Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17429


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Full Text
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TELEGRAMHS
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6-aIO 7ABTSCVIAB SG 2tt!C
RIO DE JANEIRO, 21 de Outubro, s
3 horas e 30 minutos da tarde.
..; O governo desmentio hoje pelo Diarlo
Oficial os boatos, espalhsdos pelos seas
adversarios, de se achar e!le em diffi
culdades para taer face s neccssidades
pecuniarias da admiuistracSo, sendo for
'jado lanzar mSo de meios extraordina-
rios-
. O Thesouro acirescenta o Diario Of-
jliial, est flgido, e dispoe de meios or
dinarios superiores s necessidades de pro-
veer as exigencias do servico.
INSTROCCiO POPULAR
. os ras immm .
POB
ARISTIDES ROGBR
. j QUINTA PARTE
Aorganlsa^lo dos I osee 1 o
CAPITULO II
.4 uraii bocae
(Continuacao)
Aprsenla;!,-se nos maodibulas,que termioam
pe um colcoete ou gario agudo e furado.
Bste colcoete tem um canal aonde ral parar o
iu o excretador Esta arma forruidavel ao
msalo lempo urna mandbula, urna antena, ama
prca, urna nema, um gancho, um aguilho.
Vi" se na bocea di araoha e da escolopendra :
p ;-. feridas que produz podem ser allomas vezes
de ;a[ia gravidde.
Se as aranhis do nosso pas s podem matar
moscas, nao succede o mesan com as grandes
ranbaS dos paizes quentea, a maior parles das
quaes sio muito perigosas.
Atarntula, a respeitoda qual tantas f bulas
ge ti m inventado, pode determinar, por mais que
?e disa, horriveis convnlses, e tem se chegado
al a citar es-sos de morte occasionado? pela pi-
cada da malmig"-"i ou araoha da America.
As esco!opet<-i-s das AQtilhas e do Senegal
nao sao menos trmiveis ; a sua mordedura can
na febre intensa, a qual pode ser seguida de
accidentes nervosos, as vezes mortaes.
Examinemos agora essas especie i de bicos ar-
ticulados, qoe pancem fetos para penetrar atra
ves dos corpos mais duros. A sua sabtilea e
aliada poota causam nos admiracao. Mas obser-
v-.uiol as mais Htleutamente.
Aquillo que nos lomamos por urna adaga nao
mais do que urna bulaba ou estajo, que contera
tres ou quatro foto;.* de adiniravei delicadeza,
unidas urnas s outras pela bainha que as defeo
de e sustenia.
Estas folbas para lelas servem para conduiir
a bocea do aggressor o sangoe qoe sugara na
ferida victima.
Esta arma a do terrivel bicho que todos co-
nbecemos : a pulga
Perience tambera a numerosa classe dos he-
mypteros.
A notonecta, que nada de costas em todos
os mares da Europa, a sangrenta reduvis e a
nepa cinzeota, saben fuzer uso d'ella contra 08
mais debis insectos com que querem alimentar-
se, damesma sorte que contra oa seas mais
terriveis i mongos.
Mas o rostro (biro) dos hemvpteros, como os
naturalistas Ihe cbaraam, nao mais que orna
arma tosca, comparada com a tromba de que sao
prvidos muilos insectos dypteros.
Aqui ja nao ha bainha ou estojo que penetre
na ferida com as folbas que conim.
ntreos dypteros, a tromba na, a bainha
ue serve para formal- despregase peta parte
e fra, quando as lncelas cortanies que ella
envolvesc profundam co tecido que atacaram.
A tromba do mosquito o typo do genero.
Compe se de cinco lancetas, doas das quaes
lerminam em ama pequea dilatacao lanceola,
emqaanto que as outras doas formam denles
na parte interior, e a quinta em toda a sua ex-
tensao.
O labio inferior da bocea 6 prolongado, para
servir de estojo a eate maravilhoso apparelho.
Valendo-se urna tromba, como os mosquitos
e os maringuines : prodosem essas iocommo
dativas picadas, que todos os viajantes tem que
solTrer quando visitam os paizes qoentes.
Obipobosco co tbano alado pica com urna
arma desie feitio os bois e os cavados, e em cer-
tas regies da frica outra mosca, mais tetnivel
que a vbora, a terrivel tz-lz, inoculada do
mesmo modo nosanimaes domsticos um veneno,
qoe os anniquilla e os faz morrer em poocos
dias.
Passemos agora as.
(Contina).
r-ARTE OFFICIAL
-*_

overoo do Estado de Pernambueo
4.* seccao.Palacio do Governo do Estado de Pernambuco
em 20 de Ouiubro de 1890.
O Desembargador Baro de Luceni, Governador do Estado,
osando da aitnbuicao que Ihe confere o decreto n. 7, de 20 de
Novembro de 1889, decreta :
ArUgo nico. Pica alterada a tabella n 2 annexa ao Begula-
me(.lo de 12 de Margo de 1888, na parle relativa aos vencimentos
do professor da aula primaria do Gymnasio Pernambucano, os
quaes serio 1:200.4000 de ordenado e 600*000 de gratifteaeo.
O secretario do Goveruo faca publicar o prseme decreto, ex
-

pedindo asjsomraunicages necessanas
c *
Barao de Lickn*.
--*-
%etos do Poder Ejecutivo
fkoreton... de 13 de Outubro de 1890
A loca a legislago vigente, quanto realisagSo
' do capital d-.s sociedades anooymas
-{' raarechal Manoel Deodora da Fonseca, chefe
dj soveroo provisorio dosEslados-Unidas do Bra-
zil.'constituido pelo exercito e armada, em nome
da naco. .
Considerando que, para assegurar a senedade
necessarana organ.sagao das sociedades ano
r.vmas e defieoder contra o jogo da especulagao
oi credores sociaes, as lea do commercio, em
toda a parte, snbmeitem a consliluigo d'essas
a=50Ciac6es clausula da realisago previa de
una parte, mais ou menos consideravel, do ca-
pital subscripto; ,.
Considerando que a laxa d essa entrada preli-
minar apenas de 10 /, segundo as nossas leis,
e que a experiencia lem demonstrado, e est de
monsirando, por exemplos deplorareis, a insufla
i-nc.a o essa proporco;
Considerando que a exiguidade d e.la nao P
provena senSo ao artificio oe explorages incoo
1, --veis, coninbuindo para entreter no mercado
urna animacao apparente e exagerada, mediante
'a tipparato de empresas desmoldas de vitahdade
rVa' incapazea de viogar e engeubadas nica-
mente para utilisar, em detrimento dos inexper
i-= a beneficio dos sagazes, a afllaencia de ele-
mtuics de crdito abundante n'esie periodo au
spicioso c dignos de melbor applicago ;
Considerando que esa- tu|_erftlag5o de espe
cclacOes etlereis, damuinbas e prfidas poderla,
rro aiauada, assuiuir as i roporiOes de grave
rengo e leude a ueuiralisar, ou, pelo meos a
i! mmir consideravelaente os beneficios reser
Tsd03 ao paz por tanto* e lo importantes com
metlimeoioB, como os que vo assigoalando e re
rommoodando conliaoca dos capialislas nacio-
naes e estrangeiros era republicana;
Considerando qoe os meios dispooiveis, entre
a aitribuigoes do governo, para aecudir a esse
ai gao limitados indirectos, nao Ihe sendo
licit attentar contra os principios da liberdad--,
em que se molda o rgimen das sociedades ano
nymas ;
Opf*rf*tl '
\ri 1. De ora em dinle nao se haverio P' r
i'tini'iivameoie constituidas as sociedades ano-
oymas setio depois d- subscripto por oleiro o
capital social e effectivameoie depositado em um
banco escolha da m.ioria do. subsc tptoroj,
'tui diiibeiro, oe maior prpoigo nao estt-
rclrem os prospectos, do valor de cada accao.
Arl. i." Tambem nao se poder oegociar as ar,-
te das sociedades anooymas, que dora era
cante se constiiuirem, antes de realisadoo 40',
, de capital subcnpto.
Sao prohibidas, t'esias transferencias, as pro
ceracOcs em causa propria.
Arl. 3. E' oulla de pleno direito a sociedade
aooyma que se der por constituida em cootra-
vengO do dinoosto ao art. I, e rritos os con
tractos que vioiarem o art. V.
Art 4 Quando o .ccioaista nao efteciuar ?3
entradas no prazo eelipulado.cabe =ociedade,
salva a sua acyao de pagamento contra os sub
seriDtores e ersioniirios. o direito de fazer ven-
cer em le.io as acetes por coma e risco dOM a eolicao do dia, lepois de notificado o
accionista mediante urna ulimacao judicial pu
Uieada por dez veze-. durante um mez. era duas
fclhas, das de maior circuiago. na sode ds com
P*Sdo a venda se. ato (ffectuar por falta de
< mpradorw, a sociedade poder declarar per
'.a a accao e appropriar se das entradas lenas
ou exercer contra o subscriptor e os cessiooanos
es direitos derivados da sua responsabildade.
Art. 6." O eep peder tftV( toar-te 5o* bancos de emitsao e
en ouirts 8B]iio* fitcalieaiSo oo governo, ou
cue.pai ts#e bm f* tujeiurem a ella, mjdian-
juneoio do r'8p-ciivo fiscal certificando
a realiasde da entrada ido dmbero no cofre do
estabelecLmento e sua escripiuraso nos li\ro
da casa acredito da companbia projectada.
Nos lugares onue uo ouver estabelecimenlo
baocario nestas condijCes, o deposito podera
effectuar se as collectorias ou thesourar as de
fazenda. provandose porcertido. do collector.
Art. f>. ReTO( lra"- ..<
Sala das sess6esdo Governo Provisorio, II de
Outubro de 1890. S.'da Repblica.
Mjlnoel Dkodobo DiFONSKCA.
Ruy Barbosa.
DICHETO R. 861 DE 13 BE 0TUBA0 DE 1890
Pro\ sobre a nomeago de juixes de paz nos
districtos que nao os liver eleitos, aas colo-
nias militares e ncleos colooiaes.
O generalissimo Manoel Deodoro da tooseca,
ebefe i governo provisorio ccnstituido pelo
exercito e armada em nome da naco, tendo ou-
vido o ministro da justiga sobre a necessnlade
de serern creados e prvidos lugares de juz de
paz ns colonias militares, nos ncleos ctlqniaea
e districtos em que os nSo ba eleitos, afim de
ser aitendida a commodidade dos povos, confor-
me representaram alguns governadores e os
admioia'.radores u'aquelles esubclecimentos, cm
quanlo r.o ^e coostrtuem os estados e nao se
publicam as leis da nova divisio e orpanisaclo
iudiciaria que definitivamente proverao sobre
essa e ootras neceesidades do servico pablieo :
Decreta :
Art. 1. Os governadores dos estados ao ao-
tonsados a nomear em cada colonia militar, oo
cleo colonial ou districto em que oo houver
joiz de paz elolo, om cidado que exerga este
cargo e doua suppleotes.
Art. i." O juiz de paz, nomeado oa conformi-
dade do artigo precedente, e o escrivo que elle
nomear, exereerao dentro da respectiva circum-
scripgfio todas as sttnboicoes inbereotes a esses
cargos em virtude da legislago vigente, nclusi
ve as relamas ao casamento civil nos termos
do art. 110 da lei de 24 de Janeiro do correte
aono, e percebero pelos actos que praticarem
os emolumentos laxados.
Art 3. Os supplentes subsliluiro o juiz em
seus impenmentos e na ordem estabele.cida no
acto da nomeago.
O ministro e secreiario de estado dos negocios
da iusUCa assim o faca execotar.
Sala das sessoes do governo provisorio, em
13 de Outubro de 1890 Io da Repblica. Ma
noel Deodoro da Fotueca.-. Ferraz de Campos
Salles.
DECBBTO N. 854 DB 13 DE OUTUBRO DS 1890
Cia os lugares de juiz de direito, promotor
publico e escrivo no arcmpelago de femando
ae Ncronba e da ooiras providencias.
O generalis-imo Manoel Deodoro da Fonseca,
chefe do governo provirorlo coostiiuido pelo
exercilo e armada, em oome da oagao, tendo
ouvido o ministro e secretario de Estado dos
goci08 da xislica. e considerando :
Qae o archi,>elago de Fernando de >oronha
territorio patntenle a Uoio Brazile.ra. qo<*
deve coauuuar rob a admiuietragao dos pod res
geraes da Najao, e portanto do Governo Fe
deral ;
Que o desrnvolvim*nlo da Dopulagao aa prin
cipal ilha do mesmo ar> hipelago e com especia
lidade o esubf le> imeuto penitenciario ahi mao-
tido, exigem a presenga de om juiz com pleua
lurisdicgo civil e criminal, unto mais necesaa-
la qoanio a ciusiderago de seriin de summa
gravuade os abusos e irregularidades na mu
tos annos denuncalos por toda* as commissOes
inspectoras, assim era varios servigos da admi
msirago e polica local, como na entrada e sa
blda dos cuo.iemnado*, oo cueprimenlo das
penas, no rgimen da peuit-oeiaria e notorias
as difficuiudcs da represso e dos actos Jud
ciaee em -ral. .oium-ttidos. como tem sido,
as autoridades do termo do Kecife, e. portanto,
dependiles de transporte das e teste-
maullas pira o continente, o que lem creado
emoaragos at para a celebrago do casamento
civil, accresce que, depois da organismo da
Repblica, a junsdiegao da mesma Uln deve
perleocer justiga federal ;
Qne as coodices do lugar determinara por
dever da jostiga e conveniencia publica a ne
cessldade de bem remunerar o magistrado e
mais empregados da jostiga que n ella houvercm
de prestar seus servigos ;
Que, por oatro lado, oo interesseda fazenda
puolica, do rgimen e disciplina da penitencia-
ria e conforme representou o goveroado.- de
Pernamouco, para attender justas reclama
gOes d'esse Estado contra os pnrlgos a que o
expoe a agglomerago em seu territorio de todos
os individooa sabidos da lenilenciarla de Fer-
nando de Noronha, orgem disposigoes que me-
lbor determinem aa csndigOes da admisso e a
respoosabilidade das despezas de transporte :
lecreta :
Art. 1." Sio creados no arcbipelago de Fer-
rtiando de Noronha um logar de juiz de direito,
um de promotor publico, e oatro de escrivo,
todos de nomeago do governo federal
Art. t > Compete ao juiz de direito no territo-
rio do arcbipe>ago:
1.* Toda a junsdiegao civil e criminal de pri-
meira instancia com appellag) e recursos vo
luntarios ou necessarios que couberem conforme
a legislago em,vigor, para o tribunal de segun-
da instancia da'Capital Federal;
1 Exercer todas as atlribaigoes de joiz pri-
vativo dos casatnent. s;
3. Prover sobre a regnlaridade da execucao
de todas as penas;
4.* .\omear osomciaes de jostiga que necessa
nos forera, e prover interinamente os logares de
promotor e escrivo ;
3.a Todas as aitriboictes administrativas que
oas outras comarcas sio commettldas aos julzes
de direito, juizes manicipaes e de orphos e
juizes de paz;
6. Exercer inspecgo as pristes, vasar as
cartas de guia de todos os sentenciados qae a
ella forem recolhidos, e requisitar das aotorida
des competentes as qae taltarem, ou Jeverem
supprir os deffeitos das remettidas; providenciar
oo representar ao governo a bem da regulanda
de da polica local, do rgimen penitenciario e
aa organizago de todos os servigos, tomando, de
accordo com o director do eslabelecimeoto e
commandanie da forga mi'ittar, as medidas ur
gentes que forem necessarias ;
7. Execotar os decretos de perdo ou com-
motagr, em cenformidade dos quaes, logo que
delles liver coubecimeoto oficial, suspender a
execugo da peni ou modificar na forma deler
minada, Jeveodo, porem, para procedimenlo
definitivo, no caso de oo ser o juiz de coo
demuagao, guarda a reqnisico do joiz a quem
competir julgar a cooformidade da graga com
a colpa.
Art. 3. 0 promotor, alm das foocgtes pro-
prias deste cargo, exercer todas as do rximste
no publico, e poder interpor o recurso de graga
em favor .dos sentenciados que a merecerem,
sendo as petlgoes acompaobadas da informaco
do joiz de direito e do director da penitencia-
ria.
Art. 4. 0 escrivo servir em todos os fetos
da competencia do jais de direito, accamalando
os oficios de tabelliao do publico, judicial e no
Us, e oficial privativo dos casamentos e do re-
gistro publico.
Art. 5. Os funeciouarios, a que se referem os
artlgoa precedentes, percebero os veocimentos
marcados na tabella annexa, alem dos emoiu-
meotos, qoe Ihe compelirem na forma da lei.
Art. 6. Sem previa autorisago do Ministerio
da Jostiga, nao poderlo ser remettidos para
Fernando de Noronha ootros presos, qae oo
sejam os coodemnados por crime de moeda falsa
oo contrabando.
Art. 7. Correr por coota do Estado respecti-
vo a despezi do transporte, de ida e volta, dos
presos que, sua reqoisieo, forem admillidus
ea Feroaodo de Noronha, com excepgo dos
condemnados pelos crimes mencionados no ar-
tigo precedente.
Paragrapbo nico. Cumprida 00 extracta a
pena, o preso sera transportado para o Estado
em qoe houver sido condemnado, si sua costa
nao se transportar para outra parte.
Art. 8. O Ministerio da Jostiga autorizado :
!. A mandar remover da ilha de Feroaodo de
Noronha para o logar do Continente de onde te-
nham vindo, os presos e quaesqoer pessoas qae
all estejam sem aoiorizagao legal;
S. A eupprmir os empregos, creados pelo
regulamento n. 9356 de 10 de Janeiro de 1888
que vagarem.
3.* A dar commisso para o estado, dentro oa
fra do paiz. dos estabelecimentos e regimena
penitencanos mais adaptados ao systema penal
que decretar o governo da Repblica.
Art. 9. Revogam-se as dlspoaigtes em con-
trari. .
O ministro e secretario dos negocios da jostiga
ass.m o faga execotar.
Sala das sesses do governo provisorio, 13 de
Outubro de 18V0.
Manoel Deodoro da Fonseca.
M. Ferraz de Campos Salles.
Tabella do* venclmenloi m Jola de
direito, aroaaotor publico e eacrl
vio a que *e refere o decrete ss.
SKI deaia data.
Empregos Ordenado 3.000*000 2:000*000 1:400*000 6:400*000 Gratifica gao
Joiz de direi-Promotor pu blico...... Escrivo 2:000*000 l:00'*i00 800*00 3:800*000
Total
3:000*000
3:000*000
5:100*000
10200*000
Rio de Janeiro. 13 de Oatubro de 1800. Jf.
Ferraz de Campos Salles.
Decreto n. 836=de 11 de Outubro de 1890
Manda exrcutar >-m todas as Ifaudeira* e mesa*
de rendas naDiliUdas da repblica a nuva
tarifa e suas dt8|)Onig6es preliminares.
O marechal Vano> 1 D udoro da Fonseca. chefe
do governo provisorio constituido pelo exer
cito e armada, em oome da oago.
Decreta :
Art. 1 A partir do da 15 de Novembro di
correlo anuo nn dame, ser executada em
lO'ias a^ alfandfg. s e mesas de rendas habilita
das da repuolica a tanf i e suas disposigtes pre
limioares, que ac npaahatn eate decreto.
Art. 2- ricaJB revogalas as disposictes em
coutrano.
O ministro e secretario do Estado dos nego-
cios da Faieod- assira O faga execotar.
Sala das sesste" do governo provisorio, li de
Oulubro de 18*0. i da reputilica.
Manoel Drodoro da Fonseca.
Ruy Bulbosa.
RelotajMo d* conalstio organUa
dura do projeeto da arf.i das al
fundifa e iuezaa de renda*
Eim $r. ministro ds estalo dos negocios da
Fazen la.
Apresfltando a V. Esc o projecto impresso
das :ari'da3alfandagi8,decuU reviso V. Exc.
se digtoencarroar nos em 23 de Juobo ulti
mo, cuBUre nos expor a V. Ex;, as ideas que
adopiarojo pira organ3agao dess? Irabalbo, e
que nos**rviian de norma oa suj confecgo,
exposigad esia tanto mais neiessana, quanto
ncarioasatm esclarecidos alguos pontos da ta-
rila, que podero despertar reparos e ser jalga
dos obscuro.
Tendyfcos sido recoramendado que na revisao.
qoe nos era commettida, fossrm lomadas em
consideragSo as rsclamagOes nesse sentido apre-
s-otadas ac governo e existentes no Thesouro
Nacin I. comegamos, como cumpria proceden-
do a minucioso estado desses documentos, exa-
minanJo delidamente os argumentos e raztes
nelles formulados e pro :urando coobecer a exa-
ctido oo jostiga das pretengtes qae nelles se
e3tribavaui.
Tres qaartas partes, pelo menos, dessas repre-
seniagoae sio deinteressados em estabelecimen-
tos fatiris da industria nacional e mais ou menos
fundamentadas com allegagea e docomentoa
qoe tendem a provar a imprescindvel oecessi
dade de diminurem-se os impostos das mate-
rias primas consumidas pela fabricago nacio-
nal, e de elevaren! se os dlreitos de importago
dos gneros similares de prodaego esirao eira,
qoe veem para O consumo do paiz. Afirmam
qoe a industria nacional Iota com extraordioa
ros embaracos para sustentar se, vista da
formidavel concorreoeia que os seos producios
encontrara nos similares eatraogeiros, importa-
dos no paiz em larga escala e expostos venda
por pregos oaixos. por serem demasiadameole
benignos os diretioe a qae os sujeita a tarifa das
alfandegas. Que oestas coudlgOes sem adopgo
das laxas qae oas referidas representagOes se
proptem toroando-se francamente protector o
systema de orgamsaco da tarifa, nao poder
a i dustria nacional medrar nem talvez sus-
tentar se.
A outra parte das leclamacoes de commer
ciantes e de pessoas de outras prollssoes, qae
representara contra a exorbitancia das laxas da
tarifa para o maior numero das mercadorias
claseificadas, laxas que excedem de muito a
proporgAo correspondente s razOes efliciaes da
mesma tarifa, de maoeira que, longe- de serem
os direitos os qae a lei tinba em vista langar
attingem rnuitas vetes o dobro e o triplo da im
porta'ncia qoe deveriam ser, atiento o valor real
das mercadorias. Eniendem ser enorme injus-
ticia gravar por tal forma iroducios de que a
fabricago do paiz nao pode abastecer os mer-
cados, oaerando am extremo os consumidores,
resiringindo o commercio. cerceaodo a importa-
gao e falseando as estatisticas com algarismos
que nao sao verdaderos, por basearem se em
valores officiaes distanciados dos valores reaes
dos gene ios.
Qaer oas primeiras, qaer as ultimas destas
representagOes, a de eovolta com asseveragtes
de coja verdade estamos intimamente conven-
cidos, esfjrcaodo nos quanto possivel no traba
iho de que romos encardados por lhes dar re-
medio, ba rauias proposigOes que nao sao de to
do fundabas ou o&o assoinem nos factos o grave
alcanceraue aos reclamaotes se antolba, nem a
elles pueta ser exclusiva oo immediatameate
attribtHdas as consequencips apon:aJas como por
elles geradas. ,
Com cffeito, nem sempre as raztes dos factes
se derivara das circumstaocias apparentes aue o
circundara ou precedem, mas acham-se veladas
de manera que s o ex ame muito demorado e
atiento da sua influencia e acgo pode pat-n
teat-as.
Nao para eatranbar, portaoto, v;r-se uuifor
memento levada a coota da tarifa das alfande-
gas a eitaago precaria do commercio de certos
productos em varias pocas, sitoago para a
qual as mais das veaes a influencia da Tarifa
simplesraente accidental, de minima importan-
ci.
Asaim tambem oo deveria o commercio tanto
impreaaiooar-se com a elevada proporgao dos
direitos dos gneros, considerando-a como uni
co obstculo ao desenvolvimento da importago,
porque todos sabem que nao obstante as laxas
pesadas a que sio sujeitas, ba grande numero
de mercadorias coja iraporlagao creece de con-
tinuo e cujo8 pregos, por forga dos melnoramea
tos da produego e-traneera, baixam constan-
temente dos mercados do Rrazil. Citaremos en
tre oulras os vinhos, o kerosene, as chitas, et:.
Qaando esaaa taxas onerosae incidem sobre pro-
ductos qoe teem similares aa fabricago naci
nal, i coo:urreocia dos fornecidos por esta pie
suspender oa paralysar o augmento progressivo
da importago ealraogeira, mas oo se deve es-
quecer ento que oa maioria dos casos as refe-
ridas taxas s foram eslabelecidas depoia de co-
megada a exploragao do genero nacional, islo ,
depois de 8e ter averiguado que para este havia
tambera logar nos mercados.
Qoeixam-se os fabricantes oacionaes de falta
de animacao da Tarifa, qae abandona os seus
producios a concurrencia dos gneros eatraogei-
ros, por serem diminutos, em seu entender, os
direilos que sobre esle recahem. Carece de fun-
damento esla assergo, assim exposta em abso-
luto.
Acompaobando desde 1872 as reformas das
nossas Tarifas aduaneiras, vO-se qae neohum
das Tanfas que nesse periodo vigoraram. a nao
ser a de 187, vison immediaiameote outro Intui-
to qae nao fosse obter maior somma de recar
sos da renda de importago e mel orar o syste
ma de arrecadagao, segando as exigencias do
deaenvolvimento na ural do commercio. lato nao
obaunte, exceptuado um oa oatro caso especial,
os interes6e8 da indusina nacional nanea foram
efqoecid08, mas pelo contrario sempre respeta
dos manten o-se oo augmentan lo se na maio
na dos casos na Tarifa os favores, a cuja rom
bra haviaaa se esuoelecido os divesos ramos da
mesma lodustria. Dest'arte si nao teem sido as
no8cas Tarifas leis exc.usivamaote feitas em fa-
vor da fabric8gao nacional de accordo com o
systema protector, oo deixaram de pouco a
piuco ir alargando os favores de que caricia a
industria branleira para desejvolver se e pros
perar, oblendc ella sempre accreacimo progres-
sivo dos direitos dos gneros smil tres estran
geiros, dimmuigo oas t.xas das materias pri-
mas importadas e mais favores correspondeo-
eora serem moderados e pouco ruidosos, nao
foram meos reaes os oeoehcioa qoe taes leis
paulatinamente dispensa'am industria nacional,
o prova a sitoago a que ella attiogio pesies
uliiraj* lempos, d-spertaado a attengo dos le-
ifisiadore' e ganhando asna yrapatnia.
Com effito todos os ramos da nos-a industria
t em prosperado, estando moitos delles solida-
menie radeados no p-iz
E' ver iade que alguns espiritos pouco obser-
vadores juUam ver decadencia em certas indos
irias, ponjue nao podem contar emprega los aa
respecta tabricagao o m^mo numero de esta
belrcimentos que joir'ora fancionavam, mas
nio atiendem a qae si o numero de fabricase
menor, o capital das.poucas qoe resum mu
tisMuio mais avuhado qae o de todas as de ou-
iros tempos jumas, o que apenas o resaltado
.10 progresso da pridacgo, da luta pelos merca
dos, na qual tuceumbem ot pequeos esUbeie
cimentos diunte do; mais avantajados em cap
lae'.
Islo succed'j por toda a parte e era todas as
manifeelagoea da actindade humana.
Um s dos grandes paqaeles transatlnticos,
que entrara diariamente no porto do Rio de Ja
neiro, transporta mais carga do que aa centenas
de embarcagbes de velas que ba 50 annos coaiba-
vara a nossa baha.
Eotre as reclamngtes daquellea que lncrepam
a tarifa como urna lei excessivamenie oppressora
pelos pesados encargos que langa sobre os gene-
ros importados, e dos que entenJem que o des
envolvimeoto e sorte da industria naciooal s
depende da aggravacio de taes direitos, juigados
por elles benignos, era verdadeiraraente difficil
ou mesmo im possivel escolher om mel termo
que lograsse a fortuna de contentar a todos. Re
Holvcaos, portanto, enfrentar francamente a si-
toago e agir como parecesse mais conveniente
s circumstancia8 do momento o ao3 iotrresaes
geraes da nago. O estado econmico do paiz
acha se em condigtes peculiares e atraveasa um
periodo de actividade emque se levantara as im
dativas de varias empresas industriaos.
Aproreitar esse movimento, seno dirigil o,
facilitar-lbe a expaoso e a realizago dos seus
".mprehenditnentos, urna necessidade indecli-
navel.
A'situago da industria fabril, alm disso. attin
gio nm grao de desenvolvimento. qae nao pode
ser encarado com indifferenea. e, si de muit-js
de seus ramos os productor das fabricas dispu
tam j entre si a poise dos mercados, indispen
savet minorar Ibes essa luta, equiparando a sua
posgao a d03 gneros estrangeisos, que dos
meamos mercados os desloca m por se apresen-
tarem em coodiges mais vantajosas.
Accresce qoe da sorte de taes productos oa
cionae8 depende o fatoro e prospendade dos
respectivos estabelecimentos e faDricas, e dea
tes acba-se immediatamente vinculada a de ami-
tos milhares de operarios, cujas condiges de
existencia nao podem ser ao governo do estado
iodiflVremes.
Era, pois, palpitante a necessidade de impri
mir tarifa feigo mais acentuadamente pro-
tectora do que maoifestaram as precedentes, o
que ae podia sera gran le e.-forgo conseguir com
a consoliago dos direitos da tabella movel qoe
convinha revogar.
De accordo.com eate peoeamente demos come
go a revisao, evitando, porm.estabelecer taxas,
que por exageradas podessem assumir car-
cter de prohibitivas, tornando irapossive. ama
jancorrencia razoavel, benfica e legitima, ou
prejudicando muito a renda de importago pela
completa repulsa dos gneros estrangeiros sobre
que houvessem de incidir.
Surgia, porem, ama dificutdade qae se oppa-
nba energic mente execugo deste alvitre. Era
eslarem em sua maioria moitissirao elevadas as
laxas da tarifa prop3:cionalraente s razes dos
direitos e aos valores reaes das mercadorias, por
te-em sido as medidas, qae conslitaem os valeres
officiaes, calculadas muito a favor do fisco.
Como sobregarregarem-se ainda essas laxas,
manteado se taes razes
Julgamos, portanto, acertado alterar tambem
as raies dos direitos, pondo assim estes mais
em harmona com os pregos dos gneros nos
mercados. O exemplo das tarifas de out ros pai-
zes justifica sofficieatemeote esta medida. Na
dos Estados Cuidos do Norte, mais de om tergo
dos gneros lanfados pagara alm dos direitos
fixos, correspondentes a 30, 40 oa 20 % do va-
lor, direitos ad tabrem qae variara at 50 /
conforme a maior on menor pro'ecgao dispensada
ao producto.
A tendencia da aggravago das imposiges
aauauc.roB esa quasi todos os naizes do mundo
geralmente reconnecida e demonstrada; e
ainda na ultima sesso da conferencia de Bru
xellds da Unlo Internacional das Tarifas, effe
c nada em 5 do mez passado, o respectivo presi
deote o Baro de Lambermoot, ministro de esta-
do da Blgica, positivamente o assignalou.
Consolidando a tabella movel, foi necessario at-
tender forma da sua incidencia, segando as
variagtes do cambio.
As taxas deesa tabella vo, com effeito, de
6 Vo al 20 o dos direitos, mas a applicago
desta ultima laxa s pode vlrificar-se qaando o
cambio esta cima de 27 12. isto cima do
par. Tomando em considerago esta circum-
stancia, proporcionamos as taxas consolidadas
em raso inversa dos maiores ou menores en-
cargos, qoe teem as mercadorias pelas taxas
actuaes da Tarifa, de maoeira a evilar at onde
foase possivel a desigualdade das imposiges.
Assim que o augmento de taxas, em virtude
da tal consolidagao, varia conforme os producto
senda em uns de 10 e em ootros de 12, de 15 cu
de 20%
Foram estas as ideas que predominaram na
organiaago do projecto qae temos a honra de
aobmelter a approvago de V. Exc.
Passaremo8 agora a justificar as moilicagea
maia importantes qae ecffreram os artlgos da
Tarifa.
DISPOSigES PRELIMINARES
Foram sapprimidos cas Disposigtes Prelimi
nares o art, 2o e paragrapbo res ..ectivo, que se
referiam Tarifa especial j revogada. t*
Modificamos o redaego dos 5o, 6 e 22 do
art. 3, poodo-08 em harmona coma praticase
guida na Alfaodega do rtio ile Janeiro, o bem
assim a ao paragrapho uuico do art. t.
Suppnmimos o 130 rt. 3o, que conceda isen-
cao de direitos aos objectos impoitados para o
eolio divioo por nao ter mais opportuuidade
esla concesso.
Accres8entamos ao mesmo artigo os 32. JJ e
34, dando entrada livre aos producios cbimicos
desuados a adobos oa correctivos na industria
agrcola aos animaes de raga importados para
as fazendi8 de criago e para o Jardim Zjologi-
co do Rio de Janeiro, e do vasilhame destinado
s empresas de aguas natnraes e medicinaes.
Estas uonCeSse8, comprehendidas na ultima le
ao orgameuto, pareceram justificadas, atienlos
os Bns qae vlsam, e por isso oo hesitamos em
adoptal-as. ..... .
Modificamos a redacgol do art. 7' gjj 1 e
Supprtmimos o i 6o.
Al.eramos a redaego do } Io do art. 8."
Suppnmo8 o art. 9.* por oo concordamos
con a disposigao nelle comida.
MoliHamos as disposi;5es reguladoras d
procesBO de assemelhagao, cootidas oos $ do
art. 15, por nao serem praticaa, e alterando a
redaego dos meamos paragraphos dem js a esse
processo urna f ma mais sumraaria.
Acciesceotamos aos casos de abtlimento de
iireitos do ar. t2 o de damoo casual ou de for
ga maior, legalisando assim a pralu-a mi-itojos
a, m s oao legal, de conceder Be a redaego de
lireit ; em taes casos.
Modificamos a redaego do paragrapho nico
do art. 27.
Alteramos igualmente a redaego do paragra
pno ooico do a't. 2i, a do piragrapho uolco do
41 e a do art. 47.
CLASSE i.'
Os oilo artigos desU classe fo'am rednz-dos
a um desappare:eudo as taxas dos animaes
feroZrt8 9 sanguesogas. Esta sappressio-jusii
fici se pela insignitcaacia da renda p ocedeute
da importago de taes auimaes. Diminuimos
tambem a laxa do gado laoigero, que era exa
Iterada, de 1*000 a 7n0
Soffreram alleractes par menos as peanas em
bruto por serem materia prima necessaria a in
dustria, e par dsis os chapeos de lebre, os col
chdes. as escoras de limpar mesas, os ttpanadores
e as vassourat qae teem similares na industria
nacional. A fabricago de chapeos de lebre con -
ta entre nos moitas fabricas iapotames com
avoltados capitaes empregados em macoinismo
e noiavel numero de operarios, estando 8 rabri-
cago j muito desenvolvida e aperfeigoada. A
concurrencia dos gneros semelbantes eslrn-
geiros limita se boje aos chapeos finos, que te
aprsenlara nos mercados oacionaes por prego?
taes qae delles deslocam os fabricados no paiz,
deixando os em precaria situago. 0 augmento
dos respectivos direitos procede desla circume-
tancia.
CLASSE 3
Elevaram s.-. as taxas de quasi todos os arti-
gos, porque de todos os gneros nelles classili-
cados ha extensa pioducgao da industria bra-
zileira. Exceptuado, porm, o art. 30 (couros
preparados) cojas taxas permittiram estabelecei
peqoeno augmento ae direitos sem alterar a ra-
zio, em todos os outros foi necessario recorrer
a esta medida para oo rigurarem aa tarifa ta-
xas disparatadas Assim saccedeo com o art.
it (cateado) onde, sendo preciso compensar o
imposto cessante da tabella movel, foi impossi-
vel ebegar a laxas razoaveis sem modiflear-se
a correspondente ra; So oficial.
Os fabricantes des e genero tinhara pedido au-
gmento de impostos e os importadores repre-
sentaram contra a exagerago das taxas em pr
jeto, que julgavam desnecessarias, por tsu: a
p oducgo de calgado nacional em prospera si-
tuago e no caso de dispensar lo gratida sacri-
ficio da renda do Estado e dos consumidora.
Procurarara co:is< -guin temen te adoptar taxas me-
dias, que garanlissem a industria indgena sem
pesado oi.u; dos consumidores, de forma a com-
pensar tambem e augmento laucado sobre a ma-
teria prima, que por constituir producto acaba-
do de outra industria -a dos cortomescarecia
de ser favorecida. 0 mesmo aconteceo com o
artigo luvas. Em alguns artlgos houve correj-
ges na classilicago para melhorar a arrecada-
gao.
CLASSE 4*
Ncsta classe eslo arrolados o bacalho, a car-
ne secca, os azeites ammaes. as conservas de peste
e carne e as rifas de esparmacete e estearina. Va-
rias representagOes da praga de Pernambuco fo-
ram presentes ao Governo, reclamando contra a
laxa do bacalho ; e, comqoaoto nao estivesse
de todo provado ter sido prejudicial ao commer-
cio, segundo ailegam esss documentos, a con-
servaste de tal laxa, nao hesitamos em diminoil-
a, atienta a.natureza do producto de to gran-
de consum das classes menea favorecidas de
fortuna. O mesmo acontecen com os direitos
da carne secca, qae eslavam realmente ora pou-
co altos, e contra os quaes se pronunciaran! os
importadores do Aio de Janeiro, por intermedio
d* respectiva praga do Commercio, alm de j
mais orna vez o haverem feito os repesentaa-
tes diplomticos das Repblicas do Prata. cha-
mando para tal assompio a attengo do Governo
Brazileiro e solicitando providencias. Tratan-
do se, porm, de orna mercadona qae coostitae
a principal prodaego do Estado do Rio Grande
do Sul. e cuja situago sao das mais flores-
cenes, nao foi possivel levar mais longe na Ta-
rifa a redaego da laxa da carne secca estran-
geira, qoe passou de 070 a ser *060. Nos leos
animaes dea ae tambem redaego de laxa, por
ser genero indispensavel em todas as indos-
tras.
Elevaram se os direitos das conservas de car-
ne e peixe, excepto sardinhas cajo valor mer-
cantil e extenso consumo tornou necessario e3-
i belecer-se ciassilicago e taxi especial, do
sabao sem perfume, das velas de espermacete es-
toara a au oelln nao oopceitiooda LUUilS mer-
cadorias que sao ubjectu de exploragao da in-
dustria nacional e que estavam favorecidas com a
tabella movel.
CLASSE 5*
Nesta classe as alierages foram poucas, re-
duzndo se as taxas do artigo bocetos para rap,
por paesarem a pagar direitos peio peso bruto.
CLASSE 6*
Subiram as texas das conservas e dotes e
1rudas, que tm produego muito aperfeigoada
na nduatm nacional e podem concorrer nos
mercados com os melhores productos esirangai-
ros.
Foi redozida de *080 para *060 a taxa das
[metas verdes. E' este um producto qae em
muios paizes completamente livre de direitos,
como lucceiie oas r.-publicas vizinbas, onde se
importim todos os de procedencia do Brazl
isentos de impostos.
CLASSE 7
Alteramos a classili .ago dos arts. 105, 108 e
(10, rudmelo os em om s; elevamos cerca de
15 "/ as taxas *'o artigomasaas alimenticios,
biscouios, bolacha, macarr&o, aleiria o das mas-
saa e conaervas de leguraesqae tm produe-
go no paiz regularmente eocamirrhada.
Como sabido, tem-se desenvolvido muito l-
timamente a rallara e preparo do arroz em va-
rios pontos da Repblica. De Santa Catbarina,
.n Paulo e desta apital foram dirigidas- ao Go-
verno varias representagOes, pedindo a eevago
dos direitos deste geaero. Sem concordor tn
totum com os argumentos apreseotados, julga-
mos comtudo cpportuna ama mdica eievagio
aos direitos, de *025 a *030 por kilogramm,
o qae corresponde a *300 por gacco. Esta ai-
terago representa on faior j valioso para o
productor, sem ooerar o consumidor.
CLASSE 8'
A mercadoria mais importante classiflcida
nesta diviso o fumo e seus preparados.
Fez se nos rospeiuvos direitos apenas a ele-
vago de 10 /> apezar de ser este gene-o um
dos mais consideraveis da produego nacional.
Aa casas importadoras reclamaram contra os
direitos da Tarifa; mas, tratando se da merca-
doria de luxo e fazendo se a elevago em con-
diges moderadas, a soa sitoago commercial
torna se, se nao mais alliviada, pelo menos mais
firme e definida do qae sujeita tabella movel.
CLASSE 9*
A importancia das mercadorias clarificadas
n'esta parte da tarifa e a aatareza das emenda*
aconseiham dar Cunu das alterages felas nesta
ciasse, artigo por artigo
Arl. 128. Diminuimos a taxa do akalrao de
,015 para *0l0, on.igaodo O, porm, ao oaga:
meuto dos direitos pelo peso bruto, por s*r quasi
impos8ivel a venheago do peso liquido; E*
lamoera materia pruna indispensavel a outros;
ramos de odastna, e contra a taxa existente se
tem manifestado repetidas vezes a Companbia das
dinas de Jerooymo, sem talvez razo em ab-
soluto.
Ait. 130. A produego dos ole.s veoitaet t^-m-
se deseuvulvido nouelme.iie n'estes ltimos
lempos no paiz, e d'aquellas que convra nco-
rogoar por dar escoameoio aos productos n.ita-
nes do solo Diaziieiro. Modificamos por issoa
classitieagao, amellando taxa de *200 o oleo de
colza, o que inanr concur-eocia faz 4 P'O.lucgaO
oacionaUe elevan lo de 4100 a *150 a dos ua
especilicatos. Fa.litamos, porm *".
cao do azeite doce iioo engarrafado, seota ido-f
do accrescitna de direitos que paga va pelo tcoa-
dicionaaieoto para corabater d est arte a f- laifl-
oago Je um producto alimenticio de prim-sra
necessidade.
Art. 132. Foi elevada taxa da Mr* m
*Art! 133. Foram diminuidas as taxaB df
mas e resmas copal e luco (materias primas;, i
I

.





Di;
mam lineo Quarta-feira 22 df> Outubro de IS90
de
de piaho preparada, e eUssincado o _
o&gne com laxa especial.
Art 138. Di minada a taxa do abysmmtnio, em
calypsmtkxo e linca, igasasado-e a os demea
bebidas alcoolicas par simplificar a das inca.
cSo.
Art 143- Foi resaidavtaxa do masar, qae
era exagerada e 9 obetava a aiportaco de
producto legitimo, acirojparMto a telsiticjcto
constante d'este genero.
Art. 143. Aclaulflita-simpH>
flcada. elimtaaado-ae a os doces o- liquorotos.
foate de numerosa duvidas e qaestoes as al
fandegas, e que apenas produzia urna somtna de
direitos insignificantsima. Limitamos a 10
ris a redoccao da taxa dos mnkos communs que
coovioha com efieito, 11 odiflcar. E' faci que se
pretenden no ultimo projecto da refo-ma da la
rifa esabelecer n'esta taxa urna diminuico de
40 ris, mas vi6ava se ento a troca de conces
soes reciprocas com Portugal e o tros panes
productores, negociares que, segundo parece
nao continuaram.
A diminuicao de 40 ris, alm d^iaso, pareca
mu** seasv*l, ponqu representa em- direito^
orna ditr-renca avuliadissima superior a......
1.100 OHi. que oeobuma couoewao estranha
dos poden compensar. Os ciaaos engarrafados,
como commumeete veem oa de qualidade supe
rior, psgam meoeres direitos do qae deviam pa-
Sr. altalos as preeos' per que aqu cneg m.
re corrigir essa desigaaldade, sujeitou-.s o
projecto ao dobro dos direitos dos importados
en cascos, em logar de 80 /, corno anterior
mate;,dinVranga esta que apenas cobre os di
retios do vssiibame respectivo. Nao levamos a
effeilo na revisto d< tarifa a mudanca de uoidade
a a cebranca dos direitos dos viudos, outros
doe bebidas alcoilicas, que esteva pro
jectada, por nao ter essa idea reunido os sutfra-
gios dos impoi tadores Com- effeito, quando es
tudmos a alleracbes d'esta parte da tarifa, pro
curamos saber que! a opinio dos negociantes
sobee e atreeadico dos direitos dos vinhos,
eee:, qaao*tu laxados por pipas e garrafas e seus
melilotos, e quaei todos maoifesiaram se contra
tai vetean, a menos que se nao alterassem os
Hasties mareados para a capacidade das pipas.
Qealquer alteracao, porm, seria prejudicial
FaiendaiNicional, e n'essas coodices era de
bom-eseselbo conservar o actual systemeee ar
recadacao, csmo o ais real e verdadeiro.
CLA*SE 10-
Foi mu ainda ama vez diminuidas as laxas das
materias primas empregadas na tintura-ia. con-
tra.as quaes sempre se qneixam as fabricas de
tecidos, posto que em nossa opioiao sem funda
ment. Soflreram alteraco para menos os di-
reitos, de azul ultramar, das atizas azues, das
cores de anilina, das materia corantes mineraes
e vegetaes e de pos de impressao. Elevaram se
as taxis do art. 171 (perfumaras), cuja fabrica
cao est tomando deseovolviuiento 00 paiz, e da
Unta de ttcrever (art. I8O1. Descerara tambem
as do art. 181 verde que eram pesadas, e a
das tintas a, aleo, por passarem a pagar direitos
pelo peso broto. A mais notavt-1 das altera-.j*
desta claase, porm, a das tasas dos leos de
petrleo e de naphta. Niagnem ignora quauto 6
consideravel o papel que representa no coosu
me do Brazii o oleo de kerosene. O seu aso se
eslende desde as cidadee mais opulentas do lii
toral aos mais distantes povoadoa do interit r, e
najaregam- no todas as classes de nossa socieda
de, segando as localidades qae babitam ou o 1
recorsos de qae dispoem. tambem excede a
viole milbes de k i logrramos a quami lade un
pollada nos Estados Unidos do Brasil desse pro
docto americano. m genero de tal importan
cia, qae nao t nha similar na prodcese naco
na), prestava se por nata reza a fomecer em si-
tuaco aperlada ama reuda vaolajosa para os
cofres do Estado, e por essa razao os direitos
do kerosene foram subindo sempre em todas as
tarifas, com a certeza de que seriara arrecada-
dos alecbegarem ao algansmo avallado em qne
se adn m, qaasi igual ao do costo do genero.
Orgia, pois, allviar es'a mercadoria, nao t para
favorecer o consumidor nacional, como em at
tenco as coocesses feitas pela America do
Norte aos productos brazileiros importados
naquella Repblica, visto qu-' a qoai lot, Iidade
do kerosene consumido ui '; axil nos vera dos
atetados Cuidos. Estabelec.. *, vista do ex
posto, urna redcelo de 10 >a taxa, croan-
do mais proporciouaes cu d, ,t< s i razap offi
cial; represeotando eaee asnea para meaos, na re. da importacao, de
cerca ie 400:000* a qi>, creio, sra omito
menos avallada pelo deseo volvimento qae a im
portagao necessariameate ha Ue apreseotar.
A redoccao dos direitos do ol-o de pretoleo
esotro de 4080 para 4050 resulta do grande em
Kego presentemente feito de tal genero na la
Uicaio e macbinas, coastiluiode-i assim
OUM mote 1 io primo do v-jlirwa npnlwacii alm
de o ser por natureza para a dUlii lacio dos
leos purificado*, cuja prodcelo esta sendo en
saiada em mais de an Estado do Brasil, leudo
aprsenla ventajosos resoltados as tentativas
feitas par* .al lira.
CL VSSE 11*
Na claase 11a, que cora prebende os productos
chmeos t medicamentos em geral. as alteraro--
reuraem-' na redoccao dos direitos de todas
ao drogas >.^regadas como materia prima da
industria, uigoma das quaes cooservavam aioda
taxas demasa lo elevadas, e careciam por isso
de revisao, atienta a respectiva baixa de pr-(os
nos mercados europeas; e na classiicacSo de
ovos producios, que nao estavam mencionados
Da tarifa, ou racate. As i:u foram classiQcados novos anti
spticos, aoiiibermicos e outro* productos, cuja
importacao com?ca a ser mais freqnente nao
(auto por forca da renda que delles provena,
mas para evitar quesiees as Alf>ndegas, ques
(fies que consomem lempo e creara emb reos
ao commercio e ao expedienie.
No mais imprtenle produelo desta el*ase. o
sal commum foi conservada a taza de 10 ris
qae tinba na tarifa vigente.
A' reclaraaces que contra esta taxa appare
ceram, sendo as mais impo'iaotes as das Asm
ciacOes Commerciaes do Rio-Grande e Pelotas,
pediodo ao governo isencao de direitos sobre
este promete. e que ja baviam sido aprsenla
dae por occasiao do e. labelecimento da referida
taza, nao nos parecern) valiosas para a reduc
gao, muilo menos para sna exlmcco.
O ustabelecimento de direiins de consumo so
bre o sal com a tarifa de 1887 veio despertar c
desenvolver no pa z a ezploragao das salinas
oacionaes que jaziam abandonadas, d: sorte
que h je sao mallos os mteresses vineptados a
este genero de industria, estando neile crape
libados avahados eapitaes. Accresce que o
conseqoencia desie ficto foi reduzr se de muito
a importacao do genero estrangeiro, se do di
minuta a p rrella que o representa nos qoadros
efe imponaeao geral. Era, pois, ioconv. uieole
decretar-se a reduccao ou isengao total do im
posto.
CLASSE l
Reduzimos nesta classe as subdivisoes da
clasiti. acao do art 346 paos e toros, qo ja n-.
tmnam rzo de ser, raodicando as re-pecliva
laxas de ac o: do cmm a alieracie fei'a para mais
fcil idade do expediente e rapidez dos despa
en is. Esto classiticados nesta parte da tanta
lados os movis e mobias de uso geral, e que
erara sajinos ao< direitos differeaciaes da tabel
la raovei. Foram por isso alteradas as laxas de
qoaei lodos o- artigos, fazendo se a elevacao dos
direitos na razio inversa do ira josto que sobre
aomercadonas ja pesava, segando a proporcie
oaiidade existente entre as taxis actunes e o
peso m lio do genero. Disso lesuitou variar o
augmento de o at SO % dos direitos, conforme
esta va a mercadoria toaij oa meaos tributada.
0- faO'icaiiies oaciooaes apreentaram urna re
ca uacao, pedindo providencial que os garao
tiasem conira a imporuco de certos movis de
soadeira verga la que Hmm fazem presentemente
rod concurrencia. Referiam se as mobilias
aentriacas raoderuas, oe raadeira torneada e en-
tibada, que eslo muito em moda, e qn nao
tinta ita oa tarifa taxas correspondentes ao sen
valor mercantil. Reoonnecenlo a procedencia
da reclamacao, estabelecemos disposicao legal
sentido de acaetelar tarabem, com os inte
resse* da industria nacional, os da fazenda pn-
blsea.
CLASSE 13*
Poram elevados nesta ciarse os direitos dos
msmeis de jumeo e viste, em proporco mdica.
As laxas da tarifa nao estavam em relacao com
os .valores dos que alo presentemente importa
de*, qoeet todo. do origen aUemi- oe alto pre
o, por serem de qoalidades snpeneres. A im
jortacao das sones comamos e ordinarias est
juast exlincta.
(CoiKineo;.
ACHO DO DI* 20 DB OOWsBBO Da> I
I ca
Ataaixo
da Csa-
la o
ionio
slsBB*s,prtBsWrez.clas*ts>l,Te dajperla *sg>vmtmo taiuesi
jc5o.-tosvaoDs ector dH.ge.rsTiSssefts de aeiindrar asi
^Lf ?iW.ni >.,tn. m~ os esUstias euerdeve ser aeiada p
Jaesr le Sam'AoaaQs autos faw F'
allae o wsjpliosBle esto*'sjdbipreparados para
aeOtrem coa uryeacia aoTnfceoel da-R laoo-
Brtlarmme de Sanios- tsasHot baforme io-
apotor do tniaetsra do lleuda
raga (z 8*. Deferido com oficio desta data
ao inspector da Tnesouraria Se Fazenda.
Florimena Joaquina di Mellj Montenegro.
(ntreguera-se os documentos, mediante recibo
Pielden Brothers Informe o inspector da The
sourana de Patenda.
Francisco Ribeire Costa Vascoorellos.Infor
me a Iotendencia Municipal le Goyaona, tendo
era vista os documentos apresenudos pelo pe
ticionario.
Hennque Florentino da Silv Santiago.In-
forme o i'ogenheiro director da Reparucio das
O as Publicas do E-tado.
Bacharel Jos Nicoiio Tolentno de Carvalbo.
Pare portarla atHHHiu eobowwfti responsebl-
lidade, um c edito extraordinario da importan
cia de 600#, de accordo com o decreto i. J884,
art. ft> I 6 *, do I.* de Fovere ro de 1861 e lele
gramma do ministerio do interior de 16 do cor
reate.
Dr Joto Tieira de Araujo.asse portara,
abralo, sob miaba responsaoilidade, de acoor
do com o decreto n. S884. art. 5." f 6., do 1. de
Fevereiro de 1861 e lelegranuoa do ministerio
interior de 16 do correle, ura crdito extraor
dinario da importancia de 6004 para pagamento
da ajada de costo a que o petisionarie lera di
reito como depuiado ao congresso nacional por
este Estado.
Jos Bezerra de Oliveira.Seja nomesdo para
a cadeira de Ribeirao.
Joao Evangelista da Suva.Informe o fiscal
do servigo da condui'Cao de variolosos para o
hospital de Santa gueda.
Teoenie o- I/naci Ribeiro Rama.Informe
o inspector do Tflesouro do Estado.
Jos Irioeu da Silva Sanios.-Informe o enge-
nheiro director da estrada de Ferro Central de
Peroamboeo.
Joaquim Ignacio Ribeiro A C, succeasores.
Deferido, cora o offi no desta data ao inspector
Ja Ttiesouraria de Faz. nda.
lose de< Silva.A' vista da informacao do cora-
mandante das armas, de 18 do correle, sob n.
1748. o peticionario ja foi attendido.
Jovioo Barroso de Mello Informe o inspector
geral da instruccao publica.
Jos Per eir. da -ilv. -Informe o Dr. jais de
direito de e. Jos Francisco de Soasa.Nada tu a provi
deociar, visto que a pena imposta ao supplicao
le terioiuara ao) 17 do crreme mes.
Jeronymo Maooel dos Pasaos.Aj Dr. jais de
direito de comarca de Cimbres para atieoder
devolvendo este requerimeoto.
Manoel Soares de Aloergaria.Eolregaem-se,
meduate recibo, es dooomeotos existenles na
secreuria do gobern e remeita-se o presente
reqoertmeato ao director da secretaria da exi-n
cta Assembla Provincial para mandar os deca
meutos oque o peticionario se refere m fine.
Bacharel Pedro Francisco Crrela de Oliveira
Sim.
Paasw Jos Tavares de Lyra. luforme o Sr
dire Raymundo Nonato de Oliveira Santos. Infor
me o inspector da Tftesourana de Faseoda.
Bacharel Sebasliao Ildefonso do Reg Barros.
Ioforme o inspector ua Tbesouraria de Fazenda.
Severino Misaeide Lima BolelboRemeliido
ao Sr capitao do porto para atender.
Desembargador Victoriano do Reg Toscano
Barreno.-Dse.
Secretaria do governo do Estado de Per -
nsmbuco, 21 de Outubro de 1890.
O poTteir,
H. M. da 8va.
o atasti*
autonosni
por fsm
a ooadiftao
(Me vlmn'ejlaapr;
un i 2o torca.
< Oa seios kcieBBswesji da atusa
ninacSo eleitoraJE dvsapfsjreeerlo com a
educado cvica que o r gimen repnblijano
ha de crear e fortificar. >
Foi nomeado 3. vice-governador do
Piauhy o BarSo de Urussuhy.
O Diario Oficial de 16 devia publi-
car o seguinte:
Nao exacto qae a providencia do
decreto de 13 do crrente, quando veda
aa procurares em causa propria na trans-
ferencia de aceces das sociedades anocy-
mas, prive os possaidores desses titules
do direito de se faserem representar, em
aatos lieitos, pelos seos legtimos procura-.
(dores.
c O que esse decreto fas apenas evi
tar o uso de ama das modalidades do ezer
cicio desee, modalidade nao easencial a
elle, qne ae tornara, neate assumpto, in-
strumento habitual do mais groaseiro e
desh nesto dos abasos.
O decreto n. 164, de 17 de Janeiro,
negociacSo das
1/5 (2J V0) do
la Ps>llcia
*, seccio.N. 239Secretaria da Po-
iicia do Estado de Pernambuco, 21 de
Oatttbro de 1893.
C'dadsVogoveraador. Perticipo-voa qae
foram rece Sido* hoi em a Casa de Desenco os
individuas de norae- Antonio Leao. Aotooio Ri-
ue.ro da Cras, Aquilino Jos de Sani'Anna, An-
ela Marta da Coaceico, Benedicto Gouveia da
Silva Bwpo, Eduardo La de Franga, Joao Mu
cunan ou Joao Caroeiro da Suva. Mana Lacio
da de Araujo, Maxiraiano do Mello Santos e Pe
Uro Muaiz de Oliveira.
ft nr. Tnom Al ves ArAxa asaoa-> *** *
exercicio de cargo de sooaetegaoo do disineto
da Torre.
Sao.de e fraternidadeAo eidadio dea
embarcador Bario de Lacena, maito digm>
governador do Estado de Pernambuco.
O ebefe de polica, Antonio de Olinda
Alrmida Cavalcante.
INTERIOR
8UL DO BRAZIL
Pelo vapor Pinto, hontem chegado do
snl, tivemoB os Diarios Offieiaet de 11 a
15 do corrate e o Jornal do Commercio e
Paiz apenas do da 1'.
D'ell-s cofhem s o qae vae na seccao
Parte Oficial e mais o searate :
tupIlMl Federal
Foi removido, a pedido, o juiz de di-
reito Ernesto Francisco de Lima Santos,
da primeira vara en me da comarca de
Porto-Alegre, da 3.* entraaeia. no Estado
do Rio Orando do Sul, para a comarca de
Oarityba, de igual eatrancia, no do Pa-
ran.
Foi nomeado patrio mor do Arsenal
de Mari oh de Pernambuco o mostr de
1.a ciarse no co.'po de orBoiaes marinhei
ros Antonio Conrado Ferreira Braga.
L se no Jornal do Commercio de
16:
Toado por intermedio do governador
de Pernambuco reclamado a comomssao
encarregada de elaborar a constitnicio da
quelle fcst ido contra o decreto do governo
provisorio que reguloa a. materia, o >r.
ministro do interior responden aquello go-
vernador por este telegrama de hontem:
Em respoeta ao vosso tele rramma
trdnsmittiiido a impreseao desfavoravel
prodozida na commisso encarregada de
orgaoisar o projecto de constituicio desse
testado pelo decreto qae reguloa o modo
porque se devem constituir os estados da
Repblica, pondero vos que nao ha abso
lataaente fundamento para oa reparos fei-
to.
Neste primeiro periodo de reconsti-
tuicio patria o presidente da Repblica
ser eleito pelo Congresso.
c A e'eiclo dos governadoris deve "be-
decer ao menino systema.
c A orna do voto que vae produzir o
deputado que ter de eleger o governad r
a mesma que esoolherem directamen
te, es ao eleitorado fosse contaettida tal
facoldade.
Se o governo pode influir na organi-
sacio dos congresso dos estados para ter
maioria oa unanimidade de representantes
que elejam a este oa aqaelle cidadlo para
governador por qae tem as ornas elei
torees sus dispongio e d'ellas obtena o
mee ato resaltado darectemente.
< O que compre n'esta periodo tranai
torio qne est felizmente a encerrar-te
simplificar o mais potsivel os processos de
reorganisacio definitiva da Repblica.
art. 7., 20, prohiba a
accCes antes de realisado
seu v-lor.
Para fraudar essa disposi$io moralisa
dora, a trapace rocorria- s procuracSes
era canea propria, que se tornaram em
capa habitual das vendas de icc3 -a inte-
riores ao valor proscripto a essas ttulos
como coadicao da sui transferibilidade
c E, quando a pratioa do dolo se t.,rna.
assim notoria, escandalosa e despejada em
prej iizo do rgimen legal e da honestid-
de publica, niu paeeivel que oa exeeuto
rea da le se consideren! desarmados para
defendel-a, mxime quando no exercicio
desea fuuccio, atalhaudo abusos, nio con-
trariara direitoa Ora, n especie vertee->
te, nao se tira a ninguem a faculdade de
repreaaatar->se por seas mandatarios leg
timos, mis apenas a de usar de urna daa
formas do mandato (a meis excepcional
d'ellaa), empregada eaoiuaivamonce a be-
neficio de una caviUacio cri uinosa.
c Certautente, paca eaae fim, tan): o de-
creto que derogar o direito patrio SUm
nio senao para o reformar as sentido do
bem publico, qae ae fez a rspublica, que
se organiaou o governo provisorio, e que
este, com o assenao geral da aagio, est
legislando ha 11 meses.
c Agora, quante disposicio qne obn
ga o deposito a se submetter fiscal isa
ci do governo.
e Houve quera visse nesta medida um
monopolio a favor de certos bancos e urna
offeosa ao melindre de outros.
< Onde o monopolio, se qualquer bao
O grupo ainda naje n
it flaentes>aaamM8, que diri-
destinos do. paiz, peder ateaa-
qne acabamos d diaetv se; san sida
necessaro
teesessotaho nossas pala
< Jterespondead 1 A hasnsssa ttsadieate
qne ksesWra com o Jtrnnok o Commorcio
e segflada os imputaos da- atu oaraater
cobre e elevado e do amor que votava
trra de sea nascimento, o Sr. conde de
Villeneuve, embora afastado do Brasil,
que d gnamente represeutou peraate go
vernos estrangeiros, acompanhava e com
solicitude internase muitas veaes com
pro vados o mov ment progresaivo de sna
patria, e com seus cooselhos e suas in-
strnecSes aoimava aquellos a quem honra-
ra com sua confiancapara a direccio deste
folha.
c Acatando os motives, cortamente
muito dignos, qne dictaram ao Sr. Conle
de Villeneuve a resolucio de transferir a
propriedade d.. -mprexa d > Jornal do
1 'ommercio, e tendo cnmpr instruccSes, entendemos de ver prestar ao
chefe da casa, na qual durante muitoa
annos collabaremos, esta publica e sincera
homenage o.
c F5ra, porm, iojustifa terminar sem
urna saudoaa refereneia ao Sr. commen
dador F A. Picot, cujo nome acha-se
honrosa e indissoluvelmente ligado ao do
Jornal do Commercio*
Aos a itigos e assiduos laitores desta
folha, ao com n -.reto e ao publico em gb-
ra, representado por todas as classes da
nuasa sociedade. aos noasos companheiroa
Rio,
REVISTA DIARIA
co, acceitando, para esee fim tnicamente.
a necalisacio officiat, se investe ipsofacto
no direito de receber easa especie de de
pesia?
c Que essa medida posea magoar a res-
peitabilidade dos nossos rstabelecimento
de ex edito, podero imagioal o asirn h js
esse,
ciaameate os que ae acham
para vario* fia*, saspeocao
>fficiosos, ou mal informados, alas
com eerteaa, ni i ser, e nio c o
meato dos bancos.
c O* osis respeitaveis, d'elles sio pre
sabmettidos,
do guverao,
e nanea encontraram n'ella hamilhacio
para a sua dignidade profissionai, aMbendo
que, em taee casos, os ntereases da sua
propria repntacio se confundem com os
da vigilancia administrativa.
A verdade que essa interferencia da
autoridade, para portar te publica da rea
liaade doa depoaitoa effectuados pelas com
panhius, ao mesmo passo que resguarda a
lber,lade dos bancos contra a prsalo im
pertinente de empresas inaceitavei-, acau-
tella, por outro lado, o crdito d'ellee cou-
tra a desconfianca popular, s veaes ex-
plica a e entretida pela appareneia do fa
vor liberalisado organisacio de expecu
lacio evidentemente inexiquiveis.
< O abuso de provectos fantsticos e
commettiraent s espectaculoso* oa ridicu-
los, todos abonados c >m a allegacio de
entradas ae capital oaais ou mea s consi
dorareis, despertou 00 espirito publico
suspeitss, porveetura injustas, mas nio
defarraaoadas, contra a seriedade do depo-
sito preliminar em nio pouco caos. A
attestacio official, portento, um aervico
prestado nio menos ao intereese dos ban
eos do que a tranquillidade dos subscrito
res.
Urna epidemia de emprezae ternera
ras, indiscretas oa absurdas, malciplican-
dosse em um movimento de acceleracio
ver iginoso, am perigo publico; e a
iniciativa individual, especialmente em
um paiz onde e la se aoha'tio profunda
mete enfraquecida pelos hbitos de con-
descendencia, que em tio larga escala
tem invadido as proprias rela;3es com-
meTciaes, nio velera nada contra aeme
Ihante mal-
( O governo, por anto, cumprio o seu
dever, o felicita se por ver como a opimio
o tem apoiado. >
- Por ter sido vendida a propriedade
do Jornal do Commercio, deixara de ser
sea redactar chefe o Sr. Or. Joio Carlos
de Souza Ferreira.
No dia 16 estampou ess% folha ne sna pri-
meira pagina o seguinte:
c A empresa do Jornal do Commercio
deixou de ser propriedade do Conde de
Villeneuve, de accordo com o contracto
celebrado hontem com oa Srs. Rodrigues
& ;.
< Nos 68 annos de existencia qae Moje
conta, o Jornal do Commercio nio se des
viou am da sequer da sua primitiva
orientacio; dedicado especialmente ao
desenvolrimento commercial da praca do
Rio de Janeiro, nio esqueceu nonos o
dever, que Ibe era imposto pela posicio
conqoistade pela imprensa diaria, de ser
o orgio dos ntereases permaaentee da
sociedade brasleira, sustentando os prin
cip os da erdem eeosoroieda com a riber-
dade.
< Mantendo eieropalosa neutralidede
as lut- s dos partidos polticos, respectara
as autoridades oeastitaidas e auxiliava-as
na desempenho de sua ssissab emqaeoto
vis nellus legalmente representada a tan
tade nacional; mas soube alliar esta posi
dio oom a bsmi indepeodaaca de opinilo
e da prooedioianto, aaaea abedeaend* a
direccio do Jornal do Commercio senio
s inspiracoes dos mais honrados sent
tcuerno do GiUdo-Amdiihi, a 1 hora
da Carde, assutne o exercicio do cargo de gover-
nador d'este Estado, para o qual foi ltimamente
nomeado, o Sr. desembargador Jos Antonio
Crrela da Silva.
O Sr. desembargador Barao de Lacena, que
deixa o exercicio do dito car,;o embarcar no
paquete Braz. esperado'n'aqaelte dia do norte.
com destino Capital Federal.
Acto naciste* -Em 17 do correte, o go
vernador do Matado, sob proposta do Dr. chefe
de polica, exoneron o eidadao Honorio Tenorio
Carvalho Cavalcante do lugar de 2* supplente do
delegado do termo de Pesqueira.
Para os lugares de delegado e 3 sappleose do
mesmo termo foram nomea los os eidadaos ea
pltio Joaquim de Aibuquerjae Cavalcante e Jos
Alexandns Curreia de Meno.
Para subdelega 10 do districto Saloero foi no
meado o eidadao Antonio Lettao Arnoso.
Foram Horneados es ci-Ja los Manoel Beoign <
<1e Almeida. Joaquim Moreir de Mello e Maooel
Quinno da Co.- ta dos cargos 1e 2* e 3* sup
penles do sufrdelegado do mesmo districto e
nome-ados peri substituil-os, na ordem era sjue
se actaam os eidadaos Manoel Heorique Ptmen
tei. Honorato Barbalbo de Mello e Antonio Soa
res de Macado.
Pul nomeado para o lugar vago de 1* sup pen
te do delegado do J distrelo d'esta capitel o ba
criare! Bsievao de Sa Cavalcante de Albasjner-
qae.
Para o de r> suppterrte do delegado da Bscada
foi nomeado Severiaoo Vieir> da fas.
Poram exonerados os eidadao- Servato Jos
Fre re Pitbo e Luiz Al ves de Araujo e Silva, dos
cargos de t e 3' sopplenles d"> :th M '*d* 4o
districto de Olho d'gua dos Bredos do lersso
de Cimbres.
Poram nomeados 1*, 2* e 3* snpptentes do sob
delegado do districto de Olho d'Agaa dos Be
dos, n > ordem em qne van collocados, os cida
daos Antonio Paciieco Cont, Joao Cordeiro Reg
e Jos Domiognes Preire.
Poram exonerados os cidadSos Jos Bento No
gueira Juuior, \utonio Rodrigues Ferreira e Joo
da Cruz Mac.-uo, dos cargos de 1*, 2* e 3* sup-
plenies do subdelegado da Vanea, e nomeados
para substitutl os, na ordem em qae vo collo-
cados oa eidadaos Tnomaz Caldas Los, Joaquim
Francisco Ribeiro e Pedro Celestino Caroeiro de
Vascoocellos.
Por portara do governador do Estado, de
18 do corrente, foi nomeado o bacharel lo>6 Tei
reir de Sa para o logar de juis municipal e de
orphos do termo de tianhotraho.
Telegraaasaia oSSclaU Da secretaria do
governo nos foi remedido para publicar o se
guinte telegramma procedente de Belm, em 20
de Outnb: o :
Ao yovernudor do Estado de Pernambuco.
Foram expedidos aiplonas senadores Dr.
Pago de Carvalho, Manoel Barata e raajor Baim.
deputados Dr. L raro Sodr, Sunedello Correa,
Pedro Cbermom Canto Nina, Ribeiro Bacellar
e capttao tenent Indio do Brasil. Todos repo
blicanos. ( Assigoado ) uslo Chermont, gover
uador.
Kifunio-Hontem, o Barao de Lnceaa,
acompantiado por numerosa e escomida comir
vi, e a coavile da companhia de Sania Tnereza.
incumbida do abasteciraenio d'agna e luz da ci
dade de Olinda, dirtgio-se aquella visinb co
matea em trem especial.
Chegado o trem ao ponto terminal da estrada,
e receidos os excursionistas reos comrcaos
da vetha a histrica cidade. teode san frrai
o digno juiz de drreito, juiz safceiri-iio e antean
tondactos per grande eoocerso de poso e seis
bandas de msica 13 de Malo e i5 *e Novemsvo,
foram aquelles visitar e admirar o bellissimo
luonuinen o erigido no pateo do Carmo, em com
raemoiac&o da abolicao da escravatara, o pri
raeiro talvez, neste seqiido levantado na trra
brazileira.
Em seguida retomado o trem, visitou com
uva o estabelecimeato em que a companhia de
Santa Thereza tem os seus raachinismos para es
dous servicos de que se acha iucumbida e de que
d la boa conta.
De u jvo segaio o trem at Beberibe, onde os
excursionistas, desos-de ligeuo repoozo e de
ser-mes servido cafe, segniraa em carro e a ca
vallo al a nova caixa d'agua.
Embora a rapidez desta noticia, oao nos no
demos furtar ao desejo de preconisar, nao s o
bem acebedo as obras all feitas. simple j, po-
rm, solidas e elegantes, como principalmente, o
aprazivei e pitoresco da localidade.
Talvez nao haj as proxioidsdes este, espi
tal um ponra tio alegre, to agadavelmente sil
vestre, tao proprio, para isso mesmo, para nm
passeio de araeao re:reio, como a nova -caixa
l'agua da companhia de Santa Thereza en Be-
beribe. Beneficiado, como acreditamos que o
sera em breve, e mais conbecido, ser, estamos
certos, nm ponto oode se realisarao muitas tes-
tas e repetidos pick-oicks
De volta, foi servido ao honrado governador
Barao de Lucena e seo companheiroa de excur-
sao, inclusive am crescido numero de senhoras
8ue se dignaram d companhar a ioteressante
Iba do mesmo, um lauto almoco aos lerrscos do
cbalet da companhia em Beberibe.
Abl, em mete da mais franca cordislidade e
aa melbor convivencia, fer.m levantados diver-
tios brinafs ao Exm. Sr. governador, a sea
Suma, filba, ao diguo gereete da companhia de
Sania Thereza, so desembargador Correa da
da Silva, ao roosal dos Estados Unidos, a mu-
los oniros cavalbeiros, e A proapendade e futuro
da cidade de Olinda
Prcettchido mtervsllo altee o almoco e a
partida do trem etm agradareis palestras.e den-
sas animadas, voltoa comitiva a esta cidade.
onde ebegoa depois de dnas horas da urde.
Pica aincomprleta esta noticia, si a conclaisse-
mos sera si. macar o-< ruis merecidos elogios ao
digno gerent- a twha frrea e da empresa de
3a ta Thereza de Olinda, o Dr Pereira SlmOes.
pelo estado prospero de ambas, o qae falla mui-
to alto < adtninistracao eda maltior competencia profis-
sionai.
A elle as ateas felicitaces.
Facuidaa* tMm axruse* Continuam boje,
s 1U bordS da mauaft, as proras oraos do 5* au-
no, sendo chamados os seguales estud.tntes :
Ocla va no >nzart
Levino Jos Pacheco.
Antalo Prancisco L?ite Pindahyba.
Prederico AlexaDdre Corris Sampaio.
Luiz Jos de Kr,mca e Oliveira Sobrinbo.
Alvaro Ribeiro de S.
Manoel Ttiemistocles de Almeida.
Lio.ro Candido Soares de Pinbo.
Alfonso Dionisio Goma.
0 resaltado dos actos de honlem ci este :
4 anno
Eduardo Jos de Mora-s Jnior, plenamente.
Jos VieiraBraga. dem.
Joaquim Pereira Teix*dra, dem.
Olympio Booald da Cunha Pedresa, dem.
Arthur Tolentiuo da Cosa, dem.
Joo Baptisla da Cosa Honorato, simples
mente.
Horacio Diniz da Costa Maia, dem.
6* anno
Tnomas Guerreiro de Castro distinegao.
Paulo Rodrigues Telxeira Filho. dem.
Fernando de Siqueira Cavalcante, plenamente.
Salvador Pires de i.arvaiho e Albuqaerqae Ja
nior, dem.
Jos Al ves Requio, dem.
Virgilio Barb>sa de Sena, idem.
O ilion Ocla viano dos Santos, dem.
Mnoel do Nasci nenio Silva Torres, idem.
Alfredo Leite, ;d m.
E les reueberam o grao de bacharel.
luternadsr sl*> BatatalEm ses^o de
iS do corrate da late -deocta Municipal de
lurab presentes es intendentes Francisco de
ArauoLima, presidente, Mellarmino Gonealves
de N rooiia Pana Luiz da Veiga Pessoa Cesar
jruea, D Mara Matagueta, D. Carolina E Silva
vida e 6 Albos, Al redoMavigoier. D- Hennque
Cao, D Mens Petreira Bailar, 1 nina e 1 se-
nhora. Virgilio da Silva Barbosa. Tbom de An-
drade Bemflca, Jos Caadido Pessoa de Mello,
Alexandrina M. Jess, e major Thomaz t. Lins
Barros.
Cae sle Uu>aosW-Movimento dos pre-
sos da Casa de Deu-ncjo rto RecKe, Estadc de
Pernambuco, em 20 oe Outubro de 1890.
Exis'iam 431, entraram 11, sabiram 9 eiia-
tem 433.
A eaner:
Nacionaef 407, malheres 14, estrange--o 11
- uUl 433
Arracoado- 388
BOMavasI
Ooentes 19.
Lonca 1.
Total 388
Movimento da enfermarla
Tiveram alta :
Hermino Jos Ferreira.
Manoel Cavaicaati da Silva.
Pedro Feruaades dos Santos Feitosa.
Venancio Pereira.da Silva.
Manoel Florencio da Silva.
Iiveraui batas :
Luiz Francisco Barbosa.
Maooel Lopes da Silva.
Inleodeaila Mnulrlpal do Be el fe
Rendimento do da 20 de Outu-
bro 1:670*35
Saldo do o>ei anterior 29:197*747
Em poder do procarador
No Banco Sul Americano
30:8,0*097
4:850*097
26:000*000
de trabalbo, que tanto nos auxiliaran e' obrinho e Prancisco dos Santos Neves, tendo
dos acorapanharam com sua coofiancav,
nao podemos deixar de manifestar a since-
ra gra dio que Ihes votamos.
Leonardo Cantono de Araujo
Joao Cali de Souza Ferreira
Henriquc de Vileneuve.
16 de Outubro de 190.
tomado a palavra o intendente Pessoa Cegar pr >-
poz que em attencao aos relevaoassimos serv
eos prestadas a este Esta o e a patritica admi
nistracao que esta actualmente fazendo o Bario
de Lucena, elle proclamava candidato a gover
nador deste Estado, scie te e consciente de qae
HSsira iulerpretava Hel e lealmenle os sentunen
tes de reroobecimento e venerscSo da quaei to-
talidade dos municipes de Itambque prestara an
il.usire e notavel eidadao.
Bata proposil 1 foi recebida com eothueiaemo,
seodo approfsda unnimemente e consignada
oa acta.
Paquete La*ra*lrr Segundo aviso
que reuebeu a esiaco telegraphica ueste Eaia-
00. sabio hontem s 2 horas da larde do porto
da Baha o vapor wglez bemeaster, que deve lo
car amanha ea Pernambuco.
Ordm Trrrelra ato SU sTra)aelc*>
Era mesa geral reuaem-se boje, pela^ 6 oras
da tarde, os confrades de S-. Francisco desu ci
dade. no respectivo consistorio.
A Pasta!*-Disiribae se o a. 39 desse pe
riodico.
MMMteMtesrAnte hontem manciou o Sr. sub
delegado de-Santo Amaro recoilter a praO. por
i'bneJade e apropriaco do albeio, aos mdivi
dos Mello Santos, Angela de Pernando. Pedro
Muniz de Oliveira, Aqu lino Jos de S-iui'Anoa,
Benedicto Caroeiro Bispo e Maracas do Maroim,
tendo o primeiro tentado ames ferir a am ven
delho por haver se recusado fornecer-!be mais
a bebida e a ultima pretendido enroupar se e
haver dinheiro a casta de sas vizinba.
A graca qae tinham em vista, nao sanio Ibes
commoda como peosavam ; pois pagarara todo ao
dono, e estn tambem pagando agora aa cadeia
ao subdelegado o que devem ao publico.
E' isto precisameole ir buscar l e sabir tos
quiado.
A saneosteRecebemos do Rio de Jaesireo
n. 19, de 15 do corrente, deste joreaftd.. nudas,
que, alera de ligurinos e olbas de moldes, traz
ama secto Iliteraria.
Eacommendas resrl*taJme Pelo Sr.
administrador do Cbrreio fomos obsequiados com
nm exemplar qae agradecemos, de um folheto
conteodo as lnstrucSes para execueao do servteo
de encommendas registradas com valor declarado,
de que, ba das, publicamos a summa.
cledade Ptallollltera Fonccionou
esta associaco em sessio de assembla geral
para proceder a eleicSo da nova directora, qae
licou constituida :
PresidenteEstevo Lellis.
1. e 2. vice presidentesAlvaro Arnoso Lei
tao e Joao Farias.
1. e 2.a secretariosAlfredo Bandeira e Jos
Macedo Filho.
Oradores vice dito Demetrio Rodrigues e Os
val do >andao
TbesoureiroBazilio Parias.
BibliotecarioJulio Alves d'Araajo.
Commissio de svndicanciaDemetrio Rodri
goes, Alvaro Arnozo e Alfredo Bandeira.
Dita de ihesesEstevo Lellis, Alfredo Ban
deira e Fausto Vleme.
Eocerrou se a sessao marcando-se a posee
para boje.
afea-vico militarE' hoje superior do dia
o cuiado capilo Ge I a sio. e taz a ronda de
visita o eidadao tenenta Athavde.
0 14* batalbo dar a guaraicao da cidade,
uejos as gnardas Alfondega, Tbesouraria e
Tbesouro do Estado, qoe sera 1,prestadas pelo
2* bataluao, e guarda de Palacio ser prestada
pela batera de artilbaria.
Uniforme n. 5.
Tapar saasttkoe Esse vapor sabio ante-
hontem do Rio de Janeiro e devechegar a nosso
pono a 26
Vapor laoEste vapor, qne deve sahir
a 22. locar no porto de Macelo.
Vapor BrasilTendo sabido hontem dos
por ios do Re Grande do Norte este vapor, deve
r amanhecer em o nosso, amanha.
atreeiaria da* onraa s eoitaerv*
c a** pono* de Peraanfenc*Recl-
fe 20 de Outabro de 1890.
Boletun meteorolocico
30:850*097
130
7
12
1
124
* . a*
a= T3
loras 00 Barmetro a 0" Tensao do vapor 2 a a S
m 24*4 734-63 17,68 77
27*, 788-23 18 76 67
11 297 757-I.4 18.63 60
3 t. 18M 756-4t 1894 63
1 17J 7W-4U 17,96 61
Hospital de tama Ag-ueda-O movi-
mento deste estabelecimento (para variolosos)
;no dia 20 Je Outubro, foi o seguinte:
Existiam
Entraram
Saturara curados
Falleceram
Existera
, 1 tal Pedro iio movimento deste
estabelecimento de candado, do dia 20 de Outa-
3ro toi o seguinte :
Entraram n
Satiiram 43
Bastea 473
Poram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs. :
Hosooso s 8 114
Cysneiroas 11 1|2.
Ferreira Velloso s 9 l(i.
Berarlo s 9.
Malaquias s 10 I i.
Siraoes Barbosa s 11 i|2.
Silva Ferreira. j 9
Cirorgio N. Pompiiio as 3.
O piannacenco entiou s 9 1|4 haras da ma-
nli e san o s t da tanto.
0 I' ajudante do pnarraaceutico eatrou s 7 1(2
da tnanb e s .ti 10 s 6 da tarde.
O 2* dito entrou s 8 da maaba e sabio s
4 da tara*
saaaaatte do E*SsmIo le Peraambuc*
Eis o resoltado da extraccao da3 sene da 2
loteiii desie Estado, em beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Recife, em 21 de Outu-
bro de 1890.
1029
805
11433
5941
8183
15.000*000
1:300*000
600*000
120*000
120*000
Eslao premiados com 90*000 os seguales n-
meros :
4333 3222 5921 9003
Eslo premiados cora 60*000 os seguintes nu-
3706
6728
70i2
1028
804
806
11432
11434
Temperatura mxima30*,73.
Dita mnima4-',00.
Cliuvanal la.
Direccio do vento : E de raeia noite al 6
boras e 15 minutos ; NXE at 6 horas e 55 minu-
tos da maen; ESE ae meia noite.
v'elociaade media do venio3,"57 por.te
gardo.
Nebulosidade media0."28.
Boetim do purto
759 2676
4217 5141
6735 6870
9912 9936
Eslo premiados com 24*000 os sugalutes n-
meros :
1021 1022 1023
1024 1023 1026
1027 1028 1030
Estao premiados com 18*000 os seguintes Da-
meros :
801 802 803
804 806 807
808 809 810
Estao premiados com 12*000 os seguintes n-
meros :
11431 11432 11434
114*5 11436 11437
11438 11439 11440
ApproxiraacOes
60*000
60*000
45*000
43*000
30*000
30*000
dos os numeras terminados em 29 esto
premiados com 12*000.
Todos os nmeros terminados em 05 esto
premiados com 9*000.
Todos os nmeros terminados em 5 e 9 esto
premiados com 6*000, excepto os terminados
em 05 e 29.
Ser extrabida a 4* serie da 2* lotera no dia
28 de Outubro corrente.
IjOSert* do Kmado de Pernambuco
A 4 serie da 2* lotera deste Estado, ser ex-
trabida impreterivelmente no dia 28 de Outubro
iterca-feira), 1 hora da iarde, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora Co Rosario, de Santo
Antonio.
Locera do Estado do iram-Pawst
Al serie da 36" lotera cu|. imum vus*
de de 120:000*000 sera extrah ta uu uia 8 de
Novembro (quarta feira).
Lotera Se tiaranbao A % serie
da 3* lotera deste Esiado, cojo premio grande
de 300:00a*000, sera extraoida no da 9 de
Ontatiro fqaarta feir.a)
Cern terto pulI leo Obituario do dia 20
de Ootabro de 1890 .
Manoel Ignacio de Medeiros Rocha, Portugal,
32 annos, casado, Boa Vista, syncope cardiaca.
Joba, Pernambuco, 19 mezes Recite, varilas.
Pedro Jos Feruandes, Rio Grande do Norte,
40 annos, casado, Recife, pneumona cerebral.
C olida Mara de Jess, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira, Recife, catarrho gastrointestinal.
Hermenegildo, Pernambuco 5 anoos, S. Jos,
vanlas.
Horacio Gomes, Parahyba, 40 annos, solteira,
Recife, coogesto.
Isabel Mana Vieira dos Santo?, Pernamboea,
28 aonos, solteira, Santa gueda, varilas.
Joanna Rita, Pernambuco, 2 mezes, Santo Aa-
tonio, ttano infantil.
Hermelinda. Pernambuco. Boa-Vista, atrepsfa.
Manoel, Peruambnco, 6 anno, Graca, verme*.
Jos, Pernambuco, 5 mezes, Graca, febre remM-
tente.
lii
p.
B.
f
t.
Das
20 de Outubro
21 de Outabro
Horas
910 da manb
304 da trae
9 29*
4-10 da manb
Altara
1-.77
0-86
1-85
0-.68
Lieiiee* -Effectuar-se-tio os seguintes :
Hoje :
Pelo agente Britto, s 11 boras, uo paleo do
Carmo 11. 9, de trastes de miuho e mais obiec-
108.
mseeata remeter--Serio celebradas :
Hoje:
A's 8 horas na matriz de Santo Antonio, pela
alma de D. Rit- de Cassia Vieira Falcao ; s 7
1/3 boras. na capella do eogenbo Ribeirao, pela
alma de D. Isabel das Mermes Cardona.
Amana :
A's 6 oras, oes matrises de Santo Antonio e
flraca, pela alma de Antonio de Paula Melle ; ss
7 aeras, na matriz da Boa-Vista, pela alma de D.
COMMNICADOS
O nevo goveraador
O Jornal do Recife, avassaado ao erra de ama
poltica de odios e de exduses, nem ao menos
procara zelaros poros brilhantemente adquiridos,
como neo dos orgos mais acreditado? da in-
prensa poltica do DO.;so paii.
Parece que a nomeaco do honrado Barao de
Lacena para governador de Pernambuco tirte-
Ihe o sizo e a calma, exactamente porque esta
nomeaco symbolisava, para qnasi todos os per-
nambucanos, a mais fagueira esperance e a mate
segari promossa de orna poltica exclasivamente
patritica, conciliadora e bastante generosa para
barmonisar todos os seos patricios, sem exceptan
de om s, diante da causa publica.
Ns medida em qae se foi transformando em
reslidade, qne era apenas ama esperance e ama
promesas para todos, parece qae o proprio erra
Uabetina Ferreira Ribeiro de Soasa.
faesaselfs Sabidos para os porfos do 1 toi eagondrado, na animo da illuttrada redaeca
%e3uS?mmo3dett?M..egaeta, Artbor Mala-' *- -espeitoMoe Ibe val
. 1


1,
I

s
y


SB

r

lerendo a imparcialidude, embolando Ihe a eon-
scieocia do det er I
E, quem deacoahect! a caasa das iras do Jor
Todos sabem que o clarividente Sr. Bario de
Lceos comprebendera perfeitarneute que, depois
da gloriosa jornada de 15 de Novembro, a poli-
tice,'nos Estados do Brasil, nio pud nem devia
ser urna simples continuaco das tradicjes par
tidarias dos lempos do imperio, como entender
e eoejava a Ilustre redaccSo do Jemal.
Crente no roturo do Brasil, S. Esc. nao nesitou
em romper com todos os preconceitos e predo
minios partidario, qne baviam perdido a sua
razio de ser, no dia em que foi proclamada a
Repblica com a acquiescencia de todos os bra-
sileiros; e. como goveroador de Pernambuco
soube urlicamente elevar, com aoimo resoluto
ti' me. i taes al uras o patriotismo da soa poli
tica p o esplendor da sua admioislracSo que, em
menos ue tres nuzes, soliditkou as raais espon-
taneas e sinceras adbesOes da quasi uoaoimidade
dos pernambucanos desprendidos d3 sea passadu
mo ja re ti ico !
A certeza de ser curta a demora do Sr. Bario
de Lucen n'este Estado, alenUva a Ilustre re
daceo do Jornal e a possibilidaue de um aucces
sor capaz de comprometter a sua obra a encbi
de esperanzas.
Bem dolorosa deve ter sido a soa desillusao
ao saber que o successor do honrado Bario de
Lacena era depositario da soa mais intima con-
fianza e que do seu patriotismo e do seo espirito
de Justina ludo esperan) es pernambucanos.
Sim porque o novo goveroador, o Ilustrado
Sr. desembargador Jo-. Antonio Crrela da Sil-
va, acceitando a bonrosa escolba, implcitamente
acceiiou todas as re3ptnsatjiliaade8 do glorioso
encargo de ser o continuador consciente de urna
poltica verdaderamente patritica e de urna ad-
mioislracSo verdadeiramenle esclarecida e fe-
cunda.
Do seu patriotismo e da sua justica depende
exclusivamente o des-mpenbo da sua grandiosa
missao. exactamente porque a elevadissima po
litica, cuja continuaco Ibe val ser confiada, si
lem caracterisado principalmente por amor da
patria e pelo espirito de justica, que a inspira-
ram.
A Ilustrada redaejo do Jornal sabe perfeita-
mente que 03 boos administradores mais se ele
vam e se recommendam pelo carcter, pelo pa
triousmo e pela estica do que pela fama de pre-
tendidos talentos, de preiendidos tstudos e de pre
tendidos conheetnentos de adminittracao. Como
jdos os pernambucanos, ella tanibem est con-
vencida de que o hoorado desembargador Cr-
rela da Silva sera um perfeito e escrupuloso con-
tinuador da politica, em boa hora, iniciada pelo
patritico Sr. Bario de Lacena. Mais nio era
preciso pata que a discortezia e o iusultoBguras-
sem na simples noticia de sua nomeagao que en-
feita a columna de honra do lornal de 19 do cor-
rente.
Esse novo desacer o do Jornal manifest !
As suas injustas e estemporaneas invectivas coa-
tra a pessoa do novo goveroador nio *e jastifi
cam nem pod^m honrar a ningnem !
So, a incompatibilidade pessoal invocada pela
digna redaeco do Jornal nio foi se nio um mero
pretexto para oceultar, aos olhos do publico, s
seas compromissos com ans tres ou quatro mar-
tyres da propria lmaginagao e progenitor ln
felizes de ama politica absorvente ; se, a inex-
plicavel repulsa da patritica e conciliadora po
litica do Baria de Lucena oioconslitoio a causa
nica da deliberaco, pela qual a honrada reda
ccio do Jornal e os seus novos alliados exclui-
ram-se voluntariamente de quaiquer accordo c.m
o nobre Bario de Lucena e recusaram abertamen
te os seas servicos caasa publica; e, finalmente
se. nenhama incompatibilidade pessoal os alias
ta do novo goveroador o desembargador Correia
da Silva, nio se comprebende o motivo justifi-
cativo da descortesa e do asalto, com que foi
noticiada a nomeagio do novo goveroador !
Antes de todo, a sinceridade e a franqueza I
Se a politica annunciada e fielmente execu-
tada pelo Sr. Bario de Lucena, e nao pretendi-
das incompatibilidades pessoaes, a eausa nica
da attitnde, qoe, para .si, escolberam a digna
redaccio do lornal e as outras victimas da pro
pria imaginacio; deixem de parte as individua-
lidades e ataquem de frente em sua essencia e
em seus fundamentos, essa politica fraocameo
te aceita e applaudida pela quasi totalidade dos
peraambucanos.
As injustas apreciac.oes de caracteres particu-
lares, nunca edificaran, a opiniio publica e nun-
ca constituirn! servico> i caasa da patria.
Colloque-se a illostrada redaccio do lornal
na arena grandiosa, em que lodos a desejam
ver.
E' na arena, onde se esudam e se discutem
as grandes necessidades e conveniencia da
communbio brasileira e especialmente da com-
munhio peroambucana, que a desejamos acoui-
paohar.
E' demasiadamente escorregadio e lamacento
esse terreno estrello e acaubado, onde as dis-
cussOes so obedecem ao crilerium das affeicOes
ou desaQeices pessoaes.
O caminbo trilhado pela illustrada redacto
do Joma/, 6 peder levar ao Isosmeuto e ao
abandono da opiniio publica, no presente mo-
mento histrico, em que todas as vistas Inquie-
tas se voltam para os borleontes, onde se devem
descortinar os destinos do Brasil e da patria
pernambacana.
Se, ffectivameote, a Ilustrada redaccio do
Jornal e os seus novos alliados se affastaram dos
que procuram reconstituir a patria, as melbo
res condicOes dsejaveia, por meras incompati-
bilidades lio romete, a nomeaco do novo go
remador tira-Ibes o pretexto e Ihes facilita o
ensejo de Tirem todos collaborar patriticamen-
te na causa publica.
A poltica ser a mesma; larga, generosa e
conciliadora. A escolba do novo goveroador
nol-o garante.
Se, sob este ponto de vista, o honrado desem-
bargador Correia da Silva fot mais feliz do que
o seu antecessor ; estejamos todos convencidos
de que, com isto, Acara contente e se felicitar
o honrado e patritico 8r. Burilo de Lceos, per
ver raaUsado e satiifeito um dos seus mais sin-
ceros e patriticas desejos.
Saibamos todos nos cumprir, por nossa Teso
noseo dever.
tfnoUu Ctnif-
IkMmllk
Trlbaaal da Rea***
SESSAO ORDINARIA EM al DE OTOBRO
DE 1890
PRBSIDENCIA DO CIDADXO DEMMBABGADO
QOINTINO DB MIRANDA
Secretorio, o cidadao Br. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentee os citadlos
desembargadores em numero legal, foi aberta
seesio depois de (ida e approvada a acta da an-
t scedente.
Distribuidos e paasados os feitos deram-se
)s seguintes -
JUL GAMEHTOS
Habeas-corpus
Paciente: ..
Antonio Severioo da Lu e Antonio Jos da
Silva.Mandou se ouvir o Dr. enere de polica.
Mdooel Joaquim de Andrade e Vasconcellos
Mandou se ouvir o jais de direito do 4o di3
tricto criminal. ,
Eduardo omes da Silva. -Maodou-se ouvir o
Dr. ebefe de polica.
R'Curso ciime
De Palmares Recurrente o juizo, recorrido o
subdelegado Joaquim Bezerra Cava loante. Re
lator o desembargador Pires Ferreira. Negou-
se provimento, unnimemente.
Aggravo de peticto
De S. LourencoAggravaote Idalina Umbel
na de Barros Reg aggravado Francisco Gon
calves Netio. Relator o desembargador Tavares
de Vasconcellos. Adjuntos os desembargadores
Mooteiro de Andrade e Martina ereira. Ne-
gou-se provimento, unnimemente.
Aggravos de instrumento
Da EscadaAggravante o Bario de Petrohna,
aggravada Rosalina Ignacia Lins. Relator o
desembargador Martina Pereira. Adjuntos os
JesemSargad'res Oliveira .Andrade e Dellino
Cavalcante.Deu se provimento. unnimemente.
De Guy.nna Aggravante Franchco Tavares
'la Rocha, aggravado Antonio de Araujo e Albn-
querque. Relator o desembargador Almeida
Santos. Adjuntos os desembargadores Pires
Ferreira e Pires GoDalves.-Deu se provimento
unnimemente.
Appellacoes enmes
De ItambAppellante Marcellino Jos Bezer-
ra, appellada a justica.- Relator o desembarga-
dor Deirino Cavalcante. Mandou se a novo ju-
ry, unnimemente.
De Atalaia Appellante Vicente Ferreira de
Paula appellada a justica. Relator o desem
bargador Pires Ferreira. Coolirmou se a sen
lenca, contra os votos dos desembargadores
Monteiro de Andrade, Tavares de Vasconcellos
e Dellino Cavalcante.
Da Parahvba Appellante o juizo. appellado
Domingos Pereira da Cruz. Relator o desem
bargador Delfino Cavalcante. Mandou se a no-
vo jury unnimemente.
Da ParahybaAppellante o promotor publico,
appellado Antonio Carneiro. Relator o desem
nargador Pires FerreiraMandou se a novo ju-
ry, unnimemente. .
uo Limoeiro Appellante Antonio Ribeiro de
Moura, appellada a justica. Relator o desem
bargador Tavares de Vasconcellos. Mandou se
a novo jury, unnimemente.
Appellaco civel
Do Recife- Appellante Gratuliano dos Sanios
Vital, appellados Almeida Castro & C. Relator
o desembargador Almeida Santos. Revisores
os desembargadores Delfino Cavalcante e Pires
Ferreira. rasa despresados os embargos,
unnimemente.
PAS8AGKNS
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Monteiro de Andrade:
Appeliacio crime
De Serinhaem Auoellante Antonia Rosa d:
Lima, appellada a justica.
Appeliacio civel
De PalmaresAppellante D Anna Rita Caval-
cante oe Albuquerque, appellado Manoel de
tirito Queiroz Barros.
Ao desembargador Almeida Santos:
Appeliacio commercial
Da Parahyba Appellaoie Gamillo Narat, ap
pellado? os herdeiros de Bernardo Narat.
Do desembargador Tavares de Vasconcellos
ao desemba gador Oliveira Andrade :
Appellagio commercial
Do Recife Appellante Jos Villela de Castro
Mariz, appellada D. Candida Bapsia de Azeve-
do Maia.
Do desembargador Oliveira Andrade ao des-
embargador Martina Pereira:
Appeliacio crime
Appellante Joaquim Vicente de Figueiredo,
appellada a justica.
Do desembargador Martins Pereira ao desem
bargador Almeida Santos :
Appeliacio crime
Do RecifeAppellante Antonio Francisco Be
zerra, appellada a justica.
Do desembargador Almeida Santos ao desem
bargador Correia da Silva :
Appellacoes crimes
Do PilarAppellante o juizo, appellado Anto
uo de Lyra Baixioba.
Da Iroperatnz Appellante Marliniano Alves
de Moura, appellada a justija.
Do RecifeAppellante Amonio Gomes Maciel,
appellada a justica.
AanUagts commercial
Do RecifeAppellantes los Fioza de Oliveira
e outros, appellado Laurentino de Barros Lins.
Do desembargador Pires Goncalves ao desem
bargador Tavares de Vasconcellos :
Appeliacio commercial
De Macei-Appeliaote Richard Gontuy Phh-
part, appellado Vicente Alves de Aguiar.
O desembargador Pires Goncalves. como pro-
motor da justica, deu parecer nos seguintes fe
tos: ,
Appellac6e8 enmes
De Gravati Appellante o juizo, appellado
Francisco Rodrigues da Costa.
Da Pedra-Appellante o juizo, appellalo An
ionio Luis de Carvalbo.
De ABsembla Appellante o juiso, appellado
Jos Francisco dos Sauo?.
D1UOENCIA
Com vista ao desembargador promotor da jus
liga:
Appellacoes enmes
Do Recife Appellante Silvestre Jos Co as-
cimento, appellada a justigu.
Do Tnumpbo Appellantes Joaquim Alves de
Mel.o e o promotor publico, appellados a justi
ga e Jos Brsi.
DISTBIBUigOKS
Recurso crime
Ao desembargador Monteiro de Andrade :
De Taquarelingi. -Recorrenle o juizo, recorr
do Manoel Aleixo de Mello.
Aggravo de petic&o
Ao desembargador Pires Ferreira:
Do Re<>ife Angrsvaote Agosllnho Jos da
Costa, aggravado o uno.
Aggravo de instrumento
Do Tnua phoA^grUvante Jeronymo Tbeoto
nio da Silva Loureiro, aggravado Joio Beserra
Leile.
Appellacoes enmes
Ao desembarga! :or Tavares de Vasconcellos :
De Caruar Appellantes Antonio Alves da
Silva e seu filho, appellada a justica.
Ao desembargador Martins Pereira:
Do Catle do Rocha Appellante o juizo, ap-
pellado Jos Tavares Guimaries Cariry.
ao desembargador Almeida Santos:
Do ReareApp- liante Manoel Marques da SU
va, appellada a instica.
Ao desembargad; r Dellino Cavalcante :
De Matta Grande Appellante o juizo, appella-
do Antonio Floriodo Lisboa.
A-1 desembargador Pires F;rreira :
De Curope Appellante o juiso, appellsdo
Manoel Luis da Silva.
appellagio commereaV
Ao desembargador Oliveira Andrsde :
Do Recife Appellante Jos Francisco Bitteo
court, appellados D. Mathilde Camello Pessoa de
Figueiredo Catio e outros.
Encerron se a uessio as S horas da tarde.
o* rae
dico cirurgios. Especialidades : molestias
pulmonares e partos. Bu* Marques de
blinda n. 27, 1." andar, consultas das 11
s 2 horas en Oasa Porte (Poco da Pa-
nella) das 6 s 9 da manbfi e Urda
Chamados por esoripto. Telephone a. 392.
O Dr. Lobo Motcoto d consulta em
sua casa a ra da Gloria n. 39, das 10
horas da miaba 1 ds tarde. Achando
se fra do serviso publico offerece se para
acudir a quaiquer chamado com prompti-
dSo para lora da cidade. Bspeoialidade :
operag^es, partos t molestias de senhora
e de meninos.
Dr. Matheue Va*, medico. Consulto
rio : ra do Imperador n 42, 1. andar.
1 insultas das 12 s 2 horas da tarde.
Residencia, ra do Pires n. 27. Enoar-
roga se do trata meato das molestias de
olhos.
Dr. Bd Pereira, ra da imperatra n. i
d onsul tas med ico -cir urg cas todos es diar
das 8 ao meio dia, menos nos domingos <
lias santificados.
Dr. Freitat ChtitnarSet, medico, ten;
o consultorio na ra Duque de Uaxiat
a 57, 1. andar; d consultas nos dias uteit
Hs 11 1 hora da tarde e reside no Cs-
j teiro n. 4, onde atiende a chamados en
quaiquer hora do dia e da noite. Telepho
ue n. 292.
Dr. Castro Jettu medico e operador,
Jratica a lavagem do tero quando e co
uc aconselbada. Consultas das 11 t
s da tarde em sua risidencia ra -1
iom Jess (antig% da Croa n. 23, 1.
indar. Teleplione n. 389
Dr. Jo&o Pauloespecialista erx par
os, molestias de senhoras e de criancas
com pratica nos bospitaes de Pars e de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 s 8
horaa da tarde, ra do Bario da Vioto
ria n. 60, t. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto esiacio do Es
pinbeiro. Chamados a quaiquer hora. Te
lephone n 467, na residencia.
Advogado
Bacharel Vicente S. de Carvalho Neiva,
promotor da capital. Advogado Para-
hyba.
O baeharei Joaquim Ihiago da Fonsta,
.em seu escriptorio de advogado ra d<
imperador n. 14, i. andar.
Orea Si ti
Dr. Ferreira. com pratica nos pnuo
jaeB hospitaes e clnica de Pars e hon
tres, a consultas todos os das das ';
ioras ao meio-dia. Consultorio o re3)
ienc^ ra Ltfga do Roaario o. 20
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d cou-
luitaa de 1 s 4 horaa tu/1." andar dt
asa ra Bario da Victoria a. >l. *ai
lencia a ra 7 de Setembro n. 34, ontra
la pela ra da Saudade n. 25.
1 rogarla
Faria Sobrinho b C, droguista por u>
ado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Franc'MQ Manoel da Suva A C, deposi
arios de todas as especialidadar Abarma
euticas, tintas, drogas, producU chim
as e medicamentos homeopata ra ti-
ifarques de OUnda n. 23.
A Notre Oanse de Parla
Previne-se as Kxms. familias que che
garam j muitos artigos de aparados gosto
escolhidos por Mme. Roblet actualmente
em Pars. Exposicao diaria.
theca feita ao barco, ate.
Dado que ssim fuese, quem compe-
t ra essa roolsmacao ? por crto que aos
Srejudicados, e nunca e descebridor do
[ovo Mando, ao inventor de ideas no-
vas.
Jaqueira. 20 de Outubro de 1800.
Vulpiano Joni de Mello.
Hoje engasta mais urna
Hnissina perola na bo
nKa grioalda de s< ns das
a interessante Ytazisha,
vir uo8afllba nouistiocto
raajor Manoel Anselmo
P> reir Guimaries.
I' mais urna estrella
fulgurante que desponta
no firmamento de seu vi-
ver alegre e satisfeito,
mais urna risonha prima-
vera que passa.
Urna ebuva de flores
sobre a digna menina,
parabens sua familia
pelo jubilo de que deve
aehar se poBcuids.
r. P.
lllastre e prestalos* cldadio
Joao Bapilsta Oon^alTes Ftn
aa.
Obedecendo ao mais sag ado de todos os de
veres, veobo do alto da imprensa, agradecer vos
os reevantes e inestimaveis servicos, une me
preslastes enc&rregaodo vos, dejintoresadamen
le. do completo truUmento de mintaa espoza e
aflihada accommetudas ltimamente da ternvel
epidemiaa varila -, que lem atacado a popu
lagao desla comprca e felo aigumas victimas.
O voseo desvelo, a soil^itode com que acuds
a quaiquer cnamudo e a eflicacia nos vossos me-
dicamentos prestados, gratuitamente, aos muitos
mielises atacados de lio terrivel nal, temsii
cousideravel e nico elemento para que o mal nio
tenba lomado ne*ta comarca e especialmente
aqu na cidade proporcPs assuttadoras ; conse
guindo vos. nio so, evitar a propagagao do mes.
mo mal, como a cura de quasi lodos os accom
u,elti dos.
Aoceitai, pois, em meo aome e no da popula
gao a quem sem disiincgio de classes e com
sacriHcios de vos3a propria saode tendea soc-
corrido, os protestos de meo reconbecimenlo.
Sei qoe com estas liabas vou offeoder a vossa
reconnecida modestia, mas, desculpaeme por-
que a faco em cumprimento do dever degrati-
do.
Jaboatioem Outubro de S890.
LuzMedeiros Barbosa.
E' boje um dia de grande jubilo |
para a familia do distiocto major
s Manoel Anselmo Pereira Guimaries, |
I pois completa mais um anno de don- |
rada existencia a sua dilecta fliba S
S Luisa de Franca Pereira Gulma- fi
I raes
Fasemos votos para qoe aps esle |
I Ibe succedam muitos outros.
KCOOCOOOOOOCOOOOVX<* 0000 Eleijo
PDttlCilJ&ES A PEDIDO
Ao Exm. Governador do Es-
tado de Pernambuco, ao
Dr. chefe de polica e ao
publico sensato.
Encontrando estampado naa columnas
do Diario de Pernambuco, de 19 do vi-
gente, urna peca importante, redigida pelo
eidadae Migu< 1 Quaresma, ou alguem por
elle, apresso-me em prevenir, e rogar-lhes
que se diguem de suspender quaiquer
juno, que hajam formado meu respeito,
com relelo o bem elaborado contexto,
at que eu me justifique ; que nio ser
para as calendas gregas ; mas, sim para
breve; sem ser o da marca.
Protestando, desde j, contra esees tar-
tufos, que me querem ornar com qnali
dades, s propria d'elles, eu voltarei
com pouco.
Marayal, 20 de Outubro de 1890.
Domingos Marqaei de Freita.
Fi
Ao publico e ao Exm go-
vernador deste Estado
Lendo e relendo um celebre artigo,
publicado no Diario de Pernambuco, de
17 do andante, por Miguel Archanjo de
Souea Quaresma, cont a Domingos Mar
ques de Freitas, confesso q>e pasmei,
cahi das nuvens com semelhante assumpto,
e redigido por quem ? 1 Por Miguel Qua-
resma, o mais incompetente par marear
reputacao alheia!
Entretanto, como o 1... do que usa,
d'isto cuida, lembrou-se elle de elassificar
de estellionatario ao subdelegado Domin
-emeclif) pro-
igioso-e Aolulo para'atora-le Indas
as mlAsiia* precwsorai dt Hca. A
Itfvore salalar da fida, pora que wsim
qae verdadeirameolegea dever cha-
mar ; da qual se extrahe este prieioo
e isestiiBiHrel thesotiro, a ao-caboila
do Mxico, e o Peitoral ie Amcahmta,
a preparacao pur exceliencia que ob-
tm com a maior facilidade a victoria
sobre todas as enfermidades pulmonares.
Jamis houve remedio algum qne d'entro
de lo curto espaco de lempo se tor-
nasse to umversalmente pcpnlar. Os
teslemunhos e atteslados de suas in-
numeraveis curas, em casos de tosse an-
ginas rouquido, inammacao do peito,
bronchites asthma, catarrhos, constipa-
c6es, &c, se recebem aos cent nares
por cada corrcio, enviados de todas as
partes do mundo.
Como garanta contra as falsificarles,
observe-se bem qoe os nomes de Lan-
,^,., A. Vmn Jnhim p-tamnadn<5 pm\ieatoa signaes de bexiga ; me horrorlse porque
man & Kemp venDam esiampaaos em ri.memor^i 0 quadr0 tremendo da morte de tm-
letras transparentes no papel do hvn-
nho que serve de envoltorio a cada gar-
rafa. Aeba-se venda em todas as
boticaa e drogaras.
Drogara dos irs. Tseacisco Maftest daSlva
* C.,t sostrqws dflHnarn..'
Pharmacia MarUas, 4 roa Duque de Caxias
a 88. ^___.
Wrarmacta Oriental, 4 tu* reta do samo
n. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, roa da Imperatrix,
a 49.
ealt leial eaa aaa da auSav
staaet cardos* Aaatar. A roa
eatreita do Rasarlo n. 1.
Attestados
Scientiflcamo8 ao respeltavel publico que alm
dos atteslados a qoe damos puolicidade hoje,
oratn corados 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
os iraUdos pelo Elixir anti febril.
Dos iBoumeros atteslados que temos, damos
;m seguida principio a sua pubiieacao: e wto
asura para que sejam conhecidas as virtudes
)o Elixir anti febril Cantoso.
Illm Sr. Manoel Cardoso Jnior.Em bem da
humanidade soffredora, venbo cemmuniOBNlbe
mais um prodigio do seu Elixir Aatt FebrH, e
loe peco que publique esta miaba declaracSo,
para que cada vez se lome mais conhecldo o
seu prodigioso remedio.
Meo filbo Joao Piolo da Silvelia, acoommetti-
do de febre no dia 5 deste mez, no dia 8 apre-
Dos devotos que lm de festsjar a virgen) da
Cooceicao da capella de Mocos, em Timba-
ba, no dia 8 de Dezembro
Jnizes perpetuos
Revm. vigdrio Augusto Cabral de Vasconcellos.
Dr. Loureuco B. vieira de Mello.
Juizas por eleicSe
D. Maria Olympia L ns Vieira.
D Emilia Lins Barros 6ulraar|ef:
Esposa do Dr. A. Clementino Freir.
Eoo4 do captrao Jos FefpP" xivier Guerra.
Esposado Sr, Antonio H. Gavalcaote de Albu-
quei que.
D. Adriana da Cnoha Cavalcante.
Juizes por eletcao
Negociantes:
Rodolpbo Launihs.
Gapilao Felippe Nerj deF. Leite. .
Capillo Francisco Wtor de Carvalho.
i^pitao Antonio Vicente Pereira de Andrade.
Antenio Joaquim Fereandes.
Juizas por devocao
D Mariana Teixeira de C. Coelbo.
D. Cosma Maria de Qaeiroz.
Espo-a do coronel Praacisco Cabral.
Esposa do Sr. Antonio Jacyntbo Galvao.
D Anna Candida de Mello campos.
Juizes por devocto
Fazendelro Luz de Alboquerque Maraohao
Ibo.
NeKOciaotes: ; ?>-..
Capitao Francisco Rodrigues da Paixao.
fc'ranc seo de Paula Pegado.
Jos V ctor de Carvalho.
Misael Montenegro C,
Rodolpho Moretra.
Jos Antonio Alves da Assompcao.
Antonio de Pawa.
Capiao Balduino Villa Licca.
Francisco Ferreira de Albuquerque.
Juizas protectoras
O, Felippe F. deF. Vieira.
D. Sohia Candida de Mello Campos.
Esposa do coronel Paulino V. Freir.
Esposa do capitao Jos de Barros.
Esposa do proprietario Jo4o Perreira.
Esposa do proprietario Minervino Ferreira.
Juises protectores
Cooego Dr. TranquUIno Tavares de Vesconeel
l<>8-
Dr. Bellarmioo Correia Gcnaim.
Dr. Antonio Cesarlo cardoso Ayres.
Dr. Piulo Anaoias Silveira.
rabJlliao Saturnmo de ouxa e Suva.
Agricultor cap! ao Urbano G. Gondiao,
Fatendelro Joio da Cuoba Cavalcante.
Negociante Augusto Cesar.
Artista Manoel Men.
Dr Manoel Nunes Correia.
Negociante teoente Manoel D. de Queiroi.
Bscnvks po- eleijao
Todas as irma>s de Nossa Seonora das Dores,
cojos nomes nio forera aioda contemplados
Mordomas
Todas as irmaes do Saotissimo CoracJo de Je
m$rcio
Participnraos que re
cebemos nossa con
signar o no ya por Cu-
ntykt,chegadokoje de
Europa 60 caixas com
cerveja La Rosa Ale
mena; que garantimos
ser medicinal e bebida
como regalo de finis
simo paladar.
Para qualificar-se a
qualidade desta im-
portante cerveja suf-
iciente dizer ao res-
peitavel publico que
urna garrafa aberta ou
a cerveja n'um copo
conserva se per feita
por muitos dias H
Tambem recebemos
no dito vapor 180 cai
xas com cognac da?
finas qualid'ides e ni-
co approvado para mis-
turar com leitt? recom-
mendado g pessoas
iracas.
Kdistillado pelo b?m
conhecido Dr. Schrul-
ze grande proprieta-
rio, e foi comprado
pelo nosso socio ac-
tualmente na Europa.
Importadores:
Machado Piuto & C.
Recife, 14 de Ou-
tubro de 1890.
nna fltba. tratada por medico, e vaciiei, porem
Dos me fez decidir pelo seu elixir, e coaecaa-
iio elle a tomar as 3 horas da tarde, meianoi-
le tlnha desappareclio a febre, aa bexigas pana-
ram seo crescinento, e ires dias depois come$a-
r.m a diminuir, tomando nma cor brancaeenta
como de queimadura, e desappareoeram, tendo
observado a sua prescripe&o de uso doseu eli-
xir, de 2 em 4 horas, por espaco de 9 dias, e
dabl por dlante de 3 em 3 horas.
Gracas a Deus e ao s u mtraculoso elixir est
meu nlho perfeitamente bom.
Em concluso Ibe digo : o seu elixir o ani-
quilad r da i>exiga, e quem dawdar experi-
mette. _
Sem mais assumpto peco-Ihe que me permlua
assignarDe V.S. amigo.gralo e venerador cria-
do.
Recife, 4 de Setembro de 1890 (Palmares 9.)
lose Pedro Vtlloso da Silveira.
N. 83
Cidadao Manoel Cardoso Jnior. Tendo no
iia JO do mez de Agosto prox-mo passado sido
accommettido de varilas minha mulber, Maria
Amana Peas, a de Mello, eu e dous Sinos de no-
me( Manoel e Predenco, estes com a idade de
11 e 14 annos, recorr no vosso providencial
Elixir, prestado graciosamente pelo meu amigo
Antonio Francisco das Chagas, cojo bom resol-
tado nao se fez esperar, de mauelra que boje
nos acbamos todos restabelecidos e corados.
Com satistcSo vos declaro que resido na ra
Dirc.ta n. 86, em Afogados.Voso alteocioso
venerador
Jote Vieira de Mello.
Afogados, S de Setembro de 1890.
N. 83
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.Ten lo sido
accommetiida a minha irm Julia, de 10 annos
de idade, de varilas, e acbando me sem meios
para tratal a, recorr ao seu Elixir por informa-
cao de um visinh), que obteve graciosamente, e
com tamanha felicidade, qae em pouco lempo
tive um resultado explendido, ficando minha
irm completamente restabelecida ; quem quier
verificar-se da verdade pode vir ou mandar a
ra de SanU Tbereza n. 7, que enconlnr a
pessoa a quem me retiro.
Outrosim, ao Sr. Cardoso tenho s o dever de
agradecer Ihe a caiidade que me presten com o
seu miracnlcso Elixir, podendo ao mesmo tem-
po fazer o nso deste meu atleslado como Ibe
convier. ,
Disponha deste seu criado e obrigado.
A rogo de Jos Felicio Vietra,
Agostinho Francisco da Suva.
Recife, 19 de Agosto de 1890.
N. 84
CidadSo Manoel Cardoso.-Saude e fraternida-
de.Tendo sido accommettidax de vanlas as
minhas qnaire Hlhas de nomes laura, Jolita,
Idalina e Mara, todas de menor idade, eu nao
sabia o que fizesBe, muito contrariado de vl as
sempre no mesmo e as pstulas salando com
urna Torca hornvel Dixendo a um amigo o esta-
do de minbas nlhap, elle tratou-me sobre osen
iraraviihoso Blilir Anti Fetnl, e^logo aps fui
sua loia e a Bentior servto-me gratuitamenle
um dos seus frascos com o tal preparado, e que
me foi bem aproveiiavel; a febre.foi logo acal:
mando, e as pstulas, logo que eu appliquei
urnas 3 dos deixaram de augmentar; por tanjo,
minhas Hlhas esto restabeleciuas, agradecendo,
nbaixo de Deus, ao seu maraculoso Eltxir Anti-
Febnl.
Podis fazer desta o 030 que vob convier.
Ra Direita n. 88. -Seu venerador e amigo
Antonio Silva Rangel.
Recife, 10 de Setembo de 1890.
N 84
Afogados, 6 de Agosto de 1890.Illm. Sr. Ma-
noel Cardoso.Acbando-me bastante doente de
varilas, e estas bem perigosas, urna minha filba
de nome Josepbina, com idade de 10 annos, e
sem saber o que zesse. fui aconselbado pelo
Sr, Antonio Francisco das Chagas para faser
uso do seu benvolo Elixir Anti Febril, appli-
cando elle mesmo diversas doses e tomando
grande interesse no tratamento, o qual foi de
forma, qoe em pouco tempo vi minha Dina salva.
Face o oso que Ihe convier e agradece Ihe,
embora nao o conheca directamente. Moro na
roa dos Pocos. ..... ,
A rogo de Antonio Mannno F lcao.
EpiphanioRtbeiro Libo.
(Esta vam sellados e reconbecidoe.)
os Marones de Freitas ; alm de outra
fentis Verdades, sugeridas de sua es -^ ^ ^-SvaTtS
caldada cacholla. Dizer e nao provar,
grande Quaresma, o mesmo, que nada di
zer; mas, sempre ser bom pergoLtar
Ihe:
Quaes esses pequeos e freos pro
prietarios desapossados por Domingos
IID1CAC0ES UTE1S
Medicas
Dr. Joaquim Loman modioo parse
ro, ooasnltorlo i roa do Cbaga a. 14
1.* andar de 12 s 2 da tarde; residenc*
ao Monteiro.
Marques de Freitas, em carcter official i
como confundir isso com o judicial ? Pois
as sentencas obtidas por elle contra esses
Iludidos proprietarios, tem algnma rola
co com a polica, quando todos sabena e
notorio que nunca eavelveu a sua auto
ridade em acto de posse, ou despejo ? !
Ora, grande homem, em que parte, de
em que autor tncontrou essa oanfusao ou
policial e judicial ?
Mas, eu sei a rallo d'sso ; urna ves
que ceg e muite ceg aquello que nao
quer ver; entende se isso ooiu quem quer
que for ; v a quem tocar...
Queira anda diser nos, pois que ja me
hia esqueoendo: onde esto os feitos pos
tos em pratica pelo subdelegado Do-
mingos Marques de Freitas, que mere-
cam a claseiioacao de esteluoeatario ?.. .
Se as alo aponUr, pasear pelo dissa-
bor de ser iiio e havido por calumniador,
anda qae saja de... ouvir diser.
Vamos agora aos tortas, qae por meios
Escrives por eletcao
Negociantes:
rygino ie Qieiroz.
Ao tolo Vieira, *
Joaquin Gomes de Rezende.
Joo Paulo.
Alfredo de Azevedo e Souzi.
Prupnettrios :
Thomax de Aqoino.
Abel Brum.
Mordomos
Negociantes:
Nasario Redrignes de Oliveira.
Antonio Jos do Nascimnnlo a C.
Francisco Crrela da Silva.
BtBto Jos Coliseo.
Artista Antonio JoB do Niscimento.
Pedro Gomes da Silva.
Procuradores
Dr. Antonio Clementino Freir.
Manoel Vuenie dos Santos.
Captto Iildro da Cunba Csvslttule.
Advogado Jo&o Remigio Cde Alboquerque.
Profe88or Beoedlcto g. Vieira.
Cidadao Ismael de Queirox.
Tnesoureiro
Negociante Rodolpho Lsurilhs.
Timbauba, 18 de Outubro de 1810.
io publico
Tendo eu scienci de que aigumas pes-
soa* aproveitam as garrafas, 7asas com
etiquetas de vinhos de minha caaa para
venderem outros vinhos a titulo do Ha BU
Palhetee Boa Callares que rece
bo directamente e bem assim outras qua
lidades, chamo attencto a do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que nao se deixem illudir e
aviso os de que s devem considerar como
verdadeiros os que comprarem em meo
proprio estabelecmento ; a muito que n*o
vendo casas retalbadoraa e por isso iu
siete para que a> seahores compradores
notem o que deixo dito.
Recife, 16 de agosto de 1890
Paulino de Oliveira yaia.
Tosse astkmatiea
De Jaguarao foi enviado ao deBCobridor
do Peitoral de Cambar o sfcguute attes-
tado :
Eu abaixo assignado, major rfeoinifc-
do do exercito, atiesto que soflfrendo de
ama tosse asthmatica, de muitos annos,
cuho-me hoje restabelecido cora o uso do
Peitoral de Camb r, do Sr. J. Alvares
}de Souza Suaree, de Prlotas.
Femando Jos da Gam oLobo.*
(Afirm a est reconhecida )
Madame Ducasble
II
Vm remed* vegetal 4e
eredafalldaile MtWraM
Afioal ebegea o da em qae se aes-
cobrio dentro da concenirada essencia
AS YIGTIMAS DAS FIBRIS
a Uixtr aaa-rearll Cardoso. appro
vado m SI de Marco deste anno pela Inspectora
Geral de Hyglene do Rio d J-aeiro, vem hoje
apresentar-se humanidade soffredora do man
do inteiro, como taboa de salvago que ao iofe
lix naufrag lee enviada por mao omnipotente!
Cllxlr ail Yrbrll Cardoso. apph
cado em muitisstmoe casos de febres, tem, come
sor mibgre. levantado do lelto da dor a comple
op moribundos.
Este remedio, conrposio tmente de vegetaes
a lntelramente ioOBsosivo, anda mesmo ns mai.
ui masa e seora crleana.
as esohoras, bo esudo de paridas, ou bo pe
i do de oceauaodos nstarass, podem atat o
I seta recelo algum.
I
tem a hoa-a de participar ao3 seus nu-
merosos lregoezes, qoe tem de novo
aberto o seu atelier de modas e confec-
c&ea. Tendo estado em Pars, d'dBde
ha pouco regressou, leve o cuid*tH> de
estudar a maneira de confeccionar aos
toilettes de modo a ratisfaxer os acetes
de cada senhora conforme sua idade e
posico, sem grande dispendio de avia
mentos, conforme o gosto PfrWwse.
Espera que as senhoras perMBiMcu-
nas, que .naturalmente sao dotada de
apurado gosto, se utilisem de seus ser-
vicos, pelo que se coofessa summamen-
ie agradecida.
Madfame Ducasble
66-Rua Nova-65
Condescendencia nwprecos
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
imperador, parteire trata oo especial .-
4de de molestias de senhora! e araaaas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ram n. 1S, 1* andar.
Consultas da 8 a 10. ^".H

M
i
-
H



r'l
Sr. Redactor.Dorante des mios viv j
sempre acabrunhado por tenaz enfermi-
dade pulmonar, que no* ltimos tempos
tornou se agudiasima, privando me at do
allivio que o aomao proporciona.
J eUva desanimado de restabelecer
me, pois que tinha ensaiado innmeras
elasses de medicamentos, sem colber re-
sultado satisfactorio.
Em hora folia, porem, li em seu con-
ceituado jornal as virtudes qua eram attri
buidas ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jos Alvares de Sonsa Soares, de Pelo-
tas, e deliberei experimental-o, confesso
que sem a menor esperaoca, tal era o de-
sanimo de que me achava possuido.
Desde que principiei a usar esse ben-
fico medicamento, experimentei melhoras
sensiveis : os escarros sanguneos desappa
teceram e a dolorosa toase que nao me
deixava um s momento de allivio, prin
plmente noite, toi cedendo gradual-
mente, de forma que boje, aps ter to-
mado cerca de 15 frascos do alludide
epitoral, vejo-me completamente curado
de ama entermidade que tinha resistido a
des annos de nSo interrompido trata-
mento!
Rogo-lhe, pois a publicacSo destas li-
nhas para, em forma de attestado, mais
robustecer o merecido crdito de que goev
esse exoellente medicamento.
De V 8. attento amigo obrigado.
Vasco Jote Pereira dtAnilla.
(Extr. i'O Eovo, de Santa Victoria do
Palmar, Rio Grando do Sol.)
&*
Medico
DR. TAVARES DE MELLO
~|
formado pela Facoldade do Rio de Janeiro
tendo-se dedicado com especialidade a
iberapeotica moderna das molestias de
pelle e syphilis, na polvclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Antojo, onde servio
como seo ajodante ; da consultas de 11 s
3 horas no largo do Corpo Santo o. 15,1*
...dar. e recebe chamados a qoalquer bora
em sua rendencia, largo da Paz n. 41, a
Afogados. f%
*^Sm-
Dr. Car
MEDICO PARTEIRO
Consultorio e residencia : ra do Li-
vramento n. 31.
Consultas de 11 as 2.
Chamados a qoalquer hora.
Especialidades : partos, febres e moles
lias de crianoas.
Telephone n. 3'5.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 as 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 a ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e ias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Sotem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Dr. Bastos de OHveira
Medico operador e parteiro, teiu o seu
consultorio a ra do Marques de 01 inda
n. 1, 1 andar, onde pode ser procurado
todos os dias uteis, das 12 as 3 horas ds
tarde.
Chamados a qualquer hora em sua re
sidencia, rus do Hospicio n. 46.
Telepbooe n. 3(55.
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
57RUa do Bario da Victoria57
(DEFKONTE d boa de s. amaro)
&
ao
Cirurgio Dentista
DR. R0BERT P. RAWL1NS0N, for
aiido pela Univer-.idade de Maryland noi
Estados-Unidos, tem aborto o seu consui
torio, na roa Barao do Victoria 18,1
Jar.
Consultas dan 10 as 4 horas da tarde
MEDiro HOMEPATA
Dr. Ballu>,u. da Silveira
Especialidadefebres, molestia i
tem coaulsrio e real-
a t podeodo sr encontrado e
Onde
drari
recebendo chamados qualquer hora
do da e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senhoras e dos pnlmoes, syphilis
em geral, cura rpida c completa e ope-
races de estreitameatos e mais soffri-
mentos da uretra.
Acodo de prompto a chamados pan
fra, a qoalquer distancia.
Telephone n. 894
)
i
das crianoas, dos orgios respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qoalquer humado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados deveni ser di-
* I rgidos pharmacia do Dr. Sabino, (
'-. / i ra do Bario da Victoria n. 43, <
1 onde se indicar sua residencia. I \
r..
COMERCIO
tic vista do Mercado
Rscm, 21 i>k outbho nx 1890.
O mormento codsIou de transac. ?s no roer
jdo de cambios e da venda de algoos lotes de
uleodSo de Moesor.
Bol
sa
;oTAy$as officiaks da junta dob^cob-
man
Recife. 21 a* Outubro Acc6es da Companbia do Beberibe, 103*000 cada
ama.
Aceta da fabrica de liaco e tecidos de Pernam-
boco, valor de 1004, ao par.
Obrigacoes prefercnciaes da companbia de flaco
e tecidos de Pensmbuco. valor de 200*000.
io par.
i.ambio sobre o Rio de Janeiro, a vista com 1/i
0D.de descont, hootem.
iibio sobre Santos. 30 d/v. com o descont na
razo de 8 0,0 ao ao.no.
.dtnDio sobre Lisboa, 90 d/v. com 130 0/0 de
premio particular.
Na Bolsa venaeram-se
20 accoes da Comoanoia ao Beberibe
20 ditas da fabrica de riaco e tecidos de Per-
i.urobuco.
0 obrigacoes prelerenciaes da fabria de lia
cao e te' idos de Pernambuco.
o oresidente.
Antooio Leonardo itodneues
o secretari'o
Eduardo Dobeox.
Cansino
PBAA DO BECIFE
Abri o mercado a 23 baocario, sobindo r-
pidamente o cambio at 23 1 2, offerreido pelo
Enjlifb Danck ao fechar do da.
Papel particolar foi pa sado dorante o dia a
23 i/4, 23 5/ 6 23 3/8, 23 1/2 e atinal, hi oflere-
oido a 23 5 8 s m acbar tomadores.
PBAyA DO BIO *)K JANEIBO
Subi a laxa bznearia de 23 nominal parr 23
3 8 sera tomadores.
Algodo
Pela manha effecloaram ce algumas vendas do
de Mossar, sem iospeccAo, 6*900; o de 1
sorte do sertao, em vista da posicio do cambio,
vale de 6*900 a 7*000, nominal.
A uxportaco feita peta alfandega oeste inez at
j dia 20, conatoo de 40* 338 kilos, para o exterior
As entradas verificadas at a data de boje so-
aem sil 996 pceos, sendo por:
2 360
2.147
1.991
621
103
3.772
Dentes
Ter ana a horrivel dor de dentes usando
o exoellente preparado de Msnoel Cardse
Jnior.
As cartas que loe tem sido dirigida.'
pelos jomaos do m inrcirculacao, attesUm
a eficacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs. Francisco Manoel ds
Silva 4 C, ra do Marques de Olindi
d. 23.
Pharmacia Martina, a ra Duque de
Cazias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ru Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, i ra do
Bario da Vctoria n. 14.
Pharmacia Imperatns, 4 ra da Impe-
r.tris o. 49,
As entrada.' verificad al a dia de boje so
-ji a 90.756 saceos, sendo.por
-rcaca..... V) 486 Saceos
jotta .... 'mae*. ... 2 882
-frrea ue Camaru. 793 .
i 'erres <*e S.Fra2Ci*r. 15.938
, ti>rr*a de Lirooetro 30637
*OUlUI -----
lauros
.oi-Toi salgados 370 res, e os verdeb a 255
.-OS.
gurdenle
otase a 74 KXK), oor pipa de 480 litros.
ajeool
('rl-se s 170iOO.i por pipa de 480 uros.
el
nu-v a 55l0 Carlea t deseares
Barca noroegense Leciatkan, carvo.
Barca oorocgoeosc Embla. carvo.
Birca alterna tartha Brookelman, maduira.
ii*rca sueca Heidi, carvo.
Barca ortngoeza Tentadora, varios gneros.
Barca inglesa GwendoUne, carvSo.
Barca noruegaente Chrutian Senser, cavo
Bngue nacional Prazeres. xarqoe.
Escuna nacional Pelotas, xarqoe.
Logar iagiex HomtRt? Star, carvo.
Logar ingles Retriever, bacalhio.
Logar nacional Loyo, xarque.
Lo^ar nacional Zequmha, carvo.
Patacho nacional Social, xarque.
Patacho nacional Francoln, xarqoe.
Patacbo allemao Harte ton Oldendrop, xarquo.
Patacho nornegoense-^e/towel, carvo.
Patacho portugus Mondego, xarqoe.
Patacho nac.onal Marinko 6 ', xarque.
Pauta da ftlfandeca
*uma*a ds 20 a 23 ds outubro
Alcool (litro)......
i gurdente.......
rroz com casca (kilo i .
lgodo (kilo)......
ssucar retinado (kilo) .
\33ucar Dranco (kilo) .
ssucar mascavado (kilo; .
Borracha (kilo).....
Bagas de mamonas (kilo) -
. acao (kilo) ....
Cef bom (kilo) ......
Cafrestolho (kilo ....
Guruaba (kilo.....
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
Carocos de algodio ....
Carvo de pedra de Cardiff (too.) ,
Fannna de mandioca (litro; .
Genebra (litro) .....
Graxa (sebo) .....
Jalorandy (em folha) kilo .
Mel (litro).......
MuJi (kilo.......
Phospbato de cal da Llia de Faroaa
di de Koronba (tan-lala) .
Ihof pbatc de cal da II ha Rata (tone
lada)......e .
Pao Brasil (kilo)......
Sement de carnauba (arrobj)
sota (ineios).......
Tatajobs madeira
Taboas Ce amarello em praocbei
(duna)
DE 1890
.130
130
80
420
260
186
93
11400
130
400
800
600
400
387
333
223
20
211000
5 i
300
380
200
80
60
101000
6*000
35
15
2*300
30
128:2161130
020:8841089
segunda s^eco da A-Ta: -a dtr Pernambuco,
21 de Jniobro de 18V0
tpi^onretro,
FUrcncij Domingci;.
Sarviido de che'e la sectrao,
V. da G. Lobo.
Itecebedarla do Estailo de
Pcraaaabueo
Oo dia I a 90 x8:90^i830
dem de 21 962i8l7
ED1TAES
Hygiene publica
De ordem do ciadao Dr. inspector interino
de bygleoe, chamo attencao a quera possa Inte-
ressar, para os artigos abaixo transcriptos, do
regulamento que baixou com o decreto n. 169
de 18 de Isnero de 1890.
Ar'L 48. As parteiras, oo exerciclo de sm
protissao, limitar-se bao a prestar os cuidados
lodlspessaveis s parturientes eaos recemnsci-
dos nos partos oaturaes; em caso de dystocio
devero, sem demora, reclamara preaenca do
medico, e at qoe este se aprsenle, empregar&o
lio sement os meios conbecidos para prevenir
qoalquer accidente que possa comprometer a
viaa da parturiente oo a do feto
Sao Ibes prohibidos : o trato ment medico ou
cirorgico das molestias d:is molberes e das
criaocis, os annuncios de consultas e receitas,
salvo de medicamentos destinados a evitar ou
combater accidentes graves qoe comprometan)
a vida da parturiente, uu a do feto ou recemnas
cido. Taes receitas deverao conter a declaracao
de urgente.
Art. 49. Aos dentistas prohiaido: praticar
operacao que exija conhecimenlos especiaes;
applicar qualquer preparagao para produzir
anesthetia geral; prescrever remedios internos a
vender medicamentos que nao sejam dentifri
cios.
Art. 74 $ 9." 0 pbarroaceuiko que aviar recel
tas de medico nao licenciado, o de parieira oo
de dentista, ixcepto as condicOes dos arU>. 48
e 49 desto regulamento, e aquelle que vender,
sem a necessaria recita meuicamentos nao in
diados na respectiva tabella, ser multado em
100*000 e no dobro oas reincidencias.
Art. 76. As drogaras tero por bm ocommer-
ci de drogas, preparados offidnaed Jevidainen
te aut risados, utensis de pbarnaa e appare-
Ibos de cblmica sendo Ihe absolutamente nter
dicto todo e qoalquer acto que seja privativo da
prolissao de phurmaceutico, taes como:
1.* Aviar receitas .'iiedicas, quer de formulas
mBgristraes, qoer de preparados officioaes.
2.a Vender qualquer substancia toxica, mes
mo em pesos medicinaes, ao publico.
3. Vender a particulares, em qoalqoer doie,
substancias medicameoto^as.
Art. 77. Osdrogoi8ta8 s podem vender sub
stancias chimicas a pharmac uncos e a indus-
traea, exceptuadas as de oso ordinario e inof-
fensivo, constante da respectiva tabella, as
quaes poderao ser vendidas ao publico.
Art. 78. D.*verao os droguistas registrar em
livro especial, que ser rubricado pela autoriia-
e sanitaria, as substancias qoe venderem para
fias indostriaes, mencionando nome. residencia
e industria do comprador, data da venda e quau
tidade da substancia ven ida. SO sero validas
em juizo os livros qoe tlverem a dita rubrica.
Art. 79. Nenbnrn droguista poder annunciar
venda preparados officioaes qoe nao tenbain
sido approvados pela inspectora geral de tiy-
giene.
Art. 80. 03 preparados oflisinaes importados
do eslrangeiro nao podera j cet vendidos sera
licenca da inspectora geral; e compre aos dio
fiuisiar solicitar a raesma licenca, fjrnect-ndo
inspectora a quaniidade dos ditos preparados
que fdr necessaria para a analysf.
Io8pectoria de hygiene publica do Estado de
Pernamboco, JO de Outubro de 1890.
O secretarlo,
Gudherme Daarte,
A.
Tabella das substancias que devem in lispensa
vrlmente existir as pburmcias, com diicri
minacfto das que podem ou nao ser vendidas
ao publico pelos pbarmacuticos ou pelos dro
{Distas, de conformidad* com o disposlo no
regulamento a qoe se refere o decreto n. 169
de 18 de Janeiro de 1890.
As substancias que, reto receita de medico,
poem 3er vendidas ao publico pelos | ceuticos sao as que est) notadas com um ou
dous apcslropbos.
As substancias que podem ser ventida; ao
publico pelos droguistas sao as .-cgui ites, na
cooformidade do art. 73. devenco-se ter em vis
ta o art. 77, o. 3, do regulamento :
1.* As que est&o notadas com um aposlroph -;
2. Preparados officioaes (arts. 79 e 80 do re
golamento), isto especialidades pbjrmaccuti-
cas, nacionaes oo estraogi-i.-as, approvadas pela
lospectoria geral de by^iene.
Borracha 6 fardes ordom, 4 a .'.ledei-
ros Irmos & C.
Cera 9 saceos ordem.
Couros 52 .ordem.
Carne 4 garajos ordem.
Pellos de cabra 9 fardos a Keen Sulter
& C, 19 a Ab Stein 4 C 9 a Pereira
Carnoiro & O 4 a R ssback Brothers
AO, la Medeiros IrmaOs dC, lia
ordem.
Queijoa 2 caixas orden.
aooriacao
EK.in 20 DS OOTCBBO DI 1890
fara o exterior
No vapar ademn Capua, para New Yjrk
larregaram :
Poblman 4 C 11 000 saceos com 825,000 kilos
de assocar mascavado.
Para Estados Unidos, carregaram :
F. Casco & Kilbo. 3 024 saceos com 226,800
kilos de as-ocar branco.
T. Tavares 1.200 saco03 com 90.000 kilos de
atsucar masca rado.
p.xra o intenor
No vupor ingles Juno, para santor, carrj
garam :
k. C. BelirSo < Irrao. 30) wccos com 18.000
kiloi da assucar mascavado e 50 barricas cjm
3,213 dr.o; de dito branco.
V. da Silveira, 21o saceos rom 13.500 kilos de
assucar uiasravado. ,.,
J. A de S4, 88 s.ccs com 5,280 kiloi de
assucar branco e31S ditos com 18,720 itos de
dito nascavado.
Para Rio de Jmeiro. carre?aram :
1 M. na (U>s'a Carvalho. 4,2-50 meios de ot.
A. de Oliveira Uaia, 7 CfW cji-o, l'ructa.
Cota 4 FerniOdes, 13,000 roeo. f uCta.
Na eicona nacional Pelotas, para Rio (rai-
do do Sol, carregaram : ,.,
U. M;randa Ltma, 200 saceos com 13,000 kilos
de asrucar branco. x.-.
Co 11 edeiros, 150 saceos com 2 000 kilos
deassuar m ditos de dito branco
Para Porto Alegre, carrecaram :
Con 4 Medeiros, 100 sacejs com 6,000 kims
de assucar branco.
Keudiaaeutos oufolieos
Uul Da Ol'TUBKO
Aiandena
Renua geral *
Do da 1 a 20 759.336*789
dem de 21 33:3311150
' Ahuma.
' Acafro, stigmas.
" Acetato de ammonio liquido.
Acetato de coambo (neutro).
Acetato de chombo (sub).
" Acetato de potassio.
' Acido actico.
Acido arsenioso.
Acido atotico.
Acido azotico alcoolisado (espirito de n;tro
doce).
" Acido benzoico.
" Acido brico.
Acido chiorhydrico.
' Acido ctrico.
Acido gallico.
' Acido pheoico.
Acido sulfrico.
' A ido lartarico.
Aconilina.
Aeoaito, raz e folhas.
" Agurdente campborada.
" Agua de alcatr&o.
" Agoa deca.
' Agua ingleza modificada por Freir de Aguiar.
' Agua de Labarraque.
" Agoa distillada.
' Agoa dislillada de alface.
" A-ua distillada de canella.
Agoa distiliadade flores de laraogeiras.
" Agoa distillada de fdocho.
" Agua distillada de horlela pimenta.
Agoa distiliada de louru cereja.
" Agua distillada de mtlissa.
" Agua distiliada de rosas.
" Agua distiliada de tancbagem.
" Agua distiliada de tilia.
" Agua distilla>'a de valeriana.
" Aip3, raz.
' Ateseos, miz.
' Alc&'.ro mineral (coaltar).
Alcatreo vegetal.
" Alcool eainphorado.
" Alcool recudcado.
" Alcoolatc aromtico ammoraiacal.
" Alcoolaio de canella.
.' Aleoolato de cochtearla.
' Aleoolato de cochlearia composlo.
' Aleoolato de melissa.
" Al oilalo de melissa composlo.
" Aleoolato vulnerario.
Alcoolatora de acnito.
" Alcpoiamra de rnica.
Alcoolatnra de belladona.
Alcoolatura de digitalis.
" Alcoolatora de eocalypto.
Ale -olatora de m^imendro.
' Alforbas, sementes.
' AlmiEcar.
*loes socolrino.
' Aliha raiz e flores. -
' Alumeo crystalisado.
" Alumeo ualcioado.
Amendoas amargas.
Amen.leas doces.
Amido camphorado.
" Araiuonia liquida.
' Anglica, raiz.
A-. (berva doce).
" Alia estrellado (da China, oo badin).
Antipyrina.
A(.omorphma.
rnica, raiz s flores.
" Arruda.
Arseuiato de trro.
Arseoiato oe sodio.
Arseuiato de t'tiychnina.
" Assa ftida. |
' Assucar du Icite.
Atropioa.
' Avcuca.
" Azot-iio (?ob) debismuiho.
Aztalo acido de mercurio.
Aztalo de piloonpina.
Azotato de poiassio (nitro).
Aztalo de prata erjUllisado.
Azota'o de prata fuoiido.
" Balsamo do t:onmeiidador oo tincara balsami-
(
' B'.lsaino detopab be.
" Bal-amo de P.oravaoli.
" Balsamo opodeldoc.
' Balsamo peioviano.
' Balsamo do tolo.
" Dilsauo tranquillo.
" Baoha preparada (ricjzj.nadtf).
' Bardana.
llaUllillia.
Pari,
100
muheiru
EXHEDII>0
Pela vapor nacional Principe do Grao
p ra :
Macelo
Ptlo va;ior nncional JaboatSo, para :
Pnraliyba 610*t Natal 20 4181000
Mossor 48.000*000
MovfBi uto do porto
Navio* entrados no dia 21
Santos t escala9 da.-, vapor allemao C pa,
de 1315 toneladas, commanrianlu J Spnng.
eqoipagem 27, carda caf; a Johnslon Pater
4 C.
Rio de i io'ir)29 dias, barca Doroegoense Con-
go, de 442 tonelida?, rapito P. Simonseo,
eiuipagem 10, em lastro; a leorique Porlt
4 C.
N vi s sonidos no mesmo da
C''ara e ejcalaV^por nacional Jubo too, com-
manante J;o da S'v Pereira carga varios
gneros.
Rio Grande do Njrte -Barca noroegaense Congo,
capito t\ Simoiist/i; c 0 lartro.
Horcado tJnalcli 5 de los
0 movimento leste mercado no d'a 20 Je Outo
bro foi o segui'.ue :
Entraram :
43 bois pesando 3,7d7 kilos.
819 kilos de peixc a 20 ris
2 1/1 cargas com farinha a 200 r.
10 ditas de fraciaa 'J.versas a 300 rs
33 columnas a 600 rs.
8 lboleiros a 200 rs
o juicos a 200 rs.
t escriptorio a 300 rs.
Belladona, raz e Fot-
:' Benj
! Bezra.
I Benzoato de ammonio.
Benzoato de litmo.
Benzoato de sodio.
! Bi antiraooiato de potassio (oxydo branco de an
! timonlo).
" Bicarbonato de poiaasio.
" Bicarbonato ie sodio.
Bichlorureto de mercurio (sublimado corrosivo).
Biiodoroto de mercorio (porvia eecca e homida).
Bioxydo de mercorio (pos de Joannes).
Misal falo de mercorio.
" Bisulfato de quinina.
' Bistorta.
' Brax (biborato de sodio).
' Borragem, flores.
Bromhydrato de morphina.
Brombydratu de quinina.
Bremureto de ammonio.
Bromureto de camphora.
Uromureto de ferro.
Bromureto de potassio.
Bromurdo de sodio.
Brucra^.
Bryonia, raiz.
Cafctns.
' Caferaoa.
Cainca, raiz
Clamo aromalro.
" Calomelanos a vapor.
I alumba.
' Camomilla romana.
' Camphora.
' Canella.
" Caima fstula.
Caotharidas.
Gapolas de apiol.
' Capsulas d copalitba.
Capsulas de chlonforraio.
' Capsulas de es3encii delherebrn'ina (perolas).
' Capsulas de pthaf (nerolasj.
Capsulas de Ih> de ligado do.bacalhio.
Capsulas d(j 11 o d ricino.
" Carbonato de amiuooto.
" Carbonato de caldo.
Carbonato de -hurabo (Ivaiadc).
Caibooatode ferro.
Carbonato de lithio.
Carbonato de magnesio (magnesia alva).
.' Carbn to de potasfio (ub).
' Carbonato de solio (sub).
' C'rdamomo.
' Caioba, folhas c raiz.
' (.arvo an mal.
Carvo vegetal.
Cascanlna.
Castreo.
' Cato.
t".ayj|ionina.
'euteio e igado.
' CU a tu anca e saisivIJa.
' Ceroto de es perra acete.
" Ceroso de Sa uruo.
* Ceratu simples.
' Cevada commum.
' G o.ii, rais e olbas.
Ch' -ral tiy tratado.
" hlorato de polafsio.
" Chlo'hydrato de ammonia.
Chloiliyirato de cocana.
Ch:iiiyiralo de morpbiua.
Cnioiliydiato de pere:nna.
Clorhylrato de puocarpina.
Cbloi nyir.iio de qu tuna.
Cbloi ctoroiio
i.h'ororeio de antimonio.
' Cblurureio de cal (hypochlorito).
" Chlororeto de ferru (perch!orure o, soloco
nt-rmal).
Chloron to de < oro e ;odio.
' Clorrete de sodio poro.
Chlirureto de ztoco.
Cicoi, f..llias.
Chanos de belladona, simples ou nitrados.
Cigarros de estramonio, simples ou nitrados.
C'girrusdr meimeudro, simples ou nitrados.
' Ci| i hutnbo.
C Catato e eaVina.
Ciuatu de i'-io ammoniacal.
" Cunto e a>agoefio.
' Ca.
Cocana.
' Coc.ilearia.
oeiionilha.
Colina.
C debico, bolbos e sementes.
' olla de peixe (ibtyoccll ).
'i Coltodio elstico
' C'.doi llama.
C' loqn-ntida.
" tkmsetva de roias.
" Conserva de lamarino-.
' Cravii da India.
' Ctem-ir de trtaro.
" '(mor de laara sotatel.
' Crcottto.
" C b:bas.
Cy nureto de mercorio.
i yaourt to de potassio.
Cyaoureio de unco.
i,yuolo brfriults.
Digitahoa.
' Ujrnidei-as.
Elaterio.
Electuario de senne.
El xir amargo de Peyrillie (Un!, alcalina de gen
daa.
Elixir de Garus.
Elixir paregorico (Parm. de Diblia-Codex).
" Elixir de pepsina (Codex).
" Emplasirc adhesivo.
Etnpla.lro do dtuta.
" Emplastro commom.
" Emplastro diachylo gosmado.
" Emplastro "de jurubeba.
" Emplailro de ptz Je Borgonlia.
Enxoli'e dooradode aoiimon'o.
' Enxcfre em bastees.
" Euxof e precipitado (magisterio de eoxofii^.
' E'ixofre sublimado e Invado.
Ergotioa de Bonjeao e de Yvon.
'6*380 L-amoca de A'epo.
*5O|K?|,l(adrapo de ihapia.
3*'00 i4p udr.po vesicante de Albep yres.
19*800
13*600;
1*200
300
i compartimentos com farmba a 500 32*000
28 ditos de comida? a 500 rs.
% ditos de legcmc-s e fszenclas a
400 rs.
l\ ditos de sumos a TOO rs.
9 ditos do fressuras a 600 rs.
8 ditos de camaresa SOOrs
40 albos a 3*
Rendimento de I a 19 do correte
I i 0,0
38*400
9*800
80*000
235*980,
4.591*080
Renda do t
792;667*939
de Pernambuco :
Oo dia la SO
Ii'era do2l
121:132*933
5 043*197
>omt.i.\
Precos do ai a :
Carne verde de 2W a 18J ris o kilf.
Suinos de 56) a 640 ris idem.
tarneirc de 640 a 300 idem.
frariaha ie 280 a 400 reza a caa.
ilhoit 310ii *0 ris idcio
MISO -le 00 i 700 id.- io
Vagiorii* a entrar
MKZ DB OTDBKO
\orle........ Planeta...........
i-ul........ Mrquez de Carias .
Norte........ B/-aril
Europa
Lvcrpool
Europa ..
Sul........
.-ui ...
>ut.......
I'araltybi........
.Vmchant.......
Tamar...........
JJaiwios.........
Adcancs...........
i'i'paraiso........
aporca a sabir
susjs dk otrroBBo
San:o; ,:tno............ 22 as
Uaitiacose Una............. 21 as
Sul.......... Brazil...........24 as
Buenos Ay tr< Tamar........... 23 as
Mantos e ts'.-.- Purahybu........26 as
Norte........ .Vanaos......... 17 as
SEOKOS
maritmios comea um
.finutafa Pkenls l*r
n^nrhnraua
Rs raigo
' E peruiceie.
' Ejseoc:a d canella.
" Esencia de cravo da lidia.
" Essenc:a de horlel pimeata.
Essct i i ie mostarda.
Essenci: le snbioa.
Essencia de lertbe.ntina re:tilicad:.
' E toraqo".
j*400|E,;ramoi)iu.
> I Ether actica
' Eiher normal (ru clli.iual du Cod.)
' Eucalvpto.
Extracte-de absinihio.
Exfacto.de acnito (aquoso e alcooco.)
" Extracto de alcais (lurj e moe).
4.827*060: Extracto di bd'adona (com o sueco depurado e
raiz).
I Extraen de ciuuabis indica.
" Extracto de caroba.
i i stracto de cicuta
; Extracto de eolebieo.
BstractO de coloquratida.
Bstr. co de colo^uintlda composto.
' Extracto Je digitali? (aqujso o alcaolico).
Kx'relo de estramonio.
i Extracto de fe! le boi.
Extracto de genciana.
Extracto de pecacuanha (alcooco).
" Extracto de jurubeba.
" Extracto de lpulo.
Extracto de metmendro (aqaosa e. alcoolic ).
" Extracto de monesia ou gnaranhem.
Extracto de nogueira, Tolbas.
Extracto de noz vmica (alcaohco).
! Extracto de opio (aqooso oo gommoso).
i Extrae o de polygala
" Extracto de quina (seeco e molle).
Extracto do mtanbia.
I Extracto de rhoibarbo.
" Extracto de salsaparriiha.
Extracto de cilla,
i Extracto de sen-itiva.
Extracto de timb.
i Extracto de valeriana.
," Ka; joba de liulisea.
, Far^tia de mostard*.
' FeicgosO.
' Ferro reduzido pelo bydrogenio.
Feto macho.
Fragaria.
" Fumo, i'laas.
' roncho, raiz e sementes.
Gara
)' Gelatina pira (gu-
22
23
23
i >
23
25
27
30
30

" Gengibre.
' Gtycerina pora.
Go:uuia ammooiaco.
" G jmena angico.
' Gomma arbica.
Gomma gotta.
G ttas amargas de Baum.
' Gramma ouicinal.
' Guaiaco, rasaras.
' Guaran.
' Herva cidreira.
' H*rva toslao.
" H-j.-tela-pmenta.
Gyosciamina.
Hypopbospnito de calcio.
Hypophoephito de sodio.
Hyposulptmo de sodio.
iuuo sublimado,
Iudofoimio.
iodureto de chumbo.
lodureto de enxofre.
Iodureto de ferio.
Iodureto de mercorio (proto).
Iodureto de potassio.
" Ipecacoauba.
" laboraud (pll, carpas pinnatus)
J.iiapa, raz.
' Japecanga.
' lequiiib.
" Jurub -ba.
KTities mineral.
fritiuao.
Licta.o de ferro.
Laeu-ph lphato de calcio
Lactucario.
CjUIuii de Rousseau.
Ludano d" Sydenbam.
Licor arseuical de Boudin.
tic*- arsnica! d- Fowier.
Licor arstmcal de Pearsoo.
" Licor de Hoffman.
Licor de Van Swieten.
' Linbo, semenies.
" Linimcoio de sabo com opio:
Litbargyno.
L .br lia I ti Hala
' Lpulo.
" Magnesia calcinada.
' UagB ' Macella gallega.
' Malvas, folhas e flores.
Maima commum.
Maona em lagrimas.
M naca.
" M..imita.
" Manteiga de cato,
' Carmelos, sementes.
M mendro, Libas.
' Mei de abellus.
' Mrl rosado.
Mercarte metallico.
Monesia ou g^aranliem.
M' seas de MSo.
M-slarda negra.
Marga da Corsega.
' Viusgb isln tico.
' dynha.
' N< ce galhas.
N z musca o a.
Nuz voiuici.
' Oleo dr amendoas do:es.
ni. o de antiaas.-.
" Oleo de arroda.
OU o de cade.
" Oleo de camomilla.
" leo campncrado.
Oleo de crotn tigliom.
" Oleo de ligado de bacalbo.
Oleo de meimendro.
' Oleo de ricino.
" Oleo ue trombeti
Opio de Smyrua.
xiilaio de ceno.
Onydo de zinco.
xymel scillitico.
xymel simples.
Paucreatina.
i'apaina.
' Parietaria.
' Pastilhas de bilsamo de tol.
" Pas'ilhas de chloratu de potasa1.
' Pastilnas de enxofre.
" l'ast'llia> de pecacuanha.
Pastilbas dekeimes mineral.
Pastilnis de samonina.
' Pao pereira.
Pi-dra divina.
" Pepsina.
Pereirina.
" l'ermanganalo e potassio.
" Peroxydu de ferro by Iralato.
' Pera.caria.
' Pez de Borgonha.
* t>ez de resina.
" Phosph'to de calcio.
' Ptuspbato de ferro soluvel (Lras).
Pliospbato de sodio,
l'hospiier.
Pnospboreto de zinco.
' Piluias farraginosas de Blancarl (CaoVx).
' Piluias ferruginosas de Blaud (Codex).
' Piluias ferruginosas de Vallet (Cales).
" PO de alcaonz.
" Po de liha.
P de araroba.
P de belladona, folhas.
Po da castreo.
Pe de digitalis.
' P de gomma alcadra.
' Po de gomma arbica.
" PO de pecacuanha.
P de jilapa.
" P de murta.
" P de qoina.
P de rhuibarbo.
P de senne.
Podophylma.
' Plygala da Virginia.
" Pommada alvissima.
" Pommada de belladona.
" Pommada campborada.
Pommada citrina.
i-'omiua.la mercorial, simples e dapla.
" Pommada de pepinos.
' Pontar, de veado calcinadas.
' Ponas de veado rasurada?.
Pos de D..wer.
' Pj de Seidlrts.
I'.dassa caustica.
Pyrophosphato de ferro citro ammoniacal.
" Qaassia, rasuras.
Qiassina.
Quina, amarella, cinzenla e vermelna.
Qiinio.
' Ratanhia.
Raiz de timb, cascas.
Resina de batata de purga.
" Resini de guaiaco.
Resina de j lapa.
" tesina de jatahy.
Rhuibarbo da China.
Rob de afloras.
Rob de saboqoeiro.
" Romeira (cascan do Iroco e da raiz). -
' Rosas pa'lidase rubras. .
' Sabo medicinal.
Sabina.
Sabogueiro, flores.
Salicylato da quioioa.
Silicylalo de sodio.
' .'alsaparrilha.
' Salsa oflicinal.
Santonioa.
Saponaria.
' Sas?afr4.
S illa.
Semen contra.
" Senne.
' Serp?otaria de Virginia.
' Simaroba.
Sulfato de atropina.
Sulfato de cobre.
Sulfato de ezerina.
' Sulfato de ferro.
' Sulfato de magnesio.
Sulfato de morpbioa.
Sulfato de pelletierina.
Sulfato de pilocarpina.
" Sulfato ae quinttia.
' Sulfato de sodio.
Sulfato do strychnma.
Sulfato de zinco.
Sulfrelo de ferro.
" Solfnreto de potasio Sgado de euxjhej.
Sulfrelo (mono) de :odio crystaliisa o.
" Supoositorios de manteiga de cacau.
' Tafei inglez (esparadrapo de calla de p'ixe
Tannato de bismutho.
Taonalo de pelletierina.
Tannato de quinina.
Tannin.
Trtaro stibiado.
Ta trato de ferro aruaio:1;

<-t.
*" i
i
I
I

.: .





molleo ira && de Uutubro de icttlv
o
i
.-";'
*
v-
Tartrato
nette).
' Terebntnma ordinaria.
" Terebentliina purificada.
' Tilia, flores.
Tintara de ab- aples e compoata.
Tinturado r,frito.
Tintura
Tintura do almiscar.
Tirnora de aloe?. "-
" Tiotura deoroia.
Tintura de issifetiria.
" Tiiitora de bal amo de to'.
Tintura de belladona.
" Tintura d Tintura de bryonia.
" Tiotura fie calumba.
" Tratara ce camomilla.
Tintura de canella.
Tintura de caonabis indica.
Tiomra de cautharidas.
"Tintura de cardamomo.
Tintura de cascas de laranjas amarga?.
Tintura de lastoreo.
" TiDtura c'e cato.
Tintura de cicata.
Tintura de colchico (bolbos e sement.)
Tintura de digitalis.
'Tintura de euealypto.
Tintura de cea monea.
Tintura de estramonio.
" Tintura de genciana.
" Tintura de guaco.
Tintura de guaiaco.
Tintura d iodo.
TiDtura de jaborandi.
Tintura de jalapa.
Tintura de jalapa composta (agurdente allero i
Tintura de lobelia infla'..
Tintura de lueiroeodro.
Tintura de myrrba.
Tintura de noz vmica.
Tintara de opio
Tintura de pipi.
Tintura de pnospboro (etherca.)
Tintura de pnlsatilla.
Tiuiura de quassia amara.
Tiatura de quina, amarella, cimenta e verme-
iha.
Tintura de quina compost (vinho de Huxliam.j
Tmtura de rataobia.
Tintara de rhoibarbo.
Tintura de scilla.
Tintura de valeriana (alcool e elberea.)
Turbitli mineral.
Turbitb treget>l.
Ungento de altbea.
" Ungento de Arceos.
. Ungento basilicao.
Uopoenio rc.-ado composto.
" Ungento de sumos.
JJva ursina.
Valeriana
Valeriiiato de mamme.
Valerinatode atropina.
VJeriuao de cafeuia.
Valertnalo de fi-rro.
Valerinato de quinina.
Vaierinato de ztac .
Vaselina
Veralri; a.
Vi-irjiQ.
' Vinagre aromtico.
Vinho anti-i-orbutico (Codex.i
Vinbo aromtico.
Vinho ChalvOeado (Codex )
"' Vinh i urfeoca.
"Vmho colchico i.bolooi.)
Vinho ^mlico.
Viuho de genciana.
Vinh;> i:e jurubeba.
Vinho de quina.
V tih" de quina ferroginoso.
Vinlio de quioio.
Vi-.h i ile ihoibarbo.
Vtr.li i de poilla comcosto (liurotiej amargo -
G-jirxJ
' Vio elas, n .res
Xvope de acafrao.
" Xirope d aleatrao.
X irope ile allba.
X mane anti-srorbfllico de Portal.
Xirope de balsamo de tol.
X irope de capillaria.
Vi-ope de oaroba.
\ i-p le cascas Je laranjas amargas.
" X lope de chieorea competo.
Ai-op: das cinco raizes aperientes.
\ i rujie rt* codeina.
X>rope de diacojjo.
\;rope de Kaslon.
Xiropc de (lores de laraojeiras.
" X irope de genciana
" Xirope de :iypophopli to de ca'cio.
X-irope de ipecacU-inu
\irope de ipecacuauha coupo'to (D:sessart.)
Niro;- de lactucario Opiceo (Cides)
Vir pe Je upi -.
Xaroiie de poygala.
\iroie ite quina, tiuhoso.
Xinip-ic i-a bao cora posto fOofex.)
Xirope de saisaparrilba.
" X-iroofi de Mlsapairtlha c imposto (Cuisimer.)
X^rope de tcilla
Xuopc simpUs
Z-oibo, buyas.
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO
A UAUSA1-SI
no (lia 7 de Dezembro de 1890
V aBDiversario da Inaugura?o
DO
Animaes de qualquer pizdistancia 2.500 metros. Promira: 4:OOD000 so
primeioro, 1:2.(0 .TO no seguad<, 8003000, ao terceiro o 3203 XX) ao quarto.
Observacoes
A entrada ser de 320SOOO
Sendo 160:1000 no p.-to da inscripcio ero 3 de Novembro de 1890 e 16.''3000 cm o
1 de Dezembro do dito anno
Importa fort-fait a nao prestacao da segunda entraba.
Pesos : 3 anno, 4,4 kilos; 4 annos 53 kilos, 5 o'u mais annos 55 kiks. A
idade para o peso serJ contada pela data da inscripyTio.
Secretaria do Derby Club, em 17 de Outubro do 1890.
SERVINDO DE SECRETARIO,
J. L. Teiveira.
S**fc
Estrada de Ferro Central
de Peroambuco
DECLARACOES
Consulado de i*ortu-
ual em Pernainbueo
E-tanJo asi concluida a rais^ao que me foi
i inflada n* reun So de oV Setemnro linde,
cumpre-;ne agr I. eer a Lijos os compatriotas
<]oe ineaux'li rao na rni icnhq de :. levar a bom
Tino, franqaeauJo serte consulado ao exame
i :.;s iiit.'iui-iii |.j.-, lo Jos Odj:umen'o; que lhe
vio rtferrDir*.
Consuliio te io.iligal em Pcniaiuhnco, 21 de
Ootnbr-j de i i90.
A '. tl^rh-M^ 'uiui.
E learfeaado rt< eminlado.
Moni'; l'io do:s Voluntarios
da Patria
A sessto que j an&u.dciada para o .lia 20
J i, [0' fel'i iirre'.uj. s o torts da tarde.
Seeretaria do Mite Po dos VoiOitarija da
<*, :!! t!e Outcb-o de 1890.
Stlveri F. de A J Filho
>a mrrcinrta da Stavnta Caamur Mi
mi rit-urdia alugam < ao oeajrdfale*
ca ltuas :
la da Ug.ia Ca*a u. 46 :W*000
icoriin .irmazwi. o. t>i 30*01)0
Vigario Tenorio 1* andar n. 23 25<00u
Dita *>. andar n. iS 20*000
Domingos Jos Martius, terrea n. 16 20*000
Jompaobia Pernambncana toja n. 30 15*000
Borgu'. terrea n. SI li*0O0
Lapa ;i i t't/QOO
tecco ao Abren 2" andar n. i x*000
ftoa licperial casa '.erra o. 151 2^*000
Silio du Casa Forte -3. Vi 25*0011
Hua da Madre de D ns armazem a. 2 IzsoOO
Ba da Mi eda armazem n. 47 I8*6
Vidal deNegroiro casa terrea n- 70 23<)00
Ra do Oom J sus 3 andar o~ 13 iSiMS
fiua do Amo- n armazam n. 2i '00X1
De ordem do director eogeoheiro em
chele interino se faz publico qae at o
dia 31 do correte, ao roeio da, rece
bem se propostas, no escriptoro da di-
rectora, no da 2. seceso em Grvala e
no da 3.a em Caruar, para fornecimento
de 60.000 dormentes de madeira de lei
coro as dimcns*es seguintes: 1,85X
0,20X0,13.
Os dormentes serSo perfeitamente sitos,
de quinas vivas, sem brancas, fondas
brocas, nos enriados ou ontros quaesquer
defeitos.
Serio rectos, de seccoes rectangulares,
com os topos cortados em esquadria, ten-
do as faces serradas ou perfeitamente la
vradas a machado.
-A concurrencia versar sobre o praso
de entrega, o modo do pagamento, a ido-
neidade do proponeote e os precos par
duzia, de accordo com as classes abaizu
indicadas.
O fornecimento poder ser contractado
ao todo ou em partes, e com um ou mais
proponentes.
Os dormentes serio pos tos pelo con-
tactante entre (^ascavei e Caruar, nos
pontos que forem designados pelo eoge-
nheiro da seccao.
As propostas deverao ser selladas e de-
vidamente fechadas.
1.a classe
Amarello vinbatico, pao ferro, arocira,
bar*una, pi d aro roseo, sticopira mi-
rio, tatijuba e oiticica.
2.a classe
Angelim amargoso, ca jaca tinga, embi-
nba preta, pao d'aroo amarello.
Companhia
Minerva Pri'gresso Peroamba-
caio
Por forea do art. 9 I dos nossos estatutos,
e usando da altribuicao que me concede o art-
18 do aesmo estatuto, convido a todos os orga-
lisador^s rondadores da mesma companbla,
que seacbam no goso de seus direitos, para
urna assfmbla geral extraordinaria, d bem da
companbia, no predio n 89 4 roa da Aurora, s
11 horas do dia 29 do corren e mez.
Recife, 18 de Outubro de 1890.
. O director, presidente interino,
____________ Antonio de Benicio Rochedo.
Estrada de Ferro C en-
tra! de Pernambuco
De ordem do director ngenheiro chefe
interino, se fas publico que at o dia 31
do correte, ao meio dia, recebem-se pro-
postas no escriptor.o da directora, no da
2.a seccao em Grvala e no da 3.a em Ca
ru.r, para o fornecimento. por contracto
de 800 dormentes para viaductos, das se-
guintes dimensSes : 1,85X024X016.
Esses dormentes serao perfeitamente
silos, de quinas vivas e isentos de braco,
fendas, nos cariados etc-
SerSo rectos, do scccSes re tangulares
terlo os topos serrados em esquadria e
j de verlo ser das madeiras seguintes :
aroeira, baradna, oiticica, pao ferro, pao
carga, louro ebeiroso e a- gelim amargoso.
O contraetaote obrigar se ha a collocar
os dormentes entre Oravat e Pascavei.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Pernambuco, em 10 de Outubro de
1890.
O secretario,
Victaliono C. R beir de Souza.
3.a
c'asse
car-
Massaranduba, louro ebeiroso, pao
ga e pao santo.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
de Percaibuco, em 10 de Outubro de
1890.
Victaliano P. Rbeiro de Souza.
Secretario.
H -spital Portuguez de Be-
neficencia
Assembla gerat extraordinaria
Sao convidados os scabores socios a compare
t-erem na s*de do nospiUl domingo 26 do cor
rente, s II horas da manos, para discutrem e
volarem a reforma dos estatutos, apre?entada
pela respectiva cominissao.
Sendo a sumpto de gran do u agoitude, pec> o
com parec ment de to los os associados.
Secretaria do Hospital Pjrtugoez de Benelicen
cia em Pernambuco, 20 de Outubro de 1890.
Uanoei L. Feri-eha,
Io secretario.
D.taQnatro pecas domestico
de electro-plate.
DitaQuatro amarrados contendo len-
Ces.
DitaUm amarrado contendo guarda-
apos.
Dita Cinco amarrados contendo teci-
do da linho (toalhas).
DiuUm dito contendo canham9o
de lmbo.
DitaDous ditos contendo panno do
algodao.
DitaCem frascos contendo bortaliga
em conserva.
DitaPecas nao clsssificadas. de louca.
DitaPecas de apparelho de louca,
n. 3.
DitaPecas de louca u. 5.
DitaOnse bacas de louca n. 5.
DitaDezesete cadeiras de madeira de
abrir e fechar.
DitaDous sellins.
Dita Doze frascos contendo molho pre-
parado.
D.ta Doze garrafas de azeite de oli
7eira.
Uit Doze garrafas de vinagre.
iuQainze rasoos c-jm hortalica em
conserva.
DitaDous frascos com fructaa aeccas.
DitaVinte e urna latas com biscoitos.
Dita Qaatro latas com mostarda pre
parada.
Dita-Tres latas com cha.
DitaUrna lata com fructas seccas.
Dita Urna oaixa com sabonetes.
DitaUm pacote com lacre.
DitaDuas latas contendo fructas pss
sadas.
DitaUrna lata contendo fructaB pas-
sadas.
DitaUrna lata contendo papel para
confeiteiros.
DitaDous pacotet contendo arreios.
Letreiro Um bah de folha de Flan
dres.
DitoUrna mala de sola.
Sem marcaLento e treze latas con-
Lendo doces, carne em conserva etc
Dita Um amarrado contendo sapatos
e tiras de cambraia bordadas.
DitaDous amarrados contendo toaihas
de fustSo.
DitaSeis frascos contendo sal refi-
nado.
Marca diamante AP no centroQuinze
caixas com cha.
Sem marca = Duas caixas contendo ves
tidos de seda e de outras tazendas, chapeo
para senhora, tecidos de seda, lencos,
nielas, sapatos etc. etc
Marca W. BlachburnUrna caixa con
tendo flanella de U e um kilo de moldura
dourada.
Marca A. B DallasUrna caiza con-
tendo obras de cobre e suas ligas.
Sem marcDuas caixas contendo un
instrumento nautic >
DitaQuarenta e oi o boiSes com tinta
para escrever.
Dita Urna lata contendo lacre, lapis,
caetas etc.
DitaQuatorze amarrados contendo co
piadares obras impressss, pastas de pape-
13o etc.
DitaQuiose paotes contendo obras
imprecas e enveloppcs.
DitaDuas caixas contendo lapis para
escrver.
DitaDesenove pacotes contendo facas
e garfea
DitaOnzc enbrulhos contendo colhe-
reB-
Msrca CP em cima e M em banco Um
fardo contondo tecidos de algodo c de
linho
um fardo con
borrreha em
um encapado
e gac etns
obras
AJ em baixo
tendo barbante d^ linho.
Letrero dous rolos de
lamina.
Marca CP BD eu baixo-
contendo amiaetho em laminas
de borracha.
Sem marca urna giga contendo
de cobre e de vidro.
Ditacincoenta e urna peca de lona de
linho.
Marca CP BM em baixoum fardo con-
tendo barbante de linho.
Marca CP AP em baixourna caixa
contendo pinceis para pintar.
Marca CP AP em baixocento e qua
tro barris de ferro contendo tinta prepara
da o oleo.
Marca CP JD em baixouma caixa
contendo machinismo e utensis.
Marca X A em cima CP ao lados e B
em baixoduas barris cntendo piegos de
n. 1 e 2, zinco.
Marca Cuma barrica contendo carbo-
nato d j soda em crystaes.
Marca SS Bebenbc em baixo uma bar-
rica contendo potassa caustica.
Marc X A em cima CP aos lados e B
em baixouma caixa contendo prego da
cobro.
Marca CP A em baixo--doze caixas de
ds..9 a 20 cootendo biscoutop, conservas,
molho, conserva de carne, manteiga e ou-
tras merendonas.
Mana CP B em baixo onze caixas de
ns. 9 a 13 e 15 a 20 ontendo biscoutos,
frascos com molho, legumes em conserva,
manteiga e outroa gneros.
Marca CP AC em baixouma lata con-
tendo tinta preparada a oleo.
Marca CP AP em baixoonze latas de
ferro contendo agua-raz e oleo de linhaca.
Marca D uma tata de ferro contendo
tinta preparada a cleo.
Marca SH&Csete barris de ferro con-
tendo tinta preparada a oleo.
Marca CP AO em baixoonze barris
de ferro contendo oleo de linhaca.
Marca CP B em baixo n. 14 Contendo
frascos de legumes em coneerva.
Marca WB uma barrica n. 3 contendo
apparelho de louca de p de pedra n. 2.
Marca diamaute WB no centrouma
caixa con te i-do bombas ejectores e tubos
de borracha.
Marca CP BM em bairoama barrica
n. 2 contendo copos de vidro.
Letreiroum barril contendo oleo para
lubrifica,, de machinas.
Machinas diamante H no centrodez
saceos con endo cevada.
Marca X P em cima CBD aos lados
uma caixa n. 1 contendo machinas e uten-
B.
Marca ABDuma grade contendo obras
de rame de ferro.
Marca CP A em baixocento
renta e nove tubos de ferro.
Marca ABDqnatro amarrados de obras
de Ierro.
Letreiroseis barris de ferro contendo
tinta preparada a oleo.
Segunda seccao da Alfandega de Per-
nambuco, 21 de Outubro de 1890.
Servindo de chefe,
Vasco da Gama Lobo.

qua-
Assoeiaco ( ommer-
cial Agrcola
Companbia de Trilhos Ur- g0ve'
Ao wnhorn crlrullorra
Em utudc do ofii;io dirigido pelo E&m. Sr.
ivenacor B rio de Lucen s, pedindo a inlcr
hinn ln Rpfifp o Olin CCSa)deJ8to "sociacao P-'a o contingente com
n- que tem de coocorrer ste Eaado para a exf>o
siedo continental que deve realisar se no Estado
le S. Paulo, eocitamo.- de lodi s os senbores
agricultores o seu auxilio na oblens&o de pro
ductod que devam figurar naqoella exposiclo,
podeodo os meamos ser dirig ios a esta asso-
ciaglo.
8 de Outubro de 1800.
Eugenio Ajres.
S- secretario
da e Seberibe
Bilkete de serles
jVgiudo se alguns Srs. passa^eiros, se bem
que em minoria,, a satisfaz r o pedido qoc Ibes
nz rara que curopram a roniliyao esseocial ex
arada no verso das radernetas ue tenes, croadas
e vendiiia: espnnuoeamen c pela Companhia,
cmpreme oWervar llies que ti disposicao,
que acoeilaram desde que aceeiiaram taes
cadeinetas era nada Ihes oll-nsiva ; ao pa-
o quelo nao cuicprimento dola mullo lesivo
po te ser. como tem sido, a Com, anbla. O es-
sencial que taes bilbetes tejara, pelo empre-
gado cebrador. ou pelo pa??age'ro vista do
empregado cobrados, destacado da respectiva
sene ; c ito esseocial p irque t assim e per
fcita nenie cuicpriaa a IntranaicisMbilhiade de
taes bilbetes. ou o seu u.-o por cutros quo tito
ejam squelles eujos oomt-s eslo frmalos na
Kecife
Alfandega
IIMIAI r. m
(Praso de 48 horas)
Pela inspectora dcsta Alfandega se fas
publico, que, em virtide da lei, s 11
horas do dia 23 do correte serio arre
matadas porta desta repafticao as mer
cadmiea Ue peno-o, e torna se uma medida cadoriss abaixo declaradas apprehendida
odiosa, prohibir a wnda de taes oilbeless aquel
les que tal leo feito, acusando contra o interes-
se da Companhia; ou suspender orna tal espe-
cie de bilhetes era prejuizo geral; por isso en-
tend que a maneira e todo conciliar seria a
que adoplei. Insis'.o neste pedido, garantindo
aos Srs. passageiros, que o seu fliu exclusivo
cortar abusos que Ss. Ss., em geral, serao os
primeiros a recriminar,
necile, 19 Je Outobro de 1890.
O gereole,
Antonio PereiraSmott.
Instituto Arceologico
phico Y'
(eogra-
ao
A rsenal de Marinha
De ordem do cidadao capilo lente Prede-j ta.c,"c0 lo*4e ^oalha de linho.
a bordo do vapor nacional Beberibe.
SH&CDesenove tambores contendo
tintas preparadas a oleo.
Marca CP em cima c AP em baixo
(uatro barris de Ierro contendo ole de
linhaca.
Marea diamante JE no centroQuinre
: barris de ferro contendo tintas preparadas
a oleo.
Marca CP em cima e AV em baixo
Duaa gigas contendo apparelho de louca
de p de pedra n. 2.
Marca UP em cima e V em baixoTriu-
ij Qta-feira, 33 do ctrrenle, a hora do costu.
^^Prcr sessao ordinaria.
liria do Instituto. SI d?.Oot'
rico Guilberme de Souza Serrano, inspector
desle arseaal, fajo publico para iottiro conbe-
cimeato de quera in'eressar po3Si>, que em cb
ervancia ao disposto em avia < do Ministerio da
llariolia o. iiT6 de 3 do correte mez, recebe se
proDOStas ect cartas lechadas na secretara dfsta
inspeceo at as II horas da maoha do dia 33
rto crreme mes para ai obras a fazer se na
ca^a d.i iaspe^o Oeste arsenal, servindo de
base a Jcsc tpco das mesma obra;, que se
acba ex pos ti nesta secretaria para o necessario
exalte dos joncurrentes.
ecretarkda inspeceo do Arp?oal de Mariuha
do Estado de Pernambisco. i de Outubro de
1890.-0 secretario,
Antonio da Suca Azecedo.
Costuras do Arsenal
de Guerra
Marca WB -Uma barrica contendo lou-
54 de p de pedra u. 2.
Sem marcaDous barris contendo ke-
rosene.
Marca CP em cima e BM em baixo
Uira barrica contendo girrafas do vidro e
clices.
Marca CP tm cima e BD em baixo
Um fario conteado gachetas da borracha.
Mar?a CP em cima LD em baixoUra
fardo contendo gachetas do borracha, man
gueiras de lona e amiantho em laminas.
Marca CP em cima e AO em baixo -
Onze barris de ferro contendo oleo prepa-
rado.
Marca CP em cima c A< I
Onze barris do ferro contendo oleo
jate-
oarcaCincoent*. e uma p*Vi'
ocUu taauucjas, gatactetros, garlos etc.
Marca A. B. DallasUm embrulho con
tendo botinas e latas da graxa.
Marca CP em cima e em baixoUm
pacote ontendo camisas, ceroulas, sabao
mediciaal etc.
Marca CP cm cima e M em baixo
Um pacote contendo obras de borracha e
roupas para hornero.
Marti A. B. DallasUm pacote conten*
do roupas para homem.
Um tardo contendo casimira e brim.
Marca (P em cima e D em baixoUm
pacote contendo tecidos de linho-
Marca CP e.n cima M em baixoL ui
pacote contendo um chapeo de pol cm
cobertura de seda.
Oito pacotes contendo tecidos do linho
e algod2o.
Um pacote contendo fil de algodSo.
Quatro amarrados cootendo tecido de
lii.ho.
Quatro ditos contando panno de algo
dan.
L'm dito contendo tecido de linho ada-
mascado.
Um dito com tecido de algodo.
Um dito ctm tecido de linho liso.
Seis ditos com panno de algodao (len-
co es).
Diverbas pecas de vidro
Um amarrado contendo papel mata-bor-
rao.
Marca JDK&ZDeaeoovo caixas con-
tendo garrafas com genebra.
Marca ABDCinco caixas contendo
garrafas com cognac, etc.
Marca CP contra marca M Uma cai-
xinha com um chapeo de sol e umo pren-
sa para copiar.
Marca ABDCinco caixas contendo
garrafas :oni vinho.
' Marca ABDUma caixa n. 1 contendo
chapeos de sol, cbapo para cabeca, le
ques, meias, fitas de seda, pomas para
enfeite, gravatas, etc.
Sem marc*Uma caixi n. 2 contendo
facas, um rologio, obras de vidros e de
cobre.
demUma ciixa n. 3 contendo obras
de louca, de charao f tres ventarolaa de
algo iao.
demUma caixa n. 4 conteni um
biombo de madeira.
demUma caixa n. 4 contendo livros,
cartSess do popelAo, camisas de algodao,
lenco do seda, espartilhos, grvalas, etc.
Marca ABA Dez ca'Xas contendo vi-
cho secco.
lleraCinco ditas coa tendo vinho es-
pumoso,
demSois ditas oonteodo cognsc.
dem Duas caixas contendo whisky.
Marca C contra marca AO Dez bar
ris de ferro coptsndo oleo de linhaca, e
para lubrificacSo de machinas.
itra marca APSetenta e
a preparada.
''> l -
do c ictendo cordoalhi de ficho. I
Thesouraria de Fa-
zenda
Para o concurse
De ordem do cidadao Dr. inspector,
fago publico que, tendo sido publicado no
Diario Official n. 23S de 4 de Setembro
correte o queationario a que alinde o
edital desta Thesouraria annunciando o
concurso de 1.* e 2.* entrancia a que se
tem de proceder no dia 4 de Novembro
prximo futuro, ser esse queationario,
alias expedido com a circular do Thesouro
de 2 tambera do corrente, observado no
referido concurso ; pelo qne vai abaixo
transcripto para conhecimento dos inte-
ressados.
Ministerio dos Negocios da Fasenda.
Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 1890.
Ruy Barbosa, presidente do Tribunal
do Thesouro Nacional, ordena que no
exame, a que se refere a ultima parte do
art. 3.9 do decreto n. 10,349 de 14 de
Setembro de 1S89, que rcgulou os con-
cursos para empregos de Fasenda, se
obaerv.' o seguinte.
QUESTIONARIO
PRINCIPIOS
1. Ids geral do Direito. Direitoi
publico ; particular. Direito publico in-1
terno, externo. Direito administrativo.
Direito fiscal.
2.a Idea geral de lei. Leis nnturees,
positivas. Leis que reconhecem iu sane-
dirigera a arrecadacSo das rendas,
principacs attribuijrJes neste partic
13. Estacoes encarregadss da arreeaJ
daao das rendas na Capital Federaf^ noej
estados. Recebedores das rendas interT
e suas altribuicSes.
14. Eaphera de accao das alfendeg.i
e mesas de rendas para garratia da 1
arrecadacSo das rendas.
15. Da arrecadacSo das rendas
m?io de contracto.
Distribuic&o das rendas publicas
16. A cruem compete. AttribuicSes
do Thesouro. Limites da competencia das
thesourarias e das demais esta$9es de Fa-
zenda cncarregadas da distribuicSo das
rendas.
17. Desposas com a divida pub.ica
interna e externa; amoi t10t,&o ; juros ;
estacSes encarregadas deste servico. .
18. Ajadas de custo ; casos em ue
devem ser concedidas.
19. Emprestimo do cofre dos crphSos;
juros.
Depsitos das caixas econmicas ; capi-
talisafSeB ; pagamento dos juros.
20. Despezas que as thesourarias po-
dem effectuar embora nao tenham qnota
especificada na distribuicSo annual ole cr-
ditos. Despezas correntes ; de exercicios
telos ; precesso de hquidacSo.
Fiscalisac&o das rendas
21. Autoridades encarregadas da fcs-
calisasSo das rendas. AttribuicSos geraes
da autoridade jndiciaria como fiscal das ren
das. Necessidade da fiscalisacao.
22. Tomada de coritas. Attribuic---
do Thesouro como Tribunal de Contas.
Directora Geral da Tomada de Contas e
e suas attribuicoes principaes.
23. Attribui5es das Thesourarias como
esta53es encarregadas de tomar contas
aos responsaveis por dinheiros ou valores
da nacSo.
24. PrescripeSo da divida passiva da
nacSo.
25. Das multas. A multa imposto
ou pena.
Estudo dos diiferentes casos em que
deve ser imposta a multa. Autoridades
competentes para a sua comminacSo.
DIVERSOS
Thesou'os e Thesourarias
26. Cobranca da divida activa : dispo-
sicoes geraes-
27. ffabilitacoes percepcSo do mei -
sold.
DISPO8I9OE8 GERAES
Ideas geraes sobre a tarifa
28. Orcamento ; balanco: compesijao
legal dos orcamentos e balances geraes
da nacSo; bases para esse servico.
29. Crditos: ordinario e extraordina-
rio, especial supplementar. DistribuicSo
delles s Thesourarias dos Estados. Cre
ditos que podem ser abertos pelos gover-
nadores dos Estados.
30. Fiancas em immoveis, apoliceo, di-
nheiro, processo respectivo.
Alfandega*
31. Ideas geraes sbro a tarifa : gene-
roa sujeitos a direitos ; isentos de direi-
tos ; valor official ; razSo dea direitos;
peso bruto ; t >xa ; peso liquido legal; li-
quido real; abatirnento-: formalidades ne-
cessarias a um despa^b- de consumo.
32. De despacho por f cturas mercado
as sujeitaa a deshincho ad valoran ; pro-
cesso do despacho; impugnacSo; arbitra-
mento; -emeHncao.
Na prova escripia, o primeiro candidat >
I inscripto tirar a sorte um dos pontos,
I dcste programma, o qual ser desenvolvi-
do por todos os que fuerern exame nesse
dia, de modo claro e citando se as dispo -
sicoes legaes qne regem a materia. Cada
citacSo falsa ou falta de citacSo sera con-
siderada como trro.
O que commetter mais de seis erros
ser inhabilitado e nSo poder entrar em
prova oral.
A prova que tiver de qnatro a seis er-
ros, ter a nota %offrivel, a tjue tiver de
um a tres, boa.
A nota ptima reservada para os qne
nSo commetterem erro algum.
No julgamento serSo levadas em conta
a orthograpbia e a redaccSo.
Na prova oral, cada candidato discorre-
r o a ser argido durante o tempo legal
sobre o ponto que a sorte lhe designar.
Ruy Barbosa
Thesouraria de Fazenda, em 16 de Se-
| tembro de 1890.
O secretario da Junta,
Antonij Jos de Sant'Annti.

MARTIMOS
cionam direitos naturaes, que prescrevem (^OmpaDaStradaP de b *-
ro e Navega^ao do Norte
do Brasil.
Planeta
ou regalara obrigacdes sociaes ; exemplos
de urnas e ostras. I
3. Leis polticas; fundamentaes; admi- i
nistrativas; liscaes; exemplos.
4." Leis; decretos; regulamentos; por-1
tarias; instruccSes; aviso; ordens; decis<5es;,
circulares; sentido que se liga cada urna:
dessas expressdes.
5. RetroaccSo dss leis, disposi^es
interpelativas; aispoeicSes que estabelecem
direito novo Abrogoslo, derrogaeo e
revogajio das leis.
applica95es
Admhiistraifio da Fazenda
6.a Fazenda publica ou nacional; sua
defioicSo e administrac3o ; leis que a re-
galavam na mctropole e no Brasil antes
da Constituido Imperial; lei que a orga-
do
O
vapoi
At o dia 23 do
Outubro espera
se dos portos do
norte e depois da
demora mdispensavel seguir para o
Rio de Janeiro com escala por Macei e
Bahia
Para carga, valores e passageiros : trata ?e
com os
AGENTES
Amorim & C.
Ra do Visconde de Itaparica n. 26
O
nizou no Imperio depois do systema con-
stitucional ; ideas capitaes deasa lei. ^
7. A quem compete actualmente Companhia de Navega^So
alta admioistraccSo da Fazenda; attribui-'
Coes principaes, das autoridades compa-
tentes.
.* Adm;niatra<.aa da Fazerda nos Es-
tados. Attribuicdcj das junt.s de Fa-
zenda. Do juiso dos feitos, sua organisa- (
cSo, seis finse meios de accao.
9. Agen'es subordinados s thesoura- i
ras e suss principaes attribuices na admi-
nistracSo da Fazenda.
10. Reiayao entre o Thesouro
nal as Thesourarias de Fazenda.
Norte e Sul
vapor inglez June
lliieei
Rio de laaeiro e
. ^
bui^Ses dos gevernador^s dos estados em
materia fiscal.
ArrecadacSo das rendas publicas
11. Rendas publicas e sua definacae. 1
Contribnicoas directas e indirectas; classi- i
ficaco dos impostos do nosso actual sys-
tema dn accordo com estas duaa catego-
12. Autoridades que iaspcecionam e 1
Naca i 3dCar no Rio de Janeiro para o
Attt-i- Rio Grande do Sal
Maulas
Segu no dia SJ
de Oatuftro pan,
os porios acitr.
indicados reci
bendo car.
Tem ptimas accomuodacOes para passage; -
ros, Iluminado a luz elctrica e tem boa ni
ta-
para carga, encommendas, pas age
es trata se com os
AGENTES
Pereira Cameiro & C
6 RA r>
l* sedar

x.

-a
*M


I


' espendo dos porto! do nor-
te a o dia 13 *e (tatabro e de
'pois da demora indispensave
^seguir oara e* portos do sol,
.rga bardear no Rio de Janeiro:
para Santos, Canaoea. Iguape, Paracaraa, Anto
iiia S. Francisco, lta ahy, Santa Camarina, Rio
Brinde, Pelotas e Porto Alegre..
As eneommendaB seno reuetoklas al i hora
4a tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo n. il.
\oe Srs. cirregadores pedimos a soa attoocSo
para a elaosula 10* dos
cono cimeatos, que
So caso de haver alguma reclam cao contra a
Companhia. por avaria ou perda, deve ser felta
per escnpto ao agente respectivo do porto da
descarga. ded#o de tres das depois de nnali-
Nao procedeodo esta fornalidatea compartta
tica isenta de toda a responsa^H
pira naasagsuf, frates e MBRands
ta -se eea m
AGENTES
Perera Carneiro & C.
^r-^liMa do Comunei ti^mf
U nadar
PORTOSDO SUL
O vapor Manos
Commandante o 1 tenante Guilherme
Waddington
E' esperado do sal at o dia 16
de Oaiubro e depois da demo
ranecessaria seguir para os
portos u<>
Para passagens.
se com os AGkNT
frete i e eocoiBmeadas trata-
ES.
Perora Janeiro k C.
6RA DO COMMERCTO6
1* andar
Companhia Baha na de Na-
vega^ao a Vapor
Micei. Villa-Nova, Penedo, Araea-
, Estancia Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Jos Bernardos
E' esperado dos portos cima
al" c da 51 de Ootnbro e rc-
-Kressar para os meamos, depoi;
lia demora do costme.
caiga, passageas, encouimeud ase dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigaria- 17
COMP4XHI4 PEB^iMllCA\a
ttavegaco eoatelra por vaptr
PORiOS DO SUL
acei, Penedo, AraeajtT e Ma
vapor Una
Commandante Monteiro
Segne no dia li de Ootubio at
,5 doras da tarde. Recebe car
ga eacommendas, passagens e
1 Jinneiros a freie. al s 2 bo
ras da tarde do dia da ptriida.
ESCRITORIO
Ao Cerne de Companhia Pernambutano
n. 12
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Comandante Morean
E' esperado dos portos do
snl no dia 1 de Novembro
seguindo depois da demo
ra de costme para Bor-
deaos, tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. paseageiros de todas as
classes que ba lagares reservados para esta
ajencia, que podem tomar em qoalquer tempe
Faz-se abalimento de 18 00 em favor das Ya
milias co mpostaa de a pessoas ao menos e que
p; garem 4 passagens inteiraa.
Por excepeo, os criados de familias que to
marem bilhetes de proa, goiam tambem degte
a faumento.
Os vales postaos so se d&o at o da 30 de Oo-
tubro pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di
nheiro a frite : trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E'esperado da Europa nu
dia 3 de Novembro segni
ra depois da demora He-
ces sana para
Janeiro, uenos-Ayres t
Montevideo
Baha, Rio de
jembra-ee aos Srs. paesageiroa do todas as
classes qoe ba logares reservados para esta
agencia, qoe podem tomar em aatqaer tempe
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado-
raa que so se attender a reclamacoes por fal-
tas, nos volomes, qoe forem reeonnecidas na
o casiao da descarga, assim como deverio den
to de 48 horas a contar do dia da descarga das
a varengaa, farerem qoalqoer leclansetfo oon-
ornentes a volnmes que porventa tenbam se
iido para os porto do sol, aflm de poder-se
ara te-mpo as providencias noseawrias.
de pasateme
ida Ida nolt'
i Lisboa l1 classe 10 *
^' Sonthampton i' clasee a 28
Para paMageai*, freces, encommendas. tra-.a-i e
a os ___
AGENTE3
A morim Irmos & C
.lesna N H
3Riia-
1 Tapar
o Havre, Lanos.
CHARGEURS REUNS
Coaapauafcl* rrau u
DE
Navegaba*
-ioba quincenal entre
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
Glano*
O vapor Parahyba
Commandante Voism
-
E' esperado a fcnrbpa at.o di*
K deOBrinr segnnlo depoi-
da indispensawi esmera pan-
ia, Kio de Janeiro e Sao toa
aoga-se aos Srs. importadores de carga pela,
apores desta linba, queiram apresentar dentri
le 6 das a contar do da descarga das alvarenga;
rualquer reclaraacio conceruente a volumea qot
)orveutura tenham seguido para os portos d
ul aflm de se poder dar a ternpo as prov
ienciaa neceasarias.
Sxpirado o reierido praxo a companbia nao se
esponsaiiilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
ibairo a frete : trata-se com o
AGENTE
Auguste Utillf
RA DO COMMERCIO -
United otates and Brasil
31. o. o. V/.
O vapor Advance
E' esperado dos portos ai
snl at o dia 30 ie Outu-
bro, a depois da demora
do costume segoirt para
amaban, rara, Barbadas, tt
Ihoaaaz e Xe* 1 ark
Para passagens carga, eocommenda6 e di-
oieiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
O vapor Finalice
E' esperado de New Yon-
at o dia i de Novembro
e depois de pequea de
mora no segu & para a
Baha, Rio He Janeiro e waato
.-'ara carga, passagens, encommenuas n
ibeiro a frete : trata-se com o*
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commecior^8
l andar
LEILOES
Leilo
Agente Brito
De orna grande mesa de pinbo, bancos, ta-
baas, i relo.io de parede, 1 espelho, 1 sof, J
consol e mais ob|ecto existentes na casa sita
no pateo do Carato o. 9.
Hoje, 92 do corrate
A's 11 oras
paquetea
electrto.
*. un
a
Para carga, passagens, encommendas e di
B ieiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
9 Ra do Commerdo 9
Roval Mail Steani Packe^
Compaiiy
O vapor Tamar
Espera-se da Europa ate o dia 15 di
;Oatobro, segaindo depoH da de
-----------Jmi ra indispensavel para
llakla, Ato m Jamelro, aaitoa,
Ummterim e maemt-Ajrrea
Para passagens, caree e eBeoanModfli
ta-ae con os AGITES
mi
O vapor La Rata
E' esperado dos
ortos do sal do
a 3deKovem-
sefttlcdode-
pota da demora
i jdiipensavel para
Lisboa, Vig a Ssartaaaettoa
Agente Stepple
Leilo
tilinta fe ira. 93 do corrate
A'$ 11 hora
A la de Maris e Barros n. 9
O agente cima por mandado do cidadao joix de
paz da fregnexia do Becife, levara a leilo existen-
tes no estabeleeimeoto a ra de Manz e Barros n.
9, sob guarda de Manoel Francisco de Almei
da, e por este peoboredos a Antonio Seraldo de
Camino Torres, 1 mesa, ba ticos, 1 Hteiro com
balcao, 1 relogio de parade, caudieiro gax, 1
carteira para escrlptorio, frascos grandes para
cigarros, 1 meainba, om barril vasio, 1 resfria
deira com torneira. qoartinhas. caldeiroes de
ferro, escarola mo bos com asseotos de palbi-
nbas, 2 jarrn e 1 espelho.
Os Sr. pretendentes desde j podero ir exa-
minar.___________________________
Leilo
Agente Britto
Da importante armacao envidracada e enver
nisaia com todos os utensilios e grande sorti
ment de gneros de tnolaados e diversos mo-
vis existentes no estaneleclment sito roa da
Palma o. 71.
Garante *e a casa.
Quinta feir, 13 deOntubro
_______________As 10 il*_________________
Leilo
De nina armaco de amarello envernlsada e
orna carteira e roils utensilios da loja da ra do
Rangel n 29.
Garante se a casa ao comprador da armac&o
por alogoel raioavel.
Sexta-feira 24 do correte
A's 11 hora
Pelo agente
Martina
AVISOS DIVERSOS
Alogao) ce ratas cutada e pntalas bou a
IOS fodi! de S. (iutiy-iJ, a 8# ; futar na roa da
imperatr s ii. 76. ______________________
Precisase de orna ama para serva o do
nestico de ca-a de familia na roa I de Marco
aomerci2.____________________________
Precisa se de ma coswbeira ; a tratar na
roa do Hospicio n. 66__________________
Precisa se de orne criada para copeira e
mais servico de orna familia; a tratar oa roa da
Soleriade n. 82.
Precisa se de hseb ama qve nro cofinbar
e qoe darav. em ca.-a do empujo ; da ra da
ConcMCo n. i. 1- andar.
i'reci- se de uiua boa costolieira ede urna
criada para copeira e mai se vico de urna casa
de familia ; a tratar na ra i* Soledad a 81.
Aiuga ?e o armazem c ra da Cruz u. 44
e o 1 andar n. 2 da ra da Boia, no Porte do
Maltn, com 4 qoano poi 1640CK); a tratar na
roa do Pbr >. 56._________________
freeiaa-se de om caixeiro coa praticu de
aoihattos. de 12 a 14 anno-f ; ra ra da Deten-
ton. 35.
Praaaa ae da ama >a para ooeiabar a
mais n>- vico de casa de familia ; na praca Ma*
ciel Pinnefrpn. 8.
sa se d da, ma do Boa Piro a. 13.
la-i
rupa de hornera e de senhora com
todo asseio e p ompiido : na Solidide
rea do Dezembargadof NuimjS Machado
n56.__________________
Toonico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado com plantas de pra
priedades conhecidas pelo nosao publico, e o
melhor de todas as preparaces ate boje deseo
bertas para Impedir a queda doa cabellos, diisi
par as caspa e ir conservar no mais formse
estado, alm de ser om magmflco perfume par
a tolete.
Encontra-se vtnda em todas as principaet
pharmacias e loiaa de miudezas.
Dusia 101000 | Vidro 1*000
B>epalto
Pbaramcia Martins. Ra Duque de Caixas n. tt
A's maes de familias
QusBsiB Toaaoa filhob skmpek aaDio
Admnttrae-lhe o XARPE ou m
Pililas Vermipurfativas
DO DR. CALASAltS
ptimas preparacSea de maatrua
0 rfcnibarbo, para a expulsio completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
inteatinaes ou lombrigas
(DAS CBBANV'A8 e dos adultos)
SEIS ANNOS DE 8UCCE8S!
t ffales excellentea preparaces nao ne-
cetsitam de purgativos como auxiliares
visto seren purgativas por si mesmaa.
As pessoas que tm vermes sentm c-
licas, tem constantemente diarrhas, indis-
posicio, sensafle de corpos qne ae movem
nos intestinos, endurecimeDto do ventre, e
s veaes, vmitos. Rangem oa dente*, quao-
do dormem, e algnmas pessoas expellem
vermes com as lesea ou com as mtense
dos vmitos. As creancas apresentam ss
pupillaa dilatadas e inapetencia.
As pillas levam impresso o nome de
DR. CALASANS e sao c6r de roa*.
L caixa de pilulas Ii2t0
1 vidro de xarope 1#9G0
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS

CURA CERTA
o a :odiM s AffeoQoS paJMA.je.nM
i
MN *aa m*rr*n MraoHSi
Po: lose EaraoBw Sbrindo, Josnna
BaptiH Cavaaa, atMrlMt lana Cardona.
Posidooio Jos Cardona e Carolina Mystica Car
dona agradecen! do ntimo d'alma a todas as
pessoa* qoe sedigoaram acompanhar ao cemite
rio do engenbo Oao^aelle os restos morlaes de
mi prezadiscima e tempre lembrada esposa,
neis, ora e sobrioba Isabel das Mercs Cardo-
na, e de aovo couvidain a todas para assistirem
a missa do stimo da do sen allecimemo, que
maadam celebrai Ss 7 i/i ho-as da manba de
qoarta feira 22 do correte, na repella do enge-
nbo Ribeirao, pelo que se coofessam eternamen
! HgrMerifo*.
t
M. Blla ae CaaxlR Vlelra FalrCo
Alfredo de Barros Lima, por si, por seo ir,, io
Jos Percandes de Barros Lima, sua mulher. e
pelo major Tiburcio Mariubo Paic&o (ausentes),
oede a todas as pssoas de sea amizade o obse-
quio de assistirem a missa qoe, pela memoria
de soa inditosa e estimada pruna, sogra, mai e
e'poea, Rita de Cassia Vieira Palcao. manda re-
zar as matriz de Sant i Amonio, as 8 horas da
manba do dia 22 do correte, stimo do sen in-
fausto passameato.
jU \
D. I nbellno tvfreir Rlbeiro
le Soasa
Joo C. Rlbeiro de Souza e seus Bfhos, sua
sogra e cuohad-as convidara *eu< prenles e
amigos a a.sisiireo a missa que mandam rezar
no da 3. s 7 horas se manha, na matriz d
Boa-Vista. 2- anniversano do prematuro passa-
kento de soa mal. iba. irma e conbada, D.
Umtielina Pern-ira Ritieiro de Souza.
t
Todos aquclles que sofirem!
[Jo peito, devem expermenurl
(as Capsulas do Dr. Fournxu.
Depositan ?a exn fvemtuoo-
fWAcisoo m. dt aiLva a ex_
Residencia e padaria
Alug se c sobrado da ra Capitao Antonio
de Lima o. 30, com commodo para grande fa
mili* ; este sobrado tem no fundo om u-lbeiro
com dous fornos em perfeito estado, proprio*
para qualquer nadara ; a tratar na litbogr,phiu
a roa Mrquez de Olinda n 8._____________
Jopeiro
Precisase de om bom copeiro : amado
Payaandanl.________' '_____________'
Vender -se
duas casas terreas ns. 43 e 45, i roa da Goya-
beira em Agua Pn ta ; a tratar com Esnaly
Rois & C, ra do Arporim n. 52.___________
Tnico de Camacan
Bnlaurador vesjetal do* eakelloe
Denire todas as preparaces congeneres qoe
deiid*mente propalara seua effeitos, nao surgi
aioda orna que alcancasse o xito do Camacan,
qoe pela soa compos'cao asss poderosa e sua-
ve, tem a propriedade exclusiva de corar e pre
servar os cabellos de todos os males da calvice,
qoe possam sob re vi r Ibe.
Compotto somenie por iof Gomes de Amo-
rim (soccessor de Martios e Bastos) e premiade
na exposicao de Paria de 1889, o Camacan foi
sobmettido loogas experiencias, das qoaes dea
maravilbosos resulLdo.
A' enda em todas as lojas de perfumaras e
no deposito geral da fabrica a roa da Aurora
numero 1*3.
Antonio ae f-ala e afelio
Aotoma de Paula Helio, Candida Ta^so de
Me lo, Julia de Mello B liar, Jos Gomes Gonce!*
ves, Jorge Tatso, soa molbere Ulbos, coovidam
aos prenles e amigos do tinado Antonio de
Paola e Melio, para assbtirem as musas qoe
serao rezadas na matriz de Santo Antonio e ma-
triz da Graca, Ss 8 oras de qnintu-feira 23 do
ndame sttiino dia de seo panpnio
Preciosa descoberta
Impellidos por om vivo seotimento e prando
sali-fdcao participamos ao respeavel poblice
qu- a cervjaLa Rosa Alea ana continua fa-
zendo milagrosos progressos.
Mes de familia de alta importancia e consi
deracao garantem por experiencia propria que
doos das depois do parto nzeram uso da cerveja
La Rosa Alemana apparecedi.o-loes abUD
dame amameotacSo.para seos extremosos Albos.
Grande razio tiveram as celebrMapes cblmicas
e doutores em medicina sobre os importantes
atteslados a saber :
Da o Dr. P H. Weroier :
> Tenho por moitas vezes examinado no labo
ratono publico a cerveja La Rosa Alemana
e nao encontr materia cbimica e sin orna gi
gantesca preparando de substancias que repre-
sentara urna valiosa riqueza para a alimentacao.
A' venda em todos os estabelecimentos de mo-
ldado*.
NICOS IMPORTADORES
___Machado, Pinto C.
Criado
Precisa se de om criado : no largo da Penba
o. 33, botel.___________________^____
Yende-se ou permuta-se
ama casa de morad t, oa Baixa Verde, reedifica
da de novo, era 2 salas, 3 quartos e coslnba
fra ; oo permuta-se por outra que sirva pan
negocio de molbados, e se j for, tambem e,
compra : ioformacoes na travessa da Madre df
Dos n. 18, ou juno a estac&o do Cordeiro.
A luga-se
A casa da roa Coronel Soassuos o. 166, com
bo"s commodos, o S- andar roa Larga do Ro-
sario o 34, e o grande tsrreoo A roa da Palma
o. 23, com telbeiro e quartos ; a tratar oa roa
Larga do Rosario n. 34, botica.
Compram-se patacoes
portuguezes. bespaoboes, etc., etc.; a tratar na
ruado Commercio n. 32. paga-se bem.
A Inga-se
O terceiro andar do predio sito roa Barao da
Victoria n. 80 ; a tratar no andar terreo n. 8.
Cosinheiro
Precisa ra de nm bom cosinbeiro ; Da roa do
Paysand o. 18.
Cautelas do Monte de So
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soo
corro de qoalqoer joia, brilhantes e relo
gioa, paga-se bem na roa do Cabug n
n. 14. Loja de rclojoeiro.
Elixir M. Morato
PROPAGADO POR D. CARLOS
De poisde 6 asnos de atroz soffrimento
de rheumatismo, estando Terdadeiramente
descorocoado, sarei completamente usando
o=Elixir M. Morato=que declaro ser o
melhor e nico anti rheumatico at hoje
. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cosario Rodrigues Alvim.
Ao commercio
O abaixo atsieoado participa ao respeitavel
corpo cotnmercial qoe comprou o estabeleeimeo-
to de mercearia sito a roa da Palma n. 111 ao
Sr. Jofio Baptista dos Santos ; te algnem jnlgar
se com direito ao mesmo apresente-se no praso
de tres dias, a contar desta data.
Recife, 21 de Outubro de 1890.
Joae de Freitas Serpa.
Alimento Crianzas
para remediar a (raqueta das criancas, detenvotttt
at tutu formal e preurval-oi uu toencat da idas
fenra, oa prtnclpaes Mdicos de Pana, membrot
da Academia de Medicina de Paria. reeeUio
ptimo xito o verdade
autasawsaaawAaaisM'sroj ais ii ti ,<
BMasradavel flmento.eomps to com sti t
yaaJMMBBtrltrvaserortaieoodoras
melboraao'
mantao, e
M.WVMMH.NM1
Relojoaria David
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimento de relojoari
acaba de receber nm grande sortimento de
relogios de onro, prata e nikel, da impor-
tante iabrica americanoWalthan Mass,ver
dadeira especialidade em perfeicao e re-
gulamento infallivel, e se vendem por precoz
mdicos. Assimcomo relogios de parede e
de cima de mesa, com despertador o qne
ha de mais elegante.
Cunvidam-se as pessoas qne quizerem
um relogio de confianza a virem a este
estabelecimento que caprieba em vender
relogios dos meihores fabricantes, com o
fim de bem servir os eeoe amigos e fre-
gneies.
Ra doCaJbug n, 14
Em Olinda
Aluga-se por fesla ama boa casa
muito fresca com quintal e pequeo
jardim ao iado, a Iralar a roa de Fer-
Dandes Nielra n 67 (ootro'ora Mathias
Ferreira), ___
Perdeu-se
Urna volia de onro com orna cacoleta com a
letra tf -., na noite de sabbado 18 do cor-ente,
da roa Mrquez do Herval pira o tbeatro Santa
Isabel : qoem as acbou qu< ira fazer o favor de
entregar na loja d^ movis a roa BarSo da Vic-
toria n. 67, que ser bem gratificado.
Para meninos
Cabriolis de qualro rodas ; na loja de muti-
cas ra Nova n. 13.
Superior vinho de Al-
eo baca
0 acreditado e autigo armazem do lama par
cipa ao publico e aos seus fregueses qne acal*
de receber urna nova remessa deste especia
vinbo, escolbido propiamente pelo cnete dast
casa, tornndose recorumendado por ser paro
de boa qoalidade.
Jjoe Fernandes Lima C, rnt Bario da Vic
testan.
Telepbone sM
Doce desroiaba
R LULAS
Ara o tratamtnto e prtmpH aira dat
Molestias do estomago e dos
intestinos, molestias do ligado,
dispepsia, indigestOes, clicas,
nauseas, diarrhea, prisSo do
ventre, falta de appetite. incom-
modos depois da comida, enxa-
quecas e dores de cabeca chroni-
cas, rheumatismo e nevralgias,
molestias da pelle, molestias pe-
ridicas das senhoras, e, alm
deatas, multas ontras enfermidades qne se
classiflcao dbalxo de urna luflnldade de
oomes, todas porm, oriundas da mesma
causa, a saber;
Desarranjos dos orgSos de di-
geststo e assiuulacSo,
donde provm a impureza e o nfraqueci-
mento do sangue, com a debllidade e con-
gestao de todos os orgio vitaes do sys-
tema.
Procurem-se
AS PULAS CATHARTIGAS DE AYER,
PREPARADAS PELO
DR. J. C. AYER & CA.
Lowell, Mass., EsL-Vnidos.
DnaroaiTo Gmw.
Injecqao
Se nao morri desesperado, aotTrend
muito tempo nma molestia enronica que
ningnem poda curar; foi por encontrar o
santo remedioInjecco M Moratoque
instar, taneamente poz termo ao men bor
rivel soffrimento.
Taubat.
Aagusto infra Magalhas.
Agentes depositarios em Pernambuueo
Francisco M. da Silva & C, ra M arqco
de Olinda n. 23. *
A's almas c rido as
Maria Candida Wanderle; Aotran, va va do
empregado publico Candido Autran da Malta Ai-
buqoerqne, moradora na travessa da Piedaie n
5, ttndo em sua companbia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, adiando se gravemente
doenie dos olhos. sem embergar mais, vemim
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de Deus, para poder mam r se._________
O restauraui Guuies, ruu das Larangeiras n.
10, tendo se pie venido para bem servir aos
seus numerosos fregoezes, e bem assim julgan-
do os a oata da sociedade pernambucana alm
da boaescolba que seas propietarios capriebo-
sameote fornecem, offerece mais a s-guinte :
A's seguodas feira Aferventado
A's tercas feira Canias
A's quartas feira Carur (jantari
A's quimas feira Peijoada
A's sextas feira Vatapa (jantar)
Aos sabbados Pucbeiro
Aos domingos Suculenta mao de
vacca.
_______TelepasoatC &
Aluguei barato
Visconde de Goyanna n. 163
Pedro Af fon so, armazem n. 46.
Ra Agnazinbas em Beberibe n. 7
Ra Itaparica n 43 1 andar.
Travessa de < armo. 1> a n. 10.
Largo do Mercado o- 17, loja.
Ra do Calabouco n. 4, dem.
Coronel Suassuna n. 141 A
Roa Pedro Affooso o. 46. 1. andar
Visconde de l'.aparica n. 43 armazem
A tratar a rea de Commercio a. 6. i- andar,
e8criplorio de Silva Cuimaraes A C.
Criado e cosinheiro
Na ra da Saodade n. 27, precisa-se de nm
cnsdo e de um bom cosinbeiro ou cosinbeira,
Aluga-se
o 1 el- andares da ra do Imperador n. S6 ; a
tratar na litbograpbia a ra Mrquez de Olinda
numero 8.
Vende se de MOOO a ,000 a airoba ; o tra-
_jm o Queimado n. 9, esquina da roa li
do Rosarlo.
noyal Blead raarea V1AB0
Este ezcellente Whisky Escoces pr
rcrivel ao cognac on agnsrderjte do oani>
para fortificar o corpo.
Vende-se a retamo nos melkores uar
zens de molhados.
Pede Wkmjui Bienal marca Viada
cojo nome e emblema sao registrados par
todo Brasil.
____________BROWNS&C-, agentes.
Alugam-se
ni ma Marcilio Dias n. 46, as eegnintes casas :
Roa da Ara-zade ns. 30 e 33. (iapunga).
Travessa do Corpo Santo n. 20.
Becco do Tocolomb a. 5, (Recife).
Travessa da Fundcao ns. 4 Mi, (Pora de
Portas).
Boa YY$nda
Aluga-se a casa e sitio de
propriedade do Barao de
Lucena, em Jaboatao : Tem
excellentes commodos para
grande familia, agua encana-
da, jardim, estribara e co-
cheira; a tratar na ra do
Mrquez do Herval n. 61.
Gosinheira
Precisa-se de urna cosinbeira : na Ponte de
Uche d. 49.______________________________
Vende-se barato
Feijao nov.- a 620 rs. a cuia, milbo novo a
300 rs. e velho a 240 no largo do Mercado pu-
merj 12.____________________________
Criado
Precisa-re de um criado de 16 a 20 anuos de
idade, para eervico domestico ; a tratar na ra
Mrquez de Olinda n. 38, 1- andar, das 9 horas
de manbft as 3 da larde.
Finados
Coras. cruzes em ores artificiaes, de metal
e porcelana receben, pelo ultimo, vapir, a Iota
de miodesas de Joaeufm P. de Freitas, ra da
Imperalrfz n. 82
Auga-se
O artnazem, 1- e 2 untares do predio n. 30,
i ra Mrquez de Ojiada, cora sabida na
iargavl Domingos Joz MatTm; etreWr ne- Ph
PraaoM
ira a roa
lannacia
qsssin ^mxAl
PARA O CABELLO.
.ingmenta, Afonnosea
E FAZ CSESCER O CABELLO
com assombrosa rapidez.
No sobrado da ra Mr-
quez do Herval n. 61, pre-
cisa-se de urna copeira e
d urna engommadeira, que
deem prova de boa conducta-
Ama
Precisa ee de nma ama para todo servico de-
casa e que ceja matriculada, para casa de tres
pessoas ; a tratar < m Santo Amaro das Salinas,
(averna de Bento Jos Ferreira, na estrada de
Limoeiro n. 6 B._________________
Amas
Na ra da Aurora n. 109-E, precisa se de urna
perfeita cosinbeira e de nma cngorxmadea,
para casa de pequea familia.
Ama

frecisa se de urna ama que cosinbe bem, para
casa de familia ; a tratar na ra Barao da Vic-
toria D.J3. loja._________________
Amas e criados
Prtcisa-se de amas para todos os servicosde
casa de familia, e de criados para o mesmo fira
na ra da/.urora d. 133.
Amas
Precisa-se de urna cosinbeira e de nma aro*
secca para criaoca ; na ra ae Domingos Jos
Mr.rtins n. 138, segn lo andar.
-
Ama

Precisa-se de duas amas, sendo nma para eo-
sir.har e outra para criancas ; a tratar na roa
Barao da Victoria n. S9, 1 andar.
4
Ama secca
Pre isa se de urna boa ama para andar coa*
nma crianca, paga-se bem ; na ra Viscoude de
Goyanna n. 207 (Manguinbo)
Ama
Precisa se de nma ama para cosinbar ; na
travessa do Pires n. 5 (Geriqniti).
%.
-H
Precisa se de nma ama para cosinbar ese
casa de familia, em Beberibe ; a tratar no pateo
do Terco n. 63, padaria.________________
Ama e criado
Precisa-se de urna ama para cosinbar e de
um menino de 10 a 12 anuos de idade para cria-
do ; no Paco da Patria n. 5. quinta casa.
..
Lara-se e engommase
para fra roupa de bomem e de senhora, coa*
todo asseio e ppomptidao na ra da Imperatrx
n. 36, 1 andar.____________________________
Aluga-se muito barato
O-, 2 e 3- andares do sobrado ana da
Brom u. 84 ; o 1- e 2- ditos oo caes do Apolle
numero 76 ; a tratar na roa larga do Rosara
numero 34, botica.
Cosinheira
Prceisa-se de nma cosinbeira qne durma en
casa dos patrOes ; na rna de Riacnnello o. 2.
Cosinheira
Precisa-se de nma boa cosinheira, qne seja
matriculada e dnrma em casa dos patroes, para
casa de peqnena familia; na rna de Feraander
Vieira n. 29.______________________________
Cal de Lisboa
Vendem Cunba Irmaos & C, a ra da Madre
de Dens n. ?4.
r
Moedas de ouro
Vetdem se libras sterlinas e moedas de o o re-
de diversos valores : na loja de joias de Augua-
to do Reg & C, ros do Cabug o. 9.
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro de 12 a 14 annos
preferindo se portugeez e que d fiador de so.
conducta ; na ra V*lba n. 43.
Criado
Precisa ?e de nm criado para sitio ; a tratar
na estaco da Jaqueira.
i
i
Ao Sr. Jos Francisco da
Costa Ferreira
Ao Sr. Jos Francisco da Costa Ferreira, pra-
ticante do Correio Geral deste Estado, tendo
promeltido publicar o documecio que o senbor
me passou das notas doTbtsouro que r senbor
re eoeu para me restituir, e que nao tem faite
at boje, siogindo se tao somente a dizer aoo
seus compaoneiros inverdades, e dizendo fazer
e acontecer com a pessoa, qoe nada tem coas
isso, e talvez pense qae eu seja nma creatura, e
por ser mulher seja desvalida, engana-se com-
pletamente ; bei de fazer valer o men direito
perante a le, e nestas columnas farei publicar
orna monea, nao s pare todo o paiz saber,
como o honrado administrador ; o senbor sabe
onde moro.
Recife, 20 de Outubro de 1890.
___________Maria da Assnmpco Sespedes.
Por 22#
Aiuga se a casa n. J3 i roa de S. Joao, com
commodos, est hmpa e bom quintal ; a tratar
na roa das Larangetras o. 29, das 10 oras s 9
da tarde. ____ _____
Vinho virgem de
Moncao
Alueiro, Fernandes \ C. estabe'ecidos
armaiem de molbados roa da Irrperatriz n.
avisara ao respesvel pafcKeo e reg
receberam e vesdem desee apreciavel


Casa em Olinda
alaga-se a casa n. 57 do pateo do Carmo ;
tratar no Varadouro n. 8, padaria.


O
A

HEGlRAl
Os mosqwiwos americanos
Com Armaclo e carntel conibrrce a estampa
l*re9<>S : I2#ooo, I4jooo e I6#cOo de cores
lilil i
1.000:000$000
Eta grande loterada BABIA ser extrahida o
dia 25 do correte, sendo pago pelo respectivo thesou-
reiro no dobro os bilbetes vendidos, caso naja nova trans-
ferencia.
Os bilbetes desta lotera acham-se venda na Casa
Feliz de Antonio Augusto dos Santos Porto.
37Fra$a da Independencia39
Fazenndas baratas
CUtaa claras finas, a 200 e 240 rs.
flautn de palminhaa de oores a 120 rs. e
curtes com 9 metros a 14600.
laalacs ue quadrimoa a 100 r.
Safroa largos a 300 rs.
Taile* phantasia a 200 e 240 rs.
Crotones francotes a 320 rs.
Lasa de quadriahos a 100 e 200 rs.
MastUpolIo americano, SO varas a 6:000.
lavado a Jf#oOO a peca com 10
uk)1So, com 1 metro de largo, 20 va
i 1000.
Akodlosinho muito bom a 4,5000, 4^500
5^000.
Miudezas
Vr adeic atis barato
Bieos e rendas, br.nca e de todas as c
res a 23000 a peca.
Bebidos bordados a 500 rs. a paca.
Entremeios bordados desde 500 rs. a peca
com 3 metros.
Lavas de seda branca*, pretas e todas as
odres de 2, 3 e 4 botoes, a 23000.
Lavas de pelica branca a 23000.
Capellas com veos de blondo de seda des-
de 63000.
Meias arrrecdadas brancas psra senbora a
8 0 rs
Meias cruaa de cores lisas e brancas com
QUINA E FERRO
Chiorose, Anemi, Debilidad*
Cura das VsAb-rea
palmas a todo preco.
com 4 larguras a 700, 800 e Ficbus pratcados pequeos a 500 rs.,
13000 o mero. grandes 13000.
amante de linho, 10 palmos de largura, Lencos brancos abainbado a 13 00, 13600
a 13000. 2*0;.0 a duaia.
AiasJhado bardado, 8 palmos de largo, a Lencos de corea a 13300 a duzia.
13300. Baleas a 200 r. a duaia.
jFamno da Costa para toalba de meaa a Arcos a 10") rs. o meiro.
13000 e 13200 o covado. Fitas, phantasia e cha palotadas desde
OsrtoadoB de crochet para portas e ja- 400 rs. o metro, todas as cores e pretas,
scalas a 73000 o par. tem larguras 5, 9, 12.
Carinados bordados para cama ou janella Macos com 12 pecas de fita branca ehi-
a 63000 o par. j nesa a 320 rs.
Cortinados de cores, novidade, a 13600 o Extractos finos americanos desde 13000.
aaetro
Ctoadanapoa fines a 13800 e 23000.
para pannos e sardas a
Sebonetea finos
800 rs.
para mesa grande ou pequea a Hmmuxu finas com mola que dobra a
4J500 cada quadro. j 13500.
aas pardo a 280 rs. o covado. : Lapiseiros de ouro fino a 13500.
ron de odres a 240 rs. para meninos. Pentes phantasia para cabello por 400 xs.
Chanasa para senbora a 34500. j Pegadores de tranca.
Gateos ou penteadores a 24500. florea para cabellos, chapeos e vestidos a
CUaarinhos de linho e algodBo a 53000 a] 13000, 13500 o ramo.
dalia. OrocheU para cedeiras e sof guarniclo
*f*smpoe de fronhas grandes e pequeas a' a 73000
13600 o par. ; Toalhas feipulduu a 43000. 53000 e 63000
~oe com 4 1/2 metros de tamsnho a a duxia; para banho a 13500.
meninos
VIHHOS^^OSSIAN HENBYl
* tria, M atiabo a. ftcKt,.
zrenrilao, n'oatc preparado, dos dou# tnicos por exollcncla, a QVKSTA
o ratas, conMlitie uro pracloso medicnenlo contra a AteriaM, Jaa-a .
I": /.-.a, Anemia, triaren branca* <.' PARS, BAtM FOURNICfl 43, anua ?A
Dapusltarton asa Peranitilin i r Al" M. da SILVA a Oh.
ote
13200 a peca.
para dormir a 33300.
de tapetes grandes i
43500.
Mas brancas finas para
303000 a duaia.
de meia desde 900 ra.
Tarlatana branca, verde, asnl, rosa e ea
! carnada a 700 ra.
43000 e Fil de linho liso, salpico, palmas borda-
' das.
a Leques p ra lueninos a 500 rs. e finos a
340CO.
Leques de gases a 13, 13500 e 23000,
de flanella de cores desde 13800. Esanhos a 43000, 53000 e 6t*X.O, to-
Chlrfre de flanella brancos con manga e dos os tamsahos.
esa ella. i Meias croas e de cores para meninos a
Laaaaj francotes de labyrintho a 13 -00 e; 33000.
com bordado a 500 rs. 1 Ligas, phantaaia a 13000 o par.
Suarda-p americano da todos os tama- Sai ge) i m de todas as coras a 200.
abes a 43000. Crinolina branca, preta, cor de chambo a
OaMariohoa, paitos e pannos de celluiloid, de caf a 400 rs
asuito til aos viajantes; preco mais be- Cambraia de forro, preta e branca a 200
(ate. ris e com duas larguras a 400 rs.
E amitos artigos que se efferecem ao Macos de contas de cores, qualquer que
rador por qualquer preco. se deseje a 500 rs.
Iaoja das lastras Azues
61 -RA DUQUE DE GAX1AS-61
CREMEdeBISMUTH ouesneville
MASAVILHOM MIOICAMINTO CONTRA !
D14RRHEA, DYSKNTEMA.
Zzlftr o nasas do O* QUSAMK V LLLK
?aa*> a abMass, aa, a*aa
dcsarhanjos dk vi
* t-*ui.ioaix. catan ai awaurraa
!< itei i.Wi .....,
FS.BMXC ICAIS?.
250:000^000
LOTEHI \ UO GRAO PARA'
Premio maior 128:080$000
Lotera do Grao Para
Prwttio maior 60:088$800
Extractar! alternadameote todos os sab-
bados. Bilbetes Yenda as casas do cos-
tme.
XAROPE de P AGLI ANO
Depurativo e Regenerador do Sangue
Privilegiado P**o Groverno de S. M. el Rei d'Italia
lausTO pluijo
aaasa imianr o atem esssasr jbhonymo paoliano, a aissisu
VBHDS-SS SXOLUSIVAMBNTE EU
3a a pr m
4 CAA DE FLORENZA UTA 8UPPRMIDA. 0 Mr. ERHtSTO PAGLIANO pota fe
toda 1 rtetitu tteriptu polo proprit mo do difunto Protouor JERONfMO PAGLiAHO. %
tu to, oHrotJm um tmmomtt sa stsigis orno nico meomuor 1 >
ERHESTO PAGLIAHO. K
kM at UrsswlMii 1 ra' te. aa jxva a o-.
a mu Topta ai mmanm wii tari boj do raaa --j,
PECHI^CHAS!
Casemiras pretas, diagonal, duas larguras, a J400 o covado 1
Idean de odres, inglesas, idem, a 14800 o dito -
Cheviote superior, preto e azul, a 4400 e dito.
Minna pretos, pura II, a 800 14000 14200 e 14500 9 dito.
Pannos de cores para mesa a 1(52 0 e 14600 o dito.
Toalhas damascadas para dita (Daciooaes) ama 54000.
dem de labyrintho, ricas, a 304000.
dem grandes para roaio a 24600 a doria,
dem felpudas para banho a 14200 a dita.
Lencos brancos abanhados a 14200 a dita.
Meias inglesas, cruas. a 94600 e 34000 a dita.
Ceroulas bordadas de bramante a 124" 00 a dita.
Camisas de flanella de cores a 184000 a dita.
Lences de bramante, grandes a 14600.
Cobertas de ganga, doos pannos, a 24500 e 24600.
Idea de crochets para avivas a 64000.
Cortinado, em peca, a 8000 (22 metros) 1
Madapolao superior a precos sem competencia.
Algodlo trancado, duas larguras, a 141G0 o metro,
dem adamascado, largo, para toalha, a 440 rs. o dito.
Bramante de algodlo, qaatro largura, a 700 rs. o dito.
dem de puro linho, dea palmos, a 14600 o dito.
Guarnieres de crochets a 64000 e 84000.
Fichs e maotilbas prsteadas a 14000 e 24000.
Chales de oasemira de cores a 24000.
Flanel.as de cores para camisas a 800 rs. o covado.
Percales finas a 240 e 280 rs. o dito.
Ouardanapos adamascados a 14600 a duzia,
Meias-oasemiras para criancaa a 500 ra. o covado
Cortes de fustio pata coleto a 800 ra.
dem de cae em ira inglesa para calca a 24800.
dem de brim pardo e de odres a 14000.
Brim branee fino, n. 6. a 14800 a vaoa.
dem de cores garantidas a 14000 o metro.
Costumes de finas casemiras a 164000
Pannos fiaos, a eviotes, casemi as, brins pretos fixos, mirinos para luto e mu>
toa artigos a precoe resumidos. -
As vcaxlaa eaa tr.* **- raesMH* e B -/
59^-Kua Duque de Caxias59
AppToradu ZMla. Inavpeotorla da H:yoin do BrawU
CASCARA SAGRADA I00URET0-FERRO CASXARI
VmrOmaaiTo rttmmUn O m+ia Miro aom ITwcraaiat*
aun u Priomo do Voatro haSrtwal.l Nio prmUnwmdo m Prlmio OtUBttf) ^ WttWajlifl-OOAZlfRE, 71, ana,a, mm,i
*m^......< i i i n i iinii iJIbmbW
Peitoral de Cambar
MEDIO GARANTIDA
Os innmeros e valiosos attestados medico e particulare
favor d'eate preparado, do Sr. Souza 8oares, de Pe'otaa; os mais alto
premiosmedalbaa de ourocom que foi distinguido; a sua approva-
oSo por nasa sabia junta, como a de Hygiene publica do Rio de Ja-
neiro; a aatorisacto de seu oso em todo o Braril por decreto $
governo central; o eeu consusnmo extraordinario e sempre progresefro;
a sua fabrica especial fundada no grande estabelecimento Agrcola In-
dustrial do Parque Pelotente, expressamente criado para esse effeito,
em Pelotas, honrado com a visita de notaveis personsgens nacionaes e
estrangeiros, slo merecimentos que t os adquirem preparados muito
importantes e reconhecidamente efficazes como o Peitoral de Cambar,
tornando-Sf um remedio garantido.
Vende-se, ao prego de 24500 o frasco, 1340C0 meia deca e
244000 a doaia, em todas as boas pbarmacias e drogaras da capital.
81o nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
Francisco M. da Silva & C.
EA MRQUEZ DE OLDDA
DIGEtT
OIFFICEI
Dyifitptla
DOENCSdoESTOHAGOC
ELIXIR GREZ
II
ANEMIA
romiti
Olarrhtt
chrontca
\it Appitttt
.TOflIOO-D tVO oom QUINA, OOOA e f*gt
I aajua-cotxni c. m a* auak. 1 m rumadu
Cralos pelos CIGARROS ESPIC 4\M'
Opprtttmvca Tjwc lcjlu^os evrafjac ^ \tf
UCBVCIAOOS PELA IlfSPZCTOBU DI mraiEKE DO IMPdUO DO B1UZIL \ / /
AsatM^e a fumaca que penetra no pello, acalma o systema nerroso, \U/
atetilla a expectoracao e favorlsa as funeces dos orgaos respiratorios.
atacaOo. J. UefKJ, CO, roa St-I.awr, m Parla. Exrju-tt ata omi#a"-
" %miainmii ; FtANCce U. da SILVA td,iMi lUciaa taSai u.^atf-
VERDADEIROS
AGA.PB.B0T0T
Os nicos approvados pela ACADEMIA da MEDICINA
Bnnqneam os Pentes. Fortiesm as Oenfrtr&s.
DEPOSITO 1 17, Ru de la Palx, PARS.
.anttganMtf .- 9M0, R90 BoJnt-Honor*.
^CHAM-SB XAS FKIXCIPll PrOOAIIIAS f BKFUM A Al AS.
LOJA DO POVO
II Ra I* de Marco (1
GRANDE NOVIDADE
Esta nova loja contina a ter um grande sortimento e sempre pechincha, em
precos ninguem Ibe pode exceder, capnicha na exactidlo da qualidade e as nedida
de suas mtendas, qne podem ser compradas por qualquer crianoa. Muitaa de suai
huendas slo reeebidas direetsmente da Europa.
Descont de 10 |0 em compras de 204000 para cima.
Voile de IS e algodlo, lindos desenos, a 240 ra.
LZa imitaco de cachemira a 240 rs.
Chitas de 200, 220 e 240 rs. o covado.
Setinetas de cores, desenhos lindos a 300 rs. o covado.
Zephyros lindos a 120, 160 e 200 rs. o covado.
Cortes de casemira de 34500 e 64000.
dem de costumes e de casemira de cor 124C00.
dem idea idem preta fina, a 144000.
Ricos casacos de Jersey, bordados, a 640lO.
Toile de seda de 146UO o covado a 650 rs.
Granadino de seda, de 14&M* o covvdo a 800 rs.
Merino preto a 500, 700, 14000 e 14200 o covado.
D:'o Aq. kr. liso, K.'0 rs. o ovsdo
HU CHIANCA
Ked-s de corea, peehiDoba! a 3o0O(.
VvM .ar:.. d Strmj. a 64000 c 74000.
'Biwia e j.quctss de malha para criarla, a 1400), 1.'j00 e 24000.
Brins de ore, eovado 00 n.
Merinos lavados, luidos deaenhoa, toauas ^caaa iag^aats aeu .^-.a
deeitu para to-ii. > o prec/te, grande aortimcnto de leos da seda a 400,800 e 14000
leamos ti algodSo com barra grande a duaia a 14600, bramante da linho e algodlo
mal! rutilados, coiebas. fiabas *, seda brao< e do eorea t
oiles, 'ni'(> (1 -t'ObasNovldades 1
V. Humphreys de Nova'York.
. a*o na da N annoa, Elrnaaia, ttmoot, en;-
- naratoK. Aaiiafc 0c IfcagaiHi o Phar-
' >. .-tnclpaosemafc K..:uOliiE CUKA
. rfcrea, OonatatAo. i

AdultoK............
e tarrtga. Oai!cabUa> i
3fHO, VoCQltOE..........
Rooqnla&o. Srouchlte..
fmr d Deatoae de Cara, o KerniKa......
U. rtappreaaaa da Kecrm. EECiusa oa-DOao-
rada..........................................
'"- l.eacarrheo,naresBn-ncaa,Bearam>fu.
I. 'rasa, rcxae Boooa, DUaealdade <1
arara, aaaooa caroalcn. Dcflmo......
-. i.mn aelacba Toa apaanodlaa.............
... Anata, KespiracAo dtAcaltoaa.............
JO. gnayaraci*diaOldaa,aardei..........
13. Karralalaa* Inchacoes e ulceran............
a. Ealaadaltar, Naaaea. Vonritm...........
". Mateada aTiriaii Calado, ou Pedra
na Bexlaa.....................................
'. Iataaaeaola, acfamdade Derroia, Hnaaal..
J: E^,:t^ard?aS3EAra.na
ac dalaraaa irrorlio .....
ia da CaracAa, Palpitaof. el
a, Maleadudo. QoKacoral. B .i
etc .
ledo
a. WaSirtiiiHa, MelaMllanode ItetnaH......
SO- Caaeeataee Chrilca, D.-deCheca ...
OMaaaaldoDr___
aafafaraililiiWaeoniodbdeonral^.fteaiicratU.
pedeaa ao ca borlcartn oo k
HI'MFHEiytC HEUICINK t O.,
lea Valsa* Street, MSW VOtth.
NICOS AGENTES
ara veodas em grospo em
PERNAMBUCO
Furia SoLmnh i C.
DROGARA
A' Ba Mrquez de Olinda n. 21
W^WgaTaTCT>*j
REMEDIOS
LE ROY
Popo/aros em FKtUCi, ni Aleme,
HSPiHHA,noBIHZU,
I or.it sto ajtcrisiio pla Jmrii i Hjtittt
.nfMiaviin^oat
tledtcac&o Depurativa e Re-
oanatitulnU dr.nilo todr. a ficilidade
para se tr;.t.r a, iior preco oarato, e
ue ourar em pouco temno.
E#sa mcdicat'o exp;ilsa rapldaincnlo
es iiumorea, bilis, l^aiuor visenos vi-
ciado- que occasionam ccouwrvam as
molesUiis; (Hinflca o sa.^ue e Impeda
as rebullidas.
bPrgantesLeRoy
i T.ioumo? r
a eciai. uosos segoado a ide. cou-
v6m c8iicciihuoi;lc- oad atolnallai
fl
ESPECFICOS
tIO CaXEBRB
Dr. Humphreys de Nova York.
Em liso malfl de SO annos, sbnjileR. sejnrros. &&-
ca//s u baratos. A venda uait Drogarias c ltiar-
mackis princlpaefie mais caramidas do Mundo.
Ko. CI7SA
1. FeSre*. Oongegtao, InflammaeBe............
i. Febree Callea causadas por Lombrl-sas...
S. Callea, Choro taaomnla das Criaaca......
*. ftlarraadeCrlancAseAdulto.... ........
5. I)yeBteria,DcresdeBarrlfii,CollcabUosa
6. (alcria, Colera-Morbo. Vmitos............
7. Taaae, Coastlpaenn Boaqald&o, Bostcblte..
8. flor de Oeateae de Cara, eNerrasE...
j. r de Cabeca, Eaehagueca. Vartlgcoi.....
10. Dlspeasda, UasKestSo, ntio de Ventre.....
11. Su aareaa&a iKocra Bseaasa aa Demo-
!!> tasaEl i aaailoaa ehrooieo. Dedujo
aa CMaelf-lK, Taaae esposasodlca.............
i-i. A asna. Taraco dbBcultoaa.................
2 SapruruvMO durt C 'ae.sur.1oa .........
rr(ala>, Inehacoes e Oleara.............
;romulacoes Cuidas......."...
tr> x'aaasa. Vaadtaa........-w--
arinariax. CnlcoU oa BaS
3B. Kujoo i
. Malja|__
28. IsaiWeacia, i^UVIade nrVaKaeiiiaal..
as. u -
80. Ineontlaenclu. de Onriac
SwasV.
U. Diakthcriu, Miln^iiinio-tMiasaaaaa..
Si CaaEestr.ee Chrsairiu, I>.f' le-Ca!*oa....
Q Masaal do Dr. Humahreys. 144 paginas sobre
as Bslarsasaadase o u*odo fl euralas,aada crac,
oedeae uo aeu boticario ou &
HCMPaKEYS* MEDICIire CO..
lea Fultoa btreet, MSW YOKK.
Uoioo deposito para vendas em
groso na imperial drogara de F.
Manoel da Silva A C.
CLBA a

si
II
aaZtasvcto Baa entrado dos Sama-
dlos liqnidos podcmlo suUst-tiiil-os,
par as peteftas que Uverem repu-
gnancia liara os inir jantes Ug'iidos.
8So lDCdlilv is contra : AhUmul,
Catart ho. Sota, Mtheuinattouf,
Tltommre*, litrmrum, Permm da
aTa>sart<>,Feb>-ea, CongtmtiirH, Mo-
lesHo* ajo Faa frruirlkliteH, MruOtjiart**, Ble.
.
qialqoor pro.I a co qa uao U*jt u w.d'MCO lia
Pid' C0TT1N, gesit da sr. Le Boy
Ra do Seise, 51, PARS
DSToerro aa todas as babmacub
II............IIIIIIIIIB
CAPSULAS AZYMAS E. G0RLIM
OBREIA8
TIHTAS PRETAS
a rxooaas
Cata lraais i Fri,
PKavm "> S. >>
NOSTWt
sfaa Amymm
Xa i EJunTcV ra jriaaa ir i!j
0 ASSI^ASETICO
8-J" Deposito no:-sj
PEfl"iA!aUC0
Franriscu M. da SILVA 4 C*
Vtuda por atacado:
PESQU!, Bwdjos (F1XC1)
M
30^000
Aluga-se o segundo andar
e sota do sobrado da ra do
Vigario n. 4, est caiado e
pintado de novo : a tractar
no pavimento terreo ou no
escriptorio d'este Diario.
VERMIFUGE COLME
CHOCOLATE m SANTONINA
OTAUmi str BKtrUr u UsUIISaI
IaK TamBarotrac mili *lt
ssa saktr A|nil e iserTsjAt littbUa.
Exigir > tttigntturt,
Paria, 26, roa dn Templa i tu f rUclixt I
TONINA I
atipan rlursustat f
O MICROBIO
DA
BU-anorrktujia
radicalmente aniquilado pelo emprego da
fflJECCiOCADET
Dtposrro OSAAL:
a\B7S, naalmrl tasf, 1, A
tm- i HoMi qtM mnt Jt tmbmiho t 0*0*
litro ea Mnimeom Cade*.
tmmtt* m Uiat m KesbAm nurtuetai c> arui.
Lopes & Araujo
Para engentaos
CoDtitfuam a ter em sea eatabeleciment gran-
de deposito das mer;adonas abaixo declaradas,
onde os Hlma. senbores de engeuuos poderla
se oupprir para a nova safra, a precoe sem com*
ptlencia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de .aguante.
Olto de mocot.
Aaeiie de coco.
Difo de peixe.
Dito de carrapato.
Pixe em tatas.
Grixa em bexigaa.
Gaxta delinbo.
Potassa da Russia.
Roa do Livramento o. 38
& 0 melkor defWNcH
a


floro
sem i.
trr
iiajia-
Apa de
1*

Odontalina
"SU WaSM, KIIMitta
tt aa
PiBISiEMUtt.Km


Pa
Vende-se ou alun. te o sobrado da ra de
lar na roa da Penha a-
ma arpa
iioro ue
de se ou a fraude
acio de Bt-beribe. cero uiuitos comino
iioi para grande familia, um Uio todo morado,
coto estribara, eocneira e banbeiro de peora e !
cal ; a tratar em Olmaa, tua Barao de laccruna j
numero 9.______________________________
Veodem-se roseiras, cMons, bieoniss,
parreiras, parsita t outras maia variedades de
qffiidade de iteres linas; alugam se crotons
^afa casamenti. ; veodein se crvos para bou-
ouet, flores, e fa-se bouqaet paracaaroentoi e
plisados, e laoiDem capellas de perpetua e de
enipre viva para dia de finados : na roa do
rSUdeireiro n. 48.__________
Vende se or barato preco as segoinles ferra-
gens na roa do Ba ao da Vn loria O. 8 :
Uanos de ferro estanbado de 3/4,1, I i/*, i
1 l e 2 poleg. das
Canos de chumbo para agua.
Dito9 para gas.
Pelhs, safras, tornos para erreiro.
Tarra has, martellos, limas para dats'
Marreas para quebrar pedra..
Ac fundido de diversa grossuras.
Picaretas para estradas de ferro
Moinhos para refinacSo.
Trens para cosinha.
Ternos de bandeijas finas.
Serras para vjor.
Grande sctimento de ferragens e cuteuariar.
terc
Para eiigenho =* pre$o
Fcrragem cora pe uco uso petencia vendein Pa-
venrfern e tnixas 'oodi'as e batidla, e assim' ~%t Q^. ~^
umSecobfeoor met.de do valor ; a tra- rente V lailUa & C .
tar na rui Dnnuc de Caras 0. 77, loja.
sem com-
n MUITC m m
Padtiria
Vende-se ou admitte-se um socio em urna
tudaria sita em muito boa localidad?, com bom
retaiho, desmanchando actualmente de tres a
quat-o barricas de farinba diariamente ; quem
pretender dirija Fe a informar no caes do Apollo
n. 47. arruaznii de Machado Lopes & C.
A Florida
Acab* de receber pelo ultimo vapor i
que de maior novdo tow a populosa e
grande cidade de Paria, oa maia importan
tea artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propiio
para cartas.
Cromos de seda e de oleographia.
Caixas de msica com manivella para 1(1
2*e3JOCO.
Caixas de msica, com corda, tecnauas
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
120, propria8 para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 70, 8*, J
95,10# e 12000.
dem muito finos para 160 a 200 um.
Timaosinhos com sombra com fitaB e bicoi
da Cimbris transparente a 30 e 30500.
Um grande sortimento de porta-tranca
para 500, 10 6^0500.
Orampos dourados e com perolas a AK) t
500 ra. um. ^^
dem do eeluloide c dourados a 200 *
300 rs.-um
Estojo para desenho de talagarca a 30000.
Bandeiras de la dos Estados-Unidos de
Brasil a 1050 >, 30000 e 40000, confor
me o tamanho.
Qrande sortimento de bolsas de pellica *
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000, para
senbora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
Qrande sortimento de bicos de algodao t
de seda, brancos e de cores.
Livros de sortes a 300 rs.
Albuns de pellucia e de chagrn, poste
moderno, imitando um leque.
Zleui pan eremos, poeaiae e mus
Espadinhas para crianca.
Boleas de couro para cobranca.
Navalhas de Roger Ainao americanas el-
ctricas e de 2 laminas, e afiadores com
a msssa propria para afilar.
Ramos de flores para baile e casamento
de 10500 a 40000 um.
O Cabelleira engenheiro invento a 500
res.
QalSes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 10500 a
peca.
Sabonetas para tirar nodoas de casemiras,
sedas, las e outras faaendas finas de
300 ris.
Oculos a pince-nez finos, dourados, b-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 70000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 ris.
Bolear para menino de eschola a 20COO.
Sabonetas para banho com desinfectaste
a 40. ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
80000.
Aunis e brincos com pedra imitando bri
lhante.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
038, CELOS BBTTBNCORT
siturutiiiH i mm
GRANBK DEPURATIVO DO MN8UK
Elxir anti-rheumatico, anti syphilitico e empregado em todas a. molestias de
,elle, erysipella, darthros ou emp.gens, beri-beri, snthraws ou carbunculs, cancros
venreos, feridas cano rotas, ulceras, gonorrheas obrme, boubas, buboes, escrofu-
as o todas as doencas que dependem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do sen gonero, o que est provado
*>la preferencia e acceitacao que Ihe de o publico.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000.
mu m am IM S llflMi
'""t"!'o febrfugo e DESOBSTRUENTE
Empregado o debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
io parto, febres palustres, molestias do figado e" bago, falta de appettte, anemia, chic-
se, cores paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um reconstttuinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$L urna duzia 309000
boticas.
Sabao maiAvilhoso para limp^x.n.
taes do todas as (jualidades, mar
mores, madeiras, trens de cosinha,
soalhos, paredes, pinturas, etc., etc.
Sabao >ndispensavel em casa de
familia; poupa'tempo e trabalho.
SAPOLO
Nao se usa para lavar a roups.
Vende se em todas as casas de drogas, perfumaras, ferragens, rmaseos e
DEPOSITO GERAL EM CASA DE
HEIfRT FORSTR efe C.
K.DRDW&M
Ba imrquez de O linda a. II
Armazem de cerveja, vi-
ohos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, co-
ete, etc. Unict
r
servas,
)
Voile de algodao a 200 rs. o covado.
Etamines de c8res a 280, 300 e 320
o covado.
Merinos lavrado a 500 rs. o covado.'
Zephires de cores a lrK1 rs. o covado.
Las de cor*s a 200 e 240 rs. covado.
Cachemira de quadros com listas de seda
a 14000 o covado.
Cortes de metim pan. vestidos a 60000
um.
um.
deposito da afamada Cer- Dob brancos bordadosa 120000 e 140000
Veja PhcenX de Dortmuud q^ de .chemiras bordados a 250000
e do chocolate Ph. Su charo1
de Neuchatel.
Agencia da grande_ fbri-
ca de charutos Dannemann
&C, S. Flix (Baha).
LJNJECCAO BETTKNCOURT
AHTI-BLKHOBHJlICA
Gura radical em seis das
Empreeadacom ptimo resultado ucs corrimentos agudos ou enrmeos da
!rethra ou vafina, leucorha ou fl6res brancas. Esto medicamento de urna grande
Um frasco 1#500, urna duzia 15#000.
VTNHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de lsranjas amargas a quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacao destes heroicoa
aedicamentoa. Empregado no tratamento das molestias do [peito, rfo estomago, ane
nas, menstruacBes difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as veses que se
iuer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular.
Jonvm as pessoss ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
tecer as criancas. Ete remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
umunciam por ahi. #
m fraso 3#000, urna duzia 30#000
la-
Cortinados da crochet a 100000 o par.
Grava tas modernas a 10000 urna
Fichas de retro*, todas as coi es a 10000
um.
Toilettes para baptisados a 60000 um.
Tapetes para porta a 20500 um
Phautaftia
Os productos d'estas ulti- Lene, de seda exposieio a 10COO um.
1 : 'Capas bordadas a vidnlho por 50000
mas duas fabricas oram pre- nma.
Vestidos de Gersey para cranla a 60000
um.
| Cortas de fustao para collete a 600 rs. um.
Orgacdy de licho, ultima moda, a 240 rs.
o covado
Chali de algodSo, novioade, a 200 rs. o
l covado.
Luvas de seda a 10000, 10500 e 20OCO o
par.
E muitas outras fazendas de que s com
a vista poder-Ee-ba avaliar a commodida
! de de precos, assim como em sua officina
Grand<9 rcrtimento de o
nelia, rho e algocao.
Idem de cillaiinhot de lin.ho c celia-
loide de cachemiras pretas e de cores, en-
tre ellas estacam-se s de 7)5000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima dicta-
mos, temos um esplendido sorraeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos os-
tros artigos que sena enfdonho mencio-
nar.
E' so nos barateiros!!
A' RA Io DE MARC/O N. 1
Bernardino Campos i).
Vinho Saduro
Pelo ultimo vapor recebemos urna importan ti
remeesa do delicioso vinho maduro, analysadf
pela junta de byeieoe da Capital Federal.
O VINHO MADURO, puro da uva, o melbo-
que tem vindo ao mercado, oeste estabelec
ment se enconara
SEMENTES NOVAS de flores e hcrialicas ce
todas as qoalidades.
AZE1TE puro de oliveira em latinhas de meic
laum litro.
Em bebidas finas, como sejam : champagne
cidra, vinbos Bordeaux. Porto, Douro, Cbamber
tim, licores de diversas qoalidades, nao tem
rival.
Queyos de todas as qualidades e o apreciad.
requeiiao em latas.
Emnm, completo sortimento de gneros di
primeira qnalidade para urna boa despensa e t
precos sem coa petencia
Ra estrena do Rosario numero 9
Pocas Mendes & Q.
Trrpkone4 ______
miados com a medalha df
Ouro na Exposi^ao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
TYP0fiR4PHI.\
^O *5|fiRY ~ end-M ero tm i ir*
fiRANDI LIPIDAO
S na Revolucao
sm na nnim de Casias48 'd alfaiate apromptase em 24 horas qual
^^SnTuhSSTZlS, q-er costuJ garantindo-se toda perfe,
cao em trabalho e prego resumido
S Da BevalBCaO
HENRIQUE DA SILVA MOREffiA
Grande .
modas e phantasias que se vende por me-
nos 50 /0A SABER
Le
todas as cores
a 200 rs- o
Sargelim de
cevado.
Colchas de efires a 20000, 40000 e 50000,
urna.
Cortes de cambrain branca de quadros a
10600 um.
Coronados bordados a 60000 e 70000 o
par
Atoalhado de linho com defeito a 20400 o vos, merinos dem, dem,
Xarope d$ jaramacari composto
GRANDE PEITORAL m
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
osses simples e convulsas, coqueluche, constipacUes, aathma, bronch.te, catarrl
ihronico e tsica pulmonar e do larvnge. _
E' o primeiro peitoral que so conhece at hoje na medicina.
m frasco 2#500, unta duzia -4#000
CAROBINA
O GRANDE PURIFICAnOR DD SA1TOUE
O empSTda CAROBINA deve dir.gu-se a combater as segumtes lesbas .
a diversas formas da. doeneas chronicas, os desengaados, soffnmentos do tero,
JFeccCes cancerosa, beri-beri, escrfulas, tumores brancos ulceras ^>c5> ^
^venreas rebeldes, paralysias, molestias do ooraclo, da garganta .a^
irnico e gottoeo, molestias de pelle, assim como todas as enferm.dades derivadas
ia impuresa do sangue. /x/wWv
Um frasco 3#000, urna duzia 50#000
nicos exportadores
COMPANHIA DB PRODUCTOS MBDICINAB8
31--RUA DOS 0URIYBS--31
RIO DE JA.\EIRO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
FOLHETII
pom
?AIILO D'ilORElONT
QARTA PARTE
voz do sangue
(ContiDoafilo do n. 239)
V
A PIBTa
_ E' o que a senhora contou deseo*
nhecida?
Sim, senhor, como estou lhe dizendo
agora. Ella, porm, nfio me quiz acre-
ditar, e, depois de me haver experimen-
tado em todos os sentidos, sahio furiosa.
Talvez volte, replicou Jacques. Pe-
90 lhe que me d a sua palavra de honra
em como nao lhe fallar na visita que lhe
faco.
Pode ficar tranquillo, redargoio a
Sra. Charles com urna firmeza e nma fran-
queza que tranquillisaram o Sr. de Rho-
des.
Sacn a carteira da algibeira
Supplicolhe, atalhou immediatamen
te a ex-porteira com o sen bpm e leal olhar,
guarde o seu dinheiro; do contrario, pa
receria que o senhor paga va urna discri-
c3o que devo embraces da boa Sra. Ro
selin, que en estimara muito. Prefiro que
lhe diga, se a encontrar, que a mSi Char I
les Bo esquece os seus amigos e tem sa- *
metro.
Camisas finas de meias a 1000 urna.
Cobertas forradas para casal a 205O(;
urna.
Batistas de cores a 160 rs. o covado.
Toalhas para crianca a 100 rs. orna.
i Ceroulas franceBas, a 10000 urna,
j Atoalhado de algodao a 10200 o metro.
/ Algodao trancado para toalha a 10000 o
metro.
Cretones escures e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Guardanapos c m franja a 20OCO a duzia.
Espartilhos couraca a 40000 um.
Flanella de algodao de cor para camisas a
320 rs. o covado.
Collarinhos e punhos de borracha por
10500.
Ditos de linho a 10500
Ditos de cretone de efira 300 rs. um.
Cortes de meia casemira para calca a
20000.
Camisas francezas de cretone a 20000
urna.
Ditas brancas a 20000
Lencos de linho a 20000 a duzia.
Bramante de linho a 10600 o metro
Bramante de algodao a 600 e 10000.
Modas
Cortes de etamine de 140000 por 80000.
Cortes de casimira para costumes a 140
e 150000 um.
Surah de linho muito largo a 320rs. o co-
vado.
Os Barateiros!!
E' s neste estabelecimento que pde-
i-.ia trar fazendas finas de gostos lin-
diasimos por rejos razoaveis, como se
aro:
Voiles de la, padr5es inteiramnnte no
cachemiras la-
de raais lindo
APOLLO
Montada cora todos
es utensilios proprio^
para a execucao de
qualquer obra typo
graphica, desde a mais
fcil mais difficil,
5-PRACi DA C0SC0BDIA-5
Junto Gompanbia
de Bombeiros
ttenco
a
Os proprietarios do antigo e acreditado arma-
tem do Lima, sit ra Barao da Vi:toria n. 3
Sirticipam ao respeitavel puhlieo e aos seus
istinctos freguezes, que tnnsferiram tempora-
tisfa;ao quando pode fazer alguma cousa
por el les.
A senhora urna oxceliente creatu-
ra, isso que eu direi aos seus antigos
locatarios. Porm viuva e trabalha para
viver. Ea, ao contrario, possuo urna for-
tuna que me permitte ajudar as pessoas de
bem como a senhora, menos telizes do que
eu. Permitta-me coneorrer com alguma
cousa para o augmento do seu bem estar
e ficarei satisfeito cem isso.
Ella nao ousou mais recusar o Jacques
depoz no canto da chamin nm volumoso
maco de notas de banco, as quaes, effecti
vamente, nada eram para elle, porm ar-
redondaran! singularmente as pequeas
economas da viuve
Voltou para o coup.
Diana perdeu o rastro dos Roselin
desde a sua mudanca da ra l'ontaine-au-
Roi at a sua installacao na ra Denfert,
dise Jacques comsigo. Isso, porm, pon-
co importa; ella sabe que a filhinha de
Clemencia Foulon, looge de tar morrido,
foi adoptada por ellos. A fbula da par-
tida para Hyres, uto foi absolutamente
acreditada por ella. Para Diaaa, hoja,
Vallauns, cujo primeiro nome de Roselin
deve tel a impressionada, o mesmo ope
rario da ra Fontaine au-Koi. Procurar
ou nao procurar saber orno foi feita a
traosformacao ; porm a conviccao abso-
luta est formada no seu espirito ; ella sa-
be que Henriqueta oto fitha della, mas
a cnan9a por ella confiada a Clemencia
Foulon.
O coup desfilaba como o rento, em
quanto Jacq es trema at o fundo das es-
tranha.
Sonrquette, a sua Souriquette adorada,
achava-se em perigo de vida.
tue no ira effecti vamente tentar con-
tra ella, contra ella to ameacadora para
a felicidade e a fortuna de Ignez, aquella
Diana implacavel, que havia j p -rpetrado
tantos enmes para attingir o seu fim ?
O Sr. de Rhodes refieetio demorada-
mente
Eu bem suspeitava que indo isto t>*
nha que succeder, disse elle comsigo, e
por essa rasao que pedi a Henriqueta para
me fornecer a planta do seu quarto. Para
velar por ella e protege! a em Paria, como
o fas0 em Argelles, nao me facultada a
escolha dos meios. Alm disso, tonho au-
torisaco da Sra. Vallauris, que me forne-
cen as informs$8e8 e qu 3 me approva.
Tirou da algibeira um canhenho, con-
soltou as indicacSes que elle tinha, e, ar-
riando a vidraca do coup :
Ra S. Jacques, 244, disse elle.
O coebeiro, que tinha almocado duran
te a looga demora do Sr. de Rhodes em
Levallois-Perret, nao se fez rogado, edn
tro em pouco parou o vehculo no sitio
indicado.
Effectivamente o plano de Jacques era
simples como o dia- Sabia, por informa-
cao de Laura, que a casa contigua dos
Vallauris, e sitiada na ra S. Jacques,
achava-se desde muito tempo venda. A
Sra. Vallauris informara lhe igualmente que
o immore l consta va de dous pavimentos.
No pavimento superior, Jacques com
autorisacao de Laura, ia mandar praticar
urna porta secreta, que lhe permittiria ve-
lar pela neta e protegel a.
Por urna feliz coincidencia, Vallauris ie
fazer urna viagem.
Tinha-se toda a folga neoessaria para
realizar o plano tracado.
S faltara ao Sr. da tihodes o nome do
proprieUrio da casa venda ; era isso,
que elle ia perguntar pessoa encarrega-
da de informar.
Tere a indicaoSo juntamente com a per
misafto de visitar o immovel. .
No mesmo dia Jacques dirigio-se ra
S. Jacques, acomp&nhado de Matheus Puy-
loo, o nico que conhecia os seus pensa-
mentos e as as suas esperancas.
Dar se-ha caso que o senhor que ira
comprar isto ? perguntou o velbo servidor
admirado vista dos aposentos abandona-
dos acanhsdos, onde reinava pronuncias
do bafio de humidade.
vradas, o que pode haver
em goBtos.
Cambraias da China, idem catitas, dem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sortimento de cretones
(padr8es de voile) de gostos attrahentes
Crep da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fustoes brancos. Linons com barra, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
idem, idem e muitos outros tecidos a phan-
tasia.
Las de quadros a 200 rs.
Merinos dem, fazenda de 800 rs., por
240.
Voiles de 1S e algodao a 240 rs. o co-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de urna largura a 280 rs. o co-
vado.
Bautista republicana a 209 rs. o co-
vado
MadapolSo americano a 50000 a peca.
Vanado sortimento de setinetas e cre-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escuras. dem chama-
lot, padr8es exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Casacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, pars
criancas. Toalhas felpudas para reato e
banho, brancas e de corea. Grande sor
timento de aventaos, idem, idem de ba-
beiros, para enancas.
riamente seu armazem para a mesma ra n. t.
continuando da mesma forma a receberem sua?
orens para Ibes sear com o costumado e ha
bitual desempenbo.
Jos Fernandes Lina & C,
Ra Bario da, victoria n.
Telephone$28 __
Vinho paro de Santarem
Oa quinta do Barra!
Os proprietarios do Armazem Central, a ruv
do Cabup n. II, avfeam aos seus distinctos fre-
uezes e ao respeiiavel publico que receberaE
nova remessa desla-especial \inho, o qual s-
recommendapor ser puro da uva, e s se reta-
Iba em seu armazem.
Joaquim ChristovSo & C.
E' verdade, meu velho amigo, res-
pondeu Jacques. Vou compral a, qual-
quer que seja o preco que por ella me
pecam, e d'aqui, onde morarei oceulto e
desconhecido, que velare! pela vida da
enanca, cujo quarto fioa atrs deeta pare-
de, crianza que vai corrar perigo mortal e
que tudo quanto me resta boje de mi
nha familia extincta 1...
Apenar da sua energa natural, Jacques,
ao pronunciar estas ultimas palavras, teve
um estranglamelo de voz que commoveu
o velho intendente.
Oh! meu amo, balbuciou elle, meu
amo que venero e que adoro, que prazer
teria eu em ajudal o nessa obra !...
Mas eu contei com voc, meu leal
meu dedicado servidor ; com voc a quem
estimo tSo profundamente. E para isso
que est aqui commigo.
Falle, patrio, que preciso fazer.
Firmare a escriptura logo que ella
esteja passada, pois as condicSes do tobe-
luto carregado da venda nao ser&o pormim
discutidas. Voltarei depois para Asterac,
onde tudo me chima. VocS, Matheus, fi-
car aqui para tomar conta de tudo e para
por tado em ordem. Nao poupe dinheiro
nem o qae for preciso, de modo que a
casa int ira esteja prompU e preparada
d'aqui a quinao das, o mais tardar. Com
puro em Paria, fas-se t .do quanto se de
seja ; prodiga!se o. V casa de um
eropreiteiro e diga lhe quo eu quero tudo
prompto antes do fim do mes. Um dos
grandes tapeceiros de Pariz encarregar se
ha da decoracao interna.
Be o, senhor, ser obedecido.
Cont com isso, mas ainda ha urna
cousa. Voc foi pedreiro outr'ora, nao
verdade?
E mestre pedreiro estabelecido, sim,
aenho*. Mas era tambem irmlo colasso
do Sr. conde Rogeno de Caudales, e, co-
mo o offi io no dava grande cousa l na
trra, abaadoaei o para tornar me o ad-
ministrador do tinado Sr. dujue.
Jacques tinha sacado do bolso a plan-
ta do quarto que Souriquette lhe havia
dado.
Do lado opposto, neste canto, disse
elle, designando um dos ngulos do apo-
sento, ha um gabinete de toilette ; trata-
se de praticar aqui urna porta de com mus
nicacao. Ser possivel ?
Matheus examinou a parede.
Sim, Sr. conde, respondeu elle, e
nao ha de ser difficil.
Eotlo, voc encarrega-se disso ?
Estou s suas ordena, Sr. conde.
Ser necessario trabalhar nessa obra
desde j, antes que os outros operarios
estejaui aqui. Vocfal-o-ha pelamanhi, das
nove horas ao meio dia, e a tarde, dai
das s seis, procurando evitar todo o ba-
rnlho.
Envolverei o martello em tiras de
panno, e nao iarei assim bnlha alguma.
Quando terminar, colloque solidas
trancas na porta deste lado, e feche o quar-
to chave de modo que ninguem possa
nelle penetrar depois de voc. Prepa-
ral-o-hao sement depois da minba che-
gada.
Matheus Puyloo inclinou se.
Comprehendi, disse elle, o Sr. con
de ser obedecido.
Urna hora depois o Sr. de Rhodes esto-
va em casa do tabelliao encarregado de
vender a casa.
Como dissera ao seu intendente, as con-
dicSes da venda nao foram por elle disco
tidas e noite, quando regressou a Bayon-
ne pelo expresso de Bordeaux, a esorip
tura estava assignada e o mmevel pago
por meio de um cheque sobre o BaiCo de
Franca.
Obegando a Asterac, no dia seguinte,
correu como um louco para o lado de Ar-
gel lea.
Quem sabe se teria succodido alguma
cousa criasoa adorada ?. ..
Vel a-b.ia.ao menos ?.
O aeaso favoreceu o.
Souriquette, como Be o instincto lhe
dissesse que Jacques estava de volts, di
Telephone 447
.***
Vlercearia
Vende se a mercearia denominada Yeneza
Americana, sita ra Dr. Joaquim Nahnco n?S9
(Capunga), sendo um dos melbores arraoalde-
deste Estado, tornase recommendarel para um
principiante por nao ser preciso empregar gran-
de capital ; a casa tem ctmmodos para morada,
e o motivo da venda i eu propietario ter mai
de urna e bem distante : a tratar na ra Capitao
Lima n. 32, em Santo Amaro.______________
Aos senhores deengenhos
Tri-solpbito de cal
Superior m cal de l.labon e pola
Para alvejar e limpar o assaear
Vendem Guimares & Valente
6Corpo Santo6
rigia-se para o pequeo cemiterio d'Aste-
rac
Em meio caminhe encontrn o ave.
Esta attrhio-a a um pequeo bosque
visinho, ondeficariam ambos a abrigo dos
olhares indiscretos e cobrio a de beijos.
Ella, com a cabeca apoiada ao hombro
do conde, abandonava-se s suas caricias,
singularmente feliz diante daquelle affec-
ts, que senta profunde e mmenso.
Repeta sement de longe em longe.
Oh papai !... querido papai, qae
satisfcelo a que sinto por torear a ver-te t
e como me pareceu longo o tempo longe
de ti !...
Entilo, se nao nos separamos mais, fi-
oars contente ?...
De certo mas que queros dizer ?
Nao oomprehendo.
Elle contou lhe entSo o que tinha feito
em Paria, e como para melhor protgela
de accordo com Laura, havia comprado a
casa, que o pria em communieaolo di'
recta com ella.
Souriquette poz-se a bater palmas.
Como isto vem a proposito, disse
ella. E' que, effectivamente, depois da
tua partida, os projectos da familia modi-
fickram-se, e estou persuadida de que nun-
ca tiveste tanta necessidade de me prote-
ger.
Explica te.
Mauricio nao consente em ir para
Pariz este invero ne em deixar ir a mu-
Iher senao sob a condicRo expressa V
morar em nosa casa, ra Denfert.
Oh uisso singular E que expli-
cacao d elle ?
Duas, muito simples.
(Confitma).!
)
i
b

i-
* r

4* i
Typ. Dutrio, a? nuque de 'iaxias u. 4*


Full Text
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