Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17423


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Full Text
QAR
BRO t)K 18SO
NAMBG
Propriedade de Manoel FigueirotL de Faria b Filhos
11
i -?
PARA A CAPITAL E LUQ
ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meses achantados. 65000
Por seis ditos idem. ..... 125000
Por um anno idem...... 23jKXX)
Cada numero avuiso, do meo no dia. di 00
^i^anai^a^^iaaHiHaaBMm^iH^Bli^BSaHBi
*-.
TELEGRAfiMAS
fiS7io a-timu. so mu:
RIO DE JANEIRO, 14 de Outubro, s
'8 horas e 10 minutos da tarde.
Fo nomeado gavernador do Estado do
Rio Grande do Norte, o Dr. Joao Gomes
Ribeiro, sendo exonerado o actual.
Foi removido da comarca de Cintra
para a de Breves, ambas no Estado do
Para, o jais de- direito bacherel Alfonso
Barbosa da Cnnha Moreira
- Foi nomeado juiz de direito da co-
arca de Cintra, no EsUdo do Para, o
bacharel Ignacio de Loyola Virgolino.
ra? despachada.' na* atfand'ga* e mesa* ota reo
das da Repblica.
Limitsmo nos, por h >>>, ao trecha ea que o
hanr.do ministra expiJ o moda cona Ih foi
suggerida a ia, citanlo eua eu apoio as 0|ii
nioes di classe indastrial e dos i;o wnr :ianteb
importadores d:i capital federal,
Lio respoule a umis tiotas a:cusac5 i feitas
em sardina, e que ja c meciram a ver a luz do
dia.
Eisos referid: a trechos:
*
GancTalissiaij.-A represeutacio dirigida ao
gove-no proviso:io, em SU de Selembro. pelos
oais autonsado-i orgcs da industria nacional
nesta praga, corresponde nteiraiuenle as 0>i-
uies deste mim teo ao toeaale a urna quesio
qae interesa no mus alto grao a tinntas da
repablica, e que devemoi resolver otes de ulti-
mada a no-sa umsao organisadora: a cobranca
dos direitos do importacao em ouro.
Dc'pois do primeiro passe que demos nesse
camiobo, e cojo lefeitu fui o da timidez, alias
explicavel e jusu oo easaio inicial, eolroo este
Foi promulgado um decreto alteran
do o que regulamentou as sociedades ano-' ministerio no pensainento alargar a medida,
^ 6 levando-a talve ao seu extremo limite, e oEfere-
nymas, no sentido de s se poderem cons
..-

tituir as conapanhits depois de terena rea-
lisados 30% dos respectivos capitses, e
s poderem ser negociadas as suas ac^Ses
depois de realisd. s 40f0 do mesmo ca-
pital.
Foi nomeado bibliotheoario da Fa-
cuidado de Direito de S. Paulo, Guima-
raes. (?)
Foi nomeado cnsul geral do Brazil
no Paraguay, Jnaquim Jayme Dias.
Foram removidos os cnsules do
Brazil: o de Mareelna, na Franca, para o
Porto, em Portugal; e o do Paraguay para
Marselha.
-*r~.
-<

INSTRCO POPULAR
:s wssbos ir:s::s::
POB
ARIBTIDBS KOGBR
QARTA PARTE
A archltectnra Microscpica
CAPITULO VI
A VlaUS ekmenwr
(ttontia-nac&o)
0 argooaaU sabia fazer uso das velas muito
lempo antes que o marinbeiro : n caroncho fa
zi5 eso da serra ; a ab.-lba da noraoa; o peixe
torpedo da pilha elctrica, muitos seclos antes
que o nomempenasse un fabricar estes precio
sos instrumentos.
O mesmo succedea com relacaoa architectora.
A. cabamos de estalar a cellula. elemento de
todas as organacOes, a pedra que serve para
I'armar os seres viventes, como o cryjtal elemen
i? serve para formar o miaeral.
Pois bem : assim como do corar-co da arch
i.', tura urna s pedra collocada na ierra era um
monumento, da mesma sorte ama cellula s pode
hnetar'para constituir um ser completo.
Os mentores e os dolmas druidicos, os ob?lis-
r-Ts egyDicios, os altarrs moa ilyticjs dos pair.es
barbaros, leem tanta igaiticac&o como un tem
pa, oa unn baslica, eos ssre compostos de
urna simples cellula sao tao viveates, como aquel
["= cuj i organisacao muito mais complicada.
O globU'O de singueque circula em os nos-
sos vasos um elemento anatmico dos mais
ru limentares ; e nao obstante, o papel que tem
a desempenhar de coosideravel importancia.
Por ou'.ro lado, a saa existencia acba-se tao
i l trmente assiynalada, como a do ser melbor
.-xanisado. Nasce dos elementos do cbylo qaj
existe no Intestina e depois da urna viagem,
mais ou menos looga. alrawz dos orgas Ja eco
nomia, une e ao edificio para o furialecer, ou
para reparar as suas incessantes perdas.
A maior parle dos aniraaculos infusorios a que
acabamos de nos referir aciiam se geratraeote
constituidos apenas por naai celluU nica : nao
obsti-nte, movem-se alimantam se, c. reprodu
zem se do mesmo modo, ou tao perfeitamenie,
K.-010.08 aoimacs superiores.
As cellulas-vibrauiis, que se encontrara en
ceno numero de orgaos, ou de lquidos da eco-
noma, leem tanta semeinanca com os iofuorios,
que por mallo lempo se tem confuodido muitas
u'eilas com os animlculos microscpicos. Eo
irelanto constem de una nica cellula, com orna
ou muitas pestaas agitadas de um movimento
contiouo. .
Bnaootram se igualmente nos vegetaes mdivi-
.Juos onicellolares, lo perfeiios na sm singele-
aa. como o retro na soa roagesiosa er^nvn.
A mxima parto desias tspecics tlemenlares
pertence a familia das setas, ou tortulh?*, e da
algas, e, entre estas ollimas, as mais iolereasan-
tps sob a ponto de vista de qae nos oceapamos.
de i r encarnada.
Nos Alpes o protococeus nivelis di algumus
vezi-3 nev ama cor purpurina, e dia se qae
as aguas do Mar Vermelbo devem a sua cor ca-
racterstica a um vegelal do mesmo genero.
Pasernos agora a orgaoisafOes um pou :o mais
complicadas, as qoe poderiamos comparar tam-
bejn com os moiiumentos menos elementares da
arcbiteciura, o pilar, a columna, o arco, o porti-
>. etc. ^ .
(Cor.lioua.)
i
m
L.
PUMO DE PEEBAMBCO
RECIFE, Tb DE OUTBRO DE 1890
Dlreitas de lsprUei ca
ar
Bmbora teobamoa aprebeaaOes de que vexa
toria se-a, ao menos aos primeiros lempos, a co
branca em ooro de todos os direitos de importa
^o, ko nos podemos fartar ao reconhecimeoto
de qae essa medida totaada pelo goverao provi.
sorio visa largos ialaitca. tem por flns soergaer a
elevada e^phera o crdito nacional, bem lixar o
\alor da moeda, regular ai transaeces mercan
lis sobre base estavtl proteger a industria na
cu nal.
Neste-presuposto, tMKM prazer em aqai pu-
blicar a exposicao qae les ao ebef* do goveroo
provisorio o Sr. ministro da (aseada, para jas ti
licsr Di-cr.de i do corrate, qu- mandn cobrar
o uttK>, pelo valor legal, todo* os direitos de
:npu"ac*o devides pelus mercadorias estraogti-
ceodo ao mesmo lempo, ao cootribuiote ama
compeosa^o coc sideravel e bentlica : a aboheio
dos 5 |. ad'cii:aes.
Sob esse intoii a mandamos proceder no tbe
curo, em priuci|)ios do mez paseado, a estados
e clculos, em que primitivamente se tomara por
base a elevacao da porceoiagem metallica, as
laxa* de entrada, a 60[,.
Beit os lados, que aesse respeito nos miis
trou aqueta repaiiicio, em SO do mez transado
A renda dos direitos de uaporiac.ua para o
consumo subi oo primeiro semestre de 1890, a
51 569:188*231. cluiJa agrande arrecadacao
do mez de Juntio que s ella se eleron a......
11 960:96 WB24
Tunan lase termo medio da cobranca dos
mez s le 1 metro a Mo (33 b08:407*33), ou
7 !ii:S6i aquelle augmento de arrecalaco,.............
47.5x9.938*0; u, dobranlo se casa qaantia,
para orear o re.iJim.-uto de todo o exercicto,
acbar-iie ba a som na de 93 059.9761176
Poder se-ba, pois, calcular, Cjooo fez a ex-
posicao que acorn in.'iou o decreto de 10 de
Mno ultima, em 95 m l cantos o producto dos
direitos de roportacao.
Os eeus sessenta por cento serio........
57.0OJ.OO0i. que em ouro vate ro 6.411.500 O
decreto de 10 de Mno ajtarisoa a co'iraoca de
SO "i, ou I9.00.00C^ Oexcesso ser de.......
38000:00J.oufi I>71000.
A dilTerenca, i|ae leui de pesar sobre as
merca lonas, sera < segu ote :
Como cambio a SI -46.636:364* ; a S)------
44.608:696*; a S4-4S.7oO:000<; a 15........
41 040:000 > e a 35 30 461:539*. Esta a im-
portancia de & .S7''. 00o, em nossa moeda.
Com o cambio a 17 : a SS38 ('00:000* ; a S3
'i000.000*; a $4 -38.00O.Ou0*; a 25-.....
38.000:000* e a S -38 009 000*000.
A diVenca ser para a 1' taxa 8636:364* ;
para a S*-6 608.691*; para a 3 -4.750:000*;
paraa4*-30i0:000* o pira a ultima,.........
1361:549*000.
Oa5"j, addicioia;s polerio dar 5.500 a
6.000 coolo8.
Assim, logoqae o cambio chegar a S4, prin
cipiari a favorecer 0 consumidor.
A impo-iadcia de t 6 413 500, da taxa ora
cobrada (0(.), e da qae se aagmeutar (40 "V,
para subsiitufr os 5 | addictooaes, ebegari,
nio s para o pagameato da divida interna fon
dada, como para as iespezas no exterior. O tbe
800X0, desse avado babilitado, nao ter de recor-
rer ao mrcalo, afir de oble.' cambues.
Em presenc dessss elementos, sob a inlluen
ca das rellex ;s qu s tiles nos susciiaraua, nao
tardamos em cbegr i coarico de qae a refor
ma seria sempre imperfeto nos seos resolOdoa,
e alienara em parto as adneses a que tem di-
reito, 8 e nio a levaisemos soa absolao pie
aitude, esiabeleeendo a cobranca total dos di-
reitos de imporlacd em ouro.
O camlio e a industria
Nessas disposices, sobre as quaes ja nos ma-
nifestramos na seio do gabiaete, veio contir-
mar nos a attitade aasammida agora pela classe
industrial, attitude qae revela um progresso, no-
ovel na sua educacao econmica e na conscien
cia dos seas verdad-.'iroj ioteresses. Mostra se
assim di sipada, ao seio della, a falsa prcocco
paci antiga de qae i elevacio do cambio des-
favorece o trabalbj nacional. Ao lado deie
pt^coaceito, que se desvanece pela accao natu-
ral da evidenaa das leis scicoiincas, a que elle
se oppe, nao ser maito isongearmo 003 com
a esjeraoca de qae a classe dos importadores
chegue tambem a ua a intaigia igailmente jaiO
dos seUi ioteresses, o.nprebendendo us vanta-
gens que Ibe vem (razer esta fccualissima iono-
vaco fiscal.
E' ampia e coocladenle a demoastracJo addu-
zida pelos industnaes brizileiros cm apaio d
providencia qae soliciom n'esse documento pre
ci so. do qaal nio podemos resistir a tenoco
de ex'rabir, e apropnar ao nosso intento, estes
tpico?, cheio* de pn.funda verdade e irrefraga-
vel inteligencia e pratica do assampto.
Ao pass i que os direitos de exportacao se
pagam de accordo cem ama paoO variavel, con-
forme o preco do mercado, no qual entra como
l'ictor importante a reitos de importacio sao sempre os mesraos, e
era papel qualquer que o cambio s?ja : lito equi
vale a cobrar o Entiia os direito* de exportacSo em
ouro e o de impoi tuotio en papel.
Em um paz de ciruuiavau fiduciaria, com o
rgimen de corno forcado do pape! moeda, com
todas as suas desastrosas con equeociasdo fal
acio-o systema de imposicio aduaneira, a que
alluaiuacs, resulta que o oireiio percebido das
mercadorias estraage ras va'ii constantemente,
acompaonando as irrcxularissimas oscillaces do
cambio. Nao ha amo calcular seguramente o pre
ro das manufactura* onpvrUdas, pira firmar em
bases solidas empresa* jne ancorram com ellas ao
mercado.
Comocrearem-Se graodes.e verdadeiras in
dustrias naciooaes permaneotBi.n'assa trepidacio
de valore-1 ?
' Supponharaos nm artigo qu?. calculado pelo
valor offidia!, pa{a 4.1444- Ao cambio de_27'
uuporu este valor, em papel, em 50'/o de i
Ao cambio de 18 d., a|eoa8 paga o mesnio artigo
33,5"/. da X.
Qaaoto mais baixo o cambio menor im-
posto pagam as mera dorias importadas.
Essa conei -eracio da maior importancia,
porque o industria, nticional neto pode vippr>r o
dficit resultante da dinnuiedo da exportacSo. visto
como, n'esse cato, a aepreciocao io papel prodta
urna diminuicao nos d A segjiuie taoell.1 demousira o oosso a
to, e dicpeosa largos i ommentarios.
18 13 330
17 14.124
16 15.001
15 16.000
14 17 140
13 18450
1S SO UOO
Os Srs. Amede Prince& C'.
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios e^oblica-
^oes na Franca e Inglaterra.
PARA DENTRO E FURA OO ESTADO
Por seis meses adiantadoa. 13^500
Por nove ditos idem. 204000
Por nm anno idem...... 260000
Cada numero avulso, de dias anterior**. 4100
33 30 /
38 00%
%
^ '"
34,00 %
" %
OZ W 'I,
# /.
27 5o ",'.
S6. /,
Quaodo ha baixa de cambio,expeliente nu
gicio mandar vir do estrangeiro mercadorias,
para se gannar com a dirlereuc de moeda, des-
de qae se possa remetter o valor das facturas a
melbor cambio. O consumidor paga sempre pelo
cambio miis desfarorarel.
Ora, pudeodo-se comrrar papel depreciado
para o pagamento do aaposto de importaefio, re-
dozindo se esse a 35 /. por exemplo (19 d*), em
vez de 50 u do valor da mercadoria, a indas-
t-ia nacional (ka sempre em peiores condlcoes
de competencia.
N'em se supponba que ella acbaria compen-
sacio no angmento de preco d03 artefactos es-
traogeiros, causado pela alca do ouro.
Tsto do exacto :
I', porque o preco das mercadorias compoe
se de dous fictores qaasi igoaes: o costo no
mercado productor e o valor dos direitos de ex
porOcao ; e s urna parte acompanha a alia da
moeda ;
3", norqua a baixp do cambio augmenta o
custo da vida e, portanto, os gastes da produc-
co parallelamente ao custo das mercadorias no
mercado productor; e. pois, a concurrencia sa
se poderia manter no mesmo pdeigualdade, se
o segundo factor (direitos de imporOcae) nao li-
canse estacionario.
3", porque nao ha reya as leH determi-
nareis as oscilares de cambio, entran lo n'el-
las, em grande escala, a especulago e o jogo ;
4, porque as depressOes e elevacoes do cam
bio sao frequenlisslmas; fazendo se, portanto,
moitai vezes a importacio de mercadorias a
cambio baixo e a venda a cambio mais alto.
< O negociante importador compra o papel de-
preciado, para pagar menos direito, e so remette
o valor das mercadorias a cambio alto, gaobando
a dirlereoca a cuita do consumidoi- e as vezes
tambem a cnsO do fabricante, de qne coinmit-
teote. Este jago i pode aproveitar a essa parte
do comurao, que funcctjna, reetbendo consigna-
gao, e rendendi' quando t quanto he apraz, em
detrimeuto do fabricante nacional, que ha do
produzir sempre na mesma quaotidade, nio po
dendo diminuir e augmentar a prodcelo con
forme as oi-cilacoes do cambio.
Por nio atlender a esse mecanismo commer-
cial, qae a industria nacional lem-se illudido
sempre apezar da eoquencia dos fados, suppon-
do por um paralogismo especioso, que a baixa
do cambio para elfa urna condigao de viabili-
dade.
A industria nacional nada tem panno com a
baixa do cambio. Para isio fora necessario que
o costo das mercadorias, nos mercados prodo
clore-, fosse augmentado parallelamcule com o
dos direitos de importacio, isto que o imposto
fosse pago na mesma moeda emque ellas sao pa-
gas no estrangeiro.
Nessa hyooihese a industria nacional seria
ama compensaco i baixa do cambio : ella sup-
pnria parte da importaco, coacorrend ecaz-
mente, para fazer cessar a baixa, dimmuindo a
exportacao da moeda qae vem cobrlr a deflici-
encia na exportacao de productos
Essa a sua bonrosa fancc&o nos desequili-
brios lin nceiros.
Seu intere8se harmnico com o do estado,
nao so pditica, como Ombem econmicamente.
0 pagamento dos direitos de imporU cao em
ouro ha de dar Ihe as condicoes de prosperidade
qae Ibe te m fallado, e tornar evidente a soa
collaboracao com as outras classes sociaes co
progresso do pa z.
A importar,o de um paiz como o Brazil deve
sempre reger se automticamente pela saa ex-
portacao. Ora, a cobranca dos direitos de im-
portado em papel depreciavel falsifica o regula-
dor commerciil da compeosacao, ou, como oa
tr'or; se dizia, perluba o equilibrio da batanea
do coramercio.
Qaando a exporOcSo di minu, conviria aba
ter se o estimulo para as imporucoes, em pro-
porcio equiralenfe. Isto o que derena acon-
tecer como effeito de urna lei natural : a neces-
sidade da exportacao do moeda, para cobnr o
dficit, impe o freio i imporocio. Entre nos,
porem, a depreciacio do papel, com qne se adqoi-
re meode do ralor das mercadorias estrangeiras
(os direitos adaaneiros) poupando oarte da moe-
da real, i um incentivo ao importador para entra
das de generes do ixterior alirn dos lim-tes cont
mentes.
Accresce entao o lateresse da especulacab, o
jogn. as reraessas de moela, logo que o cambio
se eleva para pagameotos addiados, e, portanto,
ora baixa.
Todas essa3 pertubagoes linanceiras, todis
essas disonancias econmicas sio a contequenaa
da dualtdade monetaria, ouro epapel, eomquete
salda a importagdo.
t Para firmar a legi'ima industria nacional ;
c Para fazer ce sar as oecilacSes do cambio e o
curso forjado do papel moa la ;
t 'ara suprimir a voracissima verba orcameo-
Oria das Jifferencas de cambio;
Para constituir ama bise solida is operncOe
commerciaes, e esObelecer a proporco rasoarel
eoire a imporocio o a exporUcao ;
E' necessario fazer pagar em ouro os direitos
de consumo.
Ao recri de diminuicio na renda das alian
degas pode responJer se que o desfalque repre
sentar exactamente o agio do ouro, parcella ficti-
cia no algoritmo da receita.
Sao, pwrem. Oes as vaotagens da medida, que
se pode^sperar com seguranca antes augmento
qae dimTnniio na renda.
< Suppoohamos, todava, que ae da a reduccio:
a prosperidade do paiz. estimulada pelo d. sen-
volrimento de outras fontes de renda, a sup
prira.
A industria nacional assim fomentada, poder
trrtular se de modo a compensar a dlSereoca.
Ao mesmo lempo, nos chega as mios ama re-
present-cio de imporOdores de primeira ordem,
qae apota a mesma i ie>a oestes termos ;
Os abaixo as-Unados. negociantes importa-
dores da praca do Rio de Janeiro, informados da
represeouciu que o* induriaes brasileiros vos
dirigir m. sulidundo decretacj da cobranca
dos impostes njfPtWF* om ouro, rm man
riBTE OFFICIAL
aabic t. valor em ris Qaanto de oun 50 /. em pa
37 26 8 R8 ^ 9-33(1 i$'k
35 9.60J 46,70 %
34 10.000 44 44 %
33 10430 42 60 % V 40,50 /,
33 10.900
31 11.430 38.80 %
30 11 00) 37,40 %
1 13 63) 35,00 /
re esse assumplo, ?up-
isa servir de esdareci-
mpo indicando-vos uiua
:e devida ao commercio.
felar vo*
pondo
melo
com
Ni R01 abaixo asslgtiados as;
vaooge &tei para o paiz, de um acto
concorreri para a ele vacio e
io. que faculiari ao goveno os
de menos eoeroso pgamelo de seas
^^Hb de estabelecer mais certa e coore-
proporcionalidade entre a exporocao* a
rucio, e de auxiliar o desenvolvimeuio da
jtn aaciooal-
Reeouhecem Ombem qae a cobranca do im
posto integralmente em ouro simplifica as ope-
r>coVs do pagamento e o calculo dos direitos, es-
pecialmente se for adopodo qualquer meio qu j
i8o facilite; e torna menos aleatorio o commer
ci de importacio Sod este ponto de vista a
medida solicitada melbor di que a cobranca
parte em ouro e arte em p.ipel contia a qual se
pronunciaran) muitos eomraerciaatu.a
Gorerno do Estado de PerataHbueo
2\ 9039I0. Palacio do Governo do Estado de Per-
nambucoemO de Outubro de 1890.
O Desembargador BarSo de Lucena, Governador do
Estado.
Considerando que a actual organisaclo da forca poli-
cial nao a que mais attenie as necessidades do servido
a que &>- ic destina, nem economa dos cofres do
Estado ;
Considerando que a|creic2o da guarda cvica nao foi
bastante para melborar e dar desenvolvimento quelle
sarvico, nao podendo ella supprir a insufficiencia do corpo
policial, sembr subdividido pelas cidades; villase poroa^
dos e cm continuas mudanzas de amas para outras loca-
lidades ;
Considerando que a necessidade de frequentes remes-
sas de destacamentos para o interior do Estado e a remo
cao constante d'elles, mostra cada vez mais defeituosi e
inconveniente a actual organisacao, impnssibilitando man-
ter ?e lhe o necessario rgimen disciplina;
Considerando que os referidos destacamentos nio sao
o meio mais proprio para faxer se um regular polica-
ment as localidades centraos pelo sea pessoal impro-
prio pa-a isso, ordinariamente constituido de pracas nZo
affeitas a esse servico em lugares invios e de difficil
sccesso, alheias topographia d'aquellas localidades, e
n3o tendo tempo de se tornarem d'ella conhecedoras e
orticas as ezcursSes contra os crinrnosos evadidos e
fugitivos; 'm
Considerando que a esse inconveniente accresce o de,
dSo tendo disciplina regular e estando Unge das vistas
do commandante, as pracas se desmandarem e muita vez
preoisarem ser policiadas, suc2edendo qne, qaando se
demoram em alguma localidade, dao se vida sedentaria
e com prejuizo do peliciamento dos lugares onde nao
reaidem j
Considerando que isso sobre ser altamente incon->
veniente quanto ao rgimen policial, nSo o menos ao
cofre do Estado pela muita despeza que acarreta a insta-
bilidade dos destacamentos, dndole enorme perda de
tempo e dinbeiro com o transporte dos soldados, familias
d'elles, bsgagem, etc.;
Consioerando que anda mesmo que se angmentasse
o effectivo do corpo policial para qne se podesse ter as
diversas localidades do Estado nm numero de pracas maior
do que actualmente se d, nem por isso, pelos motivos
ezpoatos, poderia melborar o servico e ao contrario
quanto a despeza augmentar-se-ina os inconvenientes;
Considerando que a creacjlo de ama forca policial
nos municipios, as proporgfes das exigencias do servico
em cada nm d'elles, melhor atiende a este e preferivel
a inda pelo lado econmico;
Considerando, que a instituicBo d'esaa forca local
melbor ae coaduna com o espirito de descer.tralisacfl) e
franquas locaes, a qu se deve abrir margena no nosso
novo rgimen de governo
Decreta o seguate :
RKGULiMKNTO
PARTE PR1MEIRA
TITILO I
CAPITULO I
DA OBQNI8A9X0 DA GUARDA LOCAL
Art 1.a E' restaurada a guarda local de que tracta a
lei n. 1130 de 30 de Abril de 1874, tendo por os espe-
ciaos velar pela seguranca publica e assegurar a execujSo
das leis as localidades onde for instituida, prestando
todo o servico policial.
Art. 2." Ella ser compost* de pracas distribuidas
pelos municipios do Estado, segando a tabella annexa.
Art. 3. A guarda local aera commandada por um
commisaario de polica e um aub commissario.
Art. 4. So mente em casos de imperiosa necessidade
publica, taes como peraegaicSo de criminosos, que estive
rem em bandos e grave alteracSo na ordem publica,
poder a guarda local sahir do municipio onde tiver sido
orgaaisada.
CAPITULO II
DO ALI SXAMENTO
Art. 5. As preces da guarda local serao alistadas
d'entre os cidadSos braasleiros de 18 a 40 annos de idade,
qne tenham bom procedimento e robustez notoriamente
reconhecida.
Art. 6." Para esse alistamento o pretndante reqne-
rer ao delegado do respectivo termo ajuntando docu-
mentos probatorios da idade aoima exigida, e attestado*
do juiz de paz e do subdelegado que comprovem boa
conducta durante os ltimos seis meses de residencia.
Art. 7. Na sede daa viliaa onde nio residir o dele-
gado de polica, exercei o respectivo subdelegado as
sUribucoos conferidas quelle fdnecionario e ter a res-
ponsabilidade que lhe imposta por este regnlamento.
I nico. N'esta l.ypotbese, ou quando o commisaa-
rio for autoridade pt/lioial, o attestado para o alistamento,
ser dado pelo presidente da respectiva Intendencia Mu-
nicipal.
Art. 8. Seao preferidos para o servieo da guarda
local: 1. as pracas que forem desligadas do actual oorpo
policial e as da guarda cvica, que ficar extincta; 2. os
solteiros que tiverem pelo menos seis meeea de residencia
na respectiva localidade; 3.* os que comprovarem, por
sua f de offioio, ha ver bem servido no exercito ou
armada.
Art 9. A petio&o para o alistamento ser remet-
tida immediatamente pelo delegado ao promotor publico
da comarca, e na taita d'este ao sea aJjuccto para emit-
tir opiniao sobre a validado e procedencia dos documen-.
tos apresentados, dentro de 24 horas, contadas da respe-
ctiva recepcao.
Art. 10. Com o parecer do promotor publico, 0
tado remetiera dentro de 24 horas a dita peticSo ao
inicipat ou substituto da comarca, ensittindo tam-
respeito dos mencionados documentos, e
_____ do pretendente.
___ _'l. Dentr de iguil prazo o juiz munioipal ou
substituto devolver esses papis ao delegado, declarando-
lbe si considera on nao habilitado o pretendente para ser
ahitado, e o dtslegado communical o ha ao commissario
ou aub commissario para, no caao afirmativo, abrir o
respeotivo asaentamento no livro competente.
Art. 12. Todos esses papen ser archivados- em
de vida ordem, sob a gualda e responsabil idade do
!Hp nmissario ou sub commissario.
Art 13. O alistamento do* guardas locaes durar
por dous annos, devendo ser renovad no fia d'eise
tempo de conf*rmidade com as diipolvBes antecedentes.
Art. 14. Neohum iodividuo poder ser alistado sena
que previamente faca a seguinte protestaclo: c < 'btigc-SM
i a defender a constituirlo poltica d'eite Eatado, Wn
servir ao mea paii na guarda local do municipio km..,,
ser fiel ao cumprimento de mena deveres, e obedeoajr
s ordens dos meus superiores em todo quanto far
conesrnente ao servico publico. >
nico. O mesmo se applica ao commisaario %*%
8ub-comm8saro perante o delegado de polica oa ews>
delegado.
Art. 15. A praca da guarda local qae houver
pletado sen tempo de servico requerer baixa por a
medio do commissario de polica on sub-commiasari
juiz n unicpal ou substituto, ajuntando certidio de
assentamentos, e mediante previa ioformaclo do
No caso de deferimente, o juiz municipal on
por intermedio do delegado d polica, Ih'a mandar Ta*
mediatamente conceder pelo commissario de o'icia osj
sub commissario.
Art. 16. Antes, porem,. de ser conferida a
serSo ajustadas as contas de reqnerente no prazo
rogavel de 48 horas, contadas da recepelo da coi
cacSo do delegado de policio, dando-se lhe afinal
ment datado e sss'gnado pelo commissario de polica
sub commis8trio, e rubricado pelo delegado de
com as seguintes declarares: 1.a a data do despache #
juiz municipal ou substituto; 2.a o comportanaeeio ss|
tivera, e os servicos que presara durante o tempo de mq
alistamento; 3.a o ajuate de contas.
Art. 17. A praca que, depoia de findo o teso \.s
acu alistamento, quieer continuar, aisim o rt^rei se
delegado de polica, q e proceder para o novo
ment na conformidade das diapoaicSea antecedentes.
nico N'este caso serlo dispensados oe deca
tos e attestad-8 de qne trata o art. 6.* d'este
ment.
Art. 18. Si a praca nada requerer n'esaa
sobre seu novo alistamento, entender-se ha qne 1
convem contimar, e entao se proceder de aciordo
as dispusieres do art 16.
CAPITULO in

DA NOXBAfAO DOS COMMIS9ABIOS, SBCOMM^SA BJOa,
. CABOS E COBHETAS
Art. 19. Oa commiasarioe e sub rnmmisroe a
guarda local serao de nomeacao do governador de Ca-
tado, devendo ser preferidos oa offieiaes e sargentos a%%
tiverem bem servico no corpo policial e da arala efeajA.
nico. Dj mesmo modo poderao ser por elle e>
mittidos a bem do servico publico
Art. 20. Aos commisaarios e sub con
pete a nomescSo e demisaSo de nm cabo e
para, a guarda local respectiva.
CAPITULO IV
DA DISCIPLINA, ISSPEC.AO E POLICU DA GOABDa LOiajS^
Art. 2'. A guarda local doa municipio* ficar
diatamente subordinada qaanto ao servieo policial, 1
recelo e vigilancia das autoridades policiaca 11 ipe fiaj
bem como ao ebefe de polica, qaanto ao emprego d'eaM
for9a, segundo as conveniencia do servico paUica.
Art. 22. Nos casos omiasoa d'este regahuBeaU, #
concernen tes economa,, disciplina, regataridade e m-
strneco da guarda local, o governador do Eatado
dir as providenciaa qne entender conveniente,
tando se, at que ellas sejana tomadas, aa dis
actual regulamento do corpo de polica, qne lhe
applicaveis.
Art. 23. O governador do Estado poder
annualmente nm official de soa eonfianca para
nar a guarda local de quaesqaer municipios, em
ramos do servico que lhe for peculiar; mandando
en o relatorio que esse official dever apreientar at 00
das depois de ter procedido dita inapecelo, a
jnlgar conveniente.
Art. 24. Os Rommissarios de polcia e subcomi
rioa da guarda local aerto os principaea reapoi
conservado da disciplina e fiscaliaaclo do servico, ea
todos os seos ramos, cada um na respectiva Inraliaoj,
sena qne por iaao deva ficar prejadicada oo demorada %
exeonclo das ordena das autoridades policiaca, no qae lsf
concernente ao emprego de orez para quaesqner 4sB-
gencias.
Art. 25. Para observancia da disciplina, exei
as pracas, tanto qaanto for posaivei; pasaar.'o aa
do costume e as extraordinarias sempre qne eat
convenientes.
Art 26. Oa commissarios oa sub-commissarios satie.
Carao immediatamente qualqner requsifio feita por es-
cripto pelas autoridades judicianaa oa administrativa) de
respectiva localidade, de pracas para aaxiliarem a ias*
gencias da jastica.
CAPITULO V
DOS VENCIMIENTOS DA GUARDA LOCAL
Art. 27. Os commissarios de polica, sub-'
ros ckbos, cornetas e guardas terao oa vencimentos
atantes da tabella annexa, segundo a regile a cae ]
ce rem.
Art. 28. Esses vencimentos serio recebidea .
1, 11 e 21 de cada mea na eoectoria do mnnicipia,
preserva do respectivo ajudaLte do procurador fiacaJ e 1
delegado ou subdelegado de polica, mediante
nominal p< r duplicata, assignada pelo commissario ea 1
commissario, contando nao t aa alteracSea havidaa 1
os guardas, con.o oa vencimentos a qae cada aa
direito, segundo as mesmas alteracSea.
Art 29. Urna das relacSes com o competente
do commissario ou sub commisaario, authentLada pela 1
dante do procurador fiscal, delegado
ficar na ooliectoria, e a outra ii para o
guarda local, depois de ter o collector averaade paga-
mento, datado e assignado.
Art. 30. Reuebida da collectoria a importancia fjs)-
cesaaria o commiasario ou sub-commisaario, foraaaassle a
guarda no respectivo quartel, effdctn^r o pagaaaeaca a
todas as pracas que comparecerem a esta foratatera, fm
ser considerada revista de mostra e ter logar ae pre-
se nca do delegado ou subdelegado e do ajodaate de ara-
curador fiscal u do collector.
Art. 31. Os guardas que na occaao da I
acharem ausentes em servico, poderle
vencimentos por mZo de legtimos
pessoas de sua fa nilia, competentemente antora
Ar. 32. Todas as relsooes nommaea de
BerSo registradas em livro especial pelos
sub-commissarios, apenas oonclnido o pagaaaeata, na
responsabilidade destea e do delegado on aubdelegkde aos
tver fitcalibado o servico. ajodaate do procurador aseas,
ou collector.
Art. 33. Nio se poder f aer descont algn aoj
daa pracaa da guarda local, salvo nos cacos 1
autorisados por este regulamento.


iario de Pbriiamhu^o Quarta-feir 15 d<* Outithro de \
S90
I
TITULO II
CAPITULO I
DO FABDAJOmTO, UB4AMENTO B TEN8JB DA
LOCAL
Art. 34. 0 fariaznento da ga&ra, local f
no principio de cda auno pelo Thesouro de Estado,
procedendosse de leoordo com o diepoato no regulamento
do oorpo de poiicii.
Art. 35. A pecas e nrdsmento a que tem direito
cada um dos guarcuu serio as da tabella n. 1.
Art. 36. A guarda local ter o armamente constante
da tabella n. 2.
Art. 37. No servico ordinario usar ella de sabres
ou toreados, e as diligencias importantes ou quando for
necessario e emprego de torca para capturar criminosos,
e res abeleoer a ordem publica alterada, de carabinas ou
Art 38. O oommissario ou sub-commisaario da guarda
local ter o maior cuidado possivel em que todo o arma-
aaeato istnhaiit a* eaasarvs as basa eataio; aetim
como aeja bem acondicionado o excdante de qualquer
deases objeotos, sob pena de responder palo sen extravio
on deterioraclo.
Art 39. Os objeotos que se deterioraren! por deleixe
das pracae ou que forem por ellas extraviados, serlo re
postos casta das meamas, on a ana importancia des
contada nos respectivo sold da 5 .* at a 3.* parte.
Art. 40. A praca que soffrer o descont de que trata
o artigo antecedente e tiver concluido o seu tempo, servir
por ni ais tanto, quanto se ja necessario para completar os
dasfiontos ; salvo si Ihe convier effeotaar a immediata e
integral indemcisacSo.
Art 41. No qiiartel da guarda local haver as ta-
rimbas qua forem precisas para a dormida das pracas.
Art 42. O Qovernador do Estado tara organiaar urna
tabella- dos valoren da todos os objeotos forneoidos
arda local, para qoa se posea regalar a indemnisaejto
dos que forem extraviados.
CAPITULO n
DOS LIVBOS
Art 43. A' guarda de cada localidade fotnaoar o
Thesouro do Estado os hvros seguintes :
1. Livro meatre ou de registro geral dos quadros.
-s 2." Dito da carga e descarga do Jardamente.
3L Dito de carga a descarga do armamaato.
Art 41. Alan daates livro* os coamieearios ou
sui commissarios terlo oa eadernoa de notas que entende-
rem neoeasarios, como auxiliares escriptoracao, c >m-
pradoa 4 ana cusU.
Arl. 45- Oa livros mencionados no art 43 serlo
rubricados no Thesouro do Estado e ficarito sob a inme-
diata guarda do commissario ou sub-commisaario.
Art. 46. A eacripturelo ser feita oom o maior
aseeio, nlo so admi uindo emendas, entrelinhaa, borros e
raspaduras.
Art- 47. O delegado oa subdelegado de polioia e o
ppemetor publico inspeccionarlo tnmenaalmente a es-
cxipturacXo dos livros, e nlo a encontrando regalar,
darlo immediatameDte parte ao Qovernador do Estado,
para que providencie como no caso couber.
Art 48. O livro cuja eacriptoraclo contiver erros,
emendas, borroes e rasuras, ser reformado por conta do
eomsaisssrio ou de tmb camiario.
Art 49. A proporolo que so for lindando a escripta-
osclo dos livros serlo ontros fomacidos pelo Thesouro do
Estado.
Art 50. Os mappas diarios, a correspondencia re-
servada das autoridades e quaeaqner ootros papis, serlo
emanados e guardador oom oa competentes rtulos, sob
respocsabilidade do contraas ario on snb oommissario,
ojie pora todo o cuidado em que ao conseivem sem de-
terioraclo, oa se nlo extraviem,
Art. 51. O Thesouro do Estado dar os modelos
nacessarioa para clareaa e boa escripturaclo dos livros,
mediante spprovacao do Governador.
capitulo m
DAS BOXDJL8 B PATRDLHA8
Art 52. A' hora deiignada pela autoridade policial,
seria aa patrulbaa diatribuida pelo commiasario oa sub-
oommissario, que previamente reoeber aa ordena da
mesma autoridade.
Art 53. As patruinas, no exercicio de suas funocSes,
percorrerlo amiudadamente os logaras que Utes forem
marcadas, guardando o posaivel suencio e eliectuando as
diligencia de que forem enearregadas.
Art 54. Os cabos, sub commissarios oa commissarios
que commandarem patrulhas nlo consentirlo qne as pracas
ae disprselo, e que maltrates os individuos presos, sob
nena de seren responaabUsados.
Art. 55. Os commissarios ou aab commissarios ron-
darlo as patralhas ; observarlo si tm sido cumprida as
ordens da aatoridado policial; e no cas > de qualquer
mergencia, iateirando lego d'ella a autoridade compe-
tente, providenciarlo conforme suas attiiboicSes.
PARTS SEGUNDA
TITULO I
CAPITULO I
DO JULOJttirrO dos chumes
Art. 56. Cosa xcepclo das penas correcionaes, qne
apdosn ser imposta pelos comaassaarios ou sab commisss-
noe, do conformidade com oe arts. 75, 76 e 77 deste
ragalaaMnto, as demais so poderlo ser decretadas por um
conselho peremptorio, composto do juiz municipal, do
promotor publico e do delegado de polica e presidido por
aquello magistrado.
Art. 57. No caso de ser o offeudido vogal do con-
selho, a substituido se far pelo sen substituto legal.
Art 58. Si o aeousado for menor de 21 anaos, o
presidenta do conselho Ihe nomear curador que tiver
profissao de advogado, e na falta pessoa habilitada.
Art 59. A defesa ser escrita oa verbal, sendo
aquella unid aos autos, e a sum na deata escripta pelo
VOgal que fiser a funscoes do secretario.
Art. 60. As toitemonhas da accu aeSo devem pro*
ceder s da deteaa; e o numero de'urnas o de ontrs ser
de 3 e 5. Todava si ao ooaaelho parecer conveniente
oerir outras para maior esclarecimento do tacto, o poder
fazer.
Art. 61. O prooesso nlo peder sabir do poder do
ridate do conselho ou do secretario. Os defensores
aecusado poderla ah examinl-o e tomar as nota de
qaw pracisarem para baaear a defesa.
Art. 62. Os aecusado, livres de qualquer ooeoclo,
eaoaparecerao ante o oonaelbo, no da que for por este
dasernainado, para o interrogatorio.
Art. 63. Logo que o couaelho tiver interrogado o
aten do, recebido a defesa, e mquerido as testemanhas
d'eata, lavrar em tteguida a seatonca.
Art. 64. O procesao com aseotenoa ser, sem demo
eou remettido ao oommissario oa sub oommissario para
taer eff^etiva a pena, si for condemnatona, e por em
liberaade o reu, si for absolutoria.
Art 65. Logo que a praca tiver de responder a
asuaelho, ser presa inmediata mente por ordem do com-
ouasario on do sub-eommisBario e sendo qualquer d'estes
por ordem da autoridade policial respectiva.
Art. 66. O aeousado ser chamado sala do conse-
lho para oavir 1er peto Promotor Publico a sentenca que
hoaver s.do proferida e dar se por intimado d'ella.
Art. 67. Dse* sentenca haver racun, no proprio
us socase para o Juix de Direito da comarca, intorposto
dvntre de 48 no as, ontadas de su publicarlo, quer
pelo Promotor Publico no caso de absolvilo ou impro-
cmdsiiisa sem justo fundamento, quer pelo aecusado, no
de eoaemoiiclo.
Art 68. Esae recurso ser sempre suspensivo e
pvocessado muito tiummariamente pelo Juiz Municipal
sem que sai de seu podar o prooesso.
Art. 69 O reoorrente e o recorrido apreaentarlo
ao. meamo Jai a ia* aliegacoes eacriptas com docu-
meatt, ou sem auca, no praao improrogavel de 24
hora.
Art. 70 Decorridos esees praao, o Jai Municipal
ajuntando ao processo as allegagbes e documentos que
recebar, remettel-o ha sem perda de tempo ao Jai de
2.
3'
4.
5.
6.
7.
8.
9.*
Direito da Comarca, o qsjni, piula ando asm I
d 46 aeras, deeelver oe antea aquello jora, que taraos-
musir ae delegado, par que a faca exaoutar.
Art 71. O rea maior de 21 aano* poder esoolher
ou pesaoa de sue 0006019 para o defender no
Si, porm, nle tiver defensor de sua esco
Osa o conseibo nomear quem o (lerenda.
Art. 72. O conselho peremptorio^ ao desempaen
de suas runecoes. poder dirigir-se por oficios rogatorios
a qualquer autoridade civil ou militar, deprecando-Ibe o
esclareoimentos e diligencias que forem de mistar para
o bom andamento e julgamento do processe, dndose
ao ru previa scienoia da deprcate 24 horas antes de
sua expedido.
Art 73. Ao presidente do conselho compete dirigir
os trabalhos; mentor a regularidade d'eates durante a
sessSo ; lser sahir da sala as pebsoas que perturbarem
os mesmos trabalhos ; suspender a sesslo quando nlo for
attendido; e filialmente pedir a autoridade superior as
providencia nacmaaria par que eejam observadas aa
suas decisoes e mentida a ordem no juicamente.
Art. 74 O prhsiitante do eoasath tem voto de
desempate; e o vogal qu divergir da opinil < de seos
compaoheiros tem o direito de assignar sevencido.
PARTE TEHCEIrtA
TITULO I
CAPITULO I
DAS PENAS
Art. 75. A guarda lo 1 fi a sujeita, pelas faltas e
crimes que commetter, as seguintes penas :
1 Reprehenslo em particular.
Reprbeoslo por oficie.
.arrogara en to de armas.
Limpeaa do armamento.
Service dobrado.
Descont para reposiclo.
Herda parcial do sold.
Prisle simples.
Pristo com solamente
10. Baixa do servico local.
11. Excluaao da guarda local com destino ao exer-
cito ou Armad 1, si nlo tivr isenclo do recrutamento.
12. Demiaslo do posto.
CAPITULO II
Art. 76. Oa delegados oa subdelegados de polioia
polerao reprehender particularmente, e por oficio aos
ooaamisiarios e sub commissarios que ae deaviarem doa
seas deveres ; e eagotodoe easea meioa solicitarlo do
Qovernador do Estado providencias maia enrgicas, de
clarando aa faltas em que ellaa tiverem incorrido.
Art. 77. Os commiaaarioa ou sub commissarios pode
rio impdr aos guarda qie iofriogirem sena deveres, alm
das penas especificadas nos ns. 3, 4 e 5 do art. 75, maia
a de pristo simple at 15 das pelos crimes previstos nos
arta. 79, 80, 81, 8, 83, 84 e 85 deste reglamento
Art. 78. Eaaaa penas serlo impostes com modera-
ele, segundo a gravidade daa faltas, independentemente
da prooesso.
Art. 79. O qu faltar s reviatas diariariaa, a qual-
qier diligencia, ou servico de qne tenha sido incumbido:
Pena : pri-lo simples at 8 da.
Art. 80. O que andar fra de horas as mas, sem
que seja aervico, ou pernoitar, sem licenca, fra do
qaartel :
Pene : prieto imple at 3 diaa na primeira hypo-
these ; e pelo mesmo tempo com perd-v da metade do
sold, na segunda.
Art 8L O qne sem hcensa se ausentar do qaartel,
guarda ou diligencia, por tempe menor de 8 di :
Peaa : prialo imple pel dobro dos das da ausen-
cia, e durante a pristo, perda da metade do sold.
Art. 82. Oque faltar com o reapeito devido a sena
saperiores:
Pena : pristo simples ata 8 diaa e perda da tarca
parte do sold emqaanta eativer preso.
Art. 83. O que maltratar, sem juste motivo, o preso
que estiver sob sea gaerde :
Psaa: pristo simples at 15 das.
Art. 84. O que, sem mot vo .legitimo, deixar de
prestar auxilio para alguma prialo em flagrante :
Peo : prialo simples at 8 da ; e ai a diligencia
ae frustar por falta desse auxilio, a mesma pena por 15
das.
Art. 85. O qu* dar faiaa infbrmacoes, tendo scien-
cia do contrar o :
Pena; prisle simples at 12 dias; a perda da terca
parte do sold, emquaoto estiver preso.
Art. 86 O que se ausentar do quartel, da guarda,
diligencia ou oatro qualquer servico por maia de 8 diaa.
Pena : pristo simples por 30 diaa, e perda da metade
do sold pelos diaa da ausencia e de um terco emquanto
estiver preso.
Art. 87. O que dirigir ao superior qualquer mese
ou cauear-lbe aignm mal, ou offeasa phyaioa lave :
Pena: pristo simples por 30 dias, na primeira hypo-
these ; e na segunda r">r 6 J dias; e mais baixa do ser-
vs 1*' e perda da metade do sold emquanto estiver
preso.
Art 88. O que faltar ao cumprimante de seus de-
vores por peita ou auborno :
Pena : pristo simples por 30 dias, e perda do me-
tade do sold.
Art. 89. O que concorrer por qualquer modo para
deiordens, motins e tumulto dentro ou fra do quartel,
ou servir se daa armas para perturbadlo da ordem pu-
blica :
Pena : pristo em solamente por 20 dias na primeira
hypothese; e na segunda por 30 dias e perd 1 da metade
do sido.
Art. 90. O que desrespeitar ou atacar qualquer sen-
t nei la :
Pena : pristo simples at 8 dias na primeira hypo-
these e com isolamento por 20 das na segunda.
Si do acto resultar ferimentos oa offenaas pbysioas
leves :
Pristo com isolamento por 20 dias e baixa de servico
local, com destino ao exercito ou armada.
Art 91. O commiasario ou sub-commissario que pro
valecer-se do seu posto para tirar luer < illegal :
Pena : de miaste do posto e iodeanisacXo do objecto
ou quantia de que se apropriar.
Art. 92 O que fizer descont iodevidos :
Pena: pristo simple por 15 dias, e indemnisaclo
da quantia descontad, o n reincidencia demissto da
posto.
Art 93. O que se entregar aos vicios da embria-
gues e do jogo e toroar-se relaxado no cumprimento de
seu* deveres :
Pena : pristo simples por 15 das e perda da terca
partelo sold durante a prialo; e na reincidencia baixa
do aervico local.
Art. 94. O que fugir antes de cumprir a sentenca,
ou parte aella, ou que eativer condemnado :
Pena : um terco mais da que Ihe havia sido im-
posta.
Art. 95. Os crimes commettidos pelo guarda local,
nao oapecificados neste regulamento, fioam sujeitos ao
foro comtnum, e os delinquentes terao baixa do servico a
ser2o postes disposicto dna respectivas autoridades.
D1SPOSICOES QERAES
Art 96. Nenhuma requisito de forca local ser
satisfeita Bem ser por escripto, salvo para casos urgentes,
que aaaim nlo permittam ; devendo, porm, o oommissa-
rio ou sub oommissario exigirpara sua resalvaurna
declaractto escripta daquelle qne trouxer a requisicto
verbal.
Art. 97. Nos casos de reconhecida ou 00mprovada
enfermidade serlo tratadas em suas pro prisa casas as praJ
cas da guarda local, perebendo os respectivos sidos
15 das. Se a molestia se prolongar percebario meio sold
per igual tempo o d'ahi por diante nlo terlo mais direito
a sold algum
Art. 98. O commisario on sub-commissario remeter
diariamente autoridade policial e ao fiscal da collectoria
aa mappa nominal da guarda local, especificando todo o
i ment. N<- municipio oade nlo bonver collecto-
ria, a remessa ser somante feita autoridade policial.
Art. 99. Estes m.ppaa serlo ceaearvados e guarda-
do com cuidado tonto na collectoria, como nos archivos
polioiae.
Art 100. A ato observancia do art. 98 ser fund-da
com a multa de 24000 a 5*000 pela collectoria, por cada
falta.
Art 101. Os commissarios e sub-commissario pode-
rlo ser removidos por conveniencia do servico publico.
Art. 102. Revogam-e as disposicSes e.r contrario.
O Secretario do Governo faca publioar o presente
decrete, expedindo as communicacSes e ordens ueces-
ssriss.
Bario d Lucen*.
I* Se -cao. Palacio do Goeroo do Esiado
em I de Selembro de 1890.
0 desembsrgador Bario de Loceos ge* .
attendeado so que requeren Manoel Gonealvesee.
vo do jury e execoces criminaes do termo aV 8.
fermidade com a inrormacao dj juix de oireiio
usando da attribuigSo qne loe coofere o decrete a.
vembro do anno passado;
acrsf.i
Art. n officios de es :rivo do civel ecrime AO
S. Beata serio exercidos por distribaieo pelo escriss m e
exernefles criminaes e tabelliaes do publico judicial a natas, aM
ez*steates.
Art 3* Ficam revogadas as disposices em cootrsrio.
O secretario do governo faca publicar o presento decreto, ex-
pedindo as commnoicacoe8 e ordem necessarias.
B. di Lucnta.
DESPACHOS DO Da 13 DB OOTUBRO DB
1890
Antonio Duarle de Figneiredo. Informe o
inspector do Tnesouro do Estado.
Antonio Pa^s de 8a Barreno.A i inspector da
Theeooraria de Pateoda para mandar certificar o
qne constar.
Aotooio Joaquim de Azevedo .Informe a In-
tendencia Municipal de Limoeiro.
Antonio Bernardo Lopes Lima. Iuforme o
commaoJa te superior da guarda nacional da
comarca de Nasaretb.
Antonio Marques de Olive ira Ramos. Iode
ferido.
Capito Belisario Pernambueo. Encamiobe
se. pagando o peticionario oa reparlico dos
Correos o porte.
Beilarmino Oliveira de Almeida Prove a
liacao.
Uompaobia Pernambocaqa. Informe o inspe
ctor da Theourara de Faz nda.
Eoediuo GoocaiTCj Ferreira da Luz. -Concor-
ra & praca, quereodo.
Francisco Pinto de Magalha>8. Informe o
Inspector da Thesou'a'ia de Pazeoda.
Alteres Francisco Martiniano da Costa Lima.
Eacaminbe-se, deveado ser pago na repartido
dos Correos o competente porte
Fielden Broihers. -Como requer.
Galdino Jos dos Sant 8 i ';* valcante Informe
o Dr. juiz de direiio da comarca de Caruar.
Teneate Jos dos Passos Qaeiroz. Providen
ciado.
Jos Francisco de Souza Liforme o Sr. juiz
de direio do S* districto criminal.
Julieta Leal de Miranda Informe o regedor
do Gymoasio Pernambucan >.
Jo.- Francisco Bit encoart -Informe o inspe
ctor do Tbeponro do Estado.
Jos Francisco da Roen e IluQno de Paula
Mesquita Cardoso. Encaminhe-se, pagando os
supplicaote o porte no Correio.
Luiz Antonio Cordeiro.Entregne-se com re
rihe.
Mara Joaquina da ConceicaO.Informe o Dr.
ebefe de polica.
Pedro Marrellino de Alcntara. Informe o
5r. chefe do policia.
Pedro Jj. med ona'.
Ricardo Henriques da Silva. Entregue w,
mediante recibo.
Secretaria de governo do Estado de Per
nambuco, 14 de Outubro de 1890.
O porteiro,
H. M. da Soa.
. 50 */o para completo do capital, com intervallo
de 10 dias, assioi como que se sospendesse as
obras proj-ctadas no Porto Pa<. Domingos. Re
sol ven se reclamar novameote dos poderes com
petentes contra a perraanenia do fiscal do ge
verno visto jnlgar se desoecessario f er de pre
juiz para aCompaobta.
. De conformidade com o art. 14 do decreto de
17 de Janeiro deste anno, sobre sociedades ano
oyoias foram nomeados iiscaes os Srs. Carlos
Alberto de Menezes, >.orbiniauo de Aqoioo Fon-
seca. F ancisco R beiro Pinto Goimares, para
dar parecer sobre os negocios e ooeracoes do
anno seguate.
Eu Corbioiano de Aqoino Fun-eca, subscrevo
e assigno.
Corbioiano de Aquioo Fonseca.
Pereira Carneiro >v c.
Antonio Muniz Marbado.
Joao Jos Rodrigues Mendes.
P. p. Antonio Peroandes Ribeire.
Mendes Lima 4 C.
P. p. Jos Joto de Amorim.
REVISTA DIARIA
2.
licia
Itepartlfio da Polica
seclo.N. 233Secretaria da Po-
do Estado de Pernambueo, 14 de
Outubro de 1890.
Cidadao gov^rnador.Parlicipo-vos que fo-
run bontem recolhidos Casa de Deteogao 09
wdivMlao de aomes Antonio Jos dos Santos,
Antonio Gam s Mooteiro, conbecido por Anto
trio Sobrinno, Antonio Goncslves Torres, An.o
nio Fortunato Pereira, Anua Mara da Conceicao,
Breados Santos Mello, Francisca Mari dos Pra-
seres, Florencio Pereira des Sanos, Felicjdade
Senborinba de AlDoqaerque, Hercoiaoo Jos do
Esniito Santo, Joao Fraocisco dos Santos, Julia
Torres Prazao, Xarcellioa Izidora de Lima, Ma
noel Pedro Simoes Marques, O'ympia Mana Conceicao, Philomen 1 Mana da ConceicSo. Pe-
dro Antonio Bispo dos Santos, Pedro de Paula
Baptlsl e Tbomazia Mara da Coaceicao.
Ante bontem, as 8 horas da manha, e em
Ierras do eogeobo Camorim, do termo de S.
Lourenco da Malta, o indivlooo Feliciano Am-
me dos Santos assaseiooo, facadas, a Josepba
detsrL
Contra o delinqoente, que apresentoa-se a
prisao e foi recomido a cadeia, proceden-, e
na forma da le.
Poto subdelegado do 1* districto de S. Loa-
reoco da Mutta, foi remettido ao juizo competen
te o nqoeri o policia: a que proceden, por cri
me de ferimentos, contra Mana Francisca da
Conceicao.
Eniraram em exercicio ss seguintes auto
ridades aoliciaes:
Manoel Raaos des Sanios Filbo delegado do
termo de Qaipapi, na qoaliade de V sop
pente.
Joaquim Gonetives da Costa Lima Filbo, dele-
gado do termo de Bom Jardim.
Sade a iraternidadeAo cidadlo des
embargador Bario de Lucen, raaito digno
governador do Estado de Pernambueo.
O chefe de policia, Antonio de Olvida
Almeida Cavalcante.
Valenta Ttaoma da Silva Joo Jos de Lima.
Informe a Recebedoria.
Director da Estrada de Ferro (neutral do Per-
nambueo e Joao Boielho de Souza Neves.A'
seceso do Contencioso.
Jos Das Aivaree Quintal, Antonio Candido de
Oliveira, Mana Esmeraldina Emilia de Barros,
Pbiiomeoo Getulio Crrela de Aranjo e ootros,
Aristides Honorio B 'zerra de Menezes, Mara Ju-
lia Monleiro Lopes e Margarida Rosa Ferreira
Maja vista o Dr. procurador riscal.
Carolina Seraphico de Assis Carvamo, Salus
tiano Lopes, Joao Vctor Al ves Ma'heus, Francis
co Jos dos Passos Guimarftes, Antonia Mara da
Conceicao Ibiapina e Aooa Victorioa de Mello e
Silva.Informe a Cootadoria.
Tsieeeairo ale Btatele ale PersuMsalsac u
DESPACHOS DO DA 13 DE OUTUBRO
DB 1890
Antonio Pialo Bezerra de Azevedo.Ao por*
accebedarla lo Kauado ale Peraana-
Msaa
DESPACHOS DO DA 13 DE OUTUBBO
DB 1890
Mara do Monte Carneiro Campello.I iforme
a 1.a seogao.
Agente Stepple.A' I," seceo para atteader.
14
Rosa Mara da Peona do Nascimenlo e Joao
Ferreira Vital.Informe a 1.* seceso
Isabel Maria dos Prazeres Ismeni
Silva.Informe a l. seceso.
Joao Vctor Aire Matkeos.Certifique-se o que
enastar.
Ismenia Arres da
.^RMMBCO
Aeta ala aaaeaaala geral atoa ae
eloalataa da t oaapaakla l alaa
Jola Alfredo.
Aos S3 uisa do mes de Sstembro de 1898; rea
nidos em assembla geral os accioniatas da^H
panni i Usloa Joao Alfredo em numero legal, oaj
Srs. Pereira Carneiro C. Antonio Muniz Ma*
CDado, Jeto Jos Rodrigues Meodes, J >s Joo de
Amorim como bastante procurador do Excn. Sr.
Barbo de Casa Forte e Corbioiano de Aquioo
Eonseca, foi berta a seasio e designado para
servir de secretario ad toe Corbin ano de Aqaino
Fonseca.
Apresentado o balance da Compana, faenado
em 30 de Jonno lo correte anno o lido o relate
rio e parecer da commissao fiscal foi este apuro
vado por nnanimidade.
Ftcou deliberado sob proposta dos Srs. dir I
torea que rosse feita urna ou mais chamadas at I
Conrea local -Pelo governauor ao Estado
foi expedido o se^uinte acto :
1.* seccSo.Palacio do Governo, em 14 de
Outubro de 1898.-0 desembargador Bario de
Luoena, governador do Esta lo, asando da al ri-
buicao conferida pelo art. !.* 8* do decreto
o- 7 de 20 de Novembro do anuo passado e de
accordo com o decreto por este governo expedido
em 9 do corrente. restabelecendoa Guarda Local
d*> que trata a lei o. 1,130 de 30 de Abnl de
1874, resol ve nomear para os cargos de commis-
sarios e sub commissarios os seguintes cidado*.
I.* rrgiao
Commissario geral coronel Antonio Francisco da
CojU.
Sub commissario geral Joaquim Salvador Pessoa
Siqoeira Cavalcante.
iQ-p^cior dos dislrictos de fra da capital major
Pedro Velho de S Barreto.
Commissario quartel mostr Manoel Caetano Vi-
eir da Paz.
Comaissario secretario tcnente Walfndo Car-
neiro da Cunta Miranda.
Commissario do 1. districto (*. Fre Pedro Gon
calves do Recife) Francisco de Assis Ferreira
Magalbaes.
Sub commissario Joto Lourenco de Gea e Vas-
concellos.
Commissario do i.* distticto (Santo Antonio) Pe-
dro Celestino de Brito Mace do.
Sob-commisaario Jorge Carvalbo de Siqneira.
Oommis-sano do 3.* districto (S. Jos) Jos Pe-
dro de Freir Jnior.
Sob-commissariO Jos Lfbaoio de Hollanda Cha-
cn
Commissario do 4." districto (Boa Vista) Beltran
do Pedro de Azeve-io.
Sob commissario Lnis Anreliano de Sant'Anna.
Commissario do 5* diatrtcto (Graca) Manoel do
Nascimeulo Borges Leal.
Sub commissario Manoel Muniz Tavares.
Commissario do 8.* districto (Afogados) Fran-
cisco de Paula Vieira de Castro.
Sub commissar.o Jos Ponciaoo de Macedo.
Commi8aario da 7.* districto ('oco) Reren ano
Hervaldo de Miranda Henriques.
Sub commissario a atalo Jos Machado de Bivar.
Commissario do 8." districto (Vanea) Jos Lniz
Al ves Via o na.
Snb commissario Climerio Alves de Para Pe-
dros
Commissario da forca de cavallaria Antonio Joa-
quim Machado.
Son commissario Joto Jos dos Santos.
! regiao
OfindaCommissario Francisco de Lacerda Ca-
valcante de Albuquerqoe.
Snb-commissario Jos Nzbuco de Aranjo Veras.
S. LourencoCommissario Francisco Xavier Ca-
mello Pessoa.
Sao commissario Isidoro de Olinia Campello.
Pao d'AlboCommissario Luiz Fetippe Caval-
cante de Albuquerqoe.
Sub-commissario alteres honorario Jos Pires
Perreira.
GimeReiraCommissario Francisco Xavier Ca-
valcante Lias.
Sub commissario Lycurgo Geraldo de Alencar.
Iguaras-6Commissario ThemUtocles de Orunge
dos Reis Lima.
Sub-rommissario Telemaco de Senna e S.
Goy ana -Commissario major Jesnino da Costa
Albuqaerque Mello.
Sub-commissano Manoel Carneiro Tarares de
Mello.
TimbanbaComm8ssario Jos Barbosa Pereira
de. Aodrade.
Snb-commissario Balduioo de Souza Cabral.
ItambCommissario Francisco de Aranjo Lima.
Sub commissario Cbristovao Vieira Leitao de
Mello Filbo.
NanrethCommissano Joaquim Basilio Pyrrho.
Snb commissario Jos Mara de Gonveia.
Limoeire-Commissari i Antonio Jo& Pestaa.
Sub commissario Sevenaoo de Siqoeira Barbosa.
Bom JardimCommissario Joaquim Goncalves
da Costa Lima Filbo.
Sub-commissario Illuminato Alves de Almeida.
GarannonsCommissario Antonio Osario da
8ilva Brasileiro Filho.
Sub commissario Carlos Martins de Lemos Sea-
bra.
SacadaCommissario Severlaoo Vieira da Paz.
Soo-commissaro Jos Pedro Vieira de Mello.
Amaragy -Cynmusario capitao Monoel Ac'iolt
de Moara Gondim.
Sub commissario Lenidas Paes Barretto.
Victoria-Commissario Ricardo Jos Corris Li-
me.
Snb commissario Joaquim Diogo Barros de
, Aranjo.
JaboatsoCommissario Joao Francisco Hmete
rio Portella.
Sub commissario Angosto Carneiro de Lacerda.
Mu nbecaCommissario Sebastiao Carneiro de
Barros Campello.
Sob-commisiario Firmino Manoel da Silva Bra-
a?a. i-
CaboCommissario Jos Ignacio Ribeiro Roma.
Sob commissario Bellarmido Pernandes da Ca-
oba Almeiua.
1 rnjocCommissario Manoel Aprigio de Mo
res.
Sab commissano Antonio Pedro de Azevedo.
SerinhaemCommissario Henrique de Siqoeira
Cavalcante.
Sab commissano Joaquim Francisco Xavier de
Freitas.
Caruar Commissario Joao Evangelista de Son
av
Sao commissario Vicente Bezerra Cavalcanie.
PalmaresCommissario Antonio Cadena Bandei-
ra de Mello.
Sub-commissario Aatonio Ccssulo de Mello.
Agoa-Preu-Commi-sarloJos Francisco Paes
Barretto.
Sob commissario Francisco Laurentino Pereira
de Carvalbj.
Barreiros Commissario Elias Baptista da Sirva
Costa.
"ub-coiomissarlo Manoel de Carvalho Paes de
^Andrade.
Rio-FormoCommissario Joao Antonio Alves
da Silva Jnior.
Sao commissario-Joao Alfredo Figoeiredo.
3' regiao
P.neilagCommissario Cosario Beiievi les Fal
cao.
Suo commissario Antonio Barbalho Uchea Ca-
vshtante.
AltinhoCommissario Joao Ribeiro MonUrroyoa.
Sub-commirsario Modeste Lias do Amaral e
Mello.
CaiihotmhoCommissario Candido Ladislao de
Ase vedo.
Snb commissario Francisco Crdeno de
Fonseca.
Quipap -Commissario Felippe Poppe Gir,
Sob commissario Hoiacio do Reg Barros.
S BentuCommissano Pearo Baattsca
Sub commissano Antonio Luiz de
Gloria de Goit Commuaario Pra
ci da Malta Rineiro.
Sob commiasario Taarao Lanriano de
Raogel
TaqnaretingaCommissario Jos Tanate de Al-
meida.
Sub-commisaario Antonio Pereira de Ouvear*
CoeliK).
CorrentesCommissario Bento Luiz da Car-
valbo.
Sab commissario Graciluno Felino da Vi
celios.
BooitoCinmisssno Joas Pernandes de
Santos.
Sab commissario Bento Jos Pereira
Bom Concho -Commissario Fredereo
Pser Barrete.
Sub commissario Manoel Vieira Aguaa BellasCtmmissano- Joao aterir
de Lacerda.
Snb commissario Leu-enco Bezerra de
queiqoe.
Buiqoe Commissario Olegario Pires da Las
Caatareili.
Sob commissario Fetippe Benicio Cavaicsata,
Pedrb Commirsario Cartea Lese SsvaaBa
Rosa.
Sob commissario Joao da Silva Cavalcaale.
Pesqaeiralemmi^sario Satyro Ferrer LeMe.
Sob commissario Francisco ae Ams Meara Ca-
valcanie.
B ejoCommissario Antonio Carlos daa Saaasa
Mergulbao.
Sub commissario Alfredo de Brito Carreja.
GravataCommissario Sameel de 8a Bol
negro.
Sab commissario Luis Gomea de Sd Leilae
4* reelao
Aiagda de B izoCummiseario Manoel Meada
Ca Silva.
Sub commissario Joo Vieira Lina.___
Aflogados de IngazeirCommissario Pedro ala
xaodrioo Crrela de Mello
Sub-cD.'iirnissariu Maooel Pere.ra
iy.
S Jos do Egypto Commissario
Nascimenlo Ferreira Leiie.
Snb commissario Pelippe Pedro Cavalcaale
FloresCommissario Terencio de Barre
Sub-commissano Joao Bmiliaao da Lyra.
TriumpboCommissario Manoel Miaerviae Bj-
beiro.
Sub-commissario Antouio de Bendonca Nana
Bandeira.
Villa-BflUCommissario Joao Pirca Ferreira.
Sub-commisaario Joao Feliciano bezerra de
FloralaComanstario Uareat FeHx de Oli-
veira Lma.
Sub-comaiaaario Joto Jos dos Saator.
TacaraiCommissano Arraar Ribeiro
Sab-commissaro. Ignacio Francseo da
Leite.
SalgueiroCommissario Fraoekco
ra da Paz.
Sob commissario Jos Pereira da S'lveira.
Belmente Commissario Msoosl Pessoa Ferreira.
Sob-conmiasao Alfredo Vctor Pessoa.
Boa-VistaCommissario Joo Amaacio da
Sub cotr.missario Jos Florencio de Oliveira I
ros.
PetrolinaCommissario Josino Alexaadriao
Oliveira.
Sub commissario Tiburtino Jos de Ostiasra.
Ouricury Commissario America
Lago.
Sab-commissaro Silvestre Alves de
Ex oommissario Jos da Costa
Mello.
Sub-commissaro Arislides Newton
Albuquerqoe.
GranitoCommissario Chilon Heraclito PtiaOa
e Silva.
Sub commissario Manoel Pereira de Alencsr Ba-
randa.
^brobCommissario Joviniaoo JosdeAlae*- *,
qnerqne.
Sub-commissario Antonio Correia dos Santos.
LeopoldinaCommissario Francisco Parlado ae
Oliveira Cabral. '
Sob commissario Miguel Ferreira G BMJBBI Car-
neiro.
Bezcrros -Commissario Jos Marinan de Hollaa-
da Falcao.
Sub-commissario Tiborcio de Oliveira e Soasa.
(Assigaado)BarSe e
ateces*doria a

J
*
Joaquim
*-
do Esudo expedio o segainte
3.a Seceo.Palacio do governo do Botado de
Pernambueo, em 8 de Oemoro oe 1880.
0 desembargador Bario de Lacena, gover-
nador do Estado, resolve nomear o cidadao Josa
Ildefonso Egydio Correia da Silva, pare vx-r-xr
o cargo de 3." escnpinraik da I. Seceo -u Re-
ce bedo na do Estado, vago pelo fal ledra* o io de
Jos Tavares Campos de Medeiro*.B. e la-
cena. *
Bxestrasto Vieterta Ho doainge,
pelas 7 horas da maona. esa fr.3 e*secul. se-
gniram at a cida e da Victoria diversos iS-
cmes do exercito, armada, corno oe soade
guarda cvica com nlgama familias dos saramas
otRciaes e diversos cavalbeiros da aaetu foeve-
dade, em passeio de coofraternisacto e recrew;
e ebdgadoe os disimcios exenraionists aqaeaa
cidade, foram recebidos oa es lacio pelo ana
ciante nodrigaes Mauricio, qne leve a gentiles
de ob eq Jal os com nm saniptooso siseen scr-
v de n'am hotel qae oes prox BBB
No correr deste foram levantado} dien ales
brindes, entre os quaes salieniaram se os se-
guales : do lente coronel Texeira Jentor so
capitio-tenente Pereira Leite: do tensis Bar-
ros Cobra ao mesmo lente coronel em neme
daquelle capito teen e; do teoeote-
Dr. Teixeira de Carvalbo ao exercito e i
n. cional; do tenente-coroeel Teixeira,
capito Francisco Megaltec e Bntol
como verdadeiros eleraeotos de ordem aa soai
cia; do capito Mello Filbo ao desembargador
Correia da Silva; do commendador Girio asa
briosos officises do exercito e armada; do capi-
to Francisco Magalnies ao Kxra. Bario da La-
cena e desembargador Correia da Silva ; do t-
ente >antos Neves eos laces de confrateraida-
de das duas classes rmsexercito e armada;
do capitio Leonco aos officiaes da rmala ; da
Sr. Joao Oirto aos laavBiaat do exeraso o ar-
BBda asaanaes; da Dr. Mieiasdo Carvasao
ao Dr. Adolpno Duprat e sna Exma. taasaw; o
do Dr. Amanco Ramos aos dignos oMtoiata da
trra e mar: fechando se essa cordial exaaasfe
com o brinde de noora pelo teneate coroaei Tei-
xeira Jnior ao marechal Deodore.
Em seguida forem os excursionistas nereat-
rer a cidade, e abi anda foram pelo
gociante Rodrigues Murcio
prupria residencia com nm /ansa, aerala o
qual honve novo brindes; e por eso oacsasta,
o negociante de soasa praca Manoel da Nha
Carvalbo, vindo com a msica da Sociedad I
de Mi reo com primeo tar ao Sr cap lio I
M.Hgaibes. encorporon-se aos el
seu passeio pela cidade, no oercarao da i
ao pas-.arem pela casa do capitio Mello Ve
offerecea-ibe8 osle urna reMefo, as sjasf
brindes se flzeram consoantes coa os aa__
res e addi ionados de -um pelo teoente coronel
Teixeira Jnior ao Sr. Silva Carneiro o sea
Exma. familia, e de ontros pelo capitao Maga-
Ibaes a Sociedade 1* de Marco e aa novo victo-
rese
D'ahi o prestito lomando a directo
cao seguido da msica referida
pecas, coa elle fez-s* eocoem
de direito da comarca acoaifBM^^H
commandanle do destacameoto, a am
-



r-se o mesmo Agradcenos lbe t obsequio visite
i-rar na casa do Sr. A atrioBsUi en distribucto o n. 38.
auricio para servirem se os excor- A trw>-Foi Imiueai distriouido o ti. 9.
am copo d'agua, era coja constan j Trtoaoal do Smry alo moclre 0 Dr.
ca levanteram alguos brindes o Dr. Cintra aos Joaquim Curreia de Olivetra Andrade, jon de
tenentes coronis Tci:ieira Jnior e Sanios Das, i direite do f dlstreU>. adru a 1 sestil extraor-
o capitn Magalhes a magistratura representa- diara deste tribuna! para o dia M do correte,
da do D- Cintra.e o traente coronel Teixeira Ja aBra de oeste oiervallo serem fetos os concer-
nior ao Bario de Lceos. toa radispeosaveis na sala e na mobilia do mes-

,
>
;h



l noel
- 'rosos'
nal ei
* ClHt). 1
A'* 2 e 1/J horas embarcaran) em regresa a
esta cidade os excarsioaistas. subiodo nessa oc
casio muitos foguetes ao ar e tocando a mostea
o hymoo nacional entre viras Repblica Bra-
liletra, ao exerciio e armada e ao poro ; e che
gados esta cidade s S horas da Urde, acom
anhaara em carros o tenente coronel Teixeira
iinior a si>a residencia onde liverara obsequio-
so acolho.
Eipaulfio Artstica-A Sociedade dos
Artistas Mecoaoicoa t Ltoeraes reaolveo solera
aisar em tin^ de Novembro prximo o ; nniver
sano de sua fondagao. addicionandoao respecti-
vo pro* ara raa orna expoaicao de trabalbos de
pintura, desenho, esculpiera e photographia.
Por ora. c -niaado fomente eom os trabadlos
de seos associados e dos alumnos do Lyceo, faz
a patritica associacio um appelio a iodos os
artistas e amadores, jo sentido de se associarem
referida exooiico, aftm de que ella melbor e
mais bnlbanlemente corresponda ao ioteresse
que i spiram at (estas do iraoalbo.
O. Srs. arquif-scenles podero dirigir desde ja
os s>'us tranalbos ao estenelcciment do Lyceu,
da 9 as 3 horas da tarde.
Novo tlmanack le Lembranrai
Luu atraalielro -A Livrana Pranceta, a
roa 1. de vi a reo o. 8, acaba de receber de Lis
boa o 41.* volume de*se almanack, definido ao
vindouro ann j de 1891.
B' ja lo conbecida essa mteresaante publici-
cao. sao taes os aeus crditos cn juisiados em
todas as regioes onde se falla a 1 ragua de Ca
mOes, que sao escasados quaesquer encomias
aos seu8 mritos reaes.
To volumoso como o dos annos aoieriore,
esse exemplar, agora exposto venda, trai co
piosa colIeccSo de ancdotas, cootos, ditos en
grajados, historias e noticias, charadas, logo-
griptios, enigmas, etc., etc., alm do que pro-
framente materia de almaoack.
E' pois, um grande repositorio de agradavei*
leituras e dmracoes para o espirito.
A' Livraria P. anceza agradecemos o mimo que
nos fez de un volume.
Aaaaaaloato a'b 8 horas da maoba de t
do crrante, em ierras do engenho Camorim, do
termo de S Loureogo da Malta, Feliciano Ano
nio dos Santos assassinou a tacadas a Josepba
de tal.
O delinqoente. aps o crime, apreseotou se
autoridade local, qoe o fez recolber a prisio.
PadeUrla O Sr. Argemiro Pedro da Sil-
va, morador no predio n. 33 da roa do Rosario
da Boa Vista, obsequiou nos com difiranles
amostras de sua pas telara, taes como empada.-.
cama roes recbeiados, pernas de serl coberlas,
caraogueijo8 cheios. etc. etc.
Todo nos parecen excedente ; e a paitelana
do Sr. Silva recommenda-se aos apreci dojes de
bons petiscos
Club de Feverelro -A directora des-
te associaco, reunida em sessfto ordinaria no
dia II do correte mez, resolveo submelter ao
juizo e approvaco da assembla geral, a candi
datura do cidadao desembargador Birao de La-
Cena, para goveruador deste Estado, e ueste
sentido publicara brevemente urna circular.
Vacrina publica tiolem na inspecto
ra de bygiene foram vacclnadas 10 pessoas pelo
respectivo inspector interino.
* litlo Vaccinieo Mualelaal-Pelos
Drs. director e sen substituto auxiliar vacci
aram se hontem nesse instituto 18 pessoas
Mervleo tal litarS' hoje superior do da
o cidado maj >r do f baiallio e faz a ronda
de visita ociundo alferes Moraes
O 14 balalho dar a guarnicao da cidade,
menos a guarda Je palacio, que A dada pela ba
tea de artilharla.
Paaaameaio -Com 21 annos de idade fal-
lecen hontem, em Santo Amaro das Salinas, O,
Nympba Alves Curado Vidal, nela do finado Sal-
vador Curado Vidal,
Era senbora prendada e dolada de boas qoa
lidades moraes.
Nossos psames a soa familia.
lacunyoe-Por ordem docidado governa
dor foi transferida para o dia 18 do correte) a
sabida deste vapor da companbia Pernaoibuca-
na para Fernando de Noronba.
Club MilitarEm sessao deste club, rcali
sada a 10 do corrente mex, o presideo'a coronel
An'onto Prancisco da Costa, mandn itV um o lu-
cio do cap ta i tenenle Frederico Guilbenre de
Son ia Serrano, vice-presidente do roe sin o club,
noqual participava que reiirava se para a Ca
pitii Pederal, a 20 do corren'.e mez, w>r lersiio
eleito -enaor por este Estado, e offerecia seus
serv c s a todos os socios.
Foi tambem lido um oflicio do Club Militar do
Para, apreseotaodo e recommeodan lo ao Club
Militar deste Estado o 1 lente da armada Ma
noel Ignacio da Caoba, nos termos mais non-
possiveis, e participando queo mesmooffi
exercera o osrgo d 1* secretario d'-quede
Club, ao q-ial prestara relevantes servicos.
i (Usando na palavra, o rapito tenenle Sarrano,
ein commoventes phrases, manifeston sea sin-
cero pezar por ler de separar te de seo* b.-us
amigos e compaohei os de armas, e de sua ierra
natal, e prometteu envidar os raaiores esforcos
para a p ros pe ri da Je da oatria, e, principalmente
a bem o povo pernambocaoo e da classe a qoe
tem a honra de pertencer.
0 presidente do Club diste qoe, serviodo de
interprete dos sentina rotos do aiesmo Clab, feli-
citava o capitao tenente Serrano por ler sido
eleito senador por este Estado, ana trra natal,
agradeca o offerecimealo qae havia feito a seos
consocios, e esperava que no parlamento ronti-
nnasse a pugoar pelos ioteressea da classe mili
t ir; e ao mesmo lempo maaifestava o pesar que
o Club senta pela ausencia, te bem que lempo
raria, de sen vice presidente e um dos seus mais
prestrnosos socios. E jnlgaodo interpretar anda
os sentimientos do Club, nomeou ama commi?-
so de tres membros para acompaohar a bo do
o capitn teoente Serrano.
Em seguida o presidente felicitad o Clab por
contar o numero de seas socios o Io teoente
Mantel Ignacio da Caoba, um do ornamentos
da classe militar, que ja tinha prestado muitos
servicas classe, do Para, e liaba certeza com
ouaria a prestal os aqu.
Antes de suspender a ;ess4o, o presiden e
mandn que se respoodesse aos dous officios
que foram I idos.
1 l aatalbo-Esle batalhao fez bollera
ao largo do sen respectivo qaarlel, exercicio,
mostia ido-se mais urna vez bem disciplinado.
Euprriria de na criaila -O Sr. Jos
Ta vares Carrero, com fabrica de cigarros, ara
da Madre de Dos n. 30. e deposito de fumos no
1 andar do ineMiio pr-dio, foi ante hontem vic-
tima de um sen Crudo que ibe sobirabio ama
porcao de fuu o pelo modo qoe passamos a nar-
rar.
Dormindo dito criado no Io andar, e trancado,
por estar em convale?cenca de grave molestia e
lhe ser prohibido sabir affm de nao apaobar se-
reno, aprovei oa se da ausencia do patrio para
furtar lbe como fez, 2 latas com fumo, conduzin-
do a pelo sobrado.contiguo, caja varanda gal
gou para sabir a ma, onde aliual acbaodo-se
tratou lego de procurar vender as meunas latas;
o que realison as 8 horas da noite, comprando-
lb'as Antouie Joa< do Nascimento. com quitanda
a ra do Amonm. pe a quania de 51000, qnan
do o seo costo era de 15*000!
A pedido de Carreiro, foi preso pelo digno sub-
delegado do Recife o allud lo criado, e interro
gado, coofessou logo o crime, declarando o qoe
Bca exporto.
Pela mesma autoridade foi apprehendido o Tu
mo e t n trege a sea dono.
O criado inel e o seu cmplice acbam-se de-
tidus.
A iMpresteoHooiem veio d publicidade o
1 numero deesa poftltcacao semanal, proprieda-
de de ama associacao.
Segando diz o contemporneo, aqoem sauda
mos e desMamos a consecucao de sena nos, o
seu apparecimeolo na iraprensa jornaltsuca t
um testemunbo soL-mne, urna prova rte que
aiada ba omgrupo ae moco 1e K p-r8a,tm<
ebeios de oragem, 6u apaUla em qoe jaz a mato
ria da cUsse ariiatica do uoata paupara pag-
narem pelos seus dintos de ctdadaoa e levanta-
ren o nivel latellectual dos teas coileges.
Os seas redactores, homens do traaawo,
apenas anw sjiam exercUar-se as Met grandW-
sas da inteliigenca. _
tasa ataavafaot sao generosas, e porten jo dig
as de antmacao.
tribunal.
mresor*a dn o
<. ao aleo porta a to Porooeal
fe, 13 de Oatubro da 1890.
Boletini meteorolofico
.er
tabsoRed
Horas
6m
9
12
3 t
6

gs".
si"
25,0
91
26',4
Ba umetro a
0
757-89
754^84
758-97
757-58
757-15
Tensa
do vapor
17.66
17 81
17.80
17,19
16,61
o
74
70
63
63
65
at 8
horas
Temperatura ouxiaaM',00.
Dita mnima ",(O. .
>hnvanulla.
Direccao do ven*: E de meia noite
horas e 23 minutos da manha ; ENE at 7
e 20 minutos da tardo; E at meia noite.
VelodUade media do vento-4.-29 por re
guedo.
SetouloHidade media0."17.
Bolecm do porto
11 Das Horas 1014 da maoba 4-11 da tarde 10 -22 433 da manha Altura
P. M. B. M. P M B. M. 13 de Outubrc 14 de Outuaro 0-24 2-,36 0-.33 2-,4
latendeacla Maolclpal do Beeire
Rend ment do dia H de Ouiu
bro
Saldo do mez anterior
2 607X510
22:671*644
Despcndeu-se no dia 13
Em poder do procun ior
No Banco Sul Amcrictiao
25:1791154
61000
25:273*134
T2734154
21:000*000
25:273*154
Cana de Beieaeo-Movimenlo dos pie
sos da Casa de Detroco do Recife, Balado de
Pernambuco. em 13 de Outobro de 1890.
Bxistiam 481, entra-am 2i, sabiram 13, e: is-
tem 489.
A saber:
Nacionaes 449 mulheres 18, nsirangeiros 22.
- fotal 489.
irracoado^ 419
Sons 398
oeates 18.
Luncos 2.
Lonca i.
Total 419.
Movimeuto aa enfermarte
Teve baixa:
Luiz Prancisco da Silva.
belloea Eftectiur-se-bo os segulntes :
Hoje :
Pelo agente Burlamiqui, as 11 horas, tra-
vesea do Paysaod n. 3, de movis, loocas e vi-
dro8.
Pelo ageote Silreir;,, as 10 l|2 horas, tra-
vessa do Prncipe n. 12, de geoerjs, armaco
etc., da taverna ahi existente.
Amanh :
Pelo ageute Pinto, as 10 lr2 horas, 4 ra Ba-
rao de S. Borja n. 29, de movis, lencas, vidros,
ele., etc.
Pelo agente Pealara, as 12 horas, a traver-
sa do Corpo Saoto o. 17, de predios e sitio.
Pelo agente Silveii-a, as 11 horas, i ra es
treita do Rosario n. 8, do cavado Torneador 2,
corredor de prado.
Pelo agente Guarni, as 11 horas, a ra Mr-
quez de Olio Ja n. 48, Je gneros de esliva.
auaeaa runebn -Sirio celebradas :
Hoje :
A's 8 oras, na matriz da Boa Vista e ua ca-
pella do eogeoho Ja-Jim pela alma do major
Joaquim de S Cavulcs.ote de Albuquerqne.
Aroanlia :
A's 7 horas, na capella do cemilerio publico,
pela alma de O Umbelina de S >oza Real de
Araujo; s 9 horas ta matriz do Cabo, pela ai-
ro i da Baroneza de Araripe, 4s 7 horas, na ma-
triz d S. Jos, pela alma de Jos Pernandes Pe-
reir da Silva; as 8 horas, na i'eja da Siola
Cruz, pela alma de Mnnoel Luiz Ribero.
aooltal de Saoto Atociia -O mov-
ment deste estebel(cimento tpara variolosos)
no dia 13 de Oatubro, foi o seguate :
Exiliara 173
Entraran)
Sahlram curados 1*
Falleceram 2
gthtrr *W
Hoai.ltai redr ll-0 movimento deste
estabelecimenio de carida le. do dia 11 de Outu-
bro f-.'i o segrate :
Entra ram
Sabiram
Padece ram
Existem
For.m visitadas ai respectivas
pelos Drs. :
Cvsnelro s 12.
Ferreira Velloso as 9.
Poolual as 9 1|2.
Si ro oes Barbosa &t 9 3>4.
O l'aiudaote du pnarmaceutico eotrou as 6 1|2
da manha e s-hio as 5 i tarde.
tioterlo do Balodo do Pernaaabneo
Eis o resultado da ex traeca o da 2* serie da 2*
lotera deste Estado, em beneficio da Sao:a
Casa de Misericordia do Recife, em 14 de Oatu-
bro de I89.
7579 15.000*000
10713 1:500*000
8065 600*000
6259 120*000
rt)t47 120*000
Estao premiados com 90*000 os segniDtes n-
meros :
460 81 Wi 11733 11823
Estao premiados cora 60*000 os seguales n-
meros :
149 1193 2092
2278 4117 4731
52S1 5795 6559
9548 11190
Esli premiados com 24*000 os segulntes nu
meros:
2571 7572 7573
7574 7575 7576
7577 7878 7580
Estao premiados com 18*000 os seguales nu
meros :
10711 10712 10714
10715 10716 10717
10718 10719 10720
Esli premiados om 12*000 os segrales te-
meros :
8061 8062 8063
8064 8006 8087
8068 8089 8070
Approximacoes
7578 60*000
' 75U 80*000
IMii 45*000
10714 45-000
8064 30*000
866 30*000
Todos os unmeros terminados em 79 estao
premiados com ifl^HO.
Todos os nmeros termiaadM em 13 cala
premiados con tvtUW.
Todos os nmeros tenataedos em 3 e 9 esto*
premiados com 8*000, capto os terminadas
601 7 e ** .'
Serft extiabida t Caerte da f rotuna ao da
21 de Ouiubro corrente.
IiOterla do etodo de Peraasslieco
A 3 serie da 2* lotera deste Estado, sera ex
trahida impreterivelmente no dia 21 de Ootubro
(terca feira), a 1 hora da tarde, no consistorio da
igreja de Nossa Seohora da Rosario, de Santo
Antonio.
IiOterla do Balado do iratauvPaarA
Ai* serie da 43" lotera cujo premio gran-
de de 6O:OOaO0u sera extrabida no dia 18 de
Setembro (sabbado).
Lotera do Maraabta A 4* serie
da 3' lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000*000, ser extrahida oo dia 29 de
Outohro finarte feir.a)
Ceawlterla publica Obituario do dia 12
e Outubro de 1890:
los Mcoteiro de Almeida, Portugal, 64 annos
casado, Poco ; accessa pernicioso.
Francisca Cesar Pessoa, Pernambuco, 26 an-
uos, S. Jos: varilas
Antonia Mara da Cooc-igo Pernambuco, 25
annos, solteira, Boa V'Ste ; varilas.
Pabio Xivier da Fonseca, Pe'nambuco, 35
annos, cjsado, Sniio Antootc; laryogile ede
matosa.
Jaunario Jos da Silva, Parahyba, 50 annos,
viuvo, Recife ; bepatile.
Lndgera Josepha dos Aojos, Pernambuco, 43
annos, ca-ada, Graca ; tubrculos pulmonares
Mana, 2 annos, S. Jos ; gaatro enter te
Andreza, Peroarabuco, 5 annos, S. Jos ; va
rilas.
Eugenio, Pernambuco, 5 mezes S. Jos ; va
rilas.
Joaquina, Pernambuco, 1 aano, S. Jos ; atre
psia.
Jovioa Mara do Coracao de Jess, Parabyba,
45 annos, casada, Boa Vista ; rheumalismo ge
neraUsado.
Maooet Martina de Souza, Parabyba, 19 annos.
selteiro, Boa Viste ttano espontaneo.
Manoel Juo, Pernambuco, 60 abnos, solteiro,
Boa Vista; epilepsia.
Manoel Joaquim de Moraes. Pernambuco, 71
annos. viavo, Boa-Viste nevrose.
Anna Baptista de Barros Lima, Pernambuco,
27 annos, casada. Boa Vista ; inberculose.
Joio, Pernambuco, 1 mes, Boa Vista ; ttano
tafean.
Um feto, Pernambuco, Boa Viste ; ao nascer.
Amero, Pernambuco 2 annos. Boa Vista ; va
rilas.
Manoel, Pemambaco, 2 annos, Boa-Viste ;
anasarca.
Thomaz, Pernambuco, 28 mezes, Boa Vista ;
vanlas.
Julio, Pernambuco, 12 dias. S. Jos ; varilas.
Francisco, Pernambuco, 4 annos, Graca ; ao
nascer.
Um foto, Pernambuco, Boa-Vista ; ao nascer
Um dito, Pernambuco, Boa Vista ; ao n scer.
Um dito, Pernambuco. Boa Viste : ao nascer.
- 13 -
Levino Chrisliano de Hollanda P., Pernambu-
co, 31 anuos, casado, S Jos ; taberculose.
Josepba Claudiua Soares Vilella, Pernambuco,
69 annos, cauda, S. Jos ; febre paludosa Ir
pboida.
Julia Tavares da Silva, Pernambuco, 8 annos,
Santo Antonio ; varilas.
Antonio da Piraseca, Portugal, 73 annos, viu
vo. Graca ; diarrha.
Alexandrina Francisca Bezerra, Pernambuco
35 annos, casada, Boa Viste ; tuberrulose.
Alice, Pernambuco, 21 das, Bea-Vitte ; enle
rite aguda.
Jos Braz, Parabyba, 40 annos, solteiro, Santa
gueda \arlolas.
Luiz Francisco Wanderley, Pernamboso, 54
annos, solteiro. Boa Viste : mfeccao urraosa.
Jos Perreira Soares. Pernambuco, 30 annos,
viovo. Boa-viata ; toberculos pulmonares.
Javentino Antonio Garcia, Parahyba, 28 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; varilas.
Um feto, Pernambuco, S. Jos ; ao nascer.
10
8
5
468
enfermaras
COMMUNICADOS
AdmluKlrarSo do Kstado
A llustrada redaeco do Joma! do Recife diz
ao seu ediclorial Je 11 do correle, que conheu
bem as miserias da kumanidade.
E. quem bavcrl que nao as vej i e que n&o as^d0 n^^uatatlo.
lamente, depois de haver lido o artigo do Jornal!
Redigido, segundo parece, sob as inspiracoes
da sua ojastificavel parciaii lade e das mais in-
justas prevences, o ediclorial do Jornal, se aao
tem por ftm illsquear a boa f d03 Tacos* J*
venaes que montam gutrdi ao solar da Historia,
desiina-se provavelmente a provocar e irritar o
espirito publico, que observa e applaude os pa
trioticos intnitos e a benfica administracio doj
boarado desembargador Barao de Lacena.
Se, no futuro, o escriptores severos e os poetas
tncotraptiteis, de que falla a llustrada redaeco
do Jornal, quizerem criticar os acontecimentoa
hodiernos, pelo criterio da verdada dos factos e
da mais severa jusiira, sero forcados a dar a
cada am o qae for seu ; e entao as glorias, que
o Jornal do Recife parece querer disputar ao seu
collega o Pequeo Jornal quando mnito pode
r&o formar o sombreado mais escaro do quadro
destinado a perpetuar, oa historia deste Estado,
a elevada e radiante estatura moral do benem-
rito pernambucano, cujo sincero e provado pa
triotismo sltenla o trajo predominante da sua
administrado morahsada, providente e fecunda-
A simples rbetorea nao basta para aniquilar
a verdade.
A propria reJaccio do Jornal attribuindo
vaidade tudo quauto devera attribuir ao patrio
lismo, a lnsiraco e a proflcienc a administra
tiva do Sr. Barao de Lacena, todavia nao se
animou a negar inleiramete : i* qae elle man
teve a ordem^publica, 2 que nio perturban a
liberetede e a paz ele.toraes, 3' que houvesse
reconstruido asQnaocas do estado, 4 que hou-
vesse iniciado un vasto plano de reformas sobre
os vanos ramos do servico publico 5 que hou-
vesse conseguido a creac&o de um banco emis-
sor e contrahido um emprestimo glorioso para
Pernambuco, 6 finalmente que houvesse defen-
dido os cofres pblicos de exploracOes por con-
tractos
E', porem, de lastimar-sea tarefi ioglora, que
a si toaiou a borrada redaeco do JoraoJ, de
embaciar e amesqainbar o brilho de factos, cujo
mrito tnm feito, c:n todos os >empos e lugares,
a gloria e o reno ne dos grao Jes administrado-
res I
Ninguem ignora que o Barao de Luccoa veio
governar este estado, qaaodo urna poltica de
odios e de exclusoes absurdas j tinha aniqui-
lado a ordem moral que asunta ma tranqulidade
dos espirite* e quando os prenuncios de ana
conflagracio da ordem material ja ee naviam
tornado inequvocas.
O nove gowroader corosotiooa, era ledos os
sentidos, a ordem publica e, entretanto, o Jornal
apeuts recannece que nao foi alterada a ordem
material, quando iocontestavHmente, ao lado
deste, todos sentem o reappareclmeolo d'aejueila
ordem moral para cojo aniqoilamento tanto co
operara a honrada redaeco do Jornal!
Quando pretendidos cheles republicanos, por
motivos qae o patriotismo repelle, excluiram se
retomara e tenazmente da lepresenteco naci
ta-feira), 15 a existen-ia de pretendidas violencias e fraedes,
i.Oes aao pleiteadas; a menos qae o
JsrnoJ n&o se queira recieiar em dar vulto
pequeas reminiscencias de outras eras, verifl-
cadas em urna on ootra seccio, sem a mnima
sciencia do honrado administrador.
Falladlo da absteoco de adversarios, a boo
rada redaeco do Jornal descobre se imprndeu
teniente. No momento em que acba se em causa
to somente a reorgaoisaco das oossas InBti-
tuigOes patrias e, em que a idea republicana nao
encontra refractarios, nao se pode corapreben
der a existencia de adversarios polticos. Se
trala-se apenas de adversarios pessoaes do bon
rado Barao de Lucena, estes se aninham todos
na redaeco do Jornal do Refe e sabem perfei
tameute qae nada devem receiar da generosa e
patritica poltica do emrito pernambocaoo.
Quando oproprio Jornal declara que a admi
nistrac&o, anterior i do honrado Bardo do Lu
cena, decretara avultadas despeus, nao previstas
no orcamento do estado, n9o se eomprebende a
injustica com que recosa merecidos louvores ao
sea adversario pessoal, pelo faci de haver re-
constituido as linancas do estado. Nao lhe seria
mais honroso recordar as decises administran
vas e as acertadas providencias decretadas para
facilitar a cobranza da divida activa, do qoe
limitar-se 4 recordar apenas o equilibrio orea
menteroqne, na opioiao do Sr. Dr. inspector do
Thesouro, ja bavia desappsrecido ?
A digna redaeco do Jornal referndo ie a um
vasto plano de reformas, nos vares rames do
servico publico, declara qae n&o o conhe:e aia-
da, mas desde logo revWa a soa prevenco qoan
do declara que o Sr. Bardo de Lucena nao pode
allegar, como outros, falta de conhermentos dos
homens, dos negoem e dos servteos.
E' corlo que anda nao se acbam publicados
os de retos e regulameotos que reformara o cor
po de olleta, qae creara urna polica local noe
municipios e, que garantem auxilios proficuos a
nossa lavoura. Mas acham-se decretadas e pu
blicadas diversas providencias relativas ao con
tencioso jodiciario do estado e do muoicipio do
Recife, em tem da sua regularidade e da co
branca da divida activa de um e de outro. Como
base de urna poltica verdadeiramente economi
ca, acna-se aulorisads a creacao de um banco
emissor, e como garanta dos crditos do thesou-
ro acna-se ajustado e resolvido um vantajosissi-
rno emprestimo, as medrares condicoes deseja
veis. E Soalmente, alm de outras ooueas, adia-
se resolvido o problema da adopeo do systema
de diffaelo no fabrico do asgnear, que em breve
6e iniciara na colonia Isabel.
S isto bastara para provar evidentemente
que o patriotismo e a moralidade constitnem as
bases do grande plano de reformas a que se re-
fere a llustrada redaeco do Jornal, com a de
claraco de o nao conbecer anda.
A tllustre redaeco do Jornal co llocando des
deohosamente o emprestimo de Pernambuco,
apenas nos dominios do possivel e quando mu
lo nos dominios lo provavel, allriboe todas as
glorias da operaco ao digno Sr. ministro da fa-
zenda.
A sua parcialidade ebega a ponto de acbar o
mesmo empresUmo : glorioso, qaaodo o aun
bu ao idustre conselheiro Ruy Barbosa e ceu
suravel quando o attribae ao digno goveruador
A Ia serie da 3 parte deate
cajo premio graate e
Pois bem, glorioso ou censuravel, preciso at-
tribu lo exclusivamente aos esforcos e ao gran
de Bar&o de nceoa.
O inclyto cidadao, antes de vtr da Capital Pe -
deral. l mesmo poda ter ajustado om empres-
limo externo a 95. 6 % de juros e 1 % de amor-
tisaco com o proprio syodicato, que eotendeu
se posteriormente com o honrado Sr. ministro
da fazenda.
A isto recusou-se elle, receioso do pagamento
das anuuidtdes em ou.ro e animado da esperan
ca de poder alcancar para Pernambuco, nio 6
um emprestimo interno em igoaes condicoes,
de unnuidades pagaveis em moeda nacional,
mas anda a creaco de am banco emissor, co
mo nico meio possivel de dar incremento ao
desenvolvimiento econmico do nosso Estado.
Devoremos exclusivamente a tenacidade dos
seas mais leuvaveis esforcos, que o ievaram a
ponto de previotr-se para, ero ultimo caso, coa
solidar a nossa divida fiuciuante por meio de
plices caso as aceitatsem os credores do Esta
do, nao s a creacao do novo banco, como o em
presumo, ora louvado, ora censurado pelo lor
nal.
Patriticamente iafenso a qoalquer empresti-
mo externo e depositario da mxima coofiaeca
do goveroo provisorio, o honrado Barao de Lu
cena boave se com tal criterio e tino as suas
informacoes ao gove rao ceatral e no empeabo
com que pognou pelas mais vitaos necessidades
do Estado, que afloal, conseguio a grande re
compeuta do xito.
Mas os applausos sinceros e quasi unnime*
que tem merecido a administraco do Sr. Bario
de Lucena oao delxam que possa dormir tran-
quilla a honrada redaeco do Jornal.
Disto deu ella urna prova quando deseen a
criticar urnas nomeacoes de empregadus pablj
eos, a sappressdo de urna comarca e a creacao
de urna ootra, antea de refutar a procedencia
dos motivos justificativos de tees actos de mera
administraco.
finalmente depois de declarar, com jastipa,
que o Sr. Bario de Lucena ao entregan, at
aaui, os cofres pblicos por contractos explora-
ces- a illualrida.redaeco do Jornal ccrescenta
que nao ae deve ver nisto titulo algum de bene-
merenc
Porea de consoaote, a quauto obrigas 1..
Para lerninar como comecou o seu edictortel,
chela de si, ella pede qae lhe digan o que tem
feito o Sr. Bario de Lueena t
E, depois de urna reticencia, dirige aos que
applaudem a poltica do honrado bario, um con-
seibo, cujo saatllfo so ella propria saberia com-
prebendar e acceiter 1
Se quer saber de nos o que tem feito o Sr.
Bario de Lucena, altivamente Iba diremos, nter-
pre lando os sen lmenlos patritico" ua qnasi to
telidade dos ptrnambucanos.
Quando o Bario de Lucena nada mais bouves
que netbora a sitoacao Ooancetra do tbtaeaiM e
the reatebelece os crditos e analmente a Crea-
cio do banco Emistor, qae vira increaacter
forco8aoientj o desenvolvimento econmico do
nosso Estado sao, titalos de gloria e de beneme-
rencia, mais que valiosos, pura legitimar a mais
honrosa menc3o do seu oome e do sen patrio-
tismo, oa historia do oosso Estado.
Os bons cidados se devem honrar com o re
conbecimento e a conflssio da verdade, i des-
peito de qoalquer desagrado da h turada redae-
co do Jornal do Recife.
Jgnotus chis.
SPORT
Hippodromo da Campo Grande
Realitoa se bontem a nscipcio para a corri-
da do dia 18, dando o segointe resultado :
lo pareoConsolac' 1,000 metros:
Monarctiifta, Moursce, Singapore, Tenorino,
Fantina, Urano t, Zambo e Ally-Stopper.
2* pareo Experiencia1,000 metros :
Ida. De.'pote.fharigfe. Bonaparte, Telegram-
ma, Potosy. Talispher e Hercules.
3o pareoProgrcsso1,100 metros :
Djerid, Arumary, Pindaro, Faceira e Moema.
4o pareo
Pavonta,
Attita.
Harmonia- 1 400 metros :
Tberesopolis, Gallileu, Granada
nal, nio pudendo conseguir do Sr. Ufan dat feito, a IranquUlidatfe em que se acha o e-
qaaodo a hatenco era aconelbada peta Hhw- a o ^rtetiaiBO qae caracteriaama sea aaaaaaV I 6 fleeib^tw Martiiii Perefaa an
irada redaeco do Jornal, nao te oomprahajaoB ateotode aatinlatrador, o emprerttaro mteraolbargador AJmeiaaJkotoi:
5o pareoVi locidade1,200 metros :
Mauriiy, Traasclave, Bonaparte, Piramon,
Templar e San? sonci.
8 pareo upeauco1,000 metros :
Vingador, Jambo, Tarnjo, Siogapore e Hu-
milde.
Nao ?e tendo realizado a inscripeo do 6* e
7* pareos lica aberta at boje, is 3 oras da
tarde.
Appenafio crnaB
De S. LourencoAppellante o jaixo,
Joio Galdino de Monea.
Do detembargador AlmeidaSaatoe aai
bargador Crrela da Sikva :
Appellaco crine
Do Pilar Appellante Jos Lapee oe I
appellada a justica.
Do desembargador Delfino Cavaleaote aa i
embargador Pires Perreira :
Appellaco crime
Da Parabyba Appellante e Juizo, api
Jos Dionisio da Silva.
Appellacoes cvale
De Palmaresapellante D.
cante de Albuquerqne, appellado 1
to Queiroz Barros.
Do Reare Appellante Grataiiaao dos I
Vital, appella Jos Almeida Cattre C
Do RecifeAppellante Jote de Macedo,
lado Severino Perreira da Silva.
DIUOIHCIA
Com vista ao desembarjrador promotor di pe-
tica :
AppellapDes Crimea
De Atelaia Appellaote o jateo, tpplllele
Jos Prancisco dos Santos.
Aupellante Fraociico Rodriguet da Coala, aa-
pellada a justica.
Eocerrou-se a seeeio i 1 1/2 hora da taror
CHROHICA JDD1C1AB1A
Tribunal da Relami
SESSO ORDINARIA EM 14 DE OUTUBRO
DE 1890
PRESIDENCIA DO CIDADAO DESEMBARGADO)!
QCINTINO DE J.'IRANDA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio Coelko
A's horas do costume, presentes os cidados
desembargo dores em numero legal, foi aberta a
sessao depo3 de lida e approvada a acta da ac-
tjeedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se
is seguintes
JL AMENTOS
Recursos crimes
De Floros Recrreme Jarcellino Jorge de
Campos, recorrido o juizo. Relator o desembar-
gador Tavares de Vasconcellos. Negou-se pro
vlmenio, em parte unnimemente.
De Barreiros Recrreme o juizo. recorrido
Flix Perreira da Silva. Relator o desembarga
dor Delfino Cavaleaote. Negou-se provimento,
unnimemente.
Da Parahyba Recorrerte Maximiano Aure-
liaoo Monteiro da Franca, rerorrido o juizo.
Relator o desembargador Dclfiuo Cavaleaote.
Negou-se provimento, contra o voto do Relator.
Aggravos de petigSo
Do Re ife Aggravante victonoo Domingnea
Alves Mate, aggravado Antonio los Conrado
Rciaior o desemoargador Pires Goncalves. Ad
juntos os desembargadores Almeida Santos e
Pires Perreira. Den se provimento, unnime
mente.
Do CaboAggravaoie Francisco Rerenguer de
Andrade Pilho, aggravada D. Anua Prancelina
Goncalves da Silva. Relator o desembargador
Oliveira Andrade. Adjuntos os desembargado
res Monteiro de Andrade e Tavares de Vascon-
cellos. Negou-se provimento, unnimemente.
Do Recife Aggravante Jos Pereira de Ama-
res, aggravado o juizo. Relator o desembarga-
dor Delfino Cavaleaote. Adjuntos os desembar
gadores Tavares de Vasconcellos e Oliveira An-
drade. Negou-se provimento, unnimemente.
Aggravo de instrumento
De Gcyanna Aggravante Genuino Maciel de
Oliveira, sggravado* Julio Irmo & C. Relator
o desembargador Tavares de Vasconcellos. Ad-
juntos os desembargadores Martina Pereira e
Pires Goncalves. Negou-se provimento, unni-
memente.
Carta testemunhavel
Io Recife Aggravante Jos Soares do Ama-
ral, aggravado Antonio Jos Machado. Relator
o desembargador Crrete da Silva. Adjuntos os
desembargadtres Martins Pereira e Delfino Ca
valcante. Negou-se provimento, unnime-
mente.
Conflicto de jurisdiccao
Entre os jaizes de direilo de o phaos e e da
Srovedora do Recife. Relator o desembargador
livetra Andrade. Revisores os desembargado
res aartins Pereira e Almeida Santos Juigou-
se pela competencia do jais de orbaos, contra
o voto do desembargador Martina Pereira.
Prorogafo de inventario
Inventarame Jos Xavier Cavaleaote de Albu
qnerque.CoDcedeu-se o praao pedido.
Appellacoes crimaa
De Govanna Appellante o juizo, appellado
Antonio Francisco a Suva. Relator o desera
bargador Almeida Santos. Manaou-se a novo
jury, unnimemente.
De Ipojuca Appellante Antonio Rodrigues
Lima, appellada a justica. Relator o desem-
bargador Oliveira Andrale. Conlirmou se a
senienca, unnimemente.
De Iguarasr Appellante o juizo, appellado
foio Bandeira. Relator o desembargador Oli-
veira Andrade. Mandou-ae a novo jury, unani
memente.
Appellaco civel
Do RecifeAppellantes Perreira Guimaries &
C, appellado Manoel dos Santos Villaca. Rea
tor o desembargador Tavares de Vasconcellos.
- Julgou-se por sentenca a desistencia.
PA8SAGENS
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Monteiro de Andrade:
Appellaco crime
Appellaote Vicente Perreira de Pauta, appel-
lada a justica.
Appellaco civel
Do Recife Appellaut* Rodolpbo Pessoa, ap
pellado Manoel da Silva Mata.
Do desembargador Monteiro de Andrade ao
desembargador Tavares de Vasconcellos:
Appellaco crime *
De Palmares Appellante o juizo, appellado
Joio Paes de Araujo
O desembargador Pires Gonealvea, como pro-
motor da justica, deu parecer nos seguintes fei
tos:
Appellacoes eximes
Da Inperatris Appellaote Ma:tiniano Alves
de Moora, appellada a jusilla.
De Serinhiem Appellante Antonio Bota de
Lima, appellada a justica.
Do BuiqueAppellante o julio, appellado An
ionio Marques de Mello.
Appellacoes civeis
De Goyanna-Appellante Beato Arcbilio Viei
ra Corado Pilho, appellados os herdeiros de Mi
goel Joaquim Alves da Silva.
De Palmares Appellante Bernardrno Corrria
de Resesdo Reg, appellado Beflarmino Antonio
Soares da Fonseca.
Appellaco commercial
De Itamb Appellaote Feliciano Gomes Pe
reir de Oliveira, appellado Manoel Ignacio Pes
soa de Mello
Ba detembargador Tavares de Vasconcellos
ao ifeeadttia gadorOliveira Andrade :
inaaMlcftni crimos
0o Cabo -Appellaote Joaquim Vicente FifUei-
rda Parte, auelteda a muica.
Da VicruTte Appellaote o juizo, appeUauat
Jos PiaoeaKO da lilva e ootros
11D1CAC0ES HTEB
nedleo
O Dr. Simplicio Maoigniar. Cliaioa ata-
dico cirurgica. Especialidades : atoteatioa
pulmonares e partea. Boa Marques ta
Olinda n. 27, 1. andar, consultes daa 11
a 2 horas e na Caaa Forte (Popo da Po-
nella) daa 6 s 9 da maaai a
Chamados por escripto. Telepbone a.
O Dr. Lobo Motcoto d consulte
sua caaa i ra da Gloria n. 39, das
horas da manha 1 da tarda.
te fra do aervico publico offerece se
acudir a qualquer chamado_
dio para fora da cidade.
operacSes, partos e molestias da
e de meninos.
Dr. Matheus Van, medico.
rio : ra do Imperador n 42, 1.*
Oonsultea daa 12 a 2 horaa da
Residencia, roa do Pires a. 27.
regase do trata ment daa aaoleetiae da
olhos.
Dr. S Pereira, roa da imperatri* n. 8
da onsultas medico-cirurgicas todo* on dio
daa 8 ao meio dia, menos nos ilnppiaajea
diaa santificados.
Dr. Frutas GuimarSes, medieo, tea
ser consultorio na ra Duque de Caorioa
n. 57, 1. andar; d consultes nos diaa utaia
daa 11 1 hora da tonda a reside aa (3a-
jueiro n. 4, onde attenda a cbamadoa oaa
qoalquer hora do dia e da noite. Tekpaav
ae n. 292.
Dr. Joaquim Louitiro medico a pertoai
ro, consultorio roa do Cabug a. 14,
l. andar de 12 s 2 da tarde; re
ao Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e
Pratica a lavagem do atara guano a i
nc aconselhads. CcnsuJtes daa 11 a
i da tarde em ana. risidonoia raa da
Bom Jess (antiga da Crns n. 23, 1.*
indar. Telepbone n. 389
Lr. Joo Pauloespecialista en par-
os, molestias de aenboraa a de
eom pratica bou hoapiteea de Paria
Vienna d'Anstria, da consultes da 1
horas da tarde, 4 raa da Bario
ria n. 60, 1.* andar, e reside
doe Afilictoi a. 30, junte ettacBo do Sa-
pinheiro. Cbamadoa a qualquer hora. Te-
ephone n 467, na

ia3
Bachard Vicente 8. de Carvalko
promotor da capitel. Advogado
bjba.
O baehard Joaquim Ihxaqo da Fs
em seu eacriptorio de advogado r\
Imperador n. 14, 1.a
Dr. Ferreira. com pratica
osea hoepiteee e clinica de Paria o J
ires, d consultea todos os diaa da
loras ao meio-dia. Consultorio o i
iencia i raa Larga do Baaara a. 90-
Dr. Barreto Sampaio, oeealiaf, d
mitas de 1 a 4 horaa UJ aodor
man ra Bario da Victoria a. 51. 1
iencia a ra 7 da Setembro a. 34, et
la pela ra da Saudade n. 25.
erogarla
Furia toriTiho dt C, drogmsta por
jado, ra do Marques de CMind* n. 41.
Francisco Manoel du SOvaC, '
*rioa de todas as eapeeialidadaf
oeuticas, tintas, drogas, producto?
as e medicamentos bomoapaticf
barquea de Olinda a. 23.
A TVotro ~
Previne-se aa Ex mas.
garam j muitos artigo da
escolhidoa por Mme. RoWet
em Paria. ExpoaicSo dk
PBLICACOES 1
Manoel Tfct
m
Hontem, petas 4 oras da terse, toa
dido por um telegrama do Sr. Fetax Ti
de Gmranbuns. aunuetiaoaa asa ~
a 10 horas da noite, eos tajea
particular e inolvidavei amigo ea|
Thomaz de Villa Nova lora iteaee
vivos, em conseqaencia de
que resisti aos mais Ingentes
ta e zombou dos mate aeryat
disv. los de orna familia extremosa.
Tao cruel foi o golpe vibrado ara
onde tinha um altar aquelle sincero
sttmoso cidadao, que aentoo-aa
que aniquilada diante do tmulo
aberra para receber o corpo de Maedet
de Villa-Nova.
E"
rado
dos pelaa
elle urna quasi vtneraco, ji
urna gratidio irnrn
patba extrama, ji porque
srotal da beta qoe elle, mod
va en torno de si
qoe miohalma eslava presa i d'aoaHIe aoa-
homem por tecos qae ata ata aaeaaaaarfoV
lelaa miserias da visa ; soa ea nata par
ima quasi vtneraco, ji pareja* amarva
Com eOtao, coagido por
qoe muiio e
tro, le vea a pausar urna tem
ohuna. cujo clima lbe era
Thomaz de Villa-Nova oo
noe disvelloe, aea carinbos, aaa
dispensou e a minba tamilia.
frequeotes ausencias
tos no Recife, daa
at mala eiti emaane
luoe aoarteos.
Taet haarta, qae nao tai
j^^^Bam ao Co a re
aoatas de Villa-Nova
asara
_ toa ova rfa
^aam
iiatoproara
Eram taeteU
pelo bem, qae
tua todole bde.-ajae a
eatkar o bem, ara vaag
besa tasar.


Outubro de 1890


ia de soccorrer populara:
OS nao rosse solicitado o i eu patrocinio. Alma
Irta todas as bailesas moraes, elle, onde ta
BIM lagrima, procarava enxugal a ; oade sabia
existir ana dr, corra em mitiga! a; onde se
a*rcebia de am solTrimeato era pressuroso em
Offereeer o balsamo consolador, iralssse-se do
prtico oa se traanse do moral do pacieote.
B foi d'est'arte que elle Bonoe conquistar as
Sraes sympatbias do doto de Garantaos, entra
ado se lhe no coracfto geaeroao pan n'elle
perdurar como perduraram as pyramides do
Bi)pto. para altala r. aos psteros a graodexa
'aqoelle homem las bobre como o que mais no-
brs r pelos senlimeotos, pelas aspiracoes, pelos
Intuitos.
Manoel Thomaz de Villa Nova, oascido na co
arca do Bonito, d'este Estado, aioda joven D
108 residencia em Garntanos, onde ecraizoo fa
Btlia e ioteresses. Se estes nao fructificaran],
porque ao sen corneto magoanimo sempre foi
([rato repartir com oa pobres o peculio dos seos
loores ; em coinpeasaco medraram os thesou-
rOB de soa alma, vendo sua digna familia amal o
Mtfi indiziveis extremos, e cereal o o apreco de
todos os seos comrcaos como se elle fosee, pae
da todos os que sofTrem.
0 penbor de amor que Ibe dera o Go n'uma
fiiotll criaoca que uvera de sen consorcio com a
lima. Sra. D. Mara Villa Nova, arrebatou-o, em
verdes aanos, a implacavel ceifadora de vidas -
11 um golpe rude para os seas aifeclos de pae ;
JiAfl esse golpe, como se acontecer as nalurezas
C elif, nao o prostron. Longe d'isso, nao Ibe
d-odn o Go novo penbor, redobroo de esforcos
e-a pro de sua familia; e soa mulher e seus so
bfinbos cjptaram lhe todas a) grandezas e eoer-
f lai Jalma, que elle, entretanto, aioda sabia des
envolver em igual somma em pro dos que sof-
frlam.
Foi Manuel Villa Nova um chefe de familia
.ejemplar, verdadeiramenle digno d'esse lit'ilo ;
"m .ilado pesian e, um oaaeraerito ; do que
fttsem prova pleaa todos os acios da sea vi la,
consagrada ao bem do prximo. Ha, principal-
Siente, n'essa vida, doos fados que a pera em
tito relevo. Por occasiao de orna iovasao de be
Sigas o'eete Estado, hi anuos passados, Msnoel
Villa-Nova foi, elle bo, sem auxilio do governo,
COtn os seus proprios recursos, o generoso pro
lector do povo de Garannuns, o sen medico, o seu
Consolador. ltimamente, em idnticas ecudi
f0es. eviton a evolucao variulica. que, em doas
casos, se manifestara em Garannuns, ja vacci
Bando gratuilameote milhaies de petsoas ja lo
mando ootras providencias hygieuicas, que de
ram em resultado a circnmscripcto do mal
ot-.i.'s deus casos.
rVrarn servicos prestados a homanidade, e
que oo eoiaoio nio merecern) sequr um muito
abrigado dos poderes pblicos. E' certo que elle
rito us presin com este intuito, porm sim pelo
Simples e sincero deeejo de pralicar o bem. de
tejo innato em sua alma ; mas o certo lam
bem que nao desloara dos almejos dos tunos de
Garannuns um acto de corlezia ao menos da
parte do goveroo.
TiDha 50 aonos de idade Maooel Villa Nova,
cuando foi arrebatado pela morte ; e pode se
fliier, sem exagero, que mais de dous tercos
dessa vida 'oram empregados em derramar a
largas raaos o bem em torno de si, sem diseti
ttinacao de creDcas, de poslces, de cathe
forias.
E, oo eotaoto, Maooel Villa Nova era pobre,
t para rver sujeitou te a occopar o modesto
lugar de chefe da estacao de Garaohons E
aaezar disso, o ponco que Ibe de x iva o cargo,
elle o reparta sempre com os pobres !
Que mais preciso dixei- para soergner-lbe a
memoria
Emmndeca quet em desalinho tracou estas
lionas em desafogo da grande magoa que o pro
ttrou. So Deas grande para recompensar
quem tanto bem prattcou.
Repouse no Co a nob*e alma do que 83 cha
moa em vida Maooel Toomaz de V II i Nova ; e
receba toa extremosa familia, especialmente
la iocoosolavel esposa e seos eslimaveis ir
ruaos e sobriobos, a expressao sincera das mi
chai- condolencias, ti Ibas da profunda dr que
Ote caosou a perda de tao estremecido amigo.
Recife, 14 de Noverabro de 1890.
Babo db Nazahbth.
Ao commercio e ao
publico
Os abaixo assignados propietarios da
--Tabacara Mirandaa rna da Florentina
t). 36, pelo presente declarara que o Sr.
Jos Antonio Domiagues de Figueiredo,
Cada tem de commuw com a firma.
COMERCIO
Revista do Mercado
RaCOT. 14 UKOUTUBBO DI 1830.
O movimenlo limiten-se a tiaosarciVs no mer-
cado de cambios.
Bolsa
*jTA$6H OmClAM DA JTOT* 1>08 COB-
HM
Reate. 14 He Outubro de 1890
Nao nouve cotacao.
j oresidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretari'o
Eduardo Dubeux.
CMMbl*
PBAA DO RECIFE
Os bancos conservaran) a laxa de bontem 22
3.8, ofierecendo, poriii, ao fechar, um banco
saccar a 82 1/2.
Papel particular foi passado a 22 8,8.
PRAfA DO KIO ')K JANEIBU
22 1 4 Banca rio nonioal, saccaodo alguos a
2 3/8.
Ha falla de papel particular do mercado.
Alftodlo
Nao coostou negocie.
As offertas para o de 1* sorte do serto foram
7*300, pediodo os postuidores 7*400.
A exportacan feita pea alfandega nesle mez at
o da 13, consten de 40 i 338 kilos, para o exterior
As entradas verificadas at a data de boje so-
da casa dos
Visan
em a 7 320 saceos, sendo por:
"orcacas
ra
v"ia-ierrea de Garuar,
'ia-ferrea de 8. Franciot-a.
Via-ferrea do Limoeiro
Soturna
1 007 Bocea
1.349
1.397
396 *
99
3.072
7 320 S ec.is
Aanuear
jb precos pagos ao agricultor, por'ift talos, *-
: ando a Associacao Commereial Agrcola, foram
ib segointes:
Safra nova
francos..... 2*8 a 3i3oo
Someaos..... 500 a 21700
Mascavados .... UOOO a 1*700
arlos..... 1*440 a 1*600
itotune..... l'O'W a l*2>'
Usinas..... *900 3*100
A exDortaeio feita pela alfandega oeste mez at
a dia 13, coostou de 3.',,80.910 tilos sendo.......
2.300.130 jara o exterior e 1.180.810 para o inte
Tior.
AS entradas verificad. at a data de noje so
jem a 32.622 saceos, 8mdo por:
. 20.449 Saceos
. .' 149 '*
de Caruaru. 374
de S.Francisco. 8.373
a deLimoeirc 10.996
Somma. 5 612 Saceos
tOHHtt
uonroe salgados 370 ris, e os verdes a 297
tiia.
Os abaixo ai ligaados, nada teem por-
tanto com oa dbitos oontrabidos por
aqaelle senhor, a pretexto de serem o
referidos debito i descornados oa meroado-
ria que o tal Honesto senhor, venda de
dosso estabeleciment.
Nunca confiar: oa o recebimento de noeaaa
cantas aquello i nhor.
E' somonte o que nos cumpre diaer por
amonan to.
Nada de abasos de confianca, posto qne
ella nJo existase.
Rscife, 12 de Outubro de 1890.
Vmra de AndradeA C.
B' lioje que completa
oais urna primavera, a
Exma. Sra. D. Tbereza de
Pigueirda Pana
Que posaa aioda pjrmoi-
108 anc 39. assistir a repro
dueco de tao auspicioso
dia, sempre cercada das
mais risoobas filie dades,
o qu; sinceramente lhe
/ desejo. \
A Recite, l > de Outubro de 90. kj,
\1 L c. b. y
io publico
Tendo eu scioacia de qne algamas pes-
soas aproveitam a garrafas vaaias com
etiquetas de vinlios de minha caaa, para
venderem oution vinhos a titulo do BM
Palhetc e B'fiBt Collares que rece
bo directamente e bem aasim outras qua
Udadea, chamo n attencSo do pnblico e es-
pecialmente des apreciadores de mena vi-
nhos, para que n lo se deixem Iludir e
aviso <>s de que devem considerar como
verdadeiros oa que comprarem em meo
proprio estahelecimento ; a muito que nao
vendo a casas r^ta.'hadoras e por isso ia
siste para que c senhorus compradores
notem o que deino dito.
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira JUaia.
Un rensedlo Kegetal assoabroo
Annal chegou a aescobrir>ae, na essen-
cia concentrada de am producto vegetal,
am erficassimo remedio positivo, contra
todas as enfermiiUdea precursoras da ti
sica. A srvore de sade, pois que as-.
siui verdadeiramirnte que sedeve cha-
mal a, daqual se extrae este inestimavel
thesouro, a Anucahuita do Mxico, e o
Peitoral de Amcahuita forma a preciosa
composicio que Icanc* sempre a victoria
sobre aa enfermiclades inimigss dos org2o
da rea orselo. J amaia hoove remedio al
gum que te fiseaie dentro em tao ponco
tempo tao univ-irsalmente popular. Oa
gratos teatemunb:>a dos coracSes agradec
dos, qne padecern) de toases, esquinen
cas, rouquidao. intammacao do peito,
broochites, asthoia, catanios, constipa-
V'5eg, tsicas, etc se recebem cada dia aos
centanares de tocias partea do mando.
Como garanta contra as falsiticacons,
observe se bem que os nomas de Lsnman
& Kexp venham estampados em lettras
transparentes oo papel do livrinho que
se ve de envoltorio a cada garrafa. Acba
se venda em todas as boticas e droga
ras.
AgmardeBte
j-u-se a 74*000, or pipa de 480 litros.
,lilel
ta-se a 170*tk>0 por pipa de 4H-I litros.
el
ota-se a 58*0001 or ni oa de 480 litros.
avl t descarga
darca noruegense Lt liatkam, car.ao.
Barca noruegoeose tmbla, carvo.
Birca allemt Hartha Brookelman, madeira.
torca sueca Heidi, carrto.
liarca porloguesa Teitadora, varios gneros.
Barca ailema Sckaan.. varios seero.
Baa inglesa Gwendolme, car vilo,
3rgue nacional Pru:;eres. xarque.
Escuna oacionai Pelotas, xarque.
Lugar ioglet Uornir.; Star, carvo.
L'igar ingles Betriev<'.r, bacalho.
Logar nacioual Loyo, xarque.
I'aiacho oaciooal Soc al, xarque.
Patacho oacioaal Frincoit*, xarque.
PataOio ooruegueose Rabbi, xarque-.
Patacho sllemio Mar,; van Qidtmdrop, xarque.
Patacho norneguense kjetland, carvo.
Patacho portugus Mondego, xarque.
Pauta m Alfaatdeca
'MMKS 91 13 a 18 B OUTL'BBO DB 1890
Akool (Utro)....... 330
Agurdente........ 130
*rroz com casca (kilo i ... 80
Ugodo (kilo)....... 416
*ssu<^r retinado (kilo) .... 260
Assucar nranco (ki>3) .... 180
issucar masca vado kilo) 97
Borracha (kilo)...... 1*400
Bagas de mamonas (dio) ... 130
Lacio (kilo)....... 400
Ccf bom (kilo)...... 800
Cafrestolho (kilo)..... 600
Carnauba (kilo .... 400
Couros seceos espichi dos (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo)
ouros verdes (kilo)..... 223
Carocps de algodio..... 20
Carvo de peara de C rdiff ton.) 21*000
Fannna de mandioca (litro) ... 55
Genebra (litro)...... 200
Graxa (sebo)....... 380
Jaborandy (em folha) kilo 200
Mel (litro)........ 80
Milho (kilo....... 60
Pnosphato de cal da 1 ha de Parnan-
dodeNoronba (ton;laJa) 10*000
l'bopphatc de cal da liba Rala (tone-
lada) ...... e 61000
Pi Brasil (kilo)...... 35
Sement de carnauba (arroba) 15
soia (meos) .'..... 2*500
Tatajoba (madeira)..... 30
Taboas de amarello em pranche!
(dozla)........ 100*
Exponacio
asevu 13 di outlbbo oa 1890
rara o exterior
No vapor americano Seguranza, pa-Afcw
Yo k,car,earam:
F. Cas do di Filbo, 575 saceos com 43,125 kilos
de assucar masca vade.
T. Tavaree. 1.500 sa:cos com 112,500 kilos de
a-snear mascavado.
Na barca portugneza Tentadora, para Es
tados Ualdos, carregaiam :
F. Cacao & Filoo, 2000 saceos com 150,000
kilos de assocar mascavado.
No patacho ingles Swukine, para o Canal
carregaram :
Dr. Bastos de Ovei
Medico operador e parteiro, teiu o seu
consultorio a roa do Marques da Oliada
n. 1, 1" andar, onde pode ser procurado
todo* os diaa uteis, das 12 a 3 horas da
tarde.
Chamados a qualquar hora em ana re
sidencia, roa do Hospicio o. 46.
Telepbooe n. 365.
Lde com atten^o
Sr. Redactor.Durante dez annos viv
sempre acabranhado por tenaz enfermi-
dade pulmonar, que nos ltimos terapos
tornou se agudssima, privando me at do
ailivio que o somno proporciona.
J eatava desanimado de reatabelecer
me, pois que tinha ensaiado innumeraa
classes de medicamentos, sem colher re-
sultado satisfactorio.
Em bora folia, porem, Ii em aeu con-
ceituado jornal as virtudes que eram attr
buidas ao Peitoral de Cambara, do Sr.
Jos Alvares de Sonsa Soares, de Pelo-
tas, e deliberei eiperimental-o, confesso
que sem a menor esperanca, tal era o de-
sanimo de que me acnava possuido.
Desde que principiei a usar esse ben-
fico medicamento, experimente melhoras
s;nsives : os esuarros sanguneos desappa
leceram e a dolorosa tosse que nao me
deixava um b momento de ailivio, prin
cipalmente noite, oi cedendo gradual-
mente, de forma que boje, aps ter to-
mado cerca de 15 frascos do alludido
epitoral, vejo-me completamente curado
de urna entermidade que tinha resistido a
dea annos de nao inteqsompido trata-
mento!
Rogo-lbe, pois a publicacSo destas li-
nhaa para, em forma de attestado, mais
robustecer o merecido crdito de que goss
esse excellente medicamento.
De V. S. attento amigo obrigado.
Vosco Jote Pereira d"Atrilla.
(Extr. d'O ooot de Santo Victoria do
Palmar, Rio Orando do Snl.)
AS YIGTIJxUS DAS FKBRKS
Elixir intl-rebrl Cardoso. appro
vado em 21 de Marco deste anno pela Inspectora
eral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem heje
jpreseotar-be i bumauidade soffredor do mun
lo inteiro, como taboa de salvacao que ao inte
lis naufrago Ibe enviada por mau omoipotentet
Elixir ail frbrll Caraio, appli
cado em moitissimos casos de febres, tem, coui<
eor milagre, levantado do lelio da dor a comple
op moriDnodo8.
Este remedio, composio somonte de vegetae,-
e inteiramente iuolTensivo, anda mesmo na mai
mimosa e tenra criaoca.
As senhoras, no estajo de paridas, ou no pe
i odo de incoomodos oaturaes, podem nsai s
im receio algom.
Depositas
Drogara dos Srs. Praoctsco Maooel da Suva
i C, i rna Marques de Ood o. 23.
Pharmacia Martins, i ra Duque de Caxas
l 88.
Pharmacia Oriental, rna Estreita do Rosari(
q. 3.
Pharmacia Alfredo Ferrera, i ra do Bario m
Victoria n. 14.
Pharmacia Impcralris, i rna aalmperatni,
a. 49.
Doponiiu geral cna caaa do autor
noel Cardoso Jnior, ra
eatraita da Basarla a.1.
Attextado
Scieotificamos ao respeltavel publico que alm
dos attesladas a qne damos pnblicidade huje,
foram carados 480 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examiuai
os tratados pelo Elixir eoli febril.
Dos innmeros atiestados que teiSoa, daa^
;m seguida principio a sua publicado; e Uu
oastar para que sejam conhecidas as vinude.-
do Elixir anti febril Cardoso.
P. Cascan Filbo, 500 saceos com 37,500 titos
de assucar mascavado.
-ara o inierutr
No vapor allemo Curuttoa, para Rio de
Janeiro, carregou :
A. A. H. Costa, 80 caixoes com 100 dnzias de
frascos de elixir cabeca de negro, oo valor de
3OOW0O
No vapor nacional Espirito Santo, >ara Rio
de Janeiro, carrecaram :
A C. de Rexendc, 16,000 cocos, Trocla.
P. Carneiio & C. 780 sacco3 com 46,800 kilos
de assucar mascavado.
Para Babia, carregaram :
A. Moohard, 250 saceos com 18,750 kilos de
assucar branco.
J. 6. da Silva Pen, 5 barric. s com latas de
doce, pesando 400 kilos.
Na escuna nacional Pealas, para Rio Gran
de do Sol, carregon :
M. J. dos Sanios, 15 pipas com 7,200 litros de
aguardeote.
No hiale nacional Deus te Gute, para Ara
ca y, carregaram :
M. AmoriOD, 16 garr, fes con 2*6 1 tros de
genebra.
P. M. Duarte de Acevedo, llcaixas eom 96
litros de genebra.
Na barcaca S. Catharina, para Parahyba,
carregaram : ...
A. D. Simoes C, 20 caixas com 160 litros
de genebra.
Si barcaca TheresiuAa, para Parahyba,
carregon: .,. ,
J. Baptista, 70 caixa3 com 490 litros ae ge
a barcaca D. Anua, para Villa da Penba,
carregou :
J. T. Pinto Lapa, 20 caixas com 160 litros de
genebra.
HenditaesUd pblicos
HlU D> OUTL'BBO
ALanega
'Renoa eral :
Do au 1 a 13 473 634*308
dem de 14 60:8994638
N.81
Mu Sr. Maooel Cardoso Jnior.Eoj bem da
bumauidade soffredor, venho commuDlcar-ibe
mais um prodigio do seu Elixir Anti Febril, e
lhe peco que publique esU minhi declaragao,
para que cada vez se tome mais coubecido o
seu prodigioso remedio.
Ven liluo Joo Piolo da Silvel,a. acjumuietil-
do de febre ni da 5 deste met, oo dia 8 upre
sentn sigoaes de bexiga ; me horrorisei porqoe
rememorei o quadro tremendo da morte de mi
ona Mlba, tratada por medico, e vscnei, porem
Deus me fes aeciuir pelo sen elixir, e comegao-
do elle a tomar as 3 horas da tarde, i oieia noi-
te BiDba desappareci Jo a febre, as be sigas para-
ran) eu cresci nento, e ires das depou couieca
rama diminuir, tomando urna cor brancacenla
como de qoeiuiadura, e dessppareceiam, teodo
observado a toa prescripcao de uso do sea eli
xir, de 2 em 2 horas, por es paco de 9 dias, e
darti por diante de 3 em 3 horas.
Gracas a D us e ao s u miracoloso elixir e-i
meu Albo perfeiameme bom.
Em conclosao Ibe digo: o seu elixir o aot
quad r da bexiga, c quem duvidar experi-
mente.
Sem mais assumpio pec>lh qne me permita
assiguarDe V. S. amigo grato e venerador cria
do.
Ilecife, 24 de Setembro de 1890 (Palmares 9.)
ioti Pedro V- lioso da Silceira.
N 82
Cidadao Maooel Cardoso Jnior. Tendo oo
na 20 do mez de Agosto prox mo passado sido
accummettido de varilas miaba iculber, Mara
Amalia Pess. a de Mello, eu e dous lilnos de no
me Manoel e Freder.co, esics com a idade de
11 e 14 aonos, recorr no vosso providencial
Elixir, prestado graciosamente pelo meu amwo
Antonio Francisco da; Chagas, cojo bom resul
lado nao se fes esperar, de mancira que luje
nos acbaon.s lodos resUbelecidos e curados.
Com sa listo cao vos declaro que resisl > oa roa
Direita o. 86, em Afogados Vosso alteucioso
venerador
Jos Vietra de Mello.
Afogados. 15 de Setembro de 1890.
N. 83
Win. Sr. Manotl Cardoso Jnior.Tea lo sido
accommetiida a minha irm Julia, de 10 aonos
de idade, de varilas, e achaodo me s m me os
para trata! s, recorr aoseu Elxir por informa
cao de um visin >, que obleve graciosamente, e
com lamanba feliciuade, que em pouco lempo
tive dio rerul'ado expeodido, Gcando minha
irm completamente reslabelccUa ; qoem quizer
veriHcar-se da verdade pode vir ou mandar
ra de Santa Tncrera o. 7, que encoatrar a
pessoa a quem me retiro.
Outrosim, ao Sr. Cardoso teohj sO o dever de
agradecer lhe a t-aridade qne me preslou com o
seu mirtcjl so Elixir, p ideado ao mesmo tem
po fazer o oso des:e meu attestado como Ibe
convier.
Dispooba desle seu criado e obrigado.
A rdg.i de J i-. Felirio ViMra,
Agottinho Francisco da Silva.
Recife, 19 de Agosio de 1890.
N. 84
Cidadao MaDoel Cardoso. Sande e raternida-
de. Tendo sido accomuieitida: de varilas as
ininhas quairo lilhas de nomes Laura, Juli-ia
Ilahoa e Mana, todas de menor idade, eu nao
,-aDia o que Hzesse, muito contrariado de vcl as
sempre oo mesmo e as postulas >a.in !o com
orna Forca ho. nvel D z -ndo a um amigo o ela
do de minhas tiliun, elle iralou-uie sobre o se-
marav hoso Bbxif Anti Febr.l. e logo aps fui
a sua loja e o seuiior fervio-me raiuitaoieoie
um do- seus frascos com o tal preparado. < que
me f ii beo aproveiiavel; a fehre foi logo acal-
mando, e as pstulas, logo que eu appliquei
urnas 3 do-es deixarara ^e augmentar; ponan'o,
miabas lilhas esiao -i-.-tabeleci.as, agradeceudo.
abaixo de D-Us, so teu maraculoso Elixir Anii
Febrl.
Podcis fazer desta o uso que vos convier.
Roa Direita o. 88 Seo venerador e a n>g >
Antonio Silva R'ingel.
Recife, 10 de Setemi.o N 84
Af-.gados, 6 de Agosto de 1890.IIIm. Sr. Ma
noel Cardoso.Acbando me bastante doeote d
varilas, e estas beiu perig >sas. urna minha lilha
le nome Joscpbia, com i lude de 10 annos, e
srm saber o que zcsse,. fui aconselbado pelo
S', Antonio Francisco das Chagas para f-iier
-o do seu benvolo Elixir Anti Febril, appli
cando elle mesmo diversas dotes e lomando
grande ioieresse no tralamento, o qual foi de
forma, que em ponco lu p.) vi ininna Qlba salva.
Faga o oso que Ir.e convier e agradeco Ib;.
embora oto o couheca direclameote. Moro oa
i ua dos Poyos
A idgJ de Antonio Maiinro F Icio.
Epiphanio Rbeiro L bo
(Eslavam sellados e reconbecidos.)
noTimrato do porto
Navios entrados no dia 14
lliinburgo e escala20 dias, vapor allemo fu
riiyba. de 721 toneladas, commaodaote A.
Uirch, equipagem LO, carga varios gneros ; a
Borsielmaon a C.
Babia e escala 8 dias. vapor nacioosl Principe
do Grao Para,, de C08 toneladas, commaudaoie
Jobo C. de Licerda, tquipagem 28, carga va-
rios gneros ; a Pedio Osorio de Cerqueira.
Rio Grande do Sul33 dias, barca nacional Ma
rioho V, de 223 toneladas, capitto J-aao Fer-
uandes dos RdiB, equipagem 9, carga xarque ;
a Mala & Rezei de.
Navio sahtdo no mema dia
MossorPaucho ingles Urda, capitn Th.
Browo, em lastro.
Mercado iliiaiclpal de Jos
0 movimenlo deste mercado no d'a 13 de Onlu
bro foi o seguute :
Eatraram:
41 bois pesando 5,754 kilos.
449 kilos de peixe a 20 ris 8/980
4 cargas com farinha a 200 rs. 800
19 ditas de fructas diversas a 300 rs 5*7 0
33 columnas a 600 rs. 19*800
65 taboeiros a 200 rs 13*000
o sainos a 200 rs. 1*000
i cscriptorio a 300 rs. 30
62 compartimentos com farinha a 500 31*000
534.913*94'
Renda do EStaUo de Pernainluco :
Oo dia i a 13 77:140*377
dem de 14 6 540*087
Somma total
83.680*464
020:204*410
Segunda seceso da Alfandega de Pernambuco,
14 de Ouiubro de 1890
O tesoureiro FUrencio Domiogoes.
Seiviado de chele da seccSoV. da G. Lobo-
Recebedorla do Estado de
Pcraaaabueo
Do dia 1 a 13 14:228*576
dem de 14 2:872*143
17:400/719
Ke< lo uralnage
Do da 1 a 13 2:743*422
dem de 14 919*448
0:66218,'0
Dlabeiro
EXPKDI0O
Pelo vapor nacional Cometa, para:
Rio de Janeiro .000*000
Pelo vapor nacin! Espirito Saoto para:'
Babia .500*000
Rio de Jaaeiro 6X00*000
28 ditos de comidas a 50u rs.
98 ditos de legumes e fazendas a
400 rs.
16 ditos de sumos a 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
4 ditos de camarocs a 200 rs
46 (albos a 2*
Rendimeoto de 1 a 12 do correte
14*0o0
39*200
11*200
3*400
800
92*000
243*180
2.916*680
3.159*860
Precos do ola:
Carne verde de 203 a 440 ris o kllc.
Sainos de 560 a 640 ris dem.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinha de 340 a 440 ris a cula.
Milbo do 280 a 320 ris kc.j
Feiio de 600 a 700 vix
vapores a entrar
HEZ oa OUTUBRO
Europa...... VUle de Pernambuco. 14
Sul........... Juno............. 10
Sol......... Seguranca......... 16
Sul........... Marankda ....... i"
Europa....... berta............ 19
Europa....... Szechenye........ 20
Norte........ Braztl........... 21
Lverpool...... Merckant........ 25
Europa...... Tomar........... 25
sul.......... La Plata.......... 27
Sul........... Mandos............ 27
Vapores a sabir
MEZ OS OUTUBRO
Santos e esc VUle de Pernambuco. 15 as 5 b.
Fernando Jacuhype.......... 15 as 12 h
Sul.......... Cuntyba ......... 15 as 5h
New-York S^wa,a........ 17 as 3 h
Norte.......Marankao......... 17 as 5 b-
Varparaiso ... berta............. 19 as 11 h
Sul.......... Braz............ 21 as lia
BneoosAyres. Tomar........... 25 as 12 b
Soutnampton. La Ilota.........27 as 12 h
Norte........ afosos.........27 as 5 h
Tosse asthmatica
De JaguarSo foi enviado t>o descobridor
do Peitoral de (.acibara o siguruie attes-
tado :
* Eu abaixo assignado, major r.turna-
do do exeicito, atiesto que sorendo de
ama tosse asthmatica, de maitoa annos,
cuho-me boje restabelecido com o uso do
Peitoral de Camb r, do Sr. J. Alvares
de jousa Suares, de Prlotas.
Fernando Jos da Oam a Lobo.
(Afrm a est reconhecida )
EDITAES
O Dr. Antonio Henriq^e de Almoida, juis
de direito do civei da comarca de Olia-
da, em viitude da le, etc
Faz saber aos ijue o prsenle edilul virem oo
de,la noticia Itven-m, qoe no dia 15 de Ouiubro
viodouro, depois da audiencia, o porleiro inte
rio dos auditorios Irar a publico prego de
vem.a e arremataco o bem f eguio'.e:
Um terreno ra le S. Francisco, desla cida-
de, com 425 palmos de freote e 200 ditos de fun
do, sendo a rreuie murada na i-xinsb de 32 >
palmos e 105 por murar, av liado por 1:000*000;
0 qual terreno pertence a D. Joaquina Rodrigues
de Moraes e seus lilbo- ; e vai a praca por exe
coco qoe lli-'s move IL-urique de S i Lilao.
E pra que chegue ao conhecimento de todos
maodei pasear o preseut-*, qoe sera sllixado no
ugar do costme e publicado psla imprens.
Udo e passado ne-ta cidade de Oliuda. aos 24
de Selembro de 1890.
Eu, hachare! rrsnscisco LinsCaldas, escrivo,
sobscrevi.
-lni-j'io Heurique de Almeida.
A Junta Coiamercial do Recife convida os
cominerciantes uacioiiaes raalriciilados deste
dslriclo accuEparecenm oo da 29 do corrente
s 9 horas da raaolin, como prrscreve o art. 9 S
1 do regulamento expedido pelo decreto n. 596
de 19 de Julbo ultimo, oo salo da Associgao
Commereial DeDi tcenle para a eleicao de tres
deputados.e doos tuj^l-yles rommerciaDles,
que leem ae funeciunar u i noadriannio de (890
-i 1894, na lrwa doi aits. (i e 8 % 2. 3- parle
do referido regulainento, \i'o lindar a 31 de
Dezemb o prximo vuiduu'o o praso das i lei
g6es em viriude dus qiraesoOi.iaran, como pre
>ld' ote O deouiado J r.i\i\a O rilo R.islos, come
lepolados lletmiio Kgydio de KigU'iredo i
Luiz de Paula Lipes ecoio sopplenes Antonio
Vabntim da Sira Rjrroea e L' iz de Paula Lo
pea, una vi z que, a vaga occaeiunada ptla elei-
cao deste. nao p le ter p'eeoi-hi la. por nao se
ter reali-a u a i leic> Orlo coll gio Comoierciai
i onvocado para o usa 13 Je Jjnlio prjxiuio pas
sado.
E para con-lar miinlon a fobredia Jjnta fa-
*er prsenle ed.Ul, que asignado pelo seu
presidente, se publicado no Diario de Pematn
buco e Jornal do Recife e i-flixado oa praca do
i>iinmeri'iG cjiu a llta de que trata o $ 2 'Jo
ari. 8 do cit.nio regulainenio n. 596.
Jun a Commereial do Beotfe, i3 de Oolubro
de 1890.
0 presidenle,
Joaqu>m Oltnto Basts.
LISTA
1 Antonio Gjmes^iranda Leal.
2 Anloiiio UiTaldn Jo Heno Barroci.
3 Amono Luz T^ixeir-i Elias.
i Antonio /aleolim da Silva Barroci.
5 Antuoio Roirigue.- de. Soaza.
6 Antonio Gomes de Mjltos.
7 Anlonie J.is Moreira.
8 Ahiuuio Sealiui da SiIvj.
9 Aiiluino Machado Pereira Viann* Jooior.
10 A-.tomo da Cutlu Ferreira Rallar.
11 Amo ni Vicente dn Magalhaes.
12 Anloiiiu da Silva Ferreira JuDior.
13 Anionio Guilh-imiuo dos Santos.
14 Aolooio de Otiveira M lia.
15 Aatomo Mumz Macbado.
16 AiitoiO Xavier Bez^rra.
17 Antonio Joaqulm Gonculves Frxga.
>8 Amonio Jos da Costa Araojo.
19 Antonio Jos Alves.
20 Albino Dias Fero.-.ndcs.
21 Adolplio Francsco Livra.
22 Aureliano Aogusio 23 HHtafte Oclaviano de Souza.
z4 Alexanlre de Sooza Nogueira.
25 Alfredo Gbsmi.
*6 Alfredo J s Frrreir,..
27 aITjiiso Augusto de Brilo TabordJ.
28 Albino Jote da S.lva.
29 liuriio de i'elrolina.
30 Ba'ida Soleaade. x
31 '-ar ao da Santa Cuz.
32 Ujro de Aguas Bellas.
33 Baro de Njzarelb.
34 Coibimano de AquiBO Fonseca.
35 Claudio Jos de Saoi'Anna.
36 C'il )s Piulo de Lemo3.
37 Carlos Jos de Medeiros.
38 liarlos de Paula Lopes.
39 Carlas de Moiaes Gomes Ferreira.
40 Carlos Botelho de Arroda.
41 Candido Jis da Silva Guimaraes.
42 Candi lo Goocalves Ferreira. *
43 Cuperlioo ae Guimaraes Bist03.
44 Cindido Theotonio dos R-ii.
45 Demelrio Accacio de Araujo Bastos.
46 Domingos Maooel Mariios.
47 Ernesto Arcelino de Barros Franco.
18 Eluardo Candido de Oliveira.
4a Euzbio da Cunta Beliru.
50 Eoas Amerito de Medeiros.
51 Eugenio Regadas.
o2 Francisco Ferreira Bailar.
5-1 Fraocisco Antonio Gomes de Mallos.
54 Francisto Taeophilj da Ro:ba Bezerra.
35 Francisco Apolonio Bezerra da S Iva.
56 Francisco Gomes de Araujo.
57 Fraocisco Botelho de Am rade.
58 Francisco luna o de Oliveira.
5v Francisco Ferreira Bailar Jnior.
60 Fian isco Jos da Silva Guimaraes.
61 Francho Gurgel do Amaral.
6J Fraocisco Crrela de Merquita Cardtso.
63 Frunc 1 uo Rodrigues de Moura.
64 F-iix Pereira e Sonza.
65 Genuino lose" d Rosa.
66 Gratuliaoo dos S intos Vital.
67 Graciliaoo Octavio da Cruz Mariios.-
68 Gibriel Ildefonso das Neves Cardlo.
69 Henrtquc Beroardes de 01 veira.
70 Henrique Xavier de Araujo Saraiva de Mello.
71 Herminio Egydio de Figueiredo.
72 Ignacio B zarra Pessoa.
73 Jos Antonio Piolo.
74 Jos Marcelino da Rosa.
75 Jos Francisco de ba L i ao.
76 Jos Gomes Leal.
77 Jos Adolpho Rodrigues Lima.
78 Jos da Cosa Pereira.
79 Jos Fiuza de Oliveira.
83 Jos Braz da ConceicSo Silva.
81 Jote Moreira du Silva.
82 Jo: Augusto de Araujo.
8J J j: de S Leilio Jnior.
84 J f Francisco do Reg Mello.
85 Jj.C Antonio Moreira Dias.
8a Jos Ferreira da Suva.
87 Jos Feliciano Nazareth.
88 Jos de Azevedo Maia e Silva.
89 Jos des Sanios Cosa Moreira.
90 Jos Rodrigues da Silva Barroc.
91 Jos Alves Barbosa Jnior.
92 Jos da Silva Loyo Jnior.
93 Jos Ferreira B llar.
94 J >s Caodid de Moraes.
93 Jo d'Assumpcao Oliveira.
96 Jos Luiz de Mello.
97 Jos Rufino Cumaco da Silva.
98 Jos Luis Goocalves Penna Jnnior.
99 Jos de Brito Bastos Filbo.
100 Jos Ferreira Marques.
101 Jar Fraecisco Piobo Ramos.
102 Jos Joaquim Dias Fernaades.
103 Jos Domingos do carme e Slva.
104 Jo Pires Licate.
105 Joao Ignacio de Medeiros Reg.
106 Joao BaKsla Gomes Penoa.
107 Joao Piolo de Lenos.
108 Joao Manoel da Veiga e Seixas.
109 Jo4o Baptista Caslaubo.
110 Joao Jos da Silva.
111 Joao Jos de Camino Moraes.
112 Joto Fernandes Lopes.
113 Joao Walfrido de Medeiros.
114 Jlo RoJriguos de Moara.
115 Joao de Aquino Fonseca.
116 Joao Ferreira Losniro.
117 J.o Pe> eir Beso.
118 Joao Joaquim de Mello.
119 J >ao Cbrysostoo fialvao.
120 J.ao Vicior Alves Hall
121 Joao Clementiao d Holn
122 Joaquim Olinto Basio*.
123"Joaquim de Soasa Silva
124 Joaquim Alves Garca.
125 Joaquim Beroardo dos Rsis.
126 Joaquim L -pes Machado.
127 J .quii Francisco as Cfesgas e Sita.
128 Joaquim Mauricio Gaoealfea Bom.
129 Jiaqaim Pehppe da fvista.
130 Joaqoim N colao Ferreira.
131 J->aquim Jos Goocalves Delirio.
132 J mquim de Oliveira Horca.
133 Joaquim da Silva Coste.
134 Joaquim da Silva Salgaeiral.
133 Julio t.exar P-^s uarreUsc
136 Joviniaoo Manta.
137 Jovino Cesar Paes Barretto.
138 Jo vino Bandeira.
139 Lauriodo de M .raes Piobtiro (bscfcarrt).
140 Leocadio J )s de Figueiredo.
loi Lenidas Tito Looreiro,
142 Luiz Aolo .10 Siqceirs.
143 Luiz Jis da Silva Giimaraefl.
144 Luiz Alfredo de Moraes.
145 Luiz Leopoldo do Guimaraes Peixaw.
146 Ladislao Gomes do Reg.
147 Luiz de Paola Lopes.
148 Lidislo Jos Ferreira.
149 Leopoldo Marques d'Asnompcao.
150 Maooel lgna;io Pessoa de Mello.
151 Manoel dos Sanios Vilbea.
152 Mano. I aa Silva Maia.
153 Manoel Jos da Silva Guimaraes.
154 Manoel Paulo de Alboqueique.
155 Manoel Moreira de Souz i.
156 Mancel Pereira da Conba.
157 Manoel Beroardo de oliveira.
158 Manoel Gomes de Mallos (bacnarel).
139 Mauoel Jos.- MoDteiro.
100 Maooel Joaqoim da Cotti Carvalbs.
li Manoel Horario da Suva
162 Marcelino Jo- Mara de Alsaeids.
161 Ma celioo Goocalves Rosa.
i64 Maihlas Tavares de Almeida.
165 u I Jos de Abren.
166 Narciso Jos Mooleiro.
167 Olympio Frederico Loop.
168 Olympio Goocalves lt -a.
169 Peuru J .'aqu:m Vianna de Liaza.
170 Pedro Osorio de Cerqueira.
171 Pedro Jorge da Silva Ramos.
172 Pedro Aiexandrjno Maia e Silva.
173 Pulo Pereira Simoes.
17a Primelo Doaric Rineiro.
175 Saiyro Seratiiu da Silva.
176 Tiijujaz Tirite ra Barios.
177 Tbomas Ferreira tn Car val ho.
Todos os commerciu.i.es mencionados na Swls
upra teem acapacidade activa e pasriva do so-
lo, coui excepeo dos segoinles qoe apenas lera
o ireiio de voio activo, visto como nao contara
30 annos de idade :
Candido Toeotuoio dos R Joao Clemenl.no de II illanda
Jos Joaqoim Dias Fernaodes.
Eogemo Regadas.
Jjf Fern-ira Mjrqoes.
Secretara da Juma Commereial do Recife, 13
de Ouiubro de 1890.
O secretario,
Julio Augusto da Cunta Gumsarmes.
2. C3cP. Sfcretaria do governo do E->tado de
l'ernainbuco, II de Oiub-o de 1890
De oruem do SSBSSJhurgador B^r de Lu : -
i a. governador do Estado, faco publico para os
devidns i Helios, qne ao provimento do loga."
tfli sal dos prolesios de letras concorreram os
ciaados Manoel do Nas'.imen dellillaoda Cavaiunle, Jo? Faustino Manoh*
Folcao e buc arel Gispar Cavalcame ce A'bu
querque Uc.Oj.
0 secn t irio,
Sopbrooio E. di. Paz Porklia.
Uelegacia da laspectorla (eral
das trras e eoloaisse*
Para conDecia>ento dos inu-ressados fco po-
bnco, que se ai h>m agasalbadoa na nospedana
da J .queira os estran^eiros constantes da relu-
ci abaixo, os quaes desejam conlra;tar <>os
servicos nesta cidade ou fradelU, com pnica
lares, empresas, "ompaobiar. etc.
O Srs. pretenden tes podero dirigir se uei-
la hospedara tudos os dias das 6 horas da ma-
uba s 6 da tarde, alim de se en.enderem co i
os proprios estrangeiros.
telegacia da in pectoria geral 1ss Ierras e o-
Icniiicao, 13 de Outubro de 1890
O delegado
Manoel Augusto Ferreira ia Stlra
1 Rme Jjan, Italia, 18 annos, solteiro, jorsu-
leiro.
2 Corvado Romano, i Jem, 27 annos, ideu,
rarpinteiro. *,
3 Aouibal Gaspar, dem, 31 bobos, dem; jor-
oaleiro.
4 Taleto Feliz, idem, 33aooos, idea, agricul -
tor.
5 Guilherme lideniide, idem, 20 annos, dem,
jornaleiro.
6 Merlo Jjseph, iJem, 24 aooos, idem, >
dreiro.
7 Juseph Alemans, Blgica, 46 annos, soltei-
ro. jornatelro.
8 Lacome, Fraoca, 22 annos, idem, carpin
teiro.
9 Orci Joans BaptisU, idem, 28 aooos, ideo,
mesire de esgrima.
10 Lacrima Fraocoi, idem, 26 annos, idem, jo -
naleiis.
11 Hrauo Ai one, dem, 25 aonos, dem, jor-
nalero.
12 Maooel Achioetli, Hespanb 22 annos, ideo,
idem.
13 Bernardo Hado, Franca, 22 annos, ideo,
carpinleiro,
14 Leou Dgilman, idem, 20 aooos, idem, sss-
tor.
15 Rixmao Francisco, idem, 28 anno>, casado,
jardioeiro. .
16 Rioioo Henriqoe, idem, 23 aooos, solier .
cosiobeiro.
17 Joge Girard, idem, 27 annos, idem, an
tor.
18 Luz Pedro, idem, 32 annos, dem, meete:-
nico.
19 Jas Honrja, Hespanba, 43 aonos, casado,
agricultor. .
20 Muinor Emilio, Fraoja, 27 aunss, solleiro,
agricultor.
21 Jem Nicolao, Italia, 31 aooos, casado, en
canador.
22 Jos Bornalo, idem, 47 anoos, idem, ci-
nbeiro. ^
23 Mordanat Mar io, Franca, 24 aooos, dem. *
agricultor.
24 Amaoogou, idem, 20 annos, idem, mach:-
nisla.
25 Logoi? Pierre, idem, 41 annos: dem, agri-
cn|tor- .
26 Joan Naceoas, Blgica, 22 aoaos, dem, pm-
27 Joan B.rgeogmeux, 24 aonos, idem, cochei-
ro
28 Eugenio Liollau, idem. 17 annos, em, jor-
naleiro.
29 Demias Santiago, Mera, 31 annos, dem,
jornalero.
30 Alicauo Bautronx, idem, 30 anoo!, dem,
jornaleiro.
31 Francisco Meicuii, Saissa, -'S aoaos. casa-
do, geceiro.
32 Dicocx Ernesto, Fraoca, 38 anoos, solteiro,
pintor.
33 Alsotoguite Aoguste, Blgica, 24 aonos, sol
le ro, mineiro.
34 Caroexo Calisto, Fraoca, 30 aonos, dem,
agricultor.
33 Jules Morm, Blgica, 40 anoos, dem, Kin-
36 Len Van Henffel, idem. 21 anoos, idem,
pintor. .'. -. j
37 Pedro Sualeres, dem, 33 annos, casado,
fccrralheru.
38 Bogkens Casimiro, dtm, 35 aooos, folteiro,
pintor.
39 Copay Luiz, Franca, 30 aooos, dem, ga-
zista.
40 Beroardo Vankiet, Blgica, 31 annos, idem,
pedreiro.
41 Budanlt Vitor, Franca, 36 anuos; dem, m
ne.
42 Parete Pedro, idem. 26 atmos,sailei o, car
pinteiro.
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*



Pl '* -"*"" friri 'ttjff*** '* -'--*' -,
Diario de Pernambuco-Quarta-feira 15 de Outubro de 1890

/


*
rM
19-
43 Piano Jo epn, Italia, 23 annos, iaem, machi
nisU.
44 Muiler lermo, Fianca, 23 annos, idem, co-
siobeiro.
43 Milaao Joseph, I a'ia, 38 annos. solteiro pa
deiro.
46 Haul Mouclut, Franca, 29 annos, casado, fer-
retro.
47 Mmoa Heory, idem 31 aoao? sJteiro jar
diueiro.
48 Vanalffel Liooart, B.-I?ica, 38 annos, idem,
torneiro.
49 Joan Baptiata, idem, ii annos, idem, agri-
cultor.
30 Vatros Garlo, Italia, 31 anno=, ilem, car
pinteiro
51 Chirle Nobre, F.anca, 33 annos, idem. cozi
chaire.
32 Groraendole Jooau, Hollanda, 2 J annos,
ideo, pedreiro.
33 Aotoni Four, Franja, 48 annos, idrin, lia
tureiro.
34 Jos I.'oacio R}drigU3s, Porlnga', 32 annos,
idem, jornaleiro.
33 Joanes Santoro, l'ula, 42 annos, csalo,
ferreiro.
36 Amone Espelin. itlcra. 27 anuos, idem, car-
pinleiro.
37 Joseph Pjderoio, dem, 24 annos, solleiro,
corrieira.
38 Paolo Sal, dem, 42 annos. casado, idem.
19 Antonio Amista, dem, 22 anuos, solteito,
idem.
60 Piro Blano, idem, 36 anao?, casado, agri
cultor.
61 Felippj G:tioio, idem. 23 annos, solleiro,
idem.
2 (Jaialdo Trova', idem, 40 asaos, casado,
idem.
03 Francisco Dorenza, ilem, 34 annos, idem,
pedreiro.
64 Cictano Subro. idem, 43 anuas, idem, idem.
>3 Caetauo Traliato, idem, 34 annos, liem, agri
cultor.
66 Seoatore Domiano, idem, 38 annj?. solteiro,
iiem.
67 Paulo R ntx, idem, 40 annos, idem. carpin-
tt'iro.
68 Franco Santi, idem, 36 annos, idem, agri
cultor.
<;'.' Htiii Dromouro, id'-ra, 48 annos, casado,
i le ni.
"0 itrirn Jorge ilem, 40 annos, idem, idem.
"i Salo Caeano, ilFin66anns, il*m, idem.
'i Jilo pjrlo Josi-pli, dem, 26 aonos, dem,
idem.
r-Papilla Djmingos, ilem, 38 annos, ilem
dem.
7 i Joaae Augus'c. idem, 40 annos. dem, idetn.
;."> ''aci Jiseuh, dem, 42 anQM, id 'iu, iJein.
76 Encango Jorge, dem, 26 uanos, iJern, sapa-
teiro.
77 Vicencio Bruno, idem. 43 annos, dem, agri
cultor.
78 tspatoiora Francisco, ilem, 23 anno, idem,
ca'tiicriro
";> Carmino J>;nau). l^in, 42 annos. idem,
agricultor.
80 FraaciS'M) Simurcusi''. '<"n anuos, i lera
idem.
81 Joan Cotrou. Franca 32 anuos, solt-iro, h
mista
^2 JoanBj.-k', idem, 38 amos dem, p?drcFf.
M Sirem Fenioanu, Blgica, 27 annos, casa lo.
jornaleiro.
84 Rosa y Vjnlfy, idem. 23 annos, solleiro.
i 83 Charle Frangoi. idem \i annos, casad), g i
m.tor.
66 NaHialy, dem 43 annos. idem, iilm.
7 Jo l'ro, He.-paffha, ii aunos, solleiro, pe-
dreiro.
*8 iluxol llena "S, idem, 23 annos, idem, agri
cultor.
83 J.ir Perins, dem. 30 anuo-', idem. idem.
90 Autonio Horneo, tdein, 24 annos, ulem, idem
91 Hi'non I'ueoia, dem, 28 iiidos, dem joma
leiro.
2 Ramn Torres, dem, 28 annos ideen, infri-
ror.
'M Rupliatl Romero, idem, 30 annos, idem, fo
mista.
'.4 Joan Mendes, idem, 30 annos, idem, mari
i.heiro.
os 13 de Outubro do 1890 Ku, Fe i
cisiimo de Azevedo Me! o, oacrivSo fia
es rever e subacrevi.
Joatjuim da Costa Ribeiro.
DECLARARES
Capitana do Porto
Aon palrOe* de xlvarenia
Da ordem do cidadao caplo umeme Frede
rico Guilherme de Souza Serrano, capilao do
porto, fago publico a qu-m iuu*resar p ssa, qop
ilca expressaraenle prohibido as alvarengas fon-
dearem em frenle oj junto barca de escava-
gjjqueseacba naoii dos S'assariahos, as
quaes prejudteam a boa marcha de seo servico.
Os contraventor) 8 fleam snjeitos malla ira
posia pelo regulamenio oe 19 de Maio de 1846-
Capitana do pouo lo Estado de Ptrnambuco,
14 de Ouiubro ue 1890.
O secretario.
Mario F. de Castro Chaves
Costuras do Arsenal
de Guerra
As cos'iir.'ira* de ns. 101 a 1*J devem com
nirpcer manha (16;.
95 Vondl L;oo, Franca, 33 annos, dem, agri
cuilor.
i' Jo.n Das, 11-spanha, 19 anuos, idem, ma-
7 Bertane Emilio, ialij, 3J annos, idem, agr--
collor.
JS Mmoel Cairo, llispaoba, 32 anojs, idem,
cozinbeiro.
I) Fraaclsco Rui, idem, 28 annos, dem, fer-
reiro.
'JO Ya! loairo Ruu, idem, 26 annos, idem, cal-
deireiro.
101 Rublan AliUcuu, Pranji, 44 i unos, casado,
canteo.
'.'2 Gilloe Miguel, idem, 34 annos, viuvo. jardi-
neiro.
I'3 Alexuidre.
i04 Charle Porto, Belgici, 22 annos, solteiro,
jo naleiro.
105 Jos Grela, Hespanha, 19 annos, idem, cor
niro.
106 Leonardo Queiroz, Italia, 27 annos, idem,
agricultor.
J07 Veurny Morice, Franga, 39 annos, idemjor
naleiro.
1 8 Pater Torres, He.-panha, 24 annes, idem, sa-
pateiro.
109 Kamu Pietro, idem, 36 annos, iiem, jorna
leiro.
110 Viscolix Lucas, Italia, 22 aanos, idem, idem.
111 Patroux Joseph, idei, 23 annoJ. idera, idem.
112 Deif-iin oao. Fiam,a, 42 annos, id-m, idem.
113 Joan I'ietro. Hespanha, 22 annos, id-m, idem.
II: Miu. i June, Italia, 34 annos, idem. agri-
lOHor.
113 Francisco Puen, Franga, 3'l annos, idem,
jornaleiro.
116 Maoo'-I Vane, ll;spanh), 48 anno3, viuvo,
tardi uro.
17 Juiy Fianjii, Franca, 33 aono?. solteiro, jar-
naleiro.
') D. Joaquim da Gosta Bibeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do R >cife
sen tjrmo, capital do Estado de Per-
iHmbiS'i em vircude da le etc.
Faco sabir, aos que o presente edital
viren) > i delle noticia tiverem, que, fin
ilos os vinte das da lei, eer levado a
pract para ser Arrematado por quem
mais der e raaior lance offerecer depois
da audienc'a d'este jaizo, que ter lugar
no din oito de Novembrj do co Tente-
unuo, o immovel seguiute:
I' ii s tio na estrada de Sant Anna n.
<', fregueaia do Pojo d* Panella, em ter-
reno proprio, com ama casa terrea, em
' ruo estado, tendo duas janellas de trente
e duas portas, corredor ao lado, com duas
salas, tres quartos e urna saleta, tendo
e iido dependencia contigua meama casa
urna saleta e done quartos, cosinba in-
t :rna e urna puchada com doas quartos
pa--a criados, seudo as paredes da mesma
rasa singellas e gosto taligo; medindo a
dita casa nove metros e setsenta cent-
metros de largura e doze metros de com-
primerio.
Tem o litio de frente cento e deaoito
metros, e trinta centmetros sendo a frente
coda murada com um portio no centro,
estando o muro e porto um pouco estra-
gados : os fundos do sitio ndam em um
triangulo'; avallado por 4:O0Oi5OO0 c vae
a praca dito immovel para pagamento da
execuclo que promeve o Oommendador
Antonio Henrique Rodrigues contra Af
t'oDso Moioira Temporal, sua mulner D.
Mara Carolina Rodrigues Temporal e ou
tros Pelo que toda a pessoa que em o
referido immovel quizerlancar o poder
iaser no diada praca cima indicado.
E para que chage ao conhecimento de
todos mapdei passar o presente, que ser
pub icado pela imp-ensa e afStado no
lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, |
Vcneravel Orilem V k
!\ossa Scnliora do Car-
ino ilo Recife.
Convido a todos os
nossos carissimos ir-
maos, desa Venera-
vel Ordem, aim de
comparecerem nos
das 14e 15do corren-
te mez, para assi^tirem
as vesptras, festa e
Te-Deum da nossa ma-
triarc'ia Santa The-
reza de Jess.
Secretarta da Ve-
neravel Ordem 3.a de
Nossa Senhora do
Carmo do Recife, 13
de Outubro de 1890.
O secretario,
./. (r. dos Santos Jnior.
Faculdade de Direito
De ordem do Sr. Dr. director fayo pu-
blico que :
1. 8 eximes extraordinarios de que
trata o aviso do Sr. Ministro da Instru-
cySo Publica, o. 1,136, de 4 de Setem
bro ultimo, comefarSo na ssxta-feira 17
do correte ;
2." Os programra.\s para os referidos
exames aerjo os jnesmos .^2_5eriam^
servir em Man; > doste ano;
3. A col laca > do grao de bacharel
se iar por turmas diarias de C hachare-
landos;
4" Ai turmas para as provas escriptas
serio de 15 estudaDtes e para as oraes
de 6;
. ; Nao ser permittida invers&o al
guma na ordem d> inscripcio para as cha
Arsenal de Marinha
Supprimento de expediente aos navios da ar-
mada nacional e u este esiabelecimento e bem
aim lavag-m e eugommado de roupa da Eo-
fermaru de Marinba desle E-lado doracte o
exeioicio de 1891.
De ordem do cidadao capilao lente Freleri-
co Guilherme de Soma Serrano, inspector desle
Arsenal, faco publico que recebe-se propostae
em cartas fechadas no da 17 do corrente mes as
II huras da manba em ama das salas da Secre-
taria desta iapeccao para o fornecimenlo de ex-
pediente aos navios da armada nacional e a este
esiabelecimento o nem assim para Uvagem e
entotumado de roupa da Enfermara de Mari
nha desle Estado a saber :
Compaseo bno, um.
Canelas tinas, urna.
Canelas enlre linas, um.
Camveie lino caho de marlim, uo.
Caivete tino, cabe de maareperola, um.
C>lcbele para papel, caixa.
Carta de A B C, urna.
Cathecismo de doulrioa. um.
Catberismo braziUiro, um.
CoilecQosdc compendios, ama.
Crajoa, um.
Cordo, rolo.
Campanillas de m tal lino. urna.
B"iMI>ipni pequeos, rento.
En--1 0,x s para papel miri.tro, cenio.
EnvelioprS i ni branco pira ollicios, cenio.
Eovellopcs para ofcios com iosuripcio, cen'o.
Eove lupe.s ni fulio, um.
Esciivaninhi pequea de vidro, una.
fcnvaninli j grande de vidro, urna
Faca de osso para pap?l, urna.
Faca de marmu para \u\tri. urna.
Gomma ara ruca liquida, (mo.
Lipis de horra.'lia, Fuber, um.
Lapis de ( Fab r, u.u.
Lapis prclo, Falier. om.
Livros era ora neo de papel (urce paulado de en
cadernaco de panto e papel com 23 folbas,
um.
Com 50 folbas, um.
Com IU0 folhus, im.
Com 1.0 foihas, um.
Com 200 foihas um.
Livros em branco de papel Hollanda pautado,
formato Carr, com encaderoaeo de couro e
bnm com 30 folbas, um.
Com 100 Lilias, um
Com 130 fulbas, um.
Com 200 foihas, um.
Com 300 foihas, um.
Limpador de penna, nm.
Loosa para cenia, umr<.
Lre encarnado, pao.
Papel liurae i so, resma.
Papel uic paulado, esma.
Papel Hollanda liso, cademo.
Papel Hollanda paulado, caderno.
Papel d- hnhc azul pautado, resma.
Papel de liobo inglez branco pautado, resma.
Papel branco sem margem para i Ocio, resma.
Papel branco sem margem para iflkio com in
seripeo. resma.
Papel branco para oflicio com inscripcuo, res
na.
Papel rosado para oflicio com inscripcuo, res
raa.
Pao*I pequeo para carta, caixa.
Papel ministro para carta caixa.
Papel ministro para carta com timbre, calxa.
Papel mala bor-fio, cartao, folba.
Papel para mappas, tolha.
Papel pardo para capas, lolha.
Peonas de acc F'ery, n. 130, caixa.
Pennas de ac MalJi. caixa.
Peonas de 350 americano, caixa.
Pasta de oleado com fbro, urna.
Peso de vidro, um.
Regna de bano, chala e quadrada. com friso de
metal, urna.
Raspadeira de cabo de osso ou madeira, orna.
Raspad ira cani ete, cabo de osso, urna
Tinta ingleza para escrever, litro.
Tinta nacional, litro.
Tmpano de metal lino, um.
Tioleiro pequeo de vidro 00 louca, um.
Tieta carmim. frasco.
Tiralinha, um.
Tbesouras granJes para papel, urna.
Tobltt de guita perche Faber, um.
Vaso para esponja, om
Pecas de roupa dj enfermara, lavad 1, c.n:y-
teda e pa?sada a ferro com pregamento de So-
les, urna.
Sao deveres dos fo^necelo:-es:
Art. 34. Os orneoedores lirmanlo contracto,
ipso facto se obrigaru :
i* A-fotasSCT-a.-tigos ?-ul^e.n':r03..n3?-^0.a:
*
grupo ou grupos relativos a sea ramo de com
roercio ou de industria.
g i.' Os concurrentes formulario es seus pre
cbb com tinta prets nns columnas competentes
dos exemplares em al arismos e por extenso ;
a proposta ser em ama s6 v(a o envol orio fe-
cbado.
Secretaria da Inspaccao do Arsenal de Mari
nha, 14 de Outubro de 1J90.
O secretario,
Antonio da silva Azevedo
Hjgiene publica
De ordem do cidadao Or. inspector inlerino
de hygiene, faco poblico a quem inleressar pos-
ea, que a bem da sande publica e de accordo
com as posteas oiunicipat, tica desde j pro
blbida nos mercados pub'icos e (albos particu-
lares a venda de carne verde depois das 3 b ras
da larJe. peo.'que os infractore-- incorrerao as
penas impost is, quer pelo regalamenio sanitario
vig.nie. quer pelos municipaes.
Inspectora de bygiene publica do Estado de
Peroambnco, 13 de Oatulro de 1890.
O secretario,
Guilherme Duarte.
tra existente no Arsenal, e com a nume
racao impressa, 1.
Livros com 210 foihas das mesicas di
mensSes, da qualidade e formato da amos
tra existente no Arsenal, e com a nume-
rado impressa, 3.
Livro com 150 foihas das mesmas di-
menses, da qualidade e formato da amos-
tra existente no Arsenal, e com a nume-
racSo impressa, 5.
Papel Imperial 90 quadernos
Papel pardo para embralho 72 ditos,
Secret.'rU do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 12 de Outubro de 1890.
O tecrctario interine,
Herminio Jos de Azevedo Pedra.
mada
oral
s, quer da prova escripia, quer
da
>
liearam
As bancas examinadoras
aisim organisadas :
lu anno
Conselheiros Pinto Jnior e Tarquinio
e Dr. Augusto Vaz.
2' anno
Drs. Barros QuimirSes, Escorel e Mar
(ns Jnior
3o anno
Conse'.heiro Correa de Ara ojo, Drs.
J0S0 Vieira e Adelino.
4o anno
Drs. Seabra e
Conselbciro Tarquinio,
Cirne.
5o anao
Drs. Seabra. Meira de Vasconcellos,
Portella Jnior e Escorel;
7." A banca do Io anno funcionar na
Ia sala, s 12 horas; a do 2o na 2* sala,
s 11 horas ; a do 3 na 3a sala as 11 ho-
ras ; a do 4 na 4a sala, s 10 horas e a do
5 na 5' sala a 1 hora.
Secretaria da Facaldads de Direito do
Rcife, 11 de Outubro de 1890.
O secrstario,
D. Aragdto Faria Rocha.
Faculdade de Direto
Be ordum do >r. Dr. d restor, faco publico de
conformiiada com o aviso de 16 de Julho de
1881, que do dia 13 em diante estar abena a
inscripcao para os exames extraordinarios de
que traa o g 10 do Decr. o. 7 247 de 19 de Abril
de 1879, sendo ditos exames presta ion por anco,
de accordo com os estatutos vigentes, sob as se-
guimos roo iges:
I.' Apresentacao das c-nidOes de exames
das materias exigidas como preparatorios para a
matricula da Faculdade ou das quaes antece-
den! dos exames requeridos na ordem do cur-
so, e de idade.
2 Prova de identidade de pessoa.
3.' Pagametto da importancia da matricula
de abertura e en^erramen'-o.
Secretara da Faculdade de Direi o do Recife,
11 de Outubro de 1890
O secretuio,
B. Aragao Farta Rocha.
jo m panhia
Alagoana de Fiacao e Te-
cidos
Tendo de reali-ar se no dia 15 do co'rente
nefta capital a reonio da assembla geral dos
accionit tas desta companbia para apresentacao
das contas da c;nstnrcao, e deliberar sobre
meios pa a o cosido da liarlo e tecelagem. sao
convidados os senbores accionistas ah re-iden
tes, a se fazerem apresentar em dita assembla
geral, conslituiodo por seos nrocoradores a ou
tros accioni tas aqn residentes, caso nao com
arecam pessoalmente.
r Ma:ei, 1 de Oulnbro de 1890.
Os director,
fos Teixeira Machado.
Propicio Barreto.
dts pedidas,
2o A eutretal-08 nos locares que forero desi-
gnados, arrumando os a sua cusa, depois de
approvados.
3" A satisfazer os pedidos dentro de qnatro
das uteis, contados da dita em qub se Ibes lizer
entrega delle, salvo quando se tratar de ferro,
madeiras cal, barro, arela, tij los communs, te-
Ihas Je barro e parallelipipedos em que o praso
mximo ser de quioxe das nteis.
a) o jando o artigo pedido pela sua natureza
e tendo-se em vista a quantidade, depender de
manufactura, o praso mximo para o forneci-
menlo ser marcado nos despachos laucados nos
pedidos pela autoridade competente.
b) Q jando o Eervico publico exigir que se
lance aos pedidos a nota de urgenlissimo. e uo
d-pendeiido os artigos de manufactura, os con-
factintes sero obrigados a efectuar o forne-
cimento no praso de 21 boras.
4 A organirar soas facturas conforma o mo
dello n. 3 e a iegalisal-os com selo proporcional,
na conformidade dos arts. 1- e 2' do decreto e
reglamento n 8946 de 19 de Margo de 1883,
inulilisando as estampilhas com a data e a as-
signatura, escriptas parte no pjp<-I c parte no
sello, eunforme o art. i7 do dito regolamento.
") A nao r-clama- indemnisac&o por preju:zo
algum, sejt qual for a sua proceden-ia, salvo o
caso de avaria occasiooada pelo pessoal admi
ni^>traciivo doi-ante o recebimenlo.
6 A continuar a fornecer os gneros pelo
raesmo prec > se o governo jular conveniente,
por mais (50 dias alm do praso do contracto.
sem que por isso ihe iiqoe dirai'o a eui prora
gago
Art. 33 Todos os artigos sero suj-ito* a ap
provagao e reprovaco des peritos ofDcialmeute
Jes puados, fie ndo os contactantes sujeitos a
mulia dj 20 do valor del les quando forem
rejeiudos por raa qualidade, ou a de 19 %>
quando apezar da boa qoali 'aje, n.'.o getvi-em
para o Ihu a que forem destinados.
g nico. A rep..rucio compelente laviaudo
termo de mulla, marcar o praso para a sub
stiluirao d j artigo ou genero por qualquer cu -
(umsuncia i'j,-talo, e nao se justilicando a
fobtrtmco nesse praso: sera o artigo adquir
do por ajuste no mercado, pagando o contrac-
tante 10 Estado a diflVrenca existente entre o
prego do contracto e o prego do ajuste.
Art. 36.* Os contractanies que aprc-en'arem
artigos ou gneros depois do orazo designado
Ii :aio sjenos a multa de 3 % deiles e na de
10 % os que declararem que nao os podem for-
necer quaiquer que soja o motivo presentado.
1.- Quando se reconhecer que o artigo ou
geuero nao fornecido pelo contractaute exis'.e
no mercado, em vez da molla de 10 % ser o
dito contactante ohngado a indemnisar o Bata*
do da ditferenga que se veriti ur entre o prego
do contracto e o prego pelo qual elle foi adque-
rido.
Thesouraria de Fazenda de
Pernambuco
Venda de milho
De ordem do cidadao Dr. inspector e em addi-
taracnto ao edital desta repartigao de 11 do cr-
reme, faco publico que o milhj vindo de Prcsi-
din de Fernando de Noronba ara vend Jo por
kdo, que 6 a unidade convencionada para a base
das 1 tirria- a fazer pelos inleressados na com-
Tnesouraria ue fazenda do Estado de Pernam-
buco. 11 de Oulubro de 1890.
0 secretario da juma,
Dr. Antonio J. de Sam'Anna.
Bibliotheca daFacul
dade
Autorisado pelo Sr. Dr. director da Faculdade,
fago publico que nesla bibliotheca se recebem
at o dic 18 do corrente propostas para a enca-
dt-raaco de om grande numero de volumes
nella existentes.
Para informagoes, podem os inleressados vir a
esta bibliotlie.'.a. das 9 boras da manb s 2 da
tarde.
Hibliotheca da Faculdade de Direito do Recife,
II d Outubro de 1890.
O bibliotecario,
J'ancel Cicero P. da Silva
Associago Commer-
cial Agrcola
Aos aentiorrs ngriruiioro.
Em virtude do olli 10 dirigido pelo Exm. Sr-
govemacor Baro de Lucena, pedindo a inter
cesto desta associagSo para o contiogente com
que lem de concorrer este E-tido para a expo-
sigao rominental que deve realisar se no Estado
le S. Paolo, solicitamos de lodos os senbores
agricultores o seu auxilio na obtenso de pro
duelos que devam figurar naquella exposico,
podeodo os mesmos ser diiigi ios a esla asso-
ciagao.
Recife, 8 de Outobro de 1890.
Eugenio Ayres,
__________________2- secretario_______
Faculdade de Direito
De ordem do Sr. Dr. director, fago publico,
que do dia 13 al 24 do coneo! \ eslaro aber
las as matriculas do encerr ment dos diversos
annos desta Faculdade, podendo desde j ser
paga a respectiva laxa na estagao competente.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
11 de Outubro de 1890
O secntario,
B. Aragao Faria Rocha.
Suizo substituto dos Feitos
da Fazenda
EscrlvSa Torres Bandeiru
No dia 24 da crrente, depois da au-
diencia do Dr. juiz substituto, vSo pra-
a, pela terceira vez, por venda, os pre-
dios abaixo designados :
Recife
Sobrado de 2 Anclares a ra de Domin
gos Jos Martina n. 36, com 6 metros e
70 centimetris de frente, e 18 me ros e
6J centmetros de fundo, per 1:620^, per-
tencente aos herdeiros de Joanna Mara
da Trindade.
Oaxasg
Casa chalet no lugar Barreraa da es-
trada do Caxang, com 4 metros e 60
centimentros de frente, e 7 metros e 30
centmetros de fundo, por 430)9, perten-
cente a Francisco Lopes de Albuquer-
que.
Recite, 11 de Outubro de 1S93.
O solicitador,
Fhilomeno G. Correia de Araujo.
Sociedade Refinaria e Distil-
Jacao Pernambucana
Sao convidados os s-nheres accionistas a iea
lisarcm a dcima e ultima entrada de 10 0/0,
equiva^enie a 20*000 por accao, at o dia 15 do
correte rrez, de accordo com osarte. 8 e 9-
doa estatutos, no armazem do liten. Sr. thesou
ie,ro, Augusto de Figueiredo Costa, a travessa
da Madre de Deus n. 18.
Recife, 1 de Outubro de 1890.
O presidente,
o Fernandos Lopas.
compras
de Guerra rcebera propostas, sabbado 18
s 11 hors, para outractar nessa mama
occasISo os artigos seguintes
Utensilios
Companhia Industrial
Assucareira
Pernambuco, IO de Ou 1 un ro ue 1 >'.0
Os accionistas sao convidados a reaiisjrem a
segunda eatrada de 10 0/0 al 23 do corrente
coez, no ejcrip;orio da companbia, a ra dos
Ourives n. 37, 1 andar, na Capital Federal, ou
no desta cidade. roa larga do RosariD D. 2i, !
andar.
O peanle em Pernambuco,
Dr. Francisco da Cunba Beltrao.
Delegacia da Inspectora Geral das Ter
ras e Jolooisacao
Nesti delegacia recebem se, al o lia 13 do
corrate, propostas em carta fechada para cons
troegao dt 50 casas de colonos nos lotes rust
eos do ncleo colonial de Suassuna, na comarca
de Jaboatao, servindo de base para d ta cons
truegao a quantia de 6S3
ospreteod'ntes poderao desde j vir a esta
i'partigio examinar as plantas, orgamectos c
as demais condiges do contracto.
Delegara rta Inspectora Geral dus Trras e
Colonisagao, 4 de Outubro de 1896.
O delegado.
Manoel Augusto Ferreira i Suva
co
.^IA
vm
avega?$ coslclr* pr **+*
Para Fenaifr t 1#rMka
O yapor Jacuhjpe
Commandntt
-t
Segu no dia 18 e
boras da maoba. Rl__
'dia 17 e paMagcu at at
la manba do da da patita.
ESCRIPTORIO
Ao cae* da Companhia
n. 12
a!^
le-a
lf TS? k
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
H s termos dos arts. 3- e 6- dos estatutos,
sai convidados os sennores accionistas reali
s i-- em at o da 15 do corrate mez, na sede do
Banco, a ra do Commercio n. 34, a 7 entrada
de 11 0/0 do valor nominal de suas aeoes.
Recife, 1 de Outubro de 1890.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jos Adolpho Rodrigues L;ma.
Luiz Duprat
Confraria
DO
Senhor Bor 'll,, '''
Pacific Slearn Navi^auon
Compan>
STRAlTSOFMAGELLAN LIME
O paquete Iberia
Esperase da Europa Mi *
19 de Oo'obro e segara *e-
pois (la demora do imti r .
______tValparaiso com escala ser
Baha Rio de Janeiro Montevideo : B .t
no Ayre
Para carga, passageiros, en
ibeiro a freie : traU-se como*
AGENTES
Wilson, Soas IC,
14RA DO COMUEBCIO14
Companhia de Nave^a^'j
Norte e Sal
O vapor inglez Juno
Parabyba, Natal, Ceara, Maranbo
e Para
E'es..erado dos portas 4o dia 15 de Osiobro segnade dv
da indispenvel detoor. para os 1
tos c ni'.
Tem ptimas accommodagoea para aaswu
ros e lluminado a luz elctrica.
Para carga, encommendas, pas ageus -
-es trata se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6 RA DO COMMERCIO6
1" andar
C Dmpanhia Baha na de Na-
vegacao a Vapor
Micen, Villa-Nora, Penedo, Araea-
iii, EsUncia e Baha
O VAPOR
Principe do Grao- Par
Commandante Lacerda
*rw
Seguir pan -
portoa acia *
indicados oe ( 1
i!6de Otnubr .s
i horas da tare-
Pan carga, pass^geas, enconiaiendas r AbW-
1 a frete trata-se com o
AGENTE
Pi'dro Osorio de Cerqueira
17Riui 4o Vigorin ti
% 2. Quando o fornecimento nao se realinc
dentro oe 13 das uteis, contados da data em
que expirar o prazo marcado para a entrega, os
empregados flacaes. consideraro o fado como
se o contratante decarassa nao pode- eCfectuar
o fornecimento. e cassado o pedido, se lavrar o
competente termo de multa.
Art. 37. O governo poder rescindir os con-
traaos, sera d:reito a reclamago algoraa por
parte dos contracianles em caso de faltas com
intuidas por estes.
Art. 38. Quando por qualquer circumstancia o
eonlractarrie pedir a resjisa do contracto, se
observar o que determina o % nico do art. 33
sIvo caso especial de exiimgo ou liquidac&o
de seo esiabelecimento mercantil e industrial,
Art. 39 Todos os contractos Armados em vir-
tu le do presente reeulamento nao poderao ser
transferidos se nao as firmas commerciaes. suc
cessoras dos contactantes, precedendo declara
gao escripia de que acceiUm todos os onus e
vaolagens de seus antecessores.
Observagoea
Art. 13. Os proponentes que se iosireverem
para o fornecimento annunciad devero haver
do (ecreterio doas exemplares impressos do
0
3
33
1
2
1
200
8
140
90
30
1G
5
1
1
Buhas de barro para agua
Bandeja pequea para copos
Copos de vidro para agua
Relogio americano de parede
Baca de Inuca
Jarro de louca
Chicaras e prea de louca
Molheiras de louca
Pratos rasos de louga
Pratos r'jndos de louca
Copos de vidro para agua
Moringues de barro
Balanca para cima de me3i
Canecas de metal branco, para agua
Conecos de ferro para agu
Canecos de ferro com corrente, para
agua
Face -s para ra cho e facbina
Moinho pira caf
Urins de ferro agatha
Serrote para carne
Toalhas de algodo trancado de 5
metros de uomprimento para me
sas de rancho
Cadeiras do guarnicXo de Jacaranda
Marmitas da t'ilh 1 rf; 1 brsets
Canudos de folh: par inferiores
(igua.s aos exist-intes no Arscnai
Cb.'dJU de 1.1 para canudos de iafe-
riore8 ,
Brabante grosso, nvelos
>as'ig:s d^ broiseou rasquinbos com
mangas do vidro
Casticaes de Utao
Almoftriaes de bronze, com u.ilos
Baca de ferro batido para banhos de
aceio
Chaleiras grandes de ferro
Chaleiras pequeas de ferro
Colheres de metil para cha
Colhercs de metal para s5pi
Comadres de metal ou zinco
Pacas e garios com cabos di osso para
soldados
Kuls grandes de folha
Tabuleiros grandes de folba para conduzir
dietas
FacSes de cosinha
Frigideiras grandes de ierro estnbado
dem dem pequeas
Orines de evo batido
Perfumadores de latSo ou cobre
Tigelas de ferro batido
Tainas de barro com tampas para agua
Sacra da igreja da Santa
Cruz
Esta cenfraria precisa contraet.r a demoligo
e reedib'cagao de quatorze pares de catacumbas
00 cemiterio publico de Santo Amaro das Sali-
nas. Os _;enhores prelendentes arrematago
podem apresentar as suas proposlas al o dia
13 do corrente certos de que ter a p-efereo-
cia quem mais vantagens cfferecer.
Consistorio da confraria do Sechor- Bim Jess
da Via Sacrv, na sua igreja d Santa Crai, 0 de
OutuDro de ifi90.
Justino Vieira,
Secretarjo.
co^F.\tu.4 rv.m..\/k
v
% .1 vcca^So coatei ra
PORTOS DO NOKTE
Parakyba, Natal, Maco. Mmtor, Armea
ty eC'"
O vapor Jaboatao
Comm ndante .1 ?.<> da Silva Parara
Segu no dia 21 de Oatabrow 5
loras da tarde. Recebe carga. fB-
ommendas. passaiceos, e dinheiro a
frete ate s 3 boras da urde i >
dia da partida.
ESCRD?TORIO
' > Cae da Companhia Pernambmcan*
n.12
mm
MARTIMOS
Qointa- feira (16) deve ler logar o leilao ae
movis, looga, vidros, 1 vacra toonoa e oaaca
vatios, na casa da roa do Ba'&o de S Borja l
19, para onde partir as 10 boras e I i o bor I
juedar passagem graiis aos cencurreutea.
Sexta feira, 17 o de um vanado somtala s
(bjectos de pbantasia, de electro pate, de bno
ze, fazendas e mudesas existentes no Contato.
Industrie! Prangais roa do I operador o. 38, M
andar.
4
2
2
2
4
6
24
24
4
60
4
Escuna nacional tPelotas
A sabir para Rio Grande, Pelotas e Porto Ale-
gre tendo jarte de sua carga engajada ; a tra-
tar o resto que Ibe falta coa Costa < Medeiros,
-ua d^ Amorim n. 39.
- A. Me. Ausland, capilao da galera irirlcza
Argomene, presentemente ancoorado nes'e por
lo, dt clara que nao se responsabilisa por debi
tos contratados ou a conlrahir pelos seus Iripo-
lantes.
B
razii
4
4
2
2
24
4
48
2
Livroa e outros artigos de escriptura-
cao
Livros com 250 folbas, em branco, ten
do a pagina 0,'"42 de compriment > e 0"28
de largura, da qualidade e formato da
amostra existente no Arsenal, e com a
numeracSo morena, 5.
Livro com 100 Libas das mesmas di-
mensoes, da qualidade e formato da amos-
Jnited atares and
M. S. S. C.
O vapor Seguranca
Este novo vapor de vala
de soa prmeira viagem
dos portos 00 sul espe
rado at o dia 16 ie Oatu-
bro, entrar pela primei
ra vez neste porto, e depois da demora nece3
sana seguir? para os portos do
Para, Barbado, ** Thomaz e
Wew- ork
Para carga, passagens, encommendas
heiro a fete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do CommeciorS
Io andar
I
edj
I'if'TSr f
Lloyd Brasileiro
PORTOS DO SUL
O vapor Maranho
Commandante Carlos Antonio Gomes
E' esperado do sul at o dia 17
de Outubro e depois dj demo-
ra necessaria seguir para os
nortos no no-1- al Hanos.
As encommendas serfio recebidas at i hora
o tale do dia da sabida, 00 trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo o. H.
Para rassagens, fraleB e encommenia? :--;-
ta-se com CO-
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=m*Rua do Commerc>o=0
lo andar
Agente Kiirlamaqni
Leilo
(| 11 arta feira. 15 do eorrrmtc
A's 11 horas em ponto
Na casa travesea do Paysandi r. i
Passsgem da Magdalena
Oe movis, loicas e vidros
O ageste cima, autorisado pelo Or. Amazonas,
lar leilo dos movis existentes na referida
casa.
Ao correr do marte)lo
Agente Silveira
Leilo
De gneros, armacao e utensilios da tater-
na sita travessa do Principe n. 12
toarla feira. 1 & do rorrea Ir
A's 10 lt2 horas
O agente Silveira, por ordem do juiz de paz
cidadao Felippe Benicio Cavalcaoti de Albuquer-
que. a reqnenmento de Joao Bapiista Piooetro,
levar a leilo os gneros, armagao. pesos, me-
didas c utensilios da referida Uveros, ese om
ou mais lotes.
Garante se a chave.
Leilo
De cavallos de corridas, toes como Ce: 'j,-
e Vivaz, e a egua Stea e urna outra
egua da tetra, e urna vocea t o urina com
cria.
Qnlata-fel, 1 i do corrate
A's 2 boras da arde
Em frente a casa da roa do Bario de S Borja
n. 29, onde baver leilo de movis. < varea
tourina, i cavado de sella e om cavslliobo para
menino.
Leilo
De movis, loug, vidros, espelboc, crotn;, orna
vacca lonrina, om cavallo de sella e 1 jumento
para menino.
Xa casa da ra de S. Borja n. 29, pintada de
amarello com grade e portode ferro na
frente
A saber:
Sala de visita
Dj orna serafina americana, ama mobiiia de
junco com encost de palbloba, composta de 12
cadeiras de guarnco. 2 de bracos, om sof e t
consolos cora pedra, 2 grandes espelbos, 9 sjoa-
jros, t tapete para sof e 5 para janellas e por-
tas, 2 jarros fios, 1 mesa e 4 cadeiras para jo-
ro e mais tres jarros, 4 escarradeiras oV per-
ctllana.

T<
,1
1 MUTIUDO
-


'8<^oa^a^LaL.
qoadrada coa ga- i
I cama de pao na peeta, 1 toi
let ae Jacaranda, 2 oas.ica s de vidros com lan-
ternas, 1 grande oratorio (le jacaranii tuassico,
2 jarros, 4 maneqaim, I gamfto e 1 lote de li-
2* quarto
1 guara vestidos de amarelio, i commoda
ioteirade amarelio, 1 lavatorio com pedra, 4 p
pareibo de porcellana para o mismo, I jarros de
ee3SO, 4 cabide de columna e 4 mesioba.
3* quarto
1 marqueaao de amarelio, 4 toilete de Jaca-
randa om pedra, 2 castigue* de vidro, 1 lavato-
rio com pedra, 4 mesa de amarelio, 4 lavatorio
de amarelio e 1 jarros-
Sala rfr untar
4 mesa de amareilu cuiu 7 uboaa, 2 grandes
apparadores com pedra, 4 dito de pedra, 4 guar-
da tonca, 41 cadeiras de junco, 2 de bataneo, 3
grandes quadros. iooca para jamar, dita para
ca. garrafas, copos, clices, frocteiras, bules de
metal, 4 bonito licoreiro, oompoteiras, I temo de
b'aodeijas.
Qalota feira, i deOutuoro
O agente Pinto, auwnsadto por*ora familia
que segaio para o sal no vapor Manos, leva-
ra a leilao os movis e man oaiectoe existentes
na casa di roa do Bario de S. Bo< ja n. 19.
fc m contlouacao
Vender o meemo agente :
Qma vacca tonrina com cria, um cavado an-
dador e cavallinbo de serla, manso para me
nio.
O bond das 40 Horas e 4 quarto dar passa-
gem gratis aos concurrentes do leilo, que prin-
cipiar as 10 1/3 boras.
Leilo
Agente Pestaa
Leilo definitivo de predios e um impor-
tante sitio estrada de Joao de Barros
B. 13, em frente a capaila.
Excedente emprego de capital para qnem pu
der comprar, pois tendo de se recoiber as a p-
lices, as compras tornarse bao mais difliceis e
por maior diobeiro.
Quin a-feira 16 do corrente
As 11 horas
No armazn travesea do Corpo Santo
n.27
A saber;
Casa terrea, sita ra da Gloia o. 88, com
soto e portan, reodendo 304000 mensaes, ser-
vindo de base a offerta de 2:284#o00 obtido no
4 leilao, dem ra da i-alma n. 44, rendendo
25A00U mensaes, servindo de base a cfferta de
1:850*000 do Io leilo, 47 meiaa ago:s sitas
roa de Joao Fernaodes Vieira ns 54 e 56, ren-
dendo 140* mensaes, casa terrea ra Vidal de .
Negreiros, no pateo do Terco n. 45, rendendo
Canos de chumbo p
Ditos para gas.
Pellis, safras, tornos para- ferreiro.
Tarro bas, martellos, I mas para data-
Marreas para quebrar ped
Ajo fundido de divert groasuras.
Pifareis para estradii de ferro
Momees para refimeio
reos para cosioba.
>-rnos de bandeijas fras.
Serras para vjpor.
G-aode soiimenio de 'Trageos e cutellarias.
Cidade da Escada
Vende-ae a casa n. 13, com cemmodos para
collegio, e a Je n. 3 ra do Rio ; e t das as da
ra do Cochixo em numero de dos- ; vendetr
e tambem 9 bosgolas de differentes syetemas, 3
declinatorios. 4 pan'hctHt o, 1 niwl com mira, i
4 sestantf com nonsonte artificial 4 ibicros ;opio
e outros objectoi ; na roa da Alataia n. 31.
Caixeiro
Precisa *e de om meoiro com bastante antu-
ca de molhados c que c( fiador de soa conduc-
ta ; a tr.tai no Cimiobo Novo n. 443.
A luga-
se
O tercero andar do predio si o a ra do Ba-
rio da Victoria n. 60, a trotar no andar terreo.
Aluga-se
0 armazem, le andares do predio n. 30,
ra M rquex de Olinda, com sabida para a roa
Domingos Jos Martins : a tratar na Pharmacia
Francexa, roa Baro da Victoria.
Tnico de Camacan
Heataurador vea*nal do* cabello*
Denire todas as prepa-aces congneres que
deiid*mente propalara soua effeitos, nao surgi
anda orna que alcances >j o xito do Camacan,
qne pela ana com pos cao aseas poderosa e sua-
ve, tem a propriedade exclusiva de curar e pre-
servar os cabellos de todos os males da calvice,
qce possam sobrevir loe.
Comporto somente po-Joc Gomes de Amo-
rta (aocoessor de Martina e Railoe) e preniado
na exposico de Pars de 1889, o Camacan foi
submetiido tongas experiencias, das qnaes deo
maravilbosos resoltados
A' enda em todas is lojas de perfumaras e
no deposito ger i a fabrica roa da Aurora
numero 13.________________'
Ao conmiercio
Eu, abaixo assignade, ieclaro -elo presente
annuncio que comprei do da 30 de Setembro
proxim p-jssado aos Su. Freitas Serpa & C. o
sen estabe ecimento de mircearia sito a ra Vis-
Pad
30# meosaes, servindo de base a cierta de I conde de Goyanna n. 91-8, hvre e desembara
2:754* .-obrado de um andar sito ra do Pba- jado de todo e qoalquer oros. Hcando eutao so-
rol n. 10, !ei:dendo mensaes 36*000, ifferta de uoenle obrigado pelo paisivo, como consta do
I:0o2*00, um dita de.3 andares e soto ra balaoco. Reufe, 14 de Outubro de 490.
dos Burgos n. 3 rendendo mensaes 34*, offerta Maooel Borges Leal,
de om 4:420*000. casa terrea com 3 sotos, sita
a ra de Lomas Valentinas n. 4, junto a igreja
de S. Pedro, rendendo mensaes 25*, otTeru de
1:840*000, 3 ditas ditas ns. IB, 1C, e 3,-oa
freguetia da Grega, Baixa Verde, rendendo ca
da urna 144 mensaes, offerta de 910* por cada
urna, 1 imporlante sitio 4 estrada de Joao de
Barros n. 49. que renda anualmente 813*. of
feria obitida 5743*000.
Os referidos predios acbam se livres e desem-
barazados de quaesquer ocus, em bom estado de
onse. vago e excedentes rendirxeotos para
quem os comprar.
" Agente Sveira
Leilo
de um benito cavado rodado, grande e matricu
lado no Stud Bo k de Pernambuco, com o nome
Tombadi r 3 *, magnifico para uro carro e pro
prio para yaranh.
Iima feira. itt do rorrete
A' 11 hora
Em frente>o armazem ra Estreita do
Rosario n. 8
Roa Mrquez Je Olloda I i
Armazem de cerveja, vi-
oltos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unicc
deposito da afamada cer-
veja Pbcenix de Dortmuut;
e do chocolate Ph. Sucharc1
de NeuchateJ.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemam
&C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miadus com a medalha t
Ouro na Exposico Univer
sal de Pariz, em 1889.
Elixir M. Morato
PROPAGA DO POR D. CARLOS
De poisde 6 annos de atroz soff rimento
de rheumatismo, estando verdadeiiament
descorchado, aarei completamente usando
o=Elixir M. Morato=que declaro ser o
melhor e nico anti rheumatico at hoje
S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cetario Rodrigues Alvim.
OIMML_ ___
* 1LERV
de-se ero todi a nr
Vinho puro de Santarenf
O qolala do Barral
Os proprietarius do Armazem Centra., rn
do Cabugi n. 41, avisara aos seos dietiDCtos fre
gueies e ao respeitavel publico que rec*ber*n
nova remessa deste especial vinho. o qual s-
recommenda por ser poro da nva, sS se rett
Iba em eu armazem.
Joaquizn Christovio : C;.
Telephone 447
Leilo
De 20 caixinhas com cha preto, 9 caizaa com
massas alimenticias, latas com biscoutos, vinbo
Alcobaca em barris, papel >abaco para cigarros,
movis, pianos, espelhos ovara, quadros, loucas,
candieiros, copos, 4 cofre com segrpdo mntos
outros cbjectos.
Huala feira, ittdo correle
A's 11 horas
No armazem ra Marques de Olinda
a. 43
POP INTERVENCAO DO AGENTE
Jusmao
Leilo
de loques, chapeos, chailes, espartilboe,
bolsas, carteiraa candelabros, espelhos,
quadroe, salvas, talberes e colberes de
electro-pate, camas de ferro com lastro
de anme, prates e outros objectos de
bronze, papel, albuns, collarinhos, ca-
misrs de linho, lanternas, castijaes de
mola, tioteiroa, campas, bengalas, lc-n-
ces e muitos outros artigo^- de phanta
sia existentes no Comptoir Iadostriel
Francais.
A' ra do Imperador n. 38, 1." andar
Sext;-feira 17 do corrente
A's 101(2 horas
Ifanoel Peodrippe de Sonta teodo de f*zer
ama viagem a Franca r to o Om de consolidar
sua empresa commercial faz leilao por iaterveo
gao do agente Pinto e por conta e risco de quem
perteacer dos ertigos e mercaderas cima meo
donadas que foram encomraendadas c deixadas
por conta (reservadas ar respectivas amostras
para novas encomiendas sendo que o leilo
comecar as 101 [2 horas em ponto, por serena
multes ditlerentes os lotes.
dina
Vende-se ou admiUe-te um socio em ama
padara sita em mnito boa localidade, com bom
reaho, desmauebando ictualmenle de tres a
qnatto barricas de- farinlia diariamente ; qnem
pretender dirija se a informar no caes do Apollo
n. 47. armazem de Macha do Lopes A C.______
0 Petlor*. E' REMEDIO EPFIOAZ?
Contra os deflexos, < atharros, toase con-
vulsa, asthma, bronco ites, resfriamentos,
rouquidao, coaatipacio e todas as molestias
das vas respiratorias.
Cura as tosses e os catharros os mais
rebeldes, dando aljivio aos doentes, pro-
porcionando-Ibes um no roo calmo e repa-
radora e expulslo do catharro dos broa
cbioa.
Approvado pela iiupeetoria geral de
hygitne
Preparado por
CALASAHS .
47, Pharmacia Calatans, praca Piedade
juau
Poneos remedios tem sido tao utejs aos
soffrimentos como este, .4101*-aso't'ga sem-
pre o sotJj3Breato~s arHic^os e quaai sem-
pre restitue a sa-deaos enfermos. A popu
laridade de que ge, ao sol a prova a
mais incontestavel da saa superiordade-
De gesto mui agradavl, de aspecto lisoo.
jeiro todos o tomam, ainguem o repugna.
Preco do vidro 25 0
Da psito no Reelfe
FRANCISCO MANOEL DA SIVA 4 C.
Ra Marquax de Olinda n. 23
..atolo Fraoclaeo da ClU
Toonico Ju-Mutamba
Esto tnico, preparado com plastas de pra-
prledades conbecidas pelo nosso publico, o
melhor de todas as preparacOes at boje deseo
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas ees conservar no mais formse
estado, alm de ser om magnifico perfume para
a toiliete.
Encontra-se venda em todas as principaes
pbarmaciaa e lojas de miudexas.
Duzia 104000 I Vidro 1*000
Dpoat(o
Pnaramcia Martins, Ra Duque de Caizas n. S8
Chapeos, chapeos,
chapeos
Das principaes fabricas da Europa, tem o
Chapeo Elegante o qne ha de mais Uno e mo-
derno, para bomens, senboras e enancas, pre
eos eem competencia
Carvalho Irmao $ C. 0
Ra BarSo da Victoria camero 12
Lopes & A rail jo
Palo cugeihos
Continuara a ter em sen estabelecimenta gran
de deposito das mer adonas abaixo declaradas,
onde os Illms. senbores de togeubos podero
se supprir para a nova safra, a pregos sem com
peleocia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oleo de mocot.
Axelte de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.________
Pize em utas. ^^ -"'
Graxa embezigag.-------^
4lbr d linho.
Potassa da Russia.
Ra do Livramecio n. 38
Compram-se patacoes
portoguezes, hespaabes, etc., etc.; a tratar na
ruado Commercio o 32, paga se bem.
Residencia e padaria
Aloga se o sobrado da ra Capitao Antonio
de Lima n. 30, com commodo para grande fa-
milia ; este sobrado tem no fuodo um telbeiro
com dous tornos em perfeito eftado, proprios
para qualqoer uadaru ; a tratar na liihographia
> na Mrquez de Olinda n
Casas do Monteiro
^^mm.
AVISOS DIVERSOS
AJagaa se casas caiada e pintadas son a
nos tnds de S. Goocalo, a 8* ; tratar na na da
imperatrs n. 76.
Precisase de ama
mestice de casa de famUi
numero t.
ama para ser vico do
i ; na roa 1 de Margo
Alugam se duas caas to Monteiro, piozimas 1
do ro e mnito perto da <>-taco ; a tratar na roa |
1.* de Marco n. 10-A.
8.
Criado
Precisase de nm criado ; na roa do Carnario
a. i, casa da esquina. ___________^
Dr. |oilabo afalie de Coaita
Belaaonte
D. Leonor A. Belmoote Mafra, tendo recebido
a infausta noticia de baver tallecido no Estado
do MaranoSo o sen mnito presado e querido
irmao, o Dr Agoatiobo Julio de Couto BeliLonte,
convida as pessoas de sua amizade e daquelle,
para assistirem as missas que pelo eterno des-
canco de sua alma, manda celebrar no dia 18
do corrente, trigsimo do sm fallectmento, pelas
8 horas da mtnha, na igrea matriz da Boa-Vis-
ta, coufessai.do a sua eterna graiido a todos
que se dignaren) assistir a esse acto de religiao
e caridade _______
f
iMbtlina
Real de
de onsa
Araujo
I- anniversao
Hygino Real de Aojo, Mara Carolina de
Araujo Barbosa, Virginia Augusta Real de Arau
jo, Leopoldina Augusta de Araujo Barbosa e
Francisco Maranno Paes Barbosa, ferios anda
pelo passamento de sua cara e sempre lembrada
esposa, mal, avesogra. Umbelina de Souza
Real de Araujo, maodam rezar missas em sua
ntencSo na quin'a-feira 46 do corrente, s 7
horas df manli, 1- annivergano do sen traspas-
so, na capella do cemiterio publico.
Pedem aos sens prenles e amigcs a assisti-
rm a esse acto de religiao e caridade ; anteci-
pando desde ja os ceuB sinceros aRradecimen
tos.
f
Marta Jos Monteiro de Almeida Henriqne
Monteiro de Almeida, -Alfredo Monteiro (ausente),
Antonio Monteiro, Beato Monteiro, Emilia Jdsina
de Almeida, Antenor Monteiro (ausente), Octaci-
lio Monteiro. Jolia Monteiro Sette, Enedtno Sette,
Jo.- Monteiro de Almeida Jnior, B< nha Holtz
de Alai-ida (aust-nt ), Leocidia MoBteiro de
Araujo e Isr.el Rodrigues de iranio (ausentes),
agradecem do intimo d alma aquelles que acora-
panbaram nltima morada os restos mortses de
sen sempre lembrado esposo, pai e sogro Jos
Monteiro de Almeida. e convidam para assisti-
rea as missas de s timo dia aue bao de ser
celebradas na matriz do Ccrpo Santo, sexta feira
47 do corrente. reta- 8 horas da marina.______
t
noel Luiz Rlbelro
A viuva Anoa de Sonsa Ribeiro e seus tilbos
Silvio Satyro Luiz Ribeiro, Joaquim Celso Luiz
Ribeiro, Rita Marcelina de Souza Ribeiro, Frao
Celina Bofacia de S.uza Ribeiro e Gervasio de
Sabova Luiz Ribeiro convidam a todos os seos
parentes e amigos para assislirem a urna missa
que por alma de seu estimtdo esposo e pai,
Manoel Loiz Ribeiro, na igreja da Santa Cruz,
pelas 8 horas da manh do da 16 de Ontnbro
corrente,e desde ja ticaremos sumisamente agra-
decidos a todos aquelles que assislirem a este
acto de religiao e caridade.
aronea de Araripe
Guilbermioo Jo: quira do Reg llarreto e sua
mulber Auna Joaquina do Reg Barrito, ainda
sob a mais intensa dor, pelo infausto passamen
to de sua cara c estremecida comadre, Baronesa
de Araripe, convidam aos pareles e amigos da
tinada, para aasis'irem a missa que por sua
alma mandam celebrar no dia 16 do correte,
as 9 oras da manh, na matriz do Cabo ; por
este acto de 11ligiao, confessam se summamente
gratos._________________________________
y^
i
Dosnlclo Warlnbo fr'nlcao
Alfredo de Barros Lima, por si, seus irmos e
principalmente por sua irma Constantina de
Barros Falco, e alada peto major Tiburcio Ms-
rnbo Falco, sua senhora e h'lhas (ausentes),
roga a todas as peesoas de sua amizade o can
dosG obsequio de assislirem a missa que pela
memoria do seu inditoso e sempre lembrado
cunhado Don icio Marinho Falco, manda rezar
n matriz de Santo Antonio desta cidade, no dia
18 do corrente, stimo do seu infausto pasta
ment.
Ao commercD
O abaixo assignado declara que teodo vendido
o sen esiabeleciineoio dB molhados sito i ras
Virconde dt Govaaoa n. IM-B, qne girava sob ,
a firma de Frenas Serpa 4 C.. ao Sr. Manoel I
Borges Leal, hvre e deseinbaracado dr qualqoer;
onus. licando o meeuoo comprador re.ponsavel
pelo pacsivo, como contt do balanco.
Recife, 13 de Ootubro de 1890.
Joio dt; Freitas Serpa.
Moedas de ouro
Vendem se libras sieilinas e moodas de ouro
de diversos valores ; na toja de joias de Augus-
to do Reg & C, roa do Catmga n. 9.
Precisa se de
Paysandnn.19.
.opeiro
nm bom copeiro
na ra do
15#000
Aluga-se nelo preco cima a casa n. 5S sita a
(, ra da AbolicSo (antiga da Detcnco), caiada,
Cariado e Na roa da Saudade n. *7, precisa-se de um I UT Da roa Ur* Uo Ro8ario n" 30-
criado e de um bom
de idade.
n. 17, precisa-se
cesinaeira ou coainneira,
Prensa
Vende se orna prensa nova e perafuso. pro-
Sra para extrsbrr o liquido e qaalaoeT froct*.
em como pera f rnha de raaoiora ; oa na
Vidal e Nepreiros n. JJ.
Llcr 4ea>aroalTO ?
lodad.
Na tr. vossa da araia do forte preci-
sase de ama ama aera cos' bar e enaaboar,
para urna familia de duas pessoas, nao dormio-
So lora._______________________________
Por prego commedo alaga se o sobrade de
om andar e tetao roa Augusta a. 904 ; a Ira-
tar oa roa da Im^erat'iz n. 14, leja.
Previne se que a casa aanaadada aa tarta
de S. Jos, nao Ib aerteuce a m^iacao de oitio
que tem es pilares.
Precisa s-de u a cosinheira ; a tratar oa
roa do Hospicio n. 68_____________________ [
Aluga-se por preco commodo qoalquer dos
dona andares do sobrado n. I i ras Imptril,
coa ftistaalsfl aoci-maiodacfres para familias :
qaem os pretender dirija s ra de imperador
n. 3. i- anear, escapunio do Dr. Monas Sirva.
Precisa se de ama criada para ropetra e
nis servco de ama familia ; a tratar na roa da,
Satedade n. 81._________________'
- Vt**M* oadloga se acraade caaao.|
da pevoscas de Baaexibe, u.m muitos ruoiai
doapara jsaaae familia, am *um> todo marado,
com estraaria, cacbora baabauo de para e ,
cal; a Miar a ettsa, a Bar&o de Taesranal^A _
nomers 9. aaljaaa
Este notabilisaimo lepuraote que too
precedido de to grar de fiama infalivel tu
cora de todas aa doec.caa syphiliticas, aa
crofuloaaa, rheumaticjw e de pelle, come
tumores, ulceras, doria rheumaticaa, oa
teocopaa e nevralgica, blenorragias agn
daa e ebronicas, caocios syphiliticos, ia-
flamacSes viceiaes, d'olhos, ouvidos, gar
Attencdo
Os propriei.ino= do amigo e acreditado arma
ten do Lima. r-> a ra Baro da Vi ;tora n. 3
participam ao espeitavel publico e aos sem
riameme sra rmaii-ii, para a mesma roa n. 9
ceoiiL uando da mesma forma a receberem sua.'
ordena para Ibes servir cora o costumado e ba
oitnal desempenho.
Jis remides Lina 1C
Raa alario da Victoria o.
Telephone323
t
noel Thomi de Villa Nova
0 Baro e a Barones de Nazarelh e sua filha
Eliza de Barros, pungidos do mais doloroso
sentimenlo pelo inexperaco passamento do ca
piiao Manoel Thomas de Villa Nova,, em Ga-
ranbuns. convidara os seas prenles e amigos e
os prenles e amigos daquelle Mustie finado,
para assislirem as mirsas que por sua alma
mandam rezar s 8 horas da maib do dia 18
do correle, stimo do sea passamento. oa ma
tris de Santo Antonio.
t
Oarharrl AfTooao Ollndenae Oibelro
de danza
i- anniversario
Victalisno P. Ribeiro de Souzc e i na mulber,
convidam acs ceus p:iren:es e amigos para sssis-
tjrem as missas qoe, por alma de seu prewto
irmo e cunhado, Alfonso Olicdense Ribeiro de
Souza, mandam rezar na matriz da Boa Vista
s 7 1/1 heras da meoliil de 18 do corrente, 4-
antiiversario d sen prrmaiuro pasean ento.
t0taw -fav^
ri.ro a cara tJUat eprompla da
Molestias provenientes de im-
pnreza do Sangrue.
E' urna loncura andar a fazer expe-
riencias < .turas ulteriores com-
portas de i i ruinarlas ou de plan tas
Indgenas cej. ..lcacta nio confirmada
pela scknci.i," ciuquanto qne a molestia
cada vez val ganhando terreno.
I.anciiii mo, sem demora, de um re-
medio garantido enja efflcacla seja ficto
aciguatado c iuquestiouavel i
O Extracto Composto Coxcksthado
pf. SALS.vrAiuauu de Ayer 6 coiihccido
e re com noticiado pelos mdicos mais in-
tclligentes dos palzcs adiantados, ja
durante 10 annos,
Centenas de niilhares de doentes
tem culliido beneficios do sen emprego e
sao mitras tantas tcstemunhas da sua
onVacia positiva e lncomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER &. CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
DSa(MUTO OKBAX.
noel Verlaalaao do Rc-(o larras
Joaquim Veri- irao do Re^o Ba- ros e sna fa
milia agradecem a tjdas s pessoas que se dig-
naram de acompanhor ao > emit-rio poblico os
restos morais de seu sempre lembrado sobri-
nbo Manoel Venssimo do Kego Barros e ce novo
convidam para assislirem s missas que mac-
dam celebrar na matriz de Agna Preta e no con-
venio de S. Francisco, pelas 7 1(2 boras da ma-
nb, de sexta feira, 17 do andante, 7" dia de seu
fallecimenio e desde ja se confessam eterna-
mente gratfis.
Injecco
Se n&o roorri desesperado, soflrendt
muito tempo orna molestia chronica qoo
ningoem poda curar; foi por encontrar o
santo remedioljeoslo M Moratoqne
instantneamente pos termo ao meo hor
rivel sotrrimente.
l'aubat.
A aguato Cintra Magalhas.
Agentes depositarios em Pernambooeo
Francisco M. da Silva & C, ra Marqco
de Olinda n. 23.
A's almas c rido as
Maria Candida Wanderley Autran, vi uva do
empregado publico Candido Autran da Malta Al
buquerqne, moradora na travessa da Piedade n
S, tendo em sna companbia tres mocas solteiras,
de queme nico arrimo, acbando se gravemente
doente dos olhos, sem enebergar mais, vem irn
plorar das almas cardosas nm soccorro pelo
amor de Dcus, para noder mant- r se.
CXA. XX3^
O restaurant Gomes, ra da- Lurangeiras n.
19, tendo se prevenido para bem servir aos
seus numerosos fregnezes, e bem assim julgan-
do os a nata da seciedade pernambucana alm
da boa esc&llia que seus proprietarios capricho-
samente forneccm, offerece mais a segointe :
A's segundas feira Aferventado
A's tercas feira Can jas
A's quartas feira Carur (jantar)
A's quintas feira Fejoada
A's sextas feira Va tapa (jantar)
Aos sabbadoa Pucbeiro
Aos domingos Suculenta mao de
vacca.
Telephone o. 950
Cautelas do Monte de Soi
corro
Compra-se Cautelas do Monte de Soc
corro de qualquer joia, brilhantes e relo
erios, paga-se bem na roa do Cabug n
a. 14. Loja de relojoeiro.
Cosinheiro
na raa do
na roa do
gautaa, intestinos, etc*., e em
todas
Vendeu'-se
deas casas terreas os 43 e 46, a roa da Goya-
beira to Agaa Pn U a tratar com Eanaly
Roiz & C, ra do Arcorm n. 51..
molestias de pelle, simples on diathericaa
aaaim como aa alopecia ou queda do oa
bello, e as doeocaa determinarlas por aa
turacSo mercurial.
Dao-se gratis femstau ande ae eoooa
tram msaoroaas eaapeivaocina faitaa oso
este especifico oos lioapitaea pblicos *
muitos estados de cieateos e docamea
tos particulares.
Faa-se descont em casa de
JTAEIA S0BBJHH0 C. ,
am oaat ok lloia o- H
O atoo do Bextl
oatural, preparado oa
reouments teporuisi
L.Faa,daPart,lTaa
i
Pal ha de railho
Kspeeial parba de mllho p f a cigarros, venda
i por preco sem compeiencia o Bazar Pernaobo
cano, 4 roa larga do Rosario n. 30. _______
30&000
Aluga-e o segundo andar
e sota do sobrado da ra do
|Vigario n. 4, esta caiado e;
pintado de novo : a tractar
no pavimento terreo ou no
escriptorio d'este Diario.
Haibilde Bsodrisstoo
Joo Carneiro da Silva Reg e eoa mnlher con-
vidam aos seos paren tu e mais pe soas desea
amizade para que ee dignera de assistir a mista
da trigsimo dia. qoe ser celebrada na mairiz
da Br> Vila no dia 18 do correte, s 8 horas
da maoh, por atoa de coa eogra e mi. Aott-
cinam wi rewHity^imppto._______^_^___
t
Cava leo ale
Jarla Caaolsaa do o
OaOUa-a
Ctnvida se a todos os pannos eamigos da
loada Mana Carolina do llego Cavalcante' a
Silva, oara assistirem a u a m ssa qoe, par*
conmemorar o 1 aoniversaiio do seu fallec-
melo, manda se rezar oa matriz de S. Jas no
dii 17 do corre ..te, % 7 horas d manb
Prccisa-se de om bom cosinheiro
PaysanJfl o. 19.
Cosinheiro
Precisa se ce um bom cosinheiro ;
Paysand n. 19.
Alugiiel barato
Viscocde de Goyanna n. 163
Cedro Alfonso, armazem n. 46.
Ra Aguaziohas em Beberibe n. 7
Rna Itaparican 43 1 andar.
Travesea do armo, 1' a n. 40.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Ra do Calabouco n. 4. dem
Con riel Scassuna n. 144 A
Ra Pedro Affonso n. 46, 4". anclar
Vi.-ccr-.de de ltaparica n. 43 armazem
A tratar a rea de Commercio u. 6. i andar,
escriptorio de Silva Gumaraes & (1
Preciosa descoberta
Impedidos por om vivo sentttnento e grande
saiitfacao participamos ao respeitavel publico
que a cervejaLa Rosa Alemana continua fa-
sendo milagrosos progressos.
Mes de familia de -lta importancia e consi
derac.o garantem por experiencia prepra que
dcus dias depois do parto fi je rara oso da cerveja
La Rosa Alemana apparecedno-lbes aban
dante amnmentacSo i.-ara seus extremosos filhos.
Grande razio inorara as celebrdapes chlmicas
e dontores em medicina sobre os importantes
attesiados a taber :
Diz o Dr. P H. Wernier :
Tenho por muilas vezes examinado no labo-
ratorio publico a cerveja La Rosa Alemana
e nao encontr materia chimica e sin orna gi-
gantesca preparacao d- substancias que repre
sentara urna valiosa riqueza para a aliaentacJo.
A' venda < u todos os esiabelccimentos de mo-
lhados.
NICOS IMP01TAD0RES
Mbadi, Piatu i C.
-r r
E
CABELLO.
Angmeta, Aformosea
FAZ CEESCEB O Cb1IoT.T^>
com assombrosa rpidas.
Ama
Precisase de duas amas, sendo ama para*
servico domestico, e oolra para criancas ; a tra-
tar no i aes SS de Novembro, ou oa raa Barao da
Victoria n. 59, i aDdar.

mas
Na roa da Aurora n. 109 E, precisa se da ama
perfeita rosinbeira e de orna engoamadeira
para casa de pequea familia.
5b
Ama
f recisa se de urna ama qoe cosinhe bem, ana
i asa de familia ; a tratar oa roa Baro da vic-
toria o. 13, loja.
Precisase de urna ama para cosinbar e mais
servicos de casa de pequea familia ; a tratar oa
ra Imperial n 1, 4* andar.
Ama
Precisa se de urna ama para engommar e i
durma em casa dos patroes ; a tratar aa
Mrquez de Olinda n. 44, armazem.
Amas
Precisa-se de urna ama para rosinhar e oolra
para engommar ; oo largo da antiga assemMee
n. 21, junio a Alfandega.
Ama
Precisase de cma ama que compre e cosate,
para rasa de pouca familia ; a tratar oa raa Pe-
dro Affuoso n. 23.
Ama par menino
Precisa-se, na Graca, casa amarella, defroote
da igreja.
Ama
Precisase de urna ama para eosinhar ; oa
travessa do Pires n. 5 (Geriqoiti).___________
Lara-se e eagoaaaaa se
para fra roupa de hnniem e de senhora. cao
ludo asseio e rj-ooipiido ; na roa da Imperatrz
n. 36, 1- andar.
Padaria
Vende se ou admi'te-ee om socio em urna
iadara rita em boa localidade, com bom reto-
bo, desmancha actualmente de tres a qoatro
barricas de farinha diaria : qnem pretender,
dirija se a informar no rars do Apollo n.ti,
a>m>zi ai de Machado Lopes & C.
HpTHMiT
OpprwOo, Cmtnr, con a
--_> ___-t, -
OMere i% mii'j j/fjt ncomornni.
Deposito em todas as ni n mai sao.
Alug^a-.se muito barato
0 4-, 9 e 3 andares do sobrado n a de
Brum o. 64 ; o 4- e 2- ditos ao raes do Apolle
numero 75 ; a tratar na rna larga do Rosario
numero 34, hotica.
Aluga-se
A asa n. 52 ra do Pogo, com 2 salas, 3
alcova?, cosinba e aparelbo ; a tratar oa rea do
Amorim n. 49, armazem.
Cosinheira
Precisare de orna boa cosinbei'a, qoe seja
malncoiada c durma em jasa dos patroes, para
casa de pequea familia ; oz rea de Femado)
Vieira n. 29.
Criado
Prerisa se de om criado para o servico do-
mestico e de conducta affiancavil : a tratar ao
caes 22 de Novembr- n 24, armazem. on oa raa
Bario da Victoria n. ,"9 1 andar.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro rom bstanle or-
tica de retalbo ; uo armazem de molhados raa
da Imperatrz n. 42.
A pre$o sem com-
petencia Tndem P-
rente Vianna & C.
Major Joosjataade Ka Cavateaale
Oo Albaaaerqne
Joanna Jaouark C\alcante de Albuquerqoe,
seas lilaos e genros agradecen do intimo d'alma
aaaeltosOMaeoffiaaabanu* altima morada es
Trflo mertaes da sen tmpt lembrado espose,
pai e sogro. major Joaqoim de S Cavatoaata de
Albuqoerqae, e coovidna para assislirem as
missas do -elimo dia qoe ato de ser celebradas
na matiz da Boa Vista, na capella do eageoao
Jardim e na ConceicSo Maraagoape, s 8'
ras da manb de 15 do Berrate
Alufi^a-se
o I- e 2- andares da ra do Imperador n. 26 ; a
tratar na lithogranrna ra Mrquez e Ouoda
numero 8.
Precisa-se
Ucfaoaii 49.
O'osinheira
de nava eosinbeira
oa Ponte de
desdej
K-ecisa se de orra
fonarta feira), familia e qte durma
Cosinheira
cosinheira ota _
ira <
Relojoaria Baria
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabelecimeoto do reiojoaria
acaba de receber om grande sortimento de
relogios de ouro, praU e uikel, da impor-
tante fabrica americanoWaltban Mas, ver
dadeira especialidade em perfeicio e re-
gulamento infalivel, e ae vendem por preco*
mdicos. Aaaimcomo relogios de parede a
de cima de meaa, com despertador o qoe
ha de mais elegante.
Convidam se aa peste as qoe quzerem
om relogia de conaoco a virea a este
estabeleetmente que caprieba em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
nm de bem servir os sens asrigos e fre-
goeae?.
Ra do Cabug 11. 14
gratos. i cbeello n 2,
da raa da UniXo.
Boa vir$iida
Aluga-se a casa e sitio de
propriedade -'o Barao de
Lucena, em Jaboatao : Tem
excelleritcs commodos para
grande familia, agua encana-
da, jardim, estribarla, e co-
cheira; a tratar na ma d
{Marqese do Herval. 61.
V

^






i iari LOTERA
DA
C4P1TAL FEDEHAL
Estao sendo substituidos os bilhetes da 3/ parte, de
100:OCO#000, poroutros da 1.a da 3.a cujo premio maior
d^ 50:000#000 que ser extrahida h-je 15
Mi RETBKIVBLMBNTB
1.000:000$000
Esta grande loter a da BABIA ser extrahida no
dia 25 do corrente, st-ndo pago pelo respectivo thesou-
reiro no dobro osbilhetes vendidos, caso taja nova tra s-
ferencia.
Os bilhetes desta lotera acham-se venda na Casa
Feliz de Antonio Augu>to dos Santos Porto.
37Fra9a da Independencia39
_ fU \UfPMU t ITIUM **** *> ?k
QUINA E FERRO
Chorose, Anemia, Debilid&de
Oura das FbTs
H8?iHAS TITULAD 3S
4 *4 81'JW OS
tr-.i < nitait i it-ldM 'i Jtaiti. iiat :ikiintU: i $rr- a /-"*=*
'... i.'
Ai HENR
T
DDO
ESTADO DE PERNAMBUGO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa de Misericordia do Roeifo
DJTKGRAE8
\ 'i.* parte ta 'tV lotera tlesle Esta*.o >er
extraliida imprimvelmnte terija-lera 21
de O utu S r^
ToIo*'- iM-.l 'le Iv'lhntis tiesta lu ria
PELOS G'ONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
VERDADEIROS
AGUAePbeBOTOT
Os tmtcos "Denttrftcios
approvados pela ACADEMIA de MEDICINA
Branqueam os Lentes. Forticttm as Gensrfvas.
DEPOSITO : 17, Fue de la Palx, PARS.
Aottigmonto I 849, Bu Sjun-Jfonor.
DEBCONPIAR-aS L>A FAL8IPIOA9E8
ACHAM-SB KAS PRINCIPA P R O O A R I A 8 8 f HfUHARI!.
____ ... .. .- __________________ I------------------ ---------------------- ....--
t
TT
1 30 C-ttS PtftY
250:000^000
LiTBHI\ W GRAO PARA'
Pernio maior I28:O0O$O8O
olera do Grao Para

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a 10600. MWO <**'
\toalhado bardado, 8 palmos de largo, a Lencos de cores a 10300 a duzia.
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10000 e 10200 o covado. Fitas, phantasia e chamalotadas desde
Cortinados de crochet para portas e ja- 400 re. o metro, todas as cores e pretas,
nellas a 70000 o par. tem largaras 5, 9, 12.
Cortinados bordados para cama ou janella Macos com 12 pecas de fita branca ehi-
a 60000 o par. cesa a 320 ra. ^^
lortinados de cfires, novidade, a 10600 o Extractos finos americanos desdo 10000.
metro. Sabonetes finos para pannos e sardas a
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)leado para meza grande ou pequea a Thesouras finas eom mola que dobra a
40500 cada quadro. 10500.
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Srim de cores a 240 rs. para meninos. ; Pentea phantasia para cabello por 400 rs.
Camisas para senbora a 30600. Pegadores de tranca.
Jasacos ou penteadores a 20600. Flores para cabellos, chapeos e Testidos a
Collarinhos de linho e algodSo a 50000 a | 10000, 10500 ramo.
daaia. : Crochets para cadeiras e sof guarnicSo
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10500 o par. Toalhas felpuldas a 40000, 50000 e 60000
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10200 a pee*. Tarlatana branca, verde, acul, rosa e en
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40500. j a"- _
tamisas brancas finas para meninos a Leques para meninos a 500 rs. e tonos a
300000 a duaia. I 30000.
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Camisas de flanella de cores desde 10800. Euartilhos a 40000, 50000 e 60OtO, to-
Coletes de flanella broncos con manga e dos os tamanhos.
gem e]ia> | Meias cruas e de cores para meninos a
Lencos franceses de labyrintho a 10 00 e 30000.
com bordado a 500 rs. Ligas, phantasia a 10000 o par.
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nhos a 40000. Crinolina branca, prets, cor de chumbo e
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Peitoral de Cambar
MEDIO GARANTIDO
Os innmeros e valiosos attestados medico e particulare.
favor d'este preparado, do Sr. Sonza Soares, de Pe'otas; os mais altos
premiosmedalhas de ourocom que foi distinguido; a sua approva-
gao por uma sabia junta, como a de Hygier? publica do Rio de Ja-
neiro; a autorisacao de sen uso em todo o Brazil por decreto do
governo central; o Eeu consummo extraordinario e sempre progressivo ;
a sua fabrica especial fundada no grande estabelecimento Agrcola In-
dustrial do Parque Pelotense, expressamente criado para esse effeito,.
em Pelotas, honrado com a visita de notaveis personagens naeionaes e
estrangeiros, sio merecimentos que b os adquirem preparados muito
importantes e reconhecidamento efficazes como o Peitoral de Cambar,
tom and o-s- um remedio garantido.
Vende-se, ao preco de 2060:'! o irasco, 130000 meia duzia e
240000 a duzia, em todas as boas pharmacias e drogaras da capital.
Sio nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambnco
Francisco M. da Silva & C.
RA MRQUEZ DE OLINDA
SffHSia, It CATASRI
Cursis: pelos CIGARROS ESPIC
OppreesSco Taasa Defluxon Aevr4 Igias
' LICHKIIADO* <"-' laSPECTOBIA M MT8IEN DO IKTKRIO DO DRAZIL
Asplra-se a fumaca que penetra no pello acalrM o systema nervoso,
ladilla a expeciora.lo e favorlsa as funecesdos orgaos respiratorios.
-r.
Populares em FR'NQA, na AHtKICt,
HESPiMH.no BRAZIL
oni* alo autorisidot arla Juntt B Hygiene
Medlcapo Depurativa e *
eonatltnlnte u..n.lo toda a Tacilldadc
para se traUr s, por preco Darato, e
se rurar em pouco lemoo.
Essa mclcacao expulsa rpidamente
os humores, bilis, linmoros viscosos vi-
ciados quo occasioiiam cconsorvam as
molestias; yurlllca c sangue e impede
as recahldas.
purgantes Le Royjj
!I LIQ'iOS
6EA0S, oosados segundo aldade. con- j
v8m cspedaluicute uas Mole
Cnrstcaa.
""""lili
extracto coBcentrada doa Reme- I
dios lquidos podendo subsL luii-os,
para as pessoa.* que dverem repu-
gnancia pai-a os pur^antos lquidos.
SSo lnfalllv.is cintra Athinm,\
Catnrilio. Gota, Mtheutmittmmo,
TMtnorr*. l'Urilti, >VrsM io |
appetitr.t'rbrea, CongmteH, Jlo- i
lr*tin- do Flgnito, Impi0*ns, \
t'ertnelhidSea, Heiioim imi, ele
,|\ul.|H.Tp
Ps'''Ctii 'i.i,gefa 'J-r.U ..J
Ruav do Soine, 51, IS
DSroarro r. rau. s missmiTIl
I^iiissiwmiTn-Wfvjl
#
-
O MICROBIO
lennori'hagia
radicalmente aniquilado ppio emprsgc da
INJECCO CADET
DEPOSITO GEHL:
TJkMT, i\mi*wrA Deaaln, T, ARIE
Ver a *o;/c/a iju tem Je embrultm a cada
ridro da Mnjee^o Catlet.
OasMitoi -,b todas a bIbusui Pkanuciat ii Brufl.

Vende-se ou permuta-se
uma tasa demorad, na Baixa Verde, reedifica-
da de novo, a-va i salas, 3 quartos e costana
tora ; on permute-se por ontra que sirva pora
negocio de molhados, e se j for, tambera m
compra : ioformacoes na travessa da Madre de
Deus n. 46, ou jotro a eetacSo do Cordeiro.

i####^t
y 0menorentnrislo ^
*
5*
Made
rmprsgids oom
Odontailna
1-. ii-t: :tTi, tMn.gj mus s* mmi l
fAtlS: b aMito. 24. ro fi'FafMu J
o mm p|,2B||3
U3ASAD0 3 JWl|M3
fai "I -ninHir tt nn> ;raa ps) ii
luimii uinDDiid
B^* Deposito no^o)
PEANAMBUCO
Pranrisrn 1. da SILVA & C
Venda jxtr atacado :
PESQUI.BordosCFRMCA)'
Aos senhores deengenhos
Tri-s.i.pl.ito d cal
superior casi de L.iabo e pota*!
Para alvejsr e limpar o asiocar
Vendem Goimaraes & Valenle
6Corpo Santo6
TINTURA POMADAII LRMIFUGE COI
NICA TNICA,
UVdTAarTASnsA
ara a Barb.Bat um so
vidr.. sem preparacSo e
sem lavagem.
para dar aos
branooa sua cOrprlznltiva
PILLIOL, rl 'i'r.^s. T*
namiu> : t+l-r SILVA a V
SANTONINA





YENDAS
Vndese od alosa se o sobrado da ra de
S->ota Rila n. 75 ; a tratar na ra da Pedia uu
mero I.__________________________________
Vende 6e a casa rila a ra Coronel A^osti
eo Bexerran 40 ; na ra da Iwperatrii ncrte
ro24.
Mercearia
Vende-se a muilo alreguezada mercearia d;
ra ua Concordia n 165 ; a tratar na mrsma.
Pao cen
Mello Bisel tendo recetido nova rerjeessa d>
fannna centeio, avisa sos seas traguetea qtv
outiuuan a fabricar este delicioso p3o centelt
'odas as tp'cas e sextas-feiras ; na roa arna <><
ftosarku. W.
Para engenho
Ferragem compeucouso
Vendem se tatxas *ondida* e batidas, e assim
nm parol de cobre Dor metade do valor ; a tri
ar aa ru Duque de Caxias o. 77, toja.

BK. CARLOS BBTFENOOURT
SlLSINRIlLli I aun
GRANDK DEPURATIVO 1)0 SANGUE
Elixir anti-rheumatico, anti syphilitico e empregado em todas as molestias de
-leile, eiysipella, darthros oa erupigens, beri-beri, nthrazes mi carbnculos, cancros
.'".reos, feridas cancerntas, ulceras, gonorrheas chronicas, boubaa, bubSes, escrfu-
la e todas as doencas que dependem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do seu gonero, o que est provado
oela preferencia e acoeitaclo que Ibe d o publico.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000.
BU |1 IfStl
i?r
>!
fOMr
m
TNICO FEBRIKUGO E DESOBSTRUENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
i) parto, febres palustres, molestias do figado e bayo, falta de appetitc, anemia, chlo
~.se, cures paludas ou falta e sangue c doencas nervosas.
E' um reconstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.*
Um frasco 3$, urna duzia 30^000
INJECCMI BE1TENG0URT
ANTI-BLSHOBBaifiIA
Gura radical em seis dias
Empregada com ptimo resultado n< s corrimentas agudos ou chronicos da
irethra ou vagina, leucerha ou flores brancas. Este medicamento de ama gande
eficacia,
Um frasco l#50O, urna duzia 15#000.
TYPOGRAPHIA
APOLLO
Montada com todos
i.s utensilios proprios
para a execuc.no de
q i al que r obra typo-
gr phica, desde a mais
fcil mais liffieil.
5-PRr\(4 DA fOMOBDIA-5
Junto Gompanhia
de Bombeiros
GRANDE L10111 DA C A 0
S na Revolucao
48 Roa Duque de Caifas48
Grande sortimento de fazendas de le,
modas c pbantasias que se vende pe me
nos 50 <0A SABER :
Le
Sargelim de todas as c6res a 200 rs. o
oo vado.
Colchas de efires a 20000, 45000 e 5,5000
urna.
Cortes de cambraia branca de quadros a
15600 nm.
Cort'nados bordados a 60000 e 70000 o
par.
Atoalhado de linho com defeito a 2-4400 o
metro.
Camisas 6nas de meias a 14000 urna
Luvas de sea a 10000, 1^500 e '/O 0 o
E muitaa cutras far.eudas de que s com
v sta poder- e-r-a avaliar a commedida
de de precos, assim como em sua oficina
de alfaiate aprompta-soemv24 Jiofas qul^
quer ostume, garantndo-ac toda peHei*
cSo em trabalho e preco relamido
S aa Revollo
HENRJQUE DA .SILVA MORKTRA
VINHO TNICO .
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de Iaranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinaclo dcstes heroicos
n: jicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane-
:n:33, menstruales difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as veces que se
i er fortificar o organismo e ciar desenvolvimento ao ystema osseo e muscular
J-.nvra as pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
> er as criancas. E;te remedio superior a todo3 os tnicos estraogeiros que se
iiounciam por abi.
Um frasco 33000, urna duzia 30*000
Xarops de jaramacarc composto
, GRANDE PE1T0ML
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
' :;es simples e convulsas, coqueluche, constiparles, asthma, brouchite, catarrho
:hronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um frasco 2500, urna duzia '4000
CAROBINA
D GRANOS FHIFXGA33H EU SANGUE
O emprego da CAROBINA de ve dirigir se a combater as seguintes molestias:
*a diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
tffeccSefl cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, tffec
;<>e3 venreas rebeldes, paralysiaa, molestias do coracSo, da garganta, rheumatismo
jbronico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivadas
4a impureza do sangue.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
GOMPANHIA DE PRODUCTOS MEDCNAE8
31-RUA DOS 0URIYES--31
RIO DE J \ MI IIO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
rOLHETII
ASM 1MI9S
POB
Mii-o ir\n.i;sno\r
QARTA PARTE
A voz do sangue
(Continuaclo do n. 233;
IV
EKCOKTBADA
Nao, replicou Laura, deixe recostar-
me aqu nesta espreguicadeira, nao estou
fatigada, isso seria sufficiente.
Nao est fatigada, depois de todas
as emocSea por que pas ou';'.. Nao re
cuae ; do contrario acredicarei que a gran-
de affeicao que tenho por si e que deve
existir de hoje em diante entre nos, nSo
penetrou inda no seu coracao. Esta casa
nao porventura sua agora ?
Laura, sem pronunciar palavra, levan-
tou-se.
Jacques, empunhando um castical de
ptata, precedeu-a.
Pejo-Jhe, disse a Sra Vallauris, que
nX6 me aleje muito longe della.
Elle abno urna porta ; depois, com
euiicSo infni'.a :
Aqui est o quarto
dea, disse ; depois que
maguem anda transpoz Ibe o limiar. Mas
tuario. .. a senhura, que ama a nossa
neta como a minha mulher a amara !...
Urna vez mais, urna mai que tem o seu
coracSo velar pelo meu thesouro !...
Que sua alma, que deve estar aqui, lhe
agradeea como en o faco !...
Ponsou de novo um longo e respeitoso
beijo na mSo de Laura e delxoa-a s no
quarto umptuoso d* pobre Branca pant
ir sentar-.se cabeceira da crianca que
havia sido tSo singularmente adorada
desde o dia em que encontrara pela pri
meira vez, e sem a qual j n3o podia vi-
ver agora.
Durante seis horas ficou all, immovel
ertasiando-ee dianto della, contemplan-
do-a no 6eti somno, nSo podendo saciar se
d vela... feliz como nunca tal vez o
houvesse sido.
Quantoi projectos em sua intencao no
cerebro sempre ardente de Jacques!...
Quarto amor infinito no seu corac3o
apaixonado !...
Sua neta .. sua neta por tanto tempo
prante:da, encontrada finalmente !...
Sim, ella seria feliz.. felis devido a
elle... fez disso juramento solemne, an-
da que tivesse por suas proprias mos de
fazer desaparecer desta vez do mundo a
vbora maldita que Ibes havia at entSo
roubado a felicdade.
Agora Jacques, prevenido, reparara as
faltas pesiadas...
Velara, e velara bem...
Laura cao havia feito anda movimento
algum no quarto visnho, quando um fraco
suspiro se fea ouvir. Souriquette abri
os olhos.
O Sr. de Rhodes, que espreitava o seu
despertar, estava j de pe.
Ests ah, papal ? disse ella atuan-
do o, porque Laura nSo se achava presen-
te, ella que tal vez soffretae com tal iami-
haridade, que fez Jacques subir ao stimo
da Sra. de Rbo- j ceo.
ella me deixou,! Ergueu-a como um
cobnnho a de beijos.
louco nos bracos,

a ahora 6 digna de habitar o meu san-! 3^^ mioha. adorada, respodeu elle,
Cobertas forradas para casal a ''05O(
urna.
Batistas de cores a 160 rs. o covado.
Toalhaa para enanca a lOt) rs. urna
Ceroulas frai\e.ozas, a 10000 urna.
Atoalhado de algodo a 10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 10O1. U 1
metro.
Cretones escuros e claros,a 200 e 240 r
o covado.
Guardanapos c m franja a 20OCO a dalia.
Eapartilhos couraca a 40000 nm.
Fianella de algodao de cor para camisas a
320 rs. o corado.
Collarinhos e punhos de borracha por
10500.
Ditos de linho a 10500
Ditos de cretone de cora 300rs. um.
Cortes de meia ?asemira para calca a
*fi!)00.
Camisas francezas de cretone a 20OOO
urna.
Ditas brancas a 20000
Leccos de linho a 20000 a duzia.
Bramante de linho a 10600 o metro
Bromante de algodao a 600 e 10000.
Modas
Cortes de etamine de 140000 por 80000.
Cortes de casimira para costumes a 140
e 1500' um.
Surah de linho muito largo a 320 rs. o co-
vado.
Voile de algodao a 200 rs. o covado.
Etaminea de cores a 280, 300 e 320 rs.
O covado.
Merinos lavrados a 500 rs. o covado.
Zephires de cores a 16*' rs. o covado.
Las de crs a 200 e 240 rs. covado.
Cachemira de quadros com listas de seda
a 10000 o covado.
Cortes de metim par vestidos a 60000
um.
Ditos brancos bordados a 120000 e 140000
um.
Cortea de cachemir* s bordados a 250000
um.
Cortinados de crochet a 100000 o par.
Or,.v-tas modernas a 10000 urna
Fichas de retroz, todas aa cores a 10OOC
um.
Toilettes para baptisados a 60000 nm.
Tapetes para porta a 20500 um
Phautasfa
Lenc< de seda exposi^o a 10000 nm.
Capas bordadas a vidrilho por 250000
urna.
Vi stidos de Gersey para creanca a 60OOG
nm.
Cortes de fustSo para collete a 600 rs. nm
Orgacdy de linho, ultima moda, a 240 rs.
o covado
Chali de algodao, noviuade, a 200 tb. o
covado.
Os Barateiros! !
E' i neste estabelecimento que pde-
se encontrar fazendas finas-de* gostos lio
d8simos por 1 recoa razoaveis, cerno se
jaro:
Voilcs de 13, padrSes inteiramunte no
vos, meninos idem,.idem, cachemiras la-
vradas, o que pode haver de' nibis lindo
em gostos.
Cambraiaa da China, idem catitas, idem
com salpicoB c lisas, Victoria e transpa
rentes, grande sortimento de cretones
(padrees de voile) de gostos attrahentes
Crep da China, inteira novMade.
Etaminea de cores, lisos e rendados.
Fustetes b-ancos. Linons cem'harr, o
que ba de mais rico pa.-a vestidos, chitas
dem, dem e muitos outros tccldos a phan-
tasia.
Lis de quadros a 200 rs.
Merinos idem, faz^nda de 800 rs., por
240.
Voiles de 1S e algodao a 240 rs. o co-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs.'o covado.
Merinos de ama largura a 280 rs. o co
vado.
Bartista republicana a 200 rs. o co-
v*do
Madapoln americano a 50000 a peca.
Vanado sortimento de setinetas e cre-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento de chir.s
clarss, de cSres o escuras. dem chama
lot, padrSes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Casacos de Jer
sey para senhoras, vestuarios idem, par
criancas. Toalhaa telpudaa (Mira rosto e
banho, brancas e de corea. Grande sor
tunento de aventaes, idem, idem de ba
beiros, para cnanets.
Para horneas
Grande portimento de camisas de fia
nella, cho e algodao.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
tre ellas destacam se as de 70000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias qne cima dicta-
mos, temos um esplendido sortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que seria enfadonbo mencio
nar.
E' so nos barateiros !!
A' RA Io DE MARQO N. 1
Bernardino Campos & G.
illiff s u
M
Sab2o marivilhoso para limpiiv-n>
taes de todas as qualidades, mar-
mores, madeiras, trens de cosinha,
soalhos, paredes, pinturas, etc., etc.
Sabio ndispensavel em casa de
familia; poupa tempo e trabalho.
SAPOMO
NSo se usa para lavar a roup&.
perfumaras, ferragens, armazens e
f*
Vende se em todas as casas de drogas,
boticas.
DEPOSITO GERAL EM CASA DE
FORSTER tSc C.
.


Florida
Sons qne paseam, virgos por Tb. Ri-
beiro, t vol. ene.
Acaba de rectber pelo ultimo vapor 1 Alberto Pimentel, Cantares, verFoa, i
que de maior novidade tem a populosa e 1ro'- en^; ...... r. .
* i -jjjn- -ullo de Castilho -Livrana Classica,
grande cidade do Pars, os mais importan 1 Estudos biograpbicos e litterarios,
3 vols. enes., tinos
30O3

Viiilio Muro
Pelo ultimo vapor recebemos urna importanti
remepsa do delicioso vinho maduro, analysadi
pela junta de bjeiene da Capital Federal.
-O VINHO MADURO, puro da ova, o melbo
h{ue tem viodp ap mercado, s ueste esiabelec
ment se encn:ra
SEMENTES NOVAS de florr; s fccrSicas ci
todas a^ qnalidades.
AZEITE puro de oliveira em latinlias de mei'
ijuiD litro.
Em bebidas finas, como sejam : champagne
cidra, vinhos Oordeaux, Porto, Douro, Chamber
tim, licores de diversas qnalidades, nao tem n
rival.
Queijos de todas as qualidades e o apreciadi
cqueijo em latas.
Eudira, completo sortimento de gneros dt
primeira qnalidade para una boa despensa e 1
pircos sem competencia
Ra estrena do Rosario numero 9
Pocas Meu des & Q.
Teepbone-tl)
P
estou aqu, nao te deixei, veleio teu som
no!... Podia porventura deixar te quan-
do acabava de encontrar te, depois de te
haver por tanto tempo procurado, tao amar-
gamente chorado ?...
Querido, querido papai. Mas cono
soubeste tu qne a ont-a... nSo era eu ?.
Entretanto a ubstituicao deve ter sido
feita com habihdade.
Ah cora certeza.
E, simplesmeote, elle contou lhe a mor-
te de Margarida e tudo quanto se seguir
a essa terrvel catastrophe.
Ilenriqueta, com os olhos dilatados de
ndignacSri e de ddr, o nosso conhecido
sulco profundamente cavado entre as finas
sobrancelhas, escutava Jacques, nao o in-
terrompehdo senSo com exclamantes de
indignan So.
Ah *a maldita !... A infame...
isso mesmo... Sim, ella capaz dsso !...
E quando, depois da morte de minba po
bre mli tua volu da Bordeaux, viste a
crianca no castello de Argelles, perguntou
lhe ella, qne sentiste tu ?....
Urna cousa horrivel. Acredicava ter
esgotado o cali e das dores humanas, e
soffri nesse da mais do que nunca. Vinba
sequioso de ternura por ti, e nSo te reco-
nheci Em lugar desta crianca loara, com
os olhos doces de minha filha, que mal
tinha deixado os meus bracos no da sub-
sequente ao do seu nascimento, eu encon-
trava urna estranha, com certeza.... de
o;hcs claroB, desconhecidos para mim, tanto
como eu para com ella, recusando as mi
[.has caricias.
Fiquei entSo convencido do crirae...
F'z tudo tudo para obter a prova
Baldados esforcos.
S teu pai, o desgracado !... elle que
me devia tudo, e que tao singularmente
pagoj-me os beneficios recebidoe, s elle,
desairado pe!os remoraos, ia fornecer-rae
essa prova... Sitiado de perguotas, elle
me havia j confessado metade da verda-
de... U resto oomecava a cahir-lhe dos
Boyal Blend marca VlAO
Este excellente Whisky Escoces prt
ferivel ao cognac oa agurdente de can
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos meltores aru
sens de molhados.
Pede Rojal Blend marca Viade
ooio nome e emblema sSo registrados par
todo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
!)ort)U inteiramente a confidencia coroesa
da, e Fabio morreu, morrea accentuando
ainda a minha convicio, porm sem me
haver forncido as provas e os indicios que
rr e eram piecsos para te encontrar! Ah !
como te procurei depois disso !... Sem
urna prova, porm, sem um indicio, nada
consegu 1...
Souriquette passou-lhe os bracos em tor-
no do pe seo 90.
Agora, disse-lhe ella, tens-me em
tua companhia para sempre !... NSo nos
separaremos m*is .. Em Pariz?... Aqui y...
Que me importa !... Com a tua grande
intelligencia e o teu coracSo maior ainda,
arranjars as cousas de modo que ninguem,
e sobre tudo miaha mS, venha a soffrer
com isso.
Calar o nosso segredo a todos e en-
tretanto nSo nos separarmos, retrucou
Jacques, cousa bem difficil. Mas vou
pensar nesse problema Nao pensarei at
em outra cousa emquanto'nSo encontrar o
meio de conciliar tudo.
EntSo, tornou a rapariga com urna
confianca que encantou o Sr. de Rhodes,
.estou tranquilla, porque se ba de arranjar
a cousa.
Depois, de sbito :
Estou ouvindo minba mSi Laura,
disse ella, nao te atuarei mais ; af.sta te ,
que a nossa grande ventura nSo a incom-
mode. Ella se a eos tu mar a isso, porque
generosa alm dos limites do possivel,
mas por agora devenios poupal a.
Qual a delicadeza que Jacques nSo cora-
prebeoderia ?...
Obedeceu reta.
E Souriquutte foi tao terna, tito afec-
tuosa para com a Sra. Vallauris, que esta,
mais calma do que nunca o estivera, sen-
tio-se mais satisfeiU pelo que havia feito,
sem um tomo de arrependimento o de
pe zar.
Ao contrario, a sua onsciencia pura a
folicitava.
Ficou convencionado que mSi e filha
tes artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propri
para cartas.
Oromos de seda e de oleographia.
Caixae de msica com manivella para 10
20e30OUO.
Caixas de msica, com corda, fecbada
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
120, proprias para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 70, 80,
90, 100 e 120OQ:).
dem muito tinos pava 160 a 200 um.
Tim2o8inhos com sombra com fitas e bicot
de C: mbraia transparente a 30 e 30500
Um grande sortimento de porta-tranga
para 500, 10 e 10500.
Orampos dourado8 c com petlas a 200 e
500 rs. um.
dem de celuloide e dourados & 200 t
300 rs. um.
Estojo para desenho de talagarga a 30000
Bandeiras de IS dos Estados Unidos do
Brasil a 1050 ', 30000 e 40OCO, confor
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas de pellica e
de chagrn para 2, 3, 4 e 5^000, para
senbora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
Grande sortimento de bcos de algodSo e
de seda, brancos e de cores.
Livros de sortea a 300 rs.
Albuns de pellucia e de chagrn,
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e moaioss.
Espadinhas para crianca.
Boleas de coaro para cobrana.
Navalhas da Roger AmSo americanas ele
ctricas e de 2 laminas, e afiadores con, : ^..^bjj-e. Iy. g
a mEssa propria para amar. eDC3
Ramos de flores para baile e casamento i Tres Poemas em proza, e verso Dor
de 105OU a 40000 um. Gomes Jonior, i vol, ene.
O Cabelleira engenheiro invento a 500 I TYP3 de cara *
res.
Qaloe8 e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 10500 a
Castrioto Luzitano, historia entre o
Brazil e a Hollanda, 1 voi. ene.
rio
Bibiiotheca do Povo, 18 vola. enes.
Morte de 1). Joao, romance, 1 vol.
ene.
Conios de Pedro Ivo, romance, 1 vol.
ene.
0 abandonado por Jallo Verne, i vol.
ene.
Processo Le rouge, romance hist-
rico, i vol. ene.
Gabriel Malagrid romance, 1 vol.
ene.
Neto do Aceitado, romance histrico,
1 vol. ene.
Viagem no dorso de urna baleia, i
vol. ene.
Chiquinho, Ericyciopedia da Infancia,
por G. Bruno" 1 vol. ene.
Caricaturas em proza. por Luiz An-
drade, t vol ene.
0 Pastor e a ovelha, obr;. rara e es-
gota^a pelo finado bispo D. Joao, 1
v. ene.
Obirajara, lenda,l vol. ene.
1 Arnaldo Gama Um motim ha cem an-
no3, 1 vol. ene., obra rara
;0 Dia de S. Sunca, romance, 1 voi.
ene.
P. de KockJoao, 1 vol. ene.
As mil e urna mnlberes, 4 vols. enes.
A ca^a de um baronato.t voi. ene.
Arraldo Gama0 filho do Baldai, 1
vol. ene.
Os herdeiros de Caramur, "ornance
histrico, 2 vols. ene., finos
A igreja e o Estado, por Gaoganelu,
4 vols. ene
goatc Serpa PintoComo atraves3ei a fri-
ca, 2 vols. enes tinos, coca gravu-
ras
Eca de Queircz0 enme do padre
Amaro
Castello de Grasville, romance raro,
2 vol, ene.
ihAlaa. 4
vols.
Gui-
As viagena de Guliver, obra criticj
ejoceza (rara,) 1 vol, broch.
Vozes da historia pelo Padre
Inerme Dias, i vol, broch.
0 matadouro, historia da Lavadei-
c ^' ra Gervazia o i', vol s.
babonetes para tirar nodoas de casemiras, l Ponson do Terrail A heranca myste-
sedas, las e outras fazendas finas de
800 res.
Oculos e pnce-nez finos, dourados, bu-
falo c nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4. 5, t e 70000.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 rs.
Bolea, para menino de eschola a 20COO.
Sabonetcs para banho com desinfectante
a 40o res.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e 1
80000.
Aunis e brincos com pedra imitando bri
loante.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
Vendem-se os seguin-i
tes livros
Lou renco, romance histrico por F.
Tavora, 1 vol. ene. & 000
0i Cavalneiros do Amor, romance em
4 vols. enes. 2J0O0
Echos de Roma, pelo padre GuiIner-
me Dias, 1 vol. ene. 2500
D.ccionario Biographico, por F. A. P.
Co.-ia, i grosso volume ene. (OOOO
Vos Icaros, versos por M. Brrelo, 1
vol ene. 3I0O0
F16re3 Flnctoanles, versos, 1 vol. ene. 2*000
Vos e quedas, versos, 1 vol. ene. 2*000
Gnimares, poema, 1 vol. ene. 3000
noza o 2". vol so ene.
Carta sobre a Companhia de Jezus
1 vul. broch.
Miscelania Religiosa por Pinto de Cam-
pos (obra rara) 1 v. broc.
Ao cidado Anicete, versos do Cigano
ao Dr. Chinez (raro) 1 v. broc
Oraro fnebre do bispo D. Vital, i v.
broc.
Propaganda religiosa Christo e Papa em
prosa e verss 1 v. broc. (raro)
Deseseis de Maio, puemeto, i v. broc
(raro).
Factos da Historia de Pernambuco,
I vol ene.
Bibiiotheca do povo, 31 caderniohos
broc.
Um misterio de familia, por F. Tavora,
l vol. broc.
Um casamento no arrabalde, 1 vol.
broc, me^aii autor.
No esi riptorio desta folba se dir quem vende
estas obras fazendo se abatimento vantajoso 3
i quem comprar to-las. ____________
Superior vinho de Al-
coba^a
0 acreditado e autigo armazem do Lima par-
ticipa ao publico e aos scus fregoezes que acaba
de receber urna nova remeBsa deste especial
vinho, escolhido propriamente pelo chefe desta
ca3a, tornando se recommendaoo por ser paro
de boa qnalidade.
Jos Fernandes Lima 4 C, roa Barao da Vic
toria n. 9
Telephone 323
3*000
15*000
OOJ
23*000'
3C0-J
34OOO
2*00-:*
3*000
3*000
3*000
3*000
3oo>;i
3*000
12*00 3*001)
5*009
2*000
4*000
6*00)
1*300
4*000
6*000
10*000
12*000
2*00-)
3*0Oj
!*00J
30*000
3*000
1*000
3*000
2*300
1*59*1
2*000
2*00o
3*000
1*300
2*000
2*000
1*500
2*000
4*000
2*500
2*SQ0
- i




'


para o castello d'Argelles, onde a sua aa
sene a nao deveria ter sido notada, estan-
do todos aturalmeote a dormir depois da
noite de festa que tinha-n passado.
Tal vez K>selin fosse o nico que per
guntasse pela mulher.
Como, porm, nSo dormiam no mesmo
quarto, Laura lhe dira que havia tdo ne
cessidade de sabir muito cedo e as suas
indagares nSo provscariam deste mrd<>
incidente algum
Foi o que succedeu, e a Sra. Vallauris
teve a satisfa5So de ver que os acontec
mritos, tito graves para Henriqueta, da
memoravel noite, nao tinham sido suspei-
tados por ninguem.
KA PISTA
sido snspeitadoB por nn-
labios. quando Diana, a maldita, chegou !,. voltariam o mais cedo que fosse possivel
NSo tinham
guem ?...
Laura e Henriqueta a principio espera-
ran que a-sim tivesse sido.
Dentro em pouco, porm, a conducta
de Diana l-as abandonar tal opiniao, le
vando Ibes ao coracSo singular angustia.
Efectivamente, mal te haviam passado
tres das, a Sra. d'Argelles tornara se pal-
uda, febril, presa de urna anciedade que
saltava aos olhos.
Faaia a Laura singulares perguntas so
bre a sua v da.
Insensivelmente, com diablica habili-
dade, tentava remontar com a Sra. Val-
lauris aos primeiros annos da existencia
do casal em Pars.
Como haviam elles comecado ?
Em que bairro tinham morado?
Laura, to intelligente quanto Diana,
nao se deixava sorprender, agora sobretu
do qne estava prevenida.
Diante da inutilid. de dos seus esforcos,
a marquesa tornou se taciturna e se Iva-
gem, iixandn em Henriqueta olhares maos,
duros e negros, no fundo dos quaes ce
cultava se, sem duvida, algum fwojecto
terrivel.
E a moca, que ia agora quotdianamen-
te a Asterac, sstnba ou em companhia de
Laura, contou esse novo estado de cousa.-,
ao Sr. de Rhodes, um dia em que sua mSi
adoptiva estava com ella.
Teos medo da marqueza ? perguntou
Jacques menina Vallauris.
Ella meneou a cabeca loura.
Nao, respodeu, nunca tive medo de
ninguem, nem de cousa alguma, Se lhe
digo sbo, meu pai, para qne o senhor
esteja ao correa.e de tudo quanto se passa
em torco de nos.
Previno te de que a intelligencia
della diablica, c a sua consciencia
nulla ; para preservar a filha, ella te ma-
tad se o puder.
O senhor nSo est aqui por ventura
para me proteger ?
Nos olhos de Jacques briihou um otl'us-.
cante lampejo de saiisfacSo e de orgulho.
De certo! respondeu elle. Pois bem,
urna vez que s to corajosa, vamos avan-
te. Deixando lhe liberdade de aceito, ella
me ajudar, e, somonte deate modo, ai-
canearemos a verdade.
Laura ficou branca como um lvro.
E eu, cu nSo quero que minha filha
corra perigo, dizia ella...
Prefere entilo que a sua felicdade
nSo chegue nunca?... Que ella morra
etrnaiueute de tristeza, inconsolavel c de-
solada ?...
Todas as articulares da Sra. Vailauns
estalaram a um tempo.
As palavraa que ia pronunciar, porm,
expraram-lLc nos labios, porque Souri-
quette, mais paluda anda do que a mai,
acuda sbitamente, e, com a mSo no bra-
co do Jacques, dizia desmatada :
NSo coinprehndo, papai!... Que
entendes tu por isso ?... Quero que me
expliques as tuas palavras,..
-
-
'


(Continua).
Tvp. LMuiu, KU-- ''uqac ae-axuut u. S
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M
1 *!> .


Full Text
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