Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17428


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Full Text
E OCIUBUO TM R
\jit i
OlfSJ
DE PERNAMBUG
Propredade de Manoel Figueird de Farla db Filhos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
l
,a.
II
"V



"

\
i*.
Por tres meses adiantsdoa.
Por seis ditos idem......
Por am anno idem......
Cada numero avuiso, do uiesmo dia.
6*000
12*000
23tfOOO
#100
Os Srs. Amede Prince Se C.
de Paris, sao os nossos agentes ex-
clusivos de anmincios e publica-
res na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis mesea adiantedos. .
Por nove ditos idem......
Por am auno idem.
Cada numero avuiso, de diaa anteriores-
TELEGRAMAS
3337133 rABTZC!TLa SO S2ASXC
RIO DE JANEIRO, 20 de Outubro, s
3 horas e 30 minutos da tarde.
Foram piomulgados decretos:
Isentando da direitos de ioiportscAo e
consumo as obras do arte de reooohecido
nlor artstico:
Organ'saudo a inspectora de portos e
ebrs publicts federaes no Estade de Per-
r.sm buco.
= Foi nomeado cbofe da 4.a di visto da
Estrada do Ferro Sol de Pernambuco, o
engenheiro Felippe de Figaeirda Faria.
LISBOA, 19 de Outubro.

1 O governo portugus passou urna nota
Inglaterra propondo modificarles ao tra
tado que regulou os direitos dos doos pai-
zes na frica meridional.
O governo inglez mandn urna es-
qv.sdra para o Zambese.
INSTRCCiO POPULAR
Isuisnos wm
POB
AtISTIDES RORBR
QUINTA PARTE !\
A orfaulsacaio dos Inseclo
CAPITULO I
. arma** oiTenniva e defrnlv
(Continuaco)
Mas a notavel das armas defensivas de que a
Nalureza dolara os articulados pertence aos in-
sectos do genero bracbm (t).
Rstes animacolos apreseotam na extremidade
interior do corno utn pequeo appareiho dlo
nante, que pode disparar, a vontade do animal,
.1oze tirossuccescivos e quasi instantneos.
A cada descarga ouve-se urna explosio, e pro-
jccta se contra o inimigo o-n liquido asss cor-
rosivo, seguido de umesguicho de vapores aver-
melhados.
0 insecto fabrica por si mesmo os seus pro-
jectis : e quando se esgota a cartacbeira reno
' vam a os cartuchos immediatamanle, e como
per eocaoto.
ror muiUs maravilhas que fagam as espingar
das-cba8sepot,1iio altingirao nunca este grao
de nerfeicao e de siogelez*.
s armas offensivas da maior parte aos tra
ru a' o nao sao venenosa?. Qaast todos, ene-
livamente, teem apenas as suas mandbulas
para atacar i sua presa, ou responder aos ata
qcc3 dos atrevidos que Ihes provoiam alguma
pcndi-ncia.
As mandbulas apresentam ordinariamente a
f'-ura de foi.ciuhas miCTOSCopicas, aliadas de
na dos dous lados, e que corUm desusando urna
obre outra a maneira de tbesoura.
Acbam se dispoetas desta sorte nos coleopte
ros, nos'ortpteros, e em grande numero de ou
l'09 insectos ; mas n'outras classes modiricain
ge consideravelmenle, e converteune em trom
pa?, sugadores, etc., segundo o modo de existir
c animal a que pertencero
CAPITULO II
< irm>* Troi(i
s articulados venenosos possuem aromas, que
pelos seus terriveis ehVitos, podem rivalisar com
as armas de que ros. os homens nos servimos e
(i > esludo,sob este pooto de vista, moito tn
le.-essaote. ._ '_ *_
N jaca o tiomem, na sa infernal aptidao para
inveuli i i istrumentos de des roieso e de morte,
ir.argorou armas tao tetriveis, como as d?e in-
fectos venenosos _
Jamis a borrivel ndole de Leosla e de Bor-
eia pide crear venenos to soblis como os de
ijue eao dotadas alcurnia das mais Tracas erra-
B que diversidde uestes lquidos perniciosos
.- nesias perigosas armas I
o-er produza o mal ou o b m, quer conceda
a Por graciosa ou aguilbao peconbento, a Natu-
ria sempre to fecunds, tao variad, tao en
eonbosa .
Os chmeos nao Icm anda esludado bem os
venenos animaes ; apenas conhecido o dos
rjais perigososrep'is;o das aranhas.das vespas,
dos mosquitos, el;., nunca foram objecto de um
estudo verdadeiramente consciencico. E', pots
ama lacuna, que mister preencher.
Ao contrario, os entomalogUtas lOtn descripto
perfeitamente as diversas armas que servera
pora introducir estes venenos as feridas que
causara. ,
E' verdade que apenas teem considerado estis
armas independeniemente do insecto que dellas
se serve ; que o lado por qoe vamos exami
' 3ob este ponto de v3U noderiamos dividir
ero (las classes os articulados venenosos :
\i primeira collocariamos todos aqoelles que
inoculam o veneno com armas qoe depeodem da
sua bocea :armas hocnee.
jh -.'.inila lile- '|ue!i-- pj mai as
acnsin collocadaa na extremidade do abJomen :
'armas ab lomioaes. ._-!.
finalmente, alguns insectos, qoe com o simples
contacto accaslonam ardores mais ou menos
vivos, propnedade que partilnam com os mo-
lascos e com os soophyk, reserval-os-hiaaios
na.-a urna classe especial, comprehensiva de to
dos os animaes chamadosurticantes.
Se o amigo leitor quer admi'lir esta classinca
cao, passaremos j revista ao arsenal das
(Continua).
~(l) Genero de insectos colepteros pentamero
a familia dos carabicos.
na importancia de iOol, verba 27Pretes
do Ministerio da Manoba, do exercicio vipenia,
alim de occorrer ao pagamento do enterrameoto
di 1." tenente refirmado da armada, Antonio
Boteliio Piolo de Me.-quua, ^ueexercia o cargo
de patr *-mof Hemeiteu se copia ao in-pector da Thesouraria
de Faaenda e commuaicou se ao do Arsenal de
Manoba.
0 desembargador Flarao Je Lucena. gover
nador do Estado, tendo em vista o que expoe
Joao Bernardo Lanaite, resotve que sejam com o
mesmo cotitracialos pela delegucia da Inspecto-
ra Geral de Trras e Golooisaco a cultura no
Duclec colonial Suassuoa, de 3o,000 ps de caclu
das Anulhas, sob as cmliOej abaixo deca
radas :
1. O contractan'e sera obrigado a cultivar
as mencionadas plantas sua cusa duraale heis
mezes, e depois desee prazo serSo distribuidas
pelos colonos para pl ntal as em seus lotes de
trras ptlo preco de 160 ris cada urna.
2.' O cootractanle ser tan bem obrigado a
assislir e eosinar aos colonos a maneira de cul-
tivar as plaas qoe Ibes furem destinadrs, por
espaco de dous mezes, depots de ftndo o prazo
de seis mezes de que trata a clausula 1.a.
3.* Os terrenos para serem amaonados e con-
servadas as mesmas plantas deverao ser os que
esio em frente do esiabeleciraento
4.* O pagamento dos 30 000 ps de cacao, a
razio de 160 ris cada u:n, ser feilo ao contra
ciane em seis parcelias, no intervallo de sete
mezes. a contar da aata do fea contracto : a
primeira de 800*, Mepois de decorndo um mez
e er conferido o numero de 30,000 ps de cacj
pelo director da colonia, e assim soccessivamen
te, at o Um do periodo hdicado de sete mt zes.
Retnelieu-se copia ao delegado da Inspectora
Geral das Trras e olonisaco,
0 desembargador Ilaro de Lucena, gorer-
nador do Estado, attendeodo ao que requereu o
bacharel Alcides Rodrigues de Souza, resolve
prorogar poi 60 das o prazo concedido ao po-
iclonario para assumir o exercicio do carg,
para que foi nomeado, de juiz municipal e de
orpbos do termo de FloresCommuniJou-se
ao respectivo juiz de dlreito.
6 desembargador Baro de Lucena, gover-
nador do Estado, resolve elevar a cinco o nu
mero de memoros da Intendencia Municipal de
Alajoa de Baixo, e oome^r, para os lugares ac-
crescidos. os cidados Ftequiel Cursioo de Ma-
galbes Nones e Haymuodo Ferreira de Mello
Jnior.Fizeram-se as necessarias communicn
coes.
fARTE OFFICIAL
vera 4* Bulado de Perna-
ixraimam no da 30 de sktimmo di 1WW
Actos:
O deti mbargadbr Bario de Lacena, governa-
do Filado, atiendudo ao qoe expoz o n
peclor da Arsenal de Marinha, em officio n
U8, le 23 do correnU, sobre qne versa a nroi
ao do inspector da Thesouraria de Faienda,
de 17 desle mez, sob d. 691, resolve abrir sob
sua respoosabilidade, nos termos do decreto
n 288i do !. de Fevereiro de 1862, om crdito
O desembargdor Birae de Lucena, ge ver-
nador do Estado, resolve declarar que o ctdado
nomeado por portara .le 22 de .- goato Hado
para o lugar de mimbro da Intendencia Munici
pal de rriumpho chama He Izidoro Jos da -ilva
Mascarenhas e nao Jos Izidoro da Silva Masca
renba. Communicou-se respectiva inten-
dencia.
O desembargador Bro de Lucena, gorer
nador do Estado, altendeado ao que requeren
JoSo Al ves Pereira Lima Filho, esenvo do ciyel
e enme e privativo de orpbos, ausentes, capel
las residuos do termo de Pao d'Albo, resolve
coccedcr Ibe tres mezes de licenca para traUr
de sua sa le. dtveodo entrar no gozo da mesosa
licenca no prazo de 15 das.
O desembargador Harto de Lucena, gover
nador do Estado, de conformidad'; com o dis-
posto no art. S63, b: do regulamento expedi-
do pelo de.ireto a. 9kti de 28 de Abril de 1G83.
resolve comear o cidadao Jos Antonio Cesar de
VascouceUos Jnior para exercer o officio de es-
crive do civel e crime e privativo de orphos e
ausentes, canella3 e residuos do leruo de Pao
d'Albo, duranio o impedimento do serventuario
vitalicio Jot Alves Pereira Lima Filbo que nesta
dala obieve 3 mezes de licenja para tratar de sna
saude.- Communlcoo se aa juiz de direito da co
marca. .
O desembargaV Carao de, Lacena, gover-
aador do Estado, resol ve exonfrar, a pedido, o
cidadao Francelioo Goi'herme de Azevedo do
cargo de merabro da Ititendencia Municipal de
Quipap.Fieram-se is necessarias com moni-
cacOes.
O desembargador Baro de Laceoa, gover
nador do Estado tendo em vista o exposto p^lo
comminaante das armas e pelo inspector da
Tbesoursria de Fazend i em omcios de 4 e 10 do
co-rente ns. 1355 i 632. resolve de axordo com
o decreto n 2t84 de 1 de Fe/ereiro de 1861,
abrir um crdito da importancia de 153*784 a
verba do 11Hpitaes e Enfermarlasdo Mi-
nisterio da Guerra, exercicio vigente, am de
ler loar o pagamento do pret das gralicages
vencidas pelos empregados da extincta Enfer-
mara Miniar, oo mez de Agosto ultimo.Re
metteu-se copia ao iospclor da Thesouraria de
Fazeoda e comraucicoa se ac commaadaute das
armas
O desembargador Ilaro de Lucena, gover-
oador do EsUdo, leodjem visU a ioforraacao
prestada pelo iospector do Thesooro em officio
de 27 do correle, n. 8JU resolve abrir um ere
dito supplem^otar da importancia de 432*000 a
verba do I 47 art. f do decreto rcam-urio
vanle, aflm de occorrer ao pagamento de igual
quant a de que credo';! a Companbia Peroarn
bucaaa de Navegaco Ccsteira de passageas con-
cedidas por conta do Estado em seos vapores a
forca publica.Remetten se copia ao inspector
do Tliesouro.
Offkios :
. Ao commaodale das armas.-De accordo
com a vofsa iodicagic leita em officio de (ton-
tera sob n. 1D58, designo o tenente coronel Ma
noel Eafrazio dos Santos Oias, commandante do
2o balalhao de iotaatna para presidir a com
misfo que na forma <:as disposifiOes em vigor
tem de dar em consamo, no Hospital Militar, no
da 4 de Outubro prox too vlodouro, a H horas
da manh, diversos ar igos existentes naqoelle
estabeiecimeolo e julgadoi inservlveis segundo
o incluso termo de extune, que restituo.
Ni mesma data forai designados um empra
g-.do da Thesooraria de Fazenda e o ajudante io
termo do Arsenal de Guerra am de fazercm
parle da referida commitso.
Ao Dr. cuele de oolicia.-Em resposla ao
voseo officio n. 1909 de 24 do correte declaro
vos que approvo a resoloco do delegado de po-
lica do 1" distncto da Escada, mandando tran-
sportar o preso Sebasiiio Ignacio da Silva, que
foi accommettido de vnola, para urna caa for.
da ci.iade aflm de ser convenientemente tratado.
Ouiro sim, declaro vos que podis autonsar o
mesmo delega lo nomeiir um enfermeiro com a
graiifioac&o de 15*000.
Ao inspector da Thesouraria de Fuzeodu.
R"me'.to-vo8 para os cevidos los copia do aviso
do Ministerio da Agricultura Cocom-rcio e Obras
Publicas de 1 de Julnc ultimo, n. 13, acerca da
prctenco do despachante Francisco Marcelino de Amaral para ser encar-
regado dos despachos do material das estradas
de ferro Sul e Centra desle Eudo de que traa
o vosso officio n. 240 if Ao mesmo. Tercio em vista o aviso do Mi
nisterio da Juanea de 11 do correte, autoriso-
ioa a mandardes aboQiir sob miob responsabi-
lidade a tiuda de cato, na imponaocia de. .
390*000 arbitrada a o bacharel Vasco de Al bu
iiuerque Gama, juiz municipal e de orphos ao
termo de S. Beato no E *iado de Saota Cathurioa,
devendo aquella quinina ser levada coota do
creJi'o que for cousi|?iiado na respectiva ordeffl
do Thesouro Naciona .
Ao mesmo. Coa municc-vos qoe, por rao
tivo de moleeiia o bscliarel Manoel Xav:
neiro Pessoa deixou o exercicio do curgo de pro
motor publico da comarca de Tacoratft no dia
21 do correute, entran lo em 29 no gozo da li
cenca que obteve do Tribunal da Relaja o.
Ao mesmo.A' vis a de inclusa lenn
exame. que acorapanhju o officio de Inniem. sob
n. 1,539, do general de brigada commandante
das armas, providencial para qu st-Jara ven li
dos em hasta pub|ica. de confonnida le com o
aviso circular do miuislerio na gue ra de 3 de
Janeiro de 1884, quatro cavallos p?rlaceiiiesa
bateriade artilbana, es quaes se acbam inuiili-
sado's par.i i respectivo servico.Co nmunicou
se ao commandante das armas.
Ao director do Arsenal de Guerra.De
conformidade com o aviso do ministerio daguer
ra, de 19 de Agosto ftndo,'e vista da vossain
formac&o n. 409, de 19 do correte, aotoriso-vos
a mandardes satisfazer os inclusos pedidos de
diversos artigos para a reparlico do servico sa
nitario do exercito neste estado, para o 1 ba-
talhao de infaotaria.Fizerara se as necessarias
commauicacOes.
Ao mesmo. De conformidade com o aviso
do ministerio da guerra, de 29 de Agosto, e
vista de vos.-a inlormaco de 18 do correle,
sob n. 496, mandai satisfazer o Incluso pedido
de artigos de expediente ao 2* batalho efe in
fiii'aria.Fizeram-se as necessarias commun
cacOes.
Ao memo.A' vista de vossa uformaco
de 18 do com ule mei, sob n. 407, e de aejordo
com o aviso do ministerio da guerra, de 29 de
Adosto lindo, mandarforoece." bate.ia do &
batalho de artilbaria de pos gao, aqui destaca
da, os artigos constante do incluso pedido.
Fizeram-se as necessarias communi:ac6es.
Ao mesmo.A' vista dos avisos circulares
de '6 de Maio e 21 de Jutho do correte anno,
mandai fomeoer ao hospital militar teste Esta
do os artigos constantes ido incluso pedido.
Fica assim respondido vosso officio to 23 de
Agosto Godo, sob o. 359.Fizeram-se as neces-
sarias communicacoes-
Aj inspector do Arsenal de Marinha. De-
claro que approvo vjsso acto, constaute do ofli-
cio de 23 do correle mez, sob n. 126, nomean-
do interinamente o 1 sargento reformado do
corpo deJMannheiros Nacionae3, Francisco da
Costa Veiga para exercer o cargo de patro mor
desse Ar.-eail, por ter fallecido o respectivo
funecioaario i" lente graduado Antonio Bot-
illo Pinto de Mesqmta.Communicou se ao ins-
pector da Thesouraria le Fazenda.
Ao inspector do Tnesouro do Eslado.
Mandai pagar a superintendencia da estra la de
ferro do Recife ao S. Francisco vista dos do
cumentos juntos, a quantia de 343*940. impor-
tancia das passageos que foram concedidas por
coala do Eslado, a forca publica e presos, du
rante o mez de Juuho ultimo, nos carros da
mesma estrada de ferro, sendo para iso aberto
o preciso crdito a verba do 47, art. 2 do de
creto orcameotario vigeote.
Outro Bim.' providencial, de accordo com a
vo.-sa ioformaco n. 758, de 4 do crreme, atim
de ser esse tnesouro opDorlunamenle iudemnisa-
do da quantia de 26*310, correspondente s pas-
sagens concedidas aos officiaes do corpo de po-
lica, que a ellas do tinham direito por haverem
recebido ajada de custo.Communicoa-se ao
superintendente da estrada de ferro do Recife
ao S. Francisco.
Ao commandante do Corpa de Poiicia.
Couvm que declaris se efieclivameute recebes-
tes os objecto que, em vinude de vossa reque
sicSo em officio o. 230 de 24 da-Maio ultimo,
lora-coaprMas administruv;: mente pelo Arse
nal fe fiuerra a Jos Joaquim re Azevedo, e se
foram fles manufacturados em condicOes de bem
servirem.
Portarlas:
Recommendo a laten Jen.;ia Municipal de Sal-
gueiro que agradeca, em oome d'este governo,
aos cidad&os qoe se iocumbiram de revaccioar a
popolago d'esse municipio, conforme o officio
da mesma Intendencia de 5 do correte.
O cidadao gerente da Companbia Pernam-
bucana de navegaco d passagens de r at
Natal, por coala das gratuitas a que o governo
tem direito, aa i. viagem do mez de Ootubro,
ao cidadao Ildefonso Alfredo de Carvalho.
I Jera idem, at Macei ao cidadao Manoel
Martina Gomes.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagens de 2.*
classe, por conta do Estado, com direito a baga
dreno, da e-taco de Cinco PonUs a de Una, ao
sargento de polica Antonio Soares qoe destaca
para Palmares, e providencie quanto ao trans-
porte da mulher, da irm e de um filho menor
do mesmo sargento.
dem idem, da o.-tacio da Escada a de Cin-
co Ponas ao 2 sargento de polica que se reco-
Ilie ao corpo.
dem idem, da estaco de Cinco Ponas a de
Una, a tres pracas de polic a.
tem, passagem de ida e volia da estaco
ia Escada a de Cinco Ponas a duas pracas de
polica, providenciando quanto ao transporte de
um disertor qoe ellas tm de condozir para esU
cupitil.
dem idem de Cinco Pontas a Palmares a
Emiliana Leopoldina da Trindade Silva e seus li
lbos menores, Tranquilioo e Loiz de Franca, por
conta das gratuitas a que o governo tem direito,
providenciando sobre a volia da mesma.
Mutatis miitandis ao director da Estrada de
Ferro Sul de Pernambuco, por conta do Estado,
al a Colonia Isabel.
idem as es1 radas de ferro de S. Francisco
e Sul de Pernambuco, da estaco de Cinco Pon-
las a de Caotiotiolio, ao cabe de polica Jos dos
Aojos, providenciando quanto ao transporte da
mu ber e de um Albo menor d.o mesmo cabo.
dem idem de Cinco Pontas a Quipap ao
soldado do Corpo de Polica que destaca para
Panfilas.
IXPEDIENTE DO DB. SECRITARIO
Oflicios:
Ao commandante do Corpo de Polica.-O de
seubargador Baro de Lacena, governador do
Estado, n'esta data providencloo aflm de serem
paitas as ajadas de custo a que tem direito os
pfhciaes de que tratam vossos oflicios ns. 289,
892 e 295 de 13, 29 e 30 de Jamo ultimo, excep
cao feta com relaco ao nlferes Arthur Ribeiro
Roma visto baver destacado para logar servido
por estrada de ferro.
Ao teneote coronel Foriunato Francisco dos
Santos.De o dem do desembargador Bario de
Lacena, governador do Estado, declaro-vos. em
resposta ao vosso officio de 16 do correte que a
3 do inemo mez fosies exon-rado do cargo de
membro da Intendencia Municipal de Cabrob
segundo foi commuoicado aquella corporaco na
mesma data.
Felismina Mirla do Espirito Sant. Sim.
Fraacisco Ffcro d<- Uarros Araujo. So tem
direito a casa os colonos immigran'te.^.
Francisco Floro de Barros Araujo.A pret n-
c;o do peliciooario foi hojn revolvida.
Francisco Aomnio Brayner de Souza Rangel
Nao tem lagar o que requer o peticionario,
qae deve agaardur a publlcaco do novo orca-
mento.
Capuo lente Fredcrico Gjlliierme de Sou-
za Seirano. -Como requer.
FteldiM tiroili-rsComo reqwr.
Francisco Mariuho. Providenciado.
Francisco Gdncalves Torres Aguarde a re-
ama do Congrfso do Estado.
Joaquim Lae.tjrdeSiqueira Varejo. Infor
me o inspector do Thesouro do Estado.
J.-rooymo Pereira LemoB.Providenciado.
Joo Correia da Caoba Ribeiro. Iodeferido-
Joo Ramos. A' Intendencia Municipal para
tomar em considerago a reclamaco do peticio
nario.
Bacharel Jos Nicolao Tolentino de Carvalho.
Passe portara, abrindo sob minha respoopa-
bililade, o crdito da importancia de 600*000.
conforme u uuel.a annexa ao decreto n. 1,137
de 2 de Abril de 1883. c de accordo com o de-
creto o. 2 884 de l de Fevereiro de 1861 e o
telegrama de 11, do Ministro do Interior de 16
do correte.
Jos Ignacio da Silva.Sim.
Libatiio Jos de Sai.l'Anna.Sim.*"
Manoel de Cerqueira Bello. -Indefendo.
Manoel Ciemtniino Correia de Mello. Inde
ferido.
Moura, Borges di C. Ao iospector da The
souraria d-Fazrada para resolver o assumpto
conforme for de suas attribuicoes.
Maia e Silva t C. Deferido com oilicio desta
dala ao iospector da Thesouraria de Fazenda.
Bacharel Mauoel Xavier Caroeiro Pessoa.
Sim
Pedro Barbosa de Araujo. Informe o inspe-
ctor do Thesooro do Eslado.
Ricardo Men*zes. Nesta data subraettoa pre
tenjo do peticionario deliberaco do Mn'S
leo da Agricultura.
Capito Tbemistocles de Oraoge dos Reis Li-
ma. Sim, com re.'ibo
Theodora Maria das Neves. Satisfaga o dis
posto no art. 9 do regulamente de 30 de Setem-
bro de 1887
Zeferino Jos Cardoso..Eocaminhe-3e, de-
vendo ser pago na reparticio dos crrelos o
competente porte.
Secretaria do goveroo do Estado de Per-
nambuco, 20 de Outubro de 1890.
O porteiro,~"
H. M. da Silva.
DESPACHOS DO DIA 18 DI OUTCBBO DE
1890
Antonio de Barros Cavalcaote.S tem direi-
to a casa os colonos immigraates.
Antonio Iaidoro de Souza Barbosa. lo forme
o inspecor do Thesooro do Estado.
Dr. Antonio Cavalcante Pina. Deferido coa)
officio desta dataao inspector da Thesouraria de
Fazeoda.
Aoilio Augusto de Macedo Cmara.D-ge.
Bellarmino-Oliveira de Almeida. Sira, pa-
gando aa comedorias.
Candido Affonso Silveira. Informe o iospe-
ctor do Tnesouro do Estado.
Repartidlo da Polica
2. aec9lo.N. 238Secretaria da Po-
lica do Estado de Pernambuco, 20 de
Outubro de 1890.
Cidadao governador.Partioipo-voi que
nos dous ltimos das foram recolbidos
aaa de DutencSo oa individuos do no -
mea Antooto Jos Correia, Antonio Ma~
noel de Oiiveira, Antonio Paulo ds Silva,
Apollmario lAvalcante de Albuquerque,
i'apitulina Maa d Oonceicao, ervsio
de Souza Helio, Honorato Jos Rufino,
Joao Chryatov da Silva, Joa Francisco
de Britto, Luiza Joaquina da* DOrea, Ma-
noel Cavalcante da Albuquerque, Manoel
Secundino, Manoel Martina Lepes Lima,
Mauricio Jos de Sant'Anaa, Pedro Soa-
res de Mendonca, Severiano Antonio Fe
lix e Victorino Alves de Souaa.
Communicou-me o subdelegado do
ditricto da Torre, que hontem, a 9 ho-
ras da matml, morreu afbgado no rio Cla-
pibariba o individuo de nome Jo3o Cor-
reia de Barros, de 18 annoa de idade e
que all tinha ido banhar-se com outros
companheiroa.
O cadver foi retirado do rio e deposi
tado na capella d'aquelle povoado, ond?
foi viatoriado e proceden se a outras dili
gencias.
__ Foi capturado no dia 12 do corren
te, -no termo do Brejo da Madre de Deus,
o reo Joaquim Bhsario Zeferino, pro-
nunciado no art. 203 do Cod. Crina.
Entrarara em exercicio as seguintes
auto idades pohcaea :
Joao Guilherme de Aaevedo Lyra, de
legado do diatricto de Bebedouro.
Joa (iomes da Silva, delegado do ter
mo de Altinho.
Antonio Joa Lopes de Albuquerque
Jnior, subdelegado do diatricto de Tra-
cunbaem.
Antonio Alexaodrino Alves, subdelega
do do 2. diatricto de Beberibe, na quali-
dad de 1." supplente.
Antonio Leoncio de Lacerda, aubdele
gado de Afogados, na qualidade de 2.
suppleate,
Sade e iraternidadeAo cidadSo dea
embargador BarSo de Lucena, muito digno
govenmdor do Estado de Pernambuco. -
O chefe de polica, Antonio de Olinda
Almtida Cavalcante.
Thexaro Oo Balado Oe Peroanafcuc .-
DESPACHOS DO UlA 20 DE OTBBO
DE 1890
Mara Amelia Forjas de Lacerda, Fran-
cisco Mauricio da Motta Ribeiro, Jos
Tbom de Almeida, Amalia Eupbrosina
Cavalcante de Albuquerque, Bento Lua
de Carvalho e Antonio Jos Machado B -
var.Regiatre se e facam ae aa devidaa
notas.
Capitalina Cavalcanto Vieit a de Mello,
Camio Luis do Amaral Aragao, Compa
nhia Oreat Western of Braail Railway
Limited, Antonio Izidoro de Souza Bar
bosa, Franciaco Jos de Moraes e Silva,
Fielden Brothers e Laurentino Bezerra
da Silva -A' Coutdoria.
Antonio Lniz de Moraes Paito, Fran-
cisco Joa doa i'assos GuimarSei e Jlo
Cordeiro Fonaeca de Meleiroa.Uaja
vista o Dr. prosurudor fiscal.
Bernardo F. Ramos, Bernardino Jos
d* Silva Maia, Antonio do larmo Ferrei
ra, Joao Pereira do Nascimento e Silva,
Alves Matneus e Joa Diaa
Alvaras Quintal. A' seccSo do Conten
cioso.
Becebdorla du Estoao de iern
ZHMO
DESPACHOS DO DIA 18 DE OTBBO
DE 1890
Florenjo Jds dos Santos.Informe a
1* aeccSo
Mara Jos'phiua de Mello Monteiro. -
Certifiqense.
Capillo Calisto Jos de Mello.
-20-
Eliaa Leopoldina Lopes do Nascimanto,
Porcia Constancia de Mello, Jo3o Caetano
de Medeiros e outros, Jos Correia de
Brito e Benjamn Amos Jos da Fonaeca.
Informe a Ia seccSo.
Anna Senhormha de Franca.A' 1*
scelo para oa fias duvidos.
13^600
201000
26^000
100
Inspectora (ieral da luilrucco Pu
bllea do Estade de reraaakace
DESPACHOS DO DIA 20 DE OTBBO DE
1890
JoSo Ferreira Vilella de Araujo.En-
caminhe-ae.
Catharina de Serpa Pinto Pesaos.En-
caminhe se
INDUSTIUS E ARTES
Projecta-se no Estado de S. Paulo a
organisacSo de urna exposiclo industrial
para a qual uerSo convidados, n3o somente
os estados do Brazil, cpmo tambem todas
as nacSes americanas, sendo iniciadores
desse nobre euprehendimento, os Srs.
JoSo Pedro da Veiga, conselheiro Leoncio
de Carvalho, Dr. Almeida Nogueira, Dr.
Martinho Prado Jnior e Victorino Qdn
calves Carmillo.
A idea de levara effeito urna exposijao
continental no Brazil, na cidade de S
Paulo, pode parecer, a principio, arrojada,
temeraria mesmo, tal vez.
Entretanto, com melhor estudo, deaappa
recem todas as objeccoes, e pouco a pouco
am sentimento de confianca no xito ds
idea vem substituir o scepticismo inicial.
Nenhuma occaaiao mais opportons do
que o periodo actual para a execucao do
gigantesco certamen industrial que pela
primeira vez, em taes proporfSes, se em-
prehende no Brasil.
Com a transformacSo poltica de nossa
patria, como que a sociedade brazileira
est vida, impaciente por se desenvolver,
e ao mesmo tempo esto desejoaos de
dar-nos provas de amizade, de confrater-
idade todos os povos do continente ame-
ricano.
Pode s ffirmar-se qne o projecto da ex
posicao continental merecer a mais com
pleta e dedicada adhesSo de patritico go
verno provisorio e dos go vernos americanos
convidados a associarem-se a essa obra
de confrateraisagBo das nacSes do novo
mando.
O Sr. ministro das relaedes exteriores
convidar oficialmente as nacoes ameri
canas a se fazerem representar no gran-
dioso feito de industria e trabalho.
Sabe se, por telegramms, que a Rep-
blica Argentina acolheu favoravelmente a
idea da expsito americana em S Paulo
e se far nella condignamente representar.
Espera se geral adhesSo por parte de
todas as nacoes das tres Americas e de
todos os estados do Brazil.
#
Deve em pouco organisar-se em S. Pan
lo urna empieza sob a denominacao de
Leiteris Paulistacom o capital de 500
contos dividido em 5,000 aecSes ds 1004
cada ama, para o fina de fornecer leite
condensado, efervescente, cal com leite
eondenaado, balas de leite, queijo, requei-
jao e msnteiga.
Tem tambem por fim introduzir, naqueile
Estado, gado vaceum, caprum e ovelhnm,
que melhor se adaptam ao clima.
Slo eccorporadores os Drs. Rodrigo
Barrete, Celidonio, Siqueira Cesar, Je
suino Cardoso, Pedro Arbues, coronel Do
mingos Serte ro, Manoel Diaa do Prado,
M. Garca, Joaquim Barbosa QuimarSes e
tenente Francisco de Azevedo.

Segundo telegrapha p. ra o Stnndart o
seu correspondente em Roma, verificaran!
es no porto de Civita Veochia, Italia, algu-
ma experiencias de um novo barco sub-
marino-
E' um terceiro submarino que vem
prova publica.
O inventor delle um mogo engenheiro
italiano, de nome Balnaseilo, e as expe-
riencias realisaram se com o melhor
xito perante urna respe tavel commiaato,
na qual figura vam representantes dos mi-
nia erios da guerra, marinha, industria e
commercio.
O pormenor mais caracterstico do novo
barco a sua forma completamente esphe-
rica, em cujo interior v3o muito acertada-
mente distribuidos oa lugares para a tris
politco, e para o complicado machinismo
que dirige o mo7iatento.
O programma cumprio se em todas as
sus partes, sem o menor obstculo. De-
pois de haver submergido em varios rumos
e profundidades, vio se o submarino dirigir-
se para um barco ancorado a grande dis
tanoia, anbmergr-se e respparecer mo
monto depoit, raspando, quasi pela borda
opposta.
Submergido e iovisival, portante, o sub
marino, atirou-se so largo um tsbolo com
priuo e largo, de siguas ceutissetroa **
espesaura ; minutos drpois asas sers de
ton tgSo, ums grande colamos de
um i ou outra rstilba da madeira
ran s effiessis e poder do novo Wrra,
que se poude distinguir flor da ages s
distincia de cinc ema metros, sigaas se
gunpos antes de verificar se a eaploete.
r fim e como ultima prava, V-
e do barco em qne ia a esasaasala
il, ums viga de madeira dar, v-
brec irregada le peos para originar a aaa
sub icrsSo complete Vl s casar agua
e o lubinarino -cfondar-se atrs deBa t
trazHl-a superficie segara pelas saas a* -
tent*s tenazes, foi obra de ni
O inventor foi felicitado e<>m i
mo or todos os circumstaates. a
que is InformM^ues da comaussio__
forsm to favoraveis, qoe muito poaafvei
q:e o governo italiano se decida a
o invento.
Apezsr de tado, o inventor
fazer experienciss em maior scele, aso
strumdo cm submarino de maioret
menajes e empregsndo cont
electricidade.
O autor designa o sen invontopelo i
mu apropriado de fala nutica.
FINABAS E ClllEICIt
No domiug ultimo aoticisi
cSo do Banco Movel ns Capital Federal, -
por esas noticia ficsrsm inteirado* os i
Icitores de qae no psis levsato se
instituicSo, que entre a de crdito
j temos, se especisliss por sea al
de factor poderoso de desenvols
commercio-indnstnal.
Por meio desse banco, pois, vio pal
primeira ves ser posto* ese pratica. O
Brasil operaedea de crdito movel par
meio de bilhetea ordem pagareis tas
mercadoriaa, com os favores qoe laca eao-
cedem oa decretos e regulamentos seava-
citados em harmona com as dUposiffea
dos arta. 275 a 281 do moderno
do commercio italiano.
O a, tses favores comisteis :
Em poderem tses. bilbetes cii
descontados ou negociados como letras
cambio e bilhetea ordem pagaveie
dinheiro, conservando os portadores d
les direito reg-estivo contra o
endossante.
Em serem ajuizsdoe no foro
cisl por meio de accSo qae cbe as
de cambio e outras.
Em poapsr aos mutuarios
do, nem sempre de astisfisclo, de srraajar
dinheiro em condicSes vantsjosas para sel-
versm sempro nissoa, fsealUodo ee asea U
zel 0% com os producto de sea
Actualmente o Banco de Franca
ts em grande escala os hilhetes pagaveie
em meresdoriss, quando de procedencia
italiana, pvr effeito dos privilegios de sne
se reveste o cdigo do commercio da Ita-
lia, e que tambem entre nos boje lee con-
cede o decreto u. 165 A de 17 de Ja-
neiro de 1893, e regulamento de 2 de
Maio do mesmo anno, sendo qne na It
principalmente tm elles tido o asa
desenvolvimento, sem qae se tena*
se No comeen ainds ds installacio,
nao era bem conhecido o sen
s o Banco do Havre j empretUva 15
milhes de francos por anno, sobre os tn
lhetes de qu se rata, alo havendo seei-
ca de ter sido um s dalles protestad.
Realisados oa 50 *[, do eapital sosal
distr.bue o Banco aos accionistas titalea
de obrigaclo do valor do sisal de 100#
em numero igual ao das seas seseen, i-
cando o quinbio de cada accionista repre-
sentado por um titulo de rendiasento va-
navel a accioe por am titulo de
dimento fixoo titulo de obrigaclo.
Os ttulos de obrigaclo terso direito
jaro de 5 |0 ao anno, pago asi
e serlo retratados por sorteio
qual o primeiro numero exirahiao aer ra-
embolssdo pela quantia de 4OMJ0 e 9
seguintes 50 nmeros sortesdos pela nasa-
ta de 2004 cada um, sendo pagee 100#
os outros nmeros sorteados para
aaiortisados, o calculada
annusl de forma a effeetaar se o
total dentro do prazo de 50 sanos
duracao do Banco.
A administrado do Banco dever eoai-
por se dos Srs.: commendador Loia Ba-
driguesde Oiiveira, presidente; tunsiHwi
ro Augusto Olympio Gomes de Castra,
commendador Luiz Angosto Ferreira da
Almeida.
O conselho fiscal ser formado dos Sr.-
Barlo de Mendos Totta, Dr. Maroet B ar-
que de Maceio e Sebsstilo Piano,
eus supplemes os Srs. cecsclberro
apistrano B indeira de Mello, esa
dor Domingos Miguel de Andra e sfasja
Ftlbo e commendador Antonio e
Ferreira Jscobins.

Com o c*pitsl de 2,500^004- diriAss
em 12 50 secos de 2J04 cad^ arad,
est organis-ds na capital sdstal asad
gra .de e vsntsjos consps'ibis *d> o aoaO
de Companhia de Los InesndetceBte Ws>
Isbach no Brasil.
Prop5s se a mesma compa jhis s exoa-
rar n Urssil, o privilegio cosee i:do
South American Welsbsch I maniese-at
L'gtb Comp-iny, bem como Iss-.r a^rassi-
ylo de cut o priviKgios qse a*js
cementes illu-ninacio de ga
ou de comp .oh-ss oigaoiaada
ram esse m^smo ramo.


Diario de Peraambco Terc;a-feira 21 de Outubro re I8S
Aohase todo suWripto o capital
desta Compuih por im sabecripcJto
par* o resto das aceites s estove por horas
aborta no Banoo Colonial do Brasil.
As entradas do capital serlo reelisadas:
20 ,J. no acto de sigo tura e aa restas-
tes em prestacoas de'10 [ con nter ral
los nanea menores de 30 (feas.
SZo enoorporadoreo desta companHin
os Srs. commendador Joto Leopoldo Mo
desto Leal, Dr. Nudo Airares Pereira e
Soasa e Alvaro de Almeida Clama.
ato serio de eerto ;asaecidos pela historia,
edili :io que abriga jb dos rali do mendigas, do
asylo eoi ene rttxlun agasalko, tnumeolo e da mamtiva e profunla eommocao, nao
REVISTA DIARIA
aeteConforme annunctamos em no
ga edicto de sabbado, reatisou-se no theatro de
Santa Isabel o grande banquete que os amigos e
admiradores do Bario de Lacena Ibe offerece-
ram, como interpretes ios proprios seotimentos
e dos do EBtado de Pernamboco.
Foi urna esplendida (esta em todos os sent
des 1 O interior do theatro eslava decorado e
ornamentado com o maior laxo e meliior gosto,
e era illuanado per tres focos de las elctrica
pelo lustre do edificio, e por centenares de co-
sosbos veaesianos, com os quaes do fondo do
safio oetavam formadas em ponto grande as let-
krasB i., separadas por urna vistosa ettrei
la os camarotes, decorados com colchas de
os tofos, festoes de flores, bandearas, galhar'
deles e escudos com diversos diseres, regorgi-
tavta de faoailias a noisa melbor sociedade;
teda a sata do ibeatro. inclusive o palco, foraaa-
vt mn Salto s. ao IoQgo do qoal corriam paral-
lelamente tres grandes mesas, encimadas na ex
tremidade mais larga do salto por outra mesa
em forma semicircular, e nos camarotes superio-
res tocavam diversas bandas de msica. Era
secpiendent o espectculo que o interior do
theatro offerecia; nanea anteriormente feMa do
mesmo genero produsio tao mararilboso effeito.
Aa peaei-arem no alto o illuslre Barto de
Lacena e mais convidados, em numero do cerca
de trezemas pes-oas, as bandas de msica toca
ram o hymno nacional, e principiou o banquete
0 Bario de Lacena, ladeado pelo "n digno
successor, pelo coma-andaute das armas, pelo
Dr. ebefe de polica, diversos consoles, com
mancantes de corpoe de Imha e chafes de repar-
tlcoes, oceupon a mesa semicircular; os demais
convidados disiriboiram se petas tres mesas pa-
nitelas.
Comeceu en Ufo o ser vico, que correspondeu
se oo gosto e a bellisstma decoracao das me-
sas, todo devido t empresa do Hotil loternaci
nal, a cargo de Mr. E. Cbaline, e ao som de es
manidas pecas eiecutadas pelas msicas milita-
ra, ate que, ao comecar o oVssrrt estourou o
dampagne, e cbmecaram os brindes.
Cono I a palavra em prtmeiro lugar ao Dr. Ju
sendo de Aguiar, incumbido pela commisso
encarregada das manifestacoes osa*, de *audal-o oaquella occasio.
Eis o discurso que elle pronuncicu, tao com
ptatamente quanto podemos colher das olas qoe
lavaos tomar:
Honrado com a incumbencia de saodar o Ba-
r* de lacena, Interpretando s st alimentos e os
fotos dos seus amigos, dos i niraaoresde seas
grandes merecimentos, t- todos aquelles que
haviam concebido e re, lo a idea daquelu
manifestacao, lerla estro u. v cido dnte della, to-
rta en smo se reculado a desempenbal-a, con
besando sem coostrangimeuto soa Incompeten-
cia, se o nao tivessem demovido tres considera-
cees: o nunca ter recusado at ento um favor
ata seos amigos politicos, os lacos de misade
etw o prendiam ao Barto de Leeena, desde
quando ambos se preparavam para entrar na vi
a publ' ea historia brilhante que ja tinha c
DOOVe do brindado, e cujas riquezas podiam por
iaso sai-prir a pobreza dos recursos do orador
Fazendo sentir que aquella manifestacao nSo
significa? i \igeoctae da etiquetas banaes nem
sus caroprimenlo ao deposilario do poder, mas
Mdotia o reconhecimento eos governados ao
governador qoe soobera govenial-os, um voto d*
sincera affeicilo dos eus amigos e um preito de
admlraeao do seus concidadtos, reconhecem co
mo'bem merecidos esse reconhecimento. es voto de afteirao e esse preito de admiracSo, tan"
te mais quanto a revolaco de 15 de Novembro.
que atrio para a paira a larga estrada que hade
tetar o grande gigante americano at aos desti-
les a que Ibe do direilo a vastidto immensa de
Sea territorio, a fertiiidade admiravel de sen solo,
as r.qoesa8 pojantes e sorprendentes de soa na-
lureza os tbesouroB escondidos as entranba*
de suas serras gigantescas, a prodigiosa graude-
za de seus ros e o patriotismo agora mais que
Dunca alevantado de seos lhos, quando essa
grande traosformacio se operava, ja o Baro de
Lacena era um grande cidadio, um espirito iov
pregnado das ideas e dos principios os mai-
Briosos, e que mal continua suas tendencias re-
publicanas. 0 orador era do numero daquelles
ene mnitas vezes sorprendern] na iLtlmidade as
Impaciencias do espirito vidente do Barto de Lu
Cena, que, como que presseotia a approxlmaco
da repblica que a adviuhava nos acontecimtn
tos que nao escapavam sua observacao, e que
a desejava al.
Com efleito, o Bario de Lacena, ainda joven
aechare! apenas formado, dava a melhor e a
mais completa execucio a urna commissouo
melindrosa e arriscada nos invios serteea do
Estado, commisso que denuociou loe as spti-
does e abrio-lbe as portas para um futuro bri
loante, realisado no presente de boje.
Magistrado, tem' sempre honrado a magistra-
tura do paiz com sua intelligencta, indepen
dencia e bone;tidade.
Chefe de polica e presidente das antigs pro-
vincias do Rio-Grande do Norte, do Ceara, da
Babia e do Rio Grande do Sul, deixou nellas do-
aumentos eloqaentes e hoarosos atlestados de
asa tino administrativo, da recudi de sen ca-
rcter, de ;ua i uquebrantavei independencia,
de sua firme energa, de seu espirito empreen
dedor e de suas bem inspiradas iniciativas,
leste Estado, pirticaiarmeate, quasi qoe nao
rm servico. ama instiloicao que nos lesna
ee do a sua silicitude, que oto guarde urna
agradavel recordado de suas administracOes.
asado que sio de rulos i sua exclusiva iniciativa
O orador conjj; o demorado histrico qua
fes da primeira administracto do Barto de Lo
, quaalo neuhuns outro? se:
:ameodassem saa admi-
nistrado, ahi eufc.ru o nome do llustre adminis-
trador escripto em caracteres indeleveis, que
caridade os desta* iradas qae perdem a rasa
por entre as trevee da toncara, e acolla or
poauologica Isabel, < asa sasatalatlmeato modelo,
que faz a gloria de quem o instiujio, o orgulbo da
trra que o coota entre as saa* metuere insti
tnijOes e a admiraclio de nacin es e estraogei
ros, e finalmente, adiminoicao da divida do es-
tado e na saa receiti. um saldo nunca mais re-
petido at hoje.
Tio illostre brasilciro, tao notavel administra-
dor, espirito lio progressisia, nio podia deixar
de ser aprovettado pelo novo regimeh ; e urna
honrosa distioccao aos seos mritos de magis
Irado cbamou-o t cipual federal, onde, apesar
da distancia, da amencia de urna ptima eolio
cacto, nio se fez ecol'ta, nio esqneceu Pernsm
buco, do que tiverum pravas ineqoivocas seus
amigos, este Estado e o governo provisorio,
junto do qaal ato o.'ssoa de advogar os interes-
ses de sua Ierra natal, de velar por ella.
A esse lempo a poli tica de Peniambuco deba-
tia-se ea duvidas e ince tesas e nao linha a me
or orienlacto, e o governo provisorio, a quen
oto podia ser iodiflerente lio lamentavei Estado
de orna das mais importantes circumscrlpcoes
do paiz, appellou, em boa hora e por felicissima
inapiracto. para a p-ovada energa, reeonnecido
Uno e nunca desment lo patriotismo do Barto de
Lacena.
A admioistracio, qua esta camiobaodo para o
sea termo, da diaso solemne testemuobo.
O orader resume essa administricio, mais ou
menos, no seguiote quadro : a incerteza, a do-
vida, s deecoofUoca e o desanimo substituido*
pela decisto, pela esperanca. pela animacao e
oela conflaoca ; o silencio imposto as divergen
cas intransigentes; em vez das subdivisoes e
grnp s, a reooito elu familia pernambucana em
toroo da baudeira di Repblica ; os bracos aber
tos a quanto? nao quiseram antepr ao sacrosanto
dever do patnotiscao suas nconpatibilidades
pessoaes; o escaseo retrabimento someoto d'a
quefles que prefer i-aa correr os riscos ds am
verdadeiro suicidio poltico a collaborar na re
construccio da patria, sem preoecupacto a res
peito de quacs podiam f r os compauneiros de
tao honroso trabalho urna eleicio em que a
ausencia completa da mais leve p^rturbacio da
ordem um atlesti.do da liberdade que a ella
presidio, e a elevadissima cifra dos votos am
documento irrecusavel do cntboeiasmo do elei-
torado; a louvavel coodemnacto das reacoes
partidarias ; o acceaso tranco a todas as qoeixao
e reclamacoes; a rearganisacio da forca publica;
a regulamentacio relativa a conoessto de usinas
em termos protectores ds agricultura ; a anima-
cto i lavoura por ueio de um banco emtssor,
cota a faculdade de fazerlhe emprestimos van-
tajosos ; a fundacio de elementos seguros da
reblanracto de nossas flnancas por meio de um
emprestimo realizados em coodiedes vaotajoeis*
simas; o incrementoe animacOes a mellos outros
melboramentos ; em m, a economa, a ordem>
a paz. o esquecimenlo de velhos odios e o con-
gracamento e a regeneragio de todos os elemen-
tos politicos.
Essa administrado er mais nm lorio para a
coroa de gloria do Barto de Lacena, como nm
peroambucano que nio esquece sua Ierra natal,
que nao descura de sua felicidade, e como am
administrador dos melbores crditos e da mais
iaaootestsval competencia.
Lamenta, ao syuthetisar assim easa adminis
tracto, que ella esteja a tinaar por momentos, e
declara-se tomado de tristeza por ver se appro-
xitnar o termo de la, embora os promeltedores
crditos daqoelle a quem est incumbida a hon-
rosa sucreBSio.
Em todo o caso, alm dos beneficios aponta-
dos, ha um grande, am relevaatissime servico
qae flcoa feto e que um dos melbores fructos
da admiuitracao que vs nadar. O Barto de
Lacena, esse temperamento discreto, porem de
cididameute democrtico, esse erpinto aberto a
todas as Ideas litros e generosas, den vida t se
mente da repblica que j* esteva plantada na
trra pernambacao; nos seos actos, no sen pro
cedmento, em publico, no seto da iotimldade,
em toda a parte, em todas as occatioes, pregou
sempre a boa doutrlaa, a nova lei; elle, o ho
mem publico da isaior distioecto, o advogado
de todas as autonomas, o chefe distinctissimo
de namerosissims familia, fez sentir sempre as
exceUencias do novo rgimen, essa forma de go-
verno que as realiza e se completa, percorreodo
em escala ascendente a familia, o municipio e o
Estado; tudo enviden ,'para bem encamlnbar a
edacacio dos p-rnambucanos oa nova vida qae
se abio diante do futuro de sua terr?, diante dos
novos e grandes tiorisontes que se rasgaram para
os destinos da patria.
Pedindo desculpas por baver fatigado a alten
cao do auditorio, justiflcando-se com a neces-
sidade de explict.r as razoes e dar os motivos
do reconhecimento e da admiracao dos amigos,
qoe em nome do Estada de Pernamboco baviam
realizado aquella manileslacio, modesta em re
lagio ao quaoto merece o Bario de Lucena, mas
rica de sincendacie.e entbusiasmo.'accrescentou :
Sr. Barto de Lacena, a gloria uto aa conquista
sem :offrimentos o sem dores; a oioguem dado
alcancal-a sem ss.ngrar os ps nos esplnhos de
qae sio ouricadns os cam.ohos que a ella eoo-
dazem : tos de veis ter soffrido, de veis ter expe
rimentado dores pois bem, mais tarde, longe
d'aqui, no seto da familia, por entre Os es-
plendores de novos triumpbos qoe porventura
vos estejam reservados, quando a lembranca
deases coffrimenios e dessas dores vos assallar o
espirito, lembrai-vos tambem,que essa lem-
branca vos dar consol de que aqui deixasle
urna ierra chela (le recoobecimeato. na maioria
dos vossos cencida dios entbnstasticos admirado
res e nos conches de voseos amigos as mais pro
fondas saudades e os mais sinceros affectos.
A vossa administracto est a Andar por mo-
mentos, ides vo ausentar de n ; pois bem,
part, levai comvohco 03 nossos melbores votos,
e, ai um da o vesso estremecido Pernamboco,
a vossa trra natal, o voseo berco querido, pre-
essar amia de vossas lases, voseos merecimen-
tos, voseos servias e vossos saenncios mesmo,
nto rh'os recusas, sede mate asta vez o ateta
peroambucano roe leudes sido sempre; um
grande cidadio, eamo vs sois, por multo qoe
leona bem servido, nunca serte de mais t trra I
que ihe foi berco
Correspondido este brinde ao som das mus
cas, da nata tras e acci
vra o ando a Lacena, a,
apela-
do em aeu espirito exprsalo para iradas** os
seas agradawmsatos a tio leprosa e brilliaate
awaifeatacao aocresceotou, asis oa manea, as
faak uintea aaiavraa :
Exagrate os trricos saa tenho prestada a
nessa trra ; elles sio iIhos, verdad, das me-
ihre inteocoes, de um amor sincero e da maior
dedieacto; mas resseolem se da insuficiencia
de minbas forcas. Houve somonte um ponto em
que nada eiagerasles, foi no reconhecimento do
grande amor qae voto a esta ierra que me vi<
nascer, no fervor com que faco os mais sinceros
votos e no esforco com que tudo tenho empe
nbado e empeoharei sempre pela prosperidade,
pela grandeza e pela felicidade da Peraambco.
Quizera possuir a lampada de AUdino para, por
meio della, de repente, como por encanto, trans
formar esta ierra completamente, dando Ifie to
das as prosperidades, todas as grandezas, todos
os esplendoras de que ella digna e qu; eu d
corceo I he desejo.
Em qualquer parte que en me ache, seja qual
fr a wiuacao, nanea loe recosarel meus serv
eos, mioha dedicacto e aeus sacrificios al, si
unto ella pedir. Para servil-a mais urna tez,
vim adminlslral-a, traseodo as memores inten
C&es, o mais decidido espirito de concordia e os
bracos abertos para todos ; si ndta festa iufe
lizmente nto figuram alguas coacidadios, al
guos peraambucanos illustres, que eu quizera
ver twje no meio de vos, nao foi miaba a colpa,
porque com siaenridade tudo empeobei para
unir a familia pernambucana, para aproveitar o
coocurso de todos em bem dos interesses desle
Estado.
E agradecendo vos mais nota vez, brindo pelo
fanceionalismo civil e militar, pelo commercio,
pela agricultura, pela magistratura, pela iros
prensa, por todas as classes em im, de que
depende savonperidade de Pernainbuco e que
oesse empenho me foram valiosos auxiliares.
Em seguida, depois de estroodosas manifes-
tacoes de euthtuiasmo, coube a palavra ao Or.
Jos Hariauno, de cojo discurso nto nos foram
entregues as notas, mu que, segundo as q ue
temos, pode ser assim resumido :
Agradecendo o con.-urso brlhante das Se
Por portarla da meema date foi norneado o
taahatat Jdaquim Maaoal Tteira de Motto para o
lugar de promotor pubHce da coma roa de Be
sarros.
akaasaikoeeentrsMMA t* paite doart.
t da decreto de IS do corrate, sobra usinas,
pa**oa pata segaiote alteraci i
Iguatasaote exhibir a pnrva de que as suas
trras* aa dos fu mecedores da canoas por cao
tracto da qualquer osearen tem a eztensa*
exigida asa terans do artigo aateeadenta.
- O art. 9- do mesmo decreto flea concebido
nos seguintes termos :
Art. 9- O propneiario agrcola regular com
seos asociados e mais fornece lores de canoas
se os liver, o preco do fornecimeoto .a asina.
len lo em vista as oscillacoVs do preco do assa
car no mercado do Recito da ante o praso do
respectivo contracto, e reduzra seas ajustes a
escripto nos termos de direno, sujetando os i
appr< vacio do governo do Estado que por essa
occasii' poderi modifica) os e conservar esse
direilo em relacao a lo os os novos contractos
de foroecimets em quao'o nio estiver amor
Usado o capital mutuado.
Teleftmaaaae>fslelal-Da secretaria do
governo nos foi remettido par. publicar o se-
gninte :
Reparticio Geral dos Telegraphos. Estacto
do Recife. 19 de Oatubro de 1890. Procedente
do Desterro. Ao governador do Estado de Per
nnmhuco.Foram expedidos diplomas senadores
RaalinoHorn, Antonio Estuve* Jaolor, Dr. Luiz
Detpuino Santos. Deputados Dr. Lauro Muer,
capitio Darlos Camp>s, Dr. Lacerta Cotttinbo,
capitto Felippe Schmidt.Raulmo Rom, gover
nador.
Bro ae Albnqaerque- No ultimo
paquete americano ebegado do sul, veto, e esta
residindo por algum lempo oesta cidade, o Sr
Bario de Albaqo<-rqne, Dr. Hanoel Arthur de
Hollanda Cavalcante de Aiboqaerqoe, qae tm
saa habitual residencia em Parts, de onde, cha-
mado por interesses seus, foi para a capitel fe-
deral ha cerca de seis meses
Comprimentamos ao no so distiocto concida
dio.
Ponte Baarqae de Macedo Hontem,
ao meio dia, perante numerosa concurrencia ue
espectadores, dos quaes faziam parte as primei
ras autoridades do Estado, representantes da
imprensa e diversos fonccionarios, foi inaugu
rada a ponte Buarque de Macedo, ltimamente
concluida, e que tem por fim facilitar as com-
maaicscoes entre as parochias de Santo Antonio
e de S. Fre Pedro Gong. I ves do Recite, tran
spoodo ) rio Capibaribe-
A nova ponte que embclleza'esta cidade, tem
as pilastras de alvenaria de pedra e a superstru-
ctura de ferro Liga a? duas referidas parochias
entre a praca da Repblica e o caes de Apollo
E' obra slidamente construida e d bonito
arpecio.
faciildade de Dlreito-Eis o resultado
d-s actos exiraordioa.ios que tiveram lugar no
sabbado ultimo n'essa Farnidade :
ohoras que ornavam os camarotes, qoe comisasaj, -|gm| WeQCeglo de* ViaSa Filho, plenamente.
preseoeat e suas gracas abrllbaotavam a
fes em seguida a apotueoae do Bario de Luce
oa, rememorando o seu entranhado amor ao Es
lado de Pernamboco, o interesse os lempos tem revelado pata prosperidade delle,
a soiicilude ds que, anda ltimamente deu as
melbores pravas velando por elle, mesmo de
longe, e, por fim, acceitando a incumbencia de
dirigir sua administracto.
Nessa administracto o illuslre Bario de Lu
cena revelou-se um espirito superior, cima de
pequeas coosideracoes, realisou a unito da
familia pernambucana, fomentoa o engrandeci-
meuto e o progresso de sus trra natal, e resta
beleceu o eoibusiasmo e a contianca popular.
Elle, o representante do poto, aquelle qae
tem sempre estado a seu lado, tem em seo nome
levantar a candidatura do Bario de Lucena,
como o primeiro governador eleito de Peraam-
bco. Por seos merecimentos, por sena serv
eos passados e actuaes. pelas suas grandes qua-
lidades. o Barto de Lucena e homem indicado
para esse sonroso cargo. O desejo dos seu.i
amigos, entre os quaes se cania o orador, os
agradecimentoa e os eatnusiasmos do povo, que
tem sempre em tees occasloes urna felis orlen-
tacto, tudo proclama a candidatura do Barto de
Lucena.
O orador fea ueste momento um appello aos
representantes do exercito e armada e a todos
os cidadios presentes, e aeclamacoes enthosias
ticas aaaram a soa vos. O orador contina,
conjurando o acclamado para nao fartar se aos
desejos e aos votos do povo pernambucano, do
Estado de Pernamboco, all representados, e re
pete a accUmacto, ergoendo vivaran Bario de
Lace pe.
Nao se descreve o enttiusiasmo com que fo-
ram acoiaidas as patarras do Dr. Jos Mahanno;
as msicas, os bravos, as palmas, os lencos dos
camarotes e urna verdadeira chuta de ptalas
de rosas trauuziam eloquenlemente a anauencia
a mais completa, a adhesto a mais cordial t ac-
clamacto feiu.
Em seguida o general commandante das ar-
mas, tomando a palavra, aseegurou a sua boa
vontade e perfeita adbesao t candidatura levan
tada pelo Dr. Jo^ Mariauno, ao que correspon-
deram entDusiasticamenle os representantes da
guimielo de ierra e mar que se achivam pre-
sentes ; e o Dr. Nilo de Miranda, juiz de direilo
de Garanbuns, em rpido e inspirado Improviso,
associou-se, em nome da magistratura, i accla
ct} feta.
Alada mais commovido que da primeira vez,
o Barto de Lacena, diseudo-se deslumhrado
pelo que n'aquelle momento sa passava em tor
no de si, nio saben do ao que attribair tao gran
de manifestacao, tio significativa prora de con-
tianca, declarou-ie fraco pan a missio elevada
a que era convidado, qoe va em sua torra ou
tros cidadios mais capases de a desempeoba
rem bem, e qae, em todo o caso, era tto seno
o convite e de tio grates consequeatias, qae
careca de rtflexlo.
Finalmente o Balo de Lucena, em poocas
patarras porm animadas de vivo enthusiaemo,
ergueu o brinde de boara ao Geoeralissimo Deo-
duro. o qual foi correspondido com verdadeiro
de'trio.
Renode-se eolio todos as convidados e as
familias que baviam abnlhantado a testa, reu
niram-se em palacio, onde teve lugar um anima
do baile qoe doroo al S horas da madrugada,
Tal manifestacao. honrosa para quem a fez'
deve ter ecchido de deavaoecimento e satisfa
cto aquelle a quem foi dirigida; a ella nos as-
sociamos com praser.
Acta utnciae* Por portara do gover-
nador do Estado de 17 do correte, foram no
meados para os logares de 3* e 3" soppleotes do
juiz substituto da comarca do Limoeiro, na or-
uem em que vio collocados, es cidadios Jos
Curdeiro e Hauoel Simplicio Goncalves.
l'"r portara do governador do Estado de
18 do correte, foi considerada sem effeito a
portara de 19 de Selembro, pela qoal foi Hornea-
do o bacbarel Leopoldo Cesar de Guarni, pro-
motor publico da exmela comarca de Belmente.
Por pirln a da m.sma data foi comeado o
bacbarel Leopoldo ('osar de Guarni para o car-
go de promotor poblico da comarca de Canho
tinho.
. Per portera da mesma date foi exonerado,
a pedido, o bar har I Alcides Rodrigues de Sonsa
do cargo de juiz municipal e de orpbaos do
termo de Flores, e uomeado para sabstituil-o. o
iacbarel Jes FrameUnrde Paita,
Na mesma data foi removido o promotor
publico bacbarel Espiridiio Ferrelra Moateiro
_
V> atino
Antonio Francisco de Alboqnerque Cavalcante.
pen mente.
Francisco Salles da Silva Braga, idea.
Octavio Antonio da Costa, dem.
0 resoltado dos actos de non tem foi este :
i" anno
Francisco Duarte Gaimarier, distioecto.
Tneophile Borges Paleto, plenamente.
Maooel Luiz do Reg, dem
Migael Vicente Calmen Vanos, dem.
Oartim Francisco Duarte de Andrada, idem.
Virgilio Amenco da Cunha Goncalves, simples-
mente.
Hoje comecar ao os exames o raes do 3o a n
no. as IS horas do dia, sendo chamados os se
faintes estodsntes:
ernando de Siqueira Cavalcante.
Salvador Peres de Carvalho e Albuquerque Ja-
nior.
Thomas Guerrei-o de Castro
Jos Alves hequiao.
Virgilio Barbosa d'Almeida.
Odilon Octavlano dos SaOlos.
Manoet do Nascimento Silva Torree.
Paulo Rodrigues Teixeira Filho.
Alfredo Le le.
Imtllnl Vacdaiico MnnUIal-Pelos
Drs. directore sea substituto auxiliar tacci-
uaram-se bootem oesse instituto 14 pessoas
Manireataca-~Na sexta feira ultima, pe
las A Horas da tarde, os empreados da cpala
nada alfandega desta capital dirigiram-*e ao
palacio da goveruacio, a fim de raadereui aai
preito de consideracto e respeito se x.avgo
vernador Bario de Lacena. s
Recebidos graciosa nenie por S. Exc, em no-
me de seus companberos, tomou a palavra o
Sr. Antonio Amenco dos Santos, assim se diri
gio a "i Exc :
Exm. Sr.lloarado pelos meus companbei-
ros de trabalho, qae se acbam presentes, para
lestemunbar a V. Exc. a alte coosideracio que
os empregados da capatazia da alfandega desle
Estado tribotam a V. Exc. que o filho de qoe
mais se orgolba a patria pernambacaaa, eu sin
lo me sequeoo de mais para patenteara V. Exc.
aquella Cnsideracto e para exprimir os sen l-
menlos daquelles operarios de trabalho.
Os meus companb.iros querendo dar um tes
temjoho de aprece t sabedora com que V.
Exc. ba defendido a causa da justica e do bem,
julgaram que podiam dil-o melh >r do que of-
fereceodo urna escrivaobia e urna penna de
ouro; porque se ao militar se brinda com urna
espada em bomeoagem t sua bravura, ao ma-
gistrado nenbuma olferta de mais valor ibe pode
ser tena, do que a do instru mente de sua
prt fissao.
A oeuna com que V. Exc. trava as batalhas
em prol do progresso e do direilo, com que ba
conquistado um nome respei ado por todas as
pestoas (Ilustradas e booeslas, a vossa arma
Esta penna e esta escrivaninba,que depositamos
em vossas mies, nos o sabemos, nada talem
pelo une sao materialmente, mas exprimem
tudo pelo seo valor moral.
Aceitai as, portento, Exm. Sr. desembargador
Bario de Lacena, como orna prora de gratidio
relativamente ao passado, e como om incenlivo
t aovas Iotas e novas victorias.
O Sr. Baro de Lucena agradecen a prova de
apreco que assnu Ibe datam ; e fazendo votos
pela f -licidade do pessoal da capatazia de nossa
alfandega, com amabilidade cumpnmeotou a
todos a* Srs. que entio all representatam o
mesmo pessoal.
A Tracas -Distribuio-se o n. 10 desse peri-
dico humorstico.
rv/ico MilitarS' boje superior do dia
o cidadio capitio Leoncio, e fas a ronda de
visite o cidadao alteres Reg Baroa.
O 14' batalbto dar a guarnicio da cidade,
ftavso pres -Bella valsa para piano, com
posigao do Ch. Deeval, que acaba de ediclar o
Sr. J. de Aaevedo, a quem agradecemos a offe que nos fez do um exemplar.
Na casa do mesmo edictor i ra Bario da Vi-
ctoria d. 13, eocontram os amadores'exemplares
a saa disposico.
Coaaotaaikla de Bonbeiroa do Be
erfe -Cvmpletou bonlem o 3 aoniversano de
sua ostdllaco este companbia, que tao bons ser
vicos lem prestado i esta cidade.
rio decorso d'esaes tres annos, foi ella avisada
e compareceu em 67 casos de incendio, traoa
lbaodo, porm, smente em 26, pois que em 24
oto foram mais precisos os seus servicos, em
viriude de encontrar j exmelos os incendios
por ptssoas particulares aos proprios inquilinos
dos predios onde tiles se mameslaram, e em 7
simples supposicoes origiosram o chamado.
Entre os incendios extinctos pela comnaohia,
disiinguem se o da serrarla i vapor, o dos far
dos de algudo na prensa de V ctor Neesem e
que se achavam depositados no caes onde ha va
grande ventana, o da Pharmacia dos Pobres, o
da igreja de Santa Rila e do theatro Variedades,
nos quaes se nio fossem os seus Frricos e a de
dii-, gao com qoe trabalba o seo pessoal, ter-se
bia de lamentar mollas ruinas e prejoizos.
Os incendios extinctos pela companbia sio as-
sim ctaksiflcados:
Grandes .
Medios 9.
Pequeos 9.
Insignificantes 1
Quem ouir'ora preseociou a devastado que fa-
s incei
de rx'.in io tal como se acba organisado, por
oto del
Companbia de Bombeiros do Recite.
Essa com panol* contina soto a responsabiii
dade das directoras dos compauhias de segaros
mar timos e terrestres In4nmi$*dora, Pktni*
Pernambucana e Amfkitnte *, as quaes con n-
buem com um terco e o Estado com dous para soa
manoteocto.
Al o presente, oeohama accasacto se ba le-
vantada contra a ompaobla de Bombeiros pelos
seus servicos. sendo ella em cossa capitel urna
fiel continuaete do crdito gosado pelo Corpo de
Bombeiros da Capitel Federal, cojo commaudante
nodo visitar aquella companbia, teceu Ibe os
maiores elogios. ,
Confiada a Companbia de Bombeiros do Recife
aos cidadios capillo commandante Francisco So
lao M dina, lente coadjuvaote Jos Julio de
Suuza Manas e alteres almoxaiife Joto Looes
Braga, u a conseguido, auxiliada pelo respectivo
peS'Oal. impor se confianca pub ica.
O Sr. commendador Luiz Duprat, director
da companbia Ph-nix Pernambucana. em rego-
sijo p < lo aa o versano da companbia de Bombei
ros, dirigi ao cidadio commandante orna cana
de coigralulacto acompaubida de urna gratifica-
Cio para o pessoal de inferiores e pracaa da
mesma companbia, nto sendo a primeira ves
que assim procede o Sr. commendador Dopr.it
Masaretk -Escrevem nos d'esU cidade em
data de t9 do crreme :
Em seu engenho Mundo Novo, d'esta comsr
ca, fallecen no da 16 do corrale, o cidadio Jos
Vieira de Mello.
Aiacadot 10 do correte de varilas bemor
rbagica, os esforcos de s illustres mdicos Drs.
Kioa Cavalcante e k>sta G^mes foram baldados
para debellar o mal.
< O finado, moco ainda, pois tinha 34 annos de
idade, deixa na orpbandade orna inleressante
enanca de 10 mezes.
O finado era estimado geralmente, n'este co
marca, da qoal era um dos mais laboriosos agri-
cultores.
Psames i soa desolada familia. >
elasorto Gelo Sr. Dr. inspector geral aa
instruecu publica fomos obsequiados com um
exemp'ar impresso do relatorio por S. S. apre
seotado ao marecbal Jos Simeto d'Oliveira,
quando governador desle Estado, acerca dos oe
morios da mesma instraccto Agradec dos.
Lunlrrna Ma(lea Est publicado o o.
306 desse peridico livre e bamorisiico.
Caoanseaio civil-Na audiencia de boo-
tem di jutzo de casameatos foram feitos os se
guintei pregoes :
t* pregoBacharel Paulo Ananias Silveira
com D. Mana das Neves Azevedo Soares, solt; -
ros. Boa-Vista.
demJos L iz da Silva com D. Cecilia Mara
Gomes da Luz, soltelros, S. Jos.
IjemSal Marques dos Santos com D. Ame-
lia Domiogues Serra, solleiros. Elle de Santo
Antonio, ella de Afogados.
demManoet Alves Pereira com D. Joan na
Bernardina de Carvalho Costa*, solteiros, mora
dore* no Recite.
demJulio Carneiro da Cooha com D. Rosa
lina Amelia Alves, solteiros. Elle morador em
S. Jos, ella em Santo Antonio.
demSymphroaio de Moura Barros com D.
Mar a Eugenia da Rocha, solteiros, moradores
em Afogndos.
MemAntonio Horacio da Silva com D. Zili
na Amella de Abren, solteiros, moradores do
Poco da Paoells.
Mes -Francisco Joaquim das Chacas com D.
Mana Umbelina da Silva Ramos, solteiros, mo
radores em S. Jos.
Io pregio Jos Joaquim Coelho Sobrlnho com
D. Maria Olympia do Amara!, solteiros. Eile
morador em Jaboatio, ella oa Boa Viste.
demBacbarel Julio Pires Ferreira com D.
Albertina Cantoso, soltelros. Elle morador oes
ta cidade. ella em Olioda.
Mem -Joto Marlnbo Paes Brrelo Filho com
D. Afra Arminda Paes Brrelo, solteiros, mora
dores na freguezia do Recife.
dem Dr. Joto Thom Alves Guimartes com
D. Josepbioa Alves Guimartes, soltelros, mora
dores em Santo Antonio.
I tenaBacharel Arthor Carneiro da Rjcba
com D Rosa da Silva Reg. Elle oa Babia, ella
na Boa Viste.
FalleclaaentoVictima de urna apoplexia
fulminante, falleceu ante-bontem o cidadio Ma
noel Antonio da Rocha, negociante estebelecido
t ra do Conde da Boa Vista.
Natural de Portugal, contava 32 annos de ida-
de e era casado.
Deixa a soa estremecida esposa inmersa em
dolorosa magos, talvez sem forcas para resistir
ao golpe que a fatalidade 19o cruelmente Ibe
vibrou.
Paz 4 sua alma e pezames a soa desolada es-
peas.
Betrata Acha-se aberta na Livraria Eco
nomica, i rae do Imperador n 13, a snbscripcio
para ser asstgnada pelos acadmicos dos cinco
annos da Faculdade de Direilo, afim de ser tira-
do a oleo o retrato do Sr. cooselbeiro Joto Jos
Pinto Jnior, para ser oftertedo ao mesmo con
selbeiro, e collocado no salto de honra da dita
Faculdade.
Cemlterlo de anta Aoaara-Devido 4
ob-equiosidade do Sr. administrador desse este-
belecimento publicamos o segaiote:
Mappa estat ixt ir o dos enterramentos effectuaot no
cemterio publico do Recife durante o trimestre de
Julho a Selembro de 1890.
Jolho
t.l
Serventes
Jardioeiro
'zinbelro
Peitar
Elr beiro
R'mador
Latadeira
Opeario
Es tildantes
Recite
Sjnto Antonio
S. Jos
Boa-Vista
Grca
A f'gados
Poco
V r zea
Beberibe
OUnda
Jaboalto
em declaracto
Varilas ()
Pebre smareila
Molestias do apparetbo respiratorio
dem idem cir. olatorio
dem idem geoito orioaiio
dem dem oigettita e
dem do tjsttma nerveso
dem da pelie e tecido ceilalar
dem cirurgicas
Intoxlcacoes
Asphjxias
Ljmpbatites
Inviaoilidade
Velbice
Febres diversas
Uemorrbagias
Hydro pesias
Arienias
Molesi ias consliluciooses
Ditas venreas e sypniticas
Traumatismo
Accesfos perniciosos
Hypoemia nter-tropical
Denticio
Sarcoma
Parto
He roas
Uterinas
Sem declaracto
Recife, 15 de Ou'ubro de 19900 I
dor. Ascencio thnervm Metra 4$ Fastaarrtlw.
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O Desies 316 vi crasa do basa* al de Suata
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fe 19 de Oulnbru de 1890.
Raasttai
Anosto
Selembro
Romeos
Mulheres
Brsneos
Pardos *
Pretos
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Brasil
Portugal
frica
Italia
Saecla
AHemanba
Rio da Prata
Frtnpa
China
Inglaterra
Russia
H-spaoha
Noruega
Sem declaracto
Menos de i auno
De 1 a 10 annos
De lu a 90 >
De 90 a 30 >
De 30 a 40 >
De 40 a 60
De SO a 60
De 60 a 70
De 70 a 80 >
De 80 a 90
De 90 a 100
De mais de 100
Sem declaracto
Casados
Solteiros
Viavos
Menores
Sem deca!seto
Sem declaracto
Joroateiros
Servico domestico
Artblas
Com me rean tes
Militares
Agricultores
Martimos
Mendigos
Empregados pnbrieee
estarcirs
Creados
Psdeiros
Ecclesiastlco
Refinador
Diplmate
Magistrado
Ad togado
Pescador
830
773
666
JTl69
T
900
j~169
699
1035
130
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151
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24',9
Sa>.3
2S*5
29 i
16',5
1 1
Barmetro a T
0 ido vapor i
758-70 17,81
759-sa) 18 93
759-4B 18 93
757-46 1847
7*-3* 187
71
Temperatura mxima30*,00
Dita minimaaVjM,
Con va-1-^.
Direccao do tent: NE e NNE <
meia noito at i hora e 58 mi
E st meia noite.
Veioclttede media da
pasada,
Nebuloaidade media0.-59.
Boletim do porta
-
anche aa
eaeraeaea el
das no hospital Pedro U, do dia 19
as seguintes:
Pelo Dr. Malaquias :
Amputacao do dedo medio da saj
reclamada por esasagasaento.
Postbotomia reclamada por
rencia da glande e eetreii
Pelo Dr. Berardo :
Iridectomia ptica indicada par
comea.
raeeafetreeCbegadoa da
nacional Una:
Antonio Goncalves de Mirsada, Jote Ti
de Miranda, Alexaadra de SeesaNogswtra. Fraa-
c seo F. A. de Mello, capitio adrala Zanee et
Frrites, Beato Antonio deOUvam, Lsn H. ta-
cme Filbo, Maaoal de
Francelioo de Moura e
Lauro e Maciel Mooteiro.
leiieea -Enectaar-se-bio a
Hoje :
Pelo agente Slepple, as 11 horas, t roa V im-
perador d. 39. de casas esa Afogastes.
Pelo acento Gasmio, ta II araa, t ras Pedra
AlTonso n. 53, de motis, espejaos, ase,de ca-
vallo Tory e d.- vaecas toarina e a ierra,
Hoje:
A's 8 horas, uo convento do Cirsso. peU a>.oa
de D. Adelaide Graca'Vital a> Otivrim; < 7
horas, oa igreja do zUatetro, peta atusa ds 0.
Joaquina Fr*ncisca dajMaUa Ribatro ; aa 7 aocr,
na igreja do potoado de Piesjacse, peit alosa de
Al Jino Poheiro ds Silva Porto.
Amanda :
A's 8 horas na matriz de Santo Aaaaaas, peta
alma de D. Riu de Caasis Vteira Paleto ; aa 7
11 horas, oa capella do engenho Ribetrio, kda
alma de D. Label das Mergos Caraaaa.
Caaa de ateSe
sos da Casa de Detened ate atacase, fi
Peraambco, em 19 de Outabro de UM.
Existiam 430, entrara 9, sacarasa 8,
tem 431.
A saber:
i1acionae*407, mnlneraa 12, asirangalrCi
- Total 431.
IrracoadoB 386.
dona 365
Ooentea 20.
Louca 1.
- Total 386.
Movneuto oa oatariirte
Teve alta :
Antonio Joaquim Reg Moraas.
Foram visitados os presos atea
meato por 257 pessoas, sendo I2S
132 maltoeres.
U }
.
-
Rend ment do da 18 de Cata-
bro
aaldo do mes anterior
Despeodeu-se no dia 18
Em poder do procurador
ftaztaaeoaal '
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29tT9vT7
aeeltal de
ment desle esabel
uos das 18 e 19 de
MXltuam
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Sabiram curados
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eetabelacimeato de carteada, do
oro foi o seguinte :
Entraram
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Velloso a 9ir*
Berardo a 10 111
Malaquias s 10.
Pootuala9 1|4.
Simoee Barbo s 10 li4.
Silva Ferreira s 9 Iji
O pSarmaceutuo entrou a 9 i|4 horas da ma
nb e sahio as 4 da larde.
O Ia ajudante do phtrmaoeutico entrn a 71|1
da aianba e sabio a 3 i\i da larde.
O S* dito entrou a 6 3|4 da manb e sahioa?
('1 li di
Li>i<-rk d KtMds de Perfco
A 3 aerie da l* lotera deste Estado, ser ex
trabida impretervelmente no da 31 de Outnbro
(terca-feira), t hora da tarde, no consistorio d;.
igreja de Nossa Sen hora da Rosarlo, de Santo
Antonio.
botera alo *** da firam-Pari
AS* serie da 43' lotera cajo premio grao
de de 60:00<>*OOCi aera extrahida no dia J5 dr
Setembro (sabbado).
Sotena, ao naraab*o A 4* ferie
da lotera deate Estado, cujo premio grande
de 300:0004000, ser extranida no dia 39 de
OoUiriro Cuarta feir.a)
Cenalierlo patucoObituario do ;dia 18
de Ouiuoro le 1890:
Vicente, Pernambuco,' 3 anuos, Boa Vista ;
entente.
Antoaio de Paula Mello, Pernambuco, 65 ao
nos, viuvo, Graca; hemorrtngta pulmonar.
Gjncalo Augusto da Graca Mello, Portugal, 70
aonos, viuvo, S. Jos ; bematemese.
Laurindo (lome Victal. Pernarabuco, 70 an
nos, viuvo, S. Jos ; varilas.
Luiaa Mana Duarte, Pzrnansbuco, 65 anooa,
viuva. Recife; febre remitiente biliosa
Tbtodora Marcellina, Pernambuco, 54 annos,
casada, Graca; diabetes.
Adolpho, Pernambuco, 3 anuos, Boa Vista;
varilas.
Hoooria, Pernambuco, 9 annoa, Graca; vario
las.
Jos Antonio Ferreira, Pernambuco, 33 annos,
solieiro, Sanl'Agueda; varilas.
Mana Sevenna da Coneeigao. Pernambuc,o 35
annos, solteira, Boa-Visia; syphiles.
Mana da Tnndade Machado, Peraambuco, 38
annoa, solteira, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Manoel Domingues dos Santos, Parabyba, 30
annos, solteiro, Boa-Vista ; beriberi.
Manoel Franciaco das Charas, Pernambuco,
40 aonos, casado, Boa Vista ; Teso do orificio
Pedro, Pernambuco, 3 aonos, Boa-Vista ; sy
p'ailes hereditaria
Gustavo, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; va
noli a.
Oilona. Pernambuco, 7 mezes, Recife ; denti
ci.
19 -
Thereza Adelaide Guedea Alcoforado, Pernam
bnco, 45 annoa, solteira, 8. Jos; hepatite cbro-
nica.
Marnbo Porbriode Souza Lima, Pernambuco
56 annoa, solteiro, Poco; aderse do rim aor
tica.
Francisca Alves.de Souza Pontea, Alag-as
34 anooa, soiteiro. Santo Antonio ; pstula.
Mana Margarida de Osorio, Pernambuco, 14
annos, solteira, Beberibe; varilas.
Eusebio Cesar d'Almeida, Pernambuco, 19
anuos solteiro, Graca, luberculnae.
Joao Martins d'Oliveira. Amazonas, 27 annos,
solteiro. R-'cife. tuberculoso pulmonar.
Manoel Leile do Nascimento Barbosa, Per-
nambuco, 48 anuos, cando, S. J : leso car-
diaca.
Benigno Tneopbilo Al vea, Pernambuco, 34
annos, solteiro, S. Joa ; tubrculos pulmona
res.
Antonio Dias de Araujo, Pernambuco, 28 an
nos, solteiro, San l gueda ; varilas.
Hermino Thora a'Oliveira, Pornambuco, 21
annos, solteiro, Graca ; varilas.
l'in feto do sexo lemioino, Pernambuco, San-
to Antonio; ao nascer.
Manoel, Pernamcuco, 1 mez, Boa-Vista ; de-
bilidade coogenita.
Maria da Conceicao, Peraambuco, 30 annos,
solteira. Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
Candido do Rosario Coelbo Pernambuco, 18
annos, solteiro, Saol'Agueda; varilas.
COMUNICADOS
;f
I'mi aecusa malvola
Ha meies que,em conferencias celebradas
tres veses por semana, e ltimamente anda em
maior numero,tem-3e reunido para sena ira-
balboa, em um dos saloes 4o paco do goverua
dor, -mis sem a presenta d'este,a coramiso
incumbida de elaborar o prjecto de Constituicao
d'este Estado.
A Ilustre redaccao do Jornil do Recife nunca
dera por Isso.. Eis que, porm, agora,tendo
-deixado pastar a occasiao de derramar encbentes
de lus sobre aa discossoes d'aquea operosa,
mas modesta, corporaco,surge, ultima bora,
nao para goial a e es jlarecel a quanto a meibor
e mais sabia orgaoisaco do Estado, mas para
alirar aos leitore do Jornal um artigo de efeito,
capas de fulminar nns tantos desaffeicoadoa e
deitar por trra, de urna ves para sempre, o re
come do actual governador!
Deixou correr aem o subsidio de sua farta e
abundosa acieacia, sem o auxilio de sua douta e
experimentada critica, todaa as mala importaatet
tbeses agitadas por occasiao de elaborar-se o re
ferido prjecto e atirou ae com rerdadeira sanba
l ibre a disposico relativa a vencimentos do go-
veroador Foi o ponto de direito publico con-
Bl'tucional que maia notare! I be parecen. Infor-
mou se muito por miudo da discussao bavida so-
bre esse objecto (nanea procurou ioteirr-se do
meamo mo lo quanto ao mais) e como quem tiuba
assistido a tudo e presenciado a votaco, appa-
receu atlrando publicidade essa deliberago
alias ainda nao definitiva e, como se vai ver,
nao merecedora de sua malvola critica.
O prjecto nao fot elaborado sob as vistas do
Sr. Barao de Lacena. A verdade que esse il-
luatre goreraador nao comparecennem tiona
que comparecer* uenhuma das conferencias.
. Estabeleeendo o prjecto a etecs do gorer-
nador em epoena anterior da assembla legis-
lativa, entendeu-se, as dapoticoa transitorias
(que nao no corpo de disposleOes eonstrlacio-
naes). Usara *mflBto dagoveroedor emquan
lo nao foue marcado por lei orimaria.
sjPergnnU ufano o Jornal do Hecife: Onde ja
ae vio sern designados na Constituicao os vene i-
meatos do chefe do Estado, cousa que s cabe
em lea ordinarias ? Supooe, ao qae parece, nao
caber na Corutitaicii) fiur se a qrntta d'ew
vencimenlo.
V se, porm, em varias Conatituicoea essa 0
xaco,as do Laxemburgo (art. 43), da Barie-
ra, quanto ao regente, art. 10 (e esta desee at
a dixer que ae Taca por quotai mensses o paga-
mento), da Italia (art. 19), f*Grecia (art. tt), a
de Genebra nao esqoece qaanto se dera lar ao
presidente e membros do conseibo de estado
(art. 80).
Bis ssjoi disposicOes coastitaieionaes que de-
terminan eaantie certa com qae m aeren re
maearar coefes e altos iaaoneeariea ao atado.
L Qm aaatta tara, pois. qae, orgaoiaaado domo
cdigo politico, tivesieteos xao taraeem por
disposico ooB*tilek>ttil k qnantia a ptfr se ao
goternador, aa chele d-a nosso Estado 1 Havera
SPORT
Hlppodretano da Campo rande
Domin H ppoiromo.
A concorreocla fol regaUr, e o movmento das
p mlea, caja emissio atiinno ao amero de 4,305
ebegon a importancia de fl:5S8it00.
O resalado dos pareos foi o qae passamos a
noticiar em anas circumatanciaa.
! pareo-Gousolacao1.000 aetrosbarat-
os de Pernambuco que nao tenbam ganfeo nos
prados do Recife e egu&s qae Dio tenbata gMjM
oesta distancia no Hippodromo. Premios : 300#
ao 1*, 40# ao t> e 30/ ao 3*.
Fui v ncedor Urano 3, ebegando om 3* Ally-
Sttoper e em 3* Monarchsta.
Jockey do veocesor Bal bino Benjsmim.
Tempo : 78'.
Rateio das pjalea : Urano t* em 1 14M00 e
em 3 7*5 0 ; Ally Sttoper em 94300
Ea>ittiram se no pa eo joa*ej, 333 en 1*
e 301 em 3*. na a^ira daJ^MOOO.
A partida deste pareo MdMIb, per ter sido
viaiveimeute dada em as coacoea : Uler
camataocia porvenlara lofluio na sotocao que
teve o naso pareo.
'elle.
Entretanto, apenar de tao bons exsmptaa, ao
cono diapoeicio Iramitoria. com a clausula de
(Icar i aaaanWii a flaaeto defioiva d'aaae ven
cimento e pela ltalo de, contorne o plano do
prjecto. ter o gilreroador de entrar em funccOes
antea de faneciotar a assembla,foi qae a com-
missao votou Din artigo regulando protujona
mente este objecio.
O Joma/ dia qtie tres membros da com missao
propozaram re cimento de 40 caatos de r.a e
maia 5 cornos pira desposas de primeiro estaba
lecimento, e que outro propoz trinta e ootro
vinte e qaatro contos,e podia ter dito que to-
das as propostas maotinham os cinco contos
para aquellas despeaas.
Nao bouve queatao quanto a essa qoanlia
Todos os membroi da commissao ?e pronuncia
am por ella. E i. proposta de 40 cootos veio a
Mear expatada, pao tendo ebegado a paasar, (em
bora no acto da votacao aaaim parecease) como
depoia foi verifcalo por iniciativa at de um
dos qae por ella rotara
Na subseqaen'e coafefeacia, dado o desempa-
te contra a propos a dos 40 cootos palo voto de
qualidadi do presidente da commissao, votou se
e foi approvada a proposta dos 30 cootos.
O Jornal entend: que aao muito, que um
desperdicio dar um governador 40 contos de
ris.
A maiora da commiasio, nao com o voto a
dos ntimos do Sr. Luc-na, mas tambem com o
lo distlocto Sr. Dr. Souzi Pinto, (que insus
peito) e por proposta deste, eutendtu qne ao
governador de um Estado nao se devera rega
tear um vencimenlo na altara da importancia de
tuas func;0es. Consideren que n'am pas em
que to dispendioso se torna o virer dos fonc
cionanos de alta jerarebia, era conveniente,
dotando o de honorario nao mesquinbo, tornar
o cargo d; governador possivel aos que nao
si> ricoa. Tere finalmente em nata que pre
ceo dar ao governador urna poaicq de inde-
pendencia peesoal que nao teem os funeciona-
rios mal retribuidos.
O que o Jornal incaica ser um esbaojamento,
siupleamente um presente feito ao governador,
visto com calma e aem malquerencia nem ce
gaa preoecupaces partido rias, urna medida
de certa alcance poltico, urna providencia mui
o bem entendida.
Em alguna outros paites os ebefea de estado
nao gaobam tanto, diz se, e exacto. Mas, si
em alguna pases assim, ntese como muito
mais cara e difficil a vida entre dos, como alo
pobres os noasos homens pblicos.
Os amigos presidentes de provincia g.mha
vara menos, ontro argumento do Jornal,-
mas ai assim era, dabi se seguir que se deve
ser tambem mesquinbo com o chefe, o maia al
to peronigem e primeiro responsavel da di-
reccao do servicos do Estado ?
Tinbam os presidentes om ridiculo ordenado.
Os que (por excepcio) ae demoravam no gover
no, delle ouaabiam iodividados ou comprme!
tiam a sua fortuna particular, nao fallando dos
que se indemniaaram, associando se a contrac-
tos de fornecimentos on recebendo gorgetas dos
contractantes,que na mooarcbia bouve deesas
miserias (e o principal redactor do Jomo/ ao o
pode ignorar).
E de boa poltica pagar bem aos funeciona-
rios. E a repblica ato lam pretencao de ar
ruinar os cidadaos que forem escolnidos para
governadores. Esses trinta ou quarenta contos
anouaea nao eagotan tbeaooro.
Depoia, o que a commissao propoz lera de ser
oa nao sanecionado pela assembla. Nao ha
motivo para toda essa grita ; o ooder competen-
te quem ir flxar definitivamente o vencimen-
lo do Roveraador. Taires Iba pareca muito mais
bem empregado (e at insignificante) aquillo
qae se dar, verbi gratia, ao senhor conde d'Eu
pelo sen trabaibo de ser genrt do Imperador-
do que oa 30 oa 40 cotilos que a oomroiasao te-
ve a ousadia de propor se decretasse p ra ven-
c roen to dos governadrrea deate Estado !
Prefera o Jornal que se approvasae 0 venci-
menlo de 34 cantos de lis? Ha no pais direc-
tores de estrada de ferro que isso ponco mais
oa meaos tm de ordenado e mais vantagens I
Directores de sociedades anonymas recebem nlo
menores honorarios. E a administracto de um
estado nao de menos respoosabilidade que a
de um baocc, de urna compaobla de seguros ou
de ama via frrea, tendo aliia maior represen
lacio.
Por ultimo, os membroa da commissao, por
seu carcter e procedentes, mereciam do Jornal
cooceito diferente. Nao ha entra os civalhM
roa que a compem um s a quem te posaa at.
tribuir o proposito, que Ibes empreatou o Jornal.
de fazer artigoa de constituicao inspirados no
pensamento de lornar-se agradarel a qaem qoer
qae eeja I
O facto (conta notanel diz o tomal) de s j acba-
rem na commissao pessoas que ae bonram com
aa relacoes e intimidade do actual e digno g i
remador, nao autorisava a leviana insinuacao
da qual qulz ter o prazer de ser primeiro edito r
e novel le ro o Joma/ do R eif$.
Cousa noticel a ferocidade de seu odio ao
Barao de Lucena a ponto de esquejar a grari-
dade e circamspeecau qne para manter-se digno
da consideracao publica dere guardar no jor
nali8mo. Este furor ergo e iotratavel, nao Ibe
vae bem,e a digoidade aftela coo-a respei
tav.-l, entre borneas qae se prezam.
ana
pareoExperi le 38 de Setem
bro pis*a ic, e eaa da Peroamboc >. Premios:
300*000 ao 1, 40*000 ao 3" e 304000 ao 3*.
Fui vencedor Talispher, ohegando em 3 Bona-
parte e em 3" Potos.
Jo key do vencedor Antonio Mein-.
Tempo : 75**.
R.ieodas poales: Taliapher em Io 9*500 e
em 3 7*400 ; Bonaparte em 3 14*800.
Emittiraw se no pareo 401 poulea. 163 em 1
e 339 em 2, oa somma de 2:005*000.
Corrida-regular, sotucio a possivel.

8 pareoProgresa:>1.100 metros- Arrimaes
pongas e de Pernambuco. Premios: 300* ao
i*, 40* ao 2" e 30* o 3.
Foi vencedor Pindaro, ebegando em 3" Djirid
e em 3* Arumary.
Jockey do veocedor Pedrj de Figuelrdo.
T mpo : 81 11".
Rateio das putes : Pindaro em 8*900 e en
3- 11*300; Djirid eml*M900.
Emittir^m ae oo pareo 743 poule, 351 em 1* e
392 em 3, na somma de 3:715*000.
Solacio anda aceitavel, bem qae em 3 entra
podeaae ter sido ella, se a Faceira Fosse entregue
a jnck-y e nao cahisse as raaos de mo pimo
4* pareoVelocidade 1 300 metrosAni-
ni.i'M de Pernamboco. Premios: 200* ao i",
405 ao 2o e 30* ao 3-.
ro vencedor Maurily, ebegando em 3*,Tem-
plar e em 3* Piramon.
Jjckey do vencedor Pedresa.
Tr-mpo; 91".
Rateio das poules : Maurily em 1 10*400 e
era 3 6*300 ; Templar em t 6*400
Emlt-iram ae no pareo 832 poulea, 407 em i"
e 435 em 2, na somma de 4:160*000.
Realisou o Templar o no. ao oa corrida paaaada ; j foi o Templar sobran-
da corrida I
5. pareoharmonat.400 metrosAnimaes
naciooaes at meio sangue. Premios : 300* ao
1, 60* ao 2 e 30* ao 3*.
Foi veocedor Aulla, ebegando em 3* Gallileo e
em 3* Cometa.
J x-kny do vencedor Pedro de Figueiredo.
Tempo ; 101 1/1".
Riteio das poulea : A til la em 23 i 00 e em
2 5*800; Gclilleu em 2* 5*300.
Erautram se no pareo 611 poulea, 380 em 1*
e 331 em 3, na somma de 3:053*00).
O resuliado deate pareo-., verdadeira aor-
preza nioauem o esperava; e por exceder
expectativa, foi um baubo gara I.
Oa fortes tambem ciaud.co : a pobre aoimali
dude est aiatosojeita.
6. pareoi 000 metrosAnimaes de Pernam-
buco que nao tenbam gaoho em maior dialaoca
nos pra lo do Recife. Premios : 300* ao 1', 40*
ao 3* e 30* ao 3.
Fol ve. cedor Maranguape, chegando em 2 Plu
laoe em 3*Dublio.
Jo. key do vencedor Alfredo de F eitas.
Temp : 75".
Rateio daa poules : Maranguape em 1*11*300
eem* 5*800; Plulao em 2 5*P00.
Emiuiram se no pareo 695 poules, 395 em i*
e 300, e.u f oa somma de 3:475*000.
A prova final deste pareo nlo pareceu muito
em ebeiro de santidade ; nao faUaram Ibe uns
peccados que condemnaram ao Piutio e abriram
as portas uo ganbo i Mtracguape. 0 savoV faire
tudo, porque bonita foi a carreira.
7. pareo Compensacao1,000 metrosAni-
maes de Pernambuco que nao tenbam ganbo em
iH'aocia superior a 800 metros nos prados do
Recife. Premios: 180* ao 1, 40* ao 2a e 30*
ao 3*.
Foi vencedor Tarojo, ebegando em 2 Yambo
e em 3* Humilde.
Jofkey do veocedor Pedro Alexandrino.
Tempo: 78 1/1".
Rateio das poules : Tarujo em 8*100 e em
2 6*800 ; Yamoo em 2* 7*100.
Emitiram se no pareo 488 poules, 386 em 1*
e 3o3 em 1*, na somma de 3:440*000.
O resultado deste pareo foi producto de com-
binaba), e esta tao clara qae se manifestou mes
mo oa raa, oode a lodo excedeu a humidade
do proorto Humilde ; onde elle foi iroagem do
quero, ma nn po*so ; oode cnmprio-S o eteripto
no livro do destino.
M POUCO DE TUDO

As conservas alimentares tm se tornado da
uso iitral de dia para dia; e boje com poneos
cobres podemos comer ptimo salmio pescado
nos nos do Canad ou encllenles (agostas das
ondas do Pacifico. %
E por isso necessaria grande aitenco para
prevenirle qae as latas, qoe coatm as conser-
vas, dos eovenenem lemaaeote com o seo
cnurabo.
Desde 1879 o goveroo francs prohibi, sob
grave pena, qoe latas destinadas a cooler aa con-
servas alimentares foaeem soldadas internamen-
te, determinando que as caixas foaaem de lata
preparada com estanto purissimo; o qoe levou
a mui tos negociantes de Fi Desterra, e do Morbi-
ban a pedirem ao governo ama prorogaco
exe :ueSo desta ordem, para poderera esmaltar
as caixas antigs, as quaes poderemoa chamar
envenenadoras ou saturninas.
0 overno conceden Ibes effectivamente urna
prorogaco que ellos acbaram de praso curto ;
quiseram n'a maior e obtiveram-a'a. Mas, ha
pooco mais de om anuo, pretenderam ainda urna
oulra.
A commissao consultiva de hyyiene publica, en
ira nOa junta central Je bygiene publica, admit
tindo qne d;s.-o nao viessa ou reaultaase damno
i ^ale, propoz urna nova propagaca de am
aooo; esperamos que a Frana nao nos tornara
maia a mandar sardinbas ixmergidaa no azeile
saturnino.
Segundo a natoresa daa aubstanciaa, as lami
as de estanho chombifero sao enlalbadas e a
quantidade de chumbo que ebega a contaminar
aj^ubstanc a alimeolar mais on menos conai
deravel. Qaalquer que wja, porm. a naturesa
iiestas aubstancias alimentare*, a analyse n'ellas
d^aa^re sempve urna cei u dse de chambo, que
orovm oa do involucro alterado ou d'aquelle
que fica adberente oa mesma substancia.
O eonae bo propoz depois ao goveroo:
1.* Qoe se prohiba o aso das laminas ebumbi*
leras destinadas para envolver as frucias, es do
ees, o chocolate o qoeijo, Asalame. e em geral
todas as substancias alimemares.
3.* Qae as lamioaa destioadas a este uso de
vem ser fetas de eslaano flao, isto e, de urna
liga qae cootentaa ao menos 95% de eata-
ODO.

0 Lyon Medical narra este fa-to exlraordina
rio de am a bre engnlido de veras.
Um enguidor de sabr de prons*ao leudo
feito um falso niovimenlo de cabeca emquanlo o
instrumento se achava profundamente inlrodu-
zido no eaapaago, parti a lamina e immedlata
mete foi accommetlido de om accesso de safio
cacto que nao se dissipou senao a pos a deglut
cao de um outro sabr anda mais volumoso.
Um vomitivo administrado Dio expellio corpo
algum extranho.
A expiorco do eiopbago demoostroo sua
perfeita liberdade, e as pesquisas (eitas com a
sonda no estomago, combinadas com apalpacto
doran te o soaao cbloroformico, nao rerelamm
vestigio do corpo de delicio, e comtado, segundo
a declaricao ao peloliqueiro, o fragmento da la
mina introdusida nao derla ter menos de Tinte
centmetros de comprimento sobre dous de lar-
gara-
Si no i tero, i bene rocoto
E' de Odlareg Midnal.
MIMOSA
(A1 M. C.)
Mimosa como a loara criaocioba
Que sorri d'esta vida desenidoaa.
Mimosa como a rola qae sandoaa
Vai na rama cantar pela Urdinka.
Serena ajaal aalrana apearaciaa
No aaulado co, ootr ora escaro,
Serena anal olhar bondoso e poro
Da bella Magdalcea arrependlda.
cantador,
Fes-me lonco d'amores, derotado
A conten pial a sem pre, destara brado
D'nm sea otaar aareao e sedector f

Acerca da costomes americanos conla om jor
urna singular aventura americana qoe fu
lembrar ama acea celebre de Mark Ewain.
Um joroul tinba < speramente criticado um
circulo, e por isso foi Ibe advertido que ae coa-
t vase se nao quera que o redactor irincipsl
fosse espancado.
Naturalmente o jornal contiouon com a sua po-
lmica, e precisamente no da em que appareceu
o segundo artigo, o redactor principal estar
descansado no escriptorio da redacc&e, quando
abi entrou um iodiriduo quadrado de espadoas.
barbado, e da grande* bigodes, manido de urna
cae banal ra.
Onde est o redactor principal, senhor I
Acaba de sabir, responden o joroalista,
leodo o preseottmento de qae a persooagem era
o autor da carta anooym'i. Se queris esperar
um instante lendo este jornal, eu vou chamal o.
O bomem da cacbamorra assentou se pacifica
mente. Durante este tempo, o j. rnalista sanbava
t anqu I lamente a ra ; mas. porta, eocontrou
um outro colosso munido d'nm formldarel ccele
groaso e corto.
Como v se a critica severa tinba produzido
brilbantes resultados.
- Aonde est o redactor principal ? Pergun-
tou com nm ar grandemente ameacador o novo
interlocutor.
Acbal-o-heis l em cima, no escriptorio da
redaccao, lendo os jornaes.
O hornera do ccele sobe a loda pressa e pre-
di ita-se furiosamente sobre o bomem a cacha
morra, e trocando se ambos teiris cacetadas.
acabam por cabir pela escada a baixo, depois de
terem-ae reciprocamente deaancado e bem.
E acbavam.*e em tal estado que os policemens
pouco trabaibo liveram para conduzil os pri
alo.
IIPICACOES OTIS
edleoa
O Dr. Simplicio Mavignier. Clnica me
dico cirurgica. Especialidades : molestias
pnlmonarea e partos. Ra Marques de
Olinda n. 27, 1. andar, conaultas das 11
a 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
nella) das 6 a 9 da manht a d tarde
Chamados por escrpto. Telephone d. 392.
O Dr. Lobo Moecoeo d consulta em
iw caaa roa da Gloria n. 39, das 10
horas da manhl 4 1 da tarde. Acbando
se (ora do serrico publico offereoe se para
acudir a qualquer chamado com prompti-
dSo para fora da cidade. Especialidade :
operacSes, partos e molestias de senhora
e de meninos.
Dr. Matheut Vam, medico. -Consulto
rio: roa do Imperador n 42, 1. andar.
Consultas daa 12 4a 2 horas? da Urde.
Residencia, roa do Pires a. 27. Encar-
rega-se do tratamento das moleatias de
olbos.
Dr. Sd Pernra, ra da imperatris n. 8
d onsultas medioo-cirurgicas todos os das
das 8 ao meio dia, menos nos domingos t
das santificados.
Dr. Freitat Ouimarde, medico, tem
ser consultorio na roa Duque de axias
n. 67, I." andar; d4consultas nos dias uteii
das 11 1 hora da tarde e reside no Ca-
jueiro n. 4, onda atiende a chamados em
qualquer hora do dia o da noite. Telepho
ne n. 292.
Dr. Joaquim Louieiro medico e parte)
o, consultorio 4 roa do Cabug4 u. 14
l. andar de 12 a 2 dr. tarde; residenoit
io Monteiro.
Dr. Castro Jera medico e operador,
Pratica a lavagem do tero quando o co
tve aeonselhada. Consultas das 11 t
1 da tarde em sua risidencia 4 ra di
lom Jess (antiga da Crua n. 23, 1.
mdar. T-elephone n. 380
Dr. Joao Pauloespecialista em par
os, molestias da aenhoras e de criancaa.
com pratica noa hospitaaa de Paria e de
Vienna d'Austria, d conaultas da 1 4a 5
horas da tarde, 4 ra do Bario da Victo
ra d. 60, 1. andar, a reside na entrad*
dos Afflictoa n. 30, junto eatacao do Ea
pinheiro. Chamados a qualquer hora. Te
lephona* n 467, na residencia.
.advogadoa
Baeharel Vicente 8. de Cmrvalho Neiva,
promotor da capital. AdrogadoPara-
byba.
0~tahard Joaquim Ihusgo da Foneeec
em seu escriptorio de advogado 4 ra de
imperador n. 14, 1. andar.
Oeenliata
Dr. Ferreira. oom pratica aoa prino
jatea hoepiUes e clnica de Pars e Lou
tres, d consultas todoa os dias daa
.oras ao meic-dia. Consultorio e reai
iuncia 4 roa Larga do Rosario a. 20.
Dr. Barrefo Sampaio, occalista, d con-
sultas de 1 As 4 horaa nj 1. andar d;
tasa ra Barao da Victoria n. 51. Resi
lencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
la pela ra da Saudade n. 25.
Drogara
Faria tiobrinho t C, droguista por ata
ado, ra do Marque* de Olinda- n. 41.
Francisco Manoel da Suva de C, depoai
Arios de todas as eapooialidadar ttaruu
;euticas, tintas, orugas, prodaotr ohim
x a medicamentos homsopatio roa d<
tarques de Ohada n. 23.
A N*lre n*aia de Parli
Previne-ae as Exmas. familias qae che
garam j muitoa artigoa da aparados goeto
oacolhidospor Muaa. Roblet ajtualmente
em Pars. Exposijlo diaria.
PBLICACOES A PEDIDO
Engcnhaa eentraea
Li a replica dos Srs. Cerdoso Irmios no Dia
rio de 14 do corrate.
V se qne esses cavaMMires me nao perdoaa o
uaver eo recebido a honra de ama audiencia do
Exm. Sr. governador deate EsUdo, e de ter di
rgido a S. Exc ana carta qne foi publicada
pela imprensa. Nae ba, cantudo, nada de es
tranho em lado isso. O ana nlo rasoavel, leal,
nem honesto, qae as aeealtae se procure des
acreditar o material da casa constructora qoe en
tenho a aatiafasao de repreaenUr ao Brasil.
Repito qae a casa Mrlotle animou a industria
do esucar em Pernambuco. Todas as pessoas
de boa f o affirmam; e a prora de qae d asta
urna assareracio Jada a verdadeira, est na
quantidade de encoromendas qoe noa bao sido
feiua, nao obatoau osasforcoa an contrario em
pregados palos Sra. Cardoao Irnaos.
8 sa eaan sao os arinatra a copiar aoa ser-
vilmente as apparelhoa, cana demooatrel ae
niiaadinlt artiga, ala clarsaimo qae
por fados aqnillo naimo qae pretefl-
por palavras i
aedaaoL _
.Brocheton, mea an-
tecessor, a que coaatat* em fazer aaaucar de
usinas semelhante ao das fra aa, ou am torrea
brancos. Esquecem-se, porm, esses honrados
negociantes de declarar se foram elles, on o
rnesmo Sr. Brocbttoo, quem iodicoa o modo de
obler a crystalisacao dos segantes jacios; se
foram elles, ou o que me preceden como repre
[ sentante da caaa Marolie, qnem primeiro come-
Cou a ntilisar devidamenle o bagaco sabido das
moeodas, por meio de fornos especiass, que oa
8rs. Cardoso Irmos, nao obstante oa seus ex-
traordinarios conbecimentos, se apresearam em
reproiuzlr exactament?, e sem o menor acataba.
nenio !
E' toda anginosa a explicacao dada pelos
Srs. Cardoso Irmos, relativamente ao augmen-
to daa usinas Basque, Aripib e Timb, reali-
sado por um concurrente de S*. Ss. Na verda-
de, se apenas se liresse trtalo, como afir
mam, de mu anca de turbinas, era cousa to
simples, que os proprlos Srs. Cardoso Irmos a
poderiam ter feito, por isso que j mantinbam
relacOea com as casas Cail e Fives-Lille, e at
om a nossa, visto como as turbinas aasentadas
em Trapiche por aquelles senores, vieram daa
oilicinaa de Marolle. Dase maia que as tnrbi
as d'aquellas tres prmeiras conslruccOes sao
absolutamente do mesmo genero, lato propriaa
para o fabrico do assncar em torrees.
A casa MariolL- tem fornec>do sete moeodas
para este Estado. Pois bem : entre toda ellas,
somente conbe aos Srs. Cardoso Irmos a fortu-
na de substituir dous bronzea que accidental-
mente, banam esquentado, anos o trabalho de
duas ou tres safras I
E' preciso notar qae, se esses senbores tives-
sem sacrificado o desejo de vender as suae mer-
cadorias ao de bem servir o fregus, que em tal
emergencia os procurou, teriam encontrado o
meio de concertar premptamente os diios bren
zea, em vez de substituil-os por outros de seu
fabrico, e os quaes s com muito esforco e tra-
baiboderam para ebegar ao flm da safra, o qne
me facilimo provar.
As nossas bombas de ar sSo como as de Cail
e Fives Lille e os nossos pistos teem exac-
mente a3 mesmas formas. Fasemol-os de ferro
ou de bronze, seguado as encommendas recebi-
das, ou o que jolgamos mais conveniente, quan-
do se nos pede opioio a tal respeito. Se boa-
ve necessidade de mudar o pisto da asina
Bandeira, foi isso devido a que a agua de con-
densaco ebegava bomba carregada de areia
o qoe prnduzio am estrago considerare!, estra-
go qae tera sido ainda mais rpido, se essa pe-
ca fosse de bronze.
Devo accrescentar que os Srs- Cardoso Irmos
suostitniram dous de aosaotpittons por outros de
seu fabrico, e cujo mrito consiste apenas na
a^tlguidade. Nao foi de certo as bombas de
Cail e Fives Lille qne os nossos honrados con
Iradicores encontraran] semelbantea modelos I
Os Srs. Cardoso Irm903 asslgnalam, e com
extrema solicitude, 03 concertos que teem felio
em material por nos furnecido dorante o prazo
de seis annos. Tomo nota : e desejtrei mulo
que n&o lenbamos de trabalbar mais activamente
para os seus freguezea do que Ss. Ss. teem Ira-
baibado para os nossos, quando eo tlrer aberto as
(fticinas que a casa de quem son representante
me den ordem para estabelecer neate Estado.
Nao tenho tempo para perder, e por isso nao
entrarei em discussao mais minuciosa. Deixo
aquellos qne tiverem desejo de levantar asmas,
o cuidado de examinar as fjmecidas pelos Srs.
Cardoso Irmos e as que o bao sido por dos.
Ap) essa comparaco, de que nao podemos ter
o menor receio, peca cada um ioformacea aoa
respectivos propietarios acerca dos resoltados
relativos. Este me.o de taclarecimento t> prefe-
rivel a toda a discussao odenla. E porque con
o intimamente no juizo dos interesados, dou
por Anda esta polmica, pela parte que me dit
respe lo.
No tocante diffuso, estou maravllhado por
saber qae os Srs. Cardoso Irmos possuem dous
eagenbeiros com profundos conbecimentos desse
systema. Se eu tiver a honra de applicar nm
dia aqui tal processo, estimare! muito qne Ss. Ss.
recebara eocommenda de igual nalureza, aQm de
que se possam fazer comparaces proveitosas.
Recife, 16 de Outnbro de 1890.
Emilio Dol.
'ma da pet'caV
que loe aareeeatada f
Responden qae nota apenas easr
peiico praamtn e as do tdUa tfsm
diaes aatos a dlSareanvV aeran l
mais azadas, e as do aneja Mal
com mais capricho.
Ea Ao qne o eacreri.-?italrao Ceraara
cisco Tarares de Lina.aVMarnaa
Bulcio FUao.
auto de pergnotas a Taaaaaz a A
da Silva m momo da at
Perganudo cono e .egoa a san
petico de Franciaco Per eir da I
no engeobo Barra?
Responden qne estando a
cineiro no dia 5do rniwialii
ras da >arde, quando se
a rarailo oa carreira, e
pe, mndoa an aasaL.
nhal o e Ibe entregando o nenia
abri e era a petico qoe Hat 4
Perguntado se fes detia entrega aa
rio ?
Repondeu qoe entregos
qoe elle respoodente linha
a dous individuos qae paisana
cavallo, Ibe o pedio.
Perguntado se sabe lar tM^ a
neate dia aggredido na sos casa a aa
os doos individuos qoe ~
sua porta ?
Iri-asKjodau qoe sabe |_
Ea Antcmo Ludgero da Silva _
qoe o esc re vi. Vilino Coraetrj
rmzde Aqoino Barbosa da Stfra.
dos Sai tos fiulcao Filbo.
aaraaaa-
*os cldadSos govern idordo Es
tado. chefe de polica, autorl
dadea desta comarca e an pu-
blico.
Boje reoho publicar oa autos de pergnntas e
exame sobre o attentado de qoe foi victima oo
da 5 de Setembro deste auno. Das pecas abai
xo, v-seque respoosabilisei a familia Baptisia
boje mais com o nome de Silva, por minba vida
e qualquer desacato que posea auffrer, com toda
razo, e continao a responsabilisar a mesma an
te os poderes do Estado.
Aoqne publ'caram Joo Baptista e Lourenco
Bautista no L dador e Jornal do Recife. fogin lo da
grave responsabihdade do facti de o de Setem-
bro, os autos de pergnataa e exame por mim res
poodem a santidad delies.
Quando pea impreosa se provoca a que pa
bliquem se cortos documentos a resposia ar-
mar-te os miseraveia sicarios.
Demonstrado como fica, que os mandantes do
facto de S de Setembro foram os BapUsta*, espe-
cialmente (Joao Baptista actual suppleote de
subdelegado de Pombos com sea irmo Joaquim
Baptista 1- sapplente, connoo a pedir proriden
cas para m aba vida e a responsabilisal os.
Ao cidado Dr. ebefe de polica pedirei certi
do dos autos de perguntas a Eugenia e Rita de
tal e os poblicare, j que elles desde 99 de Agos
to nao o fiaeram.
Victoria, 19 de Outnbro de 1890.
Ballarmino Balco Filho.
Aulo de pergnntas a Francisco Tarares de Lna
Aos 13 dias do mes de Setembro de 1890, pre
sent o juis snbstituto Dr. Vitalino Cordairo Lins-
Disse cbamar-ee Francisco Tarares de Lima.
Perguntado se rahece Francisco Pereira da
Silva morador em trras em engenho Barra se
sabe ler e eacroTer ?
Responden que conbece sabe ser ella mora-
dor em trras do engenbo Barra e qne mal sabe
assignar-se.
Perguntado se a lettra da peligSo e assignalura
5ae se Ibe aprese de PraavUc-j Pereira da
ilra?
Respondeu que alo.
Perguntado se ao da 8 dests mes aUestoa
ama petico sobre a conoaeta do mesmo Pe-
reira ?
fteanoaden qap nao.
Pergooda se o attostado qu
ta delle resfosataata como subdetagado do 6-
dHtricto desta cesaarca t
11 saeattoa o,oe aa A
i lettra de nm oficio qae rio no
1 Francisco dos Santos,
autgoadopoHiaTaTaTaTaTaTaTo^^^^^HBe*
Aoto de
Aoa 18 dias do mes de Setenara da
casa do jais sabaiiiato Dr. Yiuifen
Los, os peritos Franciaco das
Bastos, Paulino DaFerreira e ae i
abaixe, o jais mando aas perita i
oe?sem exame na petico de
da Silva e resfondesseas aoa
tes :
v Se verdadeira oa bisa a ;
Ibes aprsenla;
2* Se ao verdadeiraa oo Elisas
corpo e assignaiura do despacho ja a rdtaSB-
bem oa mesma petico ;
3* Se a lettra da petico e despeen a asu-
ma :
4- Se do pnr.bo de Francisco Pereira d fu-
ra a lettra e aaaignatirs da petico;
5 Se ella se parece com a se signa caahsav
do;
6 Se a lettra e firma do despacho i
ticio sao de Francisco Tarare
legado do 6a ditriclo del
7* Se nio sendo, poden prensa % ajana ar-
lara.
Qoe examinando a periclo qae taca lai apra-
seniada, enteodem ser ella falsa, visto casa se
parece a lettra da mesma
em ama portara em amos crines aa* I
rara presentados contra Jefa ft
Sau'os e que portan lo responden aa I*
que falsa dita petico ; ao t* i
lettras qser do corpo qoer da i
pacho lancado na mesma petico
nuecera perfeitameole a lettra e m
o Tarares de ..ima : ao 3' qoe as Msjs
de se parecer estas as do iteaaaca an
alteradas e par isto ao pidan
ta definitiva ; ao 4 qae nao coaoeceaao a I
de Francisco Pereira da Silva,:
bem affirmar oo negar pe sao asile a'l
s gnatora : ao 5- qoe Ibes parece ser daJ
Baptista dos Santos confrontando se a
com a existente oa portara nos asios i
fe irlos : ao 6' que nao; ao T i
mo oo sao de Francisco Tarares as lettras, i
sabem de qoem sejam.
En Antonio Ludgero da Mra
escreri. -Vitalino CordelroLins.Fi
h; gas Pereira BastosPaulino Dias
Carlos de Ho 11 anda Leile.Airare
deiro.Bellarmino dos santos Baldo
Senienea
Jalgo por sentenca, para qae
vidos effeitos, o exame eonstaatao
3. Cusas ex cansa pelo uqsiisatt.
Cidade da Victona, J de Qasaaii ae I
J mquim Cordeiro Coelbo Canta.
Ao publica
Noa abaixo asaignado
ramos solemnemente a de
prio qne nlo Timos l.1
oho lomar arma algnma
pratico^mr na occasiio ea ana
ao Sra. Praticosmr e Domingos
escriptorio da PraU >gem,fdrassaW
Sr. pratico mor a Marra qsw Ota
graaae 770*00 que esta la
trabido de sua gaveta,
Mafra o facto toi
de egado do Recife o qaal
comparecer man dou o cab
meato, pelo que o Sr. pratieo mi
dou que Matra o acompapasaae a
a pre sen 9a d aquella autoridad.
Foi tado qaanto aa den
Sr. pratico^mr a Mafra, porqaa
tavam no escriptorio a'i
abaixo asaignado a 1 pratieo
nho Silva.
Recite. 20 de Outafcr da 1990.
JoSo Bapfvta Esteve de
Joaquim Bemnefomd
Cor-
Ao publico
Hontem, 19, lendo a
com um artigo do Sr.
oo qual me apoota coi
agretalo qae da li>a tar
Sr. pratico-mar e qaa aa i
mos do mesmo Sr
ver com que smwsajat a afea al
gar a qu ntia de 7OOUO ana
subtrabida de saa carteira.
Para mea aoessjo d
te ao respeitavel pusiie, ana
c -nata ter o mea chafe a Sr.
apontado para o Sr. Mafra asa
ouvi verdade ella
tenca qne sd elle
do deaapparecinaent)
exiatia na gaveta da ata
quantia alio Mafra, als>
estova; masdaado o Sr.
mar o Sr. tenante ero
Recife afiaa de toan
tacto.
E' o ama pressaeisi a dg a ft
di.de.
Roctfa. 30 da Ort.br i 18KX
Aautinms
1?
r
DM.TAT,
formado
lendo-te
peulica
pello e systotts,
carga de Pr. ainj
coa i
3 horas no
la em sua ret


\ ,- em eipj*is*o c< euoeiiciu) eoi
_
offereeem diversos cidadans moradores eio Santo
maro das Salinas do mooiripio do eci.e, em
anal de recoibecime-nto, pilos bons sj.-vcos-
Smeopatbicos dedicacio prestadas nao e duran-
do lempo qu.alli reside como especislroenle
Jesde Marco do corrate snoo, oa ep,decaa das
varilas com o eeu tratamiento abortivo, cuj
entrega gera feita no dia 30 de Novembro de
1890. O cidado Alves Barbosa nos revela esta
iossa expanco.
Rcife, SO Outubro de 1890.
A eommisso que trabalbou para esto flm,
Olympio Jeronymo Rabello.
Bento Jos Ferreira.
Epiphaoio C. da Costa.
Francisco Salles da Veiga Pessoa.
Manoel dos Santos Fraga.
Emigdio Manoel de Azevedo.
Pedro Vieira de Mello.
Joaquim do Lago Rabello.
Joo Pereira de Almeida.
Manoel Cabral de Aguiar.
Ensebio Jos dos Reis.
Ao publico *m
m$rcio
Particip raos que re
cebemos n>>ssa con-
signacao qo vapor Cu-
r#y&,chegadohoje de
Europa 60 caixas eoin
eerveja La Rosa Ale-
mana; que garantimos
ser medicinal e bebida
como regalo de fins
^Lio paladar.
Para qualificar-se a
qualidade desta im-
portante eerveja suf-
ficiente dizer ao res-
peitavel publico que
urna garrafa aberta ou
a eerveja n'um copo
conserva se perfeita
por muitos dias!!
TV ni bem recebemos
COMMERCIO
Revista do Mercado
Rkcifb, 0 ds outubro df 1890.
O movimento oa praga hmitou se a traisacees
10 mercado de cambios.
Bol
sa
JoTAOOS OKFIC1AM DA OMTA DOS LOE-
EKTOBK8
Rectfe, 20 Nao nonve cotaco.
o oresidente,
Antonio Leonardo Rodrigara.
O secretan o
Eduardo Dobeux.
____
4 atablo
PSACA DO KEC1FK
O bancos eatabeleceram boje a laxa de 22 7/d,
saccando mais Urde o London e o basco de Per
niDbueo a 23.
Papel particular foi passaio a 23 1 loelJ 18.
0 mercado fe. boa rmissimo.
PKAI.A DO RIO 1K JANEIRO
52 3,4 Bancano tominal, saccando alauns dos
bancos a M 7/8 '
Mais tarde coniou que o banco do Brasil es
leve offerecendo saccara 23.
algsdo
Nlo cciutou vendas ; para o de 1* sortc do
seriao offereceu 7*100 e para o de Timbauba...
6*900.
A exportac&o eiia pea alfandega oeste tnez at
dia 18. constoa de 40* 338 kilos, para o exterior
as entradas verificadas at a data de boje so-
oem a 12 091 saceos, sendo por:
xarcacas .... 2 265 Sacras
Vante*..... 1349
nucaes. ... 1.991
''a-ferrea d* Cntaro. 609
/ja-ferrea de S. Principo 105
V .fr*ea do Limoeiro 5.772
no dito vap
xas com cognac das
finas qualidades e ni-
co approvado para mis-
turar com leite recom-
mendado pessoas
fracas.
E'distillado pelo bsm
conhecido Dr. Schrul-
ze grande pro prieta-
rio, e foi comprado
pelo np^so socio ac-
tualmente na Europa.
Importadores:
Machado Pinto & C.
Recife, 14 de Ou-
tbro de 1890.
i
Madam Ducasble
tem a born de pirtioipar ao seas nu-
meroso* Ireguexes, que tem de novo
aberto o sea atelier de modas e tonfec-
cOes. Tendo estado em Panz. d'onde
lia pouco regressou, te ve o cuidrfo de
esiu Jar a maneira de confeccionar aos
toilei te de modo a satisfaier os eostos
de ca la genliora conforme sua idade e
posico, sem grande dispendio de avia
mentos. conforme o gnslo parisiense.
Espera que as seohoras pernambuca-
nas, qoe oaloralmente fio dotadas de
aporado gosto, se ottlisem de seus ser
vicos, pelo qne se coofessa ?ualmamen-
te agradecida.
Mdame Ducasble
65-Roa Nova-65
Condescendencia nos precos
!
0 Kcv. Sr. Fre Fidelis Mura de
Kognano, Director da Colonia Santa
Isabel, nao podendo demorar-se nesta
cidade pedio-me pava declarar que
nao tem fundamento algum a noticia
d ida pelo Jornal do Recife de 1G do
corrente, de haver o Exm Sr. Baro d a
Lucena querido mu Jar o nomo da Co-
lonia.
0 Sr. Frci Fidelis assegura que ncm
imiuii
12.091 3 crig
i ^n-cos paco: ao agncnltor, por 15 Ulos, *e-
gMtdaa Aeecciaco Coaimerntal Agrcola, foram
n jcu Safra nova
Brefco*..... 2#8J0a3*0H)
Sror nos..... 2*300 a 2*00
tosravados .... I*fi0 a i
Broios..... M460 a I 600
-;<-.m. ; l.'OJO a 1*2 M
Usier s : 21800 i 3*000
,\ -xnortacio feto pela alfandega oeste mei at
o dia 18,- conslou de 4.808.179 kilos sendo.......
2.9T9.155 .ara o exterior e 1.829.024 para o iote-
rior.
As entrada? verificadas at a dala de boje so
-em a 86.103 saceos, sendo por:
oorcava*.....
ViDores ....
lan1*3 .....
'ja-rerrea de Cmaro.
,/ia-ivrrea de S. Praociaco.
Via-(.-.-r^i< ie Litnoeiro
SoroiB -
36.206 Saceos
2.560 '
75! .
15938
30.657 .
86.103 Saceos
louroi
ouru* salgados S70 ris, e os verdes a 253
rii
Agurdente
<.ge a 74WOO, por pipadiS? litros.
Alel
3 ae a 170*000 por piDa de 48'' lif-oa.
el
cta-je a 55*000 por pica de 480 lUn
avlos 4 descaren
aoroegense Ltviatkan, carvao.
mg*i ooroegaeose Embu. carvao.
ma tartha Bruoktlman, madeira.
:i sueca TBS, carvao.
;gaj Tent
Barca ingl-ia Gwendolme. carvao.
Barca oorueguense Chrutian Senser, cavSo
Brigue nacional Prazera. xarqae.
Escuna nacional Pelotas, xarqoe.
Ldgar ing ex Moming Star, carvio.
L'igar ingles Retriecer, bacalhao.
Lagar nacioual oy, zarqae.
Lugar oacional Zequtnha, carvao.
Patacho nacional Social, xarqoe.
Patacho oacional Francoln, xarqae.
Patacho illeroao Marte von Old/tidrop. xarqoe.
I'.itacli noroegueose Kjelland, carvao.
litacho porluguc Mondejo, xarqu<-.
I'.vaebo me onal Marinho 6 x*rquo.
Pauta da lfaaxdeca
*MHA31A DI 20 a 23 DI OLTLBRO DI 1800
Ucool (tro)....... 330
gurdente....... 130
>rroz com casca (kilo i ... 80
lgodo (kilo)....... 0
sanear retinado (kilo) .... 260
Assucar braaco (kilo) .... 186
ssneur mascavado (kiloj 93
Borracha (kilo)...... 1*400
Bagas de mamonas (kilo) ... 130
acao (kilo) '...... 400
Cali bom (kilo)...... 800
Cafrestolho (kilo)..... 600
Carnauba (kilo...... 400
Couros seceos espichados (kilo) 387
CourDS seceos salgados (kilo) .
:ouros verdes (kilo)..... 223
Crneos de algodio..... 20
Carvao de pedra de Cardiff (ton.) J 1*000
Fannha de mandioca (litro) ... 55
Genebra (litro)...... 200
Graxa (sebo) ...... .580
Jaborandy (em rolha) kilo ... 200
Mel (litro)...... 80
Mho (kilo...... 60
l'bospbato de cal da liba de Faraao
do de Noronha (tonela la) lOIOOO
I hoepbatc de cal da Ilha Rata (tone-
lada) ./.'... c 6*000
Pao Brasil (kilo)...... 35
Sement de carnauba (arroba) 16
sota (meios)....... 2*300
Tatajuba (madeira)..... 30
Taboas de amareDo em praochM
(dazia)........ 100*
feaporiaea
tica* 18 os ounneo I>s 1890
'ara o exterior
Mo houve exnortacao.
-ara o interior
Xo vapor inglez Juno, para Babia, carre
UOV :
H F. Leiie, 100 iaccos com 10,713 kilos da
assucar mascavado.
Para S. Pa lio, carregou :
A. Cesar di Silva, 20 pipas com 9,600 litros
de agurdente.
Para Rio de Jmeiro. carregaram :
P. Pinto C, 40 pipas com 19,200 litros de
alcool e30 di as com 14 400 ditos de au rdeate.
F. M. de Moora, 50 pipa? com 23,250 li'.ioi de
:2usrJeate.
Para Santos carregeram
P. 11. de Maura, 5 pipas com 2J23 litros de
gurdenle
M. K. Leite, 1,503 saceos com 9,000 kilos de
assucar masravado.
Na escuna nicional Pelauu, para Rio Grao
de do Sal, carregou
M. F. Leite, 600 saceos com 37,300 kilos de
asso:ar ouscavado.
No hiatt: Bom Utas para o Natal, carrega
ram :
E. C. 3< Itrio ic lrmao, 20 barricas com 1,2 0
kilos de assucar relinado.
Hcniiut-uio* |>ut>licos
nz Da o rt'sn)
ileuaa eeral
Do da 1 a 18
l.!TB de 20
Alfandega
705282*733
31:051*936
759.336*789
Rendado.EsiaJo de Pe mam buco :
o dia 1 a 18 108.867,1910
Idea d20 14 mmi
88?:4$a*74:
indicar semelbanle d ; e por
conseguime elle tambem nunca leve do
intcrvir para que essa mudanca se nao
fizesse.
Fica assim salisfeilo o pedido do
Rev. Sr. Fre Fidelis
Recife 18 de Uutubro de 1890.
Dr. Lobo Hoscoso
Peroambueo Lawn-Teunis Club
The Th.rd Anoual General Meeting
will be beld (by kind permission) at the
TELGRAPH QARTEBS on Tuesday
the 21" inst at 8 15 pm.
Business. To receive the Committee'a
report aod elect new Officers.
G. 8. Fellows.
Actiog Hon Sec.
lo remedio vegetal assoaabroso
Afnal chegou a cscobrirxse, na essen^
ca concentrada de um producto vegetal^
ura efficasaimo remedio positivo, contra
todas as enfermiddes precursoras da ti-
sica. A krvore de eaJc, poia que as.
sim verdadeiramente que sedeve coa-
mal a, daqnal se extrabe este inestimavel
thesouro, a Anacahuita do Mxico, e o
PeJtoral ele Anaca'-.uita forma a preciosa
composicZo que alcn$* aempre a victoria
sobre as enfermedades inimig^s dos orgSo*
da respirarlo. Jamis houve remedio al-
gum que se fisesse dentro em to pouco
tempo ti umversalmente; popular. Os
gratos testemunhos dos coracSes agradec-
doi, que padeceram de tosses, esquinen
cas, rouquidao. nflammaglo do peitn,
bronchites, asthma, caUr"-hos, constipa-
c3es, tsicas, eto se recebem cada dia ans
centauares do todas partes do mundo.
Como garanta contra as falsificacSes,
observe se bem que us nomos de L-mmau
& Ketop venham estampados em lettras
transparentes no papel do lvrinho que
se-ve de envoltorio a cada garrata. Acua
se venda em todas es boticas e droga
ras.
io publico
Tendo eu sciencia de que alguoias pea
seas aproveiUm aa garrafas, rasias com
etiquetas de vinbos do ruinha caaa para
veuderem outios vinbos a ttulo do tleni
Rlbete* Bnaa Cullarca que rece
bo directamente e bem assim outras qua
lidades, chamo attenc3o a do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meua vi-
Sntnmda s-icco da Alfandega de Pernamouco,
20 de )uiubro de 1890 .
O thesouretro,
Florencio Uomiogues.
Servi ido de cheCe da seccio,
V. da G. Lobo.
Reecbedorla do Batad* de
Pernambaco
o da 1 a 18 25.319^703
dem de 20 3:579*127
i8:90i*8:J0
Reelfr laminase
Do da I a 18 3.898*871
dem de 20 5M*765
4:43*G36
MovimPBto do porto
Navios entrados no da 19
NW-CasUe t na?, barra allema Marina, de
C5 toneladas, capito U. G Prigaitt, equipa
gem 10, carga carvao de pedra a CompanDia
doGax.
Ceara e escala-6 dias. vapor oacional L'aa. de
2>i8 toneladas commandanle Alfrelo Mooteiro
eqaipagem 30, ca-ga v ros gneros a Compa
nhia Pemambacaoa.
favi. s sonidos no mesmo dia
Bio Grande do NorteBarca norueguense ikule,
capito J. A. Uaglond, cin las ro.
Pa'ahybaBarca inglesa Soceringn, capito R.
Koclv em lastro.
Navio entrado no dia 20
Itio Grande do Sal 39 dia?, pata< b j hollandez
Sioolaat Froms, de 165 toneladas, capo E.
VeKter, equipagem 6, carga xarqoe a Silva
Carnero JtC.
Navio sahido no memo dia
Jamaica-Barca no~negu-jnse Ems'.i, capi'j
Simoosen, em lastro.
Mercado Municipal de M. Jos
Oiovimento oeste mer.-ado no o-a 19 de Oulu-
bro foi o segu o te :
Entraram :
35 bois pesando 4,893 kilos.
t kilos de peixe a 20 ris 840
4 cargas com farinha a 200 rs. *80U
18 ditas de fructas d. versas a 300 rs 3*40
33 columnas a 600 rs. 19*800
93 taboleiros a 200 rs 18*600
24 sumos a 200 rs. 4*800
i escriptorio a 300 rs. 30o
68 compartimentos com Tarinha a 500 34*000
28 ditos de comidas a 500 r?. 14*0.0
95 ditos de legomes e fazenaas a
400 rs. 38*000
14 ditos de suinoa a 700 rs. 9*800
9 ditos de fressuras a 600 rs. o400
i ditos de caraaroesn 200 f 800
43 talbos a 2* B6*000
238*540
4.352*540
Rendimeoto de 1 a 16 do correle
Presos do uia:
Carne verde de 400 a 560 ris o ki.-.
Sainos de 560 a 640 ris idem.
Carneirc de 640 a 300 idem.
Parinha de 280 a 400 ris a cuia.
Miiho de 320 a 340 ris ideu
Feiio de 600 a 700 idem.
Vapores a entrar
HEZ DE OTCBRO
Europa....... Iberia...........
Europa....... Szechenye.........
Norte........ Brazil...........
Norte........ Planeta...........
Sul........ Mrquez de Castas .
Europa...... PoroAjti........
Lverpool...... Merchant.......
Europa...... Taoiar...........
Sul........... Manos............
Sul........ Advance.....
Sul.......... Valparaso........
4.501*080
21
20
21
U
23
24
25
25
27
30
30-
vapores a sahlr
XEZ DE OUTUBRO
Valparaso ... Itwia. 21 as 11 h
Ceara e esc... laboatao.......... 21 as 5 b
Sul.......... Brasil 21 as 5 h
Santos e esc Juno 12 as 5 b
Babia e esc ..Una.. 24 as 5 b
BueonsAyres. Tomar... i5 as 12 q
Santos e esc." Parakyl
.. Man
os de que s deve (erar como
verdadeiros os que comprarem em meo
proprio estabeleciment ; a muito que nao
ven io a casas retalbadoras e por isso ia
siste para que os senhores compradores
notera o que deixo dito.
Recife, 16 de agosto do 1890.
Paulino de Oliveira Al ata.
AS VICTIMAS DAS FJKBRKS
O Elixir nil-febrll Cardoio. appro
irado em 21 de Margo deste anno pela Inspectora
Geral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem hoje
apresentar-se bumauidade soffredora do mun
do inteiro, como taboa de salvacao que ao infe-
liz naufrago lbe enviada por mao omnipotente!
O Kllxlr anll f. bril Cardlo, appli-
;ado em muitissimos easos de febres, tem, como
sor milagre. levantado do lelto da dor a comple-
op moribundos.
Este remedio, com posto gmenle de vegetaee
t inteiramente inoffensivo, aiuda mesmo namaU
nimosa e tenra crianca.
As senhoras, ao estajo de paridas, ou do pe
i odo de incommodos uaturaes, podem usai o
sem icceio algum.
Depsitos
Drogara dos Srs. Francisco lauoel da Silva
i C, ra Marques de Olind < n. 23.
Pbarmacia Martins, ra Duque de Cax ae
a 88.
Pharmacia Oriental, rna Estrella do Rosaric
n. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Barfto da
Victoria n. 14.
Pbarmacia Imperatrix, a ra da Imperatru,
a 49.
UepoMilu geral em caaa do autor
noel Cardoiio Jnior, 4 >ua
Ir l do Honario n. I.
\tietados
Scientilcamos ao respeitavel publico que alui
dos aneblados a que damos publicidade boje,
foram rtradus 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
os iratudos pelo Elixir anti febril.
Dos iLiiumcros atlestados que temos, damo-
em seguida principio a sua poblicacao ; e isu
uastara para que sejam cotihecida& as virtudes
do Elixir anti febril Cardoso.
N.81
Illm Sr. Manoel Cardoso Jnior.Em bem da
tiumanidade sofTredora, venbo comuiunicjr-ibe
nais uin prodigio do sea Elixir Anii Febril, e
ine pego que publiqae esta miRlit declaruc.ao,
para qoe cada vez se lome mais conhecido o
seo prodigioso leinedio.
Mea riluo Jcio Piiiui da Silvti.a. accommetu-
do d fehre no dia 5 deste mei, no dia 8 apre
sentn signaes de bexiga ; me borrorisri poique
remeaiorei o quadro tremendo da morie de mi
nna hlba, tratada p r medico, e vacnei. purea.
Deas me fez decidir pelo seu elixir, e comecan-
do '''le a tomar s 3 horas da larde, i meta noi-
lc Lmiia desapparecIJo a febre. as b*xigaspara-
ram feu crescineoto, e ires dias depois cometa
rkm a diminuir, tmiiaodo urna cor bramacenta
como de queiaiadura, e desapparecera n, tendo
observado a foa prescripcio de u*o do sa eli-
xir, de 2 em 2 horas, por espago de 9 dias, e
dahl por diante e 3 > m 3 horas.
Gracas a D.^us e ao s u miraculoso elxir e ia
meu filu perfeitameme bom.
Em coocluo lbe digo : o seo .lixir o ani
qoad r da bexiga, quera dovidar experi-
mente.
Sem mais assumpio peyo-lh*. qoe me permuta
assigiiar-De V. S. amigo grato e ven-jiador cria
do.
Recife, 24 de Selemhro de 1890 (Palmares 9)
us Pedro V- lioso dui Silceira.
X 82
Cidado Manoel Caido-o Jnior. Tendo uo
ia 20 domes de Agosto prox mo pas^do sido
ac iiiinieiiido de varilas uiiiiba n.ullier, Mara
Amalia Hess, a de Mello, eu e dous rllhos de no
meP Manoel e Fiedenco.. este* com a idade de
II e 14 aunos, recorr oo voo providencial
Elixir, prestado g'-ariosaineule pelo meu amwo
Antonio Franclsot. dai ChKas, cojo bom re.su!
lado nao se es esperar, de mantira que luje
no* acbami.f lodos led.oelecidos e corados.
Com saiift eao vos declaro que resirt > na ma
Uireili n. 86, em Afugados Vosso aUeocioso
kcnerudar
,'oni Vieira de Mello.
Afogados. J5 de. Setembru de 1890.
N. 83
Iiltp. :r. Mino'.l Cardoso Jnior.-Tenlo sido
accommetiida a minba inua Julia, de 1U anuos
le idade, de varilas, e adiando me s iu me M
para trata I *, recorr ao seu Eixir por informa
gao de um viinh >, que obleve gruciosaraenie. e
i-wn tamanba felicidade, que em pouco tempo
Uve otn resallado expen lulo, tfcaodo mu lia
irm completamente resiaheleei la ; quem quizer
vTiicar-se da verdade pode, vir oa mandar
roa de Saota Therera n. 7, qoe encomrara o
pessoa a quem me retiro.
Outro sim, ao Sr. Cardoso teoh > s o dever de
agradecir Hie a naridade qoe roe prestoa com o
seu iiiiracul" so Elixir, podendo ao mesmo tem
po f.-zer o aso desle meu altestado como lbe
oonvier.
Disponha deste seu criado e obligado.
A rogo de lote Feliii) Vieira,
Agoftinho Francisco da Suca.
Recife, 19 de Agosto de 1800.
N. 84
Cidado Manoel Cardoso.-Saude c fraternida-
Je.Tendo sido accommetlidas de varilas a
minlias quairo Hlhag .e nomos Laura, JuliHa
I latina e Mara todas de menor i lade, ea nao
abia o qoe lizese, muito lotitrariado de vl ag
empre oo menmo e as poxtahn .-alindo com
urna rorca bornvel .zendo a um amigo o esta
lo de miabas lilba?, elle tratou-me sobre o se..
inaravi bjso El xir Anti Febr.l. e logo ap. fui
1 .-ua loja e senior servio-me raluiumenic
um do* seus frascos com o tal preparado, que
me foi bem aproveitavel; a febre foi lo>!0 acal-
mando, e as pstulas, logo que eu applqcci
urna- 3 do miabas lilhas esli restabeleci^as, agradecendo,
abaixo de Deos.ao seo maraculoso Elixir Anii-
Febr.l.
Podis fazer desta o uso que vos convier.
Roa Direita n. 88. Sea veneradora* amiga
Antonio Silva Rangel.
Recife, 10 de Setembo de 1890.
N 84
Afogados, 6 de Agosto de 1890.Illm. Sr. Ma
noel Ca-dosoAchatido me bastante doeate d
varilas, e eslus besMperig isas, urna minba lilba
de nome Joscph.na, com idade de 10 annos, e
sem saber o que llzosse. fui aconselhado pelo
S Antonio Francisco das Cbagas para fazer
uso do sru benvolo Elixir Anti Febril, appli
cando elle mesmo diversas doses e lomando
grande inieregsc no tratamento, o qual foi de
forma, que em pouco tempo vi minba Alba salva.
Faga o aso qae Ir.c convier e agradego lbe.
embora nao o conheca direclameote. Moro n*.
ra dos Pogos.
A rga de Antonio Marinho F Iciio.
Epiphanio Ribeiro L bo
(Estavam sellados e recenhecidos.)
Barra Mansa
O Peitoral de Cambar, importante prs-
rado do Illm- Sr. J. A de Sousa Soares,
Pelotas, possue propriedades balsami
cas pronunciadas, c ezetoe influencia be-
nfica em todas as affeccSes catarrhaos,
principalmente as do appareiho respira
torio e genito urinario.
As affecSes catharraes do lsrynge, dos
bronckios da bexiga, quando primitivas,
cedem promptamente ao uso reiterado do
Peitoral de Cambara.
As lecrecdes muco-purulentas, sympto
maticas da tuberculose pulmonar, modi-
ficam se vantajosamen^e, tornando mata
desembaracado o campo da hematoso pul
monar.
E', portento/ o Peitoral de Cambar,
um heroico meio preventivo e um auxiliar
ao tratamento da tysica pulmonar, to
frequente no Brasil.
Dr. rku da A. Siksira,
(A fi
bec
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, om exceller.te medicamento,
empregado com muito bona resultados as
molestias broncho-pulmonares.
I)r. Seraphim J. R. de Araujo
(Afirma esta recouhecida).
Dr. CarneiroLeao
MEDICO P.4HTEIRO
Consultorio e residencia : ra do Li-
vramento n. 31.
Consultas de 11 a 2.
Chamados a qualquer hora.
Especialidades : partos, febres e moles-
'Ls de criancas.
Telepbone n. 325.
MEDIO HOMEPATA
ti
\\
\\ Dr. BailtiM.< Silveira
11 Espeoialidadefebres, molesas
' das criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Prcsta-se aqitalquer .hamado para
era da capital. } I
AVI* jj
Todos os chamados devora ser di- '.
rgidos .-.i;ruciado Dr. Sabino,
' ra do tar&o da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Cirurgio Dentista
DR. fiOBERT P. RAWLDSON, foi
ando pela Universidad de Maryland no-
&stado8-Unido8, tem aberto o seu consui
torio, na ra Barbudo Victoria J8, 1* at
dar.
Consurtas das 10 s 4 horas da 'Arde.
Oculis'i
Or. Barreto Sampaio, oculista,
ex-ohefe de climca do Dr. de
Wecker, do volta de sua via-
t-i:m Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no l*
andar da casa n. l ra do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telepbone 285.
Residencia ra Sote de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 2.
Telepbone 287.
Dr. Bastos de Oliveira
Mlico operador e partero, teiu o seu
consul'orio ra do Marques de O.ind
n. 1, Io andar onde pode ser procurado
todos os das uteis, das 12 s 3 horas d
Urde.
Chamados a qn-lqu;r hora em sua re
sidencia, na do Hospicio n. 46.
Telephooc n. 365.
Dr. Coelho Leite
participa a seus clientes e amigos que uiudoo
asta resiencia para ra Pari oa Victoria n
'1.' dndar, e contina a dar consullas de 1 >
>i horas da tarde, no seo consultorio, roa Buquf
j,- Casias u 57.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formii a de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eflicacia nos mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como cm todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente umitas pessoas ?r-
ommettidas da terrivel molestia beriben.
Cuidado coas nn r*lIOcao*e.
MODO DE USAR
Os adultos toraarao quatro comeres das de
sopa pela manb e quatro a uoite.
As criancas de 1 a amos tomaro arnaco
Iher pela manba e outra noite, e as de 5 a 11
annas lomaiao duas colberes pelamanhS e duas
noitc. .
Deverio lomar banhos irns ou momos rea
msnha e 4 noite. '
Resguardo regular.
N. lio
Illm. Sr. Augelino J se dos Saul03 Andrade.
Recife, 10 de Setcmbro 18rt3.
Tendo sofTrido durante des an os de om bra
fo ein que eraqualilicado pelo medieo cm om
cancro secco, o qual ltimamente se me aggra
vou a ponto de por duas vezes que tu me fui
rereilar me quererea? cortar o brago, c vivendo
desta forma com urna grande chaga que me im-
nossibilitava de trabalbar ; e nestas circumstan ,
cas em que rae adBava, ja fieseugaoado. um
meu amigo me a:oneelbou que loinasse un eli
xir preparado pelo Sr. Angelino de Andrade, o
qua! cu logo em seguida tomei, e com nlguraas
garrafas me restabeleci perfeiiamenle do itcu
incommoJo, pelo qoe pode o tnesio S-. Aila-
do f iz>t o uso que lbe convier desla caria.
Sou de V. S.
Venerador e criaio.
Joaquim da Silva N lio.
N. 1J6
Illm. Sr Angelino Jos dos Sanios Andrade
Veolio por meio da presente, agradectr o be-
llcio que fez o seu preparado depurativo; tendo
lao Bornete lomado duas garrafa, foi o quanto
bastn para me restabetocer de urna eofermida-
de que, quasi desengaado de receituarios me
dicos, urna milagrosa pessoa guiada pelo dedo
divino em occasi&o em que rae fora visitar, in
formou me este poderoso elixir depurativo, ao
qual devo o meo r stabelacimsnto, naoseniln-
Uo mais incommodos alguns. Meando me apenas
as marcas das ulceras ou cicatrises.
E quanto ao rbeumatismo, ccho-mc taujbem
completamente carado, e mais agradeco ao i ffeito
de me extrahir a quantidada de mercurio qoe ja
liona tomado em reccitas medicas, sem o menor
resultado.
Acceile votos de amisade c agradecimeato.
F bio H. Souia Fonseca.
Recie 30 de Dexembro de 1886.
Eilavam selladas e reconbecidas as firmas.
A' ra do iro da Victoria n. 37, se dar to
da e qualquer explicaco que for preci
ca.dec'.c preparado.
Dente;
Cardas*
Ter oiua a horrivel dor da
o excellente preparado de M
Jnior.
As cartas qae lbe teas sido dirigidas
pelos jornaes de m ior circulaci,
a eficacia.
Drogara dos Srs. Fraaciac > Minaul s\
Silva 4 O., roa do Marque da Otusdi
o.23.
Pharmacia Martina, roa Dnqaa s\t
Caxias d. 88.
Pharmacia Oriental, roa Estreta .
Rosario n. 3.
Ph.rmacia Alfredo Ferreira, roa W
BarSo da V ctoria n. 14.
Pharmacia Imperatnr, roa da \m*r.
ratriz n. 49,
Dr. Mello Gomes
Medico operador parteirt
57Ra do Bario da Victoria 57
(dkfbontk oa boa de, aaaao) j
Onde tem coMls*rt* awa-
ilencla i podendo sr encoolndo e
recebendo chamados qualqoer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senhoras e dos polmOes, ypMs
cm i'eral, cura rpida e completa e ope-
racoes de estreltamentos e mais solfri-
meotos da uretra.
Acode de prompto a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Tele pilone 374
Dr. A.lfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteirc trata cono especial:-
'.ade de molestias de senhoras e crean:..
Consultorio e residencia ra da izapa
-tris n. 18, 1" andar.
Consultas de 8 s 10 da manhi.
Chantados (por e.scripto) qualquer kW
TKLki-ii-JSK H. 't>
EDITES
2 secet'. Secretaria do governo do E-ladD
Ftrnambuco, 18 de Ojiobo dt-1890
De orden) do desembargados Baro de Loe -
na, goveinador do E-iao. faco pobliro. para os
aeviuos tffi-itos, que ao prouu.enio dosolb-ii-
de di.-tribuido.- e contador dos Folios da Pasta-
da, con rren-m os cidado* Julio Falca? e Ig-
nacio Alexandrioo Caneca.
0 secretirio,
Sophrooio E. da Pal PorU-lla.
DECLARACuLS
C'ompanhia
MioenaPriigress Peraaiabi-
caDo
Por firga do art. 9 | dos nossos eUtoto?,
e osando da atlriboicao que me concede o art-
18 do e es ni o esUtotc, convido a lodos us orga-
isadores fundadores dt mesan compaoh;.,
que fe acbaui oo goso de seos direitos, pa-M
utna ass>uib!a geral esfaordinaha, I bem da
coiupanhir, uo prudio n 89 4 iui da Aurora, as
11 horas do dia 29 do correo e mes.
Uecif-, !8 de Oulobro de 18.
O director, presidente interino,
Anioni) de Benicio R.vcticdo.
A rsenal de Marinha
De ordem do cidado ca>itSo tenente Prede-
rco Guilherme de Souza Serrano, lospecto-
desie arseaal, fago publico para inuiro conlie-
cimeoio de quem interessar pos, queemib
serv iiicia ao di^posto em avis do Ministerio da
Variaba o. 2276 de 3 do corrente mej, recebe se
propostas cm-carUs fech idas na secretaiia df sta
inspecfo al as 11 horas da manb do dia 23
do correle mez para ai obras a fazer-se na
ca.sa dainspe.'So deste arsenal; serrindo de
base adescMpco das mesmas obras, qoe se
acha exposu nesta secretaria para c necessaro^
exame dos concurrentes.
Secretaria da inspecjjo do Arsenal de Marinha
do Estado de Pernambaco. 1 de Oulubro de
1890.-O secretario,
Antonio da Suca Alete.
a secretaria da Santa Casasie M
erlrordlaalucain ae aeaesalasea
eaMs i
Ras : '
Ra da Alegna Casan. 46 30|00i)
Amorim araiazeui n. 64 ^?^J'
Vigano Tenorio i" andar n. 23 25Wu
Dita 2o. andar n. ib 20#0O-i
Domiugos Jos Marltus, terrea n. 16 20*U0X!
.ompanbia Pernambucana loja n. 30 15*01
Burgos, terrea n. 21 **r5
UpS n 2 l
ecco do Abreu 2* andar n. 2 M**
Quadro da Detenco n. 4 6*i
Ra Imperial casa Ierra n. 151 2M
Silio da (Jasa Forte u. 25 25*0*'
Roa da Madre de D us arraazem n. 2 12*5m
Ra da Mneda armazem n. 47 16*66*
Vidal de Negreiro casa terrea n- 70 *5*J01'
Roa do Bom Jess 3 andar n-13 15*0twi
Roa do Amorim armazem n. 2i 20J00<>
r
'
~~

f-
Companhia de Trilhos Ur-
banos do Recife a Olin-
da e Beberibe
Bllhetei de serle*
N gndo se alguns S.-s. pasenos, s b
que em minora, a satisfazer o pedido que l&TiSa
n' para qu^ cumpram a condtco essencial tt%
arada no verso das cadernetas de series, crcaaaW
e viudi'.la: espontneamente pela Companhia, '
cuaipre me observar Ihes que tldisposica,
que acceitarara desde que acceitaram tat
cademelas, era nada Ibes ofensiva ; ao pa.
.-o quelo nao cumprimenlo della muito le-iv >
pole ser, como tem sido, a Comf ansia. O es-
sencial que taes bilhetes sejam. pelo eorprv-
gaio cibiador. cu pelo passageiro.i vista do
empregado cobrados, destacados da raspeen
sene ; c 6 islo essencial norqoe s assim c p
fe.la icote cumprida a ialransmisslbili'1:
taes bilhetes. ou u seu uso por cutros que nM
sejam aquelles cujos nomes eslo lirmados na
caderuea. Me penoo, e lorna 3e urna medida
odiosa, prohibir a venda de taes oilbelesa aquel-
les que tal ten feito, abusando conlra o nter
so da Companhia ; ou suspender urna tal esp-
cie de bilhetes em prejuizo geral; por Isso en-
tend que a maneira de ludo conciliar sena a
qoe adoptei. Iusis'.o ne.-te pedido, garaulind.
aos Srs. passageros, que o seu ffm exclusivo
cortar abasos que Ss. Ss em geral, serlo
pruueiros a recriminar.
Recif;, 19 Je Outut


-
t
,
-
'
I
I

Y.
,
**"
WSKBW CLUB
de 2 tamben
referido cor curso
para
observad
; pe!o que \ai abaixo
conheciraento do. ate-
** uiai.
DE
PERNAMBUCO
A REALK4R SE
no dia 7 de Dezembro de 18^0
1 aniversario da taiigiiraro
DO
II II
Animaos de quslquer pairdistancia 2.500 metras Premii s: 4.0005000 ao
yrimcioro, 1:2 (d .00 ao segunde, 8005000, no terceira c 3 O iO ai anrto.
Observaeoes
A entrada ser de 320SOOO
endo160000 no acto da inscripto em o de Novembro do IJ'OO e 16 >000 ero o
l de Dezembro do dito"anco
Impert fortfait a n> prestacio d* segunda entraba.
Pesos : 3 annos, 41 kilos; 4 annos 53 kilos, 5 ou mais annos 55 kilos. A
i dado para o peso serJ contada pela dta da inscripcSo.
Secretaria do Derby Club, em 17 de Outubro de 1890.
SERVINDO DE SECRETARIO,
#7. L. Teiveira.
transcripto
reamados.
Ministerio doa Negocios da Faaend.
Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 1-90.
Ruy Barbosa, presidente do Tribunal
do TheBOuro Nacional, ordena que
exame, a que se refere ,a ultima parte do
art. 3.* do decreto n. 10,349 de 14 de
Setemb-0 di 1889, que rcgulou os con
cursos para empregos de Fazenda, se
observa o seguinte.
QUESTIONARIO
PRINCIPIOS
1. Id geral do Direito. Direito
publico; particular. Direito publico in-
terno, externo. Direito administrativo.
Direito bacal.
2." Idea geral de. le. Leis nnturoes,
positivas. Leis que reconbecem mi sane
cionam direitos naturacs, que prescrevem
A prova que tiver de quatro a seis r
ros, ttr a nota tojjriwH, a ju tiver de
um a tres, boa.
A nota ptima reservada para os que
nao comuetterem erro algum.
No jVgaraento serio levadas em conta
a orthograpl.ia e a rdacclo.
Na prova oral, cada candidato, discorre-
r gj ser argido durante o teinpo legal
obre o ponto que a sorte Ibe designar. -
Ruy Barbota
Tuesouraria de Faaenda, em 16 da Se-
tembro de 1890.
O secretario da Junta,
Antimit Jote de Sant'Anna.
Ilf D EMKISADOilA
Corapaoliia de Segaros
MAKJTMO- E TERRE3THK
Kmabo.-.rldaem IHfiS
Estado Qnaox-elro em 81 de i>c-
zembro de 18.
Capital !.(lO:000|000
Fundo de sera H0:376J00
. Sinislros pago? I.776:683000
54Roa do Corumer'-'.o44
codeado e idade acompai
u'.a de totrf a responsabilidad,'.
u :
CQTil O:
AGENTES
Pere ira Carneiro & C.
mm-Ituo do Commercio*ti
] andar
Concursos de 1.a e 2." en-
ou "reg.liiu obriga^-des aceites
car
3.a classe
Massaranduba, lo aro cheiroo, pao
tga e pao santo.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
Alfaadega
EDITAL N. 80
(Prazo de 30 dias)
slo inspector detta Alfandega 6C faz de peroambac^ em 10 de Outubro d
ico que, s 11 horas do dia 5 do No I 890.
Victaliano P. Ribeiro de Souza.
Secretario.
Pe
jubl
vea:bro vindouro, serao arrematadas por-'
ta dcstt. reparticao as mercaduras conti-
-das nos v]umcs abaizo n e donados noa
termos d-i titulo 5. cap. 5." da consolida
vio das bis das altandegas e mesas de
rerdas, se seus donos o i consignatarios,
nSn ss despacharen] e as retiraren! dentro
presente edita!, sob pena de, rindo o mes
mo prazo serem vendidas por sua conta
sem qiw lhes fique direito de allegar con-
tra os effeiros desta renda.
Armazem n. 6
Marca triaagulo CF aos lacos C no cen-
tro e P em baixoUrna caixa n. 238, vin-
entrado eu 25 de Fevereir. de 1888,
consignada a Cramer Frey A C, conten-
do 11 kilogramraas de enveloppes impres
sos em urna cor.
Chirlen Guerrier.Urna dita sem nu-
mero, da Bordeaux no vapor trance* .Vi
y r, en 5 de Ju'ho dem, amostras.
S iu marcaUm barril sem numero,
idein contendo 20 litros de vinb > com
mtun.
Marc i diamante MFF no centro e F em
6-ixm -Quatorze caixas ns. 218 a 23 l, de
Sjutharoptom |no vapor iugles Tagua, em
15 de Outubro, idem, a Manoel Figueiida
+1* Vi ria &. Filhos. contendo papol de im
prea>3o, pes nio liquido 3,628 kilos.
Marca MACUrna caixa n 284, viu-
da do sul no vapor nacional Alagoaa, em
1 do Novembro idem, contendo 187 kilos,
jie-'o liquido legal de crtoes em branco,
cortados para biibetes de visitas.
O. R drigucsUrna dita sem numero,
de Valparaizo no vapor iog'ez Galicia,
-cm 2>i de Abril de 1889, contendo trotas
podres, eem valor.
Marca idCUrna dita n. 5011, do sul
no vapor nacin 1 Pa em 29 idem,
contendo 0 klos de papel para escrever
26 kilos de enveloppes, peso nos envol-
torios.
DitaUrna dita n. 50.4, idem, dem, podendo
-contendo 34 kilos de papel para escrever ciacio.
e 12 klos de enveloppes, peso nos envol I Rcc'fe- 8 de Oulobro de
Estrada de Ferro C en-
tra 1 de Pernambuco
De ordem do director engenheiro ebefe
interino, se faz publico que at o dia 31
do correte, ao meio dia, recebem-se pro-
postas no esTotor o da directora, no da
2.a seccao em Grvala e no da 3.a em Ca-
i u .ni, para o fume i ment, por contracto
de 800 do:mentes para viaducto*, das se-
guintes dimens.es : 1,85X024X016.
Esses dorinuntes serao perfeitamente
saos, de quinas vivas e isentos de brano,
t'cndas, nos cariados ele
Serao rectos, de sccc/les re tanguUres
terilo os 11 pos serrados em esquadria e
de verlo ser das madeiras seguintcs :
aroeira, barana, otiicica, pao ferro, pao
carga, louro eheiroso e a gelim amargoso.
O contractante obrgar se ha a col locar
os dormeniea entre Gravat e Cascavel.
Secretaria da Estrada de Ferro Central
le Pernambuco, em 10 de Outubro de
1890.
O secretario,
Victaliano C. libeirode Souza.
Associaco C ommer-
cial Agrcola
.%. paluorr agrirullore
Em rirlude do ofli io dirigido pelo Exm. Sr.
i! ve nacor B. riu e Loreni. pedindo a inlcr-
cesrit) dosta a-sociacio para o contingente com
que leni de cjnrcic este E.-tado para a expo
siyao eoniineii'.a que deve realizar se no Estado
le S. Paulo, sol-'Miamos de lodos os senbores
agricultores o stu auxilio na obtensao de pro
doctos que devarr. Agorar naquella exposicao,
podeodo os meemos ser dirig.-os a esta aser-
torios.
ChalineUina dita sem numero, do la
-v/e no vapor francs VUU de Pernambuco,
va 20 de Mai > idem, contendo amostras.
Marca ASO-Urna dita n. 20733, de
Bordea ux o o vapor francez Nerthe, em 5
-de Junlio idem, r3i consta do manifest,
oonteni^o um quadro nSo especificado
Marta MFX
de n. 3.")
Eogenio Ayres.
2- recretario
Arrematar
Hojc dppoW de fltda a audiencia do Exm. Sr.
Or. juu de orphos e anuente', vai 4 praca por
vea la a i-as lern-a sita a roa da Apsarnpriu n.
31. con i saljs, 5' quaru*. jjsinaa (ora e quin
U' moradj, com sacimbi. eoi terreoo proprio,
Clf em baixo Urna gra ava|laila pjr t;\im,e vai praga por execocao
de Svulbampton no vapor ioglcz que [nove Joio G 'iicaiv s de Souza Beirao con
Jlagdalenx era 20 de Dezembro idem, a
Dani'-I 3!>:( ira da J^sta, contendo nina
-oama di terro simples para solteiro.
8 ;g'iiidv aecyan da Alfandega 4 de Ou-
tubro de i S90
O chele,
D. J. da Fiueca.
ira o f.-pjlio do lin.-iil.i J Uiria
Cunta. E:eriao Veigi Peii.
Ferrtira do
H

Estrada de Ferro Central
de Pernambuco
Da ordeni do director cger.heiro cm
chele int'iiro se faz publ co t;ue at o
dia 31 d>. errente, ao meio dia, rece
bem se prjpx-tis, no escriptorio da di-
rectora, no da 2.' secyao cm Gravat c
lo da 3.a em Caruar par iornecimento
de'1)3.000 d-irmentes de madeira de 1
m as disrOniaSM segnrntcs : 1,85X
<|,20-/. Os dormenti'S serio per.'eiumente slos,
de quinas vivas, sem branr-oj, fendas
brocas, n* cariados ou outros quaesquer
uefeitos.
Seaj ivetob, de secjSes rectangulsrea,
vjru o t->poj cortados em esquadria, ten-
do .s i.cj serradas ou perfeitamente la
vradas a machado.
A coucurrencia versar sobre o pr*zo
de entrega, o modo do pagamento, a ido-
s.eidfide do proponente e os presos par
daaia, de accordo cx)m as claases abaixo
indicadas.
O fornecimento poder ser coniractado
ot todj ou em partes, e com um ou mais
prbponentes.
Os dormentas serio posto pelo con-
trastante entro Cascavel e Caruar, nos
pontos que <"rem de/ignados pelo enge-
nheiro Ja ? :cio.
As propon.aa JeverSo ser selladas e
de-
vidamente I chudas.
1.a classe
Amarello vinbatico, pi ferro, ai
barana, pao d'arco roseo, sucupira
rin.,, tatajuba n oiticica.
t't" ^'* CUi83e m, \- XI
A0trHm
jspiral Portuguez de Be-
neficencia
A-is'mb'a eral extraordinaria
Sao con vid do* os seutures socio* a compare
cereiu na s^de do lioipiUl d)min reate, as 11 buras da uuoni, para ditcoiireiu e
vo..cm a rt-f.r.na dos esUluios, apre. pela respectiva commusao
Sendo a samjm de Riandi n a,rnilude, peo o
comparecimeiit) de toloi os assoi-iados.
Secreiaria do Hospital Pjrtu^oes d'1 Beneficen
cia era Pernambii'-o, 20 de Oaiubro de 1890.
lanoet L. Ferreiva,
Io secretario.
Devedores da
zenda
Fa
de urnas o oatras.
3. L'i polticas; fun Umentaos; adroi
nistrativas; liscaes; cxcmp!os.
4. Lk; dd^reius; regulsmtntos; por
lanas; natmcjSes; aviso; ordena; decisoes;
circulare*; s-r.tido q>ie te liga cada urna
dessas cxprcsSea.
5 o Ketrorccao das leis, dispos(,Ses
ioterpclaiiva; d.spogicftes que cstabelecem
direito novo Abrogaclo, derrogacSo e
revogaclo das leis
appmc*3es
Administrat,So da Fazenda
6.* Fazenda publica ou nacional; sua
definicao e adminiatracao ; leis que a re
gulavam na metropole e no Brasil antes
da ConstituicSo Imperial; lei que a orga-
nizou no Imperio depois do systema con-
stitucional ; ideas capitaes desaa lei.
7. A quem compete actualmente
alta adrninistraccSo da Fazenda; attribui-
c3e8 principaes, i da8 autoridades compe-
tentes.
8." Administrarlo da Fazenda nos Es-
tados. Attribtiicea das junt s de Fa-
zenda. Do juizo dos feitos, sua organisa-
9I0, sena fins e meios de acolo.
9. Agen'es subordinados s thesoura-
riaa e anas principaes attribuicdos na admi-
nistraclo da Fazenda.
10.* RelacSo entre o Tbesouro Naci
nal e as Thesourariaa de Fazenda. Attri-
buiriiis dos gevernadort-s dos estados em
materia fiscal.
Arrecadacao dat rendaa publica
11. Sendas pub'icas e sua definacSo.
Contribuigoes directas e indirectas; clasai-
ficacSo doa impostos do nosso actual sys-
tema de accordo com estas duas catego-
ras.
12. Autoridades que inspeccionan, c
dirgem a arrecadacao das rends, suas
principaes attrbuicdes neate particular.
13. Estacos encarregads da arreca-
dacao das rendas na Capital Federal; nos
estados. Recebedores das rendas internas
e suas altribuicSes.
14. Eaphera de accao das alfandegas
e mesas de rendas para garanta da boa
arrecadac&o das rendas.
15. Da arrecadacao das rendas por
ra io de contracto.
Distribuicao das rendaa publica
16. A quem compete. Attrbuic3eB
do Thesouro. Limites da competencia o as
thesourarias e das demais estacQea de Fa
zenda enca regadas da distribnicSo das
rendas.
17. Despesas com a divida pnb ica
rbterna e externa; amortisacSo ; juros ;
cstacoes encarregadas deste servioo.
18. Ajudas de cueto ; casos em que
devem ser concedidas.
19. Empreatimo do cofre dos orpbSos ;
juros.
Depsitos das caizas ecoaomica,* ; cap
tal saco es ; pagamento dos juros.
20. Despeaas que as thesourarias po-
dem effectuar embora nao tenham quota
especificada na distribuicao annual de cr-
ditos. Despezas correntes ; de exercicios
findos ; proceaso de liquidacSo.
FucalitacUn daa rendaa
21. Autoridades encarregadas- da fis-
calisafSo das rendas. Attribui^oes geraes
da autoridade jndiciaria como fiscal das ren
d; s. Necessidade da fi8calisakIo.
22. Tum^rt de cuntas. AttribuicSes
do Thesouro como Tribunal de Con tas.
Directora Geral da Tomada de Contas e
e suas attribuicSef pr.ncipaes.
23. AttribuicSes das Thesourarias como
estacos encarregadas de tomar contas
aos responsaveis por dinheiros ou valores
da roclo.
24. PrescripSo da divida pasaiva da
naci.
25. Das multas A multa imposto
ou pena.
Estado dos differentes casos em que
deve ser imposta a malta. Autoridades
competentes para a sua comminacSo.
DIVERSOS
Thttou oa e Theaourariaa
26. Cohranca da divida activa: dispo-
si(8es geraes
27. HabiliUs3es percepcSo do meio-
o!do.
trancia
De ordem do Dr. inspector, faco pu-
blico que, no dia 4 de Novembro prximo
vindouro, proseder-ss ha nesta thesoura-
ria a concursos de 1.a o 2 entrancia, os
*, qnaes serlo reg-dados pclu Decreto n. 10
349 de 14 de Setembro de 1889, que
d^| 5j o seguinte :
Art. 2.
* A materia* do concarso para os -lu
gares do primeira entrancia serlo:
Grammatica da lingua nacional (ortho-
graphia, tnalyse e redscclt);
Gra-rmatica das linguas, franceza e in-
giera ('eitura, tradcelo e analyse);
Arithmetica e sua applicac/tej ao com-
mercio e s repartico-.-s de Fazenda ;
Algebra at as equac3es do 2. grao ;
E8cripturac3o mercantil por partidas
dobradas. 1
Art. 3>
As materias do concurso para os em -
pregos de segn !a entrancia serlo :
Legislarlo de Fazenda;
Pratica de repartilo.
1 O exame se tara, salvo a hypotbaae
do art. 28, por um questiooario que ser
publicado pelo Thesouro.
Art. 4."
Os candidatos a empreo de primeira
entrancia, que quizerem gosar da vanta-
gem indicada no art. 45 da consolidadlo
das leis das alfandegas, deverlo prestar
tambem prova pbna de que sabem :
1. Falar correctamente pelo menos as
inguas franceza e ingleza;
2. Stereometria, a eometria, theoria e
pratica dos methodos e uso dos instru-
mentos modernos de arqueadlo de navios.
Art. 10
< Paia que sejam admittidos ao exame
de primeira eutrancia, os candidatos pro-
vario perante a commisslo :
1. Que teem mais de dezoito e menos
de 25 ancos de idade;
2." Que slo de bom procedimento.
c Do mesmo modo, para a inscripelo
no concurso de segunda entranci, os can
ddbi 1. Certidlo das notas que tiverem no
ponto de sua repartilo;
2 Attestado do competente chefe so-
bre a sua aptidlo para o servico publico.
Ar. 28
c Os actuaea empregados de primeira
entrancia nlo poderlo ser nomeadba para
lugares de segunda sem dar prova plena
de que sabem, nlo s a pratica da repar-
tilo em que servirem, mais tambem as
a ateras designadas no art. 2..
Os que nlo se habilitaren! dentro de
dous annos contados da data deete Decre-
to, considerar-se hlo desligados do ser
vico da Fazenda. >
Como se ve, serlo admittidos ao refe-
rido concurso de primeira entrancia nlo
s ns actuaes empregados que ainda co
tenham se habilitado de conformidade com
o rgimen establecido pelo ultimo Regu
lamento, cima referido e cujas disposi-
c<5es vo em parte transcripta?, como
tambera os cidadlos que prctenderem em-
pregos de primeira entiancia.
Quanto ao questionario de que trata a
ultima parte do art. 3.a, deve elle constar
das instruccSes que de accordo com o que
foi declarado pelo Sr. ministro da Fazen-
da em telegramma de 2 do correte, fo
ram expedidas em 28 de Junh > prximo
findo e brevemente serlo inviadas a este
Estado.
Tnesonraria de Fazenda do Estado de
Pernambuco, 7 de Julho v> 1890.
O secretario da junta
Dr. Antonio Joa de Sonta'Anna.
SEGUROS CONTRA F0f,0
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAXA8 BAIXA8
Prompto pagamento de prejuizoa
SEM DESCONT
A rom mi a
IMPERIAL
DE I.OMMti:s
Estabelecida em 1803
CAPITAL Ha. 1G,000:000#000
AGENTES BROWNS & C.
N. 5-RA DO COilUEK JI0-N. 5
Por esta seclo se faz publico que rica
marcado o przo de 8 dias, contados da
data da preaoote declaradlo, para os
ab-, xo assignudos, devedores do imposto
de industrias e profisslo, relativo ao exer
cicio crrente, virem pagar os ceus deb
tos amigavelroente, cjrto de que se nlo o
iizercm, serli a respectivas certidBes
enviadas aojaizt dos feitqa da fazenda
para c o branca exe-ntiva :
Antonio Pereira d OliveiraMaia36(1800,
Eugenio Chaline 575500, Jos Antonio de
Mattos 258*750, J. Howe 57*500, N. L
Ledstom 117#50, Otto Fell 57*500, W.
W. Rubilliard 16*000.
Contencioso la Thesouraria de Fazenda
de Pernambuco, 20 de Outubro de 189 J.
0 1 escripturaro,
J. Gomet da Silva.
Thesouraria de Fa-
zenda
Para o rimenrso
De ordem lo uidadlo Dr inspector,
fago publico que, teodo sido publicado no
Diario (Jffieial a. 238 de 4 de Setembro
.correte o cuestionario a que alinde o
edital desta fbaaourara annuociaodo o
DISPOSIV'lES GEBAKS
Ideas geraes aobre a tarifa
28. Orcamento; bataneo: comp siclo
legal dos orcamentos e balancos geraes
da najilo; bases para esse servico.
29. Crditos: ordinario e extraordina-
rio, especial supplemeoiar. Distribuicao
delles s Thesourarias dos Estados. Ore
ditos que podem ser abertos pelos gover-
nadores dos Estados.
30. Fiancas em immoveis, apolicei", di
nheiro, processo reapeciivo.
Alfandega
31. Ideas geraes sobre a tarifa : gene
ros sujeitoa a direitos ; isentos de direi-
tos ; valor effi jial ; razio dos direitos;
peso bruto ; t xa ; peso liquido legal; li-
quido real; abatimentos; formalidades ne-
cessarias a um despacho de consumo.
32. De despacho por f cturaa mercado
ras sujeitas a despacho ai valorem ; pro-
cesso do despacho; iropugnaclo ; arbitra-
mento ; aasem.elhac.2o
Na prova escripia, o primoro candidato
inscripto tirar a surte um dos pontos,
deste programma, o qual ser desenvolv
do por todos os que fizerem exame ntsse
dia, de modo claro e citando se as dipo
sieSes leges que regeava materia. .Cada
oitaclo f'*lsa ou falta de citacKo aera con
SEtiUKO mm\ foio
rloyal Insurance Compan}
de Liverpool
CAPITAL .000:O<0
AQENTK8
U. Drusina &. C.
I3-H.ua Mrquez de OliadH-18
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 3'
Sacca por todos os vapores sobre as ca
;as do mesmo banco em Portugal sende
ni Lisboa ra dos Capcilistaa n. 75. Nc
'orto, ra doa In^iezes.
Imnpattljia *t Seguros
wiil ro&o
NORTHERN
de L,udrc e Aberdaeu
josqo tinaoceira A)ezeinbro de 1887y
Capital subscripto 3.000,000
Fundos accumulado 3.421,000
fteceita anoual :
De premios contra fogo 607,000
De premios sobre vidas 197,00
De uros 143,000
O i'JSNV'C,
John J.Hox'nell.
CONTRA FOGO
fbe Liverpool & Londoo k Giobc
X3M3UHAITCE GO-FAITY
Ra do Commercio n. 3
SEGUIOS
MARTIMOS COSTRA F06V
Ca^paiMa Phenlx Per
nimbncsDa
BCA DO COMMERCIO N. 4
ii.i m
Pede-se aos Senho-
res eonsummidores
que queir a m faz e r
qualquer communica-
go ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
29, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-

res externos sao os Manuel Antonio da Sil
va Oliveira e Hermillo
Francisco Rodrignes
Freir, e quaodo for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carralho.
Durante a minha au-
sencia temporaria, to-
dos os recibos desta
empreza devero 3er
passados em taloes ca-
ri .nbados e firmados
pelo engenheiro Sa-
muel Jones, semo que
nao tero valor algum
George Windsor,
Gerente
C .mpatihia Bahiana de Na-
vesa$ao a Vapor
M icei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
i, Estancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Jos Bernardos
E' esperado doaportos aciau
at o dia 22 de Outubro e re-
-gressar para os mesmos, depois
______(la demora do costme.
fara carga, passagens, encommendas e dinhei-
r > a frete trata-se com o
AGENTE
P 17Rua do Vigario 17
CO
s ie
ife:
DE
Vavcgaco costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
?arahyba, Natal, Maco, Mosaor, Araca-
ty eCear
O vapor Jaboato
Comm Segu no dia 21 de Oulabroas 5
horas da tarde. Recebe carga, en-
commendas, passagens, e dinbeiro a
frete at s 3 boras da urde do
dia da partida
ESCRIPTORIO
i Cas da Companhia Pernambucav.a
n. 12
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
0 paquete Equateur
Comandante Moreau
E' esperado dos pertos do
sul no dia 1 de Novembro
seguinde depois da demo
ra do cosiume para bor-
deara, tocando em
Dallare Lisboa
Lembra-se aos Sts. pausageiros de todas ns
;lasses que na lugares reservados para es'.a
i encia, que podem tomar em qualquer tempe
Faz-se batimento de 15 OjO em favor das fe-
niasco mpostasde 4 pessoas ao menos e que
pagarem i passagens inteiras.
Por excepcao, os criados de familias que to-
narem bhetes de proa, gozam tambem deste
i jatimecto.
Os vales postaes s se dio at o dia 30 de] Ou.
'.ubro pagos de contado.
Par;, ^arga, pissagens, encommendas e di-
heiro .. frete : trata-se com o AGENTE.
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' e-.,.Krado da Europa no
dia:i de Novembro segni
r> depois da demora ae-
cessana para
uenoi-j
Bahir.
Janeiro,
Montevideo
-Ayret
>mbra-se aoa Sre. passageiros do todas a;
m* que na lugares reservados para esia
.- .acia, que podan tomar em quatquer tempe
revine-se aos Srs. recebedores de mercado-
-ias que s se attender a reclamacOes por fal-
aj, nos volumes, qne forem reconhecidas na
o .casiSo da descarga, assim como devero de
trj de 48 coras a contardo dia da descarga da-
varengss, fazerem qualquer rcclamaco con
serneites a volumes que porventura tenham se-.
;uido para os portos do sul, afim de poder-s-
Jar a tempe as providencias necessarias.
tea paqueirt nio llumlnado
11* elctrica.
Para carga, passagens. encommendas e di -
i eiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Auguste Labille
* Rua do Commercio 9
SAR1TIH0&
ia de Segaros
AGENTK
|ii^l
Miguel Jos Al ves
N. 1 Uua slo Boas Jetni-X. *
SEOUROS MARITlllOS E TERRESTRES
.lestes ltimos seguios- a nica compannit
esta praca que concede aos Srs. segurados isemp
i de paga:
a uc io por ceno em ia\3f c$ securaujs
Companhia Estradas de Fer-
ro e Navegac,ao do Norte
do Brasil.
O vapor Planeta
A'. o dia 21 do
Outubro espera-
se dos portos do
nore e depois da
demora ludispensavel seguir para o
Rio de Janeiro com escala por Mscei e
Babia
Para carga, valone* c passageiros : trata se
com os
AGENTES
Amorim & C.
Rua do Visconde de Itaparica n. 26
uyd Brasileiro
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazil
.'omtaandante o eapitlo de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esiierado dos portos do nor-
te au o dia S3 e Outubro e de
pois da d-mora indispcnsave
seguir para ot nortes do sul,
irga bardear no Rio de Janeiro:
Dar Sanios, CaDana, Iguape, Parar-agua, Anto-
nias. S. Francisco, Itaiahy, Ssnta Caioarina, Rio
9rande, Pellas e Porto Alegre..
as encommendas serao rccebidas at i hora
ia uns do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io largo'do Corpo Sanio n. tt.
Aos Srs. carregadores pedimos a .na aeocao
para a clausula 10a dos coobecimentos, que 0 :
e naver algum
I por escripto ao agente re: prctiro do porto da i
Companhia de Navegacao
Norte e Sul
O vapor Jnglez Juno
Rio de laaelro e Santos
Segu no dia it
de Outubro pira
os portos cima
indicados rece
beodo carga
baldearno Rio de Janeiro para o
Rio Grande do Snl
Tem ptimas accommodagoes para passagei-
ros, ilUiDiinado a luz elctrica e tem boa mar-
cha.
Para carga, encommendas, pas .geos e valo-
res trata se com os
aGENTKK
Pereira Carneiro &.C.
6-RA DO COMMERCIO6
Io andar
Royal
i*'T w
MaiJ Steam Ps.ckei
Company
O vapor Tamar
Espera-se da Europa at o dia 25 i
Outnbro, seguiudo depois da de
nx ra indispensavel para
Babia, Rio de Janeiro, Santos,
floate video e Buenos-Ayres
Para passagens, carga e encommendas t-a
a-se com os AGENTES
O vapor La Plata
E' esperado dos
portos do sol no
da 3 de Novem
>ro aeguiododt-
pois da demor.i
indisperi9avet para
Libci, Vigo e Santhampton
Camanos reservados para os passageiros
Peroamb:
Rtncco de patsagem
da ida
1 Lisboa l classe i SO ',
' Southampion i' classe i 18 1U
Para nassager?, fretes. encommendas, trata- r
n os
AGENTE3
Amorimlrn?




vapor Una
Corjunandaate Monte iro
k V
Segae no dia 24 de Outubro v
fX horas da tarde. Recebe car
i ga. encommendas, paasagens e
? Jinneiros arete, at As 2 no
ras da larde do diada pmida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucano
n. 12
a Tapor
o Havre, Lisboa
Rio de Janeiro r
CHARGEURS REUNS
CofflpankU
DE
NaregafSo
Liiba quinsenal entre
Paraambaco, Bahis,
Santos.
O tifpor Pafahyba
Commandante Votiva
E' esperado da Bnropa at o da
25 de Outubro seguindo depoic
da indispensevel demora para
imst
Baha, Kio de Janeiro e Santos
"-vga-seaosSrs. imperadores de carga pele>
vapores desta linha, queiram apresentar dentrc
de 6 das a contar do da descarga das a! varengas
tvealquer reclaraacao concernente a volumesqm
oorventu-a tenharo siMruirio para os partos de
sulafimdese podei dar a lempo as prov
dencis neceasaras.
Expirado o retendu praso a eompanbia nao Be
responsaftiaa por extravos.
?:jb carga, passaguis, encommenda? e d>
nr- ;iro a frete : trata-se com c
AGENTE
AigRste Libillc
* RA DO OQMMEROIO
United Stares and Brazi!
M.S.S.C.
O vapor Advanee
E' esperado dos portee do
sul at o dia30 ie Outu-
, bro, e depois da demora
[ do cosiume seguir para
Marantto. rri. Barbados, h
Thoaaaz e \r Verb
Para paasagens carga, encommendas e
Dheiro a frete:. trata-se com os AGENTES.
nr
baicao, 1 reto,
cartelra para eos gran lea para
cigarros, i metoba, u u barril vasio, 1 res fra
deira com toreelra qmrtlnhai caldeires de
ferro, escarola' fflo ta com asseotos de palhi-
nhas, 2 jarro' e I es|>elbo.
Os Srs. pretenden 98 desde ja poderlo ir exa-
minar.
A?1S0S DIVERSOS
Alogam se casia calada e pintadas son a
ios fuds de 8. (Jones I o, a 84 ; tratar Da raa da
imperatrs n. 76.
Precisase de ana ama para servico do
neslico de casa de fraila ; na roa t de Marco
omero 2.
Precisa se de a:na cosinSeira ; a traUr na
roa do Hospicio n. 65
Precisa se de upa criada para copeira e
pas servico d tana familia; a tratar oa roa da
Soledade n. 82.
Precisa-se de oa copeiro ; na rpa do Pav-
nand n. 20 J
Precisa se de o raa ama que saiba cosiobar
e que durma em caen do empreo ; na roa da
ConceicAo n. 4, i- andar.
Precita se de orna boa cosinbeira e de urna
criada para copeira e mais se tico de orna casa
de familia ; a tratar na roa da Soledade n 82.
Aiuia se o armuiem da roa da Crn n. ti
e o I andar n. 2 da roa da Boia, no Forte do
Mallos, com i quarto', por 16*000 : a tratar na
roa do Pilar n. 66.
Pin engentaos
Continoam a ter em sel esiabelecimenta g
de deposito das mer adonas abaixo declaradas,
onde os Mus, senbores de engenbos pot^H
se snpprir para a nova safra, a procos sem com
ptese.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jagnanbe.
Oleo de moclo.
Aseite de coco.
Dito de peixe.
Dito de csrrapato.
Pixe em latas.
Graxa em bexigas.
GaxU de linbo.
Potassa da Russia.
Roa do Livramento n. 38
"Toonico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado com plastas de pro-
piedades conhecidas pelo nosso publico, e o
melbor de tedas as preparaces ate hoje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, disai
par as caspas e cr conservar no mais formse
estado, alem de ser om magnifico perfume para
a toilete.
Encontrase venda em toda as principaee
pharmaciai e lojas de miude zas.
Daiia 104000 | Vidro 1,100
Deposito
Pharamcia Martins, Ra Duque de Caixas n. 88
. Precisase de ata caixeiro com pratica de
molbados. de 12 a 14 annos ; na ra da Deten-
cao n. 33.
Precisa se do urna ama para cosinbar e
mais se tico de casa de familia ; na pracaMa-
ciel Pinheiro n. 8.
di
Precisa-se do un bom copeiro
da. roa do Bom Fim n. 13.
em Olin-
Vendem se roseiras, crotn*, bl son tas,
parreiras, parsita r oatras mais variedades de
qualidade de fiares Moas ; alogam se crotons
para casamento : veolem se era vos para bou-
quet, flores, e faz se bouqoet para calamentos e
bapUs-dos, e lambem capellas de perpetua e de
sempre viva para dia de finad i : na roa do
Caldeireiro n. 48.
iililili
O vapor Finance
E' esperado de New Tora
at o da 1 de Novembro
i! depoia de pequea de-
mora no segn para a
11 .ua, Rio de Jaaelrae Manto
Para carga, passagens, encommendas e di
obero a frete trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
6Ra do C'ommcior8
'"andax
LEILOES
Leilo
De movis, espelhos, quadros, porcelanas,
loucas, vidros e trem de oosinha
Te r? a-feira. l l* correte
A's 11 horas
No 2." andar do sobrado i ra de Pedro A (Ton so
ootr'ora da Praia n. 53
Constando :
De 1 mobilia de junco com encost de palba,
tendo 12 cadeiras de guarnicio, 4 ditas de bra
(os, 1 sola e 2 consolos com podra, 1 espeiho
oval domado, 4 quadros, 7 jarros grandes para
(lores, 2 etageres, 1 candieiro e jarro de porce- t^nt/ISSn Afl tfiiwiu
lana, 2 enfeites, 1 tapete para sof, 6 ditas para J HHWCf.
2 escarradeiras, 1 candieiro belga de
EN6ENHOS
QUIMA KA ES 4 VALENTE, partic
pam aoa seus fregueses a Illmi. Srs. da
ergechoque, como sempre, tm grande
depotito oa artigos abaixo mencionados
garantindotudo de primeira qualidade e
prreos sean coiapeteaicla, a saber:
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Porlland.
Oleo de moclo.
leos americanos
especiaes para nu.chinismos.
Azeite de toco.
Dito de carrapato.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
(5 galBes)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas*
Gaxeta de linho.
A's mes de familias
QUERIS V08808 FILHOS SEMPRE 8ADIO
Afiminttrae-lfu o XAROPE ou ai
Plelas Vermiporptivas
DO DR. CALASAIfS
ptimas preparacSes de masrrua
e rbuibarbo, para aezpulsSo complata, sem
dYes nem incommodo, dos vermes
inteatinaes on lorabrigas
(das cranlas e dos adultos*
SEIS ANNOS DE SUCCE8S01
t Eataa excellentea preparaefles nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares
visto aerem purgativas por si meamaa.
As pessoaa que tm vermes aentem co
licas, tem constantemente diarrhas, indis
poaicio, senaacSo de corpos que se movem
nos : 'pstinos, endurecimento do ventre, e
as vezo, vmitos. Rangem oa dente*, qnao -
do dormem, e algumaa pessoaa expellem
vermes com as fezes ou com aa materias
dos vomites. As creancas apresentam as
pupillas dilatadas e inapetencia.
Ae pillas levam impresso o nome de
DR. (3ALASANS e alo edr de rosa.
1 caixa de pilulas ld%0
I vidro de xarope 1 AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
liabel dai lierci Cardona
Possidonio Jos Cardona Sobnnho, Joanna
Bapti.Ua Cardn., Liberalma Hara Cardona.
POSidonio Jos Cardona e Carolioa Mvstina Car
dona agradecem do intimo d'alma 'a todas as
pessoas que se digoaram acorapanbar ao cemlte
rio do engenho Ganjfanelle os reatos mortaes de
toa presadisflma. e sempre lefflbrada esposa,
neti, ora e sobrinha Isabel das Mercj Cardo-
na, e de novo couvidam a todas para assistirem
a missa do Betimo da do sen allecimento que
mandam celebrar s 7 1/t no-as da manba de
^t d0 corrente, na eapella doenge
nbu Rlbelrao, pelo que se confessam elernamen
f
vielra FalcAo
por si, por sen ru io
Lima, sua mulher
a. Bita ae Caea>la
Alfredo de Barros lm a,
Jos Fernandos de Barros
pelo major Tiburcio Harinno Plcao (ausentes),
uede a tudas as pssoas de sua amizade o obse-
quio de assistirem a missa que, pela memoria
de sua inditosa e estimada prima, sogra, mai e
esposa, Rita de Cassia Vieira Falcio, manda re-
zar n^ matriz de Sant Aniooio. 6s 8 horas da
manba do dia 22 do correnle, stimo do seu in-
fausto nassamentn.
r,
reciosa descoberta
Impeilidos por um vivo sentimento e piando
sati^facao participamos ao respeitavel publice
qu a cervejaLa Rosa Ale i ana continua fa-
zendo milagrosos progressoi.
Mes de familia de alta importancia e coosi
deracSo gara n tem por experiencia propra que
dous das depois do parto flzeram uso da cerveja
La Rosa Alemana appareceduo-lhes abun
ame a.camentacao Dar seus extremosos Albos.
Grande razio tiveram ss celebhdapes chlmicas
e doulores em medicina sbreos importantes
attesiados a saber:
Diz o Dr. P H. Wernier :
Tenho per muitai vezes examinado no labo-
ratorio publico a cerveja La Rosa Alemana
e nao encontr materia chimica e sin urna gi
gantesca preparacao d.- substancias que repre-
sentara urna valiosa riqueza para a alimentaco.
A' venda em todos os estabelecimenloa de mo-
lbados.
NICOS IMPORTADORES
Machad*, Pinto C.
O OLEO
DR
HfiADO de BACALHO
D
mil
Residencia e padari
Alugb se o sobrado da roa Capitao Antonio
de Lima o. 30, com commodoc para grande fa-
milia ; este sobrado tem no fuado um telbeiro
com dous fornos em perfeito estado, proprios
para qualqoer padaria ; a tratar na litbographia
a ra Marques de Olinda o. 8.
Precisa se de
Paysandn n 19.
^opeiro
um bom copeiro
na ra do
portas, 2 escarradeiras, 1 candieiro
suspensao, 1 cama f anceza para casal, i guarda-
vestidos, 1 baoca-cabeceira de cama, 1 loilele
de jac-rand, 2 ma qoezOes estreitos, i dito
largo, 1 cama para criaaca, mela commoda, 1
mesa com estante, 1 cama de lona para casal, 1
da~featcajta, 1 mesa elstica com 4 taboas, i
guarda louc'a. 2 aparadores, 12 cadeiras de junco
bronco, i sof de amarel'o, 1 guarda comida, i
machina de costura, 2 consolos. 1 tear, 1 mar
queza. i mesa eovernisada para jantar, 1 etager
com relogio, 1 lastro de rame para cama dme
mno, 1 lampeio 1 apparelbo de porcelana dou-
rada para cbi, louca paro almoco e jantar. gar-
rofas para vinbo, eompoteiras, copos, colheree,
talheres, mesa de cosinna, jarras para agua, ba-
tas, formas para bolos, trem de coiioba en/ni
tos ontros objectos de casa de familia.
O agente Gusmao, autonsado por urna familia
e retirou ae para lora do Estado, far leiiao
os objectos cima descriptos.
(em caixai,
equenaa.)
, barriquinhaa, latas grande
Formicida Capanema.
6 Gorpo Santo 6
Leilo
Do excedente cavado s> corrida denomiaado
Tury. sellado eenfreiudo, 1 va .l tourina pienhe
de 7 mezes e 1 vacca da Ierra com cria.
rerca-feira 21 do crrente
A sil hars
Por occaaio do leilo de movis, etc., no 2-.
andar do sobrado i roa Pedro Affooso rootr'ora
da Praia n. 53).
POR aTERVENCAO DO AGENTE
Gusmao
PILULAS BLAIR
oontra a CrOTA a E3 HTTJK ATISlff 0
O ORAMDE RTMEOIO INQLEZ PAHA A
Gota, Rheumatismo
Sciatica, Lumbago e Nevralgia
A ddr aguda aiivla-se i'.ipldamcntc c cura-sa
em poucos das com este Sainado medlcampnto
Eataa Pllulaa, que ato iitciramente tooffcnsl
veis, nao eilgem Denhur.ia rosti-lc^ao de diel
durante seu emprego. > linpcdom seguramente*
molestia de atacar qoalaaur parle vital.
Fabricadas em Inglat rr,i por Prout C*. tt,
Strand, Londres, e vendidas cm caixas do 1*000 e
1# 500 naa. Acbam-ee em todas as pharmaclas
droffarias do mnndo entelro.
ai P*Mmbuco I Frau M. da SILVA, 9
Venden -se
duas casas'terreaa ns 43 e 45, ra da Goya-
beira em Afraa Pn ta ; a tratar com Esnaty
Ro A ('.., a roa do Arnorim n. 52.
Tnico de Camacan
BeiUnrador v/eajetal d*a ra.a>lla
Denire todas as preparaces congeneres que
deiidamente propalara, seus effeilos, nao surgi
anda orna que alcaogasse o xito do Camacan,
que pela sua composicao assas poderosa e sua-
ve, tem a propriedade exclusiva de curar e ore
servar os cabellos de todos os males da calvice,
que possam sobrevir lbe.
Cooposto somente por Jos Gomes de Arno-
rim (soccessor de Martins e Bastos) e premiado
oa exposico de Paria de 1889, o Camacan fot
sobmetiido longas experiencias, das quaes deu
maravilboeos resultados.
A' enda em todas as lojas de perfumaras e
no deposito geral da fabrica roa da Aurora
numero 1*3.
o is m i a gres
Illm. Sr. D. Carlos Tomoi o seu re
medio o Elixir M. Movato e fui com
elle que pude sarar das boubas qae eoffria
ba muito tempo e que deocorocoava por
nunca melborar ; um meu visinho que
tambem seifre j largou de tudo que lne
receitaram e est tomando o seu mesmo
remedio.
Agradecido pelo conselho e bou obriga
dissimo.
Santos.
Albino Jote Couto.
Illm. Sr. D. Carlos. En e todos de
casa, fas muito tempo, que soffremos hu-
mores de boubas, com dieta sem resulta-
dos. Fiaemos uso agora do Elixir M.
Morato, propagado por D. Carlos, e
ramos completamente.
O remedio, alm de ser muito bom,
anda tem bom goBto, pois as coiancas
bebiam com facilidade, misturado com
agua.
Sap.
Firntino Agui.
Criado
Precisa se de um criado : no largo da Penba
n 33, bote!.
Ama e criado
Precisa-se de urna ama pare cosinbar e de
um menino de 10 a 12 anuos de idade para cria-
no Paco da Patria n. 5, quinta casa.
Aira a otra ifflctu $ prompta da
Molestias provenientes de im-
' pureza do Sansrue.
E' nma loucura andar a ftazer expe-
riencias co mistaras inferiores com-
postas lo dr. ordinarias oa de plantas
indgenas c(-j ..Mcaeia. nao confirmada
pela sclenela, euiquanto que a molcstk
eflda vez vai gaiando terreno.
Lancein uo, sem demora, de um re-
medio garantido caja efflcacla seja ficto
assignalado e inquestlonareli
O Extracto Composto CojckxtBado
de Salsaparriima de Ayer conliecido
e recommendado pelos mdicos mais in-
telllgcutcs dos paizes adiantados, J
durante 40 annos, -
Centenas de milhares de oentes
tm colhido beneficios do seu emprego c
sao oatras tantas testemonhas da sos
efflcacla positiva e incompararel.
rREP.UtADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
T.owell, Mass., Est.-TJnidos.
Dxpoarro c.bsax
De Sorocaba
Declaro que soffri muito terrpo, mzendo
uso de medicamentos sem resultado, e,
usando tres aias apenas daInjeccSo M.
Morato sarei completamente de urna
ebronica gonorrha qne me atormentara.
Faca ubo deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est reconbecida a firma pelo tabelliSo
Agentes depositarios em Pernambnco
Franciaco M. da Silva 4 C, ra Maquee
de Olinda n. 23.
A's almas carido as
Mara Candida Wanderle; Auiran, viuva do
empregado publico Caodido Aotran da Matia Al-
boquerqne, moradora oa trawssa da Piedade n
5, ttndo em sua coirpaubia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, acbando se gravemente
doente dos olhos. sem enebergar mais, vem im
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de Dos, para poder maot r se.
BOaArxnaeAT
O restauran! Gomes, A roa da. Larangeiras n.
10, tendo se prevenido para bem servir aos
seus numerosos fregueses, e bem assim julgan-
do os a nata da sociedade pernambucana alm
da boa escolha qne seus propietarios capricho-
samente fornecem, offerece mais a s-'guinte :
-DE-
LAMAN S ZEMP
prodnz eftbitos anlogos a os da
Emulso com Hypophosphies
dos mesmos senhores, no caso do
serprofendo o traciamento nesta
tornia para o curativo dos incom-
mouoB
los
do Pcto,
Garginta e os PuJines-
do
Agente Stepple
Leilo
De eaaaa terreas eaa Aogados
Terca^feira, 21 do crrente
A's 11 horas
.Yo armasen* ra do Imperador n. 39
0 ag#ote cima, por mandado e asistencia
doExm. S-. Dr. joiz de direito privativo de or-
]5ob e ausentes, a reqoerimento da inventa-
liante D. Mana das Mercs Perreira Alves, leva-
a leilo as segnintes casas :
a casa terrea o. 56 A, oceupada com om gran-
de estabelecimento de molbados.
A casa terrea n 36 B.
A dita dita n. 36 C. todas em Afosados, ra
do Motocolombo, as quaes acham se bim con-
. t/vadas.
Os Srs. pretendentes podero desde j ir exa-
riinar as referidas casas.
Em continuado
O mesmo ag-ele levar a leilo um importan
ti! terreno t raa Imperial, coa 10 palmos de
finte e 150 de fundo, e que divide pelo mi
om terrenos que pertencem ao finado capitao
Hanoel Jeaquim Ferreira Esteves. os quaes fo-
nun dos finados Jos Mara de Jess Mumz e
saa malber.
Os Srs. pretendentes poderlo desde j exami-
ntr o diio terreno.___________.
?gente Stepple
Leilo
!( felra. s da corrate
Ai l kopm
A raa de Marta. Burros n. 9-
O agente cima por^nadado do cidadao juii de
I ^lftjM!
30*000
Aluga-se o segundo andar
e sota do sobrado da ra do
Vigario n. 4, est caiado e
pintado de novo : a tractar
no pavimento terreo ou no
escriptorio d'este Diario.
HI11
Admimttnsto ;.MS;Z, 8, Boulevirt Uontmirtm.
Vende-se ou permuta-se
urna casa de morad i, na Baiza Verde, reedifica
da de novo, com 3 salas, 3 quarlos e cosinhs
fra ; ou permuta-se por outra que sirva part
negocio de molbados, e ae j for, tambem t-
compra : ioformaces na travessa da Madre de
Dens n. 18, ou jun'o a estacao do Cordeiro.
A's segundas feira
A's terjas feira
A's qoartas feira
A's quintas feira
A's sextas feira
Aos sabbados
Aos domingos
Aferventado
Canjes
Carur (janlar)
Fejoada
Va lapa (jantar)
Pucbeiro
Suculenta mSo de
. vacca.
Telepfaonc a. tftO
Alugnel barato
Visconde de Goyanns n. 163
Pedro Alfonso, armasem n. 46.
Ra Aguazinbas em Beberibe n. 7
Ra Itaparica n 43 1 andar.
TravesBa de 'armo. 1 a n. 10.
Largo do Mercado o- 17, loja.
Ra do Calabouco n. 4. dem.
Coronel Suassuna n. 141 A
Rpa Pedro Affooso n. 46. 1. andar
Visco."de de Iiaparica n. 43 armazem
A tratar raa de Commercx> u. 6.1
escriptorio de Silva iuimaraes lt C.
Criado e cosinheiro
Na ra da Saudade n. 37, precisa-se de am
crudo e de um bom cosinbeiro on cosinbeira,
" idade.
andar,
AMAS
No sobrado da ra Mr-
quez do Herval n. 61, pre-
cisa-se de urna copeira e
d urna engommadeir, que
deem prova de boa conducta.
Ama
Precisa se de urna ama para todo servico de
casa e que ;eja matriculada, para casa de tres
pessoas ; a tratar im Santo Amaro das Salinas,
taverna de Bento Jos Ferreira, na estrada do
Limoeiro o. 6 B.
Amas
Na raa da Aurora n. 109-E, precisa se de urna
perfeita cosinbeira e de urna cogoamadeira,
para casa de pequea familia.
Ama
Frecisa-se de urna ama que cosinbe bem, para
rasa de familia ; a tratar na ra Bario da Vic-
toria o. 33,loja.
Amas
Precisa-se de urna ama para cosinbar e outra
para engommar; no largo da antiga assembla
n 31, junio a Alfandega.
Amas e criados
Prf cisa-se de amas para todos os servaos de
casa de familia, e de criados para o mesmo fim:
na ra da Aurora d. 133.
Amas
Precisa-se de urna cosinbeira e de orna ama
secca para crianca ; na ma de Domingos Jos
Martina n. 138, segundo andar.
Ama
Precisa-se de duas amas, sendo urna para co-
sinbar e outra para criancas a tratar na ra
Baro da Victoria n. 69, 1- andar.
Ama secca
Pre< Isa se da urna boa ama para andar com
nma crianca, paea-se bem ; na ra Visconde de
Goyanna n. 307 (Manguinbo)
Ama
Precisa se de urna
travessa do Pires n. 6
ama para cosinbar
(Geriquili).
na
Aluga-se
Aluga-se
o 1* e 3- andares da raa do Imperador n 26 ; a
tratar na lbograpbia ra Mrquez de Olinda
numero 8.
A casa da raa Coronel Soassuos o. 166, com
bons commodoa, o 3- andar a roa Larga do Ro-
sario n 34, e o grande terreno a ra da Palma
n. 33, com telbeiro e quartos; a tratar na raa
Larga do Rosario n. 34, botica.
Pretina titst iranll
-:
Approvado pala, Illnttrada Junta da
Hygiene PuBlles da Corta.
A-ictorisado por Decreto Impera,
de 20 de Junho de 1P83.
COMPOSl^O
da
firmino Gandido ds Figueiredo.
Empregado com a m.-iior cfficacia do
rhtimalismo de quuiqoer naiurea,
em todas as moUstias da prllt, as
UucorrhJtu ou flor t brancas, nos
soffrimentos ocasionados pela impura.
da sangue, e finalmente as dffeienles
forma da lyphOit.
D Nos primeirx seis das rana
collier das de cb pela manda e oati 1
noite, puramente ou diluida c:n Bgna
e em seguida mudar-se-ha para coiie-
.es das de sopa para os adultos e roc-
tade para as criancas.
Rgimen Os doentes devem al>-
ster-te apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem asar dos banhos fros on
momos, segn.ido o esta lo da motexia.
smoTo oamai
[Francisco Uanoei da Silva C.
Oracnlstaa
23 Ra Marques de Olinda
Pernunbuco
ORANDE-ORtLLE.-ABVeefies Ivmphatltas, Dos-
at das vi.is JinsliTas,Ot>f Irucct-s l liy.ido "lo hsesv
ObitnreOi's rfsrsran. Coacrrrfic; e ilcnlos.ia da HIp.
BOPITAL. ASftfrSM Has ias Mwslrras, Inroramo-
dot do Mtoniao. Digestao difSii:. Ini.Mtoacia.
Gaslralg, Dy>pep Cf LEaIm?-" A,,,,f* ''01 rime, da tmS*. Arelas,
ConerecoM das uanau.Gola. DiabctM, Albuainuna
HAUTERtVE. A(rfdoiri.,..d.i trnUf. Amia,
ConerntoesdMOni,Guta Obe,., Albuminuria.
EDJ1-SE 0 IMS da FOHTE oa CAPSDU
Relojoaria
Em *tifevc ma nmad... ncljo-ie ,., raa a*
BDUF-n & 10ECHUII,US.ru.dCri;-4oa.ULanjJi.
Compram-se patacoes
portugueies, nepaohes, etc., etc.; a tratar na
ruado Commercio n. 33. paga-sc bem.
m 1 pw
m
HIIIH
Aluga
se
O terceiro andar do predio sito roa Bario da
Victoria n. 60 ; a tratar no andar terreo n. 8.
Precisa se de um bom
Paysand n. 19.
Cosinheiro
cosinbeiro
na raa do
Aos senhores de engenhos
Tri-SDlphllc de cal
perlor a> cal de Lleno* 4
Para alvejir e limpar o j
Vendem Gnimartes & valentl
6
(
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimento de relojoaria
acaba de receben- um grande sortimento de
relogios de ouro, prat e nikel, da, impor-
tante iabrica americanoWalthan Mass,ver
dadeira especial idade em perfeicio e re-
gnlamento infallivel, e ae vendem por precoa
mdicos. Asaimcotno relogioa de parede e
de cima de mesa, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam-se as pessoaa que quizerem
um relogio de confianca a virem a este
estabelecimento que capricha em vender
relogios doa melbores fabricantes, com o
fim de bem servir oa seus amigos e fre-
gueses.
Ra do Cabug n. 14
Em Olinda
Aloga-se por esla orna boa casa
muito fresca com quintal e pequeo
jardim ao lado, a tratar a ra de Fer-
uandes Viefra n 67 (otrtro'ora Mathias
Ferreira),
WMISIT
Royal Bleid marca VIADA
Este escolente Whisky Escoces prt
terivel ao cognac ou agurdente de cana
para fortificar o corno.
Vende-se a retalio nos melbores ana
sona de molbadoa.
Pede Hayal Blead marca Viada
cujo nome e emblema alo registrados pv
todo Brasil.
___________BROWNS & C, agente.
Alugam-se
n t raa Marcilio Dias n. 45, as segnintes casas:
Ra da Amnade ns. 30 e 33, ( apunga).
Travessa do Corpo Santo n. 30.
Becco do Tocolorab n. S, (Recife).
Travesea da FondicSo ns. 4 e 13,
Portas).
Precisa se de urna ama para cosinbar em
casa de familia, em Beberibe ; a tratar no pateo
do Terco n. 63, padaria.
I. va-se e engomma se
para fra roupa de homem e de senbora, com
todo asseio e paomptidSo ; na raa da Imperatrix
o. 36, 1- andar._______
Aluga se muito barato
O-, 3 e 3 andares do sobrado ana do
Brnm n. 84 ; o 1- e 3- ditos ao caes do Apollo
numero 75 ; a tratar na ra larga do Rosario
numero 34, botica.
Cosinheira
Precisa-ee de urna boa cosinheira, que seja
matriculada e durma em casa dos patroes, para
casa de pequea familia ; oa raa de Feraandes
Vieira n. 39.
Cal de Lisboa
Vendem Cunba Irmaos A C, ra da Madre
de Oeus n. 54.
Moedas de ouro
Veadem se libras sterlinas e moedas de ouro
de diversos valores ; na loja de ioias de Augus
to do Reg & C, roa do Cabug o. 9.
Caixeiro
(Fra de
Corpo
Cautelas do Moote de Soc~
corro
Compra-ae Caatelaa do Monte da 8ob>
corro as qoalqner jom, brbaaUs rek>
de Oabaga a.
a. 14.Loja da relojoeiro.
Superior vinho de Al-
eo ba^a
0 acreditado e autige armazem do Lima par
ti cipa ao publico e aos seos fregueses que acaN
de recetor ama nova remesan deste espacia
vinho, escomido propriamente pelo ebee dcsU
casa, tornando se reaimmeBdado por ser pora
de boa gaalidade.
Jos remandes Lima a C, raa Bario da Vlc
anta o. f
___________Telephone 933
Doce degoiaba
Tea do Qoeimado n. 9, wiartea da raa larga
do Rosario.
Boa yivonda
Aluga-se a casa e sitio de
propriedade do Barao de
Lucena, em Jaboatao : Tem
excelleiites commodos para
grande familia, agua encana-
da, jardim, estribara e co-
cheira; a tratar na ra do
Mrquez do Herval n. 61.
Precisa-se
Ucba u. 49.
Cosinheira
de urna cosinbeira
na Ponte de
Vende-se barato
Feijfio nav.' a 530
300re. e>velboaS40
merj 13.
re. a cuia, milbo novo a
no largo do Mercado no-
Criado
Piecisa-re de um criado de M a 30 annos de
idade, para servico domestico ; a tratar na raa
Mrquez de Olinda n. 38, I andar, das 9 horas
da manba s 3 da larde.
Finados
r.oroas, cruzes em flores artieiaes, de metal
e porcelana receben, pelo ultimo rapir, a lora
de miudesas de Joaqun 9. de Vkaitar, i ra da
Impera!iw n. 83.
luga-se
0 armazem, le andares do predio n. 30,
i raa Mrquez de Olioda, com sabida para a raa
ftesBingos Jase Martins; a'tratar na Pnarmacta
Francesa, raa Bario da Victoria.
Precisa-se de um caixeiro de 13 a 14 anuos
preferindo se portugeez e qne d Dador de sua
conducta ; na roa Velba n. 43.
Criado
Precisa pe de um criado para sitio ; a tratar
na estacSo da Jaqueira. .
Ao Sr. Jos Francisco da
Costa Ferreira
Ao Sr. Jos Francisco da Costa Ferreira, pra-
ticante do Correio Geral deste Estado, leudo
promectido publicar o documento que o senhor
me passou das notas do Tbt sooro que o senbor
receben para me restituir, e que nao tem fsito
at boje, siogndo se tao somente a dizer aos
seus companneiros inverdades, e dizeodo fazer
e acontece- com a pessoa. que nada tem com
isso, e Ulves pense qoe en seja urna creatura, e
por ser mulber seja desvalida, engana-se com-
pletamente ; hei de fazer valer o meu direito
perante a le, e nestas columnas farei publicar
orna mofina, nao s para lodo o paiz saber,
como o honrado administrador ; o senbor sabe
onde moro.
Recife, 30 de Outubro de 1890.
,__________Mara da Assnmpcio Sespedea.
Por 22#
Aluga-se a casa n. 35 a ra de S. Joao, com
commodos, est hmpa e bom quintal ; a tratar
na na das Larangeiras n., das 10 horas 4a 1
da tarde.
t9ta de Fo/-|
ANEMU-CH1.0K0SE
O FERRO
BRAYAIS
Eiperhii'.-Dtailo pelos priswiro mrkoi do mmd.!
ausa isuaiiljiunnilr BMahssh ara acatioatr
l Ufttmlo-o e dstWwrTht o r
WfosstaiW iot fmitafel
tnfc-wisfilhitnParia,40a-l____
ni mus FtB^Mskl
1 ratstficatts.
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e 61000.
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Babkdos bordados a 600 rs. a peca.
Entremeios bordados desde 500 rs. a peca
com 3 metros.
Luvas de seda branca*, pretas e todas as
cores de 2, 3 e 4 botoes, a 2*000.
Luvas de pelica branca a 2(5000.
Capellas com veos de blonda de seda des-
de 6,5000.
Meias airrendadas brancas para senhora a
0 re
Meias croas de odres lisas e brancas com
palmas a todo preco.
imantTcom 4 larguras a 700, 800 e Fichas prateado. pequeo, a 600 r... e
1*000 o mero. L e*00*" '^ Mfn 1jlfiftn
Bramante de linho, 10 palmos de largura, Lencos brancos aha,nhado a 1*200, 1*600
jigQO i 2*000 a duaia.
Atoalhado bardado, 8 palmo, de largo, a Wco. de cdre. *{* *-
. uqq l Baleas a 200 rs. a duna.
Panno da Costa para toalha de meaa a' Arco, a 100 rs. o metro.
1*000 a 1*200 Taovada. Pitas. phant.8.a e ehamalotsdas desde
Coraos derroche* par. porta, e ja-; 400 rs. o metro, toda. a. cora. Pr.W,
naifes a 7fl000 o per. tem 1*r6arM 5 9 ** ,.
Cortinado, bordado, para cama ou janella Maco. con. 12 pecas de fita branca eh.
a 6*000 o par I Deza r8
Cortinados dieres, novidade, a 1*600 o Extracto, fino, americano, desde 1*000.
metro I Sebonetes finos para pannos e ardas
uardanapos fino, a 1*800 e 2*000. 800 rs.
Oleado para mesa grande on pequea a, Tbesouras finas com mola que dobra a
1 syOiAJ.
Lapiseiros de ouro fino a 1*500.
Pentes phantasia psra cabello por 400 rs.
Pegadores de tranca.
Florea para cabellos, chapeos e vestidos a
1*000, 1*500 9 ramo.
Crochets para cadeiras e sof guarnilo
a 7*000
Toalhas felpuldas a 4*000, 5*000 e 6*000
a duaia; para banho a 1*500.
I Tarlatana branca, verde, aaul, rosa e en
| carnada a 700 rs.
e Fil de linho liso, salpico, palmas borda
das.
a Loques p ra meninos a 500 rs. fino, a
tfanfjQ
1 Loque, e gases a 1*. 1*500 e 2*000,
riilhoe a 4*000, 5*000 e 6*0t0, to-
os os tamanhus.
4*500 cada quadro.
Brim psrdo a 280 rs. o covado.
Brim de cores a 240 rs. para meninos.
Camisas para senhora a 6*600.
Caaaoos ou penteadores a 2*600.
Collarinhos de linho e algodlo a 5*000 a
duzia.
Tampos de fronhas grandes o pequeas a
1*500 o par.
Babados com 4 1/2 metros de tamanho a
1*200 a peca.
Redes para dormir a 3*300. ^^^
Boleas de tapetes grandes a 4*000
4*500.
Camisas brancas finas para meninos
30*000 a duaia.
Camisa de meia desde 900 rs.
Camisas de flanella de cores desde 1*800. Esoa
Coletes de flanella brancos con manga o do
Esta grande lotera da BAHA ser ex (.rbida o
dia 25 do corrente, sendo pago pelo respectivo thesou
reiro no dobroos biJhetes vendidos, caso baja nova trans-
ferencia.
Os bilhetes destalotera acham-se venda na Casa
Feliz de Antonio Augusto dos Santos Porto.
37Pra CAPSULAS
Mathsy-Caylus
Proparadas pelo DOTJTOR CLIN Premio Montyon
n
i*
As Capsulas Mathey-Caylus com Enmtlucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e *o.recomrnendadas pelos Pnfcssores das Faculdudes do Medena e
oa Medios dos Ho.pHa<*e de rrie; Londres **?"-vcrk, para a cura rpida dos :
Corrimentoa antiiroa n iwi., norrha, a Benuui i a..*., -.--*
dn Collo, o Oatarrho e as Molestia a Rexigas e dos org&os gento vrmario*.
((M lime *plic*co detalbede icompenha oedi Fraseo.
t Vardadaraa Oapaulaa Mathey-Cayius de CLIN & C, de PAAI*.
que te ache etn cata dos Dnguietae e Pharmaeeutieoe-
lotera
ESTADO DE PEKNAMBIJCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa de Misericordia do Rteifo
INTEGRAE8
A 2.* parte da &.* lotera deste Estado ser
extrahida impreterivelmente tenja-fira 21
de Ontubro.
Todos os pedidos de bilhetis desta lotera
devem ser dirigidos thesouraria ama argm
do Rosarion. 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTES
i*al% Apa. A IhaaiVt
Soletes
sem ella.
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f to III ^yri^o a 1*00 o 3*000
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.JtlaVLn. de todos o *p 1 sgdii de todas as cora, a 200
GT^^d55T^ Criolina branca, pref, c8r de chambo e
CoHa^UVito. panbo. de cmMmU,' de caf a 400 r.
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dem do c6res, iogleass, idem, a 14w30 o dito
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Mmns pretos, pura la, a 800 1*000. 1*200 o 1*500 o dito.
Pannos de cores para mesa a 1*2 .0 e 1*600 o di*0-
Toalhas .dem.soada. para dita (nacionaes) urna 5*000.
dem de labvrintho, ricas, a 30*000.
dem grandes para rosto a 2*600 a duaia.
dem felpuda* para barbo a 1*200 a dita.
Lencos brncos abanhados a 1*200 a dita.
Meias inglesas, ornas, a 2*500 e 3*000 a dita.
Ceroulas bordada, de bramaste a 12*' eO a dita.
Camisa, da flanella da odres a 18*000 a dita.
Leuces de bramante, grande., a 1*800.
Coberta. de ganga, dous pannos, a 2*SH0 e 2*800.
dem de crochets para noiwas a 6*000.
Cortinado, em peca, a 8*000 (22 metros) I
MadapolSo superior a procos sem competencia.
Algodlo tranvado, duas larguras, a 1 *100 o metro,
dem adamascado, lsrgo, para toalha, a 440 rs. o di*o.
Bramante de algodlo, quatro largaras, a 700 fi. o .
dem de puro linho, des palmos, a 1*600 o dito.
Guarniese, de croch:, a 6*000 e 8*000
Fichas e mantilhas prateadas a 1*000 e 2*000.
Chales de casemira de cores a 2*000.
Flanel as de cores para camisas a 300 rs. o corado.
Percales finas a 240 e 280 rs. o dito.
Guardanapos adamascados a 1*800 a duzia,
Meias-casemiras para criancas a 500 rs. o covado.
Cortea de fustto paia coleto h 800 rs.
dem de casemira inglesa para calca a -2*800.
dem de brim pardo e de cores a 1*000.
tnrn brance fino, n. 6, a 1*800 a vaja.
dem de cores garantidas a 1*000 o metro.
Costum-es de finas casemiras a 15*000
Pannoa finos, c eviotes, casemi as, brins pretos fixos, mirins para luto e mai
tos artigo* a preco* resumidos.
As venda em grosso ttem o descont de 14 '.
59Ra Duque de Caxias59
VERDADEIRAS PILULAS do DR BLAUD
Baarania-ae oom ptimo xito na mal de 10 aestaa pela maior parte dos FsciSlstl-
TDsVrsnoesss s atnngeiros psra a cura Oa A kemia, cblobose (trt* pmtlielme) a a
rbt"HHflo8# nf nnwlmi.
A lnsorcso no doto Cedex Franeet, outroslm o facto da harer a Jnt d-ayriea a* Sr
TSrifloado a efflcacla U'ealas ralas, utorlsando- Ibes a renda, eacusa qualquer encomio
Uii.iiHhii tmenHJr tesa *> ttmtm wtasmi esfc jttsus stns.
DE8CONFIEM-BE Mt IMITAfBB
MTA.4| YirtUtoiru PIlulM (to 9* BUut* ato m rvfm ente em ffem 1 tt froco
te me m nto'M, asi uses sor miedo.
varis, 8, aoa PATimai. oflrosrros m todas as psjhoipais phawacias

FDNDIGAO GERAL
aUNFATBRSONSC.
44-6LA B4KA0 IIO TRILMPH-44
fachinas a vapor
Moe as.
Rodas d'agna.
TaixaB fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravaijao
Arado*
SAUDS PARA TODOS.
INJECTION CADET
Cora certa em 3 das sem outro medicamento
PAMIS 7, Boulevard Deiuiin, 7 BARI8
Dsposttos em todas as ptincipaes Pharmaciaa e Droaarlasv
PILULAS HOLLOWAY
Ai. PIuIbs purifican o S&ngue, oorrlgem todas as deaordems de Estomago
tos Intestinos.
iFortalecem a saude das comtitujoei delicadas, e sao d'um valor incrivel para tedas M erftnaidads.
Ipecnnu-r ao sxo ismir.Do em todas as edades. Para os meninos assim como tambera pan as
pessoas de idade avanzada a sua eficacia e iacontesUveL
IdsTOs
,a, nf SOfOJU) STaKST (aatM 633, Oxford Street), LOaDB,
E mmli iiim sm todas as phannacU^ do nniveno.
f xcndfdo tpeitoinnte a ominr o> rotulo de cada oaixa Pe St
dr^oao. ni Oifcrd Sneet, do lsificaoe.
i r ~ "
MARAVILHA CURATIVA
no ctrinm
Dr. Huraphreys de Nova York.
A Verdadeira MaravUha do Secuto.
APPBO y ADA 1 UCEHCIADA
atU IsstuUlrts Cierml me Braieae da
laiperio do Brasil.
pa.5"fflS^SSuo3arUf?o2?SS3r5
S^oC1aeS^05SBiT"
a mT*^*"i Uno deacoramento,
costo por enesaao.
A HantTlIhs CsratlTS S
___ima^ao. redax
tasaarar a Mu
OwinaSam 15*801, e ip^or a toalquer outzo
rMSSWv
MARAVILHA CURATIVA
Dr. Humphreys e Nova Yok.
A Verdadeira Maravillia do Scula
Ett'
o Auno
1373
Vlsrre bowsa,tji>
a O iuo quotidisno do Elixir Dsntrieio
dos RR. PP. Benedictinos, com dose de
alfrumas dos dontes, asbrsnquecaos, fortaleceodo e tor-
nando as gengivas perfeitamente sadias.
Prestamos um Terdadeiro serrieo, assigaa-l
lando sos nossos Mtores este antigo unlia-i
simo preparado,o meUaor suratiro o nico
CserraUTo contra ss .ftsoorisa dan-
ias.
gente geni: 8EGUIN, BORDEAUX
Aoaa-siHdssMPufiiim, rharaiafssa t Drogaras de asado atstro.
wm o m m
250:000^000
LOTEBIV DO GRAO PARA'
Prtmio maior 128:080$089
Lotera do Grao Para
f'rttti* maior 60:088|800
xtracejf alternadamente todos os ^ab-
bados. Bilhetes venda as casas do s-
lame.
Peitoral de Cambar
Remedio soberano paia ss molestias do. ergios respiratorios,
approvado pelaExma. Junta de Hygiene Publica, autorisaio pelo ge-
verao central, premiado com duas medalhas de ouro rodeado de
muiti 8 e valiosos attestados mdicos que garantem a sua efl5cac;a.
O Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, m larga esca-
la, pelo sea descubridor, o Sr. J. A. de Souza Soares, no conbecido
estabelecimento Agrcola Industrial do Parque Pelotease, expressamente
creado para cese effeito.
E' urna preparav2o perleita, do corpo voluinoe., transparente e
de um gosto jgradabilissimo ao paladar.
O melhor attestado boje da suparioridado deste precioso med
camento est nw seu consumo grande e pfogressivo por toda a Ame-
rica do Sal. j
Acbs se venda as principis pbarmacias e drogaras desta
capital, aos precos do 2fj5C0 o fraseo, lWKXX) meia dnzia e 240000 a
duzia. i r v
Sao nicos agentes e depositarios no Estado de Pernamhgc .
FRANCISCO MANOBIM SILVA & C.
23-RA MRQUEZ DE OLINDA2
mmSm^BBmmilSm&?
rtwdanse Bsfoladons, Contosees. LaceraoSss. aa.
SapadalUadas te Dr. Euarphreys.
Besielea Bsaeeiaeae,
1'acaesto BlaiaTtlBsM,
Besseatas PypailHIc,
Kcvedt Veteriaartaa.
OBanaaldo Dr.Hmmarers 1f*lP^'J?*^l!i
^5Saade^ododecurl*se HDMPHKsnfry asmen co.,
1M t-.lt.. Street, NBW YOKK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso em
PERNAMBCO
Faria SobMHho k C.
DROGARA
A' Ra Mrquez de Olinda n. 21
APPEOVADA LICEa C1ATA
eta Iaaaeetorla Oeral de Hvsleno *o
Imperio d. Brasil.
A Bf arallBa CuratWa remedio prompio
pari M fc-Ud-rai., Machucaduras, Comt for-
Sdura, Cortaduras, ouLoi-erac&as. Allrrtaador.
Sanca augur, taz parar a mflammatfo rruus
uchaco, n.v>desccr^!>ento, cfsaatar aterida
como por encanto. -^
A MaraTilfca CuritlTO o aiiivic prompto e
cra'rapMa pura (jueHuaor.i? caidadaraa, o
i^uclmauora do bol, e buijerlor a remedio.
todaasHemorrhaslus.twJa'!' Naris. n<*-
doB Pulmuea. o EHioiuaic.). musHiiihut.
Alntorrelmaiara 6eniirv o uan*?* ri>ia.
A MaraTllha.*.^,,an!n':!''>'10
para D6r de Deulee, de otiuv-,
5a Face e Sevralfe-la.
> t-iee.
A MaraTllha Curativa 6 nrecirrso
e freoloaorpsia DOrw rheuiu^Uca, Alnl
Ej^des as Juntas ou Pcrnas.
. w.>*(lh. Cara I i Vil o prende remedio
rSiSSSrtZ A?{3? Am,BullEJr.cf;;doa
HBsSMasSsasjl. "uro. mpr cmeas,
PtedSrue Esicladuras. ContusOes, l^oeraoBes,a5.
apecladades do Dr. Homphrevs.
lUsaeatae BspSetfica.,
C.sacnt. M.raTllaow,
RP.aioH SyphlHtlcw, ..
Beraeal.a Veteriaarlaa.
O Mannal do Dr. Husypareys VQ^SS^SS
Snlermldades c. modo decural-asse cigratls, peue-
se ao seu boticario ou a
1ICXPBKBYS' MBDICINB CO.,
jaSBaltaaStrae, SBW YOBB..
nico deposito ;para vendas em
grosso na imperial drogara de P.
Manoeda Silva* C. "
sVINHOdeQMJNI
apnrovado pela Academia de Medicina de Paria,
4 o resumo, a oondensacao de todos os pt-
oipos activo, de quina. < Algtmt aramia
JjT fliriiiiiim iwaslsBisssi o tnsstiso effeito emt
mao* kilo* d* quina. (Robiquet, lente df
Sacla de pbarmacU de Part).
Tomde procurad* por mmto tompo *m
orto, omeomtroio no ssm quimum
iisTsTi oom o rettamrmior por
da* oonttitmfoee exhaueta*
(DtCababR >
Vinno d> Q,ixaia*SSSi
'b.rraqus o mai, til eompW
_ i sis oaiiMia a Iraairisula tia*f**rm.
Oe effeito* orno parrieirssrwsii, sassjl
Has febret antigm* d* aooteoo o nmoaomoml
tmiudeta. (Bowahardat, lente da Aewtamtm.)
m todas as eSarnunlM Fabr. L. Prere. ts, isjt
ATUNSON
PERFUMARA INGLEZA
zoaas toSas as ontras pelo seu
ueiranie qallto.
mm n un mb
FUNWiflS TLAK6-TUI6
STWIjUIOTK OPOPAMAI
ostros mullos perfor
pela sua qu..i ;
c esq*'
Cncta'.'i-te tm Ottf. di (DdM "<*-
tintn i Fiorteaslss
*. m E. atSUBSOB
as, ou '.
o* orna "|


s.trta m
mero I.
e se ou ah brndo da :
p. 75 : p (retar oa ra da Peo;
W
Vende se cu permuta se por urna casa ccm
,io, urna propriedade com casa den orada, e
una pequea fabrica de sabao. remiendo 'Ot
censaes ; a tratar oa ra da Mache de Deas
camero 16.________________________
Vende se oor barato preco as seguintes feru*
gens na roa do Bai ao da Vk toria n. 6 :
Ganos de ferro estancado de 3/1, i, 11,4., )
lie 2 polegadas,
Canos de chumbo para agua.
. Ditos para gaz.
Fellis, saltas, tornos para ferreiro.
Tarra bas, martellos, limas para dat
Marrlas para quebrar pedra..
AC fundido de diversa prossuras.
Picaretas para estradas de ferro
Moiobos para refnacSo.
Treos para cosinha.
Temos de bandeijas "as.
Sorras para vjpor.
Grande sortimento de ferraeens e cotellarisf.
Pa dara
Vndese ou admitte-se uro socio r:c ama
i udaria Bita em muito boa localidade, ccm bom
retaino, desmanchando actualmente de tres a
quat-o barricas de fannba diariamente ; quem
pretender dirija rea informar ao caes do Apello
r w -------- "' '
.... ... ..... i......... a..i ... ^ -.^
A Florida
Acaba de receber pelo oltimo vapor *
que le maior novidade tem a populosa t
grande oidade de Paria, oa mais importan
tea artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propri-
para cartas.
C romes de seda e de oleographi.
(.aixas de msica com manivellapara 1$,
2de 30000.
Caxas de msica, com corda, fechada?
com a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
124, proprias para presentes.
R:cob enxovaes para baptisado a 70, 8e,
94,100 e12400^.
Iiem muito finos p.'.-a 164 a 204 um.
TimSoainhoa com sombra com fitas e bicot
de cambraia transparente a 34 e 34500
Um grande sortimento de porta-tranca
para 500, 14 e 14500.
Grampos donradoa e com perolas a 200 t
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados a 200 t
300 rs. um
Estojo para dse, 'ao de talagarca a 34000
Bandeiras de 11 doa Estados-Unidos de
Brasil a 1450, 34000 e 44000, confor
me o tamaito.
Grande sortimento de bolsas de pellica c
de chagrn para 2, 3, 4 e 54000, para
senhora e menina*.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 54000
14500 e 24000.
Grande sortimento de bicos de' algodlo e
de seda, brancos e de cores.
Livros de sortea a 300 rs.
Aibuns de pellucia e de chagrn, gosa
moderno, imitando um loque.
Zem para eremos, poesas o raasioae.
Eapadinhas para crianza.
Boleas de couro para cobranca.
Navalhas de Roger mlo americanas el-
ctricas e de 2 laminas, e afiadores com
a msssa propra para affiar.
Ramoa de flores para baile e casamento
de 14500 a 44000 um.
O Oabelleira engenheiro invento a 500
res.
Galoes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 14500 a
peca.
Sabonetes para tirar nodoas de casemiras,
sedas, lis e outras fazendas finas de
300 ris.
Genios e pince-nes finos, donradoa, b-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 74000.
Collarinhos e pannos de borracha.
Caetas de vidro a500 res.
Boleas para menino de ecchula a 24CC0.
Sabonetes para banho com desinfectante
a 40. ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
34000.
Azulis e brincos com pedra imitando bri
Jiante.
SUA DUQUE DE CAXIAS N. 103
"Para'engenho P|"eQ sem coru
Fcnagem comp^ucoi petencia a < ndem Pa
Veodem t taius rniinVas e batid-s, e resim l +j. fi /^
um-psrol de tobre oor roelade do valor ; a tra- rente V 181111 l Gt V .
ar oa rui Du^uo de Cuntas n. 77, loja.
DP, CARLOS BETTENOORT
mSlriiULIH 11111
GRANDE DKPURATXYO DO SANGK
Elixir anti-rheumatico, anti aypbilitico e empregado em todas as molestias de
,elle, erysipella, darthros ou empigens, beri-beri, anthrazes on carbnculos, cancros
cnereos, fondas cancerosas, ulceras, gooorrheas ebroniea, boobas, btiboes, escrfu-
la e todas as doencas que dependem d* impureza fio trague.
Este remedio superior a todos os outros do seu gonero, o que est provado
ola preferencia e acceitaclo qne Ibe Ai o publico.
Um frasco 3#000, urna duzia 30^000.
i i n, i i miam
TNICO FEBRFUGO E DESOBSTRUENTE
Empregado na debidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
-o parto, febres palustres, molestias do figado e baco, falta de appetite, anemia, chlo-
"ae, corea paludas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 301000
V.:
boticas.
Sabao maravilhos- para lioip .11.-n.
taes de todas as quulidadea, mar
mores, madeiras, trens de cosinha.
' soalhos, predea, pinturas, etc., etc.
Sabao ndispensavel em casa de
Iwinil'a; poupa ienpo e trabalho.
SAPOJ
NIo se usa para lavar a roupt.
Vndese em todas as casas de drogas, perfumaras, ferragens, armazens e
DEPOSITO GERAL Eli CASA DK
HEWRT FORSTR efe C.
ho cess
Sa-
ncha i lio e algoi
dem de c bamb, v i;,no
lo de de cacbemir:,a preir.s e de cores, en-
tre ellas estacaro se : s do 76000 o corte,
para costumes.
Alm das mercaderas que cima dicta-
mos, temos um esplendido scninieoto de
cestas de palha e chagrn e muit-s ou-
tros artigos que seria cnfLdonho mencio-
nar.
E' su nos barateiros !!
A'RA Io DE MARCO N. 1
l.
(.ampo-'
mJECCAII BETTBNOOlKT
JUrri-BUKHOBBHJL8ISJL
Gura radical em seis dias
Empregada com ptimo resaludo nes corrimentos agudos ou chronicos da
rethra ou vagina, lencorha ou flores brancas. Este medicamento de urna grande
fficacia,
Um frasco 1#500, urna duzia J 5^000.
VINHO TNICO -
Com lacto-phosphato de cal o ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacZo destes heroicos
aedicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, rio estomago, ane
nas, menatroacoea difficeis, debilidade geral, cores pallidas e todas as veaes que se
iner fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao svatema osseo e muscular,
vonvm s pessoas ou senhoras qne criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
tecer as criancae. E>te remedio superior a todos os tnicos estrengeiroB qne se
mnunciam por ahi.
m frasco 3#000, urna duzia 30#000
FOLHETIM
POS
PAVA i a i,Ki;n o\ i
QARTAPARTE
A voz do sangue
(Continuagao do n. 238j
V
NA PISTA
nstallou-se no Hotel Continental e
de l n3o sahio mais.
Est bfm certo disso ?
Sim, um ddtagriados do hotel da
nossa trra. Tive a fortuna de encon-
tral o na porta ; espionoa a e veio dizer^
me que ella se tinba deitado.
Ha de sahir amanha pela amanhit sem
duvida. Espiooal a-hei eu proprio.
No diaseguinte, effectivamente, as seis
horas, o Sr. de Rhodes, aehava se sob as
arcadaa da ra Castiglione, em frente
porta principal do Hotel Continental.
Nfo levando em conta um chapeo de
feltro de abas muito largas, que dissimu-
lava lhe as eicSes, q.Io era ponsivel que
nm olhar ato prevenido foese procural o
naquella parte obscura da via publica.
Oerca das oito horas, Diana appareceu
tranquilla no liroiar do hotel.
'TBpanhava a nm lacaio, que ohamou
p estacionado a alguns pasaos.
A marqueza, porm, como todos os pro-1
quem o movimento de Pana'
Xarope 4* jaramacar omposto
GRANDE PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
ossea simples e convulsas, coqueluche, constipacoes, asthma, bronchite, catarrho
hronioo e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2#500, una duzia 24^000
B. DBDBD8IHA ftG.
Ra Mrquez de Olinda m. 1
Armazem de cerveja, vi-4
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unicf
deposito da afamada cer-
veja Phcenix de Dortmuuc
e do chocolate Ph. Suchard
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemanr
&C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha dt
Ouro na Exposicao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
jliJiStiT.'
uoaus-
^* OLER Y Jemtt-eentaiHinr
O BxUITDE PURISTCAnOR DU SAUGIIE
O emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes moleslias:
^a diversas formas das doeneas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
iffeccSes cancerosas, beri beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, effec-
Ces venreas rebeldes, paralysias, molestias do eoraclo, da garganta, rheumatismo
dironico e gottoso, molestias de pellc, assim como todas as enfermidades derivadas
la impureza do sangue.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPANBOA DE PRODUCTOS MEDICINAB8
31-RA DOS ORIYIS-31
RIO DE JANEIRO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
distrahe, preferio um carro descoberto, e,
echando se porto de urna victoria, tomou-a
testamente.
Dous minutos depois Jacques estara in-
stallado no coop fechado que Diana ha*
va desdenhado.
Vinte francos de gratificacJo sobre o
prefo das horas, se nao perder de vista
aquella victoria, disse elle ao oocheiro.
Este, grave como um automedonta in-
fles, fustigou o animal sem urna palavra
e resposta e o vehculo parti como urna
flecha.
Pela ra da Paz, que a marquesa quii
tomar, 01 grandes boolevards, praca da
Repblica e i entrada do bairro do Tem
po, a victoria conduzio aquello que a se-
gua directamente a ra Fontaine-au-Roi.
Atravs as vidracas do seu coup, Jao
ques vio a marquesa desembarc ir da car
ruagem e entrar na caa onde vimos as
primeiras paginas desta narraclo, pasear-
se o drama da morte de Clemencia Fou-
lon.
Quasi immediatamente, porm, tornou
a sahir.
Jacques n2o teve necessidade de expli-
cacoes para edivinhar que a porteira tinha
sido mudada.
Diana teria a indicacao da. neva mora-
da da Sra. Charles Halis V
Provavelmente, pois a victoria tornou a
partir a toda brida, porm pelos boule-
vrds exteriores desta vez.
A caminhada foi longa.
Anal chegou s i pona Dineau, e hi
o cocheiro de Diana dirigiu o carro para
urna das pequeas mas de Lvalois-Per-
ret.
Dentro em pouco shegou em frente de
um p ivilbao rodeado de um jardim.
Jacques, que tinha visto a manobra, t-
vera tempo de deixir o seu coup n'uma
ra visinha e de metter-se n'um corredor
fronteiro ao pavilh lo.
A Sra. d'Argelles bata ao insano tem-
o porta, tem parscer desconfiar da r-
ente espionsgem de que era objecto.
Quem mora alli ? perguntou o Sr.
de Rhodes a urna raulher que trabalhava
n'uma loja.
A Sra. Malais, ou a Sra. Charles,
como quiser, sanhor, bem boa pessoa e
que enfermeira.
O Sr. de Rhodes sabia o que queria.
A conversacao de Diana com a antiga
porteira ameacava prolongar se.
Afim de nSo tornarse objecto de reparo,
Jacques devia entrar em alguma parte.
O cocheiro da victoria forneceu lhe a
idea que elle procurava.
Effectivamente, o homem tinha j.lobri-
do um armazem de vinhos, cujo baldo
zinco lhe attrabia desde logo o olhar,
e, depois de prender um saquinho cheio
de aveia ao focinho do animal, entrara em
casa do negociante.
O Sr. de Rhodes imitlo.
Come-se aqu ? perguntou elle ven-
do algumas mesas de marmore cobertat
ao longo da parede.
Sim, senhor, respondeu-lhe urna mu-
lher rechonchuda e asseiada, sem admirar-
se muito do seu aspecto distincto, pois em
Pariz veem-se todos os dias as cousas
mais extraordinarias.
Tem carne fra ?
Sim, senhor; e com a carne, que
quer comer ?
E' ando. NSo tenho grande appetite*
D me queijo de Bro e urna garrafa do
seu melhor vinho.
A muiher aviou-se, desenvolvendo o in-
teresa* que inspiram os fregaezes de Jis-
tinclo.
'uanto a Jacques, o que quena era as*
preitar a porta do pavilhSo e ter urna re-
feicic que nao o Asease esperar, permit-
tindo lhe fcir ou levantar-Be immedata-
meate, conforme as circumstancias.
Installou-se, pois, n'uma mesinha eolio-
oada atrs da vidr*5a, abrigada dos olhos
dos transentes por urna cortina de cassa.
Nao teve, porm, que te apress
oonvenaclo de iaoa durou muito tempo,
tanto tempo at, que elle disse c
GRANDE LIQUIDADO
So na Revolucao
48Ra Duque de Caxlaa48
Grande sortimento de fazendaa de lei,
modas e phantaaias que se vende po-- me-
nos 50 /0A SABER :
Le
Sargelim de todas as edres a 200 rs- o
covado.
Colchas de cores a 2000, 45000 e 5,5000,
urna.
Cortes de cambraia branca de quadros a
lcj(600 um.
Coronados bordados a 6,5000 e 7/5000 o
par.
Atoalhado de linho com defeito a 24400 o
metro.
Camisas finas de meias a lOOO ama
Cobertas forradas para casal a 255 urna.
Batiste de cores a 160 rs. o covado.
Toalhaa para crianca a 100 rs. urna.
Cerclas francesas, a 1000 urna.
Atoalhado de aigodZo 14300 o metro.
Algodlo trancado para toalha a 1*000 t
metro.
Crotones oscuros e claros a 200 e 240 rs
o covado.
uardanapos c m franja a 20OCO a duzia.
Espartilho couraca a 4)50JO um.
Flanella de algodao de cor para camisas a
320 rs. o covado.
Collarinhos e punhos de borracha por
lo500.
Ditos de linho a 1*500
Ditos de cretone de cor a 300 rs. um.
Cortes de meia casemira para calca a
2^000.
Camisas francezas de cretoue a 2*000
urna.
Ditas brancas a 2*000
Len9os de linho a 2*000 a duzia.
Bramante de linho a 1*600 o metro
Bramante de algodao a 600 o 1*000.
Ruda*
Cortes de etamine de 14*000 por 8*000.
Cortes de casimira para costumes a 14*
e 15*000 um.
Surah de linho muito largo a 320 rs. o co-
vado.
Voile de algodao a 200 rs. o covado.
Etamines de cores a 280, 300 e 320 rs.
o covado.
Merinos iavradoi a 500 rs. o covado.
Zephires de cores a 160 rs. o covado.
Las de cSrs a 200 e 240 rs. covado.
Cachemira de quadros com listas de seda
a 1400O o covado.
: Cortes de metim par vestidos a 60OOO
i um.
; Ditos brancos bordados a 12*000 e 14*000
, nm.
Corta* de cachemiras bordados a 25*000
um.
Cortinados de crochet a 10*000 o par.
Grava tas modernas a 1*000 urna
Fichas de retroz, todas as cotes a 1*000
um.
Toilettes para baptisados a 6*000 um.
Tapetes para porta a 2*500 um
Pkantasla
Lene/ de seda exposicao a 1*000 nm.
Capas bordadas a vidrilho por 25*000
urna.
Vestidos de Gersey para creanca a 6*000
um. **
Cortes de fustao para collete a 600 rs. um.
Orgacdy de lit>ho, ultima moda a 240 rs.
o covado
Chali de algodao, novi^ade, a 200 rs. o
covado.
Luvas de seda a 1*000, 1*500 e 2(jHX0 o
par.
E multas outras fazendas de que s com
a vista peder te-fca avaliar a commodida
de de precos, assim como em sua officina
de alfaiate aprompta-ae em 24 horas qual
qncr cnatume, garaotindo-ae toda perfei-
cfto em trabalho e pre90 resumido
S na tevelocao
HENRIQE DA SILVA MORKIRA
Os Barateiros! !
E' s nes te e3tabelecimento que pode
1 ;oa trar fazendaa finas de gustos lin
dissimos por recos razoaveis, como se
aro:
Voiles de la, padr8ea inteiramunte no
vos, merinos dem, idem, cachemiras la-
vradas, o que pede lia ver de mais lindo
em gestos.
Cambraiaa da China, idem catitas, idem
com aalpicoa c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sortimento de cretoDes
(padrees de voile) de gostos attrahentes
Crep da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
FostSes b.-ancos. Linons com barra, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
idem, idem e muitos outros tecidos a phan-
tasia.
Lis de quadros a 200 rs.
Merinos idem, fazenda de 800 rs., por
240.
Voiles de 13 e algodlo a 240 rs. o co-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de urna largara a 280 rs. o co-
j vado.
Bautista republicana a 209 rs. o co-
vado
MadapolSo americano a 5*000 a peca.
Variado sortimento de setinetas e cre-
I tone, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
chu-as, de edres e escuras. dem ohama-
lot, padrSes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente no vos. Casacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, para
enancas. Toalhas felpudas para meto e
banho, brancas e de corea. Grande sor
timento de aventaos, idem, idem de be-
beiros, para enancas.
Vinho Maduro
Pelo uitiaso vapor recebemos urna importan'.)
remefsa do delirioso vinho madnro, analysadt
pelaionta de bynieoe da Capital Federal.
O VINHO MADURO, puro da uva, o melbo-
que tem vindo ao mercado, j neste estabeleo
ment aeencon.ra
SEMENTES NOVAS de flore: e hcrtdicas ct-
(odas a% qualidades.
AZE1TE puro de oliveira em latinhas de meu
10um litro.
Em bebidas iioas, como sejam : champagn-.
cidra, vinhos Bordeaux, Porto, Douro, Chambe?
tim, licores de diversas quahdades, nao tem-'
rival.
Queijoa de todas as qualidades e o apreciad,
requeijao em latas.
jfimiim. completo sortimento de gneros d*
primeira qualidade para una boa despensa e .
prtcos sem cou; petencia
Ra estreia do Rosario numero 9
Pocas Mendes & .
_______ Teefcoaraat_______
TYPOGRAPHIA
4P0LL0
Montada com todo?
i.s utensilios proprio^
para a executjo de
qualquer obra tjpo-
gTaphica, desde a mais
fac mais difficil,
5PRH\ DA COXtOBDIA-5
Junto Corapanhia
de Bombeiros
1
Attencoo
Os propnetaiios do antigo e acreditado arma
tem do Lima, sito ra Barao da Vi Uora n. 3.
participam ao respeilavel publico e aos seu;
distinctos freguezes, que tnnsferiram tempora-
riamente sen armazem para a mesma roa n. 9*.
contiDnando da mesma forma a receberem sua?
oreens para Ibes senir ccm o costomado e ha
bitual desempenho.
Jos Fernandos Lima k C,
Roa Bario da Victoria n. 9
Telephone323
Vinho puro de Santarem
Oa quinta de Barra!
Os proprietario8 do Armazem Centra!, i rn>
do Cabuga n. 11, avisam aos seas distinctos fre-
guezes e ao respeitavel publico que receberar
nova remessa deste especial \inho, o qual si
reoommendapor ser puro da ava, e s se reto'
ihaf em seu armazem.
Joaquim Christovlo & C.
Telephone 447
ASTHMA
NiOHA
MAIS _________________
Oppretto, CHarw, com
Obteit u rnnit a I tu rtcomptnui.
Deposito em todas as PbarmaoiaSr
Mercearia
Parece que a cousa nao se arranja
tao fcilmente como a maldita esperava.
Mais de urna hora depois, effectivamen-
te, ella sahio, muito paluda, com visivel
exprsalo de despeito oa physionomia,
olhos accesos de colera.
NIo sabe de nada, disse Jacques
comsigo, o2o preciso mais acompanhal-a.
E deixou a de factopartir, aempre abri
gado atrs da cortina de cassa ligeiramen^
te erguida n'um dos cantos, e grapas
cuja transparencia nada do que se passa-
va na roa lhe podia escapar.
A sua despeza eslava paga havia muito.
Depon lentamente sobre a mesa o jornal
que lhe tinha servido para passar o tem-
po 1 a dona aa casa, nao tendo na loja
mais fregus algum alm delle, achava-se
nos fundos, preparand a cozinha da fa-
milia ; o Sr de Rhodes sahio e foi por
seo turno bater casa da Sra. Charles
Malais.
Loga i primeira vista, o rosto honesto,
o olhar bondoso da autiga porteira agr
daram lhe.
, como lhe, perguntaase o que elle
queria, admirada de receber, urna ap*
outra, semelhantes visitas :
Conversar comsigo a respeito de
cousas graves, responden elle. Posso ta-
ael o sem testemunhas ?
Quando Jacques de Rhodes nao era
preso de alguma dolorosa preoc upaeSo,
ou quando, apesar de tal preoecup c,So,
queria captar a sympathia das pe-soas
com quem trata va, a sua physionomia re-
vesta irresiativel expressSo de bondade e
mqueza.
Ora, naquelle momento, elle qw.r
spirar confianca Sra. Charles.
Nao foi difficil.
Kntte, se hor, disse ella, vivo s,
pois sou viuva e nao tenho flhos.
Jacques, bem impressionado plo peqae
no in :e asseiado, tan-
uanto pe. da mnlner, en-
tendeu que era 1 abordar desde
logo francamente a questao.
A senhora acaba de receber"uma vi-
sita, disse lhe elle. A pessoa qne sahio
ha pouco d'aqui quer faser mal a creatu
ras que a senhora estimou outr'ora ; ella
perdeu-lhes, porm, os vestigios. Eu, ao
contrario, pretendo protgelas...
Um exolamaclo da Sra. Charles inter-
rompea o Sr. de Rhodes.
Nao me admira isso, disse olla.
Qne que nSo lhe admira?
Que aquella muiher seja m crea
turo. Meu Daus que olhar mo tem
ella !...
Eatio, nao lhe disse nada ?
Disse lhe e nSo lhe disse, sabendo
de certas cousas e ignorando outras.
Pode repetir me a sua conversa
S5o?...
- Pois nao, senhor, mesmo por que
acredito em si quando diz que quer faser
-bem e a outra mal Basta vel-os ambos
para formar opjniao a respeito dos dous.
fiotao, falle, en a escuto. Mas co-
ra ecemos pelo principio, afim de nao nos
embarcennos. Que lhe perguntou ella
em primeiro lugar?
Se eu conheci outr'ora Clemencia
Foulon e os Roselin... Os Roselin, se-
nhor, eram....
Bons e modestos operarios em pas
samanaria e em bordados, ouvi, sei, pois
lhe disse j que oa protejo. ..
Elle5 silo vivos ainda, entao '?...
Pois nSo sabe ?
NSo ; nSo os tornei a ver
Bem, mas dig&Mne o que se passou ;
do contrario nao sahiremoa disto.
Poia bem, a tal fidalga pedio-me que
contasse o incendio do armazem da Cle-
mencia ; porm, minha opiniao que
ella o conh ca tSo bem como eu, pois em
cortos momentos em que a minha memo
ria falhava, ella ajudou me involuntaria
mente.
Oh !... oh!. E depois ?...
Depois, havia urna cousa que ella igna-
ra va : julgava que a pequea Maria Fou
Ion tinha morrido aspbyxiada no incendio,
Vende se a mercearia denominada Veneza
Americana, sita ra Dr. Joaquim Sabuco n. 1.
(Capunga), sendo um dos melbores arrabalde?
deste Estado, torna-se recommendavel para ntn
principiante por nao ser preciso empregar gran-
de capital ; a casa tem cemmodus para morada,
e o motivo da venda en propietario ter mais
de orna e bem distante : a tratar Da ra CapilDo
Lima d. 32, em Santo Amaro._______________
Vinho de caj
Compra se no armaietr do Paulino, ruado
Imperador.
ao passo que,ao contrario, tizeram a crian-
ca voltar a si e curaram-n'a at de nma-
febre cerebral que lhe causn a emocSo.
Entao a tal sujeita desconbeois isso ?
Sim,
E a senhora contou-lh'o ?
Perfeitamente, e alm disso a ma-
neira porque a Sra. Roselin tratou da
crianca, como se fosse sua verdadfira
mai, o que .'... Ah! a ella incontesta-
velmente qu a menina deve a vida. N2c>
quizera ser indiscreta, continuou a es-poi
teira, mas desejaria saber se ella conser-
vou a pequea e se os parentes de Cle-
mencia Foulon n3o Ih'a toroaram.
Conservou-a, eriou-a e educou-a, rea-
pondeu Jacques gravemente.
Ah I tanto melh r !...
Entao, a desconhrcida quiz saber to-
do ?... perguntou o Sr. de Rhodes tor-
nando ao que o interessava.
Oh! com certeza, senhor, e nSo se
cancava de perguntar. Eu respondi-lhe
totalmente, comquanto os seus olhos nao
ne agradassem, pois ella era orna verda-
d-ira embusteira. Nao lhe contei, porm,
aenlo o que sabia : o incendio, a asphy-
xia da pequea, a sua febre, o seu resta-
belecimento a partida dos Roselin para
a trra.
Que trra ?
E' o que ella me perguntou tambero.
I, oidade em que Roselin naseeu e onde,
ao que parece, elles iam todos vi ver do
emprego de urna pequea heranca : a ci-
dade de Hyres, na Provenga... A tal
dama nao quiz, porm, acreditar-me. In-
sisti, insisti muito... Com a breca .'...
Se elles nSo foram para l, nao sei. O'
certo que nunca mais voltaram ra
Fontaine-au Roi, que nao os tornei a ver,
e que tao pouco nSo ouvi mais faltar nelles,
do mesmo modo que se tivesaem ido esta-
belecer se effectivamente na extremidade
opposta da Franca.
{Continua).
"......... ,. ...i -
Typ. Duina, Rn? nuque de Gaxias n. it
V-
A
.
'Y
*-.
s
* i


Full Text
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