Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17426


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Full Text
BBDO IS EK O'lBRO nK S

DIARIO DE PERNAMBC
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE KO SE PAGA PORTE
Por tres meses adiantados. .-
Por seis ditos idem......
Por no auno idem......
Cada numero avuiso, do meimo dia.
Propriedade de Manoel Figueirda de Faria cfc Filhos
Os Srs. Amedce Frince k C.
de Paris, sao os nossos agen les ex-
clusivos de annuncios e publica-
res na Franca e Inglaterra.
60000
12000
23000
dlOO
PARA DENTRO FORA DO ESTADO
Por seis meses adiantados. 18#600
Por nove ditos idem......' 904000
Por um armo idem...... 26)JO0O
Cada numero avulao, de dia anteriores. 4100
TELEGRAMAS
sanso siicls so me
RIO DE JANEIRO, 17 de Outubro, ao
recio da.
Est nomcado governador de Pernam-
buco, o desembargador da Relajo do Re-
c'fe Jos Ant rao Correa da Silva.
RIO DE JANEIRO, 17 de Outubro, as
5 horas e 12 minutos da tarde.
Foi nomeado governador da Bahia, o
Fr. Jos Gon9alves da Silva.
Foi removido da comarca de Alaga
de Baixo para a recera creada de Caaho-
tinbo, ambas no Estado de Pernambuco,
o jais de direito bachirel Alvaro B. Uchoa
Cavalcante.
= Foi designada a comarca de Alaga
de Baixo no Estado de Pernambuco, para
r.'ela ter ezercicio o juiz de direito da
comarca supprimida de Belmente, hacha-
re! AiigusW Abel Peixoto de Miranda Hen-
riqaes.
= Foi classifcada de 1.a entrae a a
comarca de Canhotinho.
PARS, 16 de Outubro.
3.", re da Holhnda est
O conectivo
Eraquanto e meio convoercial
Guilherme
moribundo.

MSTRUCCiO POPULAR
bskm ovara
;:
POK
ARISTDES ROGBR
QARTA PARTE
A archl tectura microscpica
CAPI1ULO VIII
Fealdades oecnliaa
(Continuacao)
Beberamos accaso com menor repugnancia ?
Nao provavel, sobretodo ss Fomente tiveise-
rao3 nossa dispoicao a agua que geralmenle
?e bebe ; porque venamos mexer dentro a'ella
um mando poaotastico : infsenos de todas as
termas, vegetaes extravagantes, microphvlos e
microioariog, tao variados como norriveis ; tudo
isio 003 tirana desde logo o eacanto que expe
rimentamos em apagar a sede...
Vejamos, pois, se tomaramos os nossos ali-
mentos com maior prazer... Ah que isso
que Ee mostraes ?Pao.-Parece urnas poucas
ae oedra e argamase a. E e3c pedaco de batata T
Ooemdira que nao um mon ao de areia ou de
<>reda f E nao obstante, sabemos que essas part-
co'as redondas nao sao outra cousa 3enao graos
de fcula ; mas nem por Isso sao raai3 appeli-
tecas.
E a carne ?A carne mais saborosa e maia
lina nao tem grande analoga com um molbo de
ccrda3 0U de brabantes?
Decididamente vaie muito mais nao ver a dous
(edos d'.ante do nariz.
Entretanto, nao fallo do aspecto que apresen
Una nossa visto o rosto mais gi adoso e mais
liado 1 .. ,
\ propria Venus sena nornvel, observada por
urnas retinas elevadas a quingentsima poten-
cia...
Profunlas rugas sulcariam a sua rosada epi-
derrae : tortuosas pregas dariam ao seu rosto de
setim a apparencia de urna regiao transformada
por terremaios, a sua sedo33 cabelleira seria um
matogal de tojos; as suas tinas sobrancelbas um
vallaao irapenetravel; os globos nacarados de
seas olho3 las enormes bolis bumilas.jaspea
das de encarnado e azul.
O nariz assmilhar se-la a urna cordilheira
d> montanhas ; as suas aberturas, va; tas caver-
ia tenebrosas, cooduziriam a um golpho sem
faedo; a bocea so seria compiravcl com orna
f-atera vulcanica, vomitando, em vez Je fumo,
im vapor carregado de muitos residuos ou des
ppns orgnicos. .
i-Jis aqu os descoochavos que nos descubri-
ra u:ca vista demasiado penetrante.
Asim. pois, os 003SO8 olhos estSo tem, con-
forme, eslao. .
Por outro lado, com o descobnmento do mi-
croscopio, temos remediado engenhosamente a
sua imperfeicao relativa.
Se quizermos absolutamente coonecer, as
suas minudencias, tudo quanto comemos e be-
bemos, i ao temos mais que submettel o ao ob
jeclivo do apparelbo aogmentativo, e eaberemos
o que pretendemos.
A iostica nao usa d'outro processo para cer
Utcar da purea dos productos alimenticios.
Grapas ao microscopio, reconhece logo as frau-
des e descobre a3 faieiflcasOes.
No chocolate de qualidade iefenor u\ aolado
de aiguma8 raras partculas de cacao, innme-
ros graos de fecola miaistrados pela batato.
Nu caf, a 15 cntimos a meia cbavena, n
clorado a agurdente, mostra a existencia da
chicoria e da boloto do enzinho ; emquanto que
o grao do cafeial s brilba oelle pela sua ausen-
Em certas quahdades de cbs, ma ou meco6
ehins, encontratoda s especie de ingredientes;
reeiiit/iecacbond,fecBas, libras vegetaes, ele ;
tudo.OjjeBos folhas caracterjBcas 40 benfico ar
tw&to.
Er lile muito fcil tambera (listijguir do leite
puro o que fabricado com milos pisados, e
encontrar as nympnas do Sena na garrafas de
Brdeos! .
Todas estas inveifigneoes tuo bnnqaedos para
a lustica- M o mierasoepio chega a ser mniia3
venes as suas mos uupvingador terrivel : po
exemplo quando encootra nos vestiios do a33as
siBoaimverctptirel inanctia do sangae da u
rra'" (CMliDtff)
P"
DIARIO DE PERHAMBCO
XJTUBRO OE 1890
liilreltoa de Jmportacio en
imiii(irniirnn o Sr. ministro da fazenda
'gao,que fi le ii> goveroo pro-
e o dcteu apresentou e ro
nado niandi' m coro os direitos
ipart5o:
OS) ti ver esta-
bilidade pela segaranca rea valores iateroacio-
naes, nao se podar ope-ar pnir? nos a produo
q5o de vcrdaJeiras luliistrs brasileirjs, em
vez das crea(0es epbemcra?, que temos, basca-
das em differeocas de c.unbio e :anfas.
Emquanto o governc entrar peridicamente
no mercado, para busca- oelle os meiof de satis
fazer as oo'sas necessidades no exterior, o cara
bio nao poder ebeiece- is le3 natnraes que o
regulam, e exprimir 1101 malmeo'.c ts relacoes
exactas entre a importadlo e exportaco.
Eraqoanto a especuladlo nao 11 ver ora meio
que ibe reprima os arrojes, moderando essa;usu
ra sem escrpulos, que enebe de absurdos e
sorprezas o commercio do cambio entre nos,
nao llavera regra nem experiencias capaz s de
meralisar essas relaces, e permillir o desen-
vol rmenlo racin I das grandes industrias que
a epul ocia dos nosos recursos naturaes e as
qualidades intelleciuaes da nossa populao nos
promeliem.
A esse trplice mal ve ai trazer mmedio consi
deravel a cobranza total dos direitos de impor-
tacSo em ouro.
O papel-moeda inconversivel expelle, segundo
a le de Grestiam, a moeda inetallica pois o
principio se spplica s rtlaces ente as moedas
de varios gneros, que circulara simultaneamen
te : ouro e prala. prato, a cobre, ou euro e pape!.
Ora, a essa cireulacao a9seota e nao pode dei
xar de asseotar em papel loconvertivel. Um do,
meios mais capazos de aeotralisar a tendencia
centrifuga em ouro para o exterior ser, portan
to, o pagamento dos irapostos aduaoeiros em
ouro. Esse systema constituir urna Torca com-
pensadora contra o nosso vicioso meio circulan
te, estabelecendo como jue urna contra a cor-
reate opposta dreoagem da moeda metallica
pelas liquidarles as trotas lnternaciooaes.
Se considerarmos na especulado, nem sera-
pre rigorosamente mercantil, ou antes ordina
mente deshonesto nos seas intuitos, nos seas
manejo], cojo trabalho pernicioso se occapa em
levar ao extremo os effeitos econmicos do prin
cipio, segundo o qoal os valores sobem. ou des-
cero alm, ou aquem do nivel, em que se deviam
deter pela acelo da oderia e da procura, acaba-
remos convencendo-nos de que o melhor, o mais
pratic, o mais eerto doi correctivos contra a
anuencia dessas causas oas perturbacGes do
cambio, ser o qoe hoje vos propomos, que ir
Hxar a relaco real dos valores ioternaciooaes,
maniendo constaatemenie urna forte somma de
ouro no pais.
A existencia desse cal;dal melallico, assim
retido no mercado nacional, vira a ser, nao e
um entro, um ncleo de attracco e abserpeo
para maiores quantidades de ouro, como um
tiador do cambio pela sua simples fjrca esttica,
para nos exprimirmos segundo a phrase de al
guos economistas.
Nao esquejamos a funecaj maravilhosa, que
na de necessariameote exercer como equilibra
dor antomitico das relaces commerciaes entre o
paiz e o eslraogeiro, regulando compensadora-
mente as transar.coe3, tornando Ibes segara a
liqudcao, oormalisando a vida e o mavimento
mercantil internacional. < O importador propende
naturalmente a exagerar a importafio quando
as necessidades do cambia c o pagamento dos
direitos aduaoeiroi em papel o habilitara a des-
fructar ss vantagens das litas e carregar ao con-
sumidor todo o gravara; das baixas- Ora, a
rfeonsequencia forgosa do excesso na mportaco
o escoamento da moeda met .llica para o es-
itangeiro e, como resulta lo inevitavel, adepres-
so do cambio. Mas esse .ncentivo ao abuso des
apparecer de- le que a a.'ahaeuo dos direitos de
entrada em ouro tmpoaba especulaco mer
cantil o freio do sen propro int-resse.
E' principio economno rudimentor que as re-
lacOcs da permuta, em suas diversas phases e
multplices maoiestaces, serealisaram na mes-
ma moeda, isto 6, no mesaao lypo monetario, de
principio a lira. A maca um denominador
commum de valores, um mdium de permuta e
um esludo de valor, ou regulador geral dos va-
lores. Se, pois, no curso (las lraosacC3, desde
o inicio at a liquidaco, a medida do valor mu-
da, e varia, date nisso urna perturbacio, que
acarrelara prejutzos mais ou menos graves con -
forme a natareza, vanadio e o seu grao,
as relaces da permuta internacional, ou no
intercambio das nacOes que mantera commercio
reciproco, o ouro representa a fanccSo mxima
da moeda estatao commum Todas as transaeces
da America, pois, do Brasil com a Europa c cora
as outras nacoes aeliquldam emouro. Ora, o
imposto, qoalqurr que seja a formula adoptada
para a sua detinieao. troca de sTvicas, premio
de seguro on simples conlribuico, um elemen
to no valor dos gneros, o, por consequencia, em
ultima anaivae, ha de pagar se, uto liquidar-
se, em ouro", sempre que a mercadoria rrtvier
do estraogeiro.
Enquanto nao se inventor um systema pratieo
de muela internacional, os direitos aduaoeiros
tero de saldar se em ouro, isto ao prejo do
ouro nos mercados importadores, sob pena de
perpetuar se urna ongeni de irregularidades in-
cessantes na permuto iB.ernacional e incaicola-
veis damnos para o consumidor no commercio
interno. A excentricidade de um ysiema eco-
nmico, em que as transaeces pnneipiam na
Eur pa a ouroe acabara aqu em papel, explica
de sbra as anomalas oiiis absurdas.
Esse rgimen singular crea, para os importa
dores, urna situaco nteressada na depreciacio
da fortuna publica, tornando-Ihes os tributos
tonto mais leves quanto mais baixo o cambio,
isto qoap.to mais onerado o estado e mais pre
ralicad03 os consumidores. A' medida que o
cambio declina, meno tributada vai.sendo a
importado, porque p ga o imposto em papel
depreciado, e mais tribtalo o consumo, porque
se lhe f z o calculo dos precos na raxu do va
lor do ouro. O mesmo tacto prodnz a incon-
gruencia palmar e injuttissima destes dous ef-
feitos contraditorios : redueco de oous para o
importador e por consegwote melhoria ni sna
venda ; aggravajao de encargos, isto encare-1
cimento da subsistencii, para o consumidor. De
modo que o pnmeiro Juera duas vezes : na mi
ligacSo das Uxas e na caresta dos procos, em
anaato seeuodo perde tambera duplamente:
com o augmento da sua despez3 particular e
cora a dimureicao-da rjceita nacional.
Com esta anotmalidade podera folgar os espe-
culadores da importado, os oozeneiros desse
ramo da industria mensnui, os que jogam com
o producie estrangejra no rgimen monvemen
te das eompras a ongo crdito, os consgnala
rtos da ioaijitria eurofa, nteressados nos lu-
cros c iramuoes reHtPonsabilldade dps prejui-
zos Da venda iateror. Mas o commercio im-
portador na sua gecc ralidade, esclarecido, ho-
Lne3to, pevldente, nao pode sentr-se bem u'uma
eondicJo que o poe eni antagonisrao com a mai-
aa garal do povo, qu>! a forca a exageraros prc-
cos de 80ftrea*so contra os vaivens do cambio
e que, annal, a des pe.o de todas as preveos*-s.
nao o abriga "de contntempos serios as vicissi
ludes incalculams do knprovi,to, em u rgi-
men que o enlretem n o multiplica.
Abolindo-o, "O estado nao repudia, como se
tem dito, o meio ci -caanle nacional, sanecio
nando lhe a deprtcii {So. Pelo contrario, con-
trihue, na medida c ?oaeivel, para o valonsar.
desarmando os qoe negociara esa avual-o.E
oma immoralidade ni nuir em qoe o descrdito
da moeda nacional st conver a em objecto de
exptoracao corrate : se ase descrdito so
brecarrega o cootnt unte no costo dos genero*
de consumo, nSo eeiiao consequencia rigorosa
de tal ficto ajustar as relaces entre o li ico coi
comraen io pelo mesmo valor monetario que m-
ge as tiene com a sua clientela
Acabemos de banir o erro lininceir \ que nos
traz subjugados especulado europea. K la c
a grande mestra, a mauipnfadora provecta nos
mysienos do cambio, cuja coa plexidade de ele
motos deixa sempre aberta a porto aos pretex-
tos da babil'dadi indust.iada na grandes ex
plor^c.-B.
Nao nos embarace o receio de diminuir a ex-
portocio. Esse mao agouro, j o vimos enun-
ciarle e falhar a propos.to da porcentagem de
10 % era ouro, cstabelecida pelo decreto de 10
de Maio.
Prognosiicou se que c sa medida afugentaria
immedlaiaraente a mportaco Mas os factos
desmenliram completamente o valicinio. Eis a
receita das nossas alfaolegaB nos estados, fal-
tandoawe^.as a de dous, que viriam corroborar
aindamis as nossas concluses se j Ihes co
nhecessemos completo a estatielica :
Terceiro trimestre Julho a Setembro :
Babia, em 1889, 1,960:129*99. era 1890
J386-728563.
Espirito Saoto, em 1889 69:6344818, em 1890
S9:t07#9S
Santo Caiharina, em 1889 103:338*099, em
1890 15G:i974276.
Macei, em 188) I39:81738, era 1890
231:17**163.
Para nagua, em 1889 13 J: 0033077, em 1890
150.471*893.
Acaraj, em 889 14:6691118, em 1890
27:369*420.
Bio Grande, em 1889 301:639*680, em 1890
570:461*493.
Porto Alegre, em 1889 576:771*001, em 1890
1,375:537*238. __
Maranho, em 1889 542:932*336, em 1890
338:8zo*641.
Cear, era 1889 517:023*360, em 1890
012.917*832.
l'rogaayaoa, em 1839 88:6575527, em 1890
77:295*736.
Rio-Grande do Norte, em 1889 51:817*139,
em 1890 245 347*907.
Pe-naraboco, em 1889 2,179:054*715, em 1890
2,074:101*672.
Santos, em 1889 3 837:034*718, em 1890
4,217:262*246.
Para, era 1889, 1,721:5.3*677, em 1890
2,317:401*417.
Rio de Janeiro, em 1889 14,532:615*035, em
1890 11.883:049*464.
Parabyba, em 1889 88:288*780, em 1890
67:267*922.
Total: era 1889 27,178:801*151, em 1890
27,021318*149.
A esta somma Ce 27 021:328*149 cumpre ad-
dicionar a de cerca de 5,000 cootos perieocente
sem duvida nenbuma ao trimestre de Julho a
Setembro, e que entraram por antecipago em
Junha, para evitar a cobranga em ouro aprazada
para se iniciar 00 mez immedlato. Aggregrdas
essas duas importancias, excede em cerca de
3,000 contos o terceiro trimestre de 1890 ao ter-
ceiro de 1889. Deaprezada essa parceila addi
cional, equilibra se a receita nos dous annos.
alas como, no actual, a receita do trimestre, ao
comecar, j se acbava desfalcada, pela antecipa-
go, nessa quaatia, a consequencia que essa
quanti* represento exaetomeate a vantofrom da
renda cm 1890 robre a renda em 1889. Deve-
idos concluir, portanto, que a arrecada cao do
trimestre no segando auno excedeu precisa
mente a do mesmo trimestre no primeiro nessa
difieren ca.
Prova irrefiagavel desBe fado offere:e nos a
alfandega desta capital, onde s no ultimo dia
de Juabo (u n domiogo) a receita ascendeu a
1-642:000*, e a receita total desse mez se ele
vou a 6 600:0304 contra2.800:000* no de Junbo.
iNesto alfandega, se compararmos o irimestre de
Junho a Julho em 1889 comi correspondente em
1890, acharemos fommas quasi iguaes :.......
9.569 032*827 contra 9.460:9264317. E, se, ca-
tejando, nessa estaco riscal, o terceiro irimestre
de 1890 com o terceiro de 1889, acharaos a favor
deste urna vantagem de .600:0004 por ouiro
lado, acareando os tres primeiros quarleis de
1889 cora os co relativos em !890,encoutraremoa
para este urna superioridade de 700:000*. Ac-
crescimo equi\ alent apuraremos as ootras
alfandegas, se Ihes applicarmos idntico pro
cesso. ,
Renda da alfandega do Rio de Janeiro nos
meies de Janeiro a Setembro de 1889 e de 18SO.
Mezes
1889
Total
1890
5.394:123*558
5 099:2904113
5.768:657*827
5.159.6434163
5.066:3344713
6.606:5004181
2.854:4264136
4 466:4864551
4 562:1364776
44.485:2304263 45.177 6194101
Janeiro 5.361:1194113
Fevereiro 5 285 1614356
Marco 4 579:468*193
Abril 4.881:7594172
Maio 5.3SO:3784839
Junbo 4.464:7774455
Jutbo 5 104:2554372
Agosto 4 955:497*364
Setembro 4.472:8624199
por
Podemos, porro, desprexar todas estos conai-
deraces ; porquanto, anda nao imputada au
trimestre subsequente a Junho a anlecipaco a
que alludimos, sempre se veri8ca o angmento
claro e incontestavel. De facto, os 10 % cobra
dos em metal exprimem um accrescimo, corres-
pondente ao agio do ouro, que se eleva a
1.080:8524. osqoaes, somraadosaos 17 021:3184.
perfazem28.IOl:l70*, valor em papel da renda
cobrada no trimestre de Julho a Setembro deste
anno. Ora essa addico excede do irimestre
correspondente 188) em 823:3674000.
A mportaco nao ha de diminuir, nao pode
diminuir, porque nao est oas mos dos ioteres-
ses da eapecuuco reduzir o consumo de um
paiz a quera das suas necessidades naturaes.
Quando a nossa populago avulta a olhos vistos ;
quaodo a iramigragio us afflue, trazendo-nos.
em pouco terapo, nao menos de um milbo de
imraigraotea ; quando o trabalho se opulenta
com o concurso dos elementos que a escrando
esterilisava ; quando as instituiges generosas
da llberdade republicana pn: clpiam a exercer
sobre o estrangeiro a seduecio natural dos seus
benefleios ; quando a produeco nacional aug
mente em propo.ges palpaveis, e a riqueza, o
crdito, a conuanga borbotam com urna vilali-
dade. inaudita as tiansacgocs do nosso mercado,
e osmercados europeus se nos esto franqueando
com urna inesperada avidez de syxpathias a
importago no \ie atrazar se em obediencia
ao meio, ao capricho ou a cobiga descontente de
algunsgrupos de especuladores menos iutelli-
gentes, ou menos escrupulosos. Aos cegos, aos
velhos, aoi rotineiros, aos avarentos succedero
no lugar que elies desoecuparem, as gerages
fortes novas, audazes, preparadas para fecundar
a era que se inauKura, sob auspicios io grandes.
Do acaso mag itieo desenvolvimenlo sob a
repblica nos est dando signa! inequvoco a
expanso das rendas internas, criterio seguro
da felicidade e riqueza da populago. Em todos
os estados se assigoala, mais ou menos noiavel,
esse penomeno. Mas na capital a eloque: cia
delle maravilboa. Assim, so oesta cidade, a
renda interna federal, durante os primeiros nove
m>za do anno excede em 2.508:3611112 a dos
nove mezes correspondentes no anoo paaaado.
Numero de piedras inscriptos dos exercicos
de 188* e 1890, e renda geral arrecadada nos
metes de Janeiro a Setembro do* referidos
exercicics :
i 1 1 * 0 ti 3. 0 S i > O 0 5^
M ir. . i O
1889 ' 33657 1.163 8.119:233
1890 36.418 786 10.627:596
Gomo recejar, pois, que a imporiaglo diminu,
quando tuda cresce prodigiosamente no paiz ?
\ estabilidade desta medida, que, urna vez
adoptada,raunra mais cahiri, atalaiada, como ha
do nsir, paloi grandes ioteresses do estado, do
ptoluctor, do operario, do onaumldor, aera
pelo contrario, a garanta mais forte de m
ampio desenvolvimenlo na importagao : impor
tago de ouro e de iodustriaes, aitrahidos pela
novdade plciosa de um rgimen que vem Siabi
litar a industria interior a medir as suas forcas
com a estraneeira, calculando e apparelhaado
cara segurauea os seus recursos
De envolia com esses beneficios,a proviJen;ia
que ora vos acooseihimos, ser pelos seus resal
todos immediatqs um grande prtico para as
maiores conquistas tinanceiras ; a cooverso da
nossa divida, o pagamento total dos seus juros
era ouro, a circulaga metlica, naturalmente
preparada pela estabilidade de nra ampio depo
sito de ooro no seto do paiz. A cooverso da
0033a divida interna era ttulos de juro inferior
urna das reformas, que, adoptado este acto,
priueiro se irapor aos cuidados da administra-
go republicana, se esta roat-.nuar a velar pelos
crditos do estado e pelos iniere ses da nago.
Nos estabeleceraos os juros da divida publi-
ca emouro, dizia, ha 20 annos, no senado ame-
ricaoo, um dos seus mais celebres financeiros,
e a cobranca da renda em ouro para evitar os
extremos excessos do papel moeda incunversirrl.
Oesejavamos assentor o edificio inteiro das nos-
sas linangas soare o alicerce da moeda metlica,
e ter continuamente era mira como ultimo termo
da nossa poltica a volts aos pagamentos em es-
pecie. Estou certo de que, se nao fosse essa
disposigo no acto legislativo de 23 de Fevereiro
de 1862, tolo o nosso systema tioanceiro teria
naufragado em 1864. Nao havia ontra rasa,
para o ancorar trra, a oo ser a arreeadacSo
don dreHosemouro e o pagamento dos, juros das
nossaa a plices em ouro.
Sa 03 juros das G03sas apoiices nao se saiu-
lizeascm era ouro daranta a guerra, de crer
que, na terrivel depreclago de 1864, o nos3o
papel moeda fosse varrido e o pavo repudiasse o
meio circulante legal. Foi tal a depreciago, que
eram oecessario 4 186 do nosso papel moeda
para comprar 4 100 em ouro. A simples ebranga
dos direitos de importagao em ouro e o paga
memo dos juros da divida federal na mesma es
pecie bastaram, pois, pan preservar da ruina a
nessa circulago fiduciaria. Nao f a isso eo
balo do papel moeda teria arrebatado, coco
rebentou sob nossos aotepassadoj, na guerra da
independencia, como rebentou na revolugo fran-
cesa, como rebentou na Confederago da Sal.
onde veio a acabar pela completa destruico do
crdito publico, que all9 ebegara a sobrepujar
o nosso no mercado Dritonnico. (Shebman : Se-
lected tpeechet and reporte on F-niee and Taxi
tion, p. 141 2).
Por nao aproveilarraos a ligao dos Estados
Unidos ? llavera exemplo mais eloqaenle, affi
nrdades mais claras, applicagao mus adequada ?
Nao nos acharaos na situaco da Repblica
A'geotioa. Nao ha em nossas tlnaotas elemento
nenhum qne nos arraste a criseB semelhantes. A
nossa circulago liduciaria anda,e ser, mes
mo depois de effc:tuada toda aeraiss) do; nos
sos bancos, muito inferior s exigencias da nossa
populago, por mais modcamen'e que as avalie-
mo3. Augmentamos a nossa receita, extioguiodo
o contrabando na fronteira e imprimindo maior
severidade ao servico da arrecadago Salvamos
ao ibesoaro umi despeza de 10 000:0004000, ja
consignados pelo socialismo de estado do irape
rio aos bancos protegidos, sob o rotulo de-au
xilios lavoura. Nao conhecemos as especula-
g ?s fabulosas sobre o valor da trra, arlificui-
menle exagerado, que arruina-ara as oacra^M
hypothecarus no seio dos noi3os ruinaa. O
mecanismo administrativo que preside eatts-
ses eolre nos, nao permitte os abasos da cjajaa-
destinidadc, uue introduziran na cireohga v-
teos, emflra, os bancos de estido, a cajo na
peito o Sr. I.eroy Beaulieu. en arando afora I
qustj pela sua face real, dizia ha pooo ; 0
que levou a Republici Arg-ntraa aos crasis
apuros, qoe anda nuo ousa encarar face a ftc*.
sao os bancos d; estado, isto bancos ~~
entram corao accionistas as provincias e o 1
que s administrara por erapn-gados aa
vivera submeitidos a tola 3> ieltoencia l
nativas e na j obed; :era a Ireio de especie neetft>
raa. 1L'F'conomUte Franca, 9 de Agosten*
1890, pa,'. 162).
Mis aqulles, caja paixo politiza prcteod*
asscmelhar a nossa sitaaco dos aos:oa liaji-
nhoi, nao pjJero contestar a excellencia dott-
rae lio e a aaloridade do medico, se appellar
era favor do nosso projecto, para a hcaa
eeoooraista, invcalo, anda ba al^a >s
corao o orculo da sciencia Hnaoceira, coala as
priraeires actos da nossa administrago. QM-
au'.tado, em Abril deste anoo, sobre a crio ar-
gentina, responden o Sr. Beauleu :
Creio ser iodispensavel tornir o trato ir
alfandega pagateis total ou parcialmente em mu .
Yertamente quera rejebe a mercadoria, isto 4, a
Repblica Argentina, que tem de pagar os f %
tos da entrega; mis ma ka ou/; remti*. $
assim hatera imheiro metlico, que tato !\t
falta, e se limitara1) as importacet, obttmi-1
aceitarte o equilibrio do cimbu) internacional,
Nao se trata portanto d; ama medida de favor
a certa classe. de una reforma protecciocista,
mas de ama reforma de moralisaco econoeact
e protecgo geral a todos os ioteresses do pal X,
i ; le os do operario at os do (besoero, de
ura acto da mais alto prevideacia em segor-aca
do nosso futuro.
PARTE OFFICIAL
C-ovcrno do Estado de Pernambuco
5.a secco.Palacio do Governo do Estado de Per-
nambuco, em 15 de Outubro de 1893
O Desembargador Bario de Lacena, Governador do
Estado :
Julgando conveniente qne a fundacao de Usinas,
com capital do Estado fornecido aos proprietarios agr-
colas, para o fabrico de assucar de canna e productos
congenores> ou o auxilio concedido s existentes, se rea-
Use com as garantas desejaveis e de modo mais econ-
mico que pnssivel no interesse de uns e de outros : o
que s se poder conseguir promovendo o Estado de
maneira diversa e mais efficaz, mediante o emprestimo
que faz, a fundacao o a o deaenvolvimento de semelhantes
empresas, quer pelo crdito de que gosa, quer pelo nu-
mero de Usinas que pode fazer construir, e finalmente
porque sttpprime ou diminue a favor do proprietario agri
cohr ofitr.*'eaultaiites da intervengo de intermediarios,
juros ezcessivoB de capitacs levantados, e outras despezas,
que exige o estabelecimento de Usinas :
Considerando assinq que merece ser revista e alterada
a legislacSo do Estado sobre o assumpto ; e usando das
attribuijSes que lhe confere o decreto do governo provi-
sorio n. 7, de 20 de Novembro de 1889, resolve publicar
o segainte
Decreto :
Art. 1. O Governo do Estado promover a funda-
cao de pequeas Usinas e o deaenvolvimento de emprezas
deste genero j existentes a favor exclusivamente de
proprietarios agrcolas na fx>rma determinada pelo presente
decreto.
Art. 2 Um ou mais propretarioa, legalcente asso-
ciados, de engenhoa ou terrenos situados em qualquer
zona apropri ida cultura de canna e com extensao sufi-
ciente para que o fornecimento corresponda capacidade
dos apparelhos da fabrica poderSo contractar urna Usina :
nico. Nenhuma Usina ser ^concedida quando a
aua visinhao9a com outras, subvencionadas ou nlo, que
existirem ou tiverem de aer levantadas por coDcesses j
fetas, poder comprometter o futuro da aova empresa pela
falta ou escaasez do fornecimento de canna.
Art. 3. O proponente ser ebrigado a provar que
senhor e poasudor dos terrenos destinados cultura da
canna e ao estabelecimento da Usina, que seus terrenos
eat&o demarcados ou tm lmites fixados por accordo dos
ntereasados e seus confinantes, e que, livres e deaem-
barajados de todos os onns, podem ser hypothecados ao
Estado como primeiro credor, sem concurso com qualquer
outro na prioridade da hypotheca.
Igualmente exhibir a prova de que as anas trras
tm a extenaio exigida noa termos do artigo antece-
dente.
Na mesma occasiJo apresentar a planta da sua pro-
priedade, ao menos na parte relativa ao local onde deve
ser assentada a Usina, oemprehendeodo as obras a fazer
e os edificios exiatentes, que possam ser aproveiUdos
para a fabrica o suas dependencias, assim como a exten-
sao das viaa frreas construir, ou que por ventura j
exista na propriedade e os planoa de todas as obras com
o orcamento da despeza provavel, inclusive o casto do
material. TT .
Art. 4. Resolvida a ccncesaSo da Usina, ao proprie-
tario agrcola, incumbe fazer por si meamo a acquiaiclo
do reanotivo material e construir a fabrica, on requerer
que o overnador do Eatado promoya mediante empresa
difirante a execuco d'aquelles servicos.
Neste ultimo caso o Governo abrir coucurrencia
neata praca ou as estrangeiras para obter o fornecimento
dos apparelhos mais modernos c aperfeijoados para fa-
brico deasaucar e de alcool de canna, sua mont*gem_ou
colloeaclo, cenatrucjlo da fabrica e suas dependencias,
inclusive diatillaslo, vas farreas, material fixo e rodante
ou fluctuante.
Os concurrentea faro aoompanhar subb pre postas
de planoa, deaenhos e deacripjSo da fabrica e apparelhos,
systema ou methodo das operacoes dofabnco, assim como
orcamento das obras e costo dos machinumos, utensis,
iestrumentos e quaesquer materaes necessanos para que
o estabelecimento com auas dependencias poasa func-
cionsr.
Art. 5." Apresentedas e abertaa as propoatas, os
proprietarios agrcolas aerao convidadoa para dentro do
prazo de des cas declarar qual a que preferem dentre as
apreBentadas. .
Declarada a preferencia pelo prcpi lotario esse cele-
brar o contraoto oom o concurrente respectivo.
Neate contraoto ie eatipular :
I A sua completa execujao dentro do praao mar-
cado, a perfeicfto e aodez quer das obras, quer dos ma-
chinismos, o maior praao posaivel de garant* da boa
execuclo das f.bras e regular funeconamento da fabrica.
II A obrigacao do contractante de fornecer o peasoai
tecbnico que for necessaro para fazer trabalhar a Usina
durante toda a prime ira safra.
A Usina ter cepacidade para prodoair diariamente-
cem si cees de assucar de setenta e cinco klogrammaa
cada um, e quatro pipas de alcool de qaatro centos a
oitenta litros cada urna.
A capacidade da fabrica deve aer tal que posa*,
compoitar o augmento necessaro para prodnzir maia
50 [0 diariamente.
Em todo caso a moagem poder ser feita daraata
cento e vinte das.
Art. 6." Effectuado o contracto do proprietario com
o concurrente cuja proposta tiver sido preterida o Estado
abrir nm crdito a favor d'aquelle at a importancia da
2O0:00O)>000 em apolices ao par, de juro nao excedente
de 7 [0 ao anno.
Este crdito ser garantido pela hypotheca das trra*
do proprietario agrcola pela forma e oas toodicSes de-
claradas por este decreto.
nico Construida a fabrica, ser esta tambera bv
pothecada, e sem se achar effeetuada e inscripta esta
nova hypotheca, nSo ser paga a terceira prestaclo d*
qne trata o artigo seguinte.
Art. 7. O Estado pagar em tres presta.oes cona
suas apolices, as condigSes sobreditss, a importancia
das obras e material, descontando 10 [ que s seria
entregues, depois que a Usina tiver tirado a primeira
safra.
A primeira preatacao ser paga < uando o proprieta*
rio agrcola, ou o contractante, conforme os casos pre
vistos no art. 4 exhibir d cumento que prove achar sa
encommendado todo material destinado a Usina, devendo
o dito documento ter sido authentcado com a asaigua-
tnra do Consol Brazileiro oa Agente Consalar ou Fiscal
do Brazil no logar da fabrica.
A segunda preatacao ser paga quando todo o ma-
terial se achar no local destinado ao levantamento da
Usina; e a terceira quando esta se achr concluida a
capaz de funecioaar com todas as saas dependencias a
accessorios, depois de feita a primeira experiencia.
Art. 8. A amor:isa$ao das apolices ser feita por
sorteio, o mnimo, a razio de 5 "/ annualmente, e ce
mecar logo que a Usina houver tirado dnas safras.
Desde, porm, que a empresa der dividendo superior
a 12 % o excesso ser todo applicado amortisaco da*
apolices.
A importancia dos jaros des apolices ser recolhida
15 das antes da epocha marcada em cada semettre para
esse fim, o que ser fixado no contracto.
Essas juros comecarSi a correr desde o semestre esa
que as apolices forem emittidaa e porporcSo em que a
forem.
Se durante doua aunos deixarem de ser pagos oa
juros, ou, na epocha risada neste artigo, a quota da amor-
tisio, um e outro debito comecarao a vencer o juro da
mora na rasSo de 1 /0 ao mez.
N'este caso o Estado administrativamente se pagar
pelas rendas da Usina, collocando n'ella um admnistra*
dor, para o que ser estipulado no respectivo contracto a
antichrese sobre a mesma Usina e as respectivas trra*.
Art. 9.a O proprietario agrcola com seos associadoa,
rendeiros ou eatranhos, ie es tiver, como fornecedoKt
de canna, regular o pre$o do fornecimento Usina, re>
dusndo seos ajustes a escripto, nos termos de direito %
os sujeitar approvacSo do Governo do Estado, aua,
poder modifica! os emquanto nao estiver amortizado a
capital mutuado. *
Art 10. O proprietario agrcola e seas assootadM
concessionarios, quanto exp'oracao induairial da Uaiea,
tiradas as despezas do custeio, do cerviep dos joros a
amorti8a$ao c de 10 / para renovagao do material, re-
serva rao o saldo para ter o fim declarado no artigo sjs>
guinte, se for caso disto.
Art. 11. Quando um ou mais proprietarics agrcolas
tiverem suas trras hypothecadas terceiro, o Estado s4
contractar a fundacao da Usina, se esse trrceiro abrir
mao da mesma hypotheci para ficr o Estado como pri.
meiro credor e elfe pomo segundo.
N'este caso o segundo credor hypothec^rio de todos
ou de qualqffer dos concessionarios, ir recbenlo esa
conta de 6eu crdito o Buido da renda da Usina, que deve
tocar na partilha dos lucros ao devedor ou devedorea
hypotuecantes na forma declarada do artigo antecedente.
Fica entendido que, emquanto nao for ntegr*:mente
embolsado o segundo credor, o seu devedor nao sera
obrigado quota do amortieacao das apolices 1 apeno* ft
5 V embora o dividendo que lhe couber na paittlha das
lucros seja superior a 12 /0.
Art 12. Os proprietarios ag:icolas, por si ou pe.
a6s idneas, examinarao a qualidade de todo materas
fornecido ou emp egado pe'oa respectivos cantracUi-tta;
fisoaliaaro a execu9o de todas as obras, a moni
I



*-
I


Diari
le Peroamhneo Sabbado lo de Outubro
1890


daa machina e todo o servidos relativos ao levantamento
da Usina, usa dependencias; sasstirlo s expeneoc is
do sea funccionameato, especialmente na tiragem (la
primeira safra; e representarlo ao Governo do Estada
sobre qualquer inrraoeso do contracto.
Art. 13. O Govrerno do Estado, sobre representacli,
ou a requerimeato do interesando, mandar Tarificar por
pessa idnea, a procedencia ou procedencia da infracjlto
como o caso exigir.
Aa deapesas desea verificacao oorrerlo por conta do
contractante se a reclamaclo for julgada procedente, e
por conta do proprietario agrcola, no caso contrario.
Art. 14. O Estado poder conceder s uainas exin
tentes, ainda nlo auxiliadas por elle, meama garanta
que d para a fundaclo das novas, e as que j o tiverein
sido, somente metade dessa quantia, urna vea que os ron-
pectivee proprietarios agrieolaa preencham toda aa coti-
dicoee exigida no preente decreto, que lhe poderem
ser applioadse. >
eate caso, effactuada e inscripta a hypotheca cu
cedida ao Estado a do teroeiro credor, o Tbeaouro entren
jfsftaj ha a importancia do auxilio concedido em pli-
ce ao por.
| nice. Quando se acharem hypothecadaa as tem.s
das usinas existentes, e de que traca este artigo, o Ge -
erno poder acceiur como garanta do em prest mo :
IA hypotheca do excesso de valor real do*, bec s
hypathecados ao primeiro credor, contanto que ao menos
metade da importancia do empreatimo sja garantida coin
a eauclo de apolicea federaos ou deste Estado e bein
sjuim de letras hypothecariaa de bancos de crdito real,
ea accSflS de companhias, quando aa letras ou aceces te
acharem pelo me us ae par.
IJQuando nlo puder ter lugar a hypotheca, de que
tracu o numero anterior, somente os ttulos n'elle nitr*
rdos como canelo de todo empreatimo
Art. 15. No casos do artigo antee-dente, logo que
m ictru ou sccosa deroerem baixo do par, o mutuario,
dentro do preso que lhe for marcado, ser obrigsc'o a
retorcer a canelo, sob pena, do nlo reeeber aa psswtanli
devidaa, e j tendo ae recebado, de ser applieade anoaaU
mente ao reforco da mesma eauclo -o beneficio, qne lhe
tocar na part I ha dea lucro*
Art. 16. T dos os oonoassioBorios de usinas ou de
auxilios a existentes, especialmente para oa fina deca
rados nos arta. 8.* 10 e 11, serlo obrigado a ter ama
escripturieao era forma coramercial faite por guarda
livros, que p >der ser examinada por ordena do G .verno
do Estado, devendo ser em todo caso publicado annual
mente o balance da reoeita e desposa da Empresa.
Art. 17. Nenhnm proprietario agrcola em tempo
algum poder vender anas 'trras em parte oa no todo
sem que previamente as offereca sos eu asociados, que
terlo direito de preferencia tanto por tanto, como com-
pradorea, sob pena de ficar obrigado ao eu asociados
pela indemnissclo dos prejuisos, que resultarem da in-
fracclo do presente artigo
Art. 18. O mesmo proprietario, porm, poder tran>
sferir a concesaio oa parte que n'ella tiver:
IEmquanto nlo cstiver amortisado o empreatimo,
precedendo autor sacio do Governo.
UDepoi de amortisado o mesmo empreatimo,
precedendo o devido accordo com os seas associados, e
na falta deste se o facto da transferencia nlo violar algu
ma clausula do contracto entre elles existente.
Art. 19. O Governo, no reculamente que julgar
conveniente expedir para execuclo deste decreto, com-
minar multas at um cont de ris e sugeitsr s res-
pectivas diapoajeoea as usinas actuaos e futuras auxilia
das pelo Estado, tendo em vista os contractos existentes.
Art. 20. Ficsm revogadas as leis ns. 1860, de 11
de Agosto de 1*85, 1971 e 1972 de 22 de Marco de
1889, reglamentos e todas a diapoaicSes ojj contrario,
salvos os direitos adquiridos.
O secretario do Governo faca publicar o presente
decreto, expedindo a orden e commaaicacoes neces-
aarias.
BarSo de Lucena.
DESPACHOS DO DA 15 DE OUTBBO DE
1890
Ja lio Soares de Aie vedo -lo forme o cooselbei-
TO provedor da Saeta Casa de Misericordia do
Recite.
16 -
Boeventnra los do SacramenloPelo Minis-
terio- da Marnba, segundo consta de aviso n-
3071 de 9 do crreme, fot d< clarado que nao
pode ser Hendido o requenmento em que o pe-
Ao recober-se a noticia, que veio publicada
no Diario de 7 do co rente, congregaran ae io
doa desu villa, e Hieram ama paaseata cvica,
acom peonada da banda de msica que aqoi te
moa; feoderam ao a- mmeasas girndolas de fo
goetes, minios vivan te levaniaram ao Exnx go-
vemador Bario de Lucena. Percorr-ram as raa
todas, se visita am e por tira dispersou se a reu-
nilo oa melhor ordem.
Reala ver moa a instailacio da com a re i, e que
nos venbam presta r magistrados proboa e io
ticioaario reqoer orna peosio visto nlo constar ^1^^^ e qae en) tnao procedam com impar-
de sees aeseotamentos acto algum de bravura ciallja(le ju*tica
qae e torne merecedor deesa recompensa. | De M|UBrldade viunoa melhor do qoe podia-
Camillo Llns do Amaral Araglo,Informe o m08egperar. So aleaos casos de febre de quao
inspector do Ttiesouro do Estado. do em ves apparecem. e das varilas de que nos
Fielden hrotberaInforme o inspector ao tCnaal08 Biuados. pas que grassam naa cidade
Thesoaro do E-'ado de Palinareae Garanhuua.alem do continuo conta
amesmo.-Informe o inspector do Tbesoaro cl0 d0 trem nMt |t) graCiJ a providencia e ae
do laudo...... ____ .,______I glorioso marljr S. Sebastio anda nao tomos
aucados.
Francisco Jos de Moraes Silva.Iaforme o
Sr. inspector do Tbesouro do Patado.
Bacharel Gaspar Cavalcante de Albuquerque
Ucbi.-Sim.
Major Jdo Silveira Carneiro da Cunba.
Dse.
Jos Correia de Alpoim.lodefendo.
Jlo Pereira da Silva Monteiro, Francisco Lo-
Se Ferreira Sobriobo e Joaqoim Jos Valeotim
e Almeida.Informe o engenbeiro director da
Estrada de Perro Sal de Pernambo -o.
Major Jos Faustino Mannho Falcao.-Preju-
dicado.
Jos Ignacio da Silva.Informe o Dr. chefe de
polica.
Joao de Aqoino Fonseca.Informe o en?e-
nheiro riscal da Companhia Recito Drainage.
Jos da Silva.Informe o general de brigada
commandante das armas.
Lnn de Hollanda Cavalcante.Prejudicado.
Manoel do Nascimeoto Almeida.Prejudicado.
Bacbarei Tnoma Caldas Lio Sha.
Jos Pereira da Suva.Deferido com oflkio
desla data ao gerente da Companhia Peruam
bucana,
Caetano Alberto de Castro Na amento eAndr
Mara Pinbetro Neata data sui ito a delibera-
cao do Ministerio da Agricultura a pelicao dos
supplicates conveotoolomi'. informada.
Secretaria do governo > Estado de Per-
nambuco, 17 de Outnbro de 1890.
O porteire,
//. M. da Silva.
Tendo o IIlustre governador de Estado mas
dado para a Intendencia lympba vacciniea da by-
giene, para ser inoculada nos povs deata villa,
a popolaoio mal luiendidamente recusou-se
ser vacciaada, em razio de se acbar aaaombra
da com o qae hara snccedido no Lagio, po-
voado deste termo, que tendo sido vacunado
com ma vaccina, viada desaa capital, fot por
tal modo atacado de varilas qae arrasou-se
quaai iodo o pessoal dal.
De polica vamos tamben mal! 0 delegado,
qae o commiadaate do destacamento, vae se
contiteindo o aasomoro dos borneas piciacos,
pois qae, sem geno pera policiar,no ligando dua_-
idaa, levado por sugesides pernicioaas, alm
de violento qae las prender a quem nao de
ve, mandando recoler ao tronco, e obnga aos
traoseuoiea, depoi de presos, a acceitar am
esta, oneraado os 11
Fas exeursOes pelos sitios e suburbios, cer-
cando aa casas, e tomando as armas defesas doa
pacficos cidadaoa, espingardas de cacas e la
coes permiuio por le; e nada escapa a faina
de tal ao oridade I
Com este modo de preceder vai se aaiqui ando
o commercio, pois que ja nao ba quem queira
por esta villa pas*ar, e todos procoram desvos,
para nao au&rerera taes violencias.
Anda sabbado fea prender na fera tres cida
daos livres de Crimea, sendo ara delles porque
ceneersva condocia de outro !
B' iecrivel I
Disem todos que o delegado asaim procede,
para proteger o sea escrivo Daca, e dar o
qae ganbar ao mesmo, fazendo que aa victi-
ma de aua prepotencia policial dm justitica-
coes de coaducta e acceitem guias, orcados!
A' Intendencia que visa o lUlereses dos seus
municipea, observando qae a fera vae dimi-
nuindo consideravelmente, em consequeocia doa
desvarios do actual delegado, representoa ao
Eacerrou-ae hoje s 3* sesso do jury
deste termo, reunida no dia 1 do corren-
te, e na qual foram julgados 11 camino
sos, sendo 8 por crime de homicidio, 2
por ferimentos e 1 por tentativa de homi-
cidio, sende absolvidoa todos por unanim
dade de votos.
A secca coat aa a faser estragos, e es.
tamos cortos de que se nlo bouver algu-
nas providencia, tndo se liquidar; poia
como j n ticie em minha ultmacarte, oa
legumea plantados, o foram em to pequea
eacala, que antea do tempo da colheita,
j eatsrlo consumidos. A criaclo pouco
ou nada tsm influido, e por sos ves sor-
ber consideravelmente.
A ordem publica tem estado inalterada,
e graos a ciroumspecclo das autoridades
tanto iudiciariaa como policiaes, vamos
gasa ido de rateira pas.
Basta por agora.
Repartlco da Palela
2. scelo.H. 236Secretaria da Po-
licia do Esudo de Pernambuco, 17 de
Cidadao ^ve^-paJrt,"P^V048q"CJ^ I guveroador do Estado contra nm tai estado de
recolbidos bontem Casa de ******$* i Soasas, e aguarda as providencias,
dnos de nomes Antonio Joao Pereira. Eloy Alvea, D|sU; 8ab^n0 0 j,^,, enureceu se con
da Silva Hj'aruno da Silva **>J**.* ira o prndente da lnteudencia, mslunoo-o Da
es da Silva I .f Bernardode^ Sant Anna.Lnu i rnafl Dlicas de8U viua ameacando o, e tem
Antonio d* a uujo qn Leis Antonio laiaas'e arrojo de ir a casa do mesmo p esiden
Azevedo, Manoel Sendo, Maru das Dores da loteQUQCia provecil-o, e exigir qoe lhe
Conceicio e Patricio Jos de Saot Anoa. '
Fallecen hontem repentinamente no povoa-
do de Bebenbe o individuo de noroe Luis Mo-
reira de Andrade. verificando os mdicos qae
visto iaram o cadver, ter sido a morte proveni-
ente de urna lesas cardiaca.
No dia 14 do correrte, as 7 boras da manba
e no termo de Quipapa. travaram lucia entre si
es individuos Raque Goncalves da Silva e Ma-
noel Severioo de Lyra, daqail resultan sabir
aqoelle ferido gravemente, sendo o offeosor preso
em flagrante. _
A Ul rpeppito procedeu-se oa forma da le.
Pelo Dr. delegado do 2. disiricto desla ca-
Siial foi remtido ao Dr juiz de iiretn do 4."
istricto criminal o inqoerite policial afloe pro-
ceden contra Ricardo D.on:sio de Almeida por
crime de dtflorameolo.
F-Tiun reuf Uidas a esto reparticio 61 facas
de ponto e t punnal. armis essas apprebend das
pelo delegado do termo de Agua Prea a diversos
ie8ordeiro8.
Sade e frst>rnidsdeAo cidadao des
embargsdor Bario de Lacena, muito digno
governador do Estado de Pernambaco. -
O ch-fe de polica, Antonio de Olitida
Almeida Cavalcante.
Rf cebedoria do Estado de Ferausa
Mae*
DEsracHos do da 16 dk ootdbbo
db 1890
Manoel Marques de Oliveira.Deferido de ac
cordo com as mformagOes.
Loiz Moreira da Silva.Sim.
Joaqun Pereira Duarte.A' i. Secfio para
es fina devidos.
JoSo Luis de PaulaCertifique se.
17 -
Poblman A C. e Silva Maia A CA l. BeceSo
pa ra oa nos devido.
II rrooKt-nes A C.,e Agrieto Rodolpbo de
Araujo Lins.Informe a i' seccio.
IaMpprloria eral da lastraecao Pn
lailea da Estado de Perasaaataeo
DK8PACH08 DO JlA 17 DE OCTOBSO DB
189'J
Eulalia de Lima Nones Silva.Compra se e
registre se o pri tente titulo.
MHlttfOM.W.A&
CANHOTINHO, 13 de Outubro de 1890
K' u mxima imp iruncia a naticia que Ibes
yon dar, oks oicorrencias desta huahda.ie que
sao devtm Bear no owido, ja que Canhotioo
pasnai.du por urna nova phate d_- progresso, gua-
Bia xe a oouaa uitasdeeie E-lado.
Com a maior f atii-fauao ro retenido por lodos
S catiboteotes a noticia, de que pordecreto d
jilos tre governador deste Esudo, o Em. Bario
de Luceoa, de a do ccrrenie mes fui, elevado a
aomana ente termo.
D< f. cu, o Ex n governadosfes juatica aos ba
hitaiites deste termo, e aogmtoiou, por assim
iser, o progresso desta locadade.
entregaase urna carura bomeopatbica que o go
verno bavia mandado para medicar aos accotn
mettidos de febres, etc.
O presidente da Intendencia repellio enrgi-
camente a aggessao Oo delegado, e recoson-se
a entregar a carleira, allegando qae eslava em
poder de orna corsoracto mais compeiente do
qoe elle delegado.
Sabio, p ns, u delegado desmoraliaado, tendo
boras antes, quando parti para a casa do lateo
dente, dito: Quem qaizer ver um cabra se des-
grsef venb% ver. Todos tsSBCavasl om desaa
ir ; e eis que voliou o bomem sem neobum re-
sollado de sua deiva rada tentativa e entao subi
a deamoralisagao a um ponto tal qoe elle desa-
puntado, passoa toda noi.e incommodado, e disse
boirore8 contra o presidente da intendencia e
ootros mnitos.
No da segaiate. hontem, deixando o (".om-
inando de destacamento, parti no trem para o
Recito, leudo protestado voltar, e qoe enta to-
mara ama vioganes completa dos laroet qoe o
Cansara vam.
Ao illostre governador do Estado cabe provi-
denciar, bem como ao Dr. chefe de polica, para
que se restabeleca a pas e a traoqaillidade des
u villa, por lodos almejala. 0 delegado nao
pode continuar ea face da posico em que pro
csrou se collocar.
No aaboado faileceu neata vlla Ceciliano
Jos tfarques de na ataque violento oo soracao.
Era um oom pai de familia, por todos esti-
mado. Viva de soa licita proli-sio de alfaiate.
e deixou moiber e Albos, legando Ihes um no
LWUSTBI4S Kim
A invencao do arithmograpbo foi devida i um
portogoez.
toso tiroa limpo o Sr. L. Cardse Betteo-
coort em commomcacao dirigida a H. Carville,
da qual coneodeuie, qoe o primeiro inventor
dos anlbmoaraphos foi o sabio portoguez Jacob
Rodrigues Pereira, qoe desde melados do secnlo
passado apresentou a Academia de Scieacias de
Pars sen novo apparelbo.
Poio meaaao sabio quem primeiro eoaioon em
Franca aos sordo i-mudos pelo meihodo da Un
euagem articulada, qoe boje reoasce e gaoba
terreno, dando prova irrecasaveis de sua supe
nondade aoore os metbodos antigos.
Justo poto, qae se guarde a memoria d'esU-
homem losirado, qae fui em sen tempo apre
ciado por trabalbos de grande valor e merecea o
diploma de membro da Sociedade Rea* de Loa
dres e ser peusiomsu do re de Franca.
me honrado, oa maior pobreza,
ma.
At outro vez.
Paz a soa al
AGUAS BELLAS 9 de Outubro de
1893.
Incommodoe de asude privaram me de
noticiar em tempo o resultado da eleiclo,
mas como esta corren regularmente sem
neo huma slteracae da ordem publica, ob
tendo cada um dos candidatos efficaes
b'l votos, nlo mereoere inoorrer n'uma
censura por aemelbante fa ta.
Acha se iniciado neata villa um partido
catholico sob s oireoolo do respectivo pa-
rocho, do tenente coronel Victorino da
R>chrt, scu tilbo IOalino Rocha e genro
Jol> Lucrsiio Pereira da Silva.
Nao s >mos diqu.,-lles, que deaconhecem
a sublimidade da religico oatholica, em
jue fomo educado} e educamos nosaoa n-
Ihoa; ma nem por iss > deixamo de re-
conhecer que a furmaclu dease partido, e
ama sem relo e at mesmo um perigo,
porque ba de neceairiamente, como con-
sequeocia, produsir s desnarmonia entre
os eatholicos, muito dos quaes oa a maio
ra delles, fiis so seus principio poltico
e por ama coherencia muito natural nlo
quero lo adherir a am novo pe tido po
litiio, Bornate pola denominsclo dease
partido ; o d'abi a discordia no seio da fa-
milia catbolica.
A California tem se constituido um dos cen
tros mais importantes em todj o globo da pro
doces i de froctas, entre as quaes a pera, o pece-
go, o ligo e a ova.
Desta cuitivam tres especies: urna para vini
Qcacto, ootra para preparo de passas e outra
para a mesa, sen lo esta ultima mui e.-timada e
conbecida pela deoomioacjto volgar de Tocay.
Do ligo cal a vara com resoluto mal remane
rad ,t o branco Adritico, notovel pala abundan
ca da eolbeitas, oso baveodo sido poeaivel at
agora acclimar all o Bgo de Smyrna e oatras
boas especies.
Por muito tempo a ezportacao de frutas con
servadas fez-se em latas, mediante o systema de
evaporaao, mas desde 1887, nlo podeado as
fabricas saiisfazer o trabalno determinado pelo
extraordinario augmento da prodcelo, teotou
se fazer seccar aa froctas pela acelo dos raioa
do sol, operacao qne nao teas dado resoltados
completa ueoie sauafactorios.
Preoccupados de abrir mercados para eacoa
ment doa productos, tm os cultivadores crea-
do depsitos na mor parte das cidades da Umao
ale o Atlntico e, para attranir encommeodas,
organisaram urna exposica rodante constituida
por am vagao que, cootendo bellas amostras da
cultura, percorre diverso Balados debaixo da
denomioacio de Calfomia sobre rodas.
O cuateio desla expoaicao origiaal corre em
partes iguaes p-tr coala da junta coramercial da
California e pela companbu estrada de ferro do
Pacifico Meridional.
A colbeita de asencar na ilba de Cana de
663,iJ3 tooeiadas, am augmento de 101,940 to
oeladaa, ou 24,700 sobre a da eatacao passada.
Sobre a vida do vinbos o Cosmos, de Agosto
ultimo, eacreveu aa seguales observscoe;
Todos os vi-.bos sao lquidos organisadoa e
vivos qne tm a soa infancia, mocidade, virili-
dade, velbice e decrepitode.
Vegetara incesantemente e o curso da ana
existencia circnmacripio a certa quandade de
trabaibo cujo derradelro tormo a redueco das
suaa parles em agua, cidos, saes. Analmente
em elementos mineraes.
CbeRadoa a este ponto, os vinbos nao existem ;
esli morios.
A vi o a do vioho comeca pela fermentago
appareote e coniioi pela fermenucao Intente :
o assucar e o alcooi sao oa doos principios da
sua vida, os elementos da sos duraco e coBser-
vacSo.
0 aasucar, transforman lo se. nutre o vioho ;
o alcool conserva o A medida qae elle se forma.
Todas as outras substancias coudas ao vinbo,
em vez de loe serem otis, alo lhe prejudiciaea :
sao ellas, sobretodo, a materia corante, qoe com
o andar do tempo decompde o assucar e o alcool,
que eram os dous elementos da tua conserva
cao.
Tem a vida dos vinbos, pois, doracao mais
oo meuos tonga e variavel, segando o estado da
colbeita di vindi na e segando a temperatura e
a Iu do local onde alo guardados em pipas on
garrafas.
Yrabo fabricado em boas condicoes, ser botu
para ser bebida entre dous a quatro annos de
bail e eotre iU a 20 anuos quando posto oppor
tuuamente em garrafa.
Decorridos estes prazos, salvo alenmas exce
pcoes como o vinbo de Brdeos (o Cosmos re-
vi.ta francesa em vez de melborar vo o vi-
nhos perdendo soaa qoalidades.
Grave erro, portaato_ c sjppor qae o vinho
tanto melhor quanto mais velno.
*
Dizem alguna jora es qae em Nice, o Sr. Pai-
ne, ex lenle da marina amencaaa, actual
mente membro da sociedade Hoicsusa de Pars,
experimeotoo oa enaeada de Ville Franche nm
novo torpedo de sua invencao, dando as expe
nen-ias oa melbores rebultados.
A perfeico do torpedo Paine tal. diiem esses
joroaes, que o mar, apezar de muito agitado, nao
contra ion neDhaua das experiencias.
REVISTA DIARIA
Baaqaete poltico -Realiaa se boje^ no.
saleo d espectculos do rneatro Saola Isabel;
adreds accommo tad j e decorado, o grande ban-
quete politico que oa amigos e admiradores do
tionrado governador do Sitado iba oifereceiu em
demonstracao do alto aorecj e sabida coaaide
raco em que leem a aua pessoa e os notovel*
servicoa prestados Pernamoaeo oo seu focan
do e patritico governo.
A me8a do baaqaete, sabdividindo se pjr
aec0es, oecupa todo o vasto salao, sendo aervi
da para qaatroceotos talheres.
Todo o recinto do salao est decorado expen
didamoate com floras, fcatdes, escudos, bsadei-
ras e colchas. Sera illomioado por tres focos
de luz elctrica, grande profusao de bicos de
gaz e 500 copinhoa veneziaoos.
Durante o featim, tocarlo tres bandas d m-
sica, estando ama dellas postada no vestbulo do
tbeatro, que sera tambera illumlnado, bem cou^o
a fachada do editicio, por bicos de gaz e focos
de las elctrica.
O encarregado do servico da mesa, que sera
do mais apurado goato e delicado, o Hotel In-
ternacional.
Paquete americano aeuraaaca
Este vaso da com pan rita United States and Braza
M- S.. de regresso ae sua primeira viagem
America do Sul, este ve ante-hontem e hontem
fondeado no ancorsdouro interno do porto >io Re
cife ; e, por convite dos Srs. Heory Porster AC,
ageotea da compaobia neata cidade, foi visitado
por diversas pessoas gradas, entre as qoaes o
governador do BsUdo e membros da imprenaa,
aos quaes f >i off recido am lunch, sendo trocadoa
di versos brindes por occasiao de abrirse o chara
pagne.
Cinstruido em Chester, na Pensylvama, o pa-
quete Seouranca 6 de ac, tem doos maat-os, e
mede 3m oes de comprimento, 45 de largo e 17
de profundidade. A ana macbioa, de 6 caldeiras
de trplice effeito. Tem de marcha media 14
milbas, mas pode, em caso de necessidaie, fazer
16 milhas.
B* dividido em 4 aodares, e tem accommoaa
ra pura 130 pasaageiros de i' classe, 120 de
e 5.000 toneladas de carga, em o poroes es
tanques. .
Os camarotes de i* classe, quasi todos situa-
do no tombadilho, sao largoa, espacosos e teem
todos oa desejaveis conforto. 0 saao de jautar
ricamente decorado, bem como a saleta de vi
sitas, e confortavel a sala de fumar.
paquete poasoe todos os melhoramentos tn-
iroduzidos noa modernos navios de pasaageiros,
qoer em relacao as machinas e apparelboa de ser-
vijo, qoer em relaQo s commodidadea das pes
soaa qae n'elle vtojar*m. Tem exceileutes ba-
nbeiros, boa latrinas inodoras, illamioacto ele
ctricabem distribuida, asparelhos frigo iferos,
de.jinfecUdore8, e mullos outros melhorameotos.
Toda a decoraco do paquete elegaatee bella,
e o seu aprovialonamento completo.
De acantos paquetes possue a compaobia no
aervico, esse o maior, mais luxuoso e mais coa
torta ve
CarreteO regolameoto noatal do i" de
Maio do correte aneo, creaodo o servico de en
conraendaa registradas, marcon o prazo de o
meze-< para terem execoclo as respectivas dis-
posicSea.
Bise prazo vence-se no da 31 do correle
mez ; de sorte qoe, no dia 1 de No remoro pr-
ximo, tora inicio o mesmo servico. sendo as re-
gras I observar a seu reapeito as seguales :
Ficam conh^cida8 pela denominacio de cncom
mendos registradas com valor declarado ?s peque
naa c ixaa de madeiras em que se podem incluir
artigo de ooro on prate, moedas, joias e objecu
precioso.
E' absolutameole prohibido incluir em encorn
raendas a registrar com valor declarado :
a) cartas aberlas oo fechadas, ou qaaesque-
outros objectoa de correspondencia ;
6) pa|.el moeds, Uiuloa oa valores soporta
dor:
e) biwetea de lotera, ou qaaesquer outros pa
peis repre8eoutivos de valor :
d) sellos oa formlas de franqua, ou estam
pilhas;
e) quaesqoer documentos que possam ser re-
meidos em cartas, excepto as notas descriptivas
dos abjecios cootidos ns eocommeeda.
E' aosolutameote prohibido registrar encom-
meodas oom valor declarado (ou meemo sen va
lor), desusadas a pases eslrangeirae.
lemetiente de qualquer encommenda com
valor declarado pagara adi.oladameote e em
selle: .
o) a taxa do porte da re'pecliva encommeada,
oa razio de 100 ris por 60 grammas ou fraejao
d'esae peso;
6) o premio fixo de 200 rn por cada encom-
meada ;
c) urna porcentagem de 5 % sobre o valor de-
clarado, alo deveado nanea easa porceotagem
ser inferior a 500 ris, do segniote modo :


*300
#790
uooo
1*23')
1*300
11750
at 10*000
154000
104000
23*000
t 30#ti00
3541100
404000
e assim por dianta, accrescentando sempre 290
ris por cada 54 on fraccao de 54
Se o remenete de qualquer encommenda re-
gistrada com valor declarado exigir aviso de
recepcao, pagara maia 100 ris em sello, que
devera ser adherido I respectiva frmula.
O valor mximo a declarar em taes encorn
mendas ser de 2004000; pdenlo esse valor
ser inferior, mas nunca sopertor ao valer io
trinseco doa ob|ectos comidos na encommenda.
Nlo ser feto o registro de encommendas,
em cojo subscripto esliverem ioiciaes, alga-
r amoa, pseudonymos, etc., em logar do nome
do desuoaUrto, ea cajo endereco constar de
oaracieres ininielligivei oa a lapis, ou trou-
xer duerea mja-iosos, ameaesdores ou inde-
Cfatft i a
As encommeada a registrar com valor de-
clarado nao poderlo ter dimensoes superiores
a 10 centmetros da comprunento, 40 de lar
gura e 5 de altara. A eapessura das paredes
das ciixas nlo ple ser inferior a 8 millime
tros.
Nlo ha 'imite mximo de peso para taes ob*
jacios d- correspondencia.
As encommendaa a regiatrar com valor deve-
rlo ser apreseaudas aoertas no Correio, acora
paobadaa de urna nota em doplicata, aasignada
pelo remenate, descreveodo minocioaamente
a unantidade oaluresa dos objectoa cootidos e o
valor declarado.
Orna das notas ser incluida no pacote e a
ootra flear archivaos do orrelo de proceden-
cia, depoi de datadas e rubricadas pelo empre-
ado qoe ver registrado a en ommenda, e de
receberem o numero desta ultima.
Na face destinada ao endereco, e na opposta,
dever ser collada, em toda a exteocao, orna
folha de papel braoco, am de ser escipto o
referido endereco e appiicados o carimbo do
Correio.
0 remettente de encommenda a regiatrar con
valor declarar este, por extenso e em slgans
moa, no alto da face destinado ao endereco.
.\o caso de extravio de orna encommunda
com valor declarado, oa de perda total ou par
cial dos objectoa nella cootidos. o Correio io
demnisara:
o) a importancia do valer declarado, quando
se liver dado extravio ou perda total;
b) urna quantia proporcional a qoaotidade
doa oojecios perdidos, quando a perda for par-
cial.
A reaponsabilidade do Correio cesaa :
a) noa ca-os de forca maior;
b, quando a recUm .cao for feita am anoo de-
poi da data do regle tro;
c) qoau io a perda for devlda A fractura ta
Ca-xa, cojas paredes tiverem meaos de oilo mil
limetroH de espessora.
conectarla de Miada Tendo sido
exmeiado aa-u pedido do cargo de cullector
do Estado de Pernambaco, oo mun cip o de
Olio ia, o cidadao Jos aues de Oliveira, foi no
meado por portara de hontem do governador do
EiiaJO, aob proposta do inspector do Thesoaru
u c dadio Francisco de Figoeiroa Paria para
exercer o referido cargo.
PAo sVAIao-Fomos obsequiado com o
seiiuiote tel'-giarama:
Pao d'Alho. 17 de Outubro.
. O presidente da Intendencia Municipal desta
cida..e declara ter pedido exoneracio deese car-
por motivos particulares.
E' falsa a informaco que deram ao Jornal
Recife, e que esse orgao fez publica, de que
KO
oa demaia membros da Iuiendencia e as aniori
dades policiaes peiiram ou querem pedir de-
inissao.
: ao envz disso todo estamos dispoatos e
firmes em continuar a apoiar o soverao. A
ilutado Jos Francisco Pmheiro Ramos
Irmandade do aeanor Boa deeas
da* AflSictoe^raaub tem lugar a poase da
aova musa rededor* deas ir man dade erecta na
igreja de S Jos de R-ha mar.
eunlo artstica No dominjo ultimo
teve lugar, na vizioba cidade de Olioda, orna
reoniao de artistas, m numero approximado de
100 i e nella resolveram a lundago de urna so
ciedadecom olim de promover o levantamento
do espirito da lasse; sob titolo deUoilo Ope
rana Oliodeose.
Nessa reooilo. para compo85o da directora
provisoria, foram acclamados ns Srs. :
Preaid nte, tea sote Manoel do Nasciraento Jeaua.
Secretarios, i" Evaristo da Rojna Waoderley e
B -Imiro Rouxinol.
Orador, Adelioo Antonio Guitnaraes.
Tneaooreiro, Jlo Paulioo Ferreira da Silva.
Proi'uradores, Maooel Cbnapim de Almeid
arlinbo Gomea do R taario.
Coost tuida aasim aUoio Operara Olinden
ae, a directora marcou o da de anaobi pelas
II boras para coatiooarem os trabaihos prepa-
ratorios, noraeaodo-se a commissao de redaejao
dos Eitatutos e tomando se outras providencias
de i nere-se collectivo, e que por uso faz o de-
ver de todos os operarios compareeerem a reo
niao.
tremi sseereattvo desseelfe Hoje
faz essa associacao o seu carao mensai, qoe sera
ama bella festa, como costo nam ser os divert-
ment qoe a mesma asaoclaclo proporciona aos
seos convidados.
A' digna directora agradecemos a amabilida
de do seu convite.
VaileetaeeafeN cidade do Pasan de Ca
maragibe, oo viair.ho Eslado de Alagoa, falleceo
na quarta-feira ultima a Sra. D Rita de Casaia
Vleira Falcao victima de ama febre palustre,
que lhe cortn o lio da existencia em poneos das
e a despe to dos esforcos da medicina.
A tinada que apenas cunta va 44 annos de idade
era centone do major Tiborcio Marioho Falcao
e sogra do Dr. Jos Feroandes de Barro Lmu.
Eitimavel por soss qoalidades, cercada sem-
pre de toda conaldera{ao. a qae suaa virtudes
Ibe davio direito, e sendo o encanto do lar qoe o
destino lhe lizera, ao cener lei da morte, detxa
a todosmarido, fllhos e amigosi nersos com
juila razio em profundo pezar.
Revlata Illustrada-Temos a visita O n.
603. coja recepcao acensamos, agradecendo I fi-
neza da offerta.
Escusa io diser que brilba pelo espirito do
texto e da estampas, por ser esta a sua feiclo
caracteri: tica ja conhecida.
Nao reclame : leiam-o'a.
Hervlco asMlSarE' boje sopertor do dia
o cid adi eapitlo Ge l asi o, e faz a ronda de
visita o cidadao tenente A hay.de.
O 2* bataihlo dar a guaroicao da cidaac,
meaos as guarda da Casa |de Deleeeao, floapi
tal militar e Tneaoaro do Estado, qoe ser
prstalas pelo 14 batalbio
Cap el la* asartaarlas-0 acreditado es
tabeiecimeuto de raiulezas de Joaqoim P-de
Freitas. I roa da Imperatriz n. 82, acaba de re
ceber om completo sortimeuto da lindas cora*
e crozas de diversas especies, e feitas de fiares
arlificiaes de panno, metal e porcelana.
Comptolr Indunlrlel Franrala
Hoje, oe.-.te esUbelecimeoto, I roa 15 de No-
veinbro n. 38, Ia andar, contini o grande e im-
portante leilao de chpeos, leqaes. etc., e ob-
jectos de moda e pbantasia, que, por urdem do
seo digno director o Sr. Manoel Feodrippe de
Souza, tora o agente Piolo.
Aquelies qae a elle eoacorrerem poderlo fazer
urna boa acquisic&o de objectos de luxo.
norte repeattaaNa quioia-feira falle-
cea repentinamente em Bebenbe Lois Moreira
de Anarade; e da necropsia vericou e ter sido
a causa de orna losio sardiaca, de qoe sonra o
referido Loiz Moreira.
laasak a ferlaseataa-Em Quipapa Ira
vaodo se de razoea, oa manba do da 14 do cor-
rente, Roque Goncalves da Silva e Maooel Seve-
rino de Lyra, foram por Am I vas de facto ; e
da lucta sabio gravemente ferido Roque, sendo o
sen otfenaor preso em flagrante.
Boa colbeitaPela delrgacia de Agua-
Preta foram remeuidas a chefactura de polica
61 facas de ponto e 1 punnal, qoe aquella auto
ridade appreheodea a desordeiros daqoellas pa-
ragens.
Ordena Tercelra dCarmo -A expen-
sas de atoan devoto, re 'lisa ee amanbl, nesta
igreja, a resta do Senhor doa Paases. constando
de missa solemne as 9 horas do dia e lalaioba
as 7 horas da noite. m
No evangelho far o panegyrico o Revm. Fre
Augusto da Immaculada Conceicio Alvea ; e
antea da ladaiobe ha ver predica peto Revm.
padre Pedro da Puriflcaclo Paes e Patoa.
A orebestra acba-se confiada ao professor Joao
Polycarp > Soaas Rosas. Dorante oa actos tocar
ama ban 1a de msica.
I na ti ta to Vacciniea Mnnlclpal-Pelos
Drs. director e seo substituto auxiliar vacci-
narara se hontem oesse instituto 16 pessoas
No mesmo instituto foram distribuidos 53 to-
bos de lympba vacciniea animal.
inrectona da* ostras de eoaaerv*
c Aa das por toa da PernaaaaeoReci-
to, 15 de Outubro de 1890.
Boletun meteorolgico

di . 1
a^ o
loras o ao Barmetro a 0 Teoslo do vapor a a s s
m 22,5 756'89 16.56 81
9 26*. 757-64 1796 68
11 26.7 756 64 17.65 68
3 t. 2',7 754-72 17 85 68
1 2JP,6 754-56 18,27 74
Temperatura mxima27,75.
Dita mnima i-,75.
Cbnvaoolla.
Di recelo do vento: ENE de meia noite at i
bora e 58 inmuto* da maobl; NNE at 8 horas
e 25 minatoe ; NE at 7 horas da tarde; NE com
peqaenas interrupcoea ae NNE al meia noite.
Velocissue meds do venia6 ,-48 por ae
aas.
Nebuloaidade media0.-9.
Boletim do porto
B. M.
P. M
B. M.
P. M
Dias
16 de Outubro
17 de Outnbro
Horas
1146 da manba
8-47 da tarde
12 0
606 da manbl
Alton
03
2-31
O-.t
2-.15
i^eiio-EIlectuar-se-hao segoioto :
Hoje :
Peto agente Piolo, as 10 1(2 oras, I ra do
Imperador n. 38, de diversos objectos de oso
domestico. ^,
eiuaa ranearesSarao celebradas :
A'a 8 horas, oa matriz da Boa Vista, pela alma
do Dr. Agostiubo Julio do Couto Beimonte; s 8
horas, naa raatrizea deata cidade, do Bonito, Bui-
que e Caiende, pela alma do capillo Maooel Too
uiat Villa Nova; as 7 1/2 boras as raatrizeg da
Ba-Viata e Santo Antonio, pela alma do hacha
re Afloaso Oiiodense Rioeiro de Souza: as 8
horas, Da matriz da Boa Vista, pela alma de Ma
thilde Rodrigues; la 7 boras, na matriz de S.
Joc, pela alma ae D. Mana Carolina do Reg
Cavalcante da Silva.
Segunda fera :
A's 7 horas, a matris de Afogados, pela al-
ma de Jos Jorge Pereira ; Is 8 hora, no coo-
veoto de S. Francisco, pela alma de Joaqoioa
Francisca de Jess R beiro.
Casa de s*et*-nc*o-Movmento dos pre
soa da Casa de Deleocao do Recito. Sstado de
Pernaniboeo, em 16 de Oolobro de 1890.
Bxmtiam 490, eoiraram 10, sahiram 5, exis-
tem 498.
A puaQM* *
Nactonaea452, molheree 21, estiasgelros 22.
- rotal 418
4rracoadu> 434.
Bons 406
Doentes 21.
'.ouco 5.
Loncasl
- Total 434-
Movuneutoaa i
Teve b >ixa:
Antonio Joaqoim Beserra As Moraes.
Tiveram alto :
Luiz Francisco da 8Uva.
Joaqoim M irques Soares se
Foram viai ado os preso*
ment por 220 pessoas, sonso 12 I
muraste.
HSopltal da anta lastai O
meato d-ste eslabelecimento tpars
no dia 16 de Outnbro, foi o seguinie :
Exisiiam lea
Bntraram
Sahiram carados
Falleceram
Existem ta*
Hut; i tal Pedro llO movimeato ds
estabelecimeato de candade, do dia 15 Ae Oe
oro foi o segu nte :
Entraram 13
Saiuram i
Falleceram
Existem 483
Foram visitadas as
pelos Dr.:
boscoso ai 8 1|2
Cyanelro as 11.
Berardo as 10 Ir2
"alaquias as 10.
Pontnalaa9 l|l.
Raymondo Baudeira as 10.
Siraoea Herbosa a 9 l|2.
O cirurgiao dentiaia ama Pompilio 4 7 1(2
boras.
01* ajodaoto do pharmacentico
da manbl e sabio a 5 1|2 da toree.
0 2* dito entrn s 8 i|2 da msale
Ada tara-3
L.oi-ri da Madado da >*a
- A 3* serie da 2* loieru deste astsd
irahida impreterivelmeote no da 21 de i
(terca-felra), 11 bora da Urde, do i
igreja de Nossa Senbora da "
Antonio.
Lalrrla do Bstado i
Al" serie da 43' lotera cs)0
le de 60:0000 ser extrabiss ns H
Se te moro (sabbado).
l/uieria da araahia A 4*
da 3* lotera deale Eswdo, cujo premio
de 300:000^000, ser extranida no da 29 de
Ootohro guara fera)
Ce nal terlo pnaiacoOtatesrio de ato M
de Oatobro Je 1890 .
Jlo Evangelista, Peruambaco, 23 saao, ass-
teiro, eoa Vista, varilas.
Duarte Gomes da Silveira, Parahyba, 41 aaaes
caaaio, Graca, paratyaia geral. g
Joaona Maria da Conceico. rentsssffsee. 38
iinos. casada Recife. tsberealoae.
Feliamina Mara do Sacramento. Peroarsbeee.
30 ano oa, solteira. Rec fe, 'uiercelose palaosar.
Veoano. Pernamr>oco, 12 aoao, Bos-Tiats,
tuberculose pulmonar.
Joa I; nac o do Monte, 28 aonos, Boa-Tata,
epilepsia alcoolica.
Jlo Antonio de Honra, Pernambaco, iOaones,
Santa Agoe.ia, varilas.
Agoalinbo, Pernambaco, 1 aneo, S. Jos, va-
rilas.
Emilia do Carmo Cavalcante, Persasabaco, f
aonos, sssts Asesada, vaiiass
Maria, ernamoaco, 3 ana s, Graca,
Juina, Peruamboes, 7 anee, Boa-Vida. !
typbica.
V
CHR011CA JTOltolaMA
Tribuaal da llela SESSO ORDLNAaiA EM 17 DE OCTUBAO
DE 1880
PttKSLDEirCIS do cidadIo
QINTIHO DB M TKABDA
Secretario, o cidadao Dr.
A' boras do costasir, pr
desembargadores em numero legal, foi
aessao depois de lida e apptovaas satis da
t acdente.
Distribuidos e passado os fotos
m segsintes
JDL OAMBSTOI
Habeas-corBBB
Paciente:
Joto Ferreira do Monto. Negoe-se a
unnimemente.
Recurso crimes
Do Recife Recorrente o jarse,.
Viceoie Ferreira de Brito. Itototor e
gador Deltino Cavalcante. Nesoa-se
to, unnimemente.
Do Recie Recorrente o jniso, re
guel Francisco de Asis. Retotor a
gador Martins Kereira Dea-ae
contra o voto do desenaVarsaaer
Anarade.
Do Recife Recorrente o jniso,
ionio Lopes de Mello V' ntania.
embargador Correia ds Silva. Negoe-se
ment, unnimemente.
Appellacoes criases
De Cmaras be ApeeHaote o
lado Manoel Jaciotbo doa Santas,
embargador Prea Ferretrs. Mandos se s
jury, unnimemente.
Da Parahyba Appeltonte e jtsaa,
Jos Dionisio da Silva. Retotor e d
dor Correia da Silva. Mandos se a
unnimemente.
De Palmare Appeltonte o jet
Jlo Paolo de Araujo. Relator e _
dor Pires Ferreira. Ifassoa-se a aovo
contra os votos do desembargada re
Almeida Santos e Correia da Silva
AppeUacao rivel
Do RecifeA opWlaote o jone dos feie* ds I
lenda, appellalos Maooel Figeei e F Filhos. Relator o desembargad Corre** i
Silva Revisores os deseinbargadorea Atoa
Santos e Deifico Cavalcante. ror.t SBaBBM
os embargos, em parte, smanisaesseea*.
PASSAOBBS
Do desembargador Pires Ferreira ao (teses
bargador Monteiro de Andrade:
AppeUacao criase
Da Farahyba Appeltonte o
Jos Dionisio da Silva.
AppeUacao commercial
Do RecifeAppeliaute Jo de "
lado Sev. rio Ferreira da Silva.
Do desembargador Montetro de _
desembargador Tavares te Vasconctasu :
Appellaelo crime
De Atolaia AppHtonto Vicei
Paula, appellada a jnstica.
O desembargador Pires Goafatvas,
motor da jostica, dea parecer na -
toa:
Appellacoes erases
Da Parahyba Appeltonte o jatos,
Joae F anciaco d> reata.
Do RecifeAppeltonte Antonio
trra, appellada a jastiea.
Do deaembirgador Martins Pereira so
bargador Almeida Saotos :
AppeUacao criase
Do Parahyba AppHIaote o jl
Antonio de Lyra Barxinea.
Do deaemnargador Tavares ee Ti
ao desemba gador Oliveira Andrade
AppeUacao civel
De GoyaooaAppettoete l~
Ferreira Simbea, appeUaJo
vares de Goeia
Do desembargador DeHao
embargador Prea FeTreba :
Appeltocao
Da Parahyba Apprttoete e
Aotonio Geraldo da Silva.
Ao desembargador Aloaeids
Apoellaote Jos Punta de O Ivetra
Lau'vaimo ae Bafvos Lava.
Do deseuiba gadur 8kan
barsador Correia da Silva :
Apraascoe
Do Recife Apaettaete i Jbbw,
Joa Amonio Bf serrs o*
De S Loorenco-Ar
Julo Galiuo Moieira.

r.
1
m
n
I
Com vista ao desembsntaaor
tica:
Appellacoes
Appellante o juizo, apoeila*
res Sai nbo.


\
Com vista a parles:
Da Victoria Appellante Antonia Mara do Ea
ni rito Santo, apellado Antonio do Oliveira
Helio.
De Olioda Appellante rsula Mara daa Vir
gens. appell.ido Dr. Joao de St Cavalcanle de
Albuquerqne.
DI8TRIBIOK8
Recurso crime
A'i desembargatfor Pires F rreira:
De Palmares Recorrente o juno, recorrido
Joaqun) Beierra C-valcante.
Aggravo de instrumento
Ao desetnbargador Almeidu Santos :
De Goyaooa Aggravante Francisco Tavares
da Rocba. aggravado Antonio de Araujo e Albu-
qaerque.
Ao de embarcador Correia da Silva :
Da E>cada Aggravante o Ba'io de Petrolina,
aggravada D. Rosalina IinacU Lia.
AppelUces crimes
Ao desembargalor Cirreta da Silva :
De Agua Preta Appellante Casimiro Rodri
gues dos Santos, appeliala a jusiica.
Ao desembargador Delflno Cavnlcante :
De Agua freaAppellante o juno, appellado
Joaqunn Gonzalo do- Santi s.
Ao desembargador Pires Ferreira:
Do BonitoAppellante o jaizo, appellado Jos
Seralim da Silva.
Ao desembargador Monleiro de Andrade :
De Agua PretaAppellante o juizo, appellado
Antonio Joaquim da s Iva.
Appellacoes civeis
Ao desembargaiur Correia da Silva:
Dd Recife -. Appellante e cnsul de Porlugal,
appellado Sigismundo Pereira de Oliveira.
Ao desembargador Delflno Cavalcante:
De Palmaren Appellaute Rodolpho PO da
Silva Va lenca, appellado Bellarmino Antonio
Soares da Foiseca.
Eacerroo-se a aesso 1 bora da tarde.
o mais posar
alcool.
1* Certificar-se por todos os meios da pureza
dos lquidos alcoolcos destinados bebida.
3* O estado actual da ciencia j permute qu-
ge coodemoem algunas das substancias contldas
nos sieoefs e que cievem ser proscriptas, saoao
no entretanto os iiosaos conheoimentos a este
resp ito aiada muilo incompl-tos para darse
urna li-ta de todas as substancias nocivas.
4 Sao oecessaritis atada pesquisas demoradas,
dirgeles com metliodo e que aproveitem todos
os recursos da chimica, da pbysiologia e da ob
servacao clnica, para esclarecer mnitos pontos
anda obscuros na questao do alcoolismo.
Com todo o respeito devido i illustre assem-
bla de Franca, a quem a hygiene e a moral sao
devedoras de tantos progressos, nao podemos
deixar de notar, que o primeiro d'estes coose-
Iboi, que parece o mais importante, pelo seu
valor pratico em tudo idntico a este ootro :
Para apanbar um passaro qualquer, basta
por loe um grao de sal na canda. .
h>; e a verdade que este foi a casa d'airuefte
ves pira botal o para (ora da
ltimamente depois de orna alterca-
propria casa, onde fdra armado de
iefechou ihe om tiro, que o ferio gra-
vemente, continuando anda n'este estado; e
por'islo est sendo processado.
Maooel Carlos nao me consta que seja ladrio
de cavallos, e se o o articulista deve exhibir
as provas para ser punido.
Nao me consta que aiguern tivesse tentado der
rubar a porta da casa de D. Caetana Lins, facto
que nao autorisaria como particular, e moito
menos como autoridade.
Manca fui demtttido do cargo que oceupo e se
houve nova nomeaedo foi feita por ter-sc modado
a forma de governo.
Nada mais teobo a dizer sobre o allegado em
dito artigo, riitio de mesquinbos odios de inimi
gos pequeninos, prejudicalo em seus intentos
com a seotenca favoravel que obtive.
Recife, 17 de Outubro de 890.
Domingos Marques de Preilas.
SPORT
No dia 30 de >e.e nbro passado, a bordo do
vapor Nord America, pas-aram pjlo Rio de Ja
ne.ro com desuno a Bombayos dous aoimaes
argentinos, de qualidades superiores e que rlze
rain boas (guras no turf argentino. Camilla,
15/16 de saogoe por Pi cojx e Bnght, 6 annos;
e Elbelberla, puro sangue, por Ptioetiix e Efnda
por Lord Lyon, 3 annos.
Esses ainmaes foram comprados para Lord
William Beresfred, de Bombay, que os vae fazer
correr nos prados de CalcutU.
Esta preferencia do millionario inglez, pelos
animaes da America do Sul, o poderem estas
correr na India com pesos inferiores aos aoimaes
Importados da Europa.
DepOTs que o goslo pelo turf extendeu se ao
Norte da Repblica, entre os mais importantes
esubelecicneoios de criaefio montados nessa re-
gulo conta seo Inndado no Estado da Baha pelo
Sr. Manuel Ribeiro da Silva Lopes; o qual tem
como reproductores aoimaes que nos prados da
capital federal fizeram sempre figura saliente.
Das eguas puro sangue e pelludas do estabe
lecimeoto algumas esto prestes a dar luz, e o
Sr. Lopes espera receber prximamente da Eu
ropa um garaDhao de primen a ordem, que fara
a monta da coudelaria na occasiao opportona.

Com referencia a corrida do Derbg Club, do
Rio de Janeiro, realisada no dia 28 de Setembro
ultimo, a Semina Sportiva disse o segointe, que
por suas afinidades deve entre nos ser conside
rado:
O seguodo pareo foi urna vergonba para o
turf fluminense, que certa casta de propietarios
quer a fina forca converter em srdida tavola-
em, transformando a nobre instiiuicao n'uma
especie de roleta viciada, em que os parceiros
sao roubados por meio de artificios ignobeis.
Com grande gando do publico, porm,
ameacado de ser victima de um roano, as cou-
sas nao sabiram de accordo com a vontade dos
batoteiros, ganbando a torca a e.-oa Little ngel,
e, por contrapeso de castigo, mancando a Ser
nia, indignamente soffreada durante todo o per
curso.
Se ao menos esses correctivos, applicados
por poder desconhecido contra os conspurcaao-
res do sport, castigando os no que elles lm de
Dais seosivelo bolso-os obrigasse a trilhar o
bom camino...
Em tolo caso, nos bridamos com o pu-
Dlico : L .
Abeocoado castigo o que furou o trioof do
Iber, fazendo victoriosa a Little ngel contra a
vontade do proprio jockey, !...
UM PQUCO DE TUPO
^07Little Rock, no Arkanias da America do
Norte, foi descocerla orna importante mina de
prata sob circunstancias singulares e roma-
I1PSC38
No condado de Manoni foi Jotan Mac Adams
condemnado, ba algum lempo, a cinco aunos de
prlso por fabrico de moeda falsa, fleando pro
vado no decorrer do processo que as pecas de
um dollar fabricadas por elle eram de excellente
prata e de um valor real superior ao dollar au
thentico.
N4o explicava-se, porm, a razao por que o
acensado, podeudo livremente vender o seu me
tal, resolver fazer concurrencia ao governo.
Parece que o criminoso, para fabricar a di
naeiro, ia desenterrar a prata lunto de monta
nbas muito prximas a sua casa; entretanto,
deixou-se condemnar, sem revelar o segredo.
Pe attoal posto em liberdade, ba pouco ; e
voltando a sua residencia, o primeiro cuidado
que teve Mac Adams foi ir buscar, na montaoh ,
ilgum mineral, e dVlle dando amostra a varias
pessoas, foram eslas unnimes em afirmar lbe a
excellente qualiJade.
Actualmente estA em va de Eormacao urna
companbia para explorar a mina, coja deseo-
berta causou sensago na lagar.

^E' do S'. Alberto de Olivelra:
JOIA PERDIDA
(A um poeta obscuro)
Snccedeu certo dia
Que, iodo a escada descer, leve tropeen
Deu Helena, do anuel que mao trazia,
N'isso e como de sbito esc^pou-se,
E, fosse como fosse,
Alli mesmo perdeu se a pedra de mais preco.
Era um brilbante, raro
Niveo pingo de luz, raio tremente,
Crystallisado, qae ao ibf souro avaro
1 A trra recomer, e em cojo lome
Poda- e o queixume
Quasi ouvir se talvez de sua patria-ausente.
Nao o dera por nada!
Hei de acbal o I exclamara a moca inquieta
E, degro por degro, revista a escada:
Curva se, espreita, apalpa, olba, examina,
Zangase desatina,
Torna a curvar-se e o afn de novamente encela...
Por esse lempo, a linda.
A clara pedra, posta em liberdade,
Folgara :- Emflm, mea capveiro fioda !
Basta ja de onrgada e a um dedo presa,
Como lagtima accesa,
Andar d'aqui p'ra alli, tonta de claridade I
Antes que ella me aviste,
E' i prompto rolar escada abaixo,
h ir a luz separar dos olbos, tristes,
N'um buracoqaalqnerl... Eia!-Em seguida
Foi se a joia perdida,
Rolou, sumi se, como nm pequenino faeno.
Sob urna la boa, ao fundo
Da soleira da porta, ho>e sciotilla
Na viva laz, looge do olhtr do mundo ;
Tm a sombra em redor, tem o deterto
E a ooite,-mas por cerlo ...
Cr se e feliz, ssim.obacora... mas tranquilla.

Eis uns argumento submettidoB a sabias me-
ditajoes do leitor: _
0 cooselbo superior de sada de Franca, em
ota relatorio dirigido governo sobra a qjl*-
Uo bygieoica dos aleools, formolou estas pro-
postas :
IBD1CACES DTE1S
cdleoa
O Dr. Simplicio Mavignier. Clnica me
dico cirurgica. Especialidades : molestias
pulmonares e partos. Ba Mrquez de
Olinda n. 27, 1. andar, consultas das 11
as 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa
nlla) das 6 a 9 da manhS e tarde
Chamados por escrpto. Telephone n. 392
O Dr. Lobo Moscoso d consulta etr
sua casa ra da Gloria n. 39, daa 10
horas da manhS 1 da tarde. Achand >
se fra do servigo publico offerece se par
acudir a qualquer chamado com prompti-
d&o para lora da cidade. Eapecialidade :
operac,oes, partos a molestias de senhora
e de meninos.
Dr. Matheus Vea, medico. Consulto
rio: ra do Imperador n 42, 1. andar.
Consultas das 12 s 2 horas da tarde
Residencia, ra do Pires n. 27. Encar
regase do tratamento das molestias de
olbos.
Dr. S Pereira, ra da imperatrt n. h
d onsultas medico-oirurgicas todos os diat
daa 8 ao meio dia, menos nos domingos <
diaa santificados.
. Dr. Frats ChumarSe*, medico, ten?
se consultorio na ra Duque de Oaxia
n 57, 1. andar; d consultas nos diaa uteit
das 11 1 hora da tarde e reside no Os-
jueiro n. 4, onde atiendo a chamados en
qualquer hora, do dia e da noite. Telepho
oe n. 292.
Dr. Joaquim Louiciro medico e parten
o, consultorio ra do Cabug a. 14
U* andar de 12 a 2 da tarde; residenci>
10 Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador
Pratica a lavagem do tero quando e co
ao aconselhada. Consaltas daa 11 U
i da tarde em sua risidencia ra d
Bom Jess (antiga da Crna n. 23, 1.
uidar. Telephone n. 389
Lr. Joo Pauloespecialista em par
os, molestias de senhoraa e de criaccas
com pratica nos hospitass de Paris e de
Vienna d'Auatria, d consultas de 1 a 3
horas da tarde, ra do BarSo da Victo
ra n. 6U, l. anda*, e reside na estrada
dos Afflictos n. 30, junto esiacSo do Es
pinheiro. Chamados a qualquer hora. Te
ephone n. 467, na residencia.
4dvogadoi
Bacharel Vicente 8. de Carvalho Neiva,
promotor da capital. AdvogadoPara
hyba.
O baehard Joaquim Jhxago da Fonseo
cem seu eacriptorio de advog&do ra d<
Imperador n. 14, 1. andar.
Occulliata
Dr. Ferreira. com pratica noa princ
jaes hospitaes e clinica de Paris e Loe
ires, d consultas todos os diaa das !
oras ao meio-dia. Consultorio e res i
lencia roa Larga do Boaaro n. 20.
Dr. Barrito 8ampaio, ooculista, d. con-
tultaa de 1 s 4 horas ru 1. andar d
saaa roa Bario da Victoria n. 51. Beai
ienoia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Saudade n. 25.
bregarla
Faria Sobrinho A C, droguista por at
jado, ra do Marques de Olinda n. 41.
Francisco Manuel ia Suva A C, deposi
-arios de todas aa especialidad a? >harma
jeuticaa, tintas, drogas, producU chim
3M e medicamentos homeopatiot ra d<
Marques de Olinda n. 23.
A Noire Daaue de Paria
Previne-se as Exmas. familias que che
garam j mnitos artigo de apurados goato
escolhidos por Moe. Roblet actualmente
em Paris. Exposiclo diaria.
PDBLiCACOES i PEDIDO
araval
Sob este titulo foi pubticado do Diarto de Per
nambuco de Uontem um artigo contra mim, as
signado por Migiel ArcOanjo de Soma Quares-
ma com o Om de ver se consegua das autori
dades superiores do Estado a minba demlssao
do cargo de subdelegado d'aquelle lugar, pre
textando que me prevalejo de dito cargo para
promover questoes de trras com os proprie-
taos da sesmaria Marayal, onde tenlo con
slaotemente apossar-me de terrenos sem os
comprar, allegando factos calumniosos e nar
rando outro a seu geito, para mais fcilmente
conseguir o seu intento.
NaJa dira ao signatario do mencionado artt
go, se no seu msl escrpto aranzel nSo fosse
compromettida a minha repuUcio de bomem
particular e antoridade,
Nao exacto que prevaleca me do cargo que
oceupo para promover questoes de trras ,
como podem dar testemunbo as autoridades su
perfores da comarca.
Se entrei na poese de partes da sesmaria Ma
rayal, foi porque as comprei justa e legalmente,
e me foi dada pelas autoridades competentes,
em virtude de sentenca preterida por ]uiz com-
petente, da qual nao foi intentado recurso, como
podem verificar no cartorio do escrivAO Wau-
derley. .
Nao fuoccione no acto da posee, ao qual nao
comparec como proprielario que son. Esta loi-
rae dada pelos uffictaes de justica, em virtade
de mandado do jais.
Se este acto traz em desasocego os propneta-
ries ou co propneiarios, nao culpa miaba, que
exeren o legitimo dtreto de proprielario, nao so
do engenfio Santa Kuib lia, como de entras par-
tes e posses da mesma sesmaria, das quaes
urnas estao em litigio e outras j obtive senten
ja favoravel.
Nanea mov persegnicao a Manoel Amaro, D.
Caetana ou quem quer que fosse ; e o articulista
nao prova o que ffirmou.
A respeito de Manoel Amaro deu se o segnio
te: Msnoel (.arlos residi a principio na posse e
propriedade de Jos Duarte e ontros das quaes
era foreiro Man,. I Amiro, e depis leudo ea
comprado so mesmo Doarte e outros dita posse
e proptiedade, con inaoa a residir com o mea
consoottmenlo, sendo sitaacAo denominada
Rucho da Fortuna, que em virtude de sentenca
do Dr. juiz de direito fot recoobecido pertancer
me, nao ae cooformaodo com ella Manoel Amaro,
o articulista e outros.
Nio exacto quo Manoel Carlos tivesse aggre
dido e sefemboscaclo para ofleuder a Manoel Ama-
t
A' HFMORU
DO MIC SACDOSO C0I.I.IGA AMIGO
Bacharel Affonso Olindense Ribeiro de
Souza
J nao existe mais aquelle qne na vida
Trilbdva com a virtade a sen Ja da honradez.
O temo e caro amigo, o irmao estremecido
Tributo a dura moite, pagon por sua vez.
I8-Oatubro1890.
Julio Soares de Azevedo.
Pao d'Alho
Tenlo solicitado em 13 do fluente mee
a minha exonerao&o do cargo de presiden-
te da Intendencia Municipal desta comar-
ca, cabe-me o de ver de vir do alto da im-
preasa declarar aos meus amigos, que isto
fia por motivos particulares, e que nSo
son opposicionista ao actual governo deste
Estado.
Pao d'Alho, 15 de Outubra de 1890.
Franc'sco V. Aranha Montenegro.
I
SOBRE ACAMPA
DO
Saudoso mestre e dedicado ami-
go no Io anniversario do seu pas
smenlo.
Derrrama urna sentida lagrima
de gralidao
Mora Amelia de Queiraz
I
I
Hotel Republicano
Constando-nos baver alguem espalbado a no-
ticia de que oeste hotel Ja bouve, ou ha, vario-
losos, apressamo nos em declarar aos nossos
fregnezes e amigos e ao publico em geral que
siuiilban'e no lio a nSo passa de urna infame
falsidade.
Desde ja provcanos ao mlseravel mentiroso,
3ue teve tal lembranca, a provar o contrario
essa nosssa asserco.
Recife, 17 de Oulobro de 1890.
Manoel Altes C.
Perianbaco Lawn-TeDnis Club
The Third Annual General Meeting
will be beld (by kind permission) at the
TELEGBAPH QARTEBS on Tuesday
the 21* inst at 815 pm.
Business. To receive the Committee's
report and elect new Officers.
Q. S. Fbllows.
Actiog Hon Sec
Festa de Nossa Senhora da
Conceigao, em Tigipi
A commissao abaixo assi^n<.da. tendo sido
ele Ha para Be eocirregar da feslividade de Nos
sa Senhora da Conceicao, erecta na igreja de
Nossa Senhora do Rosario desta localidade, a
qnal te' lugar no da 14 de Dezembro deste
nno. com o mximo esplendor possivei; tem a
honra de solicitar o concurso de lodo* os hab
untes locaes e de outras pessoas, as quaes, di
rectamente ou por cartas, se tenna de dirigir*
esperando que os sentimentos religiosos de nns
e de outras serao accordes em auxilala para
tao p.edoso mister.
Convicta de que assim acontecer, a commis-
sao desde j comeca a agenciar donativos para
aquella festa, e es jera que a generosidade pu-
blica nao se fara retardar em acudir ao seu ap-
pello, afim de que, om a prtclsa antecedencia,
se posea dar o maior realce a todos os actos
concernentes a dita solemmdade.
Tigipi, 14 de Outubro de 1890.
A commissao
A. 6. de Gusmo Lobo.
Prxedes da Silva Gusmo.
Luiz de Castro GoDcalves.
Firmioo Msnoel da Silva Braja.
Venancio da Silva Flores.
Francisco Lino de Sonsa Couto.
Francisco Goncalves de Siqueira.
Abilio Cmara Lima.
Recife. 16 de Outubro de 1890.
llim. Sr. Tneod. Cbristiansen, agente da New-
York Life InsuranceCompany.-Illm. Sr.Venho
pela presente agradecer a V. S. a silencio e dili-
gencia que empregoa paraobter com a mxima
brevidade, o pagamento de 5000 cinco mil do-
lar-, importancia da apolice de seguro sobre
vida que, em mea favor, tinba nessa Companbia
.Deu fallecido marido Francisco de Paula Go-
mes.
Uueira V. S. aceitar, e traosmittir os meus sin
ceros agradeciraentos aos dignos directores da
Companbia em New York, aalorisando ao mes-
mo tempo a V. S. a fazer da presente o uso que
lbe convier.
Son com a maior eslima e consideraco de
V- S. alterna criada obligada.
Olimpia Fonseca Gomes.
Dr. Carneiro Leao
MEDICO PART: IRO
Consultorio e residencia : roa do Li-
vramento n. 31.
Consultas de 11 s 2.
Chamados a qualquer hora.
Especialidades : partos, febres e moles-
tias de enancas.
Telephone n. 825.
Um iMMto vegetal aaaeeafcreae
Afina! ohafoa a ueaoobrir-ae, na eseeo*
cia concentrada de um producto ftgetaL
om ofBoaaata* remedio positivo, contra
toda* aa eafermid-des proooteonu da ti>
sica, arrore de sade, pea ana ?
i que se
mal-a, daqual se extrahe esto mestinsavel
thesouro, a Anaoahuita do Mxico, a o
Peitoral de Anacahuita forma a preciosa
composic&o que atoanca sempre a victoria
sobre as enfermidades inimigas dos org&os
da respiracBo. Jamis honre remedio al-
gum que se fisease dentro em t&o pouco
tempo t3o universalmento popular. Os
gratos testemunhos dos coracSes agradeci-
dos, que padeoeram de toases, esquinen
cas, rouquidSo. inflammaf&o do peito,
bronchites, asthma, catronos, constipa-
fSes, tsicas, etc se recebem cada dia aos
centanares de todas partes do mundo.
Como garanta con|ra as falsiticacSea,
observe se bem que os nomos de Lanman
& Eemp venham estampados em lettras
transparentes no papel do livrinho que
serr de envoltorio a cada garrafa. Acba-
so venda em todas aa botitaa e droga
ras.
Tendo eu ciencia de que algumas pea
soas aproveitam as garrafas vasias com
etiquetas de vinhos de minha oaaa, para
venderem outros vinhos a titnlo do Rom
Pallarte e Bom Collares que rece-
bo directamente e bem aasim outras qua
lidades, chamo a attenc&o do publico e es
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que n3o se deixem illudir e
aviso os de que s devem considerar como
verdadeiros os que compraren! em meo
proprio estabelecimento ; a muito que nSo
vendo a casas retalhadoras e por isso ia
siste para que os senhoros compradores
notem o que deixo dito.
Becife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira Mata.
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro, teiu o seu
consultorio ra do Marquen de Olinda
n. 1, Io andar, onde pode ser procurado
todos os diaa uteis, das 12 s 3 horas da
tarde.
Chamados a qualquer hora em sua re
sidencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
Cidade de Pelotas
Atiesto qne o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de Souza
Soares, um excellente medicamento,
empregado com muito bons resultados as
molestias broncho-pulmonares.
Dr. Seraphim J. R. ele Araujo.
(A firma est reconhecida).
m*
Medico
DR. TAVARES DE MELLO
n
formado pela Faculdade do Rio de Janeiro,
tendo-se dedicado com especialidade a
therapeotica moderna das molestias de
pelle e syphills, na polyclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Araujo, onde servio
como sea ajudante ; da consultas de II as
3 horas no largo do Corpo Santo n. 1S, 1*
andar, e recebe chamados a qualquer hora
em sua residencia, largo da Pas n. 41.a
Afogado8. el
ft
Dentes
Ter nina a horrivel dor de dentes usando
o excellente preparado de Manoel Cardos*
Jnior.
Aa cartas que lho tem aido dirigidas
pelos jornaes de mtior circuacJto, attestam
a eficacia.
Depoaltoa t
Drogara doa Srs. Francisco Manoel da
Silva & C, roa do Marquen de Olinda
n. 23.
Pharmacia Martina, ra Duque de
Caxiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, roa EstreiU de
Boaaro n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do
Bario da V'ctoria a. 14.
Pharmacia Imperatriz, roa da Impe
ratria n. 49,
Cirurgio Dentista
DB. BOBEBT P. BAWUNSOM, lor
otado pela Universidade de Maryl&nd noi
Estados-Unidos, tem aborto o sea cnsul
torio, na roa Bario do Victoria 18,1* ao
dar.
Consultas daa 10 s 4 horas da tarde.
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de ana via-
ra Europa, di consultas de
s 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 a roa do
Bario da Victoria, excepto noa
domingos e dina santificados.
. Telephone 285.
Beeiaencia roa Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da
Saudade n. 25.
Telephone 387.
Dr. Mello (Jomes
lewo operador parteiro
57Boa do Bario da Viotoria67
(smORI DA BOA DE 8. AMABO)
Onde tem cesaesataerte *-
denota i podando ar eacoatrado e
j recebendo chamados qualquer hora
do dia e danote. ___
BepeaaliiadM: partos, tabres, Q>OM-
Uaa da senhoraa e Apa pemoos. sypfctll
emgtral,aara rpida comptef ?-
racbes de estreltamentos e mais aosn-
mentos da uretra-
acoda de promoto a cbamadoa para
fra, a qualquer aTstaada.
Telephoae a. f *
{
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especian
lado de molestias de senhoraa e creaoaa
Consultorio e residencia roa da impe
ratria n. 18, 1* andar.
Consultas de 8 a 10 da manha.
Chamados (por escrpto) qualquer ho'a
TKLEPHOHB H. 226
a
MEDICO HOMEPATA
Dr. BalthazoT da Siheira
Especialidadefebres, molestias
daa orianoas, dos orgSos respirato-
rios e das senhoraa.
i ~ Presta- se a qualquer chamado para
era da capital.
Aviie
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
roa do Bario da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
i
^2%
Dr. Coelho Leite
participa a seus clientes e amigos qoe mudo*
asna resiencia para a ra Bario da Victoria n
'1.1* dndar, e contina a dar consultas de i a>
6 horas da tarde, no seo consultorio, ra Duqut
ic Casias u 57.
Elixir depura-
tivo vegetal,
Formu'a de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inapectoro Geral de Hy
tiene Publica do Rio de Janeiro em 20
e Julbo de 1887.
Este depurativo de grande eficacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assirr.
como em todas as molestias das senioras.
Tem curado radicalmente umitas pessoas a**-
commettidas da terrivel molestia beriben.
Cuidado com es r*lainca.ca.
MODO DE SAB
Os adultos tomarAo quatro colneres das de
sopa pela manha e quatro a noite.
as criaocas de 1 a annos tomaraO ama co-
Iber pela manha e ootra a noite, e as de Sal
annos tomarSo duas colneres pela manha" e dnas
a noite.
Devero tomar banbos fros ou momos pela
manha e noite.
Resguardo regular.
N. 1J5
lllm. Sr. Angelino Jos dos Sautos Andrade.
Recife, 10 de Setembro 1883.
Tendo soffrido dorante dez an'08 de om bra
go em que era qualiflcado pelo medico em om
cancro secco, o qual ltimamente se me aggra
vou a ponto de por duas veses que eu me fui
rereitar me quererem corlar o braco, e yivendo
desta forma com nma grande cbaga que me ira-
possibilitava de trabaibar ; e nestas circumstan
cas em que me acnava, j desengaado., um
meu amigo me aconselbou que tomasse um eli
xir preparado pelo Sr. Angelino de Andrade, o
COMERCIO
Reyista do Mercado
BtOIFB, 17 DB OUTUBRO DB 1890.
0 movimeotosa praca limitou-se a transaccoee
no mercado de cambios.
Bolsa
OTACOE8 OFFICiaa DA JUNTA DOS COB-
BBTOBE8
Recife. 17 as Outubro de 1890
Acetes da Retinara e Destillacao Pernambncana
do valor de 100a ao par.
Pbospbato de cal da liba Rala a 11A por tonela
da de i 000 kilos rosto a bordo, inclusive di-
reitos no porto daqnella liba.
Na Bolsa venueram-se
10 acg6es da Retinara e Destillacao Pernam-
bncana.
o oreaidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O socretari'o
Eduardo Dnbeux.
Cambio
PBACA DO BBCHB
Os bancos continoaram a offereeer saccar a 12
1/1, e na falta de tomadores a esta taxa, mostra
ram dijpostos a dar at n 5/8 sem attrahir di -
nheiro. -
Papel particular foi passado a 11 3/4.
PHAfJA DO RIO *>B JANEIRO
22 1/1 Bancano ao fechar do dia, com tenden
cia para alta. ,
Algodo
Em vista da posicio firme do cambio, cota se
o de 1* sorte a 700 nominal.
A exportacao feita pela alfandega neste mez at
a dia 1S, cooatou de 401.338 kilos, para o exterior
As entradas verificadas at a data de boje so-
>em a 10.464 saceos, sendo por:
.rcacas .... 1 1W Saccas
aporei..... J?*
jmaaes.
la-ft>rrea de Cmara. *7
ia-fenea de S. Prandsco. 106
ia-ferea 4o Limoeiro 4.76
Somma.
10 464 S.ccis
Aasocar
J precos pagos ao agricultor, por 18 kilos, se-
;undoa isaocia asfaintea:
Safra nova ___
atancos..... W800a3*300
Someooa..... W500 a 1*700
aascavados .... U600 a 1|700
urotos ..... 1MW a 1*600
.une..... W*aUl"
Osiuas..... *> W
A exportaclo feita pela alfandega neste mes at
o dia lo, constou de 4.603.308 kilos sendo.......
1.973.780 jara o exterior e 1.619.518 para o inte
rior.
As entradas verificadas al a data de hoje so
jem a 70.116 saceos, sendo po :
Itrcacas..... 30.026 Saceos
XS. : : : : iw :
a-rerrea de Cmaro. 641
/la-terrea do S. Francisco. 11.437
'ia-frrea deUmeeire 14.966
Somma. 10.116 Saceos
qoal en logo em
garrafas ae I*
heommodo, pelo qee ^oee
de fazer o aso qae lbe
WM
lllm. Sr. AogeliaoJ
Venbo por meio a
tirio que fea o asa preparase i
tao gmeate tomdo daas ganis, M
bastn para ate rsshsfetu ae i
de que, qaasi
dicos, ama milagrosa
divino em occasiao asa
formoa me este
qual devo a
do mais im
as marcas das
E.quaaio ao
completamente
de me extrahir a qasarafais a i
tinba tomado ea i
resaltado.
Acceite votos da aariaade 11
P bioH
Recife 30 de Desembro de 1886.
Estavam selladas e reconbeaaas asi
A' roa do Bario da Victoria a. 37, st
da e qualquer erplieacAo qee
ea deste preparado.
AS VICTIMAS DAS
Btlixlr
rado em 11 de Marco
ieral de Hygiene do Rio de
ipresentar-se a buaaoMaea
io inteiro. como taboa de
l naufrago lbe torada
Elixir aorta*
a do em mu ti asimos casos 4a
or milagro, levantado do lelto da dor i
op moribundos.
Este remedio, composto smente ae
e ioteiramente inoffensivo, anda nseaoo i
mimosa e tenra crianca.
As senhoraa, no eaudo de parisa, oa
t odo de incommodos uilaiaas,
m receio algum.
e
Drogara dos Srs. Prancl:
a C, A roa Marques de Oliodi n. 13.
Pharmacia Martina, a ma
n 88. .
Pharmacia Oriental, i ras letrea se
Q. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, i
Victoria n. 14.
Pharmacia Imperatriz, A roa
n 49.
Deposito geral
Manoel Cari.
eatrejte ae art* .Si.
a va
Scientificamos ao respeluvel pablco que aJa
dos attestados a que damos pablicidade Baja,
forsm carados 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos pan irem
os (raudos pelo Elixir anti febril.
Dos innmeros attestados que -
em segnida principio a sua publieacAo; o
bastara para que sejam ronbeddas aa vi
do Elixir anti febril Cardoso.
R.U
lllm Sr. Manoel Cardoso Jnnior-lm toa da
hnmamdade soffredora, venbo umuiaesrar sm
mais um prodigio do seu Elixir Anti Petra,
ibe peco que publique esta anana deetaracAo,
para que cada ves se tome mais conbertoo o
seu prodigioso remedio.
Meu Ribo Jo5o Pinto da Silveba. itMsBsistti
do de febre do dia 5 deste mea, no dia 8
sentn signaes de bexiga ; me horrorisei.
rememorei o quadro tremendo da morte 4
nba lilha. tratada por meti, e vaciiei.
Dos me fes decidir pelo seu elixir, o <
do elle a tomar as 3 horas da tarde, A
te Unha desappareclJo a febre, as bexigas
ram seu crescnenio, e ires das depois
ram a diminuir, tomando urna cor

guardeate
OoU-se a 74*000, por pipa de 480 litros.
Aleeel
Cota-se a 170*000 por pipa de 480 ntme.
l
Cota-se a 65*000 por pipa de 480 tilroa.
%avlo deacarfa
Barca nomegense Leciathan, amo.
Barca noroeguense Emola, carvao.
Barca allemA artka Brsokttmmn, Bssisira.
Barca sueca Heidi, carvao.
Barca portugoeza Tentadora, varias generoa.
Barca ailema Schaan. vanos eneres.
Barca inglesa Gtrendolme, carvao.
Brigue nacional Prmzsres. xarqae.
Escuna nacional Peiotms, xarqae.
Lugar inglez Uoming Star, carvao.
Logar inglez Retriever, baealbAo.
Lugar nacional Loyo, xarqae.
Patacho nacioaal social, xarqae.
Patacho nacional Francoln, xarqae.
Patacno norueguense Rabbi, xarque.
Patacho ailemao Mane non Olienirop, _
Patacho noroeguense Kjeuami, carvao.
Patacho portugus Mondego, xarqae.
Pauta da Alfa aerea
BaAsu bb 13 a 18 aa otrroaao
Alcool (litro)....... 3
guardente........ 131
Arroz com casca (kil.o) -
Algodaa (kilo).......
I ssucar retinado (kilo) ....
aasucar branco (kilo) .... Afta
asacar mascavado (kilo) .
Borracha (kilo)......
Bagas de mamonas (kilo) .
acao (kilo).......
Caf bom (kilo)......
Gaf restolho (kilo).....
Carnauba (kilo.....
Coaros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdea (kilo).....
Carocos de algodio.....
Carvao de pedra de Cardiff (ton.) M*98f
Fannna de mandioca (htro) .
Genebra (litro)......
Graxa (sebo) ......
Jaborandy (em folha) kilo W
Mal (litro........
Milho (kilo.......
Pbospbato de cal da liba de Parnaa- ___
do de Noronha (tonela la) lOJMf 1
I'bosphato de cal da liba Bata (tone-
lada) ......a .
Pao Brasil (kilo).....
Sement de carnauba (arroba) .
sota (meios).......
Tatajuba (madeira).....
Taboas de amarello emprancboes
(duna) .........
Coaros salgados 370 rata, e os verdes a 163
na.
Vapor -aneea Ftfle de .
entrado do Havre a Liabaa asa 15^4a ava-
dante e consignado a
manifieatou :
Carga do Havre
Aaeito 15 caixaa a Quede a
& Pilho.
Agua mineral 5 caixaa a M J.
pos.
Batatas 100 caixaa a Parra Valeata 4
C 200 ao oonaigiadaria.
Coroaa aaortaariaa 1 ovia a Jes* Lea
dos Santa. .
Chapos2caixaB.eai)ijsBaAa,
1 a Cbasatwai d C.
Cbasapenba90 aaiaaa a C. Playa 4 C.
Camisas 1 oaiaa ai. Martjaa.
Chapaoa aa aal I avaa a Twaiii 4
Pieiro.
Oroeaeta 1 caa a Mota flinnl 4 C.


1890
COtto de que desa pp
Observado a saa preicripca.
x:,r, de I em 2 Doras, por espaco de 9 das, e
M por diante fie 3 em 3 boma.
Grabas a Deus e ao sen miraculoso elixir est
BMB fiho perfectamente bom.
Em conclusao Ibe digo : o seo elixir o aoi
afilad.r da bexiga. e quem duvidar experi-
mente.
Sem tnais assompto peco-lhi que me permita
AsignarDe V. S. amigo grato e venerador cria
4o>
RecHe, 24 de Setembro de 1890 (Palmares 9.)
Jos Pedro Velloso da Silveira.
N. 8*
Ckladao Maooel Cardoso Jnior. Teodo oo
d 20 do mez de Agosto proxmo paseado sido
ccaatnettido de varilas miaba mulher, Maria
Amaa Pessoa de Mello, en e doas filos de do
es Manoel e Frederico, este com a idade de
11 e 14 anuos, recorr do vosso provideocial
Klixir, prestado graciosamente pelo meu amigo
Aateaid Francisco das Cbagas, cojo bom resul
taio aao se fez esperar, de maneira qoe boje
os acharaos todos restabelecidos e corados.
Com satistaco vos declaro que resid) oa ra
Direitaa.86, em Afogados.Vosso atteacioso
venerador
Jote Vittra de Mello.
Afosados, lo de Setembro de 1890.
N. 83
r Illa. Sr. Maooel Cardoso Jnior.Ten io sido
axommetiida a miaba .irma Julia, de 10- annos
Je idade, de varilas, e acbaodo me sim me os
para tnatal a, recorr ao sen Elixir por informa
&o de om visinhj, qoe obteve graciosamente, e
esm tamaoba felicidade, que em pouco lempo
Uva ai resoltado esplendido, licando minba
irma completamente restabelecida ; quem quizer
',Tilicar-se da verdsde pode vir ou mandar
"as de Santa Tberera n. 7, qoe encontrara a
peaso a quem me redro.
Ootro sim, ao Sr. Cardoso tenho so o dever de
.gradee er Ihe a caridade que me prestou com o
9j iracloso Elixir, podendo ao mesmo tero
oo faier o aso deste meo attestado como Ibe
-vO*ier.
Disponha deste seu criado e obrigado.
A rogo de Jos Felicio Vielra,.
Agos/inho Francisco da Silca. I
Recife. 19 de Agosto de 1890.
N. 84
Qdadao Maooel Cardoso. Saude e fraterotda-
3c. Tendo sido accommettidas de varilas as
minbas quatro tilbas de nomos Laura, Julieta
tdalioae Maria, todas de menor idade, eu nao
sabia o que fizesse, muito contrariado de vt as
-sempre oo mesmo e as postulas fahiodo com
tama torca bornvel Dizendo a um amigo o esta
Jo de miabas tilha?, elle tratou-irie sobre o seu
-- v/hoso Elixir Aoti Febril, e logo aps fui
-. a Iqja e e snior servio-uie gratuitamente
a dos seus frascos com o tal preparado, e que
ate foi bemaproveitavel; a febre fui logo acal-
aado, e as pstulas, logo que eu appliquei
aas-3 doses deixaram de augmentar; portanio,
ai alias tilbas estao rpstabelecivias, agradecendo,
abaixo de Deas, ao seu maraculoso Elixir Anti-
Pebril.
Podis fazer desla o oso que vos convier
ftuaDireila d.88. -Seo venerador e amigo
Antonio Silca Rnngel.
ecife, 10 de Setembo de 1890.
N 84
Afosados, 6 de Agosto de 1890 Illm. Sr. Ma
oel Cardoso.Acbando me bastante doente d-
cariolas, e estas bem perigisas. orna miaba filba
de Dome Josepbioa, com idade de 10 anuos, e
sean sabtT o que flzesse, fui acoosclbado pelo
S-, Antooio Francisco das Cbagas para fazer
taso do seu benvolo Elixir Anti Febril, appli
cando elle mesmo diversas doces e tomando
grande ulerease no tratamento. o qoal foi de
erma, que em pouco tempo vi minba fllba salva.
Faja o oso qoe Ibe convier e agradec.) ihe,
anbora nao o coobeca directamente. Muro oa
fia dos Pocos.
A rogo de Aotonio Marinho F Ico.
F.piphauio R.beiro L bo
(Eslavam sellados e reconbecidos.)
principalmente naa do
torio e gesito tuinario.
As affecoes cj.tbarraes do larynge, dos-
broochioe da buxigs, qoando primitivas,
cedem promptarnente ao aso reiterado do
Peitoral do Cambar.
As tecrecSea muco-purulentas, sympto
matioaa da tubtrcalote pulmonar, modi-
ficam se vaDtajosamenie, tornando mais
desembaracado o campo da hematoae pal
monar.
E', portante, o Peitoral de Cambar,
um beroco meio preventivo e um auxiliar
no tratamento da tysica pulmonar, to
frequente no Brasil.
Dv. Uria$ da A. Silveira,
(A firma est reconhecida.) .
DEGLARACOES
Barra Mansa
O Peitoral de Cambar, importante prs-
parado dolllm. Sr. J. A de Soasa Soares.
de Pelotas, possue propriedadea baUami
as pronuncudas, e exerce influencia be-
Cachimboi 1 caiza a Prente Vianna
*C.
Conservas 10 caixas a Figueiredo Costa
>4C.
Calcados 2 caixoes a Nunes Fonscca &
-.-., 1 a Samaros & C.
Osaros 1 caizlo a An onio Doarte Car
taeiro Vianna, 1 a Ramos Geppert & C.
Chocolate 1 caixa ordem.
Drogas 23 volumen a Francisco Manoel
tia Silva C.,4 a Bartholomeu & C, 7
Faria Sobrioho & C.
Feltro e calcados 2 caixoss a Cesar Lo-
pes & C.
Ferrageos 2 caixas a Miranda & Souza,
4 a Albino Silva & C, 2 ordem, 7 a
Ferreira GuimarSes d C
Gatos 1 caixa com 2 a Carvalbo Ir-
onice 4 C.
Instrumentos de msica 2 caixas a Ra
daOoata & C.
Joias 1 caixa a Cou.eiro JrmSos.
Msnteiga 15 barrs e 30 meos ditos ao
\iOoaigoatario 30 e 300 a Souza Basto
Amorim & C, 15 e 2> a Figueiredo
Carta C, 25 e 50 a Domingos Cruz
A C, 30 e 40 a ordem, 15 e 20 a Fer-
nandos da Costa & 0., 15 ,e 30 a Fer
reir Rodrigues & C, 15 e 15 a Joaquim
Felippe & Aguiar, 25 50 a Paiva Va
lente & C, 15 e 30 a Castro Lemos &
O.. 20 e 40 a Soares do Amara I IrmSos,
12 caixas ao conaignatario, 30 a Carvalb >
A C, 22 a Souza Basto Amorim & C,
17 a JoSo Fernandes de Almeida. Mer-
cadoria8 2 volumes a Manoel Colago &
O., 2 a Manoel da Cunha Lobo, 2 a OJi-
Jon Doarte IrmSos, 3 a Guimarles Cas-
tro 4 C, fi a Francisco Lauria & C 1
a vi uva de t. G Cselo, 2 a Barbosa &
5 otas, 2 a Tuom z de Carvalho C,
7 a GuimarSes Basto & C, a Francis^u
e Asevedo 4 C, 2 a GaimarSes Irmaos,
2 a Netto Campos & C, 5 a Ramiro
Moreira da Costa & C, 2 a Francisco
H. & Irmlos, 2 a Ferreira & IrmSos.
Materiaes para camioho de ferro 133 vo-
lumes a Ab Steiu & C. Machinismos e
oatro* artigos 118 a Couret & Paitls.
Machinas 1 caixa a Sv Fernandes & C.
Oleo 1 barril a Rouquayrol Freres.
Perfumaras 1 caixa a GuimarSes Bas-
to 4 C.
Qoeijos 11 caixas a Paulino de Olivei-
tx Maia, 10 a Borstelmann & C, 26 a
ordem, 11 a Domingos Cruz d C, 17 a
Goa$aves Rosa & Fernandes, 16 a Paira
VaJente & C.. 10 a Souza Basto Amorim
C.
f ce idos 1 vola me a Netto Campos 4 3.,
1 a Alvim 4 Chance, 2 a GuimarSes
fasto 4 C, 1 a Guerra Fernandes 4 C,
' a G. J. Bro, 2 a GoocalveB Cunha &
"',2a Airea de Britto 4 C 1 a Mo-
(ibard Huber 4 C, 3 a Beroet 4 C, 1 a
'Oamer Frey 4 C.
Vid roe 4 caixas a J. Gomes de Amo
ira4 C, 1 a GuimarSes Basto 4 C
Carga de Lisboa
Agua de Vidapo 5 caixas a GuimarSes
6 Valente.
BaJaaW*) caixaa a Jo* Joaqaim Al-
Delegada da laapeetorla (eral
das trras e coloal sacio
Para conbecimento dos inferessados faco pu-
biieo, que se ai hum agasalbados na bospedaru
da J (ao abaixo, os quaes desejam coolractar seus
servicus nesta cidadeou fradella, cem parlicu
lares, empresas, oinpanhiaf. etc.
Os Srs. pretndanles poderao dirigir se aquel
la hospedara todos os dias das 6 horas da ma-
cha s 6 da tarde, afim de so eoleoderein com
os propnos estrangeiros.
Delegada da in pectoria geral 1as trras e co-
looisacao, 13 de Ouiubro de 1890
0 delegado
Manoel Augusto Ferreira da SUoa.
1 Rie Joan, Italia, 18 anuos, solteiro, jorna-
lero.
2 Corvado Romano, idem, 27 aooos, dem,
carpite! ro.
3 Aooibal Gaspar, idem, 31 aonos, idem, jor-
naleiro.
4 Tlelo Feliz, idem, 3 aooos, dem, agricul -
tor.
5 Guilherme I-iae naide, idem, 20 aooos, dem,
joroaleiro.
6 Merlo Josepb, dem, 21 anuos, idem, pe-
dr r i ro.
7 Joseph Alemana, Blgica, 46 aonos, sollei-
10, jiruatetro
8 Lacome, Frang, 22 aonos, idem, carpi
teiro.
, 9 Orcl Joans Baptista, idem, 28 aonos, idem,
mestre de esgrima.
10 Lacrima Franco), idem,26 aonos, idem, jor-
naleiro.
11 IkV-aio Aaon', idem, 25 annos, idem, jor-
naleiro.
12 Manoel Achinelli, Hespaoli 22 aooos, idem,
idem.
13 Bernardo Hado, Fraoca, 22 annos, idem,
carpinteiro.
14 Len Ogilman. idem, 20 annos, idem, pin-
tor.
15 Riimao Fraocirico, idem, 18 anuos, casado,
jardioeiro.
16 Rinion Henrique, idem, 23 aooos, solteiro,
cosiobeiro.
17 Jorge Girard, idem, 27 aooos, idem, pin-
tor.
18 Luz Pedro, idem, 32 anuos, iJem, mecha
nico.
19 J >i Booija, Hespaaha, 43 aooos, casado,
ari tallar.
20 Muioor Emilio, Fraoca, 27 anuos, solteiro,
agrru'tor.
21 Je o Nicolao, Italia, 81 aooos, casado, eu
canador.
22 Jos Dmale j, idem, 47 aioos, idem, osi-
nbeiro.
23 Mordanat Mar' n, Franja, 24 aooos, idem,
agricultor.
24 Amanogoo, idem, 20 aooos, dem, machi-
nista.
25 Logu Pierre, idem, 41 annos. idem, agri-
cultor.
26 Jjan Nacenas, Blgica, 22 annos, idem, po
wr.
27 Joan B.rgeugmeux, 24 aonos, iiem, cocei-
ro
28 Eugenio Lindan, idem, 17 amos, iden, jor-
naieiro.
iim Alves A C, 1 a Ferreira da CosU
C, 1 a Vicenxe CosU A C.
Cebla*20 cax 4 Fernandas, 15 a Castro L3mos 4 C,
O a Lope! Alheiro 4 C, 25 a Quima
raes Valente, 10 a Jos Joaquim Airea 4
C 20 a Esnaty Rodrigues & C. Cal 8J
barricas a GuimarSes 4 Valente, 20 a
Esnaty Rodrigues 4 C.
Figos 4 caixas a Joaquim Felipps 4
Aguiar.
MacSs 4 caicas a Per eir Carneiro
4 9.
Ro'.has 7 saceos a ordem.
Lugre ingles Retrkser, entrado de Tena-Nova
em 11 do corrreme e consignado ordem, ma-
nifestou :
Bacalbao 2,175 barricas e 850 meias ditas
ordem. ,
Patacho portngoez Mondego, eatrado do Rio
Gianae do Sul em 12 do correute e consignado a
Amorim l'uios & C, man feslou :
Xtrqae n6,W5 fardos ordem.
Patacho portugus MUsa, entrado do Bit Gran
de do Sol em 16 do correte e consignado a
Amorim Irmaos A (1, manifestou :
faroba de mandioca 30J saceos ordem.
Xarque 197,150 kilos i ordem.
b.rca ingleza .\e.:ada, entrada de Londres em
16 do eorrente e consignada i ordem, manifes-
i u ;
Cimento 5,162 barricas ao engenbeirj cbefedi
pro!oJgamculO.
Vapor italiano LItalia, entrado de Genova em
8 do crreme e congaado a II. Borle & C, ma
nifestou:
Azeiie 10 caixas u Francisco Maooel da Si va
e C. Alpiste 5 saceos a Vleira c Silva, 5 a Fiao-
cUco Maooel da Silva e Z.
Comiotios 6 saceos a Vieira e Silva, 12 a Fran-
cisco Maooel da Silva eC.
Oslas vazias 1,003 a ordem.
Eaxofre 20 caixa.) a Faria Sobrioho e 0., 100
a Aotonio Duarle Girneiro Vianna 50 e 10 bar-
ricas a Francisco Manoel da Silva.e C. Erva-do-
ce 10 saceos a Francisco Manoel da Silva e C.
I.iCenso 3 caixas a Faria Sobrioho e C.
Massas 15o EaiX4S aos con si gna arios, 1,200
ordem, 100 a Francisco Mano A da Silva c U
Mar-nore lavrado ii caixas ordem.
Ervas seccas 2 fardos a Vieira e Silva.
Liubaca 6 barricas a Faria Sobrinho e C 7 u
Francisco Manoel di Silva e C.
Typos 2 caixas a J- de Vascoocellos.
V'ermjuUi 25 caixas a Vieira Silva c C 20 a
Francisco Maooel da Silva e C.
Vapor inglez Martwr, entrado de Liverpjol e
Lisboa em 11 do aoaaule econsignado a B. .Ye
dbam i C, rnaifettoo:
Carga de Liverpool
Agua mineral 40 caixas ordem.
Amostras 12 volumes a diversos.
Arroz 50 caixas a FigaeirJo Costa e O, 23 a
Soares e C0 a E:0aty Rodrigues eC, 10.) a
Domingos Cruz e tf., 25 a Silva Marqu-JS e C,
101 i ordem-
A piste 5 sacco* a ordem.
A vea 10 saceos a U. J Perman, 15 a Carlos
Alves Barbota.
Arcos de ferro 84 feixes a W. Hi lidav e C.,
690 a Aloino Silva is C.
Azeit 3 caixas i Carvalbo e C.
ArmacGes para st llios 1 c.lxa a William Hal
Udsy c.C.
Batatas 0 caixas a Browns e C.
Biiter 5 caixas a Carvalno e C.
Barras de ferro 2<3 e W feixes a Ferreira Goi-
maraes e C, 71 e 8) Compaubia Ferro Carril,
187 e 176 a AnU.uk> Rodrigues de Souza, 375
,,o -, >v Pi'Tlam'C.. | OgOeSta Albn
-
Bautroox, idem, 30 anno*, dem,
lornaleiro.
31 Francisco Msrcu, Suissa, T3 anaos. casa-
do, geceiro.
32 Dicocx Ernesto, Franca, 38 anaos, solteiro,
pintor.
33 Alaatoguite Auguste, Blgica, 24 aoDos.sol
te ro, mioeiro.
34 Careexo Calisto, Franja, 30 annos, idem,
agricultor.
35 Jules Morm, Blgica, 40 annos, idem, pin-
tor.
36 Len Van HeulM, idem. 21 anaos, idem,
pintor.
37 Pedro Saaleres, idem, 33 anaos, casado,
serralheiro.
38 BogKens Casimiro, idem, 35 anno?, solteiro,
pintor.
39 Copny Luiz, Franca, 30 aonos, dem, ga-
zista.
40 Bernardo Vankiet, Blgica, 32 annos, idem,
pedreiro.
41 Budault Vctor, Fraoca, 36 anuos, idem, m;
neiro.
42 Prente Pedro, idem. 26 annos, soitei o, car
finteiro.
une Josepb, Italia, 23 annos, idem, machi
Dista.
41 Muiler lermo, Fraoca, 25 aonos, idem, co-
sinbelro.
45 Milano Jjseph, faUa, 38 aonos, solteiro, pa-
deiro.
46 Paul Mooclut, Franca, 29 aonos, casado, fer-
reiro.
47 Mmon Henry, idem 34 aonos. slteiro jar
dioeiro.
48 Vaoalffel Ltoaart, Blgica, 33 aooos, idem,
toroeiro.
49 Joan Baptista, idem, 22 annos, idem, agri-
cultor.
50 Vatros Cario, Italia, 31 annos, idem, car
pin teiro.
31 Charle Nobrc, Franca, 35 annos, idem. coz i
nheire.
52 Gromendole Jouan, Hollanda, 23 aonos,
idea, pedreiro.
53 Antoni Fonr, Franca, 48 aonos, idem, lin
lureiro.
54 Jos Ignacio Rodrigues, Portuga1, 32 annos.
idem, jornalen-'!.
55 J janes Santoro, Italia, 42 annos, casado,
ferretro.
56 Amone Espelin. idem, 27 annos, idem, car-
iioleiro.
oseoh Paiernan, idem, 24 aonos, solteiro,
corrieiro.
58 Paulo Su'il. idem, 42 aooos. rasado, idem.
19 Antonio Aatista, idem, 22 annos, solteiio,
idem-
60 P:tro Blano, idem, 36 anao, casado, agri
cultor.
61 Felippe G.linio, idem. 23 anaos, sollciro,
idem.
62 Cataldo Trovar, idem, 40 asaos, casado,
idem.
63 Francisco Dorcnza, iJem, 34 anaos, idem,
pedreiro.
64 Caetano Sabro, idem, 43 aunes, idem, idem.
65 Caetano Trbalo, idem, 34 aooos, iiem, agri
cultor.
66 Seostore Domiano.idem, 38 ana;?, solteiro,
iaem.
67 Panto Rmtx, idem, 40 anaos, dem, carpin-
teiro.
68 Franco Saoti, idem, 36 annos, idem, agri
cultor.
69 Botin Dromouro, idm, 48 aonos, casado,
iiem.
70 Bjlrim Jorge idem, 40 annis, Idem, idem.
71 Salo Caetano, idem, 36 anuos, i.lem, idem.
72 Jslo Porto Josepb, dem, 26 annos, idem,
idem.
73 Pjpillo Di mingos, iiem, 38 aono:, idem
idem.
74 J jane Augusre. idem. 40 annos. idem, idem.
75 fac Jjsenn, idem, 42 annos, id id, jciu.
76 Ecanco Jorge, dem, 26 aooos, idem, sapa-
teiro.
77 Viceocio Bruno, idem, 45 aooos, dem, agri-
cultor.
78Espatoiora Francisco, iJem, 23 aonos, idem,
"ca-niceiro.
79 Carmino Jjmau3. idem, 42 anaos, idem,
agriiulior.
80 Francisco Simarcus0, idem 26 aooos, iiem
idem.
81 Jjan Cotroo, Frang, 32 anaos, solteiro, fj
eaiiu
82 J.jaa Buskr, idem, 38 aooos. idem. pedreiro.
Bis coutos 19 caixoes a J05o Pernamles de A'-
meida, 10 a Paiva Valente C 12 a J ja^uim
Ferreira de Carvalho e C, 8 a Guedes de Arau-
jo e Filbo 15 a Fernaodes e Inuios, 6 a Castro
Lemos e C, 18 a Oomiogos Fer'eira da Silva e
C, 25 ordem, 7 a Fgueirlo Costa eC.,9 a
Jos Joaquim Alvea e C, | a Browus e C.
Cidra 20 caixas a Guedes de Araujo e Filho,
200 a Domingos (.rut e C, 100 a Fernaodes e
Irmaos. 100 a Domiagos Ferreira da Svi
C, 100 a Jjai Fernandes de Almeida, 110 a or
dem.
Cerveja 60 caixas a Jo&o Fernandes de A mei
da, 23 a A. R. M. Ferreira, 20 a Paulino ae Oi
veira Maia, 20 a Gomes e Pereir >, 10 a Figueire-
do Costa e C. 55 a ordem.
Couros 1 caixao a Alves Maia e C.
Cha 3 caixas a Fernandes e irmaos, 20 a So a
za Basto, Amorim e C 2 ,a Paulino de 01 i veira
Maia, 8 a J jaquim Felippe e Agniar, 16 e 19 gra
des a ordem.
Capsulas 2 caixas a Vi. IIi.liday e C.
Barnlha 55 tambores a ordem, 10 a L. Ferrei-
ra eC.
Chapeos 1 caixao a Prenle Vianna e C. 6 a
J. Pster e C, i a Cbristiani c C, 1 a Maooel Col-
lago e C.
Cama 1 caixa a A. F. Oliveira.
Cabos 18 a C. C. da Costa Moreira e C.
Curvautes 2 caixas a Carvalho e C.
Cilcados 4 caix.'s a Albino Cruz e C 2 a
Ferreira Barbosa eC.,3 a Paiva Oveira e C, 1
Francisco Ramos da Silva e C.
C mservas 10 caixas a Castro L 'mos e C, 30
a Domingos Feneira da S.lvi e C.
t arvao de pedra 20. loitladas a Great Wes-
tern of Brazif.
Candieiros 2 caixas a F. P. Botelho, 9 a Aze-
vedo e C.
Chumbo 54 barricas a Antonio I) jarle Carnei
ro Viaona, 25 a Viaooa Castro e C.
Chapas para fogao 8J a Viaona Cistro e C, 60
a Antonio Duar-e Carneiro Vianna.
Camisas 2 caixao ordem.
Canos 7 barricas e 10 caixas a J. de Azevedo
e C, 4 e 2 feixes a Miranda e Souza.
Cevada 10 barricas a ordem.
Caaos de ferro 30 feixes a Ferreira Gu;ma:aes
e C.
Drogas 5 volumes a Fraa:isco Vlaaocl da Sil*
vaeC.
Elstico 1 caixa a Francisco R. da Silva e C.
Estanho 9 barricas a Antonio P. da Silva
eC.
Estopa 16 fardos ordem.
Esleirs 10 volumes a Maooel da Cunba Libo.
Enxadas 3 barricas a Antooio Pialo da S'ha e
C, 42 a Aotonio D C. Viaooa.
Enxofre 20 barricas a Prente Vianna e C.
Ferro galvanlsado 8 volames a J. de Azevedo
eC.
Fio 2 fardos a Albino Su>a e C, 4 a rlcoi.
Fellro 1 caixa a Albino Cruz o C, 1 a Parante
Vanos e C.
Folies 12 a Antonio Rodrigues de Souza e C ,
6 a J. de Azevedo e C
Ferrageos 3 volumes a Parele Vianna e C,
17 ordem, 7 ao Loodoo Bank, tt a Antonio
Piolo da Silva e C, 4 a Compaobia de Beberibe,
14 a Ferreira GuimarSes e C, 43 a Gomes de
Mallos IrmSos, 5 a W. Hilliday e C. 17 a Albino
Silva e C. 6 a Vianna Castro e C, 27 a Miranda
e Souza, 4 a Aotonio Rodrigues de Souza, 8 a
Cardoso e Irmaos, 12 a Antonio Duarto Carnei
ro Vianna, 4 a Manoel dos.Santos Villaga.
Fogareiros 120 a Gomes de Mallos Irmaos, 100
a Aotonio D. C. Vianna.
Farioha 10 barras a ordem.
Folhas de Fiandres 5 > caixas a Ferreira Gui
maraes e C, 20 6 ordem, 50 a Albino Silva e C
D.tas de zidcj 3 caixs a ordem.
Ditas de ferro 30 a Cardoso e Irmaos.
Ditas de cobre 83 a Manoel dos Santos Vil-
laca.
Louca 20 gigjs a Joaqun Ferreira de Carva-
lbo e C, 60 a Demingos Cruz e C. 5 a cidem, 7
a Figueiredo Costa e C, 3 barricas a Manoel
J. Perijm.
Massas alimeulicias 6 caixas ordem.
Mateacs par
M**r*r.
Sirem Ferdnanu, Blgica, 27 annos, casado,
joroaleiro.
84 Rosaly Vanley, idem, 23 aonos, solteiro,
idem.
85 Charle Frangoi. idem, 42 anaos, casado, agri
ruitor.
86 Nathaly, dem, 43 aooos, idem, idem.
87 jjs Pero, Hespaaha, 2t aunos, solteiro, pe-
dreiro.
88 Muxol llermss, idem, 23 anaos, idem, agri-
cultor.
89 Jos Perins, idem, 30 aonos, idem, idem.
90 Antonio Roineu, idem, 24 aunos, idem, idem.
91 Ramoa Imeaia, dem, 28 aonos, idem joroa
leiro.
92 Ramn Torres, idem, 28 aonos, idem, iufri-
cor.
93 Raphsel Romero, idem, 30 annos, dem, fo-
guista.
94 Joan Mendes, idem, 30 annos, idem, inari-
obeiro.
95 Vondl I,;oo, Fraoga, 33 annos, dem, agri
cultor.
96 Joan Dias, Hspaoha, 19 annos, Idem, ma-
cbinista.
97 Bertane Emilio, Italia, 30 annos, idem, agri-
cultor.
98 Maooel Cairo, Hespaaha, 32 aonos, idem,
cozinbeiro.
9) Francisco Ruis, idem, 28 anaos, idem, fer-
reiro. N
100 Vdllomiro Raiz, idem, 26 annos, idem, cal-
deireiro.
101 Rublao Alckcou, Franga, 44 annos, casado,
canteo.
102 Gije Miguel, dem, 54 anaos, viuvo. jardi-
neiro.
lf3 Alexaodrc.
104 Charle Porlo, Belgici, 22 anuos, solteiro,
j) naleiro.
105 Jos Grela, Hespaoha, 19 nnos, idem, cor
nriro.
10C Leonardo Queiroz, Italia, 27 annos, idem,
sericultor.
107 Veurny Morice, Franga, 39 annos, idem, jor
naleiro.
1< 8 Pater Tj-ics, Hespaoha, 24 aunes, idem, sa-
pateiro.
109 Ranu Pielro, idem, 36 anaos, iiem, joroa-
leiro,
110 Viscolix Lucas. Italia, 22 aooos, idun. idem.
111 Patroux Jo.-eph, ule 25 annos. idem, dem.
112 Deifjiu oan. Franga, 42 annos, iel-m, idem.
113 Joan Pietro, Hespaoha, 22 aooos,idem, idem.
114 MikujI Joane, Italia, 34 annos, idem, agri-
ruitor.
115 Francisco Pueo, Franga, 3 annos, idem,
jornaleiro.
11 Maooel Vane, H-spanhi, 19 anno-, viuvo,
jardineiTo.
117 July Frangoi, Franga, 33 aunos. soluiro, jor-
naleiro.________________________________
Alfandega
BDIT.4L X. 3
(Praxo de 30 das)
Pela inspectora desta A.fmclega se fas
publico que, s 11 horas do dia 30 do mez
u; Outubro vindouro, serSo arrematadas
porta desta repart gao as mercaderas
contidas nos volumes abaixo mencionados
nos termos do titilo 5." capitu'o 5.
di coosoiidacao das lea d s Altndolas
e mesas de rendas, si seus donos ou con-
signatarios, d2o at despachareni e as re
tirarem dentro do praso de 30 dias a con-
tar da data do presente edital, sob pena
de, lindo o mesmo praso, ser-m vendidas
p >r sua cunta sem que Ihcs fique direito
de allegar contra os effeitos desta venda
Ar:uasem 1
Mire AJ *Uint e-aix* n. 38, vinda
de Uimbargo no vap>r allcmit) Corriene,
entrado em 2 de Jmeiro de 18i)J con-
sigaada a A1 ves Irmao ii O c -ntendo el i
ruraaa amostras de loicas o. 1, pesando
1 1 logramui-s.
Marca CV Uin pac ite, idr.m no vapor
rtllcroto Montevideo, idein em 20 dem a
A. D. Ca- neiro V ana, am istras.
Mai9i PV&C Um dit< n. 1, idjni, a
Parete Vi .nna & C, amostras.
Marca SS P em baixo Urna caixa, n.
191, idem, ordem, contendo amostras de
fichs, meias e colchas, tudo do algodSo.
Marca diamante O no centro P em cima
GC aos ladosU ja pacote,'idem no vapor
allemao Olinda, em 31 idem, a Goncalves
Caoba < C, contendo amostras.
Armaaem 2
Marca X M em cima GC aos lados e
W em baixoUm pacote n. 22/34, vindo
de Liverpool no vapor inglez Holbein, a
Goncalves Cunha & C, amostras.
Marca MH&CUm dito, idem, idem,
a Monhard Huber, amostras.
Marca diamante 100 no ccotro MW em
cima BO em baixoUm dito n. 6*0/79,
idem idem, a Burle & C, amostras.
Marca diamante M J e P no centro e C
em baixoUrna caixa n. 1, idem idem,
a Medeiros efe C, contendo 143 kilos de
pspel para escrever e 3 kilos de tinta para
desenho, em caixinhas.
DitaUrna dita n. 2. idem dem, con-
tendo 8 kilogrammas de cabos de madei
ra para pennas, 9 kilos de pennas de 890
para escrever, 11 kilos de jogo de
ferro
ma
para
veira Bibtj e C, 3 a Manoel Joaquim Ribciru*
15 a Manuel ColUgo e C., 7 a N. Fouseca e C.
Leite condeng o 10 caixas a Carvalho u i).
Lona 2 fardos a W. Hiliday e C, 4 a 1 rJein,
2 a J. A. Ja Silva Santos.
Mercaduras diversas 2 caixas 9 ParentJ Van
na e C, I a hceira Basto eC, 2 a Antonio D.
Carneiro Vianna, I a Pinto e Silva, 2 a Manuel
Collago-e C, 8 a Antonio Djirte Ca-nc.n> Viau
na, 1 a N:ilo Campos e C, 1 a II unos G -ppert
e C 4 a Migu :l I sao. lia, l a Brewuie C 3 a
Manoel da Cunba Lobo, i a Francisco Liuria
eC.
M .ho ioglrz 5 caixas a Domingos Ferreira da
Silva c C. 5 a Carvalho e C.
M leninismos 8 volumes c pegas a Great Wes
u-rn of B.asil.
Maienaes para engenho 3 volumes a Mi noel
J. G-inr.iro Gjimaraes, 241 aos herdeiros Bj\v
m.un 137 a Medeiros Irmaos e C, 9 a Alian l'a-
terson.
Ditos para I3legraph> 1 caixa ao Prolonga
monto.
D tos para fabrica de iacao 43 volumes e pe-
cas a Fabrica de Fiic-I. e T -cilos.
Oij idos para g-iz 3 vol nes a K apresa.
Prtnas I caixa a aues F NMrtV e C.
P.egosde zinco 1 caixa A urden.
Pegas para mac inismo ;i volumes a J. M. Coe-
1I10 da Silva.
Presunto 4 caixas a Gue-les de Araujo e P.lho,
2 a Dias FernauJes e C, 3 a Jjs Jjaqdim Alves
eC.
Ps de ferro 20 f.-ixes a W. llallilay a C.
Papel Je embrul o 33 fardos a Souza Bisto
Anonm e C.
Qoeijos 3 cax is a Dias Fernandes e C
.-accos 18 fardos a J. Fuerstenberg 6 a orlem
Soberanos 1 caixi a Mon ard II ibe-.
Tinta 2 volumes a Vianna Castro eC, 5 a
Maooel Collago e C.
Tijolos para limpar facas 50 caixas a Joa
Fernandes de Almeid..
Tintas 34 totumes ordem, 1 a Miranda e
Souza, 3 barricas a L C. da Costa Moreira e C-,
11 a Preme Vianna e C.
T 1:1 Jos di ver es 12 volamos a AnJraJe Maia
e C. 3 J. A. D as e. C, 16 a A. Vieira e C. 33 a
N. Maia e C, lia Guerra Fernaodes e C 47 a
Alves de D'iuo e C, 12 a Albino Jardim e C,
86 ordem, 2 a Jos Loii Teixeira, 10 a P. Ca
labria, 20 a Moobard Huber e C, 12 a Fernando
Silva eC, 11 a A. Lopes e C., 3 1 Gnimaraes
Bisto e C. 25 a Gongilves Cucha u C, 5 a Lopes
Santos e C. 11 a Pereira de Magalhaes e C 18
a Joaquim Goncalves e C, 35 a Agostinho San t
e C, 42 a Machado e Pereira, 1 a Fran-ico
Girgcl I maos, 2 a Jjaquim Agosiin'io C ,30
a Rjlrigo de Cirvdllio e C, la Maooel d; Cu
aba Lobo, 77 a Rodrigues Lima e C, 12 a A;bb
Amorim e C, 6 a M Rodrigues e C, 3 a Be a.:l
e C, 2 a Francisco de Azevedo e C 8 a BUvolra
e C, 15 a L Maia e C, 1 a G Mirlins o C, 10 r.
Francisco Lauria e C.
Viaho 33 caixas a Miranda e Souza.
Veroiz 1 caixa a H. F. Pletcher.
Velas i caixa a Browns e C.
Carga de Lisboa
Azoile 2 caixas a J. F. Salga.
Carne de porco i caixa ao mesmo.
Ceblas 5 caias a H B. de Oliveira, 60 a Pai-
va Valeate e C, 23 a Souza Bisto Amorim e C
Cal 100 barricas a Paiva Valente eC. 30 a
Souza Baste morim e C.
Cooservas 12 dias a Doaiiagoi Ferreira da
Silva e C
Frucias 2 caixas a JBingos Ferreira da Silva
eC
Livros i caixi a F. P. Boulitreau, 1 a Ramiro
M. da Costa e C, 1 a Francisco Soares Quintas,
1 a J.N. de Souza, i a J. W. de Meleiro*.
Viaho 5 pipas e 30 birris a ailva GuimarSes
e C, 5 e 30 a A. M. da Silva, i a J. F. Salga, 5 a
A. Malbeos Ferreira.
Carga do Porto
VidIio 2 barris a J de Sonsa Rjlim, 7 ao co
ego Jos Vaz Gaiterres, 15 a tonseca e C.
deira, 10 kilos de molas de
papis.
DitaUrna dita n. 4, idem dem con-
tendo 24 kilos de enveloppes de pspel e
36 kilos de papel para escrever.
Maca diamante PV no centro Urna
birrica n. 157/86, dem & Paiva Valente,
amostras de louej em pe;as nilo classif-
cadas.
Marca SF) L em baixo e 36Urna
dita n. 6, S costa do msn'festo, con-
tendo 36 k los d 5 cataagos de modelos
apreteos.
Ainiazem n. 4.
Marca MFS. Urna caixa, n. 1738,
vindo do Havre no vaeor francs VUie di
Baha, a Manoel Flodripptt de Souza
contendo 70 kilos de objectoe de cobre e
suas ligas para adorno de mesa- ; 9 kilos
de lanternas de papel ara illuminagao ; 5
luaias de camisas de a'godao com peta e
punhos de lin'no ; 9 k loa de meiK. de \i;
6 kilos de albuns com ca^as de couru; 2
Juzias de bengalas de madeira. ; 16 kilob
do tecidu de linho liso at 18 ti->s ; 10 k
los de candelabr.s de cobre timple* ; 5
ki "s de papal par^ desenh ; urna es pin
jarda d-j dona emos para c*ea ; 4 duzias
da parea de puabos de t^eilo ds linho
4 duzas de collariubos de linho para
misas
Armazem n. 5
Marca R&S Una oiixa, n. 1, vinda de
Liverpool no vapor ingles Aulhor, em 13
de D.'zeoibiM de 2889, a Reis e Santos,
contendo 8 kilos de candieiros de iulba de
flindres; 12 k los do obras de ferro tan-
dido envernisado; 4 kdos de obras de
cobre e suas ligas.
DtUrna dita, n. 2, idem, contendo
52 kilos pjso Hqiido legal ce copos de
vidro n. 1.
DitaUrna diti, n. 3, idem, contendo
5 kilos do c j|i ,s do vidro d. 2. 4 kus de
lampariaas; 10 kilos de objectos de video
n. 1.
.DiUUrna dita, n. 4, idem, contendo
2 kilos de c ir.dieiros de vidro de cor n.
I ; 40 kilos de castiuaea de cobre; 2 kilos
l obras de cobre; 9 kilos de otns de
ferro enyemisado; 3 kilos de cbamins de
vidro n. 1.
Marca rodrigues Lima & CUm fardo.
1. 22 dem om 16 dem, nao constt do
manifest, contendo amostras de tcoidos
em retallns.
Armazem r
Marca A. D. Lima & C. -Um
n. 568, vindo de Southamptoa aa> 9Wf
ingles Turnar, entrado em 3 de Fi
de 1890, a Antonio Domiagw da
contendo amostras.
as
m Per
Fraater-

ca-
Barca ingleza Griandolite. entrad 1 d- New
Pan em 8 e consignada Fabrica de Fiaco e
T-cilos manifestou :
Carvo de pedra 57 toneladas ordem.
Barca nacional Marinho ... \ entrada de Pe t s
em 14 do andante e coasig.iada ordem, mani-
festou :
virque S00.000 kilos orJetn.
Rxvoriaoo
asura 16 ds ootusso dk 1890
fara O exterior
No vapor americano Segaranct, pa a New
York, carregon :
T. Tjvares, 282 saceos com 21,150 kilos de
assucur mas'-avado.
Para E lados Un Jos. car.esaram :
F. Cascan & Filbo, 1,000 saceos com 75,000
kilos de assucar tnascavado.
No vipor inglez Marina-, para Liverpool,
carregon :
R. l'es-oa, 1,000 saceos cora 75.0CO kilos de
assucar mascavado-
"ara o interior
Nj vapor americano Seguranr-i, para o
Para, cirregaran-:
M. a. de Seona & C, 70 barricas com 4,800
kilos de assucar reaado e 80 ditas coja 6,610
kilos de assucar branco.
E. C. Delira 1 c Irmao. 200 barricas com 6 987
kilos de assucar b-auco e 50 ditas com 3.000
Jitos de dito mascavado-
P. Alves & C, 46 barricas com 2,.18i kilos de
assucar branco e3-3 ditas com 1,840 ditos de dito
retiuado.
:J.;. vapor na:ioaal Maranh&j, para Cear,
carresou :
J. M. ius, I i caixas com 117 kilos Je rapj.
Para < Para, carregaram
J. Bjrgcs, 200 barricas com 15,867 kilos de
assucar o raneo.
A. Moohard, 400 bar ieas com 24,680 kilos d?
assucar branco.
V. da Sil de assucar branco.
Moreira & C 60 barricas com 2,392/2 kilos de
as:ucar relinu lo e 20 di as com 937/2 di'.O de
lito branco.-
Para Mano, carregaram :
P. Alves 4 C, 47 barris com 4,512 litro; de
aguldenle e 133 barricas com 7,302 kilos de
assucar braaco.
F. M. de Moura, 10 barris com 960 litros de
agurdente.
J. Borges, 3i barricas m 2,230 kilos de
assucar branco.
Amorim Irmaos 4 C, 25barr3 coro 2.100 ii
tros de agurdente e 130 volum a com 0,773 kil js
do assucar branco.
Pdra Maraobo, carrcearam :
P. Carneiro 4 C, 150 barricas com 7,040 kilos
V: assucar braaco.
Na barcas Pedro Amtrico, para Parahvbj,
carregaram :
Segunda scelo da Altandaga
nambuco, 29 de Setembro da 1890.
OCkafc,
Domingo* Joaquim da Fmsooa
Arsenal de Marinba
Iascripclo para o suppraaeoto la
ment escola de apreadixaa
ros deste Estado, dorante o
de 1891
De. ordem do c dad4o capilaa-lri
co Guilberme de Soasa Serraao,:
Ar.-eoal, faco publico t)oe de 1
o disposto 00 decreto o. 10,410 de 2* de (ato
bro de 1889. acba se aberta na secretaria tfett.:
i?speccao a inscripjo durante 7 ma, ai
da dala deste edital, para a coocorn noa
necimeoto de farJamenlo i escala ate 1
ma'inheiros desle Estado daranle o'exereiei j
de I8JI.
Neoham candidato peder se iaaescwr ase:
que, no acto da mesma inscripco unaara ri-
gorosameote a formalidades exigidas aaart.
21 e seos jg do regoi^menlo cima bate, ao
sao as seguales :
Art. 21. Os coDcarrantes trae b5j for. a fabri-
cantes serio obrigadis:
1,' A provar com docomeotos ate repartic,ao
ajuaaeira, e, na falla destes coa fae aras ari-
ginaes, que sao importadores das aeruataas
qoe pretenaem fornecer.
2* Apreseniar documentos das csUjes fe-
caes que provem torea pago o albao mamr
vencido uo Impo.-lo de imiasiras e pri-Bj?6>. -
bem a sim a ncenca da Llosa. ixeaOVacia ate
nicipai. lud relativo ao ramo de negocio cajos
gneros se propoem fon*cer.
3,* A provar com docnmeotos ate mesaa Vi
le ideocia que ioram ateridos oa aeaaa e ara-
das 00 1 xerricid ea qoe se verificar a cuacar-
rencia.
4." A presentar rpia do contracto ajae tie-
lem registrado na jaula coaaerctel ate atwri
co, quando nao r m uvidoai a firma aase atecr
de ser lateada na projoara r eonsUo.e atea ala
comalos exigidos pelos naiaeroe ^aaaaatta
les.
Secretaria da in* iec(ao do ArseaJ de tarinha
de Pe:oambuco, !' de Oatabro UM
O s-*enrtano,
Antonio m SlrmA:>ir4~
V
1
1
i
^
S.R.J.
Kocledadc R*ereilva Ja
vemtme
Assembla geral exlra->rdiaaria
Convido a io los os socks e ojailajar cab -
oria a comparecerem na sJe social atoaaay.
19 do correle, as 4 1,2 horas te arate aates *
eieger se as vagas qoe f x-stea nos taaaaos.
approvarem aignmas iLSolocOes de iaOrtaas k
Cial.
Secretaria do conseibo de fondo ate 1
16 de uutub.-o de 1890. -0 2
J. Pn*cj.
I
Va ni-rrrlaria atas
trlroriU alu|
ranan 1
Roas :
llua da Alegra Ctsan. 46
\nioriin armazem n. 64
Vigario Tenorio 1" aoaar o. 25
Dita 2*. andar 11. 23
Domingos Jos Mam.:-. terrea a. I*
;nmpanbia Pernambouina toja n. 30
burgos, terrea n. 21
l.apa n 2
Kecco do Abren 2* andar n. 2
(Jladro da Deteaco o. 4
Ra Imperial casa Ierra o. 151
Sitio da Casa Forte n. 25
Roa da Madre de D os a- mazea 2
llua da Meeda .irm. r.-xo n. 47
Vidal deNesreiro cisa torrea n 70
Ba do Bom J sus 3 andar c 13
llua do Amorim arman m n. Ss
:?*
r^

.
Iteccbedurla la
Pera.
Uo dia 1 a i-'- 22.807i5
dem de 17 1:0934132
23:MC H
Reelc Dralaa^r
Do dia 1 a 16
Id.un de 17
.603*079
I

F. Costa 4 C,
assucar branco.
3i saceos com 2,550 kilos de
Keudluaeato* pblicos
Renda geral
Do da 1 a 16
Iiem de 17
um os OUTUBRO
Alfandega
C04 3714897
45:6014106
lleuda do Estado
Patacho nofuegaense KjeH-tni, entrado d Cf
dlff n 11 do correte c cousiunado a L'vra
meato a t>., manifestou :
Do da 1 a 16
dem do 17
649 973 06)
de Peroaiflbuco :
916204339
82934256
Somma total
iHnheir*
BECKBIOO
Pelo vapor ioglez Jjoo, para :
Banco Sul Americano
Pelo vspor nacional >M iranio
Banco Sul Americano
Mariiu F.nza C
Domingos Craz 4 C.
Banco de Pernamboco
Pereira Carneiro 4 C.
Mendes Lima & C.
No vi ai ata da
Xucios entrado no dia 17
i;ardilf-43 dias, barca ooraegocaae Jaritoa
Scriver, i 608 loaela las, caoilo E as*
trup, equipagem 12, carga earvo ae palca ; a
ordem.
Camossim31 dias, hiato nacional Fiar ate Jar-
dim, de 80 loaeladas, \aes'r iori m laon-
ri, equipagem 5, carga sal ; a Manuel Jttoa/aia
Pessoa.
iV-.ui s sakidos no mamo dia
Ncw-Yoik e escalaVapor aavicaoo Sesairaa-
ca>, commindaate J. R. Beers, canta tariw
eneros.
Manise escalaVapor nacwoai -ateraaaas ,
conrnandante Cirios Gytati, carga varia) f"
neres.
Mercado Mnaielaal ala I
O jiovimenio deste mercado na dra
bro foi o seguate :
Eatraram:
22 bois pesando 3,082 kilos.
1121 kilos de peixe a 20 res
7 cargas com farinha a 200 ra.
14 ditas de frnctas versas a HI
33 columnas a 600 ra.
74 taboieiros a 200 rs
6 sainos a 200 n.
i cscripiorio a 900 rs.
58 compartimentos com fariaaa a
28 ditos de comida? a 90 ra.
95 ditos de I aromes e fazendas a
400 rs.
i 4 ditos de sumos a 700 ra.
9 ditos de fressura. a 600 n.
8 ditos de camaroes! 200 rs
44 'albos a ?4
Rendimeuto de 1 a 14 do corrento
i
i
Mdtwa
ra
I*
449"
1
fimo
3a>
Ha.)
v
49?
3JUJ7*>
z*n *SI
I0J.9194615
753.8024678
Segunda seccao da Alfandega dcr-namoaco,
i 7 de Oulubro de 1890
0 tfiesoure
S3,v
Precofl do dia:
Carne verde de 160 440 rea o kar
Suinos de 56J a 640 rete idea.
Carneiro de 640 a 800 idea.
Farinha a 340 a 440 rete a cato.
Milbo le 320 a 340 ris ideui
I'eiiit de 600 a 700 idm.
Vallares a eairar
MES DE OOTCBBO
Europa.......
Europa.......
Norte........
Europa......
.Lvcrpttl......
Europa ..
M*
Szocktnmt. I
Brasil..... 11
ParaHoa . r>
MtrcMnt .. - t
J5



'en
de Oiitul
1
/
o
3
3J
1
2
1
200
8
140
90
30
16
5
1
1
9
8
1
7
1
V.
A c pros do Arsenal
de Guerra ro.eber proponas, sabbado 8
s 11 hor-s, para outraciax oessi m smi
o2cas!a o artigo* seguate
Utinsihos
flilhas de barro para agua
Bandeja pequea para copos
Copos do v:dro para agua
-Relogio americano de parede
Bacia de louca
Jarro de louei
Chicaras e pires de louca -
Molbeiras de louca
Pratos rasos de lour;*
Pratos fjndos de louca
Jopos de vidro para agua
Moriogucs de barro
Balacea para cima de mesa
Canecas de metal branco, para agua
Conecoa de ferro para agu
Canecos de ferro com corrente, para
agua
FacSes para rancho e fachina
Moinho para caf
Urins de ferro agatba
Serrote para carne
Toalhag de aigod&o trancado de 5
metros do comprime oto para me
sas de rancho
Cadeiras do gnaroiclo de jacaran d
Marmitas do folha de 3 bracas
Caados de folha para interiores
(igua.s aos existentes no Arsenai
Cordlo de 13 para canudos de infe-
riores
Brabante grosso, nvelos
Oastic;s de broaae ou rasquinhos com
mangas de vidro
Cssticaes de Utb
Almuf iriies de bronzs, com mos
Bu ia de ferro batido para banhos de
aceio
Chaleiras grandes de ferro
t.haleiras pequeas de ferro
Colhercs de metal para cha
Colheres de metal para s6po
'"omadres do ra-tal oa sinco
FaCdS e garfoi com cabos di os3o para
soldados
Bulis grandes de folha
Tabuleiros graedes de folha para conduzir
dietas 4
Fc8?s de cosinha
Fngid iras grandes de Ierro estenhado
lem idem pequenns
Orines de ferro batido
Perfumadores de latao oa cobre
Tigelas de ferro batido
i'ahas de barro com tampaa para agua
8
8
8
4
2
2
2
4
6
24
24
4
GO
4
4
2
2
24
4
48
2
na f-zeeda Antonio Francisco
dos Prfzo.-es.
A casa n. 3 no becco da Pmdoba, meia
agna, r.edindo 3 metros c 40 centiuaetios
de largura, e 6 metron c 90 centimotros
de com|macuto, com porta e janella de
f ente, s sala o 2pequonos quartos avaha-
da ein :!005"XX) para pagamento do que
devo a uesraa fazenda Antonio Jeronymo
Mr.rqu ;.
A ca.a n. 9 a sus Imperial, de pedra e
cal, mediado 4 me'r.'R c 40 cenumetros
de larg ra, e 20 ine'roi e 40 centmetros
de comprimento, com porta e janella de
i'rent, 2 salas, 3 quartos, cieiaba fora e
qu:ntal n' rado ava!i..da cm 8004000 para
pagamer to do que deve a meama fazenda
JoSo Jos Fercandes de Carvalho.
O sobrado de um an Lar sito a ra 24
de Mjo n. 52, medindo 4 metros e 40
centimet. vs de largura, e 12 b etros e 90
centimet-os de comprimento, tcado o pa-
vimento terroo porta e janella de rjnte n
1 porta para o pwmcEt: tupsrior, 2 salas,
2 quarton, cosinha fura, quito de appa-
relho e quint.l murado ciu cacimba meei>
ra : e o pavixe ;to superior com oa meemos
coiiiuiodos do inferior av.xisdo em 2:50 tf,
p-T, pjganic-.to d. qoo deve a mesina
fizcoda Joe Mmocl Teixeira Jnior.
Cn ba co de 1 uro c 2 depsitos para
boiaxas avallados en 50-3000, e 1 relogio
de paredo avahado em lOiJOCO cajos objec-
tos existem no eatabelecimento n. 213 a
ra do Visconde de Goyan ae vio a praca
para pagamento do que deve a mesmz fa-
zenda Manoel Ca-pinteiro de Souza.
Kecife, 14 de Oatubro de 1890.
O solicitador da fazenda,
Joao Canelo Caialcaite de Albuquerque.
Sociedade
DOS
Artistas Mechanicos e Li-
beraes
Do ordcui do cidadao director, convido aos
membros dcsta a-ociscao qoe se acbam no soso
le sen* lireilos para assistirr m. a sesean de as
semblea geral aae tera logar ni eegODda-feira
0 do correte, as 6 12 horas da tarde, e qoe
lunecionar con o uuTiero qae comparecer
assim como aquellos qae su qaitaram em virto-
Je do indulto conodido, a coi parecerein tam-
bera no indcalo da, afiai de sereui empos
sados.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mcham-
eos e Libcraes de Pernambuco, 16 de Outubro
de 1890.0 secretario.
La z dos Praiere?.
Livros e outros
artigos de eseriptura-
cao
Livros com 250 folhas, em branco, ten
do a pagina0,m42 de comprimento e 0"28
la largura, da qualidade e formato da
-amostra existente no Arsenal, e com a
nnroerucSo impreisa, 5.
L'v.o com 100 f lhas d*s mesmas di
inciuS s, da qualidade o formato da amos-
tro; ex;stj.te no Arsenal, e com a numo
iacl> impressa, 1.
Livr. s com 20 folhas das mesuas di
ment* .8, da qualidade e formato da amos
tra existente no Arsenal, e com a nume-
aeao ijipressa, 3.
L;vro com l'J folbaa das mesmas di-
nen.-Sus, di qualidade c formato da amos-
tra existente no Arsenal, e com a nume-
-. acio impressa, 5.
Papel Imperial 90 quadernos
Pape! pardo para eiobrolho 12 ditos,
Secret.ru do Arsenal de Guerra de
PcruAQibuco, 12 de Outubro de 1890.
O ie creta rio interine,
frminioH Jo de Azevedo Pedra.
Associajo Commer-
cial



Juizo dos Feitos da Fa-
zenda
'Gscrlvi* Cintra
No di* 24 do corrente mez e depais da
audiencia do cidadlo Dr. jais substituto
-ios Feitos da Fazenda deste Estado se
ha de arrematar em praca publica o se
quiote :
A ca a terrea n. 23 na travesaa do Pei-
- xoto, medindo 3 metros c 65 ceutimetros
de largura e 11 metros e 10 centimentros
d- corup-meato, com porta e janella de
frente, 2 salas, 2 quartos, cozinha fra,
-qaictal murado, com agua encanada e
tanque pira bnLo, avalida em 1:0005,
para pagamento do que deve a fzeada
-ie-.e tsiad) Mara Adelaide de Moraes
Jaiv..o ou Julinna Muniz.
A casa n. 261 Ea ra Imperial, media-
do 3 m -ir -a e 40 centmetros de largura,
9 mullo! o 5 -.entimetroi de compri-
mentu, bast-tute estragada, com porta e
jeaellad) frente, 2 salas, 2 quartos, co
/tilia interna c quintal em aberto, ava'.ia
da em 1U0, para pagamento do qm de-
ve a racoma fazcuda Jos Antooio da
tva.
A casa n. 27 a ra do Conde da Boa
Vista, medindo qiutro metros de Lrgnra,
c 9 metros c 90 ccatiniotros de compri-
mento, crt> m^o estado, com 2 jonella* e 1
porta do rente, 2 salas, 2 quartos, cozi-
nha lora o rpintal em aberto, avahada
em 591';) |M pag-tmcu'o do que deve a
4iesma la.-oda Francisco da ostb e
.Silva.
O predio n. 7 na travessa do Marques
vPcC") em solo propr.'o, medindo 5 metros
<: 20 centimetros de largura, e 8 metros e
40 centmetros de comprimento, com 1
porta e 2 jincHa" de frente, 2 salas, 2
quartos, coziaha fura, quintal cm aberto e
cacimba, avaliado em 250(?, para paga
jneoto do que deve a mesma fazenda Cy-
oriaLO F.rmino.
A rendo aunual do predio n. 123 C.
na Estrada Nova CVtrzea) tendo 2 jane!
las c 1 porta de frente, portas e janel as
aos oitles, 2 salas, 2 quartos, cozinha f-
ra e quintal em aberto, avahada em 725,
para pagamento do que deve a mesma
tazenda Jos Paulino da Silva Filho.
A renda annual dos predios na. 37 o
39 sitos as Barreiras fVarzca), tendo
0 1" 1 porta e 2 janellas de trent;, 2 sa
tas, 1 quarto, cozinha interna, e estando
em ruinas, avaliado em 485, e o 2' tem
2 portas e 2 janellas de frente, 2 salas,
1 quarto, o um outro em ruinas, avahada
umbem a 485, para pagamento do que
deve a m-rsma fazenda Estovlo Jos Fcr
reir.
O predio d: 176 na Estrada Nova (Var-
na) de pedra e cal, medindo 4 metros e
20 centmetro* de largura, e 13 me tres e
10 centmetros de comprimento, com por-
ta e janella do frente, 2 alas. 1 quarto,
Agricolu
Aoi Heubonn aarirullorr*
Em nrtude do ofli;io dirigido pelo Bzm. Sr.
gove. nacor B rao de Lucen 1, pedindo a inter-
ces:i) desta a.-sociacio para o coutingente com
que tem de concurre." este E-tsdo para a expo
sicao continental que deve realisar se no Estado
!e S. Paulo, solicitamos de todos os seobores
azrirultores o seu auxilio n* obteosao de pro
ductos qae devano ttgurar oaquella exposicao,
podendo 03 raeinos ser dirig:os a esta as?c-
ciacio.
Recife, 8 de Outubro de 1890.
Eugenio Ayres,
i- secretario
IpROVCU OO PAEA
Obras publicas
ESGOTos
Em virtudu do que determina o decreto n.
135, de 11 de Abril do corrente anno, e de or-
dem do cidavo director d'ecla repartilo, de-
claro em concurrencia, por espaco de 6 uoezes,
contados da dala do presente tdnal, o estab.'le-
cimento de urna rede completa de esgotos para
a capital d'estc Estado, de accordo com as se-
gaintes
Inxtrttccdes para a amceuao d um priitiryo para
0 eUabeltcimento de urna rede computa de etgo-
lo consoaute os principios lechnicos e clausulas
abano descriptas.
Concurrentes e propostas
1.a O proponemos deverao ter pleno couhe
cimentn de todas ts circurnstancias locaes e
dispor dos recursos necessarios para iniciar e
ultimar 03 tiabalhos e apresentarao garantas
para Del e <"o npleta execucao das obras.
As propostas e todos os papis qae a acompa-
nbarem deverao vir sellados e reconliecidas a:
Irma8.
Os proponeDtes assigoaro as propostas com
os noies por extenso, indicando a sna residen
ca.
As p ropos tas devem ser acorn pandadas :
I. De um conheciinenlo de deposito da quan-
tla de dez con los de res em diobeiro oa apoli
ees da divida publica geral on d'esu Eslcdo, nao
se touiaudo em considerado as que omitrem
este conh cimento.
II Dos documentos aue provera ter o propo
nent'' a necesaria idoneidade prclWsional.
III- Dos tabellas das laxas que deverao pa-
irar setnpstrulmente oa meina occasiao da co
branca da dcima urbana e aob as mesmas con-
dicoes. iodos os predios exisieules on que forem
cuisiruidos deo'.ro dos limites da cidade e su
ourbto crvulos pela rede de esgotos, segundo
si u valor locativo, para occorrer ao custeio do
servico, remuneracao e amortisacao do capila
efectivamente erppregado na ronsirucc&o. Es-
sas laxas serio arrecadadas pela reparticao com
ptente do Estado, conjuntamente com a declina
urbana, as mesmas coouicc> e entregues a
compinhia ou empreza que se organizar, por se
mesires vencidos.
IV. Da reduccao das ditas laxas no case em
que seja dada a companlna ou empreza a is.-n
ca-' dos direitos de luoportacuo para o material e
;err..merua iumorlados do esirangciro.
V. D > pra-'j, para apreseataco dos estudos
planos deuilivos das obras, e ae loaos os del
Ibes das inesrias que sejam exigidas pela dir
ctoria das cbr. s publicas, pelo e- gcnheiro liscal
ele, e bem assim os prasos para o icicio e con
cluso das obras.
CondicOes tecboicas, construccao e saneamenl
St.* O auto-projecto c a memoria descriptiva
das obras a executar. que acompanbarem as
propostas, es[ eciricarao com o mximo de dea
Ibes:
1 Os limites da cidade e suburbios aos quaes
se estender o servico.
II. As canalisarOes prlncipaes e secundarias e
suas ramibeacoes as vas publicas com indica-
gao dos respectivos diametios, espessara e decli-
vidades, e a ratureza das materias, tendo em
vista urna por>nlarao urbana e suburbana dupla
da actual.
III As canilisscoes a construir nos predios
terrenos, assobradados cu de sobrados, pblicos
ou particuhrei. existentes ou qoe forem cons-
truidos at concluir se a execucao dos traba
Ibes ueatro dos limites da cidade/com iudicacao
idntica do i. 11; descripcao dos apparelbos
interceptores coi gato as derivacoes do colle-
ctor geral. par os predios, cbaminea de vemila-
cao, uu colte-acao, material, etc., c altura sob
ponto mais chvalo do predio dos prediosuc,,
risiribe*.
I /. 0 typc e a natereza das lalriras inodoras
reserva'v-os d'agua para ellas, bacas, ralos
tanqu"s de ci.iga para lavagem das galeras e
encauamentos > sypbdes interceptores, appare-
lbos separador s das materias gordas das coM-
nbas, cbamint de aiejamooto e mais apparelbos
necesaarios ao funcckameoU> regular e higi-
nico do syslena proposto.
V. As eslac(s de servico. suas dirneofOes e
systema de construccao. localidades onde serao
construidas, minero, dimensoes e especie de
tanques par
VI. Sjstema d e mi ."torios pu
seo fuoccionameoio, limp menlo.
VII- Syaterna de lavagem das caualisccoes ge-
raes e secundarias e do respectivo fornecimemo
d'agua.
VIII. Systema de venLicao da rede de cana-
sacao publica e particular.
IX SysteDa de ligacao do esgoto de cada
predio, para a canalisacao das ras.
X. Systema da coosoiidacao do terreno para
proteccao dos conducios e para evitar a depres
sao do solo.
XI. Systema de caaalitacuo quando tenha de
atravessar pantanos combinado com o n. X.
XII. Indteac&o das precauges u tomar quan-
do as canalisuc0s8 teubam de passar sob muros,
predios, etc.
CopdicOes geraes
3.* 0 contractanle extender, sempre que o
governo exigir, o servico de exgoto a novos
bairros ou a novas roas situadas fora do perme-
tro em que ee obriar pelo contracto a execu--
tal o desde logo, urna vez que a renda corres
poudente, em vista do orcamento prganisado
pela empreza e spprovado pelo govern. jare
equivalente a 7 r0 ao anno sobre o valor do dito
orcamenlo.
V* O servigo de exgoto dos eslabelecIraenUs
pblicos e dos pos, ostentados ou auxiliado?
p;k> governo, ser feto gratuiamenlo.
5.* No numero das obras reclama'Ias pelo
.Vitcma proposto c que o oiitractanto, empreza
ou companlna obliga !u a rccuvttar sita
cusa, 1 slo tambem inc'uidus as seguinies :
I Todo o encan-QKu'. dentro do.- predi s para
os exgotos das materias reca"B, aguas servidas
e pluviac?. dos pantanos e oreas, calgadas e o
foruecinienlo de urna Llrina (ivoo approvado
palo governo) ciu '"ala pavimento do predi.)
cem a respeoliv caixi d'agua e um rala com
sypb&o por cada rea ou p.iteo, urna channne
He venti'agao e o appareibo iaiercrpior dos ga
tes da caualuagao geral para o da do dounci
cilio; pagando, poscm, o proprietano, que qui
ter outros eucanarufn'.os e appar-lbos, a impor
tancia do material e mi de obra, por tabella
qae ser approvada pelo governo.
II. 0 foroecimeoto completo e assentamento
das letrinas c mictoros pnblicos.
III. A construegio dos tanques de carga para
a lavagem dos encanamentos e galeras, segan-
do o 1 ypo e dimensoes approvados.
IV. O foroecimento e asseotamento de ama
bacia e sypb&o as estalagens denominadas cor-
ticos para cada grupo oa fraegio de cinco ca-
sa;.
6.* O governo do Estado concede o privilegio
empieza o companbia que ee organisar at
50 aonos c garante os juros de G | nnuaes so
ore o capital qae fr ixado; Iratando-se no
contracto llual das disposigoes relativas amor-
tisagao da renda liquida, do modo do pagamen-
to de juros, etc.
".'JFiudo o prazo do privilegio, todas as obres
reverteio ao dominio da muaicipalidade desta
capital, sem indemnisagao alguma; cabendo,
poiem, ao contractanle, preferencia em igual
dade de condiges para o arrendamento do mer-
mo servigo, se nao convier dita muoicipalida-
de execotal o administrativamente, c indemm
sas todas as quamias que o Estado tiver des
pendido no servico e garanta de jaros.
8.a Ao coniraciaote o governo do Estado con-
ceder o direito de de&apropriago, na forma da
le, para os terrenos, predios e bemfeitorias qae
forem necessarias execogao do servigo con
tra ciado.
9. 0 governo do Estado se comprmetie a
obter, a bem da empreza, mas sem por isso as
sumir responsabilidade alguma, isengao de di
reitos de importago do material, ferramenia,
machinas, carvfio de pedra, prodactos cbimicos
t apparelbos necessarios ao servico contractado.
10 O contractanle, a companbia oa empresa
recollier aos cofres da Tnesouraria do Estado,
no principio de cada trimestre, a qoanlia que
de accordo com a mesma empreza for pelo go-
verno tizada para o pagamento da fiscalisagao
do con tracto.
II." O proponente preferido dever atsignar
o contracto deniro do prazo de 30 das, conta-
dos da data em que for publicada 00 jornal en-
carregado das publieages officiaes deste Esta-
do a aceitacao de sua proposla, sob pena de
perdor a caaco.
Palacio do governo do Estado Confederado do
Para, 11 de abril de 1MH), S> da Repblica.
usto Leite Chermont.
tadus. Attribuicoa daa jnot de Fa-
zenda. Do juizo dos feitos, aua organisa-
S&o, sena fina e meios de acco.
9." Agen'es subordinados as tbesoura-
rtas c anas principaes attribuiyoes na admi-
nistracao da Fzenda.
10. Relagao entre o Thesouro Naci
nal e as Thesourarias de Fazenda. Attri-
buigCijs dos gevernadores dos estados em
matera fiscal.
Arrecadoc,&o do renda publica*
11. Rendas pub'icas e sua detnacio.
ContribuicSes directas e indirectas; classi-
ficacao dos impostos do nosso actual sys-
tema d accordo com estas daas catego-
ras.
12. Autoridades que inspeccionan: e
dingem a arrecadacSo das rends, suas
principaes attribucSes neste particular.'
13. Estages encarregadws da arreca-
dacSo das rendaa na Capital Federal; nos
estados. Hecebedores das rendaa internas
e suas attrbugoes.
14. Esphra do aegao das alfandegas
c mesas de rendas p^ra {;arr,ntia da boa
Hirceadac3o das rendas.
15. Da arrtcadacuo das rendas por
m io do coutracto.
Dlstribitteflo das rendas publicas
16. A quem competo. Attribuieoes
do Thesouro. Limites da competencia das
thesourarias c das demais esta$8es de Fa
zenda cnca regadas da distribuido das
rendas.
17. Dctpozas com a divida pub ica
Empre&timo do cofre dos orphaos ;
interna u externa ; amortizagao ; Juros ;
estayoes encarregadas deste servico.
18. Ajudas de custo ; casos em que
devem ser concedidas.
19.
juros.
Depsitos das caixas econmicas ; cap
talisaco'eB ; pagamento dos juros.
20. Despezas que as thesourarias po-
dem effectuar embora nao tenham quota
especificada na distribuyo annual de cr-
ditos. Despezas correntes ; de exercicios
lindos ; processo de hquidaco.
FiscalisacSo das rendas
21. Autoridades encarregadas da fis-
calisa^So das rendas. Attribuieoes geraes
da autoridade jndiciaria como fiscal das ren
dss. Necessidade da fiscalisagSo.
22. Tomada de contas. Attribuiyoes
do Thesouro como Tribunal de Contas.
Directora Geral da Tomada de Contas e
e suas attribuiyres principaes.
23. Attribuieoes das Thesourarias como
e8tack's encarregadas de tomar contas
aos responsaveis por dinheiros ou valores
da nac&o.
24. Prescripc&o da divida passiva da
nac2o.
25. Das multas. A multa imposto
ou pena.
Estudo dos dfferentes casos em que
deve ser imposta a multa. Autoridades
competentes para a sua comminacao.
DIVERSOS
Tiiesou os e Thesourarias
26. Cobranca da divida activa : dispo-
sices geraes-
27. Habiltta(3es percepcao do meio-
soldo.
DISPOSICUBS GE&AES
Ideas geraes sobre a tarifa
28. Orcamento ; balance : compt siclo
legal dos orcamentos e balan^os geraes
da nacao; bases para esse servigo.
29 Crditos: ordinario e extraordina-
rio, especial supplementar. Distribuic&o
dWlefl e Thesourarias dos Estados. Ore
ditos que podem ser abertos pelos gover-
nadores dos Estados.
30. Fiancas em immoveis, apolice, di
nheiro, processo respectivo.
Alfandegas
31. Ideas geraes sobre a tarifa : gene
ros sujeitos a direitos ; iscntos de direi-
tos ; valor official ; razao dos direitos;
No dia 6 de Nove obro, s 11 boras da manb,
na sala do palacio do ioverno deste Estado
ond funeciona esta reperligao, o conseibo com-
petente tomar conhecimento das propOst>s
a presentadas.
Todas as pessoas residentes em Franca, lo
glaterra, Portugal, Estados Unidos da America
do Norte e em outros paizes onde ebegar o cc-
nbecimeoto deste edita I, bem como as qae resi
dem neste c nos dfferentes Estados da Rep-
blica Braeiieira, qoe se quizerem propor, podem
fazel-o, apresenlando se ou fazcodo se represen
lar por procurador legtimamente constituido,
00 dia e hora marcados para apreseolago das
propostas, instruiodo estas com as clausulas
constantes das inslrucges cima ditas.
Reparlicn das obras publicas do Estado do
Para, 6 de Maio de 1890.O a maouense secre-
ario, Oljmpw Antonio Yaz de Lima.
Thesoiiraria de Fa-
zenda
Para e concurso
De ordena do cidadao Dr. inspector,
fago publico que, tendo sido publicado no
Diario Official n. 238 de 4 de Setembro
corrente o questionario a que alinde o
edital desta Thesonrara annunciando o
concurso de 1.a c 2.a entrela a que ee
tem de proceder no da 4 de N. vembro
prximo futuro, ser este questionario,
alias expedido com a circular do Thesouro
de 2 tambem do corrente, observado no
referido concurso; pelo que vai abaixo
transcripto para conbecimento do: inte
rasando*.
Ministerio dos Negocios da Fazenda.
Rio de Janeir,, 2 de Setembro de 1890.
Ruy Barbosa, presidente do Tribunal
do Thesouro Nacional, ordena que no
exame, a que se refere a ultima parte do
art. 3. do decreto n. 10,349 de 14 de
Setembro de 1889, que rcgulou os con
cursos' para empregos de Fazenda, se
observj o seguinte.
QUESTIONARIO
PRINCIPIOS
1. Idf geral do Direito. Direito
publico; particular. Direito publico in-
terno, externo. Direito administrativo.
Direito fiscal.
2 Idea geral de le. Lea nnturses,
positivas. Leis que reconhecem ou eanc-
cionam direitos naturaes, que prescrevem
ou regulam obrigacSes sociaes ; exemplos
de urnas e outras.
" 3.a Leis polticas; fun i*mentaes; admi-
nistrativas; fiscaes; exemplos.
4. Leis; decretos; regulamentos; por-
taras; instrnccSes; avisos; ordens; decisSes;
circularas; s-ntido que se liga cada urna
deesas express&es.
5. Retro celo das leis, disposigoes
interpelativae; diaposicoes que estabeiecem
direito novo Abrogacio, derrogaedo e
revoga^o das leis.
APl'UCiCo'ES
Administra^So da Fazenda
6. Fazenda publica ou nacional; sua
derinicao e administracAo ; leis que a re
gulavam na uoetropJe e no Brasil antes
da ConstituicJo Imperial; lei que a orga-
nizou no Imperio depois do systema con-
stitucional ; deas capitaeB desea lei.
A quem competo actualmente ^M^^^^^^E^^BKL^kW^
alta administraccao da Fazenda; attribui- do art. 28, por um questionario que
cntraucia, que quizerem gosar da vanta
gem Indicada no art. 45 da consolidacSo
das leis das alfandegas, deverao prestar
tambem prova pl- na de que sabem :
1." Falar correctamente pelo menos as
inguas franceza e ingleza;
2. Stereometria, a eometria, theoria
pratica dos methodos e uso dos instru-
mentos modernos de arqueaclo da navios.
Art. 10
< Pa:a que sejam admittidos ao exame
de primeira eutrancia, os candidatos pro-
varSo perante a commissao :
1.. Que teem mais de dezoito e menos
de 25 ancos de idade;
2 Que s2o de bom procedimento.
Do meamo modo, para a inscripcSo
no concurso de segunda entrais, osean
didatos deverSo apresentar commissao:
1. Certidao das notas que ti ver m no
ponto de sua reparticao;
2 Attestado do competente chefe so-
bre a sua aptidao para o servico publico.
Art. 28
t Os actuaes empregados de primeira
entrancia nSo poderSo ser nomeados para
lugares de segunda sem dar prova plena
de que sabem, nao s a pratica da repar-
tiglo em que servirem, mais tambem as
n. ateras designadas no art. 2/'.
Os que nao so babiltarem dentro de
dous annos contados da data deste Decre-
to, considerar-se hao desligados do ser
vico da Fazenda. >
Como se v, serao admittidos ao refe-
rido concurso da primeira entrancia nao
s os actuaes empregados que anda nao
tenham se habilitado de conformidade com
o rgimen establecido pelo ultimo Regu
lamento, cima referido e cajas disposi-
goes vo em parte transcriptas, como
tambem os cidadaos que pretenderem em-
pregos de primeira entrancia.
Quanto ao questionario de que trata a
ultima parte do art. 3.*, deve elle constar
das instruegoes que de accordo com o que
foi declarado pelo Sr. ministro da Fazen-
da em telegramma de 2 do corrente, fo
ram expedidas em 28 de Junh prximo
lindo e brevemente serao inviadas a este
Estado.
Tbesouraria de Fazenda do Estado de
Pernambuco, 7 de Julho pe 1890.
O secretario da junta
Dr. Antonio Jos de Sonta'Anna.
SEGURO COSTRA FOGO
ftoyal Insurance Company
de Liverpool
C.tPIT.lL I.OOOtOOO
AGENTES
R. Drusina &. C.
13 Ra Harqaez de OUnda-ia
MAB3TI10S
ll.il IrssMs
PORTOfi DO ROIIX
O vapor Brazil
'ommandaote o eapitao la
Hypporyto
R'esaeraeM
teat* odiatJ t
' Ai
eceDodu carga aaresr sel__
jara Sanios, Caaana. Inane, Patsagaf,
una. S. Francisco, Haaav, lisas CiI_L_ t m
Grande, Pelotas e Porto Alegre..
as eucommenas serao rcceOMas sai 11->
ia Urde do dia da sabias, ae trapeae I
30 largo do Corpo Saato n. II.
Aos Srs. carregaeres
ala 10* os
para a clausula JO> 01
No caso de baver algmsa redas (& cssstr
c impanhia, por avaria m peras, ana tm fe.-a
por escrlpto no agente rep-cti* i arto u
lescarga, dentro le tres das enuij t *"
at%
Nao procedeodo esta firaili ssin a casaaaa. \
ica senu de toda a rripnoiitilMal
rara passagens, frates o aasaaBsaasf fea-
Ui-se cornos
AG12NTES
Pereira Carneiro & C
Ra de
Companhia Estradas de iFer-
ro e Navegacao do Norfr
do Brasil.
O vapor Planeta

demora indispensavel segaba para
Rio de Janeiro cosa asalo per
Babea
Para carga, valones e passafeiros
com os ____
AGENTES
Amorm & C.
Boa do Visconde de
CHARGEURS REUNS
.i oha quinaenal entro a Havre,
Pernambuco, Baha, Eso Ao i
Santos.
O vapor Parahjba
Commandante Voiaat
peso bruto; t-xa ; peso liquido legal; l-
quido real; abatimentos; formalidades ne-
cessarias a um despacho de consumo.
32. De despacho por f cturas mercado
ras sujeitas a despacho ai valorem ; pro-
cesso do despacho ; impugnacao ; arbitra-
mento; assemelbacZo
Na prova escripta, o primeiro candidato
inscripto tirar a sorte um dos pontos,
deste programma, o qual ser desenvolvi-
do por todos os que nzerem exame nesse
dia, de modo claro e citando so as dspo
eices leges que regem a materia. Cada
citaco falsa oa falta de citscao ser con
si derada como trro.
O que commetter mais de seis erros
ser inhabilitado e nao poder entrar em
prova oral.
A prova que tiver de quatro a seis er-
ros, ter a nota loffrivel, a jue tiver de
um a tres, boa.
A nota ptima reservada para os que
n&o comnetterem en o algum.
No julgamento serao levadas em conta
a orthograpLa e a redaccao.
Na prova oral, cada candidato discorre-
r oa ser argido durante o tempo legal
sobre o ponto que a sorte Ihe designar.
Ruy Barbosa
Tbesouraria de Fazenda, em 16 de Se-
tembro de 1890.
O secretario da Junta,
Antoni) Jos de Sant'Atina.
Concursos de 1.a e 2.- en-
trancia
De ordem do Dr. inspector, taco pu-
blico quo, no dia 4 de Novembro prximo
vindouro, proceder-ss ha nesta tbesoura-
ria a concursos de 1.a e 2 entrancia, os
quaes serao regulados pelo Decreto n. 10
e 349 de 14 de Setembro de 1889, que
dispe o seguinte:
Art. 2.
As materias do concurso para os lu
gares de primeira entrancia serao:
Grammatica da lingua naoonal (ortho-
graphia, analyse e redscclt);
Grammatica das lhjgaas, franceza e in
gloza (loitura, traduccSo e analyse);
Arithmetica e suas applcac^es ao com-
merco o s rcparticSes de Fazenda;
Algebra ato as equaeos do 2." grao ;
Escripturacao mercantil por partidas
dobradas.
Art. 3.'
< As materias do concurso para os em-
pregos de segn ia entrancia serio :
LegislacBo de Fazenda;
Pratica de reparticao.
O exame se lar, salvo a hypothafle
SEGUIOS CONTRA FOGO
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAXA8 BAIXA8
Prompto pagamento de prejuizos
SEM DESCONT
A COWPAIIIA
IMPERIAL
DElOVOHlS
Estabelecida em 1803
CAPITAL Ra. 16.000:000o AGENTES BBOWNS & C
N. a-RA DO COJiMERCIO-N. 5
E'esperaaotia
13 deOatabro
oa
10


Babia,
Roga-se aos Srs. mportaAores
ra?c:?s desta liona, aaafe
le 6 d:as a contar de da d
inalquer reclamacao eonrer
aventura tenham segeida
al ollm As se poder dar a
iencias necessarias.
Sxpirado o relerido pmn a
esponsanilia por extra'-.*.
Para carga, passacn^
r.'iro a I rete : irU- ora o
AGESTE
Augasto
- RIJA DO COMMEBCIO
CONTRA FOGO
rbe Liverpool 4 Lonrion I Globe
INSURANCE CQ JFAXrr
SLAC2SEI IUSSAX & C.
Ra do Commercio n. 3
SEGUIOS
MARTIMOS CONTRA FOGt
C*._-|aohla Phenlx Per
aaabacaata
_______RA DO COMMEKCIO N. 46_______
Companhia de seguros
ifidia* &t ^isboa
AGENTE
Miguel Jos Aires
>. *Rui ao Son Jnu->. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguros e a nica companiun
. esta praca que concede aos Srs. segurados ieemp
io de pagamento de premio em cada se lime
rio, o que equivale ao descont annual de cer
de IB iior cento em favor dos segurado*
CU D EMNISADORA
Companhia de Segaros
MARTIMOS E TERRE3TKF
Ealebeleclditem IOS
Batado 11 nance!ro em 81 de De-
zembro de 1889.
Gapilal 1,000:0001000
Fuodo de reserva 110:376^000
Sinistros pago? i,770:6831000;
44Riia do Comme'-in44
i'ctcific Steam Navigaon
Company
STRAJTSOFMAGEIJJUI LOB
O paquete Iberia
sr tsr
Espera-sea
19 Ae Oatabroe
pois da demora A
__________jvalaaraiso
Bahia. Rio da fliawV
sms Aym
Para carga, passagcroa,
hfciro a freie: trata-se ossa os
AGENTES
Husos, Sms k L,
14RA DO
Hoy al Mal Steam Packe:
Company
O vapor Tamar
*glK P-------fa garooe
BlO'.Dbro, secnmdo i
'''^'mt ra indi*pensavel para
Sahla, Rio de Jase ira.
Hmterld*> e
Para passagens. carga e
o-se com os AGENTES
O vapor La Plata
--* ----'/ t--------- -- 'i"*-i&ocadandas jajenas.
das entoridades
Adminiitra^So da Fzwda aos Es- i
publicado pelo Tr
c Ca cRnditbtoi a empr?go da primeira j
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
as do meamo banco em Portugal sendo
na Lisbflaroados Capelliataa n. 7 .">. N>
"orto, ra dos In0"le7.e8.
tnmpanyia ^c Seguras
NORTHERN
de Landres c Aberdaeai
^osifao finaneeira Ceiembro de |887j
Capital eubscrito 3.000XJ00
Fundos accumalados 3.421,000
celta annnal t
le premios contra fogo <
1 premios sobra vidas >
' indispenssvel para
i Lisboa, Vigo
Camarotes reserTSdos para
Pernambuco.
Reduca
i Lisboa 1* ciaste
v' Sonthamptoo 1* ciaste
Para passagenr, tretes.
O 2 os
AGENTES
A morim Irmos & C
N.3RnadoBoB JosasE. 3
Companhia de Naregapl#
Norte e Sal
O vaoor ngrKz Juno
vapor in^K'Z
Ria de f anelr* csMtaatsaa
t
rw-
bildenr no Rio de Jaseiro para o
Ra mande to asi
Tem ptimas accommodacoes para |
ros, 6 illomioado a las elctrica e tes
cha.
Para carga, en
-ata se com os ______
AGESTES
Pereira Carneiro kC
3'
J-jJm li.EoecintU,
1


ana de Na- a
Alega
I
vega<;ao a Vapor
Mioei, TIa-NoT, Penedo, Araoa-
i, Estancia e Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Conrmandante Jote Bernardos
E' esperado dos portn cima
at o dii tt de Outubro e re-
"eressaru para os meemos, depo.a
> la demora do costme.
ri caife, uasaagens., encomoaendas e dlntaei-
ro a f rete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueira
17Ba do Vigoro- 17_______
COHPANUA PBM1DICANA
M
TKaregacio eostelra ja>r vapor
PORTOS DO NORTE
Pmrahyba, Natal, Mato, Momor, Araea
ty eC'ear
Oyapor Jaboato
Commandanta JoSo da Silva Pereira
, Segu no da Si de Ouiubro aa 5
rm^fc^horas da tarde. Recebe carga, en-
ttLcommendas, passagens, e dinheiro a
aaaWBaaWfreie ale s 3 horas da tarde do
dia da partida. ____
ESCRIPTORIO
Ao Can da Companhia Pernambucana
n. 12
LEILOES
Hoje, 18, deve coniiouar o leillo de fajeadas,
miodez'as, objectos de electro-pate, de broose e
e pbaoUsia no 1 aodar da roa do Imperador
B. 38.
Leilo
de leques, chapeo*, chai les, espartilhos,
bolsas, carteiras candelabros, espelhos,
quadros, salvas, talheres e colheres de
electro-plate, camas de ferro com lastro
de anme, pratos e oatros objectos de
bronze, papel, albuns, oollarinhos, ca-
misas de linho, lanternas, casticaes de
mola, tioteiros, campas, bengalas, len-
ces e muitos outros artigo de phanta
sia existentes no Comptoir Iadustriel
Francais.
A' ra do Imperador n. 38, 1. andar
Hoje
A'b 101)2 horas
Manuel Peodrppe de Sonta tendo de fizer
orna viagt-m a Franja c>m o fim de consolidar
' Ba empresa commerciai faz leilao por interven
Cao do agente Pinto e por conta e risco de quem
pertenoer dos r> tigos e mercadorias ama men
donadas qne foram encomnisndadas e delxadas
por conta (reservadas a? respectivas amostras
para novas encommenda?) sendo qoe o leilo
numerara as 10 i|S horas em ponto, por seren
noitos e diferentes os lotes.
Agente Stepple
Leilo
De casas terreas em Afogados
Terca*fera, 21 do crrente
As 11 horas
No amaten ra do Imperador n. 39
0 agente cima, por mandado e asistencia
doExm. Sr. Dr. juiz de direiio privativo de or
pbaos e ausentes, a reqnerimento da inventa-
rante D. Mana das Mercs Perreira Alvos, leva-
ra a leilo as segurotes casas :
A casa terrea n 56-B
A dita d.ta n. 56 C, todas em Afosados, ra
do Kotocolombo, as quaes acham se bem con-
servadas.
Os Srs. pretendentes podero desde j ir exa-
minar as referidas cusas.
Em continuacao
O mesmo agente levar a leilio nm importan
te terrena ra Imperial, com 150 palmos de
frente e 150 de fundo, e qoe divide pelo tul
com terrenos qoe pertencem ao Goado capito
Manoel Joaquitn Ferreira Esteves, os quaes fo-
ram dos finados Jos Mara de Jess Martios e
sna molber.
Os Srs. pretendentes podero desde ji exami-
nar o dito terreno.
Precisa se de nm oopairo ,
sand o. JO.
Precisase de uro.; ama qoe salDa cosiobar
e que durma em casa do empreo ; n ra da
Conceicao n. 4,1 and; r.
Hre. isa sede orna i.raa que saiba cosinhar;
no pateo ao Paraso n. 16, taverna.____
Precisa se de urna boa cosinbeira e de urna
criada para copeira e mais se vico de urna casa
de familia ; a tratar na ra da Soledade o 81.
Vende-se ou permuta se por urna casa com
sitio, tima propriedade com casa ae a orada, e
urna pequea fabrica de sabo. rendendo 304
mensaes ; a tratar na ra da Madre de Deus
nomero 16.___________________^^ ____
Aluga se o armasem da ra da Crui n. 44
eo i-andar n. i da ra da-Bia, no Forte do
Mattos, com 4 quarto-, por 164000 ; a tratar na
ra do Pilar n. 86. ______ ____
Precisa se de um criado para sitio ; a trt-
tar na estajao da Jaqueira. ^^^_____
Vende se or barato preco as seguinlrs fer >
gens na ra do Bailo di Vi- tona n. 6 :
tanos de ferro estaooado de 3/4, i, 1 1/4, 1
II e 2 poleg.daa. -
Canos de chombo pan agua.
Ditos para gas.
Fellis, safras, tornos jara fcrreiro.
Tarra'bas, martellos, limas para dats-
Marretas para quebrar pedra..
Ac fundido de diversa groasuras.
Picaretas para estradas de ferro
Moinhos para reOnacio.
Trena para cosinha.
Temos de bandeijas finas.
Sorras para vjpor.
Grande so-limen to de ferragens e cutellarias
Padiria
Vende-se ou admllte-i>e um socio em urna
padaria Bita em muito boa loralidade, com bom
reaibo, d- sonochando actualmente de tres a
quat-o barricas de farona diariamente ; quem
pretender dirija te a informar uo raes do Apollo
n. 47. armasem de Macbadu Lopes & C._____
Aos senhores deengenhos
Tri-sulphito de cal
Superior m cal ale Maboa e palana*
Para alvejar e limpar o asquear
Vendem Guimares & Valente
6Corpo Santo6
Preciosa descoberta
Impellidos por um vivo sentimento e grande
sat^facao participamos ao respeitavel pnblico
qu- a cervjaLa Rosa Alea ana continua fa-
zendo milagrosos, progressos.
Mes de familia de alta importancia e consi
drra^io gara ntem por experiencia propria que
dous dias depois do parto nzeramusoda cerveja
La Rosa Alemana appareceduo-lbes abun
daule amameoiacao para seus extremosos Albos.
Grande razio Uveram as celebridades chinacas
e doutores em medicina sbreos importantes
attP6tados a saber :
Dis o Dr. P H. Wernier ;
Tenho por multas veses examinado no labo-
ratorio publico a cerveja La Rosa Alemana
e nao encontr materia cbimicaesin urna gi
gantesca preparaco d-1 substancias que repre
seotam urna valiosa riqueza para a alimeotacao.
A' venda em todos os estabelecimentos de mo-
lbados.
NICOS IMPORTADORES
Machado, Piolo & C.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com bastante ora
tica de retalho ; no armasem de molbados ra
da Imperatris n. 41_________________ __
Leilo
De movis, espelhos, quadros, porcelanas,
loicas, ridros e trem de cozinha
Te rea-le ra, 91 do corrate
As 11 horas
No J. andar do sobrado ra de Pedro Affonso
outr'ora da Praia n. 53
Constando:
De 1 mobiua de janeo com encost de palna,
tendo 1S cadeiras d guaraicSo, 4 ditas de bra
eos, 1 sola e 2 consolos com pedra, 1 espeibo
oval dou'ado, 4 quadros, 7 jarros grandes para
lores, 3 etageres, 1 candieiro e jarro de porce-
lana, S enfeites, 1 tapete para sota, 6 ditas para
portas, z escarradeiras, 1 candieiro belga de
Bospeoso, 1 cama f aneen para casal, 1 fcoarda-
vestidos, 1 baoca-cabeceira de cama, 1 toilete
de jactrand, t ma qneroes estrenos, 1 dito
largo, 1 cama para enanca, meia commoda, 1
mesa com estante, 1 cama de lona para casal, 1
dita estreita, 1 mesa elstica com 4 taboas, 1
guarda tonca. 2 aparadores, 12 cadeiras de junco
branco, i sof de amareHo, 1 guarda comida, 1
machina de costura, 2 consolos, 1 tear, 1 mar
quesa. 1 mesa envernisada para jantar, i etager
com relogio, 1 lastro de rame para cama de me-
nino, 1 lampeio 1 apparelbo de porcelana doo-
rada para cb, louca para almoco e jantar, gar
rafas para viobo, compoteiras, copos, colheres,
talheres, mesa de cozinha, jarras para agua, ba-
cas, formas para bolos, trem de cosioba e mu
tos outros objectos de casa de familia.
O agu te Gusmo, aotorisado por nnu familia
Se retirou se para fra do Estado, far leilo
a objectos cima descriptos.
AVISOS DIVERSOS
Alugam se casas calada e pintadas son a
oos fuds de S. Goncalo, a 8 ; tratar na roa da
imperatnz n. 76._________________________
Precisase de urna ama para servico do
mestico de casa de familia ; na ra i- de Marco
Somero 2._____________________________
a travessa da praia do forte n. 6, preci-
sa-se de urna ama para cos har e ensaboar,
para ama familia de duas pessoas, nao dormio-
dofra.______________________________
Por preco commodo aluga se o sobrado le
um andar e ioto ra Angoste n. 204 ; a ira
terna ra da Imperatnz n. 24, kaa.__________
Precisa se de o a coflinoeira ; a tratar na
roa do Hospicio n. 65 _________________
Aluga-se por preco commodo qaatqoer dos
dous solaras do sobrado n. 155 i roa Imperial,
com BMteotefl accammodiices para familias :
Mm ou pretender dirija st roa do Imperador
n. 1 andar, escnptoo do Dr. Motees Silva.
Pnedaa se de urna erada para copeira e
Sis soratf* 4a orna familia; a tratar na roa da
Soledade o. 82.
Pnsaa se de aa criada e de nasa cosi-
nbeira ujae qotiram acooipanhar orna familia
qoe se retira pan M* Janeiro : tratar na
Soledade o. 8.
Attentjo
Estando depositadas 126 carias com massas,
com a marca EH viudas de Genova e transbor
dadas no Rio de Janeiro do vapor Colombo para
o vapir flmtuUL, eatrado ceste poitu em 19 de
Agosto prozimo paseado, e consignadas a or
dem, pede se a quem tenba direilo as referidas
caixaa. reclamar no aecriptorio de Pereira Car-
neiro C, ra do Commercio n. 6.
Caixeiro
Precisa se de um menino com bastante prati-
ca de molr-ados e que d fiador de sua conduc-
ta ; a trttar no Caminbo Novo n. 143.
Ama e criado
Precisa-se de urna ama para cosinhar e de
um menino de 10 a 12 anoos de idade para cria-
do ; no Paco da Patria o. 5, quinta ca>at_____
Vende-e barato
Feijo nav.i a 520 rs. a cuia, milbo novo a
300 rs. e velbo a 240 : no largo do Meicado nu-
men 12.
Criado
Precisa-ce de um criado de 16 a 20 annos de
idade, para servico domestico ; a ti atar na ra
Mrquez de Olinda n. 38, 1 andar, das 9 horas
da manh as 3 da tarde._________________
Finados
Gordas, ernzes em flores irtiflciaes, de mete I
e porcelana receben, pelo oltimo vspir, a lofa
de miudezas de Joaquim P. de Freitaf, ra da
Imperatnz n. 82.
Aluja-
se
O terceiro andar do predio sito ra Baro da
Victoria n. 60 ; a tratar no andar terreo n. 8.
Criado
Precisa-se de um criado : bo largo da Penba
o 33, hotel.
Por 22*000
Aluga-se a caca de n. 26. com commodos,
est limpa, bom quintal e cacimba de boa agoa
a tratar na roa das Larangeiras n. 29, das 10
horas s 2 da tarde.
MP08IT0 QEltAL
aaa asa MICKEL LOQUES
i Toa, Kru tt MtCM (Trssft)
Ita TODA! Al CAZAS DI SCCCOI X MUUDM
i
Exigir o rotulo
1CHEL A LOQUE,
u
Lopes & Aratijo
fin cngcDhos
Contnoam a ter em seu esubelecimenta gran-
de deposito das meradonas abaixo declaradas,
onde os Illms. seobores de engennos poderlo
se supprir para a nova safra, a precos sem com
pelenda. ....
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jagoanbe.
Oleo de mocot.
Afeite de coco.
Dito de pelxe.
Dito de carrapato.
Pixe em atas.
Graxa em bexigas.
Gaxta delinbo.
Potassa da Rossia.
Ra do LivTamento n. 38
A's maes de familias
(jIKIIS V08808 FILHOB 8SHPBK 8ADIO
Adminttrae-lhe$ o XAROPE ou a
Pillas Verraiporgativas
DO DR. CALASAIfS
ptimas preparaclJes de raastrui
e rhuibarbo, para a expuisSo completa, sem
dCres nem incommodo, dos yermes
inteatinaes ou lombrigas
(DAS CBEAN9A8 B DOS ADULTOS)
SEIS ANNOS DE SCCESSO!
t Estas excedentes preparacoes nao ne-
cossitazn de purgativos como auxiliares
visto seren purgativas por si mesmas. >
As pessoas que tm vermes sentem co
ticas, tem constantemente diarrhas, ind;s-
posic&o, snnsacSo de corpoe que se movem
nos intestinos, endurecimento do ventre, t
s veses, vmitos. Rangem os dente*, qoan -
do dormem, e algomas pessoas expellem
vermes com aa feces ou com as materac
dos vmitos. As creancas aprsentelo as
pupillas dilatadas o inapetencia.
As pillas levam impresso o nomo de
DR. CALASANS e sao cor de rosa.
1 caixa de pillas 1260
I vidro de xarope liJCC
AS PRDCPAES DROGARAS E
PHARMACIAS ____
Residencia e padaria
> t se r sobrado da rna Capito A 3 Ionio
de Luna n. 30, com commodot para grande f*
ojili.' ; este sobrado tem no fondo om lelbeiro
com dous Cornos em perfeito estado, proprios
para qualqoer padaria ; a tratar na litbographia
ma Marques de Oiinda n. 8.______________
Moedas de o uro
Vendem-se libras sterlinas e moodas de ouro
de diversos valoras; na loja de joias de Angos-
te do Reg Si C, ra do CaSog n. 8.________
.x>peiro
Precisase de um bom copeiro : na rna do
PaysandOn.19.
Vendem -se
duas casas terreas ns. 43 e 45, ra da Goya-
beira em Agua Prt ta ; a tratar com Esnaty
Roiz & C, roa do Aroorm n. 52.___________
Paiha de milho
Especial palba de milho pira cigarros, venda
por preco sem competencia o Basar Pernambn
cano, ra larga do Rosario n. 30.__________
Em Olinda
Aluga-se por fesla ama boa casa
muilo fresca com quintal e pequeo
jardim ao lado, a tratar a ra de Fer-
nandes Vielra n- 67 (outro'ora Matbias
Ferreira), ^^
Caixeiro
No becco da Lingoete n. 6, precisa-se de nm
menino de 14 a 18 anoos, com ortica demo-
lidos e qne d fiador soa conducta.
Superior viuho de Al
cobaca
O acreditado e autigo armasem do Lima par
ticipa ao publico e aos seus fregueses qoe acab<
de receber orna nova remessa deste especia
viono, escolhido propriamente pelo chefe dests
casa, tornando se recommendado por ser poro
de boa qoaiidade. -
Jos Pernandes Lima & C, ra Baro da Vic
tona n. 9
______Telepnone 323____________
Gosinheira
Precisa-se de urna cosinbeira ; ua Ponte de
Ucboa n. 49.____________________________
Vinho puro de Santarem
Da quinta alo Barral
Os proprieterios do Armaxem Central, i m
do CaBaga n. 11, avisam aos seos distinctos fre
gnexes e ao respeitavel publico qoe receberao
nova remessa deste especial vinno, o quai s>
recommenda por ser poro da ova, e b se reto
Iha em seo armasem.
Joaquim Christovlo & C.
Telephone 447
Aos acadmicos do
5. anno
Telephone444 Roda-45
O abaixo assignado scientifica aos seobores
acadmicos de quinto anno, noivos, etc., que
tem em sen estabelecimento carros preparados
com todo luxo e esmero, proprios para casamen
tos. baptisados. formaturas e passeos ; bem -
mo lindas parelhas, ricas libres e pessoal hab
litado, sendo seus alogueis menos 5 0 0 que em
outra qualquer parte. ^______
Compra-se
Um cofre ptova de logo ; a tratar na ra Du-
que de Caxias n. 63.
Doce de g-oiaba
Vende se de 9*000 a 12,000 a airaba ; na tra
vessa do Queimado n. 9, eeqoina da roa larga
do Rosario.
Arrematacao
Hoie depois de linda a audieocia do Sr. juiz de
pas da regueiia da Boa-Vista ser arrematado
em baste poblica por quem maior lance nffere-
cer o cavallo de corrida de prados denominado
Rio da Prata, penborado por execucao que mo-
vem Heorique Affooso de Barros e outra contra
Felismino Leopoldino.
A elle que urna boa sequisico.
Mercearia
Vende ae a mercea-ia denominaos Venea
Americana, sita roa Dr. Joaquim Nabnco o. 29
(Capunga), sendo nm Aos melbores arrabaldes
deste Estado, torna-se recommendavel para om
principiante por nao ser preciso empregar grao-
de capital ; a casa tem cemmodos para morada,
e o motivo da venda en propietario ter mais
de urna e bem distante : a tratar na roa Capito
Lima n. 32. em Santo Amaro.
Cautelas do Monte de Soc
COITO
Compra-se Cntalas do Monto da Soo-
oorro da qnalqner joia, brlnantes e rslo-
gioe, paga-aa beta na roa do Caboga
n. 14.Loja de relo)oeiro.
r. A(allako Julia ale CasRa
monte
D. Leonor A. Belmoote Mafra, tendo recebido
a infausta noticia de haver tnllecido no Estado
do Maranbo o seo muito preado e querido
irmo, o Dr Agostioho Julio de Couto Beluioote,
convida as pessoas de sua tmisarte e daquelle,
para assistirem as misaas que pelo eterno des-
canco de soa alma, manda clebrar no dia 18
do correte, trigsimo do seu fallecimento, pelas
8 boras da mtnb, na igre a matriz da Boa Vis-
ta, coafessando a sua eterna gratido a todos
que se dignarem assistir a esse acto de religiao
p <*aridnd<>
t
Capltfto Manon Tbomaz Villa
Nova
Mara Prancisca Villa Nova, Flix Atbanasio
Villa Nova, Antonio de Sal s Villa Nova, Theo-
dora Hara Villa Nova, Anaa Hortencia Villa
Nova, Manoel Cemente da Costa Santos e sua
mulber Dr. Miguel Cursino Villa Nova, mulhe.*,
irmios. sobrnbos e primo do capito Maooel
Thomaz Villa Nova gradecem do intimo d'alma
a todas as pessoas qne se dignaram acompanbar
ao cemilerio publico os restos mortaes do seu
prezudissimo parete, e de novo convidam a to-
dos os seus parentea e amigos, bem como aos
de fallecido, para assistirem as mis-a* qoe man
dam celebrar sabbado 18 do torrente, stimo
dia do seu pa8samento. as matrises desta cida-
de, do Bonito, Buique e Catende, pelo que te
cenfesbam eiernamente gratos.
Gar^nhuns 13 iie Ou'tinro de 1890.
t
I>. Adelaldr paca Vltnl de
Ollvetru
D. Mara Adelaide Vital de Oliveira man la
celebrar urna misa no convento do Carreo, s
8 oras da manha de 21 do correte, pelo des-
caceo eterno de sua prezadissima cunbada e de-
dicada amiga, D. Adelaide Graca Vital de Oli-
veira, viuva do capito d' fragata Manoel Anto-
nio Vital de Oliveira, e fallecida na capital Fe-
der. 1 a 21 de Stb-mbro prximo passado.
Intima e sinceramente compungida por to
doloroso sentimento, pede a seus parentes e
mais pessoas de soas relaces o especial obae-
qui) dea acompanharem em sua justa dor, assis-
tiodo aquelle acto de cardade e religiao, e pelo
que desiie j antecipa aeu agradecimento a
aua"to se a, mita ale caaala Tielra Fairo
Alfredo de Barros Lima, por si, por seu iro.io
los Fercandes de Barros Lima, sua molber, e
pelo major Tiborcio Marinbo Falco (ausentes),
pede a todas as pssoas de sua amicade o obse-
quio de assistirem a missa que, pela memoria
de sua ioditosa e estimada prima, sogra, m&i e
esposa, Rita de Cassia Vieira Falco, manda re-
zar na matrii de Santo Amonio, s 8 horas da
manh do dia 22 do correte, stimo do sen in-
fausto pe empento._______________________
1
Joaquina Francisca da tonta
Ibelr*
Rosa da Conceicao Meodes Ribeiro, Mara do
Carmo Mendes Ribeiro da Cruz e seu esposo
Antonio Nones da Cruz e Rosa Amelia Mendes
Ribeiro, emitala e sobrio lio- da tinada Joaquina
Francisca da Costa Ribeiro, convidam a todos os
parentes e pessoas de sua amisade para assisti-
rem a nma missa que por alma da dita finada
mandam celtbrar naigreja do Monteiro no dia
2t do correte, s 7 horas da manb, pelo qne
desde j se coofessam asss gratos por este acto
da nossa rpligio.________
f
Mana Ismenia Alves de Castro e seos tilhos.
Jusqulm Alves de Castro e seus filnoe agrade-
cen) do intimo d'alma a todas as pessoas que se
dignaram acompanbar ao ci miu-rio publico os
restos mortaes de Albino Pioneiro da Silva Por
to, seu sempre lembrado esposo, pai, genro e
cuacado, e de novo convidam a seos parentes e
amigos, bem como os do fallecido, para assisti
rem a missa qoe mandam celebrar terca-felra
21 do correte, stimo da do sen passamento,
na igreja do povoado de Preguicas, pelo que se
cnnfessam eternamentr grat'S ____
t
assatelo Marlehe Falco
Alfredo de Barros Lima, por si, seus.irmos e
principalmente por soa irma Constantrna de
Barras Falco, e alada pelo major Tiborrio Ma-
rinbo Falco, soa senbora e lihas (ausentes),
raga a todas as pessoas de soa amisade o cari
doso obsequio de assistirem a missa que pela
memoria do seu inditoso e sempre lembrado
conbado, esposo, filho e irma, Donicio, Mari
nbo Falco, manda rezar na matriz de Santo
Antonio deste cidade, as 8 horas, stimo do seu
infausto passamento._____________________
t
SSaaoel Tnoma de Villa Nev,
O Baro e a Baroues de Nazaretb e sua filha
Elisa de Barros, pungidos do mais doloroso
sentimento pelo inexperao passam-nlo do ca
pito Manoel Tbomaz de Villa Nova,, em Ga-
rantios cosvidam os seos parales e amigos e
os parentes e amigos daquelle Ilustre finado,
para as.-islirem as missaa qne por sua alma
mandam rezar s 8 horas da maib do dia 18
do correte, stimo do sen passamento. na ma-
triz de Sanio ntonin. ______
Jea Jorge Pereira
Justino Teixeira de Honra, Jacob Teixeira de
Moura e soas familias mandam dizer nma missa
por alma de seo sincero amigo Jos Jorge Perei-
ra, s 7 horas da manb do dia 20 do correte,
na matriz de Afogado>. stimo do seo fallec
ment; agradecendo desde j a todos qne se
dif oarem corpparecer este acto religioso.
Mamilde medrlfue*
Joo Carneiro da Silva Reg e sea mulher con-
vidam aos seus prenle e mais pe soas de soa
amisade para qne se dignem de assistir a mista
do trigsimo dia que ser celebrada na matriz
da Boa Vifta no dia 18 do correte, s 8 horas
da manb, por alma de sos sogra e m&i. Ante
cipa a o sea reconbp cimento.
Ueeire
Antonio los da Coste Ribeiro e sna familia
mandam rezar mitras de tetia.o da por alma
de asa irma, cunbada Ua. Joaqalna Francisca
de Jess Ribeiro, aeganda felra (W) s 8 horas
da manh, ao convento de S. Francisco dvjsta
cidade.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob basca scientlflcas
e physiologicas para o flm de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, Impedir a queda, e promo-
ver seu Vico e abundante crescl-
mento.
Esta apurada e excellente preparacio,
sem duvida o melhor remedio at boje
conhecldo para os diferentes defeitos da
cabelladura, merece a Intima attencio da
todas as pessoas que tm tido a infellci-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da phystonomia.
Com o sen emprego lntelligente tem-se
conseguMa/esultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm aio
sempre, a propria calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegne ftizer parar a queda
do cabellos; emquanto que para opentea-
ao das senioras, e o objecto mais utl
mais agradavel qne se pode empregar.
PREPARADO PKLO
DR. J. C. AYER & CA,
IiOweU, Mass., E8t,-TJnidos.
A' venda as tojas de armaxlnho e pe"
timarlas
DEPOSITO QZRAJ .
Dous milagTes
Illm. Sr. D. Carlos -Tomei o sen re
medio o Elixir M. Moiato o foi com
elle qne pude aarar das boubas que soffria
ha muito tempo e que deBeorofoava por
nunca melhorar ; nm meo visinho qoe
tambem soflre j largoo de tudo qoe he
receitaram e esta tomando o sen mesmo
remedio.
Agradecido pelo conseibo e sou obriga
dissimo.
Santos. -
Albino Jote Couto.
Illm. Sr. D. Carlos. Eu e todos de
casa, fas muito tempo, qoe sofixemos hu-
mores de boubas, com dieta sem resolta-
dos. Fizemos uso agora do Elixir M.
Morato, propagado por D. < arlos, e
sarimos completamente.
O remedio, alm de ser muito bom,
anda tem bom gosto, pois as coiancaa
bebiam com fcil idade, misturado com
agaa.
Sap.
Firmino Agui.
As almas carido as
Mara Candida Wanderle; Antrsn, vinra do
empregado pnblico Candido Autran da Blatte Al-
buqnerqne, moradora na travesea da P.eda Je n
5, Uodo em sua companhia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, acbando se gravemente
doente dos odos, sem enchergar mais, vem im
plorar das almas cardosas um soccorro pelo
amor de Deus, para poder mant-r se.________
BOA X303SA.
O restauran Gomes, roa da* Larangeiras u.
10, tendo ae prevenido para bem servir aos
seus numerosos fregoezes, e bem assim jnlgan-
do-os a nata da soctedade pernambucana alm
da boa escolha qoe seos proprletaros capricho
smente foroecem, offerece mais a s-'guinte :
A's segundas feira Aferventado
A's tercas feira Caojas
A's quartas feira Carur (jantar)
A's quintas feira Feijoada
A's sextas feira Valap (jantar)
Aos sabbados Pucbeiro
Aos domingos Suculenta mo de
vacca.
_____Telepfcoae i. JbO______
Aluguel barato
Visconde de Goyanna n. 163
Pedro Alfonso, armasem o. 46.
Ra Aguasinbas em Beberibe n. 7
Ra i tapanca n 43 1.* andar.
Tra vessa de (armo, 1' a n. 10.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Rna do Calabouco n. 4. dem
Coronel Soassnna n. 141 A
Ra Pedro Affonso n. 46, 1. andar
Viscoade de Itaparica n. 43 armazem
A tratar roa de Commercio o. S, 1 andar,
escriptorio de Silva Gounares a C.
Criado e cosinheiro
Na roa da Saodade n. 27, precisa-se de nm
crudo e de nm bom cosinbeiro oo cosinbeira,
2- idade.
Aloga-se
o 1* e 1- andares da ra do Imperador o. S6 ; a
tratar na lithograpnia ra Marques de Olinda
numero 8.
De Sorocaba
Declaro que soffri muito terrpo, fasendo
aso do medicamentos sem resaltado, e,
asando tres dias apenas daInjecclo M.
Morato sarei completamente de ama
ebronica gonorrha qne me a tormenta va.
Faca uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est reconhecida a firma pelo tabellilo
Agentea depositarios em Pernamboco
Francisco M. da Silva & C, rna Maquee
de Olinda a. 23.
Boyal Blend arca YIAP
Este excellente Wbiaky Escoces prt
erivel ao cognac ou agurdente de oaiu
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melborea arm.
sena de molbados.
Pede Roy al Blcnd marca Tlaa
S'o nomo e emblema sao registrados par
o Brasil.
BBOWNS i C, agentes.
Alugam-se
na roa Marrillo Dias n. 45, as segnintes casas :
Ra da Amizade ns. 30 e 39, Capunga).
Travessa do Corpo Sao (o n. SO.
Becco do Tocolomb o. 3, (Recife).
Travessa da Faodico ns. 4 e 11, (Fra de
Portas).____________________________
Boa Tir$nda
Aluga-se a casa e sitio de
propriedade do Barao de
Lucena, em Jaboato : Tem
exccl lentes commodos para
grande familia, agua encana*
da, jardim, estribaria e co*
cheira; a tratar na ra do
Mrquez do Herval n. 61.
TJM
REXBDIC
HFlUlfE
RHEUMATISMO
.'rapnrezas o Siaijie, Enp(ia, En
Ulctns, SipHk
o toda atTeooflo de
eruptiva cu
SALSAPRRLflA
DE BEIST0L
0 Remedia de FacnUa por a&mki
AMAS
No sobrado da ra Mr-
quez do Herval n. 61, pre-
cisa-se de urna copeira e
d urna engommadeira. que
deem prova de boa conducta.

HIJAS AMAS
Precisa se na ma lo
Pires n. 28.

Ama
Precisa se de duas amas, sendo ama para
servico domestico, e oatra para criancas ; a tra-
tar no caes 13 de Novembro, oo na rea Bario i
Victoria n. 59, 1 aodar.
Amas
Na roa da Aurora o. 109-E. precisase a> i
perfeita cosinbeira e de
para cas? de pequea familia.
Ama
frecisa-se de nma ama qne cosinae besa, para
casa de familia ; a tratar na roa tarta a vic-
toria o. 83. loja. _______
Amas
Precisa-se de orna ama para cosmaar e oatra
para engommar ; oo largo da antiga assemaafo
n 21. junto a Alf.ndega.
-
Ama
Precisa-se de doas amas, beodo
sinbar e outra para criancas ; a
Barao da Victoria n. 69. 1- aaar.
Ama secca
Pre Isa se de urna boa ama
nma crianca, paza-se bem ; aa
Goyanna n. S07 (Manguinbo)
Ama
Precisa-se de cma ama qoe compre e
para casa de ponca familia ; o tratar n
dro Alfonso n. 3.
Ama
Precisa se de nma ama pa*a eosioaar
travessa do Pires n. 8 (Geriaa).
km
Precias se de ama aaa para
casa de familia, em Bebera* ; a
do Terco n. 63, padaria.
Lava-se e s?l_.
para fra roopa de bomem
todo asseio e pwmptidao ;
n. 36, 1- andar.
Alug-a-se muito barato
O-, I e3- andares do
Brom o. 84 ; o 1 e t- ditas a*
numero 75 ; a tratar na
numero 34, botica.
na
Cosinheira
Precisa-se de orna boa
matriculada e dorma em
casa de pequea familia;
Vieira n. .
Cal de Lisboa
Vendem Cnnba Irmaos A C, i rae
de Deus n.'.i.
Vinho de
Compra-se no arma
Imperador.
caja

Cosinheiro
Precisa re de un bom
Paysand n. 19.
Aluga-se
O armasem, 1 e S
a ra M rqotz de Olinda,
Domiogos Jos Marti Dt;
Francesa, roa Bario da Victoria
Ao commercio
O abaixo assignado. KaMaaSt aa
tos, do Estado da Parabyba
ao corpo commerciai de ra
cobraocaa oo alto sead evo a
nambuco. Rio Granee So forte,
Ceart, podendo os pretendentes
de seo procedimento do bem
ciante desta praca o cldadao
a ra da Imperatris o. 41,
raro ibaixo assignado al o sa a
Recife, 16 de Oanbro Se Uto.
Migael SarjraeSM
T
Rriojoaria Baria
Rna do Cabug n. 14
Este aova estbala"
acaba de rooabar aaa
relogiea aa owro, i
tanto labrica ariasasWs
dadeira
gnlamento asaaVval, a ao i
mdicos. Aaaiiaooaao relagiee \
de cima de
ha de mais <
Convidaxa-sa as
om relogio da
eatabalecimaaiaajoa
aalagioa dos;
fim de bem
gaeaes.
Rna doCabng n. 14



Hiti
1 de
Outi
__M loa
Mofe aakeaMaa. *im /lo
y1 errtltOM *t
OHOfcFIGAM
oc uciuo nRRHcnm
I a sica tnrttn t arana
'taar fWtO Mm (W-
pi.o*~w"
sbbbbbbh^^
iCADASiaP,
MLESTMS*DO PIT0, ,
IFFECilES ESCROf ULOSAS
CHLOROSIi,
MOIIA, MJMJBMt,
TKCAPM.MMR.
*'*feTr-^ Vifao de Coca
MUS
ajmfcrirtF-iMiairiH.il
UCKMCIADOS PILA INSMKJTORIX DI RTOIBNB DO OfmiO DO WiZIL.
LOTERA

ESTADO DE PERMM15UC0
EM BENEFICIO DA
Santa Casa 41a Misericordia MOOSOOfi
INTEGRE8
A 2.* parte da 2/ lotera deste Estado ser
extrafajda impreterivelm^nte trca-ieira 21
de Qujubro.
Todos os pedidos de bilhetis fiesta lotera
derein ser dirigidos thesouraria rua arga
do Rosarion. 9 1. andar.
PELOS 0ONTRACTANTE8
Lopes Alheiro.
Licenciado pela Inspectora grml de Eygiene do Imperio do Brasil
(Ceddaa, Tol, tte.)
A saaie de Coateina pura m taha oomplatada eom aa do IWw dt
amas fe Mj0urm eerejm, que fazam do XAROPE do 7ir ZED
( s*SjSI* ***)f o potara/ mafc enrgico em roow a* ojom di .'
PNEUMONA. COCDEi_OOJU*l,
TEMASES, DdBES ABSOJQMAXJBB, OM>
1.000:000$000
Esta grande loteria da BABIA ser extrahida ? o
dia 25 do corren te, sendo pago pelo respectivo thesou-
reiro no dobro os bilhetes vendidos, caso ha ja nova trans-
ferencia.
Os bilhetes desta lotera acham-se venda na Casa
Feliz de Antonio Augusto dos Sanos Porto.
37Praca da Independencia39
I Bmprcgs-acoJf EHCO t'A, eseo saperbo lustrocouserra-sopor naoslenaiuem todo.os
tac pos, socas o calcado, os smkis e todos os artigas fabricados da corno preto. A lamatirs-s.
UtiukIo lastro tora, a snpareeer ds st-msasto. Mo deteriora o eom* nsc mudu os
vestidos. Nublan manuacturing; G*. L-, O1 Baltroa MU Loodon, Inglaterra
_______________ Vend em toda a parta.
Agente em Pernambuco: H. J. Peraan
Gtllll LIIDII1UI
Loja das Estrellan, tendo dado o seu
balando separou os segfuntes rticos que ren-
de por metade do seu valor
JL SABKR
Fazendas de lei
Nausuk, deaenhos modernos, 120 ra o covado.
Percsiea, liadissimos desem os oom pequeo toque de mofo, de 400 ra a 160 ra.
o covaao.
FuatBee, deaenhos linissimos, de 360 ra. 140 e 160 ra.
Toaylee escoceses, de 50J ra. a 120 e 160 ra.
Crotones, deaenhos de voilea, de 400 a 240 ra.
MadapolSea americanos eom pequeo toque de mofo de 80000 a 54000.
Bramante oom quatro largaras de 1*200 a 600 rs. o metro.
Dito dito de linhv. de 2d< 0 a 10600.
Dito de urna s largura a 320 ra.
Ganga Grapton para oobeita de 500 a 240 rs.
Fazendas de phantasia
Voilea, ndissimes deaenhos, a 16U e 2U0 rs.
Bsrejes esooceaes a 80 ra.
Merinos de 12, pretoa e de hndUaimss cores, de 800 a 240 rs. o corado.
Cachemiras de qnadro* a 240 rete-o corado.
Etamine, branca e preta, de ltj;00 a 240 rs. o corado.
Seda lisa e oom liatraa de 1060o a 640 e 800 rs.
Cortes de vestido 4 circassiana oom chapeo de sol de 200000 por 120000.
Ditos de cambmia branca bordados e de cdres de 160000 a 60000 e 7000
cada um.
Setim de todas as odres a 700 rs. o covado.
Dito dos Alpes de 400 rs. a 200 rs. o covado.
Linn de todas as cores de 500 rs. a 200 rs.
Crep da China, bordado, todas as cores, de 600 rs. a 200 rs.
Para homens e meninos
Casimiras inglesas, pura 12. de 40500 a 20000 e 24500.
Brina de cores e pardos, de 800 ra. a 240 e 320 ra.
Camisas brancas eom um pequeo toque de mofo a 10600 urna.
Ditas de fianella a 20000.
Brim branco superior de 20000 a 800 rs. o metro.
Brim de linho de cor, padres novos, de 80 00 a 10000 o metro.
Cortes de casemira inglesa de 6000 > a 2*500.
Ditos para collete de rusti e velludo, de 40500 a 800 rs. e 10600 um.
Ditos de brim de linho, novidade, a 20200.
Camisas inglesas para homem de 540000 a 360000 a dusia.
Ditas de meia para homem, oom mangas e -em ellas, de 200000 a 80e 120
Ditas de 12 eom listras Internscionaesde 505i 0 por 30500.
Artigos diversos
Meias de cor para meninos de 60000 a doiia, a 10500.
Dita* para hemem, brancas ede cor de 50000, 60OuO e 80000, a30OOO, 40000
e 50OCO rs.
Lencos issitacao de linho branco e de cor de 30000 e 40000. a 102OJ rs. a
dusia.
Toaihaa felpudas de 60000, a 30000.
Ditas alcochoadas de 4000) a 20500.
Guardanapes de 44000, a 20000 a duzia.
Meias croas para senhora, eom am pequeo toque de mofo, brancas e de cor
de 140000, a 50OOJ, 60000 e 70000 a duzia.
Casacoa Jersey para senhoras e meninas a 30000 e 40000.
Luvas de seda de todas as cores de 20500 a 10000 e 10200 o par.
Leques de fantasa a 400 e 10000 rs.
Eapartilhos coursca de 60000, a 40000.
Sabidas para bule a 500 rs.
Babados braneos e de cores a 500 rs.
ntremelos bordados a 320 ra.
Cortinados para cama a 60000.
Colchas de fustlo brancas e de coros a 20000.
Cobertores a 700 rs. um.
Chales de casemira de 50000 e 60000, a 20000, e 30000.
Um completa aortimento de algodSes naciomaes, braneos a de cores, que se
Retalhos de algodSes, chitas, 12ns e sedas.
Emuitos outros artigos que se vende grande abatimento
Lqja das Estrellas
56E58-RUA DUQUE DE CASIAS-56 E 58
Telephone n. 2|0.
Chlorose.
ctkarro da taxigi,
Ph rruis snvnn
4 nemla Catnarro pulmonar, Broncha riraH.
Phtslca, T088B cunoulsa, Oytpaaua,~Fi
Peraas sm'naes, Catharros antigs e complicadas,
^ovlavrrd Sesata 1, ex> fAlBr e asm* tontea TU ilni>>
FtlNDIGAO.BE MR)
BRONZE
MI
CARDOZO ft IRMAO
tu do Bario do Tr.Hs.plio bs. 100, IM e IM
Deposito raa do Apollo ns. 2 e 2 B
TesM para veader aegolsite:
VAPOR] 3 de diversos fabricantes para fogo dirc to.
MOENDAS de todos os tamanhos.
BODAS d'agaa.
RODAS de espora e angulares.
CRIVACOES de differentes tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
LOCOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavalloe.
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades eom o respectivo
das as ferragena precisas para a agricultura desta provincia.
E de qualquer concert e bmSmImbj buscar per
a, mediante ajuste previo ou urna mdica commiss2o qualquer
MACHINAS de descarocar algod2o.
VARANDAS de ferro fundido e batido.
CONTRACTAM fomecimento de apparelhos para mslsias,
oalidade e bom trabalho dos meamos, o que podem provar oom o
btido eom as duas USINAS montadas ltimamente a sabor:
Santa Filonilla e Joao Alfredo
Vendem a preso ou a dinheiro oom descont.
aU.

/osne/stf. ult /iMersWa a* rfajllli St laaKi Va**.
CAPSULAS de SNDALO CITRIM:
de Savaresi
*-9l
P*o
aLEBTI
mu Ctptulm m
VmM atas (asa BMtraaaosa comp
mvASK. moma a> c. m uvebpoo.. arcara.
^^^^^^^^^^___________Bf^Hiro. m TOF* a. .wnCt.as* >S40ll
VERBDEIROSGROSdeSAUDEccDTRANC
W \aj ucencijlDOS pela iwspbctori* OBaaX DS IIIWIBIIS BO
Aaiilliilia, SatomaclilBca, Pni|1 n,
X>ntra a Palta de apaactt*, a eiiBHmiia, a Man .
_ as CoaBeatSM, etc. Dote ordinaria ,l,l
g Desconfiar as falstflcacdcs Exigir o rotlo Junto Imprimido
e eom lct'as cada urna letra de urna cor dinrente e v *em "> wm

tom no m
m

250:000$000
LOTERU DO GRAO PARA'
Pttttio msdor 120:080 $000
Lotera do Grao Para
Prado maior 60:000$000
Extracfjo alternadamente todos os sab-
bados. Bilhetes yenda as casas do eos-
turne.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico qua derem
*m pregar os Convale$cent$,
' peinas dita*,
ta lulhares, a* Criancaa deba
M Peaaat
tracal da ConatituicSo.
- Myrtol do Dr Linarix
Xatardo patta Vacuidad, da Xadioiom ata Paria.
O Myrtol Linarix apresenta-se sobre a forma de Glbulos empregadop oom
O maior successo contra as
AFFECQE8 CHROICAS DO PEITO
Dsftazos, Bronobite, Catarro, Asma, eom oppressSo e Palpitaodea.
Os GLBULOS de mTTRTOL LINARIX tamao-se na dose de 6 por dia :
i pela manh, 2 ao meio dia, 2 noute.
Toda* as peasoaa que tomao os VERDADEIROS GLBULOS DO
D* LINARIX aaa tmamimaa em reeonhecer que reapiro mata fcilmente.
Exija-a* o* Verdadalros Glbulos Liaaris a* Cuv a% C<*\ da l?ama.
que aa eneonlrOo naa drogara* e nos pharmaciai. _________ ,
Peitoral de Cambar
Remedio soberano pas ss molestia* dos orgkos reapicstorios,
sppresado pela Esma. Junta de Hygiene Publica, astoxiaado peas go-
verno central, premiado oom daas medaUuB de euro e rodeado de
muitos e valiosos atteatados medios que garantem a sua tffnaa^a,
O Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, em larga esca-
la, pelo seu descubridor, o Sr. J. A. de S*usa Soares, so eonhecido
estabslecimento Agrcola Industrial do Parque Pelotese, expreasamente
creado para esse effeito.
E' urna preparacSo perfeita, de corpa volumesn, tmnapareate s
de um gosto agradabiliasime ao paladar.
O melhor atteatado boje da auperioridado deste precioso medi-
camento est no seu consumo grande e progressivo per toda a Ame-
rica do Sul.
a Aoba se venda as principaes phamacias s drogariaa deste
capital, aos preces do 2d500 o rasco, 13090 meia duna e 24#000 a
dusia.
S2o nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuoo .
FKANCISCO MANOBL DA SUVA & C.
23-RUA MRQUEZ DE CUNDA23
MA^VlUiAJBATIYA
Dr. Humphrys ie Nova York.
A Vardadeira Maravilha do Sculo.
APPBOV ADA X LICEHCIADA
Bola, Iaaaetaria Geral ale Brcleaa 4.
laaBaartaSa Braadl.
como
AM
cora
efasaarar a>fertda
Tllha
todaaasHemorrhsglas, se)a.aOtarlTfisaaaaf5
dos Flmaes. do Eatomao,ai aHaniaaaifaoa
aiaiwwaaa 1111 n eoipaaa aaafaSa
A MaraTillia Caratlra nmalllT)oprompo
Saturde Denlea, de Oarldoa, da Face, lrtiacao
amelfiwwHla
e pracaoso para Dora rfaenmatlcas, AleutoTDOr.
Rj^dea as Junta, oa Pnraas.
para Esqnlnicl. Ingtoa. AjnygdaSaiihsetaadas oa
fc.a^-^..iiltl aiaii|a aaMinii aaiai rm ai
A MaraTllka CaratlT < de multo ralo
ramo ladaccao para o Catarro, a l^aajorrhaa oa aa
Florea Brancas, e ootroa oorruneatos oebmtaBaee.
A Maravllhm Cararira laspaH para
corar ulcera. Ch^as antlgM, Apostemas, Panart-
<-lo,Caao,Frtelras,JoaneteaeT'
para
Mar Ti 1 aa Car aU jm rean
Dlarraea slmplea, e o Otarra
A Maravilha Garal
Estrebarias t CaTallarteas.
11t J exoelleute
, para forccduraa, DOrea,
PVw1ineBtfoUdiiraa.Contnanaa.ljaTn>tBa.c.
EspeeialidAdae 4o Dr. Hnffljhrey.
Reatedia. Bapeeiacaa,
Ina.ent. MararSiiaj
KeaaaaH Bi p i i,
ReaaeaBaa Teterlnarai
O aaaaal do Dr. BompUrera 144 .
Bn/oraaldadea e modo de cural-aaae
ae ao sea boticario oa a
sobre aa
peda-
HTJMPHREY8' MESICINS OS..
IM Faitea tireet, SEW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas em groseo em
PERNAMfiCO
Fvii Soktuki I C.
DROGARA
A' Ra Mrquez de Olinda n. ti
hahatiihr jmm
Dr. Humphrys e Nora Tul
A Vaaraadaaia Maravilha do i
arraoTABA x i.ict.wct4sa
pela Iaaiaaetaria Ceral alai

a laraaaln, i
una par aa
A Maravilha Caralrra < aBMei
aataLsaara o^offl
A MarmTilfca (a. ?4a para Dor d. Dea tes, de
ST-aclUrralala.
1 ararllasCa
a
-aJatSa,
.I
A Maravilha TarrarJaa 4
a tajseoao para o Calara.,. 1
Florear
.*BBa&g52fttS
IiTsdslMadM te Dr. Isuxqhrt**.

Attengo
0a proprietarios do antigo e acreditado arma
tem do lama, sito i rus Bario da Vi Jtoria n. 3
participam ao respeitavel publico e aos sen
distinctos fregueses, que tn nsferiram tmpora
riamente seu annazea para s mesras rus n. 9.
conucsando da raesma forma a receberem soar
orsens para Ibes servir eom o costomado e na
Ditol desempeobo.
Js FefBudes Lina k C,
Ras Mario da victoria
Telephone323
rtr
HrMPBSKTar
asrmlM afese-t,
nico deposito para
groaso na iiipsrial
Manoelda Sirvsft C.
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da Gama
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nervosn ossosos.
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>"*.aDgvpaMla,aaOaslralglMou Garitas aDUrrAaatonla,aIdadecrtuca, a
!*____ n*. taiTBllSlaSilIns. ac. Kmama palarra, todo auMs esUatos de Lan-
,V A O B Wu u rwna]a|
ASTHMA
HACHA
Opprraa*U, Cattawr, c
VQ aLatR-z-. -
Oattte aa Mli altaa raacasaaaaaa.
Deposito em todas aa Pharmatjaa,
Vende-se ou permuta-se
orna casa da de novo, c m 1 satas, 3 quartos e cosinba
fra ; ou permuta-se por ontra que sirva pan
opgocio de mol hados, t se ja for, tambem s
compra : informa(oes ns tratessa da Madre dr
Deas a. 18, oa jon o a eslacao do Cordeiro.
30$000
Aluga-se o segando andar
e sota do sobrado da roa de
Vigario n. 4, est caiado e
pintado de novo : a tractar
no pavimento terreo ou no
escriptorio d'ete
Com
portaguesea,
ruado Commerci
ipram-se patacoes
, bespanbea, etc., etc.; a tratar as
aercio n 3J parase bea.
A precio sem com-
petencia vendem P-
rente Vianna & C.


i
I

centei
nammicooa
lo itubr
ffl TMIEPmb M IlMA
Vende-se ou alaga se o sobrado da roa e
Sta Rila n. 75 ; a tratar aa ra da Peoha do
1.
Meliu & Bisel tendo cebido n
larinha centeio, avisa ios seu-
eontinuan a fab delicii
todas as tercas texln-feiras ;
Rosario n. t.____________
Para emgenho
Ferragem com pe uco uso
Vendem se tainas .'oniiiia? e batidas, o assim
do paro! de cobre oor taeladc do valor ; a tra-
tar oa rn Dunuc c Culan o. 77, toja.
Ramos de flores para baile e casamento i
de 1*500 a 4*UO0 um.
Saxs, trombones. I eI;cons, p-.stons, ola- Q abelleira engenhero invento
rinetcs, flautas e flaulins, violioos, vio-
:J3oc2llo, nratos. carrilhUes, tringulos,
na ra ar?a ..< |MbniDbag| os!xaa e ,0dB a eort0 d<5 ics.
frumentos para formir urna banda de
200 maestros!
DR, CAKLC8 BB1T8SC0DKT
SUSIPILIi E CUII1
GRANDE DEPURATIVO DO SAN6UK
Elixir anti-rheumatico, anti ayphlitico e empregado em todas as molestias de
?ello, erysipella, darthros on empigens, beri-beri, nthrazes ou carbnculos, cancros
venreos, feridas cancerosas, ulceras, gonorrheas ebronicas, boubas, buboes, escrof j-
'a3 e todas as doencas que dependem da impureza do sangae.
Este remedio superior a todos os outros do sen gonerc, o que est prevado
pela preferencia e acceitacao que Ibe di o publico.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000.
U& || NUBIL fM i WMM
TNICO febrfugo e desobstruente
Empregado ca debilidade geral, doenyaa do estomago, oonvalescencas depois
io parto, febres palustres, molestias do figado e bayo, falta de appetite, anemia, chlo-
.ose, cores paludas ou falta de sangae e doencas nervosas.
' um reconstituate de energa, aromtico e agradavel so paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 30|000
DWECCAO BETTENCOURT
JlHTI-BZJEHOBBHASIEQJl
Gura radical em seis dias
Empregada com eptimo resultado nes corrimentos agudos ou ebronicos da
rethra oa vagina, leucorha ou Adres brancas. Este medicamento de nma grande
fcacia,
Um frasco 1#500, urna duzia I5#000.
VINHO TNICO
Com lacto-phoapbato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas a quina.
O melbor remedio que se tem formulado pela combinucSo destes heroicos
nedicamentos. Empregado no tratamento das molestias do ipeito, do estomago, ane
oas, menstruac5es difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
jaer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular.
; nvm s pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
cecer as enancas. Eite remedio superior a todos os tnicos estrangeiros qne se
anunciam por abi.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#0O0
Xarop d jaramacar contposto
GRANDE PE1T0RAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defiuxo,
osses simples e convulsas, coqueluche, constipacSes, asthma, bronchite, catarrho
r
^>ontAA
**'on salaa-4
... i.
-5r
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2#500, urna duzia 24#000
CAROBINA
D BRANDE PORIFISADOB DO 3A1TGUE t .
O emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes molesliaa:
i diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrmentos do tero,
.JeccSes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, tffec-
,<"es venreas rebeldes, paralyaias, molestias do coracSo, da garganta, rheumstismo
-bxonico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas aa enfermidades derivadas
-4a impureza do sangae.
Um frasco 3#000, urna duzia 3OJO0O
nicos exportadores
COMPANHIA DE PRODUCTOS MEDHMAES
31-RUA DOS 0RIYKS-31
rio de j \m:ho
Vendas em groaso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.

FOLHETII
* POB
PAULO D'iECREMONT
QARTA PARTE
A voz do sangue
(Cantrruaco do n. 236)
V
NA PISTA
E' fcil. Mas se fizesse outra cousa,
papai ?
0 que?...
Temos c artesa de que ella vai a
Par%, nao me revelaste a tua idea, mas
adivinhei-a, porque acudi me igaal.
Vejamos se realmente houve esse
encontr de pen samen tos...
A marquesa julgou recaahecer o re-
trato da minha mSi no medalhSo que ihe
tomaste na noite da fogueira. NSo o vio
otaflaente, n2o obstante, para ter certeza
flBNh a respeito. Por outro lado, co->
mo poderia eile estar em meu poder, eu,
qae ella julgava filha legitima dos Vallaa-
ris ?
Jacques approvava com os olios e com
a cabeca.
D'shi, proseguio Henriqueta, os olha-
res (He ella me lancou, que mo langa
anda... d'ahi, as pergantas feitas ma>
mii. As suas suspeitas, porm, sSo maia
fortes qne tndo, e a dominam a tal ponto
que ella vai a Paria abrir ama devassa
sobre o fim que levon a pequea Mara
Foulon, que at aqu jalgara ter morrido
aaphyxiada... pais qaaado ella deixou o
pateo da casa em chammas, escoltada por
Mauricio Barrer, dizia-se efectivamente
que en estava morta...
E' isso, dase Jacques, isso exac-
tamente.
Ora, tu quereg vigial-a em Par 12., nSe
verdade ?
Sim, minuto por minuto.
Pois bem, o melhor meio de fazer
com que ella nSo nos essape mandar al-
gera esperal a l. Alguem capaz de a
acompannardesde que ella chegue, de te pre-
venir se ella nos esc. pou aqu sem que nos
tenhamos apercebic.o, e de etproitar os
seus menores passos at que ras ao seu
encontr. Matbeus Puyloo n2o pode ra
ser essa pessoa iotelligente e de confian-
ca?
Oe certo que m. A toa idea ex-
cellente, miuha Sonriquette, voa pol-a
desde j cm oxecucUo. Matheus partir
amanhil pela manhS,
E eu volto para Argolles, afim de
velar com meas proprios olhos pela mu -
queza. Ao mnimo movimento mandar-
te-hei alguem. Seria cousa de admirar se,
prevenida como estoJ, ella conseguitse il-
ludir me. Tens mii alguma cousa a re-
commendar-me ?
Tenbo um pLtio completo, j arohi-
tectado no meu espitito e bascado tanto
na tua coragem como na tui miravilhosa
inteiligenci, de quti me ten* dado boas
pravas. Para decidir sobre cortos deta-
lhes, precisava da jilanta da tua casa em
Pariz. Podes arrajarm'a ?... E, em
cuso a forma ti vo, como ?
Deseuho o quanto basta para tra-
cal-a exactamente.
Bem. entSo trata de faael-a o mais
depressa possivel.. Outra cou*a, disses-
ta-rxie um dia que 11 casa em que resides
com os Vailauris c instruida no meio de
um jardim, nio verdade ?
a 500
res.
Gal3s e bordados de cores.
Bordadas de cambraia de 600 a 10500 1
peca.
Sabone:es para tirar nodoas de casemiras,
sedas, las e outras iWendas finas de
800 ris.
Oculos o pince-nez finos, doorados, bu
Livrarin { ontemporanea
Ra 1. do Margo n. 2 .wv. j*'"-
amiro M. Costa & C.\r^Z^i^.
Egpsrtilhos para 4, 5, 6 e 70OCO.
Malas de vi age m
A livraria Contempornea tem cons-
tantemente grande sortimento de malas
prnprias para viagem.
Deposita no 1. andar do estabeleci-
mento
Ramiro M. Costa & C.
Ra 1. de Marco n. 2
REALEJOS
Caixas de msica de diversos tarra
nhos, encontra se graede variedade na
Livraria Coulfiiiporanea
Ra 1.a de Marco n. 2
Impressos
Contas, facturas, contas de venda, re-
cibos, conhecimentjs, cartees annuncios,
Farllcipacf de casamento
cartas de convite c toda a sorte de im-
pressos faz-se com nitidez na
Livraria Contempornea
Ra 1. de Maco n-
Papsl-forro
Para sala, quarto, gabinete e coi-re-
dores.
Guarnieres de lindissimoa deienbos.
Molduras douradas.
Livraria Contempornea
Ra 1. de Marjo n. 2
6rand$ Papelaria
Altisima novidade em cartSes para
Par el paee
Convite e
Visitas.
Livros para escripturacjto, carteiras,
s de bolyo e copiadores de cartas.
Livraiia Coole^pftranea
Ra 1. de Mar^o n. 2
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor 1
que de maior novidade tem a populosa t
grande cidade de Paria, os mais importan
tes artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propric
para cartas.
("romes de seda e de oleographia.
Caixas de msica com manivella para 14
2e30U0.
Caixas de msica, com corda, fechadat
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
12(5, proprias para presentes.
Ricos enxovaes para baptisade a 7J, 8,
9, 105 e 12(3003,
dem mnito finos para 165 a 200 um.
TimSosinhos com sombra com fitas e bicos
de cambraia transparente a 30 e 30500.
Um erande sortimento de porta-tranca
para oOO, 10 e i#rxiu.
Qrampos dourados e com perolas a 200 r
500 rs. um.
dem de celuloide o dourados a 200
300 rs. um.
Estojo para desenho de talagarca a 30000.
Bandeiras de IS dos Estados-Unidos do
Brasil a 1050 \ 30000 e 40000, confor
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas da pellica c
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000, pan
senhora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
Grande sortimento de bicoa de algodao
de seda, brancos e de cores.
Livros de sortea a 300 rs.
Albuns de pelluoia e de chagrn, goste
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e mosteas.
Espadinhas para enanca.
Boleas de couro para cobranca.
Navalhaa de Roger AmSo americanas el-
ctricas e de 2 laminas, e afiadores coto
a massa propra para afilar.
Collarinbos e puhos de borracha.
Caetas de vidro a 600 r Boleas para menino de ecchola a 20COO
Sabonetes para banho com desinfectaste
a 40- ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6,7
80000. '
Aunis e brincos om pedra imitando bri
Ihante.
BA DUQUE DE CAXIA8 N. 1W
Os Brateiros! !
E' so neste estabelecimento que pode-
encontrar fazandas finas de gestos lin-
dissimos por reoos razoaveis, como se
jam:
Voiles de 18, padrCes inteiramunte no
vos, merinos idem, dem, cachemiras la-
vradaB, o que pode haver de mais lindo
cm gostos.
Cambraias da China, idem catitaa, idem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sortimento de crotones
(padrSes de voile) de gostos attrahentes
Crep da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
FustSes h-ancos. Linons cem bar, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
idem, idem e muitos outros tecidos a phan-
taaia.
Las de quadros a 200 rs.
Merinos idem, fazenda de 800 rs., por
240.
Voiles de 12 e slgodSo a 240 rs. o co-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de urna largura a 280 rs. o co
vado.
Bautista republicana a 200 rs. o co-
vado
Madapolao americano a 50000 a peca.
Vanado sortimento de setinetas e cro-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
claras, de cores e escaras. dem chama-
lot, padrSes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente no vos. Casacos de Jer
sey para senhoras, vestuarios idem, par
chancas. Toalhas felpudas para rosto e
banho, brancas e de corea. Grande sor
omento de aventaos, idem, idem de ba
beiros, para enancas.
Para horneas
Grande f ortimento de camisas de fia
nella, nho e algodao.
dem de collarinbos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
tre ellas destacam-se as de 70000 o corte,
para costumes.
Alm das mercaduras qne cima dicta-
mos, temos um esplendido sortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que seria enfadonho mencio-
nar.
E' s nos brateiros!!
A' RA Io DE MARCO N. 1
BeruuTtliiiu Campos .
No meio de um grande jardim, sim.
Que cerca-a de todos os lados ?
De tres smente.
E o quarto 1
E' en ostado a ama casa da roa
Saint Jacques.
E o tea quarto ? Onde fica ?...
Precisamente junto parede deisa
casa.
E' o que qaeria saber. Em Pariz
verei o resto.
Henriqueta ia sabir de Asterac.
Jacques acompanhou-a durante imito
tempo no campo.
Na oceasilo de se separarem, entregou-
Ihe um punhal fino e ponteagudo cuno
urna agulha.
NSo o abandones, diese lhe elle, tra-
se-o constantemente comtigo. Acredito qne
nao corrers perigo algam emqaanto Da
na nlo for para Paria ; porm nao faz nal,
ficarei mais tranquillo sabendo que ten es-
te oompanheiro.
Nio tenhas receio, redarguio ella,
nSo me deixarei sorprender, nem sntes
nem depois da sua viagem.
Elle aperton-a nos bracos.
A maldita Uto terrivel, disse elle,
e amo-te tanto !.... Lembra-te, ninha
Souriquette, que teu velho av6 adra-te
hoje ao mesmo tempo como todos aqtelles
que perdeu.
Ella dcsenveacilhou-se-lhe finalmente
dos bracos e voltou a correr para Argel-
es. -
Talvez mais anda do que Jacqies, a
rapariga odiasse Diana, que Ihe havi rou-
bdi> tambem a felicidade.
Durante todo o dia a marquesa nSo
pronuncion palavra.
A' parte aa digress'es da rapariga no
campo, quer visitando os pobres, quer o
av6, a vida era mortalmente triste em Ar
gallea.
Reina va a maior frieza entre Ignez e
Vinlio Maduro
Pelo uitiao vapor recebemos urna importanu
remeesa do delicioso vinho maduro, analysadi
pela junta de bygiene da Capital Federal.
0 VLNHO MADURO, poro da ova, o melbo
que tem vindo ao mercado, s neste estabeleo
ment se encon'.ra.
MENTES NOVAS de flores c hcrtsligas a
todas as qualidades.
AZEITE paro de oliveira em latinbas de meu
pnm litro.
Em bebidas finas, como sejam : cbampa^ot
cidra, vinhos Bordeaux, Porto, Douro, Cbamber
tim, licores de diversas qualidades, nio tem
rival.
Queijos de todas as qualidades e o apreciadi
,'pqueijao em latas.
Emrim, completo sortimeoto de gneros di
primeira qnalidade para urxa boa despensa e 1
prtcos sem coapetencia
Roa estreita do Rosario numero 9
Pogas Mendes & (,
TfcpfcoBf94T
marido por nlo lvala a Pariz, e de outro
lado pelas scenas que Mauricio era obrga-
do a supportar de Diana e da filha.
NSo lhes respond a maior parte das
vezes e sania immediatamente sob pretex-
to de vigiar os seas operarios e visitar o
sen dominio.
Algumas vezes, impellido ao ultimo ex-
tremo pela marquesa, a quem aquella
existencia tranquilla desespersva, elle ress
pondia :
NSo me convm estar incesante-
mente a pedir dinheiro a meu pai, vivo
aqu honradamente e d'aqui nSo sahirei.
Diana vio que nada tinha a fazer diante
da vontade fria e perseverante de Mauri-
cio ; assim, pois, votou-lhe pouco a pouco
odio profusdo e fez com que Ignez parti-
lhasse odio.
Bonito mando o qne tens repeta
ella incessantemente. NSo sei o que pensa
esse senbor! NSo nos deu o nome e recsa-
nos o dinheiro 1... Ah mas isto nSo tem
lugar 1
Ignez, cujo capricho hava paseado,
achava effectivamente, como a mS, pela
qaal va e pensava quasi sempra, que ha-
vis sido lograda.
Nease dia, Mauricio' tinha passado quasi
todas as horas com os seus trabajadores,
como de costime.
Como de costume, igualmente, gnea
ficara no aeu quarto, passando da urna es-
preguir;adeira a urna poltrona, lendo algu-
mas paginas de romance, indifferente ata
do, inclusive a seu filho.
Henriqueta e Laura conversavam, tra
balhando n'uma sala do pavimento terreo.
Annioha Casterde experimentou al-
guma emocSo violenta, dizia- a Sra. Val
lauris. Mas qual terido sido ?...
De repente fez se onvir o paseo de Dia-
na no corredor.
O* seus olhos apresentavam urna ex*
pressSo dissimulada e astuta, que Heuri
Mauricio, friess augmentada de itai ladequeta c a Srs. Vallauris conheciam periei
pela ieviandade ds moga, que filo sabia Itameate e que as pdz desde logo de sobre-
/em que empregar o tempo e inerep-.va o aviso.
Completo sortimento de chapeos, capotas e gorros de fantasa sss tsisi
qualidades.
Fitas, rendas e bicc de seda e algodao de todas as corea.
Flores, plumas, pasearos, algrttes e bljonterles para enfeites.
Chapoe da eltro e castor, os mais modernos, para homens e menino
Recebe por todos os vapores as primeiras nevidades de rticos (Es s
g tere de negocio.
Raphael Dias & C.
2 Ra do Baro da Victoria 2
TYP0GR4PH1A
4P0LL0
Montada com todos
es utensilios proprios
para a execucao de
qualquer obra tjpo-
graphica, desde a mais
fcil mais clifficil.
5-PR.lfs DA COXCOBDIA-S
Junto Gompanhia
de Bombeiros
GRANDE LIPIDACAO
S na Revolu^ao
48Roa Duque de Caxlas48
Grande sortimento de fazendas de le,
modas e phantasiaa que se vende por me
nos 50%A SABER:
Le
Sargelim de todas as cores a 2C0 rs. o
covado.
Colchas de cSres a 2*000, 45000 e 5*000,
urna.
Cortes de cambraia branca de quadros a
1*600 um.
Corteados bordados a 6*000 e 7*000 o
par.
Atoalhado do linho com defeito a 2*400 o
metro.
Camisas finas de meias a lOOO urna.
Cobertas forradas para casal a 2*500
urna.
Batistas de cores a 160 rs. o covado.
Toalhas para cranos a 100 rs. ama.
Ceronlas francesas, a 1*000 urna.
Atoalhado de algodao a 1*200 o metro.
Algodao trancado p*m tonlfcu a ljouo <.
metro.
Crotones cacuros e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Ouardanapos c m franja a 2*0C0 a duzia.
Espartilhos couraca a 4*000 um.
Flanella de algodao de cor para camisas a
320 rs. o covado.
Collarinhos e punhos de borracha por
1*500.
Ditos de linho a 1*500
Ditos de cretone de cor a 300 rs. um.
Cortes de meia casemira para cala a
2*000.
Camisas francezas de cretone a 2*000
urna.
Ditas brancas a 2*000
Lencos de linho a 2*000 a duzia.
Bramante de linho a 1*600 o metro
Bramante de algodao a 600 e 1*000.
M4as
Cortes de etamine de 14*000 por 8*000.
Cortes de casimira para costumes a 14*
' e 15*000 um.
Surah de linho muito largo a 320rs. o co-
vado.
Que citada ira Diana armar lhes ainda ?
Dizialhes outro dia, comecoa ella,
que o filho de Ignez se pareca com meu
marido, o marques d'Argelles; trago-lhes
nma multidSo de velhas photographias
delle, afim de que julguem pelos seus pro-
prios olhos. Creio que nunea virara re-
trato algum de Fabio, nSo verdade ?
Nunca, espondea Henriqueta, muito
calma na apparencia, mas com o coracSo
a bater Ihe precipitamente.
Nunca effectivamente ella vira o retrato
de sen pai, que Ihe ism mostrar... nSo
tendo as saudades accSo na alma de Dia-
na e da filha, e sendo as proprias photo-
graphias dos mortos consideradas cm Ar-
golles como objectos inuteis, burguezes e
communs.
Qnanto a Asterac, cujos aposentos Sou-
riquette percorra quotidianamente, nao o
havia alli igualmente encontrado, nSo que-
rendo Jacques que os seas olhos se fixas-
sem as feicSes daquelle que tBo odiosa-
mente havia esquecido os seas beneficios.
Porm ella, Henriqueta, nSo podia ter
esse raucor e essa energa diante daquelle
morto.
Elle era seu pai.
Sea pai, de cujbb lagrimas e de cujos
beijos ella se recordava ainda.
A piedade... o perdSo... o amor at ..
a despeito dos crimes de Fabio, eram to-
do quaoto havia por elle no coracSo da fi
Iba.
Masprova suprema!... ira reconhe
cer naquellas photographias o desconheci
do dn ra Clignancourt ?....
Depois d8so, disaipar se hiam todas as
suas duvidas, que talvez fossem substitui-
das por angustia Uros ?...
Laura senta essas cousas absolutamente
como a sna Souriquette. e comquanto de-
pois das suas entrevistas com Jaoques de
Rhodes estivesse plenamente convenc io
de que o deseen hec lo que tora sua casa
entregar-lhe os cincoenta mil francos era
de tacto o marquos Fabio, a mesma ancie-
dade constrangia a garganta da mSi e da
Voile de slgodSo a 200 rs. s covsJa.
Etamines de cores a 28>, 900
o covado.
Merinos lavrados a 500 rs. o
Zephires de cores s 160 rs. s
Las de cdr*s a 200 e 240 rs. covad*.
Cachemira de quadros com listas ds sssW
a 1003 o covado.
Cortea de metim par vestidos a 6*000
nm.
Ditos brancos bordados a 12*000 e 14*000
um. %
Cortes de cachemiras bordados s 25*000
um.
Cortinados de crochet s 10*000 o par.
Gravstas modernas a 1*000 nma ___
Fichas de retros, todas as coces s 1*000
um.
Toilettes para baptisados s 6*000 m.
Tapetes para porta a 2*500 um
rhaatasla
Lenct de seds exposieSo a 1*000 nm.
Capas bordadas s vidrilho por 25*000
maa>' -
Vestidos de Gersey para creanes s 6*000
nm.
Cortes de fustSo para collete s 600 rs. oa.
Organdy de linho, ultima moda, a 240 rs,
o covado
Chali de algodao, noviuade, a 200 rs. o
covado.
Luvas de seda a 1*000, 1*500 e 2*OCO o
par.
E muitas outras {aseadas de qse s esse
a vista poder e-ta avahar s tommsMs
de de presos, assim como em sos Besr
de alfaiate aprompta-se ea 24 horas qaal
quer costme, garantindo-se toas perfei-
cSo em trabalho e preco resumido
S ia levli HENRIQUE DA SILVA MORERA
lilOSiaC.
Ra Marqaez de Ol sala a. 1 %
Armazem de cerveja, vi-
nhos. champagne, licores.
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unicc
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmum
e do chocolate Ph. Sachare
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemanr
k C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer"
sal de Pariz, em 1889.
masan
M0MAtSm__________
ss^ ^LCflY aaMttBirtiiaw
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
filha quando s Srs. d'Argelles ponaos a's-
ms mesa ao lado aellas aa velho aibaa,
gasto e mofado ; e entretanto a pb/sisas
mia de ambas mostrara se tSo cabs, aV>
impaasivel, como se coas*, slgasss ss pat-
saase nos seos corsfSes alvorotados.
Diana encarava as.
Serlo tSo tortea assim ? pergsutsa a
si propra abalada. Ah! voa exi
tir.
Abri o lbum e folbeouo.
No frento havia o retrato qaaai
tamente desmaiado de ama velas ds ca-
belles brancos, tendo na cabeca asa tama.
de rendas, physionomia de bnadsde ds
inexprimivel docara.
A marquesa d'Argelles, disse
A mSi de mea marido.
Snaavl... aquella a qu
vam no logar como a fada da benefij
e da cari dade.
Souriquette teve vontade ds
labios no velho cartao forrado ; s ss i
palpebras, por2m, experimentsrsa
estremecimento, nenhum masclo ds ss*
rosto contrahio-se.
Diana continen :
Aqu est agora o rrarqo
as pocas da ana vida. Veja as ella alo
a imagem da filha e do cetipbo.
E Fabio, effectivamente, apparsesa sss
olhos impassiveis de Heirqueta e ds Lau-
ra, a principio moco, com o sea costaste
de ca^a de velludo verde, polainas ds coa-
r, bon bronco e o sea fino perfil asis-
l.ez; depois, um pouco mais longo, qaaa-
do elle era ditcipulo de Jacques sesspre
com a sua physionomia satisfei'a e boa
como a de sua av.
Depois ainda, quando era marido ds
Margarida, porm j atormentado, triste,
inquieto; finalmente, maia tarde, alsns-
brado, envelbecido, devorado pelos resj^|
sos, tal qual Henriqueta e Lunrn otiaf^H
visto.
{Cont'ntm).
Typ. Diaria, Ru? n"vjoe de

<
i
i
\
4


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