Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17407


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Full Text
UMERO 22
PARA A CAPITAL E LIGARES <>E *AO E PA*A PORTE
Por tres mezes adiantados............... 600
Por seis ditos idom................ 120000
Por um anno idem................ 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia........ 0100
DOMES 27 DE JANEIRO DE 1889
_.. _:----------
PARA DRVrRO K PORA DA PROVI NCIA
Por seis meses adiantados .... % .... .
Por nove ditos idem...............
Por um anno idem.........*......*
Cada numero avulso, de dias anteriores .,....,..
i
130500
200000
270000
0100
DIARIO DE PERNAMBUCO
Trcpriedade de Manoel gueirca de ^aria^ 'Snfyvs
w
TELEGRAMAS
ssric: u mm un:
SYDNEY (Australia),-24 de Janeiro,
tarda.
Um cruzador da esquadra ingleza acaba
de partir para a ilha de Samoa.
DUBLIN, 25 de Janeiro.
Desordens muito graves continuam a
produzir-se aqui.
Muitas prisoes foram effectuadas n'estes
dias.
BUDA-PE^TH, 25 de Janeiro.
A sessSo da Cmara dos Deputados da
Hungra (mese dos deputados) por occa-
so da discussao da lei militar, tornou-se
bastante tumultuosa.
LISBOA, 26 de Janeiro.
Em consecuencia da questo vincola
do Porto a sessao de hoje da Cmara dos
Deputados foi maito agitada, trocndose
discussdes asss violentas entre os mem-
bros do parlamento.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
26 de Janeiro, de 1889.
BHWCgjj POPULAR
AS GRANDES l\VE\C0HS
ANTIGS K MODERNAS
AS
Sciencias, industrias e artes
POR
u
A fravura
(Continuadlo)
A AUetnanha e a Italia revindicaram a porfa
a descoberta da gravura a agua-forte : a primei-
ra, em favor de Alberto Durer, em quauto que o*
italianos a attribuem a Francisco Mazzuoh, que
certamente a nao inventou, mas foi smente o
primeiro que della se servio em Italia. Esta
contenda foi recentemente decidida de nm modo
inesperado. Encontrou-se no muzeu britannico
de Londres urna gravura agua-forte feita por
Venceslao d'Olmutz e datada de 14%. Esta pega
assegura a Venceslao a prioridade da descobcr
a da gravara agua-forte, porque araai9 antiga
gravura de Alberto Durer tem a data do anno
de 1513, e o pintor Francisco Mazzuoli s nasce-
ra em 1503.
Chamam-se aguas-fortes de gravador, as gra-
Turas obtidas pelo emprego successivo da agua-
forte e do buril. E' o systeraa quasi exclusiva-
mente seguido presentemente.
O prelo que serve para imprimir gravars dif-
iere do prelo typographico.
GRAVURA KM RELEVO
Esta arte parece, mais urna especie de csculptu-
ra do que de gravura ; pode cxccutar-sc em co-
bre, mas pratica-se especialmente sobre ma-
deira.
Na gravura em relevo, os traeos em vez_de
serem abertos como na gravura ao buril e agua
forte, sao reservados e ftcaiu salientes, em quan-
to que se tiram e excava n todos os sitios da
madeira que devem proilu/.ir os claros da gra
vura. Este modo de gravar tem a vantagem es-
pecial de se poder tirar as provas com o prelo
typographico ; utercalaiu-se as gravuras no texto
e faz-se simultneamente a tiragem. E' por
esta forma que se fazem hoje as iUustracoes, isto
gravaras acompanhando o texto IJe oirs ira-
nressas. A barateza deste genero de gravuras,
a preciosa vantagem de nao necessitarem de
impressao separada, deram, na epocha presente,
gravura em relevo una extensio immensa.
E' sobre madeira de buxo, cortada de topo,
que se abrem as gravuras em relevo destnalas
s publicaces ornadas de estampas, ou Ilustra-
das. Agora diremos como se executa o traba-
lbo'do desenhador e do gravador.
Tendo bem desempeado e pnlido a prancheta
de buxo, polvilha-se com alvaiade, e esfrega-se
com um papel de modo a faver penetrar a resi-
na nos poros do buxo ; obtem-se por este meio
urna supericie sobre a qual a tiota ou lapis do
desenhista nao se estende irregularmente, que
nao chupa a tinta, como acontece ao papel sem
eolio Sobre a praneneta assim preparada, de-
senlia o artista a lapis, ou penna, a cotnposi-
cao que deseja publicar. Em seguida entrega a
obra ao gravador em madeira, artista de ordein
inferior que muitas veses sabe pouco desenbo,
e s possue o talento de abrir a madeira nos
sitios que hao de produzir os claros da prova,
de deixar em relevo todos os traeos formados
pelo desenhador. Esta operaco executa-se por
meio de nma aguttaa de ac tonga e delgada
para produzir os riscos e traeos delicados, mas
nos sitios em que se devem tirar maiores porcoes
de madeira trabaHia-se com um pequeo formao
de ac e um mcete. Em lim usa-se o buril
para abrir os pontos mais delicados do desenho.
As pranchetas de madeira assim gravadas, ou
antes esculpidas, sao entregues ao compositor,
que as tixa em lugar determinado das paginas ;
e, como ja dissemos, texto e gravura sao impres-
808 no mesmo prelo e ao mesmo tempo.
Nao obstante a extrema rigidez do buxo, as
gravaras era madeira nao dao grandes tiragens.
Para se conservar toda a nitidez dos traeos da
gravara, uto se pode exceder, se sobre madei-
ra, o numero de 15:000 exemplares. Quando se
quer produzir tiragens superiores, necessario
pedir o valioso auxilio da galvanoplastia, da
qual se fallar no decurso desta obra. Se se
quizer obter um mui grande numero de provas,
ato se faz a tiragem com o buxo gravado. Por
meio de processos galvanoplsticas, reproduz-se
ttm ou mratOB clichs em cobre, perfeitamente
conformes com o modelo de madeira, e com
estes clichs sobre cobre em relevo que se pro-
duz a tiragem. E realmente inapreciavel este
expediente, para conservar intacto o typo pri-
mittivodo governador, e produzir ragens tao
numerosas quanto se desejarem, sem tirar s
provas urna niticle;: perfeita, porque o clich pode
ser substituido por outro obtido pelo mesmo pro-
cesso, quando comocar a deteriorar-se pelo muito
uso.
(Contina)
PARTE OFriCIAL
Artos de Poder Execntlvo
DECRETO N. 10141.' -de 5 de Janeiro de 1889
Regula o modo de contar o exercicio e d pro-
videncias sobre a liquidaco e pagamento das
dividas de exercicios finaos.
Para execuco d3s arts. 22 e 89 da lei n. 3313
de 16 de Outubro de 1886 e do art. 9 da lei n.
3396 de 34 de Nevembro prximo passado, Hei
por bem determinar que, na contabidadc das
repartieres de arrt cadaco e despeza publica, se
observe o seguinte :
Art. !
O exercicio coniprehender de ora em diante
o espaco de dezoito mezes a contar do 1 de
Janeiro de um anno a 30 de Junlio do anno se
guinte.
Tres mezes do terceiro semestre sao destina-
dos ao complemento das operacoes, e tres mezes
a liquidaco e encerramento das contas.
Art. 2
Dentro do terceiro semestre nao se poder or-
denar despeza nova por conta do exercicio, e
dentro do trimestre de liquidavo nao se auto-
rizar pagemento de servicos prestados no cor-
rer do exercicio; taes servicos serio satisfeitos
depois de preencuidas as formalidades dos arts.
13 a 18.
Art. 3*
Os adiaiitamentos que se flzerera duraute ex-
ercicio scrSo escripturados como despeza effec
tiva, abrindo-se conta aos responsaveis em livro
especial.
Art. 4"
As repartices de arrecadaco e de pagamen-
to do Municipio Neutro c as Thesourarias de
Fazenda remettero directora geral da conta-
bilidade do Thesauro, no mez seguinte ao das
operagoes, os bal anco? mensaes da receita e
despeza nellas effectuadas.
Art. 5*
Na mesma directora organizar-se-ba, para ser
presente Assembla Geral Legislativa no dia
da leitura do relalorio do Ministerio da Fazenda,
a synopse ou 'balanco provisorio do exercicio,
que ter por base todos os batneos mensaes
existentes no Thesouro. '
Art.fi
Findo o trimestre ^complementar, ser o exer-
cicio encerrado : os Saldos e os livros das repar-
tigoes subalternas sero com a malor urgencia
recolhidos oa corle e na provincia do Rio de
Janeiro ao Thesouro e as outraf nrdvincias s
Thesourarias, de conformidade com o art. 36 da
lei n. 628 de 17 de Setembro de 1854 e art. 8o,
n. 2, da lei n. 3348 de 20 de Outubro de 1887.
Art. 1-
No ultimo dia til do'mesmo trimestre dar-se-
ha balauco nos cofres do Thesouro e da Thesou-
rarias de Fazenda, lavrando-se os competentes
termos em presenja do Tribunal ou da respecti-
va junta; os saldos, porm, s sero transpor-
tados as Thesourarias dous mezes depois, e no
Thesouro terminado o trimestre de liquida-
co.
As Thesouraria cumprirao sem demora o
2o das Instruccoes de 30 de Dezembro de 1850.
Art. 8
Desde o primeiro dia do trimestre complemen-
tar o Thesouro e as Thesourarias de Fazenda,
avisando os responsaveis, e requisitando escla-
recimentos dos Ministerios que ordenaram a
entrega, providenciarse para a liquidaco das
quantias adiantadas no decurso do exercicio, cu-
jas contas nao tenliara ainda sido prestadas. Ex-
aminados os documentos e recomidos os saldos,
eliminar-se-ha do livro de que trata o art. 3o o
nome do responsarel, fazendo-se no Diario e nos
auxiliares as annullaces que se tornarem preci-
sas.
Si, esgotado o tempo marcado para a liquida-
co, o responsavl, nao obstante o aviso, deixar
de se apresentar, e si o Ministerio ordenador da
entrega nao autorizar o contrario, encerrar-se-
ha a conta do livro, annuilar-se ha a despeza
na verba em que tiver sido laucada e conside-
rar-se-ha a respectiva quantia como saldo em
poder de responsaveis.
No exercicio ento correte expedir-se-ha
urna copia da coala ao Contencioso para a co-
branca executiva, e deduzr se-ha do sobredito
saldo a importancia adiantad.
Art. 9."
Os credores do Estado que nao tiverem sido
satisfeitos at ao dia 31 de Marco do segundo
anuo, s o serSo depois que a divida, estando
as circumstancias indicadas no art. ll da lei n.
3230 de 3 de Setembro de 1884, for liquidada
para ser solvida, por conta da verbaExercicios
lindos ; e os conectados, que nao reeolherem
aos cofres pblicos at 20 daquelle mez, o im-
posto a que forem obrigados, mcorrerSo na mul-
ta de t5 l do art. 8, n. t, da lei n. 3348 de 20
de Outubro de 1887.
Art. 10
Os restos por arrecadar at 31 de Marco, per-
tencente8 a exercicios encerrados, e que forem
recebidos de 1 de Abril em diante, sero escrip-
turados nos livros do exercicio corrente sob a
rubrica Cobranca da divida activa- A im-
portancia proveniente do producto de multas
arrecadadas no mesmo periodo ser igualmente
escripturada no exercicio corrente, mas em Re-
ceita eventual.
Art. 11
Si houver necessidade de supprimento da Cai-
xa do exercicio correte do exercicio em li-
quidaco, ou vice-versa, as repartieses devida-
mente autorisadas para operacoes dessa especie,
ser elle feito, tendo-se, porm, em vista a res-
tituigo pelos fundos do exercicio supprido, nos
termos das Instruccoes em vigor.
Art. 12
Depois de liquidado e encerrado o exercicio,
preparar-se-ha o balanco definitivo, deveudo os
das Thesourarias ser impteterivelmente enviados
ao Thesouro at flns de Outubro.
Art. 13
As dividas a que se refere o art. 9o sero, logo
depois de requeridas, convenientemente liquida-
das, guardando se as Thesourarias de Fazenda
as seguintes regras :
i So devero ser reconnec*das as que tiverem
por origem o pagamento de servicos autorisados
e com o necessario crdito concedido opportuna
rngntt
1* Sero submettidas deciso da Junta de
Fazenda, tendo sido ouvidas a Contadora e a
Seccao do Contencioso.
3. Deixarao de ser attendidas as que hoave-
rem cabido em prescripeo.
Art. 14
As reclamacoes, porm, que nao puderem ser
admittidas nos termos do artigo antecedente, por
falla le auterizacuo e de cred|, sero enviadas,
com as precisas mformacoes Ministeno com-
petente, aftm de que, si for reconhecido o direi-
lo do credor, se delibere sobre o pagamento,
%
responsabilisando-se o funeciomrio que illegal-
raente houver ordenado o servico.
Art. 15
A Thesouraria solicitarl'TOensalmente o crdi-
to, dirigindo Directora Geral da Contabilidade
urna relaco das dividas reconhecidas no mez
anterior.
Art. 16
Logo que forem recebidas as relaces mensaes
de que trata o artigo antecedente e as requi3i-
coes dos Ministerios, o Thesouro providenciar
para o pagamento das despezas que estiverem
nos termos do art. 18 da le n. 3018 de 5 de No-
vembro de 1886, e art. 4 da lei n. 3313 de 16 de
Outubro de 1886
Das que nao se acharem nesses casos, dar
conhecimento aos Ministerios a que pertencer o
servico, afim de que ahi se organizem as justi-
ticacoes para o pedido de crdito Assembla
Geral Legislativa.
Art. 17
A's tabellas justificativas do orcamento junla-
ro os mesmos Ministerios urna demonstraco
por provincias das divdasele exercicios finaos
que nao tiverem sido solvidas por falta de so-
bras as respectivas verbas, e, fundndose
nes3as demonstrages, cumprir o ministro da
fazenda, em um dos artigo* da propo3ta da des-
peza, o que est determinado no art. 22 da lei n.
3313 de 16 de Outubro de 1886.
Art. 18
Promulgada a lei de orcamento, o Thesouro
far inmediatamente a distribuico do crdito
que tiver sido aberto para o pagamento dessas
Art. 19
O crdito concedido nos termos dos arts. 16 e
18 mo poder ser applisado ao pagamento de
credor que nao conste da relaco que acompar
nha as competentes ordens.
"" Art. 20
Wcain revogadas as disposices em contrario.
Jlo Alfredo Correia de Ohveira, conselheiro
de Sitado, senador do imperio, presidente do
conselho de ministros, ministro e secretario de
estado dos negocios da fazenda e presidente do
Tribunal do Thesouro Nacional, assim o tenba
entendido e faca executar. Palacio do Rio de
Janeiro, aos 5 de Janeiro de 1889, 68 da inde-
pendencia e do imperio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador
Joo Alfredo Correia de Oltvctra.
tario.
Governo da provincia
RELATORIO com que o Em. Sr. tsembargador Joaqun os
de Olivelra % mirado estregn a adniinJttraco da
provincia ao i:\ni. %r. Dr. Iaaocenelo Marques de
a raiijo CiOes a 3 de Janeiro de 188B.
(Continuaba o)
A Assembla Legislativa provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1-. Fica removida a cadeira do sexo feminino do lugar denominado
IJreitas da comarca do Bom-Jardim para Alaga do Carro onde ja esteve, e a 1.a
cadeira tambera de sexo feminino de Nossa Senhora do O' de Maranguape para a
freguezia da Varzea.
Art..#.0 Ficam revogadas as disposifSei^-om contrario.
Pa^ da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Bard.o de Caiar, vice-presidente.Jos Marta de Albuquerque TAelio, 1." se-
ci eterig,Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2. secretario.
?olte Assembla Legislativa Provincial.
A transferencia ou remoc&o de cadeiras de instruc^ao primaria, de, uns para
outros lugares, deve ser effectuada quando verificadas condif3es especiaes previstas
no regulamento de 18 de Janeiro do corrente anno e acto de mera adrainistracSo.
Deixo, portanto, de sanecionar a presente resolugSo, que reputo inconstitucio-
nal pela invasSo de attnbuicoes. i
Palacio da presidencia de Pernambuco, 31 de Dezembro de 1888.
Joaquim Jo$ d'Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pfernambuco, resolve:
Art. 1. Fica transferida a cadeira mixta'de instruceSo'primaria do Brejo dos
Padres para S. JoSo de Villa-Bella e a do sexo masculino da Penha de Floresta para
S. Francisco de Villa-Bella.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Barda de Itapissuma, presidente. Jos Alaria oVAJbuquerque Mello, \. secre-
tario.Juveneio Tobiano Mar/z, servindo de 3v secretario.
Foi negada sancco pelos mesmos motivos expostos na resolucSo anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1. Fica transferida a cadeira do sexo masculino de Bizarra, sem pre-
juizo do acutai professor, para o Tot, Ireguezia da Varzea.
Art. 2. Ficam revogadas as dsposi5es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco 17 de ZJezembro
de 1888.
Bariio de Caiar, vice-presidente.Jos Maria d'Albuquerque Mello, 1. secre-
Juvencio Jhciano i/lariz, servindo de 2. secretario.
Foi negada sanccSo pelos mesmo .motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco resolve:
Art. 1." Fica considerada de 3.a entrancia a cadeira de instruejto primaria
do sexo masculino de Apipucos, sem prejuizo do professor actual, qua ter as vanta-
gen3 do accesso.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Bariio de Caiar, vice-presidente.Jos Maria d'Albuquerque Mello, 1. secre-
tario.Juveneio ldano ilariz, servindo de*2. secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Ainda est por completar um anno de execufSo o regulamento que baixou em
consequencia do disposto no 2. do art. 9. da le de 30 de Abril do anno passado.
Por essa occasi&o oram precisamente classificadaa as cadeiras de instruccao primaria,
tendo-se em devida conta as circumstancias especiaes das diversas localidades. NSo
me parece, portanto, justificada a classificacao decretada na resoluao que deixo de
sanecionar.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 31 de Dezembro de 1888.
Joaquim Jos d'Oliveira Andrade..
A Assembla Legislativa provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica considerada de 3.a entrancia a cadeira do sexo maseulino do
Encanamento.
Art. 4.9 Ficam revogadas as disposiedes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Barao de Itapissuma presidente.Jos Maria d'Albuquerque Mello Io secreta-
rio.Juveneio Taciano ULariz, servindo de 2." secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Peruambuco, resolve:
Art. 1." Ficam consideradas de 3.a entrancia as cadeiras de instruccio pri-
maria do Poco da Panella, em prejuizo dos respectivos professores, que terao as van-
tagens do accesso.
Art. 2. Ficam revogadas as d8posi$3es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Bario de Caiar, vice-presidente. Jos Maria de Albuquerque Mello, 1. se-
cretario.Juveneio Taciano Mariz servindo de 2. secretario.
Foi negada sanccSo pelos motivos expostos na resolucSo anterior
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica considerada de 3.* entrancia a cadeira da Casa de Detenco.
Art. 2.. Ficam revogadas as disposioes em contrario.
Paco da" Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Barao de Caiar, vige-presidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, 1.*
secretario. Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2. secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernamhuco, resolve :
Art. 1. Ficam consideradas de 3.a entrancia as cadeiras de S. Lourenco
da Matta.
Art. 2." Ficam revogadas as dspos53es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Barao de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, l.
secretario.Juveneio Taciano nriz, servindo de 2. secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislatava Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica elevada a 2.a entraacia a cadeira do sexo masculino da ra de
S. Sebastilo da cidade do Limoeiro, sem prejuizo do actual professor, que gozar de
todas as vantagens do accesso.
Ar. 2.* Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
Bario de Caiar, vice-preSidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, 1. se-
cretario.Juveneio ldano Mariz, Bervindo de 2. secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1.* Fica restaurada a cadeira de instruccSo primaria do sexo feminino no
povoado Cacboeira do Roberto da comarca de Petrolina.
Arl. 2M Ficam revogadas as disposicUes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 14 de'Dezembro
de 1888.
Barao de Itapissuma, presidente.Jos liara de Albuquerque Mello, 1." secre-
ario.Dr. Joao Augusto do Reg Barros, 2. secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Existein n'esta provincia 398 cadeiras do instruccao primaria, com as quaes se
despende annualmente 730:137)JOOO. Accrescente-se a esta consideravel sommamais
13:99dJ800 gastos cornos empregados d Secrataria da IustruccSo Publica, Gymna-
sio, Escola Normal e algumas cadeiras de instruecSo secundaria, e se ter urna despeza
de 869:138(5800; a qual, reunindo-se ainda a quantia de 11:8000000, despendida com
a Bibliotheca Provincial e a de 70:5960725 coia professores jubilados, ver-se-ha le-
vada a 939:7550525. As rendas da provincia arrecadadas nos ltimos cinco annos
tem oreado por 2.419:0100710 annualmente, tormo medio, donde se v que, com a
instruegao publica somente, se despende quasi duas partes da renda provincial. ;
Por occasiao da reforma de 18 de Janeiro d'este anno e por actos anteriores
foram supprimidas diversas cadeiras, inclusive i de que trata a presente resolucSo,
como dispensaveis ; pouco tempo de execuao conta essa reforma, na qual se estabe-
leceu regras para a creacSo, transferencia e suppressao das cadeiras de instruccS
primaria; apenas urna representoslo foi submettida ao conhecimento da presidencia
para o nm de ser creada urna cadeira; nao ha, portanto, motivo para restanrar-se a
cadeira do povoado da Cachoeira do Roberto ; pelo que neg sancc&o a esta resolucllo.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 29 Se Dezembro de 1888.
Joaquim -Jos d'Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de I'ernambuco, resolve:
Art. 1." Fica restaurada a cadeira de niitruccjio primaria do sexo feminino do
povoado de Jurema da comarca de Panellas.
Art. 2. Ficam revogadas as dispo83es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provinci de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Baro de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, 1.a secre-
tario.Juveneio Taciano Marig, servindo de 2. secretario.
Foi negada sanecao pelos mesmos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1. Fica restaurada a cadeira nocturna da cidade de Timbaba.
Art. 2. Ficam revogadas as disposi3es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembr
de 1888. *
BarSo de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Attuquerque Mello, 1. secre-
tario.Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2." secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos, expostos na resolucao anterior. m
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica restaurada a cadeira do sexo masculino do povoado 'de Pindoba
de Itamb.
Art. 2." Ficam revogadas as disposices em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 15 de Dezembro
de 1888. i
Bariio de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Albuquerque Mello, l." secre-
tario.Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2." secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos exposlos na resoluto anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de I'ernambuco resolve ;
Art. 1" Fica restaurada a escola nocturna que era annexa aula primaria
da ra do Calabouco nesta cidade.
Art. 2- Ficam revogadas as disposicSes em contrario. ,
Pago da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, em 15 de Dezembro
de 1888.
Bario de! .Caiar vice-presidenteJos Mara de Albuquerque Mello Io secre-
tarioJuveneio "Endono Mariz servindo de 2o secretario.
Foi negad sanecao pelos motivos expostos na resolu$ao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco resolve :
Art. 1. Fica restaurada a cadeira do sexo feminino de Belem de Cabrobd.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.
Bario de Caiar vice-presidenteJos Maria de Albuquerque Mello V s6re-
tarioJuveneio Taciano Mariz servindo de 2- secretario.
Foi negada saneen pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco resolve :
Art. 1. Ficam restauradas as cadeiras de ensino primario nos povoados de
S. Pedro e S. Goncalo da comarca de Ouricury, ambas do sexo masculino.
Art. 2." Ficam revogadas as disposices em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, em 17 de Dezembro
de 1888.
Barao de Caiar vice-presidente Jos Maria de Albuquerque Mello 1 secre-
tarioJuveneio Taciano Mariz servindo de 2o secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolue^ao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. Io Fica restaurada a aula nocturna, de instruccS primaria para adultos,
que existia na cidade da Escada.
Art- 2.a Ficam revogadas as disposices em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.Bario de Caiar, vice-presidente. Jos Mara de Albuquerque MeUo, Io se-
cretario. Jwuenco Taciano Mariz, servindo de 2o secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica restaurada a escola nocturna da cidade de Palmares.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicSe em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembw de
1888.Bario de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, P se-
cretario.Juveneio Taciano Mariz servindo de 2o secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucao anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Ficam restauradas as cadeiras do Encanamento, restabelecido assim
o 5o da lei n. 1.766.
Art. 2. Revogam-se as dispsicSes 'em contario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernombuco, 17 de Dezenbro
de 1888. BarSo de Caiar, vice-presidente.Jos" Mara de Albuquerque Mello, 1*
secretario, Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2o secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucio anterior.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resobre:
Art. 1. Fica restaurada a escola nocturna da cidade do Cabo.
Art. 2. Ficam revogadas as disposi$8efi em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 17 de Dezembro
de 1888.Baro de Caiar, vice-presidente.Jos Maria de Albuquerque MeUo, 1*
secretario. Juveneio Taciano Mariz, servindo de 2o secretario.
Foi negada sanecao pelos motivos expostos na resolucSo anterior.
(Continuarse-ha)
*
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 25 DE
JANEIBO DE 1889
Anna Rabello.Passe carta de natura-
lisa cao.
Alfredo de Barroa Gibsen. Fica proro-
gado o praso pelo tempo legal.
Alferes Antonio Francisco Pereira Giti-
rana.Justifico as faltas. Depois de no
tada na secretaria do governo, remetta-se
este requerimento ao Inspector da Thesou-
raria de Fazenda, para os fins convenien-
tes.
Francisco de Mendonya Pinto. Indefe-
rida.
Francelina Vieira de Araujo.Indefe-
rido. ,
Gentil Correia de Guarni.Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Jos de Oliveira Campello.Requeira
ir intermedio do com mandante da Guar-
, Cvica.
Jos Francisco des Santos.Indeferido.
Joaquina Mafalda de Carvalho Veras.
Indefenda.

Luzia Maria do Sacramento. Junte
certidao de idade do menor seu filao.
Mariano Jos Pereira da Silva.Infor-
me o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 26 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.

Ilepartico da Polica .
2.a scelo.N. 95 Secretaria daJPo-
licis, de Pernambuco, 26 de Janeiro de
1889. Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detenglo os seguintes indi vi-
vidlos t
A' minha ordem, Antonio Jos de Samt'
Ama, JoSo Capistrano de Oliveira Costa,
Manoel Jos da Silva e Jos Aleixo de
Franca, como criminosos vindos do termo
de llmoeiro.
A' ordem do subdelegado da freguena
do Llecife, Antonio Pinto de Araujo, por
uso de armas defeza.

r
i-'-y I


'. II .

A' ordem do do F districto da fregue-
sa de S. Jos, Mam da GbaftftipVtaEll^
ra Ramos, como alienad, at que tenha
o conveniente destino.
Hontero," 5 floras da tarde- fallecen
repentinamente na povoacoo de Apipucos,
quando se crrriga para tomar o- trem a
mulher de nome Antonia Mara de Souza.
O subdcdafanWo cJannBVtonanan
nhecinient*l faeaa. rna^-rnamiar-tnare
ver pelos mKcm Ai aniiciananue mWI
ram ter dadora :\&moi-immuiimm le
cardiaca.
Procedes* amnapuita noanotea
lei.
Deus gdnstfe a 7. Enc.-rtdUm. V-Exn*,, iraafmrc*,-
Groes, muito digno presidente da prtrrra.
cia. O chefe de polica, Antonio Firmo
Figueira de Saboia.


deria tomar o movimcnttf abolicionista, ja in-
ccaraveUedaaaafaano atnnanan aialoaflaa.
Afastaua do caminho esta "mole enorme, fi :ou
talvez fuu la depresso do solo, sobre-o quaiulla
pisara por dilatados annos, mas o mal asura era
aprecievcl. perda as-proporefies amedrentadoras
do desconhecido, era oio ja um perigo socinly
mas apenas urna dillicuJdade, que poda ser ven-
cida, que j coiuecava a ser combatida pelos
meios adequados.
1^ Poi JtfiktiMM taaih^n pa*fta88 o uadliora-
e jnaanmannninninnBnniaaanjnni sade/anarbefe
alTanac oanTs paita? taaiaa'aanresses'aamalciu
puakc*, M|ua, eaitanaia- ratelas iiananajiies.
tema*t>por. perfi ii Wte pngiiti'lo-, m^:iji
disaaacri m quannjuamnnxBnnstaiictawllBHi a
uanmtfivaaphera manada I.
imana doimanaaaae atoas ni
Dtwrioide PernambucoDftmingo 27 de Janeiro de 1^9
0:1
AmmmmAih
jiaai;,aam oaortas Ikm
rim'T~r-----------analizar uvanada upara
cao de crcairo c as coirflcOs^ltainefW favorlr'*
veis com que a cffectuaraos, contribuiatn para
serenar os nimos e estabelecer urna da* on-
dicoes mais vantaiosas para o rnoviraentowgnlar
do commercio, a ixidez relativa da moeda.
O crescimento constante e considerase! da cor-
I M.niu i.^^ij^ioriQ c. immrn -S rtviatnnri-i ->

" DESPACHOS DO DA 25 DE JANEIRO.
DE 1889
.Jos Fernandes Lima, capitn Themis-j
----tocte"Orange dos Res Lima, Francisco
Manoel Bezerra de Vasconcellos, quntrb
peticSes de Francisco Podro Bolitreau.
Informe, a Contadoria.
"JoSa do Reg Amara!, Jos Odilon An-
aes Jacome Pires.A' Contadoria para
cutnprr n despacho da jnnta.
Hermenegildo. Eduardo do Reg Mon-
te ro.VAo Sr. Dr. pagador.
Isaac Esnaty.A' seccSo do Contencioso
paracumprir o despacho da junta.
Curiha Irniaos <8 C Prove o quo al-
.-' }ega.
Joaquim Jos de Almeida.Indeferido
~ tan vista-das informacBes.
'..Jos Antonio, de Pinho Borges.Par
gue-se.
' Candido Oh/mpio Simoes.'Gom vista ad
' *Dr. procurador-fiscal.
Joaquim Aires da Fonseca, Luiz Da-
prat e A: Amorira.Haja vista o Dr.
procurador fiscal.
Jos Francisco de Paula, Julia Caroli-
na Maciel.Haja vista o Dr. procurador
. fiscal.
-------**------- 1
l aif pectorla Geral da lastrucf o
Publica
. 1dbrpacho da da 25 de. janeiro
... de 1889
Mariana Ja ilva de Jess.^-Encamir-
nhe-se.
JFclippo fienicio Correia. de Figueireip-
Informe o delegado litterario. *
Joio Cordeiro Fonseca Medciros.
Sim.
tes brancos, iguaes, aromalisadoi, sentindo-se
meira duvida anda nao tinha ouada^anettar.
O seu eolio, descobrindo-se n, me lantnaia VoTada- a ceremonia
ciwHsinha bordada dexava distinguir tow njadsai carro,
'dedadas e graciosas do corpo gentil .nuitino
de*o.eaoantadora mulher.
Deixas-ma experimentar ?
O que *
Esse charuto. Tem urna cinza to clara,
HaadoaaMMriio n^mannhmapBs cananman
lia*- iiiaimam slaapiciae inoajatis.
>jnvnnai! aanbiiiniinellarraBtnnadodb'a.
lianan** tfaaonge.. -
ttanp Taiaioit-aaarrnanan de entona* sentn
u ao dalo, ihmiu^ou .-etaanecar-lhe
i
i barateo awmonta,-fuiliva
ena. saane o pes
~ lias do
tcliuyues nervosas; a"desper-
a que este pareca dedicar-se.
-
IHTEB10R
.'
>r
I
Reirospeet comiaerrial
O Jornal do Commercio da corte, abri o seu
Retrospecto coramercial do anno de 1888, com
. as segacntea reltexoes. que serao hdaE. decerto,
com interesse:
Rio. 8 de Janeiro de. 1889
Nova era comecou para a naci brazileira no
anno de 1888 pela sbita radical--> traiMforma-
. ti.afa>|dAase em-que, desde os.lempos primitivos,
de sna historia, repousava a industria e o com-
mercio do imperio sul-americano.
O gloriosa acontecimento, cuia narrario eij:
^" ua grandeza, como, e principalmente pela sere-
vt<..Mdade.>de: ua.e.valucao; veio effectivament al-
terar cauto as condices de existencia do Brazil,,
como se a coraposicao do ar que respiramos sof-
fresse completa e pepealina modifcacio: Cum-
ple, todava recenuecer. que o tacto de 13 de
A. Mato do 1848. a oliuiiuaca, na socedade brazi-
leira, do elemento servil, quasi nico instrumen-
to dnirabalbo, nao colhen to de sorpresa a aa-
Qb4sxm essas eruptoe qae aba 11 m inespera-
damente a natureza pliysica e aps convulsOes
vilenlas, a deixam alastrada de ruinas. Longos
annos de lutas porfiadas entre os reclamos da
razio e a obstinaco do interesse mal compre-
hendido faeiam aperar-o advento da nova era;
mas eontava-se feralmente comum periodoraais
i oo menoe iar^o de concessoes. Esta resistencia
tenaz era um pbenomeno natural, urna conse-
quencia da educaco c dos hbitos seculares,
romo o O o apego na arvare que profundou raizes
,J BfeSOlO.
Questo grave, que s aponamos, sem empre-
aender resolvel-a, sabec qual o OEoccdimento
- mais conveniente: se contemporisar anda, se
desfechar o golpe final, e isto, concedido que as
circumstaocias esternas, o movimento cada voz.
mais accelerado, ouj precipite da-idea, permit-
liam delongas e contemporisacOes.
A' eritiea histrica, e nao a esta simples e r-
pida exposico de urna serie de factos especiaes,
compete apurar estes pontos difliceis da queslo.
' A cuapre-nicamente registrar que a 13 de
Maio dn 1888. por una lei que honrar sempre
a nossa patria e- nossa geraco, foi declarada ex:
tinctaa escravido do Brazil.
O trabaluador deixou inunedialamente de ser
instrumento bruto, manejado ja com dfficuldade,
} com descuidosa indolencia pela industria ge-
ralmeate sem progresso, porgue exercia-se sem
esliotulo. Esse trabalbador, entretanto, era factor
indispcnsavel, porque era nico, da produeco e
* sua ausencia sbita da oflicina agrcola, fazia
receiar desastrosa paralysacSo ci trahalho. A li-
bertacao era decretada aa occasio em que co
mecava a colheitado producto principal dopaiz,
d'aquillo que constituea base do seu commercio
com as prucas etxangeiraa,fornecerioras da iiiaior
parle, da quasi totaidade dos artigo3 indspen
saveis para o desenvolvimento, para a vida na
cional.
. E, lulavia. o commercio, iuunediatameule m-
teresisdo, o commercio, que a crenga popular,
suppie unicnmcBte atiento ao calculo estrello do
lucro immediato.nem levanton rerlamaces, nem,
tmido ou desanimado, retrahio se, ou consqrvou-
se inactivo. Desde/ialgum lempo a inteligencia
commcrcial agucada pelo justo interesse, eca no
borisonte a nuvem earregada que rpida se ap-l
proximeva e breve devta rasgarse para deixr
cabir a taisca elctrica que destroe talyez, mas
i puwlicao ambiente. O commercio da nossa pra-
ca estava revolvido a sastautar o umbate pode-
roso, calmo e friot embora nao isento de appre-
hensGes qunn'o s consoqnencias mais ou renos
graves, immediatas ou nao, que a rpida transi-
do do systema do trabalho devia produzir.
Entretanto, o anno de W88 'corpe favoravef
par O-famoo principaes do nossa commercio.
Mumecosos e variadas circunstancias haviam
..anteriormente coneorrido e concorreram nese
anno* para-dar vigor e estabilidade a sitnacao
codunercial. J no anno de 18H7 linhamos no-
tado, de par e.aa.algumas cauas deprimentes, a
acco de o.iiras que, quando menos, nculralisu-
vam o efleito d'aquellas e alimentavam esperan-
cas olivemos de registrar em 1887 incremento
na aunan1 de importaco, precos mais elevados
para o principal producto do paiz, melhoramento
daaioepB|*alabiMdadt ..,'afbgo do thfsouro e do crdito nacional. Os
mesmoa factor reproduzidos em 1888mantiveram
(^WFespiritos na bo.1 disposicao. Os mesmos fac-
tos. acabamos de diaer, mas torna-se indispen-
t savel aqui urna explicaco. Os precos do caf
^^bn em 1888 inferiores aos do anno de-188*,
flftfrontados rpidamente os algarisinos: mas
i-ffltopre ao esquecer que a differenga dovntp-
n leve correctivo no excessa da produeco e
iambem que a taxa mais elevada do cambio em
1888 rrJuzio de modo consideravel a dilTorenca
apontada H^stabeiecidas assim as posicv?. o
nno de'W8 reunie eondicoes mais faroraveR
para o andamento regular do commercio da
ni nos*a praca. A lei d 13 de Maio /oio ponto
iide um pi.-riodo de inuerteas que trazia agi
lado e apprenensivo espirito pubhxo, duVidoso e
anda mais receioso setrrpre da drrecao qne po-
noraa de algumas centenas de milhares de indi
viduoi. ulajyea/ia <> raias. doianpo dos oonsu--
midores e abria novo horizonte :o commercio de
importajo.
Taes nos parecom ter sido os elementos que
reunidos aos anteriormente dqairidos, delernii-
naram o resultado lavoraval do anno de 1888,
considerado pelo, seu aspecto ommercial e em
relaco nossa praca.
Nao rncinimos nesta apreoiacao- par-no p-
dennos averiguar [rcisamente sua accao *spc-
cial, o grande* pudorosoictor doideoenvulvi-
mcnto.natural de um |iaiz novo, que de da para
dia augmenta as fercas cresce insensivelmen'.e,
sent nova3 necessidades incrinaveis-e busca e
encontra os meios 4satisiazel-as.
De tada* as consaderacops que acabamos de:
expender reul'a [iara nos- a comieco de que o
commercio da nossa praca nao conservou seao
gratas recordaces do-armo de 4888. Essas con-
chises encoM-ram cooftriBacea que oolhemos o
sujiindo as quaes. nn general id ule, foram liqui-
dadas como, saldo de. cantas do commercio de
importaco, de exporlago intermediario.
' "Nao-se dere iowrir destas proposic6es que o
commerciorelizoaavultadoe lucros; a tanto nao
aodi .autorisarn as nossa in&rmacoea. ; Uoave,
cort, liquidaco favoravel: as.mercadorks de
importaco puderam ser realizadas a pregos cor
respondentes a un valor determinado por cam-
bia baixo e foram pagas s piaras reluctantes
por cambio melhor: os genero de exportacao
deram pela quantidade e mesmo. pelas cotajoes
resultado remunerador e comraisses regulares;
os intermediarios deram facH sabida a numerosos
artigos, que deixaram lucro peias-inesaias razes
apontadas; e, finalmente, a relativa- abundancia
do dinbeiro favorecen a todos pela maior aacili-
dade das operaees e a taxa mais baixa do des-,
cont.
Nio podemos deixar de recowhecer queicnui-
Us esperangas foram alentadas- pela incontes-
tavel solicitude dos ^poderes pblicos em favor
dos iiiteresses econmicos do paiz.
Encarando o temeroso proWeina da aboligao,
resolvendo-o de golpe^ o governo que propo a
solugo radical e as cmaras Icgdativos. que a
dacretaraai, assumiram tremenda responsabili-
dade, que nao sabemos se foi maior do que teria
sido a de deixar a questo entregue asi
mesma, compncando><*e |com innmeros inci-
dentes iiiipossiveis de prever, caniinbando des-
ordenadamente como avalanche que se precipita
frenicute ameagando innundagoes e ruinas incal-
culawis.
Declarada extincta a escravido. houve um
\ momento de liesitaeo coiaoapoz um acto auda-
cioso. Logo, porem, foram lembrados, propos-
tos e com maior ou menor, actividade eacamkiha-
dos para a realisagSo olvitres, expedientes cipro-
videncias de carcter mais -duradonro, mais ins-
pirados pelo desejo e pela neoesnidade de ptover
de remedio a grave situaco no que a lei havia
creado, embora fatalmente impeluda pelos acon-
lecimentos.
Esta* variarlas medidas foram as mdliore?. as.
laf-o do letbargo.
Nao.quero que durmas...
/Vamos...
Para onde ? estamos aqui tilo bcm.
Mas lu dorraes, e se dormes fico s, faz-me
pana. .,i iBnt'io tiaubaivn
Nao, durmo, nao. Ao p de ti hnpossi-
.vel.
- depois, quando o sujetio j est debai-
bem n'aquelle contbrtavel paraizo. ondeieHHM ote davterra. rodo pelo vermeataaerae-seaind:
^ o filho do tal, daquelle celebre...
de casamento, pois, obri-
Arcampanliia de Villa Isabclrrrandou fazer um
- *ond especial luxuoso para transporte de noi-
M OS.
Apezar do bond estar fortemente enraizado
nos nossos hbitos, a moda nc pegou.
. hJc conheco lusaaaaMacat
nupcial.
coup de aluguel. pMHdocaaBd
rancos de ollioa aiiKaiaten
o meltido em-wineanae
danf com leite, eanOalo
do !
Tedos el I es se aaaeacifeam.
tjBein passar (tutas rnada ; idaife aatfaabba-
daavel-as-lia salim^i--natrlii ---lariaii-l^rahij-int"
| iibRT de selins as libres" que figuram em suas
boleas,
i Estas libres sao cortadas com fartnra.
Serven aa gordoj ae magn& a*oallo,.ao bai-
xo...
A's vezes as abas do casaco vo at aos cal-
ta loiatiMapsalu *de-
osso
aval-
o co-
BCtfMBO cor
ilraaate ves-
mais convenientes, adequadas eopportunas?
resposta fcil; nao, nem apodenam ser. Evi
dentemen e o governo nao tinha um plano iper-
feitamente organisado e combinad* em Rrlas as
suas partea quaudo foi 'decretada a aboligao, e a
uroposla, acreditamos.fci-se modicandoconfor-
me as circumsiaocias al cnegar /orina simples
e definitiva: Nem vai aqui censura; reconhece-
mos apenas nm facto, alias explicavel plausiva-
mente- Os expedientes, os.alvitres, as provi-
dencias foram propostas medida que as pilases
da questo se inaufeslavam d
Foi sem duvida madlda louvavel de prvviso
o levantamento do giande emprestimo externo,
mxime as boas condignos em que foi obttdo -
Por elle iscnleu-se o tbescuro de, apprelioneoes
e da necessidade de recorrer ao mercado,. em
occasies talvcz criticas, prejudicando o commer
ci pela conruiTencia.
A ideia de ereagao de bancos de crdito rea!.
sendo o.juro eamartisaco das letlrasi garanti-
das pek Estado sobre quero recalara immensa
responsabidade, nao nos parecen ideial feliz
qnaoto concepg&o nem eficaz.quanto aos re-
sultados que desta se esperavam
O.auxibo directo lavoura por meio de adian-
amentos eitoa em urna seceo especial do Banco
do Brazil auxiliada pelo Estado foi um expe-
diente de momento, que a sciencia nao apaori-
nlia, masque peasamoedcti na piatica bons re-
sultados.
A lei orgnica dos bancos de emisso sobre
variada base resente-se do mesmo defeito. mas
como ensaio, que ser gradualmente modificado,
foi medida que encontrou appiauso -
O largo auxilio para a mtroduccao- de inmi-
grantes, o desenvolvimento da viacaoaccelerada,
as reduccocs de tarifas os incentivos viticul-
tura e a novas cuitaras mostrarais claramente o
ernpenho do gosrerno imperial em.attenuar pelos
meios que mellioies ihe parecern os resul-
tados da aboligao assim como de acompanhar o
andamento do paiz.
Desta arte ineontestavelmeule procurou-se at-
tender i. aituago i assim.a execufo de>atgumas
dessas madidas,corresponda boa intenco, que,'
acreditamos, presidio a sua proposta e aos intui-
tos do corpo legislativo dando-ihes a sua appro-
vago.
Oonjunctamente com os poder pblicos tuna
parte de lavoura revestio-se de'adaiiravel cOra-
gein e long'- de cruzar os bragos, enfadada ou
tomada de despeito atirou-se com intelligencia,
sagacidades perseveranfu petas ovas vas aber-
tas ao trabalho e actividade e eiicimtnoa pode-
roso auxiliar no importante grupo commercial
que na nossa praca a representa.
Taes foram as influeneft-geraes que actuaram
sobre o nosso-commdreio no anao de 1888.
E cerrava aapalpebras insensivelmente.
Pois nao. has de dormir. Nao consinto,
dase ella levantando-Idus com as pontas do*
dedos. Levanta-te... Vamos...
o lavamos a bocea com a agua do Dr.
Pierro.
Acompanha-me toilette.
Nao sei o que parece um descuido d'estes !
E puxava-o ptlos bracos, fazendo urna torea
enorme at que elle cedro dando orna garga-
Ihada, tazendo4houma'snrriada por nio -poder.
Enxaguaram' abocen, lavaram as mos com
sabonetc de violeta, ella' beeuntotj-aie o nariz
com um pouco d* .espuma, riram-se"njuUo, elle
correu atruz della, que se idcixou cahir sobre
una ottomana,'e, jia.suaxjut'da, Haltou-llie p sa-
patiaho. *
Gaca-mo... exchraouella com a.voz ln-
guida, .. sutlocada E baioicuvu o p, envergo-
nlmda do sen desastre.
Elle poz-se de joelhos para I lie obedecer. >u(
Ai, nao fagas cooegiis
E fugia.
- -Eicamos aqui.f hiterrogon elle.
+* Sinla-me ura pom tonta. Aquel le copi-
ulio de cognac fez-me mal.
E cstendeu-sc ao comprido.
Vamos passear ao jardim '
- tt. Agora 2. axclamou .ella dando um salto c
enroscando-sc-lue ao pescoco como urna serpea-
te. Ora deixa-te -disso. ata l muita-humi-
dade. Conversemos mteiir rallaremos do nos
futuro. Emdtrave...
- Teremos um terceiro assistindo s nossas
phautasias domesticas. Ah, se fr rapaz.
Ha de ser o terror. das salas, um ndo rar
paz., nao vordade Mas preliro urna menina,
muito delicadnsinba, muito elegante, que ao
apresentar se nos theatruS, nos bailes, nos pas-
elos seja o espanto e o ealevo da multido.
lima menina tSo linda.
Como tu, concluio ella-dando-Iba um pipar,
rote ua barba.
Lisongeiro...
Ha de ser educada a capricho. E se fr
umxaiiaa seguir correira. .
Militar nunca. Da macioba, anda-menos :
afastar-ine d'elle, arriscarme a morrer longe do
mea fiUio. Faz-me pavor pensar cm tal.
-^ Nao, deetinal-o-hei a engenheiro, s gran-
des .investigacoes da sciencia. Exercitar-sedia
euigyiuaastica aos dez anuas, jogar. as asmas,
montar a cavado, fallara mudas liaguas. Ha
de ser a minha melhor obra... vers..
E minha.
Nossa, 'est,' dito. E qae telizes seremos
com elle Mus se nos sabir racuitica, obceca-
do, com mos inst netos... concluaOtasposocbm.
urna sombra de tristeza.
------Oh; r, noj impossivel... ErHitoJquem
somos-, nos ?, Um do bogante, amboi'bonitos,
intelligentes-.. Nao verdade ? dizia ella sor-
rindo... Ai, o que 'isto?. Tenho um bicho
as costas. Acode-me
E desabotoava-se deixando ver urna escnlptura
a que um folhetmista em boto chamara de Phi-
dias. o cuzeI uiai* damocratisadQ peaasptnnas
dos escrevinhadores. J
Nao tens .nada, absolutamente udua.
- i- Tenho sim. 'V-bem.
E elle exannrwva-a euidadosamento seotindoj
-e prender, como borboleta fascinada pela luz
enlagavam as mos, brinca vam como duas
creangas, inebriadas no amor que os nninrpara
sempre, fazendo votos pela sua eterna tea de
uiel, eliaesy alegres.
Elle olhando-a n'um delyrio de enthusiasmo,
dizia-lhe i
-- Vale bem este da de boje toda a minha
vida de solteiro.
. E ambos sobre a ottomana agradeciam a IWt
to grande felicidade.
as vidragas. batam os. primeiros pingos de,
urna cttnva de Setembro.
Seatio-se -parar urna carrnagem. Urna canl1
painha. Ambos se sentaram como impellidos
por urna molla.
^iuem*erf
e ntavam-se com urna seriedade rreprehen-
sivel.
Ndala pmxiuia do qnarto do toilette sentam'
se vozes.
E' minha sogra!... disse elle erguendo-se
com um mo humor muito pronunciado. E' tna
mi.
Di&c-lhe que nao estamos em casa.
E puxava-o para o pe de si.
Do licenca ? pergantaram da sala batendo
com os nos dos dedos na porta do qnarto.
Que massada! exeiamon'O marido!' poni-
se de p. Ambos selevantaram e a porta abrio-se.
Era ella.
Que m- occasiol
' Carlos de Moura Cabral.
anea nio--w|._ _
um sujeito em robe- de ckmmbre c as mangas, sao
to tongas qtte llies encobren -quasi as mos.
Na poca quo atravessamos, em que o ealor
faz diabrurasinotiveis, s oolhar par* aquellas'
vesiimentaa 6 bastante para.sentir os effeitos de
um cb de sabugueiroicom cusquinha de limo
e ammonia.
Os coups de:casamento, eutretanto, a despeito
de tudo quanto acabamos de dizer, sao saudados
com enthusiasmo pelas mogas. que ae agglome-
ram s janelas para vel-os passar.
Quando ficaremos lii-res desta .pesada im-
posico,' pelo menos nos casamentes capu-
cha T I
No dia em que um espirito forte resolver-sc a
dar o excmplo do casamento em carro de prega,
em4>ond oua pe, conforme os.seushateres.
h'ruiua Jnior.
O GENDARME
Eu vos supplico, senhoia Croquemiton I...
Com a breca f -Acabemos com isto, senbor
Pedoux!... >Ebj declaro llie-com a franqueza
que convm viuva de um velho oldado, quii o
senhor st-m a oacetear I
Senhora Croquemiton !...
Ora, que diabo de ideia! Imaginar que eu
vou dar minha lilha a um mau empalhador como
o senhor!
-----A enhora>podia muito bem dizer prepara-
dor, naturalista.
Euifin,, umdwmem que passa o lempo a
metter palha no interior dos passaros... Minha
lilha nao -para os seus beigos, senhor Pe-
daux !... e dentro de oito dias ella desposar o
Sr. Baro Gondol des Entornures, que tem mais,
de cincoenta mil francos de renda e que nao cx-
eree um oflicio ridiculo.
.. Ma olhe-'que eu amo a menina Hortcneia,
scohora Croquemilon I
A conversago at este momento tinha estado
nos Hmites de urna polidez relativa
Mas de repente tudo tranatornon-se. Exas-,
perada pelo insistencia iinpprtuna do infeliz Pe-
doux, a commoadante Croquemiton perdeu a ca-
begae tomando de um cabo de vaesouraavangou
com ar furioso sobre o Sr. Pedoux, gritando-lhe,
aos ouvidos :
E depois^ un nao tolero quo me aliorre-
gam Ponha-ae.l.Ara:e quanto antes !
Mas isto nao urna mulher, um gendar-
me -exclamon o Sr. Pedoux estupefacto.
Gendarme elle chamou gendarme viu-
va do couiiiiundauto Croquemiton I.. Pan '
O cabo do, vussoura aciluva de cahir .com
um ruido- surJo sobre o posterior do Sri Pe-
doux. Qufllquer outro ler-se-hia atirado sobre
a commandante : poivm, como era um hamem
bem educado, elle limilou-se a sabir violento-
meule, grilando ameagado:
Hei da me vingar,,senbora Croquemiton i .
del-o e sabbdo d'agua, damnada, entiou a ca-
aaaa, aa ralbas obotas.
Tudo llie assenrava perfeilamente, como se
fosse feito por medida. Era seguida abotoou o
uniforme, cingo o sabr que nao podia deixar
arrastar-se e poz o chapeo de batalha na cabe-
ga... Era; com efleito, o uniforme de grande
gala que o infame Pedoux Ihe trouxera. Assim
esquipada, aSra. Croqucmiton.com o rosto con-
vulso, tinha um aspecto to horrivel que teria
posto em fumrfoda urna (|uadrilJmd#lleado
res. Veatndo-ao, ella decidiur nao srtrsrvcssaro
parque-pai-a nan^eranaenliada petossariados. '*'
Sahirinrporaiaia iktauuro.para uanhar a es-
trada qnwoiiwin a pvpriedade u ,mtrani erri
casa pnr.nma-fBKa paqnena que havia uo p I
Um, dous A Si-avCaormemiton faa. das tri-
pas roracao. eHaalitanMnleieaiNlraautcmpaa j
quatroaawiinaBtos. pnnwu paro o sotan ladodo
muro aaaou-weiu.feoM cateada.
REVISTA DIARIA
Assim que se apanhou s, a comraaadaatc
deixou cahir o seu cabo de vassoura com um ar
simultneamente feribundo e satisfeito. Positi-
vamimte, n'uquelk momento, cora aquelle cor-
pan zil. o rosto cor de tijolo, todo,ocarqtHiado
e os cabellos curtos, dia, pareca um velho
eouraceiixnqpc honvesse .bebido um bocadlnho
i raais.
Ah I se eu fosse ioniem murmura va
ella... Com mili raiosl. luasenno sou mais
que urna frara mulher...
De sbito, a senjjora Croquemiton olhou para
o ospelho : Jf
Com tudoerfifdiabos! iugio.elia, estoucom
.urna .cara lvala da, breca... ftceultemos es-
ta perturbaco a meu genro. Elle to ni-
ltenlo I
' E a Sra. Croqaemitofl sabio 1 pressas para
tomar um banlio. Co::\>''in aqu dizer que a Sra.
Croquemiton tomata um lodos os dias. Para o
fim de sua propriedade passa va o brego da nm
rkvque se arjrava de modo a formar um pe-
3ueno lago sombreado de sak/ueiros. Era um
olicioso. cauto d'agua;' to alara que se va os.
seixos brilbarcm no fundo A. Sra, Croquemi-
ton tinha-o feito cercar de um muro para o'so-
tare todos-os dias ella a bamiar-se l, longe dos
olbares-indiscretos. com grande-desespero, das
ras. que apenas aquelle corpo agigantada cuhia
nagua, iugiampor ontre os ./anigos, dizondo
amas s.outras:
Acautdemo^nos: eis ahi a senhora Cro-
quemiton 1
Os insectos d agua tomados de, pnico escon-
diam-se soh as follias dos nenuphares, e os pro-
prios camaroes, cheios de medo, apressavam-se
orase metter nos buracos, tanto a commandante
aterrorisava com o fracasso.
Nesse dia ella foi de rao mo humor e fez tan-
to barulho, que Irez ou quatro libellulas deixa-
ram se. cahir a'agua completamente desfalle-
cidas.
Desgragadamente, ella eslava apenas no co-
meen de suas attribulages porque apenas poz
p em Ierra ouvio um ruido de vozes. Espan-
tada, apanhou o sabr com a mo esquema e
parti a fundo na direcgo da aldeia, sem mes-
mo "saberaonde ia---- ""
Dcteverse da, se possivel. '. Urna-voz acabava de gri-
tar-llie :
Gandarme, dreoda esse Jiomem I
Ao mesmo tempo. o brigadeiro da gendarme-
ra da trra, pondo Ihe amio ao hombro, desi-
gaava-lhe um bebado deitado no regato. .
r Ole! replicou o brigadeiro encarando a
Sra. Croquemiton, tu nao s c do trra Com
a breca Que lypo que tu s !
A Sra. Croquemiton murmurou que ella per-
tencia brigada da aldeia visinha.
-- H-.OTiem, isso nao muito claro,-resmungou
o brigadjeiroTdeieoniado.t.Leve sempre esse
homun ao poeta eiique-se-pr.l tambem para
o inquento c verificago.
A Sra. Ciwquemiton leve .ura instaule a idea de
como sabr atravessar o brigadeiro de lado a
lado j mas coraprebendeu logo quo. isso seria
um mo modo de provar a sua identidade. Atre-
lou-se portanto ao bebado, e eomegou por fa-
zel o levantar-se a ponta-ps, por mais que o
brigadeiro Ihe gritasse que-nao se devia hater
aos criminosos.
A condocgo do elirio para o posto durou tres
quartos de hora, toda a aldeia seguia-os. Nin-
gnem, felizmente reconbeceu a Sra. Croquemi-
ton tanto a colera a desfigurara. Alera lisso,
ella ia rolando pelo cerebro os pensaraentos
mais tumultuosos. Dizia de si pare si que o
lempo paseava, que o baro Gondol des Entour-
nures ia ehegar, que tal vez j l estivesse o Sr.
Volovent de Teutevide-.. e ella constatava que
o brigadeiro a olhava cada vez mais desconfia-
do, tanto que com certeza ella ia ser retida no
Eosto. Veio-lhe entflo a idea de offerecer de
ebe ao seu superior.
O brigadeiro estava desconfiado, mas tinha
sede. Acccitou. Atirado o bebado para junto
de urna-porta, a raBllidaodissolvkla por alginnas
nalavras severas do brigadeiro, eomegou a tre-
la de esvasiar os litros. Foi, porem. precisa
urna racia hora para o brigadeiro ficar prompto.
Emiim elle adormece na cadeira, com cha -
peo sobre o nariz ea Sra. Croguemiton -rsera
pagar a despeza porque nao tinha dinheiro
iUrou-se a galope na airecgo da casa. Nunca,
desde que.ha gendarmera, nunca se vio um gen-
darme correr assim. Todo o mundo estava
porta, anhelante de commoco e convencido de
que elle persegua-um assassino.
EmQm, meio, suffocada e litteralmenie louca
de raiva, a Sra. Croquemiton chegou a casa-.
Conseguo entrar sem ser vista po.os criados,
precipitou-se pela aseada meteu-se no quarto
Meia hora depote, veetida cora a roupa de ver aJ/an-ae, utediontem,. em- launmbla igerai, ex-
Deus, ella preparava-se para desccr ao sal fio
quando ihe entregaram urna carta, i Era conce-
bida oestes termos :
Senhora.-r-Parto para nfio voltar mais. Est
tudo desfeito. Um .Gondol nao poderia entrar
na familia de urna mulher que tem relacoc put
tilicas com ura gendarme ebrio e sem graduago
como aquelle que o honesto Sr. Pedoux me mos-
irou aiuda ha pouco entrando familiarmente no
seu quarto.arao Gondol des Entournures.
E.a.Sra. Croquemiton,. antes de desmaiar,
te ve-lempo de ouvir o rodar das carruageus que
lera vam o baro Gondol e seus. nobres -paren-
tes.
Gastn Vassy.
PERNAMBUCO
Arto*. Ua, Prralrfencla da Provin-
ciaPor actos de 18 do correte mez :
Foi declarado en efleito a portara de 22 de
I'evireiro de lSAjYaucnomeou Felippe Fernan-
dm. Coelho para o posto de capito do 22" bata-
tal! o da guarda nacional de Ouricury e Boa-
Vi-ua, visto n ter pi-estadoajuramenlo.'
I- iraiirnomaados-puntfB 8*' balalhfto da guarda
ac.onal d6-euricttrY e -HfiatVista :
*-l". coinpuahiaMapitaQ.;.Myrlinano Leite da
Mttva.
' I, cominmhiaAM'eres Alfredo Jos de Amo-
nm.
:p. corapanliia^Capilo.Anlonio Rodrigues do
aaaFim.
o*. coraponhia-nCapitaoiignacio Francisco da
mnfiaio.
Fflabcrtoum crdito sunplementar verba
do i Ia do art. 2o da lei do orgamento, na im-
portancia de 2:440*070 pare o pagamento do
juros de S /<> das apoltces emiltidas para a es-
trada de fero do Ribeiro a Bonito
Forera concedidos dous mezes de licenca i
fnfessont prWicaR'licianaEtlu'mrges da Costa
Gama.
;: Por actos de 1 do crlente mez :
Foram concedidos noveula das de licenga
ao professor de allemo do Gvmnasio Pernam-
bucano, Antonio Carlos Ferreir da Silva.
Foram concedidos dous mezes de licenga
profossora Rita Francisca dos Anjos Chacn.
Por oflicios da mesma data :
Foi uutorisndo o Tbcsouro Provincial a pagar
a Fielden Brother C. as quantias de 46KS00,
9:87!)4440 e 2i J600, importancia de saz consu-
mido na Casa de Delengo, com a ifluminago
da cidade e Jardim do Campo das Princezas.
Por actos Foi nomeado o:bacharel Alvaro Ucboa 'Cuval-
cante, para servir de comraissario nos exames a
que tem de se proceder na Escola Normal da
Sociedade Propagadora da rnstrucgo Publica.
Foram concedidos sessenta dias de licenga ao
professor publico hialino Izidio da Costa Vieira.
Foram concedidos noventa dias de licenga
professora publica Amelia de Santa Rosa Gunha.
Foram concedidos tros mezes de licenga ao
alinoxarife do presidio de Fernando di: Koronha
Antonio Francisco Pereira Gilirana.
Por oflicio da mesma data, autorisou-se o The-
souro Provincial a pagar a Fielden Brothers &
C. a quanlia de 178 206 de gaz onsnmido no
quartel de polica, de Outubro a ezembro pr-
ximos lindos.
Por actos de 22 do corrente mez:
Foram concedidos tres mezes de licenca
professora publica Maria Zulmira de Barros
Lima
Vii(oritladc policial Por portara da
presidencia da provincia de 23 e proposta do
Dr. chefe de polica de 2: do corrente foi exo-
nerado o coronel Manoel Honorato de Barros, a
pedido, do cargo de delegado do termo de Br-
reiros, sendo substituido pelo tenenle do corpo
de polica Deocleeiano Peixoto de Alencar. que
foi dispensado de igua cargo no termo de Pao
d'Allio.
luMiluto Arrne*los phiro Pcrnambucano -I. boje que olns-
lulo Ardieologico e Gcographico Pcrnambuca-
no celebra a festa anniversana da sua creago e
comiuemora o 213* anniversario da restauraco
de Pernambuco do dominio hollandez, occonido
em 1654.
Constar a festa do =esso magna luterana s
11 horas do dia, e e\posig do museu archeo-
logico noite.
Era arabos os aclos tocaro duas bandas de
msica, eao 4a Jar as honrasmilitares.iima guar-
da do 14 batalho de infamara.
i UuaipMali i a Prrainlminiia R -un-

VARIEDADES
O carro de casaanent*
Ha i .-ortos usos e. costumes nossos. que nao
traiisigem cota as modilicages porque muito na-
turalmente val passando o meio em que elles se
desenvolveram.
Espacies de Pantanos ou de Quakers emper-
rados, resistem valorosamente 4 acgo do tempo
como as grandes obras do espirito humano.
No numero desses usos estao carro do casa-
mento.
O carro de oasamoato urna verdadeirm impo-
sigo social.
A socedade fluminense perdoar de bom gra-
do ao sujeito que nao ti ver no dia seguinto ao do
noivado o necessario para sustentar a familia.
Nao tratar da indagar quaes as despeaos su-
perfluas que elle cortou, quaes as economas que
fez para'iniciar a. vida de familia sob o rgimen
da ordem, que a base principal da existencia.
Puco se Ihe d que o marido de boje- seja o
mesmo Imliapio de hontem; empao-e senctecto,
vivendo Im do acas lc|ni<4 do Janrtar
Elles tinbam bebido a ultima gotta de caf por
amas, ehavena pequeas, brancas, deporcella-
na finissima.
Deram um beijo e retiraram-sc para o gabi-
nete, onde ee reeostaram em duas bellas cadei-
ras lOigas, fofas, convidativas ao somao. ao des
cango de um bom jantar.
Havia sea mezw que se- tinham asado, que i
um padre com. o seu latun.lhes tinha peranltido
trocarem os seus abragos e as suas caricias. E
ella embrulhada galantemente n'um roupo do
18, dexava perceber que nao vinha muito longe
o da em que seu esposo receberia a coroacao
de pai.
Tinha comido com um magnilico appetite.
O cavaco stabeleccra-se mesa cun a anima-
gao propria de dous bons amigos; discutirem
urnas pequenas consas^ uns ngociosiahos de
casa, beberam saude um do outro, depois de
aberro um falerno de qunize annos, emfira pas-
saram deliciosamente urna hora, saboreando um
bello jantar, ora todos os atlracii
com o$ nadinh que Ihas dava um
tom principesco, api-zar de sna medlocridade.
Elle, o esposo feliz, accendera um bom cha-
ralo D c.ontomplavii, pregnirosamente, as nu-
nhas de tumo aculado que se perdiain'no
ar. Tinha as pern. (as, a oabega ibcli-
nada.para traz mais completa pre-
ocotmacsio.
"El la dexava, entrever unvducado p
Ai, porem, dulle se no diadas bodas diric-se
bond para os seos convidad, ou', o que mus
econmico ainda, se vai casar a p T
Quo-troga!
Que surriada!
Apontal-o-ho por toda a parte:
L vai o sojoito qoe se easou de tilburv f
Os visinhos,- Cjmiuetitando o acontaciatnto,
bao de dizer entre pitadas e risadinhas gostosas :,
Forte sovina f Pois o homem n3o tinha di-
nheiro para carro ?
Se nao tinha, para queea-casou?
Esta-visto.
Eu sempre ouvi dizer que -quera quer a
uoiva, bole com o p o puxa pela bolsa.
Ningnem ohswrar:
O carro do casamento custa 50 pelo me-
nos, sem cootar a gorgeta dos lacaios. Ora, esta
despeza um roubo feito ao aluguel da casa ou
ao pao de urna quinzena. Fez muito bem o su-
geito em suppnmil-a.
- Na sociediiae o-ridicnlo i tndo.
Perante ella 6 melhor s vezes praticaruma
m aeco do que ser apontado como exquisito e
original.
As tn accOes esquecera-se.
O tempo as dcstre como evapora os miasmas
que as pcdridqea exhalara.
As esquisitices nao. se" olvidara, passam-se
como legados do', diabo de geragflo em gera-
g^
E' o ral, dizem todos ao ver o sujeito que
n um
sapato cor de rosa, pousado sobra-um tamborete teve a desdita de incidir no ridiculo,
bordado, e palitava, negligentemente, uns den-1 Ab I este o tal ? Pergunta-se era coro.
.' ijiesso nwsme lago que vamos encontrar a
Sra Croquemiton oito dias mais tarde. Ella es-
tava infinitamente mais calma, to calma que at
os caraogueijos nao comprehendiam nada da
cotisa e srrentura\am-se a sir curiosamente ron-
dar em torno della, emquanto .nadava de.plan-
cha. .. E' que aquelle dia era um dia enero pa-
ra a Sra. Croquemiton.
Naquella- mesma tarde devia se assignar o
contracto de casamento de sua fltha ; e'Ia pensa-
va com alriHBZ noB'nobres hospedes, parehtes do
Iwrflo ^ioodol; des Entournures, que Ihe tm
honrar a casa~com a preBenca naqaefla occasio.
Com os oihos fixos no co, ella murmurara des-
vanecida os nomes dos riscondes, dos Galipettas,
do baro Volevcnt de Testevide, do conde claocbi, etc., eto, quando de rapante foi chama
da rcalidade por urna voz sareaatica.
A voz pertencia aoSr. Pedoux, que tinha es-
calado o muro e que all estava a margem do
pequeo lago com um embrulho na mo.
Bou da, gendarme Croquemiton, disse o
Sr. Pedoux. Aqu trago o seu uniforme I
A esta to inslita nterropco, a Sra. Croque-
miton ergueu-se instantneamente soltando urna
prega to estrepitosa, que poe em fuga os caran-
Proluiigniiieno da estrada de fer-
ro do Recife ao S.Francisco
: Demonstraco do movimento e receita das es-
tagoes no anno de 1888, comparado com o anno
de 4887.
B -^at->a: > s
3 SrS K
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rr;
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esconder a sua nudez bs olhbs da miseravel,
ella gritou-lhe com urna voz estrangulada :
' Que diabo. vens>fiSer'aqui,1 "rande patife?
Gendarme CiwqueiBitom repeli gravemen-
te o Sr. Pedoux, trago aqui o seu. uniforme...
E pondo sobre a relva o embrulho que levava
nos bragos, apanhou n'um instante ostrajos-fe-
mminos da Sra. eroquemiton o-desappareteu
com elles por cima do muro, emquaaroa victima
dassa espoliaco odiosa arrasa: Um assassino I
Aqui d'el-rei
Durante Irez minutos, a Sra. Croguemrto gri-
tn assim. As ras mdrriam de medo.
Ella nao se calou senao quando-lhofaltou voz.
Ninguera a tinha ouvido e nm.^uem podia ouvil-a
porque a casa era situada no outro extremo do
parque.
Ella deixon-se cahir de cocaras sobre urna pe -
dra qtse fonnava urna especie de banco aquatico
'' continuando a soltar rugidos.surdos entremea-
de? de todas as. pregas que apjendara com o ma-
rido, comogoa pensar no qite ira fazer. Ir se
embora vestida apenas com os cabellos, era tin-
to mais difncil.qo.xnto os ditos cabellos nio me-
diara mais de trez centmetros.
E todava, ifto Ie ere possivol ficar nagua o
dia intoiro. Era preciso eptao vestir esse abomi-
navel oniforme, ella, a viuva do commandante
Croquemiton f... Ai I im, era preciso, era, ah
solumento preciso.
A Sra. Croquemiton acabou por comprehen-
I I I I I I I I I I I I
"
I 1
I I I I
l
I
=*
EscriptoritWo trefegoPahnars!'o"d'janei-
ro de 1889.
O chefe dotraego,
J. J. R. Saldanha Jnior.
a
>
i
p
3
traordinaria, os accionistas dessa companhia.
O fim da reuuiao, leudo sido declarado pelo
annuncio de convocgo, foi aavamonfe, expos-
to pelo honrado Sr. Manoel Joo de Amorim,
presidente da directora,, que fez, a respeito ju-
diciosas ooasideragdes.
Mostrando, com dados eslatisticos, que a di-
rectora, durante tres annos e sete mezes, reali-
zou urna economa de 266^42^914, mandn
construir um vapor do porte de 430 toneladas
pouco mais ou menos, denominadoUnae que
se acha em servigo, o qual garante urna grande
economa no consumo do carvo, i aentia, entre*
tanto, necessidade de declarar, francamente, que
mesma directora faltava competencia para de-
liberar acerca de outras medidas de ordem ur-
gente, como augmentar e melhorar o material
da companhia.
Dos estudos que, em relaco a esse importan-
te assumpto, fez a digna directora, concluio
I que, um meie Ihe pareceu o mais conveniente,
seno o nico, para chegar-se ao fim que tinha
em vista, e era um emprestimo na importancia
de 800:0003000, sob garanta de hypotheca dos
bens da companhia, sendo .tambera resgatados,
por esse emprestimo, todos os seus dbitos.
Manifestando assim a sua opiaio, accrescen-
tou o illustrc Sr. Manoel Joo ele Amorim, que a
directora nao desconhece que a quadra nao a
mais favoravel para loraar-se empreshmos, em
vista das taxas altas em todas as pregas do im-
perio ; mas attendendo-se ao estado actual de
cambio, deixa de ter valor aquella circumstan-
cia.
Considerando de toda a procedencia^ ao s
os intuitos, como a medida indicada pela-directo-
ra, a assembla geral coneedeu, por unanimi-
dade de votos, a necessaria aatonsaco para o
emprestimo, maniendo, por esse acto, a con-
tianga que Ihe inspire a mesma directora.
Depois foi approvada igualmente, por unani-
midade de votos, a reaovago do contracto do
Sr. Clemente Lima, para gerir os negocios da
companhia, assumpto de que devia oceupar-st
na 2 parte, a assembla geral.
Por nossa parte alracjamos Companhia Per-
nambucana toda a prosperidade* para continuar,
como at aqui, a prestar os bons servico per
que gerecommenda e que honram a provincia.
Feria forense*Na prxima qcata-fei-
,ra, 31 do corrente mez. termina ro as ferias fo-
renses do natal.
Anat%ernrie-Na quarta-feiro, 30 do cor-
reato mez, fazera 107 annos que foi sagrada a
igreja de S. Podro da cidade do Beeife.
(miiihoiros da CruaA socedade ma-
conica desse nome, fazamanh, s 7 horas da
noite, ses8o magna de iniciago-
Porro-vta do CaxangA-A gerencia da
ferro-via de Gaxang expede boje trena extraor-
dinarios entre o.Recfe e a estago do Derhy'Cluh
as seguintes horas:
Idado Recifes 10 horas e 30 minutos, 11
o, 11 30 e la e 5 da manha,
Voltado Derby Club -s 4 horas, 4 e fco m-
os, 9 c JO, 5eioe6e20da tarde.
ti Imperial Worie echanlca elitbera*fleu ro-sean te-
hontem a assembla gcral d'estu socedade para
tproeeder ofeigo da nova i directoria, cojo re-
sollado foi o seguate .-
Director-Jeronyrao Jos Telles Jnior.
is adjuntoJoaquim Francisco Collares.
2.a adjuntoPrancisoo da Costa Ramos.
OradorCandido Jos de Goes Telles.
!. secretarioJos Castor de Araujo Souza.
l secretarioJoaquim Lopes Teiserra
Tbesoureiro^Felix Venancio de Cantalice.
PrtcordWesThomazde Aquino, C a mi 11 o
Leal e Jos* Miguel do Nascimento.
. CoBotlheiros^-Alfrcd* Dacasble; Jos Aolonio
Vieira da Ounha, Loiz Jos dos Prazeresi Joo
ItepOmoccnb Ferreira da float*,- Augusto Routh e
Jos Roberto Guimaraes.
eoBunieefio de contas-Manoel Goncalves Agre,
GarloeAugustoVan der Linden o Paterniano Ce-
cilio da Fonseca Barroso.
>-.- anYv.uaa-*Recebemos nm oxemplar im-
presso do Manifest do primeiro congresso repn-
blimiM de Ptrnambuco.
Agradecemos.
pkmviet* AlaajoaaEsspacuete narional
sahido antehontem para o sul, inclusive o?pas-
8ageiros que tomou no porto do Recife, levou
I,i50pe88oa8 bordo, sendo 104 pussagfiroa.
986 emigrantes cearenses e 60 tripolantes.
Morte repentina- Hontem no povoado
de Apipucos, na occasio era que se diriga para
a estaeao da estrada de ferro para tomar o trorn,
accommetuda de um,ataque, talleceu repentina-
mente Antonia Maria de Souza.
Convidados os mdicos da polica, pelo subde-
legado do districto que do facto tomou conheci-
mento. para vstoriarem o cadver, declararam
elles que dra causa a morte urna leso car-
diaca.
wervieo militar Estao designados boje
ara superior do dia Sr. capito Pedro Velho, t
*
?
i:

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fX

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i



.'
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.,- Mil ~
Diario de P^nai^c o- D^mim^ 5 idnJamrtio MI
\,
%
~
"
l
para ronda menor o Sr. alferes ajudanlo do 2*
batalhao d infcntunw r para ainanbao Sr. ca-
pitn S Brrelo e de ronda menor o Sr. alteres
ajudante do 11* b-talhiode infantaria.
A guaraicio i eidade toda hoie pelo 2*
batalhao de infantaria e aniinh pelo 14 da
inesma arma.
A guarda da Thesournria conimandada
boje pelo Sr. alferes Jos Viegas da Silva eama-
nha pelo Sr. tenenie Jos-Beieria de Meoeaes S.
Existem era 'ratamento na enfermarla mi-
litar 41 praras dos cornos da guarnfeao.
Foram noraendos os Srs.-coronel Jofio Evan-
gelista Nery da mRNj 'capitto Manoel Alcn-
tara de Souza Cousseipe, Dr. Braz Florentino
Henrique de Souza, tenentes Jos Joaquim de
Aguiar, Sebastiao Gonealves da Costa, alferes
Autonio Valtrio dos Saat03 Nevos e Joaquini
Quiriu VilUrim, para presidente, auditor in-
terrogante e vogaes do consclho de guerra a que
\ ai responder o soldado do 2o batalhao de infan-
taria Francisco. Jos de Lima.
RnbrMOde'por S. Etc. foi entregue so 2o
batihao o titulo de alistaraento do ux-rausico
Jos Pinto Lobo.
Ero vista das iuforraacoes prestadas no re-
querimento do soldado do 14* batalhao de infan-
tama Joaquim Gomes de S, pediudo ia S. Exo.
transferencia para a companhia de cavallaria
deu o mesmo Exm. 3r. o seguinte despacho :
Como pede.
Toca amanhS no crelo do jardim do Cam-
po das Princezas a msica do H batalhao de
infantaria.
s. Exe. o Sr. general commandante das
armas concedeu ao Sr. cadete Manoel de Mello
MonlcHegro 40 dias de dispensa do servido.
MandKB ooaerriar Recebemos hon -
tem a seguinte reclaraao:
Pedimos-lhes, Srs. redactores, que pela sua
conceituada Revista Diaria dignem se de chamar
a ntteneo de quem compe'ir, para providenciar
de modo a ser concertado o passaaico da via
ferrea do Recife ao Casanga, lado do norte
Existe alli urna fenda que pode eccaeiouar de-
sastres aos transentes incautos, e mais de urna
pessoa ja tem cahulo, arriscando-se a quebrar
as turnas.
irolorla da* obran a> ronwrv-
i.iu tos Porto* de Peruaaihufo- Reci-
fe. de Janeiro de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas 31 JSl
6m. 9 i 3 t. 6 2ti-l 28'-8 29--1 27"-9
Barmetro a
Tensao
lo vupor
17,96
18,30
18,1a
19.59
ISJ6
-o
-a
1
a
761-90
762-88
762-70
ito-
761-53
Tenperatura mxima29,50.
Dita mnima -2",jO.
Evaporado em 24 horasao sol: 10*,7 ; som-
bra : V",2.
Chuvanulla.
Direcco do vento : SE durante todo o dia.
Volocidade media do vento: 4",06 por se
gundo.
Nefculosidade media: 0,42.
Boletim do porto
2 R
P.
B.
P.
B.
Dia
23 de Janeiro
26 de Janejro
Horas
112.* da raanh
5 -22 da tarde
11-42 -
6 5 da manh
Altura
2,12
0-80
2-H
0-,8l
Lelie Effectuar-se-ho os segumtes :
Anianhfi;:
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra do
Imperador n. 39, de um predio.
Pelo agente. Pestaa, s 11 horas, a ra do
Imperador n. 19, de piano, movis e lonca:
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, ra de
Santa Cruz, do resto dos gneros ahi existentes.
Terca feira :
Pelo agente Pinto, s 11 horas, na cocheira ao
Caes de Capibaribe. de carros e cavados ; e 1
hora, no caes da Companhia Pcrnambucana, de
200 meios de sof e courinho3 corridos.
Pelo agente Marrhii. s II -turas, ra es-
treita do Rosario .*>, de .niauo, movis e vi-
dros.
Pelo agente Stepple, s Ignaras, ra Im-
perial n. 2, da armacuo e uteusis ahi existentes
muM famefcreaSer o celebradas :
Amanh :
A's 7 horasiua igreja da Penba, pela alma
del. EraHia da Fonseea Alooforado ; s 8 1|2
horas, na igreja do Tergo. pela alma de Luiz
Antonio da Silveba Tavora. Filho ; s horas,
na- igreja da Torne,' pela- -alraa de D. Severina
Mara Ramos ; s 7 hora.*, na matriz da Boa-Vis-
ta pela alma de Bv Amelia Braziliua Rabello da
Sil van i
Tcrca-feira:
As 8 horas, no convento de S. Francisco, pela
alma de D. Rosa da Cuaba Freitas Cavalcante ;
s 7 hor, na igreja da Soledade, pela alma de
D. Maria RosaUna da Fonseea ; s 7 horas, na
matriz de Corpo Santo, pela alma de Joao Fer-.
nandes de Paiva.
trnnioe oclaeaHa boje as seguin-
tac *
Da Italiana de Beneficencia, em assembla ge-
raL as horas do costume.
Do Instituto Beuelicente dos Ofticiaes da Guar-
da Nacional, s 10 horas, em assembla geral,
napu&ssumptos de inleresse social.
Do Hospital Portuguez de Beneficencia,. H
horas, em assembla geral. para leitura do relar
torio.doanno lindo, e posse da nova juata.admi-
instraliva. 1.
Do Instituto Luterano Olindense, s 10 horas
da manli, na sede social, em, sesso ordinaria
docouselbo director.
Oarares etrarglca -Foram pratica-
das no hospital Pedio ,11, no uk.24 do, crrante,
as seguintes:
felo Dr. Malaquias ;
Talha perineo uuuVtada (Kr alculo vesical,
pelo processo de Nelaton,
Pelo Dr. Pontuel
Ligadura da arteria- foniUR*k no Uunguio de
Scarpa, reclamada por aneurapia da, aoplea.
Pelo Dr. Berardo : ,
Extracso,,(k; pteiyf to #*Iq frocepe.de Arlt.
Extracco de epitelioma da palpebra infenor
do olho Pupilla artilicial reclamada por staplloma.ia-
cipiento esynecJiia9 anterieree.
Cata d BelenesMovimento dos pre-
sos da C^sa de Detengao do dia 25 de Janeiro
de 1889.
Exisliain 135 ; entraran 8; sabiram 18, exis-
tem 4>.
A saber:
Naciouaes 389 inulheres 15; estrangciros 21.
Toial 425. ._
Arracoados 377.
Boas 307.
Loucos 2.
Doeotes 18.Total 377-
Movimento da; enfermara
Teve baixa :
Antonio Tranquilino Majr^s.
Teve alta:
Antonio Izidru de Azevedo.
pltai rdr* U O moTBiento deste
estabelecimento de daridada, .no da 24 do cor-
ren te oi o seguinte;
Kntnraaa 2 o t
Sahicam 8
Falleceram 1
Existem 589
Foram vuitadn*. a re*peai*a enfermaras
Moscoo s 8 Ij2, Cysneiro s 9 12, Barros Sp-
brnhD as i. Berardo 10 1(2, Malaquias s
8 li2 Pontual s 9, Estevto Cavalcante s 8 l|,
SimosBurnosa 10 i[2 horas.
O riruriiSo dentista Numa Pompilio s 8 Ij4
Opharmaceutico cntrou 3 81(4 -da manh e
Bahio.s4datard(;. -_
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7#jl
da manha c sabio s i horas da tarde
Lotera do rm*rwr*-A 6 parte da
15* lotera, dessaiiroviacia, cujo premio grande
60:000000, i-'r^extrahida, quarU'feira, 30 do
Cemiterlo iPtfMoa-Obtuaijo do dia 25
de Janeiro de 1888.
As ternuras que o hornera finge para o cao as
tinge igualmente para o proprio semelhante,
mas na pratica trata a um como a outro. A H -
i-ravid.io urna instiso humana que os sabios
da antiguidade proclamarem necessaria; os sa-
bios do nosso tempo a dizem abominavel. mas
tm sempre havido e existe anda:
O bomem adopta os caes para guardaren, os
escravos como os adopta para segurarem os ani-
maes de mal^Sf adestra-os para impedir a
Tuga dos nebros", para sesTifl-os. rroaluJoTtowni
a,reoonduiil-os se niio se defendem de moda a
deixal-os lacerados.
Na ilha de Cuba se instrue para este fira urna
rara de grandes motossos, e se toma todo o cui-
dado possivei de manter esta raga na. maior pu-
reza Je sangue, os provados excellentes caca-
dores teem um elevadissimo preco. Ha ceno an
Delmira Leopoldina de Maraes. Pernambuco,
30 annoa, casada norata; entorte.
Rita, otraamfeuoc, Graca; enterk
LeopaUo, Pernambuco. mezes, Graca ; con-
vuidbv.
Lu Ignacio Nunes de CMiveira Peraambueo,
29 aunos, casado, Varzea; tuberculoso .pul-
monar.
Maria Jos do Espirito Santo, Pernambuco, 70
annos, viuva. Boa-Vista; senilidade.
Apriaio Ribeirode Canabio, Portugal, .18 au-
nos, solteiro, Boa-Vista ; febre belliciosa.
Camilla Mara do Rosario, Piauhy, 48 annos,
solteira, Boa Vista ; cancro do estomago.
Um pouco de tudo
A analyse dos queiios tem demonstrado a
existencia do zinco, do chumbo, do cobre, du
arsnico e do mercurio, como igualmente a pre-
sanca de alguna alcaloide e entre estes a vera-
trina.
Isto se pode-explicar ou por descuido ua fa
brica o ou como consequencia de ruraedios sub-
ministrados aos animaos que tornecem cleitp.
Existem, comtudo, casos de verdadoira fraude.
Tambera se ajunta ao queijo veratnna, vitriolo
branco (sulfato de zinco) e arsnico para dar ao
queijo novo o gosto do velho. Igualmente em
alguns paizes se junta ao leite. antes da caseiti-
caco, sulfato de cobre para impedir que o quei-
jo forme bullas.
E' conhecido por todos como alguns queijos e
dos mais finos, sao envolvido no estanto e se
tem exagerado o perigo, que se pode ter, intro-
duzindo no organismo o chumbo do estanho.
Fique desde j assentado isto : um bom. esta-
nho nao contm mais de 4 por cento de chumbo;
e por exemplo o da grandejfabrica de N'orimber-
ga di ao Stolzel este resultado:
Estanho. 96,21 p.
Chumbo. ... 2
E diferentes Sproporcoes mnimas de outros
metaes, como cobre, nickel e ferro.
Ha, porm, no commercio estantos, que con-
tm at 20 "/o de chumbo. Analysados, comtu-
do os queijos tirados d'estas follias chumbados,
nao se actiou senao urna pequenissima quantida-
de de chumbo na'crosta e na primeira carnada
do queijo : as partes mais profundas nao o coa-
tinham intuir mente.
Descontando, portanlo, a crosta e nao o fazen-
do com multa avareza, podendo-nos fcilmente
defender d'este perigo de envennamelo satur-
nino por via do queijo-
Ha muitos annos que se fabrica nos Estados-
Unidos um queijo, que custa pouco, preparado
com o leite privado da nata c que se emulsiona
com o oleo margarina, com a banha do porco,
com o sebo ou outras gorduras animaes.
Quando este queijo e vendido com o norae de
queijo artificial e que e comprador sabe o que
compra, nada tem que dizer ; mas quando se d
este producto da chimica moderna por queijo
verdadeiro, comraette-se urna fraude, como de
quem d por nrata cobre prateado.
Anula quando seja bein trabalhado o sebo e os
seus irmos sao semprc menos subdivididos do
que a gordura do leito e sao portanlo menos di-
geriveis. Tambem o sabor, que lera tanta parte
na felicidade da vida e na digeribilidade das co-
midas, interior no queijo artificial.
Esta industria j conhecida e especulada na
Germania e o est sendo agora entre nos no fa-
brico dos queijos chamados do Serto, e de urna
forma tSo nial feitos sao, que nao precisara de
muita esperteza para logo se conhecer a sua al-
teraeo fraudulenta.
Abertos, apresentam a massa de um aspecto
hmido e gorduroso, ma3 depois de estarem por
alguns dias expostos ao ar, a massa comer a
abrir-se e a granitar-se, a tomar urna cor preta
e acabar numa consistencia de cora de carnauba
e o diabo oa quem ti ver o estomago de avestruz
que os coma.
Estas transforniaeese a forma que or ultimo
elles tornara, a outra cousa nao se deve attribuir
senao mistura de certas substancias, que por
sua pouca divisibilidades como a gordura, o sebo,
a gomtua, etc., mal favorecem a sua unio ou
igualdade da massa, e d'ahi tambera explicada a
razo por que nao sendo o nosso Serto frtil de
leite, sobreiudo no vero, e devendo por couse-
uencia o seu producto corresponder-(he, vemos
s l viran grandes cargas de queijos para en-
eber o nosso mercado, e alguus de to prodi-
giosa grandeza para occuyarem o balcao de urna
vendo.
A nossa municipalidade que tudo isto v para
providenciar a bein da hygiene pubca, nada
faz, tudo deixa passar com o maior indifferen-
tismo.
Devemos attender aos nos deveres,, e nao dis-
trahirrao-no8om ontros objoctos-
Na antiguidade o bomem adoptou "muitas ve-
zeso cao na guerra como validissauo soaiorro
A quatria social que*' hojeo carnt. tormento
de todd a pimaalnwe de todos oa horaout o-
liticos.-fua.-eoaergam muito aten-das ardens
do dia e da mechanica parlamentar, urna
questo de po e de ervos ; porm, mais de
ervos que de po.
O camponez (quando nao est envenenado da
pelagra), nao come to bem como o operario das
cidades, mas quasi nunca nevrosico, a antes
?uasi serapre feliz, porque n'elle nao.ha desequi-
ibrio entre o que sabe e o qne pode; e gosa in-
conscienciosumente da poesa da natureza e nao
um escRivo do horario e da ofliciua, visto como
reiideiro. 6 um vre associado na dita. Capital
e TraSiAko.
Comtempla.sem pressa o azul do co e o
verde dos campos, segu com calina paciente a
sement que se torna espiga, e a. parroira que
se doura ou impurpura com os seus cachos, ese
contenta plcidamente tambem com as velleida
des metaphysicas do seu cerebro urna vez na
semana. ouvinA) a missa ua igreja da paro-
cha.
O camponez tem um mundo limitado, mas
aquelle mundo todo seu; elle ahi se, move li-
vremente, e se arranja commodamente; a sua
felicidade nao perturbada peta leitura dos jor-
nacs, que por um sold ao dia atormentara- e
fazom pensar o convulso operario das cidades-
Oxampo e os camponezes sao a grande caixa
de poupanca da sociedade humana, e assim como
de l nos vem o pfio e o vinho, assim tambem
nos chegara as forcas que reparam o consumo
febril de energa, que se faz dentro dos muros
abrazados das cidades.
O operario pelo contrario o fermento das re-
volucoes sociaes, a lava que reetabeleco os
equilibrios forjados c temporneos das injusticas
sociaes.
Elle nevrosico, porque no respira quasi
nunca ura ar puro o soffre a fome de sol e de
luz. o sobretodo porque a folha de papel que l
todos os dius lhc repele a toque de sinos todos
os secretos rencores, e todas as duvidas amargas,
que rumina as longas boras da ofcina.
Osesciiptoreemab! illustres de um naiz nao
escrevem seno para os predestinados; quasi
nunca se abaixam ao jornal, que po quoti-
diano do cerebro operario.
Si bem que os predestinados podem pensar de
per si, e reagem espontneos contra a violencia
do pensamento de ourrem, emquanto que o pro-
letario, que apenas sabe 1er, absorve tudo at a
ultima gotta o veneno ou a infeceo que acha no
jornal quotidiano.
Si os genios escrevem as paginas immortaes
que sao a glora de urna nacaq, aquelle livro de
todos os das que se chama o jornal de povo de-
veria ser escripto por santos ou anjos: tanto o
bem quanto o mal que este livro pode fazer.
Todos se preoecupam do salario dos operarios,
do preco do pao, do direito dos que nao tem tra-
balbo. e nao se nega certaraente que isto sejam
problemas vitaos tambem para combater o ne-
vrosismo, que nao poupa as classes inferiores :
mas quera jamis so preoecupou de dar a esses
um pao sao, intellectual, que no seja veneno ou
infeceo f
Si oa urna pelagra para o raillio alterado, ha
tambem orna pelagra de neviosismo para os jor-
naes venenoso, que nao confrontam o proleta-
rio, mas o irritam; que nao o ensindm a prcen-
eber as desigualdades, mas a medil-as ; que de-
nunciam era alta voz a doenra, sem suggerir al-
gn remedio ao mal \ ha jrnaes que sao de
fictos quotiJianos, tolerados pela lei.
Todos os dias ministerios, academias e parti-
culares olFerecem premios e criam concursos
para bons livros populares, mas quem offerecesse
um railho por um bom jornal para o povo, da-
ra urna recompensa aindb insuficiente para um
tanto beneficio, que a poremos anda cima da
grande descoberta do Jenner e da futura da pre-
venjao da pelagra.
Nao queremos a igaoraneia do proletario e de-
mai quem a quiaesse boje, depois que a grande
iiiuralna chineza foi destruida desde o 89, quere-
rla a quadi-atura do circulo.
Queremos o operario instruido, advertido dos
seus direitos e aos seus deveres, mas nao irri-
tado pelo veneno quotidiano de um. jornalismo
venenoso e infecto, que cria o pessimo dos ne-
vrosismos, o de miihoes de homens, que nSo co-
mem bastante e pensam mal.
urna das seguintes petcoea, solicitando o regis-
tro de aomeagSea de. aiseiros
De Teeira Miranda a C.
i De Pedro Antones fc C.
De Theodomiro.das Santn Selva.
we Jofto Euthimio de Unto Macedo.
De Manoel C.
De Manoel Moreira Bilieiro & C.
De Manoel ttua.Ribein) Fillio.
De Francisco Jos Domingues C.
De Josf. Joaquina Goncaive de Barros i C.
De L. Ijack tu Carreial
De Hunry-Forster C.
De Franciaco-Falcao do Monte.
De AntoaioFraaciscOiAreiasi. -
De Caitos: S4aiiisl*tt.dn De Dias,A C.
DeiPalttaira a .
De Jaseii Eblu.
De FnaBeiaoo,dei8lfcs.AHiquarquc
' De louguata (idavian de Soaaa.
i DeJoeiffltoiuo-dDa;Santos.
De Hermann, Lundjfran C.
De Fraociicc-tiurget a Irmo.
De>oamsi Quintas G.
De Alfredo Pinto 4. C.
DePtato .-,
De Joviniano da Rocha Pe reir.
: De Jaao Aureliano Luiz Alves.
De Jacintho da Hora Pires.
De Jos Goncalves de Oveira Muniz.
De Ferrcira Cruz 4 C.
De CofU ereira 4 C. Kri<
De Pedresa 4 Santos. w *M *'
Proferio-se o despacho defena,: depois de
satisfeito o parecer fiscal, s segintes peti-
{Oes :
De Manoel da Cunda BrandSo.
De Amara! e C.
Encerrou-se a sesso s 11 1/2 horas da ma-
nhfi.
IHDICACES OTIS
befleflcio3, elles sao intuitivos e todos os com-
prehendem.
Ha pouuos, did.o.Diana de PernambuapabU-
cou orna serie de artigos, em quo o babilhssirao
escriptor, desenvolvendo.a.uicssia idea e enea-.
rando-a sob todos os potitos de vista na vida
social, tornou bem patente a necessidade da sua
realisaco.
O nosso tim pois, pedir que se apresto o
cometo das obras: ao contrario, a idea voltar
ao antigo estado* podondo-se apenas accresceji-
tar .sua historia : que alem .dos actos admi-
nistrativos dos Exms. Srs. Baro de Lucena e
Dr. Ignacio Joaquim, outros. do desembargador
Oliveira Andrade e ao.actual administrador II-
zeram reunir aiguos cidadios, que se combi
nando para levarem a effeito a idea do passeio
publico, deram. sement principia a trabadlos
preliminares insignificante!
Assim aconteceado, maior ser, o desanimo
no futura icomo consequencia-das tentativas mal-
logradaB'.
Nao somos optimistas para acreditar. que.
construeces dessa natureza se executera em
?oucos das, como succede nos cnlos de fadas..
amlie.ra nao aconipanhaii.os aos que em nada
acreditara, nem aos egostas, que deixam de
plantar quando suppem que os fructos s pelos
vimtouros podem ser colhidos.
A nossa theoria a seguinte : Sera comegar,
n5o.se pode acabar : e para acabar logo,, ne-
cessario comeen i cedo.
Se os trabalfios sio excessivos e despendiosos,
sejaraos constantes e activos que os venceremos.
Imitemos o exemplo das provincias de S.
Paulo#Qear I
Pernambuco nunca ser inferior em civismo
s snas irniis : mas preciso s vezes desper-
taba e para isso nao cessa a imprensn de conci-
tar o apoio de todas as classes. -
Trata-se de um beneficio publico que aprovei-
ta a todos. No devem desanimar-nos as diflir
culdades financeiras. Maiores calamidades tem
soffrido o Cear e isso nao obstou a construegao
de um importantissimo passeio publico, que at-
iesta o carcter varonil de um povo altamente
civilisado.
Concluindo estas consideragoes, anda pedi-
[ mos aos euoarregados do nosso emprehendimen?
to : nao hesiten, activem seus trabalhos, con-
fiando na geoerosidade do povo pernambucano.
Recife, 25 de Janeiro de 1889.
Cives:
CHRONIC JDICIARIA
selheiro Francisco de Assis Rosa e Silva, com^
municaudo que por decreto de 4 do crrente foi
nomeado ministro e secretarioile Estado dos Ne
gocios da Justica. -Accuse-se a recepo earr
FoBt de 10 do crrante da junta commerciaj
de S. Salvador, communicando achar-se preai-
a referir snccdeu verdadeirameate no anuo de
1798, os iuglezes davam caca ao bomem como
soccorro dos caes.
Os negros rebelladas e fgidos da Jamaica
ameacavam, e era preciso adoptar meios enrgi-
cos.
O governo inglez mandou vir de Cuba os caes
melhores para a caca dos negros, .guiados-por
negros haDilissimos nodirigiraqueHes caes con-
tra os homens da sua cor.
Bastou a chegada dos cies e dos negros de
Cuba para que os negros du Jamaica, que tinham
resistido de toda outra -mam-ira de assalto coa
bntendo victoriosamente, se redessem loga -
O governo inglez, hoje to declarado adversa-
rio da cscravido, ha oitenta e oito asnas pas-
sados era o sen zelo ostentador.
A meados molossos de l^ubadeeaendede urna
lonca serie de a vos adestrados em dar caga ao
1 tornero.
Explicarse a aua>aelualxeeunaca assna en-
tre os avs houve valentes, Os hespanhes 03
tinham adestrado bem.
Sabiam aprisionar os indianos e deital-os poc
trra, com o fim de despedacal-os. Quando foi
saqueada a cidade do Mxico moveu se urna, ma^
tdna escolhida deates caes, que fez maravilhas
A historia nos tem transmitido o nome de um
daquelles caes, o m>is assignalado de todos.
Cliamava Bezerillo. Era de- mediana estatura,
vermelho da pelle com o focinho ]>reto at os
olhos. Foi louvado por duas aualidades que ra-
rissimaraente se encontram reunidas; a coia-
gem temeraria, e c-juizo e o golpe de vista no
momento do perigo maior. Bezerillo tinha um
grao superior ao de todos os outros caes milita-
res, e recebia quotdiaaauente & racao, dobra^
da: precipitava-se no meio dos indios quando
eslava no auge o furor do combata,- caliia sobre
um homem abocava-a .pelo braco e o arrastava
prisiuneiro entre os hospanhes. Se o hornera
ceda, nao lhe fazia nenuum mal. Se resestia.
aterrava o 4enoi*ihe, pender- se, para ergueiv,S, e seguil-0. Secn
tiuava a defender-se lacerava-o. Becopbeeia
depois os prisioneiros que tinha feito, no-os ag
gredia mais e os guardava com attenco.
Orapito Fago de Senadiza achando-se bas-
tante aoo/recido urna manha e afim.de procurar
alguraa distraeao qui dar -o eapeetacntode fa-
zer de3pedacar por Bezerillo urna pobre. velha.
india. Mandn charmar a velha. deu-ihe um
cana e ordeuou-lhe que a levasse ao governa-
dor da ilha. Quando a veiha se achou no cami-
nlio salta-lhe o cao, que se precipitou furiosa-
mente sobre ella.
A pobre velha, que oCuphsoneira. de Beze-,
rulo, pelo terror cahe .por trra, depois com in-
terrumpidas palavras pecio ao cao que a pou-
paiso fazendo lhe ver que tinha urna carta a en-
tregar. O furor do cao abrandou, e depois d'um
instante o animal se eacaatoofi^ veilaie priuci-
piou a acaricial-a. O ca,Uo-fttgO(de ^euadirn
conseguio por tal modo afugenW.. O abasroir
ment.
Bezerillo r.orreu sobre o campo de bataiha.
Morreu ferido de urna fie :ba envenenada que lhe
atiraram os Caraibas, os quaes, conbecendo-o,
assim como bem se pode /omnrebwiderv.no e
penajade vista.
f nat a C oaamerolal da ridade do
Reeife
ACTA DA SESSO DE 24 DE JANEJRO
DE 1889
PKBSlDEMCIA DO 1LLM. SR. COMMBNDADOR ANTONIO
GOMES DE MIRANDA I.KAL
Secretario Dr. Mo Quimariie*
A's 10 horas da manha, declarou aborta a ses-
sio, estando presentes os Srs. -deputados (Junto
Bustos, commenddor Lopes Mactiado. Beltro
Juniroe Herminio de Figueiredo.
Uda.Bii)ipnradi irtn iii nnmin nnlnainn |
,e fez-se a leitura do seguinte :
BXPEDICirtE
, Aviso de 7 do cerrante de S. Exc o Sr. eon-
Medico*
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu escripto--
rioabertorua Duque de Caxias n. 74, qas
12 s 2 boras da tarde, e destahora em dian-
te em sua rssidencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e crianfas. Telephone n. 326.
O Dr. Aleare QuimarUes, chegado da
corte, dedica-se medicina em geral, e
eom especialidade s molestias do coracao,
pulmSes, ligado, estomago e intestinas, e
tambem s coDVuls5es e outras.molestia
das enancas. Reside praoa Ceade d'Eu,
n. 28, 1." andar, e tero consultorio ra
do Bom-Jess, n. 45, onde diariamente d
constas de meio-dia 3 horas da tarde, ^T^Z^^\^ Toe
aceitandochamado em qualquer desses lu- pessoasque nio temlilhosenemaomenossabem
pre^iosrp3gaBde-scvqalias upaijoiagr-.j
ajustado, sem lei que tal autorissne* L-
,. Diz-se, mnaOy- q*m ejrte- um gran-
de debita e que nao ha diobeiroj psrano
pagar.!!!!........ .
Aproxiioa'-sc no em tanta a reuaiao 'do*,*
accionistas em assembla geral e, conaie^r
tos de que. a digna diroutoria pulveriaxa,t
com desmentidos formaea e seria* prosaa,,
t3o acabrunbadores accusacSes, esperamos
que nenhum dos socios fal^r para que
testemunnaad a iuntifitm^o la Jgna di-
rectora, terem a satisfacSo de reconhe-
oerem que ella-nao-dosaientiu .aua-eonf-
anes f-iqne: o .honrada .'eonselha; fiscal ia
provandoie encampando todos os seos actoa^ i
cumprio por seu lado a alta tnissSoi'que
os-estetotos lhe confiarara,: qualade.zolar
os interesses dos seus consocios e do pu-
blico, i' fc
Assim o desoja o
Incagnitta:
diudo-a interinamente o deputado Augusto Sil
vestre de Parias.Responda-se e archvese. \
dem de 12 do eorrente, da junta de correlores
da capital no Imperio, aecusando o recebimento
do que lhc fra oTrigidoem 27'dc Deembro pr-
ximo passadol>nra o archivo.
lera de 19 do corrate da junta commcrcial
desta praca, remettendo o boletim das cotacOes
ofliciaes de 14 a 19.Seja archivado.
Diarios ofliciaes de ns. 360 a 361 do anno
prximo passac-e de t 14 dcoorrente anuo.
Arcbjvem-8e.
Distribuiram-se a rubrica aos seguinlee hvros:
Diario de Jos Ferreira a C, dito de Lopes o.
Ca dito de Arcenio Ramires C.
Copiadores de Main & Recaude. Jos Ferreira
*('... II Burle-* C e Lopes kO.
Foram assignados os termos de tranferenciai
do livro Diario de Alheiro, Oliveira. t C, para
Alheiro Fernandes 4 C.
DESPACHOS
PeticOes .
i De Moreira Irmo,.Sucessorcs, para que se
archive o contracto de sociedade em nome col-
lectivo que sob dita firma celebraran D: Vivina
Amalia da Costa Morra, viuva, e Francisco Jos
Lopes Braga, com o capital de St9920, para
o commercio de gneros de estiva ra de Pe-
dro Affonse n. 6.Archive-se na forma da
lei .
De Antonio. Augusto da Silva>Reis.e Alfredo
Candido Couceiro, dem quanto ao distracto da
firma Reis 4 Couceiro, pelo que ca o ex-socio
Couceiro de posse do esabeleciraento. ae joias
ra do Cabug n. 5 A, do activo e obrigado
ptlo possivo da e sUncta o>edade. dem
i De Paulino (le Oliveira Maia, para que se faja
nota da baixa na procuiacao registrada soh n.
11,413, na qual d poderes.ao Qr, Augusto. Car-
lqs.az.d Olivera, Jos Rolirigues da Silva e
Francisea-G. para gerir e admiaisUar i seu esta-
belecimento commercial durante.ua ausancia-
dest^Imperio -De-ina.bai4. ne4ida, ,
Du iaotoii A C. paris regi|tntf.,(nar.qup
aoataKara oara.aeu commerfu dccigarrn;wfr.
ca .da. Canceifiio n 6. sob. a deaomiato^u-
demriisagSo ou Repblica-Adiada
De Fcanciaco-41lario; de Oliveira Maia, para
que.se, de baixa no regUtro da nomeafla de sen
ex-caixeirc Carlos Alexandre de Saii^ww..-Co-
mo requer.
De Manoel da Silva Nogueira & C. dem, de
seu.eX'Caiseiro Carlos Alves da Silva, e se no-
raeie para o seu eslabeleciineuto a Antonioj fiap-
tieta de Vasconoellos. D-se uaicainente a bai-
xa pedida.
De Franoisco Gurgel fc Irrao, idea, de seus
ex-caiseitos.Jos Vieira-Barbasa de Souza, Bay.:,
mundo tfeiiua Forte de Lima,Santos., o Antonio
Correi* de Oveira.-Deferida, .pago o seJlo. da
baixa.
De Amara! C, idem, de seu ex-caixeiroLy-
curgo Pinlio de Mendonca Como pedem. pago
o sello da baixa.
De Hermann Lundgr*n C, idem.de sen ex
caixeiro JosManguinhoNa forma, requerida,:
ppgaa*eUo4a baixa.
Alcancaranio despacho regtfitre-ae, cadj,
ment; o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra e vende madeiras de todas
as qualklades, serra niadeira de conta
alheia, assim como prepara obras de Gara-
pia por machinas e por pregos sem com-
petenciaPernambuco.
Drogara
Faria Soirinho & C, drogaiista por ata-
cado, raa do Mrquez de Olinda n. 41.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chima-
cas e medicamentos homeopticos, roa do
Mrquez de Obrada n. 23.
Moda m, novidadr*
Mmt Koblet de volta e sua viagem
previne as. Exmas. familias e as suas fre-
fuezas que trouxe tudo.o que diz respeilo
1 modas e novidades.. Ra do Imperador
A4
gares. Telephone ni 381.
Dr. Joaquim. Loureiro medico e partei-
ro, consultorio roa do Cabug n. 14,1.
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas ao 1. andar da casa
a ra do Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra-Sete de Stembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a4avagom>do*utero quando como
aconselhada. Consultas das 11 s 3 da
tarde em sua residencia ra do Bom
Jess (antiga da-Ornz) n. 23, 1." andar.
Dr. JoSto Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoros e de enancas, com
Sratica nos hospitaes de Pars e de Vienna
'Austria, d consultas de 1 s 3 horas da
tarde em sua residencia ra do Barao da
Victoria a. 59, 1." andar.- Chamados a
qualquer hora.
AdrogMftm *'
. O bachard WHrnvio- Pinto Bandeira,
pode ser proenrado ru'^o Imperador
n. 71, 1." andar.
O Dr.> S. Milet madon o sea escriptorio
c^e advocacia, para a ra do Imperador n.
30, 1." andar, esquerda.
Ocfulista
Dr. Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clnicas
d consultas todos os
meio-dia. Consultorio e residencia a rna
Larga do Rosario n. 20.
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e officinae de car apia
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Brrve rei^oMs ao abalie amlu-
do de alam anoradarda da villa
de Tacara t. pu alicario no Biariu
de Pernambuco ric H de Janeiro
de ISSO.
Dizem elles, ou alguem por ollus, qne eu tra-
balho para inte seja removido d'aquella villa o
professor contrariado Furia.-, que -este senhor
hora educador e se esforra pelo adiantamenlo
de seus discpulos, que agrada-lhes. poistiquem
com elle, embora sejam contradictorios e assig-
nassem a pedido, para fazerem tavor,
assignar o nome, conheco a todas de perto, flze-
ram bem, bom agradar ; respondo-Ins pori,
que eu e mais alguem, sabendu que. tinha de
vir professores para Jalob e Tacarat, pedimos
para essa capital que nao nos mandasse con-
trae-lados e*sim dos Srs. normalistas, isso por
ser sabido, e nos assim entendemos, que os con-
tra dad os (com poucas e honrosas excepcoes sao
fllhos da atilhadagem e patronato e sem habili-
tagoes, como c temos os exemplos) e aquelles
tem em seu favor os estudos de conformidade
com urna lei e portanto aptos e praticos no mo-
do de ensinar.
Isso disse eu ao mesmo Sr. Fariasquando aqu
chegou, tenho dito a todos, nao fz nem faro
mysterios, e assim sustento o que.Qz, faco e 6-
rei; antes de vir para c o Sr. Farias, j pen-
savamos assim, nao portanto por ser elle ou
outro qualquer; se vieram professores contrac
lados para c a prora est tirada, poique nem
au nem os amigos, que escrevemos valemos na-,
da. eu de minna parte reconhejo isso ; portaatoj
nao se incommode o Sr. Farias e os seus ami-
gos signatarios do abaixo assignada
Quanto dizer o Sr. Farias que eu trabalbo
smente por conveniencia propria, respondo,
que nao desejo os lugares para mira, pois reco
nheco-me inhbil para oceupar to alto empre-
go, sou oceupado, em verdade em esphera mais
baixa que o Sr. Farias, nao tenho ilhos nem
pessoa que desoje taes emprego, sou sozinho ;
se me externei d'aquelle modo Coi e so pelo
desejo que tenho de qne as enancas desse lugar
continen a ter professor como o Sr. Inno-
cencio M. L. de Mendonca, que honra a classe.
o que nao se encootra nos contractados pois
quem tem aquellas habili taces nao. se sujeita a
contractos. .
Quando assim o dissemos para os amigos da
pital nao cogitbamos que fosse o Sr. Farias
ou qualquer outro, fallamos com consciencia,
sem desejo de offender; assim. continuaremos.
J disse, nada sou, ruda faro por nao ter valia,
e portanto esteja o Sr. Farias e os seus amigos
descancados, perraitindo-me que continu em
raeu modo de pensar, certos de que os amigos
ital nao me levam em conta visto a minha
de Pars e Londres, capital nao cogitbamos que fosse
dias das 9 horas ao
Plalas operativas da mi Seige!
Contra constipaba inaccao do figado, etc.
Dessemelhaute a muitas outras medici-
nas cathaccaa, estas pidas.iaSo'tfazem
com que urna pessoa se sinta peor antes
de se sentir melhor. Produzem osearefife?*
to com baandura mas completamente, ji^o
sendo acompanhado de accidentes deosni
^radaveis, taes como nausea, apertOB'do
ventre etc., etc.
As Pilulas Operativas da JV5L SeigelaSu
a medicina de familia a mais til queae
tem descoberto. Limpam as entrantes de
todas as substancias irritantes, deixaodo
as em conclico saudavel. Sao o melhor re-
medio que existe contra a peste das aos ak
sas vidasConstiposlo e inaceSo A; fi '
gado.
Estas pilulas impedem ebres e toda a
aorte de doencas, pelo simples tacto de
expellirem toda a materia venenosa das
qntranhas. Operam com vigor, -mas- sua-
vemente e sem causar dr aguma.
Se urna pessoa apanhar um resfriado a
ameacar urna febre, e sentindo dores na ~>
cabera, costas e menbros do corpo, urna,
ou duas doses das I lulas Operativas da .
lai Seigel expedirSo o resfriado, impemi-
dindo a febre.
; Lingua grossa neo rapan liada de magos-
to salobro, a causa de materia impura
no estomago. Urnas .poucas cVses das i-
lulas Operativas da Mu Seigel limpara* s
o estomago, removendo o mau gosto. rf^
taurando o apetite, e com elle trar.,
saude.
Muitas vezes succede que doenca ou
alimento meio apodrecido, causa nausea:
e diarrhea. Se se limpar as .entranha* -.
desta impureza com urna dose das iluta*
Operativas da Mi Soigel, estes effeito*
desagrada veis desapparecerao, resultando-
boa saude.
As > lulas Operativas da
impedem os maus offeitos que
comer e beber em excesso. Urna boa dose
ao deitar da cama toma urna pessoa <
e indinada.- para o trabalbo do
guia?.
C*nb asina Pilulas *3o cobertas de
carnada de assucar tomara-se com agrado.
O gorto desagradavel to commum maior
parta das aibalas desta rfosma evitao.
Aclam-fe a venda -em- todas as Boticas
e Lejas de* Medicinas-, em toda a parte do
mundo e em casa dos Proprietarios A. J.
White, Limited, Londres; |
Depositarios na provincia de Pernam-
buco por atacado: Francisco M. da -Silva
& C; 'na cidada de Pernambuco.
Vende dore* retalfao, na cidade -de
Pernambuco, Bartholomea & C. 3. O.
Levy & t'. A. M. Veras & O. Ronquaytol
Preres, Faria Sobrinha & C. e T. S. Silva ;
em Palmares,- A. C. d'Agniar| e m S ',
Joao da igreja Nova, J. A. da t'ostae Silva.
da capital nao me levam em conta visto a
lembrado de darme a hira de
em letras redondas e correndo esse mondo.
Jatob de Tacarat, 16 de Janeiro de 1889.
Manoel Francisco Botelho.
Derby. Glub
Annuncia-se para o dia 31 do eorrente,
una reuniao da assembla geral dos socios
desta associacSq.
A convoca?^ para esta proximaore-
uni2o, sugerio-nos algumas reflexoes :
Fundada esta associaco cora- o fim de
dar aos iogos do Sport, toda a moralida-
de e probidade que deve existir entre cava-
lheiros que se prezam, ter at ao pre-
sente o Derby Club, correspondido a este
fim r*.......i-
PUBLICAvES i PEDIDO

O passeio publico 13 de Malo
Nao podamos...duvidar dos bons desoos da
cammisso cncarregada de realisar a idea do
passeio publico 13 de Mai, porque j vemos en-
celados trabalhos prouminares de aterro dos
terrenos alagados, que. estn sendo executados
sb a direccao.do jatejligente e activo engenhei-
ro Dr, Pereia SimOes., de accordo com o seui
digno collega o Dr. Alfredo Lisboa, director das
opras do melhoramento do porto.
Alem disso, nos consta que diversas commis-
sfes parciaes teem sido- eseolhidas entre todas
at classes de nossa sociedade. com o tim de so-
licitaren donativos em favor das obras empre-
bendidas ; e que o Exm. -Sr. presidente da pro-
vincia, associaqdo-seaos nobres intuitos do seu
aptecessor. prometteu todos os auxilios possi-
gfis, ata de traduzir-se "a facto a idea de to
importante melhorameplUi-iE podemos confiar
nsso : porqaaato Kxc, acaba..de revela/, a
maior solicitude na acquiaicao dos terrenos para
o novo edificio da Facultado de Direito.
Entretanto.o que.se tem.feito,-em relaco. aa
ppsseio publico est muito longe ainda de asse-
gtirar o t)om xitQ. dessa ewpreza.
Ser preciso que un esforco de todo corres-
ponda magnitude della ; que o-.i comaMoM
seiam mais activas no desempenho ae sua ia-
rta : que haiaalgiraabneoaceipor par'.c dos
possuidores dos terrenos depenaentes e expro-
priago ; e que o pode central con.Vrbua de um
modo efticaz pois mesmo de se;u dever, atten-
dendo s condicoes sanitari-is da capital de
Pernambuco. dar-lhe um irfllhorameMo nao s
uiil mas ainda necessar/io ; porque o passeio,
construido no lugar designado,, extinguir um
foco de infecjSo ^ue tanto prejudica. a salubri-
dades publica
. Ninguem, contestar as vantagens de um .pas-
seio puf-,"aco as proporcfies.do que se cogita
Ter a digna directora, alias composta
dos mais conspicuos membros da nossa so-
ciedade e probidade do* quaes, ninguam
trepidon em cc-Hfiar;-- uua oioagim^a- e
vigilancia, um grande capitaltornando-sc
o maior successo nesta provincia a realisa-
^cio do capital de Derby-repetimos, ter
digna directora sabido corresponder a
to elevada quanto honrosa confianea ?
o
Um silencio tenebrosocrea -om
maior mysterio todos oa actos relativos
administracao do Derby Club.
No emtanto, sobre a capa do anonymo
Consta, correm os mais aterradores
Reatas, ama parte dos quaes, smente por
s poriam em gravo risco os capitaes dos
accionistas, tendo visos de ferdade*a voa
publica.
Dk-se por exemplo : que um dos mem-
bros da directora, cuja probidade, honra-
dez e alto conceito estSo cima de toda a
xcepcao, se retirara ou demittira por n3o-j
ver cumpridos par nenhum dos seus colle-
gas da diree^So, rdattsvla algttmm -eku-tata-
belecidas pelos estabmtm
Diz-se que, um dos directores tem oa*
vallos de corridas...
Diz-se que o director que se retirou foi
at desautorado por umempregad que,
apoiado pela maioria dos directores e
com um contracto que s o favorece, con-
substancia em si e accumula todos e os
maia latos poderes da direccjto do Derby
Club sem a minima responsabilidade .nem
garanta por si ou pela directora, para
com a associacSo.
Diz-se que nao ha actas reguladas, nem
responsabilidade, nem garanta dos loca
taos dos predios (!) nada emfim, do que
constitua urna boa e sabia diroccao a
A aprensa, que ramdi principaes. orgioslponto de ser a asaociaciio lesada cm nio
da. opinio. toda tem se manifestado nes^13- pequea quaatia as obras oom a.construr
fpototo^nao tro* era vista jaotr os sous^cao do. odificios, raa e conoarto dos
i
M&i Seigei j,
prodnzoa o '
Para abrir o appetite das creanenapal-'
lidas e delicadas, favorecer o crescimento"
sem factigas, impedir o desvio das "pernas, '
e fortificar o systama muscular e osfoso,
emprega-se com toda a seguranza o Vi-
nho ou Xaiope com,Ji*cto-phospliato de
cal, de Dusart, que' eeerra os elementos
dos ossos e da carne muscular. O nasci-
mento de urna creatura sadia e vigorosa
muito depende da me, e da abundancia
de phospnatos na sua alimentayo ; e de-
pois,
tambem se deve-a robustez boa
saude da creanca A abundancia "rJe pbo*
phatos no leite da ama:}=OM .porqne:*
mdicos sao uBaaimos receitando.o Lacta-
phosphato de cal Dusart. s maes. a e
amas. Assim se pode impedir a diarrhea, .
as convulsoes, e os accidentes da denticao". "
irrspruiua
Jos Teixeira Osorio, retiranda-se para o Uto
de Janeiro, vem pela imprensa despedir-se de
seu aaaaas,- por ,mSn -o poder -tBo-pessoal *
mente,
i Limoeiro, 25 de Janeiro de 1889.
ai ......-
HippodroiDO do Campo firade?
Apresentamos para compdr a nova directoxia
Os seguintes cavalheiros, que nao jogam r
Direator- Br. Hicardo de. Meneaos:3 -
SecretarioDr. Jos Eustaquio Ferreira Jan-.-
b*na.
Thesoureirc--Aurelio- dos Santos iGoimbra. *
Jfuifos accionistas: **
N. 9
Caruee, msculos, e sangue cenovatn^se aon
alguns vidros smente da Erauhto dt leo >d
Figado de Dacalho deLanman & Kemp, remed
ifficaxe radical para todas as affeccOes'dos ptr
mes e da garganta, tosse, debilidade e fraqnera
dD systema, perda de carnes e demacraco.
Possue em absoluto todas as virtudes tnicas
nutritivas do Oleo de Figado de Bacalha. e do
Hypophosphitos, sendo alera disto, pela sua- forma .
db F.mulsaoou amendoada, muito mais agndavel i
ao gosto e de mais fcil digesto do que o-oloM
puro, ao qaal muitas pessoas fazem objecQopor
o nao poderem resistir os.estomagos delicados

L* I




Ctllegio diocesano'
; Este collegio.abrir se-ha no V de Feverei
prximo, segundo o arl. 3* do seu regnlameno. a^
Olinda, 2o de Janeiro de 1889.
C. Fabncio, tirector.-
Collegio de Santa LueiaJafc
Continuan a funccionar as aulas deste concei-.
tpado collegio, silo ra Visconde de Inhaum
(antiga do Ranga!) 4. 25, 2o andar, j to van-
taiosameBto-conhecido, onde.se d esmerada
euucasao. propria do sexo feminmo.
i Pelo sen programuia sao adunttidas aluiunas
pensionistas, meio-pencionistas e externas, pelo
que tem um corpo docente bastante habilitado
a predio acha-se em boas condijoes tanto de ny
gieoe, coma de acommodaedes.
As mensajjdades sao raoaveis.e nagaa^oaa-
ttdas.


I
fmt


Hippodromo do Cam-
po Grande
O Sr. Manhonca mandou preparar oi-
tenta quadroB de bonitas caricaturas e di-
tos chistosos para ornar as columnas do
Hippodromo do Campo Grande, para ob
tres bailas carnavalescos que elle vai dar
aos dias 3, 4 e 5 de Marco prximo.
ATTENCAO
L4NIA1 I kllP, New-Vtrk
Proprietarios e nicos fabri-
cantes das celebres prepa-
rares :
Salsaparrilha de Bristol
Pilulas Vegetaes assucaradas de Bristol
Extracto e Uguento de Aveleira Mgica de
Bristol
Emulso de Oleo de Figado de Bacalbo da
Noruega,
com os Hypophosphitos de Cal, Soda e Potassa
Oleo puro de Figado de Bacalho, marca
LANMAN KEMP
Peilornl de Anarahulla
Do original e "legitimo perfume
tua Florida de >array dt Unmas
e da exquisita preparacao
Tnico Oriental pora o Cabello
Tendo registrado suas marcas industriaes e re
solvido a faser prevalecer seus direitos aote a
lei, chamam a attencao dos FALSIFICADORES,
IMITADORES, e de lodo o oae vea-
dea* Imitar**-* de oaao prepara
roe* pare os seguintes paragraphos da nova
ei sobre marcas industriaes.
O Decreto Imperial, n. 3346, de 14 de Outubro
de 1887, estabelece o seguate :
Art. 14.Ser punido com as penas de prisao
de um a seis mezes e multa em favor do Estado,
de 500* a 5:000*, aquelle que:
l.*Reproduzir no todo ou em parte, por qual
Suer meio, [marca de industria ou de commercio
evidamente registrada e publicada, sem autori-
sacao do respectivo dono ou seu legitimo repre-
sentante;
3.Vender ou expuzer venda objectos re-
vestidos de marca albeia ou falsificada no todo ou
em parte;
4.*Imitar marca de industria ou de commer-
cio de modo que possa Iludir o comprador;
P. 1.Para que se d a imitacao..........
nao necessario que a semeihanca da marca
seja completa, bastando, sejam quaes forem as
dinerencas, a possibilidade de erro ou con-
fuso........................................
P. IaReputar-se-ha existente a usurpacao
de nomo ou firma commercial, quer a renroduc-
co seja integral, quer com accrescentamen-
tos, omissoes ou alteracoes, comtanto que naja
a mesma possibilidade de erro ou confusao do
comprador.
Art. 15.Sera punido com as penas de multa
de 100* 500* em favor do Estado o que:
3.#Usar de marca de industria ou de com-
mercio que con ti ver indi cacao de localidad e
ou estabelecimento que nao seja o da prove-
niencia da mercadoria ou producto, quer a esta
indicaco es teja junto nm nome supposto ou
alheio, quer nao;
Art. 18 A reincidencia ser punida com o
dobro das penas estabelecidas
Art. 19. delinquentes da satisfacao do damno causado,
que os prejudicados poderao pedir por acco
competente.
*" -----------------?----------------
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
do 1 a 5 anuos tomar o urna colher pela manh
e outra noite, eosde 5 a "11 annos tomarSo
duas comeres pela manh e duas noite. De-
verao tomar banhos fri ou momo pela manh e
noite. Resguardo rgular.
Encontra-se venda na drogara dos rs.
Francisco Manoel da Silva 4 C., ra do Mrquez de
Olinda n. 3 e pharmiicia Oriental ra Estri-
la do Rosario n. 3.
O autor deste prep irado pode ser procurado
na ra do Parto da victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer cxplicaco
que for precisa.
Attencao
r.SIllm Cumprindo um uever de gratido
veuho por meio (Testa pedir a V. S. para que se
digne mandar publicar este meu escnpto.
A alegra que experimento n'esta occasiao
pelo feliz resultado, que obtive com o afamado
Elixir Depurativo, proparado pelo Sr. Angelino
Jos dos Santos Amrade, immensa, e faz-roe
crer que as virtudeu d'este milagroso remedio
sem igual, e um verdiideiro restaurador da saude
humana, como vou relatar:
Ha cerca de 8 mexes pouco mais ou menos,
proveniente de molestias recolhidas, fui seria-
mente accommettido de dous horriveis males
Principiei a sentir grandes dores rheumaticas
a;ompanhada de urna tosse secca, fri, febre r
dor de cabeca, que bastante me incommodava ;
recorr ento diversos mdicos, uns diziam
isso nao nada, outros porm me diziam, a sua
molestia bastante grave, mas todos eratn de
accordo que eu usosse do Xarope Gibert, eu
lhes responda : milito obrigado Srs. dwores
nao tomo, porque nao quero arrestar com as
suas consequencias, uzei ento da Salsa Caroba
e cabacinho, da quid tomei 30 frascos, mas re-
conhecendo eu ser impotente para vencer a ori-
gem do mal. accrescendo mais, que estando in-
trevado no leito da dor entre a descrenca de rae-
lhoras e o sofftraento conlnuo, principiei a
sentir um corpo extntnho no putmo esquerdo
do qual me sahiam dores agudissimas que mal
poda respirar; quando eu calcava com a mo
sobre a parte superior do coraco sentia a es
pecie de um boleo ou tumor mover-se e roncar,
phenomeno este que nao sei como qualliflcar.
Nesse terrivel estado, sem esperanca de vida
foi um amigo o Sr. Jos Luiz Goncalves a bordo
do vapor Jaguarbe, aonde sou dispenseiro, vi-
sitar-me, e vendo o meu estado lembrou-me o
seu preparado, incutio-rae urna pequea espe-
ranca, sem perda de lempo mandi-o buscar. "0
effeito benfico nao se fez esperar, provocan-
do-me um grande abalo que esve para o aban-
donar, mas lembrei-me que estava a bordo em
viagem para o norte e nao tinto outro recurso,
felizmente fui inspirado e continuei a uxar.
No terceiro dia a tarde estando um pouco ve-
xado no convez tossi e botei urna golfada de puz
(materia), com alguns minutos botei outra, em-
fim na terceira golfada veio puz misturado com
sangue com qne alhviei consideravenente.
Incontinente tomei a sexta dose e ao cahir den
tro ardeu-me muito o lugar, mas foi a minha
salvaco porque cicatrizou a parte offendida.
Amanee ao Sr. And rede que este meu trata-
mento urna verdadeira maravilha, pois que em
menos de oitodiastiquei livre de todos os nieus
soffrimentos.
Heje que cont o fim da terceira garrafa acho-
me forte e apto para ludo.
Aproveito pois a occasiao para por a disposi-
co de V. S. os meu diminutos prestimos.
De V. S. amigo e obrigado.
Recite, 16 de Agosto de 1887.Manoel J. Aran-
tes.
Diario de PernambucDomingo 27 de Janeiro de 1889
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
fiene Publica do Rio de Janeiro em 20
e Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente inuitas pessoas ac-
rommettidas da terrivel molestia beriben.
MODO DE USAR
Os adultos tomarao quitro colberes das d*
sopa pela manb e quatro noite. As enancas
COMMERCIO
TEUBCRAMMAS
Servido da Agencia Hava
LIVERPOOL, 25 de Janeiro.
ASSUCAR .Cal
de Peraaa
i*/ por alatal
ALGODAO:------ai
FAIR de Per na
1/1 d. aor liara.
ac a. veade-oe a
atado.
ac Venda* do da tiOM fardos.
NEW-YORK, 25 de Janeiro.
ASSUCAR -Cala*.
SO /. Po I a r i *ar a o 4 S, 4 C.
ara.
por
NEW-YORK, 26 de Janeiro, as 3 hora
e 20 minutos.
ASSUCAR:Baateatado.
*S % Polar i aro 4 3 1 o.
ara.
por
N. 35
Illm. Sr Angelino Jos dos Santos Andrade^-
Tendo soffrido porespaco de dous annos de in-
flammacao nos intestinos depois de ter usado de
diversos remedios sem resultado algum, me
aconselharam que usasse do seu Elixir Puri/l-
cador do Sangue com tanta felicidade que com
duas garrafas me julgo salvo de to horrivel
sofTrimento
A* vista do prodigio que obtive com o seu pre-
parado fui ao Becife comprar mais duas garra-
fas para applicar urna senhora que o seu es-
tado era bastante grave, porque soffria de urna
horrivel erupcao na pelle e tendo esgotado a
medicina sem resultado. Usando do seu Etixir
em pouco tempo obtive grande resultado que foi
Sara mim um verdadeiro assombro, mas acaban-
o-se e precisando de continuar com seu trata-
mento, nao podendo ir ao Recife, raandei um
portador buscar mais outra garrafa, mas o que
aconteceu ao portador em lugar de ir bascar a
dita garrafa na sua casa, engaado, foi em ou-
tra e venderam-lhe o remedio falso, pois a doeote
engaada foi usar d'elle, transtornou-lhe todo o
tratamento a ponto de ficar inchada ; de lasti-
mar que naja homens de m ndole, que por
meio da fraude prejudiquem assim a saude do seu
prximo.
rodera fazer o uso que convier d'este meu
escripto que s conten a pura verdade.
Engento Ma tapir urna, 27 de Novembro de
1885.Joiiniano Cordeiro Lns.
Como testeraunlia, Jos Franciseo Xavier da
Suca.
N. 3
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santo Andrade.
Faltara a um sagrado dever se deixasse de
Ihe communicar urna grande e mllagrosa cura
operada em mim, abaixo de Deus, pelo seu po-
deroso Elixir Purifkador do Sangue, como vou
relatar.
Ha nove mezes, mais ou menos, appareceu-
me urna berruga sobre a face direita que bas-
tante me iucommodava desejando flear bom de
meu sofTrimento sujeitei-me a ser operado pelos
llustres e principes mdicos d esta cidade
dos quaes tive a infelicidade de ouvir que nao
me garantiara a vida e declararam ser um
kisto supurento; a para dia me lavrava o rosto
e tomndome o olbo, sujeitei-me a outros trata-
mentos sem obter d'elles o menor lenitivo, aos
meus soffrimentos; ura amigo, em boa hora,
lembrou-me o seu preparado; sem perda de
tempo principiei t usal-o, o effeito benfico nao
se fez esperar, porque com sete garrafas julgo-
me salvo de to horrivel e perigoso sofTrimento;
para que a humanidade possa gosar de to be-
nfico remedio, faco a presente declaraco e au-
toriso-o a fazer d'esta o U60 que Ihe convier.
De Vmc. criado e obrigado.
Recife, H de Dezembro de 1888. -Joao Au-
gusto Costa.
Estavam soladas ereconhecidas as firmas.
Contina.
--------------^58B^*-
Hippodromo do Cam-
po Grande
Consta-nos que se preparam algumas
sociedades carnavalescos de gente da nos-
sa primeira sociedade, para se apresenta-
rem nos bailes carnavalescas que o Sr.
Manhonca est preparando no Hippodro-
mo do Campo Grande. Dere ser urna das
prime i ras festaa deste genero.
Parabens ao Sr. Manhonca.
Hippodromo do Campo Grande
PARA A ELEICAO DE 4 DE FEVER1RO.
Presidente-Dr. Ricardo de Menezes.
SecretarioDr. Francisco de Paula Correia de
Araujo.
ThesoureiroCapito Joaquim Innocencio Go-
mes.
Mitos que querem.
1 j Frederico Chaves Jiinior jj
Homoepatha
\\ 39 RA BARO DA VICTORIA 39 U
i ( Prinielro andar j )
87 3/4, mostrando os bancos
tomar a esta taxa.
pouea voutade de
Gollegio Amor Divino
Ba da Imprrnlrli a. S*
As aulas deste estabelecimento dedicado a
instrueco das criancas do sexo masculino abrir-
se-bo no dia 7 do ebrrente.
A directora,
Olympta Afra de Mendonea.
?-----------
Collegio de \ossa Senhora da
Penha
Roa da Aurora m. 3 9
As aulas deste collegio se abriro a 7
de Janeiro e sao de : primeiras lettras,
portuguez, francez, ingIez,geographia, mu-
sica, piano, desenho, bordados de varias
etc.
A directora,
Augusta Carneiro.
especies, flores,
Collegio de S. Miguel
Ra do Vlscaade de C amar ag -
be u. &3
Aos reepeitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo estabelecimen-
to de insiruccSo para o sexo fominino,
que abriri as aulas no dia 14 de Janeiro
de 1889.
A mesma proinette aos paes que Ihe
confiarem suas filhas esforcar-se por Ibes
dar urna educacSo primorosa, solida, reli-
giosa e domestica.
A tratar, do Io de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde as 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Mendonea
UMA CURA NOTAVCX.
N2o fazemos commentanos, sobre o que se vae 1er, porque a verdade-nlo ca-
rece de apanagios'de palavras, para que brilne radiante. Limitamo-nos a transefever
o seguinte attestado que, por si, falla mais alto do que tudo quande poderiamos dizer
sobre os predicados efficazes qnc possue o Peltoral de Cambar.
Eis o attestado;
Illm. Sr. J. Alvares de Souza Soares.Pelotas.
Tendo em 1878 o meu filho adoptivo, Thomaz Lencina, sentado praca, e
estando em Porto-Alegrc servindo no quartal-general, adquiri urna tosse impertinente
que nunca p6de ser combatida pelo medico da enfermara; em vista disso foi enviado
para o Rio Pardo onde esteve em tratamento com o Ilustre medico militar, Dr. Me-
deiros, e alli foi reconhecido achar-se effectado de urna turbeculose muito adiantada.
Nao aproveitando nada com o tratamento, teve baixa do 6ervigo e veio para
minha casa em 1882.
t Empreguei todos os recursos para salval-o da morte.
Mdicos de Sant'Anna do Livramento, a quem consultei, declararam ser
caso perdido o intil qualquer tratamento, visto o estado adiantado da doenca; o Dr.
Fialho, porm, aconselhou-me o Peitorcd de Cambar de V. S., talvez nicamente
para satisfazer-me, e foi com este preparado que o meu filho se curou!
O tratamento nao foi longo, as melhoras foram gradualmente augmentando ;
mas, medida que ellas progrediam, os meus cuidados redobraram, pois todos sabem
como alguna doentes n'estas condic3es tornam-se mais insoffridos e descuidados do seu
estado, com o apparecimento das primeiras melhoras.
t Por isso, propositalmente, obriguei-o a continuar, por algum tempo, no uso
do seu preparado, guardando um rgimen conveniente, e dentro em pouco, meu filho
toruou-se forte, vigoroso, completamente restabelecido!
Entendendo que este fcto nao deve ficar ignorado pelos que soffrem de tao
terrivel enfermidade, pejo-lhe para publical-o, tendo em vista levar urna esperanca ao
coracSo de tantos enfermos desanimados.
t Acceite os protestos da maior gratidSoDe V. etc. Vicente Simpes Filho.
(Dous Scrritos em Sarandy, Rio Grande do Sul.)
A 2(5500 o frasco, vendido este remedio em casa dos agentes Francisco
Manoel da Silva & C. eem muitas outros pharmacias e drogaras d'esta capital.
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Unversdade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aborto o seu consul-
torio, na ra Barao do Victoria 19, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
Clnica medico cirnrgica
DO
Dr. Ferrelra
OCULISTA
Pratico nos principes hospitaes de Paria
e Londres.
Consultas todos os das (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio dia.
Pratica embalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
\
MEDICO HOMEPATA (1
Dr Ballliazar da
Silveira H
Especialidadefebres, molestias
das criangas, dos orgSos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
rita do 1 Ja rilo da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Inglez e francez
Cursos das 7 s 8 horas da manhS e das
5 s 6 da tarde: ra da Aurora n. 37,
2. andar.
-*;
Lyco Triadelphico
oi-RUA DO HOSPICIO-54
A directora d'este estabelecimento de educaco
communica aos paes de suas alumnas que as au-
las comecarara a funecionar desde o da 15 do
andante.
Contina a receber alumnas internas, semi-in-
ternas e exlernas, garantindo que empregar os
mesmos esforcos pelo aproveilamento e bem es-
tar de suas alumnas.
Recife, 20 de Janeiro de 1889.
A directora,
Francisca Teixeira de Mello.
No Rio, os bancos saccaram a 27 9/16 e 27 3/8
os ingieres sobre a caixa matriz, sem acharem
inheiro.
Papel particular. 27 11 16, com tendencia para
lita.
TABELLAS AFFIXADA8
Agencia Havas, filial
26 de Janeiro de 1889.
em Pernambuco,
Revista do Mercado
Recife, 26 dk Janeiro de 1889.
0 movimento continuou a ser pequeo.
No mercado de cambios foram feitas algumas
transaejes e no de algodao venderam-se alguns
lotes do do sertlo.
Bolsa
Broncos .
Someno
Mascavado purgado
bruto.
Rtame .
Colonia Isabel:
Bronco i*
f .
. 3 .
Someno .
Mascavado .
Usina Pinto:
Branco 1*
. f .
Someno .
Mascavado
_
24200 a 24800
U700 a 11800
14300 a 1*400
14140 a 14240
4900 a 14000
24700
24400
24000
14800
14W0
AVISO
O Dr. Rawlinson, cirur-
gio dentista, avisa aos seus
clientes que mudou o seu con-
sultorio para a ra do Barao
da Victoria n. 18, 1* andar.
---------------.*-,-----------
Cura importante
Ao i:\m. Sr. Dr. Cario Bettcnrourt
O abaixo assignado soffrendo de um
estreitamento da urethra ha mais de seis
annos, foi operado pelo Sr. Dr. Betten-
court pela electrolyse, sem dor, e, gracas
sua hbil idade e manejos delicados,
conseguio ficar bom e radicalmente cura-
do em poucos dias, andando sempre a
tratar de seus negocios, pois que o Sr.
Dr. Bettencourt opera sem levar o doente
.cama. (
Pede desculpa ao Sr. Dr. Bettencourt
se com esta sua publicacao offonde a sua
modestia.
Goncalo Teixeira Ouimarctes.
Advocado
O bacharel Jaronvmo Materno Pereira de Car-
vullio mudou seu escriptorio do n. 3o para o n.
85 a ra Duque de Caxias entrada pelo becco d
Cougrcgac&o.
Oculista
Dr. J. Correia de Bittcncourt, oculista
residente na corte, ex-chefe de clnica
ophthalmologica dos Drs. Wecher e Pa-
nas em Pars e do professor Hirschberg
em Berlm, tendo regressado de sua ex-
cursilo s provincias do norte, deniora-sc
alguns mezes nesta capital no exercicio de
sua especialidade.
Consistorio e residencia ra do Bario
da Victoria n. 23 1 andar. Entrada pela
Camboa do Carmo.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
Vias urinarias, molestias do tero,- I I
opci-ajoes elctricas i i
sa. CABLOS SITISSCOST
ESPECIALISTA U
com pratica de p.vriz b lo.ndbks j |
Estreitanientcs da uretra curados ra- /
dicalmente pela eleclrolyse, sem ilr ; )
iydroci'les sem mecen* (cura radical); |
feridas e ulceras enronicas. com garan j
lia de cura rpida; pedras da bexiga, (
fstulas e hemorrhoidas ; sjrptilis, go- j
norrlias, pelo methodo das instillacOes; /
molestias da garganta e do peito pelas f I
atnmospheras medicamentosas. on- / \
sullas e operafoos das 12 s 3 boras, I (
ra do \ (
MRQUEZ DE OLINDA N. 34, 2 ANDAR ( )
ReMidvncia na Torre ( i
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manlia.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
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f
I
2*400
33O0
1*700
1*340
A exportacao, feita pela alfaudega, ueste mez
at o da 24, attingio a 15.326.442 kilos, sendo
9.104.9S2 para o exterior e 6.221.490 para o
interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a 241.294 saccas, sendo por:
Barcacas
Vapores.....
Animtee.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrca do Limoeiro
Somma.
90.348 Saceos
u.m
14.130
91.
241.294 Saceos
CWAgOEa OFFICIAES DA JUMTA DOE COB-
BECTOBES
Recife, 26 da Janeiro de J889
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d/v. com 1/2
0/0 de descont, bontem.
Cambio sobre Londres, 110 d/v. 27 3/8 d. por
44, do bauco.
Wto sobre dito, 90 d/v. 27 3/8 d. por 14000, do
banco, bontem e boje.
Dito sobre dito, a vista 27 3/8 d. por 1*000, do
banco.
O- presidente,
Candido G. 'Icoforado.
>0 secretario,
Eduardo Dubeux
CaaM*
Sem alteraco as tabella? de 7 1,2, todos es
bancos oflereceram sacesr francamente a 27 5/8,
sem a harem tomadores.
Houve pciuco negocio em papel particular a
AlgodSo
Foi cotado o de 1* sorte do sertao a 6*100 por
15 kilos.
A exportacao, feita pela alfandega neste mez
at o da 24, subi a 2.216.048 kilos, sendo-.
2.112.648 para o exterior
rior.
As eutradas verificadas at a data de boje so
oem a 22.768 saccas, sendo por:
e 103.400 para o inte-
Pauta da alfasdega
biuna mi 28 de jambiio a 1 di fsvereiro
de 1889
Assucar refinado (kilo)..... 180
^ssucar branco (kilo-) ... 149
Assucar mascavado (kilo) 80
Alcoof (litro) ....... 230
Arroi com casca (kilo) .... 30
- jgodo (kilo)....... 340
gurdente........ 110
Borracha (kilo)...... 800
Couros seceos salgados (kilo) 360
Couros seceos espichados (kilo) 420
Os precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se- Couros verdes (kilo)..... 214
(rundo a Associaco Commercial Agricola, foram Cacao (kilo)....... 400
os seguintes: Caf bom (kilo) ..... 550
Barcacas.
Vapores .....
Animaes.....
Via-ferrea de Cmara.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea deLimxro
Sonuna.
Assucar
1.396 Saccas
1-277
8.144
1161 .
970 .
9.820
22.768 Saccas
0 vapor ingles -Bayswater, carregado por J.
H. Boxuell, levou para Liverpool 15.225 saceos
com assucar mascavado.
Pelo vapor nacional Alagoas, foram re-
medidos 100 saceos com assucar mascavado para
a Victoria, 6.200 saceos com assucar branco e
3.590 ditos com dito mascavado para o Bio de
Janeiro.
Ceura*
Ultimas vendas 385 res.
Aguardrate
Mantem-se a cotacSo de 70*000, por pipa de
480 litros.
AleI
Cota-se a 125*000 por pipa de 480 litros.
Hel
Cota-se a 50*000 por pipa de 480 litros.
Parlaba de MaadJoca
Vendeu-se na razo de 4*600 por sacco.
Caf restolho (kilo)..... 350
t:achaca (litro)....... 80
Carnauba 'kilo).......260
Carocos de algodJo (kilo) ... 16
Carvao de pedra de Cardiff (ton.) 16*000
Farinha de mandioca (litro) ... 40
Folhas de jahorandy (kilo) ... 300
Genebra (litro)...... 200
Mel (litro)........ 70
Kilho (kilo........ 60
P Brasil (kilo)...... 35
Tuboados de amarello (duza) 100*000
A a* los carga
Lugar americano Artlmr C. Wade, para Estados-
Unidos.
Patacho iuglez Peggie, para Montevideo.
Vapor inglez Cyrene, para Liverpool.
.navios A descarga
Barca portugueza Nodo Seucio, varios gneros.
Barca noruegueuse Fi-ida, carvo.
Barca uorueguense Friikyof, carvao.
Barea nornaguense Professor, madeira e breu.
Barea inglesa Uelen Ivibel, bacalli-io
Barca americana /. F. Rottman, carvao.
Barca inglesa Sabnna, farello.
Barca portuguesa Tentadora, kerosene.
Barca norueguense Celer, carvao.
Brigoe dinamarqus Catharina; varios gneros.
Brigue sueco Pepita, carvao.
Brigue norueguense Bertha, carvao.
Lugar nacional Marinho Vil, carvao.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
laaportaco
Lugre nacional Marinho 7.*, eirado da Baha
em 25 do correte e consignado a Jos da Silva
Loyo 4 Filho, manifestou :
Barris vacos 220.
Carvao de pedr 301.500 kilos. Cocos fructas
4.000.
Piassava 211 molhos tfrdem.
Kxporlacia
RCIF, 25 DE JA CIRO DE 1^9
Para o exterior
No vapor inglez Cyrene, carregou :
Para Liverpool^ C. P. de Lemos 382 saccas
com 28,696 kilos de algodao e 130 saceos com
9,750 ditos de residuos de algodao.
No patacho americano Daesy. carregaram :
Para New-York, Julio A Irmao 800 saecos com
60,000 kilos de assucar mascavado ; F. Casco
* Filho 2,000 saceos com 150,00) kilos de assu-
car mascavado.
No vapor argentino Alba, carregaram :
Para Bio da Prata, P. Carneiro & C. 50 barri-
cas com 5.001 kilos de assucar branco.
Para o interior
No patacho dinamarqus Thor, carregou :
Para Uruguayana, A. GuimarSes 700 barricas
com 65,405 kilos de assucar branco e 100 ditas
com 11,262 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Alagoas, carregaram :
Para Bio de Janeiro, P. Carneiro & C. 896
barricas com 67,2 0 kilos de assucar mascavado.
No vapor argentino Alba, carregaram :
Para Bio de Janeiro, J. 8. I oy 4 Filho 1,300
saceos com !M),000 kilos de assucar mascavado.
No vapor nacional P. do Grao Para, carre-
garam :
Para Babia, M. J. Ramos e Silva 21 barris
com 3,360 litros de mel ; M. Tavares 500 saceos
com farinha de mandioca.
No vapor nacional Mando; carregaram :
Para Para, a. C. da Silva 500 barricas com
34,428 kilos de assucar branco ; E. Barbosa 300
barricas com 12,830 kilos de assucar branco; M.
A. Senna 4 C. 60 barricas com 4,050 kilos de
assucar retinado ; F. A. de Asevedo 350 barri-
cas com 19,82) kilos de assucar branco ; E. C
Bel trio 4 Irmio 200 barricas com 14,023 kilos
de assucar branco ; M. Cruz 500 barricas com
30,752 kilos de assucar branco.
Fara Manaos, H. Oliveira 50 barns com 4,800
litros de agurdente e 25 barricas com 1,200
kilos de assucar branco ; P. Pinto 4 C. 100 bar-
ris com 9,600 litros de agurdente ; F. M. de
Moura 5 pipas com 2,400 litros de agurdente.
Para Maranho, E. C. Beltrao 4 Irmao 40 bar-
ricas com 3,637 kilos de assucar mascavado.
No Date nacional Ncptuno, carregaram :
Para Aracaty. F. Costa 4 C. 40 saceos com
2,400 kilos de milho.
o cter Jaguarary, carregaram :
Para Natal, P. Alvcs C. 60 barricas
3,600 kilos de assucar refinado.
Na barcaca Lindo Paquete, carregon :
Para Parahyba, J. Baptista 60 volumes
720 litros de genebra.
Na barcaca Sempreciva, carregou :
Para Porto Calvo, A. J. Braga 10,000
de sal.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oiulista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Weckcr, d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setem-
liro n. 34. Entrada pela ra da
iaudade n. 25.
Curso primario e preparato-
rio
Ba I.uriiU do Boaario n. l, 1 a-
ilar
Estao abertas as aulas deste curso desde o dia 8
Jo cerrente mez.
O director,
Camerino Sobruiho,
EDITAES
Antor:io Flix Pereira, colletor das rendas ge-
racs de raimares, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
del le noticia tiverem, que segundo o disposto
no art. 29 do regulamento a que se refere o de-
creto n. 9870 de 22 de Fevereiro de 1888, a co-
branca do imposto de industrias e profissOes
ser reailsada no mez de Fevereiro de cada
auno, se o imposto nao exceder de 50*000, e em
duas prestaros iguaes nos meses ie Fevereiro
e Agosto, se exceder aquella quantia.
1:
com
com
litros
Itcadlancatos publico*
MEZ DS 1AXKIB )
Alfandega
Renda geral:
Do dia 2 a 25
dem de 26
812:903*339
43:535*320
- 856:438*659
ditas de fructas diversas a 300
res 3*600
10 taboleiros a 200 ris .2*000
13 suinos a 200 ris 32*600
10 matulos com legumes a 200 ris 2*000
Foram oceupados :
2)5 columnas a 600 ris 15*600
1 escriptorio a 300 ris 360
25 compartimentos de farinha a 503
ris 12*500
22 ditos de comidas a 500 ris 11 *030
91 ditos de legumes a 400 ris 36*400
18 ditos de sumos a 700 ris 12*600
9 ditos de fressuras a 600 ris 5*400
7 tullios a 2* 14*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos al* 54*000
202*600
Rend nento do da 1 a 24 do cr-
reme 4:659*600
Renda provincial
Do dia 2 a 25
dem de 26
128:827*288
8:807*713
137:635*003
Bomma total 994:073*662
Segunda seccia da Alfandega, 26 ne Janeiro
0 thesoureiro^ lerendo Domingues.
O chefe da secea -Cicere B. de MeUo.
Recebedorla
Do dia 2 a 25 24:109*697
dem de 26 1:186*913
Geral
Foi ai'recadado liquido at hoje 4:862*200
Preros de dia:
Cariie verde de 320 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis dem.
Suinos de 500 a 640 reis dem.
Farinha de 360 a 480 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
F; lo de 900 a i *20 j idem.
Matadonro publico
Netite estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hontem 73 rezes.
Sendo: 54 pertencentes a Olivoira Castro 4
C, e 18 pertencentes a diversos marchantes.
para o consumo de boje 84 rezes.
Sendo: 61 pertencentes a Oliveira Castro 4
C, e 23 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIRO
. Mandos........... 27
23:296*610
Recebedorla provincial
Do dia 2 a 25 85:944*865
dem de 26 631*807
86:376*672
Recife Drainage
Do dia 2 a 25 7:155*40T
dem de 26 95#72
7:251*131
Mercado Municipal de S. alone
0 movimento deste mercado no dia 25 de Ja-
neiro foi o seguinte:
Entraram :
16 1/2 bois pesando 3,985 kilos sendo de Oli-
ra Castro & C, 8 e 8 de partcula-
1030 kilos de peixe a 20 ris 20*600
50 cargas de farinha a 200 ris 10*000
Sul........
Eurapa...... Ville de S.Nicolao..
Sul........... Cotopaxt ......
Europa....... Curytiba.......
Euopa....... Atrato..........
Sul........... Fmance.........
Vapores a sahir
MEZ DE JANEIEO
Bahia e esc .. P. do Grao Par... 27 as
Liverpool Cotopaxt.......... 28 as
Santos e esc ViUe de S. Nicolao.. 28 as
Norte........ Manetos........... 28 as
27
28
30
30
31
2h.
12 h.
4 h.
5 b.
Movimento do porto
Nuvios sahidos no dia 26
Santo.- e escalaVapor austraco Szechtcyt, com-
mardante G. Gotthardi, carga varios gneros.
Porto e LisboaBngue portugus Cacada, ca-
pitio Manoel Fernandes Patos, carga varios
gneros.
Monte video-Brigue allemo /. G. Ftchte, capitao
H. (irunhalf, carga assucar.
BarbadosBarca mgleza Sabrinu, capito J. J.
BaTl. em lastro.
Barbados="Barca norueguense Band, capito
P. A. Carslsen, em lastro.
Montevideo Vapor argentino Alba, comman-
dam e Luiz Zino, carga varios gneros.
Obaervac.a"o
Nao houve entradas.
<
-
1
ira
r- m
I'


\
s
w

i
Diario de Pernambuco---Domingo 27 de Janeiro de 1889
m que nao pagaren o im-
posto nos prazos cima, ucorrcrao na inulta de
10 0/0, a qual ser elevada a 13 0,O, se o deve-
dor n&o reulisar o pagamento at 10 de Juiho
do serticstre nddicional do respectivo cxercicio
E para (pie chegue ao conliecuneflto de todos
mandei lavrar o presente, que ser aflixado nos
tugares mus pblicos, 6 vai por mim assignado.
Collectoiia de Palmares, 20 de Janeiro de 1889.
O colleclor,
Antonio Flix Pereira.
DECLRALES
Monte de Soccorro de Pernain
SSo convidados os possuidores das cau-
tellas dos nmeros abaixo, a vir resgatal-as
at o dia 5 de Fevereiro prximo, avisan-
do-Ins de que lindo este prazo serio ellas
impreterivelniente levadas a leilo pu-
blico.
14997 16775 16915 17049 17190 17304
15818 16777 16917 17051 17201 17306
15861 16791 16918 17057 17207 17308
15817 16797 16922 17058 17212 17309
15924 16801 16931 17060 17215 17310
15926 16804 17939 17061 17216 17311
15923 16808 16940 17062 17221 17313
15961 16810 16945 17066 17228 17317
16027 16812 16947 17068 17232 17318
16302 16821 17952 17070 17233 17319
16444 16838 16953 17182 17239 17321
16453 16841 16954 17090 17240 17320
16458 16842 16972 17091 17254 17322
16691 16845 16979 17092 17255 17323
16699 16850 16982 17099 17264 17324
16700 16855 16984 17102 17269 17325
16703 16857 16985 17112 17270 17327
16706 16858 16987 17113 17271 17328
16708 16862 16992 17114 17272 17331
16713 16865 17008 17117 17279 17332
16715 16873 17018 17131 17280 17336
16717 16875 17026 17139 17283 17338
16720 16878 17031 17141 17284 17342
16728 16882 17032 17156 17287 17343
16744 16883 17033 17161 17299 17344
16745 16888 16036 17164 17280 17346
16747 16893 17037 17166 17292 17350
16749 16895 17040 17167 17293 17352
16750 16898 17041 17168 17294 17353
16753 16899 17042 17169 17295 17354
16758 1G907 17043 17180 17296 17355
16763 16909 17045 17185 17297 17363
16764 16911 17047 17188 17303 17368
Recife, 19 de Janeiro de 1889.
Felino V. Ferreira Codito,
Gerente.
Secretaria da Instruccao Pu-
blica, 26 de Janeiro de
1889.
Faco saber a quem interessar possa, de ordem
do 8. Dr. inspector geral da intruccio publica,
que podem ser procuradas nesta repartico as
cademetas da Caixa Econmica Escolar da 3*
eadeira do sexo masculino da freguezia de San-
to Antonio, recolhidas pelo ex-professor Fran-
cisco da Silva Miranda, constantes da relaco
infra.
Relacao das cademetas da Caixa Econmica Es-
colar da 3 eadeira do sexo masculino da fre-
guezia de Santo Antonio, ainda nao reclama-
das.
1879 N. 2-0*1 Joo Gomes Pe-
reira da Si Iva. folhas 38
N. 3.774 Manoel Pedro
Alejandrino de Lima,
dita 68
1880 N. .011 Joao Baptista
Lopes de Castro, dita 48
N. 2.011. Alfredo Proco-
pio Lopes de Castro, dita
1881 N. 2.084 Theotonio Agri-
pino dos Santos, dita 10
N. 3.516 Gustavo de Sou-
za Lopes, dita 17
N. 3-517 Joao de Souza
Lopes, dita 18
N. 3.510 Martiniano Joa-
quim de Mello, dita 21
N. 3805 Joao Sil verlo da
Costa Olireira, dita 30
N. 4-638 Manoel Soares
Monteiro, dita 45
H. 4840 Lupicinio Fer-
nando da Silva, dita 47
1882 N. 5021 VictorinoDuar-
. te Pereira Lima, dita 8
* N. 1-388 Capitulino Tbo-
m Baptista, dita 16
N. 4-641 Manoel Candido
Ferreira da Silva, dita 19
N. 4.647 Alexandrioo
Tivares, dita 10
N. 5-0*9 ArthurFerreira
Soares, dita 34
N. 5.3U Raymuudo Al-
ves de Souza, dita 42
1883 N. 5311 Luiz de Franca
Soares (oa Souza.) dita
31
N. 183 Alvaro de OJi-
veira Colas, dita 37
N. 4.841 Joao dos Santos
Pereira Braga, dita 57
1884 .N. 6.371 Joaquim de Sou-
za Pinto, dia 11
H. 5.616 Manoel Silveno
de Miranda, dita 20
N. 7.145 Amaro JoSo de
Alencar. dila37
N. 8.196 Rosa de Lima
dos Passos Barbosa,!dita
41
1883 X. 5.618 Carlos Hennque
Soares. dita 41
N. 5.975 Alfonso Dantas
Teixeira, dita 36
Fracases
I 000
100 1*000
160
3*000
3 000
10*000
600 3*000
600 5*000
520 10*000
16*000
400 2*<00
100 1*000
9*000
140 17*000
11*000
500 7
740 1*000
560 3*000
11*000
840 1*000
309 1*000
4*000
630 4*000
500 6*000
400 1*000
800 3*000
700 4*000
8*700
Recife, II de Janeiro de 1889
Francisco da Sdca Miranda.
Os pretendentes devem apresentar-se devida
mete habilitado*. jm.' .
O secretario;
Pergenalo Saraiva ie AranjoGalvao.
Hospital Portagntt
de B$n$ficancia
Sao convidados todos os
Srs socios para a assembla
geral que dever ter lugar
na sede do mesmo Hospital
no domingo 27 do corrente,
s 11 horas da manha, afim
de assistirem a leitura dore-
latorio doanno findo e a pos-
se da nova junta administra-
tiva.
Recife, 19 de Janeiro de
1889.
Francisco R. P. Guimaraes,
Provedor.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GRANDE
MU iII.
GORRID
Que dever ter lugar no dia 2 de Fevereiro de 1889
1. pareoENSAIO800 metros. Animaes da provincia que anda nao tenha
ganho premios, premios : 2000000 ao primeiro, 500000 ao segundo, e
200000 ao terceiro.
pareoDESTREZA900 metros. Animaes da provincia, premios: 200)5000
ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
8. pare-HIPPODROMO DO CAMPO GRANDEURAXDli PREMIO.
1.609 metros. Animaes nacionaes at meio sangue. premios : 8000000,
ao primeiro, 2000000 ao segundo, 1000000 ao terceiro e 800000 ao
quarto.
4. pareoPROGRESSO 1-200 metros. Animaes da provincia que ainda
nao ganharam n'esta distancia, premios : 2500000 ao primeiro, 600000
ao segundo, e 250000 ao terceiro.
*. pareoDERBY CLUB1.609 metros. Animaes de qnalquer paiz. premios:
5000000 ao primeiro, 1250000 ao segundo e 500000. ao terceiro.
." pareoVELOCTDADE1.000 metros. Animaes de menos de meio sangue
que nao sejam da provincia. PREMIOS: 3000000 ao primeiro, 750000
ao segundo, e 300000 ao terceiro.
. pareoCOMMERCIO1.800metros. Animaes da provincia- PREMIOS: 3000
ao prmeiro, 750000 ao segundo e 300000 ao terceiro.
Observacoes
Nenhum pareo se realisar sem serem inscriptos pelo menos tres animaes de
proprietarios differentes.
A inseripcSo encerrar-se-ha no dia 28 do corrente s 6 horas da tarde na se-
cretaria do Hippodromo.
O cdigo de corridas prescreve o modo da inscripcao.
Recife, 23 de Janeiro de 1889.
O secretarlo,
Ferreira Jacobina.
OBBBY CLUB
PERNAMBUCO
PROJECTO DE INSCRIPCAO
Para a 5.a corrida
Em 3 de Fevereiro de 1889
1. !*%%, COflSOLACAO 8# Metros. Animaes da provincia que ain-
da nao tenham ganho. Premios 2000000 ao primeiro, 500000 ao se-
gando e 200000 ao terceiro.
*. ^Y!^OMNIUMi .tOO asetros. Animaes de menos de meio sangue.
Promion 3004000 ao primeiro. 755000 ao segundo e 308000 n, ji
terceiro. .
. MAA PROSPERDDADE SAO MetrOS. Animaes daprovinea que
anda nao tenham ganho em maior distancia. Premios: 2000000 ao pre-
meiro 500000 ao segundo e 200000 as terceiro.
4. %%%%% VELOCTDADE 1.450 MetM>S. Animaes de qualqner paiz.
Premios: 5000000 ao primeiro, 1250000 ao segundo e
terceiro.
*V%M PBOVINCIA DE PERNAMBUCO- 1.400 Metros. Ammaes
da provincia. Premios : 2500000 ao primeiro, 600000 ao segundo e
250000 ao terceiro.
**%** IMPRENSA PERNAMBUCANA i.fOO Metros. Animaes na-
cionaes at meio sangue. Premios: 3500000 ao primeiro, s
segundo e 350000 ao terceiro.
1 f\%%,% EMULUCO 80 Metros. Eguas da provincia.
2000000 a primeira, 600000 a segunda e 200000
Observacoes
Serio somonte aceitas para cada pareo as quinze propostas qu
forem abertas.
A' Directora, reserva-se o direito de alterar na organisacao dos programmas
a collocftlo dos pareos se aasim lhe convier.
A inscrip$ao incerrar-se-ha segunda-feira 29 do corrente.
Recife, 23 de Janeiro de 1889.
0 GERENTE,
IIi:Mti 800000 ao
Premios:
a terceira.
Administra^ao dos Correios
de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 1889
Por esta administrasao. e em cumplimento a
circular da directora geral dos Correios n. IOS
de 15 de Dezembro Ando, se faz publico, para
conhecimento dos interessados, o edital daquella
directoria, abaixo transcripto.
O administrador,
Affonso do Reg Barres.
Directora geral do Crrelo
Edital
De ordem do Exm. Sr. director geral, e em
observancia ao disposto no art. 9.a do regula-
meato de M de Marco de 1888, faz-se publico
que, do dia 1. de Abril do anno prximo futuro
em diaote, nao podero mais ser utilisadas as
seguintes formulas de franqua :
Bilhetes postaes simples de 20 as.
duplos de 20 rs.
simples de 50 re.
duplos de 50 rs.
Cartas-bilhete de 36 rs.
de 100 rs.
Estas formulas, quando encontradas as cal-
zas postaes depois de expirado aquclle prazo,
serao consideradas nullas e como tal tratadas.
Divisao Central da Directoria Geral dos Cor-
reios, em 12 de Dezembro de 1888.
O subdirector,
Jos Francisco Soares.
Recebedoria Provincial
0 administrador da Recebedoria ProvmciTfaz
publico para conhecimento dos interessados, que
o praso do art- T> do regulamento de 7 de Oufu-
bro de 1883 relativo concesso do abate de 30
0/1) de que tracta o art. 4o da lei n. 1860, termi-
nar improrogavelmeote no ultimo de Marco
prximo, pelo facto de coincidir o anno financei-
ro com o civil, ex-vi do art. 4 da lei n. 1884.
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 19 de
Janeire de 1889.
Francisco Amynthas de Carvalho Moura.
Instituto Benelicente dosOfliciaes
da Guarda nacional
De ordem do Illai. Sr. presidente da assembla
geral convido aos seoliores socios a comparece-
rem no dia 27 do corrente, as 10 horas do dia,
em nossa sede, para tratar-se de assumptos re-
ferentes sociedad.;. .
Secretaria do*stituto, 24 de Janeiro de 1889.
O 1 secretario,
Gaspar Antonio dos Reis,
Derby Club
Estrada de ferro do Caxang
Trens extraordinarios no dia 27
Ida-10.30, U.5, 11.30, 12.5.
Volta4.0, 4.45, 5.10, 5.45. 6.20.
H. Fletcher, gerente interino.
A fl.\ do fir. Ar.\ do Un.\
H.'. B.*. Cavallelros la Cruz
De ordem do Resp. Ir. Ven. convido a
todos os OOb desta Aug.-. Off. a compare-
cerem em suo sede na prxima segunda-feira,
28 do corrente. s 7 horas da noite, afim de as-
sistirem sessfto mag. de iniciaco, devendo
todos se apresentareui munidos de suas respec-
tivas insignias e distinctivos.
Recife,14 de Janeiro de 1889 E. V..
Eduardo Goncalves 18. .
Secret.-.
Gompanhia Alagoana de
Fiacao e Tecidos
Convidamos aos senhores subscriptores desta
companhia para, de accordo com os arts. 9 e 10
dos esUtulos, at o dia 12 de Fevereiro prximo
futuro realisarem sua terceira entrada, na razao
de 10 por cento do valor de suas aeces no Ban-
co internacional em Pernambuco. Macei, 12
de Janeiro de 1889.
Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio Pedroso Brrelo.
Santa Casa da Misericordia
do Recife
Por esta secretaria sao chamadas as amas
que criam os expostos a virem receber as men-
sahdades vencidas, relativas ao semestre de Ju-
Iho a Dezembro do anuo prximo ndo, no sa-
lo do respectivo estabelecimento, pelas 8 horas
da manha do dia 28 do corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 21 de Janeiro de 1889.O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
t,
flSRBY CLUB DB PERNAMBUCO
QUE SE REALISAR' NO
Dia 27 de Janeiro de 1889
>oaie*
idadew
Pello-.
-Naturaliza
des
Peo Cor da veiimt na
Proprtetarlo
Io PareoConnoiarao 800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho. Premios : 200* ao !,' 50* ao 2*
e 20* ao 3.
4
5
7
8
9
10
11
12
Bornave.
n........
Jatob........
ilontra.......
Breas........
Jaguarao......
Pernambuco...
Borburema
Bocacio.......
Aracahy ex-Ca-
brito......
4 annos.
5 .
o -
5
3 -
8
3
5
4
5
4
Castanho-----
Baio .. ......
uiUau.......
Alazao.....
Baio ........
Rodado .....
Alazao.......
Baio.........
Russo pedrez.
Rodado ......
Russo.
Pernambuco.
53 kilos. Vermelho e branco.........
56
55
50
55
50
55
53
55
53
53
........
i Azule grenat.....
Grenat....................
Branco e encarnado........
I Aazul e amarello...........
I Azul e grenat..............
'Azul e ouro.............
Pretoe grenat.............
Branco e rosa..............
Encarnado e branco.......
s. N. ..
Coudelaria Sinceridade.
F. P.
R. G L.
Coudelaria Demcrata.
Coudelaria Desgraca.
Coudelaria Isabel.
A. T.
S. P.
M. G. C.
Amarello e encarnado......L. B. F.
2* PareoCompsinlila Ferro Carril
i 000 metrosAnimaes de menos de meio sangue. Premios: 300* ao Io, 75* ao 2o
e 30* ao 3*

Aymor......
Recife.......
Alfa..........
Cometa ex-Mi-
randola.....
5 Favorita......
6 Galatha......
5 annos.
5 .
6 *
5 >

6
Castanho .....S. Paulo.....155 kilos.
Rio de Janeiro... 55
Alazao........S. Paulo........51
Preto e grenat.............
Verde e amarello...........
Branco e encarnado........
Zaino. -
Rosilho
55
54
54
Violeta e ouro.
Azul e ouro. -.
A.M.
:s. p.
Coudelaria 2 de Fevereiro.
' Coudelaria Luso Brasileira.
Maia & Chrysostomo.
Coudelaria Alanca.
3* PareoHtMsMBjl
Rio Grande do Sul
1-1,609 metros Animaes de qualquer paiz. Premios : 500* ao Io, 125* ao 2, e 50* ao 3.
Aspasia.. -
Pnce.......
Ruy-Blaz...
Gaflia......
Castiglione..
Derby......
3 annos.
3
7
8 >
8
3
Alazao
Zaino..
Alazao
Zaino..
Alazao.
Inglaterra.
S Paulo........54
Inglaterra.......58
Franga..........60
Inglaterra.......154
52 kilos.
54
Azul e ouro..............
Rosa e preto..............
Ouro e branco ...........
Azul encarnado e branco..
Escarate e ouro...........
G. C.
A. M.
Arthur Silva.
Coudelaria Emulacao.
Coudelaria Cruseiro.
G. E.
4o Pareo -Gr*Me rre
ioWteuUmrt&M de PeruHfeuo 1,609 metrosAnimaes da provincia. Premios ; 500*,
ao
!, 150* ao i" 80* ao 3 e 50* ao 4.
Sond........
Tupy.........
Atheu.........
Arumary......
Monitor.......
Almirante
Beberibe(')...
Mouro.....
Templar......
5
7
5
5
5
6
10
7
5
annos.
Castanho......
Baio........
Castanho......
Alazao.......
Russo.........
Alazn.......
Russo.........
Alazao........
Rodado........
Pernambuco..... 54 kilos.
* 54
54 >
54
54
54 >
* 84 >
84
9 54 >
Branco e azul.............
Rosa......................
Preto e encarnado..........
Branco e ouro.............
Encarnado e branco.......
Encarnado e branco........
Preto encarnado e ouro.....
Violeta e ouro.............
Azule encarnado..........
Coudelaria Ipiranga.
F. C. Resende.
A. F. C
N. D.
Coudelaria Pemambucana.
Coudelaria flntegridade.
Coudelaria Beberibe. a
J. Andrade.
J. M.
5. Pareo -Trtlliaa Urfca** do
Bectfe a Caxaaga 1.450 metrosCavaos nacionaes at meio sangue, que'ainda nao
Corcovado...
Douro......
Maestro.....
Cometa ex-Mi-
randola ...
Incgnito ..
tenham ganho nesta distancia no Prado da Estancia.
Rio de Janeiro...
Premios : 380* ao l; 80* ao 2 e 35* ao 3.
4
7
5
5
5
annos
Castanho......
Alazao.......
Tordilho.....
Alazio. ..
Vermelho.
S. Paulo.....
51 kilos.
54
54
Paran.
........
54
H

Encarnado e preto.........
Verde e amarello........ .
Encarnado e branco......
Violeta e ouro............
Azul e branco.............
Coudelaria Paysand.
F. P.
C. I. M.
Coudelaria Luso-brasileira.
J. W.
6. PareoProvlacla de Peraa
!?
12
Mylord........
Incitatus......
Caim ().......
Florete .......
Foguete.......
Good-morning..
Monitor.......
Cariry ex Rio
Douro......
Etna ........
Pirraca.......
Lucifer........
General........
6 annos
5 >
8
8
6 >
8 >
8 >
8
8
8
8 >
8 *
Baio.....
Alazio ...
Russo-ped
no.
i,000 metros Animaes da provincia
Pernambuco
Premios: 250* ao 1, 60* ao 2o e 25* ao 3o.
rez.
Castan
Rodado.
Russo. .
Castanho.....

Rodado........
Rosilho......
5o kilos.
85
55 .
55 >
88
85
55 .
55
55
85 *
85
Azul e ouro......i.......
Encarnado..............
Encarnado e preto........
b e branco.......
e azul.........
e branco.......
Grenat e rosa............
Encarnado e bonet azul -.
Grenat....................
Preto encarnado e branco.
Encarnado e preto.........
A. F R. Leal.
Coudelaria de Julho.
A. F. C.
C D. M.
Coudelaria Pyrotechnica.
Integndade-
lernambucana.
F- Teixeira.
I. Oliveira.
F. L.
A: .
J. D. C B.

7". Pareo Impresa* Penuuabaeaaa
1,200 metrosAnimaes at meio sangue. Premios 300* ao 75* ao 2" e 30* ao 3o.
1
a
3
4
ii
6
7
8
9
10
Vanda ex Pancy
Ruy-Blas....
Minerva ....
Olga.......
annos
Zaino.........
AlazSo........
Douradilho....
Castanho.....
Rio da Prata.....
S. Paulo-........
58 kilos
*, B -
49 .
49
Verde e amarello.........
Rosa e preto..........
Azul, encarnado e branco
Branco e encarnado.......
A. F.
Arthur Silva.
. Coudelaria Cruzeiro.
Coudelaria 2- de Fevereiro.
Pareoladaatrla Pastoril800 metros Animaes da provincia at segunda nuda feita. Premios : 200* ao Io, 50* ao 2
e 30* ao 3o.
Phelgon......
Breas........
Dublin.......
ero........
Bismarck......
Bilontra-......
Pelotiqueiro...
Borbuleta......
Planeta........
Petit-Ruy-Blas
2 annos
3
3
3

3
3
2
3
3
Alazao.
Cardao
Rodado.
Baio...
Cardao
Melado
diiho.
B.U88.
Alazao.
Doura
Pernambuco...
45 kilos.
50 >
80
50 .
53
50 >
80
45
80 i
50 .
Encarnado e branco......
Azul e grenat..............
Preto encarnado e azul.....
Encarnado preto e branco.
Rosa e facha azul..........
Branco e encarnado........
Rosa e preto..............
Azul e branco
Amarello.....
R. P.
Coudelaria Desgrasa.
Henrique Gibson.
Henrique G. L. Guimaraes.
P.
R. G. L.
Coudelaria Jockey Club.
B.
Jos Joaquim do Reg Barros.
Coudelaria 1." de Junho.
0
Montado por amador.
Os animaes inscriptos para o Io pareo devem achar-se no ensilhamento s 9 Ii2 horas da manha'
Os animaes inscriptos para os outros pareos, devero estar urna hora antes da determinada para o pareo em
que tiver de correr. .,,,* j__
Os forfaitt serio reeebidos at sabbado, 26 do corrente, as 3 horas da tarde, hora do encerramento do ex-
pediente para esta corrida. ... j
O animal inscriptos em mais de um pareo nio correndo no pnmerro nSo correr no segundo.
A Directoria no intuito de satis&zer ao publico resolveu adoptar o seguinte:
. ooOOO
CartSes para um cavalheiro e cinco senhoras
Bilhetes de archibancada com direito a ensilhamento.
Archibancada.........
Geral...........
Ensilhamento......'3 -3'
A venda de poules encerrar-se-ha 20 minutos antes da corrida
30000
20000
10000
30000
HORARIO
1.0 pareo
2." pareo
3." pareo
4." pareo
." pareo
b." pareo
'i." pareo
8." pareo
11
12
1
2
2
3
4
5
horas
e 30
e 02
e 10
e
e 50
e 40
e 30
e 20
minutos
Henrique Schute,
Gerente.
Administraeao dos Correios
de Pernambuco
Por esta administragao se fez publico que no
dia Io de Fevereiro prximo futuro comecarao
a vigorar s novas laxas de franqua da corres-
Sondencta, flxadas no regulamento de 26 de
largo de 1888.
Estas taxas sao as seguintes :
Cartas.-iOO ris por 15 grammas ou fraccSo
desse peso, qualquer que seja a distancia que
tenham de percorrer por mar ou por trra.
Carta9-bhete.-80ris, cada urna.
Bilhetes-postaes.40 ris os simples e 80 ris
os com resposta paga ;
ManuscriptO8.-50 ris por 80 grammas ou
fraccao de 50 grammas ;
Impressos.20 ris por 50 grammas ou frac-
cao deasepeso;
frac-
Amostras. 100 ris por 50 grammas ou
cao de 50 grammas;
Encommendas.100 ris por 80 grammas ou
fraccao, sendo obrigatorio o registro
Os actuaes bilhetes postaes de 20 ris. e ai
cartas-bilhete de 50 ris poderao ser utiiisados
at ao dia 31 de Margo, desde que, i>or meio de
sellos adhesivos, sejam completadas as taxas
respectivas.
Os actuaes hilhetcs postaes de oO ris e as
4i










i
* ^f
(artas
no Correl
Tas, n
Outro
goro
oe:
Art. 18.
rooada
, que assim dis-

dfc Pirnamhiifn TlfiTiiriyft ?7 cl TniiftifQ de 18841
Os jornaes e outros peridicos un-
pressos do Brasil que, em maco ou sacco, com
mdereco a cada estacao postal, forera expedidos
netos respectivos editores, conhecidos como tees,
ou pessoas por elles devidamente autonsadas,
para que sejam entregues a agentes seus ou -
rectamente aos assignantes, pagaran previamear
te, em sellos, que, para esse fim, sero especifc
mente emittidos, i( ris por 100 grammas ou
fraccoes de 100 grammas. Quando a distribm-
cfio liver de fazer-st pelo Coareio, cada sacco ou
maso sera acompanhado por urna lista de asat-
guantes. .
Na execuc,ao d-este artigo observar-se-ao as
seguintes disposicOes :
LINEA ME1TSAL '
O paquete Congo
Commandante Lecointre
E' ef.pendo da Europa no
tdia h de Fevereiro e segui-
depois da demora ne-
lairia para
Baha, Rio de Janeiro, Buenom-Ayre e
Monttwdo
Leajarase aos Srs. passageiros de todas as
que ha lugares reservados para esta
ue podeui tomar em quatauer tempo.
_e-se aos Srs. rece redores de mercader
riaaaue so se aUender* reclamaces por fal-
Nav
N7num^a7o'o"sacco ser recebido sem mk& SL5!Ctff Ln*
esteja amarrado oucintado, de modo a nao simula a natureza do conteudo.
Os saceos ou macos devem ter enderecoexte-
rior, indicando com clareza o destino, podendo
tambem cada jornal incluso ter o seu enaetet
especial; ,
Os saceos, macos ou jornaes avulsos, Sraiv-
Jueados com sellos ordinarios, serao contidese-
os impressos e tasados na razo de 80 res por
50 grammas ou fraccao d'esse peso;
Nao serao e*eai laxa nao este*aa*!gaiamBjpafa
Recife. 21 d\ Jaci*iam*d*ilfc
Affonso do Reg Barros.
O
rixrsuiT
Pernambuco

Administracao dos Correios
" de Pernambuco
Por esta administraco e em cunrorimento a
circular da Directora Geral dos Correios, n. 106,
de 20 de Dezembro lindo, se faz publico para
ma directora auaii nMUDlM.o edital da mes-
Correio de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1889.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Directora eral do* Crrelo
Editai
De ordem do Exm.' Sr. director feral, e em
cumplimento do disposto no art.'B8 do regula-
inento de 86 de Marco findo, faz-se publico que,
uo dia 1 de Fevereiro de 1889, vo ser postas em
circulacSo as seguintes formulas de franqua :
* Sobre cartas selladas
O sello fixo 6 representada por urna moldura
formada ponluasellipses concntricas, tendo no
plano da menor a efligie de Sua Magestade o Im-
perador em relevo branco; no da maior, tambem
em relevo branco, as palavras Brait-no alto,
e"b valor expresso em ris por extenso na parte
inferior, e finamente as extremidades do eixo
menor aous pequeos polygonos com o dito valor
indicado por algarismos.
0 fundo da moldura as de 100 res verde,
de 200 ris preto, e vermelho as de 300
tro de 48 horas a contar do dia da descarga da
aivareagas, fazerem quaicroar reclamagao con-
cernenles a votaros queixrventura tenham se-
Mido para os portes do^Vafimrae-'peaar.ee
dar a tempo as providencias necessanas.
Este pairueie iltaminado luz elctrica.
Para carga, ptsaaBeoj. i encommendas f e di-
nheiro a frete trata-se com o ;GENTE.
O poqi^el^Niger ~
Commandantff Friaschi
i' espesado dos iiyrt^a do
sul no dia 1 de Fevereiro,
segoindo depoisdademo
radocosiume para Bor-
deaax, tocando em
Dakar e Uaboa
Lembra-se aos Srs, passageiros de todas as
classeequeha lugares reservados para esu
agencia, que podem temar em quajguar tempo
Jf ia^^UOWto der 15.0(0 em favor das*
pagaran 4 passagens inteiras.
Por excep^ao, os criado de familias que to
marem bilhetes de proa, gozam tambem deste
abatiraeato.
Os vales, pstame so se dao at o dia 30 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se cora o
AGENTE
Aguste Labille
9 Ra- do Gommercio 9
Co
Cartasbilhere
O sello ixo do valor de 80 ris, impresso no
ngulo superior dirata e4representado por um
rectngulo formado de areseos vermelhos. ten-
do em urna ellipse central a effigfe de Sua Ma-
gestade o Imperador, encimada pela palavra
Brasil em lettras brancas, e tendo em baixo as
palavras oenta ris e sobre estas, em sentido
obliquo, o numero 80 de cada lado.
A' direita do sello T-se urna fita com as pa-
lavrasCartas-bilbete,tendo no alto urna serie
de 20 estrellas brancas em fundo vermelho, e
em baixo o distico: Ifeste iodo s se esoreve o en-
derezo. No ngulo inferior direita le"-se a pa-
lavra Brasil em lettras vcrmelhas.
Bilbetes postaes
O sello fixo'c do valor de 40-ruis. 0 desenho
igual ao da carta-bilhete, com a diflerenca ape-
nas de ser azul, e ter na fita a direita do sello
as palavras Bhete postal, em vez d'aquellas
outra8.
Cintas estampilhadas
O sellollxc^ estampado e desenhado como os
das so e-cartas. com a diflerenca apenas na m-
dicacao dos valores. E' roxo o fundo do sello
das de 20 ris, azul das de 40 ris e cor de Ra-
yana das de 60 ris.
Sellos para jornaes '
Estes sellos sao maiores qu os ordinarios, de
forma rectangular e cor deiaranja.
No alto tem, em lettras brancas, a palavra
Correio e em baixo a Brasil. Em uta diagonal
l-se de bahto para rima a palavnr/omaM/ten-
do de cada lado o valor em algarismo e a pala-
vra ris.
Diviso central da Directora Geral dos Cor-
reios em 18 de Dezembro de iS89.-^0 sub-di-
rector, Jos Francisco Soares.
tOMPlKBU PKRMHBK V\A
DE
VavegaeSo costelra por Vapor
.P0RT0S IX) SUL
iMeiiWMlMHlMa^
O rapor Jagaiaribe
Commandante Monteiro-
egue no dia 29 do corrente s
oras da tarde. Recebe car-
at o da 28:
Encommendas, pasages e dinueiro frete,
at s 3 horas da tardedh dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Coinpankiu Pemambucana
n. 12
vapor
uQpmmandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do norte at,
o dia 4 de Fevereiro e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca
H, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
As encommendas so sero recebidas na agen-
cia at 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
re trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O.vapor Manos
dra, jarros, lamerona, esoarradeiras/quadros, l
guarda vestidtMtde amarelto. 1 cama- franceza
imitando a jacarando, i lavatorio com pedra, i
mesa elstica de amarello aparadores, 1 mesa
de aaiMllo nUetica^ntoras, t junco, 1 ban-v
ijuinjka> caHHl latalstio de ferro, jarrae
baci; (JjugayE jantar. -djta d almoyo, copos
gariaasi cooipaairas e oatros -muitos movis.
AttAirrer-o nartollo
Qiiarta-felra 30 do corrale
A's 11 horas
No 1* andar do sobrado n. 27 da ra do lai
perador
0 agente Martins far leilio dos moveis^g
mais olMectos existentes em dito sobrado- por
ordem de urna familia que se retii* desta ti-
daoe-
idante o Io tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos porto3 do sul at o
dia 27 de Janeiro e seguindo depois
,da demora indispensavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, eoemamendas, passagens e valo-
res trata-se com os __
AGENTES
PereiraCmeiro & C.
6=sRua do Gommereio=S
lo andar
LEILAO
Paca o Porto
Segu com brevidade a barca portugueza Aforo
3ra os consigna
uo VtgMte n. 1
Silencio. Para carga trata-se com os eonfigna
1 andar.
LEILOES
5" \
Terca-feira 29 deveUter lugar o lcilao da.co-
cneira do caes de Captbaribe.
Quarta-feira|$0, de movis, louca. vidros.
crystaes e mais objectos existentes no 2 andar
da ra do Bom Jess u. 62.
d< movier louca, vidros, crystaes, qua-
dros, jarros, 1 espelho grande dourado
e objectos de electro-^latc
A saber
Um piano forte de Pleyel, 1 mobilia de jaca-
and. com tampos de pdra. cadeiras de balan-
o, 1 rico espelho dourado grande, 2 quadros
lavsagens, jarros para flores.u tapete.
raa cama franceza, I toilette, 1 lavatorio, 1
buarda-roupa, 1 cama de ferro, 1 cabide torna-
lo, 1 bereo e espelhos.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca envidraca-
io, 1 apparador torneado, 1 relogio de parede,
cadeiras de junco, 1 sof, 2 consoles com pedra,
2 cadeiras de bracos e 12 de guarnicao de mog
no, apparellios para jantar e chvcopos, clices,
umpoteiraa, tallieres, colheres, objeclos de
ledro pate, bandejas e-muitos objectos de ca-
a de familia.
Urna bomba, 1 grade de ferro, 1 cofre prova
eJbgo, 1 carteira e 1 repartimento de escrip-
jrio.
Quosta-feira 30,; do corrente
Agente Pinto
lo 2*1 andar do sobrado de azulejo-da ra
d Bom Jesuan. 62, entrada pelo lado
de detraz.
0 leilSo prinripiar as 10 1,2 horas.
Leilo
JLeiiao
Pacific Steam Navigation.
Company
STRAITSOPMAGELLAN LINE
O paquete Cotopaxi"
Da casa terrea n. 52, em solo proprio, d|
ra-do Rosario, fregnezia da Boa-Vista
Wesiindafeira, *N do eorrente
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 39\
0 agente Stepple, por,mandado e asistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de or-
pbos e aiiaaatrsaaeqMBamento do tutor Affonso
da Rocha Leal por si e como procurador de seus
irmaos levar a leilo a casa terrea n. 62 ra
do Rosario, freguezia da Roa-Vista, em solo pro-
prio, oom ama porta e duas janellas, com bas-
tantes commodos, quintal murado, tendo sahida
para ruado Pires, cacimba propria.
Desde j oa Srs. pretendentes podero exami-"
nar a dita casa, e para qualquer informaco, o
mesaie sgeale dar-.
ie 1 relogio de algibeira, 1 mala com rou-
ia de uso, 1 lote de, feramenta pa se-
eiro, 1 embrulho de rame, 1 caixa
com pennas de 350' e outros objectos
pertencentes ao espolio do subdito por-
tugnez Manoel Taeira -Peiatof flui-
raarSes
Quarta-feira 4o*orreaia
AS itRa*
Agente Pinto
No-i lom JesuB n. 62, ipor occajiao de autro leilio
le novis, louca e vidro.
I
k Punas Catliartica*s
Do Da, Ayer.
A experiencia o t Dr. Ayeivuid iaJo a;>proracao com os resulta
obtUki eoc, rj Tr.i-sm.13. lia mais de qtwrenta annoe
qne ta^r IMlulas obtiveram una populariza !*1 ani-
rersal, que nenhnina octra mcdeciiia puagativa tvoa
podido nvaUaar..
Afl Pin*LA8 do DR. Ayer, purenm eorapleta-
ments o le-jtre oom aavUnUe, atUinulaoi lu-
tlflcaiu o orr ^d e aasiatlvos.
As Pilulas do Dr. Ayer
curara indijealilo e JrapedimenK>,-'eTl*n TMlKe-;
e a i:.iu.lo fa'ac, culonnidades, motivalat
por tqfteUM deaonle:?.
para >>g iloenens io Katninngn, Ffgado O.EBJ,
cn^oa cymptomaariio as ln*erniitldcs il Prtlc,
Ardor* 3 Peto xx> Katonutjfo, Kanaeft, Malra,
Droa ile Cabera, IlrUlto Fullilo. Febre Biliosa
o Collea, lftrea do c?loinapo cotaa e espadnas,
IneliacSea Hjilropicaa, ele.. nada ac alUria
com segnranea c pronip'Hio como aa Pn.fi.A8 DO
DB. A ver; as qnai-s sao de grande nlilidade na
eurntivj Has Heniorrholflnn.
Coma :-er.ieillo d El'ABADAS PBLO
Dl\. J. C. AYER CA.,
LoTvell, Mass., E. V. X.
X vejulaaaspri'iclpaes pharmaclas e .iro$arfa3.
AS
Enermidades Secretas
BLEKORRHAGI AS
GONO^RHEAS
PLORES BRANCAS
CORRIMENTOS '
recentes ou antigoa sao curados eui|
pouco das eu segredo, sem rgi-
men nem ti na as, sem cncer nem I
molestar os orgaos digestivos, pelas
DO&NpAS
-DO-
ST0XA&0
E DO
FIJADO.
F^lMEMTE YEGEHES
sao-o-ms'.;.or Purgante eoReaiedio ..
mai% eficaz contra os ditos males.
Rsaktizam-a Digestao
PURIFICAM A BILIS
e curam radicalmente
A DISPEPSIA.
Fumo do Para
J chegon para a fabrica Vendme o especial
fumo do Para, bastante- conhecido do respeitavcV
publico ; ra Barao da Victoria n. 39.
t
e injeccao de
:r.*,VA
D. Rosa da (unha 1'itiiis < ai a-
rame
Joo Francisco Teixeira Marques e sua muther
convidam a seus prenles e pessoas de sua mi-
zade para assislirem a urna missa que por auna
de-su Dunca esquecida sogra e mSi, D. Rosa da
Cunba Freitas Cavalcanle, mandam rezar no
convento de S. Franeisco desta cidade, s 8 ho-
ras da manli do dia 29 do corrente mez, deven-
do em seguida a dita missa, ter lugar o deposito
dos restos mortaes da mesma fallecida, no jazigo
perpetuo que os mesmos annunciantes adquiri-
ram para esse fim, da irmandade da Santissima
rTrindade. erecta no raesmo convento. Por esti-
acto de caridade, ficaro os annunciantes eter-
namente gratos._________
D01D0UT0R FWIWIER
Cid* Mtmttem armeado *>* sz*i~i,
FacL, (fr. P-lECfAir, 4 pb.
A.HIS, Sa.^laca da la Madeleia
ladilla MURO, Fin 188
Esper-se do sul at o dia
28 do torrente e seguir,
depoiH da demora do costu-
me para Liverpool por
Sociedad italiana de Bene-
ficencia
Assembla geral extraordinaria
Sojconvidados todos os socios a se. reunirn
domingo, 27do corrente, na sua sde-
O secretario,
FrancisVt FtUncMif
Lisboa. Bofdranv e Plymonh
Para carga, pasnafeiaoa, eacommendas a d i -
nheiro a frete : trata-se com os
Axatenass
>Vilsoa, Sons L, Limited
14RA DO OOMMERCIO14
-
CHARGEURS REUNS
Leilo
Em continuagao
Dos restos dos gneros* movis, manieiga in-
gleza, barr com \inbo de Fasto e mais obje-
ctos da taverna da ra da Santa Cruz a. 5.
egiiawU-felra. 8 do rorrete
A's 11 horas
Por intervencSo do agente
uUSBfof.
iTt^iBr'
Aluga-se a casa da ra do general Luiz do
(Reg n. 54, um excellcnte palaceeaesi janellas
m todos o.- quartos, gaz. ausr'e-despeio)Hiuito
fresca, com uxcellente qointal, gafliBheiro e
quartos para criades : trata-se no l.ouvre ra
00 Crespo n. 20 A.
luga se casas a 8M0f no beccO'dosGoe*
kbos, junto de S. Goncallo; a tratar na ra da
triz n. 56.
A's
de familias
i
Leilo
De
exceileates carros, bons cavsilos, ar-
reios e mais pertenees da cocheira do
caes do Capibaribe.
Terfa-felra. do corrate
***** As 11 tras
o ojrouic riuiu, cgaiiufiiie auionsado levar
a leilo em um ou mais lotes, os cirros, cavallos
e pertences da cochein do caes do Capibaribe,
a cual est bem montada e afregnezada.
Os pretendentes podero desde j apresentar
suas propostas ^^^
Aluga-se o !. andar do sobrado n. 3 ra
Jjtas Flores ; a tratar na ra da Unio n. 3.
Aluga-se o sobrado da travessa do Livra-
Mento n. 10 ; as chaves na Pracinha n. 7, e
ratar na ra da-Broa n. 62, 2 andar. _
Po^)W|fJIuao"-se a sota n. 6 travessa
oa Prai do Fsrte, com 4 ^aartw, t salas, cosi-
nba, quarto de engommado ; a tratar na ra
larga do Rosario n.if
Precisase de uma ama para cosinhar :
ruado Livramento n. 9.
na
l'recisa-s sitio : a tratar na estagao da Jaqueira.
Si Francesa
E
CAPITAL
Em acc5e8 de
Estando tomado
8,000;0005000
20CWXX)
4,000:0000000
Este estabeleciment dettioado a auxiliar e
desenvolver o crdito' industrial e collectivo
desta provincia; suas operages abrangero to-
dos os ramos da acti vidade commereial e indus-
trial que offerecatea ao)J garaosob
vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
^avegario
Linoa quineenai entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
VteddSanNicols
Corn'mandaute Henry
' esperido-da Europa, at o dia 27
do correa*e,BegiiBdo depois da m-
disperjsavel demora para a
Babia, Rio de Jaaairo e Santos
o Roga-se aas Srs^dportadores de carga pelos
vapores desta HflB, queiram apresentar dntrc
de das acontando dadsaearga das alvarengas
qualquer rectaunaflfc) coBcemente a volumes que
Leilo
A directora compor-se-ha dos senhores
Lu* atoas* de iSiwan.
lose adolauods nvearaLima.
Antonio remandes Ribeiro.
*-----MjtWCl soto de AiiiOi un: '
Thomaz Combe r
os quaes com o Exm. Sr. Visconde de Figuei-
redo sao os incorporadores.
As entradas ScrSo de 5 / no acto da subs-
cripgo ; 5 j quando for annunciada a assig-
natura dos estatutos.
As subseqnentes entradas no. podero ser
porventura tenhainiseguido jpara os
sul atimdes p1 'lar,a tempo as provi-
dencias necBsaarKi
. Expirado o referdo prava companla nao st
responsabilisa por evtravios.
rara eaifta, puuiagyi siiiiuiumiHduj
nheiro a frete : trata-se com o
ttre*i''amo-.***> -BUMa-meoNi'HoyaM^l'Steam Packet?'
Gojiapaftitkii
A sobscripcSo est aberta para todas as pos-
soas que desejarem tomar parte n'esta impor-
tante ins'ituicao, no escriptoriO'dos Srs. Amo-
rim InnSos 4 G., ou no Banco Internacional, a
contar do dia 7 de Janeiro inehssire.
MARTIMOS
United States and Brasil
M. S. S. C. J.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 2 de Feverei-
ro o qual depois da demo-
ira necessana seguir i
I para o
Maraaho. Para. Barbados, m.
Thomaz e Mew-York
Para carga, passagens, encommendas e di-
nneiro a lrete : trata-se com os
O vapor Allianca
De bons movis, 1 piano, louca, vidros e
1 bonito lustre de' vidro para kerosene
Constando de:
Um piano .forte. 1 mobia de amarellocom 12
cadeiras de guarnico, 2 ditas de braco, 2 ditas
de balasto, coawloafil sof, i bonito lustre
dervdro de"3 b'icos para kerosene, espelhos, im
portantes quadros, rices jarros, lanternas, com
bingentes, tager?, paonos-de crocbet para ca-
deiras e sof, e um dito grande para piano, 1
rica cama.de pao setim com enfeltes de Jaca-
randa, guarda-vestidos ebvidracado, gosto da
Babia, 1 nnortante toilel de Jacaranda,, i rico
porta-joB, I rico porte-tj-xtracTo', 2 ricos jarros
para toilet, 1 bonita caixa para luvas e 1 rica
colcha ds teda para, cama.
L'ma meza elstica,, l guarda-Ioufia. de ama-
relio, t apparadores de columna. 1 apparelho de
porcelana pare jantar,.! apparelho ele porcelana
para lmoco, copos, cglioes, garrafas, compo-
teiras, tallieres, cadeias de junen,.! lavatorio,
1 meza de cosinha. 3 transparentes para portas,
Precisa-se de uma, riada, para copeira e
de mais algiun servigo de tamilia ; a tratar na
Preeisa-se de nm copeiro, de urna, criada
Sara servico interno, e de. nm cosmlMro para
ormir em casa: na Ponte' de Ucfaa em frente
estaejo.
-^ma~etliewi' de farnt" hubiUMa) p'ro^
poe-se leccionar primeiras lettras, .te., coi
casas particulares, ou mesmo em algum enge-
nbo distante do Recife, mas. aue seja perto de
atgtrmadasestaT^^tJas'msrBrifes- tratar na
ra-ImptffM u. 144.
O abaixo assignado faz sciente aos seus ami-
gwmrfieguexes/quaeaftl ttocorreaii dknolveu
df oommoaj accofdo, a sociedade fue tinha com
" Sr. Antonio Augusto da Silva Reis na loja de
ias.ruadeCabug n. 5 A e.que gyr^asob a
maes
QCiBEis vosaos hlhosu aaapE sadios ?
AdminUtrae-lhes o xarope ou as
Pillas Vermipurgativas
DO DR. CALASANS
ptimas preparagoes do mastruz
'c -huibarbo, paia a oxpuls3o completa, sem
dSres nem inconaniodo, dos vermes
intestinos ou lombrigas
(das ceeatqas e dos adultos)
SEIS AXNDS DE SUCCESSO
t Estas excellentes preparac;5es n3o ne-
cessitam de purgativos como auxiliares,
visto serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tem vermes, enrem c-
lica*, tem constantemente diazrhas, indis
pbsicjSo, sensaco de corpos que se movem
nos intestinos, endisrecimente do ventre, e
s vezes, vmitos. Rangern oa dentes, quan-
do oroaem, algumas e peasoas expelleni
.vermes com as fezes ou com as materias
dos.vmitos. As criancas apresentam
pupiUas dilatades e inapetencias .
As Diluas lovnr mprfssf' o nomc
DR. CAlxABAIS e s5o cor de rosa.
1 caixa de pilulas l 1, vidro de varope 1)5200
NASrPRISGD?AES DROGARUS E
I PHA^i&GIAS--
as
do
Tsses
t
Muucl llodriciKS K<.<-%<-,
D. Maria Modesta do Carmo. D. Mara M. de
Franca Caldas. Jos Luiz de F. Cadas e seus fi-
los, e Manoel Rodrigues Esteves e seus filhos
agradecem a seus prenles e amigos que acom-
panliaram ao cemiterio o cadver de seu sempre
Iemlirado marido, pai, sogro e av, Mignel Ro-
drigues Esteves ; e de novo os convidam para
assislirem as missas que sero celebradas as
capeas dos engenhos Aranda e Frexeiras ena
matriz da Eacada, quarta-feira 30 do corrente,
s 9 horas da manli, stimo dia do seu passa-
mento, e desde j se confessam eternamente
gratos.____________
t
Mara Rosalina da l'omrra .
Joaquim Thiago da Fonseca, dolorosamente
ferido pelo passamento de sua boa irma e ami-
ga. Maria Rosalina da Fonseca, agradece since-
ramente quelles parentes e amigos que tiveraa
a benevolencia de acorapanhal-o na sua dr, e
ao mesmo tempo pede aos que nao tiveram com-
munieario. desculpas por uma falta commertida
em virtude do tresvario causado por uma pro-
funda amargura. Outrosim, convida aos seus
amigos eparentes pura assistirem as missas me .
teem de ser celebradas na igreja da Soledade.
terga-feira 29, s 7 horas da manhi..
aflsaaaKzaaaacaBMaaBBiaBaaaBaaBBBHBaaB*
t
Kmilia da ('eos thofuradu
, Leopoldo Goedes Alcoforado, Joo Augusto da
Fonseca. Jo5o Minervino da Fonseca, Alexandri- '
na Favacante da Fonseca, marido, irmaos emi,
agradecem do intimo d'alma a tonas as pessoas
que tizeram o obseqlIio de acompanhar at ao
cemiterio os restos mortaes de Emilia da Fon-
seca Alcoforado e de npvo as convidam a assisnr
a missa jjue se manda resar pelo eterno reptuso
de sua alma, segunda-feira i do corrente, s 7
horas da manb, na igreja da Pcnba;-"
'i--
I
O Ptitoral de C'aaafcartAmabat
enrgicamente as tosse doloroeas, tornan-
do-as brandas e expectorantes at cural-as,
Os agentes i
Francisco M. da Silva C.
portos do .babs*de folha, tren, de cosinha e outros mui-
tos rnara&que serao vendidos
c.tfi
ENTE
r _n0 agente
: av pbr un
dade, far 1
-E' esperado dos -pe;
- norte at o dia 7 de Feve-
reiro o que! depois da de-
nora necessaria egarn
para a
a*ta. KM de Jaanfcro e Ma
PUT^earga, passagens, encommendas e
theWoiMete^ traja com os AGBNTES.
eors^Frster &C.
1* andar
O vapor A trato
GommakteH> L. HA Diekiussa
Este90%o 9 esplendido vapor ten-
do sabido de Li iboa no dia 2! s 5
toras da tarde, esperado at o dia
Odo'corrrfnte, seguindo depois da
demora neceBsWrftt^para
Macelo. BahlavPJo^e. auto, aWaaa#k>Mhenos-
Ayre.
Para pasaageas, jeetede eacommendas tratad
se com o* AGEiJIES. .
O vapor Tagus
Commanuartte P. Rowell
E' esperad* do sul no dia -3 de Fe-
yaerefro seguitid*depois da demora
sana para
A6 correr, do maiteiio
Terea-felra, t do eorrcne
A's 11 horas
SoJ andar..do sebaade.a ra Estreita
do Rosario n. 10
MARTINS, competentemente autori-
uma familia que se retirou d'esta ci-
leilo dos importantes movis exis-
tentes em dito sobrado reserva de preco.
O PEITORAL DE CMBARA
Inn* tto Couceiro, rerando-seomesmo Sr. Tende-se a 25500 o frasco, 13*006^1/2
Res pago esatiseito do sea capital e luems, e At,^.. 9Am^- n,ia A'
passandb a posse do estabelecimento e de toiloJ
o activo ao abaixo assignado, que o resptmsa-:
vel pelo passi\o da referida urina..,
Outro-sim, qu continuar a ter um completo
e escolhido sortimento de joias e que se incum-
be de execntar em sua officina de ourives qutj
quer trabalho que Ihe for conliado.
Recife, 23 de Janeiro de 188.
Alfredo Candido Couceiro.
duzia e 24f9O0O' a duzia em casas dos
agentes Roerigues Silva & C. e as prin-
cipaes pbarmacias e drogai-ias da capital.
RAZA NATRAI/ "
Qual a razie l da grande fama de que
gosa o Pe toral de C'aaahara f
E pelos eeus maravilhosos resultados.
FRANCISCO M. DA SILVA & O.
J uh o ler nuaile d? Pai va
Antonio Fernandos de Fjggeirede Faiva, fran-
celina Ferreira dos Santos Paiva, tendo recabidu
a infausta noticia damortede aeuiextreniosarpai
e sagro, Joo Fernanttes de Paiva^em Portugal,
hd dia 28 do prximo passado, pelo que pedem-1
a seus amigos e parentes do finado paraassisti-
rem as missas que por sua alma mandam cele-
bran aa igrej matriz do Corpo Santoyna.dia
terca-feira, 29 do corrate, pelas 7,horafi -da^na-
nhft, trigsimo dia de seu passamenlo, e desde
ja_jej*mfessam eternamente agradecidos *
.<
t
Leilo
Da armaco, baico, pesos, medidas e gne-
ros da taverna sita rui Domingos Viflaca n 2
aerado esqaeydo'da ra taroerlsi, antes da en-
trada da Cabanga.
Teroa>4ea diaff hora
Roa'-Imperial n. 2
. O agente. Stepptei por mandado e assistenca
do Exm. Sr-Dr.,jui substituto do commercio a
eguerimentb dos arrestantes credores de Ren-
janwn Jonqrhvd'Olireiray levar a leilo a arma-
cao e mais gneros existentes na taverna cima,
lotes, a vontade dos compra-
em um ou mais
dores.
Ltaaoa. Vlgo. Houthaaapion
Aafaerpia
Met Idaetotttv
*' Lisboa etr 12 13'
A'Southampten clof 2 Mmaf
Camarotes rcjtffvcto'psni os pawaproaae
Pernambaco.
Parapassap encommendas, trata-se
com os
AGENTES
Araorim Innos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. S
Leilo
sola
De cerca de 200 meios de
courinhos cortidos
Terea-felra 99 do eorreale
A' hjra da tarde
Agente Pinto
No armazem do Caes da Companhia Pemambu-
cana n 6
'ipifl/1
Antonio Moreira Pinto e Antonio Dias de Al-
meida Costa, Jpclarae n quem intesessar, nue
n'esta data dissolveram de accordo amigavefa
sociedade.ioje gjra,v*Bol afirma almeida^ Pin-
tqtnapadaruuauaaEua Pedro Affonso u. 49. re-
tiiaadof-se o ocio Antonio Moreira Pinto, pago e
satisfeito a>dinbtiiro de seu capital e lucrotK.e.
fiacai^ato activo e passia-oia sarapiB-uflicairres-
Moaabidade do- Sr, Anto.J)ia**. alated.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro, prefere se
gje? ;,,iractaf no pateo da Peana o.8.
- U ------------**---------*-*----~m----
portu-
Subieleajaeia-. jde SantonAiae
toojo
NestasubdeleBaiiaiaeha-ae umatcalca-nova, a
qaallo toswda.de-awt.'atuno ; quem se jular
coiBdrette ellaeomparec*'par"Wie 9v**n-<
Aix.eatmmerc\o
Os abaixo assignade* aeclaram pelo presente
que d-sde o dia 1 do corrate mes dissolveram
amigavtlmente a sociedade que nuam.na fabri-
ca a vapor de pfo'de trigo e mHho,' sita na pri-
meira travessa. 4o Itomlil n. i, spb a JJrma de
Praira 4 Pinto. Terifando se oejr-sbeio Adriano
PRODUJOS ESPECIAES
Do Dr. Carlos Botteorourt
APPfiOVADOS PELA JlTTr^'CEKTaAL DE 1
HYaiElW^BA ORTE, ,,
Salsaparrilha je Caroba
GjRAXDE DEPURATIVO DO SAN.GUE,
EUxir.antirrbeumalicojanti-sjpWiao^amprfi:
Jado em todas as molestias de pelle, erysipela,
arthros ou impingensi beriberi, antbrazes ou
carbnculos, cancros venreos, feridas cance-
rosas, ulceras, gouorrhas. chronicas, boubas.
bubdes, escrfulas e todas-as doences que de-
pendem da impureza do sangue.
Este remedio supenor"redos- es outrosdo
jjeu genero, o que est pro-rado pela preferencia
e aoceitactQ que'Hie'da o pubike-.
* Um vidro 3*0*)
alaria kohuImh da Fe
Jos Mathias Lopes da Fonseca, sua^aulber,
cuohada e filhos agradecem do fundo d'alma a
todos os parentes e amigos que iiveram a hene-
voltncia de acompanhar at ocenuterio .cad-
ver de sua presada e joven filha Maria R salina
da Fonseca, e convidam; a todos paca assistirem
as missas que mandam- rezar por sua alma no
setodia de seu fallecimanlo, na igrei*da So-
ledade (Roa-Vista), na terca-feira as horas
datoaoba.
I
Elixir de >Jurubefatay Quina e.
Pesapinto
TOXICO FERRIFWj E ES^BSTRUE5.TE
Empregado na debilidade geral, doengas do
eatomago, convalescencas depois do parto, febre
palustres, molestias do figajp e bago, falta de
apeute. anemia, chlorose, cores paludas ou falta
de sanguv; doengas nenosas.
E'um recoDStituinte de energa, aromtico, e
agradavcl ao paladar.
l'm vidro 34000
I Lucia Otara de Ohveira, Auna JoaqptBa de
Oliyeira e Ildefonso unes de Olivelr; mtfcer,
mi e irmo agradecem a seus pareotes-e ami-
gos que acompanharam ao cemiterio publico o
cadver de seu sempre lembrado marido, filho e
irmao Luiz Ignacio Junes de Oliveira, e os con-
vidam para assistirem a missa que ser rezad
na igreja de 8. Goncalo. quarta-feira 30 do cor-
rente, s 7 horas, stimo de seu passamento, c
desde'j se confessam eternamente eratos.
BVaNHHHBJB
ed1u^eseai^^ de Jaramacan com-
do o ex-socio Jos, i mtuide feaitoaha aposse-
da activo; t uceo resaonjawL* obriBada-t'neiai
liquidao'do paseiwdu meseno-. Rerie.'! t
Janeiro de 1889
Aduano da Rocha Pereira.
Jos flento Souza Rocha.
t
Leilo
De um cabriolet de 2 rodas com arreioe, 1 car-
roca, i excettentaboi e f cavallo andador.
* t-yoadfciVaMt WniniamPa. .
No caes de < apibaribe
Por occasifiode leiWe'dw carros e cavallos
da cocheira da caes de Capibaribe.
Leifo
De moris, loncas e vidros
f Sendo uma forte mobilia de Jacaranda com.
censlos de pedra (gosto antuo), 1 meta mobi-
lia de amarello com consolos e jardineira de pe-
Novo estabeJeiiento de fa-
zend& finas e moda s
Recebem direetamenJe da Eucopa o que ha de
mais novidade em tecidos defantazia e uno gos-
to. Completo sortimento sm fazenda3 de todas
as elasses e oreos sem competencia.
Telephone 489
posto
GRANDETITORAL
Tratamento cuiatiQ de tdaa>as. ai^tetias do
peito e da garganta, defluj; -fossps simples e
convulsa, coque! uche. coiisripacoes.astUnia.bron.
chite, catarro chronico e tysica pulmonar e do
larynge.
E' o primeiro peitofal que se oonhece at boje
na medicina
Um vidro iOO
A' venda na ra liar da Victorio n. 51
Piariuicia Pintw
Ama
Precisa'se de uma ama para < osinhaj ; a tra-
tar na ra Mrquez de OJinda n. 31, 3 andar.
Cozinheiro
Precisa-se de um cosinheiro
do Payaand a, 19.
a tratar na ra
a aivawBafOB^r^
FUfco
Luiz Aatopia ua Silveira Tavora agcad^aoMpr-
dialmenta>a todas-as pessoas -que-se dignaanm
acompanhar, ao eemiterio o,corpo do seu finad
fina-luisiAntonio daSlTera Tavor* Filhjn;gde
novo as convida para assistirem a missa que
manda celebrar-ao !/8 horas da manh.na igreja de Nossa Senhora
do Ter

aheltt do
Silva
AUuooi.Jos. des .Santos suaJiwiba(eoiivht
dam aos seus parentes e amigos para assistirem
i usa missa qa^ por. alma] de sua esiremetida).
falha, sobrinha e irm, D- Amelia RrasiliQa Ra-
bcllo da Sdsa,, mandim rezar na matri da Boa-
Vista, s 7 horas da mauh do da 28 do corren-
te, peloaue desde ju Ibes anitcipam os. seusrsia-. .
celgs agradecimentos.
i nMn5t^BSTo>55!^T5^oMcf R%
da finarda Nacional
leudo o Instituto de mandar rezar uma mista
no, dia 30 do'correnle, trigsimo dopasamto
do nosso inditeo -socio, capitSo Jos PrantSw
Pereira da Silva, convida aos senhores socipeja ,
faanlia do fallecido para assistirem a esse ac
que ter^iugar. Qa matriz' do Corpo Santa,,
heras da manht.
Secretaria do Instituto., 28 de Janeiro de 1889.
O 1 secretario,
Gaspar A. dos Reis.
*


II
I
i

Diario de Pernambuco- -Domingo 27 de Janeiro de
1889
DE
& c.
HERMES DE SOUZA PEREIRA
SUC3ESS0R3S
Acaba de reabrir-se esta importante, pharmacia sita ra do Mrquez de Qlinda n. 27, depois de ter
passado por urna transformacao completa. Est em condic,oes de satisiazer todo e qualquer pedido, nao s concer-
nente manipulacao do receituario, como a venda de preparados nacionaes e estrangeiros, dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida.
Esta.casa., sendo por demais conhecida pela sua seriedade, os seus proprietarios.esperam do distincto corpo
medico e da populacho em geral, a continuacao da protec^ao que sempre lhes dispensaram, para o que empenham
a reconhecida lealdade com que costu mam tratar os negocios de suaprofissao.
xx^Daiwcses Doce sarr^^. ^DSDaDSx^ajl & c. successores
RECIFE
Afchitectura
Andr Rompcke prepara, gncmecldoe de to-
das as core*,- garantoado aeonsurroco das mes-
mas, tanto para o exr" ior como interior de edi-
ficios ; os pretendentes podero- deixar suas or-
dens na mercearia roa da Imperatr n. 2.
Caulellas do Monte de Seccoio
Compra-se rautellas do Monte de Soccorro de
qualquer joia, brilhantes erelogios; paga-se
Bem na mea da Independencia n. 12, loja de
relojoeiro.
Caixeiro
PREM SEM (MPETENGIA
A' ra Primeiro dr Marco m. 20
Atoalhad o bordado a 1<$200 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
. Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 re. o cevado.
..Batutas finas a 140, 200 e 240 re. o dito.
Brim pardo a 280 e 320 rs. o dito.
' Baleias pretaa a 260 e cobertas a 500 re,
a duzia.
Bicos de urna a cor a 2 a peca.
Bramante tran9ado a 800 re. o metro.
Brins de cores para enanca a 260 re. o
covado.
Bicos maisados a 2500 e 34 a peca.
Cumbraiiis bordadas a 44 a peca.
Cachemiras de quadros a 260 o covado.
Cortes de seda para colete a$000.
Dito de bnon em caitSo f#000.
Colchas de damasco a 60000 Mma.
Cretones de alsace a 860 rs. o covado.
. Cambraia arrendada a 460 re. o dito.
. Cachemira da India a 220 re. o dito.
Chales adamascados' a 24500 um.
Cortinados bordados a 6(5000 o.par.
Colchas de coree a 24 24500. urna.
Cortes de casinetas a 14500 um.
Chambra 44500, 54* e 4000 um.
Cortes de setineta a 6(5000 um. '
Cambraia Victoria a 2(5900 a peca.
Camisas aeraSes a' 364000 a duzia.
Cachemira de duas larguras a 800 re. 6
covado.
Cretones claros a 280 e 320 re. o dito.
Colchas de ftistao a 34500 urna.
Camisas de meia a 1)5000 nma.
Cerouias de bramante a 154 a duzia.
Eaguia pardo a 360 a 400> rs. o ovado.
Espartilhos couraca a 54000 um.
Entremeios bordados a 700, 800 e 900.
Completo aortimento da case mira e brins, coDaiinhos,
eos, .bolsas, fich, lencos, loques e muitos outros artigos.
4
ito do Louvre
Fichs de malha a 24000 um.
Fustao Branco a 360 e 400 re. o covado.
Dito de cor para ronpa a 800 re. o dito.
Guarn c2w de crochet com matiaes.
Gazes de cores a 500 re. o covado.
Guarda-p para homens a 6(5000.
Grinalda para noiva a 84000.
Guarda p para senhoras a 84000.
Lencos com barra a 2)5000 a duzia.
Leque a grS-duqueza a 24000. um.
Lencos branco a 14200 c 2)5000 a duzia.
Luva8 de seda a 24 e 24500 o par.
Linhos de quadros a 80 re. o covado.
Las escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de eores a 500 rs. o. .dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 re.
o dito.
Meias com pintas, para senhoras, a 800 re.
Madapolao americano a 6000 a peca.
Meias para homens a 3)5600 a duzia.
Extracto PorteVeine a 1(5400.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o co-
vado.
Paletots de seda palha a. 74500.
Ditos de alpaca preta a 44500.
Panno da costa adamascado.
Pacotes de p de arroz a 500 re.
Percales fi as a 200 e 220 re. o covado.
Boupas para banhos salgados.
Regatas de cores a 14000 urna.
Sabidas de baile a 24000 urna.
Suspensorios americanos.
Sargelim de cores a 200 re. o covado.
Setim de odres a'800 e 900 rs o dito.
Dito do JapSo a 240 r*. o.dito.
Toalhas para rosto 34600 a duzia.
Ditas para banho a 14400 urna.
UtncimH* o* iMcwcfsrfs Hrtl* (mewfa rfo Bnrll.
SAPSULAf o SNDALO CITR.M.
laloaaaaeaM
MOLESTIAS SBORBTj
le {< ttmOMt Cattsulms wmwrlmimf rnnm>n Tm rVAMS, U.T c. UVEB*OOL. T.VAH, T.F.*rilB* TTXMB, __^_____^_________opt.omfrt* r jota* r"in. ir*?* hukuacui..

A I i i ll
f Qotta, Rheumatismo, Dores
1 SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina dsyParit. Pramh Mtntyon.


A Verdadeira Setaclo CLIN ao Salicylato de Soda emprc-ga-se pira curar:
As AffecQoes Rheamatismaes aguda e chronieas, o Rheuraatismo gottoso,
as Dores articulan* etnuteulares, e todas as vezes que necessarfo calmaros
softriiaeBtofl oeoasionad>ic poc estas molestias.
A Verdadeira Soluco CLIN o melhor remedio contra O Rheumatismo,
a Ootta e aa Dores.
i(i3 (Jm $Mtftfo dttalhada acompanha cada frasto.
Exigir a Verdadeira SolucSo de CLIN & Gic, de PARS, que te enoontm em?
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 annos,
com pratiea de molhados c que d fiador a sea
conducta : a tratar na ra Conde da Boa-Vista
n- 87, prefere-se brasileiro. _
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gaaaafcenj gral que receben pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuajao do cambio avoravel.
Conven que experimentem.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
T ypogaphia e Lilhographia
FABRICA DE LrVRQS DE ESCRD7TU-
RACAO
Premiada as expolfes de
18tel88e
Manoel J. de Miranda
Encadernacao e especialidades em cartoes de
risites.
MM Dnque df Caxias-39
Telephonen. 194.
Professora"
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
pOe-se a leccionar em coilegios e casas particu-
lares as seguintes materias : Portngnez, Fran-
cei, Msica Piano; a tratar aa ra Visconde
de Albnquerqu'e n. 20.
Alnga-se barato
Ra do Rosario n. 39.
Ra do Catebouco n. 4 nedar.
Baixa Verde n. G. (Caponga).
Ba Visconde 5*5 Itapariea n. 43, armazem.
A ra do do Calaboco n. 4 loja.
l^argo do Corpo Santo n. 13 andar.
'tea Santo Amaro 14 1 andar,
tea Vinal de egreiros n. 45.
'Ekata-se aa ruado Commercio n. 5, i. andar,
escriptorio de Silva Guimares A C.
AJug"a-se
urna sala grande, clara trasca, de um 1- U-
dar roa Jlarfue: de^Olinda", para escriptorie
de commiseOes ou para algmn medico.
Melade de um armazem na mesma ra, pro-
prio para deposito de gneros, fazendas on mes-
me para escr ptorio.
Um terreno grande com baixa de capia), -
volados, quartos para raoradia, cocheira e es-
le
trlwria para cavailos, bois ou vaccas.
Os pretendentes poderao obter qualquer
io-
fomacao no armazem da bola amarelfa, caes
22 de iNovembro n. 36.
Ingl
'
eoaa-de*
Drof
uiitat i Pharmaceuticot.
>**'
ez
Em virtude de ter sido muito procurado e nao
pedido satisfazer aos pedidos de todos, mandei
chamar um collega da Inglaterra (Mr. Dick) que
j se acha no caso de receber. discpulos de m-
glez pratico.
J. fknstotUj roa do Progresso n. 2.
M, j. ft8T0BB, tendo de tnodiflcar a lista de
seus discpulos para o novo anno, pede s
Exmas. familias e senhores que tm-o honrado
no passado que comaraniquem-lhe os seus dese-
jes para que elle nao falte na attencSo devida
soslilms. Srs. seus discpulos.
Os Srs. doutores desta praca que tentaam eo-
nhecimente de inglez e -que queiram se aperfei-
coar na pratica, dirijam-st a J. Fanstone, n. i
ra do Progresso," ou na casa Evanglica n. 4,
ra estrena do Rosario.
Tambem para maior commodidade das pes- [
soas empregadas no commercio tenho resolvido I
abrir um corso nocturno de inglez pratico, o
qual funccionart no 1 andar da casa n. 4, roa
estreita do Rosario.
punhos, oaos, toni-
AMARAL & C.
ALLM I^TERSON & C
N. 44-^Rua do BrumN. 44
JUNTO A-ESTAflO B08 B0NB8
Tem para vender, por precoa mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas ei caldeadas.
Crivacos de diverso tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro.com serraereular.
Grradeamento para jardim.
Varaodas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindes modelos.
Portas da fornalha.
Vapores de forea de 3, 5, e 6 cavallos.
Moeudari de 10 a 40 poilegadas de pauadura.
i Rodas d'agua, svstema Leandro.
Eacarjegam-ae de ooneertos, e assentamento de machinismo e executam
qner trabalho com perfei^ilo e presteza.
n
Alugpa-se
as casas n. 59 roa Vidal de egreiros n. ISO a
roa i oronel Suassuna, e um sobradinho em Ao-
gacios, com bastantes arvores fructferas, no
Becco do Quiabo n. 64; a tratar na roa Marcilio
Diasn. 106^ ________
ACA
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira, na ra Duque
de Caxias n. 42, por cima da
typographia do Diario.
Precisa se de urna ama ;
Sai: to Amaro n. 6, 1 andar.
a tratar na ra de
Ama
Precisa-se de urna amr para comprar e eert-
nhar para casa de pouca familia : a ra da Pe-
nha n. 21, 9 andar.
4 Ama
Na roa Formosa n. 8, precisa-se de urna lea
coanheira e engommaeira, e que durma em
sasa.
Ama
1 reeisa-se de urna ama para cozinhar para case
de amilia; a tratar na ra dos Guararapes n. 80.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar,
casa de familia de tres pessoas ; na roa
numero 69.
Mr. tere B, Nind. nico professor ame-
ricano da lingo | iogtea, pode ser procurado
nos sabbados roa Conde da Boa-Vista n. 28,
sobrado defronte da estacao da Soledade.
Pao centeio
<
Mille & Bisel, avisam ao respeitavel publico,
que todas ti tercas e sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao; roa larga do Rosario n. 40.
Ama
Precisa-se de urna ama para, engommar ea
casa de peuca familia ; a tratar na raa Duque
de <3axias n. 48, loja.
Ama
P-ecisa se de urna ama para o servicodomes-
tioo de casa de familia; a tratar no rptofio
de* Diario.
Ao commercio
Urna pessoa com habilitacOes de commercio
em qualquer genero de negocio, entendendo de
escnptonor'Jlfc're' sens Bervicos, naos6para
a cidade costo part fra, deixando carta nessa
redaeco comisafakiaes A, F. ^^

qual
CMorose, AnemiaCatnarro pulmonar, ^-Broncite chramcu,
Mttarro da Bexiga, Phtisica, Tosse convulsa, Oyspepsia, Pallag,
Peraas-semlmes, ~ Oetnarros-antigos e complennos, eir
aenlwTmrd' nenain. *t m VARA, i na princlrae liiarm? -kv--
:.
PEREIRA 8" MAOALHAES
Recebedores directos dos. mercados da Europa
liquidam os seguintes artigos -com descont d 14 {0 na^
vendas m grosso
Bramantes de algodio superiores, a 800 rs. o metro, 4 larguras.
dem de puro linho faifenda de 2r)2O0 para acabar a 15500, metro.
Atoalhado alvo, duas largaras, a 700 rs., 1(J100 e 1(5200 o dito.
AlgodZo alvo, nacional, para lences a 5)5500 a peca.
Madapolao americano, a 3)5600, 4)5000 e 65000, com 24 jardas.
Maripozas de cre a 220 is. o covado.
Chitas taras e escaras, e6res firmes, 200 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefirofr de^BtedrijAoB, a SOy'loX) e '200 rs. 0 dito.
Merinos usos de urna largura a 200 rs. o dito,
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichs de renda chics a 1)5000.
Colchas rrancezas de cores ai 2)5000 e 49000, nma.
Lences de bramante a 1(5800, para cama de casal.
Casimiras de cores para roupa de crianza a 1)500") e 15800, diagonal, duas
larguras.
Camisas inglesas e francezas a 265000 e 305000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 145000 um.
Cortinado ricamente bordados a 55500 e 65000-
Pannos de cores para mesa a 15100 e 15300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 35000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludhos de Cores e pistos a 900 rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as eres a 900 rs. o dte.*
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas^ lavradas, a 240 rs. dito.
Meias cruas ingLezas para homem 25500 o 85000 a duzia.
Cerouias bordadas, de bramante, a 25000 e 165000 a dito.
Cortes de casomir as para calca a 45000 e 65000.
dem de meia csemirs. a 25000.
Toalhas grandes para roste a 45000 a duzia.
dem felpudas para bnho a. 125000 a dita.
E muitos artigos que serao lembrados com a presenca de nonos reiteres

59Ra
Caxias59
PEREIRA V HAGALHlES
tM*
GRAGEAS!
tRtlN
imjEccio
3iOMMMss. c*sea H la'l
tmmie ftmt ueste C____________________
^^l ameUsni ai$mm.
fotb m prlmlrM qe ohtivwm mm>to x i fmmtiu |
(USO) ) >lii|iiiniai 4* ans'tin. Cmrar.i meU;tlu aetetr*, ,
PORTIN mm*
tmimiiiUi'nti
A abaixo assignada previne ao publico e ao
| commercio desta cidade, que nio facam transac-
i'So de especie alguma com a parte do sobrado
n, il sito roa estreita do Rosario, pertencente
a Manoel Sodr da Cnnha Motta, enem outro
qualquer negocio, sob pena de ser nnlla toda
transaeco feita pelo dito senhor. Recile, 11
de Janeiro de 1889.
' Lanrinda Martins Rio.
rgatiTco______^
CONFITC V&RTAL, LAXATIVO E MFRJGERANW
contra PRISAO CE VENTR1 *|
' AlMIOVADO ?Ei .'INTA CBKTRAIj DE HY6IEJ PUBUCA W BRAZ3L
lete purgativo axelttHvamente vegetal se aprsenla sob a ft.-ma de um onfeito agr*
davel,que puracvi suavidade sein onvtnor incommodo. E' admirave'. contraaeBfitotet.
do eatomago e do Hga io, a itturicia, bilis, pituita, nauseas e gazes. O seu efloito rpido
e beneflea nt-tmxiaqueea, (faande a eahefa est pesc-ia, a bocea amarga, lingua tuja,
falta o appetite e a eomicLs repugna, as inchacoet de ventre cansadas por mftammafe
intestinal, pots nao irrita os orgaos abdominaes. Zmftm, as molestias de peUe, usagre e
emvuUdtJt da infancia. O Purgativo folien resol ven o difftcil problema de purgar ae
ereaBcas que nao acceitam prgativo algn, pois o peden: como ea fosae um oastilha
de ebooolete sabida de confeitaria.
pesito *m Pars, t. Has TirMnns, as i mcipaei Pnarmuciai e Drogaras.
:i
OleodeFigadOdel
P.-ecisa-se de urna ama para cosinhar : a tra-
tar na roa dos Guararapes n. 88. ___^____
Ama
Precisa-se de urna .boa cosffibeira,,yafla,-se
bem.: loja de faiondas. ra Duque dsKaxias
H. .

tfMna
Na roa Velha d Santa Rita n. 1(M, precisa-se
de tura para cosinhar^ pefere-se idOsa.
Ama
AOPOSpOS
em duvidt, or.duzir^a Part omrulUd
somero 4m bomob pitrici. .
Ora, muit i d'eotre ello mlnriits
pelo* esplendores d grande capitel,
qoerer&o aU eetafceleeeT en ou at latee
compra de ama 4'aqueUaa auiaTIbuua
reaideueiu en paree de o chamar de nore
en certa* poca*.
Podemo* daade j designar ;
d'essas pessoas urna linda oj
ramenti
IlirhsH
oasa anti-
mnnte" pertencente ao 88r Lanrent
rd. eiainente eoUeceionswdar be
oonhecido no mundo inteiro.
Esta propriedade acna-ea aitaada asi
NuuillT, Avenida de Madrid, rll, 1
entrada do Bosque da Bolonha, apile
M de um formoso palacets, satilfss,
sploudido jardim inrera, eetafc *e
kranj oirs, ribeira inglesa, asa,
Anda encontra-ae aea a grata da
astreere do c Temple a oada al ral
L-ii XVI ia sentar-se durante a asa cas*
-tivfttade. Este monumento histrico Sears
* -ssanii a propriedade do felis Dirigir ae pan m infrmacoe* a
W sa3ni rd>ei. rm*t*-*ltmm.miT-ta
Pi'ecisa-se de urna ama para cosinhar, ^prele-
re-S'! idosa : a tratar na ra de Lirrameno n.
10, 1- andar.
'-----------1------'
na ra
Freeisa-se de nma annrpara cosinhar
a Madre de Deus n. 5. 1- andar.
Amas
Ni casa de familia roa'do Vigario n. 23, se-
gundo andar, preciaB-fee de urna cosinheira e de
urna ama seoca para.Nanga. __________
Amas
Piecisa-sc de urna cosinheira c de urna criada
fian, tratar de enancas e que sama engMnmar :
toa raa da Uniao n. 27.
Amas
Precisa-se de duas amas pasa casa de peque-
a familia, sendo urna para cosinha e outros
servieps domsticos, e de outra para lavar e ee-
gommar : a raa do Imperador n. 40.
loo-FetTUgTinas ibQtttna Casca He Laranja amarga
Este medicamento focil de tomar, nio provoca nauseas, ]
I e de cheiro agradavel. Pela sua composic;toy-poisne- todas
qualidades-que lhe permirtcm combater :
ANEMIA, a CHLOROSE, as AFFEC^ES dr PElTO!
BRONCHlTE, os CATARRHOS, a TYS1CA
a DIATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua c?ao ibultipiice a
| segura, da economa para os doerrtes, os mdicos reccitam-n'p
[ de preferencia i qualquer outro medicamento similar.
OS3SITO OIBAL
PARS, 209, ra Saint-Dema, 209, PARS
ntiHi em Tesa a nukcivab. PBaMucte* ao unrinso
DESCONFIAR DAS FA1.6IFICAC&ES E IMITA
Vinho Maduro
& C, com grande estabeleci-
e moHwdos; sito casa n 9
Pocas Mendes
ment de seceos
roa estreita do Rosario, contiguo a rgreaj act-
bam de receber orna grande remessa do acre-
ditado e especial vinhoMaduro, o nico que sem
a'mnima confeepao importado neste mercado,
e sd se vende no referido estabeecimento.
Garosos Compra-s carocos de algodSo ensaccados, en-
tregues nos armazens, raa do Baro do Trium-
pho na. 11,12 e 14; ao proco de 380 res por ifi
kilos.
iCOCS
Ao commercio
Camella!
'' Constando ao*abaixo assignados que alguem
se oceulta diser ser nosso caixeiro e ter compra-
do em nosso nome ou querer comprar, proveni-
mos em tempo que o unreo o mesmo senhor.
Olivelra 4 Innao.
Precisa-se de tima criada
para o serviep de urna fami-
lia, a tratar na ruada Sole-
dade n. 82.
n ii yi
i '
Vinho de
e-aC d>fl'
da Madeira
ipeeial

F-ii decimos e caixa deduzi
d'T Joaquim da silva Caroejro.
Sar.to n. 13, i- andar.
para ven
do Corpc
Professora
.*Vma senhora competentemente habilitada, con.
pratica de. H annos de proflsaSo, apresentando
diversos attestados de bom raethodo e comporta-
ment, olferece-se para leccionar em casas par-
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
guintes materias: Portuguez, Francez, Italiano.
Qeographia, Piano, trabalbos de agulha, etc.; a
tratar ra Viscende defioyannan. 69 ou em
casa doRegulaaor da Mannhara larga do
Rosario n. 9.
Gratifica-se
No trem que parti para o Casanga aa quarta-
feira 23 do corrente pelas auatro dezoito mi-
nutos, Bcoo ra um carro de 1 classe urna cai-
xa contendo fitas e iacod-aiguns pares de meia
%JBBpaoueno vestida > uado para enanca :
quem o,iiver achado guerendo. restitur dirja-se
ra drj'Cabug n. m, loja, que ser gratitlcado.
..':'
DEVIDROS
1J3 Rui d .prora 193
Expoe 4 venda em grosso
e aTetlho os productos dt
^e fabrico: sendo
Copos com esen)p,.dito8
com'za para cerreja, cli-
ces, globos^cbamins, frascos
para botica etc. etc.
-Precos sem competencia
11
r
CADET
'C Li r\
Cosinheira
P-ecisa-se de urna cosinheira; na ra Velha
numero 137.
Rua da Imperatriz n. 36
Continua fornecer-se cotnedorias casas de
familias, com premptdao e asseio, por prees
rnoc.ico ; a tratar na mesma cima.
Criada
Ni rua da Dmo n. H7; precisa-se de urna
iaia para cuidar de- doas Griancas. dr ti e 3
idade e que saiba engommar, prtfrre-se
annis
do;a.


8




de Pernambuco---Domingo 25 JaneiT% de 1889
GRANDE
PIANOS E MSICA
FUNDADO M 1851 .
43-MJA DOS OUaiVES-43
Grande liquidacSo
J. BEVILACPUA
Participa *ob seus r.umorosrs fr-guses do iotrrur que tem si-mpre no eu eetubelecimet to o maior c maii pg clhiri
ortimento do piscos dos oiclhores sutoria.
dos pianos de
W^C^i"M^C^lHI (primeiro fabricante da Allemanha)
Construios coro chapa inteira de metal, propria para o dobio clima
Corda* cruzadas, grande soa -ridade, perfelco. durac e solidez
?le7ei. mmt, ;-".:, ssss, boisseloi i :::m
!5. f. C.tl*k>goa o probos (( rrefii-g -t" rnmi>Ui*tia gratuitamente a queo os pedir.
GRANDE OFFICINA PARA CONCERTAR PIANOS
TJSICA
D
i rcbeslra e banda n:i|isr.
o seta pegas de msica, alrcanach e o,. U logo de pagas eaoolbidaa
todos "B editores d'Eorcpa pt.ra pit.no, canto, ii.siruu.er,to,
HIXIATt HA ni'l!CAii -Rio aibum ont-n '
Quam nos remetter 520 ra. ensiaiaiaos x MINIATURA.
As encomru i'wb qu<- sol forcci dirig as serSo despachadas com roakr bresiduie, desde qu;- vcubsm Bcompaobadas
de sea valor.
N. B. Os abfctimentos serlo prcprg. ioc* os ao vLr das encomoiendas.
Grande officina para gravar e imprimir msica
As pessoas q e quiz despea.
J. BEVILACQUA
43-RUA DOS 0RIVES-43
Rio de Janeiro
JCp2* Attendite
Jos Samuel Botellio avisa ao respeitavel pu-
blico que ainda continua a fabricar bouquets do
mais afamado gosto, para casamento ou outro
qualquer acto, assim como capellas mortuarias
de perpetua; a tratar na ra Nova n. 20, loja de
miudezas, ou na ra da Cadeia do Recife n. 43,
loia de selleiro.
Mercearia Equidade
Ra de Borlas n. 13
Grande variedade de vinhos engarrafados, por
commodo prego, e superior qualidade, recebido?
directamente, como sejam: vinho de Pasto, Col-
lares, Figueira, Verde, Palhete, Moscatel, Malva-
sia, e outro sem igual, especial para senhoras
Vende-se superior carne secca de porco, vinda
do sertao, vinho fino do Porto a reUlbo.
Ao commercio
Os abaixo assignados, tendo comprado aos
Sis. J. Al ves & C. Successores de Santos & Al-
ves, o estabelecimento de seceos e molhados,
sito ra Mrquez do Herval n. 73, livre e de-
sembaracado de todo e qualquer onus ; por isso
previnem a quem ao mesmo direito tiver. apre-
sentar-se no mesmo estabelecimento dentro de
tres dias, a contar da data deste. Recife, 25 de
Janeiro de 1889.
Silva Azevedo & C
Cosinheira
Precisa-sc de urna cosinheira ; ra Sete de
Setembro|n. 6.
Triada
Precisase de urna pessoa para o servico in-
terno de urna casa de pequea familia ; a tratar
oa ra 1 de Margo n. 17, 1 andar.
Cozinheira
Precisa se de una boa cozinheira que durnia
em casa dos putroes, para casa de pequea fa
milia, na ra do
portlo de ferro.
Conde da Boa-Vista n. 24 F..
Criado
Precisa de um no 3.* andar da typo-
graphia do Diario de Pernambuco, ra
Duque de Carias n. 42.
^ YENDAS_____
Vende-se um eatabeleciaiento de molhados
comjirorwrgesjjara grande aegocio ; na praca
Conde d'Eu n. 18: ^^
Vende-se o antigo e bem afregnezado es-
tabelecimento de calcados nacionaes da ra do
Livramento n. 11, o qual se torna recommenda-
do pela boa localidade em que est ; a tratar
no mesmo.
Carvao a 400 rs. a barrica
WBISIT
Boyal Bleod marca MAN
Este xcellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Roy al Mead marca Yiado,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Boinemprego de capital
Vende-se duas casas na ra do Mangue n.s 24
e 26 ; tractar na mesma n. 96
gdo n. 17.
ou na do Ara-
Pinho resina
Cimento
Parallelipipedes.
Vendem Fonseca Irmaos 4 C.
FOLHETII
Vende-se carvao de boa qualidade
larga do Rosario n. 40, padaria.
na roa
POR
(3A9A
JULIO MARY
TERCFIRA PARTE
HONRA POR HONRA
(Continuoslo do n. 21)
VI
Pouco me importa isso... olha tam-
bem para esta janella... Ella acha-se
guarnecida de varBes de ferro, que has de
custara quebrar. E nio podes sabir senSo
pela porta ou pela janella. Existem ni-
camente essas duas sahidas. J experi-
mentaste a solidez da porta. Quantc a
chave aqui est, mas sou mais forte do que
tu. Nio tentes arrancal-a do meu poder.
Resta por tanto, a janela. Vou abril-.a
Abriu-a com effeito de par em par.
Convence-te por ti proprio da soli-
dez dos varSes.
Gauthier metteu o hombro contra a
grade de ferro, trepou, Jsacudiu-a, machu-
cando as mos. NSo conseguu sequer
abalal-a.
Demais, continuara a explicar tran-
quilamente Montmayeur, mesmo que con-
geguisses quebrar as grades, o que lucra-
ras com isso ? Quebraras as pernas na
calcada do pateo ao cahir.
__O que queres de mim ? perguatou
Qauthier.
Persuadir-te em primeiro lugar de
que ests em meu poder. Nao tena ar-
mas. Eu estou armado. Cousa alguina
deste mundo alm da minha rentada po-
de-te fazer sahir deste gabinete.
Seutou-se commodamente, cruzou as per-
nas e com um sorriso:
Esperai-ei pacientemente que fiques
convencido...
O aposento em que se jissava esta sce-
na era amito vasto e atravancado de ins-
trumentas de chimica e physca. 0* uni-
os moris *e o guarneciam eram urna
grande nfesa pesada no centro, supportan-
do mackinas elctricas, cadinhos, retortas,
Vinho de pasto
O que ha de melhor vende-se pelo mdico
prego de 3300 o barril de 5o e 8*000 o garra-
tao de 3 caadas voltando o garrafao 7*500
(precos lquidos) : ra do Amorim n. 60.
1 la do Baro al Victoria 1
AZEVEDO IRMAO k C.
Resolveram vender mais barato para di-
minuir o seu grande deposito, para assim
poder dar balanjo.
A saber :
Rendas de cores, comprimertto de saia
a l){KX)0.e 10500.
Sargelim de todas as c6res a 200 rs. o
covado.
Baleias com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 rs. a dita.
Bramante de linho, com 10 palmos, a
1*5400 e 10500.
Extracto Rita fangal a 20200.
Fichs de 15 e seda a 10 e 10500.
Capellas com veo bordado a 60000 e
70000.
Merinos de cores a 400 rs.
Zefiros, largos, a 160 e 200 rs.
Cretones com ferraduras a 240 rs.
MadapolSo (o verdadeiro Boa-Vista) a
60000, com 20 varas.
Toalbas para banho a 10 e 10500.
Colchas de crochet, finas, a 50000.
dem com flores a 80000.
Toalhas felpudas para rosto a 30000 a
duzia.
Bramante trancado, 4 larguras, a 800 e
10000.
MadapolSo com 1 metro de largura a
70000.
MadapolSo Globo a 70000.
Dito camisero legitimo a 70000
FuatSo branco a 360 e 400 rs.
Setim branco e de todas as c6res a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a 130000.
E8partilho8 couraca a 40 e 40500.
Cortes de cambraia com carocinhos a
40000.
Brius de linho de cores fixas a 600 rs.
Crinolioe branca e preta a 400 rs. o
metro.
Rico sortimento de leques de penna de
80000 e 100000.
Guardanapos de linho a 20 e 20500.
Panno de crochet para cadeiras a 800
reis.
Ditos grandes para sof a 20500.
Cambraia Victoria e transparente a
30000.
Merino preto, fino, a 800 e 10000
Camisas franeczas, finas, a 330000 a
duzia.
Nanzuc de cores finas a 240 rs. o co-
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 10000 e 10500.
Cretono com duas larguras a 400 rs.
Batistcs finas a 140 rs.
LS de quadros a 280 rs.
Cortinados bordados a 50500.
Ditos de crochet a 100000.
Camisas de flanella com collarinhos e
sem el les.
Palitots de palha de seda, todas as co-
res.
Luvas de seda-
Fazendas de phantasia e abertas.
Cachemiras eom listras e qu&dros a
500 rs.
Cortes de casimira a 40000.
Etamine preto.
Cortes de cambraia aberta a 50000 a
Peca- ,
Cortes bordados brancos e de cores.
Seda palha crua com flores a 800 rs.
N. B.As fazendas compradas na nos-
sa casa n2o sendo do gosto do freguez, se
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
61
Mais Barato
A Loja das Listras Azues
A' RA DUQUE DE CAXIAS N.
Telephone a. 91 i
0 proprietario dcsta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seus fre-
Suezes, que as pechinchas que costuma
ar, nao sao nem nunca foram divididas
de outra casa como algucm annuncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boas, castume que a Loja
dan JListriiM Azues nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa qua-
lidade, e nao levam ] medida escassa;
aceita-se a fazenda vendida se, por
Telegramma familiar
Vejam e admirem!
-Ra Duque de Cavias-55
ao respeitavel publico attengao para
Jualquer motivo nao fr de muito agra-
o da pessoa para quem for comprada.
Dase descont a quem comprar de 20 J
azues pecas com
voltando-se pa-
panorama que desenrolava-se diante delle.
Peasava :
Neste momento es meus camaradas
verificaram que eu desappareci. Dizem
que fugi batalha e aecusam-me de covar-
dia.
E deixando a janella e
ra Montmayeur:
Deixe-me partir!
NSo.
Com que direito?
Oh! nio tenho outro alm do do mais
forte.
Qual o seu intento ?
Conversar comsigo," amigavelmente.
Gauthier fez um gesto de rergonha e
(de raiva.
Miseravel.' disse elle.
A neblina dssipava-se lentamente. Em
alguns minutos, clareara o dia, iste ,
travar-se-hia a batalha, o que equivala
para Gauthier a desercSo e a deshonra.
Atravez mil perigos, a descoberto, com
risco de ser logo trahido pelo seu unifor-
me, que nSo pudera despir, o moco que-
ra atravessar a zona neutra que estende-
se entre dous exercitos em todos os cam-
tubos de mil formas e de mil tamanhos,
cylindros de vidro, alambiques, frascos,
etc., etc. Duas ou tres cadeiras de palha,
urna bibliotheca ao fundo, composta ni-
camente de ln ros de sciencia. E nada
mais!
Gauthier olliava em torno de si, procu-
rando urna arma, um instrumento qual
quer para atacar a porta e recuperar a li-
be rdade.
Mas nada, nada.
E Montmayeur acompanhava-o sempre
com um olhar risonho.
Paludo, com a fronte coberta de suor,
Gauthier deixou-se cahir n'uma cadeira
perto da janella. Estar tremendo.
. Quando estiveres convencido, repe-
tio Montmayeur, dize-me.
O dia tinlia clareado completamente, %
janella tinha ficado aberta. O ar vivo en-,
chia o quarto. Gauthier inclinou a cabeca
vidamente.
D'alli onde estavam descortinava-seurna
paysagem esplendida, toda a planicie, to-
do o valle, no qual, d'alli a alguna minu-
tos, am matar-se mutuamente milhares de
homens, roncar a fuzilaria, rebentar a me- pos de batalha. Encontrara a mortc tal-
Taverna
Vende-se a taverna da praca
n. 18 ; a tratar na mesma.
do Conde d'Eu
para cima.
ESPECIALIDADES
Ylrim de Ustras
20 varas a 60000.
MadapolSo com um metro de largu-
ra a 60800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartSo a 100000.
Velludllko bordado a contas a 10600
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
arrendadas a 20 e 20500.
Tecldos fantazia arrendado proprio
para baile e theatro a 400 500 rs.
Cortes de cachemira com guarnieses
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
Metan Maco de todas as cores a 750,
800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cor,
qualquer que se deseje, a 200[rs.
Zcflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
UU de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
Llnhos lisos a 60 e de quadrinhos a
100 rs.
Guardanapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 10.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 40000. v
Cortinados de crochet, comsanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Croehet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustSo, brancas e de ec-
res, a 20000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras & 160, 240 e 280 rs.
Batistcs de cores seguras a 120 rs.
Nanzuc de lindas cores a 280 rs.
Brlm pardo esguiSo a 240, 280 e320.
Casinetas de core3 escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Hantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
200, 250 e 300000.
Leques de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo prego.
Lavas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer c5r a 20.
Espartllhos inglezes a 40500 e 50,
tem desde o n. 40 at 80 de grossmra
Bieo branco creme e de todas as
cores desde 700 rs. at 20500 a peca-
Rendas hespanholas, de seda e de
algodSo, preta, branca e de qualquer cor.
Baados e entremeios bordados ta-
pados e transparentes por todo pre50.
Crampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baldas para vestidos a 260 rs. a
duzia.
Relogios despertadores com fi-
guras em mov ment a 80 e 90000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Dias
os i re$os reduzidos dos seguintes objectos:
Z.firos de 80, 160, 200, 240, 400 c 800 ris o
covado, grande sorlimento.
Capas para senhora, o que ha de mal
derno e barato.
Espartilhos de couraga a 4#, W e 6*000 um.
Fustes brancos e de cores a 360 e 400 ris o
covado.
Llsinhas de quadros e listas de 240, 280, 320,
400 500 ris o covado.
Giande sortimento em ficlius.
C.irtes de linn bordados para vestidos, com
todos os eafeites a 145000.
Colchas brancas e de cores a 2000.
L ivas de seda fina a 2/000.
Cortes de cachemire com \idrilhos o que ha
de mais novo.
Cmbrala com salpicos de cor, novidade em
gosto c barato.
Grande sortimento em punhos e collarinhos
para homem.
Bramantes de algodo e linho e por precos sem
com oetencia.
Citones para vestidos, um sortimento esplen-
did: em padres e precos.
Cimbraia branca com salpicos a 4*000.
lirios de cores para roupas a 320 ris.
Atoalhados de diversos gustos e barato,
lladapolfio para familia, muito largo e por um
preco rasoavel a 6*00) a peca,
lieriris de cores a 500 ris o covado.
Gwnpleto sortimento de sargelins a 2*000 o
covado.
R;nda hespanhola a 2* e metro.
Sctins de todas as cores a 800 e 1* o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris
Vihedade immensa em toalhas felpudas, bran-
cas e de cores.
Chinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptistas de cores a 120 ris o covado.
Cimbraia Victoria e transparente a 3* a peca.
Completo sortimento em caserairas de cores e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e preta a 400 ris o metro.
R^nda oriental, novidade, 500 ris o covado.
Camisas brancas com collarinhos para homem,
coua chic a*2*000.
Tipetes, grande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de listras
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 2*, um.
L non bordado de quadros, o que ha de mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annunciar tem urna
variedade de mercadorias que s vendo-se.
Do-se amostras sem penhor.
55 -RA DUQUE DE CAXIAS 55
FBNANDES DE AZEYEDO M,
tralba. Ao longe, Pariz, a victima ainda
sepultada as brumas matinaes.
Longos veos de neblina fluctuavam na
planicie e occultavam aos allem&es os mo-
vimentos do campo franecz.
Mas j o Monte Valeriano destacava-se
cTneblina.
Tudo estav.i ainda adormecido na appa-
rencia.
Ni se adivinhava cousa alguma da ba-
talha prxima.
No entanto notava-se um certo movimen-
to no exercito allemao.
Alguns reconhecimentos haviam semdu-
vda assignalado os ajuntamentos france-
zea.
Haviam sido dadas ordena de concentra-
gao, e os destacamentos oceupavam as li-
nhas de batalha.
NSo tinha sido disparado ainda um ni-
co tiro de espingarda. Os dous exercitos
estaram como dous adversarios no terreno
do duello, medindo as forjas antes de en-
trar na lica. Era sobretudo para os lados
de Montretout que desenhavam-se os mo-
vimentos.
Era d'alli que o combate ia comecar.
Urna batera acabara de tomar posicio
adiante de Suresnes. A fuzilaria ia come-
car na planicie ao p do Monte Valeriano,
depois transpr a herdade de la Fouilleu-
se, no fundo do valle, e subir na direc-
9&o de Montretout e de Garches.
Com as mos crispadas em torno dos
varSee da janella, Gauthier, sem pronun-
ciar urna patarra, olbara para o immenso
vez nesse passo msensato. Mas pouco
lhe importava. A morte era a honra!
Esperar mais tempo era, ao contrario, ser
aecusado de covardia!...
Emfim, qual o seu intento JO que
quer de mim r
Montmayeur, havia alguns segundos,
levantara-se, e, de p junto ao canto da
atea, escrevia abrumas linhas. Havia
alli urna pasta com papel. Precisava delle
muitas vezes para resolver ob seus proble-
mas phy8cos ou chimicos.
O que eu quero ? E' muito simples !
Quero ser ser seu amigo e quero que to
do o mundo o saiba... Quero que me es-
creva com seu punho e me aasigne esta
carta. Leia.
Estendeu o papel a Gauthier. Este per-
correu-o com os olhos.
< Hoje, 19 de Janeiro, na rnaalfS da
batalha que vai travar-se, e na qual pos-
so ser inorto, diante de Dous que talvez
me julgue dentro em pouco, jaro que as
declaracSes de Claudina e de Luciana so-
bre o Sr. JoSo de Montmayeur nio as-
sentain em fundamento algum. Juro que
o Sr. Montmayeur innocente do crime
de que ellas o aecusam. Declaro solem-
nemente que JoSo o meu amigo e que
semelhante aecusacao nao pode ser consi-
derada seria.
_ Est doudo i exclamou Gauthier,
atirando a carta e encolhendo o hom-
bros ... Nunca assignarei esta infamia. I
Montmayeur tornou a sentarse tran-
quillamente.
Pois bem. Esperarei! disse elle
com a maior calma.
Gauthier passou a mSo pela testa. Ha-
via no seu olhar urna infinita exprsalo
de angustia. Tinha medo de comprehen-
der.
Esperar ? balbuciou elle... O que
que esperar? E' intil... O senhor
o assassino de meu pai.. Seria cobrir-
me de opprobrio aos meus proprios olhos
assignar esta earta. Com que fim quer
o senhor que eu escreva? Para fazer
della urna arma contra mim e defender-se
mais tarde, se eu pretender castigal-o ?
Seria urna ingenuidade assignar isso !
Nunca.
Como quizer!
Abra essa porta, preciso sahir!
Nunca !
Esta porta alo se abrir nunca !...
O meu dever cerrer para onde es-
t&o os meusAmigos.,,,'; -E' deshonrar-me
ficar aqui ppr mais tempo.
Que seja deshonrado ou n3o, pouco
me importa isso.
Ah!... mas o senhor entilo, um
monstro 1
Tomo as minhas precauc3es. Creio
com effeito, como o senhor, que ser des-
honrado se nao o virem na fileira n'uma
manhS de batalha. Dirlo que o senhor
um covarde e que nio ousou affrontar o
perigo,
Abra-me esta porta!
Pois bem.
Ah ^mtj3M
Mas com urna condicSo, bem enten-
dido. O senhor assignar este papel.
Em troca desta carta, eu lhe entregarei a
chave da porta, e o senhor ir deixar se
matar a vontade.
Nao!
A' sua vontade. O senhor o ni-
co juiz do que tem a fazer. Demais a
sua companhia nao me desagrada. Fica-
rei comsigo tan$p tempo quanto quizer.
Ah1 nAeravel 1 miseravel disse
Gauthier, que sentia-se enlouquecer de
colera.
E de repente precipita-se sobre Mont-
mayeur com tanta raiva, com um choque
t&o imprevisto, que o assassino cambaleia
Bom terreno
Vende-se um terreno de 180 palmos de frente
e 160 de fundo na ra do Conselheiro Portalla,
nos Afflictos ; o terreno est cercado e tem al-
guni arwredos novos planlados : quem preten-
der dirija-so ao esenptorio deste Diario, que
ach r quem mdique o vendedor.
para o lado da ja-
a batalha co-
Para oDerby
(Jarlos Sinden recebeu grande sortimen-
to tle gravatas e camisas de cores proprias
par os amadores do Prado e est venden-
do por preos sem competencia.
Recebeu tambera collarinhos e punhos
de borracha de formatos novos.
48ba bakIo da victoria-48
Yende-se ou ahiga-se
um sitio com casa, na frente lodo murado, com
diversos ps de fructeiras, duas cacimbas com
excellentc agua e banheiro, ra de S. Miguel
n. 84 (Afoliados) : a tratar no mesmo ou ra
Marciho Das n. 106.
Cimento Portland
Vendem Soares de Amaral Irmaos, ra da
Madre de Deus n. 22.
Bom para principiar
Vende-se o deposito de cigarros e casa de bar-
beiro sito ra Mrquez do Herval n. 96, deno-
minado Fabrica Venus, muito bem localisado
por ficar com o oito para a ra do Pago da Pa-
tria. 0 motivo da venda o dono acbar-se em
rondices de nao poder continuar com tal nego-
cio por molestia : trata se na mesma casa a
qualquer ora.
o'senhor faz parte, Sr. Bourruille... Oh!
oh! elles-parecem estar soffrendo ajuito o
fogo doinimigo, mas respondem valente-
mente... Oh! oh! a cada instante, cla-
ros as suas fileiras ; venha ver, Sr. Bour-
reille 1
E com um sorriso de demonio :
Em todo o caso, e se bem que seja
pos sivel que a fabrica soffra um pouco com
esta batalha, e receba algumas escoria-
c3i)8, o senhor est em mais seguranca ao
p de mim do que no meio des seus ca-
maradas ... E, no fundo, comprehendo-o
quanto hesita em assignar esta carta...
Assignada que ella fosse, eu restituir-lhe-
ha a liberdade, e o senhor seria obrigado
a aproveitar-se della-----Tentaria--entao
voltar para o seu posto as fileiras... E,
que diabt! urna bala quaai certa... Tem
razao de nSo assignar, Sr. Bourreille; sal-
va ao menos o seu amor proprio, a seus
olbos sement.
Ah! miseravel e infame! murmurou
Gauthier, cem que tortur poders pagar
algum dia o que me fazes soffrer!
Na ha duvida, tem razao, Sr. Bour-
reille. Para que serviria.o senhor ljun-
to aos seus oflciaes ? Ah! se fosse o gene-
ral-chefe entao sim! teria urna responsa-
bilidade enorme. Mas um simples sol-
dada !... O que representa o senhor na
sua companhia? Urna espingarda mais pa-
ra atirar? Um peito mais para receber ba-
las ? S isso ? Para que servira o senhor
l'* repito. Para nada. Um soldado mais
ou um soldado menos, qua diabo nao
oue far ganhar ou perder a batalha. Dei-
xe-se estar tranquillo e espere q'-e a cousa
^sa; acaba. Depois da tenajnstade, a bo-
nanga.
Aiatalha ochava-so trabada entSo em
toda a linha.
Na extrema ala direita, os batalhSes de
Montrouge acabavam de oceupar o castello
de Bois-Prau, na extrecridade de Rueil,
Esse castello bavia, sMro oceupado alterna-
tivamente pelos prussianos e pelos fran-
cb zes, dorante o cerco, por dez vezes dif-
Nao.
Montmayeur atira-se
nella.
Escute diz elle,
mega.
Effectivamente a crepitacSo da fuzila-
ria chegava-lhes aos ouvidos. NSo fazia
muito fri. O co descobria-se por mo-
mentos, desembaracando-se das nuvens
que o velavam. Entretanto urna grossa
nuvem negra ficou toda a amanha suspen-
sa sobre o Monte Valeriano como urna
ameaga de chuva.
A fuzilaria havia coinecado. Os regi-
mentos francezes moviam-se para atacar
as po8go"es inimigas. Os canhSes dos for-
tes e as bateras volantes rasgavam o es-
pago com as suas vibragSes. Ouviamse
ao longe os clarins e os tambores. Mais
perto, em Garches, em Buzenval, os prus-
sianos ganhavam as suas trincheras na
planicie, as casas incendiadas, os muros
detrs dos quaes se abrigavam. Queda-
vam-se ainda. Nada, nem os canhoes, nem
as espingardas respondala ao fogo fran-
cez. Esperavam tranquillos a abrigo de
suas temiveis posig5es. Todos os regi-
mentos francezes esto no combate.
Nos restringiremos necessariamente esta
narracSo ao que se passa as visinhangas
da fabrica e para o lado de Garches.
Gauthier, palUdo, acabava de cahir sen-
tado sobre urna cadeira.
Os dentes batiam-lhe.
Meu Deus!... meu Deus!... mur-
murou elle... Os outros vio bater-se e
vencer talvez, libertando Pariz !... E eu
nio estarei no meio delles 1... E elles te-
rao o direito de acreditar que commetti a
abominavel covardia de fugir... de deser-
tar Meu Deus! Meu Deus !... Mas nio
posso entretanto assignar esta carta! Se-
ria urna infamia... Seria tambem urna co-
vardia !. O que fazer?...
Montmayeur, sempre janella, dizia :
Daqui, Sr. Bourrei^e, podar ver
parfeitamente toda esta parte da bata-
lha. .. Tem boa vista, sem duvida, como
eu!... Chegue-se, portante, para aqui... r
Distingo muito bem os moris e os regi- fei-entes, e sem combate. Era o limite d
mentos de marcha da guarda nacional...
E' a primeira vez que se batem, parece-
Rolam ambos no assoalho, apertando-se, ane Oh! oh! a cousa vai bem... Olhe
torcendo-se, com os dentes cerrados. Mas
Montmayeur muito mais vigoroso do
que Gauthier. Subjugou dentro em pou-
co o mancebo. Desenvencilha-se, repel-
ie-o, toma folego. Depois, com ros cal-
ma, como se nio tivesse paisado cousa
alguma :
Faz muito mal em zangar-se, Sr.
Bourreille. B' tempo perdido. Andana
melhor se reflectisse.
Deixe-me sahir !
os prussianos comecam a
go f A batalha est se animando.
responder ao fo
Ve
nha para aqui gozar deste bonito pao
ma, Sr. Bourreille.
Gauthier torca as mos com gran
raiva.
Avisto tambem urna tropa esc
muito bem exercitad, se bem que nio
de regularmente as suas linhas.
cem cagadoras a p, mas supponha que
lo antes as companhias francas, Ae que
zo ia neutra e ponto de reconhecimento a
que se dirigiam os enviados dos dous ex>
ton.
O 15 e o 16 regimentos, com o
d>: linas e os moris de Loiret, com com-
ninhias francas, avancavam na direcgaode
G srches e Buzenval. A ala esquerda de
B izenval era ao meamo tempo atacada
polo 11a regiment de zuavos e moris
do Sena-e-Marno.
(c7oatmaar-e-aaj
i Diario ra Duque de Casias n. U.


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