Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17405


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Full Text

ANNO IXV NUMERO 20
i
rARA A CAPITAL E LIGAREN OXDE NAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... GfJOOO
Por seis ditos idem ,................ 12i>000
Por um anno idem................ 23f>000
Cada numero avulso, do mesmo dia......... 100
SEXTA-FEIRA 25 DfjANEffiO DE 1889
PARA DENTRO E PORA BA PROVINCIA
Por seis meses adiantados.............. 1S\J500
Por nove ditos idem............... 204000
Por um anno idem........ ... t .... 270000
Cada numero avulso, de das anteriores ....... llOO
h

I r
DIARIO DE PERNAMBUGO
Trcpriedade de ZMancel ffigurva de 3"aria S ffitycs
Os Srs. Amede Prin-
ce & C, de Pars, sao
os nossos agentes ex-
clusivos de annuncoib
epublicares na Fran-
ca e Inglaterra.
TELEGRAMAS
sss::;: mmm so diasio
RIO DE JANEIRO, 24 de Janeiro,
as 2 horas e 2 minutos da tarde.
Foram exonerados os actuaes director e
subdirector do Arsenal de Guerra da C6r-
te, sendo nomeados para substituil-os:
DirectorCoronel Augusto Fausto de
Souza ;
SubdirectorMajor Firmino Pires Fer-
reira.
Houve grande promocao no exercito,
at o posto de coronel.
N'essa promocao foi contemplado cora
accesso para tenente-coronel o major Esta-
v3o Jos Ferraz.

'
-
ssa::;: :l umi satas
MADRID, 23 de Janeiro.
O governo concedeu a graca sement
aq# condemnados militares.
NOVA-YORK, 23 de Janeiro.
O Senado adoptou a tarifa da Alfande-
ga por 53 votos contra 30.
LONDRES, 23 de Janeiro.
Os jomaos alIemSes annunciam que as
conferencias entre os ministros inglez e
norte-americano e o governo nllemao rela-
tivamente aos* acontecimentos da ilba de
Samoa tem tomado um carcter muito con-
ciliador.
NOVA-YORK, 14 de Janeiro.
A esquadra norte-americana acaba de
seguir para a ilha de Samoa.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
24 de Janeiro, de 1889.
IHSTRCgiO POPULAR
ANTIGS E MODERNAS
AS
Sciencias, industrias e artes
POR

1/

u
A gravara
(Continuoslo)
A gravura ao buril, ram simples em seu pro-
cesso material, exige da parte do -artista urna
babiiidade e um tale ito especial. Gansistc este
genero de gravura em formar o desenho na
substancia do cobre por meio de traeos entrecru-
zados de diflerentes manciras.
obre urna chapa de cobre mui puroe. d'anie-
mao, perfeilaniente polida por processos espe-
ciaes,'comega-se por tragar levemente o dese-
nho com urna agulha de ac, ou sobre a chapa
directamente, ma-se burilo instrumento de ac que serve para
eatalhar profundamente o metal. E urna psque-
na barra de ac temperado, com a extremidade
talhada obliquameote de modo que fique com
urna ponta alongada e aguda. Este instrumen-
to adaptado a um cabo de madeira que o ar-
tista apoia na pahua da mo em quanto a extre-
midade do instrumento asgenta sobre o metal
que se quer gravar. Os dedes servera para diri-
gir a ponta do buril, o qual recebe a impulso
* do braco todo. E' pelo difieren te entrecruza
mento dos tragos brindo duas ou tres series
delles que se jiroduzem os effeitos variadissimos
da gravura ao bur.
As mais bellas gravuras ao buril foram feitas
no seculo XVII por Agostinho Carrache. Goltzras
Sadeler Bloemaert, Villamne, Poillz, Edelinck,
Visscher, Paulo Pontius, VorstermaQ, Bolswert
Masson. Nonteuil, Roullet e outros. No seculo
XVIII citam-st- no mesmo genero os nomes de
Balechan. Wille. Raphael Morghen, Bervic eTar-
djeu. O seclo XIX produzio Massard, Des-
noyers, Toscbi, Richomrae, Henriquel-Dupout,
Caiamatta Forster, etc Em Inglaterra meacio
nam-se os nomes de Sharp, WoTlette, Earlom e
Green.
Os artistas dos scalos XVI e XVII graravam
geralmente s com o buril. Hoje, na gravura
ao buril, prepara-se quasi sempre o trabalho fa
zendo morder a chapa pela agua-torte ; o buril
nao serve senio para terminar a obra eomecada
pelo acido.
A gravura agua-forte consiste em abrir o me-
tal pela aeyAo do acido azotico diluido, o qftal
dissolve e escava o cobre ou ac.
Para gravar agua-forte sobre cobre, tomase
tuna chapa de cobre puro tem polida ; expoe-se
a um calor brumo e cobre-se, por meio e urna
boneca de sed, com um venus, que amollecido
pelo calor, se estende fcilmente por toda super-
ficie da chapa. Em seguida vira-se esta e man-
tem-se por cia de urna vela que produza muito
moto. O cai-vio deste ramo encorpora-se ao
venus e d-He a cor negra.
(Contma).
PARTE OFFICIAL
Governo la Provincia
EXPEUIRSTE DO DIA 11 DE JAVEIHO DE 1889
Actos :
O presidente da provincia, tendo em vista
o exposto pelo inspector do Arsenal de Marn ha
e da Thesouraria de Fazcada, em officio ns. 5 e
19 de 5 e 9 do corrate, resol ve, de accordo com
0 decreto n. 2.88* do I." de Fevereiro da 1882,
abrir um crdito da importancia total de......
5 958*917, sendo 5:5604918 a verba Arsenaes
e 5974999 a verba Hospitaes, do ministerio
da marinlia. exercicio de 1888, alim de occorrer
ao pagamento das folbas dos operarios do refe-
rido arsenal dos empregados da respectiva en-
fermara relativas ao mez de Dezembro prximo
assado.Rcraetteu-se copia ao inspector da
hesouraria de Fazenda e commuuicou-se ao
inspector do Arsenal de Marinha.
0 presidente da provincia, de conf jrmidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em officio
n. 45, de hontem datado resolvc exonerar Luiz
Gomes Correia de Oliveira do cargo de subdele-
gado do 1. districto de Nossa Senhorado O' de
Goyanna, e rime.ir para substituil-o o alferes do
corpo de polica Manoel Ferreira da Silva.Com-
municou-se ao commandantc do corpo
O presidente da provincia resolvc, de con-
formidad^ cora a proposta do Dr. chefe de poli-
ca em officio de hoje datado n. 48. exonerar
Francisco de Paula Mendos, do eargo de subde-
legado da freguezia de Santo Antonio d'esta ca-
pital, e nomear para substituil-o, o alferes com-
mandante da 1.* estaco da guarda cvica Anto-
nio Lins Sorra Cavalcante.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de polica
em officio de hoje datado n. 48, exonerar Deoda-
to Pinto dos Santos do cargo de 1 supplente do
subdelagado da freguezia de Santo Antonio d'fsta
capital, e nomear para substituil-o, o actual 3.
supplente Joaquim de Souza Monteiro.
0 presidente da provincia, atteadendo ao
que requereu o juiz municipal e de orphaos do
termo de Ouricury, bacharel Asterio Mathias Pe-
reira da Costa, resolvc conceder-lhe 3 mezes de
licenga, com ordenado e a contar do dia 11 de
Dezembro lindo para tratar de sua sade.
0 presidente da provincia, tendo em vista
o que expe o director geral de obras publicas
em officio de 8 do corrente, sob n. 3, resolve no-
mear Jos Francisco Pereira da Silva para exer-
cer interinamente o lugar de continuo da repar-
tigao das obras publicas, at que se aprsente o
coutinuo nomeado efteclivamente por portara de
31 de Dezembro, Adolpho Targino AccioliFi
zeram-se as necessarias communicaces.
Officios :
Ao conselheiro presidente do Tribunal da
Rem|lo do Recife.Transmitto a V. Exc, para
seu conhecimento e devida execucao, a circular
do ministerio dos negocios da justica de 17 de
Dezembro lindo, constante do impresso junto, a
qual recommenda que das sentencas proferidas
na primeira e segunde instancia, contm os mo
tivos e fundamentos em que ellas se basearem.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Nos termos da inforraaco de V. S. de hontera
datada, n. SI, mande abonar por adiantamento a
ijuantia de 2104 ao tenente de cavallaria Leo
baldo Augusta de Moraes.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Con-
cedo a autorisaco que solicita V. s em officio
de 9 do corrente sob n. 7, para mandar reformar
o encaoamento d'agua do estabelecimento a vista
dos motivos expostos no citado officio.Commu-
nicou-se ad inspector da Thesouraria de Fa-
zenda. .
Ao director'do Arsenal de Guerra.Resti-
tuindo os inclusos requerimentos e mais papis
de Joaquina Tbereza de Jess e Justina, sobre
que versa a informaco d'essa directora de hon-
tera datada sob n. 290, autoriso V. S. a mandar
admittir na companhia de aprendizes artfices
d'esse arsenal, quando bouver vaga, os filhos das
peticionarias Jos Argemiro antiago e Eusebio
Pacheco, urna vez que se acham elles as condi-
Ses do respectivo regulamento segundo consta
a referida infonnacao
Ao mesmo.Conforme solicita o brigadei-
ro commandante das armas em officio de hon-
tem sob n. 58, transmitto a V. S. para os fins
convenientes a inclusa relagao de diversos ob-
jectos pertencentes a fortaleza do Brum, julga-
dos em estado deconcenos, segundo o parecer
da commissao.Cominuaicou-se ao brigadeiro
cotumandante das armas.
Ao inspector do Thesouro Provincial. De-
ferido nesta data a peticao de Niceas da Silva
Gusmao, arrematante dos reparos do pontilhiio
ra ilba de Luiz do Reg, autoriso Vine, a man-
dar pagar-Ihe a quantia de 7014050, deduzindo-
se os 10 /o das r. sponsabilidades do estylo con-
forme o certilicado que devolvo passado pela
repartco das Obras Publicas, em 21 de Jullio
do anno passado Comraunicou-se as direetor
geral das Obras Publicas.
Ao mesmo. Deferiodo hoje a peticao de
Niceas da Silva Gusmo arrematante das obras
das pontea de Tapacura e Manes na estrada da
Victoria a Gravat, autoriso Vine a mandar pa-
gar-lite a quantia de 1:084 800 deduzindo desta
10 7 de responsabilidade de estylo, conforme o
da repartco das Obras Publicas que a este
acompanha passado em 6 de Julho de 18*8.
Communicou ao director geral das Obras Pu-
blicas.
Ao mesmo. Ganforme so.icitou-me o Dr.
chefe de polica em officio n. 43 de hoatem da-
tado, recommendo a Vmc. que mande pagar ao
administrador da Casa d" Detencao, Agostinho
Bezerra da Silva Cavalcante, a quantia de 144
consta i te da inclusa conta, proveniente das des-
piezas feitas com o asseio e limpeza daquella ca-
sa, durante o semestre de Julho a Dezembro do
anno passado. Communicou-se ao Dr. chefe de
polica
Ao dir ctor da Colonia Isabel.Declaro a
V. Rvraa, que a admi-iso do meuor Xisto Viei-
ra da Silva, a qu<' allude o despacho desta pre-
sidencia de 31 de Dezembro (indo, foi deixada
ae seu prudente arbitrio, visto contar avjDclle
menor iilade superior a determinada no art. I1'
do reuulameuto dessa colonia.
Assim flea respondido o seu officio de 9 do
corrente mez.
Ao fiscal da Companhia Recife Drainage.
Enra a Vmc. em original, o offi -io do ge
rente desssa companhia, de 10 le Dezembro ul-
timo, acom.iaiihado da plasta do quartel do cor-
po de polica, e a inforra ico do director geral
das Obras Publicas de 13 do mesmo mez, sob
n. 239,Jao qual vai anuexo o orcamento na im-
portancia de 4:219*729 a elle i-einetlidopelo di-
to gerente, e o ireccr do inspector do Tnesouro
Provincial en officio de 4 do corrente, seb n.
14, aflrn de que proceda ajuste raz avel sobr
acollo^acio de cinco appirelhus de latnn.i e
igual num-ro de nielnos uaqjellequa.t-l.
Ao juiz de lireito di comarca de ane las.
Reiteiro Vm a iequi.sic4o feiti or sta
presidencia < u officio de 2 de Novembr i ulti-
mo, no sentido de ser fornecida a eeftMaodii
processo da re Beae lirU, qu interpoz recurso
raca da pma d- prisio perpetua. ira!ost-i
|0 de Outubro d; 1875, em virttide te le
calo do jury do termo de Panellas.
A certidao d ve ser ucompaohada de infor-
maco do juiz da coiile.nnacio, ioufonn- pre-
ceiua o aviso cir ular do Ministerio dos Nego-
cios da Justica, n. 2117 de 28 de Junuo pe 18-15.
M daquelle que o tiver-substituido no cargo,
como se verifica do aviso do mesmo Ministerio
de 22 de Outubro de 1886, sob n 63.
- Circulares aos juizes de direito.Chamo a
attenco de V. S. para a circular do Ministerio
dos negocios da Justina de 17 de Dezembro fin-
do, constante do impresso junto, adra de que,
das sentencas, por V. S. proferidas, constem os
motivos e fundamentos, em que ellas se basea-
rem.
Igual aos juizes municipacs de orpbos.
2' seccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da justiga. 17 de Dezembro de 1888.
Illm e Exm Sr.CircularVerificndose das
copias autbenticas remettidas a este ministerio
em observancia da circular de 28 de Margo des-
te anno que, nao obstante a expressa determina-
cao da Ord. 367, e das artigos 232 e 737 do
regulamento n. 737 de 25 de Novembro de 1850,
sao numerosas as sentencas proferidas, assim
na primeira ou segunda instancia, como no su-
premo tribunal de justica, sem especificada de-
claragao dos motivos e fun lamentos de julgar, e
parecendo de seu silencio que ou nao foram ou-
vidas as allegages das partes, ou foram reputa-
das escusaveis as vantagens e garantas ja re-
commendadas na portara n. 78 de 31 de Margo
de 1824 ; e teodo levado o que fica exposto ao
alto conhecimento de Sua Magestade o Impera-
dor, manda o mesmo Augusto Senhor que, sal-
vo os casos excencionaes e explcitos como na
lei de 6 de Outubro de 1781, artigo 5* 23, se
cumpram e guardem impretervelmente as dis-
posiges do 7' da Ord. 366 e dos artig03 232
737 do reguiamento n. 737 de 2> de-Novembro
de 1850, quer na primeira c segunda instancia,
quer no supremo tribunal de justiga ; o que lia
por muita recommendado a todos os juizes e tri-
bunaes do imperio. Deusguarde a V. Exc. -A.
Ferreira ViannaSr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Portaras:
Fien scientc do assumpto do officio n. 3, de
hontem datado, da cmara muuicipal do Reci-
fe, relativo remessa da quantia de 4:843*18 >,
ao Banco do Brazil, por conta do emprestimo
ontrahido para a construegao do mercado de
S Jos.
O Sr. agente da companhia brasileira d
navegagao a vapor mande dar passagens de re,
por conta do ministerio da fazenda, al a corte,
no primeiro vapor que para all seguir, ao con-
ferente da atfandega do Rio de Janeiro Fran-
cisco Mauoel Fernandos, que recolhe-se sua re-
partigao por liaver se lindado a commissao de
que foi incumbido pelo dito ministerio; bera
como a familia do mesmo conferente, composta
de sua mulher. D. Maria Augusta da Costa Fer-
nandes, um Hliio menor de 3annos e urna cria-
da, sendo esta a proa.
- O Sr. gerente a companhia pernambuca-
na mande dar passagens de r al o porto de
Tam andar na primeira opportunidade, a Joa-
quim Eugenio Ribeiro Castro e sua mulher
Francisca de Mondonga Pinto de Castro profes-
sora publica da Praia dos Carneros, por conta
das gratuitas a que o governo tem direito.
0 Sr. gereute da companhia pernambuca-
na niaude dar passagem de r at o presidio de
Fernando de Noronha, no vapor que paraalli se-
gu amanha, ao fiel nomeado para o almoxarfa-
do do paesid o, Heraclio Gitirana, por conta das
gratuitas a que o governo tem direito.
O Sr. gerente da companhia pernambuca-
na faga transportar a provincia do Cear, por
cania do ministerio da guerra, um caixao inc-
dindo 61 decmetros cbicos destinado ao depo-
sito de artigos bellicos all existenteCommu-
nicou-se ao director do Arsenal de Puerra.
EXPEDIENTE DO BB. SECRETARIO
Officios:
- o secretario da assembla legislativa pro-
vincial.O Exm, Sr. presidente da provincia
mana declarar a V. S., alim de fazer enastar a
essa assemblca que, havendo sido suspensa por
actos da presidencia a publicagao de ambas as
resolug6es, a que se refere o seu officio n- 2, de
8 do-corrente, nontem recebido, c subraettidu a
questao ao conheci nento e decisSo do governo
imperial, nao compete assemblca e menos ao
seu presidente, no iotervallo das sesses, man-
dar publcalas, mas nicamente ao governo im-
perial, se nao julgar procedentes as razoes alle-
gadas para a suspeosao da publicagao.
A mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, transmitto a V. S. para
os lins convenientes o batango da receita e des-
pez.! do exercicio de 1887 a 1888 da cmara
municipal de Triumpho
XPUDUNTE DO dia 12 DB JANEIBO DE 1889
Actos :
0 presdeme da provincia, om execugo da
lei n. 2393 de 10 de Setembro de 1873, resolve
nomear Braz Cavalcante de Albuquerque Lins
Eara o posto de capitao da l* companhia do 26"
atalhao de Infamara do servigo activo da
guarda nacional da comarca de Panellas, era
subslituigao de Manoel JoSo de Souza, qae dei-
xou Je solicitar a respectiva patente no prazo
legal. Communicou-se ao commandante supe
rior da comarca.
: O prasideulu da provincia, atteadendo ao
?ue requereu o, secretario da polica, b-icharel
oaquim Fr ncisco de Arruda, resolve conceder-
lhe dous me/.es de licenga, com os vencimentos
a que tiver direito, para tratar de sua saude;
devendo o peticionario entrar no roso da mesma
licenga no prazo de 15 das.
O presidente da provincia, altendendo ao
que requereu Domingas Paulina Ayres, profes-
sora de ensino primario da freguezia do Poco da
I'..lidia, tendo em vista a informagao n 10 de 9
do crreme mez do inspector geral da uis ru
gao publica e o attestado m- dico exibido, resol-
ve conceder peticionaria 3 mezes de licenga,
com ordnalo, para tratar de sua satde onde
Ihe convier.
Officio:
Ao procurador da corta, fazenda e sobe-
rana nacional. A' vista do que rae participa a
Cmara Municipal do Kecife no officio n. 1, de
10 do corrente mez, jumo por copia, rogo a V-
Exc que se digne de emittir seu parecer, cora
urgencia, sobre o procediraento d'aquella Cama
ra, urna vez que por a to d'esta presidencia fora
suspensa a publicagao dos decretos a que se re-
fere o citado officio.
- Ao general commandante das armas. -D
V. Exc. sua* onlns para que urna guarda de
honra ache se postada em frente do Lyceu de
Arte* e Officios, amanha ao meio dia, afim de
sole.nnisar a abertura da exposicio dos produ-
ctos que devem figurar na Exposigao de. Pars
- Ao Dr. chefe de polica.-Expega V. 8. a*
coo venientes orden* para que o carcereiro da
cadeia da villa de Flores informe acerca da con-
ducta do sen enciado Jos Das dos Santos que
ahi acba-se cumprindo a pena de 12 anuos de
prisao c >ra trabalho imposta em virtude de de-
cisao do jury do termo de Boa-Vista.
- Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Sirva se V. 8. de prestar brevemente as infor
magi'S exigidas i>or officio desta presidencia,
de 19 de Julho a 21 de Dezembro do anno passa
lo, devolvendo o officio da niara Municipal de
v.'ii i-Preta dirigido ao ministro da agricultura
pe lindo <> mee* sao de trras devolitas, c que
acinpaniHHi o ultimo dos citado* officios e a que
se refere .1 s avisos d'aquelle ministerio de 11
le Ju ih > e 13 de Deienbro, sob ns. 3 e 5 do
ra 'sino anno.
Ao mesmo. Communico e V. S., para os
tiiH convenientes, que nol* dia do correte raes
o Incoare! J >- Cliinaco do Espirito Santo assu
mi o ex re io do carg de promotor pnico n-
terin* da cora irea de Bom Jardim para o qual
i foi nomeado pelo respectivo juiz de direito.
Portaras ;
Pica approvado o acto da Cmara Munici-
pal do Recife, relativo ao aecrdo amigavel com
os consenhores do predio de que trata o seu of-
ficio n. 2 de 10 do corrate, para a desapropria-
co da parte precisa para a abertura da ra do
Vtscoade de Itaparca pela'quantia de 2:0464764,
podendo ser feita a obra e efectuado o contra-
cto a que allude o predito officio se a Cmara
nao entender mais conveniente executal-a por
administradlo.
Ontro-sim, autoriso-a a transpr da verba
juros e amorzago de apolicesa quantia ne-
cessaria afim de occorrer as despezas com refe-
rida desoprapriacao.
Recommendo Cmara Municipal de Ta-
quaretinga, era resposta- ao seu officio de 2 do
correte mez, que cumpra o ordem desta presi-
dencia, constante da circular de 18 de Detembro
lindo.
O Sr. gerente da Qompanhia Pernarabuca-
na de Navegagao a Vapor mande transportar
gratuitamente at Pesedo, no prximo vapor
3uc seguir para os portos do sul, cora passagem
e r, o juiz de direito de Tacarat, Dr. Jos Mo-
reira da Rocha Carvalho e de proa a urna
criada.
EXPEDIENTE DO DB. SBCBETABIO
Officios :
Ao Dr. juiz de direito do 2o aistricto crimi-
nal. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda aommuuicara V. S. que uos seus offi-
cios ns 4 e 8 proferio hoje o seguinte despa-
cho :
Ao director do presidio para satisfazer a
requisigo .
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE JANEIRO DE 1889
Actos:
O presidente da proviucia. atteodeodo ao
3ue requereu o tenente ajudante do 69 batalho
o servigo activo da guarda nacional da comarca
de Nazatetb, Gaspar Antonio dos Res, resolvc
designar o 1 batalho do referido servigo da
comarca do Recife para o suppficante ser a elle
aggrcgado. Communicou-se ao commandaote
superior.
O presidente da provincia, atteadendo ao
que requereu o tocheret Pedro Jos ae Oliveira
Pernambuco. resolve exoneral-o do cargo de
procurador interino dos feitos da fazenda pro-
vincial.
O presidente da provincia resolve nomear
o bacharel Jos Francisco de Ges Cavalcante
para exercer o cargo de procurador dos feitos
da fazenda provincial, durante o impedimento
do effectivo Exm. Sr. Dr. Miguel Jos de Alraei-
da Pernambuco, que se acha no exercicio do
cargo de presidente da provincia do Para.Fi-
zeram-se as uecessarias commuuicagoes.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica. -Tendo em vista o
exposto pelo inspector do Thesouro Provincial
em officio de 12 do corrente n. 26, recommendo
a Y. S. que providencie no sentido de que as
autoridades policiaes promovam. Nos termos do
regulamento de 4 de Julho de 1887, as appre-
heases de bilhetes de loteras de outras pro-
vincias, que no e9'iverem uas coudigoes bre-
scriptas pelo menciooado regulameuto.Offi-
ciou-se ueste sentido Cmara Municipal-Jo
Recife e communicou-se ao inspector do The-
souro Provincial.
A*fepector da Thesouraria da Fazenda.
Communico a V. S., para os fins coovenienles,
qae o promotor publico da comarca de Flores,
bacharel Joao Quintiliano de Azevedo e Silva, em
26 de Dezembro lindo, interrompeu o exercicio
de seu cargo por motivo de molestia.
Na mesma data foi substituido interinamente
pelo cidado Galdiao Ribeiro Vianna, nomeado
pelo respectivo juiz de direito.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os
fins convenieates, que o promotor publico da
comarca de Ingazeira, bacharel Manoel Joaquim
Machado Jnior, em 7 do corrente mez, inter-
rompeu o exercicio de seu cargo para entrar no
goso da licenga, que ltimamente obteve desta
presidencia para tratar de sua saude. .
Ao inspector do Arsenal de Marinha. -Ten-
do marcado o dia 17 do corrente s 11 h ras da
manb para ter lugar a reuniao do conselho que
tem de examinar as contas do cofre das multas
da capitana do porto desta provincia e designa
do o Dr. juiz de direito Antonio Domingos Pinto
e o capitio-tenente Rodrigo Nuno da Costa para
fazerein parte do mesmo conselho; assim o de-
claro a V. S. para os fins convenientes e em res-
posta ao seu officio n. 8 de 11 do corrente. -Fi-
zerom-se as communicagoes.
Ao director do Arsenal de GuerraMande
fornecer V. S. a enfermara militar da provincia
da Parahyba, na forma do aviso do Ministerio da
Guerra de 2 do correte, o livro constante da in-
clusa nota, orgauisada na repartigo do qnartel-
mestre-geoera em 14 de Dezembro ultimo. -
Communicou-se a Thesouraria de Fazenda.
Ao commandante do corpo de polica
Autoriso-o a alistar no corpo de seu commando
os paisanos de que trata em officio de 12 do cr-
reme mez, sob n. 139.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Pal-
mares. Em cumprimento do aviso do Minis e-
rio dos Negocios da Justica, junto por copia, rei-
tero a Vmc. a requiskao desta presidencia feita
em officios de lo de Setembro e 16 de Outubro
de 1888 para que seja apresentada na secretaria
desta presidencia a certdSo do processo de Ale-
xandn io Olyrapio de Hollaoda Chacora, que in-
terpoz recurso de graga da pena de 2 annos e 1
mez de prisao e multa de 2') O/o do valor apro-
priado, imposta pelo juiz competente nessa co-
marca em data de 14 de Julho de 1881
a certido deve ser aompanhada de infor-
maco do juiz de conderanagao ou daquelle que
o tiver substituido no cargo.
Ao director da colonia Izabel Providen-
cie V. Revma. afim de que seja entregue o alum-
no desse instituto, Francisco de Assis Januario
Cordeiro. a Enedina Floresta dos Santos Cordei-
ro, mai do mesmo, conforme requereu-me de
pois de satisfeita a iodemnisacio a que allude o
art. 13 do regulamento de 30 de Setembro de
1887. '
Ao mesmo. Respondo o officio de 9 do
corrente mez, reconnneodando a V. Revma. que
sejara conservados nesse estabelecimento at que
haiam vagas, para as quacs deverao ser prefe-
ridos, os dous menores alludidos ao predito of-
(icio.
Portaras:
O Sr. agente da Companhia Pernambuca
na faca transportar a corte, por coota do Miuis-
terio da Guerra, os soldados Heorique Jos Hyp
polito da Silva, Vicente Vieira da Silva, Misael
da Fousec Dioiz, R lymundo Alves o i cadete
Fra icisco do Reg Barros Pessoa e o recruta Pa-
risio Leao.Communicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
0 Sr. gerente Ja Companhia Peraambucaaa
f.igi transportar, por conta do Ministerio da
Guerra a provincia das Alagoas, com destino a
coinpmhia de infantaria alli existente, 4 caixoes
e 1 caixote, contendo artigos de fardamento,
raed mo todos 2204 decmetros cbicos. Cora-
mauicou-se ao Arsenalfjde Guerra.
- O Sr superintendente da estrada de ferro
do Recife ao 8. Francisco d passagens de ida,
Kr conta da pioviucia, da estago das Cinco
utas a da cidade do Cabo, a 10 pracas do cor-
po de policia, que para alli seguem hoje era dili-
gencia, a requisigao do Dr. chefe de pohcia
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente com passagem
de r, desta capital para Peoedo, no primeiro
vapor que seguir para os portos do sul, a Joao
Barreto.
dem com passagem de prta a Philomena
Mara da Conceigo com 3 filhos menores, e a
Marianna Theresa de Jess.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officios :
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
remetter a V. S. as inclusas ordens do Thesouro
Nacional de as. 232 a 236, datadas de 29 c 31 de
Dezembro lindo.
Ao Dr. juiz de direito do 2o districto cri-
minal do Recite. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communicar a V. S. que no seu
officio o. 22 proferio hoje o seguate despacho :
Ao director do presidio para satisfazer a requi-
sigio.
Ao administrador dos correios.De ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia transmitto
a V. S., para os fins convenientes, copia do offi-
cio de 11 do corrente em que o Dr. juiz de di-
reito do 2o districto criminal da comarca do Re-
cife requisita o seu comparecimeato na audien-
cia marcada para o dia 16 do referido mez, afim
de depor como testemunha no processo instau-
rado contra o escriyo interino Joaquim Candi-
do da Silveira Carvalho. Communicou-se ao
mesmo Dr. juiz de direito.
Ao engenheiro Luiz ia Rocha Das.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia aecuso o
recebimento do officio de 7 do correte sob n. 28,
no qual V. S. participa liaver assumido no mes-
mo dia o exercicio de director chefe do prolon-
garaento da estrada de ferro do Recife a Caruar
para o qual foi removido do prolongamento da
estrada de ferro da provincia da Baha por de-
ereto de 24 de Novembro ultimo. Communicou-
se a Thesouraria de Fazenda.
->
23 d-
cre-
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA
JANEIBO DE 1889
Antonio Duarte de Figueiredo.Aguarde
dito.
O mesmo. -dem.
Carlos Aagusto Moreira de, Carvalho. Nao
tem lugar.
Hermenegildo Eduardo do Reg Monteiro.
Informe o Sr. iospector do Thesouro Proviocial.
Herraelindode Almeida Alcoforado Informe
o Dr. juiz de direito de Palmares.
Isidoro de Freitas Gamboa.Sim, sem a decla-
rago requerida, visto faltar competencia ao ar-
chivo.
Cou.meodador Jos da Silva Loyo Jnior.De-
ferido.
Bacharel Joao Zeferino Pires de Lyra.-Infor-
me a commissiio.
Joao Lins Cavalcante de AlbuquerqueInde-
{eria'-iV'* -*
Josephina Jovita Belmira de Oliveira. Defe-
rido.
Ladislao Rodolpho de Araujo Cesar. Informe
o Dr chefe de policia.
Martraho Jos de Jess.Indeferido.
Pedro Ivo de Hollauda Chacoo. Informe o
Dr. juiz de direito da comarca d_- Palmares.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 24 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Leite, Emilia Pereira de Abreu, Bellar-
mino Lourengo da Silva, Graciliano Octa-
vio da Cruz Martins, Augusto de Figueire-
do & C, Ludgero Francisco de Aquine
Cesar, Francisco Miguel da Costa, JoSo
Moreira da Silva Braga, Leopoldino Je-
sar de Souza Moraes e Jos Correia de
Vasconcelloe. Informe a Ia seccSo.
rsula Ctuilherraina Correia da Caoba
e Maria da Penha Rodrigues da Silva.
Deferido em vista das iniorniacoes.
Francisco Jos de Sampaio & Filno.
Junte conhecimentos de quitacSo dos im-
postos.
Urbano Jos Carneiro. Em vista das
informaeoes nada ha que deferir.
Francisco do Reg Barroso Mascarenhas.
Indeferido em vista das informaedes.
23
Fraocisco Jos Leite > C, Jos Cordeiro dos
Sautos. Leal i Irmao, Silva Azevedo & C, e Sei-
xas &C.-Informe a 1" secgo.
Manoel Joaquim de Almeida, Antonio Jos
Ferreira Mooteiro e Felismino < lementiuo da
Silva.Deferido em vista das informagoes.
Caroliao Pinto de Magalhaes e Manoel Caetano
de Amorim.Em vista das iuformaces aada ha
que deferir.
Joaquim Manoel Ferreira de Souza.Deferido
com relago ao 2o semestre do exercicio lindo em
vista das informagoes.
Dr. Hyginc Duarte Ferreira.Em vista das ia-
formagOes, o supplicante oo pode ser atten-
dido.
Manoel Rodrigues Alves.Juote conhecimento
de quitacfio do imposto relativo ao 2' semestre,
afim de poder ser attendido.
Manoel Martins Lopes da Cruz.Junte conhe-
cimento de quitagSo do imposto relativo ao seu
estabelecimento alim de poder ser attendido.
Jos Vital Pinho.Deferido, em vista das in-
formagoes.
-------------.+.-------------
Inspectora Geral da Instrnec*
Pnbllea
DESPACHOS DO DIA 23 DE JANEIRO
DE 1889
Mara Dornellas Pessoa Catanho.Como re-
quer.
Maria Zulmira de Barros Lima.Cumpra-s e
registre-se, devendo contar-se a licenga do dia
16 do corrente.
Repartieao da Polica
2.* scelo.N. 86 Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 24 de Janeiro de
1889. Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. xc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detencao os seguintes indivi-
duos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Ioao Baptista Pereira Simdes, por crime de
ferimentos. e John Leokdz, a requerimento do
cnsul inglez-
A' ordem do do 1" districto da freguezia de
S. Jos, Joaquim Jos Rodrigues, Felismino Pe-
reira da Silva, por disturbios
A' ordem do do 1* districto da freguezia da
Boa- Vista, Joao Baptista do Sacramento por uso
de armas defeza; Maria Emilii |da Silva Braga,
por crime de furto, e Maria Joaquina do Espirito
Santo, por disturbios e offensas a moral publica.
A' ordem do do 2 districto, Jos Maano do
Nascimento, como vagabundo, c Florinda Maria
da Conceigo, por disturbios e olleasas a moral
publica.
Communico o delegado do termo da Es-
cada que no dia 18 do corrente, "em trras do
engeubo Cachoeira d'aquelle termo, ;o individuo
de nome Jos Fortunato, assassinou com urna
facadaa Joaquim Claudino de Abreu, sendo preso
em flagrante.
O delegado abri o competente inquento, que
leve O destino conveniente.
Aquella autoridade remetteu ao juizo com
ptente o inquerito policial procedido contra
Gustavo Lopes Vianna, por ter em das do mez
de Outubro do anno passado, deflorado a sua
propria filha menor de nome Mari Julia de
Santa'Anna Vianna, e Domingos ^ffonso Ferreira,
pelo mesmo crime praticado na menor Maria Ca^-
rolina de Oliveira.
O subdelegado da freguezia de ^anto Anto-
nio, purlicipou-me que no dia 21 deste mez, foi
preso em flagrante o menor Joaquim Francisco
de Araujo, por ter furtado 2 latas com manteiga
pertencentes a Remandes Braga 4 C, a ra Ue
Marcilio Das.
Acerca do facto abrio-se o competente inque-
rito- .
No dia 7 do corrente. assu mo o excercicio
do cargo de delegado do termo de Ouricury, na
qualidade de 1" supplente, o ci ladao Cleomenes
Marinho da iqueira Falco.
O cidadao Domingos de Oliveira Cavalcante,
no dia 22 do co' rente, assumio o exercicio do
cargo de delegado do termo de Canhotinho, na
qualidade de 1 supplente.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges, muito digno presidente da provin.
cia.O chefe de policia, Antonio Firmo
Figueira de t abo i a.
-------- ^-------------
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DIA 23 DK JANEIRO
de 1889
Francisco Pedro Bolilreau.Ao Sr. Dr. conta-
dor para mandar escripturar.
Conta do director da colonia ornhanologica
Izabel, no exercicio de 1887 1888, conta do
tenente-coronel commandante do corpo de poli-
cia do mez de Dezembro, Collccloria Provincial
de Granito e Ex.Haja vista o Dr. procurador
Antonio Fernandes Ribeiro.Entregue o Sr.
Thesoureiro.
-------------0- ----
neeebedorla Provincial
de8pachos do dia 19 de janeibo
db 1889
Jos Antonio Pinto, Jo8o Luiz de Pau-
la, Jos Antonio Pinto*, Jos Francisco do
armo, Jos da Silva Franco Pimental,
Jeronvmo de Sonza Rolira, Jos Isidoro
Bastos, Manoel Jos de Lima, Vicente
Alves Machado, Antonio da l'osta ^orreia
RECIFE, 25 DE JANEIRO DE 1889
ParenihesI ?
Voltou o Jornal do Recife insistir na coutra-
diegao eotre os actos dos Exms. Srs. desembarga-
dor Oliveira Andrade e Dr. Araujo Goes, este
annulando o d'aquelle, que convocara extraor-
dinariamente a Assembla Provincial para o dia
1." de Fevereiro, e por 15 dias, para tratar da lei
de meios.
Tal contradiego. porm. repetimos, s appa-
rente. No fundo, e attendendo-se s razes em
que se basearam os dous actos, estes se accor-
dam, se harmooisara, pondo em relevo o inte-
resse publico, movel dos mesmos actos.
Com effeito, o Exm. Sr. desembargador 0. A-
drade, crentc de que a reuniao ordinaria da As-
sembla seria adiada para o I." de Julho, coo-
soaate a uto projecto votado, e cuja sanegao ne-
nliuma razo se opunha, fez aquella convocagSe,
alim de que nao ficasse a provincia sem orgamea-
to durante 6 mezes.
Esse mudamente, porm, desappareceu desde
que a Assembla oo remetteu sanegao o afta-
dido projecto, e a reuniao ordiuaria ter de fa-
zer-se no da 3 de Margo.
Para que, por tanto, manter o acto de convo-
caco extraordinaria, urna vez prejudicada a
hypolhese dos seis mezes de intervallo entre as
duas reuoies ordinarias da Assembla ?
8. Exc. o Sr. Dr. Araujo Ges procedeu, pois,
correcta mate annulando esse acto, tanto mais
quanto importou elle na suppressio de um sacri-
ficio intil dos representantes da provincia e na eco-
noma dos dinheiros pblicos despendidos sem
maior urgencia em transportes e subsidios, me-
diando apenas um mez entre a convocago ex-
traordinaria e a reuniao ordinaria da Assembla
Provincial.
Os dous actos a que allude o Jornal do Recift
sao pois accordes, como sao accordes o do Exm.
Sr. Iir. Araujo Ges e o do seu predeeessor, o
Exm. Sr. Dr. Ignacio Joaquim, adiando este para
Setembro a reuniao do anuo (Indo da Assembla
Provincial.
As razes que ento foram adduzidas para jns-
tilicar esse acto ainda hoje suosistera, dissemos
nos, e o repetimos convencidos, pois que ellas
sao a synthese de reflexes que, desde aonos
idos, externamos em apio da transferencia da
epocha dos trabalhos legislativos provinciaea,
resultara do interesse publico bem entendido.
Mas a verdade que, erabora tenha votado o
projecto que contm a transferencia, a Assembla
Provincial nao Ihe deu seguimento, uao o remet-
teu sanegao, sem duvida, por que, reflectia
sobre o caso, julgou inoportuna essa tranferene
da epocha dos seus trabalhos.
Devia a administrago era face disso, tomar a
responsabilidade da transferencia, fasendo-a de
autoridade, depois do procedinieuto da Assem-
bla?
E' nesse sentido que repetimos que os dous
actos se accordam, se harmonisain, visando am-
bos o interesse publico, sem que o do Exm. Sr.
Dr. Araujo Goes traga damno provincia, pms
que, nao s importa n'uma economa, mas tam-
bera nao prejudica a provincia.
0 Jornal do Recife nao negon, nem pode a-
soavelmente negar a economa; e, se contesta
que o facto nao prejudica a provincia, smena
pro formula, dizendo que a actual lei do orna-
mento tao boa que d'ella resultou vm aeffcM
de cerca de 600 contos....
Alm de que, como sabido, a lei prorogant
tem muitas disposicoes autonsaodo despezas oae
j foram executadas e que olio podem ser
realisadas, o que sobremodo restringe as pr
bilidades do dficit, accresce que,
acha o projecto do orcamento, em


n





tal como
discos** nt





Ti -.

I
V

* .
i
|
-


2
Diario de EternambucoSextkfeir 25 de Janeiro de 1 *MI
i -..-_. .________ ni i
Assembllff^MIPPNIMIp^HPl^H
actual, poij que o desequilibrio nm+etyty,v
enorme r desorganiza varios serv
Deniais, rest:.iOBtBnlgumas tapsas, ropo
tica dito, no nreamensvem vigor,.- por tanto re-
duzido de muito o-provavel deficil mis dous me-
aos c das de durocto da proroga'iv u '.nqufs-
tionavel que esse dficit ser menoi- do que o
augmento de dospggymue trjjria^B colna pu
Micos a reunir i.....i Irtii Ibis stisAsstslg
Provincial.
Assim, o conuiBirnlwf', as toMD? pealo
de vista, foi pr#aincMiannHlla(|taak;S3Beu
niSo extraordinafj! ias*n~deYeB*7reuBr-so
ero Margo a Asiaafcli'teftKnJMl eaus*ssia'r
diara.
Disse o JoinniHJitcfr qaiaafsl anbia I"*
o Sr. Dr. Araujo urna para ser publicada no Diario e outra para
as pessas, que com elle se entender ; e affir-
ma ser slricUmente exacto quanto dis.-e quer
em relaco s manifestac&es feitas pelo honrado
presidente da provincia irratrranicw ao
-nj'racto do oriieciaieiito de carnes verdes, quer
,4jm ndacfto ao que S. Exc. disse ao intanuado
..que (o reclamar contrae acto que julgou inva-
n-didaa as aposeutadorias dos erapregados da Se-
nvtaria da Aaserobla.
E us. faxendo sentir ao cmUempu cuneo que o
...Exm. Sr. Di. Araujo Goes boraem de uin so
|h so e urna s medida, asseveramos que S. Esc,
nos casos aAludulos, disse aos reclamantes o que
nwrapruduzmos na iniprensa.
Se Provincia escreveu oo seu numero de 13
- d -crrante as palavrae que o Jornal du Aeciff
-liransereveu, ern contraposico escrevemos note
oa mesmadata, as seguintes palavra/, que sao a
wexpruflsao da vurdade, e servirara de protesta
s da Procineiu :
Depois do )>ercorrer diversas mas.u passcia-
U^dirgio-se ao palacio presidencial, e, al, uina
commissao cornpostjwlos-Srs. Dr. Allino Correia
->4 Araujo, Merma da Costa, eisfivo jOlavo e Vi-
cente Silva, dirigio-se ao Exm. Sr presidente da
provincia, para, eai nome do povo, reclamar jus-
i tica na questao das carnes verdes, solicitando a
manutenco do contracto fcito pela ("amara Mu-
nicipal.
S. Exc. o Sr. presidente dajprovincia, res-
oawndeu que, sein apreciar a questao do cotitra-
u-cto em si -mesmo, o que mais de perto nteres-
sa ao povo, nao podia deixar de tomar em
xonsideraco a questao jurdica, urna vez que a
Cmara Municipal do Recifejarrogou-se o direito
v Jeireso*ver o conflicto suscitado entre a admi
nistraeSo e o presidente da Assembla Proviucial.
S. Exc. umcJuK) duendo que, tratndose
i. de questao de direito, a resolvera de accordo
com este e com as suas couviccoes, e sem qua-
bra da solidariedade administrativa.
O que al Cea por outros termos o que foi
escripto no nossaartigo deante- houtem, e pro va
o nosso asserto em rflajao essa questao.
Quanto outra questao, sobre aqualpublicou
o Jornal do Rrcife urna carta do Sr. Dr. Temolco
MarauMo, cumpre-nos observar ao oontemaora-
neo que esse mesmo informante confirma o que
itfesenios. embora aoerescente que o Exm. Sr
Dr. Araujo Ges Ihe dissera que nao teria fcito
elle o que fez o Sr. desembargador Oliveira An-
.rtr"1". mas que era obtiMado* msastr o acto de
(u-uctoi- ele. *
UiJE*m as neja s&exatjaueata o qouUSr-
-mol o Jornal do Recife, com o qual esta em certo
mo*>diver^enl timos que S. liso. oSr. Dr. Araujo Goes nao se
amstrou divergente do seu digno antecessor na
..apreciadlo dessaquestao, c oque disse foi pre-
.,ejsamioie o que. reproduzunos aiUe-bontem. uto
e, que as a.-.;cinblt;u< provineiives du Balna
. ao.lo catavam na posse do direito de aposentar
,.deus empregados, independen'emente de iutur-
vengo da presidencia, mas que estava iufortnado
iambeinde pellica contraria aqu e,a IVrnambu-
co; a que, alm disto, estando atlecto o negocio
ao Ministerio do Imperio, nada mais liie caba
iazer.
O Sr. Dr. Teiudleo Maranbo. inleressado na
.flaestao, que me tocava de perto, e sem duvida
acbauJo-e iiupressionado com a soluco do re-
iodo, nao im-cionou este ultimo trecho, o que
prora que nao prestou toda a snu attencao s
paiavras do illustre presidente da provincia, e
il'aJii o eqmvoco, que destueuiiis..
O Exm. Sr. Dr. Araujo Gemao poda ir, e
de laclo nao foi, alm das iotencoes e paiavras
do seu interlocutor; e se este foi, como diz, re-
clamar contra a resoluco do Sr. inspector do
Thesouro que c reeusara mandarpegar-lhe
os \ encimen o.- relauv o- ao lempo de exerckio,
S..Exc. nao precisava entrar na aprecaco do
acto do seu antecessor, para mostrarse delle
divergente, tanto mais quanto, estando esse acto
affecto ao governoimperial, tpialauei que fosso
* modo de pensar de S. Exc., nao Ihe caba
mais resolvcl o.
.. Com que ialuilo o bria .' S pelo gusto de ser
agr -la vel a quem mal conhecia '
Pao, o Exm. Sr. Dr. Araujo ties, nao tem duas
paiavras, como insina o Ui nal do Rrcife ; tem
orna s, e esta tantos revellaem particular como
de publico, quer em conversa, quer na imprensa.
S. Ex& est cima, das sunenos e insinuares
jpte Ihe sao dirigidas.
Pode, pois, o Jmmil do Recife fechar o seu pa-
MMMm.
------------ 0 ---------------
i___Oai
* Por
demiltidos
O. bacliarei
Pr^vHBV
tSfeii m Pmwdefc ri4^
Guilherme. AsUtcbo. tiouov, do- SBariade-suasiob^ervacoes, una idea indi:
>e ciiniler.cuunia iW
cargo de promotor puMi^o da comarca de S. 11er
nurdo das Russas.
O hachare! l-'lix Ctodido de Sonta Carvalho.
Je irrual careo Foran removidos:
l'ara a comarca "oWJik 'I11' M' i""11'1
p1ia*saa*BCfi'Mlaw|"ieUvH*i'i'ino!l* Ba
1 sUTo-ajtan- da i-roi^pam ecretata> cfc > uraoiolojr publico da eomarj^H
njaufeaciani AdtJplio ConlaiB) le Maraes
peHo;
Vara, a amana de SobafcauaBsc a-lia viua que attteitO'Vsc
iato oaneaco do respectivo pnwiotor para* .SubaaWBfcapdiaBnti
ligar de jun aunici|nl e deoraMos, o prome- Creador so tsjBCT
tor pitbUeo da de s Benedicto, laeharel Antonio
AOolprnntaMillri de Al ruda ;
pPar.i -i We PacuiuUi snriMtoa raaMaaa <. sen
de SanlAnna, bacliaril Alfredo Severino Braga
Duarte:
Para a do Aquiraz, que se acha vaga, o da I'a-
catuba bacliarei Alarioo Catada; ...
Para a de S. Bernardo das Russas o da do Ipu,
bacharel Raymundo Alexandre l'ereira.
Foran nofnoartos promotore pblicos;
a comarca de S. Joio do Priucipe, hachard
Joaquim Gomes de Mattos; .
Da de S. Benedicto, o bacliarei Leoncio Bar-
reto de Freilas:
Da de Quixeramobiin o bacharel los l'ordeus
Rodrigues Seixas;
a de Sant' nna, o bacharel Antonio Plutarco
Rodrigues Lima;
a comarca da Granja, o bacharel Joaquua
Oljmpio de Paiva;
Da comarca do It/ii Francisco de Odveira Me-
moria. '
Escreveram de Baturt ao Ceamx, em 15 i
A nossa aerm acha-se ew um estado trin-
lissimo; at esta data nada de cuvas, apenas
neblinas, que nada uproveitain.
* O povo sem racursos. sera trabalho, desen-
gaado de tudo, tendo laucado mi do recarga
extremo de emigran do modo que vamos ficr
sem bracos quaudo por ventura tensamos in-
vern. .
Nao mais possivel contel-o, porqoe os la
aendeiros j nao podein dar trabalho, menos sus-
testal o, caaguas nio lein recursos nem para si.
.. JSste estado da .cousas genal, prancipai
mente as quebradas das serra*. nos districios
do Pendencia, l^raaiiibuquinho, Aearape, onde
nem agaa tem.
Le-se na mesma follia :
G cammandante Solano, do vapor-Coteotin,
acaba de nos referir o seguinte :
O Sr. lauto Jos Rodriguee, do Aracah,
mandou cavar um poco, que depois de nimio
trabalho c despendi chegou profnndidade
de 130 palmos, sem encontrar o menor signal
d'agna; desanimado mandou suspender os tra-
bamos.
A' conselho de outros inaudou das depois
proseguir nos trabalhos, quaudo foi encontrada
uina lage de urna pedra, togo que esta foi per-,
furadaappareceuum jorro to forte.dagua que
em ponen subi a altura d 30 palmos.
Na capital tinha ealiido alguma chuvas.
Faeeeu no Araripe o padre Joo Francisco,
da Silva Nenen, c ipello teoente do corpo ecle-
sistico do exercito.
ato pj-aai- lo \tu-
Datas at 22 de Janeiro :
As noticias que do as folhas dessa provincia
SO de iii'i-resse loi-al.
PHMhyfea
Datas at 23 de Janeiro :
Para 10 de Marco foi convocada extraordina-
riamente a reunio da Assembla Provincial.
Foi o seuiQle o rendimento da Alfaooega
dx-sta provincia nos anuos de :
1886 488:184*007
1887 69fc48t#67
18?8 1105:897#W2
SCIENCIAS
_____________________t ,, i i -
HIOUM.lt
Lirio DE ABKBTURA DO CURSO DE AXTHttQ-
POLOi IA DE MB. A. BE QUATBBFAGB8 KQ
MUSEUM OHISTORIA NATCKAL DE l'ABIS.
O TrasufaraiUBii a niiilowoj hia e
"fNPsnsfSPs^BaWV homem chegou a dle- Notavel, poiiMn ;'.i,-ini cavel
-eu pensmenlo at ao Autor Supremo,de isie entre taes incewaaa^ n aieisuk),
tolo o que existe, elle accresceuta : fiawce- wao-flrrnis le Lainarck. LamarcK nunca pei-de
bao, portanto, o homem. como consequenaia ne- de vista conjunto do universo e da Natureza,
eeaiacootemplacao leva-o a f n'um Creador,
Doga
Condumoi
\ol!H;is do norte do impojio
paquete nacional- AUigae, hontem ehegodo
doi norte, titmx- as ge^uintea noticias :
imuoaai
Datas at 12 de Janeiro;
No dia 4, s 9 horas da mansa, foi coltocada a
srimeira pedra do edilick) que tem de servir
para n'elle ser ixdtocadas as machinas do gazo-
netro do Laboratorio Cnimico desta Capital.
O acto foi presidido por S. Exc. O Sr vice-
presidente da provincia.
Ao juiz municipal do termo da capital re-
jMtU'u o Dr. ctete da polica do Para, um in-
aoerito fcito em Ponta de Pedras (Maraj) a um
ral Monleiro em que declara saber onde est o
mheiro raimado ao infeliz capitalista Cuslqdio
Pires Garca.
O Dr. Joo Uosanmdi de Oliveira recebeu
oo Thesouro Provincial a quantia de 50:000*000
pela venda da otaria Tapojoz.
Datas at Ifi de Janeiro :
Sao de pouco iieresse local as notieias dessa
provincia.
Rscreverairt de t bail em 4, ao Diario do
lirio Para: r
Acaba, de -er atacado o nosso amko Arto-
midoro Goes, em sen carlorio.de tabelliio pelos
individuos Raym indo de Souza Couttnho e Fran-
cisco A.-Poriui.d Ja Suva, conheeido \iri-bi*io.
Rafcdlidos K*tt'vreuiiiram-te todos os liberaos
4a villa e atacaram de novo o tabelliio ua ra,
n frente da casa do Dr. ju de direito interino.
rcflpeimncio a ete.
|^^P^"N est em sofcresalto.
eJiberaos wuaem geate e diaem que to-
nai'fio novo desforro.
NaranfeHO
Data* trt -! de Janeiro:
As folhas d'jssa pmriacia nada refenem hgno
HIOtl
riniihy
Dala Janeiro:
-*NaHa deinlers it(4a ***n--p
VI. Si licito ser'livre peoeadoc erfpepcllir o
transfonnismo, podo so tambem ser religioso em
grao e modos di verbos .: entretanto adoptar qual-
Iuer urna das Insorias coaprehendwas sob esta
enomi naci geral.
Eis alpuns etiempto em apoio de eemellyiate
afsercSo.
Citarei em primeiro lugar Lamarck, cuja nome
apresenta-sc revestido de dupla autoridade : a
de seu valor scientifico qHe-conheccis, e a de ser
o verdadeiro fundador d transformismo tal como
* mais geralmente comprehendido, nao sendo a
theoria de Darwin, como veremos ne eorrer d'es-
tas preloesoes seno a de Lamarck desenvolvida
e aperfeicoada em eertos pontos.
LamarcK tido geralmente por atheo ; entre-
tanto, vao ver quio ponco merece elle seme-
Ihante epitheto, quer vejam a"elta censura qner
elogio.
Lamar ca d'esta questao com rcrdadeira insisteucia em
trez obras publicadas em 180, 1818e 1820. Falle-
ceuem 1829; portanto, wram ditos livros escriptos
n'uma poca em que sua inlclligencia. em plena
maturidade, nao pode ser reputada j enrrfie-
cidade pela cruel enfermidade que accommet-
eu-o na velhice. Sabtis que viven abzuns an-
nos ceg e seus ltimos livros foram criptos
pela ana dedicada rilha Cornelia de Lamarck a
quem dictava-os.
N'uma das prximas lices terei de expe-r-vos
detalhadamenie a doutrina de Lamarck. Hoja
limito-me a indicar o qe toca qoeetao de que
estou tratando.
Lamarck distingue no complexo das ron-as o
Vuiterto, a Ssitim e Des. O Universo com
prebend todo e qne materia e esta 6 comple-
ta mente inerte. A Natire/.a o conjnncto das
torcas que artuam sobre a materia e das leis
imrhutaveis que regem-n'as. Beas'o Crador
do 1.'inverso e da Natureza. Vejamos como elle
expressa-se a respeito.
S seencontram na Pk;lotopkia Zoolgica il8ft)
raros trechos relativos a eMe assumpto: com-
ludo, eis um que nao deixa lugar a dnvidaa :
A organisagao o a vida ato obras da Natureza
c ao mesmo lempo o resultado dos mcios que
recebeu do Autor Supremo de todas as cousas e
das leis proprias de sua constituicao. (6)
Na sua Introduccao tutora ios ammscs iu
vertebrados, introdcese que abrange a quasi to-
talidad* do I" volume d'aquella importante obra,
Lamarck expoz delalhadanicnte a sua doutrina,
e repetidas vezes insist; acerca1 da distinecao a
fazer entre a Natureza e Deus. Reproduziroi
apenas dous trechos:
< Pensou-se que a Natureza era o proprio
Deus. Esta at e a opmiae do maior numera dos
pensadores, que to sement de cooformidade
com ella admittem que os animaos, os vegetaes
so suas produccoes. Merece ser e.-tranhada
semelhante conlusao da obr com o seu autor,
do relogio com o relojoe'tro. De certo tai paesav
ment Ilgico e uuuca foi aprofundado. O
Poder que crcou a Natureza sem duvida Ili-
mitado, nao est snjoito a'stMwmade a reslric-
go ou le alguma. S elle pode-mudar n Na-
tureza e suas leis: s elle pode annquilal-as. "
(7)
A Natureza nao passa do instrumento, do
processo especial de que o Poder Supremo houvc
por bem usar para fazer que exlaissem os cli-
veisos corpos, Ibes dai propriedades e ate fa
culdades differentes. B'unta palavra. para colo-
car todos os ele nents passivos do Universo no
estado fButavel em queseacham cdnstanteme
Klla n;io passa, por assim dizer, de intermediario
entre Du? e a? partes do Universo physicopara
execncoda divina vontade. (8i
Kmlimkna ultimaTdiTSivcTnia indicadas obras
cu, o tRStoMtefttilr^iiloatrWrW-mniaV^ma
awttgtieit dot eonhteinw.ntat foeilum do -homem
1820). Lamarck vqHa repetidas vezes a mesma
orlejn de ideas: reprduz varios trechos de sua
[ntroducro ; entre outj;ps o que trata do relogio
rcinjoeir o acieroifeenra outros no msmo*
snnlkdOk Reiiroduaitei ape -rgaiutes :
I fi) Tomo II, pag. .*i7
romo If. pdg, 32! m m^
m Tomo H. p.ia>. \:" t
mas .real d. unto Supremo de quem aHei ha
', de Deus, emfin, a quem parece convir o
attributo de inlmito sob todos os pontos de vista.
Im mesma forma adquiri elle, pela contempla-
qQo da parle das obras d'aquelle Ente que Ihe
coiilx? conhecer. urna iduaio menos.nal do.sen
iiiin*aHP aei''
r*miu e foi -nos pr<**anu
osaaajlunk-.-
/emetWkfm malejaa
suas parteattfoew exHasj
-idmsadoolijecle creado.
iMtsrii! Micoauto seu
nBaono. .fipr niaier que
eja o peder Nao acudo a Natureza urna Hitclligeuca,
nem mesmo um cute, mas urna ordem de cousas
constituindo um, poder adslricto a leis em-,todas
as suas maRfostnr;6es, ella nao pode ser o aro-
prio Deus. I. o producto sublime de sua toda
poderosa vontade e para nos o maior e maiaad-
mirtivel dos ojelos creados. Assim a vontade
de Deas rnanifcata-se em toda a parta pela exe-
ruco das leis da Natureza porque 4'e.lie prooe-
ieu taes leis. > (12)
Pwderia.inuliiplicar as citacoesi estas, porm,
bastaui para mostrar, quo enganam-se redonda-
mente oa que classillciram Lamarck na cathe-
ser dos allieus. i'elo contrario, este fundador
do raoilerno Dai-winismoessenriialnientHdeista,
pois declaro, que Deus creou a materia s as tor-
cas, que elle pode anaiqailal-as: que nada sub-
sista sem o seu consenso.
Di certo, o christo mais orthodoxo nao falla-
ra de oetra forma da creacao e do poder ser li-
mites de Creador.
Na linguagem de lkcckel c de seus discpulos,
a opiniSo de Lamarck acerca do conjunto das
cottsus essencialmente duRlitlim e teleologa.
Neste ponto antipoda do utonitmo, qne nos que-
rom impingir como inseparnvel do transfor-
mismo.
Vil. Depois de Lamarck, que como logo va-
remos o fundador jordadeiro das dotitrinas
3ue admittem a tratufortmifao lenta da espectet,
evo collocar Geoffrov Saint Hilaire, chefe incon-
testado dos que admitiera as transformacoee re-
pentinas. Para este nao preciso citar trechos.
Todos sabe.n. e tenho podido apreciar pessoal-
mente o fervor religioso de Geoffroy. Era re-
ligioso com o enihustasmo que Ihe era proprio c
bastar-me-ha recordar as paiavras com que ro-
matn um de seus ltimos escriptos : Si tenho
dido. ser til em quaiquer grao, Gloria a
s. Como Kepler Geoffroy tazia remontar
a Esle, que algure ehatnava o Senhor dos Mun-
dos, a nomenagem de seus trabalhos e descor
bertas.
D.i certo os philosophos e naturalistas, que
intitulam-se hoje livre pensadores nao podem
revindicar Geoffroy como pertencente a sua
grey.
VIH. Vamos agora a Darwin. Muito se lia
uscriplo e disentido acerca,das opinies religio-
sas do grande naturalista inglez. Hoje sabemos
oque devemos neniar a respeito, depois do livro
publicado por seu lilbo Mr. Faancis Darwin,
que foi traduzidoem frunces por um joven sa-
bio. Mr. Henry de Varigry, sob o Ututo Jfida
e Mirttpondenciade Qh. Darwin.
Darwin conservou-se serapre na maior reserva
acera da religio. Seu RUio nos diz, que elle
considerava a religio de um homem cousu es-
sencialmente privada e que s a elle diz res-
peito. (13) Com tudo, sob a presso de diver-
sas circuinstaneias. detxou acerca do assumpto
alguoias paginas em que se acha perfeilameute
rctxainjto. Acham se n'ellas esta boa f com-
pleta, esta perfeita lealdade que faecm amar seus
livros ainda por aquellos que nao Ibes podem
aceitar-nem as,ideas tundamentaee nem as con-
cluses.
Devo aqu recordar algumas datas e ver-se-ha
que ellas nao deixaat de ter importancia. Darj-
vrai nasceu em 1899 e fallcceu em 1882 na ida-
de du <3 huios.
N'um fragmentoautobiograpbico escripto em
1876, diz-nos Darw iu. que durante a sua viasrera
de circumnavegarao a bordo do Beuyle (1831
1835)-era dt> urnaortuodoxia perfeita a pon-
to de cilar, a titulo de argumentos irrelutavei
diversos trechos da Biblia, o que dava occasiao
a gracejos da parte de seus coni] ninkemn em-
bora estes fossem tambem orlhodoxos (14K
Mas de 1836 a 1839 achou a sos fsenaraente
abalada e chegou a negar, a rehcJeTdivina no
chrisliuianismo. 113)
Mais tarde prcoecupou-se com a idea de um
Deu pessoul e expoe, no mesmo fragmento au-
tobiographico, aa razes que tendem a inlirmar
ou confirmar aquella crtica. O mal que fere o
lio nem e todos os entes dotados de sensibilidade
pare ce-1 he poderoso argumento contra a
adm sso de urna causa inicial inteligente. (16i
Por outro lado traz algumas razoes sentimentaes
que pugnam em pro de semelhante crtica e ac-
cres*nta :
lteo motivo de acreditar naleiistonoia de
Deu, impressiona-me peto seu peso, pois lillio
da r.izao e nao dos senmentos. a extrema
difficuldade, ou antes a impossibuidade de con-
ceber o universo prodigioso e immenso, o ho-
mem e a l'acuIdade. que elle tem de remontar-so
ao passado e olhar para o futuro, como sendo
productos de um destino ou necesaidade cega.
Quaudo n'isto relltcto. vejo-me propenso a adiuit-
tirntna causa-inicial com intelligencia anloga
sob certas reLices a do homem e mereco a qua-
liliciicao de deista. Si as minbas recordagoes
sao liis, esta convieco dominava o mou espi-
rito na pocha em que escrevia e Origen da es-
pecies e foi posteriormente, com muitus fluetua-
ces. que ella < foi enfraqaecendo gradualmente.
lias surge um motivo de duvida : poderemos
por enturedepositar toda conlianga, para rao
importantes conclusoes, no espirito do homem
que a meu ver principiou nao tendo maior des-
envo.viiue.nto que o aos animaes mais inferio-
res ? Nao pretendo derramar luz alguma sobre
estes problemas abstractos. O problema do
principio de. todas as cousas para nos insolu-
veL e pelo que rae toca devo oonleolar-me em
permanecer Agrostico. (17)
Yuma carta dirigida a Grolimn, em 3 de Julho
de 1881, l-ae um trocho ainda mais curioso e
significativo : Expressastes minlia eonvkco
intiina, emhora por urna forma mais viva e mais
clam que a de que eu poderla ter usado : a sa-
ber, que o universo nao resultado do acaso.
Mas mi to presenta se a hoinvel duvida e eu
pergun to a mim mesmo, se tem algnm valor e
merecem f as convicedes do homem, cujoes-
pirito o producto da evoluco do oapinto de
animaos de intima ordem. Haveria quem desse
valor s coovicoos do espirito de um macaco,
caso exislam conviccoes em espirito d'aquella
ordem (18).
0 resumo de urna conversa que Darwin tove
com o duque d'Argvll no anuo mesmo em que
lalleceu, e que Mr. Francis Duriwin reproduzo,
permitte amanear que elle passou at o ultimo
momento de sua vida por estas alternativas do
crtica e de duvida. O duque acabeva do recor-
dar ilie alguns de seus trabalhos mais interes-
santej, e cujos resultados levnvam a.admittir na
natureza a inlervenco de urna intelligencia.
Olhou para miin com lixidade, accrescenfa o du-
que e disse : Sim, por vene esta necessidade
apodera-se de mim com ama torca irresisiivel,
mas nm outros momentos parece que desvanc-
ca se -I9).
Mas em summa at onde chegaram no espiri-
to de Darwin toes osciuages do pensanento ?
Elle proprio n'uma carta escripia em 1879 en-
carregou-se de esclarescer este pauto, di-
zendo ; Nunca cheguei ao que se chama
piopriainente o Atheismo ou negago da existen-
cia de Deus : pens que em geral (e sobretudo a
med (laque envelheco), a descripeao mais exac-
ta d i estado de meu ospioto e a de agnuttico-
t2d). ^W
o tendo, quo a contar do momento um que
abandouou as suas graneas tmdicionaes Darwin
oscilloa sempre entre-e Desmo e o Aguosti-
da-mesma forma" que a vista do- relogio traz a
idea do relojoeiro mesmo para os que Ihe com-
peabendem o maqumismo.
Darwin da sua parte, quando o seu pensa-
mento abraca o conjunto das cousas Deista ;
ma a.s mais das vezes paale-odo vistaj^anec-
com detallranoitini ;os;, encentra
llculdades ojeelta.ae-AsiejUkismo.
IX- Os trez sabios onm(|UC acaha> de eccu-
aiataAi nma de par-mei; nao sao Uiim ftnmtitres eai devida,
idestruclibilida.lo sti iiedniitiiido a distinaefMtetao juntamente es
laeateeia pelo emiiieiiiet ptafcaV^*-*. Seiierer
so ftmvdores Iiires.,4ti4<*etfkt vojlsataeago-
ra stMiristaos e cathoiicos>)iui%sa oa inbi
bio dssbrai,ar o Tranjof mieasJ. CiMMsi empri-
mqtliarar DOinalioe.daVIMiOfL, imeptti meif
illes^anundadores da geo*ogra moderna e am
disto antliropologista eminente. Nao preciso re-
correr as obras que elle-pbliceu para inteirar-
vos das ideas que elle mentinho. acerca .da ques-
tao vcrlente. Para isso bastam-rac as raninas
recordares. Durante mnitos annos D'Omalius
viuha (assai' em .Pars gtandoparto do verao :
assistia as sesses da Academia da qual era mem-
broeorrespoadejjte. assim como a diversos cur
sos. Frequentador assiduo do de Anthropologia,
aquelle veterano da seiencia sentava-se modes-
tamente nesses bancos hoje por vos oceupados.
Acabada a preleccSo, vinha elle ter commigo em
meu gabinete c enlao principiava urna destas
dos
des-
te da verdadelra pos53,o astronmica
lugares que forem mencionados na
cripcSo da directriz, e praza a Deus, para
crdito de nossos trabalhos topograplucos,
que a prevencSo tomada nio se ja reconhe-
ciaa mes^uinha em presenea do resultado
dos eatudoswiBeriores.
. Partindo do Rocife, a estrada deve ir
em busca do valle de S. Fuicisco que
tornecer s por si 2,000 kilmetros de
. desenvolvimento, perto de uin teryo da
prolongadas discusses em qu.: couiprazia-se e, .distancia total da estrada, restando somen-
as quaes patenleava maravilhosa "agudeza de
espirito servida pelo mais extenso saber.
D'Omalius era transformlsta, ainda que a sua
theoria, qne vos darei a conhecer mais tarde,
divergase das que hoje gosam o favor puhlico.
a questao geral e seus coronarios foi repelidas
vezes o assumpto de nossas palestras.
Ora, o meu eminente adversario era verdadei-
rocatliolico de crenca epratica, entretanto, nos
argumentos addazidos geralmente em pi da
transformacao das especies, accrescentava outros
tirados de suas crencas religiosas e dizia-me :
Para explicar o presente e o passado de nos
sas faunas e floras preciso optar eutre duas hv-
potneses : ma-a das creages mulliplas, suiipe
que na occasiao de cada revolugo geologca o
mundoorganico ha sido renovado, e que a ap-
parigSo de nma especie nova necessitou um ac-
to especial da vontade do Creador; a outra s
admitte urna nica creaco, a de p.-queno nume-
ro de entes dolados com Jaculdade de prolifei-
rar por meto de derivaco todos os queexistem
ou existiratn. Pois bem < accrescentava elle s
esta ultima parece me consentanea com a idea
que nutro da magestade e poder Ilimitado de
Deus.
Estao vendo, portanto, que, embora se diga o
contrario, pde-se ser christo e cathoco c ado-
ptar urna theoria transformista.
X. Talve objectem alguna espiritos timara-
tos, que D'0m..lius, por melhor catholico que
fosse, nao passava de simples leigo incompeten-
te as questes de ortliodoxia. Por outeo lado,
estabelecia a favor da sciencia reservas que po-
dem ser lidas por graves. Enteudia, que as in-
terpretaces da Biblia, lundadas tobre a scien-
cia de onlr'ora, deviam ser modiQcadas, quando
em contradieco com as incontestaveis descober-
tas da sciencia moderna. Por ambos os motivos, o
testemunho do sabio belga pSe parecer a ce-
ios espiritos insutnciente e suspeito; espero,
entretanto, quo o ultimo cxemplo que vou apre-
sentar, vos provar que o catholicismo mais or-
thodoxo ple alijarse com as mais adiantadas
crencas transformistas.
Tratase agora do Rcvd. padre Bellinck, da
ordem dos jesutas, professor d'uina das gran-
des escolas da mesma ordem o Collegio de Nos-
sa Senhora da Paz em Namur. Este ecclesias-
tico era ao mesmo tetnpo sabio mui distiucto.
membro da Academia de Sciencias de (Iruxel-
las, eem seguimento a um artigo publicado em
1861 na Revue des ctudes religieuses histori-
306 rt litteraires, depois de fazer, em favor dos
Qgmas fundamentaos do enrstianismo c alta
autoridade da Igreja, reservas facis de compee-
hender, accrescentava :
" Depois disto, pouco importa que houvesse
creages anteriores de que trata Moyses; que os
periodos da gnesis do universo sejam das ou
pocas ; que a apparicao do homem na trra seja
vmis ou menos remola ; que es animaa& tenham
conservado suas formas primitivas ou se tenham
transformado insensicelmente que o proprio cor-
po do liomem tenha soffrido mudifcacMes; pouco
importa,, emflm! qne em virtuue da vontade
creadora a twiteria inorgnica posta aerar espon-
tneamente plantas e anuncies f Todas estas ques-
tes esto entregues s discusses humanas e
n'ellas s sciencia toca fazer justica do erro!
Sublinhi as partes mais frisantes d'esta im-
portante declarado. De certo nao se poda por
em duvida a competencia d'aquelle ecclesiastico ;
e cntre'anto v-sc que elle admitte, corno per-i
feitamente compaliveis rom a sua f, as transfor-
mages lentas dos Darwinistas, as raodilicages
morphologicas do homem, que pdem levar at
aos Anthropopithecos. c at a geraco esponta
nea aceita hoje arenas pelos mais exagerados
discpulos de. Darwin.
XI. Acabis de ver que o transformismo pode
alliar-se a todas as opinies philosophicas e re-
ligiosas. Lhes licito, portanto, seren, com
Cn. flobin, livres pensadores na medida qua
quizerem e repellir todas as doutrinaa compre-,
hendidas sob' aquella denominago. Em troca
podis adoptar a que vos convier, permanecen-
dofrancamenre rteistas com Lamarck. meio
destas, meio agnsticos com Darwin,religiosos
enthusiastas com Geofforyycatholicos, conser-
vando, porm, verdadeira independencia scienti-
ficaeom D'Omaliusemfim, catholicos orlhodo-
xos com o R. P. Bellinck.
Cont que de taes tactos e cxemplos hao de
tirar commigo a conclusao, de que as doutrinas
transformtslas nada tin que ver com a philoso-
phia nem com o dogma,* e sao na rea t idade es-
sencialmente e nicamente scientilicas.
E' quasi intil accresccntar, qne sob este ponto
de vista exclusivo havemos exarainal-as.
A. de Quatrefaaes,
Membro do fastituto.
maoria das vantagens que a bitola estrei
t oaten i; fcobfc ierga, sendo- nlm de
tudo muito para receiar quo, se com o sa-
oriticio de-taes vantagens se obtiVer que
ella possa- supportar o eaforco excrcido
por trens daquella velocidade, o mefemo
se nao dar qtianto a sua eapacidade de
locomocao.
Ha ainda um:reparo a deixar. incluido
entre essas bearvaySes preliminares, que
sao outros tantos preceitos, que influem
como justificativas para escolha do traga-
do ; assim qne a diretriz do estrada de
tamaita xtensao nao pode desenvolver;
se em fas de Hgurfemenor < do 100 ki-
lmetros,
(9, Pag. 8.
(OI Pag. 13
(II) Pag. 15.
121 l'ag. 43.
(13) Ut. cjl. pfe 2oO.
(1*1 Pg-J37.
\t\ pg-3:>8.
(16) pg.362,
117), n Pff. 363.,
O*,. Ob. ail. 36?,
ECONOMA

ti-ansacsoes dos muuieipioe de Cabrob,
Salgeiro, Leopoldina, Granito, Ex e Ou-
rieuryna mesma proviaeia, como de todos,
os do Cear quo se acham- nos valles do
rio dos Porcos e do Salgado, os quaes ver
tem para o Jaguaribe por onde se ha de
desenvolver a estrada de ferro de Batur-
t, que em seu descnvolyimento se entron-
car na traaeeonlraental jiaquolla villa,
aravessnndo Pernambuoo com percurso
apenas de 100 kilmetros. Oe Cabrob*') a
directriz buscar, com 165 kilmetros de
distancia, a villa de Petrolina, sede da
ultima comarca de Pernambuoo margera
do S. Francisco, outra eatacSo de neces-
dMnhejumeQtoexaft, aidade impretm-ivel nao s por ter na
;aeyrmoi|haihflaar9aak. ^teira a cidade do Joazeiro,
estagao torminal da estrada de ferro da
Bahia ao S. Francisco, como por estar
designada para ser o ponto inicial dess'ou-
tra que a ultima lei do orcamento mandou
estuder..- pelo valle do-Oanmd e Panahy-
ba, na provincia do Piauhy, com o intuito
de proporcionar esta e a do Maranho
ooramimicac3o interaa, por ora com a Ba-
hia e mais tarde, realisada a construccao
da transcontinental, com quasi todas as
suas i mas de norte a sul.
Desde o Recife at Petrolina ou at
Joazeiro, conforme o tragado seguir pela
margem direita ou esquerda, nao se encon-
trar differenga sensivel na extensao de
6G0 kilmetros a nao ser a ponte sobre o
rio que o tragado pela direita requer e
que seguramente ser urna das mais mo-
numentaes obras d'arte com que ter de
enfrentar a empresa.
De Petrolina em diante, o tragado se-
guir subordinado s curvas mais pronun-
ciadas que o rio vai apresentando para o
rumo de noroeste at a cidade ta Barra
do Rio Grande, no S. Francisco, a qual,
por ser o emporio coinmercial deste rio c
do valle transversal mais vasto da mar-
gem esquerda delle, tem direito a ser con-
templada no numero das estacoes indispen*
saveis da estrada. D'ahi em diante, si o
tragado proseguir pegado ao rio de crer
que as difficuldades se reproducirlo por
seren em maior numero e mais caudalo-
sos os tributarios dessa margem; para
evital-as, encurtando ao mesmo tompo a
distancia fora, talvez, acertado visar desde
logo o valle do Paracat, que segundo
j se observou, aquelle que parece ser
destinado dar mais fcil e adquado acces-
so bacia do Paran. Cumpre, entretan-
to, ter presente que, si o tragado por esta
margem evita duas gi-andes pon tes no S.
Francisco, outras de mais vulto ter de
construir por serem mais caudalosos os
affluentes da esquerda, sobresahindo entre
elles o Grande, o frrente, o Carinlianha,
o Urucuia e o Paracat, ao passo qne 08
da direita s apresentam comparavel a es-
tes, as diiculdades que poasain ofl'erecer
a psssagem da estrada, o Verde Grande
smente, por isso que o das Rans, o'-Ono-
fre, o Par-miriin, e o Verde de Baixo
sao de muito inferior possanga a quaiquer
daquelles.
Bem ponderados os pros e os contras
que assistem a cada urna dessas duas di-
rectrizes, evideucia-se que se. obtiver-se
como parece provavel, reducgSto de distan-
cia pela margem direita, essa superierida-
de encontrar equivalencia no facto de
pouparera-se as duas collossaes pontes so-
bre o S. Francisco e de ser a da margem
esquerda mais apta servir futuras-rela-
gSes com o coragao do imperio, habilitan-
do-o exhibir aos fautores do progresso
tantos elemantos de riqueza que jazem
desaproveitados e ignorados.
Attingido o valle do Paracat, como j
se fez ver, o tragado devo buscar e valle do
Paranahyba, desenvolvendo-se pelas ver-
tentes de seus affluentes em direccao a
Liberaba, ou melhor, a conuencia do rio
Pardo com o Grande do Paran e, en-
trando na provincia de S. Panlo, atmyes-
sar o Tiet em busca do Faraaapanema,
na confluencia do Tibagy, e em seguida en-
rar na prormeia do Paran, para, ntilhan-
d-e de m9 de Ivahy ou do Pequiri, onao
dtejaboa/ tranajior o Ijauaeno'lugaB-iiiais
ftproprtado a ir ter ao Salto Grande do rio
Uruguaj proetmnd* -rnguayan*, ultimo
ponto de orientagSo cm territorio brasilei-
te o- alvitre na escolha da margem do rio
emque deve ella ser-langada c o ponto do
valle que deve ser alcangado em arabas as
hyptheses. O que nao s pode ser contro-
vertido que a directriz ter de atraves-
sar o rio entre Jatob e Cabrob, em Pcr-
nambuco, e entre a cidade de S. Francis-
co e Guaicuhy, em Minas, se a iuaa-gem
preferida tor a dir ta ; no caso de reca-
hir a preferencia na esquerda, o grande
rio nao ser cortado vez nenhuma por ella-
mas em compensagao muitos dos seus af-
fluentes mais caudalosos terSo de ser atra-
vessados ; muito maiores trechos de terre-
no iminersivel terao talvez de ser trans-
postos, ou para evtalos, bem como aos
divisores das aguas desses valles transver-
saes, a directriz multiplicar suas sinuo-
sidades, 4rrscando-8e assim a ter deson-
volvnento nocivo a brevidade do tempo
de viagem e onseguintemente mentindo
aos intuitos determinativos de sua cons-
truegao.
Descreva-se o tragado as duas hypo-
theses, doapresando-sc, como j foi ponde-
rado, o pensamento do serem aproveitados
alguns trechos j construidos de estradas
de forro, que de muito fraco senEo. de
completamente nullo auzilio se rao para
commettimento de tEo transcendente vulto.
Do Recife em demandado valleS. Fran-
cisco na parte mais apropriada a servir-se
de quaiquer de suas margena, o tragado
ir era recta na direcgEo de oeste, 7o ao
sul e na extensao de una 500 kilmetros
at a villa do Cabrob, passando sem des-
vio de 20 kilmetros siquer pelas cidades
de JaboatSo, Victoria,. Bezerros, Caruar
e Pesqueira e villas de Gravat, S. Cac-
tano, Cimbrea o Al agua de Baixo.
Pesqueira, situada a 666 metros de al-
titude na fralda oriental do serra de Oro-
rubs, a qual est a 1:020 motros cima
do mar, cortada polo panema aflluente
do S, Francisco ; por esta circumstan-
cia a primeira povoagao do valle tributa-
rio da grande bacia por ende passa o tra-
gado para nao abandonal-a senEo deposs
de furia de 2:000 kilmetros de pereursQ.
Cabrob, que no se recommenda acr
tnalmente por nenhuma condicgEo depros-
perdade, ser todava ponto obrigado de
passagem si o tragado continuar pela mar-
gem esquerda. pela circamstancia de se
achar enllocada na curva mais septentrio-
nal que forma o rio quando muda de cur-
so de nordeste para sueste. Si, porm,
fr preferida a margem direita, a directriz
deve inclinar-3e mais para sudoeste tanto
quanto fr aconsciliado pela melhor collo-
oagEo da ponte, que naturalmente nSo t-
car, muitOB kilmetros abaixo de Cabro-
.b, si o tragado contar a cidade de Joa-
zeiro entre seus pontos obrigados de pas-
sagem, ao quo alias ella tem mcontesta-
vef direito por ser a estagEo terminal da
estrada de ierro da Bahia, que all devo
ebegar dentro de dous annos, e por essa
motivo est fadada a ser o enireposto de
grande parte do valle do S. Francisco e
A ferra-via TraaseoKtiiaen-
(Do
Diario Oficial)
III
Para escolha do tragado de quaiquer
estrada de ferro compre ter-se em vista
o interesse primordial que acta com mais
vigor para determinar o emprehendimento
da con8trucgEo, e s depois de bem ponde-
rada essa ordem de interesaos poderSo ser
determinadas as condigoes technicas que
mais adequadas forem para bem satisfa-
zel-a. No caas vertente, todas essas con-
dignos subordinam-sc a peremptoria de Ser
vingada a distancia de Valparaso ao Re-
cite prooisameute emqnatro dias, para o
que indispensavcl que os trens poesam
manter nvaravelmente o perenrso de 80
kilmetros por hora, presumindo-sc que seja
da 6,600 kilmetro* a diataacia entre as duas
cidades. Ora, com o designio de alcanear-
se a velooidade de SO kilmetros por hora
alo incompativeis as condic3es technicas
das estradas de ferro existentes e que por
ventura se encontrem na direegao conve-
niente, j pela porcentagem elevada de
seus pendores, j pela restrcgEb dos raios
das respectivas curvas, j finalmente pola
insufficienoia na maior parte dellas da re-
sistencia do materia! liso e impotencia e
iecapacicTiide do rotmnte. Nestas cirenms-
tancias, a^>, ser cpnslbo de experiencia
deviar-se o tragado mu kilmetro sequer
no intuito de se porpar a construccao de
alguns trechos de esWada ; como L-imbem
nSo o ser adoptr-se a bitola de um me-
tro affe igoantlo-a s exigencias da grande
velocidade, pela razAo deque, se forem
na constrnegRoftfspitadaB estas indispen-
aveis exigeaciaa, a estrada perder a
sao mais visinhas. Keste presupposto, a
directriz nao deve em seguida a Joazeiro
subordinar-se s tortuosidades do rio, ao,
contrario, tanto quanto o terreno permit-
tr, deve seguir a corda de grande arco
que faz o rio desde Cabrob at a mar-
gem dianteira cidade da Januaria, nflo
deixando de aproximarse da eordilheira
ou chapada que separa as aguas delle das
que se dirigem directamente ao Ocano,
pela conaideragEo muito i valiosa de que-
nas provincias do norte, os terrenos ele-,
Tados constituem vastos oasis preservados
das contigencias a que estao sujeitas as
planicies, 'dotados como sEo de mu tas
uberdade, abundancia d'agna em todas as
estagoes e clima igual aos mais encomia-
dos das provincias do sul, portanto, nes-
tas condig8es, a ferrea-via que se destina
a.ser tambem um grande factor de imrai-
gragao hade nece.sariainente aproveital-os
para collocagao dos immigrantes que a
propria empreza intreduzir para acode-
rar a construccao.
- Sidos estudos reconhecer-se que a di-
rectriz coincide ou aproxima-so da corda
imaginada, a passagem da margem direita
para a esquerda do rio S. Francisco deve
operar-se no lugar mais adequado aaeguir
a linba pelo valle Paracat, para dest'arte
evitar se que ella se prolongue pelo do alto
S. Francisco, o qual valle se inclina tanto
para o sul e em distancia tEo considera-
ve 1 que a directriz, acompanhndo-o, seria
grandemente desviada do ponto objectivo
e tEo desviada que o seu prolongamento
naquella direcgSo iria ter a costa n altur
ra da ilha de S. SebastiSo. De3ta obaer-
vagEo resulta, e fique desde j aaseatado,
que o Talle do Paracat, por quaiquer de
suas vertentes mais aproximadas da di-
recgEo sudoeste, ser zona obrigada por
onde dever a estrada passar, baca do
Paran, e isso, quer se verifique e traga-
do pela margem direita, quer pela esquer-
da do S. Francisco.
J ae observou que a villa de Cabrob,
sede do municipio e comarca do mesmo
nome era Pemambnco, smnte pela sua
poslcSo topographca ser considGrado(g|K
to obrigado passagem da esirada si ti-
ver- de seguir pela esquerda donrallte;
. forgoso- porm confessar que a presenea
da estrada datv-lhe-ha imieasa importan-
cia, porque- a habilitar a n^: da
do centro das provincias do norte que Ihe ^ pam a transtontinental, e logo/aps
a banda argentinaera demanda de La Paz,
donde procurar entroncar- se com a que
se dst construindo em seguimento ao
Chile, se nSo fr preferivel, como parece
mais que provavel, outro tragado .cm me-
lhores condigSes no territorio argentino.
A transcendencia do assumpto reclama
que seja mais demoradamente discutido
antes de tomarse em consideraeEo a parte
que decisiva, mas qne nSo tem sido,en-
frentada at agora a vitalidade.da .empre-
za em face dos ciementos econmicos que
a possamMiffragar.
SerEo estes os assumptos que se conte-
ni as paginas seguintes.
(Contina)
REVISTA DIARIA
*<* selaesPor actos da presidencia
da provincia de 17 do torrente rdez :
Poram approvadas as plantas do local da Usi-
da
na, a descriptiva dos apparelhos, a da zona ser-
vida pela dita Usina, a da fabrica e bem assi
a descripcto do processo do fabrico do assucar
e a lista dos apparelhos. tudo concernente ao
engenho central do typo maior, do municipio de
Serinhem contractado por Gaspar de Meltezes
Drurmnend.
Foi creado um districto ltterario no 'pa-
veado Penha, em Ploresta.
Foi noraeado o major Antonio Valgueiro
dos Santos Barros, para o cargo de delegado
ltterario do districto da Penha em Floresta. -'
Foram concedidos 3 mezes de Iicenea ao
professor publico Philomeno Baymundo Nones
de Lima.
Foram concedidos 45 dias de licenca a pro*
fessora publica Mara Julia Monteiro Lopes.
FOi aberto um crdito de 9*000. a verba
Gommissoes militares do Ministerio da
Guerra, liara pagamento da etapa a que tem di-
reito o teneate reformado Luiz Jeronyrb Igna-
cio don' Santos.
Por offieio da-mesma data mandona The-
souro Provincial adjuntar a qaanti de HJ^OOO
a Guitocrnuno Mara da CenceicSo Padilha pro-
fessora conlractada para a cadeira de Granito
Iiiwtilufo %r<-beolosico e li<'oifru-
phiro r-riuinbiiraii;. ,\ domingo. 27
do correnle mea, commemura o Instituto Ar-
caeologico c Geogrnphico Pernamburano-o anm-
Tersrio da sea fundaoSo e o da Reslauracito de
Pernambuoo do dominio hollandez, em IS$4,
llavera sessao imgn na sede do Instituto, que
se achara decorada para esse acto, iissisriinlo
as urimairas sutoridades da provincia comtntt-
'soes das deramsassociaces existentes n
,dads e as postos eoRvidarl.is.
A noile o museu do iBstitBto ser rranqu>
a visitaccaisMeii.. como de costume.
sM






I 1
1
J
(


Ditio>de Prntiinttuil8Bt
/

7
ttcgorlo* de >aaraenrytimaos que se-
r lido cara atoras* tgoiata'a'acuJlento .
Copia. Vistos estes autos, eorpo de deno-
to, autos de perguntas e iiiquirieoes de testo-
ruunhas p'lo r. juiz *e direitos remessa de
todo processade, tendente ao inqtierito do pro-
motor publico, feita polo mesmo doutor; sum-
maric de culpa em que depuzeram 8 testemu-
nhos, veriticaodo-se de tndo Isao, que apnar
da? muilas irrejnilalfaides, e incompetencias
qu; nellas se notara, npre um crime
Kwwio, imra reeonbf eiraeuto do qual conver-
gen os ditos d todas as testcmtmhas; pelo que
despresan lo o conhetimento das rregtUuridn-
OIH--H hti 3 nos-notos de por*onttj '
12 v. ai.' fls. 2-J v., fcilos por aufondade in
ptente, como estate o art. ti do Re*. '^-'l
de 22 de Novembro de 1871, eorpo de II- 11 t
12 que nito foi rubricado peh autondade proce-
dente, eftiio de fl*..fen As. 6, pecaueacaiilrn
di no foro criminal; portaras defU. 8efls.
;i7 escripias pelo escrivao e smente n pelo juiz; pecas estasque devem ser escripias
e assianadas do propno punho ta aulondude
que uto ten secretario de dirato: ileiorc.-aiido
digo, todo isso, porque os autos teado de subir
a aulortdado superior pelo recurso necessario,
aero por sem duvida n'esaejuiao apreciadas,
passo a examinar a prova dos deponentos das
tosteaiaumaa.
a Ia lestemuuba centradizeudu-se mleira-
mente com o que depoz perante o Dr. juiz de
direito, e sendo disso argida deelarou que nito
havia dito naque-lie interrogatorio o contrario,
pois se nelle linliam coasas dive-sas. por que
nao llio foi lido, licando sem saber 6 que fra es-
cripto. pelo que. nada disse em relajo a com
plicidade do delegado.
AS com quunto so couheca a sua orac-ao
estllala, disse ooinquecito do juiz que o dele-
gado dora roE'da pristo ao reo Marido c na re-
Sergunta do promotor, disse que nao dra. d'on-
e se v que a respoito deste ponto nada prova
o sea depoimento.
A 3' tendo deposto de vista sobre todos os
faetos o sen depoimento e" urna verdadeira con-
trariedade a idea de complicidade do delegado.
\ 4- nada d-nos contra o delegado coin rc-
latto a denunciada idea de complicidade do
mesmo, pois sement disse em resposta a per-
gunla do promotor, queouvira Joaquim Pinheiro
(o mesmo que negou perante o juiz do isum-
mario liavel-o dito io trizo de direito ) d-
aer que ouvira uma nw. MW saber dm/fm.
que dizia i Sr. lente, prendimos os o
ment sendo (tumo desgracadnt." Pergunla esta,
fula com insistencia pelo promotor, que iirovan-
do a crimo de respoosabilidade do delegado,
era impreuada pelo mesmo promotor para pro-
va de ci niplicidade.
A 5." da aisuia uiancira que todas as ou-
tras. nada dase com relayao a cumplicidadc do
detaai lo, pois t a pergunla sacramental, se
n auoira rnaa proffl untar: Sr. lente prenfia-
ama fcawM K-mto rJumos iesgwados, res-
ponduu que no ouiia era sabia.
A 6a nida disse com relactoa complicidade
do delegado e sim smneute contia a falta do cum-
pinntu .o dever do mesmo. por nao haver
preudiilos criminosos, oque praticado pela au-
loridadc -oconstiiu:-Uie crime de responsabili-
dad**.
7.a alm de nada dizer sobre a cumplici-
du le, ab! mesmo a Uncramettal nrgou.
A 8.- finalmente, em cuja casa se deram lo
dos os factos, faz a completa defeza do delegado,
porque vio elle depositar prava' na porta do
Iuartel onde se acliava trancado o l)r. Asteria,
etenniwndo Ibes que nao deivassein entrar all
viva alma, dtaeudo ao mesmo doutor : nao Ir
'a medo pon, rstti garantid pronuncindose
a respeilo de perguata Sacriiment'il, que tai
priva nunca d"*c Mo.
. Fortauto, aticndendo que todas as leste-
muuhas d'estc suntuario souuanimas em asse-
verar que. Autooio Rodrigues de Macedo e seu
innio Dimas Francis' da Silva Urga.como
Cmplice, assassinou a Juvenal .\Olonio de Castro
e Silva e ferio Francisco de Paula Vi :ira de Cas
tro ; bem como attendcnlo a que nem uma s
das 8 tcste.-muiilms d'este suminario depoz qte
Otdegado de polica tenenteManocIRayaerode
Barros tomou a menor parle na- ortica dos reta-
dos orines, quer prestando uuufios para que o
praticassem, quer concorrendo directamente para
{aso, visto como quasi todas ellas sao aceo de-
ca que o mesmo delegado coacorrea ao lugar
do conflicto e tratou de acabar con o mesmo, com
0 professor Telespliaro, como copseguiram. reti-
raO'io se at os questionadores, sendo que j fra
da priineira scena foiqHete%e lugar a segunda e
mortfera : portanlo. julganlo proceenle a de-
nyncia oicial cootra os reos Antonio Rodrigues
de Macedo e Dimas Francisco-da Silva Braga os
pronuncio como incursos no art. 193 do cdigo
criimantipiaiUo ao crine de mafte, e no mesmo
arl. 193 combinado com o 34 do mesmo cdigo
qimito ao-de fariuvato o os sujco. prisud e,
rrameoto. (t escrivtopasse man.ladio de pnsao
coutra os reos.
i lulgo, porem, improcedente a mesma de
nuncia coutra o delegado de polica lenle Ma-
noej IlaMiero de Barros, contra ivqtiul pdear-
str-se c.rimc de respunsabidade. nunca, porm,
lamuic o do cumplictdade, pagas pelos primeiros
as coda? Recorro d'esta minha deciso para o
Dr. juiz de direito da comarca quetn o escrivao
faii ebegar este processo, findo o prazo legal.-
Ouricury. 5 de Janeiro de !$89. -Honortto Mu
lii'hj Falcao. ,
Est conforme :Ouricury, 6 de Iaueiro de
18S9. O escrivao ad-hoc Forluualo Gonrahes
Heiaiui'io Do l'iaiihy recebemos um eiem-
plar impresso do celatorio coto o que o Sr. Dr.
Finuiao Licinio da Silva Soares passou a a
ministracao dessa provincia ao Exm. .
layinHndj Jos Vieira da Silva, em !
ttiiibro prximo lindo.
Agradecemos. ,
tuom aera t E' o titulo de urna walsa
para piano do Sr. Lutligardes Pestaa, publica-
Sa pelo estabelecimento musical do Sr. Axevedo
ad
Dr.
de Se-
liquido, e riscando. a depoli- desse ser-
vico, um ottotpl! cahira-sobre ellas.
" Tal foi a rapidez com que. se propagoo o
incendio qor todas as vestes da inditosa senlio-
ra. que, apezar de promptos soccorros, prestados
peto Sr. Francisco Medeiros e entras pessoas
de sen eonhecimento, foi irapossivel extingnil o
a tempo de nao deizsr graves queimudura1
Poueas boras dorois de tao lutuoso qn;.
lallefeu D. Flora Augusta, deixando a sita fa-
milia inconsolavel.
i Fallecen, no dia l do correte, em virtu-
da de grande queiaadura produzida por um
Tagua quente que sobre si casualmente
lora entornado, o innocente nlbitiho do Sr An-
tonio da Silva Loyo, extremoso pa, que tanto
tona lastimado a perda de seu caro til no.
Kecir<> iiiiiNtraiaio Distribuiose hnjitem
o o. 17 danto peridico.'
Dr. 'lenle ale Morar* Meta* -l'-jssa-
mos do Igwpense o Jo Comnurrio it guape, M
seguintes locaes que elles publicaram propsi-
to das luanifestardes feitus ao Dr. Vicont
Morues Mello, nosso comprovinciaoo, ao retirar-
se eNe de Igiiape para Lorcna em consequen-
cia da transferencia que obteve do Govrno Im-
perial :
Foi imponente a manifestarlo de apreco de
que foi alvo o illuatre magistrado Dr. Vicente de
Morats Mello Jnior, a 29 do passado, por occa-
sifto de sua partida dostn para a eldade de I.ore-
na, d onde digno juiz municipal pela remoco
que toe conceden o Governo Imperiah
Aclian/lo;* reunido grande numero du pea-
soas no Porto rio G*oerat Osono, com o fim de
dar sua despedida quelle Ilustro magistrado
pelo capiAo Joao Jos de -Carvame, foi proferido
um ligeiro, porem expressivo dicurso, que pro-
porcionou-Ille ensejo para fazer effectivu a en-
trega da manifestarlo com que o povo iguapen-
?e, por meio de ui abaixo assignado de eento o
tantas pessoas, apreciava as excellentes qnali-
dades d'aquelle seu ex-juiz.
A esaa prova de subida consideraefio. ntfi-
movido, correspondeu o Ilustre Dr. Mello com
expresses eloquentes o seu eterno reconbeci-
mento. nnr esse acta gratuito de um povo cava-
Iheiroso.
( tlieor da manilestacao o seguinte :
llim. Sr. -Os abaixo assignados faltariam ao
rnaa pagrado devera gralidusi ao .retirarle
V. S. nosla cidade para I.rena ondd vai conti-
nuar a exercer o logar de juiz municipal para o
qual foi removido por decreto imperial de 1 de
Dezembro correte, deixassem de vir Katemo-
nliar solemnemente seu recoobecimeuto pela
forma com que se houve, embora em curto espaco
de tempo, na distribuicao da justica, como digno
juiz municipal do termo.
Conscios embora de que a presente manifes
lago nao 6 bastante para solver a sua divida de
honra para com o integro magistrado que por
virtude da lei Bcam privados de' possuir. comtu-
do aemlitam que aceitando V. S. esta pequea
porm sincera liomcnagera que sao mrito real
costumam tributar, si convencer que os gua-
peles eabepi aqoilat ir o apreciar o magistrado
mparcal e illustrado que s procura Tazer-se
conhecido pela nobrosa do seu carecter e pela
rectidao com que applica a lei.
" Os abaixo assignados fazendo votos pela coo-
tinuacio da preciosa sauc de seus Ilustres pro-
genitores, tambera o fazem pela de V. S. alme-
ja ii lo mais que o seu futuro seja a continuaco
do seu presente illustrado, recto e jusliceiro.
" Deus guarde a V. S.Iguape, SO de Dezem-
bro de 1888.-Illm. Sr. Dr. Vicente de Moraes
Mello Jnior, muito digno juiz municipal o de
orphaos de Lorcna.
(Si-guem-se assignaturas era numero de 104
devidameate reconheddas pelo tabelliSo desta
cidade.
(Do Jqapevse).
A 19 do pv-sado, na occasiao em quo no
poto do embarque despedia-se dos iguapcnse.s o
tliatinc'o o iUustradu juiz municipal o Sr. Dr. i-
ceuU' de Moraes Mello Jnior, com deslino a Lorc-
na fra elle alvo de uma imponente manifestagao
de upreco por parte da populaclo desta cidade,
q ic por in'enuedio do Sr. cap to Joto Jos de*
Larvalho lhe enviou o juicio que abaixo Irauscre-
VeMOS.
Ao desempenhar-se de sua missto o Sr. ca-
pitao Curvalho. dirigi a sympathico Dr. Mello
Jamor paiavras repassadas dos sentiiiien'.os de
que se achava possuidj a populayo de iguape;
ao que aquelle juiz respondeu commovidissimo,
asseguraudo aos iguapenses a soaindelevel gra.,
tidao ( amsade.
(Do Commercio.d tguape).
i.m aa*io No dia IB do correte, em
trras do engeoho Cacbooira do termo da Es-
cada o individuo de nomo Jos Fortuaato asi-as-
siiio-t com urna facadu a Joaquim Clauduu) de
Abreu, senao preso era llagraote.
O delegado raspecliro proeedeu a respeilo nos
termos da le. ja fenda dado o conveniente des-
lino ao inquento.
Olrri lurla das obrn* ale coatena
co elo Porlo de aerimnlucaReci-
fe, 23 de Janeiro de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas
6 m.
9
t.
fa
= g
23-7
28"-9
29-8
28-8
Barmetro a
0
762-33
763-37
761-79
762-41
Tensao
do vapor
18,11
18,94
19,47
19,25
8
.1
73
63
A saber:
>acionaes 397 ; mulheres 14 estrangeiro 22.
Total 433.
* rracoados 380.
Bous IM
Lonco 1.
Doentes 20.Total 380.
Movimeoto da enfermara
1 u eram baixa :
Marn Amelia Pereira dos 8antos.
Joao Antonio Francisco de Lima.
Hiimino Jos Francisco.
1:; naci Fern-ira dos Santos.
llonpltnl redro II O movimento deste
estabelecimento de daridade, no dia 22 do cor-
rente, foi o FOguinte;
Entraram 20
Sahiram 17
Palleeeram 2
Existem 70
Foram visitadas as respectivas enfermarlas
pelos Drs.:
Hoscoso s 8, Cvsneiro s H. Barros Sobrinho
fl 7 1[4< Berardo s 10 1)2. Malaquias os 8 1j2,
Pontual fts 9, Estevo Cavalcante 6 8 1[2 ho-
ras.
O Dr. simoes Barrosa nSo comparecen.
O cirargiao dentista Suma Pompilios B
hotas.
(phnrmareutico entrn s 81|2 da raanbt e
sahio s \ da tarde. '
O ajudante do pnarmaceurico entrn as 7 i4
da manhft evalo s 4 horas da tarde.
Molerla do a3r*m-aar*-A 5- parte da
25' lotera, dessa provincia, cujo premio grande 0
60:000<0(JO, ser extrahida. sextn-feira, 23 do
corrente.
<>alt*rlo Fnfcltcaw-Obitari do dia 23
de Janeiro de 1889 :
Mario RosalinaDonatilu da Fonsecu, Pernam-
buco, 17 afinos, solteira. Boa-Vigta ; febre per-
niciosa.
Lniz Antonio da Silveira Tavora, Pernambu
co, 24 annos, solteiro, Afogadoa; tubrculos
(lulmonares.
Felismina, Pernambuco, 7 das, S. Jos;
eclampsia.
Mano-I Teiveira Peisoto Guimares, Portugal.
51 anuos, solteiro, Recife : -aspbixia por estran-
gulamento.
Maria Lucilia, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos1;
eclampsia
Carlos, Pernambuco, 2 mezes. S. Jos ; at-
trepsia.
Mara, Pernambuco, 19 mezes, S. Jos : ma-
rasmo.
Munoel Simes da Silva, Pernambuco, 40 an-
uos viuvo, Boa-Vista ; leso cardiaca.
Anna Maria da Com-eiefto, Pernambuco, 40
annos. solteira, Boa Vista ; diarrha.
Amaro Felippe Santiago, Pernambuco, 20 an-
nos solteiro, Boa-Vista ; broncbo pneumona.
li mmi ti no
A preporeio que a dude e as forcas
physicas o permittem, justo que os me-
ninos sejam habituados a nadar, porque,
sob a accao da natacao, nSo s o systema
muscular tem a vantagem de se dosenvol-
ver com maravilhosa rapidez, como tam-
bera a saudc se consolida, e pde-se ter
anda grandes satist'acoes.
De tacto, a nataco, que nos offereco
um to agradawl e restaurador alliyio na
esta 5K0 qnente, tem em-si utilidades de to-
dos conhecidas, taes como: permittir ao
raarinheiro conaervar no horro- da tem-
pescode e no perigo do naufragio, a espe-
ranza no coradlo e a tranquillidado na
mente ; conceder ao nadador lanjado na
impsoawaa corveat* d uaa-vio, oa bm tv
das dp mar a wpenausa de cnagar s3o e salvo
praia ; e jrocmw-a 8*tiefa0ia%mpre gra-
ta a uma ala generosa, de salvar ao seu
seintlhante a ^da em porigo., \ f
Outras viintagans,. pormj pode o^uso
da natacao continuado e convenrentemente
regulado e diffuao, trazer ao bein os!;ir
physico da populacho inteira. Ao paspo'
0 exercicio qnaei geral das lorsas-
ece naa iuuajafca-.t uaior-par* gencias entre os proprios anrigts da* maioria,
'aubmettc-nn i'muitns fr.-niipti'rt- cumprio o EAd^i* Dtiitt'b'o'sRva o preeeito
1 iiacional, convocando por acto de 31 de Dezem-
bro, dia em que |lhe fra feitn
d*a
te deTlas submette-as a militas ofreque
toaaltaraeoeaj, aqtw t* associam disturaics
nervojBOS e frecuentes, vaiidos e geraes.
que
musculares, a funecao da peller da oirca-
62
66
a bm Duro da Victoria n. 13 E bonita.
Cinlii.io' da Fpo.fca -Essa spcie-
dode carnavalesca reune-se no domingo 27 do
corrente. s 6 1/2 horas da tarde, ra da Au-
rora n. 33, para o fim.du ultimar as suas resolu-
coes rcftrebtes ao prximo carnaval.
flu MteraaaacioaaaaAntanha d este
club um sarao daosanle, qte. na forma do cos-
tuuic, deve ser explendido.
De pois do sarao, pavera trem para Apipucos e
bonds para a Magdalena.
FaiieciaaeiuU Por telciirumou particu-
lar Toi noticiado ; falleciuicntrf, em Mfnas-Geraes
de D. Elisa Mont.negro Wernek, lilha do Dr.
homaz Gurcez I'aranbos Montenegro, miz de
ifieite do commiTcio ilesaa cawUl, e casada
com o Dr. Sanios Wernek, advogado n'aqueHa
PFMais um doloroso golpe vea acabruoliar o Dr.
Thomaz vontenegro. queeaa pouco tempo tem
perdido arrebatados peta morte, u:u lilbo, uma
netinha e agora asa rdliar '
Era a finada aiada muito moca-e pelas suas
geots qualidades Impunha-sc a estima e coaajaj
defacto dos que a conheciara.
Hrrvkco naililar-KsUo designados boje
ara superior do dia o Sr. capilo Francisco An-
toaio de S Brrelo, e para ronda menor o *v
alteres Joo Pi da Fonseca.
\ guarnicto da cidade dada boje pelo *
batalho drti(mth^oiforBe*. 5.
A guarda da Thesouraria cotnmandada
nojo pelo Sr. alleresMauoel Qaintino dos Santos.
Kx.is.ttm na enfermara militar 43 praca*-
dos corpos da guamicao-
Verittcaraii* hontem praca 2 paisano* qne
foram incluidos nos cornos da guarnisao.
_ No re-tueriraenlo do 2 cadete f sargento
do i batamaj de iutantaria adido ao 14a da
mearaa ara Archimedis Frederieo Kiappe da
Ck)sla Riibim, deu o Exm Sr presidente da pro-
vincia o seguinte despacho ladefedo ; _e no
do foidado elfectivo do 14 batalhto de nfan-
taria aJietano de Olivtira Cunna, S. Exc. o Sr.
ge teral cownandante das armas deu o despa
cbo segninte\Como P"11 ,
Apreseiifflt-se ao quarle general nontem
o* cadete 2 sJfgeato Manoel Arrea de Albu-
quer,neLi.na,Ii.'vcio da provincia do. Para
coa UftdMO ai; i* batalUo iW mfaotaiia ao
qual f*eatrege. sua guia do soccommento.
oy4aaaua%o da Gosei* de Goif So dia 6 do\rreiitf, por volta das fi hora
da larde, foi cap* de um incendio a Sra. D.
Flora Augusta Ktf rvina de Medirs- honrada
esposa do Sr. Franl* Caetano de Medeiros.
0 inoealio mdaifesiau-se aas vestimentas-.
da infeliz seabora, ue, tendo momentos antes
poeto gaz a um isujdeiro, as impregnara deste
Temperatura mxima 30,50.
Dita mnima 2i,2:>.
Evaporacao cm24bofas -ao 01 : 8*2 f 5 som-
bra : 3-,8."
Chuvanulla.
Direcco do vento : S de.meia noite s 8 ho-
ras e 23 minutos da mauha; ESE at 10 horas e
10 minutas da tarde; SE at meia noite.
Velocidade media do vento: 2-24 por se-
gundo.
Sebulosidade media: 0,33
Boletim do porto
2 '*
E
M
M
M
M.
Da
23 de Janeiro
24 de Janeiro
Ilotas
833 da manh
2 53 da tarde
9-44- .
312 da manhS
Altura
2-,20
0-.78
2-,23
-,73
iHsalVeavEffectear-se-hao os seguintes :
Hoje:
Pelo agente Gusmfto, s 11 horas, ra da
.Santa Cruz n. 2, da armaco e perteuces da ta-
verna ah exastrata.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra Mrquez
de Olinda n. 32, de madanoloes avahados.
Pelo agente Silveira, as 11 horas, ra do
Imperadorn. 45, de predios.
Amanhi :
Pelo agente Brillo, i 1 i hora, a ra Vis-
coude de Iubauma n. 48; de predios.
Miaaaua runebtwaSertio celebradas:
Amanh :
A's 6 horas, na igieja doPenha, pela alma de
Joe Francisco de Carvalho ; s 8 horas, na ma-
triz da Boa-Vista, pela alma de Umbclina Mara
Sones de Souza.
pjuHacatr*a Cbegados do norte no vapor
braiileiro -tlagoas:
Dr. Cetario SalDasa Dr. Antonio Chermont,
Dr. Manoel Falcao de .Airaujo, Mara A. Lima,
Manoel A. Santos Lima, Manoel A. Albuquerque
Lima, Mura A. Lima, Manoel A. Albuquerque
Lima, Jos R. Bentes, Aristides Alves Madeira.
Do.ningos P. Castello Branco. Estevio Facitico
Castcllo Braneo, J. 1 Walleuder, Pehppe Lum-
bert, SantiaadeOveiraD. J. Moura, ooionel
J. dos Santos Seves, Bernardino de Larvalho
Almeida, Amonio Marques da Fonseca. Joo Se-
nant, Ignacio Serrano Sobrinho, M. de Carvul!. .
Atlonso F.C Oliveira, Sebastio do Reg, Ma-
uoel da Silva Maynard, Ch. Cyroe, Joaquim Soa-
res de Oliveira, Jorge Pettercs, Jrge Felippe,
Joao de Carvalho Gomes, Dario do Almeida,
Francisco Luiz Ignacio Pcsaoa, Manoel Das
Mello, Luiz.Maruns, sua seabora e timo, Joo
Theodoro Fdho e 9M6 iinmigrantes em transito.
Ca* de DeteateVaMortmanto dos pre-
sos da Cusa de Deteacab do dia 23 de Janeiro
de 88.
Exisaiam 441 ; entraram 9-, sahuam 17; eius-

lac8o, da respiraclo e a acco do banho
dao a natacSo uma decidida superioridade
sobre 03 outros exereicios gymnasticos,
ella, nos eflfeitos variados dos diversos me-
thodos com que se effectua, as diversida-
des dos meios em que se exerce> as va-
riasBes de dutaflilo- da poca escolhida,
etc., offerece uma tal aerie de axercicios
c tao diversos, que nos permitte adaptal-a
condieSes especiaes de idade, de sexo,
de constituido, temperamento e profisa&o
afim de qne a sua accSo seja ma6 poton-
temonte sentida, e produaa os benficos
effeitos que della se espera.
Ka juventudc quando cornecam a des-
envolver-sc as forcea, quando a fibra est
anda tenra e fcilmente impreaaiounvel
nos agentes externos, e mais sentida se
faz sobre ella a acgSo debilitante do ca-
lor do clima c da estacao, nao ha exer-
cicio melhor d que a nataQao.
O erexcicio desenvolve s foreas, por-
que chama aos org&os que p3e em aceio
um maior ffluxt de sangue; que aug-
menta a sua nutricao.
Na natacSo este beneficio dado s
varias partes do corpo em virtude dos mo-
vimentos extensos e geraes, que reclama,
e onde quasi todos os msculos devem
tomar parte e sustenta] os effeitos do ex-
ercicio.
A aso igualmente ajunta o beue-
tcio da agua, que investe continuamente
pelo seu movimento proprio ou pelo qne
incitado pelos movimentos do nadador
os nueinbros e tronco, cao passo que impe
de o nadador do sentir canceira que lhe in-
induz o cxercieio, tem uma aceto estima'
labio, continua sobre todas as carnadas
musculares superficiaos, e serve admirar
velmeute panv dar-lhcs vigor e tcnaci-
dade.
A dilatav&o repetida e extensa do tho-
rax, a que induzem os movimentos dos
bracios, vale efficazmente para fazerdhe
adquirir a amplidto que permitte as vice-
raonelle contidas, e aoe pulmes especial
mente, de ebegarem ao grao de desenvolvi-
mento e de indivdualisacao que fazem da
naUyo um til preparatorio, para dispor
o joven organismo a poder bem auppoitar
ps trabalhos da profissto a qne pode ser
chamado. A reaecto que tem lugar na na-
tat^U), a actividade que ella determina na
ciiculacao sunguinoa e lympJaatica, fazem
qne a nataeao tenha urna aceto correctiva
sobre o temperamento lymphatico-.1
Esta accao recommenda a nataytu s
mulheres, e s raparigas com espeeialidav
de, porque a vida mole inactiva, a qne
condemnada uma grande parte dellas,
pouco exercicio muscular que se recla-
ma nos trabalhos em que ui u i tan procuran i
0 sustento ; as inflexoes foradas do tron-
co que se deve ter uos trabalhos de agu-
lb, etc., nto promovendo verdadciaamee-
o seu desenvolvimento physico e temiendo
a tornar nellas predominante o systema
lymphatico, podem ser causa de rieiamen-
oj na forma e as viceras, e as pre*
dispSe as congeetSea e as piogoses dos or-
gJos abdomioaes especialmente, do que
resulta tima infinidade de, males que ator-
mentanu e compromettem-a-vida.^
A wolusto, que na poca da puberaW^discussaolOra
IHDICApOES DTE1S
Mdicos
Dr. Cerque)ra Leite, tem o seu escripto
rio abertoroa Duque de Caxia n. 74. das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua residencie ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades molestias de se-
tthoww e-riaaeas.'Teiepboiie r 32ft>
0~~Dr7 Alvar es Guimora"e8, chegado da
dofrte, dedicase rddietna em geral/ a
com eepecialidade s-lnolostis do coraco,
pulmdes, figado, estomago, e intestinos, a
tambem s eonvulsoes e outras .molestias
da enancas.. Reside pra^a GSonde d'Huj
n. 28, 1. andar, e tem consultorio ra
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente i
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses hi-
gares. Telephone n. 381.
Dr. Joaqun Loureiro medico e partei-
ro, cSnsuhorm rna do CabngH. 1% 1.
andar, de 12 s 2 da tarde ; resiJenca no
Mnnteiro. ,... |
Dr. Barreta Sampaio ct consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a.roa do Bank) da Victoria, n. .51. KoaK
dencia ra Sete do *etcmbro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratic a lavagem do tero quando e como
aconselhada. Consultas das 11 s 3 da
tarcu_ em. sua-xesidancu ra do Jimn
Je8ur(anftga-daCrn2) ir. 23 ~ 1 .'andar.
Dr. JoSo Paulo,' especialista em partoB)
molestias de senhoros e de enancas, com
pretina moa Jfospitaos de Paria o de Vfcnd
d- Austria, d consultas de 1 s 3 horas da
tarde em Sua residencia ra do Bario da
Victoria n. 5!), 1. andar. Chamados a
qiqdquer hora.
Advocado
t> bacharel Witruvio Pinto Bandaira,
pode ser procurado ra do Imperador
.71, Laudara '/
O Dr. H. Milet mudon o seu-eacriptoria
dfeadvocacia, para a ruado Imperador ni
30| 1. andar, eequarda.
Oeeailsaa
-Dfi-J'otmeirayXiom- pratioa nos ptincipa.es
hoBpTFos cnScas" de "Pars eliOndres,
d-consultas todos os dias das 9 horas ao
meitudia^ Consultorio c residencia a ra
Larga do Rasario n. 20-
aMrrarla vapaW- >h Serrara, a vapor e offici\tas de car apia
de Francisco" dos* Santos Mnedy caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabeleci-
mento, o primeiro da provincia neste ge-
nero,- compra e vende -madeiras- tie tedas
as qualidados, serra madeira deajtonta
alheia, assim comcv prepara obras de cara-
pina ppi'nmcbioe e por; flra|af|a cjlm-
petenoia^Pernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho & ., droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Onda o. 41.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
cWW>8aayajuWi, ihua/wu) ipiuduutuu-ohiaaii
cas e mtrcamACo* hDmoopaticos, ra do
Mrquez de OMdaiau iSl
Hoilan e uo\iilalt
Mnte Koblet de volta de sua viagem
previne as Exraas. familias e as suas fre-
guezas que trmfxe todo o que diz respeilo
a modas e raridades. Ra do Imperador
n. 44.
a counnunicaco
de encerraianto, uma sesso estraordinariajior
oito dias. a qual deveia installar-se no din 7 do
csrrente: sendo nesse sentido imoicdiataineiite
expedidas as oooofl^ariitloommuHcayese
o vapor S. Francisco, da Companl'iia Pe nani-
bucaua,. qedeMQa nos* fotta no- dit Io, se-
guiram para os do norte tres deputados, um dos
quaes filiado ao partido liberal que, ja tendo
perdido um outro de seus eeptvsiHiloaUs aa As-
sembla Provincial, centava apenas comouze ae-
putados nove dos quacs cotnpareceram no paco
da Assembla no dia aV Dando-se sciencia
casa de qne dous ausentes se acbavaiu promptos
para tomaaem parlo na aessao extraordinaria, e
aproveitando-se a occasiao de achar-se de pas-
lio-M capital um deputado, qne "deixara de
comparecer scsso ordinaria, dispoz-so mesa
a represeiitir um papel pouco decente perante a
adminislragao da provincia, mandando nessa
mesmo dia. c apezar da coramunicacao de um
outro deputado que por doente fnao podiaoom-
pajaoBfla eeaso extraordinaria, commwnlcar a
veriticaco de numero legal para a mslallacSo, a
despeito da observac do presidente da pro-
vincia no sentido de ser fetta de vespera esa
comtnunieneo. cono determinava o rejninento.
Mas era preeiso que o passeto do Sr. deputa-
do Mauoel Alves. que no mesmo diateria de vol-
tar para a sua residencia, favorecerse ao plano
que haviam concertado, e dahi a resistencia of-
erecida pela mea. quauto a >mmuniracao al-
ludida. ce 1 Ui como eslava de que no dia ti ja nao
liavena na capital, como effi'divamente nao ha-
via, numero legal de deputados para installar-se
a sessS' ?
Denunciada pela-opinio ptjibliea Uws que
;se preteudiarPHireenlar para descrdito as ins-
tituices, qual deveria sero proceJimento do ze-
loso administrador, a quem para logo, so paten
teou o embuste comido na capciosa commuoica;
'?o?
BeQectido eacautelludo. em seus actos, como
se tem mostrado S. Exc., e nao deveudo eapor-
se, pqr amor do alto cSto que dignamente OC-
'copa, aos morejos e despropositoa de meta ita-
'zui de Cariosos, 'tomou o acertado alvltre deman-
dar o seu secretario ao paco da Assembtea, para
que, assistindo chamada dos Sra. deputados
informasse a presidencia da verdade asseverada
pela mesa, tuna vez qne era esse o nico meo
pratico de que poda dispor para verificar o far-
to que comecava a ter motivos para por em du-
vida.
AHi chegando o Dr. secretario da provincia
assistio chamada,- a que tmente respondern)
(mze diputados : prmpnciaodo mais o fucto ex'
ti aordinario de proceder-se ao sorlek da oom-
luisso, que deveria receber S. Exc, sera que se
tvease declarado aborta a siisso !...
Infbnnado ofJlcialmerrte do que se passara na
Assembla, e usando do recurso quelhefacul-
lava a l'i. resolveu S. Exc. adiar a sessao ex-
traordinaria para o dia O de Margo vindouro,"
arto esse que, ame -ido .osafipiaus* da opi-
nio sensatrfol ^eraf, fez abortar "plano con-
'fbido |>eks irpirnetUaniK^l ui*ido.
JuTgu agora quom uudvr-da se.iiedadc e cir-
icumspeccao da cx-malmia da Assembla Pro-
vii.cral, tentando illaquiar a boa f ao adminis-
trador da provincia, do modo porque em todo
proeedeu S. Exc, que pode comparecer do modo
muis airoso' e digno peniute o severo tribunal
da opniao publica. >
A linguagem desbragada e regateira dos bole-
tiniltas da LUerdade sevia anezar para attettar
mais uma vez a decadencia de seu6 costumBs e
a perveraidude de sua iudole, mas' nuncajiara
labalar os crditos c a responsahitidade do Exm.
Sr. Dr. Jos Marcelino sa e Silva, actnal
presidente desta provincia, que col locado env al-
tura inacessivel aos botes de seus detractores,
ilespi-eza os aleives de adversarios pequeninos
!e rancor sos. pa^i receber como premio de suas
virtudes cvicas as heneaos da provincia que
administra, e os applausoados horm-ns de bem.
Ignotus
& tie Jaotnrcnie 8f. -^Z~Z1 ^ K
.-------- t o
Elei^o la Iranaadade' lo Glo-
roso rubor Bnn Jem dos
Passos da Cira va. ata eldade de
' Olinda. no eorrente ana.
Provedbr
Elixir (lepirra-

PUBLICARES 1 PEDIDO
Rio Grande do Norte
O Exm. Hr. Dr. Rosa e Silva e
a Assembla Provincial __
Penosa e ingrata seria a trela de quem quer
2ue pretende ucompunhar os abolicionistas da
tberJade na marcha desvairada e insensata a
que os arrastou o uiallogro de suas stultas pre-
tcutffcafeaa*saa*aat4aa|aaaai>ai^^
maioria entre os membrus da Assembla Pro-
vincial, entenderam azada a occasiao para leva-
ran a etlito apregoadas vingancas e mesqui-
nhos, desabatus de odios pessoaes.
Obligados pela forc das circumstancias a re-
conhecerem os poderes dos nossos amigos de
plomados, cujo sacrificio se riubam antecipado
era annunciar, cuamando capital os de seu
cedo que pretendiam collocar as eadeiras
audaciosameute usurpadas aos legtimos' eleitos.
deveriam ter visto os nossos adversarios nessa
[irimeira decepc.10 o prenuncio dos que lhe de-
veriam se^uir-se. melher orientados, nao rnr-
piassem carrei-a na trillia tortuosa que iocetavam.
tendo alienado de si todos os sentimentos d
justica e hoiiestidodo, para se ttetxarem somenle
levar pela mais dOsentreiada paixo partidaria.
Jniciados os trabalhos legislativos, e contando
os pseduo-liberaes com 13 membros na Assem-
bla l rovincial, 111 liiiaraai .1 mesmo mimscula,
contavam realuar seus planos tenebrosos, eil-os
que se negara obstiiiadamente.a uma accordo hon-
roso para que os conviaaaaro Exm. Sr. Dr. Rosa
e Silva, que, iuspiraudo-se nos legitiinos^nteree-
ses da provincia que acabajde ser confiada ao seu
tino administrativo, mal comprehendia os intuitos
binstros datacetosuuiaioria que.surd^aos dicta-
mes da razao? visava nicamente ostentar a forca
de numero, a qual entenda poder submetter o
crit rioso administrador!
Desprezadas de manetradesattenciosa e desa-
brida as prudcolea-e. bein uupiradas considera-
ces do Exm. Sr Dr. Kosa e Silva pela enfatuado
raaioiia da usseimda qucfcpelo oigio de seu 1
secretario, declarara de modo peremptorioque
neuuiuua uiodilicacao se achava disposta a fazer
nos projeclos offerecidosnada mais curapnaao
[ilustre adutinislrader senao, manteado se na
espliea serena que Ule I rucara o acto addicional
esperar que lhe fosaejunviadas as leis de meios
para, depois de cxaminal-as luz de seu criterio,
e tendo em viaja tjienessiiiades da provincia,
dai-liies a sua sancco, caso a reflecco mais
urde podesse chegar a obcecada maioria ou
negar-lli'a, quando obstinadamente conseguis-
sein os pseudo-liberaes postergar todas as boas
normas, laucando entrares no carainho de sua
sensata e beuelica admiuistraco
Dotadas as leis de forca policial e deorcamen-
lo municipal, tieuram patcntc as inteasoes da
maioria: c basta ler-se as razesjexpendidas pelo
illustrado presidente da provincia, para conhe-
cer-se a mostruoNtadc de tacs projectos. adop-
tados nao em desempean do mandato popular
e consultando os iuteresses da provincia, mas
unicdmeute para desabafc de paixOes rums ; pro-
Eorando-se acobertar cora o lalso nome de cco-
omia a mais torpe vinganca contra os pobre
pas de familias, cujo nico criic consista em
prestarem deciclWopoio admhiistrago, e en-
Elando se no orcaueirto municipal innmeros
res a proiegius da maioria, que, apezar de
conhscer o ssuretmr*t o art. 1X4/ quetaa-muwnu iiltiite prohibe 'que o
orcamento municipal canteaba disposicdes estra-
ubas a materia da receii* e despexal
Devolvidos essae projectoa, e encerrado o pe-
riodo lugietativo sea que podesse ser aoprova-
daa radaaaae doieapamemo. da aroviacia, and
retardada por profuaabn diver-'
CpbitSo Anonio Pires de Carvalhei
r Secretarlo
Agpstinho 'Soare- de Sania Clara.
Tnesoureir
Jos Eleftterio das Neves.
Procurador-geral;
Csgm- Maaejel-Jsede Gaaaro tiellaw-~
Procuradores"^
Oapito SiLvino Aagusto unes de Mella.
^o de BartOF.C de"AnoilB '"tff!H.|
Definidores
Ildefonso C. Pessoa Mouteiro.
Ignacio FraccisccMdoMndabgai lnnocencio da Cunhe Goynnna Neto.
apitao Gaodiio liuedes. Alcour-ulo.
eleriano de Sousa Leal. '
Provedora por eleico
A E*m. 8ra. Baronez de Itamsuma.
Escriv por eleicao -
A Exm Sra. D. Amelia Carolina fiamos ViloUa.
Provedoras por devocao
, As Exmas. SrasY:
D. Beatriz, lilha do Exm. Sr. Dr. Felippe de Fi-
gueiroa Faria
1). Juaona, tftjadolum. Sr. Antuwo Kodri-
giies Tavares.
Escrivas por voco
As Exmas. Sras:
D. Maria, esposa do Illm. Sr. tenente Manoel
Frazao de Alencar.
D- Francisca, esposa do Illm. Sr. Domingos Du-
arteFerreira.
Consislorio da irmandade do glorioso Senhor
Bom Jess dos Passos da Grasa,' erecta na gro-
ja de Nossa Senhora do Carino da cidade de
Olinda, aos !9 de Janeiro de 1889.
Osecretaries
Agosttoho Soares de Santa Clara
Indemnisacao previa
Consta que se acba-prepaiado um grande tri-
bofe para a proxim'cOTrn*-o Derby com o m
exclusivo de certos anmicos- consvmmados tri-
bofeiros resarciiem. o premiso causado com o
desastre do Incgnito (ex Ckapecj no tra Ptr-
nambacano.
Que'. pois a lic;o do fftppodrtnno nao serve
de exempto?-
Carean/ popuu!
w. 1
Adrairavcl combinaco scientifico-humanrtana
realmente a que consume a Einulsao de Oleo
de Figado de Bacalho da Noruega cora Hypo-
phospnit08, preparada pelos Brs. Lanmanflt
Kemp, a quil tem sido composta com tal esmero
e por meio de um processo tao perfeito, scienti-
po e bem experimentado, que nao hesitamos em
recommendal a como nica na sua especie pela
ba purez M 'exoeMeneM-'e Mica'ia em todo o
caso de escropnolas, affeccao dos pulmoes, m-
digesio, dyspcpiia, debilidade geral e enfra-
quecimeuto. garantindo o augmento de vomme
e de carnes e a recuperaco das forcas e a sauda>
perdidas, em um espaco de tempo relativaawmr
curto.
-Exigir aMarca Industrial como garanta
de JegitimMade.
Collegio de Santa Lucia
Continuara a fnectonar as aulas deste concei-
tuado collegio, sito ra Visconde de Inhauraa
tautiga do Ratigel) n. 25, 2 andar, j tao van-
lajosamente couhecido, onde se d esmerada
educacao, propria do sexo feminino.
Pelo seu programo sito adradtidas aluranas
pensionistas, meio pencionistas e externas, pelo
que tam um corpo docente bastante habilitado e
o predio acha-se em boas condicoes tanto de by.
giene. como de acommodac<,-
As mensaldadcs sao razoaves e pagas adian-
tadas
Collegio vimor Divino
ota alm Imperairii aa.
As aulas deste- eeuholectfflerito dodicaUd a
instrueco das criancas do sexo masculina abrir*
e-bao no dia 7 do corrente.
4 directora,
OtymfM Afra aW JaVodanaa.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andni< I e
Apirovado pela IwSp&itorlftHjfovjlii'ttfy
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de Wffl. '
Este daparatiro e*te graadauiicuolnas mo
lestias sypniliticas c impureza do saugue ; asaim
como em todas as molestias da* senhoras, '. r
Tem curado radiealmente muitaa pessoas, ai-
commettdas da terriveimolestia beriben.-'.- q
MODO D'iJSAR
s adultos tomarn qicriro cortcs das d*
sopa pela mauba-e quutro noite. As mancas
de 1 a 5 annos tomar&o uma colher pela manhi
e nutra noite. e os de ." a 11 anuos tomaran
duas clheres-peld uiaiiM c duas noile. De
vero tomar bauos fri otl nioruo r>o!i maubA il
noite. Hcsguardo regular. ..
Encontrase 4 venda nn drogara' dos *"
Francisco Manoel daSilva & C., rita do MarqrteinV
Olinda n. 23 e pliarmacia Oriental ft ruattr^
la do Rosario n. 3.
O autor deste preparado pode ser proeuraWr
na ra do "arto da Victoria Uj37, onde serEB""
confiado para daf fda '^Hpsalif/ucr Wtplicacab*
me for precisa.
Attencao
r.Sftm. Cumpwwd um d?ver de gratidu
venho ppnReio^'csia-pedir a V". S. para que se
di^ne niandar pubii<'.d!-vste',men cscnfpto.
A alegra 'qeexperi'.iieWlb n"e*1 Ipelo felz~Tcs'iinnTo. qne ohthe enn o tupado
Ktiar Depurativo, pn-parado-'^elq ik: Anglino
Jos dos Santos Audrade, immensa, e faz>aie*
'< rcr ue as virtudes d'estc milagroso romeibi?
sem igual, e um verdadeiro restaurador da saude
Imnana. oomo *u relatar : ITiHD
lia ci-rcy de 8 mezes pouco mais ou menos.
provaHontc do tuoleitias rccolhidassifu.iartai'
mente acconimeliido de dous horriveis malea
Priucdpieiia sentir grandes itres Bb<*BBiatiaJ>
ja^orapanhada de urna tosse secca, fri, febre e
dor de caLega. que basTtmte me incommodava ;
recorr entQ- di verses, niedieos, ups diziam
sso nao nada, outros porm me" diziam, a sua
inoamlia .bastaiU>rave,.as.todos.*i-amd
accordo que eu uzasso do X.arope (bort, eu
Ibes responda: muito obrigado Srs. doutoras,,
nao tomo, porque no quero arrastar coin'Jas
puaSTonsequenaas. uzei entao dk Salsa GnrWr-
e cahacir.ho, da qual tomei 30 frascos^uiasav
coobei.'endo eu ser impotente- para vencer a-or-;
gem- do mal, accrjscendo mais, que estando iu
trovado no jeito da dor entre a descrema de'ffle.
Inoras ie o soffrimento continuo,- 'prncTpiei0*
eentir um Qorpoextcanho no paimo esquento
lo qual me sahiam dores agiMlissinws que oa0
poda respirar; quando eu calcava com a.mo
sobre a parte superior do coraco senta'*!^'
pecie de um boleo ou tumor mover-so e rtmeUr.
phenonicno este que nao sei eomo quauriiear^ 33
Nesse terrivel estado, sem esperanca de vUa.
foi um amigo o Sr. Jos Luis Gancalvks bordo
do .vapor Jaguaribe, aonde sou tftspenseiro, fc
.sltar-ine, e vendo o raeuJeslailoJeaibru-mitS
seu; preparado, incutio-me uma pequea esoy
ria, sem |erda de tempomandei-o buscaf. W
efato benelioe nao Be M esperar, provocan^
'do-me uiB^raodeabk>qu*iaivaipaiaiia) abap-
donar, maa Jamarei-aie> queaiaaMu a bardo em
viagem para o norte fc/nfio tiuba-outro recurso!,
fdliiinenta fui ini[4cado.e continuei ausar.
:No leiceiro dia a larde estando um pouco v'
xado no con vez tossi e botei uma folfa*la de pta
(materia), com alguus uinutos botei oum,.em
lim na terceira golfada veio paz misturado eom
sangre com qne alliviei consideravelmente. I >
Incontinente tomei a sexta dose e ao cante dea)
tro anleu-me muito a lugar, mas fui a mina
saitacao porque cicatrizou a parte olTendida.
Allianco ao Sr. Andrade que este meutrata-
mento urna verdadeira raaraviiha, pois. jue em
nu-aos de oito dias liquei livre de todos'os at*
sdtlrimentes. .,-_,.
Hoje que oato o m da leiceifa,gajrafa acho^
metforte e apto para tun
jfrov^ito pois a occasiao para por a dismaja?
c9h dTV.-S. os menrdhniriTrtcB pftstinfo?. **
De V. S. am!gQ,a.obricado. \
Recife, 16 de Agcti*M>.Mfono'/ /. Aran-
N.-35 '
Illm, Sr Anselmo Jos dos Sontos Andrade.**
Tenaosolfrido por espaco de dous annos' de -
fljininacao aas intestinos deiiois de Ut asado d
diversos remedios sem resultado algum^ n*
acodsemaram que usasse do seu Elixir Parip
c*dor-*to Snngue oom tanta felicidade que'eoBa?
duas garrafas me jnlgo salvo de Uto horrwaV .
soffrimento
A' vistazo prodigio que obtive com p et~"
parado fni an Recife comprar mais dua*''
tas para applicar uma senhora que o seu
tado era bastante grave, porque soffrfa deiaanai
howivel erupeo na pelle e tendo esgotailflK a
medicina sem resultado. Usando do seu Elixir
em pouco tempo obtive grande resultado que fSv
pgWWBBWJiii iuidaiBiia>^aa
dose e precisaado-do-niiuaj'xom seu trata-
mento, nao podando ir ao Recife. mandei um
portador buscar mais oWra garrafa, mas o que
aconteceu ao portador em lugar de ir buscar a
dita gasrafa na sua oasa. engaadlo, foi em au-
tra e renderam-lfiro' remedio falso, poi* a defite
engaada foi usar d'elle, transtorcou-Ihe todo o
itratamento a ponto de flear..bichada; dedasti-
meio da fraude prejudi piem assim a saude do seu
prximo. ,'
Poderft fezero uso -qne convier uestei mu
escripto qa*eontma pura verdade.- 1 ^.
Esta va sellada com uma estampba de 200
iris e inutilisada da maneira seguime:
Engenho Malapiruma, 27 de Novembro o>
11883 Jovmtano Comein tirnt.
Como testeraunlra, Jote Francisca Xavitr+Uto
Silva.
Reconheco a firma retro, por seraelliaafo.
! Recife, 9"de DeH^mbro de ifSS.
Em testemunhode verdade (signal)'.-^O ti-
Hjellio publico, Apolinario Florentino de AUm-
queraue Meranhao.
r _
N.-30
Illm. Sr. Angehvto -Jos dos BaatoB Andrade
rabana a naioagradn dova# a daiavaaie da
libe communicar umargranile miUagrosacura
'operada em minr, abaixo de Deus,',pelo sao po>
'deroso Elix* Purificatorio Sangtte, como-vea*
relatar.
! Ha nove mezes, mais eu menos, appareceu-
mejnraa berrua 60brc a face-direita que bas-
tanaS me kicommodava desojando Bear bom de
me* soffriaiento sujeitei-me a ser operado pelos
llustres e priacipaes mdicos -d'esta culade
jdosouaes tive a n felicidade de tne ouvir que
mao me garantiam a vida e declararam ser mu
Scisto snpurento ; dia para dia me lavrava o rosto
te tomando-me oolho, sujeitei-me a outros trata-
mentos sem obter d'elles b menor lenitivo. ao#
meus soffrimentos; um amigo, em boabora.
lnibrou-me o seu preparado; ^m'ptMS'W
tempo principiei a usal-o, o effeito beneHco nao
se foz esperar, porque com sete garrafas jttlgoi
me salvo de tao borrifel e Dengoso soffnineuto i
liara que a bumanidade possa gosar de -4*e--*e-
netieo remedio, faco a presente declarasaoO au-
:toriso'o-a fazer d'esta o uso que lhe coorier.
De Vmc. eriado e obrigado.-
-Recife, 12de Dezembro de ia8. -Joao .U-
qusto Costa. ...
Estavam seladas ereconheerdas as hrmaa.
Go*Hmm.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especialf-
dade Ae molestias de senhoras e oreaocasi
Consultorio e residencia ra da impe*
rataizn-18, 1* andar.
i Consultas de 8 s 10 da mauhft.
Chamados (por eacripto) qualqawtr*
TEUEPaowe n.- 22fr

I!
n




-
Diario de Pernambuco-Sexta-feira 25 de Janeiro de 188f
L}

elphico
ajA'bo hospicio-
MMirectoria d'este estabelecnjento de educago
cot*onica aos jes de suas alumnas que as au-
las comccanim afunccionar desde o da 15 do
andante.
Contina a receber alumnas internas, semi-in-
ternas e exte-nas, garantindo que empregar os
meamos esforcos pelo aproveilamento e bem es-
tar de suas alumnas.
Recife, 20 de Janeiro de 1889.
A directora,
Francisca Teixeira de Mello.
frUegio
de Nossa Seikora da
Peiha
Rhi da Aurora 3 9
As aulas deste collegio se abrirSo a 7
de Janeiro e sSo de : prmeinus lettraa,
portuguez, francs, inglez,geographa, m-
sica, piano, desenho, bordados de varias
especies, floras, etc.
A directora,
Augusta Carneiro.
Gontinua a fazermilagres
Julio Augusto da Silva Noves, primeiro pratico
da barra de Pernambuco.
Attesto que soffrendo de rheumatismo gotoso
ha mais de quatro annos, tomei a libenlade de
fuer uso do elixir de cabera de negro, formula
do Dr. Santa Rosa, e com tres garrafinnas deste
santo remedio, liquei completamente restableci-
do, o que affiraio e juro se preciso fr.
Recife, 19 de Janeiro de 1889.
Julio Augusto da Suva Nenes.
AVISO
m O Dr. Rawlinson, cirur-
giao dentista, avisa aos seus
clientes que mudout) seu con-
sultorio para a ra do Barao
da Victoria n. 18, 1* andar.
-------------^-------------
C ura importante
Ao K m. Sr. Dr. t ur lo* ellencourl
O abaixo aasignado soffrendo de um
estreitamento da urethra ha mais de seis
asnos, foi operado pelo Sr. Dr. Betten-
court pela electrolyse, sem ddr, e, gracas
sua habilidade e manejos delicados,
conseguio ticar bom e radicalmente cura-
do em poucos das, andando sempre a
tratar de seus negocios, pois que o Sr.
Dr. Bettencourt opera sem levar o doente
a cama.
Pede desculpa ao Sr. Dr. Bettencourt
Be com esta sua publicacSo offende a sua
modestia.
Goncalo Teixeira Guimaraes.
Vas urinarias, molestias do tero,
operacoes elctricas
32. CA2L0S BITTMCCUa:
ESPECIALISTA
com pratica de paio Londres
Estrei lamentes da uretra curados ra-
dicalmente pela electrolyse, sem ddr ;
hydroceles sem injecc (cura radical);
feridas e ulceras enronicas. com paran -
ta de cura rpida; pedras da bexiga,
fstulas e hemorrhoidas: syphilis, go-
norrhas, pelo methodo das'instillces;
molestias da garganta e do peito pelas
atbmospheras medicamentosas. < oo-
sultas e operagdos das It s 3 horas,
nuda
MRQUEZ DE OLINDA N. 34, 2 ANDAR
rldi>nr i a na Torre
'ffivog'ado
0 bacharel Jaronjmo Materno Pereira de Car
valho mudou seu escriptorio do n. 55 para o n.
85 a ra Duque de Caxias entrada pelo becco d
Congregac&o.
Inglez e francez
Cursos das 7 as 8 horas da manbl e das
5 s 6 da tarde: ra da Aurora n. 37,
2." andar.
Factos e mais factos
Os factos fallam mais alto do que as
palavras e isso a razio do proloquio
latino Res non verba(contra factos n3o
ha argumentos).
E8 a prova:
Blm. 8r. J. Alvares de Souza Soares.
Convencido por urna brilhante cura ope-
rada em minha mulher, que h&via onze
mezes estava soffrendo de urna bronchite
impertinente e do peior carcter, de que
o reitoral de Cambar, composicao de V.
S., se pode considerar o melnor e o mais
seguro especifico at hoje conhecido para
combater as molestias dos orgSos respira-
torios, apresso-me, a bem da humanidade
soffredora, a attestar-lhe o tacto occorrido
em minha casa, afm de tornar mais co-
nhecido, se isso possivel, o seu excellen-
te Peitoral de Cambar, que considero
urna descoberta de magna importancia
para a cura de taes molestias.
c Minha mulher acha-se perfeitamente
restabelecida de sua grave enfermidade,
com uso de quatro vidros de Peitoral de
Cambar, tendo antes experimentado, sem-
pre inultimente, talvez cinecenta remedios
diversos.Sou, etc.
Joaqun Soares Qaines.
(Vice-consul de Portugal, Franca e In-
glaterra, em Paranagu.)
Este importante preparado vende-se nao
s, em casa dos agentes Francisco Manoel
da Silva d C, ra Mrquez de Olinda
n. 23, como tambem, em umitas outras
pharmacias e drogara ao preco de 2|$500
o frasco.
Escola particular de instrneco
(Hilaria parasexo masculino
Rna do Coto vello n. 31
O pra&ssor abaixo assiguado, participa aos
seus amigos, e ao respeitavel publico, qu abri
a na escola ra do Gotovello n. 34, ende edu-
ca e insume a infancia -pelo mais apereicoado
systema do Imperial Lyco do Rio deJaneiro.
Alumno interno
Meio pensionistas
Primeiras lettras
Mtsica e piauo
Por cada um preparatorio
Roa do Cotovullo
304000 mensaes
134000
2*000
41000
31000
n. 34
Julio Soares de Azevedo.
Collegio de S. Miguel
Rna do viftronde lie CaMaragl-
be n. AS
Aos respeitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo estabelecimen-
to de instruccao para o sexo feminino,
que abrir as aulas no da 14 de Janeiro
de 1889.
A mesma promette aos paes que Ihe
confiarem suas tilhas esforcar-se por lhes
dar urna educacao primorosa, solida., reli-
giosa e domestica.
A tratar, do 1 de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde s 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Me idnea
Oculista
Dr. Barreto Sanipaio, medico,
oculista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Wocker, d consultas de
meio da s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Residencia ra Sete de Setera-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Curso primario e preparato-
rio
aa Larga do Rourio m. I, un
dar
Esto abertas as aulas deste curso desde o dia 8
Jo ijorrente mez.
O director,
Camerino Sobrinko,
i MEDICO HOMEPATA -
(Dr. Balthazar da Silveira
Especialidadefebres, molestias
das criancas, dos org&os respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital. v-.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Bario da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
^:
Leonor Porto
:
Oculista
Dr. J. Correia de Bittencourt, oculista
residente na corte, ex-chefe de clinica
ahthalmologica dos Drs. Wecher e Pa-
s em Paris e do professor Hirschberg
em Berlim, tendo regressado de sua ex-
cnrslo s provincias do norte, demora-se
abruns mezes nesta capital no exercicio de
sua especialidade.
Consistorio e residencia ra do Barao
da Victoria n. 23 1 andar. Entrada pela
Camboa do Carao.
Consultas das 12 s 3 da tarde. Gratis
aos pobres.
1.a r *a *
2o andar
Contina a execntar os mais dif" )
ficis figurinos recebidos de Lon-
dres, Paris, Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicSo de costuras,
em brevidhde, modicidade em pre-
cos e fino gosto.
Bacharel Antonio Witru-
vio Pinto Bandcira '
Pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1" andar
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidad de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ra Barao do Victoria 19, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 24 de Janeiro de 1889.
Pouco foi feito no mercado de cambio.
Na Bolsa foram negociadas 6 apolices da divi-
da publica geral, do valor de 1.0004000, com o
descont de 7 ;',.
Ctubio
N4o hoove al teracio na taxa bancaria. saccando
todos es bancos a 27 1/1 e 27 9/16, adiando pou-
co dinheiro.
Em papel particular, houve algum negocio a
27 11/16 e 27 3/4, fechando firme o mercado.
No Rio as cotacas foram as mesmas de hon-
lem, fechando, porm, o mercado firme.
TABELLAR AFFTXADA8
DO
Dr. Ferreira
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Parias
e Londres.
Consultas todos os das (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio dia.
Pratica embalsamainentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
Bol
Sr
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11 '. '. '. '.
sa
UOTACCeS OFFICIAE8 DA JUMTA DOE COB-
BECTOBE8
Recife, 24 ds Janeiro de 1889
ArWices geraes de 5 0/0, valor de 1:000*000 a
9304 cada urna.
Na Bolsa Venderam-se
6 apolices geraes.
O presidente,
Candido G. colorado.
O secretario,
Eduardo ubeux
Algodio
Nao constou vendas.
exportacao, feita pela alfandega ueste mez
it o da 22, subi a 2.135.557 kilos, sendo
2.086.106 para o exterior e 49.415 para o inte-
As entradas verificadas at a data de hoje so
oem a 18.713 saccas, sendo por :
Barcacas..... 1-436 Saccas
yapores..... 1277 -
Aniraae8..... 5.892
Via-ferrea de Garuar. 559
Via-ferrea de S.Francisco. 777
Via-errea de Limoeiro 8-772
ED1TAES
Antonio Flix Pereira, colletor das rendas ge-
raes de raimares, em virtnde da lei, etc.
Faco saber aos que o presente edital vireui e
delle noticia tiverem, que segundo o disposto
no art. 19 do regulamento a que se refere o de-
creto n. 9870 de 22 de Fevereiro de 1888, a co-
branca do imposto de industrias e protisses
ser realisada no mez de Fevereiro de cada
anuo, m o imposto uo exceder de &M00O, e em
duas preslayes iguaes nos mezes de Fevereiro
e Agotto, se exceder aquella quantia.
Que os CMtribuintes que nao pagaren! o im-
posto nos prazos cima, ucorrerao na multa de
10 0/0, a qual ser elevada a 15 0/0, se o deve-
dor nSo realisar o pagamento ate 20 do Junho
do semestre uddicional do respectivo ejercicio.
E para que cliegue ao conhecimento de todos
m a i id ei lavnrr o presente, qne ser afflxado nos
lugares mais pblicos, e vai por mim assignado.
Gollectoria de Palmares, 20 de Janeiro de 1889.
O collector,
Antonio Flix Pereira.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife e
seu termo, capital da provincia de Per-
nambuco, por Sua Magestade Imperial e
Constitucional, o Sr. D. Pedro II, a
quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que decorridos os das de
pregOes e pracas do estylo, e na audiencia des-
te juizo do dia 23 de Fevereiro do anno prximo
vindouro. ir praca de venda a queni mais der
e maior lance olTerecer, o engenno Ucha, da
freguezia de Afogados, que foi descripto pelos
avaliadores no respectivo auto de avaliaco da
forma seguinte :
Urna casa de viveuda de tijollo, rebocada,
caiada e pintada, contendo quatro salas, urna sa
leta, sete quurtos, um alpeudre em toda a exteu
sao da casa sobre columnas de tijollo algamas
iado com areia e cal; tem dita casa seis janel-
las de frente, tres portas, quatro janellas no oi-
tao oeste, cinco janellas e urna porta no oitao
leste, est exposta ao sul e raede 22 metros e 30
centmetros de comprimenio e 15 metros e 80
centmetros de largura, tendo tambem urna co-
zinna interna. Est toda a coberU do alpendre
arruinada e a coberta principal da casa fraca,
contendo algumas inaos de torca; o corpo prin-
cipal da vivenda est em bom estado.
Um outro edificio sobre pilares quadrados re-
bocados, onde se acha a casa de engenno e as-
seotamento, a parte de tijollo est em bom esta-
do, a coberta arruinada e sustentada por mos
ile torca, estaud.) j abatidos dous claros de pi-
lares.
Alais um edilicio que servia de senzala, com
6 metros c 30 centmetros de fundo e 36 metros
e setenta centmetros de comprimenio, com 8
compartimentos, sendo um com porta ejanella
e os mais com portas smente, incluindo na mes-
ma senzala, estribara, casa de farinba e cochei-
ra, ludo em mo estado, contendo alpendre so-
bre columnas. Tem a casa do engenno 36 me-
tros e 70 centmetros de comprimenio c 16 me-
tros e 70 centmetros de largura. Hoenda mo
vida a vapor, systema Robiuson <* Son, com 10
annos de uso.
Assentamento com 7 caldeiras com as dimen-
soes seguintes : 1,70, 1,60, 1,70, 1,^0, metro,
1,10,1 metro, dimetro, fundidas, sendo quatro
remendadas.
Casa de purgar com a coberta de lelha e ar-
ruinada, com 16 metros c 80 centmetros de com-
primenio e 16 metros c 70 centmetros de largu-
ra. Terrenos accidentados com valles estreitos,
tendo urna pequea (tarto plana, as partes acci-
cidentadas c planas sao muito ordinarias, os val-
les sao terrenos variados, ora compostos de areia,
ora de massapt1, sendo os terrenos desta ullima
qualidade margein do riacho Ucha, em una
pequea exteuso ou no fuudo de alguma gra-
ta. O engenbo pode produzir em seus terrenos
bons 800 paes, termo medio. Nos terrenos nao
existem maltas virgens e apenas algumas ca-
poeiras; e tudo avallado em 12:000i000.
E assim ser o supra descripto engenho Uclioa
arrematado por venda a quem. mais der c maior
lance offerecer em praca publica, no. dia e hora
cima indicado, para pagamento da exccuo
que por este juizo e cartono do escrivo que es-
te subscreve, move Sebastiau Manoel do Hego
Barros contra Alfredo de r.iidrade Paes Barreto
e sua mulher.
E nao havendo lanjador, que cubra o proco
da avaliaco, se proceder nos termos da lei.
Para uue chegue a noticia a todos se passou o
preseute edital, que ser aflixado uo lugar do
coslume e publicado pela imprensa.
Dado c passado nesta cidade do Recife, aos 26
das do me/, de Novembro de 1888.
Eu, Felicissimo de Azevedo Mello, escrivo.
tiz escrever e subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
DECLARARES
A' Gl.\ do Gr.\ Arch.*. do
Uii.\ S.*. B.\ Cavalheiros
| da Cruz
De ordem ilo Kesp. Ir.. Ven. convido a
todos os OOb desta Aug.\ Ofl. a compare-
cerem em suo sede na prxima segunda-feira,
28 do corrente. s 7 horas da noite, alim de as-
sistirem scsso mag. -. de iuiciacao, devendo
todos se aprescntareii munidos de suas respec-
tivas insignias e distinctivos.
Recife, 24 de Janeiro de 1889 E. V.-.
Eduardo Goucalves 18. .
Secret.-.
3."
Via-fcrrea de S. Francisco -
Via-ferrea do Limoeiro
Somina.
81940
29.619
221.046 Saceos
A barca norueguense Eliezer, carregadapor
Francisco Ribeiro Pinto GuimarJes, levou para
Montevideo 2.325 barricas, 300,^ c 300/1 com
assucas branco.
Ultimas
res.
Couro
vendas dos salgados
Asuardeute
Mantem se a cotacio nominal de 70*000 por
pipa de 480 litros.
Aleool
Cota-se a 125400) por pipa de 480 litros.
praca
Pela inspectora desta Alfandega se faz publi-
co que as 11 horas do dia 29 do corrente mez,
ser arrematada em praca, |>orta desta repar-
ticio, a seguinte niercadoria :
Annazcm n. 3
Marca diamante eB no centro n. 16, seis ca-
xas contendo lolhinhas unpressas em urna s
cor, peso bruto 438 kilos, viudas de New-York
no vapor americano Adeance, entrado em 15 de
Outubro de 1888, abandonadas aos direitos por
Francisco Manoel da Silva & C.
3. scelo da Alfandega de Fernambuco, 24
de Janeiro de 1889O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Segunda pra^a
Pela inspectora desta Alfandega se faz pu-
blico, que as 11 horas do dia 28 do corrente mez
se rao arrematadas em praca, porta do trapiche
alfandegado Barao do i ivramento, as seguintes
mercaduras :
Marca SDAC, 4 pipas com vnho secco com-
mum, eapacidade 1,900 litroi, viudas de Lisboa
no vapor inglez Mearini, entrado em 13 de Abril
de 1883,
Marca -, 5 barris de 5." com vinho secco com-
mum, eapacidade 475 litros, vindos de Lisboa
no vapor francez Ville de Maranlio, entrado em
tu de Abril de 1885.
Marca RF, lo -aixas com agua mineral, peso
as garrafas 1,365 kilos, vndas do Havre no
vapor francez Fite de Penuimbuco, entrado em
21 de Novembro de 1886.
Marca CA e contramarca SB&", 1 barril de
5. vasio, vindo de Lisbca no patacho portuguez
Fanny. entrado em 30 de Janeiro de 1887.
Marca VFAN, 32 caius com azulejo, peso
bruto 1,440 kilos, viadas do Havre no vapor
francez Vilie de Cear, entrr do em 24 de Feve-
reiro de 1887.
Marca JGG, 5 pipas com vinho secco coramum,
eapacidade 2 425 litros, vindas de Lisboa no va-
por inglez Sculptor, entrado em 80 de Julho de
1887.
dem, 10 barris de 5.* com vinho secco com-
mum, eapacidade 800 litros, idem, idem
Marca AIS, 100 barris de 5. com vinho secco
commuin, eapacidade 8,100 lilros, vindos de
Lisboa no vapor francez Ville de Pernambuco
entrado em 22 de Setembro de 1887.
Letrciro J. R. Antunes, 25 barris de 5," com
vinho secco commutn, eapacidade 2,150 litros,
dem, idem.
Marca BJ, 15 barris fructos verdes (amen-
doas) peso bruto 750 kilos, viudos de Lisboa no
vapor francez Ville de Macei, entrado em 16 de
Fevereiro de 1888.
Marca AI, 1 barril de 5 *, vasio, indo de Lis
boa no vapor francez Ville de MaranJo, entrado
era 9 de Marco de 1888.
E3. secgo da Alfandega de Pernambuco, 24
de Janeiro de 1889 O chefe,
Domingos Joaquim da Fonsoca
Companhia Alagoaua de
Fiacao e Tecidos
'envidamos aos senhores subscriptores desla
companhia para, de accordo com os arts. 9 e 10
dos estatutos, at o dia 12 de Fevereiro prximo
futuro realisarem sua tercena entrada, na razio
de 10 por ceuto do valor de suas aeces no Ban
co internacional em I ernambuco. Macei, 12
de Janeiro de 1889.
Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio tedroso Barreto.
.tale de Suceorro de' Pernam-
buco
Sao convidados os possoidores das cau-
tellas dos nmeros abaixo, a vir resgatal-as
at o dia 5 de Fevereiro prximo, avisan-
do-llies de que tudo este prazo serao ellas
imprcterivelmeute levadas a leilao pu-
blico.
Correio Geral
Mala* a expedir-ce boje
Pelo paquete nacional Alagos, esta adminis-
trago expede malas para os portos do sul,
recebendo impressos e objectos a registrar at
2 horas da tarde e cartas ordinarias at 3 horas
ou 3 1/2 com porte duplo.
Adminiracao dos Correios de Pernambuco,
25 de Janeiro de 1889.
O administrador,
AITonso do liego Barros.
Imperial sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos eLi-
beraes
CuiiNti'iiccao da oOlelna*
De ordem do Hlm. ?r. director e segundo a
resoluco tomada em sesso da assembla geral
de 4 de Novembro prximo passado, faco publi-
co qu na secretara desta sociedade, recebem se
propostas era cartas fechadas at 31 do corrente,
para execuco das obras das ofiicnas que esta
sociedade tm de fazer para o ensino pratico.
Na secretaria, das 9 oras da mann s 6 da'
tarde, encontrarao os proponentes a planta e
rcamento para serem examinados, servindo de
base o orgamento existente.
As condice8 para a arremataco e execuco
da obra sao as mesmas consignadas a respeito
no regulamento vigente das obras publicas pro-
vineiaes, que ser tambem patente aos mesmos
concurrentes.
Recife, 16 de Janeiro de 1889.
0 1 secretario,
Francisco da Costa Ramos.
Club Carlos Gomes
Sarao nienital
Ter lugar no dia 9 o sarao de Fevereiro pr-
ximo. Ingressos aos senhores socios, serto en-
tregues na sede do club pelo Sr. tncsourciro, a
comecar dodia 4, at a vespera.
Secretaria do Club Carlos Gomes, 22 de Ja-
neiro de 1889.0 1 secretario.
Andr Costa.
Soturna-
18 713 Saccas
AMaear
Os precos pagos ao agricultor. por lo kilos, se-
gundo a Associaco Commercial Agrcola, foram
~4
Sm
8 M S
os seguintes:
Brancos .
Someno .
Mascavado purgado
t nruto.
Rtame .
2*100
1*700
U140
*900
2*600
1*800
1*300
1*240
1*000
Colonia Isabel:
Branco !
2* .
3 .
Someno .
Mascavado
Usina Pinto:
Branco 1'
2' .
Someno .
Mascarado
2*700
2*400
2*000
1*800
1*400
2*400
2*300
1*700
1*340
Ultimas
tros.
vendas.
50*000
por pipa de 480 li-
A exportacSo, feita pela alfandega, neste mez
at o da 22, altingio a 13.721.904 kilos, sendo
8.170.744 para o exterior e 5.551.160 parao
interior-
As entradas verificadas at a dita de hoje so-
bem a 221 0i6 saccas, sendo por:
Barcacas..... 86843 Saceos
Vapores..... ......
Animaes.... 10.40b
Via-ferrea de Caruaru. 12. VW
Pauta da alfandega
SMALA Dx 21 A 26 DE JA.NIKO D 18S9
Vide o Diario de 20 e Janeiro
Navios carga
Brgue [lortuguez Calada, para Lisboa e Porto-
Lugar americano Artkur C. Wade, para Estados-
Unidos.
Lugar portuguez Temerario, para Rio Grande
do Sul.
Patacho inglez Peggie, para Montevideo.
Navios descarga
Barca portugueza Novo Silencio, varios gneros.
Barca norueguense Frida, car vio.
Barca norueguense Frhyof, carvo.
Barea noruaguense Professor, madeira e breu.
Barea inglesa Helen Izubel, bacalho.
Barca americana /. F. Rottman, carvio.
Barca ingleza Sobrina, farello.
Barca portugueza Tentadora, kerosene.
Barca norueguense Celer, carvio.
Brgue dinamarquez Catkarina, varios gneros.
Brgue sueco Pepita, carvo.
Brigue norueguense Bertka, carvo.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
Importaeio
Paquete nacional Alagos, entrado dos portos
do norte em 24 do corrente e consignado a Pe-
reira Carneiro '., manifestou :
Barris varios 20i) a Manoel Marques de Oli-
voira & C, 80 a Amrim Irmos & C.
Borracha 1 cuixa a Costa Lima & C.
Goinma 10 encapados ordem.
./.ias 28 a Manoel Marques deOliveira,
15 aos consignatarios, 30 a Pereira Pinto '
t s Amrim Irm&os t.
Riportacio
rkcifi, 23 HB ja cio de 189
Para o exterior
No vapor ingle/. Cyrene, carregaran :
Para Liverpool, Julio A Irmo 1, 00 saceos
com 75,000 kilos de assucar mascavado; F. Cas-
cao* Filiio 583 saceos com 40,810 kilos de assu-
car mascavado.
No lugar americano Artkur, carregaran:
Para ^ew York. F. Casco & Filbo 2,000 sac-
eos com lO.Ot'O kilos de assucar mascavado.
seceos a 385 Na barca portugueza Cacilda, carregou :
Para o Porto, L. Lima 40 saccas com 3,012
kilos de algodio.
Para o interior
No vapor argentino Alba, carregaran) :
Para Rio de Janeiro, P. Carneiro & C. 550 vo-
lumes com 14,280 kilos de assucar branco.
N'o vapor nacional Alagos, carregaram :
Para Rio de Janeiro, B. Oliveira & V. 1,000
saceos com 60,000 kilos de assucar mascavado e
500 ditos com 30,00) ditos de dito branco ; M.
F. Martins 150 saceos com 9,000 kilos de assucar
mascavado e 300 ditos cora 18,000 ditos de dito
branco; A. Guimares 870 saceos com 52,20c
kilos de assucar branco ; Jos de S 357 saceos
com 21,420 kilos de assucar branco e 672 ditos
com 40,320 ditos de dito mascavado.
No lugar nacional Guarany, carregaram :
Para Porto-Alegre, Amrim Irmos & C. 5o
saecos com 3,750 kilos de assucar brauco.
No vapor nacional P. do Grao Para, carre-
garam :
Para Babia, J. P. Lapa 22 bams com 3,000
litros de mel ; P. Pinto 4 C. 63 barris com 6,000
litros de mel; M. J. Ramos e Silva 75 barris com
12,000 litros de niel.
No vapor nacional Jacuhype, carregaram :
Para Cear, F. A. de 'zevedo 40 saceos com
3,000 kilos de assucar branco.
Para .racaty, J. M. Das6 caixas cora 802 kilos
de rap.
Para Maco, F. Mascarenhas 110 saceos com
farinba ile mandioca.
Para Mossor, M. Amrim 30 saceos com 1,800
kilos de millio.
No hiate nacional F. Jardim, carregou :
Para Maco, F. Mascarenhas 50 saceos com
farinba de mandioca.
No hiate nacional D. Julia, carpegou :
Para Cear, J. 1. Lapa50 barris com 4,800 li-
tros de mel.
Na barcaca Adelina Mendcs, carregou :
Para P. de Alagoas, E. B. Marques 10,000 li-
tros de sal.
Na barcaya Venus, carregou :
Para Parahyba, J. R. da Silva 20 sacco com
1,500 kilos de assucar branco.
Na barcaca Ntptmo, carregou :
Para Aracaty. H. Oliveira 20 saceos com 1.000
kilos de mil lio.
Diuhelro
RECEBIDO
Pelo vapor nacional "Alagoas, do norie,para:
London A Brasilian Bank 10.03.1*520
14997 16775 1G915 17049 17190 17304
15818 1G777 16917 17051 17201 17306
15861 16791 16918 17057 17207 17308
5817 16797 16922 17058 17212 17309
15924 16801 16931 17060 17215 17310
15926 16804 17939 17061 17216 17311
15923 16808 16940 17062 17221 17313
15961 16810 16945 17066 17228 17317
16027 16812 16947 17068 17232 17318
16302 16821 17952 17070 17233 17319
16444 16838 16953 171-82 17239 17321
16453 16841 16954 17090 17240 17320
16458 16842 16972 17091 17254 17322
16691 16845 16979 17092 1725o 17323
16699 16850 16982 17099 17264 17324
16700 16855 16984 17102 17269 17325
16703 16857 16985 17112 17270 17327
16706 16858 16987 17113 17271 17328
16708 16862 16992 17114 17272 17331
16713 16865 17008 17117 17279 17332
16715 16873 17018 17131 17280 17336
16717 16875 17026 17139 17283 17338
16720 16878 17031 17141 17284 17342
16728 16882 17032 17156 17287 17343
16744 16883 17033 17161 17299 17344
16745 16888 16036 17164 17280 17346
16747 16893 17037 17166 17292 17350
16749 16895 17040 17167 17293 17352
16750 16898 17041 17168 17294 17353
16753 16899 17042 17169 17295 17354
16758 16907 17043 17180 17296 47355
16763 16909 17045 17185 17297 17363
16764 16911 17047 17188 17303 17368
Recife, 19 de Janeiro de 1889.
Felino O. Ferreira Cotlho,
Gerente.
Pereira Carneiro & C.
Ferreira Cascio & Filho
Bartholomeu Loureuco
1.500*000
1.248*16)
756*520
Readlaaentos publico
MEZ DE JANR1E)
Alfandega
Renda geral:
Do dia 2 a 23
dem de 24
742:864*756
i: 565*833
Renda provincial :
Do dia 2 a 23 117:204*584
dem de 24 7:382*361
785:430*589
- 124:586*945
Soinma total 910:017*534
Segunda seccia da Alfandega, 24 ne Janeiro
de 1889.
O thesoureiro -Herendo Domingues.
O chefe da scela -Cicerc B. de Mello.
Recebcdorla eral
Do dia 2 a 23 23:041*382
dem de 24 125*370
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, declaro que no dia 28 do corrente (por
ser o antecedente domingo) comecar a matr-
cula para as aulas preparatorias, e poder effec-
tuar-se at o dia 8 de Fevereiro, independcnte
de despacho do mesmo Exm. Sr. conselneiro di-
rector interino.
Desta ultima data em dianlc, al o 1 de Abr!,
o alumno que nnizer malricular-se dever jusli-
lioar perante a directora os motivos que o retar-
daran] naquelle acto.
Os alumnos podero frequenlar, se o quize-
rem, mais de urna aula, com tanto que os que
pretenderen! matricular-se as aulas de Iilicto-
rica e Philosophia. mostre-m ter aprendido La-
tiin e Francez, e as aulas de Geographia e His-
toria, moslrem saber o Francez, devendo a pro-
va nesles casos ser dada por attestado passado
por professor publico ou particular, autorisado
pelo governo para leccionar.
A matrcula as aulas de linguas ser permit-
ti-la at o lim do mez de Julho, e as de scieu-
cias at 1 de Abril, e todas as aulas sero
abertas no da 4 de Fevereiro prximo vindouro
(por ser o dia3 domingo), de conformidade com
o art. 16 do regulamento das aulas preparato-
rias, sendo o respectivo horario o seguinte :
Philosophia das 8 s 9 horas, na 6.' sala.
Portuguez das 9 s H). idem.
Rhetorica das 10 s II, idem.
Imrlez das 11 s 12, idem.
Arithmctica e Geometra das 12 1 hora, idem.
Geographia e Historia de 1 s 2, idem.
Francez das 2 s 3, idem.
I.atiin de 1 s 3, na 3.' sala.
Da petico para matricula deve constar o no-
me, liliaco. naturahdade e idade do alumno, e
de ter sido satisfeita a taxa da matricula.
Pela inser pefio em urna aula 6*000
Idera idem em duas 93000
dem idem idem em tres 12*000
Por deliberacao da eongregacSo, tomada em
sesso de 22 do corrente, foram encerrados os
trabalhos do anno lectivo findo, depois de ter
designado o dia 25 (sexta-feira) para os candi-
datos defesa de theses, hachareis Joo Elysio
de Castro Fonseca e Ponciano Ferreira de Oli-
veira, escolherem os respectivos pontos.
Secretaria da Faculdade de ireito do Recife,
22 de Janeiro de 1889.
O official servindo de secretario,
Manoel A. dos Passos e Silva.
Imperial Sociedad* do* Artistas Wc-
rhaniron e Mberaes
De orden do Illm. Sr. director, e por no se
ter reunido numero legal no dia 20 do corrente,
convido a todos os senhores socios effectivos a
se reutiirem na sede social sexla-feira 25, as %
horas da tarde, para proceder-se a eleico dos
funecionarios para o corrente enno, devendo as
socios es taran as condices prese ripias no art.
51 dos estatutos. A presente convocacSo se
cffectuar cora o numero que comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos eLiberaes, 21 de Janeiro de 1889.
Francisco da Costa Ramos,
1- secretario.
23 ditos de comidas a 500 ris
81 ditos de legumes a 400 ris
18 ditos de sumos a 700 ris
9 ditos de fressuras a 600 ris
7 talhos a 2*
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1*
i
Rendimento do da 1 a 22 do cor-
rente
11*500
32*i00
12600
3*400
14*000
54*000
188*420
4:293*200
23:166*752
Recebcdorla provincial
Oo dia 2 a 23 84:617*386
dem de 24 665*550
85282*936
Recife Dralnage
Do da 2 a 23 6:265*546
dem de 24 199*258
6:464*804
& C. 1 Gomes de Mattos & Irmio
' Maia & Rezende
4.112*640
1.700*000
Xatadonro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 56 rezes.
Sendo : 40 pertencentes a Olivoira Castro A
C, e 16 pertencentes a diversos marchantes.
Mercado Municipal de s. don
O movimento deste mercado no dia 23 de Ja-
neiro foi o seguinte :
Entraram :
22 bois pesando 4,771 kilos sendo de Ob-
ra Castro C., 12 e 10 de particu-
lares :
741 kilos de peixe a 20 ris
20 cargas de farinba a 200 ris
5 ditas de fructas diversas a 300
ris
7 taboleiros a 200 ris
13 sumos a 200 ris
20 matulos com legumes a 200 ris
Foram oceupados ;
261/2 columnas a 600 ris
1 escriplorio a 300 ris
28 compartimentos de farinba a 500
ris
14*820
4*000
1*500
1*400
2*600
4*0uO
15*900
300
14*000
Foi arrecadado liquido at hoje 4:481*620
Piejos de dia:
Carne verde de 200 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis idem.
Sumos de 500 a 640 reis idem.
Farinba de 360 a 480 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
Feijo de 900 a I*20u idem.
Vapores a entrar
3IE2 DE JANEIRO
Sul........... Manos........... 27
Europa...... Ville de S. Nicolao.. 27
Sul........... Cotopaxi......... 28
Europa....... Curytiba.......... 30
Europa ....... Atrito............ 30
Sul........... Finance........... 31
Vaporea a aaktr
MEZ DE JANEIRO
Sul.......... lagoas........... 25 as 5 h.
Rahia e esc .. P. do Grao Para... 27 as 2 h.
Liverpool---- Cotopaxi.......... 28 as 12 h.
Santos e esc Ville de S. Nicolao.. 28 as 4 b.
Norte........ Manof........... 28 as 5 b..
Buenos-Ayres. Atrato............ 30 as 3 h.
Movimento do porto
Navios entrados no dia 24
Manos e escala12 das, vapor brazeiro Ala-
goas. de 1,999 toneladas, commandante Joo
Mara Pessoa, equipagem 70, carga varios g-
neros ; a Pereira Carneiro A C.
Baha 10 das, patacho nacional Andaluza, de
179 toneladas, capito Joo Jos dos Santos,
equipagem 10, carga varios gneros ; a Am-
rim Irmos \ C.
Sabidos no mesmo dia
Cear e escala Vapor nacionel Jacuhype, com-
mandante Esteves Jnior, carga varios 'g-
neros.
CearVapor nacional Una, commandante Se-
raphim da Silva, em lastro.
Porto Alegre -Lugar naciona.1 Gua/uny, cpito
Domingos M. Pires, carga assucar.
Rio Grande de SulLugar portugaez Temerario,
capito Roberto de Freitas, carga varios ge-
neras, f
LiverpoolVapor inglez Thalet, commandante
J. Davies carga varios genewk
Rio Formcao e Taraanaar -Vapor nacional Ja-
gnaribe, commandante AlfreSo Monteiro, em
lastro. i
Barbados -Patacho inglez Tibor, capito Peiter
Johnson, em lastro.

- !
n
I


)
Diario de PernambucoSexla-feira 25 de Jaaeiro de 1889

Administrado dos Correios
de Pernambuco
Por esta administracao e em cumplimento a
circular da Directora Geral dos Correros, n. 106,
de 20 de Dezembro lindo, se fes publico para
conhecimento dos interessados o edital da mes-
ma direetoria abaixo transcripto.
Correio de Pernambuco, 3 Je Janeiro de 1889.
O administrador,
Alfonso do Reg Bairos.
rectora loral dos Crrela*
Kditoi
De ordem do Exin. Sr. director geral, e em
cumplimento do disposto no art. 8" do regula-
mento de 26 de Marco tindo, faz-se publico que,
no dia i de Fevereiro de 1889, vo ser postas em
eirculaco as seguiutes formulas de franqua :
Sobre cartas selladas
0 sello fixo representado por urna moldura
formada por duas ellipses concntricas, tendo no
plano da menor a efliie de >ua Magestade o Im-
perador em relevo bronco; no da maior, tambem
em relevo branco, as palavras Brasil- no alto,
e o valor expresso em ris por extenso na parte
inferior, e finalmente as extremidades do eixo
menor dous pequeos polygonos com o dito valor
indicado por algarismos.
O fundo da moldura as de 100 reis verde,
as de 200 reis preto, e vennelho as de 300
reis.
Carlasbilhete
0 sello iixo do valor de 80 reis, impresso no
ngulo superior direita e,representado por um
rectngulo formado de areseos vermelhog, ten-
do em urna ellipse central a effigic de Sua Ma-
gestade o Imperador, encimada pela palavra
Brasil em lettras brancas, e tendo em baixo as
palavras oitenl< ris e- sobre estas, em sentido
obliquo, o numero 80 de cada lado.
A' direita do sello v-se urna tita com as pa-
lavrasCartas-bilhete,tendo no alto urna serie
de 20 estrellas brancas em fundo vermelho, e
em baixo o distico: Neste lado s te escreve -
dereco. No ngulo inferior direita l-se a pa-
lavra Brasil em lettras vermelbas.
Bilbetes postaos
0 sello Oxo do valor de 40 ris. 0 desenho
igual ao da carta-bilhete, com a differenca ape-
nas de ser azul, e ter na fita direita do sello
as palavras Bilhete postal, em vez d'aquellas
outras.
Cintas estampilhadas
O sello fixo estampado e desenliado como os
das so re-cartas, com a differenca apenas na in-
dicacao dos valores. E' roxo o fondo do sello
das de 20 ris, azul das de 40 ris e cor de ha-
vana das de 60 ris.
Sellos para jornaes
Estes sellos sao maiores que os ordinarios, de
forma rectangular e cor de laranja.
No alto tem, em lettras brancas, a palavra
Correio e em baixo a Brasil. Em lila diagonal
l-se de baixo para cima a palavra jornaes, ten-
do de cada lado o valor em algarismo e a pala-
vra reis.
Divisao central da Directora Geral dos Cor-
reios em 15 de Dezembro de 1888.O sub-di-
rector, Jos Francisco Soares. ____
Administracao dos Correios
de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 1889
Por esta administracao, e em cumplimento a
circular da directora geral dos Correios n. 102
de 15 de Dezembro fiudu, se faz publico para
conhecimento dos interessados, o edita! daquella
directora, abaixo transcripto.
O administrador,
Affonso do Reg Barres.
Mreetorta ral do Crret
Edita I
De ordem do Exm. Sr. director geral, c em
observancia ao disposto no art. 9."-do regula-
mento de 26 de Marco de>W88, faz-se publico
que, do dia 1 de Abril do anno prximo futuro
em diante, iiSo podero mais ser utilisadas as
sejraiites formulas de fntiquia :
Bheles postaes simples de 20 as.
< duplos de 20 rs.
simples de 50 rs.
> duplos de 50 rs..
Cartas-bilhete de 50 rs.
de 100 rs.
Estas formulas, quando encontradas as cai-
xas postaes depois de expirado aquelle prazo,
serio consideradas nullas e como tal tratadas.
Divisao Central da Directora Geral dos Cor-
reios, em 12 de Dezembro de 1888.
O subdirector,
Jos Francisco Soares.
Thesourarl a de Fazend *
De ordam do Mra. Sr. inspector con-
vido os abaixo mencionados a virem re-
querer o pagamento das dividas de exer-
cicios finaos, de que s2o credores e man-
dadas satisfazer pelo Thesouro Nacional.
Estrada de ferro do Recite a
Limoeiro 9^010
Pedro Herminio Jos Bezerra 5(5400
Clodoaldo Fernandes Vianna 9|J000
Jos Leandro de Barros 32<>8g0
Manoel do Bomfim 154420
D. rsula Candida de Carvalho
Paos de Andrade 900891
D. Fredovinda de Oliveira Cur-
xatruz 621^628
Jos Cesar da Silva 240400
Antonio Raymundo da Silva 40200
Jos Emygdio 640000
Honorio Francisco 82)5500
Balbino de S 690000
Romeu Raposo 740000
Americo dos Santos 730000
Antonio Alves 630000
Lote Arpas OT04OO
Padre Americo Soares de No-
vaes Mello Avelina 5Q5000
Beltrao & Costa 0420910
Carvalho Jnior A Leite 380000
Manoel Antonio Ribeiro 1460000
Felippe Holmeg 1450000
Em 23 de Janeiro de 1889.
J. Hermogenes de Oliveira Amar al.
3 secc&o.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em7 de Janeiro de 1889.
Faco publico, de ordem do Exm. Sr.
Dr. presidente da provincia, que se acba
/aberta a concurrencia para o emprestimo
externo de 8,600:0000 (oito rail e seis-
centos contos de ris), autorisado pela lei
provincial n. 1,927 de 15 de Novembro
findo, com o praso de quarenta e cinco
di8, a contar da data da primeira publi-
cac&o do presente, para o recebimento
da respectivas propostas, que serSo apre-
sentadas nenia secretaria, em cartas fecha-
das.
Estas serio abertas pelo mesmo Exm
Sr. s 12 horas do dia, em que expirar o
praso fixado, com os proponentes presentes
Nos termos da referida lei, o emprestimo
sera de quan ta que produsa a predita impor-
tancia de 8,600:0000 (oito mil e seiscen-
tos contos de ris) liquida, a ser applicada
ao reagate da divida da provincia, funda-
da em apolices de juros annuaes de 7 [0
(aete por cento), com excepcSo daquellas
que tenham sido emittidas por empresti-
mos a'companhias ou a particulares, como
auxilio agricola era industrial, bem como
oara linuidagae dos exercicios de 1886 a
{887 e 1887 a 1888.
A taxa dfi emissSo nao ser inferior a
1)2 (noventa e dous) livre de commissSo
-j o juro nSo exceder de 5 "i (cinco por
cento) alm da quota de amortJsacJo, que
lo ser superior a 1 i8 (um por cento),
sendo esta n aqnelle safisfeitos semestral-
aente.
O secreta-io interino, Manod Joagtiim,
S.SALVADOR
(lia provincia da Bahia)
'PROJEOTODBINSCRIPCO
para o pareo
mni ni idnboib i ip
Na corrida que se realisar no dia 10 de
Fevereiro de 1889
t.OOO metro*. Aniraaes de quakpier paiz. Premios: 2:0000000 ao primeiro,
800^000 ao segundo, 4000000 ao tereeiro, 2000000 ao quarto.
Inscripcao 200$000
A inscripcTio cnceirar-se ha na secretaria do Hippodromo S. Salvador, ra
da Alfandega n. 58Bahia, no dia 4 de Fevereiro.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GRANOS
CORRIDA
PIRA 1II,
Que dever ter lugar no dia 2 de Fevereiro de 1889
t. pare*ENSAIO800 metros. Animaes da provincia que ainda nao tenham
ganho premios, previos : 200|J000 ao primeiro, 500000 ao segundo, e
200000 ao tereeiro.
preDESTREZA900 metros. Aniraaes da provincia, premios : 2000000
ao primeiro, 500000 ao segundo e 200000 ao tereeiro.
. pareHIPPODROMO DO CAMPO GRANDEBAMN PREMIO.
1.609 metros. Animaes nacionaes at meio sangue. premios : 8000000,
ao primeiro, 2000000 ao segundo, 1000000 ao tereeiro e 800000 ao
quarto. .,'
4. pare* PROGRESSO^ 1-200 metros. Animaes da provincia que ainda
nao ganharam n'esta distancia, premios : 2500000 ao primeiro, 600000
ao segundo, e 650000 ao tereeiro.
*. pare*DERBY CLUB1.800 metros. Animaes de qualquer paiz. premios:
5000000 ao/primeiro, 1250000 ao segundo e 500000. ao tereeiro.
S. pare*VELOCDADE1.000 metros. Animaes de menos de meio sangue
que nlo nejara da provincia, premios : 3000000 ao primeiro, 750000
ao segundo, e 300000 ao tereeiro.
9. pare*COMMERCIO1.800metros. Animaes da provincia- premios: 3000
ao prmeiro, 750000 ao segundo e 300000 ao tereeiro.
Observacoes
Nenhum pareo se realisar sem serem inscriptos pelo menos tres animaes de
proprietarios differentes.
A inscripefio encerrar-se-ha no dia 28 do corrente s 6 horas da tarde na se-
cretaria do Hippodromo.
O cdigo de corridas prescreve o modo da inscripcao.
Nao se realisar o pareo Hlppodrouo 4* Caaapo .rad> sem que
se inscrevam cinco animaes de proprietarios differentes.
Recife, 23 de Janeiro de 1889.
O secretarlo.
Ferrara Jacobina.
QBBBY CLUB
PERNAMBUCO
PROJECTO DE INSCRIPCAO
*
=^^?. tifa'zS^-ir---- ^^g %
Fara a'5.a corrida
Em 3 de Fevereiro de 1889
t. f\T"|,% CONSOLACO 80* Metro*. Animaes da provincia que ain-
da nao tenham ganho. Premios 2000000 as primeiro, 500000/ ao se-
gundo e 200000 ao tereeiro.
." 1V%1>OMNIUMl.tOO metro. Animaes de menos de meio sangue.
Premios: 3000000 ao primeiro, 750000 ao segundo e 300000 ao
tereeiro.
S. H1IA PROSPER1DADE S&O metro*. Animaes daprovineia que
arada nlo tenham ganho em maior distancia. Premios : 2000000 ao pre-
meiro 500000 ao segundo e 200000 ao tereeiro.
4.o fj^fj*;VELOCTC)ADE 1.4&0 Metros. Animaes de qualqner paiz.
Premios: 5000000 ao primeiro, 1250000 ao segundo e 500000 ao
tereeiro.
*.' *%k%1A PROVINCIA DE PERNAMBUCO- i.400 metrm. Animaes
da provincia. Premios : 2500000 ao primeiro, 600000 ao segundo e
250000 ao tereeiro.
^.o j%b%aJ% EMPRENSA PERNAMBUCANA1.900 Metros. Animaes na-
cionaes at meio sangue. Premios: 3500000 ao primeiro, 800000 ao
segundo e 350000 ao tereeiro.
j ^V%'*ift EMULUCO 8s*f> Metros. Eguas da provincia. Premios:
2000000 a primeira, 500000 a segunda e 200000 a terceira.
Observacoes
Serilo somente aceitas para cada pareo as quinze propostas que primeiro
forem abertas.
A' Directora, reserva-se o direito de alterar na organisacSo dos prograramas
a collocacSo dos pareos se assim Ihe convier.
A inscripcSo incerrar-se-ha segunda-feira 29 do corrente.
Recife, 23 de Janeiro de 1889.
O GERENTE,
iii;miiqi i: sent 11:1..
Santa Casa da Misericordia
do Recife
Por esta secretaria sao chamadas as amas
que criam os expostos a virem receber as men-
galidades vencidas, -i-lativas ao semestre de Ju-
Iho a Dezembro do nnno prximo findo, no sa-
iao do respectivo estal>elecimento, pelas 8 horis
da manos do dia V8 do corrente.
Secretaria da anta Casa d Misericordia de
neirc de 18890 escri\
Pe.lro Rodrigues de Souza.
Recebedoria Provincial
O administrador da Recebedoria Provincial faz
publico para conhecimento dos interessados, que
o praso do art. 7 do regulamcnto de 7 de Outu-
brs de 1883 relativo (toncesso do abate de 30
0/()de que tracta o art. I da lei n 1860, termi-
nar improrogavelmente no ultimo de Marco
prximo, pelo fado de coincidir o anno linancei-
ro com o civil, ex-m -lo art. 4* da lei n. 1884.
Recebedoria frovincial de Perftambuco, 19 de
JaneirQde 1889.
Francisco Amynthas de Garvalno Moura
BBRBY CLUB 06 PERNAMBUCO
4* 8
QUE SE REALISAR NO
Dia 27 de Janeiro de 1889
\omc
idaden
ello
>alurali 1e
Cor da vrw timen la
ProprielariOH
Io Pareotonnolacio
800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho.
e#; ao 3.
Premios : 200# ao l; 30* ao 2
i
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Bornave......
Cupim.......
Girofl.......
Jatob.......
Bilontra......
Marat........
Breas.......
Jaguarao.....
Pernambuco..
Horburema...
11 Becario.......
12 Aracahy ex-Ca-
brito........
t annos. Castanlio-----
Baio........
'arduo.......
5 Alazao.....
3 Baio ........
5 Rodado .....
3 Alazao.......
Baio.........
Russo pedrez.
Rodado ......
Russo.
Pernambuco.
53 kilos. Vermelho e branco..
bo-
bo
5o
50
55
50
5o
53
55
53
53
'Azul e ouro...............
'Azule grenat..............
Grenat....................
Branco e encarnado........
Aazul e amarello...........
Azul e grenat..............
Azul e ouro............
Preto e grenat..... .......
Branco e rosa............
Encarnado c branco.......
Amarello e encamado......L. B. F.
S. N.
K. H. I.
Coudelaria Sinceridade.
F. P.
R. G L.
Coudelaria Demcrata.
Coudelaria Desgraca.
Coudelaria Isabel.
A. T.
S. P.
M. G. C.


2* PareoCostpanhia Ferro Carril1,000 metrosAnimaes de menos de meio sangue. Premios : 300* ao Ia, 754 ao 2*.
c 30 ao 3-
Aymor......
Recife........
Alfa..........
Cometa ex-Mi-
randola.....
Favorita......
Galathea.....
5 anuos.
5
6 >
8
6
6
Caslanho

Alazao...
Zaino
Rosilho .
S. Paulo........
Rio de Janeiro...
8. Paulo........
Rio Grande do Sul
55 kilo?.
55 u
51 o
55 f
H *
54
Preto c grenat.............A. M.
Verde o amarello...........S. P.
Rranco e encarnado........'Coudelaria 2 de Fevereiro.
^oudelaria Luso Brasileira.
Violeta e ouro........... Maia & Chrysostomo.
Azul e ouro...............'Coudelaria Allianca.
3 PareoIsrtenaaetMal -1,609 metros Animaes de qualquer paiz. Premios : 500* ao Ia, 125* ao 2, e50* ao 3.
Inglaterra...
Aspasia......
Pnce.........
Ruv-Blaz.....
Gallia........
Castiglione
Derby........
3 annos.
3
7
5
5
3
Alazao........
Zaino.........
Alazio........
Zaino..
Alazio.
S Paulo-.
Inglaterra.
Franca
Inglaterra.
52 kilos.
54 54 n

58 n
60 *
54 u
Azul e ouro...............
Rosa e preto...............
Ouiq emanco.-...........
Azul encamado e branco...
Escarate e ouro...........
G. C.
A.M.
Arthur Silva
Coudelaria Emulaco.
Coudelaria Cruseiro.
G. E.
4* Pareo OrsuMte remlo-
-Rmuuracio d PerMsdHic 1,609metrosAnimaes da provincia. Premios ; 500*,
1*, 150* ao 2 80* ao 3 e 50* ao 4.
ao
Sendo........
Tnpy.........
Atheu.........
Arumary......
Monitor.......
Almirante
Beberibe(')....
Mouro.......
Templar......
5 anuos.
7
5
5
5
6
10 .
7
5
Caslanho.
Baio
Cutan ho
Alazao ..
Russo.
Alazao.......
Rnsso. ......
Alazao ......
Rodado ......
Pernambuco.
.154
I
54
54
54
54
H
54
54
kilos.
Branco e azul .............
Rosa......................
Preto e encamado..........
Branco e ouro.............
Encamado e branco.......
Encarnado e branco.......
Preto encamado e ouro.....
Violeta e ouro.............
Azule encarnado..........
Coudelaria Ipiranga.
F. C. Rescnde.
A. F. C
N. D.
Coudelaria Pernambucana.
Coudelaria {Integridade.
Coudelaria Beberibe.
J. Andrade.
J. M.

11 /


H
E
5*. Pareo Trtlbo ij'rltsuMM do sseelfto a Cataait- 1.450 metrosCavallos nacionaes at meio sangue, que'ainda nao
tenham ganho nesta distancia no Prado da Estancia. Premios: 350* ao !, 80* ao 2 e 35* ao 3.
Corcovado.....
ex-Mi-
4 annos
7 .
B
8 p
8
Castanho.
Alazao----
Tordilho.
Aliuio ..
Vermelho.
Rio de Janeiro...
S. Paulo.......
Paran.
51 kilos.
54
54 .
54 .
54
Encarnado e preto...
Verde e amarello. ..
Encamado e branco.
Violeta e ouro.
Azul e branco........
Coudelaria Paysand.
P. P.
C I. M.
Coudelaria Lnso-brasileira.
J. W.

$
6. Pareol>rviact* de sei
iburo -1,000 metros
a
Mylord........
Incitatus......
Caim ().......
Florete ......
Foguete.......
Good-morning..
Monitor.....
Cariry ex Rio
Douro.....
Etna .......
Pirraca ......
Lucifer.......
General... ....
6 annos
8
5 >
5
6 .
5
5
5 .
5 -
5 >
5 '
5
Rodado.....
Baio.........
Alazao ......
Russo-pedrez.
Castanho.....
Russo.
Castanho.

Rodado...
Rosilho-
Pernambuco
Animaes da proTincia. Premios : 250* ao Io, 60* ao 2 e 25* ao 3
55 kilos.
55
55 ..
55 .
.
>
55
55 .
55 .
55
55 >

Azul e ouro..............
Encamado..............
Encamado e preto........
e branco.......
e azul.........
e branco.......
a
Grenat e rosa...........
Encarnado e bonet azul...
Grenat..................
fete encamado e branco.
Encamado e preto........
A. F R. Leal.
Coudelaria 1 de Julho.
A. F. C.
C D. M.
Coudelaria Pyrotechnica.
Integridade-
reraambucana.
F- Teixeira.
I. Oliveira.
F. L.
A. .
J. D. C B.
Pareo Impirau PenuMbura
1,200 metrosAnimaes at meio sangue. Premios 300* ao.l", 75* ao 2o e 30* ao 3".
Valida ex Pancy
Ruy-Blas ....
Minerva
Olga.......
5 annos
7
i :
Zaino........
Alazao........
Douradilho....
Castanho.....
Rio da Prata.
S. Paulo------
58 kilos
54
49
49' .
Verde e amarello.........
Rosa e preto........ .
Azul, encamado e branco
Branco e encamado.......
A. F.
Arthur Silva.
Coudelaria Cruzeiro.
Coudelaria 2- de Fevereiro.


I
8*. Pareolidaasrtsi K>SMtrU800
metros Animaes da provincia at segunda muda feita.
e 30* ao 3.
Premios: 200* ao Io, 50* ao 2
1 Phelgon......
2 Breas........
3 Dublin.......
4 ero........
5 Bismarrk......
6 Bilontra-......
7 Pelotiqueiro...
SBorbuIets......
8 Maneta......
lOPetit-Ruy-Blas.
2
3
3
3
4
3
3
2
S
3
annos
Alazao.
Cardao.......
Rodado......-
Bato...
Cardao
Melado
dilho
Russo-
AlazSo.
Doura
Pernambuco...
43 kilos.
80
50 .
80 .
53
80
50 -
45 .
89
50 .
Encamado e branco....' ..
Azul e grenat.............
Preto encamado e azul.'
Encarnado preto e branco.
Rosa e facha azul.....
Branco e encamado........
Rosa e preto..............
Azul e branco............
Aisarello .........,.
R. P.
Coudelaria Desgraca.
Henrique Gibson.
Heirique G. L. Guimaraes.
F.
R. G. L.
Coudelaria Jockey Club.
B.
Jos Joaquim do Reg Barros.
Coudelaria 1. de Junho.
B
(*) Montado pqr amador.
Os animaes inscriptos para o Io pareo devem acbar-se no ensilhamento s 9 li2 horas da manb*
Os animaes inscripto para os outros pareos, deverSo estar urna hora antes da determinada para o pareo em
que tiver de correr. .-.-mm~ "' "*' *
Os fvrfaits serio reeebidos at sabbado, 26 do corrente da 3 horas da tarde, hora do encerramento do ex-
pediente para esta corrida.
O animal inscriptos em mais de um pareo nlo correndo no primeiro nao correr no segundo.
A Directora no intuito de satisfazer ao publico resolven adoptar o seguinte:
CartSes para um cavalheiro e cinco senhoras.....
B Ihe tes de are hi bancada com direito a ensilhamento.
Archibancada............
Geral................
Ensilhamento............
A venda de poules encerrar-se-ha 20 minutos antes da corrida
5AO00
3,5000
25000
1*000
30000
HORARIO
2.
3.
4."
5.
6.
7.
8."
pareo,
pareo,
pareo,
pareo,
pareo
pareo,
pareo,
pareo.
11
12
1
2
2
3
4
5
horas
30 minutos
02
10
50
e 40
e
e



t
30
20
Henrique Schutei,
Gerente.
Administracao dos Correios
de Pernambuco
Por esta administracao se faz publico que no
dia l* de Fevereiro prximo futuro comecarao
a vigorar as novas taxa3 de franqua da corres'^
aondencta, flxadas no regulamento 16 de"
largo de 1888.
Estas taxas sao as saguintes :
Cartas. 100 ris por lo grammas ou fraccao
desae peso, qualquer que seja a distancia que
tenham de percorrer por mar ou por trra.
Carta-bilhete.80 ris, cada urna.
Bilhetes-postaes.40 ris os simples e 80 ris
os com resposta paga :
*BanuBCiipto9.-50 ris por 50 grammas ou
fraccao de Bo* grammas.
laicresto- 20 ris por M grammas ou. frac-
cao (fuste r
Amostras.100 ris por 50 gramnfcs ou frac-
cao de 50 grammas;
Encommendas.100 ris por 50 grammas ou"
fraccao, sendo obrigatorio o registro.
Os actuaes bilhetcs postaes de 20 is e as
cartas-bilhete de 50 ris poderao ser utilisados
at ao dia 31 de Marco, desde que, per meio de
sellos adhesivos, sejam completadas as taxas
respectivas
Os actuaes hbhetes postaes de 50 ris e as







?$
a
6
-mam
io de PerfthmttUco -jAgtel*- 25 Janeiro de 189
^njnBni^^_^_^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^E^H^5^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^_^^^^^^^^^^_
i
Em acc5es de
Estando tomado
cart; R 100 rii pdem
oo Corrgi
T48,"
(mi
goro
p5e: ,.
i Art. 18. Os lornaes c outros peridicos m-
pressos no Brazl que, em maco ou sueco, cpm
enderezo a cada estacao postal, forem expedidos
pelos respectivos editores, conhecidos como taes,
ou pessoas por elles devidamente autorisadas,
para que sejam entregues a agentes seus ou di-
rec ament aos assignantes, pagarao previamen-
te, em sellos, que, para esse um, serao especM-
mnte emittidos, 10 ris por 100 grammns ou
t'raecdes de 100 grammas. Quando a distribui-
cao tiver de fazer-se pelo Cojreio, cada sacco ou
maco ser acompanhado por urna lista de assi
gnantes .
Na execuco d'este artigo observarse-* as
b.'untes disposigoes :
Nenhum maco ou sacco ser recebido sem qoe
esteja amarrado ou cinlado, de modo a nao ais-
simular a natureza do conteudo.
Os saceos ou macos devem ter endereep exte-
rior, indicando com clareza o destino, podendo
tambera cada jornal incluso ter o seu enderece
especial; ,
Os saceos, magos ou jornaes avulsos, fran
Sucados cora sellos ordinarios, sero c
os impressos e taxados na razo de
50 fcrammas ou fraeco d'esse peso:
Nao serao expedidos opaceos ou macq cuja
laxa nao estJlp*iHWe Ka.
Recife. 21|Hj
arar eni vi- wira iaxi e,i
>u macos cu
creci; 5 vquando ^or^annuf ciada a assi
natura dos estatuios.
As subsequdntes entrAis ni pedWrao-'ef
maiores de 18 com o intervallo nunca menos
de60 A subscripc&o est aberta para todas as pes-
soas que desejarcm tomar parte n'esta impor-
tanle ins'itiifcaQ, no_e8crijttOrHl dos Srs. jispfA.
inclusive.
Gymiubio PefnambtfL'ano'
Em 15 de JMrfn delSW
Pela secretaria do Gymuasio ernambucano
se declara aos Srs. paes de Tamilia, e a quem
mais interessar possa, que a abertura solemne
do curso scientifleo e fitterario ter lugar no dia
4 de Fevereiro prximo vindouro, e desde j se
acta aberta a inscripto da matricula para
aquelles que pretenderem estudar as seguimos
disciplinas :
Lingua* nacional.
Dita latina.
Dita franceza.
Dita ingleza.
Dita allem e italiana.
Ueograpbia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithmetica e algebra.
Philosophia.
Rhetorica c potica.
Historia e chorographia do Brasil.
Sciencias iraturaes.
0 corpo docente do instituto composto de 19
professores, oceupando-se cada, um delles s-
mente com a materia ensinada em sua respecti-
va cadeira.
Serao adnritlidos, ao Gymnasio alumnos inter-
nos, meio pensionistas e extemos.
Os pensionistas residirao no instituto, tendo
direito de estudar a serie de disciplinas deque
se compite o estadio scientifico e lMterario do
Gymnasio, de conformidade com oprogramma
estabelecido ; a ser alimentados sadia e abun-
eantemente e a ser tratados em suas pequeas
nfermidades. O instituto fomecer, ainda me-
dico, medicamentos, cama mesa, cadeira, luz,
corte de cabello, guardanapo, lavatorio, banho
msica.
Os meio-pensionistas se apresentaro no es-
tabelecimento nos dias lectivos, as horas em
que as aulas se abrirem, e desde cnlao at se-
rem encerradas tarde ; sao equiparados aos
pensionistas, quanio aos estudos, alimentacSo e
e recreio.
Os alumnos externos sp teem direito s ligOes
e explicaces dos respectivos professores.
A penso annual de 300 000 que pagam os
alumnos internos do Gymnasio, se cobrara pelo
anno lectivo somente, dividida em prestacGes de
100*000 cada urna; coraecando a primeira em
Fevereiro. a segunda em Mato e a tarceira em
Agosto e terminar no fin de Novenjbro.
Para os alumnos de inslrucco primaria que
devem se acbar do estabe ecitnento no dia 16 de
Janeiro, a primeira prestacilo ser antecipada
sem augmento de penso.
A penso annual dos meio-pensionistas. ser
de 180*0i O em tres prestacoe9 de 60*000 cada
urna, effectuada a cobranca do mesmo modo que
para os internos.
Os alumnos internos de qualquer catliegona
pagaro na entrada e por urna s.vez, uma joia
de 20*000 : dous irmos 30*000, sendo 15*000
por cada um e nao ha ver mais augmento de
joia crescendo o numero destes.
O instituto enearregar-se-ha da lavagem da
roupa dos alumnos internos que qio tiverem
quem o faca por fora. e isto mediante 15*000
em cada prestaco. Este pagamento se far de
modo idntico ao da penso e conjunctamente
eom elle, dando direito aos concertos das pegas
arruinadas do enxoval.
As despeas com livros e mais objectos mdis-
pensaveis para a escripturacao, corre por con-
ta dos alumnos internos ; devendo seus paes ou
quem os representar deixar quantiaisuflicfente
para esse fornecimento.
Os externos so teem direito s ligo** e expli-
cagdes das materias eusinadas no curso, quaes-
quer que .elias sejam, pagando apenas no acto
da matricula a laxa igual a que pagam os alum-
nos no coltegio das artes.
Alm das aulas mencionadas, ha mais uma de
eacripturaco mercantil creada de conformidade
oo o regulamento de 12 de Margo do anno
indo.
O secretario,
Celso Tertuliano F. Quinteila
Hospital Portngnz
da Beneficonoia
Sao convidados todos os
Srs socios para a assepibla
geraV--i|ue deyer ter, lugar
na sifrfr Hn
no domingo 27 do corrente,
s 11 horas da manha, a^ra
de assistirem a leitura dore-
latorio do a mo findo e a po*-
se darnovajiinta administra-
tiva, x
Recife, 19 de Jajieiru de
18S9.
Francisco R. P. Guimaraes,
Provedor.
Hippodro.ii o do Campe Grande
200*000
4,000:000fJ000
Este estabelecimeato destinado a auxiliar e
desenvolver o crdito industrial e conectivo
desia provincia; suas operaces abrangerao to-
dos os ramos da actividt.de commercial e indus-
trial que offerecerem solida garanta.
a directora compor-fl-aa dos sensores
Luiz Antonio de Siqueira.
los* Adolpho de Oliveira Lima.
Antn o Fernandes Ribeiro.
Manoel Joao de Amorim.
Thomsz Combe r
os quaes com o Exm. Sr. Visconde de Figuei-
redo sao os incorporadores.
As entradas Serao de 5 / no acto da subs-
MPis
Co
o Harre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
Linha quinienal entre
Pernambuco, Baha,
Santos.
O VAPOR
YilledeSan Nicols
Commandaute Henry
E' esperado da Europa at o dia 27
do corrente. seguindo depois da m-
dispensavel demora para a
Babia, Rio de Janeiro c Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores destn linha, qneiram apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga das alvarengas
qualquer reclamago concernente a voluntes que
porventura tenham seguido para os portas do
O agente QBsmao,
verna cima, tu
compradores.
a easa tem agua encanada,
oaiiadc Tara leilau da ta-
lotes a voutade dos
r.J-Mtf- I
e garante-se ao
bar*
do dia
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Em face do diaposto no % 1 do art. 13 dos
estatutos, esnvoco os senhores accionistas para
uma reunio que devera ter lugar uo dia 4 de
Gevereiro futuro, para ser eleita nova directo^,
ra, em consequencia de terem os actuaos di-
eec ores pedido suas demissOes. A reuniSo sera
feita na secretaria do lliupodronio. ra do Im-
?arador n. 85, s 5 horas da tarde do referido
a Recife, 19 dt ianeiro de 1889.
Pelo presidente,
Josa Eustaquio Ferreira Jacobina,
Gompanhia IVrnainhiicaiia de \a-
wmU CoslwrapflF Vapor
ASSEMBLA GbRAL EXTRAORDINARIA
Convindo ivsolver-se sobre o modo de m'
rar ftarmvntKt o material da companhia, COB-
iroCMaldkBexea toco os Srs. accionistas para
ama reunio de Assembla Geral, que tara lugar
uo jfei4ft do correte, as 12 horas, na sede da'
mesma companbia, e beo assim para tomar eo-
ohimf na do acta de que trata o art 9 de? r-
peclBaM eitatutaa.
RjfeaVbA de-Jaaaro de '889.
JiMati- JOode.Amorim.
Tk. Cmbtr,
Arhm-B. Doiitu.
. RA JXWJOMMERCO-^. o
HORTHERN
de iAtmrcne Aberdeen
Pongao tinaQceirafliezeinbro de 1885)
Capital aabfloripto 3.000,000
Faadoa sjocmpulado
KereHa aainaal:
'c premio contra fogo
De premios sobro vidas
D.|uros
O AOKNTK
John H. BobcuM
COlSUA. PDSI
TDt Iirwl & Lonon k Gle
iheursjXTCs .cli?a:tt
KlackboT, .Msib;.' (i,
Ra iio "on>mfw r>. *
3.134,344
577,330
191,000
.32,000
,ee poder "dar a "tempo a"s provi-
sarias.
11PH0 o referido prazo a companhia nao se
respdiisabilisa por evtravios.
farivcarga, passagens, encommendas e di-
nlieifti a frete : trata-se com o
AGENTE
Aupsle LatHt
RUADO COMMERCIO
United States and Bfazil
m:^.s.c.j.
O vapor Finance
E' esperado dos portas do
sul at o dia 2 de Feverei-
ro o qual depoU da demo
rn necessana seguir
para o
Haraaho. Par*, Barbados, m.
1%omu e IVew-York
Para carga, passagens, encommeiKias e di-
nheiro a Ifete : trata-se com os
AGENTES '
O vapor Allianpa
E' esperado dos portos do
norte at o dia 7 de Feve-
sjoaw>o>qual depois da de-
mora necessaria seguir
para a
Baha, Ra de Janeiro Sanios
Para carga, passagens, efleommeadas- e di-
nheiro a frete': tratase com os a GENTES.
Henry Forstea .&. C.
8Ba dp Commercio6
1' andar J
jfh i <_...;.. i ti.i>....;; ; ......
rr
eilao
casa terrea n. 7, ra de Lomas Vali-n-
1 dita ra do Tambi n. 20, 1 terreno!
pronrio com 500 palmos de frente e 215 de fundo;
tendo duas frentes, uma para a travessa do Agr
e outra para a estrada de ferro de Dtfteribe, per-
to da estaco da Curva, na Estrada Nova.
Urna vacca com cria bonita e gorda.
Aabbado do eerrente
A's 10 lj2 horas
'18-Rua do Raugel^-4
L.eilao
Da casai terrea n. &2, ciu solo propio,
ra do "Rosario, freguezia da Boa-Vista
Megusada-feira. *H do corrate
A s 11 horas
Ra do Impertido? >Hr 89
O agente Stepple, por maridado e assistencia
do Eran. Sr. Dr. juiz de direito privativo de or-
phos e ausentes a requerimenta do tutor Affonso
da Rocha Leal por si e como procurador de seus
irmaos levar a leilfio a casa torrea 52 ra
do Rosario, freguezia da Boa-Vista, em solo pro-
pino, com uma porta e duas janelfae, com bas-
tantes commodos, quintal murado, tendo sabida
para ra do Pires, cacimba propria.
Desda j os, Srs. pretendentes poderao exami-
nar
mesmo
Companhia Brasileira de
Navegae,ao a Vapor
PORTOS DO NORTE
O'vapor Manos
'tTo'mrdfn'afeolfffeente Guilbermo
Waddington
E' esperado dos portas do.sul at o
dia 27 de Janeiro e seguindo_ depois
da demora indispensavet, para os
portos da norte at Manos.
As ancoaimeodas sao receblas ua agencia
at l lora di tarde da dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens c valo-
res, trata-se com o
AGENTES
. PexeixAv CairWo & C.
8-=aRui d Commercio=6
1 andar -,,,
Pacifijc Stcam.Navigatjon
Company
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Cotopaxi
,Espera-se do sul at o dia
28 do corrente e seguir,
depois da demora do costu-
.mc para Aavaraool;,por
c Company tB
Liverpool

rf 55 N>^> R DE DRIISINA d C.
13 -Ru* Mar^ass de Oiind
13
BARITifOS
Comp^otAvJe Mesr>ageriea
Maitime?
LINEA MENSAL
LMioa. Bordean e Wy
Para carga, passageiros, encommenda-
nbeiro-a frfe : tratarsecom os
AGENTES
Wilson. Sobs a.., Limited
ulh
e di-
Rojal Mail Steam Packet
Companhia
O vo-poi* Atraa
De 5,300 toneladas e de forca de 5,900 ca-
vallos
Conupandante L. R. Dickinson
Este novo e explendido vapor ten-
^do sahido de Lisboa no dia 21 s 5
loras da. tarde, esperado at o dia
0 do correte, segundo depois da
demora necessaria para
Bacek. Baha. Rio de Ianeiro.
Sanana. Montevideo e Bnrnos-
Ajrres.
Para passagens. fretes c "^ttl'BtafUdP'lra>3-
;i dita .-cusa, e para mialalier informa(aor o *ys*v- LeiIS
0 Remedio do Dr. Ayer
CO^TK,V SEZUF.S.
i: qrq tosnon forte jmrmntutaT^Ctn;. o,
f>tio coulietimoiiloiiiiaciisoiJDs sonf effei-
I s, ij.v...v- O
P"
. QKakzOX! como remidi corto para
us {-'ijifi i!t!i.!:r-..s. Estos desorden! de-
i ^ mu vcnoiio udasmaMco
que penetea i>o:iagiK' pt>stpuJjtK-t,.stt>.".-:i
o Ugudo c motiva ss diflerentasslaNseD C,
WBrrs cbnfeeMon por Tartriartaa e
Quatrenarias. Iutoritas, de Prio,
Mr*rna> ri*rrai5t*r!t6|i| P.ftmit-
tQutes, r.iosr.s, o Typhojd'3.
. 85ti#.W vi r , u.:-.< miasmtico c txpcls-o COtttea *in:!iinn nei -ItHrcdlente. i--
iin iqtscrali < seguro o inoflnslvo, c
':! j-. se se asa scginv.lo as dirccccs.
PBlTAa.l!'* PELO
DE. J. C. AYER JE CA..
Lovvell, Mass., E. IT. A.
A* vc.:di as prindpaes pbarmociaa i
4jsaviai
otrnat
A's- ti
O agente Pinto, legalmeutfr autorisado ieiai
a leilo em um ou mais lotes, os carros, cavnllos
c pertences da cocheira da-tae ao-Gapibapibe.
a qual est bem montada e afreguezada.
s pretendentes podero desde j aprese
A ab;
comme
Cao de
n. 11 sil
a Man
qualquer
trncaselo- frita
de Janeiro *
blico e ai
ao
5o facam t _
a partifio sobrade
saris. ptrti'BCeatc-
Ha, < sem outre
ulla toda
Recife, 11
TjHlitJ
-
*
DIVERSOS
i Aluga-se a casa da ra do general Laii do
llegopt<4V |meicellentu palacetetoiu janellas
em Iqdos os quartos, gaz, agua e despejo, muito
fresca, quailosrpara criado l tratase no Lauvre roa
po Crespo n. 20-A.
Akign stt casas.a SWOno becco dos Coe-
llios. junto de S. Goncallo ; a tratar.ua ra da
se 6 1 anmjr a ra
de S. Jorge n.
de novo: na
110, "ciffi agua, eaiado e pintado
inwima'ruan. 13t. taverna.
I" por 23*''00 aluga-se a solea n. 6 travessa
daPraij do'Forte-om 4 quartos, 2 salas, cosi-
nha, qaarto du tiiuoiuuiad ; a tratar na ra
larga do Rosario n. 16.
frecjsii-se de urna ama para cosiubar : a
ra do Livnuuento n. ir.
Precisa-se deum homemrpara criado n'um
silio : a Iratar na estac.ao da Jaijueira. ___
i"~^Tirmsa^o^e"nia criada para copeira e
de majs algura servico de familia ; a tratar na
rttvdft Sok-dade.il .8*________
Precisa-se de um copeirt), de urna criada
para servico interno, e de um cosinbeiw .para
dormir cm casa: na Ponte de Uchda em frente
estdcao. __ >____________
U- Dmajeaoor de familia, iiabilitada, pro-
>se a leooionac primeiras lettras, etc., em
particulares, ou mesmo em algum enge-
rtistunlc (f~
Iguma das e_s
ra JmperiaP
t do Recite, mas que seja perto de
estoces da? vias-ferras: ,tratar na
Fuma
a cliegon para a
do Para, basta
piblico ; ra RarSo
Ar
ra-sa rna : a|ra
Precisa-se de um cdsinheiro ; a tratar na ra
do aysand n. 19
DE YIDHOS
103. Ba d'Aurorn 433
Ekpoe venda .em gwaso
e a fetal ho os produtdt'
sen fabrico: sendo
Gdpos com esempe,dito
com aza para cerveja icali*
ees, globos, chamins, frascos
para botica etc. etc.
Presos sem competencia
Cosinbera

Precisa-se de uma cosinheira;
numero 137.
r.
no
ra Velha
-*-
Ra da Imperatriz n. 36
Contina fornecer-se conjedorias casas de
familias, com promptidao e asseio, poTrec>
mdico : a tratar na mesma cima.

r/TCriaaa J
&Rptemmt itiLi&tiaEtib&s
se de uma
de 5 e 3
annos de idade e que saiba engommar, prefcre-se
dosa.
A o com
0 abaixo assignado, OBjeo rejwsentante da
firma de An.onio Maia & C. declara qne desde o
dia 31 de Dezcmbro findo< Tende o sea dep< pi-
to de cigarros e charutos, ato ra /k> Raaajei
n. 60, aos Srs. Ramos & C iicaiulo os means
responsaveis pelo act^a fjtssivp do mesmo ea-
tabelecimento.
' Recife. 23 de Jancira'deiS89. *"
Antouio Pffindsco Silva Maia.
o c^mmercio
SP com OS AOEHTfcb.
.
O tapor Tagus
JO c
Commandante P. Rowell
E' esperado do sul no dia 3 de Fe
yereieo eAeaundo (depois da demora
necessaria para
O paquete Niger
Com^a,frata,,Friajcbi
E' esperado dos
ros do
evereiro.
da demo
ra do eos ume para Lor-
d^auxf tacando em"
BsJkar.e Lisboa
Lembraise aop Sra, passageires de todas, as,
classes qoa ha lugares reservados para esta
agencia, que pdttem tclaar em qualquer tempo.
Faz-se abatinaentc 4t 15 0)0 em favor dnajh
milias compostaj de 4,pessoite ao menos e que De
pagarem l^passageTii mte
Por excepto, os erados de fan lias que to-
marem bimete-j abatinvato.
0 vales postae:] c : dao at o dia 30 pagos
de coatado.
Para carga, 8, encommendas e di-
naeiroa frete- tratar.i^mo tt,
AGfitri
Aufpjto&.lMlU
9 Ra Oo Commereio* 9-
Lisboa. Vigo. Soiilhnnpton e
Aninerpla
a
ReuAQ&o d passagens
Ida Ida e volta
A'LjslKw.l'.clasae 20 30
A'Sou'hamptonl-clase 28 42
Camarote reservados para os passageiros de
aernamaoo.
Para passagenv(retes, encommendas, trata-se
com os
AGENTES,
Lmorini Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
ConsTiraoaoTai
se oceulta dizer
do em nosso nome
iignados_'que"lguem
caixeirO|e ter compra-
ftrcaa+aariprjyia-
rs em tempo que" o nico o .mesmo sennor
" Obineira: A Ira
OTeira A Irmia. -.
----
& C, com grande esft!:?IecM|
e raolhados, sito i casa n. 9
contiguo a igreja -
aca-
Poqos Mendes
Bxsto de seceos
ra estreita do Rosario,
bam de receber uma grande- remessa dp acre-
ditado e especial vinhoMadnro, o nico que sem
a mtnim* confeceto Importado noste- mercado,
e s se vende no referido estaWecimenra
LEILOES
Para o Porto r
Segu com Bfeviaadnj
SUencio, Para carfa^Hnj
taric* altar OlivewiTcr
{o andar.
4 leilo
6 casinha ruados 0*sos ns. 30 e 32
Aexta-felra 5 de Janeiro
A's. 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 45
O agente Silveira, por mandado e com assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos, a rque-
rimento doiuvetitariante de Sebastio Jos Gomes
Ferreira, levar a 4 leo as referidas casinuas.
Os Srs. jiretendenteaipodem.examina
Ao ceiumerci
Antonio Moreira Finta e Antonio Dias de Al-
myda GosAa iijc^npm *, quefli^ ineresrar, qne
n'esta data dissolveran de- accord amigavcl a
sociedad-aue gira va 8ob a firma Almeida Pin-
ta na padaria sita ra ledro Affonso n. 49, re-
tirando sex> socio Aa*ii>4lareirrtni>pagO'e-
satifuita a dinheifo de seu capitali e lucres, e.
fincando o activo pssivo a cargo e nica res-
nsabilidade do Sr. Antonio Dias de Almeida
AlimentcMCriangas
Ti i lapn.ill ii araquesa das crianzas, desenvolver
m tuat fitrem t prtmtral-os das doencas da idade
lenra, oe,principase Meaicos de Pars, membros
da Academia de Medtolna -ie Parts, recelto com
ptimo i'iilo o veraadelro
A ealiotit Este agrada vel limento.compdsto com substancias
rege taes nutritivas e fortalecedoras divide-sena eco-
noma tuda, e, pelas suas psapriedades analpticas.
rneUiora a com posicao do le t das senlioras que ama-
mentao, e acorda as forcas lnguidas do estomago.
51, m Tirieau, f r8. Depodtw b>! rtanuriu do luM attin.
[ C01(VENC^t:K-HAS
CUSA
SEM. DIETA-
: DAS
Molestias de neile
V
TT7
'RSKEDIO.
ioc t> cejo lia
RHEUMATSMO
RlpnCM' :> ^H6, fiH)fMtl''ftt!
e Lc;. ::'c:;ao de natureza
e. ;.'.p SALSPifiREH
DE BSISTOL
0 Ramojo ('o FBa m excellencial
Gratificarse
Ko trem que parti para o Caxang naquarta
feira 23 do corrente pelas quatro e dezoito mi-
nutos, licou em um carro de 1* classe uma cai-
xa contendo Otas e lagos, alguns pares de meia
c um pequeo vestido j usado para crianca :
qttem o tiver achado querendo restituir dirija se
ra do Cabugn. 16, loja, que ser gratificado
Costnreira e modista franceza
Hdame Fanny Silva, tem o seu atelier
de modas e costuras a ra do BarSo de
Victoria n. 15, 1. andar, e confecciona
toda e qualquer toilette, com apurado gos^
to e elegancia, para casamenos, bailes, vi-
sitas, passeios, etc., faz tambem mantele-
tes e capas sobre medidas.
Continua a ter um lindo sortimentoidt-
novidades de Pars, vestidos de seda fal-
tos, e em cortes, de seda, gaze, velludo
broch e crpe de cbine, foulards, surahs.
sedas e ottomanas pretas.
Escolhido sortimento em vidrilhos
tos.
Chapeos, capotas e visitas
Luto em *4 horas
Telephone n. 93
RA BARAO DA VICTORIA N. 15, 1. ANDAR
Novo estabelecimento de fa-
, zendas finas e modas
6Ra da ImperalrizS6
Recebem directamente da Europa o que ha de
mais novidade em tecidos de fantazia e tino gof
to. Completo sortimento em fazendas de todas
as classes e preooa sem competencia.
Telephone &89
.l-.J
n. uuHit
T
da ( miia Freitn a val-
-canlc
Joo Francisco TeixeiraMarques e sua mulnei
convidam a seus prenles e pesaeaide.fua nu-
zade para assistirem a ama missa que por Hlflja
de su nunca esquecida sogra e mi, D. l'.osa tbr
Cunha Freilas Gavalranie. mandam rezar no
convento de S. Francisco desla cidade, s 8 ho-
ras da manh do dia 9 do correte mez, deven-
do em seguida dita missa, ter lugar o deposita
dos restas mortaes da mesma faJIecida, no jazigo
perpetuo que os mesmos anunciantes adquir
ram para esse lim, da irmaudade da Santissima
ITrindade, erecta no mesa convenio. Por este
acto decaridade, ficarao os annunoiantes ter
mente gratos. -._______________________
"
I
Emilia d Keooeca tlcoforado
Leopoldo Gueiles Alcoforado, Joo Augusto d
Fonseca, Joo Minervind da Fonseca, Alexandri-
na avalcanteda ronseca, marido, irmos emSi,
agradecem do intimo d'alma a todas as pessoac
que lizeram o obsequio 'de .acoraparibar at ao
cemitero os restos mortaes de Emilia da Fon-
seca Akoforado e de nwo as convidam a assistiih
a missa que se manda resar pelo eterno repouso.
de ana alma, segunda-feira 28 do corrente, s 7
horas- da manh, na igreja da Pcnha.___________
t
Joo remande de Paira
Antonio Fernandes de Figueiredo r~aiva, Fran
celina Ferreira dos Santos Paiva. tendo recebido;
a infausta noticiada mortede seu extremoso pai
e socto, Joo Fernandes de Paiva, em Portugal,
no da 28 do prximo passado, pelo^uc pedem
a seus amigos e parantes do finado para assisti^
reni as missas que por sua alma mandan cele-
brar na-igreja matriz do Corpa Santo, no di#
terga-feira, 29 do corrente, pelas 7 horas da ma-
nh, trigsimo dia de seu passamenro, e desde
ja se coofessam eternamente agradecidos.
Bal
t
i1
im-
t
Recife, 17 de Jaaeira.de *889
Ama
Preci
bfem : loja de
n.U.
de- uma boa cosinheira, paga-se
fazendas, ra Duque de Caxias
' frMWlioa de Car altte
loquini de Almeida Gome*!, amigo e primenc.
testamenteiro do tinado Jos Francisco de C-;
ralbo e os parantes- deste, gratos, spessoa(
que acompanharam o enterro, pedem .aos oa-
rentese amigos que Ihe tacam a caridade-df
ouvKem as missag que por ahna daquelkj finada'
mandam celebrar na igreja du \&. da lanbaa-
iba'*'' ac J"---------*~------'
LeiJo
Du anaa^io. balaqca, pesos, medidas e ge-
.neroi da tavecoa da ra da Santa Cru
(a-feira, 9 do corrente
Ai 4*

Ama
^a ra Velha de Santa Rita n. 101, precisa-se
de una para cosinbar: pefere-sc idosa. ____
Am
Na ca^a de familia ra.do Yjgariq ,i. 2o#te-
gundo andar .precisa se de urnaosinlieira de
urna ama secca para crianca.
Auaa
1,'recUa se de urna cosinheira a de; uma criada \
para Iratar de crianvas e qe aiba eugommar :
na ra da nio n. 27.
ttom empregv de eapiuJ
Vende-se duas caas na ra do Mangue n s J4
t S6 A *Manntf Ii8 ifnHwtm:< i* 26 ou ru- do Ara-
gon
SYPHILTfyA^
Darthios, sarnas^ ulceras antigs,
pipapn, bbaej gpfsvuats, cancraa, chaome-^
tismo e morpha.
Com os prodigiosos
XABOBB E l/NOElilO
DE
Hydrocotile Calasans
Appticacao fcilUso sem petrig^EfJfshbat
feitos promptos^ dieta razoavel.
CwiUa lados nao ha argumentos.
Estes remedios sXo os mais commodos
do mundo. Envia-se gratuitamente, pelo
correio, direce3es para uso d'estes medi-
camentos admiraveis.
Prefo do ungento 10200 *i fraseo.
Prego do aarope 3^000 a garra i.
Preparados por Calazas* macia Imperial, Bahijt.
Deposito no Recife
Francisco Manoel da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23
I..BI* Antonio da Silieira Tmora
Filho
Luiz Antonio da Silmra Tavora agradece cor
dialmrnte a todas as pessoas quese dignaran '
acompanhar ao eemiterio o corpo do sea finado
filho Luia Antonio da Silveira Tavora Pjlho, e de
povo as convida para assistirem a missa que.
manda celebran no dhi.28 doiDorrene. pelaa-8
12 horas da manh,-na igreja de N'ossa eubora^
do. ."je reo.
i--
f
m
aevcnrtoa Mavh Hamo*
Fraaceluia Francisco, uarte e suas iitaitM
agradeeem do iotimo d'alma s pessoas que i-
aeram obsequio de acompanhar os.rsiosmor-
taes de sua prezadissima mSi ao a-miteo pu
blico ; e de novo a* convidam para assistirem a-
missa que mandam rezar por sua alma ao sel
mo dia de -cu fallecimento, na igreja da Torre
na segunda-feira 28 do eerrente* s 8 horas da
manh.
t

Antonio Aunes Vieira -le Souza. Joo.iainofrf
e suae familias agradecem .o seus prenlas t-
Uaniigos que aempanharam ao eemiterio publi-
co o cadavw deaaa sempre lembrad mii^ s.
gra e av. Imbetoa Mam Adbos do Soaea ;
, de no*o os convidam ara assistirem as aiiaaw-,,
L, qbe sero rezadas* Da matriz da Boa-Vista, sab .
' hado 26 do corrente, s 8 horas, stimo dia
sea pa-i8amento, e desde j ge eonfesewn ter
mente gratos.
pre-
-J

'l'Al


1
}
i

Diario de Pemambuco---Se\ta-feira 25 de- Janeiro de 1889
DK
::
MERMES DE SOUZ A PEREIRA & C.
Acaba de reabrir-se esta .mporUmte,pharmftCa sita ra do Mrquez de Olinda n. 27, depois de ter
passado por urna transformado completa. Esta em condicoes de satisfazer todo e quakaierpedido, nao s concer-
nente manipulacao do receituark), como a venda de preparados nacionaes e estrangeiros, dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida.
Esta casa sendo por demais conhecida pela sua seriedade, os seus propietarios espeiam dodistincto corpo
medico e da populacao tem geral, a eontinuacao da proteccao que sempre lhes dispensaram, para o que empenham
a reconhecida lealdade com que costumam tratar os negocios de sua profissao.
xxDe3.xviss XDoe sorrjrzA. ^ae3ai3.A. & c. successores
REODFE
VUi2MQ"D8 GRAOoVSAiJEoo DFRANCK
LDOS PELA INSPECTORA OEBAL DK HTOrBNB DO IMPBRIO DO zWKZC.
Ap.ri.nlM, EMonitchUot, PurgathMM, DapnHHU
EyOOtra a raitu d* appetltc, a Obtruc i as Cong-eatSes, etc. JJbse ordinaria : 1, i S ordos.
fm Descontar as faislilcaeoes. Exigir o rotulo Junto uprlmkro em francas
c^^V^e^^d^^ e O Selto dt Bato dos-Fabricantes.
t PAJUZ, Marmaota uut DtfMKM m Mu u p.liclfmi rtiraaciu.
Architectura
Andr Rompckc prepara, guarnecidos de to-
das as cores, garantindo a conservacSo das mes-
mas, tanto para o exterior como interior de edi-
ficios ; os pretendentes podero deixar suas or-
dens na mercearia ra da mperatriz n. 2.
Caalellas do Monte de Seeeorro
Compra-se camellas do Monte de Soccorro de
qualquerjoia, brilnantes a relogios; pagase
bem na Praca da Independencia n. 22, loia de
relojoeiro.
Instruc^o pblica
l sexta cadeira para o sexo femimno da fj
zia de Santo Antonio, est funecionando"
Bella n. 43, casa de azulejo.
Aluga-se barato
Censor
PKECO SEM COMPETENCIA
A' ra frineiro de Marco i. 20
do Leuvrc
ato
Atoalhado bordado a 10200 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 rs. o covado.
ftrtistas finas a 140, 200 e 240 rs. o dito.
Brim pardo a 280 e 320 rs. o dito.
Baleias pretas a 260 e cobertas a 500 rs,
a duzia.
Bicoa de urna s cor a 2(5 a peca.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Brins do cores para crianca a 260 rs. o
covado.
Bicos matisados a 2#OO e S a peca.
Cumbraias bordadas a 45 a pega.
Cachemiras de quadros a 260 covado.
Cortes de seda para colete 500Q.
Ditos de linn era cartao a 76000.
Colchas de damasco a 6)5000 urna.
Cretones de alsace a 360 rs. o covado.
Cambraia arrendada a 460 rs. o dito.
Cachemira da India a 220 rs. o dito.
Chales adamascados a 26500 um.
Cortinados bordados a 66000 o par.
Colchas de cores a 26 e 26500 ama.
Cortes de casinetas a 16500 um.
Chambres a 46500, 56 e 66000 um.
Cortes -de setineta a 66000 um.
Cambraia Victoria a 26900 a peca.
.Camisas aUemaes a 366000 a duzia.
, Cachemira de duas larguras a 800 rs. o
covado.
Cretones claros a 280 e 320 rs. o dito, t
Colchas de fustao a 36500 urna.
Camisas de.meia a 16000 ama.
Ceroula* de bramante a 156 a duzia.
Esguiao pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Espartilhos couraca a 56000 um.
Entremeios bordados a 700, 800 e 900.
o covado.
rs. o dito.
TFichs de malha a 26000 um.
Fusto Branco a 360 e 400 rs.
Dito de cor para roupa a 800
Guaroicao de crochet com matizes.
Gazes de cores a 500 rs. o covado.
Guarda-p para homens a 6000.
Grnalda para noiva a 86000.
Guarda p para senhoras a 86000.
Lencos com barra a 26000 a duzia.
Leque a gra-duqueza a 26000 um.
Lencos brancos a 16200 e 26000 a duzia.
Luvas de seda a 26 e 26500 o par.
Linhos de quadros a 80 rs. o covado.
Las escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 rs.
o dito.
Meias com pintas, para senhoras, a 800 rs.
Madapolao americano a 6000 a peca.
Meias para horneas a 36600 a duzia.
Extracto Porte-Veine a 16400.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o co-
vado.
Paletots de seda palha a 76500.
Ditos de alpaca pretaa 46500.
Panno da costa adamascado.
Pacotes de p de arroz a 500 rs.
Percales fi as a 200 e 220 rs. o covado.
Roupas para banhos salgados.
Regatas de cores a 16000 urna.
Sabidas de baile a 26000 urna.
Suspensorios americanos.
Sargelim de corea a 200 rs. o covado.
Setim de cores a 800 c 900 rs o dito.
Dito do. Jap&o a 240 rs. o dito.
Toajhas para rosto a 36600 a duzia.
Ditas para banho a 16400 urna.
NAO PERCATO TEMPO!
TOMAI O PEITORAL DE CAMBAR
que nico rrnedle efflwaz
para m Molestias do larynge. bronchios e piiltnes ?
Com o uso deste poderoso medicamento dcbellam-se as toases as mais imperti-
nentes e rebeldes e tambera desapparecem as oppressoes, dores do peito e alteracoes
da voz; cessam as expectoracoes sanguinolentas e os escarroe de sangue; cm pouco
tempo deBenvolve-se o appetite, as forcas perdidas rcapparecem, e em urna pafavra,
os enfermos sentem urna mudanca muito notavel e por assim dizer, reanimam-se e
escapam de urna morte certa.
Exarainoi que a marca da fabrica e a firma do autor J. Alvares de S. Soares
se achem nos rtulos que circulam a rolha e gargalo de cada frasco, como garanta
contra as muita* falsificares e imitares que por toda a parte apparecom.
Agentes 'esta provincia
FKANCI8Ca,MAN0JBL M SILYA & G.
Ra Mrquez de Olinda n. 23
Precos: 26500 rs. o frasco, 136000 meia dusa |e 246000 a duzia.
Um moco titulado pela Escola Normal e esta-
llante de oireito,' offerece-se para ser censor em
qualquer collegto de9ta cidade, mediante au-
pen tacao e qualquer pen.sao : quem quizer uti-
lisar-se de seus semeos, pode dirigir-se ao es-
criptorio deste Diario em^ cartas fechadas sob as
inieiaes S. G.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro ; na roa des Per-
oambucanas n. J7-A, Gapunga.
Cha prelo superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gaezes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da eontinuacao do cambio favoravel.
Convem que experimentem.
48 RA DO BARO DA VICTORIA 48
w Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 annos,
com pratica de mothados e que d fiador a sua
conducta : a tratar na roa Conde da Boa-Vista
n. 87, preferirse brasileiro.
Ra do Rosario n. 39.
Ra do Calabouco n. k 1 andar.
Baixa Verde n. f G. (Capunga).
Ba Visconde de Itaparica n. 43, armazera.
A roa do do Calabozo n. 4 loja.
Largo do Corpo Santo n. 13 f andar.
Ra Santo Amaro 14 1 andar.
Ra Vidal de Negreiros n. 45.
Trata-se na ra do Coinmercio n. 5, l.**ir,
escriptorio de Silva GuunarSes 4 C.
Alu;a-se
urna sata grande, clara e fresca, le um 1 an-
dar a ra Mrquez de Olinda. para escriptoria
de commissoes ou para algum medico.
Metade de um armazem na mesma roa, Jirt-
prio para deposito de gneros, fazendas otFjnes-
mo para escr ptorio.
Um terreno grande com baixa de capim-r **-
voredps quartos para moradia, cocheira e- es-
tribara para cavallos, bois ou vaccas.
Os pretendentes poderao obter qualquer ia-
formaco no armazem da hola tfmarella, cae*
22 de Novembro n. 36.
Aluga-
se
as casas n. 59 a ra Vidal de Negreiros n-, 480 a
roa i oronel Suassuna, e um sobradinho enr Afo-
sados, com bastantes arvores fructferas^-no
becco do Quiabo n. 64; a tratar na ra Mttrtihe
Dias n. 106.
AMA
r"
SAUDB PARA TODOS.
UN CU ENTCI HOLL WAY
1
a
Completo sortimento de caaemira e brins, collarinhoa,. punhoa, oloos, tni-
cos, bolsas, fichs, lencos, leqnes e muitos ontros artigo.
AMARAL & C.

INJECTION GADET
Cura certa em 3 dias sem outro medicamento
r.LIJS 7, BouUvmrd Denain. 7 PARIS
Depositas em todas as priaelpaes Ffaawxtte -e i
O Ungento de Hollowiy um remedio inUTel para os miles de pernis e do peito ( trabempan .
as eridar antigs chngsi e ulceras. E famoso para a gota c o rheumatismo e para todas as catea* j
dades depeitc uSo se reconhece egual f
Para os malts de garganta, bronohftes resfriamentos e tosses.
\amores ne g.andlas e todas 2; 1r.0Io.Mas da pelle nao tecm semelhante e pora OS MJBsjhsai
contrabidos 9 jnnctuias recias, obra como por encanto.
"5o prqj idas jm--ie no Esubeleiinento do T.ofessor Holujwat,
i.-HBW OXFORD ST?.5BS vnt 683, Oxford Street), LONDBES,
l! venc' ixi-^du u.das as f>kamacias do universo.
MKOi ce rfradom k> caevicoi lespeitouiairiit; e examinar m rottrlos de cada caixa e Pola, aaoSo tmm
1-, aUrcSno, 533, Oxford StreM, io falsiricisoe.
va W
PEROLAS de PEFSINA PURA DYALISABA
de CHAPOTEATJT, Pharmaceutico.
- .....- 'ti
Fot o Sr Ghapcteaut o primeiro chimico que conseguio preparar e forneoer ao
edkjo e aos doentes, cm perolas redondas, urqa pepsina pura, nao contendo, ero
*imid9jBmatiBuirdeUite,netngttatHa,E' Cinco Teses mais activaaue a Depsina que
figura na ultima edicao da Pharmaooposilrancesa o drgo.n 100vez^a su pezode carne.
-9ua accao da maior effleacia; dnae parolas tonadas depois da comida basto
para favorecer activar a-digestao, c fat ui desapparecer no m de um quart de
hora as enxaqnecas, as dores de eaoeca, os bocejos e a somnolencia, que
sfto a censequenclt de ute m digestso.
PARS, 8, Rae VtvieBne. 9 em todat Drogaras e rnarmscias.
\
REMEDIOS
LEROY
Popultns em FRiHQ, na AMERICA,
HtSPiHHA.fioMAZIl,
onit s* autorisadoi ma Unta da Hygiene
Medicar;.10 Jcpii:-ativa e Be-
constttnlnte i!:iuilo toda a facllido.de
para'se'trAt.iT so. por preoi arato, e
Be curar cm pouco lempo.
Bssa medicaco expulsa rpidamente
os Mumoros, bilis, buuioros viscosos \-i
ciados qoo occastonan 1 conservam as
molesllae; purillca osaaguo o ;ui])odu
as reeauidas.
^Purgantes Le Ro-yg
1 LQUIDOS1
-8
HiOS, dosados sc?undo aldade,con- M
vSm i'Si-ocialnianlc as Molestias U
Cbrntcaa. ^
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira, na ra Duque
de Caxias n. 42, por cima da
typographia do Diario.

-:
PEREIRA 1MAGAEHAES
Recebedores directos dos mercados da Europa
tquidam o segaintes artigos com descont de 14 fonas
vendas em grosso
Bramantes de algodSo saperieres, a 800 rs. o metro, 4 largaras,
dem de puro linho fasenda de 2|300 para acabar a li$600, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., 1*100 e 10300 o dito.
Algodao alvo, nacional, pan leoces a 54500 a peca.
Madapolao americano, a 3#600, 40000 e 60000, eom 24 jardas.
Mariposas de cores a 220 rs. o ovado,
datas claras e escuras, eflres imnes, a 200 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrrahos, a 80] 160 e 200 rs. o dito.
Merinos risos de urna largura a 200 rs. o dito.
Idttn dequadrosiBedernos 280 e 800 rs. o dito. ,
Fiches de renda chics a 10000.
Colchas francesas de cores a 20000 e 40000, runa.
Lences de bmatante 10800, para cama de casal.
Caaimiras de c6res para roupa de' crismea a -10000 10800, diagonal, duas
"iiCguras.
Camisas inglesa e francezas a 260000 e 300000 s dusia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 um.
Cortinados ricassente bordados a 50500 d 60000-
PariBos de cores para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veluduhoe de cores e pretos 900 rs. o dito.
Reodas austracas para vestidos a 600e 600 rs. o dito.
Setins de todas as efires a 900 rs. o dite.
Set netas lavradas 200 e 240 rs. 0 dito.
Alpacas modernas, lavradas, 240 rs. o idito.
" Meias ornas insdesas para homem a 20600 e 30000 a dosis.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a dito
Cortes de casesairas para calca a 40000 e 60000.
dem de meia caaemira a 20000.
Toalhas grandes para rosto a 40000 a dem felpudas pan banho a 120000 a dita.
E nitritos artigo que serio lembradoe eom a presenca de nossos leitores.
59Ra Duque de Caxias59
LOJA DE
PEREIRA A MAGALHAES
r,
ALLAN
N.44
PATERSON
Ra do BrumNu 44
.& G
JUNTO A ESTACA DOS BO1S0O8
Tem pan vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas c caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora,' idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de-lindos modelos.
Portas de fornalha.
Vaporea de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concert, e astentamento de machinismo e esecutam qual
qaer trabalho con perfeicSo e prestesa.
Extracto concentrada do Reme-
dio liqnidM podendo subsutuit-es,
para as peasas que ttvireui repu-
enancla para nt Durantes lquidos.
3io InfaUlvuis contra : .intitula, I
Catarrh, tita, Uheniitatiumo,
Tu moren, llrertin, Pe.rdtl ilu >
nitprtUr.h'Fl.ii-H, VongratBrK, .Wa-1
le.ntia do figtulo, Impiyeits, i
Vermrthiri**, .Tfi>i/nj>rin*tt, etc.
n
Precisa se de urna ama ;
Sanio Amaro n. 6, i andar.
Ama
a tratar na ra de
.
r
Precisa-se de urna amr para comprar c-eesi-
nhar para casa de pouca familia : a ra da Pe-
rda n. 21. 8o andar.
Ama
8.p
c engonunadeira, e que durma-fcm
Na ruaFormosa n. 8. precisa-se de unalos
cosinheira
sasa.
qualqut'r prodn<-to que oao titer o en lere^o Ua I
Ph''aWTTlI,Miai.LeIij \
Ra do Senc, 51, PARS (
llCrO.5 J1\> K T'PAS A rifA IMACIAS
BfflBBBBWBJ
. Typo^aphia e Utb^rapliia
FABRICA DELTVB^3DE ESeRIPTU-
RACAO
Premiada as exposifes de
ltrl5
EncadernaSo
*
el J. de Miranda
especialidades em cartoes
visitas.
Carolos de algodao
Compra-se carocos de algodao ensaccadoa, en-
tregues nos armazera, ra de Baro do Trium-
phons. 10, 12 e 14; ao prego de 380 ris por 13
39-Roa Duqne de Caxias-39
Telephone n. 194.
Pao centeio
MUle & Biset, arisam ao respeavel publico,
que todas as tercas e sexias-feiras; tem este sa-
boroso po; ra larga do Rosario n. 40.
los.
"......
Professra
Umasenhora competeirtementebaoilitada, pro-
pe-se a leccionar em collegios e casas particu-
lares as seguintes materias: Portugus, Fran-
cez, Jlusica e Piano; a tratar na ra Yiscone
de Albuquerque n. JO
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar pare cass
de familia; a tratar na roa dos Guararapes n. 08.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar, para
casa de familia de tres pessoas ; na ra Velna
numero 69.
, Ama
Precisa-se de orna ama para engommar mi
casa de peuca familia ; a tratar na ru-Jfiaue
de Caxias n. 48, loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e coss>-
prar, para urna s pessoa ; a tratar na ra s*
---------i_
Vigario (Recife) n. 19, 2- andar.
Ama
Na ruaMarquez do Herval n. 61, .sobrado,
precisa-se de urna ama que uosinhe.
Ama
..i_
i
Precisa se de urna ama para o serviso-donjjes-
tico de casa de familia; a tratar no escripimo
deste Diario.
--------,------*_
"Ama*
Precisa-se de urna ama para cosinhar
tar na ra des Gaararapes a. 88.
a tra-
Precisa-se de urna ama
| servicos ; na roa Barao da
Ama
m
Vi
Ama
ara cosinha u-ai ais
ictpria n. 48. l>j. -
Precisase de urna
Florentina n. 34.
ama : a tratar na roa da
'Ama
jNa roa velha de Santa Rita n. 83, precisa se
e urna ama para cosinha.
? Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na roa
'L* adr'M U AlUUIfUCIlfl^ U. MV. ____
Vinho deCoHawsteopecal le
daMadeira
Em decimos e caixa desszia, tem para Ten-
der Joaquim da >ilva Carneiro. largo do Cers*
Santn. 13, 1; andar.
......
Amas
Precisa-se de duas amas pasa casa de peque-
a familia, sendo urna para cosinhaTt ourrs
servicos domsticos, e de outra para lavar e ep-
gommar : na roa doJmperador n. 40.
Professra

F

t^Jci^kMrJrjLJJJdr^tt
O mellior
PUKGAKTE
6 O
O
O malhor
PUMA
*0VM t* ***wr ut iiDiem* o^"T
0 PODE ROG
POUORE OCt
legitimo sellado
com. um rotulo ;,
impressu am. .
0.UATH0COHES
BieL ha Bsvrgaate
algum fue enba sabor mais agradavel
Casa L. ITRCRE
1 rtj Jst;, TkKl
******* *"% .i#C
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do InttHtto-d Frute. Premio d*> Thfiamt%c
O emprego em isiedieina de Perro Rabuteau a bascado na Setencia. "*
As VerdadelrasGrageee de Perro Rabuteau sao recomuiendadas noscasos de"
dorosf, Anemia, Palialaa Cores, CotrtmentcnyDebilidta^Bsgeiamettte.&malikKaiiciatA
Kraqiteza dus criuncas, .Depuu/ieramento AlterafSo do sauyueem coBsequencia del
fatigas vigillias e excassoc j toda a naureza. + Tomar 4 &,6 grageas, dor di
'Netn Constipacao nem Diarrima, AssimilafSo completa.
, Eli*h- de Perro Rabutean recomrseridao as pesst-as que nao (lodem ngull
' ehgWi'r lis grageas. Vm-calix-de lioerao* repastos.
"*Xsarepe ds Perro Rabote ao especialmente pare, as criancas; -
\ U21 m explicado defienda acompae* ceda frase*.
Vertadeiro Perro Rabuteau de CLIN 4 Urna senbora competentemente habilitada, com
pratiea de l.^nnos deprofissao, apresentano
drimoe8tados de bom meftodo e comporta-
ment, offerece-se para leccionar em casas par-
ticulars, aa cidade ou em seas arrabaldes 'as se- 4
pintes materias: -Portuguez, Francez, Italiano.
Geographia, Piano, trabajos de agulha, etc.; a
tratar t rur VisondVde GoTuiinan. W onn
casa do-Regsiaaor da Mannha ra largado
Rosario fl. 9.
Inglez
virtosede ter sido muito procurado c nao
podido satisfazer aos pedidos de todos, mande!
chamar um collega da Inglaterra (Mr. Diss.) que
j se acha no caso de receber discpulos de n-
glez pratico.
SB.
J Fanstone, ra do Progresso n. 2.
dif
:
I
Perro Rabuteau de CLIN 4 -Cb. de PAR
isn -dos Droguistas e"PhartkS6uticm.
assisaae^WavaasM^asuMtaaaaa
Fa>stose. tendo de modificar a lista de
seus cnscipulos para o novo auno, pede as
Exmas. familias e senhores que tm-o honrado
no passado que communiquem-lhe os Beus dese-
jes para que elle nao falte na altenco devida
aos lllms. Srs. seus discpulos.
Os Srs.doutores desta praga que tenham co
hecime'nto de ingle e que queiram se aperfej-
coar na pratica, dirijam-se a J. Fanstone, n. 2
ra do Proress%ou na casa Evanglica 4,
roa estrena do Rosario.
I lamber pura maior commodidade das pes-
soas empreadas no commercio tenho resolvido
abrir um curso nocturno de ingles pratico, o
qual funcCtonar*so r andar da casa n. 4, roa
eEtreiu.fl" Rosario.
ico professor ame-
ser procurado
-ta s. 2f?
Mtosde.
Precisa-se de urna criada
para o servico de urna fami-
lia, a tratar na ra da Sol^-
dade n. 82. j
ATKINSON
FERFMHRIr IN&LI
i*
(iiU h> n da um malo: ii liln !>>>
u oQlnupelo mq perfamed^beado e ^RinlA
TKHB MEItALMAS DP OHO
PARIZ 1878. OALCUWA 18M J, ,
pe:;ltr-lkuiccttci4li rissA h ensuin
lio fie. umraro e .tecafiar perfume,leudo
rafli*ri*Hse^poei*^To(tiJosrrriernii
dos Inrentore* oa cu* rVTitOS.
MtlS tt BDHM E iKIISM
m rTal u
*
Gralidt QolensiTa.
, AMi rwann U AKIRM
penase excepcional psr o lonco; diitillu I
A mu Kxnimtfvcoiki.
(Knlrt-ii M ou i Ui iHmhUiM tliMait
i. & E ATKINSON
44, Od Bond 3troet. Londres,
' ^Marcide Pbric- Um Rooroc j
sobre orna Lyra de Oro. "
CAPSUUS i>e GRIMAULT & G"
COM
ZATICO
ilptOTI.M ^ll JHU Mllrtl i* tTfMtV I
i lia*, ranl
ComHnafo 4 Silencia V Baii;
e*M o SaiMMo it CopaMIa
Remedio lutalHvel par coitr'a
OamiiiM, geni embarac"' *!
estomago, ncm provocar repu- I
gnaocla, effelto que s*Mirepro- i
duzem todas as capeuUf ds co-
pablba liquida.
OdxptMito a PAJtim :
ORIMAOLT CS "S tiriM;
* /> frlaclpast Mtaraiaelat e Brotaras,






8
Diario de Pernamtmeo-Sexta-feira 25 de Janeiro de 1889



Bt
\m
Criada
Precisa-* te urna pessoa para o servigo in-
terno de ama cata de pequea familia ; a tratar
aa roa i de Margo n. 17, i and;r
Frofessor
No engenho S. Manoel, estaco Olinda, pragg
aa-se de um que saiba beni portuguez, a, tratar
Ba ra do Don: Jess n. 18, 1* andar, ou no refe-
rido engenho : prefere-se casado e de boa con-
ducta.

Pechincha
Aluga-se urna boa loja com muito boa arma-
eSo, nova, ra Duque de Caxias n. 87 ; a tra-
tar junto. /
Pfanchoes de amarello
Em porgo e a retalho ; vende-se na roa do
Vigario n. 31, 1- andar.
Cozinheira
Precisa se de traa bda corinheira qne durraa
em casa dos patroes, para casa de pequea fa
miha, na roa do Conde da Boa-Vista n. 24 F.,
porto de ferro. ________
Mercearia Equidade
Ra de Borlas 11.5
Grande variedade de vinho* cngarraldos,"por
cxnmodo prego, c superior qualidadc, recebidos
directamente, como sejam: vinho de Pasto, Col
lares, Figueira, Verde, Palhete, Moscatel, Malva
ala e outro sem igual, especial para senhoras
Vende-se superior carne secca de porco, vmda
do serto, vinho fino do Porto a retal bo..____
J3^ Attendte
Jos Samuel Botelho avisa ao respeitavel pu-
blico que ainda continua a rubricar bouquets do
mais afamado gosto, para casamento ou outro
qualquer acto, assim como capcllas mortuarias
de perpetua; a tratar na roa Nova n. 20, loja de
nuudezas, ou na ra da Cadeia do Recife n. 43,
loja de selleiro.
Criado
Precisa de um an 3." andar da typo-
Saphia do Diario de Pcrnambuco, a ra
uque de Caxias n. 42. __
Caixeiro
Precisase de um caixeiro que tenlia pratica
de negocio de molbados ; a tratar no caes do
Ramos n. 28, armazem.
VENDAS
Vende-so urna armago com seus utensi-
lios de um deposito de seceos da casa n. 8 na
Baixa Verde, freguezia da Graga, proprio para
um principiante ; a tratar na mesma. __
Vende-se um estabelecimento de molbados
com proporges para grande negado ; na praca
Conde ~_" Vende-se o antigo e bem afreguezado es-
tabeleciniento de calgados nacionaes da ra do
Livramento n. H, o qual se torna recommenda-
do pela boa localidade em que est ; a tratar
o mesmo.
Vinho de pasto
0 que ha de melhor vende-se pelo mdico
proco de 351000 o barril de 5 e 8*000 o garra-
feo de 3 caadas voltando o garrafo 7*300
(pregos lquidos) : roa do Amonmji. 60.____
Libras sterlinas
Vende o London & Brazi-
ian Bank Limited, a 9#000
cada urna, ra do Commer-
cio n. 32.
_ ._~...~.--- -* ..... .-
Taverna
Vende-se urna taverna roa da Conceigo n.
11 : a tratar na mesma. ____________
Bom para principiar
Vende-se o deposito de cigarros e casa de bar-
foeiro sito a roa Mrquez do Herval n. 96, deno-
minado Fabrica Venus, muito bem localisado
por ficar com o oitSo para a ra do Pago da Pa-
tria. O motivo da venda o dono achar-se em
condigoes de nao poder continuar com tal nego-
cio por molestia : trata se na mesma casa a
fualquer hora.
VZB m CBES
Ra Duque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 1|2 e 4 metros e urna chave de lar-
gura a 500, 600, 800 e 1$, muito fino, de
qualquer largura a 1)5400, e de fustlo, de
700a 1,5300 a peca.
Enxovaes para baptisados a 80, 100 e
120000.
Lindos enfeites para penteados a 100,
200,-300 e500 rs. um.
Lindos granpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 20500 o covado.
Pulse iras americanas para 30, 40, 50,
60 e 80000 o par.
Guarnigoes americanas a 30000.
Lindos espartilhos a 40, 50 e 60000.
Porta dedes de vidro, objecto para pre-
sente a 10000.
Broches de fantasa de 500 a 10000.
dem americanos de 20 a 30000.
Lencos de seda de 500 rs. a 10500.
Lublaque a 200 rs. o par.
Guarnigoes de crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 6$000.
Finas capellas de pellica, panno e cor,
com finos veos.
Flores artificiaes a 10000 o ramo.
Anneis americanos a 20000.
Plisss de 400 a 10000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordado
a 20 20500 o par.
Bicos brancos de linho e de cores a 20,
20500 e 30000 a peca.
Contaa de cor para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
. Missangas de todas as corea.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento um
80000.
Talheres para crianga a 800 rs.
Luvas de pellica a 20500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 20000 e
cor de creme a 10500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
10000.
Espelhos com fina moldara, com dous pal-
mos de comprimento, a 40000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agu has para bordados a onro e missan-
gas.
Lindas franjas douradas para facha, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
Ihos.
Timaosinhos enfeitados de bico erenda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 de Maio, Imperial Regente, a Nabu-
co e a Jlo Alfredo.
Lindas fitas para facha a 20, 20500 e
30500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas grava tas plastrSes e regatas a 10,
10200, 10500 e 20000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e sanctuarios.
'Completo sortimento de perfumaras.
Fjnos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourados
para enfeitar o penteiado c tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.Da-se amostras de bicos e bor-
dados.
Barato
S na loja das Estrellas
56-RA DIOIE DE CAXIAS-56
Telephone a. *io
O proprietario deste mu acreditado estabeleci-
mento previne a toda as Exmas. familias
e fregueses era geral, que as muitaf pe-
chinchas que costuma fazer, nao sao mais
divididas com a sua ex-casa das LISTRAS
AZUES; portento, quem quizer comprar por
menos queemoutra qualquer parte dirna-
Be LOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trara um completo e variadissimo sorti-
mento de fazendas que se vendem por pre-
gos que nao le podem fazer competencia
como passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 10800 a 10000.
Dito de cores a 10 e 10300.
Bramante de qnatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 10600.
Briin de cores para ronpa de criancas a
280 e 320 rs.
Colchas de crochet de 100 por 50000.
Cortinados bordados a 50 e 60000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 40 e 40500.
Cortes de vestidos, em cartSo, a 70000.
Crotones, cores claras e escoras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 20800 a pega.
Camisas inglezas para homens a 280000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20500.
Capas de vidrilhoa e tecidos. arrendado*
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey a 20500, 30, 40 e 50.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 10100 a arda.
Esguilo de linho, pardo, a 240 e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhos couraga a 30 e 30500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
Fustao branco a 240 rs.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a 70000.
Guarnic3es de crochet para sof, a 50500.
Gorgorlo preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho de 30500 por 30
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Longos para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
Las e cachemiras de quadros a 160 rs.
Madapolao pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
guro, de prego de 120 por 70000.
Dito de 80 por 50000.
Merino preto com duas larguras a 560
e 700 rs.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Ditos de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 10600, 10800,
20500 e30000.
KBiMdoBario da victoria l
FOLHETIM

I
a gi)i@iM
POR
JULIO MARI
nit < i;ir % PARTE
HONRA POR HONRA
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
(Continuadlo do n. 19)
VI
quanlo, de sangue-frio, reflectio
nessa rentara, lembrou-se do espanto que
manifestara a moga ao vel-o. E dissera
comsigo que, tendo-o visto fugir daquelle
pogo, Luciana nao o vira, sem duvida, en-
trar novamente.
D'ahi a sua traiglo.
Urna outra recordagao impressionava-o
tambem agora.
Nunca conseguir explicar cerno logra-
ra evadir-se. A porta, cuidadosamente
fechada de novo todas as vezes que a ha-
riam aberto, fra de repente encontrada
entreaberta. Por quem ? Como ?
Seria o acaso ? Urna mao amiga ?
Eis o que elle perguntava a si proprio.
E agora que a carta de Courlande sa-
rava-lhe a ftrida do coracSo, elle nao es-
tova longe de crer que era, gragas in
tervenglo do Luciana, que aquella porta
hnha.sido aberta.
) batalhlo de francos-atiradores estava
detio no ch3o hmido, por um fro in-
tento, sem fogo, para nao attrahir a atten-
$lo dos prussianos.
Os homens estavam os cem hombros en-
roltoB as suas cobertas, com os capuzes
dos capotes enriados na cabeca.
Proouravam um pouco de repouso. O
da seguinte annunciava-se como devendo
er um dia le perigos e de fadigas.
QuantOB daquoles bravos rapases nao
donniriam no dia seguinte o ultimo e su-
premo ffomuo, levando para a oternidade a
ragem d patria vencida, humilhada, ago-
ei santo?
Gauthier, com as sentinellaa espalhadas
elaplanicn, era tal vea o nico que nao
ormia.
WIISIT
Rojal Btend marca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho noa melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blrad marca llsde,
cujo nome e emblema s2o registrados para
todo Brazil.
BROWNS A O, agentes.
l______i___-____. rt
Pensava na carta que havia recebido.
Pensava em Luciana.
E dizia comsigo :
Amanha dia de batalha... Quem
sabe se amanha nlo aerei morto ?... Qui-
zera tanto, antes de morrer, tornar a ver
Luciana, pedir-lhe pcrdflo, e ouvir-lhe di-
zer urna nica vez, qu? sou amado!...
Como fazer?
Reflectio por muito tempo. Pensava em
tudo isso deitado no chao fri, com.a ca-
beca repousada no seu sacco, o olhar 'fito
no eo, onde rolavam nuven's carregadas
de nev e de chuva.
Fazia um fro intenso, que engorgitava-
lhe os membros.
As bateras prussianas estavam silencio-
sas.
Nao partia o menor ruido do lado do mi-
migo.
Mas, para os lados de Pariz, ouviam-se
as tropas em armas, marchando^ pesada-
mente e dirigindo-se s auai poscoes.
Continuava' os movimeotoe de pncen-
tragao.
Tenho toda a noite ao meu dispr,
dizia comsigo Gauthier. E Garches fica
to perto... tio perto t... Tornar a vel-a,
meu Deus, tornar a vel-a f... prece-me
que ameaga-me um perigo... mais direc-
tamente do que das outras vezes... e que
amanha nao viverei maio... E' a primei-
ra vez que aasajta- m semelhante impres-
sao...
Em torno delle os camaradas dormiam.
Levaitou-se devagafinho, fazendo todos
os esforgos para nao acordar ninguem, e
galgou o limite do acampamento.
Sentinellas achayaaa-se postadas de dis-
tancia em distancia, de pe, apoiadas as
suas espingardas.
Onde vais, tu? perguntou urna a
Gauthier.
O mogo evitou responder e passou do
outro lado.
Estava inquieto, como se commettesse
urna falta.
Se eu for a Garches, dizia elle com-
sigo ... se nao tiver tempo de vir oceu-
par o meu posto entre os meus camara-
das ... so algum accidente me retiver
contra minha vontade.... julgar-me hlo
covarde. Dir-se-ha que fugi na vespera
de urna batalha para me^scpnder...
Passou a mao pela teste
Nao, nunca as que me cpnkecem fa-
rao semelhante juizo sobre a minha pes-
soa. E' impossivel, impossivel...
800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 10.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 20500
e 30000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 10200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as cores a 80 rs.
Assim como muitas fazendas que seria
enfadonho mencionar, e que vendemos por
menos 20 e[0 do que em qualquer eutra
parte.
Grande liquidcao
ario da Victoria
AZEYEDO IR1A0 C.
Resolveram vender mais barato para di-
mituirr 6 seu grande deposito, para assim
poder dar balango.
A saber :
Rendas de cores, comprimento de sai a
a 10000 e 10500.
Sargelim de todas as cores a 200 rs. o
covado.
Baleia8 com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 rs. a dita.
Bramante de linho, com 10 palmos, a
10400 e 10500".
Extracto Rita Sangal a 20200.
Fichus de 13 e seda a 10 e 10500.
Capellas com veo bordado a 60000 e
70000.
Merinos de cores a 400 rs.
Zefiros, largos, a 160 e 200 rs.
Cretones com ferraduras a 240 rs.
Madapolao (o verdadeiro Boa-Vista) a
60000, com 20 varas.
Toalhas para banho a 10 e 10500.
Colchas ce crochet, finas, a 50000.
dem com flores a 80000.
Toalhas felpudas para rosto a 80000 a
duzia.
Bramante trancado, 4 larguras, a 800 e
10000.
Madapolao com 1 metro de largura a
70000.
Madapolao Globo a 70000.
Dito camisero legitimo a 70000
Fustao branco a 360 e 400 rs.
Setim branco e de todas as cores a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a 130000.
Espartilhos couraga a 40 e 40500.
Cortes de cambraia com carocinhos a
40000.
Brins de linho de cores fixas a 600 rs.
Crinoline branca e preta a 400 rs. o
metro.
Rico sortimento de leques de penna de
80000 e 100000.
Guardanapos de linho a 20 e 20500.
Panno de crochet para cadeiras a 800
res.
Ditos grandes para sof a 20500.
Cambraia Victoria e transparente a
30000.
Merino preto, fino, a 800 e 10000
Camisas francezas, finas, a 330000 a
duzia.
Nanzuc de cores finas a 240 rs. o co-
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 10000 e 10500.
Cretone com duas larguras a 400 rs.
Batistes finas a 140 rs.
La de quadros a 280 rs.
Cortinados bordados a 50500.
Ditos de crochet a 100000.
Camisas de flanella com collarinhos e
sem elles.
Palitots de palha de seda, todas as co-
res. '"
Luvas de seda- f* ,j,' i
Faz-.'ndas de phantasia e abertas.
Cachemiras eom listras qu\drfs a
500 rs.
Cortes de casimira a 40000.
Etamine preto. 1^
Cortes de cambraia aberta a 50ODO a
A'
S
Pinho resina
Cimento
Parallelipipedes.
Vendem Fonseca InnuM & C. **-,-

pega.
Cortes bordados brancos e de coree.
Seda palha crua com flores a 800 rs.
N. B.As fazendas compradas na nos-
sa casa nao sendo do gosto do freguez, se
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
Canoa
Vende-se urna canoa de pescara ;
Vigario n. 31, 1 andar.
ALojadas Uslras Alies
BA, DUQUE DE CAXIAS N.
Telephone til
O proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seu3 fre-
Suezes, que as pechinchas que costuma
ar, nao sao ncm nunca foram divididas
de outra casa como alguem annuncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boas, casiume que a Loja
cImm Lii*iru* itucs nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa qua-
lidade, e nao levam) medida escassa;
aceita-se a fazenda vendida se, por
Dquer motivo nao fr de muito agra-
a pessoa para quem for comprada:
Dase descont a quem comprar de 20#
para cima.
ESPECIALDDADES
Mrlm de listras aznespegas com
20 varas a 60000.
HadapolSo com um metro de largu-
ra a 60800 a pega.
Cortes de vestidos bordados em
cartlo a 100000.
Vclliidllho bordado a contas a 10600
o covado.
Caehemiras pretas, de quadros e
azuladas a 20 e 20500.
Tecidos fantazia arrendado a 400
500 rs.
Cortes de cachemira com guarnigo'es
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
Setim Maco de todas as cores a 750,
e 800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cSr,
qualquer que se deseje, a 200.rs.
Zefiros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 ra.
LAS de quadrinhos a 200, 240 e 360
o covado.
Unhos lisos a 60 e de quadrinhos
100 rs.
Guardanapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 10.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 40000.
Cortinados de crochet, comsanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustao, brancas e de ec6-
res, a 20000.
Chitas finas prccales a 200
Chitas escuras a 160, 240
Batistes de cores seguras
\aazac de lindas cores a. 280 rs.
Urim pardo esguiao a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
Mantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
200, 250 e 300000.
Leques de pennao e transparentes
ultima novidade, todo prego.
Luvas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 20.
Espartilhos inglezes a 40500 e 50,
tem desde o n. 40 at 80 de grossara.
Bico branco creme e de todas as
cores desde 700 rs. at 20500 apega.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodao, preta, branca o de qualquer cor.
Babados e entremeios bordados ta-
pados e tranparcHtcs por todo prego.
Cirampos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baldas para vestidos a 260 rs. a
duzia.
IIelogios despertadores com fi-
guras em movimento a 80 e 90000.
E muitas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Telegrama*
Vejam e admirem!
&& -Ra Baque de Caxias 55
Pedimos ao respeitavel publico attencao para
os precos reuzidos dos segufntes objectos:
Zefiros 80, 160, DO, 240, 400 e 800 ris O
covado, grande sortimento.
Capas para scnliora, o que ha de mais mo-
derno e barato.
Espartilhos de couYea a 4, 5S e -6*000 um.
Fustoes brancos e de cores a 360 e 400 ris o
covado.
Lasinhas de quadros e listas de 240, 280, 320,
400 e 300 ris o covado.
Grande sortimento era fichus.
Cortes de linn bordados para vestidos, com
lodos os enfeites a 14000.
Colchas brancas e de cores a 2*000.
Luvas de seda fina a 2*000.
i orles de cachemire com \ idrilhos o que ha
de mais novo.
Cambraia com salpicos de cor, novidade em
gosto e barato.
Grande sortimento em punhos e collarinhos
para homem.
Bramantes de algodao e linho e por pregos sem
competencia
Cretones para vestidos, um sortimento esplen-
dido em padrOes e pregos.
Cambraia branca com salpicos a 4*000.
Brins de cores para roupas a 320 reis.
Atoalhados de diversos gostos e barato.
Madapolao para familia, muito largo e por um
prego rasoavel a 6*000 a pegi.
Merinos de cores a 300 ris o covado.
Completo sortimento de sargelins a 2*000 o
covado.
Benda hespanhola a 2 e metro.
Setins de todas as cores a 800 e 1* o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Variedade immensa em toalhas felpudas, bran-
cas e de cores.
Cortinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptistas de cores a 120 ris o covado.
Cambraia Victoria e transparente a 3* a pega.
Completo sortimento em casemiras de cores e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e preta a 400 ris o metro.
Renda oriental, novidade, 500 ris o covado.
Camisas brancas cora collarinhos para homem,
cousa chic a 2*000.
Tapetes, grande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de listras
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 21, ura.
Linn bordado de quadros, o que ha de mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annunciar tem urna
variedade de mercaduras que s vendo-se.
Do-se amostras sem penhor.
55-RA DUQUE DE CAXIAS 55
e 240 rg.
e 280 rs.
a 120 rs.
FERNANDES DE AZEYEDO C,
Bom terreno
Vende-se um terreno de 180 palmos de frente
e 130 de fundo na ra do Conselbeiro Portaba,
nos Afllictos ; o terreno est cercado e tem al-
guns arvoredos novos plantados : quem preten-
der dirija-se ao esenptorio desle Diario, que
achara quem indique o vendedor.
na ra da
E voltando o seu
ciana :
- Se
tornar a
Consulto!
de um pl
pensameeto pam
Lu-
Eram perto de duas horas da madru-
gada. M \ l\ *\
Nae'posso dlspOr senao de du*s ou
tres... E' quanto basta... Em duas ou
tres horas posso estar de wlta...
Dirigio-se a urna sentinella, pedio-lhe fu-
mo, e depois sabio das linhas, fumando.'
Toma cuidado disse a sentinella...
nao te afastes para longe da minha vista;
os prussianos estilo perto; e se voltares
logo sem prevenir-me, poders levar um
tiro de espingarda.
Gauthier encolheu os hombros e respon-
den rindo :
Quizera saber onde estao os alle-
maes... e certificar-me, tanto quanto pos-
sivel, sobre os seus postes avangados....
Toma cautella, expr-te intilmen-
te, Bourreille.
Depois de mim, o fim do mundo*.
Desappareceu as trevas, afastando-se
do campo francez.
Est doudo! murmurou a senti-
nella.
E eaoutou attentamente. esperando ao
longe, algumas detonagoes, alguns gritos,
a corr aa precipitada de Gauthier voltando
ao acampamento.
Nada disto. Completo silencio.
Havia muito tempo que os prussianos
esperavam um ataque, tendo por alvo Ver-
sai lies, como j dissemos. Mas as pre-
caucSes do lado francez haviam sido to
bem tomadas, que elles nlo previam o
ataque tSo prximo e nlo acreditavam so-
bretudo que elle se effectuasse no dia se-
guinte de manhS.
A sentinella enganava se, portante, quan
do dizia a Gaathier que os postes prussia-
nos nlo deviam achar-se longe.
Gauthier caminhou durante um quarto
de hora sem ter mos encontros. Mas
neuse mommto ouvio o raido singular de
urna tropa em marcha, approximando-se
do seu lado. Nio poda ser senlo urna
[atrulha allemX, um posto que ia estabe-
ecer as suas guardas avancadas Gauthier
achava-se na planicie, rasa como a palma
da mo. Nem arvores, nem arbustos, nem
bosque para esconder-se. Pensou em fu-
gir no raei dridio, mas a patrulha
achava-se milito perto e elle ouvia j as
vozes alie mi s.
Perto delle Jbavia um fosso; a agua
acliava-ae gelada, e sobre o gelo pendiam
galbos espinbosos. Deitou-se sobre ga-
lbos, com o corpo mettido no gelo, e es-
rou. O seu uniforme preto nlo destaoa-
va-se na escandio.
Estava quasi invisivel.
portante, tranquillamente.
iaaos. passaram diaatfl delle
i pela mu prowwf
Decorraram alguns minutos. Havia ces-
sado todo o ruido.
Gauthier levantou-se, transido^ -Pare-
cia-lhe que todo o seu corpo se havia trans-
formado em urna pedra de gelo.
Poz-se a correr, nao pela estrada, onde
os seus passos seriam fcilmente ouvidos,
mas pelas trras.
Verificou logofamiliar6ado como es-
tava desde a infancia com os mnimos de-
talhes dos campos que devia achar-se
muir perto de Garches.
Vamos, pensou elle, a cousa vai bem,
e o pcior est feito.
Dentro em pouco, effecti^amente, achou-
se vista da fabrica. As construegoes
mergulhavam-se, negras, na noite profun-
da.
Contornou-as, parando de todos os la-
dos, bastante 4onge dof bosques e do ma-
ro do jardim.
Sabia que a fabrica estava oceupada
pelos prussianos, e alli, sobretodo, eram
necessarias as maiores precaugSes.
Ainda nao tudo, disse elle comsi-
go... oceultando-se o melhor que pode
n'um grupo de arvores. Como nei de ar-
ranjar-me para entrar l? E urna vez l
dentro, como poderei descobrir o quarto
de Luciana ?... Aquillo deve estar cheio
de prussianoH. E pol-08-hei todos no meu
encalco ao menor passo em falso que
der !...
A loucura da sua tentativa, a impossibi-
lidade da realisacao do seu projecto appa-
reciam-lhe en to claramente. v
Pouco antes nao reflectipa em nada da
quillo.
E agora as mos crispavamnn-lhe" de
raiva, quando pensava em que, to perto
de Luciana, ia ser sem duvida obrigado a
retirar-se em vel-a, sem ouvir a sua voz,
em dizer-Ihe mais urna vez quanto a ama-
va, sem pedir-lhe perdi.
E do seu escondrijo examinava
brica, com os olhos ardentemente
as construcgSes sombras e tristes.
De repente pareco-lhe que a porta da
casa de habitaglo acabava de abrir-se.
Avanga a cabega para ver melhor. Nlo
teme ser sorprendido, porque achava-se
deitado no chao e s a sua cabeca apparece
fura do grupo de arvores.
A porta tinha sido aberta, efectiva-
mente ... duas sombras desenham-se no
limiar; urna das duas fica parada;
mulher, pelo que Gauthier pode julgar
fosca claridade "de moa brecha de co
aberta momentneamente entra as nu-
a fa-
fixos
vena.
O ofllroy u** homem, sabe da casa e te*
Vinho Maduro
Pocas Ifendes 4 C, sito a casa n. 9 ruaes-
treita do Rosario, contigua a igreja, acabam de
receber urna grande remessa do acreditado e
especial vinho Maduro, nico que sem a minina
confeigao. importado neste mercado, e s se
J wende"no refendo estabelecimento.
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por pregos sem competencia.
Recebeu tambem collarinhos e punhos
de borracha de formatos novos.
48ea barXo da victoria -48
Jos Augusto Dias
m
E o soldado r<
E' Jojo de Mon
Desapparece...
A mulher acorapnaa-o de longe... Apro-
xima-se tambem. Tem o olhar voltado
para a aldeia. Parece estar espera
de alguem. A sua respiragao oppressa.
Para a cada passo, escutando se Mont-
mayeur nlo volta, olhando ora para a fa-
brica, ora para Garches.
Chega dentro em pouco ao grupo de
arvores em que se acha Gauthier occul-
to.
O mancebo reconhece-a, como reconhe-
ceu Montraayeur.
E" Luciana!
Escapa-lhe urna exclamaglo, na qual
p5e todo o seu coraglo, toda a sua pai-
xlo, todas as impaciencias de tornar a
vel-a.
Luciana minha adorada Luciana!
Ella estremece, solta um grito, quer
fugir...
Mas elle est aos seus ps, pega-lhe as
mos, retem-na, impede-a de retirar-se.
Cobre-lhe as mos de beijos ardentes,
e diz, na febre do seu dilirio:
Luciana! Luciana Soo eu... En-
tilo nlo reconheces mais a minba voz?...
Oh! Luciana, supplico-te... nlo tenhas
medo... sou eu, Gauthier, Gauthier que
te ama, que quer pedir-te perdi !...
Gauthier, aqui... Gauthier... Meu
Deus Desgragado, ests te deitando a
perder... Salvei-te a primeira vez.. t nlo
poderei salvar-te outra...
Luciana, amo-te... amo-te... amo-
te... Vim nicamente na esperanga de
ver-te... Contamos amanhl com urna ba-
talha, que ser longa talvez e sanguino-
lenta. .. Posso morrer nella... Nlo quero
partir deste mundo sem tornar-te a ver,
minha Luciana, sem obter o ten perdi
pelo que fiz, pelo que disse...
Oh meu Gauthier, diz ella em ex-
tremo estado de agitaclo, nlo me jolgas
ma.culpada entlo? Quem te disse ?...
Receb, em Pariz, urna carta assig-
nada por Courlande. Essa carta dizia-me
que tu continuavas digna de ser amada.
Ksse nome me desconhecido. Mas. o que
eu quera era justamente acreditar. Sen-
tia-me to desgragado com o teu abando-
no !...
E fizeste bem em acreditar no que
te disse esse homem. Elle -nos dedica-
do... E' elle talvez quem vai vingar teu
pai.
Ella afastou-se de Gauthier, passou alm
do grupo de arvores e escutou, eom a ca-
beca pendida, o corpo curvado,
O que ests, escutando, t
Oh! Gauthier, ~
O que ?
Vende-se ou. aluga-se
um sitie com casa, na frente"todo murado, com
diversos ps de fructeiras, duas cacimbas com
excellente agua e banheiro ra de S. Miguel
n. 84 (Afogados) : a tratar no mesmo ou ra
Marciho Das n. 106.
Cimento Portland
Vendem Soares de Amaral Irmaos, a ra da
Madre de Deus n. 22.
A .taa herdade incendiada Claudna
gravemente ferida!
Oh meu Deus !
Recolhemol-a fabrica... Ha tres
dias... E esta noite, n'um accesso de de-
lirio, ella arrancn as ligaduras do feri-
mento... seguio-se urna hemorrhagiaj e
depois urna syncope... E Jlo de" Moht-
mayeur, que viste passar, ia a ft|kcbe3
chamar o cirurgiao allemao que fe#fte o
curativo.
Minha pobre irmzinha lia Gau-
thier sobresaltado, nao pensando, senlo na
moga, e nlo no desastre da herdajle qu
Luciana annunciava-lhe.
Depois, de chofre :
Luciana, nlo tenho senlo aigma mi-
nutos a consagrar-te. Nlo quizer? mor-
rer sem ouvir pela ultima vez a eonfissle
do teu amor... sem ter certeza' perdi. Continas a amar-me, Luciana,
perdoas-me ?
Se te amo murmurou a pobre mo-
ga com intima ternuro. Se te amo, Gau-
tfoier !
E perdas-me ?
O que tenho eu a perdoar-te? Tj>-
das aaapparenciasapparencias que eram
provas nlo se conspiravam coutra mim i
E' vardade! disse elle com voz sur-
da. Queres se eu tiver de morrer ama-
nhlqne otQrra tranquillo, feliz?
Porq4'tallas em morrer?
Queres ?
Como nao hei de querer, Gauthier?
disse ella chorando.
Pois bem, responda-me.
O que querea saber ?
Por que deixaste tua mli adoptiva ?
Por que fugiste da casa de Doriat?
Ha alguns das, Gauthier, nlo po-
deria responder tua pergunta. Tinha-
me imposto urna missaO, para a execuglo
da qual era necessario guardar segredo,
segredo absoluto..
Ehoje?
Hoje podes conhecer esse segredo.
Ah .
Mas debaixo de urna oondicfc
Haa de jurarme nlo fazer cousa alguma
oue possa servir de obstculo reahsaclo
dos nossos projectos.
' Jdro-te, Luciana ; mas nlo comgre-
liendo. m^M
__Vaiscomprehender... Interrofa-me...
Bu responder!...
Por que te deixaate expubjar daca
de DoriatV... Tua mli aecuaava-te de
amar Montmayeur... de. ww amanta
delle, oh .Luciana!
laao alo era verdade...
imm^te-ka)
""ItS
do Diaiio ra Duque ie Canias a. 41.
i


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