Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17438


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Full Text
'AERO
PARA A CAPITAL E LlIOAREi 0?IDE \AO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados.......
Por seis ditos icrn........
Por um anuo idein .......
Cada numero aval so, do mesmo dia. .
60000
120000
230000
0100
SEXTA-FERA 1 BE FEVEBJBIRO M 1889
PARA DEA'TRO E PORA DA PROVI? CA
Por seis mezes adiantads ....
Por nove ditos idem. .
Por um anno idem... ...
Cada numero avulso, de dias anteriores
130500
200000
270000
0100
DIARIO DE PERNAMBUGO
Tropriedade de Manoel 3igueiroa de Hara S 3%D?p
m
TELEGRAMMAS

>*

?
/ I
v

*
I
, SES$JQ. PA8IIKL3 M SIASIC
VICTORIA (Espirito Santo), 31 de Ja
neii h ras da tarde.

A' meianoiie de hontein, n;anifestou-se
violento incendio no convs do paquete
Maiia Pia, da companhia Espirito Santo-
Caravellas, era descarga neste porto.
Com eotcepeito do casco metlico, foi
completa a dgstrucao do paquete, attri-
bnindo se a rapidez da propagagSo do in-
cendio s caixa.- de kerosene em descarga
e que s:avam no convs.
Embort sorprehendidos hora indicada,
tanto os passageiros como a tripolacao po-
derm salvar-se, nao havendo todava no.
ticia de um carvoeiro, que uns suppoem
*er pcrect* (Rogado, outros ter sido vic.
tima do incendio.
SSS7I5: SA A&ECIA SAVAS
BDA-PESTH, 30 de Janeiro.
Cada ctTa tem lugar na Cmara dos De-
putados da Hungria manifestacoes contra
o Sr. K. Tisza, presidente do conselho de
ministros, autor do projecto militar em dis-
cussSo n'eslg momento na raesma Cmara.
Desorden de urna certa importancia
daram-se* em diversos logares per causada
lei militar, porm as autoridades consegui-
ram reprimil-as.
VIENNA, .'50 de Janeiro, noite.
S. A. o Principe herdeiro d'Austria-
Hungria o Archiduque Rodolpho, estando
a cacar feUeceu repcritinamcnte de um
ataque de apoplexia.
Agencia Havns, filial em Pernambuco,
31 de Janeiro, 'de 1889.
IRSTRCClO POPULAR
AS GRANDES I \\\MMS
ANTIGS E MODERNAS
AS
Sciencias. industrias e artes
POR
A lhiiKraphia
(ContinuacSo)
Aloys Senefelder. inventor da lithograhhia,
nao era mais que um pobre artista embregado
no theatro de Munich. Foi por urna continuaco
de esforcos perseveran tes que este homem talen-
toso c paciente, privado de todo o incitamento e
auxilio, conseguio leg; r-nos este simples e admi-
rave rucio de reproduccao, que tanto tem con-
tribuido para popularizar as obras da arte mo-
derna. Aloya Senefelder, lilho de um actor do
theatro da corte, em Munich, nasceo em Praga em
1771 e cornejou por ter nesse theatro o simples
emprego de corista. (lompoz duas ou tres pecas
3ue nao produziram grande resultado, MathUde
Allemtem e Os godos dOriente: e para que o
publico as apreciasse melhor, resolveumandal-as
imprimir. Ainda que mui pobre, sem protector
nem recurssos Senefelder conseguio imprimir
urna das pecas, e emquanto cuida va u imprisso
leve occasio de aprender todos os processos da
tvpogniphia. Falto de recussos. para imprimir
as obras restantes, resolveu procurar algum meio
novo de reproduzir econmicamente a escripia.
Entre os diversos meios que experimentou, o que
Ihe sahio melhor foi urna especie de imitacao do
processo da gravura agua-forte. Escrevia com
um verniz em urna chapa de cobre, e dava era
seguida relevo aos caracteres corroendo a chapa
de cobre pelo acido azolico. Mas era-lhe preciso
escrever s avessas; Senefelder tentou e conse-
guio imitar, mo, os caracteres typographicos.
Mas as chapas de cobre custavam caro ; nao lhe
era fcil polil-as convenientemente ; deteriora-
varn-se depressa, e era muit diflicil fazer Teto-
ques ou correcces. Desanimado por tantas dif-
hculdades, estava o nosso experimentador ja re-
solvido a abandonar urna empreza quasi teme
raria, quando Uie surgi urna idea nova. NaJIcer
canias de Munich havia urna grande rocha de pe-
dras calcreas que serviam para fazero iigead
i ; t-ta* p#ss S**taas.deL_
cora a rwaior fanltdsnb. Senefelder o
cenen entilo a idea de empregar em vez das chapas de cobre de que usava. Mas
em que se fundava elle para vir a realisar com
alguma vantagen. essa substituicao ? Sencferdel
consumia-se em experiencias e nao tirara resul-
tado algum.
(Contina;
T
estra-
b e ultimo pontilhao de Pao Amarello
da do norte idem .... ~^|
Ponte de Duas Barras idem. .
Estrada do sl entr* a ponte de Motocoloinb e ria-
cho JordSo idem ,
Estrada da Victora idem
Estrada de Itapiasuma idem.
Por administracSo, as pontes de Caxang
nho idem A ."
Edificio do Thesouzro Provincial idem .
Por emproitada :
CoIlocacSo de 73 pran elides na ponte do rio Una, na
entrada de Agua-Preta a Jacuhype oreada em.
Foram contractados os reparos do pontilhao do Anjo,
com abate de 5 V0 sobre o orcamento de .
Pontilhao do rio Coruja, com abate de 10 /o sobre .
Ponies de Bujary e Aratuca, com abate de 13 /o
sobre ...
Ponte de Duas Unas, na entrada da Victoria com
, abate de 15 % sobre .....
Ponte de Ddas Unas, na estrada da Luz, com abate
de 15 /0 sobre......
Pontilhao de Catcnde, com abate de 15 % sobre
Porte de Camivou, com abate de 13 7o sobre .
Pontilbao do Porto da Madcira, com abate de 1 /0
sobre ........
Estrada do Norte com abate de 13 % sobre .
Estrada da Victoria, com abate de 19 % no valor de
obras de ......
Autorisei os pagamentos das obras seguint?s :
Ponte da Escada, (3 prestacSes) na importancia de
Primeira prestacSo do pontilhao do Anjo, na de
Ponte do Tahyba, na de
Primeira prestacSo da ponte do rio Coruja, na de
Estrada de Olinda a Iguarass (duas prestacoes)
na de.
Cadeia de Granito, no valor de ...
Preparos da sala para os trabalhos da Assembla
Provincial, na de 6230700
Afim de ser opportunamente indemnisado o eontractante dos reparos das
pontes do Trapiche e Guerra, mandei escripturar no quadro da divida passiva a
quantia de 4:3960160 importancia da obra. -
Por portara de 29 de Outubro resolv, vistdo que nforniou o director da
repartcSo, mandar rescindir os contractos celebrados com Antonio Herminio de
Senna e Gercino Prente de Oliveira Firmo para as obras de reparos das pontes
sobre o rio Pirapama no engenho do mesmo nome, e sobre o rio Amaragy, no en-
genho Duas Barras, impondo aos contractantes a multa de 10 /0 sobre o valor dos
respectivos contractos.
Attendendo ao que allegaram os interessados, mandei de novo por em praca
as obras, relevando, porm da multa em que incorreu o eontractante dos reparos da
ponte do engenho Pirapama.
EMPREZA DE ILLUMINACAO A GAZ
A proposito da indemnisacao devida a essa empresa peto seu material e obras,
aps termos da lei
1:4810660
5:5760120
# 4950000
19:5772f>0
546X700
874000
6000000
9
5110000
1:0620350
1:0530791
5720700
5030999
1:1210618
1030400
2:7880215
3000300
1:5140920
17:9350500
3:6580441
2520340
9280625
4740206
7650000
5000000
e disturbios e Jos Ricardo do Nascinjento,
como vagabundo turbulento. ^,
A' ordem do do 1." districto da fregu-
zia de Afogados, Antonio Duarte Lopes,
por disturbios.
Communica o delegado do termo de
Grava.qjM no di 20 de corren!*', pelas
8 horas d5* noite, no lugar Casftjive d*a-
quello termo, os individuos de nomes
Hoyss Arao Dias e seu inmSo 56S.0 Bap-
tistu, feriram gravemente com dous tiros
a Virgolino Jos de Souza.
Das diligencias procedidas verificou-se
ser cumplice do crime Theodora Maria
de Jess, m3 dos referidos criminosos a
qual foi presa.
Abrio-se o competente inquerito, que j
teve o destino legal.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de polica interino, Dorio
Cavalcante do Reg Albuquerqae.
-------------
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 30 DE JANEIKO
DE 1889
Conta do quartel mestre do corpo de polica
el petiees de Francisco Pedro Bolitreau.Pa-
gue-se.
Luiz Duprat Entregese.
Antonio Luiz Baptista, JoSo do Rcgo Barros,
Manoel J. de Miranda, Austridiniano Coutinho
Ponce de Len, officios (2) do suierintendente
da estrada de ferro do Recite a S. Francisco, An-
tonio Monteiro do Nascimento Filho, Medeiros
&C., Francisco Pedro Bolitreau e Manoel Cle-
mentino Correia de Mello.Informe o Sr. Dr.
contador.
Francisco Manoel Bezerrade Vasconcellos
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Joaquim Ferreira NettoInforme o Sr. Dr.
administrador da Recebedna Provincial.
rtB ^eTTiSaSKm data de 2 de Otftga ufe, declarando rande cminho de ferro ^ As]
v
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia
Ri:i.ATOitiO con que o Exm. %r. desembargador Joaquim Jos
de Oliveira Aadrade entregoii a administraco da
provincia ao i:\m. tir. Dr. Innocencio Marques de
Araujo Oes a 3 de Janeiro de 1881.
(Continu aqho)
OBRAS MILITARES
Twlo 9 engenheiro encarregado das obras militares examinado as baias e o
telheiro do quartel da companhia de cavallaria, cuja reparaclo solicitou o brigadeiro
eoBinif.ndante das ajmas, em 29 de Novembro, e declarando aquelle funecionario,
era 4 de Deaembro findo, que, vista do estado de ruina do referido qflartel nenhum
feparo se poder fazer, salvo em pura perda, sem ser seguida dos outros consignados
no projecto de 12 de Agosto de 15*87, submetti o assumpto ao conhecimento do
Ministerio da Guerra, de quera depende de solucJto o alludido projecto.
Acham-se concluidos os trabalhos de reconstruejao da casa do commandante e
da capella da Fortaleza do Brum.
Em 21 do mez findo sumetti deliberacSo do Ministerio da Guerra o orca-
mentn na importancia de 2:2980039 da despeza a fazer-se com a reconstrucsSo da
linha de tiro ao alvo, existente em Beberibe, para os exercicios da forca da gurni-
cSo d'esta'provincia. ____
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO LIMOLERO
Sob proposta da respectiva superintendencia e informacSo do engenheiro fiscal
autorisei, em 9 de Outubro, a construccao de um abrigo e desvio para receber mej-
cadorias no kilmetro 80 do ramal de Timbaba, sendo a importancia da obra
arcada em 1:U3O039O levada conta do cesteio.
Esta deliberaco foi aporovada pelo Governo Geral.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S. FRANCISCO
A' viuts do que propoz o superintendente d'esta estrada de ferro, autorisei,
em 5 de Outubro, a redcelo do preco de transporte de kerozene e phosphoros fa-
zendo passar o primeiro artigo para 3.a classe e o ultimo para a 2.a das tarifas em
vigor.
Em conseguencia de recommendacSes di Ministerio da Agricultura, Commer-
cio e Obras Fublicas, nomeei, em 13 de Outubro, urna commissao, afim de examinar
as tarifas das estradas de ferro d'esta provincia, e na reuniao, que para tal fim houve
n'este palaci, dos engenheiros fiscaes e superintendentes, declararam estes que sub-
jetteriam os pareceres da commissSo deliberaclo das respectivas directoras, pois
qne ars ditos gerentes faltara competencia para resolver.
Em 14 de de Novembro remetti ao Governo Geral as informac^es prestadas
pelos fiscaes do governo acerca das tarifas, assim como das redceles, que entendem
deverem ser feitas. ,
ESTRADA DE FERRO DE RIBEIRAO AO BONITO E PESQUEIRA
Em 30 de Setembro e 12 de de Outubro foram passados os certificados de
recebimento dos 11. e 12. kilmetros d'essa estrada de ferro. Por portara de 23
de Outubro proroguei por dous ancos o praso estipulado na de 2 de Junho de 1882
para conclusao das obras at a cidade de Pesqueira.
ESTRADA DE FERRO DE AGUA PRETA A JACUHYPE
Por portara de 23 de Outubro resolv que nao pode ser considerada caduca a
* concessao da estrada de ferro de Agua-Preta a Jacuhype, por ser obrigatorio o
eomeco das obras somente depos da conclusao da de RibeirSo a Bonito,.
REPARTICAO DAS OBRAS PUBLICAS
Nenhuma alterado houve de Setembro at esta data com relacao ao pessoal
ileesa reparticlo, a cargo do engenheiro Francisco Apoligorio Leal, senao o lalleci-
mento do continuo Jos Francisco Pereira da Silva, substituido em 31 de Dezembro
por'Adorpho Targino Accioly. .
Alm de algumas pequeas obras que mandei executar por administracSo ou
empreitada foram postas em praca os seguintes reparos:
'Ponte de Camivou oreada em.....
Pontilhsto do Anjo ideni .....
Pontes do rio Coruja idem .....
Pontes de Bujary e Arataca idem ....
Antes de Duas Unas na estrada da Victoria idem .
de Duas Unas ra estrada da Luz idem.
PontilbSo-de Catende idem .....
PontUtfio do Porto da Madeira idem
Pontes da rudo Rio em Goyanna, Vanea, do Una-
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 1
Retrospecto poltico do anno
de 1888
POLTICA GERAL
(Continuafo)
Mais que uunca a velba questao da hegemonia
indica devia ta j)P'"fiypa^9 a Gj^-firetaulu
nao poder a empresa aeetar a avaliacao feita pela coajunissao, nomeada^elo governo,
na importancia de 928:7020^00, e apresentando umRutrayrganisada, por avalia-
dores seus, na de 2 341:2320000, inclusive o valor do material sobresalente em de-
posito.
A' vista disto, profer o despacho que abaixo transcrevo, e nomeei^arbitro,
por parte do governo, ao Dr. Gervasio Rodrigues Campello, que aceitou a incum-
bencia, tendo a empreza nomeado de sua parte, confonW pVticipou a esta presiden-
cia em omcio de 30 de Novembro, o engenheiro Thoophtlo Benedicto de V^iscon-
cellos.
Conferenciam os dous arbitros para ulterior decisSo.
Eis o despacho :
c Grandissima a discordancia entre os avaliadores nomeados pela adminis-
tracao e os escolhidos pela empreza de Uurainagao a gaz, pelo que respeita s obras
da mesma empreza: cumpre, pois, que se proceda a arbitramento nos termos da
clausula 25a do contracto celebrado em 26 de Abril de 1856.
t Nomeio arbitro do governo o engenheiro Dr. Gervasio Rodrigues Campello, e
mando que o director geral das obras publicas, dando sciencia empreza, convide o
respectivo gerente para apresentar um outro, no prazo de dez dias; de modo que
dentro de quinze possam ser comecadas as diligencias e conferencias para o arbitra-
mento, que dever ficar concluido na prazo de trinta das.
t A avaliacSo feita pelos peritos ou arbitros anteriormente nomeados pela admi-
nistracao nao poda, nem pode ser considerada definitiva e rinda, contiderando-se
revel a empreza pelos seguintes motivos : Io porque, tendo sido ordenada a avalia-
cSo da indemnisacao devida empreza, como se-v na lei n. 1,901, nao poda ter
sido intencao do legislador impor aquella o resultado desse acto, nao obstante as
clausulas 13a e 25a do dito contracto ; 2 porque, sendo essa avaliacSo a mesma de
que se cogitou na citada clausula 13a, s poderia obrigar ambas as partes contractan-
tes, se estas procedessem de accordo, ou por sua vez, a tivesse aceitado a empreza:
3o porque, se para o caso de qualquer questSo entre os contractantes se estipulou na
clausula 25a o arbitramento, pelo modo all proscripto, claro que este nSo poda ter
sido excluido com relacSo ao mais importante c essencial a empreza, sendo assim
evidente que urna clausula completa a outra e que, consequentemente, levantada
questao acerca do valor della, nSo poderia ser reputada rinda a avrliacSo, effectuada
por peritos ou arbitros de urna das partes interessadas somente; 4o porque, nao se
pode considerar arbitramento essa avaliacSo, visto como esta suppSe valores ou di-
reitos cuja satisfaySo ou reconhecmento se reclama e contesta, condicSo verificada
depois da impugnacSo que deu em resultado exigencia de valor muito superior ao
reconhecido pela commissSo do governo; 5o porque, das pegas juntas se reconhece
que foi effectivamente este o pensamento de meu antecessor, que mais claramente o.
enunciou no officio de 4 de Agosto do anno passodo ao director geral das obras pu-
blicas.
Findo o prazo fixado para o arbitramento, concluido ou nSo este, publiquc-
se edital abrindo concurrencia para contracto da illuminacSo, de accordo com a lei n.
1,901.
Palacio da presidencia de Pernambuco, em 22 de Novembro de 1888.
(Assignado)Oliveira Andrade.
(Continuar-se-ha)
35
da Europa, sera se lembrarem de que elle, quan-
do menos se espere, pode transformarse n'uma
Polonia.
Como que para contrabalancar os etTeilos do
caminlio de ferro. russo. o^ cmbaixador 'ingle?.
uaPajiia flfz com'JJBic o. sbah franqueasso ao
conrm -ato etarafceiro o rio KaroW um dos
mais i iportantes do paiz Esse rio nasce ao
norte do Arabistan e entra n'um dos bracos do
Eufrat; s. Gom a realisaco de algumas obras,
tornar-eia urna va fluvial entre o interior do
reino, c golpho Prsico, a Syria e a Asia Menor,
o que com certeza seria de grande alcance para
ecommercioinglez no Oriente. Mas para obter
essas c outras cosas, aproveitou sir Henry
Drummond Wolff, usando da proverbial pru-
dencia britannica, a ausencia do seu collega
moscovita, o pyncipe Dolgorouki. 0 governo
de S. Firtersburgo incommodou-se com o caso,
e aindi mais por ter o shah afflrmou-se que
por sug?estes da mesma origem -negado exe-
qutur ;.,i cnsul da Russia em Meshed. Fez-
mente o persa, receioso de abrir lucta com o
seu poderoso visinlio, deu-lhe as devidas satis-
faces, o que lizera crer que o negocio ao as-
sumiria mais alta gravidade.
Nao s os moscovitas deram desgostos A In-
glaterra. Ella teve-os tambem com os seus co-
lonos do Australia. Acham ests que j tem en
seus re-pectivos territorios um numero ue chins
superior ao que desejam, e nao querem admit-
tir outros. Sir Henry Partes, nrimeiro ministro
da Nova Galles do Sul, communicou a lord Sa-
lisbury as razoes desse procedimento Os chins
sao atlr. lii.los para a Australia pela facilidade
de communicaces. pela salubridade do clima e
porque acham fcil emprego para a sua grande
actividade em certos ramos de commercio, da
industria e da pequea agricultu/. 0 trabalho
das minas de ouro e estanho, especialmeate,
exerce all invencivel attraccao sobre os filhos
do Celesle Imperio. Mus o peor que 'iiao lia a
mnima, affinidade entre o genio e tendencias
desse? incansaveis, quantp sobrios trabalhado-
rcs. e os anglo saxOes, a que fazem concurren-
cia.' A differenea de ideas religiosas e jioliticas
torna mpossivel o eonimereio intimo das duas
raras, entre as quaes nao na cagameatos, nem
relacSes soeiaes de qualquer ortlem. Em taes
eondices, receiam os colonos 'que a tal imnii-
graco lhes seja causa de graves males no futu-
ro. Desejam manter a preponderancia do typo
britaiiuico danopulaeao, e o espantoso numero
i. Sa.nari^ndcf'lTJnrsuIrlnoTdo'rmperadorlfeangsu mostra bem
que etes se nao deixam assimilar por outra
qualquer raca.
Alguns europeus entendidos em estatistica de-
claram que esses receios 3o infundados. Ar-
guem que em 1885 nao passava de cincoenta mil
o numero dos chinezes estabelecidos as cinco
colonias australianas, cuja populajO" total or,
entretanto, pgr dous milhes e meio de habitan-
tes. Assim, concluem -nao para temer o
augmento excessivo do grupo dos immigrantes,
tanto mais quanto (esta considerafao sobre
todas valiosa), o numero das mulheres nelle
muito insignificante.
Como quer que seja, as autoridades coloniaes
tomaram 3erias providencias para represar a
corrente da immigracSo que as assusta. Algu-
mas obstaram o desembarque de chins. 0 em.
baixador do Celeste Imperio em Londres quei-
xou-se dessas medidas odiosas. 0 governo da
rainha, temendo represalias contra o commercio
iuglez no extremo oriente, advertio os colonos de
i
DEFEVEREffiO DE
1889
grande cammlio de ferro 4a Asia central. Rea-
lisou esse audacioso commettimento o general
Auuenkof, em cuja alma parece ter-se concen-
trado toda paciente energii e inquebrantavel
tenacidade cm que os czares, desde Ivan III ao
actual, bao procurado alargar os seus dominios
em todas as direeces do Levante.
O plano dessa gigantesca empreza, que ras-
gn por entra iuhospitos steppes um largo ca-
minho a civilisacSo occidental, obedeceu primi-
tivamente ao pensamento da completa conquis-
ta do Turkestan. Tnuraphantes em Bukhara,
que se lhes entregou sem resistencia, eem Khi-
va, que disputou tongamente a sua independen-
cia, precisavam os russos de dominar por ultimo
os tekks, os mais aguerridos e temiveis dos
turcomanos. Contra elles foram enviadas as
melhores tropas do Caucaso, commandadas por
Skobelef. o hroe de Ptowna, o mais popular dos
generaes moscovitas. Mas os desastres .que
precederam a tomada de Khiva, obrigavam os
soldados do czarao emprego de meios que lhes I que nao tinham o direito de decidir em negocios



^
% 7"
W
i.
2:7880215
1:0620350
1:0530791
' 57207

DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 3U DE
JAKEIEO DE 1889
Companhia Great Western of Brasil
Railway Limited.N'esta data autoriso o
Thesouro Provincial a pagar a quantia de
10800 relativa as passagens dos ofnciaes
do corpo de polica, sendo submettida a
deliberaclo da Assembla Legislativa ro-
vincal o restante da despeza na importan-
cia de 270190
Francisco da Silva Miranda. Passe
portara na forma requerida.
Felismina Mara da ConceicSo.Inde-
ferido.
Bacharel Henrique Affonso de Miranda
Leal.Sim.
Joaquim Agripino Furtado de Men-
donca.Deferido, concedidas tambem as
pas agens por conta das gratuitas a qne
o governo tem direito.
JoSo de Sant'Anna do Nascimento.
Informe, com urgencia o Dr. juiz de di-
reito do 2.* districto criminal da comarca
do Recife.
Jlo inheiro Catle.Deferido, vis-
ta da informacSo.
Jos Antonio de Pinho Borges.Inde-
ferdo.
Mara Alexandrina de Barros.NSo ha
vaga.
Alferes Orestes Saraiva de Carvalho
Neiva.Informe o Dr. juiz de direito da
comarca de Palmares.
Rosa Maria Vieira de Mello.NSo ha
vaga.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 31 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartirn da Polica
2.a seccSo.N. 111Secretaria da Po-
cia de Pernambuco, 31 de Janeiro de
1889. Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram hontem recomidos
Casa de DetencSo os seguintes indivi-
duos :
A' minha ordem, Jos Antonio de Si-
queira Campos, vindo de Pesqueira, como
criminoso de morte no Cear.
A' ordem do subdi legado da freguezia
de S. Antonso, Jos Candido de Oliveira,
Manoel ereira da Silva, Joaquim Seve-
rino dos Santos, por disturbios, Brasliano
Joaquim Ferreira e Herculano Marques,
como vagabundos.
A' ordem do do 1. districto da fregue-
aia de S. Joa, Francisco Jos de Santa
Anua, Thomaz IVancisco das Chagas, An-
tonio Jos de Stmt'Anna, por embriaguez
garantisse mais fcilmente o definitivo trium-
pbo.
0 reducto dos tekks era a fortaleza de Gheok
Tepe, em frente da qual fra coagido a parar o
geneual Lazaref, em 1877. Para atacal-os sem
exp. r as tropas expedicionarias as contingencias
de urna viagera extensa e perigosa, resolveu-se
construir urna linha frrea que ellas iriam per-
correndO a proporco que fosse sendo assentada.
Nao se acreditou a principio no born xito da
tentativa, pelas enormes difliculdades que offe-
recia. Como lixar essa linha sobre extensos ma-
res de area ? Era duvidar da perseveranea do
genio moscovita e da competencia do general An-
nenkof, que, alm de militar denodado, um en-
genheiro distinctissimo. O primeiro trecho de
232 kilmetros, apartir das margeos do mar Cas-
pio at Kizil-Arvat, ficou concluido cm Novembro
de 1881. A cidadelia de Gheok-Tep foi tomada
com perdas enormes para os defensores. Estes
aceitaram, afina!, a autoridade que lhes foi im-
posta mais resignadamente do que seria licito
prever.
Haviam-se gasto dez mezes nessa construccao,
em que os soldados russos trabalhavam de es-
pingarda ao lado, com receto du ataques ines-
perados. A agua tao preciosa naquellas para-
gens, era conduzida em wagons transformados
em cisternas, e em falta de carvo servia o pe-
trleo denlimento s locomotivas.
S em 1885 se delibernu o g^rerno de S. Pe
tersburge a ordenar o prolongaraento da via-fer-
rea que, em Maio ultimo, chegou aotiga capital
dos trtaros de Tamerlao, maravilhosa cidade
das Mil e urna noites.
Os inglezes nao occultram a m impresso
que Ibes cansou esse facto, que todos os seus
jornaes commentarami Um relies disse que a
Inglaterra tinha necessidade de garantir o seu
imperio asitico, fortalecendo as fronteiras do
Afghanistan, de modo a obstar a invaso dos
cosacos e a impedir igualmente Ru9sla qual-
quer estabelecimento qo mar das Indias, d'onde
mi sempre excluida pela poltica britannica.
Para isso, continuara a gaceta, ser necessario
sujeitar o Beluchistan ao protectorado inglez, e
estender-lhe nos limites urna linha de soldados
que, com quanto fraca, tera o mrito de embar-
gar o passo aos invasores, sob pena de conflicto
internacional.
J alguem disso que os inglezes confiavam de
mais no emir do Cabul, a quem entregaram o
deposito da chaves da India. Querem faxer do
Afgh|nistan urna especie de Blgica ou Suissa
cuja soluco cabe metropol*, por meio de con-
veiiQes com os paizes, interessados. A adver-
tencia nSo foi totalmente improficua mas nao
bastar de certo para acalmar os nimos na us-
tralia. Lord Salisbury, reconhecendo isso, es-
perava chegar no assumpto a algum accordo com
a China.
E no meio dos cuidados resultantes do seu
dominio em todas as partes do mundo, a Ingla-
terra nao se julga segura na Europa 1 Primeiro
foi Carlos Dilke' que tracouum quadro lgubre
da organisacao militar das Ilhas Britannicas. l-
timamente o Duque de Cambridge, commandan-
ts em chefe das tropas inglezas, declarou que
lhe faltavam pelo menos dezoito mil homens
para garantir a defesa do imperio. Lord Wol-
seley, por sua vez, deplorou publicamente a falta
de solicitude que os partidos polticos, acorri-
dos as lutas pelo poder, manifestavam pelo ex-
ercito. Nao foi s. O general Hornby impres-
sionou vivamente os seus compatriotas cora um
artigo que pubcou acerca da defesa de Londres.
Demonstrou o profissional que es*a grande cida-
de, oom todas as suas riquezas e importancia po-
ltica, estava sujeita a ser fcilmente invadida
por hostes inimigas. Para prevenir a essa terri-
vel eventualidade, n^ propunha o cscriptor que
a grande metropole fosse cercada de fortalezas:
sena ir muito longe com a precario : propunha
apenas que se formasse um corpo especial de vo-
luntarios, que (Icaria conhecido pela denomina-
cao de guarda de Londres, e cuja misso, alm
do mais. seria levantar rpidamente enlrinchei-
ramentos nos pontos em que se podessem torn ir
necessarias. Insista prudentemente o general
na preciso que tinham os voluntarios de estudar
os pontos vulneraveis eexercitarem-se no officio
para que poderiam ser de repente chamados.
O Tunes achou o plano eminentemente pratico
e pouco dispendioso; mas era de parecer que
se lhe facilitasse a applicacSo, augmentando a
esquadra de modo que a Inglaterra se tornasse
verdadeiraiente inexpugnavel. Alm dos na-
vios, accrescentava o acreditado jornal, runda
a prudencia mais elementar que se constitua
um proficuo systema de fortificaces e se orga-
nise um solido exercito. Depois d'esses avisos
e conselhos, a que os ministros da guerra e da
marinha nao se mostraram indifferentes, os
bresaltos continuaram ainda por algum lempo.
Proseguiram as lamentacoes sobre a insufticiencia
da forca material da patria, quer em tem. quer
no mar. Fallava-se as ms intenges do paiz
fronteiro ao canal, e as consequencias aterra-
doras de urna invasao dos rancezes eat Lo




r mam r


Diario de Pferiiambifco--Seaft|rfeira 1 de Fevereiro de )
dres, depois de terem metho a pifse a eeaeja-
dra ingleza e bloqueiado o cansa acia em ttoi
os mares;. Indagava-se de panto? navios pre-
cisava a FraB(a-Bra atirar oem mil horneas so-
bre Portsmouth.". lina floalhade -480 mil-to-
neladas, respeMia*oct>gadoramonte lord-George
flamiltoo. o-ebesr do almirantado ; e ella nao
pode dispr d'essa forra. Bastar-lhe-ia urna
flonlha d< Ulasanlidas, ssisstava asssi 'UN**
geley, e qusHsaturai^.rnaarr. SiasinTraar vm*.
Em relufft-w >iw-ibbIi>i asaicodasc aaaa
folha parisaBar :
Que a*abK.,l;aBan. -ocegnastse eA> hm
mente amasmetadr. ti-asaaoosiasuei
nimo desejaste elBBtoarteja...spedioBB pan
alm Manchas.!**! aaac* aae pascana as
tempos do campo de Bolonba : e depote d'essa
poca taes acontecimentos se deram que nos ira-
pedem de pensar n'uma desforra de Waterloo
Tetaos mais que fazer. Nao obstante o que possa
pisas ii ftililrn rtlftn, por nos a Gr5-Br*n
aba. poderte fechar lodosos seus araeaaes ie do
icaa.' Qsivcpies qae paruee estamos inspiran-
do, so'por demais chimericos. Se os poUlicoy
de LondreB querera por for^aicanBar commc6e3
no pas, lembramoA-itoe o caniohode. ferro de
Todava a n ndidatura do general vae-se ir-
aaado raduahieote emafkurcee-Bowis.
Continuava jwranto em Franca a ser o as-
sumpto exclusivo de que seoecupauos*eHrssi
polticos u eleic, que dev realizarse no da.
27 de Janeiro, de uin deputado por Parte.
Bssa eleicio objecto .ta preoecupaco geral.*
muitos prevY-m no resultado decte o prenuncio-
da queda ou du robusteciraento do actual rgi-
men poltico.
O mmm l'-mmum sssnfdato liaanimmi-
es advribersos
turba mbmci'ii-
eiraqaaarswnna
asf> I a u d tsaaaasb 11 ca
i queaaataau se
ctoriaao.
apuiHki aasara-
.!. os Trastela-
.us**, r
rnaaB'sjSHeo n
tappsqpnquarM
enssaadssaia e
C0UHKMMB0
c isaiais il
.riKaasartisUt. r
daSaaitusaradasMara do gastra
iimmJmm* aalwaBanasaiuf
cao, mas votaro tod s pelo mesmo general cer-
tos de que assim contribuirSo para enflaquecer
a repblica.
Por sua parte o parlido republicano, haviu re-
solvido escolber um candidato nico, no qual
, todos os grupos do partido se obrigassem a vo-
' eni temaram. par
te partido; nvu
sena
a Ir
olios ao Sr. Ploquet a^piaara*- asttm.s. A imperatriz-segued o dito iuritu
infames calumnias, (* Ir. Floanet rasMMSt ^.IcterLia conhecido^por intermedi de alg'ueui
que nao llie receberia o padriidja* i>aa> **- quaaaSHvcssc lido o relatorio obre tal assump-
ra.iKi4ae*Uf'noi'O infmou a lovur o Bafcaaa asatsgido ao governo iuglez nega nbsoluta-
essas aceusacOes, a quelite oppunle.!*- ente o haver feito relator- algum sobro os
Nteattde Jornal Depois doste iacaiaaMt'S'ir>< assssHientos do exercito alterna em 1870, ou
LaaanaiiM da palacio Bourbon. euNi. as operacOes da guar daquelle auno
Em cansquencia deste incidente o Sn. *-< Por outra parle sabido que o principe de
quet recebeu a uoite os Srs. Lateant e Le Ifcrte- Bismarck, no seu primeiro relatorio ao impera-
se, padrinhos do Sr. Lanz. U xuidcute do dtliuillierine f tl i.urir,i'""i"'i1in Vi" as
or.1sl.ulli: Mm 4r. k*a> fpftndidas tendiasiaii h%m ***** qi-e
amujsmmiili m altapewfr alrte de S. Jamar mofeara p*n,wfio da
l'raaai imm^mi^.ommme mm- sMrra franco-prua iiteaM* a naphikiaiisnajftl, o la mm plirases urna llvla> indi|iritKle um
si-flatp tro siliai|Wiiii.'iaja Mmembros da faina1 iiau.
laiMMteB,* Os padBHHde Um^'. |;zporflm o corrajfajMJtentti IMv Tele-
: dosshW nu6fr.T*"
brorea
Catpstiraiise.
PsMMW: '>r. Fta*l deu s
noir. Lan, justo
iumum i ni ,
as primeiravinittbidadeii
ii)feliz:enti*, as intrausigen-
fjas dos radiales iieram que fsjie escolido por
muioria o Sr. Jacrjucs, presidente de conselho
ge ral do Sena, liuiaem de radicalismo pronun-
ciado e por is&o 4>ouco propria para-conciliar as
sympathias das classes conservadoras que at
boje tem-^noiado a repblica. Est escripto
Samarcande, que aaaba de ser iaugurado* qnah Je r -oa Mirans pie >bjr>*e dar
f>tunel da Jfancba nem ao menos comecou





'



CmUmw),
\ottciaft da i:aro|i>a
Ete o complemento'dad noticias traiidas da
. i Europa pelo paquete Hoto :
lUUia
Abrio-sc ltimamente o con^roso de paz.
Toda os oradores allaraia a lavar da pai ge-
ral e da amitade da Franca e da Italia. Alguns
. a'elles ataearara o governo italuino- per compro
.natter a paz ct,m a sua ,polMica aveuturosa.
Os delegados francezes gradeeenun a m-q>-
cojwdiol queliveram. 0 congresse approvou
moa resoravao decAarando que se ha de oppr
por ttodos os meios obra insensata de quairtos
estilo intenessados na gnerra, e que pela proga-
fanda do principio da fratermdade. dos povos
combtela para o triuiuphu completo da paz, ha-
aaida na libeedade e na jusliga.
Os delegados das associacoes adbereatesi fo-
ram incumbidos de formar una junta penma
MMrpara assegnrar a execueao das rcsolufes
toaadav.
A'tfahida do congresso da paz iravou-se obbo'--
. de entre, a multidio de po\o e a tropa, licando
tafia varias pessoas.
A sitaaSC" econmica e linieeira da Italia
. ajanwa-ai lo os os diae. Annunciam-se no-
vas quebraa d* empreiteiros. A opiniao pu-
. alioa toma o Sr Crisp responsavel por esta pe-
aasa ,~ituaco. e em consecuencia de ter adherido
a trplice allium-a.
Bm Faenza rmuve uitiaiamente verdadeiras sce-
as de jofiterie-: os caiapoiu'zes saqueaiam mui-
tjp casas de pessoas abastadas.
Um despacho de Roma para o Jornal dos Deba-
te* diz que discurso da coroa da prxima aber-
tara dafarlamento italiana lia de aununciar urna
tai para a-COBerso. do rapiiaJ dos estabeleci-
mentos po em ttulos |iubhcos italianos, capital
e araiado em milhio e meio de Hfas.
Bi Humberto organisou urna subacripcao de
onu. mil iraacos para a rediticacao da basibea
daLaretto. .
Admiram-sei^'m Koma de tanla piedade. .
No. entauto, o rei nao fez uiais do que execu-
tar ama da* rontades de seu pae Vctor Manoel,
fue jtevia ^lisposto, da mesma quautia para
aqneile tim mu pouco autes de morrer.
Tal. intento, nao se realiso,. em virtnde, das
disaeacOes em casa do fallecido ira.o clero do
santuario de Loretto.
O mraistro da L-uenra italiano ordimou que
base iuataurado. processe iimetu de Feaazo.
nde,vieram-publicadas as rerelNjiKis do geie-
ral Mitfei.
PNa sua parte, o general Corvctto, sobssere-
tario de Estado dos negocios da soerraj envolvi-
do as accusagOes, instaurou igualmente um pro-
sao eoBtra o mesmo general.
orno sabido, o aecusador relratou-se abso-
latemente.
Em consecuencia da interrupeo dos trabalnos
do Canal de Panam cah na mais horrivel rai^
aara pdpHlaco de operarios ali reunidos.
Ofoverno italiano telegrapho|i aos seus con-
uteS'na.America, nrdenando-mes me pi-otejam
os quatro mil italianos, .que. alli estavam traha-
thando as obras do Canal, e que os auxiliem e
acam a despez da sua viagem para Italia.
faalaM
Sua Santidade Leo XlD.earearta.de W de
Dezembro prximo pretrito, dirigida aos arce-
bispos e bispos da America deacreve os males
foe opprimem os emigrantes italianos, que todos
m annos e n grande namro abaadonam a pa-
tn amide p-ocurarem oe meios de subsisten-
cia, d que asss- deploravel, visto como a maior
parte das vezes esees infelizrs, constrangidos
pela mieeria a mudar de paiz, recae em soffr -
- autos, maion do que: aquriles que queriam
erar.
Sua Sautitlud descreve a* pericos das va-
C. os trabamos quotidiaiios. e e\cuivos. que
exigein. o tratos, por vezes crueis, que re-
ceben dos hoineiw cupidos, a quete entregani.
e oae todo sacrilicam ao tocro e ao tar, lamentando sobretodo que, u'aquellas remo-
tas parugens, elles nao possam encontrar facil-
aienle o soeaM-ro salutar dos ministros de Deus,
eaatieoedores da linguageiu italiana, que possam
doutrinal-os na f, alimentar e desenvolver em
suas alma a vida espiritual, prestando-Ibes os
servico do seu ministerio.
No intito de prover, pelos, meaos ao seu al-
cance, aoi bem de untos tunos espituaes e sat-
vaco de suas almas, Sua Santidade dirigi ama
consulta Sagrada Congregacao da Propaganda
da F, arto de qne Hie propuzesse os remedios,
que julgorein mais adeaaadqs. seno para atte-
,naar. ao menos para debellar os grande* males
e inconveniente* da emigracao.
NO eotanto, Sua Santidade resolvcu mandar,
desde j-. para alli muitos padres italianos, atlm
de-asfistirem aos seas aompatriotas como oc-
coa-o salutar da nrtjsio. e nstituio, na sede do
bispado de Ptacenci, um cullegioapostlico de
padres (seminarios) onde possam instituir-sci e
eaerr-itar-se na disciplina elinsta, junto dosci-
daaos exilados da Italia, aquelles que qoerem
dedicarse vida glorio a da milicia sagrada.
Sua Santidade (pera 4U>: se bao de oiher
(ructos abundar.te.- dista sania cruzada, que vae
levar as dtx'e* consolieOes da religio ai* italia-
.Baestabelei:iiUis na America.
Franca
A 17-de Ja ip.irorealiiou-.se em l'ans um ban-
quete lusQ-hrasileiro dWereci-Io a& Se. baro de
Arinos, em demon^traJAo de regosijo por ter
sido agraciado co o grao de grande oicial da
taziao.de honra.
Assistiraiu aoibaiiquete amitos brasileiros, por
Tezes c francezes.
Sr. barae da.Estrella p:v-enteou o agracia-
da com a*i iosigitias. de diamantes. Pizeram-se
varias brialr.- adirmi-do. os lacoi de profunda
amizale qi unan a Praufa, o Brasil e Por-
t sena etegen presidente o Sr. Iloyer.
a^ois ,.|,v, | .-esideutes. entra os
ua, /allemeJ Laconr.
N; cmara do- depotados o presid-uto JKIifle
aaaess'. -'eriu urna allocucao acon-
aelli- -pera que a
franga .peauam- ra liel ao regywn parlameo-
tu a de-
le 17. TaitpHa patrt pela Itber-
itde.
.: :iae raiiablicd HP'
atlaiii se pelo applauddo
tu .i los ra-licae- O 6-
aaroo > proa-i :| ^u-
Kt i camari.
i moderado, amigo nti'no de
cuUaboraibtf' no gorer 10

Jtodw rnai* aotave Jo raicalw-
h vi v-ai.i a. requerer a
ur>o por todas
em
ao
tierra com a Lustituiccs, neia qiut -e esu
tualrornte regendo O pavo francez.
E Do gao so aquella- classes .qne lio de dei-
xar de votar no Sr. Jacqnes; do mesmo modo
bao de proceder grande numero de riipnblica"os
moderados
E desassieado ser votar por ubi radical, quan-
do o radicalismo o .grande achaque de qua est
enferma a Franca, e para o qual se promru re-
aedio.
A' vista da candidatura da genero! Ua.vou-.-e
uestes, ltimos dios ama lucta pbrenetica.
. Registrarse os grandes tecursos-monetaris de
que dispe o bouiangtsmo. citando -se, como pro-
va. a eircumstaucia de ser distribuidos dia-
riumoale pelas babitaces e ipelas mas mais de
100 mil cxemplares de folhas especiaes consa-
gradas, defesa da candidatura.
A distrihuicao gratuita
Alm disso, os manifestos succedem-se as
esquinan das ras e das pravas.
Na nprensa dos partidos boulangista e repu-
blicano rrozam-se os doestos e as satyras ; era
para receior que o da da etereioe da provnvel
victoria do boulangismo fosse assignalado por
acontecimentos de graviaade, vistosa excitaco
daspaisOee.
FTtal o estado das cousas, que se torna impos-
si vel coniecturar qual seja o resultado da lacla
entre Baulanger e JacqueaparaaseiciccVes do dia
27.
. O principal poato obscuro da lucta o do apoio
3ue e diz que os monarebices prestanuaao cau-
ilho da minche, piwoBe. leudo o Conde de Pa-
rte drixado a plnu Itoardade aos seas partida-
rios, os monarcnico8 anda nao lomaram resolu
cao alguma. nem parece que a tometn todos de
commum aocordo.
Esperam alguns um acontecimento importante,
que faca conbecer bem a situaco antes do dia
J7.
Mas nao se sabia anda qual fosse o aionleai
::.fUto myfUeriaso cm que esses teein esperanca
O Sr. F|oquet espera que Boulanger seja orr
rotado.
.0 rbefe da gahiat'te fiaucii te tanta fe na
sua demora no poder, qae dtese ba das a urna
peesoa.da sua utimidade, que Jhe onstava nao
poder sahir de Parte no prximo verao por causa
da exposico universal.
- As ruunie, tanto dos partidarios de Jacques
como dos de Boulao^er. tontinuam sendo pac-,
ficas.
As dos bonlungtetas sao de carcter particular,
as outras sao publicas.
Nao houve, porem, anda reunio alguma em
qae estiveseem partidario- de um e de outroy e
eai que tliscutisseui unscom usoutros.
.Nos circuios polticos de Parte aesagura-se qoe
i > general Borfangar renmiciarii deputaco peK>
norte pcranle a convrcco de triumptao na eleigo
de Parte.
Ha, porejn. quem espere, can fundameuto o
triumpno para o republicano S. Jacques.
A cmara dos deputados discutio a 13 o pro-
jecto de recrutamento.
O general Boulanger foi sesao, mas relima-
se puco depois sem incidente.
Accedendo ao parecer emittido pela reunio
da di rei ta pariamofltar, o Sr. Gellibert des Se-
guios, depulado bonapartteta, que devia apre-
sen tai- cmara una proposta de dissoluco, de-
cidi adiar a apresentaco da sua proposta para
depois da eleio suDwementar do Sena em 37.
Um jornal francez, Jy Uadiail, pmduz a se-
gmnte noticia de senaaco :
Sbese que em vistude de um pedido de di-
vorcio do general Boulanger, comparecer este e
sua iBulher perante o tribunal de Sena. O ge-
neral Boulanger acensa inauaine Boulanger de
nao haver asststide ao casamento de soa nlba, e
a espasa. de. Boutanger decbuaa. qne, nao pos
subido elle, bens de fortuna, constitoio apesar
disso um dote de 200:000 francos, quantia que
naturalmente foi levantada (b^s fundo* que os
amigos polticos Ibe havian con liado.
A esta suspeitade sua mulhe.r o geaeral o2o
respoudi'u at boje cousa alguma.
Vai prodozmdo, ao que parece, resultados Ce-
Izps para a candidatura Jacques as uliimus-reu-
uies cleitoraes celebradas pelos republicanos.
Teem adherido, segundo as ultimas noticias a
essa candidatura, fortes elementos que se julga-
v un atestados por anoathia pelo candidato pro
posto, e attribue-se.te reviramento aos consu-
mos de M. Ferry e de antros vultos polticos co-
ndecidos pela sua moderaeo e respeitados pela
sua autoridade.
Nos boulevards, ha dias, deu-se o saguina: epi-
sodio : arca de KM) individuos apparecerjm
cura cestos de pao e gritando : Quem compra o
pao Huiilanytr f be rio O pao, encontrava-se -11 le
dentro palba de aveiae um impressoque dizi* :
O que- Boulanger offertv e o queee d.
lima creumstancia i[ue prejudica o boulangis-
mo a sua abstengan em roncorrer aos mertings
com os republicanos,
Conta-se com orna sorpresa de ultima hora,
no-caso de chrgar a considerarse perdiuaaa
el ico de M. Jacques; a candiilalur,a deum
pt rsbnagem de grande influencia, apresentado
como recurso extremo em opnosico a Boulan-
ger.
Quom ser o mystenoso personagem, conside-
rado omnipotente nestas alturas ?
0 Temps ae 13 desment', a axisteaiia de gra-
ves difficuldades entre a Fra..ca e a Hes|ianna a
respeito da delimitaco do litoral ao norte do
Gabio. u-seqne acotumissao ile deiimitayao
foi nomeada pelos dous governos, a qual coiuti-
noii amigavpJniente e.-tabelerer, um modus iaem
prov son at % regularisaciao definitiva do as-
suanpto.
Na eleujio para senadores por grande maiona
foi eleito. em Saint Brtene, o Sr. Olivier. con-
eervador. .
0 Sr. Carnot visitou, t:l, os trabalhos para a
ex losigao. fez um dL-curso a que. o Sr. Carnot raapaaiwil
agradecendo, c dizendo que a Blgica estere
seinpre Na sessao do senado, de l, o Sr. Le Boyer.
pr idete, disse que i toa eleico qu;.si por
un jubmlade prova a trme voutade que o sena-
do (em de manter a liherdade e a boa ordem das
suas dismasOes e de lhe dar o seu apoio, mais
que nunca indspensavl..
. Oani'O de 1889 nao nos poupar nem trnba-
Ihi.'S, nem .iiri!aces, mas saliremos faz. -lies
face c rgia e o [nitriotismo que us cir-
<'u nsjyricii-exigem. Applausos. A p
sera na segunda-feira.
A 14 o senado approvou 24 artigosde p
de le que reforma a legistefao das tenencias.
, importante porque per mil tira i
d; cao judicial la Oonpinhia de Panam, evitan
d< a sua fallen i
No- oarredores da enmara dos diputad.
ii dia um vio incidente enl
iuet, presidente do cousellio, e Lanz, d
talo boulangista, p i Q artigo
ultimo sobre o enip
lo-ena
nou-o a ji;
i.anz replicn qi isacoes
perante um Jury de deputados,'-e enviara, padri-
Vaaiaif aaa'daar.aariwbo aaa aV'seja o
Sr. Floquet, disse o Sr Lanz, e portanto no le:
varei a questao tribuna da cmara, porque sei
de. sobra qne,-u inaioria urna,ag^komaraco ser-
vil dispesta a approvar todas as patraas do
governo. Alm de que espero, que toda a gen-
te reconhecer que pouco valor teempara o
honra.
E' opiniao geraI que o presidente do conselho
far-lear- samara as aecusaefles contidas no
artigo do Sr. Lanz; e uoia vez obtiite pela mi.
nistro urna votaco que- lhe dtrazao eo limpe
* que possraal laujaift^r.
do chai wikerao
ep-aaii alvo
laprnuterfi-e.le-
mas que aba poaduver iteisasa seno
i poltica .iliaa4na'BBa:'ajatMaBt:'\a-
o losto dipemstica' de >.''Pett'isbrgo.
toe que de ve ere r- se que os ataques da ira-
prensa semi-ofliciaa allemi sor dirigidos, uo
cpotiw o Sr. Morier, smas contra \ ui lie-pti-so-.
nagem, que se nao ousa atacar declaradamente,
informaces de Londres dizam que o marquez
de todafa suspeite de inversfio Ilegal dos fundos
secretos-a Sr. Froquet enviar as
suas testemu-
nha aa-Sr. I.anz, "exigindo lhe urna reparacao
pelos bisaltos que lhe dirtejto no artigo da
Pre--e.
Em-eonsoquencia de um artigo publicado pelo
Sr^Linagaray na Bataille elfectiiou-ee nm duello
entre os Srs. Li :agaray e Bochefort, ficando am-
bos ftidos liveiramente. 0 ataque foi tfto re-
ntido que os dous floretes torceram.
Tomou-selia dias emiParte..ua debberaco
importante para assegurar a counnuaco itos
trabalbos do canal de Panam e calvar os inte-
resses dos portadores dos titulos^da companbia..
Depetede ama larga conferencia de numerosos
accionistas e portadores\de-obrigace- foi resol-
vida dirigirse urna carta ao Sr. Fernando de
Lesseps; a pedir-lhe que aceite a presidencia de
urna nova sociedade conrtitoida pelos porta-
dores do ttulos actuaes, a qnal tomar a cm-
preza das mitos da antiga ompnnhte e se en-
cartegar do assegurar a coutinuacao dos traba-
lhos.
A no sociedade coustitur-se-hai-oin o capi-
tal eSShnlhecs de francos, emittido em aocSes
de 500 francos, exclueivaiaente reservadas aos
actuaes accionistas e portadores de obrigacoes,
de modo que os beneficios provenientes da obra
sejatn conservados qualles que lhe fbrnecerara
os primeiros fundos.
Para que a coetmuacfio dos trabalhos nao sof-
fra interrupco, aquella sociedadcamtir urn
ernprestuo em obrigacoes; mas nao levantar
o dtnbeiro. senSo medida que o fr precisando
e de modo que as prestacoes dos subscriptores
nao. excedam em cada mez a 20 francos por
obrigaoipv e sejam, sendo possivel, inferiores a
essa quantia.
Depois da conclusao do canal, a nova socie-
dade so reserva para si 8 portento dos lucros
da empresa.
Pagas as despezas de oxploracio, e os juros
das ac/jejj e obrigacoes por ella emittidos, os
92 ", o restantes serao" empregados em reembol-
sar os portadores dos ttulos da antiga compa-
ohia.
Esta combinaco tem a vantagem de salva-
guardar todos os jnteresses em jogo e de por
termo iquietacK dos iportadores dos ttulos
actuaes.
0 Figaro -e a Presse annunciaram a 48 que o
Sr. de Lessepa e o conseibo de adraintetracao
do Panam aseignaram com o Banco Parisiense
o contracto para urna emissao de 60 milhoes de
novas accijes do Panam.
A. primen-a emisso realisar-se-bia no dia 20
de Janeiro.
Bol aira
O re dos belgas, na sua qualidade de Sobe-
rano do Estado do Congo/acaba de instituir urna
uideiu destinada a-reaimpeMsaros ser vicos pres-
tados ubra .da eavilisaco africana.
A nova ordem hamf-se tiHnU* frmna. A
condocoraca) cwnpe-e*Je urna estrella esroat-
lada. de aaco raje8t e. rodcadaateama grinatda
de. folhas de1 palma, bmdo n rentro ama es-
trella de. curo sobre, fundo azul Ns reverso
tem, cm fundo vermelho, as initiaes entrelaga-
das L. S.: Leopoldo Soberano.
A lila aznl toirc. rodo o meio urna fa^ba
amarello- paludo mu larga.
Ingraerra
0 conselho do collegio realzaos meiheos, na
suaeKsso Ja ultima quiri|pfeira, em Londres,
convidou Sir Morefl Mackenae a comparecer no
dia segu n te perante o con seibo para lhe. dar cx-
plicaces acerca da publ cacao do seu livro in-
titulado :
A doenca fatal de Frederico o nobre. -
Sir Morell .Mackeuzio nao compareceu.e o con-
selho, por 34 votos contra 2, adoptou urna reso-
lugo dizendo que lastima -profundamente que
um dos seus merabros se permitttesc escrever
um hvro contendo aecusaces contra mdicos
distinctos. inie o acompaamram no tratamento
de um doenie, aecusacoes que Bose)ustificam
pelas provocaces que segundo o que se diz de
sir Morell Mackcnzic, o levaram a publicar esse
livro.
Dizem de Londres que a Raiuba Victoria an-
uuix-iou ollkialmenta ao presidente da repblica
franceza e ao presidente do municipio de Biar-
ritz a sua intenco de ir pussar o invern a esta
povoaco.
Vai acouipanhada pela priuceza Beatriz, e ape-
zar do seu rigoroso incgnito, o governo francez
destina dous esquadaes de (avallara para fa-
zercm a guarda de honra a sua graciosa mages*
tade.
Continuam na Irlanda as cviccOes violentas
dos reodeiros recalcitrantes, as quaes sao agora
executadas por urna columna de 200 horaens ar-
mados de escudos, eque levam comsigo um vai-
vem de sitio.
Gladstone desmente a noticia dada por nm
jornal allwno. que llie attnbura a uaeuco de
conquistar protec;ac do Papa para a causa da
autonoma irlandesa-, offerecendo-lhe emeom-
pensacao a arbtragem da rnglaterra na ques-
iao do poder temporal.
Na ek-ico de deputado pelo circulo de Gevan
o candidato gladstoniano Wilson leve 4,420 vo-
tos, e o candidato ministerial Spencer apenas
alcancen :t,349.
Este resultado pois um revs sensivel para o
governo.
llli-manlw
de_Saiiiimrj espuca ws a pyoatiaa tiMatsa m alai ariatar.
W*W's'1'fHv(le*appafectodie aualqner
crusa cto.'ou mesmo de descosto.
/ouletr'j prorurou o imperadar.
Reuni a IJ de Jafieiro em Vienn sob n pre-
sidencia e aconvite do archiduque Alberto, o con-
selho.de generaes. com o fim decstudare resol-
ver as raodilicacjoes a fazer na tacticaaieiiofan-
taria e nos^regulamentos militares, em eonse-
quencia de ter sido adoptada no eAireitoaAS-
pingarda>lavti(i|ieti(-Mj.
TelegMphrBBVdc P*%th- qu. Iif- o la:;
eliefc do j8.\.!aii. Imifno aiiflunt'i.*>. lencin'
nava dabaJlii>-ie, em -vista da: o|aairo fei
pelo [MJBjlh'bWii -a.w'ojeida.de reforma lyi-
litar.
A aiwnai de-l'i^/.aprwiti/.iw tal seasaco na
HuugiiajUHe projecta|ieBBsla onaabea- geraa que exts
contra alie.
0 sr. Tasa thvlaroaaJiv de Jaaaro i*oa-
niao do parfMu liberal que o gabinete hngaro
dara a sua demissao, se o projecto da lei mili-
tar eoffrer qualquer modificacao n'uma ou nou-
tra cmara.
Na camarq dos representantes houve no mes-
rao dia um ruidoso incidente quando se discuta
priaelpfi d? Bismarck no "aarlamento federal
dar satisfacio Inglaterra sobre o incidente
Morier ; e reprodnzem o boato de que a reapon*.
sabilidade do inciden'e cabe ao. conde Herperto
d .Bismarck.e aaimperador Guilbernie, quopro-
cederarn tta e ontro sem consuHarem o chan-
celler.
0 Sr. de Bismarck, que regressou a Brlira
para tomar a palavia no rekluiao, tem ti do va-
rias conferencias com os chufes dos differentes
grupos potticos daqueUa assembra, a respeito
da questao co'onial.
Ja ibi apresentado ao consellio federal, o pro-
jecto de lei que.respeito iniorvuuco do impe-
rio na frica. Trata-se de deltnir a situacao le-
gj da speiedade da frica Oriental e de colher
uiforositeH exactas a respeito dos tratados ce-
k>bnrdos aop o sultn de /.aniibar.
Oprojectodedei que foi apresentado no rei-
ckstag aluiniia paru dar impulso e deseuvolvi-
meuto as colonias da frica Orieatal. pede um
crdito de dous mithes de marcos.
O eanito Wi-nian deve seguir para a costa
oriental de frica, lerando comsigo rail solda-
dos, que serSo contractados votuntararaente, e
que serio commandados por trinla olciaes.
Irao munldtw de espingardas de agulha e for-
maro o nuc eo de um pequeo orno de exer-
cito que se projecta organtear na frica Orien-
tal.
O Tauesp&e em evidenciaa funesta influencia
poltica itos aHemes na frica, poltica que
asteaos, os indgenas contra a civilisago eUro-1
pea, e faz notar que o principe de Bismarck tem
perdido tambera muito de seu prestigio da Eu-
ropa.
Um tolegramma de Zanzbar para o Tiotei,
diz saber-s agora que em Tugu foram truci la-
dos quatro ruissioiwrio-. inclusa urna raulher,
estando pridoneros outros tres. missionarios.
inclusa tambera uina mulber. pelos quaes os
rabes exigom quuutioso resgate ; os 2 misis
mu-ios que e-caparam '-rfugiaraiB-se a bordo
dos navios alloouies. E' o praciro casol de
missionarios assassinado* perto da costa.
Acaba de ser d.stribida no reichstag a conti-
nuarn do livro branco acerca da frica Orien-
tal.
Compe-se. de quinze documentos, datados do
16 de Novembro ultimo a 7 de Janeiro do anuo
corrente.
Apparecem entre elles cinco relatorios do
cnsul geral. em Zuncter, u ultimo tos qnmts
foi escripto em.principio d< Uezejnbro.
Os pontos tratados peloi cnsul sao :
! a punicSo iuninaila ao cali de Tango pelo
sultao ;
2o a melhoria da situacao cm Dar-s-Suiem e
Bagani, em. quanlo os tumultos continuam nos
porto.- do su I ;
3 a ampliaco de autoridade que a companhia
alloma na frica oxerce: e, finalmente,, a posSi-
hilidadede se chegar a um accordo com a po-
pulacao de Pangain.
Os outros docamentos refercm-se ao ac:ordo
estabelecido com os gneros de Portugal, Italia,
Austria e Paizes Baixos, relativamente s pro-
vifcaetes a adoptar para. impedir a impertago
de anuas ria.A{r*Orientai,**ao em psrt-
culat da |>articipacao Ja Italia e de Portugal no
bfoqoeio das costas da frica.
Entre os docamentos eneontra-sc tambera um
relatorio do cande) Miraste ir datado de 12 de
Dezembro. Paricipa nelle ao clianceHer, que
em virtude ib- ordens recebidas de Berlim tratou
com o Sr. Gobiet das medidas tomadas e projec-
tadas peto governo do estado de Congo cora o
fim de reprimir a importadlo de arma- enmoi-
ces na Afica central; o embaixador da Alle-
manha fez valer a attitude tomada pela Franca
as suas possessoes no Congo.
O Sr. Gobiet respondeu que linha recebido o
communicado do governo do estado do Congo,
havia tres dias, e que esperava para o negocio
umasolucSo favoravel.
O governo allemio acaba de orenar a parti-
da de urna nova batera de actilharia para rfor-
car a bloqaeio na frica Oriental.
A nova exped;."io commandanda pelo cele-
bre explorador capitao Wissraann.
ODr. -hroeder presidente da sociedade colo-
nial, fez publicar do Wrochoiblalt um artigo pe-
dindo que sejuin considerados os rendimentos da
costa do Zanzbar, como indemnisaco dos pre-
jaizos soffridos petos subditos alleraes durante
a insurreigo.. Sustenta igualmente a these de
3ue o governo deve subvencionar a companhia
a.frica Oriental, con liando-lhe a missio de
reatabelecer a ordem com o concurso de tropas
mercenarias.
Circula no mundo poltico alierao a noticia
de que o ducado de Brunswick val ser restituido
ao seu legitimo soberano, o duque de Comber-
laud, fitho do ultimo re de Hanover desthronado
porGuherme I.
l'arece qne tal rcstituicao devida a instan-
cias da Russia e da Inglaterra.
Segundo tetogrammas de Uamburgo. os pade-
cneutos de rheumatismo e dispepsia lo 11
Geffckeu aggravaram'Se considenrv cimente.
Recete-se.pela sna vida.
O commissario ge ral de polica de Berlim du
Tendu dito .o conde Cj
Czakj, aun i
da inas-icrlo publica, aw'nio
tetro dos cultos
era capaz de
detenterapatria rae nao soabesse allemao,
de todas as bancadas rebentaran enrgicos pro-
testos, e durante cinco minutos o ministro nao
pa le fallar.
Msndenber Simor, cardeal e primaz da Hun-
gra, deu um banquete no seu palacio episcopal
de Gran atiin de festejar o dia de Res.
Ao terminar o jaotar o cardeal' tomou-a pala-
vra, dizendo:
Brindo por sua santidade Leo XIII, nosso
soberano pontfice, cuja misso divina recouhe-
ctda pjc todos os papes, excepto infame ha-
ba.
As palavras do cardeal primaz esto causan
do nos crculos ofCraes, um efleito t5o desagra-
davel, que se diz at que o governo adinoes-
(ar .severamente monseiihor Simor.
Hai/.c BitiM-
0 rei Guilherme levantou-se a 13 de Janeiro e
estove f ra da cama 15 minutos; entretanto o
telegrapho tem dado repetidas vezes a vida d'a-
quelle soberano eflSrpengo.
Dailg Telegraph oceupatse da eufermidade
do rei da ffMlandn, e diz que, embora se nao
Comecaram a 14 de Janeiro os trabalbos do
Lauta(/. ou parlamento prussiano, e na scsso
de abertura do imperador Guilherme II rewloa
um exilente optimismo de apreciaco e de in-
'tuil-s qner no que nspeita s relacoes interna-
cionaes, quer no que toca aos negocios internos
da .AUemauba em gerel, e na prussia en par-
ticular.
A imprensa geralmente prodnzida na Europa
pelo soberano allemo foi satisfactorio e tida
(omo conforme s esperaugas de paz, que lti-
mamente tm predommado no campo da polti-
ca europea.
Quanto adniinistracao do paiz, o imperador
convidou a assembla a oceupar-se, sem demo-
ra, de importantes melhoraraentos, que o estado
florescente da fortuna publica e das linancas de
estado permitte executar. Segundo elle vio
ser bcoeficiailas as sciencias e as artes o clero
protestante e o catholico, os professores vai
tratarse de augmentar e melliorar as vas de
comrauuiea&o, a agricultora, a creago do gado,
etc. Tdmbem se annunna uina diminuiyo no
imposto do sello ea transforinaco da cootribui-
cSo denominada de classes, a que se pretende
substituir um imposto de rendimento.
Vai ser bastante, laboriosa a actual trete par-
lamenta:- em Berlim, onde esto funecionando
ao mesmo tempo Landlay e o reichstag, ou par-
lamento federal do imperio
Entrou em nova fs -to Morier-Bis-
marek.
Segundo 1116 naqacos do correspondente que
0 Daily-Telegri'p D Vienna. n verdadeiro
i tiras que a Gazeta da Colonia tem dis-
parado contra o Sr Morier o principe de Gal-
A folha officiosa do Sr. de Bismarck j tiulm
recuado quanto ao -r. Morier, t-iu preseuca do
escndalo q
da cor; m o li-
mo -lo gr a declarara .que
foradaunpe receoe-
i*a as mformai es obre a oituacSo das tropas
tenha perdido todas as esperancas, nao pode ra-
zoavelinenteadmittir-se anvpoihese de que viva
longo tempo.
Espera-se. portanto. um destmlace fatal, e
pela primeira vez nos annacs da historia dos
Paizt-s Baiyos o povo hollandez vai estar sob o
dominio d uina mulber,, porquanto o herdeiro
directo do throna. a filiado rei Guilherme.
urna crianea de oito anuos. Esta petoaraa ser
chamada a" Minar na Nollanda, e provavelmente
a mi ser nomeada regente de reino pulo eon-
selho de estado {llen eanOtaste) < goveniar
durante os dez nonos da inesoriJade di prin-
ceza.
No lia motivos qne facam suppor que a morte
4o re finilherme leve o povo hollandez a modi-
ficara r-onslitaic,o aue w'liralmimte o rege.
De resto, esclaroce o f&g .V.,"w, est twffi-
cb.'li .'." reiintdo do soberanfi Sdii d. eme nao gosa
precisamente de urna grande popularidade.
awata
0 Daily Telrynpk louva o espirito pacifico do
zar e espera qae a AHemanha nao tara novos
armamentos obrigando a Russia a armar-sc tam-
bom.
Os attimos toli^graaKaas deSnakin do urna
noticia de certa 'gravidade : nada m"nos qne a
cuegada de un vapor conduzindo wm famibas
cossacas destinadas Abyswni.ie dirigidas pelo
coronel cossaco Aiclinoff."
A cliegada d esta colonia sol>resalta as aulori
dades italianas do mar Vermoiho, o navio de
guerra habano tarberigo neleu ordem de se
appor ao desembai-que dos subditos do czar, a
mo ser que eHew reconbceain formalmente o
protectorado da tedia.
s'cossacos resolveram interinamente as dif-
tiauldades desombairamlo na estaro franeeza de
Obock.
Os joraacs oIBciaes desmentein o boato de ter
sido autosisado Atclrinoff para deseqiJfB1p'.ar a
asa-gente eitOboch.
Foram enviadas orden*-tetepraphicas as SBlo-
ikhides Ueste estabeletmentejfrancez para que
se nao pennitta o desembarque sem que os ex-
pedicionarios russos se; submettessem ao protc-
ctotado francez.
Os rtipresentantes da Rossia em Londres e
Roma .foram encarregados de commuiiicar ofll-
cial mente aos governos iuglez e italiano que a
expedico capitaneada pelo cossaco Atchinolt no
su protegida pelo governo russo sinio que esie
fhe adverso.
Assegura se que o teuenle-corosel Vilksnae
plenipotenciario militar da Alleufanha em S.
Petefsburgo, foi incumbido de entregar ao czar
urna carta muito amigavel o muito pacitica do
imperador Guilherme.
O governo russo prepara-se secreteiDeote para
stabelecer < monopolio do tabaco em todo o
imperio.
0 bah daFersia esperado em S. Petersbor-
go no decurso do prximo. Abril; visitar mi
Junho a exposico ae Paris e depois a Hespa-
nha c a Italia.
A imprensa russa considera muito memorada
a situar,So geral da Europa, afigurando-se-lhe
qae ae aceentuam as tendencias pacificas.
Corre nos circuios olciaes de S. Petersburgo,
que se aggra*ou a'doemja, que soffre a impe-
ratriz da Russia desde a catastrophe de Borhi.
O professor Bottren. medico te imperatriz.
aconselliouquechamassemtambenVo r. Leides-
dorf, de Vienna, que tratou da duqueza de l'.um-
berland.
BiilKHiia .
0 alto clero da Bulgaria revolucionou-se aber-
tamente contra o principe Fernando.
Incitado pelo ex-metropolitano de Sofala, mon-
senhor Cleraent, e obedecoodo s ordens do ex-
arrha residente em Constantinopla, o synodo
reunido declarou que nao reconhece o prmeipe
como soberano legitimo da Bulgaria.
Apena o govertio te ve consecimento d'esta
declarasfio sulnersiva, StaubulolT publicou um
Owaas-Bigma e os emires e sheiks das suas
pas.
fcstu*dekxram-queSuafcim una praca mui-
to tortee benidetenibda. que intil continal-
os ataques- contra ella.
PropoeiQj que as fiorcaA mahdistas se concen-
trara-em votar de W'odi Alfa, que apresenta
raaiores probabilidades de ser vencida.
Osmau-Dignja iiu^->arJevantar o cerco de
&iakimbMaao wma4afcil que por fim v--
Jiam a 'aaiyi' ...--w*.- haai's dissidentes.
- -nUtados Hagriis (kwerlaram de Handquh
axJie^ar.aaa SuiBvM, liaa'estes desertores de-
eaa-in qi^tiulia BssWoitaa um coi reio portador
ib*ai-:;'..-dtttnlLi'M. e qaeitMilia chegadoa'Han-
Jas*), viioht'd' Kjawtoiiau^ste homem dissera-
sasHe uBPSBiclapg\-paae varios officiaes es-
taraaa praseiros-da Mibte Vinham todos das
puwacias eiaiatoriaes.
0asriia-awescjiitafa que se dizia que esa
pacha branco era Erain Pacha e que era muito
bem tratado.
Anu/iltar
O Tmm' publicou o telegramraa seguiute, com
a data de 12 de Janeiro.
" llouu; uai aovo coaibate u dia M d'este
mez, em j>ir-s-Satem.
Os insurrectos atacaram a misso allern,
ondwrlmviaesoi'avos'liN'rtados depois de have-
rem sido capturados ltimamente pelos cruzado-
res alle.".ie>. Foram repellidos ale Saudani.
Em Lindi-Kihva trocaram-se diariamente ti-
ros catre os navios e a trra.
^ls indios subditos inglezestypaiu autof isa-
dos pelos insurrectos a circular livremente, e
muitos d'elles chegaram a Zanzbar pelo ultimo
pauelo; mas os sentimentos aqi-germnicos,
nada perdendo na sua intensidade.
Ha dias j. que a Ha vas tem alludidtj a graves
boatos, provenientes deJZanzibar, em consequen-
cia do rei de L'gauda pelo irmo, acontecimento
este que. a coniir/nar-se, faerirtaria talvez a reti-
rada de Kuiin l'a'cli.'i para
ocdenou qua a.guarda de cavallria seposiasse
sempre as ras passagem do iraperadar,.eln
consequencte de terem apparccido urnas cartas,
provenientes da Soissa. contendo ameaoas con-
tra Guilherme II.
Oprincip&de Bismarck fallou no-parlamento
para desmentir os boatos espalhados acerea do
es'ado da sua sade.
Todava segundo noticias de Berlim, a sade
do principe de Bismarck declina diariamente;
os mdicos prescrevem-lhe repouso completo,
mas o principe nao os atiende.
Parece tambem que a sade do imperador Gui-
lherme nao satisfactoria.
O Rheno est completamente cheio de enor-
ii blocas de gelo. que pem em perigo os bar-
Em vista disto este atxa'roinpida a navegacito.
naquelle rio com grave prejuizo. do qpmmercie.
Est fazendo grande sensaco na Allemanhia
uras-opnratao, que acaba de ser executada pelo
professor Bergmano, o medico que. foi de Frede-
rico ID, e o graude adversario de Mackensie.
0 Dr. Bergmann fez, a um doente que tinhp,
um cancro idntico ao do fallecido imperador, a
opera^iique Muckenzic nao consento qne elle
lzesse a Frederico UI.
Bergmano foi assistido na operaco por todixs
osmeicoaqueassistiram doenca do impera-
dor, Krauses e Brarnann, de Berlim, Scbroetter,
de Vienna, e Schmidt, de Francfort.
A operaco deu os mais satisfactorios resulta-
dos, e o doente est inelhor, estado que se po-
da desejar, havendo todas as. esperanzas de o
salvar.
O doutor de Friedberg. ministro da jusca. e
o Dr tensos i presidente dos tribunaes de justi-
ca do imperio, apresentaram a sua demissao.
ittribue-e ge-alinente esta falta accapapai-
xonadae violento doprineiiie de Bismarck con-
tra o professor GuBnien.
tul ilaUiniriu
0 alarme nos crculos militares austriacos e
na imprensa de Vienna por causa da aova con-
centracao de tropas ru-sas na fronteira austra-
ca, prduzio effeito era S. Petersburgo.
U leiiente-ceronel ZouletT. addido militar da
embaixador da Ru-iia, em Vienna. recebeu
trucc6es do czar pelo telegrapho, ordenando-llie
que, f ne, ~
sap Jos e lhe dte
plicou o numero de agentes da polica secreta, e decreto dissolvendo ipso fa&o o synodo e repul-
sando os bispos deSofa, dando-lhes apenas tres
dias para sahirem da capital.
Os prelados, porm, responderam qne nao sa-
hirara sino viva forca
Desmentc-se o boato, de esterera ajustados os
esponsaes do principe Fernando de Coburgo com
urna princesa Belga.
Uto despach de Vienna.para o Jornal dos De-
bates anuunciam terem retentado graves desor-
dens na Bulgaria,, havendo-se espalhado procla-
macoes insurrecionaes em Tirnova e em outras
odades.
O principe Alexaudre de BaUeniberg parti de
Berlim. para Vienna no dia 18 de Janeiro.
O objecto d'esta viagem restituir ao impera-
dor Francisco Jos as condecorac^ies austriacas
qne o defunto pai do principe usava. Em geral
aUribue-sB signilicayo poltica visita de-ex'
principe da Bulgaria a Vienna.
Servia
0 cojfGS>^udale.do, Stoadorf-eai Vie/ina afSr-
ma que se deu uina completa mnlancana poH-
lica. ruaaa em Bctemdo; agora a propria
Russia quem. trabalha para' irazer. a accordo os
radicaes e o.rei'Miln, o que explica o bom xito
alcancado pelo rei na skupcrtina com a re-'
forma da -onstituijao : a Russia querendo avitar
todo e qualquer litigio eventual com a Austria,
tribuicao
a Bu>
bran-
que as i-
que o czar de-

est resolvhtolr agora a Jetear os Estados" bal-' Em23 ib Dezembro houve urna tentativa
kanicos entregues a si mesmos, e-portaulo 'd'este
lado nada ameaca paz.
Segundo telt^rammas de Belgrado a wise mi-
nisterial da Servia, contina por decidir.
0 ex-ministro Waiteh. que dirigi a pasta da
fazenda uo ultimo gabinete radical, recusou-se a
entrar no ministerio, baseando-se na deeorgani-
saco em qu" se encontra a fazenda.
E" esja urna das causas principies da dificul-
dade e^i formar ministerio.
Marro*
0 Reoeile du Maroc passou a r nade
d'uina empreza que deu por elle uina .rata ca-
lada.
0 peridico comecou desde logo a defender a
jurisditaSbrda legacao franceza.
0 archablogo francez o Sr. La.martinire re-
gressou Tnger dando como tenuinada
l!" explorafo ao interior de Marrocos
Fez di't'iODrimeios importantissimos qm> vai
enviar aa ministerio de instrucc.'io publica .1-
paiz. / i
t *>aio
Os deeertore
kipi dizni que se aceentuam as disseiicpes entre
le
sijassinio contra o emir do Afghaiiistan ; q-
do o emir cstaya passaodo revista as suas
pas, ora soidado rea fogo sobre elle, mas erres
o tiro.
0 criminoso foi.immediataraen!e fusilado. .
China
V imperatriz m'ti do joven, imperadoi
na, ba dias entrado rj^ :nainridadc wacabau.
| de-seu lilb, por urna proclaniacao
nos ge
-. Tehdo-
foi preciso una niujii
taosa ebell ia la, Ulna 4
Ksiang- Orenaraos que ella
cubin
cubil

;ualmente
ara o territorio de Uganda.
QWnttet Yi>bcx sobre o assunrpto osro tcle-
gramina qac^ecebeu de Xaazibar :
Importantes noticias acabam de chegar de
Niauza meridional, com datada li de Novem-
bro.
Tsatnm de acontecimentos que terSeprovav..:-
uienie uina grande influencia na futura da frica
central e equatorial.
Urna sauguoolenta revohieo- cebentots em
Ug nda, promovendo a queda e expulsio do rei
Mawanga, e a destruirn das mteses franceza o,
ingleza.
No mez de Outnhso. o n Mawaiiga, que ja
era muito impopular, porque nao buha sqaoesso,
'e-,e o diablico projecto de destruir toda, a sua
:/uniila de corpo. abandonando a em lana ilia
descra, onde os homens de certo, raorreriam de
foi ne.
Os soldados prevenidos, reousaram embarcar
e marchando -obreacidado, atacaram immcdia-
laraente o palacio do rei.
Mawanga. vendo se abandonado por todos, fri-
gio precipitadamente, sendo proclamado rei su
irmo lliwervez.
O novo rei principiou porconliar aos christos
as principaes fuuct-r.es de estado, feto exasjierou
os rabes, que inassacraram muitos dos^jiovcs
funtcionarios. substituindo-os por musulmahos.
As misses franceza e ingelza foram atacada-
pelos arabos, que incendiarn! niBitos navios e
mata rara muito- indgenas convertidos. Todos
os missionarios. no entanto. conseguiram sal-
var-se.
Na oacasio da fuga, a chalupa fc'lfoxor ioi
abordada por um aippopothamo e" ciuco indge-
nas, convertidas pelos uiissionariq froncezs,
foram afogados.
Acroalmeute. todos os rnissionaBa se acham
em seguranca em Usambiro.
P Os rabes' destruiam igualmente a dencia e provises destinadas a EeatevPacha v a
StanleA': comtudo o deposito Msalola nao fui ata-
cado.
O rei Mwanga, prisioneiro dos rabes era Maga,
pedio so<;corros aos missionarios inglezes.
Os rabes escreverara urna carta injuriosa a
M. Mackay, era Usambiro, e exultam, pelo seu
triurapJio era ("ganda, prometteudo fazerabortar
todos os esforcos dos missionarios da frica
Central, tirando assim vinganca da poltica
anti-esclavigista da Inglaterra.
('ganda foi declarado Om reino mahometano.
Sobre este assompto. o Turne* iiisiniia qne a
re'Oluclto que acaba de rebentar. ein Ugamla,
resultado do procedment dos amafies na zona
territorial que est debaixo da sua influencia.
O jornal ingle/, lembra que o proprio principe
de Bismarck reconheceu pubhcamente que os
compatriotas se tinham portado coot-menOs pru-
dencia e humanidade. *
0 Time* de opinio que no estado actual das
cousas, nada se pode fazer para levar soccorro
aos-missionarios que se acham emperigo, no
l interior d'aquelle territorio.
Os acontecimentos do I litoral bastavam para
absorver todo o poder de aegao.
Despachos telegraphieos recebidos de Zanz-
bar confirmara a noticia de que os rabes guar-
das de.eorpo do re de Ugaade, e que esto'-peD*
sava destruir, se sublevaran e destbronaram o
rei, fazendo grande mortandade e propondo-se
entonpecer todas os esforcos dos missionarios ila
frica Central, em desforra d poltica repres-
siva do trafico de escravos.
0 Times, loma o- allemes respsosaveis pela
revoliKjAo de Uganda, dizendo ser ella o resul-
tado de procedknento 'ritaote qw os allemes
raiu-egam cm frica.
0 Times accrescenta que o principe de Bis-
marck pagou de um modo singular, com insultos
a sir Roberto Morier. a condescendencia da '. -
glaterra em associar-se constrangida iacnao al-
terna em Zanzbar.
Diz um despacho de Zanzbar que os rabes li-
zerain fogo sobre urna chalupa ingleza supponde
ser alienta, mas, logo que reconhecer m o sen
erro, deram todas as desculpas.
O Temps publicou noticias de Banana datadas
de 14 de Dezembro, as quaes connruium o des-
pacho de-21 do mesmo mez, despacho- viudo por '
Zanzbar, annunciando que 6 explorador Stan-
ley se reunir no dia 17 de< Agosto r><-::. mareta
da sua expedico em Ureute, e informara Tippo-
Tib de qua se tenha encontrado cora Kmin-I'ach,
nao era Wadelay, mas sim h,'outra loculidade na
margem do lago Alberto, e que tenciona va par-
tir novamente para o lag Alberto no dia 97 de
Agosto.
s allemes contiuuam a ser uuelicissimos na
frica.
Noticias procedentes de Zanzbar dizem que o
bloqaeio da esquadra germnica estabeleceu-se
em pessimas condicoes hygienicas.
Os ofliciaes moriera como tordos.
O cruzador Sopar vio-se obrigado a fazer-se.
ao largo, porque j tinha a tripularSo dizi-
mada*.
Ao mesmo tempo, em tersa a. situacao tem
peiorada constantemente.
Gomecam a faltar os vveres jas colonias alle-
ms, e consta la-que as tribus fb interior esto
se movendo paca atacar os ltimos estsbeleci-
saeotos da Sociedade de Colonisaco.
Diz um despacho de Zanzbar para o Times
,que os rabes atacaram e destruirn! a estaco
dos missionarios allemes em Ttigu, 15 railhab a
oeste de Dar-s-Salem, sondo trucidados oitomte-
siossrios
A muiher de nm dos raissionarips conseguio
escapar carnificina e fugir.
Os rabes levaram corasig forja todos os
secvioB8.s da misso e os escravos alli refu-
giados.
trahauistan

k


I
iario de PemambiicoSe \Xau- feirn Fev-ereiro i de 1869
ivliU

\
)

yt
>
tata e*xta&
cahio frf Misire
tono cubsou f ruados tinga
Risntiag, I^ttpyrrama. Sab-se j que tner-
oa-;mas presmese cue o uurao-
mars considera
EMHdutl nlttoA
- wtnmtjeirna publicara o seguate
resolB^es tonudiii* era sessio secreto
'i^e Washington, a respeiro do
>re propon doSr. E1-
*raun ) senador a caronra dos represiHiiairtefwd*
Kstodss-riiido.s da Amrica, reuui gresso. rcsolvein:
l". Que o ijovorno dos Estados-Unidos ver
com una seria preoreupaco e coni deaaprova-
luatquer inferencia denm fioverno europeu
na con.tra<\ao de quaJquer canal martimo atru-
vez do tsthmo de Daen ou da America central.
c considerar a ingerencia ou fiscalisacio (te tal
genero como mtentatoriu lio* justos direilos
intervsss dos Estados luidos, e como una
amcara contra a sua prosperidade.
i i. Que se pega ao presidente da confedra-
me couiinuniqne a expresso. d'estc modo
de ver do governo dos Estados-Cuidos aos go-
veruos das difieren tes naces iia Europa.
A :i -isageni do presidente Cleveland ao con-
fjresso nnerioauo, diz que a Altenianlia conti-
nu! : asseverr que nao nutre uenlium desejo
de derribar o governo indgena das ilhas de Sa-
moa. nem caatetttu o direito que os tratados coti-
feron aos. E.stados-1'iiidos a associarem-se a el
ta para reslahelecer a ordem naquelle arclupe-
lago, mas s suas proposta? parecem implicar a
preponderancia1 da Allemanha. eventualidade
' que j ruaca tai considerada pelos Estados-Unidos,
e quo e meontrastavel ro:n os accordos ante
ores.
A mensagem diz liunbeni que o procediraen
to dos allemes ein Sainoa, faz suspeitar que
3o respeitada a sua poseo de neutrali-
ade.
A junto senatorial dos negocios externos ou-
vio o Sr. Sevrall. ronsiri geral americano em Sa-
moa. o qtial aflirmou que a opressao allem.'i era
a causa lia discordia dos indgenas, e demons
trou a importancia de raauter pelo menos a neu-
tralidad! u'aqudle archipelago.
Hea'bei'ara ordem de ir a Saraoa dous navios
de guerra americanas* Outros serio enviados a
Panam, na previso de rtesonlens que possam
ai rebentar sehouver suspansao de traba Idos
m eorfatruceo lo canal interocenico.
iras d.- Panam dizem que as repblicas
ano-americanas acolheram desfavoravelincn-
te nrcsohijo submettida a apreciaco do se
u i lo .1 Washington pelo Sr. Edmunds. Os jor-
naes ncw-yorkinos fazem notar que essas repu
ticas conqni-arnm pido seu proprio es forro a
libe; i te c que sao estados soberanos absoluta-
De le Irires para protestar coutra a tnoco Ed
mu::ds. que representa umajinfrarrao dos direi-
t0> i! i.emuaes cTaqurlIes Estados.
O cyrleaa annunciado para II de Janeiro de-
vasto varios Estados ,1o centro e do Oeste A
pou'e p'sil ilo Nigara est destruida. Debai-
p- ruinas da fabrica de liaro de sel i fi-
vn sepult das 17-1 pessoas; se tirarain
cadveres o 1 '6 individuos feridos, mas faltara
la muit pessoas.
I salimi em vrriude do ,-vrlone. o soberbo edi-
ficio que se estova couslruindo eni Pitteburgo,
para a installaco do banco Germnico
Telcgranimas de New-York. noticiando odc-
s istre, dizem que abatirram igualmente as casas
contigo 13 aquella edificago
lone fez grandes estragos as hnhas te-
legraplucas.
Os gov*ruos das repblicas de Nicaragua 9
f: Rica deriiliram suhmetter a arbitragem
o presiente dos Eslidos-Unidos a questao do
tniciilofllo canal de Nicaragua
HYGIENE
A edea* phyj*ia da i-rlaaifas
fR-ti'e tirnlifique/
n
Tod is .is. vicies la gymnastica escolar aeioa
m do carcter que aprsenla de na (eita
por exorei'cios rti/U-iies. Os raethodos artifl-
- il.i exdfci.io tiveram por potito de partida
unta iUu justa, supprir a impossibilitLnle de
appirar feercicio natural ; mas teaderam a
incuiirjpieapi-iUi publiro urna kloia faUa. islo
, que a enanca nao P'le fazer exeretcio se:n
apren liage:n"e sem sujaar-se a om mvlhaslo;
Qu mi ornis complicado o methoilo, nus iF-
licil > a apreadizagem, e mais avultados resul-
tados deie-su aaHardar. Acabamos de ver que o
raciiiciiu -i c a observai;o dos fucos Jodesaieu-
tido formal a esta Opiuno to corre
A gymnastica. arte qw tnuitos consideram
romo tna tapecie-e-a; .leji'.odo ejerci-
cio a.ihinl. uai.. sobo mmto de vista iiygienico.
siuo mu mal tnais grase, um methodo applica-
rel na fall de epusa melhor. por njo se poder
conseguir que a crianra tire beneHctos da gvm-
iastii:;f%8mulan.'a. ((aquella para a qual todo o
eute vivoae-sc in-iuctivauienie levado 0
exerei-ioiainctivii bastara firia-nente para o
at-seiivolvimntodociirpo, se iVinstincvo fosse ou-
vido todas as vezes que falla : mas as romhcjcs
escolares nao permittem enanca ceder ameea-
Sidade do exercicio toda a vez qu* se produ/.
Essa necessidade raudas vezes reprimid-a aflnal
niminufre desapparece. O corpo accommoda-K
vida sedentaria, e a iu-ullicie,. ta produz alinal
a preguica muscular os hbitos de inercia. O
estado de languidez unccwnal. to rommumen-
te observado noje as cida l.-. nao c observara
na crianra, se ella fosse toHoewJ em desejaveis para dar curso a sua aecessidade de
movimento? O mestif de gymnasliea seri* lu-
til si o alumno ver-e i sua disposicSo, cada
dia, durante terapo sudirieute. um Tasto eqtaco
e a perraisao de ndle recreur-ws livretniile-
Seria este todo.o apparelfeo da gjmnastn'.a ua
tural.
Para que, pois, levantar se barra?, olunioa-" e
apnarelnos quando p9de*so djspor de grandes
taboleiros de reir otrde um jarditn emn ras
largas Si a g\mnastica cota ap}Kirellios des-
culpavel quando nao se tera espaco para fazer
outn. o que diremos do* pas-de familia instal-
lado- c.j vasto esppfo no campo. < que nao ruran
de fazer construir um tjytn*a.*i" pun s.-us 1^1 ios.
fluantii i.'fn sua disposiyio todas a- CiadicOes
fara agyinnaslica natural"' A tendencia em
Rrocurar o melhor nao em cousa alguma mais
tuesta do que na educago phisica da crian^ :
faz dar preferencias aos processos complicados
sobre os methodbs naturaes. faz desdenhar como
demasiado simples ou iusutlicieutesos melbores
meios hygienicos. A crianra, acredito-se, nao
pode fazer um exercicio proveitososem o ctnpre-
go dos opnarelbos: conseguintemente faltando
os apparellios, a crianca nao procurar fazer
nenbum exercicio. A crianca pncisa de um
mestre especial para exercitar seus mambros, e
os pais habituam-sc a confiar ao mestre o cuida-
do de fazer com que o filiio faca ejercicios; e
tanto assim 6 que, nf.-a as lices regutamentares,
ninauera pensa, na familia, em dar-teoccasiao
de exercitar-sc. Ninguem a instiga a brincar, a
correr nem u caminhar: nao tem ella dos
vezes por semana um professor de gyaiDastica
A gymnastica instnctiva sob o ponto de
vista bygicnico. a mais adaptada at> desenvolv-
menio da rrianen. Nao merece nenliuma das
censuras que liznas jgytnnasUca coui'a|iare-
Ibos ; nao pode disforma: o corpo, porque 6
exercida com inoviinentos expttMameo?; e. por
constguintc, perieiaoiente cooiartati aotdestino
natural de cada membro nao locali.'iao traiMdba
em urna reguo reatricta do carpo; porque ledos
os msculos sao solicitados pelo instincto a par-
tilhar do exercicio. nao abriga tt criaB5a a
esforces que excedam aos limiteo de suas toreas.
Demais, o instincto convida a criaaca ao modo
de traballio mais adaptado s sua^Mide par-
ticulares de resistencia tadiga; a craBJ^je.
naturai para execatar actos musen
pouco energwos, por;a inultas veas repetidos;
rxerccw* dr veljciduJ' capases de proauzii'a
exertics.
-slorcas >1
^MH^^Btfit de produzir a fadiga laca).
ores tm notado a ma-
ravii atea
r-ua pouc-i tolerancia para a,
o, a satis-
far'. inuistno,
-azer.f demais a alegra brilfra fia;fmH!o-
aooiia de crianra que s< itrega livremente aos
hseu: assatemdos.
Mas a crianca quoevtrespwceve^aawaUMite
gYnnastca natural pode na faeilmente adquerir
cbe*ada udolesceneia. a grande farsa muscu-
lar, i resistencia H fadi^ra, a destoca aow-alto
5 rao dos movimentos etn tuna patevra, asquali-
ades athlyticas e acrobticas qne devem ser
o resultado de'uma edutaWm physica aompteta
Nio se aerar desenvolu-r desde a mais tenra
'infancia eMas quatidades -rtupetlores pie na or-
plrvsica. caracterial n o bometn de RM
trato, sob pena de nuncii confeginr-w ane o in-
divi luoattiBja o maniato de seo vaw f
Esta obieceo e o argumento por excellencia
dos partiaacs dos methoio? arttlicaes de gym-
nasliea. Baseia-se em umu (onfusfto frequentis-
sumamente faita na educacAo physica, entre os
mettiodo8 de a>siiro/cfiiito e os processos de<
aperfeiQoa meato.
Na crianra menor de J5 annos. a educaco
physica s deve ter por objeclivo favorecer o
cresciBwnto do corpo un todas as dimensoe*.
Cumpre antes de tudo, que-lia nesMperiodo,
desenvolva a estatura e o peso; rnbts tarde
aperfeigoar-se-ba a estruc'ura de seus orgftos, e.
l>elo exercicio methodico. conseguir-se-ha o mais
perfeito funecionamento. Nao ser' demasiado
tarde, aos 15 annos, cuidar-se em tornar as car-
nes mais firmes, os mumbros mais musculosos,
os movimentos mais enerfricos.
Aauardando-se esta idade, a edueago physica
deve ter principalmente porobjectivo desviar da
crianra todas us influencias capazes de serrirem
de oDstoculos livre expanso do corpo e ao
inovimento de crescimenlo.1 Ora, entre essas in-
fluencias perniciosas, ha duas absolutamer.tu in-
versas que produzein resultodos quasi MefltvBoe :
a falta de exercicio, que faz com que a crianga
perca as cores, e o excesso de trabalho (jne a
di'fiiha.
Esta importante distinccSo entre a liyiriene do
des uvolvi.nento e a do aperfeicoamento do ser
vivo, nao pode ser melhor compreliendula os
que la cria4o do cavallo.
as grandes coudelarias de corridas, o animal
que se destina s luctiis do hippodromo. e no
qual se quer, por conseguinte, UMWlver at
os ltimos limites a energa muscular e a resis-
tencia ladiga. esse futuro atbreto que dever
algum dia exhibir esforc.o<|musculares incrivets,
tica durante o primeire periodo de sua vida
absolutamente entregue a si mesroo, sem se Ihe
impir nonhum exercicio. At a occasio em
que o seu cresciraento est quasi terminado.
con.-.erva-se em um pasto onde pode ser visto,
urnas vezes itumovel durante horas inleiras,
outras vezes entregarse a corridas desordena-
das, conforme o seu instincto o arrastaao movi-
ment ou ao repouso. S quando completa dous
annos. isto em poca de sua vida que corres
ponde. pelo menos, aos i-"i annos da crianra
entr!gue ao domador ou ao entra/unir quo sao
os professores de gymnastica do cavallo. os
quaes se eocarregom de "desenvolver tuethodtea-
menle sua energa macular e disciplinar aeos
movimentos.
E aiuda quoulo aus cavallos destinados s cor-
ridas, isto animaes escolhidos, nos quaes a
selerro e urna alimentaco boa, produzem u:n
deseiivolvitnento prematuro, sabido que todos
os criadores prudentes ptotestam contra as cor-
ridas chamadas de dous anaos ., que arrui
nam antes da idade adulto as nove dcimas par
tes dos cavallos de puro sangue. Mas, no exer-
cito, onde se exige do cavallo um servico de
resistencia e de duraco, os ofliciaes de remonta
comprara de preferencia os animaes uue nunca
trabalharara. porque sabem que ainansal-os pre-
maturamente causa de muilos deferios.
A" vista disto, aproveitam-se do cavullo, que
conta quatro anuos, idade que representa para o
animal a idade adulto, ou. pelos menos, urna
idade equivalente do c inscripto que dever
montal o. Nao demasiado tarde comiscar nessa
oecasio a gvmnastica do atiimal com o tra-
balho progressivo. c depois de manso, adquirir
elle rpidamente as qualidades que Ihe faltam :
a energa muscular, a destreza, a resistencia
fadiga. Tudo fiuanto se deseja ao compra! o.
que nao tenha dele.ios, que esteja bem disposto
e gordo.
O papel de criador ein pnraeiiv lu,ar, con
seguir carnes abundantes, boa carne : mais
tarde intervir o domador, que moditicara essa
carne muito flaciad, tornar tois d*?o*os esses
msculos: que esculpir, de algum modo, nessa
na---! um animal mais lino, e mais firme, mais
cap-z de sustentar esforros violelrfos e prolon-
ga 1 J(
-un, distingue-se, na hy'gieue do> animaes,
cuja forra e resistencia se quer desenvolver ao
mal- alto grao, dous periodvs bem distingo-
um, de desenvolviment'. outro, de aperfuiioa-
merito: um de rrialo, outro de amanmto e
adestral-o.
A cada um desses periodos perteticem nuxli-
ucadons breieaicos distinctos: no primeiro a
atiutentar-io e a boa ventilaco representan] a
principal papel, no segundo interven! uni'a
mente o trabaiho muscular methodteamente ap-
pticado.
Des te modo basto a gvmnastica natural para
os animaes novos, e licito concluir por analoga
que sera tartamente sulliciente para a crianca,
si esta tivesse como o animal as condices de
espaco e de tempo indispensaveis para satisfazer
o ins'tincto que o arrasto ao exercicio. Si, D0I3,
as coudicOes sociacs s quaes se acha sujeita a
cria nga nao Ihe permitiera entregarse ao exer-
cicio Insnctivo, conviria, ao menos, procun"
para elia process >s gyninasticos to conformes
unto possivel aos que o instincto Ihe sujrgere.
Ora. a forma de exercicio que se anproxima
mais do exercicio natural ojogo (o folgu-loi.
O foiguedo nao sin.o a regulamentaco oais
oa menos inethodica dos movimentos insliucti
os, d'aquelles que qoalquer ser vivo senie-se
levado a execatar espontneamente quando ex-
perimenta a aecessidade de exercicio. Pde-H-
chamar o foiguedo um exercicio natural, por
quanto en todas as especies v-se os animaes
ioveits fi.lgarem, e v-se at os pais exctalos
fazel-o. O ensino dos folguedos, que se enron-
tra em tod n os patzes e em todos os tfmpos,
te ii por ongeui. licito suppol-o, essa tendencia
do svr vivo a educar physicamente sua progtmi-
tnii. excitando-a a entregarse ao movimento.
O foiguedo pelos progressos da civihzaco.
assumio formas diversas e foi aujeito a medio
di- que tciidem rada vez mais a introduzir nelfa
ti.n eleineuto artificial E' assim que u sport
deriva dos folguedos. Os exereicios chamados
de sport nao sao. em geral, sino folguedos que
t.n turnado forma mais-methodica, comportando
mator desenvolvimento de forca muscular, exi-
Smdo movimentos mais complicados e apren-
izagem mais prolongada. algamas vexes
diflcil tragar clarameuto o limite que separa o
sport dos folguedos. A esgrima, a equitaco
e os exereicios de remar, sao variedades do
sport; o cricket dos inglezes tonto um foiguedo
de criangas como um exercicio de sport. Em
summa, sob o ponto de vista hygienico. oceupa
a media entre a gymr astica propriamente dita
e os folguedos; e por esta razio, convm mais
aos adolescentes do que s crianras.
Os jogos constituem a forma de gymnastica
melhor apropriada as iodicaeoes da vida escolar,
porque sao ao mesmo tetnpo hygienicos e re-
creativos. Sao adaptados s aptuies physicas
da crianca, assim como s suas necessidades
moraes. Sob o ponto de visto physico nao exi-
gen! nem esforcos intensissmos, nem contrac-
ees musculares asss localisadas.
Os folguedos, mesmo os mais complicados, sO
exigem umacombinaco de movimentos simples
AWf^WpirBnfa afntf8',Bfo depar
procetso.de axecuco, algumas vezas* tito laaffo
a descobrrr-se, nao pode fazer sinad'ura slnn-
lar^ de exercicio; tedo seu esfbrco limitase a
urna tentativa infructifora, sem wnhum exerci-
cio efectivo : o professor trabalha por ea.
Altn do atio e do raeiocinio e da boaav*-.
rao das fataos.- o metbodo do exercicio pelo
folguodos tem por si a etmerao dos resaMados
adquiridos.
Era a urrica gymnastica das enancas antes do
eomecja1 dete stsculo, e anda nos nossos diar
certos rtovos visintaos-da Franca nao t*m oulv
modo:de edacago physica.
Os inglezes nunca adoptbram a gymnastica
rom'-.tpparetbosi e os belgas depais S& a tprem
usado, itbandonam-na acnialmonte para restabe-
lecerem os jogos'.
Ninguem peder cotilestar a excellencia dos
resultados do metbodo ingle.: Kulre os uossos
visinhos de atm-Mancha, o vigor e a resistencia
dos mancebos sao univenalnieaite roimhecidos,
c seus folguedos escolares ronstituem toda a sua
ti y mnastiia. Mas a adopeo em franca do svs-
temn applicado s universidades ingleeas oca-
siona urna seria objeeeao.
Esses folguedos universitarios sfio oluganlis-
simos. sua applicarao seria muito dispendiosa
para tiossas dasses medias e ret a uien te muito
cima dos recursos das familias pouco abasta-
das, onde se recrutora escolas primarias.
Esta difliculdtide nao lnsupperavel o poder-
se -ia encontrar weioj de democratiaar esses fol-
guedos demasiado aristocrticos e tornar sua
appliraeao menos dispendiosa,
He ha algum tetnpo j horaens distinctos entre
os quaes citaremos em primeiro logar, os Srs
odart e Pierre de l^oubertin. oecupam-se em
adiar a jolucao do problema. Os ensaios que
faz-m. ha seis mezes, na escola Monge-provam
que nao ( impossivel adoptar os folguedos in-
glezes s noaaas iostituicus escolares.
Mas' os ecereicie8 nacionaes da Gr-Bretanha
pertencem antes ao sport do que ao foiguedo,
propnatnent- dito: com muita razio fonun cha-
mados jogoi athleticos, e elles convm prin-
ripalineate nos adolescentes, quando se trata
nicamente das criancas, que nao teem excedi-
do dos I 'i annos.
Para estas, exerricios menos violentos seriara
preferiveis, e coaio taes. lonveriam antes os nos-
sos antigoS folguedos francezes. Infelizmente os
nossos cahiram no esquedmento, nossos pais
ainda folgavam, depois a nossa eeracao comerou
a desprezar os folguedos, e atina!, os nossos fi-
Ihos nao sabem mais brincar.
Forroso nos seria, si adoptassemos este me-
thodo de educaco physica, fazer um estudo
retrospectivo para reconstituir a historia de
nossos jogos escolares e talvez fosse diflicil en-
contral-os
Felizmente este estudo j est feito e pode-
mos, sem ir procurar bem longe, tornar a en-
contrar os nossos folguedos, que j foram aco-
Ihidos per nossos visinhos, os belgas, que ha
j quasi 10 annos, adoptaram a reforma que re-
clamamos.
Grapas a iniciativa de um hornera tito dedica-
cado quanto distincto, o coronel Doux, a Blgi-
ca inscreveu nos seus programmas de gymnas-
tica mais de cincoenta jogos differentes cuja
Diaior parte ainda teera ou tinham outrora seus
anlogos no nosso paiz. O todo desses jogos
forma urna escola na qual pdese esrolher
exereicios de intensidade graduada, si as cir-
cunstancias exigirem um simples desafogo le
espirito ou um grande desenvolvimento de torga
muscular.
D'este modo, de todas as partes o exemplo
dos resultodos adquiridos combina eom o racio
cinio e os tactos pbysologicos para solicitarmos
que abandonemos os hbitos antigos.
A opinao publica, finalmente, a julgarmos
por publicages litterarias recentes, parece pro
nuuciar-se pelas reformas que j de algum tera-
po reclamamos.
Sabemos perfectamente que difliculdades ma-
teriaes de installago e ornamentarias tornarfio
lalvez um pouco laboriosas as modificares to
deseja veis de nossos programmas de educaco
physica. Nao uos perteiire investigar' os meios
deexecuco de urna reforma to necessaria.
Quizenios nicamente esforcar-nos por estabe-
lecer a sua urgencia sob o ponto de vista hy-
menico convencidos de que ella ser realizada
opportunamonte.
Realmente, s esse progresso pode comple
tar-tf na Blgica 'porque ser impossivel em
Franca f
B'ebsasd Laoranoe.
ifWrtiv'
uBc,*9rv<
e d attitudes naturaes; a gymnastica com ma
chinas, pelo contrario, necessito de combinagttes-
anormaes na associago dos msculos.
Nos folguedos convm correr, saltar, trepar,
bat r, etc., cousas estas que a crianca tem feito
desde que nasceu.
Ha gymnastica comapparelhos preciso erguer
o et rpo do chao com coadjuvacao das mfios,
firmarse nos punhos. cabriolar em torno de urna
baria, etc., e nao sendo o corpo humano natu-
ralmente destinado a executar esses |movimen-
a crianca nanea os praticou ; deve apreu
fJos to laboriosamente como aprendeu a an-
me.-itos j conht4SS, a gymnastica acrobotica
^Taensinar mov>emos noyos.
por estos razes V os ,foJ?aeq5 n50 of'
era nunca s criang> as difhculdades conl-
oar ,iv,e3 s da gymnasticiwiropriamente dito.
Si a aprendizagem dof.l)(Wao3da nao e per-
cSm.
mas ganuar ab menos os benebeios
exeiticto.-
" Mas quando se trata desses raovii
as da gymnastica cota ipparolbos
rae erisava outrora pela alavra sigr
tiysicos
do
os auor-
seca-
iva.de
REVISTA DIARIA
Curre le polica Tendo o Sr. Dr. Anto-
nio Firmo Figueira de Saboia, chefe de policia
dista provincia, solicitado e obtido urna licenga
de 3 mezes para gozal-a fra d'aqui atiento o
estado precario de sua s.iude. por acto da pte-
sidencia da provincia, de houtem datado, foi
designado o Sr. Dr. Uario Cavalcante do Kego
Albuquerque, juiz de direito de Taquaretiuga.
para exercer interinamente o cargo de chefe de
polica.
S. S. hontera mesmo presin juramento e as-
sumio o exercicio desse cargo para o qual so-
bramlhe aptides, j provadas na magistratura,
j-em outros cargos pblicos.
Ca aiheiroN la Kpoeainformam-uos
que o Club Carnavalesco Cacalheiros da poca.
no prximo carnaval, olerecer ao publico-(fas-
ta cidade urna importante critica ao seeulo actual,
para o que os respectivos socios mo teem pou-
pado esforcos nem despezas.
Aiiii\ -ruarlo* Aniauli fazetn 40 annos
que os rebeldes da Bevoluco Praaira entcaram
na cidtide do Reeife.
No da 4 fazera 36 annos que fallecen a
princeza do Brazil D Maria Amelia; e faz um
anuo que falleceu o Dr. Manoel Euphrasio Cor-
reia, depuiado pelo Paran e presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Tiro ao alvoEra urna das galeras da No
va Haraburgo fez bont-m noite Madarae Blan-
ehe. recentemente jhegada esto cidade, exer-
cicio de tiro ao alvo cora armas Galland de va-
rios systemas.
Assistiram ao exercicio diversas pessoas, al-
gumaa das quaes lomaram pnrte nodivertimento.
A experiencias foram fritas na distancia de
12 metros, garantindo, porm, Madarae Blanche,
que as anuas de que se serve acertara o alvo
com preciso na de o metros.
Aiian.'ia T,i franqueada ao publico esta nova
divers&o, que, em umitas cidudes da Europa e
da America, atiabe concurrencia, e, servindo de
distracco. simultneamente instrue os diletan-
tes no emprego das armas e na pontana.
Cear.e Rlo-lirande do NortePelo
vapor Pirapama, da Companhia Pernambucana,
tivemos hontem folhas do Cear at 33 e do Rio
Grande do Norte at 27 de Janeiro findo.
Nada referera, porm, toes folhas que merega
meucio respeito das respectivas provincias.
imprema de ParlaPelo Atrato rece-
bemos os ns. 182 e i&3, de 6 e 13 de Janeiro fin-
do, da Revue $ud-Amrkaine, e o n. 214, de 13 de
Janeiro, do peridico LeBrz.
ferro* ia do Caxanc Acuantia, dia
da festa de Nossa Senhora da Saude do Poco da
Puneila, vigorar pela manh a tabella ordinaria
dos trens da ferro-via de Caxang tarde po-
rm sero expedidos trens s segrales horas :
Ida -Reeife Monteiro imha principal. 12
e lr2 h., 1 h c 1(2 h., 2 h., 2 e I|2 h., 3 h., 3
e 1|2 h., 4 h., 4 e 1[2 h., 5 h.. 6 h., e 10 h. e 30
m. at Dous Irmos; pela linhado Arraial : 6 h.
e 30 m., 7 h. e 40 ra., 7 h. e 50 m., 8 h. e 23 m ,
8 h. e 5.> ni.. 9 li. e 25 m. el h. e55 m.
IdaReeife Varzea-12 b. e 40 m., 2 h.,3
h. e 3t> m., 5 h., 6 h. e 30 m., 8 b. e 25 m., e 9
h. e 55 m.
JdaRetfe Dous Irmos pelo Arraial s 12
h eSOra.
UaCaldeireiro Dous Irraaos : s 2 h. e 25
m., 3 h. e 25 m., 4 h. e 25 m., 5 h. e 25 m., 6 h.
e 25 m., 8 e 12 h., 9 e Ij2 h. e 10 e 1|2 h.
VoltaMonteiro Reeifelinha do Arraial :
1 h. e 30 m., 2h. e 5 m, 2 h. e 30 m., 3 h e 5
m.. 3 b. e 30 m, 4 h. e 5 m., 4 h. e 30 m., 5 h.
e 5 m. e 5 h. e 50 m.; pela linha principal : 6
h. e 45 m., 6 h. e48 m., 7 h. e 10 m., 7 h. e 43
m., 8 h. e 15 m., 8 h. e 45 m, 9 h. e 15 m., 9 b.
e 45 ra, 10 h. e 10 m. e 10 h. e 55 m.
Volta De Dous Irmos ao Caldeireiro s 2
li. e 5 m., 3 h. e 5 m.. 4 b. eS m., 5 h. e 5. m.,
6 h. e 5 m., 8 ?. e 10 m., 9 h. e W m., 10 h. e
10 m. e 11 h. at o Monteiro.
VoitaDa Varzea ao Reeife : 1 h. e 43 m., 3
h. e 13 m.,4 h e 48 m., 6 h. e 15 m 7 h. e 40
m. e 9 Ji. e 40 m.
. Cofama Ferro-carril 0 gerente
desea companhia adoptou para ter coaiero no
Mine
'De mportera "fctTjlHB pu-
> ellas :
1 Augmento df permetro tas fiassagens de
100 rete nos carrde das fuatro gWodes liohas.
passando os reenectiBO pontos para o seguin-
tes lugares : paraas iiahavde Maadafaaa e Fer-
nandos Vieira a praga do Conde d'Bu em frente
a matriz da Boa-Vista; para* a de Afufados,
tonto por Herval eomwper Caxlas, a entrada da
ra fraperialponto.de juncfSdos dooi ramaes :
para a de Santo Amaro a esquina da ra da Au-
rora oom a ra do Lima.
2.- Modificacao dos horarios das linhas de
Magdalena e largo de Cinco Ponas, sendo que
na priraeira o horario ser o mesmo tanto ios
dias uteis como aos domingos e dias santifi-
cados.
3." Converso das duas linhas da Boa-Vista e
Santa Isabel em urna nica Hnha eircular pelas
duas pontea e peto ruada Aurora, de forma que
o carro que v por urna voltapela outra ponte e
viee-versa. A contogem do percurso para pa-
gamento das passhgens ser : em ida pela pon-
te da Boa-Vtsto at a estaco de Olinda e pela
nnie da Santo Isabel, at u esqukn da ma da
perainz ; en volta pela poute da Boa-Visto
desde a estaco de Olinda at o ltedfe, a- pela
onte de Santo Isabel desde a esquina da ra
a Imperatriz at ao Reeife : de forma qne para
qualquer ponto da ra da Aurora a passagem
ser serapre de 100 res
4." Suppresso da pratica que estova adoptada
de nao se receber passagejfos de 100 reis nos
carros extraordinarios.
Os novos horarios don carros da companhia
v5o publicados na setjro competente.
Bendlmenio* publico As segumts
estacoes arreradaram em Janeiro :
jitpauipjH
Jproflssftes relativo ao Io semestre do
exercicio crranla det8flP|"f ndandO'se paito
sem multa no dia 28 do referido mez, depois-do
fue ser'cc*rao> cam a malta dla*/.
Jiaao* dtencias destaiuizo-temlugar *m easa:-,d,si,-, o.*nll tl.jlfci|1*
denoia do juiz de paz major Marcono de .Souz' &
Travssos, ra da Unio n. 23, as segundas er
quint-feiras de rada semana, s 9 horas dama-
ana.
fMrectoraa da ana de Mierva
finio Porto de Pernambuco Reci-
te', 30 de Janeiro de 1889.
De i8H9 990:897 72!
1888 1.023:69:14289
1887 824:869*160
1886 723:75i5t*l
885 797:230*919
llrce.brdor'a Geral
De 1889 31:380*637
1888 42:700X569
1887 35:337*066
- 1S86 :i:i:Wt*l08
18S 36:174*533
Rscebedoria provincial De 1889
2i7:445-5355
1888 298:610*562
. 1887 242:867*230
188ti 208:5:i79i:i
'885 24o:394 918
Piara de nunaeruro Recebemos
de
referente aos preeos
numeraco dos pre-
Lislia a seguinte carta,
das placas destinadas
dios.
Nao recebemos, porm, as amostras que se
referem os [Ilustres signatarios da carta :
Lisboa, 19 de Janeiro de 1889-Exms. Srs.
Tendo nos lido em alguns dos jornaes que
se publicara nessa cidade que a Assembla Le-
gislativa Provincial, approvou apesar de vigorosa
pposico de alguns dos seus dignos membros,
um contracto feito pela Cmara Municipal era que
esta obriga os ptoprietarios a collocar nos seus
predios as placas le unraeraro, fomecidas pelo
contractante mediante a quantia de 3*500 por
cada urna, tendo apenas este por condiccao esta-
belecer sera dispendio algum da Cmara placas
para a designacJo das ras, pracas e travessa?
da cidade ; oflerecemos a Vv. Facs. os modelos
das placas que se adoptara aqu para a numera-
ran das casas, que s&o collocadas'pelos proprie-
tarios e nao por mpOSirSo da (Jamara, e bem
assim das que se adoptain para designa;o das
Sraras e ras as quaes -custam, as pnmeiras
00 ni< cada unta a retalho, devendo sahir em
porco maior por 340 res, que aliendendo ain ia
ao cambio provavel que tem havido poderao cus-
tar atii 680 res ou 8011 ris moela fraca, as se-
gundas custara a retaltio 2*300, e era tnaior por-
co a 2*250.
llevemos alm disto observar que estes pre-
eos podem ser scnsivelmente mais baixos se a
encominenda for feita directamente para Ingla-
terra pois estamos certos que a porcentogem do
interesse para o revendedor nao ser nunca in-
ferior a 20 %
Se o numero de propriedades que existem
nessa fr de 12000 como diz o digno gerente
da Companhia das Aguas no seu relatorio de
18-3, calculem Vv. xcs. as grandes vantogens
que \ai aufec* o contractante e qaacs as conse-
quencias deimelhante contracto.
Como proprietonos. pois, que somos nessa
cidade, nao pdenlos ileixar de fazer sentir por
este fact o osso desagrado e levantar o nosso
.protesto contando cora o apoio de todos os de-
mais ptoprietarios interessados corao nos para
que nao seja satnceionado era instancia superior
o referido contradi
" As quatrO' platas que temos a honra de en-
viar a Vv. Eses, paraos nuriieros e dosignaco das
ras sao para serem postas em exposiio em
local evidente e acccssivel ao exame do pu-
blico.
Terminando, pedimos a Vv. Excs. o favor de
iraanrroverem no seu muito lido e acredHado jor-
nal esta nossa carta, dignndose acceitor desde
ja os protestos de nosso reconheciroento e consi-
deracao. De Vv. Excs. amigos alfectuosos, venera-
dores e obrigados.Adriano A. A. Jorddo, Jos
d'Assimprao Otiveira, FnMCB) Ignacio i'Oli-
veira.
Verlmento lravr No da 20 deste
mez, pelas 8 horas da noite, no luga Cascavel,
do termo de Gravat, Moyses Aro Dias c seu
irtno Joo Baptista, ferirara gravemente com
dous tiros a Virgolino Jos-de Souza.
Das diligencias procedidas pela autoridade
competente veriticou-se ser cumplice do crime
Theodora Mara de Jess, mi dos dous crimino-
sos, a qual foi presa.
.Para fentejar o rarpaial Domingo
ultimo organisou-se a commisse abaixo men-
cionada para promover os festejos na ra do Li-
vramento, durante os tres dias do carnaval.
A commisso a seguinte :
PresidenteCaldiuo K. deJIedeiros.
SecretorioSeralim F. Maia.
ThesoureiroJosi'- Teixeira Lopes.
Directores-Jost Francisco Dias.
Manoel B. Borges Cmara.
Albino Moreirur de Vouza.
Joaquim Dias de Andradc.
Antonio Marti ns Ferrira.
Adolpbo F. Paiva e Silva.
Alfredo Baptista de S.
Joo da Cuuha Vascoocellos.
Manoel Dias Sdva Guimares.
Bemardino Costo Maia.
Taeairo Alegre, Recebemos h*ntem e
agradecemos o 2* fascculo da publicacSo sob o
titulo cima, do Sr. Ribeiro da Silva.
Agradecemos.
Canwlno Familiar Realisa-sc boje a 4*
reunio desto sociedade sita ra da Imperatriz
n. 66, residencia do Sr. Lemos Duarte.
Os soejos procurar&o seus ingressos na mo
do Sr. thesoureiro.
Juiv.o do 4vel Sendo sabbado santifi-
cado dar audiencia o Dr. juiz do civel, sexto-
feira 1* de Fevereiro.
Servico militarEstio designados para
superior do dia hoje o Sr. cupito Manoel Ansel-
mo, e para ronda menor o Sr. tenente Maeiel da
Silva.
A guarniroda cidade hoje feita pelo 14
batalho de infantera.
A guarda da Tliesouraria commandada
boje pelo Sr. tenente Jos Beserra de' Meneze*
S.
Xa enfermara militar existem em trata-
mento 46 pracas dos corpas da guarniso.
Foi 8 ibmettido a inspeceo do saude o fur-
riel do 2 batalho Manoel Barbota dos Santos,
e o parecer da junta medica militar foi elle
achar-se soffrendo de rheumatismo articular chro-
nico incuravel, que o torna incapaz do servico
do exercito.
Por telegramma do ministerio da guerra
de 26 do mez findo, foi mandado continuar a
servir na qualidade de addido como se acha na
companhia de infantoria do Rio Grande do Nor-
te o Sr. alferes do 14 batelhSo Francisco de
Paula Fernandes Barros, at que haja a reorga-
nisagao do exercito.
Juiz de pa* do Pere O cidado Fir-
mino Manoel-d Silva Braga, acha-se no exer-
cicio de juiz de paz do 3o auno do districto do
Peres (3 de Afogados) d audiencias as segun-
das c quintos-feiras, s 3 boras da tarde, em
sua residencia na estrada de TigipiO n. 19, des-
pachando onde fr encontrado.
mdaatria e ** Segundo o
regularaento que baixou com o decreto n. 9,870,
de 22 de Fevereirode 1888, comeca hoje. 1 de
Fevereiro, a cobranca do imposto sobre iattuS-'
Boletim meteorolgico
B , a>
Horas zUz > 2 o c* Barmetro a 0" Teosio O iVttpOT a S s
i
6oT. 2"-9 761-15 10^04 76
9 29"-4 761-98 19,77 18
12 30-4 762-23 20,46 65
3 t. 89-4 761-32 ,77
6 28 -fs 761-69 20.33 72
Temperatura tnaKima30,50.
Dita minima -25,00.
Evaporac5o em-24 horas -ao sol: 8-,2; som-
bra : 3-,3.
Chuvanulla.
Direcco do vento : SE d&mria noite s 3 ho-
ras e 55 minutos da manh; ESE at feoras e
5 minutos ; SE ate 9 hora* e 18 minutos; ESE
ate 1 hora e 30 minutos da torda; sE at meia
noite.
Velocidadc media do vento: 1- 94
gundo.
Nebulosidade media: 0,26
Boletim do porto
por se-
o
t
5
1.
C
B.
P.
Dia
30 do Janeiro
31 de Janeiro
Horas
954 du. maulla
4-19 da tarde
HO-39 .
451 da manh
Altura
0-.3O
2-,80
0-38
2-.72
i.t-iieEffectuar-se-o os segrales :
- Hoje:
Pelo agente Gusmo, s H hora?, no ai-
ra a zera ra Mrquez de Olinda u. 48, de 59
pecas de roupa para mascaras, fuzendas, gene
ros, etc. : s 11 horas, no mesmo armazem de
d.ms cavallos corredores.
Segunda-feira
Pelo agente Britto, s 10 1 2 horas, prara do
Conde .. Eu n. 18, de armaroes e mais pertences
da taverua ahi sita.
aixiax fnebreSero celebradas:
Hoje:
As 7 horas, na igreja da Santa Cruz, pela alma
de Elisio Aloerto Silveira; s 8 horas, na ma-
triz da Btia-Visti. pela alma do Visconde de
Uaqui do Norte ; s 7 horas, na matriz de S. Pe-
dro Martyr de Olinda, pela alma de Deocleciano
Augusto "de Souza Lobo; s 7 horas, na matriz
da Boa-Visto, peta alma de D. Mara Possidonia
de Burros e Silva; s 8 horas, na igreja da Santa
(.mz, pela alma de Elisio Alberto dj Sil-
veira.
Segunda-leira :
As 8 horas Da matriz da Boa-Vista e igreja da
da Conceiro dos Militares, pela alma do Dr.
Manoel Euphrasio Correia; s 8 Ij2 horas na
Batan igreja pela alma de Antonio Pedro de
Souza -oares: s 8 horas, na igreja do Poco da
Panella, pela alma do professor Antonio Candido
Fe reir.
Paaaelro*--Cliegadu- do norte no va-
por brasilcTO Pirapama :
Fumino Francisco da Cunha, Bellarmino de
Paula, Jos Ferrira dos Santos, sua s.-nliora, 2
filhos # 1 irra, Miguel A Dantas e 3 irmos,
Uenrique Anluoes, Joaquira-F. Barbosa Tinoco,
Fabricio Gomes Pedroza, Miguel Antonio Ribei-
ro, Vicente Antunes, Dr. Jos S. de Miranda c
sua senhora, S. Antonio de Miranda, Maria da
Conctsico, Jos Virgolino de Souza, Jos Seve-
riano e Manoel Augusto.
Sabidos para o sul no vapor inglez Atrato :
Ildefonso Siines Dr. Luiz Jos Pereira Si-
raes, Amancio Ramos, Joaquim Teixeira. Sil-
vestre Gomes de Araujo, Antonio Matheus Costa,
Joo Antonio .Prannos, William Raglies, Emilio
de Souza e Wenceslao Jos (iaptista.
Bennlao norialllavera domingo a se-
guinte :
Do Monte-Po Typographco Pernarabucano, s
10 horas do dia, na sede social ra do Coronel
Suassuna n. 41, 2* andar, em sesso ordinaria.
Operartet cirnrftleaa Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 31 de Janeiro,
as seguintes:
Pelo or Estevo :
Amputayo da inania indicada por um tumor
nbro-sarcoma.
Pelo Dr. Bcraido :
Extracgo de catarata senil dura pelo proces-
so de Wecker.
Casa de Detenoao -Movimento dos pre-
sos da Casa de Deten<*ao do da 30 de Janeiro
de 1889.
Existiara 432 ; entraram 11; sahiram 7; exis-
tem 436.
A saber:
Nacionaes 400: mulheres 15 : estrangeiros 21.
Total 436.
Arracoados 383.
Bons 362.
Louco 1.
Doentes 20Total 383.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Manoel Leite de Oliveira.
Alexandre Jos de Sant'Anna;
Joo Jos Estoves
Jos' Galdino Moreira.
Tiveram alta :
Mauoel Gomes de Lima.
Francisco JJereira da Silva.
Uunpiiai redro II O movimento deste
estabeleciraento de darilade, no diav29do cor-
rente, foi o segrate;
Entraram 8
Sahirain 7
Falleceram 2
Existem 39"
Foram visitadas as respectivas enfermarla;
pelos Drs.:
Moscoso s 8 ti2 Cysneiros9 3[4, Barros So-
brinho s 7, Berardo s 11, Malaauias s 11.
Pontual s 9, Estevao Cavalcante s 9 14 horas.
O Dr. Simes Barbosa nao compareceu.
O cirurgiSo dentista Nvpna Pompilio s 8 14
horas. *
O pharmaceutico entrou s 81|4 da mann e
sabio s 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7 1]2
da manh e sahio s 4 horas da tarde.
Lof<-rla do fcram-ParaA 3* parte da
24* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
120:0001000, er extrahida, quarta-feira, 6
de Fevereiro.
Cemiterio PublicoObituario do da 30
de Janeiro de 1889:
Isabel Maria da Conceigo, Parahyba. 49 an-
nos, solteira, Graca : erysipella perniciosa.
Antonio, Graca; encepnafite.
Mariano, Pernambuco, 14 mezes, S. Jos ; dqp-
tico.
Vicente, Peraa mbuco, 7 dias, S. Jos ; ttano
dos recemna8cido3.
Casimiro Lucio Jorge, Pernambuco, 19 annos,
solteiro. S. Jos; tubrculos pulmonares.
Euzebio Guilhcrme d'Assumpcao, Pernambu-
co, 45 annos, solteiro, Graga ; tubrculos pul-
monares.
Mara, Pernambuco, 13 mezes, Reeife ; ente;
rite.
Diomzia Maria da Conceico, Pernambuco, 2i
annos, solteira, Boa-Visto ; aaetma palustre.
Leopoldo Joaquim Honorio, Pernambuco, 27
annos, solteiro, Boa-Visto; entero colite.
Josepha Maria da Codceico, Pernambuco, 35
annos, solteira, Boa-Visto ; leso mitra!.,
Andr, 1 anno, Santo Antonio ; espasmo.
Um pouco de tudo
L-ee no Paiz, da corte :
Acka-se em poder de um empregado da
estrada de ferro D. Pedro II um relogio
de prata, que, conforme as veraoes at
Jioje sabidas, paree a ter perteacido a Ti-
tttdentea.'
Esse relogio foi comprad., a nm velho
mineiro, <|ue veadeu aeraelhante'. pzcioii-
dade por rerdadeira insignkfiaaciB, izen-
do>que tal fazia por preeisac. Unum relo- i
e este, 'alm ie estar
parado, ao eneoatrava quem con-
certatse, ..etireavcniou anda o iagnnuo
volbo, explicando- a trausaooSo: -djM-
tar'de Ihe. ter viuta^'tutinha, poisi fci
do riosso Tiradtntm^ **uv puamptc a
\deifaur-n\t~MLt\t ovrqm nao jareifer pora
nada:
Se ben qm;-'* firrros (vnlhoevaes obri-
grrem adistwnflar^aapretioidadesr.histo-'
ncasy esta, todava, tem alguma verosi-
ralhanca. E o beu actual proprietario,
mocoi ci iterioso, "proettra taita IcjiikiUb
de prora. tt Ttrtula* no vsan anas
Relogt'tdoTiradeutes.
*
Om sa^iebeiro de tem, viabinadlos 1a-
nipios, qu3 qoasi o nao ridacsawam- Soer
exposicao dos seus productos as poxaa
da sua cana cmmci-cial, imaginonnm riosomeio de apanhar um. gwtunp com i a
boca na botija.
Entre os paios e salsichas expoetea,
collocon o sansicheiro um pniode tuna &p-
parencia seductora e que tttrahia oleares
eubio.sos. da, pessoas qne s Ihe apprOxi-
mavam da casa.
Um larapio procurou lugar eommoo sorrateiraraentc e comonnaior habilidade
oceultou-o dcbaixo da blusa e deitou a
andar.
Tinha dado algnns passo, quando.' *-
mecaram a gritar agarra. )>ega /atrwfc.'.
E elle, por sua vez, gritara tainbem:
agarra, ptga larao !
E deitou a correr em perseguicAj i-de
um larapio imaginario.. Nao contuve, po-
rm, o desgranado com .-o espirito. ooge-
nlio.-. i do -jilsielieiro, que baria pruadido
ao apoio i.m barbante que tinha na-eattre-
midade nraa caixa de folba cheia de'pe-
dras.
Tanto mais corra o gatuno, uuaior era
o barulho feito pela eaixa precipitadamen-
te arrastaila.
E foi eiivergonhado como a raposa apa-
nbada pela galiinha, que'o amador de.paios
gmtuito foi conduzdo ao cemmissariado
de polica. t
*
* *
Houve iia pouco tempe erupeo de uto
volcio ni? ilhas Lipn : o curioso, (porem,:
que coincidi com Umn erupclo subma-
rina, a utn kilmetro a leste da illia.
O mar ;oiiio pie fenvia e 'de roe. ^*^
quando sahiain das agua^ podras que ea-
biara a grande altum. Visto de Milazzo,
na Sicilia, o espectaculs era grandioso '-
I

i

Lemos em correspondencia'de New-
York. que a carapanha da alta''dos presos
do trigonaquella cidade acabou^)or-grande
desbarato dos especuladores, tal e qnal
como o tinado sindicato' do eafie.
Houve alguma differen9a entretanto,
porque mua duaia de expertos do conlaio
se retiraram a temo" com o bonito, mas
Ilegitimo lucro de 6.O00000*. Agrande
maioria dos especuladores ficou depenaa.
Dessa tentativa "de monopolio de gene-
ros alimenticios ficou urna licu, e que
a especula 9X0, por mais forte e por -mais
hbil que seja, pode perturbar momenSa-
nearneutoo mercado, mas Uto pode per-
turbal-o permanentemente.

SPORT
llrrliv Club de Ptraambuco
A' assembla geral convocada para hontem ao
meio.idia, iSMnpareceram cerca te SO accionis-
tas. .
O Sr. cpmmeodador Joo J. de Atnorim que pre-
sidio a sesso. expoz aos accionistas presente&que
nao tendo sido apre.se 11 todo ainda pela comaiiaaao
fiscal os balancetes referentes receita e despeza
ferias, deviilo issoao pouco ttetnpu dota
dato da inauguraco alo Derby. era de -opinio
que fosse convocada-nava ssembla gcml para
tomar conhociiuento de taes assumptos.
Em visto de tal declarac. fallaram diversos
accionistas entre os. qus os Sr. Dr. Fereira
Jacobina, tenente-coronet Oliveira Castro e Dr.
Oliveira Fonseca, opinando todos.pela nova con-
vocaro da assembla ^eral, qne desdedoeo ficou
marcada para o dia 30 de Margo vindouro.
MHHammmmmmmmm 1
1HDICACQES DTE1S
l Dr. Cerqueira Xe#c, tem o sen-escripto-
rio aberto ra Duque de Caxias n. .74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Esjjecialidades molestias de e-
nhoras e crianzas. Telephone n. 321?. ,
Dr. Joaquim Louieiro medico e partei-
ro, consultorio ruado Cabug u. 14,
1.".andar de T2 Ss 2 ^a: tarde; sideuuia
no Monteiro.
Dr. Barretto Sampaio d consultas-de
me: >-dia ds 3 horas no 1.a andar da casa
a ra do Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia jua Sote de Setembro n. &4, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a laragem do tero quando e co-
mo ac selhada. Consultas das 11 ia
3 da tarde em sua risidencia ra do
Bom Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1.*
andar.
Dr. Joao'Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoras e de crianzas, cota
pratica nos hospitaes de Pars e de Vicua
d'Austria, d consultas de 1 s 3 horas da-
tarde em sua residencia ra do Barao da
Victoria n. 59, 1 .a andar. Chamados a
qualquer hora.
Advogatla*
O hachar Witruvio Pinto Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1." andar.
O Dr. H. MileJ mudou o seu escripto-
torio de a.drocacia, para a ra do Impera-
dor n. 46, 1- andar,aahwla frente.
Oecalista
Dr. Ftrtsira.' com pratica nos princi-
paes hospitaes e clnica de Pars e Lon-
dres, d consultas todos os dias das 9
horas ao meio-dia.. Consultorio e resi-
dencia ra Larga do Rosario n. 20.
Serrana a vapor
Serrara a vapor c offiema de camping
de Franci'co dos Santos Macedo, caes do
Capibarihe n. 23. Este grande esbibele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra e vende madeiras -le to-
das aa qalidadaa, aerra madeira do -
ta alheia, assim como prepara obrs*s da
campia por machinas por prex; -em
competan jia.Pernam:
-
1
y



j '
I
:

I


Diario
ae

emamDuco--K5exi
de Fevereiro de 1889
Faria Sobrifi&o & C. droguista por ata
cado, ra do Mrquez de OfincLi d. 41.
Drogara
Francisco Manad da 8va& C, dejxjsi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
oas e medicamentos homeopticos, ra do
Marques de Oliada n. 23.
du e aovldade*
Mm Koblet de volta de sua viagem
previne as Exmas. familias e as suas fre-
guesas que troiixe tudo o que diz respeilo
a modas e navidades.. Ra do Imperador
n. 44.
PBLICACES A PEDIDO
lllaas. e Eum. rs. redactores
do Mostr Diario de Prrnaa
baeo. >
Queiram Vv. Excs. desculpar se com palavras
Importunas venho implorar de Vv. Excs. uoi
grande favor, proprio das almas que desejam
patrocinar a causa dos innocentes.
Incluso envio-llies um pequeo artigo em res-
posta ao que dissu a Prov neta de houtem (30)
sob a epigraphe Subdelegado Presepista.
DjscoQhecido de |Vv. Excs. venho pedir o
grande favor de na sua columna de 9nUicacoes
i pedido inserir essas poucas palavras em favor
ae um pobre innocente, que por um liberal de
costumes equvocos, est sendo desmoralisadu.
Passando a festa na Venda Grande em compa-
nhia de urna familia e de meu Ilustre mestre
Dr. J. J. Seabra, presenciei os factos que a Pro-
vincia allega, e sao elles falsos por estar a re-
acco da Provincia mal informada.
Por isso espero que por Vv. Exc. sere atten-
dido. .
De Vv. Excs. suhscrevo-me agradecido
Franasca Jeronymo Pacheco Pereira, estudanle.
Ra do Rosario da Boa-Vista n. 27.
Recife, aos 31 de Janeiro de 1889.
wubdt'li-gado Preaepluta'.
A Provincia de quarta-feira trouxe um artigo
as solicitadas a pedido do Sr. Jos Innocencio
de Jess, que a todo o transe deseja perseguir
o pescador Pedro Cancio.
Affiruia o Sr. Jos ser o presepio da Venda
Grande freque^tado pela peior gente do lugar.
Admira me muilo do Jos Doutor affiancar tal
phrase. pois quem este [anno fui passar a festa
nesse lugar ia aos presepios e nao era canalha:
alm disso deve ento figurar no rol dos canil-
litas a sua propria mi, pois muita; vezes vi-a
nopresepio.
O Sr. Jos Macabyba diz que o presepio dan-
sava n'uma casa contigua a sua, quem foi cstu-
dante de direito devia saber qual a significacAo
da palavra contigua, pode muito bem ser que
oe coqueiros de Simio Pinto fzessem o meu
amigo esquecer a lingua portugueza, passemos
adan te.
O Sr. Jos Innocencio de Jess era um dos
frequentadores assiduos do presepio e o seu en-
thusiasmo as vezes chegava a tal ponto que da
va para arrematar palhas de coqueiros por dous
mil ris.
Diz ainda o Sr. Jos estar ameacado em sua
existencia por Pedro.
Presente estava eu quando deu-se a polmica
entre os Srs. Innocencio e Pedro: aquello langa
mao de um formidavel ccete e logo abri um
caivete de moia.sendo este niesmo senlior o pro-
vocador da questo, este entao vendo-se amea-
cado apromptou-se para resistir ao combate,
nao contente disso entra para casa para ir ver
urna pistola, e se o Sr. Jos estava em seu juizo
deve lembrar-se que um dos apaciguadores fui
eu. Poneos dias depois sua propria mai dissera
que quem alguma cousa fizesse em seu querido
Jos havia de envenenar charutos para matar
v Veja pois o Sr. Jos qual o aggressor e qual
* aggredido.
Diz ainda o meu bom amigo Jos que o sub-
delegado de Muribeca tem presepio que faz e
que acontece. Fallemos a verdade ainda que
eeja urna vez; talvez oue por serem de partido
contrario nao se gosfem, mas que o Sr. Anto-
nio Paes Barreto vai ao presepio fazer questo.
' falso, foi poucas vezes ao .presepio, c isto
mesmo em compatihia das pragas e para garan-
tir a ordein ; o i Ilustre subdelegado merece elo-
gios pelo seu proced ment.
Caro amigo Jos melhor rccolhor-se ao si-
lencio e quando deitar-se para dormir lembrc-
ge de rezar urna Ave-Mara pelas almas do Ma-
rinheiro e do preto pescador Velludo, nao sei se
me entende, se quizer posso ser mais claro, eu
sei da cb roica toda
Providencias pois devo pedir ao Ilustre Dr.
ebefe de polica e nao o seohor: tem honras de
gato, arranha e esconde as unhas.
F. J. P. Pereira.
Ao commercio
Antonio Rodrigues Gomes e Silva, de-
claia, que de hoje en i diante, se asignar
Antonio Rodrigues Gomes" da Silveira.
Recife, 30 de Janeiro de 1889.
--------------*ie4iiac---------------
Festa de Santo Amaro em Ja-
boallio
No dia 3 do corrente, s 6 Ij2 horas da
tarde,' proceder-se-ha ao hasteamento da
bandeira do Glorioso Padroeiro Santo
Amaro, sahindo da residencia do digno
Sr. thesoureiro, onde se reunir a Ilustre
commissao de festejes, e dahi sdguirSo
para a matriz acompanhados por urna
marcha aux-flambleaiu". precedida por urna
banda de msica, que executar as me
Ihores pecas do seu variado e attrahente
repertorio, antes e depois das novenas,
que se iniciaran.
A festa ter lugar no dia 10, e para o
respectivo brilhantismo a benemrita com-
missao nao tem poupado esforcos, tanto
da escolha de bem organisada orchestra,
como na ornamentacao da matriz.
O programma ser publicado logo que
a incancavel commissao haja obtido da
digna directora da estrada de Caruar
um trem que todas as noites saia daqui
depois das novenas.
JaboatSo, Io de Fivereiro de 1889.
_--------------?--------------
Nao ha nenhum remedio mais eflicaz para a
cura e preservacao das enfermidades do figado.
hepatites dos pautes quelites, epleen ou hypocon-
dna. clicas biliosas, que as
Perolai de Durandr do D'C'lerCan
(ITHEB THIRIBINTHINADO)
Segundo os testemunhos dos mdicos mais il-
lustres.
O Ether therebntbinado tem a indiscutavel
propriedade de ac mar as atrozes clicas e os
vmitos que to frequentemente acompanham os
clculos biliarios e certas nevralgias hepticas
(Trousseau).
Este antigo remedio de Durande, que tem
promettido dissolver os clculos biliarios, tem
cumplido sua promessa, posso affirmal-o (Pro-
fessor Bouchard).
Doses: As perolas de Durande do DClertan
prescrevem-se em numen de 6 a 10 por dia, de
preferencia hora das refeigoes ou com urna
chicara de caldo, tisana, etc.
Fabr.: Casa L. Frere, 19, ra Jacob, Pariz.
?-------------
Prevenimos ao publico que, ha i algum toni-
no, se vende como Xarope de Rbano todado de
Grunmdt C, to connecido para combater o
Ivmphatismo, osagre, eiupges da pelle as
c reancas pallidas e delicadas, como para impe-
dir o enfarte das grandulas do pescoco, dissol-
vel-as e excitar o appetite, um xarope falsifica-
do que, to smente no rotulo, se parece com o
de Grimault. Exija, pois. o comprador que o
papel amarello, que envolve o frasco, traga es-
tampado o nome de GrmauU & C. em relevo, e
em filigrana no corpo do papel do prospecto;
faltando este requisito, por serem frascos ante-
riores ao de Noverabro proxmo passado, re-
clame do pharmaceulico urna factura confirman-
do a legitimidadc.
Progrmala da festa de Vossa
Menkora da ande do Poco
da Panella
Ao alvorecer do dia 2 de, Fevereiro,
urna salva real seguida de innmeras gi-
rndolas de fogaetes annunciar a toda
freguezia que chegado o anniversario
festivo de sua padroeira, percorrondo di-
versas ras a msica do 2o batalhSo de
infautaria.
A's 8 horas ter lugar urna missa ro-
sada em intencoo dos que concorreram
para a festa.
A's onze horas entrar a missa solem-
ne, sendo a orchestra dirigida pelo maes-
tro Jlo AlveB da Silva, o qual exhibir
urna das melhores partituras sagradas do
seu repertorio, cantando um solo o Sr.
Scolari,
No Evangelho o Revm. conego Antonio
Eustaquio da Silva, com sua palavra un-
gida e sagrada pronunciar urna das mais
bellas oraedes em honra da Virgem da
Saude, precedida de urna magnifica syra-
phonia.
A's 7 horas entrar o Te-Deum, depois
da oracao sagrada pelo Revm. Fu, Pedro
pa Purih'cacao r'aes e Paiva.
A's 8 1|2 horas ser arriado o estandate
da Virgem, que ser conduzido casa da
nova juiza, com a mesma pompa e
acata-
mento com que foi basteado.
A's 9 horas se queimar um grande e
magnifico fogo artificial, especialmente
encommendado ao primeiro artista neste
genero, Tito Francisco de Mello, cujo fogo
ser intercalado de baldes, fogos de ben-
gala e morteiros, dando fim a festa urna
salva real.
Durante a larde haverao diversos diver-
timentos populares e soltar-se-hao diversos
balSes de novo gusto.
Hippodromo do Cam-
po Grande
Chamamos a attengao das Ilustres directoras
daquelle Hippodromo e do Derby, para idade
com que estao inscriptos diversos animaes para
as prximas corridas de 2 e 3 do corrente, e no
meadamente o Monitor, que sendo inscripto em
corridas antecedentes com 5 aunos, acha-se ago-
ra inscrioto com 4 anuos. Da idade dos ani-
maes djeBpende o peso que devein carregar, e
assim flH vez de.augmentar diminuc.
Esperamos da) dignas directoras providen-
cias, do contrario servir o presente de pro-
testo.
Muitos proprietarios. '
EDITAES
A tsica
gadas, urna
W. t
A Ii*ira !
SO O NOME SPA.NTA !
E' como dizer : a morte por polle^
urna, a dissoluco do corpo e dS
COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 31 de Jaseiho de 1889.
O movnento limitou-se a pequeas transac-
goes no mercado de cambios e a venda de alguns
lotes Je algodit.
j utuu fiuii, miuviuyiv *** ^W. |#V ^ *-
vida, dia por dia, hora pbr hora, e alinal, por
minuios; isio no tempo ; na materia ainda
peior; a dissoluco por libras, por oncas, por
gritos, por tomos, por molculas, at se sentir
apagar como urna faisca !
Istc chamara os mdicos o -periodo terciario,
isto o periodo sem espuranca, o periodo mor-
tal e fatal.
Poii bem, se mesmo j no segundo periodo em-
prega-se sem interrupco a Eiulso de Laninan
4 Kciup, nao ha perigo de que chegue o terrivel
tercianoj e comecando nc primario questo de
poucos dias e de poucas garrafas o curativo radi-
cal da molestia,
Isto um tacto provado, demonstrado e irre-
casavel.
Si existe um remedio para a tsica ainda no
seu estado mais perigoso, este remedio a
Emul.-ao de Oleo de Figado de Bacalho de Lan-
man & Kemp, a qual preparada com o oleo
mais puro da Noruega e os hypophosphitos de
cal, soda e potassa, segundo os principios mais
acabados da scieocia.
Aviso
O abaixo assignado tendo deixado de
fazer parte da extincta firma Reis ceiro, tem a satisfacao de participar ao
corpo commercial desta pra$a e a todos
os cavalheiros e Exmas. Sras., que sem-
pre o distinguiram com a sua proteccao e
amisade, que abrir brevemente ra do
Cabug n. 11 A, urna nova loja de joias,
onde expor o que no genero houver de mais
moderno, de mais rico e de mais artstico
nos centros principaes da Europa, para
onde seguir em breve a escolher o seu
so rt i ment.
Emquanto nao vai fazer pessoalmente,
como julga do seu dever, recebe desde j
para a Franca, Al^emanha, Suissa e Por-
tugal as orden.- dos cavalheiros e Exmas.
Sras, do seu conhecimento, que o quei-
ram honrar com as suas encommendas,
para qualquer d'aquolles paizes.
Faz ainda -cente que, para tudo
que fr concernente a trabalho de ou-
rivesaria, pode desde j ser procurado
na loja indicada, aonde tem um habi-
lissimo artista europefl, que mandn vir
expressamente, o que trabalhou durante
imiitos annos nns acreditadissimas offici-
as Leitao & lnuo, de Lisboa.
Nestas condicoes, e com a sua longa
pratica de ourives, acha se suficientemente
habilitado a poder executr com prompti-
dSo e pericia qualquer encommenoa, com
?[ue o queiram honrar os seus amigos e
reguezes.
Antonio Augusto da Silva Reis.
Cambio sobre Pars, a vista 348 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, vista 96 0/0 de premio,
do banco.
O presidente,
Candido C. G. lcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Caaafelo
Os bancos abriram com a taxa de 27 5/8 d.,
modificando logo as tabellas para 57 II
Houve algumas transaccoes em papel particu-
lar a 17 5/8, lettras escassas.
No Rio nao houve alteracao as cotacoes, que
continuaram a t! 9,16 bancario e 17 li/M* par-
ticulan, escasso
? *2
i 1
I5 3
TABELLAS
AFFIXADAS
a
a
I
t H
S
1
I
=5
-r-
S g
O de i-
15 kilos.
Algooao
sorte do sertao foi colado a 6*100 por
A e\portacao. feitapela alfaudega ueste mez
t o da S9, subi a z. SOI 674 kilos, sendo----
1164.218 para o exterior e 37.456 para o inte-
rior.
Saccas
As entradas verificadas at a data de hoje so
oem a 27.904 saccas, sendo por:
Barcacas.....
Vapores......
Animaos.....
Via-ferrea de Caruar.
V'ia-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea de Limoeiro
Hippodromi > t !< > Campo
Grande
Pan dircflnrm
Dr. Francisco de Paula f'.. de Ara ojo.
Dr. Lui/. Antonio Cavalcaiiie.
Capito Joaquim Inno<*iici(i Gomes.
Milito* ::ie querem.
O patacho dinamarque/. Tiior, carregado
por Luiz Jos da Silva (Juinarics, levou para
Montevideo, 1.120 barricas. 220 2 e 220/4 com
assucar branco, 100 barricas cm dito masca-
vado.
.Coaros
Nio constou vendas.
Agaardrolr
Cota se a 804000, nominal, por pipa do 480
litros.
5.' secco.Secretaria da presidencia de Per-
nambuco em 29 de Janeiro de 1889.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia se faz publico, conforme solicitou a presi-
dencia da provincia da Parahyba, para conheci-
mento de quem interessar possa, que sfio cha-
mados concurrentes para o contracto de abaste-
cimento d'agua dita provincia, de conformi-
dade com os editaes abaixo trauscriptos
O secretario interino,
Manad Joaquim Ribeiro.
Por esta secretaria se faz publico de ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, e para
conhecimento de quem interessar possa, que
dentro do praso de sessenta dias, contado desta
data, aceltam-se nesta repart cao propostas para
ser contratado, com puem melhores vantagens
oflerecer, o servico do abastecimento d'agua a
esta capital, na conl'ormidade da le provincial
o. x27 de 6 de Outubro de 1886 visto nao terem
sido aceitas, por deficientes, as propostas apre-
sen tadas no praso fixado no edital de 8 de Ju-
nho do anno passado, servindo de base para o
contracto e preferencia as coudicoes seguintes :
I.
A presentara o conti actante, a contar da data
da asignatura do contracto e em praso estipu-
lado pela presidencia da provincia, as planta* e
nivelamento dos terrenos comprchendidos pela
cidade at os mananciaes por onde tem de pas-
sar a ivde de encanamentos, e, bem assim, o
prospecto das obras d'arte necessarias ao l'unc-
ei.inainent da empreza, trabalhos que devem
ser examinados por um ou mais profissionaes
nomeados pela mesma presidencia.
V
Fornecera diariamente na razio de 160 litros
d'agua de superior qualidade para cada habi-
tante, ou 2,400.0'H) litros em 24 horas para a po-
pulacho da capital, calculada em 15.000 almas.
3.
A agua fornecida dever attingir ao ponto
mais elevado di. jidade e com pressao suflici-
eute.
4.'
Assentar dez chal'arizes pelo menos e nos lu-
gares designados pela presidencia da provincia.
iffj 5.'
Empregar na conslrucco das obras mate-
riaes de pnmeira qualidade, devendo ter os ca-
nos dimetro e espessura de forma a resistirem
a pressao do liquido e a permittirem urna des-
carga que esteja na conformidade do disposto
na coudico 2
6.'
Far passar o encanameuto geral pelo ecutro
das mas, obrigando-se a repor no seu estado
primitivo toda rea por onde elle passar e bem
assim suas ratnificacoes e derivacOes.
7.'
Empregar canos de ferro no encanainento
geral e ramificacao, e de chumbo as derivacOes
para as pennas e chafarzes, tudo como eiu ge-
ral se pratica em idnticas emprezas.
8.'
Nao cobrar mais de dez ris por cada caneco
de 20 litros d'agua.
9.
Fornecera agua s repartices provinciaes pe-
la metadeda taxa eslabelecida para os particu-
lares e gratuitamente aos estabelecimentos de
caridade publica na razo de 100 litros para ca-
da habitante e por dia
10.'
Fornecera tambera gratuitamente, no caso de
incendio, a agua necessaria a apugal-o, a brindo
as torneiras t chafarizes dos lugares mais pr-
ximos do sinistro.
II.'
Collocar obrigatoriamentc penas d'agua em
todos os predios, cujo alugucl mensal for calcu-
lado em OOOO ou mais correndo a despeza 4o
consumo d'agua por conta dos proprietarios ou
de seas procuradores, e nao excedendo cada
penna a 4M00 por mez, a< aliada a sua descarga
na rozno de 6 habitantes em 24 horas.
11-
das cacimbas
e pocos particulares, sob pena de multa e prisao
Ser prohibida a venda d'agua
O patacho dinamarquez
para Montevideo.
Thor, levou 10 pipas
por pipa de 480
2.737
1-277
8.144
1.384
1:792
12.370
Somma.
27.904 Saccas
5

i_i.

MI
3
^
Li
MJ,
z* Qc_
.
81
'I

i i
\

5
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2 ^
CC 30 lf
Bolsa
.S OFFICIAES DA JDMTA DO COB-
BECTOBES
Recife, 31 i Janeiro de 1869
obre Londres, 90 d,v. 27 5/8 d por l,
do banco, ltom
Dito sobre dito, 110 il/v. 17 1/1 d. por 1,1000, do
banco.
Pito sobre dito, 90 d, v. 27 1/f d. por 1*000, do
ba:
Pelo vapor inglez Arago, carregado por Pe-
reira Carneiro 4C, foram remet idos 866 saccas
para Liverpool.
0 vapor inglez Cyrene, levou tambem
4.407 saccas para Liverpool.
Asanear
Os pregos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
cundo a Associaco Commercial Agrcola, foram
Alcool
Cota-se a 145*000, nominal,
litros.
a
Mantem-se a cotaco de 504000 por pipa de
480 litros.
Fana da alfaudega
saiuiu > 28 di januio ilm pvcnt:iB0
di 1889
Yule o Diario dei7de Janeiro
Livros 1 caixao a Joa \V. de Medei-
ros, 1 a J. H. Boxuell, 1 a S. QuimurSes
&C.
Mercadorias diversas 1 volume a T.
Just, 1 a Manoel Collafo & C, la Gui-
maraes Cardoso & C, 1 a F. Lauria &. C, 1
a Wilson SonsA C, 1 a H. W. S. Bird, 1
a W. Webster, 1 a M. J. de Miranda.
ProvisiJes 5 caixas ordein, 2 a J. Howe.
Queijos 34 caixas a Joan Fernandos de
Almeida, 5 a Albino Fernandes & C, 3
ordem.
Tecidos diversos 27 volumes ordem
38 a Luiz Antonio Sequeira, 2 a Rodri-
gues Lima & C. 22 a Goncalves Cnnha
O., 4 a L. Maia & 0., 8 a Olmto
Jardim & C, 3 a A. Santos &. C, 11 a
Machado & i ereira, 5 a Joaquim Agosti-
nho & C, 6 a Leonel Dias da Silva Grui-
marHes, 12 a A. Maia & C, 4 a R. de
Carvalho & C Tinta 1 caixa a JoSu W.
de Medeiros.
Vinho 1 barril e 1 caixa ao Dr. A.
Coelho.
e ter direito o cootractante a apropriar-se das
fontes publicas e a outros favores que depende-
cm da administraclo da provincia.
' 13.
Picar o contractante dispensado dos direitos
provinciaes.de todos os materiaes precisos para
as obras at a sua installaco.
14.-
Serao comecadas as obras dentro de um Snno
a contar da data do contrae^., e estarn termi-
nadas dentro do praso que se ajustar, sob pena
de caducidade e em ambos os casos, salvo torca
maior em que os ditos prasos podero str proro-
ados pela presidencia da provincia, sob as con-
icOes que se coovcncjonarein.
15.-
O contractante prestar nanea idnea no The-
souro Provincial para execuco do contracto,
conforme se convericionar ou iar o deposito de
10.030*000 como garanta do cumplimento de
suas clausulas.
16.'
A falta do cumpriuieolo de qualquer das clau-
sulas que forera jjstipuladas determinar a mul-
ta de 10 "jo sobrio valor do deposito e a perda
do mesmo em benelicio da provincia no caso de
recisao do contracto por igual motivo.
17.
No acto de lavrar-se o contracto a presidencia
da provincia accordar com o contractante em
outras condices que forem convenientes.
18.'
A presidencia da provincia ter um engeuhei-
ro junto a empresa que ser por esta remunera-
do, ou pela provincia no caso de ser subven-
cionado pela empresa.
19.
Para o funcciouameiito da empresa ser ex-
pedido legulamentopela presidencia de a cordo
com as condicOcs do contracto.
20.
1 0 coutracto nao poder ser transferido a ou-
trem individuo ou companhia sem permisso da
presidencia da provincia.
Secretaria do governo da Paralaba, era 29 de
Xovcmbro de 1888.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
. EDITAL
Por esta secretaria se faz publico de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, e para
conhecimento de quem interessar possa, que
tica prorogado por sessenta (60) dias o prazo
marcado no edital de 26 de Novembio do anuo
prximo passado, no qual se declara que accei-
tain-se nesta repartico propostas para ser con-
tractado o abastecimento d'ajjua esta capital,
na conformidade da lei provincia! n. 827 de 6
de Outubro de 1886, visto nto terem sido accei-
tas por deficientes as presentadas no praso
lixado no edital de 8 de Juuho de 1887.
Secretaria, do governo da Parahyba, em 4 de
Jaueiro de 1889.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
I ns[..-, toria <>!>: ia I las Ierra* < eo-
lonisa. o ilc (.- iiaiuluii n. cni Z9
de Janeiro de IHH9.
Faz publico para coiiliecinici''o dos nteressa-
dos. o edital abaixo transcripto, pelo qual se ve1
achar-se esta inspectora autorisada a recelieros
pedidos para introdueco de inmigrantes u'esla
provincia.
lupcctoria geral das torras e colonisaco :
O inspector geral faz publico para conheci-
mento dos inleressados, que d'ora em diante de-
yem ser ditigidos a esta inspectora geral ous
inspectoras especiaes as provincias os pedidos
de immigrantes para o servico da lavoura, os
quaes competclhe satisfazer a" proporeo que fo-
rem chegando os ininiifirantes, conforme as pro-
videncias tomadas por S. Exc. o Sr. ministro da
agricultura.
Em seus pedidos devem os Srs. proprietarios
leclarar. alm do numero, a nacionalidade dos
inmigrantes que prefcrem, as vantagens que
Ihes oflerecom, a denominaco e o nome da lo-
calidadc mais prxima para onde devem ser en-
viados.
F. de B. Accioli de Vasconcellos.
DECLARARES
ra Imper d ponto d juneco dos dous ramaes
para a de anto Amaro a esquina da ra da Au-
ra com a r. a 8o Lima.
2." Modili cacao dos horarios das linhas de
Magdalena e largo de Cinco Pontas, sendo que
na priraeira o horario ser o mesmo tanto nos
dias uteis como nos domingos e dias santifi-
cados.
, 3. ConveFso das duas linhas da Boa-Vista e'
Santa Isabel em urna nica iinha circular pelas
duas pontes e pela ra da Aurora, de forma que
o carro que v por urna \olte pela outra ponte e
>ice versa. A contagem do percurso para pa-
ganiinto das passagens ser : em ida pela pon-
te da Boa-Aisla at a estacao de Olinda e pela,
ponte de Sa ita Isabel, at a esquina da ra da
mperatriz ; em volta pela ponte da Boa-Vista
desde a estatjao de Olinda at o Recife, e pela
ponte de Santa Isabel desde a esquina da ra
da mperatriz at o Recife f de forma que para
qualquer ponto da ra da Aurora a passagem
ser sempre de 100 rs.
4. Suppresso da pratita que estava adopta-
da de nao se receber passageiros de lOO rs. nos
carros extraordinarios. ,
Os novos horarios a que se referem estas mo-
dilicaces vilo publicados abaixo.
Recie, 30 de Janeiro de 1889.
Carlos Alberto de Menezes,
Gerente.
< J
I
Companhia Ferro Carril
DE
PKRNaMBUCO
Do dia i de Fevereiro cn diante sero adop-
tadas nos servicos desta companhia as seguiu-
tes modilicaces :
!. Augmento do |>erimetro das passagens de
100 rs. nos carros das quatro grandes linhas,
passando os respectivos pontos para os seguin-
tes lugares : para as linhas de Magdalena e Fer-
nandes Vieira a praca do Conde d'Eu em freulc
a matriz da Boa Vista : para a de Afogados,
tanto por Herval como por Caxias, a entrada da
Linha circular
Pelas pontea de Boa- Vista e Santa Isabel
TrajeloII niiiiulow
BOA VISTA S. ISABEL 7.40 BOA-VISTA 1.10 S.ISABBL
' 8.42 12.48
8.46 8.24, 1.34 1.32
930 9.08 2.38 2.1$
10-14 9.52 3-22 3.00
10.58 10.36 i.06 3.44
11.42 11.20 4.50 4.2t
12.26 12.04 5.34 515
Largo das Cinco Pontas
TrajeloO minuto*
Ida Volffi Ida Volta
000 6.20 12 40 1.00
6.40 7.00 1.20 1.40
7.20 7.40 2.00 2.20
8.00 8.20 2.40 3.00
8.4 9.00 3.2- 3.40
9.20 9.40 400 4.20
10.00 10.20 4-40 5.00
10 40 11.00 5.20 5.40
11.20 11.40 6.00 6.20
12.00 12.20

Linha da Magdalena
TrajeloII minutos
Ida Volta Ida Volta Ida
4.20 504 10.47 11.31 5 12
B 4.55 5.39 11.09 11.63 5.23
5.17 6.01 11.31 12 15 B 5 34
5 39 6.23 11.53 12.37 5.45
6.01 6 45 B 12.15 12.59 5.56
B 6.23 7.07 12.37 121 6.07
6.34 7 18 12.59 1.43 6 18
6.45 7.29 .1.21 2 04 6.29
6.56 7.40 '1.43 2.27 6.40
7.07 7.51 2.05 249 6.51
7.18 8 02 2.27 3 01 B 7.02
7.2 813 249 3.23 7 13
7 40 8.24 3.00 3.44 7 35
B 7 51 8.35 3.11 3.55 7.57
7.02 8.46 322 4.06 8.19
8 13 8 57 333 4.17 8.41
8.24 9.08 3.44 4.28 9.03
8.35 9 19 3.53 4.39 9.25
8.46 9.30 B 406 V50 9.47
8 57 9.41 4.17 501 10.09
9 0* 952 428 5.12 10 31
9.19 10.03 439 5.23 10.53
9.41 10.25 4.50 534 11 15
10-03 10.47 5.01 5.45 11.37
1025 11.09 ~
os seguintes:
Brancot; .
Someno .
Mascavado purgado
oruto.
Rtame .
2X200
U700
1*300
1*140
*O00
Colonia Isabel:
Branco !
. .
3 .
Someno .
Mascavado .
Usma Pinto:
Branco 1*
. 2 .
Someno .
Mascavado .
2*800
1*800
1*400
1*240
1*000
2*700
2*400
2*000
1*800
1*400
2*400
2*300
1*700
1*340
A exportacao, feita pela alfandega. neste mez
at o da 29, attingio a 17.816.273 kilos, sendo
10.176.356 para o exterior e 7.639.717 para o
interior.
As entradas verificadas at a data de hoj so-
bem a 274.352 saccas, sendo por:
Barcacas
Vapores.....
Animaes.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
106.842 Saceos
13.042
16026
98.911
37.737
174.551 Saceos
Pelo vapor inglez Cyrerte lo por di-
versos, foram remettidas pa-a Liverpool, 10.518
i ar mascavado.
O patacho americano t; gado por
B< xwell. levou para o- Estados-Unidos,
9.800 m assucar mi.scavado.
\avos carga
Lugar americano Arthur C. Wade, para Estados-
Cuidos.
Patacho inglez Peggie, para Mentevido.
Patacho dinamarquez Catharinc para Uru-
guayana.
\avios descarga
Barca poitugueza Nodo Sileucio, varios gneros.
Barca norueguense Frida, carvo.
Barca norueguense Frilhyof, carvao.
Barea noruagueuse Professor, madeira e bren.
Barea ingleza Helen Izabel, bacalho.
Barca americana /. F. Rottman, carvio.
Barca ingleza Sabrtna, farelio.
Barca portugueza Tentadora, kerosene. '
Barca norueguense Celer, carvio.
Barca sueca Augusta, carvac.
Brigue dinamarquez Catharina, varios gneros.
Brigue sueco Pepita, carvo.
Brigue norueguense Bertha, carvao.
Lugar nacional Marinlto Vil, crvo.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
lnnportaco
inglez Atrato entrado de.
Sou-
Vapor
tbarapton e escala em 30 do corrente, e
consignado a Amorim IrmSos & C, mani-
festou:
Amostras 39 volomes a diversos. l-
bum 1 caixa a J. F. de Mendonca.
Cha 6 grades ordem, 3 volumes a J.
Francisco do Nascimento, 1 ao Dr, A.
Coelho, 5 caixas ao capito Lacy. Chum-
bo 30 barr s ordem. Cartas para jogos
1 caixa a Oliveira Basto & C. Cerveja 25
caixas ordem.
Drogas S volumes ordem.
Esteiras G rolos a Joaquim Gonjalves
& C
Ferragens 6 volumes a Companhia de
Beberibe, 2 a O. de Mttos IrmaoB. Fo-
lhas de ainco 8 Francisco E
lho de Andrade.
Vapor ingles Atrato, entrado de Sou-
thampton e escala em igual data e con-
signado a Blackburn Needham & C, ma-
nil'estou:
Alfafa 200 fardos a Pereira Carneiro
4C, 'O a J. Lopes Barros. Aveia 20 far-
dos ao mesmo.
Xarque 2:000 fardos a Amorim Irmaos
4C.
Exportadlo
RKGIFS. 29 DE JAJiBIRO DE 189
Para o exterior
No vapor inglez Arago, carregaram :
Para Liverpool, f. Carneiro & C. 12 saccas
com 856 kilos de algodao.
Na barca americana Olive, casregaram :
Para Liverpool, Julio Irmo 1,000 saceos
com 75,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Novo Silencio, carre-
garam :
Para o Porto, L. Lima 100 saccas com 6,482
kilos de algoddo ; S. B. Amorim & C. 96 saccas
oom 7 079 kilos de algodao.
No vapor americano Finance, carregou :
Para New-York, Leo Hess 247 couroa salgados
com 2,964 kilos, 2 barricas com 150 kilos de
borracha e 12,247 pelles de cabra.
Corojo interior
No patacho dinamarquez Thor, carregou :
Para ruguayana, A. Guimaraes 60 barricas
com 4.727 kilos de assucar branco.
No 'brigue norueguense Norma, carrega-
ram :
Para ruguayana, B. Oliveira & C. 1,400 bar-
ricas com 121,130 kilos de assucar branco e 10
ditas com 1,170 ditos de dito mascavado.
No patacho sueco Amor, carregou :
Para Pelotas. J. Borges 300 saceos coi* 22,500
kilos de assucar branco.
No patacho nacin nal Rival, carregaram :
para Pelotas, Amorim Irmaos A C. 20 pipas
9,600 litros dc*agU rdente," 2 ditas com 192
de alcool.
ra Porto-Alegre, Amorim Irmaos u C. 5
ipas com 2,400 litros de alcool
No vapor allamo Curittba. carregaram :
Para BU, de Janeiro. J. L. de Barros 10,0 0
cieos, fructa ; A. A. Hollauda Costa 20 caixas
com I" duzias de frascos ae elcxir cabeca de
negro.
Para Sanio*. P. Carneiro A C. 700 saceos com
42,000 kilos de assucar branco e 1,300 ditos com
78,000 ditos de dito mascavado
No vapor americano Finance, carregaram :
Para Maranho, Viuva de M. F. Marques & Fi-
ltro 100 barricas com 11.586 kilos de assucar
branco.
Para Para, F. A. de Azevedo 203 barricas com
10,505 kilos de assucar branco.
Na bar caca Oriente c.rregou :
Para Cidade do Passo, H. F. de Oliveira 5,000
litros de sal.
Na barcaca Noca Esperanra, carregou :
Para Macei, J. E. Hoccowick 10,000 litros
de sal.
No hiate nacional Deus te Salce, carregou:
Para Aracaty, M. Rufino 277 saceos com fari-
nha de mandioca
No hiate nacional ,\pody, carregou :
Para Mossor. A. da Silva Campos 30 barri-
cas com 1,800 kilos de assucar branco.
Rcndimcolos pblicos
mez dr iorum
Alfandega
Renda geral:
Do dia 2 a 30 962:077*171
dem de 31 28:82'J*558
* Para os tomadores ele banhos do mar S
no ve ro.
B Viagem de Ia casse e bagagem
26 columnas a 600 ris 15*600
1 escriplorio a 300 ris 300
25 compartimentos de farinha a 50s
ris 12*500
23 ditos de comidas a 500 ris 11*500
75 ditos de Iegumes a 400 ris 30*000
18 ditos de sumos a 700 ris 12*600
9 ditos de fressuras a 600 ris 5*400
8 talbos a 2* 16*000
A Oliveira Castro A C.:
51 tullios a 1* 54*000
Reudimento do da 1 a 29 do cr-
reme
181*820
5.616*060
Renda provincial
Do dia 2 a 30
dem de 31
149:756*828
3:856*697
990:897*729
153:613*525
Somma total 1,144:511*254
Segunda seccio da Alfandegu, 31 ne Janeiro
de 1889.
O thesoureiroFlerencio Domingues.
O chefe da seccSaCicere B. de iello.
Recebedoria Geral
Do dia 2 a 30 29:567*472
dem de 31 2:013*165
31:580*637
Recebedoria provincial
Do dia la30 91:328*053
dem de 31 2:503*977
93:832*030
Reelf Dralnage
Do dia 2 a 30 8:383*220
dem de 31 290*601
8:673*821
Mercado Municipal de M. Jone
O movimento deste mercado no dia 30 de Ja-
neiro foi o seguinte:
Entraram : m^ ^
22 bois pesando. 4,779 kilos sendo de Oli-
veira Castro C, 12 %\fy de particula-
res : '
436 kilos de peixe aJJ^fs
24 cargas de faria^ joO ris
8 ditas de frogas diversas a 300
ris
11 utboleiro/ jq,-,
15 sumos a Jqo res
12 matulos ^,m; Iegumes a 200 ris
Foram oceupae1
94120
4*800
2*800
2*200
3*000
2*400
Foi arrecadado liquido at boj e 5:797 *880
Pregos de dia:
Carne verde de 240 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis dem.
Suinos de 500 a 640 reis idem.
Farinha de 360 a 480 reis a cuia.
Mi Uro de 320 a 400 reis idem.
Fe;;io de 900 a i *20 idem.
Matadouro publico
Neste eslabeleciment foram abatidas para o
consumo de hoje 72 rezes.
Sendo : 53 pertencentes a Olivoira Castro &
C, c 19 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE FEvERKIRO
Sul........... Iffer.-.............1
Sul........... Finance........... 2
Sul........... Santos............ J
Norte......... Pernambuco....... 4
Europa....... Congo............ 4
Sul........... Maranho......... 7
Norte......... Allianca.......... 7
Europa...... Vdle de Pernambuco 8
Sul........... VOle de Cear..... 10
Vaporea a sabir
MEZ DE FEVEREIRO
autos e esc.. Curytiba..... 1 as 4 h.
Bordeaux----Niger............. 1 as 11 n.
Hamburgo ... Santos............. 2 as 12 h.
Est.-Unidos .. Finance .......... 3 as 8 h.
Buenos-Ayres. Congo.........."... 4 as 2 h.
Sul..........Pernambuco....... 5 as 5 h.
-antos e esc.. Allianca........... 8 as 10 h.
Norte ........ Maranho......... 8as 5h.
Movlaaeato do porto
Xavios entrados no dia 31
Cear e escala7 12 dias, vapor nacionai Pira-
pama, de 360 toneladas, commandanto Fran-
cisco Raymundo do Carvalho, equipagem 30,
carga varios gneros ; Companhia Pernam-
bucana. i
Santos21 dias, barca americana Beatrice Ha
ner, de 525 toneladas, capilao'J. w. Havener,
equipagem 13, em lastro I a Hcorv Fcr-
&C. y-''
Hamburte. escala18 dias, vapor alte
"- toritiba, de 1720 toneladas, commandante A.
Birch, equiftagem 47, carga varios geueros; a
Borstelman A C.
Montevideo -39 dias, lugar noruegu
de 237 toneladas, capito M. And.
'gera 9, carga fareQo: a Pereira Carnp
A C .
Navios sahidos.uo mesmo ata
Alto marVapor in^
i. t-m !a.v vAH*/-'
Volta
5.56
6.07
6 18
6.2
6.40
6.51
7.02
7.13
7.24
7.3a
7.46
7.57
8.19
8.41
9.03
9.2o
9-47
10 09
10.31
11.53
11.15
11.37
1159
12.21

t:
<
(



(V
*
i

t
4.
I
Diai e Pernansbuco-
*
Frogramma da 12.a corrida
QE SE REALIZAR
Sabbado 2 de Fevereiro
>om<'<.
ldd,. Pello. '"SSJ1*^ *
Cor da vestimenta
Proprletarloa
i PareoEaftaie (1* turma)800 metros.Animaes da provincia que ainda nao tenham ganho premios. Premios: 200*000
ao i, 50*00) ao e 10*000 ao 3-
iCorsario.....
2 Boa-Idea.....
Gareez.......
4 Varadoaro___
Aromar
Urub.......
11
12
13
Dubost.......
Royal........
Rocambole...
10 Villa..........
Trombone
Coquelicot....
Polichinelle...
4 annos.
6
i
4
4
<
5
4
4
5 -
3
4
Rodado .
Alazao..
Castanho-
Russo pedrs..
Castanho andri-
no..........
Russo -
Cai-dao. -
Castanho.
Russo..
Rodado
Pemambuco.
53 kilos.
55 .
53
53
53
55
55
53
53 "
55 -
30
53
53
Rosa e branco......
Branco e encarnado.
Azul e branco.......
Verde.............
Azul e amarello.....
Encarnado e branco
Azul e verde.......
Azul e branco.......
Branco e azul.......
Branco e azul......
Azul...............
Branco............
Encarnado.........
I. 8. F.
Joao Souto-Maior.
I. V. L.
Epiphanio de Franca Mello.
J. R. C.
Fortunato Jos Pereira.
J. A. P. B.
A M. P.
C. S. P.
C. J. F. C.
B. J. C.
Coudelaria Esperanza.
L.J.
! Pareo-Kaaale (2.- turma)-800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho premios. Premios: 200*000 ao
l", 50*000 ao 2. e 20*000 ao 3.
Esperanza
Ma;i.........
Minotauro
Vassallo.......
Guerreiro.....
Vagabundo
Ismar.........
8|Pa[nparra.....
Fanfar.........
10
II
12
13
Palito.....
Paco tex-Az de
Copas.......
Bijou.........
Leao do Norte .
4 anuos.
4
6 -
4
5
5
3
4
5
4
4
3 -
3
Russo........
Castanho. ...
Alazao......
Rodado.......
.Alazao.......
Rodado----.
Pedrs.......
Rodado .....
a
Castanho-----
Baio.........
Castanho.....
Pemambuco.
53kos
53
55
53
55
55
50
53
55
53
53
50
50
Branco e encarnado.
Rosa e branco......
Violeta e ouro......
Ouro..............
Branco e encarnado.
Encarnado e branco.
Azul e branco......
Azul e grenat.......
Violeta e ouro.....
Verde e ouro.......
Violeta e ouro......
Azul e branco.......
I. I. P.
L F.
I. C. A.
Condelaria nio.
A. M.
N.S
A. E. S.
J. E. M.
R.C.
Coudelaria Olindcnse.
Coudelaria Olindense.
Coudelaria Modelo.
Coudelaria Ypiranga.
2 PareoBestreaa900 metro9.Animaes da provincia.
Pemambuco.
Premios : 200*000 ao 1, 50*000 ao 2o e 20*000 ao 3o
Good-morning.
Tupy.........
Monitor.......
Templar,......
5 Mouro........
5 annos.-
7
4
a
7
Rodado
Baio.. .
Russo..
Rodado.
Alazao..
57 kilos.
57
55
55
55
Encamado e branco.
Rosa................
Encamado e branco.
Azul e encarnado
Violeta ouro........
Coudelaria Integridade.
F. ll Rezende.
Coudelaria Pernambucana.
Jos Miranda.
J. Andrade.
3 PareoHlapodromo do < mpo 4-raade1609 metrosAnimaes at meio sangue.Premios : 800* ao 1*, 200* ao 2*
e 100*000-ao 3"
Cometa (ex-Mi
randola).. ..
Corcovado----
Ruy-Blas.......
Olga...........
o annos..
4
7
4 '
Alazao .
Castanho
Alazao.
Castanha
S. Paulo ...
Rio de Janeiro.
S.Paulo.....,
54 kilos.
51
56
49
Rosa e Preto..............
Grenat e ouro.............
Rosa e preto..............
Branco com estrellas encara.
Coudelaria Luso-=rasileira.
Coudelaria,Paysand. ,
Arthur Silva.
Coudelaria 2 de Fevereiro.
4 Pareo
a
-1200 metros.Animaes da provincia que ainda nao ganharam u'esta distancia
60*000 ao 2" e 25*000 ao 3"
Premios : 250*000 ao !,

l
Rei de ouros
Mytord......
3 Oseau.......
Lusbel......
Borburema .
Serid.......
Dublin.......
Javali........
Inctalos......
Traviata......
4 annos..
5 "
5
4
5
5
3
4
4
6
Castanho.
Baio.....
Russo. ..
Baio.....
Rodado..
Castanho
CardSo -
Russo. .
Alaso...
Russo. ..
Pemambuco.

51 kilos.
54
54
51 >
54
54
48
51 -
51
54
Violeta e ouro-
Azul e ouro...
Preto encamado e branco.
Rosa e branco.........
Branco e azul ............
Branco, azul e preto.......
Verde e amarello
Encarnado...............
Rosa e branco...........
Coudelaria Olindense.
A. F. da R. Leal.
Coudelaria 1." de Janeiro.
Henrique G. L. Guimaraes.
P. Silva.
Coudelaria Integridade.
H. Gibson.
S. F.
Coudelaria 1 de Junho.
F. S.
5 Pareo-Weleeidade -1000 metrosAnimaes de menos de meio sangue, que nao sejam da provincia. Premios : 300* ao l*.
75* ao Io e 30* ao 3."
Aymor.......
Recife........
*lpha.........
Cometa (ex-Mi-
' randola ...
Favorita......
6 annos..
5
6
5
6
Castanho
A laza...
Alazao
Zaina
Rio de Janeiro
S. Paulo.......
57 kilos.
57
54
55
56
Preto e grenat,.......
Verde e amarello.....
Branco e encamado ..
6. PareoCoi
Tbeso.........
Bisma rck......
Serid.........
Jaboato.:.....
Mouro........
Monitor......

7 PareoEim
i annos.
4
5
a
l*.
Rio d,e Janeiro.
rele1800 metros -Animaes da provincia
Rodado
1 Rosa e preto...
Violeta e ouro.
A.M.
S. P.
Coudelaria 2 de Fevereiro.
Coudelaria Luzo Braseira.
Maia & Chrysostomo.
Premios : 300* a 1., 75* a 2.' e ao 3.' 30*
Castanho.
Alazao-
Russo .
Pemambuco.
51 kilos.
44
54 .
54
54 -
51
Verde e rosa.............
Violeta e ouro............
Branco e azul............
Azul e amarello............
Violeta e ouro.............
Encamado e branco.......
Coudelaria Independente.
F. G.
Coudelaria Ipyranga.
A. A.
J. Andrade.
Coudelaria Pernambucana.
lo (3* turma)800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho premios. Premios : 200* ao,l,
30* ao 2- e 20* ao 3*
1
i
3
I
7
8
9
10
11
12
Marat........
Bornave.....
Violao.......
Camossim
Dakar .....
Horisonle...
Capeta.......
Orion........
Apach ..
Tupa.....
Patife......
Planeta
5 annos.
4
I
i
'i
i
i
3
;;
8
I
Rodado...
Castanho
Pemambuco
Alazao.......
Castanho ....
Pedrez.......
Russo pedrez
Pedrez .......
Castanho
Russo
55
53
55
55
55
55
45
53
50
55
55
50
Azul e amarello...........
Cnrarnadoe branco........
Verde e amarello..........
Azul e branco...........
Azul e encamado..........
A manija...............
Verde e amarello..........
Encamado e branco........
Branco e encamado .......
Azul e branco.............
Encarnado e branco.....
Coudelaria Demcrata.
S. E.
P. B.
C. L. F.
C.
J. B. C
A A. O.
M. A.
J. H. P. B.
J. M.
Coudelaria 1. de Junho.
J. J. B. B. ________
(*) Montado por amador.
OBSERVARES k t
Pede-se aos Srs. proprietarios o obsequio de terem seus animaes as 10 horas da manhi no ensilhamento,
visto como impreterivelmente ser cumprido o horario.
Os animaes inscriptos para o 1. pareo devem achar-se no ensilhamento s 10 horas da manh.
Os animaes inscriptos para os outros pareo devera achar-se no ensilhamento 1 hora antes da determinada
para o pareo em que tm de correr. _
Os jockeys que nao estiverem matriculados na secretaria do Hippodromo nao podero correr, cumprindo-Ihes
apreaentar as respectivas cadernetas na occasiao da pesagem.
Os forfaits serio recebidos na turma do artigo 62 do Cdigo de Corridas. -
A Directora do Hippodromo do Campo Grande, no intuito de facilitar a concurrencia para o da 2 de
Fevereiro, resolvuu fazer urna reduccao nos precos dos bilhetes, pela forma seguinte :
Urna archibancada com entrada noensilhamento 30000.
Um bilhete de archibancada para cavalheiro com
uatropara senioras........, O0OOO. .. >
>e ordem da Directora previno aos senhores accionistas que venderam suas accfcs que hajam de recolher
os bilhetes de accionistas que se achavam em poder, sob pena de serem elles recolhidos no portao.
Outrcsim, serao tomados todos os bilhetes intransfenveis que por ventura forera aprontados por pessoas dif-
erentes, d'aquellas a nuera foram concedidos.
HORARIO
tzerr amento da venda das poules
1. parco 11 horas e 20 ms.
12
1
2
2
3
.Janeiro de 18
2.-
3.
4."
6.
>
4..

>
>
ms.
20
e 40 ms.
e 30
v.
Corridas
11 h. e 30i US.
12 e 10 >
12 e 50 s
1 > c .30
2 . e 10 >
2 e 50 t
3 . e 30 >
i e 10 >
secretario, Jos Eust(iqi%o Ferrara Jacobina.
Feyereiro de 1889
DERDY CLUB DE PGRNAMBUCO
i

QUE SE REALISARA' NO
Da 3 de Fevereiro de
Nonn-i lili Pello*
>Hlurali Petos
Cor da venlimenla
Pri>|)riplarioii
Io PareoCoanolarao800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho.
e 20* ao 3.
Premios : 200* ao 50* ao 2*
^-"
1 Tiuma........
2 Licorae.......
3 Cacique.......
4 Breas........
3 Pilheria.......
6 Aracahy.......
7 Dakar.........
8 Patife........
9 Fanfar........
10 Marat.........
11 Siroco ......
12 Mercurio......
13Gec...........
14 Pemambuco...
ISBilontra.......
10 annos
7
4
3
4
5 -
5
5
5
5
3
4
4
4
3
Pedrez..
Castanho.
Alazao...
Castanho caxito
Russo. .......
Castanho......
Rodado
Cardao........
Russo pedrez..
Rodado ......
Russo pedrez.
Baio.........
Pemambuco.
kilos.
Verde e amarello.
Grenat...........
Grenat e azul.....
Amarello e encarnado.
Azul e branco.......
Encarnado e branco.
Azul e amarello......
Encamado eamarello.
Grenat..............'.
Preto e grenat........
Azul listrado........
Coudelaria Itamb.
J- C. A.
F. L.
Coudelaria Desgraca.
R S.
L. B. F.
C.
F. A. B. C.
R. C.
Coudelaria Demcrata.
A. S.
S. B.
Coudelaria Communa.
A. T.
P. G. C.
2 Pareo-
1,200 metrosAnimaes de menos de meio sangue. Premios: 300* ao 1, 75* ao 2o e 30* ao 3
Alfa......
AymorJ..
Recife. .
Moncorvo
Favorita..
Cometa. .
6 annos. Alazao
Castanho]
Rodado.
Zaino..
Alazao .
52 kilos-54 54 .

Rio de Janeiro...
S. Paulo........ 54 .
Rio de Janeiro . 52
S Paulo........ 54 .
Branco e encarnado.
Preto e grant......
Verde e amarello ...
Ouro e violeta
Azul e rosa....
Coudelaria 2 de Fevereiro.
A. M.
S. P.
C. Fernandes.
Maia Chrvsostomo.
Coudelaria Luso Braseira.
3* PareoProaperidade 850 metros
Animaes da provincia que ainda nao tenham ganho em maior distancia. Premios
200* ao 1, 50* ao 2 e 20* ao 3.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
1.1
11
General......
Pirraca ......
Cacique.......
Etna.......
Macaro......
Incita tus......
.Patife.........
Oiseau----
Mylord.......
Re de ouro...
C aim........
Orange .....
Ecla.......
Sultao2... ..
5 annos.
5
4
5
6
5
5
5
6
4
5
4
4
6
Rosilho......
Castanho.....
Alazao......
Castanho
Rosilho.......
Alazao ......
Castanho----
Russo........
Castanho.....
Russo ped
Castanho.
Russo
Casfc
Pedrez.
Baio...
rez.
Pemambuco.
55 kilos.
55
3
55
55
55 .
55
55 .
55
53 .
55
53 .
53
55
Encarnado- e preto.......
Preto..................
Grenat.................
Encarnado e bonet asul.
Encarnado e amarello...
Encarnado ............
Asul e branco..........
Encamado e branco. ...
Violeta e ouro..........
Azul listrado...........
Rosa e branco..........
Violeta e ouro..........
Ouro e branco..........
J. D. C. B.
F. L.
F. L
S. Oliveira.
A. S.
Coudelaria 1 de Julho.
F. A. B. C.
Coudelaria 1 de Janeiro.
M. N.
Coudelaria Olindense.
A. F. C
G- A.
G.
Coudelaria Emulaco.
4. Pareo-Veloeidade1.400 metros Animaes de qualquer paiz. Premios : 500* ao 1*, 225* ao 2 e 10* ao 3".
Aspasia ----
Pnce........
Africana......
Cynira......
Castiglioni
Ernani.......
3 annos
3 .
5 >
3
Alazao.
Zaino .
Alazao *.
Zaino----
Inglaterra.
Rio da Prata-
Inglaterra.. -
Franca ....
Inglaterra...
49 kilos
53
55 >
49
57
57 .
Escarate e ouro..........
Azul e ouro.............
Encamado e branco......
Branco encamado e preto
Azul grenat e branco
Rosa e preto.........
G. C.
A. N.
Coudelaria Riachuelo.
P. G.
Coudelaria Cruzeiro.
P. C.
5o. Pareo -
renta Pe:
1,700 metros'Animaes nacionaes at meio sangue.
35* ao 3.
Premios 350* ao Io, 80* ao 2o e
Olga.......
Douro......
Corcovado...
Morgadinha
Ruy-Blas..
4 annos.
7 .
4
6 >
7 .
Castanho ..
Alazao.....
Castanho. ..
Douradilho
Alazio. ...
S. Paulo.......
Rio de Janeiro.
S. Paulo.
49 kilos
54
M >
52 >
54 .
Branco e encamado.
Preto e grenat.
Grenat e ouro.......
Azul e ouro.........
Rosa e preto........
Coudelaria 2 de Fevereiro.
P. P.
Coudelaria Paysand.
Coudelaria Internacional.
Arthur Silva.
6. PareoProviaela de Pe
ms- 1,400 metros-Animaes da provincia. Premioi: 250* ao Io, 60* ao 2o e 25* ao 3".
Mouro-.-......
Good-morning.
Pegaso........
Templar......
Monitor.......
7 annos.
5
5
Alazio...
Rodado...
Russo...
Pemambuco
54 kilos.
54
54 >
54
51 -
Violeta e ouro.............
Encamado e branco......
Grenat e rosa............
Azul e encamado..........
Encarnado e branco.......
J. Andrade.
Coudelaria Integridade.
Coudelaria Bemfica.
J. Miranda. '
Coudelaria Pernambucana.
7". PareoEaaulaeft*850 metrosEguas da provincia. Premios : 200* a Ia, 50* a 2a e 20* 3'.

Stella.........
Ida..........
Fantina.......
Coruja........
Montanha......
4 annos
5 .
3 >
3
4
Zaina
Rodada. .
Castanha.
Rodada. .
Castanha
Pemambuco.
53 kilos
55 >
50
50
53
Encarnado e branco.....
e branco......
Azul e branco ..........
Asul encarnado e pardo
Asul e grenat...........
Coudelaria Integridade-
R. Pessoa.
M. A.
Henrique Gibson.
S. C.
(*) Montado por amador.
ooBsoeDa'VA.gCiES
Os animaes inscriptos para o 1 pareo devem achar-se no ensilhamento as 9 li2 horas da manhS*
Os animaes inscriptos para os outros pareos, deverao estar urna hora antes da determinada para o pareo em
que tiver de correr.
Os forfaits serSo reeebidos at sexta-fe ira 1- de Fevereiro s 3 horas da tarde, hora do encerramento do ex-
pediente para esta corrida.
A venda de poules encerrar-se-ha 20 minutos antes da corrida.
HORARIO

<
1. pareo .
2. pareo .
3. pareo .
4. pareo .
5. pareo .
6. pareo .
7. pareo .
11 horas e 30 minutos
12
1
2
2
3
4
e 20
e 10
e 50
e 40
e 30


>
>
Henrique Schutel,
Gerente.
Estrada de ferro do Recife a
Caxang
Aviso ao publico
Festado Poqo
No dia 2 de Fevereiro prximo os trens
da manhS serao os da tabella ordinaria
para dias santificados, e a tarde serao ex-
pedidos pela tabella seguinte:
. -. J Ida
Do Recife ao Monteiro pelo linha prin-
cipal 12. 30 1.0 1.30 2.02. 30 3.03 30
4.0 4.30 5.0 6 0 e 10.50 at Dous Ir-
maos.
Do Recife ao Monteiro pela linha do
Arraial'6.30 7.40*7.50 8.25 8.55*
9. 25* 9.
Do Recife a Varzea 12. 40 2. 0 3. u
5.0 6. 30 8.25 9.55.
Do Recife a Dous Irmaos pelo Arraial
12.50.
Do CaldereiroaDousIrmaOs2.25 3.25
4,25 5.25 6. 9. 30 e 10. 30.
Yol
Do Mon' Recife pela linha do
Arrai 0 3.5*
Do Monteiro ao Recife pela linha prin-
cipal 6.45 6.48 7.10 7.45 8.15 8.45
9. 15 9. 45 10.10 10. 55.
De Dous Irmaos ao Caldereiro 2.5
3.5 4.5 5.5 6.5 8.10 9.10 lO.lOe
11.0 at Monteiro.
Da Varzea ao Recife 1.45 3.15 4.45
6.15 7.40 e 9. 40.
* Este signal indica ser o trem expres-
so do Monteiro ao Entroncamento ou vice
versa, pela linha do Arraial.
Os Srs. passageiros do rainal da Var-
zea baldeiSo no Entroncamento quer na
Ida e quer na Volta, menos os do trem de
12. 40 do Recife.
Sendo os intervallos de um trem a ou-
tro depouca demora, roga-se ao publico
para que estando completa a lotacSo de
um trem queiram esperar pelo seguinte,
evitando assim incommodosna viagem.
Nesto dia.serSoemettidos bilhetes espe-
ciaes d Ida e Volta vendidos na estacao
pelo pre$o de 600 reis na Ia classce 300.
reis na 2*
Tambera haver bilhetes de Ida e Volta
de Dous Irmaos ao L'aldereiro pelo preso'
de 320 reis Ia classe e 160 reis na 2a.
Recife, 30 de Janeiro de 1889.
H. Flecther, Gerente inte:
AMoelaeo don Em pregado** oo
(ommcrclo de Pernaartuco
Communico a todas aquellas pessoas e corno*
rages a quem tive a honra de me dirigir, em
nome desta directora, convidando para assistir
a sesso litteraria, em s#lemnidade ao 3." anni-
versario da installacao desta assoctacf. que
devia ter, sido efectuada a 20 deste mez, que
dita sessao ficou marcada para o dia 10 de Fe-
vereiro prximo, s 5 horas da tarde, nos sa-
lces do Gabinete Portuguez de Leitura, prevale-
cendo todos os convites feitos anteriormente.
Igual communicaco faco aos senhores soeios.
Secretaria da directora, 29 de Janeiro de
1889.-0 1- secretario,
Augusto da Silva.
Administracao dos Correios
de Pemambuco
-Por esta administracao e em observancia
circular da directora geral dos correios n. 5. de
9 do corren!;, se faz publico a quem in
possa que no dia 1 de Ftvereiro prximo
entra em vigor o art. 39 do regulamento de 28
de Margo de 1888, que estabelece aff taxas para
os premios ixibraveis pela emissao de vales p<
taes regulando-as pela -forma seguinte ;
mi de cada vale e de 2 0/0 ate a 1
50*000, excedendo desta quantia 1
200*000, do excesso desta 10'
por diante 1.2 /0 at 1:000*.
Recife. 29 de Jan-
X
r



l! M^^^HBl HHMH
Dian
ario, de Pewjiwbiwio-
rS
ESCOLA NORMAL
Horuro tes uta para o anac de 1*8
i
lora*
8 9.
9 s.10.
10 s II.
11 s 12
12 s 2.
10 s 11.
11 s, II
12 1
11 s .
1S 1.
las 2.
Nefanda-
felra
( aadeira
7.* idem......
3.* idem......
Aula pratica-
Te r-a-felra
i.' cadeira
4.idem......
3." idem......
Aula pratica
7. cadeira.....
l.*idem.......
6/ idem.......
2. cadeira.-
i '.*tem....
BJw-.. -
7.* cadeira.....
4.* idem.......
Aula pratica.
5.* cadeira.....
2.* idem.......
1.* dem......
Aula pratica...
cadeira.
idem-----
idem.....
3.' cadeira------
4.* dem.......
..O.* idem.......
Quarta-
felra
oaein.
i* aun.-
Aula pratica
7. caeira
i. **.....
3* idem....
Aula pratica.
7.* cadeira.
1.* idcvni
6.' idem...
aexta-felra
7. cadeira.....
4." idm......
Aula pratica-.
a." cadeira...
t>Mi.....
1.* idem. ;..
Aula prati:a.
5 cadeira.
4,' idon.
2. idem.....
2.* cadeira.
i.' idem___
6.' idem ...
3* cadeira.
l.*idem___
6. idas....
Sabbado
7.* cadeira.
. idem
3.* dem.
Aula pratica.
7.- cadeira.
4.* idem.
3.' Ulem.
Mita pratica.
5.* cadeira.
l.'idem-
6." idem-
2.a cadeira.
!. idem.
6.* dem.
MSICA.
[Das 91" s Hk ao 4." anno
'Das 11 s 12 ao 3." anao.
>D&s 12 1 ao 2. anno.
De 1. g 2 ao 1 auno.


O secretario,
A. A. Gami.
Administraba do-
de Ptmwl
s*novas taxas ae'franqua TOeo
Bmdencta. fixadas no regulamento de 26 de
arco de 1888.
Eslas taxas sao a6 seguintes :
CartiBv 100 ris por 15 grammas ou fraccSo
desse peso, qualquer que seja a distancia que
tenham de percorrer por mar ou popterra.
Cartas-bilhete. 80 ris, cada um
Bilhetes-postaes. -40 ris os simples e 80 ris
os com resposta paga ;
Manuscripios-50 ris por 50 grammas ou
fraeco de oO grammas ;
Impressos-20 ris por 50 grammas ouMac-
co desee peso:
Amostras.100 ris por 50 grammas ou frac-
cao de b grammas.
EnconMuendas.100 ris por 80 grammas ou
fraccao,.sendo obligatorio o registro.
Os actuaos bilhetcs postaes de 20 ris e as
cartas-bilhete de 50 ris podero ser utilisados
at ao dia 31 de Marco, desde que, por meio de
sellos adhesivos, sejam completadas as taxas
respectivas.
Os actuaes hilhetes postaes de 50 ris e as
cartas-bilbete de 100 ris podem ser trocadas
no Gorrei pelas correspondantes formulas no-
vas, restituindo-se em sellos a differenca.
Outro-sim, que na mesma data, entrar em vi-
gor o art. 18 do regulamento, que*as8im dis-
pon :
Art. 18. Os "ornaos e outros peridicos im-
pressos no Brazfl que, em maca ou sacco, com
enderezo, a cada eslaco postal, forem expedidos
pelos respectivos editores, connecidos como taes,
ou peseoas-por riles de vida mente autori sacias.
para que sejam entregues a agentes seus ou di-
rectamente aos assigantes, pagaro previamen-
te, em sellos, que, para esse lim, sero especial-
mente emittidos, 10 ris por 100 grammas ou
fraeces de 100 grammas. Quando a distribui-
cao livor de fazer-se pelo Coareio, cada sacco ou
maco ser acompauhado por urna lista de" assi-
gantes .
Na execuco d'este artigo observur-se-ao as
gaussg'jfs
Para
a
21 .a corrida que devera ter lugar
Domingo 10 do corrente
Animaes da pnBfriitf'ia que anda nao
2000000 aoiprMaeiro, 50(5000 ao se-
i

1. PAREO Consolado 850 metros.
tenham ganho premios. Premios
gundo e 200000 ao terceiro.
2. PAREO 1. de dlJho1.100 metros. Animaes de menos de meio sangue.
Premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segunda e 300000 ao terceiro.
3." PAREO l>erbj Club de PeraaHbneo- 1.000 metros. Animaes da
provincia que n&o tenham ganho premio este anno n'esta ou maior
distancia. Premios: 2500000 ao primeiro, 600000 o segundo e 250000
ao terceiro.
4." PAREOProgreSaO1.400 metros. Animaes naciooaes at meio sangue.
Premios: 3000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e 300000 ao
ao terceiro.
5. PAREOPrado Pernamblicano1.700 metros. Animaes de qualquer
paiz. Premios: 6000000 ao primeiro, 1200000 ao segundo e 600000
terceiro.
6. PAREO Destresa1.200 metros. Animaes darprovinoia. Premios: 2500000
ao primeiro, 600000 ao segundo e 250000 a terceiro.
7. PAREOReeife1.200 metros. Eguas at poro aanga*., Prendo : 350*000
ao primeiro, 700000 ao. segundo e 250000 ao terceiro.
8. PAREOAnlna^io800 metros. Pequiras da provincia at um metro e
30 de altura. Premio: 1500000 ao primeiro 350000 ao segundo e
150000 ao tereeiro.
Observares
Nenhum pareo se raaiaar aera que se inscrevam animaes de tres proprieta-
rios differentes. *
Para qualquer pareo s serlo acceitas as 15 priiaeiras propostas abertas.
A inscripelo encerrar-se-ha na secretaria do Prado no dia 5 de Fevereiro s
6 horas da tarde.
Reeife, 31 de Janeiro de 1889.
O SECRETARIO.
Francisco de Souza Rcis.
*%<&
Geat Wsstewi of Brazil
Ra'llwaV CompanV, Limited fdo-lhes de que findo este prazoserao ellas
1 J impreterivelmente levadas a leilao pu-
Aviso
Em virtude dos artigos 75 e 80 do re-
gulamento desta estrada as 10 1*2 horas
do dia 4 de Fevereiro e na establo do-
Brum, se venderlo os seguintes objectos
por conta e risco, de quem pertencer.
2 Pecas para moinho seni marca..
1 Caixa com cerveja idem idem.
1 Volume de saceos vazios idem idem.
1 Pacotecom doce idem idem.
1 Caixa com doce.
45 Saceos com milhomarca Rosa.
1 CaixSo com ferramenta de tanoeiro
gem marca.
4Pecas para banco idem idem idem.
31 Paos para jangada idem idem.
42 Saceos com* milho marca Rosa.
1 Sacca com arroz marca, B. S. L.
3 BarricCF com bolladlas idem B. S. L.
Ancora com vinho idem B. S. L.
Re fe, 30 le Janeiro de 16&
O snporitendente,
Jason R/y.
VM
Em ac$Saa de
Estanci" tomado
KKHMtlfJHlO
200,4000
4,000:0000000
de-
de-
da
[asonado a auxiliar o
"tustrial e collectivo
oiwrar*. drangero to-
nrti<-
A dir- sa-ha dos snior-.-
iz Ar:l inio de Siqueira.
Ipiode Ohvcira l.
:: b
llifll.
S v 'i
cripcic
aatur.

i
. w acto

tan
atar do
MoBle de ttmn de Penra-
*nco
Silo convidadas i <* pcasuidores das can-
tellas dos nmeros abaixo, a vir resgatal-as
at o dia 5 de'TeVe'reiro prximo, avisan
blico Perora Braga, dita 57
14997 lORa MHZ.flW97ifO.l-7304r *;'JJJ Joaquimde Sou-
15818 16777 1697 17051 17201 17306 y 5.66 Manoel Silveno
15861 167J 1691*17057 17207 17308
5817 1W97 -10922 TTO58 7212 17109
15924 16801 16931 17060 17215 17310
15926 16804 17959 17861 17216 17311
15923 16808 16940 17062 17221 17313
15961 16810 16945 17066 17228 17317
160'7 16812 16947 1.7.06 17232 J7318
16302 16821 171*2.JWtWJB!319
16444 16838 16053 37i 82 17239 17321
16453 16841 16-54 1090 17240 17320
16458 16842 -16972 17091 17254 17322
16691 16845'16979 17092 17255 17323
I66>9 16850 16982 17099 17264 17324
16700 16855 16984 17102 17269 17325
16703 16857 16985 17112 17270 17327
16711) 16858 -1698 7 17113 17271 17328
16708 16862 16902 17114 17272 17331
16713-MM5 17008 17117
17131
167.:-
16720
W7H
167-4
I674.r
L67 ;
16749
'.Tr
16753
167)H
16768
16764
16873 17018
16875 1702*
16t78 173J
16882 no.ii', 7K.': 7287
16686 17
1688c 160.6
16898 17037
16895 1W40
16898 17041
10899 17042
lf.907 17
17271- 17332
17280 17336
7130 .17--:; :7:;:>
17141 17l'.-s4 15343
17341
16 .72'-.. 7344
Vl 11280.17846
IH66 I72'.i- 17350
17167 172'.':-.
17168 172S"4
17169 17295
17180 17296
16906 17i,. i7l8:- 17297
16911 170-1
Birfff 19 de Jai*-
Felino t*. Ftrni,
(Hlente.
17358
17M
17355
17368
toaban maco ou sacco ser recebido seta que
seguintes disposicbes :
ou sacco sei _
esteja amarrado ou cintado, de modo a nao dis-
simular a naureza do conteudo.
Os saceos ou maces devem ter enden co exte-
rior, indicando com clareza o destino, podendo
tambem cada jornal incluso ter o seu endereco
specjal;
Os sacco?, maco> 011 jornaes avulsos, fran
lueados com sellos ordinarios, serao considra-
los impressos e taxados na razo de W ris por
50 grammas ou fraeco d'esse peso ;
Nao sero expedidos os saceos ou macos cuja
laxa nao esteja integralmente paga.
Reeife, 21 de Janeiro de 1889.
Affowo do Reg Barros.
Secretaria da InstrniccHoPu-
blica, 26 de Janeiro de
1889:
Faco saber a quem interessar possa, de ordem
do S. Dr. inspector gcral da instrueco publica,
que podem ser procuradas- nesta reparticjio as
cadernetas da Cana Econmica Escolar da 3"
eadeira do sexo masculino da freguezia de San-
to Antonio, recolhidas pelo ex-professor Fran-
cisco da Silva Miranda, constantes da relaeo
infra. _
Relaeo da? cadernetas da Caixa Econmica Es-
colar da 3* cadeira do sexo masculino da fre
guezia de Santo Antonio, ainda nao reclama-
das.
de Fevereiro
L>KRViMarc^A
WaTegafio poara* do norte
Parukyba, Natal, Mato, ^Momae, Araca-
ty e Cear
O vapor Pirapama
Commandante Carvalho
Segu no dia 5 do corrente asi!
Recebe carga^tT)
dug.
EiirommcoH pa.-sagens e dioMaLiea;*
at as 3 hora? da rSirde do dia da^prtala
ESCRIPTOR10
Ao Cae da Cnmpnnhia #\ii'iitamw
. 12
mm
Q
-*5J\ horas da tarde.
g^di4.
Pacific Steam Navigatioo
Companj
STRAITS OF MAGELLA* -1IMZ
O paquete Potosi
Espcra-se da Europa at o dia
10 do corrente e seguir depois
da demora do costume para Val-
paraso por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
nheiro a frete : tratase com os
AGENTES
Wilson, Sons & L. Linited
14RA DO COMMERCIO14
Lisboa. Vl. outhampton
tuerpla
Bo-uef&o de patsagens
Ida tda e tolla
.fcisboa latlase g 30
A' Southampton 1- classe t *t
Camarotes reservados para os passslfeups de
Pernambuco. ,-
Para passagen*. frete>, encopau,ii,-.tttf-
com os a- 1 -#*
Amorit 1tmwm Jfc 1^;
N. 3Ru*>do Ano JeawaN. 3
Urna aenora competentesjente habilitada, pw-
f (Je-saa le;cionar em collagios e cas iwrnoor'
lares ns sitgainles materias: Portuguez, Fraav
ose, Uiisic- e -Piano; a tratar na ra Viscoade
de Albuqueique n. 20.
Professora
Feitor
. PracBa-se de um feitor para todo servieo dt
Brslto eque-aeja hbil em plantacoes e corte
de-eapim ; i tratar.na ra Padro Affonso n. 58, |
anliga 4a-Praia.
" 'ai^a>ieira,-a4e Fevereiro. o de maiaira
de pinho. escalews e wtt-BflRcrs aa Ma da
Ponte-Yema, anaasein .?44.
Precisa-se. Je aei criado para copeiro e com-
pras ; a t*aar na-ana Barbo da Victoria n. 34,
LtfJjil Li A^)
De
1 cavaHo caataaho e 1 drt ram*, gor-
dos c corredores
Hoje, 1 do corrente
AS 11 H9RAS
\o annaxpin da ma Harfwpz
de Ollnda a. 49
Por occasio do leilAo de fazendas e movis
Por intervensao do agente
Gusmao
a vapor
o Havre, Liahoa,
Rio de Janeiro e
879 N. 2-Ol ioo Gomes Pe-
reira da Silva, fallas 38
>'. 3774 Man'oei Pe aro
Alexandrino de Lima,
dita 68
1880 N. 2.011 Joo Baptista
Lope? de Castro, dita 48
N. 2.0*2. Alfredo Proco-
pio Lopes de i astro, dita
49
1881 K- 2-084TlieotonioAgri-
pino dos Santos, dita jo
N. 3.516 Gustavo de Sou-
za Lope?, da 17
N. 3 617 Joo de Souza
Lopes, dita 18
S. 3-510 Marniano Joa-
quim de Mello, da 21
N. 3.86f> Joto Siherio da
Costa oliveini. dita 30
N. 4.688-Manoel Soares
Monteiro, dita 45
N. 4.640 Lopicinio Fer-
nando da Silva, dita 47
82 N. 5 021 Victorino Duar-
te Perora Lana, dita 8
N. 2.:<88 Capitulioo Tho-
m Baptista. dita 16
N. 4.641 Maaoel Candido
Ferreira da Silva, dita 19
N. 4.647 Alexandrino
Tavares, dita 20
K. 5029 AriurFerreira
Soares. dita 34
i. fi.-tti Raymuado -Al-
ves de Souza, dita 42
1883 N. o.:M2 Luiz de Franca
Soares (ou Souza.) dita
- 31
N. 6.183 Alvaro de OJi-
veira Ctds, dita 37
N. 4.64 Joo flos Santo?
Pereira Braga, dita 57
Fraredes
14000
100
de Miranda, dita 20
N. 7.145 Amaro JoSo de
Alencar. dita 37
N. 8.196 Rosa de Lima
dos Passos Barbosa.f dita
42
1883 ti. 5.618 Carlosenriqoe
Soares, dita 41
N. 5-975 Affonso Dantas
Teixeira, dita 36
160
600
I 600
' 520
400
100
140
500
740
560
840
309
630
500
400
800
700
84700
UOO
;-5000
3^000
104000
5*000
54000
10*000
164O00
24'00
14000
94000
174000
114000
74000
140O0
34090
11*000
24000
14000
44000
44000
64000
1*000
34000
44000
Reeife, 21 de Janeiro de 1889
Francisco da Silva Mimado.
de vi cla-
Os pretendentes devem apresentar-se
mente habilitados.
O secretario:
Pergeittwa Saraia de \raujo Gofofo
MARTIMOS
S. R. J.
n*tr*t\*vt\
+*m*u%mtLc

| 10
i i ni liuili. e ?aro i
binn:
A|n- na f.otn q..
.' 10 auniwrsano da Mt-li- ,
-i hormf hi a
bi.'iintt!, p;n qc;..l reoI
ce in-
.. entra-
inensa-
'. O BE AOBI >S aM A MMH K
\. Mo'
Cnited States and Brazi!
M. S. S. C. J.
O vapor 'Finalice
E' esperado do? portos do*
s at o dia 2 de Feverei-
ro o qual depois da derao-
i-r* neoessana seguir
ra o
Ifaranho. Para, Barbados, .
Thoaaaz c \rw-Vork
Para carga, passagens. encommencin e li-
nheiro a Irete : trata-se com o?
O vapor AUianoa
E' esperado des porto? da
norte at o dia 7 de Feve-
reiro o qual depois da de-
mora neceraarin ?
para a
B.-ttiin. Rio de Janeiro c aulos
Para carga, passagens, ancotnoienda? ,ii
nheiro a frete : trata-se com o? 6EN i
Henry Forster &('.
8Rva do Commercio8
1 andar
CHARGEURS REUNS
CompunJila Franceta
DE
Xa ve saca o
Linha qwnzenal entre
Pernambuco, Bahia,
Santos.
O VAPOR
Ville de Pernambuco
Commandante Sebire
E'esperado da Europa at o dia 8
de Fevereipo, seguindo depois da in-
dispensavel demorajtara a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queirara apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualqurr reclamacao concernente a volumes que
porventura tenham seguido par os portos do
sul alim de se poder dar a tempo as provi-
dencia necessaria?.
Expirado o referido prazo a companhia ao se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagen?. encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se cora o
Augnsle Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
Companhia Brasileira de
Navega^ao Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eapitao de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do sul at o
dia 7 de Fevereiro e seguindo depoi?
,da demora indispensavel para os
portos do norte at Mandos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas, pa*sagens e valo-
res trata-se com os
PORTOSJD sul
O vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Alineida
E' esperado dos portos do norte at
o dia 4 de Fevereiro e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
Recabe tambem carga para Santo?, Santa Ca-
marina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Orando do
Sul, frete mdico
As encommendas s sero receidas na agen-
cia atl horada tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res traase com ostAGENTES.
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Commercio=6
1 andar
Leil'o
De urna mobilia de Jacaranda com tampos
de yedra aodn e ywfoita rerrmdo de
base a offerta de 225*000.
Urna dita dejmieo., urna dita clejmognoo :wui
tos outros movis.
Meata-feira de Fevereiro
A's 11 horas
Agente Ptitio
Rna Mrquez de Olinda n. 7.r
Agrille Brillo
lao
De urna armeo, 1 liteiro de aiuarello enver-
nisado e envidracado, 1 repartimento de ama-
relio para escriptorio a rande sortimento de
gneros de molbado existente no ostabelecimcn-
to sito piaca do Conde d'Eu n. 18, em um 6
lote ou retalnadamentc, garante-se a casa.
SEGUNDA FEIRA. 4 DO CORRENTE
A's 10 <2 horas -
Leilao
Bahia. Rio de
P.aa o Porto
Seaue com bi-e>idade a barca portugueza .Yo; o
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commandante Lecointre
t
E'esperado da Europa no
dia 4 de Fevereiro e segui-
r depois da demora ne-
cessaria para
Janeiro, uenos-Ayres e
Montevideo
Lcmbra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencie, que podem tomar em quatquer lempo.
Prevjne-se aos Srs. recebedores de meiv.ido-
rias que s 6e attender a reclamages por Tai-
tas, nos volumes, que forem reconheoidas na
occasi|o da descarga, assim como devere den-
tro de 4 horas acontar do dia da descanga-das
alvareagas, fazerem qualquer reclamacao con-
cernenlesa volumes que porventura. tenham se-
L'uido para os rortosdo 3l aftm rte poder-se
dar a tempo as providencias necessarias.
F.ste piquete Iluminado luz elctrica.
Para-ciirga. pn??;mens. encomniericli- e di-
oheiro a freti : traa ?o com o GENTE.
O paquete iNier
Commandante Friaschi
E' esperado dos pofios do
sl oo dia 1 de Fevereiro.
seguindo depois da demo
ra do eos ume para Lor-
jeiiux. locando em
Dakar e Lisboa
Lembra-#e aos Sr-. passageiros de todas as
classes que ha logares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abrimiento dr t.'i 0|0 em favor dasft-
milias c:o.':ipo?tf.s de i pe?soa?- ao menos e que
par.:reai i passagens inteira?.
Por o? criados de familias qoe lo-
marem MiMe- d^ proa, gozam Umhem deste
..hatin, ,. M
Osvaet postaos s se dao ate o da 30 pagos
Para car,'... passagens, enconimendas e di-
abeiro a Brete : tratare com o
Auguste Labille
.'/ Rui do Covn 9
B. Companhia
O vapor Tag-us
Comiuancinte P. Rowell
E' eJBerjdo do wl no lia :i de Fy-
guindo depois da demora
para
De grande variedade de mercadorias para
fechamento de contas
Constando:
De 139 pevas de roupa para mascaras, pecas
de la, esguio atoalhado?. casinetas para caiga?,
toalhs e diversas fazendas em retalho, queijos
ingleses, manteiga em; latas, vinho Rordeaux o
Madeira, cognac, leite condensado, dito fresco
em lata, agua mineral de Sella, jarros, lougas,
vidros, movis e muilos outros objectos existen-
tes no araiazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48. .
Terea-felra 1 de Fererelro
A's. 11 horas
POR INTERVE.NCO DO AGENTK
rirU8Hlo
Cewiakeiro
Precsa-se de nm cosiateiro ; a tratar na rna
do"fay3andi n. 19.
Criado
Preci?a-s( de um criado ; na ra da Aurora
a. 119.
Caixeiro
Precisase' de um menino de 12 a 14 anuos,
com pratica ou sem ella ; na ra Imperial n. 19,
taverna.
Dr. Manoel Euprhasio Correia
Os debutado gerae* aqui resi-
dentes e outros amigos do lioa-
do Dr. Hanoel KiiphrasJo Cr-
rela, mandam rezar mlssas por
alma do mesmo finado no dia 4
de Feveireiro prximo, auniver-
sario ti i seu falleeimento.
horas. ni mutrW. da Boa- Ista.
f
Leu
ao
De taboas. pranches e barrotes de pinho de
rezina
EM LOTES A VOXTADE DOS COMPRADORES
Terea-felra. & de Fererelro
A's 11 horas
Por intervenga*) do agente
Pinto
No armazem da ra da Ponte-Velha o. 44
Em continua^ao
Leilao
De 3 excelleirtes escahjres. perfeitos, com to-
dos seus pertences.
2 outt-riggers, perfeitos. com todos seus per
tences. ____
Agente Biirlamaqui
Leilao
Quinta-feira t do corrente
A's 11 lioras
Na easa tarrea n. 14 no pateo do Carmo
De mayis em bom estado
O agente cima levar i leilao por conta e or
den* d Auna Joaquina Ferreira de Souza que
se retira para a provincia de Sergipe. os seguin-
tes movis : 1 mobilia de Jacaranda completa,
tres espelhos douratlos sendo um oval, 1 bonita
cama de peti, commoda. lavatorio, cadeira?,
jarros, tapetes, cortinados, trera de cosinha,
guarda comida e muitos outros artigos que esta-
rao a vista dos Srs, licitantes.
AVISOS DIVERSOS
Aluga se casas a 8*000 no becco dos Coe-
llios, junto de S. Goncallo; a tratar na ra da
[mperatriz n. 36.
__iuga-se o t.' anclar do sobrado n. :'. ra
das Flores : a tratarla ra da Unio n. 3._____
" Aluga se; o pavimento irnco-lo sobrado n.
46 ra da Roda, estando o mesmo ruado, pin-
tado e todo ladrilhado de novo, contendo 1 sala,
2 quartos e cosinha : a tratar na roa do Cabug
n. 16, loja. ...................................._
i iHWmrT o excetlenle sobrado n. 28 ra
da Ponte Velha, com ags gaz e percitamente
asseindo ; a tratar na ra Visconde de Albuquec-
quen.28, 2 andar.
Aluza-se o 2- andar n. 39 a roa do Impe"
rarr ; chaves no armazem n. ST.
PrcTsa-se de un criado para mandados.
que tambem'enrenda to da cidade. me- .'eolia miMnata tiaocada atJ
matrieulailo : u. irai-i iw t|aaaoiro laar-aa
Hora n. 21. sitio, ou no Recite ra da UntSii
n. 34. taverna do Sr. Antonio Duarte. Piefere-
se homem de meia idade._ _________
Pede se a Sr. Francisco Raposo Faicao
qjie venha pagar ou restituir os movis, pois
data de muito tompo, desde que t> senhor foi-etn
pregado a primeira vez no comm-rcio.
, Ao Sr. Angelo lavaros pede-se que ventia
busoaf as Mas cautelas, que nio cliejam par..
pagar; snas letras.
Deseja-se fallar ao fr. r. Joao LakOB-da
Paes, na ru? da Imperatriz n. 23
Eltaio Alberto da Sllevira
A mesa reidora oa coufraria de S. B. Jess
da Viasacra da igreja da Santa Gruzi manda oe-
lebrar mismas em siia igreja no dia 1 do Feve-
reiro, pelas 7 he ras da manbS, pela alma de seu
prezadissimo irniao ixprovedbr Elisio Alberto
da Silveira ; para assistirem a esse acto convida
a Exma. familia, prenles e amigos do finado, e
desde j summamente agradece o seu compare'
cimento e por mais esta prova de religio a-
ridade.
Consistorio da Confraria de S. B.-Jesus-da Va-
sacra, 28 de. Janeiro de 1889.
0 escrivo,
Manoel 1). da Siiva.
J
Dr. Manoel Eupbralo Crrela
1 an iversario do seu passamento
O capito Theolindo Augusto Reg e sua fami-
lia mandam rezar raissas pelas 8 horas da ma-
nila do dia 4 de Fevereiro prximo vindoaro, na
igreja de X. S. da onceivo dos Militare* pov
alma do Dr. Manoel Euphrasio Correia. Sao con-
vidados os parentes e amigos do llustre finado
paraassisUren^qiielh^icto^^^^^^^^^^^
t
Vinteoiide de ItaquI do Worapf
A Viscondessa de Itaqui do Norte, seus tunos
ora, tendo passado pela acerba magua com o
prematuro passamenio do seu idolatrado esposo.
pai esogro.' o Visconde de Itaqui do Xorte e de-
vendo sep sua alma sufragada no dia Io de Fe--
vereiro, stimo dia de seu passamento, na igre-
ja da matrra da Boa-Vista, as 8 boras da-ma-
nh, veem rogar asv pessoas de sua amizade o
caridoso obsequio de concorrer a esse, -acto, por
cujo obsequio antenpain seu eterno reconheci-
mento.
I"
Marta
Barro
I'ossidonia de
e Silva
Maria de Marros e Silva convida a sens paran-
tes e amigos para nssistirem as missas que por
alma de sua prezada mi, Mara Possidonwde
Barros e Silva, manda celebrar na matriz da
Boa-Vista, s 7 horas do dia 1 de Fevereiro (sex-
ta-feira) 1 anniversario do seu infausto passa-
mento, antecipando desde j os seus agradeci-
meptos quulles.que compareGerem a este acto
de caridade 3 religio.
lian

Aiiisuio Pedro de Stouva Soarew >
2." anniversario do seu falleeimento
Mana da citoria de Queiroz Souza Saarese
seus filhos ciMividam os seus prenles e aiiiiuoa
para assistirom as missas que mandam rezar'iia
igreja da Conei$ao dosTtfitares, no dia 4,'dt-
Feverelro, Ss 8 lj2 horas da mam*. 2. anni
versa rio do falleeimento de seu-extremoso'ma-
rido e pai. A todos que se dignarem assistir a
este acto de religio e caridade, protestam im-
mensa gratico. ___
t
de Souxa
'T
Uiciileriuno tutuslo
l.obo
Manoel G. C. convida a todos os prente* v
amigos do finado Deocleciano Augusto de Soaza.
I.iiIki, a assi?tirem a urna uiissa que por sua
alma manda rezar na matriz de S. Pedro Martyr
era Olinda, s 7 horas da isaulu do dia U de
Feveiyiro. ti igeimo) do su.passaim;nW)._______
f
ViMiiide de Jlawii -do I\iorl*
<:usiodia Carolina Augusta de Souza o seus fi
Ihos mandar! rezar urna, missa por alma do Vis
conde le Rajui do Norte, ;ia matriz da Boa-Vis-^,
la. s S lioras da manila o dia 1 de FewreiMSp
proxiaui w.'iclcuro. setinio do seu passanwnto
lra es-o ai- i de religio oonvidan a familia t
amigos do-iliastre Iraailo
nMOBMm
t
Vndese cal nova de Lisboa
dr Affonso n-. 32e4l.
na ra l'e-
Miiiiel dos A. Bapiishi
Pede-se pela segunda vez a este senhor. clle-
te brigada do 14 batalho, o favor de vir. ra
de Luiz do Reg n. 47, de satisfacer, n que nm
ignora, conforme as euas cartas, datadas de 9 o
10 de Ontubro de 1888.
Alii
2^-se
1 andar.
por preco coraraolo um 2- andar rua^k'TtTn
cheiras n. 19. com comnudos para arnn<
lia. muito fresco e la vita, esjtndo a fren!"
forrada a papel o o rvsto da pintura beai ffinser
va da ; "a tratar na livraria franeeza i ra Primei-
ro de Mui-o q. 9 I
Juizudepaz !afregttezia de
Sanio Antouio
0 ca
a ra Prnueii. /L '
l'i ufe i*ur taluuiu < 4 andido
Ferreira
Maria Emil.a Cmara Ferie: fhe ugra-
doceiii cordia.lmente a todas- as pessoas que to
deduanieute e prestaram as aji/ustiosos fjjo^
mentas 'da rpida e atroz motetia de que1 foi
accoinmcndo .' (allectu eu mui.pro/.ado esposo
o pai. professo Antonio Candido Ferreira e
tambera as q je r> aconipanharam no seu erter-
ramentOj; de novo-as cunvidam eb
para assistire
, que pc(. s.-u eterno repouso. mandan
Miar ,1a Panella. s 8 h
(Ki'fiwflh.'i de i de !' -. $etlm i ,a de
faltecbnento. _. .
i ifdMI1 SIL_
tui iiilmo de
Mariano
ja mai

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Diario de Per;
1 de Fereram de 188
PHOSPHATINA
phecu m\ cmmmm
A na Priwfiro de iu& n. 20
' ff>
Junio
Atinado bordado a 16200 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o corado.
Ditas niescladas a 600 rs. ocovado.
Vitas labradas a QO rs. o covado.
Batistas tinas a 140, 200 e 240 rs. o dito.
BriiB pardo a- 280 e 320 .rs. o dito.
Baleias pretas a 260 e cofeerta* a 500 re,
a duzia.
Bicos de urna s cor &2i)a peca.
Bramante trancado a 800 re. o metro.
Brins de cores para enanca a 260 rs. o
covado.
Bicos matisadoB a 26500 e 36 a peca.
Cnmbraias bordadas a .46 a peca.
Cachemiras de quadros a 260 o covado.
Cortea de seda para coleto a 56000.
Ditoe de linn era captan a 76000.
Colchas de damasco a 66000 urna.
Cretoncs de alsace a 360 rs. o covado.
Cambraia arrendada a 460 t*. o dito.
Cachemira da India a 220 rs. o dito.
Chales adamascados a 26500 um.
Cortinados bordados a 66000 o par.
Colchas de cores a 26 e 26500 urna.
Corte de casineta a 16500 um.
Chambres a 46500, 56 e 66000 um.
Cortes de setineta a 06000 um.
Cambraia Victoria a 26900 a peca.
Camisas aemaes a 366060 a duzia.
Cachemira de duas largaras a 800 rs. o
covado.
Cretones claros a 280 e 320 rs. o dito.
Colchas de fustao a 36500 urna.
Camisas de meia a 16000 urna.
Ceroulas de bramante a 156 a duzia.
Esguiao pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Espartilhc* conraca a 56060 um.
Hntremeios bordados a 700, 800 e 900.
Completo* sortiracnto do casemira e brins, oollarnbos,
bolsas, tichs, lencos, lequee e muitos outros artigo .
o covado.
rs. o dito.
Lonvre
Ficha de u Ib* a 26000 um.
Fnatao Branco a 360 e 400 re.
Pita de.cor ra*a roupa>a 800
Gnaraicao ci crochet commaiEes.
0W' da-ioc1* a 500 r. o covado.
Guarda-p para hornear a-66000.
Griaalda pai*. neiva a 86000.
Guarda p para senhora a 86000.
Lencos com barra a 26000 a duzia.
Leoue a gri-duquesa a 26000 um.
Lenco branoiw a 16200 e "26000 a dum'a.
Luvas de seda a 26 e 2f)500 o par.
Linhos de quadros a 80 rs. o covado.
Las escossei;as a 100 re. o dito.
Linn de edres a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 rs.
o dito.
Meias com pintas, para senkoras, a 800 rs.
Madapolao americano a 65000 a peca.
Meias para horneas a 36600 a duzia.
Extracto Porte-Veine. a 16400.
Popelina brau^a, de seda, a 800 rs. o co-
vado.
Paletots de seda pajha. a 76500.
Ditos de alpaca preta a 445600.
Panno da costa adamascado.
Pacotes de p de.arroz a 500 re.
Percales fi asa 200 e. 220 rs. o covado.
Roupas para iannos salgados.
Regatas de corea a 16000 urna.
Sahidas de bale a 26000 urna.
Suspensorios americanos.
Sargdim de cores a 200 re. o covado.
Setim de core 3 a 800 e 900 re o dito.
Dito do Japao a 240 rs. o dito.
Toalhas para rosto a 36600 a duzia.
Ditas para banho a 16400 urna.
puntos, leos, toni-
Mr Kiia do .aperador-.. andar
Tora a,.hoiuM-i^c participar as sua Exmas. l'regueaas e as Kxjaae. familias
desta capital que de- volta da sna viagem trouxe um magnifico orti monto do tqdo que
diz respeko a coatpleto toilette de urna senhora em MODA* 12 \0VII t I>i:*
acha-se a sua dis|>otic3o das 8 horas da manhl as 6 da tarde na
44 BIJA DO IMPEKDOft44
a-
'J\
as
I
AMARAL & C.
..rw* *~ m. *m-~
Vino a Jarope de Dusaxt
AO LACTQ'PHOSPHaTO QE AL
Aj)jroviAd'>8" ps-la Juia.aKyjitn* de Ri-*s J&z.Mrt>.
O Ljcto-PKoaphato un cal, que entra ui composi< XAROPE
de DUSAMT, o mec'ieainenlo raais poderosa que se connece hoje p.r. restaral-
as forjas de certos doeatee.
Consolida e endirsite os ossos da crearu, i'.ach*ica> torna acttroe e vigoroso*;
os Adolescentes rDolles e lymphaticos e os qu<> "3 ach5.j fc.ii;ra de rpido orescimento. Facilita a '.icatrisaco das cavernas do pultnSo sos Titicot.
Sendo administrado s (liberes duraiie a gravidez ella; a travs sao todo o periodo
da gesiacao aem a. mena adiga, sen: nauseas, tcio vomi'cs, e dao luz a craancas
fortes e vigorosa'
' O L*tl-Pho*pnat di oal ai ruinistraiio cna o s miles qve criao osCUioi.
torna o lette mais rico, raais nutritivo,.preserva as cr'.'an.;.]s da rt.asrtiea-i de oaira-
molestias, que se declarao dui me o cresciraeato. A dtntlcio otirt- te sem.fetfg; r a
creanca, sem que- appareca*- jonrul'sOef.
O VINNO e o XAROPCi de Lacto-Phet^Jtatt de coi appatite levastao as breas dos convalesceiH** -** *er i,f.repartos em todos
-*+ casos em que o corpo humano se achar fntig^a ou e\ii.urlc' -c fcf i.
Deposito em Pa~/. rUNDICAQ GSRAL
ALLAN PATERSON & C
N. 44Ra do BrumN. 44
JUNTO A ESTACO DOS BONBS
Tero para vender, por precos mdicos, as seguinttm ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldcadas.
Chivados de diversos taroanhos.
Rodas de espora^ idem. idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com sorra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindas modelos.
Portas de fornalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
, Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e asEentamento do m.'.chinismo e eaocutam qual
qaer trabalho cota perfeicao e presteza.
, Recebedores, directos dos mercados da Europa
liquidam os seguiutes artigos com descont de 14 [
vendas em grosso
Bramantes de algodo superiores, a 800 re. o metro, 4 largara.
dem de puro linho fazenda de 26200 para acabar a 16500, metro.
toalhado alvo, duas larguras, a 700 r., 16100 e 16200 o dito.
Algodio alvo, nacional, para lences a 56500 a peca.
Madapolao americano, a 36600, 46000 e 66000, com 24 jardas.
Maripozas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras a escusas, cores firmes, a 200 re. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 re. o dito.
dem de quadros modernos a 280 e 300 re. o dito.
Fichde:renda chics a 16000.
Colchas franceza de cores a 26000 e 46000, nma.
Lences de bramante a 16800, para cama de casal.
Casimiras de coree para roupa de enanca a 16000 e 16800, diagonal, duas
larguras.
Camisas inglezas e francezas a 266000 e 306000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 146000 um.
Cortinados ricamente bordados a 56500 e 66000-
Papnos de crea pana mesa a 16100 e 16300 o covado.
Cheviot preto c azul, a 36000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores e pretos a 900 re. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560.rs. o dito.
Setins de todas as erea.a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 re. o dito. t
Alpacas modernas, lavradas, a 240 ra. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 26500 e 36000 a duzia.
Ceroulas bordada, de bramante, a 126000 e 166000 a dito
Cortes de casemiras para calca a 46000 e 66000.
dem de meia casemira a 26000.
Toalhas grandes para rosto a 46000 a duzia.
dem felpudas para banho a 124000 a dita..
E muitos artigos que serlo Icmbrados com a presenca de nossos lertores.
59Kua Duque de Caxias59
LO JA DE
PEBEIRA HAGALHAES
0 meUro-JJisnmto
Faca asCRIANOAS
TARia. o. Asua VlOTOKlA,,PA
Hfattm n itim m rH*M ruanu.
o
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Basf s Scientiflcas
E Phjrsiotogiaas.
para o
Toocador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
rwyolse. com o br^hOf* frescura rabello rlaallM ou tiianru uraa re cr nmto.
ril, <*:ist;iiil>o ou preto,.como so uo, bo casco clara ou rflxo podu 4ar-flfl ana oor
escura* fi grosura ao caballo fino, omqoanto 4ju
lr<-qn<.ii^iiintetiraacalsfeli*.} rm ncro sempre.
Impetln a queda .3t;:nulaudo o dbil e
enfermo a ersbcqr vlgprosaaiei.&o. l^eprime o pro-
rewoe cura a iitih lencas peculiares do pericraufes. Como Cosroetl-
co para afornMtKenr o raWlln 'i^ Sonhoras o
\ igor lulo tem rival; nao coctern i Vite on tinta al-
guma, torna o cabello suave, briUiaafa c sedoso na
apjiaroncia, o-cooimuaica-lbe um purfuuic ^eUca/lo.
agraiLivel e plllllinutc.
PHKrARADO PELO
DR. J. G. AYBIR'K CA.,
IxnveU, Afa&, E. u. A.
A' venda uas rinoipaes poariuaciaa inguia
UM
fiEJKEBIO
mmmr
L etn todo o cajo de
RHEUMAT13MO
cipumft Sugae, EnpQBB, $st
lulas, Ulceras, Sfphils
e toda afleccao de naturas i'
eruptiva ou venrea*
^LuAlififilMl
DE BEBTOL
0 RBER(Ho-.-(ta Familia por exceUeieii!
Aluga-se
ii casas n. 39 a roa Vidal de Negreiros n. 13 A
i a Coronel Suassuna. e um sobradiabo em Afo-
lados, com bastantes arrorea fractifTas, io
becco do Quiabo n. 64,; a tratar na ra Marcio
Hiasn. 106.
AMA
Cha preto superior
Carlos Sindcn avisa aeus amigos e fre-
gnezes em gcral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por procos mais resumidos em vista
da continua^ao do cambio avoravel.
Convem que experimenten!.
48 RUADOBABAO DA VICTORIA 48
Typogaphia e Litlio^raphia
FABRICA DE LIVROS DE ESCRIPTU-
RAQAO
Premiada as exposlces de
188 efS&
Manoel J. de Miranda
Encadernacao e especialidades em cartoes de
visitas.
39- -Rtia Diifve de Caxias-39
Telephoaen. 194.
Precisa-se de urna boa en-
^ommadeira, na ra Duque
de Caxias n. 42, por cima da
typographia do Diario.
Ama
Precisa se de ama ama para o senpjo domes-
tii de casa de familia; a tralar no scriptorio
diste Diario.
Ama
Precisa-se de urna boa cosinheira, paga-se
b:m : loja de fazendas, ra Duqse de Csxias
n 44.
Ama
Precisa-se de urna ama para coskAar ; a tra-
ta.-Barua Marquex de Oliada n. Si,.3- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para auutor, prefe-
r se idosa : a tratar na rna do LiTramento i.
l, i- andar.
Ama
Cantellas de lote de Saccorro
Compra-se cautellas do Monte de Soccorro de
qualquer joia, brilhantes e relogios; paga-se
bem na Praca da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro.
CUFBU6S-pelos CIGARROS ESPIC
Oppre#Je* T#>aae Ue/uu Aerraii/iao
I.ICKNCIADOS PKLA UISPECTOaiA DB HTGIEME DO IMPERIO DO DRAZIL
Afuu-irse i rumsca que .penetra no pefto, acalma o systema nervoso,
lacima a expecVifai5,e favurUa asfunccoesd06 orgaos respiratorios.
Vonda tn atooaOo, J. ESPsC, CO, roo Si-Lazar, m Paria. Bxija-tt ata aisigaatura.
ftiriaun 1 FBsJiO El da SILVA to,n totociprn Ib* -
Vinho de Collares espiaciftl e
da Madeira
Fm decimos e caixa de duzia, tem. para ven-
der Joaquim da filva Carneiro. largo do Corpo
Santo n. 13, 1- andar.
- ,* rtA WIAIS DORES n,r OEu^,,,
fM* Elixir, fd e Paata denth jifoos ^ /
Doa
RR. PP. BENEDICTINOS
i
daABBADIA da-SOXJLAC (Grironde)
. DO MiVCUJELOHTSE, Prior
Metlnlhas de Otero: Brunlkx 1880 -Londm 1884
S- MAI& ELEVADAS I;I,OOMPENSAS
1373
N(| VSNO
Palo Prior
Plerre omuatm,
<- O us. n n iidiauo do Elixir Bentifricio
d.* RR. PF. Benedictinos, rem dose da
nlffuru.-.s i-- .'as com affua, pDem uura a cario
los immi -s. inliranqneceos, fortalscendo e tor-
naiiii'i :i^ gengiva porfeitamente sadiaa.
I'r^m"SaUia vurdadeiro arrie'), aasirna-
landn ao neisoa leitorea eate anti^o o utilia-
9.iii> | (i.irai!o,o melhor ooratii'ci e o tnico
Sresei'vativo contra M Ae<:c6e8 den-
irias. s
Agente gepai: SEGillW, BORDEAUX
Ach-ie m todm u losa Perfumirin, Psarmsci'si e BrottHu.
! N N Uf'33 1 A'N i!: N Uu B I A N
GRAXA LIQUIDA IMPimEAVEt\
>5a O magnieo LTXSTi'ttO d'sata p>-.ii:ai
conmrwm m dorante urna aamcuia,
teja qa&l tr o lempo.
BAIM0RAL GL0SS Gernm* lulrmtelailica faro as Hollinas des Senhorts.\
-A.jPI'XJO.A.-SJB BjB SSOOVA8
PASTA UNCU0SA, em caix de tolba de flandrea, aJ qual\
entrega* ao iTxercto Zaglez.
THt Nullta manupi ooMnt), a KHr LSM. ISNoan c.
AQtntrt gamas s*> PEBNAMBUCO : aMTlA^JlUM
Suimaraaa A r^eriyri. sys^fsssnlssP^ v"r^"/AH
i su PA.
Archit.ectura
Andr Rorapcke prepara, guarnecidos de io-
das as cores, fpranundo a conservaro das mes-
mas, tanto para o exterior como interior de edi-
ficios ; os pretentrentes poderao deixar suas or-
dens na mercearia ra da Imperatriz n. 2.
FABRICA
DE .VIDEOS
1TS Kua tl'.lurora 173
Expoe a venda em grosso
e a retalho os productos dt
seu fabrico: sendo
Copos com e sem p> ditos
com aza para ceneja, cli-
ces, globos, chamins, frascos
para botica etc. etc.
Precos sem competencia
Vinho Maduro
Pocas Mendes 4 C, com grande estabeleci-
menta de seceos <* molhados, sito a casa n. 9
ra osUeita do Itoario, contiguo a igrcia^ aca-
bam de reoeber urna grande remessa do'aure-
ditado e especial vinio Maduro, o nico que sem
a mnima confecro ipiportadp neste meicado.
e-e se vende no referido i-slabelecimento
Caronjos de algodo
Compra-se arocos de algodao ensaccados, en
treges nos armau-ns. ra do Barao do Trium
pho n. 10. J&e 14 ; ao prego de-380 reis por 15
kilos.
As'maes de familias
QUERIS VOSSOS FILHOS SEMPRE SADI09 ?
Administrae-lhe* o xarope ou as
Pilnlas Yernipurgativas
DO DR. CALASAIVS
ptimas preparacoes de mastruz
e rhuibarbo, para a expulsao completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
ioteaBOa ou lombwgas
(das ckkaxcas e dos adultos)
ss jysuos DE SUCCESSO
i Estas excellentes preparadles nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares,
visto serem purgativa por si mesruas.
As pessoa que tm vermes seatem c-
licas^ tem constantemente diarrhas, indis-
posicao, sensaclo de corpos que se movem
nos intestinos, endurecinaento do ventre, e
s vezes, vmitos. liangem os dentes, qlian-
do dormera, algumas e pessoas expellcm
vermes com as-fezes ou com as materias
dos vmitos. As criancas apresentam as
papillas dilatadas e inapetencia.
As pilulas levam impresso o nome do
DR. (JALASANS e sao cor de rosa.
1 caixa de pilulas 1$200
1 vidro do vaKopc lfj200
AS PRINGIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
T^rofessora
Urna senbora competentemente habilitada, com
pratica de 11 annos de protUaao, a presentando
diversos attegtados de bom methodo e comporta-
mente, offereee-se para leccionar.em casas par-
ticutores* nacidode onn seus arrabaWe as se-
guintcs n>atarias i Portatuez, France, Italiano
Geograpbia, Piano, trabalhos de agulha, etc.; a
tratar ra Visconde de Goyanna n. 69 ou em
casa doRegulador da Mannhara larga do
Rosario n. 9.
Os refinadores
do I- dFevereiroem
avisam ao publico
diante llcam venden
!
. 2.'
3.
que
do :
1*800
3MM
JsVOO
l'RIIIII(IOS r'SI'ECIAES
Do Ir. Garlos Bcllencourl
API>ROVADOS PELA JUNTA CENTRAL DE
11YUIENE DA CORTE
Salsaparrilha e Caroba
GRANDE DEPURATIVO DO SANGE
Elixir anti-rlieuwaco, iuUi-sypJiililii'o, empre-
gado em todas as molestias de pelte, erysipela,
dartbros ou impingeos, beriberi, authrazes ou
carbnculos cancros- venemos,, feridas cance-
rosas, ulcera, ggaoirheas chronicas-, boubas,
buboes, escrfulas e todas as doencas que de-
pendem da impureaa do sangue.
Este remedio -upenor a todos os outros do
sep genero, o que esta piwado pela preferencia
e acceitaco qne Ihe d r> publico.
Um vidro. 3*000
Elixir de Jurubeba, Quina e
Pciapinlo
T0NIQ0 FEBRFUGO, E WvSOBSTKUENTK
Empregado na debilidatle geral, doencas do
cstoinajro, convalegceneas depois do parto, febres
palustres, molestias do ligado e baco, falta de
apetite, anemia, chlonoK,iCr pallidag ou falta
de sangue, doencas nervosas.
E' um reconstitumte do energa, aromtico e
agradavcl ao paladar.
Um vidro 34000
Xarope de Jaramacani com-
posto
GRANDE PEITORAL
Tratamento curativo de. toda* as molestias do
peito e da garganta, deflitxos, tossea simples e
convulsa, coqueluche, constipaooes, aBthma, bron-
chite, catarmo ohronico e tv-ica pulmonar e do
larynge.
' o primeiro pe toral que se coghece at hoje
na medicina.
Um vidro 2*500
A' venda na ra Baca da Vietorio n. 51
Pharioaria Pinte
SE

W* i* '
ti *:

.
i
com
chaves
Criada
?T3JCS
Siaa de :
83000 a duzia
LEO AMERICANO
O mal* econmico. hygJenic* e
perfunado oleo para
GABKLLO
VENDEM
fcOMK* DE MATTOft IRAO
5-fna Mrquez de fliinda -\w

Precisa-se de urna
numero 137.
Cosinheira
cosinheira; na ruaVelha
Na ra da Umo n. 7, preclsa-se de urna
criada para cuidar de duas arrancas, de 5 e 3
annos d idade e que saiba engdmmar, prefpre-se
idosa.
J

no
ciapragada com a
Odontalina
1S BPlT i '. IV ii 8 MCC
m
*'#!%
* *
82 Sg
Criado
Precisa de um ao 3. andar da typo-
graphia Jd<> Diario dn Ptrnambuco, ra
'Duque de Uaxias n. 42.
Va ua velha de Santa Rita n. 89t piecksa-
de urna ama. prefere-se de meia idae, para
cdnprar, eosinhar e mais servico domestico.
Ama
?recisa-se deuma boa cosinheira, paga-se
b:m : na ra de S. Jorge n. -187.
Ama
Precisase de urna ama para cosinaa; e ma
serviros de casa de pouea familia ; a tratar aa
ra do Imperador n. 3a. segundo aadar, ____
Ama
l'recisa-se de urna ama ipara comprare eosi-
nhar ; na ra Duque de Caxias n. 47.
Ama
:a ra Mathias de Albuquerque i9jse P^e-
ei- a de ama ama para todo servico de ba*a tt
familia. a
Am
a
Va roa da nio n. 31 A, precisa-se de mu
?;a.JE?Ja_c?sln.b^L.e a'3 sftrTi06 de casa-
Ama'
j'recisa-se de urna ama matriculada para o se?-
vi ;o domestico de urna familia de duas pessoas:
a ratar na rmt do Jiras n. 54.
Ama
l*recisa-se de urna ama para cosinnar w lavar :
na Ponte Velba n. 16.
Amas
">"a ra da Conquista n. 21, precisa-se de urna
corinheira ede outra para servico interno.
Amas
Na ra Mrquez do Herval n. 61, sobrae,
firecisa-sede tluas amas, ama para cosinnar e
ai:er todo o servico necessario em urna casa de
familia, e de outra para amamentar urna'enanca
de dous_ mezes.__________________'
Cosinheira
It^cisa-se de urna cosinheira ; ra Sete de
Selembro n. 6.
Pao centeio
lifille & Biset, avisam ao respeitavel publico,
qii3 todas as tercas e sextaa-feiras, tem este sa-
ben-oso pao; ra larga do Rosario n. 40.
Professor de msica
Iato Ciarlini diplomado pelo conservatorit
(k; Bolonha-offerece seus servigos na quai. iade
de professor de piano, canto e harmona.
Ai tratar as casas de msica dos Srs. Piarte
4 C. e Antonio J. de Azevedo.
> Furto
Tendo sido subtrahido do sobrado 8/ 6 ra
de S. Francisco, no da 26 do cornate, um reto-
S'ir de ouro patente suisso remonioir, com t-
') de ambos os lados ; pede-se a que* for
mino offerecide o favor de. apprenendel-o t
le-.algo a referida casa, que seraightiacado.
Casa na Capunga
Uuga-se a casa n. 26, ra da Amkade, peH*
da i lionas do bond e via -frrea; tem i alas, 2
quirtos, cosinba fra, copiar, grande quinta' to
miTad*. eom boas frncteiras e boa carimba ; a
chave para ven rna das P*mambtanas
.............-------------------------------------rr-f-----------?
Fumo do Para
l chegon para a.fabrica Vendme o <\\c.twl
fumo do Para, bastante conhecido vaytJ
publico ; ra Barao da Victoria n. 3f.
til
Kovcfestabelciinent-
zendas finas e me
W>-Ra da loiper
llecebem directamente da u1
mus novidade em tecidos de fan
lo Completo sortimento etn fe
as classes e precos sem conJpetf
Telephone
\1. T. A.
. etl
acube de c
ja u5o sei
va, um
ta-
ra
;.. uc
!ndaa

que


Acedes entre amigos
A de urna caleca fechada, com dous cavallos
e um bom pir de arreios. que devia correr com
a ultima lotera do Grao Pari ne m de Jfneiro,
fica transferida para oltiina de Feven;iro.



.
I

VENDAS
Vende-se o antigo e bem afregu< zado es-
tabeleeiniento de calcados nacionaes da ra do
Livramento n. 11. o qual se torna recommenda-
do pela boa loealidade era que est ; a tratar
bo mesiuo.
Vende-se um grande viveiro para pa
ros ; a tratar na cocneire do caes do Capjba-
ifljfc
Bom para principiante
Vende-se u annacao cota tedas as suas perten-
cis da taverna 'd ra ifas Larangeiras n. 2, li-
vre e dtsemliaracada de, qualquer imposto, com
garanta das chaves ; a tratar com Souia & C.
ra de Santo Amaro n. iO, hotel.
A Revolucaode 48
A* ra Maque de Casias n. 48
Neata loja denominada A' RevolucSo,
tendo sempre un grande e variado depo-
sito de fazeadas, resolveu-se vendel-aspor
menos 30 40 do que em outra qualquer
casa. Como sejam:
Toalhas felpudas e acolchoadas, brancas
e de cores, tamanho regular a ^20, 20'.,
500, urna.
Marinos Me quadros, lindos padroes
200, 240 e 280 o covado. .,
Seda Alcaciana (fazenda de fantasia).
240 o covado.
Cachemiras de quadros com combina-
jilo a -'520 o covado.
Mimosa cambraia das mocas para cami-
sas a 3(5200 a peca.
Lindos cortes para vMjdos eni cartSo
com todos os aviament^a 7$ 9 10(5 e
14A um.
Saias bordadas para senhora (recebidas
ltimamente de Pars) a 36000 urna.
Cretones inglezes, francezes e alleniSes.
a 240, 20e 320 o covado.
Zeros de quadros, muito largos a 1G0
200 e 240 o covado.
Lindas colchas com palmas de cores
para noivos a J0>000 urna.
Chitas claras e escuras, muitos padroes
a 200 e 240 o covado.
Batistas com palmas e pintas, cores fi-
xas a 120 o covado.
Redes francezas aoje 6000 urna.
Fechs de 18, muito grandes, todas as
cores de 25000 por 15500.
Camisas francezas de linho (pechinca) de
60 a duzia por 48)5.
Merinos finos com duas larguras, todas
as edres de 800 a 500 o covado.
dem idem idem idem preto a 800 e
15000 o covado.
Cortes de fustao branco e de cores para
colete de 45 por 25000 um.
Madapoloes finos a 45, 55 e 65000 a
peca.
Atoalhado de linh, lindo desenlio a
15700 o metro.
ortes de casemira para calca, finos e
modernos a 45, 55, 65 e 75000 um.
dem idem idem idem costumes moder-
aos a 205000.
Cambraia de salpicos muito fina com
10 jardas a 45000 a peca.
E muitas outras fazendas que s com a
presenca das Exmas familias, poclerSo ser
?ereficadas, como sejam: inantilhas brasi-
tticiras, leques transparentes, bicqs de co-
res, ntremelos, bordados, leos, extratos,
luvas etc. -
48 DU(#!eT5e CAXIAS 48
Novidades
ReeelieraH Mu 4e Pars
AZEVEt'O, 1
16 Ra do
B.# (Ar.tiga Ifova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o que ha de mais novo. Renda
comprimento de saia a ljJOQO e 15500.
Sargelim fino todas as c9res a 200 o co-
vado.
Baleias com forro a 240 a duzia.
dem com forro a 400 a duzia.
Bramante de linho con 10 palmos a
15500.
D to de algodao com 4 larguras a 800.
Cortinados bordados a 5#000 e 65000.
Ditos de crochit finos a 81000 e 105000.
Estracto Rita Sangal a 2JO00.
Fichus de 12 e seda 1*000, 15500.
Capellas com veo bordado a 65000 e
75O00.
Madapoln globo a 7,0000.
Dito camiseiro a 75000.
Tapetes grandes para sof a 135000.
Espartilhos couraca a 4*000 e 55000.
Brin8 de linho cies fixee a 600.
Panos de crochetpara cadeiras a 800.
Ditos de crochet para sof a 25000 e
35000.
Guardanapos de linho a 25500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim raaco a 800 e 900.
Toalhas para banho a 15000 e 15500.
MadapolSo com um metro de largura
a 65500.
Cachemira arrendada e de quadros
15500.
Crochet para cortinado a 700.
Toalhas felpudas a 3*000 a duzia.
Camisas finas para homem a 335000.
Colxas de crochet com flores a 55000 e
95000.
Lindas velbutinas de quadros lisos e coiu
listas proprias para veo.
Nanzuc finos a 240 corado.
Ditas finas a 200, corado.
Cretones finos a 400 o covado.
Caixas proprias para presente.
Palitos de palha seda edres a 95000.
Patio verde para bilhar.
Leques de pennas.
Ditos transparentes.
Crinoline preta a 300.
Guarnic5es pretas e de cores.
Camisas de flanella de cores.
Seda crua de quadros a 800.
Crep inglez.
Meias brancas de seda a 45000.
''achemiras de quadros a 280.
Fustao branco a360 o corado.
Esguiao fino a 15500 a Tara.
Casemiras para roupa.
Roupa feita por medida.
TELEPHONE200
O deseugaao 6 Ir ver
Pinho resina
Cimento
Parallelipipedes.
Vendem Fonseca Irmaos A C.
Doce secco de caj su-
perior
Tem para vender em latas de 2 e 4 libras, por
proco commodo ; na ra do Bom Jess n. 33,
armazn.
FOLHETIM
a sisamM
POR
JULIO MAM
TERCIRA PARTE
HONRA POR HONRA
(Continuacao do n. 25)
vra
Nao, Joao, nao estou mais dormindo.
minha irma tem razto. Deve ir dei-
tar-se.
Mas nao ; o que l urna noite em
claro ?
E' preciso, Joao... Eu fico.
Pois bem, urna vez qoc ordena.
Com urna condicao, todava...
Qual ?
E' certo que eu velarei assim todas
as noites cabeceira de Claudina, afim de
que roc possa descansar um pouco.
NSo ha a menor duvida nisso.
Montmayeur sahiu. Luciana e'laudina,
an iosas, com o ouvido escuS, ouviam
e*tinguir-se no corredor os seus passos.
Quando ficaram bem. certas de que elle
estiva longe :
O miseravel !
. O infame !
Taes foram as exclamares que solta-
raro-se-lhes dos labios, e cahiram nos bra-
cos urna da outra.
Dorm, Luciana, mas estou certa de
que durante o meu somno elle deltou ve-
neno no meu corpo.. Quando acordei,
c offereceu-me de beber com insis-
tencia. ..
E eu vi-o. .* vi-o !.. Julgava-me
adormecida1... Levantei-neatrs dclle...
E nlo perdi um nico dos dos seuannovi-
mentos... Miseravel! e ousa amar-me!..
Luciana pegou no corpo e hume deceu os
labios.
'orna cautella, Luciana, toma cou-
Qn< amargor
IToi bascar um!
teado Jo.cap
a moca.
itou-lhe o con-
escoiideu-o no
Vende-se
o engenho S. Joo em Gamelleira : os pretenden -
tes dirijam se ao mesmo engenho que acharo
com quem tratar, ou na roa telha de Santa Rita
n. 64. Tambera se vende ama propriedade pr-
xima a estae&o de Boa-Viagem em um s lote
ou em retalhos de cem panos, a vontade dos
compradores : a tratar na roa vetha de Santa
Rita n. 64.
* Vinho de Pa6to em barris
de quinto
De especial qualidade e a pn-co baratissimo ;
vende-se no trapiche da Companhia, largo do
Corpo Santo n. 19. ^^
Livros de medicina
Vende-se alijuns livros de medicina j servi-
dos ; na ra da Rangel, armazem n. 48.
Lavou o copo enxugoti-a e tornou a col-
local-o na mesinha.
Minha pobre Claudina, de que peri-
go ests wdeada !
Tenho confianza. Todo o medo des-
apparecen.
De manha Jorge subi cedo.
Urna vez insta liado ao pe de Claudina,
nlo se arredava nem mesmo para comer.
Luciana entao. confiante no amor do po-
bre rapaz, poda estar mais tranquilla.
Joao sabio alguna minutos depois de
seu irmao.
Por mais esforcos que fizesse para mos-
trar-se calmo e impassivel, as mSos tre-
miam-lhe e o seu olhar desviava-se de
Claudina.
E entao, perguntou He a Luciana,
como passou ella o resto da noite ?...
Nao passou muito bem... pareceu-
me muito agitada... a febre augmentou
de repente... gemeu mnito...
\ E isso durou muito tempo ?
Nao, urna hora no mximo. .. mas
veja como ella est abatida, como os olhos
estio fundos. ... approxime-se e exami-
ne-a de perto... ha de ver que a sua res-
piracXo ardente... As suas mSos estao
tambem muito quentes a seccas. Estou in-
quieta. .. \
Nao tem razao para isso. E' nma
crise passageira. ^
Approximou-se do leit. considerou
Claudina, calou-t.e e olhou para a mesi-
nha. ..
O copo estava vasio... Logo\ella I
nka bebido!...
Estremeceu... brilhou-lhe nos olhl?
clarao.
E apresou-se a sahir... dizendo :
Nao nada. Tranquillisem-se. (9;
da ha de ser Valmo. Se me engaar,
previnam-me, porque irei immediatamen-
te a Garches buscar o medico.
Sahio e Luciana perseguio-o com um
olhar em que brilhava um odio que nao
perdoa.
Durante o. dia, aproveitando-se da cir-
cunstancia de Jorge estar l, quiz sabir.
Mas antes pergantou ao febril:
Nao sahir daqui ?
Nao.
Claudina eut muito doente hoje-.
Pode vir-lhe um novo accesso. Eu sou
obrigada a sahir.
V tranquilla.
Luciana abraca a Claudina e retirou-sel
Correu ao se too esburacado em que
Courlande morava. Elle estava em casa.
Acudi quanda vio Luciana. Adinha-
va que a moca i a communicar-lhe alguma
cousa de novo.
O que ha ?
Acontecen o qe o senhor prc
um
ni pasa;
Ra Duque de
Vende-se bordados de
de 2 1[2 e 4 metros e urna chavH 5 lar
gura a 500, 600, 800 e 15, muito mo, de"
qualquer largura a 15400,
700 a 15800 a pega.
Enxovaes para baptieajfl 105 e
125000.
Lindos enfeites para penteados a 100.
200, 800 e 500 rs. um. -^
Lindos granpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 25500 o covado.
Pulseiras americanas para 35, 45, 55,
66 e 85000 o par.
Guarnieres americanas'a 35000.
Lindos espartilhos a 45, 55 e 65000.
Porta dedaes de vidro, objecto para pre-
sente^ 15000. .
Broches de fantasia de 500 a lfOO.
dem americanos de 25 a 35000.
Lenjos de seda de 500 rs. a 15500.
Lublaqqe a 200 rs. o par.
Guarnieres de crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 6$000.'
Finas capellas de pellica, panno e coi,
com finos veos.
Flores artificiaes a 15000 o ramo.
Anneis americanos a 25000.
Plisss de 400 a 15000 o metro.
Luvas de seda arrendadas" e bordados
a 25 25500 o par.
Bicos brancos de linho e de core* a 25,
25500 e 35000 a peca.
Contas de edr para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento urna
85000.
Talheres para enanca a 800 rs.
Luvas de pellica a 25500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 25000 e
cor de creme a 15500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
15000.
Espelhos com fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 45000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas.
Lindas franjas douradas para facha, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
Ihos.
Timaosirlhos enfeitados de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabn-
eo e a Joao Alfredo.
Lindas fitas para facha a 25, 25500 e
35500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravatas plastr5es e'regatas a 15,
15200, 15500 e 25000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e sanctuarios.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourados
para enfeitar o penteiado e tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.D-se amostras de bicos e bor-
dados.
ralo
a das Estrellas
Sil
Royal Blend marca MIDO
Este excellente Whiskj*Escoeez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blead marca Y lado,
cujo nome e emblema sao regis^-ados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
O miseravel!
Elle tenta envenenar Claudina.
Tomem muita cautela! Eu estre-
meco ao pensar que fui eu quem lhes fez
correr este perigo. Foi urna responsabi-
lidade terrivel que assumi. Lembrem-se
de que eu me matara, se acontecesse al-
guma desgrana a qualquer das senhoras...
Fui eu quem mandou-lhes escrever as car-
tas que advertiram Montmayeur de que
as senhoras achavam-se ambas na confi-
dencia do seu crimet E', pois, gracas a
mim que elle teve a idea de um novo cri-
me para oceultar o primeiro. E' plano
meu esse novo crime. Os outros nlo se-
riam capazos de encontrar esse meio. En-
contrei-o eu. Mas tome cautella, tome
muita cautella, D. Luciana. Um momen-
to de esquecimento pode custar a vida
sua irma e a mim, por contrapeso.
Tenha confianca em mim, Sr. Cour-
lande.
E saccou do bolso um frasco meio cheio.
Era nesse frasco que ella tinha deitado
o contedo do copo em que Montmayeur
havia misturado o p branco, e em que
ella achara o estranho amargor de que ti-
nha fallado.
Courlande provou tambem o liquido,
molhando ligeiramente os labios.
Fez urna careta.
Prefiro um copo de velbo bourgog-
ne, disse elle, mais reconfortante.
Examinava de encontr luz a bebe-
ragem mortal. Era clara ; mas1 o xarope
havia entretanto deixado alguns Inlamentos
graxeos e no fundo do vidro viam-se anda
granulos brancos, nao dissolvidos.
arsnico ou strychnina, disse elle;
mas a strychnina, dividida em pequeas
laminas brancas muito luzentas, como a
taoda... ao passo que o arsnico de um
neo embaciado... Em todo o caso hei
de\ saber daqui a pouco. Vou a Pars e
l maniarei analysar o liquido. Deixe-o
ticaA Volte depressa para junto de sua
rma.V Venha procurar-me amanha.
Luciana obedeceu.
TinhaVressa de estar perto de Claudi-
na. Apegar da confianca que tinha em
Jorge," esterera tSo fraco que podia sen-
tir-se mal e\ser fbreado a ir para o seu
quarto. Claudina ficaria entao, durante
algun8minutoiSNxd8cr5a,o de Montmayeur.
Mas os seus reevg^'nao eram funda-
dos.
Quando entrou, Jorge coi
posto.
Montmayeur nao tinba
' ourlande partir sem perda deV^enipo
para Para.
Em caminho, continuaba a refiectir
natoreza do veneno de que Montmayeuj
se tinha -
muava no seu
Mais Barato v^?rfB^
WQIE DE CAXIAS-S6
Telephooe a. to
0 proprietario deste mui acreditado estaheleci-
mento previne a todas as Exraas. familias
e freguezes em geral, que as muitas pe-
chinci^s que costuma azer, nao sao mais
Ldidas cora a sua ex-casa das LISTRAS
AZISS; portanto, quem quizer comprar por
' men3Wue em outra qualquer parte dirja-
se TOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trara um completo e variadissimo sorii-
mento de fazendas que se vendem por pre-
co8 que nao Ihe podem fazer competencia
, como passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 15800 a 15000.
Dito de cores a 15 e 15300.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 15600.
^ Brim de cores para ronpa de criancas a
280 e 320 rs. I
Colchas de crochet de 105 por 55000.
Cortinados bordados a 55 e 65000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 45 e 45500.
Cortes de vestidos, em cartao, a 75000.
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 25800 a peca.
Camisas inglezas para homens a 285000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 25500.
Capas diTdrilho8 e tecidos arrendados
a 05, lH?205000.
Casacos Jersey a 25500, 35, 45 e 55.
Damass de seda com lindas cores chi-
ras a 15200.
, Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 15100 a jarda.
Esguiao de linho, pardo, a 240 e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 55600.
Espartilhos couraca a 35 e 35500.
Fichus a 500, 15 e 15200.
Fustao branco a 240 rs.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a 75000.
GuarnieSes de crochet para sof, a 55500.
Gorgorito preto de seda a 15800.
Guardanapos de linho de 35500 por 25
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Lencos para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 15000,
15500, 25 e 25500.
Las e cachemiras de quadros a 160 rs.
MadapolSo pelle de ovo, muito fino, a
65000 e americano, com um metro de lar-
gura, de preco de 125 por 75000.
Dito de 85ppr 55000.
Merino preto com duas larguras a 560
e 700 rs.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Ditos de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 15600, 15800,
25500 e 35000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
'800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 15-
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 25500
e 35000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 15200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as cores a 80 rs.
Assim como muitas fazendas que seria
enfadonho mencionar, e que vendemos por
menos 20 j0 do que em qualquer outra
parte.
Vinho de pasto
0 que ha de melhor vende-se pelo mdico
preco de 35*000 o barril de 5o e 8*000 o garra-
fao de 3 caadas voltando o garrafao 7*500
(preces lquidos) : ra do Amorim n. 60.
NSo pode ser strychnina, pensava o
agente; seria muito perigoso para elle. A
strychnina matara Claudina primeira
dse, mesmo pequea que fosse. E essa
morte tSo brusca, em convulsoes atrozes,
poderia attrahir a attencSo. Descobril-o-
hiam. Montmayeur prudente. Ha de
fazer provavelmnto todo o possivel para
que a morte de Claudina pareca natural.
0 que n&o se poderia fazer com a strych-
nina, pos8vel,ao contrario, com o ar-
snico. Administrado em pequeas d-
8es, influir sobre o temperamento de Clau-
dina, desorganisal-o-ha, occasionar pouco
a pouco e como naturalmente, no interior,
desordens muito graves. Tudo isso h-
bilmente conduzido, at ao di em que
urna dse um pouco mais forte occasiona-
r a morte.
Chegou a Pariz e dirigio-se ra Gu-
negaud. Conhecia alli um velho chimico
que havia j prestado muitos serviyos
prefeitura.
O homem chamava-se Sarlat.
Morava ssinho, todo entregue^ s suas
pesquizas e aos seus estudos, celibatario,
fazendo elle proprio os arranjos da casa
e a cozinha, e vivendo exclusivamente de
po e de legumes.
Era urna felicidade para elle quando a
prefeitura o roclamava para alguma expe-
riencia, porque o preco do relatorio me-
dico legal que elle aprSfcentava dava-lbe
para viver durante urna semana.
Sarlat estava em casa ; Courlande ba-
teu.
O chimico abri.
Trazia na cabera um gorro vennelho,
sob o qual cahiara os seus longos cabellos
grisalhos, que enchiam de caspa a gola
do seu robe de chambre, todo coberto de
cesturas e de remendos disparatados. Cal-
cava unas chinellas muito usadas.
Reconheceu o agente de polica.
Ah! ah! bom dia Sr.. Courlande.
Precisa de mim ?
Preciso.
Tanto melhor. Vem muito a propo-
sito. NSo ha um vintem em casa ha mui-
to tempo.
Ah.' infelizmente nao tenho urna mis-
sio oficial que confiar-lhe, Sr. Sarlat. E'
como amigo, e nao enviudo pelo chefe da
segurauca, que venho procural-o.
Sarlat fez urna careta.
Tanto peior entSo, em lugar de tan-
to melhor; Mas nSo faco questSo disso.
Em que posso ser-lhe til ?
Diga-me o que contm este frasco.
De muito boa vontade. Sente-se.
Espere.
EntrotrVum quarto em que fazia os
seus estudos e aajsuas experiencias. Demo-
.rou-se urna hora.
X
\
h HHH^^HHHI
I
' A Leja das Listras Azues
A' RA DUQUE DE CAXA-S N. 61
Telephooe n til
O proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias | todos os seus fru-
guezes, que as pechinchas que coetmna
dar, nao sao ncm nunca foram divididas
de outra. casa como alguem annuncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boa?, castume que a IiOja
dan IjkIi'km AsKuen nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sode boa qua-
lidade, e nao levam medida e^cassa ;
aceita-se a fazenda vendida se, por
3uaiquer motivo nao fr de muito agra-
o da pessoa para quem for comprada.
Dase descont a quem comprar de 20*
para cima.
ESPECIALDDADES
Hrlm de listras azues peras com
20 varas a 65000.
M adapolo com um metro de largu-
ra a 65800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartao a 105000.
Velllidilho bordado a contas a 15600
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
arrendadas a 25 e 25500.
Teeldos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 rs.
Cortes de cachemira com guarnieres
bordadas, lindas cores, a 205 e 255000.
Setlnt Maco de todas as cores a 750.,
e 800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cor,
qualquer que se deseje, a 200'rs.
Zeflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
Lis de quadrnhos a 200, 240 e 360
o covado.
Linhos lisos a 60 e de quadrnhos a
100 rs.
Guardanapos melhor qualidade a
15800 a duzia.
Atoalhado branco de cores a 15-
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 45000.
Cortinados de crochet, comsanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colehas de fustSo, brancas e de eco-
res, a 25000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras a 160, 240 e 280 rs.
Batlstes de cores seguras a 120 rs.
.\anzue de lindas cores a 280 rs.
Brlm pardo esguiao a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a*400 e 500 rs.
Mantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 85000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos eneites e com vibrilhos a
205, 25tf e 305000.
Leques de pensao e transparentes,
ultima novidade, todo preco.
Luvas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 25-
Espartilhos inglezes a 45500 e 55,
tem desde o n. 40 at 80 de grosssra.
Blco branco creme e de todas as
cores desde 700 rs. at 25500 a peca.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodao, preta, branca e de qualquer cor.
Sbados e entremeics bordados ta-
pados e transparentes por todo preco.
Grampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 rs. a
duzia.
Reloglos despertadores com fi-
guras em mov ment a 85 e 95000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
dade em
Vejam e admirem.
55 -Ra Buque de Casiasa
Pedimos ao respeitavel publico atlacao para
os prfros reducidos dos seguintes^^^^J^
Zefiros d 80, 160, 200. 240, iOO i; SOq
covado, grande sortimento.
Capas para senhora, o que lia ae pai
derno e barato.
Espartilhos de couraca a 4, 5 efcMj
Fus toes brancos e de cOres a ~
covado.
Lasinhas de quadros e listas
400 e 500 res o covado.
Grande sortimento em fichus.
Cortes de linn bordados para j
lodos os enfeites a J000.
Colchas brancas e de cores a
Luvas de seda fina a 2*000.
fortes de cachemire com udri
de mais novo.
Cambraia com salpicos de i
gosto e barato.
Grande sortimento em punhos e collari
para homem.
Bramantes de algodao e linho e poil
competencia.
Cretones para vestidos, um sortimeouB
dido em padrOes e precos.
Cambraia branca coiii salpicos a OOO.
Brins de cores para roupas a 320 rei
Atoalhados de diversos gostos e baratp.
Madapolo para familia, muito largo e por um
prego rasoavel a 600rt a peca.
Merinos de cores a 500 ris o covado.
Completo sortimento de sargelins a 2*000 o
covado.
Benda hespanhola a 2 e metro. #
Selins de todas as cores a 800 e 1$ o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Vanedade immensa cm toalhas felpudasj bran-
cas e de cores.
Cortinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptislas de cores a MO ris o covado. i
Cambraia Victoria e transparente a 3 a pee*.
Completo sortimento em casemiras de coa e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e preta a 400 res o metro.
Benda oriental, novidade. 500 res o covada.
Camisas brancas com collarinhos para homem,
cousa chic a 24000.
Tapetes, grande sortimento e barato.;
Amor da China, fazenda de fantazia (
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 2f, ura^^
Linn bordado de quadros, o que ua4e mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annuneiar tea tima
variedade de mercadorias que s vendo-se.
Do-se amostras sem pennor.
55-RA DUQUE DE CAXiASs
Foi em seguida ter com Courlande, que
nao se havia mexido do lugar, mergulhado
como se achava as suas reflexoes.
E' muito simples, Sr. Courlande.
Nao duvido, Sr. Sarlat. Seria pre-
ciso urna esperteza extraordinaria para
escapar s suas investigares.
Sarlat ficou visivelmente lisonjeado.
Este frasco contm xarope misturado
com agua... xarope de limao.
Sim, isso mesmo. E depois ?
Ah Em que quantidade ? Sufficien-
te para matar um homem ?
Nao, mas suficiente para comecar
urna desorganisaao geral.
Courlande esfregou as mSos.
Vamos, dizia comsigo o homem, es-
tou vendo que nao sou nenhum imbcil.
O chimico olhava para elle admirado.
Est na pista de algum crime ?
- Estou. De um crime possivel...
Commettido ?
'- Nao... a commetter.
Sarlat desojara outras explicacSes, mas
Courlande agradecia-lhe, prometiendo vol-
tar sem duvida no dia seguinte.
Faca-me um relatorio, disse elle, do
que encontrou e tenha-o minha disposi-
co.
E retirou-se.
Continuava o drama na fabrica. E Mont-
mayeur perpetrava at o fim o seu espan-
toso crime.
A' noite repetio-se a scena da vespera.
Montmayeur foi installar-se no quarto
de Claudina.
Luciana retirou-se cedo, mas, como na
vespera, deitou-se sem despir-se.
Jorge nao quiz sahir seno muito tarde.
Afinal Montmayeur ficou s.
Claudina nao dorma. Da sombra de
seu leito examinava o homem pelo qual
sabia estar condemnada morte. E o
seu olhar dirigia-se logo para a porta,
atrs da qual sabia que estava Luciana.
Se nao soubesse que a irma achava-se
perto delta, de certo perdera a coragem
e desmiaria de terror.
Lutou o mais que pode contra o som-
no. Parecia-lhe que adormecendo assim,
abysmava-se na noite eterna: a morte.
Adormece u.
Montmayeur havia, como na vespera,
levado um livro.
Passaram-se as horas. Elle n4o#movia-
se da sua cadeira senlo para avivar o fo-
go, que apagava-se. E fazia-o com infi-
nitas precaucoes, com receio de acordar a
doente.
Dir-se-hia, aovel-o, um irmao velando
cabeceira da Irma, ou um marido ca-
beceira da ti I ha, ou um marido cabe-
ceira da esposa adorada.
Nmguem dira que estava alh n
FEhYHIIESDEAZEYEMIC
Bom terreno
Vende-se um terreno de 180 palmos de frente
e 150 de fundo na ra doConselheiro PortoUa,
nos Afflictos : o terreno est cercado e tem al-
guns arvoredos novos plan lar!os : quera freten-
der dirija-se ao esenptorio deste Diario, que
achara quem indique o vendedor.
Para oDerbyE
Carlos Sinden recebeu grande sortimen-
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por precos sem competencia. \
Recebeu tambem collarinhos e punhos
de borracha de formatos novos.
48BCA BABAO DA VICTOBIA 48.
Vende-se ou alugR-se
um sitio com casa, na frente iodo mojado,, com
diversos ps de fructeiras. duas caentibas com'
excellente agua e banheiro. ra dJTMiguel
n. 84 (Afogados) : a tratar no mesrto ou ra
Marcilio Das n. 106.
Cimento Portknd
Venden, Soares de Amaral Iraiaae,.a roa da
Madre de Reus n. 22. ..____
Bom para principiar
Vende-se o deposito de cigarros e casa debar-
beiro sito ra Mrquez do Henal n. 96, deno-
minado Fabrica Venus, mnito bem Mcalisado
por (car com o oito para a ra do Paco da Pa-
tria. O motivo da venda o dono acbar-seem
condicOes de nao poder continuar com tal nego-
cio por molestia: tratase na mesma casa a
qualquer hora.
sassino protegendo o somno da sua victi-
ma afim de melhor commetter o seu cri-
me.
Quando julgou ter certeza de que Clau-
dina dormia profundamente, foi examinar,
inclinado sobre a cama.
Luciana dissera-Ihe, na vespera, que a
irma havia sofiHdo urna violenta crise in-
testinal, e elle maginava que Claudina
apresentava efectivamente 03 primeir**
symptoma8 de envenenamento pelo arsefc
co. Symptomas que elle havia estudap
que verificara e cujos progressos tenfif
nava acompanhar no rosto da pobresita
Agora que ella repousava, porem, elle
achava que o seu rosto estava calmo.
Nenhum signal de soffrimento appare-
cia-lhe as feicoes.
Apenas um pouco de pallidez, resultan-
te antes da fraqueza causada pelo leito,
mas sob a qual via-se correr o sangue,
sob a qual adivnhava-se a vida.
E' singular murmurou elle.
Depois pensou que a dse de arsnico
que havia administrado, nao 'ora bastante
forte, provavelmente. ^
E resolveu duplical-a.
Certificou-sesempre como na vespera
de que Luciana dormia, de que o som-
no de Claudina nao era fingido, e. atirou
rpidamente o arsnico no copo de pocSo
preparada sobre a mesinha.
Passaram-se duas horas.
Claudina acordou e instinctivamente,
nao pensando no que dizia, no que fazia,
nao se lembrando de que Montmayeur es-
tava alli e que a sua presenca fazia-a cor-
rer um terrivel perigo, Claudina, com o
espirito anda obscurecido pelo somno, cha-
mou:
Luciana, tenho sede... quero be-
ber ..
E quasi immediatamente lembrou-se!
Um estremecimento de gelo percorrea-
Ihe o corpo da nuca aos caloanhares.
Vio-se perdida.
Montmayeur approximou-se com des-
velo.
Pegou no copo, mexeu o xarope com a
colher e apresentou-o a moca.
A mao nao tremeu-lhe quando
estes preparativos. Ao estender o c
tambem ella nao tremeu!
Paluda como os Ien$cs que
Claudina sentia-se desfallecer..
Se hesitasse, despertara
Montmayeur.
Salvava-o. Perdia-st
E quem sabe a que exti
levado o miseravel?

sus
IB
c
m
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Full Text
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