Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17410


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Full Text

V- NUMERO' 25
^W
V
i
i
*


>A
PARA A CA1PITAI. E LI'CAIIES CADE *A PAA PORTE
Por tres mezes ad antados....
Por seis ditos idem.....
Por um ano dem.....
Cada numero avulso, do mesmo da.
60000
120OO5
230000
' $100
DIARIO DE
a-------_ -jui -, -J---------------jmm
PARA DECTBO e pora da prove ca
Por seis meZg^H ^Hp* s..............
Por nove dito> (d...........
Jftni anno dem. ..........
yitOf de das antenores.......*
____
135
200000
27^000
um
Os Srs. Amede Prin-
ce & C, de Pars, sao
os nossos agentes ex
elusivos de anmmcois
8.publicaQoes na Fran-
ca e Inglaterra.
------------[--------------------
Como as pedras lithographicas custam caro,
principalmente as de grandes "dimensoes, subs-
tituem-se algumas vezes por cliapas de zinco,
sobre as quaes se opera pelo processo ordinario.
Chama-sc ento zinct^raphia. Advirta-se que a
substituicao da pedn lithograpliica por folhas
de /.imo jtinha sidc realisada pelo inventor
d'esta arte.
(Contina)
TELEGRAMAS
RIO DE JANEIRO, 30 de Janeiro,
1 hora e 10 minutos da tarde.
Acha-se melhor do grave incommodo
que o accoinmetteu, o Dr. Silva Jardim.
Est gravemente enfermo o senador
Francisco Octaviano de Almeida Rosa.
Falleceram : ,
A Viscondessa de Sepetiba, D. Narcisa
de Andrade Vandelli de Oliveira Couti-
nbo;
Baro do Aracaty, Jos Pereira da Gra9a.
::::::: da tfnm savas
PARS, 29 de Janeiro, noite.
Os jornaes estrangeiros occupando-se da
eleicSo do general Boulanger pelo depar-
tamento do Sena, manifestam grandes ap-
prehensSes para o futuro.
Quinta-feira, 31 do corrente Mr. Char-
les Floquet presidente do conselho de mi-
nistros apresentar na Cmara dos Depu
tados um projecto de lei restabelecendo a
votacao por escrutjBO de circnmecripcao
(Arrondisirmet) e na mcsma occaaiao o
governo ha de expor a sua poltica geral.
Corre o boato de que vao ser modifica-
das as leis concernentes a imprensa.
PARS, 30 de Janeiro.
O general Boulanger mandn publicar
nos jornaes urna carta pela qual agra-
dece aos bous eleitores. ,
O Comit republicano nacional (do
qual chefe o general Boulanger) faz um
appello a todos os homens de boa vontade
e pede a todos o conenrso para execucao
do seu programma.

. ROMA, 30 de Janeiro.
Acaba de, ser eleito presidente da C-
mara os Deputados o Sr. Biancheri.
1 Agencia Havas, filial em Pernambuco,
29 de Janeiro, de 1889.
INSTRCCiO POPULAR
AS GRANDESIWINiOKS
ANTIGS E MODERNAS
AS
Sdsadas, industrias e artes
POR
m
A litbograpbia
(ContinuajSo)
Como te ha de explicar o que se passou no
superficie da pedra t As partes que o acido
atacou nSo recebera tinta, e as que nao tocou
podem, pelo contrario, recebel-a. Nao possi-
vel attribuireste curioso effeito a pequea diffe-
renca do nivel que a pedra tem. a qual produ-
zisse o desenlio por se impregar parcialmente
de tinta, em virtude d'aquellas desigualdades ;
aqui trata-se de um phenomeno mui particular
de physica molecular. Operou-se urna modifi-
cacao physica na superficie da pedra por causa
da ac^ao corrosiva da agua-forte ; as partes ata-
cadas pelo acido nao podem impregnar se de
tinta, em que as partes nao tocadas por elle po-
dem conserval-a. E' um phenomeno semelhante
ijue se produi, como dissemos no principio des
te capitulo quando se passa um dedo sobre vi-
dro, e que, depois de oter bafeiado, se veem as
partes tocadas pelo iedo nao admiuir o vapor,
ao passo que as outras o recebea.
Na operacao do daguerreotypo sobre chapa
metlica p,issa-se tambem um pheuomeno ana-
logo : os'poutos da chapa de prata nao impres-
sionados pela luz, n podem impregnar-se do
vapor do mercurio ; este vapw tixa-se -auca-
mente nos pbotos da chapa cobertos de lorforeto
de prata. que a luz tocou e modicoa cmica -
mele. ^
A tinges das lithograptiias opera-se por meio
,k uma pnsisa que difiere da de tal ta doce do
relo typorraphico. Obsrvese que indiapen-
savel para o bom xito da tiragem, que a pedra
onaem contMtemente hmida ; sem esta
precancao n tiHta e depositara aor toda a parte
umforoHme** uto se conseguira resultado
algum 0 atbonpbo v se, po nanecMaula-
de de hwedecerde novo, depon de cada prova
superfleda pedra.
Trcpriedade de Manoel dyjfirca de
1
uerra
Governo da Provincia
EXPEDIBHTE DO DA 22 DK JANEIRO DE 1889
Actos:
0 presidente di provincia, attendendo ao
que requercu Maria Zidinira de Barros Lima, pro-
fessora de ensino primario de Sitio de Caruaru,
e tendo em vista a informaco n. 28 de 18 do
corrente mez, do inspector geral da instrueco
publica, resolve conceder peticionaria tres me-
zes de licenca com ordenado para tratar de sua
saude onde Ihe convier.
O presidente da provincia, de conformida-
de com o decreto n. 10129 de 22 de Dezembro
lindo, resolve nomear, para os lugares de Io, 2o e
3o supplentes do juiz substituto da comarca de
Palmares, os hachareis Jos de Castro S Brrelo,
Adolpho Nunes Lins e o capito Fehppe Nery de
Siqueira Salles, na ordem em que se acham col .
locados. Aos nomeados tica marcado o prazo de
15 dias para prestaren! o juramento do estylo. -
Comraunieuu-se ao Dr. juiz de direito da co-
marca.
Oflicios :
Ao director do Arsenal de GuerraTrans-
miti a V. S o officio por copia, de hontem da-
tado, do supplente do juiz substituto do 2 dis-
Iriclo criminal da comarca desla capital, para que
providencie quanto ao com parec ment do me-
dico desse Arsenal Dr Jos de Miranda Curio ua
audiencia marcada pura amanna as 11 horas do
dia.Coramuaicou-se ao Dr. juiz substituto.
Ao Dr. chefe de polica.Em resposta ao
officio n. 73, de 19 do corrente mez, recommendo
a V. S. que expela as convenientes ordens para
que o delegado do termo de Salgueiro prosiga
as necessarias diligencias afila deserem puni-
dos os autores do t-spancameuto praticado na
pessoa do soldado do corpe de polica Jos Go-
mes da Costa.
Do resultado das referidas diligencias dar V
S. connecimento a esta presidencia.Communi-
cou-se ao Dr. > hefe de polica.
Ao inspector do Tnesouraria de Fazenda.
Approvo o acto da junta de fazenda, pelo qual
preferio, para o foniecimento de medicamentos
e outros artigos destinados a pharmacia do pre-
sidio de'Fernando de Noronha, os de que trata a
relacfto annexa ao officio de 19 do corrente mez,
n. 43.
O que declaro a V S. para os devidos effei-
tos, dewlvcdo-lbeas propostas quesubmetteu
mulla consideraco.CornmuRicou-ee ao inspe-
ctor da hygiene publica.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Ex-
peca as ordens necessarias para que pela colle-
ctoria de Tacaratu sejam pagos os alugueres da
casa perteneente aBalbino Jos de Carvalho, que
alli sene de cadeia e quartel do destacamento
Assim fica respondido o seu officio n. 15 de 8
do correte mez.
Ao mesmo.Man le Vmc. pagar, de accor-
do com a sua mformacao n. WMe 19 do'corrente,
a gralificacao por nais de 30 annos de servigo
que foi concedida por portara de 13 de Setem-
bro do anno passado e approvada pela lei n.
1948 de 11 de Dezembro do dito anno, ao official
secretario da Repartirlo das Obras Publicas, apo-
sentado, Joo Joaquim le Siqueira Varejo.
Ao mesmo.-Declaro a Vmc, para os de-
vidos effeitos, que cesta data profer o se||uinte
despacho na petico do capito reformado do
corno de polica, Antonio Francisco Cordeiro de
Mello, sobreoqaal informou essa inspectora em
afficio n. 43 de 19 dc> corrente :
Deferido de accordo com as informacOes. ,
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Oflicios :
Ao director das obras publicas.O Exm.
Sr. presidente da provincia Itaou inteirado pelo
oflicio de 21 do corrente n. 9, de haver V. S.
vista da informaco do engenheiro Manoel Pe-
reira Brando Jnior recebido definitivamente a
obra de reparos da estrada entre Olinda e Igua-
rassi de que empreileiro Jos de Brito Soares.
Ao mesmo. dem idem provisoriamente a
obra de reparos da ponte do Porto da Madeira de
que contraC-antc Henrique Florentino da Silva
Santiago.
Ao"inspector do Tbesouro Provincial. -O
Exm. Sr. presidente ia provincia manda coin-
municar a V. S., paraos devidoseffeitos, que na
peticao de recurso de Joaquim Prxedes de Albu-
querque sobre a qual versa a inforraaco n. 42
prestada por essajinspectoria em 19 do correute,
proferio hoje o sgu uU despacho :
Neg proviinento ao recurso pelas razes pro-
duzidas pelo Sr. inipector do Tbesouro Provin-
cial, com as quaes me conformo.
Ao mesmo. dem idem na petico de Tra-
jano Osias Gomes dos Santos.
Ao general col&inandante das armas.O
Exm. Sr presidente d provincia tendo por des-
pacho de hoje indfendo o requerimento do 2
cadete 2o sargento Archimedcs Frederico Kiappe
da Costa Rubim, sobre que versa a informaco
de V- Exc. de hontem sob a. 132 ; assim lh'o
manda declarar para seu conhecimento e devidos
lins.
EXPKDIINTB DO i.|A i3 D* JANEIRO D 1889
Actos :
0 presidente da provincia, attendendoo ao
Jue requereuo comnei dador Jos da Silva Loyo
unior, coutractante de um engenho central do
typo menor no municipio de Muribeca, resolve
prorogar por seis mez^s os prazos marcados na
portara de 29 de D >z unbro de 1887, com rea-
cao ao dito engenhoCommunicou-se ao inspe-
ctor do Thesouro Provincial.
O presidente da provincia resolve nomear
o engenheiro Antonio do Reg Netto para fazer
parte da cominisso encarregada de dar parecer
sobre a nova planta do local do engenho central
de Palmares, apresenuda pelo contractante do
mesmo eagenho viste haver seguido para axorte
do imperio o engenheiro Lycurgo Jos de lello,
inerabro da referida lommissao.Fizeram-se as
necessarias communiagoes.
O presidente da | rovincia resolve demittir
o bacharel Francisco Santiago Accioly Lins do
cargo de promotor publ'co da comarca de Bar-
reros e nomear para siibstituil-o o bacrtarel Mi-
guel Archanjo Pereini lo Reg. -Fizeram-se as
necessarias communicscoes.
O presideute da provincia tendo em vista o
lequerimento de Joseihina Jovita Belmira de
Oliveira. professora da cadeira de ensino prima-
o de Santo-Amaro versa a informac*o n. 3 de 21 do corrente mez
do inspector geral da Instrucco Publica, resol-
te conceder i peticiciaria a gratificaco de rae-
rito a que allude o aP. 125 do regulamento de
18 de Janeiro ultimo, visto oontar mais de 15 an-
uos de effeclivo exerticiono magisterio publico.
-Communicou se ao inspector geral da Instruc-
^0 Publica.
Ofltcios.
Ao brigadeiro com mandante das armas.
rra-se V. Exc de ewawra ecrettria desta pre-
ideKia al 31 do coiTeoe, relatono das oc-
curFencias havidas na reparticio a seu cargo no
periodo decorrido de J6 de Setembro ultimo em
dianle.
Iguaes: ao Dr. chefe de polica, director do
Arsenal de Guerra, engenheiro encarregado das
obras militares, inspector do Arsenal de Mari-
nha e ao commandante da escola de aprendizes
marinheiro.s
Ao governador do bisnado. Em addita-
mento ao meu>ollicio de 21 do corrente, trans-
muto V..llvma. para seu. eonhhmento, copia
do ae !iM|m me dirigi sob n. fio oDr. chefe
de irliciarrelaiivo as ultimas oceurrencias ha-
vidas na parocliia de Canhotinho.
Ao Dr. chefe de" policaSciente do que V
S. expoe era officio de 19 do corrente mez, n. 77,
declaro-lhe em resposta, que a forca requisita-
da pelo subdelegado do districto do Brejao allra
de auxilial-o as diligencias que actualmente
promove para a descoberta e punig dos auto-
res di i assassinato do individuo de nome Pedro
Ferreira dever ser fornecida pelo delegado de
Garanhuns, lirun dade.
Ao engenheiro encarregado das obras mi-
litares a vista do que expe V. S. em officio de
hontem, sob n. 29i, autoriso-o a mandar substi-
tuir o actual encanamenlo d'agua do quartel do
14 batalho de infantaria medante a importan
cia de 1:2624700 em que foi calculada a respec-
tiva despezu, segundo consta de seu officio n
233 de de Agostado anno passado.Comniu-
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas
e ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Ao commandante do corpode polica.Pro-
videncie Vm% alim de que, com a possivel bre-
v dicle seja reforcado com oito pracas o desta-
camento existente em Canhotinho.Corarauni-
cou-se aoDr. chefe de polica.
Portaras :
Declaro a cmara municipal de Nazareth*
em resposta ao seu officio de 16 do corrente mez,
que o contracto de arrematagSo de impostas de-
ve ser|feito de accordo com a legislaco em vigor
resalvando-se a hypothese de alteraces que pos-i
san ser feitas pela futura lei de orcamento mu-
nicipal.
Declaro a cmara municipal de Agua-Preta
de accordo com o aviso do Ministerio da Fazen-
da de 5 do corrente que, conforme a este infor-
mou o da Agricultura em aviso de 18 de Dezem-
bro do anno passado, as trras do extinctcytf
deamento do Riacho do Matto, anda que ferteis,
nao servem para a collocaco de inmigrantes,
nao s por cstarem situadas distante dos centros
populosos, como pela falta absoluta de vas de
communicaces ; pelo que cabe a mcsma cmara
concedel-as por atorameuto a quem as solicitar,
observadas as leis, regulamentos e instruccoes
que devem ser tidos em vista no processo de taes
cou'cessOes.-Communicou-se e remettu-se co-
pia do referido aviso ao inspector Ma Thesoura-
ria de Fazenda e ao juiz commissario de trras
publicas do municipio de Agua-Preta.
O Sr. agente da companhia brazileira de
navegac&o faca, transportar a corte por conta do
Ministerio da Guerra o 2o cadete Jos Geb de Li-
ma e os soldados Libanio Januario Gomes da Sil-
va, Francisco Antonio Borges dos dantos, Manoel
Thomaz da Silva, Manoel Antonio Maria Bondei
ra, Manoel D da Silva, Joaquim Pereira da Silva.
Manoel Pedrosa de almeida, Carlos Ferreira do
Nascimento, Manoel Jordo dos Santos Barbosa
e Jos Alves de Suza que para alli seguem o Io
Sor ter assentado praca com aquello destino eos
emais por excederem do estado eflectivo do ba-
talho a que pertencem.Communicou-se ao bri-
gadeiro commandante das armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegago mande dar passagem de r at
Mossor, no vapor que seguir amanh para o
norte, ao bacharel Antonio Joaquim Albuquerque
Mello, por conta das gratuitas a que o governo
tem direito
0 Sr. superintendente da estrada de ferro
do Becife ao Limouko, mande dar passagens de
ida e volta, por codea- da provincia, at aquella
cidade, as pracas e criminosos de quejtrata o Dr.
chefe de polica no officio n. 83, de hoje datado,
junto por copia. Communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
EXPEDIENTE DO DR SECRETARIO
Officio :
Ao inspector do Thesouro Provincial.-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S., para os devidos fins, que n'esta
data indeferio o requerimento do professor pu-
blico Martinho Jos de Jess, sobre o qual versa
a informaco d'essa inspectora de 19 ao correle
n. 41.
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE JANEIRO DE 1889
Acto :
O presidente da provincia resolve, de con
formidade com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca era oflicio n. 81, de 22 do corrente, exonerar
a pedido] Theobaldo Pinto Teixeira, do cargo de
subdelegado do 2." districto do termo de Bom
Conselho (Pratai e nomear para subsiituil-o Ldu-
renco Pinto Teixeira.
Oflicios :
Ao governador do bispado.Transmiti a
V. Revma. o oflicio n. 6, junto por copia, de 18
do corrente mez, da Cmara Municipal do Recife,
afim de que sirva se de iuformar-me a respeito.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. -
Tendo em vista a informaco de V. S. de 4 do
corrente d. 10, autoriso o a mandar pagar com-
panhia da estrada de ferro do Recife ao Limoeiro
a quantia de 12* constante da inclusa conta, pro-
veniente de passageos_concedidas durante o mez
de Outubro do anno passado, qos carros da mes
ma estradaa pracas e desertores do 14. batalho
de infamarla.
Ao mesmo.Coramunico a V. S. para os fins
convenientes que o juiz municipal e de orphos
do termo do Bonito, bacharel Sebastin Ildefonso
do Reg Barros, deixou, no dia 11 do corrente
mez, o exercicio de seu cargo por motivo de. qp-
lestia.
Ao mesmo. De accordo com a sua infor-
maco n. 48 de 22 .do corrente mande V. S. pa-
gar Companhia |Great Western of Brazihan
Railway, Lemited, a quantia de 2*800 relativa a
passageos concedidas duraute o mez de Novein-
bro do annd passado, ao engenheiro fiscal do i."
districto daengenhos centraes, Francisco do Reg
Barros, de que trata a inclusa conta.
Ao masmo. Tendo em vista o officio do
brigadeiro commandante das armas de hontem
datado, n. 143, autoriso V. S a mandar pagar a
inclusa conta em duplcala na importancia de
3<960 despendida com o enterramento do solda-
do do 2. batalho*" de infantaria Francisco Fer-
reira Leit, fallecido a z2 de Dfezembro do anno
passado. -Communicou-se ao general comman-
dante das armas.
- Ao inspector do Thesouro Provincial.-Man-
de Vmc Rogar pela verba Eventuaes a quan-
tia de 301100 devida companhia da estrada de
ferro do Recife ao Limoeiro, pelas passagens
cencedidns durante os mezes de Setembro e Ou-
tubro do anno passado, a presos e piafas do cor-
po de polica, conforme as contas juntas, sobre
as quaes versa a informaco dessa inspectora
de de iezembro do dito anuo, n. S71.
Portaras :
Para os fins convenientes, communico & C-
mara Municipal do Recife que autorisei. a 18 do
corretote, o procurador fiscal, da ThessurariaMe
Fazenda a fazer tt)M9ico do terreno de man-
nha sob n. 876, situado do Hospicio e perteneen-
te a essa cmara por compra feita ao Dr. Jos
Bernardo Galvo Aleo forado, mediante a flaantia
de 1:150* que foi arbitrada pela Thesouraria de
Fazenda.
f O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
deMvegacSo f;
Gripe do "
guerra. 3
tros cubico
companlna
nieou-se
OSr.
ag;
tal, a Ai
a que
hoje p:

-

ilhvs
-
*m>
puevincia doRto
indo todo* l.flftiiiue-
damtnto* de3t38o i
eJBBteV Comeen-
ndaalf das armas
nte da Qomparini Pernanjfcncana
mande conceder paaaagcm de r
Marque?, por MAtodasgra
rernyeft direito, no pporqua

FXPEDIENTK DO DI^M
Oflicios :
- Ao l. secretario da Assemblea Legislativa
Provincial.De ordetn do Exm. Sr. presidente
da provincia, transmiti a V. S., para o devidos
flus, o balanco da receita e despeza do exereicio
de 1887 a 88 da Cmara Municipal de Granito.
- Ao presidente e ven-adores da Cmara Mu-
nicinikjde Grrrtito.-Deordem do Exm. Sr. pre-
sdeme da provincia, declaro a Vs. Ss., que nao
chegou a esta secretaria a representago a que
allude o oflicio de 8 do corrente de Vs. Ss.
- Ao gerente da Companhia Pernambucana.
- De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
accMp o recebimento dos oflicios de 22 do cor-
rentejEm que V. S. communica que essa compa-
nhia TOedinl hoje ao amanhecer o vapor Jagua-
ribe, para os portas, do Rio Formoso e Tamandar
e s o horas da tarde o Jacuhype para os portas
do norte at o Cear.
- Ao agentada Companhia Bahiana.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do oflicio de 23 do corrente no qual
V. S. participa que o vapor Principe do Grao Para
chegado n'aquella data da Baha e escala re-
gressar para os mesmos portas no dia 27 do
corrente s 2 horas da tarde.
- Ao gerente da Companhia Pernambucana.
-OExm. Sr. presidente da provincia, manda
aceusar o recebimento do officio de hontem da-
tado cni que V. S. communica que essa compa-
nhia expedir no dia 14 do correte s 4 horas
da tarJe, o vapor Una em viagera directa e ex-
traordinaria ao porto do Cear.
das de Portgalf*coostates da carta de F approvadas a5 re80lucfles pedmdo protec-
DBSPACHOS DA PEESIDENCU DO.DIA 29 DE
JANKIRO DE 1889
ArtLur Vieira.Indeferido.
CapitSo Benjamn Constant da Cunha
Salles.Remettido ao Sr. commandante
superior da guarda nacional da comarca
de Olinda para mandar passar a guia de
que tracta o art. 45 do decreto n. 1.138
de 12 de Mar$o de 1853.
CapitSo Felinto do Reg Barros Pes-
soa.Remettido ao Sr. commandante su-
perior da guarda nacional da comarca de
Olinda para mandar passar a guia de que
trac* o art. 45 do decreto n. 1.130 de 12
do Marco de 1853.
Bacharel Jo&o Zeferino Peres de Lyra.
Paesa portara approvando a planta.
JoSo Fernandes Lopes.Informe o Sr.
inspector do Thesouro rovincia!.
Jos Joaquim Alves & C.Sim, com as
restricc5es do estvlo.
Bacharel Jos de S Cavalcante de Al-
buquerque.Concedo.
Jos Rufino Climaco da Silva.Informe
o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
The G-reat Western of Brasil Railway
Company Limited.Certifique-se.
Luiz Antonio Siqueira.Informe
fiscal da Companhia Recife Drainago.
Bacharel Luiz da Silva Gusmio.De-
ferido com officio i> hoje Thesouraria
de Fazenda.
Marianna da Silva Jess. Concedo
qua renta e cinco dias, a contar de 16 do
corrente mez.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 30 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Sr.
2.a
licia
Repartido da Polica
seccao.N. 106Secretaria da Po-
de Pernambuco, 30 de Janeiro de
1889. Dlm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que forain hontem recolhidos
Casa de Detensao os seguintes indivivi-
duos:
A' ordem do subdelegado da freguozia
de Santo Antonio, Jos Nogueira da Sil-
va, Manoel Antonio das Chagas e Manoel
dos Reis Sant'Anna, como vagabundos, e
Luiza Maria da Conceicao, por offensas
a moral publica.
Deus guarde a V. Exc.Dlm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Groes, muito digno presidente da provin-
cia. O chefe de polica, Antonio Firmo
Figucira de Saboia.
Thesouro Provincial
DESPACH08 DO DIA 29 DE JANED20
DK 1889
Quartel do commando do Corpo de Po-
Jicia, Gentil Correia de Gusjnao, 3 peti-
c3es de-Francisco Pedro JJohtreau, Olyni-
pio Jos Ribeiro, conta da Empreza Tele-
phonica Bourgard, Beuedieto' Marques
Vieira.Informe a (Jontadoria.
Officio do Gymnasio ernambucano.:
A' Coatadoria para os devidos fins.
Maura, Borges tC, conta da estrada de
ferro do Recife Limoeiro, Joao Caetano
de Ab/eu.- ague-sc.
Jos Luiz Alves Vella e Francisco
Ferreira Baltar.Ao Dr. administrador
da Recebedoria Provincial.
Henrique Florentino da Silva Santia-
go, 2 peticoes de Joao Joaquim da Costa
Leite, Arthur Carneiro de Almeida, Joa-
quim Galeno Coelho, conta- da collectoria
de Itamb, Guilhermina Maria da oncei-
clo Padilha, Joaquim Pires da Silva.
Hj vista o Dr. procurador fiscal.
DIARIO DE PEBJAIRDCO
RECIFE, 31 DE JANEIRO DE 1889
noticias da Europa
O paquete iogle Arato, que passou hontem
para o sul, trouxe datas.da Europa, que de Lis-
boa alcancam a 21 do corrente mes, adiantando
dexoito dias ia traiidas pelo Sorala.
nosso correspondente, publicada n rubrica Ex
tenor, eis algumas das demais aolicias trazidas
pelo ruTerid^ paquete, e que completarqiMt
imanh : #p'--.
Hepa*ftfc
'.'Escreve sabreheste paiz, em data de 21 do
"corrente, o anudido correspondente :
^Aiuda nao est conficniada ?a noticia da pro-
"** eptreVkita -ni B#afrilz, djsramhs de Hes-
~ e de luglaJerra. e da reuniao di-ttqaa-
__Ba**jqcJK e IrespanhoK.'Mliuate do
porto de San Sebastian.
No dia 10 deste mez foi recebido ho paco cora
as solemnidades do estylo o novo representante
do Brasil, o Sr. Regio de Oliveira. Tanto ho
discurso pronunciado pelo illustre diplomata
brasileifb, como naquelfe em que lhe respondeu
S. H. a rainlia regente, se manifestaram as re-
lagcs amigaveis que unem as duas naces.
Terminada a ceremonia publica, o Sr. Regio
de Oliveira foi apresentar os seus respeitos a S.
A. a infanta D. Isabel, passando depois a visi-
tar o Sr. Sagasla, presidente do conselho e mi-
nistro do reino, os quaes se apressaram a pagar
a visita ao digno ministro do Brasil.
Diz um correspondente que o ministro da jus-
tiga, o Sr. Canalejas tem perdido muito do seu
crdito por se ter esquecido dos seus princi-
pios democrticos e das opinies militares.
O Sr. Garca Alix, discutindo a circular do
ministro da guerra sobre a prohibigo imposta
aos militares de escreveieiii para os jornaes,
declarou, com assombro da cmara, que, por in-
termedio do Sr Canalejas, conhecera o director
da Correspondencia Militar, e que o Sr. Canale -
jas dava ordens aos miliiares sobre o que de-
viam escrever, 'tireito que lheS quer agora re-
cusar, defendendo a circular em questo. O mi-
nistro, debalde, quiz defenderse, porque os
deputados e o puflfico proclamarara a sua der-
rota.
O general Cassola fallou era seguida e disse
que circular do ministro da guerra nao pare-
ca dictada por um governo liberal, mas por um
governo absoluto, protestou contra os direitos
que se querem tirar aos militares, e insinuou
que nao pode haver disciplina n'um exercito
a que tudo arrebatam.
(Estas palavras produziram sensaco no au-
ditorio^.
Continuando no dia 14 na cmara dos deputa-
dos a discusso sobre a interp-llaco motivada
pela circular do minislro da guerra, o Sr. D.
Emilio Castellar proferio outro discuso contra a
intervenco dos militares na palitica ; lembrou
a recente qu;;sto do general Mat'ei na Italia :
disse que a questo dos militares obedecer e
nao mandar, pois a historia demonstra que to-
dos os generaes que quizerem mandar, causam
catastrophes aos povos-
0 general Lpez Domnguez er, pelo contra-
rio, que os generaes devem tomar parte no go-
verno dos Estados, tendo asseuo na cmara, e
recordou os servicos que os generaes teem pres-
tado em llespanha causa da liberdade.
O Sr. Castellar replicou que nao ingrato ;
reconhece-que o exercito tem prestado servlccs
libtrdade da Hespanha : mas que j passou a
ppofeados generaes revolucinanos.
N'este debate parlamentar foi interessante a
polmica entre os Srs. Redregal e Castellar so-
bre as responsabilidades respectivas dos mover-
nos de que flzeram parte os dois deputados re-
publicanos.
No decurso da discusso, o general Cassola
pronunciou urna phrase, que foi rauito applau-
dida, era que affirmou que a melhor prova da
disciplina do exercito era a impossibilidade com
que elle assistia estas discussOes.
Anda faUaram os Srs. Gil Sanz, ministros da
guerra e da justica, Romero Robledo e Cnovas
del Castilho.
Nessa mesma sessSo da cmara houve um
vivo incidente:
O Sr. Sanz, deputado zorrillista, qualificou
acto de rebellio o pronunciamento da Sagnnto
a favor de D. Alfonso.
O presidente da Cmara chamou o orador
ordem
O Sr. Sanz accresccntou que os zorrillistas
esto decididos a nao mudar de attitude ; s
mudariam mediante certas eondicoes.
O Sr. Sagasta perguntou: Quaes condi
cOes ? 0 Sr. Sanz respondeu : O restabe-
lecimento da constituico de 1869. O Sr. Sa-
gasta fallando do discurso do Sr. Sanz, disse :
" Contm cousas sem senso commum (Protes-
tos da esquerda).
O Sr. Azourate, republicano, disse : E'
urna falta de polidez ou urna rebellio ?
O Sr. Sagasta conlinuou o seu discurso comba-
tendo enrgicamente a tbeoria dos direitos do
exercito a fazer pronuncamelos, e disse que o
exercito smente o braco da le, e a sua nica
misso fazer respeitar as decises dos poderes
pblicos.
Terminado o debate relativo circular do mi-
nisterio da guerra, no dia 17, comegou no con-
gresso a discusso das reformas militares.
Nesse dia houve conselho de ministros presi-
dido pela ranina; depois, os ministros reuoi-
ram-se no ministerio dos negocios esMingei
ros-
Parece que o governo est muito contrariado
pelas esteris e prolongadas discusses, Jirando
o tempo necessario para o exame de projectos
importantes
Dii-se que o ministerio resolveu intemr o
menos possivel nos incidentes que esto sendo
suscitados, deixanBo aos deputados a re/ponsa-t
bilidde do tempo perdido
questo da ordem publica pppoccupa ou-
Ira vez o governo*
ltimamente no conselho o ministro do reino
apresentou aos seus collegas varios telegrammas
de diversos governadores annuneiande certa
agitaco entre os elementos revolucionarios ;
e oOtro de Paris, annunciando a desapparifo do
Sr. Ruiz Zorrilla n'aquella capital.
Parece que o conselho accordou em adoptar
certas medidas prevendo os acontecimtntos.
Entretanto, os amigo do Sr. Ruiz Corrida af-
flrmam que este ao desappareceu em segredo
de Paris ; mas qu abertamente parti para
Londres, onde o levam assurapos particulares
Os embaucadores de Hespanha em Pars e Lon-
dres preveniram com effeito o gabinete de Ma-
drid que o Sr. Ruiz Zorrilla pensava em urna
nova tentativa.
Segundo'as infdrmasoes d'aquelles diplo-
matas, o Sr. Zorrilla iriaja Londres, embarcando
alli um certa numero de emigrados hespanbos
em dtreceo ao^Perrol, onde desembarcara, e
espera va que a guarnico d'esta praca sr sable-
vasse e flzesse causa commum com elle.
Dado o caso de se maograr a conspiracao,
Zorrilla voltaria a Paria.
Pelo sim, pelo nao, as-autoridades hespanho-
las tomaran) todas as precaucoes. .
Segundo noticias officiaes, porm, o Sr. RB
Zorrilla ja regressou Pariz. .
A 16 do corrente realisou-ie em Madrid
a segunda sesso do congresso da Liga aararia.
Diversos oradores pediram a redaccddos impw>-
um impojtto
juros da divida publica.
Um orador disse que os portadorel de ttulos
do Estado nao devem' oppor-se a crfac&o deste
ultimo imposto, porque d'outro mouo ebegar
um dia em que os agricultores e osrindustriaes
esmagados por impostos crescentes do podero
pagar nada.
No dia18 terminaram as sessoes do|o&gresso
o para a industria e agriculturi|eeducro as
aespeziis e impostos sobre db-
vida publica. O Sr. Gamozo declarando que jul-
gava a islas resoluces compativeis como^to-
gramni;i do partido doSr. ".Sagasta accrescniP
que guardara fidelidade ao referido partido, ao
mesmo tempo que aguardar o programma da
Liga Afrana.
O mmBtro de ultraiiiai.- foi autorisado a coa-
traiai i-mu um compajiliia ingleza a collccacao
'a ilha de Fernando Po em comramcacTio cofri
ilha do principe e o continente africano.
O Sr. Albareda, novo eiubaixador da Hes-
panha junto da rainha Victoria, parti para
Loadrer. A municipalidade de Madrid approvou
o contracto de um empreslimo de cem milhoes
de pestilas.
Receii-se grande conflicto em Valencia por
causa c i chegada alli de grandes carregaces
de v i ni os italianos.
Projer.ta-se urna reunio em Tarragona dos re-
presentai :es das casas commerciaes francesas
em Reus, Tarragona e outras trras impor-
tantes das provincias que se dedicam ao tra-
fico dos vinfios, a fim de se prem de accordp
para fecliarem os seus armazens e darem por
terminados os seus negocios, to depressa teL
nhara noticia de se haverem desembarcado os
vinhos italianos chegados do porto de Tarragona.
Teme-se um conflicto serio.
A 14 deste mez rebentaram em Madrid maia
dous petardos de plvora, um s 10 horas e um
quarto da noite porta da casa do Sr. Romero
Robledo nao causando nenhuma desgraca; ou-
tro s 11 horas da noite porta da redacto do
Imparcial. feriudo levemente urna vendedeirade
jornaes. As detonaces quebraram os vid ros e
produziram grande alarma. Continua va a igno-
rar se cuem fossem os autores destes atienta-
dos.
Outra bomba, e desta vez terrivel, estalou na
chamado escada das damas, do palacio real, ape-
gar de por ella nao subirem as damas da rainha.
mas s empregados e o publico. A detonaco
foi tal t to grande foi o alarma, que os guar-
das ala iardeiros da rainha pegaram em armas
e prepararam-se para a defeza, pensando que o
palacio ia ser atacado como em 1841 pelos gene-
raes Concha e Len.
Cham dos pelo telephone acudiram os minis-
tros e ar autoridades. Tudo foi intil; nao ap-
pareceu o autor do altentado Este, que. em
carta anonyma, escreveu ao governador, disse-
llie que disparara 39 bombas e vai em caminho
de realisar a sua promessa. A opinio geral
que isto'nao passa d'um gracejo de pessimo
gosto, mas que nao tem alcance poltico, nem
significa hostilidade s instituices. Entretanto,
incommoda e tem posto em sobresalto os madri-
leos.
Ha dias foi encontrado no atrio do Tanco de
Hespanh i um cartucho explosivo com o rastilho
acceso.
O port-iro conseguio felizmente apagal-o, evi-
tando a ;xploso.
Tambt m se nao descobrio o' autor da tenta-
tiva, qu revela urna audacia inexplicavel, por-
que a porta do Banco hasempre varios guardas.
A 18. \ uoite tebento|4em Madrid raais um
petardo pequeo.
Mis: No dia 18 rebentou em Madrid outro
petardo, que nao causou desgracas, continuan-
do a ignorar-se quem o deitou.
Dizem de Barcelona, tambem n'essa data que
a explo io de um grande petardo de dynamite
dcstruio i andar e sobre-loja de um predio n'a-
quella ci lade v
O era o da caa ende se deu a exploso ficou
gravemente ferido.
Parece, todava, que principia a desapparecer
o mystei.io na questo das bombas explosivas.
Foi nomeado o Sr. Rodrigues Zapata jniz es-
pecial pira este processo, o qual prosague com
a mxima actividade.
Esto j presos dous dos indiciados, aos quaes
se attribuem as maiores responsabilidades.
Foi augmentada a polica do paco e fallase na
demtss: dio governador.
Em caia ao Sr. Moret descobrio-se outra bom-
ba, que, por fortuna nao chegou a rebentar.
Os polticos velhos teem observado n'estes
ltimos lias muitas conferencias entre os Srs.
Martes, ioret, Puigcerver, i assola e Mon
Ros, c sospeitam que os demcratas da maio:
tratam di* reconquistar a sua independencia per*
dida, inoduzindo a discordia no fusionismo, e
constituiudo at um verdadeiro partido sob i
chefalur.i do Sr. Marios.
Espera-se em Madrid o ministro hespanliol
m Tangir, Sr. Diosdado, que vem participar ao
governo o estabelecimento de urna fabrica d'ar-
uias em arrocos para os italianos, com a appro-
vaco de sulto.
O ninistro do reino negase a entregar ao
Papa ai. reja dasSalesias em troca da dos Ita-
lianos, que foi demolida. .
Aprovadevelocidade pelo navio subma-
rino Pernl deu os mais satisfactorios resultados.
- Ha poucos dias o Imparcial de Madrid pu-
blicou um importante artigo acerca das cqnees-
ses obtidas pelas diversas nages em Marrocos,
observando que a influencia da Hespanha tem
alli diminuido muito. Attribue este tacto a le-
gaccht spaaholam Tnger, e apoltica desas-
trada me o seu chef alli tem seguido.
0 I uque de Madrid eontiibuio com doze
contos i i res (forte) para a fundaco do novo
jornal carlista madrileo El Correo Espaol.
A llainha de Hespanha agraciou ultima-
raeffte ecn a banda de Mara Luizaa Sra. D. Ma-
rianna fl.-- Siqueira Barreo de Martens FerrSo,
emhaixa -z de Portagal em Roma
Esta resolvido que a 23 do corrente (Santo
Ildefonso) dia do Santo do nomo do Re, ser
concedida amnista a todos os reos por dectos
de,imprnisa.
Affirma-se tambem qne vo ser indultados os
condemnitdos polticos de Badajor e de la Seo
d'Urgel, : em como o duque de Servilha.
0 brigi.deiro Villacampa ser transportado
PeninsuJn
Teem sido effectuadas novas prisesde
pessoas uuspeitas de collocarem bombas as ras
e edick ;.
Na i esso de 19 da cmara dos deputados,
foi rejeitida por 69 votos contra 81 urna pro-
posta da ninoria republicana pedindo amnista
para tados os delictos polticos. Os republicanos
e os refoimistas votaram a favor; os ministe-
riaes e o- conservadores, contra. O Sr. Sagas-
iadeclama antes da votaco, que a amnista
era attrilmicao do poder executivo e nSo do le-
gislativo.
EXTERIOR
4o
Corre poodeacla do Diarlo
Peroaaabuco
PORTO 5ALLisboa, 21 de Janeiro de
1889
El-rei i. Luii melborou e j tem apparecido
no theati ) coa sua auansta consorte.
O Sr. infante D. ARoflso, que antea
costuma dar sempre um bom pass:
volta da strada do Monsantt, proi
ca, onde ia urna viella estreita, '
carregad de farinha na frente J
rade por tres machos nov
hespanh' la, sendo dous dos muai
prximo ce wpiuii-
,mo orroca
HU I&l

...
P




\
O carn
ouvi.
01. ''
^le diversSe* o hili
ia rarem-no em suas oji- rara e moos c
iffastou-se pouco. oh fe queoo jtiet. nio deixa^e <> inimotoM sw\*x ****<*,,- taurfihachicn i rararem itow m.Unar> ' na alteza eslartou Mcarru- Tendendan, quejulea (ntrever na pollina ilojaVli!"-' cupe dio de un or rt'M^if,,.,. ?*-0 aeP<>sano intir
" Ten. 1 % Prestou tnuilos sm3fc .. osioureiro STTS,-,::'lflu Iciappniceu.ile casa.
lYimctramente, qescoiiflor d< : qu asa pahtH tt pagar a* ultimas hoaooa*)
para, o lado, ti continuando
rretra detenfreada
aparara d) vehieulo.
anidante do orden-D. \u-
im^svj criados ctihfram *ia
vua alteza iiiteraljuuto cobrto flod,
laniu atusoo o pulso uiroito
sem nenhuai ornen jaawai
, au -ou_iiiwi
Si *
jogo
O pricip*
l'araty
tradc
> acoa* ntettaar
4a,. ..nana* sa-fa^ouno ostia* de waan-
fica crauateiidoaBeaj u cae m\ qa*" o"*Uj-
uleu dador Costa IVr reta, quf lomba e ftawal-
gumas ron'tusjaja*
Os pachos dtiSr. irfaaafc laaru.n-irme-es-
tado. priucipaiaaeit! esa snAda^a-se coiBeii-
ticqui- o polica, qa> ;*< a cra{aBB>ue see-u-
ral-os"prendesae o.wrwPirv
A urna pobre niuHMr do so*ique me upr*-
entou agua n'uraa bacia para lavar as raaos e o
foto agradcceu marto alfavel dizondo-uie que
aquella lastimaTn que licara, s em ura tanque
poderia lavar-so.
Alugou um trera de eocheira, que ha naquclla
estrada-a-regresa*aaon, ataquanlo osera-
dos, untando os fragmentos do carro os levaran
n'uraa cairoca para a Ajuda.
I).- lanteJI'O Sr. D. AtfcinsO-aiiparioou nu Ave
. oda a euvaluVcon o seuofliciai as rdeos, como .tente as suas relrfcoes con. n poder .rao aN
* na.l*faetive9seacontecido, o que To-urna to* mo.-trando a questi.racuta da jeII; w m que .
.-i,. boa vontade resolvera fcilmente ede que a iil
licidade
O pnocipt
tem rauitas
synif:

ca, no n empeiiho Jiajtoua\ei fle augu5-
tar as receitas publi -n sem recorrer U'ibula^
rao directa, nao lia lia eicrayulo eaasacalicar
s conveniencias tUsaes oa direitos, tntcresseK
esperaneas do trabadlo e do trafico nadonal: q
?uconijaay
pa Iremer VPP
aise
en| Unje r'MNi
larwenii^d(.
otnmwciu e dan-
i [i> dic
adftf (*mam*mo y a ind*^Mn
j!irt*iift-. esi de /j#:dr eon elie-; teiHWire:iefWfu's de qae >' sen inteu-
ta-iniphmiar pki pai? ain \;u$o regiraeii*de pri-
\h-i-w .w7Vd.tnis i;:tere.-e? j feridowou- -^ J5f pOM ameaeados, pomo os dos moageiros e exportadu-
res de viahos.queixam-se amargamente ea sou-
dariedade de todos, os interesses similares re-
percute-Ibes asqneisas.
Cbegou-se ao, eU*mo de considerar os ac-
tuaes goveruaiftes co fio ininiigos declarados da
classu couraercial. e portauto, esta c'asse, um- V
a concurrencia desune ordinariamente, mas que
a conviccao de um piftgo coiniuum loriii- coifl
pacta, vae-se loman lo suspeita, indcil c resis-
- ramootst
a
do-
tare '!
tos r
~ym gca real-
j> ai -bi'U (1
av' it

patillas, porque
possromcorar;*) de ourr generoso, doste
mido, tafante. um V(rdeiro principe de sangue
pela sua affabilidade constante para todos, seja
ijual l K noeltratulteza esteve em S. Carlos.
Os Srs*doatif de Bragantu j regreasaniaida
* villa 1- >tinriqne (provincia d-J Sevilha). onde
tinhaiiiklopausaralgow das cora seas patee
sogro, ok Srs. condes de Paris.
Quern tempestado' perigosamento'enfermo cora
um ivrtfriamenlo O Sr. Hilante I) Augusto, ir-
Haod"el-rei. Hapoucos das sua vida esteve
em perigo. Vesicatorios sobre vesicatorios, con-
ferenciat o> mdicos repetidas, cuidados e dis-
vclos u?hj olHido que o uobre i-nferrao sinta al-
gunsallivios: mas parece que |lhe descobno
ambena. alera da recahida da pneumona q_uc
,uvera, uina leso cardiaca e o seu esUdo lin-
da muito melindroso, apezar do iKiletira do Uta
rio do detento continuar sempre a dizer que
. sias wagestades e atteaas passaai sera nov
dadnin euas importantes saudes.
El rei. a raivna e os principes teera ido todas
os dias faaer-lbe companhiauo pago das Ni*ees-
sidades t grande num"ro. nao >de pessoas da
corle, mas dapoilica, do professorado, do alto
e baixcommercio tem ido inscrever-se aquel le
'palacio e informir-se das melhonu do Sr. in
laote,
Sua alteza desde- aquella terrivel moleste que, a custo foi salvo, tetido succuraliido os Srs.
D. Pedro V, D. Joao e Fernando era 1860 nuu
ca mais goou boa saude. As extremidades
teem-lhe ochado e continia em trataniento.
ViYo celebrar-se preoes na s patrianclial (olas
melh iras de sua alteza o Sr D. Augusto.
Terminnram a docorrente as sesses I >
Congre^sa Agrcola, que foram tres, (tcongres-
,so perdn toda a importancia, accentuando-se a
mais eomplett anarchia as sua* re9olu^0es, a
perdeu-a porque resolveu-se alinal pedir um
aarra de cousas ao governo. procurando cada
qual chegar a brata sua sardiiHia on defender
as mais inesperadus ideas, conforme os nteres
ses de cada um dos preopinantes.
Os verdadeiros lavradores c1 que ja agora de-
vera estar convencidos de que nao cora deca-
acdaa anaixonadas e esteris que pode melho-
aara iiaifiiliiajii" Nao dos pseudc-salvado-
res que ellas podera esperar o remedio qoe de
sejara ao mal estar de que se queixam. Quasi
todos esesdeclaraadorOb eraru tanto lavTadores
como en que Ihes estou aqui escrevendo.
No primeiro congresso agrcola liouve a in-
seiisate de injuriar sem tom ero sora o coni-
merc.o e a industria do paiz. Pois no segundo
congresson taque reduplicon e tornou-se anda
o mais accentuado e intolerante. Seocom-
mercio e a inJustria, diz urna folha de Lisboa,
quizescm fazer reponsaTols os lavradores
pels iramcrecidas aecusaces qoe lhos foram
tenas, o desaggra^o coltocal-os-bia Turna situa-
jjo deplora val, nao so perante o paiz, coras per-
ante a saa propria consciencia de liomens de
tem. A icneosidada do-eoHimereio e da in-
dustria nacional limitduse ao dusaggntvo do
protesto. -
Nao se limitarara os oradores do congresso a
aggredir o commercio e a industria; mas atira-
rau-sc tambera impronsa como S. Tbiago aos
oouros. As phrases incoovonientissinias que
all se soltaran contra a nobro instituicao da
impreiisa. acabaram de determinar as antipa-
thias cora que toda ella qoalincou o congresso,
em que apenas se rcvelou indisciplina e anar
cbia.
Como os cooCTessistas tintaam passagem gra-
tis nos caminhos de ferro do Estado: (sol e
sueste,Sfaho e Dooro) veioeom poder de gente
por patuscada para se divertir em Lisboa; nos
outros-caraiaaos de ferro, norte, lestey Beira Al-
ta, etc., ele, havia 30 por cento de abatimeiito.
Ments perito-' ve, mas a competencia d'uns e
d'outros aro palmo de trra, em'sabtftn pegar n'oiaaen-
cbada Oo dirigir urna lavoura, a fallavam pelos
eotovella.'dizooda. muito oheios de ai inconve-
ienciaa de tado o caliare e blasphemias econo-
mifJiS'Oe tretne.
Da sesso resultou:-^a federacao agrcola dos
toradores do Alentejo; a \-oragio das cohcIu-
es "lo parecer da primeira seccao do coogres-
co sobre vinhos pedtodo a elevaco do imposto
sobre o fabrico, venda e importaro do aicool,
instando pela formacao de aasociaves vincolas
com subsidio do governo, approvando a forma*
cao da Companhin VinicMa do Norte, pedindo a
feduegaodos direitos sobre os vinhos das colo-
nias, considerando machinas agrcolas os appa-
relhos para fabrico de vinhos e aaeites. sentan-
do de conttihicOes os llagares de azeite, recla-
mando a prohibicao da exigencia da entrada do
gado destinado ao ratadouro, em qualqaer mer-
cado, etc., etc.
O primeiro congresso agrcola, o de 1878, deu
sostos ao governo e desse estado mental resul-
taran! parir os que gritavain mais as rolhas doces
de varios syndicatos subsidiados* appetitosas
C0O Ces--V"
Do segunda vio-se agora o governo fazendo
coro pora qua*i toda a gente sensata. O Pon-
tos Ha <\e Brdalo Pinneirn, o celebre carica-
turista, synthefisavam n'uraa pagina alegre o
rmpante leo dos campos, batendo as portas da
cidade. mas d'^ papelo e posto sobre am estra-
do de rodinhas vindo comer mo dos minis-
tros.
O das obras pubhcas e o da fazenda eslao-lhe
atettendo massarocas de milho e palha pela boc-
ea abaixo e dos olhos ventas e varios rombos
e buracos no corpo da fera surdetn i'abecas de
eoiigresiistas assaz conhecidos assomand por
baixo da rauda do leM a frgun. daqualt dos
con"ressis'as que na assembtea maistiostilisa-
va ai.nprensa peridica em destonrpostos ber-
reiros. ... .,
O Sr. Dr. Pinto Cocdho e quera puxa o leuo doa
campos por uina corda, como qualquer fedelho
pede puxar m boi ou um cavallo de papellao
pela Casa tora. ,.-,..
A questo da sellagens dos tecidos e que se
vae azedando, sobretodo no Porto. A agUw;ao
tresce,pode*rgrate: dignmisto ao yotxmoes-
crevia daouelle cidade para o Da, o seu corre-
porwlente lia pou <*- diag.
Realmente a agitaiuio p >de ser grave porque
tem canses complexas e ramilicacOes extensas.
A questo'da sellage por si so, nada valeria,
porque o Bmnistro da fazenda l>m razQo; mas
"X^TpaMMlM J" """' T"-'"'" das couipa;
mirillas que poz o alto comraenio do fado dos
j^Ktavr."antes aretallib o do porto de l.eixes.
aoj nacJo raapira repugnaaeias naioria
na
desaari-
;: un sem raMoero de desconUm-
ados ob ado,- produzidos por
botariaa e flscaes, eltodos
:>s det'.Tiuiiarara urna corrent.
ios53o e resistencia ao'govbni
que a -i'iica vae engrossando com
vressistas dietadeufe confes-
nn o mais franco desassofla-
lionio Eanes cora a ua-ioo-
iiasrteaaB levidos termos-.
\* apezar da etasse commercial dever
BaMarie Carvalbo, ministro da fazen-
vontade est.extrahindo.um tconflicto
davel.
A situacao, contem|ilada com itaparcialidade
esta. Al.u da oppjsf^ao Bolinea, o gorcrno
cometa a ter una up|xsicao bem mais podero-
sa, de classe e de interesses, que rae vai dar am
Ullia enf todos os'ter.-enos favoraveis que se lite
depararein.
Olhando bem par a a id tac fio do Porto, lia de
veratraz d'ellaaim dos nejSciaotes ou pwduc-
toucsdti tecidos, os exportadores de vinlios ; as-
sira como amanlr, quaudo se levantar de novo
O'conflicto insanavel provocado pelas eompa-
uliias vinicol .s, o conuuercio de retamo, os loi
gistas apparecerao a dar forca as jminifrfsta'
i-Oes desses exportadores.
Na questao da stdlagem, como era todas, e o
Porto uera toma a dianteira na resistencia e na
hosiilidadc ; mas os coramerciantes de Lisboa
acompanham-n'o, pelo menos com as sympa
thias e os votos.
Ora islo pro va que o coramercio na sua gene-
ralidadecst descoottnt(%e irntado com a poli-
tica ministerial,io que dito por urna folha pro-
gressista e escripto por um inerabro da maioria
parlamentar, ainda tem maior valor.
A raesma folha entende que 6 perigoso af-
frontar este descontentamento e essa irrtaeSo.
Parece-lhe antes indispensavel que o gover-
no por actos bem convincentes, aflirme o seu
proposito de manter e respeitar os principios
de liberdade commercial e industrial, deseabs-
ter de novas concessOes de privilegios e de no-
vas organisaefies de monopolios e de subordinar
os interesses do flst aos d"a prosperidade pu-
blica, deixando-sc de peias e restrieces e de
svndicatos.
Compre, emlrnr, que remova as causas geraes
i|ue determinara e aggravara esses conflictos,
tratando de reconquistar as ronfiaitcas que |.er-
deu i! de desvanecer os reeeios que inspira, cum
razo ou sem ella Se o nao tiier, nem llie se-
r possivel o conservar-se no poder nem pode-
ria garantir a ordera publica, profundamente
abalado.
Do que se passou a 19 na praea do Porta, a
este respeito resam os telegratmnas publicados
homent era todas as loitias de Lisboa.
Eis o que dizein dalliao Jornal doCommfi-io,
regenerador:
Porto, 19, as 5 h. e JO m. da t.
- Bsteve importintissima a reuuio da asso-
ciaco commercial Tomaram su estas resolu-
coes:que urna grande commissQo v |>edir ao
rei a revogaeao dalei da ellagem dos tecidos.,
e annullacao do contracto da companhia Vin-
cola. Esta coramieaio segu amanh O, para
ah i e que fosseiu desde ja feciradas en sigoal
de luto todas as portas dos estabeleeimeiuos'
commerciaes desla < iuade e de Gaia. Foi arvo-
rada a meia baste a bandeica ao edificio da
Bolsa. Logo expedirei telegramma desenvol-
vido ".
Dos telegramnias expedidos para osjariiaan
progressistas, coasta aaiSi que os coiuraeroiad-
tes do Porto, reunido na itolsa, reaolveram nao
aceitar a conciliaco propodt ^telegraphicamen
te pelo ministro da faieoda, e nao querem a sel-
lagera, sejam quues orera as modilicaoGes ia-
troduzdas no reguUniento.
Terminada a reunio, dirigram se ao editicio'
da cmara munieipale, encontrando o pceoidei-
te pedUaia lbe para que solicitasse.de el-rei a
revogseflo da sellageai e das companhias vin-
colas.
ODr. Antonio de Oliveira Moateiro respon-
deuqoe reunira a vereagio e que Ihe apresen-
taria o pedido dos commerciantes.
Acooselbou prudencia e disso que a reoposta
do ministro facilitava u negociaves, que po-
dtam dar resultado -.atfactorio para o com
mercio
Em vista disto, os negociantes reunirau-se
novamenle, resolvendo depois de violentas dis-
cussOes, que o tribunal commercial suspendesse
os seos trabalhos : que os estabelecimentos fe
chassem ; que a banieira da Bolsa, se conscr-
vasse a meio-po quo no domingo 10, fosse a
Lisboa urna commisso exnor a el-rei o pe-
dido.
Eflectivaraente, alguns estabelecinieotos fe-
charaui meia porta.
Na reuniio, o Sr. mitas Fortuna lembrou que
se reenviasse para Lisboa o coracio de D. IV-
droIV (!)
A' reuniio da Associaco Commercial pre-
sidio o baro de Masrellos. Pallaram Andr
Avelino, Fernando Mirerra e Alfredo Ferreira,
do qual foi a proposta para irem ao presidente
da cmara. A cornntsao que vem a Lisboa
composta da mesa da is-neiacn commercial. do
e.entro commercial da commisso de vigilancia
dos vinhos, da dos teduos e do jury ceoimer-
cm] e commerciaates que oueiram adherir. A
cominissao parti hornera (domingo) de tarde.
a cmara dos deputados, tem-se gasto o
lempo em varios tirotuos e escaramuzas, dan-
lo--e apenas nos primeiros dias incidentes rui-
dosos que cessaram porque a imprensa todos
cabio a fundo sobre o pessimo servico que os
irrequietos da minora ou minora estavam fa-
zeado as instituices, cavando-lhe o descrdito
a levando ou antes arrutando o parlamento ao
ultimo grao do desprestigio. Ou foram estas
cousideraces, ou outras ule decoro e pundonor
.essoal, que de veras callaram no animo dos
abecas'de inotim ; o terto e que tudo lem cor-
rido ltimamente com placidez c cordura.
No dia lfr que principiou* dismssio da res-
posta ao discurso da coroa, reluaa esta qne
desbarata o tempo vindo sempre a faltar A ulti-
ma hora para o exame e estudo dos projecfos
de lei submelidos pelo governo a saueco ;ar-
lamen'ar. ,,
Foi o Sr. Julio de Vilhena, regeuerudor ser-
pista, quem encetou o debate, ticaudo ainda cora
a palavro para a aessao segrate, combatendo.
quasi. exclusivamente a polilica colonial a es
trangeira do governo. O orador, que muito
correcto no gen dizer e no costuma affastar-se
das normas de corteza e urbanidade, accaaou
o gwerno de se ter abandonado nos bracos da
Allemanha, promoveulo assim a inimizadu da
luglaterra, mas ao mesrao tempo increpou-o de
sobsemente para airn os inglezes. Concluio
dirigindo pbrases duras e aggressjvas a essas
duas potencias a, propci'odo"bloqueio da m- ,
de Zanzbar.
Hoje anda o Sr. Julio de Vilhena comiiup; i
moma owarquez de Oldrini, que durante mui-
to- arillos tora ministro de Italia junto a corte de
Lisbf Ha teoipos fra substituido. Em Lis-
boa catara em segundas aupciaa com a seAora
. arlla de Moracs Sarment, filha do falleci-
do visode de Moiicqtyo irraao do marquez de
vraw-da^a, S* Pareir. A irmi
di -enliora marqueza le OIdvini a senhora
coiidesslbna Anadia, O marque/, era muito es-
timado pela senhora D Mara Pa e por toda fa
nilia real portogueza, Ddaprecn que tambem
gosavu por parte da familia real italiana d tes-
temunli eloqcnie a sentida casta de pezames
que e rei Humberto de Italia acaba de dirigir em
seu nome a no da ranilla Margarida a consler
nada viuva do lustre dipioaiata.
OTa
3i.pagar
illticid
Cilra no
Mareo dP
'"""^iPdispensou a polica de se oceupar mais
>-~2iltt8*,Bnl,l01 ahi. que novamente sejatn recla-
ido uelor Pinto de Campos fez a su ZE2SSr'^ qU(i. "0Vi
tneatr da. ra dos Condes. ^*!9M*e^ serv,cs !
7.....mii.nif ... o ue Ja liOhtem Ihe perguntuva u
. namalheUira. que
mi' subi si-fiiM ''in beiif'i'iu dasir-
nias -irtri4i> t^ioldam e Mona 4Maj#tf#l*jj|o
" actriz
Hagan;> soitiigiiiu a
qiiM*Bc*'fmwM(.
- Twnbn* i da* sueownbio a nativo^ ir
doloroaos ptluc*i-irtOTu aenhbra eoodaaaii df
ira>tu'lant ll dtMaaJquez da.AI
e .invado contW ,!,- Fa^adaWCatitaiiB, *f ur-
da di gitima arkiooraeia levou o fceto a Tnuitws la-
da pi imeiru iitirezajdO'reino.
Aprumndov*xtreiaameate'Brecto no trajar e
as mane i ras, o velho Fquezflbni as suas Tai-
tas suissas prateadas, apresetitava-se eia toda
a parte com urna rosa na lapelhi do fraqi^;. ele-
gante como urn rapaz da mais lina roda, e sem-
pre espirituoso na cotiversaco animada dos bous
dictos;! em verdade um sentlemaii.
Como representante de una uacto que tao
vinculado est cora a nossa pela* all'midades de
raca e neo menos lelos parente.-cos que uera
as duas familias remantes, o marquez dojdoni
procurou sempre estreitar pelo seu 'pM-i'di-
mento, como habilissimo diploinata, essas auii-
gaveta e cordeahssimas relaces.
Este lucto abrange tambera muitas fauilias
nobres de Portugal. .
Acabara de-ser elevados ao paralo mali-
cio ouvido o consclho de estado, os Srs. Boiln
gucs de .Carvallio, chefe dj patido progreisista
de Braga e que tbi presidente da cmara dos
deputados durante algumas sesses parlamen-
tares, -e o Sr. Jos Paulino de S Carneiro ge-
neral de diviso, coinuiandaute da 1.' divisao
miliir (Lisboa).
Ia-ine esquecendo mencionar-mes que o
governo teve maioria em quasi todas as conimis-
ses de recenseamento eleitoral, com o que exul
tara-.n os jornaes progressistas, dando a estas
victorias locaes as |>roporfes de u:u triumpho
romano.
Os regeneradores serpios, tiveram maioria na
eleigode cincoenta e antas commisses de re-
c.mseamento, e os da esquerda dinstica, scm
Cantanhudc e |uco mais.
. srandissitoi victoria do governo deve attri-
buir-se a ter a sua machia administiatim bem
montada. As pequeas victorias alcanzadas pelos
regeneradores do grupo a que preside o Sr A.
de Serpa, querom dizer que sao determinadas
por um resto da antiga oaganisacao que Fontis
Pereira de Me lo dera ao seu partido.
Quanto i esquerda dynastica. e um partido
incipiente e ngora que se est orgaatsaado.
TeiBCOiTido varios boatos sobre supposlasiK)-
gociaces para a junecao das opposices serpw:a
e horjvnac a : mas pareoe que de positivo tula lia
Sorora.-comquanto esta ideia baja sido alvitrl la!
ma vez ou outra.
A misso chineza-a que me refer na mmlia
ultima, depois de ver tudo quanto digno de
ser observado em Lisboa e arredores foi para 8
Norte. No Porto, os estimaveis mandaras teem'
visitdo rambem todos os monumentos, hospi-
taes, fabricas, quareis. fortalezas, assistid( a
exereicios militares etc., etc. Gostava de lar de-
pois o relatorio que por lira-elles hao de fazer
das uossas iosutuicfles, costumes, curiosidades,
bail*, academias, escolas e debates parlamen-
tarerf-do-deu governo:
Chegou do Itio de Janeiro, onde oavr que1
fra alvo das mais esttondosasovaces a intel-
gente actri brazileira Cinira Polonia que dentro'
em trouoos das se tara ouvir no tiientro da Triu-
dade na opereta d Lecoq Girofltltrofl.
E- hoje em S. Carlos a penaltiaja recita de>
assignalura da Vam-Zaudt cora a L ckin de Leo
Delibes, de que j deu duas represcntacOes.
\ Laokm nunca tinha sido cantada em Lis-
ian, gradou muito mais na 2.* recita, porque a msica d'esta composigo nio
das que se. podem apreciar por completo n'uma
orimeira condicao. A Vam-Zaudt inexcedivel
esia opera, uxpressament escripia para ella1
pelo j boje celebre compositor {raucez.
Theopbik) Braga, o brhante e erudito pre
essor do curso superior de ieltras, e Laiz Au
gusto Palmeirim, a quem nos sens primeiros lem-
pos do poeta chaawvam o Braoger portoguez.
loram eleitos socios effectivos da Academir Beal
das Sciencias. Agora, aonuncia-se a eteic&o do
glorioso poeta Joao de Deus, como socio corres-
pondente da mesma Academia.
Joao de Deus tao apreciado como poete ly-
rico de priincica ordera. como pedagogista insig-
ne, visto que os triumpbos escolares e educativos
que a sua Cartilha Maternal tem alcancado deter-
minaram na passada sesso do parlamento a
ser-lhe votado [Hir unaniraidade urna pensao ou
ordena lo animal anlogo ao que em lempo foi
votado ao visconde de Castilho, |>or semilhantes
fun lamentos. _
A cidade de Lisboa continua a estar intransita-
vel. ineommoda e insalubre com o pessimo ser-
o sen estirado discur
Na" cmara dos purs
o Sr. Hintze H
auqr interpellar o ministro da fazenda por causa
da questo da sellagem, nao se realisando a mi-
t^rpellacao por nio estar presente o Sr. Mari-'
no de Carvalho. Como vtem, poia, a poltica
ionista procura explorar os descontenta-
rifeitos do commvreio [mMeDse.
Fallecou de rep tor de I* dasse
BMaeutada Piaio tanmte mu
t'taannos ilaaaiiaii I din i em U. Marii H os pa-
jidra que. em liogun.jem do theatro se chama
centros. Era do-teui|;, do Tosso, Emilia das
RosaTpai, etc. Mu
u incjontestavel raer Das nao
meno-; pelo) seu canxh r bonestidade. a sua
morte foi njuito
i; iodos os
llieatros dejtisb i offcio-
nado -'iithufia.su da- corridas de oiros, sendo
tico qne a nova corapanliia do gaz est fzzeodo,
na colloeacJo da tuhagera, simultneamente era
todas as ras, pracas, beccos e travessas, Unto
da cidade alta, como da baixa.
Todos as dias os jornaes referem caaos de
traubulnoes. quedas e desastres de varias pes-
soas e vehculos as vallas abertas para rece-
berenvos canos de ferro fundido para o gaz: os
operario* resolvem tudo a torto e a direit, par-
tera a canalisacSo da companhia velha, o gae ex-
travasa-so e tem havido at explosaes, como
ainda ha dois dias no Roco, subindoas chammas
do gaz incendiado altura de um segundo andar.
Outras vezes. sao os tubos da Companhia das
Aguas arrumbado pelas piearetas dos operarios
da ueva companhia do gaz, surdindo repudios
d'agua que alagam tudo durante horas inteiras.
As prologadas chuvas que tem eaido este in-
vern, achando as trras amontoadas a beira das
valas, produzem medonbos atoleiros por toda a
parte.
As eirianacoes do gax, as dos esgotas que sao
partidos pela gente que anda na fama ae coUocar
a noaa,tUDagem do gaz, e as das trras do sub-
slo cidade, impregnado de raliltraces de
todo o genero e da peior especie, lem produzdo
lebres. que a sciencaa denomina telluricas, eu
phonismo inventado pelos mdicos para signifi-
car toda esta pestillenria.
A accnmulafao de enfermos no hospital de S.
Jos a annexos, nuncachegou ao ponto em que
est agora: nio que as molestias sejam epid-
micas, porm, o certo que ellas, em grando parte
sao o efleito desU desastrosa conilescendenria
com que a cmara municipal de Lisbo* vai con-
-enlindo nova compaolna do gaz que faca as
. ousas d iste modo, pois o numero de operarios
quetraz Mnsufliciente para que os desmanilios
da \ia [lublica sejam immediatamente reparados,
rail c rasar dainos perigos encommodo para
itentes de l.ishr.a.
as.-iiiiipto se tera^ecupado a iuiprensa
todaale uiesmo era.artigos editoriaes, tendo
. |dA ao parlamento queixas vivissiBias.como
ainda ha pourw das as fez o Sr. marque/, de
Sallada na enmara dos pares, depois de lile ha-
ver tombado a cajruagem em que ia.para dentro
duna cavadc dos raes.
- Ba esgbtos parciaes e o- das sargetae acham-
n grande- parte obstronlos.
nomeado ditector do museu industrial de
Lisbda o Sr Joaquim fimenta TeUo, chefe da
i portieo do coraraarrio e inusfria-nn minialin
> obra* publi cas.
I), u-*-ha "oaco/traa caminho de altaiar.-prtas e rtotros objeews de
grande valor do thcsourn da S Paiaj-cal de
a.
A impreosa badalau tanto Qui
-cobrio que opadrw Ihesoureiro-roooor
da S os tirma posto n para sustaotar
'io urna judia quelite lem chupado
o? oios da cara.
rguntuva um jornal de Lisboa
capa d aspei-gls do revereudissimo prelado
quena converter-se em capa de iadres !
PaeaOe que o caso do dmm dea allalas-era-oo-
f^opoWtfia,! nHwn*JwHa muito na Bactirtatiu- dn S \ ma?
i#Wit)receitos cannicos pamV.mioB wdaa-
elp denunciantes, foi. i-orrendtvo-martmi.
nh- quo<'m bello da, sendb rmMadMm menino
:(('.- da-elNtor uina falta leve, o pnc do-dito inen
no.: que sabia da historia dos 4t caatt^ioa de
prata dos quaes audava i par lora ^'-e de-imH-
tas onta- coisas do raestno jnea. apitaMBe fmtio
so como-uma bicha nos itiaustvos du- S rtoa
tudo enrfratos iimpos, distando que em vez de
multarcm rigorosos urna criancola por tur viudo
mais Urde, melnor fra etc., etc., etc.
O escndalo saltou d'alli pacaos jornaes que
morrem por isso e o resto o que rrCb dito.
Novamente se tem bulido, e at na Cmara dos
Deputados sobre o caso succedido ha metes, do
bispo do-FMrrenlter excommungado-um funceio-
uario digno, o Sr. Sanea Prado por ter casado
com urna judia.
E' o caso de se perguntar, tambem, se o padre
amancebado com una judia, e que para mainel-a
erapenhava as prata e preciosidades da S, vira
a ser exeommungado ou nao *
- S. M. a lUinlia de Hespanliaacaini de agra-
ciar com a banda da Ordem ile Mara Luizu a
Sra D. Rita Pcssa de Barros (ornes, esposa do
ministro dos.Nexooios Estrangeiro.
O Sr. Conde de casal Ribeiro, nossa ministro
em Madrid que foi encarregado^do entregar
Siessoalmeute a Ilustre dama a carta recia, con-
erindo-lhe tao alta distineco e as respectivas
insgiiiias.
A mesma graca foi concedida- pela RdMn de
Hespanha a Sra. D. Mariauun Ferro. esposa do
Si" Marteus Ferro,!1 ministro uV Portugal era
Boma juuio Santa S.
A Junta de llygiene publica acaba de con-
sumir contra as uxhibices publicas de'gypno-
tsino.
Bealisou-se hontem o joatar olTereeido pelo
Sr. Conde de Penha Looga ao Sr. Visconde ne
Fisueiredo, no sea palacio de Bueiios-Ayres, para
o qual foram convidados os principaesllnoncei-
ros d'esta praca.
O illustre capiUlsta brazileiro parte hoje para
Paris, o'onde seguir para Londres alim de rea-
lisar n'aquellas duas nacas os grandes projectos
lintinceiros que o obricam a sabir do Brazil.
E' provavel que a sua volta, em Marco, S. Exc.
estabeleca em Lisboa a cafan filial Banco Inter-
nacional liraziieiro, cuja necessidade e meras de
nstallacao o Sr. Visconde de Figueiredo tem es-
tud.ulo. uestes ltimos das.
O novo paquete la mala rea! ingleza por
onde esta Ihes envo o Atmto, owi-t se reali
san os mais modernos |anerfeooam vegaco e do conforto. A imprensa de Lisboa
foi toda convidada paraum Umieh a bordo, pela
respectiva agencia n'esta cidade.
O Sr. Visconde de CorKa Botelho, (Ca-
mito Castello Bran.o/ cka antehootetn entrada
na casa de saude a Kntre-Maros. onde vai con-
tinuar o seu tratanieuto para recuperar a vista.
O Ilustre romancista supporta cjiu grande re-
siguayo todos os tratamentose conserra espe-
ranzas de sabir das trovas em que est lia perto
de dous annos.
Morreu lia das u:n porteiro do paco das
Deccssidadcs, natural de H-iliza. Deixou qua-
renU c tantos contos de ris fortes.
No vapor portuguez /a7a, transporte do
EsUdo, que chegou ltimamente da Asid vieram
uns tantos pirataSj corideiiifiidus una a degredo
para Mocambique, outros u longo lempo de pri-
so na penitencia central. Sao uns piratas au-
ilieotos, muito miseruveis e rotos.
Os tribunaes frnceles j proferirara a sua
deciso na questo famosa do embargo, feito
pelos portadores dos ritatos de D. Miguel, sobre
o producto' do ultao eraprestiino anda em ser
nos cofres de alguns banqueiros de Pariz.
A senteoca dos tribu iaes francezes declara
uulto, pvr Ilegal, o arresto feito aflirraa a in-
competencia dos tribnnaes fi-auccnes- para co-
idi'cei-m das pretensties dos portadoresd'aqad-
leS'tulos, e conderaoa-os nos custs e em per-
dos-e damuos. E" o raais que se poiia "deseiar.
Para este resultado cuconreu a attitud for-
mal e enrgica do governo portugaez e bom cri-
terio do nosso representante era Part, o Sr.
Conde de Valbom, que era toda esta questo
procedeu de um modo superior a todo o elogio.
A seutenca dos tribunaes francezes tem a van
tagera de fecirar de vez a porta a novas chicanas.
O contraalmirante Sr. BaplisU de Andra-
de, aa qualidade de presidente da mesa da as-
seinbla genal do Club Militar Naeal foi, ha dias,
entregar ao Sr. conselheiro Barros (lomes, mi-
nistro interino da marmita e uUraraar( urna men-
sagem d'aquella associaco, agradecendo-lhe a
iniciativa, que. segundo ella deprchende do dis-
curso da corda, S. Exc. ficou de apresentar
brevemente no parlaraealra ura ronjuncto de
propostas de leis tendentes a reorganisar a nos-
sa oiariulia de guerra, de modo a ussegnrar a
cabal elBciencia de to importante ramo de ser-
vico publico.
O Sr. conselheiro Baplista de Andrade foi
acompanbado pelos secretarios da mesa, os pri-
meiros tenentes Aleixo Ribeiro e Vellez Caldeira.
A taleniosa actriz Lucinda Simos, segun-
do ouvi, est organisando urna companhia de ar-
tistas pontuguezes para urna tourne ao' Brazil.
A companhia partir do Lisboa em Marco.
Fallecen ha pouco. mais de oito dias no
Porto a urna tisi .a pulmpnar Jos Estevao Coe-
lho de Magalhes, fuo 4o eminente orador par-
lamentar e irmao do matioso poete Luiz de Ma
galhi'S. Toda a imprenai deplora a perda do
raallogrado mogo, cujos obres pessoaes, elegan-
cia como verdadeiro sportman e sympathica ap-
parencia o toruavam querilo em toda a parte.
Segundo se l na Correspondencia de Es-
pana, o celebre esUdista heaianhol Cnovas del
Castilho acaba de publicarym livro sobre a
restauraco e independencia t|i Portugal no rei-
nado de Felippe IV, tratando
urna critica de investigaoo
meato.
Na sesso da cmara dos
docorrente, o miiiistro da faz
Cyrllo de Carvalho lea o relut>
de fazenda.
Itesumimo sao OS seguimos:
Orcameato para 1809 189U :
Beceitas ordinarias
Despezas ordinarias
Dficit. 6:3454770.
< (remenlo extraordinario
- Orcamento rectilicado de 1888-1889
Recebas ordinarias : 19.076 756*000
BeceiUsJextraordinarias 2i6:00B080
Total 39.32:765*000.
Despecas ordinarias .'j. 7.".H.:t'iiit:H
ttespezas estraordioarias 2.i30r728837
Totl geral 42.209:075*038.
Dficit 2.886:315*028.
Para tuzer-se face a esses excessos , za. nos dous orcamentos, o ministro tonta :
i- Com o saldo no eraprestiino de *'ti2 p. c,
1:435 contos.
2' Resrituicao da despeza feita coni o porto de
Lautfiea, 2:431 contos. *>
3 Bestituicao da despeza com o caniinho de
ferro do Algarve. 3:40.
Soni:na 7:006 contos.
Dficit ordiuai'io e extraordinario, ^132 con-
tos.
Saldo 3:874 coutos.
Garanta dejuro e de/icit extraordinario, 1:784
con tos.
Saldo doliniivo favora\el, 2:090 coqtos.
Os senhores leram bem ? Saldo, ram saldo
definitivo de 2:000 contos de reis fortes I!
O peior que a opiniao publica, admirando
estes evoluces de algarisraos, que conitituem a
sciencia orcamentologica, nem pela foituna se
n'solvo a tomar a seno esta promessa ie saldo
no paiz ondo o 'lefictt tem assumido os tpros de
uina instituigo veneranda e indestructiws
As propostas aprosentadas pelo ministro da
finangas sao
N. 1. Relevando o governo da responsaltlida
de em qve incorrou importando larinbas esjtrau
oaras
N i Reduzndo a 10 por cijpuy a docnaX de
junos, qne pela lei de lile .AJWWo de 1887. era
i por cento. e Rentando Jo pagar
cato de insolvencia do devedor;
N. 3. Reduaindoas Uxas dos imposto do sel
as lettras, e eliminando rfisposirea na calas*
4V tabella n. 2;
i ministerio da izeti la urna
11 membros, que formu-
lar urna ta"biJ dos gneros, qne
sirva ilo base ,......a avaliacSo do rendimento a
descrever as raatrizes ;-
N. .". i-ixaudoaquuntuidel.298:000*0i)0para
a despeza extraordinaria na metropole ;
N. e Reeita e despeza geral do estado tia .ulmlS l0 e colaf.ao nos ^^3 de Franca" e
metropole. Le de eocerramento de exereieio ingiau-ra; de pivfereucla. aos da California e o
de 1885-1886.
As propostes us 2 e 3 deviam causar as-
sombro ; mas a mcreduldade dos contribuinii -
eostuniados a serem-cada -ver mais depositados
lelo Cisco em cadn^sessfio logislatM; em vez de
repicar os sinos, reoetern'com friesa o prospec-
to d'essas redttcc9de impostos.
Brevemente se cun-titWM em Lisboa- una
companhiajiraitorlsinte. destinuda* ouatraejos
para operarios.
Venha ella, que,, por ora* a febaa.de construir
que se.nota em'Lisbnn fiajlei}r>raediad8'n.nada
os pobres, senao empregnndo-s- como'nrtHlnc:.
s casas mais baratas dos novos ^bairros sao de
1U04000 (fortes) para cima
D'essas ha bastante no bairro da CrccJie (ao
Calvario) e no bairro Estephania j hoje grandio-
so, com as suas dez ruas_largas, arbonsadas e
povoadas de predios elegantes, sadios e confor-
taveis.
Na Avenida da Liberdade, onde muitos pre-
dios grandiosos se estfio oditicando tambem,
nao seencontra urna habitaco para urna familia
pouco numero-a SCaBo de 300*000 ftortes) para
cima.
la rez de climisst de OOOSOO) e mais.
Venha, pois, a tal empieza das casas modes-
tas para gente pouco abastada, que muitas 6
milias abencoaro a sua iniciativa e o capital
empregado lia de ter boa remuru-raco. que a
bencao de que mais gostain os capitalistas o pro-
prietarios.
Os i'stwlantes do Lyceu Central de Lisboa,
desde que- obtreram do ministra do reino a mais
insensata das concepges, qoe andarera de
/> 1 e bolina; tem deiudo as mosihas de lora,
organisando assuadas ao professor de grego SXr
gusto'Epipbanio ila i Iva Dias, a ponto de ter
sido nessaria a intervuni;o da uolicia.
O conseibo do Lyceu conslituio-se era tribunal,
nos termos da le," para iuquirir d'aquelles dis-
turbios e applicar as penas escolares aos delin-
quentes, remettendo-os alm d'i'sso para os tri-
bunaes correccionaes, onde pagaran caro : ou os
pajis por elles, as suas espertezas o inso-
lencias.
E' preciso advertir que o professor Epipbanio,
comquanto rigoroso, mas justo nos exames, o
que Ihe tem alienado sympalhias, hornera de
grande estudo e erudicao como lalinisU e bel te-
nista, podeodo. se toase preciso, interrogar em
todu as disciplituM que constitaem o programma
de ensino dos lyceus, o qoe raro mereci-
menio.
Faz vida de anacliorete, nao se d com pessoa
alguma. s trabultio lectivo e estudo em casa
ou as bibliothecas.
Em chegando as ferias, todos os anuos, cil-o
ahi vai por essa Europa tora, e assim tem xisi-
Udo metliodicaraente a Hespanha a Franca, a
Allemanha, etc
Na sua ultima viajata deitou at Alhenas para
conhecer da verdadeia pronunciu do grego mo-
derno.
E' um typo rarte, concordo, este meu colle
ga: mas nao* ha oMigaca mais exacto no cura-
prunento das suas oirigces.
Os rapazes. desde qu virara a attitud enr-
gica do conselilo do Lyceu, ateuiorisaram-se, e
nao tora, ha dias, continuado com as suas alga-
zarras indisciplinadas.
ilaver 0U0 das o ministro da marinlia deu
conta de ura telegramma de frica, participando-
Ibe que o regulo Mcalo Maraawat proloslou safe-
misso. entregando o seu raudal, e recehendo
a enxada como signal de que deseja a paz per-
manente.
Guerra Junqueiro. o grande poeta da Morh
ile I). Joan e ila VeUaoe ilo Pudre Eterno trabadla
actualmente n'um grande poema: IVaatettm,
que ulvez ainda este anao ver a luz publica
U eminente poeta.tem tambera em va de pu-
blicagoi ura volurae de versos, na sua grande
maioria lyricos, excepeo do poeraeto 0 Deus
MUIido, que tambem figurar no volme.
L.
511 icia, vasilliame o pureza, se app#oximab
dos ni Ihores wnhos do centro da Europa. Ob-
tidos^ rincipalmeutc com uvas franoezas ou ame-
ricana enxertadas, estos vinhos saola testenu-
nho, p la analoga do slo, e das coodices cli-
raateri as, de que n'Amarica do Sul o fabrico
era gr; ide de viudo mo um sonho vo. A sua
proco
lili
lhos
te assuAipto com
muito merec-
mudos de 12
a, Sr. Mariaao
e propostes
40.(50:3314000
40.il8:Q76*770
1.2bB:O00AO00
pagamento'
i;\jnsir de aaaucar e vi
(Jornal (lo Cemnieirio da corte)
I
No edilicio da Escola Polytechnica est insul
lada, desde o dia 5 do corrente mez, a exposico
de assucar e vinhos. que urna das exbibiees
agrcolas mais coneorridas entre as que se tem
ensaiado no imperio. Iniciada peto esforyo col
lectivo de associaces, tendo por fim estudos
scienlilicos e praticos, visando ao progresso de
industrias especiaos, este exposigo destaca-se
da regra coraraura de nossos certamen- indus-
triaes, e entraa ordem das averiguaoes expe-
rmeataes. coja utilidade incontestavel. O
favor publico nao a tem desamparado ; perto de
8,000 pessoas j a viaitaram, e antes de seu en-
cerramento, nos ltimos dias d^ mez, prova-
vel que o numero dos visitantes augmente.
As pessoas de alte posico social e compe-
tencia que a tem visitado, reconhecoro quanto
pode influir em duas industrias agrcolas de
grande futuro e em outras que Ibes sao subsi-
dianas. A exposico oceupa quatro salas da
frente do edificio Excedem de duzentos os ex-
positores e de 2,000 os artigos expostos. A pri-
meira sala principalmente oceupada pelas
amostras de nossa antiga lavoura de assucar e
da industria de reGnaico. Poder servir de
ponto de partida para estudos comparativos. A
segunda e tereeira encerrara amostras e typos de
consumo de assucar dos paizeS estrangeiros.
Ahi o assucar de beterraba e o de canna, sahido
das fabricas aperfeicoadas e o refinado as me-
lhores condiyes, mostrara, em muitos casos, o
adiantamento que se tora ohtido na crysUlisago,
no apaoveitaraento da torca sacharina e no pre-
paro-externo do genero destinado ao mais exi-
gente consumo. Ao lado destes typos, por as-
sur, dizer, ide es do assucar, e que sao devidos
dedicacao de nosso corpo diploraaticoe consular,
figurara alguns vindos dos principaes engenhos
centraes do jwiz, e, a equidade mais escrupulosa
nao deixar de reconhecer quanto esta classe de
expositores' j se distancia das amostras da pri-
meira sala, e como em diversos pontos, se ap-
proxima das mais bellas amostras da Allemanha,
Franca IUlia. Blgica, Austria. Hespanha, Ha-
vana, Java e oirtros paizes em que a industria
saccharina chegou a>> apogeu no preparo e no
aproveitamento das plantas. Sentimos que os
engenhos das- provincias do norte estejam. aili to
escassamente representados, e assim perdessem
a occasiao de demonstrar, no esludo compara-
tivo, a utilidade doa auxilios jijovernameoraes,
mas as amostras expostos pelos engenhos cen-
traes do ceatro e sul o progresso real. Asse-
furam-nos que nelles se est operando urna evo-
luco singular no Xabrico, que. a nosso ver, al-
tamente profieRay embora outras opinies divir-
jam. Obrigados pelos usos tradicionaes de nos-
sos retinadores, que avaliam o assucar segundo
as conveniencias empyricas, e pelo desuso do
assucar natural ou pulversado no consumo orn-
muni. os engenhos centraes tendem a fabricar'
de preferencia typos para a refraacao e ex por
tego comraum. abandonando processos diflicois
e mal remunerados. Se, effecrivaraonte, conse-
guiremuuir pertoicae doa producios corara uns
a barateza do ousto, e, portento, o alarearneuto
das vendas, parece-nos que nao teria o paiz a
perder, attendondo vastidSodo slo e quanti-
dade de bracos nacionaes applicados indus-
tria sacchanna. Com o tempo e com esforcos
continuos e simultneos o uso do assucar crys
talisado e pulversado se introduzir na popula
gao e mesmo os hbitos maiores de vida confor- j.
tavel se diffundiro, exigindo mais perfeitos
productos refinados, que se approximera dos que
all osto expostos pela Franca, \llemanha e
outros paizes. At l os engenhos centraes nada
terio a perder com a applieaco de suas torcas
prodneeo de assucaros de taaior consumo."
A quarta sala sem comparoeo pose'
iais avuttada e variada exposic%3 de vinb s 5
lquidos aleoolicos nacionaes que at aqu se tem
realisado O numero de expositores exeedeu
espectativa e j se sotam qualidades aprecia-
veis. fazendo -esperar que em breve a pro-
dueco vincola, rao grado preconceitos e
retrogradas de industria, ser um artjgo
de commercio' interprovincial bastante. rehdoso.,
No centro deesa sala est a pyramide de vinhos
engarrafados do Chile, que era onalidud
o 400 rs.# litro que alli j obtem aqua-
dade vulgar desses vianos, nao- pare desani-'
laur-fli ssos vinieoltoreB. Pweee-nos que uo
ibi di icertadaj sua aprtsenuoo. comp typos
co.iifja ativos, fazendo funeciio igua. aos das
amoettas de aaeucar atranguitie.
O ponto que nossos economistas c lavrado-
res vhltem a- exposigo c a estudom, abando-
naiiil 11 praxeaaf aqaaoaguidl d raciocinar de
gabinoia, sobre !i,vrs e gaeetas, ou de esforcos
isoladi i, sem aproveitumeuto da scieucia expe-
rimcn'H. *^
O Ci iti' ila fiBtustriu e Commercio, a cargo de
quem < sta a expsito, e que. pacientemente e
sera desanimar, couseguio era longos mezes re-
unir airaelle conjunto de objectos expostos,
consta ios que usar de todos os meios para que
resultera utilidades prati. as do certamen. Os
Srs. Bi 'irardoflelsario de Souza, Antonio Fer-
reira da Silva e Malvino da Silva Reis envida-
rara os maioreS esforcos para alli reunir amos-
tras suiTicientes, que exemplifique o estado das
industi as e autonsem um juizo comparativo; o
Sr. Hi -mano Joppert obteve notavel concurso
dos eiigeauos centraes de nossa zona e a este
cavalheiro e competentes auxiliares se deve a
iustall; ;o methodica da exposico; o digno
presid He do centro, o Sr. Angelo Eloy da Ca-
inarc. nlin da direccao geral, consta-nos que se
encam ,'ou da classilicago e caUlogaco minu-
ciosa d is artigos exposlos e que j vai achanta-
da. 0 Sr. Dr. F. M. Draenerl est procedendo a
aualyst chiniica dos vinhos, lquidos aleoolicos,
assucaies naturaes e refinados. Do relatorio
desto c mptente professor'collieremos dados se-
gunea t d>re as qualidades dos vinhos de di ver-'
sas pro lucias, e o conhecimento de torea sac-
chanua dos productos da caima. Tal vez clie-
guemo; assim a conseguir indicacOes certas so-
bre a plarisayo comparada do assucar das pro-
vincias entre si ou em relaco ao estrangeiro.
Sabe-si que esta classilicaQo scienlilica .a que
predoni na nos mercados principaes. de consu-
mo, cor o Londres e Nova-York, e nao pequeo
prejuiao tem causado a nossos productores e ex-
portadores, nao terera em visto este ponto prin-
cipal c' is classilicagcs estrangeiras. Sabemos
at que na abrogacao de diretos de exportado,
que sal 1 ament decretou o Sr. conselheiro Fran-
cisco llelisario, foram aqui etisaiadas algumas
tentath m de exportacio em ponto grande de as-
sucar, i: nao tiveram seguimento porque os nos-
sos pro uctos nao se regulavam petos tYpos usa-
dos ua luropa e pelas cndioes de poarisaco
necess; -as.
Alm (lestes trabalhos, resultaran da exposi-
co res orios sobre os productos oslrangeiros,
cora as memorias especiaos rocebidas, e'sobre
os productos nacionaes, que abraugeram copioso
o boa: determinado inquerito. Entre as memo-
rias viudas do estrangeiro, notaremos ura encl-
lente tiabalho exocutado em Franca, a pedido
do Sr. 1 isconde de Alios, que abraugo todas
as queslOes actuaos relativas ao assucar, e que
podera :.er estudadas sobre os typs por S. Exc.
cnwadi 5 expusigo; do Chile veo-uos urna
mumorj 1 excellente sobre a industria sacchari-
na naqu lio paiz; o Sr. Baro de Jauru, nosso
ininistrii era Berlim, enviou urna multiplicidade
iuoxceu vel de intormages sobre os notaveis
progres.-os da industria saccharina na Allema-
nha. A pedido do Sr. Visconde de Prasaass,
cnsul .eral do imperio em Hamburgo,o >r. Dr.
Clausscn, director da fabrica de assucarDorma-
gen, es.reveu, acompanhada de preciosas gravu-
ras de inachinisraos, urna revisto daindastriade
assuca na Allemanha, que dever ser da maior
utilidade .a nossos industriaes c agricultores.
Consta nos que ser largamente distribuida pelo6
nossos liomens notaveis e pelos jornaes da cor-
te e pioviucias, com o fim do diflundio a nocao
dos pregressos realisados.
Neste memoria vemos que a beterraba contm
13 a 14 :0 de materia saccharina,.e que o produ-
to succo.isivaraenteobtidoest caracterisado por
estes alyarisraos :
Anuo de, rabtdho : Qm.Javades: .Utuc obtido:
187273 '98,196 S.103
18777(1 124,392 11,366
1882-8:: 244,3'. 4 23,712
1883-81 237,158 23.548
1884 ~ 81. 254,968 28,106
1885-81. 177,200 20.003
1886-8; 207,148 1SJM
Ao pi ncipio obtinha-se por dia em cada fa-
brica 7:: 3 quintaes mtricos de assucar e agora
j se ot era 2,144, o que provm, nao de au-
gmento le horas de trabalho, mas sim da possi-
bilidade do fabrico de maior quantidade de be-
terrabasem cada dia. diminuindo assim as des-
pezas de custeio. Assim as grandes fabricas de
Allemanha, erara em 187273 apenas 324, que
operavain sobae urna massa de 31,815.108 qmn-
taes mtricos, ao passo que hoje-as grandes usi-
nas sobom a 401, operando sobre 83,066,712
quintaes mtricos. Este minucioso e como que
inexoravl aproveiumento das torgas explica a
razo pe-que a Allemanha operen era seu favor
tuna de.-locacao da producoo e commercio de
assucar, ao passo que os antigos productores
etndem 1 extmguir-se.
O Pen que estova as condicOes de nossa
antiga lavoura rotiieira, via, rpidamente; em
1887i8"8, a sua produccao descer de 809,022
sacas a 339.913. Nao sabemos que os pequeos
planudores de nossas provincias do norte, que
apenas aproveitem 5 a S / da materia sacchari-
na da caana, e apresentam no mercado reUmes
ou assuc ir bruto hmido e sujo, podero fazer
frente a uste concurrencia
E' preciso ver na colIecQo de inforniaeee da
Sr. Baro de Jauru como a Allemanha se esmera
no emprego de successivo aperfeisoamento, o*
estudo di estrategia fiscal, as exposices espe-
ciaes e permaaantcs oo, jornatisrao 'eobmea
as continuas inforniares itelegraphicas dos
mercade predoctor.'s e cwsumidow*, oto;, ate.
AquJla ramle naca caaareaewica qae ua
civilisac.'o actual os polticos de mfitaphisica
sao uta inachronismo, sao crticos incompeten-
tes do n mido indastnal, e que u paiz moder-
no tem obrigaQo de arraar-se de todas as pecas
naluta pila wdadesuas industrias, se quizer
ser indo jendoale eirespeitada. 0 verdadeirv
jogo dos estadistas est hoje na tabella econmi-
ca, e quen nao sabe mover as pecas raais do
que urna inutilidade, unt perigo" para a pros-
peridade publica.
Pode-so fazer ideia da importancia que tem
para o Biazil a industria do ssocar pelos dados
colbidos >;m 1887, sobre a xportacSo das diver-
sas provincias.
O calcio esta feito em kilogramas, e este :
Pernambuco......159.463:483
Baha....... 58.532:000
Alagoo.s....... 41.133:740
Rio de Janeiro..... 23:739:640
Waranho...... 14.378:163
Farahv...... 12.342:727
Ontraa provincias. ... 40.000:000
349 999:762
N5o teuiosidadee seguros sobre o Rio Grande
do Norte, mas sabeaes qne em 1886 1887, a
iua exportoyo de assHcar foi de 914:3563080,' e
no anno industrial 'anterior subir a.........
1 333:7i'i2. Quanto a Sergipe, a exportaeo
geral da provineia foi de 4.2l8:749334 em
18^61867, na maior parte assucar, e ;i era
H83 -1884a eXportaco attingira a........
7.482;lO4W00.
Esta ultima provincia que est bem represen-
tada na ,e).posic&6 contora 900 engenhos de fa-
bricar assucar. dos quaes 318 s montarlos a
vapor. Por esta estatistica de Sergipe ^e pode
ajuizar ds interesses-que se prendera i indi
tria de assucar no norte.
Outro lido que tambera deve ser-estadadp na
exposicio o do consumo nacional do ;
pois o Brazil ura dos maiore adores de
assucar era relaco populaco. No mercado Jo '
Rio de Janeiro, que quasi nada exporta para
esirangero. e apenas s-rv no-
cola e morcados com eHe rei;
que entrn, era 1888, a seguini
grammas*:
EstradE. de ferro D.Pedro B lM:
Pernatriuco 071:96
ProviiK:.as de non '819:24'
Campos n-"7?
Estes-ti utos, i|ae sao
qompl' ie ftHam
"
f


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J
/


V
l.
!


>
..*
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de PernaaihuO^-Juinta-leira 31
Ltru, ue
1*89

uav
quando outras cultoras
esto
o preliminar o
da importan-
cia qu m-io de.a>ssucarevinhos.
arpas dslpravesquei
den triaupte eMa uspertou, l'or-
Cada por Circu
\pr o cortti'do da;- diverjas -aln-
principin prieira. '(ue repr
antigua i' 'de
assucar.
"*"
HYGIEN E

A educaro physlra da rri tura*
iRecue scientifaur/
I
Mes de -ldannos o- processoa gymaasti-
cos hojc adoptados na- nssas escolas, e de
;n\- nitro melhsdo--tifio Ibes sc-
riam .'i rnister precisar cm poucas
tvras qual deve s t o fim da gymnastfea es-
colar.
D'ahi po temos deduzir razoavelmente a op-
portunidude ou, co:iio dizeai os mdicos, a indi-
eacao ii esta ou 'aquella forma d exercicio.
Autos de tu lo. porm. apresenlaYcmos atgn-
mas refljeles preliminares,
, Nao se pode pensar satisfazei na crianca
todas as indicagoc* da educacSo pbystea : ou,
para Tallarn >s com mais cloren, t edacaco
physira do homem nao pode ser completa desde
a infancia.
Esft virtud.' que parece impr-se theonca-
mente, todava, desconhecida na pratica ; e na
applicaeo do ejercicio enanca procede-e na
materia dos casos como si nao se quise-se dei-
xar nada a fazer aos (fue ho de dirigir a eda
cagan phvtica do adolescente e do adulto. (Juer-
je desenvolver ao mesmo tempo a (orea muscu-
lar, a resistencia fadiga, a destreza, a flexibi
lidade: quer-se tornal-a apta para oxerular
raoviaiea1); temerarios, dlfnceis. a pretexto de
qU(. Ihe sarao uteis inais tar-
de no correr da vida ; desejariam eiisinar-llie o
DBiir, .las armas n as manobras militares, por-
que elle, majf L-r le* deveri "ser -ddado. Etn
urna [ialavr.i, a pretexte de tozer-se gerages
viri- : i arase tornar "as criaucas pequeos
Inmeiis o que um oxcesso perigoso.
Tem-sc tallado muito da extesao dos pro-
grammas escolares; recetemos sobiecarregar os
programmas, g> mnasticos.
Entre os exerctcioa irapostos manga, ha
omit )- i:-' s:i > proprios da sua sua darle, e que
KXttriam ser reservados para o periodo da ado
esceucia, e at mesmo para a idade adulta.
Ha ;i distinguir varios periodos na educaro
tita da cnanga, assim como na -na educa-
ao intelleclual.
Temos, na ordera intelleclual, o eusino prima-
do, secundario e superior: parque nao bao de
existir as mes.nas graduales na ordeni pby-
sica 1 ...
Nos nosss luettiodo de gymiiasiica nao ba a
menor differenn entre o ensino das criaucas de
-te annos e o dos adolescentes e dos horneas.
Talvez se atienda idade dos individuos para
diminuir a violencia dos exercicios. mas nao
para.mudar-lhes a forma ; a ligo seai duvida
mais curta para os pequeos do que para os
grande?, mas implica para uns e outros os mea-
mos appu: llioe gymnasticos. c pde-se ver no?
gimnasios criaucas de sete annos subirem ao
tr'o-pezio, agarram-se as nrgolas, icaresn-se as
ftcnt-rz fixa e as bapt varallelaj, a semelhanra
de mancebos e homen* leitos.
A enanca deveria terum Ofcthodo dogyniuas-
tica distirict do do adulto. (Juues devenam ser
os caracteres dosse methodo? Acabamos de di-
zer que nao deve visar aofim utilitario, que nao
deve ser urna svmnastica de applicaeo : deve
wjpnfpaUaenie e quasi exclus.vamente, bu-
gienico.
Cumpre. ante* de tudo. 'procurar, tornar as
angas fbustas : cumpre ajudal-as a attingir
u sen-mximo de dosenvotvimento, e velar para
que se desenvolvam regularmente, sem defor-
mages c sem defeitos, condices estas que s.'o
lo dominio da hygiene.
Tal a indiCagilo qne depende da idade dos
individuos na applicagao do exercicio as enan-
cas, das escolas. Mas, ha outra que decorre das
cdCdcee c-rebraos era que.se ach o alumno.
A criaina carece distrahir-se do trabaIho hitelle-
ctual que. bem ou mal, ceusa-se de ser execs-
e essa distraco s pode ter lugar pelo
prazer -o recreio.
Esta h ^uuda indieaco to evidente- que
pifeMndtmos di- doraonstral a.
Sao estol os dous raracteie- ut-senciaes que
dm- ra a presentar a gymnastica ila crianca :
ifimiii r>t Examinemos si rene esta; dua- quaudades.
A gvmnaslica e.-colar actual ser irreprehea-
-ivel sol 0 (ionio de vista da hygiene Nao he-
sitamos em responder negativamente.
U nictliodos de exercicio parecem ter sido es-
adhidos antes para sua commodidade de apidi
cagao do que pelo scu mthodo higinico. Sao
adaptados nao ;..- necessidades da crhnras. mas
as commodidades da intallac,ao escolar, e con-
cordar-se- que. apezar de toda a solintude e
zelo de que aao proras os aossos administrado-
res, as condices escolaij-s esto :onge de ser
perfeias.
as nossas escola* ha Talla de duas coasas
para applicaeo dos exereciios: tempo e eso e .
procuraram-se, pois. inethodos gyimiasticos que
pudessem applicar-se ern un espaco asss dimi-
HUto, e dar crianza muito trabadlo muscular
em muito pouco lempo.
Foi assim que sn encontraram apparelhos que
concentran, os mo\i:nento> e permittem elTectuar
immediatamente hmKiiso trabalho muscular em
tempo demasiado curto, tteste modo, em.pate i
estreito. pode-sc reunir muitas criancas para fa-
xel-a* executar. urna ou duas vezes por semana
movimento- que exigcm immensos esrorcos mu.-
cirfan:s.
Nio ha nada mais comraodo. mas sera i.-to o
que exige a hvgiene da crianca J Pensarse i
que basto a*aliararoxinaduieiite n exercicio
que Ihe >' neeessario. por exemplo. durante
urna (mana dbrigal-a a fter de amas
vez?
Mas, o que se diria de um rgimen alimentar,
no qual rages de nutrico sufficientes para va-
rios dias fossem ingeridas em urna s refeico ?
O exercicio da crianca deve ser to cuidadosa-
mente regulado quanto sua, alimentacSo, e nao
se deve temer menos a faniga extrema que a
indigesto.
Dos exercicios gyainaslicos muito espaciados
resulta este dilemma: ou elle ser em cada li-
gan demasiado enrgico e a saude da cnanga
solTrer. ou o trabalho ser moderado e. conse-
guintemeate. o exercicio nao ser sufficiente.
A crianca precisa, nao de esforcos> musculares
intensos, repetidos em raros iritervallos, mas
pelo .contrario, de exercicios moderados e fre-
quentemente repetidos.
Os estorcos musculares intensos exercem so-
bre crescimeoto da crianca urna influencia
m; eutorpecem o-desenvoiimeato do corpo
em altura.
Este Jacto aivez menos conhecido dos hy-
gienistas e dos mdicos do que dos veterinarios
e dos criadores. E' sabido, ha tnaito, que um
calilo novo, por exempio, quo entra logo em
senrtfio. nao attinge ao tamanho que chegam
outtos que at idade adulta vrrem soltos nos
pastos.
tomos testemunhas do faeto seguinte :
lm reodeiro das cercanas de Limoges com-
prava na coudelaria de Porapadohr potros de
pnro sangue. e desde a idade do um anno ar-
reiaya-cs, na oersuaso de tirar proveito disso
quando os tivesse preparados para tirar carros
O ensino dos ammaes de puro 6aague para
carjof, aprsenla, realmente, serias diniculda-
es. mas do caso que citamo enejas do
animal eram menos para temer-se. visto serem
potros. Ue v. quo tintuim de deslocar
erfelati lcatav-su doMevar no?
carros at idade algumas bilbiis de leiti
rende i ro .tirava partido dotraba.o do sen potro,
esperando \f/i.ierpor bom prego o animal que
se toroava pouco a pooco dotil a3 arnez, quali
dademra oo i avallo de raga fiiiissima.
Bnlretanto, esees clculos, tac bem concebi-
dos, (nvertetam-seem nmmallogro; os porros
foram mal Vendidos porgue nSo crescertm. fo
fiual aosooaeiTderes, queconhenambemaori-
ie nao tinham trabalhado
i crescimento.
Os apparelaosde ynmasiica. cornos estorcos
intensos de que necesitam i sobre o
crescimento da crianga a mesma intliiencia per-
i que o carro ou a charra sobre o do po-
ro.
rtikiiniio-uos disso examinar
enancas pr nos circos
da eiras c at BOS j'imnasii* 4e sxi
c.utar toiir.i ik forc, nos apparelhos; em geral
sao mal deseiivolvida;, peiiuenas e de formas
mirradas, se bem que dotadas de grande forcu
muscular. O mesmo acontece s enancas do
campo, quando utilisan cedo sua torea muscu-
lar : 6 faoto de iioiorkdade banal que este ou
aquelle mancebo ficou r-e-hitico uo sao i regi-
ment por ter sido empregado na infancia em
certos trabalhos reser\ados ordinariamente aos
adultos.
Finalmente, os proprios protossores de _yni-
na-lica, cajo te-lemuilio nao pode ser snspeito
quando se trata de l'a;:er o processo de seus ap-
parelhos, reconhecein jue o abaso dos exerci-
cios pode entorpecer o crescimento. Notani..-
na 0|BMM8fifltf Fraw;iuie. folha redigida por
especialistas, varias hservages de alumnos que
pouco crescimento ti\eram |>or quererem adqui-
rir destreza acrobtica prematura.
Assim. os nossos im tliodos actuaes da ya-
nastica acham se rephtos de h. resias sob o pon-
to de vista da liy^iene. quando pretendem comr
pensar a raridade dos exercicios pem energa
maior dos estoicos que saaxigem da crianga.
Nesses inethodos, poi^m, 0 trabalho nao so
mal distribuido sob o (ionio de visita do tempo,
como alm disso. mal repartido sob o ponto
de vista de sua localisago as diversas regioes
do corpo.
Todos os exercicios ros apparelhos li .os, tra-
pezm. barra fixa. argollas, barrns inrallelas,
corda Rsa, etc., toos: -se? exercicios. dizemos,
toeafisan exclusivame ite o trabalho dos hragos
e as partes iapenorea do tronco,- deixandoqua-
si inaclivos os msculos da bacia edes membros
In tenores.
El spondeu-se. para justificar os apparelhos,
que os membros supefiores precisan mais ser
exercitados do que as fiemas do homem das ci-
dades quecaniinha gei-almente muito.
Este argumento era todo o caso, se justo
Sira o homem adulto, que oceupa-se de neg-
os, nao pode ser plausivel para^i crianga que
passa vida sedentaria, presa aos bancos da es-
cola, ou encerrada nos estreitos aposentos das-j
cidades. ,
Mas a questfio ofte esta : os exercicio-' que
fazern trabalhar exclusivamente os membros su-
periores sao mos porque localisam muito o tra-
balho. t
, Na crianca, cumpre (jeneraliw o esforgo mus-
cular, fazer contnbeir nelle o maior numero
possivel de msculos ao mesmo lempo, ou ao
menos reparlil-o prudentemente sobre as massas
musculares mais poderosas.
Se cada grupo de msculos toma no exerci-
cio um quinho proporcional >ua loica e tra-
balho, sendo bem dividido, tornase menos fati-
gante, e pde-se ento esperar obter o beneficio
geral di exercicio que a adisidade maior dada
ao curso do saogue e respiracfto, sem se sof-
frer seus resultados perniciosos, que sao as dif-
ferentes formas da fadiga.
Ora, obtem-se este beuelicio antes com os
exercicios das pernas do que com os dos bracos,
porque as pernas do que com os dos bracos,
perqu as pernas,, sendo tres vezes mais fortes
que os bragos, podm executar muito mais tra-
illo sem fadiga.
lleuiai-. os exercicios de pernas, cajo lypo
a carreira, esto louge de Ucalisar o trabalho s
as pernas: na crianga que corre, a bacia, a
columna vertebral e at os bomoros e os bracos
vn assuclar-se ao trabalho.
Os exercicios que localisam o trabalho, s po-
dem dar resultados locaes, que consistan em
desenvolver os msculos da regi.io que traba-
Iba.
Ora, deasa mesma vanlagem. que asss no-
tavel no adulto e no adolescente, a crianca nao
aproveitar. porque uella o tecido muscular nao
tende a hy|iertrophiar-se sensiveiiiii-nie sob a
influenciado trabalho.
E' este um faeto que nao procuraren >- x < 1 i.
car, mas que todos podem verificar : as criau-
cas, que anda nao attingiram a idade de Jo/e ou
frezo anuos, uo #e observa, mesmo aps esfor-
go< intensos, frequeirtemente repetidos, essas
saliencias musculares asss pronunciadas que o
exercicio determina em to pouco tempo nos
mancebos de dezeseis a viole annos.
Os pequeos gijmnattii* modelos tm os bragos
rijos, mas pouco voiuuiosos; seus msculos sao
muito contracteis, mas delirados e como que re-
sequidos.
Os estorcos locaes nao t-m, -vi?, nenhmna
utilidade para as criangas. e apr ra'am o grave
inconveniente] de determina* "varK. ni.nte a
fadiga ; -umpre reservar pa-1 i. '. dura.'U
pelo menos, para a adolescenc i. ."<., s ine-
thodos que localisam o trabalho, w o::se-
guinte. todos es metliodos de gynins.i n .-ou:
apparelhos.
Em summa, a gy unastica com apparelho.- me-
rece una censura.que basta, por si s, para mo-
tivar sua proscripcao absoluta : ella pode pro-
duzir tros individuos joveus aberrages e disfor-
midades diversas do esquelco.
Esta gymnastica tem por ba-e a procurados
nioviraenios e attitudes mais capases de aug-
mentar o trabalho dos msculos sem deslocar
notavelmeate o corpo. o que produz innmeros
acto? musculares anormaes, e urna serie de po-
sicOes mais ou menos alhleticas para as quaes o
corpo au esta preparado.
t> moviinentos anonnaes da gymnastica acro-
btica lendein a impriuiir ao esqueleto da crian-
ga modificages persistentes, do mesmo modo
que as altitudes viciosas cujos resultados perni-
ciosos o Sr Daily patenteou.
Como o Sr. Mo'rey, to cabalmente demousirou
na sua Obra Machina annai. os oraaos Ululen
sempre a adaptarse por urna mudaoga de fr-
m a actos musculares, muitas vezes repelidos.
(s aclos anormaes da gymnaslica com appa-
relhos determinaram, poftanto, conformaces
anormaes que serao o estygma do exercicio, re-
petidas veaes pralicado.
Por exemplo, os exercicios to frequeiiles na
gymnastica, nos quaes o corpo deslocado em
altura por meio das mos, tenderto a dar
crianca nasa coofotancao approximadu da dos
animaes trepadores.
O tvpo destes animaes o macaco, e nao ha
quetn nao tenha observado como o macaco, em
p, offerece ama attitude arqueada com as costas
arredondadas e os hombros que se erguem at
tocar a naca.
Ora, esta justamente a exagerago da con-
for cago dos gymnastas que aidajovens eoce-
taram a gynraastira com apparelhos e'delles
abusaram
Os parlidarios da gymnaslica com apparelhos
attribuem-lhes a vantagem de reparar certos des-
vos j adquiridos e produzir em certos casos
bons resultados orthopdicos. Mas nisto jus-
tamente que encontramos a prova uje seus pe-
rigos. Realmente, si esees exercicios podem
endireitar urna conformagao desviada, porque
tm elles o poder de modificar a forma do cor-
po : as modificagoes que produzem podem ser
to prejudiciaes entre mos inhabeis quanto se-
riam uteis entre mos experimeatadas. A or-
theopedia mal applicada produz mevitavelmente
desvos nos individuos que nao os apreseotaram
e aggrava sempre os desvos j adqueridos.
Ora. quem nos garantir que o methodo gym-
oasco com apparelhos nfto ser mal applic-
do? .
Soppondo que certos especialistas tenbam-se
sufftcientemente preparado no mecanismo dos
exercicios para utalisarem se delles, segundo os
preeonceitos da therapeuticao que asss
contestavelser preciso muito tempo para que
nogoes precisas possam vulgarisar-se e para
que os mestres de gymnastica possam pol-os
correntemente em pratica. Entretanto, de dia
para dia commettem-se os mais de|)loravais er-
Os-resultados perniciosos da gymnastica com
apparelhos nao tm sido, at agora, descriptos
com bastante insistencia. Talvez que aiuda se-
jam ignorados por intuitos mdicos, que pres-
crevem cada dia a gymnastica a seus doentes de
"enra idade.
Entretanto, j muitos observadores os tm as-
dignalado. Deparamos na Gymnastiquc frangae,
orgo dos professores de gymnastica, com urna
kma serie de oboeragios aae. coafirmam as
censaras que fazemos aos apparelkos.
Um artigo deese jornal afide s antas ar-
queadas > e aos hombros Latfodire dos
coastituida que tomn-se dsfornii
meno de um aur.o por elevagao- exceseiva dos
hombros- por haver abusado do exercicio das
barras panatelas.
partidarios da gymnastica nao podem dei-
xar de rwwihccer a realidade-desre* furtos e
ploi-aveis. mas itofondem-se ^lizendo que s o
abuso distorma e no o os moderado.. Respon-
deremos que realmente abuta-te dosses appare-
lhos quando saoapplieados, inesmo com mode-
rago, em criangas de dez annos, cujo esquele
lo to dctil dobra-se com tanta fcicilidade a to-
llas as attitudes viciosas.
gymnastica com apparelhos nao pode compnsal-
os pericos que apresenta para as criangas. Em
compensago. as contracgSes musculares inten-
sas que exige, movimeotos leinerariose dilliceis
que ensina. sao excellentes para um periodo
adiantndoda adolescencia, quando os msculos
tornara-se mais volumosos, o as ariiculaces e
os ossos apreseqfam mais resisten; la. Essa gyii-
nastica acrobtica pode ento, mllior que aotra
quaiquer, hypertrnpliiar o sysleina inusiailur. dar
aos bragos un viiror admiravel. c ao corpo in-
toiro aptiduos de "alguma sorte sabrehumanas.
Nao eonvem, portante, supprimir iuteiramente
os apparellios ile gymnastica, mas eonvem re-
serval-os para a idade de 13 ou 16 annos.
Os exercicios com os apparelhos nao coasti-
luem toda a nossa gymnastica escolar. Temos,
alm disso. os exercicios chamados duptancher,
que sao e.xecutados sem nenhuin apparelho.
S see exercicios. a crianca dobra-se. estende-
se, desloca em diversos sentidos os bragos, as
pernas, a cabega e o tronco, ao mando do mes-
ir,', contando um, dous. ires, etc. Esses moyi
uieuius sao iiTcprehensiveis, sob o ponto de vis-
ta hyirienico. NSo exigem nenhum asforco mus-
clar inteasissimo. nenhuma attitude viciosa
do corpo, nenhum em prego anormal dos mem-
bros.
Os exercicios em ma.-sa ou os de plancha- se
riam. portante, suflicienteraenle hygienicos, mas
nao sao recreativos, o que um vicio capital
rjuano se^ trata de alumnos cujo cerebro"traba-
llia com excesso. Esses movimcntos conjunc-
tos ou em globo, sao mortalmente enfadonlios :
a crianga executa-os cora desprazer e consegue
fcilmente sulitraliir-se a elles, pelo menos de
i.-ertomodo. Si nao pode' escapar i disciplina
que obriga-a a assootar-se aomovimento detei-
minado, fcil, ao menos, frustrar o esforgo mus
culac sem o qual o exercicio nao tem nenhum
efeito. Para isto. basta-lhe, acompanhado
cadencia, deslocar os membros sera inteirigal
os. Evita assim contrabir os msculos antago-
nistas cuja intervengo indispensavel para que
baja real dispendo de forca.
Dir-se-ha que urna vigilancia mais severa po-
deria garantir a execugo conscienciosa do mo-
ximento. Mas, onde a distraeco, o movimento
de espirito que o alumno devia encontrar no ex-
ercicio do corpo .' Como repousar elle do estu-
do. si vigilancra que soffre na classe vera suc-
ceder a senha severa do professor de gymnasti-
ca ? O constrangimeto na execugo dos movi-
inentos nao o meio de fazer amar o exercicio.
e nossa gerago est multe inclinada a desgos-
tar-se delle.
Nossos lillios nao sao inclinados gymnasli-
ca. Quando asislimos s suas liges, sorpren-
de-nos viuque apenas quatro ou cinco alumnos,
catre quarenta, executam couscienciosameote o
trabalho: os outros, cada um por seu torno, 8p-
proxiraam-se do apparelho, delineiam o movi-
mento que o professor termina por elles e vol-
tam para seus lugares, depois de terem feito um
simulacro de esforgo.
y,l\j >ihiiii* iIujuiii,. >i\* n u uicuntu,
dar-se-ha comele consmiccio.
Aos es/orcos do^ Exm. Sr. Dr presMonte da
provincia deve-se a. presteza com que foi termi
nada a desapropriago do referido terreno, e sem
duvida dever a proviacia S. Exc. o inicio A
aoastruecfio do^aiaco. que era to boa ho
ser construido para melhorar as eeiidicOes toa-
teriaes da Faculdade de Direito.
Feria roreaseii Tenniuaru hojc as fe-
rias forenses do -Natal. ',,..
ArMtax Mf4-lini<-s c Lbeme
Teomina hoje o praso para a recepgo da pro-
postas em cartas fechadas para a execugo das
Deste modo, a commodidade de upplicago da obras das officinas do Lyceu de Artes e dulcios,
una lico alera de ouras. E a ligo est longe
de ser sempre fcil. O trabalho nos apparelli
necessita muitas vezes de urna apreiidizageiu as-
s< prolongada. E" necessario, para certos ex
er.-icios do trapala e da barra fixa, passar por
uraa serie de movira utos preparatorios que sao
como o alphabeto da gymnastica, e a crianca
dispende mese inteiios a soletrar, marca passo
na ligo que deve leval-o a executar corrente-
mente om equilibrio, urna cambalhota.
Como poder causar espanto que se desgaste
do exercicio e o execute com repugnancia ?
E nao se deve crer que para a crianga o re-
creio seia nicamente uraa satisfagao de ordeui
moral. Nessa idade o prazer urna necessida-
de hygienica urgente: sob a influencia de um
'onstrngimento incessante. o systemu nervoso
baixa ou irri!a-se. o equilibrio das funogesvi-
taes destroe-se, a nutrigo enlanguece-se. Preser-
vemo-nos de urna gymnaslica aue nao d ne-
nhum alimento a essa necessidade de diverli-
mentos.
Deste modo o? nosos metho los actuaes de
educag pnvsica nao correspondeui absoluta-
mente s duas indicagoes principaes que resul-
tara da idade da crianga e das condices creadas
pela vida escolar. Sem. sao hygienicos, era re-
rreotiro*.
Contintia)
Auditor de guerra Por aclo da presi-
dencia da provincia ie hontem datado, foi no-
meado o Dr. Franciscj Dnmingues Kibeiro Vian-
na, juiz de di-eito da prevedoria. para exercer
interinamente o argo de auditor ue guerra, em
substituigao do Dr. Manoei da Suva Reg, no-
meado desembargador da IV'tacio do IlecilV
Autorldade pollrial Fe" UCVtuia da
presidencia da provincia de 99 e o.-ooosta do
Dr. chefe de polica de 28 do corrate foi no-
meado para o lugar dej supplente do subdele-
gado do 1-distncto (Nossa Senhora dos Praze-
res) de Maranguape do termo de Olinda o ciua-
do Possidonio de Araujo Montenegro, em suos-
tituico de Luiz de Franga Guedes, que noacei-
tou a nomeago.
Arto* da preaidencta da provincia
Por actos de 23 do corrente mez :
Foi nomeado Francisco Pereira Cavalcantc pa*
ra o posto de tenente do 46- batalho da guarda
nacional do Rio-Formoso. em substituigao de
Manoel Felippe da Silva que nao tirou patente.
' Foram concedidos 2 mezes de licnga a pro-
fessora Digna dp Santa Rosa.
Foi exonfcrado a pedido o major Manoel Hono-
rato de Barros, do cargo de delegado do termo
de Barrearos e nomeado para snbsttuil-o o te-
nente do corpo de polica Deocleciano Peixoto de
Alencar.
Foi considerada sem effeito a nortea de 10 do
corrente que nomeou o altores do corpo de poli-
ca Joo Ben'o da Silva Valonea, para o cargo
de subdelegado do Io districto de Bom Jardim.
Por actos de 26 do corrente mez :
Foi reformado no mesmo posto o capito do
39 batalho da guarda nacional de Garanbuns
Mauricio Lopes Luna.
Foi exonerado a pedido o padre Antonio Ja-
nuario da Silva do cargo de delegado litterario
de Allianca.
Foram concedidos 2 mezes de licenca ao portet-
ro do Gymnasio Pernambucano Joo Baptista do
Amaral. ,
Por officios da mesma data :
Autorisou-se a Thcsouraria de Fazenda a en-
tregar ao porteiro do Tribunal da Relaco a
uantia de 2324360 para as despezas do mesmo
ribunal.
Mandou-se pela Thesouraria de Fazenda pagar
a companhia da estrada de ferro do Recife ao
Limoeiro a quantia de M830 de passagens con-
cedidas na mesma companhia.
Mimo ao coatallielro fo Alfre-
doChegou da Europa, para onde fra encom-
mendado, o mimo que o partido conservador de
Pernambuco vai olferecer ao Exm. Sr. conse-
lheiro Joo Alfredo Correia de Oliveira. em
commemorago da le de 13 de Maio de 1888,
que declarou extncta a escravido no Brazil.
E, como cm tempo dissemos, urna columna
de nix encimada por urna estatua de ouro, re-
presentando um monumento da ordem compo-
sita.
Tem varias pedras preciosas, e o trabalho ar-
tstico primoroso.
Acha-se em exdjsigao na loja de joias dos Srs.
JosKrause C, a rua'l" de Margo.
Terreno para o palacio da Facul-
dade de B>relio,-Ja est desapropriado e
pertence ao dominio do Estado, o terreno ne-
cessario para a editicago do palacio que tem de
servir para a-Faculdade de Direito do Recife.
Esse terreno sbado ao ngulo noroeste das
tuas do Visconde de. Camawgibe e do Cande da
Boa-Vista, aa parochia do Santissmo Sacramen-
to da Bol-Vista.
mnntido pela Imperial "Sociedade dos Artistas
Menhanicos e Liberaos.
Prro-vin do Catanga Para satic/.ei
as pessoas que fbrem s novenas da festa de
Nossa Senhora do Livramento na Varzea, o ge
rente da l'errovia do Caxang f'ar partir d'alli
coniegar de hojc, cora excepgo somet te do
dia 2 de Fevereiro, ;is 8 e 30 minutos da DOite O
trem qae pela tabella ordinaria costuma partir
s 7 horas e 29 minutos.
Durante as novenas e dia da festa (10 lo I
verciro) haver bilheles especiaos de ida t vol-
ts, a pregos reduzidos.
Paquete tralo Aif 5 horas da larde de
honlem fundeuu no laaieirto o paquete Atrato
da companhia da Malla Real logfeza, procedente
da ^uropa, trazendo 9 dias de viageui do ultimo
porto europeo em que tocou o de Lisboa.
O Atrato completamente novo e foi dotado
com todos os modernos meihoramentos in'.rodu-
zidos na grande navegagao, quer uo concerneftte
marchajseguranga e outias qtmlidades nuti-
cas, quer em relaco aos commodos e confortes
que offerece ao transporte de pa me a minuciosa dsertopc^qua transcrevemos
aule-hontem.
Logo depois de fondeado o paquete, por con-
rile previo dos Srs. Amorim lrn5os& C, agentes
da x*alla Beal eni Pernambuco, foram para nordo
do mesmo paquete diversas pessoas de eonsidera-
goalim de visital-o, ealli se demoraram at<* quasi
hora d>; partir o paquete, o que teve lugar
pouco depois das l'i horas da noite.
BlMpo intdez -No paquete Atrato passou
para ojal viudo de Southanptcn cora destino s
ilhas ranlkladns. obispo inglez Stirlinh.
Monumento 13 de Maio em 4linda
Becebemos a seguinte comraunicagao refe-
rente ao monumento que, para coniinemorar a
Le de 13 de Maio de 188-. vai ser erigido em
Olinda:
Illm. Sr. Redactor.Amanh quinla-feira.
encerra-.se a exposigSo que acommisso do Mo-
numento 13 de Maio em Olinda resolveu fazer da
estatua da Libcdadc vinda da fundigio de Val
d'Osne era Paris.
Durante a exposigo foram distribuidos mais
de 1.300 bilhetes numerados que seguudo o pla-
no da respectiva comraissao serao sorteados cora
a ultima lotera de Niclherohy no mez d* Margo
estando para tal fim designado um premio gran-
de de 10 libras esterlinas, um premio immediato
de 2 estatutas de bronze, e diversos outros que
amanh se acharo igualmente expostos.
Ao lado da estatua estar igualmente eai ex-
posigo o projecto, approvado pela commisso.
feito"em collaboraco pelo architecto Herculano
Ramos e engenheiro Pereira Simes e ntidamen-
te desenliado em aquarella pelo primeiro.
O resto dos bilhetes de ingresso, cujo prego
e de 200 ris cada um, achar-se-ho a venda na
porta de entrada da sala da exposigo, que ser
das 6 horas s 8 da noite. horas em que a banda
Ehilarmonica 18 de Mam toca no pavilho do
armo. Sendo a exposigo. como tem sido, feita
jnraera de u
nK-rarmiagei
iniwiaa marcial; tocando as meltror
isto repertorio. peror*erao
Itdlbezias e alguns arrabaldes flesta cidHde,
ibuindoem todo o seu trajelo liadas
as poezias.
"Haver na sede social bailes nos I e tf" dias.
Dpportunamente sero pubeaos o pro:
gramma e o itinerario da festa.
WaaarreUtEscreveram-nos em 28'do fente :
Comj)letou hontem o seu 8" aauiversario de
existencia a sociedada Centro Littvraffio e Re-
creativo Nazareno, celebrando a festa aonivursa
rm cora urna sessJo magna, s 8 horas da noite,
e urna soire em seguid, a qual terminou s 3
horas da manfla, retlraudo-se todos os concur-
rentes saiisfeitissimos, pela ordem eaniraago
que reinuu durante a festa.
Durante sidente ca"pito Affonso Maranho, I ido, na for-
ma dos estatutos, o seu relatorio e. eiapossida a
nova directoria fizerara-se ouvir. os semiintes
oradores : Quintino Malta, pelo Centro : Abilio
Bezerra. pela Recreio Juvenil ; Ignacio Vieira.
lela Benelicente ; depois do que o Dr. Francisco
Porfirio, agradecendo terem os seus consocios
distmguieo-o com o cargo de presidente, pro-
metteu esforgar-se no desempenho de seus de-
veres e encerrou a sesso.
Tocou na sede da sociedade pela manh e
noite durante a sesso a banda musical Viole ty
Dous de Novembro. que deu provas do seu proi
gresso.
A directoria empossada, cuja elcico teve lu-
gar em 6 do corrente, licou assim compoeta :
Dr. Francisco Porfirio do Andrade Lima, presi-
dente.
Francisco Pacheco de Albuquerque Maranho,
v ice-presidente.
Abilio Clementino Bezerra, 1' areretoi*.
'ellarraino de Andrade Lima, 2o dito.
Francisco Villar B. Coutinho.thesoureiro.
Quintino i'ereira Malta, oradoi.
Antonio Pacheco Maranbio e las de Souzi Pa-
checo, procuradores.
directora da obra de conaerva-
rio don aborto* de Pernambuco Reci-
fe. 29 de Janeiro de 1889.
Boletim meteorolgico_________
miados com-60^000. excepto
Todos as nmeros terminado
miad
diata.
,iXW.
o.-" nmeros terminados
pre-
nme-
' esto
premiados cum' 30500'>, excepto os lenninado
era I".
Todo? os materos ttrmiuados em .esto
premiaiios c iM, excefln <- .;.i:'ado.-
em 06.
tki corre u f evereiro
com (p ano de 120:') 6*600
liOteria do tiani-Para \
24" lotera, dessa provincia, cujo i
120:000:000. era extrahida. h i l;-u g
de Fevereiro.
Cemlterla PuIllroObttuurii. u Ha
de Janeiro de 889 :
MicUel Bernardo Morcire.. a Mr -
solteiro, Boa-Vista; iusuflicienxia miinil.
Antonio Francisco do Rosario, Paca, 6")ojasL
casaito. Boa-Vis'a; parajysia.
Jos. Pernambuco. I an:i'>, S. Jos: :i-yarite.
Eliza. Pernambuco, 2.anno?..Santo Antonio :
convulso es.
Mara. Pernambuco, Boa'-Vista': aonascer.
PDSLICA0ES A PEDIDO
A crianga considera a gymnastica. que Ihe jjm casa do gerente da ompauhia tl Trilhos
imposto na escola, nao um recreio, mas. mais ^"rbunos no mesmo largo do Carmo.
dille de pax le *. Jone-Est em exer-
cicio do carao de juiz de paz da parochia de S.
Jos do Recife, o Sr. Liberato Luiz de Freitas.
que dar audiencias as segundas e quinia-feiras,
s 4 1[2 horas da tarde, na casa de sua residen-
cia ra Vidal de Negreiros n. 53, despachando
onde for encontrado.
..linterna Mgica -Publicou-se o n. 216
deste peridico humorstico e Ilustrado.
Fenta na Vanea Hojc, s 7 horas da
noite, ser basteada a bandeira da festa de Nossa
Senhora do Livramento, na povoago da Varzea.
Ba do Bom Jesus Dzem-nos que al"
gups mogos da parochia de S. Frei Pedro Gon-
galves do Recife tencionam realizar na ra do
Rom Jess bellos festejos carnavalescos, com-
pleando-os com um sarao dansante n'uma das
uoites do carnaval.
Club 13Teaiplopenae-0 cine, deste
oome elegeu sua directoria, ^ue ficou assim
composta :
PresidenteJoo Guilherme.
Vice-presidenteAntonino Monteiro.
! secretario Tluodomiro de Campos.
2 dito Manoel Jos Pereira.
Orador-Manoel Pereira de Albuquerque.
Thesoureiro Joaquim reres Leite Cunha.
Io procurador Henrique de Freita-3.
2# ditoCastro Bruno.
werwlco militar-Esto designados boje
para superior do dia o Sr. capito S Barrete,
para ronda menor o Sr. alferes Joo Po da Fon-
seca.
A guarnico da cidade dada hoje pelo 2
batalho de infantaria.
A guarda da Thesouraria commandada
hoie pelo Sr. tenente Manoel Mauricio Lopes
Lima.
Na enfermara militar existem em trata-
ineuto 45 pragas dos corpos da guarnico.
Foram devolvidos ao 2o batalho de ifan-
taria rubricados por S. Exc. o titulo de engaja-
mento do ex-cabo de esquadra Joaquim Francis-
co de Carvalhe, e o do alistamento do soldado
Joaquim Paula de Araujo.
armada nacionalLemos no Paiz, da
cor;e. de 16 de Jaueiro :
? Sr. I" tenente da armada Alfredo Augusto
de Jm~ lia.ros mimdseou-nos com o ultimo nu-
mero j" tiiista Martima Brazileira, de que
digno reactor.
O texto variado e altamente instructivo,
sobresahindo um interessante estudo sobre a du-
pla semi-diurnamardo Rio de Janeiro do dis-
tincto Io tenente Carlos Barroca, que mais urna
vez tirma sua individualidad!- como ollicial illus
trado, consciencioso e que segu par passu o
progresso da sciencia.
E' de esperar que o Sr. tenents Barroca conti-
pue em to prolicuo estudo. que coacorrer e
muito para o completo couheciiueuto da forma-
gao e deseovolvimenje das mares de nossa babia.
A refutago que fez o distincto ofhcial ao
trabalho apresenlado ao governo pelo engenheiro
Revy, nos parece completa.
Diz aquelle engenheiro que as mares mortas
na baha do Rio.de Joneiro, devido aura nota ve 1
phenomeno, differem inteiramente das grandes
mares, por isso que a uoiformidade das aguas
perturbada por circumstanciasfexcepcionaes.
Acrescenta que essas mares excepcionaes
gao devidas a urna mar especial da baha, in-
terferindo com a mar regular do Atlntico, Jiare-
cendo que sao produzidas prindpalmenteMpela
attrac-ao do sol sobre a grande superficieda Mhia
do Rio de Janeiro.
Com o Sr. tenente Barroca, nao concordamos
absolutamente com a explicaco dada pelo Sr.
Revv quer quanto ao desenvolvimeUto do pheno-
m.nb quer quanto a esa causa-provavel.
A explicago dada pelo Io tenente Barroca,
concludente.
Achamos somente que ella poda ser muito
mais simplificada, caso attribuisse ao phenome-
no notado na Gamboa, pelo t-r. Revy, ao que se
da quanto a bahia do Rio de Janeiro.
Expquem-nos: as mares nos golphos, ba-
has, enseados, etc., sendo formadas |pelo movi-
mento que a onda da mar traz do ocano,em
cuja grande massa de pontos materiaes torna-se
seosivel a desigualdade das attraccoes luni-sola-
re, que produzem o movimento ascensional e o
lloras
6 m. 9 12 3 t. 6 2--8 28-2 2!l-9 29' -3 28o- 0
Barmetro a
0
761-90
76^-815
763-25
762-5o
763-00
Tenso
lo vapor
19,50
19.40
20,11
19,09
19.71
85
67
63
di
70
Temperatura mxima30".00.
Dita minima 24,25.
Evaporaro em 21 horasao sol. 7",7; som-
bra : 3-,4."
Chuvanulla.
Drecco do vento : SE durante todo o dia.
Velocidade media do vento: 2-11 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,61
Boletim do porto_______________
^
Pal
E O B
Dia
29 de Janeiro
30 de Janeiro
lloras
9 1 da manh
2 30 da tarde
9-i6 .
i_ 4 da manh
Altura
<-,63
2-.G6
0-44
2"',62'
IjeiioenEiTectuar-se-no os seguntes :
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Vis-
conde de Goyanna n. 62, de urna armaco e
utensis da taverna ahi existente.
Pelo agente Gusmo, s 10 1,2 horas, ra
do Baro de S. Borja n. 20. de movis, piano e
vidros.
Amanh:
Pelo agente Gusmo, s H horas, no arraa-
zem ru Mrquez de Olinda h. 48, de 159 pegas
de roupas para mascaras, fazendas, gneros, etc.
Miaa* ranearenSero celebradas:
Hoje:
As 7 li2horas.na ordem terceira de S. Fian,
cisco pela alma de D.Francisca Estanislao da
i'osta : s 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela
alma de D. Isabel Carolina Barrilier.
Amanh :
As 7 horas, na igreiada-Saata Cruz pela alma
de Elisio Alberto Silveira; s 8 horas, na ma-
triz da Boa-Visto, pela alma do Visconde de
Itaqui do Norte ; s 7 horas, na matriz de S. Pe-
dro Martyr de Olinda. pela alma de Deocleciano
Augusto de Souza Lobo; s 7 horas, na matriz
da Boa-Vista, pela alma de D. Mara Possidonia
de Barros e Silva.
Pa**a*eiro* Chegados da Europa no va-
por inilez Atrato:
James B. Snowdon, sua senhora e 1 criado,
Wiatt, Alberto Carlos de Souza, Antonio Jos
Gongalves, Januario Gongalves, Daniel Socorro,
Custodio Leal, Alfredo Monteiro, Jos Gomes,
Manoel Gomes Antonio Pereira de Azevedo e
Jos Francisco Martins.
Cana de Detenco Movimento dos pre-
sos da Cusa de Detengao do dia 29 de Janeiro
de 1889.
Existiam 438 ; entraram 4; sahiram 10: exis-
tem 432.
A saber: ,
Naciona'es 394 ; mulheres 17 ; estrangeiros 21.
Total 432.
Arragoados 383.
Bons 362.
Louco i-
Doentes 19.Total 383.
Movimento da enfermara
Tivcram baixa:
Flix Francisco Gomes.
Jos Francisco de Mello.
-oram hontem visitados os presos deste esta-
belecimeuto por 146 pessoas. sendo: homens.
58 e mnlheres 88.
Hospital Pedro II 0 movimento deste
estabelecimento de daridade, no dia 28 do cor-
rente, foi o seguinte;
Entraram 17
Sahiram 18
Falleceram 1
Existem 598
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Barros Sobrinho s 7, Cysneiro s 9 Ij2, Mala-
quiass 8 1(2, Pontual s 9, Estevo Cavalcante
s 8 i|2 horas.
Nao compareceram os Drs. :
Moscoso. v
Berardo.
SimOes Barbosa.
0 cirurgiao deoiista N'uma Pompiuo s 8
boras. ,
O pharmaceutico entrn s 8 1|2 da maalia e
sahio s 2 da tarde.
O aiudante do pharmaceutico entrou s 7 1|2
da manh e sahio s 4 horas da tard.
Lotera do Crio ParaEis os premios
da 6." serie da 2o." lotera do Gro-Par, ex-
trahida em 30 de Janeiro de 1889 :
3617 60:000#0e0
!906 6:000*000
5657 3:600*000
1357 1:200*000
3079 i:o#8eo
APPaOXJMACOES
3616 600*000
3618 600*000
1905 300*600
. 1907 300*000
5656 180*000
180*000
in J(3$;regio Tribuna! la it -
la^o
ALI8TAMEKTO ELEITORAL DE I'AKEI.LAS
O maior Firmino Pomposo de Mello Falco.
eleilor da c meute a .ittengao ^le V. U. Imperial 0;: re-
cursos que interpoz do alistamento illegal e frau-
dulento de 2!> iudiviiluos. por meio de arjinda-
mentos de terrenos agrcolas | zeotos m ris annacs. e pa^uaeato u por quatro annos!
Sendo esses terrenv siluad.s.uas coniarcas di
PatklUu, Palmares e Caruar. como ver V. M.
Imperial. iguram entretanto toaos o s respetivo*
contracto-, celebrados,por dtripturu .particular
como registrados nao em livro de tabellio da.
referidas comarcal, mas do cartorio do' esn-iciio do
jui: de paz dai Barra "da Jangada, iwrte comarca do Honito, em datas aproximada.- urnas
das outras. todas do anno de 1884 !
Dando isso tugar fundadas suspeilas le finos
d.'.tt Recetando b referido escrivo o dj'scobrv
mente d'ella. por meio de exaue no livro. de
sumigo a este, declarando ter sido rotBndotll
Este ficto deque esto lomando couheciraeuto
as autoridades do Bonito, acha-si- pro vado -nao
s pelas justificacoes e diligencias constantes
,-
consequentevmovimento de descida nosrecon- Es^e premiados com 6004000 os seguntes
cavos, fioris etc. formados nessas bahas, repro- _
duzir-se-ha em ponto pequeo o-mesmo pheno-
meno, visto serem parte compoSBentes daquella.
01%, o sacco da Gamboa sta neste caso.
" Tudo isto prova qua a dupla semi-diurna
mar da Gamboa. preode-se hydrodynamica
e nao astronoma como quer o$r. Revy.
Club do* eorrl|0.eiro* Communi-
cam-aos: .
Esta sociedade carnavalesca que tanto agra-
dou ao publico nos dous ltimos annos, resolveu
apresentar-se nos tros dias do prximo carnaval
consideravelmente augmentada.
Quarenta e oito socios em doze carros bel-
lamente adornados, com bonitos c apropriados
vestuarios novamente preparados, e com urna
grande quantidade de bandeiras contendor gu-
numeros
362 1312 1373 1730
Esto premiados com 300*000 os seguntes
nmeros:
488 3207 384 6082 649o
Esto premiados com 120*000 os seguintes
nmeros: >
3611 3612 3613 3614 3615 3616
3618 3619 3620
Esto premiados com, 60*000 os seguntes
nmeros: ,.
1901 1902 1903 1904 1905
' 1908 1909 1910
Estao premiados eom 30*000 os
nmeros :
5651 5652 5653 5654 5655
5658 ,5659 5*60
1907
seguntes
5656
dos autos de recurso, sendo eslas requeridas
pelo Dr. promotor publico em cumprnento re
seu rigoroso dever para o descobrimento e rio-
go do crime, como pela certido junta ern que o
referido cscrivo confessa que o livro foi rasga-
do em um simulado assalto ao seu cartorio !
Isto dispensa coni.neiitario, revelaumo urna
fraude grosseirae escandalosa deque talvez nao
haia exemplo em lodo o Imnerio !
E quando as arouinstancias oxpostas nao has-
tassem para demoostral-o,ias referidas iv-criptu-
.ras nao meregem fe, neni podiam ser acceitas
como prova de renda.
Em primeiro lugar a Le n. 3:029 de fi de Ja-
neiro de 1881 no admitte escripltmi uirlirular
para prova de contracto de arrendamento de ter-
renos de lav.iura ou creaco e ao contrario, exi-
ge terminantemente escripinra pabliea, como se v
da disposigo do n. 3 l. art. 5."
A nica excepgo que a mesma lei faz admit-
tindo escripto particular, relativa aes predios
nao sujeitosao imposto predial ou dcima, como
dispe o n. 2 do referido .
0 Dec. n. 8,213 de 13 de Agosto de .1081. art
14 1." i!. 3 consagra a mesma disposigo,. que
confirmada pelo ultimo- Decreto eleitoral n.
3,122 de 7 de Outubro de 1882.
Em segundo lugar foram essas escripturas
particulares exhibidas por trasJado; e ao em
original, como era necessario para fazerem pro-
va plena. (Ribas Consodaco das Leis ivis
art. 368).
Accresce que, sendo urnas assignadas pelas
partes contractantes e outras a rogo, nao foram
reconhecidas as firmas por tabeliio, para que
podessem ser registradas.
E o escndalo chega a ponto de nao serem al-
guraas assignadas. acliauoese era brancoonome
da propriedade, como se a'dos autos, sendo de-
pois suppeidas estas faltas!
E' incrivel!
Entretanto o Dr. juiz de direito de Panellas,-
que leve escrpulos em alistar o seu coljege
juiz municipal, e mais um engenheiro diploma-
do c empregado publico, por insignificantes ir-
regularidades, dando V. M. Imperial provimento
unnime aos recursos interpostos por esses ci-
dados, encarapou os esaBdalosos abusos de
3ue se trata conhecendo elle proprioa muitos
'esses alistados, que sfio alguus at alinoereves
de ps descalzos! I!
Acredilava-se que, interpostos os recursos e
patenteada a. fraude, o Dr. juiz de dtrer aao se
prestara a saoccienal-a. Mas mfezmente as-
sim nao aeonteceu, nao reformou um s de seus
despachos, nem ao menos sobre- aquehe- que,
requerimento do promotor da comarca e sob
juramento, decararam que nao tinham vito ar-
rendamento atgum. nem sabiam como tinnqm sido
alistado!', como tudo consta dos antos.
At a interposico dos reversos s 'estovanr
concluidas estas diligencias- com reteeSo- cineo
dos alistados, lamentando o recrreme que uap
tivessem sido at ento interrogados os outros,
porque natural"que fizessem a mesma teclara-
go.
O juiz de direito, apezac d'isso,'corao-fica pon-
derado, nao relorrno os seos despachos, e antes
os sustentou porqueos instrumentos pblicos
s por sentenga condemnatoria passada em julga-
do [lodem ser nullifrcados de conforidade..coni
0 ari. l."|21 do Decreto de 7-de jOutubro de
1882.
Ora, nao se tratando de. instrumentos pbli-
cos, mas particulares, como sao as escrituras
exhibidas pelos recorndos, claro-que nenhuma
appcago tem a dfsposico mvocada, sendo in-
crivel que o Dr. juiz de direito considerasse
como instrumentos pblicos tees escripturas \
-Mas quando assim fosse, e se tratasse de es-
cripturas publicas revestidas de todas as forma-
lidades legaes e solemnidades extrinsecaaj ha-
vendo sobre ellas suspeita de fraude, podiam e
podem ser invalidadas at por presumpeoes e
por conjecturas, quanto mais>.por prova teste-
munhal, como a que resulta das Jmstittcacies
juntas aos recursos (Ord. Liv. 3* Tit. 55 25,
Correia TellesDout. das Accoes 107).
E o contrario -seria uraa mmorarhteie, por
que ento nao hatera meio de destruir fraude
quando revestida das formalidades legaes.
O referido decreto refere-se nicamente a es-
cripturas publicas isentas de fraude, que em
veraade s podem ser iludidas conforme o di-
reito ou por instrument idntico ou sentenga
condemnatoria, mas nunca as simuladas que
dispensam sentenga, pdenlo logo seren inva-
lidadas, como ensina Pereira e Souza not. 465.
Demonstrado assim que a disposigo de lei
com que se apadrinha o juiz de direito de Pa-
nellas nao era obstculo para ser reformado o
immoral alistamento de que se interpoz recurs,"1
e que sua base nulla por nao admittrr a lei
prova de reoUa de terrenos de laMta> par es-
criptura particular, podia o recorrente teralnar
as suas observagoes. f
Mas, para tornar ainda mais saliente o escn-
dalo, passa a oceupar-se de cada um dos recor-
ridos, notndose que sendo os terrenos qne fi-
guram como arrendados situados no intenor da
comarca de Panellas, e alguns as comarcas de
Palmares, Bonito e Caruar, sao entretanto os
alistados moradores na villa de Paneilm, foooacS
de S. Benedicta e Quipap, como se v dos pro-
prios attestados de residencia qne juntaram.
A le entretanto exige o praso de quatro annK
antes do alistamento. nao s para evitar a.
1 ago do contracto, como firmar a resid
nSo se podendo admittir que o individuo
exhibe como prova d renda o arrendanienro_
urna propriedade,iteixe de. residir neUa.
Pois bem, nenhum dos recorndos reside as
propriedades por elles arrendadas, como se v
de seus propnos attestados, o que corroborando
a simulaco os inhibe de serem alistados.
O4recorrido, Jos de Alguino-Jaaiaageira
Filho, exhibe titulo particular de arrendamento'
de urna propriedade situada em Marayal, que,
(.pertence 4 comarca do Bonito, e portento nao
poda ser alistado em Panellas.
>*

\
WmWIm? IiL
4


Diario de ibucoQuinta-feira 2 Janeiro de 189
9"
rap
No auto de perguntas a
ramento : Io que nao tobe a prora que aera para
ser incluido no listamento ; T que nunca arren-
dou engenho t* propriedade, assim como nao as-
signou lituv particular de arrendamento etc. etc.
O 2, Vicente Ferreira de Aquino, est as
mesaias condicoes, a propriedade arrendada
situada em Palmares, e aomente ne9ta comarca
poda ser alistado.
No au|p de peguntas sob juramento a l. 10
declara que o seu alistamento fbi feito por urna
eseriptura que lhe apresentou o capito Floren-
tino seaerra Leite, e menciona outras circunstan-
cias, para as quaes chama o recorrente a atten-
c&o de V. M. Imperial. Nao junUiu certidao de
idade nem supprio esta falta assencial pelos
* meio legaes.
O 3, idem, o terreno arrendado em Pal-
mares.
No auto de psrguntas a fl 19 coafessa a falsi-
dade do astamenio.
Nao iuntou certidao de idade.
O 4*. Quintiano Uavalcante de Oliveira, nao
reside no sitio arrendado, como se v do altesta-
do que juntou, e afl. 12, sob juramento, confes-
sa a fulsidade do alistamento.
Nao juntou certidao de idade, nem supprio
esto falta na forma da lei.
0 3', Manoel Correia dos Santos, est as
mesinas condigoes, confessando a fulsidade do
seu alistamento a fl. 15.
0 6 Manoel Florentino Leite, eshibio eserip-
tura do arrendamento do eogenho Gurjah, si-
tuado na comarca de > almarca e portanto nao
poda ser alistado em Pan el la?.
Nao juntou cerdo de idade.
0 7 Jos Antonio Macambira, e o 8, Jos
Lustosa da Cuuha, aquelle ariista, como declara
em sua petico inicial, e escrifao de paz e crime
de S. HeBedicto, foi alistado com este por arren-
damento da propriedade Pirangy em S. Benedic-
to do municipio de Quipap, pagando cada um a
quantia de 800300' por quatro annos .
No arrendamento de um tiguram como pro-
prietarios Jos Luis de Franca e D. Anna Joa-
quina da Conceico ; no de outro, Jos Mauricio
de Araujo e D. Marta da Annuncia o.
, Entretanto a propriedade a mesma !
Macambira que carpina nao eslava no caso
de fazer tal arrendamento. e Lustosa mora com
seu irinao Affonso Lustosa na propriedade Goia-
, boira como est provado dos autos.
Nao juntaram certidao de idade.
O 9o, Antonio Ferreira da Silva, que nao resi-
de na propriedade que se diz elle arrendada, e
nao juntou certidao de idade, exhibe urna eserip-
tura de um sitio que parte da mesma proprie-
dade, e portanto devia ser previamente avahada,
como determina o decreto de 7 de Janeiro de
1882 art. !. J3.'n. 1.
O 10-, Joao Baptista de Meho; o 11, Jos Ro-
drigues da Cruz, e o H*, Jos Mauricio de Araujo
Filno, esto jio mesmo caso.
A eseriptura exhibida por Craz refere se um
sitio na propriedade Pao d'Arco, e portanto de-
via ser tambem avahado.
Jos Mauricio menor, e a propriedade Goia
beira, que figura como elle arrendada, per-
tencenle. como j foi demonstrado e provado, ao
Dr. Affonso Lostosa, que n'ella reside, como se
v a fl. 15 dos autos de recurso do mesmo Jos
Mauricio.
O 13, Carlos Cavalcante de Oliveira, igual-
mente nao reside na propriedade arrendada, e
mora com seu pai no engenho S. Joo, como foi
provado.
Accresce que o referido engenho S. Joo foi
arrendado, sob outro nome. a Jos Apolinario de
Moura. de quem se ioterpoz tambem recurso e
figura sob o n. IV
Um fllho e outro morador do proprietario I
O 15, JoSo Vicente Ferreira Simoes, exhibe
attestado que prova nao residir na propriedade
arrendada, e nao juntou certidao de idade.
O 16*, Jos Mondes da Silva, nao reside igual -
mente no sitio que figura arrendado, mas em
outro lugar, segundo o seu propro attestado de
residencia.
Das jastilicaces juntas aos autos v-se que
nao estava no caso de fazer arrendamento com
pagamento adiantado por 4 annos.
Tambem nao provou a idade por modo legal.
O 17*, Primo Pereira de Andrade e o 18", Jos
Ferreira Fraso, esto em idnticas circumstan-
cias, sendo que a eseriptura exhibida por este,
assignada rsgo, refere-se urna trrada
propriedade de Poco Grande, e portanto nao po-
da ser aceita sem zrwliac. o, como prescreve o
Decr. de 7 de Outubro de 1882 art 1." 3. u. 1.
O 19". Ovidio de Barros Correia, como se v
da justificarlo junta aos autos, menor e mora
com seu tio do engenho Paraizo.
Nao juntou certidao de idade..
O 20, Benevides de Barros Correia. da mesma
lamilla, e tambem menor exhibe arrendamento
de urna propriedade situada no Altinho, comarca
de Caruar. e portanto so alli poda ser alistado,
se esvesse no caso.
O 21, Manoel Cordeiro da Silva, igualmente
menor, e reside com sua mi, D. Maria Joaquina
da Silva, na propriedade que figura como arren-
dada ao mesmo, segundo v-se dos autos.
O 22, Theodoro Veras da Costa Agr, exhibe
um titulo de arrendamento em que figura como
proprietaria Cibella da Costa Agr, que nao de-
clara qual seia seu estado, como era indispen-
savel para poder contractar.
Pela justificaco junta aos autos v-se que o
recorrido nao estava as condicoes de fazer o
arrendamento, e que pertencendoa propriedade
mmmmmmm*n
eu Victorino de Souza, nao
i reno alendado, e sim na vi'
no se v< do seu attestado de
'Ca.
Nao estava em conriices de fazer tal arrenda-
mento. pois muito c jnhecido como o vendedor
de farinha na feira, iwno se v da justiticago
junta aos autos.
O 24*. Domingos Estoves da Costa Agr, con-
fesa que reside no engenho Peryperysinho, e
junta eseriptura de arreudumento do engenho
Perypery, figurando como proprietario um indi-
viduo que apenas poisue urna parte do mesmo
engenho.
Nao se oceupar o recojrene de outras irfe-
gularidades; basta es
O 25, Jos Cavalcante de Albuquerque exhibe
eseriptura de arrendamento de urna propriedade
em Caruar, e menor, morando no engenho
Paraizo, pertencente seu lio, como acha-se pro-
vado
O 28, Joao Firmino le Macedo, exhibe escrip
tura de arrendamento de urna propriedade em
Lnga de Gatos, e de vendo residir n'ella acon-
tece o contrario, pois v-se de seu attestado que
residente ha mais de um anno no 1. quarteiro
do 2. districto da villa de Panellas
Eis ahi urna prova evidente d falsidade, offe-
recida pelo propro recorrido !
O 27, Joaquim Francisco Leite chegou at a
exhibir urna eseriptura, achando-se em branco o
Uiome da propriedade!
" Se precisasse o recorrente de mais alguma
prova para demonstrar a falsidade de taes escrip-
turas, nao poda te*r melhor.
E' que as referidas oscripturas foram adrede
S reparadas de accordo com o celebre esenvao
a Barra da Jangada, que se prestou a authen-
tical-as, escapando entretanto em urnas a sua
assignatura, e fleando em brauco em outras at
o nome dft propriedade, para ser encaixado o que
conviesse.
Nunca se vio cousa igual!
Entretanto o Dr. juiz de direito admtttio que
esta falta fosse sanada, sendo apresentada outra
certidao. que alias nao era seno o complemento
da fraude.
O recorrente sent ter abusado da attencao de
V. M. Imperial, e vai concluir, sem mais com-
mentario, referindo-se aos dous que faltam para
completar os 29, a saber: Jos Luiz de Franca e
Manoel Joaquim Barbosa, que nao podiam igual-
mente ser alistados.
O recorrente pede e espera justica para que
nao se reproduzam factos d'esta ordera, que re-
clamam a mais severa puoigao.
---------------sjaoiis*---------------
A\iso
O abaixo assignado tendo deixado de
fazer parte da extincta firma Reis 4 Cou-
ceiro, tem a satisfcelo de participar ao
corpo commercial desta praca e a todos
os cavalheiros e Exmas. Sras., que Bem-
pre o distinguiram com a sua proteccao e
amisade, que abrir brevemente ra do
Cabug n. 11 A, urna nova loja de joias,
onde expora o que no genero houver de mais
moderno, de mais rico e de mais artstico
nos centros principaes da Europa, para
onde seguir em breve a escolher o seu
sortimento.
Emquanto nao vai fazer pessoalmente,
como julga do seu dever, recebe desde j
para a Franca, Allemanha, Suissa e Por-
tugal as orden dos cavalheiros e Exmas.
Sras, do seu conhecimento, que o quei-
ram honrar com as sitas cncommendas,
para qualquer d'aquelles paizes.
Faz ainda sciente que, para tudo
que fr conceniente a trabalho de ou-
rivesaria, pode desde j ser procurado
na loja indicada, aonde tem um habi-
lissimo artista europeu, que mandn vir
expressamente, c que trabalhou durante
muitos annos as iicreditadissimas ofici-
nas Leitao & Irmao, de Lisboa.
NestM condicBes, e com a sua longa
pratica de ourivet, aclia se sufficientemente
habilitado a poder executar com prompti-
dSo e pericia qualquer encommenda, com
que o queiram honrar os seus amigos e
freguezes.
Antonio Augusto da Silva Reis.
d---------------
1*.
Nao ha mais razao para estar magro: A per-
da das carnes e dos tecidos celulosos por ciusa
de enfermidade, padecimento moral ou doenca
de longa dnracao fcil e rpidamente reparada
com o uso constante e sem interrupcio de algu
mas garrafas da Eaiulso de Lanman & Kemp ; a
qual feita do Oleo de Figado de Bacalho mais
puro e escomido que pode produzir a Noruega e
combinado com os Hypopbosphilos segundo a
formla sem rival do Dr. CnurcniU.
A Emulso de Lanman & Kemp nao sement
um recuperativo poderoso das constituicOes de-
bis, e um remedio seguro e infallivel contra to-
das as affeccOes do peito. a garganta e os pul-
mes (e outras molestias em que prescreve-se o
us.0 do Oleo puro), mas alm diste o agente di-
gestivo por excellencia para os estmagos deli-
cados ou disppticos.
Hippodromo do Cam-
po Grande
Apresemamoe aos' accionistas d'este
prado a seguinte directora, para a eleico
do din 4 de Fevereiro prximo.
^residente: Dr. Francisco de Paula Cor-
reia de AraujC.
Secretario: Dr. Luiz Antonio Cavalcante
de Albuquerque.
Thesoureiro : CapitSo Joaquim Innocencio
(lomes.
Julgamos ser a directora que melhores
resultados poder ,fazer dar aquella socie-
dade com sua sabia, Ilustrada e pratica
direccao.
Trezentos accionistas.
\o**a
POfO
COMMERCICi
Revista do Mercado
Recipe, 30 de Jameibo de 1889.
Pouco mo vi ment no mercado de cambios.
Na Bolsa foram negociadas 292 lettras hypo-
thecarias com o descont de 4 12 .
Foram registradas algumas vendas de algodo,
agurdente, alcool e niel.
C arabio
Os bancos mantiveram ainda a taxa de 27 5/8,
sem acnarem tomadores.
Houve algum negocio em papel particular a
27 3/4.
No Rio as cotaces regularam ainda a 27 9/16
Luicario e 27 11/16 particular.
Programas da testa de
erahora da ande do
da Paaella
Ao alvorecer do dia 2 4de Fevereiro,
urna salva real seguida de innmeras gi-
rndolas de foguetes annunciar a toda
freguezia que chegado o anniversario
festivo de sua padroeira, percorrendo di-
versas ras a musita do 2 batalho de
inlautaria.
A's Choras ter lugar urna missa re-
sada em intenjSo dos que concorreram
para a festa.
A's onze horas entrar a missa solem-
ne, sendo a orchestra dirigida pelo maes-
tro Joo Alves da Silva, o qual exhibir
urna das melhores partituras sagradas do
seu repertorio, cantando um solo o Sr.
Scolari,
' No Evangelho o Revm. conego Antonio
Eustaquio da Silva, com sua palavra un-
gida e sagrada pronunciar urna da* mais
bellas orac3e8 em honra da Virgem da
Saude, precedida de urna magnifica sym-
phonia.
A's 7 horas entrar o Te-Deum, depoi&jj
da oracio sagrada pelo Revm. Fr. Pedro
pa i'urificacao Paes e Paiva.
A's 8 Ij2 horas ser amado o estandate
da Virgem, que ser conduzido casa da
nova juiza, com a mesma pompa e acata-
mento com que foi hasteado.
A's. 9 horas se queiinar um grande e
magnifico fogo artificial, especialmente
encommendado ao priineiro artista neste
genero, Tito Francisco de Mello, cujo fogo
ser intercalado de baloes, fogos de ben-
gala e morteiros, dando fim a festa urna
salva real.
Durante > tanto havero diversos diver-
timentos p uisivs c soltar-se-hlo diversos
baloes de n >< >>s'.o.
Bolsa
TABELLAS
1
AFFIXADA8
COTACES OFF1CIAES DA JUUTA DOE COB-
BECTOBE8
Recifs, 304a Janeiro de J889
O presidente,
Letras hypotliecarias com joros, a 9oA500 cada
urna.
Na Bolsa Venderam-se
292 letras hvpothecariu.
Candido G. Alcoforado.
0 secretario,
Eduardo Dubeux
AlodaO
Foi tftado o de 1* sorte do sertSo a 6*050.
A exportaco, feita pela alfandega neste mez
at o da 28, subi a 2 201.774 kilos, sendo-----
2.164.218 para o exterior e J7.456 para o inte-
rior.
K!rtc8o
dos devotos cjii. ir.-m de fazer a festa do
glorioso H. J-sn: da Extrema a 19 de
Marco de l'-'.t
lui/. |ir rleit.'io
O Illm. Sr. coruii" i inalo Velloso da Silvera.
imw* i>.-i.clores
Os Illms. Srs.:
Capito Joo Maii"'i >! Barrea Silva.
Manoel Jos deLuna.
Boaventura Rodn-.u~ KstcvtM.
Jos Ignacio da tilva
Firmino Pereira de HriHu.
Joaquim branles hiille.r .
Jui/.il |l<' i'lciyO
A Exma. consorte du Sr Inmcisco Pnheiro de
Mcnozes.
Jui/.s |noii'i'i'i-as
As Exmas. Sras. :
D. Auna de Figuvuvil.. iliora do engenho
Mocas.
Consorte do Sr. sg*1"'1 '''l"|m da ilva, do
engenho Paraizo
Consorte do Sr. MamH !'!" '-nucoho Caite.
l'S'.iin imih
O Sr. Illm. capito IsMlo ImhoJi da Silva.
Procir.t'l >r
O Illm Sr. Antonio PiiIm*i<......Meiiezcs.
S. Jos da Extrema, IH '! f it de 1-88, guan-
do foi publicada da triimn ,-in Hevtn. ngano.
i> :! ho,
Antonio t; < .i"tioGwUBj|8).
A amercio
Antonio Rodrigues Gomes e Silva, db-
clara, que de hoje em diante, se assignar
Antonio Rodrigues Gom.es da Silvera.
Recife, 30 de Janeiro de 1889.
H
EDITAES
5.* seceo.Secretara da nie.si(Iencia*de Per-
nambuco em 29 de Janeiro de 1889.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia se faz publico, conforme solicitou a presi-
dencia da provincia da Paraliylia, para cnheci-
mento de quem inieressar possa, que sao cha-
mados concurrentes para o contracto de atente-
cimento d'agua dita provimia, de'couformi-
dade com os editaos abaixo transcriptos
O secretario interino,
Manoel Joaquim Ribeiro.
Por esta secretaria se faz publico de ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, e para
conhecimento de quem inieressar possa, que
dentro do praso de sessenta das, contado desta
data, aceltam-se nesta repartico propostas pora
ser contratado, com puem melhores vantagens
offerecer, o servico do abastecimento d'agua a
esta capital, na conformidad!' da lei provincial
n. 827 de 6 de Outubro de 1886 visto nao terem
sido aceitas, por deficientes, as propostas apre-
sentadas no praso fixado no edilal de 8 de Ju-
nho do anno passado, servindo de base para o
contracto e preferencia as condigoes seguintes :
!.
> presentar o contractante, a contar da data
da assignatura do contracto e em praso estipu-
lado pela presidencia da provincia, as plantas e
nivelamento dos terrenos comprehendidos pela
cidade at os niananciaes por onde tem de pas-
sar a rede de encanamentos, e, bem assim, 6
prospecto das obras darte necessarias ao func-
ci.'iiamento da empreza, trabalhos que devem
ser examinados por um ou mais proflssionaes
nomeados pela mesma presidencia.
Fornecer diariamente na razao de 160 litros
d'agua de superior qualidade para cada habi-
tante, ou 2,400,OH) litros em 24 horas para a po-
pubro da capital, calculada em 13,000 almas.
a.*
A agua fornecida deven attingir ao nonio
mais elevado da cidade e com pressao sullici-
ente.
" b sobn jierda te da Boa-Visla" at a estaau de Olinda
do mesmo em beneficio da provincia no caso de n O i i
Hippodrom
Grande
(
ampo
4lreetr
Dr. Francisco de Pauta C. de Araujo.
Dr. Luiz Antonio Cavalcante.
CapitSo Joaquim Innocencio Gomes.
Muitos que querem.
^^^^^^^^^^-
Asscntar dez chafarizes pelo menos c nos lu-
gares designados pela presidencia da provincia.
Empregar na constr'ucco das obras mate-
riaes de primeira qualidade, devendo ter os ca-
nos dimetro e espessura de furnia a resistirem
a presso do liquido e a pennittirem urna dcs-
carga que esteja na onformidade do disposto
na condico 2 *
6.
Far passaro encanamento geral pelo centro
das ras, obrigando-se a repor no seu estado
primitivo toda tarea por onde elle passar e bem
assim suas ramificacocs e deri^ages.
Empregar canos de ferro no encanamento
geral e rmilicaco, e de chumbo as derivaces
para as pennas e chafarizes. tu(ff como em ge-
ral se pratica em idnticas emprezas.
8."
Nao cobrar mais de dez r.':is por cada c meco
de 20 litros d'agua.
9.
Fornecer agua s repartices provinciaes pe-
la Hietadoila laxa eslabelecida para os particu-
lares e gratuitamente aos estal>elecimeiitos de
caridade publica na razo de 100 litros para ca-
da habitante e por da.
10."
Fornecer tambem gratuitamente, no caso de
incendio, a agua necessaria a apagal-o, abrindo
as torueiras e chafarizes dos lugares mais pr-
ximos do sinistro.
11.'
Collocar obrigatoriamente penas d'agua em
todos os predios, cujo aluguel mensa! for calcu-
lado em lOtOOO ou mais crrendo a despeza do
consumo d'agua por couta dos proprieta ros ou
de seus procuradores, e nao excedende cada
penua a i 000 por mez, a' aliada a sua descarga
na razo de 6 habitantes em 24 horas.
Ser prohibida a venda d'agua das cacimbas
e pocos particulares, sob pena de multa e priso
e ter difeito o contraelante a apropriar-se das
fon les publicas e a outros favores que depende-
rem da administracio da provincia.
13.
Ficar o contractante dispensado dos direitos
provinciaes de todos os materiaes precisos para
as obras at a sua installaco.
14*
Sero comecadas as obras dentro de mu auno
a contar da dala do contraen, e rstarao termi-
nadas dentro do praso que e ajustar, sob pena
de caducidade e em ambos os casos, salvo forra
maior em que os ditos prasos fiodero str proro-
gados pela presidoueja da provincia, sob as con-
dicOes que se coovcncionaTeni.
15.-
0 contractante prestar* ftaoo-i idnea no The-
souro Provincial para execaijo do contracto,
conforme se convenciouar ou fara o deposito de
lO.OllitMOO como garanta do nuniprimcnto de
suas clausulas. fc
.
A falta do cumprimeuto de qualquer das clau-
sulas que forem estipuladas determinar a mul-
provincia
reciso do contracto por igual motivo
17.
No acto de lavrar-se o contracto a presid*ncta
da provincia accordar com o contractante! em
outras condigoes que forem convenientes.
18.
A presidencia da provincia ter um engenhei-
ro junto a empresa que ser, por esta remunera-
do, ou pela provincia no caso de ser subven-
cionado pela empresa.
19."
Para o funceionamento da empresa ser;, ex-
pedido legulamentopcla presidencia de a cordo
com as" condicoes do contracto.
20.
0 contracto nao poder 6er transferido a ou-
trein individuo ou companhia sera permissoda
presidencia da. provincia.
Secretaria do governo da Parahyba, em 29 de
Novembro de 1888.
O secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
EDITAL
Por esta secretaria se faz publico de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, e para
conhecimento de quem interessar possa, que
tica prorogado por sessenta (60) dias o prazo
marcado no edilal de 26 de Novembio do anno
prximo passado, no qual se declara que acce-
tam-se nesta repartigo propostas para ser con-
tractado o abastecimento d'agua esta capital,
na confrmidade da lei provincial n. 827 de 6
de Outubro de 1886, visto nao terem sido aceei-
tas por deficientes as apresentada s no praso
fixado no edilal de 8 de Junho de 1887.
Secretaria do governo da Parahyba, em i de
Janeiro de 1889.
0 secretario,
Honorio Horacio de Figueiredo.
Antonio Flix Pereira, colletor das rendas ge
raes de Palmares, em virtude da lei. etc.
Fago saber as que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que segundo o disposto
no art. 29 do regulamento a que se refere o de-
creto n. 9870 de 22 de Fevereiro de 1888, a co-
branza do imposto de industrias e proiisses
ser reallsada no mez de Fevc.eiro de cada
anno, se o imposto nao exceder de 50000, e em
duas prestaces iguaes nos mezes de Fevereiro
e Agosto, se exceder aquella quantia.
Que os contribuintes que nao pagarem o im-
posto nos prazs cima, ucorrero na inulta d
10 0/0, a qual ser elevada a lo 0/0, se o deve-
dor nao realisar o pagamento at 20 de Junho
do semestre addicional do respectivo exercicio.
E para que pliegue ao coulieciinento de todos
rhandei lavrar o presente, que ser aflixado nos
lugares mais pblicos, eva i>or mim assignado.
Collectoria de Halmares, 20 de Janeiro de 1889.
0 collector,
Antonio Flix Pereira.
iiwpt'rtoria 'S|ii- <> <<>-
loniltaro (le l'crnaiiihiico. cni Z9
Faz publico para ronliecimcnto dos jnteressa-
dos, n edital abaixo transcripto, pelo qual se v
arhai'-se esla inspeetnria aulorisada a receber os
pedidos para introdueco de inmigrantes n'esla
provincia.
Inspectoria ger.il das tenas c colonisaco :
O inspector geral faz publico para conheci-
mento dos interessados. que dora em diante de-
vem ser dirigidos a esta inspectoria geral ou s
inspectoras especia s as provincias os pedidos
de inmigrantes parro Borneo da lavoura, os
quaes compete-lhe satisfazer proporco que fo-
rem chegando os immigrantes, conforme as pro-
videncias tomadas por S. Exc. o Sr. ministro da
agricultura.
Em seus pedidos deve n os Srs. proprietario.;
declarar, alm do numero, a nacionalidade dos
inmigrantes que prefereni, as vantagens que
lhes offerecem, a deUominago c o nome da lo-
calidade mais prxima para oude devem ser en-
viados.
F. de B. Accioli de Vasconcellos.
DECLARARES
ponte de Sania Isabel, at a .
Imperatriz ; em volta pela ponte da Bw-Vista
desde a estaga de Olinda at o I pia
ponte de Santa Isabel desde -. ja da ra
da Impeatriz'at o Rcclfe; que para
qualquer ponto da ra da Aurora a passagem
ser sempre de 100 rs.
4.* Suppresso da pratica que estava adopta-
da de nao se receber passagetros de 100 rs. nos
carros extraordinarios.
Os novos horarios a que se referem estas mo-
dificagOes vo publicados abaixo.
Recite, 30 de Janeiro de 1889.
Carlos Alberto de Menezes,
Gerente.
Linha circular
Pelas pontea de Boa-Vista .e Santa Isabel
Trajelo*4 minuto
BOA-VISTA S. ISABEL
8.42 7.40
8.46 8.24
9.30 9.08
10.14 952
10.58 10.36
* 11.42 1120
12.26 12.04
OA-TISTA
110
1.34
2.38
3.42
4.06
4.50
3.34
S. ISABEL
12.48
1.32
2.16
3.00
3.44
4.28
515
Largo das Cinco Pontas
TrajeloZO minuto*
' ^Ida Volta Ida
6.00 6.20 & 40
6.40 7.00 1.20
7.20 7.40 2.00
8.00 8.20 2.40
8.4" 9.00 3-2-
9.20 9.40 4.00
10.00 10.20 4.40
10 40 11 00 5.20
11.20 1140 6.01
12. OJ 12.20
Volta
1.00
1.40
2.20
3.00
3.40
4.20
500
5.40
6.20
Linha da Mogdakjgia
Trajelo14MbIi
Ida
Animaos.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-frrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
Couroft
Ultimas vendas. 385 ris.
12.618
13.02*
98.336
37.433
268.898 Saceos
As entradas verificadas at a data de hoje so
oem a 26.382 saccas, sendo por:
Barcacas..... 2-737 Saccas
Vapores..... 1-277
Animaes..... 8.144
Via-ferrea de Caruar. 1384
Via-ferrea de Francisca. 1174
Via-f*rea de Limoeiro 11.666
Somma.
26.382 Saccas
Asquear
Os precos pagos ao agricultor, por 13 kilos, se-
gundo a Associacao Commercial Agrcola, foram
os seguintes:
Branco8..... HmO a 2*800
Someno..... *700 a 1*800
Mascavado purgado 1*300 a 1*400
bruto. 1*140 a 1*240
aelame..... #9< a l**
Colonia Isabel:
Branco 1'
. 2*
. 3'
Someno .
Mascavado
2*700
2*400
2*000
1*800
1*400
Usina Pinto:
Branco 1*
2-
Someno .
MacCavado
Aexportacao, feita pela alfaudega, neste mez
at o da 28, attingio 17.68o 130 kilos, sendo
10 129.202 para
interior.
2*400
2*300
1*700
1*340
o exterior e 7.533.928 para o
As entradas verificada at a data de hoje so-
bem a 268.898 saccas. jendo por:
Barcacas 105.465 Saceos
...... "
Aftunreate
Ilouve vendas a 80*000 por pipa de 480 litroi
.%leol
Foram eflfectuadas vendas a 1351000 por pipa
de 480 litros.
el
Conston vendas a 50*000 por pipa de 480 li-
tros.
Pauta da aiimeg
SEMANA un 28 DB JANBIBO A 1 DI rsVSBSIKO
as 18-9
Vide o Diario de i" de Janeiro
Xavios carca
Lugar americano Arlhur C. Wade, para Estados-
Unidos.
Patacho inglez Peggie, para Mentevido.
Patacho dinamarquez Thou. para Uruguayana.
Patacho americano Daesy, para New-York.
Patacho dinamarquez Catkarinc para Uru-
guayana.
Vapor inglez Cyrene, para Liverpool.
Navios descarga
Barca portugueza Novo Silencio, varios gneros
Barca norueguense Frida, carvo.
Barca norueguense Frilhyof, carvo.
Barea noruaguense Professor, mdeira e bren.
Barea ingleza Helen Izabel, bacalho
Barca americana /. F. Rottman, carvo.
Barca ingleza Sabrtna, farello.
Barca portugueza Tentadora, kerosene.
Barca norueguense Celer, carvo.
Barca sueca Augusta, carvc.
Brigue dinamarquez Catharina, varios gneros.
Brigue sueco Pepita, carvo.
Brigue norueguense Bertka, carvo.
Lugar nacional Marinho VII. c.rvao.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
Importado *
Paquete inglez Cotopaxi, entrado de Buenos-
Ayres c escala em 29 do corrente e consignado
a ilson Sons A C, manifestou :
Finetas 46 cuixasa Costa & Fernandes.
irque 2.S00 fardos a Amorim IrmJos S C,
1,00JJ a Maia a Recen.
Barca brazilcira .Wn la do Kiode
Janeiro, era 30 do corrente e consignada a Bai-
lar Oliveira <\- C. man
Alfafa 130 fardos a Augusto Figueiredo
iC. .
Barris vanos 140 ordem. Botijas vazias 120
barris ordem.
Caf 103 saceos aos consignatarios.
Pipas vacias 22 ordcai.
Vinlio 5 pipas a Soares de Amaral Irmos.
Exportar*
BKCtt'*, 29 I)E JA*MKO DE l'.c'J
Para o exterior
- No vapor inglez Cotopaxi, carregarara :
' ra Liverpool, W. W. Robilliard i barrica
20 kilos de doce e 2 ditas com 40 abacaxis:
F. G. de Albuquerque 3 barricas com 72 aba-
caxis.
No vapor inglez Actor, carregai ani:
Par* Liverpool, P. rarneiro 4 C. 1,697 saceos
com 114^199 kilos de carocos de algoilo e 51-
saccas com 3,799 ditos de algodo ; C. P. de
Leaos 3,500 saceos com 140,000 kilos de cara-
gos de atoodSo.
. Ka barca americana Otice, carregaram :
Para New-York, A Casco C. 500 saceos
com 37,500 kilos de assucar mascavado : M.
Amorim 100 saceos com 7,500 lilos de assucar
mascavado.
No vapor inglez Aralo, carregou :
Para Montevideo, J. L. de Barros 20 barricas
com 2,334 kilos de assucar branco.
fara o interior
No pataeho dinamarquez Thor, carregou :
Para Uruguayana, A. Guunares 100 barricas
com 10 833 kilos de assucar branco.
No patacho nacionnai Riml, carregaram :
Para Pelotas, T. de Azevedo Seuza 200 barr
cas com 21,169 kilos de assucar branco ; Viuva
de Manoel F. Marques c Filho 400 barricas com
37,293 kilos de assucar braued.
No hiate nacional eus te Guie, carrega-
ram :
Para Camossiin, Fernandes Irmo 3 barri-
cas com 300 kilos de assucar retinado, 2 ditas
com 200 ditos de dito mascavado e 12 barris
com 1,020 litros de agurdente,
o vapor americano Finance, c irregou :
Para Para, T. de Azevedo Souza 200 barricas
com 13.344 kilos de assucar branco.
Na barcaca D. Smh, carregaram :
Para Natal, J. do Nasci ment 3 barricas com
180 kilos de assucar branco.
Para Macaliyba, M. lavares 5 barricas com
230 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Belleza da Fortuna,-car.
Para P. de Alagoas, J. F. Aureliano 50,000 li-
tros de sal.
No hiate nacional Deus te Salte, carregou:
Para Aracaty, M. Rufino 250 saceos com Tari
nha de mandioca. S
Kendimenios pblicos
MEZ DK JANK1B
Alfandega
Companhia Ferro Carril
DE
PERNAMBUCO
Do dia 4 de Fevereiro em diante sero adop-
tadas nos servicos desta companhia as seguin:
tes inodiicaces :
1. Augmento do permetro das passagens de
10o rs. nos carros das quatro grandes linhas,
passando os respectivo^ pontos para os seguin-
tes luftores : pira as linhas de Magdalena e Fer-
nandes Vieira ti praca do Conde d'Eu em frente
a matriz da Boa Vista ; para a de Afogados,
tanto por Herval como por Caxias, a entrada da
roa Imperial ponto de juncejo dos dous ramaes:
para a de Sanio Amaro a esquina da ra da Au-
ra com a roa do Lima.
2." Moditicaco dos horarios das linhas de
Magdalena e largo de Cinco Pontas, sendo que
na priweira o horario ser o mesmo tanto nos
dias uteis como nos domingos e dias santili-
cados.
3." Couverso das duas linhas da Boa-Vista c
Santa Isabel em urna nica liuha circular pelas
duas ponies e pela ra da Aurora, de forma que
o carro que vi por nina volte pela outra ponte e
\ice \ersa. A contageiu do percurso para pa-
gaoiHto das passagens ser : em ida pela non-
11 -*J--------
Renda provincial :
#4.20
B 4.33
5 17
o 39
ti.01
B 6.23
6.34
6.43
6.36
7.07
7.18
7.2
7 40
7 31
7.02
8 13
8.24
8.35
8-46
8 57
9 0*
9.19
9 41
10.03
10.23
If
Volta Ida Volta Ida
o.Oi 10.47 11.31 3 12
5-39 11.09 11.53 5.23
6.01 11.31 12 15 B 5 34
6.23 11.53 12.37 5.45
6 45 B 12.15 12.59 3.56-
7.07 12.37 121 6.07
7 18 12.59 1.43 6 18
7.29 1.21 2 04 6.29
7.40 143 2.27 6.40
7.51 2.03 2.49 6.51
8 02 2.27 : 01 B 7.02
8.13 2.59 3.23 7 13
8.24 3.00 3.44 7 33
8.33 3.11 3.55 7.57
8.46 3.22 4.06 "S.41
8 57 3.33 417
9.08 344 4.28 9.03
9 19 9.30 3.53 B 4.06 4.39 4.50 :s
941 4.17 5.01 10.09
9.52 4.28 5.12 JO 31
10.03 4.39 523 f 10.53
10.25 . 4.50 5.34 11 15
10.47 ,3.01 .5.45 1137.
, 11.09 ~~ ~
Volta
5.56
6.07
6 18
629
6.40
6.51
7.02
7.13
7.24
7.35
7.46
7.57
8.1i
8.41
9.03
9.25
947
10 09
10.31
11.53
1115
11.37
11.39
12.21
* Para os tomadores
no vero.
de ha ni ios do mar. So
B Viagem de 1* casse e bagagera
Do dia 2 a 29
dem de 30
143:925*124
3:851*701
Semina total
149:736*828
1,111:833*999
-Segunda seccia da Alfandega, 30 ne Janeiro
de 1889.
0 thesoureiroFlereacio Domingues.
O chefe da secciU -Cicere B. de Sello.
Reccbcdoria eral
Aociaco dom Empreado* oo
(innmirdo de Pernamburo
Communico a todas aquellas pessoas e corpo-
rasoes a quem tive a honra de me dirigir, em
nome desta directora, convidando para assistir
a sesso luterana, em solemnidade ao 3.* amri- |
versario da installaco desta assoctacao, que
devia ter sido effectuada a 20 deste mez, que
dita sesso licou marcada para o dia 10 de Fe-
vereiro prximo, s 5 horas da tarde, nos sa-
ldes do Gabinete Portuguez de Leitura, prevale-
ceudo todos os convites feitos anteriormente.
Igual communicaco faco aos senbores soeios.
Secretaria da* directora, 29 de Janeiro de
1889.-0 1- secretario,
Augusto da Silva.
Companhia Alagoana de
Fia^ao e Tecidos
Convidamos aos serihores subscriptores desta
companhia para, de accordo com os arts. 9 e 10
dos estatutos, at o dia 12 de Fevereiro prximo
futuro realisarem sua terceira entrada na rulo
de 10 por cento do valor de suas accOes no Ban-
co nternacional em i ernambuco. Macei, 12
de Janeiro de 1889.
Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio fedroso Barreto.
Do dia 2 a 29
dem de 30
26:941*198
2:626274
29:567*472
IKecebederla provlaelul
90:249*989
Do dia 2 a 29
dem de 30
1:078*064
91:328*033
Recite Dralaagc
Do dia 2 a 29 8:219*750
dem de 30 163*470
Iti'iida geral:
Do dia 2 a 29
dem de 30
934:633*798
27:443*373
963:077*171
8:383*220
ferrado Municipal de S. don
O movimento deste mercado no dia 29 de Ja-
neiro foi o seguinte:
Entraram :
20 bois pesando 4,112 kilos sendo de Oli-
veira Castro C, 11 e 9 de particula-
res :
226 kilos de peixe 20 ris 4*520
02 cargas de farinha a 200 ris 12*400
10 ditas de fruclas diversas a 300
ris 3*000
lf taboleirosaaoOris 2*200
13 suinos 200ris 2*600
14 matulos com legumes a 200 ris 2*800
Foram oceupados :
26 columnas a 600 ris 13*600
1 esciiptorio a 300 ris 300
25 compartimentos de farinha a 503
ris 12*300
23 ditos de comidas a 500 ris 12*30.)
71 ditos de legumes a 400 ris 28*400
18 ditos de sumos a 700 ris 12*600
9 ditos de fressuras a 600 ris 3*400
8 talhos"a2* 16*000
A OlvebaCastro & C. :.
34 talhos 54*000
Carneiro de 720 a 800 reis dem
Suinos de 500 a 640 reis idem.
Carrada de. 360 a 480 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 res idem.
Fr!lo de 900 a 1*201 idem.
Hatadouro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 72 rezes.
Sendo : 53 pertencentes a Olivoira Castro &
C, e 19 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a eatrar
MEZ DE JANEIRO
Europa....... Curytiba.........
Sul............ Finance.........'.
31
31
Rendimento do da 1 a 28 do cor-
rente
1845820
5:431*,40
roi arn :ioje
Precos de dia :
Carne verde de 440 a 480 reis o kilo.
3:616*060
Movimento do porto
Navios entrados no dia 30
Rio de Janeiro20 dias, barca brasileira
Mimoza de 287 toneladas, capito An-
tonio Albino de Barros, equipagem 10,
carga varios gneros ;a Baltar Oliveira
C.
Rio de Janeiro17 dias, patacho inglez
Banny Lary de 149 toneladas, capitto
Henry Lock, equipagem 7, em lastro, a
Jobnston ater ^ :.
Rosario de Santa Fe e escala 12 dias,
vapor inglez Archimedes de 986 tonela-
das commandante W. Camar, equipagem
28, carga varios gneros ; a Blackburn
Needham. & C.
SouthAmpton e escala13 das, vapor in-
gles Atrato de 2865 toneladas, comman-
dante L. R. Dickinson, equipagem 131,
carga varios genero8; a Amorim limaos
&C.
aos sahidos no mesmo dia
Rio de JaneiroVapor nacional S. Fran-
cisco commandante Joaquim da Silva
Pereira, em lastro.
Maco Vapor ingloz Cymie commandan-
te G. 'Iedley, carga varios gneros.
LiverpoolVapor inglez Avago com-
mandaiTte W. d. Sutherland, oarga
rios gneros.
New-York? ataeho americano Dayse
pitao F. S. Nash, carga assucar.
Buenos-AjTes e scalas-^ Vapor inglez
Atrato commandante L. R. ^Dickinaen,
carga varios gene
/
v
*
I

4
1
Vi
I

s
r
V
+



I

I
1
\


I


Diario de Pertiambuco^--Quinta-feira 31 de Janeiro de 1889
Li____L

Frogramma da 12.a corrida
UE SE REALIZAR
Sabbado l de Fevereiro
>
te
Idadet
Pollo
-Vatarallda-
lPeo
C'rtr da iMllmenl
QUE SE RE ALISAR A' NO
Dia 3 de Fevereiro de
M

Some
Iriae
Pello*
Natural Ida
de*
l'('o
Cor da \ <*IiiuMHn
Proprletarlo*
Propiietarlo*
lPareo-BMilo (IMurma)-eoe metros.-Animaes da provincia que anda nao tenham ganho premios. Premios: 200*000
ao 1, 50*000 ao 2o e 10*000 ao 3
1
2
3
4
6
6
7
8
9
10
11
l
13
Corsario ..
Boa-Idea....
Garcoz.....
Varadouro.
Animar..
Urub------
DubosL-----
Royal......
Kocaoibole .
Villa........
Tromboe
Coquelicot..
Polichinelle.
4 annos.
6 -
4
4
4

5
4
4 .
5
3
4
4 -
Rodado .......
Alazao .....
Castanho......

Russo pedrez.
Castanho andri
no.........
Russo -
Cardao. .
Castanho.
Russo..
Podado
Peraambuco..... 53 kilos.
55
3
.'3
p
5
55
53
53
55
a 50
53
* 53
Rosa e branco......
Branco e encarnado.
Azul e branco.....
Verde.............
Azul e amarello.....
Encarnado e branco-
Azul e verde.......
Azul e branco.......
Branco e azul.......
Branco e azul......
Azul...............
Branco............
Encarnado.........
I. 8. F.
JoSo Souto-Maior.
I. V. L. I
Epiphanio de Franca Mello.
J. R. C.
Fortunato Jos Pereira.
J. A. P. B.
A. M. P.
C. S. P.
C. J. F. C.
B. J. G.
Coudelaria Esperanza.
L.J.
v
1 Pareo-E*aio (2.- turma) -800 metros-Animaes da provincia que ainda nao tenham ganho premios. Premios: 200*000 ao
Io, 50*000 ao i.' e 20*000 ao 3.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Esperanca
Man.........
Minotauro-----
Vassallo.......
Guerreiro.....
Vagabundo
Ismar.........
Pauparra.....
Fanfar.........
Palito.......
Paco (ex-Az de
Copas.......
Bijou.........
Leo do Norte .
2o Pareo1
Good-morning.
Tupy..........
Monitor.......
Templar,......
Mouro........
4 annos.
4
6 -
4
5
5
3
4 -
5
Russo___
Castanho.
Alazao.
Rodado .-
Alazao.. -
Rodado.
Pedrez...
Modado..
Castanho
Baio.....
Castanho.
Peraambuco.
53 kilos.
53
55 .
53
55
55
50 .
53
55 .
53
53" .
50 .
50
Branco e encarnado.
Rosa e branco......
idiota e ouro......
Ouro -............
Branco e encarnado-
Encarnado e.branco.
Azul e branco......
Azul e grenat.......
Violeta e ouro .....
Verde e ouro..
Violeta e ouro-
Azul e branco..
1.1. P.
1. F.
I. C. A.
Condelaria Unio.
A. M.
N.S
A. E.'S.
J. E. M.
R.C.
Coudelaria Olindense.
Coudelaria Olindense.
Coudelaria Modelo.
Coudelaria Ypiranga.
trea-900 metros.Animaes da provincia. Premios : 260*000 ao 1", 50*000 ao 2'e 20*000. ao 3o
Peraambuco.
5 annos..
7
4
5 -
7
Rodado
Baio..
Russo. -
Rodado
Alazao..
57 kilos.
57
55
55
55
Encarnado e branco........
Rosa.......................
Encarnado e branco.....
Azul e encarnado.........
Violeta ouro...............
Coudelaria Integridade.
F. C. Rezende.
Coudelaria Pernambucana.
Jos Miranda.
J. Andrade.
3o PareolippodMm* do Caatpo fcrMde-1609 metrosAnimaes at meio sangue.Premios : 800* ao i, 200* ao 2
e 100*000 ao 3*
Cometa (ex-Mi-
randola i.....
Corcovado
Ruy-Blas.......
Olga.
5 amo.-.
4
7
AlazJo ..
Castanho
Alazao..
Castanha
S. Paulo.....
Kio de Janeiro. -
S. Paulo...'..
Rosa e Preto..............
Grenat e ouro..........
Rosa e preto............
Branco com estrellas encare.
Coudelaria Luso^ rasileira.
CoudelarialPaysand.
Arthur Sim".
Coudelaria 2 de Fevereiro.
Io ParcoCon
olacae '800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho. Premios : 200* ao 1*, 50* ao 2
e 20* ao 3.
1 Tiuma........
2 Licorae.......
Cacique.......
Breas........
Pilheria.......
Aracahy.......
Dakar.........
Patife....... .
Faafar........
lOMarat.........
11 Siroco .......
12 Mercurio......
13Gec...........
14i Peraambuco.-.
15 Bilontra.......
10 annos.
7
4 >
3
4 .
5
S
5
5
5
3
4
4
4
3
Castanho caxito
Russo. .......
Castanho......
Pedrez..
Castanho.
AiazSo...
Rodado
Cardao........
Russo pedrez..
Rodado........
Russo pedrez.
Baio.........
Peraambuco.
55 kilos.
55 .
53
50
53
55
55 .
55 .
55 >
55 >
50
53
53
53 .
50
Verde e amarello.
Grenat.
Grenat e azul.. > .
Amarello e encamado-
Azul e branco........
Encarnado e branco...
Azul e amarello___
Encarnado e amarello.
Grenat...............
Preto e grenat...
Azul listrado
Coudelaria Itamb.
J C. A.
F. L.
Coudelaria Desgraca.
R S.
L. B. F.
C.
F. A. B. C.
R. C.
Coudelaria Demcrata.
A. S.
S. B.
Coudelaria Communa.
A. T.
P. G. C.

2* PareoOnani!,200 metrosAnimaos de menos de meio sangue.
S. Paulo.....
Premios: 300* ao 1, 75* ao 2o e 30* ao 3
Alfa..........
AvmorL......
Rcife.......
Moncorvo.....
Favorita.......
Cometa.......'
annos.
Alazao ..
Castanho]
Rodado.
Zaino..
Alazao.
Rio de Janeiro...
S. Paulo........
Rio de Janeiro
S Paulo........
52 kilos'
54
54 .
54 >
52
54 .
Branco e encarnado.
Preto e grant.......
Verde e amarello ...
Ouro e violeta.
Azul e rosa___
Coudelaria 2 de Fevereiro.
A. M.
S. P.
C. Feraandes.
Maia Chrvsostomo.
Coudelaria Luso Brasileira.
I
h
3' PareoPfMKriiMto 850 metros
Animaes da provincia que ainda nao tenham ganho em maior distancia. Premios
200* ao 1, 50* ao 2, e 20* ao 3.
9
10
11
12
13
14
General......
Pirraba ......
Cacique......
Etna.......
Nacreo.....
Incitaras.....
Patife........
8 Oiseau.......
Mylord......
Re de ouro.
C aim.......
Orange .....
Ecla.......
Sultao2.....
5 annos.
5
4
5
6
5
5
5
6
4
5
4
4
6
Rosilho.......
Castanho......
Alazao.......
Castanho ------
Rosilho.......
Alazao ......
Castanho.....
Russo.........
Castanho......

Russo pedrez..
Castanho......
Pedrez........
Baio..........
Peraambuco.
55 kilos.
55
53
55
55
55 .
55
55
55
53 .
55
53 .
53
55 -
Encarnado e preto.......
Preto..................
Grenat.................
Encarnado e bonet azul.
Encamado e amarello...
Encarnado.............
Azul e branco..........
Encarnado e branco.
Violeta e ouro..........
Azul listrado...........
Rosa e branco..........
Violeta e ouro..........
Ouro e branco..........
J. D. C. B.
F. L.
F. L
S. Oliveira.
A. S.
Coudelaria Io de Julho.
F. A. B. C.
Coudelaria 1 de Janeiro.
M. N.
Coudelaria Olindense.
A. F. C
G- A.
G-
Coudelaria Emulago.
4. Pareo-Velocidad;1.400 metros Animaes de qualquer paiz. Premios : 500* ao 1, 225* ao 2o e 10* ao 3o.
Aspasia ...
Pnce.......
Africana.....
Cynira.....
Castiglioni...
Ernani.......
3 annos.
3
5
3 *
Alazao.
Zaino..
AlazSo
Zaino -
Inglaterra.
Rio da Prata.
Inglaterra...
Franca.....
Inglaterra...
49 kilos
53
55
49 .
57
57 .
Escarate e ouro.........
Azul e ouro............
Encamado e branco.....
Branco encamado e pretc
Azul grenat e branco
Rosa e preto..........
G. C.
CouSelaria Riachuelo.
P. G.
Coudelaria Cruzeiro.
P. C.
Pareo-rroreao -1200 metros.Animaes da provincia que ainda nio ganharam n'esta distancia
60*000 ac e 25*000 ao 3
Premios : 250*000 ao Io,
1
2
3
4
5|
6
7
8
9
10
Rei de ouro.. 4 annos.-
6 .
5
Lusbel....... 4
Borburema.. . 5 *
Serid....... 5
Dublin!....... 3 .
Javali......... 4
Incita tus....... 4
6
Castanho.
Baio.....
Russo. ..
Baio.....
Rodado.
Castanho
Cardao ..
Russo.. .
Alazao...
Russo. ..
Pernambuco..... 51 kilos.
54
54
51
54
54
48
51
51
5i
Violeta e ouro............
Azul e ouro..........
Preto encarnado e branco.
Rosa e branco..........
Brancoeazul ............
Branco, azul e preto.......
Verde e amarello.........
Encarnado...............
Rosa e branco............
Coudelaria Olindense.
A. F. da R. Leal.
Coudelaria 1. de Janeiro.
Henrique G. L. Guimaraes.
P. Silva.
Coudelaria Integridade.
H. Gibson.
S. F.
Coudelaria 1 de Junho.
F. S.
3 Pareo -Velaeldade
e -1000 metrosAnimaes de menos de meio sangue, que nao sejam da provincia. Premios : 300* ao I.,
751 ao 2 e 30* ao 3
Aymor.......
Recife........
Alpha.........
Cometa (ex-Mi-
randola.....
Favorita......
6 annos..
5
6
5
6
Castanho
Alak...
Alazao........
Zaina ..... ..
Rio de Janeiro 57 kilos.
57
S. Paulo.......54
55
56
Preto e grenat,............
Verde e amarello..........
raneo e encarnada.......
6. PareoCoi
Rio de Janeiro.-
relo1800 metros -Animaes da provincia.
Rosa e preto...
Violeta e ouro.
A.M.
S. P.
Coudelaria 2 de Fevereiro.
Obudelaria Luzo Brasileira.
Maia & Ciirysostomu.
Premios : 300* a 1., 75* a f e ao 3V 30*
Theso.........
Bismarck......
Serido........
Jaboato......
Mouro.......
Monitor.......
4 annos.
4
5
o
7
4
Rodado...

Castanho.
Alazao.
Russo .
Peraambuco.....
51 kilos.
44
54
54
54
51
Verde e rosa........
Violeta e ouro.......
Branco e azul- .....
Azul e amarello......
Violeta e ouro........
Encarnado e branco.
Coudelaria Independente.
F. G.
Coudelaria Ipyranga.
A. A.
J. Andrade.
Coudelaria Pernambucana.
7 Pareo-Baaale (3* turma)800 metros-Animaes da provincia que ainda nao tenham ganho premios. Premios : 100* ao !,
50* ao 2* e 20* ao 3*
1
i
:
4
9
I
7
8
9
10
11
12
5 annos..
4
Violo........ 5
Camossim..... 5 >
Dakar ....... 5 ;
Horisootc * o
Capeta........ 2
4
Alipacha ... 3
Tupa........ 0
Patife......... 5
Planeta........ 3
Rodado..
Castanho
Alazao.......
Castanho ....
Pedrez.......
Russo-pedrez.
Pedrez .......
Castanho.....
Russo .
Peraambuco.
55
53
55
B
56
55
45
53
50
55
ia
50
Azul e amarello.........
Encarnado e branco........
Verde e amarello..........
Azul e branco..........-
m
Azule encarnado..........
A manija................
Verde e amarello..........
Encarnado e branco........
Branco e encamado........
Azul e branco.............
Encarnado e branco........
Coudelaria Demcrata.
S. E.
P. B.
C. L\ F..
C.
J. B. C
A. A. O.
M. A.
J. H. P. B.
J.M.
Coudelaria 1. de Junho.
J.J.R.B. ^_______ i
(*) Montado por amador.
. OBSERVARES inK d hs ^
Pede-se aos Srs. propietarios o obsequio de terem seua animaes s 10 horas da manba no ensilhamento,
visto como impreterivelmente ser cumprido o horario.
Os animaes inscritos para o 1. pareo devera acbar-se no ensilhamcnto as 10 horas da manM.
Os animaos insectos >ara os outros pareos devem aohar-se no ensilhamento 1 hoMntes da determinada
para o pareo em que tm de correr. a i -' ____:_j iu
Os jockeys que nao estiverem matriculados na secretaria do Hippodromo nao poderlo correr, cumpnndo-lhes
apresentar as respectivas* cadernetas na occasiao da pesagem.
Os forfat serio recebidos na forma do artigo 62 do Cdigo de Coradas. .
A Directori do Hippodromo do Campo Grande, no intuito de feeditar a concurrencia para o da 2 de
Fevereiro, resolveu fazer urna reduegao nos precos dos bilhetes, pela forma segrate :
Urna archibancada com entrada noensilhamem 3<)000. ,
Um bilhete de archibancada para cavalheirocoii
^S^dTDiStori previno aos seohores accionistas que'venderam suas acSoes que hajam de recolher
m bilhetes de accionistas que se achavam em poder, nob pena de serem elles recolhidos no portio.
Outrcsim, serao tomados todos os bilhetes intransferiveis que por ventura forem aprentados por pessoas dif- .
trentes d'aquellas a quem foram concedidos.
HORARIO
Encerramento da venda das pmde
l.o pareo 11 horas e 20 ms.'
5*. Pareo -1arew Pernaptfcucaaa1,700 metros -rAnimaes nacionaes at meio sangue. Premios 350* ao Ia, 80* ao 2" e
35* ao 3". -'... .
Olga.......
Douro......
Corcovado...
4 Morgadinha
5 Ruy-Blas....
annos
Castanho......
Alazao........
Castanho......
Douradilho-----
Alazao. ......
S. Paulo.........
Rio de Janeiro...
S. Paulo.
49 kilos
54
51
52 >
54
Branco e encamado.
Preto e grenat.
Grenat e ouro.......
Azul e ouro.........
Rosa e preto........
Coudelaria 2 de Fevereiro.
F. P.
Coudelaria Paysand.
Coudelaria Internacional.
Arthur Silva.
*
6o. PareoProlacla de Pernanbueo-1,400 metros-Animaes da provincia. Premios: 250* ao Io, 60* ao 2o e 25* ao 3.
Mouro.........
Good-morning..
Pegaso........
Templar......
Monitor.......
7 annos.
5
r .
4
Alazao..
Rodado.
Russo.
Peraambuco

54 kilos.
54 >
54
54 >
51
Violeta e ouro.......
Encarnado e branco.
Grenat erosa......
Azul e encarnado___
Encarnado e branco.
J. Andrade.
Coudelaria Integridade.
Coudelaria Bemfca.
J. Miranda.
Coudelaria reraambucana.
7". PareoEaaalaeao850 metrosEguas da provincia. Premios : 200* a 1-, .50* 4 2" c 20* a 3'
Stella.........
Ida..........
Fantina.......
Coruja........
Montanha......
4 annos
5 .
3
3
4 >
Zaina
Rodada. .
Castanha.
Rodada. .
Castanha
Peraambuco.
53 kilos
55
50
50
53
Encarnado e branco. ....
e branco .
Azul e branco...........
Azul encarnado e pardo
Azul e grenat...........
Coudelaria Integndade.
R. Pessoa.
11
Henrique Gibson.
S. C.

___
(*) Montado por amador.
OBSBHVAgOES
Os animaes inscriptos para o Io pareo devem achar-se no ensilhamento s 9 li2 horas da manta*
Os animaes inscriptos para os outros pareos, deverSo estar urna hora antes da determinada para o pareo em
que tiver de correr.
Os forfaits serao reeebidos at sexta-feira 1* de Fevereiro s 3 horas da tarde, hora do encerramento do ex-
pediente para esta corrida.
A venda de poidet encerrar-se-ha 20 minutos antes da corrida
HORARIO
1. pareo
2. pareo
3. pareo
4. pareo
5.* pareo
6." pareo
7." pareo

*
11 horas e 30 minutos
12 > e 20 >
1 > e 10 >
? >
2 e 50 >
3 e 40 >
4 > e 30 >
Henrique Schutet,
Gerente.
2. 12 i
3. > 12 > e 40 ms.
4. f 1 > e20 >
5. > 2 i
6. > 2 > e 40 ms.
7. > 3 e 30
8. > 4 i
Corridas
11 h. e30 ms.
12 e 10 >
12 e 50
1 e 30 a
2 e 10 >
2 i e50 >
3 e30 >
4 e 10 1
Recife 30 de Janeiro de 1889. .
O secretario, Jos Eustaquio Terretra Jacobina.
m
Terceira prac,a
Pela inspectora desta Alfandega se faz pu-
blico, que. s 11 horas do dia 31 do corrente
mez, na guardamoria desta repartico serao ar-
rematadas em praca as seguintes mercadorias :
Seis depsitos velhos, d cobre, pesando-101
kilos.
Um mastro de pinho, de mais de 20 at 40 cen-
tmetros de grossura, medrado 11 metros de
comprimento.
Um dito dito, de mais de 10 M 20 centmetros
de grossur.., medindo 8 met-Oi*|B comprimento.
Urna bomba velha com 9Wpcrtences.
Vinte e cinco folhas de cofcre, velhas, pesando
76 kilos.
Seis moitoes velhos.
Urna escada chapeada de ferro.
Um candieiro velho.
Cinco salva-vidas.
Seis pedagos de pao.
Tres pedagos de taboas velhas.
Urna ancora velha com um pedaco de cor-
rente.
Duas pegas de ferro.
Um balde de ferro.
Tres varoe8 de ferro.
Urna ancora de ferro.
Duas chapas de ferro.
Um virador velbo.
Urna corrente velha de ferro.
Dous gonetes.
Dous pharoes.
Duas rodas de ferro.
Tres rolos de papel.
Tres bitaculas.
Um tanto de pedacos de folhas de zinco, ve-
lhas.
3 seccao da Alfandega de Pernambuco, 29 de
Janeiro de 1889.
O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Estrada de ferro do Recife a
Caxang
?viso ao publico
Festa'do Po0
No dia 2 de Fevereiro prximo os trens
da manha serio os da tabella ordinaria
para dias santificados, e a tarde serao ex-
pedidos pela tabella seguinte:
Ida
Do Recife ao Monteiro pelo linha prin-
cipal 12.30 1.0 1.30 2.02. 30 3.03 30
4.0 4.30 5.0 0 Oe 10.50 at Dous Ir-
m5os.
Do Recife ao Monteiro pela linha do
Arraial 6.30 7.4t7.50 8.25 8.55*
9. 25* 9. 55.
2.40 2.0 3.30
Do Caldereiro a Dous Irmaos 2.25 3. 2$
4,25 5.25 6.^5 8.30 9.30 e 10.30.
Volta
*#
Do Recife a
5.0 6.30 8.
Do Recife
12.50.
Sos pelo Arraial
Do Monteiro ao Recife pea linha do
Arraial 1.30 2.5* 2.30 3.5* 3.30
4.5* 4.30 6.5* 5.50.
Do Monteiro ao Recife pela linha prin-
cipal 6.45 6.48 7.10 7.45 8.15 8.45
9. 15 9. 45 ,10.10 10. 55.
Do Dous Irmaos ao Caldereiro 2.5
3.5 4.5 5.5 %5 8.10 9.10 lO.lOe
11.0 at Monteiro.
Da Varzea ao Recife 1.45 3.15 4.45
6.15 7. 40 e 9. 40.
* Este signal radica ser o trem exprea-,
so do Monteiro ao Entroncament* ou vice-
versa, pela linha do Arraial.
Os Srs. passageiros do ramal da Var-
zea baldei&o no Entroncamento ques na
Ida : quer na Volta, menos os do trem de
12. 43 do Recife.
Sendo os intervallos de um trem a ou-
tro ditpouca demora, roga-se ao publico
para rae estando completa a lotacao de
um tiem queiram esperar pelo seguinte,
"evitar do assim incommodos na viigem.
Neste dia serao emettidos bilhetes espe-
ciaes de Ida e Volta vendidos na estajao



I




a hnvev bUhateii de Ida e Volti
Dow Irado ao i'_o_re_o pelo pre^o
O mi 1 dasso M() roie na 2*.
Recife, 30 d Janeiro de 1889.
H. Flecther
Gerente nterin
oitc! de Soccorro de Pernam-
buco
Silo convidados os possuidores das cau-
tellas dos niii'aeros abaixo, a vir resgatal-as
at o dia 5 de Fevereiro prximo, avisan-
do-lhes de que findo este prazoserSo ellas
impreterivehuente levadas a leilio pu-
blico.
16775 1691 17049 17190 17304
16777 16917 17051 17201 1730>
16791 1691S 17057 17207 17308
16797 16922 17058 17212 17309
16801 16931 17060 17215 17310
16804 17939 17061 17216 17311
14997
15818
15861
-15817
15924
15926
16453
16458
16691
p
1C7.J3
16706
16708
16713
15923 16808 16940 17062 17221 17313
15961 16810 16945 17066 17228 17317
16027 16812 16947 17068 17232 17318
16302 16821 17952 17070 17233 17319
16444 16838 16953 12*82 17239 17321
16841 lftM limo 17240 17320
16842 16972 17091 17254 17322
16*45 16979 17092 17255 17323
16850 16982 17099 17264 17324
16855 16984 17102 17269 17325
16857 16985 17112 17270 17327
16-858 16987 17113 17271 17328
16862 16992 17114 17272 17331
. 16865 17008 17117 ,17279 17332
16715 U6873 17018 17131 17280 17336
16717 16875 17026 17139 17283 17338
16720 16878 17031 17141 17284 17342
16728 16882 17032 17156 17287 17343
16744 16883 17033 17161 17299 17344
16745 16888 16036 17164 172S0 17346
16747 16893 17037 17166 17292 17350
16895 17040 17167 17293 17352
16898 17041 17168 17294 17353
16899 17042 17169 17295 17354
16907 17043 17180 17296 17355
16909 17045 17185 17297 17363
16911 17047 17188 17303 .17368
Recife, 19 de Janeiro de 1889.
Felino O. Ferreira Codho,
Gerente.
16749
16750
B753
16758
16763
16764
Estrada de ferro do Recife a
{> axang
Fesli n Vanea
A pedido e por conveniencia das pessoas me
concorrerem as novenas da fata de N. 8. do Li-
vramento na Varen, o trem que pela tabella par-
te dalli as 7.29, iksrapartindo as 8.30, a contar
do dia 31 de Janeiro a 10 de Feveroiro (com ex-
cepcao do da 2) tu .vendo durante as novenas e
dia da festa bilbutes especiaes de ida e volta
(intermediarios) o o Zumfiv eCordeiro a Vanea
300 rs. l. classe e 320 rs. "na I e de Iputinga
eCaxang a Vanea 320 n. na 1 classe e 160
rs. na 2'.
Escriptorio da Companhia, 29 de Janeiro de
4839.=0 gerente ntenno.
H. Fletcher.
Diario de Pernambuco-Quinta-feira 31 de Janeiro de 1889
S. _t. J.
4a|gi creativa Juventud*
Sesso magna em solemnisacao do 10.
annivers- rio da bibotheca e sar.o
bimestral em 2 de Fevereiro
Aps a sessao ir ana com que se solemnisar
o 10. anniversano da bibliolheca e eme princi
piar s 8 horas da noite, rcalisar-Fe-na o sarao
bimestral, para o ijual receberr,-se anda notas
de convites-nesta necretaria. Sem cartao de in-
gresso a pessoa alfrtma ser permittida a entra-
da, devendo os seriores soci >s pagar a mensa-
lida^e de Fevereirc para poderem o&tel-s.
NAO SE ADMflTS aGGREGADOS.
Secretaria fla 'oriedade Recreativa Juventude
M de Janeiro de lt*.O 1 secretario.
A. Monlciro.
Imperial sociedade dos Ar-
, tistas Mchameos eLi-
beraes
Construcco das ofHcinas
De ordem do lllrc. Sr. director, e segundo
resoluco tomada em sessao de assembla geral
de 4 de Noiembro prximo passado, fago publi-
co que na secretaria desta sociedade recebem-se
propostas era artas fechadas at 31 do correte,
para execucao das obras das officinas que esta
sociedade tcm de fuzer para o ensino pratico.
Na secretaria, das 9 horas da manba s 6 da
tarde, encontrarSo os proponentes a planta
orcamentoparasemu examinados, servindo de
base o orcamento existente.
As coadicoes para a arremataco e execucao
da obra sao as mesmas consignadas a respeito
no regulamento vigente das obras publicas pro-
vinciaes. que ser tambera patente aos mesmos
concurrentes.
Recife, 1S de Janeiro de 1889.
O secretario,
Francisco da Costa Sanios.
ESCOLA NORMAL
Horario das aulas para o anno de 1889
9
fl
B
4
c
s-
c
<
i
I
o
-
3
*
I
1
Hora*
8 as 9.
9sl0.
10 s 11.
11 s .
9 s 10.
10 s 11.
11 s 12.
s 2.
iOsli.
il s 12.
12 1.
11 s 12.
12 1.
las 2.
M-Cuncla-
reir
5. cadeira.
".' idem.....
3.' idem.....
Aula pratica.
2.* cadeira. .
4. idem.....
3.' idem.....
Aula pratica
7. cadeira. -
l. idem.....
6." idem-----
2. cadeira.-.
i. idem.
(i.' idem.....
Teroa-felra
7.*, cadeira...
4.* idem......
Aula pratica.
5.' cadeira.....
2.' idem.......
l.'idem......
Aula pratica...
5.a cadeira
4.* idem......
2." idem......
3." cadeira..
l.'idem-----
6." idem.
i| na ra
feira
IVexta- reir
5.'-cadeira.
4.' idem.....
3* idem.. .
Aula pratica'..'.
7.' cadeira.
4* idem......
Aula pratica .
7.* cadeira..
14.* idem......
3' idem.....
Aula pratica..
7. cadeira.
!. idem-----
6.* idem...
2.1 cadeira.
I." idem___
6.1 idem ..
&* cadeira
2. idem.....
idem.....
Aula pratica-
If cadeira.-----
u* idem~.....
I> idem.......
____i__________i------------
3.* cadeira.
i idem.....
* idem.....
snbhado
7." cadeira
5." idem.
3.'idem.
Aula pratica.
7." cadeira.
4.* idem
3." idem.
Aula pratica.
5.* cadeira.
l.'idem.
6.* idem
cadeira.
idem.
idem.
MTS1_M
niata-relra
Das 9*1 s 11* ao 4. anno
Das 11 s It m 3 arme
Das 11 1 ao2."rrQO
De 1 s 2 ao 1." rcoo
O ecretario,
"-..,_ A. Qmma.
Geat Western of Brazil
Railway Company, Limited
Em virtude dos_*igos 7& e*Odo ra-
gulamento desta estrada, aa 10 \\2 horas
do dia 4 de Fevereiro e na estaca do
Brum, se Tenderla os oaguinteti objaetoa
aor conta e risco de quem pertencer.
2 Pecas para moinno sem marca.
1 Caixa com cerveja idem idem.
1 Volume de saceos vazios idem idem.
1 Pacote com doce idem idem.
1 Caixa com doce.
45 Saceos com milfao marca Rosa.
ICaixSo com ferramenta de tanoeiro
sem marca.
4 Pecas para banco idem dem idem.
31 Pao-* para angada idem idem.
42 Saceos com milho marca Rosa.
1 Sacca com arroz marca, B. S. L.
3 BarricBe? cora bolladlas idem B. S. L.
1 Anconi com viuho idem B. S. \.
Recife, 30 de Jarfeiro de 1889. *
O superitendente,
Jason Riby.
Monte Fio IV>rtuguez em
Pernambuco
m nrdiM da Sr. director, previno aos eiio-
res socios que as tesses desta directora tero
lugar todas as quartas, s 7 horas da noite, -na
St'df SOCfti
Os servjcos mdicos continuam a cargo do
-fita. Sr UrrOtrw .i d Curta, que peder ser
arontrato efnsetronaalterio- rManrdet de
Olinda ou na casa de sua residencia no caes do
Capibanbe. Da rrarmea est enearregado o
Sr. Belroiro Finio de Aovaes.
Secretaria do Mente Pi Portuguez em Pernam
buco, 23 de J ru-iro de 189.
' "Winano de A. Gomes,
1 secretario.
CAPITAL
'S^t^ttl
,(fX>;00(W>00

200* J<.)
'4^00:0006000
rk*
ra!
Bs-- >:,.i... -inadf' a auxiliar i-
uatrial e coUectivo
'%."'ia6esl.ran^er.in to-
do* oamerdal
ira) ;
ecwp.. -*"-ha do? seidiores
- rnT'ira
Adlptwi de Ovir:. LiB.a.
"!' 'tH'irn
\ rjn.
mber
nfiu padetao w

Admini f*tfi4&tf cto* V>rreios
de Pernambuco
Por esta admmistracio e em observancia
circular da dirrtoria. geral dos correios o. 5, de
9 do corrate, se faz publico a quem interessar
possa que no dia 1 de Fevereiro prximo futuro
entra em vigor e art. 39 do regularaento de 28
de Marco de 1888. rrue estabeleoe as laxaspara
os premio* cobn. ."s. pela.emisso de vales, pos-
taes reculando; i e a forma seauinte : o pre-
mio deseada va1' de 2 0 0 at a quantia d
JftIWD.Vexcedf i :-sta q'imtia 1 1/2 0,0 at
200*000. do ex i '-!" 1 0,0 at ."005c. d hi
pordiantc 12 I 0 at i:0dO*.
Recife, 29 dt rro de 1889.
O adminislradi'.
!-o do Re-'O Barros.
f ompanhia Santa Tbereza
Af va OUatda
Segundo 6 dfl artig 9 > Regula
nento di comfanhia, o pagamento da im-
portaneja da pansa 'agv brocid
ia pTm"irr. quizeia do
iiipz Begtiwttc, e .i falta de ptgamento po
.nterroinper suppn-
rr.ento d'agna.
A g .siente
est ha l
Escriptorio oaipanh!.-. i Jutu-
A. .''
UiUl
soas que &
teaeiB (ki.
rioidhnaas A '.'
ont;
una m^rn
UaiTlMOS
Pata o Porto-
4-9ta (/ara t>da- a-
Escnatno dot; -
n.t> Inte.-airionai. a
laneiro inclusive.
^'oru br- ..dade i barca(tortugnezaNovo
aigna-
Urios Baltar Oliveira 4 C ra do Vgario a. 1,
1* andar
CHARG S REUTfli
Linaa quinaanal ntre o Havre, .Lisboa,
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Tille de Pernambuco
Commandante Sebire
R'esperado da Europa at odia. 8
di Fevereiro. seguindo depois da in-
dispensavel demora para a
Baha. Rio de Janeiro e Santos
Rogase aos Srs. importadores de carga pelos
Sapores dest* linha, queiram apresentar dentro
e 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer reclamacao concernente a volumes que
porventura tenham seguido para os portos do
sul alini de se poder dar a terapo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido nrazo a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com o
Angoste Labille
9 RA DO C0MMERCI0 9
United States and Brazil
M. S. S. C. J.
O vapor Finance
K' esperado dos portos do
ni at o dia 2 de FeteKi-
ro o qual depois da demo-
ra necessana seguir
para o
iinranho. Parft, Barbados, *.
Thonaz e !ew-Vrk
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com os
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
norte at o di 7 de Feve-
reiro qual depois da de-
mora necessana seguir
para a
Baha, Rio de .laneiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com os AGENTES.
HenrfFoTster & C.
8Rtta do Commercio8
1* andar
i
3kt
Br,c
ompanhia Brasileira de
Nave*acao Vapor
POBfOS DO NORTE
O vapor Maranho
Commandante o eapitao de fragata Pedro
Hyppalyto Duarte
E' esperado dos portos do sol at o
dia 7 de Fevereiro e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas sao- recebidas na ageneia
at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas. J?sagcn6 e valo-
|j re3 trata-se com os
PORTOSfDO SUL
O vapor Pernambuco
Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do norte at
dia 4 de Fevereiro e depois da de-
ior indispensaveT seguir para os
portos do sal.
Recebe tambem carga para Santos. Santa Ca-
marina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, jrete mdico
As encommendas so serao recebidas na agen-
cia at 1 hora da tarde do dia da sabida. k
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
Pereira Carneiro & C.
6==Riia do Commercio=6
Ifi aadar
9b
Bnoi
Companhe de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commandante Lecointre
E'esperado da Europa no
dia 4 de Ferereire e segui-
r depois da demora ne-
cessaria para
Babia, Rio dt Janeiro, Buenos-Ayres e
Montevideo
ambra-ie aotSw.'mgeiros de todas as
ctosses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatqner tempo.
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias que s se attender a reclamaces por fid-t
tas, nos volumes,. que forem. reconhecidas na
occasio da descarga, assim como deverSo den-
tro de 48 horas a contar do dia da descarga das
alvarengas, fazerem qualquer reciamaco con-
cernentes a volumes aiie porventura tenham se-
guido para os portos do sul, aflm de poder-se
dar a tempo as providencias necessarias.
Este faqaete illuminado luz eleci rica.
ParS carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com o GENTE.
O paquete Niger
LEILOES
Hoje, 31, deve ter lugar o leilo da arraacto
e gneros da taverna da roa do Visconde de
Goyanna ti. 62.
Terei-feira, 8 de Fevereiro. o de madera
de pinho. escaleres e outt-riggers na ra da
Ponte-Velha, anaaiei
Leilo
De movis, piano, 1 importante Mifuario
grande, espelhos, crystaes, porcalanas finas, 1
apparelbo completo de electro-plate para mesa,
salvas de dita, facas e garlos de cabe de mar-
ttm, colheres e garfos de etectro-plate. nalhe-
teiros, copos, clices, compoteiras, garrafus.
porta-queijo, esleirs para forw de sala cquar-
tos. di versas plantas e muitos outros objectos
de uso domestico.
uinta-felra 31 do corrate
A-S 10 1/2 HORAS
Na casa terrea sita ra do Baro de S. Borja
m 20, antiga |do Sebo
Por intervengan do agente
Gusmao
Leilo
de umaarmagSo envidracada e envernizada, bal-
co, candieiros gaz, pipas, barris.' canteiros e
gneros da taverna da ra Visconde de Govanna
n. 62.
tiiiula-ieira 31 do frrenle
A's 11 horas
0 agente Pinto, levar leilo por conta e
risco de quem pertencer os gneros, armago e
movis da taverna da ra Visconde de Goyanna
n. 62. bem acreditada e afreguezada, garatindo
;i chave da casa.
i:m contlnnaeo
DilTerentes movis.
Leilo
De urna mobilia de Jacaranda com tainpos
de pedra solida e perfeita servindo de
base a ofiferta de 225^5000.
Urna dita de junco., urna dita dejmogno^ mni-
tos outros movis.
%e\l:i-feira 1 de Fevereiro
A's 11 horas
Agente Ptnio
Ra Mrquez de OBuda n. 52
Leilo
De grande variedade de mercadorias para
fechamento de contas
Constando:
De 139 pevas de roupa para mascaras, pecas
de l. esguio atoalhados, casineta.* para calcas,
toalhs e diversas fazendas em retalho, queijos
inglezes, manteiga em latas, vinho Bordeaux e
Madeira, cognac, leite condensado. dito fresco
em lata, agua mineral de Seltz, jarros, lougas,
vidros, movis e muitos outros objectos existen-
tes no armazem a ra do Marque de Olinda
n. 48.
Terea-feira 1 de FeTerelro
A's 11 horas
POR NTERVENGO DO AGENTE
^usmo
]-----;............l.......~------..... 7 ..
Leilo
De taboas. pranchoes e barrotes de pinho de
rezina
EM LOTE8 A VOWTADE DOS COBTEADOKES
Terea-feira, 5 de FeTerelro
A's 11 horas
Por intervenqao do agente
Pinto
No armazem da ra da Ponte-Velha n. 14
Em continla^ao
Leilo
De 3 excelientes escaleres, perfeitos, oom to-
dos seus pertences.
. 2 outt-riggere, perfeitos. tom todos sens per-
tences.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a WOO no becco dos coe-
Ihos, junto de S. Gongallo; a tratar na ra da
Imperatriz n. 56.___________-________
"~Auga^se ."andar do sobrado n. 3. ra
das Flores ; a tratar na ra da Un^o n. 3.
uga-se o pavimento tereco do sobrado n.
46 ra da Roda, estando # nesmo raiado. pin-
tado e todo ladrilnado de novo, contehdo i sala.
2 quartos e cosinha : a tratar na ra do Gabug
*6, loja. __________
INovidades
ftoeeherata moda de Pars
AZEVEDO, IRMAO & C.
16 Ra do B. da Vittoria 16
(A)Uiga Nova)
Lindas capas de surah, cachemira, me-
rino e renda o que ha de raaisaovo. Renda
compriaiento de saia a ItfOOO e 1 Sarpalka fino t>dae as cures a 200o co-
vado.
Baleias com ferro a 240 a duzia.
Idemconi forro a 400 a duzia.
Bramante de linho com 10 palmos a
1*600.
D to de algwdao com 4 larguras a 800.
Cortinados bordados a 5*000 e 6*000.
Ditos de crochet finos a 8*000 e 10*000
Estracto Rite Sangal a 2*000.
Fichus de la e seda 13000, 1*500.
Capellas com veo bordado a 6*000 e
7*000.
Madapolo globo a 7*000.
Dito camiseiro a 7*000.
Tapetes -grandes para sof a 18*000.
Espartilhos couraca a 4*000 e 5*000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Panos de crochet para cadeiras a 800.
. Ditos de crochet para sof a 2*000 e
3*000.
Guardanapo8 de linho a 2*500 a duzia.
Merinos de cores a 400 o covado.
Zefires largos a 160 e 200.
Setim maco a 800 e 900.
Tealhas par banho a 1*000 e 1*600.
Madapolo com um metro de largura
6*500.
Cachemira arrendada e de quadros
1*500.
Crochet para cortinados a 700.
Toalha felpuaas a 3*000 a duzia.
' araisas finas para homem a 33*000.
Co_as de crochet com florea a 5*000 o
9*000.
. Lindas velbutinas de quadros lisos e com
listes proprias para veo.
Nanzuc tinos a 240 covado.
Ditas finas a 200, covado.
Cretones finos a 4()0 o covado.
Caixa proprias para presente.
Palitos de pallia seda cores a 96000.
''ano verde para buhar.
Leques de pennas.
Ditos transparentes.
Crinoline preta a 300.
Guarnic5e8 pretas e de cores.
Camisas de flanella de cores.
Seda crua de quadros a 800.
Crep inglefc.
Meias brancas de seda a 4*000.
Cachemiras de quadros a 280.
FustSo branco ao60 o covado.
Esguio fino a 1*500 a vara.
Casemiras para roupa.
Roupa feite por medida.
TELEP_OSE200
O desengao ir Ter
Professora
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
p6e-se a leccionar em collegios e casas particu-
lares as seguintes materias : Portuguoz, Fran-
cez, Msica e Piano; a tratar na ra Visconde
de Albuquerque n. 20.
Preferencia
O peitoeal de cambak hoje o re-
medio mais receitado pelos mdicos para
as molestias do peito. .
Francisco Manoti da Silva C
Superioridade
cima de qualquer outro remedio para
as doencas do peito, est collocado pela
sua eficacia o Peitoral de Cambara qtte
se vende em casa dos agentes Francisco
Manocl da Silva & C, ra Mrquez de
Olinda u. 23.
Cozinheiro
Prpisa-se de umcosinlieiro,; a tratar na na
do iaysandn. 19.
Feitoi
Pre;isa-se de ura feitor parh todo senico de
um stio e que seja hbil em plantacOes e corte
de ce )im ; a tratar na ra Pedno Affonso n. 38,
anti; \ da Praia. -t________
Caixeir^
Precisase de um menino de(12 a 14 annos,
com pratira ou sem ella : na ru Imperial n. 19,
taverna.
Criado
Precisa se de um criado para copeiro e com-
pras ; a tratar na ra Baro da Victoria n. 54,
loja.
A ultima palavra
Da medicina para as molestias do peito
O PEITORAL de cambara.
Francisco M. da Silva & C.
Aluga-se o ex_llenfe sobrado n. 48 ra
da Ponte Velha, com agua, gaz e perfeitamente
asseiado ;' a tratar na.ra Visconde de Albuquer-
fue n. 28, andar.______________i .
"^Juga-se o 2- andar n. 39 a ra do Impe'
-rador ; chaves no ar__e_ n. 41.
Coramandante Friaschi
E' esperado dos portos do
sul no dia 1 de Fevereiro.
seguindo depois da demo
radocosume para bor-
deaux. tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos Srs. passageires de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo. -_,.,,, _nhf
Faz-se abamento de 15 0| em fcvor dasTa- ",*??
milias compostas de 4 pessoas aomeno? e que E2t_*s__
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepefc), os criados de fsmilias que to-
marem bilhetes de proa, gozam tamhem deste
abatimento.
Os vales postaes s se dio at o da 30 pagos
de contado. 4 *
Para carga, passagens. eicommendas e di-
dheiro a frete : trata-se com o
Aujuste Labille
. 9 Ra do Commercio
Royal MaiJ Steata Packet
G^mpanhia
O vapor Tagis
Commandante P. Rowe
E'esperado do sul no dia 3 i Fe-
vereiro e seguindo depoi? da dentn
necesaria para
Lisboa. Vlgo. o_t_aai|>tAn e
A-tuerpia *
ReduccSo de passagens ^H
Ida
Lisboa classe t 2" *)
A'Southamptonl'claaie t n t _
Camarotes reservad^i para o? passageiros de
Peraambnco.
Para passagens, fretes, encotnmendas, tra'
com os
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom Jw*N. 3
Precisa-_ de um criado'para mandados, a
que tambem ntenda do srvico de um siti per-
te da cidade, que teoha oondueta afiancada ou
matrieulado ; a tratar no Espinbelro ra da
lora n. 21. sitio, ou no Recife a ra da l'niao
n. 54, taverna, do Sr. Antonio Duarte. Preferc-
ge homem d meia idade. _
3 _~Preciai8e de ama criada para copeira e
de mais algum servico de familia; a tratar na
ua da Soledaden. 82._____________
f ^"Precisa-se de um copeiro, de urna criada
* ra servigo interno, e de um cosinheiro para
rmir em casa: na Ponte de UchOa em frente -
o.
Pede-se ao Sr. Maaoel toomaz de Albu-
f erque Maranho o favor de vr 4 ra da Praia
26, tratar de negocio de scu mter**se.___.
7 Pede-se ao Sr. Francisco Kaposo Falcao
ue venha pagar ou restituir es movis, pois
ata de muito tempo. desde que o senhor foi em
pregado ijiriBMini v _n_nm rcio.
Ao Sr. Angelo lavares pede-se que veoba
scar as suas cautelas, que Oda cliegam para
suas letras.
Ama
Precisa-se de urna ama matriculada para o ser-
rijo domestico de urna familia de duas pessoas ;
a tratar na ra do Hires n. 54.
Ama
Precisa-se de urna ama para eosiobar e lavar :
na Ponte Velha n. 16.
Os refinadores
avisam ao pabheo que do 1 de Fevereiro em
diante ti'-am veodendo :
1. 500
2' 34090
3. 2*500
de familia, habilitada, pro-
ar priotelra lettras, etc., em
i-ii-n- particulares. ou.nn'Sino em algum enge
itho distante do Recife, mas que seja peno de
aJeurna da> estaces das vias-ferreas : tratar aa
roa Imperial n. 144.
. Deseja-se fallar ao Sr. Dr. foso Lavor da
Paes. na rro da Imjieratriz n. 25
Vende-te eal nova de Lisboa na ra Pe-
dro Affonso Bs. 3te 41.
Vinfio de Pasto em barris;
de (juinto
De especial qualidade e a pnco baratissjm )
podase no trapiche da Companhia, lar
C,.>i;>o gante n. 19.
Son para principiante
i armario com
ras da taverna da ra das Lar li-
i-re e desembaraudd de qualquer imposto, com
- chaves wb Soma A C. a
fu de Santo Amaro n. 40. h '

(/rindo
d>. ura cra Jo : i

Amas
mista n. 81, ;
outra para ialemo.
Boa casa
Aluga se urna casa com amito.- ~_n
tendo ai ?ncanadn
buca_ a ii (Caoutigaj : a tra' _a ou
m rua.Primeiro de Maioo n. 7, loja. &
SSBOOO a duzia
OLEO A_RI\0
O mais econmico, hyglenleo e
ueruBiaro oleo para o
g _3_ :b : :r_, x_ a
V__THW
Otii:m de niosirhoh
_r>--ni;i Mrquez de Olinda -25
_?L 23^3?r S
Sesoffrps porque queros
us* eovr___!-HAfi
CIHa H \L>! ^L
e
SEM DIETA
DAS
Wole.Htias e pcllc
l>arthrcs. sarnas, ulcera- atitiga?. im-
piogens, hdoas, gommaf rii rua-
tismo e laorpha.
C "i: os prodigiosos
XAROPE E OW_RTn
DE
Hydrocotile Caj:isans
Appli_9ao fcilUso soi p^rig1Ef-
fetos proniptos, dieta r
ilonlra fados nao b aciriMBenios
_ste.- iv.-medios- s3o i L-o__d(M
do mundo. Envia-se irrutuitiunente. pelo
correio. direccSes para uis d'estte; medr-
camentos admiraveis.
Preo do ungento 1_?00 o frasco.
do xarope 3r>000 a garrafa.
Preparados por Calazans A (.'. Phar-
macia Imperial, Baha.
* J>ep _!-_? _fco__e
Fr Manoel d .< C.
Dr. Maaoel EuprluLsio mm
Os deputados geraes aqu resi-
dentes e onros amigos do fina-
do IJt. Manoel Enphraslo Cr-
rela, mandan rezar missas por
almn do mesmo finado no dia 4
de Fevereiro prximo, annlrer*
sario do seu falleeintento.
t
i:ii.io Alberto la Silevira
A mesa regedora oa confraria de S. -B. Jess
da V_fiacra da igreja da Santal ruz. manda ce-
lebrar nissa? em sua igreja no dia i d>- Feve-
reiro, pelas.7 horas da manha. pela alma de seu
prezadissimo irmo ex-provedor Elisio Alberto
da Silveira; para assitirem a esse acto convida
a Exma. familia, pareles e amigos do finado, e
desde j summamente agradece o seu compare-
rioiento e por mais esta prova de religiSo a ca-
ridade.
Consistorio da Confraria de S. B. Jess da Via-
sacra, 28 de Janeiro de 1889.
0 escrivo,
Manoel D. da Sirva.
f
iva
Isabel Carolina Barrlller
Augusto Octaviano de Souza, sua mulher e fi-
lhos. D. Hrtencia Seraphico e seus filbos. gen-
ro. filhes e netos da linada Isabel Carolina Bar-
rier. gradecem aos _nigos que tiveram a pie-
dosa ca idade de acompanhar ao ultimo jazigo
os restos mortaes de sua sogra, mai e av, e s
convidara para assistirem a missa do stimo dia
que mandam rezar pelo descanso eterno da fi-
nada, no dia 31 do corrente; s 8 horas da ma-
nha, na matriz da Boa-Vista, e desde j protes-
tam seu agradecimento.________
t
a*_a Casta
Praoiwra Estnimti
!.? anniversano
Francisca da Soledade Bustor' da Costa e sena
filhos convidam aos seus parentes e pessoas da
amizade para assistirem as missas que mandam
rezer na ordem twceira de S. Francisco, quarta-
feira 31 do corrente, s 7 1/2 horas, 1 anniver-
sano do passamento de sua prezada filha e irn_r
Francisca Estanislao da Cosa, e por cuja acto
de caridade desde j se antecipam agradecidos.
t
Dr. Manoel Enpbraslo Crrela
1 anniversario do seu passamento
O capito Theolindo Augusto Reg e _a-fami-
lia mandam rezar missas pelas 8 horas da ma-
nh do dia 4 de Fevereiro rftximo vindouro, na
igreja de N. S. da onceicao dos Militares por
alma do Dr. Manoel Euphrasio Correia. Sao con-
vidados os prenles e amigos do dlustre tinado
para assistirem aquelle acto.
t
Visronde de Muqu do Xorte
A Viscondessa de Itaqui do Norte, seus filhos
ora, tendo passado pela acerba magua com o
prematuro passamento de seu idolatrado esposo, M
pai e sogro. o Visconde de Itaqui. do Non* e de- '
vendo ser sua alma suffragada no-dia Io de Fe-
vereiro, stimo dia de seu passamento, a igre-
ja da matriz da Boa-Vista, s 8 horas da *
nh, veem rogar as pessoas de sua amttide oW
caridoso obsequio de concorrer a esse acto, por
cujo obsequio antecipam seu leterno reconneci-
ment.
f
de narras
Mara Possidooia
e tHva
Mara de Barros e Silva convida a seos paren-
tes e amigos para assistirem as missas que por
alma de sua prezada mi. Maria Possidonia de
Barros e Silva, manda celebrar na matriz da
Boa-Vista, s 7 horas do dia A de Fevereiro (sex-
ta-feka) 1 anniversario do seu infausto passa-
mento, antecipando desde j r o? cus agradeci-
men'os quelles que comparecerem a ese scUi
de caridade e religiio.
i
*it_
de Sooxa Soares
do i-ir fallecimento
\ni_appiir
2" anuivi-rsai-io ...
Mura da titoria de Quviroa Soieu _ares e
seus Slhos convidan! os seu-; Kireutes e amigos
para assi<>tirvi% as inissas iiir mandam rutar n*
tgreja da Couceican d*s JMi..r.-s. no dia i de
Fevereiro, as 8 i|2 Iioras iJa :nanli. 2. anni
ursario do tallecunentu dv m-u t-vtemoso ma-
rido e pai. A todos que digiiir_ uijstir a
esle acto de religiao p.carid.i -trrii im
mensa rratido.
>?**Un:inmrn Aiifaki de souxa
Lobo
Manoel G. C. mavida a todo.- os parentes c
Ucodecian Augjsto-de Souza
Lobo, a a_).<{8---m a orna missa que por sua
alma mi na matriz ie S. Pedro Martyr
ada, as 7 bajas da _as_ do dia l- ae
eiro. trigesitro ilo seu passamento.
t
Ra Marqvez de Olinda n. 23
VioroMde de Itaqni do Korfe
1 ustedia (kirolina Augusta d
lhos maiiilaic rezar urna missa por alma do \
ooiult' iIh Itaqui do > z da Boa-Vis-
bor. da manha d;i dts. i de Fevc
amo viedouro, stimo di
o de-religiao convidara a familia e
o iliutre tinado._______________

',
i
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Diario de PernaxnbucoQuinta-feira 31 de Janeiro de 1889
**
BRivais
^ A1EMI" mOROSIS, CORES PALUDAS
lltltMll
Kcei3*rf#cojB i ,,o ispMstea &hu i toa&ttttUi uedispoat&s *6 impobraciminto do sanfu. Tomasa
ut i* mito *di gaita A cada nfejQso. JTniaeroaaa imitafos. Zadgiy a Arma B. BBAVAI3.
laprmil* Ttrau*. Deposito na mor parte das Pharmacia.
REDUCCO DE PRECOS
21-KUA DO CRESPO-21
OLYERA CAMPOS & Cl. tendo de recaer bre-
veniente nm sortimento de artigo sno vos de altanovidade, resolveram
fazer nina grande reduc^o nos presos dos artigos abaixo menciona-
dos, para os quaes ohamam a atten^o das susis Exmas. freg-uezas.
Mantas hespanbolac, de seda preta 30000 urna.
Vinho Maduro
i^ogas Mendes & C, com gratule ejitabeloci-
niento de seceos e rnlhados, sito caga n. 9
ra estreita do Rosario, contiguo a igreia, aca-
baa de receber urna grande remessa do acre-
ditado e especial viulio Maduro, o nico que sem
a mnima confeccao importado neste mercado,
e so se vende no referido estabelecimento
Carolos de algodio
Compra-se carocos de algodo ensaccados, en-
tregues nos armazens, ra do Barao do Trium
ns. 10, i2 e 14 ; ao prego de 380 ris por 13
Linhos para vestido padrees modernos a 160 rs. o covado.
Cretones rancezes, cores claras, a 260 rs. o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 600 rs. o dito.
Ditos de cores, lavrados, de 20000 a 10000 o dito.
Las de cores, desenhos de cachemira, de 900 a 600 rs. o dito.
Merino de quadros de 320 rs. o dito.
Fustn branco de 400 e 500 rs. o dito.
Mursolina branca para casacos a 500 rs. o dito
Zephir de cor, listas e quadros a 500 rs. o dito.
Ditos arrendados, lindos gostos, a 600 rs. o dito.
Ditos de listas arrendados, alta novidade, a 800 rs. o dito.
EUmincs arrendados, de cores, de 800 a 500 rs. o dito.
Flor de Italia em quadrinhos, a 500 rs. de 900 rs.
Mursolinas de cor, de listas, a 400 rs. o dito.
Cortes de eambraia bordados transparente e tapado, de 150000
e 200000 por 90000 e 120000 cada um.
Linao, padrSes em quadroa, a 440 rs. o covado.
Nanzukes padrees mimosas, de 280 rs. o dito.
Percales miudinha se pannos unos, a 200 rs. o dito.
Merino preto fino, de 20000 a 10000 o covado.
Setim Maco de todas cores, a 900 rs. o dito.
Brim fino pardo para vestido, a 400 rs. o covado.
Cambraia Victoria transparente, fina, a 30000 a peca.
pre
Espartilhos^ o que ha de melhor, de 40000, 5000, 60000
70000 um.
Fich de cor arrendados, de 10000 um.
Capinhas hespanholas de cor a 20000 urna.
Fichs de seda, muito lindos, a 30000 um.
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o covado.
Casacos de cambraia branca bordados, a 30000 e 4000 um.
Luvas de seda, todos os tamanhos, de 20000 a 30000 o par-
Lences de 1 nli<> do Porto, a 40000 um.
Ditos grandes para cama franceza, a 60000 um.
Colchas de cor, de 20000 a 50000 urna.
Fichs, sortimento completo, de 20000 a 60000 um.
Lencos de linho com barrinha a 20000 urna duzia.
Camisas franee zas. de 240000 e 360000 a duzia.
Meias cras para homen, de 40000, 50000 e 60000 a duzia.
Ditas brancas cras e de cores para senhoras.
Ditas brancas cras e de cores para enancas.
Chambres de cretone, de 50000 e 60000 um.
Cortes de casemira de cor, de 60000 a 80000 um.
Cortes de fustao para collete, de 10000, 10500 e 20000 um.
Camisas inglesas de fi-anea, 13 pura, a 50000 urna.
Alm de outros artigos que deixamos de mencionar.
\Professora
Um senbora competentemente habilitada, com
pratina de 11 aiinos de profissao, presentando
diversos attestados de bom methodo e comporta
ment, offerece-se para leecionar em casas par
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as *e-
guintes materias : Portupuez, Prancez, Italiano
Geographia, Piano, trabalho de aguifaa. etc.; a
tratar a ra Visconde de Goyaana n. 69 on em
casa doRegulador da Mannhara larga do
Rosario n. 9.
Vinho de Collares especial e
da Madeira
Em decimos e caixa de duzia, tem para ven-
der Joaquim da uva Carneiro. largo do Gorpo
Santn. 13, 1- andar.
Architectaira
Andr Rompcke prepara, guarnecidos de jo-
das as cores, garaatindo a coaservacio das mes-
mas, tanto para o exterior como interior de edi-
ficios ; os pretendentes poderao deixar suas or-
dena na mercearia ra da Imperatriz n,.2.
2I--Rua do Crespo21
SE DAO amostras
FABRICA
DEVIDROS
193 Ra d Aurora 198
Expoe a venda em grosso
e a retalho os productos dt
seu fabrico: sendo
Copos com e sem p, ditos
com aza para cerveja, cau-
ces, globos, chamins, frascos
para botica etc. etc.
Precos sem competencia
CAPSULAS
M ATHEY- CAYLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
1
As Capsulas 33atiey.CayluB com Envolucro delgado de Gluten nao fatigfto nunca I
o estomago e Uo recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina
| os Mdicos doi ilospitaes de Taris, Londres e JJew-YcrK, para a cura rpida (tos :
Corrimentos antigos ou rcenles, a Gonorrhea, a Blennorrhagia. a Oyatite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgo oenito- urinaria*.
)4,4 Um* ixpJictfio dottlhtda acompanha sida Fraseo. |<
w Verdaderas ttjwmtm Mathey-Caylua de CLIN & O, da PARS,
que se mchoo em cata dos Droguita* e Pharmaceuticon ^J
PRECO SEM COMPETENCIA
i' na Primciro de Maree n. 20
VEROADEIROS GRAOSdeSAUDEgo DTRANC
LICENCIADOS PELA INSPECTORA GEBAL DB HYBIENB ClO IMPERIO DO BRAZ^.
Apartatitaa, Estomaohieos, Purgativos, Depurativo*
:ontra a Falta da apaatlte, a Obstruccao. a Knxaqneca, as ?rtteema,
as Coagoataca, etc. Dote ominara : 4. i s graot.
S Desconnai- a< falf 9 e com letras d^*4..,8endo q <^^ ^ yj^-^ jgg p^^yi^
cada urna tetra de urna cOr dilTerente e
TJLMJ.. PharmacU UJtOY.
DepMius ta tois a* t-1Uifi Pfcarnau.
E*ifir
0 Rsmedio do Dr. Ave?
coxtka s:zbs.
tatuco Torte puramente regeta!, e,
ibeclmeiito
V um i
I' lo cimlit::n.?itij pmcttBO dos seus efii-
*. Garan^hk) como remec i i eerto para
* reDKB mulifuus. Extaii nrartlea* de-
'. !i :: sia arigeiii nuin veneno iitniatico
i; .v i>cii"'t:-a najsauKue polo^i.ii.^-s. itora
> Apada o motiva as Uifibreiiu;* clnMa* de
i--!>:vs conhecidas por Terciarias e
Quatronarias, Internas de Fro,
Maliarnaa, Intermitientes, temit-
tL-ntes.BJliQgioa, e.Tysbcae.
O TiK.'.iKmo no Dn. Atrr DDtcaUsa o
!'iic-i; -N.io /un miniTal: 1 seguro e ineflensivo, e
:. .:.ul'a!!.a te ^e usa -cguialo ^ diroc^-jes.
PRnrABADO PBI.0
DE. J. C. AYER a CA.,
l^owell, Mass., i:. L'. A.
A' venda as principaba ph^rmacias <-
orogurias.
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e re-
gnezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuado do cambio iavoravel.
Convem que experimenten:.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
Typogaphia e Lithographia
FABRICA- DE LIVROS DE ESCRIPTU-
RAQO
Premiada as exposiedes de
1889 e 1.88a
Manoel J. de Miranda
Encadernacao e especialidades em cartes de
INF ALL VEL c RADICAL
no curativo de todk as affecyoes bronchiaes:
Mal de Garganta, Tosse a Tsica
-eo
PEITORAL
Ahiga-se
as casas n. 59 ra Vidal de Negreiros o. 1S0 a
ra i oronel Suassuna, e um sobradiabo em Afo-
sados, com bastantes arvores fructferas, bo
becco do Quiabo n. 64 ; a tratar na ma Harcilio
Dias n. 106.___________________________
AMA
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira, na ra Duque
de Caxias n. 42, por cima da
typographia do Diario.
Ama
Precisa se de urna ama para o servico domes-
tico de casa de familia; a tratar no escriptor
deste Dimrie.
Ama
Precisase de urna boa cosinheira, pagare
bem : loia de fazendas. ra Duque de Caxias
n. 44.
Ama
especialidades
visitas.
39Ra Duque de Caxias59
Telephonen. 194*
Caulellas do Moute de Seccorro
Compra-se cantellas do Monte de Soccorro de
qualquer joia, brilbantes e reiogios; pagase
bem na Praga da Independencia n. tt, loja de
relojoeiro.
luato d
Atoalaado bordada a 1*200 e metro.
Alpacas indiana a 320 rs. o covado.
Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Ditas lavradas afiOO rs. o covado.
Batistas finas a 140, 200 e 240 rs. o dito.
Brim pardo a 280 e 320 rs. o dito.
JBaleias pretas a 2C0 cobertas a 500 rs,
a duzia.
Bicos de urna s cor a 2<5 a peca.
Bramante trameado a 800 rs. o metro.
Brins de cflre para crianza ,a 260 rs. o
covado.
Bicos matisados a 2i500 e 3<5 a poca.
Cumbraias bordadas a 4# peca-
Cachemiras de quadros a 260 o covado.
Cortes de seda para colete a 5(5000.
Ditos de linn em caria a 7*000.
Colchas de damasco a 6*000 urna.
Crotones de alsace a 360 rs. o covado.
Cambraia arrendada a 460 rs. o dito.
Ca^emira da India a 220 re. o dito.
Chales adamascados a 2*500 um.
Cortinados bordados a 6*000 o par.
Colchas de cores a 2 e 2*500 urna.
Cortes de casinetas a 1*600 um.
Chambres a 4*500, 5* e 6*000 um.
Cortes de aetineta a 6*000 um.
Cambraia Victoria a 2*800 a pe$a.
Camisas aliemos a 36*000 a duzia.
Cachemira de covado.
Cretone claro a 280 e 320 rs. o dito.
Colchas de fustao a 3*500 urna.
Camisas de meia a 1*000 urna.
Ceroulas de bramaate a 15* a duzia.
Eaguiao pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Espartlhos couraca a 5*000 um.
ntremelos bordados a 700, 800 o 900.
Completo sortimento de casemira
rUNDICAO GfiRAL
ALLAN PATERSON & C

N. 44Ra do BcQmN. 44
> l,ou*re
Fichs de malha a 2*000 um.
Fustao Branco a 360 e 400 rs.o o covado.
Dito de cor para roupa a 800 rs. o dito.
Quarnigao de crochet com matizes.
Gazes de cores a 500 nu o covado.
Guarda-p para homns a BifOOO.
Grinalda para noiva a 8*000.
Guarda p para senhoras a 8*000.
Lencos com barra a 2*000 a duzia.
Leque a grl-duqucza a 2*000 um.
Lencos brancos a 1*200 e 2*000 a duzia.
Luvas de seda a 2* e 20500 o par.
Linhos do quadros a 80 rs. o covado.
Lis escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 rs.
o dito.
Meia com pintas, para senhoras, a 800 rs.
Madapolao*americano a 6000 a peca.
Meias para horneas a 3*600 a duzia.
Extracto Porte-Veine a 1*400.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o co-
vado.
Paletots de seda pal ha a 7*500.
Ditos de alpaca preta a 4*500.
Panno da costa adama-toado.
Pacotas de p de arroz a 500 rs.
Percales fi a* a 200 e 220 rs. o covado.
Roupas para banhos salgados.
Regatas de cores a 1*000 urna.
Sabidas de baile a 8*000 urna.
Suspensorios Americanos. 4
riargelim de cores a 200 rs. o covado.
.Setim de cores a 800 e 900 rs o dito.
Dito do Japao a 240 rs. o dito.
Toalhas para rosto a 3*600 a duzia.
Ditas para banho a 1*400 urna.
e brins, coUarinhos, punhoe, leos, toni-
JUNTO A B8TACA0 DOS BONBS
Tem para vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
l Varandas-de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
1 Portas de fomalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6 cavajlos.
Moendas de 10 a 40 pollgadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de^oncertos, e assentamento de machinismo e executam q nal
quer trabalho com perfeicSo e presteza.
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; a tra-
tar na ra Mrquez de Olinda n. 31, 3- andar.
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar, prefe-
re-se idosa : a tratar na ra do LiTramento "
19, 1- andar.
Ama
Na la velba de Santa Rita n. 80, preci-se
de urna ama, prefere-se de meia idade. fara
comprar, cosiubar e mais senrice domestico.
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gado em todas as molestias de pejle, erisipela,
darthros ou npingens, beriberi, ^ajraies ou
carbnculos, cancros yenereos, ferjxtes cance-
rosas, ulceras, gonorrhas cbroBua, boubas,
bubes, escrfulas e todas as doencis que de-
pendem da impureza do sangue.
Este reoedio superior a todos os outros do
seu genero, o que est provado pela preferencia
e acceua$ao que I he da o publico.
Um vidro 3#000
Elixir de Jurubelm, Quina e
Pegapinfc-
TNICO PBBIIpTJGO E DESflMSfMJBNffi
Enpregado na debilidade geral, ueenca* do
estemago, convalescencas depois do parto, febres
palustres, molestias do figado e bacpj 'falta de
apetite, anemia, chloroae, cores paiudae ou falta
de sangue, doeacas nervosas.
E' um reconstituinte de enerva, aromtico e
agradavcl ao paladar.
Um vidro 3*M0
Xarope de Jaramjcaiai com-
posto
GRANDE PEITORAL
rratamento curativo de todas as molestias do
peito e da garganta, defluxos, toases simples e
convulsa, coqueluche, constipaedes, asthma, hron-
cnite, catarme chronico e tysica pulmonar e do
larynge.
E' o primeiro peitoral que se coaneceat boje
na medicina.
Um vidro 2*5W
A' venda na ra Barao da Vietorio n. 51
Ama
Precisa-se de urna boa cosinheira, paga-se
na ra de 8. Jorge n. 1J7.
bem
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar e auis
servicos de casa de penca lamina a tratan ua
do Imperador n. iS, segundo aojar.
ra
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cesi-.
nhar ; na ra Duque de Caxias n. 47.
Ama
Na rea Mathias de Albu
eisa de ama ama para
familia.
erque n. 19, se pre-
0 servico de casa de
Ama
Na ra da Uaiao n. 31 A, precisase .damma
ama para cosinhar e mais servicos de casa.
Na ra de Santa Rita n. 83. precisa-se de urna
ama para eofiinha. ___ _____
o*,
bolsas, fichs, lencos, leques e muitos outros artigos.
AMARAI/ & C.
WlfiDALHA DE OURO
LA ACADEMU HACIOMAL
r^CXTRACTO 0&
iAOO DE
CALHAO
Da sabor mu agradavel, o VIMHO do Doctor VXVtEU *o-
Iceitado por todo o mdicos para o Raehitme, EscropkuUi, Anemia,
ate tmn, CjUrrhc pulmonar, Debilidad*, ate.
' .......-T
l. VIVIE C O". SO,BooJward d BtroMboiLr9sm*aiB
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plalas puriflcb o 8anue, corrlgem todas as Jesordems do tstoma^o a
dos Intmtlss,
Fottaiecera a saude das caBstitococs delicadas, e sao d"nm valot utcrivel para talas as er.Ie mi es ao sexo fi aiaari i eai talas as edades. Para os asuaBOs ascua eaow tsarb >: "ira es
de idiide awaocada a sua efcacia e incuntestavei.

rinsn lio prrpaiads laiiiili na ZttabeleciaMato do ProCeuor Hoi lo-*..--,
7, nt 0XI0RD BTKX8T (safes Mi, Oxford Strast), LOITERIS,
E rendaseni todas as j*ana do universo.
jf"^ imiilin ai.naiiirn rr*----------" ***"8** n***0* <>* cada aiaa e Mete ate USO.3 |
dinefao, J33. Oaiord Street, as Msicaoes.
Recebedores directos dos mercados da Europa
lujuidam os seguintes artigos com descont de 14 \jo as
vendas em grosso
Bramantes de algodio superiores, a 80Q rs. o metro, 4 larguras,
dem de puro tnho fazenda de 2/J208 para acabar a 1^500, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 re., 1^100 e 10200 o dito.
Algodio alvo, nacional, para encoes a 55500 a peca.
Madapollo americano, a 3600, 4*000 e 60000, com 24 jardas.
Maripozas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merino lisos de urna largura a 200 re. o dito,
dem de quadros modernos.a 280 e 300 rs. o dito- a.
Fichs de renda chics a 10000.
Colchas francesas de cores a 20000 e 40000, lima.
Lences de bramante a 10800, para cama de casal.
Casimiras do cores para roupa de crianca a 10000 e 10800, diagonal, duas
larguras.
Camisas inglezas e francesas a 260000 e 300000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de crea para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cres a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores e pretos a 900 rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 rs. o dito!
Setins de todas as eres a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 rs. o. Ato.
Meias cruas inglezas para homem a 20560 e 308O a duaia. ,
Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a dito
Cortes de casemiras para calca a 40000 e 60000.
dem de meia casemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a duzia. .
idem felpudas para banho a 120000 a dita.
E muitos artigos que serao lembrados com aapresenca de nossos aitorea.
. 59R' |)uque de Caxias59
LOJA DE
HA6ALHABS
Mille & Bisel, avisam ao respeitavel pubco,^.^
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
oroso pao; ra larga do Rosario n. 40.____
JPEREIE
aP-VHPH
AdminiUrftp : PAKIZ, 8, ioutetarti UcMtmtHn.
GRANDE-ORILLE.- >ff0% I>WI>hatic*s, JJoMt
cas dasvi.tt; ji}.'esva>,01lrii>/"'S d" tirulo 'do ba^o,
0bstrHCi,-6>a visco.oairace' NtcaioM*.da lu*.
HOPITA,. Afleec&iu das vj< ilnatijras, Iinwiqsjo-
o; ,1o o>(oau(o. Jisssfls -(i:. I*.i.p*iia.
Kaslraljws.' 0v.-|ssia.
OEX-ESTNS. AToe<-oV# -!o* rins. da boxisa, Ateias.
i>Bi'ro, D.^lrtfc-s, \ll.iminur(A
H/.UTE<"VE AcocOosil^- ren, da besisa. A/eias,
(^cre.iVies >* riiKiii.i^.GU^iabe1!^, .U.bui&giui u
EXIJi-SE 0 ME da rOiTE U CiFSOA
Em Ptrr.MmbtiCQ, as Aguas da* Fwit d* Viebj.
a-ima DOm.adaa, mhi-^ SS eu a*as ile
SULZCR & KOECHUM.35.ru Ha C. u/:;- Aug. LAB1LLE.
Amas
Na casa de familia a ruando Vigario n. 25, se-
gundo andar, preci'sa-sse de,urna cosinheira e de
urna ama secea para Yirianc. a.
Amas
xNa ra Mrquez do Heval n. 61, sobrade,
jrecisa-sede duas amas, ana para cosinhar e
asar todo o servico necessari* em urna casa de
familia, e de outra para amamantar urna enanca
de dous mezes. N,_________
Precisa-se de urna
Setembro n. 6.
Cosinheira
cosinheira ; i rla Sete de
Pao enteio
rttagete
rr~rv
\
flBfc

c M ksaaaV &^Lj|
I . '
le ANACAHUITA
Remedio Vegetal da Natureza para o alli-vio e cura de todas as molestias
Do Peito e dos Pulmdes.
,r
\
Professor de msica
Ciro Ciarlini diplomado pelo conservatorio
de Bolonha-offerece seus servicos naqualidade
de professor de piano, canto e harmonia.
A tratar as casas de msica dos Srs. PreaDe
VC. e Antonio J. de Aievea ,
Furto
Tendo sido subtrahiio do sobrado&.# ^ma
de S. Francisco, no dia S do corrente, um relo-
gio de euro patente suisso remontoir, com vi-
dro de ambos os lados ; pede-se aqun far
mesmo offrecido o favor de aporeaendeltOi e
leval-o a referida casa, que ser gratiticado. m
Casa na Capunta
Aluga-se a casa n. 26. roa. da Anrizade, paito
das l'nhas do bond e va forrea; tem 2 safas, 2
qaartos, cosinha fra. copiar, grande quinfa! tddo
murado, com boas fractelras e bacanmh
. i chave para ver ra das JPernambucanas
i
KANANGA do JAPAO
RIGUD y P, Perfumistas
FAWS 8, Ru vMtau, 8, PAHI
. as sisr
^ tgtU di $kHang, a tocio a mais rorigo-|
raale, a que mais vigor di i pella, e que mal bronquea
cutis, perfumandj-a-dolicatamente.
(gxtrcto de ganangCL, *-.****>
perfume para o lonvo.
60 di gnng, taeoomro do cabello qmnbt-
hanta, fas crescet lampada a colr.
gabente di g&n&ngd, o.
conserva i cutis sua nacarada tranapareocaa.
5 di gEnng, brangaato a toa ilaaBu Um atagoate
>r rute e a preserva 8 aardaa.
Li.imi..,....i.n
priacipfias PerfUtnmHt


MSB
H
Acodes entr amigo?
A de urna caleca fechada, com dous ca val los
e um bom par de arreios, que devia correr com
a ultima lotera do Grao Pare no mez de Janeiro,
flca transferida para a ultimii de Fevereiro.
Criada
Na ra da UniSo n. 27, precisa se de ama
criada para cuidar de duas enancas, de
annos de idade c que saina engommar, prefere-se
idosa.
Diario de PernambucoQuinla-feira
iNimo do Para .A. X^OtfUCLOi. Barato
neiro de 1889
-^
-
]0>..v I
P>0 Cl_
i '
Criado
Precisa de um no 3.* andar da typp-
graphia do Diario de Pernambuco, ra
Duque de Caxias n. 42. BU
^!*^
Celebres Remedios Le Hoy
B-Q l TO IB* et M il*t


PILULAS U ROY
Popuhhsem FRANQA. na H6SPAMHA, na AMERICA,
no BRAZIL onv to
avioriaaoas pela Junta de Hygiesa
FRASCs ......t*.....wi I/ IRASCOS
i bu PUnlas Uto to>fa a faciltJa>lc tic se tratar so, por
pre;o barai-t, e de se c jrai t:n poac! *i;nipo. til is cxnulftam
nptdarcente os humores, billa, humores Troso viciados
que couwrram as molestias; ellas puriiicam o sango
e impedom as reciihiilaa.
-> Emprc^am-ie <
, contra JP*mo i i.t-i. 2nt>mnats,,i<', h'nttu i nppetitr. 'ltimfPt'4,tt.l't<-'4Tti*,I'',hreSp '
L HorbiilhaK, iriu.vliiidOrs, i
.UritojHiiiMt.z:
PRECISO RECUSAR
Pa- Oottia
(rt> fcSir.U Roy
pi TODA AsVllA KM ACIAS
Costureira e modista ranceza
Madame Fanny Silva, tem o seu atelier
de modas c costuras a ra do Barao da
. Victoria n. 15, 1. andar, e confecciona
#' toda e qualqucr toilette, com apurado gos
" to e elegancia, para casamentos, bailes, vi-
sitas, passeios, etc., faz tambem mantele-
tes e capas sobre medidas.
Contina a ter um lindo sortimento de
novidades de Pars, vestidos de seda fei-
tos, e em cortes, de seda, gaze, velludo
broch e crpe de chine, foulards, suralis,
sedas e ottoraanas pretas.
Escolhido sortimento em vidrilhos pre-
tos.
Chapeos, capotas e visitas
Luto em 94 horas
Celephone n. 93
BOA BARAO DA VICTORIA N. 15,1. ANDAB

*
%
SABOKETES MEBiCMEMTOSOS
de ORIMaULT E c
SABONETE SULFUROSO aOa a bor-
ouifuu, as mancha e as MMNM *rvp-
cet quo m manifesl) na pella.
SABONETE SULFURO-AICAIINO a-
mado saboneta de Helmeric., contra a
turna, a tinha, malhat eicamosa' a
pityriim do cauro cabellado.
SABONETE de ALCATRO da NORUEGA
mpregado nos meimo; casos que o pre-
cedente.
SABONETE SE ACIDO PHENICO p-
servatiTo e autiepiaciuieo.
SABONETE de ALCATRO coy BRAX
contra as affecces cutneas, chronicason
ligeiras, crestas de leite, dartros, ecien-.a.
Deposita em PARS. 8, ra Virienne.
1


I
AVISO
Aluga-se a casa da na do Paysand n. >, con
bons commodos, gaz, agua e jardim ; as chaves
e a tratar na ra do Bispo n. o. ____/
Cosinheira (
Precisase de urna cosiuhea na ru Velha
numero 137. i
F0LHET1M
/
&
a glB^SAM
/POR
JIPO MARY
/
/
TRCEIRA PARTE '
/ HONRA POR HONRA
=== *
(ContinuacSo do n. 24)
vin
Sim, Claudina?... .
E' a vida della que corre perigb !
A sua vida! Quanto a mim saberei
defender a minha honra; porra ella, doen-
te, quasi sem sentidos...
Compete a si velar por ella! Quer
saber o que eu espero... o que eu que-
ro. .. Escute... sobretudo nao seassuste.
Montmayerrr,"prevenido pelas cartas que
? as senhoras escreveram a meu ditado o
que elle leu como eu esperavaMont-
mayeur, prevenido pela conversacSo que a
senhora teve com sua irmS, no seu quai to,
o que o miseravel ouvioMontmayeur sa-
be que as senhoras nao ignoram cousa algu-
ma do seu crime; acreditou no seu amor, e
ae nSo fosse'Jorge, a senhora estara perdi-
da. Sabe tambem que, urna vez que a se-
nhora ama-o, elle nada tem a temer de si.
Anda mesmo que elle desconfiasse que a
senhora nao o ama e que esse amor nao
passa de um laco, elle tem por si u ma
paixSo tSo profunda, que aiada assiir a
Soupar. Mas Claudiai? Foi ella quem
escobrio em Bernadettes a phrase es-
cripta por Bourreille com o seu sangue.
Morta qe ella seja, ninguem mais pode
aecuear Montmayeur... Ninguem mais pe-
der dizer : cE vi! Ninguem, a nao ser
8enhra. Mas elle nSo a teme... E',
pois, do interesse delle que Claudina ies-
appareca, e nesse sentido, estou certo
disso, que to ser dirigidos os seus esfor-
503
infame!
Para occultar o crime de Bourreille,
paca escapar, se nlo a .-...condemna^o,
pelo menos com certea aoj BJaadalo de um
Ja chegon pan a fabrica Vendme o especial
fumo do Para, bistanje conhecido do respeitave*
publico ; ra Bario da victoria n. 39.
0 COELHO
Novo estabelecimento de fa-
zendas finas e modas
56Rua da ImpemirizS6
Recebem directamente da Europa o que ha de
mais uovidade em Uncidos de fantazia e fino gost
to. Completo sortimento em fazendas de todas
as classes e precos sem competencia.
Telephone 489
M. T A. S.
Pede-se a este enhor pelo amor de Dos que
acabe de qualquer frm* com aquelle negocio,
ja nao se pode esperar, fas. um anno, urna viu-
va. um pai de familia e um reftpeitavel anciao
acbam n- em agonis. nao com ameagas.
I A PasUMck [cartoes elegantissi-1
I dos de 8 taboinhas) v
nm novo e mar-
vilhso preparado,
Croporcionando um;
tnho delicioso ]
fcjgli-nico, e urna*
__- nr y^i,.. ^mm t-xcrllmt sga c
^!^ L)'^*- ^**^^ toicador.
Esta Pasta Mack
goza d fama oni-
versal, aformosa
natlsa a cu ti, a,
como retrucante,
sapera, todo qaanto
se eoakaee at hoja.
Vende se em todas
as pharmaciaa, dro-
I gariaseperfumarias,
Cnico fabricaiite-Inventor: M. slACK, riha s D.
PASTA
MACK
1 "jitarioe om #-er/imouc; alllalasruisA".
Perdeu-se
no dia 27 do corrente. no Derby Club urna pul-
seira de prata ; a pessoa que a achou, queren-
do restitmi-a dirijas ra do Commercio n. 7,
1. andar* que s>ra recompensada.
Ao
commercio
Gautella!
Constando nos que alguem intitula se ser nos-
caixeiro. prevenimos que nio nos responsabi
isamos por debito algum contrabido em nossa
firma, a nao ser por nos abaixo assignados.
Oliveira 4 IrmSo.
Criado
" Precisa-se de um criado
numero 119.
na ra da Aurora
VENDAS
Vende-se o antigo c bem afreguezado es-
tabelecimento de cajeados nacionaes da ra do
Livramento n. H. o qual se torna recommenda-
do pela boa localidade em que est ; a tratar
no mesmo.
Vende-se hostias muito bem feitas ; no oi-
tao do Livramento. ra de Marcilio Das, antiga
ra Pirula n. 12, 1 ailar.
Carvao a 400 rs. a barrica
Vende-se. carvao de boa qualidade ; na ra
larga do Rosario n. 40, padaria.
'Pinho resina
Cimento
Parallelipipedes.
Vendem Fonseca Irmlos & C.
Vende-se
o engenbo S. Joao em Gamelleira: os pretenden1
tes dirijam se ao mesmo engenho que achara o
com quem tratar, ou na ra velha de Santa Rita
n. 64. Tambem se vende urna propriedade pro-
:.iiiia a estacjto de Boa-Viagem em um s lote
ou em retalho? de crin palmos, a vontade dos
compradores : a tratar- Da ra velha de Santa
Ritan. 64.
TaveTna
Vende-se a tajerna da praca do Conde d'Eu
n. 18 ; a tratar-as niesma.
accusa^Io publica, Montmayeur commeta
ter um novo crime.
E' horrivel. O que prev o senhor ?
Montmayeur prudente. Ha de cer-
car-se de precauctes. Matar Claudina
abertamente seria attrahir aattencao. NSo
receio portanto isso. E' na sombra que
elle commetter o seu crime, e nao ser
desta vez com os riscos e perigos do as-
sassinato de Boureille ; nao, elle nao em-
pregar o punhal nem o revolver... Ha
de recorrer ao veneno, a arma dos covar-
des... o veneno, que se despeja, nqite,
nos remedios dos doentes... o veneno,
que se administra em pequeas dses...
que nao produz inmediatamente effeitos
terriveis, mas que corroe lentamente, que
prepara aura a .norte, at que esta chega
bruscamente, mas parece natural. Eis, nao
ha a menor duvida. D. Luciana, o que
Montmayer vai fezer... Eis porque lhe
digo : Vele por Claudina. Tome cautella.
Nao a deixe. Nao desvie os olhos do seu
leito, nem de noite, nem de dia. E infor-
me-me do que faz Montmayeur. 0 que
rvejo que elle conservar-se-ha ao p
si no quarto de Claudina, espreitando
urna ausencia sua para preparar o seu cri-
me. Vigie-o... Deixe-o fazer o que elle
pretende. Tranquilise-o. Previna Clau-
dina. Sejam fortes ambas e lembrem-se
de que o castigo est prximo !...
Eis por que alguns dias antes, na ma-
nbl da batalha de Buzenval, quando o ci-
rugiSo allemo dissera a Luciana que nao
tinha recebido a visita de Montmayer, eis
porque a moca, comprehendendo, abraca-
ra Claudina, dizendo :
NSo rec.eies cousa alguma, minha
querida irmS, nSo receies cusa alguma.
Eu veUrei por ti!...
Courlande prevera a realidade, ou dei-
xar-sc-hia engaar pela sua imaginacSo,
de que era tSo orgulhoso e de que tanto
gostava de gabar-s'e?
A vida da fabrica pareca ter-se con-
centrado toda no. guarto em que Claudina
continuava em tratamente.
Jorge e Luciana nSo sainara desse quarto.
Quanto a Joao, ia alli muito frequente-
mente : sentava-se, nSo fallando, conside-
rando smente Claudina com ar estranho,
e esperava.
Quahdo esperava assira por muito tem-
po tornava a descer.
Mas a solidSo que reina va ombaixo, na
fabrica, assuntava-o sem duvida, porque
tornava a subir quasi logo.
Offereceu-se uara passar as noites em
lugar de Ruciara fatigada, porque o esta-
do de Claudina exiga atada mu tos cuida-
dos e sobre tudo grandes precaucSes.
Lafgaaa alo caueatio.
L^^^^fceti
VES m CBSS
K.ua Dnque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 1|2 e 4 metros e urna chave de lar-
gura a 500, 600, 800 e 10, muito fino, de
qualquer laigiu* a 1 700 a 1)5800 a peca.
Enxovaes para baptisados a 89, 100 e
125000.
Lindos enfeites para ponteados a 100,
200, 300 e 500 rs. um.
Lindos granpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 20500 o covado.
Pulseiras americanas para 30, 40, 50,
60 e 80000 o par.
Gurales americanas a 30000.
Lindos espartilhoa a 40, 50 e 60000.
Porta dedaes de vidro, objecto para pre-
sente a 10000.
Brochesde fantasa de 500 a 10000. i
dem americanos de 20 a 30000.
Lencos de seda de 500 rs. a 10500.
Lublaque a 200 rs. o par.
GuarnicJJes de crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 6$000.
Finas capellas de pellica, panno e c6r,
com finos veos.
Flores artificiaes a 10000 o ramo.
Anneis americanos a 20000.
. Plisss de 400 a 10000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordados
a 20 20500 o par.
Bicos brancos de linho e de cores a 20,
20500 e 30000 a peca.
Contas de cor para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento urna
80000.
Talheres para crianca a 800 rs.
Luvas de pellica a 20500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 20000 e
cor de creme a 10500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
10000.
Espelhoscom fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 40000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulha8 para bordados a ouro e missan
sa8-
' Lindas franjas douradas para facha, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
lhos.
TimSo8nhos enfeitados de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabu-
eo e a JoSo Alfredo.
Lindas fitas para facha a 20, 2jjgP0 e
30500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravatas plastrSes e regatas a 10,
10200, 10500 e 20000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e sanctuarics.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de altinetes dourados
para enfeitar o penteiado e tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.D-se amostras de bicos e bor-
dados.
SKf
Royal Blend marca V1AD0
Este excellente Whisky Escocea pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retaino nos melhores arma
zens de molhados.
Pede Roy a I Blead marca Viado,
cujo nome e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
J sSo quinze noites que vec passa
em claro... vejo pelo sen rosto quanto
est fatigada; com esta abstencSo de som-
no, receio que fique doente...
Ficarei ao p de minha irmS at ao
fim, anda que eu saiba que tenha de mor
rer.
Mas voc nSo me comprehende, que-
rida Luciana. Oquarto visinho estavasi.
Porque nSo faz l a sua cama ? Dormir. E
eu ficarei aqu n'uma cadeira.
Pois bem, deixe-me anda alguns dias,
e se eu vir que a fadiga mais forte do
que a minha vontade, aceicarei o seu offe-
recimento e voc velar cabeceira de
Claudina.
Ora anda bem disse elle.
E reprimi um gesto de satisfacSo.
Alguns dias depois efectivamente, Lu-
ciana, que pareca mais paluda e mais fa-
tigada do que nos dias precedentes, pre-
venio Montmayeur de que senta necessi-
dade de dormir, e pedio-lhe que velasse
urna parte da noite em seu lugar.
Jorge, nessa noite ficou at s dez ho-
ras.
Quando levantou-se para ceder o lugar
a Montmayeur, approximou-se do misera-
vel e disse-lhe muito baixo :
Resta-te ento alguma bondade no
coracSo... e o soffrimento desta crianca
acabou por excitar a tua piedade ?...
' Montmayeur respondeu por um sorriso
Claudina gozava de todos os seus senti-
dos desde alguns dias, mas fallava muito
pouco, fallar fzuhe mal.
Voltou-se, entgpfcnto, par# Montmayeur
e disse :
Minha irmS communicou-me quanto
o senhor insisti para ficar perto de mim
e substituil-a. Como o senhor bom, e
que incommodo lhe dou!
NSo se inquiete commigo, Claadina.
E' intil velar minha cabeceira.
Sinto-iae melhor.
O medico recommendou que nao a
deixassamos s.
Parece-me que vou dormir.
Pois bem, dormirei do meu lado na
minha cadeira !
Luc.ana inclinou-Be sobre o rosto de
CUudina.
NSo receies cousa alguma. ,> disse
ella em voz baixa, fingindq, ndireitar as
almofadas ; nSo tenhas receio...
Tenho medo, Luciana, tenho me-
do...
Pois eu. nao estou alli ? NSo te dei-
xo, nao...
Se cederes fadiga... se adorme-
ceres... se elle quizesse matar-me f
NSo tenhas receio, repito-te, dorme
confiautemente, se verdade nueres dor-
mir. Deixa o o misenstel JBaetter at
S na loja das Estrellas
56--RA piOP DE CAXIAS-56
Telephone n. SIO
0 proprietario deste mui acreditado estabeleci-
mento previne a todas as Exmas. familias
e freguezes em geral, que as multas pe-
chmchas que costuma azer, nao'so mais
divididas com a sua ex-casa das LISTRAS
AZUES; portanto, quem quizer comprar por
menos que emoutra qualquer parte dirja-
se LOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trar um completo e variadissimo sorti-
mento de fazendas que se vendem por pre-
* eos que nao lhe poqem fazer competencia
como'passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 10800 a 10000.
Dito de c6res a 10 e 10300.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 10600.
Brim de cores para ronpa de criancas a
280 e320 rs.
Colchas de crochet de 100 por 50000.
Cortinados bordados a 50 e 60000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 40 e 40500.
Cortes de vestidos, em cartSo, a 70000.
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 20800 a peca.
Camisas inglezas para homens a 280000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20900.
Capas de vidrilhos e tecidos arrendados
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey a 20500, 30, 40 e 50.
Daraass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 101O(7,a jarda.
EsguiSo de linho, pardo, a240e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhoa couraca a 30 e 30500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
FustSo branco a 240 rs.
Grinaldas com finssimos veos de Blond
a 70000.
GuarnicSes de crochet para sof, a 50500.
GorgorSo preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho de-30500 por 20
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Lencos para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
LSs e cachemiras Ae quadros a 160 rs.
MadapolSo pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
guro, de pre^o de 120 por 70000.
Dito de 80 por 50000.
Merino preto com duas larguras a 560
e 700" rs.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Ditos de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 10600, 10800,
20500 e 30000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 10.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 20500
e 30000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 10200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zeuros de todas as cores a 80 rs.
Assim como muirs fazendas que seria
enfadonho mencionarle que vendemos por
menos 20 [0 do que em qualquer eutra
parte.
Vinho de pasto
O que ha de melhor vende-se pelo mdico
preco de 35J000 o bar^l de 5o e 8*000 o garra-
mo de 3 caadas voltando o garrafao 7o00
(precos lquidos) : ra do Amorim n. 60.
o fim o seu crime. Mas nunca, de modo
algum, bebe oque elle to der!...
NSo.
Luciana entrn no seu quarto.
Se minha irmS precisar de mim, disse
ella a Montmayeur, bata, tenho o somno
leve; acordarei logo.
Pois bem.
Luciana empurrou a porta, mas teve o
cuidado de nao fechal-a.
Atirou-se vestida na cama, metteu a mSo
debaixo do travesseiro e certificou-se de
que um revolver carregado, de que nSo se
separava desde alguns dias, l se achava.
NSo tinha nada a temer de Montmayeur.
JoSo arrastou a cadeira para junto do
fogSo, onde ardia um pequeo fogo. O
lampeSo achava-se collocado sobre urna
mesinha perto delle. Approximou-se mais.
Trouxera um livro de sciencia e poz-se a
ler.
Estabeleceu-se profundo silencio no
quarto.
Fra o vento sibila a tempestuosamente
no valle, e os seus lgubres silvos en-
chiam os corredores da fabrica, rugindo
furioso, percorrendb toda a gamma dos
sons, desde as notas mais altas at as mais
baixas.
A chuva batia as vidracas.
JoSo tentava ler. NSo poda. Os seus
olhos achavam-se fixoa as paginas, mas
o seu espirtflfestava longe.
Como podia elle applicar-se ao estudo,
se a sua imaginacSo concentrava-se emum
crime espantoso, se jjelle nao estava all,
naquelle quarto, senSo para o commet-
ter ?
Entre os seus olhos e o seu livro agita-
vam-se phantasmas c,dramas que fazian>
n'o estremecer. '
Passava lentamente a mSo pela testa e
tentava de novo ler.
Depois diriga o olhar para Claudina
Ella repousava. Pelo menos pareca
dormir. Examinou-a mais attentamente,
ergueu o abat-jour, para que a luz fosse
espalhar-se no leito.
A moca nSo se moveu.
Estava muito paluda, a pobrezita, e as
fronhas brancas que rodeavam-lhe a ca-
beca tornavam-n'a mais paluda anda, v
Elle levantou-se, encaminhou-se para o
lado della.
Claudina abri os olhos e olhou para
elle.
Montmayeur sentio um calafrio per-
correr-lhe a espinha ao simples flhar da
moca.
Ella tornou a fechar os olhos quasi in-
mediatamente.
Elle voltou para a sua cadeira.
E continuou a reinar o silencio, mais so-
lemne, mais lgubre, emquanto au
A'
Mais Barato
Atojadas Lislras Azucs
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Telephone n. 911
O proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seus fn>
giiezes, que as pecliinchas que.costuma
dar, nao sao nem nunca forain divididas
de outra casa como alguem annuncj|
para engaar, vendendo fazendas on
aas por bons. castume que a Loja
dais LlajtruM Azuew nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa qua-
lidade, c nao levam' medida escasaaj
aceitase a fazenda vendida se, por
riquer motivo nao fr de muito agra-
la pessoa para quem for comprada.
D-se descont a quem comprar de 20
para cima.
ESPECIALIDADES
11 ri ni de listras azues pecas com
20 varas a 60000.
HadapolSo com um metro de largu-
ra a 60800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartSo a 100000.
Velludilho bordado a contas a 10600
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
arrendadas a 20 e 20500.
Tecidos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 rs.
Cortes de cachemira com guarnices
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
Setim Maco de todas as cores a 750,
e 800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cor,
qualquer que se deseje, a 200Jrs.
Zeflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
aLs de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
I.'iiIids lisos a 60 e de quadrinhos a
100 rs.
Guardanapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 10.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 40000.
Cortinados de crochet, comsanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustSo, brancas e de eco-
res, a 20000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras a 160, 240 e 280 rs.
Batistes de cores seguras a 120 rs.
.\anzue de lindas cores a 280 rs.
Brim pardo esguiSo a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Mantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
200, 250 e 300000. l
Leques de penaao e transparentes,
ultima novidade, todo preco.
Luvas de seda,. lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 25.
Espartilhos inglefces a 40500 e 50,
tem desde o n. 40 at 80 de grosssra.
Bico branco creme e de todas as
cores desde 700 rs. at 20500 a peca.
Bendas hespanholas, de seda e de
algodSo, preta, branca e de qualquer cor.
Babados c*entremeios bordados ta-
pados e transparentes por todo preco.
Grampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 rs. a
duzia.
Belogios despertadores com fi
guras em movimento a 80 e 90000.
E muiias fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
familiar
Vejam e aamirem!
55 -Ra Duque de CaxJasftft
Pedimos ao respeitavel(publico attncSopara
os precos reduzidos dos si'guintes objectos:
Zeflros de 80, 160, 209, 240, 400 e 800 ris 0.
covado, grande sortimento.
Capas para senhora, o que ha de mais mo-
derno e barato.
Espartilhos de couraga a 4, S e 6000 um.
FustOcs brancos e de cores a 360 e 400 ris e
covodo.
Lasinlias de quadros e listas de 240, 280, 320.
400 e 500 reis o covado.
Grande sortimento em fichus.
Cortes de linou bordados para vestidos, com
todos os enfeites a 145000.
Colchas brancas e de cores a 2J000.
Luvas de seda fina a 2000.
Cortes de cachemire com udrilhos o que ha
de mais novo.
Cambraia com sal picos de cor, novidade em
gosto e barato.
Grande sortimento em punhqs e collarinhos
para homem.
Bramantes de algodo e linho e por precos sem
competencia.
Cretones para vestidos, um sortimento esplen-
dido em padrOes e precos.
Cambraia branca com salpicos a 44000.
Brins de cores para roupas a 320 ris.
Atoalhados de diversos gostos e barato.
Madapolo para familia,"muito largo e por um
preco rasoavel a 600'> a pepa.
Merinos de cores a 500 ris o covado.
Completo sortimento de sargelins a 25000 o
covado.
Regida hespanhola a 23 e metro.
Setins de todas as cores a 800 e 1 o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Vanedade immensa em toalhas felpudas, bran-
cas e de coros.
Cortinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptizas de cores a 120 ris o covado.
Cambraia Victoria e transparente a 34 a peca.
Completo sortimento em casemiras de cores e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e preta a 400 ris o metro.
Renda oriental, novidade, 500 ris o covado.
Camisas brancas Com collarinhos para homem,
cousa chic a 23000.
Tapetes, prande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de listras
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 24, um.
Linn bordado de quadros, o que ha de mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annunciar tem urna
variedade de mercadorias que s vendo-se.
Do-se amostras sem penhor.
55-RA DUQUE DE CAXIAS 55
FERMDESDEAZEVEDO&C,
o vento que ruga anda com raiva e as
bategas de chuva acoitavam as vidracas,
Claudina, apezar de sentir sua irmS ao
p de si, tinha o coracSo confrangido pelo
terror.
Conhecia os projectos sinistros do ban-
dido. Courlande prevenira-a, como o ha-
via feito a Luciana. Ella devotava-se,
prompta a morrer, se preciso fosse, mas
nao tinha ainda a energa viril de sua irmS,
e, vendo-se s, naquelle quartp, com o as-
sassino de Bourreille, trema, e debaixo
dos lences o suor molhava-lhe as costas
das mSos.
De cada vez que o miseravel ergua a
cabeca ou fazia um gesto, o seu coracao
deixava de bater.
Urna parte da noite passou-se assim,
Montmayeur espreitando do seu lugar o
momento em que Claudina dormisse, e
esta fazendo todos os esforcos para nSo
adormecer.
Entretanto a fadiga acabou por tornar-
se a mais forte... Ella tentava em vSo
conservar os olhos abertos ; apoiava-se
debalde sobre os cotovelos, evitando o tra-
vesseiro, que attrahia-a irresistivelmente.
0 somno venceu-lhe a resistencia, o ter-
ror, e, apezar de tudo, os olhos fecharam-
se-lhe dentro em pouco.
0 instincto fel-os abrir ainda urna ou
duas vezes, mas j ella nSo va mais.
B nSo fez mais movimento algum.
0"relogio bateu urna hora da madruga-
da. Montmayeur virara as folhas d# seu
livro com dedos mais febris; e era o nico
ruido que se ouvia no quarto.
Soou meia hora, depois duas.
Montmayeur continuava a ler, ou pelo
menos finga que o fazia. Quanto a Clau-
dina, e seu somno era profundo.
Montmayeur enxugou a testa lentamen-
te e ficou um segundo com os olhos er-
guidos, dirigidos para o leito da doente.
Dava-se nelle a ultima hesitacSo, o ul-
timo remorso, a ultima visSo da horrivel
accSo que ia praticar.
Levan ta-se e encaminha-se para ama,
tendo cautella de nSo fazer o mnimo ruido.
Inclina-se sobre a doente e certifica-se
de que ella dorme realnmnte.
Aquelle somno nSo era igual e metho-
dico.
Se ella estivesse fingido que dormia, a
emocSo a tratara ; nSo podoria reter as
pancadas do coraoSo.
Afasta-se do leito e aproxima-se com as
mesmas precaucoes da porta que commu-
nica com o quarto em que repousava Lu-
ciana.
Escuta nessa porta, deixada entre-aberta
como j dissemos.
NSo lhe fere os ouvidos o menor ruido.
Empurra a porta e alba.
Bom terreno
Vende-se um terreno de 180 palmos de frente
e 150 de fundo na ra do Conselheiro Portalla,
nos Afllictos ; o terreno est cercado e tem al-
guns arvordos novos plantados : quem preten-
der dirjase ao esenptorio deste Diario, que
achara quem indique o vendedor.
Para o Derby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen-
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por precos sem competencia.
Recebeu tambem collarinhos e punhos
de borracha de formatos novos.
48RA BARAO DA VICTORIA -48
Vende-se ou aluga-se
um sitio com casa, na frente todo murado, com
diversos ps de fructeiras, duas cacimbas com
excellente agua e banheiro, ra de S. Miguel
n. 84 (Afogados) : a tratar to mesmo ou ra
Marciiio Das n. 106.
Cimento Portland
Vendem Soares de Amaral Irmaos, ra da
Madre de Deus n. 22.
Bom para principiad
Vende-se o deposito de cigarros <; casa debar-
beiro sito ra Mrquez do'Herval n. 96, deno-
minado Fabrica Venus, muito bem localisado
por ficar cora o oitao para a ra do Pago da Pa-
tria. O motivo da venda o dono acliar-se em
rondices de nao poder eotrtinuar com tal nego-
cio por molestia : trata se ma mesma casa a
qualquer hora.
Luciana, toda vestida na 8Ha cama, tam-
bem dormia.
Elle faz com ella o mesmo que fizera com
Claudina. aproxmase do leito e incli-'
na-se tanto que quasi a toca.
Luciana nao se move.
O miseravel" volta para o ouro quarto.
Ellas estao dormindo, murmurou
elle.
Dirige-8e entSo mesinha, sobre a qual
estao diversos frascos de remedios da doente
Entre elles ha xaropes, que ella toma de
tempos a tempos, porque tem constante-
mente febre, e urna sede intensa qqfttma-
lhe a garganta.
N'um copo est a porcSo feita de xa-
rope de limSo com agua.
Elle saeca do bolso urna caixinhamuito
semelhante a urna caixinha de confeitos
abre-a, tira urna pitada de urna especie de
p branco granulado e atira-a no copo.
Claudina contina a dormir.
NSo ouviu, nSo acordara. Elle vai cer-
tificar-se disso.
O miseravel torna entSo ao seu lugar
ao p do fogo.
Tendo a luz do lampiao diminuido de j
intensidade, elle aviva-a com calma c vol-
ta sua leitura.
A's tres horas da manhS, mais ou menos,
Claudina fez alguns moviinentos na cama.
Abre os olhos. Desperr olha para Mont-
mayeur com inquieta curiesidade, como se
nS6 o reconhecesse eu como se perguntasse
o que elle alli vinha fazer.
Montmayeur, dfrige-se a ella com des-
velo, i
Dormiu, Claudina ?
Um pouco... Dorm muito tempo ?
Algumas horas. Sente-se melhor ?...
Sinto-me, estou mais descancada.
Precisa de alguma cousa ?
NSo, obriga,da. Vou ver se continuo
a dormir...
NSo, sent a garganta secca ?...
NSo quer refrescar os labios ? .
Claudina leva algum tempo parcwespon-
der. E'-lh preciso todo sangue-frio para
que o monstro nao suspeite que advinha-
ram a sua obra.
E quando pode fallar :
Obrigada jBeberei mais tarde..."
E calie novamente no travesseiro.
Mas o senhor deve estar fatigado.
E' tempo de ceder o logar minha irma.
As nulheres sao mais resistentes do que
os homens para esta especie de fadiga...
-. Luciana est dormindo. Tenho es.
crujalo de acordal-a.
J\ moca acabavi de entrar .|
(CofUinuar-tt-hq)

/
. -

fyp. do Diarit ra Duque de Guias n. II.


Full Text
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