Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17464


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Full Text



AMO LX\I
f
t*
.
Qttarta-feira tfc Mfrvenjbro de 1895
M Ui:ilO
V.
RNAMBUCO.
PR0PBJIB&BB BS Sf&NQEE. FIGffSIieA BE ?&Si& & FIX.BQS
REDACTORES ANTONIO; WITRLVIO kPINTOBANDEIBA E AtTJCIOU DE VASCOXCEL.EOS e MAIVOEE ARAO
PARA A CAPITAL ELUGARES ONDE NCTSE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8*000
Por seis mezes adiantados. 15*000
Por um anno adiantado .... 30*000
Numero avulso do mesmo dia.. |100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE P13LICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.a, residentes 01 Paris18 rae de
La Grange Bateure
E na Capital Federal O Syndicata ntBr cional de pubcidade
11
I
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido
Numero avulso de dias ieriores.
161500
331000
9*000
1200
Telegrammas
SESVaJff r^TISulAB 20 SIASI3
Rio de Janeiro, 5 de Novembro,
s 4 horas c 45 minutos da tarde (rece-
bido na estacao s 7 horas e lo minutos
da rroite e entregue s 7 horas e 25 mi-
nutos.
Continuou na Cmara a discusso do
ornamento do ministerio da Industria e
Viaco, empenhando se na mes na dis-
cusso com a palavra o Sr. Cupertino de
Siqueira.
Foram offerecidas varias emendas,
inclusive urna do Sr. Cupertino Cintra
no sentido de ser eliminada aautorisaco
para a venda das estradas de ferro da
Unio," excluidas as Central Rio de Curo
e Uruguayana.
Ainda foram presentadas outras
emendas, igualmente suppressivas de
autorisacoes concernenles a limitar aos
trminos actuaes a construeco das ferro-
vias desse Estado.
Acredita se que o debate se prolon-
gar pela natureza e interesse da ques>-
to, sendo que as bancadas da Bahia e
PernamBucocombatem fortemenle a ven-
da das estradas alludidas e fazem empe-
nho, eerigem n'a em questo a suppres-
so da respectivalaculd.de.
Rio de Janeiro, 5 de Novembro,
s 4 horas e 45 minutos da tarde (recebi-
do na estacao s 7 horas 35 minutos da
noite e entregue s ^ horas e 55 minutos.
F01 approvadooorcamento da receita,
que se discuta na CarSra?5fendo regei-
tadas as emendas, urna que creava o im-
posto de loSooo por cabeca de gado ex-
trangeiro, e outra que sujeitava o sal
imposico.
Foi adoptada a taxaco de 150 rcis so-
bre o xarque platino.
A Cmara approvou o'iC^Heri-men-
to do Sr. Glycejio no sentido de dissolver-
se a commisso mixta, mandando archi-
var os documentos sobre os pedidos de in-
tervenco nos Estados.
L\STRUCCAO POPULAR
"OSMSITSES DA SCHCT
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO XII
SIMPLES SOLDADOS
WILLIAM MORGANISAAC PBIDEHAP-
PY DOLD.
(Continua(o)
Pela manh tinham descido mais de 200 ope-
rario?. A's id ora e meia notoo-se que o
poco de eiiracf&e exhalava urna conenle de ar
ftido, e mao'iitu se um proprio ao engenbeiro
do pogo p ri Ihe lar parte d'aquellc fa lo anor-
mal, pm qu aquelle pojo servia para a entra-
da do ar.
fe Nao houve lempo de explicar aquelle fado,
porque a di u urna detonagao vilenla, cujo cho-
que ma .'U o rnachinista, queimando mais ou
meaos gravemente oito horneas e duas mulhe-
res. ao mesmo tempo, as chammas irromperam
i:um violencia desde o poco at o madeiramento
ao qual o fogo se communicou immediatamente,
e aquelle immenso bico de gaz de 3m,t>0 de da
metro continuou a arder durante duas horas,
sem que o fogo se commuoicasse s obras sub-
terrneas, onde anda se nao dra nenhuma ex-
plsao- Pelas nove horas e meia, o fogo des-
ceu, e fez se eniao ouvir urna explosao subter-
rnea, succedendo-se depois as exploeOes de
quarto em quarto de hora, at as onze e meia,
que foi quando se deu a nona e ultima, mais
violenta do que as butras.
(Contina).
DIARIO DE PERNAMBDCO
RECIFE 6 DE NOVEMBRO DE 1895
Reforma das Faculdades
Acaba de ser sanecionada pelo presidente da
RepubliCa, projecto da le Sobre a reforma
dos corsos superiores. Um d s factot mais cara-
ctersticos d'esta reforma o estabflecimento
da ffequencia obrigatora pelos alumnos dos
meemos corsos. A frequeociaobrigatora, que
existi sempre entra nos, foi sapprimida pela
organisago dada aos corsos superiores, pelo
coueltieiro Leonci de Carvalho, quando mi-
ustro do Imperio E' ionegavel que o ensino
sope.ior flcou entao asseotado sobre bases mais
larga.
A divisao das materias por aeris correspon-
da toa deienvolvlmentoj qme tiveram, dando-
Ibes melbor deicrimioacao; tomando mala me-
thodico o eobino, eetfmolava a applicacao dos
loe apprendiam, e os eaforcoa dos professores
foa eosloaram.
A divisao do curso das Faculdades de Di-
reito em dous de sciencias jurdicas, e de
sciencias sociaes, .nao foi, porm, urna innova-
c,o feliz.
Habilitando o curso de sciencias jurdicas
ao exercicio de proffissOes, a que se dedica m a
maioria dos que formam se em direito, este
curso era o preferido, e o outro completamente
abandonado, desde que s habilitava car-
reira deplomatica, por muitos poucos segui-
da.
A8sim as materias do curso ficavam muito
reducidas, em vista da divisao feita. Foi mais
urna facilidale para obter-se em pooco tempo
o grao de bucharel em direito, em prejuizo,
portanto, das habilitiges exigiveis nos que
possuem um titulo acadmico, que deve Pla-
nificar aptidOes scientificas, coahecimentos ac-
cumulados com o esforjo da intelligeneia, e a
perseverarla do estudo.
A livre frequenca produzio effeitos de algum
modo negativos ; do accordo com os principios
da sciencia, favorecenilo muito aos que, ape-
zar de suas aptMOes, estivessem por circuns-
tancias particulares incoapativeis com a fre-
queocia obrigatora, e qua assim deixavam de
aprovetal-as, veio por outro lado estimular a
ociosidade do espiito, que entregue si mes-
mo, persista em sua dispostcao negativa ao
esforco do trabalho mental.
O estudo, dominado por um carcter auto-
mtico, favorecido pelas facilidades da rotina,
consistindo em decorar prelecges fritas pelos
mestres, ficava muito quero das necessida-
des creadas p.r um curso quasi encyclopedico,
qie exiga os mais afanosos labores.
Era de esperar, que a iivre frequenefa esta-
btlecida para favorecer disposi(,-;s particula-
res Je espirito, ou circunstancias peculiares
alguno, nao afugentasse das aulas a quasi to-
lalidade dos estudantes, que se fossem pos-
suidos dos estmulos naturaes do amor ao es-
tudo, e do interesse scientiflca, achariam as
aulas agradavel recreio, um bom incentivo
preoecupacao que tivessem ; n'este caso a fre-
quenca dar-se-.bia exponlaoeamenta e Iivre
de inconvenientes.
Era-neceesarie, porlaoto, que um tal estado
de cousas, tendendo decadencia, cada vez
mais accentuada, fosse modieado, e ouira pro-
videncia nao poda satisfazer a este intuito, se-
nao o restabelecimento da frequenca obriga-
tora.
Bem comprehendidas, portanto, foram as oe-
cessidades impostas pelo interesse de le-
vantar o eosino da decadencia em que eslava;
e a le da reforja, que acaba de ser sanecio-
nada, veio satisfazer aos reclamos que os effei-
tos perniciosos da Iivre frequenca, j tao du
radouros, determioavam.
A experiencia, pois.Sest feita, quanto a se*,
melbante rgimen por nos adopt ido, depois da
abolicao do aotigj, qualeado da extranho,
e opposto ao espirito que preside a educag&o
moderna.
Entretanto, e como sempre, entre todos os
sysiemas oppostos, ha alguma cousa de verda-
deiro e de falso, e o erro consiste em adoptar
seumeom exclusao do outro.
Nao este o meio da conciliar aquillo,
que em absoluto nao offerece antinomias, ou
contradicgOes que nao resolvam-se o'um tercei-
ro termo, que abranja us de molo com-
pleto.
Na hypothese, tanto susteotavel a frequen-
ca obrigaioria, como a Iivre frequenca.
A frequenca, endo nacessaria, encerrando
utilidade iocontestavel, que s poda ser dis-
pensada por circunstancias diversas das que
se dao eatre nos, desde que nao pode ser ex-
pootanea, deve sar obrigatora.
Mas como, por sua vez a oorigatonedade da
frequenca, offende coodies peculiares a um
certo i umero de alumnos, estes nao devem -
car prejudicados era seus direitcs e inhibidos
de provar as suas aptides, a o resollado dos
seus esforcos, desde qoa nao possam satisfa-
zer a esta exigencia regulamentar.
Se com justa razio reetabeleceuse a fre-
quenca obrigatora, porque ella convinba de
preferencia ao ayslema mais adiantado, porem
poueo adeqoado a nos-a inercia a ind.ffereoca,
todava, deve adraitlir-s-j a Iivre frequenca, ou
a isengao da frequenca, como axcepgio, em
certos a determinados casos. E esta omissao da
reforma que nos re'erimos infeosa aos bons
principios, que em caso algum admittem exclu *
sao dos corsos aos qoe a ellas qoizerem dedi -
car-se, podendo ter completo aproveitamento
ndependente doma frequenca, para ellas tor-
nada difficil, oo impossivel.
Assim, permanecerao contra a reforma esta*
belecida as mesmas razSes que aeram lugar a
auppresBSo do antigo sjstema, qoe passoo oo-
va meo te a se- adoptado.
Estabeleeer a regra, e logo aps a excepcao,
conciliar interesses qua nao se exduem, e
antes se barmonisam em beneficio do bem e
da verdade, evitando o absoloto a o relativo,
coja contradicho simplesmeote apparente.
E' este o defeito qoe encontramoa no pro-
jecto de lei relativo a reforma doa coraos supe-
riores.
A experiencia revelou, que a permissao fa-
cultada pela lei leve o effeito de significar
pticamente desprendimeoto por parte dos
alomos das faculdades para os estados a qoe
deviam dedicarse, aproveilaodo de modo sai-
al'eftoesta permissao, co a> uu auio da evi
tar incommodos oo trablhos mcoociliaveis com
a sua despri-occupaco.
Ella, porm, nada sigoificou contra os inte-
resses que ficam sacrilicados, com a frequenca
obrigatora estabelecida de un modo abso-
luto.
Supponhamos esluiantes residentes era Es-
tados em qoe nao najara faculdades, a que nao
possam residir noj que forem sede destas ,-
nao obstante pessuirem os raelnores requisitos,
icarao irapossibilitados-de exhibir provas de
suas babilitaces, e por este modo privados de
justas aspiracOes qoe tivessem.
Porque os inaptos nao aproveitam para o
seo propriobem o que lhes facultado, e abu-
sam das disposices generosas da le, josto
que esta se torne demas:a1amantn severa, na
gando aoa que loctam no meio das contingen-
cias que acham-se reducidos para colhera
palma dos seos perseverantes esforcos. con
dicOes indispensaves ?
Certaments ninguera responder pelaaffirma-
tva.
Assim devia ter se admiltido, era attencao
um certo numero de particularidades, a isengao
da frequenca estudantes qne provassom con-
diges inteiramente incompativeis cora orna tal
exigencia.
Requerida a iosengao, o director da facial ia-
dade, ou a congregagao^deliberuria, depois de
ter discutido a procedencia dos motivos alle-
gados.
Facol'ada a insengSo, o estodaote paderia
prestar os seos exames era epocha xada.
sendo.'fjjta dvia n'este caso sobmetter-se a um mente nullficar o eosino, se nao mantiverse
numera; mair de prova3, que habililassrm dentro dos limites tragados pelos inla-esses da
julgar-ls'deaias aptides, sem excedar-se com sciencia e da moralidaie. Na Europa existem
ludo a om*raavel limita. faculdades livres que ch'gmdo as alturas do
Assia ae'not n'io poderii dar-se invengao de tescndalo, vendera ttulos scientilico, e pratt-
cam esta vergomoso coraraerci^, satisfaendo
assim as ambgOes le aventureiro3, qua preci-
sara de tus t'tulos para tola ordera da espe-
cul ges.
Eis um dos > ffeitos das faculdades 1 vres : rs
seus fructis em aosso paiz nao podem dei-
xar de |0rdo. ou &de perniciosos, a ellas
podera mito bfh degenerar em ese]M)las d
exploragOe3, onde o espirito aventureiro procu-
ro os meios, as facilidades de conspguir posi-
gOoscora as quies possio trazar ora cont ngen-
te de perversao ao raeio social, em qu^, era vir
tude d'esta ou "aquella funegao a que sao cha-
mados a exercer, passam a iotervr.
O Estado nao pode conferir as prerogativas
que Iba so proprias a este ou aquelle indivi-
duo ou corporagio.
E' preciso qua tu lo entre nos nao va fazeo-
do taboa raza.
Que um periolo de organisagao va fechando
por urna vez as vlvulas abortas por onda es-
coao seos elementos da nossa vida de progres-
so, desde que, at randa-nos a lu lo qu-nt > afi-
gura-se-nes como novo e capaz de engrandecer-
nos, interromperaos a nossa marcha, para colher
expe iencias mutas vezes esmagadoras, e qup
nosaivertem dos desvos do carainho encetido
corrigindo os nossos erros, facilitando-nos a
pretexto parailludir a observancia do regula-
menlo estafttecido.
Por este n>do os inconvenientes da frequen-
ca obrigatoia desappareciam, a os seus bons
etFeitotserira experimentados
A reforja establecida faz erar que o Retado
voltAdaUjfsa apathia. no que era concerne i te.
ao enwnoiuperidr/colloca'sa n'um olro ponto
de vista om referencia ao assumpto, nao des-
curando h interesses que devem estar sob sua
guard inmediata ; e a restnegao de que te-
inos-noeocupado, provavelraente, ser^seguda
de outras.
N5o prersimos de muilas faculdades, o que
preciso jue, tenham boa organsagio, e dif-
fundam vacajosamenta os coobecimentos que
se propoen easinar.
As fcula les livres, que depois do novo r-
gimen poliico tem sido estabelecida?, escapan-
do a flscalisgSo official, nao efferacem boas ga-
rantas qoejustifiquem os privilegios que Ibes
foram confr dos.
A cooceso de graus scientificos s deve ser
feita pelo Istado.
A liberdde de aasioo n&o jnstiflea seme-
Ihante dirieo.
No nossoiaiz nao se pode bem presumir do
exercicio d proseguir em nossa jornada com mais segur
passo.
A eschola democrtica nao nuHifica a ago
do estado ; reconbecendo o dominio qoe lbe
proprio, nao cercea as expaases da vida so-
cial. A uoiversidade Iivre, sem a liscalis-igao
do estado, pouco comprelensiva e harmni-
ca com os elevados interesses da sociedade.
PARTE OFFICIAL
_____:_______________* -' '-
Governo do Estado de Per-
nambaco
DIRECTORA GERAL do thesouro do
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaclws do dia f de Novembro de
Alfredo Almeida & <"., Pompeu Caotareli.
Informe o Sr. Dr. sub-director da Cootabili-
dade.
Francisco de Figueira Faria e cutros.Ao
Dr. Sub director da Contabilidade para cumprir
o despacho do Tribunal do Thesouro.
J. S. Amaral & CInforme o administrador
da Recebedoria.
Domingos de Abreu Araojo Vasconcellos.
InTorme a secgao do Contencioso.
Abilio Galvo, Pedro Alvares Monta Rosa, Jo-
s Sancho Bezerra Cavalcante e oolros, JoSo Ro-
drigues de Moura e bacharel Jos Ventora doa
Santos Res.Diga o Sr. Dr. procurador fiscal.
O protocollista,
Francisco Mitino Fin eir.

Y,


Illl.l ItlIIMO da 3.a Directora da $e-eretaria da Industria, expedido de accordo com o art.
tOi do Regulameato Geral da me.im 1 Secretaria, de SO de \ovcmltio de 1894
(Conclusao)
TABELLA DC PESSOAL DA 3.a DIRECTORA DA SECRETARIA DA INDUSTRIA
-a
e
s:
e
O-
Cdhegorias
4
o
i
o.
a
u
M
^-
e
e.
<^5
Total
Diaria
s
2
6
6
8
1
3
3
6
12
FESSAL TECHNICO.
Direct)f Geral e eofwrjlter teohnico .
Sub-direcl(>fes .
Chefes d flretricto ^* '* *'
Conductores del' classe .
Ditos de 2.a dita .....
Desenhista de l.1 dita
dem de 2.a dia :
dem de 3.a dia
Apontadores de 1.a dita .
dem de 2.a dita ....
Cabos .......
Serventes ......

.
.
8:000$000
5:G0J#00O
4:00011000
2:40#000
1:600^000
3:600#000
2.-400H000
1:600^000
de
Mestres de obras ou officios, segundo os respectivos
contractos.........
Praticantes de desenhos ou de obras publicas, segundo as
habilitares que revelarem c servicos eectivos que
prestaren)....... de
pessoai/abministrativo
1.a Sub-directoria, (subordinada ao Director Geral).
1.a seccXo (central)
Chefe de secejio.........
1. official (contador)........
2.0S officiaes (sendo um o Archivista e Bibliathecario) .
3.0S officiaes......
Continuo.......
Correio.......<
Servente ..........
2.a sEcgXo(thesouraria)
Thesoureiro .
Fiel .
Agentes pagadores
Armazenista.
Serventes .
2.' SUB-DIRECTORIA
2." official..........
3." dito ..........
Correio...........
Servente....... .
Fiscaes de illuminacSo, esgoto, etc., segundo os respecti-
vos contractos.........
3.a SUB-DIRECTORIA
2." oficial
3.* dito
Correio.
Servente
3:6003000
2:800#000
2:133*333
1:600SOOO
1:000*000
800*000
666*667
4:000*000
2:800*000
2:000*000
1:2003000
8005000
1:4008000
1:2008000
8008000
12.000*000
16:800*000
36:000*000
21:6008000
19:200*000
5:000*000
10:800*000
7:200*000
108000
8*000
8*000
5*000
3S000
5S000
48000
38000
1*600
2*500
-
3:600*000
2:000*000
1:600*000
1:600*000
666*667
2:133*333
1:600*000
666*667
2:133*333
1:
1:8008000
1:400*000
1:0668667
800*000
500*000
400*000
333*333
1:800*000
1:000*000
800*000
800*000
333*333
1:066*667
800*000
400*000
333*333
666*667
1:066*667
800*000
400*000
333*333
500
5*000
5:400*000
4:200*000
6:400*000
4:800*000
1:500*000
1:200*000
1:000*000
5:400*000
3:000J000
9:600*000
2:400*000
2:000*000
3:200*000
2:400*000
1:200*000
i:
3:200*000
2:400*000
1:200*000
1:000*000

I
H
Observares
O Thesoureiro tera 5 [. de seus veneiaentos para quebras.



m
Piarlo de Pcrnambiico -^Qwarl-feira O de Movembro g> I 95
1
Usina Espirite Manto
Em cumpnmeuto a vessa portara de 10 do
msto de 1895, teotio a honra de pausar i
Jo de V. Etc. oj papau oncerneotes a asta
,jioa acompaoha loa da seguate ioformag :
De accordo coin as voasas lastruccas e Re-
glamento de 5 de Agosto Je 1895, dirig me
j municipio de P^u d'Alho, onde tratei de
vahar os eagenhos Condado, Vidracao e
Lavagetn e as propriedadaa Acou;,ue Valho
Ramos pertencentes a firma Carvalna Ri-
jos & C, que requereu a concesso desta
ioa.
O engenho < -ondado banbado a principio
elo riaclio Ramos qu: aluenta do riacho
urgafiy, o qual recateo lacacos, alravessad pela Estrada de Ferro
le Ltmoeiro e vai desaguar do rio Capibarbe.
.'em um explendida. varzea e tem capacidade
ara safrejar regula4-niu.U 3.003 looeladas de
;ano..
Vidrago un pequeo engenho, mas soas
erras sao feriis e polem dar regularmente
.500 toueladas de- canna.
LavagemE-te engenho est situado no Yai-
t do i.urcany e bandado por diversos bf-
"ueutes deste riacho, taes cqmo : riacho da
Javerra, riacho da Cabelluda, que nascem. na
jequena zona 'lo referido engenho. As suas
iguai sao perennes, mas as suas verteat os e
contra vertentes sao arenosas o que do lugar a
menor plantagao da caima, tiran o comtudo
jm bom resulta lo.. E' banhado larabem pelo
riacba P'ndoba, cujo valle coco as suas varzeas
a l.deiras representa o verdadeiro patri.nonio
deste1 enganho, sendo que esta 6 a parte raais
frtil do mesmo, unid* ao valle do nacho Bu-
-ac, que tambem affiuente do riacho Cur-
gahy.
Tem urna p>quena ext-msio en matta3 vir-
gen devido a terem falto grandes derrabadas
a principio, mas boje felizmente esto tendo
rneUiorcoaseivagj. Tem diversos caooaires
aa Cha do Gabriel Esta engento pode safre-
jar francamente de 4.593 a 5.000 toneladas de
canna.
As vertantjs do rio Capiba-ibe, me parece
esteris ao contrario, das ao Curgahy. que
sao bastante feriis.
As -ementas da canna quep-edomirrara oes-
-a /-ona a Ja canna cayanna, crystalina, im-
perial a intelUmeiite a Louzier, sendo que es:a
; encontr! a raargem dos catninbcs vicinaes.
Estes engennos qu^ nerleocem aos peticina-
nos valem 250.000S000 assim descriminados :
Coodado. 80:000S0 0
Virtracio. 60:0008000
Lavagem- 110:0008000
Alm desles engenhos pode a firma Carva-
!ho Ramos & C. contar com o foraecimento dos
seguvotes :
ltaboraby, nota re pela grande quantidade
de raattas virgen* compromete se a fornecer
Fago saber que o Congresso Niciooal decre
toa e eo sanccloao reioiuco segaiate :
Art. i' E' o governo 'autonsado a abr', no
corrate exemclo, versa Exarcaeioi nados, do
Ministerio da Pateada, a-t. 7-, a. 31, u lei a.
166, de Si de D->zmb-o de 189., crdito sus.
pleneotar de 193:000* pa-a occorrer a deapexas
com s-TTifos. i* em parte remalos, o-ira caaa.
lisico dn < tado, lo Rio 'i-aale do Harte.
Art. 2 Revogam.se as dispesigoes em coa.
Ira'io..
Capital Federal, 21 de u itubro da 1993, 7
da epubltca.
Prudente J. de Mones Birro*
Fraaalioo da Paula Rainguej Alvos
DE:RET0 N. X.10.-ie23 de Setemb'o de 1893
Proroga, por mais ciaco meses, o praso, conce-
dido aaeageobwro Gailberme de Cpanema
oa-a medir e demarcar datas miaeraes nos
Etiidoj^rto Para e Mirainia.
u pretanie da Repafclica dos Estado?.Uii.
dos da Braatl, atieadeado ao qe;reqaerea o eo.
tenheiro Gaiiaerme de Gapane na, desreta :
Fia prorogaao, oor mais 5 inexe s, o praso
ooce ido ao anKenhji'o Guiarme de Co".
muoor decreto a. (0.284, .w 20 ie Jaabo de 1893
pana rea dir erdemarcar datas anoeraas nos &).
taitas do Par e Marauuo.
Capital Fe leral. 23 de Setembro de 18!5. 7o da
Pepooliea.
aradaot J. de Jlirae Sarna
Aotonio Jlyn:hj dn SntH Pire
Ji' is mil toneladas de canna. 2-000
o Hamos. 2 000
Ora. 2.000
Jardim. 1.500
Carauba. 2 000
Cnrr;aby: 3 000
Pindobali. 3000
a Junco. 1.000
Vanea Grande. 1.U0J
Belm. 2.000
S. Bernardo. 1.000
Oino d'Agua (pequea
propriedade). 500
Bumba. 2 500
Propiedades Thora Das Sito
i;oncei.ao e Santa
Tnereza. 1 500
Tota!. 24.000
toneladas que aidicionada s 10.500 dos en-
genhos Condado, Vidracao e Lavagem, prefa-
zem um foroecimenio letal de 31.500 looeladas
de canna.
Cumpre-rae dizer a V. Esc. que no muni-
cipio de Pau d'Alho, nao existe nenbuma usina,
contando no entretanto este municipio cena de
58 engenhos que pro tuzem 110.030 toneladas
de canna approximadamente-
Em vista destas 'jconslderagOas, sou de pare-
cer que satisfaz a< exigencfas do Regulameato
e, caso 8 ja deferida a petigao junta a usina que
destinase a fabncago do assucar e atcool, deve
ser do syplerra de reprcssao com imbebi(&o e
montada no antigo local escolhido pela Com-
panhia North Braziliao eagar b'actory Limitad
e que perln aos pelicwaartos.
Saude e ..u^rnidade. '
ao Illra c Exm. Sr. Dr. Jollo de Mello- Fi-
lho, M. U. Secretario de Esladks da lolustna e
Viagao.
Recife, 23 de Outubro de-1895.
Jos Antonia de Almeia Pemambuco,
Engeohetro civil.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Descuellos do dia 5 de Novembro de
Henrique Fouqueau, Manoel Soares de Oli-
veira, Aotoiio da Costa Teitera, Miguel Do-
mingos dos Santos, Miguel/Arctianjo de Seona
Santos, Verissimo Marques & C Gesteira &
Esteves, Rocha Pereira Sobnabo, Mesa Regado-
ra da Veneraveljrdetn Terceira de S. Francis-
co, Jos dos Santos liveira. Vieenw Jos da
Silva, --ffnso Duarte & C, Pedro Jos P.oto,
Francisco Ribeiro & C Antonio F. Salva.la-
formi a 1* secj;ao. .
Luiz Bezerra de Saut'Arrns, OarolinaiMina de
Nascimenlo. -laforme a 2a socc4o.
Vicente F. de Salles Meoeze?, Joaqutra Ro-
drigues Campello, Francisca Mari da Concei-
gao e Israel Benedicto da Costa. Deferido.
Joaquim Jos de Saal'Aoaa.Informe
seceo.
{^Machado & Pereira.-loforme a 1* aecgao.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares.
a?
Ministerio da Slarinna
Fot declarado' ao Arsenil de Mariana da Cj.
pital Federal dos Balados, qae t^m iku -es es-
la^ele^i^leolos, qo* ooovlaij reflua isar o abo.
no de vencimeatos aos operario do qcudro dos
Arseoaea de Minnha qae reqoererem disoeasa
do ponto por iicapacilade ohjsr.a. omorovada
e' lospeccio de saode o Sr. preaileota '
publica deiemioa qo-, desde o da em qae p*e.
eotarem o referido reqoenmeaio, a^ aqaelle
em qae Ibes fr consedida a rttapenaa e coase.
oioteaieom pensao, sa Ibe aOooe o joroal da
lasse a qae penencerem. edesiealnm) da en
deante as vinfaeos a qae tiverem direito, Olo
lmoo ie servic-J qm '"' compatido pelo Coa.
selno Naval e ie acordo com o rexalameato
que banou com o leceto n. 2,091 de 13 de Sa.
teaibro prosimo lilo.
NORTE
Questura Policial.
--Seceo 2* N. 243. Secretaria da Questnra
Policial do Esta lo de Peroambuco, 5. de No-
vembro de 1805.
i> Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filtro* digno.
Secretario da Juatija e Negocios Interiores.
Participo-vos que forambontem recolbdo
Casa de Deleoco os seguintes individavii'-.
A* o dem do delegado do 2- district da ea-
ntal Manoel Francisco do Santos, como alie-
nado' at que possa ter o conveniente, destino.
A'ordera do subdelegado do disticlo do Pe-
res Joao entono da Silva, como gatuno.
a No da 1 do correte o teaente Siziao
Vieir da Silva, a sumiu o exercicio do cacg
de sabdelegado d districto de 'iglpt, ua
qualidade de 1-supplente. ,
Sade e fralernidade. i
O QDESTOR,
Jote Felippe Nery da Suva Fko. '3g
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 5 DE NOVEMdRO DE
Irmaniade do Rozario de Afogadoa, Joo P
Bezerra Joaquim F. Ramos Jnoior, Jes de S
iPito Ral B. dos Santos, Affonso P Baila
C Mana V da Conce.co, Manoel SoJetmo,
Hermino F. P. Malhelro, Jeaqoim L. R Ferr,-
fa B^rnardioo C Campos, Manoel P. da BHt*.
Amorim Irmo, Alexandre de Soma, S.lvaoa .
a Vasconcellos.DeTendo.
dJoaquimBenefonte-Deferido, p.gaodo os
^EmS Billion, Herdelros do Padre JoSoH.
do Reg, Antonio de Guedes.-Indererido.
Joaqun, da Roch* -Satisfafa a exigencia do
"foaD^de Carvalbo, Manoel J. fJ.WfaW*
Vos.-Deferido, pagando o que deve. f
Se retara da Prefeitura municipal do Estado,
5 do novembro de 1895.
O per eiro,
Num Alves da Fonseca.
leto da Padar Ejecutiva J
DBCRSTO N. 308 de 21 de Oatubro de 895
Anlorlia o governo a abrir ao M n ite.-io da Fa-
rod, no correte exercicio a verDaBxerci.
cos fiodos, da le o. 266, de 2i de Deaembro
de 189 o crrduo supplemeotar de l93:00OX
pira caoaliaacio de agoa da cldade de UVao.
O presidente da Repoolica dos EsUdoaai-
i6 do Braxil.
Amazonas
Datas at 2. do passa 10. %S "%
E- da 1895-96. ^
A recelta o-cada an 8.400:400*000 e a des-
peza Hxada em 8467:73*W i. ac:asaado pir-
tanto om dficit de 67:073*4*90.
Com o titulo de Victisna do Antioary, *
olz o Amazoaas estar lnformad',, por pesaoss
ridedl.oas, que teodo sido proaaaciados peh Dr.
juit mooKlpal do imo am L*orea, diversas vio-
ima3 da perseeaico ao overno, por serem
a-Dos do coroael ttaooel Policio; aca:am de
en;oatrar jaatica da parte de D:. juit de direlto
d'aqaella comarca, qae, detxauda de sustentar a
proaoacia, maadou pl-os em liberdade.
A meama folba, em aoa eligao de 18 do
pgssado, ooticioulcom o mola de HacaUmoe :
Coo8U-aos por pess6s ebegadas boatem do
Rio ftegro, no vapor rTaoatiaira, que o* ia-
d:os J maperys em das do mer vigeate, zeram
novas es-a-araogis em om logr pou30 abano
da villa de Moura, praticiiide ames de verdadetra
sel*ageria.
E assim qae, diz nos o nosso iafo-onote, os
terrne's indios ejqoarieiaram brbaramente ooaa
malhe-es e ama crianga. teade sido eaooatrados
. OJduzDdo de ma victimas pedagos em pos ai
e canecas.
Faliam-oos os pormeoores de to horrlsel car-
aiaoioa, e lugo qae os poisamos colar', proaet-
temos vallar ao assuiipto para completa oneaia-
gao dos aossoa le.iorei.
Por sea lado ais o Amazonas Commar-
cul :
T-es iidividuoB, doas do lexo femiaiao e
um.meoinode cinco aonoi, foram oa d'etaacia
'de dous kiiome"ifs daqoella villa baroaramerite
asiasamaioii por um bando de latu. J-ua-
pery.
O'ge qae a aaiortdade competente se aprej^e
m tomara provldeocias oeceBaariii aBn de
qoe a popntaco de Moa-a tiqae deaaisombrada.
O facto 48 tal gravidade qae exige as/mais
promota aedtdaa.
Amaob daremos notica circomstancuda- so*
bre os larcentavets e selvae^as assissioaira, o
que nao faxemos boje por falta de espago.
Em latufaco a ese compramiaso publlcou o
referido joroal ao da 19 a aegaiote caria que o
irmo de urna das victimas .dirigi a om com-
merciaate ia praga de Muaos :
Cbelo do mais profuado desgosto dou-lbe
pane qoe os indios Jauaperys assassiuaraiu. mi-
noa irm Jaaona Gongalves, ama afllbada desta,
de aomePauliaa e Beoedicto, cruog de 8 an-
aos. Foram victimas do man nornvel massa-
ere:
Os monstros esqoartejaram as daas infelues,
levando a peroa direita de cala orna dellas, de-
p os de terem [alto em pr qae jas postas os ir
Cadveres.
Foi am quadro de horror o qae eo vi.
Miaa irm acompaohida de Paulina e do ti-
IbioUo desta, tlnbam ido a orna roca, a pooca dis-
tancia d-su Tilla, quanlo (oram tolos surpre-
oeadidosie martjrisados.
S Deas saDe o deseos o, a negra aogustia
de que eiia possaido o meu corago.
Moara, 16 de Oatabro de 1895.Manoel Jos
Gongalves.
De ooiras tootes sabia-^e qae dera-se assim
o tiste acontecimeato:
No da 14 do crreme, pelas 3 horas da larde,
estando a 'raoalnar oa roca, que b.a airas: da
villa de atoara, D. Joan a (aal er de Dslflao e
irm de Gonyalv^-, estimados a laborio*os_nr>i-
taotes do logar), joatfaejie com ama afiloada
de ooue Badliaa, nn loiatio dtsta, d3 nome
Benedicto, todos mal traaqaillos. pon-os Jiu>-
oerye manravan atar ni melbor pac com a
populago dviliaada, irrooperam sbitamente
eeles seivagens-da malta prximaeeosre as tres
innocente. vietK&aa dipararam> am* ooveuj de
flecnas qoe logo os prostraram.
Em seguida, apoieraram-se dos corpos, pro
va elmenle anda com vida, e os tortoraran de
varita maneras. As muloeres corlaran, a peras
direita de cada urna, reaie ao trooco, e as leva
ram comsigo, deixaada extendld s oo eflo os
calaverea motilado. E' ama at-ocidade qae os
jaaapeijs nanea deixam de pratwar oos ca
daveres ca hh victima?, levando comsigo as
oeroas direlia?, iguon-se cora qae Um, tal vez
oara algoaa norrarosa sceo de aairopopba-
ao poaresrabo Benedicto, alm de o lecba-
rem, deicarregaram-lbe profundos golpes de
tergado oa cabeca. aa naca, sobre os olbos e as
mo?, qoe Bcaram quisl ntsirameme decepa
pas.
Um borrar I
Logo que a noticia so espalboa em Moora, e
qoe hriM vistos os cadveres, coosteroagu e
e lerror oto se desorevem. Mohos babitaal
nostram se decididos a auaadooar esse log.r,
Hq flagellado por aquellos sanguiaartos e (ral-
eo iros selvagens.
Anda em Janeiro deste anno Irocidaram ell
ao rsesmo logar urna velba d noms L onor. a
i.lia desta, de nome Joaooa, um Qlbo de oilo
aonos do nome .emente.
Es s animas vi urnas completam o numero
de 36 moradores de Honra, qae em alguos ao
oos tm acabado do modo raais desgragado e
Dorip Unti as mies oes jauapervs *
M -ora, qae podu estar fljreacen.e, se oio lo
Mr vismnaoga desles ca ibaea, est aomgada
ie se extiocoir completameate.
A uliiara ora coasiava qoe o illastrado go-
vraador oo Estado, Dr. Eduardo Rineiro, la agir
selvageus, visto que os meios brandos e amiga-
veis, conforme p ova urna larga e d jlorosa expe
rlencia nao prodax m os oesejodos effeit.s para
con esta trioo, por ext e i o ludcmavel, sarjtjol
aana, traicpeira, oompietameote retractara a ci-
vliisacao.
No rio Madeira, r-avla noticia de quelodioi
Maadorars, reuoldos em numero superior a
:em. iodos oem armados, tiobm se Internado
pelas cibeceiras do rio Marmeiloi, aHm de da-
;em combate aos indios bravios da (ribo Parin-
UQtios, que uliimameoie aineg..,m dn aovan
correras os battaotsr daquellaa nragens.
Os Maodu-ac* foram coatraotads para esse
Qm pelo abastado negociante do rioaideira ma
jor Joa Geaiil Mjnteiro da Costa.
O encontr dos combaiejtei de|a ser as
caoeceiras do rio Maicy, no alto Mteira, onde
os Panatlntins tu graodea maloi
Para
Datas al 27 do paasaaVo.
Em sea anuive.-sario natalicio, nadia 17, re-
ceben o 3r. Dr. Lauro 8o deuooastragOes de sympatnia pablica.seado do-
rante o di i o iilasire govemador doSstado ia-
cessanieiuente cumprioaentado em palacio, e
cuegaade-liie as mos oonsideravel mero de
carus e blindes de compnmentos.
Por pa-ta da associago da praga dtcommer-
cio, os Srs. Viscoa ie ue S. Domneos Ma-qoes
Braga apreseotaram a S. Esc o diplooi de so-
cio bonorario, que coofeno-ine e'.sa cojorago ;
e o S*. coronel Sotero de Mejeies, acooa.ina-
io dos commaodaales e ci aes da 'laieuto
estadoal, n-indou--, em nome deste,;oii om
esidjo costeado um rwlogio ue oiro e cntelalnei
com medalba cravejala de b-ilhanles.
Anda o mesmo regiment offerecea virlao-
aa esoosi do Sr. Dr. L Manas ostras pravas de estima e apreo rece-
bes o oeuemerito paraeose, coanaji niada
a noite essas merecidas demoa*trace
Pel.s mformagOes qoe -emos obUo, l se-
ao Dia-io Offlcui, le ir- qae ano ttm do
correte anao eej fundada nesta caital ma
Academia de Commercio, onde o e.-jdo ser
meorico e pratlco ao mesmo lempo, e oade sa
nira pesoal haj litado com pratica doommer-
cio e gaarda-livrcs diplomados.
A respectiva Academia ter vasto pino de
e.istno e sysiem pratlco amda nao optado
nas escolas de <; mraercio ] existentes n Capi-
tal Federal e Estado de Minas.
TY-n-si realisado reunijs da commenante^
b'ioiii.a-io aa oossa praga adm de estoianm as
oases, planose p-ogramaro da fundag) a ti
Academia.
As ream as tnem si to faltas oa Praga a Ii-
deaeniea:u n. 2i, a convite do Sr. senic D*.
Pei'o Leiie Cae-uio i', luotador i'.ansa/d, pa-
raeose ore3iaate, qae, mais ama vet, rl prova
do sea acendrado amor ao Es:ado naai.po-
coi pngraQdecimeoio tanto tem iraoalcdi.
E' lempo de posaairmos om eslaoalcimeaio
supe'io: doensino commercial, pois o ara con
oa e'emeaios especiaes de qae dispO para o
commercio, e n sitaagao admirave, e:a desti-
nado a ser o emporio commercial de todo o
norte e ceutro da Unio braztleira, cobeaudo-
se na vanguarda do pregresso.
E' motivo de grande jubilo todas as vxes que
vernos entre nos su greun ideas granlioas, cu;i
reahsago tanto desojamos.
Sobre o meam> assompto, diz a Prometa do
Para :
Jasein realizado algnmas-remes de
cum cer.-iantes habilitados de nossa pica alim
de estodarem as bises, planos e p'ogrmm da
fooiagao de urna \cademia de comnerco oesta
capital, eob vi-ias largas e piano ample vast >,
al boje anda nao adoptado nas escolaede com
merio j ex sientes oa Capital Pedral e em
Mina 3.
As r urjias tem tilo feitas oa Prca da la
dependencia n. 24. a convite io Sr. sealor Pe-
dro Cbermoat qae, mais ama vez, da rovas do
sea amor ao seu torro aata1, Bar caiiengrau-
decimeato taalo tem trabalbado.
Contioaam a ser fetis semanalmsnKas dita-
reaaias, at ricar lado bem estadado estibes
lecdo, realizaade- e ao depois, urna grade rea-
riiao para a diacasso e aoprovago do estala
totj para-a qual ser oonvldaKlo o Sr. D. gover-
nador do Sata lo, representantes da liprensa,
iu-iscoosaita, oommarciaalea e mais pasis de
todas ib classes soclaes.
Iajoatestave'.mente a prospera e poplosa ci-
dade de Belm do Para, em coadigas ommer-
cues adaotravjis, com elementos especies para
o comuierclo, destinada a ser o emporocom
mercial de todo o norte e centro do B.-zil, no
ces8iia de om iostuo o superior para oeosloo
da sciencia commercial para dar om mpulso
poderoso oas sciencia e industrias comnerciaes
desti Estado ecoQt-ibir tambem pan osea
eograndecimeoto e progesso.
Agora qae se trata com actividale nista ca*
ma! da coaairacgo do grandioso edlfcto da
Balsa ve n maito a proposito a fu idago di Aci-
de na do Commercio, polea lo esta foa^cjaaar
mais '.arle em parte desse edificio so a a dlreSgo
da associago commircial deste Bstulo.
Loa van lo esta feliz Idea, daremos todo aoaeo1
aoio a ella e desdamos qae
Commercio do Para seja realisada com basas so-
lidas e daradoa'is.-
No *me8mo jornal l-ae :
Nas .folnas ea-opas viadas pelo paqoete
H.lden-aal l nos iu om correspondenteAe
Cayeoaa lix qae o braxileiro Cabra! rppreteo-
dera uma pequea caleo a f-aiceza, a lordo da
qaal se acnavam algaos creoalos de Uiysaaa,
entre ellas om chamaQo Evaristo Ray nr> i >. qae
servir de piloto ao Bangall, por occaslo do
conflicto do Amap.
Evaristo R.ynond; acerosaita o correspon-
dente, fol.p*eso.pelos braxileiros,. levado pira o
Amapt e all faxliado.
I uerrogado o mimst-o das eslonias francaxu
a tac respailo, declaroa qae nada siala,,08m re-
lago a este novo conflicto. -!
Nao devemos deixae plisar desape-cebida-
meate o -canard* do eo*raspoodenie de Ciyeo-
na. F"i assim qae comegou o atteotado posto
em pratica oo mez de M iio. Eato u a tropa
de Gbarvela rescatar o caplto Trajano, mem-
bro da commisso de limites franceza.
Agora o creoulo de Cayanna* Evaristo
Ray to ni, aprisionado e fox lado no Aoupa.
Pois bem ; saibam os leltores d'A. Proviocia
qae esse reoalo de Gsyaoa* o nosso com-
patriota, aalaral de Bsmnca, aqai chegado no
mez paseado, conforme noticiamos, e qae, como
tambem diasemoa, prestara-se a servir da pra-
lico ao aviso franeez Bangalu.
O Dr. Olympo LMie Cbermont (oi nomealo
cele de secg da Estrada de Ferro de B.-a-
gaoga.
Foi comeado promotor publico da comarca
de Cintra o Sr. Carlos Vctor Ferrolra Lopes.
Os gatunos penetraran! na Igreja de 3;ne-
vides e della condaziram calix de prata ea pi-
teo, urna co a de prata de Nossa Senoora do
Ciojo, um reaplandot de ouro, orna costodia
doarada e om cjafre de madeira com diabeiro.
Al n disso, levaram alada os sacrilego gi-
tuaos o sagrario, qae arranearam do respectiva
logar.
Na tarde da 17 desabou sabr a capital
medonba trovoada, tendo- e desprendida martas
, Fallecer o desembargador aposentado Dr.
Jos de Araajo Roso Dama, que no ant'gj rgi-
men foi ebefe do partido liberal. _jbi
Haraiiliau
Da as at 30 do paseado.
a falta de algodao, no mercado, a caresta do
pouco, qae tem en rada, ja dea o tristre resalta
do de estarom paradas daa das fabricas, desta
capital e qoem sabe se proceder idntico nao
ter de ser seguido por ootras.
O mal, qae isto caasa s empresas, aos ope a-
ros e em geral a todos os interesssdos e ser
basta te seasivel, e maito concorrer para am
desanimo bem inquietador. Motase ms sero
as consecuencias a esperar de ama tal penar
naco, e uto compre ser enerado pela forma
qae merece.
iwrrssou Tbereiina o desembargado'
Jvaro M-.odes, presidente io Superior Tnbanai
de Plaib.y.
Acba-se na capital a companbia Mureira
de aaconcello Silva, coja estra no da 25 foi
am verdadeiro nuccess para a mesma capital.
PlanJhj
D Foi pablicada a le do orc*men'o para o anno
flnanceiro de ti-96.
Esta org.da a receila em 605:520X00) e a dts-
pev> ixaja em 649:8364388
Fallecen o Dr. Carlos de Soaza Martins,
Albo ao Vlsconde da Proanybi.
Conuva 76 annos <>.a Idade.
ana commisso ceot'ai doi Ex-n*. rompo-ta
dos Srs. Dr. B.terril Fanienelle, presidente do
Estado; general Arihar Oscir, commaadaote
do 2.* distrioto militar; coroael Ca'los de 'A -
ranJa, presidenta da A-sambla Legislativa ;
co-onel Dr. Joa juim Martina de Mallo, camm o-
lania da escola militar; coronel Gailberme H i-
cbi. inteadeate municipal, e capitao lente Au-
gusto Gaedes de Carvalbo, commannaate da es-
cola de apreadlsas manoheiros.
Pelo club foram designados Aatoojo B?ze r.
o valste soldado da aboligo, e o noso distin-
cto collaorador G acebo Cardoeo, alumao da
escola militar, ara scieniitlcar aos illusires ca-
v.lneirod, sinceros republicanos aquella eC;-
Iba.
O i valentes reooblicanot aceiiaram a noarosa
meam .enca e eslo orgaoisa ido o prozramma
aos festejos, qoe sera puolicado oppo.naua-
mente,
L-se na Repaollca, sob o litlo de An-
da o Joazeiro*. o seguate :
U a docso amigo que aca'ia de parcorrer os
dominios do fanatismo, oade irapara co o o des.
potismo de om califa, o padre Cicero uos com.
municju o segamte:
Nao hi Dalla pontificia, nem decreto do
ianio Padre qve derroqaem o podero do piare
Cicero.
O Joazeiro continua a ser a Meca dos faoati.
eos, que alli vo em romana deixar o bosta de
80*8 ecooomias nas sagradas mos dopiedoso
fa':r>, que graciosamente recebe, a ltalo de
aaxiiio i coostraego de ama mesqaita qae
metteo-se lie aa caxlmonia levaotar no come
de un alcaulilado serrote.
Era am dos ceateoares de cralas qie cega
mete aceditavam na piedade do paire Cicero.
Pal, por vez-.s testemaaba visual desse seo
lesprendimeoto s cousas mu.:daaas, do seo
esioteresse vi-o receoer com a mo direita a
pequea espo-tula qua Ine davam por urna mis-
sa e fazel-a caiir con a esqaerda na sacla do
primeiro desgragado que Iba estenlia a mo pe-
iio io ama esmola.
Mas, fragilidade bumaaa, teama-o o demonio
1 > ouro, desiombrou-o com sais resplaadecea-
.: as e elle oo pode resistir... Sitao conuva
nais urna viciona I
Mmifestoo-se-lbe eotao com carcter mal no
a o corejo de todos os ymjio.uis parnicioso',
i teri-ive doeoca a;r* (ames aari.
B eil-o como o avi.-ealo a a|anur, ajaotar
tolas as migalhas qae Ihe atiravam, e em pou-
co tempo coaaegaia reunir orna fonaaa sapener
a I0J:0000J0 em largeat coaianu segando me
aifirmara u no ratj, p3soas de crliio. afora
mmias propriedades que iba tem doado.
O nosso preclaro diocesano privn o de cele-
orr ao Joazeiro, de confessar e pregar, e orde.
uoa-lbe qua eotrasse para a Cixa-p a com os
uneiros qae coase^vava em sea poder, cffre-
clda em boa in'.eocao pelos Seis, elle neobum
caso de taes o'dens faz. Nao celebra no Joa.
zairo, mas no Bariiy, ha pouca distaaca daqaet-
le foco do faaausmu, sendo seopre acoapanoa-
da turba de crentes, e ali. recebido com as
antigs formalidades.
O diobeiro S. Esc. Rvna, tem viste por um
acolo. Nem om X entrn para a Ciixa-pia,
A masculle que matoa-me a macaca e dea-
he a felictale, a celebre M co uiaua oo C ato. teado feito poato oos mii.i.
gres, depois qae se descobrio o segredo das
panculas saturadas de anilina...
Ai 1 Se o Sr. Biipo qulzesse, bem poda p-
cob-o a taes escao talos qae, de certo, deslus.
ira:.-, am poano a sna admioisirago oasioral,
Bio Grande do Marte
Ditis al 3 lo co-re ite :
Cnegoo de regresso do Racita no da 2 pelo
trem da Niva Cruz, o Dr. Pedro VelOo.
ao desamoarcar aa esiago foi recebido por
crascito anmero deamtaos, eafe os qaaes es.
tavam os --. Chives Filao, chafe de polica,
Oomiogaes Ciraeiro e oatros.
SUL-
l'iiastrul cm >iae s-ra aoiemasid* a .Uia mais
imoorunt da R-M>ot>li a.
So '-os informados que, aos vapores chegados
diimimeote do no'ie e ful tela dos Estados
g'aiu.i uu ero de productos para liga.-ar oa
exoosigo.
Pergaatas respeitoaas a unt
naiaistro da Enreja Bvange-
licapor um neophit* da naes-
luu Enreja.
(Co ittoaacSoJ
PErtGUNrAQ\RTA!
A Egreja Evanglica, na qual me afilias-
tes, ser verdadeira, e poderei per-
manecer nella, sem arriscar a
minlia eterna salvaco ?
& %
Distas al 31 do passadj.
Est aasigoado com Isaac Amsral contracto
p ra coostroeco de am tbeatro oa capital do
gla*).
Foi instatlada a nevi mesa de rendas do
Camossim.
Bm reuoiao promovida pelo club repabl
cano Fiorlaoo Peixoio tratoa-se de se p'eo
rarem o festejos para a grande data do advento
da Repblica e a soa proclamac&o no Cear.
Foi elelta, para dlrecgo suprema das fasta?, o.
Capital Federal
Ditis at 3 do passado :
O Sr. director geral dos-folegraohas acaba de
resolver, segundo as iaformicss qae Ibe (oram
prestadas pelos faascioaanos complanlas, ama
qaesto qae eslava affacu ao seu exame.
Peto regulameato dos telegraobos os jo-nae
team para os seas teie^ram ns um abatimeoto
la 50 / sobre o p-e. do pablico ; mas essa
vaoiao?em s coocadlda aos lelegrammas em
Un Parece que am dos nossos collegis entended
io que tal dimiooican era closiva aos lelegram.
(m.s * evou o caso ao coabeeimeato do Sr. director,
cjje Hcaoi de decidir conforme o reealamento,
qte os lelegrammas em Cifra nao tm diminu.
gao.
Foram naneados :
* caplto do corpo de engeoheiros Angosto
Xtaenes Villeroy, para servir na Directora G?.
ra de Obras Militare* ;
O pbarmceaiico civil telvioe Cortex, pbar.
naceatiso adjanto do exercito na gaamigo do
Bsialo do Amazonas, de accordo com a p ropos-
i. do lospecier geral do servico sanitario do
oesmo exercito.
Coneedeo*se ao Droteseor da Escola Militar
la Caira, majar medico de 3* claise do exercito
). Ciadido de Hollaoda Costa Freir, de ac.
ordo com o. respectivo regulameato, licenga
para gosar oo Estado de Pernambaco, sem per-
da de veacimento, asi ferias do correte anno
leativo.
Permiitl.-se ao caplto do 36 batalb-i
da infantina; addido1 ao 10 da mesma arma,
Oyprlaoo Atildes, gosar oo Estado da Parabyba
io orle, a licenga ds 90 das qae obteve para
tratameaio de saa saude.
Consta que o Sr. geoeral Almeida Brrelo
logo oe volte ao qualro effectivo do ejercito e
assim qoe se concioam os trabaluos do Con.
grc8so, ser nomeado para commisso de alta
importancia em um dos Estados da Uaio.
L-se oo Paiz :
A proposito do desmentido formal inserto
na Guata de Noticias de domingo sobre o te.
legramma de felieiluces dirigido pelo Sr Pre.
ildeote da RepaOltca ao Sr. coronel Valiadio
por occasio do aonlversario da emaocipago
poltica da Serripe, telegrapbou o hOBrado pre.
8Uaate desse EsiadO ao- S". Dr. Martinbo Gar.
cez
Aracoi, 29. Aalvl o telegramma do are.
sidenle da RepaWica, publicado no Diario
Official, oesta cidale, em 26 (So correte :
Kio, 24 de Oatabro da 1895.- Corooel Valla,
dio. Agradeco o voaeo telegramma e coogra.
talo.me com o povo seiglpaoo pelo 71 anniver.
sane da coosiilulco da aatiga provincia,
Saudages. Pralenle de Moraes .
O meu telegrama era concebido aasim :
Araeaj. 24 de Oatabro de 1895 Ao Sr.
resi lente da Repblicas RioCelebrando boje
o 71* aooiveraario do dta en qae se constitaio
em prov acia iodependenfe, Sergipe, avigorado
pelos beneficios qoe Ine troaxe o sysiema repu-
blicano federativo, aprsenla ao prlmeiro ma-
gistrado da oago aa soas respeitosas bomena-
geosVallado, presidente do Estado.
Este telegramma tanbem foi pablicado no
Diarlo Official de 26 Villadao.
O Sr. mioislro da Dzenda declaren aos
irr. inspectores das altaodegas que a circular
o.-20 A.de 13 dejme do corrate anao deve
er oMervada lem prejaizo dos favores de qa
goiam os paquetes de llanas regalares de nave-
4.955 de 4 de-Malo de 1872 e 1.039 de 6 de Sa
temoro de i892; qae sero opp tonamente mo-
aitlcados oo sent io de ser exerclaa a precisa
scaltaaco aos despachos de transito.
O Sr. ministro da fatenda mandn aaire-
gar ao Sr. general Gal vo, commao lae do 6.
listricio militar, a qoant i de 1.000:0901 para
pigantento das forcas civil que ali esllveram em
opa-g-'S la guerra
__Reacio se s commisio execativa da ex-
posigao,-para tomar algdaas providencias rea*
ivas ao prograama <*a nioBaragio do gran le
cenameo, sendo assantado qoe a bora da aber-
mra da expoweo ser'diwigaa a pelo Sr. Pre
sidenle da Repaolica, que ter de presidir a so-
lemoidade do acto.
A esaoa ira mercante ilramtoar oa avJte da
inaugar.go. em oossa batua, e poder ser visi-
tada por qoem qoizer coobecer das coadlgei
os navios mercantes n.cionaes.
Todos us edi.'ios da e>pos gao sero illomt-
oados laz elctrica, lnclnsiv o grande p vi-
luu do largo da Lapa, elegantemente edificado.
A c.-nmlsso del bercu proporcionar aos vi-
sitantes da exposico, am das desigoados, oo-
tras diversea alm daq-ellas permanentes que j
Destes crina9., ctmrjunto h-i'rorosi, nao di*
re cous algumi, porqaa, fie o> isolado--, a yo-
dan-io po-is-o S!" cooslderaios aberrac d-
mate* fraca", a*0 po lem constitmir um p'iuc:
pi, qae sir-a como preattssaa "Ss conse-im*'!
ca-, qu1 pretend> oeiazir. Eitando pori4!! fal-
lar is crim-s no-:o-oso-; qaa tem --lio o-ali
cados aysteoa'.icameiiti uinar. aa aoiotidaae
da Biolta oo- div!-sas sanas, q-ie i-.ompam a
familia da nossa Smta Reforma.
Nao podes cet, me i's ign.rir, hnralo m*
ni-tro. os roulog escan lalofcs, os barbijos aa*
s.iBinat.s, a: devassldOas v goinosas, e as e-
vastagas, qae a sombra di antondaJfl di B
lia p'aucari n os Anabaptistas fllioi pnmig -
nims da lossa Saota Rifo ma Esti aw diz
un nerlpof iasaapaiio, coaoetteu x essos
de urna barbiniade e i moraliaadi sem
iktoai (!'...
E po-que, h -n-ado mmlsfc, ao bavlan os
fl,D;s oe fa2 o qoe o pal acooselOava e man-
dava?... Nao cna Lunero, que tacitas r is e pavos a a-tas e -
casaos clamiulo a -radanuo a ooo- Esbor-
loal degouai e raitai ana* pole'les ; a Cla-
mando bemaveituraden .qajlls qae marressm
oessagaerra fratricida, qae en- p'oo'io ex;:1 -
ri, e a qual no smpl-s co-er d om anuo fez
mais de cem mil vicuas ()! dio foi o pro-
pno Luihero, qaedj pr-goa o aova ser ue:er
sa-io, que o mperaiiT Cirlji V, a quam cria-
msva e lonco fon o e da casierro, mi'resse
debaixo ao pao (3). U inm peto E.Msmo oe
Rolieriam uos d z >jae sim (i). Nao foi o mes-
mo Limero, q e uispondo uu qoe loe nao pe*
tancia, lava aos grande, de coja protecgo ia-
recia. abo* lias e couvento? com as resp*;tiv -s
riquezas que possaiam ? O citado prega io- pro-
testante brocbman :iol-o assevera afoa'.amente
(5J. Nao (oi por ventura isto mesmo, qae r---
lictram os R-forma lores u.t luglaierra, da Di-
namarca, da Noruega, di Su-^cia, da Haagria.
da Polo-lia, dos Pilzes-iiaixos e da P>aaca?
nio e presumvjl, que miQtam autos emiitose
jarnos nist r alo es e tjlos protasianias (t).
Horro-es oesta natarezi nao asna posslvel
acredita*, qae uce-sem nido pratcado., se os
historiadores atados, qu-* nol-os relatim, na
lossem tilos protestantes siu:o os; e -e eut'as
eii8, qae argram depois nao tivessemalo-
ptado, especil-neaie com rfhgio.a moral, oa'-
ta dos mesmos o-i-icipios, como coosta das cor-
sas mais variticas nisto.-ias oa'emporaoeas.
Dizei-me oois, nonraco ministro, qual tira silo
a ca isa effiieo'e de tantos crimes ?
Suppondo-vos ioCipas da considerar esjes ex-
ceasos enmiaosos como efe.to da saota pil-
vra qae Daos uos oeixou, por nao ser possi-
vet presumir, qa-, depois oe lar felto tanto par.
oos facilitar o cooeeuoimenlo da felicidaie, o
nosso bom Deas oos deixasse como goia orna
dootrloa to perniciosa nos eos effellos; e de
oola parte nao podendo suppflr-sa aberrago
de-mente em natas centenas de milbares de
pei3o<3, muras oas quaes sa acbavam dotadas
do orna illust-ago pouco commum, peoso, qae
baveis de me repooier, qae a causa desses ex-
cessos fui a luieroretigo piiwdada Biblia sa-
g ada. Logo conduire por miaba coala, ue-
ram esses crlmas eff-it) l-g:timo da nosso prin-
cipio faudammtal. o qual coaslitolndo ennsto jan iaappeliavel ni iateroretaco do
verdadeiro seutido da pMavra de Den1, abre a
poria a qaantos absurdos e crimea possa o no-
bomem commetier (7J.
-A', como podara ser ve-didelro um princi-
pio, e principio fundamental, o qial, alm ue
ser em si memo taaumcieaie, e coatradizer os
dogmas pnacipaea da nossa cono sao, anda
causa effiMenie de crime. abammag's e
excassos, prop'ios smente desses aotropopia-
gos. qo povoam as mais remotas plagas africa-
nas? Como poier por coosegnlnte ser verda-
deira a nossa Ereja Evanglica, a qual se e-
triba exeluavameule sobre esse principio? 1 I-..
Esparo com ancia a vossa respoata.
Hin'ado ministro, vos pego desculpa se esloo
abasando da vossa beoevoleoct. Como veles,
soa orgado a issa por essas duvidas imperti-
oeotes que nao me deixam un momento de paz.
Asilado cami est o mea espirito, me pare ;e
ianpoisivel peder alcaagir a salvago. Pe'mitti-
ma pois exor-vos anda oairas davidas suscita-
das pnacipamente pelos vo.'sos luminosos ser-
mes, s qaaes me refer qoando duse, qae a
vossa mjsaa doatrlna offsndia, e perlarbava
profaadamente o mea esoinlo.
A materia, me mils frequjatemeate vos f jr-
aece os assaoopio3 dos voseos 'ermOes, eo os
erres em que dizeis vos, tem cabido a Egreja
Romana.
A pereza da vossa inieogSi em tratar deste
asBUupto maotfesta f Qaereis com isto nos
obrigar a avaiiarmos dignimeote a importancia
da grsc, que Deas nos fes arraacando-oos dos
brigos essa, qae vos coamiis, prostituta de
Babylenia, a quil nos perdera irreparavelmente.
fi) ScOCBkb, Ob. cit ,T- V. pag. 439.
(2) Vid. Manzal,l, ctt., Latoe-o, Ob., odie,
de Wirtemoerg de 1525. contra os camponezez
rebelrados.
(3) Ka'n, Protestantismo e Caibolicimi etc.
(4) Vid. Me.xel, Ob. cit. T. pag. 17*.
(6) Vid. Brocbm.od. lug. cit
(6, Vid. Coboed, Maoxel, Scb'CBkn. Lord
Fus Wllliam. Valter, Amold, Geijar, Riik4.
Scttappius, Fessler, Vao K* ape, Ob. cit.
Pergaotas respeito-aa 10.
(7) Vd. Coboet, Lord Fitz-William, Fesiier,
D cl- -
(Contina)
MUSICIANA
CONSERVATORIO MUSICAL
abbassarne il
L'arte vera, sta ad una altetza ;
livtllo acciderla:
Foram estas as palavras com qae o illastre
G. Ricordi comegou um discurso pronunciado
perante o Contiglio Comunale de Milo, mostran-
do exhuberantemente o iateresse que aquella
corporagio devia tomar em defeza das artes.
O Coograsso do Estado acaba ds crear um
Conservatorio Musical que tem por flm o eosino
completo de msica em todos os ramos da arte.
Nao se pode negar qae foi um relevante ser-
vigo prestado a Pemambuco, dotando o nosso
Estado com mais um estabelecimenlo de edu
Cacao.
A sociedade tem necesaidade de adiantar-se,
e esse a liantamaoto nunca poder ser completo,
urna vez que nao se considere a msica como
elemento poderoso da vida.
A creago de urna escola de msica entre nos,
de ha mu to se fazia reclamar, e os seas effeilos,
seus resultados, por qualqu r face que se os en-
care sao in -ontest-iveis.
Um notavel estadista disse urna vez a Ca-
vour:
lo non capisco di ana nota di msica ; oob
distingo um lambuzo di un violia", cred, do
qniodi del governo di aintare una simile impor
lanlissima industria.
Pelas poocas palavras citadas, ve-se o quanlo
nosipaizes adiaotados a arte tem sido tambem
prepecopaco dos seos mais eminentes filbos.
Of Recife urna cidade musical, j urna vez
disaemos.
fjuem dexa de onvir em todos os burros, em
qu Uque# casa, sem que muita vez seja respe
lada a pobres estes pianos rouqueonos en
laminadamente matraqueados por innocentes
tha-iro musical vulgarmente chamado Carpen-
uer com observa um espirituoso esenptor
portuguez ?
Ser gosto ou vaidade? Si goso poder,
melhor desenvolverse no meio de insiltuiges
rtislicas e!evada8;si vaidade poder tam-
bem, gragas s mesmas insiituiges, experi-
meniar a transformago de que fallamos.
As bellas artes nao constituem simpl s agen-
tas de deleita, nem objeelos de enfeites ; sao
forgas sociaes, sao elementos de aperleiglamen-
to; as grandes creigis artsticas n>selimi-
laso a m*rus dei'ros das galeras do Vaticano,
Ptlt, etc.; na rnu-le das estatuas existe a alo-
quencu mgica da belleza, que derramase nos
corages, d spertaodo Ibes, qual agua milagro-
sa, amor e veneragu pela fonle d'onde emana.
A arte c ii-um um dos principaes elementos
do oroanjSUJO suciai.
Si peU intelligencia estu lamos e prescru a-
mos e associando a acuvida le de nos-o ceiebro
creamos as grandes industrias qui mucam
o progresso de cada dia, pelo saalimento evo-
camos em nossos cerebros us grao les imagens,
typos idaaes de aperfeigoamento para a liumi-
uidale.
orno o h im- n d silencia, o artista parte de
urna imagen) nal sment: os dartioos os sega-
ran) ; em quinto aqoalle trip.i a n'uma outra
iraairem cerrespondente prtmeira m matar
concisao e na maior etaresa, esta submeite-a
aa cadinho da unaginago mtisa-a, d'a 1 esta
typj de bsllexa, que brota-1 be i > carebro e
acta sobra o do prximo, como Joce esl *
Iine.
Cila um da nos vive em luis athmisplie-
ras: urna physici e outra social. A m-solo-
gia em ^eu pon) da vista gerai, sao pude
deixar da abraager a ioflaeoea los liomens
enlre si, d'aata m:io d^ qua ci la um da ns
faz oarte e em qae ca la um le nos respira.
[Testa lupia athmospheraespiritual a ma-
terialo liainem lorna-sa um verdadero am-
phibio, i'uma 'specia nobre, e d'esta dupla
existencia que focte de pra'.e es para o ceeb-o
do homeic obra p ima de materia orgamsa-
da.t!
Como a atraosphera physica, a athmosph;ra
social coasta de eiemmtos vanados: ha no-
inens que fornacam elementos de vi la; taes
sito os de seimeia, os artistas mechanicos, os
Industriaos, ete, nutros derramam modifica lo-
res suaves, qua tornam o meio br.inlo, pertu-
mi lo, como lazernas llares n> amblante aereo ;
sao correctivos da sevendade da sciocia e da
industria, lornam se brandos os costumes: sao
os artistas eslheticos.
Se cada um de nos esi submeltido in-
fluencia de ludo islo, cada um d'esles elemen-
tos deva ser factor interessanie na conservaco
de nossa vi la.
A acgo da msica, como das bellas artes em
geral, ni p >ssivel avallar de cliofre, e sem
olhar para a historia; comprehenier a influen-
cia d ella na vida social. Como lodo o agenta
dos que nos cercara, elle pode imprimir effaitos
em nossos organismos, dos mais brandos aos
oais intensos.
J seria digno de censura, se em um Es'ado
como o nosso, nao se curasse de mais um ele*
manto para o desenvolvimenio de nossas activi-
dades.
Tasaos entradas da ferro, electncidade, tudo
emfim i|ua consiilue o elemento de um pavo ci
vil'Sado.
Possuiraos urna Academia de Direilo, refugio
este a que inultos pas por urna vaidaae mal
entendida, obrigam os rtlhos a cursalamuilo
contra a gosto, cortando'lhes as grandes voca-
gos, etnbora lenham a certeza de que mais tar
de aqu^Ue titulo al'i ailquindo a contra gosto,
vem Iha servir de obstculo carreira qua a
aalure/.a os destinou.
Cidades muuo menores que a nossa, po3suara
escolas artsticas de onde tm saludo distmetos
profissionaes.
O que temos nos que possa servir do incenti-
vo a tantas e tantas vocag)S musicaas que pos-
suinos. ,
Os emeartos i Batea nSo, porque, ou sao
verdaderas exliibiges escolares, cujo uni Um
angariar-S mafor numero de discpulos, ou
entao nao passam de mais um meio de obse*
quiar esta ou aquella para quam temos certa
soturna de sympathia.
San artistas, sem meios de fazel os; a msi-
ca entre nos carainhar para a decadencia e lal-
vez nuoca mais possa ser levantada.
L'edatraaiooe publica, diz Tommaso, per
va dell arli bella lo poco lempo ci dareb-
be un poplo nuovo
Se o senumenlo parte essencial da vida, \
arte que urna torga, exctame, deve fazer par-
te da educago : os effeilos por ella proiuzdos
sao as mais explendidas pravas do sea valor.
A antiguidade offerece-nos factos, que bam
demomtram o poder das melodas se bem que
muita cousa correase eolo por coala da Ma-
gia.
Os amigos distioguiam as anas em tres gene*
ros : o phrygio que dava furor, colera, e ins-
pira'va coragem ; o odorico, que inspirava pai-
xes oppostas, e tinha effeilos calmantes; o
lydio, que iospirava molleza e tristeza, o que
levou Plato a baoil-o da sua repblica
Assim como David as iras de Sal, Chiron
calmava as de Achtlles, por meio de cythdra.
Ulysses e Agmenonn, partindo para o cerco
de Troya, ceixaram msicos habis que, com o
genero drico garautissem a caslidade de
suas omitieres.
Mas anda: Diz-se que Pithagoras observan-
do um horneen ebrio e, animado de um instru-
mento phrvgio prestes a tentar cootra a hon-
ra de urna familia, aconselhou o msico de mu-
dar de verso : Sponde-os para Ductilos, a de
chofre calmou-se a ira Jo infeliz.
Conta Plutarcho que Therpandro. chamado
ilha de Lesbos, calmou, pela dogura da voz,
urna violenta sedicgo I!
Diz se que He irique, rei di Dinamarca, em*
possavase de tal furor ao ouvir certos instru-
mentos, que matava os servos, mesmo os que
eram mais afleigoados, e conta-s-: anda mais
que (cousa mais notavel!) o Chaoceller Tbomas
Moras, por meio dos sons. lograva calmar o
humor de sua mulhert l l
Podessemos ainda contal-o por seguro '.!
A msica de hoje oo menos poderosa do
que a de jiros tempos, nem os eorages mev
nos seosiveis. _
Enlreanto, ninguem dir que Tamagoo, nem
mesmo Paulina Lucca, to affeigoada de Bis-
marek, sejam capazes de impossib litar, pela
dogura da voz, um plano politico de Cbancellar
de Ierro. ,
E' que oulr*ora a influencia da msica era
acompanbada deste segredo divino, deste
mysticismo que interpunha-se entre o organis-
mo e o meio, Hoje nao assim : a metolo
gia nada lem que ver com Deus nem com o
Diabo.
Effeito physiologico da msica permanece
indepeodente de quaiquer intervengao myste'
teriosa.
Estes ligeiroi tragos mostrosnos que a mu-
sica alguma cousa mais que um simples de%
O seu cultivo, como o das bellas artes em geral
preode-sedrreclamMite i evolugao iatellectual
e moral de um povo.
Este conjunto de ideas deve-nos langar um
estimulo, e motivar-nos um|enthusiasmo maior.
Recife urna odade merecedora de possuir
urna populago mais dada ao cultivo das bellas-
a-tes.
aawaio'tonar Mla atirlulnttj VaMllMtiM leta doaiellas, imtnoladaa por mus paisaoJ.no
as condiges, de que a natureza nos cerca,
clamam porque a nossa maginago se active a
os o >ssos senilmentos se aperfeigoem.
A nossa cidade prende-se pois. por lagos de
balleza, duas outras em que as bellaa-artes ti-
v 'i'-'iu sua poca de flores* encia l
O brazileiro tem imaginago e enthusiasmo,
toroa-se porem preciso SYStemasarlhe ama
educago artstica. ^^^^^^^^
RtVJSTA DIARIA
NomeacftoPor portarla de 5 do correte
foi nomeador Joo Jos de Carvalbo Moraes para
o lagar de porteiro da Secretaria da Justiga,
Nogocios Iot riores e Instracgo Publica, em
susutnigo a Roberto Cintra Lima que nao
aceitn a nomeago.
permutaO Sr. Dr Governadordo Estado
por decreto de 4 do correte, altendendo ao
qua requereram os Lachareis Luiz Affonao de
oliveira Jardim Francisco Xavier Paes Bar-
retlo, juizes de dir-ito do< municipios de Cor-
reles e Rom Concelho, conceden qae permu-
tassim os respectivos cargos, deveudo arabos

.'


-}
Diario de Pernambnco Qnarta-fetr fl de \ovembro de ISP5
&

amooir o exercicio de suas faocr,5es dentro de
nraso Je 30 das.
Heinoce-0 Sr. Dr. Secretarij da Jus-
tija, por porua de 30 de Outubro fiodo, reiio-
vu os proaio ores pblicos, hachareis Augusto
Silvio Barrillo e Salvador Celo ae Albuqa-rqu-,
aquello do municipio de Cimbres para o de S
Beuio a e9te do de S. Bento para o de Cimbrea
8en-l'!-llu'6 marcado o praso de 25 das para as-
sumirem o exercicio de suas funrjes.
Exonerar -Fot exo erado, conforme
aolicilou, por ac o le 4 do crreme, do Sr. Dr.
Secretauo da Juslica, o bacharel Jcsino Coper-
tinode Albuquerque M lio, do cargo de promo-
tor publico do municipio de Nuz. relh.
lnstdatu Benjamm Constan -Te
rao lugar hoje nesse Iusiituto os exames de fran-
cs, flcando a banca nssim eonsutuHi :
Dr. Antonio Justino de Souza, presidente;
Drs. Joao Baplisla K-guaira Cosa e Bianor de
Medeiros, examinadores ; Dr. francisco l'hae-
lante da amara Luna, representante do G.ver-
no Fedeal
Eleico muaieipal -E este o resulta-
do : ,
Municipio de Granito
Prefeilo
Major Cbilon Heraclito Peixoto e Silva.
Sub-prefeito
Tenenle Jos D(jM*a na Silva Peixoto.
" Conceineiros
Lourenco Geraldo de Carvalho.
Capito Itaymun lo Antonio de L'raa.
Major Lnil Alexandre de Menear-
Capillo Aureliano Carlos .la Silva Peixoto.
Alexan iri- Sabino Jos Pixoio.
Municipio de Triumpho
Prefeilo
Tenente coronel Francisco Soares da Silva Ma-
fra.
Sub-prefeito
Major I&aiu Gongalves Lim->.
Concelheiros
Augusio Ely-io o Naseimenlo Wanderley.
Ttiiete coii-nei Joao do Nascimento Lopes Bur-
ros.
Major Ant'.nio Cesar de Lima.
ah ni Pereira de Moraes,
Jof Hr,diigue8 di ('unna
Margal Ribeiro Vianna.
Genesio Gongalves Lima.
Joao Lopes ca Costa.
Fenelon Urbano Exereieiu militar -Sahiu honum em
ext-nliio militar o i.- orno de Polica, sob o
cnmmand.i dr Sr. coronel Raytnun lo Magno da
Silva.
Realisados os exereicios cora o costumado gar-
bo, rec Iheu-'e aps o raesmo corpo ao seu
respecfvo quartel.
O reara-Temos a visla o n. .- de uro ne-
vo orgao de publicida le que assim denomiQhdo
acaba de vir lu no Estado do Cear.
Bfin feito uiateri.il nenie, e escripio con cui-
dado, o C-ar que se presenta como orgao
do partido repuhlic.no democrtico d'aqu-die
Estado ura jornal qu; nos parece apto a fazer
carreira.
O seu programma vasto e bem definido, pro-
meitendo derender a boa razao, a hoora e glo-
ria da natna, dando sera reluctancias as honras
do tr u'uipb? em preito a verdade que deve pai-
rnr cima dos intenses partidarios
Agradcc mos a visita do collega e de cjragao
dese'.ainos-liie vida longa e prospera
Tril nal do Jury do Beeire-Fuic.
cionou lioni'-m este Tribunal soba presiden-
cia do Dr. Prancirco Altioo Correade Ajaujo,
jui/. de direiti do 5 di trido criminal, ocea-
pano a tribuna da aecusago o Dr. i'homaz
Lins .-.Idas Kilho. 2- promotor publico.
Compareceiaui 30 jurados.
Foi suL.il.. ti d.. a julg.-.m.-nlo o roo aflanga-
do Joao l'auanc Rodrigue, pronunciado como
iucurro Das penas do art. 303 do cdigo anal
e acensado de haver no da 3 de Margo de 1813
fe'o lese* corpnrae* leves na pessoa d-J Joan
na Mana a Cooceicao.
Foi absolvido em v sla da decisao unan do couselho de sentenga.
Emsegu-da lugar foi julgads o reo afiaga.
do Vicente Ferreira Baptista aecusado de haver
no da 19 de Ma go de 189'* ferido lvenlo e
a Antonio Soares e pronunciado no nri. 303 do
cdigo penal.
Foi tambera absolvido em face da decisao
unnime do concelho.
Os reo lorara patrocinados pelo advogado
dos preso3 p brea Dr, Luu EmigJio ltoJrnjues
Vianna.
O concelho da sentenga oorapo-se dos jura-
dos : ,
Pedro Tertuliano dos Santos Cordeiro.
Manoel Aives Pilla.
Antonio Vieira de Barrea.
Mamede Jusliniaoo 'los Ueis.
tedro -ut;iisto de liveira.
Joao Fran'is o Regs Lobo.
Amos da Silv-ira Korgfes Tavora.
Gedeao Forjaz de Lacerda.
Joao Capis rano Ri!>eiro de Souza.
rVncieo Arti-tlun instructivo-Esta
sociedade remese tu je no logar e horas do
costume. ,., .
Sanjcaio Saben)"* que com este Utuio
est sendo eecripta urna revieu thealral, de
cestumea locaes.
Sao seus autores tres intelligentes littera-
iTLtero8 occa>iae de Lr parta do trabalho
j escnp(p e aciiamol conducido eilo com
muita arte, bom gosto e lina verve.
O Saogaio recheiaiio de ditos malicio-
sos, mas, de urna malicia i.-leravel. aristocr-
tica, :e luva de pellica.
Nao tem carcter poltico, nem allusoes o n-
demnaveis. .
as muaicaa vao ser composUs por i abis
maestros, dentre os quaes Sr. Luiz Moieira,
Ravol, Sroido e Cielo.
nt-s da sua prmeira exhipigao sera lida
em presenga de merubros da imprensa, as.-o-
ciagQes dramticas e pes.'oas habilitadas.
club serret Wagneriaao Hoje
?s 6 1|2 horas da tarde leuuk sehao v mem
bros deste r.lub para int rem da Gi conia.
Ser suhmeitida approvago da mesa a
multa de 20S030 que fo imposta ao socio n
17. ..
Devera coinpar cer lodos os a cenciados que nao estiverem guardando o lei-
to-
O exereito Allemao-Pelas estatisn-
cas ma s recentes, v-se queem t-mpo de paz
a Aemanna tem hoje em armas : 5SO.OO0 no-
mens, sio 15, sobre 1.030 lahuaes; a
Franca 512,000 ou 10 sobre 1.000, a !tl1^----
300 030 ou 10 sobre 1.000 ; a Russi* 858 000 ou
9 sobre i.000 : a Austria 380.000 ou 9 sobre
000 ;
Uel
1000; a Inglaterra 2 ;0.030 eu 6 aojjr.
a Hesp-n'-a lOOOOOiu 6 -obre 1.003;
gica :1.000 ou 3 sobre 1.000,
rmandnde de Nossa ienhor do
Buin PartoEm seu c n istorio na u -ja
de S. Jos de Riba-Mar, esta irmndad<> lime-
Clonar hojeas 6 boras da tarde em me.-u (j
Companhia Ferro CarrilEm virio-
de da cunstruegao que se ada fazendo na g
leria de esgo o ra Deo Faria, contiaii a sei
feita all a baldeagao exigida.
Companhia Industrial e Comincr-
eiu de EstivaEssa comuanhia, em hqui
daga-^, acba-se pagando na sua aniiga s.ie, o
segn lo rateio na razio de 203000 por acge,
aos Srs. accionistas.
companhia Usina cansaneto de
Slnimb -Noescriptono dodireitjr thesuu-
reiro dessa Compan ia, esto sendo pagos os
juros vencidos em 1 do con-eote, das respecti-
vas debeniures, das 10 boras da manh as 4
da tarde.
Companhia do Beberlbe-Segundo
declar..gao oue vai na secgo competente, nos
termes da nova disposigo do regolarueoto de
pennas d'agua e em vista da certidao da junu
dos correctores, o prego d'agua s casas, palas
peonas, ser na razo de 6S0J0 para a taxa m-
nima e de 444reis por meirocubico de exce-
dente, no correte mez.
costuras do arsenal de Guerra-
At hoje sero dittribuidas costuras co u as
cosiureiras possuidoras das gulas de ns. 1 a
100, de cenformidade com as ordena em vigor
Usina uerra- amamos a uttengao
de nossos laitore- para o edi al que vae inaerio
noutra secefto relativamente a venda, em pra-
ca, da usina Guerra, situada no municipio Ipojura. _
A flor nacional fcanceza-A -Revls
U Seientiflca. observa que SaiotLouis. assim
como seos successores, tioha tres lyrtos brap
eos as anas armas.
O povo que oeslimava ficou ora o co-turaa
de chamar a esta >r pelo proprio norae do rei
e de des gnal-a, confarme a imguagem do ten-
poflor de loujs bcugao que, por corruptela,
transforinoo-sa emflor de lysi que fez es-
quecer completamente o lyno primitivo.
E' pprm tacil de verifluar-sa que a flor re-
presentada no escudo da dv nnastn francesa
nao se parece muitj com ama assuceoa mas
O a um lyrio, visto de perfil
tanta issao de Garanhuns -
Dessa cidad i cjrnmuoicim-nos em data de 30
do paisa lo a segrate notic.a :
Fiel aos principios la Egreja Romana,
com o coragao chsio de jubil qua encarr.-u -
rae de narrar era synthese o resu'tido de uraa
conferencia religiosa qua tevs lugar hont-.ra
nesta cidade, e .Ir dous carap-oas de cultos
differentes.
De urna pa'ta o illu-t-ado e pri nonso pre-
gador Fre Celestino de Pedavdiede outra o
D'. B .llar ministro evmirel^U, qua aqui t>in
pretendido luodar e diffunlir a religio que
profe sa.
Dasde a chegada dos Ilustres misslooanos
capuchinhos Fre) i'.aelano de Alevina Prefeito
da P.;nr>a e Frei Celestino, ocarrega los da
santa missSo, comegou a aflluir a esta c dada
enorme multi So de neis que pressurosos vm
ouvir dos leviUs do S^nbor a palivra da ver
dade inspirada na f que transporta os mon-
tes.
Dianta dessa umerosa massa de povo co-
raegou o exim o pregador Fre C-l-*stino a ata-
car vigorosamente do pulpito a seita protestan-
tf, e abrzalo em santo zelo p*la verdadeira
docir.oa de Jess Christo, cunvidou diversas
vezes, em seus sermOes ao ministro evangelista
e seus proselytos para nma conferencia part
rular onde se disculissem os pontos capitaes
sobre que asseota o protestantismo as suas ba-
8' I.
A luva eslava atirada e era forgosa o Sr. mi-
nistro protestante acceilar o repto.
Embora se excusasse em principio allegando
motivos frivolos, ce leu a forga das circomstaa
cas e s 11 horas da manli de liontera foi
iaieiidaa conferencia em presenga do que ha
de mais selecto nesta criad na emenda das
le tras.
Record me de ver reunidos no cousistario
la igreja matriz de Santo Antonio, o Prefeito
da Penha, o vigario da freguezia padrf Pedro
Pacifico, o jniz de dir to Dr. Nilo de Miranda.
Drs. AnMnio feixolo. Hildeberto Guiraaraes,
Jos Luna, o director do col'egio Accioli, pro-
fes^ores Mano 1 Clemente e Manoel Jardim,
piiarmaceutios J. Sampaio e Benici> Correa, o
d legado -e polica, capito Silva Zuza, Bel-
larmino Doura io, Monte Bello, Sallas Villa No-
va, alfares Jjaquiui Correa, represan antes do
coramercio etc., diversas membros da seita
evangelista, alera dos dous carapees do tr-
nelo religioso.
Divulgida a noticia, comegou a aifluir no
lemplo uomensa multid.o, tiran lo assim o ca-
rcter particular da conferencia
a lorreets nao encorar.-.va dique e irrornpen-
do p ir todos os lados encha litteral nenie a
nave da igreja, sachristia, os corredores, o con
sistorio e as jan-lias exterioras, lendo-se era
cada semblante a anciedade pe) resultado da
discussao
Coube a palarra era 1.' lugar ao Sr. ministro
protestante, o qual de Biblia era punho, ataca-
va va ios dogma e principios fundaiaeiiaes da
igreja romana, >aca com. : a contisso sacra
mental, a primasii de S. Pddro, a vuibilida le
da igreja, o culto vene ago das iinagans, o
prirgalno, o celibato catlico, oj.-jum, a
abst oencia da carne, as sextas feras do anno,
e a v.rgiodate perpetua da aria
No desenvolviinento dessa libi-llo iranio para
una asser>bla de catholicos romanos, fcil-
mente se iraagunr qual fot o grao de indigna-
ga produzdo nos ouvmte, que l'aziam esforgo
supremo para nao quebrantar os pnacipioi ua
tolerancia e da hospiialida le.
negando a vez do illusirado pregador Frei
Celeaiioo, usou ete da palavra era momento
felicissim. e co.n a mentiliJada vigorosa qua
llie peculiar, unpunlia o gladio da vard .da e
com argumentos robustos, solidos e convine n-
tes compaleu as -hernias, atacou o protestan-
tismo um sua base, derruiu esse edicio noiip
que aqui preenam os protestantes Construir,
demo tirando claramente que a verdadeira
regra da oo-sa f nao e nao pode ser d Bi
blia e to smente a Biblia como atlinnaiu e
querera os protestantes.
As raOes .llegadas n8o podiam ser mus
claras, fortes e raonerosas, e o espirit aioda
nao obsecado no rro celia fogosamente a lo
g ca do argumentador profundo.
A defeza do dogma augusto da virgindade
perpetua de Mara, foi iraponeiitissima, esteve
oa airara do assumpto.
O Ilustre advogade da Irarn.culada Coocei-
gao de Mara maa de nosso Kedetnptor e Se-
nnora do inundo, pareca haurir iaspirago da
divina sabe loria, ial foi a pujanga da sua elo
quencia, que arrebatra da enorme raultidao em
pese fragosas salvas de palmas e entlusiati-
cjs vivas a Religi&o Catholica Romana, a Ma-
na Immaculada e aos m ssiooarios capuebt-
nhos.
Assim den se por tarmraada a discosso
Foi mais ura triumpho da igreja romana, pois
que baqueou de vez nesta c.dade o protestan-
tismo pelo seu fraco fundamento
Para premunir se do quebranto
orno combater o olnado ?
- Como acautelarse do j ttatore ?
Os meios sSo complicados diz urna revista.in
gleza, emquanto que em aples (ao menos os
individuos de sexo masculino) conhecemos es-
conjurados muitos efficazea e simples.
E' antes de tudo a mgica sympathica que
inflige a lal ou tal outra o soffnmento que se
mejilla fazer passar alguem era urna outra parte
do corpo ou era loda a pessoa.
Porm mais do que a mag ca branca branca
podem os amuletos. .
O amuleto um objecto geralraenle art uoial,
fabricado para um determinado aflm, que age
como derivativo do mal, como repuls vo.
0 amuleto attrane o olhado fira do paralysar
o.i seus etFeitos, do me.-uio modo que o para-
rao a.t-aiie a cbarama para nesvial-a.
i) olliar do zelbatore que se fixa, sobre o
ohj-cto escoojurado por si mesrao ; o fluido
emanado pelo olhado perde se no amlelo, da
raesiua maneira que o fluido ecletrico se des-
carrega no pararaio.
O amuleto um olho de porcelana, um corno
le marflra, de malreperolaou de coral, urna
meia la, urna rao etc.
Os chineses collocam sobre a proa dos seus
juncos olhos pinta ios, qua oa prese vam do
olhado da que podena ser victima o coudvctor
da barca.
A historia dos amuletos da3 mais nteres-
sanies. .
Os povos aaligos delle faziam ura grande
uso.e n&o lia duvida que os grandes oaos que
se v son os vasos gregos, e desproporc ooad js
para a pequenez das figuras, entrara n"esaa ca-
tbegoria
Segundo Luciano timbera as cabegas de Gor-
rona sobre escudos e as ,ouragas eram amule-
tos.
A maia la e os cornos forano embregados
em tud.-s os tempos como preservativos coaira
a fetigara provocada pelo olha.lo.
Os indgenas da Amerita do Norte em guerra
trasiam cornos'
Nao se trata de ura ornamento, mas de uraa
defesa ; o mesmo se pode dizer das phyacte-
rias ou placas de metal queadornam a fronte e
provavelmente do lepnilim qua o israelita
em predica adapta como urna especie de diade-
ma .
As cruzes eram usadas como amuletos no
Egyplo mullos sculos antes qne os cbnsios fi-
itssem dellas o sau symbolo e os mexicanos in-
dgenas, ao dizer de Garciliaoo d la Vega, o
conservavam nos seus mais secretos esconde-
rijos.
Um inventor de 8t annoi-A maoia
ou u lalento das inveogOes pertinaz, e assim
sera pouco de admirar que haja um inventor de
32 anuos de idade.
Conta uraa folh) de Bruxellas que um Belga
octogenario, o Sr. Dodival de Vilienfogoe, de-
pois le oceupar-se por muitos annos dos diver-
sos Bystemas adojpiados para a navegagSo area,
a/as canoinhas, cestos, etc. invenlou por soa
vt uraa c%q>ira de voa/.
Esta cadeira, tevissiaia, apparelhada com 30
metros de lona.
O Sr Doval prepunha-se a f^zer experien-
cia publica da sua cadeira, quan'do amigos mais
dedicados a sua existencia do que a sua inven-
sm
gao, o dissuadiram de urna viagera area era..! tais urelrosChegalos da Europa no
i dada iao avangada. vapir ingles .Tharaes :
Velhor*mentos materia*-Pelo II- J Clrl Hanslng, Willian Webster, Ladislao Fer-
lus're Sr. Dr. Atfonso Costa diga Prefeito d'e-- reirf, Robert Brander, William Wactcon, David
te municipio acaba de ser realisada a desappro-
priago do sobrado n 2, de probriedade dos
Qardeiros de Marcelino Jo de Fonte, aflm de
ser demolido alargando-se assim, ventajosa-
mente para o publico, aquelle local qua e
da grande transito, e o qual ns coodiccoas
era qua se achava constitua um constante pe-
"'go.
Tambera davido os esforgos do digno Dr. Per-
fciio j se acha concluido o calgamenio da Ra
dos Guararapes, na freguesia do Recife, o qual
en urgentemente declarado.
Ambos esses melho amentos consiituemlDais
urna prova a reunir muitas que j tem dad)
o Sr Dr. Affonso Cista. do seu reconh :ci lo xelo
o ininlerrupta actividade serapre que se Cogita
em dolar a nosaa bella cidade de aperfeigoa-
meiitos que so-lhe indispensaveis e a que faz
jus pelas b-IUsas naljraes de que dispOe to
prdigamente.
Nossos parbaos, pois. pela realisago. em
boa hora, de mais esses dois melhorarasntos.
lub Canos domes -Sabbadc,, 9 do
corrente. abrera se s vastos sales dasla im-
portante sociedade, co n urna reun o danganie
familiar, aob a direcgSo rio est madissi n. cava-
Ihelro, Sr. Jos Joaquim Das Fernn les.
Essa b ihante reuoio correspondente ao
mez de Outubro.
a deste m z te lugar no dia ?0 lo corrent
ChegadaAcha-se entra nos e liuntem
visitu-uos, o talantoso mogo cerense Jos
Nava, que faz parte no Cear da lu'uros* Pa-
daa Espiritual
3
Cordealmenle apertaraflB-lhe as mos, deso-
jando lho multas venturas durante a sua es-
tada nesta capital, onde vam concluir os Seus
esludo-.
m. redro dos Clerigos-Reuna hoje
pela segunda ves era assembla g-ral esla cor-
porago religiosa com o fira Te approvar os
seus nov.s Esia utos.
Estatistiea -Casararatos effictuados na
crcumscripgo do 2." cartoiio do escrivo Al-
fredo Santos, durante o mez de Outubro ltima-
mente lindo:
Numero dos casaraentos effectuados
Prat, Arthar Johnson, Jos Campos Camiso,
Maipel Angelo, Jos Garda, Miguel Cobas, An-
tonp de Fernandas, Juon Moscirr, Aolreg Ro-
zid, Jus Aotele, Anlelo Suarez, Benito Tbom,
Mainel R. Brbaro, Antonio J. Pareira, Antonio
JaC Ledo, Jos R Pereira, Jos L. Marques,
Joo F. das Sanios, Henrique de O. Das, Pran
cio P. Das, Clemantno T Gongalves, sua
seihora e 1 menor, Bernardioo S. Malheua,
Eusebto Osear da Cunta, Antonio da C. Arauj
e aia saohora, Albur da C. Brando, Manoel
N. da Ponseca, sua senbora e 5 tunos.
Chegadsda Europa no vapor ailemo >Ho*
hanstaufeu* :
Fraocehno D. Coelio, Custodio Coelho, Anto-
oo C. Carvalho.
Chegados do sul no vapor francez Br
41 :
Joanna ''eleste e sua criada, Jos !'. 'arques
ma senbora e 2 filnos, Alvaro P. Alves, Anoa
la Costa Alve*, Anna L- Alves, Maria Alvea,
Salles Pinto, Dr. Almeida Pernarabuco, Alberto
Pd o, Salvador Ribeiro, Barn de Albuquerque
e seu criado.
Ceraiterin Publico-Obituario do dia
B da Novembro de 1894
Antonio M. dos Santos, Pernambuco, 48 an-
nos, casado, S. Antonio.
os P. de Goes, Pernambuco, 66 annos, ca-
sado. S. Jos.
Joinoa M Theoiora, Pernambuco, 75 annos,
solt ra, S. Jos.
Manjel C. da Almeida, Pernambuco, 6 horas
tecife.
Miguel, Pernambuco, 10 mezes, Srato AntJ-
oio.
AntraioT de S. Bezerra, 23 annos, solteiro,
S. Jos.
Mara C. da Silva, Pernambuco, 45 casado,
Boa-Vista.
Antonio M- de Millo, Pernambuco, 40 annos,
casado, (iraca.
Antonio M. de Meilo, 40 annos.eaaado, ga.
13
3
i
B
19
19
16
3
17
2
14
4
1
16
1
1
1
de 60 19
8
11
15
4
16
3
15
3
1
3
2
4
2
1
1
1
1
mo-
4." districto (Boa-Vista)
5 (Oraga)
5 (Poco)
5." m (Varzea)
Relag&o de parentesco :
Nanhuma
Rgimen do Casamento:
Comrauaho de bens
Estada civil aot rior:
Mando:
Solteiros
Viuvos
Mulber :
Solteiras
Vi uvas
Na'uralidade :
Marido :
Pernambuco
Outros Estados
Inglaterra
Mulher :
Periaajbuco
Outros Estados
Poitugal
i" ranga
ldade :
Mari lo :
Mais de 21 e menos
Mulher :
Maia de 14 e menos de 21
M..is de 21 e manos ie50
Filiagao :
Mirido :
Legtimos
lllegitimos
Mulher :
Legitimas
Illegitimas
Instrucgo :
Marido :
Sabera ler e escrever
Nao sabem lr nem escrever 4
Mulher :
Sabeapkr e escrever 1(>
Nao sjbem ler nem escrever 3
Protissao dos couiratanles :
Militares
L'oiuraeiciaote
Artistas
Empreados no commercio
Empragados puolicos
operarios
Jornaleiro
Professor
Medico
Fmpregado de linha frrea
Hospital de Santa Agneda-0
vimeoto deste hospital no da 4 de Novembro foi
o segrate :
Varila
Existiara........ 101
Entrarara....... 4
Sah rara curados..... 5
Existen! em tratamento. 100
Proclamas de casamentseForara
lidos na raainz da Boa Vista no domingo 3 de
Novembro os seguiotes proclamas :
1.a denunclago
Joao Caetano de Medeiros Jnior, com Maria
Jeroovma Ferreira.
2.* denunciag&o
CapitSo traent) Francisco de Barros Br-
relo, cora D. Maria Isabel de Albuquerqae Ma-
raoho.
Furtu'.ato da Silva Cardoso, cora Francisca
de Paul Carolina de Azevedo.
Alfredo dos Saptos Lessa, com Maria Fer-
reira Guiraaraes
3.a denunciado
Carlos de Moraes Rodrigues Ferreira, com
Canuda Hara Siqualra.
Joao Theodoro Alves, com Marianna Aure-
liana Alves.
Arthur Ferreira Magalhaes.com Joanna Cor-
rea de Britto-
Ermirio Jos Francisco de Souza, com Maria
de Paula Duarte.
Maooel Pereira da Silva, com
daSint'Anna.
Antonio Eliziario do Coulo Soares, com
dia Amelia Gomes.
Joao Baptista dos Santos, com A9Stinha Al-
ves dos Santos
Jos dos Santos Oliveira, com Igoez Car
neiro de Vasconcellos.
Manoel Bahia Lourlnho, com Maria do Carmo
Salles Abreu.
Joaquim Francisco Ribeiro de Carvalho, com
Maria Izaura de Carvalho.
Jaronyrao Jos da Costa, com Romana Ma-
ria de Oliveira.
Alfredo d"A8Sumpgao Oultes, com Luiza Ma-
ria Va.
casamento clwll-0 escrivao dos casa-
mentos que funuciona nos districlos do Recife
Sant) Antonio, Sao Jos e Afogados. affixou na
repariigao do registro dos casara-ratos ra
6.0 Imperador n. 75 1." andar, edital de procla
mas de casamento dos seguintes contrllen-
les :
2.a Publcafo
Julio Francisco de Souza Lemos, maritWoo,
residente oa freguezia Santo Antonio, com Ju-
lia Mana Dias, residente na f eguezia de S
Jos solteiros e naturaes deste Estado.
Joo Anastacio da Miranda, empregado no
commercio, cora Aurelina Augusta de Barros,
solteiros, naturaes deste Estado e residentes na
freguezia de S Antonio.
Damiao Cosme de uzevedo artista, com Fio*
rinda Candida Uchda, solteiros naturaes desta
Estado e residentes na freguezia de S. Jos.
ton io.
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentas da Boa-Vista, Graca, Poco e Varzea
atfixou na reparligodo registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar edilaes de proclamas
dos seguintes con.ir.hentes :
2.a Puelieofo
Alfredo dos Santos Lessa com Maria Ferreira
Guiraaraes, solteiros e residentes na freguezia
da B. Vista
Alfredo de Assumpgo Oultes oom Luiza Mi
rj* Vaz, solteiros e residentes na freguezia
BT Vista.
i' Publcafo
Ciernen e Barbosa da Costa:com Maria Jos-
pha d'Anuunciago, solteiros ereaideotes lia fre*
guezia do Pogo da Panella.
Joaquira Aatgpno dps Sanios Ferreira com
Maria Gomes de Araujo, solteiros a residentes
na freguezia da Graga.
Jula, ernambuco, 9 mezes, -ana-.ViWta.
Christiana Guedes, Pernambcco, 2 mezes,
Boa Vista.
Tertuliana H nrique de Moreira, 50 annos,
Boa Vista.
Manoel Maria, Pernambuco, 22 annos, soltei-
ro. Boa-Vista.
Francisco Ant mo da Silva, Pernambuco, 30
annos. Boa-Vista.
Jos L. da Motta,Pernambuco, 51 annos, sol-
tiro, Boa-Vista.
Jos L. Baptista, Parabyba 50 annos, casado,
Oraga.
Um feto masculino, Pernambuco, Graga.
Um feto masculino, Pernambuco, Boa-Vista.
Lazareto da liba do PinaEis o roo-
vnnent.i dn.-se lazareto no dia 1 de Novembro:
Ezis'.em em tratamento. .
Movimento do da 2:
Existiam......
Entrarara ....
Existera era tratamento.
Movimento do da 3:
Existiam em tratamento. .
Entraram......
Falleceu......
Ext tem ......
Movimento do dia 4 :
E*xiatiam em traiamento. .
Entrarara......
Existem .....
3
3
6
6
5
1
10
10
9
12
Casa de DetencAo MorlDiento dos
piesoa da Casa de Detenco do Recife, Estado
di Pernambuco, ero 4 de Novembro de T895.
Existiam 408, entraram 2, sabira-o 3, exis-
tem 407.
a saber: nacionaes 3S9, raulheres 9, eatran
Kiios 29, mnlheres 0, toiai 407.
Arrago8''"r 386
Rons 367 doentes 14, loucoi 4, loucas 1,
ttal 386.
Movimento da enfermara Tevealta: Luiz
lenorio doe Santos, (conhecido por Tliemoteo),
AgStiobo Jote dos Santos.
Antonia Maria
lar-
CHRONiQ JUDICIARI
tnpet lor Tribunal de elstica
SSSSAO ORDINARIA BU 5 DE NOVEVI-
BRl) DR 1893
fRKSIDESC'IA DO 8B. DB. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's tboras do costume, presentes os Srs., jones
em numero legal e o saosliimo do Dr. procora
dor gerai do Estado, foi aberta a seseao, I uua
e aporovad& a acta da ao'^cedente.
Distribuidos e paseados o* feuos, deram-.-e
os stKomies *
JDLQAMKRTUi
Rculos crimes :
Dj LimoeiroRecrreme o jniso, recotrido
Ausflmo Prancelino de Pauta. Re rar o jniz
G.ivao. AJ)uuioi oa juizes Costa Ribeiro e I-
meUaN-uou-.-e provirceato, com adverteacn
a antorldadd que effecaoo a priado.
De Tim DaooRecrreme o joiio, reconilo
Antcnio Tavare* Csodea. Relato ojuisAlmei-
di. Adjuntos os juizes Juo Carlos e Caldas
Barrio. Neaoo-se provimeoto, nnanimemen e.
De TimDan'DaReconeote o )aiso, recorrido
Maooel Fr..acis o de Paul?. Relator o jan Car-
los Vas- AdjuuUs os jaises Galvao e Caluao
Brrelo.Nao ae tom> u .coobecimeato, nnaor
memente.
Appellago civel:
D. EscadaAppel'anlePabio Velloso Freir,
appellado J.ao oe Barros e Silva. Relator u juu
Carlos Vai. visores os juises Joao Carlos e
Galvao.Jeu-se provimento, uaanimemeote.
PASSAQKN8
Do juis Almeida ao juu Cirios Vaz :
Appellago enme :
U- Jai.oi)-Af.u^llan'es Jos Bezerra de
Mello e Francisco Ja.- da Moita, appellada a
justiga.
oistbibdicSes
Recursos crimes :
Ao juiz Costa Ribeiro :
Da Oanhounno-Recorreote ojuizo, recorrida
An o um M .na da Po-icago.
Ao juiz Caldas Brrelo :
De Caohoiiuoc Recrreme o joizo, recorrido
Joio Pedo de Alcautara Figueiredo.
Ao juis Almeida :
Da K o FormosoRecrrante o joizo, recorri-
do Joao Te lro rje Alcntara Fgoeiredo.
Aggravos de petigao :
Ao juiz Almeida:
Do RecifeAgeravaate JoSo Ribeiro Pesoa
de'O iveira, agravado Antooio Carlos C.rueiro
Leao.
A a juiz Carlos Vas :
Do RecileAgravante Antaoio Carlos Cr
neiro Leao. aggravado Joao Ribeiro Pessoa de
Oliveira.
Aojis Jo) Carlos :
Da ftecife Aggravaote Jote Googalvs
Araojo, agravado, Jor da Costa Ferreira-
A'..peilg) crine :
Ao juiz Judo Ca los :
Do Luuoeiro Appellante Jos Barbos
S rau. aopelk>da .* justiga.
Appellacoes civeis:
De S LjueogoAppellante ose Teodoro
Barge*. Ao juiz Cosa Ribeiro;
Uj acnAppellante SSadael R9 gaeira Lima, appellado Manoel Jos Vieira.
Ao jais Caldas Barreto:
DoBrejo d. Maura oe DeusAppeUanies Joa.
Amonio ae Saai'A-raa e outros, ppeilaios Au-
tonto Francisco Aragao e soa maiber.
Ao ,uiz Almeida :
too Reire-*-Appelante t), Sjphia Rodrigo es
Mroaes, appellado o Dr. Peroro Afloaso Ferrei-
Encerrou-se a sessSo s 13 horas e 30 minlos
da tarde.
OeeaUata
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.' 63 I.' andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.# 588.
O Dr. Pedro PoHtual,exrchete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, ocuulista, d
smmiUm de 1 s 4 horas 00 primeiro
jmlar da roa do Baro da- Viotoria d.
15.
fAdeoeia a ra Hospicio n. 46.
Telenhone u. 35. ^
Medico
Dr, Joaqnim Loureiro medieo-patel-
u, cousultorio ra du Oabuj u. 14,
sidaueU ua Gasa r^orle q. 5, casa de
uulejo, defrootp da igreja da Campia
O Dr, Lobo Motcoso d coosultas ^oj
MU casa ra da Gloria o. 39 das 11
horas da uiauha a 1 da tarMe. Achan-i
lo-se fra uo servico publiM.. offejece-st
para acudir a quaiquer .ca*ado com
prooiptidao para fora d^cidadb... Espe-
.".alidade, operacdeB, partos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. JS Pereira, roa da linperalriz a
i), d coDsultas oiedico-cirurgicas todo
0- 'ioraiugos e dias saocados.
Drogaras
fraria Sobrinho di C, droguistas p&.
atacado, ra do Mrquez de Olioda 0. 41.
Guimardes Braga C. Depsitos
J Drogas e productos chimicos, espe>
ialidaris P.iarraaceuticas, medi.'aiueuv
los liomeopatieus e iiutas, leos, pin-
eis etc., ele. Ra do ;Mrqu2 de Olio
da u, 6U.
A. P. Braga Guimardes Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
tiutas, drogas, productos chimicos e ou-
tros tuedicameutos homeopathicos.
Larga do Rosario o. 34.
PERNAMBUCO
rufc
Banco Popular
Capital Ho Bancu 1.50 ).00OSOnO
dem realisado 75O.0OOS000
Fundo de reserva 300.0108005
Balanco em31 de outubro de 189 j
ACTIVO
Foi orna aceito propria de nm an'rao evan;
I ico, e que multo honra os Inloites caridosos
i tinelo bmdic!in > que a praticou.
Vem o padre David Madelro, depois de or<
nado, cantar sua. primeica missa na igreja
Sxcelsa Senhora doMjnte era Olmda.
Oeva ser nina fesia diflcan* e atlrahei
como sempre so-tm ser as Testas que nos p
porciooa a igreja calbolica em casos semelh;.
tes.
Aqui o esperamos, fazendo otos para c
prsperos ventos nol-o conduzmn em .breve
sua trra ruial, ende de certo muito.se liar 1
limar pelas suas acrysoladaa quahdades.
Olmda, 5 de Novembro de 1895 -Uarcel,
Santiago Vatconcello Leildo -de Atbuquenue.
Ao commercio e ao pnlilicr.
O sbaixo aasigoado tecdo se retn
di negocio de compra e venda de ass<
car qne tioha nos armazens ns. 86, 88
90, sitos ra Baro do Triumpho, d
clara a. publico e especialmente ao cor;
commercial, que transferio desde o dia
de Otabro do corrente anno, o mese
negocio uos mesmos armazens ao <;idad
Joo Theophilo A* Costa, aem o-ius
natureza alguma, declara mais nada d
ver n'esta praca, quem se julgar, porr
seu c edor pode procural-o ra da S
ledade n. 50-
Recife, 5 de Novembro-de 1895.
Henrique Xavier d'Araujo Saraiva c
Mello.

5! t- ^a
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3
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Z
-3
9^ V 9 3^er~ QS Tifu O QsV'pnifO
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e atiestes, que C0D
tina a dar consultas todos o- dns uteis, de '.
s 3 hora3 da tarde, ra 15 de Novembr;
(antiga do Imperador n. 79, 1- andar.
Chamados por escripl >.
T'lephone n. 27
Accin stas
Letras descontadas
Emprestimos e cauches
Adiantamentos
Cauco da directora
Fundos pblicos
dobilia
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas contas
Latras a receber
Caixa :
Em moeda corrente
nos outros B*ncos
750.0000000
2.738.916S600
4.803 0895970
369 655S530
30.0f!0$OUO
24 1318000
12.384800J
1.214.2048970
6 174.6953430
529,1235180
2.481.3O08G70
923.149J490
Rs. 20.053.5508840
PASSIVO
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n. 51
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr
de Wecker, de volta de sua viagem 1
Europa, d consultas de 1 s 4 horas d
tarde, excepto nosdo mingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen
cia ra Sete de betembro n. 34. Entradb
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8
1. andar.
Consultas": de 1 s 3 da tarde.
Capital
Fundo de
reserva
L u ero s
snspen-
" sos
l.500.0003000
300.C008000
24.1378730 324.1379730
Ddpositos :
Contas cor-
rentes de
movimen-
to 2.030.637)5330
dem com
aviso 548 428S300
dem de
peculio 1.474.5308960
Letras a
premio 3 989.2588140
Diversas garantias
Depsitos voluntarios
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos :
Saldos pagar
Rs.
8.042.8548730
6.145.6765360
59-0198070
103 5465490
3.869.1538060
9.1638400
20.053.5509840
de
de
da
m
indicacoes uteis
Papel Pintado.
Casa especial de Papis pintados de
fodas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n
12.
Dentista Americano
Dr. W. V. Fru-igh
49 Ra Bar&o da Victoria 49
1. andar
Accaita exclusivamente as familias da
melhor sociedade para sua cliente-lia.
Marca horas das lOs 4.
Ur, A. IIy Medico pela Faculdade de Parizj. an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
urna medalha de bronze da Assistenia Pu-
blida, cirurgiao parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n.
19, 1.* andar. Consnslta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgao i genitourinarios.
Residencia: ra do Baro de S. Borja 30
Ao commercio e ao publico
R j-sach Broihors avMam ao commercio e ao
pnolico qoe desde o da 30 de OutnDro oitimo
reiirou-se da gerencia de soa casj commvraial o
Sr. C. von Laod, ticaodo assim sem effeito a
prorois$ao qua os mesjoos naviam dado para
ttl fim.
Recife, 1 de Noven b'<^"e 1895.
FABRlua G&KAS
Os abaixo assigaados
previ nem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. jaiz
do commercio pira fazerem
apprehender onde fjrem
achados cigarros de outra
fabrica com a masca coutra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na mo.talha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expoa ditos
venda, com todo
ae cooforrcijdade
penas decretadas
por1
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4' C.
------ m
Cirur^hlo dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, abri seu consultorio na ra
Nova n. 19. Io andar.
-------
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
, Avisa aos clientes e amigos que
merece e obtem a cor:, aquella quesabe na 1 d procurado de 12 horas s
lacla affrontar as fadigas e oajjerlgos^. .. ^..... i^.
Consta nos que o ex apbade
S. E- & O.
Recife, 5 de Novembro de 1895.
Gustavo da Silva Antwnes.
Gerente.
Matioel C. Leal.
Contador.
O padre
Juvcnal David .11 a-
deiro
Breve aportar s nossas plagas peroambuca-
as viodo do E^iado do Cear, ondi foi receber
as rdens de presbjtero, o Revdm. padre Juve
nal David Madeiro.
E- o novo Levita do SeOhor natural d esta Es-
tado, sendo seus progeoitores JoSo David Ma-
deiro e D. Maria Sabina David Madeiro, ambos
j fallecido. ..
Completou seus estudes em o nosao veiiio
Seminario de Olinda, onde sempre se distingui
pela eua iatelligencia e comporlamento exem-
piar, mereceodo por isso a consideracao e esli-
ma de seus superiores e collegas.
Kilho extremoso, guarda devotamente no co
raco a memoria de seus venerandos pai-, que
l na manso celeste nao deixaro de exo wr
de alegra ao coniernplarem seu querido Mno,
revestido d.s sagradas vestes sacordotaes, en
loeaodo junto aoaltar, hyranos de gloria ao
R.demptor domundo.-o que constitua seus
maisardentes desejos, quando anda perlen-
ciam eo numero dos vivos.
Amigo, ninguem melhor do que elle c mpra-
beode q sentido d'esta palavra, os sentimentos
que ella allimena, a affeifi&o que inspira e os
deveres que impe
Pobre, nao exageramos, dizendo que o a si.
deve a alta posigo que oceupa. Conscienciaj
recia e tranquilla, vonude firme, eis o meios |
de que sempre soube dispr para conseguir seu |
ded grandes sacrificios, muito trabalbo e lambem
innmeras decepcOea 5 mas, assim na ordem
intelectual e moral, como na ordem physica, 80
cigarros
o rigor,
com as
le.
e ca tarde ha Pharmarcia Boib J&us",
fiemo' ?rei ^"uiho^rAMdo as r. as ruado Bom Jess a_24.
-:..i,h.hLo a* ,. A dotado, eatendeu-lbe uUt- | .Hancia Ra Direita n. l em
i*
I
I

'
qualidades de que dotado,
mmente mo protectora, .nUTMUanrto
para o Cear.
Residencia
8uald Afogados.
-M


..........

~1
Diario de Pernamboco Unarla-fr ira O fie Novembro de I SOS
Torna-se to natural substituir por um plina qnt reiaam no ampio laboratorio,
braco mecnico o mesmo membro ampa-! do qual 80 hoje o Sr. D. Carlos conseja a
tado quanto iodispenaavel ajudar o colher os fructos, alias altamente lison-
estomago qaando, por exceisos ou moles-1 jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
tia nao diape da forja ecas ria para pecuuiario-
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
dormir sobre os lour s, cogitando sem-
pre em ampliar m>is o seu estabelaci-
meoto, estudando o processo para o fa-
r ico de outros productos medicinaos que
serio, antes de tudo, submettidos a analy-
se dos mais notaveis e intelligentea ^e-
d eos.
Os nos80s cumpriment08 a esse hc-
mem Ilustre que em Bjtucat, gosa de
geral sympathia e ao qual de ejamos
prsperos negocios.
digeriros al meatos, por falta ou ine.cia
do sueco gstrico, pois que sem digestao
ou assimilac&o da comida, a vida vem a
ser impossivel. Tal resultado, mesmo no
ultimo caso, pode ser obtido com o El xir
de Pepsia de G: i maule &c C, que repre
senta o melhor fermento digesiivel, e
disspa dores de estomago, inchacSo das
iaredes abdominaes, arrotos e outras af-
eccoes provenientes das gastralgias e
dyspepsias.
Ha banbo perfumado com a legi-
tima Agua Ploma de ttorray & Liumaa, e o
prater mais exquisito que pie r-e ao corpo
e ao espiri o em um da de cilor. Os memoras
recobram o vigor perdido e aaquirem a sustiriga i
da frescura ; a mente se acciara e r> pouaa e a
aeco bilaaute do ptrfome aviva as \a**,com-
mooicanlo chispeante brilho ao pensaroeoto.
Depots de um hanho tal nogcem s* fem infe-
liz. S legitima a A-joa da Murrav Liomati
preparada por Laoman & Kemp, ew-YJ a. f
Botticat
Deve ser lida com interesse a seguio'e
noticia, que a Banfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaes do Sr. M. Morato, mas nem
todos conbecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven ebeio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incan
cavel soube ganbar o elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
mrravilhoso Elixir.
E vito abordamos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuyo como o Eli-
xir M. Morat-j sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foijautorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que *0 se encontram na flora de
nossos ser.e^, s serve para a cara mi-
racul sa da asthma, do cancro das do-
res rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo f'oi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, mas
que opportunamente designaremos por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
em urna importancia excepcional e pode,
competir com os melhoras desse genero
que se ackam as demais partes do
mundo.
Asistimos ha algn dias, prepara-
cao deste Elixir, acompanbando atenta-
mente todus o trabalhos, desde a tritura-
co d s vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expedido para ar
mais importantes pharinaeits da Europa.
Alem do curioso processo, sao dignos
de admirar a fscalisacao, ordem, disci-
Bolaa Comas-retal de Pcraaai
bur
COTAgES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, $ de Novembro de 1895
Cambio SODre Ljndres a 9J a/y, 9 9/18 por
1*000 do Bao.
0 nresideote,
Antonio Marques ie Amortan.
O secretarlo,
Ma-icel G. da Silva Piolo.
Cambio
Os bioco* ahriram con a taxi ae 9 ii/16 sobre
Loolre*, a 90 > 9 5/8 e depois para 9 t/i.
mercado fechos nw! Arme.
Em letiras pancula-, s b'O'-.srUi repisa-
das houve n<-go :iol 9 13/16.9 3/t e 9 U/l6e a
9 5/8.
As pessoa8 que tomam bitters, amargos
o outros suppostos tnicas deve.'iam s*.
ber que todas essas b-bdas'ao feitas
com quina de mi qualidade. Faro me-
lhor preerindo-lbes urna capsula de
Quinin* de Pelletier. A Q.inina, prin-
cipio activo da quina, recommendada
pelos mdicos p r febres, dores de ca-
bjca, evralgias, e para destru r os ger-
mens dar. affeccoes re-piratonas que occa-
sionans gripp* e influenza.
A mnlher intelligente e que possue a
arte difficil das seductoras delicadezas
femiuinas^conhece a importancia que
finura e pureza da pelle exercem sobre
a belleza, e por isso emprega diariamente
a Agua de Kan nga do Japao de Ri-
gau-i & U, nao so para refrescar e ama
ciar o rosto, mas tam'rem para utilisar
em banhos g raes os principios hygieni-
cos de.^ta Agua, que d5o s carnes h fi'-
meza, bem cotno o delicado e persistente
aroma que se consegue de nen^uma
ou ra.
t!IPMPiW"iiV^
*&fF
Peitoral de Cambar
Dnas curas de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple'
tamente.alaria Jos Rodr^ucs Baa-
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
Instrumentos
para ban'la de mnsica e orchestra
V tolmos, violes. flautas, caixas
d* msica e realejos, graurte sor-
tunalo vem de despachar.
HAMIRO COSTA ft C.
2-Ra 1* de Margo N.-2
Lxvi arla ConUmporanet
"i;
l

11
{}
Peitoral de Cambar
Outra cura de copueliielie
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabele-
ceu-se promotamente com o uso do
Peitoralde Cambar, de Souza Soares.
V agrete Companhia de Drogas-
Coaccs de gneros
Para e ajncait or
A.sucir
Usioas Bdltr&i. . & a <;ll u
U-!na, por 15 k los. . 6J003 a 6300
C'y 'alisado, "'em lem Braoco, por 15 kilos 5*i00 a 518 0
i-sO 1 a 6*200
Someti, por 15 k 10'. 3A800 a 4iU0
Mdscavado, pnr 15 kilos 2 Brulo, por 15 kiloj. um a 3100
Algodo
Cota-3e noiiinal 11*5 0 1* sn'te, a 300
2 sorte, a 11*500 a 2' -o te po: 15 k'los.
Alcool
Por pipa de 4S0 litros 216* aomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 uuoi 113* venda.
Coaros
S.'cco3 salgados na bas- de 12 kilos 1*150 ris
VeDda.
Verdes 700 ria, uhimo prego.
Carnauba
Cola-se de 23 a 35*000 por 15 kilos.
el
Por 110*000 nominal.
Kxperfaeo
Recife, 5 eiiovembrode 18S5
rara o exterior
= No vapor Exphrer, para Liverpool, car'
retaram :
C. Peres A C. 1.260 saceos com 94500 kilos
de assocar mascavalo.
fio vapor lng'ez Galilea, para New
Y ik, carregou :
E. Kibu. 7,423 peles de cabra e 3,527 ditas de
carnelro.
No brigne portogoez Varelro, para o
Pcrto, carregaram :
A. IrmaoB & C, 300 aaccas com 22,193 kilca
de algodSo.
2.= no vapor noraegoenfe Siff, para Monte
video, carrejaran :
Loyo A Filtic, 2000 sac:is com 150,000 kilos
de assucar micatado.
Par? o lotaflor
= No vapor naciooal Cometa, para Rio
brande do Sol, carregaram :
A. FeroDdes &(.'., 100 saceos cou. 7,500kilos
de a?sucar banco.
A. lorrep, 200 saceos cora 15000 kilos da
isncar braceo.
Para Fjru Alfltr-. carregi'am :
A. Cos a & Fiu 877 sa :3j oa 65 775 Eilot
dfi uS-UC'.r d 1 -.. c j -
Para Peietaf, carreg ram :
A. Frniaoies & C. 200 saceos com 13000
kilos t as ia i' braoco.
Para Rio -i- Jao^i-j, carr^ca-am .
P. C'.rav o & C, 30J sauojs coai 180U0 k lu
ie assac- BsaCv P. Piij it C, 8J pipas coa 39 900 litro 1 d^
iii'j 1" la.
Si va^ir pjrtujuei Iraj ro, para Sn
ta?, cane^aram :
r. AUi-s 4 C 5 >0 Coi coro 35 010 k Ijs d-
aosucar oranco e 3,'U duoi Oi 1SO00 diUa a
111 > in Mcafads.
H. Hurle C, 200 barris com 17.400 litros
de aguirtieote-
J. Billar A C., 460 sa'cos com 27.600 kilo? de
assocar braaca e 81 JlUs eotn 5.040 d Us de
i.' 1 'i.a- v so
J. J. Moreira, 2<)0 saceos com 1500D kilos de
assucar brauco e 300 ditas om -8JO0 ditos J
Jila inascavado.
boy) & Mareira, 100 sacias cam 6 003 kilos
le assacar braoco e 1,100 altos com 66 00J dito.
de alta onscavaio.
Para Riu A. r^Dar.. & C, 32 saccoi cora 19,201 kilos
ie mo^tr bran:o e ;0 ditos coua 15,175 k Ij--
ealtoiao.
Ht Vpjr allem^o .-vm-zj.ias, para 612-
:oa, carregraa :
S. Ga:mi es & C 300 suncos com 18 000
kno- de asucar Drauco e 1,2 0 ditos cam 72000
uitos ds diio ma:Caa C. Pires 4 C, 354 saceos com 19,440 k;lj3 df
assocar braoco e 2380 ditos cam 14!,80j ditoi
de d'to mascavalo.
A. Ferondes & .. 300 saceos com 18 0CO
k-les de Meaenr brinco e 250 dlits com I5,0U0
utos de f-"io.
BeltraG & Irmao, 503 saceos com 30 000 :
de assucar mascavado e 150 i;f>s com 9000 ditos
de ".\ 1 braoco.
Poulual < O.ifeira, 1000 sancos coai 60 0*0
kilos de a8oc*r brnc.
Pilmao C 50J biccos com 30,000 kilos de-
as-ucar mas:avaio
Para Rio de Jae!ro, carregjfi ;
L A. 'la Cs!a, 38,400 cocas frnea 8 00J
abacaxtf.
No vapor ingle A. Pricce, para Rio de
JiQeiro, carreearam :
J. Pater & C.. COu taceos com 30,000 k:lds
de acucar braceo.
= o v-po: frunce. Eatre R'o pa.a Rio
de Janei'C, carregoo :
L. A. da Uoate, 40)0 abacaxis.
Para Sau oJ, car'egaram :
P. Carnel o AC, 500 saceos com 30 000 kilos
de asacar mascavalo.
Para Bada, carregaram :
A. Fernandes & C, 100 arces com 7 600
kilus de assucar braoco.
No vapor nacional Brasil*, para M.nos
carregaram :
P. Carneiro 4 C, 30 barra com 2,700 litros
de 8gurdente.
Para Para, carreearam:
P. Carneiro & C., 100 Car 13 cod 9.000 litros
de agurdente e 400 oarricas com 25/00 kilo*
de --poear refinado.
NobiateAarora2,I para Maco. carre-
garam :
Oiiveira C, 6 barricas com 489 kiloi -
asiocar refinado e 10 ditas com 1,005 ditos d'
dun branco.
C. Lemas t C, 6 sac:o3 com 150 kilos de
o de algado, 8 caisas com 115 silos de ccre
em v-'las, 25 ditas com 575 ditOd de eabao, 3
Darrtcas com 120 k los de assocar branco e 2
rtii 13 com 120 ditos de dito mascavado.
M. Colaco & C, 1 caixa com 15 kilos de cero
em vlas e 6 saceos cam 150 k los de fla de al-
golao
No bi^t D. Antonia, pa^a Villa de Tan- i
ros, carregaram
C. emos & C, 1 barril cam 50 litros de
vinag-o.
Si tareses Armando Silra, para Pilar
de Alaoi, earregio :
i. A. Fonseca, 100 calzas cem 1400 kilo* de
skis.
{II
Feitoral de Cambar
Cura de ama toaste rebelde
Cheio da mais viva alegra e gratao,
venho declarar que em menos d3 dous
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cavnr, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
secca acompanhada de dores no peito,
t> ndo antes, durante o espado d3 dous
annos, empregado sem o menor arovei-
to, um grande numero de outros reme-
dios Joaqitim A ves Qavalcant', (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Coi,.pa)ihiade Drogas.
II
{}
w
Novidades 1 (terarius
Recebe por tolos os parju:tsa
Livraria Contempornea
2-Ra 1 de Mar^o H. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
Papclaria
objeclos de f scriptorio. papis e car-
t5es de pbaotaa para participago
de caamen o e nascimento, excel-
knte escolba na
Lvraria Conlemporanea
2 -Ra I de Margo N.-2
R.UIlft) M. COSTA. &C.
II
{}
Peitoral de Cambar
Curo de bronchite ckornico
Tenho a satisfar^o de declarir que
soffrendo ha 4 annos ds urna bronchite
que me trazia a maior parte de tem-
po no leito, e, usando o abeiipoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frascosfiquei
completamente curado,(Firma reco-
nhecida) Silvino Ribeiro (Teen.e-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio do Janeiro.)
O agente Companhia de Drogas.
----------------------
PrisQifeMe.P Laxativa aVizhy
Na o;ircaci fjam.-.ragibe, para Cacns agi-
r*, b*> regaran :
A. PlQio & C, 3 ttarr 'aa com 10 Itl-M (1.
el, 55 caixas 1005.4^0 k.:o< ae nli 1 uu>
COia ti litros de ;idra, 1 1 mi cuOj i: Jilo e
vindt-e e 4 caisas CO u 120 ditos ae g-oeo a
Reodlnaeatos publieo
Mes e Navembro de 1895
Al/'aniega
Renda geral
Da da 1 a 4
dem ue 5
8;:084820
145:I1U2I8
Renda do Estado :
Da da I a 4 24:S8i|3S(
dem de 5 1J-6JU298
Sooiuia total
------ 230:OJ038
Papel pintado
para forrar sallas, quarlos e corredo-
res ; francezes. inglezes e nacionaes,
a pregos sem competencia na
Livraria Contempornea
RAMIRO M. COSTA & C.
2-Rual"daMar5oN.-2
. is. m:m wimi :s
Avisa a seus amigos e clientes, que
raudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar c- nanitas das 11 1 hora da tarde
e reside no.Cajueiro n 4.
Telepho-.en. 292.
Dr. Aunes Coi mitra Clnica Mi-
ateo Cirurgica Consultorio, A ra Mr-
quez deOlinda 11. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 hs 2 horas dt tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone :i. 387.
38:i538 V
268.6534917
5
2* s'/;a> da Alf^ida^a de Paraa arinco,
O cuefe la seccio
L. F. codecera.
O iiissoareiro
Lall Miiiu.-I R. Valcc3.
Peitcral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos da cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTE Companhia de Drogas
Advogario
O bacharcl Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio 1 Praga 17 n. 79, da>
1q horas da manha s 4 da tarn.
?----------------
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias da ffe-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da mauh. Chamados (por escripto)
qaalqure hora, telephone n. 226
i car^a cun uiueuiioiui a 300 'M*
9 caritas c<>u> uatatas a 301* re. 270
1 oarfja cu.;. macaCiiairaa a ib' -s. ,\ 1..
I carcas co.v ci:Doi'.;iQo a 300 re. W-'n
3 carcas com tv:ti)u< s a 3 10 cargas com lerdoras a i'M rs. 300
1 cara com canoa a 3'>X) rs. ldO
2 cargas core laranjas 300 ra. <6 -o
I cantal com iniiaue 'i'M ti
< carcas com lou^as a30" rs. 300
3 cargas com civr!.-sjs a 300 rs 49 10
2 Catj(M com farintia a 2IMI rs. 5*000
10 cargas com tailbo aecoi a 100 re. SaOOo
5 cargaB cm feuo a 200 rs. uOio
ti. muars a 200 ro. HlOi)
13 Sumos a 200 rs. 3l0> O
li comp. com noineiros & 1400 tttfftj
9 comp. com acu lo a 70U rs. 63 '
8 comp. cera Iressuraaa > s. 4*8"'
34 comp. com comidas a 70o rs. 3M80K
"i com;-.. com aiendas a 6:)>.) rs. 44*10'.
49 comn. com venia a a 3<>0 r* t4*7()n
99 comp. com fariona a vm r, 306O0
55 comp. cam taiboa a 24000 tiOJOO
3 7*000
RtfOdimento dos cus i e 3 9 J3/9 0
RB.;sBEi>oaiA
i da 1 a 4
dem de 5
DO ESTADO
6.865996
3:329*Si-5
Da 1 a 4
1 Tn de 5
RECIFE DtiAtaAS
10:1964891
I
364566
.'i.iS-j.
lloTlmcno do porto
Nios entrados no dia 3
Ro de Jaonro e escala-9 Jias, vapor nacional
I'ltlbv de 513 tonelada?, eqalpaeui li,
Coiuaa Jante H. Mil-d-, carga varios generoi;
a J. J. Gnedes Pe'elr?.
Barde ua e escala13 das, vapor francez Cbi-
|i,i de -779 toneladas, equipagem 160, coco-
mandante A. Vaguie*, c>rgi varios generes;
a H. Bulle & C.
Baha e es .ala- 14 diap, VapO: OaCiooal tllarquM
Ce CXi.s. de SO) tDnelada?, equipagem 30,
commau!Jnte F. F. Villela, carga varios gene-
re ; a p. Osor.o de Gerqueira.
HauaOurgoeesfaiaI8d as.vatorallemo Ama-
aonF, de 194S toneladas, equipagem 51, com-
manaaote H. E. K e-, carga varios gene es ; a
Boretdlmat'D & O.
Hivre e H-boa18 diaa. vaor rsocei Eatrt-
Rias. da 1604 tonelzds, eqoipageu> 4 ', cox-
manoante C.nau, car^a varloB gneros ; a F-
lix Binde ra.
Nnvio sabido no mesoao dia
Boeno-Ayres a escalaVipor francez Cbil1,
cimm^ndaote a. Vaguier; carga vanos ge-
eros.
Navios entrados no dia A
N.w ja tU,\6 da?, Darca noroeguensa H ro-
loa, de 498 u meladas,, tqu pagem 14, capitio
A. M Aadeiven, carga iriloos ; a E. F. Sal
ae Per lamSo o.
Pelotas17 das, \, alacho norue^oense 3?er-
a.-ope, de 145 ijo^lsJas. i-quipagem 6, c.m-
uian-Jaute R. C. OS'. n carga xarque; a \-
reira Carneiro & C.
Observa.';*!
Nao bcuve aahidas.
1.24i430.
.-recoj do da :
Carne verde de 4)0 a I#000 rs. o klio.
Sainos de 14 U2'H> idem.
Ca'oeiro de 14200 a 14500 dem.
Faricu de 8tt) a 1440) rs. cal*.
Mil no ae 600 a 800 rs. caia
Feao e 2*00) a 2420'J a caa.
Xavios esperados
Dj Rii de J^Oiio
Lugar po;taguas Aarcra do LagEr portog-ez Mi-no.
Do Hatnburgo
Log r i : z Raje Hill.
!.('!) allem Eluatie.n .'.tiwens
Brigue llemo Otto Grat su Sialberg.
B8 Londres
Lugar ingle Fauuy.
New Yo k
Barca nacional ViC'oria.
De Liverpool
Brigce glpz Uicna^l Buzeelsen.
B-rca io^le-.a Cornelia.
De Terra N.va
Uear ioglez Vi"!f
Patacho iiglrz M SilelO.
Lftgar iogleza Lavmia.
V;ap i res a entrar
Mez de Novembro
S. Francisco, do n3re, 6.
Orissa da Europa, 9.
Grecian Piace ie N w-Yark, a 12.
*Ugoas do no t a 12,
Maranba. do sul, a 16.
Rosar,c do tu:, a 7.
teibaitz de Ntw Yo k a 11.
Mrquez de Cax.us, ao tu', a 3.
Daiicbe do sul, a 10.
Tren Nlle, da Eu opa. a 14.
Thamea, Jo sul, a 24.
CIjiE, ca Korepa, a 27.
Vapores a sabir
Mez de Novembro
Sanios e ec. Eatre Rlor., 5, 4 r j
R o e ec, Es?into 810tos o as 5 oras
Rio e esc, Alagse. 12, t.5 horas.
Cercado Hnuicip.i d^ Jos 1 MjDteviJoe e\ u.-'is..'. 9: M.
ai OeNovera. {gaolos e e.c. Gracian Prfoc ., 13. fa -,
Maoios e esca'a Mar "ra: 17'
oro foi o segoiota
En'rErsm :
42 hois pesando 8.963 kilos
54a kilos de peize a 20 rs.
2 compan com mariscos a 100 >e.
3 ditos com camarOes ? 100 rs.
26 l/t columnas a 600 rs.
< cargas com galliohaa a 500 ra.
11 cassoaes com galuchas A 300 rs.
ras.
-- as 3 h >ra-,
j Genova e esc. R g?ri:a 17. -o 2 rj3 a '
,^ hah'a ees:. Marauesde Cxia .'a5 s* b.
I Sottnamplon e es;1. Daoube a io, 12 horas
4200 i Buenos Ayrea eeac, Tre.t., 11, ( 12 ooras.
*3M) Buenos Ayreja esc. Nile 14 as 12 horas
io4600 Soutbampton e e ,f?^? Buenos Ayres e esc. ly t. e 27 as i) horas.
J#3)0'Sintos e esc. LuiDnltz a 11 s t horas.
To'lis ib raOiltatiToi ni< 10 da Capit^l
as de todbs s partes bhca do B.--.2 a 1S0 a Jo Br.-.2il mido
mtino 11 '.e ro sao unaaimea era pr c ura r
a :- m 'isSi < o Scotc cj:so um remed
eilc.-a, de tod a aoofiaog* para as dar.c-
{:B a qae dealinade
O Dr A. J>,b'.<'t toi-mftdo pels Fcu'-
fiade d Pr z, preciado c 11 .reaalb
dos h s>tt: e. de P r'j medo da Soci'-
d^do Francezi* d Seesour M : o d
d Socorro de D. Pea'r V., x r.wndo
ola C actaalffliense no R:o de Janeiro c.r-
tifica :
l'e ibo asado c m fieque ca na m.-
bba clioaa para niol-.aitts dos nos t
EcquI-So do Sj. 8?mjro c:m mugaiicos
fesul ad s.
Rio da J tir>, 22 de Da-cmbro de
1890.
(As. ce d ) D A. J.b-n.
B'Ilivir II. llralo
Declaro a bem da verdade que estand
doente com dores nos oaaoa e maltas bar-
bull s na pelle, fiz us do remedio novo
Elixir M. M rat 3 saiei betn a punt
de j \ poder trabalbar, o que nao tazta a
bastante tempo.
Fazenda dos Morrinbos.
Francisco Jos da berra d'Agiia.
Dep bo em Pernambuco C-uip. de
Drogase Productos iuiiic s.
B.ptista B.rbnaa da Aquino daafpar.
que pogsuiara no eogenho Larangairai d)
municipio de JaboutSo a Autonio Alvaro
Barboea de Aquino, frmala pelo tnbelliSo
int-rio desta oidade da Rt fj Jote Car-
los do S.
Da", d. 2
Una c3rtid?o da eteriptara de venda
que fiaeram Jif Tbumi>z da Aqaiao Pe-
reira, ana molhor e outroa consenhorea dai
pa-tea que posuiam no en^anho Laran-
jeirfs do municipio da J b-atao, a Antonio
Atfaro Barbosa c'a Aqu na, firmida plo
mesmo tabell'So.
Dcc. r. 3
Um segundo traslado da e;criptura de
compra e ve:-d-< de 2 parts do engenho
Lsrangeiras do municipio de Jab >a(So:
sendo comprador o capi.80 Antonia Atvaru
Barbosa de Aqoino e vendedor ;s Ilercc-
lno Hyjioo iHnea e Jalio B^rb-sa da
Silva, tirmadn pela e:cri??.o J. R nvsmo moD:coir.
Dnc. n. 4
Ua?3 pablic forma do eaorirSo .T. Ra-
moc, loara dem reacio dos limitF do en-
('^ho Lirangeiras cem sr-na ooofiaantM,
firmada, como terran prrane o r>r. ioia
dn diroito do OIBDoipio re JaboatSo, pelo
copitSo Antonio A'varn Barbosa de A-jai-
no e es proprietprfr,B <0| !n^^nhoi Jasa-
ra, RibeirSo, Tsquaiy, Seva o Ftr3*t,
orloB do meBnio moniopo.
T^ro. a. 5
Umi cirpf'fl oontraeto armada
r">r An'onin Alvaro Barbosa do Anana,
pr.ipttrir rR8 e o
coronl Jos IVendeg C'.rnet'rn d Ciirta,
nr-prip^rn dos enr?eobob JaboatS'-, Oa
o;m A' e Esfiv ; Li'i J" c'a S iva
Oann;ra, proa^iatario da enre"-fco Seva
n m' p Antonio Pei':'n d-* C.m'-r
L;mB. ponpnhor e iinino onltor do angra
nbo Rpl'a-Vii!"?, tor?o sitafdos romnei-
cp'o '?e Jiboftttto, rk quul si obri;-;m ao
forn^cimfnto d moni a iisrii projecta-
da no pr;meiro daouoll" fn^enho.
Ooc. n. 6
Uroa dct'"','c'0 l?r*l do propietario
lo pntnl>o Ta'^r' do muno pi > Su .T-
hoatto Mij'io! Palnoa c'n Soosi L5o,
ib qti-J rraataaii, ->'l 8 s;:nn t"rra?, a p'S-
s'paro m de 'jr-r a
"sin* pr JBctada c-">m a E. F. C. de Per-
nnmjfC".
Dnc. r. 7
Dr. Carneiro Lco
.-edico part iro operador. Residencia
d Consultorio a roa do Livramento n. SI,
l." audar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Espectalidade : F-bres, paros
e m lestias de c ianens Chamados 1
qualquer hora. Tele, hone n. 325
_. ,>UP*J^BO^Ba*^B^*H8H5^^^^
S>!
O
Secretaria da I da-tria
1.a Directora
Em4de Novemb o de 1895
De ordm do Dr. Sa ra^rio nterin e
da aoc rdo eorn as diaji>si<,Ses coatidis
eo art. 9.' do Regulaonea'o espedido em
5 de Agisto ultiuo, t^(;j pibio
ntereaa^r possa
(,,r
o he
, a Esm. Hr Dr.
qaem
r a potigao diri.
3averoador ao E-
tatfo ( / >r itermad.o desti Rapartig. )
pelo c> >itlo Antonio Alvaro Barbosa re
Aquino, solieit-nHo auxilio dj Esta^
para fund 9 O de urna us'na n> eogenh.>
Lir-n-er-s, d-: su* prjpnedde, situad;
ao municipio e Jabaatio e o eztraOtoda
codoa 09 djcumectoa que a acampaaba
ram.
O dir cor-erara',
Jlo Diiiia Rbeiro da Cuaba.
Peti^aoaque se refere
o edital supra
Il!m. o Exm. Sr. D". t*jvernadur do
Eatedo. Antonio Alvaro Barbosa de
Aquioo, tuaeiro, j>roprtetario da eageahj
denomiaada Lar-D^eira^, oaie ^ora,
sita na nuaic-^iio de Jaboat3", a 9 kil-
metros apiosiaiad niji-ta de disianci da
e.taca ae Tat s, da Estrada de Farro
rpntral. oroa5e-38 a casruir as& usina/
ueoirai, piw ie fioalmente nSo crajadicar a usina
no menC'ynado tnjenbo que produza a&- i
riameatn 150 200 saceos de assocar e
4 pipas de a!coo!, nos tJraioB da lei n.
11.3 de 25 de Junho do correte annr, e
seu regaiamento de 5 <3o andante mez e
mais legislacSi em vigor vioto aohar-;e
em aona Hiuito apropiada para este fia:
e tar forecimento de caunas BufBcien e a
caaao-dide du f.brica com os engenhoo
extractados 3eva, Larangairas, Jnssara,
Eatoa, Belk-Vite, Jabo-tao e Capiai-
/ttt, ra ootros qae necassaiitmaLt'
farn-.c=rlo sias cuna? a tabr oa, toto
ue\& approximagSo em qae estfi pra ern
os ift mencionados, quanto aos lucros qoe
afer^m, taes como T^qo^ry, Riaei:a-,
Un e (7-iffl-rKo, e os 30genho3 Pintos e
Ta a por" n" paaaar a eitrada d^
aain & eatacao, vfim por i ato requerir a
V Eac. o eipraJtimo na forma determi-
nada na mencionada lei, dando o supp i-
tao teu referido eDgenba L raneeiras,
oude tJia da ser situada a usina, em hy
ao Eicado.
licante espera oa V. Ex1. 8
aecurdo com a le:, tazer-iba a
vem de reqnerer.
E. R M.
23 d., Ag--8t-
TJ-na d-c'erQ-o nos ro^gi-os termes que
do d-^c. n. 6. firmaba pe o f!rinsenurr e
> nioo caltrr do fir^on^o Pintos, N me
rtfrio Barbosa da S:I9, p^-n o fim de
traaprrts de cann^o e o qaem^is (6r nra-
c80 para o r ovimento da udca pr'jec-
tada.
Do^. n P,
Urna dsc'a'scao d^s demais corseibo-
rea da ngenho de qae trata o dicim>ito
o. 7, corrohorand n o mesmo sentido a
sedar Q?o do cfnal calt r do mesmo ea-
wsriho, firmada nelo Dr. Sat trono Ea-
'b'cairiano -fa P^z Pcritlla, p r ti, por
ir'curag2a batsnte -'e sua canhada D.
Idana Barbosa da SiWa e Mfr.i da Ptz
'.' relia,
Dcy. 9
Urna es-.rptara nba ter Os ad) co~,
n. 5, firma'a pelo Dr. Joao Augusto
d) tt^go Barr. 8. proprlettrio do at-
neoho Just. r e Actunio Ai.-aro Bar og
do Aquino, pr prijt. rio da ngeuba L:
ran^e rao ambos no mnniaip o de Ja-
baatao.
Doc. o. 10
Una prjcurgla bastaat, na qua! D.
ldalina tibia* da Silva, resiienta in
Qi'XeramKbim, autorisa a seu ca-.baia
r. Sophrooio Eutichin-'ano da Pz P r-
teii i represental-a em tudo que diz rjs-
paito ao doc. o. ^.
Uoe. n.
Uiii atteatado da D-. jai* da diraito do
muo!C'o ^ffirmando :
1- Tero eugeaho Liraajairas o fjr-
necimen'o do c- n tas --sig do por Iji ;
2* N3o estar o meamu erg;nho eocri-
vado en terreos taes, qua Ihe difiauittm
oa impasaibilitemto mjviaaaato da usina
nalle pp jectada.
Dc. n. 12
Crtd2c do Saorar-rio do Conceio Mu-
nicipal do Jibato, dizendo naia cea;tur
da uer a Fazenda Municipal tredera por
qaalquor titcla do engeoho Laranjsiras.
i'oC. n. 13
Um attestado do pr^feito do municipio
de JaboatSo em c, 3 i.lfi r-a, poder contar
a usina orajt-c" -da com o fornecimea o do
emoaa bs.tant-', psra ^roduzir 200 saceos
de issucar de 75 h.lo c- '.:. um e 4 pipas
de alcool de 480 litros, cada orna, diria-
menta ; ter o oombustive!, (em maitasj
nec;aeario ao fabriio do BBiaoar e ilcool
pro-
jectada a qtifl^uer ou!r esistente no mu-
oicipio.
Dc. o. 14
Urna eertidao, do eacnvao da orpbSos,
ausentes e prnedri- do macicipio da
Jabuatao, dizeado n3o cona'r i os asaen>
tameitosde teu carttrio ti:o 1 > algia :te
prava ser o Sr. Antonio Alvaro f.rbosa.
ao quino,
tutrr, curador
de :aterdi:.to
Difiri t ;r do
pothectw
sap}.
dignara de
coacessSo que
Engenhc tarai-J"^1
de 1693
b;a.i do Aqaiuo.
Antonio Al?.r> 8:i
Relajo dos docu ^-
tosque aconipaniT^-
ram^a petifo aupra.
oc. n. 1
Urna certidlo da esenVtora de venda
qae fisa^m Alien Pataw.o & c JtS
ou toatament.Jro, e por til
preitar cantas.
Doc. n 15
ma pertidao do escrita j da Caleatoria
da municipio de J.'.baatSo nos termos
da do doc. n. 12, qaanto s Fae^das,
Geral o Estadas':
Doo. n. 16
D-iao certdSfS do3 eacrvSes do cive*,
co amarcio e c-xjcujoes do muci:ipia do
JaboatSo, allegando oa!a cons'ar de e*
nbor-, arresto, seaueatro oa cxacacSo
contra o oageobo Laranjofras de proprie-
d:.da de atoaio Alvaro Barbosa de
Aqaico.
Do-, n 17
Planta, local do engibo Laraojeir8 6
suaa iC uaca depcadeoaiaz.
Doc. n. 18
Orcamento : descriminaido rs [^rles
con ttuin.es de uns apparcl'ao vacuo tripli-
ca efiaito, e maoipuUcSo dbr d^ 200
8 bom de csucsr, tarramenta, aeetiaria o
material rodante.
(ConfecgSo da casa oimn rci -"esta
praca, Cardjsa & -Ir-nao.)
Dao. n. 19
Um> planta do maohinismo di as na,
vncnmaaodo em partes.
F. Henriqae G rBo,
3.- offi:ia!.



"**v
V -
mmt
-
".!*,...
>
Eiario *>
O Dr. S.guiando Auti oio Gongalves,
jui* da diroito dea feitoe da Fiz-mda
Jo Estado de Pernambuco eto
Fa aaber pelo presenta qae no da Ir Estado.
de Novembro do correte atino te ha i
arrematar em publico leraa na agen.ua i
roa 15 de Novembro a quem naa'S dr o
obrado de 2 andares n. 142, na do Caro-
nel Suatsu'ia,freguezia de Sao Jjs, o qual
tem lo pavimento tetra > 2 portaa de fren
te, Bendj ama da esjada e 1 jaoe!U, 2
alta, 2 quartos e cisiona; no primeiro
andar 2 j-n.-.ll a de frente c< m v^raad-
de trro mirida, 2 salas, 2 quar:os e co-
sinti fora ; ..o seguudo and-r 2 ianellas
de frente com veranda de ferro, 2 ta!a,
2 quartos, cesicha no sotoo e este em
salZ-a, mada de f re ate 4 metros e O cen-
tiartroe e do fiado 17 metros e 80 ceo-
timetros, quintal murado, porteo de ma
daira qae d para a raa da Diaa G rdoso,
serviado de base a quuotia de 7005000,
proco da avahacSc.
Pertauci a Maru J osephica Puiourq e
vai a pra* por execuc^o que lhe meve a
Ftzjna do Estado.
E par?, cjnstar pr.ssou-so edital na for-
ma da le'.
D-ido e o ssado cesta cid?de do Rdcifo
de Pernamoaoo era 1 de Novembro do
1895.
Eu, Jjs da Cesta Reg> Lima, eacri
vio, sabacrevi.
gami-d- Aitocio Googalve?.
todos mandia casaar e.te e-i.t-1 que ark,
ffixado no logar publico a do cuniunu e
publ'cado pela impreasa oa Capital do
Dado e pa;sado nesta vi la de Floresta
do EsCado de Penambuco, a>s 10 das
do mes deOutubrj da 18(J5.
Ea, FrRo8".o Alv.-s de Carvalho Bar-
ros, e (AsjigQad'.) Joaqaim Monteiro Dinis.
Certifico qae *ffixci boje s 10 horas
dx mam aa p ir do Coocelbo Muaic -
pal o edital do Sr. Dr. juis de diraito pon-
do em concurso os fimos da justic* doate
municipio; dou f.
Floresta 10 de Oatubro da 1895.
O offijial de justic*,
Manael do N s.nmento bollos.
E nada raaia ae cootiuha em dito edital
e cr dSc, ao quo ms reporto e doa t.
Villa de Floresta, 10 de Outnbro da
1895.
Eu, Francisco Aiv^s deCirralao Barros,
escrvo'i' jorjr o esirtvi.
O Dr. S.lvio Peilioo Pareira Farras, y'.
de dire.to do civol d mu: icipio da Ipo
jioa em v rtade da ai etc.
fcaoo saber aosqpn o presento edital de
9 di-a virem que p r e-te juizo, fiado qae
sejam o it da; !fi di sor arras.-1li-
des a quena maia cr o isuior lauca i ffa-
recar eo da 8 da Novembro prxima,
depois das adiencas desta juizo, os baa
ejaefo.a^ peni idos i C.nd.do Dia, su.
mu hor s te; f;ho i)r. Olyrp':o da S Al-
baquerqoe, cooceasi barios" da Jelaa
Gaer.-a, ea ix cuca-i qae ibes move
fazeada deste Estado, ci!J03 bens bSi oa
coEstaites a respactira a^aiit.ii) es's-
.tm.j oa piaer o c-r>rio do escrtvSo
qae esie e ereveo, o qu-1 6 do theor se-
guinte :
U/.na G ierra, s ibre col a anas de n:a-
deira, aeuiudia 2 vaporea e as moanda
para nacer, uiigando telheiro desob^"to
Sjbr cjiumi:ai da farro, com urna d ati-
lag\o ingles* a vapor, c -m loio-' os saos
otaoci io:, mn'cdo para 5 pipas de alejoi
diario, urna grande quantidaie de ferr -
gac, para armtir a maama Usina rziosta
ao osmpot 4 grandes cachinas com t^d-a
suas forrageos de vp ir ex justa ao c-;mp),
aapeqaana d'.s'l'a.-So inglesa, desama-
da, o r ama p r> de a^u-irdente em 24
horas; 13 do Usiia referida capseida I"
par* t. bricr 3U0 saceos d; assuaar da 75
kilos em 24 horas; comprchond^ado Um'
bem o cegeano Gu*)-r.o tilia eu;s trras,
aattoa el gradera, c.m cipajidada de
pro .". r 6.0"0 sae^oa annaalazeote ; av.t-
liado era 5 !'),1 01000 ; as partea do en-
grabo MercC-i deste maiioijrio avahad s
em 70. 0 > 0 I de raa.
Euasiio a; 3 s ditos Jiaa reemuta-
das a qaem mais dar e ipaior len:e oflfe-
recer no da e hon a:i~ua iudic^dos.
E para qoa ciiegaa a noticia a todos
aasdei o pjr,.e:ro do juizo offizar o pri
sate oo lugar d; costanas e pasaar a rea-
pe s nlo ts.e t-miom pu-
o'.ic .- > pe'a imp-ea-*a.
Dala e p -so d* oeata pjvoa^I) de Ipc-
aoa, SOS 3J daa do meada Catabro do
15.
Ea Jos Qt< auino l,erreiraJ eacrivo es
ere vi.
Sillo Pailico Pareira Ferraz.
N.di mata c inatava em o edital cima
transcripto do qual exra'ii o preaeute
t;a, :tei e por achar confor-
ma escre.i assig-i oeata pavo.gao de
Ipoj ica aoa 20 d caa de utobro da
s,uzo da 1895.
O escrivSo
(Aaaiffnado) J >f Ge V*r*~i>.
SECRETARIA HA JUdi'lA, E >
ci >siNrERiotias e instrucvao
PUBLI :\ DO ESTADO DE i'^K
NAMBCO.
Directora da Jastiga 1.a SeecSo em 30
Octebro da y
IT&L
De ord it. Dr. S cetario :>.
j [oteriu e nstr
i H ; ll.
ar '
o Deereo c. 0, de 28 oo Abril
18-5, I ;> paWieo para n la7.d>s efJ
O etslabaix) Ir .: cr pto, p ndo em eoo-
cur ;i coua o praaa da 30 di .a. os offi
de 2' [ ilUodo pu^li-o judiciaie notas,
eaenvao d) c v--l e ex.-cucoja eiveis, eri
ms e annazoa do niaoicipio di Floresta,
va- .-. por abandoaa do reapectivo se: -
leda Alootc-
;
Conselho Econmico da
Bepartico de Mariiha
De ('riem d Sr. CapitSo ae Fragat.-
Jos i'ereira G'ima'&s, inspector dse j dado da fcy otheca.
frrea da carea de 8 kil metros ejtie a
'StaeSo de Prazeras e terraa do eog-nh>
Raarei>', situa-o oo municipio de M--
ribeca e maohiaiamos pra urna cid os-
paeidade para prodozr diariamente man
da 300 talcos de assucar do 75 kilo-
t grammas e 8 pips de alcuol do 490 luro*
e pretendendo f indar usina ven reijaerer
a V. Exc. o auxilio de qunhentos o
ciacoeota cantos >:erri>, di ac:ordo .om a
clausu'a que ba'xar^m no Rigu.amento de
5 de Agosto de 1895.
O peticionario p do venia para p-nderar
que o auxilio qoc solicita muico aquem
daquelle tacultudo p l d to R^gulame^tu
a uema da Stsmeluante caprciiade o qual
importa em carca de oov ueatoa contos d
res.
O pensionario s pode o auxilio corres-
pondente a una uai .a com capacidude da
pro i azi r 200 saceos diarios de 75 k io-
grammas e 4 pipas de aicool de 4i0 litros
para o que contr.iar o ."espectivo forue
cimente d' cannas.
O pelicionano seuhir e posiuilor ex-
clusivo e incontestavel quer daa proprifda-
des quer des m-Cai.-ism. a como consta da
eacriptara L.yraia no crtoiio do tabellio
MergulbSa podando la^ra te hypoth-c*
domeaxe so fSstado como primeiro creso-
sem concurso com oualquar outra na prio
O director,
Affonaa V. oe Medeiroe.
Edi tal
': Jo qaim Moateiro Liniz, jaiz do
. oa lio'pio Ce Fi-iest, Estado
I i le-, et:.
b interesa! posea, qo
ffi i da 3 ,unio
i c jodicial o notas, es
| x seve^ea oire* ori-
m^ i anioipio, cr
c 3) de I vj de 1831
res i otifo serven-
l Alnae:da Alcofordo,
t : d. 9420, de
28 t rv&r
14 de No-
|.,-,i 'i Dr. Si
2i d*. ,ro pyX;-
>. fiado, do corren. *naoi
pot sm c loareo ditos >. *> C'inv.do
& iteaden sa a aerveotia v:-ao! "a
taes; filosa ;i den ro d,) Prazo
de 3J da-, a coatM deaU dt?, *";
qua.i---r.tos d^tadon e asiignn'.cw Pur Bl
on p,r egitimos pricaradores, aCx injoa"
Arsenal, f.c> publico qaa re3aba-8a pro
portaa em cartas !u -h-.a -a no da 12 do
oorretta me-', s li hor-a da manha em
irui ias salas da Saarejaria da l.epec,>,
pra o foroecimacti da madeiraa e otitroa
matoras a esto estjb.>le':iment'>, tuas
epenue iciag e aoa navioa da armada Na-
cional, estacionados no porto deste Estado,
uraota o futuro exarcicio de 1896, oasfr
vadaa as disposi^oas d s arts. 176 e 178
e seas pargrafos do regnlaroeato qae
baixou coca o decreto ti. 75 da 12 d
Seteaabrj de 1890 es quaea vSo aba xo
trsns"rip*os :
Art. 176. SI dvere3 da proponen-
cas :
| 1* Enchar com precos por exten.o
e em algsriama a proposta impreasa que
lhe sar fenecida palo Beeretario do A'-
aoaal a qual dotar e a-aunar, para ter
aprHsent^da ao Conselhj Econmico.
I 2* Entregar pe3aoaioiente ou pir
83u legitimo 'epra-.en ante, deyidamence
o Conatlho Etooosaioo n* 1'gar, d>a o
hora annunaiados as rssp^ctivts pro-
postas. J
| 3- Exhibir alem da cartdSo do r3f-
peuavo contra :to social, quaado oSo :or
arma individual, oa documeatos que pro-
rom ser neg'-c'aata matriculado e haver
p*go oa iaapostoa do Ciaa commereial re-
lativos ao ultimo semestre.
| 4- Slo d'sppnaudoa de Bpreaentac^o
da matricula na Junta Cimai :r iil as t<-
bricas e s est- b--;lecimeato8 industriaep
da Rapab'.ca, e tor&O eates e acuelles a
prefara.-ioi sobre os ootros concarrentas
em i ,u->d-.;ic d coodic3;8 e circumatha-
cias devidaosenta provaia?.
Art- 178, paragrapbo nico. Alam do
pr^zo eatipal:do os f-rn-.cedores cotiticua-
ri"o a supprir por ciis 60 cias n-ismesm^s
oondiyoea, ae assiro for jalgado mc^Sia-
ric, e sena que istaconiti ua direito paro
a prorogr.cSo ao contracto.
Oa proponentas dere-o apresectar os
docmaectos de haoilitnclo at a vespera
do Conselho, afic3 de se ve.ficar si as for-
malidades Socetaria da Iospacyao do Arae ai da
Marinha do Pernambuce, 4 de Novcuibro
de 1895.
O 8"cretario,
Aotonio da Silva Asevedo.
Secretara da ladus-
ria
. 1.a directora
Ei~ 19 deOutubrode i 895
E --iITAL
\jti orces do Dr. Secretario interino
faco publico, para ci nhKcimeuto dos inte-
rs -ad ;s, qu", fiaa fcberta, at o dia 14 do
No*>emb.o concOTencia para compra d< s
i-eus ima*ove;3 existentes no Ncleo Co-
lonial Soaasnns, serwt.;do de b>se o cr^co
d qoarenta co tos d^ rea (40.000OLU)
conforme avsac&o prccedidu.
itaa, deVcm Ser co -.venieite-
teili las, entregues nesta Bsereta*
n ; 1 hora da tarde, e eoottr er tr-
ros c proco da offsrts, o qu,:l c5a
pode rer b 80 d'oatros co c-r-
. .tea.
A re!aSo dos ditis bees, acba-se na
ema JeoreUria, o^d- eero prestadas
aos interessados ss iaformas<"es de qae ne-
eesaitarem.
Oa cor.cu'rentes chservarSo como ihes
eampre t d-a oa di3;.siy5a3 lauses vi-
g.rtaa elativaa venda de proprius estti-
daaea, ts condiySea sspooifioadas co pre
s ata edita! e o mr,ia que or conveniente
doptar para meihor g .rauta dos nt;-
rass-js da F.-zonda.
O direc'or geral,
Jo3o Diciz Ribero da Canlia.
Secretaria da Indus-
tria
O peticionario requer a V. Exc. se
digne conceder-lba u prazo da 60 d as
entro do qual apreroita' os documentos
X'gid' a pela Reglameos.
N;ste} trinos
Pede defe.-imento.
Rucie, 16 de Oatabro de 1895.
Hanrique Mo-gan Sce'l.
Exn. Sr. GoomadorHaoriqae Mor-
gau Siel1, eaio requerido auxilio para
a us;na que prato de moa:ar em Munba-
cs, vem jar.tar os se^uintes doaamentos
A asina est em ou-j rujeao.
1* Escr.ptura da compra e vanda en-
tre o aapplicacto e o Bacca Constructor
do Brasil.
2* Escr.ptura de compra do eogenho
Novo indicn'io limites.
3' ecriptura de compra da terreno
no endecho Racreio adiciodo limites.
4 Esc. ip-ura contandj contracto de
f >ruecimeatts ds cannas.
5- Parecer de advog.d a sobre o
reamo contracto.
6 CartidSo d^ jniz Os. OrphSo.
7* CartdSo do Registro ae bypothaca.
8- CertidSo do juiz do civel.
9* CertidSo do jaiz do commercio.
10 CortidZo do jui? da proved.ria.
11 Crtao da Collectoria.
12 ic.ine
13 U*a planeas, danoeuns do loca
e rutra da tisios.
RflOife, 25 do Oatabro de 1895.
i ,ri ae de Morgan Saell.
Eduardo Chaves J. Ferreira.
ftela^ao des documento-
de que tratam as peti^oe-'
supra.
Doc. n. I
c Escriptura publica de compra e venda
com garanta de bjrpotheci, indionndo oa
respectivos limites do engenho Nove si.
'u..d'j no municipio de M r;bee-, sendo
c>mpraJ'r rienrique Morgan Stell, van
Tedor o Bm;o Caaotructor do Brazil i
hypothecantea o mtsmo Henrique Morgan
Saell e saa mulher D. Cjcdida Morgaa
Sae.
Doe. n. 2
CertidSo da escriptura de venda que
f?Eem o ConBeloeiro Manoel do Nasci-
mento Machaao Portella sua mu hor e ou-
tros consenhorea do ooeeobo ovo C.m-
panhia Assncsreir de Peraambnoo, ja ex-
tiocta
Doc. n. 3
1.' CertidSo da eacriptura de venda
qae fazem o t3necte coronel Manoel Car-
r.'.-o LeSo e sua mulher de urna .raa de
trra situada no engacho Recreio a Cons-
pacbia Assucraira de Pornaubuc onde
tom de sar lavantada a asina projectaa.
oo. n. 4
2.* E3Criptara3 do conttactoo ce h r-
necimento le caneas eotra o oronel Jos
Thomaz Machado Pires Portella, conaa-
ohor do engeabo Novo e D. Maria Ar-
cnaeja Jarceiro Leao, aaua filos, co- te
ohores do en4?nbo Munb-quinha, M-noel
Caroeiro Lalo e uua molber, proorietar os
do ngenbo Recreio oa cooaanhorea do
engenho Guararapea e o-trts proprietri >s
o ci^sanhorea d engenhos hmitrophes do
tngeaho Novo.
Dcc. n. 5
3.1 Pareceres sobra os contrastada
qao trata o dcc. n. 4 trmados por diversos
advogsdes de no'a.
Doc. n. 6
1.* CertidSo do escrivSo do juizo de
OrphSes do municipio de Murireca alle-
gando oadaoanstar de aer H;nrique Mor-
gan Snell tutor ou caradr.r de crjihsos.
Do-, n. 7
1.. Certidao do official do Registro
de Hypothecas do municipio de Murihe a
allegaado constar nests registro a compra
a oypothca que fiseram Huerique Mor-
gan Saell e saa mulher D. Jandida Mor-
g n Scell do engscho N.vo e de urna
rea do tena, assim daamembrsda do en
Ia Direc or a
S'Jl 29 de OdtU^aO de lB/J geoha Recreio, ao Baaco Constructor co

De ordam do D.\ S-'cratario iuteriao e j Brazil
de cotformidade como diacoatu uo art.'
9.- do iagulamanto expedido em 5 de
Agosto fiado, ft.co publico quem in
teressar possa, o tfcsor dea petiySes di-
rigidas so Exm. Sr. Dr. Govora;dor do
Estado (or intermedio fiesta Seerotaria)
Sr. Henrique de M; rgaa Saell, 80-
ido aoxilio do EsUdo par.a fuadaoSo
aiiaa na rea desmembrada d>
engeaho RiCre:o, da sua propr-edada, 8-
taada no municipio de Maribeca e o
extracto do to ;os ob docaoiantos qae
ram as mas^a petizas.
O dire-itor geral,
JoSo Dit. z Ribeiro da Cunhs.
nb idoa do ex.xne de sufficiencia e ct
do.sda ex^m's de p rcug tic foiha corrida, certidao de id&de, attes
tado medico da capacidade p'aysica e ou
troi docuaaentos exigidos p lo art. 210 e
aeu p ragraphoa da citado decre'.o n.
9420, todos em original, podendo, entre-
tanto, na falta de certidao de bapfsmo, comprad B"co Constructor-do Brss.1,
serprovada a idade por outro qaalq... c^ sede no #,0> o engenho Novo, cerca
meio legal. de 10 heetares de terr no fingenho Re-
E para que chegaa ao eonhecimento de creio o terral ocapada8 por ama UM
Doc. n. 8
!. CertidSo do escr.vSo do civol do
r.-unicii.io de Murib ca allegando nadn
constar, sobre exeoogSo, embargo ou ae-
quesru contra o ensenho gN&vo, traa des-
membrada do engacho Recra'o a machi-
otamos proprioa p^ra a nstullacSo 'ia
usina project;d.
Doc. n. 9
1.* CoriidSo do ei-crivSa do Jaiz o do
Commercio do mauc'pio de Muribeca nos
termos da do dcc. r. R.
Doc. n. 10
CortidSo do eecrivSo ue Proe.
m-mbrada do enganhi Raareio e machi- fias ao capiao Joe ttivr que Cesar de Alcu-
ciamos etc. de que proprietario Henr'que fleque-
Morgan Sce.
Doc n. 12
DeclaracSo de qao e'o casados parante
o tnbuaal civil e religiosamente oa Srs.
Henriq-e de Morgan 8aell e Candida
re Morgan Saell-
Ooc. n. 13
!.' CertidSo do .- essiivSo do juizo
!o commercio desta capital allegando nada
joiistar em sen eartono teadeate a leqaes-
tro, execa^So ou embargo noa beas : En-
gento Novo, re desmembrada do Enge-
nho Recreio e ma-ihuidmos, de proprieda-
de de Henrique Morgan Saell o qual pre-
t-nde fundar utin no muuioipio de Mu-
ribeca.
Doc. n. 14
1." CertidSo do eecrvSo do juizo do
civel dasta c-.p:t>.l. n^a metmos termos
que a do Dec. o. 13.
Do-, n. 15
i." CertidSas dos escnvSes da Prove-
d na dasta cpitd, oegaudo comtar, ser o
Sr. Haoriqne Mrg-i Si"I', testamentei-
:o ou per Ll (fficio ter de p-estar cantas.
Doc. n. 16
4." Cir'idS'is, sondo 2 do 1* e 2- es-
c i'as do jmzo de Opnaos, e 2 dos da
c*.-ovedoria dasta capital, allegando nad
?. >astar em sa"is cartonos de aar o Sr.
Hannqui M rgan Saell, tutor ou cur..d-r
e Orphos.
De. n. 17
1." Q adro crcamer.tario relativo as
d spezs de msteriaes, viafereo, machi-
nismo, transporte e deaiarga do* maamos
e mo.'tagam da usina projfctada.
Dcc. n. 18
1 Pianta do laesl (na desmembrada
do engeaho R-creio) onde deve ser mot-
lada a c&ina, d mors'rando o plano de
ferro>via construida e a construir.
Dc. n. 19
1.' Planta demoDStr^tiva do marhinis
mo da ueina, eipecificaio em partes e no
todo.
F. Hanriqne GtSo,
3.- Official.
1.-
PriQoes a que se refere o
edital supra
^ i. Sr. Dr. Governador Henrique
de Mor4-,n ^nd" tondo adqoerido pir
as do mnnicipio d ? Maribeca llegando
nada constar no sua Csrtorlo, sobre, se o
dr. Hj.ir.qae Morgan Snell oa fosse tes-
t .meateiro ou por este tfficio est .u esti-
ei.e obrigado aprestar c.n'as.
Doc. n. 11
1.* CartdSo do escrivSo da Collecto-
ria do maoicpio de Muribeca, allegando
nada coactar noa livros desta Collectoria,
relativamente a qualquer debito a qne ae
Secretaria da Industria
l.;l Directora
EM 1 DS JVEMBRO & i89o
Edital
Dfl orilem do Dr. Seireuro interioo fago pu-
blico a quem loieresssr oossn e ce cooforaiida
Je com o ilsoo lo no sr!. 9." da Re^olameoto
expelido hh 5 *" Agosto olnoio para ext^Uo
1h lei o. 113 dt* 2a de Junho do correte ouc, o
Bear das prti(6as dirlitMas ao Exm. S Dr. Go-
vernaior oo Estaio :or icteroeaio cesta Secre-
la-ia p>'lo c;ui :ii Jo Henriqu- Ce*ar de Alou-
qaerqne soliuiladdo auzno ao Estado para a
(aa laco de ama asina uo eoi;?o&o_ Baj suj pruuri' iiade, situado uo municipio de Goyaa-
rn e o exiracta des riom&eatcs que scouipa-
r.bam s uieamas p>-t c5<"s.
j D. Pdo:-Ge'al
Jjio Dinu R O'-iro oa Caoba.
rdi-ors a que s refe-re o edital
supra
IMoi. Exm. S-. Dr oueruaior do Estado.
Jos? H-Diqe Cesaf de A buiU-rqu -, nrooriea
rio 1I01 ente has Boj^y, Mir as. "J Padiei*
-as e S. Lall, situados no valle, de TraCO^BiOO
t > nuoi.ipi de G^y.ioua. neessiaaio coas*
tru.r e eiDlorar ana usina, 01 prop.-ieaad# do
HOeotio ajary, para o fabri o de aSBCSf e al'
c isl, a qual devera ser cuuKtiiulda a est'ala de rodagem precisa, para levar a eff-ito
0 tii- iololo, 10 aoxiiio do overoo, de contor-
mM-ide coai a le n. H3'le 25 de Jando deste
aip.i;p.'r itto voai o sup'.ili.ao'.e solicitar de
V. Ex'-, a graga de si-caelliaate conce.-sao visto
a fiar-se haDiiu^do non 1 r.nos da referida lei.
A osuia oevf r ser fandala ena trras da eo-
g"nr.o Buja y >jndp pa^sam a estrada da roda-
eem e o rio 'f raicnb ere, hcaoio distaote dous
klameiros do porto do Japomim no eogeutio
Mir aa, p'o riedaie do fopplicaoi*-, e ui. kilo-
1 ^t'o da p'cj-ctada estrada de ferro do Re.iie
Itamb), que dever a ravessar os engeonos
;' e PeJreira, aiuDos de propneiadt: do eup-
pli ante.
O eoppcan'p tm teii.po provar :
|. qup es seus engenu a arbaorse livres de
qoaiqoer unos byp.'tnecari.-, qaer coavenciaDa',
qnor legal.
2." qae oada dtv; a fazendt: do Estado, ou do
mi'-.i r 10.
3- que o^ referidos engeaboi nao p-'iao ob-i.
talos por ne''haoja pena;.-a ou embargo, co
po- qualquer lvida particular.
4- que DSO existj oeahuma usi a no nberriino
raile du Ta-iinn-im e qae par irl> a na'jliaica
DOdert pn judicar.
a- qc^ os spa3 eagentio3 carao para um for-
np i,iento de canoas para o farl 'O de raais de
300 sacos de asonar e 6 pipas de alcool da.
O Ropplicante cffa'ece a considera5o de V.
Rxc. a planta do IocjI das oo'u da usina, e se
obrica a dar por copia o contracto de fjrneci.
in-nio os ap arelll ". m-ichiismos da u^oi,
estradas a- f. rro com 10 kiotelro^ de nrh ,
1 I rodante e de lenoa. O soopiican'.e of.
ioeo g-naatta os tngenbos Boja'y e Mi.
Eio vista do expoMc o sopplicaote requer e
V Bsc qae -e diao" eoncader na o auxilio ja
alindido de 80:0UO03J em apolices ao jaro de
7 /. s aooo, tic nao ao sapplicanta a ub-iga.
10 cu ff.i'ei-er os doco'ui-oios e provas raen.
ci oad| nnie requL'riuieJto antes de assiga^r
.1 i o''ira"t':.
O uui/lica Ip espe-a p
P. def-irimen;0.
G yaoi' 13 fe Selema'O de 1895.
Jos H:oriqae Cesar ae Albaqat'-aae.
ll'ai. e Exm. Sr. Dr. Gove-oador. Jos Hen-
rique Ce.-ar ae Albuquer-jae, lenlo requeri a
loo 'esso dp ama asi o a no valle du T-acoobem
oeste mooiclpio ce Goyanoa, vem offerecer os
documentos que provam :
i- que o supplicanie nada deve a Fozenaa do
E-tadoe do tuni :ipio.
2- que s baracidos de qualquer unus. j
3- que ca) luto' oem cersdo-.
t- qae os seos eUgeoOo" Bajary, Mar.uia,
ai Pedrsiroc e S. Luir, 8S0 ap op.iaaos p^ra
, i ?gors da canna e pr, duzc-m para tnr.ta m I
saceos de sssacir.
0 fu ipl.caute cfftrece para gar.atia do eu.
pretiojo os teus engenbus Bujaiy,
' P. dele imeoto.
6nvDns, i9 de Oulubro de 1S95.
Jos Henrique C'S r de Albuiuerqoe.
Extracto dos documentos que ac.mpa-
nham as petu,?! supra
t
Kgeiiptara de venia qas fazem o corone! A .
t n Gu es Goadim e tu molber D. Bemvioda
fi.-des do Reg Barrer, do eagebo Msauca,
8,laado no Muuxipia de. Gaj-mna, SBSi lerreaos
norlts ao cspitao Jas fleo-lizseC
de AKujaerqae.
i
1 i'.riplors esviui.- ja' liDJ R-z;ado Viei.
-oa des e sua muib.;: ce una parte que
po uem na propr eda'-.n deao loa-la Cjq;e :o
imada no Mnoiiipio de G,yiuua, a fose Heuri.
que Cesar de Albjquaaoa,
3
Escr.ptu a de venda que fazem D. Francisca
da Rot'ba Ferrer, D. Aaua F aacisca da Rjcba e
D. Alexandrioa dos Sanios Rocba de om terre.
no denominado Barro Vermelno aquem da Bar.
reir dp Buj capilo Jos Hrtarique Cesar de Albuquerque.
%
Escriptura de venda que faz Julio Francisco
Pereira de orna parte qus tem 00 eoeeobr. Bu.
Maiiuoa e
Escriptura de venda q-je fazem Aotonio te
Ho.ijuda Lima e sua muibw ae urna pafte que
pis8cem oo eogeono Buja y do Maoicipode
Goyinna e aa Lirio sua oa ra do Barro Verme.
Iboao CapltaaJos Henrique Cesar de Alboq er.
que.
6
Eicriptura de venda qua fazem Manoel Vlei.
ra Beruardi s e sua aiu!h-r de urna parte 00 10 lo
do engecbo Bujary do Municipio de Goyinna e
suas bemfeitonas ao capilSo Jos Henrique Ce.
sar de Aibu^uerque.
7
Escriptura de venda que faz Flin!o Francisco
Peretra de orna parta doeng-nno Bu|ary do Mu.
ciplo de Goyauna e suas bemfelto'ias ao capito
Jos Hnriqae Cetar de Alouqaerqae.
8
E-ciplara de venda que faz Aprigio Francis
co Perelra, de urna pane do Engenno Bajary e
suas b'mfeitorias a Jos H;nnque Cesar ae Al-
buqceqce.
9
E'criptura de venda que fazem Manoel Vieira
riera.raes Jnior e sua molber das partes qoe
tem ao Eigenno B;jay e suas bemfpitonas ao
capito Jos Henrique Cesar de Albuqutraue.
10
Escriptura de venia qui fazem o tenentt-co-
ronel AlIouo Goales Ganlim e sua molde- da
O'opriedada denominada Va-zea do Ca im A>s
ao capito Jos Hau-iqua C-.-sar de Alauqaerqse.
li
Escripu'a da venda que fzem Jaao Mauricio
Lias Wand-riey e tua mulhar D. Elyja A"gu-i-
10 Ferrel'a Waoderlcy de urna pane do Eigf-
abo Cii ao capito Jas Henrique Cesar de
A'boquerque.
12
EicMniura de venda de una parle do Eage-
abo Ci .'toado na municipio de Goyanoa qoe
l-Mn Joo Pedro Rodrigues e oatros a J s-1
Hsnriqua Ce.-ar da Alboqucrqce.
13
Esciptura devena qje fazem o D Fran-
cisco de Gouvea Cunha Barreito e saa a u b
D. Joaqoi ia Caooida da Caoba 6ooteia ce orna
nrie do EaKenbo Co e suas be gfeitoridS a
Jjs H^rique Cesar de Albuqueq.c.
E-ciptura de venia qoe fas Lttil Cavaleaote
de Altouqoerqae Soaa Filhi dj axa pre do
Eogeabo Cal ao capilo Jo: Henrique ..esa?
da Albuquerque.
15
Carta de ^rremataco psssada e favor do ca-
piao Jos Henr que Cesar de Aiboqiieiqoe. ex-
t-abila dos autos de exi'CO'. do dr. Bemo
Jos da Cas a contra us he-deiros e Mauoel Jos
Ferreira e sua mulher e da quil cesionario o
xesmo capiao Jos H -arique Cesar de Aluu-
querque, .
16
Delermiaagao dos limues do Engento Morla-
ca e propr.edade aenoxmada T:o perteocente
ao eneote-carcue! A r.omo Guedes Gondim e sus
. u.i.e- D. Hemviuda Gueaes do Reg Ba ros
devidameoie leg^lisada-
17
Delerminaco dos limi'es do Engpnho Mariuna
periencente a Amono Gaeies Gindin e sua
mulner D. Bemvlnda Gaeies do Reg Barro.-,
co n a proprledaae Terra-Dura, evidamente le-
galisada.
18
Decanla do nroorieiario do Eogeaho Baja-
ry, capilo Jal Horique Ce-ar de Alou-
qae-que, toare os limites do mesmo enceraba
com Ierras de saa evrlasiva p-oprieJade : ea-
geuhos Mariuna e Cit.
13
Certidao 'o 1-official do contencioso da Se-
ere tina oa F. zpn ia do Esialo rtclamaado que
0 capilo Jo- Hennqne C-zar de Alouqaeqje,
dada deve a FazenJa EsaJoal lsh espoosa-
vei como dado- qu-rp>r si, que- po- outreoj.
20, 21, 22, 21 e 2i
S is certidoe dos e3Cr:v!-s con pe entes do
juizo de direio d Guyana 1 toelsraado oaa
toostar de seus resDectK,s c. rtorios:
1-que o capito Jar Heori^au Ces.r de Al-
ouquerqua seja tu'-o', curado; de ausentes cu
in'erdic.os ;
2' qae o aij-rna capi'.So se acba oor'gado pa-
rame o juizo da prov.-do.-ia ;
3* qae baja ioscr.pgao aUuma com relaco a
pxjIq?S) da rue'-.gao ao bea.--. do casal do Cap*
to Jor Henrique Cesar de Albu<;ue~que.
4- qae naja ejotra o me^mo Sr. aguza ac-
o oa execacao, em virtade da qaal i- ti..ai 8>-
do aeuliorados ou sffndo ni^aai emoa'go os
seus eogeuaos Mariana e i: j, y e Catu, situa-
dos no muoi-iipio de Gjyanaa.
5- Bnilmenip, que se acba re1st"*da 00 ios-
cripta aoi livros compelemos alguua bypaibeca
convencional e especial sobru os mes. os enge-
obos, e bem assim qje 'sobre tiles 11.-33 algum
unas, do quil resuUe nyautbeca ieal em favor
do Esiaao, de orptios, interdictos e auceoles.
25
Certidao da secretario da pefei'ura municipal
de Goyaona declarando o i ser o capito Ji s
H-arique Cesar de Albu'juerque deved^r ao
nesma maoicip o ou tadjr de coatracuale al-
guia, uem ter sido multado.
. 23
A testado 'o preeito maicioal de Gsyanna,
desanudo qae o eageioaos Buja y, ia luna,
Cji, Pedreiras e S. Lu'", psneacenies ao ca-
P;ao Jos Baanqu- Cesar de ALuioerqae
^o apop iaios t I0V011-1 de Oauaas, epolem
nroduil-sfl para 3'J mil ccds de asucar ee C5
I hgrammas cada ux.
27
At'eslado do presidente da Conselio nuoici-
pal ue Goyanna, declarando qae os engeobos
du.'ary, Ma laa e Ca teem Olanles maltas
qua pdeos aar combaatvel para mao'.er ua
a -iaa qae p-oaaza ''0 aseos de aisacar.
28
Certidao do escrivao ua collec'o-ia de G.yin-
oa acedr- lo qa? o capidli Jos Henuque Ce-
sar de Abuquerqne, croprietiru eos e.geatius
Bajary, Manuaa, Catl, Pedreiras e S. Laia uada
deve ci mesma collecicr: .
29
Declsracfo do regi :;eu e caamen'.o do ca
pitao Jar Hsanqoe Cesar de Alouqaerqae e D.
Jovina Ferreira Sim6ja dP A;ouqaerque.
30
Or;smento de sm ap .- 110 de vaccua e iri-
nlice effei.o para fas r 00 jaC-'ii ue assucar de
7 kihi^ramait, cala urn, em i lloras
31
Planta da IocI oaie deve ser ccnlroida a
asina.
O 2- official,
J. de LO.-s.
Edital
.'llfHidega de Pernambuco
De ordem de 11 ostra Sr. Dr. inspector
0S0 convidados os cidadSos abaixo decla-
rados, nomeados para a Guarda Nacional
do Municipio de Petrolina deste Estado,
a virem satisfazer nesta Reparti os di-
reitos de suas patentes.
Petrolina
Major Bemvindo Amancio Rodrigues Coe-
lho.
Major Arthur Evaristo Bacellar.
Major Jos Luiz Gomes.
Tenente-Coionel Joaquim Amancio Ro-
drigues Coeibo.
Tenente-Coronel Antonio Rodrigues do
Bomfim.
Terceira Secco da Alfandega do Es-
tado de Pernamb.co, em 4 de Novembro
de 1895.
O chefe.
Manoel Lcite Pcreira Bastos.
n
ifclUhAi;
Pern mbuco Lawn
Tennis Club
Th 8 ih annaal ge itral meetiag w II be hela
(oy K'n 1 peruoi uioi) at tbe B'^z I su Submari-
ue S.allquaries, on Tiursday 7 tn nsl ai 8.30
pm.
Bosiots-, elacin of ctw cffi'e-s etc. et:.
G. S. Pplkws
H>in Sar.
Confraria deS. Jos d'Ago*
nia, erect: no Convento do
girino.
Dj oru'em do i.-njao provedor, convido a to.
dos es nossos iuios para v;.-ern trocar as suas
totgaa ca^as patenes pelas novas e rec ber
um exempl'' do novo co;nproTi;sn em casa do
H s u-ri'o M.oo"l Joaquim AlvesB. beirc, a tra.
v-'ssa das Cruzes n. 16 us 9 bor-s Ja ma.b as
3 da tarde.
Es 11 ad'do'stracaO i o se responsabilisa pe-
ios dtmaos qae por ventera veuna a soffrer
qualquer i-rno snc 8?o-< direi os, tima vez que
nao legalise a >a' patente.
Secrrtaria da Confra-ia de S. J:: d'Agonia
erecta rm Convenio ue Nansa Se.bora do Carino
em 5 Je Novembro de 1893.
O secretario,
Mamede nos Reig,
Compauhia Forro Carril de
Pernambuco
AVISO
Em conseq-jencia a .-orjsirofcso da calea
de psfjosto na ra Dei Paria esia cempanbia
continua a baldear nessa roa 03 8"us carros e
ar este mo ivo pede aos Ss. passaiJOl os qae
se diffnem acceder a e-'ie ^la^nuto inco:&moJo.
Recite, 4 de Novembro de 1895.
Felinpe de A-aujoSampaio.
_______tiergte._____________
A plice geral
Tpndo-fe extraviado a : p ,1 ca eeral den.
i09 8il do valor de om coto de ris, juros de
5 U/0 ao anno, esissSo > e 1870 e perlenceote aos
abaixo B8l8DSdos. fazem os me-aios presente
dtclarago, de accor lo com o Art. 108 do reg-
lamento da Calis ue Vu rlifScaj que ba^xoa
eira o decreto u. 9,370 de 11 Je Feverelrc do
1885
Kecife, 7 de Outubro de 1895.
ADionio L"pes Dias.
Jjb Lopes Dias.
Cotupankia Industrial e C' niercio do Estiva 0111 litjui
dacSo.
Na antiga sede d'esta companhia pagam
os ex-directores e actuaes liquidantes,
aos Srs. accionista?, 1 segundo rateio na
razo de 2^(5000 por ac9o, a contar do
da 3 d-s Novembro prximo m diante.
Recite, 21 de Oulubro de 1896.
Jos Joaqun Dias Fernandes.
Augusto dOliveira Mata.
~SOROS MAH1T1MUS CUJSTKA
FOGO
Companhia Phenix l'ernambu
cana
f7^ 00 COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
COMPARHIA ~
Destilagae Fragoso
Descro'do con o deceto de 17 de Janeiro de
1890 ficam a (ji:po-;;o dos Srs. accionista-*, na
-ede pruviso-ia desta ccmianhia, roa d.; Boo
J sus 0. 1, as copias rioa balaocos, da relacao
nom nal eos accionistas p '.i lista das tra^^fe
reoess de ae$0ea dorante o eooo sccial ndo a
30 de J-.:ob i-ru-ximo ,sf.do.
Recife, 10 de Ootoaro ue 1895.
O presldbBte
Caries de Mortes Rod>iei:e8 Ferrejr
C. C
La
Instituto Benjamin-Cons'
taut
Pela Seiretirh do Iastiuto Bmjimln Coas-
iaat e de o-dam do Sr. Dr. dire-.tor, se declara
aberta a loacripgao, at o da 14 ..'o corrsnie
m', para os e*ioanlea eslraatios ao Iasiiiuio
que porveatora qoeiram prestsr xbs va rdo eo i 0 a't. 103 lo regalara'nti de 16
de Janeiro de 1893, em vigor p*!o art. 66 do re-
alara-oto ex. edi 10 Jclbj do correte anno.
Arl. 103 o Reg. ciado :
Q alquer pesioa estraoba ao Io3tiato S3r al-
mutida a p-estar ex im vago, respenan 10 a of
dein das anuas > niauic a re^pectua taxa de
Lertorae euceri&me.io de urna s vez e para
cada anno.
Secrtteria (oli-t-ito Benjanlo Constan', 5"
de Novembro ae 18J3.
0 S crplario,
Celsa Tertuliano F. Qaiatella.
obem ajeitos o engenho Novo, arsa des- ^rj ao ionicipio de Gojanoa e saaa bemfeito.
us Dezerros toun-
rinos
F-z-.3 publ'CJ que na dia 7 do crreme, ao
meio da, em frente ao paco maoicipd, irao era
p aga dous oeze ra de rafS louri', servidos
oa vaccinagr, e se lo entregues meJiante a
maior offerla, se esta !0.- a:eua pelo Dr. prefel-
to.
secretaria da Prpf'tora Municipal do Recif.j
5 le Nivembro de 1895
O secretarlo,
Joaquim Jos Ferreira da Rocba.
Club Carlos Gonios
Convido t>rs. socios e sas Exmas. fan.ili3S
para a reuLiau daegan^e na noie de 9 do COf"
rente.
O director de mez,
l. J. Dias Fernandes.
l31!A\ltl>s; '
Di
Noasa Senhora do Bom
.'to
Assemb'a geral cxtraordicaria
Oeordemdoaos'oirraaa jaiz, convida a todos
os nossos carissim:s irmes rompan- -rn
em Rosso coaaislono boje as 6 bons da (arde,
;fim de tpr logar elelcSo do novo tbessnreirs
em vista da reco a do outre, e tra'.armss de oa*
iras assuTjptjs a bem a irmaodade.
CooeHrorj el rmaodade de N. S.
d B,m Parto, en I reja > ~. Jo.de
Riba Kar, !8sa
0 secreurio
Jo i o Ifeodi s GocC'l:->.
Segr :do e Amor ua0..dem
Bielcslo
m o i reui o. 129, de 11 de Ss-
leojliro dI'-I n. oeve-se p-cceder ra 8gaada
.'eir 11 no correte, e ica ^as G anoe^ Din-
oidad ida O leo para o qolrqienln f 1896 i
ISO'). Convido, pon Oobr.doQaad.-.
a c iiiparpcpr, m do i i 7 Horas da
t Or'. Vi.. B* ... ior Rollci le
p ... 1 uo Hel a deste neter.
Ea t deS< 'm 18
0 secntarlo
J. M. F.
Ooiupnnhia do Bebe-
riije
Prevloe-sc a:s Srs concass'ona-: rJU
'aRO, que nos tero* s <'a opva oi oor lj do
Art. 56 do reg lame ito de pn-as u'agoa e era
vista da certidao da junta doi corrpcioes que
declara ter sido de 10 d. por 1/000, o cambio
medio sabr a oraga de L nares, nos trila d as
decorriaoi de 25 de Setembro a 14 de Onlabro do
correte anno, o prego d'sgoa as casas, pelas
penos, ser oa raia de6'000 para a taxa m-
nima, e d 444 rs. por metro cubico de exce*
dente oo prximo mes de Novembro.
Recife, 30 de Oulubro de 1893.
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Roya! Insurance GompaDy
de Liverpool
CAPITAL JE .000,000 O, d.
Pnndoa accmulados Jt 8,274'93,l,.Od.
AGENTE
POLHMAN** >__
LcMPANHIA TETHY-- SEGUROS
MARTIMOS a TEivi>.STSES
RU4 DO A18VB10 K. l, 1. ANEJ.R
Di rectore;
Barac. ThomaE Coicber.
J-.lio v.ehr i*--s Barreo
Diario de Pernamboco Unarta-feira O de Moveigbro de 1SOS
Macan e Mossjr
i liitipan&ta
Ubina iansancao
SicimJ
Obrc-cO's i irj n':ds
o evrp orto cu .irecio- ibc-ooreiro, S roa
Doqre ce Castos i 52 | *i fe os }"o*'B-
udcs na cb 1- ce o*. mi ro. ("
desta .u-mp-.iiliia. as <> ic-n < "anua as 4
dataroe, seLdo os cou.o^ desloe eos uo se
do patr.amec.lo.
Reci'e, 31 ce Otcbrn e oo.
JoMari o- Ardrarte
I*i rector ti escoreiro.
iHospital edi j II
Deordem do Or. di arter i:o eervgo cicitart,
da S iota Casa He Mi i rlcordta, po ID* s alotE
Das o corso de obsitMc.ia, absixu m-nci^oa*
daF, qui'o^ tx.Ms irincniaau do oa 10 oo
correrle, l 10 bors do ia. -ievendo as pre
teDOfpi'h O c-u'-' lf refe-ito MMJHtM no
da e Dora ai id a m* DCtooa H e.
D. Anoa Consta otra >:e M<
D Maris Jof re eStS CooalSDt.
D. Hi-ieidj:;. Mana P r.i'a dos actrs.
D. t'Dei'U Hsrru? Mipiflafa-
D Genero* FrAe'CsjfoaSDiM-___________
" compahV
de seguros contra f0g0
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accmulados
eceit annual:
De premios coutra fogo Jt
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William &. O
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor alguna.
Samuel Jones.
Gerente.
ios a?. He BngBnoTciMissa-
li lie asar
A ueslillaco Per-
nambucana compra toda
quantdadt de mel de
todos os graos por pre-
sos sem competencia,
furnece vaslhame para
a conduccao. A tratar
na ra do Commercio
n. 34 ou na mesma Des-
tlacao a ra do Dr. Joa
quini Nabuco n. 38 na
apunga.
Alves Fortella Filho,
Gerente,
Segu para 03 porio3 cima o biate D. ANTO-
NIA-
Recebe carga.
A iratir: oa ra da Madre de Dos 2. 8.
Llo|d BrazilelM
O VAPOR
Alagos
Commandante Floriodo Dlaa
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.00o
155.000

OS
ismiLi isssaics ::mmi
LIXITSI
DE LONDRES
Estabelccida em 803
Capital ,0O,0O
(Bs 84,OOOdlOOO)
SEGURA EDII-ICI03 E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7A IX AS BAI XAS
\ PROMPTO PaGAMETO DE PREJUIZO
* m CC:--Ci Dio
Ag-entes
COMPAHfllA
rSerrara Pernamhncaia
A88enibia geral ordinaria
Co f rrxe netermioa o Art. 13 dos eetatolo
detta coatsnhia tao convidado* os Srs. accio-
ni-tu a ae eomn-rn bj ola 18 c correle, ?o
Dseio ci, na A so i>cao Ccrirenil Aercola,
para, darera ccu p-ioier tJ ao omposio nos 8
3 p i rto Art. Ifi dO'f ooseo eaatotos.
Recife, l de N^veub-o de 1895.
Joio Cardo-o A S"-reia^'o
Compaobia Pernamfencana de Na-
vegafo
PORTOS DO NORTE
Farahyba
O paquete
Capibaribe
COMMANDANTE I." TRNENTE VERISSIMO
COSfA
S'coe no dia 9 do cor-
rate, as 2 Doras da larde.
Recebe carga, eocommeEdas, Daseaeeos e di
oheiro frete, at 8 11 DoraB da tcaoD do Ola
da pan da.
Cbama-e a atteccao dos Srs. carregadores
para a claosola 10* doa coobeclmeotos que a
seeotnte :
. No caeo de baver alguota reclamacao ood
ra a CompsBbia, por avana oa perda, deve ser
feita por eecripto zoaRCDie respectivo do porij
da descarga, dentro de tre diar. depois de aa-
lissds*
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
obia nca iaeota de toda a repoDsabiidade.
ESCR1PTORIO
Ao Cas da Compaohia Pernsmbacana
n. 12
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paqce.e
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segre no d;-1 II do cor-
reate, ae & horas tarde.
Recebe carg*, encooi oeorfas, papcagen e di-
oheiro (rete, ate Ss 11 horas da manca do dir
da partida.
Cbrma-ae a tt-'ncfio dos Sr?" ra'reaoores
para a clausula 10 dos conhectrupotos que a
gpgointe :
No caso de biser alguma reclanucao fon-
Ira s Compasla, (.or avaria ra peroa, -e?e ser
feita por escnpto ao gente respe'tivo no porto
da 'escarga, os-ntro de t d^aB depois de ;D3-
isada.
Nao preceden o es a formall'ad, a Canipa-
nhia ca seDia de teda a r;-r-pocs..>i:daae.
SJRIPiOKlo
Ao Caes da Cn>pribia Peresnibuoapa
Companhia Franceza
ttavegv'cao a vapor
Licha tt-golar otre o Havro, Eboa,
Per: .srbuc-:, Majei, Babia, Rio de Ja-
naira e Santo.
O VAPOR
Ville de Buenos-
E' esperado dos
portosno norte uo
dis II do correD-
'e, e Brgni^ pan
os porto uo sol
Vende-se
no Die-cu dia.
Foas forma de farro e de ma^eira, om roda
de ferro e moenda ; a tratar 00 eagenbo tfage,
t-siata-j AripiDu'.
Vapor
Vende-ge om vapor de seis cavlos, em p?r-
fe'.to salado e moenda com a grane i.ova ; no
engenbo g. Igda.^io Da tres mi utoj da estaio
aaIi ab encommeorias serao recebidas at 1 bor
ii tarda do dis <1a sahida, no trapiche Barbosi
CaeB da CoOBoantlU Pernambocanan. i.
Aos 8r, carreiaiiores peaiOMC a soa ttencai
p> a a eiaaaoia lu* jos coonecimeotos qoe e ;
se^'imie:
So 1 aso de baver alguma reclaraago contra a
csiBpaobia por avarizs 00 perdas. deve ser feita
por esenp^o ao asen e respacuvo do porto ta
aescarga, dentro de ires oas (lepis de finali-
uda.
NSo i-receoendo es
mi1 tica inca oe tooa a rep^nsabilidade.
As pataleen ;:o tiradas no mpsmo escripto
rio, tte as 21/2 hora 10 vapor.
Atiemjao
As passageus pagas a bordo custam
aiaU 15 a/**
Para .arga, passagens, eocommendas e valo
>. t;aia-se cornoe
AGESTES
Fereira 'arneiro *t G.
6RA DO COMMERCIO-6
! andar
Ama
P-eci8-8P de nma ama para roMobar; oa rra
de Pedro Affooso o. 9.
Vaecas tourinas
Vende-fe vaecas '-onriDas, ptimas Ui.eiri- : i
roa de S. '-oocao n. 29.
Ajres
Lacejo
L' esperado <1a Eorcpa
a' o 01a 1 de Novembro e
seguir aepois oa cemora
Detessaria para
Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
(leropania Pernambucana de
Navegafi
Fernando de Noronha
O paquete Beberibe
Commandatte 1* tenente Fasio Rio
Chama-se a attencao do pu-
blico em geral
Pratos floos brancos a 2OoO a dozia. orin8
e menos ootros objecica que veade-=e em groeso
ou a reralbo, a vjutade ao comprador: oa ra
de Paullao Cmara u. 44, ouu'ora Csmri do
Carmo*
P-e -18S-MI de orna coslnneira a de nma
ama secca para ciaoca ; oa roa Bario da Vic*
tana o. 60, 3 andar.
Boro negocio
fo la'go da m tria d.. fregoezla da Vanea
vende- e um> cas^ cao) uoq^ terreos aos lado?,
teDdo 4 aoario, despenaa, 2 sala, coatoba,
loarlog na a criados, urna g ande cooneira, bas-
uot 8 pi de frocte'i'as : a tratar com Antonio
Gorres de Meudcoga em C<>xanga.
A.OS moradores do dis
1 tricto do Peres
E' ba^tantemeote oecegsarlo qoe, quem quer
que va aioear uma cas. i t^ipa, primeira ee*
ta(aj da* Areas. Dio rrali:e tai negocio, seaao
ciepois de lafoaaos p-lo bonroso e dlsticcto Sr*
-otMieie.H' o capitao Cob a. 1 e qaem receber
u(orma!,es. Ou'ubro de 93.
________GuilDermn Patricio B. Gavalcante.
Loja e niiudezas
Vond-^e uma ; iaforma Eioardo Santiago na
roa do Rangei o 25-
Capunga \
F. U por alagU a cana peqiena da roa da'
Amzaue ... 34 w esti lijica- catada e pialada,
a tratar na ra Dire.ta a, 48, asbrado.
Ama
Precita-se de uma ama para cosinh, r, em esea
le farrilia, a tratar roa Larea do R --io 0. 16.
Criado
Precisa-se de om criaCo de 10 12 anota de
idade; ~ tratar na roa da Praa o. 4.
Madeiras de construc^o e
n ateiiaes para edificacao
A Coropaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, veadeem -eu armazem no caos co dpoi- Comc.er 10, por pr^c ooaiinr.fio ; para ver e
Oliuda
Vende-^e Jo;s mo*adas d- a -i.?, sendo ama
ca roa 00 Amparo n. i, e ooira na favassa do
lo n. 73 :
Madeins paraconstroccao.
Cal branca Je acuantie.
Cal preta.
Cal virgem para assocar.
Tijollos de ladriln" e commons.
Tijcflos refractarios.
Padras le caniari 1 p.^ra snleiras. etc.
tratar na ra co Amparo 11, 11, Ciai Antonio da
Crox Lo.
L.0J.. Caait.'. Cavaill.*. Cruz
S. F.-. P."
De orriera do V^d.-. convino a iodos o II**. .
doqad o'para a tsala a* a^koroa-feira 11 de
Nov.m> o, as 7 bi'*8 da noile, ero qoe e tero
de proced r a eleicio nas ato. Graodea Digni-
dans da Ordcm, para o quiuqaeo:o d^ 5896
590ii.
Or-- do Recife. a 8 31 de Ootobro oe '895
E V. -.
M. Mirtina gr.- 18*.-.
Secret.-.
Ruga-se aos Srs. importadores de car.?a palos
aporc-s desta liona, qoeiram a:>raseDU'- den
ro de6tia8, a cocardo da debcarg da* s!-
vareDgas fioaiqoer reclamacaoconrercente a ve
lome? aoe ior ventnra leobari seguido para os
pcrios do sol, am de e podere.-a dar a UffiDO
s prcitencias necessanas.
Expirado o reteriao praxo acoojpnuia nao ie
responsabllisa por extravos.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ru do Commercio9
S'goe co dia S do cor-
recle s 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommecas, pasaagens e di
aheiro a frete at a 11 horas da manba do dia
da partida.
Cbama-fe a atteDgao dos Srs. carreeadores
para a clausula l do conhecimentos qoe a
seguinte :
>o caso de bavpr algorna rec'amacao con-
tra a Companbia, por avaria ou perda, deve ser
feita por escripto ao aaeote respectivo no porto
a descarga, dentro de tres dia depoisde tlna-
lisada:
NSo p-ecedendo esta fcrmalidade, a Compa-
nbia Hca isenta de toda a resooosabiudaae.
E30RIPT )RIO
Ao Cae da Comvanhia Prnambucana
0.12
Liquidado
A loja Pariz n"America ten-
do de liquidar diverauss fa-
zeadaa de modas chama at
terclo de seos fregaezes para
grandes a lux timen tos de preeos.
Una do B. da Victoria te
Pernambuco
Oosinfaeira
Precisase de orna para casa de nma famil a
de tres pescas, *. qce ru*rna em ca^a dos pa-
trOcs : no Largo do Para.zo a. 14-
AfisBcar
Conipaohia Rrnnadra, caes de
Cap Vende assocar eupe.ial ar.-ODa 8/000
Dio rffload, 1" 6,1500
S* 500
Precisa-se ae uma ama para roiinbar para
rapaz sjiteno ; a tratar na rea do Pearo AffoSO
n._S2._____________________________ _
Cosinhei a e criado
p-ecisa si- de uma boa cosinbeira. de omcria*
ao e ti?, ama ama paa o Frvido externo de ama
casa de faro lia : ua roa o\ Hoepicio o. 14.
Duas
conflcto
Extravio
O abaixo asHenado faz pooiico, para oa de
iidos fios e de conf Art. 108 do retolaamito da Caixa <1>' Amortisa-
cao qoe baixou cora o dtcrt-io o. 9370'de 1 de
Feere:ro ae (885, qoe ae extraviaran as Ires
apollcp8 ge'aea de fa* rror>-idade, de oam^ros
209 839, 209 840 e 272 099, do valo* de om
cocto de ftt caoa oa., joro* ne 5 0/0 ao aono,
aeodo ;s du" p-imuras da Hiuissao ae 1870 e a
ptima da ne 1871 oa de 1872.
Recife, 7 de Ootobo da 1895.
ifrtdn Vie'ra 9-Souza.
Rojal li ibb Pa
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E' esperado dos
portoa do aol 00
dia O do cf Tren-
te, aegoindo de-
pois da demora
do cosime para
S. Vicente, Lisboa, Vigo,
C herbourg e Southam-
LEILOES
pton.
O paquete
Treut
Pede-se aos Seuho-
res consummidores
7ue queiram fazer
malquer communica-
qko ou reclamacao, se-
r esta feita no eserip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Mano el Antonio da Sil-
va OliYeira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
u c 9 i* asispreza vaST*"
xao ser passados em
ldante F. K: Exham
E' esperado da
En'opa at o da
11 do correte,
|segoindo dapois
da demora cecea-
paria para
Macei, Baha, Rio ^e Ja-
neiro e Santos
O paquete
Nile
Commmandante J. D. Spooner
E' e8Derado da Europa
do dia 14 do crrante,
8*goiodo ot-pms da deauora
iBdigpenaavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
fi. B.Previne-se aos Sr8. recebedorea de
mercaorias, qoe a Compaohia Mala Real iogla-
za, rontrsetoo com aGenual Steam Navegauot
Uoopaoiom ervicod* vapores aemanaes qo
partindo de Bordeaos, Cogpac, Cbrente, devem
1 negar* SootbarJBptoo a lempo de oalctearem as
cargas destinadas America do Sol para oa va-
poree desta compaobia.
Esta compaobia acceita por preces raaoavei
para Valpaialso at Abril, pasasageiros con est
destino por va de Buenos-Ayrea e entrada to-
Andes.
Tambem acceita paaaagelros para New-York
i SouthamptoD, por especial arranjo feito coa
a Compaobia Allemand Lloyd, podendo demora-
re m-se oa Europa casi b desejarem.
RednooSo nos pregoa das paaaaeet
Ida Id e volta
K Lisboa 1* ciagge 20 0
4' Sootbamptoa claeae t J8 i. BU
Camarotes rcaervadoa para o* passagviro de
Peroambaco.
Nota inrportante
A Rojal.Mal Seam Packet Cempany resolvea
para commodidade dos Srs. paarageiros com des-
une a Pang, qoe os seos paqoetes tanto na vio-
da romo oa ida facam escala por lHKRBOURG, a
perneas boraa de Paria.
Se o numero de passageiros para esta cldad
der para cobrir ae degpeza<>, a Steaqj Packet
Coropany tert em Cberbco-g om trem eapacial
para a cooduscSo doa meamos Srs.
Para earga, passagens, eocomaendu di>
nheiro a frete, rata-se com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
M. 3Bu do Box Jeaua N.3
ii
LINHA MENSAL
O paquete
Chili
Comms nd >. n te" Vaquier
E' esperado dob por ios da Eu-
ro oa ate o dia... de Noveobro,
regoindo depois da utmora ce-
ceesaria para
Bahia, h\io de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-A) res
Camarotes reservado agencia de Pernambo-
co para os pasgageirog qoe ge degtlnam a Eu-
ropa.
Previne-se aindaaos Srs- recebedores demer
cadorias qce c se attender a recumacoe por
mitas, que rorem reconhecidaf na occaaiao da
descarga dos volumes ; e qoe dentro de 48 bo
ras a cootar do dia da descarga das a.varenga^
deverao fazer quaiqoer reclamacao conceTLe^4
te a volumes que porventora tenham seguida
para os portos do sal, an de serem dadas a
tempo u3 providencias necesgarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de ge aprsenla
rem na veepera da ebegau j vapor para toma
ram as anas passagens.
Para carga, pas?ageos encommendas edinbei
ro a frete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
PUnce Une oT Steamers
James Knott, Newcastle-
cn-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e 6 Brazil e Rio
da Prata
E' esperado de NfW-York at
.o dia 1* de Novembro, e sabi-
. r depois da demora oeceasaria
oara a
Bahia, Rio de Janeiro e *
Santos .' :
O VAPOR INGLEZ
dreeian Priiicc
Para carga e passagens tratase com os
AGENTES
jfohnslon Pater e Cojnp.
Ra do Commercio n. 15
Pacic Sleaaj Savigation bm-
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
Paquete
Orissa
Esppra-ae a Earopa at o dia
9 de Novembro e seguir ne-
pote da demora do contorne part
Valparaso, com escala por
Babia, 'Rio de Janeiro e
Montevideo
'Para earga, passagens, encommendas t di-
nbeiro s (rete, trta-se coiu os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Roa do Commercio10
1. andar
ABtl W1B
LEILAO
D 4 casas ierie8 em toas localidades, na
cidsde de Ollnda, secdo 1 rna 27 de Jaoeiro n-
25, caro porta e jaoetla, 2 Balas, 2 qoartoa, cost-
aba externa, quintal, etc.
mao.U sita L.dtira da Misericordia n. 8
com 3 iaoellas de Ireote, 1 portio ao lado, jane),
Ua no oitse, 3 aala, 1 nabineie. 5 qaartoa. con*
nba, qoiolal murado, incloiodo um terreno ao
lafo coro por'o na Irenle, etc.
Uma cita sita a roa do Commercio d. 26. com
2 po.tan e 1 jacella de frente, 2 eala.3 quartos,
cosinba e quimal, etc.
Uma dia i ro 13 de Maio u. 49, com porta e
iar.ella, 2 gala, 2 qoartoa e cosioba, etc.
Um terreoo junto ao oao do eoDrado da ra
ae S. Beoto a praca 1-710, com muro, 2 po'toes,
1 em cada lado, meoiodo oe freote 22 metro e
20 ceatimetro8 e de fondo at o do qoiolal do
dito sobrado.
Quarta->feira 6 de Novembro
Bom negocio
Vendc-ae OJ.a casa (chale) i roa S. J So d
Par oo locar Camoo G-aooe, em solo proprio,
com 2 i-alas, 2 qoar.os, saleta de juntar, cosioba
e terrado, e coqoeirof, a tratar dj largo to Paz
raieo o. 14.________________________^__
Oaixas de msica
Nova remesa recebeu a relojoana David
roa do Cabog n. 14, cero danjirDas, Oguras
diversas, tamborea C38 anbolas e tiropanoa, a
melborea que exisiem, lem de 200$, 250f, 3O0
500IU00 oa roa do Cabuga u. i4.
Chayes perdidas
Perdeo-?e em orna argola qu quenas e om apito de metal, da se boa grat ti-
co a qoem levar ra de Santa Teresa do-
mero 38-
"OTrn
Aloga-se a cig terrea sita no pateo de S. Pe-
dro n. 10, com boas accommodaces, agoa e
qotntal graodf ; a tratar oo armrfzeuj d) Lima
roa Baroda Victoria o 3, R>cUe. _______
S'aT'tsr -N
Vs 11 boras
No edificio da Intendencia Municipal re cidade
de Olmda
O agente Ollveira, por mandado do Bxo. Sr.
Dr. jniz de direito do civel do maolcipio ne Olio
da, a requerimento da inventarame doa beos
de seo marido coronel Jos Nonea de Oliveira,
levara a leilao as cagaa e terreoo cima.
O Srs. pretenflentea degde ja podero examij
ra a referioas eseaa e terreno.
Leilao
De om piano forte, servlndo de base a offerta
obtida, 1 licac canoieiro de suspeneao, 1 mebilia
de ionio, cedeiras avolsaa, quadros, jarroe, re-
loeio de parede, grande, malaa de vtagem e ou-
troa movis.
Quinta-feira, 7 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
Agente Oliveira
Leilao
De uma casa terrea e sitio na Capunga, sita a
ra da Baixa Verde n. 28, em solo proprio
Terca-feira, 12 do coi rente
\'s i\ horas
lo armazem roa 15 4*> No
vemhro p. 3
ANTIGA DO I511ERAD0R
0 agente Oliveira, comcet ntemeote autorisa-
do, levar a leilao a casa terrea cima, teodo 1
pona e 2 Dellas de freote, 2 Mas, 4 quartos,
cosioba fon, 2 quartos lora coot gaos a ctsinba,
gran e quintal murado com 2 cacimoaa. grande
quaodade de trocleiraf, etc., e maia om te re-
no ao l*do com 2 cag'.nnag com portas oe run-
de ra etc.
Oe Srs. pe'endeutes desde ja poderao examl
oac a referida casi e sitio.
AVISOS DIVERSOS
Preciaa-se devro menino cb 12 a 16 aaoc.
com alga a Dratica de molbadoe, oa P-ca ca
Reponltca o. 3._________
Preeisa'se de uma ama para cosiobar para
treH-peaaoa, em ama ven:a, ua Praga da Repa*
olica o. 3.
Yende-ae i,m terreoo Da Bo.Viagem a ira.
tar oa roa dos Oasos o. 26.
As exmas. familias
Evangelio Costa, teodo eotabelecido proviso
riamente na rna do Padre Florjaoo n. 50, um
aielier para preparar vertidos e tambera napas
de creanca, para o qoe lem contractdo uma
pessoa que perita tbesoura, fferece os seos
gervicoa g exmas. lamllas e por preces bem ra-
onroi.
Jardineiro
Precisa-fe de om bom feitor ; a tratar no caes
de Capibaribe ns. 30 e 32, Serrarla Pernambu-
Cna.__________________
Caixeiro
Preci;a-se de oro me-ino cu ranaz, para cai*
xelro, qoe u conheomeoio de roa conducta : oa
ra oa Ploreoiioa o. 6, Caf Goarany. ____
CAFE'
Amoriro, Keroanaes & C, compram quaiqoer
porcao de cal deite EstBdc, oa Estados visi-
nboa, e pag,'0. bom preco.
Ituu do AnaoriiH n. 58
\i! iiiaDia, eu vil
VI, mam*amas bolciabas, una acarile lio
bonitos mam! Bonitos oa que mioha flih 7 J
tb qaeres qoe teu pai gaste diabei'O sem poder I
E-ta bom mama, se voi ca zangada, nao
Ibe digo mais onde vi.
NSo, mioba Giba, eu nao estou zangada : ma
l estas sempre coro novidadee, t sabes que o
tempo esta multo me, rao ba diDbeiro, tea pal
est aemp-e qaeixaodo-se das grandes despezas
qu (as, e t aluda filias em oovidaoea 1
Eo fallo porque ba muito tempo qoe proruro
orna noiuade, e tt> agora mona mam tive a
telicidade de pasear em um aro>atem e eocoDtrar
o qoe desejava, ui?s boiaiobas e una ca'tOe-
lio bonito, mar, o que pode baver de mais
gesto para pre ente. Eu que estoo em divida
com Marcea, porque ella ja per recitas vezes
me teco cfTerecida diver-os miros, i ao po.-si-
vel, mama, qoe tu lamuem oao lbe offerega algu-
ma censa.
E' justo, minba tilba que l lbe off recas, mas
de accordo com as oossas ccni6ee, porque
dinbelro que ha pouco....
Sim, mama, eu d&o quero objecto caro: no
armazem do Pocaa Meodes & C, tem belgas e
car'es cem confeitoB, o qoe pode baver de mala
lindo.
Vai coro teu irmao nesse armazem, escolbe a
tua vcn'.ade tuda que te ig-atar : v o menos
prego qoe eile vender;;, manda tirar a coda,
yaasar recibo e pat-a, s:m?
Si", mama, eu voo.
Olbe. mam, na roa Estreita do Rosario o.
9, junte igreja.
Sei oude roieha filb?.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porgoes applica-se ventosas seccas e
sarjada ;na ra das Larangeiras n 14
Xaixetro
Precisa-se de om coro praiica de raolbadoj?,
qo^ o fldd-.r'oe sm consueta, traiar bo Ca-
minbo Novo o. 143 A.___________________
Aluga-se
0 novo e epleouido blet (inda ot babi
lado) sito roa de S. Jcio, oo Arratal; a tratar
com o Sr. Kigatiie-JO ra Marques de Olinda
numero 16. _____________________
'Sitio verija
Na roa dos Pescadoreg n. 29, clo-se ir.forraa-
goes, da910 boras ao re 0 da, sob.-e um mag
niHco sitio venda, situado em S. o da L>.ga
00 Estado-de ALagoas. O meamo oitio tem casa
de yivenda, grande Bumero te cafoeiros ce
qneiro, ele, produzindo groe -renjimeoio
annqal._________________,__________
Connherra
Preclaa-ae de ama oa roa do Rangel d. 19.
Paga-se bom ordenado.
jovens em
NO THEATRO
De repen e ouio se granue rumor nos cama*
rotes da 1* ordem. era grande conflicto entr
taasjoveos: ataques, cboro, mato, morre, api.
os, o di abo err.tici ebega a pe lie a, iodaga do
f do e tica sibendo aae nobam ido a vias de
taco, D. Elvira e D. uenoveva; verificada a
taor., tmha razan D. E!vi* .
Esiava indignaos, (unos mesoio, D. Genove-
va, com eua a unza e compaaneira de1 camarote
pelo facto de ver qoe todas ae peesoas que esta-
vam co theatre, olbavam -V: e 1- pura eua ami-
ga e nao p ra ella, indignada v.isae : nio por
ana benita cara Elvira, este aeo lindo vestido
que ?:i chamtndo a attengao de todos' om
vselido de uma bonita phantazia o lao cbiqne,
que, .-eno o mea de tecla, o seu realga moit
mai8 que elle e o qoe mais me contraria voc
nSo querer dizer me a loja onde comproa a ,
zeoda de sea vestido
Elvira., cooiraru a, damagargalbada gara C
tica e diz : para que nao le ca aonunciog das
loj;.s ? para que oo passeias no commercio ?
ora Sr'a. D..Genoveva, cu', o cfficio, qando ea
ir.rprr.tra que a -ua rsiva era por cansa do pri-
' ao Jaca, vera, a Sm. dizer que lao smeote por
que roto vestido moito b>nlto e que sendo de
i ti itjz:a realga aai que o s-u ttnuo de eda
e porqoe eu nao qaiz dizer a Sra. o Iota onde
compre). E' o caso, oo somes caca ueste
mondo.
Sra- D. Genoveva tenba jnizo, nao venba para
o tbeatro dar om espectculo deste, e quando
qoizer comorar qualquer 'aienda oe eda ou
pbantazi de moito tiesto, va ra ao Crespo
o 12, I j> Eetrella da Aaenca, qoe, cao (O
encooir:u om liodo e variado eo-limeuto de fa-
zeodag finas e modas e bom com amenldade no
trato, agrado, sincendade na medida e preco
coto modos.
D. Genoveva requer vprbalmeote ao commisBa-
rio que lbe maede D. ivir dar por escripto 0 <
oame-o da loja. o nucm ca ra, o da fazenda de
eeu vestido, o prego e bem aeaim o nome da
toda as .aseada^ que ella vio na loja referida*
o que foi defeiio.
Estrellas d'America
fl9-Roa 1 de Marfo19
Aotiga do Crespo
MARQUES & LIMA
Agrsf o a todos, pnautazia em tecdo de gorgu-
rio, IfSffip covado.
Soubei comwo, pbantazia, 1100 o covado.
Pe-y, pbantazia de salpicas de nstras e lavra-
das, 1O0 o c vado
Sedas de cores, Va'.dozas.
Ditas de unas, Suspiros que vo e vem.
Cachemiras de edres, Bombardeio.
Pbantazia, Sirandinba.
Las com luirs da tela, Adelaide.
Ditas idem iuem idecc, Elvira.
Ditas iiem i i.m iderr>. Muracu.
Cachemira de (dr, Tenbo Qiames de ti*
Las com salpico, 0= 3 Jacars.
Sedas, paurbes ooves. A ogr Ditatecidogorguro, Hei Ja amar-te at morrera
Cachemira prea de cores, Nao quero amores.
Merino preio para bolinas.
Dito caf para habito.
Graude sortlmento de mero pretos e lavrados
Veiootioa de todas as cores,
jgaode sortlmento cambraias bordadas.
Corles de vestido ira .co bordador, 18^000.
Vestidos de carices, bordaaos a sla.
Linda pbiotaaia. Beijos de au>or.
Ejccfia oe 1 a 20/0U0.
Pfcililbos oe iinbo tizos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadeiras.
Cumia8 bordad. para oolvos.
Camisa b'ancas e de efl ea.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de urna e anas \isis.
VUnella liza e de listas.
Cbait-a pretos.
Cortinado? de caa.brata e Je ciuohet para camas
Cortiadoapara jauella.
Mntiihaa ae eia de cores 6 preas.
Ditas de algjjdao oe core3 e preta.
Crnicas de la.para hornero.
Cobsrtas, colchas e cobertorss.
Biioeotnericanor, 2*300 om.
Bramante de bobo e op algojo.'
Ltodcs padbes de crep pata coberta.
Crece prelo.
Linos, de qoad-o e de salpico.
Cacbiuet ce seda ce cores.
VelUKiiiho de cores.
fiorEoro preto, diversos prego3.
Seim de todas aa cffres.
Merino prelo lavrado, 1.J803 o covado.
Las com sal picos ae dakCaqninba verde.
Serta do naira, Athavde.
Paietots folbade faa.
Camisas de meia com listras de cores.
Cacbemiras pretas com lpicos de cores, Abre
a porta-Sinb.
Boffaio. .
Liudiseimas caeemiras de cores para homma
gosfo especial.
ories de fu Oes branco e de corea para colele
Atoaihao ae lmbo e de algodao.
Lanao da co=ta para meaa.
Sur de todas ae core.
Murirn da China, M500 a peca.
ijretooe de barra om metra de largara.
Csea pabtirta Boa, 403 ria o covado.
Baeta encarnada e azul.
Dita dita, 200 rls o covado.
Caita perfeiia, 2:0 ria o covado.
E muas outraa lateadas QM imposiiTul e
deacreter.
RIJA DO CRESPO-i
Estrellas dAmerica
mm
"fT

mfmrmt*
fP"
*r


*
! 1
L*>
Diarlo de Peraambnco (tnarta-felra O de fovemhro de 1-995
ai^aJM......r"1 i aw^^Mai..... *^o
irn
Joaquina Lucia de Lima
Laura \ou-t.i de Melle, Har.a <*o Carmo Bar
boa, Marcelino Antonia Saraiva, (*usentt) JoSo
Barbosa Corceir J i? Ptotairo de MVn'i>nca
MariHuoa P. de M-mio-- a ( orna p) J.i-qai'n P.
de M-n-ciic. Na Qi la P. e Meudiinca, L'.a-a
P. de Met.no :g A o P da HVfldooca e Leo
or P. de Meuu..:<.-. ;. lo intimo ('al-
ma a todas as pee* ;-' dignarw*j a acorn-
panhar os real i *ia*-a eeaa P* aada mil,
irm, motada e sv i >aq n l*c :> Lima, e
de nt>vo convidare i loa o i nretes e aamos
para assisiirt-a <" pela *ua airo,
man'aai celeb-ar na Igrt-j" Orne 3." de S.
Francisco as 7 bo >> n:. 6 ce N-vembro,
ido qoe se co>e*'*aa g'at-
juo tarlos so-iaes de aveilur
Eivira O. a. ut A e iar a tilou J.^nna
M. na S. vell ge la ame e georoa tecaarel
Joaqoa T Alalia, Mace: j. de
Avalla- r An Chave, traapaasa*
dos ta asa s geni o p la prem turo eas*
sameato de st a presadiaimoespeso, i.ho.geo*
-o, Irmo e cu h do. Joto Orle? So---es de
Avellar, ffrjo i r i b teorra tolas as
pessoas qoe is honrando o-'- ana sm.xaie, se
dignarara u v, acitlma morada oca ponaquel*
!e fioado, e ni novo as eoot-1 K in, i ero ewa aja
demais psreues para aaeaii-eo as aitssas qoe
por aoa alma -cat-oam r-zar na nutrir- da boa
Vala, s 8 ro-i da uiiD da qewta fel-a 6 do
crreme, prat-i ;a i. deda j i seo eterno re. o-
aSciroe-io por mais eee ado ce religij e ca-
ridade.
Regulador da Marraba \/
Concerta-ae relogios de algib..ira, pen- j
dulas de torre de igreja chron metro de ,
marioha, csixa de musicca, aparelboao
elctricos, oculoa, binculos, oculoe de
alcancu, joias e todo e qualquer objacto
tendente a arte mechanica.
T
Gaudendo Francisca Marques
Libralo J t\ rqoe.-, M*ria Beaerra Marques
e seos Hioos convidan a seas Da'eo e-> e amigos
paraassi-nr-t-i a missa que p*Io repouso eterno
de seu presado ii qc, co&nado e lo. Gaudencio
Francisco Maraes, a..am eelebrar nacapclla
de 3. Jos da Li Kaperanc*. avi'.W de, Amar*-
gy, oo da 7 to .crreme, s 7 /l a maub, 7*
()i^ f
Francisro de Assis Brunu
Si) iian d- 8 U fall-viuieulo
Jorge B'U'io. soarouiner e tifia, unaa-" eco-
nhado couvi am sen^ areuie e rrriar.s pira
asis i rea e nvssa qoe iianiaro teeb-arpelo
repooso eie-no de se.u nunca esq>jecido irmj,
condado e i >, F'.m iscn le Aaain -Irono. no
Babbado 9 do ere .te. -> 8 no.-as da maor.a. no
convento d. S S. >io i:rmo. e Jesie a fe con-
fesam grttis pr eoe do>ecrl*adae reii-
giao- _______
Cosinheiro
Precisare de om coaicbpiro
Padreo. 28. hit I
do becco <"o
Aloga Fe a ca?a n. ?i roa do IMocolomb
a qoal ten gaj es commodo?, D'opria para
nma noterosa f.milla ; a tratar no Bazar de
Aoad-. i
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN Se MARTNEZ
NEW-YOKK
Livre de explos&o, fumaga e mo
cheiro. A' venda em todos os arma-
gens de seceos.___________________
Cosiohetra
Precisa-fe de orna nerita cosinDeira qoe dor#
ma em caca dos patr0*. dando boaa i'forma*
gOes ; a tratar oa roa da Aurora v. 67, prioaeiro
andar.

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Precias-se de orna ama de meta idade, daodo
boas iDo'macOeB, oara aodar rom crlancaa ; a
tratar 00 Caminho Nova o. 120.______________
Criado
PreclM'ie no Caminho Hoto n. 190.
9Ba Larga do Rosario9
Chegaram! I
E vendem-se em pe^as e
a metros bordados o que se
pode encontrar de melhor
qualidade de 400 reis at
3^1000,ame- tros pruprios
para en fiar com fita.
Loja da Peroia
Roa da Impera-
triz n. ?H
Domingos Fernanoles.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoe!
GardoBO Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid*
pelos jornaes de maior circulacao, attes
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
ra& C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
Brao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ruaLargt
do Rosario n. 13.
AlFAI&TARIA
PHOSPHO-QLYCERATO DE CAL Pb'RO
Reconttitalnt geral
do Systemt narvoao,
Heunsthenl,
Phaphaturta,
perlgo, emoora que lnrenUd*
Dtpodte geni : CBA8SAINO a C, tmm Vlotort, Prli.
mllhares de attestagocs.
Depciltoi em Pmtmbuco: V U DBOtU PlODOCnS CHIM1C am udu ttrmtet-.
rBro
f Lar
TOSSE
CAPSULAS COGIMET
Bronchites
Laryngites
SAO INFA LLIVBLMENTB
Catarrhos
Constipa?
curados pelas

as
Ra Baro da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortimento de casacas,
colletes e clak? novos,
assim como outrs em
perfeito estado, para
alugnel.
Carne verde a 700 r?. o kilo
Veodem os abaizo aisignados, carne de prl-
m-ir quaiidade, nos talboa da ra Marques do
Herval a. 17 e 1, e Camoda do Carao n 1.
Este nreco Boffreri ai'eracSo para mais oo
para menos, sempre de accordo com os precoi
lo gado oaa fe-a.-.
Recife, 18 de laio de 1895.
Fiuaa Ltma & C
Grande sortimento
De camisas linas, bordadas, pregniadea
para bomena e meninos. Completo sorti-
mento de ponboa, collariuboa e gravatac aa
mais elegtntea receberam Pedro Anto-
nes & C.
Nova Esperanza
63 ra Duque de Caxias
^3 zxiais poderoso remedio contra
mOLLESTtAS do PEITO
PARJa, 43, Ru de Saintonge, PARS, inTODAe as pharm acias.
Licsneiaio pela Inspectora de Hy?icne do Imperio do BraziL
~ VINdeMOITIER
tfUM mUm* ta_camiajt_4itu (C!u i $atii
DfiESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
KSTK
IO ro PRECONIZADO POR TODA A IMPRKMSA MBDICA
COI10 SBNDO O MAIS PODEROSO
= 'I
: m *-u"J
2jsa33fl|
Tnico empreado para curar
ANEMIA, GHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
.Soberano contra aa Pebres
houyvet, Pbarmaeeatico de i- ciasse, thompson Sdcc
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depositas em pernmsuco : 0" 4 DB08AS PB0DDCT08 CatMIiOS
B AS PRINCIPAES PHARMACIAS
DIGESTOES
DIFFICEIS
Dyspepsia
Parta
\de Appete
TNICO DIGESTIVO
DOEBCS do ESTOMAGO
ELIXIR GREZ
COCA e
| ADOPTADO BU TODOS OS HOSPITABS UpdShttO I parscoma e C". nteaa atibente. 49, tmu Ptunaacias
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Diarrtia
ctironlca
PEPSINA
GRAGEAS
eCopMhlbt, Cubeb
KatuthU a farro, msmutho
ileuric. Urtbenthin*, a*
INJECQO1
i Hj/gleatet t Praaerrxdora
tem causar
aee/dana alfa.
MU aRAQEAFt FCHTIN, forto u pricieiru qao obtiversm a -.pprovAXo d Acodemim
i nedi-irj (1830) e que adoptaram-se oo* Huopitaee. Curam as molta aacrataa.
mais rsbsldoB aem fatigar oa estmagos mais dolicadoa.
A MMJJIICQAO PONTIN i empre rocommendada como t comoiecent da medlcafao.
T>eapnsi'tiloa m P9ma.mbuoo : VELA^N" TtfL. dav SII.V A. OS
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AS DORES.Or aTrasos
A JUppRE55AO'RECRJl
PH BR AMT -150 R.R0o[i
IM TapjTH*-"* DRo&'!!

As nnicas Verdadeiras Pastilhas de
VICHY
PASTILHAS VICHY-ETAT
Vendidas em caiiinhas metalfeas soelladas
EXIGIR A FIRMA- DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro
3 E ^i x
- 5 a ^
6
i

5M S S.
OLINDA
V ende-se urna confortavel
e bem construida casa em
Olinda, na ra do Sol n, 32,
iruito proxi r?a dos banhos
salgados, contendo 2 salas,
4 quartos internos e 2 exter-
nost sala de copa, cosinba,
banhetro, lat i na e qninfal
murado plantado.
A tratar na typographia
d'tO Estado, nesta cidade
Depifittu SUVA JUMOB AU uniQlMi liuiujciu ( Drogulu.
Compadre
Comradre V. diea-me orde compra genero-
para soa despensa ?
Ef id digo: da mnitos annos qoe compro
m om a-rtHiem. e nao me consta qoe niocoem
ejaroata b-m servido em ootra parte; compro
alli.porqrjp e.ic ntro o qoe preciso, don a nota
roan' condic&o esti o aiiafeito.
Em preos oao ba qoem venda mais barato e
todos oa (eneros sao de prlmelra qualidade ;
boa manteiga, o bom cba, o bom qneijo de di
venas qoaiM; des, o bom vjnbo de mesa da Ser-
rada jilrella, o bom vich" do P-*v -" rpv-
baixa>a mais alta qoalidac n>"- io--i-
oom champafcne, finalmente todo quautu ce putic
de*ejar para urna boa despensa;
E '.-em tao^bem nm complato sortimento de
obras.de vimes, como sajara sestas para com-
prar, baiaio" para papel, roopeiros, bercos e
lindai< <*.->>iras.
abrigado rompadre pelo que me dis, porque a
vida ext moro cara, von mandar comprar o qu*
preeuar n- spe a'roatem. Pois mande compadra
qaeiha de ticar satiefeno.
Olbe o amigo -maiem da
Pocas vendes & C-
BA ESTREITA ln ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
Ca
Prensare de nm criado para servico de bo*
le; a tra'ar no becco d Padre n. 18.
Nova formina ^75a*V
efflcaola certa : sujprlrae %^g*\
5* Copahu e o Cubeba %p
e cura radcalra(le, sem ^**J
pertfjo Se relnclileocia. pla sua acijao *
estlmulaiuee aatisoptlca.
PAZ-8B OSO DO *^^
tMATlCQ-SANTAL/
l so ou ion lamente com a B
INdECCO VERDE /
f
\
/j/r a Assifnatara tfo Fabricante :
DtH=_fnarj, rii- j t 01.^-
3**r, ru des Hostal, 3ter $
%2 pars .i*'
^ailSlW^
lledleoa"
[doi Hatiitaarde
l'n
coiifirmirio a
derou efOcacial
doi
PIITOBA1
kH Kaf
|**laa*- o Xa,ropr\
de Naf rfe|
OCLANGRENMER
par
53, Rae Vlvlenne
St achao a vmda tm
.l II
ittu :
a Totse, Grppc I
Influenia
Bronchltei |
Coqueluche
IrritatOesioPeilo|
e da
Garfranta
QRGOS DE ALEXANDRE, Pre i Flsj
81, Ru Lafayette, PARS
OBGuS BABIIOMOS desde 100 ir. aM g.0o0 Ir.
Para SALAS, EGREJAS, ESCOLAS
Orgaoa com maos duplas (modelos novos)
MEOIIHAS A TODAS >S EXPOSIfOtS
Expedieao franco sobra pedido do Catalogo Ilustrado
ILILl
ALFaUTalSi:
DE
Campos & C
N. 35-RA DUQUE DE CaXIaS-N. 35
Em freole do Diaria
Os propiietanos deste bem montado estbale-
cimento previnem ao respeiuvel publico qoe
nara bem servir aos -eos fregoezes teem oo re-
ferido eslabelerimeoto om expleodlao e variado
sortimento de easemiras p etaa e ae corea, o qoa
ba de msaber em la, b.iBS da poro liobo de te-
dos os padrdes, e por precos rasoavela.
PoBBoem bons artistas, pelo qoe se julgam
- ?,.!,.;, ,.,j p ''"" >"* todo gosto, esmero
. |...vs '<. ir.,.: -xlgeate.
N* u,e4k.t '- -logare-ee casacas
>C, etc.
Plvora
De lodas as qualidader
em bar ris e em ta tirinas ven-
de-se no escriptorio do Per-
nambuco Powder Factory
Ra do Commercio n. 6.
Chaca na Magdalena
Arrend-8t ^portante chcara com ras
dependencias, .aada do arrabalde da Magdale-
na liba do R' ro o. 1, com grame sitio arbori-
zado, viveiro e a.-aa encanada, sendo i loqneli*
oo ^ngado a fase* oa reparta necessarioa : a
tratar oa ro do Encantamento n 9. oaa V oras
na manba 88* ds lar e.____________________
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jagnaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do assucar vende-se na
Companhia Exploradora de Prodactoa
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
SeniHntes Je hortai jas
Cor-- flor dita nvca. dita o amelga, dita
tronnio a, 'epolno, rabaoete, Dabov almce, ce*
nocas, i b ccia, salsa vende se na roa do
Racgel n. 15.
* 2
ce
p
O
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DELICADO
AGUA
FLORIDA
A IdLMUN
Mante-n sempre a =ua popu-
laridade. Cautela com as
IMITAES.
DURADOIR
33
m
TI
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m
CO
O
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z
-H
m
m
a=J
H
CC
Semeotes novas de hortalizas
Completo Bcr'im*-Dto.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Poyas alendes & C.
Gaixeiro
Contir'-e a precisar de om rapaz qne tenba
ipratlca de fazendas, trazen Ij atiesado de Com
I omportamento, qoe iodispens.vel assim como
jvenba disposto a trabaloar, isto qne *e dedi
Icaotio a om ba'c> de retalbo. t^oba manetras
I de cd vencer aa pesAoai que veeo> ao estbele-
'cimento compras m^rcadonas e nao levd mai?
'.de om mez, pensaado oSo eei em qoe. da ti.)
i logar a qoe o comprador diga doas e tres viz-
i) qne p tunde, pois do contrario nao se propo*
ota : a tratar dj Bazar tie Afogadoa._________
Atten^ao
0 abaiso asslgoado rende o seo estateleci-
meoto com lo loe os movis e oteosilioe, bastan
te i-oncectdo do dodIico, sitoado na roa do Sol
o. 11. Os p-ttem'entes podara tratar com o
proprielario do dito estabelecimento, das II
oras da manba as 4 da Urde.
Urbano de Lemos.
VINHO VRGEM
DO
DOIJRO
Marca J. D. S.
Especialidade no ge-
nero
Preco
5. 100OOO
IO. 30000
Engarrafado 1 OOO
?eaad n. 7&.
Albina Jaani do Hamfm.
Attenco
Veo le se um excellente cbalet de pedra e cal
, em terreno proprio e morado, com jardim Ba
[(rente, atioade roa da Hora no becco do E*pi-
? beiro da fregoesia da Greca derla edade no.
noero 29 A : a tratar na roa i 5 de Novembro n-
16,1- andar.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Eataa agoas recentemente desebercaa,
j ato bastante conhecidas pela sna efi-
cacia Bem igual as doencas intestinaea,
das dispepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
natureza, bem como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que aeompanbam cada garra
finha.
A' venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seas exclusivos exportadores para
o Brazil os brs.
M- 8ALDANHA & C
Ra dos Douradores n. 82
1.andar (Lisboa)'
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Jola Fernan-les de Aluda
Traveaaa da Madre Deas n. 11
Cal Branca e Vir-
^em de Iag-ua-
rilie
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, salido a unc?
explorad ra de cal ?ran
ca e virgem, avisa aos
consumidores q e nao
tem secursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os feraadeiros pro-
ductos se ene ntfam em
seu ar; -azem do caes do
Apollo n. 73.
llilii II
j! ,' aa II I I' T I
NEM M0DIFICACA0 DE COSTUMES
T
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a
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B
O
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M
3
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Salsa* earoba e mana a-Cura t
das as molestias da pelle rheumntismos agudo
on ebronicos, todas as affccQOes de origem s
pbilitica, escrfulas, ulceras, obas, darthros -
apgens.
.*liulan de -elamlna-Combaetmas
prises do ventre, as encfluquecaft e sao depura
ti" Elixir de imberlbina-Restabel-ce a
dyspepticos, facilita as digestes e p-om vso
defecagSo.
Vinlio de annaz ferruginoso e
quinado-Para os chloro-anmicos, debela
a poemya intertropical, reconstitne os bydrop-
cos, benbericos e coovnlescentes.
Xarope de flor de arneira e ma-
tamba-Huno recommendado na hronchite,
na hemoptise e as tos-es agudas ou chronicas,
na influenza e astbma.
Xarope de mulnng e flores de
lararnajeiras ontra msomnias, nevrose
cardiaca, hysierismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulsOes daa
crianzas.
Vinho de carao, pepfona e laeto
pnosphato de cal. quinado Contra o
racbtismo das mangas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo; faz recuperar as forgaJ
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do illustre chimtco
coutinnam a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio 4 ra Visconde do Rio Braa-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitacoes
Vendem-se as Pharmacias e Drogaras desta
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambocana n. 6, 1." andar, Escriplorio
os de Mutuo uqa ______________^^^^
Pontos nos ii
Colleccao de mosi-as da festejada e muto ap-
pUadida revista Pontos nes ii. A' venda oa
casa Pralle & C. rna do Bario da Victoria
n.J9____________________________
Ourives Oc-
culista
T-EOD' RO JOS' RAMOb DE MELLO
Estabeleciao com officina de oarives i roa das
Laraogecaa o. I, nvisa aos seos fregoezes e ao
reepeitavel publico, qoe tuautem officiaes hab.
Ittadissimox para exeoog&o de qualquer trabalbo
concerneme i sua a*te, esrecalmeme cravagdes
para brilbantes, ocalos, pencioez, moooca'
los, etc.
Donra se, praieia-se qoalqoer metal, oncer-
tos em lt qoes de madrepero a oo eutra qoalqaer
especie, garantindo preces reodicos.
Ra das Larangeiras n.
Chapeos!!!
De sol avariados, om por 1 020, aproveitem a
pecniucba ; vende-e na
LojadaPerola
Domingos Kernan^e.
Cosinheiro o a cosi-
nheira
P-eclsa- e de cm oa Loja das Estrellas a ma
Dnque de Caxias es. 66 e 58._______________
Fabrica de espiritos
Vende-se, de ama petsoa qoe se retira desta
capital orna fabrica de espi itos completamente
xoniada, com porto para embarque, ficaadoa
vontaae do comprador a acqaisicao do predio e
saas dependencias por veBda on arreodamento :
a tratar na rna Doqoe de Caxias o. 71, primeiro
aadar.
E' para faz^r fortuna
Vende se o Ren ra : qoem o pretend r rodera dirigir-se por
carta ao so proprielario siUes -e Reudal. Para
ioformacfies com o Sr. Amonio Soares Raposo
taino docomme-cio la*go da Perjbr, B. i.
Alta Novidade
Em pannos de fil bordados para gnar
oioBes de oadeiras e para presentas, rece-
beram Pedro Antones & C, n. 63. rna
Duque de Casias.
Nova Esperanca
C^TT^B CITUTD DE FBBBI f "9 Bar ^ 300JXCiTamdi6furfiM ICHABLEJ jgsyjsgg,-
tWa^Minl BIWIAIIIWmmTm

I
!

ar*


^"""W'V^
s
Diario de P^rnamluico* Uarla ffefral
11 nuw m
38-Ra do Baic da Victoria38
Tem recebido ltimamente de Paris um variado
sortimento em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
------------::------------
Ricos corles de Velludo Flamboyant.
Gates de seda lizas e com desenhos.
Espartilhos finos em seda e de brim.
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
Camisas de seda c de linbo guarnecidas de
rendas e fitas. .
Leqnes de madriperola e de phantasia a Luiz
XIV.
Cortinados de fil para cama.
lleias de seda e de fio de escossia para homem
e senbora.
"~~ ....
Esleirs brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa. '
A (mofadas bordadas a oaro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodao.
illMli MW i
TELEPHONE---59
EMl'LSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHARMACETICO
::::::: pelvescola se imun i mmsk ia sabia
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas he ras os verme* intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso porgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creabas
seln repugnancia. Em sua composic&o nao entram substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colberes das de sopa. Crianeas eolheres das de cha. D ser
tomada pela raanh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
aguaicada. ^
7 1 2S000
Duzia de 1/2 100O0
1 t 200000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
Praga MacielPinheiro- P PERNAMBUCO
PB1T0HAL CATHARINENSE
XAROPE DE"ANGICO,TULU'_EBGOACO
C O MjP S 1*C l'O DE RAllLIV|EIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Brazi
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposicBiS.
Recommendado na clnica medica de distiactos facultativos como grande
Bieficamento para combater tosset, brouchites, asthma tisica, coqueluche, ronqui-
dSo e todas as mo'estias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OLIVEIBA, nicos proprietanos e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmactas e drogaras
"DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga & C.
Ra do Marques de Olinda n. 80
FOLHETM
CRME MISTERIOSO
TRADUCCO
;DE
a
iitsaa: be fabu



(Cei.tinuacao)
Permitta-me que lhe pergante te
tem alguma razao para pensar que se
passou algum tempo desde que esta des-
granada foi ferida ou se, pelo contrario,
desorreram apenas alguna minutos antes
do crima ter sido descoberto.
Muito pouco tempo antes. O jant*r
fumava na coiinha, onde esta va j nos
pri*t->s promptos para irem para a mesa.
Entae, declarou o polioia com s-
Vita convicio, ama nica palavra bas-
tar para lie provar quo o cor cunda nao
o criminoo, porque nao entrn aqui.
Esteve toda a manba na sala do tribu-
nal e at ao fim da audiencia. Sei o eu
porque o vi.
Rermente ? Est bem certo ?
mm Gertisaimo; estova sentado junto da
porta. Notei o muito particularmente.
Hubi I E' singular! diste o Sr.
Ferrii no tont enfadado d'um hornero im-
-resiionad por ouvir combater urna thes-
,* qa julga nio tr replica.
n__Maito singular, repeta o corse*,
to singular que me inclino a acreditar
que nao esteve semp-e all sentado. Do
tribunal aqui apenas um paese. Teria
tempo de ir e de voltar emquanto limpa-
va a luneta ou tinha as costas volta-
rias.
Byrd nao julgou necessario responder.
ContentoD-8e em observar com ar in-
diferente :
O carregador um freguez de as-
pecto bastante desagradavel.
Ferris poz a mao sobre o dinheiro que
estava anda sobre a mesa e observou sec-
camente:
Ura carregador nao teria commet-
tido um crime de homicidio seno para
roubar ou para fugir se tivesse sido des-
coberto no momento em que roubava.
Admitte-o nao verdade ?
Pois muito bem, o homem que feriu
esta mulher nao foi visto por ella, porque
a posicao do corpo d'esta, quando a en-
contramos estendida no sobrado, prova que
nSo tinha a cabeca voltada para e seu
lado, e, mais anda, qae nao tivera ne-
nhuma altercacSo com elle, tao sereno es-
tava o parecer.
como em vez de se apoderar do di-
nheiro, o deixou all, estando ao alcance
da mo ?
O joven polica meneou a cabeca com
a mesma indifferenca.
E' urna das anomalas que se en-
contram algumas vezes na perpetrado dos
.rimes, disse elle, e de qae fallamos esta
manbB ; talvez o meco de .Antes se assus-
tasse e perdesse a serenidad talvez taoa-
bem tivesse realmente osfdo alguem
pe<-to da porta e fosse obrigado a fugar
sem tettempo para recolher o fructo de
seu crine.
Ok com os talvez, replicn Ferris,
que una vez formada a sua conviccio
nio se deixava render fcilmente.
Comtudo, iito mu'o possire', con- '
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tinuou Byrd sem parecer notar aquella
irnica interrupco. Apeaar de tudo,
pens que esse homem d?ve attrahir mais
a nossa attenjao do que o corcunda.
E, tazando re^peitoao cutnprimento aoa
dois gentlnmen retirou-ge tranquilamen-
te.
Ferra entregou-sa logo ao seu momen-
tneo mau humur.
Atinal, disse elle, aquello rapaz tem
provavelmente razio. No eDtaoto nada
me tirara da abeca que o corcunda deve
ter tdo conbecimento d'esta morte.
O coroner fez com a cabeca um sgnal
affirmativ.
II
Era hora e mea da tarde.
Perto de dus horas se haviam paasado
desde que a viuva tinda sido levada para
a cama e nenbuma melhora se hara ma-
nifestado do seu estado
No quarto eataram reunid js, com o me-' ta ?
dico, duas ou tres visinhas que vigiavam
a respiracSo, promptos a notar a mais li-
geira madanga na rigidez do rosto, ja
com o sello da morte.
Na tala, o advogad > Oi'cutt conversava
em tos baixa com Ferris a reipoito das
diversas circamstaocias da vida da viuva
com quera tivera dorante annos relaco
diarias, emquanto que na ra a multidau
reunida deante da porta da casa trocava
acerca do homem preso e do corcunda re-
flexSes que Byrd, encostado parede, ou-
via com ar distrahido e indifferenta.
De repaste, dominando o murmurio da
multidlo, eleroo-se ama voz de mulber,
clara, vibrante.
O qae once? Mrs. Cenmeos est
morta ? Ferida por um homem ? Assassi-
nada m sua propria cas ?
Um. rapariga acabava de parar, fallan-
do, deante da porta, ama rapariga nota-
vemente termos* ; de porte mageetosu, de d
Cortamente que n8d est morta, dis-
se alguem na multid&o ; mas est grave-
mente drda e os meiieos affirmam qae
nao ha esperanza.
Se lo fosse to robusta teria cabido;
mas fcou em p, dirigida, sem movimento
e parecen concentrar todas as suas facul-
dades.
Isto espantoso !... horrivel...
murmurou ella, como se alguma coisa
protestasse no sau espirito, nenhum be-
neficio pode resultar, nenhum.
ntao, parecendo despertar para a sea-
na que se passava em torao d'ella, aba-
n a a cabeea e ezclasnea :
E' esse tal moco de fretes o crimi-
noso, pens eu. Palo menos foi o qae me
disieram.
Sim, foi preso um homem cerno soc*
p -ito.
-- S) suppeito porque est culpa-
Casemiras pretis e decoics de 8 a 4)J o
covado.
Sarja preta fina, pura l a 58500 dem.
Morim finissimo com 24Jrdas de 15$ a
10)5 a pea.
Ditofrancez de 120 a 83 dem.
Ditop'ra noiva a 3S5U0, 48 e 4S500
dem,
''retoes francezes a 600 rs. o covado.
Algodos nho T muito largo de 12$ a 85
a pe^a
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o ovado.
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18500 o ovado.
Cambraias brancas, rendadas a 500 e
700 rs. o covado.
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vidad i a 500 rs. o covado.
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Surhats de e^da, todas as cores a 1$500
e 28 o c vado.
Cachemira infestada de listas e quadros
ae 25500 a 800.
Meias cruas, inglezas pira hom m de
123 a 68 a duzia.
Cam sas para homem de 808 485.
Atoalhado b'anco adamascado par mesa
de 48 a 2$500.
Guardanapos tranco adamascado de 68 a
3-5J00.
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todos os corpos.
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com toscripcOas e lisos
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ch?s e fronhas tuio para cpame ato.
Damasco, pellucia e rops propnos para restos te iros
e cortinas.
Uioaa arrande quaatidade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setinetas qwe se
vende por barato precio.
LOJi D\S ESTRELLAS
56e58 RuaDuqne deCaxiis 56 e 58
TELEPHONE N. 210
GRANDE
IAL
nobre presenca ; mas apezar da larga
fronte branca, apezar dos olhos claros,
profundos e movis, nariz aquilino e ca-
racterstico, labios vermelhos e nervosbs,
tinha em si alguma coisa mais impressio-
nadora do que a formosara ; era um ar de
insondavel mysteno.
Era evidentemente orna mulher qae
se adorara, mas qua nunca se consegui-
ra comprehender ; urna Sphinge sem usa
(Edipo.
Estava vestida da verde escuro e tinha
luvas calcadas.
Pareca estar vivamente assustada.
Porque a5o me reep ndem ? pergun-
tou ella depois da pausa de um instante,*
corno 89 n&o tivesse a conscennia de qua,
aos que a conbeciam como acuelles que
sao a cenheciam, e seu ar e maneiras de-
viam naturalmente impr silencio. E'
preciso que entre na casa para me cer-
tificar se esa senbora esta ou nao mor-
HOSPEDARAS
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccSo do seu hbil proprietario MA-
NUEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura a
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tar
bem pela posijo hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformacSes por que tem passado este Hotel, consegaj
afinal o sen incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
greferida pelos Ilustres viajantes.
OSPEDARIAS de 1 e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEBISTFOS
POUR SE MANGER. Salpic3es, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, sussos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEG4
E' esplendido o sortimento de vinhos Figuaira, Bordeaux, Porto, Vermouth
esgnac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odo3 recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande"deposito da
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaui em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condicSes do mercado e precos aem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRGLtt
E entrn na casa
Posto que o murmurio que acilheu estss
palavras fosse geral, nao fez impressao
em Byrd.
Inclinra-se para seguir com o olhar a
rapariga emquanto se affastara; mas,
como a vista lhe fosse interceptada palo
perfil de urna velha, recuou com impacien-
cia.
Alguma ceisa que leu no rosto d'esta
fez com que se Iba dirigase.
Conhece aquella senhora? perguntou
elle.
Conheco; miss Dar.
Urna prente da mulher assassina-
da?
Nao responden a velha com ase-
dume ; sao extranhas urna outra,
A esta resposta inesperada, Byrd deu
para deante um passo imperceptivel.
Fique, disse ella com voz rouca.
Por eBtranhaa que-o dizer que nao se vi-
sitavam. A cidade maito pequea para
qae nao se conhecam todos.
Byrd approvoa com a cabera e aprea-
sou-se em seguir no interior da casa miss
Dar.
Vale a pena examinar isto, pensava
ella com o primeiro symptoma de atarea-
se por esta caso.
O qae va ao entrar nao era para dimi-
nuir o sen iateresse.
A joven estava no meio da sala, reso-
luta, imponente, cam os olhos fieos na
porta do quarto para onde tinkam levado
Mrs. Clemmens.
Pareca ter feito j urna perganta qae
lhe feaviam respondido.
Nio sei o qae hei de dizer para ex-
plicar a minha presenca, observeu ella
mas a morte en, pelo menos, a agona
d'uma pessoa de quem teme oovido fallar
parece-me to terrivel que...
Orcutt interrompeu-a delicada, quasi
ternamente, com tal auctoridade paternal
que Byrd esperava vel-a respeitar.
Imogene, observou elle, nSo aqUti
o seu logar. O horror do acontecimento
faz com que se esqueca de si propria.
Volte para caaa e espere por mim para lhe '
dizer, quandp voltar, tudo qaanto possa
ter interesse em saber.
Imogene nem sequer olhou para elle.
Dirigiu-se a FerrB.
Nao sahirei emquanto nao tiver vis-
to o logar onde essa popre mnlher cahiu
e a arma com que foi ferida. QueYo
ver tudo. Ter a hondada de mostrar-
me ?
E, sem dar razao alguma para este ex-
traordinario pedido, espern resolutamen-
te.
O attorney do districto, apanhado da
improviso, dirigiu-se para a porta da casa
de jantar dizendo:
Vou consultar o coroner.
Mas sem se preoecupar com a permissao
do coroner, miss Dar seguiu Ferrfs e en-
trou atraz d'elle no quarto.
Onde eBta Mrs. Clemmens? perguatoa
el'a.
Iadiaarau-lk'o i
Mostraram-lhe tndo quaato desejavav
ver sem lhe fazerem perganta alguma.
Pareca impdr-se a toes os assistentes,
excepto a Orcutt.
A este causa va admirac&o e suato. ,
E foi um mogo da fretes quem fe2
isto ?! exciamou ella finalmente, ao mes-
or tempo que, pensativa, baixava os
elhas. (
De repente estremecen, ou, pelo menos
Byrd assim o iaaginou, deu um pass
para deaote e pos com precaaco o p
tm um certo logar do tapeta.
{CnUina).
m
Typ. do Diario, rma Duque da Oaxiao, 4$
\
A.


Full Text
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