Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17442


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Full Text
y

'

ANNO LXV NUMERO 30
wmm
PARA A CAPITAL E LUGARES! 0\DG XA SE PACA PORTE
....... ... 60000
.......... 12,5000 i
. ......... 230000
......... 0100
' Por tres meze adiantados.
Por seis ditos idem.....
Por un anno idem.....
Cada numero avulsoj do mesmo dia.
QT-FERA '7 D FBVERRO DE 1889

PARA DEMTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.............. 130500
Por nove ditos idem..............' 200000
Por um anno idem... ............. 270000
Cada numero avulso, de das anteriores ......... 0100

DIARIO DE PERNAMBUCO
Trcpriedade de Manoel 3%gueirca de diaria d%U)QS
fc TELEGRAMMAS
isavij: pasticulas so biasio
^{10 DE JANEIRO, 6 de Fevereiro,
Hj2 horas e 17 minutos da tarde.
vitalicio o apfessor de
tria e arithmetica do CniW> Anexo
Faculdade de Direito do Recife, bacha-
rel Manoel Fernandes de S Atnunes Fi-
3io.
" Chegou da Baha o Baro de Gua-
hy, ministro dos negocios da marinha.
Falleceu o capitao de fragata Pedro
Nolasco Pereira da Cunha.
:"":::i: ah&cia savas
PARS, 6 de Fevereiro.
Mr. Fouillat ministro da justica tendo
dado a sua demissao foi nomeado para
substituil-o Mr. Guyot Dessaigne, deputa-
do pelo departamento do Puy do Dome.
A commissao da Cmara dos Deputados
encarregada do examc do projecto de lei
sobre o restabelecimcnto do escrutinio por
rfrcuui.>erpi;ao (' favoravel ao prujecto.
4
'-'Agencia Havas, filial em Pernambuco,
^ de Fevereiro, de 1889.
HSTRDCqO POPDLAR
AS GRANDES IWEphS
ANTIGS K MOBKRNAS
AS
Sciencias, industrias e artes
POR

IV
O papel
(Continuacao)
Os aperfeigoamentos da industria da fabricacao
do papel foram vagarosos ou pouco sensiveis
durante os seculos XVTI e XVIII. Os processos
usados durante este longo intervallo exigiam um
numero consideravel de operarios, porque todas
as operages se executavam a mo. A descober-
ta da |>bricagao do papel por meio de machinas
veto dar ento a esta industria um impulso im-
menso. A gloria deste invento capital cabe a
om franeez pornome Luiz Robert, empregado na
papelaria dfcssone.
Os primeiros papis que se fabricaram na Eu
ropa eram destinados a escripia; portante eram
colladose omito encorpados. As primeiras obras,
impressas foram executadas em papis collados.
o que. alm d'outras vantagens, permit'ia rnal-
as uiais fcilmente de pinturas e desenhos feitos
mo para Ibes dar appareocia de manuscriptos.
S6 no seculo XVI se comegaram a imprimir livros
em papel sem colla ; por esta causa o valor do
papel destinado a impresso diminuio, desde
ento, de malade.
Nos gecnlos XVII e XVIII o fabrico do papel
leve em Franca e Alleraanha grande incremento.
Ja em 1613 a Franca exportava para Hollanda e
Inglaterra toda a sorte de papis, no valor de
mais de dous milhes do libras tornezas.
Foi em 1799 que Luiz Robert imginou urna
serie de apparelhos mechanicos com o auxilio
dos quaes se podem produzir follias de papel de
um comprimento indefinido e de urna largura de-
terminada. O inventor obteve do governo fran-
cez, por toda recompensa, urna somma de 8:000
fran*.
Para prestar grand-'s semgos, neressitaw o
systema de Luiz Robert de ser aperfeicoado.
Fi r Hriaierra, em 1803, que a idea fecunda
de RdBr recebeu a sua applicaro pratica. D.
Didot&iint-Leger, proprietario da fabrica de
Eawktmha comprado a Luiz Robert o privi-
legia de ravengo para a fabncaco do papel con-
tinnl. Como nao encontrasse em Franca os au-
xilie < flem o incitamento necessario para aper-
feicoar este importante invento, parti para In-
glaterra, esperando achar ueste paiz mais recur-
sos, -uaesperanga nao foi f rus tuda. E' sua
perseveranra e as sommas immensas que foram
Sosias sua disposigao por muitos fabricantes
e Londres, que se deve a construccao definiti-
va da adrairavel machina que hoje usada para
fabricar o papel continuo.
Em 1814, M. Didot Saint-Lger trouxe para
Franca esta machina aperfeicoada. Estabeleceu
em casa de M. Berihe, proprietario da papelaria
de Sorel perto d'Anet, urna machina que havia
sido construida por M. Calla. Por cooseguinte
este novo methodo de fabricar o papel foi ima-
ginado em Franga ; mas abandonado neste paiz,
foi necessario ir procurar em Inglaterra o inci-
tamento necessario para attingir a perfeicao.
Mais abaixo se ver que o mesmo acontecimento
se nproduz a proposito da descoberta e execu-
co a illuminaco a gaz.
Ebi 1827 j existiani em Franga quatro ppela-
ras rubalhando pelos processos mechanicos ;
em l3i baria doze, e presentemonle contara se
mais de duzentas e trinta. Os esforgos de MM.
Chao!!<'. Cansn e Montgtllier contribuirn!
muitssimo para o desenvolvimento desta impor-
tante industria
(Contina)
PARTE 0FF1C1AL
icios do Poder-E&ecutlvo
DECHETo N. 10.170de 86 de nona-
to de 1889
Establece tarifa viovd as alfandegas ]
f'jbricados no paiz, a qual
reo proxi-
n dianL, de conformidad*
, n. 4 da lei n. 3396 de
le 1&88.
, art. 2., n. 4 da lei
n. 3.397 de 24 de Novembro do anno pas-
sado, Hei por bem decretar :
Art. 1. Alm dos direitos estabeleci-
dos na tarifas das Alfandegas para as mer-
cadorias comprehendidas na tabella junta,
cobrar-se-ha, do dia 1 de Marco do cor-
rente anno em diante, urna porcentagem
addicional, calculada sobre os mesmos di-
reitos, e projtorcional oscillacao da taxa
de cambio, ni razao eeruintc :
De 22 1\ at 2& dinhJMpor **, 6 %
De rtaisMe 25 at 27 lj2 .15 Io
De mais de 27 Jg.....20 i0
Art. 2 O miriietni da fazenda deter-
minar em tempo opportuno a taxa que
deve ser cobrada em todas as alfandegas
por occasiao do despacho para consumo
das referidas mercadorias.
Art. 3. As'alteracoes de taxas assim
determinadas entrarSo em vigor as mes-
mas alfandegas no dia seguinte ao em que
forem n'ellas recebidas as ordens respec-
tivas.
Art. 4. Fiean revogadas as disposi-
eSes em contrario.
JaSo Alfredo Correia de Oliveira, con-
selheiro de estado, senador do Imperio,
presidente do conselho de ministros, mi-
nistro e secretuio de estado dos negocios
da fazenda e presidente do tribunal do
Thesouro Nacional, assim o tenha enten-
dido e o faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 26 de
de Janeiro de 1889, 68." da independen-
cia e do Imperio.
Cora a rubrica de S. M. o Imperador.
Jodo Alfredo Correia de Oliveira.
TABELLA A QOE 8E REFERE O DECRETO
N. 10.170 DESTA DATA
Artigos d'i
tarifa Mercadorias
30. Couros sem pello e envernisados,
excepto cainurc^ e e pellica.
32. Arreios.
36. Calcados.
46. Malas.
53. Sellins.
58. Conservas de carne e extracto de
carne.
60. Coila.
61. Espermacete em velas.
64. Linguas em conservas.
67. Conservas de peixe.
72. Stearina em velas.
98. Fructas <2m conserva e em doce.
107. Tomates preparados de qualquer
modo.
123. Fumo.
171. Perfumaras.
361. Aparadores.
365. Bahs c caixas.
366. Bancos, mochos e tamboretfts.
372. Bercos.
373. Bidets.
374. Buhares.
381. Cadeias.
382. Camas.
385. Commodas.
386. Consolos.
388. Cupola para cama.
390. Formas.
393. Genuflexorios. +
394. Guarda-loucas, copeiras e guarda-
roupas ou guarda-vestidos.
396. Lavatorios.
398. Mesas.
408. Retretes.
408. Sscrctrias.
410. Sofs.
415. Toucadares e psychs.
419. Obras nao classificadas de talha e
mobilias movis.
467. Algodo em fio simples para trama
ou urdidura, cr, branco ou tinto
e o torcido ou enfranjado para
pavios.
477. Riscados entrancados.
484. Cobertores ordinarios.
499. Lonas e meias lonas.
504. Meias rJIo especificadas.
509. Panno de algodao, liso ou entranca-
do, cr.
514. Riscados lisos.
515. Boupa feita de tecidos e especifica-
dos n'esta tabella.
516. Saceos na especificados.
531. La em o simples para trama ou
urdidura, cr ou tinto.
532. Feltro bao ou estampado.
536. Baetas e baetoes.
537. Baetilhas e flanellas.
547. Chales, mantas, lencos e palas.
548. Chapeos de feltro.
550. Cobertores.
564. Pannos, casimiras e cassinetas.
567. Roupa feita dos tecidos especifica-
dos n'esta tabella.
666. Papel de embrulho.
673. Barro em obra.
852. Caixa para carros, carrinho e'car-
ruagens.
853. ( arros o mais vehculos comprehen-
didos ueste artigo.
854. Carros para estradas de ferro.
855. Carrocati e mais vehculos compre-
hendiclw n'este artigo.
1027. Carros de mao ou de aterro.
1073. hocolal.2" commum ou de refeico.
1076. Dces e confeitos.
1092. Manequ as.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de
Janeiro de 1889.
Joao Alfredo'Correia de Oliveifa.
Goveruio da Provincia
DESPACHOS A PRhSIDENCIA DO DIA 5 DE
FEVEREIRO DB 1889
*Arthur Octuviano da Silva Ramos.It-
forrne d- Sr. ins ueto>^ral^da. Instruccio
Publica. '-"'
Manoel do A'ascimento Reg e-Cetario
Barbosa de liara.Informo o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Bom Jar-
dim.
Caetano de Corli.Requeira a reparti-
cao fiscal competente.
Clementino Accioly Lins.Requeira a
Thesouraria de Fazenda o rclacionamento
da divida para ser solicitado o competente
crdito.
Jos Jeronymo da Silva.-^unte pia-
cama.o. ^ -1M
.Toaquim Elr de |Albuquerque Reg
Barros.Indeferido, a vista da informa-
cao do Thesouro Provincial.
Mara Amelia Forjaz de Lacerda.De-
ferido com officio de hoje ao Thesouro
Provincial.
Victorio dos Santos.Ao juiz substituto
do 1." districto criminal para fazer re-
gressar sendo verdadeira a allegacao.
Tenente Thomaz Jos de Mello. -Nesta
data expeco ordem ao Thesouro Provin-
cial para pagar a quantia de 60#000.
Quanto ao restante, estando escripturada
no quadro da divida passiva que foi re-
mettido a Assembla Legislativa Provin-
cial, cumpre ao supplicante aguardar, o
preciso crdito.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 6 de Fevereiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartleo da Polica
2.* seccao.N. 131Secretara da Po-
Uca de Pernambuco, 6 de Fevereiro de
1889. Mm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram hontcm recolhidos
Casa de Detenao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Sevcrino Gomes de Mello e
Vicente Baptista Mendes, vindos do termo de
Pao d'Alho, como vagabundos.
A' ordem do Dr. juiz substituto do 3 districto
criminal, Cypriano Dias do Espirito-Santo, que
voluntariamente se apresentou por estar pro-
nunciado as penas do art. 193 do Cdigo Cri-
minal.
A' ordem do Dr. delegado do Io districto da
capital, Symphronio Clementino da Silva e Auas-
tacio Raymundo Guimares, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto, Severino Jos da
Silva, por uso de armas defeza.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Benjamn Alves de Miranda, Prisco
Marinho de Souza, Florencio Jos dos Sanios,
Er disturbios ; Maria Joanna da Conceigo e
rana Eugenia da Conceico, por offensas a
moral publica.
A' ordem do do Io districto da fteguea de
S. Jos, Lauriano Jos Pereira, Joo Eustorgio
Feitosa, Maria Francelina da Conccicao e Maria
das Dores dos Prazeres, por embriaguez e dis-
turbios.
A' ordem do do 2o districto, Antonio Piauhy,
Joao de tal, Manoel Francisco da Costa, Ruti-
liano Sultano Bandeira de Mello, Candida Maria
da Conceigao, Francisca Maria de Paula, Ursu-
lina Maria da Conceico e Jovina Rosa da Silva
Salles, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da freguezia da
Boa-Vista, Candida Maria da Conceic&o, Ursuli-
na Maria da Conceico, Mara Francisca Guerra,
Jos Guilherme de Sant'Anna, Jospha Maria da
Conceico, por disturbios e offensas moral pu-
blica.
A' ordem do do Io districto da freguezia ,de
Nossa Senhora da Graca, Jos da Cruz Amorim
Jnior, por disturbios e uso de armas defeza.
ommunica o Dr. juiz municipal do termo
de Gamelleira, ter sido alli capturado pelo sub-
delegado do districto d'aquellc termo, o indi-
viduo de nome Manoel do Nascimento Tavares,
criminoso de morte no do Brejo da Madre de
Deus
Deus guarde a V. Exc.IUm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
G-es, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de polica interino, Daro
Cavalcante do Reg Albuquerque.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 5 DE FEVEREIRO
DE 1889
Jos Frmino Ribeiro.Aprsente o bi-
lhete.
Luiz Epiphanio Maurica, Manoel Jos
de Miranda.Pague-se.
Bacharel Francisco Silverio de Farias,
Cunha Irmlos d .Certifique-se.
Francisco Pereira de Barros.Certifi-
que-se.
Jos Antonio Goncalves Penna.Certi-
fique-se.
Olympio Jos Ribeiro.*Ao Sr. Dr. pa-
gador para attender.
Paes & Hollanda, Antonio Tiburcio de
Mello.Informe o Sr. Dr. administrador
da Recebedoria Provincial.
Officio de Manoel Paschoal de.Lima.
Ao Sr. ajudante do procurador dos feitos
em Taquaretinga.
Officio da Veneravel Irmandade de San-
t'Anna da Igreja da Santa Cruz.Ao Sr.
thesoureiro para sen conhecimento e fins
devidos. ,
Joao Hermenegildo Burges Diniz, Joao
Fernandes Lopes, Nicas da Silva Gus-
mao, officio n. 162 do'Quartel do orpo
de Polica, Petic8es (2) de Francisco Pe-
dro Bolitreaa.Informe o Sr. Dr. conta-
dor.
< onta da Empreza Telephonica Bour-
gard conta da collectoria de Iguarass,
Amaro Joaquim do Espirito-Santo.Ao
Dr. contador para os devidos fins.
Medeiros & C. A' contadoria para
mandar escripturar o debito.
Joaquim O aleo Coelho.A' contado-
ria para fornecer com urgencia.
' O mesmo.A' contadoria para cumprir
o despacho da junta.
Guilh'Tiuina Maria da ('onceicao Padi-
lha, Gentil Correia de GusmSo, Benedi-
cto Marques Vieira, baharel Zozimo Ze-
naides da Cmara Lima.Haja vista o
Dr.- procurador fiscal.
Joao (WRego Barros.Indeferido, em
vista da^aformacocs.
DIARIO DE PERMMDOCO
RECIFE, 7 DE FEVEREIRO DE 1889
Retrospecto poltico do anno
de18SS
POLTICA GERAL
(Conclusao)
^^HWaVtautas laraentaces sobre a insufli-
cieiWpde sms forcas militares, a Inglaterra teve,
alinal, o prazer de alcancar urna victoria contra
os destemidos sndanezes. ltimamente o gene-
ral Francis Grenfell, um dos commandantes das
tropas ingleuis no Cairo, recebera ordem de mar-
char para o Sudo a frente d tres mil bomeus-
0 facto cauou geral surpreza. Nao bavia muito
que o primeiro ministro da rainha Victoria, obe-
decendo sem duvida a tnstissimas recordaces,
tinha declarado nao ver o minimo interesse para
o seu paiz na oceupaco de Suakim. Ora, desde
que os inglezes, gente eminentemente pratica,
nao veem luzir o lucro em qualquer cousa, nao
fcil que a emprehendam. A guarda de Suakim,
o chamado baluarte do Egypto, eslava entregue
a pobres soldados de khediva, os quaes suppor-
tavam o apertado cerco da9 tropas de Osman
Digma, o braco direito do antigo mahdi. Por
que se resolva lord Salisbury a mandar soccor-
rer esses infelizes egypcios, cuja vida nao pare-
ca ser tida antes em grande prego as margens
do Tamisa! Ninguem o sabia dizer ao certo.
Essa resolucao inesperada impressionou viva-
mente Lonares, dando lugar a interpellaces de
John Morley e a severas criticas de lord Ran-
dolph Churchill na cmara dos communs.
Entretanto o general Grenfell chegava com a
sua gente sitiada cidade, onde procurou reali-
sar mais urna vez o Veni, vid', vid do here
de Pharsalia, guardadas as devidas proporces.
Com effeito, deu sem perda de tempo assalto aos
sitiantes, que foram obrigados a retirar na direc-
cao do norte, deixando a cidade livre. 0 com-
bate de 20 de Dezcmbro durou pouco mais de
njeia hora. Segundo telegrammas em que o
chefe dos sudanezes com certeza nao collaborou,
perderamaestes quinhentos dos seus, entre nfcr-
tog e feridos. As perdas inglezas e egypcias nao
excederam de trinta e tantos bomens, se nao hou-
vealgum engao na conta.
Quaes si-ro os resultados de tao rpido trium-
pho ? Serio taes que consolem a Inglaterra das
derrotas anteriores ? Fal-a -ho esquecer a des-
gmida"Spedca de Hicks Pacha, o fim tr-
gico de Gordon e os revezes que desanimaran! ao
proprio lord Wolseley f 0 futuro que ha de
responder a essas interrogacOes.
Se os vencedores, reanimados pelo bom xito
desse ultimo commettimento, estenderem as sua3
operacOes ao interior de Sudo, expem-se a se-
rias contrariedades, e talvez condemnem a morte
cruel e inevitavel os exploradores Emin Pacha e
Stanley, se, consoaote a crenca de alguns, ver-
dade que anda vivem, e se os mahditas os con-
servam prisioneiros, como tambem se suppOe.
Dizem que a recente aventura britannica se
subordina ao mesmo peusamento que ha annos,
determinou o bombardeio de Alexandria, acto de
covarde violencia que na historia dos crimes in-
ternacioaaes so tem um digno equivalente na
imposigo do opio aos chinezes. A Inglatena
quer perpetuar a sua oppressao no Egypto, esse
desventurado paiz, cujos annaes uos ltimos lem-
pos do a medida exacta da m f e sordidez
mercantil, da affrontosa immoralidade cora que
os occidentaes exploram os povos extra-europeus,
em nome de urna civisaco que apresenta mu-
tas vezes o aspecto da mais vergonhosa* deles-
tavel barbaria. Se os inglezes se nao proclama-
rain anda exclusivos senhores da anti&a patria
dos PharaiSs, porque se Jhes oppoem aos desig-
nios o governo francez e os de todas as Outras
naces interessadas no chamado equilibrio orien-
tal c as indignas depredacOes de que a popula-
cao egypcia tem sido constante victima. O tra-
balho desse activo povo, nao obstante a ferti-
lidade do solo regado pelo Nilo, totalmente
absorvido pelos juros de enorme divida externa
e pela m gesto financeira, entregue, por brutal
violaco dos principios mais elementares do di-
reito internacional moderno, aos agentes dos
proprios credores do estado. Essa divida creou-a
a ambico sera escrpulos dos capitalistas do
Occidente, auxiliada pela estupidez esbanjaiiora
do antecessor do actual khediva i oncorrem
para aggravar cada vez mais essa triste situaco
os gastos com um funecionalismo absorvente,
parsita e na sua mxima parte estrangeiro. Se-
gundo'um recente e longo estudo de Edmond
Plauchut, as obrigacOes do thesouro kliedival
elevavam-se o^nno passado somma de.....
2,5;5,7"O,0O0 francos. 0 dispendio mensal com
empregados de todas as nacionalidades, me-
nos egypcios e turcos, era em 1886, de 940,985
francos. Percebiam esta quantia i2 allemes, 7
americanos, 427 inglezes, 153 austracos, 18 bel
gas, 2 dinamarqueses, 117 grecos, 5 hollaudezes.
511 italianos, 7 rumanos, 9 russos, 6 suecos, 4
hespanhes, 319 francezes e 25 suidos.
Adventicios de toda a especie dominam o paiz,
em quanto os naturaes arrastam a mais misera,
vel das existencias. Os pobres e pacientes fel-
lahs cultivara a trra com amor e incompara-
vcl actividade, mas o fructo de todos os seus
esforcos cruelmente extorquido por pesadsi-
mos tributos.
E f hzes se consideram aioda assim, em quanto
os n.io (iran i forca das Jsoaa occup:iees or
diaras e nudez de suas cabanas, para ahs-
U1I-08 n'uai exercito que nao temmissopatrioti-
anles destinado.a servir inciufessaveis
^sijinios de estranlios ; era quanto os nao ar-
rastam amarrados al ao Cairo, para d'ahi os en-
viaren! comosoldalos para asgustaurasmpre-
z;ts, conforme apraz a phantasia sanguinaria dos
se'us dominadores. Foi isto o que precisamente
aconh-ceu cpm os que forruaram as forcas do ge-
neral Hicks, e que com e*tes pereceram, do pri-
meiro ao ultimo, as mos dos sudanezes, cuja

f

rvolta em nome da rel'giSo, coincidi com a de
Arabiemnome do patriotismo, sendo ambas pro-
vocadas pelo mesmo sentiraentoa indignaco,
o odio contra o estrangeiro extorsor, desmora li-
sado e violento. \
Dar-se-ha que a nacionalidade britannica, e as
que a acorapanham no desejo de engrandecimento
territorial, colham ampios proveaos raateriaes
das iiijusticas e indignidades que commettem
fra da Europa ? Mil vezes se tem demonstrado
irrefutavelmeutc que iifto. As eraprezas longi-
quas de ordinario apenas aproveitam especu-
lado individual, aos]industriaes gananciosos, aos
aspirantes ao alto funecionalismo do estado, aos
que as regios para onde sao enviados ou attra-
hidos satisfazem a sede de mando improbidojo e
toda a especie de egosmo sombra da bandeira
que os garante. J alguem disse que os ingle-
zes n5o possuem a India; sao possuidos por ella.
Est;; proposico pode ser generalisada. Por
amor ao alargaraento indefinido do imperio co-
lonial, nao s na Asia, mas em todas as partes
do mundo, os governos da Gr-Bretanha teem
esquecido completamente grande numero de
problemas de ordem social, cuja solugo instan -
temente Ihes imposta dentro dos limites relati-
vamente estreitosdo afamado archipelago eu-
ropeu.
Os estadistas britannicos ambicionara a posse
definitiva e indisputada do Egypto, pela mesma
razao que os levou a apoderarem-se de Gibraltar,
Malta e Chypre. Querem ter cada vez mais lar-
go e desembargado o caminho para o ocano
Indico. Favorece-lhes esses intuitos e dominio
da entrada do canal de Suez, em cuja neutrali-
dade verdadeira e segura ha muito quera nao
queira acreditar, dadas certas e determinadas
circumslancias, apezar das convenges ultima-
mente effectuadas. 0 mal para os inglezes est
na theoria comida no celebre dito do russo Sko
belef, segundo o qual as chaves dos esireitos
esto nos steppes da Asia, no Afghanistan, po
dendo, em caso de necessidade, ser procuradas
no proprio valle dolndus.
Pelo que respeita aoSudo, a Inglaterra oflicial
solicitada, alm do mais, pelo espirito mercan-
til da sua burguezia. A posse dejvastas re-
gies inexploradas, alguns milh5es de homens
para vestir, os mais ricos productos africanos
para trocar com os mais ordinarios artefactos de
exportagao. eis o que excita vehementemente a
cobica dos mercadores doJReiao Unido, que alias
nio sao os nicos na Europa a deixarem-se at-
trahir por essa seductora perspectiva. Se fossem
qauto mais vasta ao seria j hoje a influencia
da Inglaterra no continente negro I om que
ardoa e habitual sein-cerernonia teria ella appli-
cado. anda no anno Ando, o sic vos non vobis
cobigada frica portugueza, se o pequeo reino
da Iberia nao estivesse ha terapos dedicando at -
tengio especial ao que Ihe resta, ao que Ihe dei-
xaram de mais importante dos vastes dominios
que ha seculos conquistou comjinaudita bravura !
Os governos occidentaes, em sua grande maio-
ria, veem ha muito no vasto territorio africano
a idade de ouro do commercio e da industria de
seus respectivos estados. Allegam que a po-
duego superabunda na Europa, com quanto alli
morra anda muita gente de fome e as classes
opararias vivam na mais profunda miseria :
necessario, portanto, preparar esse immenso es-
coadouro ao vomito continuo e cada vez mais
abundante das machinas. O principe de Bis-
marek, por esta ou aquella razao, foi um dos l-
timos a moslrar-se convencido da sabedoria des-
ses conceitos. Recouheceu-a, por fim,Mescobrin-
do talvez na expanso colonial um meio de pre-
encher as lacunas do seu socialismo. O caso das
Carolinas deixou patente o gosto com que entrara
na carreira das aventuras em paragens afasta-
das Outro caso original foi o seguinte :
Esquecendo urna convengSo que realisra com
a Inglaterra e os Estados-Unidos, a Allemanha
entendeu que devia degradar para a frica o re
dasilbas Samoa, a pretexto de que nao tinha po-
dido obter prorapta satisfago, nao se sabe de
que injustiga alli pratica.la contra um cidado do
grande imperio. Nao se limilou a isso o castigo
inflingido a Malietoa, o infeliz soberano degra-
dado Os allemes prejudicaram-lhe a dynas-
tia, collocando no throno quem nao tinha outro
direito a elle, se nio o de ser-lhes affeigoado.
E' provavel que' nao fizsse protesto algum
a victima dessa violaco do direito divino da rea-
leza. Porm a Uniao Americana pedio a Berln
a explicacSo de to singular procedimento. De-
rara- Ih'a como foi possivel, mas o secretario dos
negocios estrangeiros da grande repblica nao
achou satisfactoria. Segundo o Livro azul apre-
sentado em Margo ao congresso do ashington,
considerou-se terminado o incidente, mas nao
sem reservas quanto s cousequeucias da inter-
vengo allema n'uin dos principaes archipelagos
do ocano Pacilico. O governo americano achou,
alm disso. que o do imperio germnico nio
havia manifestado pelos Estados Unidos a consi-
deragao que merecem, praticando um acto que
os nao poda deixar de modo algum satis lei tos.
Relativamente frica, a Allemanha havia au-
xiliado a formagao de urna grande companhia de
colonsagao no Zanzbar. Os zanzibarenses nao
virara cora bous olhos a empreza. Revoltarara-
se ltimamente contra ella e assasswaram-lhe
alguns dos agentes, llouve quem attnbuisse a
revolta rivalidade d'outra companhia, porm
iagtett, que explora urna parte d'aquellas re-
gios, e o principe de Bismarck teve essas
suspeitas, nio as quiz revelar. Tomou a questio
mais por alto, e resolveu organisar urna crusa-
da coutra.o trauco de escravos na costa oriental
africana. Convidou em primeiro lugar a Ingla.
ten a toitt seignem- tout honneur. Lord Sa-
lisbory acoilu'u a idea, e offereceu alguns navios
para o bloqucio que se projectou desde logo.
Portugal, a Italia e Franga, esta com certas re-
servas, tambera se empenlwm no commettimento-
Dizem que a Allemanha, por se eogenboso
modo, quiz dar d brilho de altos sentimentos de
huraanidade a simples preoecupages de interes-
se material, e proprio; que as nagoes que accei-
taram o alvitre do chanceller, iroprincipalmen-
te proteger os negocios da companhia que os co-
fres do grande imperio suhsidiam. Talvez seja
muito justa a observaeo. Todava, se o nefan-
do commercio Mr effectivamente extincto, deve
o mundo regosijar-sc cora esse facto embora os
designios que o tenham determinado. E' bom
nao esquecer que a Allemanha nao precisa va da
forraosa bandeira que hasteou, nao careca do
prestigio de urna idea generosa para grangear
consocios em qualquer empreza fosse esta a mais
condemnavel, que o egosmo Ihe suggerisse re-
lativamente frica.
Esperemos os resultados desse concurso in-
ternacional. S mais tarde saberemos se a In-
glaterra sahir delle mais contente que das suas
negociages com os Estados-Unidos, acerca da
eterna questo do Canad. 0 enviado ingles
regressara a Londres intimamente cobvictaje
que havia afinal realisado urna coiivengao acei-
tavel. E por esse motivo recebeu o Sr. Cham-
berlara vivas felicitages de seus compatriotas-
Mas o tratado que promover nao teve a appro-
vago do senado de Washington, e o presidente
Cleveland, temendo prejudicar-se na luta eleito-
ral que se tinha aberto e na qual apezar de tudo
foi vencido,deu o dito por nao dito.
Ficou, portanto, de todo perdida a Viagem do
enviado inglez, e sem significago os elogios
que Ihe exaltaram a habilidade 'Uplomatica.
Comtudo, nao foi elle to infeliz como lord Sa-
chville, o representante effectivo da rainha Vic-
toria junto ao governo da Casa Branca. Este
diplmala, illudido por um ex-compatriota re-
sidente na California, escreveu urna carta em
que dava planos relativos s eleiges presiden-
ciaes c manifestava juizos pouco lisongeiros
acerca de Cleveland Os republicanos serviram-
se desse documento como arma contra os seus
adversarios as eleiges. Isto irritou profunda-
mente oque foi alvo de taes juizos, e nao era
para menos. O embaixador da Unio em Lon-
dres pedio a lord Salisbury a retirada do seu .
delegado no Washington. Mas como essa pro-
videncia nao correspondeu pela rapidez impa-
ciencia de quem a havia exigido, lord Sickville
recebeu os seus passaportes, e com elles urna
ligio sobre os extraordinarios expedientes, que
as lucas partidarias inspiram aos antige colo-
nos da Gr-Bretanha.
Felizmente, na America do Sul, alm da ques-
to de limites entre a Solivia c o Paraguay, nao
houve nenhum incidente internacional impor-
tan durante o anno.
(Contina.)
Imperio
\oi<-ia do 8ul do lu pe
O paquete Maranhao, entrado hontem do sul
trouxe as seguintes noticias :
Rio Grande do Sol
Datas at 26 de Janeiro :
Na madrugada de 22 desabou sobre a cidade
de Porto-Alegre fortissmo temporal, cahindo di-
versas faiscas elctricas, sem quese saina de
dainos causados.
O vento derrubou arvores, cercas, etc., e dei-
tou abaixo um sobrado em construego junto
ao edificio do correio pelo lado da trsvessa de
Paysand.
Em Bag desabou tambem um temporal, no
dia 23, que fez grandes estragos na cidade e nos
arrabaldes.
Na torre da igreja cahiram duas faiscas elc-
tricas.
As ras ficaram alagadas e os arroios que ba-
nham a cidade, pelo Leste, Sul e Oeste, ficaram
quasi a transbordar.
Houve alguns muros cahidos e outros prejui-
zos insignificai^es.
L-se no Diario do Rio Grande em data
de 26:
Os ltimos temporaes fizeram-se tambem
sentir em Jaguaro, onde as chuvas, no dizer
de urna folha local, transformaram as ras em
nos, impedindo o transito publico.
Na ponte existente na ra dos Andradas as
aguas avolumaram-se de tal modo que, nao
adiando vaso suficiente as cavidades da pon-
te e na mesma ra, invadiram todas as casas
mais baixas da vizinhanca.
Consta que as ras Lima Barros e General
Barroso as aguas tambem invadiram muitas
casas, pondo os moradores na contingencia de
andaris procurando lugares mais elevados, afim
de livrarem-se do banno intempesiivo que os
persegua %
* O quintal e casa do Sr. David Ferreira, ra
do Imperador, foram igualmente invadidos pelas
aguas, molhando roupas de camas e damnifican-
do os muros que beiram a mesma.
0 volume d'agua que se agglomerou na ra
dos Andradas e travessa General Marques tam-
bem derrobou nesta um muro do quintal de
propriedade do Sr. Claudino Jos Goncalves.
Em Pelotas e Piratiny tambem tem cnovid
copiosamente, principalmente na ultima, sendo
consideraveis os preraizos causados.
A Federaco refere que uo Gtavatahy fal-
leceu um menino de 10 annos, filho do Sr. Mar- <
eos hristino da Rosa, o qual era somnmbulo.
Tendo ido pernoitar em casa de sua av, D.
Margarida Maeffcr, quando todos dormiam tre-
pou inconscientemente a urna janella do sobra-
do e precipitou-se .na ra.
Com a grande queda que deu ficou muito pi-
sado e falleceu no dia seguinte.
Era Jaguaro tem augmentado considera-
velmente a mortalidade das criangas.
s;ina Camarina
Datas at 25 de Janeiro :
No dia 21 sahiram do Desterro, a visitar o
sul da provincia de Santa Camarina, os Srs.
presidente da provincia e chefe de polica, re-
gressamlo no dia 24.
Na dia 23, s 3 horas da tarde, no i ester-
ro, o thermometro sombra marcou 34 graos.
Falleceram: no Desterro, o capitao Fer-
nando Antonio Cardoso; e no Tubaro, o agri-
mensor Pedro Muer Chagas.
. Paulo
Foram publicados na cort estes telegram-
mas : *
S. Paulo, 30 de Janeiro
Hoje de manila^ quando segua para as obras
do novo quartel urna lumia de gales, dous d
separaraiu-se do grupo, quebraram as correfites
que previamente haviam limado e tentaran fu-
\f. Vistos pelas pruga?, foram
presos, tendo offerecido resistencia.
Foram hoje para varios pontos do
immigrantes eatnanlia partirn.
Est gravemente enfer.
juiz de direito da vira i
tal.
Falleceu hontem
itava esposa do Sr L
bias.
lv

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-!-"


x
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I

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7

2
Diaio de' BferiRimbuco---Quini*^feira 7 de Fevereiro< de' T&R9

Poi
Dr. Alfredo f
Tambem foi nomeado hojo grjaroa"-rivro ao'
Banco Popular o Sr. Francisco CascSo.
30 de Janeiro, Cus il h e 58 ni. dai noite)
FaUeceu .repentinamente x> Mrquez de Il.
Foram vios os estorjor-empregados por quatro
mdicos para salval-o. Foi transportado para
ama botica, onde compareceu a Macqueza de
It e onde foi ungido por mousenhor ndrade.
O corpo foi depois--transportado-fara a residen-
cia do finado potora*mro MNky e MHKrifiMe
larras. 1 mieiu
Toda a proviaR ea*jre*se>#i luM^orfnntoi
o Mrquez era oao-ilMo *incaa(telaimiasl aM04ffW
boas qualidadea fConnM generoso.
Foi agoraMMidvwfuiz de iWttto Mlio- *
Castro.
Foi publicado* coWB-esamelegamma
Ouro-Preto, 3lnl> Jmoiro _
O presidente dfctpgnnof^wpTsou Watt,
conform. o regulsmento de 1887, o quadro do
pessoal da directora de fazenda provincial. as
alterace* havidas procedeu com imparcialidade
e criterio. Nao houye empregado algum preju-
dicado em seus direitos.
ni /<- Janeiro
^twa^atr dMmeiro :
Ern sssso de 28, o Tribunal do Thesouro, dtf-
. erio o recurso de Antonio Pereira Simes, ge-
* Tente da companhia de trilhos urbanos do Recl-
'fea-Glmda e Beberibe, em Pernambuco, nana
-orne a^awiwBtos do1 imposto predw pequeos
i edok considerados "depradeaeias do etabete-
oimento :
Itideferio os recursos do : Theo Just, nterposto
-'iB despecho da-Alfandcga do R.ti fe mandando
intimao para pasar a qrrantia de .171*583, cor-
spsndente a multo de direitos em dobro vela
vifferenca entre o producto do leilo e os direi
tos c mate despeza a que se;achava
"'Baereadoria porVIleabandonadadepois-denlcia-
i.:*>orspectivo despacho ;
Antonia-Jernimo Marques', Januario Lopes
a Silva e Vicente Venancio dos Santos, da col-
lecta felta pela alfandega de Macei como ins-
pectores do algodo para o corren te exerccioi;
Uvranwnto & C, do despacho da Alnniilega
do Recife, queaujeitou ao pagamento de direitos
00 grelhas e 240 tubos que ubmetteraiu a des-
'Wacno, visto estar ptrempto;
J. P. Piirnerro-& C, di deciso dav Alfandega
is4ararAje$ando-lhes a-restituico da quanlia
KvlO*720, que deuiais pagaram em-um despa-
cbo de rucados de. algodo, por esta- perempto;
Directores gerentes ou agentes da Westrrn
-MrtWBn TMegrapk Gompany, Limited, Aa despa-
>thtt Arfandegado Maranhao, que os'sujeitou
..aopagamento do imposto de ndustri* e pro-
.fis&es.
Lomos no Jonuu do Commercio de 31 :
U governo soube ante-hontem noite que se
acbavam noRananal cerca de 400 immigrantes
que exigiam se Ibes dessem- passagem para a
< capital de .-. Paulo. Sendo anda excessivo o nu-
- aero existente na hospedara de S. Paulo, deter-
azinou o Sr. ministro interino da. agricultura que
?oronel Accioli de Vasc*nceilos, inspector ge-
ral t> tcrras e colonisaco. fmrlisse para o Ba-
.-ranal afina de providenciar do-modo mais con-
Twiente, levando consigo alguma forga, porque
" constara que os immigrantes cstavam amotina-
dos.
.. BBfectivamento parti hontem pelas-6 horas
4a roanli"i. em trom expreso -coronel Accioli
acompanbado de 30 pracas do^O" batalbo d
infantaria sob o comtnando do alteres Alfredo
Veao da Silva Pedra, com destino estacSo d
-dade.
Querendo proceder prudentemente e evitar
* qualquer conflicto, o corouel Accioli determinou
que na Barra Mansa se tomasse trera especial no
qwil eyuio com a forra.
A alguma distancia da estaefio desembarca-
ram todos e encaminharani'sopara o ponto on-
de estavam reunidos os- immigrantes. All, Bra-
cas prudencia e energa do inspector geral de
-trra e colonisac&o^ auxiliado efneazmente pelo
alferes Pedra, conseguio-se, sem emprego da
forga, osvencer os immigrantes da inconve-
niencia e at impossibilidaiie deirem files para!
^"Paulo- immedlatamente.
Os immigrantes foram embarcados no trem
e transportados para a hospedara existente em
Pinheiros, na.qual segondo nos infonnam, ha
preparado tudo quanto preciso para accommo-
dar numero-crescido de pe?soas.
Alguns poucos, cerca deiO, que semostra-
vam exaltados e tinham anteriormente promov
do motins, foram conduzidos para outro ponto.
> coronel Accioli deu as providencias pre-
cmbV para que aes irimicrantr* Ugo qoo che-
gassem hospedara de Knheiros, ossem dis-
'ibuido^ anuidantementealimentos.
O Si. Accioli regressou para esta capital
hontem s 6'horas" da tarde.
Estamos informados de que os iannigrantes
-licarara.tranquillos em Pinheiros. ,
Lemos no Monitor Campirta :
Desde meiado de De/.embro que nao chove
em quasi todo municipio, de maneira que a
pfantarao do milho feita mais tarde est perdi
da e o caf?tem solfrtdo muito, receiaudo^se nao
s6 a falta de vveres para consumo nesteanno
como a do caf, leudo alm disso a planta pou-
~co carregado.
Os cannaviaes lambem estS:o sendo prejudi-
eados e as noticias que recebemo das fregue-
ias sao desoladoras.
A excessiva temperatHra de 33 a sombra
causarji a manitestacSo de febres dc-'nao carac-
ter.
Kwpirilo WMito
Datas at 1 de Fevereiro :
Escievnram de VUmna i Profmeia do Espirito
Sfmto :
No dia 18 do oorreatemez foi brbaramente
-espancado na porta de sda propria' casa, onde
. lazeu por mais de urna hora sear sentidos, o ve-
5o Pedro Trarbucl, por um tal Justiniano, ro-
busto rapaz de zX) annos de idade.
A victima que coata 75 anoos de idade, foi
mb dos primeiros colonos que povoaram a unto
colonia de Saata Isabel,- hoje-fregaeaa do mes-
no nome, e alli residi perto de 80 anuos, sen-
rdo p>r todos timado e respeiud. Segundo
B o* informara o sea esiado grave
O autor de tao horripilaote attaMado cun
.alandro que corrido da freweaa de Cariaoca
.acha-se no lugar On$a\ desie"districtode S iuta
Isabel, por ser do lado do sul do rio Jac.
O que motiven orime foiter o pobre ve-
Jbo^)bservado que alli nao era es'nada, por que-
rer'o. malvado matar-lhe ura oia queMadroo
qnando elle passava. >
. AsaHrft**
Datarat 3 de Pevereiro.
Grassava coar inteustdade xvarislana ca-
pital.
~- O Exm. Sr. Dr. Aristides AtfgustO 'Milton,
presidente da provincia, compenetranrJo-se da
eeessidade que tem a provincia de uar edificio
apropriadoaasyro e^tratamento' de alienados,
proiecta constrnir amn'essas condices, e haven-,
-dcrobtidoo-ierreno'preciso-, vai dar comeco.
?reveraente s respectivas obras,cujaadrainistra-
co poi a argO' do nim.-Sr. Dr. Francisco de)
Paula Leite erOfticica, director-do actual asvro de
loucos. i
Nlo dispondo entretanto S. Bxc. de miflicientes
cos peiuniarios para levar a efleito toda a:
constrnccao.raicarTegon ama Goninrissao de obter
donativos, a quat'se comp*e*do' ifleneiorrado di-
rector Dr. Oificicr, do engerrheiro Manoel Euge
io Prado, do Dr. Lurz Joaqnim da Coeta-Leite e
ios negociantes Jos Antonio de Almeida 6uima-
raes, ctlrar fiillaaisecomfmendadof Maooelde
AmorimLeo.
Por acto de 6 do passano foi" aistnbuido
por diversas rostituices beeeciadas em lei o
productodas loteras ni 25 e 26, na importancia
MU de 64.000*.
presiitente da provincia foi no dia 2 do
correte villa da Imperatriz, com o fim de co-
ahecer alinda da Alagdas Railway. > a estrada
a que, na opiniao geral, est,reservado nm gran-
de futuro.
S. Exc. que indo visitn minuciosamente re-
jressan a i.
.^WUTttatarao, otcnente coronel Edu,
a Ivs de Mell % alistes Thenorii.
,Sonvesse*'nTBpon1v1, (ti/- le familias presiimn
Jos Alexandre, o tilho degenerado^te Mote
: em Canliotinboiramr
a caiaarl ite SWioif Piiww PWi
cao do delegado.
* 3!t fflair*bte>
Diario das Alag.s, .eria seguido.
Infelizmente, perm, toda a provincia 'ss** -alar-a-nuapropria mai
dos poucos recurso? de que a administran*
dispOe
Temos conlianca que a autoridade sabera
cumprir oabfdmente seu derer. evitando cou
flictos.
Corap.^oaim. si' trata de urna questito de
"" Jygeawrawtiquidar na
auras viwttm' 'm-'knr.uo ultimo. .
seue-
prsao, e campeia em Canholinho, como
nbum'crime'louvesse commettidn II
Os gneros alimenticios que tem vindo ao mer-
incUHMtblk^-osttquaiito twihiim mki* vel.
igrara parai suMj^raraoci
clmraiK'-'tBfemos arnalWHlad
Pornambut'o
CTDADE DE TAQLAUETINGA, em 31 de Janeiro
.1889
Este mez aqu foi todo de festas e alegras: as
sim, no dia da Cireumciso, leve lugar a festa do
Menino -Deus, a 6 a de Nou Soldura do llosa-
friOrftH-^l0T>rethihos, a 13 ade-SantoAmam
eaU7ade S. Sebas:iao
A de Santo Amaro (padrdeiro da freguezia)
foi celebrada com novenas, as quaes esliveram
multo concorridas, sendo a igreja ornada c Ilu-
minada a capricho, principalmente na vespera.e
dia da festa, qual cencorreu paramis de6.00
(jessoas, entre estas, diversas familias de longi-
quos lugares, nao se lomando em todo este cr-
talo popular um sO empurrao o descontentamento,
o que para louvar-si:.
Concorreu aindn pira o esplendor da festa, a
aperfcricoamento dryeruaerro do pateo da matriz,
suieita afcque, .listando deteriorado, foi todo renovado, sen-
do circulado por um gradil de ferro que lhe deu
immenso realce.
as nettes de novena hotve luer esplendido,
dando lugar a que fosem todos na trapera da
festa sorprehendidos i.om o embandeiramentodo-
pateo da igreja que foi.feito a gosto de amadores,
3ue seprestarara para tornar a festa superior s
e anuos anterioras, o qnereallsou-se.excedendo
a exterior do templo.
- E' esensado aizer-ihes que houve fogo artifi-
cial, maltnre e ontros divertimentos proprios das,
festa*de campo, inclusive cavaihatia*, que foram
consideradas soffriveis. '
A" taie foi exposta em procissao a imagem de
Santo Amaro, sendo o prestito imponente, e ter -
minando a festa com urna ladainha de offereci-
mento: depois da qua regressaram todos a seus
lares, conservando eterna recordaco dos feste-
jos de 15 ao crrante.
O registro civil-teve nosta comarca seucomegp
no primeiro dia do anuo conforme estatua o go-
verno, sendo este o resultado do crrante mez:
33 nascimentos, 10 casamenlos e 8 bitos" dados
a registro.
Parece-nos e de presumir, nao terem sido estes
os nicos dados'em toda a comarca, pois quejno
tem deixado dejapparceer reluctantes o antago-
nistas do registro civil, apessrr dos cooselfoos da-
dos pelo vigario da freguezia, autoridades judir
ciaras e policiaes para o -fiel imprmenlo d
lei.
Infelizmsnte a makta potiteit: qne- tudo en-
volve, d oeoasio aos pescadores de ama tunas
para especularem cam tudo, e assn, havendo-os
tambem por c, vo elles sardina querendo
lanrar suas Yedes Da populaco ignorante e incau-
ta para chegarem sur 11 m que teem .em mira,
desprestigiaado e dando sentido diverso a aquel-
le que tem em vista o governo eom o registro
civil.
Em todo o caso peior poderia ser, e todos vao
se chegando ao cumprimento de seu dever, em-
bora com a imposicio das multas a que esUi
sujeitos os refractarios.
Algumas lacunas no regularaento respectivo,
teem sido decididas de accordo com a boa razao,
pois bem se deve comprehender que, nestas loi
calidades do centro, tudo e difcil, mxime com
a ignorancia que reina, o que nao de notar,
qoaiido as capitaes s veces faz-se peior dq
que mesmo por aqu.
A entrada do Dr. Francisco de Assis Rosa o
Silva para os conselhos da cora na qualidade
de ministro dajustica foi aqui recebida com ge-
ral satis lace u. e oe nutra maneira aodeveria
sel-o, urna vez-que eonifcemos o carcter de que
dotado to distinctocavalh|iroque, moco como
, j relevantes -servicos tem prestado causa
du sen paiz.
Folgaremos muito que o districto que repre-
senta na Cmara dos. Deputados o feleja com
grende maioria de votos de que merecedor,
confirmando assim a conlianca que nelle depo-
sitou. bem como a distinecao que lhe deu o pre-
sidente do consellio chamando-o para urna das
pastas mais importantes do ministerio.
Nenhum facto criminoso temos a registrar no
corrente mez, o que digno de nota
O calor continua intenso, nao tendo bavido
chuyas como era de dosejar; s a 26 deu um
aguaceiro forte, continuando grossas nuvensque
anda nao se desftzeram em agua.
O thermometro variou de 18 a 22 centgrados,
aqui, na serra.
J se conta grandes prejuizos nos animaes de
criaco e os generas alimenticios sobem de pre-
co as M ras, em vista das noticias aterradoras
que nos cnegam do Cear e Piauhy.
Dens se amercie daquclres povos e se compa-
deca de nos, fazendo xir o mvemo'que a vida
dos sertanejos.
Que o futuro mez de Fevereiro venha com elle
o que desejamos, e todos-aquelles que sabem e
eonhecem os horrores de urna secca.
C0,
mus
a es
0
se
cia.
o rara va*fosawra < raraj uraii aaragra-
kas afcralndrae ratramstrade>rauw rabilan-
tes :rajMmtaim dewraudOi'm .raa, oatraagos
* airaraseraMprwm'dsiMMmrawrarairos,
Hr>iHCr*snt!ceden~CT}irt,*ltoflfft,dnt,'i,rlH)f.iiu, po-
bre pai de familia, e do qual os ladros rouba-
rara lhe os dous nicos cavallos que possuia !
igrara!
_ js etnran,
ssraiiBKorararisrararaDrr scccoiniMle no
i raras* v*fosrara. dh.raanraiiifaadvgr
s ihirj uziria, tal vez, o custo dos bons asscares
do consumo de 400 aaStitr o ko-J.ikp --tpL.- nJL
fmm grande vantagem para a economa "
para a prosperidade dos engenhos
Parece-nos que urna Imnsfonnaco na
otc1eli, preslou llanca prdraH apeara^dthde-i'jiralnacae de assucar, a admssao- dos prouctos
eor*idos-mais de 30 dias, depois da eiraWa-n* W>wbricas agrcolas no consumo e a sua adap
rasteHio commercio externo muito contribuiran!
I para que esta grande industria nacional supplan-
tasse as uifficuldades actiaes.
lesta breve descrarajapraraaiue traraasM-
juranHiira pontos saliararajraWjpiriMwrarara
ss.-slktaraw a
i x|MS>u actual de iMUMMMS auwrares. Na
. o de 1862, em liaiahra. asaras aralrs.
J. Pll. Faro e J P. doraran a HNielBttoii-
toirambtiveraiii meilalhasirWMen(|lradioww(is
naoNraaodcram de tres KiisMU8SI|raiiir> co
piosaiidas anteriores^savartirai eNjpsdlos^lbiwiii
78 e rao'ias o assurasfcdfliiraJbiiUi'irapsts.siu
conoraagresso, teniMMnraJMMsaraaMjarara;
tradictonaes rapaduras. Jft era 881. embora os
expositores fossem apenas 39. apparecia notavel
melboramento no producto dos engenhos, mas
pode diser-ee vque as amostras loaisiaperfoicoa-
das n5o km alm das principaes que figurara
nesta primeira sala. Desagrudavel teria sido
raras-ouoisttio-twwiwiswaii dos*lsfMsSBtion-
eiros de Allemaiiha, Franca, Belgicii e> Austria.
Por-outro lado, comparados aos dados estatis-
ticos de 1885, os de 1888 ofTerecem vantagem
Janeiro
ODr.
oExin
sui' dd
nsr i
cliefe de polica recebera a 28 um
Dr. Jos de Barros coinmunicanilo
enaenho Snledade por 40
ttavam ameacadoecommefterdo
lediatamente deu, de accordo.con
Me da provincia, as provnl
podiain ser lomadas.
adodeCar: .arato-
Ito do facto e proceder como fosse
ai o otlicial
o res(
raran
de S. Luiz do Quituude e
VILLA DE S. BENTO-31 de
de 1889
Apezar de algnns aguaceiros parciaes, havidos
do da 23 do crrante at hoje. pode-se dizer que
este termo vai sentiodo os horrores da secca.
A mortandade do gado contina, principal-
mente nos gados miudos, havendo fazendeiros
que perder m todas-as cabras e caraeiros exis-
ii-ntes em/aas fazeudas 1
Eflicompensaco, porm. vamos respirando
um ar mais fresco, e -no ser o delluxo, oriundo
dos aguaceiros j ditos, a saudepublica seria ex-
cellente.
Comecaram, no temp-j proprio os lexercicios-
escolares, e anda desta ras insistimos pelo for-
necmenlo dos movis indispensaveis para as es-
colas do municipio.
Nao-exigimos movis fabricados nos Estados-
Unidos, nao; porque sonedle gosam dos com-
inodos desses movis, os alumnos das escolas-
da corte, como se essee alumnos fossem mais
brasileiros do que os alumnos do resto do impe
rio, principalmente os do norte, suja sorte tem
sido sempro adversa, parecendo at que a natu-
reza desanparou os lillios desta parte do Brazil.
para flagellal-os com as seccas repetidas.
Bstanos movis fabricados aqui mesmoas
antigsclssra e bancos ; ftogio para a-boa-
regnaridade do lempo lectivo e a'iocispensavel
pedra para os comas.
N i ultima mi8siva que eserevi houve um equi-
voco.
A inanguraco detinitiva do hippodromo da
Bella-Vista est marcada pora o dia 10 do futu-
ro mea*de Fevereiro, e ao,paraodial3 do mea,
como noticiei.
o dia 3 do mesmo mez se reunir a associa-
oae, emasssembla geral, para determinar o nu-
men)* de pareos que deve compor cada corrida;
os premios i os precos das entradas, daarchi-
bancada, etc., etc.
Drei noticiado resaltado da reunio.
Foram eleitos presidate da Cmara Muuicipal
o vereador Felippe Manso de Santiago e vice-
presidente o vereador Leandro Gongalves de
Souza.
0 primeiro foi reeleilo e tem prestado muito
bons servicos no cargo que dignamente oceupa
c, seja dito de passagem e sem a menor offensa
o vereador mais pralico quepossue a Cma-
ra Municipal desta villa.
Vo mais calmos os negocior de Canbotinho :
oaanimot esto mais serenados.
Agora trata-se de punir os assaltantes da pn-
sao publica, e os auto ts do es^ancamento do
o ijnal (I-u queixa contra o agen-
te da estaco, eomo mandante e como mandaia-
rios os conductores as e Blisiarw
i marcado o dia 7 ile Feven.'iroprximo para
acta da culpa.
A^uardo-me para o resultado, quamlo esti-
Se i.icilica nos m
onflagra-
ria e~na oonflagracao seriam nctlmas o vigario,
E\posi? de assucar e vlnhos
' rajHNifift 'Qwmmri io da- corte)
II
A orratreira-sala que se olTcrece na -exposicao
aos-otlio^do" visitante e aquella que de\-e occil-
par o maior tetupo dos estudiosos, se quizerem
cunhecer o estado de nove decimos de nessa
agrculfura e manipulaso de assucar, na gene-
ralidade das provincias. A industria de rennU-
co, que alias emprega avultados capitaes e graa-
ae numero de Bracos na corte, ainda pertence,
tambem, esta condico tradicional e primitiva
de nossas manufacturas.
Examinaado os documentos de nossaa expo
sigoes, desde 18152 at hoje. se incontestavel o
augmento de produeco de materias saccharinas,
se sao Visiveis os esforcos pan- sahir dos trap-
eos desde a primeira data ap mtados, no me-
nos certo de que at agora a ratina tem vencido
a orgaoisaco scieutillca e que 'os urtigos ma-
nufacturados para o maior consumo indicara
urna complacencia de nossa populaco, que at
certo ponto anima as resistencias da ratina1
Nessa sala os productos obtidos pela dinuso nio
apparecem, emquanto que os crystalisados sao
extepcOcs. e os provenientes dos velhos syste-
raa-de esmagamenro predominam em geral.
O assucapuu forma, muito prximo ainda da
rapadura, ou o bruto, hmido ou mal secco, con-
servando ainda o cheiro activo do mel destaca-
se continuamente de outras amostras, devidas a
processos mais adiantados. Mesmo as quatro
qualidadts expostas de assucar refinado nao
raro encontrar o cheiro activo do mel, em con-
trario neutraluhi'te completa de qualquer aro-
ma ou de qualquer materia de difcil dissolucao
que deve ser a qualidade mais saliente dos as-
scares finos. Ao lado destas qualidades menos
aperfeicoadas. ha, porm, outras que se distin-
guen pela excelencia do preparo.
A-sala est divididaem nove grupos, contendo
489 amostras, e este numero por si s equivale-
ria ao das exposicoes- anteriores, icando a favor
desta as din; salas seguintes, em que se esta-
bcieee urna emulagao entre o productor nacional
e a iniragem fascinadoraidos typos-estrangeiros.
Dos grupos, cinco pertencem a engenhos cen-
traes que nao entram as classificayOes desta
sala e antesbrilham entre os productos' apeTfei-
COados, e quatro sao eoHecges de assucar de
diversas procedencias.
Ao centro est urna archibancada, com forma
pyramidal. onde oceupam notavel espaco as
amostras ce assucar commum deexportacao das
provincias do norte, fornecidas pela importante
casa dos Srs. Marinho Prado C. Ahi se vtk*
excellentes asscares brancos, mascavos e mas-
cavinhos da provincia de Sergipe e alguns dd
Peraambuco.
Notaremos as amostras dos-engenhos da Di-
vina Pastora. Santa Rosa, Vassouras, Espirito-
Santo, Boa Luz, Parahyba, etc. Estas amostras'
em geral, de cor mais triguetra do que as quali-
dades correspondentes de outras provincias, O
que inclinam-se a apparencia dos productos me-
dios das Indias Occidentaes e Orientaes, deno-*
tam grande riqueza de materia saccharina esus-1 porm, o estado -quasi primitivo m que se tm
centibilidader de obter-se d'aquelte slo typos de conservado em geral os apparelhos de fabrico
exWtaco, comparareis- aos dos mais "impor- donssiwar da camiat faz com que inosmpleta]e
tantes fornecedores dos mercados ds-Aiglalorra difncilmeme se obtenha o producto desejavel.,
e Estados-Unidos. O cootrano se observa na industna do assucar
de beterraBa. em que os apparelhos-sao com-
hinados de modo inuito mais completo e satis-
factorio.
O perigo, a ameaca; que ha 30 annos. o Sr.
Dr. Mello Brrelo divisara com sagacidade, ac-
tualmente urna realidade mortfera. Triste po-
rm; diier que mais de 3(F annos-, depois da ad
venencia, o Sr. Dr. Luiz Goffredo Escragnolle
Taunay, relator da exposico nacional de 1871,
na parte que diz rt'speito ao assucrr, ainda se
queixava de igual desidia, mas anuunciando j
a regencrabo que se operava entre os agricul-
tores mais iotelligenfes.
Etnquanto inl"lligencias>superiore3i pesqui-
sadores es/oreados transformavura de todo o fa-
brico de assucar, os nossos senhores de enge-
nho se conservam apathicos e pensavam ter at-
tingido perfeigo, extrahiudo de um vegetal
riquissimo, como a canoa, algumas grammas
apenas de um producto informe. Desconhece-
dores dos*beneficios que que traz a cspecialisa-
cn das funcgOes, no mecanismo da produeco,
eram, ao mesmo tempo. raos-lavTadoros e dc-
testaveis industriaes, Em laes circumstancias,
o aniquilamento era certo, e a exploraco que
nao progride, morra.
Depois de mencionar a reaceo operada pelos
engenhos centraes, o relator diz:
Muito ha sido feito, certo, porm muito lia
ainda por fazer. O fabrico em si nao attingio o
grao de perfeico conveniente, o rendimento
obtido exiguo de mais. Convem, pois, nao
punir um instante sequer e semprc manter-se a
par dos progressos realizados diariamente na
extraeco do assucar de beterraba ; conven ex-
perimentar os novos apparelbos preconisados
para a caana, etc etc.
Estamos em 1886. Sao passados mais oito an-
nos e ainda os nosBortrabalhos de defesa esto.
em principio e peccam pela falta de simultanei-
dade. Gonvra, portanto, exanrinal-os nos re-
sultados obtidos.
notavel na exportaeo de assucar.
O Maranhao, que na penltima safra exportou
14.378.163, apenas-em 1H75, obtivera urna sabi-
da de 6\O96i0i5 kilogrammas. Rio Grande db
Norto que j exporta em um auno 1,333 conlos
de assucar, ain 4.038.031 kilogrammas, no valor 33o:S(W300U.
A provincia da Parahyba eslava limitada 900
mH kilogmuimus, qnad actualmente sobe a
12.342.727. A propria proaincia dePcrflambu-
co, em 1873-1874. apenas exportara 8S.6S3.282
kilogrammas de assucar, na. importancia-de----
3580:5165000, quando agora a sua exportaban
orea por 16,0 "toneladas e valor prximo u
20,000:0005. -Apenas a provincia do lio de Ja-
neiro sa conse^vn estacionaria, pois. tendo su-
bido a sua produeco normal de 8.'mO'toneladas
a 22,90 ', em 1873-1871, ainda a poderemos ava-
llar hoje em 25,'KW toneladas de exportago, se
iacluirmos o sonlingente dos engenhos cen-
traes.
Desvariamos poder otara raosraa rapidez de
melhoramenlos nos methodos de cultura, nos
machinismos e nos processos de fabrico, mas
apenas urna dcima parte das culturas estar at
agora em parallelo aos aperfeicoaraentos moder-
nos E- de urgencia, pois, que os agricultores
se coBvencm de que, sem-estas reformas o com-
mercio externo Ihes escapar e at no interno
tero que-appellar para os direitos prohibitivos,
como j existem internamente emulgumas pro-
vincias das mais adiantadas como S. Paulo, Mi-
nas, Babia etc. E" pessiino expediente para
substituir os esforcos industriaes e defender a
ratina.
J em 1862, o Sr. Dr. A P. de Mello Barreto
dizia em seu notavel relatorio da Exposico de
Londres:
A rpida vegetaco da canna, a abundancia
dos productos elaborados e os resultadas que
della se podem obtercomo um dos lementos de
prosperidade nacional o base da tortnaas para
os particulares que disso tra feito a sua espe-
cialidade, ha or tal /rala attrahido a attcngaa
publica e tal o seu interesse para nosso paiz,
que n ao poderia essa industria ser esquecida n .
programma das materias que a presente com-
misso tem de tratar... A pequena quantidade
de assucar extrahidu da canna, comparalivamen-
te que possue a planta pelos processo at ago-
ra seguidos era sua cultura, a morosidade no
servico, e finalmente a qualidade do producto,
nosinduzem a crr que mais do que ao agricul-
tor compete ao indnstriul o aperfeicoar os me-
thodos e apparelhos empregados.
Com efleito, pelos processos actuaes de cul-
tura, a canna contm 18 % savcl, sendo apenas 1/3 lirado pelo systenia at
hoje empregado no -fabrico do assucar. Com-
parada a canna a beterraba. v-se que, na par-
te relativa cultura, a superioridade da primeira
segunda incontestavel. Nadarte industrial.
ra-
. hn-
longo
de volar pela seguraaca publica; mas nio
n qualquer -pessoaou a
qualquer outra instituieilo, o arbitrio de
exorbitar, um passo sequer para alm das
sagradas barreiras alevantadas pelas jus-
tas inmunidades individuaes e pelas
cionaes prescrip^es de humanidade,
postas pela nobre tradicao do seu
percurso.
Quetelaau|)oawva amito tagiramentc
quando lan^sva-jccnta da.sweiodade .i
n-.s|)ijnsabirakid>- delinque! usMulanwnte, -uun.prorluc-
to da herarataiMskdc 'aiologica, c, em
todos os
nal nao para* pealar i ruaiu nlu" Iml i ~
ral dos seiraoHsor; ha dswacraaUcer asiin
for^samer'e, pelo menos emquanto as so-
ciedades, que sSo.organismos progressivos,
nao modilicarem para melhor o seu actual
modo de ser, desiderato que talvez nao
seja possivel alcanzar,, attonia a-teuiero^a
degenerago risica o moral que se est
manifestando, bem visivelmente, no seio
das geracoes contemporneas. A' lei resta,
,radoente a-qnem o tribus Nraclona.
2 que a dirucloria- Ot cnedora do reo
:H iiitenssados.
.l"de'Janeiro'df-4H.
do
Bm "geral essas amostras, apezar da demora,
ponoj estao invertidas e resistem perfeilameole1
s fluctuacoes da temperatura. De asscares de*
Pernambuco ha, tambem, amostras muito dignas
deattencSo. A casa Brando, Saraiva AC. ex-
poz amostras de assucar de ampos, de diier-
sos agricultores, que se distinguem pela secura*
ealvura emrelarao sua classificacao, e outras
de Araeuj e Sobral; da provincia de Sergipe;
que sao las melhores daquella procedencia e
pertencem alavradores de avultada produeco.'
Apezar de na provincia de Sergipe haver ca-
sas estrungeiras de exportacio qu ten chega-1
do a fazer no conjuncto um movimento annual
approximadoa5,0'0:000, ainda os lavradores
procuram sabida mais remuneradora nD consu-
mo nacional. A Baha expeliio parte desta con-'
currencia do seu mercado, com exigencias fis-
caes, que at redundaram em prejuizo de seu'
commercio e da viacSo frrea do norte, e agora
Sergipe tende a substituil-a na exporlaco di-
recta para o'Rio de Janeiro, de icujo genero de
relaces quasi que a Bahia desappareceu. No
anno de 1688 apenas a Bahia nos mamara 6,000
kilogrammas de assucar, exportando quantidade
muito maior de nosso mercado ; o Recife liaii-
tou as suas remessas nossa poca a 4,071,96d
kilogrammas, ao passo que o Aracaj nos re-
raetteu 5,189,220. Paiece-nos, pois, qne o des-
envolvunento e aperfeicoamento dos typos ex-1
portavqis de assucar em Sergipe podenam con
tribuir rara formar em nossa praca mn mercado
central de assucar, que, excepeo do Recife,
anda nao existe no imperio.
Na mesma pyramide central, a casa Joppert,
Furquim & C. apresentou bons productos do en-
genho Santa Rosa, de Muriah c de diversos
p antadores de .ampos. E' sabido o interesse
com que esta antiga e intelligente oasa comtner-
cial tem aeompanbado a transformaco do tra-
baiho e o aperfeicoamento da lavoura e fabrico
de assucar era nossa provincia, sendo urna das>
3ue mais corajosamente se conliou do resida-
os que o macbtnismo e a diviso da trra e do
trabaho devem produzir em nossa zoa. Nota-
remos entre suas amostras urna de 2rystaes
grandes Demerara, que se'pndessem al liar a ba-
rateza do custo belleza da forma e do aroducto,
aniaran muito a exportago externa. A casa
Gracie, Ferreira A C, apresenlou urna variadis-
sina coHecco de amostras de Campos e outras
procedencias-, que vao desde o mascara baixo
at as melhores qualidades de -mascavinho e
branco. Ha nesta collocco excellentes quali-
dades para refiuafo e quelutam vantajosamente
com anostras de outras provincias na pureza e"
nitidez' dos productos-. Meneionaramos tambem
as amostras dos eogenhos Vermelho e de Santo
Antonio.
Estar ultima coHecco est aalado direito da
entrada, e do lado fronteiro, em^utra archiban-
cada, acnam-se algumas filas de vidros com
amostras de assucar refinado. Sao dignos de
menco os productos expostos pelos 8rs. Henri-
que Ferrei Franco A t.. Emygio Fortunato da
Fonseca & D. e Rocha Jnior & Araujo. Ha alli
amostras de 1", 2.', 3.* e 4. qualidades, que
foram tiradas, sem preraeditegao, dos gneros
manufacturados para o consuno' da cidade e de
nossa zona commercial. Nao esto en parallelo
com os refinados de Franja, tanto em p como
era pedamos, pois at esta ultima frma de pre-
paro nao est em nosso uso geral; mas ha entre
as amostras algumas de bastante alvura e bem
seccas.
Desejarianos que este genero de nosso pro-
du;t' s conseguisse vencer no fabrico todas as
causas que lhe injpedem a neutralisaco do
aroma e a rpida cissolucfio do p. Nao seria
tambem, descabido que os industriaes aniraas-
sem o uso do assucar pulvertaado, nao at o
ponto de o tornar em una especie de polvilbo.
mas conservando lhe a grunuiae-o brilliante, que
lhe dio os en.-enlios centraes.
Diversas famili s de clusses' abastadas que
fazcm uso diano do assucar natural pulverisadq
o crystallisado, fornecido pelos principaes en-
genbo's, asse^uram-nos sue essas sub adaptan se peiTeitamente ao cha, mate e cafe,
nunca Ibes alterar o oslo, como acontece
linados infer.;
lies se proeura obter que
o Brazil fabril] que
con-
sumidor e qui
iotrodueco desta espechdidade no'commercio
pois, nicamente o direito de jsolar
corpo social o membro que se tornou pe-
rigoso ao bem estar e ao socego dos de-
mais.
O autor de L'uomo delinqucnie publicott
n'um peridico italiano, ha mezes, urna
estatistica assaz curiosa, que desperta, le-
gitimamente^Bm vastissimn interesas-; que-
remos referir-nos tabella do laucos cri-
minosos em Italia durante o periodo de 17
anuos, traz da a-lume felo proessor Lom-
broso, no sen interessante Archivo
(apttd Rev. de Nevr. e Psycb Io anno,
p. 200.) No periodo referido relativa-
mente curto, encontraram-se 1:742 loucos,
nos carceres e estabelecinaentos penaos da
Italia, nao* fallando dos internados ios
asylos E' este quadro, immensamente de-
solador, com muita razao talhado para
preoecupar longamentc o legislador, dan-
do-lhc serio rebate ao meio das suas tbeo-
nas atrazadas, e j inaccessiveis at.
E primeiro que tudo preciso por a lei
de accordo com- a sciencia, que grande
revolucionadora e evolucionadora da nossa
era, como o tem sido em todos os tempos
e em toda a parte. A nossa legislacao pe-
nal, bastante defei uosa como todos reco-
nhecem, est reclamando de ha muito urna
vasta reforma, que colloque a par das ne-
cessidades impresoindiveis e lgicas da
occasiSo presente. Muito digno de elogio
ser aquello dos nossos homens de estado
que, libertando-se, por alguns momentos,
du iMtica mesquinlia, que_ hoje em dia
campeia em todas as oiroumstancias do vi-
ver nacional, se devotasse a esse trabaho
patritico, cuja necessidade e cuja utilida-
de- nao sao oontestaveis.
O problema da nossa proepsridade fu-
tura liga-se tambem com a sympathica
questao do nosso progresso moral, e am-
bos estes factos sociaes de primeiro al--
canee esto n'uma dependencia mutua;
assim o estabeleceram irreductivelmente
as profundas leis que a historia tem ido
accentuando no proseguimento ininterrup-
to da sua moderna evolucjio. Se quere-
mos, pois, que Portugal, se erga da triste
inaccSo onde o conduziram as differencas
e o egoismo do secuto, preciso levar o
espirito reformador a tudo; c seria um
erro'talvez sem emenda guardar para o
fim o estudo e o aperfeiljoamento do c-
digo penal, que seguramente, a primei-
ra origem da ordem ou urna das priniei-
ras, em urna aggrcmiacao social.
Encontrn todos os livros escripturados com
o e clareza: confrontando as'verbas do
activo e passi.o dos balarlos; verificou que esto
exactas:.
Dirigindo-se tambem Torre, ah .reconheceu
achar-sc construidos os edificios da nova fabrica;
collocadas todas as transraisses de forca, cal-
delras, machinismos a vapor, funecionando a fer-
rara e asstitando-se os machinismos de fiagao,
tecelagem c cordas, deiulo ter brevemenle"co-
' a fabrisacoi do-pnoductos para que estao
destinados.
Nao pode deixar a-oommisso fiscal de reco-
nhecer o zelo o dediaacu empreados pela di-',
nstraia na gastao d-si mandato.
Assim, pois? .de parecer :
1 que sejaui,approwdas as contas e actos da
onlieci-
A commisso fiscal,
llninque Xavier de Artiujo Saraiva e Helio.
Antonio Fernandes llibeiro.
lzidoro Bastos de Uliteira.
REVISTA DIARIA
RespoasaMUitode dos crimi-
noso
(Commercio de Portugal)
Um facto ainda recente, narrado com os
pormenores mais precisos no noticiario,
chamou outra vez a attencad publica para
o complexo problema sociolgico da res-
pcmsabilidade criminal, largamente discu-
tido, mra, por infelic-idade, do nma manei-
ra totalmente eBtranha ao criterio scienti-
fico, por occasiSo' do caso Marinho da
Cruz, que tambem nao vai muito distan-
te. Bom que se v2o repetindo, assim
frequentemente, estes movimentos geraes
da opiniao, porque do lugar a trazer-se
para a tela da diseussSo-estaquestSonova,
de reconhecida e incontestavel magnitude,
cujo ceo n9o chegaria at nos a nao se
darem estes revlramentos colleotivos, nas-
cidos espontneamente em razao da pro-
vocacSo indirecta dos aconteeimentos.
A criminologa urna sciencia de cons-
tituiefio muito moderna, devida principal-
mente aos trabalhos de Lombroso,o pro-
pugnador incansavel da antropologa cri-
minal, auxiliado persistentemente *por
outros Ilustres sabios italianos, qqe se de-
votaram com f ao estudo do homem de-
linquente. E se, como quer o distincto
medico de Bicctre, M. Gh. Fere, ainda
nfio est sufficientemente determinado o
typo criminal, j se, tem adianlado bastan-
te, comtudo, para que o legislador e o
julgador sintara, sempre, a necessidade de
usar apenas com todas as reservas do di-
reito de punir, qUando dell? se apro'vei-
tem. Compete lei, certo traVo se lhe
PERMISBCO
Companhia de Fiagao e Tc-
cidos de Pernambuco
Durante o anno se transferiram
4 aeces de um cont de ris ao par.
60* ditas de cem mil ris ao par.
Balando da Companhia de Fia-
cao Teeidos de Pernambuco^
no semestre de Janeiro a du-
nho de **.
ACTIVO
Fabrica da Magdalena:
Imraoveis
Machinismo
Movis e utensilios
Panno de algodo :
Em lei
Algodao em rama:
dem
Gonbustiveis e aceessorios
dem
71:208S0:>
24:893300
1:112197o
22:73o738
6:0903190
Fabrica da Torre :
Bm construceao
dem
Diversos devedores
dem
7:575.3810
32:5523663
147:1533794
51?335#077
Capital realizado
Fundo de reserva
Dividendos
-Diversos- oredores
Lucros e perdas
Saldo d'esta conta
PAssrvo
419:8303000
45:0003000
I3-760OIH)
g:0003560
26:7145517
313:324|W77
(dHlo
aTObj
S. E. & O.
Pernambuco, 30 de Junho de 1888.
Itanoet M. Monteiro,
Gnards-livros.
Bal anco da Companhia de Fla-
co e Teeldos de Pernambuco
o semestre de fuiho a De-
zemhro de 1888.
ACTIVO
Immoveis
Machinismo
Movis e utensilios
Algodo em rama
Deposito de panno
i'ombustivel e accessorios
Fabrica da Torre "
Diversos devedores
71:2081605-
224:8934300
M12W75!
9:1183410:
i 7:0313730
8:0524120
278:207*806
55:966357-3
Capital realizado
Fundo de reserva
Dividendo
Direcco
Commisso fiscal
Diversos credores
Lucros e perdas
PASSIVO
665:391*519
585:250**00
45:892040
14:2573500
8921040
89*200
5P:511*590
19:6993149
663:591*519
QS. E. & O
Pernambuco, 31 de Dezembro de 1888.
Manoel M- Monteiro,
Guarda-Iivros. "
Srs- riPnto.ilo que de-
terminarl os estatutos, a -commi al exa-
minou o balancos dos dous semestres do anno
de 1888, e os documentos relativos, no escripto^
pode impugnar esse attributo, a brigaco rio da copanha na fabrica da Magdalena.
Kerrelaria da prt'ftiilesiria-i nr actos
da predeneia da provincia de lioiiem datados
for.un oomeados :
Chefc da Ia seccao da Secretaria da I'residen-
cio, o 1 ollicial lementino Philomcno H.nriques
de Souza :
1" ollicial da referida sceyao. o 2" ulicial da
i', bacharel '-.lirstovio Hreckenfeld Vicira da
Silva :
2 oflicial da '> seccao, O 2 da 3' Manuel Ma-
chado da Silva Santiago,
2 oflinal da 3' seec'fio, o 3 oflicial Antonio
Fernandes da Silveira Carvalho ;
3o official da 4* seccao, Joo Ignacio ''abril de
Vasconcellos, que j exercia esse cargo interina-
mente ; '
3 oflicial interino da 4" seccao. Manoel Joaquim
Silveira Sobrinho.
Au *f pr'*iilenca la provincia
P* actos de 20 de Janeiro findo :
Foi aberto ura crdito de 1:6003000 a verba
ajuda de cusas, para pagamento do que tem
direito o bacharel Luiz da Silva Gusmo, iuizde
direito removido para a comarca deBaixo-Merim i
no Maranhao.
Foi removida a professora Marianna Teixei-
ra da Costa Coelho, do cadeira de Camutauga
para a do Mocosinho.
Foi removida a professora Prescilia Senho-
rinlii Mendos de Allraquerque. da cadeira deCa- '
poeiras para a villa do Kouilo.
Fo approvada a plant: do local de um en-S
genho central do tvpo maior no municipio de
Palmares, apresentada pelo-hachare! Joo Zule-.'
rio Pires de Lyra.
Asisortdatto lociacs Por portara
da presidencia da provincia, de 4 e sob proposU
do Dr. chee de polica do Io do correte, foi
exonerado, a pedido. Targino Cabral de Mello
do lugar de 2" supplente do subdelegado do dis-
tricto de S. Vicente do termo de Timbauba. *
Por portara da presidencia da provincia
tambem de 4 e proposta do Dr. che fe, de polica
do t" do corrente, foram nomeados :
Para o lugar vago de 2o supplente do subdele-
gado do districto de Beberibe do termo de Olin-
da o alferes Alvaro Joaquim de -*lm.
Para o lugar de subdelegaao do 2o distrito do
termo de Santo Anto (Tabocas) .Antonio Dionv-
sio de Barros Cavalcanle, em substituicao de
i liristovo ioiiysio de Barros Pires que, falle-
ceu.
3lvw.wriw fazem boje 18 airaqs que
falleceu a Princeza D. Leopoldina, lilha segunda
de S. M. o Jmperador do BraziL
Sabbado, 9 do corrente, fazum 11 annos que
fall.'ceu o papa Pi IX.
FallecimeoteVictima de urna affecgo
pulmonar que desde muito tempo o aflligia. fal-
leceu hontem o ehefe de seccu da secretaria da
presidencia, bacharel Henriquc Alfonso de Miran-
da Leal.
Empregado antigo, e bom cumprtdor de seus
deveres, o Dr. Affonso Leal era hornera estima-
vel pela Ihaneza de seu carcter.
Tinha pouco mais de 4 J anuos de idade.
Nossos pezames sua familia.
ciiccnda No vapor nacional Maranhao,
veio hontem da provincia da Bahia onde se acha-
va com licenca o Dr. Thomaz Garcez Paranhos
Montenegro, juiz du direito do commercio d'esta
capital.
Hontem mesmo entrou no exercicio da sua
vara e acha-se hospedado no Hotel D. Autonio
no Caminho Novo.
Bom Jartftm-Communicam-nos que a es-
cola de S. Jos, para meninos descalcos que
funeciona na cidade de Bom-Jardim, sob a di-
recco do delegado litterario do lugar, est
aberta desde o da Io do corrente.
Imniiiiitsi toM Offlriaew da Guarda
Xanal-Beune-se hoje em sesso ordina-
ria; s horas e no lugar do costume.
Ferro-vla Caraar Effectuando-se em
Santo Amaro de JaLoatao as novenas que costu-
mam preceder a festa do orago da respectiva
matriz, urna commisso de festeiros, segundo
fomos. informados, dirigi se ao actual Sr. enge-
nlieiro chefe da ferro-via de Caruar, solicitan-
do de S. S. que pozesse um trem extraordinario
para servir ao publico do Recife que costuma ir
aquellas Dovenas, ao menos as duas ultimas
noites.
O Sr. Dr. Rocha Dias recusou acceder a esse
justo pedido, deixando "assim de satisfazer a
urna necessidade do trafego da linha, que. como
sabido, augmenta sempre por occasio de taes
fustas.
Embora respeitando a deberacao da admi-
nistraco na estrada de ferro, nao dei- iremos de
lembrar que, em identiiiade de cir. -tandas,
todas as linhas frreas que parto; o Becife
prooedem de modo diverso, e tirara i,lo, au-
ferem vantagens da organisaco de servico
especial para as festas que se fazem locali-
dades com prehendidas no percurso dos seos
trens.
Para nao citar sino factos recentes, tiremos
ieinbrado que assim praticou a ferro-na do Li-
moeiro em relaco festa de S.'Severaona a-
pella do engenho Ramos, em Pao d'AIo ; e as-
sim tambem procedeu a ferrovia do < axang,
em relago festa.de Nossa Seuhora da Sade,
do Poco.
Quer parecer-nos que to bons excmplos me-
recem ser copiados pelas linhas do estao, tanto
mais quanto em annos anteriores foi sempre essa
a pratica, e d'ella tirou proventos a linha frrea
de Caruar.
De tudo isso tiramos razo para apoiar lo pe-
dido que ao Sr. engenheiro chefe da iinha de
"aruar dirigi a alludida commisso de festei-
ros e liamos' que S. S. modilicar a sua reso-
luco, certo de que a linha frrea lucrar.
' Almanac-b Itinerario Alagoano das
si-Hora* Fomos hontem obsequiados com
a remessa que nos fez a Exma. Sra. D. Mara
Lucia Duarte, residente em Macei, de ura exem-
plar do interessante Aimanacb para este anao,
sob o titulo cima, alli publicado.
Atha-se adoraado com o retrato de S. A. im-
perial. D. Izabel.
Na Livraria Franceza ba exemplares deste
Almanach venda.
"r&o d* boNo domingo, 10 do corrente
mez, celebrar-se-ha aa-igreja de Nossa Senbora
do Lvramerrlo'd'essa cidade, a tradicional Testa
do glorioso martyr S. Sebastio.
' As 5 horas da manh do referido dia. nma
salva de 21 tiros, diversas girndolas de fogue-
tes e o solemne repique dos sinos despertar
os habitantes d'essa cidade, annunciando-lbes
gue chegado o dia da festividade do glorioso
Santo Martyr; e s 10 horas da manh comecar
a missa solemne grande orchestra, regida pelo
proessor Gabriel Archanjo de Azevedo. officiando
o Revm. vigario Manoel Candido das '.bagas Gon- l
dim e servindo de ministros os R -vins. coneg
Antonio Doraingues de Yasconcellos Aragqk
padre Severiuo Jo:; Villa-Nova.
Ao Evangelho, oceupar a tribuna sagrada o
Revm. conugo Augusto Adolpho Soares de' Ku-
sewetter.
Durante a missa solemne estar e\
Saolissimo Sacramento,
mandade d'esta invocaco e da de Nossa
ra do Livraraento.
A's 6 12 horas da tard
gano Gondim, depa
Tuntum ergo e beneflo do S
:.la arread'
i Martyr com a *'
:
i

m.


i
I


Diario de JPennmbwc^43BtttJbtfwi^T de Perorar
189
[peces dr m-reparto
lecorada siiflirientenieni
iormentc q gioruo.
Preventivo da T0*e amareaiaO
l)r. Joo 'mito do R r, contiendo medico
da (. lemia Imperial de Medi-
:io :
< Desde t876comecei ;i experimentar no rir
culo limitado .le minha clnica o acido arsenioso
'corn Uivo da febre amarella, ac
lhaii'i '-1 e presereveodo-ens pessoas reoem-ene-
sta capital em '-poca de epidemia.
Por nao ter visto a< u tratadas
comettidas da molestia v com o liin de
imis o campo de observaoOes, commui-
ininha pratica a algosa couegas mais
intu live posteriormente i deca-
relo d tereiu colbido resultado favoravel, nar-
rando-me um dellee o Mgniote casa, digno 4e
!: urna senhora eatrangeira chegando o esta
Corte cu lempo de epidemia, sujeju desde logo
ehegada ao uso do acido arsenioso, foi acco-
mettida trez das depois de (abre coin os svmp-
tomas de typbo-icteroyde, dissipando-se tudo no
espado de irinta c tantas horas corn a applicacfio
.
- tratamento preventivo ('insiste era tomar-
se urna dse I raeio niilligrainina de acido ar-
senioso de manha, outra ao meio dia e ontra a
noite. durante a primeira semana ; na segunda
semana urna dse de manila e outra noite, d'ahi
era diante urna s dse todos os dias, emquanto
durar a epidemia. Isto para as pessoas recem-
chegadas ou nao aclimadus; e para as que tem
mais de dous annos de residencia, basta urna
dose de meio milligrarama do medicamento, to-
dos os dias.
Emprgo a fofmula dos pus arsenicaes de
Boudin. nuil gramma dividida eai vinte papis,
ou a solucao arseniCal do mesmo autor, um para
mil, 10 grammas em trezentas d'agua filtrada
para ser tomada as collires (das de sopa) repre-
sentando cada colher approxiraadamete a dse
de meio milligranimo de medicamento e prefiro
a soluij"so arsenical por se poder fraccionar mais
as dses, dando-se as collires de cha quando se
trata de enancas.
Alguem apreciando o resultado d'este trata-
metilo preventivo d'elle deu noticia no Jornal do
Comm'ro c Diario de Noticias de 20 de Marco e
5 de Abril de ifWG. chamando para elle a tun-
da classe medica.
Ora, quando todas as caulellas. meddaa e
urovideacias sanitarias empregadas, nilo tera po-
dido anniqoilar nem minorar o llagello que pe-
riodicamenU' mus persegoe, nao se podwww mo-
dilic;: i\ iravelmente o meio em que se vive,
parece razoa.el procurar-se modificaro meio
individuo : e neste humanitario intento se es'.o
lo os proflssionaes, que tendera para a
vaccin.;co das mole-':.-, cota suas culturaas al-
ternadas.
E' sibido que o arsnico destrteos organis-
mos lu riores, pntrctanlo o moiivo de eomecar
eu a experimental-o, com franqueza o digo, niu
ni veio'd.i iiuii.i (||i. ge conhfcc" escripto sobre
a aceto pliy-iologica e therapeutica do arsnico,
Sprin de observar que individuos nao aectima-
D- e que l'aziam uso desse medicamento por
cansa nutras molestias sahiram incolomcs de
foros i s'ilenciaes, onde perderam pessoas de
sua familia.
Nem s contra a lebre amarella e sim con-
t,-;i lo las as molestias nfecto-contagiosas que jnl-
go dever ser empregado o tratamento preventivo
e assim o lenho prescripto ltimamente contra a
escarlatina e a varila.
Pelo que tenlm exposto considero o acido
arsenioso um preventivo infajlivcl at o ponto de
3uai;do nao possa prevenir, attenuar a enfermi-
ade de modo que ella fique reduzida a ligeira
indisposicio de saude.
Imposibilitado pela vida de medico clnico,
que vive simiente- de labor diario. iijo Jjjpondo
eu de tem|>o e lugar para as pesquizas e expe-
riencias de laboratorio, confiei este assumpto a
perito reconbeci lo em iraballios dcste genero, ao
Sr. Padua Castro, autor la recente e iuteressan-
te Obra sobre os toditos negros e os sousfermrn-
los figurados; e emquanto aguardo o resultado
final de suas experiencias, me grato dtzur
aqui que o mesmo senhor j me declarou serem
bes experiencias muito satisfactorias e ten-
dercm a pateotear a prophylaxia do acido arse-
nioso.
Na quadra aclual da epidemia julguei nao
dever deixar de fazer essa communicaco, e, fi-
nalmente, entrego ao criterio e probidade scien-
titica dos merabros da Academia Imperial de
Medicina onde sou o mais diminuto, este me-
thodn de tratamento preventivo, do qualjme con-
si ero iniciador.
Diante de experiencias de tantos annos, pare-
ce-nos que devera ser seguidos os conselhos que
com o loaravel intuito de garantir contra a febre
amarella os habitantes da Crte da o o Dr. Reg
Cesar.
Saa-fedaa arlUlias Pedro Ama-ri-
co Hoje, no lugar e hora do costme, reunir-
se-la esta sociedade em sessao ordinaria.
McrIa-duaH- Iliteraria onralve
ias -Esta sociedade reune-se boje em sessao
ordinaria, s ti horas do dia, afun de iniciar os
traballios soeiaes c eleger a nova directora que
tem de funecionar durante o trimestre de Fe ve-
re i ro a Abril futuro.
ANMOciacao-Medico Pbarmareutiea
Pernamna-aauHoje no lugar e hora do
costme esta associaro funeciona em sessao or-
dinaria.
Os boutus para a ordetn do dia sao os segua-
t- '
i". Qual o local nos arrabaldes desta cidade
que aprsenla memores condiges para a remoco
no curso e nas convalescencias das febres infec-
ciosas as diversas estaces do anno?
2". -No caso de invaso de epidemia da febre
amarella nesta cidade para onde devenios acon-
selliar a reinocao das pessoas nao aclimatadas
como meio prophilatico e que melhores vanta-
gcii6 apresenta ?
3. Qual a importancia da hydrotherapia no
tratamento das febres e quaes as suas indica-
foes
Est com a palavra o Sr. Dr. Paula Lopes.
Tribunal alo Juvydo Rea-I feA's ii
horas da raanha de u ratera, acbando-se presen-,
tes na sala das sesses os Srs. Dr. Antonio Do-
mingos Pinto, juiz de direito presidente do tri-
bunal. Dr. Joo Joaquina de mitas Henriques,
primw promotor publico e capitao Floren-
cio Rodrigues de Miranda Franco, escrivao pri-
vativo do jury, tez-se a chamada geral dos jura-
dos sorteados.
Comparecendo apenas 33 jurados foram sor-
teados os seguintes supplentes :
Fregueza do Rerife
Manoe! ItozehJo F. de Alraeida.
S'inlo AiUimi
' Manee! Mara de Hdluuda Cavalcante
Manie! loanuim de .rruda.
' Boa-Vtofr '
Major i. ron y rao E.e ffranda Castro.
Jos Mar de Hollanda Cavalcante.
Adoipho Tar^iuo Acrioli.
Manoel do NascimeiitoC. Buriamaqui.
Heniiipie de Miranda Henriques.
alvos de Albuqt|
Manoel RibeirodeCarvalbo Jnior.
Dr. Adoipho Tacio da^Costa Cirne.
Claudino' Izidro dos Santos.
Trajaov) Apio de Carvalh Mendonca.
Elias Cordeiro Cintra. <
Pogo
M.moel Joaquim Caroeiro MoViteiw.
Foram multados em 20*001) os seguinl
comparecer, constantes
to Hacao ja-p seguintes:
..iriCesi de Mendonca.
tona.
eira Carneiroda Cunba.
i Barros.
A
na.
ra.
go Baptista.
i sessao para hoje as 10 horas.
nllitar i.
dada boj

seibo de gueara a q oltfado da
oasaoki. llana Maaa.t-I Perreira Ja
,>li aprend? Sr. lenente-eoronel
to Perroz.
- Foi mandado addir ao V batalliSo de m-
fantana. onde aguardar sua baixa. o Sr. 2 ca-
do 22 bataJho da masma arma, Franciseo
(lardoso Pires, que ebegou hontem da corte
vapor Maranhao, cuja guia de soccorriraento.^e
remette aquelle batalhao.
Foi mandada apresenlar ao 14" batalbe o
ido desertor Vicente Ferreira Soulo, que foi
capturado na provincia de Alagas.
Preventivo da febre amarella-Le
se no Jornal do Cominercio da corte :
Do S-. J. M. de Padua Cast o. que publicou
ha pouco terapo um trabalho com o titulo U vo-
mito negro ot seus fermento* figurados de que de-
mos noticia, recebemos a seguinte carta :
Preconisandoo Dr. Reg cesar, baseado em
longos anhos de experiencia clnica, o acido ar-
senioso como preventivo nao s- da febre ama-
rella como de outras que esto gras3ando actual-
mente, prestou esse distincto medico relevante
servico a populacho desta cidade.
RazOc scienttficas firmadas tambem em ex-
periencias de laboratorio fazem-me aconselhar o
emprego do mesma acido para o fim indicado
pelo huminitario cubico.
Nao podendo por emquanto expor o resulta-
d i dos meus estudos. vou entretanto apresentar
a razo que me levou a iniciar taes trabalhos e
que julgo dever calar igualmente na esclarecida
inteligencia de V. S. e da classe medica
Todos os que tni-se dedicado ao estado da
febre amarella sao unnimes emadaniuir a exit
tencia de um producto zhmico no sangue dos doen-
tes dessa nferraidade.
O Dr. Gibier adtnitte mium substancia ela-
borada por bculos e que absorvida produz os
phenomenos jferaes da febre amarella, que
de ve ser tratada de modo a jiromover-se a eli-
minago desse elemento toxico. *
O Dr. Sternberg declarou que os factos ob-
servados antorisam a acreditar que 9 microbio
patboenico produz una materia toxica e que o
ataque da fabre amanilla reconbece por causa
os effeitos txicos desse veneno chimico enrgico.
0 Dr. Domingos Freir diz que a febre
araarcll.i *uma alie cao que reconbece por ori-
ipr. o i senvolvimento co-relativo com a elabo-
racao custa dos principios albuminosos de
"tomaynas toxicas... .
' i O autor do traballio vomito negro que firma
estas linhas exprime-se assim : s sympto-
mas de urna verdadei-a entoxicaco que se 110-
tam na febre amarella e a existencia de sui pou-
eos organismos no sangue dos animaes innocu-
lados Eevam nos a considerar essa affecg? como
urna sepnemia, originada pelaabsorpcao de al-
gura producto chimtco formado era qualquer pon-
to do organismo.
Se todos os ob ervadores sao concordes na
furmaco e nccnrmaro no sangue de productos
txicos alcalinos na opinio do Dr. Freir, sen-
do o acido arsenioso urna subst ncia de diflicil
eliminacao (?) segue-se que aoplicado elle com
o criterio aconseihado pelo Dr. Reg Cesar, taes
productos txicos encontram j na economa,
medida que se vo formando, um elemento que
os deslroeslou neiitralisa, pouendo'operar-se ape-
nas desordens passageiras, se ellas se manifes-
la:em
E' convieco mmha que se pode mesmo
ataihar os progressosdo mal, tomando o doent:-
adalto (e as enancas ])roporcionalmente idade
e a 1 nsiiiuicio) de urna vez ou com pequeos
intervallos, at sete milligrammas de acido ar-
geniei sem que a ingesto desse medicamento
r cousoquencias desagradaveis.
' Nao ha, pois, motivos plausiveis que facam
corn qob os habitantes desta cidade nao sigam
os cooseMM do Dr. 'es.ir Reg.
A scieocia e a experiencia clnica acbam-se
boje de mos dadas pan debellar ou attenuar o
mal que tanto nos persegue.

Directora da obra* de coaaerva-
r ilao Porto da P.-rnambuco i! ci-
fe. o de Fevereiro de i889.
Boletim meteorolgico
Horas 1-1 5 = 2 Barmetro a 0* Tenso do vapor 0 a 3
Hw
6 m. 2i -5 .i9-9i 20.12 89
9 28 -% 29-6 761-14 20,53 72
12 760-99 20,11 60
3 t. 29- 700-18 18.79 02
6 28-6 7in.)>:t:i 19,40 --+-17
Temperatura mxima30",00. t
9ita iiiiniraa 24,25.
Evaporaco em 24 horasao sol: 6-,8; som-
bra : -,9.
Chuvanulla.
Direcgo do vento : SE de meia noite s 8 ho-
ras da raanha ESE at 10 horas e 25 minutos ;
E at 11 horas e 5 minutos ; ESE at 11 horas e
:('> minutos; SE at 5 horas e 18 minutos da
tarde ; ESE at 11 horas e 15 minutos ; SE, ESE
e S alternados ar meia noite.
Velocidade media do vento: 1",58 por se-
gundo.
Nebulosidademedia: 0,64
Boletim do porto
= '3 11 Dia Horas 2 2 da tarde 8-18. 249 da manb Altura
B. M P. M. B- M. 5 de Fevereiro m 6 de Ferereiro 0-,74 2-.15 0-67
La-lioeF.ITectuar-se-iio os seguintes :
Hoje :
Pelo agente Burlamaqui, s 1 horas, no pateo
do Carmo n. 14, de movis em bom estado.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra Im-
perador n. 50, de movis, crystaes, vidros c es-
pelhos.
Pelo agente Gusmo, as 11 horas, rea Mr-
quez de Olinda n. 48 tle movis de diversas cua-
lidades.
Pelo agente Burlamaqui, s 11 horas, no pa-
teo do Carmo. n. 14, ci movis.
Pelo agente Pinto, is 11 horas, ra do Mr-
quez de Olinda, n. 5i, de livros de direito e lit-
teratura.
Pelo agente Stepple. s H horas, ra do
Imperador n. 39, de dividas.
Pelo agente "Martins, s 11 horas, rna Es-
treita do Rosario n. 45, da casa de bilhar ah
existentes.
Amanh :
Pelo agente Brillo, s 10 i/2 horas, ra Vis
de Inhama, de movis e loucas, e de um
pred'13'el linda.
Pelo agente lbnto, as 11 horas, no caes da
Companhia Pcniamburana. de trez escalares e
mais pertences Je nas ios.
Pelo agente Burlamaqui. s 11 horas, a ra
Augusta n. 187, dt>mo*is.
Wwu fnebreSerao celebradas:
Hoje: x ,
A's 8 horas, na igTe.ia do Corpo santo, pela
alma de D. Adela'd: Theodolrada Bruto Mes-
quita: as 7 lj2horss na Ordem 3 do Carmo,
pela alma de lamente 'Jpnto de Souza Mira
7 horas na igreja da r>anta Cruz, pela alma de
Enedina Augnsta SerraDo Travassos ; s 7 he-
ras, na igreja da -oledade. pela alma de D
Joaquina Mara da Penha; Costa.
rMMpirtw-Cusidos do sul no vapor
brastleiro Harnnho: \ ,
Baro do Ass, sua senttpra e 2 criados, Jos
1 Sebastiao Gaerra, JeJMunoel de Amorra,-
Felippe Ferreira. 4 ex pracas V armada, cadete
francisco Cardoso P*r;?. 1 iflimigrante, 2 ex-
pracas do exercito, Dr. Vicent\*raiva de Car-
valh Neiva, Maria" de yiraujo la 0 .souza.
Augusto Caimou Noguera da GaSP- cotnmen-
Domingos Viceiite Goncalves [de houza e
Vicia c =niceto (menorr~>- -J;nt0J?10
1 C. da Silva. Conitancio Josda\^ll,raa.. ur
Thoraaz Garcez ParanlwsMontenegro.I' arotmoi.
.s, Dr. Manoe' Mara, Justino '.lorres. Pe-
no de Lourei -o Manoel Pedros^, "p.1111^0
*u Reg, Leopolitoo Gitahv, EraSg*1.10 de
Vl^ndonca,
Amelia Calheiros 4 felto, Franciscajl Marta
vnia Rachel dos Pf'
itonie Paotaleo, 'Silvmo
OiM-a-ua>a>e 10 Hospital Pedro H no dia 6 do -oorrente.
felo Dr. Malaquia
Urethrotomia externa indicada- por estreita-
mento infranqueavel da uretra complicado de
fstulas.
Posthotomia pelo termo cauterio indicada,-por
pbimosis.
Pelo Dr. Berardo :
E\tracgfio de cataracta senil dura pelo preces-
so de Wecker.
Caa de UetracaaMovimento dos pre-
os da Casa de Detengo do dia 5 de Fevereiro
de 889.
Existiam 427 5 entraram 29, sahirara,22: exis-
tem 434.
A saber:
Nacionaes 398; mullieres 16; estrangeiros 20
-Total 434.
Arracoados 383. '
Bons 361.
Loucos 2.
Doentes 10.Total 383.
Movimento da enfermaYia
Tiveram baixa :
Joo Jos Estevo.
Antonio Flix do Nasoiuienlo.
Tiveram alta :
Goncalo Jos Baptista.
Antonio Tranquilino Marques.
Araerico Vespocio de Asevedo.
! oram hontem visitados os presos deste esta-
belecimeuto *por 145 pessoas. sendo : horaens.
48 e mulheres 97.
HoMpital Pealro II -O movimento deste
estabelecimeuto de daridade, no dia 4 do Fe-
neiro, foi o seguinte ;
Entraram 19
Sahiram 26
Fallecen* 1
Existem 569
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Cvsneiros9 1|4. Barros Sobrinho s 7, Be-
rard"o s 11, Malaquias s 9, Poutual s 8 ^4,
Esievo Cavalcante s 9 1]4, Simes BarDosa as
10 horas.
O Dr. Moscoso nao compareceu.
' O cirurgiao dentista Numa Pompilio s 8 1[4
horas.
O pharmaceutieo entrou s 81|2 da manh e
sahio as 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutieo entrou s 7 1|4
da manh e sahio s 3 Ij2 horas da tarde.
Lotera do fciro Para Eis os premios
da 3.* parte da 24." lotera do Gro-Par, ex-
trahida em 6 de Fevereiro de 1889 :
7149 120:000*000
l'.l-::i 30:000*000
938 12:000*000
6248 6:000*000
16800 3:000*000
Eslo premiados com 1:500*000 os seguintes
nmeros :
1282 5904 7968
Eslo premiados com 6005000 os seguintes
nmeros :
7565 9922 12238 15898 16605 17404
Esto premiados com 300*000 os seguintes
nmeros :
278 286 4580 4732 5563 6835
14369 16898 18298 19795
APPROXIMACOKS
7148 1:500*000
7150 1:500*000
19030 600*000
19032 600*000
9381 150*000
9383 150*000
Os nmeros de 7)41 a 7150 eslo premiados
com 150*000 inclusive o da sorte grande.
Os nmeros de 19031 a 19040 esto premiados
com /90*000 inclusive o da sorte de 30 contos.
Os nmeros de 7101 a 7200 esto premiados
com 90*000.
Os nmeros de 19001 a 19100 esto premiados
com 60000.
Os nmeros terminados em 49 esto premia-
dos com 60*000.
Os nmeros terminados em 31 esto premia-
dos cora 60*000.
Todos os nmeros terminados em 9 e 1 est
premiados com 30*000 excepto os terminados
em 49 e 31
A seguinte loteriacorrc no dia 11 de Fevereiro
com o plano de 60:000*000.
Lotera do tram-Para A i* parte da
26' lotera, dessa provincia, cujo premio grande
fio-ooo. oo. -era extralda, segunda-feira, 11
de Fevereiro.
Cemilerio PublicoObituario do dia 5
de K.-v.M-eiro de 1889.
Brazilina, Peruambuco, 2 1/2 annos, S. Jos;
eclampsia.
Antonio Miguel, dos A0JO6, Pernambaeo, 80
annos, viuvo, s. Jos ; tumor no ventre.
Mua, I'ernambuco, -50 annos, solteira, S
Jos ; tubrculos pulmonares.
Damiana Maria da Coneeieo. Pernambaeo,
56 annos, viuva, S. Jos : bronchite.
Adoipho, Pernarabuco 1 anno. S. Jos ; me-
nengite.
Joo, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Viste ; diar-
rha.
Rosalina, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ; en-
tente.
Lourenco, Pernambuco, 84 annos, solteiro,
Boa-Vista : senilidade.
Manoel, Pernambuco, horas, Boa Vista.
Um pouco de tudo
Os vulcdes rcticos podem apenas ser
conhecidos pelos seus vestigios. Ellos dc-
vem ter langado os seus ltimos fogos em
teinpos immemoristes.
No polo sul ha um grande volcSo em ae-
tividade. Pelo menos foi visto a vomitar
columnas de fogo e de fumo da altura de
600 metros a 28 de Janeiro de 1840. O
capitao Koss, que o observou comassombrOj
comparou-o em violencia ao Vesuvio, ao
Etna c o Hecla. Ao redor, e em todas
as direccSes, a agua acliava-seasaliditiead*
por terrivel fri. A lava congelava-se no
ai-, disparando-se sob a accao do vento em
nev fina.
Koss, navegadw igiz, foi o explora-
dor que mais penetrou nas regides polares
do sul. A sua ousada expedicao foi alm
da latiiude- de 7420' que o seu illustre
predecessor Wedell attingiraa 20 de Fe-
vereiro de 1883, e onde se achou do mes-
mo modo que este, diante de urna verda^
deira muralha de gelo de altura 'de 60
metros. O volcio que lhe foi dado ver,
e aos ofiiciaes e s tripelacies do Erebo
e do Terror} aguarda anda a ousadia de
novo explotador que, 1 nao se limitando a
contempior aquella maraviUia da natureaa,
possa desvendal-a scieneia.
*.
O Sr. EdmantU Kensbwg oeee>am
biWiotheoa- -nacional os deeakos e origi-
naes que serviram para os modolos litlio-
graphodos dos uniformes dos empregados
de polioia do imperio.
Estes trabalhos de desenhoe e lithegra-
phia foram executados em'-casa do Sr.
Rensburg em 1859, sendo entao ministro
da justica o conselheiro Jos Thomaz. Na-
buco de Araujo^ chefe de polica da cor-
te o Sr. desernbargader idro Borges
Monteiro.
Os uniformes sao para os che fes de po-
lica, delegados, subdelegados, secretarios,
officiaeB, mdicos, cscripturartos e ama-
nuenses. Para aquilatar o valor dos dese-
nhos originaes, basta dixer que as colle-
c^Ses completas dos. preprios modelos li-
thographados sao hoje muito raras.
dou-Ihe arrancar todos oedenCeSj-om nu \
mero de treae, dos quaes ella sonra'u
julgava sofiVer.
ment muito nervoso, e nlo qui*' tomar
cbloroformio.
Desos da extraccSo do terceiro dente,
a pobre mnlher estava j tSo prostrada,
que pedia soccorro. Mas o marido decla-
rou que nao sabiria d'alli semque o dentis-
ta tivesse arrancado os treze- dentes, e
poz se a segurar a cabeoa da-espoea, em-
quanto o artista recomec^ava- as xtrac-
9808.
Os treze dentes foram arrancados, mas
a desgranada mulher fallecea duasbow
depois no gabinete do-dentista-.
Aquillo nSo era um marido, era urna
seg desfaTcada.
***
Os jornaes hespanhoes come5aram lon-
gos artigos descripcSo do admiraveL in-
vento de Isaac Feral e s experiencias
em realisacao na baha de Cdiz. A ex-
periencia ofioial devia realisar-sc no da
15 do mez de Janeiro.
O /'eral um torpedeiro; mede 21
metros de comprimento e movido pela
electricidade depositada em 700 aecumu-
ladorcs.
' Deit onze milhas navegando supernV
crc e dez submergido.
O governo hespanhol colloceu disposi-
9^0 do inventor a quantia, relativamente
insignificante, de 40,000 duros.
Sendo o inventor, como um profes-
sor da Escola Naval, sem outros recursos
alm .do seu vencimento, teve de luctar
com grandes dirHculdades para realisar a
sua obra.
Peral inventou e applicou ao seu barco
de guerra una reflectores elctricos poteu-
tissimos que Iluminara a distancia de 150
metros.
Se as aguas sao claras v-se perfeita-
mente atravez dellas; no caso contrario
serve outro apparelho, o anteojo, marnho,
que sobe superficie e reflecte em baixo
as extremidades n'uma superficie de 4
milhas quadradas.
Tem um canhao lanna-torpedos, inven-
cao de Peral. O submarino pode appro-
ximar-se dos coligados mais poderosos,
disparar contra elles a machina destruido-
ra e affastar-se velozmente, assistindo em
seguranca aos effeitos do desastre.
Joo Pardo, speoialiatarasi jeantos,
lias de senhoras e de criabas, com
pratica tkb hosprtaea de Pars ede Vienna
Madame -Scelwyg era-de um -tempe->dAustria, d consultas de 1 s 3 horas da 1
tarde em sua residerlcia & ra do BarSo da
Victoria n. 59, 1.a andar. Chamados a
qualquer hora.
Advogados
O bochar Witruvio Pinto Bandeiva,
pode ser procurado ra ,do Imperador
n. 71, 1.' andar.
O Dr. H. Milet mndou o seu escripto-
tbrio de advocada,.para a ra doilmpera-,
dor n. 46, 1- andar, sala da frente.
Oeemiita
Dr. Ferreira. com .pratica nos princi-
paes hospitaes.o clnica de. Parisi e Lon
dres, d consultas todos os .dias das 9
horas ao meio-dia. Consultorio e resi-
dencia ra Larga do Rosario n. 20.
errarla a vapor
Serrara de Franci co dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabele-
cimentoy o primeiro da provincia ueste
genero, -compra e vende maderas de to-
das as qitalidades, serra madeira de cori-
ta alheia, assim como prepara obras da
carapina pox machinas e por presos sem
competenciaPernambaeo.
Bregarla
Furia Sobrinho <& >J., droguista por aW-
cado, ra. do Mrquez de Olinda n. 41.
Drogara
Francisco Manoel da Sva.&- C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n.23.
al Mme Koblet de volta de sua viagem
previne as Exmas- familias e as sua^ fre-
guezas que trouxe tudo o que diz respailo
a modas e novidades. Ra do Imperador
n. 44.
PUBLICAC0ES i PEDIDO
Empreza de illuminagao a
Gaz
Sem pretender ntrete!- polmica pela
imprensa com o Jornal do Recife, cuja
linguagem apaixonada e virulenta revela
Leva 8 toneladas d'agua, como lastro, [que o seu fim apenas malsinar a empre-
Calculam os jornaes hespanhoes que um
pequeo numero de taes barcos bastar
para defender as costas de Hespanha e as
colonias contra as mais poderosas esqu*
dras.
Peral recebeu lia pouco do constructor
Nordenfelt a offerta de urna considerauel
quantia pelo seu segredo. Nobre, recu-
sou, consagrando patria o resultado do
seu labor e repellindo de ante-mao a idea
de qualquer recompensa do seu paiz.
Posso morrer tranquillo, no dia
em que resolver o problema da navega9ao
submarina, diz elle.
***
Eis urna interessante comparafo entre
a Academia Franceza no dia Io de Janei-
ro de 1789 e em igual data deste anno.
Por urna coincidencia curiosa, ha cem
annos comolioje a notavel academia est
au complet : *
1889
1789
1 Flqrian
2 Brquigni
3 Aguesseau
4 B. de Cuss
5 Rulhires
6 Beauze
7 Vicq d'Azyr
8 De Montazet
9 Chabanon
10 L'abb Maury
11 Marmontel
12 Ducis
13 M. Fezensac
14 D'Harcourt
15 Malesherbes
16 L. de Brtenne
17 GaufHer
18 Duc de Duras
29 Beauvau
20 Bfernis
21 Bisson
22 A. L. Seguier
23 Delle
24 Gaillard
25 Bailly
26 Saint Pelaye
27 Arnaud
28 ondorcet
29 MoreUet
30 Kadonvillier
31 C. de Guiber
32 r*~. Gumene
33 Lemierre
34 SaratLambert
35 8uaid
36 La Harpe
37 Sedaine
38 Castallux
39 Duc Nivemais
40 Roqulaure
Prudhomme
Vctor Durny
Lon Say*
Octave Feuillrt
Grard
Legouv
Jo8eph Berthrand
V. Sardou
Leconte-de Lisie
John Leinoine
C. Rousset
Mxime du Camp
Xavier Marmier
Duc de Bloglie
J. de La Gravire
F. de Lesseps
Taine
De Vogu
Emile Augier .
Alexandre .D urnas
Pailleron -
Jnles Claretie
Mzire8
Renn
Cherbuliez
Ed. Harv
Emile Olivier
De Mazade
Rousse
D'A. Paaqmier
Pasteur
Henri Mehac '
Camille Doucet
F. Coppe
Gastn Boissier
Duc d'Aumale
Mgr. Perrand
Ludovic Halvj
Jules Simn
Haussonville
* .*
um dentista.
Em casa de um dentista, de Ilalifax
dense ha dias urna cena bem triste.
Urna joven,, chamada Mary Se
soffria ha dias dos dentes ; o marido impa-i
uvir os guni-ruaan daapsa,
casa de- um dentista c man-
SPORT
AninacM para corridas
Ghegaram boatam da ct\rte. no vapor Mara-
nhao as animaos Presidente. Venus e Pelicano, os
dous primeiros de puro sangue estrangeiro e o
ultimo de meio sangue nacional.
Pertencera i.oudelam Internacional.
Medico
Dr. Cerqueira LeU, tem o seu escripto
rio aberto rua Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua rssidencia ruada Santa Cruz
o. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e crianeas. Telephoae-n. 326.
Dr. Joaquim Louimro medico e partei-
ro! consultorio ra do Cabug u. 14,
,1, andar de. 12 s 2 da tarde; residencia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
a ra do Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 54, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
, Dr. Castro Jess medieo o operador..
Pratica a lavagem do uterd iiuando e co-
mo aconselhada. Jonsultas das 11 s
i tarde em su sidancia arma
Bom Jess Cantiga da-Cru;
andar.
za do gaz prevenindo contra ella o publico
e as autoridades, que tjn de intervir nas
quest3es pendentes, limito-me a declarar
quo a certidao a que se refere o mesmo
Jornal foi requerida e obtida do Thesouro
Provincial pelos meios legaes, e se ha
nella falsidade, nao foi commettida pela
empreza, sendo por outro lado os empre-
gados do Thesouro incapazes de passarem
oertidoes falsas.
A respeito deste incidente, assim como
do que considera a empreza conveniente
allegar sobre os seus direitos, o far pelos
meios legaes, e perante o poder compe-
tente.
Abaixo vai transcripta a certidao.
Pode o Jornal continuar em sua tarefa,
certo de que, confiando como confio nas
leis e autoridades do paiz, smente pe-
rante estas tratarei das questoes em que
se acha envolvida a empreza.
George Wi'ndsor,
Gerente.
Illm. Sr. Dr. inspector do Thesouro
Provincial.Fielden Brothers, emprezarios
da illuminajao gaz desta cidade, reque-
rem a V. S. que se digne mandar passar
por certidao o theor da clausula 25* do
contracto para illumina93o desta cidade
em 26 de Abril de 1856.
Pede defferimento e E R. meRecife,
24 de Janeiro de 1889. l-or procura9ao de
Fielden Brothers. George Yfindsor.
Oertifique-se. Thesouro Provincial, 24
de Janeiro de 1889.E. A. Olweira.
Em cumplimento do despacho supra
certifico que a clausula vigsima quinta
do contracto a que se refere o peticiona-
rio, do theor seguinte :
t Todas as quest3es suscitadas aerea
do presente contracto serao decididas sem
recurso algum por dous arbitros nomeados
pelas partes, as quaes, no caso de discor-
dancia, nomearao um desempatador, e se
nao convierem nesse desempatador, ser
elle nomeado pelo presidente do Tribunal
do Commercio.
Pagou dezeseis mil quinhentos e trinta
e seis ris de emolumentos, como do co-
nhecmento de quit^ito sob o numero de-
zoito.
Sec9b do contencioso, 24 de Janeiro
de 1889.
Eu, Jos Xavier Carneiro de Barros
'ampello, chefe de sec5ito addido, o es-
crevi.
Recife, 24 de Janeiro de 1889.
O procurador fiscal,
Manoel N. Regueira Pinto de Souza.
Adoipho Ling-dejSmsat-e uw'cor roap.on
aquelle mesmo gue desvairado por uma.surjpos-
ta posicaapoJrticiBa oonmrca era ojne.6ide,
nao trepioa em deixar que sotTram os seus.brifls,
abtase a sua dignidade e desapparca 1
micter.
E' responsavei o Sr. Joaquim. CavalcaBte.COfli
quem nao tivp a fortuna wde-eiifreata*Ti
Sr. Joaquim Cavalcante quo-, mostrou-se de on
crueldade inqualiticavcl..quando apresentethme
ao publico che;o de crnesn coberto -de viem,',
um \erdaaeiroreprobo..., o Sr. Joaquim Carel- ,
cante quanaopedio emprestadas a bravura ea
coragem de ninguem para forir-me pela.jmpren-,.
.^a... o Sr. Joaquim Cavalcante que, pela segn-';
dfl vez, foge de responder por seus acto
Nao sei se isto bastante para a coniplajtarttear
truicao da inslita aecusaeo de que fui victinw,.
Tal vez o publico, em face de prooedirnenta"
to irregular, coosidore-a de-nenhum .valQ.-.baU
da dedraportancia. e se me licito dizer," at in-
diana !
Eu, poru,-. n-5o obstante a atisiac&o qae ge- .
rou-me-arase prooedimento, perCeitamentu dfno ;
do meu aggressor. repito, prefera qne, a cora-
gem que sao faltou-lbe para iajurar-me,..peia.cr"
imprensa, nao lhe faltassejia-hora.de ver raba- .
tldas todas ellas pelos meios que a le garante e
deque devem servir-se todos os bous cidadaj,
Ah I S. S haveria de exhibir, sob a provoca
gao a mais solemne, todas as prova; dos.factos.
queenumerou em o seu artigo... e, caso dS#
apparecessem ellas o triumph nao seria mea,. -
Infelizmente do-se em o nosso mejo^ocial,--
semelhantes seenas que, ao observador sensato
e criterioso nao passam desapercebidafi.
Em quanto, pois, o Sr. Joaquim C-ivalcante,'.
mostrarse, tal qual c, sem-a precisa ilignidade...
para assumir a responsabilidade legal de seus
actos ha de ficar sujeito ao iui/,0 imparcJa,do -
publico, qui* certamente, ser lne-ha o mais des-
favoravel.
O factoquevenho de expor caracterisajimiti:
dividuo.
E, entretanto, talvez esteja S. S. persuadido,
de que contina a nrocdtter correctamente,,coftr
quistando applausos de alguns outros pobres de
espirito que, por igual, desconhrcem os-princi-
pios de honra e dignidade.
Oue lhe faca bom proveito !
Nada mais posso nem evo accreseeatacpara
tornal-o passivel do desprezo -publiao.
Cora as presentes linhas tenho-me -desobri-
gado do comnromisso que tomei para com.o,,
publico e meus amibos, aos quaes .devia plna
satisfagao. era vista da brutal aggresso que .
determinou-o.
Creio ter sido completa minha defeja desde-
que com a falta da exhibigo do autographpi por
Uiim requerida, consegu a do carcter do Sr,
Jbaquim Cavalcante de Albuquerque.
Pao d'Albo, 6 de Fevereiro de 1889. .
Francicco Vidal Aran ha Montenegro. -
--------------*-------------
Ourlcury. 19 de Janeiro de
Os abaixo assignados eleitores do par-
tido conservador, sob a chefia do assassi-
nado Juveniil Antonio de Castro e Silvay 1
do alto da imprensa vm felicitar ao .goJ
verno geral pela .feliz eseolha na pessoa4
do Dr. Joaquim Alcibiades Tavares da,,
Hollanda,spara o cargo de juiz de direitooj
desta comarca.
Ha tres annos que o inlegro magistra-
do exerce as funeces de juiz entre nos,
e somente a lei tem sido paratelle (ja.ima-w
gera a quem venera.
Liberal, como c sabido,, no .entretanto.?
no desempenho de seu dever, nao v *> in-;.
teresse poltico, ao amigo mais dedicada}) <
e quem sempre perante .-cu juiao impe
aquelle que tem em seu favor a raza.
Enrgico, valoroso e possuido de todos
os sentimentos humanitarios e de justicia,
tem sido o que dispensa o llustrado ma-
gistrado a seus jurisdicionados.
Nao v o inimigo quando o refle*o '-de
sua autoridade tem necessidade dechegac 1
como barca salvadora da ordem publica.
Na catastrophe do dia 4 do paseado, io-
nios tostemunhasj que mais compro*. .Oj
carcter justiceiro e energice do z%las* 1
magistrado.
(uandoo promotor, delegado e^tib,dle-
gado assassinaram e ieriram ^ravfimesnte'a
outros, e que. foi ao conheoimento dojoneiM-
gico juiz, seguio elle, s carreiro, ao lu-
gar do conflicto e resgatou dos aasassjaos-o
Dr. juiz municipal e o ferido.
Nao trepidou no cumplimento do-^eaa
dever, e com a mesraa ooragam os fez
punir, que se acham pnssmaeiados.
Quem outro que tivesee aeoragesnxase-'
cisa de fazer restabelecer a ordW,
quando ella se achava alterada por tres
autoridades, cada qual dellas com mais
direito a assassinar?
Somente o juiz, que o desempenbo, da
seu dever falla mais que. alto .as, recl*m*-
coes da pqopria familia.
A' vista do que fica exposto, felicitamos
ao governo geral por tao esplendida esoo-
lha, a magistratura brasileira por te&um
membro que ser a gloria da. vossa claeae>
o aos pernambucanos, por terem wnurir-
mao que serve de norma honestidadt',
honra e justica.
Ouricury. 12 de Janeiro de 1889.
Sebastiao Honorio de Oarratho.
Francisco Gei^o.das(3Bwlb.o.
Jos de lastro -Barios.
(Estava sellado e devidamenje necoadie-
cadas as firmas.)
tinmus.
Pao d'Alho
AO PUBLICO
As imputages de actos deprimentes de meu
carcter feitas pelo Sr. Joaquim Cavalcante de
Albuquerque, no artigo publicado no Jornil do
Recife de 2i de Noverubro ultimo, exigiam de
minha parte urna formal contestacao se S. S-
assumisse a responsabilidade legal d'ellas.
Guardando por algum tempo a convieso de
que aquelle que tem a audacia dearmar-se, com
a alavanca da imprensa, para bater a reputayao
de outro, deve ter a maior disposico tie espi-j
rito, a mais perfeita seguranta de sua intencao"
e sobretuao a mais decidida firmeza para os pe,
rgos da lucta, procurei chegar ao resultado
dessa convieso prometiendo ao publi:o que
abstendo-me de refntar o Sr. Joaquim Cavalcan-
te antes de saber si a sua assignatara no refe-
rido artUio valia algurna cousa, pois que nao me
dispeasava de requerer judicialmente a exhibi-
eo do respectivo autographo.
E posto que j tivesse eu o triste e lamenta-
vel desengao acerca do procedimento de 8> &
em relaco ao meu presado amigo teneote-coro-
nel Jos Francisco Pkiheiro Ramos, victima co-
mo eu, de iguaes imputaces, por quanto o Sr
Cavalcante desappareceu. como a sombra, dei-
xindo recahir o rigor da lei sobre um pobre in-
dividuo, que vive de apanhar pelos outros. con-
fesso que nao esperaba ter de assistir um se-
gundo desapparecimento.
Era o effeito da minha conviccao.
Eitretanto, a verdade ue o facto foi repro-
AdoTpho Lins de Souza, nao tendo compare-
cido audiencia para a qual fdra citado abra
de como editor do Jornal, do Recife, exhibir o
autographo do artigo a que .me rero, ticou su-
ieito a sotTrer as penas em que mcorfena o-Sr.
-e, effectivaraente, s. S. ti-
nbridade necessaria para honrar a
sua asignatura.
mim, o responsavei unic-o por todas
laqu ltura
)de Joaquim Cavalcante de Albuquerque nao
Dr. I. Crrela de Bitieneonrt
Para Sergipe, sua prorineia nataL-parte ama-
nh, regressando de longa excurse pelas pro-
vincias do norte, o notavel occuhsta, Sr. Dr. J.
Gorreia de Bittenceurt.
Dous mezes se demorn entre nos; e o juiao
que esta provincia teve occasiao de formar de
seu elevado merecimento, como homem de scien-
eia e como cavalbeiro, tal que sentimos verda-
deiro prazer em nos dirigirmos. por esta ooeasiia,
aos nossos collegas da impreBsa de Sergipe. cn-
gratulando-nos com aquella provincia por tito .
lustre filho.
Os triumphes obtidos, em sua .clinic.a.pelailr_
Bitiencourt. desde o Amazonas at aqui, confir-*
maram e accrescentaram a reputaco j por elle
adquirida, de modo a poder increver-se comdis-
tibcciio o seu nome no quadro, taoestreito aindar
dos nossos mais notaveis homens de scieocia.
'Ajunte-se ^ireparaco do-seu espirito, edu-
cado na lico e pratica dos mestres, o seu admi-
ravel zelo no exercicio da profisso. trabalhando .
mais por amor d'ella do que pelos proventos-aue.
lhe traga; a sua inexcedivel dedicacao ao traba-
lho, e o espirito de caridade com que distnbue ,
os seus servidos a quem quer os procure, cora ,
igual abuegaco e deslnfresse; e poder-a*!;,,
medir a brilhante carreira que s abre diante de
illustre mogo. '
Justo pois. o nosso parabem provincia de
Sergipe, pelo Abo que lhe faz orgullio e honra.
(Da Gazeta do Norte do Ceara).
Aviso ao publico
Emquanto durar a Exposi.
1889. os nossos leitores qu
e Jque desejareni receber quaesqi
trra, podero 1er os numen
jornal no escript
onente;. vmde Priuce
afavette, em Paris.
Os nosos patricios poderc
respondencia, peridico
Srs. Amde Pnn:e4 C.
Outrosim, os mesi;
negociantes-co
compras s ord*
jar ter Tksas iafMj^^H
medio.
I
1


Diario de PerhambucoQuinta-feira 7 d FevereirQ de 1889
_... -
/
I
Os; capuchinhos
L-se na Sqollla
. 8
Extrahimos do Osservatore Romano o seguinte :
Roma, 4 de Janeiro de 1889.
Illm. Sr. Director.
Ser-lhe-hia muito grato si V. S. se dignaese
acenar no Ostervotore Romano que tambem a
humilde Ordem dos Capunhinhos sent vivo o
deaejo de agradecer publicamente ao Santo Pa-
dre Leao XIII pela honra insigne que se dignou
dispensar-lhe, concedendo referida Ordem a
mtdalha de Ouro cominemorativa da Exposi-
cae Vaticana, e condecorando o respectivo Mi-
nistro Geral com a Cruz de primeira ciaste pro
CCLBSIA KP PONTFICE.
Aproveito o ensejo para testemunhar-lhe os
sentunemos de minha subida estima.
De V. S. Illma., dignissimo servo.Fre Anto-
vino de Reschio, capuchinho secretario geral para
as missoes.
Sabemos .tambem, accrescenta o Osservatore,
que com a mesma nonorificencia foi insigniado
e M. Revd. Padre Luiz de Castelferretti, ex-Pro-
vincial Capuchinho e Superior do convento de
Peckkam, em Londres, pela parte que elle tomou
as festas Jubilares do Santo Padre.
#
Urna distincco to assignalada da parte"do
sabio Pontfice, o maior elogio que urna Ordem
inteira possa merecer.
E os capuchinhos, mediante a sua laboriosa
hunuldade, a sua incancavel solicitude e a sua
f ardente para tudo quanto bom, tm-se tor-
nado verdadeiramente dignos da augusta com-
Elacencia do Supremo Jerarcha da Igreja catho-
ca e das mais vivas sympathias de toda a chris-
tandade.
Precisava ter visto a exposigo Vaticana para
poder fozer urna justa ideia do milagro realisado
por esses bons frades Urna seccao inteira es
Uva repleta de dons os mais variados, notareis
por sua riqueza, por sua origem e por sua quali-
aade caracterstica toda especial que os distin-
Eram como os carapeOes das mais raras e bi-
zarras especialidades d'aquelles lugares por onde
passou ao menos ura capuchinho. Cada objecto,
portanlo, manifestava urna significagao de amor,
de f e de herosmo.
So em observar todas as ^aravilhosas miuca-
ihas vindas dos paizes mais inhspitos da Ame-
rica e da Asia, das regies mais selvagens da
Oceania e da frica, e de todas as plagas mais
ou menos civilisadas, um certo sentimento de
ternura inundava o corac/io e fazia_ pensar com
amor de reconhecimeuto, de gratidao e admira-
cao, nos trabalhos immensos, as penosas diffi-
culdades, nos ingentes sacrificios, no herosmo,
no martyrio, na f, em fim, de to humildes como
suaves fradinbos.
Cada objecto era um testemunho de tac ben-
fica actividade dos capuchinhos : e si n'aquella
seccao tivessem todos podido dizer urna pajavra,
um poema dos mais merecidos elogios teria en-
to n. aado como por encanto.
*
Porm aquelles mudos testemunhos inspira-
ram o Papa, o qual, bom e sabio como Elle ,
com a Mfdalha de Ouro insculpio um louvor altis-
simo para a Ordem dos Capuchinhos.
E quando pens que contra urna Ordem to
benemrita um governo ladro arremessa suas
odiosas prepotencias ; quando pens que muitos
tm podido maltratar a esses bons frades, tem
querido feril-os at no fundo de sua alma;
quando pens em m, que a perversidade hu-
mana anda nao est tarta, e nem se causa de
perseguil-os, sinto-me oppnmido de urna grande
tristeza, pois tudo isto degrada profundamente o
genero humano.
Mas agora que Leo III com a Medalha de Ouro
conferida aos Capuchinhos exprimi altamente a
sua paternal complacencia pela humilde e mar-
vilhosa obra de abnegaco delles, shito me ni-
miamente consolado como de um meu proprio
triumpbo.
Marqutr del Yagua.
~~>Qt- -
Oculista
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na corte, ex-chefe de clnica
ophthalmologica dos Drs. Wecher e Pa-
nas em Pars e do professor Hirschberg
em Berlim, tendo regressado de sua ex-
cursd s provincias do norte, demora-se
alguns mezes nesta capital no exercicio de
sua especialidade.
Consistorio e residencia ra do Baro
da Victoria n. 23 1 andar. Entrada pela
Cambo* do Carino.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
Festejos carnavalescos
A commiBso encarregs da dos festejos carna-
valescos da ra da Imperairiz ficou assim orga-
nisada :
Domingos Coelho Soan*.
Tenente Olavo Antonio Furreira.
Figueiredo & C.
Alheiro 4 C.
Odilon Duarte.
Alfredo Lopes 4 C.
Angelo Raphael 4 C.
Remvenuto Cavalcante.
Francisco Petrocelli & C.
Pedro A. Borges de Castro.
COIIERGIO
Veris sino B. de *onza ao pn-
blic
Desejando levar prxima exposico univer-
sal o navio que estou construindo pelo systema
de minha inveocao (conipresso do ar, e vendo
que nao bastam para isso os esforcos dos 300 ar-
tistas que conta a Emprea Minerva da qual sou
gerente, venbo pedir pela imprensa o auxilio de
todos os pernambucanos que se interessam pelo
engrandecimento de sua provincia e era geral o
de todos aquelles que desejam vera classe arts-
tica sahir ao abatimento em que jaz.
a proveito o ensejo para testemunhar o meu
reconhecimento aos seauintcs portuguezes : An-
tonio Jos de Faris, Bnto Correia de Miranda,
Francisco Gomes do Val Quaresma, Maximieno
Gomes do Val Quaresma, Antonio Martins de Cas-
tro, Joaquim Pereira da Silva, Agostinho Mos-
queirc e Antonio Pereira da Silva, os quaes se
dignaram fornecer-ine no Rio-Grande do Sul os
meios de que prerisava para realisar as minhas
primeiras experiencias. A estes senhores que
emnenharam os maiores esforcos com o fim de
disfipar as grandes difficuldades que soem assis-
tir s experiencias que prec dem s grandes m-
vencoes, confesso-me eternamente grato.
Recife, 5 de Fevereiro e 1889.
Veriaimo Barbosa de Souza.
----------------?-----------
Programma
DA FESTA DE 8ANTO AMASO EM JABOATiO
Ao amanhecer do da 10 do corrente urna salva
de morteiros despertar a populaco e a msica
saudar com a execuco de belhssimos trechos
do seu repertorio ao alvorecer do dia da festa do
Glorioso Padroeiro Santo Amaro.
As II i 2, aps innmeras girndolas, ser
cantada a missa solemn?. seguida de urna das
mais bellas inspirages do apreciado orador sa-
cro commendador Manoel Moreira da Gama.
A's 5 horas da tarde sahir a procisso que
com toda pompa percorrer a maior parte da
cidade.
A' noite queimar-se-ho dous lindos fogosde
artificio, havendo sido um delles otterecido por
um honrado negociante da capital, que o man-
dou vir da Europa, expressamente para esse fim.
Jaboato, 5 d Feyjreiro de 1889.
m.
Mgica verdadeiramente nos seus effeitos a
portentosa planta americana conhecida na scien-
cia sob o nonw de Hamamelis Virginica e no vul-
go pelo de Aveleira Mgica planta da qual ex-
traluo e combinou to admiravel como scienti-
cainente o eminente sabio Dr. CC Bristol. o
Exlracto Duplo e o Ungento de Aveleira M-
gica. .
Estes maravilhosos remedios alliviam e curain
imraediatamente toda a especie de feridas, quei-
maituras. tumores, chagas chronicas, carbuncu-'
los. golpes, contuses, dor de denles e de cabe-
ca, nevralgias e toda a doenca ou dor externa.
E' tambem o extracto ura remedio admiravel
cm casos de rlieuraatismo, hemorrhagia do na-
riz, infkmmaco da garganta, catharro, morde-
duras de insectos, etc.
Nunca falla no curativo radical das almorrei
mas, ulceraces internas, vmitos de sangue,
molestias dos rins e hemorrhagia pulmonar.
O Extracto Duplo da Aveleira Mgica ao
mesmo terapo um remedio interno e externo que
pode ser usado em pannos ou fiicfoes, ou toma-
do interiormente em doses de meia colherinha
duas ou tres vezes ao dia.
As mesmas propriedades e virtudes possue o
Ungento da veleira Mgica do Dr. C. C. Bris-
tol, para uso externo smente.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras. ______
Cirurg-io Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ra Bario do Victoria 19, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
BBH
. No vos estudos de mdicos, primeiro em
Franca, depois na Allemanha e em todos
os paizes da Europa e da America, tem
mostrado a efBcacia da creosota extrahida
do* alcatrao de faia as affecfScs chronicas
do larynge, dos bronchios e dos pulmoOs,
particularmente as bronchites chronicas
e nos catarrhos. as Perolas de Creosote
do Dr. Clertan a creosota encerrada de-
baixo de urna fina carnada gelatinosa, con-
forme o processo approvado pela Acade-
mia de Medicina de Pars. Este medica-
mento toma-se assim com a maior facili-
dade.
Nao somente seu sabor e sua caustici-
dade b&> assim dissimulados, mas ainda o
doente pode tomar com confianca um me-
dicamento que se aprsente com todas as
garantas de urna pureza irreprehensivel.
Vas urinarias, molestias do tero,
operaciJes elctricas
:S. CARLOS SITT2NC0HT
ESPECIALISTA
com pratica de pariz e londrks
Estreitamentcs da uretra curados ra-
dicalmente pela electrolyse, sem dr ;
hydroccles sm injeecx teura radical);
feridas e ulceras chronicas. com f:araii
tia de cura rpida; pedias da bexiga,
fstulas e hemorrhoidas ; sypbilis, go-
norrhas, pelo methodo das instillaces;
molestias da garganta e do peit pelas
athmospheras medicamentosas. Con-
sultas e operacos das 12 s 3 horas
da tarde.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA N. 34
1. ANDAR
Residencia na Torre
O Dr. Mello Gomes
Medicooperador partelro
Consultorio e residencia ra Larga do Rosa-
rio n. 2i. por cima do Antu-l de Ouro oude
pode ser encontrado e recebe chamados a qual-
quer hora do dia e da noite.
Especialidades: Partos, liebres, molestias de
senhoras e dos pulraes, sypbilis em geral, Jga-
rantindo a cura rpida c. rscale operages de
estreitamentos e outros soffrimentos da uretra.
Acode de pronifHo a charaados para qualquer
distancia.
Telephone u. 374
Bacharel Antonio Wilrn-
\io Pinto Bandeira
Pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1 andar
Advocado
Revista do Mercado
ReCIFE, 6 DE FEVEEEIEO DE 1889.
Foi pequeo o movimento na praca.
So mercado de cambios pouco foi feito e na
Bolsa foram negociadas 38 lettras hypothecarias
com o descont de 4 "/
Cambio
Os bancos, mantiveram anda a taxa de 271/2
d., achando mui pouco dinheiro.
Os saccadores particulares pediram 27 9/16,
exigindo os bancos 27 3,8.
0 mercado mostrou-se bastante firme.
No Rio nao houve alteracao no mercado.
TABELLAS AFF1XADAS
Algodo
Offertas para o de 1* sorte do sertao, 6*200,
pedindo os vendedores 6*300.
A exportago, feita pela alfandega neste mez
at odia4 subi a 2o.452 kilos, sendo 1,292
para o exterior e 24.160 para o interior.
As entradas verificadas at a data de boje, so-
bem a 1.360 saccas, sendo por:
Barcacas.....
Vapores ......
Animaes .....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferreade S. Francisco.
Via-ferrea de Limoeiro
O bacharel Jaronymo Materno Pereira de Car-
va'ho mudou seu escriptorio do n. 3o para o n
83 a ra Duque de Caxias entrada pelo becco d
Congregaco.
Frederico Chaves Jnior
Homoepatha
39-HUA BARAO DA VICTORIA 39
Primeiro nndsr
Lyco Trade I phico
3i RA DO HOSPICIO-34
A directoria d'este cstabeleciinento de.educaijo
communica aospaes da suas alumnas qne a- au-
las comecaram a t'unccionar desde o da 13 do
andante., ,
Contiua a receber alumnas internas, serai-in-
lernas e externan, garantindo que empregar os
meamos esforcos pelo a|>roveitaineDio e be:n es-
tar de suas alumnas.
Rccife, 20 de Janeiro de 1889.
A directora,
Fraw-.'sai Teixeira de Mello.
Clnica medico-cirurgica
DO
Dr. Ferreir
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Pariz
e Londres. y
Consultas todos os das (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio da.
Pratica embalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
RHrio n. 20
Telephone n. 233
j Leonor Porto
Ba
6
Larga do Boaario n
2o andar
Contin/i a executar os mais dif~
ficis figurinos recebidos de Lon-
dres, Pars, Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeijo de costuras,
em brevidude, modicidade em pre-
sos e fino gosto.
Collegio de S. Miguel
Rna do Visconde de Camaragi-
be a. 53
Aos respeitaveis paes de familias parti-
cipa a directora dcste novo estabelecimen-
to de i ns truc cao para o sexo fe mi nio,
que abrir as aulas no dia 14 de Janeiro
de 1889.
A mesma promette aos paes que lhe
confiarem suas filhas esforcar-se por lhes
dar urna educacao primorosa, solida, reli-
giosa e domestica.
A tratar, do Io de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde s 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Mendonca
MEDICO HOMEPATA
Dr. Ballhazar da Silveira)
Especialidadefebres, molestias
das criancas, dos orgilos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do BarSo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de clinica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Sctem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
A VBROAOC BROA
Por mais que facam os crticos graciosos, cuja tarefii rezume-se simplestnente
a destruir aquillo que nao sabem nem podem construir, em certos casos impotente
a maledicencia d'esses demolidores perversos.
O seu trabalho, longe de prejudicar, mais um incentivo para que a verdade
brilhe radiante, offuscando-os qom a intensidade da sua hiz.
De todas as classes sociaes, desde o opulento at o proletario, desde o maior
talento ate ntelligencia menos culta, todos, porfa, encarregam se de vir dar um
solemne desmentido a essas criticas graciosas. ,
O documento que se vae 1er um attestado que falla mais alto do que tudo
quanto podamos asseverar.
Eil-o:
t IUm. Sr. Jos Alvares de Souza Soares.Devo urna resposta a bcu favor.
Fal-o-hei em poucas palavras, mesmo porque verdade n3o mster coloridas ma-
gens, para impor-se soberana, escudada as manifestacoes da opiniao universal.
Emanaco da consciencia, d'esse foro intimo de cada individuo, onde se azyla, ella
surge pura e immaculada.
A sua preparac&o Peitoral de Cambar 6 um poderoso remedio contra as
enfermidades do peito.
Attesto-o pelos resultados que tenho colhido era pessoas de minha casa,
esse pequeo scenario, onde, como pai de familia, posso com certeza reconhecer
quaes os medicamentos uteis e proveitosos.
Minhas filhas usaram por algum tempo do Peitoral de Cambar, de sua
invenjao, e ficaram complentamente curadas de urna tosse pertinaz e perigosa.
Faca destas linhas o uso que quizer.Sempre s suas ordens encontrar
Joaquim Napoleao Epaminondas de Arruda. (Ex-director de collegio, em Pelotas, e
hoje advogado em Bag, Rio Grapde do Sul.) *
Sito agentes deste preparado os Sis. Francisco Manoel da Silva & C.
Mrquez de Olinda n. 23, que o vendem a 2#5G0 o frasco.
ra
.............
310 Saccas
34 -
376
Somraa.
610 -
1360 Saccas
Asquear
Os precos pagos ao agricultor, por 13 kilos, se-
aundoa Associaco Comraercial Agrcola, foram
os seguintes:
Brancos..... WWO
Someno .
Mascavado purgado
oruto.
Relame .
11700
I300
11100
900
28O0
U800
I50
I 200
11000
Colonia Isabel:
Branco !
. 2' .
- 3
someno .
Mascavado
OFFICIAES DA JMTA DOE COH-
RKCTOKES
,trodeJ889
16JOOO cada
or l,
Usma Pjnto:
Branco 1*
^
Someno .
Mascavado .
2*800
-'600
000
800
I 400
2J400
2*300
1*700
i 340
A exportacao, feita yiela alfaudega neste mez
at o da 4, attingio a 8;t6.942 kilos, sendo 263.523
para o exterior e 373.4? 7 para o interior.
As entradas verificadas ai a data de hoje so-
bein a 29.847 saccas, sendo por:
Blrcacas..... 11.304 Saceos
Vapores.....
Animaes.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
2.n%
1.72!
4.920
798
20.847 Saceos
A uarca americana Arthur C. Wade, (ane-
gada por Ferreira Cselo 4 Filho, levou I3.48S
>ai eos com assucar mascavado para os Estados-
Un idos
Coaros
N3o constou ver
t Agnairdente
Cota-sj a 80*100. naiinal. po pipa de 480
li ros.
Cota-s
nominal, a 1 t*W0 por pipa de 480
Pauta d:i alfaadega
\uvios a carga
Barca portugueza Novo Skiico. pan o Porto.
Barcajanierieana Olice, pura Liverpool.
Patacho inglez Peggte, para Mentevido.
Patacho nacional Hual, para Pelotas.
\avios desearga
Barca norueguense Fridn, carvo.
Barca norueguense Frhyof, carvo.
Barca americana /. F. Rottman, carvo.
Barca ingleza Sobrina, farello.
Barca portugueza Tentadora, keroene.
Barca norueguepse Celer, carvo.
Barca sueca Augusta, carvf.
Brigue sueco Pepita, carvo.
Brigue norueguense Bertlm, carvo.
Lugar nacional Mnrinlio Vil, crvo.
Lugar norueguense Varuna, farello.
Inportaeo
Vapor inglez Mariner, entrado de Liverpool e
escala era i do corrente e consignado a Samuel
L. Johnston & C, raanitestou :
Carga de Liverpool
Pertences para machiuismos 23 volumes. Ditos
para trilhosde ferro 100 feixes ao Prolongamenlo
de S. Francisco. Phosphoros lOcaixesa Fran-
cisco Botelho de Andrade. Pimenta 13 saceos
ordem.
Soda caustica 10 tamboras a Ferreira & lrmo.
Salitre 30 barricas a A. Silva ie C, 30 a Francisco
Manoel da Silva & C. Subonetes 2 cixas a Joao
Baraos.
Tintas 62 barricas a Francisco Manoel da Silva
ft C, 1 a H. W. S. Bird. Tapetes 1 caixa or-
dem, 1 a Francisco Gurgel & Irraao. lijlos
para liinpar facas 3 caixas ordem. Tecidns
diversos i voluine a J Tavares 4 C, 22 a ordem.
8 s. Albino Amorira & C, 2 a Francisco Petrocelli
& lrmo, 2 a D. P. Wild & C 18 a Francisco de
Azevedo & C.\ 2 a Francisco Lauria & C, 3 a
Luiz Antouio Siqueia, 23a BoJrigues Lima & C
i a Manoel da Costa Lobo, 9 a Goncalves Cunha
&C, i a Figueiredo & C, o a B. Maia & C, 1 a
a. Lopes, 8 a Machado & Pereira 14 a Narciso
Maia & i ., 2 a L. Maia f,.,3a Pereira de Ma-
galhaes & C, 3 a Albino Moreira de Souza, 2 a
Silveira & C, 4 a Joaquim Goncalves 4 C., 1 a
.Domingos Coelho 4 >.. Trilhos de ac 628 ao
Prolongamento de S. Francisco. Tinta 3 barricas
a Manoel Collaco 4 C. laJ.de Azevedo ft C.
Tvpos 2 caixas a Jos de Vasconcefios.
"Vinho 1 barril a Monliard Hubera; C, a Pu-
lo Je- C, 4 a Paulino de Oliveira Maia,
14 eaixas a A..i. Dallas. ViScoe i caixas a Ja-
cinlho de Azevedo.
Carga de Lisboa
Azeite 60 caixas a Domingos Cruz < C, 32 a
Domingos Alves Matheus. veia20saceos a An-
gosto ngnein < C. Amend as 3 barricas a Jos
Joaquim Al ves (i
Bagas 1 barrica a Vasconcellos Sobrinho & C,
8 caixas a Joaquim Salgueiral.
Conservas 80 caixas a Silva Ouinares ,
Chourico 1 caixa a A. Augusto da silva. C
las 100 caas a Ferraira Rodrignes < C. 30 a
ira C.
'., 30
Feija
Dr. Manoel do !\ascimcnto )la-
. diado Porlella Jnoior
Escriptorio ra do Imperador
! ANDAR
Elixir depura-
tivo veo eal.
O,
i Formula de ngelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eflicacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente .imitas pessoas ac-
commcltidas da lerrivcl molestia beriben.
MODO DE USAR
Os adultos temario qujiro colheres das de
sopa pela manha e quatro noite. As criancas
de I a o annos tomaro urna collu-r jh a manila
e outra noite, e os de 3 a 11 anuos tomarao
duas colheres pela maulla e duas noite.' De-
vero tomar banhos fri ou raorno pela manha e
ijoite. Resguardo regular.
Kncoiitra-se venda na drogara dos Srs.
Francisco Manoel da Silva 4 C, ra do Mrquez de
Olinda n. 23 e phannacia Orienta! ra tntr'-
ta do Rosario n. 3.
O autor deste preparado poac ser procurado
na ra do *arao da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicacSo
que for precisa.
X. 40-
Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade. > mi-
go e senhorTendo nina pessoa em minha gasa
que ha milito tempo. ou por outra, cerca de
seis anuos sonra de ataques histricos, pela Tal
ta de menstruaco : soll'ria de lloras brancas, e
.:epois de ter sido receitada por diversos mdi-
cos, um dos quaes me disse que ella acabara
assim, pelo grande fastio, que linha mas em vis-
la das graneles curas que seu Elixir nepuratiro
lera feito io que eu duvidava) resolvi-me hin-
car mao delle e com lauta felicidnde de que o
resultado nao se fez esperar muiio.
Na primeira garrafa que prir.cipiou a tomar,
na piiiiicira dose (fueUle appliquei lhe deu um
ataque no qual liquei assustado, porm, nao des-
aniniei e continuei, e no dia seguinte.deu-lhe ou-
tro com o que liquei descrenlc, mas* fallando cora
urna pessoa que j cotdiecia a eflicacia do reme-
dio me disse ser a reaccSo do mesmo remedie, o
que assn se verilicou; iihj obstante a doente
l'azer toda a qualidade de extravagancias era co-
:niilaf, como seja, carnario, carne de porco e
todas as comidas que levara coco ; no emtanto
hoje ja se acha com forcas para q trabalho e li-
vre dos ataques e cora disposico para a comida.
Esta 6 a pura verdade que lhe posso affirmar
e por isso poder fazer o uzo desta que bem lhe
aprouver.
Recife, 4 de Agosto de 1883.
Antonio Ferreira Diniz.
N. 41
Dlm.Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Amigo e senhorTendo so'rido a 6 mezes da
terrivel molestia escrophulas a qual rae atormen-
tava cora dores agu lissimas na cabeca, depois de
ter esgolado lo.los os recursos receftados ,por 3
mdicos, sem ao menos obter o menor lenitivo
aos meas soffrimentos, a conselbo de um amigo
recorr ao seu Elixir purificado!' do sangue, com
tanta fehci'.lade que smente urna garrafa me
reslabelereu. do que dou rauilos louvoresaDeus^
destas poucas linhas queso dizcm a verdadefara
V. S. o uso que lhe aprouver.
De V. S. respeitader e muito ohrigado.
Rccife, 13 de Marco de 1888.
Antouio Pacheco d Motta.
TN. 42-
111(0*. Sr. Angelino Jos dos Santos Audrade.
Soffrendo por espaoo de 8 mezes de-utn rheu-
matismo agudo, proveniente de molestias reco-*
Ihidas, e nao sendo possivel encontrar remedio
algum para abrigo de minha saude, recorr, ao
sea Elixir depurativo vegetal, que immediata-
menle ouUve urna melhora espantosa ijesultan-
do muito apetite, corpo forte, finalmente boje
acho-merestalM'lecidom/u'M: assim pois, pode
V. S. fazer uso deste attestado como lhe con-
vier.
Seu criado e ohrigado
Recife, 29 de Dezembro de 1887.
Antonio Aquilino Campos.
(Eslavam selladas e recouhecidas as firmas.)
(Contina).
65
Roupa 1 volume a Ferreira Rodrigues 4 C.
Saidinhas 38 1 2 barriquinhas a rara Valen-
te *C.
Tremogos 4 barricas a Fernandes Irmos
Vinho 30 pipas e 60 barra, a Domingos Cruz
4 C. 7 e 73 a Augusto Labille. 3 e 33 a Ferreira
Rodrigues 4 '*., 4 barrs a A. Augusto da Silva, a
a Albino Cruz 4 C 5 a Raphael Dias 4 ., 30 a
S. Basto, Amorim 4 C.,4 a Silva Guimares4 C,
ia D. H. Wild C.,50 a Antonio Joaqoim Ra
ra;s 4 Silva, 5 a -witonio Cazedmont, 30 a or-
dem, i a Domingos Jos Fragoso.
Carga do Porto
Alhos ^0 canastras a Gnedes Araujo 4 Fi-
lho.
Capachos 1 caixa aDoruingos Jos Ferreira)
Fcrragens 3 caixas a H. Ilalliday & C; 3 a
Manoel Col I ac 4 C.
Lniha 2 caixas a P. A. 4 Irmos.
Palhetas falsas 1 caixa aos raesmos 1 a Netto
Campos 4 C.
Pregos 6 barricas a \V. Halliday 4 C.
Tecidos de nlgodao 4 caixas a Antonio Fer-
nandes Pereira.
Vinho 3 barris a Manoel H. Ferreira da Silva.
sO a Pinlo Ferreira 4 C, 13 a Gomes Netto, 6
l Antonio Leite de M. Basto, 3 a Francisco Ma-
noel da Silva 4C, 22 caixas a ereira de Aze-
vedo & Irmao, 50 a P. A. & lrmo.
Paquete francez Niger, entrado de Buenos Ay-
res e escala, em 2 de corrente e consignado a
Augusto Labille. manifestou :
Fructas il caixas a Costa 4 Fernandes.
Xarque 1.926 fardos a Amorim Irmos 4C,
1,006 a Bailar Oliveira 4 C.
Barca sueca Widga, entrada de Londres, em 3
do corrente e consignada or,dem, manifestou :
Solipas 12,171 aestrada ferro de^. Francisco.
Lugar norueguense frady, entrada de Antuer-
pia, m 4"'do corrente e consignado ordem
manifestou:
Materiaes para estrada de ferro 2,787 volumes
e pecas a estrada de ferro de Pernambuco.
Patacho allemo Goleando, entrado de Hambur-
go, em 2 do corrente e consignado, a Medeiros
4 Irmos, manifestou:
Barias de ferro 230 e 211 feixes ordem.
Cimento 330 barricas a Prente Vianna 4 C,
400 a Miranda Souza. -00 prdem.
Cerveja 156 caixas ordem u10 a Alfonso Oli-
veira C.
Candieiros 1 caixa aos meamos.
Cevadinha 15 garrafoes ordem.
Frascos vasios"l20 caixas a Pinto 4 C, 3 a P-
rente Vianna C.
Gencbra 23 caixas a Silva Marques 4 C.
Garrafoes vasios 350 a Souza Basto Amorim
ftC.
Plvora loO barricas ordem, 200 a Prente
Vianna C. _
Pimenta 5 saceos ordem, 101 Domingos Fer-
reira da Silva 4 C, 20 a Souza Basto Amorim
4 C.
Phosphoros 170 caixoes ordem, 3' a Fernn*
fruaos, 20aPai.va ValeuteiC, t)a
za Basto Amorim 4 C, 10 a Domingos Ferl
da Suva C. 10 a Fernandes da Costa C. lo
a jo>. arvalho, 30 a Alonso Olivei-
ra 4 C, 20 a Joo Fernandes de Almeida.
Pao abrulho fto pacotes ordem, 225
; trques 4 C, 300 a Fernandes 4 lnnios,
caiva V.tlente 4 C.
vidraeas 50 caixas*a Mira:
Fernandos .' Irma

Cliapos 1 caixo a Adolpho 4 Ferriio.
Calcados 1 caixo a J. Antonio Pilro & lr-
mo.
Caf 161 saceos a Domingos Cruz C 43 a
Joaquim Duarte Simes 4 .. 31 a Soares 4 Fer-
nandes, lia Joaquim Ferreira de Carvalho 4 C,
115 a Costa 4 Medeiros, 103 a Figueiredo Cos;a
4 C.
Drogas 7 volumes aos consignatarios.
Fumo 12 volumes a Joaquim T. Carreiro, 10 a
Jos Antonio dos Santos, 4 a Candido Sodr
4 C.
Dito em folhas 58 fardos a H. Burle C.
Movis 2 engradados a Clemente Lima.
Panno de algodao 30 fardos a diversos.
Papel pintado 4 caixas a Francisco Manoel da
Silva 4 C.. 2 ordem.
Vinho/7 barris a Aquilino ft. da Cunha Oli-
veira.
Dito medicinal 2 caixas a Faria Sobrinho & C.
Marque 381 fardos a Amorim Irmos & C,
1,190 a Maia 4 Rezende, 400 a Joaquim da Silva
Carneiro.
Exportaeo
RBCIKB. 3 IlE FKVExeIBO DE 1S89
Para o exterior
Na barca portugueza Novo Silencio, carre-
gou :
Para o Porto, L. Lima 192 saccas com 15 312
kilos, de algodo.
Para o interior
No patacho nacin nal Rical, carregaram :
Para Felotas, Amorira Irmos 4 C. 475 saceos
com 33,623 kilos de assuc^r branco e 25 ditos
com 1.875 ditos de dito mascavado ; A. Guima-
raes 200 saceos com 15 000'kilos de assucar
branco.
No hiatc nacional Deus te Salve, carrega-
ram :
Para Aracaty, P. Alves 4 C. 15 barricas com
1,123 kilos dtassucar branco.
No hiate nacional VA Antonia, carregou :
Para Maeao, A F. Bailar 50 saceos com fari
nha de mandioca.
No hiate nacional Co.ireio de Natal, carre-
garam :
Para Natal, P. Alves ft C. 16 wJlumes com
1,080 kjjos de assucar relinado. t
No hiate nacional Apody, ca/regaram :
Para Mossor, M. Faria 5 safceos com 375
kilos de assucar branco, 5 barricj com 324 ditos
de dito refinado e 14 barris eop "14 litros de
rael ; SB. Amorim 4 C. 200sa/cos cora farinha
de raandioea.
No vapor nacional Pirap^na,'carregaram :
Para Mossor, M. Borges &fi- 30 saceos com
1,800 kilos de feiiao e 200 yitos com farinha de
mandioca.
rara ear, P. Carneiro '' 150 saceos cora
9,000 kilos de feijo e 40/ccos com 3,000 kilos
de assucar branco.
No vapor nacional mranliao. carregaram :
Para Manaes, P. Carneiro 4 C. 23 barris com
2,400 litros de agurdente ; H. Oliveira 35 bar-
iis com 3,3bO litros desurdente e io barricas
i,73" kilos de acucar branco ; 9. Pinto 4
G. 30 oarris com 2,2S'^ litros #e agurdente ; E.
. Beltro & lrmo 0 barris con 1.920 litros de
agurdente e 30 Mricas rom 4,923 kilos de
ir branco.
Para Para, |1'- Carneiro 4 C. 1,200 bauricas
71,120 kilps de e8 ditas cora
(40 ilitos de dito m A. de Senna *
nado : E. C.lBeltrao A Ir

ninheiro
Cura importante
lo i:\in. %r. Dr. Citrlott Beltencourt
0 abaxo assignado soFrendo de um
estreitamento da urethra ha mais de seis
annos, foi operado pelo Sr. Dr. Betten-
court pela electrolyse, sem dr, e, gracas
sua habilidade e manejos delicados,
conseguio ficar bom e nidi calmen te cura-
do em poucos dias, andando sempre a
tratar de seus negocios, pois que o Sr.
Dr. Bettencourt opera sem levar o doente
cama.
Pede dcsculpa ao Sr. Dr. Bettencourt
se com esta sua publicacao offende a sua
modestia.
Gonc-alo leixeira Guimaraes.
lemlimentos jubileos
MK DE PEVERSIKO
Alfandega
Renda geral:
Do dia 1 a 5
dem de 6
105:249994
29:776996
Benda provincial :
Do dia i a 5
dem de 6
11:641354
3:408473
Somraa total
135:026/990
13:049*827
15":076817
Segunda seccao da Alfandega, 6 de Fevereiro
de 1889.
O thesoureiro Herencio Doraingues.
O chefe da seccao Cicero B. -tle MeUo.
Recebedoria Geral
Do dia 1 a 5 5:707493
dem de 6
3:332*791
9:040*284
Recebedoria provincial
Dodiala5 1:1032356
dem de 6 824*219
' 1:927*575
Recite Drainage
Do dia 1 a 5 1:1155736
dem de 6 468S099

1:583*833
Matadouro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 70 rezes pertencentesa diver-
sos marchantes.
Vaporen-*
MEZ DE KEVEKEIEO
1
Norte....... Europa -... . Allianca...... ... Ville de Pernambuco 8 8
Sul......... Ville de Cear..... 10
Europa..... . Potos............. 10
Norte....... . Para .......... 13
Europa..... . Argentina......... 14
Europa..... . Neta............. 15
Sul......... . F.lbe.............. 17
-ul.......... lagoas........... 17
Norte. . Vanaos........... Pernambuco..... 24
Sul......... 27
Vapores a sahir
MEZ DE FEVERF.rRO
Norte.....-- Xnrauho.........
santos e esc Allianca...........i
Santos e esc Vil'e de Pernambuco
Valparaso .. Polosi.............
anto:
. .llovan enlo do porto
Rio de Janeiro
Manoteo
Pedro Ilypolito l1
var
7 l 3 h.
8 as 10 h.
9 as i h.
10 as 11 h.
15 as


>iario de PernambucoQuinta-feira 7. de Fevereiro de 1889
Dr. Alfredo Gaspar
MEDJi
Operador, parteiro trata com especial-
ade le. molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratrrz n 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHON'E N. 226
EDITAES
tap<- lonwat- do Pernumburo. em 99
dr Jaui-iru de l*S!>.
Faz publico paru conliecimento dos interessa-
dos. o edilal abaixu tr.Hiscripto, pelo qual se \&
achr-so esta inspectora autorizada a receberos
pedidos para inlrodue<;o du inmigrantes n'esla
provincia.
inspectora geral das trras e colonisacao :
O inspector geral faz publico para conueci-
ment dos interessados. que d'ora em diantc de-
mn ser dirigidos a esta inspectora ireral ou s
inspectoras especiaes as provincias os pedidos
de immigrantes paraoservico da lavoura,os
tjoaes compete lhe satisfazer ; proporco que fo-
rem chegando o.- numerantes, conforme as pro-
videncias tomadas por S. Exc. o Sr. ministro da
agricultura.
Em seus pedidos dcvem os Srs. proprietario*
declarar, alm do numero, a naeionalidade deis
Migrantes que preferem, as vantagens que
toes offerecem, a denominneo e o nome da lo-
calidacte mais prxima para onde dcvem ser en-
riados.
F. de B. Accioli de Vasconceuos.
3a seccao.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em.7 de Janeiro de 1889.
Faco publico, de ordem do Exm. Sr.
Dr. presidente da provincia, que se acha
berta a concurrencia para o emprestimo
externo de 8,600:000$ (oito mil e seis-
eentos contos de ris), autorisado pela lei
provincial n. 1,927 de l de Novembro
lindo, com o praso de quarenta,e cinco
dias, a contar da data da primeira publi-
eacSo do presente, para o recebimento
das respectivas propostas, que sero apre-
sentadas nesta secretaria, em cartas fecha-
das.
Estas serao abertas pelo mesmo Exm
Sr. s 12 horas do dia, em que expirar o
praso fixado, com os proponentes presentes
Nos termos da referida lei, o emprestimo
serA.de quantia que produsa a predka impor-
tancia de 8,600:000$ (oito mil e seiscen-
tos contos de ris) liquida, a ser applicada
ao resgate da divida da provincia, funda-
da em apolices de juros annuaes de 7 [0
(aete por cento), com excepeao aquellas
ue tenham sido, emittidas por emprsti-
tos a companhias ou a particulares, como
auxilio agrcola ou industrial, bem como
para liquidacSe dos exercicios de 1886 a
1887 e 1887 a 1888.
A taxa dajemissao nao ser inferior a
82 (noventa e dous) livre de commissao
e o juro nSo exceder de 5 r\0 (cinco por
cento) alm da quota de amortisasao, que
alo ser superior a 1 [0 (uin por cento),
aendo esta e aquelle safisfeitos semestral-
mente.
O secretario interino, Manoel Joaquim
Sveira.
DECLARARES
Recebe O admi I a Hecebedoria Provincial, na
forma das instraccOes de 27 de Julho de 188J,
convida as associacoes que nesta cidade tem
existencia legal se .-ncarregarem da distriliui-
cao do imposto ce repartic&o constante data-
bella annexa a le. i. 188i ; serido esse trabalno
rcmettido a esta ieparticU> no prazo niproroga-
vel de 30 dias ute s, contados da data do pre-
sente ; ndo o qud em a respectiva apresenta-
Sao se proceder nos termos do art. Z7 das rcie-
ridas iostrueces .
Recebedori Provincial de Pernambuco, 6 de
Fcvercire de 188!). .
Francisco Amyntnas de Camino Moura.
Imperial sociedade dos Ar-
tistas Mchameos eLi-
beraes
Aembln eral
De ordem do Illm. Sr. director, convido a to-
dos os senhores socios cITecUvos a reumremse
sexta-feira 8 do oorrente. s 6 horas da tarde,
na sede social, alirn de ter lugar a aasemblu
geral. a qual se cllectuara cora o numero que
comparecer.
Reeife, o de Fevereiro de 1889.
0 1 secretario,
Francisco da Costa Samo*.
Tlicsonraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector para conhe-
cimento dos iDlcressadss, wc > publico que de
ordem do llii-souro n.10 de l fie Janeiro, re-
ceiiteineiilc lindo, concedeu o necessano crecli-
to para pagamento dos segumtes credores de
dividas de exercicios lindos :
Medeiros.V C.
Companhia ivrnnnbucana
Viuva Azevedo & G
Joaquim Alves da Pilva Santos
Eustorgio de Maado & C.
Augusto |Cesar, -x-2 sargento da
' Companhia de (avallara
Manoel de Souza Brandao, cx-praca
doexercito 4
Francisco Antonio de Brito, idem
Domingos Jos Ferreira
Anselmo Francisco Santiago
Antonio de Souza Oliveira
Dr. Antonio Domingos Pinto
Jos Erancisco do Reg Barros
Luiz Machado otelho
Jos Durao Goncalves Orern
Joaquim Tavares Aicoverde
Thomaz Antonio Ramos Zany
Dr. Luiz Affonso de Oliveira Jardm
Jacintho Leopoldino da Silva
Secretaria daThesourana.de Fazenda de Per-
nambuco, 6 de Fevereiro de 1889,
' 0 secretario,
Dr. Antonio Jos de San'Anna.
8451170
(15800
18*000
1.258"
40*000
I.IoOO
74*700
1:069*600
6*100
45*330
79*664
39*840
.'!9*840
26*560
26*360
248*1186
123*001
34*161
Veneravel irmandade do S.
Sacramento da freguezia!
de S. Jos
Em cumprimento a deliberaso da mesa rese-
da? convido a s nossos carissimos irmos para
se reunirem em o nosso consistorio, s 6 horas
da larde do dia 7 do correte, alim de tomar se
caobecimento das demisoes pedidas por diver-
sos meinbros da raesma mesa e proceder-se a
efcico dos respectivos substitutos.
Consistorio, em 4 de Fevereiro de 1889.
J* M. Ferreira Franca,
Escrivo interino.
Prazo de 30 dias
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da ms-
troeco publica, faco saber s professoras remo-
ndas, por portara de 29 do corrente, Prcscilla
Senbonnha Mendes de Mbuquerque, da cadeira
mixU de Capoeiras, para a do s^xo feminino da
villa do Bonito, c Marianna Teixeira da Costa
Coelho, da mixta de Camutanga para a de Mo-
cosinho. que lhes tica marcado o prazo de 30
dias para assumirem o exercicio de suas novas
eadeiras. ,,. _
Secretaria da instrueco publica de Penam-
buco, 31 de Janeiro de 1889.-0 secreterio,
i ergenlino S. de Araujo Galvo.
Prazo de 30 dias
AcceNNu
De ordem do Sr. Dr. inspector geral da ins-
troaeao publica, fago saber a quem interessar
possa e se julgar com direito a accesso, que se
adiando vaga desde o dia 28 de Janeiro lindo a
cadeira de 2." entrancia do sexo masculino da
(reguezia do Poco da Panella, tica-lhes marcado
0 prazo de 30 das, para na forma dos artigos
164 e lti'6 do regulamento vigente, apresentarem
oesta reparti^ao os seus requer ment.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
boco, 5 de Fevereiro de 1889. O secretano,
Pergentino S. de Araujo Galvao.__
Recebedori de Rendas In-
ternas C.eraes
lMpo*lo de iiiduMtrlMN e proflwsfte
O administrador da Recebedori de Renifts
tatema Geraes, faz publico que finda-se no da
28 do corrente mez o pagamento hvre de multa
do imposto de industrias e prolisses relativo ao
1 semestre do exercicio corrente de 18, ue-
pois do que ser cobrado com a multa ae aez
por cento. 1000
Recebedori. 3 de Fevereiro de i889.
Alexandrc Je S. Pereira do Cara.__
Derb) Club de Pernambuco
Sen.lo provavd que as acoOes ns. 47 e 48 te-
Mham sido entregues a algum dos senhores ac-
cionistas em lugar das rmpete, peco
a aera is tiver que ven as nesta secre
lana, 'lierfe, 3 de Fevereiro de 1889.
O secretario,
J. de Oliveira Castro.
Correio Geral
latan a expedir-*' hoje
Pelo paquete nacional Maranhoo. esta adminis-
tracTio elpede malas para r* i Mirto* do norte,
icceben-lo impressos e objectos a registrar at
J toras da tarde e cartas ordinarias at 3 horas
H]li i-im porte di
dos Coireios de Pernambuco,
7 f P' W 'll-lg89-
lminist-i
S. R O.
Kcricaliva <'4iMnercinl
Secretaria da Iostrnce^o Publi-
ca t4deDczembrode inhs
HRAZU ti o d 1 a s
Contractos de eadeiras.
De ordem do Sr. Dr. Inspector Geral.
de InstruccSo publica, e em cumprimento
e determinacJo de S. Exc. o Sr. Desem-
bargador Presidente da Provincta de 21
do corrente, se f;iz publico, que fica mar-
cado o praso de 30 dias aquem interessar
possa para contactar as eadeiras mixtas,
Marayal e Gammelleira de Buique e a do
sexo feminino de Agua Preta, devendo os
pretendentes apresentarem suas peticSes
instruidas na forma das instruccoes de 24
de Maio do anno passado como abaixo se
declara.
I. Os titulados pela Escola Normal Offi-
cial e pela da Sociedade Propagadora da
Instrueco Publica.
II. Os que, mediante exame de capaci-
dade feito nos termos das disposic5es vi-
gentes, tiverem obtido diploma de habi-
litaySo.
III. Os que provarem haver excrcido
magisterio publico com reconhecida ha-
bilitac^o.
IV. Os que provarem exercer ou ter
exercido o magisterio particular as mes-
mas condicSes.
V. O que, o se achando as condi-
95es mencionadas nos ns. I. a IV, tiverem,
todava, notoria aptidao para o magisterio.
Art. 4". Os individuos mencionados no
art. antecedente terao preferencia, na or-
dem em que se acbam enumerados para
as eadeiras que requererem, por modo que
somente se admittirao os da segunda elasse
quando nao houver pretendentes da pri-
meira e assim por diante.
| Io Em igualdade de condicoes quanto
ao titulo ou diploma, preferir o candidato
que j tiver exercido o magisterio.
2. Em gualdade de condicSes quan-
to ao exercicio do magisterio, preferir o
que tiver antes servido por outro meio
que nao seja o contracto ou por interinidade.
| 3o Em igualclade de condicSes quanto
ao meio anterior de provimento, prefirir
o candidato, que tiver mais tempo de
servico.
Art. 5o. Quanto aos que foram contrac-
tados em virtude da lei de 8 de Junho de
1874 e do regulamento de 7 de Abril de
1879, fica-lhes mantida a preferencia es-
tatuida pela lei n. 1766, art. 9, segunda
parte. 4
Art. 6* Os que pretenderem o provi-
mento por contracto, deverao, dentro do
praso de que trata o art. 2o, requerel-o
ao inspector geral da instrucgSo publica,
exhibindo certidilo de idade, {bina corrida
e attestados de moralidade.
t Sao dispensados de apresentar folha
corrida os que exhibirem attestados de
procedimento civil e moral, passados pelas
Cmaras Municipaes, autoridades judicia-
rias e policiaes das localidades em que
houverem residido nos dous ltimos annos ;
os que, se achando no exercicio de em-
prego publico, oxhibirem attestados dos
respectivos chefeu ; e as educandas do col-
legio de orphSs e casa de expostos.
5 Io Os que requererem as condicSes
do'art. 3o n. III, se tiverem exercido o
magisterio a titido interino, deverao pro-
var haverem assim, ensinado por mais de
tres annos com proveito para os alumnos.
O meio desta prova consiste na exhi-
bidlo do titulo de -nomeacao confirmada
ou feita pelo inspetor geral ; de certidao
de exercicio, extrahida dos assentamento*
da secretaria da instrueco publica e de
attestado do delegado litterario quanto ao
aproveitamento c'.os alumn*.
| 2. Quando m pretendentes forera ou
tiverem sido prefessores de.ensino p^
cular (art. 3o n. IV) deverao fazer prova
por meio de cert.dio extrahida dos assen-
tamentos e mappus constantes da secreta-
ra da instruccSo publica, de terem ensi-
nado as materias de nsu-uccao primaria
por mais de cinco annos, e attestado do
delegado litterarb e dospais dos alumnos,
quanto ao aprove tamento do ensino.
A peicSo para o contracto
^^^Biiraco da filiadlo, idade,
-ente
leste,
por official
procurador, se, for provada a nnpossibili-
dade do comparecimento pessoaf do con-
tractante.
Secretaria da Instrueco Publica 24 de
Dezembro de 1888.
O Secretario
Pergentino Saniiva de A. Galvco
Compauhia Santa Thereza
Agua em Olinda
Segundo o | 6 do artigo 9 do Regula
ment da companhia, o pagamento da ira
portancia da penna d'agua fomecida em
cada mez, se far na primeira quizena do
mez seguiute, e na falta de pagamento po
der a campanhia tnterromper o suppri-
mento d'agua.
A gerencia far cumprir restrictamente
este artigo, n3o admittindo excep9ao.
Escriptorio da companhia, 5 de' Outu-
bro de 1888.
A. Pereira SimSes.
Recebedori Provincial
Itclasao das dirtei-eneas para menos en-
contradas no valor locativo dos predios
urbanos da freguezia de Santo Antonio,
que estao sujeitos ac imposto da decima,
relativo ao exereinio de 1889, pelo lan-
yodor Joaquim Trauquillino de Lemos
Duarte.
Ra Larga do Rosario
N. 12. Antonio Gonyalvcs de
Azcvedo 1:179OOO
N. 9. Antonio Jos da Costa
Araujo 300000
N. 11. Jeronymo Salgado de
Castro Guimaraes 2610000
Ra Estreita, do Rosario .
N. 14. Manoel Cardoso Jnior 3330000
N. 26. Henrique Bernandes
de Oliveira 486;>000
N. 35. Dr. Jos Manoel de
Barros .Wanderley 703*000
N. 45. Jos Cardoso dos San-
tos 1:2120000
Largo do Paraizo
N. 2. Gomes Augusto Gaio de
Miranda 2430000
N. 6. Ordem 3 de S. Fran- .
cisco 3570000
N. 16. Angela Maria do Espi-
rito-Santo 9150000
N. 18. Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello 9390000
N. 22. Antonio Correia de
Vasconcellos 4530000
J. 7- Manoel do Nascimento
Santos 2730000
N. 11. Herdeiros de Custodio
Jos Vianna e outros 3090000
N. 17. Rufino Susano Gayo
de Miranda 2490000
Ra do coronel Francisco Jacintho
6. Ordem 3a de S. Fran-
de
6260000
7080000
7020000
3330000
1650000
1890000
2730000
2000000
N.
C8CO
N. 8. A mesma
N. 10. A merma
N. 62. Manoel Antonio
Azevedo
N. 1. Thomaz Teixeira Bas-
tos
N. 11. Paulino de Oliveira
Maia
N. 19. Porfirio Suzano Gayo
de Miranda
Ra de Jo2o do Reg
N. 16. Augusto Ferreira Pinto
Ra da Ilha do Carvalho
N. 2. Ordem 3a de S. Fran-
cisco 3330000
N. 30. Vieira & Silva 3330000
N. 34. Jos. Soares do Ama-
ral 3930000
Ra do Conselheiro Peretti
N. 8. Irmandade do Santissi-
mo Sacramento de Santo
Antonio
N. 14. Jos Joaquim dos San-
tos
N. 36. Antonio de Paiva Fer-
reira
N. 68. Jos da Silva Moraes
N. 62. Igreja Evanglica
N- 29. Bernardino de Senna
Henrique*
N. 33. Maria Piedade da Sil-
va Pereira
Travessa da Ra Bella
N. 2. Manoel Soares de Fi-
gueiredo
N. 8. Jo&o de Souza Lima
Ra de Netto de Mendonya
N. 2. Manoel Jos Fernan-
des 120000
Ra do Major Agostinho Bezerra
N. 30. Eustaquio Manoel Car-
minondas
N. 41. Irmandade das Almas
do Reeife
Ra 28 de Setembro
Jos Soares Neves
Jos de'Azevedo An-
Guimaraes
Paulino de Oliveira
2730000
2970000
4290000
6300000
7680000
3330000
2490000
3810000
6570000
1
N. 14.
N. 15.
tunes
N. 23.
Maia
N. 29.
2730000
4620000
2370000
4380000
1530000
1440000
108*000
Antonio LuizBaptista
Becco do Calabouco
N. 1. Basilio Alves de Mi-
randa
Ra do Barao de Villa Bella
N. 3. Anna Umbelinai Gayo
de Miranda 3090000
Ra de Santo Amro
N. 8. Maria Jos de Assump-
cto Alves Costa
Ru de Pedro Ivo
N. 2. Antonio Augusto de
Vasconcellos
N. 16. Jos Thaotonio Do-
mingues
Becco da .Matriz
N. 1. Dr. Rufino Pessoa de
Mello
Travessa da Matriz
N. 10 Carlota Burlamaque
Magalhics
Ra da Paz
N. 18. Galdino Antonio Al-
ves Ferreira
N. 22. Antonio Jos Moreira
N. o2. Dr. Silvino Cavalcan-
te de A'.buquerque
N. 40. Angela Baptista Gon-
calves Lima
N 7 : .1. aniiim Lope* Ma-
chado
Ra de Paulino C;n
N. 4. Maria da Gloria Adelai-
1.-0920000
3330000
6390000
1890000
2970000
1320000
2370000
333|000
)000
2730000
de de Souza
N. 6. Mano-
, lio
N. I
:N. l
>000
?6. Maria Isabel de.)
.Momea
N. 44. Graciliano Octavio da
Cruz Martina
N. 29. Anna Isabel Carneiro
L. de Mello
l. 33. Manoel Jos de Al-
meida Coutinho
Largo do Carmo
N. 20. Rita Clara de Soasa
Lelo
N. 13. Joao Domingos laSiL
va Pinto Almcida Guima-
rSes
N. 26 Ordem 3a do Carmo
N. 35. Henriqueta Francisca
Ramos
(Contina)
Associac,ao Medico-Pharma-
centico Pernambucano
Pe ordem do Illm. Sr Dr. presidente, convido
aos Illms. Srs. membros desta associaco para
comparererem na sede social no dia 7 ao cr-
lente, ahora do costume. alim dse darcomeco
aos trabalhos ta mesma assodaco no corrente
anno.
Secretaria d<| AssociacSo M. P. Pernambucano,
en '< de Feremro de 1889.
0 t- secretario,
Dr. Jos de M. Curio.
2970000
4530000
3000000
2400000
1:1S9|000
6000000
1950000
1200000
Linha da Torre
Km correspondenria rom a lintaa da
Magdalena
Ida Carros da linha da Volta
Magdalena
5.09 a 24
5.44 - 5.39 6.01
6. 6.23 6.4a
7 07 7.07 7.24
7.40 7.40 7.57
8.13 8.13 8.30
8.46 8.46 9.03
9.24 9 19 9.41
10.08 10 03 10.25
1136 11.31. 11.83
12.20 12.15 12.37
104 12.59 121
1.48 1*43 2.0a
2.32 2.27 2.49
3-16 3H 333
355 3.55 412
4.28 4.28 445
8.01 501 5.18
5.34 5.34 ."i B i
6.07 6.07 624
6.40 8.02 6.40 6-57
7-57 8.19
8.46 8.41 9.03
9.30 9.25 9.47
10 14 10. ('9 10.31
Reeife, 4 de Fevereiro de 1889.
Carlos Alberto de Menezes.
Gerente.
ni ig fmmm
CAPITAL 8,OOO;OOO0OOO
Em ac5es de
Estando tomado
2000000
4,000:0000000
Este estabelecimento destinado a auxiliar e
desenvolver o crdito industrial e collectivo
desta provincia; suas operases abrangero to-
dos os ramos da actividade commercial e indus-
trial que offerecerem solida garanta.
A directora compor-se-ha dos senhores
Luiz Antonio de Sigueira.
Jos Adolplio de Oliveira Lima.
Antonio remandes Ribeiro.
Manoel Joio de Amorim.
Thomaz Comber
os quaes com o Exm. Sr. Visconde de F:,iuei-
redo sao os incorporadores.
As entradas Scro de 5 "/ no act0 "a subs-
cripsao ; 5 a\<, quando fr annunciada a assig-
natura dos estatutos.
As subsecuentes .entradas nSo poderao ser
maiores de 15 "jo com o intervallo nunca menos
de 60 dias.
A subscripto est aberta para todas as pes-
soas que desejarem tomar parte n'esta impor-
tante ins'ituicao, no escriptorio dos Srs. Amo-
rim Irmaos & C, ou no Banco Internacional, a
ontar do dia 7. de Janeiro inclusive.
Companhia Alagoana de
Fiacao e Tecidos
fonvidamos aos senhores subscriptores desta
companhia para, de accordo com os arts. 9 e 10
dos estatutos, at o dia 12 de Fevereiro prximo
futuro realisarem sua terceira entrada na razio
de 10 por cento do valor de suas acgOes no Ban-
co nternacional em Kernambuco. Macei, 12
de Janeiro de 1889.
Os directores.
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio fedroso Barreto.
sTacasa"
CASAS PARA ALI 4. MI
Ra da Moeda n. 49, armazem 240SOO0
dem do Vicario Tenorio n. 27, loja 240*000
dem idem n. 22, 3." andar 80*000
dem idem n. 25, >." andar 360*000
dem do Bispo Sardnha n. 3, 1." e 2.
andares e sotSo 400*000
dem do Bom Jess n. 13, 3. andar 2005000
dem do Mrquez de Olinda, sobrado
n.44 2:131*000
dem do Bom Jess n. 13 1." andar 240*000
Becco das Boias n. 14, loja 1." e 2. an-
dares 480*000
Pateo do Paraizo n. 29, 2. andar 240*000
Ra da Saudade n. 5 480*000
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que fica marcado o prazo de cinco dias para os
..baixo assiguados virem assignar na seccao do
contencioso desta reparticao os respectivos ter-
mos dos contractos que fizeram, a saber: os dous
primeiros para o forneciraenio de medicamentos
e o 3- para o de cobertores de IQ para o presidio
de Fernando de Noronha, e os dous ltimos para
o de artigos pra o Arsenal de Guerra no semes
tre de Janeiro a Junho deste anno.
Bartholomeu k C.
Jos de Azevedo Maia e Silva Jnior.
Rodrigo Carvalho da Cunha.
Joao Walfredo de Medeiros.
Maia e Silva & C.
Reeife, 1 de Fevereiro de 1889.
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'nna.
S. R M.
Sociedade Recreativa Mocidade
Sarao carnavalesco em 2 de Marco
Convida se aos senhores socios para apresen-
tarem suas notas para convites. Ingresaos em
mao do Sr. thesoureiro.
N. 11. Nao se admitte aggregados.
Reeife 3 de Fevereiro de 1889.
O 1' secretario,
Guilherme Pinto Meirelles.
Juizo de direito da provedo-
ria de capel la s_ e residuos
De ordem do Illm. Sr. Dr. juiz de direito pro-
lor de capellas e residuos Francisco Doraind
sRibeJro Vianna, faco puhlico que as aul
de 01.
000}
ooo'
-le iuizo continuam a ser as quar-
tt Imras do dia, no lugar do cos-
juiz de di-
Krancon.
Cha <1a- 10 lloras a manha s 2 da
Recebedori Provincial
0 administrador da Recebedori Provincial
em cumprimento da ordem do Dlm. Sr. Dr. ins-
pector do Thesouro, constante da portara sob
n. 108 de 28 do corrente, faz publico para co-
nhecimento dos respectivos contfibuintes que,
de accordo com a relagao abaixo, dar-se-ha prin-
cipio nesta repartico. no espaco de 30 dids uteis,
contados de 4 de Fevereiro prximo a cobranca,
livre de multa, das annuidades e mais servicos
da Recite Drainage Companv, relativa ao 2 se-
mestre do exercicicr lindo de 1888.
Recebedori Piovincial de Pernambuco, 30 de
Janeiro de 18-9.
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
Relaruo a que se refere o edial supra
Freguezia do Reeife
Ras :-Mrquez de Olinda, Bom Jess, Alva-
res Cabral, Commercio, Bispo Sardinha, Torres,
Thom de Souza, D. Maria de Souza, Vigario Te-
norio, Barreto de Menezes, Mariz e Barros, Bur-
gos, Amorim, Moeda, Tuyuty, Companhia Per-
iiambucana, Madre.de Deus, Domingos JosMar-
tins, Mscate. Restauraco, D. Maria Cesar, Vis-
conde de Itaparica, Pharol, Areal, S. Jorge, Vi-
tal ae Oliveira, Guararapes e Baro do Trium-
pho.
Pracas :Assembla, Chaco e Pedro I.
Travessas :Vigario Madre de Deus. Cam-
pello, Domingos Jos Martins, Corpo Santo, An-
tgo Porto, Bom Jess, Apollo, Areal, Para a
Fiindigao, Occidente, Guararapes e Praca Pe-
dro I.
. Largos :Alfandega, Corpo Santo e Assem-
bla.
Beccos : Abreu, Noronha, Largo, Pindoba,
Tapado e Pascnoal.
Caes : Companhia, Brum e Apollo.
Freguezia de Santo Antonio
Ras :Imperador, Primeiro de Margo, Duque
de Caxias, Cabuga, .BarSo da Victoria, Trinchei-
ras, Larangeiras, Laiga do Rosario, Estreita do
Rosario, Francisco Jacintho, Joo do Reg, Ilha
do Carvalho, Conselheiro Piretti. Netto de Men-
dongd, Major Agostinho Bezerra, Vinte e Oito de
Setembro, Santo Amaro, Pedro Ivo, Mathias de
Albuquerque, Paz, Paulino Cmara, Fogo, Livra-
mentp, Penha, Visconde de Inhauma, Pedro Af-
fonso, Nova da Praia, Marcilio Dias, Henrique
Dias, Lomas Valentinas, Coronel Suassuna, San-
ta Thereza, Vinte e Quatro de Maio, Palma, Mr-
quez do Henal. Cadeia Nova e Baro de Villa
Bella
Largos :Paraso, Carmo, Penha, S. Pedro e
Praceta.
Travessas : Queimado, Cruzes, Mrquez do
Reeife, Bella, Calabouco, Matriz, Flores, Carmo,
Bomba, Livramento, Arsenal, 1* e 2" da Praia,
Carcereiro. S. Pedro, Viracao, Lobato, Falco,
Pocinho e Concordia
Beccos :Bella, Calabouco, Matriz, 1", 2 e :'
da Camba, Falcao, Io e 2o da Cadeia Nova.
Praga :Pedro II.
Caes : Vinte e Dous de Novembro.
Campo :Princeza
Freguezia de P. Jos
Ras :Marcilio Dias, Lomas Valentinas. Co-
ronel Suassuna, S. Joao, Felippe Camaro, Mr-
quez do Herval, Vinte e Quatro de Maio, Dias
1 ardoso, Passo da Patria, Padre Nobrega, Victo-
ria, Cadeia Nova, Vidal de Negreiros, Frei Hen-
rique, Dique, Assumpg, Domingos Theotonio,
Padre Floriano, Christovao Colombo, Jardim,
Forte, Antonio Henrique, Nogueira, Santa Ceci-
lia, Santa Rita, Padre Muniz, Praia de Santa Ri-
ta, S. Jos, Pescadores, Praia do Forte, Ypiran-
ga, Imperial e Luiz de Mendonga.
Travessas :Martyrios, Ramos, Pocinho, Cal-
deireiro, Gaz, Matriz, Forte, Prata, Serigado, Co-
lares Nova de Santa Rita, Praia do Forte, S.
os, Peixoto e Lima.
Beccos : Palma. Caldeireiro, Gaz, Assump-
g, Nova de Santa Rita e Matriz.
Largos : Forte e Mercado.
Freguezia da Boa-Vista
Ras : Imperatriz, Conceigo, Visconde de
Pelotas, Tambia, Visconde de Albuquerque, Au-
rora, Capibaribe, Ponte Velha, Conde da Boa-
Vista, Riachuello, Unio, Sauaade, Sete de Se-
tembro, Visconde de Camaragibe, Camarao, Ro-
sario, Gervasio Pires, Dr. Villas-Boas, Socego,
Principe, Santa Cruz, S. Gongalo, Coelhos, Ros-'
pital Pedro II, General Seara, Coronel Lamenha,
Conselheiro Aguiar, Leo Coroado, Barao de >.
Borja, Mues Machado, Visconde de Goyanna e
Attracgao
Travessas :Gervasio Pires, Atalho, Coelhos,
Barreiras, Veras, Quiabo, Joo Francisco, Man-
gueira, Campia e Palacio do Bispo.
Largo : Campia.
Beccos :S. Gongalo e Coelhos.
Pragas :Conde d'Eu e Santa Cruz.
-BASCO ISIISSAQOSaX
DO
Capital
JO Jc~ vC3k*>o X JL>
90,000:000*
dem re alisado l.OOOrOOO*
A caixa filial deste Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, sacca, vista oa
a prazo, contar os seguintes corresponden-
tea no estrangeiro.
L0ND0N.(Banco Internacional
< do Brasil,
{ London office.
( London & County
( Banking Company L.M
PARS......(Banquede Pars &des
Pay.s-Bas
t Deutsche Bank.
Bank d'Anvers.
> Banca Genrale c suas
agencias.
\
turne ;
r.-ito re*
Secretaria da Instrueco Pu-
blica, 26 de Janeiro de
1889.
Fago saber a quem interessar possa, de ordem
do s. Dr. inspector eral da intrucgao publica,
que podem ser procuradas nesta repartigo as
cadernetas da Caixa Econmica Escolar da 3*
eadeira do sexo masculino da freguezia de San-
to Antonio, recolhidas pelo ex-professor Fran-
cisco da Silva Miranda, constantes da relago
infra.
Relaco das cadernetas da Caixa Econmica Es-
colar da 3* cadeira do sexo masculino da fre-
guezia de Santo Antonio, ainda nao reclama-
das.
Fraccoes
1879 N. 2-021 Joo Gomes Pe-
reira da Silva, folhas 38 15000
2J. 3774 Manoel Pedro
AlcxaHdrino de Lima,
dita 68 100 1 000
1880 N. 2.011 Joo Baptista
Lopes de Castro, dita 48 3*000
N. 2.012. Alfr-'do Proco-
io Lopes de Castro, dita
9 3*000
1881 N. 2.084 Theotonio Agri-
pino-dos Santos, dita 10 160 10*000
N. f.o!6 Gustavo de Sou-
za Lopes, dita 17 600 3JO0O,
N. 3-al7 Joo de Souza
Lopes, dita >8 600 51000
N 3.510 Martin ano Joa-
quim de Mello, dita 21 520 10*000
N. 3805 JooSilverioda
Costa Oliveira, dita 30 16*000
N. 4.638 Manoel Soares
Monteiro, dita 45 400 2*'O0
. N. 4.640 Lupicinio Fer-
nando da Silva, dita 47 100 1*000
1882 N. 3.021 Victorino Duar-
te Pereira Lima, dita 8 9*000
N. 2.388 Capitalino Tho-
m Baptista, dita 16 140 17*000
N. 4.641 Manoel Candido
Ferreira da Silva, dita 19 11 *000
N. 4.647 Al ex andrino
Tavares, dita 20 500 7*000
N. 5-029 ArthurFerreira
Soares, dita 34 740- 1*000
N. 5.311 Raymuado Al-
ves de Souza, dita 42 560 3*000
1883 N. 5.312 Luiz de Franga
Soares (ou Souza.) dita
31 11*000
N. 6.183 Alvaro de Oli-
veira Cojas, dita 37 840 2*000
N. 4642 Joo dos Santos
Pereira Braga, dita 57 309 1*000
1884 N. 6.371 Joaquim de Sou-
. za Pinto; dia 12 4*000
N. 5.66 Manoel Silverio
de Miranda, dita 20 630 4*000
N. 7.1-43 Amaro Joo de
Alencar. dita 37 300. 6*000
N. 8.196 Rosa de Lima
dds Passos Barbosa,} dita
4J 400 1*000
1883 N. 5.618 Carlos Henrique
Soares, dita '41 800 3*000
N. 3.975 Affonso Dantas
Teixeira, dita 36 __700 4*000
8*700 *
Reeife, 21 de Janeiro de 1889.
Francisco da Silla Miranda.
retendentes devem apresentar-se
i habilitados.
Pergentino Saraiva de Arau,
Hamburg..'
Berlim.......
Bremen.....
Frankfurt
sur Main...
Antuerpia..
Roma ....TtA
Genova......
aples.....
Milo e mais
340 cida-
desde Ita-
lia...........
Madrid......
Barcelona...
Cdiz........
Malaga......
Tarragona .
Valencia e/
nutras ci-
da des d a
Hes pa nha
e ilhas Ca-
narias ......
Lisboa......
Porto e mais
cidades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ay-
res .........,
Mon tevido
NovaYork. G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praca do
imperio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de
4Jvimento com juros na razao de 2 /o ao
anno e por letras a prazo a juros conven*
cionados.
O gerente, miliam M. Westber.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
The Londonr & River
Plata, Limited.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
que queiram fazer
qualquer communica-
o ou reclama^o, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se r e-
ceber qualquer* conta
que queiram pagar.
Os unicosicobrado-
res externos" sao os Se-
nhores Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oliveira, e
quando for preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Todos os recibos
desta empreza deverao
ser passado em tales
carimbados e firmados
pelo gerente, sem o que
nao ter valor algnm.
Geonge Windsor,
Gerente
TDBMISADORA
Kempauta it Jeguro
MARTIMOS E TERRESTRES
EKtabelecida em 188*
CAPITAL 1,000:000
SINISTROS PAGOS
%( II de Dezemfcr* m 13S4
Britimos..... MlfcQMftMO
Terrestres..... 316:00
14Ras do Commercio-44
(jompanhia de Segaros
iMiMitt %\ni
ASESTE
Miguel Jos Alves
W. 9mudo BomJea>x. j
SEOUROS MARTIMO R TSRl^^H
es ltimos seguros acic- -oaipfcst c,
prs^ que ccneeifc- a. Srs. sesunuJ- &
3ginieu^ de piemioVots uac ser. .a*
ioivate ot< dcccocto annual de -tra de 1 po
ecrtaesr f:jvor i>B seaBredo.
" 8EG3
1AMTI10S i
Caiiaah.. : hca
RUADO
i


I

6
Diario de WmambuooQuinta-feira 7 de Wereiro de 1884>
SEGUROS '
JIIIiTW,,,
1H: LifHRd 4 UAl Hi
?TSRAI02 70MPATTY
Blektar:, >8dfei t,
Rna o i omnw-io n. 3
iO
Boyal Insurance lompany de
Liverpool
CAPITAL. .000:00
AGENTES
R. DE DRSIStf-f C.
13 Ra Marqa* d Qlindfc. >13
Cmnpanl)ta c Securas
CONTRA FOSa."
HORTHERN
de Londres e Aberdeen
Posigao financeira (Dexembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Fondos aecuroalt'dos 3.184,348
Meeeita annual:
^ premios contra fogo 577,330
D premios sobre vi^as 191,000
De varos 32,000
0 AGBNTh
John H. Boxwdl.
O VAPOR
Ville dePornambuco
^Commandinte Sebire
^m-i E'ejsperado da Europa at o dia 8
in^ d6 Fetweiro; seguindo depois da in-
HldiBpeusavel demora-para-a *
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Roga-seaosSrs. impotadores de carga pelos
vapores destn linha, queiramapresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga das al varengas
qnalqner reclamacao con crcente a volnmes que
porventura tenhain seguido para os portos do
sul altm de se poder dtir a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsabilisa por extraos.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se lom o
AGENTE
Auffusle
9-RUA DO 00MMBRCI0--9
Leto
Agente
ii
Nexta-felra 8 de Pererefro
A't 11 hora
No 2o andar do obrado- a- ra Augusta
n. 187
DE MOVIS
O agente cima por conta e ordeni de urna fa-
milia que se retita para fra da provincia
vender ao correr do martello o seguinle : meia
mobilia de Jacaranda, guarda louca, toilet, ca-
deiras de guarnico, c-si>reguicadeiras. marque-
sas e marquesOes, lavatorio, berco, um forro de
esteira quasi novo para sala, tapetes, jarros,
louca, vdros e niuitos outros artigos que esta-
rao a vista dos Sis flitanfta.
Seguros contra Fogo
EST-. 1803
Edificios mercaderas
Taixas buixas
Frompto pagamento de prejuizo
CAPITAL
* R*. 18,0O:0O04OM
si*rioa 9
N. bRA DO COMMERCION.
London Brasilia Bani
Limited
Ra do Commercto n. 32
Ehtfiot por todos 09 vapores sobre ss cal-
zas do pie-amo banco era Portugal, acode
om Lisboa, ra dos OapeUisss o. 75. No
Porto, ra do Inglezee-
MARTIMOS
Coiripanhia Brasileira de
Navegacao Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
E esperado dos portos do sul at o
dia 17 deFevereiro e 6eguindo depois
'da demora indispeasavel para os
portos do norte ate Manos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia do. sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES

PORTOS DO SUL
O vapor Para
Commandante Antonm Ferr ira da Silva
E' esperado*08 portos do norte at
o dia 13 de Fevereiro e depois da de-
'mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
marina. Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, freje mdico
As encommendas serio reeebias -na agen-
cia at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para caraa, passagens. encommendas e valo-
res tratase com os AGENTES.
Perek-a Carneiro & C.
6=Rua do Commercio=6
Io andar
Pacific Stcam Navigation
Company
STRAITS OF MAGELLAN DIE
O paquete Potos
Espera-se da Europa at o dia
,16 do corrente e -seguir depois
"a demora docostume para Val-
araisopor
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommeoda* e di-
nbeiro a frete: trata-se com os
AGENTES..
Wilson, Sons C, Limited
14RU*0 CMMERttO14
United States antLBrazil
M.S.S.C.J.
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
norte at o dia 8 de Feve-
reiro o qual depois da deJ
mora necessaria seguir
para a
Baha. Rio de Janeiro c Mantos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nneiro a frete : trata-se com os AGENTES.
Henry Forster & C.
8Ra dodommereio8
1' andar
CHAflGEURS REUNS
toapanhlH Francesa
DE
IVaregaeo a vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pemambuco, Bahia* Rio de Janeiro e
, Santos.
O vapor
Ville do Cear
Commandante Lainey
pera-se dos portos do sul no
dia 10 do,correte, seguindo
vel demora
,03ra o Havre tocando era
Liftbaa.
Entrar no porto
vom
Cmduz medico a bordo, de marcha rpida
o!) tes cotnmodos e ptimo pas-
eadlo.
-ssagew poderao ser tomadas de ante-
dia,
Recebe carga, encommendas e passageiros
para os quaes tan exceleates aceofamodacAes.
Paratirga, passag-
Bacilo a frete: trata-se con o
Royal Mail Steam Packet
Companhia
O vapor Neva
Commandante' G. M. Hicks
Esperase da Europa at o dia 16 de
Fevereiro, seguindo depois da demo-
ra do costnme para
Baha. Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos-.lyres
Para passagens, fretes c encommendas trata-
se com os AGENTES.
O vapor Elbe
Commandante Armstrong
E' esperado do sul no dia 17 de Fe-
vereiro e seguindo depois da demora
'necessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, Southampton e
Antuerpia
Redncco de passagens
lia lia e volt a
A' Lisboa 1 classe 20 30
A' Southampton 1* classe 18 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuoo.
Emquanto vigorar a quarentena imposta na
Repblica Argentina, aos navios procedentes do
Rrasil, os vapores desta companqia nao aceitam
passageiros nem carga para Buenos-Ayres.
Para passagens, fretes, encommendas, trata-se
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
LEILOES
Agente Burlamaqui
Quinta-feira 6 do corrente
A's 11 horas
Na easa tarrea n. 14 no pateo do Carmo
De maveis em bom estado
0 agente cima levara a leilao por conta e or-
dem de Anna Joaquina Ferreira de Souza que
se retira para a provincia de Sergipc. os seguin-
tes movis : 1 mobilia de Jacaranda completa,
tres espeluos dourados sendo um oral, 1 bonita
cama de peti, commoda, lavatorio, cadeira*.
jarros, tapetes, cortinados, trem de cosinha.
guarda comida e muUosoiitros artigos queesta-
ro a vista dos Srs, licitantes.
Leilao
Delivros de direito e litte-
ratura
Qnlnta-felra, 9 do eorrente
A's 11 horas
No armazem da ra Mrquez de linda n. 52
LEILAO
de dividas na importancia de 18:838jJ2K)
Quinta-feira 7 do corrente
A's 11 horas
\o armazem a rna do Impera-
dor a
0 agente Stepple .por mandado e assistencia
do Exm. Sr. Dr. jmz de direito dos feitos da
fazenda. a requerimento do Dr. los A. Rodri-
gues Lima, inventarame dos bens deixados pe
la tinada Anna Honorata Carneiro da Cunta,
levar a leilao as dividas em lettras na impor-
tancia de 16:838*280.
Leilao
Da casa de bilhar da ra estreita do
Rosario n. 45
oiixlamo i
De um bilhar e seus pertences, 1 grande can-
dieiro belga, 6 quadros. 4 espelhos. guarda
loucas de amarello, 1 qua-tinheiro. 1 jardineira
com pedra, 1 aparadon-de coluBana. 1 toilet
com pedra, calides, 1 meia commoda de ama-
rello, 1 relogio de pan-de. bancas, mochos, 1
marquezo, camas de lona, 1 repartimento de
madeira, urna grande quaiitidade de bebidas e
outros muitos movis.
Qnlnta-felra 9 do-eorrente
A's 11 horas
Na loga do sobrado n. 45 ra estreita do
Botara
O argente Martins autori.ado pelo Sr. Ricardo
de Almeida far leilao dr. referida casa de bi-
lhar e seus pertenees, era uraou mais lotes, con-
forme convier aos comprod jres.
Leil
Agente Brito
De movis, loucas, miudems, extratos, candiei-
ros, jarros, relogios e outros objectos.
Qnlnta-felra. do orreate*
A's 10 1[2 horas
Ra do Raug'd u. 48
Leilao
Agente Brito
De mn sobrad^ de um andar e soto rom gran-
des accommodaijOes, em bom estado e com
Juintal grande e em ierre: 10 proprio, sito ra
o Amparo u. 33 em Olin.
Sexta-feira, A do correarte
A's 11 horas
Ra do Ram;el a. 48
Leilao
de 3 excellentes escaleres e -
outt-riggers, chestnia?, 2 cavalhetes, 1 corrente,
8 pannos de toldo. 7 cintas. 4 ancoras pequeas
e 6 tureqe.
Sexta-felra 8 do eorrente
A's 11 lu-ras
Agente Ptnio
No cae* da Companhia Pernambucana- ra
frente ao armazem dos Srs. Visconde da.Silva
Loyo & Fiiho, junto a guarda-mora da Alfan-
dega
agente Siheira
Leilao
PE FREIMOS
Sabbado 9 do eorrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 45
0 agente Silveira por mandado e com assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos e auzen-
tes e a requerimento do Dr. turador geral de
auzentes levara a leilao o sobrado de 2 anda-
res sito ra Lomas Valentinas n. 66, espolio
de Manael Antonio Pereira.
Os Srs. pretendentes podciu examinar.
AVISOS DIVERSOS
Aluga se casas a 8*000 no becco dos Coe-
lbos, junio de S. Goncallo; a tratar na ra da
Imperatriz n. 56\_______ ______
uga-se o pavimento terreo do sobrado n.
46 ra da Roda, estando o mesmo eaiado, pin-
tado e todo ladrilhado de novo, contendo 1 sala.
2 quartos e cosinha ; a tratar ha ra do Cabug
n. 16, loja. ________
lanvoa o 2- andar n. 39 a ra do Impe
rador ; chaves no armazem n. 41.
fuga-se o 1 addar do sohrado n. 3 ra
das Flores a tratar na ra da Unio n. 3.
Precisa-se de urna ama que cosinhe, lave e
engomme. para um homem s: a tratar na ra
de Hortas n. 76.
Pede-se ao Sr. Francisco Raposo Falcao
3ue venha pagar ou restituir os movis, pois
ata de muito tempo, desde que o senhor foi em
pregado a primeira vez no comm^ rcio.
Ao Sr. Angelo Tavares pede-M que yenha
buscar as suas cautelas, que nao chegam" para
pagar suas letras.
Os abaixo assignados declaram aq corno com-
mercial, que venderam ao Sr. Francisco Genuino
Correia o estabelecimento de refinaria sito ra
larga do Rosario n. 3, que gyra sob a lirma de
Antonio Alves Ferreira ; declaram mais, que
dito estabelecimento se actia livre e desembara-
jado de todo e qualquer onus. tanto commer-
cial como de impostos a fazenda : quem se ju!-
gar credor aprsente suas contas no prazo de
tres dias, a contar desta data. Recife, 7 de Fe
vereiro de 1889.
Gomes & Ferreira
0 abaixo assignado, declara ao publico e
ao commercio, que comprou ao Sr. Guilherme
Gomes Pinto o-estabelecimento de retinada sito
ra larga do Rosario n. 3, que gyrava sob a
lirma de Antonio Alves Ferreira, em virtode do
que avisa ao respeitavel publico e ao commer-
cio para, no caso de que alguem se julgue com
direito a oppor-se dita transaccao, o faca no
prazo de tres das, a contar desta data. Recife,
7 de Fevereiro de 1889.
Francisco Genuino Correia.
Fazmufes baratas
Loja do Triumpho
Rna Duque de Caxfas n. 49
Las fins com froco, a 320 rs. o covado
Ditas de quadros. bonitas a 300 rs.
Merinos lisos, 2 larguras a 560 rs.
Ditos lavrados, 2 larguras a 700i rs.
Zefiros largos-dequadros a240 rs.
Ditos largos de quadros finos a 280 rs.
Ditos bordados tinos a 700 rs.
Etamine arrendada a 440 rs.
Dita de listas asertas a 400 rs.
Setins de listrinhas a 660-rs.
Ditos da China fantazia) a 2*40
Saias bordadas tinds a 3*000
Camisas bordadas finas para senhora a 4*000
Cambraia hraooa bordada, a 4*G0D a" peca.
Dita bordada de cor a 5*500 a peca.
Chitas escuras mirto boas, a 200 rs.-o covado
Algodo largo ( 10 metros), a 2*500 a peca.
Dito dito de 20 jardas a WfK
Toaihas acolchodas grandes, a 4*500 a duzia.
Redes inglezas grandes a 5*000.
Guardanapos de licho, a 1*800 a duzia.
Camisas de linho sem punbos e sem colarinho
a 3*000.
Rramante de algodo 4 larguras, a 700 rs. a vara.
Tapetes grandes para sof a 14*000
Cortes de seda para collete a 4*000,
Cortes de casimira ingleza a 4*500
E outras umitas fazendas que se vendem mui-
to baratas para liquidar.
A' ra Duque de C'axia* n. -49
Bastos tSc G.
21-HUA110 CRESPI1-21
OLYEIRA CAMPOS & 0. W *> receber bre-
veniente um sortimento de artigosnovos de altanovidade,resolveram
fazer urna grande redueco nos precos dos rticos abaixo menciona-
dos, para os quaes chamam a atten^o das suas Exmas. freguezas.
Vestidos proprios para
bailes e fazendas para os
mesnys, nigrettes, plumas,
flores, fitasy lequesv luvas,
meias e filos com sajpicos
de todas as cores.
m me '^m'-
Vi-Rua de Imperador. 4. andar
RELUJOARIA
A antiga e bem acreditada oflBcina de relojoei-
ro, sita rea Primeiro de Marco n. 4, acaba de
ser transferida para a ra Larga do nova-
rlo n.ll
O seu proprletario, tendoum completoe muito
bom sortimento de aviamentos tendentes sua
arte e pom urna longa pratica da mesma, offertce-
se ao publico em geral para encarregar-se de
todos roncertos de relogios, caixas de msica,
etc., etc.
Espera continuar a merecer'a conlianca de
seus freguezes e assegura-lhes que ser sempre
solicito no cumplimento de suas oraen.
42Ra Larga do Rosario42
Gustavo Vollchard
I V ende^-se
o deposito de caf, assucar retinado e arinha
de iillio, rta ra das Triucheiras n. 16, b<-m
alreguezado e proprio para eros. Ao
pretenden te se dir o Teoda.
Vinho puro de Pasto
Em barris de quiah ; vendeai Carlos Rabello
C, ra do Vigario d. 31, 1- 'andar.
Linhos para vestido padrees modernos a 160 rs. o covado
Cretones francezes, cSres claras, a 260 rs. o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 rs. o dito.
Ditos de cores, lavrados, de 2(4000 a 1)5000 o dito.
Las de cSres, desenhos de cachemira, de 900 a 600 rs. o dito.
Merino de quadros de 320 rs. o dito.
FustJto branco de 400 e 500 rs. o dito.
Mursolina branca para casacos a 500 rs. o dito
Zephir de cor, listas e quadros a 500 rs. o dito.
Ditos arrendados, lindos gostos, a 600 ra. o dito.
Ditos de listas arrendados, alta novidade, a 800 rs. o dito.
Etamines arrendados, de cores, de 800 a 500 rs. o dito.
P16r de Italia em quadrinhos, a 500 rs. de 900 rs.
Mursolinas de cor, de listas, a 400 rs. o dito.
Cortes de cambraia bordados transparente e tapado, de 15#000
e 205000 por 9;50O0 e 120000 cada um.
Lino, padrSes em quadros, a 440 rs. o covado.
Nanzukes padroes mimses, de 280 rs. o dito.
Percales miudinha se pannos finos, a 200 rs. o dito.
Merino prcto fino, de 2#000 a lfJOOO o covado.
Setini Maco de todas cores, a 900 rs. o dito.
Brira fino pardo para vestido, a 400 rs. o covado.
Cambraia Victoria transparente, fina, a 30000 a peca.
30000 urna,
de 40000, 5000,
60000
Mantas hespanholas, de seda preta
Espartilhos, o que ha de melhor,
70000. um.
Fichs 'de cor arrendados, de 10000 um.
Capinhas hespanholas de cor a 20000 urna.
Fichs de seda, muito lindos, a 30000 um.
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o covado.
Casacos de cambraia branca bordados, a 30000 e 4000 um.
Luvas de seda, todos os tamaitos, de 20000 a 30000 o pur.
Lences de linho do Porto, a 40000 um.
Ditos grandes para cama franceza, a 60000 um.
Colchas do cor, de 20000 a 50000 urna.
Fichs, sortimento completo, de 20000 a 60000 ora.
Lencos de linho com barrraha a 20000 urna duzia.
Camisas francezas, de 240000 e 360000 a duzia.
Meias cras para homen. de 40000, 50000 e 60000 a duzia.
Ditas braacas cras e de cores para senhoras.
Ditas brancas cras c de cores para criancas.
Chambres de cretone, de 50000 e 60000 um.
Cortes de casemira de cOr, de 60000 a 80000 um.
Cortes de fasto para collete, de 10000, 10500 e 20000 mn.
Camisas inglesas de franella, la pura, a 50000 urna.
Alm de outros artigos que dcixamos de mencionar.
21Ra do Crespo21
FABRICA
DE VIDROS
193 Ra em grosso
Caixeiro
Precisase de um menino :
tina n. 34.
na ra da Floren-
Expoe venda
e a retalho os productos dt
seu fabrico: sendo
Copos com esemp, ditos
com aza para ceneja, cli-
ces, globos, cbamins, frascos
para botica etc. etc.
Precos sem competencia
Tdsses
O Peitoral de Cambar combate
enrgicamente as tosses dolorosas, tornan-
do-as brandas e expectorantes at cural-as,
Os agentes
Francisco M. da Silva & C.
OPEITOR;ALTDE CAMBAR "
Vnde-se a 20500 o fraseo, 130000 1/2
duzia' e 240000 a duzia em casas dos
agentes Roerigues Silva & C. e as prin-
cipaes pharmacias e drogaras da capital.
RAZ. O NATURAL
Qual a razio da grande fama de que
gosa o Peitoral de ambara?
IV pelos seus maravilhosos resultados.
FRAHCISCO M. DA SILVA & C.
Professora
L'ma senhora jympetentwnente habilitada,
propoe-se a leccionar em collegios e casas par
ticu lares as seguintes materias : portuguez,
francez, msica e piano : a tratar q ra Vis-
conde deAlbnquerque n, 20.
Professora de piano -
Una senhora habilitada, nao so peto seu es-
tado, como tambem pela pratica, offerece-se a
ensinar piano por precos mdicos, quer em ca-
sas particulares quer em collegios, podendo ser
procurada para o exercioio de sua profissao na
ra do Jas mi m n. 39.
Ama
Na ra velha de Santa Rita u. 89, precisa-se
de urna ama para comprar, cosinhar e fazer os
demais serviros oVuma casa de permena fa
milia.
Amas
Precisa-se de duas amas :
Victoria n. K>.
na ra Baro da
Caixeiro
Precisa se de um. caixeiro que tenha praliea
de molhados/de 14 a 16 annos de idade, e que
d fiador sua conducta ; no largo do Pilar nu-
mero 21.
nRi
0*415,___
P*1* 5L.ERV
eime-ss tm teda a oart*
Inolilulo Benefleenfe dos OtrJae*
da (iuarda Nc1mmH
{ Tendo o Instituto de mandar nezar urna missa
por alma do seu consocio o tenentc Bento de
Souza Mira, convido pelo presente aos Srs. so-
cios, parentes e amigos do finado para assisti-
rem a esse acto que ter lugar na quinta-feira
7 do corrente, as 71/2 horas da manha, na or-
dena 3* do earmo.
Secretaria do Instituto,.* de Fevereiro de 1889.
O secretan
Gaspar Antonio dos Reis.
t
F.BCdiuu tutuma Serrano Tra-
vaMoi
Segundo anniversario
Hajor Marcelino de Souza Trava?sos e seus
lilhos convidam aos seus parentes e amigos para
assistirem as missas que pelo repouso eterno da
alma de sua idolatrada esposa e nii, Enedina
Augusta Serrano Travasfos, mandam celebrar
no dia 7 do corrente, na igreja da Santa Cruz.
as 7 horas da manha. 2- anniversario do seu
passamento, confessando-se desde ja eternamen-
te agradecidos. _____________ ____
Tratamenlo radical em 6 (lias
DAS
BLENORRHAGIAS AGUDAS
ou
CHRONICAS
(VULGO PURGACO)
DO IIOllllI OU DA vil lilil
E da leucorrha ou flores brancas
'lulas Reslno-Balsamlcas
E
InjeccaO Aoti-Blenorrliagica
PREPARADOS POR CALASANS & C.
PRODUCTOS APPEOVADOS PELA
DSPECTOEIA GEEAL DE HYGIENE
Urna serie de brilhantes e innumerasex-
pericncia8, coroadas sempre de bom xito
durante dz annos, assignala a estes dous
medicamentos, usados com a dieta e dosa-
gens prescriptas, o primeiro lugar entre os
medicamentos estudados e preconisados
para curar estas terriveis molestias.
As pilulas 82o supportadas pelo estoma-
go o mais delicado, pois que ellas n3o im-
pedem nem dimcultam as funecoes deste
orgao.
A injecc-ao anti-blenorrhagica nao ab-
solutamente irritante e por isso n3o tem o
inconveniente das actualmente empregadas
e nao produz cstre i tomentos.
Nao publicamos o grande numero de
cartas, attestados e agradecimentos que te-
mos recebido para nao offender aos nossos
clientes, muitos dos quaes sao pessoas mui-
to conhecidas e altamente enllocadas.
Empregada como artigo de toilet parti-
cular excellente preservativo contra as
molestias secretas.
Modifica e fazdesappareceromochciro
das regras.
Preparados por Calasans & C, Phar-
macia Imperial, Bahia.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel .da Silva & ('.. ra
Mrquez de Olinda n. 23.
Pello ral de anillara
Attesto que o Peitoral de Cambar do
Sr. Jos Alvares de Souza Soares, prepa-
rado de urna arvore aromtica denomina-
daCAMBARA'^qtte vegeta n' serra
desta provincia, um excelente bAlsanri-
co expectorante, e como tal o tenho em-
pregado sempre com bom resu hado na
affecc3e pulmonarei. O referido ver-
dade e o juro sob a f do mea grao.
Dr. VieenU Cypritmo da Main.
(Pelotas).
Caraee bom paladar
N3e ha remedio que rena mais vanta-
gens para os doentes do peito, do que o
Peitoral de Cambar: cura e de bom
paladar.
Pergnota
Oual o remedio mais efficaz e aconselha-
do para a tosse ? O Peitoral de Camba-
r que so vende em casa de Francisco
Manoel da Silva de Olinda n. 23.
tteve ler-se
O abaixo assignado, cidadSo oriental,
"morador no Monte Bonito, 2o districto de
Pelotas (Rio-Grande do Sul), attesta que
soffreodo de urna tosse perigosa, foi radi-
calmente curado, em poucos dias, com o
popular medicamento Peitoral de (amba-
ra, preparado do Sr. J. Alvares d Souza
Soares desta cidade.
Joaquh Thomaz- Afosc.
D. JoaniM de Jfiiui kouta
Jos Alves da Silva coavida os seus parentes
e amigo a ouvirem as missas que por alma de
sua mai D. Joanna de Jess Soma, manda cele-
brar no sabbado 9 do corrente, stimo dia de
sen cidade-e a caprlia do povoado de Preguias. -as
7 hrrag.dji aanba.
P
Forneoadoraa das CArtes da Baapoaha.
da Oraoia s da Bollanda.
SABONETES EXTRAFINOE
prefdiidos pela classe elegante.
(Aesos e cheiresos, tornfto a pelle,
assetinada.e, disso vidos /i'agua, ormao
um verdadeiro ba.iho de leite. Os mais
recommendados sao :
Saltonete te Kansnga do Japo,
SaUonau de Miranda,
Sabcnit8.de Atraes,
Sabonata i miat d China. \
Deposito em PARS : 8, Roa Vmenne .
i '"I

0 Peitoral de Cambar
De ff. Airares de %. Soares
Sempre foi, e ser o principal remedio
para as molestias da laringe*, bronchite os
pulm5es.
A bronchite, asthma, molestia do peito,
rouquidao, coqueluche e qualquer tosse sao
perfeitamente curado com o verdadeiro
remedio Peitoral de Cambar, Se S. Soa-
res, approvado pela Exma. Junta Central
de Hygiene Publica do Brazil, premiado
com duas medalhas de ouro, e rodeado de
valiosos attestados mdicos e de innmeros
de pessoas curadas, tanto nesta provincia
como 'em outras do imperio.
Precos : frasco 26500, 1/2 duzia 135.
duzia 24f)000.
Km cano- asenfMt
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C
23 BA MAEQUEZ DE OLINDA 23
Pernambuco .

Molestias do pello
O Peitoral de Cambar de S. Soaresf'
remedio efBcaz para todas as molestias peito. Vende-se em casa dos agentes
Francisco Manoel da Silva & C, roa
Mrquez de Olinda.
Conselho
Quando alguma affeccSo pul morar eme-
q&r a vossa existencia, experimentae o
Peitoral de Cambar, que ficareis livre de-
tal ameaca.
Os agentes,
Franelsco M. da Silva Bronchites
0 remedio infallivel para as bronchites
o maravilhoso Peitoral de Cambar, de
S. Soares, que se vende em casa de Fran-
cisco Manoel da Silva & C, ra Mr-
quez de Olinda n. 23.
Preferencia
O PEITORAL DE CAMBABA hoje O T6-
medio mais reeeitado pelos'mdicos para
as molestias do peito.
Francisco Manoel da 8$a kt.
Superioridade
cima de qualquer outro remedio para
asdoencas do peitoj est collocado pela
sua efficacia o Peitoral de Cambar que '
se vneta i em casa dos agentes Francisco
Manoel da Silva & C, ra Mrquez de
Olinda n. 23.
. ______'_____________i_____- ___ '
A ultima paiavra
Da medicina para as molestarte- do peito
O PEITORAL DE CAMBAR.
Francisco M. da Suva & C.
1S3
i Pojb*.- lOt,
l hs." -:zi,
Sonda sis lutoritlS-4 'a Junta di Hy(.ien
_ nceMcav-3 Z>--?rn-stlVk o Ka.
" eesatltolute :.;!' !o para SO .'U
E-s -
o< HT!more, l-li .^.ti^^^H
ciados que occa
molcsae: |
as ro-ahldas.
fii1?. :ae ii-s-'ia X
Giirmizas.
Zist. ac>
dio tl^ai'i


- Fii*"C0r7U!.' Ana do Sei
i.
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\ Ru
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I -
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*





o de fiemambuco---

1
i
Uc
1889
ro>
WL
mmmOm*
por ojo itmiftlN-
CillaM.H nwdico aconaaiLa 9aps*0O
do mrro, ""rtrrrlSa am c.a>
go*icrnm.OTT*SCOCNTIWO*S
<*- FERRO BRAVAIS, da
pra/araocia a fgim oo-
0 FERRO
BRAVUS
ao
prodt
no.
Mp*oi>. iva
rJbaa,
va sabor igum, nmm abaira,
m. jlm ormminitki chairo
Jam Ao-ua,anao rinJio.amm
u-aJquar liquido com ana
>aw- liili, NVXtCJL
irniuciM Brw-
Sera
t'Marasi*, minnnaja
i maior alonci*
p*4*
teSUT
UMBROSA IMIT4QOSS
Exigir a Anua
X. BBAVAIB
laxar iiaa ?armalna
I a* HM at fh.
IPPJIOVACAO
da Junta Hygietnd
di Bis do Janeiro
MUlhaa)OURO,
to. i m
JBeeRfMjwBiewi fe 19,600 franco* ao Lmroche
imA-lsMCHE
da Junta Hygiene
, & Rio d J*aeiro
MaltlInil'OUHO,
ELIXIR
Aperiente Tonteo JFebrifago,, *te producto de
um sabor agrada*;el superior aos vinhos de quinquina
contra as. feicoes do Estomago, Febrea antipas, etc.
VINOSO
O mesmo ferruginoso muito recamtnendado^ontra
f a^Decolora^o do Sangue, Chloro-anemia, as Gonse-
quencias do Parto, etc.- pars, ao n diwmmi pnarmcn-
PREGO: SEM COMPETENCIA
V na Primeiro de Marco n. 20
iHDt
Atoalnado bordado a 1|J2O0 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o. covado.
Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
Batistas finas a 140, 200 e 240 rs. o dito.
Brim pardo a 280 e 320 rs. o dito.
Baleias pretas a 260 e obertas a 500 rs,
a duzia.
Bicbs de amas cor a 2)5 a peca.
Bramante trancado a 800 re. o metro.
Brins de cores para crianza a 260 rs. o
covado.
Bicoe rrfatisados a 2#5O0 o 3)5 a peca.
Cumbraias bordadas a 4)5 a peca.
Cachemiras de- quadros a 260 o covado.
Cortes de seda para colete a 5)5000.
Ditos de linn era car to a 7)5000.
Colchas de damasco a 64000 urna.
Crotones de alsace a 360 rs. o covado.
Cambraia arrendada a 460 rs. o dito.
Cachemira da India a 220 rs. o dito.
Chales adamascados a 2J500 um.
Cortinados bordados a 6)5000 o par.
Colchas de cores a 2)5 e 2)5500 urna.
Cortes de casinetas a 15500 um.
Chambres a 45500, 5<5 e 65000 um.
Cortes de setineta a 6)5000 um.
Cambraia Victoria a 25900 a peca.
Camisas allemaes a 36*5000 a-duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 rs. o
covado.
Crotones claros a 280 e 320 rs. o dito.
Colchas de fustab a 35500 urna.
Camisas de meia a 15000 urna.
Ceroulas de bramante a 155 a duzia.
I Esguiao pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Bspartilhos couraca a 55000 um.
Entremeios bordados a 700, 800 e 900.
Completo sortimento de casemira e brins, collarmhos,
eos, bolsas, fichus, lencos, leques e muitos outros artigos.
rs.
o covado.
o dito.
do Lauvre
Fichus de malha. 25000 am.
FuetSo Branco a 360 e 400 rs.
Dito de cor para roupa a 800
Guarnicao de crochet com matizes.
Gazes de cores a bOO rs. o covado.
Guarda-p para homens a 65000.
Grinalda para noivs. a 85000.
Guarda po para senhoras a 85000.
Lencos com barra a 25000 a duzia.
Leque a gra-duqueza a 25000 um.
Lencos brancos a 15200 e 25000 a duzia.
Luvas de seda a 25 e 20500 o par.
Linhos de quadros a 80 rs. o covado.
Las escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de corea a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 rs.
o dito.
Meias com pistas, para senhoras, a 800 rs.
Madapolao americano a 6000 a peca.
Meias para homens a 35600 a duzia.
Extracto Porte-Veine a 15400.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o co-
vado.
Paletots de seda palha a 75500.
Ditos de alpaca preta a 45500.
Panno da costa adamascado.
Pacotes de po de arroa a 500 rs.
Percales fi as a 200 e 220 rs. o covado.
Boupas para bauhos salgados.
Regata de cores a 15000 urna.
Sabidas de baile a 25000 urna.
Suspensorios americanos.
Sargelim de cores a 200 rs. o covado.
Setim de cores a 800 e 900 rs o dito.
Dito do Japao a 240 rs. o dito.
Toalhas para rosto a 35600 a duzia.
Ditas para banho a 15400 urna.
M m
U-- Rua do Imperadori,"* andar
Tcm a honra de participar as suas Exmas. freguezas e as Exmas. familias
desta capital que de volta da sua viagem trotee um magnifico sortimento de tudo que
diz respeito ao completo teilette de urna senhora em MODA* i: IOVIDAOES
acha-se a sua disposicao das 8 horas da manh2 s.6 da tarde na
44RA DO IMPERDOR44
PEREIRA a MAGALHAES
aaxmKA SEZKS.
E' um tonlcu Cortfi. puramente vegetal, e,
pilo (Mii'ieciacto practico dos seus cffei-
tos, Gakaxtido cfjtty'jnn:)9ilo certo para
ns l'e'.n malignas. Ewas lesordens tle-
vem a sua origem a um vci.'.'uo miasmtico
qqe pcnttrq no s;iiijiic polo^paunfies, altera
o Qgado e motiva as iiTi.-rentes claMes de
M>rea couIuh.i bs i ar Terciarias e
Quatreaarias, Internas, de Fro,
J*t&li&ie,sf t Iatermittente s, emit-
teutos, Bfliosas, e TypaoidQ.
O Ilr.-iii:mo r>r> T)r.. AvF.r. ncutralisa o
veneno miasmtico c expclo-o do systema.
Nio contuiu quinina ucm ingrediente ai-
giim mineral; seguro e inoffensivo, e
nujicM 'V.yia se re lisa segundo s direccCes.
P!:F.rAi:.\DO PELO .
DB. J. C. AYER e CA..
L A' vcvila aas principaes pliariaaclas
Gregarias.
as
psnhos> leos, toni-
AMARAL & C.
Recebedores directos dos mercados da Europa
liquidam os seguintes artigos com descont de 14 0r_
vendas em grosso
Bramantes de ajgdV superiores, a 800 rs. o metro, 4 larguras.
dem de puro linho fazenda de 25200 para acabar a 15500, metro.
Atoalhado alvo, duas birguras, a 700 rs., 15100 e 15200 o dito.
Algodao alvo, nacional, para lancees a 55500 a peca.
Madapolao americano, a 35600, 45000 e 65000, com 24 jardas.
Maripozas de cores a220rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 rs. o dito,
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichus de renda chic a 15000.
Colcha trancezas de cares a 25000 e 45000, nma. '
Lences de bramante a 15800, para cama de casal.
Casimiras de coras para roupa de crianca a 15000 e 15800 diagonal, duas
larguras.
Camisas inglezas e fraacezas a 265000 e 305000 a duzia.
Tapetes avelndados, grandes, a 145000 um.
Cortinados ricamente- bordados a 55500 e 65000-
Pannos de eres para mesa a 15100 e 15300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 35000 o dito.
Brins pardos e de ores a 280 rs. o dito.
Veludilhoa de cores e pretos a 900 rs. o dito.
Rendas austracas paraivestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as cores a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 rs. o dito.
Meias cruas inglesas para homem a 25500 e 35000 a duzia.
Cerradas bordaAa, de bramante, a 125000 e 165000 a dito.
Corte de.oasemiras pasa calca a 45000 e 65000.
dem de meia casemira 25000.
Toalhas grandes para, asi a 45000 a duzia.
dem felpudas para banho a 125000 a dita. 4
muitos artigos que. aerao lembrados com apresenca de nossos leitores.
59Ra Duque de Caxias59
IOJA
58-Rua Duque de Caxias-58
GRANDE LIQUDACO
5
Principia na segunda-feira, de todos o artigos que
ficaram de saldo do balance do auno prximo passado,J
vendendo-se por metade do seu valor.*
Grande quantidade de retalhos de algodaosinho
madapolao, chitas, seda, setim, etc., etc.
56 e 58Ra Duque de Caxias56 e 58
_ i' i ^sTr.^
ADMINISTRACXO :
i>AKIZ, 8, Boulevard Montmartre, PARIZ ,"
pastilhas digestivas fabricadas em
Victay com os Sites exirahulos da* yantes. Sao I
de gosto agradavol o a sua accao e certa con-.
| tra a Ma e os Dy/ettOv* diflces.
SAES DE VICHV PARA BANHOS. Um roto para um benbo, para aanessoas que cao podan Ir a Vk2r/.
Para evttar as imuacdn exigir em todos os productos a
MARCA DA. COMP. DE VICHY
Em Pcnamtmco. m n la^ll ana %t*o- em am i SULXER KOCCHUIN,
K. m da Crai ; Aua. UABI1.LE.
PBEEIRA & HAfiALHAES
FUNDICAO GBRAL
ALLAN PATERSON & C
N. 44Ra do BrumN. 44
JUNTO A BSTA0 DOS BONDS
Tem para vender,-per preoos mdicos, as segwntes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacoe de diversos tamanhos.
Rodas de espora,. idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com erra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de fornalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendas de" 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-se^e concertos, e assentamento de macbiiismo e executam qual
^uer (jrabalho com perfeico e presteza.
ELUia ANTINERVOSO FOLTBROMDRACO
de BAUDRY, Phzimacetico de i* Cnsse.
Este Elixir, que contm em sua oomposicao os bromuretos de potsalo, de sodio
e de amunonia, perfeitamepte combinados, de um sabor agradavel e sempre
tomado com prazer. mesmo pelas pessas, que tenbao um estomago delicado.
Numertsas experiencias vierao confirmar a sua immensa efficacia contra a
fn^MitaU, u Enxaquecaa, a A^itaco duracte a soite, e as Palpitaooes,
calmando immediatamente a excitabilidade nervosa, /idministra-se tambem com
grande vantagem.nas convulsoe das creancas e as senhoras que soffrem de
wpasmos, desmaios e att quea de ervos. Empregado con Tenientemente,
este Elixir um auxiliar poderoso da medicina contra o hysterisnao, a epilepsia
e a densa de Mo O-side. 4dceo de M *< Iberas por dia, pela manba e tarde.
DmpomUo : Em PAJIIC, S, Boa Virienam, a oat principa* Phrmeiai.
?OOOOOOODOOOOOOOOO^
Para.ar'ri-ica.'^e^-tiioo, Q, ra Jacob, ^a-riz
19.
c> Q-aiC-nO
r3lCr;C52 CV-Tsfvt p.:r.i pre- ^)
(rar (na >i.- atcstrjl .vei. i A
Hospitaos
.)n:'o*Miidauus dos ,
a :;
nos CATA45S ti.ft&X(GA
#!SPg?S!A
O COUB"tO QOYOT coastitoe na
Cjioiia i'.os vnl lapos Ao epidemias
* bejia uiais bygiaalca.
As CAPSULAS GYOTc(iema!c.
tro du Noru.ira poro. As doaat so i'.o 'duaa
xijiiatro cap*n!i.: U" iuouwi.Iu dia layiijs.
MGAPa^'-AS GUYOT rec3.mondS-
H:iii;.c\cs BQgulBtCJ :
G u. ciiJori
TI45SAS, BWweNITAS, ASTHN1A
As CSPS'.:EAS GUYOT sao brancas
e cada uuw ldTa impresee tan preto a tirina:
E absolutamente indiepanattvel
axiffir a. Firma
EtSCRXPTA EM TRES CORES
5asa
Fabrica : asa L. FRERE, 19, rua Jacob, PARIZ
JPo centeio
Mille & Biset, avisam ao respeitavel publico,
que todas as tercas e sextas-feiras, tero este sa-
boroeo pao rua larga do Rosario n. 40.
0000000
TNICO
VINH0
REGENERADOR
Quina,
febrfugo
.ooUOHAiNNO
Coca, Extracto de Carne e Hypophosplu'o
Becommcnio-n nos ca.-oa que nececsltio tanteo* para reeai Uuiv e resoaarar
o organismo arruinndo por molestias, exoasaos, natureza do clima, iJaHa.Cojoniimt,
.ajnenorrbea Cachexia, nozo orane, que tajto arruin&O
Llakrras 4 -. Txruexa sermi, StMajMe.
.ViWDBBff, DroEuista, SO, Zenit rard de atrs
M. T. a. S.
Pede-se a este senhor pelo amor de Dos que
acabe de qualquer forma com aquelle negocio
j nio se pode esperar, faz um armo, urna viu-
ft, um pai de familia e um respeitavel anciao
acham-fe em agonas, nao com ameacas.
Architectura
Andr Rompcke prepara, guarnecidos de jo-
das as cores, garantindo a conservacio das mes-
uras, tanto para o exterior como interior
licios ; os pretendentes poderae dei
dens na merceara a rua da Imperatriz n. 2.
Caitellas do fioote de Recorro
Compra-s cautellas do Mor' orro de
qualquer ioia, bnH
Cozinheiro
Precisa-se de um cosinbeiro
do Paysand n. 19.
a tratar na rua
Precisase
de um menino para serv co de hotel a tratar
na rua da Madre de Deus n. 3, qua de conheci-
mento de sua conducta.
Criado
de um criado ; na rua da Aurora
Precisa-se
n. 119.
Precisa-se de urna
numero 137.
Gosifiheira
cosinheira; na rua Velba
Telegramma
Vejam e admirem!
S o 55 rua Duque de Caxias pode
vender pelos precos que abaixo mencio-
namos.
Amor da China, novidade em padroes, a
200 rs. o covado.
Fustoes brancos a 360 e 500 rs. o co-
vado.
Velbutinas de todas as corea a 800 rs. o
covado. E' barato!
Casacos o capas para senhoras, o que
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padrSes lindos e preos
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura a
Zefiros a 80^ 170, 200, 240 e 400 rs.
o covado.
Ditos bordados a 800. rs. o covado.
Tecidos arrendados a 400 e 500 rs. o
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic e
preco barato.
Cambraia Victoria a 2)5800 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. o
co-vado.
Guardanapos bous a 1&800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs. o
covado.
Rendas hespanholas a 25 o metro.
Luvas de seda a 2# e 3 o par.
Espartilhos couraca a 4&, b{ e 6 um-
Merine pretos e de.cores, urna vari-
dade immensa em precos e qualidades.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
rado.
Toalhas felpudas, grande reduccao em
piceos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha de
mais moderno e por pouco preco, 10J0O0#
Colchas de crochet muito chic. -
Camisas inglezas com e sem conarinho.
Atoalhado para mesa a 15 e 1(5800,
muito fino.
Collarmhos e punhos de linho e algodao
e por preco barato.
Babados e entremeios, grande sorti-
mento.
Madapolao pelle de ovo por 65 a peca.
Esguio pardo e chumbado a 400 rs. o
covado.
Urna grando variedade era lencos.
Gravitas e meias para homens.
Crotones para coherta a que ha de mais
barato e bom.
Mantilhas de renda a 55 urna.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado coni quadros a.800 rs. o
covado, muito bonito.
Chitas escuras c claras a 240, 280 e
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
C^semiras de cores ;e pretas um'grande
sortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que ha de mais, bonito, a
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por precos
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 15600 o me-
tro.
Brins pardos a 320, 400 e,500 rs. o
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi-
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordados.
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que ha de
mais gosto e por preco razoavel a 85000 a
pea.
Dita com salpicos a 45 e 55000 a peca.
Colchas argentinas a 65500 urna.
Ditas de 25. 35, 45 e. 55000.
Bramantes de algodao c linho de todos
os precos.
Grande sortimento em fichus de cores
e pretos.
Grinaldas para uoivas.
Luvas e leques para noivas.
, Bicos de cores muito chic.
Setinetas lisas de todas as cores a 400
rs. o covado. SSo muito largas.
Roupa feita e por medida.
Alm do que acabamos de annunciar,
temos urna quantidade de artigos que s
vendo-se, se acredita, pelo que pedem que
compare^am.
Do se amostras sem penhor..
55 RUA DUQUE DB CAXIAS 55
FERMMIESDEAZEYEDOIC,
^JSSOO ORIStf^
PARA O CABELLO.
Augmenta, Aformosea
FAZ CBESCER O CWrTETiTiO
com assombrosa rapidez.
Aluga-se
a casa da rua Coronel Suassuna n. 150; a tratar
na rua Marcilio Dias n. 106.
Ama
Precisa-se de urna ama para o servico domes- ,
tico de casa de familia ; a tratar no escriptorio
deste Diario.
Ama
Na rua da Unio n. 31 A, precisase de turna
ama para cosinhar e mais servigos de casa.
Ama #
Precisa-se de urna para casa de familia ; na
rua Fedro Affonso n. 5o.
Ama
Precisa-se de urna ama boa cosinheira e que
seja matriculada ; na rua da Aurora n. 67, an-
dar terreo. '.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; na rua Pedro Affonso n. 39,1 andar.
Precisa-se de tuna ama que saiba eosinbar,
para pouca familia; na ruadoLivramenton. 32,
segundo andar.
Amas
Na rua da Conquista n. 21, precisa-se de una
cosinheira e de outra para servigo interno.
~' PRODlTOSISPCES ~~
Do Dr. t arlos Hetteneourl
APPBOVAD08 PELA JUNTA CEHTRAL BE
HVGIENE DA CORTE
Salsaparrilha e Caroba
GRAlDE DEPURATIVO DO SANG.E
Elixir anti-rheuraatico./inti-syijhilitico, empre-
fado em todas as molestias de ^plle, er^ipela,
artnros ou iiupingens, beriben, anthrles os
carbnculos, cancros venereoSj feridas cases-
rosas, ulceras, gonorrhas chronicas, boubas,
bubOes, escrfulas e todas as doensas que e-
pendem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros a
aeu genero, o que est provado-pela preferencia
e acceitagiso que lhe d.o publico.
m vidro 3#0#0
Elixir d$ Jujrubeba, Quina e
Pegapinto
TNICO FEBRFUGO E DESOBSTjrtjENTE
Empregado na debilidade geral, doengas ds
estomago, convalescencas depois do parto, febres
palustres, molestias do ligado e baco, falta de
apate, anemia, cnlorose, cores paludas ou bita
de sangue, doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromtico e
agradavel ao paladar.
m vidro 34000
Xarope de; Jaramacani com-
posto
GRANDE PEITORAL
TraUoieao curativo de todas as molestias ds
peito e da garganta, defluxos, tosses simples e
convulsa, coqueluche, constipares, asthma. broa-
chite, catarrho chronico e tysica pulmonar e de
larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at boje
na medicina.
m vidro i#m
A' venda na rua Barao da Victorio n. 51
Pharmacia Piolo
Precisa-se de urna ama
lar na rua do UvranNM
Cosinheira
para qosinbar ; a tra-
Vinho Maduro
Pogas Meudes & C, com grande estabelssi-
mento de seceos e moibados, silo casa n. 9 &
rua estreita do Rosario, contiguo a igreia, aea-
bam de receber urna grande remessa ao acre-
ditado e especial vinho Maduro, o nico que sea
e mnima confeccao importado neste mercase,
s6 se vende no referido estabeleciroeuto.
Cto preto suprior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em geral que receben pelo ultims
vapor cha preto novo e superior que vea-
de por precos mais resumidos em viste
da continuacao do cambio favoravel.
Convem que experimenten!.
48 RUADO BARAO DA VICTORLi 48
Typogaphia e LUbographia
FABRICA DE LTVRQSDE ESCRnTy-
RAQAO
Prenida aas exposifftes #e
Manoel J. de Miranda
Encaderaacao e especialidades em cartoesse
. visitas.
39-Raa Duque de Caxias-M
Telephonen. 194.
.Carolos de'algodao
Compra-se carocos de algodao ei
treges nos armazens, rua do Bar
no ns. 10, 12 e 14 ; ao prego deSI
Professora
Criado
10 lineidu Guedes Alcoforado avisa ao
corpo commercial
ienca commercial,
te Adolpbo Jardim
. 4 de Fe
Urna senhora competentemente 1
ortica de 11 anuos de proflss&o,
diversos attestados de bom metno-
ment, offerece-se para leccionar
ticulares, na cidade ou em^^H
guintes materias : Portufl^^H
Geographia, Piano, trabalh
tratar a rua
casa doRegata
I Rosario r
coat
tabds



-


1

r-



>K
ita-feira 7 de Fevereiro de 1889
m
rticular
r Joaquim Eliis de Albnquerque
TRego Barios, na da ConceigSo n. 17, ensilla,
:iao, pelas casas, as seguinles materias,
^is das 3 horas da tarde : portuguez, latn,
^metica, geograpbia, historia e geometra^
Ao commercio e ao publico
Os abaifo assignados scientificam ao carpo
commercial que nesta dta compraram ao Sr.
Manoel Cordeiro do Reg Pontes, o estabeleci-
de niolhados sito ra Duque de Caxias n. 2t,
livre e desembarazado de qualquer onus.
Recife. 5 de Fevereiro de 1889.
Teixeira 4 Mirand
Ao commercio
O abaixo assignado declara a corno com-
mercial desta praca que nesta data vendeu o'seo
estabdecimento de molhados sito ra Duque
de Caxias n. 22, livre e desembarayado de qual-
quer onus. Quem se julgar credor queira apre-
sentar suas contas para serem conferidas e-pa-
gas
Recife, 5 de Fevereiro de 1889.
w Manoel Gordeiro do Reg Ponte9. _
Ao commercio
Os abaixo assignados pelo presente declaram
re nesta data venderam aos Srs JoSo Martins
C. o estabelecimento de molhados sito ra
de Paulino Cmara n. 44, livre e desembaracado
de toilo e qualquer onus ; e se alguem se julgar
com direito de protestar, queira fazel-o no prazo
de tres dias, a contar desta data. Recife, 5 de
Fevereiro de 1889.
Ferreira Costa 4 C.
C osinheira
Precisa se, de juma ama que coinhe bem ; so
terceiro andar do predio n. 42 da ra Duque de
Canias, por cima da typograpbia do Diario
Acces entre amigos
A de urna calera fechada, com dous cavados
e um bom par de arreios, que devia correr com
a ultima lotera lo Grao Para no mez de Janeiro,
fica transferida para a ultima de Fevereiro.
A o coiiiinercio
*?Os abaixo ssijpiados pelo presente declaram
ao respeitavel. corpo commercial desta praca,
que nesta data compraram aos Srs. Ferreira
Costa & C... o esiahelecimento de molhados sito
ra de Paulino Cmara u. 44, livre e desem-
baracado de todo e qualquer onus. Se alguem
se julgar com direito a oppor qualquer embara-
50, queira fazcl-o no prazo de tres dias, a con-
tar desta data. Recife, 5 de Fevereiro de 1889.
Joao Martins & C.
VENDAS
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-*
do por precos sem competencia.
Recebeu tambem collarinbos e punhos
de borracha de formatos no vos.
48BA BARAO DA VICTOEIA48
Empreza Minerva
De ordem da directoria desta empreza declaro
aos socios atrasados as mensalidades que se
nao se puzerem quites no prazo de 30 dias sero
punidos com a pena que a assembla geral de 3
de Marco prximo achar mais acertada Aos
socios eliminados a empreza so mdemnisar as
seaundas-feirasO secretario,
8. Leite.
Caixeiro
Preeisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
lhados ; a tratar na ra da Aurora a. 113.
IOUOOOCX)OOOOOOOOOOOOOj
Contra
PUF ITiCES SFFOCACOES
fESTRBACOBS ICIRCUUCAO
IITERMITTEIC11S ASTBMA
o toos os lncommodos considerados come
preludio* das
MOLESTIAS DO CORAQAO
0$ MtCtoo so/in/fum o tmprtgo Oat
Granulos Antimoniaes
)RPAPIt,L,AX3p
I ffieoratel Ha Ac**mui >* M'ttUAxa
de r'art.
RUA-W A-* -*".
ni: rt cor. 7. mt cts-Ptns. Fias
Urgente
Precisa-Re de perfellas coslu-
relras: na ra do Bario da
Victoria n. 15.1." andar, atelier
de ntadamc Fanoj.
A 1 asta Mck (em eartoes alepantissiaos
Jettabiinhesl4 nmnovoe marvilhoso pre-
parado proporcionando um baabo drllrlMO o
a jKir aleo. e uuia t xcallrnte ana de toarasir.
Hita Pasta Mack goza de fama universal,
lafbrsstass) e suaiUa a cutis, e, como reir-
fcaate, apera todoqaaato se eonhere at boje.
Vende se em todas as pharmacias, droRa-
jrias, e na* printifaes per.jmarias do mundo.
I Cuco fauric-lnvent.: H. MACK, flm sT>.
Depositario* em Pernamauzo : ttil SorlubsiC.
Vende-se cal nova de Lisboa ; na ra Pe-
dro Aflonso ns. 39 e 41.________________
A KlVOUJGiO DO 48
a ra Dnque de Caxias n. 418
Nesta loja denominada A' RevoIugSo,
tendo sempre um grande e variado depo-
sito de fazeadas, resolveu-se vendel-aspor
menos 300r do que em outra qualquer
casa. Como sejam :
Toalhas felpudas e acolchoadas, brancas
e d cores, tsmanho regular a 120, 20U,
500, urna.
Merinos de quadros, lindos padrees
200, 240 e 280 o covado.
Seda Alcaciana (fazenda de fantasa),
240 o covado.
Cachemiras de* quadros com combna-
gSo a 320 o covado.
Mimosa cambraia das mocas para cami-
sas a 3)5*200 & peca.
Lindos cortes para vestidos em cartSo
com todos os aviamentoi a 75 95 105> e
14& um.
Saias bordadas para senhora (recebidas
ltimamente de raris) a3#)00 urna.
(.retoes inglezes, francezes e allemles
a 240, 280 e 320 o covado.
Zefiros de quadros, muito largos a 160
200 e 240 o covado.
Lindas colchas com palmas de cores
para noivos a 105000 urna.
Chitas claras e escura", muitos padr5es
a 200 e 240 o covado.
Batistas com palmau c pintas, cores fi-
xas a 120 o covado.
Redes francezas a 55 e 60000. urna.
Fechs de 1.1, muito grandes, todas as
cores de 2*000 por 10500.
Camisas francezas de linho (pechinca) de
60 a duzia por 48*.
Merinos finos com duas larguras, todas
as cores de 800 a 500 o covado.
dem idem idem dem preto a 800 e
1*000 o covado. .
Cortes de fustao branco e de cores para
col* de 4* por 2*000 nm.
MacUpoles finos a *, 5* e 6*000 a
peca.
Atoalhado de linho, lindo desenho
1*700 o metro.
fortes de casemira para calca, finos
modernos a 4*, 5*, 6* e 71000 um.
dem idem idem idem coatumes moder-
nos a 20*000.
Cambraia d salpicoa muito fina com
10 iardas a 4*000 a peca.
E muitas outras azendas que s com a
presenca das Exmas familias, poderao ser
vereficadas, como sejam : mantilhas brasi-
lheiras, leques transparentes, bicos de co-
res, entremeios, bordados, leos, extratos,
Iuvas etc.
48 DUQUE DE CAXIAS 48
AVISO
Aluga-se a casa da ra do Pavsand n. com
bons commodos, saz. agua e jardim ; as chaves
e a.tratar na ra do Bispa n. 6.
FOLHETIM
1 SIB9
POR
Vinho de Pasto era barris
de quinto
De especial qualidade e a precn baratissimo
vende-se no trapiche da Corapanhia, largo do
Corpo Santo n. 19.
a 7*000.
Barato
S na loja das Estrellas
56RA DUQUE DE CAXIAS-06
Telephone n. lo
O proprietario deste mui acreditado estabeleci-
mento previne a todas as Exmas. familias
e freguezes em|pi que as muitas pe-
chinchas que cotHmia raar, nue sSo mais
divididas com anua ex-casa das L1STRAS
AZUES; portanto, quemquizer comprar por
menos que em outra qualquer parle dirja-
se LOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trar um completo e variadissimo sorti-
mento de fazendas que se vendem por pre-
fos que nao lhe podein fazer competencia
como passamos i demonstrar, a saber :
Atoalhado para nlesa, de 1*800 a 1*000.
Dito de cores a 1* 1*300.
Bramante de quatro l*|guras a 660 e
759 rs. o metro e de Umd com 10 pal-
mos de largura a 1*60M|
Brim de cores para ronpa de enancas a
280 e 320 rs.
Colchas de crochet de 10* por 5*000.
Cortinados bordados a 5* e 6*000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 4* e 4*500.
Cortes de vestidos, en cartfio,
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente o* Vic-
toria, a 2*800 a peca.
Camisas inglezas para homens a 28*000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 2*500.
Capas de vdrilhos e tecdos arrendados
a 10*, 15* e 20*000.
Casacos Jersey a 2*500, 3*, 4* e 5*.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 1*200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 1*100 a arda.
EsguiSo de linho, pardo,' a 240 e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 5*600.
Espartilhos couraca a 3* e 3*500.
Fichus a 500, 1* e 1*200.
Fustao branco a 240 re.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a 7*000.
GuarnicSes de crochet para sof, a 5*500.
Gorgorito preto de seda a 1*800.
Guardanapos de linho de 3*500 por 2*
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Lencos para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 1*000,
1*500, 2* e 2*500.
Ls e cachemiras de quadros a 160 re.
Madapolao pelle de ovo, muito fino, a
6*000 e americano, com um metro de lar-
guro, de precio de 12* por 7*000.
Dito de 8* por 5*000.
Merino preto com duas larguras a 560
e 700 re.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Ditos de quadros, lindissimas cores a
240 re.
Rendas hespanholas a 1*600, 1*800,
2*500 e 3*000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 1*.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 re.
Toalhas alcochoados e felpudas a 2*500
e 3*000 a duzia.
Ditas para banho a 800 o 1*200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
100 e 240*s.
Zefiros de todas as cores a 80 re.
Assim como muitas fazendas que seria
enfadonho mencionar, e que vendemos por
menos
parte.
20 [0 do que em qualquer outra
pejsssTi
ao mus,__
P CLERV
vende-se en Mi wru
Vinho de pasto
0 que ha de melhor vende-se pelo mdico
preso de 35*000 o barril de 5o e 8*000 o garra-
tao de 3 caadas voltando o garrafio 7*500
(prejos liquidos) : ra do Amorim n. 60.___
Vende-se
a armaco e utensilios da taverua sita ra da
Santa Cruz n. 5 : a tratar na ra do Rosario da
Boa-Vista n. 53. fabrica de cigarros> A casa tem
commodos e agua encanada.
JUMO MAM
TERCEIRA PARTE
HONHA POR HONRA
(ContinuafSo do n. 2,9)
I*
Luciana fechou aporta a chave.
Estamos sos, disse ella.
Agpareceu entilo Jorge, ou antes, o fan-
tasma de Jorge. Dirigio-se, cambaleando,
msinha, pegou no copo e com uwvi-
mento brusco levou-o os labios.
Luciana, qne espreitava-o, deteve-i.
Desgranado, o que vai fazer ?
Quero beber esft> copo destinado a
Claudina. Tenho sdc
E' a mortc.
' Pois bem. a morte, para mim, nSo
a liberta^k ? Luciana, d-me ust
copo.
Nao. .
Ordeno-lhe. .
-- NJo.
Supplico-lbe, Luciana, tenh peda-
de de mim!... Eat& vida 6 horrivel.
;Nlo posso mais supportal-a. Deix3-mc
acl>ar com ella.
1 lo fundo do leito sahio cntao urna voz
acha a vida horrivel V lv
ilpa sur- que haja no m indo
osos? Existen! tambem al-
retttaras que aonrem e que
Voc l.stima-mc, Claudina!
Fago mais do que isso. Amo-o...
Apezar de tudo ?
* Posso acaso tornal-o responsavel pe-
lo crime de seu irmo, pelo crime que vo-
c acaba de sorprender c pelo que elle
commetteu na pessoa de Bourreille V...
Jorge estava aniquillado.
Ellas sabiam tudo.
Claudina icclinou-se beira do leito e
pegou na mao trmula do doente.
Jorge, voc ouvio, amo-o apezar de
tudo. .. Entilo isto nao basta.para tornar-
lhe a vida menos insupportavel?
Voc um anjo e merece ser feliz!
Quanto a mim, estou destinado a mor-
rer !
Ha de curar-se !
Elle meneou a cabeca cnao respondeu.
Mas pensava :
Nio quero curarme.
Luciana oonservava na mao o copo
destinado a Claudina.
Jorge designando-o t
O que contm elle?
Arsnico.
Est certa disso ?
Estou.
Quem lhe disse ?
Um chimico da prefeitura de poli-
ca... E' a quarta vez que JoSo deita
veneno no co]x> de Claudina...
Jorge reflectio.
Depoi, de repente, com expressSo sin,-
gular :
Est b ni! disse elle.
E voltandc-ie para Claudina :
NSo tem mais nada a temer de meu
irmlo !
Monxnayeur, nessa manha, levantou-se
mais tarde du que de costume. NSo dor-
mir. As suas noits eram pesadas fa-
tigantes desde muito tempo. N5o pudera
conciliar o y orcendo-se i.rt horrorosas cO*nvulsoes apa-
vorava-lhe o espirito.
Ella <:si talvez morta! disse elle
levantando-}.
Mas ^reflf*! que tel-o-hiam chamado
se houvpsse acontecido alguma' desgr.
Se nSo estiver morta, que nao
beben!.. .
Epor eipaco de um segundo^atra-
vessou-lhe a imaginaeSo o vago e instme-
Doce secco de caj su-

perior
tem para vender em latas de e 4 libras,
preco commodo ; na ra do Bom Jess
armazem.
wr
n..
Mais Barato
ALojadasLislras Azues
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Telephone n. 211
O proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seus fre-
guezes, que as pechinehas que costuma
dar, nao sSo nem nuaca foratn divididas
de outra casa como algueui annuncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boas, castume que a Loja
da i.iMnt* azucm nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa s5o de boa qua-
lidade, e nao Jevam medida escassa ;
aceita-sc a fazenda vendida se, por
qualquer motivo npo fr de muito agra-
do da pessoa para quem for comprada.
Da-se descont a quem comprar de 20*
para cima.
ESPECIALDDADES
Hrim de llstras azues pegas com
20 varas a 6*000.
Madapolao com um metro de largu-
ra a 6*800 a pega.
Cortes de vestidos bordados em
cartao a 10*000.
Velludllho bordado acontas a 1*600
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
arrendadas a 2* e 2*500.
Tecidos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 re.
Cortes de cachemira com guarnic*es
bordadas, lindas cores, a 20* e 25*000.
ftetlm Maco de todas as cores a 750,
e 800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cor,
qualquer que se deseje, a 200 rs.
Keuros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 re.
Las de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
Linhos lisos a 60 e de quadrinhos a
00 re.
Guardanapos melhor qualidade a
1*800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 1*.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 4*000.
Cortinados de crochet, com sanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustao, brancas e de ec-
res, a 2*000.
Chitas finas precales a 200
Chitas escuras a 160, 240
Batistes de cores seguras
Xanzuc de lindas cores a 280 re.
Brim pardo esguiao a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 xs.
Mantilhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 8*000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
20*, 25* e 30*000.
Leques de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo prego.
Luvas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 2*.
Espartilhos inglezes a 4*500 e 5*,
tem desde o n. 40 at 80 de grossura.
Bleo branco creme e de todas as
cores desde 70 rs. at 2*500 a peca.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodSo, preta, branca e de qualquer cor.
Sbados e entremeios bordados ta-
pados etransparentes por todo prego.
firampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 re.
Baldas para vestidos a 260 rs. a
duzia.
Reloglos despertadores com fi-
guras em movimento a 8* e 9*000.
2Aspas de ago para vestidos a 120 re.
o metro.
Sargelim francez fino, diagonal, a
200 re. de qualquer cor.
Crinolina de cordSo preta, branca,
chumbe e c8r de caf a 400 re. o metro.
Redes americanas para menino
ormir a 3*500 e para homem i a 6*000 e
7*000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
de urna cilada, de um
Que cilada?
e 240 rs.
e 280 rs.
120
a
re.
Novidades
Receberam modas de Pars
' AZEVEDO, IRMAO & C.
16 Ra' do B. da Victoria 16
(Antiga Nova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o que ha de mais novo. Renda
comprimento de saia a 1*000 e 1*500.
Sargelim fino todas as cores a 200 o co-
vado.
Baleiascom forro a 240 a duzia.
dem com forro a 400 a duzia.
Bramante de linho com 10 palmos a
1*500. .
D fco de algodSo com 4 larguras a 800.
Cortinados bordados a 5*000 e 6*000-
Ditos de crochet finos a 8*000 e 10*000
Estracto Rita Sangal a 2*000.
Fichus de 13 e seda 1*000, 1*500.
Capellas com veo bordado a 6*000 e
7*000.
MadapolSo globo a 7*000.
Dito camiseiro a 7*000.
Tapetes grandes para sof a 13*000.
Espartilhos couraga a 4*000 e 5*000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Panos de crochet para cadeiras a 800.
Ditos de crochet' para sof a 2*000 e
3*000.
Guardanapos de linho a 2*500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim maco a 800 e 900.
Toalhas para banho a 1*000 e 1*500.
Madapolao com um metro de largura
a 6*500.
Cachemira arrendada e de quadros
1*500.
Crochet para cortinados a 700.
Toalhas felpudas a 3*000 a duzia.
Camisas finas para homem a 33*000.
Co]xas de crochet com flores a 5*000 e
9*000.
Lindas vclbutinas de quadros lisos e com
listas proprias para veo.
Nanzuc finos a 240 covado.
Ditas finas a 200, covado.
Cretones finos a 400 o covado.
Caixas proprias para presente.
Palitos de palha seda cores a 9*000.
Pao verde para bilhar.
Leques de pennas.
Ditos transparentes.
Crinoline preta a 300.
Guarnigoes pretas e de cores.
Camisas de flanella de cores.
Seda crua de quadros a 800.
Crep inglez.
Meias brancas de seda a 4*000.
Cachemiras de quadros a 280.
Fusiao branco a360 o covado.
Esguiao fino a 1*500 a vara.
Casemiras para roupa.
Roupa feita por medida.
TELEPHONE 200
O desengao Ir ver
lC3te
51,
tivo presentimento
perigo.
Mas encolheu os hombros.
Que perigo ?
Vestio-se lentamente, mais lentamente
do que nos outros dias. Por que ? N3o sa-
bia. NSo poda saber. Mas tinha medo
de sahir do quarto. Senta o peso de um
fardo sobre o peito.
Oh! oh! murmurou elle, dar-se-ha o
caso que me tenha tornado corvade ?...
Vem a tempo!
Abri a janella e langou um golpe de
vista por fra da casa. Nada de extraor-
dinario manifestava-se em torno da fabri-
ca. Os trabalhos ainda nao haviam re-
comegado. A' fabrica achava-se deserta.
Nao havia mais prussianos l. Ao longe,
avistava-se Pars envolta na sua neblina,
sob um co branco e baix, carregado de
chuva.
N3o ha mudanga alguma... Por que
entSo estou com medo?
Estava vestido. Era hora de almogo.
la saber por Luciana noticias de Claudina.
Abri a porta para sahir e fez um gesto
de sorpreza. sbarrou com Jorge.
O que ests' a fazer ah, atrs da
porta?...
Esperava-te.
Ha muito tempo ?
Desde as oito horas da manha.
E quasi meio-dia NSo podas ba-
ter e entrar ? O que quer isto dizer ?
Dormassem duvida a somno solt.
N5o quena encommodar-te.
" Entremos.
Bem ; mas avia-te. Estou com fo-
me.
N3o perdeste nem o somno nem o
appetite ; s bem feliz!
Supponho que n3o para recomegar
as tuas jeremiadas que vens procurar-me ?
Jo8o, acaba de soar urna hora grave
na tua vida...
Ah ah exolamou o miseravl es-
camecendo.
Escuta e toma bem ao serio, 6obre-
tudo, o que te.vou dizer.. Temos espe-
rado de mais, JoSo. Olha que Doiat vai
dentro em pouco pagar com a cabeca um
crime que nao commetteu. NSo pode con-
sumtnar-se semclhante abomina
Bem desconfiava eu que ias recome-
gar. ..
Escuta-me, repito-te. Naovenhomais
para convencer-te, nem supplicar-te, nem
tratar de enternecer-te... Venho aqai
dar ordens.
Montmayeur encolheu os hombros.
Pobre rapaz! murmurou elle, est
ficando doudo !
Dar-te ordens, ests ouvindo?
R- Isto deve mudar-te, porque tens
passado a vida a obedecer-me. Estou cu-
rioso de ver-te no teu novo papel. Falla...
S lacnico... Ja te disse que estava
morrendo de fome !...
Vivi muito tempo de mais com a
lembranga de Doriat. Este remorso tor-
nou-se-me insupportavel.
Esse crime meu. Tu nSo o con-
cebeste nem executaste.
Pouco importa. Conhego-o. E co-
nhecendo-o, nSo posso deixar morrer aquel-
le homem em .teu lugar.
EntSo qual o teu projecto?'
Queres dizer: quaes sao as minhas
ordens? Quero que salves Doriat.
Nao quero. Mas suppondo mesmo
que o queira, como poderia fazel-o ?
Entregando-te.
Ests fallando serio ?... Dir-te-hei
como nSo sei*mais que personagem de um
drama do boulevard: Mas a minha ca-
beca que ests ah a pedir I
Vais escrever urna carta ao juiz de
instruegao de Versailles. Contina a ser o
Sr. de Moraines, teu antigo condiscpulo,
que, depois de haver feito a guerra, foi
reassumir o seu posto no tribunal de Ver-
sailles.
E nessa carta?
Contar-lhe-has toda a historia do cri-
me, desde o da em que, vencido p41a m
sorte, concebeste a idea de roubar, at
aquefle em one, impel ido pelo remoreo,
quizeste salvar a cabega de Doriat.
S isso ?
Fornecer-lhe-has todas as probas pos-
siveis, afim de que elle nSo possa duvi-
dar. Dirs em que circumst nejas foi o
crime commettido, por que razSo estiveste
16 n Lo da devassa, de onde proce-
da a tua emogSo, emfira, nSo esquecers
nenhum dos detalhas que possam formar
mviccSo. Afinal> confessa... hSo
Boa acquisic,ao
Vende-se a taverna do becco do Pocinho n.
24, bem localisada, retalba soffrivelmente, e tem
accemmodago para familia ; a tratar na mesma
ou ra da Palma n. 71, taverna.
Livros de medicina
Vende-se alguns livros de medicina j servi-
dos ; na ra da Rangel, armazem n. 48.
MSTIPACOESpBRONCSiTM
IrritasSo do Peito e da Garganta
Contra essas (Tcic6cs. a pasta peitoral. q c
XAROPEdcNAFE (! DELANGRENIER, de PAfilC.
E)Ssuem urna eficacia lnalltvel verillcada pelo.-
embros da Academia de Medicina de Franca. ..o
contendo opio nem to pouco saes de opio UC3
como Morphina ou Codeina, esaes productos na-
nlstro-se com ptimo xito e segoranca 82
criancas sollrendo de Tosae ou Coauvlr.cUGt
Deposito! as Pharmicias do Hundo inteiro.
8SOOO a duzia
OLEO AMERICANO
O mais econmico, hygienico e
perfumado oleo para o
CABELLO
VENDEM
(.OHES DE HATTOS IRMAO
23-rua Marqnez de Olinda -23
_______guacaras______
de acreditar-te. E para que o teuarrepen-
dimento parega sincero, indicars ao Sr.
de Moraines onde oceultaste os cincoenta
mil francos roubados a Bourreille. EUes
continuam guardados em um cofre no fun-
do do pogo velho r
Oontinuam, mas espero que nSo fi-
carSo l por muito tempo, porque vou em-
pregal-os e dentro em pouco elles prospe-
rarlo as minhas maos.
Vais, pois, escrever essa carta.
Avia-te.
NSo escreverei cousa alguma. NSo
tenho vontade absolutamente de experi-
mentar a guilhotina. Ora esta como fal-
las !
Avia-te, repito-te. Escripta a carta,
entregar-m'a-has.
Ah! s tu que vais encarregar-te de
denunciar-me ?
Sou eu, sim.
Bonito papel. Os meus cumprimen-
tos!
Mas esperarei, para levar a tua con-
fissao aos juizes, que te hajas posto a
abrigo das leis do paiz. Quando estive-
res na America, irei revelar tudo ao Sr.
de Moreines. A tua vida estar salva, se
nSo a tua honra.
Ah isso urna solugSo ?
Aceitas ? s
Recuso.
Desgragado!
Ests doudo, com certeza, para vi-
reB fazer-me semelhante proposta.
Reflecte, JoSo, supplico te, reflecte.
NSo fallemos mais nisso, hein ?
Corres tua perda!
NSo temo cousa alguma!
Quem sabe se nSo te collocas beira
de um abysmo ?
Tu me advertiros...
Talvez! .
Montmayeur estremeceu e approximou-
se de Jorge, fitando-o com persistencia.
Sabes de alguma cousa ?
Toma cautella !
Falla! O que sabes tu ?
Se i que chegada a hora de arre-
pender-te .... Acredita-me !-----Sei que
qualquer demora equivale tua perda..
Falla, repito-te, falla!
NSo sei de nada mais.
vas pasa mi
Ra Duque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 Ij2 e 4 metros e urna chave de lar-'
gura a 500, 600, 800 e 10, muito fino, de
qualquer largura a 1(5400, e de fustao, le
700 a 16800 a pega.
Enxovaes para baptisados a 8$, 1
125000.
Lindos enfeites para penteados a |
200, 300 e 500 rs. um.
Lindos granpos para segurare!
Renda hespanhola a 2$500 o coi
Pulseiras americanas para 3i5, 4f,
65 e 85000 o par.
Guarn goe s americanas a 35000.
Lindos espartilhos a 45, 55 e 65000.
Porta dedaes de vidro, objecto para jt-
sente a 15000.
Broches de fantasa de 500.a 15000.
dem americanos de 25 a 35000.
Lengos de seda de 500 rs. a 15500.
Lublaque a 200 rs. o par.
Guarnigoes de crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 6$000.
Finas capellas de pellica, panno e efe,
com finos veos.
Flores artificiaos a 15000 o ramo.
Anneis americanos a 25000.
Plisss de 400 a 15000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordadas
a 25 25500 o par.
Bicos brancos de linho e de cores a 2#,
25500 e 35000 a pega.
Contas de cor para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento vm*
85000.
Talheres para crianga a 800 rs.
Luvas de pellica a 25500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 25000 e
cor de creme a 15500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
15000.
Espelhos com fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 45000 e cara dar
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas.
Lindas franjas douradas para facha, S
seda preta e de cores, sem e com vdri-
lhos.
TimSosinhos enfetados de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a ato-
co e a JoSo Alfredo.
Lindas fitas para facha a 25, 25500 o
35500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravatas plastriJes e regatas a lsj>,
15200, 15500 e 25000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para eiifai
tar consolos e sanctuarios.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes-
Grande sortimento de alfinetes douradas
para enfeitar o penteiado e tambem gras-
pos muito lindos.
N. B.D-se amostras de bicos e bar-
dados. t__________
Vinho de Collares especial e
da.Madeira
Em decimos e caixa de duzia, tem para i
der Joaquim da tlva Carneiro. largo do Coras
Santn. 13, 1- andar._____________,
Cimento Portland
Vendem Soares de Amaral Irmios, raa da
Madre de Peus n. 22.
Royal Blend marea VIAD6
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores i
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Yias1t>,
cujo nome e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Montmayeur encolheu os hombros e
murmurou:
Sp. um tolo em ligar importancia as
palavras deste doente,!
NSo me eres !
NSo.
Recusas escrever a carta que te
pego ?
Recuso.
NSo queres salvar Doriat ?
A sua morte neeessaria tranquil-
lidade da minha vida.
Jorge guardou um momento de silen-
cio .
Depois, de repente, repetio a
exquisita que havia dito na noite ante-
rior a Claudina, e com a mesma expres-
sSo, os olhos semi-fechados e meneando %
cabeca. *
Pois bem. Fiz tdo .quanto depen-
da de mim. NSo terei nada a expro-
brar-me.
Montmayeur descia para a sala de jau-
ta r.
Bata meio dia. ,
Jorge acompanhava seu irmSo.
No momento em que JoSo, com a mi
estendida, ia abrir a porta, o doente dete-
ve-o e pedio-lhe em voz baixa:
JoSo?....
O que ?
Urna ultima vez?...
Ests me aborrecendo.
JoSo, d'aqui a um segundo sera de-
masiadamente tarde.
Basta!
Abri a porta, entrou e soltou um gri-
to de-sorpreza.
Esperava nao encontrar ninguem na sata
de jantar, estando Luciana a tratar de
Claudina. o Jorge em sua companhia.
Ora, a.sala estava cheia de gente.
E nao era s a admiragSo que fixi
Montmayeur soltar esse grito, er.
bem o te/ror.
O seu primeiro movimento > foi volt
porta c sahir.
Mas j nSo teve tenij
Dous homens embar^
nho e aoabavam de pr
V
' I
f l
Mi


Full Text
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