Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17430


This item is only available as the following downloads:


Full Text
DE OTUBRO DI. 1590
_______g""*g
RNAMBUG
Propriedade de Manoel Figuelra de Faria db Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
1
Por tres meses adan tados. .
Por seis ditos idem......
Por um anno idem......
Cada numero svuiso, do mesmo dia.
6000
120000
23frOO0
100
Os Srs. Amede Prince & C.
de Paris, sao os nosso* agentes ex-
clusivos de annuncios e publica-
coes na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis meses adiaatadoa. .
Por nove ditos idem......
Por um anuo idem......
Cada numero avulao, de diaa anteriores
134500
2OWO0
264000
1O0
fl

I
TELEGRAMHAS
s&&7i;o ?AancLAa so sus:c
NATAL, 22 de Outubro.
O paquete Braz tocou hontem ueste
porto, suLindo hcutem mesm; para o Sul
da Kepubiica.
No vapor Planeta, que parti hoje,
seguirn) com destino capital federal os
ci p t.dos por este Estado Drs. Amorim
Garcia e Almino Alvares Affouao.
PARAHY8A, 22 de Outubro.
Seguem hoje no paquete Brazil o sena
dor Firmino e os deputados Epitacio, Si
e Retumba.
RIO DE JANEIRO, 22 de Outubro, s
3 Lor-s c 26 minutos da tarde.
Foi promulgado o decreto que approva
os Estatutos do Raneo Emissor de Per-
Bambuco.
LONDRES, 21 de Outubro
Est rconl ecida oficialmente pelo go-
verno ingles a Repblica Brasilera.
MSTRUCtfO POPULAR
oskoHSTsas vikto"

-

POR
ARI8TIDB8 ROGBR
QUINTA PARTE
A argaaisa^So dos Insectos
CAPITULO II
As arma* abdomlnae
(Continiiaglo)
A* mas perigosas que os articulados teem ao
seu servieo, aquellas de que s veces fazem to
cruel uso, sao as cwjiecidas pelo nome de agui-
Iboes; estio capeadas natxtremidade posterior
do abdomen;
Nosescorpio.-3 teem a forma de um colche
te ou gario retorcido : e asvespas, as -abe
Ibas e outros bymenopteros consisten em duas
laminas muito separadas e agudas, que o insecto
podefizer sabir do estojo que as coniem.
0 gario do escorpio tem a forma d; ama so
vella de sapateiro. J*2*
Debaixo da poota ven :nosa jftuma grande
eatumescenria prolongada, om forma de pera,
e nesta especie de papoula estio situadas as
glndulas destinadas secrecao do veneno.
Estas glndulas sao duas, rodeadas de urna es
pcie de coberura muscular, sabindo da sua ex-
tremidad* exterior om conducto estreno, que
vai levar o liquido venenoso ponta do garfo.
Quaodo o'eicorpio, irritado, quer axer uso
desta arma, w! se na exlremidade do dardo, le-
vantado, aasomar urna gota do veneno. O ani-
mal pica, e as coberturas musculosas das glan-
du'as. rontrahindo-se^n'esse momento, lancam
na ferida todo o liquido contido no apparelbo.
A picada do escorpiio 6 Dengosa, E verda
de que a das araobas desta especie, que vivem
na Europa, apenas causa insignificantes acciden
tes ;-mas a do escorpiio da frica pode ser lu-
nes la.
Tem se visto pessoas mordidas na caneca mor
rer entre horriveis convulsoes.
Os bjmenopteros veneoosos sao menos temi-
veis, comquanto as f uas armas jam mnito maii
coa; piteadas que as dos escorpios*. Todas estas
armas sao formadas pelo mesmo typo, e bastar
nes h* conhecer a da abelba, para sabermos
como eo todas as domis.
Imaginen) se duis agudas lancetas dirigidas
urna contra a oucra, apresentando urna pequea
mosca do lado em qu; se tocam, e muito delica-
damente dentadas pela parte de fu a. Este dar-
do, assim formado, est metlido em urna baioba
cartilaginosa, e obedece a doos &y temas de mus
cues submeidos a vontade do infecto.
0 pnmeiro eystema dos msculos fas sabir o
dardo da baioba e impulsa o para os tecidos que
0 segundo syslema puxa da ferida o dardo e
falo reentrar n bainna.
A base do au ihio aclia-se em contacto com
um tubo que : ma o conducto de despejo de
urna pequea nexiga.
Esta coostitue o deposito das glndulas vene
nasas com que se communica por meio de outro
canal. .,.
Xestas duas vesculas, que se assiroilnam
com a bexiga das nossas glndulas salivares,
or.de se fabrica o veneno.
(Contina).
trias, seguranca e tranquilidades publicas, tudo
8< na se estremecer em face do desassocego dos
esptrtlos em previsfw de tristes acontecimentos
que se dcbuxavam na nossa tela social; S. Exc.
teve a grande habililade e rara ventura de,
apoiado na contianca publica, melhorar conside
ravelmeote esse e3tado afflictivo, j i reatabelecen
do a calma e tranqulisando as conscieocias, j
soerguendo o nivel moral desta Ierra pelos cui -
dados e providencias empreadas em bem da
ordem e pelo zelo e tino com que agio em rela-
cao aos interesses polticos, econmicos, flnan-
ceiros e indoslriaes do Es".*do, cojo futuro o
preocupou unmenso.
Iniciando o seu governo, por assim diter, no
furor das mais encontradas paixoes polticas,
que procuravam abrir brecba atravez as urnas
eleitoraes no Congresso Nacional, ainda qae de
envolta com as vanglorias da peleja fossem sa
cpiflcadas a ordem e a paz publicas, a segurarte i,
o bem estar e o futuro de Peroambuco ; S. E como traqupjado pillo dos mares polticos, ate-
ve-se em desviar a oto governamental dos ca
chopos para onde fatalmente a arrastariam os
ventos borrascosos j desencadeiados, e conse
guio o seu intento, siogrando o barco para bori
zontes mais calmos, e fogindo aos elementos po-
ltico-telricos que o ameacavaoa.
Para tanto bastn que S. Exc. tendo a bussola
bem orientada, e pondo de accordo a marinba
gem, ordenasse a manobra livre de preocupacoes,
confiante nos altos destinos desta ierra, e crente
na eficacia dos sentimento3 do povo em pro da
liberdade, egide santa que se accolhem todos
quactos aspirara ordem e progresso.
O pleito 'le toral que, antes da posse de S.
Exc, parecen por algum lempo dever ser urna
cruel batalba, da qual, fossem quaes fossem os
vencedores, resultariam destrocos e ruinas ; o
pleitoeleitoral, dizemos, corren calmo e honesto,
dlgam embora o contrarios que tudo malsinam.
Paz, ordem e liberdade foi a trpode em que
assentou esse pleito ; e nem Ibe podem fazer
perder essa fecao geral nos tantos aciculados
de fraude musitados em pantos raros e dispa-
O respectivo decreto, bem como outros qua
tiveram por alvo a industria local, sao atleslados
pujantes do espirito emprehandedar e reformis-
ta do honrado Bario de Lucen i e esse espirito
anda elle o deixou indelevel em outros acto*
reformadores de leis e regulamen'.os, como por
exemplo o referente ao contencioso administra-
tivo, de modo affeicoal-os s exigencia; impe
rio3as das novas instituicfs.
Mais do que fez o Baro de Lucena em cerca
de dous raezes e meio de governo, e com zelo.
actividade. energa, inteligencia e dedicaco
ioexcediveis pelos interesses confiados sua
suprema direccao e inspeccao, nao se pode
razoavelmeute exigir do mais alevantado espirito,
da maior potencia intcHectual. Para effectuar
parte ornciiL
MARIO DE PERHA1BC0
RECIFE 23 DE OUTURRO DB 1890
Covcrno do Estado
Tendo solicitado e obtido dispensa do cargo de|
governador deste E-tado, no qual fora empassa i
do em i de Agosto ultimo, o Sr. desembargador
Bario de Luceaa,cuj inspirada e patritica ad-
minisiracAo impe se ao respeito eapalauso pu
micos, deisa boje, o exercico d'aqnelle elevado
posto ea bO i hora confiado ao seu criterio.
R (ebidu com as mais significativas demons
tragfle- de apreco qoe. baseadas n'um passado
glo loso ae oobres teniamens e servicos presla
dos a esU as ma:* robuxias espercngas d*. que o seu gover
no assigoalaria um veradeiro renascimento para
Pernamtiuco. o honrado Bario de Lucena justf-
icou sa< itdade aquellas demonstragoes festi
vas, e curt borou quaato era posaivel no curto
tap-o de lempo que dirigi os destinos deste Es
lado, as lisongetraa esperaocas manifestadas,
tranff imando un palpaveis realidades muitas
aspir..co-~ peroambacuoas.
BIT ctivamt-tte, S. Exc, que encontrara o Es
tado em o Seis roodicoes sob todos os pontos
te vbta. poia que finanjas, commercio, indos
'ates.
tmbora preocupado com o psnsamenlo de bem
orientar a opiniao para que fosse correcta a sua
maoifestac&o as urnas, velando simultanea-
mente pela paz publica e imprimindo as con
sciencias a tranquilidade, S Exc. nao se absor
veo nessa obra, que era sem duvida ingente, e
cogitou sera e eficazmente de outros interesses,
a!T-icoando se p incipalmente em dar solocao con
digna ao problema ecooomico-nanceiro do Es-
tado, de modo a tirar o thesouro dos apuros em
que se achava para fizer face compromissos de
honra.
Urna divida fundada de 7000 contos de res,
urna divida flucta nte de cerca de 3:000 contos
exig veis cada momento, um orcamento desi
quilibrado por despezas extraordinarias, urnas
effectuadas, outras auctorisadas despreocupada-
mente, os cofres pblicos sem numerario para
fazer bous os pagamentos urgentes tal era a
situicao fioanceira do Estado, quando S. Exc foi
empossado no governo.
Cortar despezas extraordinarias, peritamen-
te ada veis cercear as ordinarias pela reorga-
nisacao de diversos servicos com economa para
os cofres do Estado, como occorreu em relacio
forca policial ; e por esse meio restabelecer o
perdido equilibrio orcamentario ; tal foi a poli
tica tinanceira prat cada pelo honrado Barao de
Luc na, que lbe pz um remate esplendido, coa-
seguindo com ooiaveis esforcos a decretacao de
um banco emissor para Pernambuco, son clau-
sula de efectuar elle ao Es:ado um empreslimo
de 10,000 contos de ris a 9 /, de juros, 95 12
.'. de taxa de emiss&o e i V. de amortisacao,
feito o respectivo ser vico em moeda do palz,
isto sem os riscos das differeucas de cambio
Apreciando o fado dissemos ni : Essa
concessao, que asseota em recoubecida oecessi-
dade da prega do Recife, e que, pois, vem trazer
facilidades ao gyr) mercantil, de iaquestionavel
vantagem, embora a dupla base garantldora da
emiss&o, para todas as operacoes que o novo
eslabelecimento de crdito vem fomentar >; e
accresceotamos, no pomo de vista dos interes-
ses da fazenda : Sammadas todas as vanlagens
reaes da feliz operaco, estudada esta em globo
e nos detalbes, e devidameote ponderadas as
condices do Estado de Peroambueo. ebega se a
concluso de que, no moa oto aclual, era de
todo ponto irrealisavel am empreslimo sob
clausulas mais favoraveis. >
Estes conceitos, que calaram na opiaiao, me
recendo o geral assentimento, exprimem stricta
mente a verdade. A creacao do Banco Emissor
de Pernainbuco e o empreslimo nasaponiada-
condisoes, constiluem um dos mais relevantes
servicos prestados pelo Bario de Lucena i Ierra
do seu nascimento, porqunta se por um lado
pOo Thejonro coberto de exigencias esma-
gadoras, realga o crdito d) E-tado e traz eco
coma no tervigu da divida fundada, por outro
lado da eosaochas ao commercio para f.ciliar
so s irarnac.- s por meio de um grande estabe
lecimeoto de cedito que ha de inspirar toda
conHaoga e esta asunte as mais solidas bases.
Nao se limitou, poria, a isso o Ilustre Barao
de Lucena. Aspirando patriticamente levantar
a nossa principal inliistria a asncareira,
idou e pz por obra un novo apparelbo leg s
lativo par o rontractoi de usinas, tendo por
duplo flm deseovolver a produegio da canoa e o
fabrico do asrocar, mediante es mais modernos
procesaos, e proteger a lavoara da selecta gra-
mnea e o melbor aproveiumento desta
lamo trabalno em ta exiguo tempo, e trabalho
tSo promettedor, to til, e de tSo fecundissimos
resultados praticos, se for diligentemente des
envolvido de harmona com a sua coocepgao,
aingoera eslava as condtgOes do Barao de
Lucena.
S- Exc, alem do entraobado amor em que se
abraza por esta trra, tem conhecimento exacto
dos bomens e das cousas de Pernambuco e urna
clarissima intulgao das mais vitaes nece.-si iades
publicas Possue tambem urna bella intelligencia,
realgada por largos e cooscienciosos estudos so
bre variidos asumptos, e urna vontade enrgica
que, at onde pode ctiegar o valor humano, sabe
realisar a formula querer poder.
Assim apparelbado para as lulas da vida, nin-
guem pode, no actual momento de reorganisagio
da patria, competir com S. Exc. na governagao
deste Estado. S. Exc, cuja candidatura j
levantamos, e foi proclamada no deslumbrante
f stim que, ha das, lbe ofivreceram es sens
amigos, o homem que todas as circumstancias
indieam, e todos os bons pernambucanos devem
acclamar. para primeiro governador de Pernam
buco.
A mais eloquenle prova do que avangamos,
teem-n'a todos aesse curto governo, que boje
fiada. Desse governo ple-se dizer que so leve
um defeito ser extremamente rpido. Em
compensagao, porm, pode se aflirmar com os
factos que excedeu & geral expectativa, foi alm
das mais optimistas previses.
Podem 03 zoilos malsioal o as suas intengoes
e nos seus actos. Des le que ba sociedade de
no neos, jamis deixou de baver falsas e fallazes
apreciagoes, e os maldixentes, em todo o per-
curso dos seclos, pulnlam na historia. Do-
mis, nenbum reformador, poltico ou social,
fosse embora Christo ou Habomett, escapon as
objurgatorias dos espiritos apaixonados.
Felizmente, porm, a sociedade constituida
de modo que cada maldizente, i cada espirite
abrazido nos focos das ru>ns paixOes, corres
p-ndem centenas e centenas de espiritos rectos,
de espiritos calmos, que vem as cousas aem as
irradiagoes engaosas dos mos instinctos. das
paixoe8 perniciosas, e julgam os bomens, no
foro intimo, pelos seos pensamentos, palavras
e obras.
Sao estas levas de espiritos saos que, em boa
hora, constituem a opiniao ; e esta, esteja tran-
quillo o Barao de Lucena, vio, admirou e ap
plaude os seus ingentes esforgos, os seus mas-
culos labores, os seus patriticos empreheadi
meotos em pro do Estado confiado sua hones-
ta gestao.
Que mais Ihe preciso ? Ria-se S. Exc. dos
zoilos; e responda Ibes apon lando Ihes, como a
esposa de Phocion aos Minos, as suas melhores
joiis: os actos do seu governo inspirado na jus-
tica e no seotimento do bem publico, e as festas
qoe lbe fizeram os pernambucanos sinceros,
quer quaodo S. Exc. aqui ebegou, quer agora
no acto de partir.
S Exc de ve estar satisfeito. Se a sua con-
sciencia Ihe segreda qua soube bem cumpri r o
seu dever.aconsciencia publica corrobora plena-
mente esse conceito. E a conscieocia do povo,
quaudo, apreciando os homens de governo. se
manifesta como agora, vale bem o que realmente
pesa : um mundo de elogios. 4
Assume boje, 1 hora da Urde, o goverLo do
Estado, depois de prestar o competente jura
ment, segundo as novas formulas, perante o
Conselho da Intendencia Municipal, o Sr. des
embargador Jos Antonio Correia da Silva, dig-
no pernambucano e magistrado integro e res-
peitavel.
S. Exc, certo,e j foi dito aa imprensa i
goiza de critica, nao tem pratica administrati
va ; mas tem, e em altndose, o que pode sup
prir essa falta intelligencia cultivada, criterio,
tiao poltico, extensas relagOes no Estado, co-
nbecimento das neceo.dades reaes de Pernam*
buco, e genero.-os e patriticos sentlmentos.
Com tas predicados, e lnspirando-se, como
estamos certos se inspirara, nos actos do seu I'-
lustre antecessor e amigo, S. Exc. pOdo fazer,
e, eremos pamente nao errar disenuo, ha d*-
fazer om bom governo, orna vez qoe se stenba a
gt-neroaa poltica inaugurada pe o Barao de Lu
cena, e d srqoencia aos seu plano* Unancei
ros. econmicos, industriaos e outros de quec-
gitou e deixou excelleotes lineamentos aquelle
emento governador.
Sob taes auspicios saudamos o novo governa-
dor, e pomos a sua disposigao o nosso apoio e
os 008*08 pequeo* servtgos, desejando S.
Exc que colba Untos louros na administragao
quaetoa tem sabido colber ni ana carreira de
magistrado, coja toga jamis foi manchada, cu-
jos actos sempre primaram pela mais immacv
lada boneslkfaoe.
Aetos do Poder Kiecutivo
lfltreton.. de 13 de Outubro de 1890
Allera a legislaco vigente, quanto re^lisagSo
do capiul d s sociedades anonymas
(Con clusao)
CLASSE 14'
Sublram as taxas : do art. 441 (abanos) de
*!30a i00 do an. 451 (colchesj d.' 900 a l,
d arv" 437 (cor/ioalha) de 2i0 e flSO a t60
#3004o art. 456 (espaaadores) de SilOD a 54600,
iu ark 459 (redes) de 2*000 a 24 '0, do art.
443 (saceos dt gune) re 4400 a 4500, e do art.
46t fvassourasj de 44000 a 44800.
Sabio umbem d>- 4460 4540 a Uxa das es
tetras para forrar soalhos, de que j ba fobrica
gao no paiz, classifi adas no art. 457, estabele-
ceodo-ae igualmente urna taxa nova para os ca-
puches '-. esparto do art. 445, reclamada pelo
va'or e qualuade de sicomas sones ultima i eo
te impon d>s.
Descerara as Uxas da palha que vem para fa
bncnco de esteifas, c dos chapeos de palha de
arroz, arfa, trigo e palmeira nOfofeados, re
cooiiecidamente pesadas.
CLAsSE la'
Sem a mrnor contestago a mais imprtame
de toda* as divisOes ua tarifa exige sempre a
sua revisao o mais acorado estado, extremo cui-
dado e criterio as raodifieaces ou alte rages a
fazer se as respectivas classifi ages ou laxas
pois qualqutr descuido neste trabalho pode dar
occasiio a constderavel prejuizo da renda publi-
ca ou iesar interesses muito legtimos do com
mercio a da industria. Expon-i as alteragoes
fei'.as nesta classe, estudando cada um dos com
pett n les artigos.
ArL 447. Fio de algodao. -Nio ha duvida que
materia pnma de subida importancia, mas lem
similar na produegao nacional, desde o producto
ag.icola, e muitissimas sao as fabricas qoe o
produzsm. Tendo estas reclamado a elevagao
das taxas, acbei at certo ponto justificada a pre
tengo, e adoptei na projecto de tarifa um pe
queoo augmento ce direitos. Nao hesitei em
fazel-o tanto mais qu mo fui obligado a subir a
razio dos direitos e laxas dos tecidos. em que
sao empregados os nos importados, Meando as
8im lanamente compensada a elevagao dos di-
reitos destes.
Art. 470. Alcatifas i tapetes. A laxa foi eleva-
da de 14000 a 14200. A importagao estrangeira
pequea, e a fabricago nacional come ca a ex
plorar a produegao deste genero com vanta-
gem.
Art 477. Brtns e riscados entroncados e tecidos
congneres.A Uxa -estas fazenda* era na tari-
fa mais qoe proporcione 1, mas coostitoindo ellas
pridui gio muito avultada de quasi todas as fabri
cas de tecidos do paiz, e, tendo sido contempladas
na tabella movel, oio poda tlcar sem alteragio a
correspondente uxa na presente revisio. Vanas
peticoea reclamavam os direitos de 14400 que
ebegaram a ser adoptados a principio, mas foram
considerados sempre exagerados e demasiado
velatorios paa o consumidor, prejudiciaes i
renda, sem dab tirar a Industria mono sens.vel
proveito. Tendo considerado atteuUmente o as
sumpto, parecen nos razoavel a elevagao at
14200, por estar mais em harmona com os n
leresses colodros de todos os iiteressados
Art. 478. Capas para diversos objectos -Foi
elevaua a taxa deste artigo para corresponders
de productos semelbantes de outras classes.
Art. 479. 4 distinegio consignada na classifi-
cagao do ;.rtigocastas e r.mbraiisentre as di-
versas qmali'jades de bordados, sem dar ao lisco
grande proveiio de renda, embaragava o ex pe
diento com as repetidas questOes suscitadas a
proposi'o de taes distinegoes, dando em resalu-
do prej'dzos, quer para a Fazenda Nacional,
quer para o commercio, pjrquauto nio est ao
alcance de quaiquer pessoa reconhecer a quali
dade real de taes fazendas. E, como a importa
gio das cassas bordadas mao ou machina
em pegas tem diminuido sensivelmenU nos der
radeiros aonos, julgimos conveniente supprimir
a correspondente classificagio e taxas, fundin-
do-as na divisio geral immediaU da tarifa, alte
rada nesU parte a Uxa das que veem em cor
tes.
Art. 481. ChapeosFoi diminuida de 700 ris
para 600 a Uxa dos lisos.
Art. 483. Cobertas aleKkoadas.k elevagao da
laxa respectiva correspondente i elevagao da
dos tecidos de que sao fabricados estes arte-
factos.
Art. 484. Cobertores e mantas para cama.Sio
productos explorados pela industria naciooal e
em parte favorecidos pea tabella movel. Dos
lavrados ou adamascados fabricara se j muito
regulares no paiz. Nao podemos aceitar a i ta-
xas proposUsnan reclamagdes aposentadas por
parecerem em extremo pesadas, devendo elevar
a razio dos direitos a propirges exageradas.
Conservamos por isso a de 60 %, qoe represen-
ta nos mesmos direitos um augmento de mais
de 15 /,.
Art. 488 Coxintlhos A Uxa foi elevada de
14000 14*00. Fabncam se no pais.
Art.491. Fil. Foram reduzidas as taxas do*
de malha de menos de 4 kilogrammos por 100
metros quadrados, e dos lvalos.
ArL 492. Forros para chapeos Materia prima
parea industria da cbapeilarii. Com a nova
classiticacao ficam favorecidas as sortes de mais
consumo
Art. 497. Hollando crva.k subida das Uxas
de outros tecidos desta classe exigi a alteragio
da que incide eoore este genero, para evitar fe
quentes quesies de classirlcagio as alfande
gas
Art. 499. Lona*. E' producto de fabricagSo
naciooal, coja progresso convem auxiliar. Fui
elevada a taxa de 500 ris a 600.
Art. Wl.'Mtngneiras. -A elevagao da taxa pro
cede da e| -vacio da do a ligo aoteceden'e.
Art. 502 Mantas para carallo. de quaiquer te
cia0,a elevagao corresponde i dos tecidos res
peciivos.
Art. 504 Metas -A industria nacional conta
boje mal* ue um importante eslabelecimento
destinado 4 fabricago deste genero, e oceupa
oesse mister numerosos opranos em fabricas
providas de aperf-ieoados e custosos machinis
iiiou. A produegao, poro, com ser multo envolvida e terauogido um grao de uperf. coa
ment multo satisfactorio, est ainda lon,(e de
cheg r para abastecer, j ni > Jirel a lodo o
Branl mas mesmo aos menados do liuoral, e
sUi>f*ser a loda* as exigencia do consumo. E'
sem dovid uma odusina merecedora de an -
mago e proiecgAo, sobretodo quando empreg-r
eX'dusivamente ho nacional; mas os favore sulicita sao por tal forma desmedidos, que ne-
uhuma cunsiueragio os poder justifi wr. A--
sim que as Uvas do projecto de reforoa, or-
gaoisao nos fin* o nio p.s^ado, qoe traite*
zuin esses fav.res, foram recebidos com pa*m -
aa adtuiragio e suscitaram sur io c amor da par
te do conimrreio Procurando bar nooisar quan-
to fos^e posBivel as conveniencias dos interesses
4-m joo nesie assumpto, a.ioimt>8 as Uxas e
classifi agio do preseoje pnje.cto, qu- raprerien
um uma p oteegio pronunciadiHuuna, se b-m
qoe bstame oieros < ao* consu nidores.
Subindu t^mb-m as laxas das m'as de fio de
Etcowa. cumpre observar que nesU di visto
oto eU c .inprehendi aa ai imitagoes qua sob
Ul oome costura un as vezes importar se.
Para garantir a Kaiend* Raciona1 contra os ar
tiflcios Irauduleatos empregados por individuos
menos escrupulosos pare alterar a classifiacto
das meias compradas, e despacharem as com
taxas mais tavoraveis que as realmente devidas,
recorremos disposigfto da nota 52 do proj-cto,
q e pon termo a Ul fraude.
Art. 50'j Metim.A elevaca das laxas alte-
radas corresponde do panno trancado a/tejado
e dos brms.
Art 506. Morins.Entre as reclamagO % apre
sentadas por intermedio da Associagio Commer-
cial ds Rio de Ja eiro, mais de uwa se oceupa
C'.im os direitos exagerados a que esiio sujeitos
o? morins.
Ponderase em taes representagOes a clrcum-
stan ia de ser este tecido d um uso to geral ?.
in iispeosavel e estranba-se por isso nio ser elle
favorecido cora mais benigna irnpo.-igo. Niio
ha duvida que a taxa da Tarifa aclual um tan
to alu, sobretudo para as quulidades mais ordl
nanas ou muito carregadas de cal que as torna
exee.sivamentj pesadas. Has essa exageracio
vai pouco a ponco desapparecenlo medid.
3oe se cousid-rarem prorfudos oe melbor qnali-
ade, at as sortes finas e superiores compl la-
mente extremes de preparas eslranhos, nllas
desaecessarios e nos quaes a proporcionalidad-'
dos direitos nanifesla se evidente.
O qoe deixo exposto jusiil a a alteragio da
razio de 48 para 60 %, que fomos toreados a
adoptar para poder langar sobre este genero Uxa
superior a qu tinba na Tarifa. Com eff.;ito ba
vendo j no paiz uma grande fa arica para p-o-
duegio de tal genero, estando outras em cons
truego ou em p-eparati vos para fabricar, e exis
lindo no Brasil numerosos esubelecimentos de
fabricag&o de panno de algodao, que podem for
oecer qoanlo seja necessario para converter em
morins de quulidades communs na p-oporgio
requerida pelo consumo, nenhuma razio ba pare
deixar de animar se uma fabricagio, que nia
depende por si de custosos macbinismos. e qu
tanto pie aproveiUr as classes operaras do
nosso paiz, sempre que Ul proteegio se conser
ve dentro de limites razoaveis.
Art. 508. Panainhoi. Coma fossem elevados
a 60/, os direitos dos morins, foi necessario
proceder da mesm forma com os panoinhos
brancos, tecidos que com elles tem inteirn se
melbanga, a ponto de em muitos casos ser diffi
cilima a distinccao. mesmo dos mais peritos eo
tendedores- ntaro-se assim, conservada a
igualdade da taxa, frjquentes e esteris cootcs-
tagOes entre o fisco e o commercio. Os panni-
nhos gommados que com as platilhas rada e hol-
lando* muitas vezs se conrundem, im todos a
mesma Uxa, igual ainda i dos morins e do pan-
no de algodao alvejado, parqnanto as sortes
brancas, com o preparo ultimamene em uso,
poderiam levanUr-ae questes se nio fosssm
deste modo Urifados.
Arl. 509. Panno de algo Ido -\ elevacio da3
Uxas, resultan.e da cou.-olidagao da tabella mo-
vel, de mais justificada pela extenso da pro
docgao e desenvolvlmento das fabricas naci-
naes, coja numero sob a mais de cem em lodo o
paiz e cre-.ee de continuo, offerecndo ao con
sumo productos assaz aperfeigoados, e em quao
tidadea suffi:imte? para sati-fazer a todas as
exigencias dos merca os brazileiros.
Art. 512. Redes.Foi elevada a laxa, recia-
mago dos fabricantes nacionaes, comquaoto a
importagio deste eenero nao srja avultada.
A.t. 514. Riscados.Subi neste artigo a taxa
dos classificados at 15 fios em 5 millimetros,
que conslituem a parte mais importante, se nao
exclusiva da fabricagio nacional que lece esU
sorte de fazenda. Os riscados finos nao sio ainda
produzidos iodustnalmente no paiz, excepgio
de al?uma tentativa solada, que nio proscguio;
apenas nos consta qae no Estado do Paran se
teciam em teares de mi pequeas quantidades
A fabricagio dos ripeados chamados sumos
esti bastante aperfeigoada entre cs ; o tecido
tem magnifica apparencia, feito com excelleate
materia prima, penbor da sua dorabiiidade, m s
lamentamos que as tinturaras das nassas fabri
cas nao conseguissem ainda. em muiUs nusng.s,
dar aos fios que lingem a Oxides de cor indis
pensavel, para garantir-Ibes a procura e aceita
gio geral.
Art. 515. Roupa feila -Havendo soffrido alte-
ragio as uxas dos morins e de outras sones de
tecidos, empregados na confeegio de roupa, era
natural a elevagao correspondente neste artigo,
Unto mais quanto figarava elle na tabella mo-
vel ; e por sua natareza, ltenlo o numero e con-
dico dos seus operarios, este genero de indus-
tria mereca algum favor.
Para obviar s contestages. quasi diarias,
suscitadas as alfan legas por occasiio de rec >-
nbecer-se a qualidade da materia prima de que
sto fabricados os punhos e eoJUrmAosimporUdos
de accordo com a opioiio de varios negociantes,
resolvemos iguailar as uxas dos fabricado! de
algodio aos de linho, procurando uma meaia re
zoavci, o que era facilitado pela pequea difie-
renga de valor mercantil destes productos.
Art 516. -SaceosSabio a uxa -dos nao es
pacificados, qo* esUva em harmona com a do
panno de que sio fabricados
Art. 528. X-rgas E' genero j fabricado no
paiz, e cuja produegao pode ser fcilmente de-
senvolvida pare abastecer os mercados naci
oaes.
X ita 54 do Projecto. -Os tecidos de ramia ou
chmograu erarn ass^melbados pela Tarifa actual,
ooia 55, aos de li, pois essa materh pnma sO
iigorava at pouco tempo as ooras de ponto de
malba, qoe se vendiam no commercio como de
li. ltimamente esta sendo empregada com
vantagem na fabricago de brins e outras merca
dorias, que se confunden com os de algodao,
e como taes teem pago direitos eeotram no con
su no. Entendemos por isso conveniente sane
cienar esta praxe, dando lbe carcter legal.
As modirtcacoes de outros artigos sio de me-
nor importancia, e explicaveis i simples vista.
Deixamos de attender s reclamagoes apresen
talas por alguns industriaes pedindo a eleva
gio dos direitos das cbiUs, das baetilbas de al-
godio. dos damascos, das gangas e de outras
uiendas, por nioju1 gal as suffi;ienteraente jus
tincadas, e ser erem objecu da faoricagio
muito limitada ainda, e em quantidade por de
mais iosignifidante para er tomada era cosi
deragio. De chitas, por exemplo, nio se pode
dar como et>ubelecida definitivamente no p< a industria que as produz. qu >n lo sabido qoe
us enubelecimentos, que. iniciara tal fabricago,
apenas iimiUra m a eat-impar ora certo numero
de pegas annualmente, importando pare til flm
loestrangeiro dexde o roorira, que Ihes serve
le maieria prima, at os lloa de cob e com de
enh >s gravados.
CLASSE 16*
Art. 531.Li era do Kol modificada a cas
aiticagAo, el minando ae clasaiticacao e3pe:ial
do-rara "i gueiro. q ie tem susciUd quesifies.
An 53? -Feliro WPoi ebvada de 14000 para
14*0.10 a axa do Uso ou esUmpado, de qu-; ha
faunuaca-i uuta desedvolvida no patz,e bastante
para san-faer as necesSKiades do c nsurao.
Art. 537. Fi .n na labelia m >vel, e que prolnzido tambem as
f.bncas nacionaes, se bem que em qu*n ida e
inferior as neces-iladea do mrcalo L nita
mo-nos por isso a garantir Ihe com um favor nos
iiireims entre lO'etS'/'. a cancurrencia dot
morcados do Brasil, sem p ejudicar a raparU?
gao da qoanti lade odispensavel para as exigen
cas do consumo.
Art. 546 Capas* elevacio da Uxa corre*
pon*e os Urdios dos iftCMos re*Becuvos.
Art.547. -Chales de 14 grossos enirangados.
Nn mesinas condigaes das flmellas.
Art. 548Cbapios de li A produogio deste
genero as fabricas nacionaes, comquaoto pm
co avultada anda, val se desenvolvendo genst
velmente. Como sabido, a fabncacao desea ,
spscie de chapeos cousiitue um verdaaeiro ^l-
viiegio para a Allemanha. que guarda o segreso
do seo preparo e acabaraento, e pode por it
fornecel os por precas eduzidos, sem receio 4*
L-orapeteocia. Dah resulta a formidav'el ose
correncia, que fazem em todos os nossos mar- '
cados, aos chipos das fabricas nacionaes qer '
de l, quer de lebreou de seda. Contra a iav
portaco de chapeas de 12 reclamam consUatt-
mente os fabricantes, queixando se da exiu*.. -
dade das Uxas alfandeganas.que Ibes aio impar-
tas, e pedindo a sua cYev.-igao. Comqu nto aec- :
dadeira a allegagio da concurrencia, nada pafe
justificar o estabelecimcnto de direitos pionjU-
tivoa sob e ul genero, com esquecimento 4*
oeceseidale8 do respectivo consumidor. qtK
pprtence principalmente s classes menos fa*g-
rt-ci>las da fortuna. Elevamos por isso os li
retios dos chapeos de li cerca de 15 % o fie
nao pouco, attendendo 6e a que pela Tarifa 4*
18*7 baviam sido favorecidos os industriaes esa
uma elevacio de perto de 10 >/, nos direitos Va-
te producto.
Art. 550.Cobertores.A produegao nao.
nal est quasi eai condig0e3 d satisfaser, se
que respeiU s qualidades communs. a lo losas
pedido* dos mercados do paiz. A elevagao 4m
direitos, porUnto, necessaria nicamente coaso-
garantia enl certas eventualidades, corressoec
liosmente ao favor da tabella movel.
Art. 569. -Mantas para cavallo. A elevajao
das tax-is de/ida dos direitos dos ted m
respectivos.
Art. 561.Meias de l.-Ifiicia-se presea?-
mente a fabricago deste genero no Brasil. 0
augmento de direitos, tendo-se em visu agran-
de importagio das de l e algodio, correspoaie
s raplesmente alterago da razo ofli -ial.
Art.564Pannos e casimir, s. Estio asa
ra sma.- condigdes das fl mellas. A correcpfc
das Uxas obedeceu aos mesmos principios.e
conservou se nos mesmos limites.
Art567. B)upa feita.Tin aqui apata-
gio iguaes razSts i que justiticam o accreatf-
rao de direitos na roupa ferta de algodao.
As demais alteragoes oas taxas das raerca*-
rias compreneodidas nesta classe sao faeilrae-
te explicaveis ; corresnondem a ideticos arst-
factos de algodio. e foram feiUs par milUaica
para esse tim as consideragOes cima apreseav
tadas, quando tratei desses productos.
CLASSE 17"
Art. 575. Liona em bruto.Foi reduzidaalav
xa de 10 a 5 ris, por ser materia prima de gran-
de consumo as cordoarias e outros estabe!ju-
mentos.
Art 576 Fi de juta.Elevamos de um reaf a
taxa do lio de ju'a, paa evitar o descGOcatau
de pagar a juta em fio menor direito que a es-
portada em broto.
An. 577*. E-topa. -Foi reduzida a taxa, etrao
su.-cedeu a do linho.
Art. 580 Tapetes de linho.A fabricagio aa-
ciooal produz oeste genero de tecidos q jante*.
de regular para o consumo A taxa da M|
admittia fcilmente a elevagao de direitos sef '
lada, mas preferimos alterar a razia official
ra melbor juslincal a
Arl 581. Aniagem e canhamago.Pela Tanto
de 1882 pagavam estes tecidos, quando lina,
com 03 60 % addiciooaes, a taxa de i \ W sor
k' lograramo. A de 1887 reduzio esse direbaa
400, no intuito de favorecer a exportagi
caf, e de proporcionales cora a razo o"
da Tarifa. Esta vara en to iniciando a fabri
de Ul genero no Rio de Janeiro dous esUbefeei-
mentos, que reclama vam contra a medala
eoverno, obtendo tio smente o abaixameotaa*
Uxa da materia prima correspondente Estes
esubelecimentos estio boje produzindo em f
escala, empregando um grande numero de
rarios, e com outro as mesmas coudigoes
dado no estado de S. Paulo, acham se era e
cumsuncis de attender ao forneciment* a
maior parte do canhamago consumido no pas, a
em breve tempo da toulidade, a vista da eo-
graodecimento que activamente apresenUaiao
seu material e edificios, em que funccionaa.
Favorecida esta industria com a tabella avtel
como estaba, e attendendo ao seu desenssM-
mento e importancia, parecen nos proteo;.
oasiante o favor de 5) nos actnaes dira*,
que j compensavam largamente a dimia*Hio
cima referida ; abandonando a taxa de (TSO
por kilogrammo, oa mais de 75 "/- dos acaaet
direitos, qoe Ibes conceda o projecto de resillo
do anoo passado, e limitando anda aquelle li-
vor a menor proporgio mis outras sortes do
mesmo tecido.
Art. 593. Cordoalha.A industria da cet**a-
ra est tomando satisfactorio des n volv anoto
ho paiz. N'sa capi'.al existe alm de outresam
giande fabrica, a da Companhia Cordoalha, fcr-
necida com todos os macbinismos moderis e
mais aperfeigoados para este genero de praciae-
cio. Folgamos de ouv r que t fabrica jt ato
tem meios de satisfaser as encommeodaasja
recebe, lio avultada a procure dos seusa**-
ductos, e que trata de alargar por isso o esttoe-
lecimento. Alm da reduccao dos" diieitateb
materia prima para garantir esta industria ia
aventualidade de grande concurrencia de sj
ro estraogeiro em conligoes excepcienaes, pa-
recen opportuna uma elevagio de 10 a -#.
as uxas dos respectivos productos.
Arl. 606. Meias As Uxas das meias de iabe
corresp radem as de algodio.
Art. 610. Roupa feita. -Sao applicaveis na-
pa feu du linuo as consideragOes expenda-* a
proposito d s de alaoui.v,
Ait 611. Sa eos de aniagem. -Fabricacas aa-
nexa a dos tecidos de juta MirHam a sea na
peito as mesmas rasOes qoe determinaran* aefe-
VoCio das Uxas desses productos.
Subiram anda as usas dos artigos 5*8ca-
pas para cubrir objectos, 592-cilhas, 595aB-
xiollhpa, 601Ion is, 63 mangueiras. *M-
mantas para caallo. 608redes, e615ingas
de linho. por circumstancias fcilmente ei,ttca-
veis, aite.nta a estreiu ligagio em que estv pe-
ran .e a Tarifa, com goaes productos fabrioaM
de algodio.
A raodiflcago das classitlcagoes dos afliges
586cabegauas e 589halesfoi aconsebuda
pea nete.-sidade de simplificar quanto pc-aa-rat
i despacho, e de diminuir as subJiviscs de ar-
UtfOd.
CLASSE 18'
Art 618. Seda em tioModificamos a Cassi
ttcago pira redusir a uxa do lio para-.tur,
que paga a direitos muito pesados quandeua-
porUdo era carreteis.
Ari. 6i9. Chapeos.Foi eleada a taxti das
chapeos redondos cerca d */. e modilbate
a el ssitica-ii) 4" de tecidos, pasando estw a
pagar direitos ad colore, por sercm demardo
pesadas nr> maior uumero de casos as ta&acae-
tuaes da T rila.
Art. 61* F.rros para chapeos. Foram .-00-
sidos os direitos. ...
Art. 635 Os fabricames de chapeos solBU-
raracora rauii iostaoc-ia a reduccao dataxisde*-
te anuo, no qual se acium co.norehend-nuraa
ftus e talo 's para oaapos. N4. foi p vel
lomar em ooosideragio est.. preiengi i, aiiBa a
c rcu usuucia deja esUr Tunee onanlo netca-
pital uma fabrica especial de taes producs,
que se prop6-i fab-lcil os em grande es-ala,
ie ilativa de alU Vantagem para os proprire-
clamantes, se for bem succedida ; foniudo,
porunto, oao de sacorocual-a com a redicjlo
ped da. *
I
,
.
I
-
-
i


CL %38E i-
Art. 653. Albuns.Forim inclaido3
tigo os para Sellos.
^11 Art. 631. Bocetas de papetto.Sabio taxi
das grandes para csepoi, fabricadas m p*u.
descendo a das pequeas para obreas. botica cao qae a
perfumaras.
Art. 668. Eampo a detefetio. -Foram dimi-
nuidas a* uxas queeU va alias.
Art. 664 Obras uare sanaromBasrciaiSa
fciram as Uxas deste artigo, juoiaasente com a
rasao oficial, como aoimicao aos estabelec meo
los typograpbicoae lyihographicoi que entre ni
existem.
Para obviar, porem, o grave i icoavenienie qu-
a elevaco de taea laxas creara importacao de
respectos e aonados estraogeiros, que nos
lo noticia de produ tos novoa ou de moderaas
applicaces e deacooerias, foi o*cessario adopiar
dispoaicao tiual da nota 67 do projecto, era
vinude da qual esses imjressos serio kvres de
direitos. .
Tambem foi necessano araulelar os nteres
ees da Pateada Nacional, probibindo quei fog
aem oeofeifefes eot lsseo ujfearaa -a1aeamafee-
ci, abandonados pelos dlreiios, quando o preco
da .arrematacao nao ehegasse ao valor destes,
paja por teruio, pratica at boje emprenda,
seajpre que os importadores jalgam demasia<1os
os direitos de mercadorias que so a ellea pode
conyir.
Art. 606 Papel Foi redonda a laxa do pa
el pauta lo on liso, e elevada a do riscado para
escripiuracAo mercant.l ou contaoilidad, atim
e. ajpparara iodustria dos paoiadores e risca
doceB, que se acba em estado punco floresceota.
A atevacao que pediam nos direitos do papel
pautado nao pode ser aitendida. por trater em-
bacofios.aa expediente das Alfandegas, e nao ter
sotejxa justiflcacSo Subiram lambed as laxas
do oMioano proprio para embrulho. com ou
eemjmpressao, de que ba prodcelo no pa.
e bem assim do recortado ou preparado pa*a
confti eiro, por idetica raiao A mais impor-
tante, jiorem, das alterago: deste artigo foi a
nova dassificacio que damos ao papel de im
preeaao, que. lo oamerosas qaestues tem aest ;s
DltUBoa aooos suscitado.
A duposicao Ua ota 60 da Tarifa, obligando
aos, raemos direitos do papel de esrrever o de
impressao. qoe nao*fose ordinario ou passeolo
nuoca foi acceita sera protesta do commercio
Nejtas. coadjjo-* era jacertado* esUbeleeer nova
classiflcicao. snpprimtndo aquella oota, e sajei
tamlo a mercadoria a diretlos correspondentes
aaseu volor. As ootras modtflcacoes deitearti
go sao de fcil explicacio.
Arl. 667. Pape lo -e 668. Pastas.Soblram as
tajas dwtes artigos, cojos productos lm, similar
najwaducco nacional.
AlU670. Alabastro, marmore, etc.Alterim3
a lassirt cao para simpliticai-a, redotindo o
numero de subdtvisCes, c mu 'ando a uaidade
dos. direitos.
Art. 673. Barro. Modificamos tambem a cas
siQcaco, taxendo Ibe as correcedes que oo* pa
recoNOJ oecessarias e addiccioaaodo toe os ge
ero que nao estavatn crasaieados ou que fie >
van mtrito tributados iodo para a classirleaco
ge ral. A alta de alguaus laxas corresponde a
neoessidade da coosolidaco da tabella movel.
Foram redoxidas as taxas dastelbas simples e
tidrjdasque eram pesadas.
Art. 674. Baturaes. -Foram diminuidas asta
xas do asjittflto, do -de petrleo commum e do
pise.
Art- 688 Pedras de.lyihographia.Foram mo-
dificada a classificacao e redolidas as subdivi
eoes.
AsQUtras.alteracOiS ato de gmenos onipor
uoeja.
CLaSSE .'
Alm da peq-iona modiflcacSo feita na classi-
ficacao de art. 701vidros ou chapaseliaiouu-
do urna ub liviso. e accresceutaado ootra que
nao eslava tanfarada osvidros pintados para
vidracas-.donovo artigo creado para as-co
roas de porcellana para turnlos, e *a do art.
76-garrafas, para consolida- a taxi belja movel ; apenas se no*a nesta cla**ea ele-
vaejo das Uxas do art. 711 -obras di wd*o
5d'oden. i, uuia de 3(0 pira 60 eootra
e-#W para J86. a l" na < '^o de 6> e a 1*
naieJt'ir Insumes foram pedido da fa-
bncac&o nacional para elev-i nao os direitos
desAis mercadorias, a pro xio de protcc$ao i
reaectiva industria, mas i> sea lado os impar-
Usres reclamaram mais > um Toaouira
prfpfia latella movel, quj uao jolgaauoiraaon
vetpor nao se tratar de urna p-oduccJa con
diaes.de merecer tao alto favor, com projuwo
mSifesto dos consumidores de taea aero.
4 fabricaco desU sorte de prodoctos tem
sida eusaiada diversas veies ni Braail sem re-
sujtiado* anim dores, pelo qe as era^iM re-
spctUa8 nunca prosegoiram. Dma novarabri-
cjoiciou a produecu de artefactos de vidrj
Caes comcopos chamios, francos, globos
mangas depsitos para kerosene. A abrs
ci nao e >r emqoanio bjs'.ant>f avoiuda par
satifawr as neessidades do consumo do pas,
corto, mas em todo o caso nao convJB desaoi
mar em comeco esta tentativa.
J4a fabril-1 irabaluam muitos operarios, p ^
elfaTaperf -ando os s*us artefados, vir a lo
nw us> tu-"*lt e lisoogeiro deseivolvimenio.
As laxas da Tarifas j* pesadas,eom eff>ita
maf facilujeme supportarfco o lixeiro encargo
doangmeoto f:ilo no projejlo, proporcional ao
valor njercaniil de iaes proloctos.
CLASSE tJ-'
Xe*u ..-i -e s se ooU arlas- icacio do ti o
de,ayBM para tacar e arednecoo da taxa do
cobns fuoiiido em barra ou folbas -art. 715. m
ten pruna dd industria d la.iicio'e c^lJeir. i
ros que baix >u de USO a JI50 por kUogramina.
A 'limiouic) foi nete artigo mais cousideravel
p^a situico pouco lisongeira em que se adiara
as.undic6'3 nacioaaes. que reclaxaram iostan
teaente contra as disioscOes da lana, que con
cedem isencao da direitos as periencas de machi
na, alinbiiues, taixas e outros obj tutos, impor-
tados do esirangeiro para a lavoura e industria
agucola, vaotageos que nao podiam ser retira
das a oslas industrias.
CLASSE ti'
As alteracos deata. el ase sao explicadas pela
cojf/eoieneia de proporcionar a industria do-
mtiaes a materia prima de que carece, pelo
maM dimioutu preco poisivvl.
Bor isso r<-duziram se os direitos doebumbo
eaianno e aioco ero bruto Eievaram se leve
mrtpte os dneos daschipas de tinco para
cobnr casas.
aASSE So.
Art. 748. Perro em barra, chapa, etc. Q ferro
em, barra, em. cbapi, ve-gamba e sergalbao
um dos pro molos mais imponaates, etnprega-
do* como uuena prima nao s da industria de
meiaes, c^mo de lodos os outros ramos de pro
dagfio, piis que poucos sao os que polem dis
I iesis*i-o.
A ia lusir.a metallur ca no Braztl esta aioda
mmu.siraQ airanda, e seoao este pait tao rico
q, mi u.-nos de f. rro, como pjucas sao re a-
!iv4n>euie a* exi*loracj5-s que se fazera des-e
o W^ i ao metal
Q i i-squ r que sejam as razos a que se po-'sa
atiAtomr somolbaoie atrazo, o que certo ler
ma. ate bj' dopeailido da uuporiacdo do pro
dujoo 'SJraii^eiro, p ira o uso das offi mas e fa
britps iiaciooaMS, e qoe por muito tempo anda
nao ser possivel dspensal o.
N-'sUs cojidicoes a imposicao de direitos sobre
um, enero como ete, que pode ser considerado
nonu.nero dos de pmoira nece^sidade, mate
ra,, para tur tratada.com toda o criterio, e estu
,_Jj com demorada atlencao.<-
rwtro b-j mmtas, reclainacoes apreseatadas
pasa a refafOJa o.'-*rifa. exute urna que ped,.
aoB|w
er .levada a WJo' Apparecnd difflculdade
pratica qn* inpedia a adopciodetal olasiinca
coLO peOioVfoi reformado no sentido d& pagar
M o o fewo importeilo *033. M is larde ulga
rau. atada os reclamaole insomcieoloo estes
dirttios. e iosisuram pelo de *>45 que flearam
CoawKnadoa no projeoio de rev saon anuo pua-'
irrcau des.e gene-0 eoi uas clSMficacOes.
Ha laxa de 015 e ouira Cuja laxa mSTl*
as .
asea lia.eopr'f^s que so propoem explorar
alwaiM mina de furo, ea coodicO*8 relativa
h O Ibmii as qao. enlr* aprovauandw a lmmensa
quaulMudo oe ferro, vola que existe no pai
^OlMtf^rido o em- burra, .dupa a verga, disti.i-
ajmk se aeste empeobco eaubclecimeoto de-
nominado Brasil Metallornico, que deve ser
AOMioerado como de primeira ordem no seo ge
noro oareceu conveniente elevar a #8J5, isto ,
ao tarmo medio das uxas primiuvamouta olici
Uias a Uxa do ferro importado, no pr.aupooto
de ni i mar dona ate o
da expi Ait 750. A co>k T.wlo-s JtWMcams d4imosiomrroia altan
exiaJrs rmammatario
DKkr malo aaa#i riaaaHO iodo o
prlac(oit qoe Aranneamu ao pli co o e*M
matoria prima, ^alabi aavafs** d-Aaxas, qe
se- ama, ai> *oem.raui ioartMs dmUa olaase,
Ota* da ciaste S*. on le esli chanfleadas as
ferramentas grossa-. em que o ferro coaslime si
nao toda, ao meos a par- mais pesada do arte-
Etcto.
Art 787. Fio de rame.A taxa de 40 ris
qoe consta da tarifa actual para este genero
juigada ooerosiasiiaa, por musa do grande con
ono de seraelb inte prixluclo ora feiio no pait.
Qaer como materia p -un i pi a f*br:cacao de
presos, quer palo seo nprego na construccaj
de eercas no- esiaios criadores, o tto de ferro
oo rame mercadoria qoe deve entrar no Bra
til com laxas mais oeuignas.
Varasrectamcr3es foinmdirigidas ao goveroo
lotio awitido, oniri alaai amaada Bin flwda do
Sal onde esta mercadoria gosou da laxa diffe
raoal por mullos aaoos, emqae pedum me.rao
a completa Wseojao de di eiios.
Acbando fuodudos os argn nentos prodntidas,
e juila as razO-s apretieousas naqo'IU recia-
raatoes, rednzimas as taxas do Do de ferro de
040 e 040 a 013 por kiiogramma. incluiudo
lamoem aeau laxa o destioa lo A f ibriCc(jao de
ponas de Raris, que pir urna resolucao do ex
inicio Conselho de Estado est pagando apenas
0)5 como vergumha.
ArL'700. Poiba de Flandr.Hoje pode aer
cousiJerado esie genero no numero itas materias
primas em pregad a* na industria. Por essa razio
ni redonda de 50 */ a taxa da importaca) em
laminas simples.
Art 796. Peinas deco.-Foi leduzlda a Uxa.
Arta 798 e 795. Presos e parafusos.Foram
eldvadas as taxas, por lerem subido tambec as
das rwpect vas material primas.
Art 809. Trilboi.Fo, elevada a taxa dos su
jeitos a direitos, de accordo com a materia pri
mi, e demos nova dmsificac&j ao artigo para
pdr termo As contesUc frequent* a que a
actual redaecao da tarifa d logar.
Art 804. A subida du taxa do (erro e a noces
sidade de algum auxilli industrias novamenie
establecidas, atetarmiiura-n a elevaoio que ae
uo a em certas laxas d-fte artigo
CLASSE 96.a
Arl. 819. Enxofe.li nprezado como materia
prima ; foram redundas as taxas.
Art. 816. Phosphoro. Materia prima; foi re
duzida a taxa. _
CtASSE 97.'
Art. 82i.Balas e muraba de munico ji
suiolemenle reclamon-se a elevacio da laxa do
cnumoo dL mumcio, o pedia se qae os direito
fossem obracarreajadot, para facilitar o- escoa-
ra^nio das depsitos da produecAo nacional.nap
ae dixiam prejadicados pela concurrencia es-
traogeira. Bmbora pareces-ie exagerada a alie
^acao, elevamos razoavclmente a Ux i oeste ar-
tigo, de 130 a 150 por kUogrammo. vu,
ju-Ho a redueyao dos direitos da respectiva-ma-
teria prima, coastna favoravuludo.
CLvjiSJE JO.'
As aUeracoat feita nesta ctasae procedbm da
cjosolioacao da tabella movel.
CLA.SSE 31.*
As modiQacOiS delta classe, a maior parle
da qnaes feita com audiencia doa intereasados,
veraua por lim banaonisar certa taxis e clas.-
atticagOos qoe pareciaoi mal cabidas, e diminuir
o numero de algnmas sublivisoes.
CLIS5E39.*
O aeamo succeden cora ociaste31*, corr-
gindo ao on madittcaoilo-ae os valorea ofliciae*
de alguna apparelbos, que nao eatavam em re
laco com o seo valor mercantil.
CLA8-C33.
E'evaram-se varias laxas por estarwia despro.
oorcioaae ao valor dos lootramiuites, e ootra
poraerem objectos que fatem parte da fabrica
cao nacional.
CL%SS 3i.'
Art.d6t7 llambiqiies-Foi deterinioada taxa
uta ao pequeos, empreados nos laoorotorics
Sraqoanto aos grandes, para oso da lavoura e
das fabricas, tlcaram livres de direitos eoaso aae
aqai.
Os fundidores do nronxe raclamararo contra
semefbanla seacao, e prodaiw*ra ai ais de un
valioso ar.'umonlo era apoio do soa pi-etaocio,
as insufficieote para jwliflcarem a mposiciio
Je taxas sofero apparelbos de que a industria
agrcola, cuja aitsafao nao deslumbrante, tan
hj carece para beoetlciameoio o exploracao dos
seos produelo; appareloos qae oto podein
ser Itn fornecidos peta ^rodueco nacional as
o'tdicoes favoraveis em que loe ebegam os im-
portados.
Art. 196-Garda Estendomis a isoacao de
direitos As qae veem para machinas, em virmle
le reclamacoea qoe nos pareceram attendiveis.
cauto mais nao haveudo deote genero fabricado
a pan.
Art. lOSi.Correal Poi elevada a taxa em
correspondencia com a da respectiva materia
prima.
As fabricadas oopuic sao-do encllente quafi
dada e vaotajoso empego, segundo attesiam
chefcs de varios eatabelcciflaentoa do K^tado.
Art. 1034 -Porros de eogornmarOs fabri-
cantes desle protacto ped ara elevaco dos di-
reitos a 90o, o qoe pareoe demasiarlo alto, vis
10 que ja na al urna Tarifa tiobaam ebtido favor
na taxt que sanio a 140. Futamos por isao o
aigaritino de 470, qoe representa um direito
oasiaote oneroso em om producto de preco
baixo.
A,t. 1043laebioasPara attender quanto
fosse possivel s diversa reclamacoes apreseD-
ladas pelas offi ina* de fund cao em favor de
>aa industria, coja sitoacia o) florescen e
estndAmos aetiOaaeote a raaoes por ellas fjr
muladas, e obretndo a qae se refera A den
siada latitude dada as alfau icgis, a interpreta
ca do qne s jara pertenc^as da machinas livres
de direitos, indura lose nesta catbogtma accee
tonos qae nao fazem parte immadrata oo con
stiluinte das mesmas mach.oas e sOmeate ser
vem p ra awx liar o sea fooociuoamooto. Como
oonca foi espirito da lei conceder entrada livre
seoAo aos ldciiiiiisuid.- propriamente dita e ae
peca* diffareme* du tae macbi7.iamoo, qae se
jtw istportadao para subsUimcAo das que te ar
rumarem, procura dos esclarecer este ponto, es
tabeleoeo lo a reslf iccao coastante do 9 98 co
art. i das prelimiuaroa do prujecto, que pea
termo a qaaoaqoer luvidas.
A demats alteruc&rt oastaxis dos numera-
ros artigo dest-i clt.sse, quer para mais, quer
para menofl, resulta ni da necossidade de harmo-
nizar as mesmaa taxa< com as da materias pn
mi dos respectivos producios, on do diminuir
as imp i-icOs qae p- s*m sobre os uslru lientos
e ferramenta* do qae earecem os nomo opera
rio* e mecnico ara o exercicio do trobalbo.
AlKunias modilicaces soffraram tambera asclas-
silica^' no n uno ue siaipliii.'al-a on uiellio
ral a.
CjjASSB 35/
Sol erara alleracie nesta clesob :
Anota II-i qu; fe modifcala.
0 art 1011 ensilascoja taxa foi redu
lida.
O art 1064boaocns-qoe leve ama laxa re
dunda.
A aita 115 que fo alterada.
O art. 1070carteiraqne tere doas laxa?
red ozias.
O art. 1086jogoacom otn* d\s taxis ele-
vada.
A nota 190 que M modiSeada.
Foram alm disso elevada a laxa* do arl.
iOS9:aixaa de ptor.o ; 1073 -caocolate 107*
doce* coafeitados 1083i npermetavea de
Caubamago I09-menrquins ; 1094 -pios-
phoroi ; 1095raoiboj ; o 100 -vela depara
fina; por seren eites producto objecto da fa
bncacAo aadooal ij estarem quasi (Odas ioclui-
dos na tab'Ha moviH.
As reatantes aliei-acO- s 81 de it explicavei*.
A urgeacia com que foi es -ripta esta export
cao nio nos pemilulo disentir detidameate m
ra^Oe* e allegacieii apreseotadas oas reclama
(Ce dirigidas ao goveroo, nem deseorolver a<
era que nos fundbate para adoptal as on ds'
aiiendel-as medula qtte deriam ler appaleafao.
Seria, para Uso, neceasario traadWioma de>
Morado, e na, j^rilando sem reeultado" praiteo
de maior ImDorraocit.
Querr V. Ktc relatar fs iBWrreciea qae
elle coaiam e-ai lacunaa qp nos bajam eoqoeei-
do preenebf.
Bio de Janeiro, 17 de Agosto de 1890Ant-
ixpmafc'Ta hmi Itfmoutnfto at 1810
i A too;
O aaoamfeara*ior ftarao de fcu:eoa, nota*
ador do aMa.10, attealoado ao que r*f oferfe
J^ade Piobo Borfes iafeftdor da ItaciaaaoWu
d E-udo omiMoom orna o ataastado nfedMb
le
exsAbido, rooolvoapr.iiamni mwauaUK
tem veimtmenioo fesWdrna da- rol, a Iic.qc q>
We foi nUimamaote concedida, para tratar de
sua saude.
O desembargador Barao le Lacena, gover-
nador do Estado, resolve exouerar o cidanaos
Francisco Bntoaldo Bexerra Cavalcaote e Cono
lao de Paiva e Mello doa caraos le esenvao das
Coi lectoras das Beodas do Eitado do> muoici
pos de Timbauba e de S. Beato.
O desembargad >r Barao de Lacena gover
aador do Estado, altendeodo ao aue reqaereu
Hara das alerces Peres Drommond, proleasora
da cadeira de eosmo primario do ^ocammen o,
leado em viste a ioformacao o. S54 de 19 ds Se-
tembro Hado do inspector geral da iostroccao
pu >lica a o alteslado medico exhibido, re-olve
conceder a petttaaawa 60 daudo liceoca com
ordeoaio, para ualer de auataatife ande Ibe
ajHtac,
O daiambarg>dor Bario de Lu".ena, gover
n idor do Estado, alten lendo ao que requeren
Theodoro Didimo Crrela de Abren, profeasor
a oadeira deensino primario de Born C nselho.
leudo em vala a informucio n. 553 de 99 de Se-
temoro lindo do inrae-to- geral de rasiruccao
publica e o alteslado medico exhibido, resol ve
conceder ao peticionario doua metes de liceoca
com ordenado, pira tratar de sua aaude orne
Ibe conrier.
0 desimbargador Barao 68 Ltrcena, gover-
nador do Estado, resorte designar Jouo F--IX
Pcreira para servir o cargo de prndente da la
leo lira ;ia Municipal (te Palmares.
Outro irtm, rasorve nomenr os cidaios Dr.
L"opoldo Manno de Paula Lio, Or. Maooei
FalcAo, capiiao-Lni de Pranca Pereira e Phile
uon Augusto da Bosa. para exercerem os cargos
de merahros da mesma rntendeacta.
O deserabargador'Bario d Lacena, go*r
aador do Estado, resolve exonerar Jos Alvi'S da
Silva do cargo de'memttro da Inteudencia Muni-
cipal de Walm-ares.-^Piierain-se a necessiinas
Communicacoes/
O desembargador Bario de Licena, gover
aador do Estado, tendo em vrsla o expoato pelo
wspfctor da Tne-'ourana de Pateada em offi '(o
o. 695, de hoje datado, resolve. de conformidade
com o decreto n. 9881 de 1 deFevereiro de 1861,
abrir o crdito de 9:7981119, as verDaa abano
mencionadas, do Ministerio da Marinba, exere
ci vigente, para occorrer ao pagamento dos
veacimeaioa da forca naval, relativos ao mex de
seUinbro flado :
8. Corno da Armada 1:931 780
14. Forca naval 1:496M3
l!7*9ri)
BemeUau-se copia ao inspector da Hiesoooa_.{
ra da-Faxeoda.
O desemOargador Bario de Lacena, gover-
oador do Estado, re olve, a vista do exposto
pelo inspector da Thesonraria de Pateada em
of&cio de boje, sob n. 694, abrir, de cooformida
da-com o decreto a. 1884 de 1 de Pevereiro de
1861, o cr dito de 46:550(000 as verbas abaix
rae icionidas do Ministerio da G ierra exrcicio
v gente, paia occorrer o pagamento dos venc
memos relativos ai mez de Selembro lindo aos
corpos da goarnico :
" 9.* oaslho -uprerao milita 4504000
10. Corpo da saude 4:000000
M.Jl*spitaes e Eoermartaa 1:800*000
13. Corpos especiaes 3:000*000
14. ikirpos arregimefliados 11:0000(I0
5 16. Praaas de pret I2:000#00J
16: Etapas 13:000*000
10. Despexas de corpos e quar-
tew 300MOO
46:550*1000
Bemetteevae copia ao inspector a Tbesocrra*
ria ** Faaonda.
Offi ios :
Ao governador do Estado da Parahyba.
Un vio veo a melosa copia do ootraeso ceieh ra-
lo entre o goveroo provisorio c Clan No Jos de
Almei ta Lisboa, para a introdoacao de aelbora
eoios na mlo-lria pastoril oo esUMleeiraatttO
rara1, sitaado em Caoacsiras, oesse estado-, ao
nexa ao aviso, tambera por copia, do Mimslerlo
la Azncultora. de 11 de Setembro otiiiuo, sob
o. 180, qae por engao foi dirigido a este go-
veroo.
Ao governador Ufe Estado do Maraoso.
oliciio-vos a expedicao de ordena afira de que
S'-jam pagos ao Tneeouro deste Botado os pre-
mios qne possam terobtidoos til inclusos qaio-
tos da !3 e 14' serio da 1* lotaria desae Estado
de que trata a raiaeai junta por copia, e que
dorara apprefeandidos em poder de diversos ven-
dedores, na forma do regulamonto de 4 de Jutno
de 1887.'>>raaioo*cou-se ao inspector do Tbe
souro
Ao governador do Estado fea Para.-Soli-
cito vos a exp*dicao de ordao afira de qae se
jam pagos aa Tnesonro deste Estado os preiuio-
que pessam ter > btido o S inclusos trigsimos
da 4* serie da 33 lotera dease Estado de qoe
tra-a a relacao junta por copia e qie foram ap
prehendidis a poder de divenae vendedores,
na forma do regulameoto de 4 da Joibo de'1887.
C jrnmunicoo e ao Mapoetor do Ibesooro.
Ao Br. ebefe ofe polica.Picam approva-
dos os contractos de locacio de casas para ter-
virem de pririo e qaarlel aos destacamentos dos
di8tricto8 de S. Vi< anta e Brejio de Sant Cruz
pela preco da 5000 meoaaes.
O qu? vo) declaro para os devidos effei tos e
ea soiuco dos voasos oficios de 7 de Agosto
ultimo sob o. 1511 e 1530 Bemelteu-se copia
ai inspector do Thasouro.
Ao mesmo.Fica approvado o contracto
de locacii da casa, perte.ncente a Anglica Ma-
na do Espirito Santo, para servir de quartel d
i ttac meato de Belraonte, pelo preco de 5*000
raeosaes.
0 que vos declaro, para os. devidos emidoe e
em solucao ao vo*so oflicio de 8 de Agosto
alumi, s*ib n 1 543.Commumcou se ao raspe
clor do Th-sooro.
Ao mesmo. Declaro vo3, para os fins
eouveoieuta8 eem solucAo da officio de 4 de
Jaiba ulna sob a. 1.3H, qae approvo o acto
io delegado do termo de Tacaral, transferindo
pura om predio offerecido pela Iateadencia Mu
iuci4j*1 o qaarlel e a cadea que al eolio se
achavaoi na casa perteocente ao cldadio Mano. 1
Gomes da Croa VuUrira. cojo coolraclo com o
Estado 6ca por isao rescindido. Bemetteu se
copia ao inspector do Thesouro.
Ao inspector da Tbeouraria de Pazenda.
Providena para que seii paga a inclusa
coala ua importancia de 687*171, provenieate
do fornecimente de madeira* para as obras do
novo edificio destmado a Faculdade de Oireito
ddiia cada te, segundo so iciu o engeneiro en-
carregado do ser vico, em officio n. 35 de 17 do
Setembro fiado. dommuaiuoo sesoeogenheira
iracarregado das obra.
Aos mambros-da Sociadade Auiilladora da
A 97 do correal da cemmitsio directora a expo
sipa* continental que deve lar lagar oo Estado
de 9. Paulo solicitando o auxilio deale ; assim
vo communico para qie auxiliis esta goveroo
nareuHMsi de producto qne devana all figurar.
Es pe o de voaso patriotismo que empregareis
u'iao "odo O eefor$e e solictude para que w
roalise ese peoampolo da commisoio.
IUatis mmiimit ao Aa-ociacoei Commer-
cial Agrcola e Commercial Beaaacente.
Ao inspector do Thesouro do Estado.
Noe t-rinos de vosea inforuwcio n. 831 do 17
de Setembro Hado, maada pa^ar ao cidadio
Aomnio MirMnano Veras por conta do crdito
aberio pa occorrer ao pagamento da gratifica
iode 900O9O mensaes a cada ora d. s delega
doa da capilar,a qatatia de 9774ll,. relativa ao
tempo em fea* a referido cidadao exerceu as
tunrcts-dte 1* delegado da mesma capital.
Ao iaapeetor de hvmeae Becortmeado-
vaa*jvreme*taia ao delegado de bygiena, ea
Naaaedi. Dr. Armonio iJavaloanti Pina dota
tubos com Iyioptia- vaMinica a 6 lancetas pro
prtasipara. a-ifeoauldOi da m
oMett o meamo- delegado em o|
Sotamfere fiado.
Portarla :
Para o devides- efteUoa o raunanico a In
tatidenci Maacipal da Bexerros qaa oo' rfeq
naoos d Daota Paria ladol baiaao Ifefaacavta Jfefed
Bnto Molla, o feual. oaMo OBMko fe*
exercito, em 11 fefe'ctoernaWrtlMo
a>o de lempo reca
tado, dMMe natural, astea afeBla afea mutkvr
Mari* feaathagab Pereirfer- UaMaonifeafe-se a*
comraafeaaaiH das arm i.
Oa>-feun-rintendriate do Becife ao S. Francisco il pasaagem, por Con-
ta do Estado, em carro de 2* el isse, da estacio
de meo Pootas a da Una a urna praca do Corpo
de Polica qne destaca para laraohuos
dem na estrada de ferro Sul al Gara
nhuns-
EipeDiiNn do na. sicbbtaaio
Officloa:
Ao Inspector do Thesouro.- O desembar-
gador Bario de Luceua uoveraador do Estadn
n'esta dar lndefeno o reque'imento deS^verino
Jos de Na cimento, ex professor inte uno da
adeira do povoado da Peana, a que se refere a
voa roforoMato o lo 0-al de Juino ultimo.
Communicoa-se ao inspector geral da Instruc
ci Publica.
. representai
ofajam irampatr-a*' Eatafeo fea>K{eriBe|in-aa fc.a de Lima.-Deferido-, de
accordo coa-fea informacees.
Dorotbea 8>mo de .^ousa Castro.
Sim, em vi* da informales.
Joaona Ofefetana de FamSim.
Manoel Lames ltahad.--Certifique*e
EM
18 DO
ADDITAMBSTO AO DB8PACHO DE
conatMTs:
Brasiliaa Street Riiw.y Compeny Limited.A
preteacio a qae se refere o peticionaria foi boje
resolviua.
Oereuie da Braaltlan Stfut Bailwsy Company.
A pretencaj do puiicioaario foi n'esta data re-
aolvida.
O mesmo.Sim, nos termos da portara de
hoje.
DESPACHOS DO DA 21 DE OTUBBO DE
1890
Abixo assigoados, alumuoa mestres da Escola
Morraal.-^Iafiruie o lnspecrar" geral da Instruc
i,io Pablica.
Aadra Cavalcaaie de Albnquerqae. Passe por
tana abnado, sob nlnhi reapoosabill'lade, nos
lermesoo art.'8'|-6 00 deorelo n. 9:884 d- !
do Pavereiru da 10o9 e do talegramsa* ao Miis
ter 10 do I,iter.or de 16 do correte, un crdito
extraordinario da Importancia de 600, de a -
cordo coma uoelli aonexa-ao decreto o. 1.137,
da 3 da Aaril de 1863, para pagimeoto da sjuda
de cusi a que o peticionario tem direito como
depurado ao ^ougresso Nicioual por este Es
tado.
Bacbarel Antonio Augusto Cardo jo de Castro.
lulo rae o regedor do Gyranasio Prnmuucano
do Estado.
Alvas k Fraaod*8 luorme o inspector da
Tbaaouraria de Pateada.
Amelia Duarte da Fooseca.-Eocaminhe so.
Co npaohia Pernamonoana.-Deferido com of
li. kj aV.ota dala a Tu -our..ria de-Pateada.
Compaohia Pcrnarabucana.Informe o inspe-
ctor da Tnesourana de Fazenda.
Bacbarel Josa Vicente Me ira de Vascoocellos.
Passe portara aunado, sb miaba responsabi-
lidade, conforme o-rugo 5o 8 6o do decreto n.
988* de de FeveTBtro de f8W e o telegramma
jo Mmisierio do Imerior de 16 do corrate, um
erudito extraordinario da importancia de 600.
de conformidade com a tabella aonexa ao decre-
to n. 1.137 de 9 de Abril de t8S3, pura pagamen
luda ajada de costo a que o peticionario lem di
reito como depuiado ao Coagresso Nacional por
osle Estado.
Joae Leopoldo Boorgard.Sim, nos termos dos
efficios n'esta data dirigiuos ao representante da
Empresa e ao inspector do Thesouro do Estado.
O meamo.Sim, nos termos dos officios n'esta
data dirigido ao represeomole da Empresa e ao
inpeciir do Tnesouro do Estado.
Bacbarel Jos de Castro S Barreno. Eocami-
nhvj, aerendo o peMcionario pagar o porte na re
partifio dos crrelos.
Jos Antonio Pinto, Deferido, c >m cfficio d'es-
la nata a ThesOfrira dePaiemda.
O uwsao.Deferido, com oflicio d'esta data a
Thesouraria da Fatenda
Joaquim Chrislovio & CInforme o inspector
da PaesoUraria de Faxenda.
duaaHum Lias Teixeira da C Uforeae o dir
Olor geral de obras publicas.
Joia Praocico da Silva s^hor.Indfefldo
Manoel de BofUatt*Cableante da Alhfequer
qua.--luloruie oeanoohwro director da repart
gao de Obras Publicas do Estado.
Oinblioa Bosa lima-e SlfvaIndertfn.
Secretaria do geverao do Estado de Por-
aambuco, 23 do Otubro de 1890.
O ortci'T*,
H. M. da tiilea.
Kr-pferti^ da Pala
2.' secreto.N. 240^-8ootfeaa> da Po-
lica, do Batavdo de Pernambaoo, 22 de
Outubro da 1890.
Cldadio governador.Participo vs que foram
rebolludos Hornera i Casa de Detencio os indi
vidoos de nomefe Antonio Searee o Silva, Bene
Firramo Pereira de Aimeida, Henriqoeta Mara
da Concelcao, Hermenegildo AttgWU) Soares
Loaieiro, Joio J vs de Oliveira, Joio Monieiro
Joo Jos da Souta. Mara Francisca do Nisci
meato Maximiano Ferrcira de Carvalbo, Manot-1
Goes do Na-eimenw, jabino Joa Biymundoe
Tbomaxia Mana da Conceicao.
Pelo subdelegado da fregnezia do Becife
foi remetttdO ao Or. juiz de direito do 1-' distri-
clo criminal o impiertto policial a qae proceden
por enme de erimeo'.os, contra Benedicto Jos
dos Saotos.
Entraram ett exerccio as seguales aulo^
ridades policiaet:
Francisco Mariiniano da Costa Lima, subdele
k 'lo do 1* districto de Itamaraca, na qaalidade
de 3* supplente. ,
Maooel Heroardo Vieira de Mello, subdelegado
do districto de Anglicas, na qnalidade de 9*
tupplente.
bade e tratara i dada A o od ado dea
embargad or Bario d Luccna, nauito digan
governador do Estado de Pernambuco. -
O chati de polica, Antonio de Otnda
Almeida CaoalcauU.
*>i coafo'rnie*
icio de 9a o
versa a sua iaformacio de 91 de Agosto falo!
nutouimielouZfao.-AUx. R. Sai-1lancei hoje oBeguintedespacho :
tojioofiNM me o D kvt Indeferid0 4 ^^ dag mformacOes.
Throaro do EtaMlo fe Pernambuc..
DESPACHOS DO DA 21 DE OUTUBRO
DE 1890
Padre Genuino Waltridode Souza Qur-
j8o, Joaquim de Almeida Valenoa, P. P.
Boulitreau, Gervasio Elpidio Beserra Ce
valcante, Joa de Oliveira Bastos, Mara
Esmeraldina Emilia de Barro, bacbarel
Eiuardo Rodrigues Tvarea do Mello,
Aona Mar!* Regoeim Ooota, Lourenco
Goocalooa da- Silva, Joftfe Jos Fernando
da uoha e Joa Ignacio Kibeiro Roma
Informa o Dr. contador.
Antonio. Pedro de Azevedo, Je s da
(Justa Regio Lima e Antonio Cadena Ban
deira de Mello.Registre-se o fagam-se
as devidas notas.
Vicenta de Paam dd Oliveira Villas
Boa* e Miguel da Figneiroa Faria. flaja
vista o IX- prfecferador fiscal.
Manoel Joaquim Gonc*lve, Anea Rita
Pereira da Costa, padre Genuino Wajfri-
do do Souza Gurj&o o Francisco de Figuei-
roa Faria.A' seccao di} Contencioso.
Bellarmino doa Santos Bullo.Iofor
me o collector do municipio da Victoria.
A uta da Costa Seitas.- -Junte deefara
^ao nos termos do parecer fiscal.
lioareiJO UWirjatT-e* d rJHta.Certi-
fique a%.
Inaprriorla Oersl da Inatriacefto ra
ttllca d* Botado de Perountbico
DBBPACHOS DO JIA 22 DE OTUBRO DE
189'J
Mara Cavalcaote de Albuquerque Fa
ra umpra-se e regstrese o presente
titulo de nomeaclo.
Pedro Cavalcanto de Albuquerque.
Dse.
Dr. Bernardino de Senna Das. Cum-
pra e o regitreao.
Dr. Jos Joaquim Alvo de Albuquer-
que. umpra se e registre-se.
IMUSTKI4S l 4RTIS
Na fasenda di Montserrat teve ha pouco
logar a experiencia doSeccador Arena
privilegiado pelo governo federal, tendo
ido aatiafactorio o resultado obtido do
trabalho do apparelbo.
Ente conata de um torno que fornece o
ar quente pra a seoefecao do caf de um
aspirador que condua o ar quente para i
cylindro ; do cylindro para o trabalho da
Beeoacao ; de um conductor (elevador) que
levanta o caf mais on menos seccado em
&ma bica movedica; de urna bica move
diV- que fas voltar o Caf mai ou mnoa
teeco dutra vos ao seccador o de ama roda
d'agoa que move todo o fflrfcbrnismo.
O forno construido de lijlos, de typo
comreura, com grelbaa para lenha, aa
quaes podem sar substituidas por ontroa
diversos oombn-tiveiB. quando houver ne-
eessidado, como carvao, ooke, etc. ; e pur
meio de urna con^trucflo engeobosa, fica
queimada toda a fumac, sendo que do
combaativel gasto so se obtem ar quente
e puro, q ie condazido para o cylindro
O aspirador, de ferro fondido, b'ast-.n
te aolrdo, arvindo para tirar do fotno o
ar quente, que leva ao cylindro.
O cy'.indr que a ptej principal do
machiniamo, frito de chapas de ferro oh
nd'>, aolidameot- rebitadas urna com ootra,
a de espessara que lhe garaote longa du-
r)acao, eat intimamente armado com corto
numero de ps qae levanta, durante o
gyfo, o caf, deixirfdoo cAhir depois pelo
vao que fien no centro, onde paesa o ar
quente. asim que cada grSo de caf fica
circo nadado por este ar.
Deste modo opera-se o aecoamento.
O transporte longitudinal do caf no
oylindro se obtem pela inclinacao gradua-
re! do mesmo; e por meio da gradnacAo
pode o machinista deixar o caf exposto
mais on menos tempo ao ar quente como
entender necessarlo
A bica movedica, depois de suspenso o
bferf palo elevador, recebe-o em si, e le-
va* de novo ao seceador tantea veaea
quaotas iorem neoeasaria, at fioarem os
fruetOB completamente seceos.
O grao de calor indicado por um py-
rometro, o graduase fcilmente por varias
aberturas, de modo que se pode seccar
oom 70 at 800* Celaius, conforme a ne-
oessidade, vantagem essa de mxima im
portancia, tendo na experiencia sido a
ntens dado do caior de 200 a principio,
denota sabio a 300 e barxon, quando o
caf eatava j aecco, a 150, graos.
O caf deapolpade secco em 3 hora;
o cereja, oom cinco dus de terreiro, em
cinco a seis ; e o cereja, sahido do lava
dor, em 10 horas est completamente
aecco.
A igualdade da secc cao Completa, e
nao pode ser melhor o aroma do caf.
Com pracisao nan rem o inventor ainda
ladoa para lixar quantidade de caf que
poder seccar o apparelbo ; maa tendo o
cylindro capacidad.- de car regar de ama
ves 50 alqueirea, pde-se avallar* que em
caf despolpado seccar 150 a 200 alquei
rea por dia, oo 300 e mais em seccadore
maiorea do que o da experiencia, que
realisou se com urna roda d agua da forca
de 4 cavallos, por meio de transmissSS
qne tocaVam no cylindro e no ventilador
aspirador.
Urna vea collocado o oaf no cylindro
nenhum outro aervico ha que attender, se
nao de ves em quando deitar lenha no
torno o observar o grao do seccamento,
podendo urna peasoa qualquer e nica
servir de machn.sta.
fdmmi.
Beceltedorla do Botado d lera
o DSA 21 D OUTOBa
DAloQO
i Ferreira da Suva A C. e Qiympia An
gusta Rabello da Fonseca.Informe a 1."
seccao.
BfediMBSeaaanteai daaa^feto-No paque-
te oauwual Briuti, euiuarcam boje, com desuno
a capital federal, onde vao lomar parte no Con-
grega i Nacional, deque sao memoro os Srs.
Drs. Joa ici lo Toientino de Carvalbo, depuu
do por eale Esiado, e Miguel Joaquim de Almei-
ua Castro, deputado pelo Rio Grande do ^rte.
A' ambo, qoe contamos por amigo, agrade-
cemos a amavrl visita de despedida qne aos ti
teram e desejamos prospera e feliz viagem.
DonativoO cidadao coinmendador Anto-
nio Marques de Amoritn, director da companbia
de segaros mariumos e erresiree Ampbilnie.
secuudaodo o piocedimeoto do comm-odador
Lillt Daprat director da Pbealx Ptrndmbocana,
dirigi honlein ama carta congratulatoria aw
pessoal da Comp.nbia de Bombeiros do Recife,
pelo 3 anniversario da insta lacao da mesma
couipanhia, acompaobaodo dita carta urna gia
iiOc-cao para ser desinbuida pelo pedsoal res
peclivo de m fe rio res e praca?.
Gmmri ordiaarlofe-Em seisao de
| bonieui da congregaaao da Faouidade daDirei
to, loi resol vino :
1 Os exames ordinarios comecarao *7 do
correrte, com 0xcep terao lagar depois de concluidos os extraordi
nanos:
9." As turmas de examinandos serlo de l
para a arom escripia e de 6 para as oraes;
3." As banca examinadoras se comporto
assim :
Io anuo: fonselheiro Pinto Jantor e Drs. Ah
gasto Va e ftdeltno Freir ;
3* aono : cons Ibeiro I'arquinio e Drs Barres
Guimartes e Albino eira ;
3 aono : Conselbeiro Ta--quinio e Drs. Barros
Guiuiares e Adolpbo Cirne ; .
4* anno : i onselbelro Correia de Araujo e Dfs
Pinto Pessoa e AugUtO Va;
j 9 anno: Dts. Maira, POMella1 Jooior, Bfleorel
e Martina lamer. ------->.^-
Deaesnaisrcador Crrela darnliv
Deved prestar juramento do cariro de gover-
aafeov deste Batano oSr. deeembargador Jos
Antonio Gorreia da Silva, boje, I hora daUr-
de, na Intendencia Municipal, Os sen atolgot;
devaro- Mr*-* 8bjf, b1ileWav fea NBalaYo
quet do ftBVvm,mrfe^aiiade-aoompanhal-o al
o paco municipal.
raejaiataoAntehonlem, as 4 horas da tar-'
Paeuldade de DlreltoEis o rebultado
dos aafeos de noniem :
5* Anno
Lauro mdido Soares de Pinho plenamente.
Domingos da Rocha Visnna, dem.
L*vino Jbs Pddv*o, idem.
Luix Jos le Frsnca e Ollv'eira Sbbrinho, idem.
Alfonso Dionisio Gama idem.
^n'onlo Francisco Leit Pindahyia, idem.
Octavuno Susart. dem.
Manoel Tnercistocles de Almeida, idem.
Antonio Soares de Ploh" Jnior, dem.
Estes receberam o grao de bach Os acto do 8 aono coutiooarao amanhS
4s 10 horas da manba. stndo chamados os se-
gui'ites exudantes :
Benedicto Teixeira Palba.
Joao Vieira de Aaujo Correia.
Carlos de Arroda Sampaio.
Jo? Leandro Baramhy.
Manoel Leite de Olivriri.
Pedro ausiino de Sonta Pond.
Jos da Silva Corta Nei. .
Joao Dmit Ribeiro da Conba.
Joao Porohiri i Machado.
Vaccinaco animal-Haver boje s fO
horas da malina, no Instituto Vaccinieo Munici-
pal, vacci acao publica edm lyrapha exlrabida
directamente do animal para a- pessoas qne se
apres niarem para ese lim.
vacrina publica -Hmtpm na Inspecto-
ra de bygieae foram va ciliadas 6 pessoas pelo
respectivo iospe.uor interino.
Tkesourarla de FasendaEst con-
stituida a commisso julgadra do concurso
qoe se tem proceder nessa R-partigo 4 do
mex vlndouro. a qnal e cdmpBU do Dr Eze-
qaiel Franco d- Sa, delegado do goveroo. do
contador da mesma Thesouraria, Archanjo Leao
Abrames c do esenplorarlo da Mfandega, ba-
bharel J aquim Elviro Pereira de Magallies
A' referida cotfimlssao devem dirigir-se os can.
bidai08.
aervico militar5' boje superior do dia
o cidadao capitn major do 2* baialho, e fat
a ronda de visita o cldado alteres Reg Bar-
ros.
0 14* batalhao dar a guaraigao da cidade.
U" i forme n. 7.
Objectoa de eacrlptorlo 0 Sr. Manoel
FteuOjppe deSuuza, director neste Eatado do
Comptoir Iodastriel Franjis, obseqniou-oos con
algumas caetas mgicas com peonas inquebra-
veis, alguns caivetes mgicos e lapixeiras para
qnedaK, producios da fabrica francesa de Blan-
y, PoureA i, da Bonogne sur-Mer, a premia-
dos na nitim > exposico internacional de Pars.
Sao obiectos dignos de apreco e qne se re-
CTr.mpniam por -ua utilidade constante nos es-
en pinos, p pnncip linenle uo uso diario de
ejoem ein trangbCves freqoen es fc-ra dos mea-
mos escriptorios.
Ao Sr. Freoiippe ag-adectmos o seu gracioso
mimo; aos oossos leitores acoiiselbamos que
se u uaam de lo uleis instramentos, procuran-
do O' no referido Comptoir Industr el, ra i*
de Xovembro.
Reuaies soetaes Hoje devem reunir-ee
ni ss?o ordinaria, os inembros das seguiotes
soerdades :
ira A3ocrcao M'dicO-Pliarnraceolica, s
horas^nolda'f Ho'osttJBfe.
do'Geiuio aos* ProTesIflf'ft TrlbnfTos, ao
meio dia.
de, Jos Lt do NFmento, que tambem se diz
JJis Constan ;io da Costa oo Clestino, armado
de faca de p ma, e acoiopaniado de om ootro
gjusdem farfurts, que se faz passar por Cecilio,
lu a Sauto Amaro das Satinas, e all prpcnrou
Amazona do Brasil,. tota qa m dizia ter
contas ajustar, e (orred-lbe urna facada, qoe
felizmente nao -atingi a victima por que esta
VOube desviarse e resistir.
Constancio, Ndfeeimebto ou Celestino, como
qneiram foi capturado em flagrante pelo snbde-
legado do districto, mis o m'smo nao aconfecu
a Cecilio, que se evadi proieghlo pelos man-
gues
A zelosa auto-idade ji conseguid averiguar se-
rem ambos ex -praca do corpo de bombeiros,
do qual foram expulso* por incorrgiveis e tur-
bulentos ; e prosegne noutras diligencias.
-.tercelo militar 0 14 balalhao da
lofanlaria, em frente ao seu respectivo quartel,
fez bontem exercicio, demonstrando, como sem
ore, a sua boa disciplina.
rateadas-Ante bontem, pelas o e 1/ horas
da larde, na casa n. 73 da travssa do Mrquez
do Heral, freguezia de Sanio Antonio, Herme-
negildo Torres de Looreiro travando-se de ra-
loes com Manoel Antonio Duarte, ferio este com
dbas tacadas, que foram consideradas graves.
Ao lugar do conflicto compareceu o commissa-
rio teaente Brilo de Macedo, que mandn condu-
zir o frido ao hospital Pedro II, oansegnindo im-
meJlatamente capturar o criminoso.
laceadloA's 12 horas e 2o minutos da
tarde de bontem. na segunda travssa do Villa-
ca, do 2 dslricto da fregnezia de S. Jos, ma-
nifestou se Incendio em um dos casebres alli si-
mados, incendio que, passando a um outro ca-
sebre contiguo, am fa mais se ateout
Originou o incendio nos ditos casebres, ter a
taboca de um fogo do ar cabido na coberta de
um delles, foguete arrojado ao ar peto' levanta-
menlo da enmieira de orna casa prxima.
Os dous casebres incendiados pertenciam um
a Antonia Senborinha de Sini'Annae outro a Se-
nil irlnba Mara Francisca da Conceico, para as
quaes foram as prda totaes.
Chamada pelo telepnone a companhia de bom-
beiros do Recife, compareceu esta com a mxi-
ma b-e vida Je, veoceno em diminuto espaco de
tempo a grande distancia que va i de sea quartel
ao ponto onde manifest a se o incendio, e dev-
do ao: sens boos servicos nao arderam totalmen-
te todos as casas adjacentes.
A casa cajo levantamento de cumieira se fes-
tejava, perleoce a Izidro de tal e soltara o fo-
guete o mes re de carpina ianoel Jos dos Pas-
aos.
Ao local comparecern) o D chefe de polica
C o commissario da 1' eslaco policial leante
Bri'o Macedo.
Tribuno I do Jury do Recife A l
essao extraordi aria dest Tribunal, (oii'vbcda
para o da (3 do correnle e qu.: Iiavia sido adia-
da para boutem, i.o pele ser insta ld faifa
de jnizes ae tacto em numer legal.
Apenas fl juizes de facto responderam a cha-
mada, pelo que foram manados em 204000 di
que deixaram de com arveer e sorteados o
seguales supplentes :
Freguezia do Becife
Joaquim Domnguea de Carvalbo.
Augusto Francisco dos Res.
Joo Ferreira da Silva.
Freguezia de Santo Antonio
Manoal Lnie Pereira Bastos.
Arsemo Joaquim de Sonta Bandeira.
Antonio Corroa dos Sanios-
Jos Joaquim Alves. .
Antonio Ferreira Meodes GuimarSes.
Antonio de Burgos Pooce de Lem.
frUttUt t S. JU
Maniate
quim i.orrea aa Aimeida.
Marr~liaoJergde Campea.
Freguezia da Boa- Vitta
Jas Joaquta) da-alrfea Soiinarfles.
Odorico Soaies Rapono da Camaia.
Geroncio dos Santos Teixeira
Antonio Eluea Aniones Ferreira.
Jane Joaquim Das do Rege Jnior.
Antonio Leoncio de larvalho.
Antonio Jo- da Silva Sarment.
Joaquim Merina Cardoso.
Victoriaii Lbit Innoceocio Pogy
Tbomaz Teixeira Bastos.
Manoel da Silva Bastos.
Freguezia a Graca
Major Jos Joaquim Coelho
ot de Oliveira Bastos.
Manoel Fe* reir da Costa.
Fraacisco Furtado de MeBdonca.
Antonio Luiz Rodrigues de Almeida.
Manoel SjveFilho.
Freguezia de Afogaioi
Twemistocles Orange dos Reis Lima.
Evaristo Mendes da Cunha Azevedo.
Candido Alberto Sbd'r d MOlta.
JOfe? de Soaa Araujo.
Freguezia do Poco
Flavlo Ferreira Cali,
i.nrstiarro da Gama Lobo.
Dr. Carlos Eugenio Daarche Mavigaer.
Carlas Carneiro Monteiro da Silva Sanios.
A sesso iicou adiada para hoje as' 10 hora.
erfetefe-Effecniar-se-tiao o aesMneea :
Pe '^Jfik&?}$ft&*
existentes.
nuiuuiu uc uuikuo iwui/o o aje .
JTrajRMM t S. J
FiVWiaA^o*Patito AlblqJIt'rqai
Manoel Joaquim Correia da Almi





;t,.
i
-


Diario de Pen3tambn4>-0ntafeira 23 de Outubro de'1890

I
i.
\
*'
i

Peio agente Steiiple, as II
ris e Barros o. 9, .le diverso
Pelo agente Piolo, s 11 hora, na Alftadega,
da gneros, ratearla* o mais mercadoria*.
Amaobl :
Pelo agente Mirtina, s 11 horas, ra do
Raogel o. 19. de urna armario envidracada.
Pelo a?fote Gasmo. s ti boras, no trapiche
do Sr Samico, de 60 cacas com massas.
'* rameare-Sero celeDradaa :
je:
A's 8 horas, na matrises de Santo Antonio a
uraca, pela alea le Antonio de Paula Mello ; as
7 horas, ai natriz di Boa-Vista, pela alma de D.
Umbelina Ferreira Ribeiro de Sansa ; as 7 horas,
a Wfja da Peana, pela alma de Ignacio de.Sou
xa Xavier.
Aiuaoh :
A's 8 horas, na capella de S. Joao dos Pomoo-
e na cidade da Victoria, pela alma de Manuel da
Motta e Silva; as 8 horas na matriz da Grag*.
pela alma de Heoriqoe F^-raando* da Costa ; -
7 he>-a.j, na igre.ja de S. Jo^e le Riba Mar, pela
de Joao Bento da Cruz.
unveona au otormm u*. cuuierv
(i* parto* de PirnambnrReci-
fe II de Outubm de W)
tioietim meteorolgico
i. , 1 i* "O
Horas 2 c-2 Barmetro a 0 1 Teosao do vapor Humid
6 ra . UM 756*64 18,17 81
.9 26 i 788-17 I9.H4 76
13 J7-0 757-3 18 4 70
3 t. 17 t 756-09 17 51) 66
IB,9 756*37 18,11 73
Temperatura mxima18*,15.
Dita mnimaV3 .50.
CouvaQ,<*7.
Direccao do vento : ESE de meia noite al 1
hora e 43 minutos ; E at 3 ho-as e 55 minutos:
NNW a. 8 horas e 11 minutos da maoba ; NE
com interrupces de ENE ate meia noite.
Velocidade media do vento4*87 por e
gando.
Nebalosidade media,0.-39.
Boletim do porto
H
k- i;
= =
p.
B.
P.
B.
Das
11 de Outubro

11 de Outubro
-------v-
Horas
1046 da maoba
444 da tarde
11-10.
5-33 da maulla
Altura
1-.75
0*85
1-.84
0-.6/
Operarte ctrargca Poram pralica
das no hospital Pedro 11, no da 49 do correte,
as segoiuies:
Pelo D -. Malaquias :
Posihotomia com a pinga de Ricord, reclama
da por pbimo8is.
A'jerturado abces*o perioeal e inciso do pe-
nis, reclamada por inliltraclo urinosa.
Pelo Dr. Berardo:
Iridectomia ptica, reclamada pur Leucoma
dos doua tercos da cornea completamente adhe-
rentes.
Ca de Deleifio-Movlmenio dos pre
sos da Casa de Deleocao do Reclfe. Salado de
Peroambuco, eni 11 de Outubro de 189V
Existiam 433. entraram 16, sahiram 11, exis-
tem 437.
A saber:
.NacionacaatO. mulherea 15, estnngsiroe 11.
- ola] 437.
Arracoadoo390.
ona 371
Ooentes 16.
Loueas 1.
Total 390.
ovunenio oa enfermara
Tiveram alta :
Joao Manuel doCaimo.
Maximiaoo Rodrigues.
Foram visitados os presos desse estabeleci-
mento por 146 pessoas, sendo 41 borneas e
104 mulberes.
.tendencia Municipal da Beelfe
Rendimento do da 11 de Oaiu- ..'
bro 830*400
Saldo do mez anterior 30:850*097
oaai esferas pe <> seo eograndfciraento e pro-
gresio, o desea) cargador Corroa da Silva nao
a a hospede, nem um borneo eslranho de
quem nada te di ve esperar: ao contrario, um
administrador que multa conflaoca deve inspi
rar aquellas que antijtm ver oeste Estado a
contionacao da poltica conciliadora e patriotiea
ioici.da pelo rinda e benemrito peraambuca
no qua boje dai.a o goverao do Estado.
Magistrado honrado at onde pode chegar a
hooradei. joslo, lOlelligeate, iUaalrado. e o que
mais, pralico c coahecelor do3 boneos e das
necessidadas desla, ierra, qoe o sen berco, o
desera Dar gador Crrela da Silva sera, temos fe
no futuro, u digno successor diqaelle que
soobe restituir a Familia peroambucana acn
liaocae a lranquillid.de que ella senta fugar
Ihe pelos desacertos da direccao poltica dada
nos ultimji tempes uo> negocios t nblicos deste
Estado.
Nao Jiaaucnu aem quelmamoi incens a
um hornera sem ment; nio, estas nonas pa-
lavras sao a expreaso da verdaie e tradujera
fielmente o coat ntamento de que nos adiamos
possuidos pela acertada nomeacao de lio digno
cidadao.
E, se precisa sernos de Tactos para jusliti-
car as nossas assercOes baslava appellarn^
para o leslcuuohi) dos habitan es das comarcas
de Pajea de Floras, Paaellas, Linoeiro e Olinda
que tiveram a fe. .cidade de ter lao honrado e
d'gno magistrado, em juizo de direito, b.atava
invocar o sea passado como chefe de polica do
Rio Grande e deste Estado e o testemunbo deste
grande numero de amibos poiiticos que em lo
dos os lempos estiveram sempre ao lado do des
embargador Correia da Silva, antes meamo de
se soppor possivd a sua nomeacao para gover
Dador deste Estado, amigos estes que, bootem
como boje, dispensis Ihe a aesma contianca e
consderacio, a que elle tem iocontestavel e in
contestado direito pela sincerldade e cooviccau
de seu procedimuoto como hornera poltico e
amigo.
Felicitando, portante, o Sitado de Peroambu-
co pela nomeacao do desembargador Correia da
Silva para seu governador, contamos que a ad
ministracio que vai comecar merecer o apoio e
concurso dos bons pe.nambucanos.
L.
31:680*497
Era poder do procurador
No Banco Sui Americano
5:680*497
16:000*000
31:680*497
Hospital de Sania Agaeda-0 movi-
mento deste estabeiecimenlo tpara variolosos)
no dia II de Outubro, foio seguinte:
Existiam ***
Entraram *
. Sabiram carados 00
Falleceram
Existem '**
Hoi Ital Pedro 11O movimeoto deste
esiabelecimento de candade, do dia 11 de Ootu
bro foi o seguinte:
Entraram 16
Saniram
Falleceram 1
Existem 481
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Hoscoso s 8 1|4.
Ferreira Velloso s 9 3|4.
Berardo s 11.
Mahquias s 10.
. Silva Ferreira s 8 3[4.
O pharmaceutico entroa s 91|4 huras da ma-
nb e sabio s 3 da Urde.
O l'ajudante do pbarraacefltico entrn s 7 1|1
da manti e s^bio s 6 da tarde.
O Ia dito entronis 6 3|4 da manad e sabio s
6 da tard*
LoerU do Betado de fernamOue
A 4* serie da 1' lotera deste Estado, sera ex
irahida impreterivelmente no da 18 de Outubro
(terca feira), 1 hora da Urde, no consistorio d.
tgreja deNosaa Senbora do Rosario, de SaBtu
Antonio.
torta do Botado do na-Par*
Al serie da 43* lotera, deste Estado, cujo
premio grande de 60:000*, ser extrahida
ao dia 15 de Outubro (sabbado).
A 1" sene da 36' lotera co)o premio gran-
de de 130:00*000 ser extraada no dia 8 di
Xovembro (sibbado).
notoria o aaranaao A 4* serle
da 3' lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000.000, ser exlratuda-oo da 19 de
Outnbro Ruarla feira)
Ceralterlu pnbllaobiluano do dis 11
de Outubro Je 1890:
Anna, Pernairboco, 3 aunos, Graca, vanlas
confluentes. .
Mana Amalla Goedes de Araajo, Peroambuco,
58 annos, viavo. Poco, pneumona.
Candida Maa da Conceico, PernamOuco, J*
annos, casada, Recife, ebre,
Dommges do Amparo da Silva, Pernaaabaco,
60 aoaos, solteiro, Boa-VwU, beruia.
Marta, Pernamboco, 3 das, Grata, convotaet.
Bartbolomeu, Pernamboco, Graca, fraqoexa
congenita.
Mara Ollodina da Silva, Pernamboco, 10 an-
nos, solleira, SanU Agotda, varilas.
Jesnico Fibrooio de Barros M, Peroambuco,
37 anuos, viavo, Boa-Vittt, tubrculos pulmo-
Seveiioo Pereira da Silva, Penamboco, 35 an-
nos, casado, Boa-Vista, varalas.
COIINICADOS
O aWT
Hoje 1 hora da tarde, assnme o exerddo do
cargo de governador deste Estado, em soban-
tuicao ao honrado Sr. Barao de Lutfn, qne mv
licitoa e ototeve do goverao federal a coa de-
nistao, o distincto pernajnbnoano e honrado
magistrado, o deseoibargador Jow Antonio Cor-
reta da Silva.
Vailajosamente conhecido oeste Ertado, qne
o conta no ns-aero de tena Albos qoe trabalhain
ishwtcoe* bancrias e at de empregados
pblicos do pais,-aio era para tanto escancio-
E oa memoras d'eaaa oommi-sAo, por qaa o
Jornal est travado da um furor sem limites con
tra o governador deste Estado, nem por isso.po
diam deixarde tar tratartnc pelo Jornal com a
deferencia e justica a qua t\n direito por seu.-
honrosos precedentes e al pelo s rvigo que pres-
taram, dando so a assiduo e comcieocioso traba
iho, para orgaoisar o projecto de constituiclo
qoe o Jornal do Reafi nunca procurou conhecer
e coraecou a criticar por ama nica disposico
transitoria relativa a veocraento do chefe do Es
tado I I!.
E' falso qua os membeos da commisso se b-
nham reunido em segredo. E si ho funecioaado
no paco do goverao, foi isto asseaudo por < II i
ao comecar seos trabalhos, aates da vioda do
actual governador. Quaato a convite iraprens
para esta assistir s tessOes, nao itlo do estylo ;
mas nao seriam recusados noticias e aponlamen
tos dos trabalbos da coramisso aos reporten de
quaesqaer jornaeique os procurisiera; nao tem
ella colpa de qud o Jornal do Recife se esquecesse
d'itto ou ato quizeis j oscupar ana repjriagem
com t es oag le a.
Confesse antes o Jornal que nao resisti ao
impeto de aproveitar mais orna occasi&o para ati
rar-se saobudo e feroz coaira o governador (alias
de todo cstraobo ao cato), ombora envolvendo
quera uo tem cu pa de suas zangas e quem nao
tinha direito ao grosseiro e ferioo procedimento
do Jornal, qoe repetimos, mais urna ves esque
ceu se de que perante o publico deve guardar
outra compoitura e eviiar ser comparado aos ga
rotos que e compratem era atirar pedras. O res
p Uo a digoidade albeia norma de boa educa
cao e de prudencia. E o odio, mil vezes se tem
dito, mas o Jornal i nao o v, -o odio nnj
.tessimo con elneiro.
floftacfti, cW* eegenfeeri1^
4 ce us a ^So oa ale vola e frivola
0 omal do Recife tinha afirmado com seu
joslumeiro entono e com ares de autoridade, que
em parle alguma se vira designada por artigo
constitucional a quantia qne vencem os chefes
de Estado. Mostramos que elle se engaara e
aponamos constituicOes em que se v o que o
Jornal apregoara nuoca se ter visto.
Como sahir se de urna ditcuidade denlas, nao
previstas pelo Laboussk, i nde o Jornal vai bus
car ordinariamente os seos profundos conceitos,
os seus luminosos artigas um recurso Ibc
resUva e foi asado,declarar falsas as cita-
cOes I
A primeira citsce argida de falta, a do
art. 19 da constituico italiana.
O Jornal cita a obra de Deraombynes, que
um resumo, sem o texto legal, das constiiui-
coes da Earopa. Pois lea agora o art. 19 do
Statuto fundamntale Iraduztdo por Dabibt- (Les
comtUutione modernes, pag. 551, vol. 1.)
La dotatioo de la coaronne est conserv*
durant le regne actnel, tel qu'l en resaliera de
la mojeaae des dit dermres aunes.
Trabamos citado a const;tuicao da Grecia. O
Jornal comeceu por dizer falta aossas citagOos.
e diz oeste ponto : E' certo que a consliluico
grega lixou I.lz5,0u0 dracbmas...
Ora, jostameme o qne aos disseramos,ama
coastluico fixaado vencimenlos I
Citaremos constitu goes do Loxemborgo, Ge
oebra e Bavicra fs para mostrar ao Jornal que,
coaira su.1 atfirmaiiva categrica, existem tex-
tos coostiiuctoaass xauda veocimeotos) ; o
Jornal cooressa uo ter prsenle o texto dessas
ceosli.nic6es (como nao leve o das ootrat, o
Larousse nao irazisso.)
Pois aqu est o texto do art. 43 da constitu
cao do Luxemburgo (couformu o d o citado
Dareste):
La liste civile ett fixe deas cent mille
< franca par au. Elle peni tre cbange par la
loi au commencument de choque rgoe.
Quanio Baviera, o fontal assegura (e...
nag.sUr dixit I) que coa fundimos o regente com
regencia, tribunal administrativo (I). Nao ha
tal confuaao, o Jornal qoe esta em erro. Veja
os arligos seguinies, da consliluico de 18i8:
Art. 15. Dan* les cas indiqnes l%a>l. 9. a
el b, la rgeoce tt'exeri* au ajm Uu souveraiu
miaenr ou euipecne daos i'exercice da gou-
vernemeni.. Le lgeut signe : Regen, du
i rojaume de Baviere.
Art. 10. Le rgenl habite la rtidence roya-
le.... el il tai est ailou en outre sur le Ir
< sor une somme anouelle de 100,000 florn*,
payables par fractions mensnellet.
Na coasliluicao de Genebra est :
A-t. 80. Le irailetneai da President ett di
6.0U0 raocs; celul des couseillers d'E'tat es
de 5,000 fr.
Aqu pois esto conslituicoes que fixam ven
cimento, e as buhamos citado cooirapondc-as
ao espanto do Jornal, que oauzu boba oovido
dizer que as bouvesse. (Si isio nao est no La
routse, nao colpa oossa). E dea redundo a
nada o qae, em contrario do qne expuzemes,
proclamou elle con mais preieoco e arrogan
ca, do que com conbecimento d materia.
Agora note-te, a commisso, pelos motivos j
ditos, tinha de Uxaros vencimeotos do goveraa-
dor ; uo segnie essee exempos, apeaas em
iitposiedet transitorias dease assnmpto te oceu-
pou, com a clausula de ser alierior e delioiti
vameole regalado pelo poder legisubvo.
Nao hoave erro nem infracco sciencia po
litica, por parte da commissoe toda ella, in-
cluidos os qne nao eko iobmos do Sr. Luceaa
(que apenas nomeoa um), foi concorda em de-
car fixar-se provisoriamente o vencimeato do go
Veraador.
Iotiste o Jornal aaacbar moito grande o ven-
cimento assim Bxado at qne a aaaembla resol-
va. J mostramos qne rea* mente nao e mallo o
qoe ae marcou. M it esie crime e etx dair, '
de ter urna snples cuuuaisso Usado tai oa
4aal quantia n'om projecto, aioadoiaiio are-
viso antea de ter redundo a attiata goverao
e que ter tambe a de soffrar as modifleagoas e
emendas qae aproa ver ao coogreeso do Matado,
dan lo-te ao chele de ota Matado
inferior ao de gerentes de^rap-ataa i
Hedlcoa
Dr. Joaquim Louietro medico o partea
o, consultorio roa do Cabug a. 14
L." andar de 12 s 2 da tarde; residencia
o Mnnteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier. Clnica me
dico cirurgica. Especialidades : molestias
pulmonares e partos. Ra Mrquez de
Olinda n. 27, 1. andar, consultas das 11
as 2 horas e na Casa Forte (Poo da I'a-
nella) daa 6 a 9 da manhft e tarde
Chamados por escripto. Telephone n. 392.
O Dr. Lobo Motcoto d consalta em
sua casa ros da Gloria n. 39, das lo
horas da manhS 1 da tarde. Acbardo
se lora do aervico publico eflorece se para
acudir a qualquer chamado com prorapti
dio para fora da cidade. Especialidade :
operacSes, partea e molestias de senhora
a de meninos.
Dr. Alatheus Vaz, medico. Consulto
rio: ra do Imperador n 42, 1. andar.
'onsultas daa 12 s 2 horas da tarde.
Residencia, ra do Pires n. 27. Encar
regase do tratamento daa molestias de
olbos.
Dr. S Pereira, ra da imperatria n. >
d onsultas medieo-cirurgicas todoa oa dia.-
das 8 ao meio dia, menos nos domingos i
diaa santificados.
Dr. Fr titas ChiimarSet, medico, tere
se consultorio na roa Duque de Uaxias
n. 57, l. andar; di consultas nos diaa otis
daa 11 1 hora da tarde e reside no Oa-
jueiro n. 4, onde attende a chamados em
qualquer hora ('o dia e da noite. Telopho
ne n. 292.
Dr. Vatro Jmtu-medico- o- operador,
'ratica, a lavaj-eat do utaro; qaanido e co
tto aconaeihda. Consultas daa 11 >
I da carde em sua risidencia ra d
loro Jess (antiga da Crun n. 23, 1.
vndar. Telephone n. 'dH'J
Dr. Joao Pauloespecialista om par
os, molestias de senhoras e de criancas
com pratica nos hospitaaa de Paria e de
Vienna d'Aostria, d consultaa de 1 a i
boras da tarde, raa do Bario da Victo
ra n. 60, l." andar, e reside na estradi-
doa Aflictos n. 30, junto eaiacSo do Es
pinheiro. Chamados a qualquer hora. Te
ephone n 467, na residencia.
4dvolados
Bacharel Vicente S. de Carvalho Neiva,
promotor da oapitai. Advogado Para-
hyba.
O baekard Joaqun Iktago da Foneecc
em seu escriptorio de advogado ra d<
Imperador n. 14, 1." andar.
Oecnliata
Dr. Ferreira. com pratica nos prme
>aes hospitaes e clnica de Paria e Loe
Ires, d consultaa todoa os das das i
oras ao meio-dia. Consultorio e resi
..ncia i ra Larga do Bosari o. O
Dr. Barreta Sampaio, occuiista, d con-
lultaa de 1 s 4 horas tu 1." andar di
asa roa Bario da Victoria n. 51. Beai
lenoia a ra 7 da Setembro n. 34, entra
la pela ra da Saudade n. 25.
i> robarla
Faria tobnnho dk C, droguwia por au
-,do, raa do Marques de Olinda n. 41.
Fr ancuco Manaes da Suva dk C, deposi
.ario de todas as especialidad* >harmj>
;euticas, tintas, drogas, produow chinu
oa .e medicamentos homeepatio! roa di
Marques de Olinda n. 23. *
A Ffotre ame de Par
Previne-se aa txmss. familias qae che
garam j muitos artigos do aparados gosto
escolhidoa por Mme. Boblet actoalmente
em Pars. Exposicao diaria.
spector da Hy^iene, pateceres favor :teis ao pe
dido da reinucao d do dtpuUot!.
Agora a pa. ece o projecto de postaras pana
remocBo le diversos estabelecimentoa jalgados
prejodiciaes sade publica e nem ao anuos se
meU'iiooa o deposito de carve-de pedrn I
A iatradencia Municipal deve saber qoe nCa-
pital Federal.o goverao tem o seu depoaito de car
v&o aa il ia Grande eos Srs. Wilsono tem na iiba
Mucamo. mas aqu querem mantel o roa Padre
Uunis. prejudicando lirapeza publica, os inte-
resses dos proprietanos e moradores d'aquella
ra e Os das visinbancas. como sabido.
A onunuaco do referido deposito de carvao
aa ra Padre staniz urna viuieocia inqualtfica
vel, om escarneo sem nopie feiio aos signita
rios das duas peiiges que se acbam oa Inten-
dencia Municipal, e e les chamara a atienta- de
todos oa Srs. intendentes para o assnmpto, que
40 foi completamente esqoecido pela llustrada
coTirais-ao de mdicos e engenheiros e o inui
dislinoto commi8sano de legislaco.
Ildje apparece novo projeeta de postura^ as
agnado pelos a mrados Drs Piretii e Meira de
Viseoncellos {Provincia u, 286) m>is correcto;
no eatrrt.iuto quauto ao d.-po-uo de carvo i
uedra. fabricas le gelo e sabio, mudo como um
petxe !
Ntf referido projecto o act. Io diz : Os esta.
DeleJiaeotos que polem prejadicar a ade dos
cidados, causar-lhes ncoramodo ou ameacar
Ibes a spguranca, se dividen era tres classes
etc.
Perguntam >o deposito de earvSo de pedra
nao causa incoramo lo aos moradores da roa em
que elle se acha collocado?
Os dignos intendentas, signatarios do referido
projecto, si liveasnm ido o pareceres do 6*cal
te S. Jos, dos Drs. engenheiros da lo.eadencia
e inspector da Hy^iene com certeza ten un io
cluido no projecto o deposito de carvo de pe
Ira cjino prejudicial lirapcza publica e par
causar ncoramodo aos c.dadaos qae moram em
tua visinhauca.
Esperaaiua que a digna Intendencia, sempre
soiicia em enraprir rigorosamente com os seus
deveres, como tem dado sobej is provis, e prora
pa era attender os justos reclamos dos seas coa
cidados, determinara o lagar para ser removi-
do O dap.isit i de carvao de pedra da rui Padre
Huniz, por ser de mleira justica.
Recife, 21 de Outusro de 1890.
Os prejudicaao.
e> ta-re&eaa- e
' WBaP~4RtlSaHa^1^LVlaa9QR
PGBLICACOES A PEDIDO
Intendencia Municipal
Leudo a Provincia a. 164 eatoutramos om pro-
jecto de poetaras da digna Intendencia, obri-
gando a retirada de cortos estabelecimentos ora
existentes no permetro da eidade, por serem no
civot salubridade puMica.
Ent 11 de Janeiro do corrate anuo, os pro
pnetanos e moradores das roas do Padre Moniz,
santa Rita e S. Jos represea tarara Ilustre la
tendencia contra a permanencia do deposito de
carvao de pedra na ra do Padre Monis a digna
Iniaodeacia mandn informar o fiscal.
Os Drs. eogenheiro da Intendencia e iittaartrir
da Hfgiene. Publica, e ertes dignos foncdaaarios
depois de datido exame foram de parecer qoe
era prejudicial sade e litnpea poblca -
permauencat do dito deposito n'aqnella raa.
A Intendencia mandn renretter oa papis t
comniMiOde medicoa e engenheiros qne baria
sido no-atada para iodiear logares, fra do per-
metro da cidade, apropriado para esse e ootroa
ettabeledmeotot; pott baat, > iilattrada com-
mito em 23 de Abril cuapre o m imr, offl-
caado Iaiaodaaalat deatgnanao lagares para
todoa os uatabiltnf unto meos para o deposito
decat too de pedral
No entretanto a coataiiaao tinht en vista a
represeolacSo ddt pro*ri**Jlot O'oa pMVMNfl
Alten qao
O vlce-governador do Estado do
Para Dr. fos Paes de Carva-
lho, e o ciimplfce auditor de
guerra Dr "a ipoleo Mlatea
de ol vel ra. perante o\ sobera-
no tribunal da oplnliopufollea.
III
Yindo licenciado cidade do Recife o Dr. Joo
Jacome Marlios Pereira, visitar seos presados
pas, regressoo chegaodo ai Para, no goso de
robu-la sade, 11 de Junho do correle anao.
Assim que dt-sembarrou foi logo cercado por um
emissano do governador Dr. Jos Paes de Carva-
lho, incumbido ie ofereccr-lhe prorogacio da
liceoca e lemocao para Camela se deixasse de
seguir para a comarca. Foi eucarregadu da ser o
proiogooMa d'essa grandiosa tragedia de sobor-
nador, um amigo bypocrito qae re Hagia sincero
e uedicado do tinado at-acoosumraaco do acto
da <-ua demisto de juiz municipal da comarca
da Viga, sendo elle, entretanto, um ver requaz do goveroalor Dr. Jos Paes de Carva-
lho I
fisse judas tanto o perseguio, qoe, at na hora
do embanque do Dr. Joo Jacome Ma tras Pereira
para Viga, obngou-o a ir palacio I Coover
coa com o Dr. Paos de Carvalho. e deciarou Iba
que o Dr. Ju Jacome Martina Pereira quena re
moce para Camela Nao leudo este cedido as
iosiigaeoes que despresoo pelo recto cumpri
ment de seus deveres, parti para a Viga oo
da aprazado, e assumio o exercicio da vara de
dire io.
Apoz essa partida fez o governo seguir urna
lancha a vapor para trasel-o capital, endere
cando-lhe ama carta o uogido amigo Dr. Napo-
leo Simoes de Olivelra, auditor de guerra, for-
jada de palacio, com o carimbo do gabinete da
secretaria do governo, nao s d'ella como do
proprio involucro, a qual foi expoata ao publico ;
e do tbeor seguate :
Belm, 17-fle Jdnho de 1890.
Jacome.Ao receber esta siga aa lancha qae
vai bascal o.
E' interesaanie, s sen I !
Si nao vier, nao diga ao depois qoe nao tinha
o'esta capital om amigo que ce interes^asse p r
si. Em carta nao posso dizer mais, o qae acara
para a vista.
Ha ama represeotaco contra si, e oecessa
rio sua presenca. Veoba.
Oo collega e amigo.Sapoleao Simes de Oli
veira. -
RESPOSTA
Viga, 18 de Junho de 1890.
Napoleao. -Receoi a sea carta em qoe pede
me qoe com urgencia v na laucha qoe me enva
at a essa capitalama vez qae sendo V. meu
amigo ioteressa se pelo meu oem estar. Creio
na sincerilade das paiavras, qoe abi ficam, mas.
simo dizer Ihe qae nao posso oeste momeoto
f .zer o sacnrt io de ir agora, at abi, porquan-
to alera de ter chegado alada aule-bootem aqu,
e me acbar era desarramacOes, seria por demais
penoso voltar para onde acaba de vir. Ontro
8im : Nao requeira em mea nome remoco para
paite alguma, oem raesm para Camela Quaato
s represenlaces ficticias, en j estou fario
dellas, e se ba qualquer qae possa ser orlaoda
desses principios, oenhama mais do que qoe
V. me falla. Basta diser-lbe que nao pratiqoei
um s acto que a auiorisasae, nao na vendo por
tanto a menor baze, nem fundamento para ella ;
se qae aa.
Como sempre sea amigo velbo e collega de
dicadoloao Jacome Startins Pereira.
Em toda esta tramoia ioernal ti ihira por flm
os dous alliados impedir o Dr. Joto Jacome
Martius Hervir de tomar coobecimeoto dos re-
cursos eleitoraea apocrypbos, em que agoravam
como eleiiores os menores, os analphabetos e
ouiros qoe nao o padiara ser ; e, excluidos ci
dados que estavam oo caso de serem alistado*,
nos quaes os radlcaes faziam consistir todo o seu
iriuu pbo se fossem entregues esses recursos a
um cipaoga cujo julgamento favoravel elles es
pe'avam I Burlajos, assim, todos os tentameo-
da corrupeo com a respesia solemne e decisiva
de carcter negativo qae dea o Dr. Joo Jacome
Martins Pereira, fot elle demittdo por atrabilia-
rio e inepto por ponaria do Dr. Jos Paes de
Carvalho, datada de 20 de Junho prximo Ando
com o ioiervallo, apenas, de um da depois da
sua reapoila de 18 carta de 17, que dirigi o
amigo trahidor Dr. Napoleao Simes de Oliveira,
privando se. assim: com este acto de arbitrarle
dade descomedid, que o Dr. Joao Jacome Mar-
tina Pereira tomasse coobecimeoto dos referidos
recursos eleitoraes I Factn este do mais alto es
cndalo criminoso e ds notoriedade publica, que
nao pode ser coatestado.
Cidade di Victoria. 17 de Outubro de 1890.
Joao Vicente Pereira Dutra.
(Contina).
para, qua oWwa qual foi o aenmemio que
noa levou a par iemisaio, eentsunta^ie
ae S S. cata, neea parte porgue mtede
que deve cal\r.
Fazemos do- D'f. Beato Costa o coneeito
de um honsm seaio, brioso e ze*.dor de
sua digoidade e que por isto otsao poda
bern avallar o cuidado com que os outroi
procurara tambem man ter illesa a sua.
Esperamos, pois, de sua leldade e ca-
valheirismo que nos veuha dar a explica
cao qne pedimos.
Ipojuca, 19 de Outubro de 1890.
Frantieoo Manoel de Siqueira Gavalcante.
Abdia Bibiano da C'unha <$alee.
Emilio de Mendonca VaeconeeUoi.
Joao- Leope4d>no da < oet i rlbuquerque.
Flix Jote da Cmara Pimi-ntel.
Andr-Jot-de-Souta C*ave.
Francieco Manoel do Reg Barretto.
Comarca de Ipojuca
Em urna publicarlo feita do Diario de
hafK e em que se trata da mudaaca da
soa da comarca de Ipojuca p.ra o po
veado Noasa Senhora do O'l se o se
guite jtreohe : v
< Qaanto a nove pessoas qne pediram
exoneradlo dos cargoa qua oceupavam,
fique sabendo o Sr. do Jornal qae nfco
foram levadas assim praticarem por um
aentimento de atoo/ a da recoubecada in-
jastica ao lugar qaa foi privado do ser a
tdo *ia omarca ain por nm ontro qoe
se oalainaa, nesta parte, porque enten-
demos que devoros calar.
Aaseguram as qo oota art%o foi aa
cripto aob aa atpInoBii do Dr. Bento
Prova de gratido
Acha se em exposic o no eatabeteci
mano* de oasdo Ilustre oidadao Joseph
Kiause, o retrato a leo do preatimoao
J s Alvea Barbosa., que offerecem di
versos cidados moradores em Santo
A.naro das Salinas, do municipio do Re
cite, em aignal de reoonhecimento, pelo
boas aervicos homeopathicoa e dedicsclo
prestadas n3o so"durante o tempo que ali
residi, como especialmente desde Alaren
do correte anao, na epidemia da varilas
enm o sen tratamento abortivo, cuja en
trega ser frita no dia 30 de Novembro
de 1890.
O cidadSo Al ves Barbosa nos rerela
esta n"8sa expansl.
Rejife, 20 de Outnbro de 1890.
A commissSo que trabalhou para este fim.
Olympio Jeronymo Rabello.
Bento Jos Ferreira,
Epiphanio fS da Josta.
Francisco Salles da Veiga Pessoa,
Manoel dos Santos Fraga
Emigdio Man -el de Az&vedo.
Pedro Vieira de Mello.
Joaquim do Lago Babailo.
Joo Pereira de AlmeHa.
Manoel Cabral de Agolar.
Eusebio Jos dos Reis.
Ao .governador d'>
Estado
Pedimos ao Ilustre gavernader que,
f.ntes de retirarse deate Estado, d orden
para se faaerem oo conoertoa da ponte do
Rio Una, no porto de Gravar.
Muitos Agua pretanoe.
i m remedio vegetal de ama
prodJgalldade asiombrosa
Afinal chegou o da em qae se des-
cubri denlro da coocenirada essencia
d'um produelo vegetal, um remedio pro-
digioso e absoluto para a cura de todas
as mole.- lias precursoras da tbisica. A
arvore salutar da Vida, pois que assim
que verdaderamente se a dever cha-
mar ; da qual se extrabe esto pricioso
e neslimavcl Ihesouro, a anicaboila
do Mxico, e o Peiloral de Anacahuila,
a preparaco p-rr eeetterjcia -qoe ob-
lm com a m.iior faeilidade a victoria
sobre todas as eofermidades pulmonares.
Jamis houve remedio algum que d'entro
de lao curto espaco de tempo se tor-
nasse to umversalmente pe polar. Os
testemunhos e atleslados de su.s in-
numeraveis curas, em casos de tosse an-
ginas rouquido, inflaoumaco do peilo,
broochiles asthma, catarrhos; consiipa-
cOes, &c, se receber aos i cont nares
por cada coircio, enviados de todas as
partes do mundo.
Como garanta contra as falstficacSes,
observe-se bem que os nomes de Lan-
man & Kemp venham estampados em
letras transparentes no papel do livri-
oho que serve de envoltorio a cada gar-
rafa. Acha-se venda em todas as
boticas e drogaras.
Ao publico 9 com
moroio
Particip traos que re-
cebemos no86a con-
signaijao oo ya por Cu-
rityba, chegado boje de
Europa (H) caixas com
cerveja La Rosa Ale-
mana; que garantimos
ser medicinal e bebida
como regalo de fiis-
simo paladar.
Para qualificar-se a
qua I i da de desta im-
portante cerveja suf-
ficiente dizer ao res-
peitavel publico que
urna garrafa'aberta ou
a cerveja n'om copo
conserva se per feita
por muitos dias!!
Ta m bem recebemo
no dito vapor 180 cai-
xas com cognac das
finas quaM*dfes euni-
c o a ppro va do paramiK
turar com leite reeom*
mendadt s pessoas
iracas.
E'distillado pelo bem
conhecido Dr. Schrul*
ze grande proprietai-
rio, e foi comprado
pelo nosso s0cio ac-
tua!mente na Europa*
Importadores:
Machado Pito & C.
Recife, 14 de Ou*
tubro de X890'.
Tendo eu sciencia de que algumaa .pea-
s->as aproveitam aa garrafas, 7asias com
etiquetas de vinhos de minha casa para
venderem ontros vinhos a titnk do Bat
Palhetee Bom Cuitares que reca-
bo directamente e bem assim outras qaa>
lidades, chamo attencSo a do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de mena vi-
nhos, para que nao se deixem illadir- e
aviso os de qne s devem considerar como
verdadeiros os que comprarem em meo
proprio estaheleciment ; a mnito qne nao
vendo a casas retal hado ras e por isa ia-
siato para que os senhorus compradores
notem o que deixo dito.
Recife, 16 de agosto ds 1890.
Paulino de Oliveira Maia.
Cidade de i Pelotas
Attesto que o Peitoral da Cambara,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Soina
Soares, um exceller.te medicamento,
empregado com muito bons resultados i
molestias broncho-pulmonarea.
Dr. Seraphim J. R.de Araujoj
(Afirma est recotihecida).
Madame Ducaable1
tem a honra de participar aes seos nu-
merosos Iregoezes, que tem de novo
abetto o seo atelier de modos e confee-
goei. Tendo estado etn.Pariz, d'onde
na pouco regressoo, leve o cuidatVde
estuJar a maaeira de eoOfecctoBtr aos
toilettes de modo a patislaser os aostos
de cada Beobora conferme sna idade e
poeicao, sem grande dispendio de avia
melos, cooforme o sostoparifiieose.
Espera qoe as senhoras pernamboca-
nas, qoe naturalmente Fo doladas de
apurado gosto, se utliisem de eeus ser-
vicos, pelo que se confessa enmmamen*
te agradecida.
Madame DucasBl
65-Rua Nova6
Condescendencia nes preces
1
^=c^m
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
Ude de molestias de senhoras e creanaa.
Consuitorio e residencia ra da iaipa
-atria n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 a 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer ha*.
TKUBPHONB K. 226
r
Medico
DR. TA VARES DE MELLO
1
formado pela Facaldadodo Rio de Janeiro.
tendo se dedicado com especialidade
iberapeotica moderna das molestias de
peHe e sypbilis, na polyclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Araajo, onde servio.
como seu ajudante ; d consultas de 1S s
3 horas do largo do Corno Santo n. 15, 1*
andar, e recebe chamados a qualquer hora .
f% em sna reudencia, largo da Paa n. M,|
JSAfogados. ?*
&&.----------------------fia
Cirurgio Dentista
DR. ROBEBT P. RAWLDSON, for
aeo pela Universidade de Maryland nos
Sstados-Unidos, tem aberto o seu comal-
torio, na roa Barao do Victoria 18,1* ao-
lar.
Consultas daa 10 s 4 "horas- da tarde.
MEDICO HOMEPATA
Dr. Balthaia' da Siheira
Especialidadefebres, moleatiaa
daa criancas, dos ergios respirato-
rios a daa senhoras.
Pr esta-se a qualquer ihamado para
ara da oapitai.
/ i' AVISO
i Todoa os chamadoa devem aardi-
" f.rigidoB pbarmaoia do Dr. Sabino,
} Tuao Bario da Victoria a. 4,
I \ onde ao indicar aaa residencia.
_-------------------------
-
IV

Dr. Caraeiro Leao
ICO PAIIIIbW
Conaaltorio o rmideacia: ros do Li-
vrmmeoto n. 31.
Conaadtaa de 11 a 3.
Cbaaaaaoa a qualquer hora.
Esa-tatlMades : partos, febres tnolaa-
tiaa de criancaa.
n.325.


Diario de Pernambuco--Quinta-fera 23 de Outubro de 1890

ReeaHdfio
' Si.breludo nos casos de pobreza
de sangue, de fluxo braoco, de pertu-
bac5es da m nstruacSo que a forga re-
paradora do viuho do Dr Johanno pro-
daz effeitos d'aoia rara lelicidade.
Esla preciosa prepararlo combina do
melhor modo as mais poderosas feb i -
fugos com os reconstitu rites mais se-
guros.
O juiz de direito Joo Baptista G-
tiraoa Costa cncarroga-se de oonlrabir
(prestimos como banco de crcdilo real
de Pernambuco," para os Srs. agricullo-
res 'este Estado, adianlaodo as des-
pegas mediante mdica relribuicao; po-
de ser procurado ra Barao de S.
Borja n. 48
Muitas vezes til associar o creoso-
to de alcairao de faia ao leo de ligado
L baca I bao notratamenlo das aff ccOes
da larynge, dos bronchios, dos polmoes,
c principalmente as brenchites ebro-
uicas e nos c.-.tarrhos. Esla associaco
aprsenla grandes vanlagens, mesmo
na i usencia de doenca c quaudo se faz
uso .-rnenle com o Gm de forliGcar um
peiii; Trace ou um tcmperamenlo dbil.
Estes dous medicamentos encron-
1ra msc reunidos as Capsulas de Berth
creosotadas, onde o creosoto de aicat&o
de faia acha-se ?m iiis.solur.io n'um
oleo dt ligado de bacalbo, particular-
mente recommcndavel, visto ser obtida
por processoes que sao os nicos que
l< m merecido a appri vago da Aea-
. ima de Medicina de Pariz.
de Pariz, sao as mais perfeitas prepa-
lacoea que se tem feito al agora. %
Fabrica e vende por atacado : Casa
L. Frere, ra Jacob. 9 Paris. A va.
rejo, cm quasi todas as pliarmacies de
lodos os paizes.
Exija-sea firma do Dr. Clerlan.
a
Quem conquislou a Argelia ? Os sol-
dados francezes ? Sim e nao. Os sol
dados francezes venceram os rabes;
as libres, porm, nao deixarinm de
(riumpbar dos vencedores e deslruil os
sem deixar um s de p. O doutor
Mallol, cujo nome merece passar
posleridade, fui quem venceu este ini-
migo, mais lerrivcl do que todas as tri-
bus reunidas; e a arma heioica empre-
ada para essa conquista e cilonisaco
toi o quinino.
Mais felizes que n< s os piedcccsso-
is, ti mos apereicoado anda mais esta
amia. E sempreo quinino, em pr^a
ttfirg, porm mais variadas, mais pu-
ra?, mais poderosas e aprescnladas de-
bairo de urna forma que suppnmc o
eu excessivo amargo, quasi sempre
DSi)p|K ilavcl.
As p rolas de quinino (sulfato, bi-
sulfato, cbl iludalo, lclalo, bromliy-
Jrato e valerianalo do Dr. Clerlan, ap-
provadas pela .-" cadetnia de Medicina
Barra Mansa
O Peitoral de Cambar, importante pro-
parado dolllm Sr. J. A de Soasa Soares,
de Pelotas, poaaue propriedadea balaami
ca pronunciadas, e exerce influencia be-
nfica em todas as affeccSes catarrbaes,
principalmente as do appareiho respira
torio e genito urinario.
As affecoes eatharraes do larynge, dos
bronebios da beziga, quando primitivas,
cedem promptamente ao uso reiterado do
Peitoral de Cambar.
As secreySf b muco-purulentas, eympto
maticas da tuberculoso pulmonar, modi-
ficam-se Tantijosamenje, tornando mais
desembaracado o campo da bematose pul
monar.
', portanto, o Peitoral de Cambar,
um heroico meio preventivo e um auxiliar
no tratamento da tysica pulmonar, to
f renuente no Brasil.
Dr. Uria da A. Siloeira,
(A firma est reconhecida )
COMMERCIO
VS. VICTIMAS DAS FKBRKS
O Elixir antifebril Cardoso. appro
/ado em II de Marco deste anno pela Inspectori
ieral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem bojt
preseotar-te a humanidade soffredor do man
lo inieiro. como taboa de salvacao que ao infe-
lii naufrago loe enviada por mo omnipotente!
O Elixir anti r kril Cardoso, appli
ado cm muitissimos easos de febres, tem, com
Mr milagre. levantado do letto da dor a comple
op moribundos.
Este remedio, com posto gmente de vegetaet
e inleiramente inoffensivo, anda mesmo na mai-
nimosa e tenra enanca.
As senhoras, no esiaJo de paridas, ou uo pe
i odo de incommodos uaturaes, podem osai i
jm leceio algum.
DCMlltol
Drogara dos Srs. Francisco Mauoel da Sin u
(C.,4 rna Marques de Olind n. S3.
Pharmacia Martina, roa Duque de Cax'ar
a 88.
Pbarauth Oriental, ra Estrena do Rosar<
a. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira. ra do Barao d*
Victoria a. 14.
Pharmacia Imperatriz, 4 ra da Imperatrii,
:i 49.
Depoailo eral esa ca do autor
el Cardos* Jnalor. a iui
catre.ta ala Basarlo a. I.
Atteatado
ScientiQcamos ao respeitavel polilico que alen
Jos attestados a que damos puclicidade boje,
foram carados 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examina
a Catado? pelo Elixir anti febril.
Dos lEuumtro* altestados que temos, damo
:m seguida principio a sua publicacao: e ist'
lasiart para que sejam ronhecidas as virtude:
lo Elixir anti feDril Cardoso.
.N.81
Mm Sr. Manoel Cardoso Jnior.- Em bem dt-
humanidade soffredor, venho communicar-tne
mais um prodigio do seo Elixir Anti Febril, <
Ibe peco que publique esta miaba declaracAo
para que cada ves se to. ne mais coobecido <
sen prodigioso remedio.
Meu Albo Joi.o Pinto da Silvetia. aecommeUi-
do de feb re no da 5 deste mez, no da 8 apre
seolou signaes de oexiga ; me Inrronsei porqui
reujemorei o quadro irmeudo di uiorle de mi
lu tilda, tratada .r medico, e vuci.ei. poreo
Dous me fez decidir pelo seo elixir, o comecaa
do elle a lomar Ss 3 hon.s da tarde, meta noi-
te liaba desappareclJo a febre, as bexigas para-
ran ten cresa nenio, e ires das depoia comeca
ram a diminuir, tomando urna cor brancaceota
como de queimadura, e desappareceram, ter.do
observado a f na prescripeo de uso do sen eli
xir, de 3 em 3 boras, por espaco de 9 das, e
daba por diante de 3 em 3 boras.
Gracas a D-os e ao su miraculoso elixir e t
meu Hiho perfeitamente bom.
Em conclusao liie digo : o sea elixir o ani
quitad r da bexiga, > quem duvidar experi-
mente.
Sem mais assumpto peco-lhe que me permita
assgoarDe V. S. amigo grato e venerador cria
do.
Recife, 4 de Setembro de 1890 (Palmares 9.)
loti Pedro V< lioso da Silteira.
N 83
Cidado Manoel Cardoso Jnior. Tendo no
lia 30 do mez de Agosto prox mo passado sido
accommettido de varilas minba uiulher, Maria
Amaia Pessca de Mello, eu e dous Qlbos de no
met Manoel e Frederico, estos com a idade de
ti e 14 anuos, recorr no vosso providencial
Elixir, prestado graciosamente pelo meu ami/o
Antonio Francisco das Chagas, cujo bom re.su
tado nao se fex esperar, de tuantira que hoje
nos achamus todos restabelecidos e curados.
Com saiistacao vos declaro que resid na la
DireiU n. 86, em Afogados Vosso atteocioso
venerador
Jos Vieira de Helio.
Afogados, 13 de Setembro de 1890.
N. 83
Illm. Sr. Mano'.l Cardoso Jnior.-Tealo sido
accommeliida a minha irma Julia, de 10 annos
de idade, de vanlas, e acbando me s 'm me.os
para tratal a, recorr ao sen Elixir por informa
cao de cm vUinhi. que obteve grariosamente, e
com tamanba felicidade, que em pouco tempo
uve uto resollado esplendido, ficaodo mu ha
irma completamente reslabelccida ; quem quizer
verincar-se da verdade pode vir ou mandar
rub de Santa Tii-re?a n. 7, que encooirar s
pe.-soa a quem me retiro.
Outrosim. ao Sr. (lardoso ti-nli) so o Jever de
agradecer Ibe a randade qn me prestou com o
seu miracal so Elixir, podendo ao mermo tem
po fazer o uso de.ste meu attestado como Ibe
convier.
Disponba deste seu criado e obrigado.
A rogo de Jos Felicio Vieira,
Agostinho Francisco da Suca.
Recife, 19 de Agosto de 1890.
N. 84
CidadJo Manoel CardseSaudc e fraternida
de.Tendo sido accomiueitida de varilas ai
minbas quairo lilhas de uemos Laura, Juli-ta
1 lalmae Mar>a tedas de menor i-lade, eu nao
sabia o que fizesse, muito contrariado de vl at
sempre no mesmo e as poslulas fabiodo com
ama forca bomvel Dizeudo a um amigo o esla
do de minbas tilhas, elle tratou-me sobre o se
icaravi huso Elixir Anti Febril, e logo aj.0 fn
a sua loja e < sentior servio me eralaitameuie
um dos seus frascos com o tal preparado, e que
me foi bem aproveltavel; a febre fot logo acal
mando, e as pstulas, logo que cu appliqoei
urnas 3 do miabas lilhas estao restabeleci aj, agradecendo.
abaixo de Deas, so seo maracaloso Elixir Anli
Febr.l.
Podis fazer de*la ou;oqu<- vos convier.
Roa Direita n. 88. Sea venerador e amigo
Antonio Sttca Rnngel.
Recife, 10 de Setembo de-1890.
N 84
Afogados, 6 de Agosto de 1890.-Illm. S<-. Ma
noel Ca-doso.Acbando me bastante doente d
varilas, e estas bem perig isas ama minha Hlba
Je nome Josephioa, com idade de 10 anno*. >
sem saber o que fizesse. fui aconselhado pele
S-, Antonio Fraocisco das Cbagas para na
uso do stu benvolo Elixir Anti Febril, appli
cando elle mesmo diversas doses e topando
grande interese no tratamento. o qual ful de
forma, que em pooco ttu p > vi minna Hlba salva.
F:ica o uso que Ir.e convier e agradegj Ihe
i-mbora nao o conbeca directamente. Moro nv
roa dos Pocos
A idgo de Antonio Marinbo F Ico.
Epiphanio hbeiro L bo.
(Estavam sellados e reconhecidos.)
n. 1, 1* andar, onde pode ser procurado
todos os das uteis, das 12 s 3 horas da
tarde.
Chamados a quaJqusr hora em su re
sidencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
Dr. Mello Gomes
Medico operador parleiro
67Ra do Bario da Victoria57
(dkfbontb da kca de 8. amaro)
Onde tem consultorio e reat-
denca i podeodo sr encontrado e
recebendo chamados quaiquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senhoras e dos pnlmoes, sypbilis
em geral, cara rpida e completa e ope-
races de estreitamentos e mais Boffri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados* para
fra, a quaiquer distancia.
Telephone n. 894
Dentes
Ter nina i horrivel dor de dentes uaande
o excellente preparado de Manoel Cardos;
Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jomaos do m iorcirculaclo, attestam
a eficacia.
Depsitos :
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Mrquez de Olindt
o. 23.
Pharmacia Martina, ra Duque de
Caxias o. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da V'ctoria n. 14.
Pharmacia Imperatr.z, ra da Iinpe-
ratriz n. 49,
Oculir-ta
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chet'e de clnica do Dr.. de
Wcckcr, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1"
andar da casa n. 51 a ra do
BariLo da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Kbaidecuia ra Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Revista do Morcado
Ucikk, '2 \)% OUTCBRO 1>E 18W).
O mova nto limiteu se a IrausaciO. u
atn ado de cambios -
55ol
sa
v..,u8 OVFIClAKti DA JCNTA UOS COK-
BKTOHB8
Hrixli. :i ,u Outubro de SUO
joesdaCompaiihia do Bcbcribc, 10'JKKO cada
-IasJlo sobre S. Paulo, 30 ri/v. com 3 i 0/0 de
eiconlo.
Na Bolsa vcnderam se
I acedes da Compatiuia uo Bcbcribe
o nresidenie,
Antonio Leonardo llodngues.
O becretari'o
duardo Dabt-ux.
Cambio
l'llACA DO BEC1FK
ir ir. m os banecs a 23 1, i nominal efforcceo
t> tados mais tarde, saccar a 23 3 i at ii 7.8
'em aetiar tomadores.
A fechar do dia recusaram os bancos saccar
aciaa de 23 a/4, fechando o mercado frouxo.
Papel par.icuur foi passido a 24 J. pequea
\au>ta.
rKAl.A DO BIO ')t JANE1KU
Abri o mercado a 23 3 8 hancaho. subindo
'ta p ra 23 tp\, fecbaud,-, p^rrm, froux", a 23
*f ba oca rio.
Alfiodau
Sao houve negocio.
La vi la da tubida do cambio cota te o de
os procecucias a 6A9C0 nominal.
A expcrlatao fea pela alfandega ueste mez ol
) dia ti, octou de l'V 338 kilos, para o exterior
e entiaitas veutlcadas al a dala de boje so-
kl. a 13 519 accos, smdo por:
reamar . 2 616 Sicca-
*twcs . 2 141
\tu:a<-f i .991
"ivfeirta ce lia rearo. 651
l^ferrea Je S. Frami.no 108
'v.'ar'i al Liuuiro 6.000 .
Somma 13 Jl i o s
Asaucar
ja pretos pagos ao agricultor l-oi :a Kilos, t
aaloa Associacao Commercial Apr:ro a, foratr
aavmntes r Safra nrva
3raieo- B i.b*> a 3.0 Kl
adBi'B0 . 2*300 a S^tOO
Tharavudos U600 a i
irtius . ... 1**60 a 11X00
-Uiil.f . . 1 (KIO 112-
;;.-iaa3 . . 2J80O A 3*000
i cxDOtlacio feita pela alfaiiiii a ncle mez al
> jn II, a^elou de 6.137.900 ki:<* -'crido.......
iCl.035 >ara o e\teriore 1 966 8i3 para o inte
_
As eatraiat tdriteadaf at*a a iteboje M
ts a 103.0C0 saceos, tvudo por:
-Wcava. i6.G 9 Sae."-
" ui-es 9 232

na
Coa rea
^ooro* salgados 370 res, e os verdes a 233
ris.
. guarde ate
,oU-a< n 741000, por pipa Aleool
ioU-se a 1701000 por pipa de AaO Ul.oa.
Mel
jjta-sc a 55*000 por Moa de 480 lilro.
liarle* descarga
Barca noroegense Leviatham, car,ao.
Barca noroeguense Emola, carvo.
Barca allema Martka Brookelmati, madeira.
Bdrca sueca Heidi, car-ao.
Barca portuguea Tentadora, varir-3 gneros.
Barca ingleza Gicenioline, carvuo.
Barca noruegoene Chrulian Set isci cavao
Qngue nacional Prazeres. urque.
Escuna nacional Pelotas, zarqoe.
Lugar ing'ez Homu-g Star, carvo.
L.'gar inglez Bctruver, bacalbo.
Lugar nacional Loyo, xarqae.
Lugar nacional ZeHtnha, carvo.
Patacbo nacional Social, xarque.
Patacho nai ional Francoln, xarque.
Patacbo tllemao Marte ton Oldendrop. marque.
Patacbo norueguense Kjelland, carvo.
Patacho portugus Mondefo, xarque.
Patacho nac oual M'iWnao *, xarqae.
Paula da 4Uaa.deca
* MAMA D* 20 a 23 DI ITLBKO DK 1890
Aicool (tro.i...... 330
'gurdente....... 130
mox com casca ik.oi ... 80
Igodo (kilo)....... '.20
'ssucar retinado (kilo) ... 260
Assucar branco (kilo) .... 186
'ssucar masca vado (kilo* 93
Borracha (kilo;...... IJUX)
Bagas de mamonas (kilo) ... 130
aco (kilo) .... 100
Caf bom (kilo)..... 800
Cafe1 restolho (kilo)..... (500
Carnauba (kilo ..... 400
Couros seceos espiehados (kilo) 37
Couros seceos salgados (kilo) -133
ouros verdes (kilo)..... 223
Crneos de algodio..... 20
Carvo de pedra de CardiH (ton.) 21/000
Farintia de mandioca (litro) ... o .
Geuebra (litro)...... 200
ilraxa (seboi....... 380
JaKorandj (em folha) kilo 200
Mel (litro)........ 80
Mimo (kilo ....... w
Pbospbato de cal da liba de Fariian
do de orotm (tonelala) 101000
I borpbaU de cal da liba Rata (tone-
lada) ......e >*000
Pao Brasil (kUo)...... M
Semeu te de Cdruaba (arroba) l
son (tneioi)....... 2am
Talajuba (madera) ... M
Tu boas de amirtUo eaj tiuc^-:
(duzu)........ 'I4i<
Dr. Bastos de O'iveira
Medico operador e parleiro, tetu o en
coosultorio A ra do Marques de O indi.
Ncw-Port em 22 e consignada 4 ordom,
manifestou :
Carvo do psdra 767 toneladas or
dem.
fi&Doriaeo
(890
Cir. 21 DE OL'TL'BBC
k'ara Xo vapor inglcz EUon, para Liverpool,
carreyou :
Tibardo Tavjres. 1,000 sacaos com 73,000
kilos de assucar mascavado.
No vao allemo Capua. para NcW York,
carreearara :
Julio A Irmo. 1,000 saceos com 70.000 kilos
de assucar masca rado.
-ira i> interior
No vapor nacional UrasU, para Rij de Jj-
oeiro, carreitou:
A. Teixeira Lopes, 730 saceos com 36 230 kilos
de caroens dr al>olao.
No vapjr uacioual JaboalCio, para Ceara,
carregaram :
Maia a Rezeudc. 3 barricas com 430 kilos de
caivo animal.
M. Lopes de S A '., *) saceos com I 300 kilos
le assucar braoc-.
P Alvos* C, 2 banicas cjin 271 kilos d<-
carvo animil. 10 saceos com 25J kilos de,
assucar branco ID di os >:nm 70 dilos au'cavaCo e I barril raa 95 litrjs de ahool.
P Ca-neiro C, 6 barii ^om 576 litros de
alccol.
Para Araca y, carregou :
A. Soares, W saceos com 1 500 k los de niilbo.
No v*p>r ingler Juno, para Santo, carre
gr.raiii :
P Pinto A C, 8 pinas c m J.iOO litros di
nlcoil e o diUs co.u 3,40) nos de alardete.
F. A. do Azevedo. 300 s. ccjs com 30,000 kilos
de assucar branco.
Sa barcaca Adelina Maules, | ara Alsgoas,
carregoc :
J. J. da Silva Campos, 50 saceos com 3.800
kilos de assucar branco.
Xo vapor nacional l'na, para Bibia, car-
ruiaram :
M a. de S-ins A C, 55 barricis com 3,300
kilos de as-ucar tllnaJo.
HruiliutintoM pttblieo
*M Da OUTCBHO
Afatuuya
EDITAES
Hyf^ieae publica
De erdem do"ci aoao Dr. inspector iuierino
de bynienc, chamo atteiicao a quem possa inte
ressar, para os artigos abaixo transcripto, do
reuulaiui nto que ba-xno com o decreto n. 169
de 18 de. Janeiro de 1890.
Arl. 48 As parlei'-a. oo exerciclo de tu
protiss&o. limitar-.-e bao a prestar os cuidados
uidisp'-i saveis s pariurienles eaos rcceu.naM.-i
dos nos lanos uaturaes; em caso de dy.-tocio
deveio, sem dem ra, rerl mar a presenca
do
Kvnua cora;
Do a.a 1 a 21
t tem dr 22
792;C571039
J. 7391372
lleuda do t
Do dia I 21
''em df 2!
fco 4071311
de Pernaratiuco .
128.2161130
10.0671343
11 per t aco
Barca alIcmS llartha, eptrada de Nw
Castle, em 10 e consignada Companba
do Gas, uianitcstou :
( arvao de p^dra 560 toneladas a -ir
clora.
Barca norueaueae
entrada de' Ci.rd.ff e.u
ordem, uian|t'eatcu :
iiedra


consignada
Hs1' or-
O Ji
da de
138.883*495
I '.'J3.2l)U006
egs di PiTnimiwsto,
22 d lU'U'iro '.'; IS*I
, i :o dC eliefe fia SCCCaO,
V. da C. L-jba.
Hceetoctiorla de listado de
Prraambiico
;i3*879
llovlaaento de porto
Navio entrados no da 22
Hio de Janeiro7 din", vapor ioglez filslcw..
de 1,139 toneladas, cotnmandanie R. Gray.
equipagem 21, em lastro; a Boxwell C.
X w Porl 42 das, barca uorueguease II bil >
de 521 toneladas, capito J. Jensen, equipa-
gem 10. i-arga eanl de pedra ordem.
Pellas30 das, palaeba noiuei(uense Rabe
ki. de 98 tonel idas, rapito J- Sarensen,
equipagem a, carga xarque e fariuba; a Silva
Carie lio A C.
Oiuerva^io
Mo bouve sabidas.
Procedente de F uine e e.-cala fundeou no la-
maro o vapor austraco Szeckeoiy c nocoui-
municou com a trra.
Mercado uaieipal de iotie
O movimentodeste mercado no d'a 21 de Ooto-
bro foi o seguiute :
Bntraram :
38 bois pesando 3,201 kilos.
732 kilos de peixe a 20 res
4 cargas com fariuba a 200 rs.
28 ditas de fructas d.versas a 300
33 columnas a 600 ra.
62 taboeiros a 200 rs
6 suinos a 200 rs.
i escriptorio a 300 rs.
rs.
1640
800
84 400
19^800
l:<400
14200
:).
61 compartimentos com fuaba a 50o 3U300
28 ditos de comidas a 500 rs.
96 ditos de legumes e fazendas
400 ra.
14 ditos de suidos a 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
6 ditos de camaroesa 200 rs
47 albos a 24
Reodimenlo de 1 a 20 do crreme
1440.0
38*400
9*81*'
3;4O0
14200
94400(1
2304840
4 8274060
5.077*9(0
-o ul7i.0:o
M<;cir lruiuagr.
Precos do uia:
Carne verde de i6J a 440 ris o kti>
Suinos de 360 a 640 res dem.
Carneirc de 640 a 800 ideir.
Karina Je 280 a 400 ris a cuia.
Milbo de 320 a 340 ris ideui
Feiiaode600a 700 idem
Vapore a eatrqr
MEZ DE ODT11BO
Xoile........ Planeta........... 23
.-ul ... Mrquez de Caxtas 23
Norte....... Braztl........... 23
Sul.......... Beberibe........ 23
Europa...... Purahub-i ....... i~>
Lverpool...... Meichant....... 23
Europa...... Tomar........... 23
Sul........... Manos............ 26
Sul........ .-Idrancc......... 30
ul.......... V'ilparao....... 30
Vapores a safelr
MEZ DS ODTCBRO
SauLOa t ei J Juno............ 23 as 3 h
Babia cese Una .........24 as 3 h
Sul.......... BruzU...........24 as 5 b
tueuos Ay.es. ramar........... 25 as 12 q
lautos e esc. Parahyba........26 as 4 li
Norte.........Vanaos.........2/ as oh
London & Brasilia q Bank
Limited
Rua do Commercio u. 3
ca por todos os vapores sobre as ca
to mesmo banco em l'ortngal send<
istamdos a a. 7j.
ta ros In,
mlico, e al que este se aprsenle, empregarao
lao smente os meits conhecidos para prevenir
quaiquer accidente que possa comprometter a
vlaa da patturi-nte ou a do futo
Sao Ibes prohibidos : o liatamcnto medico ou
eirurgico das molestias d s mulberes e das
criao(;j8, os anauncios de consullas e receitas,! Borragem"floresT
salvo de medicamcotos destinados a evitar ou Bronihydrato de morpbina.
combater accidentes graves que compromeltam Brotchvdrato de qainioa.
a vida da parturiente, uu a do feto ou recemoas
Bnolurcto de mercarlo (por via secca e hmida).
Bioxyuo de mercurio (pos de Joannes).
bisulfato de mercurio.
" Bisulfato de quinina.
' Bistorta.
Brax, (biborato de sodio).
cido. Tae3 receilas deverao conter a declaracao
to urfc'eale.
Art. 49. Aos den listas probisido: praticar
operacao que exija conhecimentos especiaes;
applicar quaiquer preparaedo para produzir ;
c nestbesia geral; piescre.ver remedios internos a
veeder medtcameutos que nao sejam denltfri
cios.
Art. 74 % 9." O pbarmaceutico que aviar recei
tas de medico nao licenciado, e de parteira ou
de dentista, ixcepto as condicoes dos arl*. 48
e 49 deste rrgulamento, e aquello que vender,
s>m a necessaria reccila, meaicamenios nao in
di ados na respectiva tabella, ser multado em
1004000 e oo dobro as reincidencias.
Art. 76. As drogadas tero por tim o commer-
cio de droga, preparados oflicinaes de vid-amen-
le u risados, utenss de pharr/iaiia e appare-
Ibos de cblmica; sendo Ibe absolutamente nter
dicto lodo e quaiquer acto que sfj* privativo da
orotissao de pharaiaceuli^o, iaes como:
I Aviar receitas medicas, quer de Formulas
magristraes, quer de preparados oflicinaea.
2. Vender quaiquer substancia toxica, mes
mo em pesos medicinaos, ao publico.
3. Vender a particulares, em quaiquer doje,
substancias medicamentosas.
Art. 77. Os droguistas s pidem vender sub
.-taanas ctii.nicas a pliarmacuticos e a indus-
triae*, exceptuadas as de uso ordinario e do-
fenstvo, ccnsiaolc da respectiva tabella, as
quaes podero ser vendidas ao publico.
Arl. 78. Deverao os droguistas registrar cm
livro especial, que ser rubricado pela aatorila-
de sanitaria, ..s-infancias que venderein para
Ons indusiriaes, mencionando nome, residencia
e industriado romp a Ir r, dala da venda equao
tidade da suastaucia ven ida. S sers validas
em juzo os livros qu-. Uverera a dita rubrica.
Art. 79. Nenhum droguista poder anounciar
venda preparados elliciaues que nao lenham
sido approvados pela inspectora geral de hy-
gu-ne.
Arl. 80. Os preparados oilicioaes importados
do estraoeiro nao poJeio ser vendidos sem
licenga da inspectora ge I; c cutnnre aos dro
(uista- solicitar a mesun Itceoc, fornec-udo a
iosperlo.ia a quanlidade .los ditos prcpiiado&
que fr ecessana para a ana'yse.
1 isp-ctona ile liy^icne publica do Estado de
Pernaubuco, 20 de Outubro de 1890.
O secretarlo,
Gadherme Ouai le.
'I'.: be la das SotMtaasiM quu de.vem in lisrensa
velmrnte exi.-tir nas pharm.cias. com dijiu
min rao das q U) podem OU nao ser vendidas
ao publico peiu> pharmaceuUcos ou pclo3 dro
quistas, de coLfonuidade com o disposio nn
regulamento a que se refere o decreto n. 169
de 18 de Janeiro de 1890.
As substancias que, sem receita de medico,
po 'em ser vendidas ao publico pelos pharma
eeatietM sao as quo es'.ao notadas com um ou
dous npcslroplios.
As substancia* jne podem ser ven'ida! ao
publico pelos droguistas sao as lOffoi .les, na
coiiformid^ide do arl. 75. de vendo-se ter em vis
la o art. 77, o. 3, do regulamento :
1." As que esio n dadas com um rpostroph-;
2. Preparados oflicinaes (arts. 79 e 80 da re
guiameiid.), isto e-p calidades |>h irmaceuii-
e.as, nacional s ou i-sirangeras, approvadas pela
inspecioiia ge al d i y^ienr.
' Absio bio.
' Abutua.
' Acaf o, Htg nas.
" Acetlo de aii.ii.on o liquido.
Acetato de c umbo (neutro).
A<-eiaio de cbuiuno (.-ub).
" Ac. talo de p-ita.-sio.
' A-ido acet'co.
Acido areemo.-o.
A cijo axolco.
Acido Butaca alcoolisado (espi-ilo de n tro
doce).
' Acido benzoico.
" Acido brico.
Acidw ch'oiliydrico.
' Acido ctrico.
A;ido gailico.
' Acido phenico.
cido sulfurioj.
' A lio larlanco.
Acuniiiia.
A^onilc. raz e imillas.
" Agurdenle cainphorada.
" Agua de alcatro.
" Agua de cal.
' Agua ingleza modilicada por Freir de Agai.r.
' Agua de Libar.aque.
" Agua disiillada.
' Agua disiillada de alace.
" A,ua disiillada de canella.
' Agua disiillada de llores de larangeias.
" Agua disiillada de fjiicbo.
" Agua disiillada de brlela pimenta.
Agua oisliliada de looru cereja.
" Agua disiillada de mtlissa.
" Agua disiillada de rosas.
" Agua disiillada de laixbag^m.
" Agua disiillada de tilia.
" Agua disida.'a de valeriana.
" Aipo, raz.
' Aicacs, raz.
' Alrtiiro mineral (cjaltar).
Alcalreo vegetal.
" Aicool eatnphordo.
' Aicool rectilicado.
" Alcooialc aromtico -.nmo'iiacjl.
" Alcoolaiode canella.
' Al oolalo de cochlearia.
' Aleo d lo de cochlearia composto.
' Aicool alo de uu lissa.
" Al -ollato de melissa composto.
" Alcoolalo vulnerario.
A'coolatora de acnito.
" A'coola'ura da rnica.
Akoolaiura de belladona.
Alri ol inra de digitali9.
" Alcoolaiura de eucaiypto.
A>c iolalura de m-iini n Iro.
' Alforb.s, rementes.
' Almicar.
*\w* sicolrino.
' Alib.i raz t Ibrcs.
' Alomen cryslalisa.lo.
" Alumen lalciasdo-.
Auii ndoas amargas.
' menle as doces.
" Anido camphorado.
" Ammonta liquida.
' Anglica, raz
' Aniz (heiva doce).
' An;z estrellado (la China, ou badiana).
Aulipyrna.
Homorphina.
A'nica, raz e flores.
" Arruda.
A-seuialo de ferro."
Arsenialo ae sodio.
ato de tiychnina.
" As ftida.
' *?Q<*r de leile.
Ai'opina.
' raoes.
" Aztalo (.-ub) dobisiuibo.
Azolato acido de mercurio.
Azo'.ato de pilocarpina.
Azoiato de Doiassio (nilro).
Aztalo de prata crysullisado.
Azoia'o de praia fuolido.
" Balsamo do Commendador ou tintura balsmi-
ca.
' Balsamo decop-ih.ba.
" Balsamo de Fioravanti.
" Balsamo opodeldoc.
' Balsamo peruviano.
' Kalsamo de tol.
" B:lsamo iranqoil'o.
" Biaha preparada (benzo.nada).
' Bardaca.
' BdUQillia.
BelladOD;', :d,i e fjlhas.
' Benjjim.
' Benzina
Benzoato de ammonio.
Baosoato de lilbio. ',
Benzoato de sodio.
Bi antfmooiato de polassic (oxy-lo branco d<
timono).
" Bicarbonato de polas.
" Bicaincalo ic sodi'.
Biclorurtlo Je mer.ur.
Bremurelo de ammonio.
Bromarelo decamphora.
iromurelo de ferro.
Bromureto de potsssio.
Bromureto do sodio.
Brucin.
Iiryonia, raiz.
Cafena.
Caferaua.
i [ Cainca, raiz
Caiamo aromatiro.
, Ca'omelanos a vapor,
i' aiudiba.
I' Camomilla romana.
Campbora.
' C mella.
Canoa listula.
Cantharidas.
Capsulas de apiol.
"Capsula d- copabiba.
Capsulas de cblorofbrmio.
' Capsulas de essencla de loerobntina (perolas)
Capsulas d<* etbe.- (perolas).
Capsulas de leo de ligado de bacalbo.
' Capsulas de oleo de ricino.
Carbonato de ammonio.
Carbonato de calcio.
Carbonato de humbo (alvaiade).
Ca boualo de ferro.
Carbonato de lnhio.
Carbonato de magnesio (magnesia aivrf).
.' Cai'boalo de poiassio (sub).
' Carbonato ds coJO (sub).
' Cirdainorao.
' Caroba, lolhas e raiz.
' Carvo an mal.
Carvo vegetal.
CascanlOa.
Castreo.
' Calo.
Cayaponina.
i.entelo BJ igado.
Ca bianca e amarelia.
Ceroto de espermacete.
Ceroio de Sa orno.
' Ceroto simples.
Cevada commum.
C io:ia. raz e olbas.
Cbloral nylrlado.
Iilorato de poUssio.
" Ciilorliydralo de ammonia.
Cnloihydra'.o de cocana.
Ctoiliydrato de morphma.
Cbloiiiydiato de p'-rp'rina.
Lloibydralo de puuea.pioa.
Cblortiydrato de quioiua.
Ctiloritoruiio.
i.tiloiureta de an'imcnio.
' Cblcrureio de cal (hypoclilorito).
" i.hlorureto de ferro (perebiorurco, SolUiSo
normal).
Cblorureio de turo e odio.
' Clorrelo de sodio puro.
Chiorureto de zioco.
Cicute, [olbas.
Ciga. ios de belladona, simples ou nitrados.
Cigarros de estramonio, siu-ples ou nitrados.
Cigirros de memeudro, simples ou nitrados.
' Cipo ibumbo.
' Cipo sm.
Curato e .aiina.
Cltraiu de Ierro ainuioniaca!.
" Curato de magoesio.
' Coca.
Cocana.
' Cociilearia.
ocliouilba.
Codeina.
Cjichico, bolbos e senvnles.
' i olla de peixe (iduyo.oll ).
'i Ovil odio elstico
' Coloi bonia.
Culoquintida.
" Conse va de rosa?.
" Conserva de tamarindos.
' Gravo da India.
' Crmor de lartaro.
" Ciomor de lararo soltvel.
' 'reoco.
' C b-.|ae.
y uarelo de mercurio,
i yauur-.lo de potassw.
Cy mrelo de nuco.
.yiioxlossa (massa para as piluas J )
Utuialis.
Diitalina.
" Djrnideiras.
Elaterio.
Elecluario de senue.
El xir amargo de Peyrilhe (lint, alcalina Je gen-
ciana.
Elixir de Garus.
Elixir paregorico (Parra, de Dabln -CoJx)-.
" Elixir de pepsina (CoJcx).
-' Emplastro adhesivo.
Emplastro de cicuta.
" Emplastro commum.
" Emplastro diacbylao goizmado.
" Emplastro de jurubeba.
" Emplastro de fx z de Borgonha.
Euxofre duurado de aniimonio.
' Enxcfre em basioes.
"Euxofe precipitado (maRislerio de c.xof >
' Euxofre sublimado e lavado.
Ergolma de Bonjean c de Vvon.
Escamonea de A'epo.
Esparadrapo de thapia.
Espirad lo po vesicante de Albesp^yres.
' Espargo-.
' Espermacete.
' E s-ncia de caadla.
" Eisencia de cravo da I li !'..
" Essencia de bortela pimeEta.
Essencia de mostarda.
Eismeia de sabina.
Essencia de terebentina re--tincada.
' E luraque.
Esiramouio.
Eiher acetio.
' Eiher normal (oa ofli-inal do CoJ.)
' Eucalvpto.
Estrado de absimhio.
Fxiracto de aeouio (aquoso e alcooltco )
Extracto de alcacs (duro e molle).
Extracto de belladona (:om o sueco depurad j e
raz).
Extracto de cmnabs indica.
" Extracto de caroba.
txtracto de cicuta
Extracto de eolebico.
Extracto de coloquinlida.
Extracto de coloquio'.ida couiposto.
K\trasto de digilalis (aguiso e alcoolico).
Extracto de estramonio.
" Ex irado de fel le boi.
" Extracto de genciaua.
Extracto de ipecacuanba (alcoolico).
" Extracto de jurubeba.
" E*.lractO de lpulo.
Extra lo de me.meudro (aquoso a aieoolic ).
" Extracto de moie.-ia ou guar*nhcm.
" Extracto de nogut ira, f'.bas.
Exirajto de n.v. vmica (alciolico).
Extract de op.o (quosuu g-.-_--,).
" Ktlraco de polygJa.
" Extracto de quina (seceo e molle).
Extracto de ratanbia. a
Exiruclo de ibuibarbo.
" Extraclo de salsapani.In.
Extracto (Uj scla.
Extracto de sea-itiva. t
Extracto de timb.
Exujcio de faleriana.
" Faiinba de huhaca.
" FafHha de moslarda.
' Fe!i'g.-SO. M-vrmamnmnmmmm*--
Ferro redl.do ptlo li^-i -
Feto maclio.
Fragaria.
" Fuioo, folna^.
' rancho, ra;r. e s- mel
" (i.ibauo. .
Gelatina para (gteaelios?.
Genciana.
" Geugibre.
' Glycerina puia.
GOmuia ammooi
Gomma angtoo.
G^mma arabic?.
ou/.na gutia.
Gotlas amargas de Baum".







.




li
c i



i
i
. -
*'

]

Diario de Pernambuco--Quinta
ivii c*
23 ce Out libro de 1890
' Hcrva
' Berva lo>
" Hortela-pimenta.
lacDina.
ypophospntto de calcio.
ypophosphiio de sodo.
yposulphito i!
iodo sublix:
dofotmio.
dardo de chombo,
ureto re enxofre.
ddareto de ferio,
lodureto de mercurio proto).
Iodurelo de potassio.
" Ipecacuanas.
" Jjborandi (pll< carpus piunals)
Jalapa, raiz.
' J;.'pecana.
' Jeqoitiba.
'" Jjrub.'ba.
Kermes mineral.
KOU'SO.
Lclalo de ferro.
Laclepliospbato de cal;io
Lactucario.
Ludano de Rousseau.
Ludano de Sydenbam.
Licor arsenical de Boudin.
Licor arsenical d^ Fowler.
Licor arstnical de Pearsou.
" Licor de Hrii'nan.
Licor de Van Swieten.
' Linbo, semi-nte.-.
" Linimento de sabao coa opio:
Litbargyno.
Lnbelia nflala
' Lpulo.
.>' Magnesia calcinada.
' Magnesia fluira.
. Macella gallega.
. Milva?, folbas e flores.
Slanna commom.
Mann ern lagrimas.
M maca.
' Mannita.
" Manieisa de carao,
Marraelos, cemente?.
MMmendro, folbas.
' Helde .helbcg.
Hel rosado.
Menudo metallico.
Monesia oo goaranbem.
Moscas de Milao.
' Moslarda negra.
" Mufgo da Corsega.
' Musgo islanaico.
' Mynba.
Xoz de galhas.
' Ncz moscaaa.
Noz vmica.
Oleo de ameodoas doce*.
Oleo de andis.-.
" Oleo de arroda.
oleo de cade.
" Oleo de camomilla.
' Oleo campborado.
Oleo de crotn liglior.
" Oleo de ligado de bacalbo.
Oleo de meimendro.
' Oleo de ricino.
" Oleo ue trombeta
Opio de Smyrna
Os: lato de cerio.
Oxydo de zinco.
Oxymel scillilico.
Oxymel simples.
Paocrealina.
Papaina.
' Parietaria.
Paslhas de b: Isatno de tCf.
" Pasiilhas de i hlorato de potassio.
" Pa.'ihss de enxofre.
" l'a-iillia- de ipecacuanas
Pasibas de W-traes mineral.
Pastdual de santonina.
' P> pereira.
Pedra divina.
' IVotioa.
Pereirina.
" Permaoganato de potassio.
" Peroxydo de ferro bydralado.
' Pcraicaria.
' Pez de Borgooha.
' Pez de resina.
" Phosph lo de calcio.
' Ph spbato de ferro so/uvel LTas).
Pli'i-phalo de sodio.
Mh-'s)iior..
Pnoi boreto de zinco,
Pilulas eruginosas de Blancard (Couex).
Pi'ulas ferruginosas de Blaod (Codex).
' Pillas ferruginosas de Vallet (Codex).
" P de alcacu/..
" Po de hua.
P de araroba.
P de belladona, lollus.
P de cat-lorro.
Pe de tUgttana
' P de ;Mitiiii alcalira.
Po de gemir arbica.
" P de ipeacuanha.
P de jilapa.
" T de mora.
lo de quina.
P de ruuittarbe. .
P de senne.
Podophyl na.
" Pclyuala da Virginia
" Pomn-ada alvissima.
" Pommada Je belladona
" Pommada camptiorada.
Pommada citrina.
Pommada mercurial, simples e dapla.
Pommada de pepinos.
' Pon la-- de veado calcinadas.
' Ponas de veado rasuradas.
Mi de Diav.t.
Pos de Sedlz.
Potassa eac*tka.
!yrophoxi h do de ferro eitro amrnoniacal.
" QaaarK, rasara*.
ijoassina.
' Qui^a, ai!::"!Ij, ciruenu e vermelha.
ojioio.
' Ratanhi'.
iaiz de l tnb, cascas
ItCrinii i'i" btala .le purga.
" Resim de guaiaco.
Resina de j lapa,
" tesina ue jataby.
lhui/-arbo da Cbioa.
Ilob de au oras.
Itob de saLuqueiro.
" Remara Cafen do linc 3 e ia raiz).
Rosas raudas urubra?.
Sabao medinal.
Sabina.
' Sabogueiro, II-res.
Salicylio i'a nuimna.
Salicylalo .1.- -lio.
" .-alsapai ri'fl i
' Salsa olli inal.
Santonina.
Saponai.
' Safra?.
s i ll.
-ieinen contra.
S.-nae.
Sorp'nt'ru il Virg lia.
' Siman;b-.
Sulfato de atropina.
Solalo de i-ob-e.
Snlfa'x) le ezerica.
' Sulf'to de ferro.
' Sulfato ,: magnesio.
Sulfato .Irf mr-rphina.
Sulfato il' piVletierina.
Sulf.i de pilpcarpina.
Solalo ae qoinlna.
' Sulfato de sodio.
Sulfato de ttryclmina.
Sulfato de zinco.
Sulfrelo de ferro.
" Sulfrelo de potassio (figaao de eoxoire).
Sulfrelo (mono) de iodio cryslalilsado.
" Sup.'Oilorios de manteiga de cacau.
" Tafet ingiez (esparadrapo de colla de pc-t.v-)
Tanoato de bismutho.
Tannslo de pelletierina.
Tannalo de quinina.
Taonino.
Trtaro stibia
Tartrato de fe > amrnoniacal.
Tartralo de fe; > e potassio.
" Tartrato de potassii e sodio (al de
nette).
' Terebeniaina ordinaria.
" Terebentbina porifteada.
' Tilia, flores.
Tintara de absialbio, -imple;
Tintara de cafr
Tintara de a Tintura de a-
" Tintara u
Tmtua de belladona.
" Tintura d- ni ,mpcsta.
Tintura de bryon'a.
" Tiotuta de taiumba.
" Tiutora Jo camomilla.
Tintura de c pella.
Tintara de can iabts indica.
Tintura de car.l
" Tintura de cardamomo.
Tintura de caso s de laraojis amarga?.
Tntora de atorco.
" T;iitura i e cato.
Tintura de cicuta.
Ti atora de cotchico (bulbos a sement!.)
Tintura de digitali?.
" Tiutora de i-acalypto.
Timara 'le e.-camoua.
Tintura de estramonio
" Tintura de genciana.
" Tintura de guaco.
" Tintura de guaiaco.
' Tintura di iodo.
Tmtura de jaborandi.
Tiatura de jalapa.
Tintura de jalapa composla (agurdenlo stlemi j
Timara de lobelia infl ila.
T.atura de meimendro
Tintora de myrrba.
Timara de noz vmica.
Tiutora de opto
Tintura de pipi
Tmuia de pnusphorj {c:lie.ca.)
Titiiuta I'nnu'a de quassta amara.
Tin ora de quina, nnarella. e.iozenta a verme-
iba.
Tintura de qutoa coapoil-' (unbo de Iljxham.)
Tiniora de ratanliia.
Tintura de rhnibarbo.
Tintura de cilla.
Tintura de valeriana (alcool e elberea.)
Turbuli mineral.
Tu'bilb vegct'l.
" Uogaeuto de alinea.
" Ungento de Arceos.
" Unguenio basilico.
" Ungoetuo rosado composlo.
" Ungento de sumos.
Uva ursina.
Valeriana
Valerinato de ammonio.
Valerinato de atropina.
Valerina'o de cafena.
Valerinato de ferro.
Valerinato de quinina.
Valerinato de zinc .
Vaselina
Veratnca.
Vieinno.
" Vinagre aromtico.
Vmho anii-sjorbutico (Codex. 1
" Vinbo aromtico.
'' Vinbo cbalybeado (Codex)
" Vicho de coca.
Vn.ho eolebico (bolboi.)
Vioho emtico.
Viuho de genciana.
Vinbo de jurubeba.
" Vinbo de quina.
" Vinbo de quina ferruginoso.
" Vioho de quinio.
Vinbo de ihuibarbo.
Vinhjde scilla comroslo (diurtico amargo-
Codex;
' Violetas, fl res
Xa ropo de ac f rao.
" Xarope d abalrao.
" Xarope de allba.
Xirope anii srorbutico de Portal.
" Xnrope de balsamo de tol.
" Xarope de canillara.
" Xarope de caroba.
X rope le cascas de laraojas amargas.
" X irope de cbicorea composlo.
Xa-op-i das cinco raizes aperientes.
Xarope de codeioa.
Xarope de diacooio.
Xarope de Easion
" X iropc de florea de laranjeiras.
" Xarope de genciana
" Xarope de nypopbosph to de calcio.
" Xarope de ipecacoaona
Xarope de ipecacuanha comporto (Djsessart.)
Xarope de lactucario opiceo (Codex.)
Xar. pe deopin.
Xarope de poiygala.
Xarope de quina, vinboso.
Xvroptde rbano couiposto acoles.)
" Xarope de salsaparrilba.
" Xarope de oalsaparrilba composto (Cuisioter.
Xarope de f cilla
" Xirope simples
' Ztmbo, bagas.
DENDE PREMIA
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO
A REALISAR-SE
no dia7 de Dezembro de IStO
2.
anniversano
DO
llt 1.1 IST
Animaes de qualq^uer paizdistancia 2.500 metros. Premis : 4:000(JOOO ao
primeioro, l:2-^4'JOO ao segund., 800,5000, no terceiro o 320i$JOO ao quarto.
Observa^oes
? entrada ser de 320SOOO
Sendo .605000 no ato da inscripyao em de Novembro de 1890 e 160)5000 em o
l de Dezembro' do dito anno _
Importa fort fait a no prectacio d* segunda entraba.
Pesos : annos, ii kilcs; 4 annos 53 kilos, 5 ou mais annos 55 kilos. A
idade para o peso ser contarla pela data da nscripyo.
Secretaria do Derby Club, em 17 de Outubro de 1890.
SERV1NDO DE SECRETARIO,
J, L Teixeira.
Instituto Archeoiogco e Geogra
hora do costu.
Qainta-feira, 23 do corrent<
me, baver sessao ordinaria.
Secretaria do Instituto. 21 de Oulubro de 1890
0 1." secretario,
Baptista Regueira.
Estrada de Ferro Central
de Pernambuco |____
De ordem do director eogenheiro em ArSCfiaI de Milrillha
chele interino ae fax publ co cue at o r, ., ,, 0 ...
ai a ? 5 .; a Oe ordem do cidadSo Capitao-tenente
da o l do corrente, ao meio da, rece ,__ niu. ja a
h* e rnnnataa no eaorintorio da di troderico Ouilberme de Souza Serrano,
reeTor.,PnoPda2..ecclo cm Gr.r.t e Doctor dWe Arsenal, faco publico aae
Do d 8. em Craarrpara fornecimento T,ice^tt V*~
de 60.000 dormentes de madeira de
seguintes :
ei
1,85*
Consulado de Portu-
gal em Pernambuco
Erando quasi concluida a missSo que me foi
rndala ni reuniao de % de Selemaro linde,
cumpre-xc agradi cer a todos os compatriotas
que me auxtli iram no nnpenbo de a levar a bom
ermo, franque. ndo neste cooaolado ao exame
doa inleresados, todos os do:um-n>oj que Ihe
sao n-fermies.
Con.-ula o de ; orlugal ( m Pernambuco. 21 de
Ouiabro de 1890.
A. I. Baibjsi Vianna,
Kacarregado di consolado.
\n aecrelarla da amia Casaue Mi
rrirortf la alugam ae aa aegdlatea
:WW00
MWW'
io*<)0(
4000i)
20*K>i
lo*00(i
111000
ti/OOt
8*000
6*000
28*000
2o*0Oi
12*500
16*066
28*000
15*000
20*000
Roas :
Roa da Alegra Cafan. 46
Amonm armazem n 6i
Vig.ir.o Tenorio anda" n. 25
Oia 1. andar n. 15 ^
Domingos i'6 Martis, terrea n. 16
.ompanbia Pernambocana loja n. 30
Burgo-, terrea u. 21
Lapa n 2
Uecco do Abrcu 2* andar o. 2
Qadro da Delenco n. 4
Roa Imperial cjsa ierra n. 151
Sitio da Casa Porte u. 2o
Ra da Madre de D us armazcm n. 1
Ra da U eda arm.zem n. 47
Vidal de Xegreiro casa terrea n- 70
Ra do Bom Jess 3 andar n-13
Ra do Amonm armazem n. 21
Faculdade de Direito
De ordem da Sr. Dr director, foco publico
que a coogregagao em sessao ue b< je resolveu o
seguate :
i. Os exames ord narios comecar9o no dia
", excepto feila Jo* do 3 anno que lerao logar
depois de le minados os extraordinarios, a que
se est procedeod >.
i.' as tmmas para as provas escripias serio
de 12 estudaotes e para aa oraes de 6.
3.a Asbanjus examinadoras ricaram assim or
ganisadas e fonccionaro as turas abaixo deter
minadas :
jo a, n,Conseloiro Plato Jouior, t.rs. Au-
gusto Vz e Albino, as 11 boras da mana.
2." armo.Oonselheiro Tarqoiaio, Drs. Barros
Gotmaraesc lleira da Vasconcelos, as 11 ho
ras.
'.' anno. -Coose lieiro Taiqniaio, Drs. Parro*
GoiAjaraes c Cirne, as 12 horas.
anno.Conselheiro Crrela de Araujo, Drs.
Pinto Pessoa e A agosto Vaz. as 12 horas.
oBrs. M >*i 'ortel
la Jnior, Escorel Ittrtns Joior, as 12 bo
li d'
cora as dimensoes
0,20X0,13.
Os dormentes serio perfeitamente saos,
de quinas vivas, aem braucos, fendas
brocas, na cariados ou ootroa quaesqoer
defeitoa.
Serao rectoa, de seccSea rectangultres,
com os topos cortados em esqoadria, ten-
do as faces serradas ou perfeitamente la
vradas a machado.
A concurrencia versar sobre o prazo
de entrega, o modo do pagamento, a ido-
neidade do propooente e os preces por
duzia, de accordo com as clanes abaixo
indicadas.
O fornecimento poder ser contractado
ao todo ou em partea, e com um ou mais
proponentes.
Oa dormentes sarao pos tos pelo con-
tactante entre Cascare! e Caruar, noa
pontos que fbrem designados pelo enge-
nheiro da seci.So.
As propostas deverSo ser selladas e de
vidamente fechadas.
1.* classe
Amarello vinhatico, pi ferro, aroeira,
barana, pi d'aro roseo, sucopira mi-
rin, tatajuba e oiticica.
2.a classe
Angelim amargoso, cajacatinga, embi-
nba preta, pi d'arco amarello.
3.* c'atse
Massaranduba, lonro cheiroso, pao car-
ga e pao santo.
Secretoria da Estrada de Ferro Central
de Pernaubuco, em 10 de Outubro de
1890.
Victaliano P. Bibeiro de Souza.
Secretario.
Estrada de Ferro C en-
tral de Pernambuco
De ordem do director eogenheiro ebefe
interino, se fas publico que at o drSl
do correte, ao meio dia, recebem-ae pro-
postas no escriptorio da directora, no da
2.a seccSo em Oravat e no da 3.a em Ca
ru.r, para o forne imento. por contracto
de 800 dormentes para viaductos, das se-
guintes dimensoes : 1,85X024X016.
Eesea dormentes serSo perfeitamente
silos, de quinas vivas e iaentoa de braco,
fendas, na cariados etc.
Serlo rectoa, de acccSes re. Ungulares
terao oa topos serrados em eaquadria e
dcverSo aer daa madeiraa seguintes :
aroeira, barana, oiticica, pao ferro, pao
carga, louro cheiroso e a- gelim amargoso.
O contraetante obrigar se ha a collocar
os dormentes eatre Oravat e Cascavel.
Secretaria da Estrada de Forro Central
de Pernambuco, em 10 de Outubro de
1890.
O secretario,
Victaliano C. B boira de Souza.
H spital Portuguez de Be-
neficencia
Assembla gerai extraordinaria
Sao convidados os seuhores socios a compare
cerem na sede do hospital domingo 26 do cor
rente, as II horas da manba, para discutirem e
volarem a reforma dos estatutos, apreseniada
pela respectiva commisso
Sendo a sumpto de grande n agnitude, pee) o
comparecimeBto de tolos os associados.
Secretaria do Hospital Portugus de Beneficen
cia em Pernambuco, 20 de Outubro de 1890.
ilanoi L. Ferreira,
1 secretario.
Associaco C ommer-
cial Agrcola
tai lenharc airlulloret
Em irlode dd ofli-.io dniaidd prio'Exm. Sr-
govemacor B rao de Lucena. pedindo a nter
CC8I&0 desta uisociacao para o cootiogente com
que tcm de este E.-tido para a expo
sicao rontioental que deve realisar se oo Estado
le S. Paulo, o.citamos de loica os senbores
agrici
ducto
I poden
I clac
ilybro de 18/
EOT"
no dia 25 do corrente mez, s 11 horas
da manhS em urna das salas da secretaria
d esta inspecc'o para o forneejmento de
fardamento a Escola de Apreodizea Ma-
rio h iros d'eate Estado a saber:
Bonet de panno com aro de ferro, um.
Camisa de panno, urna.
Calcas de panno, urna.
Camisola de brim com golla, urna.
Ca!ca de brim, urna.
Capa de brim para bonet, urna.
Camisola de algodlo msela com golla,
urna.
Calca de algodo msela, urna.
Lenco de seda, um.
Macea de lona prompta, urna.
Sacco de lona prorapto, um.
Colcbao de capim vegetal para maceas,
um.
Cobertor de 12 encarnada, um.
Par de sapatos, um.
Slo deverea dos fornecedorea :
Att. 3i. Oa fornecedorea firmando con
tracto, ipso fado ae obrgam :
1." A fornecer artigos ou gneros as
qoaotidades pedidas.
2. A entregal os nos lugares que fo-
rem designados, arrumando os a sua cus
ta, depoia de approvados.
3.a A Batisfazer os pedidos dentro de
quatro dias uteis, cootados da data em
que ae Ihea fizer entrega delle, salvo
quando ae tratar de ierro, madeiraa, cal,
barro, areia, tijolos communa, telhas de
barro e parallelipipedos em que o prazo
mximo ser de quince dias uteis.
a) Quando o artigo pedido pela sua
oatureza e tenda se em vista a quantida-
de, depender de manufactura, o praso
mximo p ra o fornecimento ser mar-
cado nos despachos laucados nos pedidos
pela autoridade competente.
b) Quando o aervico publico exigir que
ae lance noa pedidoa a nota de urgentis-
simo, e nlo depeodendo oa artigoa de
manufactura, oa oontractantes serSo obr
gados a effectuar o fornecimento no praso
de 24 horas.
4.a A organiaar suaa facturas conforme
o modelo n. 3 e a legsliaa! os com sello
proporcional, na conformidade dos arta.
1. e 2. do decreto e regulameoto n.
8,946 de 19 de Marco de 1883, inutili-
sando as estampilhaa com a dato e a as-
signatura, escriptas parte no papel e parte
no sello, cor forme o art. 17 do dito re
gulamento.
5." A nao reclamar indemnisacao por
prejniso algara, sej* qual for a sua pro
cedencia, salvo o caso de avaria occasio-
nado pelo pessoal administrativo durante
o recebimento.
6.^ A continuar a fornecer os gneros
pelo mesmo pre90 se o governo julgar
conveniente por u ais GO dias alm do
praso do contracto, sera, que por isso Ihe
fique direito a sua prorogacao.
Art. 35. Tod s os artigos serSo sujeitos
approvacSo e reprova?ao dos peritos iffi
ciaimento designados, ficando oa contra-
cuntes sujeitos a multo de 20 t, do valor
deiles quando forera rejaitadoa por m
quslidade, ou a de 10 "( quando a'pezar
de boa qualidade, nao servirem para o
tim a que forem destinados.
nico A reparticSo competente la
vrando termo de mult, marcar o praso
para a sobattoicao do 'artigo ou genero
por qualquer circumstancia rejeitado, e
nao se justificando a substitoicSo nesse
praso; ser o artigo adquirido por ajuste
no mercado, pagando o cjotractante ao
Estado a differenfa existente entre o
prtco do contracto e o preco do ajuste.
Art. 36. Oa contractantea que apreaen-
tarem artigos cu gneros depoi* do praso
deaignado licarao sujeitos a multa de 5 *f
ie leB e na de 10 (, os que declararem
qoe nao os pudem fornecer qualquer que
aoja o motivo apiese&tido.
| 1." Quando se recoobecer que o ar-
tigo on genera nlo foraecido pelo eontra-
ctonte existe no mercado em vez da mul-
ta de 10 j0 ser o dito oontractanie obri-
hado a indemn aar o Estado da differenca
do contracto
ouuret qU entre o prec.i do cont
adicio I Pr9<> pelo qua lelle l'oj adquirido.
ando o fornecimento nSo se
;atro de 15 dial uteis, con-
da da o prazo
fiscaes, considerarlo o facto cono se o
contraetante declarasse nao poder effe-
ctuar o fornecimento e c^siado o pedido,
se lavrar o competente termo de multa.
Art. 37. O governo poder rescindir os
contractos, sera direito a reclamacio al
guma por parte doa contractanteB, em caso
de faltas commettidas por estes.
Art. 38. Quando por qualquer cir-
cumstancia o contraetante pedir a reci
alo do contracto, sa observar o que
deternrna o $ nico do art. 33 salvo
caso especial de extinccSo ou liquidacSo
de seu estabelecimento mercantil e indus-
trial.
Art. 39. Todos oa contractos firmados
em virtude do presento regulaniento nSo
poderSo ser transferidos se nSo as firmas
commerciaes, sucoessoraa dos contractan
tes precedendo declarscSo escripia de que
aceitam todos oa onus e vantagens de
seus antecessores.
OBSERVARES
A t. 25. Os proponentes que se inscre-
verem pnra o fornecimento annunciado
devero haver do secretario dona exem
exemplares apresaos do grupo ou grupos
relativos a seu ramo de commercio ou de
industria.
1. Os concurrentes formularao os
teus precoa om tinta preta as columnas
competentes dos exemplares em algaris-
mos e por extenso; a proposta ser em
urna h via e envoltorio fechado.
Secretaria di Insp. c;3o do Arsenal de
Marinha, 22 de Outubro de 1890.O se-
cretario Anton'o da Silva Azevedo.
Hippodromo do Campo
Grande
Sao convidados os senbo-es accionistan a com
parecerem aa sede la sociedade a rea do Imne
rador n 55 1 andar, aflm de trocurom os seos
cartes, que desde j ncam de nenhnm effeito.
Secretara do Hippodromo do Campo Grande,
21 di> Outubro de 1890.O secretario,
________________JofE_maly.__________
SiilttO 10\TH\ FOliO
oyal Insurance Compan)
de Liverpool
CAPITAL 9.000:000
AGENTES
R. Drusina &. C.
ia-Rn Marqoez deOllnda-18
mpanljia tft Seguros
covm mi
NORTHERN
de Londres e Aberdaea
Josicio 6nanceira (Dezembro de 1887;
Capital aubscripto 3.000,000
Fundos accumuladoR 3.421,000
rlecclta anaual :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,000
De uros a 143,000
O AOKNTK,
John n.Boarne.
Conpaihia de Segares
|*ltfxiU .e ^infe0B
AOKNTK
Miguel Jos Alves
N. t-int do Basa easaa-m. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguros a nica companhis
.esta praca que concede aos Srs. segurados sernp
4o de pagamento de premio em cada setirm
mno, o que equivale ao descont anuual de cer
a de 15 por cont em lavor dos segurados
INDEMIlISADORi
Companhia de Segaros
martimos e terrestrf
Giiabrleeldsem 18S
Estad* fiaaaeelro em 81 de De-
zembro de 18 SO.
Capital 1,000:0001000
Fundo de reserva 110:376*000
Sioistros pagos 1.776:6831000
44Kna do Commar^io44
SEGUROS CONTRA FOGO
EDIFICIOS E MERCADORIAS
TAXAS BAIXAS
Prompto pagamento de prejuizot
SEM DESCONT
A COMPAHV
IMPERIAL
DE KMHli:S
Eslabelecida em 1803
CAPITAL R. l,000:0O0#0OO
AGENTES BROVVXS & C.
N. 5-ROA DO COMMERCIO-N. 5
SEGUROS
GONTKA FOGO
fbe Liverpool k Lonitoo k 6lobe
INSURANCE GD.iTFANT
ELAC2BSJI, JESCSA1.
C.
Ra do Commercio n. 3
SEGUROS
MARITlM0S CONTRA FOGO
Mil
C#._(ankla Phenlx Per-
Daaubarana
RA DO COMMERCIO N. 48
MARTIMOS

C >mpanhia Bahiana de Na-
vega^ao a Vapor
Micei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Joa Beri>ardes
Seguir para oa
po rioa cima
indicados no dia
17 da Otaubro as
lioras da tarde
Para carga. aaaSdgKDS, eucooiaiendas e diBei-
te trata-so com o
AGENTE
P<*dro Osoriod i 'ra
Companhia Estradas de Fer-
ro e Navega^ao do No
do Brasil.
O vapor Planeta
At o dia 33 do
Outubro espera-
dos porto
norte e depois i
demora iodispt-nsavel seguir para o
Rio de Janeiro cm eacftl por Macei e
Baha
Para carga, valores c passageiros : Iratu =e
com os
AGENTES
Amrim & C.
Ruado Viaconde de Itaparica n. 26
Lloyd Brasieiro
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazl
.'ommandante o eapitao de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do nor-
te au o dia 23 ie Outubro e de-
pois da demora indispensavcl
gira para ef portos do sn!,
eceneudo carga bardear no Rio de Janeiro :
para Santos, Canaoa. Iguape, Paracagn, Anto-
3iaa. S. Francisco, Ita;any, Santa Catbarina, Rio
Jrande, Pellas e Porto Alegre..
As encommendas sero recebijns al 1 bora
ia tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sna atteog)
para a clausula 10* dos conh-cimeotos, qoe :
No caso de baver alguma reiiam cao contra a
orapanhin, por avaria ou perda, deve ser feta
por escripto ao ageute reep ctivo do porto descarga, dentro de tres dias depois de finali-
jada.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
tica isenta de toda a responsabilidade.
Pira passagens, frete e encommendas tr.a-
se com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O vapor Manos
Commandante o 1 tenente Guilhermc
Waddington
E' esperado do sal at o dia i'>
de Oolobro e depois da demo
ra necessaria seguir para os
portos do uo t-\
Para passagenp, frates e encommendas rj-
!a-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
8*mRua do Commercio=m6
la andar
COMPANHA PBBNAHBUCANA" ~
\ 9Tegaelo eoetelm por vapor
PORTOS DO SUL
acet, Penedo, Aracajn' e Mk
' vapor Una
Commandante Mon teir o
.
Segu no dia i4 de Oolobro s
5 horas da tarde. Recebe car-
ga, encommendas, passagens e
umneiros afrete, at as 2 ho-
ras da tarde do dia da partida.
ESCRD7TORIO
Cae da Compon11.t Pernambucana
n. U
lo
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Comandante Moreau -
E' esperado dos partos do
sul no dia 1 de Novembro
seguinde depois da demo
ra de costme para Bor-
deanx, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
;lasses que ha lugares reservados para esb
i encia, que podem tomar em qualquer tempe
Faz-se abatunento de 15 0|0 em favor das fa-
nias co mpostas de 4 pessoas ao menos e que
sagarem 4 passagens inteiras.
Por excepc&o, os criados de familias que to-
maran bilhetes de proa, gozam tambem desle
i lalimento.
Os vales postaes s se dao at o dia 30 de, Ou
ubro pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dt-
hsiro a frete: trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E'esperado da Europa no
dia 3 de Novembro segni
ra depois da demora ne-
cessaria para
Janeiro, Buenos-Ayret e
Montevideo
Baha, Rio de
[jembra-se aos Srs. passageiros d<> todas a?
lasses que ha lugares reservados para esla
gencia, que podem tomar em quatquer tempe
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado
ras que s se attender a reclamaces por fai-
tai, nos voluntes, que forem reconhecidas nn
) ;casio da descarga, assim como deverao der-
tj de 48 horas a contar do da da descarga das
i varengas, azerem qualquer reclamacao con-
lerneates a volumes que porventura tenham se-
guido para os portos do sul, afirn de poder-se
lar a tempo as providencias necessanas.
atea paquete tllRaainsMlo
I IB elctrica.
Para carga, passagens. encommendas e di -
i eiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
Ra do Commercio 9
Roya Mail Steam P^.cke:
Coippany
OvaporTaraar
Efe
Espera-se da Europa ateo da lo a
.Oolobro, segu ndo depois da dr-
mi ra indi?pensavel para
Skla, Rio de rfaoelro, .
noBtevideo e Baieooa-Ayre
I'ara passagens. carga e eaco.-nmeudas tni
"a-se com os AGENTES ^^
O vapor La Plata
E' esperado
portos do sol oo
da 3 de Noven-.
|bro seguic
pois d;
indispensavel para
Lisboa, Vigo
Camarolcs rrs
e Santbampton

I l





I
i -
da laevottt
IB S 43
Para paasagenp, jretes. encomrrjenc>a, irau-se
AGENTE3
Amorimlrrnos & C
ib do Bon JessN 3
JJA&GEURS reuns
Savega?io a vapor
Liah* quinaenal entre o Havre, Liabot.
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Santos.
O vapor Parahyba
Commandante Yoiiin
;f*
E' esperado da Europa at o da
38 deOuttbrt) BOgindo depois
da ;:;dispensajrel demora para
3Lo de Janeiro e Santos
AVISOS DI1
Alogam se can caiau e patinas ton a
s toas ae .*. Goncuta, a 8* ; tratar na
iooperatr z n. 78._______________________
Pn-cisa se de orna ama para servido do
nestko de casa de familia ; na roa I de Margo
numero 8 _____________
Precisa se de orna costa beira ; a tratar na
roa do Hospicio o. 66 ________________'
Precisa se de 00)0 criada para copeira e
mais servic de urna f.irjilia; a tratar oa roa da
Soledarie n. 82
Preci-u se de oa a boa cgainhetra e tfe orna
criada P*ra copeira e mais se vico de orna casa
de familia ; a tratar oa roa da Soledad? o 8J.
Atuga se o arojarem da roa da Oqi o. ti
e o <- andar n 8 da toa da 8<>ia, no Forte do
Mallos, coro i quarto<, por 164000 ; a tratar ca
roa do Pilar o. 66.
Precisa e de um caixero cora ortica de
molbados. lela a 14' auno* ; na ra da Deten-
cao 0.35.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pela*
vapores desta linha, queiram apresentar dentre
le 0 das a contar do da descarga das arrarengat
inalquer reclamacao concereente a volumes qus
jorveutura tenharo seguido para os portos de
mi atonde se poder dar a tempo as prow
iencias oecessarias.
Expirado o .-eierido praxo a compaubia nao se
.sponsabilisa por extra t os.
Para carga, passagens, encommendas a di
obetro a trate: trata-se om o
AGENTE
Angoste Labiile
v RA DO COMMEROIO -f
Jnite Otates and Brazil
M.S.S.C.
E' esperado dos portos do
sol at odia30 ib Outu-
. bro, e depois da demora
I do costme seguir! para
aranho. rara, Barbados, .
Thoaaaz e New-York
Para passagens carga, encommendas e d:-
nheiro afrete:.trata-se cornos AGENTES.
O vapor Finalice v
E' esperado de New Yort
at o dia 1 de Novembro
e depois de pequea de
mora no seguir para a
B ah a. Rio de Janeiro e Kantos
Para carga, passagens, encommendas e di
heiro a trete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
flRa do Commeeior8
Io andar
Preowa ee -de asa ama para- cosiobar e
mais se vijo de casa de familia ; na pracl Ma
ciel Pinheiro o. 8.
Precisa-se do um bom copelro ; em Olio-
da. ra do Brr Pim o 13.
Lava se e eugomma-se para fora
roupa de homem e de senhora c< m
todo asseio e p omptido : na Solidnde
ra do Dezembarg.idor Nunes Machado
n 56________________________
Fcijo mulatinho
n< vo a 500 ris a cuia,
vendem Nevrs Pedro -
sa Sp G. a ra da Pe-
nha n. 33.
Perdeu-se
Urna volta de ouro c >m orna escoleta com a
letra M .. na norte de sabbado 18 do cor ente,
da ra Mrquez de Herval p ra o tbeatro Santa
Isabel : qu-m as acbou queira fazer o favor de
entregar oa luja d movis a na Bario da Vic-
toria o. 57, que sera' bem g at fl -ado.
A luga-se
LEILOES
Grande e variado
Leilo
De gei eros, fazendas, miudezas, e mer-
caduras descarregadt.s do vapor eBe
bribe.
HOJE
QuiaUa-felr, *3do correte
A's 11 horas
Na ^Ifandega
Tses como:
Sedas, chpeos de so1, toalbas, guardanapos,
leoces, tecidos de Itabos e algodao, casimiras,
camisas, e*partilbos, grtalas calcados, sabooe-
tes, livros e 1 biombo.
objtctos de electro-pate, looca, garrafas, co-
C, clices, galbeileiras baodeijas, lalhares, co-
res.
Vtnbos lios, cogoac, Why-ky, geaebra, azet-
te, vinagre, cooservas, manieiga-, cb, biscooios,
frucU, doces eadeiras, selins, tobos e obras de
ferro.
Tintas, leos, kerozeoe, cordoalbas de Iiobo,
barbante, pioceies prego3 e muitos outros ar-
Os pretendeotes dos objectos oflammaveis
Soderao examioal os no armasem de gas da roa
o Brum, as natas, leos cabo de marcar e ma-
ailba, no armasem o. 7 !a Alfandega, e os de-
aiais objectos oa porta da mesma.
?gente Stepple
l^eilo
luala felra. 99 m cor real te
A'i 11 hora
A rea de Maris e Barros n. 9
O geme cima por mandado do cidado joii de
S da fregoezia do Becife, levar a leilao existen-
no estabelecimento a ra de Marisa Barros n.
9, sob i guarda de Maooel Francisco de Almei
da, e por este penhorados a Antonio Geraldo de
Grvalno Torres, 1 meta, bancos, 1 Steiro com
balcao, 1 relogio de parede, cai.dieiro i gas, 1
carteira para escriptorio, frascos grandes para
cigarros, 1 mesioba, um barril vasio, 1 resfria-
deira com toroeira. qoarobas. caldeirOes de
ferro, cacarola mo nos com assentos de palbi-
nbas, i jarros e 1 espelbo.
Os Srs. pretendeotes desde j poderao ir exa-
minar.
A casa da roa Coronel Soassoos n. 1S6, com
bo"s commodos, o S andar roa Larga do Bo-
sario d 34, e o grande terreno a roa da Palma
n. 13, com telheiro e qoartos ; a tratar oa roa
Larga do Boeario n. 34, botica.
Milita a t ten cao
Vende se orna soffricei casa oo logar de oro i
nado E^oinbeiro, moitj fresca e cem om mel
sitio a bortndo -, trata re na ra Das Cardoso
(aotiga aldeireiro) o. 90.
Leilo
Agente Britto
( Da importante armaco envidracada e enver
nisada com todos os utensilios e grande sorti-
mento de gneros de molbados e diversos mo-
vis exleotes no esiabelo*;!ment sito roa da
Palma o. 7i.
Garante se a casa.
tulata felra. 3 deOutubro
________________A's 10 1/8_________________
Leilo
de 150 caixas marca L H com maasas ita-
lianas novas e perfeitas, vindas da Ge
ora, sendo 60 caixas com macarrlo,
50 com lasanha, 35 com ale tria e 5 sor-
tidas.
esta-felra, 14 do corrate
A' 11 horas
No trapiche do Sr. 8a mico, no caes da Com-
pankia Pernambacana
O agente Sosmao, fart tellio por coota e risco
de quem pertencer das caixas com atiasaa'acttna
mencionadas. Em om oa nais lotes, a vootade
dos 3rs.aeaapradofBs.___________
Leilo
De ama armaco de amarello envernisada e
ama carteira nt lensiUos da loja da rui 4o
laogel a. *>***
se a casa ao comprador da armaco
M rasnavel.
I
relo agente
PARA EN6E1WHOS
GDIMA8AES di VALEUTE, partid
pam aos moa fregoeaes e Illma. Srs. de
engenhoque, como sempre, tm grande
de potito os artigcB abaixo mencionados
garantindotudo de primeira qnalidade e
precos sea* coaapeteocla, a saber:
Cal nova de Lisboa.
Dita de J cuja aribe.
dmeio Porand.
Oleo de moclo.
leos americanos
especiaos para meebinismos.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Ditodepeixe.
Pife em lata.
(5 galoes)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Rusti.
(em caixas, barriqainbas, latas grande
quenas.)
Formicida Capanema.
6 Corpo Santo 6
htfoik mu aantiTi

ApproTado pala Honrada Jauta ds
Hygien Publica la Corta.
3 Auctorisado por Decreto I
de 20 de Junbo .-te iffij.
COMPOSI^O
de
firmino Candido de Fieueiredo.
Empiegado com a .jnaior eflicacia no
rheumatism* de qualquer nawrea,
^ em todas as moltstu da pilU, as
4| Uucorrhios oa fltt'tt brancas, nos
som-imentoseccaionadospela impureza
~ mu......; e teataiestte osa llT'iwli
forma da sypinl.
Dse Nos primeiros seis das nniii
colher das de cha pela manliS e corr
noite, paramente on diluida ea> a^un
e em seguida mudir-e-ha para colhe-
,-es das de sopa para o* adultos e me-
tade para as criam;as.
Rgimen 0> doentes sVncui
ster-se apena* do alimento acido e gor-
lioroso; derem os.-u- dos bar
momos, segundo o estado Un
i-
I
>L

o Ju-Mutamba
Es pra-
prled
melh esco-
bertas par los, dissi
par as caspas e cr conservar no mais formse
et-UdoMMm ay m magnifico perfume para
a to-llete.
Encontra-se i venda em todas as principas*
pharmacias e loias de miudezas.
Dona 10*000 I Vidro UOOO
ayrswl'a
Pbaramcia Martina. Ra Duque de Caixas n. 88
A's maes de familias
QTJSBBIS V08808 FILHOS IEMPKK 8DIO
Adminstrae-lh o XAROPE ou ai
Pillas Vermipurptivas
Mrtir MMm. %j^aaa4^^cv^as>av bv
ptimas prepara^oes de mastrua
a rbuibarbo, para a exptJLaao conipiata, em
dfires nem incommodo, dos vermes
intestinues ou lombrigas
(DAS CSSANVAS B D08 ADCLTOg)
SEIS ASNOS DE SCCESSO!
t Estas excellentes preparacSea nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares
visto serem purgativas por si mesmaa. >
As pesaoaa que tm vermes sentem co
ticas, tem constantemente diarrhas, india
posicao, snnsac&e de corpos que se movem
aos intestinos, endurecimento do ventre, e
as vesos, vmitos. Bangem cadentes, quan-
do dormem, e algnmaa pessoaa expellem
vermes com as feces on com as materias
dos vmitos. As creancaa apresentam as
pupillaa dilatadas e inapetencia.
As pilulas levam impresso o nome de
DR. CALASANS o sao cor de rosa.
1 caixa de pilulaa 1#2C0
I vidro de xarope 1(5% t
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
t
Hara Rusa do Nscime IWvaVManoel da
Molla e Silva, Luii da Motta e Silva, Candida da
Motta e Silva. Aurelia da Motta e Silva, do inti-
mo d'alma agradecem as pessoas qoe caridosa-
meole se digoafam arompanbar os restos m ir-
ises de sen finado marido e pai Maooel da
Motta e Silva, no dia 18 do correte, so cemite-
rio publico da cidade da Victoria, e de novo
pedem aos amigos e prenles do meemo finado,
para assistirem as minsas que. em suffragio da
alma do tinado, mandam celebrar na c pe.l a do
lovoado S. Joao dos Tombos e na ;idade da
victo-ia. s 8 horas da maoha de 34 do corren
teujex. A todos irratido eterna.
gMh*
i. tfe S
),Ioio B
t
lr|o d
o P^rOrfu *> Sonsa Lima
Aun de Souza |.iuw. Alexaodnoa de Sooza
Lima, loao Basilio de $ouza Lima e Victorino
de SoUxa Lima agradecem do intimo d'alma a
todaj as pessoas qoe se dignaram acompanhar
at o cemiteno publico os restos mortaes de seu
Ereado irmao e tio, Marinbo Porfirio de Sonsa
ima, e de novo as convidan} e bem a^sim a
todos os amigos do finado a assistirem as musas
que p;lo eterno repooso de soa alma mandam
celebrar na mutris de Santo Antonio, s 8 oras
da manba d eabbado 15 do correte, stimo dia
do seo fallecimenlo; anteci, ando desje ja o seo
eterno reronh-cimento por mais esse acto ca
rfliBiSo e caridade
Residencia e pad aria
Alogb se t sobrado da ra Capitio Aatonio
de Lima ti 30, cbm commoof para grande fa
oilia ; este sobrado tem no fui do om telbeiro
com doos Cornos em perfeito estado, proprios
para qnaiqoer nadara ; a tratar na litbograpbia
a roa Marques de Oiioda o 8. ^^^^
PrrHaa-se de
Hisii n 19.
>opeiro
om bom copeiro :
na roa do
Dous milagres
111 m. Sr. D. Carlos -Tomoi o seu re
medio o Elixir M. Morato e foi com
elle que pude sarar das boubas que soffria
ba muito tempo e que descoroooava por
nunca melhorar ; om tneu visinho que
tambem soffre j largou de tudo que Ibe
receitaram e est tomando o seu mesmo
remedio.
Agradecido pelo conseibo e son obriga
dissimo.
Santos.
Albino Jos Couto.
Illm. Sr. D. Carlos. Eu e todos de
casa, faa muito tempo, que sofiremos hu-
mores de boubas, com dieta sem resulta-
dos. Ficemos uso agora do Elixir H.
Morato, propagado por D. ( arlos, aarmos completamente.
O remedio, alera de ser muito bom,
ainda tem bom gosto, pois as coianca*
bebiam com facilidade, misturado com
agua.
Sap.
___________________Firmimo Agu.______
Yendeiu -se
duas casas terreas ns. 43 e 48, roa da Goya-
beira em Agaa Rn ia ; a tratar cbm Bsoaly
Rois 4 C, A'Tua do Aroorim n. 51___________
Tnico de Camacan
Brslanrador vefrlal do cabelle*
Denire todas as preparaces congneres que
de idamente propalara seos effeitos, nao surgi
ainda orna que alcanzaste o xito do Camacan,
qoe peta soa com pos gao asss poderosa e sua-
ve, tem a propriedade exclusiva de curar e pre
Bervar os cabellos de todos os males da calvice.
qte oosoam sobrevir be.
Comporto somente por Jof Gomes de Amo-
rim (socce88or de Martios e Bastos) e preroiade
naexpoaic.ao de Paria de 1889, o Cataacan fw
sobmttudo a longas experiencits. das qoaes n
maravilbosos resolUdos.
A' enda em todas t lojas de perfumadas e
no deposito geral da fabrica I roa da Aurora
oemero 1^3. ____'
Compramrse patacoes
portuguezes, bespaobes, etc., etc.; a tratar na
ruado Commercio o. 32. paga-se bem.________
Aluga-se
0 lerceiro andar do predio sito i ra Barao da
Victoria n. 60 ; a tratar no andar terreo n. 8.
Cosinheiro
Precisa fe de um bem cosinheiro ; na roa do
Paysand n. 19.
Cautelas do Monte de So<
corro
Comprase Cautelas do Monte de 8oo
oorro de qualquer joia, brilbantes j relo
pos, paga-se bem na ra do Cabug n
o. 14. Loja do relojoeiro.
Ao commercio
O abaixo a.'sicnado participa ao respeitavel
corpo commercial que comprou o estabelecimen-
to de mercearia sito ra da Palma n. lilao
Sr. Joao Baptista dos Santos; re algoem |0lgar
se com direilo ao mesmo presntese no praso
de tres das, a contar desta data.
Recife, ii de Oumbro dr 18.
*" Joao de Freita* Serpa.
ttifa

Harorl de Medelroa ssocba
Mara das Dores P Medeiros, Maooel do Couto
Medeiros e 'raocisco da -Costa Fofo, 'grad-cem
do intimo d'alma as pessoas que se dignaram
acoa panbar a soa cltirra morada o crdaver de
seo prelado esposo e primo Manoel de Medeiro-
R cba, e de novo as <. nvidam a assistirem as
missaB qoe, por sen ti-mo repooso. mandara
rezar s 7 horas da manha do da 5 do corren
le (sabbado) na m dejde i p ennfe"m gratos.
saafaaaasaaaai
t
Jumo Bentu da Cru
- anbversario
A viuva e Hllio de Joao Beoto da Cruz convi-
dam sens prenles e amigos para assistirem a
om' missa que mandara celebrar oa igrt-ja de S.
Jos de Riba Mar, pelas 7 horas da manba do
dia 24 do corrate mez, 2- anniversarlo de seo
infausto pas.amento, e desde ja se confessam
gratos a aquelles que comparecereo a este acto
de 'eltfiao caririartj^
t
Btedel

Manoel de aiedeirosi Rocha
1 socieda ie Uoiao Commercial Beoeficente
dos Mercleiros, tendo de mandar ce-Irb ar urna
missa pela alma de seo tinado consocio Maooel
de Medeiros Rocha, sabbado 25 do corrente, s
8 horas da ma ha, na matriz da Boa Vista, sti-
mo dia de seu faliecimeoto, convida para esse
acto religioso a as-istieacia de seos digaos asso-
ciados, a Exma. familia e os amigos daquelle
tirado.
t
Antonio de raala e Mello
Antonia de Paula Mello, Candida Ta*so de
Me lo, Julia de Mello B llar, Jos (jomes Goncai-
vesiJcrge Tasso, sua mulhere lllbos, xbitiaam
aos prenles e amigos do lioado Antonio de
Paola e Mello, para assi-lirem as missas qoe
serao rezadas na matriz de Santo Antonio e ma-
triz da Grsca, as 8 horas de quintu-feira 23 do
andn'e seiirno da de sen oassamemo
Henrique Prrnaade* da Coala
Manoel P. da ( osla e Jovina M. F da Costa,
convidam todos os seos prenles e amigos para
assisurem a orna missa que mandam rezar na
matriz da Graca, no dia, 24, as 8 horas da ma
sha, po- alma do seu nunca esqoecido Albo,
Henrique Feroandes da Costa, e desde ji se
confessam gratos____________________________
arla Leopoldina Campo*
InnocencioFerreira Campo e Mana Deolinda
de Jess, marido e tnai de Mara Leopoldina
Campos, agradecem a lodosos seos pareles e
amigos que se digoaram aompaohar 4 soa ul
tima raoraa o cadver de soa desditosa esposa
e Ulna e coovfdam os mesmofl para assistirem
as musas de stimo dia que. por sua alma',
mandam celebrar s 7 horas de manba do dia 29
do correte, na mttriz da Boa-Vista e na matr z
He Santa gueda, de Pesqueira, por cujo acto
confessam muia caidSo.
"P
30$000
Aluga-se o segundo andar
e sota do sobrado da ra do
Vi gario n. 4, est caiado e
pintado de novo : a tractai
no pavimento terreo ou no
escriptorio d'este Diario.
Parameninos
Cabriolets de quatro rodas ; na loja de muti-
cas rea Wovsrn. 13.__________________
Doce de goiaba
Vende e de 8*000 a 11 000 s arroba ; oa tra-
vesa do Queimsdo n. 9, esquina < nut larga
do Ros
Ao cm
Onbalxo afsicnadi
venden aos Brf.TlorWc
tabeleciroeato e sec
de 8, Jante n. 69, livre e deaeij
qualqoe l,
aaoel da Motta Bl
reciosa descoberta
Impellidos por um vivo seotimento e grando
satirfaco participamos ao respeitavel publiie
qur a cerveja La Bosa Aleuana continua fa
sendo milagrosos progressos.
Maes de familia de alta importancia e coosi
dera^ao garantem por experiencia propria que
dous das depois do parto nzeram oso da cerveja
La Rosa Alemana appareceduo-lnes anuo
dante amamentacio para seos extremosos Albos.
Grande razio tfveram as cele brida ees chinacas
e doutores em medicina sobre os importantes
attesiados a saber:
Diz o Dr. P H. Weroier :
* Tenbo por inultas vezes examinado no labo
ratono publico a cerveja La Rosa Alemana
e nao encontr materia chinaca e sin urna gi
gantesca preparago di- substancias que repre-
sentam urna valiosa riqueza para a alimeotagao.
A' venda em todos os eslabelecimentos de mo-
lbados.
NICOS IMPORTADORES
lachado, Pinto k C.
Ama
Precisa se de orna co.-ioheira para casa de
pouca familia : a tratar 4 ra Duqne de Casias
0. SI, i > andar
Casa
REMEDIO DO DR. AYER
CONTRA
AS SEZES OU MALEITAS.
O Remidi do Dr. Aykk, descoberta
vegetal qoe nao contera a quina nem o
arsnico, nem tio pouco outro I agrediente
nocivo, nm remedio infallivel e prompto
para toda a qualidado de febra intermit-
ientes ou maleitas. Seus effeitos sao per-
manentes e cortos c m-nlium mal abso-
lutamente pode advir do sea emprego.
Da mesma forma tunia-se o nielhor
remedio posslvel para todas aquellas
doencas que provm dos effeitos do*
miasmas, que se deseuvolvem nos tugare*
pantanosos c infectados e que geralmente
caracterisso-se pelos affeccSes do
flgado e do bayo.
O Remedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, todo a vez que
fSr empregado convenientemente e se-
gundo as direccSes.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiiR & CA.,
LowelL Maas.. Est.-nidoa.
De Sorocaha
Declaro que soffri muito ten po, tazendo
uso da medicamentos sem resultado, e,
asando tres a as apenas daiDJeccSo M.
Morato sarei completamente de urna
ebronica gonorrha que me atormenta va.
Faca uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est reconbecida a firma pelo tabelliSo
Agentes depositarios em Pernambuco
Francisco M. da Silva & 0., ra Maquee
de Olinda u. 23.
A's almas crido as
Mara Candida Wanderley Autran, viuva do
empregado publico Candido Aotran da Malta Al-
buquerqne, moradora oa iravessa da Piedale n
5, Uodo em soa cotopanbia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, acbando se gravemeDte
doente dos odos, sem enrhergar mais, vem im
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de Dos, para poder man r so_________
Jot_A*cK, XX_lJc* O restaoran Gomes, roa da.- Larangeiras n.
10, tendo se prevenido para bem servir aos
seus numerosos fregoezes, e bem assim julgan-
do os a oata da sociedade pernambucana alm
da boa escolba qoe seus propietarios capricho-
samente forneccm, offerece mais a seguinle :
A's secundas feira Aferventado
A's tersas feira Canjas
A's quartas feira Carur (jantar)
A's quintas feira Peijoada
A's sextas feira Va tapa (jantar)
Aos sabbados Pucbeiro
Aos domingos Soclenla mi de
vacca.
'I'rlephone n. SO
AlugueJ barato
Visconde de Goyanna n. 163
Pedro Affonsp, armazem n. 46.
Ra Aguazinbas em Beberibe n. 7
Ra 1 tapa rica n 43 1,' andar.
Travessa de (armo, 1' a n. 10.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Roa do Calabooco o. 4. dem
Corcoel Soassuna n. 141 A
Roa Pedro Alfonso n. 46, 1". andar
Vi con de de I tapanca d. 43 armazem
A tratar A ra de Commercio u. ft, 1- andar,
escriptorio de Silva Gairoaraes & C.
Criado e cosinheiro
Na ra da Saudade o. 27. prtcisa-se de um
crudo e de um bom cosinbeiro oa cosinheira,
idade. ^
Aluga-se
o 1* e S- andares da roa do Imperador n. 36 ; a
tratar na litbograpbia roa Mrquez de Oiioda
numero 8.
Cosinheira
Precisa-se de orna cosinheira ua Ponte de
Uchoa n. 49._______________________________
Vende-^e barato
Peijao nav,' a 520 rs. a cuia, milho novo a
300rs. e velbo a S40 : no largo do Mercado nu-
raer j 1S.
Criado
Piecisa-se de um criado de 16 a 30 annos de
idade, para ser vico domestico ; a t atar na roa
Mrquez de Olinda n. 38, 1 andar, das 9 horas
da maob s 3 da larde.
Finados
Hordas, cruzes em flores aruficiaes, de mttal
e porcelana receben, pelo ultimo vap>r, a Iota
de miudezas de Joaquim P. de Freitar, ra da
Imperatriz n. 83
A luga
-se
Aluga-se nma em Olinda. na ra da Bica
n. 38 : a tratar na ru i Af sumpcao o. 43.
Criado
Precisa se de om criado ; no largo da f enba
n. 33, IVrHel._____________;__________
Vende-se ou permuta-se
urna casa de morad i, na Baixa Verde, reedifica
da de novo, cini 3 salas, 3 quartos e costaba
tora; oa,pprsnatt4e por oolr% une lirn pan
negocio de molbados, e se ja for, tambem s>
compra : ioforntacOes na travessa da Madre dr
Dos o. 18, oo jrirro a estacao do Cord
deiro.

Ao commercio
0 abaixo asiignado declara que nesla data
Piano ao Sr. Ifaaoel da Costa Bastos o sed
lecimeoto. de seceo e molbado, silo *
^ Jorge ti. fv. rrvree e^B^
)tHMv e'portanto qi
ssj ^p
O armazem, 1- e 3 andares do predio n. 30,
roa M rquez de Olinda, com sabida para a roa
Domingos los Martina ; a trUar na Pharmacia
Franceza, ra Barro da Victoria.
Aluga-se milito barato
0 1-, 3 e 3- andares Co sobrado i r; a do
Brum n. 84 ; o 1- e 3- ditos oo raes do Apollo
numero 75 ; a tratar na rna lar^a do Rosario
numero 34, botica._____________*___________
Casa em Oiioda
Alugi-ee :> casa n. 57 do pateo do Carmo ; a
tratar no Varadooro o. 8, pauaria.
Ao Sr. Jos Francisco da
Costa Ferreira
Ao Sr. Jos Francisco da Costa Ferreira, pra-
ticante do Correio Geral deste Estado, tendo
promettido publicar o documento que o senhor
me passou das notas doTbisouro qoe c senbor
re-ebeu para me restituir, e qu nao tem fsito
at boje, siogindo se tao somente a dizer aos
seus companbeiros inverdades, e dizendo facer
e acontecer com a pessoa. que nada tem com
isso, e taires, pense qae eu seja orna creatura, e
por ser molber seja desvalida eogaoa-se com-
pletamente ; bai de fuer valer o raeu direito
perante a le, a nestas columnas farei publicar
orna motioa, nao s para lodo o pais saber,
como o honrado administrador ; o senhor sao*
onde moro
Recife, 30 de Outubro de 1890.
___________Mtfia da AssumpcaO Seapedes.
Por dgkf-
Aluga se a ojsa_p. !5 4 roa de A Joao^ com
INFALLIVEL e RADICAL
no curativo de todas as affecefies bronchiaes:
Mal do Garganta, Toase e Tsica
-o
PEITOBAL
De ANAC AHUIT A
Remedio Vegeta! da Natureza para o alli-
vio o cura de todas as molestias
________Do Poito o dos Pttlxnags.________
^"HaWsSi "b k^
No sobrado da ra Mr-
quez do Herval o. 61, pre-
cisa-se de urna copeira e
d urna engommadeira, que
deem prova de boa conducta.
Ama
\.
Precisa te de orna ama para todo servico de
casa e qoe teja matriculada, para casa de tros
pescas ; a tratar i m Saoto Amaro das Salinas,
averna de Bento Jos Ferreira., oa estrada do
Lmoeiro n. 6 B.
Amas
Na ra da Aurora o. 109-1, precisa se de urna
perfeita cosinbeira e de urna engon madeira,
para casa de pequea familia.
Ama
rrecisa se de urna ama que cosinhe bem, para
casa de familia ; a tratar na ra Barao da Vic-
toria n. 33, loja.
Amas e criados
Prf cisa-se de amas para todos os servicosde
casa de familia, e de criados para o mesmo fia
oa roa da / orora d. 133.
Amas
Precisa-se de urna cosinbeira e de urna ama
secca para enanca ; na roa ae Domingos Jos
Martins n. 138, segomlo andar.
Ama
Precisa-se de duas amas, sendo urna para co-
sir.har e outra para criancas ; a tratar na roa
Barao da Victoria n. (9, 1 andar.
Ama secca
Prec Isa se ds urna boa ama para andar com
orna critnca, pasase bem ; na ra Viscoude da
Goyanna n. 307 (Manguinho[________________
Ama
P.-ecisa-se de orna ama para costaba ; na ra
Pedro Alfonso o..70.
Ama
Precisa se de urna ama para cosiobar ;
travessa do Pires n. 5 (Geriquiti).
na
Ama
Precisa se de urna ama para cosiobar em
casa de familia, em Beberibe ; a tratar no pateo
do Tercn n. 63, padaria.
Lava-se e engommn se
para fra roopa de homem e de senhora. com
tudo asseio e promptido ; na roa da Imperatriz
o. 36, 1 aodar.
CosDheira
Precisase de urna cosinbeira que durma em
casa dos patrOes ; na ra de Riacbnello o. 3.
Cosinheira
Precisa-se de orna boa cosinheira, que seja
matriculada e durma em caga dns patres, para
casa de peqnena familia ; na ra de Fernands
Vieira n. 39.
Moedas de ouro
Veadem se libras sterlinaa e moedas de ouro
de diversos valores ; na loja de jotas de Augus-
to do Reg di C, roa do Cabog n. 9.
Criado
Precisa re de um criado para sitio ; a tratar
na estacao da Jaqueira.
Aluga-se
0 3- andar do sobrado ra daPenba n. 23,
com coma odos para grande familia, com agua e
gaz encanados ; a tratar na roa do Imperador n.
M, loja.
Aluga-se
por mdico pr=go a casa n. 34 sita roa Dr.
Joaquim fabuco (O;punga), com boasaccommo-
dacOes para familia ; a tratar cem Henrique
La?serr, na mesma ra.
Va rzea
Vend < boje nos jornaes publicada a rutaba
ezoneracao de 3- supplente de subdelegado da
Varzea, cumpre me ECientificar ao publico que
foi boje a primeira vez que tive noticia de estar
investido de tao honroso cargo.
nao estranharc-i mais, vista disto, 6e qual-
quer dia me derem sciencia de qoe fui j algu-
ma vez substituto do hispo ou do goveroador.
Sao escargos encapados, e qoe nao dolxamao
cidadao nem ao meos o ensejo de se agradecer
a quem dos prestou tamanbo servico, promo-
vendo a oossa exooeracao.
23 deOutubro de 1890.
Joao da Cruz Maceta.
ma. Recife, 33
, esta hm
na roa da Larangei,
Caxeipo
Jk de -
preferindo se porta
conducta : na.rua'
[O
Felba n. ur
fiadord
Relojoaria David
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimento de relojoaria
acaba de roqeber umgrand* sortimentod
relogios de ouro, prat e oikel, da inspor-
tante fabrica anierioanoWalthan Masa, ver-
dadeira especialidade em pefeicSo e re-
galamente infallivel, e se vaadasa por preooa-
mdicos. Assimcomo relogios da parede
de cima de mesa, oom despertador o que
ha do mais elegante.
Convidam se as pesaoaa que qoicerem
um ralogio da...coaMtfa- a vire a
q *rT---------------
das 10 horas as 3 atabolecuoento que capncba em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
fin' de bem servir os sens amigo aetfre-
ua do Cabug! n. 14
*

, !
v

sW



reriamhiio--Qtiinta-feira 23 de O Sil
UERLAIN DE PARS
#** PERFUMARA DS LUXO, Roa di la Pal*, S *#*
UTieOS 1 I0D1 ESPECUIMERTB
LOJA DO POVO
II Ra I de Marco II

.
GEAN0S If OV1DADE
Esta nota Ioja contina a te um grande Bortinrento e serapre pechincha, en
procos ni*gnem Jb& pode exceder, Arpnicha na exactidlo da qualidade e as n edidat
le anas fimendar, qoe podem ser compradas por qualquer crfaica. Ifatas de na)
fasendas sao recelSlas directa trente da Europa.
Descont de 10 |0 em compras de 20#000 para cima.
Voile d II e algodao, lindos desenhet, a 240 ra.
Las imitaolo de cachemira a 240 ra.
Chitas de 200, 220 6 240 rs. O coyado.
Setinetas de obres, deaenhos lindos a 300 rs o corado.
Zephyros lindes a 120, 160 e 200 rs. o corado. .
Cortea de casemira de 3*500 e 60000.
dem de costamos e de casemira de cor a 18C00.
Idam dem dem preta fina, a 14*000.
Ricos casacos de Jersey, bordados, a 690(0.
Toi* de seda lafM dorado a 650 rs.
granadina de seda, de I#eO o carado a 800 r*.
ermd preto 500, 700, 1|000 e 1*200 d corado.
Dito de dr, Kso/ 400 rt. o corado.
HU CRIANGAS
Redes de cores, pechincha! a 36000.
Vestuarios de Jersey, a 8*000 e 7JDOO.
Oaynlaf jaretas 0rn# eft, eovado 400 A/
Merinos larrados, lindos desechos, toallias felpada* hg.a*aa oom peone
defeito para todos os precos, grande sortimento de lencos de seda a 400, 800 a 1*00C
lencos de algodao com barra grande a dnaia a 1*600, bramante da Unto e algedlo
taalhados, cortinados, colchas, ficho chales, sedas, setins branooa e de cores *
cles, lindos deaenhosNondadee f
M LOJA
ROVADOR
estar perla da bataneo liquidan os aegalat
1
Par
Oolarinhos de linbo 3*000 a dusia
Cembrai* de talpreos a 4*000 a peca.
Sahida de baile 1*000 e 1500.
VINHO^PBPTOMA^CATILLO
(earn* MMim Phosphati oil MBColla pnspfeatsdi)
ALIHEUTO 008 EI*FEIMW8r}flE SE AOHfc NH MrWS1HL1to0t tmW
Restabelcce o ppetite, a dt$*ttt> o as frfmi deMrtadas.
r rtecaiNtiicatt das erttujea, dos ametalas, 'los onraleaaewfea
B DOS OfcjTE8 *>0
Mmm. to Pifo, lis ffirife ttleii, Posma Ib Stop, ite,
Oeti-U CXIIH a f/ffVi C< r/UO* poroua
i mu ciTSMl iiutam Ofm m immib a icasaaa a aaau ram
0 IArrLLOfl on limwaor BOSPITAES o pauiz XA&a
'^^SJVtmmnnmtmMimttnm aat atura m varia; iraaactai iwliiiaaj
^ fARia, 3, B* ST-MABllrt, KM TODAS AS MUrtCIPASB rHASM ACIAS.
rWaa^>jv>^asrs*^
Eapartttho a 4- 000 nraf.
afeias pira homem a 3&/00 a daaia.
Etamine rendada a 440 rs. o corado.
Linn de ramagem a 600 r. o dito.
Oaford a 260 e 24(rrs. o dito.
Las de quedro a 390 ra. o dito.
Cachemiras de listra, daes larguras,
1,5000 o dito.
Satina de corea a 800 rs. o dito.
Cbertas de ganga a 3*000
Brim parda a 3'O rs. o dito.
Cambia* de ttell* a 1*800.
Cortes de fu.tto para enflata a 2*, 2*500
e3*00J.
CefBdfas de bramaste a 14*000 a dnaia.
Tapetes grandes, para sola1.
Fichns todos 0* preco.
Cambraia Victoria a 2*00 peca.
Colchas de cores a 20000, 3*000, 4*000,
5*COtr e 6*000.
MadapolSo americano com 24 jardas m
7*0 0 a peen.
Baptista de cores a 160 rs. o corado.
Chitas percales a 240 rs o dito.
Vile de 11 a 800 rs. o dito.
Zphyf d ramsgem 600 rs. o dito.
Zephrr de qnadro a 200 rs. dito.
Ll Amaaonas a 400 rs. o dito.
Brim de cores a 320 rs. o dito.
Camisas allemies a 36*000 a dnaia.
Toalha para rosto a 3*5< 0 a dita.
Toalha para banho a 1*800 urna
Argate
tim do Japio a 240 rs. o corado.
Lencos bandeiras a 500 rs.
I ali-ot de seda palba a 8*000.
LDito de alpaca preta a 4*500.
Dito de Ipaci de cor a 4*500.
Esguiao nardo a 400 ra. o corado.
Foulard de algodao a 500 o dito,
orte de casemira a 5*500, 7000, 8*000,
9*000 e 10*000.
('retonea roils a 400 o corado.
Bicos lisos e matisados.
F tas de seda, todos os nmeros e crea.
Guarda p para homem.
Guarda p para aenhora.
Baleiaa a 24<) rs. a dnaia.
Regatas da cores.
Brim de linbo de or.
Metim de cor a 460 rs. a orado.
Bu dados e enWBm'eh).
Renda hespanhola a 3*000 o metro.
Porta-embrmho a 800 rs.
Mirin prto de 1*000, 1*^200, 1*800 e
1800 o corado.
Pacno da i ostt 1*000, 1*200, 1*800 e
1*800 o dito.
Sobre tudo de panno.
Naceuk finas a 280 ra. o corado.
Impermeiaveis a 500 ra.
Lavas Je seda a 2*000 e 2*500.
Golletea da fianel a.
Cortes de casemira para temos.
Lis raesciadaB a 6 0 rs. o' brade.
Lis larradafc a 600 rs. o dito.
Attalbado bftreo-, fcrrd*, a. l*2f> e
}*800 o rnntro.
N. 21
Fazendas baratas para acabar, por metade de seo vafor
N.4
Na roa do Crespo n. ?'I
Como sejam:
Voiles de cores, ramgens e desenbos noros1, a 200 rs. o corado.
Anthines de cores, lisos, quadros e listraa, para rostido e roupas de cranoa,'
fazcnda ora e cores fixas, a 28 re. o orado.
Zephires de core, a 12>', 160 e 200 rs. o eovado.
Percales i cores, codos desenhos, a 280 rs. o eovado.
Linn enf rtado, padr3 -s miudinhos, a 320 rs. o corado.
Org*ndy de cores, ramag-ns da mada, a 700 rs. o corada.
Olmdinus, desosbo de folb>igem, a 500 rs. o corado.
Cachemiras de confS para ve-tidos, fasenda francesa, diversas COre,' combina*
elo, lisas e quadros. ltimos tgurinos, a 1*000 o corado; duas larguras, s3o
1*400.
Capinhns nesparrholas, pretas e* creme, seda, a 3*000 una
YeatuarioB de Jaraer para crianca; n'este artigo temos grande sortimento
vendemos a preco de 4*000 a 86000.
Voilea assetinados, imitaclo de seda, a 240 rs. o eovado.
Daaasse, a> atis linda lasenda para vestido a 800 rs. o carado.
Arentaes para senhoras, completa noridade, todoa bordados a matiz a moda
segundo os ltimos tgurinos, a 1*&U0 um.
WfN-xon Ha C* Iii-.ti, f-i*.., i.,... lnr.id>i#, pftra weniflos 6*rG0 9
m ;o 3* r5>. ^
'^aT(rpfT. d> a-'** ti b- n a 2J r. u "aau.* ow vim> c aafl 'ao-.!-. prciaa 'n' fccdaH para sfKftrraa, de merino, C"cho'ili'ra, seda e dsniussi,
d* 2n i&s, cCnfreirM, mijrin's p-eN e d<* rores. que lqnidanjos prr todo pr.c> ,
?.. na iir*rt\i wuimc*t.> -le i^ ra fueBiidai> que vedemos a pieco mod-C'-
NA KA DO CRESFO N. 21
LOJA 1)0 CAMPOS
Perfumarlas
leos extractos, toneoa, p* para deetes, sabonetcs, pasta Rpmondont, abotoa-
duras, ca xas para presentes, objeetaa de brooze para presentes o muitos ontros t-
tigos.
Para banhos salgados
Castume para homem 8*000, dit > para sennsra 15*000, dito para menino #000.
Contra
de
Clicas lieipaticsiB, Hemorrhoidas
Oto*trucc68 do Fisrado
A.tonia intestinal .o10
Enxtaueca
,te
do

J W*> Composto
~ <**r- nicamente de

mtft o mu tm
250:000#000
LOTEKIV DO GRAO PARA'
Pramio maior 128:000$000
Lotera do Grao Para
Prmio maior 00:008$800
Extractar alternadamente todos os sb-
bados. liilhetes venda as casas do eos-
tnme.
t fiomem Sduuu, dit> para aenh.r. loOW, Ato para me
2# Ra de Mar^o 20
Amamal & C.
co^^aa coaposto
^\etXO/'^ nicamente de
~jB-0'*0 cot. Emprego Inbffensivo.mesmo
its* para creancas e ni unieres grvidas. Gasto
nmito agradsvel. adiulnlstra^o fcil. a tsMrif.il
larrkia.Cid* fraseo contm25dttesdeumicolhertdt deett.
PARIS.i

^i'
Llcie/t ptl Im
r
Mi KNMn ime*i ti asi*.
CAPSUUf he SNDALO CITRIN:
I"

.a,-mj* f.iavf*-y ^,.
SAODE PARA TODW.
-%
lNCUtNTO H 0 LL0WA1<
ti de Hcow-y rlrta remedio nftSrrfjJd**'omalesdepernas *> pattorl
jnt-.gas ch.-gr.;e nlreras. E femu-m rW a gbtac rheumatismoe paa todas at <
dades ne peite rt*> reconhece egual
f3/i es rnafnz (fe f"{%nta, bronchitfi* r/!'ifri**Kntot> oswA
T*^QB-xtyu s,ndi.!as e todas ai nn)e*i..:s !,-. pellf .:''
cortrahwio WiJenirTK rrcia*. obra cuau >.. ema
nte
eiiointo.
1
1
1
1.000:0001000
Esta grande lotera da BAlA ser ex t rbida o
efia 25 do correrte, sendo paso pek) respectivo tBesotf-
riro no dobro os bilhetes vendidos, easo baj nova trians-
frerteia'.
Os btrbetes desta Joteria acbam-se k venda na Casa
Feliz de Antonio Augusto do Santos Porto.
37 Fra9a m Independencia 39
oara fts ittenfelt'^
T*t HE OTFOBt
? -.n- te na K.iaHc _ijiyn:> do '>wWAV,

r. venc. ^ ...;*ji) x. f'--u A^iaMS*(flSSaK.
V*/ifO tf,. -^iuii Co cmridu. t retpehixuMCI: 4 txjgMti a> rq}'* de cada cab a Pota, a* aotaMD *
-J
LOTERA
ESTADO DE PERNAMBCO
EM BENEFICIO
Sania Casa 4t Histriwrfia do Retift

NTMRAE8
A 4.* ptirte da &* lotera des te Estado ser
ertrahfda impreterivelmente terca-teira !^8
de Ontubro.
Todo os pedido de bilhetis tiesta lotera
derem &er dfigidos thesouraria r* arga
do Rosarion. 9 1. andar.
PELOS CWTRACTANTES
Bernardino Lepe Alheiro.
a*
GRAGEAS
fortn
INJECQOI
asa Hoapitaas. Omrara aa
Bja saato sWsailaa
a Mksaaaaadaa ao ******
r*aa*.asaa
cwlaia
MARAV1LHA CURATIVA
A Vordadeirar MaraVflha do Seeute
APPBOf AA S LICEHCIADA
cla Iwtyefcfrl Gcml *> Hyt>ne 4
Imperio do Brasil.
A gfnTit^lha 0#ftftfVa nasVMfe Drompto
na\r& aa Picaduras. Machacad ara. Contuaoos. Tpr-
al*cerac&M. AlU^Uadr.
parar a i>*amnmrj^ CTrt^a*>
o,eaxsarata>Tfiida
ema&m \0ji e
u, kj-caldaduraa, e
aqual^ueroutro
I Iva Impajrnvel
do Nariz, das Oen
ou ar Hemorrta
e nunca faiba.
da Fare o amlala.
A ntttrTllfca CnratlTR orcnn*o *o*p
M> Dar IXrea rheumatlca* Alecto, Mr
na Juntas oa Ptiiij.
' remedio
; Auph*AmrKdfl# IncrudaBOu
BVtei
. a CratlTm ___xateeetopmwo Catmm,a Leocorrheou aa
Pk.-rca Brancsrt, e outros corrrmeotoa debiatantea.
A WaTtnata Wall^WfUiiiCdtoprompto
l>am lairtea Implcm e de rHarrbea chronlca.
* JSallfc CarartT exceDcntena
CRrebartSeCovnnaneas, pora Torcedoras. Dmya,
rawdiutwu Batoladuna. Contoafiea Lmm *<&>*. *c
MARAVILHA CTRATI
DO CELEBXE
9r. KwaphTeys os ROm Tone
1
ipto
A Mairsrllli
SsBsdalidaM do Sr. Huaqhrsya.
Bcmicdlw r.speclflcos,
Fagacuto Mnravitrco,
Beanaalios *r>allUfci.f
R-eoaedtoa Vcecrinurio.
O Karroal do Dr. rlnmptrej-s 144 paginas sobre aa
idagratte, poda-
WffllflElWSCRiDSrESiUJaEjcD^"^
JOOtlW
as Conjeatoea, ele. Dote oiftnana J I orc$.
Desconfiar as felsiflcaMc? Exlair o rotulo Junio imprimido em rrancez
e(,mlet^*oar-,8ea0. A gpjjs r). T^aj PlsTJUltet
cada urna letra de urna cOr difieren
aDPazn.fbaraHMla
. s,^" ^aati^sMMa'fsiN imt
Peitoral de Cambara
Remedio soberaao paia a moteatiaa (toa ergios respiratorios,
appretado pela Eim. Jtrata it Bff ieaa Ffcblfea) aoterteado peto go-
ttmo central, premiad* com das* medaJae* de earo rodtatl* de
muaos e raliosos attestades medicas qw fataaHer a- ana eateia.
O Peitoral de Cambar preparado em Patota, *m atg esca-
la, palo saa desc bridor, e Sr. J. A. i 3ooaa> Soerea, ao osaawaiaa.
estabelecimeoto Agrcola Iudoatrial do Parque fak>anaa% aaaassaaajaats
oraad p^sa aaae efteita.
W umm paaparaaAo. paiiea, da oarpo volvimos, transparente e
de um gnsto agradatiilaisas aa paladas.
O a<] ~or aUeitado hoje d& superioridad o debte praoao medi
eamaato aas nt. san conaumo grande a nrogressivo- par toda a Ame-
rica do Sal.
Aera aa venda naa principaes pharmaoias e drogaras desta
capital aos prados do 2*600 o frasco, 13^000 sala dnaia 344000 a
duicia
Sao aicos agentes a depositarios no BsOado da Pomambaoo
fKANCSCO MANOBL M 8ILYA & C.
23RA MRQUEZ DE OLINDA23
Kn/ernilddcs i modo de oural
ae ao s*'u boticario oa L
crMrRTVs> nsfci:eiri co.,
S* Faltn r3tnala NEW YOBK.
miem JQENTES
Para veedas em gro-so em
PERNAMMJC0
fmm Sob inho G.
DROGARA
A' Rita Marqwm S Olina n. 21
A Verdadeira Maraviiha rio Secuto.
ArTBDVABA E LICENCIADA
pela Iaapectarla Gcml de Bytficnc '.a
Imperio da Brmzil. ,
rtteefH o. rromirliy
adS.
a ftida
do bol, e huiicrlor a ruZnef oao
para i_ -
cedura. Cortadoras, ou 1
estanca o uuurue, la pa
alnchacoo, tiro aesccr?Tnento(cI
como par eacauto.
A Mararllha Carativa ajrlc i
cura rapUa para WueBaauaraa, .
yuelniauura
reiaedlo.
A Maravilha Ceraliv 6 lmpagaTelpan
todssmsHemuiriihKifas, neja dos Fulmoes. o Estoraaa;o. ou a.- Heiu'rrnoidse o-
AiiiiurrtIni--:i-uru seupre e nuacn mllta.
A Mra>TUhn paraD6rde Dentes, de OttoiKc. "e. fncl.w*>
da Face e Nevialgia.
A ItfarnYllka Carntlvn or.inrsoprbrii/
e precioso para UOrea rb^imuilica, Aieljau, i>u j
Bigidez as Juntas oa Pctuss.
A IWTv!lliri JaIiTaLOJga^evrernedl
para Esquinencia. Anglas. Ainygda^s ncaadasda
Dflamraadaseeniprt aegoro, sempre efflcaz.
a Maravilha C'araliii! &de multo valor
co^ lBjeoao para o Catarro, a I>acorrbea oa as
F:ores Brancas, e ontros corrlmentos debilitantes.
A HarmTlIka Curatlro lmpagavel para
curar ulceras, Cbagas antigs, Apostemas. Panar-
cos. Callos, Frtelraa, Joanetewe^nnore.
para Dlarrbea simples, ed"BSrrhea chronlca.
A MaraTllha Caratlra excellente na*
^u^^o^y1a^C^^^^^oe^
resaEstomage
OISfEPSIAS. 6ISTML6US
a* asaaasrls pab ACADEMIA DI
a faca aa* as
Oaatxala>a,ll*W
Oaimbras, Ajaaa,
sis da alasaas das
Da"ortiaarao, o UMs
a> jriBMarai doasa ; o appatats
asB*-* a nisaffislr d. rrtre, tao Babaaai aaata*
aaaiaOarvao
sasaoartaieaai
dai BaBac qpaar pata stavcBr'
issosnuaivus ooatra aa
a Draaoteaia, a Diarrbaaa, a Ch*
m
OadaFraaos
caira ala
*L>
8peFor vitiho dt^ Ai-
0 acreditado e ntipo armasem do Lima par
ticiaa. a* ftabUeo c aa aeus rtKUrtes 4- h-a. ?
de receber urna nova remessa deste especia,
nnbo, escolbilo propria.uenle pelo ebefe uesfc
casa unaaiM) sa recaniaeuaaoo xir ser paro
de boa qnaUdade.
Jo3 Fernandes Lima a C, ra Baraoda Vtc
1 te ra n. 9
Telcphone JU
fkarro aa Bexig, P^M ^M
Piras samTnats, Cathar
aataiaerra Ianata. 1, asa 9MX%-
complicados,
na- prto^lraaa JThartna ?trv-
^ff/WaV
Esyecialidades do Sr. SompbreTB.
Hemedios EspeclScaa,
Caracnta MaratMais*
Beaaadiaa SyphilHteaw,
R emedi*s Veterlnarlaa
O Manual do Dt. Hamphreys pf^rnas sobre aa
Enf ernildsdes e modo de coral-as seca graos, Bede-
ae ao sea boticario ou S
uwrTUTtvr kbdicinb co.,
109 Fatoa Street, !W YORK.
nico deposito 'para vendas em
groaso na imperial drogara de F.
Manoelda SilvaA C. ^^^
PILULAS BLAIR
eoBtraaGOTA 0 RHEUMATISMO
O GRANDE REMEDIO tMOLEZ PARA A
G-ota, Eheumatismo
Sciatica, Lumbago e Neuralgia
A dOr aguda alWa-se rpidamente e cura-sa
em poucos das com este aamado medlcamonto.
Estas Pllulas. que sao etitelramente noffensl-
veis, nao exlgem nenbuma reslricrSo de dieta
durante seu emprego, lmpedom seguramente
molestia de atacar qualquer parte vital. _^,
FatartcaJas toat t O. 2*]
StraaU, ondNs, e vendidas em salsas rfc lfOt s
11 S00 rea. Acham-se em todas as pbarmacias
drogaras do mundo entero.
ItaaM a *raaabM : Van- da SILVA a 0
Boa Tmnda
Aluga-se a casa e sitio de-
propriedade do Bafao de
Luceoa, em Ja boa tao : Tem
excelleates commodos para
grande familia, agua encana-
da, jardim-, estribara e co-
cheira; a tratar na ra do
Mrquez do Herval n. 61.
Em Olinda
Aluga-se por festa orna bea
muito fresca com quintal e pegnefi
jardim ao lado, a Iralac a ra de Fr-
oaodes \ ielra d 67 (oulro'oca MaVbiai
Ferreira),
ATKWSflN
PERFMAI14 INGLEZA
Broato ftoSaraa ovttia pelo mb
perfume exqnleito-
Al*tf*da
1CQA S CALOHi M 4TUIS:'l
lnooaajiaraTsl pelo sea P*J^^^^H^
eonceatracao. Excede tc-3
doctos siaun- Tscdidoa sob o asoama
aaaa-aa aaaaau dafeKfss o *aa>
c/ssrsa a raaWcasrsi
4. t. TKINSON
aa, ow boda amat, iiaii
1
'
!




u


ae qu a
voacao de Beberiirc
[para grande ramilia, \w -u:o iodo
i estribara, cocneiru
a tratar tm Olirrna, ra Barao de T
somero 9.
casan
quel, flores
Veodem-se roseiraa, crjtout,
parsita outras mais varied
de llares tinas ; alugam se
imeoto ; vendem se cmvos para boo-
icT, flores, e faz-se bouqoet para carameotoi 8
bapilsdos, e laubem cape las de perpetua e de '
aejhpre viva para da de finados : na roa do,
Cjjdcireiro n. 48.___________________________j
Vende ae or barato preco as segointes Terra- I
geos na roa do Ba ao da Vi toria n. 0 :
Canos de ferro estancado de 3/4, i, 1 I/i, 1
12 e 2 poleg das
Canos de chumbo para agua.
Ditos para gas.
Feilis, safras, tornos para ferreiro.
Tarra has, mirtellos, limas para dats
Marreas para quebrar pedr<..
Ac fundido de diversa grossuras.
Picaretas para es'radas de ferro
Uoiohos para refinaco.
Trena para cosioba.
Temos de bandeas rina,
serras para vjpof.
Grande sortimento de ferrgens e cutellariaf.
Para engenho A preco sem com*
Ferragem com p; uco uso petencia Vendem'Pa-
Veosem se tuxas undiiia* e batidas, e assim l7. o ~
rente Vianna& t.
Vendem
um paroi de robre oor roetade do valor
tar aa rut Duque de Casias n. 77, loja.
a tra-
Padaria
Vende-se ou admitte-se um socj em urna
padaria Bita em muito boa localidade. cem bom
retalbo, desmanchando actualmente de tres a
quat'o barricas de farinba diariamente ; quem
pretender dirija fe a informar ao caes do Apollo
t. 47. armaiem de Machado L ipes & C.
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor %.
uue de maior n o vi dad e tem a populosa e
gxande cidade de Paria, os maia importan
:) artefactos da ultima moda.
.3->pel bordado com muita fantasa, propri
para cartas,
'romos de seda e de oleographia.
'_ uxas de msica com manivella para 16
20 e 350(10.
L'Aixas de msica, com corda, fechadas
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
125, propriaa para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 7, 8,
90,105 e125001.
dem muito finos para 165 a 205 otn.
Timaosinhos com sombra com fitas e bicoi
de cambraia transparente a 35 e 35500.
L:tn grande aortimento de porta-tranca
para 5O0j 15 e 15600.
iframpos dourados e com perolas a 200 e
500 re. nm.
dem de celuloide e dourados a 200 c
300 re. um.
Estojo para deaenbo de talagarca a 35000
lian deiras de 1S dos Estados-Unidos do
Brasil a 1550 ', 35000 e 45000, confor
me o tamanho.
turando aortimento de bolsas de pellica e
de chagrn para 2, 3, 4 e 55000, para
senhora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 55000 e
15500 e 25000.
Orando aortimento de bicos de algodao e
de seda, brancoa e de cores.
lii vros de sortea a 300 re.
Albuns de pellucia e de chagrn, goste
moderno, imitando um Jeque.
. lem para eremos, poesas e nreis
lspadinhas para erianca.
lionas de couro para cobranca.
';avalhas de Roger Amlo americanas el-
ctricas e de 2 laminas, e afiadores com
a msssa propria para affiar.
Ramos de flores para baile e casamento
de 15500 a 45000 um.
O Cabelleira engenheiro invento a 500
res.
rial5es e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 15500 a
peca.
jabonetes para tirar nodoas de caaemiras,
3edas, lis e outras fazendas finas ds
300 res.
Genios e pince-nes finos, dourados, bu-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
tspartilhos para 4, 5, 6 e 75000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 res.
Boleas para menino de eschola a 25C00.
Sabnetes para banho com desinfectante.
a 40 res.
Palseiraa americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
85000.
Aunis e brincos com pedra imitando bri
Ibante.
BA DUQUE DE CAXIAS N. 103
FOLHETU
asa mmm
POR
PAULO D'AHiHElOXT
QARTA PARTE
A voz do sangue
(Continuadlo do n. 241)
V
NA PISTA
Em primeiro lugar nao quer separar o
leu pequeo da mamai, que tem quasi
jue exclusivamente cuidado delle desde
D sen nascimeoto. Depois, diz que d'aqui
por diante quer trabalbar na oficina, em
nosaa casa, durante todo o tempo que nao
stiver em Argolles.
O olha.* de Jacques t ve um lampejo.
E a mulher delle aceita isso ?
Assim foi preciso, responden ella,
iendo formal a vontede de Mauricio.
E a marquesa ?
Ir paesar algum tempo com aeus
lhos.
Em casa dos Vallauris ?
Em noasa casa, aim, onde arraojar-
ie-ha pura elli I para Ignes todo o segun-
do andar ob predio, qoe immenso.
Jacques, velarei.
pa, debaixo da tus proteo
mire
DE. CAS108 BETWiCOCET
siisiNiniii i'twi
GRANBK DEPUftATIY 1)0 SANGUK
Elixir anti-rheamatico, anti syphilitico e empregado em todas as molestias de
elle, eryspella, darthroa ou empigens, beri-beri, anthrazes ou carbuncul a, cancros
'enenos, feridas canceroa8, ulceras, gonorrheas chronicas, boubas, buboes, escrou-
as e todas as doencas que dependem da impureza do sar.gue.
Este remedio superior a todos os outros do seu genero, o que est provado
jela preferencia e acoeitacao que Ihe d o publico.
Um frasco 3#000 urna duzia 30#000.
TONKO FEBRIrUGO E DESOBSTRUENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
lo parto, febres palustres, molestias do figado e baoo, falta de appetite, anemia, chlo
ose, edres paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromatice e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30|000
INIEOTM BETTECMJRT
AHTI-BIiSKOBBHAfilCA
Gura radical em s.eis das
Empregada com ptimo resultado nes corrimentos agudos ou ehronicos ds
irethra ou vagina, leucorha on fl6res brancas. Este medicamento de urna grande
fficacia,
Um frasco 1#500, urna duzia 15#000.
VINHO TNICO
Com lacto-phoephato de cal e ferro, coca, cascas de lsranjas amargas e quina
O melhor remedio que ae tem formulado pela combinadlo destes heroicos
oedcamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
nias, menstrna^oes difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
juer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular.
Jonvm as pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus-
tecer as enancas. Ette remedio superior a todos os tnicos estrangeiroB que ss
innunciam por ah.
m frasco 3#OO0, urna duzia 30#000
, Xarope de jaramacar composto
GRANDE PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peto e da garganta, deflux*,
osses simples e convulsas, coqueluche, constipacSeB, aBthma, bronchite, cati
mronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at boje na medicina.
Um frasco 2#500, una duzia 24J000
--------------------------,-----------......---------------
*
Roa arqnei de OliMa 1
Armazem de cerveja, vi-
ohos. champagne, licores
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unict
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmunc
e do chocolate Ph. Sucharc
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Danneman
& C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
mas duas fabricas forana pre-
miados com a medalha d*
Ouro na Exposi^ao Univer
sal de Pariz, em 1889.
bOMun
KOtAIS,
Yenae-is ta t;dj i oar
D &RAXTDE FURIFICAnQH DO SAITGE ,
O emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes molestias:
s diversas formas dss doeneas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
uTeccSes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, effec-
^5es venreas rebeldes, paralysiss, molestias do ooraclo, da garganta, rheumatismo
mronico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivadas
ia impurera do sangue.
Um frasco 3#0O0, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPANHIA M PRODUCTOS MEMCINAE8
31--RUA DOS OBIYIS-31
RIO DE JA.\EIRO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva &
n
GRANDE LIOUDACiO
S na Revolucao
48Roa Duque de Caifas48
Grande sortimento de iasendas de lei,
modas e phantasias que se vende por me
nos 50 "/A SABER :
atol
Sargelm de todas as odres a 200 rs. o
eovado.
Colchas de cores a 2(5(00, 4(9000 e 5000,
urna.
Cortes de cambraia branca de quadros a
10600 nm.
Coronados bordados a 64000 e 70000 o
par.
Atoalhado de linho com defeito a 20400 o
metro.
Camisas unas de meiaa a 1000 urna.
Cobertas forradas para casal a 205O(
urna.
Bats tes de cores a 160 rs. u eovado.
Toalhas para enanca a 100 rs. urna.
Ceroulas francesas, a 10000 urna.
Atoalhado de algodao a 10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 10000 -
metro.
Crotones esouros e claros a 200 e 240 rs
o eovado.
Guardanapos c m franja a 20OCO a duzia.
Espartilhos couraca a 40000 um.
Flanella de algodao de cor para camisas a
320 rs. o corado.
Collarinhos e punhos de borracha por
10500.
Ditos de linho a 10500
Ditos de cretone de cor a 300 rs. um.
Cortes de meis case mira para calca a
20000.
Camisas francesas de cretene a 20000
urna.
Ditas brancas a 20000
Lencos de linho a 20000 a dusia.
Bramante de linho a 10600 o metro
Bramante de algodao a 600 e 10000.
Hadas
.Cortes de etamine de 140000 por 80000.
(Cortes de casimira para oostumes a 140
e 150001' um.
Surah de linho muito largo a 320 rs. o eo-
vado.
Voile de algodao a 200 rs. o eovado.
Etamines de cSres a 28, 300 e 320 rs.
o eovado.
Merinos lavrados a 500 rs. o eovado.
Zephirea de cores a 16(> rs. o eovado.
Las de cores a 200 e 240 rs. eovado.
Cachemira de quadros com listas de seda
a 10000 o eovado.
Cortes de metim pan. vestidos a 60OOC
um.
Ditos brancos bordados a 120000 e 140000
um.
Cortes de cachemiras bordados a 250000
um.
Cortinados de crochet a 100000 o par.
Oravatas modernas a 10000 urna
Fichas de retros, todas as cores a 10000
um.
Toilettes para baptisados a 60000 um.
Tapetes para porta a 20500 um
rfcasHasia
Lenc de seda exposijao a 10000 um.
de Mauricio at que a minha casa fique
prompta.
Assim ser feito.
Qoando volta a Sra. d'Argolles?
A man ha
Observa-a minuciosamente e estejas
alerta.
Tranquillisa te, tratare de nao aban-
donar nada ao acaso.
Apenar dees es protestos tranquil Usado-
res e da vontade intelligente da neta, o
Sr. de Rhodes voitou anoioso e preoccu>
pado para Asterac.
Que resultara da estada de Diana em
Paria, tSo perto de Sounqnette, depois
das suas recentes descobertas ?
Porque agora a marquesa d'Argelles sa-
bia perfeitamente qne Mara Foulon, isto
, a filba de Margarida, a rival terrivel de
Ignez, e Henriqueta Vllauris, eram urna
e a mesrna pessoa.
Que perigos nio ira correr a erianca
adorada !
Jacques teria poder sufficieote para sal-
val-a?. ..
Nao seria mallogrado no seu affeoto por
Henriqueta, como fora no que consagrara
a Branca e a Margarida?
A noite foi para elle entrecortada de
momentos atrozes.
Vis, no meio de espantos sem nome,
Henriqueta assassinada, como as duas en-
tras, e elle mais s, mais desesperado que
nunca, depois de haver julgado por um
untante ter encontrado o aeu panizo per-
dido.
Quando chegou o da, porm, voltaram-
Ihs inteiras a energa e a coragem.
A aua resoluolo esteva tomada.
Naquella approximaco fatal de Diana
e de Souriquette comecou a enxergar at
urna manifextacao providencial, que ia tal-
vea fornecer-lhe ao mesmo tempo o meio
de vingar aquellas que pranteava, e so
jbretudo de punir a grande culpada, at
Trata somante de retardar a Tiagemi^ueUe momento to triumphante no mal.
VI
CMA DIVIDA A PAGAR
A' noitnha, effetiramente, Mauricio,
que nlo se esquivava ao cumplimento de
nenhum dos aeus deveres, mandn prepa*
rar urna das grandes carruagens do cas-
tello, e acompanhado de Ignez, foi ao en-
contr da sogra.
, Singular pallidez cobria o rosto da mar-
quesa.
Mal abracou a propria Ignez e sentou-
se no fundo do landau, com urna physio-
nomia em que a preoecupacao e a angus-
tia eram visiveis.
Diana, entretanto, nao roltava ssnha
de Pariz ; seu primo, Luis de Asterac
acompanhava a.
A chegada desse rspaz encontrou o lho
de Laura muito iodifforente, para nao di-
*zer mais alguma ooBsa, emquanto que, ao
contrario, Ignez exulteva,, presa de infinda
alegra, que punba-a fora de si.
E diriga tornos e longos olhares ao pri
mo, repetndo ihe em todos os tona :
Afioal, lembras te de que nos exis-
tamos ; como isso delicado da tan par-
te !... que aqu nao temos qne dar
para be ns nossa sorte. ..
Quando chegaram ao castalio a menina
Valtaura voltava tambera da sua excur
slo.
Encoatrou os viajantes no meio do ves^
ti bulo.
Um grande chapeo de palha de Italia,
ornado de tits cobria-lhe a cabeca e tor
nava-lhe os olhos Uto bellos, grecas A sua
kombra protectora, que o joven duque de
Cndales parou esttico, emqu.nto Diana,
perturbada, murmura va :
Oh I mesmo com as pouets informa-
joes que pune colher, nlo possivel a
menor a rida.. Julgo vela diante de
mim... a outra. a minaa eterna rival '
Mais baixo, ao atastar-se com os olbos
anda carregados, diaia :
Desgr.cada della !. ..
A mli atraveasou-se me no oaminho,
sapprimi-a !... Esta atravessa se no .ca-
mioho de minha filha, nlo posso, nlo devo
hesitar 1...
Nessa mesma noite Lnis d'Asterac en-
controu meios de acharase a sos com Hen
riqueta.
Julgava tela esquecido, disse-lhe
elle, ou pelo menos haver vencido a paixao
louca que V. Exc. me inspiroa... Mas
nlo, vejo a de novo, e a rulo torna a
ameayar fogir-me. .. Supphco-lbe, tenha
compaixaO de mim... Se sonbesse que fe
licidade sera a minha!
Ella interrompeu-o
E eu, Sr. duque, nlo entro em' con
ta ?... E, se nlo o amo, qual ser o meu
papel?...
Amar me-ha, tonho certeza dista.
Eitou convencida do contrario. De*
mais, o primeiro enaaio da nossa allianca
com a sua familia nlo foi to feliz qne,
nao sendo impellida por attraccao irresis-
tivel, eu tente nova prova.
A s comnoeeo...
Sou sincera. N'uma occasilo to
grave como esta, isso o eEsencial.
Entretanto...
Supplico Ihe, fiquemos nisto. J Ihe
disse : se da primoira ves o seu pedido
nos deu muita bonra, a sua insistencia
agasta-me. Nlo me quero casar.
Souriquette tinha usado do seu ar mais
altivo para faser esta categrica declara-
co e, entre as suas puras sobrancelhas
deseohou se o sulco profundo que coLhe-
cemos
E' a sua ultima palavra ?- perguntou
o duque furioso.
A minha ultima palavra, sm.
Entao, desgr-cada de si!
Disse Ihe tembem outr'ra, Sr. de
Cndales, que nlo turna as suas amoscas.
Pela sua pessoa, possivel. Mas a
senhora nlo ssnha.
Desta vez esto tomadas as nossas
precaucoes.
m
Cimpas bordadas a vidrilho por 250000
nina.
Vestidos do Oersey pan. crecnc-i a C0OO(>
um.
Cortes de fustlo para coete a 000 rf. um.
Orgacdy de JlIio, ultimn moda a 24$ r.
o cavado
Chali de algo3o, noviedr, a 2fK) rs. o
eovado-,
Lnvas de seda a 10000, 105CO e 200-0 o
par.
E multas outras fazendas de que s com
a vista poder-fe-ha avaliar a oommodida
de de precos, assim como em sua officina
de alfaiato aprompta-se em 24 horas qual
quer costante, garaotindo-se toda perfei-
cao em trabalho e preco resumido
SO oa Revolucao
BKNRJQUE DA SILVA MRElA
Os Barateiros! !
E' s neste estabelecimento que pode-
'. i ')a trar fazendas finas de gustos lin
dissimos por recos razoaveis, como se
jaro:
Voiles de la, padrSes intoiramunte no
vos, merinos dem, dem, cachemiras la-
vradaa, o que pode haver de mais lindo
em gostos.
Cambraias da China, dem catites, dem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa
rentes, grande sortimento de crotones
(padrBes de voile) de gostos attrahentes
Crep da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fus toes broncos. Linons cem barro, o
que ba de mais rico para vestidos, chitas
dem, dem e muitos outros tecidos a phan-
usis.
Lis de quadros a 200 rs.
Merinos idem, fazenda de 800 rs., por
240.
Voiles de II e algodlo a 240 rs. o eo-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o eovado.
Merinos de urna largura a 280 rs. o co
vado.
Baotista republicana a 200 rs. o eo-
vado
Madapollo americano a 50000 a peca.
Vanado sortimento de setinetes e cre-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escuras. dem chama
lot, padrSes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Caaacos de Jer
sey para senhoras, vestuarios idem, par
enancas. Toalhas felpudas para rosto e
banho, brancas e de cores. Grande sor
timento de aventeos, idem, idem de ba
beiros, para enancas.
Para hovaens
Grande forfimento de camisas de fia
nella, nbo e algodlo.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
tre ellas destacam-se as de 70000 o corto,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima diota-
mos, tomos um esplendido sortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que seria enfadonho mencio
nar.
E' so nos barateiros!!
A' BA Io DE MARCO N. 1
Bernardino Campos i G.
__

Attenco
Os propietarios do antigo e acreditado arma
sem do lama, sito ra Barao da Vi tona n. 3
participan) ao respeitavel publico e aos seuf
distinctos fregnezes, qoe tnnsferiram tempora-
riamente sen armazem para a mesma rna n. 9.
jontir uando da mesma forma a receberem suaf
jrdens para Ibes servir com o costumado e na
oitual desempenbo.
Jos Fernandes Lima i C,
Rna Baria la victoria n.
Telephone323
Vinho puro de Santarem
Da qalata do Barra!
Os proprietarius do Armazem Central, rn.
do Cabnga n. 11, avisam aos seas distinctos fre
aova remessa oeste especial vkiho, o qual &>
recommenda por ser puro da uva, e s se reta
Iba em sen armazem.
Joaqurm Christovao A C.
Telephone 447
todas.
Talvez nSo estejam tomadas
Nao o comprehendo.
Far-me-hei comprehender. Demos
tempo ao tempo.
E afaston se, batondo com es calcanha-
res, presa de terrivel colera, emquanto a
menina Vallauns, eternamente dominada
pela mesma preoccupaoSo, perguntava a
si propria :'
Em qne agora poder succeder-nos
alguma desgraca ?... Mauricio conhece-o
hoje e saber hvrar se das suas citadas.
Alm disso, penetrou agora no cora$So de
meu rmSo o amor pelo trabalho, e o tra
balho a melhor gide deste mundo.
Quando voltava para lecolher-se ao cas-
talio, peesativa a despeito do sen racioci-
nio, leve raido produsio se nao longe della,
e os montes de arbustos entrebertos de-
ram pxssagem ao proprio Mauricio.
Seriam os brancos raios da la que, re-
flectindo-se nelle, fasiam-n'o aBsemelhar-
se a um phantasma ?
Ou alguma violenta emocSo que elle nSo
podesse dominar ?...
O caso que o mancebo estara mais
pallido que a morte.
Vais para o Castalio ? perguotou elle
moca, oU queres continuar a passeiar ?
Em qualquer dos casos, toma o meu bra-
co. Se a minha presenca nlo te muito
agradavel, preservar- te -ia ao menos de
mos enoontros.
O toa de Mauricio era t&o breve, tito
singular, que Souriquette ob=deceu-lhe
sem tazer urna observauio, tanto Ihe diaia
o instinct) que o terreno por esse lado
seria particularmente rdante, por muito
pouco que nahe se adiaataase.
Estou fatigada, respondeu ella sim>>
plesmente, e recoiho-me.
Encaminharam se para Argolles.
De repente Mauricio deteve-se.
Acontece-me urna cousa extrrordi-
naria, disse elle.
Que ? perguntou a moca Borpren
dida.
Sabes do meu vivissimo desojo de
\POLLO
Montada com todos
Smji'ensillos proprios
pa a a execu<;o de
qualquer obra tjpo-
gr' phica, desde a mais
faci^ maisd.ffi 5-PH-4C4 DA fO.^OBDIA-S
Junto Companhia
de Bombeiros
Mercearia
o
Vende se a mercearia denominaoa Veneza
Americana, sita ra Dr. Joaquim Nabuco n. S9
(Capnoga), sendo um des melones arrabaldes
deste Estado, tornase recommendavel para um
principiante por dSo ser preciso empregar gran-
de capital ; a casa tem cemmodos para morada,
e o motivo da venda > en propietario ter mais
de orna e bem distante a tratar na ra Capito
Lima n. 32, em Santo Amaro.
Aos senhores deengenhos
Tri-snlphito d cal
Superior ral de Lisboa e polas**
Para alvejar e limpar o asiocar
Vendem Guimaraes & Valente
6Gorpo Santo6
Vinho Maduro
Pelo ultimo vapor recebemos urna importanu
remeesa do delicioso vinbo maduro, analysasY
pela innta de bjgiene da Capital Federal.
O VINHO MADURO, puro da ova, o melbo
que tem vindo ao mercado, neste estabeleo
ment se enconlra
SEMENTES NOVAS de flores e hertalicas or-
todas as qnalidades.
AZEITE pnro de oliveira em latinbas de meu
uum litro.
Em bebidas finas, como sejam : champagne
cidra, vinbos Bordeaux, Porto, Douro, Chamber
tim, licores de diversas qnalidades, nao temn
rival.
Queijos de todas as qnalidades e o apreciad*
-equeiao em latas.
Emnm, completo sortimento de gneros dt
primeira qnalidade para urna boa despensa e c
precos sem cea petencia
Ra estreita do Rosario numero 9
Pocas Mendes & .
Teephone*4>
Lopes & Araujo
W


Continuam a ter em seu estabeleciment gran-
de deposito das merPidonas abaixo declaradas,
onde os llims. senhores de engenbos poder'
se supprir para a nova safra, a precos sem com-'
petencia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oleo de mocot.
Aceite de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pise em latas.
Graxa em besigas.
Gaxi'ta delinbo.
Polassa da Rnssia.
Ra do Livramento
/.
n.
38
WIISKf
Roya! Blead marca VIADI
Este excellente Whisky Escoces pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de casa,
para fortificar o corno.
Vende-ae a retalbo nos melborea arma-
sens de molhados.
Pede Roy al Btand marca V!ad
cujo nome e emblema aZo registrados par*
todo Brasil.
___________BB0WN8 & C, agentes.
Vinho yirgem de
Moncao x
Alneiro, Fernandes de C. estabe'ecidos com
armaiem demoibados rna da Iirperatriz n. U,
avisam ao respeitavel publico e fregnezes, qne
receberan) e vendem desse apreciase! vinho.
____ Telepbono475____________
Cal de Lisboa
Vendem Cunba Irmaos A C, roa da Madre
de Deus n. ti.
conhecer mais intimamente o Sr. de Rho-
des, disse elle, ou antes, de estreitar reto-
cos com o av de Ignez ?
Sim, e entao ?
Apezar dos meus adiantementos, o
Sr. de Rhodes, comquanto me tivesse tes-
lemunhado a principio grande sympathia,
conservava se de gelo. Eu nSo osava ir
de encontr aua voluntaria frieza, quan-
do de certo tempo para c elle parece-me
mudar inteiramente para commigo e pro-
cura-me de modo evidente. Por duas ou
tres vezes nestes ltimos das tonho o
encontrado em Santa Margarida. e elle
mostrou.se quasi terno para commigo.
E' possivel? Ah meu Minou, que
prazer me das!...
Oh por que ?...
Porque o Sr. de Rhodes o homem
que eu mais estimo no mundo.
Tens entao tembem sympathia por
elle?
Ella sorr o divinamente e responden :
Dm pouco.
Ah I.. Ters estado com elle maior
numero de v<-zes do que as que me tens
dito?...
Sim, muito frequentemento at.
Em que oiroumstancias ?
E couaa muito complicada para te,,,
explicar aqu Mais tarde dir-te hei tudo
por miado. Em tudo caao, nao falles a
ninguem de tua casa nessa sympathia, es-
tas ouvndo ?
Mem mesmo mamSi ?
Oh 1 a e-aa quanto quizeres, diffe-
rento, nSo tenh > aegredos para ella.
Tei.s-n'oa entao para mim ?
Tai ves.
O mancebo nlo ousou insistir.
Chegavam o castello.
Souriquette, disse Mauricio com voz
trmula, d^*j-v* pedir-te urna cousa...
Parece um mendigo implorando urna
esmola; que '<
(Continua).
Typ. Dw
a> aqu- de Caxias n. 41

i
t


i

I IPv


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9ATI9ZOB_Z0LAVL INGEST_TIME 2014-05-22T21:18:19Z PACKAGE AA00011611_17430
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES