Mala, 1 oarrica
ile cir-Sa animal
Na vapar ingle Gearensr
carree^ram :
J. T. 'Jarreiro, 30 barricas com 2,500 kilji de
reocir branco e 50 eaccos com 4 100 Jilos de
fijio.
G. Ponsea & C, 160 saccoi com 13.09a kilos
de assara- Draoco.
F. Radrigaea&C, 26 ea xia cam 708 kl.s
de doce.
m. No biale Bom Jeaug, paraNj'.al, carr?.
garam :
J de Macedo, 10 barra con viubo de caja e
5 caixas com 493 litros de licor.
T. Lapa & ., 3 barrls com JiO litros de vi-
nagro e 5 garra>s com 50ditos de eneb-a.
A. Machido & 10 vaiumes com 601 k 03
de fumo. j-
a ba'c?ca Dlvlaa Pravidencia, para M>
ce carreuaram :
A. de Carvalbo & Suecessores, 3 bbr
com 200 kos de ca.vao animal e 3 diias com
72 lit'i* de ce'veja.
Ni Darcaja Diva, para S. Luir, csrrega
-am :
P. Catvalbo & C, 22 raisas com 484 kUc d
sabio. 1 barril com 40 litros de vinagre, 1 mx,
com 8 ditos de cidra e 1 di a com 12 ditos de
cognag.
Pin S. Mioel, earrseprrm :
S. V- Juntos & C, 35,000 cigirros.
P-rauacaragibe, CHrregaram :
S. U S10tos A C 20,000 cigarros.
P. Ca-valh 1 4 C 10 .aixas rom 2.0 kilos df
?ta .
Peitoral de Cambar
Cura de ama tosse violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar, o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
Varios de Alencar, major-fiscal do i" reg
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
.O agente Companhia de Drogas.
m-barcaga Sempre-viva, para Pjrto Cal-
vo, rarrpca'am :
V. C. Santos C. 10 000 cigarros.
C. L^oaoi & C., 24 vassonras de 'imb, 1
barrica oam 24 litro* de c.rvej>, 1 dita com 60
kilos de assnear branco e 1 d:ta coa 60 ditos ue
dito mascavado.
Na barcaga Penix, para Maragagy. car
ri'garam :
rtarbca & C, 2 bar.-is com 170 litros de vi-
nagre, 1 dito cara 80 ditos de vloho de frac
20 1 a xas com 200 ditos de geneb a.
= Na carcaga D. Jaa, para Aracaly, car*
ai :
F. Ra rlgues & C, 5 barricas con 450 k las
de asocar^efinado.
F. I asaos & C, 6 etlxia eon 138 kilos da
iaj l .
P. Vlaoaa & C, calxa ocm 1S kilo; b: velas.
PAUTA DA~ALFANDEGA
Borracba, teile de maogabeira, idt-m lBCO
Cato, dem.................... 9t0
Caf bom. Mera................... IJS00
Uno o-r.iuano, ldeoa............... 1 (JO
Dito torrado ou mjido, ilem....... 2a50
Carne seco, Cxarqoe) dem ........ 480
Ja-ocosous. mentes de alao^o. idem 0,5
a-rapaleira semeofs idem ..... lO
>lro em pr.GCL.'s, grossura por
c^'o^i....................... u 01
Da i en taboes al 40 milimgr., ama <000
aroaba ki o ................... i933
., 11 ro .................... 410
Cbcrot cfn'j..................... 2ioO
GJytrrot, idem................. 600
Cooras seceos espichados, kilo...... 13lri0
Olios seceos salgadcr, ^m.......... 105)
Ditos verdes, dem............... 7'to
CouriQo, cento.................... 175
Ciira, litro...................... 4(0
Cn'utll-, par.......,..........----- 14600
Cognac, lira.................... 1J00
o es, litro.............. I0ii0
fi*as,,c*com Csc^-ceuio....... 64410
[ti anos sem casca, idm........ 94>50
ftste, k:l'...................... 14200
E icbajfs, um ..'.................. 186*
orfsde pen.i3(iranies duzla 364500
dita (oeq.ea .)ide.r>........ IMiOO
D'OJ df .albu.idem................ 4* 00
Faz-se descont na proporejio da im-
portancia do pedido
w&&f9mm<&msm
Violiii.^
nica agencia no norte do Brazil
da afamada fabrica l). Wolff.
PBEALLE&C.
59 -Ra Barao da Vctor a 59
Instrumento*
Cramie sorlin.ento de Instrumentos
para banda marcial na importante
fabrica Uautrot Aine & C
PREALLE & C.
59-Rua Baro da Victoria59
6
HerJto l).-iu merecidos
Os preparadora da EmulaSe de Scott
nSo se ocnup.m rfe p ovar 08 mritos
deeta precios* preyarayAo medicias, com
elogios propnos laseodo a series vagas,
mis sira preferem deisar f llar os dignos
membros da nobr^ profisSo medica e
aquelles que devam a cura de seus males
a rs-ec nstituHor.
Os tteatsdos qlf .gj, pubHcidos
nos perio.icjH do usurdo >nteiro sSo ver-
daceiros o os S-. So -tt & -W e ;a
uts seas eajr'pt r.os ero JNew-Yark os cri-
gmaes qce podern com pr.tr coitrar a
quena. (jU.ze. c-rtfic-ar se la verdide.
}}
Realejo*
Caixa9 de msicas suissas, o qne
ha de raelbor nVste genero.
PREALLE & C.
un BafQoda Victoriao9
}{
H
ii
SWuSiVil*
Enorme e variado soi lmenlo
msicas de Kuropa e America.
Msicas para canto, piano, fl I
rabeca e todos os instrumentos.
Eticarrega-sa di; iiopressao do
sicas.
TREALLE A C.
59-Rua Baro da Vict.ria -59
I!
35
Francisco Pedro da Cnnha
Presbtero Secular, Cavalhtiro da Ordetn
de Ckristo e Vi gario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desla pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que tenio usa Cnlharinense de lia. liveira XARO^E DE AN-
GI OCOMP STO OM TOL* E GUACO, pro-
paraefio dos lllms. Srs pbarruaceutiecs Rauii-
uoHorn & Oliveira, arh^i que esse x-rope 6 de
benelico e pr.implo effeito as affecQOes dos or-
gaos respiratorios o que atfirmo iu verbo sa-
cerdotis.
.Hade de S. Jos, 8 de Julho de 1883.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diver*
sos Estados do Brazil attes am a efilcacia doste
grande medicamento.
Deposito
NA
Drrgana Braga
ii
i'}
SCeudla
Mez i
Renda geral
i) > da 1 a 22
Mem e ti
VALOiSS DAS HBBCADOBUI NACIO.fAlS
DIBBITOS Dg BXroiTACAO
80KITAS
Semana de 18 a 23 de Navembro da 1895
G. Fuee.a & 0., 100 saceos com 6,000 kilosJBagaco-;
;
Agu-irdeute, cacbca litro.
Da decanai. ideal...............
A'col. litro ....................
Algodo em rama, kilo...........
Aarata (ariuh) kilo...............
A "res com casca, 1 (m..............
Dito seco casca 00 pilado, idem......
Assacar Ufanee, i em.............
Dita mascavs idem.............
laiio rellaado, dem................
Aioite de co, litro ..........___
"ti de algodar, kilo
250
410
453
840
470
130
1V0
337
181
380
500
020
Kselos, om....................... 12l00
Es^ei-as proprias para forro co 0:tiVi
den.vios lento"................ 130ftn
E lool u.. lo .;! kilo............... 165
F-nnia e mandioca, litro.......... 140
Da de mil..o, idecg.............. I4'i
FejS). ieem....................... 170
Fumo em folna, bom, kilo........... bO
Dito de dito ordluerio, idem......... 480
Di'o em rolo bom, Idem........... 8i0
Uito de dito (r.lm rio, idem......... 420
Dito em la: i, bom, tdam........... oO
Dio em lata, ordinario, idem...e.... 580
Dito picado ou d.sfiaJo, idem........ 800
Qeoebia, litro...................... -0
L4 de barriguda (iialna Kilo....... M0
Looroem aboas at 40 m'oi grossu a
orna.......................... 74100
Mel de tanqcfi ou melafio, litro...... 2 0
Dito de abelbi3, idam.............. 900
Milno, litro........................ 09
Paina de carn oa, idem............. 030
P;o Brazil. I asm................... 040
Prd a de re'jol una.......-..... 44i:03
Me <:ma ou-p i'bo pba.o de cal, touelada.......... 924
Polvilbo (go-nn a dt macJlocj) kilo.. i40
Pont* oa cbifres de g-do \ajcum; 34:01
de qaalqasr qoiidaie, siIj 1i00
Rtp, idem........................ 2*2-0
1 ads, dniia... 400
ao, kilo....................... 3*9
oa graxa, kilo .. /lo
Se")o em veias, kdj................. 7,0
SKopira em obras /"ellos para carro 1
par ........................... Oioo
Tabaco em p kila................. 242 0
TdPioc, kilo...................... "80
Taboado de amareo, dui .........i0400
Travos oa Itnbas de mais de 11 metros
o-ds ........................... 41*000
Varas para caudas, ama............. 14(00
Vassoor 8 de caraaft a, dos a....... 14100
Diias de piussava, idem............ 2*00
Jitae de timoO, idem............... 2*l0
Vmhatico (em cosUdiooo) porO.^Ooi- 22431 o
Dito (em pranchOes. no- 0 -OJt..... 24500
Di cma...,........................ IH 00
Vi ,bo de qoalqoer qualijjd-, litro.. 30J
Renda do Estado :
Oo da 1 a 21 228 7314191
t-iein du 23 138734392
omica tole I
lalos publleoa
Navembro de 1895
Alfandega
1,391:5 044S0
73:yOii497d
-----------------i 463:4474420
242:630*365
1,708.0)74805
M
5.* seec'io da AHande^a de Peraarobeco,
de Njvemnroe 18S5.
O cuefe da se.
L. P. odecera.
0 Ibesbureiro
Ljie Mmo-I R. '/alena
R': .Wl- >:UA D) ESTADO
lliisicns de daiaca
Bellas walsas. polkas, quadrilhas,
8choltlsch, etc. etc. o que h de.
mclhor e mais aaoderno de eompo-
s lores celebres.
PREALLE & C.
59-Rua Baro da Vcto'ria-59
h

Da dia 1 a 22
Idem de 23
Do dia l a 52
Idera de 23
RECiFE D.'.'iHAGE
237:5534707
4:71749o'0
242 27ie57
1:439/4!^
3P1492
1:7414418
HovJoieao do porto
N '.'8 no dia 23
Ro de Jasfiro i escs'a 6 dias, vapo- bel,.-a
Wo dswjrtb, d- 2570 tonelada?, eqoipagpoa
4', co mam Ba Dy, carga ^ancs'gtub-
ro- ; b U'.a k -. 00 C.
Liverpool e escala33 1 s, vapor inglfz Crr
tense, de 8S9 ladas, eqjipagem 27, com-
mandante W. Cboac, carga vano3 aeueros ;
a Johu.-ioa P er & C.
Pji vAlege e 1 18 fii'1', vapor alien:0
Pelo.dS, 1569 ladas, equipagem 33
ccmmuodaLt ^a vafios geaeroa;
a B rsl la sao & C.
Nw Yo kI 4 -i o!iu3, d'
1690 toaelsdae, eqopasem 46, cmmaic
Vv. 11. ranos g< teros; ,
r B aikb.....
llore i 'o H'-ncripsu de H. OmoTlmena marcadouj da a* 22flj.
vemoro foi o segoin
im :
34 bi 7 473 kilos
77J tiios de j |fl l
2-i ariscos a 100 -e. 200
8 < com camarOea ? 100 n. 48 H
26 1/2 columnas a 600 rs. 154600
3 gas com gallinhas a 500 rs. k45'0
11 .--.ssoaes com faliibaa a 300 ra. 34301
1 cargas com milbo verue a 300 rs. 4300
carga com ameD'oim a 300 300
1 argas com batatas a 300 rs. 1430;J
3 carga com macacheiraa a 300 re. 49i>3
1 carras com cebolinbo a 300 rs.
l cargas com ,.rimes .a 300 rs. 340 0
10 'gas cem verduras a 300 rs. 34000
i carga com canna a 300 rs. 4300
2 cargas com laranjas a 300 rs. i-tu
3 carcas com inbame a 300 49 j
3 cargas com toacas a 300 re.
3 cargas com diversas a 300 rs,
23 cargas com farinoa a 300 rs.
10 cargas com milho secco a 200 re,
4 cargas cem feiao a 200 rs.
62 lugares a 200 rs.
16 Sumos iti ..
12 comr. com sainriros a 14CC0
9 comp. cena scil- i u. a '00 rs.
8 corsp'. cem fressurH3 a >= s.
34. comp. com comidua a 70u rs.
77 cota.-, com fatceodas a 600 rs.
49 cerno, com erdaras a 3oo rs
9! :iap. com farioDa a 400 rs,
54 comp. cjc lalbos a 240O0
Rendimento fl08 .;i;sl e 21
retos do da :
Caree veide oe 2>/0 a 14000 rs. o
Sumos de 14 a 14200 Mea?.
Caraeiro t- 14200 a 145u ideo.
Pancha de 8D0 a 14403 rs. a caa.
Milho de 600 800 rs. a csia
j 1 ..23) a 2|.'10:ia eaia.
."Vavios csjcratlos
Do Rio cte.Jrnri o
Logar po-tg;.e2 Aurora ao ^ouga.
Lcg;r portg?ez Mibo.
De Bao.burgo
Lng r lngiiz Ras* Hill.
brigae Bllemio Oto Grat'zu Slalberg.
De Loaares
Lagar iogli Faany.
De Liverpool
Bngue in^iez Mictiatl Buzeulsen.
Borca in.l. :a Coreia.
De Terra Nava
Patacbo ingles Matletoe.
De CarJiff
Barca noroenense DeaiJcria.
Barea ncruegaense Ssls.
Ha rea nororKoense Auriga.
'.rea norueguense. H-meo.
B,:rca ooraegoets- W^v*.
" De Pelotas
Patfcbo noraeguense Eioar.
Patsoao aoraei Rodolpbo.
I. r portaba r. Temerarij.
Patacho naiai'al SodiL
uan lie: Ktma,
Logar i 11 1 L w:g.
Vapores a entrar
Mez de Novembro

Nnte Sol, do sel s 24
PeiB'as, do sul, a 24.
B ", s 2i.
. Lt r;iOl, 24,
Bev.l U-, Je N W Y r a 2i.
torib P-i -r, de Ni w \ k,a 24.
Glye, ra Vwjn, a 58.
S. Francisco do n n >, a 28.
Vapores a sahir
Mez do Novembro
3*200
124000
64300
44800
314800
464200
144700
364600
1084000
3234700
6.6739c0
6.9974600
kilo.
Ro e escak', Shfts ury, a 24 3 3 hora:.
Iti 1 e Santos, CapibariDe a 24 ai 4 horas.
Sanbs e esc, As8ump5>, 24, -Ss 4 horas.
L e Hambarto, Pfto-as 24, As 4 harat
P.tj dire:to, Cvr e.i, -.' 2 horas,
jixi'! Sai os ce, Hevellos 24, 3 h ras. .
i(,10 "thjmpton e e.-c, Ta:-mse,4. as 12 horas
54200 M Jibostlo a 25 as 4 ho"f. j
4000 f-"1'09 e e8C- Ca ib Prioce 2. 3 3 ooras.-
|800JBuenr8 Ayres e esc. Cljdt a 28 As IJ horas.
124600 Saal08 directo Lecian a 30 as. 3 horas.
<*
m
1 ii-
nwm

V
i
I
,


Otario de Pernambneo Domingo $4 de ffovembro de 4 $95
5
j
)
Anacahuita Peitoral
As curas produzidas pela composicc
da Anacahuita peitoral, sao real-
mente milagrosas.
Don Clemente Silva, que rese na
ra do Estado, Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em dita cidade,
que havendo soffrido atrozmente de as-
thma, pelo espaco de mais de sette annos
tem que medico algum jamis Ihe ouves-
es proporcionado o menor allivio ; decidi-
so Dnalmenle em lomar da composico
de Anacahuita Peitoral, e depois do ha-
ver apenas lomado dousfrascos, 'deseo-
brio com sorpresa, que a grande oppres-
saodo peilo havia quasi compltamele
desaparecido. No eulauto fui co>
nuando a fazer uso dello e no fim de tres
mezos se achou completamente curado,
com grande asaombro e salisaoao de e-
dos os seus prenlos e amigos, os juaes j
haviam perdido as esperanzas de jamis
?e!-o bom. Disse tambem qua des ti
entao esla parle o tem reccmmendado
um grande numero i!e seus conhecidos
que soffi iam de diferentes affecces pul-
monares tao frequenles as costas do mar
Pacifico, na America d bous resultados tem sido universaos.
Como garanta contra as falsificares,
observe-se bem que os nomes de Lan-
man $ Kemp venham estampados em
letras transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafas
Acha se a veuda
droga-rias.
em todas boiicas e
Jornal do Couiiierc o
RO UE Ja.N'EIKO
Rjcebe-sa asignaturas e annuncios, &
ra d > Cnrimereij n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente ueste estado
O DR. FRA ^ClUO LEOPOLDINO,
participa aos seus cuentes e amiges que
mudou-sa da ra da Santa Cruz para o
Pa'eo da S nta Crua n. 2.
O DR. TilXElRA UE UActVALHO,
medie, operador e parteiro, de regresso
a e3ta cidade est a di-posigao d s seus
clientes.
P* eo do Carino n 28.
(Antiga Rdatelo '!a Gazeta da TaHe)
Espec:alidad6STrata.^eato de febres,
syplul 8, b 'riberi, molestias d > fig-ado.
Chamad'S a qn Iqu-ir hora.
Cooautas, grat s das 9 10 horas da
manli.
Das 11 as 2 horas da tarde pagas
vista, sem excepto de pes o alguiun.
Advocado
O b.icharel bbpvridiao Ferreira Mon-
teiro t-m eecripqorio prac- l7, amig- i
pate^ do G
jllegio,
n,
7 1.* audar.
Dr. Nunes Coiinbra Clnica Mi-
ateo Cirurgica Consultorio", 4 ra Mr-
quez de Olinda n. 61, 1. andar, onde d
consultas das 12 ka 2 boras da tarde.
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de senboras e criancas. Chamados
a qualquer hora na ana residencia, na
ra da oledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
MEDICO
Di". Amaro Wanderley
Avisa; aos olientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas as 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ruado Bom Jess n. 24-
Residencia Ra Direita 10 em
Atojados. __________
. BsTrasiTA? &uiabFs
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Tlepho.en. 292.
Part cipacao
Dr. Joaquim Loureiro, participa aos
seus amigos e clientes ter mudado sua
esidencia para Sant'Anna, defronte da
EstacSo, aonde pode ser procurdo.
Quando as senhoras se achara debilita-
das por excesos a que se submettem, tor-
eadas pelas considerarlas s- ciaes, indo
o theatro, ao baile assistindo a reuni5es
durante o invern, dave-se acudir a tem-
po, para que a debilidade n5o degenere
em anemia, tomando o Xarope de Quina
Ferruginoso de Grimault e C. que, em
virtude da sua intima orabicacao do
phosphato de ferro soluvel com a quina
excita prsmptamente o appetite, as f reas,
e restab lece completamente a saude al-
terada.
Advwgtiilo
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
ra seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
i,) horas da manhaas 4 da tardn.
.--'
UDITAES
E di tal
vi
itello
flotucat
Ddve ser lida com interesse a seguin'e
noticia, que a Faufulla publica a pro-
posito dos productos me-iicinaes, propa-
gados pilo Sr. D. Carlos :
Todo o Braz 1, e especialmente este
florescenti simo Estado, tem ouvid<> fal-
lar do Elixir e d?. outras especialidades
medicinae* do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhac-jm o alto mrito, a bond-
de, a tcnacidada e a gentileza do preoa-
rador desses productos, o Sr. D. Calos,
que una joven cheio de inteligencia
de estudos, que com e seu Lbor incans
cavel suubs ganhar os elogios de varia
celeb-idades medicas a tatitos attestados
Je benemerencia por parte de numerosos
entes, hoja p-.rfeitameata turados pelo
maraviihoso Elxir.
E vito abirdamis este asstiropto, de-
vemos dizer, por a or k verdade, que
tanto as pilula3 de Tayuya como o Eli-
xir M. Moratjlio producto*, examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saud, do Rio H aneir e que a sua
venia foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e p-do d-) S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas pian-
tai raras qaa q se en:ontram na flora do
nossjs ser.oj-, s s-irve para a cara mi-
racul ea da asthma, do cancro da* do-
res rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo roi revelado, ha bastan-
te tempo, palo chefa de um i tr.bu da in-
dios, cuj nom? agora nn escapa, D as
que oppjrtunamanta desigaaremo-, por
nu este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena ser narrada.
O e-tv> .]ec:in'n*g' d> Sr. D. Carlos
um i importancia excepcional e pode,
tirom as melhoras desse geuero
mundo.
As stimos ha algn dias, prep^ra-
eSo deste Elixir, acompanhando at-enta-
ineute tod trabalhoa, desde a tritura-1
ci d s vegetaes at ao encaxotamente,
o ual se segu a expedicSo para a
mais importantes pharmaciis da Europa.
Al ni do curioso rocesso, sao dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordera, disci-
plina qne reinam n ampio laboratorio,
do qua! s hoje o Sr. D. Carlos com?ca a
CoUier os fructos, alias altamente lison-
jeiros. tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiario*
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
,\ fxair lour s, cogitando sem-
pr; e:n ampliar ra is o seu est bdaci-
me to, estudatdo o processo para o fa-
r ico de outros prod ctos medicinaes que
se o an'es de tu i o, submettidos a analy-
M e intelligentes aie-
dicos.
Os nossos cumprimentos a esse h
Ilustre i Bitucat, gosa de
ao qual de ejamos
Airemata^ao 3 um
Faz s- publica, a qmm posaa intereB-
sar que terg* firo, 23 do oorrecte, ao
meio dia, em trente ao paco munic;pil,
ir em prac* um beaerro da raga tourina,
prfido na vaccioscSo e ser entregue
mediante a maior ffiit, se for esta acei-
ta polo Dr. Sab-Prafeito.
Secretaria da Prefaitura Municipal do
Recife, 22 de Novembro da 895.
O secratario,
Joaqaim J s4 Farreara da R^oha.
titil
O Dr. Suj-Prefaito do Municipi > do Re-
cife, em ejercicio, manda fazer publico
oj propietarios de predios sitalos na
rui iiva Dasobarta, boj i raa da Victo-
ria, freguasia da S. Jos, qua pelo pre-
senta trian intimados para, dentro do
oraso di 30 das, fasereoa ciastrair os ras-
pec'-vos passeios e consertir o que disso
preciaren:, de coatormidda com as pos
u*'ia e eoo spanos dalei.
Secretaria da Pfefaitsra Miaio;pal do
Racde, 22 da Cjvamb-o da 1895.
4 O secretario,
Joaiaia,,jjsjFer-eira da Rocha.
sm
comp
que
Servido Eleitoral
t Elital
O c:daUo Francisco Carlos da Silva
Fr?oso 1.- secretario o Coacdho Moni-
ci)ial do Raiife, en exercicio do cargo de
pra ieaie, fas pubUn a qaantos iota
ra3iar posa*, qua tc^aido-se dei'gaaio o
da 7 da Le8".mbro v ndouro para a eleic*
de Gaviraador e Vid Gobernador do Es
Joacalbo dos titalos aa eleito.es quo se
harem c mtanap'adoa no slistnonti pro-
11 paU PfefaiUra da awrl') com oa
. 4.- e 5.* da L c. 95 8 de Jaah.
Je 1S93, o que por si ^uptf prociradores
se npren'otarea para ca'jel-os, sen:>.
estes titalo rotaraatas as freg-;sz'aa d<-
31o F ai PeJ.ro Gr.o-'.ve. d- S. Antoa-o, da S. J s, da B^-V.sta, Q ,-. d P^i da P.ndh e da v*wi
Sasrauria *o Oonealho Manip*I Im ifa, em 21 de Novam^ro de 1895.
Franciseo Cirio, d. Sil^a Fragoso.
1.- Sooit rio, samadft.de Presiwwte.
O Dr. M ro Til o dos Reii L m, J z
de J-reito da Fazenda Mncipal
Re .
F.% s^ber polo prosete que no cm
de Novembro do or-e te nno re h5"
arr matur or veeda a ipeai maia dar
pre^a publica deste juiso os bei s M(
ios por eaeeugao da
A casa maia agua de pedra e cal n
a ra dos G >ararap;s, Firegaesi* do
porta e janella de fren'-

m
EDIT L
De ordem do Sr. capit&o de Fragata
Jos Poreira GuimarSes, eapitSo do Porto
deate Estado fago publico, a quem inte
ressar possa, que em virtude do disp sto
no Aviso Circular do Ministerio da Ma
rioha de 7 de Margo oliiaio aob n. 424
oootrata-se, oesta reparliglo voluntnos
pira os crpos de Marioheiroi Ntciona .-
a de Infantera de Marinba ; es qn^es go-
sarSo des vautageoa que Ibes aBo con', ti
das pela lei de tixacBo de forgas e dacre
to de 15 de Deaambro da 1894.
S serSo acceitos voluntarios, aquelles
oajjs idades o sejam menores de 16 nem
maiores de 25 annos.
Aos que forem ulgados aptos para o
servico da Armada, goaaro ^das segointes
?antagena:
Abono menaal de mais me tade do scKa
qas ora peroabem oa MarioKeiros N. o *
aes oa soldados, devendo o praao o en-
gajamento aer pelo menos de 3 anoos.
Os voluntarios peroeberfio em quanto
esverem ne.-ta qutlidade de pragas, ama
tjratificagSo diaria de 12 reit.
Abono de ama gra ificacSo mensal cor
respndante b metade do sold de saa
claase, as pragas do corpo de Marinheiros
Nacin es que couplet rem o tempo legal
de servigo e continuarem a servir tem
engaj.mentes.
As pragas qne, findo o sea tempo de
servigo con inu rem as fleiras com ou
sem engajamento, perceber&o mais om
gratifcagSo diaria ce 250 reis.
Capitana do P rto do Estado de Per-
aambuco, 16 de Setembro de 1895.
U secretario interino,
Felippe Morillo Ferreira.
Estrada de Ferro Central
de Pernambuco
Edital
Do ordem da D rectora desta Estrado
f^go publico que no dia 3 de Deaambro
prximo vndouro sarao definitivamente
entregues ao traego publico, a eatagSo
de Boaerroa paraoa de Googalves Fer--
reira e estagSo de Carnaie trecho entre
esa estagSo e S. Caetaoo, sendo que nesse
trecho a se far o transporte da passa-
ge'roa e bagagens, emquanto cao estiver
concluido o edificio da estagSo de S. Cae.
tao.
Outro sim, p'evino ao publico que o
servico de transporte de mercadorias s
pode- ser r guiar sado depoia da ebegada
do materia] rodante encommendado, parte
do qual j se acba em viagem.
Secreta- ia da Estrada de Ferro Central
de Pernambuco, 20 de Novembro de
1895.
A. Gong-lves Ferreira Jncicr;
Secretario
Secretaria da Indus-
tria
3a directora
Bata conheoimento dos intereesadGS
fago publico que no dia 9 de Desembro
vndouro, a 1 hora da tarde, recebem-se
nesta Directora propostaa em carta fe-
chada, devi amerito selladas, para a con-
strucgSo de 2 pegoas e 1 pilar de urna
ponte sobre o ri<> Una, em Barreiroe, cr-
gados em 19.054(>,j75 r's.
As propostaa devem bo e>criptas por
X*eoso, sem rasura, emenda ou vicio de
qo.nl joer especie, sendo rejeitadas as que
ao reaentirem cas seguintes faltas :
1. As que excederem (,s prego do
orgamento;
2." Aa qne nSo forem organisadas de
accordo com o presente edital ;
3. As que sa basearem em pregas de
ontra propoata ;
4.* As que forem firmadas por pesaoas
luajtenham daixado de cumprir con
tractos com esta RepartigSo ;
5.* As qne nSc offereoerem as garan-
ta? e qaalidades exigidas nesta edital.
Havendo dss ou mais propostas em
.-- nidada de coodigSas, ser preterid a
i) cotcarrete que melhores proves de
lopeidade oflereoer.
Oa Srs. concurrentes deverSo, alem
'e^sa idoneidade exigida para a oireccao
etecoglo ds ebras, indicar o logar de
uj residencia.
Nenbam proponente ser admittido
oioorrenen eam que prove com docn-
a mto foraeeido p*la Thesouraria desta
^:;artigao haver da^esit do nella qnan-
n correspotdanta a 5 .y do valo t
-. a cor.tractar, importaccla, que per-
ti i n2o assigoar o contracto dentro
pr^so marcado no convite que para tal
uta fr eap-ido.
1'. -a boa garanta da exeeugo do con-
, depositar o contractaole no The.
o do Estado urna caugao quo aera
i imente arbitrada por esta Direc-
tara a diapoaicSo dos Srs. proponen-
ita Directora, o orgmonto desea
t bem como Be d r qualquer eso'ct'cci-
-;ae desej-ir^m ueste sentido.
ife, 8 de Hoveo.bro de 1895.
A. Urbano P Montenegro,
irecor geral interino.
efe, com
de fren!
fundo
4 ma'.i.
metr. b
mem
>1
i, 1 qtart<-, mede
a '0 ceLt,im=trcs e re
10 Bt ne-ro.-, av. liada em 80040UO.
Pi rt?r.ce a Antor i> J<> Daotai.
onstar p. sioa-se edital na I r-
> e pi-asado nesta cidade do
Parnambuoo em 8 de Novembro
Eu Alfreda Dia-aantno de iorras i.u
. e crivSo o es revi.
M re a Tulio dos Res Lima.
Edital .
Pagamento do imposto predial
para limpeza
O Dr. Sub-P'efeito do monic'pio do
Recife, e m exercic:o, manda facer publi-
co que pelo presente fioam maicadoa aos
oroprietarioa ae nasas situadas na fregue-
ia do Recite 10 diaa otea que ternina-
rao em 5 de Desembro prximo viodou-
ro, para o pagamento sem malta do 2'
semestre do imposto predial para limpe-
*a publica, devendo ser apreaentada a
luitaclo do 1- aemestre.
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recite, 22 de Novembro de 1895.
O secretario,
Joaquina Jos Ferreira da R icba.
Edital n. 37
3a Directora da Secretaria da Jostica, negocios
Ioierlcree e Iost'occao Publica
Aoor;cao da el-igao de om mem
bro do coDselbo litterario.
Fago ssbfr a qoem interessar pts-a que deig-
oei o dia 30 do orrente, ao meio da, para, na
a.a em qne (oocciona o coneebo litterario oro-
ceder-ea apnragao dos otos para ae.eico de
nm prrff ssor < ue no respectivo cooeelbo Ilitera-
to repreeeoi- a el,ese.
Oairslm sao convidados es S'a. profeasore
SebastiSo Brandar-, Aaeueto J s Mauricio Wan-
e-liy e Jilo Lifi.l no Doroellas Cmara,
aqulle como Im.nediato em votis e estes como
anis votados depois delle, para assietiiem a dta
eleiglo.
SerSo admittidos a assielir ao ac, mas sem
iourveacao netle, qoaeequer profeseores pobli
eos aue ee acharen presentes.
DECLARACES
Estrada de Ferro de
Pernambuco
do Recife ao s. Fr ncisco
Aviso
Em cu.nprimenin do dlsposto no decreto n.
ao:-,-. de 15 de Juico ollimc, do Goveroo da
U,i So, qae ulte-ou as ba^es aa tarifa de trao-
sportea 3>s a estrada de (erro, faco publico qoe
do dia 1 ne Janeiro pr, ximo viuionro em 'lian-
te entrarSo em vigor as novas bases, que con-
aiatem na elevacao de 10 ris por kilmetro
para rassageroa de 1* classe e 5 r;s para os
de (Ta-la o. 1).
As laxas das iarifas coocernentes ao transpor-
te de algodao, alciol, vioirna, hed-ee, asaucar,
cooros seceos cu baldado?, fi.am sujeitas a va-
riacao da ectacoo do cambio, augmentando ou
diojinu n Jo B / (cinco por cento) das aciuaes
por dlnheiro esterlino. entre as cotacOes de 10
e tQpence por 1 OOO. senao a cotacao de 20 es-
tabeie.ua como o padro renclin.
Eurnono di a? rintaaleaiit, CibJ, d
-xoverxbro de 1895.
Wells Hood,
5u. erlctendete.
Gompanhia
DE
Fiaao e Tecidos dePcrambnco
Sao com lOO/o 80Dre o valor nomioal de seas accJ i.
-t o dia 10 ue Desecubro prximo, no escipto-
'io da companbi ra do Bom jVsok n. 12, 1*
anda'.
Rec;fe, 14 deNotetbro de 1895.
O director secretario
Jos -1 jao de Amorim
P
DERBY-CLI
DE
FERNAHBDGO
jffiMffl/a m m; isa
QUE SE REAL1S ARA.' NO
ia U de Novembro de 1895
AVISO
Para maior regularidade as corridas e at-
tendendo s reclmacoes do publico era
geral, o jogo de poules ser fechado
hora marcada na p^dra.
As corridas terminaro s 5 horas da tarde.
!. Pareo Liberdade-1000 m> t-o.*.Animaes de Pernamboc qoe cao tfnhSo ganho
uoa Prados do Recifa, nonijndo ou tai vutjr.a.Preiios : 250*000 ao l.
SOCHW ao 2 e JSOOu a o 3.
Hyate.....
Cabloda ....
vjodaote ...
U(opi8ta
Parlamenta
I rista....
6lNabela.....
\lazao
Caiiiabo.

<
Alazao.
'eroamb..
*
ol
encarnado e tranco..
Atol e braceo........
Encamado e ooro....
*oi e b-anco.......
Aomello ...........
Azul e cu-o.
J. .F C.
A. F. G.
'.ond. Arraval.
te
ti. J. Goxes.
C. Albuqoerqce.
2 Pareo--a?rado da Estela -1.200 metros.Animaes de PerambocoPremios
25O0OO ao 1", 23000 aj 2 e 25*000 ao 3.-.
i.ooipania
Pejiambuco PowJer Fac-
tory
Abam se a disposiao do9 S-s. ac?ionistae no
e3C.iptor o desta compaobia, o Dilicco e mais
(locumeatos de qoe trata a lei das sacie .adee
ac iynas, refereotes ao seno Ando en 31 da
Aposto prximo paBsado-
Rec fe, 18 deKoembro 1e 1895
A. J Barbosa Viaona.
Sociedade
DOS
artistas Mchameos e Li-
beraes
5i anniversario de sua iostaUsgao e 15 do
Lycen de Artes e Offioios
Esta socieJade soemaia no domingo 24 do
cor/enle o ero anolve-sano, cem orna missa ce-
lebrada na capelta doesiabelecimento, as iu i/s
bcra3 da maona, com aaaisttncu da ii e, to;ia e
?o> socios e convidados, qoe a esi-e lempo ja s-
acbatem presentes. Depois do a to religioso,
ao m'0 dia, lera logar a seseao ccagna. com
assist-ocla do Exm. S Dr. goveroador do Es'.a-
do corpo consolar, imprensa pernao bocana,
commi'DdaDie8 do 14 batalhao de infamara, cor-
os esUJuaes, aotonua 'es civia e militares e as
" res a=toc.i-cOas para esse flti co vidadas.
' A' ooi e, las 6 boras da taMa em diante, es-
tar o es'abelecimento a disposiao do respeifa-
biieo. tendo lo>-ar s 7 l/ oras da noite
urna ladoba i mesma padro^lra, continuindo
t Peifoimeolo em txo.'-'c' a.fi as 10 boras
la noite abnibaniacio iodo seo a banda tuar-
c- i (io *-;t.betecimrnio e ontiad,i a directa) do
illostre consoao profossor Fiutino dos
S.ntos Cis'a. (^
A d-reetona convida aos Srs. e tirs effeclivoe.
dp.i.f. ito-es e honorarlo3 a comparecerem ea..
,-r!e no da scinn re'erido.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechan -
eos eL'hpraes de Pernambuco, 22 de Novenr
oro te 1893.
O secrelario ^^
Gaspar Antonio dos Reis._
Timooeiro...
Po.itiqoeiro.
'oscripto ..
Baralbo.....
Rio Grande .
Pleiad-.....
tiuaiaoas 2.-
Realeneo...
Piramoa ...
Tordilbo___
Mellado.....
Rosso.....
Oastaobo...-
Rodado.....
Ziinu ...
Rodado..
Uastanbo.
Penamb.
50



Eo^arnailo e preto....
Encarnado e brauco..
Ato! e branco.......
Azul e ooro......
encarnado e branco..
\zal e branco......
Sncarnado e azul-----
ncarnado e branco..
Gond. Vigilancia.
Oood. Arraya!.
j- PomQa!.
J. i. s.
Giuri. Cooten ia.
J. E. Ferreira.
Good. Boa Vi.la.
3.* pareo Compensaca1.150 rostro?. Animaes
io 1.*, 5UU00 ao 2.a a 254000 ao 3.a.
de Pernambuco.Premios: 2304
fatbory...
Waierloo.
OJ ......
Cingo ....
Hruce ....
Baio.
Preto .
Alazo.
"ernaiib.. 51
8
<
c t
K
Encarnado e preto... p. Nacional.
Eicarnado e azul. ..|F. A.
Encarnado e preto... C. Campos.
Encarnado e sourello. J. P.
Greoat e ooro........,Coodelaria Arraial.
4. PareoInternaeloaal-1.800 metro". H-nlcspAnimaes de Pernambaco.Pre-
mios : 30040U0 ao i., 604000 ao 2.. 3041)00 ao 3.
Feoiano......
Torco 2......
Furioso......
Todo-......
Triompbo,.
Modado...... Pemmb.. 50
- m 60
* 46
Rodado..... M 40
Encarna lo e preto.
Encarnado e azol....
Verde..... .......
Amarello e verde....
Encarnado e preto...
Jood. Vigilancia.
J E. Ferreira.
H. L. Machado.
J. Moraea.
CoI. Vigilancia.
5.* Pareo Prado Pemambocano 9)0 metr. s. Animaes da Percainboco.
mos : 2504U0U ao Io, 504000 ao 2-, e 254 ao 3.*
Pre-
Beija-FIor...
bo........
Fortaleza.....
B^ibory.....
Waterloo....
Rodado..
Baio....
c

C
Pernamb.. 50


<
C
Grea' o preto.......
Encarnado e branco..
azui e rranco........
Pre o e branco......
tincarUdUo e azui....
C.
6." PareoEiperieucla-1.330 metrosAnimaps de Pernambuco.
ao l.-, 604 o 2. e 304 ao 3.
Oliveira.
". Campo3.
J. Cava! -ante.
Coud. N.cion:'.
F. A.
Premios: 3004000
w-
Pernam-
geral sympatpja e
prsperos negocios.
Peitoral de tambar
Cara de tosse palmouar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois do
exgotaJos todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento r
restituio-lhe em pouco ^tempo a sadel
perdida,
OAGENTE-
Companhia de Drogas
Edital
Alfaniega de Pernam-
buco
Por esta iMp*rtieBo se fia publico que
irregsram do vapor belga Lciboit?
ado em II de do ve moro do crreme.
na caixi de marca Satier Zabida, ssm
ta e cim indicio de falte, pelo que
ii tinia-se aos donos ou oonsignttarios des-
Tolnmo pir^ no prasn da 8 dis reqne-
m qae for a bem doaeu diraito.
1 Scelo. 21 de Novembro de 1895.
O obefe,
Manoel Alvos da Silva.
rnicas ele
buco
mnos da Escola Militar
da Janit 1 Feder.l
M Ell
'ff ordem do Sr. Groi 1 Commandanto
bblioo que oSr. Maohal kyiio. te
ral do Ex rcito, im telegiair-a de
m, au'oruu o n>P8mo 'cor^oel a
tx verificar praji aos ex^alamno; da
. Mistar da CapiUl Federrl, que
a ex laidos oom ba'xa d>> servi$j
ficontooimentos de 15 de Mergo do
r e enno ; eaios alumnos fictrlo res
.orpoa em qae forem inclaidos aguardando
reouiaigSo do commandante d^ es^ectiva
la, re do entretanto, tratados nos,
meamos corpos como ulamaos.
E para conheoimento daquell*s que
qoieeram Be alistar, devn a.r o presente
publicado por 8 dice consecutivos,
.-sretaria do Commatido d. GaartsSo
,em Pernambuco, 20 de Novembro de.
1895.
Arsenio Borgss,
Alteres "SecreUrio.

sturas do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadfio t-oente-coronel dire-jtor
Arsr-nal, dis'ribnun ^e :oBtu:as 003 d at
i.\ 23 e 17 do correle m :, com as coflonir- 8
l3 si Kuiar de .:e. 301 c*C0, de coa-
jrmitade com a* ordens em figor.
j es soatoras do A'seoai de Gaerr de
.aambuco, 2i dfl N veiabro de i835
Friix Ante io oe Ai.aoiara
C^oit o ddjuoto.
DerbjClub ele Per-
nambuco
Aviso.
Pir tata director! eclara-ee aoa rosaoido es
i i |: t, e da corrida nniverB'ia (ISdeD--
emb,o) que elles dao tambem entrada Da dd
ia do De'bj Club de Pernaubaco, J4
te Novembro de 189j.
O secretario
B. Ca-rpos
Feniaco.....
Turco S.....
Tnumpb...
Tudo......
Hirondelle...
Rodado......
Alazao.......
Ridado......
eliado....
Gastaubo
Per.-amb.
M
Eocamado e preto...
Encaro.do o atol
Azui e encarnado...
ma'ell e ve-de....
Branco o lzu! .......
Cood. Vigilancia.
i. E. Ferreira.
ou'. Vigihcia.
I. Moraes.
J. das Nees.
7.* Pareo Prosperidade1.50
ao 1.
Pi ramn....
Tiinuoeiro..
Baliza......
Gnireb......
Mendigo...
04000 ao 2.'
Caslanho....'PernaB>b.. 50
Tor-mno.....
;aeianho.....
Rodado......
iastaubo....
roet-os. Anirse de Pernambuco. Premios: 2304
e 254000 ao 3.*
Amarelio e braaco ...
En araado e pre'.o..
Encarnado e amarello
Hxii e oranco.......
Encarnado e azul.....
Coud. Bella Visla.
C. Vigaoc.a.
C Campos.
Vm 'da & Silva.
J Mlibias.
ObsMvaoes
GUMPAiNHlA
Distillaban Fragoso .
Asszmb'.a geral ordinaria
iotivos de forca maior Boa tansferidi a
iSe-Dbla Reral o.-d.narii deata compaoba a
relisar-ss no di IS do corrate, para quao-je
e annuclsr'
Recife, 23 de novemb'o de 1895.
Pela companbla Di-itillaso Pra coso
j j ao Eastsquio Pereira, tssoure iro.
Deixa de haver o par o e aDimaes de paro eangae por no ter apparecido ia3Crp5o
de accordo com o r rtjec'.o poblicado.
Tocando a esag-.'-m os nimaes deverSo es'ar jallos respectiva casa para serem itnm-
tn-n-nte e-silh dos e segoirem para o barraefio no centro da rata onde s poderSo estaros
I keya e os tratadores ou criados oa quaes nao podarlo ter c.immankaeao com pe-soa algnmt.
i -it-8 de rtalhar-ee a corrida., .____-
Cuotinuam em vigor las as 'esolucOes at h is peha soiedades bypplca i
Ust Esii-do, corlantes dos seas cdigos de corr.a e insto esoes j publicadas.
Dentro da casa das apotae, na sala destinada a v. oda da poules, nao era ingresso
i i alguma alem da directof.a, commisio fiscal e e .
Os Srs. iu-zes f6 terao ingresao na Bula conlign a da ve ;da de pootes.
Cs Srs. rmorega1o3 devem f-tar no Deroy Cito d 10 horas da manha em poulo, SOD
nena oe nao serem admittd s no servipo. ..... .
Cnama-se a attenco do> S's. apos'edores para o hora lo que 8;-ri restri- tamente ob3er-
/aoo, fichando o pareo i< It I o '.a em poeto. ...
Os J0i.kcy8 qoaoaoseap'eeenta.em conveniehtemeote trajsdca co a as cores sd:ptadas
io praersmu. por sena. oa'.'Ses, oSo srao admiUidos pesagem e 8era3 multados de accordo
^>m o ert. 81 do cdigo de corridas. ,...
03 aaimaes inscriptos par o i.0 pareo deverao achar-3e no eisilbamen.o as 9 i/2 boras
3C Os tforfaits serao recebidos al sabbaiij-23 do corrale, s 3 hora3 da tard|j, na Se-
cretaria 3 diaa depois na Secretaria do Dfrby. .,-,,,
Os premios serio pagos 48 oras depois da c.rrlda na Secretaria do Derty Club i
DaqCed60Cae^ encerra-se- sabbado 23 do corrate s 3 horas di
. directora chama a attenc) dos S s. proprietarioa e jockey* para o art. 2 e seos SS
art. 46 que eo restrictamente observados. ____
Secretaria do Derhy-Club de Pernamb'.'.?o: H de Ootnbro de 1895.-^
O Secretario,
B. Campos.



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I-C_^ffi
Kroi



Piarlo de Perammhnco Dominyo $ l rie Movembro de 1S05
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Prflce Line of Sleamers
James Knott, jNewcastle-
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LINHA REGULAS ENTRE OS
Estados-Hitis Iran e Bio
da mu
E' vendo de New-York at
ro dlt i* Dexembro, e sabi-
kr depola da demora necessarla
' ureltuta para o
Rio de Janeiro e Santos
0YAP0i6LIX
Mexican Prince
Para carga e paesaeeos trata-ee coca os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commeroio n. 15
t
Dr. Jas Jacintko Borces UiuU
1 uoifersariu
Saadosa recordago de bds (amilia.
Mlsaas Da matria da Boa-Visia, s 8 horas da
maoba de terja-ler 2fl do correle.
t
Anua RiuCavaloaute deAlbuquer-
que
Francisco Luis GavaicaDte de A'baqaerane,
eoa mnlber e lilooa maBdam rezar ama miasa na
matriz da Boa Vista, oo da 26 do co>repte, as 8
boraa da maoba, por alma ue sua pretada Alba
e irma, Aoca Ritu Cavalcaue le AILaqoerqu?,
30' oa do (lkcimeoto dJ merma. Dsde ja
agraoecem ata oareoiea e a nigos qae compare*
ccpro a -8-e ato ne r>'f'',ad' e ruiw.io.
.O
Norddentscher Lloyd
O vapor
Habsburg
L' esperado da Eoropa
a' o da 1. de Deiexsbro e
segoir depcia ca deno:a
neees^aria para
Baha, Rio ^!e Janeiro
e SaDtos
Entrar co poito
Eate vapor Iluminado loa electric
6 offerece ptimas eccomm-jde^Sea aoa
Srs. paaaageircc.
Para passgeos, carca, frete, etetrata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Remes n. 4
JlHjor Ju fciiu de Olivera
Io eooivere.rio
Umbelioa Rasa de Oliveira convida a todos os
feos pareo es e peteovs de tea aa.'Uae para as-
Eistuem as avissaa que G.hiiOa celebrar oa V;oe-
ravfrl OrCeui 3* do (Jarmo cu.- a capital, por tima
oo seo presado [Larido, Jos Elias ue O iveira,
as 8 I:! do da 3 do mez \iodouro, daia do
1* aniversario do cto passamento, coofeisando-
ee dtsde ja tie:nameute graia a lodos qaelles
que comiarecerem a este acto de religio e ca-
Voa"B Vu us louriuiio e ie rgt| ctm
crias e garroii
XB n La.
irata-se La rea Djqoe ue Ca-
s
-
s
-
-
9
Oonfrdria de S. Jod Ago-
na, erecta no Convento
do Caimo,
De ordem do irmEo provedor, convido a to-
dos es ressos irrxaos para vireru trocar as euas
- anigas canas patentes pelas covas erec.ber
i-a ar, aflm de tratar! cm exercpUr do novo comproTiSoem casa do
caes de R.mos n. 31. 1 ^^ ou Ui.; ,h(soB:iro Manoel Joaqotn AlvesRibeirc, a ira.
de 38scmpto3 "'ll?0 a mauo v | vessa das Crozes d. 16, dacao da oceoafe.
Ruife, 19 de Novembro de 189d.
O gerei'te
----------SO'JIEDADB
Auxiliadora da AgHcflllora de
Pernamlsso
Assembla geral
Sao convides o
no dia i ce Dezimb'O
Sr?. eocios a se reunlrem '
na nosea sede eoct;
andar,
A. Perelra "odOp'.
CoDipinhs Ferro Carril de Per-
nsBibuco
AVlSO -.__i
Em vir;nfie da commanicaclo da i Bob-dirfC-,
loria da wen *na da ioinstna do Estado a co ,
mecr .:ee.nn a Mra 25 "o cbrente.
terrampi o o t-aftgo da Itoi.a
e Aurora, riur-ote o cojicerto
3 da tarde. ....
Esta adainlstracao n3o se respcnsabilisa re-
os camaos que per ventora venda a siffrer
qoaiquer i-mao ia seus direce, orna vez que
nao iegilise a *09 patente.
Secretaria da Confraria de S. lote d Agooia
erecta co Convenio e Nossa Senhora do Cartio
em 5 de Novembr'o de 1893.
O secretario,
Mamede dos Res.
de Santa Acaro
da pequea pon'e
s.er.le o.ssa roa. Todo o servico do trans
n*Me fera fe.to pela lirba do Hospicio entrando
s ca-ros em horas conven-erfs pe" "a do
Liira a-e i cruzoslo dessa com a ra da Ao
nao prejodicar absoia'aroete aos pss-
gageiros ahi resi eot^s.
roa para i
|sc"p.nro,dS,CipSnhl Ferro Carril de Per-
nambuco. 51 d Navembro de M5-
Felippe de Araujo Sampaio
Gerente._______________
Companhia de Servicos Ma-
ritimos de Pernambuco
TABELLA
para cobraagas dos reboques pel.s vapores
Amadeu e iloleque
At ICO toneladas
Pe 101 150 d;t=s
De 151 a 200 S5
De 101 i 250 ditas
e 25) i 300 diias
e 301 360 ditas
De 351 4 V> ditas
De aOI i 450 ditas
De 451 tOO ditas
De 501 i 550 De 551 i 610 diUs
De 601 650 ditas
De 651 a 700 dlt-8
De 701 a 750 ditas
De 751 800 ditas
Do 801 a 850 ditas
De 851 900 ditas
De 901 t 980 ditas
De 951 a 1 000 ditas
Rec fe, 22 de Novetbro de 1895.
F. de Absis Cardse,
Secretrij.
OJOOO
60*000
70*( 00
80S0t!0
iiiU/0 0
IKTKOO
120*0CJJ
(30JO00
145*000
160.00)
175*000
190*000
205*000
220*000
2.-0*0t0
280*n<0
320*0C0
350*000
GUMPARHU
Debtila ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
SSo convidados os Srs. accionistas para a as*
eemblea geral ominara desta companbla, cuja
reonio.tet logar na sdr provi.-oila da mesrta,
a roa do Bom Jteos n. !, co dia 25 do cerrente,
1 hora da tarde, tendo por Gm a leltura do
parecer da ccmmissSo fiscal e exame. dlscaseSo
e deliteragio sobre o inventa'lo, balaogo e con-
ias des :'imiDlstr8dore8 Curan e o aono tocial
Qndo a 30 de Joobo prximo passad -.
Hroceder-se ba lamb^m a eleicSo da rava
commissia fiscal e de m director, cargo eete
qoe eet sendo preenctido interinamente desde
Feverelre prximo- paB^ado.
Reofe, 10 de Novetcbro de 1895.
0 presidente
Carlos de Moraes R. Ferreira.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS a TERRESTSES
BOA BO AIOTRIO N. 1, 1. ANDA.B
Director e#;
Bario de Souza Le&o
Thomaa Comber. i
Julio Cesar raes Barrito
Estrada de ferro do
Recife ao S. EraBcisco
AVI 30 .
Pelo presente sao convi.rados ob Srp. accionis-
tas desta corxpaobia a virem receber r:a estsco
de Cinca Ponas as camelas do seo dividendo,
cooceroente ao semestre veBeido em 30 ae Ju. j
ndo do corrsnte anno.
Escripio io da superintendencia, Lana, w ae ,
ovembro de 1895.
WiHs Hood
SapeiiDtendecte.
Recife Drainage
Acompanbia Recife Drainage fas pablico, para
coohecimeilo dos inte'essados, que eolio oo co
mez passado, apparelbos nos predios abaixo
declarados :
Fregu ia de Si Priga 17 (Arfeoal de Guerra) apparelbos Di.
832 e 5833.
Roa Vizconde d? Inbauma n. 63, apparelho
n 5834.
Fregoezla de S. Jos
Roa Coronel Soastona u. 276, apparelbon.
5831.
Fregnezia da Boa Vista
Raa Visconde de Camaragibe n. 42, apparelho
o. 11075.
Recife, 7 de ovembro de 1893.
J. F. MacKiatBb,
Gerente.
rince Line of Steamers
afames Mnott aew-Castle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- Unidos e o Brazil o Bio k
Gpemua pnrununaiin i Na-
E' esperado de New York
a' o dia S4 do crtente, e
sabir depois da demora ne-
cessaria para a
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas acsomodacSes para pasaa-
geiros o aluminado las elctrica.
Para cargas e passagess tra'.a-se com os
Agentes
Johnston Pater tif C.
Ra do Commercio n. 15
Llejd Brazileiro
OVAPOR
Maranho
Commandante G. de Castro
E' esperado do
gol do dia *6
do corrale, se-
goindo para os
fortos do norte
SMMBJ
eclaracjo
O aba xo a sieoado, como procurador da vlova
do conpelheir< Qa nuno Jas 'ie Mi anda, tutora
deeua liba D. Mara da CoccetgSo de Miranda
tendo se extraviado a apolle da d vida publl a
diste sttlo, de r. 3258 ^e proprledade da
tutelaba, e do valor de 1:000*000, apolice que
tinba silo trasrassada ao Sr. Luiz Mora Ru ro
Colmara0, mas a cojo nome aio tavia a.nda
sido averbado, fas pnb.ico, para os deviios ef
feitos, eseeextnvlo, rogando ao mesmo tetopo
i petsoa qoe achoo-a, o obsequio de entregal-a
so (U raaito Sr. Luiz Gn'maraes i roa da Impe-
ratriz o. 42.
Rec.fe, 21 de Novembro de 189o.
Emilio te Miranda Rosa.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
D Londres e Aberdeen
PoeicSo financeira
Capital subscripto
Fundos accomuladoa
eceita aunual:
De premios contra fogo i
De premioa sobre vMi
De juros
Agente em Pernambuco,
. Bourel Wiim 6c P


3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
Jga4RggSl0S
Companhia Pernambucana de M-
Ygano
PORTOS DO SOL
Maceio, Penedo, Aracaj
e Baha
O paquete Beberibe
Commandante 1* teneute Fabio Rio
no da segotote.
As encommendas serio recebidae at 1 hora
da tarde do dia da-sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companhia Pernambocaaan. 4.
Aos Srs, carregsdores pedimos a 8oa attengao
p?ra a clausula 10* dos coabecimentos que i
segatme:
o caso de haver algoma reclamagao contra a
ompaohia por avartzs ou perdas, deve eer fe.la
per escripto ae agente respectivo do porto da
descarga, dentro de (res das dspois de Seali-
sada.
Nao precedendo esta] formaudade a con pa
ob'a tica igenxa de toda a responsabilidade.
As passageos sao tiradas no mesmo eseripto-
rlo, at as 21/2 horas da tarde do da da sabida
do vapor.
Atlen^ao
As passagens pagas a bordo custara
mais 15/t.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro 8c G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
S^soe no dta do cor-
rente, s 4 bo'as da tarde.
Recebe carga, eoromme-cdas, oassageoa e dt
oheiro frete, at s II Doras da manha do Ola
d pan da.
Cbama-se a atteneao dos Srs. carregadores
para a clausula 10* dos conheetmentos qoe a
seguate :
No caso-de haver algotua reclamagao con-
ra a Companbla, por arara oo perda, deve ser
f eita por ecripto ro agn 'eapectlvo no porto
da descarga, dentro de tres diac decois de os*
Usada.
Nao precedendo esta formalidad* a Compa-
nbla Dea lienta de toda a re*pinsabilidtde. *
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambaoana
n. 12
Compan&ia Pernambncana de
Navegado
Fernando de Noronha
O paqae e
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no da O do cor-
reate, e 4 horas da tarde.
Recebe carga, encomiendas, pMsagena e di-
Dhviro frete, at a 11 eras da maoba do di
da psrtida.
Cbama-se a altengao dos' Srs" carregadores
para a clausula 18. dos conbeclmentos qoe a
segulnte :
No-canr de haver algoma reclamagao con-
tra a Companbla, por a vana ra perda, deve ser
feita por esenpto ao agsnte'VeeplecUTOTO porto
da descarga, dentro de t.-esllias depois de fina-
m
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Lamofim e Maranho
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimsrScs
Segu no dia o do cor-
rete as 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, passageos e di
nheiro a frete at s 11 horas da manb do dia
-/5.
Cbama-se a attcngSo dos Srs. carregadores
para a clauaola 10a dos coebecimentos que a
segeiote:
.o caso de haver algnma reclamagSo con-
tra a Companhia, por avaria oo perda, deve eer
feita por escripto ao agente respectivo no porto
a descarga, dentro de tres das depois de tna-
lisada:
Nio precedendo esta formalidade, a Compa-
nhia tica isenta de toda a responsaoilidade.
E3CRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
boiii isa su nait fininr
O paquete
Thames
Commandante Jame. Brande?
E' esperado dos
portos do bu! oo
dia I do carre-
te, segointo de-
pois da demora
indiapensavel para
Lisboa, Vigo, Cherbourg
e Southampton
LEILOES
VinuE-.-e ina mobiila oe Jacaranda em
perfeito estaco, emalbada : a tratar das 9 a 1
hora ua tarde, i ra o Intendencia, antiga Con*
quista d. 31 C.
Precisa-se oe um bom coslnbeiro oo cos*
nheira, de im copeno e de umi eogommadeira
gmente para pasear roupa de .-mura j a Iraiar
na Serrana Fcn.ab..<.au:-, ces do Capibaribe
numero 30-
P.eciea se de um criado
ceza, ra da Caz n. 22.
na botl ca fanr
Nao precedendo era formalidade, a Compa-
nhia fica^ISMia de toda a respoirsabilidade. >
BSCHttTORi
Ao Caes da Companhia Pacnaabnoao*
n,-. la
O paquete
Clyde
Commandante F. Messerpy
E' esperado da Eoropa
co dia 91 do corrente,
seguindo depois da demora
icdisi ensavel para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B. Prevlne-Ee aos Srs. recebedores de
mercadoMas, qoe a Companhia Mala Real iDgls-
za, contraeton com aGenual Steata Navegation
Gompanyum servico de vapores eemaaaee qut
partiodo de Bordeeox, Cognac, Cbarente, devem
.negar a South3mcion a lempo de baldearem as
cargas destinadas America do Sol para os va-
pores desta companbia.
Esta companbia accelta por pregos rasoavels
para Valparaso at Abril, pasasageiroa co d este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada 6o
Andes.
Tambem accelta passagelros para New-York
a Soathamptoo, por especial arraojo fetto coa
a Companbia Al lemn d Lloyd, podendo demora-
rem-se na Eoropa eas > o desejrem.
RednocSo nos prcooi das paaaagens
Ida Ida e volta
* Lisboa-1* casse 20 30
i' SoBthampton 1* ciassa 28 A 52
Camarotes reaervaaos para c% passagaroe de
Pornasabnco.
Nota importante
A Rojal Mail Steam Packet Ceropany resol veo
para commodidade dos Srs.-passagelros com des-
tino a Pars, qoe os sena paqoeles taoto na viu-
da coma na ida facam escata 'por CHERBOURG, a
pooca oras de Pars.
S o Harnero de passageiros para esta cidad
der para cobrir as deepezas. a Steam Packet
Company tert em Cherbcu'g um trem especial
para a eondHcco dos meamos Sre.
Para carga, paesageos, encommendas a di*
nheiro a flete, trata-se com os
AGENTES
A-morim Irmos & G.
Vi 3>-Rtj* do Bom Jeitu N.3
3* leudo
De doas cacas terreas em toas localidades, oa
cidade de Olinda, senco una i ra 27 de Janei-
ro o. 25, outr'ora roa Baro da Tacaruoa, com
porta e J.nella, 2 ealue, 2 qoartos, cosinba ex-
terna, quQta>, etc.
Urna dita ena ladeira da Misericoidia n. 8,
com 3 janellaa de frente, 1 porio ao lado, janel-
las no oito. salas 3, gDoete I, quartos 5, so-
lo, cosinna, quintal murado, incloindo mais um
terreno ao lado com porio na frente.
Um terreno junio ao oito a s, braco da ra de
S.Benlo praga 1710. .em i umero, 2 poriCes
em cada lado, rxedindo de freole 22 metros e 20
centmetros e e de fundo at o do quintal do
dito sobrado.
Quarta-feira, 27 do coi rente
's [{ horas
No edificio da Inteodeocia Municipal ca cidade
de Olinda
O agenta Oliveira por mandado do xm. Sr.
Dr. jola de direito oo civel do municipio de
Olinda a rrquerimento da inventarame dos bens
de sen marido coronel Jos Rene.- de Oliveira,
levar a lellco as casas e teneno cima.
Agente Pestaa
LEILO
De fazendas e roupas feita?
Qoaria-feira, 27 do correte
A' 12 HORAS EM PONTO
No i* andar a rlu de Vlgario Tanono n. 26
O agenta Astaaraa v(er* pe? asndado a as-
sisiencia ds Ins. t/. Dr. jais do cotbmercio, e
a requfhmsrjtsdoeSrs. Albino Moreira & C, bb
fazendas e roapas fellaa abano declaradas, pe-
nboradas a Alaxiodra Deoclsciaco e Albu-
qoerqoe,
A SABER:
36 pegas de chita em retalbcs.
3 ditas de baptista.
3 ditas de bsatba.
1 dita de II.
1 dita de brlm de cor.
1 dita de II de qaaaroi.
15 colgas de brisa de toras.
1 cohete ds e4r.
2 cobertores de algodio.
2 toaibas de felpo.
10 toucas pare criaoga.
3 mantilnaa para Benbora.
7 ravalas.
0 pares de calgadcs.
2 pecas de flanellaB.
1 aita de fosto branco.
2 ditas de seiioeta.
2 ditas de algodo.
1 dita de sargelim atol.
9 palitots de brim.
17 camisas de flmella.
2 cobertas de gaoga.
3 chales de algico.
7 pares de meus.
2 spalos de la.
5 booets de cO-.
4 pegas de papel ptra forro.
2 armarios de niniio.
AVISOS DIVERSOS
= Vende-se ponOes de ferro com 6 palmos,
10 grades de ferio para cima de moro, terrago
e jaidim, e pecego ae grad>s, vannua de ferro
para pon ga, (raqueta para perta e jaoella, res de banco
e baodeira de ferro ; r>o largo do forte d;s Cla-
co Pontos, lenda de ferrei'o o. 4.
D. lienza Ida ina de Seuza LeSc, leudo
perdido a apolice n. 896. serie B, da divida pu.
blica do Es ado. o Isa publico em observancia
'do a". 201 do Reguiamemo de 2 de Julbo de
1879.__________________________________
Telegraphistas
A companhia The
Amazon Telegraph
Company Limited ne-
cessita tomar para o
seu servido as esta-
9es do Patwe Ama-
2;onas, telegraphistas
que conhe^am bem o
apparelho Mcrse*
Os pretendeiite s po-
dem dirigir-se ao es-
cripto ri 3 do Cabo Sub-
marino Western and
Brazilian, onde Ihes
sero dadas as neces-
sarias informaijes.
Recife, 21 de Nc-
vembro de 1894.
OttoFelI.
Superintendente
Western & Brazilian,
Telegraph Compa-
ny Limited.
Plvora
De todas as qualidades
em barris e em la tirinas ven-
de-se no eHcriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Engenho
lom .loiiqini dos Santoa
Mana L. da Silva Sanos agradece do ibto
a'alma a todos qoe acotupaobaram os restos
DDoriaea de sen p1 era lo esposo; Jos Joaquim
dos Sanios, a sua ultima morada, e de novo con*
ida aos paren es e amigos do finado para assis-
urem as missas qoe na ik'reja > o Espirito Sanio, segooda feira 25 do
correte, as 8"b'8s dr- manb, 7' dra du seu
lassamento. Pd-sie j seconfessa agradecida
Amelia, de Almelda \ogneira
tC' una M. de Aimeina Neaneira,
seos filen s, genroe e netas convidam
eeus paren tes e rmeos para asaist rem
as missas que? por alma de sua filba,
trmi, coob.i ia e ta, Amelia de Alaeida
Nioeira maodam elebrar' oa a dem 3* de S.
Fr.ncrsco. 88 7 i/2 horas da tBSDtrl do dta 25 do
correte, 30* do feu ii.l.uetcj fallecimento. e des-
de ji ee coofesBam-eteraaoteiite gratos.
f
Jone da Silva do Espirito Santo
Francolina Donata Coelho, convida 808 pare-
les e amigos psra assistirem t missa que man-a
celebrar pela tffma de sen espeso los d Silva
do EspiriteSaatj, anj*l ter logar natfreja de
pelaie 8 horas- da manb da oia 24 J
Quem precisar collocar-se em orna proprieda-
de magnifica piluada O sul desle estado, um
engenbo mondo a agua, ao f de urna estago,
com ama legoa de trras ubrrimas e com gran-
de safra que est colbendo e outra igual fondada,
poder cmpralo rctito barato, qoer a moela
oo com parte do valor fiado, podendo o preten-
den te para 8to eiiitir-Be ao esiabelecimento da
casan. 54 da ro do Imperador, ententler-se
com c p'cpnetario c!a mesaa.
Engenho Milo
AGUA PRETA
Veude'se urna parte desie eogetbo, a tratar a
ra do Livramnto n. 20^_______________
Gasa para alugar em Olinda
Alega Be cma casa oa Praia dos Milagrea, a
tratar na iravessa co Queimado n. 3, com Jos
Rodrigo 8.________________________________
Aviso
N8o nosso eropregado o Sr. Joo Angelo da
Silva, desde 15 do correte.
Recite 21 de Novembo de leus.
' Dominas J Perreira & C.
Gooealo,
do correte, agradecendo
Cjmparectrem.
desde j a todoi qae
MadeiraS'de c0n8tTucjao e
n. ateriaes para edificacao
A Compaobia Exploradora de Producios Cal
careos, vende em eeu armazem no caes ao Apel-
lo n. 73:
Madeias para coustmego.
Cabbranca de jaguaribe.
Calprets.
Cal tirgem par ssuesr.
TijtflW de -Irtfrtoe e OoaaWn
Tedios refractarios.
Padree de cantarla para soleirs, eus.

4~iari
V?
I
:
i
t-r


i
Hsl
I.S.K :
T'JZ."


_.. !;...---J..- .^-U,

<
Otarlo de Peraarafenco lomiuyo;t 1 de fovembro de 1 **S5
Taverna
Vcode-ee orna propria para prinMolanie. por
r ronco coiUV a irsttr oa ru. Mi'qoez lo
ter roe.
Herv i n. 16o, Uverna
Cabriolet
Vende-ee um de 4 aesentoe, novo e moli
bom, & tratar oa cocneira lio Sr. eco, no caes
d C^pibaMbe.________________________ .
4o -ommercio
V nde-e a leja de Isiscda3 da roa da tepe-
ratriz n. 40. ...________
Vndese
Urnaarr. ci povtdrac. B enveraiead f.e
noto, pr er negocio, em utr
bom pooto Aotoolo, o tratar feo-n O a a Bf t ao l*eo Lvido
de Carfalboe iee ri ti i ra Deque de
tova q. 60, l1aadar,daa 10 sa i jrai aa
'.3t <._______
Sola
V'': ''i1 en i-r- r,,e e piena qaantidade
do eses di i.4.
^ Attendite ei vi
dte!
},, abo, fabricare de bonquets
qo mais upovado gofio, p;ra cuamento, bapti
aado, on caro quaiquer acto, rde ser procu-
rado ra da Codeia d. 43, toja de selleiro, oo
Da 6ua resideocif, ra da oixeicao o. 3, Bo
Viata._____________________________________
Regulador da Marinha
Concerta-se nlogioa de algib-ira, pn-
dulas de torra de igreja c tirn marro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoso
elctricos, ocubs, binculo;, oculos de
alcance, joiaaetodo e qni-lquar objecto
tendente a arte mechanica.
8 Boa Larjra do ttopario 9
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applca-se ventosas seccas e
sarjada Jna ra das Larangeiras n 14
Ouriyes Oc-
culista
T.-EOD. RO JOS* RAMO DE MELLO
Eiah le, ido com efflcl.'ia re oorives a ra da?
Lirangei'^s 0. 1, vi?a ao seus freguezes e ao
re*rei:- vel publico, tae-wentsg rScias bafct
utai-i- imo para exerocao de qualqoer trabalho
on:e-n ir a fea arte, eapeeialmvme crava(0>.
para brilhantec, oco!o.j, peolnes, monoco
los, etc.
Uoura se, praieia-86 qcelquer metal, toncer-
ios em nqofs le madre pero a ou entra qoalquer
especie garantiodo preces o odicos.
Ruadas Lararrgfe.Fas n. 1
Duaa jovens em conflcto
NO THEATRO
De repen e cevio fe grande romor nos cama
'Olea da 1* ordem, era grande conflicto entr
dosjovans: ataqnea, choro, mato, rao-re, api
oa, o di'bo emfim ebega a noli -ia, iodaga do
f fio e tica Biheno oue nnham ido a vas de
Tacto, D. Elvira e D uenoveva; verificada a
>ajf, Moha 'azo D. E!vi- .
Es'sva indignada, fonos meatio, D. Genove-
va, rom soa amua eompaooelra de camarote
pelo fac o de er que todas as p> psoas que esta-
vum no tbeat'c, olMavam fOmeite para sua roi-
va e nao p ra ell>, indignada -sse : nao ,n>
pea bonita cara Elvira, e?te sea lindo vest u
que r:la cbamindoa aitergao de todos' un
vsetido de urna bonita pnantazia o lao cbique,
que. endo o mea du teda, o seu realca muit
mais que elle e o que mais me c ntrana voc
uSo querer dizer m^ a lojs onde comproa a
zeoda ae s u vestido
Elvira, contraria a, dorragargalbada sara^ (
tica e da : para qr.e cao !cia os anDancio8 dat
lajti ? para qon no passelas no commerclo V
ora Sra. D. Genoveva, cot;o cfGcio qando n
fupp- nha que a soa raiva era por caosa do pri-
mo inca, vem a Sra. dizer qne to Fercente po-
qae r.. i tcatido mullo bioito e qne sendo de
ihantazia realca rrai qoe osen rendo de- tu
e poique en nao qaii dizer a Sra. a Iota onde
oonprei. E' o caso, cao somes nada oeste
mondo.
Sra. G"oveva tenba joizo, nao venba par..
o tbealro dtr om espectculo deste, e quaodi'
quizer comprar qualqoer ,'azenda ae ceda ou
pbantazi3 de moito gosto, v ra do Crespo
d 1S. Icji Es'reila" da America, qoe, nao
eocooirar um liado e variado sortimento de fa-
zeodas fiaas e modas e bom com amenidade no
trato, agrado, sincendade na molida e p-eco
commodos.
D. Genoveva reqoer verbalmpote ao commisea-
rio qoe Ihe mande D. Elvira dar por escripto o
numero da toja, o nome oa ra, o da faieoda de
feu vestido, o prego e bem assini o oome de
todas aa aieoda* que ella vio na luja referida'
o que foi deferido.
Estrellas ri'America
flt-Rna 1 deNareo-19
Antiga do Crespo
MAHQ0E8&LIMA
Agrado a todos, prjaotazia em tecido da gorgu-
rao, l/2iXI o covado.
Sonbei com tigo, pbaolazia, IfOO o covado.
Pey, pbaotazia de salpicos de listras e lavra-
das, 1*200 o c vado
Sedas de cores, Yaidozas.
Ditas de ditas, Suspiros qoe vo e vem.
Cachemiras de cores, Boaibardeio.
Pbaotazia, Sirandloba.
L&a com lisiras de seda, Adelaide.
I Ditas idem idem dem, Elvira.
I Ditas iiem idem idem. Moracti.
Cachemira de edr, Tanbo cinmes de ti*
*r i___t______i\ Las com salpicas, Os 3 Jacars.
res Ved ras (!9 o rl o s a I), s, *** noves. A9 0gr.8.
t, v j u I Ditatecidogorgoro, Hei da amar-te at morrers
Estas agoas recentemente decbertaa, Cachemira preUs de cores, Nao quero amores,
j sao bastante conhecidaa pela sua effi-1 Kerin preio para botinas.
* ____I____ __ r\ifn n-fA ra4 HiKitn
Casa emOJinda
Aluea-se o pred o o. 47 roa d S. Bento,
com o salas, 9 qusr o, pcl^eise o i-andar,
qorl(S '"o quintal, apparelbo de itro e tora da
casa e lo- qi.ii tal ; a tratar no pateo do Terco
nomero 33.
Terreno em Olinda
Ventc-ee ora terreno em Olinda, eitoado i a
ra ce S Frsnc seo com pri'po'cao para etifi.
car-se cinco ca-as, m: diodo 192 palmos de fren-
te sobre dizcn'.os de fopdo.
O logar c mais appr priado posoive'. A
ra'ar na roa 15 de Sovembro n. 81, sala de-
raz 1-' andar. ^__^
Liquidado
A loja Par n'America ten-
do de liquidar diversas la-
ceadas de modas chama at-
tencilo de seos fregueses para
grandes abalimentosde preeos.
Ra do B. da Victoria IB
Pernambuco
AS
Agoas Medcinaes da
FonteNovaemTor-
cacia Bem igual as doencas intestinas,
aa dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestia^ de estoreago, de qualqoer
natureza, b(*m como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finha.
A' venda as prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os brs.
M- SALMNM & C
Roa dos Dour-idores n. 32
1. andar (Ltsboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo FernaBles de AlmeMa
Travessa da Madre Deas a. 91
Engenho
Dito esf para habito.
Grande sortimento de merino pretos e lavrado-
Velbotina de todas as cores.
jgaode sortimento cambraiaa bordadas.
Cortea de vestido braoco bordados, 48^000.
Vestidos de cartoes, bordados i sJa.
Linda phiDtasla. Beljos de aa>or.
Fi rus de U i 20*000.
PeitilDos de nbo liaos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadairas.
Camisas bordadas para noivos.
Camieas brancas o de corea.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de orna e doas vista.
Flaoella liza e de listas.
Chale pretos.
Cortinados de catLbraia e de crochet para carnal-
Cortinados para jaoella.
Manttlba de s Ja de cores e preas.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de >i para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores,
B08 americano-, 2*600 um.
Bramantes de linao e de algoJSo.'
Lindes padr6es de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpico.
Cacbiuet de seda de cores.
Veliodilbo de cores.
ftorgorao preto, diversos preeos.
Setim de todas as cores.
Merino preto lavrado, 1*800 o covado.
Lis com salpicos de seda, Cannlnba verda.
Seda de listra, Albavde.
Paletots (olna de teda.
Vende se orna parle de utn engeoho com safra .C8mi3ag de meia com'listras de c6res.
de moer e eaf a nova fondada, moito bem loca
Usado, perto de orna das estacOes da estrada ae
ferro de S Fvncso : a tratar na roa 15 de
fiosemb'o n. 64.___________________________
Criado
Precisa-Fe de um ; na ma Duque de Cazla
numero 91.
Loja de miudezas
VDOde-se orna ; iaforma Eduardo Santiago na
rna do Rangei n. 25.
Compauhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do sseucar vende-se na
Companhia Exploradora de Prodoctos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Ca^a e armacjio
Vende-ae na Estrada de i So de Barro, no-
to ao palacete do S\ Alfredo S, a tratar na
mesma. _____
Fabrica de espiritos
Vende sp, de ama pessoa qoe te retira tiesta
capital, orna fabrica deespi-jio completamente
montada, com porto para embarque, tirando
vontade do comprador a acqaisic&o do predio e
snaa dependencia por veBda en arrendamento :
a tratar na roa Doqne le Caxias -<. 72, primeiro
andar._____________^______
Madeira
'^ Na serrarla a vapor a roa de S- JoSo n. 48, e
no deposito da roa Imperial o. 17, de Silva Per-
Hindes ft C, vende-se mad ira de toda qoali
dade, Incloalve piobo de Riga, praocbas de o-
coplra e moito boa travs.
Timbem serra-se qoalquer madeira.
Precos sen compatencia.
Abrt
Cachemiras pretaa com salpicos de cores,
a porta Siab.
Boffalo.
Liudissimas casemirae de cores para homm<>
posto especial.
Cortes de fus Oes branco e de cores para colete
Atoalbado de llaho a de algodao.
Panno da costa para mesa.
Sara de todas a cores.
Murim da China, 4*500 a peca.
Cretona de barra om metro dalargnra.
Cassa pabtiita fina, 403 ris o covado.
Baeta encarnada e asnl.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cbita parfelta, 2:0 ris o covado.
E maltas ootras fazendas que lmpossivel (
deBcrever.
RA DO CRESPO-12 %
Estrellas dAmerica
Bichas de Hamburgo
Novas e a p' eco ra roa vel; t venda no SalSi
Braga roa do Bom Jesns n. 4._________
Ama de leite
Precisa se de nma ; na roa de Joaquim Naba
co n. 34, Caponga.______
Predi*- a venda
Vende-se o robrado de dous andarea n. 16 da
roa Marrillo Das, tratar na roa do Imperado
n 22. ao ar. _________________
" LFAIaTaBU CaZIAS
DE
Campos & G
N. Sa-RA DQDE DE CaXIiS-N. 35
Em freou do Diario
Os propiletarios deste bem montado estbale-
cimento p-evinetr ao resreiuvel publico qu<
rara bem servir aos -eos fregueses teem no re-
ferido estabeleficcrOto om e-plendiao e variad
sortimento decasemlras petas e de cores, o qo
ba de melbor em II, biag de poro liobo de to-
dos os padroea, e por preces rasoaveis.
Posaoem bons artista, pelo qne sejoln"
habilitados a saiiafaxer com todo goto, eemer
a oerfeicao ao fregoet mais exgeme.
Ma mesma allantarla alagam-te casaca,
etc.
Doencas do Estmago, Falta de Forea,

O ME8MO
imperio
tfERROGlHOSO f
jjgiene
O ME8MO
Chlov-oslB, Pobreza do Sangt, Debilldade, te. IIIIACnlllTInn
m
^^'//ys/r., '.'~f7/'im\ ^Si.^.
Vinho fortificante, dic;-. tnico, reconsti-
tuinte, do eabor excellente, mais eificaz para aa
pessoasdebilitadas do que o: ferruginosos equinas.
- Conservado pelo methodo Pasteu-.
'% (a R^ceitacio as Molestia io estomago, Chlorose,
Anemia, CouYlesconcig este'Vinho recom-
^^ mendado s pesso^s j iuosas, as jovens, mulheres
BaaaW^ e as criangas.
lmea Parnembva.,: V ttatUtM i'r4a:t!i Ciiulsos; FA81A SOBRISao i Ce u y.:::i..
BIEDALHAS de PRA.TA, de PHATA DOURADA e de OUHO
Academia de Mudicina Parii, I2de JudIio iS'Ji, Academia du Scieocias Paris l" de Abril 1891
ClSCARI-ii IEPRINQP
^^^ VERDADSHRO ESPECIFICO "' Wf
oontra a PRIS AO de VENTRE
O tratamento pela Cascarme n5o tmpSe a moiWlcacao dos hbitos de cada
um. e pode ser seguido por todos em todas as occasles- Cura radicalmente
A PHISAO Jo VENTRE CHRONICA. j AS DOENCAS DO FIGADO
A PRISAO DE VENTRE das Hulhera j A ATONA D6 INTESTINO
qoe eUo grvidas oo dSo de mamar. AS HEMORRHOID AS. as mas dBCStOes
Uma ou duas Pili-las noiti oo ao jantar (vali-tt o Proscecol
ENVIA.SE GRATUITAMENTE A AMOSTRA
Dirijir-se oa escrever : CASA X. IEPRIKCE, Pharmtclen Bourgea fPrance)
DEPOSITO PERNAMBUCO l C de Drogas i Productos Chimicos.'
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Aviso s jVttis L& Familia
TADINU A m-'lhor alimento para as criancas de tenra idnde
rM*.UI.n** e almento o n.ais completo no precisando seno apxia
LCTEA para a sua preparaco.
NC O T | p o alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
Si *J I Sai o nico itlinaento recommendado por todos os mdicos
Exigir o nome NESTLE sobre todas as caixinhas.
CONDENSAD O
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
Exigir o ninho de passarinhos sobre todas as caixinhas.
Hpnri NESTL om Vpucv gm PARS, 16, Ru du Parc-Royal,
riENRi ncoiLE em evey Km Londres, 4.8, Cannon street, k.-o
Acia so no BRAZIL em ludas as Pharmacias, Drogaras, Casas Importantes do Especiaras a Armazeus da Cha.
toNI-NUTRIT]
<0M OINA,
IBCACAOi
O melhor e mais agradavei dos tnicos, receitado pelos mais
illustrados facultativos de Parte, nos casos e ANEMIA,
CHLCROSIS, FEBRES de quaiquer natcrcza,DOENgAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENA.S.
Se acha as principaes Pharmacias,

Para CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
nao podendo adherir aoa labios
pars, Gastn d'ARGY & 0% pars
re.icw e ricos Fabiftntc, FonttcOons cfat FtbHci$ do Befado Prhifyi&ai
s. d. g. ttdf** Jetoi/Iaj'. am Frtn$a e no Estran&iro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACC :
Franca : Pars, Tribunal Correccional, 23 de Noveinlircj de 18?2,
8,0ou trancos. Coutirmndc pelo Tribunal de Appullav 1883, e pelo Tribunal da Kel.-^So 15 de Mai de 1884. Paria, Tribunal
Correctional om 21 de AI'Ml de ltSid, 9209 ancos.
Bilgica : Bruzellas, Tribunal de AnpeUa(ao, 1 de Acost de 1883.
MARCAS DA- MESMA C7A.&A, ;
PAPIEB FRANCOIS. capa de Pergamlcho; PAPIEB JBAN, capa de Xadre com a Borda gominada .
LE MT30P0L1TAIN. com a Borda gotnmada ; LP. ''CHEUR. papel rlscado 'werge. croendendo ri eit*it.entc.
.1 I i ><>. ~ triHuiitus om Hr>'. ttnportadore que o PAPEL ALAMSF.EADO emtm falvifl
j-peMUo lian portos Nova sentenca contra um talnucador : Pir.s. T-iounil Correccional, 26 de Janeuo Je i
Perdis e damnes e penhora Confrmido pelo Tribunal ce iopef/acSo do 11 d Halo de 1891
O 5 3.
1*93.
EDUARDO PRADO
ILLUSO AMERICANA
Possuir este livro foi delicto, a
Lel-o conspiraeo,
c Crime havel-o escripto.
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J.-F. de ASSIS BRASIL
Democracia
REPRESENTATIVA
Do voto e do modo de votar
3' EDIO absolutamente refundida
?
UM VOLUME 5S000
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55 ANNOS DE SUCCESSO
58 recompensas das quaes 17 diplomas
de honra, 16 medallias de ouro, etc.
AXCOOL DE HORTEL
RICQLS
nico Verdadeiro Alcool fle Hortel
Soberano para curar Indigestos, Dysen-
tarla, Cholerina, Dores d'Estomago, de
Corago, de Cabeca.
Algunas gotas n'ura copo d'agua assucarada
formam uma bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede e saneando a agua.
E' egualmente excellente para os denles, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
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DE RICQLS
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O perfume mais delicioso do mundo.
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Pos sem mistura chimica aleuma, para o rosto,
adberente e invisivel.
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LE ROY
Populares em branca, America, Hespanha e
loas colonias, no Brazil, aoude lio autorizados
palo Ceuselho da Hygiena.
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Ultitiimmentc emprogado como prcp*-
ra9So para o uso do Purgante.
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xcautolar-se das falsificando
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tinalqner Producto sil lii lavar ala.
eeo ia Pkanaatte COTTII Gaar* SUM
61, Rita da *ina, B1, MI Pi*
DEPSITOS IM TOBAS AS PHAIMAI
Amigo Mr.Nj ab ixo asignados?
ha ven do contrata do com a jm aorta o te fg
brica de charatca A Camponesa da
Bnh.a, mgBtcr em nosao eatbaiecmento
A Cubano 27 a Roa Marques de Olinda
om deposito perauaente de obvmtoi
de vanadas mareaa; chamamos a atten-
co dos nossos collas e doa Srs. mer-
rueircs o moi particjaraente dos asir'
ciedorea da b.-,a fumaca para o grande
sortimento que acabamos de reoeber.
A Fabrica Campooeza prima nao e pela
eacolba da tumos como tambera pela
vaneUde dsa maraas e aooodici as meato
:cs es eb^ratr.i., uma can de charu-
tf.a m <>brira C^riponaas oonstitue am
m: unifico pn sent.
A Cabrioa C*ajoortz n8o te soccorre de
rti^a^Se, S'ip.s rnarcua a5o originie*, oa*
niT.b s, rotlos, ebroaua t.d omfim forma
um corjuoto dist^ecto e de'ioado.
As vend s era groase de nm milbeiro
para cims, gozam d deronto de 10 .[,
de oniiformidMde com os pre^a oorreotes.
ecite 22 do Novembro da 1895.
Antonio da Siiva & C.
[A CUBANA
Rjr Mariinea de Oiinda d. 27.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de exploso, fumt5'>. e mc
cheiro. A' venda em todos os arma
zens de seceos.
4i! inania, eu vi!
Vi. ruar! & r-rras bol.Mnhas, ons a_artf8 tan
bonitos rrrna I Bcntlos >s qne r.iriba bitu ? J-
l q"rrp qcp ten ra eastn dish'i'O tm poder I
E-la boa rBsrc?, se vo. ti'a zaogjda, d5o
Iba d|fo u :i.-> onde v.
No, Dtnba filha, ro Dio esteo largada : mar
' estas testara soso noviaad,'*, i sabes qoe o
terop.i el meito mar,: So l:a ciicbeiro, leo pai
est simp-e qneixanrfi-st! das granaos dpspez:s
que *z. e i aln^a f iI-rs e."! Dovldsees i
Ea falo porque ha mulo t mpp qoe procuro
ama Dofi ade, e io agtra m'nha marta tive a
ellcidale de paefar em nm arrearen] e encontrar
qoe r ,fo bono, ma 4. o qne pode h-.ver de maia
goslo p,r pe enie. Eo qu? e?too em divida
com Murrcap, perqoe ella ja per m ilas vezep
me tea- cfferecdo diver'C8 mimes, rao pofsi-
vei, mama, que tu tambera cao Ibe cffereca abu-
rra censa.
E' justo mi' ba filha qne l Ihe ol reca.', mas
de accordo com as noesas ccn1loes, porque o
dinleiro qne ba penco, k.
Sim. mam, en uSo qcero ohjecto caro : no
armaiem do Pocas Mondes & C, (em belfas e
cari>ee com cocfeilos, o qae podje haver de mais
Indo.
Vai cem leu irm&o nesse armazem escolae a
loa venale iodo qne te preco que files vendem, manda tirar a couta,
passar recibo e paea, sim ?
Sim, mam9, eu voo.
Oine, mama, na roa Bstreita do Rosario n
9, junte igrtja.
Sei oude miaba filbs.
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Cachorros rateiros
Preci-a-se comprar nm casal oa roa do Im.
pereda o. 29, 1' aodar.
A CAMISA BOURAM
E
15 e 17 Kua V. d'Inhauma ( antiga
do Rangei) 15 e 17
200 duzias de ceroulas!
Do ma s puro linho francez ; o mor de-
posito que ba no mercado actualmente ;
sortido em todas as medidas maia venda-
veis, 75 cs por 70, de perna, e assim
gradualmente de 5 em 5 centmetros at
90 por 80,medidas extraordinarias de|100
dfe coa at 120 centimetros, vende-se em
grosso para bons descoutos e a retalho
por meaos 12$ em diz a do que em outra
quaiquer parte, sendo fazenda muito su-
perior s estrangeiras e como aquellas
acondicione das em bonitos cartSes, gran-
de deposito de camisas de 48)5 a 85(5 a
dnzia, punhoa, collar i nhos, lencos, meias,
camisaa de flanella de la e > de seda,
completo sortimento de fazendas finas, ca-
(emiras superiores, brins, lindos adamas-
cados, tudo por prey s resumidas.
Toma-se eacommendas de camisas por
medida, e tambem se concertam camisas-
12 *
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Somentes novas de hortalizas
Completo soritme.ntn.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
GREJA)
Po^as Hendes & C.
Precisa se da nma ama para coainhar e mais
servicoB de cssa de pequea familia ; a tratar
aa roa da Santa Cre o. 3 ir. 26
Ama
Precisa-se de nma ama qoe cotinhe >-pm para
casa de p quena familia ; a tratar na rt-a da
Concordia d. 85. sobrado.
"a
m
Compadre
i
Compadre V. dgame oede compra gneros
para soa despensa ?
Eu ibe digo: ba moitoa aunes qoe compro
em tm armazem, e r ao me consta qne Dioraem
saja mala b-m servido era ontra part" ; compro
all, porrqoe encentro o que preciso, dou a nota
e rrandam-n e todo a meo gosto, j v nesta
'condicSo eslon saiisfeito.
Em urrecos oto ba qoem venda mais barato e
' t nos os gneros eSo de prlmelra qoatldade ; a
bOa manteiga, o bom cb, o bom qneijo de di-
versse qoalldartos, o bom viabo de mesa as Ssr-
ra da E-trella, o bom vi-ho do Pono da mais
aaixa a maia aba qoali^ade, os bons licores, o
i bom i hampagn-, finalmente lodo qnanto se pode
jdeaejar para nma boa despensa;
E teem tambem nm completo sortimento de
bra8 de vimes, como sejatn sestas para com-
i ras, balaios para papel, roopeiros, bercos e
linda-" cadeiras.
Obrigado compadre pelo qne me diz, porqoe a
la e.'t: moito cara, voo mandar comprar o qoe
"recizar nesse armazem. Pois maude compadre
ijae ba da (ira- fat"(ero.
Olbe O aOi'BO arninzem da
Poras Mendes di C
RA ESTREITA D< ROSaRIO (JUNTO A
IGREJA)
Sel onde ton padre.
(auras de msica
Nova -emes-a receben a rplojojrla David i
ua do Caboga o. i com danzarinas, fleorsa
verea", lambore-* ca aobolas e limoanos, a
memores qae exiaiom, (em de Jf 04, 250* -SOOst
Engnmmado
Pre i a.jp de orna aosu para engommar roopa
a h.-.T m eicn '*, e qae dorma am casa dos
o t flea : t.r em oiinda lareo de S. Pedro
o. 1, e no Recita, roa 15 de Novembro n. 19. ar-
mazem.
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B S S
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V^ende-se
Um grande attio com seis casas rooligoa*,
ende uma de pertra e cal e cinco de taipa, tnt
dan qune* lon aiioa encanada, banhelro e bar
Dra capim. nas no becco do Qoiabo, oo Mor--
lelo a tratar na taverna do Sr. Beoedldo,
a esmo becco*
Aviso
vi roa do Vlgario Thenorio n. 5, 1 andar,
re ora-se caroces de algodSo e sement de car-
io. Na mesma casa vende-se saceos para
..condicionaros meamos artigoa.
Vende-se 1 mobilia de Jacaranda
composta de i sofo, 2 consolos, 12 ca
deuas de guaraigo e 2 de bracos, 1
cama de casal com cpula. Tambem
vende-se 2 albuns de cromos, sendo
que em um tem 2 paginas de sello en-
tre elles alguns raros. Quem preten-
der dirija-se a Olinda, 'adeira da Ri-
beira n. 28.
Vende-se casa e sitio
Estrada do Arralal n. IV
Retirando se pa- Europa o proprietarlo, ven*
de a casa e i-iio na estrada d" Arralal n. ,7.
Sillo tedo morado e bem arborisado, casa iatel-
rsm-nte piulada 'e novo, tapetada e moMiiada,
podendo o comprador tomar conta immediata*
mt>nte : tratarse oa dita casa em qoalqner dia
e bora.
Chama-se a altengo do pu-
blico cm geral
Pretos finos jbrancos a
2$000 a duzia, crinos e
muito? outros objectos que
vende1 se em *u'*-so o*: & re-
talho a v ntade (Jo com-
pracl- r, ra dePaulir a
m^ra n. 44, Joao Martina

1HB )
-j


8
Fl'IDICft DO BOWii
c
Contina a maoter emseus depsitos completo sortimento de utensilios para U3inai ven.
endo sempre por precos modiros.
MACHINAS A VAPOR de differente9 systemas e tamanhos de Robinson e outros abrl
atea e de 2 a 12 es val los. ,
CADEIRAS A VAPOR multitubulares de Flctcher para funccion*r com o rogo das loma-
das tachas.
CALDEAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para fuocaonar com leoba e bagaco-
RODAS para ua.
BOMBAS de motun-'ontinuo.
MOendAS e meas moendas, garantidas.
TACHAS de trro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diferentes systemas.
CR1VACOES pira fornalhas. .
MACHINAS para descarocr algodao de li a50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores. .
Fazeodo parte da direcco de sua fabrica o Sr. eogenheiro AugU9to Clarb, vantajosamen-
te coohecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de raontagem de grande numero de
usinas funecionando deste Estado, incumbemsi de mandar vir e erigir garanlindo a prodcelo
e aualidade do assu ar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
DESTILLACOES completas para alcool e agurdenle a vapor e a fogo'n, pata grandes e
pequeas fabricas.
52, RA BARAO D0TB1UMPH0, M
Diario de Pernamhnco Domingo ^ 1 de \ovoinhro de 1&Q5
m tam m
38Ra do Barao da Victoria38
Tem recebido ltimamente de Paris um variado
sortimenlo em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
Ricos cortes de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas c com desenhos.
Espar til los finos em seda e de brim.
>;------
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, hvradas e bordadas.
Camisas de seda c de linbo guarnecidas de
rendas e fitas.
Leques de madriperola e de phantasia a Luiz
XIV.
Cortinados de fil para cama.
lelas de seda e de fio de escossia para homem
e seniora.
C
Esteiras brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
o
Almofadas bordadasji ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO D FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyoiene Publica e autorisada pelo governo do BraziL
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-sej seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos-do Brazi!, Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attesto sob fe de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clinica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
asenfermidadesquedeixam em sua terminaco
um depauperamento das forcas. Alem do bom
resultado em seu emprego, alm d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes medicaco. Podero fazer, d'este o
uso que lhes convier.
De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO -MUNIZ FERREIRA,
Moccct.
O Dr. Muuiz JTerreira. SAo Paulo, BraziL
A Emulso Scott urna preparaco d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digestao e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparaco, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affecces da Garganta e Pulmes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale F.mulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chimicos, New York.
Ra da Imperatriz n. 51
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento de fazndas fins
chamam a attencSo das Exmas. Familias para o enorme sortimento de phan-
tazias.
FZENDAS FINAS BM0J)A8
P^ra
Ellees
So gerba
Grande escolha em tecidos de algodao.
mHun uwu i
TELGPHONE-59
.MOS QUITE I ROS
56 e 58 ra Duque deCaxias
lelephonen- 210
Col pjQao
Vestua pjios
Bap pisado
Merin Os
Re ^ebem
Const emente
Albe 55to
Car ^oso
Pr
Re jyjumidos
Prec Os
Espa pStilhos
Fix Cs
Colx ^s
Gal ^ta
Mar ^ilheuse
Cr |pe
Gli ^fon
Cache jairas
Cre ^gon
Cre jolina
Go wjgorinas
Fin ^s
Pre jas
Cogjes
R ^cos
De pennos
Sega
Ott "mane
Tu 'flon i
Ch ^ugeant
Su ^ahs
Beng ^ljoes
Pa >*lill
Ga Ses
Chif niers
ALBERTO CAKD0S0 & C-
Telephone n 129
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
(C

X
EMULSO VERMFUGA
Formulada e preparada per
Jos Marques Ferreira
PH\RMaCETI o
TILLAN rsLVESCOLA n mmn i mima :l sasza
APPROVAA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellr completamente em poucas heras os verme? intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creancas
sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mineraesj que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao orgnismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Crianeas eolheres das de cha. Deve *er
tomada pela raanb bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
aguaadocada.
Preco 1/2 vidro
< 1
Duzia de 1/2 c
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro."
1(5000
28000
10S000
200000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBCO
FOLHETIM
18
CRMB MISTERIOSO
TRADUCgAO
DE
*.

*>.'
luiz: n :h\l
yiii
(Ceatinuasao)
Caltula aiais rigorosameote do que
un astrnomo calculando um eclipse, ex-
claman Hildretb com urna expl.^sao de
resolucao qae, bavia alguna minuts, se
tinha "apoderado d'tlle. Como sabe que
eioe homem esteve all em um dado mi-
nuto quando se trata de idas e viudas qua
se di?erte a apresentar como problema d
rithraetica ? Um minuto a mais ou a me-
aos fazia diflerenca muito importante nos
seui catalos, Sr. coronar.
Bem o sei, respondeu o magistrado
sem se alterar com a vivacidade da tes-
temuoha ; mas queiram os senbores jura-
dos recordar-se que pelo menos quatro
Jenoas certificaram que o relogio da ci-
ado dea as horas precsamete do momen-
to em P,*8 vgbundo sabia a travessa
e que una tesiomuDha muito conhecida
pela exactidio das suas observa^Oes em
pormenores eclarou sob juramento que
era exactamente meio dia menos cinco mi-
nutos. Mas visto, que lhe pareco dema-
siad meticuloso nos meus clculos, pro-
segua aexoravelmente o coronar, dar-
me-hei ao trabalho de proceder por outro
modo. A que horas sabiu do hotel, Sr.
Hildreth ?
N5o sei.
Muito bem ; antSo vou dizer-Ih'o.
Era perto de meio dia menos vinta minu-
tos ou talvez um pouco mais cedo, mas
nSo mais tarde, certamecte.
A razo porque o affirmo as crean jas
de nrs. Drayton, da casa prxima, eata-
ram briscando deante porta alguus minu-
tos antus do vagabunda entrar na traves-
ea. Como nao as viu, deve ter ebegado
antes d'ellas terem come$ado o recreio,
isto pelo menos, ao meio dia meaos um
quarto.
EBtao, pareca dizer o olhar feroz
da testemunha, quando assim fosse?
Sr. Hdreth, oootinuou o coronar,
.-o estivasse na casa ao raeio dia menos
um quarto, sa nSo a tivesse deixade seno
ao meio dia menas dez minutos a se a
entrevista nSo tivesse sido, como declarla,
senSo ama troca de palavras, o que nao
devia levar-lhe mais de dois oa tras mi-
nutos, onde esteva o resto do tempo que
se pas;ou entre o momento em que a
entrevista terminoa a aquelle em que par-
titt?
Era um outro golpe directo.
O gentlamen, que at eat&o tinha sup-
portado sem estremecer este interrogato-
rio, apezar da natureza humilhante das
pergantas feitas, baixoa a oabeca como
se santissa esmagado.
Apoiando a m&o sobra a mesa que es-
tira jnnto d'elle, pareceu, murmurar urna
ivprecac&o suffocada.
Nao responde? disse o coronar
Justa coco c
[califas
para forro
salla.
al
de
MANEQUINS
Casemira8 pretas e de cores de 8| a 40 o
covado.
Sarja preta fina, pura la a 58500 idem.
Morim fiuissimo com 24 jzrdas de 15$ a
100 a pesa.
Ditofrancez de 120 a 88 idem.
Dito p dem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algodaosnho T muito largo de 128 a 80
a peca.
Marin preta, pura la de 20500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura 16, de 28500 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500 e
700 rs. o covado.
Merino F do b le, branco e de cor, nc-
? dad a 500 rs. o covado.
Foulardine.lindos desenhos de 800 a 500.
urhats de seda, todas as cores a 1S50
e 28 o evado.
Cachemira infestada de listas a quadros
de 20500 a 800.
Meias croas, inglezas para homem de
128 a 68 a duxia.
Cam aas para homem de 808 a 480.
Atoalhado branco adamascado par mesa
de 48 a 28500.
Guardauapos branco adamascado de 68
3300O.
Completo sortimento de sedas brancas, capillas, col-
chas e fronhas tudo para casamento.
Damasco, pellacia e rops propnos para resj osteiros
e cortinas.
Uoia grande quantidade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setinetas qae se
vende por barato pre L0.U D4S ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Casias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
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para viagem, de
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XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
tOlll'OSl O DE RAIILIVEIR1
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene d> 3;azi
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposicSs.
Recommendado na clinica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as mo'eslias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN &c OL1VEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Cathanna.
A' venda em todas as pharmacias e dragarlas
DEPOSITAR IO NO ESTADO DE PERNAMBCO j
Guimares Braga &C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. SO
.......... "i a^p
Nao.
Este no foi pronunciado com urna for-
ja que fez estremecer todos os assisteotes,
admirados d'esta attitude bruscamente pro-
vocadora.
Nao agradavel para um gentlemen
tornou Hildreth subli o liando a palavra
com emphase dolorosa, para um gentle-
men confeasar-se envolvido, n'uma cir-
cumstancia como esta, n'um equivoco
Mas collocou-ma de t*l maneira entre a
espada e a parede que sou forjado a con-
fessar a verdade.
Meus senhores, nSo sabi de casa de mrs.
ClemmeDB tao immediatamente como
disse.
Demorei me prximamente cinco minu-
tos na psquena casa que da para a entra-
da priocipal e estava provavelmente ahi
quando o vagabundo passou deante da
casa indo & porta da cosioha, tornando de-
pois a paasar
E Hildreth olhou fit*mente para o co-
roner, como se o desafiaste a levar m*is
looge o seu interrogatorio.
Mas o Dr. Fredvrell n5o era um coronar
novico.
Sustentando o olhar de Hildretb com
essa frieza oicial que parece ama parede
e galo entre urna testemunha e am ma-
gistrado, nao pronwaciou seno estas pa-
lavras :
Fazendo o que ?
Hildreth, empallideeau de repente, bai-
xoa os olhos e respondeu em tom humil-
de embora lacnico :
Reflectia.
Mas apenas esta palavra lhe havia es-
capado um fluxo de penaamentoa o inva-
da e, olhando para os jurados uns de-
pois dos outros, exolamoa violentamen-
te :
Meus senhores, julgam, bem o vejo,
cabava de ver esse relogio quando viu o I depois de esperar um tnstaute em silea- 'esta declaracSe como saspeita. Admiram-
J^abuado jioto da ^orta da viura e que ci. se que um homem fique a reflectir algn*
minutos depois d'uma entrevista que lhe
tinha tirado toda a esperanza. Eu proprio
me admiro agora... Nao posso explicar
como nao sabi immediatamente d'aquella
casa e nao puz termo aos meus das.
Nenhuma linguagem poda trahir mais
o real desespero do sen espirito no mo-
mento critico em que a vida da vinva es-
tava na balanca.
Viu talvez isto, mas era demasiado tar-
de porque, com a fronte coberta de suor,
levantou a cabeca como am homem que
se prepara para receber um golpe que nao
pode evitar.
No entanto tentn urna ultima obser-
vacao.
Sej o que fr que tenha feito, ou
fossem quaes fossem os meus pensamentos,
ha urna cousa que declaro ser da mais
absoluta verdade : que nao tornei a ver
mrs. Clemmrns depois jue ella me deixou
e voltou para a cosinba, que fica as tra-
zeiras da casa.
A mao que a feria pode ter-se levanta-
do emquanto estava na saleta, mas se as-
sim foi, nSo o sei, assim como nao pusso
dizer quem foi o assassino.
Era a primeira tentativa de negacao
que fazia.
O coroner modificou ligairamente a sea
severidade e os jurados olharam uns para
os outros al liviados.
Mas o peso da suspeita contra Hildreth
era muito grande, e asna apparencia ha-
via sido demasiadamente aecusadora p>ra
que este effeito fdsse de loDga duracao.
Por muito satisfeito que alguro jurado
se jalgasse em admittir a sua negativa,
por causa do nome que usava e tambem
pelo sea ar da dalgo, apezar da sua pre-
sente hum'lhacao, nao era possivel acre-
di tal-o sob palavra.
Poder dizer-nos, pergantoa am ju-
rado, a razSo porque voltou a Sibley de-
pois de ter partido ?
Depois de innmeras transformaces por que tem pausado este Hotel, consegu*
afinal o seu incancavel proprietario oiferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
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banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc pexes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e aacionaes.
ADEGA
E'esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cegnac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importaclo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condi5es do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMRC1AL______
^
do ler-lties e os peosamentos D'aquelle
assumpto que era vital.
Durante este tempo, a vergonha di s-
tua$ao pesava cada vez mais sobre Hil-
dreth.
A cabeca inclinou-se-lhe lentamente
sobre o peita.
Pareca perguntar a si proprio como te-
ria forga para supportar a ignominia da
aecusa^ao directa que o ameacava.
De repente endireitou-se, um relmpago
lhe atravessou os olhos, e, pela primeira
vez mostrou-se homem de coracio e de co-
ragem.
Meus senhores, compco elle, diri-
gindo o olhar do coroner para os jurados,
alo me disseram ainda que me considera-
vam o auctor d'este crima, mas evidente-
mente suspeitam-n'o.
NSo me admira.
As minhas proprias palavras me con-
demnam, e ninguem acreditar na minha
iono:enca depois dos testemunhos que fo-
ram aqu pronunciados.
Nao hesitem, pois.
O abalo que senti vende-rne considera-
do como suspeito d'um horrivel sssassi-
aio passou.
Desejo ser preso.
E, na verdade, depois do que se passou,
nao o desejo nicamente, peco-o.
Quero ser julgado, ainda qae nSo fosse
senio para provar a todos a minba com-
pleta e absoluta innocencia
O effeito d'estas palavras, pronunciada*
n'um momento t5o critico, comprehender
se ha Fcilmente.
A resposta nao se fez esperar.
Evidentemente, a gravidade do seu de-
poimento tinha, afinal, dado toda a ener-
ga ao espirito de Hildreth.
Tinha ouvido fallar na morte de
Mrs. Clemmens e a surpreza fez-me vol-
tar.
dio souba a noticia ?
Pelos jornaes.
E... fijou surprehendido ?
Fiquei estupefacto. Foi eomo se eu
proprio tivesse sido ferido e nao tive se
nSo um pensamento: voltar aqu onde
podia saber todos os pormenores.
Foi ento a curiosidade que o fez
assistir ao inquerito de hoje ?
Foi.
Os jurados olharam para elle admira-
dos.
As suas maneiras estavam to muda-
das, as suas respostas eram to promptas
e to clara?.
E o que o levou, tornou o coroner,
a inscrever-se coan um nome falso no re-
gistro do hotel ?
Palavra que n&o sei dizer-lh'o res-
pondeu elle com menos vivacidade e at
com um certo embaraco. Talvez oensass.-?
que, n'estas circumstancias, mais valia
para mim mudar o mea nome.
Em outros termos, te ve medo, repi-
cou seccamente o coroner.
Hildreth crou violentamente ; as veias
da fronte incharam-ae como se fossem re-
bentar.
Mas respondeu com um olhar altiva e
as seguintes palavras irritadas.
Nao tinha medo algum e estava cor-
tamente longe de snppr o tratamentn que
hoje me den a ser inflingido.
O gelpe aeertoa.
O coroner, com ar anciose, olhava para
os jurados mas depois dos outros, tentan- Typ. da Diario, ra Duque da Caxiaj, t
[Contina).
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1



GRANDE
HOTEL COMMERCI AL
Ra Larga do Rosario ns. 29,3 i e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao de seu hbil proprietario MA"
NOEL GA RCIA, b auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser gj
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
altura interna, j pela promptido e aceie do servio culinario aduaneiro, j tan*-
bem pela posico hygienica do seu edificio.
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