Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17424


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Full Text

JL
Propriedade de Manoe FigMira
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE'PAGA PORTE

Por tres metes adantados.
Por seis ditos idcm....
Por um.anno idem. .
Cada numero avulso, do mesmo
60000
124OQ0
00
U'iJI u
1
O Srs. Ame
de Pars, sao os nos
.elusivos de annunc
9es n& Franca e
ce& C
entes ex-
publiea-
terra.
Pilhos
PABA DENTRO E'PORA DO ESTADO
Por seis meses adiautados, ... 130500
P-oraote ditos idem...... 20)5000
Por um afino idem...... 26)5000
Cada numero avulso, de das anteriores. 100


i

"i
^PEGRMMAS
* 'SOTl) ?A3T!35S DO 3ISIC
RIO DE JANEIRO, 15 do Oataba, *
3 ,horA8 e 25 minutos da tarde.
Foram nomeados chefes de polica :
Do Estado do Maralo o boc arel Ju-
lio de Mello Fil o;
Do Estado de -S. Paulo, o bacharel Pau-
lo defcSouza .
# Foram. promulgados decretos :
Reformando o Cdigo Penal;
Creando os cargos de juiz de direito,
promotor e escrivSo no presidi de Fer-
nando de Noronha.
Fo n meado juiz de direito de Fer-
nando de Noronha, o bacharel Antonio
. Cavalcante de Mello.
LISBOA, 15 de OutuW
Tel-.gramma de Mocimbique, hontem
o ni recebido, da que a esquadrilha in
gleza estava subindo o Zambsze sem en-
contrar resistencia por parte da autordade
portuguesa.
ASSUMPgO, 15 de Outubro.
Foi eleito presidente da Repblica do
Paraguay D. Jo3o Qonzalez.
p el*.
os nomos imtmn
POB
ARBTIDESROGER
UUARTA PARTE
A architectura microscpica
CAPITULO VI
A vida elementar
(Continuaos o)
'xistetn effectivaoienij animaes, na classe do*
zoopliy'os, por exemplo, qu-J so se fo.-aiam pela
ngglomerago de um escasso numero de cdulas,
u entre os vogetaes a maior parte dos criploga
aios estao neste '-so.
O vegetal microscpico Jas fermeolages, o
que se encootra na levadura de cidra, comp5e
se jmente de sele a oito cellulas, colloca as
cabo con cabo, equu do a esta plntula a ap-
pureocia de um rosarlo.
Hi tambera algas cabelludas, que formr.m em
as nossas aguisdoces esses pacotes esverdioha
dos e Hlameoio-os, que os naturalistas designam
'i,;u o nome de confervas.
Visto pelo microscpico cada um desses pe-
cienos los vegetaes, apreseuta se como que for-
mado por cellulas quad adas unidas urnas as
nutras, e sobreposlas como ai pedras que consti-
tuem as diversas tileiras de urna columna ou de
orna pilastra.
Passemos a examinar agora as organisaces
auimaes e vegetaes no seu completo desenvolv
flIvQtO.
CAPITULO VII
\ obra do Inflniamente peiiueno
Todos os trabaihos, tolos os ph'-nomeoo qae
?e verirteam nos seres viventes, sao produzidos
pelos elemeotos infinitamente pequeos que coro-
I em os seos orgos.
Um libado, por exemplo, nao urna machina
simples que fabrica bilis a custa do sangue, come
u d cosinbeiro faz um mlho com maoteiga ou
i- a caldo, mas, pelo contrario, urai especie de
massa, cada u;n da rojos e'ementos trabalha se
I --admente, e quasi independenteraente do seu
v-sinho, e. apezir da sua coogoragao microsco-
p ra, desernpenha a parte que Ine corresponde.
Impossivel l a calcular o numero destes ele-
mantos coustituivo do ligado, dessas cellulas
invisiveis, cada urna das qua^s orna operarla
C se se quizesse exoerimcn'.ar e dar orna idea da
sna multiplicidade. lu necessario contal as por
milbares em cada centmetro cubijo da substan-
cia do ligado !...
0 mesmo que se di* com relic/io a este orgao
pe pode dixer de tolos os outros.
Quando ni levamoi um pedaco de pao a boc-
ea, coutenlamo nos com doorar o ntebraco so
bre o brago. Julgaes tilvez que neste phenome-
no tao simple?, ao que parece, se realisa toda o
arcao e movimento entre estas duas partes do
m'inbro superior : o brago e o antebrago
Mis pensae um momento, amigos leitores,
nesse gropo de msculos q ie formam toda a mas-
sa ramos, que se esiende do hombro ut^ ao pes
cojo. AlUoiai Desse iobU'.o bceps, cuj gros-
sura, o indicio da soa torga, e que apresenta
urna saliencia tao notavel no meio do braco dos
hmeos vigorosos.
N'este movijeoto ae fl xo do aate braga so-
bre o brago quem trabalha e este pobre bceps,
ou. pelo menos, quasiexclusivanente sobre elle
que recae todo o trabplho.
que In*" p
kSm
Tuao mais qwfieb ig cenPMi nrr b?ra acab'adoi
artigo que temos diurno dos lHo:\ r.wa c#nba-
te aquello que esCrevemcs. nim a elle se refere
senao Incidentemente, tomando o apenas como
pretexto para amas observagfjes que sem duvi-
vida, aniavam procurando opportunidade para
serem externadas, e como motivo para urnas
ironas, por detrs das quaes mal se escondem
as inteoges de urna critica severa e os intuitos
de acceotuadas censaras.
Mo se cootm no assumpto qoedcu objecto
ao nosso pnmeiro artigo a apreciagfio ds actos
do governo provisorio, d03 quies seoecupou o
collega p de que fez o maior cabeda! em suas ob
servarles; nao abriremos polmica, pois, eobre
elles.
Eniretanto, du3s observagoes entendemos de-
ver faser, apezardo nosso proposito: ama rea
tivaa actividade exerci la pelo governo proviso
rio dorante o rgimen di dictadura, e outra a
proposito da asseverago de fatura dictadura fi-
nanceira depois do adiamer.to do Congresso.
Com relago A primei:a, a quaotidade dos ac
tos pralicados nao role justificar urna censura,
si conjunctamentc nao se prova o desacert des
ses actos Urna inactividale completa, depois
de ama revologo da importancia da de 15 de
Novembro, seria um erro, um enfraquecimento,
nada edificara.
Com relago segunda, niia existe,aonuo
co, telegramma, le, decreto, o que quer que se
ja, qne faga suspeiiar. qaanto mais dar certe-
za, de que o Cougresso Ee adiar, depois de ap
prevada a Constituigio e eleitos os supremos
magistrados da Repblica, ficaodo o gjverao ar-
mado de dictadura financeira. Quem assegnrou
ao collega que o Cingresso nao tomari alguma
providencia relativa a orgamento ?
E, pois, nao admiraremos netn applaudiremos,
movidos pelas mesmas impressOes qae levaram
o col lega a recomnendar irnicamentea-Jmi
ragao e applauso
RECIFE, 15 DE OUTUBRO DE 1393
Dlreltos de Importaco tiu
onro
Proseguimos ni pubcago da Exposigio frita
pelo Sr. miaistro da fazen la ao chefe do gover
no provisorio sobre a c.branga em ouro dos
direitos de importagao.
Fiamos que continuar a despertar a attengo
publica esse importante documento, em que sao
exposias as mais elevad is ideas com toda cla-
reza
(Continu:>.)
1.1
MARIO DE PERNAMBUCO
Recite, 16 de Outubro de 1890
A organisaco dos Estados
Comegando por agradecer Ilustrada reda-
rgJn do Jornal do Reeife o ju'Zt benpvi.L- a rer
^Uo Loaitigo ^uc e6crcM(j.s ob;e orgau;.-i-
gSo dos Estados, mais por dever de merecida
deferenca, do que pela necestidade de acudir
ur. deleza de nossas deas, qae nao foram com-
I; tdss, voltamos ao arsompto.
Nio nos bltam dccilidade nem desprroccopa
lo de quaeqaer intereses qae nao sejam in.
pirados pelo bem publico e pelo patriotismo,,
para modificarmos sem con3trangimento oossa
cpiniOes, qnaDdo combatidas victoriosamente e
aupplanladas em face dos principios da lgica
per opinioes melnores e mais bem firmada?.
Esse ame preprio, injustcavel, imperdoavel,
c,oe exige e in poe a persistencia do erro, e qne,
por iiO u-esno, degenera (m cenforavel teimo
fi, rao o teremos nanea.
SoctentamoB e procuramos justilicar nossas
pitftnocas cerf s dos Estados, mesmo a primeira, pelo voto
porular; o illusrrado collega dis.ente de nos
opiiiifo, e pr< melle combatel a sustentando a
6* it.l:Oiso'0
14 69.001) :(X 050(10
1* 7. <:> 7 W.0,JO:0.'OO
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3,'8 10,8 ', ,. 108 000:100*000
1/441,3/* f 113.000:000*003
18119,, 119.000:000*000
4 41.5 /,- 12S.OOO:t000O0
23 7,8 13.1% 131.000:00ii*000
34 13.7/o 137.000:000*000
5/814 3% 143.000:000*000
1,114,0 >/, 149 000.000*0)0
3/8 15 5 % 155 000:000*000
i/416.4% 161.000:000*000
1/8 16,7 % 167.000:000*000
23 17,4% 174.0X):000*HH
2! 7/8 18, % 180 000:000*000
3/4 18,6% 186 000:0 0*000
5/8 19,3 % 193. 0J0:000*O00
120. 200.000:0005000
3/8 20,6 % 106. C00:000 50OU
1421,3% 213 000:000*000
181, 220 OJD.OOO*000
2i 22 7% 227.O0O.OO0iO0O
t 7,8 23A 234 000:000500 1
3/4 24,1 241 000 000*000
5/8 24 8 V 248.100:0'0*000
1/2 25,5". 235000:000*000
3 8 263-',, 263 000:000 OOO
1,4 27 % 270.0 "0:000*00
1/827,8''. 278000:000*000
21 28 5'/. 283.000.000*000
10 7,8 29,3% 293.C00 X 05000
3 4 30, o 300.000:000*000
tf'8 30,9% 309.
1,231.7% 3
3/8 32,5'/. :;;5.00r*
1/4 33,3/. 333.000.(X1t3;00O
18 34,2. 342.000:000500
20 35, % 350.0OJ:OO0*OOO
Essa taoella mostra nos com o cambio a 22.
nm prejuizo annual de 227.000 000*000 ; o qne
representa nmareducgo (iaHrde20 ', a) para
os negociantes, nos lucros de saas operacoef, b)
para o cjnsamidores, ao cjii-utjo, c) para o
estado, nos direitos de entrada. E >e o cambio
descesse a 20 d. esse prejuizo avultaua a 30 %.
S agora encararmos essa infloeacia funesta
no tocante fortuna publica era fi--r.il, os resal
lados sao fabulosos. Calculando, comoj se fez
plausivelmente (Jornal do Commercio de 20 de
Abril de 1890) em 10 000:000*000 o capital na
ciooal. chegaremos aos dados seguinles :
16 ae. D zembro de 1889. Ao par : 10.000 000
contos de ris.
24 de Dezerabro de 1389.
ou 330.0i)0 contcs.

*m ', en'.r.- o. i] ''-'is rot< oJ in-
conscieniemente vivera, sob a repblica, a pro-
nnv.'ros intereses de certas especolacOei appa
Stests legadas ao paiz ptla se:iiliddK precoz
. mooarcbia, animaren', a preoecupago que v<3
no excesso do meio circulante, na pretensa exu-
berancia da emlsso entre nos a origera das 03
cillacOes do cambio.
A esta fallada respondeu, ha multo, o Sr. Af
fonso Celso, no seu discurso de 18 de Margo de
1879 i cmara dos deputaJos: -
A prova, dizia elle, de que a nossa circula-
cao fiduciaria nao influe, nesta pai, i para a
queda do cambio, foroecem n'a tri'= factos alta-
mente significativos.
> Os annos de 1839 e 1860 marcam a epocha
de maior expaoso do crdito entre n'. Foi
nto que a emiss&o do papel moeda .leve mais
brasco e mais coosideravel aogmento.
< Ddsappareceu a moeda metallica ; emittira
o'thetouro; diversos bancos emiltiam, e tam
bem a suas ca xas filiaes.
Os 31.000:000*0 0, qae tinbamoi e.o circo
lagao, subiram rapidamecte a 90.000.000*000
Eutretanto, o cambio nanea desceu
bio (i 27 d-
*
quaide o-decreeo'n. SW. c'9 K augmeotar a circuiago bancaria reduzida oelo
Jecreto 194, de 31 de Janeiro, concedendo
100.003:000*000 de emiss&o ao Banzo do lirazil
e ao Haneo Nacional, o cambio nSo se r sentir;
-eno para subir no da immediato.
Em seguida a essa tivemos, anda este anno,
outra ligo igual 6om a nova emisso concedida
a j Banco dos Estados Unidos do Brasil. Publi
cado o deceto, que elevon de 50.000:000^000 a
100.000:0005000 a circulacflo desse estabeleci-
mento, o cambio, em vez de decahir, sob o de
20 1/2 a 21, 21 1/2, 22, 22 1/8, em que ora se
acha, firme e teniendo a ascender.
Querera isso dizer que a superabunda do pa
pe nao produsa a sui depreciagao ? Nao Quer
lizer simplesmente que nao ha, oem bavia supe
rabundancia de papel. Havia e ha deficiencia
delle. Essa denciencia embaragava circula
gao da* transacgOS uo mercado : e as emissOes
em tal caso, promovendo o rnovimecto circulato
rio, difli aliado pela falta de meio circulante, fa
vorecem as operagOes do cambio internacional
em vez de tolbel as. D'ahi a alta do cambio em
seguida s nossas emissOes e s vezes a sua bai
de 23, c su- i xa em seguida ao recolbimeoto do papel
Cansas reaes

Qai.se annos mais tarde o cambio eslava I Se coooideUrmos 08 dados officiaes acerca da
entre 23 e 25 ds. deo-se. nssla praga, ama crise importarao e ua exportago de produc os, quanto
monetaria ; os bancos sentiam-se ameacados. e | ao oliirao trienoio, de qoe ha informagocs (1886
o governo eBtendeu dever ir em sea auxilio. Foi j 1888), encontraremos no relatorio apreseotado
26 ds. Perda : 3,8
1899. 23 d. Per Ja : 8%,
Perla : 17,4 %! ou.....
P rda : 21,7
ou.,
ou..
0 CAMBIO E 0 COMHRBCIO
A acgo constante e perniciosa da instabilida
de do cambio sob o inleresses do commercio
perteoce ao numero dos phe rnenos mais evi-
dentes, palpaveis e comesinnos em nossa vida
social. Nio haveria, pois, que insistir nesse
tacto notorio e social, se nao f-a a cioveniencia
de mostrar que o'elle reside o maior de tolos os
males, o mais doro de iodos os tribatos impos-
tos a essa dasse, e qo?, porunto, qaalqier sa-
crificio, qualqaer onus. como o do pagamento
das laxas di importagio em ouro, a que recor
ramos, para alalhar essa depauperagao ebronica
de um dos elementos substaociaes ni organis-
mo econmico da oagSo, constituir, relativa-
mente, um beneficio cerlo e predoso.
As alias e baixas imprevistas no cambio, es-
crevia, ba mus de meio seculo, um economista
inglez, que observou com summo cuidado o re
gimen econmico deste paiz i8toA Revine.
Financial, and Commerctal ofthe'Empire of Bra-
za and ils resarces. London, 1837) : sao ex
iremameote vexatorias e damniobas ao comraer
co, com especialidada nos mercados, como o do
Brazil, onde a venda de artigos importantes se
realiza a longos crditos, e a compra de produ-
ctos exporta veis se effecta a dioneiro. Um ne
gociante, que recebe urna consignago de mer
cadorias a vender, facturadas, por exemplo, a
1.000, quindo o cambio se achava a 30 d. por
mil rea, taxa Ihes o casto em 8:000*. e dao-lo
15 (. ao3 direitos, 10 % s despezas, 10 % ao
lucro, negocia o lote par 11:00"*. Mas, aocabo
de seis mezes, desceodo o cambio a 22 d., vem
a reconbecer que os 8:00:>5, qae tem de remet-
ter ao seu correspoodeote. produziram apenas
t 806 13 3 id., trazendo ao consignador urapre
joizo de quasi 23 | em vez do lacro de 10 %,
que elle pretlxara- Se o carregamento foi en-
viado ao importador a sna coota, e o amigo, ao
embarcal-o, sacou contra elle ao cambio do da
(o embarque, 30 d., camprir-lbe ha pagar, como
casto desses genero3, 8 000* Mas, quando ar-
recadar a importancia das vendas, est ndo < ntio
o cambio a 22 d-, j nSo Ibe ser posslvel im
portar o mesmo sopprimento por menos de
10:454*543.
Com aexportago succeder o inverso, un
commerciante, qae emprega 7:000* em proda
ctos e os despacha para a Europa, calcula (s ip-
pouhamos que se trata de algodSo) veadel o a
8 d. a libra e apura t 1.000, qne, embolsadas a
30 d., readeriim 8:800*. Mis, bailando n'esse
meio lempo o cambio, recebe a 22 d., liquidan
do assim 12:00)*, oo um lucro de 40, em vez de
25 1 na especulagao. Com esse resultado po
dena comprar quasi o dobro da primeira qoan
tidade de algodio, se os pregos persistissem
Mas o qoe, segando toda a probabilidade, n i
se dar : visto como, de omi parte, os vededo
res, oa da outra, 08 compradores, acadir am a
regular os pregos pelo cambio, occorrendo, pois,
urna fluctuago constante e grande nos pregos
de todos os artig03 de imporiago e exporiagao,
com grave detnnento para o commercio.
Se considerarmos agora, con os quadro3 las
teneos do cambio diante dos olbos, qoe a suas
laxas, variando n'uma incerteza ioce3sanic-, de
14 a 27 d., nanea se mao'iveram esiavcis du
raote seis mezes. de 1837 a 1889 tetemos de
hrgar conclusao de que excede a propria
pnaousia humana a importancia dos prejuizcs
causados ao commercio, e, paranlo, ao capital
nacional,, no decurso de meio se ulo.
Um investigador canoso e babil destes fado*,
estudaodo os effeitoa da baixa do cambio Bobre
as despezas da nossa populag usiimadas mo
dicamenle em um milh de conloa de res an
nuaes ao pa-, comoniava lia aiguns m>ze3 (Jor
nal do Commercto, 1 de Joono de 1890,, as per-
das geraes da popolag&o contribuale, resultan
tes aa baixa do cambio, nesta demonstrsco :
26 7/8 0.5'/, 5.000.000*000
3 '4 0 9 /! 9.000:0005000
3 8l' /. 14.000000*000
j^ /o ./* 19.0l)0:000000
jjsi'fc/! 24.000:000*000
,8 29./! 29.000:000*000
l'8 3 3% 33.000.000*000
3 8 l 38.000:000*000
'le
26
25 7/8 4 3 '/o
" 4,9
5,4'
J/4 4,9 %
59 5,4 %
43.000:000*000
49.000:000*000
34.000:000*000
23 de Jmeiro de
ou 803000 cont?.
8 de Margo. 23 d.
1.740.000 contos.
22 de Mareo. 22 d.
2.270.000 contos.
15 de Abril. 21 d. Perda : 28,3
2.820.000 coutos.
Contra e gioagao se recusa a acceitar. quaes sao as com-
pensages f Apenas, de om lado, a sasfago
dessa parte limita la o meaos escrupuloso do
commercio, qae vive da especulag&o. explorando
o mercado, e tozando o reoaaho dos consumido-
res : de oatro, a ganancia de (honesta doa gru-
pos mteressados oa agiotagem da bolsa.
O negocio consignago, ou os fortes especo
(adores commerciaes, qae no pagara se nao a
longos prazos, calculados segando a experien-
cia desse jogo, esses locupletam-se por igual
com a alta ea baixi, pagando aos seus comrait-
tentes esirangeiros a cambio elevado, no mo-
melo opportuuo, e fazendo-se pagar ao nfimo
cambio pelos consumidores oacionaes O cara
bio baixo serve eato de pretexto para a eleva-
cao dos pregos no mercado interno, e o cambio
alio para ensejo liqnidagao das contas do im-
portador no mercado estrangeiro. Para esses
todo o mal bem. Todas ai situacoes os locu-
pletam.
Mas o commercio em geral, o pequeo com-
mercio, o comm ;rcio retalhador em u ida abso
lulamente aproveitam na combinigao porque
tem de retalhir na razao directa do prego por
qae comproa as casis importadoras.
Nem o proprio commercio de im portar >, p > le
encontrar vantagem solida e an>m idora no re-
gimen. Esse rgimen empobrece o consumidor,
reduzindo, portanto, a energa, a actividade, os
hbitos civilisador^a da populag) brazileira. e
amaoiihanlo assim o terreno onde o commercio
ha de lavrar o seu futuro. Esse ^egim^n d as
especulagSes commerciaes ama ndole aleato-
ria, que tende a substituir, ao commercio, as
virtudes e as leis protissionaes pelas corropges
e artificios do jogo. Esse rgimen, en fim, im
possibillta as grandes operages regalares e se-
garas, snbtrahndo aos clculos do negocian te o
seo elemeoto fundamental : a estabilidade do
va lor do un trumen'o geral das transaccOes.
O CAMBIO I O CONSUMIDOR
O consumidor: eis, em definitiva, o productor
da l tosquiada pelos caprichos do cambio.
Duas vezes e por dona modos elle victima
desse mal : como contnbaiate e como compra-
dor de productos no mercado.
Como connbulnte, paga as difierengas de
cambio oo orgamento, com o servigo di nossa
divida e a satir fagao das nossas despezas no ex-
terior. E sas diffcrengas, coja importancia se
elevava, era 1877, a 5.455:000*030, sebem j,
oo exercicio actual, a 4 526:808*650.
Como frpgoez no mercado interior, carrega
n&3 so com o excesso effedvo representado pelo
agio do oun oo momento da importaco, mas
tambera com a mirgem addlcional acres-cula-
da pelo importador na espeelativa de osclagOes
possiveis. Quando aa laxas flucta o brusca
mete pira a baixa, o commercio 6 obriado a
auemeotar os pregos, preveodo a mais forte de
peciago dorante o prazo los pagamentos a ef-
fectuar para as vendas a crdito D; mineira
que urna differenga de 20 070 exige orna previ-
ao de 40 0/0 de baixa.
Na qualidade de pretexto esp teulago essa
anomala de ama elasticidade indefinida, ser
vindo Ibe, at, para encarecer os gneros de
iroducgao indgena, em cajo custo nao eairam
idores dependentes de traosacgOes iotern>.cio
naf.
Em cons- queocia da aegio mltipla, qae exer
ce assim na economa do paiz essa perturbacao
chronica as fuoogOes da moeda e oa* operages
a que ello serve, a siioagao do consomidor
ca* vez a ais desfavoravel e vada vez tois pa
gue a dos que o explora < como antma cilis.
A todas essa* circumstancias coacorreotes
centra o consomidor accresce qae, se a baixas
do cambio o oneram, as altas au o aliiwain ; de
so.-te que as addig^s ao pego das mei cadorias
v&o-se sobrepoado saccessivamente, sem que
nanea ama redoegao veoba atteuual ai Preo
de se esse pbeoomeno econmico a ama relago
de c^asalidade natural, observada tamQem em
outros paizes e formulada por economistas mo
demos: a le do excesso das baixas e ..Has em
desproporgo com a oferi e a procura.
Todos quantos adqutrem mercadoriaB inpor
tadag, n'um paiz onde todo se importa, sabem
que o custo dos artigos de commercio cresce
cornos depre- ses do cambio, para nunca mais
se reduzir por mais que elle se elevo. De sor
le que a oscilago do cambio nio altera '.b4o
eempre para peior os encargos do con.iumido>.
aatorisada urna emir sao de 25 000:0095000. K '
que acontecen ?
O cambio, longe de"batxar, sub:oa 2S, e foir
alm, chegando a 28 3 8, proporgo que o pa-!
pe ia-se mtrodazindo na drcolago. E, ao con-'
trario, quando o goterno tratou de recolher esta i
ora emissao. fu descendo a 24.
Atada gora mesmo, por oc^isio do decre-,
o meu llustre antecessor >
vraissifcMte........
honve nennuma baixa
ttmtraho hgute dita.
uia o Sr A Celfa, rrpapel-moeda
nao influe para a baixa do o A experwncia do periodo republicano na i se
oppa, antes corrobora esta conclaso.
Tem-se argumentado, 6 cerlo, contra a nossa
^cstao financeira, altribaiado aos decretos de 17
de Jane ro a baixa do cambio, que se Ihes se
guio J porm, tempo de rasgar o veo, sob .
que se abriga a m f dessa arguig&o. Os que!
a promovern sao precisamente os que mais Ihe
conhecem a gratuidaoc.
O cambio-eslava a descer no momento da te-
voluco, porque nSo subir seno por effeito de |
succes8ivos emprestiraos externos, e, concluid i
a absopcao destes, Jwia volver ao sea nivel na-
tural. E com a revologo, po. effeito inevitavel
de todas as revolugOes, o cambio teria descido
immediatamente nao se pddc calcular at onde,
se os responsaveis pelos deslios della, na sua
conjonctura mais critica, o deixas^em entregue
ao declive dos fados.
Qae devia fazer o governo
queda, do meio da coran cgo
seria violenta, seria progressiva
mivel, urna vez comegada.
Coosequencia forgosa desse
terror invadira o morcado, e os prejuizos resul-
tantes para o commercio e para o thesouro as
nmiriam proporgojs incalculaveis. O governo
republicano faltara, pois, a deveres elementares
se recusasse, em orna crise revolucionaria, para
salvar oteresses supremos da nago e do esta-
do, ante um escrpulo, que nunca deteve, em
occaaiOes r.iinanas, os governos regulares.
Nao podamos ser insensivei3 a essa necessi
dade, e cedemos a elli. Releva dizel-o, com a
conviego do dever cumpri lo, para nao envol
ver na ob.curidade da hypocrisia, usada no an-
ligo rgimen, o cumpnmento de um dctame
imp )3to pela salvago pab'ica aos bomens da
revologo, e para consignar o f.cto, nao como
um preceder, um aresto, um exemplo, mas,
pelo contrario, como a mais solemne adverten-
cia contra o uso desse arbitrio, qoando o nao
legitimar a imposigo soberana do caso de vida
ou morle. que. oa especie, o dictou.
Mais tarde, para calumniar as reformas finan
ceiras da Repblica, se disse qae ellas despe
nbar&o o cambio. Mas as testemunhas mais bem
informadas e directas da influencia utilisada,
at o tira de 1889, em favor da alta, sao precisa-
mente aquellos, em beneficio de cujos interesses
se promoveu essa reaego diffamatona contra
os actos de 17 de Janeiro.
Transpostas as primeiras semanas da revol
gao, firmada a confianga publica na situac&o re
publicana. afastado o pengo de que a queda do
cambio podesse determinar o paoico oo merca-
do, cessou a interferencia official, e o cambio,
entregue a si mesmo, deslisou para a baixa.
Nada leve, pois, com essa oceurrencia a reforma
de 17 de Janeiro : nada contnboio para ella o
receio da emisso aonunciada. Pelo contrario,
as cmaras pelo ministro
esies algari8raos : ,.
da fazrnda em 1889,
provisorio ? A
revolucionaria,
e seria irrepri
phenomeno, o
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Conro Pplfcar, poi?. 'fsa divergencia app.;-
reote entre o curso do cambio e a proporeac
entre a Iraporlago e a exportago de prodo
ctos ?
Pelo concorso de ontrus doos elementos ca-
pitaes : a abstengo lo governo no mercade
cambiarlo e a iotrodaeco de capitaes estrangel
ros por assocagOes particulares.
Por mais qne os factores espontaneo? creados
pelas relagOes commercues se compensem mo-
uamente. os nossos encargos no estrangeirn in
terpOem Ihes constantemente a saa acjo per
torbadora, favorecendo c agio do oaro. E' c
qne podenamos evidenciar com algansmex. u
conviesse demo-ar aqu em refazer a historia
das entradas do Thescuro no mercado do c.in-
frio desde 1873 at 1887. O deceaoio de de
preciagSo con^taote do cambio ioternadona'.
que vai de 1876 a 1887, liga se ahs.lulament-
procara de letlras pelo governo na praca.
para occorrer s necessidades do nosso creditr
no exterior.
No comeco deste an ao, indozido pelas noMas
informagocs officiaes, avaliavamos em.....
i 62.000:000* a nossa imp rirgo de productos
e em 151.000:000* a nossa exportsgo.- Dad
particulares, porm. -olhido-- nos qnadros dos
movimeotos das principaes alfandegas deste |
do outio ronlinente, cnerecem nos o resaltado
f e.'uinte:
Media de 1886-1887
Esados-Unidos. .
Allemanha .
Inglaterra .
Austria ....
Franja ....
Blgica .
KepaMha A.-gentina
Portugal. ...
Uruguay. .
Chile.....
Importagao
OT.OOO.OfO*
45.000:000*
39.000:000*
20.000:000*
17.000.0005
8.000:001*
i.000:0005
4.000:000*
3.000:000*
1 000:0001
Expo'trgSo
14 0JO:0904
8.000-O>|
32.000:000*.
1 000:000*
20 000:000*
3.000 000*
3 "00:000*
g
o
Em 1887, portanto. a exporiagao avantajea
se importagao em 57.447:933*000. E todava,
u cambio, nesse anno, se manteve sempre baixo.
entre 21 26/32 e 23 6 32 lomadas as medias men
saes. No anno tubseqaeate, pelo contrario, da
rante o q ial a importagao excedeu exportago
era 48,406:587*000, o cambio subi constante
mente, de 24 1/16, em Janeiro, a 27 1/16 em
D( zembro. Por oatro 1 ido, oo anno de 1886
em que o dficit da exportago para rom a im
portaco foi apenas de 10.132.369*000. o cambio
manteve se entre 17 26/32 em Jaoeiro e 2 10/32
em Dezembro. O cambio e a exporiagao, .esses
tres anno?, aodaram, portanto, sempre em razao
inversa um do outro.
Addicionada a exportago e, por sua vez a im
portaco oo liiennio inteiro, verificaremos que
elle se liquidoa com a difieren^ de 4-000:0005. MitugOes
a qual, apezar de pouco notavel, deveria, se
essa fosse a causa geratriz d. s difierengas do
cambio, corresponder a urna taxa ponco elevada,
quando, pelo contrario, no termo de 1888 ella
estava cima do par i.27 2/32).
: 231 000:0004 119 000:0"0*
A origem de onde colhemos estas notas leva-
ros a ver nos algarisraos qae ellas reunem. ac
menos, urna approximagao da verdade, ja qae
i xactid i absoluta, neuj elles a pretenden), nea
seria possivel em assampto desta natareza. E
a ser assim, feriamos de conclu- que oosss
exportago sobreleva grandemente a nossa tra
portago, estabelecendo se entre a primeira e
seeunda a raza > de 231:119. Como quer qur
seja. porm, esses elementos devem aconselhar-
nos a desconfiar da hypotbese em qae mais oc
mnos se est entre nos, de que a producg&o --
trangeira infroduzida no paiz excede considTa-
vrl eccnstanlemeote a p uducgo nacional absor-
vida pelo estrangeiro.
Mas o saldo t'avoravel ao paiz escoa se em
grande proporgo para o exterior, ou por l te
fixa, gragas a um faci pouco levado em conta
na apreciago deste assampto, mas da maior re-
levancia na interpretago das anomalas do nosso
cambio' Ninguem ignora qae o cocamerdo, e>-
pecialmenie o grande commercio, das nossas
pregas mais impoitantes reside, na sua roiior
parte, para nao dizermos na sna qu si totulida-
de, em nvios de estrangeiros* Essi -.aecuronu
dores de riqueza reservam na, em boa part
para a patria, oude concentrara as suas ap: a
Oes, e para onde retiram o capital adquirido,
oo a renda que at hoje dSc foi onvenientem>-''
te laxada, ao menos para salvarme? a beneficie
do paiz orna quota mdica dessas fortunas au.ou
toadas custa delle. Esa tendencia co slitue
um factor permanente de depauperagao n;cio-
nal, invertendo contra nos a proporgio real er
tre o activo e o passivo das nossas relagOes com
merciaes com o estrangeiro.
Mas, nSo se pode negar qve es e fado de ai-
tureza consoante. se por um lado aclna como
iriflnencia^depressiva nos phenomenos do cambio
do outro lado se entretem pela vo'nbilidale
delle. O continuo oscillar do cambio uo com
palivel com a tranquillidade do capital aecumu
lado, que naturalmente siba influencia d'essa
perenne ameaga, estar sempre espreita das
monges favoraveis, para recolher a abrigo se
guro as suas reservas.
A expaoso da industria b'azileira tem de re-
presentar contra essa influencia desfavoravel nm
papel da maior importinria. assegurando an
paiz a conservago dos capitaes desenvolva, e
pla explorago da sua nalureza e da actividade
dos seos habitantes. Ao meamo tempo, devp
.jos acreditar qoe o espirito cosmopo'ita das io#
republicanas, abrindo ao ectraogeuc
_________FABTE OFFICIAL ______
Governo do Estado de Pernambuco
Regaf amento da guarda loe a I
Tnbelln n I
FABDAMINTO
Natureza d->s pecis
"3
era
o
o.
3
vivo8 encarnados
Capole de panno azul .
Bonet de pmoo azul- .
Grvala de sola de lustro .
Sobrecasaca de pnnno azul cora
Bluza de p?nno azol idem.....
Bluza de brim pardo com botOes de meta! e vi
vos encamados........ .
Clga de panno .... ......
Galga de brim pardo. .......
Saoatos (par).....
2 anno
1 aono
1
1
1
6 mezes
1 anno
3 mezes
3 .
B. DE LCCN\.
Tabella :
ARMAMENTO
Pecas
s
o
-3
9
Espiogarda completa :om aeus acceasonos,
ner? e painbi. adarme )7.....
Tergdo com bainha de eouro. .
Bandoleira de coucp.......
Patraa com crrela e cartuchame
bayo
a
o
o o
S.S
e
Caiga de brim pardo.
Sapalos. par.
Forca de mfantana
Capote de panno azul.
Bonet de panno azul.
Gravata de sola de lustro.
Biaza de panno azul com vivos encarnados.
Calca de panno azul.
Biaza de brim pardo com boloes de metal e vivos encamados.
Caiga de brim pardo.
Sapatos, par.
FARDA.MENTO DOS GUARDAS DAS 2", 3* e 4' BECtOBS
Capote de panno azul.
Bonet de panno azul.
Gravata de sola de lustro.
Bluza de brim j ardo com boloes de metal e vivos encarnados.
Caiga de brim pardo.
Sapatos (par).
B DE LlOENA
I' i-pkmu
COIIPBBHENDE O MUNICIPIO DA CAPITAL
Vencimentos
o
o ra
& --
s ra
a V =
y
C
es
a
3
i
1
10 annos
10 annos
3 annos
4 annos
B. de Lucena.
Tabella n. S
FlBDAMrXlO DOS GOABDAS DA 1* REGIAO
Forca de catallarta
Capote de panro azul
Booet de panno zul.
Gravata de sola de lastro.
Sobrecssaca de panno azul cora vivos enramado.
Ca'ca de panno atol. ".'"
Bluzi d.- brim pardo com bot s de metal e vivos encarnados.
ttente-coronel commissarioge
ral.........
i major sub-commissario geral .
1 major commiasario inspector
k& guardas locaes dos munici
pos fra da capital .
1 lenle commissario qaarttl-
raestre.........
1 lenle coro un sari o secretario
8 lenles comraissarios de dis
trelos.........
8 alteres sob-commissarias de
districioa.......
8 canos a 1*200 diarios .
8 cmelas a 1*200 diarios
230 guardas a 1*100 diarios.
28 msicos a 740 ris diarios
2.400*
i :600S
1:200*
1:000*
1:0004
840*
300*
1:200*
800*
800*
500
500*
420*
300*
Somma
3:6. 0*001 >
2:400*000
2:000*000
1:500*000
1:300*000
10.080*00^!
6:460*OU)
3:304*000
3:304*00
100:378*00'
7:3680O
142:4251800
Estado effectivo-315.
B. dr Lucena.


i-
-
comraunho plena em todcs os nossos me
resses assim sociaes como polticos, prodozna
u na reaego progressiva e salotar contra esa*
esgoto da nossa riqueza commercial pelo eooi
merdo estrangeiro.




2
Diario
<\e Pernamhnpo Quinta-feir 16 dV Onlul
Wmm^mi
Tallarla
----------
CiaMlcacao
Venmentat
Ord.
G i
B
3
Cap.
Air.
Commissario, serrina.
de lnatructop.
Sub commissario.
Guardas, sendo 1 r.laHni
1;500*
7601
3004
1**00
2:200*
8001
!H98*
Somma.
I3;I98*
CAVALHADA
Somioa.
2:760*
Medicameotos e ferraduras
7404
3
s
I
3
a
2
a
a
o
a.
B
FOBRAGENS
S
a
Milho. .
Alfafa .
Gapitn .
Farello .
8:395*
Somma
8,3981
TOTAL........;093*
B. DE LUCS-SA.
*.' regio
COMPHKHtNOB 25 MUNICIPIOS

i
Venctmeniot
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s.
(9
2
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1 teuente commissario 1.0004 600* MJOOtOOO
1 alferes sub-dito. iOO* 200* 600t00i)
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21 guardas.......... 6-898*500
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1:6004000
6 04000
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9:855 000
1 Teneute commissario
1 A teres sub dldo .
I Corneta ....
12 Guardas ....
1:0004
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1:50 4000
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1 Tenente com m issarfo
1 Alferes sub do
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1 Tenente commissario
1 Alferes sub dito
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12 Gjardas ....
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COMPRRHKNDB 17 MUNICIPIOS
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1 cometa .
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1 alferes sub dito- .
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1 alferes sub dito-
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500*000
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S loma
96:9354500
Estado effectivo.
280
Barao dk Lucena.
DuBPaCHOM uo do 14 de outobbo uk
1890
Abaixo sssignadas, co*tureiraa do Ar-
senal de Guerra Informe o inspector da
Theaourari* de. Fazenda.
Abaixo asiigcadis, moradores na p->
vwacAo de 'iD'Siitang da comarca de
Iteraba Inf>nne a I .tendencia Munici
pal d-> IUmb.
*'apitAo Amsulor de Barros t'avalcante,
Lihb. I forme a Intendencia Municipal
do Kecfe
Bernardo Car leiro Monteiro da Silra
Santos. Aprsente se junta medica do
Esudo, para ser inspeccionado de sade.
Bened cto Marques Vieira e Felippa
Floiipes de Faria Vieira.Iodeferido.
Braga A S.Informe o inspector da
Theaourana de Faaeoda.
Empresa Tel;phonica Bourgard. In-
fbrine a Intendencia Municipal do Re-
cite.
Francisco das Chagaa Cordeiro Campos.
Informe a Intendencia Mnnipal de Pal-
mares.
Capitio Francisco Theotonio Pereira da
Co ti.Informe o inspector geral da In
struccao Publica.
Ignacio da rtouga Gouveia.Deferido,
com officin de hoja ao general de brigada
commandante daa armas.
Joto Rodrigues de Moura.Informe o
inspector da Tbesoutaria de Fazenda.
Joao Ant nio Carneiro. Providen-
ciado.
Jos Antonio da Motta GuimarSes.
Informe o inspector da Thesouraria de
Faaenda.
Dr. Julo de S que ira Cavbante.In-
forme o inspector da Thesouraria de Fa-
aenda.
Josepha Theotonia das Neves Informe
Intmd noi. Municipal do Recife.
Jos Candido Peasoa de Mello.Re
mettido ao Sr. inspector do Arsenal de
Marn ha para attenier.
Juaquim de Sonaa Vianoa Fermira.
Informe o inspector da Thesouraria de
Fasenda.
Jos Ribeiro Peasoa. -Prejudicado.
Lux Dupr t.Sim.
Leonardo Bezerra Pessoa Car alean te.
Indefrido.
Lucas Freir Mariz Maraca). Siua,
comprehendendo-se as excepcSas aa no-
vilh is de 2 annos para baixo. Commani-
se ao inspector do thesouro para mandar
lav.ar o preciso te-rao.
M da Thesouraria de Fazenda.
Bacharel Pedro Francisco Correia de
O.ivrir.Rnqueira aa inspector da Toe
souraria de Faceoda.
Bacharel Sophronio Euthiehiniaso da
P-z Portella.Encaminbe-sa, devendo ser
p 'go na reparti<;o dos Correos o respecti-
va porte.
Ze.ferino Jos (lardoso.Sellado conve-
nien'emente e volle querendo.
Secretaria do governo do Estado de Per
nambuco, 16 de Uutubro de 1890.
O porteire,
H. M. da 8va.
de chave falsa, na c -cbeira do c.d^dao
Jouquim Jos de Almeida e roubaram tres
cavallos.
A tal respeito proceden-se na forma di
lei e tracta>se de descobnr os delinquen-
tea.
- Entraram em exercio as seguintes
autoridades policiaes:
Alvaro Joaquim de Alm, subdelegado
do l districto de Beberibe.
Manar! Francisco Jatob Canut >, sub-
delegado do districto de Sertaoziaho d
termo de AguHpreta, na qualidade de 1.
aupplente.
Sade e irat rnidadeAo cidadSo des
embarcador Barao de Lucena, rnuiti- diga.
governador do Estado de Pernamb'ico.
O ch-'fe de polica, Antonio de ''linda
Alnuida Cavalcante.
Keccbedoria do Balado de Pernsm
buco
despachos do da 15 dh otcbbo
dk 1890
Valentim Th maz da Silva, Francisco
Josa da Silva, Perciliana das Neves Jero
nyma, Maa Eduwiges de Lima, or-
phiria Mrtinba da UonoeicSo e J >s Emi
llano Mureira. Informe a l1 seceso
Reis & Azevedo.A' 1.a seccao para os
fios devidos.
Joao Vctor Alvos Matheus e Lucio
Evangelista dos Santos Deferido, de
accordo com as informacSes.
Francisco Jos Fernand s Marcos.In-
defrido, em vista daa informacSes.
Inspectora (leral da limlruocao Pu-
Mtea do Estad* de Pefafcuco
DB8PACHOS DO JIA 14 DK OUTUBSO DE
1890
Dr. Carlos Dantas Bastos.Cumpra-se
e regstrense o presente titulo.
Erneoto da Silva Miranda.Abono.
REVISTA DIARIA
Tbetoaro doKatado de Pernambur.
despachos do da 15 db otbro
de 1890
Jlo Cordeiro Fonseca de Medeiros,
Medeiros d 0., Isabel Ignacia de Gusmao
VilleU, Jos Francisco Bittencourt e ou
tro, Tnomaz Antonio GuimarI s e Vicen-
te d8 Paula de Oliveira Villas^Boas.In-
formo a con'adoria.
Joao Botelho de Souza Neves.Defe-
rid n.
Benvinda de Souza Castro Feitosa.
Baja vista o Dr. procurador fiscal.
Joao Caetann de Medeiros e outros.
Informe a Rece'oedoria.
Repart ci da Polica
.* seccao.N. 234Secretaria da Po-
lica do Estado de Pernambuco, 15 de
Outubro de 189'J.
Cidadao governador. Participo-vos
ue foram hontem recomidos i asa
e Detenjao os individuos de nomes
Benjamim Alves de Miranda, Julo da
Cruz Goniaga, Jos Firm.no de Souza,
Maris da Pac da Annunoiaclo, Quitea
Maria da Conceic&o e Saturnino Pereira
de Lima.
Commumcou-me o delegado do dis
tricto do Arrays.l, qne na madrugada de
lontem penetraram os ladrSea, por meio
autoridades policiaes Por portara
do guvern^dor do E-udo d-i 14 do correte, to-
nta exonerados, a pedido, dos cargos del0 sup
pente do delegado de Ipojuca.e de subdelegado,
1.a, Se3. supplentes do 1 districto do mesmo
termo, na ordem em que vo col locados, os ci-
dadaos Flix Jos da Cam.ira Pimeniel, Francia
co Manuel do Reg Brrelo, Joao L-opoI lino da
CoaU A ouquerque. Emilio de Meadooca Vas-
concel os e An re Jos de Souza Chaves
t ou i. I no l_,itti-rarlo da lomtrucco
PublicaReu .10 se honu m sob a presidencia
do Di. inspector geral, venOcuodo se a presenca
dos Dr-1. Oamaso. Jos Dioiz, regedor do Gymna
sio, Franco de Sa, Cicero Peregrino, Regoeira
Ceia, Jos AuslregcsiUo, e prolessores Augusto
Wnndertey e Fragoso.
Foram lidos os seguintes pareceres:
Da I seccio. relator o Dr. Souza Pinto, so
bre o Mehodo Pr atice de i'.aUigrapkia da p-ofes-
sora M.ru Candida de Figueiredo Santo.-, con
cluindo que est no caso de ser approvado.
Apuro vado.
Da mesma seceo, relator o Dr. Franco de Sa.
sobre o olli; o do delegado Iliterario de Flores,
pro pondo a creac&o de urna cadeira do seso mas
cu!;no oaquelta localidade, anda que por ora
supprimida a cadeira mixta all existente, con
cluindo que o referido officio nao est no case de
ser altendido no pedido que faz.Approvado.
Di mesma se cao, rea oro professor Fragoso,
sobre o opsculo~ Aritkmetica Elementar -ortia-
nisado pelo profesar Artbur Ocuviano da Suva
Ramos; coacluiodo que esta no caso de ser ap
i provado o mesmo oppusculo Approvado.
Da 3'seccao, relator o Dr. Rene! ra Cos>a
i sobre a petico do prof- s.-or Dominiios Paulino
. Ayres, requerendo a sua jubilaco, conciuindo
1 que est os ca.-o de ser aiieodido, urna vez cum*
i pri'i.- as exigencias do regulacneatoem vigor.
i Approvado.
Drf mesma seccio, relator o Dr. Jos i iniz, s>-
| bre a p< licSo do professor Dr. Juio Feliciano da
I Mola e Al buque, que requerendo a gratilicacao
de mrito, coucluindo que esta no caso de ser
atten ildo. pprovaoo.
Da u.esma se. cao, relator Dr. Cicero Peregri
no, sobre a petico do professor Sizeoando H la
rio Ramos, requeren lo que no sua juuiUcao
efja computada a gralifleacto de mrito con
c undo que nao esta no caso ue ser atteodido.
Approvado.
D i mesma seccao e relator, parecer adiado, so
bre a peticio do professor Deocleciano Ferreira
dos Sauos, requerendo a sua j ubi lacio, con
cluindo que es. no caso de ser atteodido. Ap
provaio.
Da 4.* seccao, relator o regedor do Gymuasio,
sobre a consulta da professora Minerviua Francis-
ca Cardoao acerca de diversos artigos do Reg
meoto Interno dai escolas, coccluindo pela in
terpre acSo dos referidos ariigos. -Approvado
Donativo Os negociantt 8 Ramos Salgad
4C, estabetecidos cora a-a de onjectos artsti-
cos Praca da in lepen ieucia, flzeraui o offere
cimento a junta- da S ma Casa, em desempenho
de compromisso que baviam lomado quando
cuost'uiram barracas no Caes da Regeoeracao
de 30 latas eos p carboheato, 3 caixas com 24
b .rras de sabio, 19 latas de boro penol, Sfras
eos de cresol; artigos est s que a mesma junta
mandn para o hospital da Santa Casa, .fim de
ter sin a devida apphcacio.
Vaccinaeo aumial -H veri lioj- s 10
Dora; da mauft>, no Instituto Vaccinieo Munici-
pal, wcel aco publica com lympha extrabida
directamente do animal para a- pessoas que se
apres n'arun para esse fina.
titulo Vaccinieo MunicipalPelos
Drs. director e seu sunstuuto auxiliar vacci-
naram sebooiern npsseinstiiu'o 15 pessoas
(Ksiiciacau lleclicu Plinrmaieiillca
Hjje, as horas i: no lugar du osiume, reune-
se <-s'a assoe.i.gio em sc.ssio ordinaria.
S"oi almanack de lemarancaaA
Librara u una- i .uni.-m receben e tem a venda
esse inieressaute almanack. de crdito firmado.
A essa Ln rana agradecemos o mimo que nos
fez de um exemplar.
tremi doa Profeaworea Primario*
A i iii.io 4u reuue te bo|e esse gremio em
8esao ordiuaria.
ubdeiegaclas de polica Assumi-
ram os resp-ctivos exercieioa os Srs. Alvaro
Juaquim de <*lm e Manoel Francisco Jalob Ca-
nuto, este supplente do subdelegado do Jis'.r co
de Sertaoziuho em Agua-Prea e aquelle subde
legado do 1" districto de Reberibe em Odnda
Furto de ravallon Ni madrugada de
tere* feira ultima pen-lrando por meio de cha-
ves falsas os gatunos na coebeira do Sr. Joaquina
Jos de Almeida, della levaram tres cavallos
inulto a seu salvo.
l/aculdade de DI relio -Os actos extraor-
dinario! do 3 anoo lm lugar ao meio da, fa-
zendo parte la banca examinadora o Sr. Dr.
Cirne, em substituico do Sr. Dr. Joo Vieira.
Apaareca o dono Pelo Sr. Dr. Barros
Sobnoho fora l entregues ao Sr. subdelegado do
Recife duas chaves, que recebera de um doente
de nome Joao Jos da Silva ao expirar, para que
at mermas chaves fossem as mos de um Sr.
Francisco Xavier, que poder procralas naque!
la subdelegada, entendeodo-se com o Sr. tenen-
te Santos N-ves.
Paquete em vlag>na Por telesrars-
mas receidos houtem pela agencia do Lloyd
Rrazileiru oeste Estado, sabe se :
Que o paquete nacional Brazil sahiri boje do
Para, em viagen de regresso para o sul deven-
do tocar em Prrnambuco a 23 do correte :
Que o paquete nacional ilaranhao sabio hon-
tem do porto de Marei, devendo tocar boje em
Pernamuuco, de onde amaahi seguir para o
norte at Hanios;
Que, finalmente, o vapor inglez Juno, tendo
saludo da Haba a 13, locar hoje tm Macei, e
aman i cm Peroambuco de onde regressari a
Santos com escala pela Baha e Rio d Janeiro.
Servir militarE' hoje superior do dia
o cidadao' capiiao Manalhes e faz a ronda
de visita o cidadao ajulante do 44" balalbao.
O 2 bataihio dari a guaroicao da cidae,
menos as guardas da Detenco, Brum e Thesou-
raria de Patenda, que s-ro dadas pelo li ba
talhao.
ui rectorl o daa iiSrii de ronirr
C *o dos partos de PemanaJoneoReci-
fe, 14 de Outubro de 1890
Boletim meteorolotiic..
a3 -o
Horas e c Barmetro J-J 5
H-
6 m 24 9 758-19 16 77 _ 0
9 26 5 739 94 1. ; 6?
12 28-.0 759-19 17 81' 63
3 t Sf.l 757 O 17,19 61
6 26 -,4 756 yo 17,04 (17
Temperatura mxima3o*,00.
Dita mnimai .23
Chovanulla.
Direcco do vento: E de meia noite at 3
boras e 23 minutos da inanhii; ESE al 4 horas
e Si oiuiu os ; E at 6 horas e 25 minutos da
tarde; E com pequeas interrupsoes de ESE at
me a noite.
Velocidade media do vento4 "20 po1- se-
gundo.
Mebnlostdade media0."28
Boletim do porto
1-8
ir
p.
B. M.
P M
B. M.
Dias
ti Jo Outubro
3 de Outubro
Horas
Jfi36 di mantafi
4 -44 da larde
10 31
500 da mauh
Altara
L.eiioe* -EUectnar-se-hao os seguintes :
Hoje :
Pelo geme Pinto, is 10 e lr2 boras, ra Ba-
rio de S. Borja u. 29, de movis, leucas, v.dros,
etc., etc.
Pelo agente Pestaa, s 12 horas, traves-
sa do Corno Sanio o. 27, de predios e sitio.
Pelo agente Silveira, is 11 horas, i ra es-
trella do Rosario o. 8, do cavallo Tumbador t,
corredor de prado.
Pelo agente Gu- ques de lioda o. 48, da genero* de estiva.
-- Ainanhi :
Pelo agen e Pmto, s 10 e 1/2 horas, ma da
I nperauor n." 38, de uaiudezas do diversos usos,
vldros, etc.
Pelo agente B ilo, s U horas, ra da Rada
n. 62, de variados objectoa de fuodie&o e caldei-
rana. M .
laaaa raneare--Sarao celebradas :
Hoje: .
A's 7 horas, na capella- do cemiterio publica,
pela alma de 0. Uuibelioa de Soasa Real de
Araujo; s 9 hora?, na matrii do Cabo, pela al-
mi da Baroneza de Araiipe, s 7 horas, na ma
irii dp S. Jjs. pela alma de Jos Ferna-odes Fa-
reira da Silva ; as 8 hjras, na igreja da Sita
Oras, pala alai i de Manoel Luis Ribeiro.
Amanb :
A's 8 horas, na ma iris do Corpo Santo, pela
V
t


--

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junuflo i






.




\
:


-

t
i-
alan de Jos Mo iteiro de Afmefda; 4s 7 h-was.
na mattit de S Jos, pela alma de D. Mara Ca
ratina no Reg C-tvaicante da Silva; s 7 1/1
horas, no convento de s. Prancuo). pela alma
de Manoel Veriasimo do Reg Barros; as 7 hora*.
aa igr.-ja de S. P'dro Mriyr de Oltnda, pela
alma de Antonio Buzebio Pereira de Aievedo.
Pamafelro* GhegadO! da Europa no va-
por alleroio Cm-iba:
Francisco Coueeiro. Ha ia do Careno, Euxebio
Sim6>s, Charle i 3chwa ke Mirgaretha vou Guerard. .
Obelados do sal no vapor nacional Princi-
pe do Grao Pira:
JosD. MacedO Costa, Marcelino Goncalves
Rosas, M noel Lins C. de Alboquerque, A. V
de CarvalQo, sua sennora e i Hlbu.
Chegado do Rio Grande do Sal na barca
nacional Alejandre Aminoio.
Sabidos para o sul no vapor nacional Espi
rito Santo:
Gonzalo J. de Araujo, duas senhoras e um
menor, Pedro Carneiro, Clementlno Pereira d-
Araujo, Joanna Mana do Espirito Santo, Gere-
mias Azevedo Mello e cinco pessoas de sua fa
milia, Lopes M udonca, A~ihu- Wilhans, E A
Brito Mac-do. I> \ E. B. R. da Poaseca, sua ge
nhora e dous ttlnoa, Ildefonso Naboco Figueire
do Mello, Or. Jos Mana da Rocha Cirvaitio,
Augusto Carneiro de Alouquerquo, Jos Pereir-.
Sanios, L. AWei de Brito, Antonio Man 1 G -
mes D., soldados Jos C. Pessoa e. tir1 F. Bar
bosa, < .irtes Gustado Pinto Silveira. Jos Mei
relies dos Sanios. Cesar I. Nascimenio, HVnri
que Vascurado, Jos de Sousa Naa;imen'o. um
aprendiz maniiheiro, Corneli F. de S. Meirel
les. Gereinias Azevedo Mello, Jos Antonio Cos-
ta e Silva. Beato Bogar m, Ricardo Rolling, Jos"
Lacerda Ferro e A. Porto.
intendencia Municipal da Beclfe
Reodimeato do da 14 de Outu-
bro
Saldo do mez anterior
2 306*690
25:73#5i
Despendeu-se no dia 14
Em poder do procurador
No 3anco Sul Americano
J7:579*8il
30l**U
17:378*604
4:778*6(tt
21:500 tUW
27:278*60 i
caa de Wetencao-Movimemo dos p e
sos da Casa de Delecao do Reclfe, Salado de
Pernambuco, em 14 de Outubro de 1890.
Exisiiam 489. eniraram 7, sahiram 12, e.is-
tem 484.
.\ sine.r:
.Saciotiaes 443 ..mlner- 19, esirangeiiox 22.
- Total 48i.
Arrucoado- 433
Joa 108.
Doentes 19.
Loncos 4.
Laucas 2.
- Total 433.
Movimoato oa enfenuari*
Tiveram bnixa :
Fraocisco Theotonio da Silva.
Domingos Ramos Constantino.
Teve illa :
Manoel Alexaodre da Silva.
Foram visi a los os presos desle e=tabeleci
ment por 164 pessoas, senso 60 homens e 104
mu'heies.
Hsopltul de anca gueda-0_ mov-
menio deste estabelecimento (para variolosos)
no da 14 de Outubro, fot o seguinte :
ExL-tiam ,b*
Entraram *
Sahiratn curados j
Falleceram
Existetn ibi,
Hoi; ital Pedro II movimento deste
e8tabelecimeino de caridade, do dia l de Ou'.u-
bro foi o seguiute :
Entraram "
Sa iram 17
Falleceram |
Existem *
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs. :
Cvsnelro as 10.
Ferreira Velloso as 9 1|2
Math.us Vaz as8i|i.
Berardo s 11.
Malaquias s 10.
PunlUdls9 l|2.
Raymundo Bandeira :) 1(2.
Stuioes tarbosa as 10 1|2.
0 eirurgiao dentista Numa Pompiho as 7 t|
horas. _, .
O 1*ajudanie do pharinavutieo entrn as 7 i|J
da manha es.bio as 51|2 di larde.
O 2* dito entrou as 6 l|2da manhae sabio as
6 da tard->
Loi^rin do Estado de Peruanaauc
-A 3 serie da 2' lotera des'.e Estado, >cra ex
trahida impreterivelmenle no da 21 de Outubro
(terca-feira), a 1 horada larde, no consistorio d
igreja de Nossa Senbora da Rosario, de Santo
Antonio.
Lotera do Hulado do ram-Paro
Al' serie da 43-lotera COJO premio ran
de de 60:0f>'<000 sera extrahida no Oia 18 de
Setembro (sabbado).
Lotera ao tsaranato A V -ere
da 3" lotera desle Esiado, cujo premio de 300:000000, ser extraatda no da 29 de
Outonro fquarta feir.a) ;
Cenalterlo publicoObituario do da 14
de Ouiubro de 1890 .
Jis Jorge Pereira. Portugal, 4o anoos, casado
oa Vista, nepbrite albuminaria.
Marcelino Silva Moreira. Portugal. 33 annos
solteiro, Afjgados, atrophia aguda do titfado.
Joi Barbosa de Araujo, Pe.roambuco, 20 an-
uos, sol eiro, Boa-Visla, varilas.
Nympha Alves Ferreira, Pernambuoo, zo an
os Boa Vista, tubrculos pulmonares.
Mar^n la Mana da Cooceicao, Pernambuco.
50 annos, ^olteira, Saota gueda, varilas.
Victoriano Alexaodre Borba, Percambuco, 37
annos, Bji-Vista, tubrculos pulmonares.
In^cia Marta de Jess, Pernambuco, 60 anoos,
Grata, dyiTrha.
igJc, Farahjba, 2 nnes, Recite, vanolaa.
ifk
COMMNICADOS
Cao, qoer a repablica e est cjm ogoverno pro-
vise rio
Nao e, pola mal cabida, eaaa deacootianca em
que se inspirou o decreto de 4 do correte ?
Para que arrogar ae o goveruo central o di-
reito de preacrevar regras aos Estados quauto
ao modo e lempo de conslituirem se? Pensara
acaso que ellas nlo sabero tomar a peito essa
tarefa patritica ? e que elles nio tJi preaa de
sabir desta aituacaa provisoria en que i-
aouatn ?
Essa grave infraccao do principio federativo
injusta e impoltica, todos o esto vendo.
Alm f'isso, embora sejaraos do3 prlmeiros a
recoohecer proclamar boae patritica a loteo
Ci do goveruo provisorio, baixaudo temeloan-
le acto, torca recoohecer que este cootin
pruvideocia que mo prima pelo acert e deve aer
modiUcada.
0 governo tem agora o poder de uoinear go
veraadores Elles vao presiiir a eieic*o nos
Estados.
Pelo estado de cousas em que nos vemoj, es-
es goveroadores hao de necessariamente ter
lullueocia nessa eleicao das asseinblas coasti
iuiu.es. E ser curial comme ter a Ues assem
oleas a eleicio do novo governador ?
O regula.nenlo elelloral de 23 de Juuho ji se
i restavaa ceasura e agora moJiticado pur for-
ma a dar eusauebas a mais abusos.
Um goveruador com esse apparelho far a as
seuibla qae quiaer e por meio d'elta se elege.-a
oujfara eieger o governador que bem Ihe pa
recr. t
Mas alui de por isso, dadas as ci cumst.u
ciasactuaes, nio dever se determinar que.o go-
vernador 8-ja eleito pela assembia accresce
que esse modo de no:near governadores por ilei-
Cao indirecta e uumero lo reduzido de eleilores,
um processo que, anda em condicOes uor
maes, presta se a falsear completamente opi
uio publica, a vonlaJe dos ciladios do Estado,
quaEio mais n'uma dictadura t
Nao Cibe aqu cejtameote discutir por meu
do a preferencia que se deve dar ao outro reg
mea ; mas daro que na eleico dos governa
dore3 dos Estados se deve querer o pronuncia
ment de todo o eleitorado, o voto de to los os
cidados activos.
0 governador vai ser no Estado a primeira
forca, a mais activa e eficiente em todo o tna
chiuismo coustttucional; vai ser e dever ser.
E por isso preciso que sua oouaaco nao per
tenca s assemblas polticas (digamos-part,
darias). Ha immenso perigo em fazel o ass.m
simples creatura doschefes de partido ou feilu
ra de colligacfles bybridas, mal iospiradas e
conlemnaveis.
A eleicao do governador fe:ta pelos grupos po
lilic s as assemblas abremargem a tr.nsac
ies inconfessavei, colligaces indecentes,
manejes ignobeis.
Esas assemolas nao poderlo ser muilo DI
merosas; e em circulo acanhado. veja-sa o que
nao fara a cabala para empalmar a cadeira de
primeiro magistrado do Eslido I
E assim, ou oj governadores agora hSo de
ageitar a eleico para si ou para quem quizerem,
ou, deixanJo correr livre a eleicao das assem
blas, entregarlo a dos governadores aos corr-
Ihos e escndalos de assemblas divididas em
grupos e entregues ao cooselho e exagerado
das paixes e dos ioteressea excitados
Eicolbeu-se, pois, o peior expediente. Entre-
tanto, as era multo mais natural terse limita
do o ^uvjrno provisorio a recommendar ao. go
V;inaaores a cjivocico das assemblas des
E .tados para se reun irem logo aps a promulga
So da omsiuuicao federal approvada pelo con
gre:0 !
Os Estados, observando as presenpce; da
ceootiwicau federal, fanain sui3 organisacoes
livremeote. Moitos tji ja prompui seo* pri
ecios de coustituicao e se ipressariam em ado
pial os com as emeodas exigidas pela opiniu
unlica, por orgao de seus legtimos represen-
Orsaalsaeio EsiaaosBraal
lelros
O d^re n. 801 de 4 do correte providencia
sobre a convocaco das assemblas dos Estajos
por molo que suseila grate reparo e fere o me
lindre autonmico 'elle.
Em seu proposito le levar avante a orgaoisa
ci los Esta los, pira que sem demora o syste
roa republicano se to.-neutn facto real e effac
vo em todo o territor.o braiileiro, o goveroo
provisorio expedio a|ueUo acto ; mas e.se pa-
tritico empenho reverti se de providencias taes
qae sacrificara a iniciativa e a livre deiiberacao
dos estados no que concerne ao lempo e modo
de regular seus nego-ios de ordem conslilucio
cal.
Ao decreto preside um injustificado sentimen
to de desconhaoca. A revolufiao de 15 de No
vembro operou se com appUuso geral do paiz
Todos os Estados se tm conservado calmos,
confiados no governo provisorio, e sobre tudo
no patriotismo e integridaie do grande bomem
qae frente desse governo se acha colkcado.
Nenhuma ?ave periurbacao se ha produzido nos
Esudos, que comprometa a ordem publica.
Ogoverno tem commetdo tartas, mas todos
se mostrara sobranceiro* a outras sugges owque
nao sejam as do patriotismo que acowelha es-
quecel as a apour de veras o gorerno previso-
rio, evttaado-ee aeaim o proeedimeoU temerario
de crear-lbe dHBculdades, e dnnlouir Ibe o pres-
tigio e consiitoracte publica oa quadra difficilli-
ma que o paiz alravessa.
A eleico de de Setembro acaba de moatrar
qu o peta inteifo saaccioua a obra da revol-
i
ia..es. Os outros Estados tambera ne larianam
um uiaborar uis constiiuices e approval as
se.u perda de, lempo.
Nao hi queJ deseje u protraUmiOto do aoiual
estado de cousas, O goveruo nao poij ter receio
de que .os Estados dem irem tun organisaco
coasiitucional. A revoluco pionetteu Hk-s au-
tOBomia, elles eslo esgorjando por assurair a
posse della.
E" contradictorio, porem, e desanimador que e
governo ceutral queira essa autoaomia e come
ce por prescrever aos Estados os restrictos mol
des de sua organismo, desceodo al a raiuu
dencias improprias de un rgimen largo e des
cetitraiisado como o aspira a uacao !
Ter se ho preso os actuaes ministros s pra
licas compresoras usadas pela monarebia, a
poato de se nao poderem dessrabira(;ar di -U'
peas e de quererem impor, a todo., os Estados
agora em pbase tao outra da anterior, moldes
uniformes, ymelricos e acanhados ?
Por muilo tempo copiaran nossos governos
os regulamentos franieies, restrictivos da lber-
dade, suspicaaes, temerosos della. Qusrer o
acloal dar nos repblica tambera feicSo dess
precedentes pelo molde fraocez ? Si assim Uves-
se de ser, era o c*o de diier-se que nao valia
a mna ie mudar de forma de governo...
Mas estanus na Amenda. A nossa contiiuico
fede al modelou se principalmente pelo plano
da obra immorial de Hamiltoo, Midisso, Jay e
seus compaaheiros, que organisaram esta con-
sUtuico dos Eiiadoa Uaidos da America do Nir
te, que. no diser de Gladsione. ajobra atis
maravilbosa que de um jacto sabira do cerebro
dj bomem em beneficio seu.
E st all deixiu-sj aos Estados libwlade
organisarem se a seu gosto e sen as imperti-
nencias do poder central,-porqoe este era o di
reilo delles,-anda nisso imitemos os america-
nos do norte.
Nao se inicie, portanto, a orgaais-rio dos Es-
tados por um acto que os desprestigia.
Nao se cotnece a obra da constitmcao aatono
mica dos Estados brasileros por om acto tpie
urna completa denegagao dessa autooomu, dessa
nutooomia qae direttt eUes e formal compro-
muso do governo previtoflo.
O bom xito do goTerau da Uaio A nerica
na.esnreve o joglea Aarew Carnegie, prova
que o governo livre des partes a mais segura
garaotia da aottee do todo.
Deixe o goteiuo federal <|Ue constiluam se e
ateto deatsnpeeba geaoompromisso de hoare e
prepara esplendido o fataro da Petrie.
O r IIurio de lucen
A victoria alcancada as eleicOes recentemen-
te eSectuad.s bagagem pegada para a immor
talidade ; resultado da abstem;ao dos adver
sanos, pela cortesa das violencias, e da fraude,
pela i-u stituigo e supprimenlo de votos, nao
d ius apotheose que a S. Exc. preparara os
eus thurtferarios; apregoa o Jornal do Rectfe no
seu numero de 11 do corrente.em artigo de fun-
do, cuja apreciacao continuamos boje.
Em nossa iJade atada nao vimos partido al-
gura poltico proclamar a lealtale dos seus ad
versarlos, depois da derrota ; notes mes no de
chegada a ultima hora da luta, tem j a opposi-
gao procurado crear urna falsa optmao que Ihe
recoobepa, so menos, o triste coasolo do que el-
la chama triumpho moral.
Nao v,lo raui longe 03 terapos do recrutameo
'o melonho, ao qual nt-m sempre escaoarara ve-
Ihos paes de familia, juizes de paz e officiaesda
guarda nacional; coohecc-se bem a historia do*
colletes de couro, dos proceso clandestinos,
dos espingardeameotos e al da peia de ferro,
ultimo traco do progresso as campanhas elei-
torats.
A corrupeo nao exerceu papel de somenos
valor e progredi i, em cada pleito, de modo tau
jssombroso que era j impossivel conjecturar
se quer do que se lembrariam oa candidatos, os
cabalistas gananciosos, os cbtfe3 de patrulhas, o
proprio governo. ^^"
Nssia boa trra os directores de obras obli
cas, como aa do melhoramento do porto estra
da de Caruai. ponte Buarque de Macedo e Mi
quanti, viam se em talas quando constrangidos
a dar entrada centenas de eleitores que, pas
sadas as eleicoes, eram postos na ra.
Quanlo cust ram aos cofres pblicos certas
t>-iumpho8 do particular agrado do ministerio de
10 de de Junho. sabe o bem o piz iateiro;
cousa raui recente : nao phanlasiamos, n5o ex
ageramos nada.
E, urna vez que o partido catholico, cuja can
sa nos sympathica e cujos chefes resptitamos.
reclama lanbem agora lugar de honra justo
rememorar que nem sempre o vi garios forum
figuras secundarias em notaveis faganhas elei-
torae-
O finado Dr. Moraes Sarment, em primoroso
irabalho a:erca da eleico directa, quando o par-
tido liberal incluio a no seu programma, aflir
mou a exactidSo do seguinte facto :
Em urna das parochias mais importan es do
Cear dispulavam os dous partidos a victoria,
empeuhando todos os recursos eniao conheci
dos ; ia em meio a apuraco dos votos, quando
o vigario, chefe de um d'elles, recoohcceu se
vencido nao so resignou, porem, e toi pedir
conselbos ao seu iraveaseiro.
Na seguale maoh. os sinos da matriz, com
plangeotes debres. annunciavam aos fiis que
alma chrisl bavla sido chamada ao seio de
Deus ; tarde foram irmandades, de cruzes al
gadas e precedidas de seu bom pastor, receber
e conduzir os restos mortaes d'aquelle que se
(nava ; ebegados, norra, matriz, quando en
cerrados o trabalbos eleitoraes do dia e quasi
noite, ti:oa o :aaver para ser inhumado no se
guinte. N'esse lempo, eram as urnas eleitoraes
guardadas as r.atrizes, as portas fechada*, vi-
giaado o povo em relor.
Entretanto, na subsaquente manh. presentes
os mesarlos e aberta a igreja, verilicou se que o
defunto havia desappsrecido, levando a urna
as esperancas e alegras dos adversarios do pan
dego vigario. que em sua casa apreciava gosto
smente o logro.
Na cidade de Nazareth. d'este Estado, por oc-
casiao da primeira eleicao do partido progres
sis'a, presidia os trabamos um padre, que tioha
bastante valor poltico e que, mes-no em mino
ra como eo'.io, saba tirar vantagens das cir-
cumstancias as mais d fficeis disputaba Ihe o
terreiro o vigario encoramendado da parochta
hornera mais novo e pouco eito n'esse enredo ;
e taes Foram as tricas ou as espertezas d'aquel
le, que, esgotada a paciencia d'este, foram se as
nanee.
D'ejsa voz teve o bom padre de contentar se
com algunas ecbymoses. com as sentidas mam I
eslacoes dos seus partidistas, que procur.>ram
revolver tudo de foni en cambie e promoveram ,
no juizo ecclesiastico, contra o vigario, proces-
to, que o teria feito perder a orebenda, se nao
tivesse inteivmdo benficamente o cooselheiro
Paes Brrelo.
Muitos outros fados, e mais moderos, pode
riamis adduzir ; nao desojamos, porra, ooles-
tar pessoa alguma : verita odiumjarit.
P le-se, porveotura, Imputar ao emineotissi
mo Sr. Baro de Lucena congas semelhantes ?
Tem este Estado municipios a distancias maio
res de cento e setenta leguas ; a ele:sao de .e
oadores e depulados ao congresso nacin?.! de
vena ter lugar no dia 15 de Setembro a orga
uisjgjo das mesas eleitoraes, que em muitos
lagares poderiam iulluir de modo decisivo, ti
nham de ser organisadas trila das aoles ; e,
pois, pode se alfirmar que S. Exi. chegou u*>
tesperas do grande dia, sendo-lhe absolutamen
te imposaivel tomar providencias de certa nalu
reza.
Nao perturbou isso o animo de S. Exc, que,
hornera do seu tempo, conheceder da sua trra,
certo da eslima dos seus coocidados e confiado
no espirito da revoluco, sabia astas que as
ideas so como os ros, nao retroceden!.
Todava, noste periodo revoluoioaa io, quando
despertadas tantas ambiees, quando a nem um
bom cidado sena licito minter-se iodifiereote a
reoeganisacio de todos os poderes pblicos.
quando desae naguo empenhoa cleisSo -de-
veriam sabir os factores da ordem e progresso
nacional, uio poda iiem (toril o delegado do
governo provisorio ver sem legitimo inieres
se correr o pleito.
Acercon se o honrado governador de homent
de todos partidos, pedio :onselho i a sua ex-
periencia, appellou fara o sea palriolisino e p.o-
jurou com o maior esforpj leval-os a combioa-
CSo de urna chapa,na qual foseem representados
os diversos matizes politlct s, urna ves que todos
se iziam alto e bom som republicanos.
Nao inqueno 8. Exc. do modo de ver de cada
um, nao insiauou e menos exigi corapromisoe
previos ao contrario, maniestou por vezes ia
tetro reepeitu as convicsCes albetas: acreditave
que abaegaco e criterio nao faltariam aos ele!
o rooradn %r. Bario de Lacena*
ir, coit maioa, o-ganisir-se chapa
sen nomes que el e bavia considerado dignos de
serem recommendados ao corpo eteitoraJ.
Em consequenc a d coofianca na adnunisir; cao como nos decretos
regulador, s do prucesso eieitoral, pouco antes
repotados excelentes, resolveram alguns dos
aotigos ebefes liberaes o o Sr. Dr. Martins Jnoior
recommendar abulencfio dos seus partidarios,
asseguran to este que nao seria hostil de modo
algum s i teas do venerando chefe federal.
Uso posto, fleava em campo apenas o partido
eath lico. novo, sem disciplina e pouco numero
-o; nao havia, portanto, do que assustar se es
pinto menos firme que o do iklustre governa
dor; nao havia m?smo necessidade de recorrer
aos meios de corapressao; a fraude, a corrupc&o
o suppriraento de velos, que nunca seriara ar
mfc'.oestocado cavalheiro, rareciam ab
solutameute de cju-a efticicn'e.
Nao decretou S Exc. senao a exoneraco de
poneos iuteodentes raanicipaos, pormotivo3 jus
ticaCoe; mantev? fechados- os cofres publico
como reconheceu o proprio lornel do Reetfi;
nao creou nem distribuio empregos; no fez das
obras publicas vveiros de infelizes illulido3:
oo fez derraba de autoridades policiaes, man-
teado uo municip.o do Cabo delegado que aher-
tamenle guerreava a chapa, que chamavam offi-
cial; corren era loto o E< ado a eleicu sem qut
se dsse o *>iais insignificante disturbio, sem
que fosse recolhida ou anseacada de priso pes-
soa alKuraa.
Nao isso iedj I- ? denuncian) os f ctos, ex-
hibam as provas Essas cartas monymas, essa^
raras noticias de f jntes descouhecidas, e al iu-
verosimeis alguma^, podem ser tid.,s como cou-
sas seras ? Qu' est ce que cela prouve f
O Sr. Bar i de Lucena nao impoz chipa, nao
deu batalba eieitoral, n5o leve .nimigos a cora
baler; vio, sim, vencedores da modo mais ex
plendi lo a vanguarda republicana, os oons con-
vertidos sentio, sm. indizivel jub'lo, vendo
como mais de dous tercos do eleitorado pernam
bucano, sem sedceles, sem dispendios de aval-
ladas oa me.-nio pequeas quantias, nao obstan
le os ruios cunselhos do%despeilados eas amea
CWoaTaeliciacoes dos padres (alguo?) correu a
depositar as urras a sincera manife.-lacao do
seu desinteressado patriotismo.
Que resultado coota ob'er o Ilustrado arti u-
lista do Jornal, negando a evidencia dos fados ?
lesmerecer, amesquinhar as glorias de S Exc.
o Sr Baro de Lucena ? por ero duvda o s u
reconhecido valor administra!'.vo? Parece nos
baldado o empenho.
Assim procedendo conseguir tilvcz o articu
lista ou antes o iornal levar o desanimo a mu
tos espirito3, augmentar a descrenca, sopitar
quic sentimentos os mai= generosos, far des-
crer do desinteresse e abnegacSo ; considera-
porm, pouco o que nesse sentido se ha feilo ?
A nos parece, entretanto, que como o velho
Hor.cio poderiimos dizer:
Hoc foDle derivata cladez
in patriara popolumque fluxit.
La Bbuliv.
(Contina.)
*K *. Msdeirai fisatn aaa ^^OurntiieuflatM MUiPremiM
BUtor do artigo do Jornal do Recfe de 10
do correa'e, eob o tituloIttvpuauma.
ral, allipreaentea muitae pessoas.
Outro officio, meu caro senhor; diga
depois, notem bem, S. S.,aasim com que ni> pprove a amdriatum dolustre
ares de jurisconsulto, vem dizer nos que
a le expresivamente n3o cohibe que s
calise os trabalhoa de urna tec;Zo quem
nella as fSr eleitor.
Santo Deus
Se S. S nem sabe o numero do de
creto, dando-lhe o de 563, quando
outro, como conhecei o 4. do artigo
1., to claro, to legivel ?!
Ah! sim ; S. S. nao le nada, assigna
srrent- de croz !
Pois ! ser nomeados fscics cidadSus que sejam
eleitores e estejam do goeo de seus di
reitos polticos, devendo er eicolhidos os
de cada meza elettorol dentre os cidados
que perante ella tenham de votar.
Pastando a candidatura do honrado
Bar&j do Lucen, diremos ao Sr. Mbdei-
ros U.i:i-h que, se S. S. nao soube da
reun3o, ioi, sem duwida, porque mora
fiistni'tc da villa e mesmo porque, segn
do cu lessu, anda na obscuridade
A noticia publicada no Diario nlo foi
uossa, mas acs it mos a sua respon-abili-
dade, affirxundo que tejuela reuaio el-
lectuou-se, d-i ponas abortas, em a casa
BarSo de Lucena, n.as nao bote >gotma-
do... de raiva.
Bid culbriaado anda AQCBIXE Cuja BOA
VONTADB PROCURA OBTKE 8. S. COM I-
. ECENTE8 BAJLAf;3ES.
O Sr. Medeiros llantas est completa-
mente Iludido; veja que amigos TAES
SAO DBIOBES QUE INIHIGOS.
Anda nSo houve quem contasse victo-
ria com elles, e, se S. S. quer um exem-
plo muito fresco e frisante, nos Ihe apre-
sentaremos o nome do nossa ex viGAMO,
tJo dediedo sua pessoa.
Camela, Sr. Mideiroa Dantas ; nao
accenda sua vela tSo ruin3 defunctos,
por amor smente de algumas patacas es-
palhadas entre certde. moradores !
Sellada, volte, querido.
Iguarass, 12 de Outubro de 1890.
Juttus.
Ultima nota. Para vinganca, os ami-
gos, os bom amigos do Sr, Medeiros Dan-
tas laneroun sobre a misa elejforaj^.**
pomo do oaro corn tis celebres puiuvses :
A' mais formosa. o
S. S. foi a Venus...
_
PBLICACOES A PEDIDO
annlverNnrio do Infausto paNsameiito de D.
Bernardina de Senna lientos. Idolatrada mai
de ni i n un presado amiga. Amella Bosa de
liemos Abreu. e sogra do presttmoso rirtatio
Emilio Pereira de Abren.
Marca boje a arnpulheta do tempo quatro annos,
que o arehaojo da morte, cancellando a pagina de urna
vida, rolou sobre sua fronte a pedra do sepulchro 1
E' este um dia que se assignla de crueis recor
dacSes em fu alma, minha amiga, e mais intensa se
torna a r'or co: centrada em teu corasSo!
Perdeste urna mai desvelada e carinhosa, a com-
panheira e amiga de toas alegras e de teus pezares, o
ente, que por suas acrisoladas virtudes, foi a ventura do
lar e a felicidade da familia.
j justa a tua dor!...
E eos que a venerav-imos, como o prototypo da
esposa, mai e sour*, nao podemos deixar de render um
.reito de seatida homenagetn a sua saudosa memoria
neste da, em que commemora se o seu tr para a vida eterna !
Iguarass
Da obscuridade em que se acha, appare
ceu no Jvm do Recife, de 10 do corren-
te o Sr. Joaquina Jos de Medeiros Dan-
tas, ou aljUem por elle, contestando, sy-
KICA E AOMTKAVELMENTE, o que escreve-
mos no Diario de Pernambuco de 21 do
mez passado, sobre as eleic5es dss 1.a e
2.a seocSes de Itapissuma.
Podemos affirmar que o Sr. Medeiros
Dantas nao leu o que assitnou. Assim
nos exprimimos, para fazer justica S. S.,
para dar conhecer que formamos me-
Ihor juiz de seu carcter.
Acceite, portanto, a nossa declarcjao ;
e, se alguem, abusando de seu nome, voU
tr anda urna vez imprenta, veDha S. S.
com o seu protesto, limpando seu ter
reiro.
Ora, nao serio que o Sr. BarSo de.. .
liarnos errando o nome) que o Sr Modei
ros Dantas, PROVECTO em enigmas, so-
mente agora encontrasse a chave do da
eleicjto da L* seccSo de Itapissuma, em
terem as assignaturas comecado no alto da
seg .nda pagina do livro, ficando a prime
ra para a inclnsSo dos nomts dos que rio
compareceram
Ou o Sr. Medeiros Dantas deve ser de
mittido do cargo de juiz de pas, bem d
servico publico, por innocente, por ingenuo;
ou eatao.....
Sim, digamos a verdade, ou entlo, o
Sr. Me eiros Dantas foi eacriticado, aesig
nando de cruz o artigo em questSo, ecnp
to em alivio escraboso, em lagaagem os-
tica.
e,' verdadeirameute ridiculo que o Sr.
Medeiros Dantas venha declarar que hou-
ve se mal na commissao, consentmdo na
engazopadelli da primeira pagina em
braceo!
Confetsa, portanto, que asaignou o .liwro
sem er, do mesmo modo, sem duvid,
que exhibiosse na imprensa.
Pois tenha S. S. paciencia, procure sa-
ber da ancdota do Mrquez de Pombal e
fique com a lbarda para seu uso.
NSo acjeitamoa aa provocante do Sr
Medeiros Dantas, qtraato ao numero
Alten$ao!
O VICHI GOVERNADOR DO ESTADO LO PARA'
DR. Ji S PAES DR CARVALHO, K O CUMe
PLICS AUDITOR DB GDBRA DR. NAPO-
LEAO SIMOS DE OLIVEIBA, PEBASTE O
SOBERANO TRIBUNAL DA OPINlAO PO-
BLIDA.
II
Quando a autoridade, desde a da mais
elevada jerarchia, cuja misslo fazer exe
cutar as leis, desee da altnra de sua posi
co e aluciada outra, infringe-as e ataca
os direit.:s, principalmente, das outras
que Ihe sao subordinadas, e vao ambas Be
homisiar no lamacal onde jazem os cobar-
des, qualquer pessoa tem o ir-conteatavel
direito, enoquanto s5o aecusadas pelo cla-
mor publico, de as faser sabir da proprie
dde deese escondrijo; e, aeaim mesmo
otas do sangue da victima e pesados da
podridao, com estes reeentes vestigio* do
delicto acompanhados das circurnstancias,
denuncalas, arrastando aS ao menos, per-
ante o Supremo Tribunal da opiniSo publica.
E' pois, ao que me proponho neste e
nos seguintes artigos demonstrar detida
raen o e com minuciosidade, com relacao
a demisso e a cauaa da morte do Dr.
Joto Jacome Martins Pereira, juia mu
cipal no exercicio do juieo de direito da
comaroa da Vigia, no Estado do Para,

eettores que compareceram;
teS. S
dos
tem
tes
Vemos p ecooceitos, enestes peesoees.eecTU-
polos bem ou malentendidos nao permitraa,
entretanto, o coogracamente tao soIlcUameote
nteretae e-a liqt-idar o pea* duvidoao
venha coro o seu rol e.....aeja felia-
Curdado, rir. Medeiro Dantas; os ho-
mens querem mettel-o em athadas !
"No sssigne mais nada aem \%r ; o seu
artigo compromette o. Poie ^oeaivel qae
o Sr. Medoircs Dantas soja capuz de afir
mar que o fscal nomeado por S. o. par
Tren Ladeiras fui o cidadlo Adolpho I*obo
de Albertim ? 1
Nao ; incapas de diael-o: S. S. toi
sacrificado, asaignou de otas 1...
Ignorar S. S. que o Bario de... aar-
vindo-se de eeu nome, ordeo dadJo JOlo OXYMMO DE AJiBEB 1M foeee
fiaealiaar os tcahaUus eleitwaes de Tres
Ladeiras?! m
Mstkir de $ua seu-ad*, babaoar o
ovo, depois de urna penosa incub.cao, pra
diaer que neoessiU de uesa albarda e que
o cidadlo Adidpao de Albertim le o fim
oal de Trea Ladeiras, a na ratoab
de serra !
tempo succedida! Os org2os da publi-
cidade que alludi, e por suas datas nlo
haviara anda chegado ao Recife, esto,
entretanto, de perfeito accordo com o
que bav.a d to, quando publiquei o meu
pensamento a este respeito, em data de
20 do mez passado Elles, que, sao o
echo do lugar do Buccesso, que se nlo
presume que em aecueaelo to grave nlo
digam senlo a verdade notoriamente sa
bida, que teem raslo de conhecer o
facto, bem de perto, sem lhes escapar a
menor circumstancia, onde tudo se passou
e presenciaran], asseveram que a morte
do Dr. JoSo Jacome Martins Pereira foi
um a8sassinato poltico ; commettido
pelo vice-governador Dr. Jos Paes de
Oarvalho, para o qnal cooperou o auditor
de guerra Dr. Napolelo Sim3es de Ol-
veira.
Cidade da Victoria, 11 de Outubro de
1890.
(Contina).
JocLo Vicente Pereira Dutra.
Festa de Nossa Senhora da
Concei A commissao abaixo a88in=da. tend sido
eleita para fe pncirre^ir da festivida-lc de Nct-
sa Senbora da Couceicfto, erecta na iereja de
. Nossa Senhora do Rosario desta localidade. a
cu a publicaclo iniciei no Diario e no Jor-: qQal te' lugar no da 14 de Deiembro deste
o/ da q 10 do corrente. ooo, com o mximo esplendor possivel; tem a
nal de 9 e IU do corrente. ^^ fc golicjur q co^cur80 de todo8 M nabl.
Assim que receb a n.fausta noticia, por| laQ|e31^^^ e de ooras pessoas. as qnaes, di
teleeramma de 25 do mez prximo paasa-! rectamente ou por cartas se tenha de dirigir1
do.stm declarar anda deque molestia j esperando qae os seniimentosreliKiosog de mns
.- V ni u *, ,-4A, a m onAnr-iede oatrts sero accordes em auxilial a part
tinha fallecido, outra idea nlo me occor- to ed080 mi8ter.
reo, uesse momento, se nao a que man- convicta de que assim acontecer, a commis-
festei pela imprenst; por conhecer a no- ?a0 desde j comeca a agenciar donativos par
breza de senti.nento.s e a elevaclo de cas aquella festi, e es era que a generosidade pu-
blica nao se fara retardar em acudir ao seu ap-
pello, aflm de que, com a precisa antecedencia
se possa dar o maior realce a todos os actos
concementes a di'a solemnidade.
Tigipi, 14 de Outubro de 1890.
A commissao
A. G. <"e Gusmo Lobo.
Pr. xedes h. Silva Gusmo.
Leis de Castro Goncalves.
Pirmiao Manoel da Silva Braja.
Venancio da Silva Plores.
Francisco Lino de Sonsa Couto.
Francisco Goncalves de Siqueira.
Abilio Cmara Lima.
ra ter do tinado, e avaliar desde logo os
effetos que Ihe nlo teria produzido urna
demisKlo brutal e acintoaa! Cumprindo
certificar me ped ao Dr. chefe de polica,
pela manbl do Io do corrente, que passas-
s; um teiegramma ao do Pa. indagando
a causa da morte do Dr. JoS) Jacome
Martins Pe.era, e apenar de ser prona
pamente expedido a repetido, com muita
tardan5a foi respe ndido no dia 3 do cor
renteqoe tinha fallec.do no dia 21 do
mea paseado, (quando nlo exacto)
segundo constara deoffecclo cardiaca
Devendo instruir-me de noticias ex*-
ctas, recorr s bibliothecas encontrando,
felizmente, em ama d'ellas jornaes em
muidlo, que me fallaram .a verdade : e,
aire alies os etoriptos assignados da
propria victima, profundamente ferida no
mus intimo d'alma, defendendo-ae e pro
testaadu contra o horroroso attentado
commettido pelos seus algozes 1
Este documento irrec^uavel do finado,
c .jas expreosSee reoamam agudos resan-
timentoa da dor pungente e peoetrante
effeito inlallivel, proveniente da grvida
de da oSsaaa que aoaVeu, onttitue t
psofnoatioo fatal da sua morte.
T, com effeito, dentro de muito poaco
.
Taquaretinga
ratificaXo
Com a epigraphe cima pnblicoa
Diario de 9 co correte um artigo em qae
se d como seductor de mufla aiheia o
Sr. Jle Barbosa. E porqne em dito ar-
tigo se traCMva de minha pessoa, e teja
en easatio, declaro qoe tal cousa nlo se
entende commige e sim com outro cidadlo
cuja mulher duem ser por elle reques-
tada.
Faco a presente para evitar falsas apre-
ciacSes.
Vertentee, 11 de Outebrr. de 1890.
Manoel P.o de Avmdo.
\

wmm l



utubro de 1890




Dr. Carneiro Leao
MEDICO PARTEIRO
Consultorio e residencia : ra do Li-
vramento n. 31.
Consultas de 11 a 2.
Chamados a qualquer hora.
Especialidades : partos, febrei e moles
las de enancas.
Telephone n. 325.
Le se no Fgaro :
O Xarope de Regnauld urna prepa-
raclo de gosto suave e de urna efficacia
patente contra as molestias dos bronchios
e do peito. Seus principios activos sao
tirados das plantas medicinaes qu_> tm
propriedades proprias para aliviar e curar
a toase.
Bastam duas a tres colheres de zarope
de Regoauld para calmar a toase de irri
tacao, das constipaseis, do defluxo epi
demico, do catarro, da bronchite, da
asthma, etc., sem occasionar perda
pp-tite.
Prepara se este producto em casa
L. Prere, ra Ja-ob, n. 19, em Pars.
A veoda em todas as phjrmicias
primera ordem. Com una* instruccSo sobre
o medicamento.
gratos teatemunhos dos coracSes agradeci
dos, que padeceram de toases, esquinen
cas, rouquidio. inflammacSo do peito,
broochitea, asthma, oatairhoe, constipa-
co"es, tsicas, etc se recebem cada da aos
centanares de todas partes do mundo.
Como garanta contra as falsificares,
observe se bem que os nomos de Lanman
& Kexp venham estampados em lettras
transparentes no papel do livrinho que
se-ve de envoltorio a cada garrafa. Aoba
se venda em todas as boticas e droga
ras.
do
de
de
Tendo eu ciencia de que algumas pes-
**as aproveitam as garrafas vasias com
etiquetas de vinhos de minha ca*, pon
venderem outros vinhos a titnlo do Boan
Palhete e Boa Collares que rece-
bo directamente e bem assim lutras qua
luiades, chamo a attencSo do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que nao se deizem illudir e
aviso os de que s devem considerar como
verdadeiros os que comprarem em meo
proprio estabelecimento; a muito que nao
vendo a casas retalhadoras e por taso 9
.siate para que os senhores compradores
cotem o que deixo dito
Red fe, 16 de agosto de 1890
Paulino de Oliveira Maia.
Dr. Bastos de OUveira
Medico operador e partero, teiu o seu
consultorio ra do Marques de Oiinda
o. 1, Io andar, onde pode ser procurado
todos os das utois, das 12 s 3 horas da
tarde.
Chamados a qulqu:r hora em su a re
sidencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephooe n. 365.
As ns de familia
m c

Na idade crtica em que a menina torna-
se nubil, compete previdencia materna
recommendar o uso de um tnico recon-
stituinte.
Para diminuir este cuidado das mSis
que Ibes recommendamos o vinho do Dr.
Vivien.
Com effeito, bem que mais rica em prn
cipio8 medicamentosos do que o oleo de
ligado de bacalho, esta preperaco de
to bom sabor que o seu uso agradavel
suprime as objurga^oos quotidianas e as
recommendaedes incessantes que o tra'a-
mento por um medicamento de absorpefto
difficil como o oleo de figado de bacalho
torna necesssrias.
Vai re medio vegetal aasoaaferoso
Arioal chegou a cescubrir^se, na essen-
ca concentrada de um producto vegetal,
um efficassimo remedio positivo, contra
todas as enfermidades precursoras da t
sica. A arvore de sade, pois que as.
-im verdadeiramente que se deve. cha-
mal a, daqual se extrabe este inestimavel
thesouro, a Anacahnita do Mxico, e o
Peitoral de Anacahuita forma a preciosa
-omposicao que alcance sempre a victoria
sobre as enfermidades inimig da res^racao. Jamis houve remedio al-
gum que se uzease dentro em to pouc lempo tilo umversalmente popular. Us
Cidade de Pelotas
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. Jos Alvares de .Souza
Soares, um excellei.te medicamento,
empregado com muito bons resultados as
molestias broncho-pulmonares.
Dr. Serapkim J. R. de Araujo.
(A firma est recouhecida).
COMMERCIO
Kevista do Mercado
Racinc, 15 J OUTUBBO DK 1890.
movimento na praja limitou se a IransaccOes
"o mercado de cambios.
Bol
sa
-OTAC>K8 OFKICJAKS DA JUNTA DOS Col. -
RETOBES
Reate. 13 se Outubro >it 1890
Icjes da compaubia de seguros indemnisado-
ra, valor realisado de 2004 a 3104 cada urna.
{junblo sobre S. Paulo, 30 d/v. com o descont
na razao de 8 0/0 so aooo, lioolem.
. amblo sobre Santos, 30 d/v. com o descont na
razao de 8 0,0 aoanno, hootem.
Na Bolsa venderam-se
13 aecOes da companhia de Seguros Indeinni
sadon
O presidente.
Antoiio Leonardo Rodrigues.
O secretan'o
Eduardo ubeux.
Cambio
PBACA DO BEC1FE
Os bancos eslabeleceram hoje a laxa dt- 22 12,
achando poneos tomade res.
Papel particular foi negociado a 22 3 8 e 22
II 16.
0 mercado fecbou firme.
PBACA DO KIO ")E JANEIBO
Ai liaram os bancos pouco dinbeirc a 22 J. 8,
e con'inna a falta de papei particular.
Algodo
Nao houve negocio:
Em vista da firmeza do cambio cota se o de
coas proceden:ias a 74*00 nominal.
A exportacao feila pela alfandega nesle mez at
o dia 14, constou de 40 338 kilos, para o exterior
Ai entradas verieadas at a data de hoje so-
7m a t 329 pceos, sendo por:
'S YIGTIMAS DAS FJKBftKS
O Elixir antl-rcbril Cardoio. appro
nao em 21 de Margo deste anuo pela Inspectora
Seral de Hygiene do Rio de Janeiro, vein boj
prescotar-te a bamauidade sofTredor do mun
lo inieiro. como laboa de saivaco que ao iufe-
iz naufrago loe euviada por maj omnipotente!
O Bllxtr noli r. bril Carduio, appli
ado em muitissimos casos de febres, tem, corar
sor mil.'gie, levantado do letto da dor a comple
op moribundos.
te remedio, cranoslo- sraenle de vegetae.-
e ioteiramente inofensivo, aiuda inesmo namai-
n un os a e ten-a chanca.
As senhoras, no esta 'o de paridas, on no pe
i udo de mcommodos uaturaes, podem nsai c
>m teceio algum.
el
nu-ac a 55iOM(> por pica de 480 liiro.
\avlo* a descarga
Jarea noroegense Leviathan, carTo.
Barca uoruegueose Einbla. carvo.
Barca alterna tartha Brookelmn, madeira.
ii i rea sueca Heidi, carvo.
Barca portuguesa Tentadora, varios gneros.
Barca allema Sckcean. varios trence s.
Uan ingleza Gwendohne, c.rvao,
3rigue nacional Prazeres. xarque".
Escuna nacional Pelotas, xarqoe.
Lugar iog'ez Uoming Star, carvo.
Lugar ingles Bttritttr, bacalho.
Lugar nacional Layo, xarque.
Patacho nacional Social, xarque.
Patacho nacional Francoln, xarque.
Patacho noroeguense Rabbi. xarque-
Patacbo allemao Harte oon Oldendrop, xarqoe.
Patacho noroeguense Kjelland, carvo.
Patacho portugus Mondego, xarque.
Paula da alfandega
'SHA-i CE 13 a 18 DI OCTl'BBO DE 1880
Jarcacas
'aore*.....
umnaes...
1a-ferrea de Garuar.
Ta-ferrea de S. Francisco
'a-ferrea do Limoeiro
Somma.
Assnear
j precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se
ccodoa Associacao Commercial Agricoia, foraoi
1 023 Saccaa
1.319 .
1.397 .
311
103
3.942
8 320 S eos
js segruin tes
rceos .
Someaos.
aascavados
Srptos .
*iame .
usinas .
Safra nova
2,8W a 313(10
24300 a 24T00
i600 a 14700
I440 a J4fi00
1.0 Xf a i42xi
24900 i 34100
Alcool (litro)
-gurdente.......
-.rroz com casca (kil.01
lgodQ (kilo).......
ssu>.ar retinado (kilo) .
Assucar branco (kilo) .
Assucar masca vado (kilo) .
Borracha (kilo)
Bagas de mamonas (kilo) .
aco (kilo).......
Icf bom (kilo)......
Caf restolho (kilo).....
Carnauba (kilo ... .
Couros seceos espichados (kilo) .
Couras seceos salgados (kilo) .
ouros verdes (kilo).....
Carocos de algodao.....
Carvao de pedra de Cardill llon.) .
Fanana de mandioca (litro) .
Gcnebra (litro)......
Graxa (sebo).......
Jaborandy (em folha) kilo .
Uel (litro)........
Milho (kilo.......
Phospbato de cal da liba de Farnan
d> de Noronha (tonelaia) .
I'hor-phale de cal da Ilha Rata (tone-
lada) ......e .
Pb Bras (kilo)......
Sement de carnauba (arroba) .
soia i.meos).......
Tatajuba (madeira).....
Taboas de amarello em pranche
(duza)........
330
130
80
426
20
180
97
14400
130
400
800
600
400
3*3
338
223
20
214000
35
200
380
200
80
60
101000
64000
33
15
24500
30
1004
Depoaltos
Drogara dos Srs. Francisco Mauoul da Sma
4 C, ra Marques de Olind 1 n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de Cax at
n 88.
Pharmacia Oriental, roa Estrella do Rosarn
q. 3.
Pharmacia Alfredo Furreira, na do Barao da
Victona o. 14.
Pharmacia Imperatriz, ra da Imperatri?,
n. 49.
Bepeslto (eral esa < do autor
Htnorl Cardlo J autor, ras
(rea a* alosarlo si. 19.
Attentad0a
Scientificamos ao respeluvel publico que alm
dos altestados a que damos publicidude boje,
foram curados 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
os tratados pelo Elixir anti febril.
Dos innmeros attestados que temos, datno:
em segnida principio a sua publicaco ; e i=u
bastar para que sejam conhecidas as vlriode.-
do Elixir anti febril Cardoso.
N.81 ,^.>,
Iilm Sr. Manoel Cardoso Jnior.Em tiern da
bumauidade sofTredor, venho c<;mmooiea;r-iae
mais um prodigio do seu Elixir Anti Febril, e
ine peco que publique esta miaht declarago,
para que cada vez se torne mais conbecido o
seo prodigioso remedio.
Meo lilno Jcao Pinto da Silvera. accommetti-
do de febre no da 3 deste mez, 00 dia 8 apre
sentn signaes de bexiga ; me honorisei porque
rememorei o quadro tremendo da morte de mi
c na ti I ha, tratada por medico, e vaciiei, porerx
Deus me fez decidir pelo seu elixir, e comecan
do elle a tomar s 3 horas da tarde, a nieta noi-
le Uuba desappareclio a febre, as btxigas para-
ram eu crescineoto, e ires das depois cometa
rui a diminuir, lomando urna cor brancacenta
como de queimadura, e des::pparece>a-ja, lendo
observado a sua prescripcao de mo iiu sea e!i
xir, de 2 em 2 horas, por espaco de 9 das, e
dahi por diante e 3 em 3 horas.
Gratas a D.'us e ao s u miraculoso elixir c-t
meu lidio perfeitamente bom.
Em conclasSo Ibc digo : o seu lixir 6 o ant
quilad r da bexiga, c quem duvidar experi-
mente.
Sem mais assumpio peco-Ib: que me permita
assignarDe V. S. amigo grato e veneador cria
do.
Recife, 24 de Setembro de 1890 (Palmares 9.)
Jtc Pedro Vi lioso da Silceira.
N 82
Cidado Manoel Caldoso Jnior. Tendo no
Jia 20 do mez de Agosto prox 100 pissado sido
accbtnmetiido de varilas minhu mulher, Mara
Amaia Pessia de Mello, eu e dous timos de no
me* Manoel e Fredenco. estes com a idade de
II e 14 annos, recorr no vo?so providencial
Elixir, prestado graciosamente pelo meu amuo
Antonio Francisco da; Chagas, cajo bom resol
lado nao se fez esperar, de maneira rjuq> luje
nos adiamos todos reslabelecidos e curados.
Com saiistacao vos declaro que residj na ra
Direita n. 86, em Afogados Vosso alleuciosc
venerador
Jos Vietra de Mello.
Afogados, 15 de Setembro de 1890.
N. 83
lil.n. ir. Manoel Caldoso Jnior.Ten lo sido
accouitneltida a minha irm Julia, de 10 annos
de idade, de varilas, e adiando me s m me.os
para tratal a, recorr ao seu Elixir por informa
cao de um visinb >, que obleve graciosamente, e
com tamanha felicidade, que em pouco lempo
tive um resultado esplendido, ficaodo minha
irm completamente reslabelecUa ; qaem qaizer
verilicar-se da verdade pode vir ou mandar
ra de Santa Thereza 11. 7, que encontrar a
pessoa a quem me retiro.
Outrosim, ao Sr. Cardoo tenln s o dever de
agradecer Ihe a raridade qu me pre.-ton com o
seu miracal so Elixir, pidipdo ao me.-mo tero
po fozer o oso de.ie meu atlestado como Ibe
convier.
Disponha diste seu criado e obrigado.
A rogo de J>s Felicio Vielra,
Agodinho Francisco da Silva.
Recife, 19 de Agosto de 1890.
N. 84
Cidado Manoel Cardoso.Saude c Iralermda-
de. -Tendo sido accommettidas de varilas as
minhas quatro (libas de nomos Laura, Julieta.
Ilalinae Mara, todas de meuor iiade, eu nao
sabia o que fizesse, muito contrariado de vi as
sempre 00 mesmo e as pstulas fbjndo com
ama torca borrivel Dizendo a um amigo o esta
do de minhas lilha?, elle tratou-me sobre o seu
maravi lioso Elixir Anti Febril, e logo pos fui
sua loja e a senhor servio-me gratuitamente
um dos seus frascos com o tal preparado, e que
me foi bem aproveitavel,; a febre foi logo acal-
mando, e as pstulas, logo que eu appliquei
urnas 3 doies deixaram de augmentar; porianio,
miabas tlbas estn restabeleciuas, agradecendo,
abaixo de Deus, ao seu maraculoso Elixir Anti-
Febr.l.
Podis fazer desla o oso que vos convier.
Roa Direita n. 88. Seo venerador e a nigj
Antonio Silva Rangel.
Recife, 10 de Setembo de 1890.
N. 84
Afogados, 6 de Agosto de 1890Illra. Sr. Ma-
noel Cardoso.Acbando me bastante duente de
varilas, e estas bem pcrigisas. urna minha lilha
de uome Josepbina, com idade de 10 anoos, e
sem saber o que fizesse, fui aconselhado pelo
S\ Antonio Bmeisco das Chagas para fazer
uso do seu benvolo Elixir Aoli Febril, appli
cando elle mesmo diversas doses e lomando
grande ioterease no tralamento, o qual foi de
forma, qoe em pouco lempo vi minha lilha salva.
Faca o uso que Ine convier e agradece Ihe.
embora oo o conliega directamente. Muro na
ra dos Pocos
A rogo de Antonio Mariuho F Icao.
- Epiphanio R (Eslavam sellados e reconbecidos.)
deputados Herminio Egydto de Figneiredo e
Luiz de Paula Lopes e como supplcntes Antonio
Valentim da Silva Barroca e Luiz de Paula Lo
pes, urna vez que, a vaga occasionada pela elei-
to deste, nao ple ser preenchida, por nao se
ler realtsado a tleico pelo collegio commercial
convocado para o dia 13 de Juobo prximo pas
sado.
E para constar mandou a sobredita Junta fa
*er o presente ed.tal, que assignado pelo seu
Eresidente, ser publicado no Diario de Pernam
uco c Jornal do Recife e allixado na praca do
Commercio com a lista de que trata o S 2 do
art. 8 do citado regulamenio n. 396.
Juma Commercial do Recife, i3 de Outubro
de 1890
O presidente,
Joaquim Olinto Bastos.
Barra Mansa
O Peitoral d- Cambar, importante pre-
parado dolllm. Sr. J. A de Souza Soares,
de Pelotas, possue propriedades balsami
cas pronunciadas, e ezerce ufluer.eia be
nefica em todas as affecgSes citarrhaes,
principalmente as do appreibo respira
torio e genito urinario.
As affecoes catbarraes do l&rynge, dos
bronchios da bexiga, quando primitivas,
cedem promptamente ao uso reiterado do
Peitoral da Cambar.
As secreedes muco-purulentas, pyrapto
matisas da tuberculoso pulmonar, modi-
ficam so vanti-josamenje, tornando mais
desembarcado o campo da bematose pul
asonar.
', portanto, o Peitoral de Cambar,
um heroico me o preventivo o um auxiliar
no tratamento da tysica pulmonar, t&o
frequente no Brazil.
Dr. Urias da A. Silveira,
(A firma est recouhecida)
EDITAES
A exDorlac&o feila pela alfandega oeste mez at
o dia 14, constou de 3.792.713 kilos sendo.......
i.430,130 jara o exterior e 1.342.583 para o inte-
rior.
As entradas verificadas at a dala de boje so-
iem a 56.441 saceos, sendo por:
larcagas..... 27.107 Sacco
prw .-* ... .
Aniiaes..... 1.722
''a-fcirea de Caruar. 426
'aberrea de S.Francifl'-'. 9 418
ij.ifr-pr, de Limoeiro 17.768
--------
Somma-
So 441 Saceos
Couroa
.Jiuto salgados 370 ria, e oe verdes a K6
fs.
Afinardeatc
Cot-se a 744000, por pipa de 481' litros.
Alead
Cola:#e a4704000por pipa de 480 litros.
Importacio
Vapor franc.z Santa F, entrado do
ilavie e Lisboa em 8 do andante e con
sgnado a Augusto Labille, manifestou:
Carga do Havre
Amostras 2 volumes a diversos.
Armas 1 caixa a W. Halliday & C.
Artigos para caminho de ferro 2 volu-
mes a Lua Daprat.
B'jioes 1 caixa a Nunes Fonseca & C.,
2 a Gomes de Mtttos IrmSos.
Biscoutos 2 caixhs a Chaline.
B-.tatas 100 caixas ao consignatarios.
Chacolate 1 caixa a Guedes de Araujo
Filho.
Cogaac 20 caixas a Jlo F. Luna.
( hauos 1 caxao a Raphael Das & C,
1 a Adolpho Ferrio.
Camisas 6 caixas a Goncalves' Cunha
te.
Conservas 5 caixas a Ramos & C.
Ct-rtoes 1 caixa a Francisco Manoel da
Silva & C.
Couroa 6 caixSes a Prente Vianna
d C. Ditos e calcados 1 caixSo a Fer-
rera Barbosa & C
Calcados 1 caxao a Thomaz da Car va-
lho A C, 3 a Albino Croa 4 C.
Cachimbos 1 caixSo a Francisco Laaria
4 C.
Drogas 7 volumei a Maaoel Alves Bar>
bosa Succes9or, 2 a Rouquayrol Frres
& C, 2 a Francisco Manoel da Silva C.
Espelho 1 caixa a Gonca'ves Coimbra
& C.
Euvtloppes 1 ca'xa a Nunes Fonseca
C.
F.vellas 1 caixa a Prente Vianna 4 C.
Ferragens 2 caixas ordem, 1 a L.ite
Bastos & C.
Guindaste 1 caixa com i'.) volumes ao
di ecttr do Caminho de ferro.
Impreabos 1 caixa a Manoel Alves
Barbosa Successur.
Lau^a 1 barrica a Liport & C.
Livros 1 caix a Mam el F. de Sauz
Mantega 70 barris e 120 muios ditos
ordem, 35 e 70 a Paiva Valente 4 C, 15
e 20 a Gonfalves Roaa & Fernandes, 15
e 20 a Joaquim Ferr i.-a de Ca vai lio
4 C, 15 e 20 a Castro Leinos 4 C, 25
o 50 a Domingos Cruz 4 C, 33 e 30 a
Souza Bastos Amorim & C, 10 o 20 a
Fernandes & IrmSis, 15 e 23 a Domin
gos Ferreira da Silva 4 C, 15 e 20 a
Lopes Al he i ros 4 C, 20 e 40 a Soares
d'Amaral Irmaos, 35 caixas a Ferre'ra
R .drigues 4 C, 8 J. B. de Carvalho 4 -,
12 ao consignatarios 17 ordem, 15 a
Djmingos Cruz 4 C, 10 a Paulo Jos
Alves 4 C, 22 a Souza Bastos Amorim
& C, 11 a Castro Lomos 4 C, 7 a F-
gueiredo Costa 4 C, 10 a JoSo Fernan-
des de Almeida.
.Mereadorias diversas 4 volumes a R. de
Druzina, 1 a viava de E. G. Caseto, 1 a
Monhard Haber & C, 1 a G ai maraes
Carioso 4 C, 3 a Gomes de Mattos Ir
ruaos, 1 a Francisco Gurgel 4 Irmaos, 1
a Guimaraes Irmaos 4 C, 5 a C M.
Alves Fereira 1 a Manoel Joaquim Ri
beiro, 1 a Ramos Salgado 4 C, 1 ao
consignatario, 1 o.-d m, 3 a Ferre'ra
Irmaos 4 C, 2 a Guimares Bastos 4 C.
Movis 4 caixois aos mesmos.
Pellea 1 caixa a D. A. dos Res 4 C.
Perfumara 1 caixa a Antonio Duarta
Carneiro Vianna 1 a Joao Das Moreira
& C 1 a A. Santos 4 C, 2 a GuimarSes
C.rloso 4 C.
Porcellana 7 barricas a Joao Das Mo-
reira 4 C. I a Manoel J. Pcreira 4 C,
2 a Guimaraes Bastos 4 C.
Pregos 0 caixas a Ramos Gippert 4 C.
Papel 1 caixa a H. Burle & C 1 a a.
F. P. Bolitreau.
Provistos 6 caixas a J. B de Carvalho.
Queijos 6 laidos e 20 caixas a C, A.
Vander Lindeu, 11 a Domingos Cruz 4 C,
11 a Goncalves Rosa 4 Fernandes, 10 a
Souza Basto Amorim 4 C, 10 a Jos
Joaquim Alves & C, 11 a Guimaraes Ro-
cha 4 C, 10 ordem.
Tecidos diversos 1 volume a Franciso
Xavier Ferreira 4 C 4 a Goncalves Ca
nha 4 C l Joaquim Gonca.res 4 C, 2
a Alves de Britto 4 C, C, la Cam
pos 4 Ferreira, 4 a Manoel da Cunha
Lobo, 2 a Olnto Jardim 4 C., 3 a Gui
maraes Basto 4 C, 1 a Monhard Huber
4 C, 2 a Paul Jalien, 1 a F. Coimbra
C, la Sinden Successor, 4 a Rodri.
gues Lima 4 G.
Velas 5 caixas a Guedes de Araujo 4
FUbo.
Vinho 1) caixas a Salser Kauffmann 4 G.
Vidros 1 caixa G. Martins 4 0., 2 a
Francisco Manoel da Silva 4 C.
Carga de Lisboi
Bagas 2 barricas a Pinto 4 C.
A Junta Ci.nmeicial do Recife convida 0-
cominerciautes iiaciouaes matriculados deste
districlo a comparecerein no dia 29 do correte
s 9 horas da inanh, como prescrevu o art. 9 i
1 do regulamento expedido pelo decreto n. 596
de 19 de Jolito ultimo, no salo da A>aociaciUi
Commercial Ben< l ente para a eleico de trw
dc|.utadoi e drus rujpleoles ('omierciaiite",
in lei-m ue fuuccionar no nua liimnio de 188O
i8'J4. na l-ma dos ails. 6. e 8 2'. 31 parn
.o referido regulamento, visto Dudar a 31 de
Dteaaaro prximo vindouro o praso da* el i
ces em viilude ddS qoaesofliciarain, como pr-
sidrnin o deoulado Joaq iim .iulo Bastos, come
Cevada 3 barricas a Pe eir de Faria
4 0.
Cal 50 barrios n nunha Irmaos 4 C ,
FO a Lopes 4 Araijo, 50 a Pinto Alves
4 C, 100 a GuimnrSes 4 Valente, 50 a
Souza Basto Amorim 4 C.
Figos 10 caixas a Paiva Valente 4 C,
10 a S.lva Ominara1-s 4 C.
Ferragens 9 caixas a Costa Lima 4 C,
8 a Antonio Diarte Carneiro Vianna.
Linbaca 5 barricns Francisco Manoel da
Silva 4 C.
M;.i;a8 4 caixas ordem.
Pregas 31 barricas a Antonio Duartc C.
Vianna
Peneiras 2 volumes aos mesmos
Pal tos K caixas a Paiva Valente 4 O.
Peixe 23 ca xas a F. R P. Guimaraes.
Uvas 2 caixas ordem, 1 a Antonio O.
Soares, 1 a M. F. Vello.o.
Vinho 2 pipas 2(2 e 53 barris a Soares
do Amaral Irmaos (em transito para Pe
nedo) 1 e 7 a P. de Oliveira lana, 3 a
Oliveira Campos 4 C 11 a Rapbael Das
4 C, 5 a Pinto Alves 4 C, 5 a J. R. da
Costa, 10 a Costa Lima 4 C.
Barca inglezi Camdia, entrada da Terra
Nova em 9 do andnt'j e consignada a H.
J. Permann.
Bacalho 2150 barricas e 1030 meias
ditas ordem.
-.xooriaco
Bicira 14 DI OTL'BBO DI 18110
rara o exterior
Novipor ingles Marina; para Liverpoo',
canegou :
R l'es-oa, 2,000 saceos com 150,000 kilo de
assucar mascavado.
'aro o interior
No vapor nacional Principe do Gr Para,
paia liahia, carregou :
M. Mi anla Lima, 30) g.cos com 22.300 kilos
deassucar masca rudo.
Bata Penedo, carregarain :
F. Vianna & C. 3 Caixas com 2 garrafO s de
genebra pesando 104 litios.
a vapor nacioaal Haranhat, para Para,
carregou :
M. Marques de Oliveira, 5 p pas cora 2,400 li
Iros de aguardeute.
Para Mani?, carregou :
H. Oliveita, 23 barucas com 1,27o kilos J.
assucar branco.
No vapor americano Segmanca, para c
Para, carregou :
M. Marques de Oliveira, 3 pipas com 1,410 it-
t os de alcool.
No vapor allemo Cun'fifc1, para Santo?,
carreaaram :
M. Borges 4 C, 100 barris com 9 6 0 litio,
de aguldente, 1,000 saceos com 60,000 kilos de
assucar branco e 500 ditos com 30,000 ditos de
dito mascavado.
S. Guimaraes 4 C, 300 saceos com 30,000
kilos de assucar branco e 300 ditos com 18 000
ditos de dito mascavado.
Iteudiineuio publico
MMZ 01 OUTUBBO
Aianega
LISTA _______
1 Antonio Cines Miranda Leal.
2 Antonio Geraldo do Reg Barroca.
3 Antonio Luiz Teiseira Elias.
4 Antonio /aleotim da Silva Barroca.
5 Antonio Rolrigues de Souza.
6 Antonio Gomes de Mallos. -
7 Antonio Jos Moreira.
8 Antonio Seram da Silva.
9 Autonio Machado Pereira Viann* Jnior.
10 Aitonio da Caoba Ferreira Bailar.
11 Aolonlo Vicente de Magalbaes.
12 Antonio da Silva Ferreira Jnior.
13 Antonio Gailherinino dos Santos.
14 Antouio de Oliveira Maia.
15 Autooto Muniz Machado.
IG Antonio Xavier Bezerra.
17 Antonio Joaquim Goncalves Fraga.
18 Antonio Jos da Cosa Araujo.
19 Aalonio Jos Alves.
20 Alberto Dias Fernandos.
21 Adolpho Frauc seo Lavra.
22 Aureliano Augusto de Oliveira.
23 Augusto Octaviaoo de Souza.
i4 Alexandre de Souza Nogueira.
25 Alfredo G.bsii.
26 Alfredo Jas Ferreira.
27 Affonso Augusto de Brilo Taborda.
28 Aibmo oit da S.lva.
19 Bario de Petrolina.
30 bar a 1 da Soleando.
31 i-arao da Santa Cruz.
32 Barao de Aguas Bellas.
33 Barao de Nuzarelh.
34 Cotbimano de Aqumi Fonseca.
35 Claudio Jos de Bsni'-Anoa.
36 Ciibs Piuto de Lema.-.
37 Carlos Jjsis de Medelru.-.
38 Carlos de Paula Lipes.
39 Culis de Mo a-s Gomes Frreira.
40 Carlos Botelho dn Arruta.
41 Candido Jjs da Silva Guimar ?.
42 Candi lo Goncalves Ferreira.
43 Cuperlinc de Giiiinarrs Bis tos.
ii C.ndido Tdi'Otonio dos R !-.
45 DriOHirio Accacio de Araujo Bastos.
46 Domingos Manoel Msriins.
47 Emrslj Are-liti 1 il Birros- Franco.
ifS Eiuardo Candido de Oliveira.
I'J Euztbio da Cu lia Beliraa.
50 Eneas Americo de Medeiros.
5 i Eugenio Regadas.
52 Francisco Ferreira Billar.
51 Fi aasco An'onio Gomes d Mattos.
54 Francisco T.Teophllj da Ro:ba Ui-zerra.
55 Francisco Apulonio Bezerra da S.lva.
36 Francisco Goaies do Araujo.
57 Fraocisco Botelho de Am rade.
38 Fraucisco fana:io de Oliveira.
5v Francisco F.rrcira Billar Jnior.
60 Francisco Jo-e da Silva Guimaraes.
61 Francisca Gurgel do Amaral.
6 Francisco Corma de Mezquita Cardoso.
61 Franiil no II id igues de Moura.
64 F 65 Genuino Jj- d Risa.
6t) Grutultano dos SHitos Vital.
67 Grai'iliano Octavio da Cruz Ma;t'.ns.
6S G.biiel I defouso das SVves Cardlo.
69 IImiiiijuc litrnaides de 0 vefra.
70 II arique Xivierde Araujo Saiaivade Helio.
71 ll.ruiinin E.-ydio de Figuciredo.
72 Unacio B (erra l'essoa.
Heeetoedorla do Bstado de
Pcrnaatbueo
j da i a 14 I7:2!9i80
dem de 15 4:o73i4iO
21.793/330
Hecifc larnloage
Oo da I a 14 3:3414699
dem de 15 l
3:S43*t'99
Mnheiru
KECEB1DO
Pelo vapor oaclonal Principe do Grol'ara,
para :
Faria Sobruho a C. yOOo.O
lloviiu' uto do porto
Navios entrados no dia lo
Havre e escala18 dias, vapor francez
Yille de Pernambuco, de lc95 toneladas,
commandante Roux, equipaguem 48,
carga varios gneros; a Augusto La
bille.
Santos18 dias, lugar noroeguense Tin
gal, de 336 toneladas, capitao O. R
Kbkellund, equ.pagera 9, em lastro:
ordem-
Santos e escalaVapor allemSo Curifyba,
varios
carga
commandante A. Birch
gneros.
Rio Grande do Norte L^ar norueguea
se Tngal, cipitao O. K. Eskellund, em
isatro.
Mercado tiuuicipal de SI. los
O iiio vimento deste mercado no d'a 14 de Oatu
bro foi o seguintc :
Entraran] :
39 1/3 bois pesando 5,195 kilos.
424 kilos de peixe a 20 res 84480
3 I 1 cargas com farinba a 200 rs. 700
18 ditas do fructa8 d.versas a 300 rs. 34W0
33 columnas a 600 rs. 19800
73 laboieiros u 200 rs 144600
3 suinos a 200 rs. 14000
1 escriptorio a 300 rs. 300
63 compartimentos com faricha a500 314500
Renda gerai
Oo oa i a 14
dem de 15
3o 5 583*945
9:4304470
Renda o Estado de Pernambuco
Oo dia 1 a (4 83 680*464
dem do 15 3 5204419
386.034441a
89:100490)
Somma total
653:2354319
Segunda secvo da Alfandega de Pernamouco,
15 de Oniobro de 1890
O Uiesoureiro,
Flcrencis Domiagues.
Servalo de chufe da seccao,
Y. dafi. Lobo.
30 ditos de comidas a 50o rs.
91 ditos de legumes e fazendas a
400 rs.
14 ditos de suinos a 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
9 ditos de caraarues a 200 rs
43 1 albos a 24
Rendimento de 1 a 13 do corrale
13.40c 0
374200
9/800
54400
14800
864000
2364980
3.1594860
3.396*840
Preces do uia :
Carne verde de 20J a 440 ris o til'.
Suinos de 360 a 640 ris dem.
Carnelrc de 640 a 800 dem.
Farinha de 340 a 440 ris a cuia.
Milho lo 280 a 320 ris fatal
Feiio de 600 a 700 idem.
Vaporea a airar
HEZ OE OUTUBRO
Sul...........-Jimo............. 16
MU........ Seguranca......... 16
Sul.......... Maraado ........ 16
Europa....... Iberia............. 19
Europa....... Szecheuye......... 20
Norte........ Brazil........... 21
Europa...... ParoAja........ 23
Lverpool...... Merchant........ 25
Europa...... Tomar........... 15
sul.......... La Plata.......... 27
Sul........... Manos............ 27
Vaporea a sabir
MEZ DK OUTUBBO
Yillc de Pernambuco. 10 as 3 b.
Seguranza........ 17 as 3 b.
Maranhao......... 17 as 8 b.
Jacukfpe.......... 18 as 12 b.
Iberia............. 19 as 11 h.
........ 21 as 5 b.
....... 25 as 12 b.
73 Jos Antonio Piolo.
74 Jos Marcelino da Rosa.
75 Jjs Francisco de & Leitao.
70 Jos Gomes Leal.
77 Jos Adolpbo Rodrigues Lima.
78 Jos da Costa Pereira.
79 Jo.- Fiuza de Oliveira.
83 Jos Braz da Conceigao Silva.
81 ot Moreira da Silva.
82 Jos Augusto de Araujo.
83 Jos de S Leito Jnior.
84 Jos Francisco do Rfgo Mello.
85 Jo.- Antonio Moreira Dias.
86 Jos Ferreira da Silva.
87 Jos Feliciano Nazareth.
88 Jos de Azevedo Maia e Silva.
89 Jos dos Santos Cosa Moreira.
90 JjsRod.tgaes da Silva Barroca.
91 Jas Alves Barbosa Jnior.
92 Jos da Silva Loyo Jnior.
93 Jos Ferreira B llar.
94 Jos Gandid) de Maraes.
95 Jo d'AssumpcSo Oliveira.
96 Jos Luiz de Mello.
97 Joe Rufino Cnmaco da Silva.
9 Jos Luiz Gongalves Peona Juoior.
99 Jos de Bnlo Bastos Filho.
100 Jos Ferreira Marques.
101 Jo^ Francisco l-ioho Ramos.
102 JosJ.taquim Dias Fernandes.
103 Jos Domingos do i.armo e Slva.
104 Jos Pires Licate.
105 Joao Ignacio de Medeiros Reg.
106 Joo Ba iista Gomes Peona.
107 Joao Piulo de Leroo?.
108 Joao Mano-,1 da Veiga e Seixas.
109 Jorio Rapiista Casiauho.
110 Jcao Jos da Silva.
111 Ijo Jjsde Cirvalho Morae/.
lli J io Fernandes Lopes.
113 Joao Walfrido de Meueiro?.
114 Joo RoJngues deMoora.
113 Joo de Aquino Fooseca.
116 Jjao Ferreira Losreiro.
117 futo Pe eir Reg.
118 J0S0 Joaquim de Mello.
119 Jiao i'.b'ysostorao Galvo.
,2"> i o Viclor Alves M.nli'-u-'.
121 J.iio C|i-;n- niiio de llolianda.
122 Joaquim Olinto Bastos.
123 Joaquim de Souza Silva Cunha.
124 Joaquim Alves Garca.
123 Joaquim Bernardo dos l '.;.
126 Jonri'ii 11 Lip;< Machado.
127 Juqiiiu Frailesco as Chigas e Silva.
128 Jiaij'i 111 Mauricio Goncalves Roa.
121) Jiaquim F 130 Joaqoim N colo Ferreira.
131 Jiaquim Jos GuilCalVeS tivUrZo.
1-12 J lquim de Oliveira Borgi.
I 133 Joaquim da Silva Cosls.
1 l34 Joaquim da Silva S-ilgueiral.
135 Jalio czar km* mrretto.
130 J iviniano Mana
137 Jviqo '"czar Pdts Barretto.
138 Jvino Bdtidnra.
I I'J Lauinio de M rars Pinb-iro (bacbarrl).
I4'l Leocadlu J > de Fi^ueiredo.
I3i Lenidas Tilo Loure o,
142 Lu'z Anto .10 Siqucira.
143 Luiz J1-6 da S:iva Guimaraes.
144 Luiz Alfiedo de Moracs.
145 Luiz Leopoldo di- Gniioaries PeilOt*.
146 Ladislao Gomes do Reg.
147 Luiz 'te i'-. 1,1.1 Lopis.
148 Ladislao J )<: Fereira.
149 Le.ipoldo Marques d'AssoropcO.
150 Manoel Iguaiio P.s.-.>a de Mello.
151 Manoel dos Sanios Villaca.
52 Mauo I ca Silva Mna.
133 Manoel J >(. da Silva Gjimaraes.
154 Minuel Paulo de Albuqueique.
i33 Manoel Moreira de Souzi.
156 Man.e! Pereira da Cunha.
137 Mano. I Bernardo de uliver*.
158 Maooel Gimes de Mallos (bacharel).
10'J Manoel Jos". MoDieiro.
100 Manoid Joaquim di '"-isla Carvalho.
101 Manoel Horacio da Si va
102 M reclino Jo.- Mana de Al neida.
101 Mj' colino Goncalves Rosa.
itii M.ii!i:ib Tavares de Almeida.
165 Minu I Jos de Abrea.
166 Narciso Jos Montero.
167 Olympio Frederico Loop.
108 Olympio Goncalves Rosa.
10') Peliru J -aquitu Vianna de Lim?.
170 Pedro Osorio de Cerqueira.
171 Pedro J rge da Silva Ralbes.
172 Pedro Alexandrino Maia e Silv?.
173 Paulo Pereira Simoes.
174 I'rime :11o Duartc Rineiro.
73 Salyro Seratira da Silva.
l"ri Tnomaz T-ixe ra Bastos.
177 Tnomaz Ferreira de Carvalho.
Todos os commerciaoes mencionados na lis a
u.ira leem a dpacidade activa e passiva do v
0. com excepju dos segainles que a penas le*' j
i dtrelio de voto activo, talo como nao eontstn
30 a mus de idade :
Canlido I jeotonio dos Rea.
Joo Clciueniino de Hollanda.
los Joaquim Dias Fernandes.
BUtfemo Regadas.
Jjt Ferreira Marques.
Secretaria da Jo'a Commercial do Recife,
de Outubro de 1890.
O secreta no,
Julio Augusto da Cunta OnmvrSt*.
2. seecae. Secretaria do gjverno do t-l i>. .
Pernambuco, II de Ojtubode 1890
He ordem do desembrgador Bartj de Lo
na. governador do Estado, fago publico para o<
devidos effeltOS, que ao provimento do faga.- i
lli 'al d )c proles.os de letras concorreram tu
cida los Minoel do Niscimento Almeidi. L- .
le Hjllaola Cavalcanle, Jj- Faustino Manan ,
FalcSo e bac querque l'eii.
O secretario,
Soph-ooio E. d Pas PoUlla
DECLARACOES
Capitana do Porlo
Aon iialr Oe* de al vareaga*
Di ordem do cidadao capito lenle ffM
rico Guilherme de Souza Serrano, capitao < 1
porto, faco publico a quem ioteressar p asa, aja
tica expressamente prohibido as alvarengas fu
dearem em frente 01 junto barca de eacav:
c3 que se acha na Coi 1 dos Passariabos, a
quaes prejudicam a boa marcha desea servV
Os contraven ton s licam sujeilos multa :
posta pelo regulamento oe 19 de Maio de 184' -
Capitana do porto do Estado de P< rnambe .
14 de Outuaro de 1890.
O secretario,
Mario F. de Castro Chav s.
ir0*
Santos e esc
New-York..
Norte.....
Fernando ...
Valparaso .
Sul.......... Brazil
BneoosAyres. Tomar
Bibliotheca daFaciil-
dade
Aulorisado |iclo Sr. Dr. direcloi da Faculdal .
favo publico que aesta bibliolbeca se recebea*
t o di 18 do correle propostas para a eic-
d-roar;5o de am grande numero de voluic -
oella existentes.
Para iofonmces, poden os interessados ir 1
esta biblijiho "a, das 9 horas da manba i 2 :.
tarde.
Uibliolheca da Facoldade de D.reilo do Rerir>
II de Outubro de 1890
O bibliotecario,
Manoel Cicero P. da Suva
Associacao L ommer-
cial Agrcola
Ao* enborea agricultor*
Em rirtude do o/n:io dirigido pelo Eam. S.
(.ove nacor B^riio -e Lucen j, pediodo a inv--
ccs: j dcsla assciaco pra o coulingeBlr aaa
que tem de cjncorrcr este E:Udo para a expo-
sicao contioenial que deve realiaar se no Estado
le S. Paolo, solicitamos de lodos os senbores
agricultores o seu auxilio na obteosao de pro-
ductos qoe devam figurar aaqoella exposicrn,
podeudo os mesmos ser dirig os a esta aso-
ciarlo.
Recife. s de Outubro de 1890.
Eugenio Ajres,
2- secretario.





MUTIUUM i





/

i


'
h

de Outubro de
Faculdade de Dirito
De ordem do Sr. Dr. director faco pu
blico que:
1." Os exames extraordinarios de que
trata o aviso do Sr. Ministro ds Iostru-
e-cJ Publica, n. 1,136, de 4 de Setera
bro ultimo, comecarSo na s?xta-feira 17
do correte ;
2.a Os programlas para os referidos
exames serio os mearnos qae deveriara
servir em Marco deste armo;
3. A collaclo do grao de bacharel
se far por turmas diarias de 6 hachare
landos;
4 As turmas para as provas escripias
serlo de 15 estudaotes e para as oraes
de 6;
5. ; Nao ser permittida inversao al
guma na ordem d-> inscripcSo para as cha
madas, quer da prova escripia, qaer da
oral;
6. As bancas examinadoras ficaram
eesira orgaoisadas :
Io 8nno
CoQselheiros Pinto Jnior e
janelja de f rento, 2 talas, 2 quartos, co-
zinha interna e quintal em aborto, avalla-
da em 1005, p*.ra pagamento do que do
ve a mesnia (uzeada Jos Antonio da
Silva.
A casa n. 27 a ra do Conde da Boa
Vista, medindo quatro metros de largnra,
e 9 metros e 90 centmetros de corapri-
mento, em m-*o estado, com 2 j&nellas e I
porta de frente, 2 salas, 2 quartos, coti-
nha fra c quintal em aberto, avallada
em 500)5, para pagamen'o do que deve a
mesma fazenda Francisco da osta e
Silva.
O predio n. 7 na travessa do Marques
(Poco) em solo proprio, mediado 5 metros
e 20 centmetros de largura, e 8 metros e
40 centimetroB de comprimento, oom 1
porta e 2 janel'ns de frente, 2 salas, 2
quartos, cozioha fra, quintal em aberto e
cacimba, avaliado em 2505, para paga
ment do que deve a mesma fjzecda Cy-
priado Fu-mino.
A renda annual do predio n. 123 C.
. Arsenal de Marinha
Supprimento de expediente aos navios da ar-
mada nacional c a esto e8taboleciment e bem
a9iui Ijvagem e engoromado de roupa da En-
fermara de Marioba deste E-lado dorante o
exerticio de 1891.
e Dr. Augusto Vaz.
_ i na Estrada Nova fVrz->a) tendo 2 janel
' las e 1 porta de frente, yoiUi e janel as
2a anno
Drs. Barros Guimares, Escorol e Mar
tins Jnior
3o anno
Conse.'heiro Correa de Arsnjo, Drs.
Jo2o Vteira e Adelioo.
4o anno
Conselheiro Tarquinio, Drs. Seabra e
Gime.
5 anno
Drs. Seabra, Meira de Vasconcellos,
Portella Jnior e Escore!;
7. a banca do Io anno funecionar na
1 .sala, s 12 horas ; a do 2" na 2* sala,
a 11 horas ; a do 3 na 3' sala as 11 bo-
ras ; a do 4o na 4a sala, as 10 horas e a do
>" na '1 sala a 1 hora.
Secretaria da Fac.uldads de Direito do
Ilcita, 11 de Outubro do 1390.
O secretario,
B. AragSo Furia Roela.
A couunisso de compras do Arsenal
de Guerra re eber propo;tas, sabbado 18
s 11 hoivs, para extractar nessa ursina
occas.So os artigos seguinte
Utensilios
Bilhas de barro para agua 5
Bandeja pequea para copos 3
Copos de vidro para agua 33
Relogio americano de parede 1
Baca de louca 2
Jar:o de louj 1
Ohicaras e pires de louca 200
Molheiras de louca 3
l'ratos rasos de louoa 140
i'iatoi fjndos de lou<,a 90
opos de vidro para aga 30
Moringues de barro 16
i>a!anyi para cima de mes 5
Canecas do metal uranco, para agua 1
Gonerum rl farra nara hpix 1
nos oito.'8, 2 salas, 2 quartos, cozinba f-
ra e quintal em aberto, avaliada em 126,
pira pagamento do que deve a mesma
t zenda Jos Pul,no da Silva Filho.
A renda sn nial dos predios ns. 37 o
139 sitos as Baireiris Varzci.), tendo
0 1 1 porta e 2 janellaa do frenti, 2 sa
las, 1 quarto, cosinha interna, e estando
em ruinas, avaliado em 43, s o 2' tem
2 portas e 2 janellaa de frente, 2 salas,
1 quarto, e um oatro em ruinas, avahada
tambero em 48-5, para pagamento do que
deve a mesma fazenda EstevSo Jos Fer
reir.
O predio n: 176 na Estrada Nova (Var-
zea) dn pedra e cal, medindo 4 metros e
20 centmetros de largura, e 13 me tres e
10 cen'imetros de cotupriment>, com por-
ta e janella de frente, 2 salas, 1 quarto,
'ozinha interna e quintal em aberto, ava-
hado em LOO}, para p-gamento do que
deve a mesma tUzenda Antonio Francisco
dos Prazeres.
A casa n. 3 no be eco da Picdoba, ineia
agua
Con ecos de ferro para agu
Canecos de ferro com correte, para
agua
FacOes para riacho e fachina
ti miiIi'i para caf
.ri* de ftrro agatha
Serrote para carne
Toalhas de algodito trancado de .")
metros de comprimento para me
sas de rancho
.'adeiras de guarnidlo de Jacaranda
'I irmitas ds folha de 8 brabas
Ja nudos de folha para inferiores
Kgua.s aoa existentes no Arsenal
Cordao de la para canudos de infe-
riores
Brabante grosso, nvelos
.'astc.es de broucou rasquinhos com
mangas de vidro
Gasti^aes de Ittao
Almotirizes de bronze, com mos
J liria de ferro batido para banhos de
aceio
Chaleiras grandes de ferro
(Jhaleiras pequeas de ferro
Oolheres de metal para cha
' Jolh^res de metal para sopo
Comadres de metal ou zinco
lacas e garfos com cabos di osso para
soldados
Bulis grandes de folha
Tabuleiros grandes de folla para conduzir
4
2
2
2
4
ti
24
24
1
00
4
agna, medindo 3 metros c 40 centmetros
de largura, e 6 metron e 90 centmetros
de comprioicnto, com porta e janella de
frente, e sala e 2pequeos quartos avaha
da em 200(5000 para pagamento do que
deve a iLesraa fazenda Antonio Jeronymo
Marqir s.
A caa n. 9 a sua Imperial, de pedra e
cal, medindo 4 metros o 40 centmetros
de largura, e 20 menos c 40 centmetros
de comprimento, com porta e janella de
frent-, 2 salas, 3 qmrtos, cosinha fora e
quintal murado avahada era 8000000 para
pagamento do que deve a mesma fazenda
JoSo Joto Fernandos de Carvalho.
O sobrado de um an ar sito a ra 24
de M. io n. 52, medindo 4 metros e 40
centimetr-s de largura, c 12 uetros e 90
centmetros de comprimento, tendo o pa-
vimento terr-io porta e janeila de rrnte e
1 porta para o pavimento superior, 2 salas,
2 quartos, cosiuha fora, qmrto de appa-
reino e quintal murado com cacimba meei-
ra : e o pavimento superior com os meamos
commodos do interior avahado em 2:50 ,
para pagamento do que deve a mesma
fazenda Jos Manoel Teixeira Jnior.
Um balcSo do luuro e 2 depsitos para
bolax:s avahados em 5GJ000, e 1 relogio
de parede avahado em lOiJOOO cujos objec
tos exutem no estabelecimento n. 213 a
ra do Visconde de Goyan a e vSo a praca
para pagamento do que deve a mesma fa->
zenda Manoel Ca pinteiro do Souza.
liecife, 14 de Cimbro de 1390.
O solicitador da fazenda,
Joiio Cando Calateante de Albuquerque.
dietas
bai8ea de cosinha
Frigid iras grandes de lerrj estanhado
dem dem pequeas
Orines de ferro batido
Perfil madores de lati ou cobre
Tigelaa le tarro batido
Talhas de barro com tampas para agua
Livros e outros
1
4
2
2
24
4
18
2
artigos de escriptura-
(2o
Livros com 250 folhas, em branco, ten
do a ii ginaO,'"42 de comprment) e 028
de lrg ira, da qualidade e formato da
r.ruostia existente no Arsenal, e com a
ij'.uiieraci impre: sa, 5.
Livro com 100 f Ihas das mesmas di
menso-s, da qualidade c formato da amos-
tra ex .tinte no Arsenal, e com a nnme
aco impressa, 1.
Livros om 2^0 folhas das mesuas di
ixensi3e8, da qualidade e formato da amos
ta existente no Arsenal, e com a nume-
racSo impressa, 3.
Livro com 15'J folhas das mesmas di-
mensoe8, da qualidade c formato da amos-
tra existente no Arsenal, e com a nume-
raeJo impressa, 5.
Papel Imperial 90 quadernos
Papel p.irdo para erabr ;lho 72 ditos,
Secret.ria do Arsenal de Guerra de
Pirnaiibuco, 12 de Outubro de 1890.
O secretario interine,
rminioH Jos de Azevedo Pedra.
Juizo dos Feitos da Fa-
zenda
>;scrivo Cintra
Nj dia 24 do corrate mez e depois da
aadienc.ia do cidado Dr. juiz substituto
dos Feitos da Fazenda deste Estado se
ha de arrematar em praya publica o se-
gainte
A cha terrea n. 23 na travessa do Pei-
xoto, medindo 3 metros o 65 ceotimetros
de largura e 11 metro3 e 10 centimentros
d comp imento. com porta e janella de
frente, 2 salas, 2 quartos, cozinha fra,
quintal murado, com agua encanada e
tanque para banLo, avali.da em l:000i>,
para pagamento do que deve a fazenda
deste Estado Mara Adelaide de Moraes
Carvalho ou Juliana Muniz.
A casa n. 261 Ea roa Imperial, medin-
do 3 metros e 40 centmetros de largura,
t 9 metros e 5 centmetros de compri-
mento, bastante estragada, com porta e
Faculdade de Direito
De ordi-rn do Sr. Dr. ilirector, fjco publico
que os actos extraordinarios do lerceiro anno
tero ugar ao meio da, e qac farl parte da
banca examinadora o D Cirae, e.n sabjtitairio
ao Dr. Jjo Vieira de Araujo.
Secretara da Faculdade de Direito do Recite,
15 de Outubro de 1890. O secretario,
Bonifacio de Aragao Farm Rocha.
Inspectora Geral de
Hygieoe
Em virtude do que dispute o arl 68 do
rcgulamento que baixou com o decreto n.
169 de 18 de Janeiro de 1890, a Inspecto-
ra Geral de Hygiene faz publico, pelo
prazo de 8 dias, que o cidado Ca idino
Augusto de Lagos Ihe dirigi a seguinte
petii;So com documentos que satisfasem as
exigencias do art. 67 do citado regula
mente :
. Clat'dino Augusto de Lagos, pharma
ceutico licenciado pelo governo imperial
por aviso de 21 de Junho de 1873, para
funecionar na villa do Bom Jardim, deste
Estado de Pernambuco, obteve em 30 de
Jnho de 1881 transferencia para a cidade
de Caruar do mesmo Estado, como se
verifica da publica-forma junta. Succede,
porm, que, tendo o supplicante imperiosa
necessidade de ir residir na pov^acSo de
Primavera, da comarca da Escada, vem
respetosamente, em vista do novo regu-
lamento, ante V. Exc pedir p ra que se
digne conceder Ihe transferencia par aquelle
logar, visto n3o existir phsrmaceutico for-
mado e sr de cecessidade urna ph rmecia
naque lia localidade, como declara a Inten-
dencia municipal, que jsnto a esto acom
panba a sen despacho As habilitares
co supplicante, Exm. Sr., estiio provadas
nao s pela longa pratica de 26 annos,
como pelos honrosos attestados do Exm.
Sr. Dr. juiz de direito desta comarca, da
Exma. Intendencia deste municipio, e dos
illnstradcs mdicos que com o supplicante
funeonaram, cojos documentos acompa-
nham a presente peti(ao. Assim, pede a
V. Exc. que Ihe conceda a transferencia
requerida, da cidade de Caruar para a
povoacao de Primavera, deste Estado de
Pernambuco e da comarca da Escada
E. R M Caruar, 2 de Julho de 1890.
Claudino Augusto de Lagos. Sobre ama
estampilha de duzentos ris.
E declara que, si 30 dias depois do
ultimo annuncio, nenhnm pharmaceutico
formado Ihe communicar ou inspectora
de hygiene do Estado de Pernambtco a
resolucao de estabelecer pharmacia na
citada localidade, conceder ao pratico a
licenfa requerida.
Iospeetoria Geral de Hygiene, 16 de
Setembro de 1890.Dr. Pedro Affonto de
Corcalho, secretario.
De ordem do cidadao capitao tenente Prederi-
co Guilherme de Souia Serrano, Inspector deste
Arsenal, faco publico que recebe-se propostas
em cartas fechadas no da 17 do correte mez as
11 boras da manha em urna das salas da Secre-
taria desla io&pecgao para o fomecioienlo de ex-
pediente aos navios da armada nacional e a este
estabelecimento e nem a3sun para lvagem e
engommado de roupa da Euf-;rmaria de Mari
nba deste Estado a saber :
Compasso Uno, um.
Canelas Unas, ama.
Caetas entre linas, ame. m
Caivete tino, cabo de martim, un.
Caivete Uno, cabo de madreperola, um. -v
Clchete para papel, caixa.
Carta de A B 0, orna.
Catbeclsmo de doatrloa, um.
Catheci.-ino brazileiro. uro.
Collecgoesdc compindios, urna.
Crayon, um. *
CordSo, rolo.
Campanillas de metal lino, urna.
Eiiviiiiopes pequeos, cento.
Env-l'o<8 para papel mililitro, ccnlo.
Envillopes un branco para ollicioj, cenlo.
Envellopcs para ollicios cotn insuripc-lo, ccnlo.
Eoveilopes m folio* um.
Esciivaoinha peqaeoa de vidro, u ra.
iicrivaiiiiiba. gruude de vidro, urna
Faca de osso para papel, urna.
Faca de inurliui para papel, ama.
Gomma arbica liquida, frasco.
Lipis de borra lia, Faber, um.
Lapis de (.- Fab- r, un.
Lapis prelo, Faber. um.
Livros em uranco de papel liutne paulado de en
cadernaco de panno e papel com 23 folhas,
um.
Com 50 folhas, u.n.
Com 100 folhas, um.
Com 110 folha?, um.
Com 200 folhas, um.
Livros em branco de papel Hollanda pautado,
formato Carro, com encadernago de couro e
brim com 50 folbas, um.
Com 100 fjlbas, um.
Com 150 f Iba?, um.
Com 200 folhas, tro.
Com 303 folbas, um.
Limpador de penua, um.
I.ou-a para cenia, um''.
L--c e encarnado, pao.
Capel liume I so, resma.
Papel liume pautado, tesna.
Papel Hollanda liso, caderno.
Papel Hollanda paulado, caderno.
Papel d; linho azul pautado, resma.
Papel de liobo inglez branco pautado, resma.
Papel branco sem raargem para t (linio, resma.
Papel branco sem margem paia (fh.-iocorain
scrirco. resma.
Papel branco para cilicio com inscripcao, res
ma.
Papel rosado para officio com inscripcao, res
ma.
Papvl pequeo para carta, caixa.
Papel ministro para caria caixa.
Pap?l ministro para carta com timbre, caixa
Papel mata borrao, cartao, folha.
Papel para mappas, lolha.
Papel pardo para capas, lolha.
Peonas de acc Pery, n. 150, caixa.
Pennas de neo Mala, caixa.
Penoas de ar.o americano, caixa.
Pasta de oleado com fbro, urna.
Peso de vidro, um.
Regua de bano, chala e quadrada. com frito de
metal, orna.
Haspadeira de cabo de osso ou madeira, orna.
Rajpad ira cani ele, cabo de osso, urna
Tinta ingltza para escrever, litro.
Tina nacional, litio.
Tmpano de metal lino, um.
Tinteiro pequeo de vidro oo lonja, um.
TiEta carmun. frasco.
Tira huta, um.
Thesouras gran Jes para papel, uiua.
Tablet de guita perche Faber, um.
Vaso para esponja, um
Pecas de roupa da enfermara, lavada, enjer-
tada e pausada a ferro com pregamento de bo-
ides, urna.
Sao devores d< s fornecedores:
Art. 3i. Os lomeedores firmando contracto,
pso facto se obrigam :
Io A foroecer artigos ou gneros as quantida
dts pedidas,
2 A entregal-os nos logares que forero desi-
gnados, arrumando os a s ua costa, depois de
approvados.
3" A salisfazer os pedidos dentro de qualro
das uteis, contados da dala em que se Ibes lizer
entrega delle, salvo quando se tratar de ferro,
madi-ira.-, cal, barro, arcia, bj los communs, te-
nas Je barro c parallellpjpedos < m que o praso
mximo sera de qninze dias nteis.
a) Qaando c artigo pedido pela sua oatureza
e teodo-se em vista a qu..niidade, depender de
manufactura, o praso mximo para o forneci-
meulo ser marcado nos despachos laucados nos
peJidos pela autoridade competente.
b) Qaando o tervico publico exigir que se
lance nos pedidos a nota de urgentissimo. e nao
dependeudo os artigos de manufactura, os con-
t'actautes serao obrigados a i-flecluar o forne-
cimeoto oo praso de i horas.
i* A organbar soas facturas conforme o mo
dello o. 3 e a legalisal-os com solo proporcional,
na conformidade dos arts. 1- e 2' do decreto e
regulameolo o. 8916 de 19 de Marco de 1883,
inuiilisando us eslampilhas com a data e a as-
signatura, escripias parte nopap-i e parte no
sebo, conforme o art. 17 do dito n-gulamento.
5' A ndo ri-clama- imiemnisacao por prejn'zo
algum, siji qual for a sua procedencia, salvo o
caso de a varia occasionada pelo pessoal admi
nutran i vo (luante o recebimeoto.
6 A continuar a foinecer os gneros pelo
mesmo prec> se o governo jular conveniente,
por mais 60 dias ilcm do praso do contracto,
sera que por isso Ihe lique direito a mi proro-
gaco
Art. 35 Todos os artigos sero sujeilos a ap
provacao e reprovaclo dos peritos ofilcialmeute
desgnados, fie ndu osconiractantes sujeitos a
muha dj 20 / do valor dilles quando forem
rejeiUdcs por mi qualidade, ou a de 10%
quando pesar da ba quali 'ade, nao servirem
para o li:n a que forem dclinados.
nico. A rep.-rii{ao cun plenle- lavrando
termo de mulla, marcar o praso para a sub
stiluicao da artigo ou gtnero por qualquer cir-
cumstancia n jeilado, e nao se juslitteando a
ubbtiluicao nesse praso; ser o artigo adquiri-
do por ajuste no mercado, pagando o contac-
tante ao Estado a differenca rxialente entre o
preco do con tracto e o preco do ajo-'tp.
Art. 36. Os contracianies que apresenlarcm
artigos ou gneros depois da prazo designado
Boario sujeitos a multa de 5 % dclles e ua ae
10 % es que declararen) que nSo os podem for-
neeer qualquer que seja o motivo api esenlado.
1/ Qaando se reconhecer que o artigo ou
geuero o&o fornecido pelo cootractaule existe
no mercado, em vtz da multa de 10 % ser o
dito contractante obneaao a Indemuisar o Esta-
do da diQVrenca que se verihV.ar entre o preco
do contracto e o preco pelo qual elle foi adque-
rido.
H
grapo ou grupos relativos a seo ramo de com-
tnsrcio ou de industria.
i.' Os concurrentes formulsrao es seas pre-
gas com linla prela as columnas competentes
dos exemplares ciu al arlamos e por extenso ;
a proposta ser em ama so v.a c envoltorio fe-
chado.
Secretarla da Inspeccao do Arsenal de Mari
oha, lide Outubro de 1390.
O secretario,
Anlonio da Silva Azevedo
.jgiene publica
De ordem do cidad&o Dr. Inspector interino
Je hygiene, faco pnblico a quem Interessar pos-
so, que a bem da saode publica e de accordo
com as posturas municipats, rica desde j pro
bibida nos mercados pblicos e talhos particu-
lares a vtoda de carne verde depois das 3 h ras
da tarde, peioque os infractorc: iocorrerao as
penas impostas, quer pelo regu.'amenio sanitario
vigente, quer pelos municipaes.
tospectoria de hygieno publica do Estado de
Pernamboco, 13 de Outobro de 1890.
O secretario,
________________ Guilherme uirle.
Xm aecreiari da anta Cisaoe MI
erl< orcliu al ti.arii m- as esrdlBtea
rMi i
Ras :
Amorim 1* andar n 23
ita 2" andar o. 23
Dita armazcm n. i
VigarioTenoiio Io andar n. 23
Dita Io. andar n. 5
Domingos Jos Martina, terrea n. 16
'Joropanhia Peruarobucaiia Iota o. 30
Uorgo., terrea n. 21
Lapa n 2
Recco do Abreu 2o andar n. 2
u
nited otates and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Seguran Este novo vapor de volta
de sna primeira viagem
dos portos ao sal 6 espe
rado at o dia 16 ie Oato -
bro, entrar pela primei
ra vez neste porto, e depois da demora necea
sana seguir: para os portos do
Para, Barbados, Thomaz e
\ew Vork
?ara carga, passagens, encommendas e di
tbeiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ba do Commecior8
1 andar
O vapor La Plata
?dispensare! para
Lisboa, Vigo
B* espenda isa
portos *> san-
an 3 de Noy:-
bro segaiao _e-
pois da demora
Qaadro da Delenco o. 4
Baro de S. Doria dem n. 3
Paleo Fioriuno dem n. 45
Bom eeai Armazem n. 35
Roa Imperial casa Ierra n. 151
Sitio da Casa Forte u. 25
Ra da Madre de D. us armazem n.
Ra da Mreda arm.>zem n. 47
Vidal de Xegreiro casa terrea n 70
Ra do Bom Jess 3 andar n 13
Roa do Amorim armazem o. 2i
16/000
15/000
30<000
25/000
20/000
20/000
15/000
14/000
liJOOO
8/.000
6/000
23/000
14/000
33/333
28*000
25/000
12/500
16/666
23000
I3000
20/000
SEGURO COM IU F0I.0
tloyal Insurance Compan}
de Liverpool
CAPITAL 9.000:000
i AGENTES
R. Drusina &. C.
l (lina Marquex de OlInda-IS
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EDIFICIOS E MERCADURAS
TAZAS BAIXA8
Prompto pagamento de prejuizos
SEM DESCONT
A COMPAA
IMPERIAL
DE LO\ORES
Estabelecida em 1803
CAPITAL R. l,O00:0OO0O0
AGENTES BROWNS & C.
N. 5-RUA DO COMMERCIO-tf. 5
CONTRA FOGO
fhe Liverpool Leodon i (lobt
INSURAITGE CC.-FANT
si_:n_:a, sjs__2a_ & c.
Ra do Commereo n. 3
SEGKOS
lA-'IIOS GONTKA FOfin
C._.panhla Pheolx Per-
nmbncana
RA DO COMMEHCIO N. 46
Coiupaoiia de Segaros
AGENTE
Miguel Jos Al ves
*. 1 Hn do Bom J-u-\. *
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
.Vestes ltimos seguros a nica companhu
esta praca que concede aos Srs. segurados isemp
lo de pagamento de premio em cada setime
.ono, o que equivale ao descont annual de cer
a de 15 por cento em tavor dos segurados
Lloy. Brasileiro
PORTOS DO SDL
O vapor Maranho
Commandante Carlos Antonio Gomes
E' esperado do sul at o dia 17
de Outubro e depois da demo
ra nece^saria seguir para os
nonos ao no t^ at Manos.
As encommendas fcr.o recebidas at 1 hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Sanio n. 11.
Para passagens, fretes e eacommaudas tri'a-
se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazil
'ommandante o eapitao de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do nor-
te ate o ia 23 ile Outubro e de
pois da demora indispensave
guir nara e; portos do sul,
recebeudo carga bardear no Rio de Janeiro:
para Sanios, Caoana. Iguape, Paracagn, Ante
ama. S. Francisco, Itajahy, Santa Caiharina, Rio
Grande, Pelotas e Porto Alegre..
As encommendas sero recebidas al 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. canegadores pedimos a ena attencao
para a clausula 10a dos conhjcimeQtos, que :
No caso de haver alguma reclam. cao contra a
campanhia, pnr avaria ou perda, deve ser feita
por escripto ao agente re pciivo do porto da
lescarga. deDtro de tres das depais de finali-
si^a.
Nao procedendo e-ta formalidade a compaohia
6ca senta de toda a responsabilidade.
Para nassagen, frates e encommendas tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
Sanuuoptoa
Camarotes reservados para os passareiro- de
Pernambuco. ^^
Redcelo de passagens
Ua Umtvoiu
v Lisboa 1* classe 20 30
i' Soutbampton 1' ciaste -28 4 |S
Para passagene, fretes. encooune-Uaa. ___-. e
o a os
AGENTES
Amorim Irinos & C.
N.3RusdoBon JessN. 3
C_
Tf _
'alfana pamoaanveajta
DE
Vavega^So easCelra par *
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Mossor, Ara: .
O vapor Jaboatao
Commandante Joo da Silva Pereira
Segu no dia 21 de Oumbro __ i
horas da tarde. Recebe carga, as-
,commendas, passageos, e dinbeiro a
frete al as 3 boras da urde o
da da partida.
ESCRIPTORIO
1} Cata da Companhia Pcrnambua-,,
n. 12

LEILOES
'Ra do Cowmre>=~)
lo andar
Quinta-feira (16) deve ler logar o leilo je
movis, louca, vjijros, 1 vacra lounna e dous
val los, na casa da ra do Bario de S. Borja
i9, para onde partia s 10 boras e 1,4 o bo I
quedara passagem graiis aos concurrentes.
Sexta feira. 17. o de um variado sortimeoto
(bjectos de pbantasia, de electro pate, de oro-
ze, fazer das e miodesas existentes no Comp? -
industriel Franca a roa do I.perador n. 3,
andar.
Leilo
De cavallos de corridas, toes como Con'i
e Vivaz, e a egtta Stella. e urna oat- 1
egua da trra, e 1011 vaeea tourina co;-j
cria.
Quinta-fei-, 10 da corrate
A's 2 horas da 'arde
E frente casa da ra do Baro de S Be 1
o. 29, onde ha ver leilo e movis. I vac^j
tourina, 1 cavado de sella e ma cavaliinbo pa 1
menino.
a vapor
o Havre, Lisboa
Rio de Janeiro <
CHAKGtURS REUNIb
Companbla Fran- a_
DE
\avegaco
- i 2 ha quinzenal entre
Pernambuco, Bahia,
Santos.
O vapor Parahjba
Commandante Voisin
E' esperado Az Europa at o dia
2o de Outobro seguindo depoit
da iDdispensavel demora para
K10 de Janeiro e Santos
Aoga-se aos Srs. importadores de carga pelet
apores desta linha, queiram apresentar dentrr
le 6 das a contar do da descarga das alvarengac
(ualquer reclamacao concernente a volumes que
jorveuiura tenbam seguido para os portos de
mi atim de se poder dar a tempo as prov
lencias necessaras.
Expirado o reterdo prazo a companbia nao se
esponsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
ibeiro a frete : trata-se com o
AGENTE
Angoste Ubille
^-RUA DO COJVOERCIO -9
Leilo
2. Quando o fornecimento nao se realinr
deulro ae 15 das uteis, cootados da data em
que expirar o prazo marcado para a entrega, os
empregadoa flseaes, considerarao o fado como
se o coutraciante decara?se nao pode: efectuar
o fomeclmen'o. c cassado o pediJo, se lavrar o
competente termo de multa.
Art. 37. O governo poder rescindir os con
lrac!03. sem direito a reclamacio alguma por
parle das contracantes em caso de faltas com
mullidas por estes.
Arl. 38. Quando por qualquer circomstaocia o
contraclanie pedir a resoit) do contracto, se
observar o que deitrmioa o nico do art. 33
Sclvo caso especial de exiioccao ou liquidacao
de seu estabelecimento mercaoiil e industrial.
Art. 39 Todos os contractos Armados em vir-
lude rio prest nte reeulamento nao poderao ser
transferidos se nao as firmas commerciaes, suc-
cessoras dos con 1 raptantes, precedendo declara
gao escripia de que acceitam tod >| es oous c
vania'gens de eeus aotecessore?.
ODservacOes
Art. 25. Os proponeaies que se ioscreverem
para o forueeimenlo annonciado deverao bcrer
ao lecreUrio doas exemplares impressos do
[_f D EMNISADORA
Companhia de Segoros
JLARrnMOS E TERRESTRF
Estabelecida eos ins
Estado flaanceJro ea 31 de De-
zemhro de 1889.
Capital 1,000:0001000
Fundo de reserva 110:3761000
Sinislros pagos 1,776:683^000
44Ra do Commer^'t44
COm.*HIA l>ER\IIRIC4\t
DE
%'avegacSo costelra por Vapor
Para Fernando de Noronha
O vapor Jacnhjpe
Commandsntij Carvalho
Segu no dia 18 de Outubro as 12
horas da manb2. Recebe carga at o
fdia 17 e passagens at s 10 horas
la manha do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
London & Brasilian Bank
Limited
Rua do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
.as do mesmo banco em Portugal sende
ni Lisboa ra dos Capellixtas n. 75. No
'orto, roa dos Ingleses.
ompanl)ia fre ^rjuros
SCVTBA F0.D
NORTHERN
de i.oudrc s e Aberdaen
Josifo fananceira (Uezembrode 1887y
Capital subscripi 3.000,000
Fundos accumulados 3.421,000
eceia auou.il :
Do premios contra fogo 607,000
De premios sobro vidas 197,000
De uros 143,000
O AGENTE,
John H.BoxineU.
Pacific Sleara Navigation
Compaii^
STr_VITSOFMAGELl_\N LTNE
O paquete Iberia
Esperase ua Europa at o dia
19 de Outubro e seguir de-
pois da demora do costme para
__Valparaiso com escala por
de Jameiro Montevideo e Bue
nos Ayre
Para carga, passageiros, encommendas e di
iheiro a frete: trata-se cm os
AGENTES
Wilson. Sois ., Limited
14--RIJA DO COMMERCIO14
Bahia
De movis, 10052, vidros, espeibos, crotn>, bcj
vac a lourina, um cavallode sella e 1 jaroer: >
para menino.
Na casa da roa de S. Borja n. 29, prnlads '9
arcar ello com grade e portao de ierro ni
frente
A saber :
Sala de visita
Da ama serafina americana, tuna mobilia 9
junco oro tneo-ti de palhlnha, romposta de !i
cadeirus de guain;i4o. ? 1 iraco-i, um sof ? i
contlos com pedra, i g'-'itka empelos, 9 qc-
a"ros>, 1 tapete para sof c > para janellas e por-
tas, 2 jarros linos, I mesa e i raJelf para )o-
go e mais tres jarro', i esrarraieirss de p-r-
cdlana.
Correder
18 endeiras amerieanas. I secretaria, 1 m-a
quadrada com ga.cta e cnaves e 1 clarineta
1" quarto
I cama de pi carga comentadla prela, I t;*-
let de j"-..-r n.ia. 2 cas.icaes de vidros coa la
ternas, 1 ranJo oratorio de Jacaranda massic--.
I jarros, l maneqoim, t gando e I lote de ,-
vros.
2* quarto
I guara vestidos de amarello, 1 coauaM
iii-ira re amarello, 1 lavatorio con pedra, I ap-
parelbo de porcellana para o mesmo, S jarras >?
gesso, 1 cabide de columna e 1 Desinfla.
3* quarto
1 marquezo de amarello, 1 toiiete de }*z-
rand com pedra, 2 casticaes de vidro. I haato-
rio com pedra, 1 mesa de amarello, 1 lvalo- o
de amarello e 2 jarros.
Sala de jantar
i mesa de amarello com 7 tabeas, S graod 5
jp parado res com pedra, 1 dito de pedra. I gua-
ja louca, 12 cadeiras de junco, 2 de balaoco, 2
grandes q o adro?, louca para jai lar. dita pa::
cb, garrafas, copos, clices, fructeiras. bules 1
metal, 1 boBito licoreiro, compoteiras, I lerno
bandeijas.
tulota feira. fltt deartadir.
O agenie Pinto, autorsado por orna assu 1
que seguio para o sul no vapor Manos, leva-
r a leilSo os movis e mais oojectos existen" -
na ca-a da ra do Baro de S. Boija n. 29.
Eaa contianafia
Vender o mesmo agenie :
Urna vacia tourina com cria, um cavado ; -
dador e cavaliinbo de sella, manso para ra-
nino.
O bond das 10 boras e 1 quarto dar pss-u-
gem gratis aos concurrentes do leilo, que prin-
cipiar s 10 1/2 boras.
Agente Silveira
Leilo
de om bonito cavallo rodado, grande e matricu-
lado no Stud Bock de Pernamboco, com o dol. ;
Tombadi r 2 *, raagnilico para om carro e pro -
prio para garanb&o.
tilinta feira. 1 tt da carrale
A's 11 horas
Em frente ao armazem a ra Estreita 1' >
Rosario n. 8
Leilo
MARTIMOS
Escuna nacional Pelotas
A sabir para Rio Grande, Pelotas e Porto Ale-
gre, teodo parte de sui carga engajada ; a ira
uro resto que Ihe talla com Costa Medeiros,
i ra do Amorim n. _'
A. Me. Auslaod, capitao a galera ingleza
Argomene, presentemente anroorado nesiepor
to, declara que nao se responsabilisa por deb
tos contratados ou a contrabir pelos seos'tripa-
lant.
C Jiipanhia Bahiana de Na-
vea(jao a Vapor
Micei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Grao-Para
Commandante Lacerda
Seguir para os
portos cima
indicados no dia
16 de Otnubro as
'4 horas da tarde
Para carga, passagens, encommendas e dnhei-
r j a frete trata-se com o
AGENTE
Podro Osorio de Cerqueira
VJRa do Vigao17
Royal' Mail Steam Packe*
Company
O vapor Tamar
Esperare da Europa ateo dia2od<
Oulubro, seguiudo depois da de
mi ra indispensave! para
Sfela, Rio de _aueiro, autos.
Montevideo e Buenos-Ayre*
Para passagens, carga e encoamendas tra
.a-sc com 08 AGENTES
Oe 20 caixinhas com cb prelo, 9 caizaa aaa
massas alimenticias, latas com biscoutos, vinr. j
Alcobaca em barris, papel tabaco para agarro?
movis, piano.9, espelbos ovaes, quatiros, louca?,
candieiros, copos, i cofre com segredo e nuil: -
outros cbjeclo?.
Quinta feira, lttdo cor rente
A's 11 horas
No armazem ra Marques de Olictl.i
n. 48
POR INTERVEN9AO DO AOEKTE
uiismao
Leilo
Agente Pestaa
Leilao definitivo- de predios e um impor-
tante sitio estrada de J0S0 de Barros
n. 13, em frente a capella.
Expeliente emprego de capital para quem pu
der comprar, pois tendo de se recojher ss apo -
lices, as compras tornarse bao mais difficeis e
por maior dirheiro.
Quin a-feira 16 do coi rente
, A's U horas
No armazem travesea do Corpo Santa
n.27
A aaber; ;'
Casa terrea, sita ru da Gloria o. 18, Oas
sola e portao, rendendo 30*000 meosaes, ter*-
vmdo de base a eflerta de 2.284*500 obtida no
1 leilo, dem a ra da Palma n. 11, rt-ndendo
25*000 meosaes. serviado de base a osferUd.
1:8301000 do 1 leilo, 17 metan agu:s sitas k
ua de Joio Fernandes Vieira os 54 e M, ren-



-.
,

- 1.


lamnm



deudo 1404 wmw, asea lertaaA tm Vt*il de
Negreiros, o pateo 3Ci mem-aes, servindo de Dase a ofterta de
J754* Obrado una andar sito ra do Pba
rol n. 10, rendeodo rarn-aes SflfUOO. i Hera de
53#0U8, um ma de 2 andaros e solo ra
dos Bu-no." n. 3 n ndeudoneosas* 344, offerta
de am 4:490*000 casa terrea com 2 solios, eila
i roa de L uws Valentinas n 4 mi oto a tgreja
deS. *H>iiro, reodeiMo biiwi te*, ofleru ae
1:840*000, 3 ditas ditas na. i B, 1 C. e 3, oa
freguezia da Gr*ga, Baixa Verde, rende ndo ca
da urna 14* mensaes, offerta de 9i0* por cada
caa, i importante sitio a estrada de ioao de
Bi-rros n 19 que rende an. ualroeote 813*, of
fcrta obiiida 5 742*000.
Os ref< ndos prnlins achara se livres e desem-
baracadosde quae^qorr onns, eoi bom estado de
conse vaco e excellentes rendttceotos para
quem os comprar. _______________
Leilo
De dous gu:. rda-vestidtis de mogno, sendo
m com eapelho
Hoje, l>, 12 horas
Agente Pinto
Na casa da ra do Barao de S. Borja
n 29
Por occasiio de um nutro leilfio de movis,
cucas, vidros, estallos le sellj e corrida e urna
vacca tourioa.____________________
Agente Brito
Leilo
1 torno de tornear, i lote de modelos de ma-
deira, i volante de ferro com manivela, diversos
modelos de sol la, 3 rampo- de ferro, 3 macares
de ferro, diversas ferramenta* e outros mullos
objectos propr'oi pira fundido ou cal Urna arroacao de mad ira. 1 importante rede
de arrasto oaia pessaria e diversos muveis.
Sexta-feira 17 do crrente
A'* 11 hora
62 Ra da Roda 62
Ao correr do martello
Leilo
de leques, chapeos, chailea, espartilhos,
bolsas, carteiras cannelabios, e*pelhos,
quadios, salvas, talberes e colheres de
electro-plate, camas de ferro com lastro
de ar. me, pratos e outros objecioB de
bronze, papel, albuns, collariohos, ca-
misas de linho, lanternas, castgaos de
mola, tinteiros, campas, bengalas, len-
ces e muitus outros artigo de phanta
sia existentes no Comptoir Iadustriel
Franciis.
A' rua do Imperador n. 3, 1." andar
3ext-feira 17 do correte
A'a 101(2 horas
Mar.*. r'nJrippe de Souza leodo de fzer
urna viag m a Franca c m o flm de consolidar
sua empresa roramrcial faz leilo por interven
cao do arente l'ioto e por conta e risco de quem
pertencer des ; ugos e mercaJorias ac.ma men
cionadas que foram escomroeodadas c oelxadas
por couta (reservabas af respectivas amostras
para novas encommendas) sendo que o leilo
comecar as 101|2 oras em ponto, por seren
mallos e differtnies os lotes.
AVISOS DIVERSOS
Aluga
-se
0 armaxem, le andares do predio n. 30,
ra M -quez de Oliods, com sabida para a ra
Domingos Jos Martina ; a tratar na Pharmacia
Francesa, roa Bar*o da Victoria.
Tonino de Caraacan
Kralaorador vegetal *om artsMas
Oenire todas as prepartf9ea congneres que
de idrmente propalara reus effeitos, nao surgi
ainda urna que alcancasse o xito do Camacan,
que pela sua compos gao asss poderosa e sua-
ve, tem a propriedade. exclusiva de curar e pre-
servar oa cabellos de torios os males da calvice.
qce possam sobrevir lhe
Comporto somente por Jo o Gomes de Amo-
'im (euecessor de Martins e Rastot-) e premiado
na expoeicao de Pars de 1889, o Camacan foi
ubmttudo loriga* experiencias, das quaes deu
maravilhosos resrlU dos.
A' enda em todas >s lojas de perfumaras e
no deposito gen. I da fabrica a ra da Aurora
numero 1P3.____________
Ao cofiamerci
Eu, abaixo assigoade, declaro elo presente
anaoocio tae rxaprti no da SOdeSetembro
proxim passado aos Srs. Freilaa Serpa A C o
sen esta be eci ment de merceana sito a ra Vis-
conde de Gojaona n. 191 -B, hvre e desembara-
za do de todo e qnalquer onus. ricando entto so-
mente obngado pelo passivo, como consta do
balanco. Reelle, 14 de Ootubro de 1*90.
Manoel Borges Leal._____
a da ra
Vende-se ou admitte-se um socio cm nma
padaria sita em muio boa localidad?, com bom
re'aibo, d-smunchando actualmente de tres a
quato barricas de farioba diariamente ; quem
pretencer dirija te a informar ao caes do Apollo
n. 47. armaaem de Machado Lope C- __
C sas no Me. teiro
Alugam ee dnas ca-asno Mooteiro, p'oximas
do rio e rumio perto da estacao ; a tratar na ra
! de Marco n. iQ-A.________________________
Criado e cosinheiro
Na ra da Saudade u. 27, precisa-se de um
crudo e de um bom cosinbeiro ou cosinheira,
B. iiminan
Roa W arquea: de Ol di a. 11
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unic<
deposito da afamada cer
veja Phoenix de Dortmuuc
e do chocolate Ph. Sucharc1
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Danneman
&C, S.J'elix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha dt
Ouro na Exposi^ao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
MaSMMTl
*onnsm
^f* OLERY Vende- em uai i
Lopes
& Aratijo
Para eugenhos
idade.
Aluga-se
o i- e 2- anderos tratar n iithoguj.b.a ra Mrquez de Olinda
numero 8.
Alugam se casas caiada e pintadas sou a
ios fnds de S. Goncalo, a 8* ; tratar na ra ca
imperatr z v. 76.
Prtcisa e de uma urna para servico do
mestico de casi de familia ; na ra 1 de Marco
minero i.__________________________
Na tr vissa da praia do for:c p. 6, preci-
''a-se de urna ma para cos har e ensaboar,
para uma familia Oe duas peesoas, nao dorrtin
^lo fra.
Por pf'''- i'.iimodo alui um niltr e :iiao a iua Augusta n. 20i ; a ira-
ar na ruj da ln[Orat Pre^mt se <|ue a casa aBnunciada rio laro
de S. Jos, nao Ib* perteuce a m^iacao do oiiio
que tem is pilares.
~ Precisa se de u a coeinoeira ; a tratar oa
ra do Hospicio n. 65_______________________
Aluga se per prego comando qualqner dos
dous andares do sobiaoo n. loo ra Imperial,
com bastantes acommodacoes para familias :
qoera os pretender dirija se a roa do Imperado-
a. 36. 1 andar, escnpio'io do Dr Mores Silva.
Precisa se de uma criada para copeira e
mais servigo de uma familia ; a tratar na ra da
Soledade n. 82.___________________
Vtnde-se ou alaga se o sobrado da ra de
S-U'-a Rua n. 76 ; a tratar na ra da Peiiha na
mero i.______________ _____________
Vende se or barato preep as aeguinUs feria
gens na rua do Ba ao da Victoria n. 6 :
canos de ferro ettaubado de 3/4, 1, 1 I/i, i
1/2 e 2 poleg.das,
Canos de ebumbo para agua.
Ditos para gaz.
Fellis, safias, tornos para ferreiro.
Tarra has. martellos, limas para dats
Marretas para quebrar pedra..
Ac fundido Picare Ha para estradas de ferro
Moinhos para relinacio.
Trens para cosinha.
Ternos de bandeijas linas.
Serras para vjpor.
Grande so^timei to de ferragens e cutellaria.
O FUMO
Higyenico Nacional
E' iaento de qualqner cornposigSo
iumica e nociva.
E' cscolhido d, a me'ihorea qualidades do
nomo.
Um pacote da 50 graounes custa 200 rs
Fabrica Miiitia E>peranga
Rua largado Rozano 21
elephoae tl8
C/osinheira
Precua-se de uma uosinbeira ; ua Pan le de
Ucboa n. M.
MUTA ATTMCAO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como dea^do aSe
osMINHA E3PERANCA.
Olhai com attenclo para o envolucro loa
iigarrofl rmde ae l a paUvra ESPE-
RANZA.
Ha muiu quem venda gato por lebre !
Nrs grandes roerciarias, as cams de
refs.cSes, as tabacrias, nos aloes de
nabelleireiros, vende-se oa nossos
garrea.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Rua larga do Rozarlo n. 21 A
feolphone 191.
Alug
a-se
0 lerc?iro andar do predio si o a rua do Ba-
rSo da Victoria n. 60, a tratar no andar terreo.
Aos f?enhores deengenhos
Tri-M'.lphtlo dr! cal
Superior a al de Liuboa e polaaaa
Para aivejar e limpar o as-ucar
Vendrm Guimares 4 Valenle
6Corpo Santo6
foyal
Continuara a ter em sen estabelecimente gran
de deposito das meriadonas abaixo declaradas,
onde os lllms. senhores de engenhos poderte
se snpprir para a nova safra, a precos sem com
ptteneia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jagnanbe.
Olf o de mocot.
Aseite de co'o.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pixe em tatas.
Graxa em bexigas.
Gaxta delinbo.
Potassa da Russia.
Rua do Livramento n. 38

Bleoti mrri IHilO
Este exceilete Whisky Eacocea pr
terTel ao coguuc ou bguareuto le oar~
para fortificar o e"rp.
Vende-se reu-.to uoa iuoi-i>ia* rm*
teca do molbados.
Pede WiOf;\ Blend morc tla
uujo come e erabieina iSr> registrados (>vr
todo Brasil.
BR0WN8 & C, arentaa.
Br. Agoallnho Julio de Couto
Brli.onle
D. Leonor A. Belmoite Mafra, tendo recebido
a infausta noticia de riaver nllecido no Estado
do Maranbao o ten omito presado e querido
irmao, o Dr Agosiinho Julio de Couto Bclu,onte,
convida as peseoas de sua miade e daqueile,
para assisttrem as mifss que pelo eterno des-
canso de sua alma, manda celebrar no di 18
do correte, trige 8 boras da m< nha, na igrea matriz da Boa-Vis-
ta, coofessa: do a sua eterna gratidao a lodos
que se digoarera assitir a esse acto de religiao
e -ariiladp_____________
l bDiIiiih de om Real de
Araojo
i- an ni versa-io
Hygino Real de Arinjo, Mara Carolina de
Araujo Barbosa, Virginia Augusia Real de Arau
jo, Leopoldina Augu.ta de Araujo Barbosa e
Fraocisco Marianco Paes Barbosa, feridos anda
pelo pascamento de sua cara e sempre lembrada
esposa, nai, av esogra, Umbelioa de Souza
Real de Araujo, mandara rezar missas em sn-<
nlengao na quin:a-fe ra 16 do corrente, as 7
horas di manha, i- anniversa'lo do sen traspas-
so, na capella do cemiierio publico.
Fedem aos seus prente e amigos a assisti-
Trm a esse acto de redgiao e caridade ; anieci
pando desde ja os eeua ^inceros agradecimen
ifip _______,________
t
Capltao
A's maes de familias
QCESBIS V08SOS FILHOS 8EMPEK BADI .
AdminstrM-lhes o XA R OPE ou tu
l'ilulas Vermipurgalivas
DO DR. GALASAliS
ptimas preparacea do maatrux
e rhorbarbo, para aexpnlsSo completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinaes ou lombrigas
(DAS CKEANyAS E DOS ADLTOg)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!
Estas excellentea preparadles nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares
visto aerem purgativas por si mesmas. >
As pesso.is que tm vermes aentem co
licas, tem constantemente diarrbas, indis-
poaicao, sensacie de corpos que se movem
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
; as veaes, vmitos. Rangem os don tea, quan-
do dormem, e algnmas pessoas expellem
vermes com as fezes ou com is matenat
dos vmitos. As creancaa apresentam as
pupillas dilatadas e inapetencia.
As pillas levam impresso o nome de
DR. CALASANS e sao c6r de rosa.
1 caixa de piiulas l2t0
l vidro de xarope 102CC
AS PRINCIPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
noel Thoaai Villa
Nova
Mara Francisca Villa Nova, Flix Atbanasio
Villa Nova, A ntonio de Sal s Villa Nova, Thto-
dora Mana Villa Nova, Anna Hortencia Villa
Nova, Manoel Cemente da Cotia Santos e sua
mulber Dr. Miguel Cursiuo V^la Nova, mulbe.-,
rmos, fobruhos c primo do capitSo Mancel
Ttiomaz Villa Nova, gradecem do intimo a'alma
a tolas as pessoas que se dignaram acompanbar
ao cemiierio publico os restos mortaes do seu
prezadissimo parete, e de novo convidara a to-
dos os seus paretes e amigos, bem como aos
(1 fallecido, paraasistirem as mismas que man-
dara celebrar sabbado 18 do orrente. stimo
da o stu pas^aminio. as matrizes desta cida-
de, do Bonito, Buiqjc e Caltndc, pelo que se
cenfessam eieroamente gratos
Garanhuns 13 de Ooninro de 1890^__________
R LULAS
INFALLIVEL e RADICAL
no curativo de todas u afTeccoes bronchiaes :
Mal de Garganta, Toase e Tsica
PECTORAL
Pora o trataminto prtmpta aira dat
Molestias do estomago e dos
intestinos, molestias do flgado,
dispepsia, indigsteos, clicas,
nauseas, diarrnea, prisSo do
ventre, falta de appetfte. incom-
modos deuois da comida, enxa-
quecas e dores de cabeca chroni-
cas, rheumattsmo e nevralgdas,
molestias da pelle, molestias pe-
ridicas das senhoras, e. alta
destas, multas outras eufermidadesque se
classlflcio debalxo de uma iuflnidade de
noraes, todas porm, oriundas da mesms
cansa, a saber;
Desarranjos dos ortrSos de di-
gestfto e assimlla^So,
donde provm a impureza e o enfraqneci-
mento do sangne, com a debllldade e con-
gestio de todos os orgo vltaes do sys-
tema.
Procnrem-se
AS PILULAS CATHARTICAS DE AYER,
PREPARADAS PKLO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos,
aapoarro Oaax,
t
De ANACAHUITA
_Remedio Vegeta! da Naturea para o aili-
vio c tura de todas as molestias
Do Peito o dos Pulmes.
D. Adelald*- limn vital de
OH ve Ira Y
D. Maria Adelaide V tal de OliveiraJ man a
celebrar uma mi*>a no convento do Carreo as
8 botas da manha de 2i dn corrente, pelo des-
calco eterno de sua prezadirsima runhana e de-
dicada amiga, D. Adela'de Graca Vital de OM-
veira, viuva do capiio d' fragaia Manoel Amo-
nio Vital de Olivera, e fallecida na capital Fe-
ner. 1 a 21 de St timbro prximo passado.
Intima e sincrameDte compungida por tao
oloroso sentimento, pede a seus parentes e
mai* pesseas de soas relaces o especial ob?e-
qui) de acompanh^rem em sua justa dor, assn-
tiodo aquelleactn de caridade e regio, e pelo
que des-e j antecipa aeu agrad*-cimenlo a
qo>"toj sp iignarert rreg'ar ihe as-i"pnp'a.
f
t
Compram-se patacoes
Preciosa descoberta
Impedidos por um vivo sentimento e gi ande
salufajao participamos ao respeitavel puMico
qur a cervejaLa Bosa Alea ana continua fa-
zendo milagrosos progresos.
Maes de familia de tita importancia ei coosr i portogorae8i "hespanhes, efe, etc.; a traUr na
deracSo garantem por experiencia propna que rKrjado8Commercion 32. pagase bem.
le us das depois do parto Hzeramusoda cerveja
La Bosa Alemana apparecedto-lbes aoun-
rianie amamentaco i ara seus extremosos Albos.
Grande razio tiveram as celebridades cblmicas
e doutores em medicina sbreos importantes de Lima o. 30, cora commodot pera grande fa
attestados a saber: mili ; este subrado tem no fu> do um telheiro
Diz o Dr. P H. Weroier : 'com dous fornos ea perfeito etado, sroprios
Tenho por muitas vezes examinado no labo- para qualqoer padaria ; a tratar na iihographia
ratono publico a cerveja La Rosa Alemana : a rua Mrquez de Oinda o. 8.
e nao encontr materia cbimica e sin nma gi-
gantesca preparacao d>- substancias que repre-1
senlam uma valiosa riqueza para a alimentaco. | precisa-se de um criado ; na rua do Camaro
Residencia e padaria
Alag se c sobrado da rua Ca iio A-i ionio
Criado
Manoel i.ul. aslbelro
A viuva Anna de Souza Rtbeiro e seus lilhos
Si|vio Saiyro Luix Riheiro, Joaquim Celso Luiz
Ribeiro, Rita Marcelina de Souza Ribeiro. Fran
celina Boi.ifacia de S uza Ribeiro e Gervasio d-
Saboya Luiz Ribeiro convidara a todos os MI
parentes e amigos para Hssist:rem a uma nisa
que por alma de seu ejtimtdo esposo e pai,
Manoel Luiz Ribeiro, na igreja da Santa Cruz
pelas 8 horas da manha do da 16 de Ontobro
corrente, e de-de ja li -are los summamente agra-
decidos a tolos aqu lies que assisttrem a este
ac de religiao e rarHude.__________________
A' venda em todos os estabelecioentos de mo-
Ihados.
NICOS IMFOBTADORES
Machado, Piulo k C.
o. i, casa da esquina.
Criado
Moeclas de ouro
Vendem-se libran sterlinas e moodas de ouro
' de diversos va loros ; na luja de joias de Augue-
to do Rago & C. rua do Cabugs n. 9. ______
Precisa se de um criado para o servico do
metiico e de conducta afflactavel : a tratar no
caes 22 de Novembro n 24, armazem. ou na roa pavsanriin lfl
Baro da Victoria n. 69. 1 andar. MywianjM.
-opeiro
Precisa se de um bom copeira
na rua do
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com bastante prj
tica de retalbo ; no armazem de molbadas A rua
da Imperatnz n. 12. _____
Alugam-se
ni rua Marcilio Das n. 48. as seguintes casas :
Rua da Araizade ns. 30 e 32, < apunga).
Travessa do Corpo Saoto n. 20.
Becco do ToooloroW n. 3, (Recife).
Travessa da Fandlgao ns. 4eU, (Fra de
Ponas).
Precii-a se de uma criada e de um Cosi-
nheira que queiram acompanbar uma familia
que se retira para o Rio de Janeiro ; a tratar na
Soledade n. 8
Attenfo
Os proprielaro Jo anrigo e acreditado arma
tem do Lima, mic rua Barao da Vi ton.i n. 3
participara ao respeitavel panuco e aos, s^n^
distim-tos freguezes, que tn nsferiram tmpora
riamenie sen armazem para a meen rua n. 9.
conti usado da mesma forma a receberem suar
ordens para raes servir com o costnmado e ba
litual desempenho
Jos Fernaudes Lima k C,
Rua Bario da Victoria
.une323
Teleph
(Jaixero
No berco da Lingoeta n. 6, preu-a--e de um
menino de 14 a <6 anoos, com ortica de mo-
Ihidos e que c liadur sua conducta.
Cautela*- lio BBifee de S<
corto
Oompra-se Oautelaa do Monte de Soc
corro de qualqner joia, V>rilbantes e relo-
gios, paga-ae bem na rna de Cahuga n
a. 14. Loja d relojuer
Cosinheiro
Freciaa-se de nm bom cosinbeiro ; na ma do
Payeanin n. Mj. _________ ^^^^
Cosinheiro
Precisa se de um bom coimbeiro ; oa rua do
l'cyaando o. i. _______________________
Vlercearia
Vende se a merceana denominada Veneza
Americana, sila rua Dr. Joaquim Nabuco n. 29
(Caponga), sendo nm dos melhores arrabaldes
deste Estado, torna se recommendavel para om
principame por nao ser preciso empregar gran-
de capital ; a cata tem n ramo !.-s para morada,
e o motivo da venda eu propietario ter mais
de. orna e bem distante a tratar na rua Capito
Lima n. 32, em Santo Amaro.
Venden -se
Muag casas terreas ns 43 e 45, a rua da Goya-
cera em Agua Pr la ; a tratar com Esnaty
Ifloiz A <;., rua do Anorim n. 52. _______
Pal ha de mil lio
Kspeual p.'fia ..e miloo p la cigarros, venda
(por preco sem coaspeiencia o Bazar Pernambn
' cano, roa la>-ga do Rosario n. 30. _
30&000
Aluga-se o segundo andar
e so tea do sobrado da rua do
Vigario n. 4, est caiado e
pintado de novo : a tractar
no pavimento terreo ou no
escriptorio deste Diario^
Cosinheira
Atteoco
Er lando ulenosiisdas Moaixas cosa massas,
com a marca Efl viadas de. Gesova e traosbor
dadas no Rio de Janeiro do vapo- Colombo para
o vap t Planeta, Hiiratio uefie f** era 19 de
Aiosio prximo patMado. e loueanadas a or
d.111. pene se a oaeni 4 caiss*. aeclainsr -oo **n-ri^intM< k- Fer>rn Car-
ge aroneaa de rarlpe
Guilbermioo Jo qaim no Reg Karreioesua
mulber Anna Joaquina do Reg Brrelo, ainda
sob a mais intensa dor, pelo infausto passamen
to de tua cara e estremecida comadre, Baronesa
de Arariue, convidara aos prente* e amigos da
tinada, para as.-isnrera a missa que por sua
alma mandara celebrar no da 16 do corre-nte
as 9 oras da manba, na mal.iz do Cabo ; por
este acto de religiao coofessam se summamente
graio<.
t
Jone Manielro de Almelda
Marta Jos Mooteiro de Almeja Henrique
Monteirode Aiii.ei'iB. Alfredo "ionieiro (ausente),
Antonio Monteiro, Bento Mooteiro, Emilia Josina
de Almeida, Antenor Mon'eiro (ausente), Ociad-
lio M< n'.ei-j, Julia Monteiro Setie, EoedinoSetie,
Jo.-e Monteiro de Almeid iumor, H- nha Holtz
le Alm ida (au*>ot ), Leocidia Moneiro de
Araujo e I-r el Bodngufs de traujo (ausentes),
agraecem do intimo a'alma aquelles que acom-
i anhaiam ultima morada os restos mortaes de
seu sempre lemb ado esposo, pai e sogro Jos
Monteiro de Almeida, e convidara para assisti
re. as mistas <>e s limo dia aue bao de ser
celebrad i na m-itriz do O roo Sat i, sexta fera
17 do c rri nie rea 8 h< c;--s da rr : h.
HIJAS AMAS
Precisn se na rua do
Pires n. 28.
Ama
Precisase de duas amas, sendo uma para o
servico domestico e oulra para crianjas ; a tra-
tar do caes 22 de Novembro, ou na rua 3aro da
Victoria n. 59, 1- andar. ______________^_^
Amas
Na rua da Aurora n. 109-E, precisa ae de uma
perfeita cosinheira e de uma engoamadeira,
Dar casa de pequea familia.
Ama
vrecisa se de uma ama que cosinhc bem, para
casa de familia ; a tratar aa rua Barao da Vic-
toria n. 23. loja.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinbar e mais
.-ervicos dera^a de pequea familia ; a tratar na
rua Imperial n 1, 1 andar
Amas
Precisa-se de uma ama para cosinhar e outra
para enyommar; no largo da antiga aesembla
n. 21. jumo a Alfandega.
Ama
Precisa se de tina ama que compre e cosinhe,
para casa de pruca familia ; a tratar na rua Pe
dro Alfonso n. 23. ____________________
Ama
Precisa se de uma ama para connbar ; na
travs.'a do Pires n. 5 (Geriquiti).
t
Bachar'i AfTonaa Ollndenee
Ribeiro de Soaza
Joo Cap'str.-tri Kibeiro de Souza, sua mulber
e s* us lilhos convidara a seus prente- e ami
gos e aes do tinado, a assistrem as missas que
mandam rezar pelo prematuro passamen to de
seu sempre chorado irmao ennhado e tio, s 8
horas da n.anha do dia 18 do con ente, na ma
iriz de R^nln Antonio.
Dnatelo 'Karlntoo Falcao
Alfredu de Barros Lima, por si, seus irmao? e
principalmente por sua irma CoDstantina de
Barros Falcao, e anda pelo major T.burrio Ma-
rinho Falcao, sua senbora e nihas (ausentes),
roga a todes as petnoas de ana atnizade o cari
dosc obsequio de tss^slirera a misfa que pela
memoria do seu icditoso e sempre lembrado
entibado, espozo, II ho e irmao, Don icio, Mari
nho F.ilcao. manda rezar na matr-z de San'o
Antouio desta cidade. as 8 hora?, senmo do seu
infausto passamentn.________________________
f
MHMoel TUiiiiki de Villa \oa
0 Bardo e a Haro es de Nazaretb e sua filha
Eliza de Barres, pungidos do mais doloroso
seniimeo'o |.elo nexperai o passam uto do ca
pitSo Manoel Thonaz de Villa Nova,, em Ga
raobnns cosvidam os seus parentes e amigos e
os parentes e amigos daquelle illustre finado,
para as.-islirem as missas que por cua alma
mandam rezar as i horas da maihadodia 18
lo coirenit'.tlimo do s iriz de Sanio ntnmn.______________^^^
t
Barban-I AfTanao Ollndeaae Blbelro
de Houza
1- aninversario
; Victaliano P. Ribero de Souza e ua mulber,
fconvidam SCI seus p::ren:es e amigos para ssis-
irem as missas que, por alma de seu piezado
irmao e cuohado, Auoiuo Olir.den-e R beiro de
Souza, mandam rear na matriz Boa Vista
s 7 1/2 horas da [mnli de 18 do corrente. |-
anriierfiario de sen prima'uro passu ent".
Precisa se de un a cosinheira para prquena
familia e qre duim i em casa ; na rua de Ra-
cbuello n 2, esqui^ da roa da Unio.
A pre^o sem com-
petencia vende ni P-
rente Vianna & C
Haibilile RodrlRiie
Joao Carneiro da Silva Reg e eoa raoiber coo-
vidam aos seus -parcotef e mais pe soas de sua
amizade para que so dignem de assistir a misf a
do trigsimo dia que ser celebrada oa matriz
da Boi Virta no di; 18 do corrente. s 8 horas
da tnanhii, por aln c le .-ua sagra e mai. Aaie
cinam o sen recontie-imento.
t
Antonio luseh Perelra de
Airtedo
Fallecen no dia i7 ue Setembro n'oraa quinta
fera s 8 b 'ras da noite
Tobas Santa Rosa de Barcellos, D. Ignavia
Maria da Couceico Barceilos. ronvidam a lodos
os paren'es e amigos de seu tinado uajido e
georo a assistirem as missas e memento que
mandam celeb'ar no dia 17 do corrente, trigesi
mo do seo paseamento. as 7 horas da uanh, na
igreja de S. Pedro Martyr de Olinda. e desde j
se confessam gratos a miio- aquelles que con. pa
recerem a e>te arlo de caridade
Dous mi la gres
Illm. Sr. D. Carlos Tomci o seu re
medio o Elixir M. Monto e foi com
elle que pude tarar das boubas que soffria
h rauito tempo e que deocorocoava por
nunca ue!horar ; um meu visinho que
tambem soffre j largou de tudo que lhe
receitaram e est tomando o seu mesmo
remedio.
Agradecido pelo conseibo e son obrign
dissimo.
Santos.
Albino Jote Couto.
Illm. tr. D. Garlos. En e todos dt
casa, faz muito tempo, que aofirremos bu-
mures de boubas, com dieta sem resulta-
dos. Fizeinos uso agora do Elixir M.
Morato, propagado por D. < arlos, e
atrmes cumpletameote.
O remedio, alm de ser muito bom,
ainda tero bom gusto, pois as coianca*
bebiam com iaciidad, misturada coo
agua.
Sap.
Firmino Agu
Jarla Carolina do Bezo Cavaleante
la Uva
Gnvida se a lodos ua panules eamigos da
finada Maria Carolina do Reg Cavalcate a
Silva, i a'a assistirem au a m ssa que. pra
commemorar o 1- anoiversaira do en falieci-
m-Tiln. manda se n zar na matriz de 8. Jos no
4m 17 do corre te as 7 horus d tnanti
aTTioTl VerlaalUModoBtego Barro
Joaquim Veris-imo do Reg Barros e ana fa
miHa agr.detem a Ijdas s pessoas que se dig-
naram de ac^npanhor ao epjilerio publicos
restos morU'8 de stu femure kiabrado obrl-
nho Manoel Venssiroo do Reg Barros e e bovo
c. Bvidni para atijiirem s missas que raai.-
dam celebrar na roar z de Aaua Preta e no con
vento de S. Francisco, pelas 7 i)2 horas da ma
nha, de sexta feira, 17 do and me, 7* dia de en
fallecimento e desde j se coufetsam eterna-
mente grates.
A's almas c rido as
Maria Caudida Wanderley Autran, viuva do
empregado publico Candido Autran da Malta Al-
buquer pie moradora na travessa da P>edade n
5, ti ndo em sua con panbia tres mocas solteirae,
de quem cnico arrimo, adiando se gravemente
doeole dus ollios, sem n< he.rgar mais, vem im
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de Deas, para poder raaot r se.
0 reeiauraiii Gomes, roa da Larangeiras ti
10, ti ndo se ptevcuido para bem servir aos
seus numeraos frofn-?. s, e bem assim jnlgan-
do-os a bula d sni- Ujo pernambucana alm
da tmaescolha que seus propietarios capricho-
smenle fornecem, oifervee mais u siguite :
A's sexuadas feira Afeventado
A's lercas feira Canjas
A's quartas feir-i Carur (juntan
A's quintas lena Fejcada
A's sextas feira Valap (jantar)
Aos Mibbados i'ucbeiro
Aos domines Suculenta mao de
vacca.
leh phooe o t&O
Aluguei i>arato
Visiunde de Gujanna n. 163
i'cdro Affonso, arraasem n. 46.
Rua Acnazinbas em HeberH o. 7
Rua 1 lapa rica n 43 4 andar.
Travessa de < aravo. I' 4 u. 40.
Largo do Mercado u 17, luja.
Roa do Cala! nuco o. 4. .dem
('on-Bri Sousfura n. 444 A
Roa Pedro Affuoso o. 46 4. andar
ViCOBde de Itaparica o. 43 armazem
t Intar a rua de Comottsruo u. 6. i andar,
escriptorio de Silva Gnunarles C.
Precisa se de uma a.-n i para cosinhar em
casa de familia, em Beber.be ; a tratar no pateo
do Terco n. 63, padaria. '______
Lava-se c engomma se
para fra loupa de horaem e de senbora, com
todo asseio e p'-juipndo na rua da Imperatriz
n. 36, 1- andar.
Aluga-se muito barato
01 9 e 3- andares do sobrado ana do
Brom n. 84 ; o 1 e 2- ditos no raes do Apollo
numero 75 ; a tratar na rua laria do Rosario
numero 34, botica.
Cosinheira
Irtc-sa-e de uma boa cosinheira, que 3eja
ui :i i:i.da e durma em cita dos palio- -, para
ra-.i i- piouena familia; na ma de Fircandes
V.ei.a n. 29
De Soroca fon
Declaro que suffri rauito ten-po, fazendo
uso de medicanienf s sem resultado, e,
usando tres uias apenas da Injeccao M.
Morato sarei completamente de uma
chronica gunorrha que me atormentara.
FaQa uso deste como convier.
Antonio F. Fontoura.
Est rccochecida a firma pelo tabelliio
Agentes depositarios em Pernambuco
Francisco M. da Silva & C, na Maquee
de Olinda a. 23.
Helojoaria David
Ruado Cabugn. 14
Este novo estn k-cimento de relojoaria
acaba de recebar um grande sortimento de
relogios /e ouro, prtt- e nikel, da impor-
tante fabrica ;;.c TicarioWalthan Masa,ver-
dadera especialidade em perfeiclo e re-
guUmentoinfallive], e se vendem por precos
mdicos. Ass me mn relogios de parede e
de cima de meta, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam se as pesseas qne quizerem
um relogio de con&mca a virem a este
estabelecimento que caprieba tm vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
fim de bem servir os seus an igos e fre-
guezes.
Rua doCabvtg n. 14
Ao commercio
O abaixo assigoado declara qne tendo vena1
o sen estabelecimento de molbadus s.ta a ma
Visronde dt Govanna o. 191-3, que girara fob
a Arma de Frenas Serpa C, ao Sr. Manoel
Borges Leal, livre e desembarcado de qualqner
onus. ticando o mesmo i omprador respoasavel
pelo pa.-sivo, como consta do bataneo.
Redfe. 13 de Outubro de 1890.
Joio de Freitas Serpa.
Caixeiro
Precisa -e do um menino com bastante prati-
ca de mo hados e que <* liadur de soa coodnc-
ta ; a tn lar no Caminho Noto o. 143.
Boa yiv$nda
Aluga-se a casa e sitio de
propried;.( > o Barao de
Lucena, em Jaboatao : Tem
excelJeriies commodos para
grande familia, agua eneana-
da,jardim, estribara e co-
che ira; a iratar oa rua do
Mrquez do Herval n. 61.

\
\

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I



1

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.
r
-

Miario de Pernamhni'o-Qiiinta-feira 16 He Ou(ubro de 890
NA LUJA
TROVADOR
Per estar per* do balando liquidan os < guiad a
b de linho a 3*Hi a dusia Setim do Japo a 24 rs. o covado.
Colarinho
Cambrau de lpicos a 40UO 8hida de baile a 10000 e 1*500.
Espartilhos a 4 00 un.
Meias para homem a 3* 00 a dazia.
Etamine rendada a 440 rs. o covado.
Linn de ramagem a t>0 rs o dito.
Oxford a 200 e 240 rs. o dito.
Uta de quadro a 320 rs. o dito.
Cacherrirat de listra, duas largura, a
10000 o dito.
Setins de corea a 800 rs. o dito.
Cobertaa de ganga a 30000
Brim pardo a 320 rs. o dito.
Camisas de fl-nella a 10800
Cortes de fu*tSo para colletc a 20, 20500
e30OOJ.
Ceronlae de bramante a 140000 a duzia.
Tapetes grandes, para sof.
Fichus todos os prtco.
Cambraia Victoria a 2080 J a pan,
Colchas de cores a 2*000, 30000, 40000.
50CO > e 60000.
Madapolao americano com 24 jardas a
700 0 a peca.
Baptista de cores a 160 rs. o covado.
Chitas percales a 24) rs o dito.
Voile de 18 a 8.0 rs. o dito.
Zepbyr de ramagea. a 600 rs. o dito.
Zpbyr de quadro a 200 rs. dito.
LS Amasonas a 400 rs. o dito.
Brim de cores a 320 rs. o dito.
Camisas allemaes a 360000 a duzia.
Toalha para roBto a 305< 0 a dita.
Toalha para banho a 108LO urna.
Lencos bandeiras a 50.) rs.
aliiot de seda palha a 80000. .
Dito de alpaca preta a 4d5< 0.
Dito de alpaca de cor a 44500.
Esguiao pardo a 400 rs o covado.
Foulard de >>]g<>dao a 500 o dito.
ort* de casemira a 50500, 7000, 80000,
90000 e i i'0000.
'retoes voilrs a 400 o covado.
Bicos lisos e matizados.
F tas de seda, todos os numero e crea.
Guarda po para homem.
Guarda p para senh'.ra.
Baleiaa a 24'> rs. a duzia.
Regatas de cores.
Brim de linho de ofir.
Mecim de cSr a 400 rs. o covado.
Bo dados e entreroeio*.
Renda hespm h >!> a 30000 o metro.
Porta-embruih' a 80 rs.
Mirm preto de 1000), 10300, 10500 e
I800 O covado.
Panno da I osta a 1A000, 10200, 10500 e
10800 o dito.
Sobre todo de panno.
Naosuk tinas a 280 rs o covado.
Iir.permeiaveis a 500 rs.
Luvaa de seda a 20000 e 20500.
L'olletes de fiare! a.
Cortea de caaemira para temos.
Las mondadas a 6 0 rs. o covado.
Lia lavrada a 600 rs. o dito.
Atoalbado brnco, lavrado, a 102CO e
10800 o metro.
Perfumaras
leos extractos, ion eos, p para denles, sabonetas, pasta Rymor.dnnt, abo toa
duras caixas para presentes, oljectos de bronze para prsenles e muitoa outros ar
tigos.
Para banhos salgados
Custnme para hornero 80000, dit. para senhora 150000, dito para menino 54000.
20-Kua I. de Marco 20
Amasval & C.
Vinho puro de SantareiP
a <*ulni d Barra
iip iiinpriiMii ao Armasen Central.
'> (jiil: i). i. ueics cl resBRtavel peoheo que reert**: a
iova remesas deste especia! vmho, o qna! e*
eromiD'inlH pnavaar puro da uva, a 60 *e raa-
na em cu s ramea:.
Jouquim Christovo & 0.
"leplione 447
ttquiz
Tel
?-
VNHO^PEPTONA^CATILLON
(Carne aaalmllaral e rhoip.atos o rentosa phoaphaudai
AUMENTO DOS ENFERMOS QUE SE ACHO NA POSSIB1LIDA0E Q OIKBLft
Restabekce o mppftite, a agamMkm u as/aroee dcbllltadas.
watTer reconetUtente das eranoeja, dos a acia ees dos cees*
DOS COEHTE8 SO
Estomago, do Peito, do Diabetes, da Anemia, da Pota da Supe, ate
0V- EXIilR a FIRMA CtTIUOK otrqu*
i rtmiA C1T1U.I i na iuc tijtin ii Btlttln 4a Aeateali afeawUa rara
0 Sfir CATILLON (0 Uico lim^kT til HOSPITAES M PARIZ
I n urton C.TaeH iHaas* ntln a urna m*" mmt\*nm
PARix,,B**T-iATr!, a aatTO** Aa*moiPAaap*aiiaoi*aj
tm
PF.EKCC MIO?.
250:000^000
Wm\\\ W GR0PAR4'
Ptemi maior 128:080$080
Lotera do Grao Para
Premio maior 80:0dd$800
t?&Crac^V ult erii adame ate lodo s sab-
hados. Bilhetes a venda as casas do eos-
2T. 21
Faz en das baratas para acabar, por metade de seu valoi
Na ra do Crespo il 21
Gomo sejam:
Voiles de corea, ramagena e dcaenh novo, a 200 rs. o covado.
Anthines de oores, liaos, qusdros e listras, para vestido e roopaa de enanca.
taaenda nova e corea fizaa, a 280 n o covado.
Zephires de corea, a 12 >, 16o e 200 rs. o covado.
Percales de corea, lindos deaeahos, a 280 rs. o covado.
Loou enf iuJo, padrSes miudinho, a 320 rs o corado.
OrgHndy de core*, rimag' na da nada, a 70'! r. o covado.
Olindinas, desenbo* de folhxgom. a 5' 0 r*. o covudo.
C iiie.iriraB de oores para vertidos, tnsenda frm em, rliversua cores, combinn
vio, lisaB o quadroB, ltimos figerinos, a 10000 o covado; duas larguras, sao o-
10400.
Capinhas hespanholas, pretas e creine, seda, a 30000 urna
Vesiunrios da Ja'rcey para criaaca; n'aata artigo tomos grande sortiiuento i
vendemos a preco de 40000 a 80000.
Voilea assetioados, imitacio de seda, a 240 rs. o covado.
Darraas, a roais linda fasendapara vestido a 800 rs o covado.
Aventaes para tenboras, completa novidade, todos bordados a matiz e modk
seguido os ltimos figurines, a 10500um.
Vestuarios de Cambraia e fustio, todos bordados, para meninos a 60000 t
800 o, bAo de 20000.
Sargelim do cores e brtn?a a SlOO rs. o covado-
Cestas de vime e palha, de 30, 40, 50, 60, 70 e 80000.
Capas pretas enfeitadas para senaras, de merino, cachemira, seda e damassi,
de 200000 a 500000, urna.
Las, cachemira, merinos pretra e de oores, que liquidamos por todo prego ,
bem aaaim grande aortisnentu de nutras fa**nda que vedemos a piecp mdico.
NA RA EO CRESPO N. 21
LOJA 1)0 AMPOS
ODONTINE
SABiO DENTFRCIO
DO
DR.
A melhor preparado hygieuica para
Approvada pela junta de nygiene do Bio de Janeiro,
era todos os Est dos Unidos do Brasil.
YKNDK-SK AS SKGWNTBS GASAS:
clarear e conservar
a
com a marca registrad*
Maia Sobrinbo & V.
Castro Hedeiroe & C.
D.iarte C.
Pedro Antunes & C.
Jo3o Beaerra d C.
Netto Campos & C.
Manoel Joaquim Ribeiro & C.
Maia e Silva & C.
Barbosa & Santos.
Barros 4 C.
Numa Pompilio.
Nunes Fonseca & C.
Manoel Vieira Neves.
Maooel Cardoso Jnior.
Manoel Coliseo & C.
Papoula & Bastos.
Ribeiro & AI me ida.
Antonio D. de Lima & C.
Sabino Pinho & C-
JoSo Ramoa.
Contra: PKIZLA.U de
Clicas hepaticaL Hemorrhoidas
Obatrnccflo do Fi-srado
Atona mteatina:.
Enxanucca aofiO*
te.
a, r* *** es
o^'-o1 paracreancas

eftO
i&o ^_ g|B^ % ^| m. M W** Coiupo8lo
i* nicamente de
Pb pegetaet e aromati-
Cmprego inoffenslvo, mesmo
paracreanras o mullieresgraYidas.Gosto
multo ifeTaavcl, aaini.l.strarofarll.Im nliui.im
Ibrrkta. Ctlt fratoo contm 25 lteide urna col herid a d cafa.
PARS,, avwiuawcTOM* wwmcim
ll, .< .
ftW
SOLUCAO
de jfkNTIPl
LMTiramdo pela Facilidad do STediciam de Par* Hremrt Moatyou.
0 Melhor Remedio contra a Enxaqueca.
i

A Verdadeira Solu?o de Antipirina do Dr Clin i.-ossue una poderosa
ao^o para acalmar as dores de : Inmlugoa, Tirtieoli, Neor-dqins, Scialica, Ment-
truac&o difftcil, Clica* vilenlas e os Aeeetni de Gota e de B^ssis,
A Antipyrina pode ser considerada scientiUcamenie como o medica-
mento mais poderoso contra a dfir. (Ac*itmitdi$Sciincni si5a!fii Dos* : Tome-se cada dia de 2 a i collires da Vexdadeira Solu^ao de
I Antipyrina do Dor Clin.
VOTA. As Capsulas de Antipyrina do D' Clin f>3o destinadas s pessoas
ajoe nao podem tomar a Solucao.
________________Casa CLIN a O*- km PARIZ, e fhahmacias.________________(
Peitoral de Cambara
Remedio soberano paia as molestias dos org&os rsspiratorios,
;pprovado pela Exma. Junta de Hygiene Publica, autorisado pelo go-
verno central, premiado com duas medalhas de ouro e rodeado de
ui-it^s e valioos attestados mdicos que garantem a sua efficac.a.
0 Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, em larga esca-
la, pelo seu descubridor, o Sr. J. A. de Souaa Soares, no cenbecido
estabelecimeoto Agrcola Industrial do Parque Pelotense. expressamente
creado para esse effeito.
E' uma preparacSo perfeita, de corpo volumosn, transparente e
de uoi gosto agradabiliasimo ao paladar.
O melhor attestado hoje da superioridado deste precioso medi-
camento esta nw seu consumo grande e progressivo por toda a Ame-
rica do Sul.
Acba se venda as principaes phannacias e drogaras desta
capital, aoB precos do 2d5l>0 o frasco, 136000 meia duzia e '4dfKJ0 a
duzia
S3o nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco
FRANCISCO MANOEL A SELVA & C.
23-RUA MRQUEZ DE OLINDA-23
PECHidAS!
Casemiras pretas, diaconal, duas larguras, a 10400 o covado!
dem de cores, inglezas, idem, t 10800 o dito
Chevictc superior, preto e azul a 20400 e dito.
Minns prtos, pura la, a 300 10000 10200 e 10500 o dito.
Pannos de cores para mesa a 102 0 e 10600 dito.
Toalhas sdamascadas para dita (nacionaes) ama 50000.
dem de labvrintho, ricas, a 300000.
dem grandes para ros'o a 20(00 a duzia.
dem fe'pudas para banho a 10200 a dita.
Lencos branca abanhadoa a 1020" a dita.
Meias inglesas, cruas. a 20600 a 30000 a dita.
Ceroulas bordadas de bramante a 120 00 a dita.
Camisas de fianella de edre* a 180000 a dita.
Leoces de bramante, grandes a 10800.
Cobertas de ganga, dous pannos, a 20500 e 20800.
dem de crochets para noi Cortinado, em peca, a 80000 (22 metros) 1
Madapolao superior a precos sem competencia.
A'godlo trancado, duas larguras, a 10100 o metro,
dem adamascado, largo, para toalha, a 44" rs o dito.
Bramante de algodo, quatro larguras, a 700 rs. o dito
dem de puro linho, des palmos, a 10600 o dito.
Gun;icoV8 d cn.cbcs h 60 Fichas e maotilbas prsteadaa a 10000 e 20000.
Chales de casemira de cores a 20000.
Flanel as de cores para camisas a 300 rs. c covado.
l'ercales finas a 240 c 280 rs. o dito.
Guardanapos adamascadas a 10800 a duzia,
Meias-cssemiras para enancas m 500 rs. o covado
Cortes de fusta o paia colete a 800 rs.
dem de casemira ingleza tara calca a 20800.
dem de brim pardo e de ores a 10000.
Snni branca fino, n 6, a 10800 a va ja.
lde (.'ustum*e de finas casemiras a 150000
Pannos finos, ceviotes, cascan as, brins prtos fi:soa> mirins para luto e mi
tos ai-tigoa a piceos reaumidus.
A* vesidaa em ro^s ii en d < onlo da II
59Ra Duque deCaxias59
INJECTION CADET
t;iira certa em 3 das sem outro medicamento
PARS 7, Bottlevard Denain, 7 PAMIS
Depsitos em todas as principaes Fbannaoias e DrsgarUa
Esta grande loter a da BAfllA ser extrahida do
dia 25 do corrate, sendo pago peo respectivo thesou-
reiro no dobro os bilhetes vendidos, caso haja nova tra s-
ferencia,
Os bilhetes desta lotera acham-se venda na Casa
Feliz de Antonio Augusto dos Santos Porto.
37Praga da Independencia39


I
Deposito por atacado
THEO. JUST
Larro do Corpo Santo
SAUDE PAR i TO?OS,
">-^\
mm
NtttlJOLLCJVv'AY
C Ungnenxo de Hooway um remedio infaivel para os miles de pemaj e do peito; tamben paaS >
as rida; uitigas chagus e ulreras. E famoso para a gota e rheumatismo e para todas a cama* i
dadei de rwitr n?o se recrmliec epual *
P&n es /-/'-? de ps'ganta, brcncHtet p/>sfrhmentw e tossss.
I 'ir-'tic-is 17S c-vn-lilc e >.. nsS9MBS
- f-ontrahdos juncturas recias, obra coiu ^w encanto. f
' -.r medicinas .lo prep ~*u meiie no Ealabet" ;imnto do Tiasasor Hoiuw/.V,
i QV OXVOBD ^BT v'anUi 6S3, Oxford Street), L0HDE3P
E vend :i en tedas as pharinacias do unive'so.
'Ot lo racores Cu csiivida- respaitosamaite a examinar os rotik* do cada om e Fcae, se *o c
cjci, 533. Oxford Street, fio falaificajosa.
MARAVIIHA GURA'iiv>
DO CTLEBBK
Dr. Humphreys e Nova te
A Verdadeira Matawflha do Sec. 'o
APPE0T&3A B ICO5rC7*B.i
pela Inapeetaria ficni dtUjsli'.o -
Imperio de BraeH.
A MarmTllhai Cratlra rnc<"" pwnit'"
para aa Pisadoras. Mo^ucadura*, CMilostMis, "*>*
ceduraa. Oortadnras. ou iMivruy > ...iivlud l.-t.
etaiic rt sana-ue, luz Mrar a BdEBei +-. wnj
aiucliaco.i"deF'j':rr',cuto1L lk*-j. r r rrVJb
como por encanto.
A Maravilla Cativ v -.1'U taiMMH
fura rapl-ia irH i^uoLiiai.rB, >.w;'jM;rf.rjn -. -
yuclmudura ao bel. c ri'iitrKT Lt^-tilfuii
icnedlo.
A Marnrilha CaWaUtrn t imwiifa.'n-l |..-.
lodF jsHeniorrhacn-' : > ''r'a.dOr i''V..:.\ '
dos PulmCpt. o EnUtmuttu. ou 6- l.^tnori !otu .
AJniorreln^*-ura yn<;.-><' mim rnH*-
A Maia|Iat.u.- ;va>'iioial\k,unna-*
paraUrua I .lo. ik. u**, > r.tx. luuta^'
da Face e Mtvralsla-
A Maiillata>X;urHli .' on^wproan
e nectSM para DQm raelimulca, Wjao, Uoi
RlKl*!e nos Juntas ou triifc
A Alarovillm CaratiTa t o ^raoile rerniKllc
para Baoulnencla. ADriua. ABiyitualaalBcbutlasoa
Inanunada*eempre seguro, stmpsc i mcac
A Maravllao. Caratv: .- < n.ulte v-i>:t
r ..,10 prJrWsa liara o ir tiirro. r. UniwbM oj a>
1 :ure i raneas<" iv.-nixi.l-- neb..nar"ea.
A MaraTllh CiirRllrn TESP^S
. urarUlcenv, Chueas .'"tiga. A;:<-.....u-.. tanart-
ii.*, Cattoa,rrtelraa, Jmneaft.c 1 uitc-.s.
' Marartlba. Carnth-n fmeil'oprenipto
ra i Dlarrhea sTmp-.B. e Je Diarrhoc chronlca.
A Mararllaa Cnrativa cxoeilenu-w
f j.trebarla e Oavallarliia. I^c^,rp*''?"L*'
Plsadarase Eafoladuras. ContusOes. I jcerasOes, c
rspecialid&as i: Dr. Bumpbrep.
lioi dio FaperiSe,
Uncuecto MoraTlloe*.
lf i rjilla c.Iiiiiio,
HejBolojiVeicrinairiae.
C Manual do Dr. Hnmphry 'M pi"?aa sobre as
Enrermidadro r aiodo deenral-asse caer: ta, isder
se ao seu boticario ou i
UrMPHKEVS' MEDICINE (O.,
10 tullan Street, MBW VOEK.
nico deposito para vendas em
groas" na imperial drogara de F.
Manoelda Silva* C.
MARMILHA CURATIVA
DO CIXEBBB
Dr. Humphreys de Nova Yori
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APF3CT.4DA EIWEHCIADA
peia iBseeeMSia Oriml e llygie ale
laaperie do Braail.
A Maravilka, CaratiTa, remedio vnm
para as risaduras, llachncadaraa, Oontuso>a, 1
ix-duras, Ccetaduras, ou Laeerscoa. AlUri
estanca o -ancue. fas parar a fiiaamiiiwcao.
a lnchacft.". tira deaooraawaao,aXaseara> a
oomu pur encanto.
A .Hare-Wiaa Caraiie, C aSMe
cura tanda jara tiueimaduras, Estal
Qninanne. U<> .sie- superior L.quaV.ner
remedio.
A Maravilha Caratira/ lapaaTelj
todas as HemorrhairLu
.__JS seja do Nariz, aasOe:
doa Puunoes. ck> Katoma^i, ou ai Hemorrn
Ataaenetaaaacora teaipre e nunca faina.
A Maravilha CaratiTaumaiUvlo
para I de Deotcs, de Oarkloa, da lace, fi
da Pa o Nevralftla.
A MavraiTUhf, CSJBSjSftvM,""' ursoc
e i wioeo paraDre rhenaaticas, a le J?
Hjtdee as Juntas va Pernea.
A MaxmTllkm CfSMSfg *o paarfeiesndlo
para squlnencta. Angina. Amyudaiaanjckaaa
Inamroadasaemp*e aeguro, aempre efneaa,
K llaraTillia Caratira de mutto raiot
acnaluSec^te pam o Catati^ala^rrSe, o
Flama Brances, e ouitob corrneexoa dcoimiun.-s.
A MaraTllaia C'armtrva i Imiiaaa .el para
e-rWOtoras, Clisgns antigs. Apostemas, fanart-
ckj. Canoa. Frk-iras. Joanete e Tumores._____
A MaraTilha. CariTa JneBnfljepto
tora Dlarrhea simples, e de Dlarrhea enromca.
A MaraTlIhaCaratira Mo-enenteaaa
Rstrebarlas e c aranartsas. para Toreedarafc iyrea
l'l Erpedalldadts do Dr. HnarpkreTi.
Bemealea FnaeriaCea.
Cnente MaraTllheea,
Beiaeattaa^rsaUttlea-,
Remeattee V-teraariee.
O ataanal do Dr- R umphrey3 M4 p
Enftrmldades e motJ decval-esse
se aoaeu boticario oa i
ararla, pede-
HTMPHKEYS BtEPICIHE CO
10 Faitea Street, WW YORK.
NICOS AGENTE8
Para vendas em grosso em
PERNAMBUCO
Furia Snb inho k G.
DROGARA
A' Ra Mrquez de Olmda n. 21
SANTAL CLERTM
A sssensk para da Santal Sjss
atentada com o talo* ncce*,*0rtP**m*
dades da Europa e da America. E
mesmo A dose elevada, e alo
diarrheas, nem dore ds estomaga
eomo produsea frt|nantemeavte as ]
de eopaho.
Aessenciapnrade Santal.*oi
Jj BMQlnT de Sa-iUl do D- Oertaa,.
das com a approvacso da Academia d
tina do Pars, eontom eosestia para, e sma ot-
eacidade certa no corrimentos ssatagMOOO,
SoqnenUmentoo e todas as uflimaMOSOs osioa-
tarrbos dos orgtes ^toMaTinarios.
tomada a
Podem ser tomad
blenonhagia. Tomando aa pern** o MI
1> Ciertan, os doentea aso -Megmranaj fJs tor
producto que moraoa toda, eoafiaaaa abanar
"\aadaas aa sasr parto i
JU.M....*!
MEDALHAS de OVMO
na* ErponicSea VnirersH' de
Par 1S7S-MHSQ
Bcranoi, IMj BE >* ggj m\m p
3jfe

PAPEL RIGOLLOT
UOtTMDA M F0LHA9 ptra SINAPUIM
usada do mundo latoirOf
NADA DE
VERDADEIRA
aam ao lera a
FIRMA
atrAs
com
tinta
O malo
slmplee,
6 mala
oommodo
a
o mala
effloaz
dos
Revulsivos
!
EXIGIR
asta MARCA
para avisar
Oontra/accoe-
A' renda em oda aa Pharmaciar.
DEPOSITO OERAX: AVENOE VICTORU r:
m
(Paa^t
Depsitos trj
de ceinestiveis.
jgaWnnwwiWfttnwrft
VENDAS
Vt-ode p od loga se a praBe cata a. 31
da oovoafao de EVbfribe, ec-m aaitas caaMat-
dos para erar.de faHiiha, nat mw todo avaral
com estribara, "ocheira f bosatira tW paaW
ral ; s tratar em Olinda, roa Baria*)*i
nunero 9.


BBBB^^Bflmtai





IX l<
'/li l<
I* 1/
Ulli
i
ARMAZEM
B8
LOLVRE
- -
CISCO GURGEL & IRMAO
Este importante loja de modas, completamente reformada, tem n'estes ltimos dias recebido um variadsimo sortimento de
tec.dos de pharrtas.a, escrupulosamente escolhido por um dos socios actualmente em Pars, os quaes dam-nos nina perfeita idea da ultima
phase da moda, em meio das vanadas mutecoes dos progressos sociaes. Os seus proprietarios nao p;upam esforcos afim de bem servir
ao publico em geral e especialmente as Exmas. familias a quem rogam a fineza de suas visitas a tao importante estabelecimento.
JNaimpossibilidadede mencionar-se todos os artigos de que se compoe este incomparavel sortimento notam todavi os seffuintes-
Ricos enxovaes para baptisados e casamentes.
Lindissimos tecidos de phantnsia para bailes, theati\>s, passeio, etc.
Bonitos corles de l, seda, linho, e levantine; inteiramente novidade.
Sedas pretas lavradas e c< m chama I ote para todos os precos.
Siirahs pretos e de cores de differentes qualidades.
PRECOS RESUMIDOS
de MAngo
Rendase bicos de differentes larguras e qualidades.
Riquissimas capas epellerinas, pretas e de cores para senhoras.
Guarnicoes de dotos modelos para vestidos.
Luyas, Jeques, chapeos de sol, espartilhos, sahidas delheatroe urna
infinidade de meias de seda, fio da Escocia, algodo, etc.
i i* lie.
DR. CARLOS BETTEMJORT
SUSIMIIILll i iROBl
GRANM DEPURATIVO 1)0 SANGK
Elixir anti-rhenmatico, anti svphilitico e empregado em todas as molestias de
erysipella, darthros ou empigens, beri-beri, anthrazes ou carbnculo, cancros
/enereos, feridas cancerosas, ulceras, gonorrheas cbronicas, boubas, bubes, escrofu-
as e todas as doencas que dependem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do seo gonero, o que est provado
pela preferencia e accetacao que Ihe di o publico.
Um frasco 3#OOOf urna clazia 30#OO.
BsssB i iiiiiii imi i gniiiira
TNICO febrfugo e desobstruente
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencaa depois
to parto, febres palustres, molestias do figado e ba'co, falta de appetite, anemia, chlo-
-ose, cores paludas ou falta e sangue e doencas nervosas.
E' um rccon8tituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3 j, urna duzia 30|000
mas, menstruacoes difficeis, debilidade geral, c6res pallidas e todas as vezes oue se
raer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular
vonvm as pessoas ou senhoras que criam par* tornar o leite mais nutritivo e robus
ecer as enancas. E>te remedio superior a todos os tnicos estrangeiros que se
innunciam por ah. '
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
NJECCAO BETTEINCOURT
m AHTI-BLKNOBBHASICA
Gura radical em seis dias
Empregada com -rotn
ornea
itimo resultado nes cerrimentos agudos ou chronicos da
ou flores brancas. Este medicamento de ama grande
irethra ou vagina, leuco
fficacia,
Um frasco 1#500, urna duzia 15#0O0.
VINHO TNICO
Com lacto-pbosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacao destes heroicos
nedicamentos. Empregado no tratamento das molestias do fpeito, do estomago, ane-
Xarope dta jaramacaru composto
GRANDE PEITORAL
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo
osses simples e convulsas, coqueluche, constipacoes, sthma, bronch.te, catarrh
nromco e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2#500, urna duzia 241000
CAROBINA
q SHAMrnE pcrifizhqh do sangue
U emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes moleslias:
a diversas formas das doencas cbronicas, os oesenganados, soffrimentos do tero,
iffeccSes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, *ffec-
^es venreas rebeldes, paralysias, molestias de coracao, da garganta, rheumatismo
bromeo e gottoso, molestias de pelle, assim orno todas as enfermidades derivadas
la impureza do sangue.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPANHIA DE PRODUCTOS MEDCINAE8
31-RA DOS ORIYKS-31
RIO DE I 1 MIRO
Vendas em grosso e a retalho en Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
Superior vioho de Al-
eo baca
iWI illl I.VS SiS k
i
boticas.
Vende se em todas as casas de drogas,
Sabio maravilhoso para limpaariss
taes de todas as qualidades, mar
mores, madeiras, trens de coainha,
soalhos, paredes, pinturas, etc., etc.'
Sabao indispensavel em case de
familia; poopa tempo e trabalbo.
SAPOLIO
Nao se usa para lavar a roapa.
pe fumarias, ferragens, armaseas s
DEPOSITO GERAL EM CASA DE
HENRY FORSTER efe C.
0 acreditado e autigo armazem do Lima par-
ticipa ao publico eaos seus freguezes que acaba
de recebe-r urna nova remessa deste especial
vioho, escoliado propriamente pelo chefe destt
casa, tornando se recommeDdado por ser puro
de boa qnalidade.
Jos Fernandes Lima & C, roa Bar5o da Vic-
toria n. 9
Telepbone 313
FOLHETIM
POB
PAULO D'AIOREIOHT
QARTA PARTE
A voz do sangue
(Continuacto do n. 234)
V
KA PISTA
Elle aparto j a como um louco contra o
peito.
Cala-te... disse, calem-se ambas...
o mea segredo... nSo Ihei pertecce..
Para conseguir a tua felicidade, minha
adorada, eu revolvera cos e trra.
Henriqueta, porm, nao era rapariga
que se contentasse com taes razoes.
Desenvencilhou se dos bracos do av6.
Quero saber .e que o senhor preten-
den dinas intimou ella muito resoluta.
Elle besitou pof esp 50 de um segundo,
depois, comando urna resolucSo sbita :
Quero vingar as minbas moras, re-
plicn, tua mSi, tua av, meas nicos
amores, e esfera cjn vencido deque nlo
seras felk enujoanto isso n3o se realisar.
oganei-me ?...
-Em suas palavras nao occulUm ou-
tro sentido ?
Nao.
Mas minha filha correr talvez um
perigo de morte no meio de tudo isso ?
observou Laura, sempre preoecupada com
a mesma idea.
Nao, porque a senhora e eu a prote-
geremos.
Pois bem, urna ve que assim ,
avante, meu pai! Minha mi ter cora-
gem, e eu lhe obedecerei cegamento. Que
preciso fazer ?
Um lampejo de triumpho brilhou nos
olhos de Jacques.
NSo esperava outra cousa do teu co-
racSo e da tua coofianca, disse elle. Olha.
minhs Souriquette, podes confiar emteu
velho pai. A honestidade mais stricta tem
sido a norma de minha vida, e nSo sou
capas de equecel-a, mesmo para te sal-
var. Gracas, porm tua coragem, vou
poder lutar corpo a corpo contra a nossa
velha ioimiga, e desta vez desmascaral a.
Por emquanto, venham ambas por-me ao
crrante de tudo quanto se passar, ainda
das coasas que Ihes parecerem mais fu-
teis.
Jacques, conforme adivinham os leito-
res, nSo confessava todo3 os seus projec-
toe.
Se queria vingar as suas tortas, e para
isio deitar por trra sua mortal ioimiga ;
quera subtrshir Henriqueta ao odio da
Sra. (l'Argelles, tinha tambara o desejo
ardente de aniquilar os esforcos de Diana,
de reduzir ao nada as combinacoes de to
da a sua vida, em umi palavra, de-pro
var a substitu cao que ella fizera da filha
da Margjrida pala propna.
A prova moral de que Heoriqueta era
sua filha, o Sr. de Hhodes posauia a, po-
rm hilo lhe bastava. Para que a suavin
ganca iosse coapleU e o seu fim attingi
do, queria testemunhos authent'cos, provas
flagrantes e materiaes.
Esta va de poue da carta que Fabio de
Argelles tinha escripto sos Vallauris. no
cubculo da porteira da ra Footaioe-au
Ro, enviando Ibes a cdala de mil fran-
cos, no da subsequente ao do incendio
Jacques nSo poda engaar se quanto
lettra de seu genro, que nem sequer es
tava contrafeita.
Demais, as inicaes M. F. A., com as
Pao centeio
Mello & Biset tendo recebido nova remessa d<
farinba centeio, avisa aos seas freguezes qw
orrtinuam a fabricar este delicioso pao centeii
todas as tercas e seztas-feiras ; na ra arga d<
osario u. 40.
Para engenho
Ferragem com pouco uso
Vendeo-se (aixas fundidas e batidus, e assim
um paro.' de cobre Dor metade do valor ; a tra-
tar na ru Duque de Caxlas n. 77, loja.
quaes o desconhecido dizia aos Vallanris as mesmas perguntas que a marquesa me
que lhe escrevessem, nao podan! eviden-
temente significar cousa diversa disto ;
Morques Fabio d'Argelles.
Isso era claro como o da, e Jacques
nao conservava a mnima duvida a res-
peito.
Queria, porem, apezar de tudo, que por
meio de provas indiscutives os estrannss
ficassem t2o convencidos quanto elle do
que se havia patsado.
Smente entto a Henriqueta adorada,
to ardentemente procurada e tao miracu
losamente encontrada, poderla aos olhos
da le, reivindicar o sea nome, a sua posi-
cSo, a sna fortuna.
Para conseguir isso, o Sr. de Rbode
nao se dissimula /a que teria talvez de
vencer diffijuldades qnasi invencveis que
lhe adviriam da intelligenca to subtil de
Diana.
Mas para que servira entSo ser Jacqi
de Rhodes e possuir urna vontade de fi
ro ?
Alguns diis depois Laura volton aocat-'1
tollo d'Asterac.
A marquesa sahio^se mal commigo
disse ella ao conde, mas vai tental-o per
ante meu marido, pois trata de carcal-o
agora de todas as attanccJs. Roselin
iotelligente e esperto, mas nao sei se as
habis manobras da Sra. d'Argollen aio
dobraro a sua vontade.
Elle demora-s muito tampo ainda
pjr aqui ? perguntou o Sr. de Rhodes.
Nio, devia at voltar esta semana
para Parie. Protela de da para da a
sua viagem, nao podendo separar-se do
neto.
F*ca com que elle parta immediata-
mente, sob pretexto de procurar o com
modo que prometteu.
- Dever se-ha realmente procurar esse
commo io ?
Procural-o, sim ; alugal-
eneotrai-o, nSo.
Bem, far se-ha isso
nir-he tamben que Ignec
Vinlio Maduro
Pelo uitiaso vapor recebemos urna importanu
reme.-.;a do delicioso vinbo maduro, aaalvsadi
pela unia de hyeiene da Capital Federal.
0 VIXHO BADURO, puro da uva, o melbo
que tem vindo"* mercado, 36 oeste estabeleo
ment se enconara
SEMENTES NOVAS, de flores e hertalisM a
todas aa qualidades.
AZE1TE puro de oliveira em latinhas de raen
ijum litro.
Em bebidas Moas, como sejam : champagne
cidra, vinlios Bordeaux, Porto, Douro, Chamber
tim, licores de diversas qualidades, nao tem 11
rival.
Queijos de todas as qualidades e o apreciadi
pqueijo em latas.
Emlim. completo sortimeuto de gneros di
primeira qaalidade para urna boa despensa e 1
precos sem ccapetencia
Ra estreia do Rosario numero 9
Po^as Mendes & (.
Teephoneti
Vende-se ou permuta-se
urna casa demorad), na Baixa Verde, reedifica
da de novo. c~m 2 salas, 3 quartos e cosinha
fra ; ou permuta-se por ontra que sirva pan
negocio de molbados, e se j for, tambem i
compra : ioformacOes na travessa da Madre de
Deus n. 18, ou juno a estacao do Cordeiro.
Devo preve-
fez ao marido
jues
fer-
SBBB
dirigi.
Mauricio responden ? *
NSo.
E responder ?
Se me autorsa a dizer-lhe que de-
cidi nao devrmos fallar, nao ba perigo
que elle abra a boca.
Elle conhece entSo agora a origem
de sua irma?
Nao, nem palavra. Sabe porm que
ella est frequentemente com o senhor,
depois de o haver eucontrado por acaso,
e que o adora.
Quem lhe disse isso ?
A voz geral, em primeiro logar, e
depois ella, porque elle interrogou-a a
respeito.
Que Ih) contou ella ?
Tudo excepto estes ltimos aconte-
cimentos, dos quaes elle nem sequer sus-
peita.
Que responieu elle confidencia de
Souriquette ?
E's mais feliz do que eu ; estima!~o
hia muito tambem, se elle o quizesse.
Jacques, mais commovido do que queria
parecer, replicou com um sorriso, porm
muito-baizo :
Isso ha de ser mais tarde.
Depois, em voz mais alta :
efe- Diga a.Mauricio que eu lhe recom-
rclndpinstantemente que se cale. Aceres-
ctttfe'cjue, se elle for um destes dias ao
Sanatorio, fallaremos.
Que satisfacao vai o senhor propor-
cionarle !...
Posso por ventura estimar sua mi e
sua irmS, como estimo as ambas, sem o
esti*r tambem ?..,
O senhor bom como Deas .'
Ah! se eu tiveese o seu poder por
um instante que fose, como seriamos todos
felises !.
o, o mesmo Laura nao ousou insistir ; presa nova-
mente, porm, das suas angustias diante
daquelle homem to forte tilo cariohoso
para aquellos a quem estimavs, mas que
devia ser tilo terrivel para aquellos a quem
detestasse, murmu ou :
E' preciso estimar tambem o filho de
Maurio, Sr. Jacques. ..
Elle nao respondeu, e, mudando sbita-
mente de conversacao :
Se por acaso a Sra. d'Argelles pre
parar se para fazer alguma viagem, disse
elle, venba prevenirme immediatamente,
anda que seja durante a noite.
No oa seguinte pela manha chegou de
Bordeaux urna carta para o conde.
Miguel Castarde, o filho da Anninha,
escrevia-lhe pedindo-lhe um servico do
qual dependa a felicidade da sua vida.
Aps a liquidacao do negocio do arma-
dor, Miguel entrara em casa de outro pa-
trao, Eugenio Bonne.
Ah encontrara a menina Suzana Bon-
ne, filha do dono do estabelecimento, que
urna mocdade doenta havia at entilo im-
pedido de casar, e aaixonara-te por ella.
Miguel era bom rapaz, trabalhador e
ajuizado, conhecedor a fundo do commer-
cio e de todos os detalhes de urna casa,
pois Jacques tinha sido o seu edacador.
At entilo elle vivera s, ama vida
muito austera, nao pensandi sen&o no tra-
blho.
Parecia haver renunciado ao casamento
quando foi impressionado pe'a fraquesa
triste e melanclica da menina Suzana.
O seu amor foi partilhado.
O Sr. Bjnne, nao enxergando senao as
boas qualidades do seu empregado, punha
de parte a obeenridade do seu nascim-nto,
exigindo urna nica cousa, na qual mos-
trava-se a'ias ioflexivel : um certj peen
lio.
O commercio de armador atravase va
effectiva nente urna crise. qae sagasUva
todo os das, os capitaes que rxigia o
futuro sef ro de Miguel eraia i
veis sna casa.
TYTOGRtflIlA
4P0LL0
Montada com todo?
es ulensilios proprio>
para a execucao de
qualquer obra tjpo-
gra phica. desde a maii
fcil mais difficil.
o FRU DA C0SC0IDIA-8
Junto Companhia
de Bombeirog
Cidade da Escada
Vende se a casa n. 12, com cemmodos para
colleiG. e a e n. 3 ra do Rio ; e tjdasas da
rui do Cochixo em numero de dose ; vendeir-
se tambem 5 bassolas de differentes systesaas, 2
declinatorios, 1 paninom< t o. 1 nivel com mira.
1 gestante com horsonte artificial. 1 micros.-op:
e outros objectos ; na ra da Atalaia n. 11.
Em casa de Jacques de Rh< des, Casta-
rede havia juntado s"Friveis economas,
porm ellas nao attinhiam quarta parte
do que pedia o Sr. Bonne.
Era o servico de adiantar lhe a disTe-
retya que Miguel snpplicava a Jacquej
lhe prestasse.
O senhor fez tndo por mim, diaia lhe
elle, devo-lhe o pouco que son, complete
a sua obra >
Jacques leu essa carta com o nosso co-
nhecido su'co cavado no meio da fronte.
Anninha, at hoje, tem recusado sal-
lar, disse elle ; resistir me ha agora diente
disto ?. Vamos experimentar, aceres -
centou, mettendo a missiva na carteira.
Alguna instantes depois, galgava o cami-
nho d'Argelles.
O sol mal comecava a erguer-se, era
muito cedo ; pois che gando o comi
noite, o carteiro comecava a sua loagape-
regrinacSo por Asterac, onde esperava o
um bom almoco.
Ella ha de estar anda na igreja,
diste Jacques comsigo ; poderia fallar-lhe
sem testemunhas.
E gslgou a paseo accelerado o caminbv
que o aeparava da aldeia d'Argelles, onde
Auninha ia efectivamente todos os dias
ouvir a missa das oito hora*.
A cerimonia terminava quando o Sr. de
Rhodes transpos o limiar do templo.
Urna mulher, envoita em comprido cha-
le, achava se ajoelbada diante do altar aU
Virareoi.
A ponta do chale, ligeiraniente atirada
para tras, permittia ver lhe as fei;i>es ;
era a ama de Diana.
Jacques, porm, estresaecea.
Efectivamente, exprselo se
tempo exttica e
roste de Aoainaa
(
V


I

t9. Bmno, *m


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