Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17399


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Full Text
ANNO
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PIBA A CAWT.1
Por tres mezo* adiinnw^
Por eis ditos dem
por 9 anuo ideni .
Cada aameio avuko, do
M d^B
19 B PACA P'MTK
dia.
DIARIO
S8^AHHBRto8>E JAMBc^josl im
PARA DtVTRO E PORA HA PJJPMIlA
Por seis mezes adiantados............ .
Por nove ditos idem.................
Por um' anno dem...............
Cada numero avuLso, de dias anteriores .. ... #100
IHPStfWMHIVV
Trqpriedccdt de Manoel ffigueirga de Swria; #' dHfycs
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fcaoi .it|i
I
Os Srs. Amede Prin-
ee & C, de Paris. sao
os nossos agentes ex
elusivos da annmicois
e pnbU<5|i(?5f*aran-
INSTRDCClO POPULAR
AS GRAMES I^OES
ANTIGS E MODERNAS
KA8
Sciencias, industrias e artes
POR
i
A imfrrn
(Continua 5 So)
Depois da morte do creador da imprensa. os
lilhos de Gutenberg, que assim se chamavam
os artistas impressores, dispersaram-se por di-
versos pontos da Europa, discpulos novos da
adrada c do proeresso. Foram estabelecer-se
em Colonia. Augsburgo. Nuremberg, Bale, etc.
Pouco depois a Allemanha, a Suissa e a Franca
possuiam imprensas mais ou menos importantes.
A invenco da typograpbia foi acomida com
alvoroco pela maioria dos soberanos da epocha,
os quaes prestaram grande servico humanida-
ile favorecendo o progressb de urna iuvencao des-
tina !a a abrir os olhos dos poros a luz da verda-
de e da razao. Luiz IX concedeu patentes de
iaturalisacao aos typographos alternaos. Carlos
MU permlttio que a imprensa e a livraria parti-
ripassem dos privilegios e prerogativas da uni-
versidade. Luiz XI, coutirmando esses privile-
gios, considera esta invengo como miis divi-
na do que humana, a qual, gracas a Deus, foi in-
veniada o concluida nos nossos lempos. Fran-
cisco i sentn os tvpographos do servigo militar.
Mas esto era de incitamento para a imprensa
nascerito nao devia durar muito.' Em 1321 co-
mecofl a censura dos livros impressos D'ento
em diante nenhuma obra poda ver a luz sem o
previo exame e approvaro dos delegados rcaes.
A autorisagoconcedidaao livreiro chamara-se
pr '.rain : esto acba-se no fin de todos os im-
prcssMrYntigos.
No mesmo anno o syndicato da imprensa era
feito por cartas patentes. Os seus ofcciaca, que
se chamavam guardas da universidade, tinham por
missao : visitar as imprensas, ver se os lirros
eraiu impressos correctamente, com bom typo,
em pape! proprio, etc.
Tendo sido abolidos, durante a revolucao de
1789. todos os privilegios establecidos nos secu-
los anteriores, tanto a favor das corporag5es pro-
fissionaes como das diversas ordens do estado,
cada qual poude imprimir tio livremente como
poda rallar e eserever. Mas. na occasiaodo im-
perio, a censura recomegou o mostrou-se raui
rigorosa .... _,
A imprensa imperial de Pars foi fundada por
l.u XIII. ou. anres. pelo seu ministro ocardeal
de ttirhelieu, que installou no andar rs-do-
chlo e no entre-solo da grande galera do Lou-
Em 1809 transportaran-n'a para o antigo
lacio de Roan, situado na ra Velha do Tem-
ido K' a mus rica inprensa do mundo no que
diz respeito a variedade de typos. Possue urna
eoecio completa de typo grego-, hebraico, ara-
i, chnez; etc. Esta organisada para empregar
ues de operarios que trabalnariam a larga
rom todo o seu admirarel material, no vasto lo-
cal que oceupa. Mas s emprega de ordinario
quareata fundidores, duzentos compositores, du-
zeutos e cincoenta impressores, rinte encaderna-
lores p cento c trinta regradeiras. brochadoras,
etc. E' alli que o estado manda imprimir a
niaior parte das obras necessarias ao servico pu-
blko,' c encontra nella garantas de prudencia
iiui pceciosas em cortare circumstancias.
A. ahprensa imperial de Vienna merece ser
n.oiici9nada por seter particularmente distingui-
do neete seculo pela adopeo e execugo de todos
os processos de typograpbia resultantes das des-
cobertos da sciencia moderna A photographia
c galvanoplastia receberam nosle estabelecimento
npplicacoes numerosas, qu>' multiplicaran] os re-
eursosda arte typographica.
(Continua).
PARTE OFFICIAL
le tos do Peder Exeeiitlvo
DECRETO N. 10144 as 5 de Jamibo de 1889
ola a execuco do Decreto n. 3.403 de S4 de
No>cmbro de 1888. sobre os Bancos de
Emisso
ir bem Ordenar que na execugo do De
cralg Legislativo n. 3.403 de 24 de Novembro do
anao aroximo passado se observe o segninte
R
CAPITULO I
itAS : r. e .miTKs de emiss.o de hlhetes a
TADOB E VISTA, C.NVEHTIVEIS EM
MOEDA CBRENTE
* Xrl. 10 goveruo poder autorisar a emissao
di- bilhetes ao portador e vista, convertiveis
era mooda corrate do Imperio, a co:upauliias
anooymas Lancaras, que garaotindo-os com de-
posito dt apolices da divida publica interna fun-
dada .-'"" i-tituam ou 6e reorganisem nos tr-
ros da lei n.3.1S0 de 4 de sovembro de 1882,
i importancia mxima:
a) De 100.000:000* para as que tenham sede
na capii^.1 do Imperio;
b) De 8.0 0:0001 para a? que se estabelecercm
em cadf. urna das provincias de Pernambuco, Ba
liia, Rio de Janeiro, Miuas-Geraes, S. Paulo eRio
Crande do Sul;
r) De 0.000:0001 para as que funecionarem cm
rada urna das provincias do Para, Maranhao,
Cear, Espirito Santo, Paran e Santa Calha-
i) De 2.000:0004 para as que se organisarem
um qualquer das provincias do Amazonas, Piauhv.
fin Grande" do Norte, Parabyba. Alagas, Ser
ipe, Goyaz e Matto Grosso;
" Art. 2. O fundo social das companhias que se
propuzerfm as operacOes indicadas no art. i.',
oo poder ser inferior;
a) 5a capital do Imperio a 3.000:000* ;
6) as capitaes das provincias a 2.000:000*
c) as domis localidades a 1000:000*;
Art. 3 Nenhumacompanhia ser admittida a
depositar eia apolices somma excedente a dous
tercos do capital realiado, nem ao valor nominal
dt- 20000.000*.
Art. 4. A totaMMJpafl apolices depositadas
exceder de tw!8t:000*, nao eonputadas
n'esta somma as que wrvirem para relorco do de-
posito, na conformidade do art. 12 d'eSte regu
lame ato.
Art. 5. Preenchida a dita somma, nao poder
o governo conceder novas autorisacOes, salvo ;
1.* Pelas quantias correspondentes a autorisa-
Tgoes anteriores que caducarem, como determina
o art. *. ou forem annulladas em consequencia
da liquidaste das respectivas companhias, e,
n'este caso, t*o smente depois de resgatados os
bilhetescqpe homereni emittido;
2.' Para o ostabelerimentodc sucRnaee do ou-
trae companhias as provincias on municipios,
onde um ando depois de promulgado o Decreto
Legislativo n. 1403 de 24 de ^OTembro de 1888,
nao se tiverem organisado on deixarem de func-
cionar as que elegerem para sede as mesmas pro-
vincias e municipios.
Paragrapho nico. As sucursaes conservar-se-
h3o dentro dos limites marcados nos arts. l.-e
3.* do presente regularaento.
Art. 6.* O governo po lera tarabem autorisar a
emisso de bilhetes ao portador c vista, con-
vertiveis em moeda metlica, s companhias ban-
carias que se instituirem ou se reorganisarem,
constituindo o seu capital na mesma moeda.
Paragrapho nico. Estas companhias ficam dis-
pensadas do deposito de que trata o art. 1.*, mas
para ellas prevalecem as disposicoes d'esse mes-
mo artigo, assim como do 2.", 3.* e 4., quer
quanto ao mximo e mnimo do capital de cada
urna, quer com referencia emisso total, que
nao poder exceder do triplo de 200.000:000.
CAPITULO II
DA AUTORISAQAO FABA A EMISSAO
Art. 7.a As companhias anooymas destinadas
s operaces bancarias de deposito c descont,
que se poopuzerem a obter a faculdade de emis-
so de bilhetes ao portador e vista, devero so-
licitar do governo, perante o Ministro e Secreta-
rio de Estado dos Negocios da Pazenda, a appro-
vaeo de seus Estatutos e a competente autorisa-
co.
0 requerimento ser acompanhado :
1 Da certido do deposito da decima parte do
camlal subscripto:
i Do instrumento da constotuico d. compa-
nhia, ou da reforma de seus estatutos, men-
cionado :
a) O nome, naturalidade, pronssoo e domicilio
dos tomadores de acedes :
b) A sede da companhia, sua Viioininacio e
prazo ;
e) O capital social, o numero das aq;6es em
que fr distribuido, seu respectivo valor e as
epochas em que de va ser rea lisa do ;
res e do conselho iscal;
e Os poderes reservados assembla ge ral dos
accionistas e a data da sua convocac/o, que de-
vora ter lugar pelo menos urna vez em cada
anno:
f\ A formaco do fundo de reserva, e a parte
d'elle que deve ser convertida em moeda met-
lica, ou em apolices da divida publica interna
fundada de capital e juros em ouro :
g) Reserva para a compannia, na hypotnese ae
rorridi do,- doposrtote em conta correte, para
retiradas immediatas, do direito de pagar-lhes
por meio de lettras, qiie vencam o mesmo juro e
sejam divididas em seis senes, correspondentes
data da exigencia, e resgataveis de quinze em
quinze dias. Je modo que ao cabo de noventa es-
teja restabelecido o pagamento a vista.
h) Autorisaco para contractos de pouhor agr-
cola, for prazo de um a tres annos, e ainda por
escripto participar, assignado pelo devedor e
duas testemunhas, com as firmas reconhecidas o
devidamente registrado, fixaado o mximo da
quota de capital que nclles possa ser empre-
gado.
Art. 8o Approvado os estatutos e concedida a
autorisaco, a companhia fal-os-ha archivar na
jun'a commercial do districto, conjunctamente
com os demais documentos exigidos no art. 32
do decreto n. 8,821 de 31 de Dezerabro de 1882,
que sero todos publicados na forma do art 33
do mesmo decreto.
Art 9a Dentro de tres mezes, a contar da dato
da autorisaco, a companhia ser obligada, sob
pena de caducidade da mesma autorisaco, a en-
trar para o Thesouro Nacional;
a) Com a quantia correspondente, em moeda
corrente. ate dous tercos do capital realisado,
em troca da qual ser-lhe-ho dadas,ao par, apo-
lices da divida publica do vaior nominal de
1.0 04000 e juro de 4 12 / ao anno, as quaes
caro depositadas na caixa da amortizjisao em
nome da companhia ; ou
6) Com a somma correspondente, em moeda
corrente, a um turco d j mesmo capital e com
so ama igual a outro terco, em apolices do valor
nomidal de 1:000*000 e uro anuual de 6 %.
que desde logo reduzir-se-ha a 4 1 2.
Art. 10. As apolices de que trata o artigo an-
tecedente sero averbadas eom a clausula de
iua ienaveis. salvo para resgate dos- bilhetes da
companhia a que pertencerem, na conformidade
deste regulamento. ,
Art. 11. 0 deposito, coislituido por apolices
da divida publica interna fundada, poder ser
substituido, no todo ou em parte, pelo de moeda
raetallica, realisado na caixa da companhia, a
quem sero restituidas as apolices corresponden-
tes, mediante a prova, exigida no art. 15, e na
proporco do fundo metalkco realisado.
\rt. 12. O mesmo deposito poder ser redu-
zido. na proporgo em que diminuir a emisso.
Dever, porm, ser reforcado sempre que soffrer
quebra por multas impostas companhia, ou
por baixa do valor nominal das apolices, exce-
dente aos 20 /. a que se rafe o art. 24.
\rt 13 Adifferenca. que reputar-se-ha \eri-
cada na forma do art. 56 n. 10, ser preenchi-
da com deposito de novas apolices ou moeda
corrente, que neste (aso vencer juro igual ao
das letras do Thesouro. .
Art. 14. As companhias que se obrigarem a
garantir a emisso com fundo metollico, deve-
ro, no prazo e sob a pena do art. 9, exhibir,
perante o Thesouro Nacional, a prova de estar
realiado o seu capital nessa especie, no todo
ou em parte.
Art. 15. Esta prova. assim com a exigida no
art, 11, consistir em auto de vistoria, e exame
de livros, processados perante o iuizo eommer-
cial da sede da companhia, de conformidade com
as disposicoes do regulamento o. 737 de 18 de
Novembro de 1880.
CAPITULO ni
DA ENTRADA DOS BHJIBTM, DOS BQUISiTCS QO D-
vm tt ics prTa.Gioi
Art. 16. Satisfeitas as formalidades dos arli-
gos antecedentes, e as dos arts.-28 e 26, a Caixa
da Araortisaco entregar s companhias, em bi-
lhetes a somma correspondente ao valor das
aoolices depositadas, ou ao triplo do capital
realisado em moeda metalca, pagas pelas mes-
mas companhias todas as despezas.
Art 17- Os bilhetes sero dos valores de 10,
20 30 50,100 e 500*000, guardada entre elles
a roporco que as acompanhas reclamarem.
Cada valor ter estampa ou desenho differente ;
mas a mesma estampa ou desenho servir para
todas as companhias. As gapas ou caixas ti-
liaes tero os mesmos bilheter das caixas ma-
"aiI 18. Alm danumerao&o e designaco da
serie e estampa, w mesmos bilhetes devem
cooter:
o) A inscripcao do valor que representara pa-
gavel ao portador e visto em moeda corrente,
ou somente na metalca;
6) O nome di" companhia emissora, e a sua
ede,
e) A declaraco de que o pagamento se aeha
pifanrido ,por apolices depositadas, especiftean-
ao-se quando for po>ivel' o valor e o numero
dellas, ou por deposito em moeda metdica, e
sua importancia. ,
d) A assignatura de chancella ok thesoureiro
da Caixa da AmortisacSo ;
e) A assignatura do proprio punhO do direc;
lor, adiuinistiador ou gerente da companhia, a
quera peloe estatutos compito firmar as respon-
bmdacfflwb estabelecimento. 3
Art. 19. 0> bilhetes de que trata o artigo an-
tecedoito wto recbidos.
1" as caixas de toda* as companhias emis
soras de garanta idntica; a saber: os das
companhias de emisso garantida por apolices
as caixas de todas as da mesma especie; e os
daquellas cujo capital for constituido em moeda
metalca as das companhias, que tambera o te-
nham assim formado.
2- as estacOes publicas geraes, provinciaes
e' municipaes, excepto para pagamento dos di-
reitos de importac.o, que devera effectuar-se em
moeda crtente.
Art. 20. Nos mesmos bilhetes podem ser rca-
lisados os pagamentos a cargo das estagoes pu-
blicas, querendo as partes recebel-os, menos o
dos juros da divida interna fundada, que dever
realisar-se igualmente em moeda corrate.
Art. 21.0 curso legal destes bilhetes cessa
logo que por editol ou aviso annunciar-se sub-
stituico da estampa; assim como que entrou em
liquidacao a companhia emissora.
Art 22. Os portadores destes bilhetes tero
privilegio para seu pagamento, com exclusode
quaesquer outros credores, sobre as apolices de-
positadas, sobre os 20 /. em moeda corrente de
que trato o art. 23, e o deposito que existir no
thesouro. era virtude do art. 13.
CAPITULO TV
DAS OnmilACnS AS COMPANHIAS IMI8SOBAS
Art. 23. Alm dos deveres que Ihes iucumbem
como sociedades anonymas, as companhias emis-
soras sao obrigadas, 'sob pena de liquidafo for-
rada :
1. A ter sempre em caixa, em moeda corren-
te ou s metallica, quando nesta especie fr con-
stituido todo seu capital, 20 / dos bilhetes em
circulaQo. para acudir ao seu prorupto paga-
mento ;
i.' A receber reciprocamente os bilhetes de
outras, que tenham offerecido garantia idntica,
nos termos do art. 19,- n. 1:
3.a A paga*, vista e em moeda correnle, os
bilhetes da respectiva emisso ; 3alvo o caso do
art 7o, clausula a;
4. A pagar os meamos bilhetes, (os garanti-
dos por apolices) metade em moeda metallica e
outra metade em moeda correte, logo que fenha
sido incinerada metade do papel moeda em cir-
culaco na dato deste regularaento;
5.' A pgalos totalmente em moeda metalli-
ca, quando gozarem da emisso tripla.
Art. 24. A obrigaco imposta no n. 21 do ar-
tigo antecedente ueixar de ser effectiva, relati-
vamente aos bilhetes das companhias que eutrn-
rem em nquiaacau, >/U ^i. uuuimni t. o., auu-
stituidos.
As comparrtnas nao sao obrigadas nem a rece-
ber nem a pagar os bilhetes, que se formarem
de pedajos, e os que nao tenham sem intelligi-
veis o numero, a serie, a estampa e o nome da
emissora.
CAPITULO V
DOS SEBVICOS A CiBCO DA CAIXA BA AMOBTISACXo
Art. 2o. Approvados os estatutos da compa-
nhia, fixda a somma dos bilhetes-que dever
ella lancar em circulacao, e recolhida Thesou-
raria Geral a garantia em moeda crtente, ou nos
actuaes ttulos de 5 "/, emittir-se-ho apolices
vencendo juros de 4 1.2 %, que sero inscriptas
no grande livro e enviadas a caixa da araortisa-
go, depois de firmado na directoria geral do
contencioso o comiieteate termo de caujo..
O reoebinwnto icra ttulos de 5 % depandw,
porm, da prora de pertencerem, sem clausula
ulguma, ao Banco que os apresen.
Art. 2b. Com as apolices de 4 1/2 / sero re-
metfidas caixa :
a) As nofas do Thesouro que tiverem df ser
incineradas:
b) A autorisago para o sorteio dos ttulos, que
devero ser resgatados, casa;a cotagao se ache
cima do par:
e) As apolices de 5 *J, o que tiverem sido con-
vertidas de conformidade com o art. 9 b deste
regulamento e as que houverem sido amortisa-
das por compra no mercado.
Art. 27. Logo que forera recebidos na caixa
da amortisacao os ttulos, notos e autorisago,
proceder-se-na:
a) Ao assentomento das apolices de 4 1/2 /.,
nos termos do art. 39 do regulamento de 14 de
Fevereiro de 1883, e do art. 10 deste regula
ment. '
b) A' annudaciio do assentamento das apolices
de $'/ convertidas ou amortisadas, golpendo-
se e guardndose os ttulos.
e) Ao sorteio das apolices de 5 /. o que se far
de conformidade com os arts. 61 c 62 da lei de 15
de Novembro de 1827, podendo, em quanto se
uBo faz a substituieo das estampas e a reforma
da escripturaco, cada eedula>que se tirar das
urnas cooter dez nmeros;
i) Ao iucineramento das notas, preenchidas
as formalidades exigidas nos caps. 7 e 8 do tt.
3* do regulamento d 14 de Fevereiro de 1885.
Art. 28. As apolices de 4 1/2 /0 sero deposi-
tadas as-casas fortes, torrando se um termo,
que ser assignado pelo thesoureiro e pelos cla-
ricularios.
Art 29. Far-se-ha o mesmo assentamento, de-
posito, termo e annnllago, quando o Thesouro
enriar apolices dadas pela companhia para re-
forgar a garantia
Art 30. Sendo a garanta constituida em apo-
lices de 4 l/t, a junto autorisar a emisso dos
bilhetes pela quantia correspondente ao valor no-
minal do deposito, quando Ihe fr apresentado
o termo mencionado no art. 28.
Aft. 31. Si a garantia, porm, tiver sido con-
stituida em moeda metallica, a junta permittir
a' emisso no triplo, quando tiver presente aviso
do ministro da fazenda, acompanhado do do-
cumento exigido no art. 15.
Art. 32. Feita a entrega dos bilhetes, o inspe-
ctor da caixa oficiar ao fiscal do governo, dan-
do-lhe noticia da quantidade, valores; series e
nmeros dos bilhetes, que a companhia pode
langar em circulogo.
Art 33. Os bilhetes dilacerados sero substw
luidos pelas companhias, que os inutilisaro
cora um carimbo e os trocarito na caixa da amor-
tisaco pagas as despezas.
Art. 35. Apparecendo na circulacao bhete3
falsos, a junta ordenar a substituigo da estam-
pa que ser eUectuada pelas companhias nos ter-
mos do artigo antecedente e po prazo de seis
mezes
Art. 35. Si fr reduzido o deposito, o ministro
da fazenda dar conhecimentp caixa de amor-
tisago, e a junta autorisar o recebimeutp dos
bilhetes e a restituigo proporcional das apoli
ees.
HTendo circulado os bilhetes, sero inutihsa-
dos com o carimbo da companhia, antes de reco-
Ibidos caixa.
Art 36. Sero tambem restituidas as apolices
que forem sendo substituidas por depsitos de
moeda metallica, log que a junta conceder, nos
termos do art. 31, a autorisago para elevar-se
ao triplo da emissao.
Art 37: Deliberada ou decretada a liquidago,
a companhia entregar nmediataraente caixa
la amortisago, devidamente carimbados, os bi-
lhetes de sua eassJo que tiver em cofre, e, dea-
Itro do praso de seis mezes, a contar da data da
deliberaeo ou decreto, quantia em moeda cr-
reme que corresponda ao valor dos bilhetes que
estarn em circulago. Feita a conferencia, a
junta, vista da iaformago da secgo do papel
moeda. autorisar a restituigo das apolices de-
positadas.
Art. 38. Si a quantia correspondente ao valor
dos bilhests em circulago i^eixar de ser reco-
lhida dentp do supra mencionado prazo, a junta
ordenar bue se alienem, pelo prego do merca-
do, as apolices depositadas..
Art. 39. Com a quantia recolhida pela compa-
nhia, on o caso contrario, com as somraas apu-
radas na vearia das apolices e no levantameolo
de depo^f existentes no Thesouro, effectuar
a caixa o resgate dos bilhetes.
Si a companhia tiver a sede em alguma pro-
viucia, a caixa fornecer ao Thesouro os preci-
sos fundos para que o resgate se faga tambem
na respectiva Thesourana de Fazenda.
Art. 40. 0 resgate ser annunciado por edi-
taos, publicados pela imprensa e affixados s
portas das igrejas matrizes e das repartieres pu-
blicas geraes, provinciaes e municipaes, decla-
rndose ahi que, lindo o prazo de seis mezes a1
partir do dia que se indicar, se repularo pre-
scriptos os bilhetes que nao forem apresentodos,
e que a sua importancia ser applicada amor-
tisago do papel-moeda.
No resgate guardar-se-hao as disposicoes dos
arts. 134 e 135 do regulamento de 14 de Feve
reiro de 1886 e as regras estobelecidas no art.
63 do presente cegulamento.
Art. 41. Fiado o prazo do resgate, e liquidada
a conta con a Thesouraria de Fazenda, seriio
conferidos trocos e remessas, e preparar-se
ha o expediente para a queima.
Art. 42. Far-se-ha o Thesouro sciente da im-
portancia dos bilhetes nao apresentodos, que fi-
car depositada para ser applicada amortisa-
go do papel-moeda.
Art. 43. A incinerago dos bilhetes substitui-
dos e resgatados, assim como a quantia em pa-
pel-moeda depositada para o tim constante do
art. antecedente, ser realisada na presenga da
junta da caixa e de um representante da compa-
nhia, lavrando-se os necessarios tormos.
Art. 44. A escripturago das operages supra
mencionadas far-se-ha i
a) Na caixa da amortisacao, em um livro
de entradas .c sabidas de notas-novas, em um
livro de entradas e sabidas de notos substitu
das, em un livro de contas correntes de valores
depositados pelas companhias e a ellas entre
gues, em um ndice aos-bilheles emittidos, era
que se declare o valor, a estompa, a serie, os
nmeros c o nome da companhia que os deve
emittir, e em um livro de termos de queima ;
b) Na companhia, nos registros que juigar ne-
cessarios para a sua contobidade e em um n-
dice dos bubetes era que se mencione o valor, a
estampa, a serie, o numero, a dato da emisso e
da entrega caixa
Art. 4a. No livro de contas correates ser a
nhia creditada pelo deposito e reforgo de
deposito, qtt^r seja ti inAu.es numum ua
Caixa. qnerjBu dinheiro recolhido ao Thesouro,
e pelos Dilheies que aprescnlar ao troco : e ser
debitada pelos bilhetes que. Ihe forem entregues
nao s para a primeira emisso, como para as
que ferem exigidas pela sub3tituigo.
Para a regular escripturago des3e livro, o
Thesouro dar aviso da entrada de qualquer
somma, que ahi se adiar reforgando a garantia.
CAPITULO VI
DA DISSOLigO B Llyl IUA<;io DAS COMPANHIAS
EMISSORAS
Art. 46- A dissolugo e liquidago das com-
panhias emissoras tero lugar voluntaria ou for-
jadamente. Sero voluntarias, rerificando-se
qualquer das hypotheses dos arts. 77 a 82 do de-
creto n. 8821 de 30 de outubro de 1882; e for-
gidas quando :
i. Deixarem as mesmas companhias de pagar
os seus bilhetes vista e em moeda corrente, ou
s metalca, se a esta se tiverem obrigado, pro-
vada a falta com o instrumento de protesto feito
pelo portador, perante o ofBcial competente para
o de letras (Cod. Comm. art. 460);
2." Recusarem receber em pagamento os bi-
lhetes de outras companhias emissoras e cora
garanta idntica:
3. Excederem os limites da respectiva emis-
so ;
4.*. Nao eTectuarcm dentro do prazo que Ihes
fr marcado o reforgo do deposito em apolices,
ou era moeda corrente, exigido no art. 12 ;
5 Nao tiverem om caixa, para occorrer de
prompto aos pagamentos. 20 % da respectiva
emisso em moda corrente ou s em metal:
6. Occorrer qualquer das hypotheses mencio-
nadas no art. 97 do citado Reg. 8821.
Art. 47. Sao competentes para requerer a dis-
solug'io e liquidago das companhias emissoras :
1. Os respectivos directores nos casos dos
arts. 77 a 82 e W do Dec. n. 8821:
2. Os accionistas nos dos arts. 82, 83 e 97
cima citados, e no do n. 3 do artigo antecedente
deste regulamento;
3." Os credores no caso do art. 98 do Dec.
n. 8821 e no do n. 2 do mesmo artigo antece-
dente :
4." Os portadores de bilhetes no do n. 1;
5." O fiscal do governo em qualquer dos casos
cima mencionada.
Art. 48. A dissolugo e liquidago das com-
panhias emissoras serO requeridas perante o
mizo coraraercial da sede da companhia.
Art. 49. Verilicando-se, porm. algum dos ca-
sos mencionados nos ns. 1 a 4 do art. 47, qual-
quer accionista, ou portador do bilhetc, assim
como o fiscal, podr tambem leral-o ao conheci-
mento do Governo Imperial, por intermedio do
ministro e secretario de Estado dos Negocios da
Fazenda que, depois, das dirigencias que juigar
necessarias, poder cassar a autorisago, em
virtude da qual funccioue a companhia.
Art. 50. 0 decreto que cassar a autorisago
ser remettido por copia ao fiscal respectivo,
para que promova perante o juizo commercial
os devidos efleitos. Tantp o decreto como a
senteoca de dissoluco e liquidago sero unrae-
diatamen'.e publicados, por editaes na imprensa
e communicages, quer telegraphicas, quer pelo
correio, nao s o governo, como a todas a com-
Srabias emissoras, sob pena de responsabiudade
o juiz da sede, da liquidago.
Art. 51. Iguaes comraunicages far-se-ho, sob
pena de responsabiudade dos directores e ge-
rentes, quando a dissolugo e liquidago tiverem
sido resolvidas voluntariamente.
Art. 52. Os liquidantes, nomeados na forma
dos arts. 86 e 102 do decreto n. 8821, e os syn-
dicos designados, na coniormdade deste ultimo
artigo provero de modo que, dentro de seis
mezes; a contar da data em que fr deliberada
ou decretada a liquidago, seja entregue Caixa
da Araortizago quantia em moeda corrente cor-
respondente ao valor dos bilhetes emitimos, e
mediante esta entrega sero restituidas, as apoli-
ces depositadas Com esto quantia.effectuari a
liaixa da Araortizago o resgate dos bilhetes. >o
caso de possuir a companhia bilhetes resgatados,
enlregal-os-ha Caixa da Amortizago, feita a
devida deduego na somma com que tiver de en-
trar para o resgate.
CAPITULO VII
DO FISCAL DAS COMPANIUAS BMlSSOBijtt
Art. 53. As companhias emissoras, alm do
conselho exigido pelo art. 14 da le n. 3150 de 4
de Novemaro de 18W, ficanv saritas fiscalisa-
cio do goverap, especialmente no que retenr-se
emissao. siaTstituicao e resgate dos bilhetes.
Art. 54. Essa fiscaasacte exercer*se-ha por
funecionario nomeado pelo ministro e secretorio
de Estado dos Negocios da Fazenda, que desig-
nar-lhe-lia veiieiuientos, nunca excedentes a
6:000* na captol do Imperio, a 4:000* as das
provincias, e a 3:0004000 nos municipios.
O mesmo funecionario poder accumular a lis-
calisago de mais de urna companhia; nao exce-
dendo porm, sua retribuigo ao mximo fixado
neste artigo.
nico. As companhias entraro para o The-
souro Nacional ou Thesouraria de Fazenda com
a importancia dos vencimentos dos respectivos
fiscaes, sob pena de Ihes ser cassada a autori-
sago. *
Art. 55. 0 fiscal nao pode ter tntnsacgo da
nenhuma especie com a companhia sujeita sua
inspeego.
Art. 56. Incumbe-Ihe verificar :
1. Si a importancia das apolices depositadas
excede aos dous tercos do capital realizado ;
2." Si o capital socjal se conserva nos limites
tragados pela lei;
3.* Si a emisso est garantida pelo deposito
ou se precisa ser este reforcado;
4. Si a companhia tem sempre em caixa, em
moeda corrente, ou s metallica, 20 /, do valor
dos bilhetes em circulacao, e se conserva o de-
posito em metal para a garantia da emisso no
triplo;
5. Si a companhia converte em ouro ou em
apolices de capital e juros pagos em ouro. a
parle do fundo de reserva para isso destinada
nos estatutos;
6. Si recebe os bilhetes de outras companhias
que tenha olTerecido garantia idntica ;
7." Si em tempo. de crise monetaria cumpre a
companhia o que esta preceiluado no art. 7.a,
clausula g, do presente regulamento;
8. Si o prazo da durago da companhia ex-
cedido ;
9." Si incinerada, a metade do papel-moeda
actualmente em circulago, a companhia effectua
o troco de seus bilhetes, metade em moeda rae-
tallica e outra metade em moeda corrente.
10. Si pela cotago media do semestre, o prego
real das apolices apresento, relativamente ao
seu valor nominal, differehea que deva ser co-
berto com o reforgo exigido no art. 12, orde-
nando que elle se faga, quando seja neessario, e
marcando para 1330 prazo improrogavel.
Art. 37. Incumbe-lhe ainda tomar conheci-
raento dos protestos por falto de pagamento dos
bilhetes vista, providenciando como fr neces-
sario.
.0 oflicial respectivo dar-lhe^ha aviso-do pro-
testo no mesmo da cm que Ihe fr apresentado,
sob pena de responsabilidade.
Art. 58. No desempenho de seus de veres, tem
o iscal direito:
a) De exigir e guardar urna das chaves do co-
fre em que se acharem as especies metallicas
pertencentes ao deposito e ao fundo de reserva :
b) De examinar os livros e papis da compa-
nhia ;
c) De verificar o estado das caixas c cofres ;
di De exigir informages da directoria e em-
pregauos:
c)-Do ni^uiaitar do thesouro, das thesouraria^
de fazenda e da Carxa da Amortizagai> c;oiui.>c-
mentos e pareceres.
Art. 59. De qualquer '.irregularidade de que
tenha conhecimento informar ao ministro da
fazenda. a quem dirigir, em Janeiro e Julho de
cada anno, um relntorio das operaces da com-
panhia sujeita sua fiscalisago.
Art. 60. Tambem levar ao conhecimento do
governo e do juiz competente qualquer oceur-
rencia, que, na forma do presente regulamento,
determinar a cassago do decreto de autorizacao,
adecretogo da dissolugo e liquidago das com-
Danbias, ou a imposico das penas em que in-
corram, tonto em vistude da le n. 3403 de 24 de
Novembro de 1888, como da de n. 3150 de 4 de
Novembro de 1882.
CAPITULO VIII
BISPOSigBS PENABS
Art. 61. A falsificago de bilhete3 ao portador
e vista, convertiveis em moeda corrente do
imperio, c a introduego dos falsificados sero
punidas com as penas coraminadas pelo direito
vigente ao crime de moeda falsa.
Art. 62. O excesso da emisso de bilhetes,
alm dos limites determinados na lei, importar :
Ia Para as companhias, a revogaco do decre-
to de autorisago e sua liquidago forgada e im
mediato :
2* Para os directores e gerentes, as penas dos
arts. 173 do cdigo criminal, alm da indemni-
sagao das perdas e damnos causados aos accio-
nistas ;
3* Para os fiscaes conniventes em taes faltas,
porque, tendo dellas conhecimento, nao as de-
nunciaram em tempo, as mesmas penas mencio-
nadas no n. 2o deste art.
CAPITULO IX
DISPOSIJOES GSBl!S
Art. 63. 0 troco dos bilhetes dilacerados, a
substiluigo dos de estompas que tiverem sido
falsificadas, c o resgate dos que pertencerem a
companhias em liquidago, sero teitos de con
formidade com os arts 33 a 40, tendo-se muito
era vista que nao devero ser aceros os que se
formarem de pedagos, e os que nao tenham
beni iptelligiveis o numero, a serie, a estampa e
o nome da companhia emissora.
Art. 64. Os bilhetes que nSo apparecerem
substituieo ou ao resgate, no prazo marcado,
reputar-se-hoprescriptos, ea sua importancia
ser applicada amortizago do papel-moeda.
\rt. 65. O governo emittir opportiraamente
apolices, ao par, do valor nominal de 1:0004 ao
juro annual de 4 1}2 /., para o deposito de que
tratam os arts. 9" e 25.
Art. 66. A metade do preco deslas apolices
ser empreada no resgate das do juro de o %,
segundo o moio estabelecido no art. 60 da ici
de 15 de Novembro de 1827, e a outra raetade
no incineramento do papel-moeda.
Art. 67. Ser tambem integralmente empre-
gada no incineramento do pappl-moeda a som-
ma com que entrarem para o thesouro as com-
panhias, que constituirem metade do seu depo-
sito em apolices de 5 "/. de uro.
Art. 68. A moeda raetallica de que se trata
neste regulamento a de ouro cumiada no im-
perio, afranceza de 2') e 10 francos em ouro, e
os soberanos e meios soberanos, conforme o pa-
dro fixo da lei de 11 de Setembro de 18ib.
Art. 69. O governo poder contractor com al-
guna das companhia emissoras o resgate do
^irt.^O6 O prazo da durago das companhias
de aue trato este regulamento, nao exceder de
20 annos, salvo prorogago autorizada pelo go-
Art. 71. Rerogam-se as disposigoes em con-
Too Alfredo Correia de Oliveira, conselheiro
de Estado, senador do imperio, presidente do
conselho de ministros, ministro e secretario de
Estado dos negocios da fazenda e presidente do
tribunal do Thesouro Nacional, assim o tenha
entendido e faca executor. .
Palacio do Rio de Janeiro, aos 5 de Janeiro de
1888, 68' da independencia e do imperio.
Com a rnbrtca de 3oa Macbstadb o Impbraioh
Joao Alftrdo Correia de Oltvewa.
Ministerio do Imperio
Por decreto de 5 do corrate foi nomea-
do Viscoade de Vieira da Silva, com gran-
deza, o Sr. conselheiro de Estado Luis
Antonio Vieira da Silva.
Por decretos de 5 do corrente me*
rain nomeados :
Conselheiro de Estado ordinario o.
selheiro de Estado extraordinario Lbe
Antonio Vieira da Silva ;
Conselheiro de Estado extraordinario c
Visconde de Cavaleante, e os conseUieBwe
Gaspar da Silveira Martina e Maaoel An-
tonio Duarte de Azevedo.
-------------^--------
Ministerio da Juslioa
Por decretos de 5 do corrente, foraar
aposentados apedido :
O bacharel Luiz Francisco da Fontcuu
Lima, no lugar de director da 4a seccSo
da secretaria de Estado dos negocios da
justiga.
O afficial da secretaria do Supremo Tri-
bunal de Justiga, Pedro de Oliveira CWe-
lho.
Foram exonerados: ,
Do lugar de secretario da RelacSo ds.
Corte, o bacharel'Joaquim Mara dos Jksr
jos Espose'.
Do cargo de Io promotor publico &
Corte, o bacharel Joao Baptista de Saai-
paio Ferraz.
A pedido, o bacharel Jos Tavares- Ss
Cunha Mello Sobrinho do lugar de .jaie
municipal e de orphaos do termo da capi-
tal da provincia do Amazonas. /
Foi declarado avulso, a pedido, o jue
de direito ltimamente removido paras
comarca de Miranda, na provincia de Mat-
to-Grosso, bacharel Jos Joaquim Raase
Ferreira.
Foram nomeados :
Para a secretaria de Estado dos negocias
da justica, director da 4* secgao o 1" afir
cial Benedicto Antonio Bueno.
Primeiro official o segundo Alfredo Fsr-
nandes da Silva.
Segundo official, o amanuense Augaafe
Henrique de Almeida.
Offieiaes da secretaria do Supremo Tt*
bunal de Justica, os amanuenses Joao Joa-
quim da Silva e Joao Antonio Tavares.
Juiz de direito da comarca de Mirans.
de Ia entrancia, na provincia de Mate-
Grrosso, o bacharel Antonio Goncalres $?
Almeida. _
Juizes municipaes c de orphaos :
Do termo da capital da provincia 8o'
Amazonas, o bacharel Jos Anselmo 8*
Figueiredo Santiago,
Do de Itajub, em Minas (leraas, uk
charel Antonio Monteiro Freir.
Passaram a servil- os antigoa juizes ajar
nicipaes as comarcas de :
Tatuhy, na provincia de S. Paulo, oav
charel Aureliano Nobrega de VasconcoEaa.
Taubat, na mesma provincia, o babe-
rel Antonio Augusto Moreira de Toledo.
Secretario da Relaeao da Fortaleza,,*
bacharel Pedro Gomes da Frota.
Por portara de 3 do corrente, feiae-
meade amanuense da secretaria do Suprt
mo Tribunal de Justiga Henrique Ferrm.
de Araujo.
Por portara de 5 do corrente foi er-
nerado, a pedido, o Dr. Joa Eduardo T
xeira de Souza do lugar de medico infeab
no do Asylo de Mendicidade da Corte
sendo na mesma data nomeado para o re-
ferido lugar o Dr. Arlindo Augusteilfc
Aguiar e Souza.
Por portaras da mesma data, fiwaaa.
nomeados:
Amanuense do secretaria de Estado w
negocios da justiga, Agenor de Mello JB-
vim.
Amanuenses da Secretaria do Suprea
Tribunal de Justiga, Eduardo Julio Jba-
ques Braga e Alfredo Oongalves Perene
Lima.
Foi nomeado coronel commaodatte
superior da guarda nacional da comarca fe
Ara na provincia da Parahyba, o capiffik
Manoel Gomes da Cunha Mello.
Nao foram' agraciados os seguale-
reos :
Antonio do Reg Silva, condemnade
prisao perpetua com trabalho, pelo jajT*
do termo de Ouricury, na provincia f
Pornumbuco, por crime de homicidio.
Joao Baptista Damasceno, condemndi;
a 14 annos de prisao simples pelo juryT<
termo de S. Jos dos Matoes, na provino;
do Maranhao, por crime de homicidio.
Franciseo Goncalves, coudemnado
pena do 12 annos de prisao com trabalr>y
pelo jury do termo de Manos, na jjt*
vincia do Amazonas, por crime d he
cidio.
Ao Sr. conselheiro procurador ttt
corfta. fazenda e soberana nacional, 3s-
gio o Sr. ministro da justiga, em data a.-.
5 do corrate, a seguinte circular *
< O aviso circular de .22 do mez 9 stttf
passados tem por principal., fim firmar *
independencia e liberdade dos agente*3
ministerio publico quando, como orgHofc
lei, exprimem o seu parecer ou formula*
conclusoes nos autos em que Ibes compftfe
oficiar, nao devendo inspirar-se em ou**. .
criterio que o- da consciencia e da lei-jmr-
cuja exacta e rigorosa execuclo cuzgptf
que empreguem o maior zelo e difigat
< Nao ha interesse que deva prevabsor
ao da applicagao da lei, razio porque 1
promocoes vagas incorrem em oea*
embora explicaveis pelo, alias infaada*
receio de contrariar interesaos como arf*
menores ou pessoas a aue esto eqnrpaft
dos, postas sob a guarda dos ageates $fr
ministerio publico, o quaes nem not a
sos em que a lei alo suffrague taas
resses ficam dispensados de exprimir
camente a sua opinJto livre de outn
aecupaelo que aSo seja a de ea
com o mu nnisterio para que napea
"a





H
tde PernswnbucO"-Sexta-fika 18 de Janeiro de WW
flexivel a justica, o que
ridoaas tantas Teses asadas, e a que se
refere o officio de V.'tae. de 25-oe De-
embro a que respondo. ^ aviso- circu-H
!r de 22 de Dozembrote 1888 foi iri-
gdo aoa agentes do miSWerio publico en*
geral sem outro proposito
erever urna pratica
toa interesses da lei;
exacto e esclarecido o
mus deveres nSo
0 expxsip pelo inspector do Thesouro Provina?
nioBraft de 27 do correnta, n. 606. resolveide
a V. Exc um excmplar lo Diatrio de Pemamtm- accordo com a 1b> n. 1954 de 22 deste mez, abrir
co*le hoje,no qual-est publicado-o edital noti-
ficando o. juiz de dimto, Luiz Jos.Jda Silva
Gusinao de sua remocio da comarca do Breio
nesta provincia para a do Baixo Mearim na do
Mrunnao.
Ao inspector da Thjsouraria de Fazenda.
Ha me trata o
Mlalsterioofe V*
Por decreto de 5 e$Woznat:
Foi nomeado Io eanipUnariola
dega da capital da PB%ha u V
rario da mesma alfandcgft, ApAgio"
aa Murdello.
Foi concedida a Antonio Rodrigues Nu-
es Sobrinho a demis&So que pedio do ln
gar de curador geral das herancas jacen-
tes o^wns *trc "ausentes ua 'capital
vinciafdo iaranhSo.
Hralsterlo d AgrlevMsm '
Por portara de 5 do corrente foi -decla-
rada sem eflfeito a de 6 de Dezembro fiV
do, que noraeou o cngenheiro Francise
de Psala'Chumarles para o lugar de aja-*
dantod; Ia ckwse do prolongamento da,
estrda de ferro do Sobral, por nao taren
aceitado essa nomeacSo.
Por oiitra te igiml data, foi nomeado o
engenheirn Jos Estacio de Lima Brandad
para aquelle lugar.
i]?or portarias de 4 do corrente mez,
foranrnomeados amanuenses da Socretarr
de Estado dos Negocios da Agricultura, e'
e Commercio Obras Publicas, o hachare!
Jos "Prancirco. Soares FUho, e Joan Jos,
Fernandos 8Hva Sobrinho.
Por outra da mesma data, foram no-
meados o engenheiro Jlo Baptista fld
Azevedp, Abel Lopes Pereira, Jos Au-
gusto-He Andrade Costa e Pedro to Ama-
ral e S, para os lugares de chefe, agri-
mensores e escripturario da commiBaio in-
cumbida de reorganizar a colonia de Pe-
riquera-Ass, no municipio de Iguape,
provincia- de S. -Paulo.
Por portara de 4 do corrente, foi
nomeado amanuense da Secretaria de Es-
tado dos Negocios de Agricultura, Com-
mercio e Obras Publicas o platicante da'
iuspectona geral das obras publicas Fran-
cisco Jos Baylo de Calazans Rodrigues.
Foi concedida garanta de jnros de
&[. ao anno sobre o capital de 1,000:0000
a companhia que o coronel Joaquim Veris-
simo do Reg Barros organizar para o
estabelecimento de um engenho central,
destinado ao fabrieo de asaucar-e alcool
de caima, no municipio de Agua Preta, na
provincia de Pernambuco.
Foi concedida garanta de juros de 6-j.
ao anno sobre o capital de 560:0000 .
companhia que o commendador Fructuoso
Dias "Arres da Silva organizar para o es-
tabelecimento de um engenho central, des-
tinado ao fabrico de assucar e alcool de
caima, no municipio de Gamelleira, na pro-
vincia de Pernambuco.
rdito supptanentar na importancia que tr
piecifti,para pagamento das despezas a fazi
por coutadas yochas dos | 1 e 4, art. 2* da
do orcamentorigete; comprehendendo-se
quantii 'de l:77fc*0, cuja necessidade acha-
demonstrada no mencionado officio do Thesouro
inninl Rmnollyn-c rop.
upplafc l^iiyiuajjnalue e
o dente|0i i listad rflBBgBpaj, o
iceusdo pela ordean io rdeadttirimi--. aetia vago.
So de* to Trente te acto 4o*ptfhoilido al "Ofcios :
acert de eaasaanMft**) dalottateza do Bruta* Ao iniaiteno?pleirifotBriBrioo
tquetteata ods^usoellieiojio brigadeiro coa- Aondres.-BMva V. Jxc.ah'
i das-arma* .le taiiern datado aob.n. vklo jtesenteiteieato danmm\
me scTi de>Md -eo o osmio pa* i|rrowo*m*ffe e> ^iw*Hflo*e
Jeajuim das Chagas.
!-** daTinformacSo do inaprtMr *M
m llarinha.
La Bariewdo Sacramento.-Informe
o*6r.-director do Arsenal de Guerra se
* *i^MM|ittido o menor de que'trata
peis.
copia da acta da sessao em que os commissarios
do averno liquida ram as contas relativas, ao
mes de Novombro ultimo. a
-Reitero a Exc. as segnrancas'da mmha per-"
feito estima ',e devida consideraco. Commui-
. .) nyindar pf-T-lh.ekwn a re^"n desta presidencia, a tn portancia de utn eonto ferro. ^^^
Doconsul da Italia. Tranpmitto ao 8r.
Ao mesmo.Deferndo o requerimento do
bacharel Nereu da Silva Gusmao, nomeado juia
municipal o de orphaas do termo de S. Raymun
do*Nonato na provincia do Piauhy, autonso V.
Wlulsorlo da .Hfrra
Por decreto de 5 do corrente:
Foi mandado revrinr rimeira cias-
te du oiulto, o capitao tenente agerega-
do ao eorpo ecclesiastieo padre Joa Ma-
noel de Freitas, visto ter sido julgado
prompto para o servico.
Foram transferidos para a-2a classe do
mesmo- exereito, de conformidade com o
disposto na immediata e imperial resok-
cio de 1.' de Abril de 1871, o capitao dci
corpo de Estado-Maior de Ia classe JoSo
Pereira dos Santos e o alteres do 12.- ba-
talhlo de infantara Rodrigo Antonio da
Fonscca Lessa, hcando aggregadosao cor-
po e arma a que pertencem, visto have-
rem sido jolgados incapazes do servico,
em inspecito de saude a que foram sub^
mettidos.
.--------------------------------------------------1 i .
ntnitorio da Urnha
Em'7 do corrente foram nomeados:
Para o conrmando da flotilha do Amazo-
nas o-capitia de mar e guerra Salustiano
Caetano dps Santos, sendo exonerado do
mesmo commando o eapitao de fragata
Mano el Lopes da Cruz.
Commandantes geral, interino :
Das torpedeiras, o eapitao de fragata
Eliezer Coutinho Tavares.
Da corveta ^itherot/, o capitao de fraga-
ta Fernando Xavier de Castro;
Do cruzador Primeiro de Margo, o*ca-
pitao tenente Henrique Pinheiro Guedes.
Do cruzador Parnakyba, o capitao te-
nente "Joao Justino da Proenca.
4MTtfM d* provltefia
ESPEOIKMTE DO DA 27 DB D1ZMIBB0 DB 1889
Acto :
O presidfiiU' da provincia, attendeado ao
ue reqwreu o promotor publico da comarca do
Jom Jardim bacnarel Hercilio Ltroarcio de Sou-
za, resolve conceder-Ule 80 dias de licenca com
os vencimeatos a que tiver direito, para tratar
de sua saude. devemlo o peticionario entrar no
goso da referida licenca no praso de 80 dias. '
Officio:
Do preaidenteuia provincia do Piauhy.Re-
cebi e agradeco os axeraplares impressos da
falla com qne o Exm. Sr. Dr. Francisco Jos
Vieira de. Castro abri, do da 2 de Junho ulti-
mo a seso da Assembla Legislativa dessa
provincia, enriados por V. Exc. com oficio, a
que respondOj de 88 de Novembro findo.
Ao presidente da provincia de Sania Car
tariua.-rReCbi e agradece, os exemplares im-
presjos do relatorio enriado por V. Exc. com
officio a|ue respondo, de 14 do corrente mez.
Ao presidente da provincia do Rio Grande
do Sul Pelo offino, a que respondo, de 8 da
corrente mez, fleo sciente de haver V. Exc. na
mesma data prestado juramento e tomado pos-
se do cargo de presidente dessa provincia.
Apreaento a V Exc- raeus protestos de esti-
ma e consideraQao.
' Ab general i ommandante das armas.Re-
commendo a V- Exc. qne, em nome desta pre-
sidencia, se diane de mandar louvar o t* cadete
1* sargento da companhia de cavalUria, Candi-
do de Serpa Pinto pelo seu procedimento a que
se refere o Dr. chefe de polica interino em of-
ficio junto por copia, ne 1331.Communicou-se
ao Dr. enere de polica.
Ao mearao Convem que V. Exc. provi-
dencie no sentido de seguir para Ouricury a
torca, que, *e A referida fort,a, augmentada com mais cinco
pracas e um corneteiro. ornando de um ofiicial,
devera embarcar para Penedo no vapor que pa-
ra all tem de partir no da 31 do correte.
Ao iiiesmo Deferido o requerimento de
Feiismina Maa de Lyra, sobre que versa a io-
formacao deaae cammasdo de 24 do corrrnte
sob n 3741, autonso V Ene a conceder baixa
do ervjco.to exereito ao anspecada do"** ba-
talbao de infaritaria Caetano Alvos de Sonza,
filho da "^etieioriaria ; urna ve qne o substitu-
to que tor apreseatado esteja as condkOes da
te neis arbitrado peio Ministerio da Jastica em
aviso de 12 do eorrente orno ajuda de custo ;
devendo dita importancia ser levada opportnna-
mente ao crdito qne tern deceneedero thesouro
nacional.
t Ao mesmo,emetto a V. S., para os de-
vidas effeitos. copia o ywo do Ministerio da
Marinha de l&do correte, n. 10, relativo ao
crdito de 1:5004 aberto por esta presidencia, a
verba Eventuaes em O de Itovembro findo O
obrero que na mesma data informou essa tne-
sounafia em officio n. S80
Ao mesmo.Para que tenha o devido cum-
primento, remetto a V. S. copia do aviso do Mi-
nisterio da Mariona de 18 do corrente n. 2108,?e-
lativD ao abono de 3 meses desold para faier;
niformes ao 2o tenente da armada Eduardo de
Miranda e Silva, embarrado no patacho (wtni-
raftt.
i Ao director do Arsenal de Gurrra.Faca
V S. desembarcar de bordo do vapor Aktgwu
procedente dos portos do Sul, um volumecon-
teado artigos destinados a pharmacia militar
desta provincia, remettjdo lela intendencia de
gnerra, segundo consta de oficio dessa reparti-
$o niri, de 19-corrente-
Ao inspector doTaesouro Provincial. Nos
termos da informacao desse Thesouro autorso
Vmc a mandar pagar i Henrique Deocleciano
Tavares dos Santos arrematante dos reparos da
ponte sobre o rio Corniji a quantia 4744206 im-
portancia da 1* prestajao a que tem direito de-
duzindo-se a responsalidade a do eslylo confor-
me o certificado qne devolvo paseado pela repar-
tico des Obras Publicas em 19 do corrate.
Communicou-se as Obras Publicas.
Ao mesmo.Nos temos da informacio
desse Thesouro em offieio de honteai sob >
.603 autoriso Vmc. a mandar pagar a Antonio Pe-
reira da Rocha a quantia de 252*340, da qual
ser deddzida a rasponsibilidade do estylo, con-
forme o certificado que devolvo, importancia da
4* prestacoo|a que tem direito o contractante das
obras de reparos do pontilbio Aojo sobre o rio
Sibir. Communicou-sc a repartico das Obras
Publicas.
Ao mesmo. -De accordo com a informacio
de Vmc. de W- do 001x6010 n. 598, aotoriso-o a
mandar abonar a ajuda le custo a que ti ver di-
reito o alferes do corpo de policia Deocleciano
Peixoto de Aiencar, que destacou para Pao d'A-
Iho.Communicou-se ao commandante do corpo
de polica.
Ao engenheiro Lycurgo Jos de Mello.
Segundo o aviso do Ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas de 18 do corrente,
foi Vmc. por portara de 16 despensado da com-
missao de exploracoes de trra para o estabele-
cimento de ncleos colonia es nesta provincia
para que foi nomeado por portara de 18 de Ja-
neiro do anno paseado; o que comaunico a
Vmc. para sua direccao. Communicou-se a
Thesonraria de Paeenda.
Ao Io juiz de paz do Io districto da paro-
cha de Nossa Sennora do O' do Aniaho.- De-
claro a Vmc. em resposta ao seu officio de 14
do corrente moi, qne ao iuii do purtm cawu-
oio oobc o eervico da riferclto p. inappegao de
(pip trata u art. 2o do regnlamento ao registro
civil.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
aa mande dar passajrens do presidio de Fernan-
do de Noronha a esta capital, por con la das gra-
tuitas a que o governo tem direito, a mulher c
3 lillios menores do sentenciado Jos Manoel de
lima conhecido por Jos de (Jdz.Communicou-
se ao director do presidio.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco mande dar transporte
at Palmares, por conta da provincia a um alfe-
res e 15 pracas do corpo de polica, sendo a
Sassagem do Ofiicial em carro de 1* classe e as
as pracas em 2a, com direito a respectiva baga-
gem.
MiUatii mutnndis ao encarregado da esta-
cio de I'na at Barra de Jangada.
XXPKDUmZ DO BU. eCMTAIlO
Oficios :
,Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
S. Exc. o Sr. desembargador presidente da
provincia manda remetter a V. S. as inclusas
ordens do Thesouro Nacional dens. 223 a 227.
Ao secretario da commissao da exposicao
universal de Pars.S. Exc. o Sr. desembarga-
dor presidente da provincia manda communicar
a V. S. que o superintendente da estrada de
ferro do Recife ao Limoeiro j providenciou so-
bre os passes a que se refere o seu officio de 24
do corrente, sob n. 22.
Ao agente da Companhia Brazileira.S.
Exc. o Sr. desembargador presidente da provin-
cia ficou inteirado pelo officio de V. S. de qoe o
vapor Alagos entrado boje a 6 horas da manha
dos portos do sul, segara para os do norte ama-
nha as 5 da tarde.-Communicou-se a directora
da agricultura.
Ao agente da Companhia Bnziieira.S.
Exc. o Sr.^ desembargador presidente da provm-
cia.oou inteirado pelo officio de V. S. datado
de hontera de que ovapor Principado Grao Par
entrado a 25 dos portos da Babia e escala re-
gressar para os mesmo portos 20 as i horas
da tarde.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
S. Exc. o Sr. desembargador presidente da
Erovincia ticou inteirado pelo officio de V. "S. de
ootem datado de serem expedidos por essa
companhia o vapor S. Francesco para os portos
do norte at oCear, 29 as 5 horas da tarde,-e
o Mandah para os do sul at Aracaju a 31 mes-
ma hora.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco.O Exm. Sr. desem-
bargador presidente da provincia remetteu nesta
data a decisao do governo imperial o assnrapto
a que se refere a informacao de V. S. em officio
de 18 do corrente sob n. 113.
BXPaOUHITB BO DA -8 DB DKZBMBB0 DE 1888
Actos :
O presidente da provincia, usando da-at-
tibuicao conferida pelo art. 7 da lei de 12 de
Agosto de 1834, resolve prorogar at o dia 31
do corrente mez.a actual sessao da Assembla
Legislativa Provincial.Fizeram- se as necessa-
rias communica{oes.
O presidente da provincia, de conformida-
de con o art. 68 da le n. 602 de 19 de Setem-
bro de 1850; resolve reformar no mesmo posto o
tenente ajudante do 65* batalbao de faruaria
da guarda nacional da comarca de Olinda, Pran-
ciaco Jaauario Nunes da Silva.Communicou-se
ao commandante superior respectivo.
O presidente da provincia, em execucSo da
lei n. 2395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
nomear Manoel Liberato Fernandes Soares para o
posto de teoente ajudante do 65 bataihio de ia-
lantara da guarda nacional da comarca de Olin-
da.Communicou-se ao commandante supe-
rior
O presidente da provincia, em execnco da
lei a -395 de 10 de Setembro de 1873, resolve
nomear Manoel Jos Ferreira para o posto de al-
feres da i* companhia do 8o batalho de infan-
tara da guarda nacional da comarca doRecife,
em substituico de Aleixo Rodrigues de Mour
que foi nomeado capitao da 5 companhia do 3o
batalbao da Mesma comarca.Communicou-se
ao commandante superior.
O presidente as provincia resolve, de con-
formidade com a propona do Dr. chefe de poh-
cia am officio n. 1350 de hoje datado nomear
fte^ino Cofdeiro Falcao para o lugar, que se'
acha vago, de t* suppleite do delegado do ter-1
mo do Brejo. '
ao
cnsul da Italia, em resposta ao |seu oTicio n:
823 de 10 do eorrente, copia do que me dirigi,
em 26 do citado mez, o Dr. chefe de polica
prestando infbrmago a respeito da representa-
ao do subdito de sua uaco Francisco Petro-1
cellL na qual queixa-se de haver sido maltra-
tado peto chefe da estacodo Brum na octasio
em ^ue ah aguardava a partida do trera qne de-
via condnzil-o para o povoado de S. Lonrcnco da
Matta.
Renov ao Sr. cnsul os mena protestos de
elevada estima e distincta consideraco.
Ao Dr. chefe de polica Transmiti a
V. S. o officio junto por copia de 25 do -jrrente
mez do juiz de paz ao districto de Canborinho
para que recommende antoridade policial
d'aquella locahdade qne promova a manuten-
cao da ordem, desteuindo por meios suaso-
rios os elleitos da falsa propaganda constante
do predito officio, e colha provas do procedimen-
to do vigario bacharel Manoel Cavaleante de As-
sis Bezerra de Menezes aflm de conhece^3e de
sna responsabilidade por esse facto.
vAo governador o bispado. Peco a at-
tencao de V. S. Revma. para o Officio junto por
copia, de 25 do corrente mez do juiz de paz do
districto do Canhotinho, no qual se declara se-
rem devidas as insinuacOes do vigario d'aquella
freguezia, Revm. Manoel Cavaleante de Assis Be-
zerra de Menezes, as desordens que se espera-
vara e que tendera a manifestar-se a i de Janei-
ro vndouro, dia designado a execucao do regis-
tro civil dos nam'nclitos, casamentes- e bitos.
Ao inspector da Thesouraria de /aseada.
Transmiti a V. S., paraos fins convenientes,
o officio por copia, datado de 27 do correntemez,
relativo ao exercicio na vara especial do com-
mercio desta capital.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia
do Recife. Remello a V. S. para o sen conhe-
cimento e devidos elleitos copia do aviso expe-
dido pelo mmistero da fazenda em 10 do cor-
rente, a respeito da isenco de direitos de im-
portac&o e de expediente para os medicamentos
e outros artigos que a Junta dessa Santa Casa
mandou buscar em Pars com destino ao-Hospi-
tal Pedro 11.
Ao presidente da Sociedade Pr imotora de
Iramigrago. Remetto a V. S. para conheci-'
ment da Sociedade, de qne V. S. presidente
copia do aviso de 18 do corrente em que o Exm.
Sr. ministro da agricultura, commercio e obras
publicas declara que o governo imperial acceita
com 6atisfac*o o valioso concurso da mesma So-
ciedade para fundar-se o servico da immigracao
nesta provincia.
Ao director geral das Obras Publicas. A*
vista da representaco de Vmc. contida em offi-
cio de hontera sob n. 246. autoriso a mandar
col locar por empreitada de conformidade com as
disposicoes em vigor 73 pranchas oreadas em
51 i 00, em substituicao das 73 que se acham
arruinadas no lastro da ponte sobre o rio Una
na estrada de Agua Preta e Jacuhype. Commu-
,De
ico
Bno Ravmundo Nunes de
Dias da 3Hpa
vine i al. j
_ da Presideili
aneiro" de 188fc
W.immpn
Lima.
Cur
corveta norte-americana Tallapoota, por temor
itr fjjjjB)s|M*p| Jim^pir i TTtTfftH ^VMiimu'.
Aunprensa ceusurava o proced jiento inepto
a cobarde d'aquelle funecionario e peta (pie
fosse destituido com urna nota infamante' para
nao poder mais oceupar nenhum emprego- pu*
buco. ...
Este assumpto fqi tratado em conselho de go-
verno, produzindo-se serias desavengas entre os
ministros Garca Lagos, Beaindnagne, e Len, que
ivam que o chulamUjco anm devia -aec
ituido, ao mcBBagr^iMquosigDBs de estro*
amentos e opraiia Ao gorerrio ma H Mente'"**
-.:_ M^z pelo fundaoBjato ItaMRie as mudancas fre*.
DjBBites prejudicam adriBiistracto.
r Na corte foram unbalos ettK lelegram-

Seneflte,raal6s\ao do com-
da capital e outras localida-
^.1 sec^rofS-N. 65 secretaria da
icia de Pernambuco, 17 de Janeiro
1889. Im. X.' Exc. que foram hohtm recomidos
Casa de Det'encao os seguintes indivi-
cnos Ayres, 5|iajaneim (raBWdado).
'" PaajuapfBideii Hpni sy
de*rrodBe>VsiumKaoa "iUn-
governo do
a estrada
ieu||pn syndicato'
ai .fcuwsm^
mercio e do povo
des ao presidente da provincia Dr. Balbiao aa
Cunha, que foi muito felicitado pela ana dmi-
nistracao.
Por occasio da manestaco levanlaram-se
muitos vivas a S. M. o Inrperrnor.-fennlia impe-
rial, gabinete 10 de Marco e presidente do con-
,j 9 de Janeiro
steve .Bponent trmanifestajo aopresi-
ivincia. Dede a tarde principiaram
a encherrgexde familias as salas do.palacK).
As 7 adras chegaram os manifestantes em nu-
mero superior a mil, orando oDr. Lagos. Tam-
hem Mitrara por parte da thesouraria, o ins-
pector ;e-do thesouro, o proootdor iscai.
POT-otra gentil tilhado 9r.H. Negrto, foi en-
asta estrada prolongar-se-ha' at a rTTla
Encarnaco.
i ue pedras.
A minha ordem, Justina Lucia de
Prazeres, como alienada at que tenha o
conveniente destino.
A' ordem do snbdelegado da freguezia
de Santo Antonio, Manoel Andr ,Pereira
da Silva, Amaro Lourenco Pereira da
Silva, e Marcos *Ratis da Silva Carvalho,
por i embriaguez e disturbios.
A' ordem do do .2.- districto da fregue-
zia da Boa-Vista, Hermina Mara Jos, e
Joaquiu Oavakante de Aaevedo, por dis-
turbios.
A' ordem do da freguezia de Nossa
Senhora da.'0-raya, John Gardener, por
infraeoao de postnnas.
Communica o alferes Jos Nicolao Fer-
reira Gomes, ter no dia 14 do corrente,
assumido o etxercicio do cargo de delega-
do do termo da Essada, na quahdade de
1.- supplente.
Ne dia 14 deste mez aasumio o exer-
cicio do cargo de subdelegado do 3.- dis-
tricto do termo do Cabo, na quahdade de
3." upplonte, o cidadao Jos da Silva
Ribeiro.
Deus guarde a V. Exc.Illra. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Gos, muito digno presidente da provin.
cia. O chefe de polica, Antonio Firmo
Figmtira de Saboia.
Thesouro Provincial
despachos do dja 16 de janedjo
ue 1889
Jtio Pinheiro Catle.Volte ao Sr. Dr.
contador com a inclusa certidSo apresenta-
da pelo Bupplicante.
Bacharel Pedro Gaudiano de Ratis e
Silva.Informe o Sr. Dr. contador.
Joaquim Duarte SuuSes & C. Informe
o Sr. Dr. administrador da Kecebedoria
Provincial.
Domingos Teixeira Bastos.Ao Sr.
thesoureiro para os. devidos fins.
Commendador Antonio Valentim da Sil-
va Barroca, Antonio Francisco Cordeiro
de Mello.Haja viste o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Coronel Jos Bellarmino P. de Mello.
Dse.
nicou-sc ao Thesouro Provincial. .
ao ur. lusuecior. ue uvgieuc panuca Pro-
videncie Vmc. anm de que seiam enviados se-
cretaria desta presidencia atguns tubo-i com
lympha vaciaica.
Ao juiz municipal e de orphaos do termo de
Ouricury. Convem que Vmc. responda as im-
putases, que Ihe s9o rcitas nos orlicios t! mais
pecas, juntas por copia, com referencia aos acon-
tecimentos, que ltimamente se deram no termo
de Ouricury, e declare o motivo que o levou a
abandonar o mesmo termo.
Porta riasi!
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faca transportar para a provincia das Atagoas,
por conta do ministerio dos negocios da justiga,
os criminosos e as pracas de polica de que tra-
ta o Dr. chefe de polica no omcio, por copia, de"
hoje datado n. 1,352. Expedio-se ordem ao
commandante "do Corpo de Polica para mandar
a presentar as duas pracas e communicou-se ao
Dr. chefe de polica.
O Sr. gerente da Companhia Pernambu-
cana maade transportar gratuitamente com pas-
sagem de proa para Penedo no vapor qne segu
para os portos do sul a 31 do corrente a Candi-
do Pereira de Oliveira.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar nassagem de re at. Natal, no vapor
que negu amanha para o norte, a Joaquim Da-
masceno de Albuquerque por conta das gratui-
tas a que o governo tem direito.
KXPEIHENTB 00 DB. SBCUTABIO
Orados :
Ao Dr. chefe de polica. S. Exc. o Sr.
desembargador presidente da provincia manda
declarar a V. S. que a escolta e o pessoal de
3ue trata o seu officio de 26 do corrente n. 1,342
evem vir a pe para esta capital.
Ao Io secretario da Assembla Legislativa
Provincial. De ordem do Exm. Sr. desembar-
rdor presidente da prsvincia transmito a V.
em resposta ao seu officio n. 92, de 6 do cor-
rente copia do de n. 1,344 de 26 do citado mez,
em que o Dr. chefe de polica presta inforraa-
coes sobre o espancamento de Mara de lesos
doHascimentoBorgese providencias dadas con-
tra o seu oflensor.
Ao engenheiro fiscal da Companhia. Perro
Carril. De oadem do Exm. Sr. desembargador
presidente da provincia eccuso o recebimento do
officio de 26 do corrente, no qual V. S. participa
que no dia anterior, na viagem de 4 horas e 36
minutos da tarde, o carro n. 43 da linha da ponte
da Boa-Vista ao passar pelo caes do Apollo jun-
to a estacada de taboas do esgoto da ponte
Bnarque de Macedo, atropellou um hornera .de
cor preta ferlndo-o na cabeca, sem que podesse
ser evitado, e que a autoriaaee policial tomou
conhecimento do facto.
ius|ir.>ifi ftprai da In*
"'ubllca
fBMM
Pab
despachos do dia 16 de janeiro
db 1889
Digna de Santa Rosa.- Eucaminhe-se.
Amelia de Santa Rosa Cunha.Enca-
minhe-se.
17 -
Benedicto Marques Vieira.Encami-
nhe-se,
Rita Francisca dos Anjos Chacn. En-
caminhe-se.
DESPACHOS DA PB8IDEJICIA DO DA 16 Dk
JABSISO DB 1889
Archimfldfls Frederico Schiappe da Costa
Rubim. Concedo 2 mezes.
Antonio Duarte de Figneiredo. Infor-
me a Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Antonio Elias de Souza. Prove a sei-
ta que pertencem os contrahentes para
conheoer-se ai o pastor est antorisado nos
termes do decreto n. 30, 69, de 17 de
Abril de 1863.
BarSo de Arariba. Encamiahe-se pa-
gando o Bupplicante o porte no oorreio.
Beatriz Amalia da Silva. Indeferido.
Christiano Frederico Martins Ribeiro.
Passe portara, nomeando interinamente o
supplicante.
Feliciana Eduviges da Costa Gama.
Concedo dona mezes com ordenado.
Irmandade do SS. Sracramento da Ma-
triz da freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
calves do Recife. Requeira ao ministe-
rio da Fazenda.
Dr. Jos Joaquim Seabra.Passe por-
tara na forma requerida, e nomei-sc o
Dr. JoaquinTde Albuquerque Barros Gui-
maracs.
Joaquim Elias de Albuquerque Reg
Barros. Informe o Sr. inspector d* The-
souro Provincial.
DIARIO DE PEBHAHBDCO
RBCIFE, 18 DE JANELRO DE .1889
Noticias do Paclfle*, Me da
iPrata e Sol do imperio
O paquete nacional Para, non tem chagado do
sol, tronve as seguintes noticias :
lvavciO**
Datas at 29 be Dezembro.
o\ apresentado ao coagresso da Bolivia um
projecto de lei declarando necessaria a reforma
da constuicao nos arts. 26 e 27, que ficarao
assim redigidos:
Nos casos de grave perigo por causa de com-
moo interna ou de guerra externa que ameace
a seguranca da repblica, o presidente d'ella com
o parecer affirmativo do conselho de ministros,
de um secretario geral ou por si s, podera de-
clarar o estado de sitio na extencao do territorio
qne fpr necessario e por todo o tempo que repu-
tar indispensavel. Esta mesma faculdade poder
rao exereer os perteitos de departamentos no
raio de sua circumscripc&o sement no caso, de
commocao interna e sujetta approvac&o su-
prema.
A declaraco de sitio produz os seguintes ef-
fcitos:
O executi vo poder augmentar o exereito per-
manente e chamar ao servico activo a guarda na-
cional;
Poder negociar a antmpaco que for neces-
saria sobre eontricuiooes e rendas nacionaes ;
Poder egociar e exigir eraprestimos na me-
dida das neeesaidades, aieudo uso dos meios
coactivos que estiverem ao seu alernce ;
Poder reduzir o pagamento das listas civil e
ecclesiastica eas consignacoes manicipaes em
proporcao que seja suficiente para cobrir os
sastof militares que se originarem pela alteraco
da ordem publica, esta reduccao, porm. nao po-
der exceder de 5 % vtbn a lixacao do orca-
mento;
Poder a autoridade legitima expedir ordens
de comparecimento, priso, desterro, banimento
da repblica contra os indiciados de tramaren)
contra a tranqnillidade publica;
Poder igualmente snspender ou reter a cor-
respondencia epistolar, reservar para si e oso do
telegrapho e estabelecer o uso de passaportes
para as pessoas que entrarem ou sahirem no
territorio sitiado;
Poder suspender e prompir as publicacoes
da imprensa e todo o genero de reunioes.
Em todo o caso de guerra estrangeira, os.ros
de rebelliao sero castigados como trahidores
patria-
No caso de rebelliao contaminada, todos
quantos tomarem parte n'ella cem armas sero
jidgados por conselhos de guerra, na conformi-
dade das leis militares.
Poi promulfjuda, com a clausula de ser sub-
mettida a ratifcacao do congresso prximo, a
reforma feita pelo actual congresso oo artigo 21
da ooDstituico poltica do Chile no sentido de
estabelecer incompatibilidades parlamentares.
Rio da Pruta
Datas de Buenos-Ayres at 30 de Dezembro, e
telegraphicas at 9 de Janeiro.
Segundo as informacoes chegadas de .Colonia
a Montivido. o facto que occasionou a morte
de Carro e Aranda foi revistado de todos os ca-
racteres de um assassinato, assegurando-se que
a polica permaneceu cga e muda diante da
consuramagao do crime.
O povo indignado rennio-se iaHtte da repar-
tico da polica onde afirmase que foram ul-
timadas as victimas e depositados os seus cada-
veres, em attitnde de protesto, sendo repellido
com ameacas pelo primeiro oficial Pannero.
.Este deciarou que pedio auxilio das rorcas da
0 Sr.'.le Wilde preeacher a vaga do fidado
Cambaccres no senado nacional.
^ Dr.Carcano deixar a direccao dos correios,
alim de assumir a pasta de ministro do inte-
_ 1 i ii -
O presidente da repubhca, o Dr. Carcano e o
general Mancilla e familias demonar-se-bao em
Cordova at 20 do corrente, segurado depois
para Montevideo.
O Dr. Peligrini, vice-presidente da repblica,
asumi a presidencia e n'ella se conservar du-
raste a ausencia do Sr. Jurez Celman,
Est marcada para amanha a inaugraco da
pruneira hacia do novo porto desta capital.
0 Sr. Wilde tratou particularmente a tenni-
naco das obras do porto do Rosario, as qpaes
estavam sendo'feitas por conta do gaverno-
O governo dirigi ao dp Chile urna nota diplo-
mtica na qual queixa-se de que os subditos
chilenos invadera os terrenos aurferos da Terra
do Fogo, pentencentes Repblica Argentina.
. 6 de Janeiro.
Continua a agitaco eleitoral.
as provincias de Santa F e Mendoza o Dr.
Jurez Celman, presidente da repblica, foi pro-
clamado chefe do partido nacional.
Foi fundado um banco nacional.
Montevideo, 5 de Janeiro (retardado).
O commercio dirigi ao presidente da repbli-
ca urna representaco. pedindo a revogaco da
lei sobre o imposto de licencas.
O presidente, em resposta, deciarou que o go-
verno apresentar aquella representaco ao par-
lamento.
O Sr. Stewart foi eleito senador pelo departa-
mento de Durazno.
Brevemente estrear em corridas de touros o
primeiro espada-Lagartijo.
6 de Janeiro.
lia grande animaco para o premio interna-
cional.
O presidente da repblica e sua comitiva par-
tiram s 6 horas da manha para Minas, alim de
inaugurar a estrada de ferro.
O hispo Jregni far cora toda a solemnidade a
benco da estrada.
tenos-Ayres. 7 de Janeiro (retardado).
Por causa da chura foi adiada a inaugurado
da primeira bacia do novo porto.
Rebentou em Mendoza, hootem ao meio dia,
urna iasarreico de earacter polilico da maior
gravidade. As forcas de que dispem as auto-
ridades locaes e que foram impotentes para re-
primil-a, nao poaem, portanto, combater a ex-
tens.io ameagadora do movimerito sedicioso.
No conflicto foram presos o governador Bene-
gas, o ministro Seru e o chefe de polica.
Annuncia-se que os ehefes senador Zapata e
Dr. Calvet auxinaram o 12 regiment de linha
na insurreicao.
Consta que o governador Bcnegas renunciou o
seu cargo e que o governo nomear amanha
qaem o substitua.
Os revoltosos cortaram o fio telegrapbico.
O rice-presidente da repblica, Dr. Pelligrini,
mandn para -aquella provincia, am de apazi-
Suar os nimos, o senador Dergui. aeompanhado
o secretario da presidencia Avellaneda.
. A eleicfto para governador disputada pelos
Srs. deputado Civit e coronel Ortega, sendo fa-
voravel a este ultimo o movimento dos elei-
Knco.
O governo da .provincia ae nenos-Ayres vai
vender a estrada de ferro dessa prorlncid.
8 de Janeiro, i
O premio do ouro vista 4/9 1/2%, para o
prximo sabbado 49 3i4 "io e para o fu do mez
49 3i4 8 de Janeiro.
A saraiva causou grandes estragos perto de La
Plata e em Mercedes, arriscando a sorte das cc-
lheitas.
Consta que a autoridade oriental do Salto vio-
ln o territorio argentino em Concordia, aprisio-
nando algnns orientaes.
O denotado Civit acensa o coronel Ortega como
autor da insurreicao de Mendoza.
O parlamento elegen o deputado nacional Der-
mejo para exereer interinamente o lugar de go-
vernador da provincia de Mendoza.
Montevideo, 7 de Janeiro (retardado).
Para solemnisar a inaagoraco da estrada de
fcrro de Minas, hoove non tem um banquete, ao
qual assistiram o presidente da repblica e cerca
de mil convidados. Foram pronunciados rauitos
discursos congratulatorios por mais este meiho-
ramento.
No grande premio internacional de mil libras,
foram vencedores em primeiro lugar Exequo, la-
tir e Recuerdo e em segundo Noblesse. "
Um horaem de cor preta, tripolante de um na-
vio norte-americano, falleceu hontera na roa do
Riachuelo, victima do cholera, segundo diagnos-
ticou o Dr. Snssini. a junta de hygene propoz
que seja imposta a observacao por 48 horas aos
navios que tronxerem a bordo medico argentino
e por tempo indeterminado aos demais.
Os joraaes daqui do noticia do fallecimento
diario de 15 pessoas atacadas de febre amarella
no Rio de Janeiro.
A opposico censura o chefe de polica Capde-
ville por ter prohibido urna reunio socialista..
Foram rambem presos na insurreicao de Men-
doza o ministro Villanueva e o senador Zapata.
8 de Janeiro.
Continen na Cmara dos Deputados a diseas-
sao da creacao do Banco Cabrn sendo prova ve I
a saa rejeicio.
A junta de hygene pedio augmento da qua-
rentena para os' navios brazileiros.
Buenos-Agres, 9 de Janeiro.
La Nacin annoncia tres novos casos suspeitos
de cholera na Boca do Riachuelo, j tendo havi-
do um bito.
Continua a agitaco eleitoral em Santa F.
Foi assaltado o Club Commercial de Mendoza.
0 ex-governador desta provincia Benegaz, de-
ciarou que fra fbreado a renunciar esse cargo,
pedindo por esse motivo para ser-lhe restaurado
de novo.
O general Racedo, ministro da gnerra, suspen-
den o commandante e o major do 12 batauo
de linha, por terem tomado parte na insurreicao
e mandou prender dous oficiaos do referido ba-
talho :
. Falleceu o Sr. Benjanm Davila, irmao do di-
rector de La Prtnsa.
O governo do Paraguay pedio que se encetas
sem negociacOes diplomticas com a Bolivia, a
respeito da questo de limites.
Um incendio destrnio a igreja da Encarnagio,
em Assumpcao, causando grandes estragos.
.0 senador Derqui assunso o governo da pro-
vincia de Mendoza.
O Sud-America nega que fosse de cholera-
morbuso caso manifestado no raarraheiro ame-
ricano que falleceu na Boca do Riachuelo ; po-
rm o Nacional affirma ser de cholera-nostra.
Montevideo, 9 de Janeiro.
Tem subido o prego do gado na fronteira.
Parti hoje para a Europa o ex-ministro hes-
panhol J. 4-rellano.
Rio-Craad- ao Sol
Na corte foram publicados estes telegrammas :
R o Grande, 9 de Janeiro
No dia 16 embarcam as tropas para Matto-
Orosso nos vapores Rio Pardo, Rio Negro < La-
dirio,
PaBfem amanha com destino a S. Paulo 102
pracas commanladas por um capitao.
Vao servir na comnateo de que chefe o co-
ronel Cunha Mattos.
9 de Janeiro
Poi: ter o marechal Deodoro declarado nao ha-
ver commando em Matto-Orsso para dar ao ge-
neral Pacheco, ficou sem effeito a nomeaco des-
te para commandante de brigada.
Paran
Foijam publicados na corte estes^elgram-
cam pe
de pnta -Heurada e
mas:
*
A' ceia varios brindes foram feitos a S. Exc,
ao Visconde de Ncar, Bar8o do Serr Azul, se-
nador Correia, chefe de polica e outros. A's 10
horas comecjram as dansas, que prolongaram-
se animadas at alta noute.
0 Sr. Dr. Balbino deve eslar convencido do
quauto se tem feito estimado na provincia ; %.
Exc, modesto sempre, reverten toda3 as sauda-
goes ao ministerio de que delegado.
Tocaramas msicas dos regimentog.
8. Paulo
Datas al 9 de Janeiro.
Sao destituidas de interesse as noticias desta
provincia.
Minan-fccraea
Datas at 7 de Janeiro :
Durante o anuo prximo lindo trataram-se na
enfermana da cadeia 597 doentes, dos quaescu-
raram-se 557, falleceram 19 e continuam 21.
Entre os fallecidos contam-se 7 de iesao cardia-
ca e 5 de tubrculos pulmonares.
Na Santa Casa da Misericordia foram tra-
tadas 339, tiveram alta 226 e falleceram 71, exis-
tindo no dia 1, W. Tubrculos pulmonares e Ie-
sao cardiaca foram as enfenaidades queiixexam
maior numero de victimas.
Nos lazaretos do Jardim Botnico, Rancha-
ra e Bandeirinlias foraai tratados de Julho a Se-
tembro 12 variolosos indigentes, dos quaes suc-
cumbiram 6.
2o/districtode Caxamb.s 3 horas, da tm--
de de 3 do corrente, Joaquim de Mello, caixeiro
do negociante Domingos Jos.Goncalvesde Mel-
lo, assassinou cora uuia garrucha de daos canos
a D. Mara Ignacia, mulher do referido nego-
ciante, aproveitando a ausencia deste.
Perpetrado o crime, apenas presenciado por
ama criada, que fugio aterrorisada, o assassino
carregou novamente a arma e sabindo para a
ra, ameacava de morte todo aquelle que ten-
lasse prendel-o. Ao estampido dos tiros acu-
diram pracas de polica e pessoas do povo, mas
todos receiavam effectuar a priso vista da at-
titude do criminoso. O sargento Firmino de
Souza Freir, commandanlc do destacamento,
com louvavel intrepidez, atirou-sc ao assassino,
mas este pode evital-o e desfechar-ie um tiro,
que o ferio gravemente.
< os gritos da multido, que, armada, queria
justicar o audaz criminoso, este veado-se cerca-
do por todos os lados e perdido, com o outro
tiro que licra aa garrucha, suicidou-se, cabra-
do na ra a poucos passos da casa do nego-
ciante
No districte de S. Sebastio da Serra do
Salitre, em distancia de quatro leguas da cidade,
resida Jos Antonio de Souza Jnior, que incol-
cando-se Pai Eterno, baptisaua, fuzia casamen-
tos, desfa/.iii-os. confessava, tnartyrisando seus
proselytos com penitencias taes como o acoite
com varas de espinlios, a privacao absoluta de
alimento e outras,
No dia 18 do mez Ando seguiram para o lugar
o juiz municipal do termo, interinamente na
vara de direito, Dr. Eloy Ottoni, o sargento An-
tonio Jos dos Santos, cinco pracas de polica,
o fazeudeiro Joaquim Jos de Castro, seu cimba-
do Antonio. Machado e outros, e all chegando
cercaram a casa de Souza Jnior.
Presentindo-os Souza e seus filhos trataran)
de os repellir, e com azagaias, chucos e cceles
mataram o sargento Santos, O fazendeiro Castro
e espancaram o juiz e pracas Joaquim Jos dos
Reis, Cara i lo Rodrigues Mourao e Joao Francisco
ae paula-
No dia segrate, o delegado de polica a quem
o juiz communicra a occurrencia, seguio para
o districto eom o promotor publico, o jniz muni-
cipal supplente em exercicio e multas outras
pessoas em numero excedente de oitenta, muni-
do de mandado para a priso dos criminosos, o
3nal fra expedido pela autoridade judiciaria
epois de ouvidas algumas testemunhas.
Ao chegarem prximo casa do ousado fan-
tico foram accommetlidos por elle, seus filhos e
outros proselytos, distingundo-se entre estes
um crioulo, Antonio de Rczende. que re incul-
ca va Santo Antonio e, travando-se lucta suecum-
hiram os resistentes referidos Souza, seus filhos
Jos,Antonio e Manoel Firmino e o crioulo Re-
zende.
Rio le Janeiro
Dalas at 10 de Janeiro.
Em trem especial seguio a 7 para S. Paulo o
conselheiro Antonio Prado, ministro da agricul-
tura.
Assumira interinamente o exercicio d'essa
pasta, o ministro de estrangeiros, conselheiro
Rodrigo Silva.
O brigadeiro Augusto Frederico Pacheco
teve ordem de partir para Matto-Grosso sob as
ordens do marechal Deodoro, e o brigadeiro An-
tonio Mara Coelbo, que chegou a Montevideo,
tilldo de Matto-Grosso, teve ordem para vir a
esta Crte, fm de ir depois para o seu destino.,
Do engenheiro chefe da prolongamento da
estrada de ferro do Recife ao S. Francisco, eri-
giram-se informales urgentes, acerca do modt
porque foi feito, na administrado do eogenheir
Arestides Galvo de Queiroz. o pagamento d*
lastro ao competente empreitejro, para qae e
governo seja habilitado a resolver acerca da ma-
teria, salvaguardando os interesses do "rtado
sem offensa dos direitos do mesmo empreitiro.
Ao engenheiro fiscal do 1" districto dos
engenhos centraes recommendou o ministerio
da agricultura que, dirigindo-se fabrica esta-
blecida na capital da Parahyba pela companhia
Engenhos Centraes da Parahyba e Sergipe, pro-
ceda, all s experiencias indicadas pelo Dr. F.
Draeoert, auxiliar ttchnico do mesmo ministerio
e aprsente infbrmagoes mais minuciosas, dados
mais positivos do que os do seu officio de 7 de
Dezembro.
Lemos no Jornal do Commercio de 8 sobre
a Exposicao de Assucar e Vinho :
Esta exposicao tem sido muito frequentada
e com grande afflueneia de familias' e pessoas
importantes. Suas Altezas a Princeza Imperial
eo Sr. Conde dT5u a visitaram na quarta-feira,
s 9 horas e 3(4 da manha.
No primeiro dia os visitantes foram 2.000
no segundo 490 e hontem 080. '
A exposicSo franqueada gratuitamente ao
publico todos os dias, das 11 horas da manhjj
as 4 da tarde.
Tem-se continuado a receber importantes
remessas de expositores.
J existem expostos 1.600 artigos diversos
de assuear. e perto de 1.000 de vmhos e hqni-
dos alcoolicos E', portanto, a mais numerosa
exposicao desses gneros feita no Brasil.
A cmara municipal de Pelotas acaba de
enviar urna importante remessa. Figurara nella
vmhos tintos de uva Izabel, vinho feito com ce-
pas portuguezas em 1882, outro da mesma qua-
hdade de 1887 e 4888, vinho Galabro, licoroso
obtido com a evaporaco|do mosto, vinho tint
de Bruyeres qaeimado, etc. .
* Alm disso ha cor apperitivo de cascas de
laranja amarga, cognac provindo da distillaco
de vmho de Bruyeres, Kirsch, ou agurdente
proveniente de pecegos. Estes vinhos o licores
sao da fabrica de Bartholomeu da i'osta. Ha
alm disso, vinhos nacionaes de Benito Mauxel-
las A Filhos e de outros productores.
Estes speciraens denotam os esfbrcos da
agricultura era Pelotas
aala
Datas at 14 de Janeiro
Em reuniao poltica, realizada no escrip^prio
do Diario da Baha, foi escolhido o conselheii-o
Antonio Carneiro da Rocha para competir com o
Barao de Guaby, chamado aos conselhos da co-
rea, na-eleisSb une se tem de proceder para
preenchimento da vaga de deputado geral pelo
! districto.
Alagaan
Datas at 16 de Janeiro
lAsiumira a administracao d provincia "no dia
6 o Dr. Anstides Augusto


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a^iVu.
*-jtfr*>A


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diiBaiiiaa>#io^HS3a^esta 3
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*/
i

Lem os na Retiste do Norte de 16 :
' Ao amanbfecer do dia 14 do corrate nju-
fragou no porto de Jaragu, em frente a cappa
niado porto a harcaca tubera proceden do
Pasa com um carregamento de 246 saceos com
asstrcar, sendo 105 do Sr. Tfiatao, UJOdo-Sr.
major Tiburcio FalcSo e 41 de diversos larra-
dores. ,
O stnistro deu-se por impericia do mostr
passando ao norte da boia contra todas as re-
gras da navegago. _
< Depoii de bater durante muito tempo sobre
os arrecifes esperando a enchente da toar, veio
fundear no meio das alvarengas que t acham
ancoradas no porto e alii subraergio-se.podendo
ter-se feito de vela para a praia e salvar toda a:
carga.
O rendimento da Alfndega no anno finan-
ceiro de 1888 foi o seguinte comparado com o
de 1887:
1888
Janeiro .
Fevereiro
Abril .
Sete
Outubro .
Novembro
Dezembro
73:572*434
72:145*872
78:844*308
10t:075*SS3
73:493*68
75:378*140
95:004*460
146:249*812
101:2614577
117.662*306
12U3J4189
105:5(7*485
1887
103:827*28!
82:149*39*
71:404*875
79:2*1*741
83:615*463
89:901*614
67:211*648
12:841*415
164:667*411
146:063*033
111:791*303
83:062*775
^''t:i6z:03M*~ 1.155:788*401
noticia* da Europa
O paquete Elbe, quehontem passou para osui,
trouxeaatas da Europa, que de Lisboa ateancam
4 7 do corrate mes, adiantando quatro das as
trazidas peto Sorata.
Eii alguna das noticias trazidas, as quaee
ainanh completaremos:
Heopanba
Sobre este paiz escreveu o nosso correspon-
dente de Lisboa em 7 do corrente :
Em Hespanba tem chovido copiosamente em
todas as provincias.
Grandes tempestades de nev interrompem as
vias-ferreas as Asturias.
Os banqueiros reuniram-se e resotveram pro-
testar contra a lei de sello que vai discutir-se no
Congressor -^*
Na minlia uKima referi-me a circular publica-
da pelo inMStro do Boletn-Officiat da secreta-
ria da guerra, e que muitos estranham que nao
tenha apparecid na Gazeta, probibindo aos mi-
litares o exeocicio do jornalismo, recordando
para isso anLgas ordens c decretos.
Gomo o general Gassola e os seus amigos ruto
gostaram de tal medida e o general Lpez Do-
mnguez tambera nao a vio com agrade e cau-
sou profundo desgosto em muitos militares e
cscriptores, o governo, por moio do seu jornal
El Correo, explica-sc do seguinte modo :
Trata a circular de impedir a indisciplina,
mas nao que os militares tratem em revistas e
peridicos, em discussao rasoavelmente scienti-
fica, os pontos technicos, que alies melhor do
ip^p ningiipm pnlanripm .
A explicaco nada explicou todava.
O Sr. Garca Feliz, militar que tratava as ques-
toes d exercito no Impavrial, escreveu ao di-
rector urna carta, despedindo-se da redaegao...
Mas, como deputado, dir na cmara tuda
quanto leona que dizer; resultando disto, que,
ou os militares nao podem ser jornalislas nem
deputados, porque podem com os seus escrip-
tos faltar a disciplina, ou devem ser livres para
tratar das reformas militares e de tudo quanto
diz respeiro a melnorar a situago do exercito.
A questo complica-se e trouxe descontenta-
nxentos.
Falla-se em Madrid em varios debates que vao
ser suscitados as cortes, logo em seguida a
reabertura das sessoes. Parece que o primeiro
ser iniciado pelo Sr. Pedregal, deputado repu-
blicano e versar sobre a recente circular do
ministro da guerra, limitando a intervengo dos
militares as polmicas jornalisticas.
Pallar Castellar
Em seguida entrar em discu9s5o o projecto
relativo ao cdigo civil.
Parece que ubi deputado da maioria tenciona
irovocar um debate sobre o dissentimento en-
re o Sr. Marios e o Sr. Canalejas, ministro das
obras publicas. Empregam-se esforgos para
evitar que seja levantada esta discussao de ca-
rcter irritantemente pesscal. Castellar e ou-
tros vultos importantes tralam de obter una
reconcUiaciOi, ,
0 general topes Domnguez venden a pro-
priedade do jornal El Resumen, que se declara
democrtico, tend* por director o conhecido
iornaliala Augusto Figueiroa.
Terminaram os trabamos do barco submarino
Te ral e fizeram-se as pro vas.
Os primeiros ensaios deram bom resultado.
D. Rapta*! Maria de Lalva publicou um curio-
sa estudo sobre Portugal, representado poltica,
luterana e commercialmente por Lisboa, Porto
CCoimera, digno do seu tatento, intitulado-
Lisboa e os Portngfleze?.
No ultimo conselho de ministros tratou se das
providencias a tomar contra a febre amarella
que se declarou em Santa-Cruz e Palma.
Foi nomeado director das obras publicas o
conde de S. Bernardo e foram nomeados os se-
nadores vitalicios, ficando reservados dois lu-
gares para os Srs. Atonto Martiuea e Montero
Ros.
Pelas ras de Cadiff audaram desde o dia 27
de Dezembro at 4 de Janeiro cerca ae 500 fa-
milias de trabajadores andaluzes esperando a
chegada d'um vapor que devia transportaltal-os
a Buenos-Ayres.
BTinham se contractados por urna agenctafjde un-
migrantes de Madrid, de um tal Jos Vtesca, e
eehavam-se sem recurso de especie alguma
Aprescntavam-se rotos, ^extenuados, pedindo
esmola e provocando lagrimas pela sua mi-
seria.
A populavo sustentou aquellos desventurados
at chegar o vapor; mas nao houve meio de
abrigal-os nos primeiros dous das contra os ri-
gores do tempo : as autoridades mostravam-se
completamente iudifforeates em face de tal mi-
seria.
Por fim, a ARsociegao-do3 Trabajadores aco-
lheu-os em sua casa e dependencias at a hora
di partida-
Italia
Os paitnos de Romaweataaram. atan de dis
tribnip, M.00O biloetea de entrada.
O papa eotrou na baslica com toao o seo faus-
toso squito de nohrea romanos, cartea**, prela-
dos, titulares e (malos. Atramson a grande
nave na cadeira gestatoria, rodeado -tto- faaralc-s
coor'paramentos riquissirnos, agitando taributos
de prata e ouro eheios de incens e grandes
leques feitos das plomas ntais preciosas com en-
gaste de pedrarias.
Chegadosao throno, depokda reeitacio do
Rosario, Leao Xll en toou o T#-Dmm>, curaa ver-
sculos foram repotides por toda a awsteocta.
O soberano pontfice .deu em .seguida sua
ben$o nao so aos neis presentas como a tedo o
orbe cathoico.
A ceremonia durou mais de urna hora, dorante
a nal Sua Santidad* esteve senpre de p.
Va* ser nomeados novos carteeea
A proposito damos a lista dos actuaes per na-
cionalidades :
Ha 33 italianos, 9austracos eeemaee, 6 fran-
cezes, 5 inglezes, Vbespanhes e 2 portugueses :
o patriarcha de Lisboa e o biapo do Porto.
O decano o inglez Newmaaa. Conta 68
aonoa.
A congregaco de propaganda em Roma acaba
de reoeber amorosas noticias do extraao Orien-
te ; as ultimas aecusavam dota mil mortos, victi-
mas do cholera, as Indias Orientaes.
Os missionanos cattaboos tm prestado pti-
mos servicos, como enfermeiros.
lito 6 exacto que o Vaticano tenha proseguido
notamente as negociaooes com a Chaa para o
estabeleeimento de urna nunciatura em Pckim.
O Sr. Gladstone. o grande estadista iogles,
annunciou o seu proposito de ir a Roma visitar o
Papa.
A noticia snrprehendeu muito os beraes ita-
lianos, que se lembram do seu famo*o livro con
tra apontifcagao qae tanta impresso causen em
toda Europa.
Um redactor de La Reforma foi procurar o 8r.
Gladstone para saber quaes as suas impressoes
retatrWMalB'**aMaieBria ^aManto^naanltilI.
0 Sr. Gladstone responden cojjlirmando a, sua
r- JW^nrijr raW a%*derHhT ecVt# se,
estando em Roma, nao apresentasse os meus res-
peitos a Sua Santidade, cuja alte sabedoria e vir-
tude admiro, e'cuja alta reprsentacSo nenhum
liomem de estudo pode desconhecer.
Mas, trata-se apenas de urna simples acto de
corteza, pois nao posso ter de tratar negocio al-
gum poltico com o mesmo Papa.
O Sr. Gladstone rallou depoia da sua poltica
na Irlanda,, justilicando-a com palabras efoquen-
tes-
E como naturalmente se passou, n'esta con-
versacao, da visita do Vaticano para a questo
irlandeza, julga-se em Boma, com algum fun-
damento, que o fim principal da entrevista de
Leao XIII e Gladstone ser a questo da Irlanda
as suas relacoes com o clero camolico e com a
mtervenfo pontificia.
Autlria-Uunfria
Diz-se que o archiduque Vctor, irmo do Im-
perador da Austria, esta moribundo.
Em Vienna d'Austria no congresso de socialis-
tas austracos, Samfeld sustentou a necessidade
de que se estabelega a uni&o de todos os socia-
listas austracos contra os anarchistas.
EXTERIOR
satiajrididoa por causa da qnefllfcMloi vinhos
Na rauta io que oonan, a 2 ?eate mea em casa do
Sr. Antonio de Serpa, o Sr- laargioohi apresad-
ton se aMvogar a aarmeco das conyanhiaa e le
vanlou dwsidenciai ttarelhasai. O sr. Arroyo, o
Sr. Aroiam e parece que maat*m> o Sr. HtntCe
Ribeiro,opinaam qu* o partido dara atacar com
toda a veliemeacia eaaes synaicatos, sem querer
saber se estavam interesaados n'ellos correligio-
narios seus; ao paseo que o Sr. Lopo Vare ou-
tros magaatea! sa pozeram do lado do Sr. Mar-
giocui.
Fallou-se muitissimo, mas nao se chegoa a
um acardo naquelle synhedrio, nem prcravel -
mente chegar.
As folhas ministeriaes publicaram, por muitos
das seguidamente, os telegrammas de grande
numero de. cmaras municipaes provinaianas,
adbwiudo formaco da coipauhia;vmicola do
Norte.
Estas adhesoes de encommenda ato mais uraa
das mil manifestacOes da tal machina com qae
se fabricam administrativamente as maioriaspar-
lamentares, o que aisseram os. adversarios do
governo, que em vez de subir em prestigio, desee
recorrendo a esmolar taes apphuwos.
E a proposito da sobredta machina, uigo que
nao ser fora de proposito mencioaar-lnes o qae
ja, por aqu, se vai opinando a respeito da refor-
ma da reforma elaitoML, que o governo conta
apreaeutoi' logo no principio da actual sajelo
legislativa, que a ultima da legislatura
E antes de passar adante, direi que o boato,
a que. na miaba de 3 do corrente me refer, quan-
to a serem diasolvidas as cortes, logodepois de
a poro vado no parlamento o. projecto da novissima
reforma eleiteaal, nao tem razan de ser, porquan-
tq o governo nao tem que dissolver as cortes.
Fiados os tres meses, que o prazo constitucio-
nal da sesso, como e esta a ultima da legislatu-
ra, seja qual foroempeono que o governo tenha
em que passem outros quaeaquer projec os de
lei, encerra o parlamento, e v-se livro por urna
vez de quem o inanimada como as anteriores
sessoes o incommodou, com empachameutos obs-
truccionistas, com, chinfrans, barulhos e algaiar-
raa, ou urna troca e cnalaca entreina, como j
oestes dous ou tres das de sesso preparatoria
est procedendo, para maior gloria e prestigio
de um systema parlamentar em decadencia.
Vamos, porm, ao pensamento da reforma elei-
toral. da cmara dos deputados, que nodiser dos
orgos ministeriaes, tendente afeorrigir algumns
imperfeicoes da le existente, applicando a todos
oa circuios do paiz o principio da representadlo'
das minoras, acabando comas accumulac&es;
entregando o julgamento de todas as eleicesao
tribunal especial, e estabelecendo varias incom-
patibilidades e, nomeadamente, as que estavam
na lei de 4852, e que recentemente foram supprt-
midas.
J no anno passado o discurso da corda annun-
cara modicacoas na lei eleitoral, mas o governo
deixon encerrar a sesso legislativa sem a presen-
tar s cortes a referida proposta de lei.
Se ento a tivease apresentado, julgar-se-lna
urna ameaca de dissoluco. Agora, que vai aca-
bar a legislatura ninguem a poder assim nter
pretar.
E tendo a lei de 1864 revelado na pratica de-
leitas e imperfeicoes, parece curial que se reveja
e modifique antes de a suj citar a urna nova expe-
riencia.
Quanto generalisacao a todos os circuios de
paiz do principio da representacio das minoras,
Concordando com a linguagem dos jornaes al-
lemaes, os italianos preconisam ao entrar o anno
de 89 um periodo pacifico e sereno.
O re da Italia, ao abrir o parlamento, dirigi
aos representantes, as seguintes palavras :
Compraz-me maaifestar-vos que, na minna
opinio, el paz ^da Europa est perfeitamente
garantida por este auno-
Es o tetegramma enviado pelo rei Humberto
ti Iba de Mancini:
A morte de Pasquale Steanislao Mancini,
vosso illusrree chorado pai, aflngio-me profunda-
mente-
A lembranja que semprc conserve do meu
antigo mestre augmentou a dr pela perda do
amigo leal, do cidado prestante, do sabio emi-
nente, cojo nome honra a jurisprudencia ita-
liana. ... _
A vos qae recebestes o ultimo suspiro d um
homem que deixa tantas saudades e um exem-
plo de to grande patriotismo dirigem-se as ex-
pressoes do meu pezar partilhado por toda a
naco e as miias condolencias, que envo a toda
a familia emoome tambem da ratnha e do prin-
cipe real.Humberto.
Segando consta ao Fgaro parece que a Alle-
manha instiga a Italia a estabelecer um acampa-
mento entricheirado entre Vintimle e Genova,
mas o Sr. Crisp hesita perante a responsabli-
dadede semelhante medida.
A Gazeta Nacional de Bcrlim desmente esta
noticia.
Santa s
Realisou-se na capital do orbe catholico, com
a imponencia e magestade com que se costumam
realisar as grandes festas na brrsflica de S. Pedro,
O Te-Deum solemne que fechou a serie da festi-
vidade dojubileu sacercotal de Sua Santidade
LeoXlIK
A ceremonia foi grandiosa. No vastissimo
templo s tinha entrada quem fosse munido d'um
carto especial.
as tribunas armadas de encontr s columnas
que, sustentara a famosa cpula via-se o corpo di-
plomtico, a nobreza romana, a familia do papa
e os convidados especiaes.
Os homens vestiam uniformes ou casaca e as
eenhoras to>ietlt obrigadj a mantha hespa-
nhola.
Corre>*poeBieIa do aliarlo de
Peraanbuc*
PORTUGALlisboa, 7 de Janeiro de
1889
Partiram para Hespauha por Badajoz os Srs.
duques de Braganca onde contam. passar 15 ou
20 das com os Srs. condes de Panz em villa
Manrique, prximo de Sevilha.
Foi ante-lioniem pelas 4 horas .da tarde que se
realisou a trasladarlo dos restos mortaes da rai-
nba D. Luiza de Gusmao, qne foi casada com D.
Joo IV, do extindo mosteiro do Grillo, ao Beato,
para o panlheon de S. Vicente de Fra. la em
coche de gala da casa real, acompanbado de mais
quatro dos antigos, onde ratn sacerdotes e offi-
ciaes da corte.
Escoltava o prestito um esqnadro de caval
laria. .
Em S. Vicente, su. eminencia o cardeal pa-
triarcha, revestido de^pontifical e acolytado pelas t
dignidades do cabido, receben o fretro a en- engaados
trada. e depois das oracOes do estylo oaeompa- p^
nhou at ao jazigo real.
A guarnico de Lisboa preston as honras f-
nebres. O da da trasladacAo foi consignado de
luto.
As autoridades judinaes, que verificaran!
ter sido arrombado e remexido o caxSo d'aquella
rainha, com o fim vlaivel de Ihe roubarera as
joias do cadver, procederam a novas pesquizas
no prophanado mosteiro e acharara vestigios de
ter sido forcada urna porta da sacbristia para o
exterior; tendo sido tambem arrombada a roda
a empuxoes, attendendo a pouca solidez.
Oservaram tambem os agentes da jnstira qae
narra porta coiuiflunitaulw da aHtt|a- poBria
para o exterior, fra arrombada, arrancando-se-
lbe a antiga fecbadura e substituindo-a por urna
fechadura moderna de inferior quatidade e soli-
dez ; e qoe as portas que do para a igreja nao
ha vestigios de especie alguma, que denotem
tentativa de arrombmento.
Conclue-se-que as violencias platicadas, as
quaes, segundo os peritos, datam de seis mezes,
pelo menos, nao tm relago alguma com a pro-
phanaco do cadver da rainha D. Luiza, o que
a justica registrn.
Sobre os boatos de roubos, que com grande
insistencia correm e que n'um jornal de Lisboa,
o fiel de deposito do engealiaria estabelecido
naquelle edificio, confirma com graves insinua-
res, nao chegou ainda o momento de os aquila-
tar pelos termos legaes.
O que se diz que exisuam no convento ri
quissimos frontaes e milos outros objectos de
valor, que nao apparecem hoje. e mais se diz,
que logo depois da morte da ultima freir, ha
quatro annos, comecarama sahir do edificio car-
rocadas de cousas.
Entretanto um certo padre.Theotonio, que fot
capellao das freirs e mais tarde o foi do asylo,
all estabelecido, atfirma que nao deu, at hoje,
pela falta de cousa alguma e que l est o inven-
tario para se estabelecer a verdade.
Seja como fr, nao seria para admirar o qna
os boatos contam. Desde 1834 que em Portugal
se nao tem feito seno delapidar o que pertencia
s ordens monsticas, de um modo ou d'outro.
Os qne roubaram primeiro ainda encobertos
pela poeirada e fumaceira da guerra civil, ze
ram-n o mais a seu salvo e tinham entao muito
por onde metter a unha.
Com isto fundaram fortunas que legaram a fi-
Ihos e netos, hoje opulentos e porventura respei-
tabilissimos.
Depois veio a vez dos gatunos e ratnenos.
Nao havendo agora mais que surripiar, ebegou
o descaramento at se violarem os tmulos co-
reados e de nao escaparem nem os esqueletos
das pessoas reaes.
Quanto a este, agora, de que se. trata, logo
que o mosteiro fot prophanado, era a seus bis-
netos e desconcendentes, qoe mais cmnpria do
que a ninguem terem posto immediatamente a
salvo, no real jazigo da dynastia de Bragranga o
fretro da altiva fundadora d'essa mesma dynas-
tia que se nao fra ella de to enrgico animo e
varonil carador nao reinara hoje, porfeerto, em
Portugal a casa de Braganga I
A trasladago respeltosa, a que se procedeu
urna maior indifferenca ante-hontem, um acto
de serodia e requintada venerago, de carcter
quasi exclusivamente bureaucratico, e que j nao
poupa ao paco o rexame que lhe resultou d'a-
quele abandono. .
Ainda promette vanadissimos e complicados
episodios a questo das companhias vincolas, e
quem sabe se urna lucta que ha de ter funestc%
resultados, ou pelo menos abalar o paiz.
Na reunio da maioria que se realisou a 3 do
corrente o Sr. Jos Luciano de Castro, presiden-
te do conselho e Einygdio Navarro, ministro das
obras publicas, declararam que os contractos das
companhiasambos,porque o da companhia do
sal deve ser assignado brevemante^- serio pre-
sentados s cortes, n" *
a questo complexa e nem os proprios minis-
teriaes sabem ainda se tal generalisacao ser
conveniente. 0 que nao soffre duvida, porm,
que as accumnlacoes devem ser supprimidas por
qne nunca foram urna cousa seria. O julgamen-
to de todas as eleicCcs pelo tribunal especial
simplifica os trabalhos da cmara e da, peto me-
nos em theoria, todas as garantas de imparcia-
lidade.
A restauraco das incompatibilidades da lei de
1832, addicionadas com algumas outras que os
costumes hodiernos esto tornando necessarias,
que muito necessaria.
Ao passo, porm. que a imprensa governa.
mental pur sang exhorta a oppslco a que nao
estorve a discussao daquella proposta (anda nao
apresentada,) a nprensa progressista dhsidente
mostra com toda a franqueza nada esperar de
tal reforma, porque todos os caminhos rao dar a
Roma, segundo o proloquio popular. Diz que o
Sublico acolheu a noticia da reforma com o mais
esdenhoso encolher de hombros. Que jvo
longe os tempos em que se discuta a tiro o sys-
tema eleitoral, e que os ingenuos qne acredita vana
na efficacia de reformas polticas, esto hoje des-
seno as modilicacOe
para aclarar as suas
modo annullem on al1
clausulas.
Isto quer dizer .pie o
pelo menos por emqJ
transigir. Mettejen'u
dades. ,^
Ao mesmo tejapo
se introdurindo n'elles
que forom necessarias
clausulas, e de nenhum
im essencialmente essas
iverno est resolvido,
uto, a nao recuar nem
labyrintho
de difficul-
ta que os regeneradores
Eleito assim ou assado, por "poucos ou
por muitos eleitares, directa ou indirectamente,
por crculos grandes on pequeos, por maio-
ria ou accumulacao o parlamento ser sem-
pre o mesmo. e composto quasi sempre dos mes-
mos deputados ou antes, da mesma andaina de
deputados para cada um dos partidos qne se re-
vezam no poder. E nao se sahe d'isto.
Esta apreciaco de urna folba progressista
como um balde d'agua fra que deitassem pelas
costas abaixo aos thuribularos antigos e mo-
dernos das puras intengoes do Sr. Jos Luciano
em aperfeicoar o systema eleitoral, como se al-
fijnempossa tomar a serio a sua isempcSo em
OSRririuc" eietgflfcs c nons propsitos neste^
ponto!
O que a imprensa progressista dissidente al-
vitra qae se reduia o numero de deputados
tanto da maioria, como da minora, porque
quanto menos bou ver de uus, menos pressoes
desteiuperadas se exeicerao sobre os govemos,
e quanto menos houver dos outro, maia traba-
lho til se poder fazer as cmaras.
Bst mais que provado que o paiz nao tem 150
horneas descontados os que servera para paree
do reino, de galao bronco ou amarelo, capazos
de ser deputados e que o queiram ser ; assim
como esta-provado que as opposicoes, quanto
mais numerosas, menos cumprem a sua verda-
deira missao.
A redueco do numero dos legisladores, eis a
que se reduaem as aspirad-oes dos alvitristas dis-
sidentes.
Quanto ao mais, nao crem na eficacia pro-
mettida da reforma novissima.
A reunio da maioria passou-se sem inte-
resse algum a nao ser quando os ministros an-
nunciaram as suas resolucoes acerca das com-
panhias vincolas, resolugoes que cima deixo
referidas.
0 presidente do conselho mostra confiar na
estabilidade do governo por contar com a adhe-
so das maiorias parlamentares e da opiaio pu-
blica, e pedio aos seus amigos que expozessem
alli as razOes de qoeixa que tinham contra o go-
verno,se algumas tinham.
Ninguem acoeitou o convite, e se o accei-
tasse, mais se accentuanam as dissidencas pro-
fundas que vao lavrando as fileiras progres-
sistas e talvez se crcassem incompatibilidades
insanaveis entre os queixosos e a maioria da
maioria.
O ministro da guerra, o Sr. general Jos Joa-
quim de Castro, declarou que sO tinha acceitadp
a pasta, pesada ao sea estado de sade, por de-
dicaco e obediencia partidaria.
Fallaran tambem os ministros dos negocios
estrangeiros e das obras publicas.
D'entre os deputados fallaran o Sr. El vino d
Brito. que o leader indigitado da maioria e an-
da outros, que se declararam satisfeitos com o
governo e resolvidos a apoial-o com firmeza.
Muitos applausos aos oradores, muitos skaket
handt e muita cordealidade e mais nada.
Nao succedeu outro tanto na reunio dos re-
f enerados a que preside o Sr. A. Serpa, c o pomo
a discordia foi, como creio ter-lhes dito, a
questo dos syndicatos dos vinhos em que mui1
tos se acham niteressados.
Assentou-se em fazer gaerra sem treguas s
medidas do governo e a todos os seus actos, por-
que todos, sem sxcepco de nenhum, teem sido
preiudiciaes ao interesse publico
Estas gritas bellicosas, que terminam sempre
por accordos fazem sorrir a imprensa governa-
mental, e nao s a ella, mas tambem ao publico
indifferente.
A's sessoes preparatorias da cmara dos
deputados tem presidido o decano, que o Sr,
Estevo Antonio de Oliveira Jnior, grande pro
prietrio de Alcochete, cuja veneranda calva e
constante expresso de bonhomia poe na presi-
dencia urna nota bondosa e um tanto salla.
Na segunda sesso comecou o grupo irre-
quieto que na sesso anterior parta as carteiras
a murro e socco, a embirrar com a contagem
dos votos e ia principiando o tumulto, mas lirai-
taram aquelles senhores a varias pilherias e
laracha nacional de que se nao privam por cousa
ntnlmma d'este mundo.
Foi eleito presidente por unanimidade o Sr.
Francisco de Barros Coelho de,Campos.
Na sesso preparatoria de. anto-uonteai (5)
houve tamotm-maaifciteaflM tanKtiawaaytendo
sido dafes por nullaa asetei|oead-.veaaera,80b
pretexto de que o numero dos volantes nao era
aquello qae o regiment Indira.
A respeito de mais este escndalo da, anu>
bontem o Da:
. 0 ineideateUio, a dtecussib byaanttna das
discussoes do regiment, o obstractonismo, a
chalaca, a troca, o barulbo j entraram oa cma-
ra doa deputados ainda antes do seu presi-
dente.
Parece incrivel que bomens de posioio ele-
vada se recommendem por semelhaates proees-
sos para o grave encargo de governavoa povcB,
mas anda mais extraardinan* haver um paiz
que penUe, c at actw divertida a detribmeto
dasinstiajicoes qucrepwsentem,- 4**r ou maL,.
as suamais preciesaa liberdades patilicas etc.,
etc."
E mais adianto-:
... Vae -se carado de um excesso n'oatro, e:
admittem-se como habilitagoes para nuie hb-
"" a facecia, ou jogralidade qae n'outros tem-
pos s si nermittiam appparccer em boceas de.
cmicos de legoa, e a partida oa a grosseria,
que so eram festejadas junto s ca xas de-assa-
car do terreiro do Papo.
< Citam-se os dito* dos legisladores como se
citavam os discurseare os hroes des escndalas
parlamentares contam os marros dados nal car-
teiras e os desacatos feitos ao presidente como
outras tantas patalhas para a pronueeo a mare-
chaes.
De reslo varios outros jornaes pragresiistas
verberara a troca, a piada, o dearespoito mais
abandalhado na pandega* que se tem manifes-
tado as tres prinreiras teasea ptcaanteriaE.
mas nenhum delles record* os desacatos com
que a opposicSo progressista achinealhou a pre-
sidencia regeneradora, chegaodo um dos caval-
heiros qae actualmente faz parte do ministe-
rio a chamar patoteiro ao adversario politioo.|
3ue ente* 'oceupava a presidencia da cmara
os deputados.
N3o vemos nos o que se tem passado einPraa-
ca nestes ltimos tempe* T I
E' qe o parlamentarismo vae desusando ea-
ar vez mais dos pases da raca latina por um
plano inclinado para um estado de funesta de-
gradaeao qae est reclamando um remedio he-
roico.
A cmara dos pares j comecou a funeciooar,
sendo lida a carta regia que nomeia presidente
o Sr. Chrysosthomo dfe Abreu e Souza.
Foram eteitos secretarios os Srs. Reaseno Gou-
va e Eduardo Montufar Barreiroti|e para vice se-
cretarios-o Si, oanrie BretUnde* eiVtesBoas.
Dea-se um voto de sentimento pelos dignos pa-
res1 fallecidos no intervaUo da sesso.
O mimstro interino damarinha Sr. Barros Go
mes recebe* ha peacotf ates um tmportaniissi-
mo telegramma. do governo de Mocambique,
participando^ q*e, segundo noticias de Tete,
com ;data de 1!> domez passado, estrestabe-
iecido o commercio do Pambeze, e que as rebel
des de Maasaaganw foram subiugados soffrendo
perdas de gente superiores a dous mil bomens.
Matoatoro icou gravemente ferido por uma;bala.
Foram presas os cabecilhas e varios parentes da
familia do atenga.
mas como o hoaaem i pobre, empenaour
se para gastar aquella dihbetro.
tt*ao rneea* que Um panaibiaaaaatarpeoa^
teve a ingenuidade de ir procurar o rininuiiin
geal de polica, Dr. Gnriitovao Momes-- Sarnien-
to pra lhe examinar o manuacripto:
AdmitoJdo p*esen;a do magietrade, este, em
vez de lhe dar algum conselho, coa elle lhe ia
pedir, deu-lhe a vos de preso e maadou-o para-
e.calatouco. offlciando lego ao juiz criminal do
respeclTo distrieto para que tomasse coflbeei-
mento do caso judicialmente.
E l fi para a Boa-Hora. ,,^
Ora, do officio do commissario o das iniorma-
Ces da imprenaa, couclae-se que a4al. revista
era um acervo de sandices e insultos apessoas
reaea, aormustro, s inatltugfles- vigentes e
at mesa roligio do Eatedo, lado muito as-
natieo, pois at se lembrara de por a iiorn*-de.
CUrtovaa a um.dos seus mais ridiculos persi
nagens. quando o commissario a quem ae diri-
gi Caristovo.tambem.
As censuras das folhas nao miras t eriaes nao te
fizeram esperar; porquanto a censura previa foi
abolida ha muito tempo.
0 direito de prohibicaaqnalqi|fcr composigoj
dramtica asaiste s. autoridades palicaes, que
assistam aos ensaios ou s recias.
; QuaalQa.fundar-seo commissario em que o
prendeu por elle ir mangan com elle no exerci-
cio das suas funcooee publicas, pouco funda-
do, porque o pokre nescio ia pedir um conselho,
receloso de arriscar o dnheiro qae tinha pedi-
do emprestado para se representar aquella.bor-
raeheira.
O homenisinbo desejava que o commisaario
lho dissesse o que liara de cortar, mas nao es-
peravaser nemeUido ao tiiha^l.
i O juiz permittio-lhe. ailanoar-se em 100*000,
mas como nao oa podtsse arraajar, porque tinha
agotado o crdito nos preparativos dajtmccab,
l oi para o Lmoeiro esperar o despacho de
pronuncia,
Consta que, se nao for pronunciado, o minis-
tro do reino reprehender o precipitado cummiS'
sariogeral de polica.
Em todoo caso este episodio tem dado que
fallar e anda est provocando, a curiosidade pu-
0 mais iateresaanto de tudo 6 que, segando o
Jornaid&Conmertio,o S. Maanan de Cr-
valho e Eraygdio Navarro, ministros actuaes da
fazenda e obras publicas, vao ser parte contra o
vidraceiro, por ter copiado para o seu arauzel,
sem sua licenca, phrases inteirasi das veninas
descabelladas que aquelles tibores, ha ver 9
ou lOaanos, dirgiram quotidiauamente nos seus
jornaes contra a peasoa do re I
Nao mo como represalia, ho de confssat.
j Os; genero alimentieios^oBer d'pwt, e
a-'Via'Wrro'pobre'dtsvau'do-vni' se- trawdo
mntto 'diffSiL
At-oatr "rej:
MfWWW.
Os primeiros. que-seo em numero considera-
vel, foran enriados para Mocambique, onde se
esperan!' a oadeoH dte governo quanto ao des-
tino a dar-se-lhes.
Esta victoria das nossas armas causn: grande
Impre883a em toda Zambezia e accrescentar o
nosso prestigio.
No da 1 do corrente foi aberta exploraeSo a
secgo da caminho de ferro Ambaca, de Loanda
a Cabizi.^O kilmetros.)
O presidente do Congresso Agrcola qoe se lia
lie reunir no dia 10 deste mez, ser e Sr. con^
de de Bretiandos, porque o Sr. D. Jos* Sal-
danha d?clarou-se inhibido de exercer essas
funeges em consequencia da enfermidade de
sua esposa.
0 governo aliem.lo fez urna encommenda
de vinhos portuguezes para fornecimento da
esquadra, qae actualmente est bloqueando Zan-
zbar
Dizen do Porto que a commsso geral do
norte tambem recebe tan telegramma de Ber-
lim reqiieitando vinhos para a esquadra de Zan-
zbar.
El-rci receheu ante-hontem os funecionanos
chineses que se acham entre nos. Acompanhon
miss&a o Sr. maior de caval laria Moraes de
Carvatea. Esteve presente a academia o ministro
dos estrangeiros.
A inaugaraco da linha telephonica entre Lis-
boa e Perto que devia ter-se realisado a 5 do
correte, foi ainada.
P*acedo4e actualmente a experiencia preli-
minares, funecionando j a linha com urna ab-
soluta precisa* entre Seatareu e Lisboa.
Nao 'est anda lixada a data da inauguraco.
Sepullou-se ante hontem a Sra. D. Sophia de
Oliveira Avallar, casada com seu primo o Sr.
Antonio Maria de Avellar, engenheiro. A falle-
cida era irnifi do Sr. visconde do Tojal. A sua
peregrina bellesa rivalisava com a bondade do
seu carcter.
Quando ha poucos annos a formosa senhora
assistia a um baile dado no paco de Madrid,
jante tean Tlln nuil hnllniji mirou
sensacb na primeira sociedade madrilea, que
a prodamou a senhora maisfocnosa de quanios
abrilhantavam aquella festa.
Toda a imprensa deplora to precoce perda,
sobretodo pelos horrorosos padeermentos a que
auceumbio, provenientes d'uma leso cardiaca,
durando mais de tres annos o sofffimento da
virtuosa senhora.
No prestito que acompanhou ao cennterio os
seus restos mortaes, encorporaram-se mais de
130 carruagens,
Paz sua auna I
Urna verdadera surpreza luterana tanto
para mim como para quasi toda a gente, foi a
publicaco posthuma que os amigos e mais pr-
ximos parentes de Fontes Pereira de Mello aca-
bam de fazer dos seus versos.
Poucos sabam que o grande estadista, apru-
mado e correctissimo as questes parlamenta-
res mais seria no que toca a flnancas, a colo-
nias, a fomento, a todos os assumptos ridos
erafim, a que a sua enorme actlvidade intellec-
tual se consagrou, tivesse vagar, imaginacao,
inspiraces para lucubrasOes poticas.
Pois e um fact. Achton-se impressas em vo-
lume, os versos do celebre orador e ministro,
destinado esse curioso volme a ser destribuido
pelas pessoas mais intimas das suas relacoes.
Nao tem titulo o lwro nem to pouco se l
nelle o nome de Pontos.
E' a simples compilaco dos seus verses n um
periodo de 46 annos, pois que os primeiros tm
a data de 1838 e os ltimos a de 184, sendo es-
tes os que Fontes escreveu dedicados a SuaMe-
eestade a rainha por occasio da kermesse da
Tapada da Ajuda, inspirando-se naquellabn-
lhantissima festa de caridade promovida pela
Sra. D. Maria Pia.
Diz um critico a proposito deste volume :
r t*ao versos da escola de Caatilho, com todo
o sabor classico das musas antigs, que segre-
davam inspirac&es. Fontes conservou-se fiel
educac&o litteraria dos tempos da sua mocidade,
mas com essa onentaco era aeguramente um
poeta notavel da escola. As evocacOes e as ma-
gens sao correctissirnaa no alcance da idea e na
justeza da forma
Lemos o livro : ha sonetos, odes, madri-
gaes e ate acrsticos. Alguns versos de senti-
mento intimo sao delicadissimos, e traduzem os
primores daquelle espirito de eleico.
E' pena que o livro pelas intenfes com que
foi publicado, nao possa ter larga publicidade,
tanto mais que nos, com esta noticia, vamos pro-
vocar entre os muitissimo admiradores do gran-
de homem o desejo de possuirem a obra em que
falla o seu coraco que media pela sua ntelli-
gencia.
- Alguns cavalheiros de Braganca, tencionam
organisar urna companhia restauradora das vi-
nhas do norte, como imaltamente importante e
duplamente grandioso de auxiliar o lavrador e
impulsionar a mdustria venicola.
A projectada companhia tem por fim facultar
ao agricultor vincola os meios precisos para
replantacao da vinha, quando urna parte della j
esteja plantada, bem como todo o tratamento ne-
cessario, quaudo nao tenha meios para comprar
os antdotos das molestias que atacam a videira,
ficando caucionada a propriedade despeza rei-
ta nella, e garanundo ao lavrador 27*00 (tor-
tea) por cada pipa de vinho, para pagamento aa
divida contrahida com a companhia.
Deu-se ha dias um caso cunoao. um tai
Feliciano, vidraceiro, metteu-se a escrever urna
revista para ser representada n'um theatnnho
publico de Belm.
Estava e ensaios, e as despeas da tmse-en-
INTERIOR
Cor re pendencia Ate Diario de
VILLA DES. BENTy 7 de Janeiro Lndade t
de 1889
Desejando aos propretarios e redactares do
decano da imprensa do norte boas festas e pros-
peras entradas do anno novo, compro um.de ver
de certera ecividade, j como missivista des-
te termo, j como amigo agradecido.
Causou muito desagradavel impressao, tanta
heita como as comarcas visinha3,- a renovacao
do contracto das carnesivefrles tfesta cidadw
Essa renovacao importar lucros fabnjosos-pa-
ra a sociedade, e graves prejmzos para os sen-
tanejos, cuja' sorte continuar a sor- mttwm e
mesquinha emquanto perdurar o contracto.
Nada mais horroroso do que o pobre-sertaue-
io tirar adstncto aos agentes da sociedade, sem
liberdade, ao menos, para taxar a sua merca-
doria I '
E haver materia tilo tributada em nrjssa pro-
vincia como seja o gado vaceum i Certamente
que nao, pois que o nzendeiro, alm das sortea
que d ao vaqueiro, no acto da partiiha, est suf
jeito ao dizimo e ao subsidio, quando; abate a
rez. Se quizer exportar as peHes e todos os ai>
iefactos a que os mesmos se prestara., tem.de
pagar pesadas contribuices, impostos ain*a>do
sangue, ossos, pello, pomas e cascos I emfim.
tudo quanto existe no gado paga impostos f I
E o sertanejo, seja dito de passagem e sem a
menor offensa aos poderes pblicos, nio tem es-
tradas, pontes, illununaco e outros commodos
dispensados capital da provincia
Esta comarca se acha cephala desde o dia 28
do passado mez de Dezembro. O juiz de direi-
to Dr. Miguel Amorim, pretendendo coUocar-se
cima de tudo e de toaos, acaba de abandonar a
comarea, eeqaeeido do dtepasto no art. 4a do
decreto n. 1283 de 30 de Novembro de 185:.
aviso.1 de 3 de Marco de 1860 e art. 88 3Hlo
regulamento n. 4814 de t de Nvente d
1871.-
A distancia que existe entre essa ete cidade
de Cruarfl, nao pode-ser vencida em t-horas,
ida e volta ; e portante o juiz modelo, na phrase
muita auorisadt de unmossoTepresentante pro-
vincial, se acha incurso na saneco penal'do art.
85 1" do regulamento citado.
mapftiuu 28 do passado, os festejos do Divino Bom Jess
dos Amictos, padroeiro desta freguezia, e finda-
ram-se hontem com missa solemne, ladainhu c
consagraco.
As novenas foram muito brilhantes, princi-
Salmente as da oitava e nona noites, queiman-
o-se grande numero de pecas de fogos artifi-
ciaes, e reinando a mais cordeal intimidade en-
tre o povo da villa e do* arrabaldes, cuja con-
currencia foi esplendida.
Amanh ha missa cantada com vsperos so-
lemnes, hoje, em honra e louvor do Martyr S-
Sebastio, e parece-me que ser queimado um
lindo fogo de vista.
as criticas circumstancas em que se acha o
serto, ameacados como nos achmos de urna
secca prxima, admira que fossem tao espleni-
didos os festejos do Divino Bom Jess dos Affli
ctos.
O povo, em numero superior a duas mil pes-
soas, moetrou-se, cmo sempre prasenteiro, as-
sistindo aos actos religiosos com todo acatamen-
to, e com folgaz expanso aos diversos folgares
populares, que no presente anno fram diver-
sos.
Assim, tivemos, pela vez primeira, na praca
publica desta villa, um lindo e macio tivoly,
bumba-meu-boi e outros dlvertimentos, fallndo-
se que teremos tambem alguns espectculos dra-
mticos, dados por urna roinpanhia que se acha
presentemente na cidade de Pesqueira
As missas do gallo, como vulgarmente se dia,
correram placida e quietamente em todo o mu-
nicipio a excepyo da que foi celebrada na ma-
triz de Canhortnho, cuja populaco ainda se
acha amedrentada com a grave questo do es-
pancamento do vigario Assis, o qual ltimamen-
te ainda requereu na Palmeira de Garanhuns
novo corpo de delicto.
Na occasifio em que celebrava a missa, urna
forte rajada de vento fea bater duas portas do
interior da matriz com grande estrondo.
nufclic*. Por acto.da..flBt8-
dencia da provincia, de hontem datad*,.fixsn-
^iderado sera effeito a nwlyja pola qua-Joiino-
meado o bacharel Elrrmna.Carrete de MSTaJiro-
motor publico da comarcada Villa- Bel%^po-
meado para, subsutuil-o. o. bacharel Aacaaomo
Lina de Albuquerque.
neteaa.no utter^rto-Por acto da.mes-
nia. presidencia, da igual' data, foi nomradp o
major Antonio. Valgueira dos. Santos BarroiLde-
legado Itlerario do distrete da Penba, no,, ter-
mo de Floresta.
Aatoi-tetaiftc^polic*!** Por portara
da presidencia Dr. chafe de polica de li. do corrent* fomntno-
raeedoa,:
Para o lugar vago de 1 supplente dodlega-
do do termo de Bom-Jkrdno cukuao Fraaisco
Mauricio da Malta Ribuiro.
Para o lugar de 3) supjtoate, da mesma, dcle-
gacia o cidado Genuino Bariteza. Lima de
Aguiar, em substituico de Jos Gomes Rarbaza,
que foi exonerado.
Para o lugar vago de i" suptente do delegado
do 2? distrieto da ca)ital o hachare 1 Julio Cesar
Portado de Mendoaca-
Festa de s. W*teaelt domingo, o do corrente mez, tara- lugar na
igreja matriz da villa do Iguarass a- fasta
a'aquelle Santo Martyr.
Alm doactos religiosos, proprios d. ocaa-
siq e que parece desuecessario enumerar, .ser
auoimado um lindo fago de vista, preparada pelo
liahri pyrotocnhico Saturnino da Luz.
. No da anterior, por occasio d ultima-, nove-
na, e no da festa tocar una das bandas d mu-
sica de linha, gentilmente concedida pelo Exm.
Sr. general commandaute das armaa.
Paqarte Aiataa* Segundo comauiai-
caco-telegraphicarecebida do Parpela do teLb'graplto nacional nesta cidade, o paquete
nacional momos deixou antehonem, 1& do cor-
xeute, s a horas da tarde, o porto da Belm,
emviagem.de regresso para o sui.
luiz de direite No.paquete Para vai de
viagem o. Sr. Dr. Adolpho de Siqueira Gavalcan-
le, ltimamente nomeado juiz- de direito dano-
marca deLavras, no.Cear.
Comprimentaraol-o.
Fueuldade ae DireitoComecou hon-
teui. na Faculdade- de Direito, o concurso .para
i proviiueuto da cadeira. de philosophia do.cutso
preparatorio anne\o, fazenda os couctirreutea a
prova escripia, cujo ponto foi este:
.. Conceito antigo e conceito moderno da me-
taph jsica. Esta ser apenas,, como prteutem
os positivistas conteanos, urna phase do dsen-
volvraieato iatellectual do individu e da.huma-
w
Gompareceram os candidatos inscriptos, com
excepeo do bacharel Joaquim Cavalcanteal
de Barros.
Hoje terlugar a prova oral, s llhocai.do
dia.
Ferrovi de Limoelra-A gereoaia da
ferro va de Limoeiro, alm. dos tren ordiaaos
/la sua tabella, expedir no da 20 do correrle,
at o engenho Ramos, era Pao d'Alho, onde.c.ie-
bra-se a festa de S. Severino, os seguintes .trens
de excurso prego reduzidos :
Ida:
, Do Recife s 8 horas da manda e i hora da
tarde. '*
De Tnbaba, s T horas e 16" da mantiC ""
De Limoeiro, s 9 horas 3* da manh.
Volta:
Do Engenho Ramos para o Recife ra*ft bocas
SO- da tarde e 10 horas 13- da noite.
Do Engenho Ramos para TimMba, #9~hocas
25B d noite.
Do Engenho Ramos para Limoeiro, s, 9 horas
25 da noite. ^,
n AtmmticeDlstribuio-se hontem nr3W,
de 7 do corrente, do Atlntico, ediceftr para a
America.e Oceania, publicado em LBnoa.;par-
tida dos paquetes.
Manual- MercantilO Sr. Vdriuiano'de
Carvalho publicou na cortea i ediejto teseu
Minuai Mercantil ou Encyciopedia Bauntar do
Commercio Brazileiro, de que mais de urna wz
nos temos oceupado.
A nova edico, agora publicada, acha-se con-
sideravelmente augmentada e melhorada -;; e,
pois, mats que a3 antecedentes, no caaoae'pias-
tar. bonsservigos ao commercio.
FeatV de S. evertne N domingo*)
do: corrente. celebrar-se-ha com grandfe explgn-
dor a tradicional. festa do milagroso marrjr'S.
Severino, que se venera na cap el la da'eagfBho
Ramos emTo d'Alno.
Os festeiros nao tem poupado esfprcos- && p
brilhantismo dessa festa e pela ferro-Tatltet.i-
moeiro serio expditoStrens-d^excBTstt'^on-
foraie se v do annuncio da-cmpanate,- mata
folha, assim como,nos consta que'ffdzgiio^ren-
le da ferro-carril expedir bonds depoisda'che-
gada d ultimo trem ao Recife, s lx hora 18
minutos dancite.. iVlf 11
FerimeasaeHontem, por volta de 8 horas
da n*ite> giif1"'1" regressava do. recolher a ban-
da de msica d* oorpo de polica, ao pasaar pela
ra do Imperador um dos capomta 'que inha
armado de ccete, descarregou una forte caca-
tada na reglo frontal direita do creoulo j idoso
de nome Joo Jeronymo, que se acbava assenta-
do em urna calcada da referida ra.
0 offensor evadio-se, seado preso um seu
companneirode nome Affonso-Flix do Amara 1.
Ferrovia de S. FranciscoAlm dos.,
trens ordinarios de sua tabella, a frrovia do Re-^
cife a S. Francisco expedir os seguintesitiBns
no da 20 do corrente, em que no Cabo cele-
bra-se a fesla de ^ Saaaetiio :
Ida : do Recite ao Cabo, ao meio da,
Volta : do Cabo ao Recife, s 10 horas 30^-da
noite.. ,.
fc.viinmnio FcrbiBbiieuMAhseahse
no dia 4 de Fevereiro-proximo as aulas do Gym-
uasio Pernambucano.
Est aberta, porm, desde j, afii, a inscnpao
da matricula para os que quizerem estudarSn-.
gua naetonal, lam, francea,. ingle, rtafians e -
allemo, e as sciencias geograpbia, historia, geo-
metra e tringometria, arithmetica e algebra,
phsffp1''3. hpinrica p. ppfirica, historia e CQTO-
graphia do Brazil, e sciencias mturaes..
povo amotinou-sej e levantou-se urna vos
dizendo que haviam disparado deus tiros contra
D'ahi o susto, o terror, a confuso, havendo
pessoas que. desamparando a missa, correram
em debandada vertiginosa at a distancia de
seis centos metros I
Conhecida a causa, voltou o povo e continuou
a missa interrompida por aquelle incidente.
Um conflicto grave e serio- ia-se dando nesta
villa, na tarde ao da 28 de Dezembro do anno
ltimamente lindo.
Tres cidados reunidos, entenderam que de-
viam prohibir a banda de msica desta villa
percorrer, como de costume, as mas da villa,
para depois annunciar na porta da matriz, os
festejos do Padroeiro; e ainda partiram para
inutilisarem o bombo e demais instrumentos, o
que nao levaram a effeito pela attitnde enrgica
do delegado de polica J. Cintra e do juiz mu-
nicipal em exercicio J. Leonardo: e estando
como se acbavam os nimos exaltados, muito se
deve aquelles zelosos funecionarios pblicos, os
quaes com esforges sobrehumanos puderam im-
pedir grande eflusSo de sangue.
Louvores, pois, a estes dignos funecionarios.
Ha falta absoluta de movis para as esco-
las publicaajdo municipio. As reclamaces tm
sido repetidas, e o alumno que nao conduz de
casa um assento toreado a estar de p durante
o exercicio escolar diario, iBto desde as nove
horas da manha ata as duas da tarde I
NSo haver um paradeiro para isso t
Continua o mais abrazador calor. Se nao
tivermos trovoadas neste mez estaremos perdi-
dos !



a una xv *#!*) v ^w**ww --------- *./\
Reviwta m iwtradaRecebemos 0 n. OJO
dessa reviata fluminense, que entrou no 44 anno
de existencia.
Traz excellentes graTuras e- nons artigos.
Sociedade liberal I nido Beoel-
centeA nova direcgo dessa sociedade, j
empossada, compe-se dos Srs.t
Ptesidente, Beuto Ferreira da Costa.
Vlce-presidente, Augusto Cyriaoo Vllas-Bas.
1 secretario, Antonio Marcellino dos Santos-
2.' secretario, Joaquim Antonio- Valerio da Pai-
x5o.
Procurador, Bernardo Amnete- dos Santos.
Thesoureiro, Eugenio Antonio da Costa Cer-
queira. -'-" L
Memhros do conselho, Benedicto Domingos Ra-
mos, Severiano Barboza da Silva, Flariano
Francisco Regs, Joo Gomes Loureiro,anal-
lo Francico Pires. ,
FntteclmentoNo povoado do Caxang,
para onde tinha ido ha dias a conselho dos M-
dicos e em procura de memoras aos seus somi-
mentos, faeceu hontem sE horas da ffla-
drugada, de padecimentos da laringe, o honrado
negociante desta praga Jorge Clemente d&Boraa
Cavalcante, contando 58 annos de idade.-
Doado d*apilentes qualidades e de um co-
rago bondoso "era o finado muito estimado-por
todos quantos o conheciam, deixando na po-
breza e iramersa na mais profunda dorja sua
familia, de quem era um exemplar e estremaso
t'Jl P ft'
Com a sua morte perdeu o partido conserva-
dor um dos seus mais sinceros e leaes adeptos-
Hontem mesmo foi o seu corpo trazldo parao
cemiterio publico, onde s 4 horas da tarde fin
dado a sepultura, em presenca de ramios paren-
tes e amigos que pranteiam a sua peroa.
Apresentaraos nossas conadlencias a sua>4a-
rWtodePernantlMeo-Lemos naJa-
M[aOs SrfSmmendador Loyo eBarao de Casa
Forte obtireram, por despacho de S do'corrate,
a enjpreitada para o melhoramente do porttKar
Perjambuco.
E no P2 da mesma data:
Consta que no ultimo despacho mpenaa-H-

MMMjajMnMMaMMaMi
1



Diari* de iVersa&wfo*&i(tfA* i dea Jaifircl de 1889











-V


ir

on lewlvldc Que
aoanaendadcr loe
ae fosse aceita a proposta do
los da Silva Loto Javier e Bario
U Casa Forte para a construqjo das obras o
jjajboramemos do porto de Pernastbttco.
Ja ha tempo publicamos as condicoes pnn-
Vw>h laMiltut* raaleor Lemos
ffi^ncsmasVreferimo-no's noticia in-
serta no Comas, da communicacSo feta, por
Pastear, a academia das seienpiw acerca do
instituto anti-rabico fundado nesta cidade. Po-
demos agora completar acuella notiaa, tomando,
da hmrwa des soeites sctenttfaues, n. 49 de 5
deDezetnbro ltimo, os seguintes trechos da
acta da sessio de 28 de Novemr.ro, da academia
ibs sciencias, referentes dita commuoicacfto !
. o Sr. Pnsteur, apresentando Academia
c Dome de S. M. D. Pedro, associado estran-
eiro, urna* coBeee&o de photographias e urna
ota relativa esttistica oo tratamento d raiTa
ao Brazil, exprime-se assim :
Estou incumbido por S. M: o Imperador do
Brasil, de entregar a mesa da Academia urna se-
rie de It madeas photographias, represen-
tado q estabelecimento antirabico que o Impe-
rador fez construir no Brazil, sob a denomuia-
db de fnstitnt Pastear.
. A vista dos laboratorios de seus annexos,
* sala das mocutecOes, do canil, da codheira,
do remo crematorio para os animaes, da habi-
laeao do director no meio de um bello jardim
de plantas tropicaes, causara inveja a muitos
dos sabios da Europa.
. Todo isto mais um testemunho da protec-
dfe esclarecida que Sua Magestade coneede
Senda e as suas applicacOes.
Cabe-me a honra de apresentar igualmente
da parte de S. M. D. Pedro, a esttistica do tra-
tamento da raiva no dito estabelecimento, desde
de Pevereiro de 1888, data em que foi aberto,
atS 3 de Ootubro ultimo.
Be 149 pessoas mordidas, que se apresen-
team no Instituto do Rio, 89 smeute ficaram
em tratamento, porque as outras todas, por di-
venas razoes, principalmente porque os caes
aneas morderam nao estavam cnraivados, nao
ftreram de ser sujeitas as inocularoes preven-
Das 69 pessoas mordidas por caes reconhe-
damente enraivecidos, urna snccumbio raiva
ao correr do tratamento. Era urna crianca gra-
vemente mordida na testa, e na qual se mani-
fcatou a raiva no 23o da depois da mordedura
O tratamento flcou incompleto por causa da
arta duracSo de incubacao da molestia, e tam-
tam porque a crianca nao foi apresentada ao
tstituto 10 vezes em 83 dias. Este caso nao de-
w ser contado na esttistica.
" Tres nutras criancas, accrescenta a esttis-
tica enviada por Sua Magestade, que apresenta-
vam mordeduras mltiplas pelo mesmo cao, mas
tram sujeitas ao tratamento completo, conser-
aram-se de perfeita saude.
Na data de de Oulubro ultimo j haviam
deeorrido cinco e meio mezes depois do acci-
dente.
w O Instituto anti-rabico do Rio de Janeiro
dirigido pelo Dr. Ferreira dos Santos, que es-
tere durante um anuo a estudur em Pariz o me-
ando de prophylaxia da raiva com telo e as-
aiuidade que attesto com satisfacAo e que en-
tran! sem nenhuma duvida por muito no xito
aotavel de seus tratamentos anti-rabicos.
orinro do rmpirKBdott
aarrrt'n de Prnaaibaro-A direc-
taria d'essa associajao. em demonstraco de pe-
aar pelo fallecimento de seu muito digno e pres-
tnoso consocio o Sr. Samuel Halliday, adiou a
iesta anniversaria que devia ter lugar no proxi-
o domingo 20 deste mez.
Servido militar Estao designados lioje
ara superior do dia o Sr. capito S Barretto,
e para ronda menor o Sr. alteres Manoel Feli-
eano.
A guarnicao da cidade dada hoje pelo 14*
aalalho de infantaria.
Aguarda da Thesouraria commandada
boje pelo tr. tenentc Jos Bezerra de Menezes
Sa.
Existem em tratamento na enfermara mi-
litar 43 pracas dos corpos da guaroic&o.
Funccfonou hontem no quartel general o
eonselho de guerra a que est sujeito o soldado
do 14* batalhfio de infantaria Joao Mathias No-
gueira do iascimento. sob a presidencia do Sr.
aajor Luis Antonio Ferraz.
Foram distribuidas aos corpos da guarn-
cao, delegada do corpo de saude doexercito, for-
taleza do Brum. casa da ordem e secretaria do
caminando das armas os exem piares das ordcns
do dia do exercito da repartilo do ajudante
general de n. 2231 de K d Dezerahro de 1888.
Foi mandado considerar addido a compa-
gina de cavallaria desde 29 de Dezembro lindo.
o f cadete do corpo de alumnos, Jos Malaquias
Cavalcante Lima, que por portara de 10 do mes-
ao mez obteve 3 mezes de liccnca para trata-
aento de sua saude nesta provincia.
UUtci-Eflectuar-se-hao os|seguintes:
Ir- HoJ6: ^_
^Wo agente Gusmao, as li horas, ra Mar-
apas de Olinda n, 49 defazendas diversas.
Pelo agente Gnsmio, as 11 horas, ra 1
qnei de Olioda a 48, de madupolio, chitas e
murtas outras fazendas.
Serio celebradas:
A's 8 fioras. na matriz da Boa-Vista, pa alma
de Manoel Gomes da C e Silva; as 8 horas, na
mesma matriz, pela alma de Jos Antonio Perei-
ra da Silva.
Araanb : i t-;
A's 7 1,2 horas, no convento de 8. Francisco,
pela alma de D. rsula Senhorinha Pessoa Mon-
teiro.
relriiChegaos do su) no vapor
' Alberto Chaves. Dr. Adolpho S. Cavalcante,
Henrique Rodrigues, Flix Affonso de Barros,
Fructuoso da Silva, Manoel Josfc Tavares, Ale-
xandrina M. Doarte, Cypriono Ribeiro, Eliza
Maria da ConceicSo, Silvario ftlva, Dr. Antonio
da Motta Reg e Alliucraerque EsperancaLuiza,
Maria Francisca. Antonio A. Cavalcante, D. Ma-
ria Jos de Carvalho. Antonio do Amaral.Ray-
mundo P. de Miranda, Francisco Leocadio de
Araujo, Flix Pereira de Souza, Samuel Vaz, D.
Eliza de Carvalho. Agostinha da Conceicfto, Paulo
e 2 pracas de policia.
Saludos para o iul no vapor brawleiro Ma-
David M. Gregor, Hermina Alves da Rocha,
I"nez de CastroMoura, Pedro Correia dos San-
tos Pedro Fontes e sua senhora, Estevao Elera-
ber'g Dr. Jos I. Femandes Barros, 3 sobrinhos
e 1 criado, Dr. Pedro Leopoldo da Silveira, Dr.
Luiz I. de Mello Barre, Dr. Jos Maria da Ro-
cha Carvalho, sua senhora. 11 lhos. 1 aniado
c 5 criados, Dr. Francisco Antonio Filgueira e 1
criado, Estevao Pedro Paes, sua senhora e 2 fi-
lhos, D- Ismenia Ayres da Silva e 1 lllha, D. Emi-
lia Vieira e 1 ftlho, Dr. Lindolpbo Correia, sua
senhora e 1 filho, Jos Antonio Frcitas Guima-
raes Miguel Venceslao Omena, Vlncenzo Ziruffo,
\n?lo Mauzar, Augusto C. de Souza, Pedro Co-
sentine, Miguel Malazzi e 2 filhos^ Vicente Prez,
Domingos Bernirdo, Antonio Esteves, Joanna
Maria da Conoracao, Candida Maria da Goncci-
co, Manoel Jesuino Ferrto, Valentim Lopes Gui-
ruaracs. cadete Francisco do Reg Barros Pes-
soa, Adolpho de Almeida Guimaraes, Dr. (i. >o-
gueira, Dr. Francisco de Barros M. Wanderley,
Dr. Manoel C Albuquerque Mello, Julia Cox, An-
elita Cox e Jo vita Cox, Luiz LeSo, Olavo te
reitas Martins, Leopoldo dos Santos, recruias:
Hennque Jos Hrpoto da SIvb, Vicente \ieira
da Silva, Mizael Francisco Diniz, Raymundo Al-
ves, Parizio Lefio e 1 mulher. _
Chegados da Europa no vapor ingles hioe
James Richard Crawtonl, George Wilssn, Joliii
Donner, Dolores Portella, Gemano Portella, The-
reza Portella, Ramona Garca, Juan Luiz Car-
nero. Manuel Garca, Manuel Ramos, Antonio Pe-
Cl-egdos uo sul no vapor nacional atn-
Dr. Jos Cottea. litteiicoiirs, sua senhora e 1
criado, Manoel Luiz da Cunha, Maria Guilher-
miaa do Espirito Santo, Fraadseo Jo^ de Oh-
veira, Joio Teixeira Maceado, Francisco Mendes
da Fonseca, Manwl Cavaquinho, Aristide Fran-
cis:o de Oliveira, 2 pracas de polica e 1 prezo.
Sahidos para o sul no vapor francez vau
de Cettr:
Francisco Leopoldo G. Lima e 1 criado, Joa-
craim Goncalves Jnior. Augusto da Silva Fer-
nandes, Jofio Dias, Carlos Dikon e Eugene Ca-
oonico.
Uirertorta da obra de eoaujerva-
rio da* Porto de Pcrnatabeo -Reci-
feTl6 de Janeiro de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas
6
9
12
3
6
m.
I .
gil
p s
25-9
28-9
29-6
2B-4
28-3
Barmetro a
0
759-76
760-70
761-02
759-9
760-08
Tenso
do vapor
18,11
18,15
17,81
17,34
17,66
-3
1
=
73
62
59
57
62
Temperatura mxima30,00.
Dita mnima25,50.
Evaporacio em 24 horasao sol: 9-,6; a som-
bra: -,3.
Chuva milla.
Direcco do vento: SE durante todo o da.
Velocldade media do vento: 3",11 por
gundo.
Nebulosidade media: 0,35
Boletim do porto
se-
ri
fii
COMERCIO
Revista do Mercado
Becifk, 17 de Janeibo de 1889.
* a
Penco movimento na prara -
Em cambios foram feitas pequeas transaccOes
na Bolsa negociaram-se 35 lettras hypotheca-
tias com o descont de 4 1.2 %..
Caiahld
Os bancos conservaram anda a taxa de 27 1,2
C, achando muito pouco dinheiro.
O papel particular foi offerecido a 27 11/l,
igmio, poren, os bancos, 27 3 4.
No Rio o Internacional saccon francamente a
Ef 1/2 e os deinais bancos a 27 3/8, nominal-
tente.
Anda continua a falta de numerar.
TABELLAS AFF1XADAS
B.
P.
B.
P.
Dia
16 de Janeiro
17 de Janeiro
Horas
1022 da manha
438 da tarde
1039
458 da manha
Altura
0-60
2-,50
0-.48
2-,45

Venderam-8c
Na Bolsa
15 letras hypothecar.
20 ditas.
O presidente.
Candido C. G. Alcoforado. .
O secretario,
Eduardo Dubeux
Algorfa*
Cola-se o de 1.* sorte do sertfio a 6ii50 por
15 kilos.
A exportacao, feta pela alfande
o da 15, subi a (.887.338 kil
a ueste mez
>s, sendo
para o inte-
at o da 15, subi a 1.887.38 ku
1.871.989 para o exterior e 15.349
rior.
As entradas verificadas at a data de hoje so
bem a 10.354 saccas, sendo por:
Barcacas.....
Vapores.....
Animaes.....
Via-ferrea de Caruaro.
Via-ferrea de S.Francisco.
Via-ferrea deLimociro
1.165 Saccas
192
3054
320
349 .
5274
Somma.
10.354 Saccas
Pelo vapor francez Ville de Ceara, foram rc-
raettidas 103 saecas para a Babia.
Asquear-
os precos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
gundo a Associasao Commercial Agrcola, foram
osseguintes:
Brancos 2#100
Someno ....... 1*700
Mascavado purgado .
bruto. U140
Rtame..... *9
24600
1800
1*300
1*240
1*000
Colonia Isabel:
Branco 1
. 2* .
3*
Someno .
Mascavado .
Usina Pinto:
Branco <
. 2*
Someno .
Mascavado .
2*500
2*300
2*000
1*800
1*400
2*400
2*300
1*700
1*340
A exportacao, feta pela alfandega, neste mez
at o da KS, attingio a 8.739.440 kilos, sendo
5.912.607 para o exterior e 2.826.833 para o
interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a"142.802 saccas, sendo por :
Opera* etoartleaa ~ Foram pretica-
das oo htinpw |hieo II, no da 46 do corrate,
ai. seguint: it
Pelo Dr. Pona*:
Raspagem e eaotensacto denlcera gommosa
da perna. .
Bdrocelepelo iDJeccAo lodada.
Pelo DrT Estevao;
Tres raspagens e cauterisafiao de vegetagoes
syphihticas da margem do anua e vulva.
Pelo Dr. Berardo :
Estraccao de esiilhaco de apoleU da cmara
anterior do olho direito.
Pelo Dr. Malnquias ;,
Extraocao de epiteUoma pelo thermo caute-
rio, na regifio externa do p esquerdo.
Ca de Oetea^aoMovimento dos pre-
ses da Cisa de Detencao do dia 16 de Janeiro
de 1889.
Existiam 443 ; entraram 8; sahiram 7; exis-
tein444. i
A, Baabcr *
Nacionaes 494 ; mnlheres 18 ; estrangeiros 22.
Total 4*>
Arrafoados 381.
Bods 357.
Loucas 3.
Doentea il.-i-TOUl 381.. >
Movimento da enfermara.
Tiveram baixa:
Caetano Luiz da Silva.
Jos Joaquim Nogueira.
Jofio Agostinho de Salles.
Tiveram alta :
Joio Mendes dos Santos.
Mand Dias da Puixao.
Moaattal Pedro IIQ movimento deste
estabelecimento d daridade, no dia 13 do oor-
rente, foi o seguinte ;
respectivas
6
enfermaras
Entraram
Sahirain
Falleceram
Existem
Foram visitadas as
Moscos's 8 3(4, Cvsneirp as 10 1|4, Barros
Sobrioho t 7, Berardo a 10 Ij2, Malaquias as
8 i|2, Pontual s 9' Esteta) Gnvalcante as 8 1]4
horas. ->,
O Dr. Simes Barbosa n*8 copiparcceu.
O cirurgiSo dentista NOma Pompilio nfio com-
0 pharmaceutico entronf .81|4 da manhfi e
sabio as 3 da tarde. '
O ajudante do pharmacenuco entrn as 71|
da manhfi e sabio as 4 horas da tarde.
Lotera da wna-rawa-A 4 parte da
2o- lotera, dessa provincia, cajo premio gnadee
60:000000, sera extrahida, sabbado, 19 00
corrente. '' ,. ,~
|f< emlterlo PadilteaObituario do da Ib
de Janeiro de 1889 : i
Firmiuo Theotonio da Cunha Santiago. Per-
nambuco, 78 aunos, casado, Poco; dilataco
artica.
Samuel Hallidy, Peraambuco, 26 anuos, casa-
do, Boa Vista; cyrrhose heptica. J_
Miguel. Pernambuco. 38anos, S. Jos; ttano.
Francisco Ferreira Fausto, Pernambuco, 45
annos,casado; Boa-Vista: cachexia.
III POUCO de uno
Disem as folhas de Londres que acaba de ser
all introduzda nova moda para a roupa dt bai-
le, nfio para as senhoras, mas pala os homens.
Consiste a nova moda em apreseritarem se os
homens de calcas bordadas. Nao se imagine, po-
rm, que se trata de algum bordado estapafur-
dio, que faca recordar o traje pittoreseo dos me-
xicanos ou dos chulas de certas provincias de
Hespanha. j. ,
Nada disso. O novo bordado inventado para
as calcas de baile modestissimo.
Ao lado da calca, no sitio amigamente desti-
nado lista, segu urna silva bordada, primoro-
samente a seda preta, e apresentando delicados
desenhos de palmas, ramagens, etc.
Com esta invensfio procuraram os inglezes
tornar bem salientes a differenca entre patrOes e
criados, ao menos no traje.
Bismarck accrescentou aos ttulos quelhc ad-
judicaram um novo, com que acaba de ser agra-
ciado.
Urna das universidades allemas, de menor im-
portancia, acaba de o nomear doutor em teologa.
Para comprehender todo o grotesco desta si-
tuaco preciso recordar que Bismarck extre-
mamente liberal em materias teolgica* e que
ha muito tempo nfio poe os ps n'uma igreja.
Alera d'isso, tem-sc mostrado coustanteraente,
na sua poltica, adversario da ortodoxia proles
tante. .
Como doutor em teologa, Bismarck tem direi-
to a pregar publicamente em todas as igrejas
protestantes; e pena que nfio se resolva a pro
veilar-se da prerogativa, porque un sermfio do
chanceller teria o privilegio de cncher urna igre-
ja protestante, em Berlim, onde ob templos estao
quasi 8crapre vasios.
#
Decididamente, o Japfio nfio quer deixar pas-
sar sem imitaefio nennum costume occidental.
aaWHHBMM
Os jofBhes desse pas pretendem cclimar o due-
lo ala, entre oe personamos da sua oiMae.
O ultinao correio do Japao informa nos, com
eAsa/idaram redactor de um jornal de Tokio,
envin um cartel a um dos seus eonfrades que
poaera em duvida urna afrmacJo son.
Os padrinhos eis no que difiere dos cosUimes
europeusapproximaram-se pela cansa do seo
cliente e quizeram tambem intervir como adver-
sarios.
V Febemeate, o autor, menos atacado do pruri-
do da civilisacfio, recousou o duelo, allegando
que era brbaro.
Mas elles lii cheganto, os japoneses, com a
sua mama de se occidentalisarem.
***
Fazia i muito lempo que nio se tinhn visto a
sala do Superior Tribunal de 8-. Petersburgo tfio
replecta de um publico variadosenhoras ele-
fantes. officiaes, estudantes da fanoldade juri-
ica, maritimos, adwgados, mdicos, negocian-
tes e empregadostfio vido de emooes, como
acontece agora eom o processo, em debate fazein
hoje cinco diae, de lan limboum nome de ro-
mance, assenldo n'uma pequea fera de figura
humana, com 20 annos apenas.
fan Umbo de consttuiefio fraea*-pareee
quasi um rapaz de poneos e curtos cabellos de
cor castanha-esPdros, de bmos redondos como de
coruja, hrilhantes por momentos, de nma tez es-
verdoada, de nariz adunco e agudo, e de espa-
duus estreitas.
A son physionomia e o seu todo nao apresea-
tam nada de excepcional, e costa a crer-se cue
aqueile ser magrinlio, insignificante qnast *oe
afpectOi fosse o hroe de nma tragedia horrivel.
c tivesee s, eos as suas fracas forcas, morto
sois homens vigorosos e robustos, seis lobos do
mar
Os drogados da defeza ao vel-o sacodem enr-
gicamente a eabeea, convencidos de terem dian-
te de ni, um delinquente nato.
B' tfio joven dizem.
Em principio de Setembro de 1887 lan Umbo
se apreentOB ao arpitfio do scooner lohwmes
supplicando-o com lagrimas nos olhos que o
alistasse entre a sua equipagem : diiia que es-
tava morrendo de fome, e se contentara com o
pouco rae lhe desse.
O eapKfio condescenden.
Na vespera do dia em que o Johamtes devin
levantar amarra de Riga, onde eslava ancorado,
Kra um porto da Escocia com carregamento,
i Umbo desertou do navio, levando comsig
muitas pecas de vestuario pertencentes aos seus
companheiros.
' Poi, porm, agarrado logo e reconduzido para
bordo.
Como os furtos comecaram a apparecer desde
o principio da navegasao, lan Umbo foi punido
rnais de urna vez pelo cap tfio.
Mal agounida idea foi aquella de querer corri-
gir o ladrfio reincidente I
Certa noitej no alto mar, urna noite escura e
pavorosa, o piloto Nuck acordou sentindo urna
forte pancada.
Abertos apenas os olhos, levantado do pe-
queo lcito, vio Umbo na sua frente, todo co-
berto de sangue, com um grande machado na
mfio, em ato de descarregar-lhe um tremend o
golpe.
Pode aparar o golpe, mas debaldc pedio'soc-
corro : a sua voz perdia-se no mar; abordo re-
nava um silencio dos tmulos.
Entre os dous se travou urna lucta terrivel,
encarnigada, depois foi rana corrida desenfreada
por todo o navio : Nuck, procurando por toda
parte um abrigo, deffon encontrava, e o outro setdpre atraz com o ma-
chado.
Nuck consegulo embarricar-se no camarote do
capito. .
Umbo nfiopvdendo derribar a porta e fenr o
adversario medilou fazel-o morrer qucirnad.
E j preparava o rogo com urna mecha de corda
molhada do petrleo, quando um outro apresen-
lando-se-lhe de repeute pelas costas o deitara
por trra com urna pancada de bamb sobre a
eabeea.
Foi depois bem amatrado a um maatro e tra-
tou-se de procurar os seus companheiros.
Traballio perdido.
Por toda parte largas pocas de sangue. o as
caixas daouuipagem abertas*e a roupa em con-
Risfio dejtaaa por ierraum sauueio bestial, por
toda parte vestigios de mu vandlico furor.
Umbo disse simplesmeole que toda u equipa
gem jaxia no fundo do mar.
Nuck icou entfio a bandeira de alarme. _
Foi escoltado a tempo por um vapor dinanrar-
quei que naquclle momento saliia do porto do
Riga, e que rebocou o Jokaoms at Cope-
nhague.
D ahi Iau Umbo foi depois conduzido pela po-
licia dinamarquesa a Petersburgo
Nuck estava com 19 feridas. de que veio a
Picar, para sempre, inhabilitado para o tra-
balho.
Aos magistrados c ao juiz popular que o in-
terrogavam por meio de um interpretenJo fal
lando elle seno o estouo Umbo fez a discripefio
do seu delicto conforme o acto de aecusaefio,
isto segundo o depoimento de Nuck.
Disse que commetteu o primeiro furto a bordo
do Johannes instigado por um mao amigo.
Disse que era muitas vetes espancadd pelos
companheiros e peo capito nao Obstante elle
pedir que pelas suas culpas o mandassem aos
tribunaes.
Usan vez vindo trra tinba meditado vin-
ganca.
A noite de 7 de Setembro pareceu-lhe oppor-
tuna.
Todos dormiam.
Foi-lhe fcil degolar o capito e tinco inari-
nbeiros, Janeando depois os cadveres ao mar.
So Nuck acordou lora do costume.
Umbo nfio negou a intenrao de deitar fogo ao
navio: esperava depois salvar-se numa embar-
caefio.
Durante todo o debate Umbo cntcmplava com
complacencia o maullado liomicida, todo man-
chado de sangue coagulado I.
Neahuma das testemunbas comparecen ao jul-
gamento, visto viverem multas fra por seren
subditos estrangeiros e outras em viagem em
longnquas Ierras.
Os jurados reconheceram Umbo culpado de
seis homicidios perfecti e de um maucato na
pessoa de Nuck, camuiettidos no furor e na ir,
mas exckiirara que o escopo do delicto fosse o
furto e a ambigao de apoderar-se da roupa de
outrem.
Em vista de tal declarado do jury- e porque,
ao que parece, na Russia os delictos contra a
propriedade sio considerados mais graves do
Sie os perpetrados contra as pessoas -limbo nao
i eondemuado seno a 10 auuos de trabalhos
toreados, com a perda dos direitos civis.
Res judi'-at-i pro teritafe habetur.
Mas, na lei divina, aquelle tigre mereca mai
outro castigo da justicn humana.
E' quasi para admirar que os juizes populares
ou togados, dispondo da torca irresistivel, nfio
tivessem absolvido e mandado Umbo, irium
pitante, para a Estonia. -

Nazareth
NSo fiel a noticia publicada no Jornal
do Recife de hontem sobre a conferencia re-
publicana, que teve lugar nesta cidade do-
mingo passado.
O salo da Cmara Municipal, que, eom
reprovacao geral, foi cedido dar a alludi-
da conferencia, nBo tem espaco para con-
ter 100 pessoas, e alm de una 15 repu-
blicanos, alguna dos Vjuaea vindos da co-
marca de Ooyanna, compareceram para
ouvir o discurso do Sr. Pr. Albino Meira
60 pessoas approximadamnte, a maior
parte das quaefl all foram por simples es-
pirito de curiosidade.
O conferente, apezar da sua alta gra-
duacSo scientfica, nSo agradou.
Sem dotes oratorios, isto sem a figu-
aa de fiaBalio-Castellar, aeai o egao de
Silveira Martins, aem a 4>riJhante e fecun-
da imagmaejto 3e Joa Onlfacio, e ao con-
itiwio, de- estatura abaixo de mediana, de
voz. fraqui86iina-.a repradueir urnas chapas
j conhecidaa ate pelanlasses menos ins-
truidas, nao conseguio fazer proselytos
como se diz na referida noticia, e a prova
est no facto de recusarem todos assignar
urna acta que lavrou-se depois de conclui-
da a conferencia.
Como nao receiamos ser desmentidos,
rogamos ao Sr. Dr. Albino Meira, que pu-
blique os nona.es dos adeptos que a sua pa-
lavra eonquistou para a repblica.
A' S. S. nao faltar a coinraum corageni
ou virtude de dizer a verdade, e a rep-
blica tem por base a verdade e abnegarlo.
16 d Janeiro de 1889.
18.065 saceos com assucar mascavado para os
Estados Unidos".
A escuna nacional -Macah, carregada por
Amorim Irmios a C, levou para Porto-Alegre
225 barricas e 1.710 saceos com assocar branco
e 75 barricas e 745 saceos com dito mascavado.
O vapor inglez Paraense, carregado por
J. H. Boxwell, levou 6.767 saceos com assucar
mascavado para New-York.
A barca americana -Momean-, carregada
por H. Forster & C, levou para Hampton Roads,
16.142 saceos eom assucar mascavado.
Pelo vapor nacional Maranhfio, foram re-
mettidos, 700 saceos, 130 barricas e SG/2 com as-
sucar branco e 100 barricas com dito mascavado
para a Baha ; 1.350 saceos com assucar bramo
e 1.300 ditos com dito mascavado para o Rio de
Janeiro.
O lugar sueco -Dockan., levou para Pelo-
tas, 500 ssccos, 975 barricas e 50/4 com assucar
branco e 75 saceos e 170 barricas com dito mas-
cavado. '
.'
Couros
Manteve-se a cotacao de 390 ris para os sai-
gados.
tguardeBte
Cota-se nominal a 701000 por pipa de 480
litros.
Pelo vapor francez Ville de Ceara*,,foram re-
metidas 55 pipas para o Rio de Janeiro e 10/5
para Santos.
O lugar sueco Dockan levou 30 pipas para
Pelotas.
Paquete nacional "Para entrado dos portos do
Sul em 17 do corrente e consignado a Pereira
Carneiro 4 C, manifestou:
Carga do Rio de Janeiro
Caf 85 saccas a Pereira de Carvalho a C, 80
a Paiva Valente a C, 33 a Jos Joaquim Alves
& C, 56 a Domingos Cruz a C. 10 a Jos Joa-
quim da Costa Pinto, 70 a Figueiredo Costa A C.
Candieiros 3 caixas a Manoel Botelno A C.
Chapeos 5 caixOes a diversos.
Fumo 10 volumes a ordem.
Dito em folha 10 fardos a Esnaty Banks.
Panno de algodao 25 fardos a Ahdrade Lopes
& O. 20 a Goncalves Cunha & C, 10 a Albino
Amorim & C.
Xarquc 100 fardos a David Bailar.
Carga da Baha
Charutos 3 caixoes a Almeida Machado & C,
2 a Sulzer Kauffmann & C, 2 a R. de Drosina &
C,
Chapeos 7 caixes a diversos.
Ferragens 8 volumes a ordem.
Fio de algodao 72 saceos a Joao Francisco
Leite.
Panno de algodfio 10 fardos a A. Maia & C,
lo a Manoel D. da Silva Guimarfies, 20 a Rodri-
gues Lima A C. 15 a Joaquim Agostinho & C.
Alcool
Ullimas vendas, 125*000 por pipa de 480 li-
tros.
O vapor francez
pipas pira Santos,
Ville de Ceara, levou 23
le
Barcacas.
Vapores.....
Animaes.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
51.244 Saceos
7.462
8.959
55.308
19.829
142.802 Saceos
OBTA^'UES OFFICIAES DA JCMTA
RECTORES
Recife, 17 di Janeiro de J969
Letras bypothecarias com juros, a 936300
Hla
Abarcanorueguense Ariadne, carregada por
Ferreira Casco & Filho tevou para New-York
10.634 saceos com assucar mascavado.
Pelo vapor francez Ville de Cear, foram
reraettido 2.000 saceos com assucar branco e
4.000 ditos com dito mascavado para Santos.
- Pela barca inglezi Walter SearaelU, car-
regada por i. Pater A C, foram remettidos.....
Cota-se a 50*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da alfandega
SEMANA 14 14 A 19 DE JANEIRO DE 1889
Vide o Diario de 12 de Janeiro
A avos carga
Barca nnnieguense Princessen, para Estados-Uni-
dos. '
Barca norueguense Elieztr, para Rio da Prata.
Briguc portuguez Calcida, para Lisboa e Porto.
Brigue portuguez Armando, para o Porto.
Lugar americano Arthur C. Wade, para Estados-
Unidos.
Patache inglez Peggie, par Mentevido.
Vapor inglez Explorer, pa Liverpool.
.Vivios descarga
Barca portugueza A7/'ca, carvo.
Barca inj{leza Beltrecs. bacalhe.
Barca portugueza Novo" Seucio, varios gneros.
Barca norueguense Frida, carvao.
Barca uorueguense Frilhyof, carvao.
Barea noruaguense Professor, madeira e breu.
Brigue dinamarquez Catharina, varios gneros-
Brigue sueco Pepsla, carvao.
Lugar inglez Xelly, bacalho.
Lugar americano H, & A Blenderniman, farinha
de trigo.
Lugar inglez F(orence). bacalhfiO.
Patacho sueco Amor, Tarios gneros.
I2xporlaco
recipe 16 db ja aiao de
Paro o exterior
18S9
Confrarla de H. Jom d'Asaaia erec-
ta no c RerMe.
BENCO DO SENHOH BOM JESS DOS PASS03
A confraria de S. Jos d'Agona, erecta no
convento do Carmo, tendo de proceder a benefio
do Senhor Bom Jess dos Passos da capella de
seu padroeiro, no domingo, 20 do corrente, s
5 horas da tarde, convida a todos os paranym-
plios abaixo inscriptos e a todos os irm3os em
geral a assislirem a este acto o qual terminar
com urna ladainna solemne com sermo sendo
o orador sagrado o commendador padre Manoel
Moreirada Gama que tfio. bondosamente se of-
ferece a quem a irmandade ser sempre grata.
38Para Cear, P. Carneiro A O 40 barricas com
3,000 kilos de assucar branco.
o vapor argentino Alba, carregaram :
Para Rio de Janeiro, Maia A Rezende 60 pipas
com 28,800 litros de agurdente.
No hiate nacional fuuiha dos Anjos, carre-
garam :
Para Naial, Fernandes & Irmo 500 saceos com
farinlia de mandioca.
No hiate nacional Xeptuno, carregaram :
Fara Aracaty, P. Carneiro A C. 50 saceos com
1,100 kilos de" fio de algodfio.
Uinhelro
RECEBIDO
Pelo vapor nacional Para, do sul, para:
6.500*000
2.000*030
.ooOOOO
2.000*000
1.000*000
Martins Fiuza A C
Joaquim Pires da Silva
Domiugos de Souza Ribeiro
Antonio Augusto dos Santos Porto
BernardraoLopes Alheiro.
Rendlaieaios pblicos
MEZ DB JANBIBO
Alfandega
Renda geral:
Do dia 2 a 16
dem de 17
532:08! 53
23:471*333
Renda provincial
No vapor inglez Explorer, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater A C. 7,K) saceos
com 525,000 kilos de assucar mascavado.
Na barca norueguense Princessen, carr ga-
ram :
Para New-York, J. S. Loyo A Filho 988 saceos
com 74,100 kilos de assucar mascavado.
No vapor a lie mao B. Ayres. carregou :
Para Lisboa, C. M. da Silva 34o couros salga-
dos com 6,340 kilos.
Para o interior
Na escuna norueguense Reform, carregou :
Para Rio Grande do Sul, F. S. Ferreira da
Costa 50 saceos com 3,750 kilos de assucar bran-
co e 168 ditos com 126,000 ditos de dito masca-
vade.
No vapor francez Vdle de Ceara, carrega-
ram :
Para Santos, A. V. de Barios 2,000 saceos com
120,000 kilos de astucar mascavado ; Amorim
IrmSos A C. 500 saixos com 30,000 kilos de as-
sucar branco e 300 ditos com 50,000 ditos de
dito maseavado.
Para Rio de Janeiro, Amorim Irmfios A C. 20
pipas com 9,600 litros de agurdente ; P. Fer-
reira C. ,50pipa8 com 24,000 litros de agur-
dente.
No vapor allanio Hamburgo, carregaram :
Para Santos, H. Burle.A C. 900 saceos com
34,000 kilos de assucar branco e 1,100 ditos com
66,000 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Maranho-, carregarain
Para Rio de Janeiro, A- Guimaraes 250 saceos
com 14,000 kilos de assucar branco e 500 ditos
com 30,000 ditos de dito mascavado ; L. Lima 1
caixa eom 42 kilos de assucar retinado ; J. !s. da
Costa A Silva 10 caixas com vinho medicinal,
Cara Bahia. F. M. Duarte de Azevedo 31 sac-
eos com l ,796 kilos d cera de carnauba.
No vapor nacional Fara, carregaram :
Fara Mauos, H Oliveira 75 barricas com
3,628 kilos de assucar branco.
Para ^ar, M. a. Senna A C. 60 barricas com
4,080 kilos de assucar branco ; C. M. da Silva
80 barricas com 9,040 kilos de assucar masca-
I vado e 60 ditos com 8,480 ditos de dito branco.
Do da 2 a 16
dem de 17
84:674*697
2:887*971

Somma total
575:552*708
87:562*668
663;1I5*376
17 ne Janeiro
Segunda seceo da Alfandega,
de 1889.
0 thesoureiroFlorencio Domingues.
O chefe da secco-Cicere B. de Mello.
Recebedorla O eral
Do dia 2 a 16 14:790*733 i
dem de 17 157*181
14:947*934
Reeeliedoria provincial
Do dia 2 a 16 79:358*230
dem de 17 998*061
Paran ymphos
Julio da Costa e silva.
ommendador Manoel Goncalves Agro.
Major Jos Elias de Oliveira.
Capitn Rodolpho Olympio GUedes de Lacada.
Manoel Ferreira.
Jos Simplicio de S Esteves.
Eoaminondas Mariano de Souza Gouvcja.
Flix Nicas Muniz.
Ricardo Jos Gomes da Luz.
Joo Evangelista Machado.
Jos Soares Neves.
Dr. Jos de Miranda Curio
Rcvd. Francisco de Asss Miranda Curio.
Manoel Soares de Figueiredo.
Antonio JosMendes.
Salustiano Francisco Martins.
Tenente-coronel Francisco Faustino de Frito.
Manoel Joaquim Baptista.
Capitfio Jos da Silva Neves.
Capitn Vicente Ferreira de Sant'Anna.
Joaquim Bernardo dos Res.
Manoel Garca Pardal. -"- '\
A conTraria de S-. Josd'Agonia pede a toaos
os paran ymphos e mais inafios o "especial favor
de abrilhantarem este acto chin suas presentas.
Consistorio da confraria d S. Jos d'Agonia
erecta no convento do 'Carmo, 18 de Janeiro de
1889. '
Jos Mturieio de Mental:
Secretario.
________ '
1
i i
1 escriptorio a 300 ris 300
25 compartimentos de fariuha a 500
ris 12*300
24 ditos de comidas a 500 ris 12*000
79 ditos de legumes a 400 ris 31*600
18 ditos de sumos a 700 ris 12*600
10 ditos de fressuras a 600 ris 0*000
8 tainos a 2* 16*000
A Oliveira Castro A C.:
54 tullios a 1* 54*000
Rendimento do da 1 a lo do cor-
rente
191*320
2:963*400
Foi arrecadadq liquido at hoje
Prejos de dia:
Carne verde de 360 a 480 res o kilo.
Carneire de 720 a 800 reis dem.
Subios de 560 a 640 reis idem.
r arinlia de 400 a 480 reis a cuiu.
Milho de 320 a 400 reis idem.
Feijfiode800a 1*20) idem.
3:154*720
'


Ag'gresso
Sob a epigraphe"acima, publicou A (Ja-
zeta do Tard de 16, uim artigt declaran-
do que ininha senhora traba, sido aggredi-
da na tarde do din 15, tudo do' corrente,
na casa de ininha residencia, no pateo do
Terco, pelo seu cunhado Manoel < lcmn-
tino'Sobral por questSes de familia.....
E' exacto o que diz a Gazeta, porem o
motivo dessa aggrcssao, alias brutal, foi
ter o mesmo .Sobral, vendido urna casa
pertencente a senhor-a delle e a ininha, e
agora recusa-se a entrega da importancia
pertencente i minha senhora.
Recife, 17 de Janeiro de 1889.
Tenente Justino Lopes Cardim
.-------------.--------------
Aos 5 annistas
Convida-se aos 5 annistas de nossa Fa-
culdade de Direito a se reunirem na casa
o. 2 da ra Jo Apollo, segunda-feira 21
do corrente.
-----------<*@ Instruc^ao primaria
Acha-sc aberta a matricula da escola
particular ra do Caldeireiro n. 7 A,
regida pelo professor Joo Teixeira Bas-
to*, em cujo exercicio se acha.
iv. oe
Agua Florida Na verdade cousa estranha e para admirar
que este delicado e precioso perfume, tendo sido
manufacturado ha mais de vinte annos, exclusi-
vamente para os mercados da America do Sul e
das Antilhas e estimado por toda a populaco da
America Ilespauhola em preferencia todas as
mais essencias e aguas de cheiro, s ha pouco
viesse a ser finalmente introduzido pela vez pri-
mera neste paiz depois de tfio largos annos de
existencia !
O aifinco e louvavel promptido que as nossas
bellas patricias moslraram na adaptag5o da mes-
ma prova que as senhoras sul-americanas, as
Juaes a pretercm propria Eau de Cologne, nao
ao mais que um justo apreso delicada pureza
do artigo.
Como garanta contra as falsilicacOes obsrve-
se bem que os nomes de Lanman A Kemp ve-
nbara estampados em letras transparentes no
papel do vidnnho que serve de envoltorio cada
garrafa
Acha-se a venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras.
------------_^.-------------
Aula mixta particular
A' na \ova da Prala (antlgo
caes do Ramo u. ** 1' andar
Alm do curso primario que acha-se
aberto desde o dia 14 do corrente, lecio-
na-se as seguiutes materias : portuguez,
francez e piano. O honorario dos alumnos
regulado da seguinte forma : os d'aula
primaria, 20000 cada um ; os de portuguez
e francez a 4-J000, e os -le piano a5JO00
com direito a oito licSes mensaes.
."




tlaladouro publico
Neste estabelecimento foiam abatidas para o
consumo de hoje 60 rezes.
Sendo : 45.pertenceutes a Olivoira Castro A
C., e 13 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a outrar
MEZ DE JANEIRO
Europa....... Hamburg.
Sul........
Sul........
Norte......
Sul........

..... 19
Buenos-yres...... 19
La Plata.......
Alagos ........
Mandos........
20
I
80:336*291
Recife Draluage
Do da 2 a 16 3:676*397
dem de 17 839*851
4:516*248
Mercado Municipal de S. foft
O movimento deste mercado no dia 16 de Ja-
neiro foi o seguinte:
Entraram :
201/2 bois pesando 3,960 kilos sendo de Ob-
ra Castro C, 12 1/2 e 8 de particu-
lares :
336 kilos de peixe a 20 ris 6*720
68 cargas de farinha a 200 ris 13*800
12 ditas de fructas diversas a 300
ris 3*600
10 taboleiros a 200 ris 00o
11 subios a 200 rifl 2*200
10 matutos com legimes a 200 ris 2*000
Foram oceupados: / KL-
87 columnas a 600 rlis lb*00
Vapores a sahlr
MEZ DE JANED20
Norte........ Para............. 18 as 5 li.
Buenos-Ayres. La Plata.......... 20 as 11 h.
Santos e esc Hamburg..........2't as 5 h.
Hamburgo. Bueno-Ayres....... 20 as 5 h.
Sul.......... Alagos........... 24 as 5 h.
Norte........ Mandos........... 28 as 5 a.
Hovuicuio do porto
Navims entrados no dia 17
Rio de Janeiro e escala -7 dias, vapor brasileo
Para, de 1,999 toneladas, commandaut An-
tonio Ferreira da Silva, equipagem 60, carga
varios gneros ; a Pereira Carneiro A C.
Bahia e escala7 dias, vapor nacional Jacuhype,
de 382 toneladas, commandante Joaquim Jos"
Esteves Jnior, equipagem 30, carga varios
gneros; a Conipanhia Pernambucana.
Southampton e escala14 dias, vapor inglez
Elbe, de 1,732 toneladas, commandante G.
Armstrong, equipagem 103, carga varios g-
neros ; a Amorim li-raSos C.
Terra Nova30 dias, lugar inglez Melhj. de 183
toneladas, capitoH. Olsen, equipagem ^car-
ga bacalho; a Blackburn Ncedham C.
Macao-10 dias, hiate nacional Aurora II de 70
toneladas, mestre Joaqun! Jos da Silveira,
carga sal; a Carlos Antonio de Araujo.
Naviot sahidos no mesmo dia
Estados-UnidosLugar inglez Uerrt capito
O. H. Johnson, carga assucar.
PelotasLugar sueco Dockan, capito P. N.
Syogrras, carga varios gneros.
Buenos-Avies e escalaVapor inglez Elbe, cora-
mandante G. Armstrong. carga varios generog.
T


ir
iodo>Pnifcmbura"t3HeAta4feirft 18 deJaneiro de l86
*
I6fl
qne offerece urna sociedade artstica aos Srs. assignantes
do Diario de Pernambuco >
DE .
DUA-S BELLAS OLEOGRAPHIAS
-----fTCH#{STUT)E VELAZQUEZ
Estas preciossimas oleographias medem 88 centimetres de alio por 81 de largo, e sao
''i grandes pintores hespanhes Velazquez e Murillo
nem sacrificios para presentar duas copias dignaB
una copia exacta dos originaes, das obras dos grandes pintores hespanhes Velazquez e Murillo
lo se tendo esta sociedade poepado gastos
ciencia
acuyativos
vendo me
. resolv 'a con
uso do Elixir
rtainraatismo a gado e diversos inconi
tirados por a gglomeracSo dg s
cialmente peln impureza di
depois de ter esgotado os
medica, por quasi a*~
destu cidade, sem
quasi complctamen
selhos de alguns ai .
por V. S. preparado e quando acabei o nao da
segunda garrafa ja haviam desapparecidoaain-
ehces earesfcrucjantes,. fue anteriormente,
soffria, e scntindo tao portentoso allivio, resolvi
continuar o uso do mesmo Elixir af 'pe
completei seis garrafas que deram um resulta-
do completo, hoje levanto-mF"8*acas |r^u3 Jlf
haver tao importante mediemenh ui>ksM|ue n}e
poderia collocar, como me lrf)frpresiB{neoA>
gozando a mais perfeita saude, robustez e ex-
ceaes jiBflsii;^ ei^jgdos os septos rAr
lhe contei- d sita |
ido serei, querendo
S. dar conhccimenio da imprtenle -cura em
uini obrada pelo seu, prodigioso Elixir
MADO permmjgaao
u<"j tr ihqtH
d'aqnellas grandes celebridades artsticas. '' .' iZiiil^JI^^k^^5LLfT4Jb
Nem oais urna palavra diremos em seu elogio, pois que o publico j soubejulgar do me- *^M-at qw *U**J*' *e*wn euire-
rito destes quadros enjos magnifleos PENDANTS- leaos eiposto na uVraria F.- P. Bountreauu c* "
ra do Imperador n. 16. /
Apezar da iipnprtancia deslas obras, lizemos afta combina, "ic t:n obsequio aes Srs. as-
sjgrffcdw'ewe isfoyan qne posWn dfiter ao preco reduzidissimo de llM cada urna, oe
seja urna quarta ptrte. approxiDiadamente, do seu valor, sendo inspeaseral para sua aequi-igo
a aprsenla cao de jCMpon junto, que se deve cortar e levar se, al ao dia ? Enero, cu li dita ii-
vraria F. P. Boumrean, 46Imperador.
CU
Apresentar-ee einla
livraria F. P. Bouli-
Imperador n. i6.
Diario de Pernambuco
vaw>P^:'
21 ENERO PXilO.
% alido pHi-n .. ese:
Clltf -; r
1. -O Cliriat*
A Ylrvetai
=
ApresenTaric em la
livraria F. P. Bouli-
treau, successor de G.
Laport 4 C, ra do
Imperador n. 40.
CRTESE ESTE CUPN
F
x NotaA oleographia sem apresentacao deste cupn vale 15*000.
ButraPie neimumaVeclamacOi por ser este prazo improrogavel.
'..............\ ...................~~
ONZE DE AGOSTO
DIRECTOR
Miarel Hauoel Sebaslifto de Arqtfo Pedrosa ,
95Ra Visconde de Albuquer que--95
onr^eJn^gfelephone n. 302
O director communica aos pais de seos alazanos que do dia 1
estarSo abertas todas as aulas deste collegio.
Empenhado em fazer todo o poesivel pttrif o maiof aproveitamento de seas
alumnos, convida aoe interestadoe a visitarem de vista Os melhoramentos qu Maba de realisar no mesmo.
Tomando em toda consideraclo a necessidade que temos de desenvolver o
ensino primario, acaba de construir um grande sala independente de todo^Oi movi*
ment do collegio e nicamente destinado aos alumnos io'cmmo primario; qne cons-
t itue hoje a nica aula a cargo do director auxiliado por um adjunto.
A sala em que funecionava a aula primaria foi destinada a preeneber urna
importante funecao, servindo de banca de estado para os externos nos invervaijoe das
aulas. tttft '
Deste modo proporciona o'collegio aos alumnos externos, sem augmento de
contribuicSo, a maior se nao a nica vantagem dos meio-pensionistas que nSa
admitte.
gues ao s#armjno, u4tifJ>V> UM resuri
icamento nfiriV fl J"MIMft> i\
(ift
e V. S. amigo,
por tudo quauto expuz
santo ser a pura,vcriUit
Sou com a ntfir sti
criailo OBTi!dis9mo
! .Ramiro Antonio da Costa.
NLERq 3J
HIhi. Sr. Angeino Jos dps Santos Andrade,
Tendo sdniido mais de um auno de durtros na
pfnra dircit c todo este 4empo tratei-me com
tres mdicos odous pharmaceuticos, Drs. Alce-
biades VclloztL.Krn^t* lavarel fe vVdlts Boas,
pharmaceutltwUlenloirt e Jbaqainf Ribeiro.
todos cinco habalisados profissinaes, porm
com tal iufeKcidaAc qnc nenhum destes me pode
ao menos melhorar ) terrivel mal ue soffsia,
n'sstt e.-udd c omolque detonganal* d linr
restablecido, delil^erei tomar o seu > Elixir
depurativo .(jueno tin) da segunda garrafa
senti melbera, wmei a tefeeira a Tnelhora conti-
nuou, tomei (niarta e quinta considerei-me bom.
tomei mais tres garrafas (ao todo 8 garrafas)
Ondas as quaes achei me restabelecido de tudo,
gozando perfeita saude.
Garanto-lhe, sob miaba palavra qne, o que
venho de dizcr-lhe a pura verdade.
Faco votos para qae o amigo continu a ter
resultados iguaes ao meu e pode fazer o i us
que lhe convier desta carta.
De V. S. amigo atiento e obrigado
Raymundo Lino dos Santos Gouvia.
Recife, 1* de Junho de 1881.

20' corr
QUE S REALIZARA
r '...
Domingo 20 de Janeiro
33
- J7"
Pello*
.... i
Xainrali
dea
J_
t
1 pareo- Com1*- I tnrma-850 meWos- .\nimaes
NUMERO 33
Illm. Sr. Angeino Jos dos Santos Andrade-^-
Estando eu soffrendo ba um anno pouco mais
ou menos de urna erupcaq de pelle e tendo to-
Halolgoie inedieaAeiites leo resultado al-
gum, a consclho de um amigo meu lancei mao
do sen santo e maravithoso Elixir e com
dnas garratas (iquei completamente restabeteci-
do epara ser ama cura radical resolvi conti-
nuar com este maravilhoso Elixir > podendo
fazer uso que melhor lhe approaver.
Recife. h de Junho'de 188f.
Thomaz Fernandes da Cunha Jnior.
Estavara todas selladas e reconhecidas as fir-
mas.
(Continua.)
UMA CUBA NOTAVBL
Nao fazemos commentarios, sobre o que se vae 1er, porque a verdade nao ca-
rece de apanagios de palavras, para que brilhe radiante. L i mi tamo-nos a transcrever
o seguinte attestado que, por si, talla mais alio do que tudo qoaade pederamos dfeer
>obre os predicados efficazes que possue o Pe toral le Calillar.
Eis o attestado: ,.
c Dlm. Sr. J. Alvares de Souza Soares.Pelotas.
Tendo em 1878 o meu flho adoptivo, Thomaa Lencina, sentado praca, e
estando em Porto-Alegre servindo no qnartal-general, adquiri urna tosse impertinente
qae nunca pode ser combatida pelo medico da enfermara; era vista disso foi enviado
para o Bao Fardo onde estove em tratamento com o Ilustre madr*> militar, Dr. Me-
deiros, e alli foi reconhecido achar-se eflctado de urna turbculoie multo adiantada.
Nao aproveitando nada eom o tratamento, teve babea-do servico e veio para
minha casa em 1882.
c Empreguei todos os recursos para salvai-o da morte.
< Mdicos de Sant'Anna do Livramento, a quem consultei, declararam ser
caso perdido o intil qualquer tratamento, visto o estado adiantado da doeoea; o Dr.
Fialk, parm, acon*elhou-me a Peitowl de Cambar de V. S., tal vez nicamente
para satisfazer-me, e foi com este preparado que o meu filho se curou!
c O tratamento nao foi longo, as melhoras foram gradualmente augmentando ;
mas, medida que ellas progrediam, os meus cuidados redobraram, pois todos sabem
como alguns doente n'estas condijSes tornam-se mais insoffridos e descuidados do seu
estado, com o apparecimento das primeiras melhoras.
Por isso, propositalmente, ohriguei-o a coatiauan por algum ttanpo, po uso
do seu preparado, guardando um rgimen conveniente, ^ dentro em pouco, meu filho
toroou-sc forte, vigoroso, completamente restabelecido !
i Entendendo que este ficto nao deve ficar ignorado pelos que soffrem da to
terrivel enfermidade, peco-lhe para pubcal-o, tendo em vista levar urna esperanca ao
coraclo de tantos enfermos desanimados.
t Acceite os protestos da maior gratidaoDe V. etc. Vicente Simoes Fho.
(Dous Serritos em Sarandy, Rio Grande do Sol.)
A 2500 o frasco, vendido este remedio em casa dos agentes Francisco
da Silva & C. e em iites outras pharmacias e drogaras d'esta capital.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angeino Jos
do6 Santos Andrade
Approvado pela Inspectoro Geral de Hy-
-< giene Publica 4o Rio de Janeiro em 30
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficacia as mo-
lestias syphiliticas eimpureza do sangne ; assim
como em todas as molestias das senioras.
Tem carado radicalmente umitas pessoas ac-
commettidas da terrivel melesti beriberi.
MODO DE USAR '
Os adultos tomarlo quutro collieres das de
sopa pela manha e quatro noite. As enancas
de 1 a 5 anuos tomarlo orna colher pela maahl
e outra noite, e os de 5 a fl annos tomarlo
duas comeres pela mannl e dnas 1 noite. Re-
verlo tomar banhes fro ou momo pela manhl e
noite. Rcsgaardo regular.
Encontra-se 1 venda na drogara dos Srs.
Francisco Manoel da Silva 4 C, ra Mrquez de
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental i roa Estri-
la do Rosario n. 3.
O autor deste preparado pode ser procurado
na ra do liarlo da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicarlo
que for precisa.
NUMERO 30
Declaro que tendo feito uso do medicamento
que se denominaAngeinoe que preparadb
pelo Sr. Angeino dos Santos Andrade, tirei del-
le os memores resultados. Soffria de graves
incommodos de estomago, com resfriamento pe-
ridico das extremidades e foi-me bastante to-
mar duas carrafas do referido medicamento para
ficar completamente restabelecido d'aquelle in-
commodo. Eis o que devo asseverar por amor
verdade e gratidao para com o mesmo Sr. An-
drade.
Recife, 2 de Dezembro de 1886.
llanoel Joaquim Pereira.
MUERO 31
Pernambuco, 2 de Janeiro de 1883.-Illm. Sr.
Angeino Jos d(g Santos AndradeTendo sof-
rido horrivelmeiite por "espajo de 6 annos de
Collegio de \ossa Senhora da
RUI
Una da Aurora b. 3 J
As aulas deste collegio se abrirlo a 7
de Janeiro e sao de : primeiras lettras,
portuguez, francer, ingleE,geographia, mu-
sica, piano, desenlio, bordados de varias
especies, flores, etc.
A directora,
Augusta Carneiro.
O ESQUELETO
Leda Phanlastica de Olinda
UM VOLUHE DE 200 PAGINAS
Ultima produccao do
Dr. Carneiro Vilella
Vende-se as prineipaes livrarias d'eata
cidade e no pateo do Sero n. 4 escripto-
rio da Lantertw Mgica.
_------------
Curso preparatorio
Esmeraldino 0. T. Bandeira lecciona em col
iegios e casas particulares, as materias seguin-
tes: portuguez. francez e ingle* (pratica e tneo-
licamente), aritnmetica e geograpbia.
P6a> ser procurado ra do Imperador n. 38,
an^ar.
O
Collegio Parthenon
3 Hua 4o Hespirlo 3
director deste collegio declara aos
.pais de seus alumnos e ao publico em ge-
ral que as aulas coraecarao a funecionar
a 7 do cerrente mez.
Recife, 3 de Janeiro de 1989.
O director,
Ovidio Aloes Manaya.
-------eiaei-i---------
Inglez e francez
Curso das 7 as 8 horas da manh3 e das
5 as 6 da tarde: ra da Aurora n. 37,
2. andar.
o EM.ITZ tmvTE.tia. cuja fama e
universal, um purgante salino, refrescante, de
sabor muito doce e efficacia segura para debellar
a Constipadlo (dureza do ventre); o sea empre-
o diario utilissuno para as pessoas gotosas,
atacadas de rheumatismo, de constituicio ?n-
guinea, biliosas, promptas is congestoes do ce-
rebro, as vertigens, enxaquecas, dispostas 9
bemorrhoidas ou embaraces gstricos. E' elle
tambem o purgante por exeellencia das mulhe-
res e das enancas.
Para eTitar os perigos das contrafacfoes do
Sediilz e dos medicamentos dosimetricos cqjos o
Hmco preparador o Sr. Ck. Chanteaud, exja-
se nos rtulos os nomes dos autores
<5@
No ba quem nlo conheca a casca da quina;
mas nem sempre se sabe que ha numerosas va-
riedades ; quinas amarellas do mesmo aspecto e
amargor que a quina real sem conterem entre-
tanto vestigios de quinina. Por consequencia
tornase summamente importante tomar prepa-
rados feitos com cascas abundantes de quinina.
come o Vtnko de quina ferruginoso 4 Grimmi .
qui
lili
pois preparado com a casca de quina titulada,
que serve para fabricar a celebre quina de Pelle-
3er, contendo alm d'isso os principios tnicos
da casca, unidos ao phosphato de ferro, o melhor
ferruginoso contra a anemia, chlorose, leucor-
rha, caimbras do estomago, suores nocturnos,
diarrbeas rebeldes; em summa, elle reconstitue
o sangue pobre, e as torcas do organismo.
Festa de Nossa Senhora da
Escada
O abaixo assignado rgaaos seus dignos
parochanos a fineza de enviarem as es-
molas qae destinam para a festa da pa-
droeira ao Dlm. Sr. Dr. Aquilino Gomes
Porto em cuio poder serio depositadas
at que se preencha a somma indispensa-
vel para fazer face as despezas da mesma
festa cujo programma ser opportunamen-
te publicado por esta Diario, poupando as-
sim o grande trabalho que pezar sobre a
commissao se por ventura for obrigada a
pereorrer a freguezia em busca deesas
mesmas esmolas. Manifesta-Ihes desde j
sincero agradecimento.
Cidade da Escada, 14 de Janeiro de
1889.
Vigario Francisco Raymundo da Cunha
Pedroea.
Festa de S. Severino Martyr
Elias Baptista da Silva Ramos e Candido de
Barros Wanderley tendo aberto um restaurant
e hospedara em um grande barrado no enge-
nho Ramos d'esta freguezia de Pao d'Alho, em
frente plataforma da estrada de ferro do Li-
moeiro, onde param os trens ordinarios dorante
as novenas e Festa do milagroso martyr S. Seve-
rino ; e achando-se em companhia de suas fami-
lias, offerecem ptima hospedagem as Exmas.
familias, que o quizerem .bonrar, comparecendo
ao seujrovisorio estabelcimento.
Garantem commodos para familias, asseio
muito respeito e ordem, assim como declara ter
um pessoal ptimo para o bom desempenho da
importante e apreciavel arte culinaria, promet-
iendo preparar, com asseio e promptidlo, e a
contento dos^eus honrados fregueses: almocos,
jantares, ceras, lunchs, etc., Tornecendo bons
vinhos, licores, ceneja e outras muitas bebidas,
que se enc^ntrarao expostas 1 venda; tudb por
precos bem rasoaveis.
Espera pois, que durante as novenas e festa
do milagroso Santo Martyr, as Exmas. familias
nao deixarao de, ao desembarcaren! do trem, vi-
sitar logo o referido estabelcimento onde en-
contrarlo, ao transporem o limiar da porta prin-
cipal, muito respeito, agrado e sinceridade.
Pao d'Alho, t de Janeiro de 1889.
Elias Baptista da Silva Ramos.
Candido de Barros Wanderley.
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5
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Aracaby ex-Ca
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56
que nlo tenhan ga iho.
Encarnado e branco
Violeta, grfenal e ou o-.
Grenat e rosa........
Encarnado"e bonet < eu
Azul c amtrello
.
2 pareo-Ctmlar2- turma-850 metros -Animaes dMp*^
e 4 ao 3o
Amarello e encarnado.
Azml e rosa-......
Azul e ouro.......
.\zul e branco.....
Branco e duro.....
Rosa e braSico.....
Encamado.............
Azul, branco e encarnado
Encarnado e branco.....
Grenat ................
Brancoagrenat.,...
Onjo 'B^nco
km o ttnham gSfho. Premios :. VSOi
1 de Janeiro.
Premio :
F. G. S.
Coudeiarid
J. C. : L
Coudelaria Remfica.
I. Otveira:------ =.-.=
Coudelana) Demcrata.
I i J
L B^F, L )
J. E.
A. F. do Ri Leal.
Coudelaria Vencedora.
Coudejaria Esperanca.
Augusto SJlva.
Alrro de OHveira.
M. J C. M.
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S. N.
F. L.
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Goodelaria 1 deUunho.

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Boccacio .....
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Tupiniquim
Rolo .......^.'
Caim........
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General ......
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Campineiro .
4 annos.
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Castanho ama-
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l-/ v.. 51 4^_ aiGirnade e fcrance... <...
56 Azul e grenat...........
:OJb;0qtl|HU!f^H:::-
Azul e branco...........
Grenat e azul..-..........
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Branco e azulj. ..........
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Azul ebraaco..........
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A. E. G. L.
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Coudelaria 7 de Setembro.
C. R.
A. F. C.
M. G. M.
J. D.IC. B,
Antonio F d'Albuquerque.
D.P.
. A. A. X
Encarnado e branco........
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pareo-Centro Teieara^Mie*1,500 metrosCavallos'naeitnaes at meio sangue que nao tenham ganho premio nesta
tancia. Premios : 300* ao 1". 75i ao 2o e 30 ao 3o
.. "
Paran.........54 kilos.lGrenat e amarello.........J. W.
54 Azul ebranoa... *....... J.W. m
ouro. Coudelaria Emniaco.
!o e preto.........eoudelari^fPaysaDd.'
to e grenat............ F. P.
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Rio deJJaneiro... 54
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1,000 motroo. Animaos da provincia. Premios : 200 ao i., 901 |o 2. e 204 ao 3."
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Enoaftado, branco e preto .
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5. Pareo.Ferro Carril. 1,400 metros.- Animaes nacionaes at meio sangue.
Paran
1 Saltarelt.....I 13 annos
2 Incgnito.....I 6
3 Ruy Blas......I 7
4 Olga.........I 4
6. Pareo.rrtaOo Fe
Zaino. ...
Vermelbo
Alazo
Castanho.
S. Paulo... -,.
54 kilos.iGrtnat eamarello...........
84 < Azul e braneo.............
jPreto e rosa..............
[Branco e encarnado........
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Vesper'.....
Castiglioni.
Josephus.. .
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5. annos
4
5
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1,600 metros.Animaes de qualquer paiz.
i- >-* M <
Zaino.....
Castanho......
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Inglaterra. .
c
Franca.....
Rio da Prata.
MM
56
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54 <
Cyudelaria 1 de Janeiro!
A, Coimbra. M -y rr
Coudelana Emulacao. ,
F. C. Rezende.
Coudelaria Pernambucana.
F. L.
Condelana Integridade.
Icaria Pyrptechn^.
Premios : 350* ao 1., 80* ao 2., c 35* ao 3.
J,W.
^
Artbur S.
Coudelaria 3 de FeYereiro.
Premios: 500* ao 1., 125* ao 2." e 90* ao 3.
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Ouro e branco.............

Azul, branco e encarnado
Escarate e ail- .........
Rosa e preto..............
Coudelaria f)mulaclo
Coadelaria Cruzeiro:

1
M. G.
Coadelaaa RiactweMo.
***** *
7. Pareo.*mremm* Feriu"aJu*-a.1,200 matros.Animaes da provincia.
kilos
Premios: 250* aol., 60* aoi.- e*5* ao 3.'
11 Etna.
2 Monitor.
3
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Arumary........
Good-morning.
Mouro........
Rolo..........
Templar......
5 annos
5
5
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7 -
3 .
8
Castanho o
Rosbo........
Alazlo .......
Rodado ......
Alazlo........
Baio..........
Rodado.......
8 o Pareo.
Pernambuco. (54
54
i54
K

Encarnado e bonet azul
Encarnado e branco.......
Azul listrado..-.-..........
Encarnado e branco...-,
Encarnado................
Verde..............
J. Ohveira>. o I
coudelaria Pernambucana,
N. D. ,
Coudelaria Integridade.
J. Andrade. -x .*
Jos Cvsneiro Costa Reis.
^r
.1,000 metros.Animaes da provincia.
1 llncitatus.......i 5 annos.
2 Pery 2.......j 6 -
3|Foguete ......J 5
Alazo----------[Pernambuco.
Russo........I
Castanho......I
Azul e encarnado..........J. M.
9***4
l
Ouro e branco.....>.......iCoudelaria de Jaafao.
Azule ouro...............Francisco Folix Gon(jslTe8.
Encarnado e azul. J....... ICoudelaria Pyrotecnnica.
d
DECLARAQDES
H
S. R. J.
Socleade Btrrrrativa Ju\ tnlude
Professor para a banda musical
At o da 31 do corrente recebem-se nesta se-
cretaria (paleo de S Pedro n. 8) propostas em
carta fechada daquellas pessoas que, julgando-se
habilitadas, quizerem encarregar-se deleccionar
a banda musical desta sociedade.
Na menna secretaria se darao todas as infor-
ma(6es que os senhores proponentes jolgarem
necessanas para fundamentar suas propostas.
Secretaria da Sociedade Recreativa /uventude,
14 de Janeiro de 1889.-0 1 secretario,
A. Monteiro.
(*) Montado por amador.
OBSERVAQOES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo de^em achar-se no nsilhmente s W horas ^* n>*n*i*'
Os animaes inscriptos para os outros pareoB devem achar-se no ensilhamento urna hora antes da determi-
nada para o pareo em que tem de correr. i ',
Os forfat serio recebidos at Babbado, 19 do corrente, as 3 horas da tarde em que ser encerrado
o expediente da secretaria para esta corrida. *
O animal inbripto em mais de um pareo'que deixar de correr no primeiro, nao correr no segundo. -
A directora tendo em vista grandes despezas que tem sido obrigada a fazer para bem satisfazer o pubb*o,
resolveu nao distribuir o numero de convites como de costume. Par tornar menos dispendioso, aos seus frequenta-
dores o divertimeuio tem adoptado o seguinte :
Cartoes com direito a archibancada e ensilhamento.
CartOes para um cavalheiro e quatro senhoras.
Archibancada. .
Geral
3*000
5*000
2*000
11000
confiada.
Pensa a directora satisfazer ao publie oque tanto a tem auxiliado no bom desempenho da tarefa que lhe fci
HORARIO
Encerramento da venda de poules
1. pareo.11*. 50"
2. 12.30.
3. i 1.10.
4." 1.50.
5. 2.30.
6 o t 3.10.
7. 3.50.
8.o 4.30.
Corridas
12k ,
12.40
1.20
2 0
2.40
3.20
4.
4.40
Recife, 16 de Janeiro de 1889.
O SECRETARIO,
Francisco de Sonsa Reis,


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I
Dbtia*'da-R^^ 1686
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GreatWeste*Erof
il Railway
^
No da 20 do corrate, nesta feTO-via, cMfme a tabella, ha ver os trans de excursao pan
a Testa de S. Seve
Os procos
no engenho Ramos, em Pao d'Alho:
A DE FBERO
8. FRANCISCO^
AVISO
WEMTJk DO CABO
v Domingo f20 do corrente
m AlmSH trens ordinarios de paaaaelro fcaver o scgmlntt
irc__ eapeHal entre a estace da* cine* Pontas e Caho.
ESPECIAL
Associacd doe Embregados
do tommeisc|D |d -ffer-i
nambuco.
IlillIZ 1 1
Communico a todos os Srs. socios que esta di-
rectora, tendo-recebKkr-a acucia. dattHeoiaien-
to de sea muito digno e presthnoso colleg% Sr.
Samuel Halliday, reuni se taje era sesiad ex-
traordinaria e resolveu por unanimidade, alm
de um voto de profundo pesar, inserido na acta-
associar-se a justa dor da familia do Ilustre col-
lega, tomando luto rigoroso por sete das e que
a celebrtct 4a sass&a ktteraria enuBOlimnisa.
cao ao 3?\a_freru%>M_fctef aasiciafao; marca<
da para o prximo domingo, 20 deste mez, ficas-
se adiada.
Por todo o tempe do lulo ficar saipenso o ex-
diente.
Secretaria da directoria, 16 de Janeiro de
Augusto da Suva,
1 secretario.
Ctaao-ftmtas
Afogados
Boa-Viagera
Prazeres
Ilha
SSS
zr1
Cabo
(hegada)
Cabo, 16t^ai(iir*'d* 1889.
12
12.10
12.20
12.30
12.50
1

VI(a (i
(partida)
>
olte)
Cabo
JJh
Prazeres
Boa-Viagem ,
Afogadoa ,
Cinco-Pontas (chegada) .
Vells Hood,
Superintendente.
10.30
10.45
11.05
11.15
11.30
11.40
Para a 4." corrida
Que *ra ler lugar __
Domingo, 27 de Janeiro, annrrersario1 da
RS8TARAC0 M fffiWAlBUCO
GRANDE PRMO
pajas*
Animaes a Provincia
m
f > -%\XV^-~ CONSOL AQAO 800 Me tros. Animaes da provincia qne an-
da n_o tenham gaoho. Preaoa 200#000nao.praeiro, 50))000 ao se-
gundo e 20000 ao terceiro.
%." 1\%*S COMPANHIA FERRO CARRILi .O Metros. Animaes de
menos de meio sangne. Fre_riot 300)1600 ao primeiro, 750000 ao se-
gunet e 300000 ao terceiro.
t%V_% INTERNACIONAL I OO Metros. Animaes de qualqner
pa; Premios 5000000 ao primeiro, 12M000 ao segund e 500000
ao terceiro.
!!>%*- GRANDE PBEMIO BEffTAURACAO D$ PERNAMBUCO
l.#OV Metro. Animaos, da provincia. Premios: 5000000 ao
primeiro. 1500000 ao segundo. 800000 ao terceiro e 500000 ao quarto.
* WWOr- TRILHOS URBANOS DO RECIPE AAXAr*&Af .SO !*-
tros. CavaUos nacion_e*'*t4 me_ saagn qne anda nao tonham ga-
nlio n'esta distancia no Prado da Batanoisti Premios 3500000 ao pri-
meiro 800000 ao segundo e 350000 o tereoiro.
11k^k%% PROVINCIA DE PERNAMBUCO t.
i, provincia. Premios : 2500000 ao pruaairo,
250000 ao tercair*.
t. !!%%>% IMPENSA PERNAMBPCANA _.>
meio' aangue. Premios: 9600000" ao' primeiro,
300000 ao terceiro.
8. IWfttr- INDUSTRIA PASTORILMt Metros.
at segunda muda feita. Premios: 2000000 ao
segundo e 200000 ao terceiro.
Observantes
Nenhum pareo s realisar sem que sejascrerasa tres animaas de proaretarios
ifferentes.
O pareo do rande Premio Hestaaraeisr de Prrfcneo nao
ae reaUtari ea que se inscrevasn cinco i MMMS de propxwtwios diferentes.
Serao somente aceitas para cada pareo as doze propostas que (primeiro
forem aborta.
A inscripcSo incerrar-se-ha segunda-feira 21 do corrente, s 6 horas da tarde
aa secretan' do Derby Club, a praca de SaHanha Marinb ru 2., 1. andar.
,' Recife, 17 de- Janeiro da 1889.
etros.
600000
ao
Animaes
segundo e
tros,. Animaes at
750000 ao segundo e
Abimaes da provincia
primeiro, 500000" ao
'-nriai
( ., Correib Geral
alas a e_pedlr-e fceje
Pelo paquete nacional Para, esta adminis-
tracao expede malas para os portos do norte.
recebendo iniprsssos e objec<09 a registrar ate
2 horas da tarde, e cartas ordinarias at 3 horas
ou 3 1/2 com porte duplo.
Administraco dos Correios de Pernambuco,
18 de Janeiro de 1889.
0 administrador,
..-. Affonso do Reg Barros.
Em virtude do que dispde o art. 66 do
regulamento que baixou com o decreto n.
9,564 de 3 de Fevereiro do 1886, a ins-
pectora geral de hygiene frapublico^
pelo praao de 8 das, que o cidadSo Cris-
po Correia Crespo, Lhe dirigi a seguinte
peticSo eom documento que satisizem as
exigencias do art. 65 do citado regula-
manto:
Crispo Coarek Crespo, cidadflo brasi-
lea, residente na eidade de Santo Agoa-
tinbo 9 Cabo, provincia i P^irttambuco^
provando com os documentos que junto
offerece a V. Exc. achar-so habilitado
para gerir pharmacia, de cujo servico tem
tonga pratica, e como nesta eidade s exis-
te urna dirigida por pratico, e a Illma.
cmara deste municipio julga de necessi-
dade a abertura de mais um estabeleci-
mento deste genero, por esta rax&o e de
conformidade com o regulamanto que bai-
xou com o decreto n. 9554 de 3 de Fe-
Toreiro de 1886, vem respetosamente re
querer a V. Exc. digne-se conceder ao
suppoaate a respectiva licenca para, d
accordo com o citado regulamento abrir e
dirigir nesta eidade, urna pharmacia.
Assim pede a V. Exc. deferimeoto. E
R. M.- -Cidade do Cabo, de Dezembro
de-1888. Crispo Correia Crespo. So*
bre urna estampUha de 200 rs. >
E"dcTnt que, senesBe prazo nenhum
pharmaceutico formado lhe communicar,
ou a inspectoria- de hygiene da provincia
de Pernambuco a nesolucRo de estabelecer
pharmafla na citada locahdade, conceder
ao ortica a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hygiene. em 2 de
jairciru ir tma. r\ udvuu, UV. JOS9
Antonia. Pereirct-da Suva.
i i' -- i
Gabinete Portugfuez
de Leitura
De ordem do Exm. Sr. Visconde da Silva
Loyo, presidente da coromiesfio directore, con-
vido toaos os senhores socios a TCimlrem-se em
assembla geral ordinaria, nos saloes do Gabi-
nete, domingo 20 do crreme, pelrts 11 horas da
manhi, aflm de apreciar o relatorio da actual
gerencia, e eleger nova admitstracao.
De accordo com o preceituado no art. 40 dos
estatutos, a assembla se constituir com qual-
quer numero de senhores socios presentes, e as
suas resotueoes produrirSo edeitos lgaes.
Recife, 2 de Janeiro de 19W.
Dr. Jos de Albuaucrque,
Secretario.
v ii.'ii':

CAPITAL
8,OOO;OOO0OOO
.
aacOsde
Estando tomado
2000000
4,000:0000000

-
O QEREmTE,.
ME.VRIQl E %CHl'TEL.
Pela inspectoria d esta Alfandega, se faz
publico, que, nao tendo sido aceitas as segundas
propostas que foram apresentadas para forneci-
mento de gneros precisos guarda-moria, du-
rante jo'exericio de 19, em virtude dos exces-
sivos precos n'ellas mencionados, pelo presente
novamente posto em concurrencia esse forneci-
mento, devendo os pretendentes apresentar suas
propostas em cartas fechadas ateo da 22 do cor-
rente mez.
3.' Secco da Alfandega de Pernambuco, 16
de Janeiro de 1889.
0 chefe,
Domingos Joaqutm da Fonseca.
Imperial S<>< ,,ia
rbani<-o e Libt-rar
ELEigAO
i;De conformidade com o art. 30 dos estatutos,
e de ordem do IUm. 8r. director, convido a todos
os socios que estiverem no goso de seus direiios
a comparecarem na sede social domingo 20 do
corrente, s 10 horas da manha, aflm de faier-
se a eleigao dos funecionarios para o corrente
anuo.
Secretarla da Imperial Sociedade dos Artistas
Mchameos e Libe raes, 15.de Janeiro ae 4889.
Francisco da Costa Ramos,
lt- secretario
Companhia rapriww de Sa-
vegaco Costeira por Vapor
ASSEMBLA GERAL EXTRA0BDINAP1A
Convindo resolver-se sobre o modo de memo-
rar e augmentar o material da companhia, con-
voca a direccto todos os Srs. accionistas para
nma reunio de Assembla Geral, que ter lugar
no da 26 do porrente. s It horas, na sede da
mesma companhia, e bem assim para tomar co-
nhecimento do acto de que trata o art. 9o dos res-
pectivos estatutos.
Recife, 9 de Janeiro de 1889.
Manoel Joo de- Amorim,
7%. Comber.
_____ Affy B- IXMu-___________
g De ordem do Sr. Dr. inspector geni da In-
struccao Publica, faco saber aos interessados,
que no dia 24 do corrente, s 12 horas, nesta
repartijao^ ter comeco o concurso annunciado
para provunento da cadfira de instrueco pri-
maria do sexo masculino da cidade de Pes-
qneira.
Secretaria da Instrueco Publica de Pernam-
buco, 17 de Janeiro de 1889.
0 secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Guio,
Este stabslccimanto destinado a auxiliar e
desenvolver' o crdito industrial e cllectivo
desta provincia; suas. operacOes abrangero to-
dos os ramos da actividade commercial e indus-
trial que offerecerem solida garaotia.
A directora corapor-se-ha dos senhores
Luiz> Antonio de Siaueira.
1 JtfsAdolptio de OUveira Lima.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Manoel Joao de Amorim.
Thomaz Comber
os quaes com o E*m. Sr. Visconde de Figuei-
redo sSo os incorporadore9.
As entradas goro de 5 "/ no acto da subs-
cripcao ; 5 [0 quando f6T annunciada a assig-
natura dos estatutos.
As ^ubaequentes entradas nao poderlo ser
maiores de 15 *r. com o intervallo nunca menos
de 60 das.
A subscripeo est aborta para todas as pes-
soas que desejarent tomar parte n'esta impor-
tante inslituicao, no escriptorio dos Srs. Amo-
rim Irmos & C, ou no Banco Internacional, a'
contar do dia 7 de Janeiro inclusive.
Imperial sociedade do Ar-
tistas Mechanicos eLi*
berae
(onmrurrio da* ofllrinMi
De ordem do Illin. Sr. director e segundo a
resoluco tomada em sesso da assembla gtr
de 4 de Novembro prximo passado, faco publi-
co que na secretaria desta sociedade, recebem-se
propostas em cartas fechadas at 31 do corrente,
para execucao das obras das officinas que esta
sociedade tem de fazer para o ensino pratico.
Na secretaria, das 9 horas da manhS s 6 da
tarde, encontraro os proponentes a planta e
ornamento para serem examinados, ser viudo de
base o orcamento existente.
As condicoes para a arrematat* e execucao
da obra sao as mesmas consignadas a respeito
no regulamento vigente das obras publicas, pro-
vineiaes, que ser tambem patente aos mesmos
concurrentes.
Recife, 16 de Janeiro, d 1889.
O I' secretario,
Francisco da Costa Ramos.
'..Mpssor efMaco
Sjue con brevidade para
hiatanaciOial Vicloriu; para
w^tt-ee cd o mestie a bordo, caes do Loyo, ou
a ra da Lapa n. 14.
ios portos cima o
o resto da carga.
Para o Rio de Janeiro
' Segaeconrbrevidade a barca portugueza .Ve-
ro Sencio. Para carga trata se com os consi-
gnatarios Raltar, Oliyeira C, naTua do Viga-
l?Qfa i, .andar.. .
LEILOES
Leilo
/^
MARTIMOS
3* seecao.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 7 de Janeiro de 1889.
Faco publico, de ordem do Exm. Sr
Dr. presidente da provincia, que se acha
aberta a concurrencia para o emprestimo
externo de 8,600:0005 (oito mil e seis-
centos contos de ris), autorisado pela leL
provincial n. 1^927 de 15 de Novembro
findo, com o praao de quarenta e cinco
das, a contar da data.da primeira publi-
cacao do presente, para o recebimento
das respectivas propostas, que serao apre-
sentadas nesta secretaria, em cartas fecha-
das.
Estas serlo abortas pelo mesmo Exm.
Sr. s 12 horas do dia, em que expirar o
praao fixado, com os proponentes presen-
tes.
Nos termos da referida le, o emprestimo
ser de quantia que produsa a predi ta impor-
tancia de 8,600:OOOi5 (oito mil e seiscen-
tos contos de ris) liquida, a ser appHcada
ao resgate da divida da provincia, funda-
da em apolices de juros annuaes de 7 r,
(sete por cento), com excepcSo daquellas
que tenham sido emittidas por empresti-
mos a companhias ou a particulares, como
auxilio agricola ou industrial, bem como
para liquidacSe dos exercicios de 1886 a
1887 e 1887 a 1888
A taxa da emiss&o nSo ser inferior a
92 (noventa e dous) livre de commissSo
e o juro nSo exceder de 5 [0 (cinco por
cento) alm da quota de amortisa98o, que
n_o ser superior a 1 i0 (um por cento),
sendo esta e aquelle safisfeitos semestral-
mente.
O secretario interino, Manoel Joaquim
Sveira.
GrymiiaBio Pernambttcano
Km' ii de a__c_r de 188
! Pela secntaria do Gymnasio Pernambucano
se declara aos Srs. paes de familia, e a queco
maia interessar possa, que a abertan solme
do curso scientico e litterari ter lugar ao dia
4 de Fevereiro prximo vindouro, e desde j se
acba aberta a inscripcao da matricula para
aquelles que pretenderem estudar as segu-tes
disciplinas:
Liugua nacional.
Dita latina.
Dita francea.
Dita ingleza. __
Dita allem a italiana.
Geograpia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Aritbmetica e algebra.
Philoaophia.
Rhetorica e potica.
Historia e cnorograpbia do Brasil.
Scieocias naturaes.
j 0 corpo docente do instituto composto de 19
professores, oceupando-se cada um delles se-
ment com a materia ensillada em sua respecti-
va cadeira..
Serio admittidos ao Gymnasio alumnos inter-
nos, meio pensionistas e externos.
Os peuio-Jtas residiro no instituto, tendo
direito de estudar a serie de disciplinas de que
se campee o estadio seienriflco e litterari do
Gimnasio, de conormidade com o programma
estabelecido ; a ser alimentados sadia e abun-
dantemente e a ser tratados em s_as pequeas
enfermidads. O mslilato fornecer anda me-
dico, medicamentos, cama, mesa, cadeira, las,
corte de cabell, guardanapo, lavatorio, banho
nica.
.^331_in-1pnqif,nis? se apresentaro no es-
ISDelecimento nos alas leufVuo, _u i.._o ^_>
que as aulas se abrirem, e desde ento at se-
rem encerradas tarde ; sao equiparados aes
pensionistas, quanto aos estados, alimentac;o e
e reereio.
Os alumnos externos s teem direito s lices
e explicaces dos respectivos professores.
A penslo armutd de 3004000 que pagam os
alumnos internos do Gymnasio, se cobrar pelo
anno lectivo somente, dividida em prestaces de
1004000 cada nma; comecando a primeira em
Fevereiro, a segunda em Maioea terceira em
Agosto e terminar no fim de Novembro.
Para os alumno da instrueco primaria que
de vem se achar. no estabelecimento no dia 16 de
Janeiro, a primeira prestarlo ser antecipada
sem augmento de penso.
A pensao annual dos meio-pensionistas, ser
de 18W00 em tres prestaces de 60400 cada
urna, effectaada a cohraoca do mesmo modo que
para os internos.
Os alumnos internos de qualqner cathegoria
pagarao na entrada e por urna s vez, urna joia
de 20M0O | deas irmos 304000, sendo 15*000
por cada um e nao ha ver mais augmento de
joia crescendo o numero destes.
O instituto encarregar-se-ha da lavagem da
roupa dos alumnos internos qne nfc> tiverem
quem o faca por fra. e isto mediante 13*000
em cada prestacio. Este pagamento se far de
modo idntico ao da penso e conjunctamenter
com elle, dando direito aos concertoa das pecas
arrumadas do enxovaL
As despezas com livros e mais objectos indis-
peasaveiapara a escripturaeo, correm por eon-
ta dos alumnos internos ; devendo seus paes ou
quem os representar deixar quantia sumetente
para esse fornecimento.
0|Hexftfno8.8teemdieito/_sJic(ie3 e expli-
caces das materias eusinadas no curso, quaes-
quer que ellas sejam, pagando apenas no acto,
da matricula a taxa igual a qne pagam os alum-
nos no collegio das artes.
Alm das aulas mencionadas, ha mais nma de
escripturacao mercantil, creada de conformidade
com o regulamento de 12 de Marco do auno,
todo.-
O secretario,
Celso TertuKaao F. Quintella.
foyk Mal Sfeam Packet
Companhia
O-vapor Elbe
O'ommaTrdante A*tms-trong"
De fazendas diversas, constando de madaso-
lo, chitas, algodo, roupas feitas, calcados,
merinos, alpacas, las com slpicos de sd_,.gpr-
[urinas, esguies, atolhados de linho, toamas
elpudas, sennetas e outras fazendas as quaes
serao vendidas em pecas e a relamo a vontade
dos Srs. compradores.
Ke-ta-fcira 18 do corrale
A's 11 horas
No amiazem da ra Mrquez de Otinda
n. 49
Ao correr do marteilo
Por lnfervencfio do agente
Gusmo
?gente Burlamaqui
Leilao
Terca-felra SC do corrente
A's 11 horas
_l* ra do Hospicio n. 51 C, residenciad/a
Dr. Antonio de Sampaio Pire* Ferrara
i>i: BOX i: \o\os hoviis
O agente cima, por cont e ofden-j do Ot. An-
tonio de Sampaio Pires Ferreip_,' que retra-se
nara^a .Babia, .vender os bory e novos movis
existentes na casa cima, mojbilias novas, toi-
lettes, lavatorios com lampo de/nedra, guarda-ves-
tidos, guarda-louca,' apatadoCroB, mesa elasftea,
cadenas de junco, laucas, vidros, tapetes, appa-
refco de-Metal lino,- facas, ararfos e nroito'S'-outros
artigos de gosto que esfaro a vista dos Srs.
licitantes, em frente do porto vender duas ex-
celleBtea vacas de leite e o cavallinho Pequira
com sella uBgtea e Joct muito bom para correr
nos .prados. ,._
-------

__k_
Bahdi
Espera-se da Europa at o dia 18 de
Janeiro, segundo depois da demora
do costme para
a, Rio de video e Bueno*-Aj res
Para passagens, frotes e encommeadas trata
se com os AGENTES.
O vapor La Plata
Commandante A. H. Dyke
B* esperado do sul no da 26 de Ja-
neiro e segumdo depois da demora
necessaria para
. VFcente, Lisboa, Southampton e An-
tuerpia
Reducc&o de passagens
Ida Ida e volta
Canarotss reaem.a_B para os paasageiros de
Percaaibaco.
dom os
pasagen> frttUfkQfm 11 <-' a, trtta-se Ataga-seo 1- andar rua.de S.
AOENTE8
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JesnsN. 3
_____
Banco do Brasil
Paga-s o 70- dividendo a razao de 84000 por
accSo, rua do Commercio n. 6, 1- andar, es-
criptorio de Pereira Carneiro C.
Admin6tracao dos Correios
de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 1889
Por esta administraefio, e em enmprimento a
circular da directora geral dos Correios n. 102
de 15 de Dezembro findo, se faz publico, para
conhecimento dos interessados, o edital daqeUa
directoria, abaixo transcripto.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Il --loria sera! do Crrelo
Edital
De ordem do Exm. Sr. director geral, e em
observancia ao disposto no art. J>. do regula-
mento de 26 de Marco de 1888, faz-se publico
que, do dia 1 de Abril do anno prximo futuro
em diante, nao pdenlo mais ser ulilisadas as
seguintes formulas de franqua :
Bifhetes postaes simples de 20 as.
duplos de 20 rs.
simples de 50 rs.
duplos de 50 rs.
Cartas-bilhcte de 50 rs.
de 100 rs.
Estas formulas, quando encontradas as cai-
xas postaes depois de expirado aquelle prazo,
serao consideradas millas e como tal tratadas.
Divisao Central da Directoria Geral dos Cor-
reios, em 12 de Dezembro de 1888.
0 subdirector,
Jos Francisco Soares.
Companhia B rasi 1 eir de
Navegado Vapor
POB.TO& DO NQBTE
O vapor Manos
, Commandante o 1 ten-ate Guilhenne
Waddington
gM -l E' esperado dos portos do sul at o
^^^^v dia 27 de Janeiro e seguindo depois
m B^da. demora indispensavel para os
^^^^^portos do norte at Manos.
As encommendas sao recebidas i na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trate-se com os ____
AGENTES
i
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mafia Pessoa
E esperado dos portos do norte
Agente Pinto
O da cocheira do caes d-,Capibaribe annun-
ciado por intervcncSo do agente !Knto fica trans-
rido para outro dia que ser novamente annun-
ciado.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se o 1- andar ra do Coronel
Suassnna n. 278, com commodos para grande
familia, agua e gaz, esgoto e drainage : a trattu
na ra do imperador n. 55, amazem Preallc, ou
no Chora-meninos, sitio junto a capella. Na mes-
ma casa vende-se terrenos no veiro do Muniz.
Aluga se casas a 800 rio becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Gongallo; a tratar na roa da
Imperatriz n. 56. __ _
1 e 3 andares ruFestreHa
e o 1 andar e sotao rna do
3 Aluga-se
do Rosario n. 3
o
32,
Fogo n. 35 : a tratar na ra
16, 1- andar.
da Imperatriz n-
Alaga-sao soto do sobrado u. 31 i
ircibo Das, coro bons commodos para
p; a tratar no armazem do meano sobr;
120, com" agua, caado e pintado de novo"
mesma roa n. 131, Inverna.
Precisa-se de urna ama para cosinhar i
ra do LivrarneBto n. 9.
na
Pede-se ao Sr. M. T. A. S. que venta aca-
bar com o sen negocio, negocio serio, isto ha
um auno e tanto, sem que se publicar todo este
enygma.
8 Na ra Bario do Triumpho n. 35, taverna,
est urna pessoa, vinda ha pouco de Portugal,
eidade de Lamego, deseia fallar com o _r. Jay-
me Celestino raxoto a pedido de sua i>ropna
mi.
Caulellas do Monte de Saceorro
Gompra-se cautellas do Mente de Soccorro de
qualquer joia, hrilbantes e relogiosj paga-se
bem na Praga da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro.
I^
peraao dos portos do norte at
o dia 24 de Janeiro e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul-
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
marina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico.
As encommendas s sero reeebidas na agen-
cia at'l hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trate-se com os AGENTES.
JJereira Carneiro St.C!.
I 6=*=ka do Comnterci
l-andar
United States and Brazil
M:SS..J.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
sul al o dia 31 de Janei-
ro o qual depois da demo-
ra necessana seguir
para o
ara. Barbados. 8.
Thomaz e Xea-Vork
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trate-se com os
AGENTES
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
norte at o dia 3 de Feve-
reiro o qual depois da de-
mora necessaria seguir
para a
Baha. Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trate-se com os AGENTES.
Henry Forster & C.
8ata do Commercio8
1* andar

nula



Pet*o*
Senhorinha
Monteiro
Jos Mouteiro Pessoa, sua mulher e filhos, e
irmos (ausentes), immensamente sentidos com
o inesperado fallecimento de sua presadissima e
estremecida mi, sogra e av. D. rsula Senho-
rinha Pessoa Monteiro, em S. Gongalo de Una, a
12 do corrente, convidam aos seus parentese
amigos para assisrem a missa do stimo dia,
que ser resada na jgreja de S. Francisuo desta
cidade, s 7 1/2 horas da manh de sabbade 19
do corrente. Antecipam. por tao caridoso cbse-
miio o sen eterno reconhecimento\

Joao CbriMoMon-o
t
de Albuquer-
MariaAmalia Lonreiro de Aibuqnatque, Joo
Chrisostcmo de Albuqnerque e seus fimos e Je-
ronymo Theotonio da Suva Lonreiro e seas fi-
lhos (ausentes) tendo de mandar celebrar urna
missa de trigsimo dia em tenco dalma desea
nunca asss e chorado esposo, ulho, irmao, gen-
ro e cunhado, Joo Chrisostomo de Albuquerque
Filho, couvidam a todos os seus parales o ami-
gos para assisrem a esse acto de caridade, que
ter lugar na matriz de Santo Antonio, s 8 ho-
ras da manh do dia 19 do corrente, por cujo
obsequio desde j se Xonfessam penhoradissi-
mot- _--., ,

t


noel ome da Cunba e Uva
Antonio Gomes de Oliveira e Silva, sua mu-
lher e rilhus mandam celebrar missas na matriz
da Boa-Vista, no dia 18 do corrente, s 8 horas
da manh, por alma de seu p reza do pai, soy ro
eavo, fallecido em Lisboa, convidando-aspa-
rentes e abrigos do mesmo, assistirem a este
acto de religio e caridade, pelo .que Ibes ftea-
ro muito gratos.
.
tOMPA\nit I'EHMHRICAX
DE
Kavegaco oostelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Mostoso, Araca-
ty e Gear
O vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 24 do corrente s 5
horas da tarde. Recebe carga at o
dia 23.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pemamoucana
n. 12
t
>
tVliliam Hariumiu
{9Virginia WiUiam Hartmann e seus ftlno* con-
vidam aos seus pareates e amigos para assisti-
rem as missas que por alma de seu prendo es-
poso e pai, William Hartmann, mandam cele-
brar no da 92 do corrente, na igreja do Corpo
banto. s b 1/2 horas da manha, stimo dia de
seu fallecimento, pelo que se confeesam eterna-
inente_agradecido3. _____________
vSereu Emilia de ouza Leal
Jos Jeronymo de Carvalho e Domicio Jerony-
mo de Carvalho agradecem a todos os amigos
que acompanharam sua ultima morada a sua
esposa e mi, Thereza Emilia de Souza Leal, e
convidam de novo aos mesmos e mais aos seas
parentes para assistirem a missa do stimo dia,
que ter lugar na matriz de 8. Pedro Martyr de
Olinda, s 8 horas do dia 21 do corrente.
^jun^onlo^osl!opesette
Olyrapia Guilhermina Selle Lopes convida aos
parentes e amigos de seu fallecido e nico filho
Antonio Jos Lopes Sette, para assistirem a urna
ida rezar por alma di
Gloria, pela manh do
missa que man
Convento da
corrente, 1" anniversario
rezar por alma do men_} no
dia 19 do
de seu falleeimento.
$
I
f*'



Diario de PeroajubucoSexto-fera 18-de
de

.
i
mi
I
i
mV
I
1889
^

ttfi) SBM4MPETEWM
4 ratriifeiro M lar9s-1.il
dfhmrrt u fO
TFicfifis de milha a aJOOO un.
tiam
lUakni' bordado a 1*200 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o cevmdo.
Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Ditat torrada a 500 rs. o corado.
Batistas finas a 140, 200 e 340 rs. o dito.
Brim pardo a 280 e 320 rs. o dito.
Baleias pretas a 260 e cobertas a 500 rs,
a. faca.
Bico8 de urna s cor a 2$ a peca.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Brins -de cores para crianza a 260 rs. o
corado.
Bicos matisadoB a 2(5500 e 3* a peca.
Cumbraias bordadas a 44 a P9a-
Cachemiras de quadros a 260 o corado.
Cortes de sida para colete a 5*000.
Ditos de linn em cartSo a 7)5000.
Colchas de damasco a 60000 urna.
Cretones de alsace a 360 rs. o corado.
Cambraia arrendada a 460 rs. o dito.
Cachemira da India a 220 rs. o dito.
Chales adamascados a 2*500 um. -
Cortinados bordados a 6*000 o par. jl
Colchas de corea a 2* c 2*500 nma.
Cortes de casinetas a 1*500 um.
Chambres a 4*500, 5* e 6*000 nm.
Cortes de setineta a 6*000 nm.
Cambraia Victoria a 2*900 ajpeca.
Camisa aHemfies a 36*000 l dnzia.
Cachemira de duas larguras a 800 rs. e
covado.
Cretones claros a 280 e 320 rs. o dito.
Colcha de fustao a 3*500 orna.
Camisas de meia a 1*000 urna.
EsguiSo pardo a 360 e 400 rs. o covado.
Espartilhos conraca a 5*000 um.
ntremelos- bordados a 700, 800 e 900.
Ceroulas de bramante a 15* a dnzia.
Completo sortimento de casemira e brins, coUarinhos,
eos, bolsas, fichs, lencos, leques e muitos outros artigos.
-<.
Fustao Branco a* 360 e 460-fs. o Tarado.
Dito de cor para roupa a 800 rs. o Mi.
GuarnicSo de crochet com matires.
Gases de o&res a 500 re. o corado.
Guarda-p para homens a 6*000.
Grinalda para noira a 8*000.
Guarda p para senhoras a 8*000.
Lencos com barra a 2*000 a dona.
Leqne a grs-dnqueza a 2*000 nm.
Lencos brancos a 1*200 e 3*000 a duzia.
Lavas de seda a 2* e 2*500 o par.
Linhos de quadros a 80 rs. o covado.
Lia escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 xa*
o dito.
Meias com pintas, para senhoras, a 800 rs.
Madapolao americano a 6J008 a peca.
Meias para homens a 3*600 a duzia.
Extracto Porte-Veine a 1*400.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o co-
vado. "
Paletots de seda palha a 7*500.
Ditos de alpaca preta a 4*500.
Panno da costa adamascado.
Pocotes de p de arroz a 500 rs.
Percales fi as a 200 e 220 rs. o eo radq.
Roupas para banhos salgados.
Regatas de cores a 1*000 urna.
Sahidas de baile a 2*000 urna.
Susp ensorios americanas.
Sargelim de c6res a 200 rs. o covado.
Setim de cores a 800 e.900 rs o dito.
Dito do JapXo a 240 rs. o dito.
Toalhas para rosto a 3*600 a duzia.
Ditaa para hanho a 1*400
>l
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E* nm altetatiTO to fBc oe extitpa completa-
ten W do Systems a Escroto! Betdltarla, m
affeesSes que tera afflnidade eom ai en/snnidades
contagiosas, as oeeaatonadas pelo mercarlo. Ao
meerao tea] vHaltaa e earlqoece o aangae oom-
rmmicando urna alo taa-s-sl ao organismo
rejUTe_eso-foosystiai-MtIo. Estagrauds

Medecina Regeneradora,
* composta eom a rerdadera Salsaparrilha de
Rondnnt, do Iodos ile Potanslo e de Ferro, s
outros ingredientes u. grande potencia e rirtadss
curativas, cuidados k scientiflcamente preparados.
A frmala genlmentc cosseeMa Ja pmflsaln
medir, e os joeluore* i:, YAHUI.UA DO 1)1 AYEK SUIDO Um
Remedio Absoluto
para tt cnfermidiida occasonatfauv pelo todo
ViciOSO dO MLDfilie.
Est eoneetrtrwlo ao gro> Thls ito prnctcJiTei,
. multo mal que qualquer outra ptc;i cUmc, que pretende proporcionar Ignaes efeitoe, e
c por tanto a mcdecii. umii barata, am como a
melUor para parificar o pangue.
rRi:i'..uADO *lo
DR. J. C. AYER e CA
Lowell, Mass., E. ..A.
A' Tanda usa princlpaes parmanla e drogariaa.
punbos, leos, toni-
Cozinheira
Precisa-se de urna boa cozinheira que durma
em casa dos pairos, para casa de pequea fa-
milia, na ra do Conde da Boa-Vista n. 24 F..
porto de ferro.
AMARAL & C.
Para oDerby
Carlos Sinden reeebeu grande sortimen
Jto de gravatas e camisas de cores proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por precos sem competencia.
Reeebeu tambem collarinhos e punhos
de borracha de formatos novos.
48BA BABA0 DA VICTORIA 48
mi'
REMEDIO
IFALUlEIi _
em todo o caso de
RHEUivlATISMO
Impurezas 8o SBgne, ErnpcSes, Esc,
fnhs, Ulceras, Slpkilis
e toda afieceao de naturesa
eruptiva ou venrea
-t A-
m
i
DE BE1ST0L
0 Banedfofc. Familia por eicelleocltl___
Vinho de Collares especial da Madeira
Em decimos e caixa de duzia, tem para ven-
der Joaquim da eilva Carneiro. largo do Corpo
Santo n. 13, i- andar.
DE
MEL1SSA dos CARMELITAS
nico Su.ccassor
dos Carin.eli-ta,e ^
14, Iturt de i'Abbaye, 14
CONTRA
Ipoptaa
Cholera
Enjo do mar
FlatOS
Clicas
Indigestoes
Febre a_: ef 9 prospiclo r.o qutl rli ennltldo
cam ridro.
Dee-te exigir olet-.-. o bruce ; -co.
em todos os Tidro.
saja qal Mr o tasaanao.
DEPOaiTQS Eat TOCAS AS PBAaJIAaAB
no Universo.
FABRICA
DE VIDROS
113 Roa d Aurora I9S
Expoe venda em grosso
e a retalho os productos de
seu fabrico: sendo
Copos com e sem pe, ditos
com aza para cerveja, cli-
ces, globos, chamins, frascos
para botica etc. etc.
Precos sem competencia
Carolos de algodo
Compra-se carocos de algodio ensaccados, en-
tregues nos annaien8, ra do Baro do Trum-
pho ns. 10, 12 e 14 ao preco de 386 ris por IB
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em geral que receben pelo ultimo
vapor oh preto novo e superior que ven-
de, por presos mais resumidos em vista
da continuafao do cambio favoravel.
Convem que experimenten).
48 RA DO BARO DA VICTORIA 48
Inglez
rNDICAO CDHAL
ALIAN PATERSON & C.
N. 44Ra do BramN. 44
JUNTO A B8TAC0 DOS BONDS
Tem para vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
"Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para iardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de fbrnalha.
Vapores de torca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadnra.
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento demachinismo e executam qual-
quer trabalho com perfeicSo e prstese.
Em virtnde de ter sido muito procurado e nao
podido satisfazer aos pedidos de todos, mandei
chamar um collega da Inglaterra (Mr. Dick) que
j se acha no caso de receber discpulos de in-
gles pratico.
/. Fanstone, ra do Progresso n. i.
Mb J. Fahsto, tendo de modiGcar a lista de
seus discpulos para o novo anuo, pede as
Exmas. familias e senhores que tm-o honrado
no passado que communiquem-lhe os seus dese-
jos para que elle nao falte na attencSo devida
aos Illms. Srs. seus discpulos.
Os Srs. doutores desta praca que tenham co-
nbecimento de inglez e que queiram se aperfei-
coar na pratica, dirijam-se a J. Fanstone, o. 2
ra do Progresso, ou na casa Evanglica n. 4, i
ra estreita do Rosario.
Tambem para maior commodidade das pes-
soas empregadas no commercio tenbo resolvido
abrir um curso nocturno de inglez pratico, o
qual funccionar no 1 andar da casa n. 4, ra
estreita do Rosario.
XAROPEdeBLaYN
40 palo hupfctoria ie Hyfi*u i imperio do fMSjL *****>
ba mais de ioauo petos melborei aiedico de Part, cara os
Cmurro mulmmimr. Jrntaaas mu. duVtai wmmrtm til'
PEREIRA ft MAGALHiES
Recebedores directos dos mercados da, Europa
liquidam os seguintes artigos com descont de 14 \ na
vendas em grosso
Bramantes de algodJo superiores, a ^00 rs. o.metro, 4 larguras.
dem de puro linho fazenda de 2||200 para aeebar U500, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., W100 e 1#200 o dito.
AlgodSo alvo, nacional,-para lences a 5*5500 ape^a.
Madapolao americano, a 3^00, 4*5000 e 6*000, com 24 jardas.
Maripozas de efires a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, corea firmes, a: 200 rs. o dito. ,,
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
rHerin8 usos de .urna largura a 200 rs. o dito. # t
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichs de renda chics a .1)0000.
Colchas francesas de cores a 2O00 e 4*000, runa.
Lences de bramante a 1,5800, para casna de casal. ^^
Casimiras de cores para roupa de enanca a 1*000 e 1*800, diagonal, duas
^^"'camisas inglezas e francezas a 26*000 e 50*000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes, a 14*000 um.
Cortinados ricamente bordados a 5*500 e 6*000-
PannoB de cores para mesa a 1*100 e 10300 o covade.
Cheviot preto e azul, a 8*000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o dito.
Veludilhos de c8res e pretos a 900 rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as e6res a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 rs. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 2*500 e 3*000 a duzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 12*000 e 16*000 a dite.
Cortes de casemiraB para calca a 4*000 e 6*000.
dem de meia casemira a 2*000.
Toalhas grandes para rosto a 4*000 a duzia.
dem felpudas para banho a 12*000 a dita,
muitos artigos que serio lembrados com a preeenca. de aosaoe leitores.
5>Ra Duque de Caxias59
LOJA DE _
HA6ALHAES
Mr. fceorge B. Klasl. nico professor ame-
ricano da lingua ingleza, pode ser procurado
nos sabbados a ra Conde da Boa-Vista n. "
sobrado defronte da estacao da Holedade.
Urna senbora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar em collegios e casas particu-
lares as seguintes materias: Portuguez, Trin-
cf z, Mnsica o Piano ; tratar na raa Vieoende
de Albuquerque n. 20.
,
Criada
Na ra da Unilo n. 27, precisa se de urna
criada pera cuidar de duas mancas, de S e 3
annos de idade e que aiba engommar, prefrre-se
idosa.
Novo estabelecimento defa-
zendas finas e modas
56-Rua da Imperairiz~M
Recebem directamente da Europa o que ha de
mais nsvidade em tecidos de fantazia e lino ges-
to. Completo sortimento em fazendas de todas
as classes e precos sem competencia.
Telephone 489
Professora
Urna senbora competentemente habilitada, com
ntica de 11 annos de proflssao, apresentando
versos attestados de bom metbodo e comporta-
mete, offerece-se para leccionar em casas par-
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
guintes materias : Portuguez, Francez, Italiano.
Geograpbia, Piano, trabalnos de agulha, etc.; a
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 69 ou em
casa doRegulauor da Marn hara larga do
Rosario n. 9.
Ao commercio
Pinto Ferreira & C. avisam ao publico e espe-
cialmente ao corpo do commercio que nesta data
despediram de sua casa o seu empregdo Jos
Manada Costa Carvalbo. Recife, 15 de Janeiro
de 1889.
Professora
Cacolta
Perden-6e hontem f!6) n'Uma das ras desia
cidade, ama cacolta de ouso de lei, tendo n'uma
tace a coroa brasileira e n'outra as iniciaes C.
J : quem a achar e quiser restftmr, diri-
ja-^_ % ra do Rangel n. 57, que ser gratifi-
cado.
| Precisa-se de urna criada
para o servico de urna fami-
lia, a tratar na ra da Sole-
dade n. 82.
AVISO
A abaixo assignada previne ao publico e ao
commercio desta cidade, que nao facam Iraasac-
cSoi de especie alguma com a parte do sobrado
n. 11 sito ra estreita do Rosario, pertencente
a Manoel Sodr da Cunha Motta, e nem outro
qualquer negocio, sob pena de ser nulla toda
transaccao feita pelo dito senbor. Recife, 11
de Janeiro de 1889.
Laurinda Martns Rio.
SAUDK PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
1
Ongoento de Hollowmy um itmeic intallWe] paira o males deparnaaedo pert; tarflbesa psfa;
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoao para a gota e orheunatiimoepa todwucsCsr^
dades de peitc nio se reconhece egoal
Para os males de garganta, bronehites resfriamentos e tosssa.
Tumores aas gandalas e todas as molestias da pelie nio teem semelhanle e para I
cootrabidos e uncturas recias, obra como por encanto.
Kssas Biedkiasi sao prepuida ssmiw no Estabdsdnuniu o Prafcssos Hollowa,
1, WIW OXFOBB '."XBSET < ftSS, Oxford Stxeat), LOHXSa,
vradc,'jim ledas *t ptrawciai dauaiveno.
smT Os camradeses s!a Jai. rtiaminiissr a examinar '
Uosso/.tfc aan Suamllfw Sk MstMM V> /par* irull. _____
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
A Lda das Lislras Azaes
Al RUA>jf$fra DE WS&k8fX. 61
TelepHbne 911
0 proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seos fre-
gueses, que as pechinchas- que costuma
dar, nao sao nem nunca foram divididas
de outra casa como algvem anouncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boas, caatume que a IJs>
flan Usjtrv Asnea nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boaqua-
lidade, e nao levam | medida escassa;
aceita-ge a fazenda vendida se, por
qualquer motivo nao for de muito agra-
do da pesBoa para quem for comprada.
Dase descont a quem comprar de 10*
para cima.
ESPECIALIDADES
Mrlm ie lis tras azaes pecas com
20 varas a 60000.
Madapolao com nm metro de largu-
ra a 6^800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartaoa 10)J000.
Velludllho bordado a contas a 10600
o covado.
Cachemiras pretas. de quadros e
azuladas a 20 e 20500.
Tecidos fantazia arrendado a 400
500 rs.
Cortes de cachemira com guarnieres
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
Setim Macao de todas as cores a 750,
e800rs.
".Pe bordado, tecido de nma so cor,
qualquer que se deseje, a 200rs.
Zeflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
JLis de quadrinhos a 200, 240 e 360
covado.
IJarhos lisos a 60 e de quadrinhos a
100 rs.
Ouardanapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 10.
Oleados para mesa redonda ou qua-
dradaa 4000.
C'orf loados de crochet, com sanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fusilo, brancas e de ec-
res, a 20000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras a 160, 240 e 280 rs.
Batistes de cores seguras a 120 rs.
t'amzuc de liadas cores a 280 rs.
Brlm pardo esguiSo a 240, 280 e 320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 500 rs.
FichtiS arrendados, finos, lindas cores
a 10500 e 20000.
Mantllhas de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e eom vibrilhos a
200, 250 e 300000.
Leques de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo preco.
airas de seda, lisas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 20.
Espartilhos ingleses a 40500 e 50,
tem desde on. 40 at 80 de groasen*.
Bleo braaeo creme e de todas as
cores desde 700rs. at 20500 a peca.
Beodas hespanholas, 'de seda e de
algodao, preta, branca, e de qualquer cor.
'Babados e entremeios borddott ta-
pados e transparentes por todo preco.
Graospos e pentinhos fantazia para
cabello a 400 e 500 rs.
Baleias para vestidos a 260 rs. a
duzia.
Aspas de ac para vastados a 120 rs.
o metro.
Sargellaa francez fino, diagonal, a
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordlo preta, branca,
chumbo e cor de caf a 400 rs. o metro.
Bodes americana* para menino
dormir a 30500 e para homem a 60000 e
70000.
osqodtelros americanos com ar-
macao a 120000.
Relogios despertadores com fi-
guras em movimento a 80 e 90000.
nuiatas fazendas que se vende muito
barato para liquidar facturas na leja das
LISTRAS AZUES de
Escola nocturna
Os professorea Julio Soares de'
ma2 Cavalcaate da Silveira Uns,
rcsp^iavel
tranalhos de
primaria (nocturaa), ra
a miol funcoionadas 8s 9
pfroHco que *ac5S-e
sua escola particular de i
doeTho-
aram ao
08
do Cotofeiion M,
horas. OsfrJesnTos
estabeleceram o mdico prego de ii para os que
poderera pagar, seccionando gratuitamente aos
pobres.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 10 l-tnnos,
com pratica de molhados e que d fiador la 8da
conducta : a tratar na ra Conde da Boa-Vista
n. 87, prefere-se brasileiro.
Cavallo apprehendido
A subdelegacia do 1- districto de A togados
apprehendeu um cavallo furtado : reclame-o
tniem for seu ddnp.
l
\
AS
Enermidades Secretas
BLENORRHAQIA8
_m OONORRHEA8
FLORES BRANCAS
CORRIMENTOS
recental ou antigos sao curados era
pouco dlaa em aegredo, sem reg'
men aem tisanas, sem cncer nen
moles'.ar os orgaos digestivos, pea
e inieceo de
KAVA
DO DOUTOR FOURNIER
Coda paula tim gravado Km*a. MgeSb
hlou. ra. nuaceXo. 4 re.
PARS, 2S, Ple de i Mmlfmlein
sfalitODBO, Ptrii Iggft,
Typogaphia e Lithographia
FABRICA DE LIYRQS DE ESeRIPTU-
RAQAO
Premiada as exposlc5es de
1IM e 199
Manoel J. de Miranda
Eacadernasao e especialidades em cartees de
visitas.
39-Rna Duque de Caxias39
Telephone n. 194.



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Tosses

Jos Augusto Das
lll.lHMM*<
MO
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Urna asizs lasss
MTAWB, BOtm s> V, m
AB 0BORB
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i osssplssas asta a aaskesass*
LrrsSooEr- mtam*,
UTOS KM TOBAS AS fmwc
DSPOSITOS SU TOP*
ihi rnMACiAS
e/llorse, AnMila.CatlUirropulnww.BrwcNle cHronlca,
marro da Baxlga, PhUsica, Tosa conoulsa, Dyspepsia, Pjtit:
Partas seminaes, Canarros antigs e complicados, etc
vaa-A Sssilii. *, em *Ait e n prtcFa vnarmaoiss.
grageas de Ferro Rabuteau
rai. a* iMtituto dFruf. rnmto Thv*i*utM
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Soiencia.
PEREIRA A
fagas Tl^l'"^^-C(^t';j^a~|l^,-Jjapr^a) AsimUasSo compita.
Ebxir de Perro Rabuteau recommendado as pessoas que nio poden enfullr
enguhr as grageas. Um calis de licor aos repastos.
Xairope de Ferro Rabuteau especialmente para as crianoaa.
I m, Um uolittcio dUIhidi aoempinh cat/i frutea.
Ixiair Terdedelro Ferro Rabuteau de Ctf.IM ft O, de PARS,
entontra un do* Droouiftas ^PImrmaceutico*:_^^_
REMEDIO?
LEROY
r-apti/arst m FRil(A, a MHHIBA,
HSPiUHA, no MWL,
ontf* slo tutoriudot ps/ Junta dt Htitni
aessaaigMSa>sjeee
sWosUeaoao cpra.ttva Sta-
eonaatolnt* dando toda facUidMle
para se tratar so. por preco barato, e
so curar em pouco'tesriDo.
Essa medlcaco expulsa rpidamente
os humorea, bilis, humores viscosos vi-
ciados que oaoasionam econservam aa
molestias; purinca o sangoe e tmpede
as recalildas.
. :
,taiij,dotados seg-undo aldade.coD-
vSm cspecl-ilmente pas Molestias
Obroloau.
i
Sitrseto eonoentrado doa Reme-
dloa llquldaa padendo substitull-os.
para as peseoas que Uverem repu-
gnancia pan os purgantes lquidos.
SSo lnfitlllvois contra i AmtHmm,
Cmtmrrho, GJta, Mh*u*at.,
Tmmmrrm, l'tnerm; ***** *
apix-tittmr* ore; CmngemUHp, Mo-
lrtias alo Fija**, ImplgeM,
TertmtlUUtmem.l'vpauma, etc.
NA SE DlVE ACEITAR'
qnalquer praincloaiis nio tirer o enderepo i
IVa Ul 111, gir di sir. Le Roy
Rasa do Seino, 5f PARS
SKPoarro km todas as pharmacub
O Peitoral de Cambar combate
enrgicamente as tosses dolorosas, tornan-
do-as brandas e expectorantes at cural-as,
Os agentes
Francisco M. da Silva & C.

Mercearia Equidade
Raa de lorias 1.15
Grande variedade de vinbos engarrafados,"por
commodo prego, e superior qualidade, recebioos
directamente, como sejam: vinho de Pasto, Col-
lares, Figueira, Verde, Palhete, Moscatel, Malva-
sia, e entro sem igual, especial para senhoras.
Vende-se superior carne secca de porco, vmda
do sertao, vmbo fino do Porto a retalho._____
Cosinheira ectiado
Precisa-se ; na ra Velba u. 137, sendo o cria-
do menino ou rapar.
Aviso
AosExms. Sps. paes de fa-
milias
O professor titulado Joo Feixeira Bastos, con-
tinua a leccionar nao s em caga de sua residen-
cia, como em casas particulares as materias,.qae
constituem a instruccao primaria das 3 4s
horas da tarde.
Curso especial: portuguez, francez, geogra-
pbia e historia das i s 6 da tarde.
Aula nocturna das 7 s 9 da noite.
Men saudade adan tada feita no acto da matri-
cula.
N. 7 ARuadoCakfeieiroN. 7 A
O PBP^tAL DB'GAMBiB
Vende-se a 20500 o frasco, 130000 1/2
duzia e 24Q00 a duzia em casas dos
agentes Roerigues Silva & C. e as pn'n-
cipaes pharmacias e drogaras da capital.


C avallo apprehendido
A subdelegacia do 1 districto de S. Jos ap-
rehendeu um cavallo furtado : recl"ne-o quera
seu dono. __ ____^^
Criado
Precisa-se de um criado ; na ra de Paysandn
numero 19.
Precisase
de urna criada : a tratar ra Mathias de Albu-
querque (outr'ora ra das Flores) n. 31.
-
qu$
'f^3 Attendite
Jos Samuel Botelho avisa ao respeitavel pu-
blico que ainda continua a fabricar bouquets do
mais afamado ^osto, para casamento ou outro
3ualquer acto, assim como capellas mortuarias
b perpetua ; a tratar na ra Nova n. 80, loja de
uiiudezas, ou na ra da Cadeia do Recife n. 43,
loja deselleiro.___%J_ ~ __ _______
Architectura
Andr Rompcke prepara, guarnecidos de to-
das as cores, garantmdo a coaservacSo das mes-
mas, tanto, para o exterior como interior de edi-
ficios ; os pretendentes podero deixar suas or-
dajjana Bsercearia ra da Imperatriz n. 2.
A's maes de familias
QUERIS VOSSOS FILH08 SEMPRE SADIOS?
Administrae-lhes o xarope ou a
Pilulas Vermipurgalivas
DO DR. CALASAIVS
ptimas prepazayoes de mastruz
e rhuibarbo, para a ezpulslo completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigas
(DAS CREAMCAS E DOS ADULTOS)
SEIS ANNOS DE SUOOE8S&M
Estas excellentes preparaeSes nio ne-
eessitam de purgativos como auxiliares,
visto serem purgativas por si mesmas.
As pessoas que tm vermes sentem eo-
licag, tem constantemente diarrhas, indis-
posicSo, sensacSo de corpos que se movem
ooB intestinos, endurec ment do ventre, -e
aa.vezes, vmitos. Rangem os dentes, quan-
dq dormem, algumas e pessoas expeliera
vermes com as fezes ou com as -materias
dos vmitos. As eriancas apresentam aa
pupillas dilatadas e inapetencia.
iAs pilulas levam impreeso o nome do
DR. CALASANS e so cor de rosa.
1 caixa de pimas 1200
1 vidro de varope 1#200
AS PRINCIPAES DROGARAS E
__ PHARMACIAS y
RAaaO NATURAL
Qual a razSo da- grande fama de tjue
gosa o Peitoral de Cambar?
E' pelos seus maravilhosos resultados.
FRANCISCO M. DA M^YA.A C-
Ao commercio
KOs abaixo assignados declai am que nesta datt
dissolveram amigavelnieote a sociedade que ti-
nham no estabelecimento de molhados sito >
travessa Duque de Caxias n. 9, que gyraw-
sob a firma de Antonio Marques 4 C., safdo
o socio Marines pago e satisteito de seu capi-
tal e lucros, ficando responsavel pelo activ t
passive da extincta firma a socia D. MariT Bu-
Eenia Correia. Deaja data em diante o dito esta-
elecimento gyrara sob a firma de viuva de Ber-
nardo Jos Correia & C.
Recife, 16 dajaneiro de 1889.
Antonio Leite tarpus.
Mara Eugenia Correia. -^a
^
r
" -.
i
_L
___-_
.


I


PUEIJOS PtVM
Cena caixas chegadas
Ville do Lear
Sahcm boje da alfandega : estes preferidos queijos
qu d'esi a vez chegaram sem nenknm de feito: podera veri-
ficar os Srs. mercieiros as casas de
Domingos Cruz & C.
Fernandes da C osta & C.
Joaquim Duarte Simes & C.
& Costa Lima &G.,e
Charles Pluym.
Dfewo dfe. PiiMMfabMCQ*^Sekta-firar 18 && Janeiro de
ertjfcio
Pao
Mille 4 Bisel, avisara M respeitavel publico,
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao; ra larga do Rosario u. 40.
_ _
VERSAS
Vende-se um estabelecimento de molhados
com proporgoes nara grande negocio; na praca
Conde
Caixeiro
Pftgi-se de um caixeiro que tonba pratica
de i ifocio de molhados ; a tratar no caes do
Rao un. 28, araazsni. _____._
Taverna
de -se a tavcrna sita ra da Santa Crui
razao do dono ter de retirar-se. A casa
modo? e agua encanada, e vende-'Sr
ato.
-----------......__-------
Ta^

yerna
urna taverna coni pouco capital, pro-
principiante, tem commodos para fa-
a tratar na ra da Conceiyao n. 11, .3-
.....L__;_....._......
Bom terreno
Venderse um terreno de 180 palmos de frente
c 150 de fondo na na doConselbeiro PortoUa,
nos Afflictos ; o terreno est cercado e tem a-
fons arvoredos novos plantados : qu:ni _preten-
er dirija-se ao escnptorio deste Diario, que
achara quera indique o vendedor.
muia
andar

Ama

Prdcisa-se de urna ama para casa de familia
na ra Bella n. 43, casa de azulejo.
Ama
FrecL-a-se de urna ama para casa de pequea
familia ; na ra de Peysandu n 19.
Ama
M i'
Precisa-se de urna amr para comprar c cosi-
nhar para casa de piuca familia : a ra da Pe-
nha n. 21. 2o andar.
Ama
Ka ra Formosa n. 8, precisa-se de urna boa-
cosinheira e engommadeira, e que durma em
sasa. ... ,
..........- ...

(luga-se barato
Ra do Rosario n. 39.
Ra do Calabouco n. 4 1 andar.
Baixa Verde n. 1 C. (Capunga).
Ba Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
A ra do do Calaboco n. 4 loja;
Largodo Corpo Santo n. 13 2" andar.
Ra Santo Amaro 14 andar.
RtrCViaal de Negreiros n. 4o.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, l* andar,
escnptorio de Silva Guimaraes i G.

Alnga-se
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar para casa
de familia ; a tratar na ra dos Guarurapes n. 88.
Ama
Precisa-se de una ama para cosinhar. para
casa de familia de tres pessoas ; na roa Velba
numero 69.
x\ma
)X
Precisa-de de#ma ama para cosinhar, pora
casa de familia : na ra Duque de Caxias n. 54,
'oi ________A___________________- *
(o
Ama
Preclsa-se de urna ama para engommar em
casa de pouca familia ; a tratar na ra- Duque
de Caxias n. 48, loja.
e 2. a estarlo da entrada de fe,rro de 01ioda) com
grandes commodos tora familia,; a tratar no es-1
criptorio de Sebasflao de Barros Barreto. .rua
do Bbiu Jess n. 4*,1*-8 andar.
Ama
u
Alug
a-.se
as cadas n. 59 ra Vidal de Negreiros n. 150
ra Coronel Suassuna, e um sobradinho em Afo-
lados, com bastantes arvores fructferas, no
neceo do Quiabo n. 64 ; a tratar na ra Marcilie
Dias n. 106.'
AMA
Precisa-sede urna boa en-
gommadeira :na ra Duque
deCaxias n. 42, por cima da
tvpographia do Diario.
Precisa-se de urna ama ;
Santc Amaro n. 6, 1 aiidar
a tratar na ra de
a Ama
Precisa-je de urna ama para eosinhar.
para
casaede pouca familia ; na ra do Livramento n.
22, pandar. ________
.
FOLHETIJT
I '

a simiam
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia ; a tratar na ra Mariz e Barros n. 2.
taverna.
Ama
Precisa-sc de urna ama para cosinhar
da Madre de Deus n. 5, 2- andar.
na ra
Ama
Precisa-se de una ama para cosinhar e com-
prar : na ra Nova n. 20, toja.
Ama
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
pouca familia ; na estrada de Joao de Barros n.
tt, ou ra do Vigario n. 4. __________.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar, para
casa de familia : a tratar na ra dos Gnararapes
numero 88.

Ama
Na ra Mrquez do Henal n. 61. ..-.ubrudo,
precisase de urna ama que cosinhe.
Amas
Precisa-se de duas amas pasa casa de peque-
a familia, sendo urna para cosinha c ontros
servicos domsticos, e de entra para lavar e en-
gommar : na roa do Imperador n. 40. I
t- Vende-se um terreno dentro da campia
da Casa Forte, com 24 palmos de frente e 208 de
unido : quem pretender dirija-se ao pateo do
Terco n. 76 : a tratar com a proprielaria, que
fas todo negocio.
~ Vende-.sc o antigo e bem afreguezido~es-
tabelecinjento de.calgados naciooaes da na do
Livramento n. 11, o qnal se toma recommenda-
do pela boa loealidade em que est ; a tratar
no mesmo.
Vende-se usa taverna Do bairro da Boa
Viita ; a tratar na ra da Imperatriz n. 55.
THegramma familiar
Vejam e admirem!
5. -Ra Dnque de Caulas-35
Pedimos ao respeitavel publico attencao para
os precos reduridos dos seguintes obiectos:
Zefiros de 80, 160, 200, 240, 400 e 800 ris o
covado, grande eortimento. {
Capas para senliojp, .o que tja de mais mo-
derno e batato. | f i 11 W
Espartilhos de couraca a 44, 54 e 64000 um.
Fustes brancas e de cores a 360 e 400 ris o
covado. w/i
Lasinhas de quadros e astas de 140, 280. 320.
400 e 500-rls o covado.
Grande sortimento em liclms.
Cortes de linn bordados para vestidos, com
todos 06 enfeltes a 144609. -
Colchas brancas e de cores a 24000.
Luvas de seda fina o 8*000.
fortes de cachemire com \idrilhos o que ba
de maia novo.
Cambraia con salpicos de cor, novidade em
gosto e barato. >
Grande sortimento em puchos e collarinhos
para homem.
Bramantes de algodo e linho e por presos sem
competencia.
Cretones para vestidos, um sortimento esplen-
dido em padrees c precos.
Cambraia branca com salpicos a 44000.
Brins de cores para roupas a 320 ris.
Atoalhados d diversos gostos e barato.
Madapolo para familia, muito largo c por um
preco rasoavel a 64000 a peca.
Merinos de cOres a 500 ris o covado.
Completo sortimento de sargelins a 24000 o
covado.
Renda bespanhola a 24 e metro.
Setins de todas as cores a 800 e 14 o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Vanedade immensa em toalhas felpadas, bran-
cas e de cores.
Cortinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptistas de cores a 120 ris o covado.
Cambraia Victoria e transparente a 34 a,pcea.
Completo sortimento em casemiras de cores e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e preta a 400 ris o metro.
Renda oriental, novidade, 800 ris o covado.
Camisas brancas com collarinhos para homem,
cousa chic a 24000.
Tapetes, grande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de lastras
e quadros a fe ris1 o ovado. *
Cortes de meias casemira a 24, um.
Linn bordado de quadros, o que lia de mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annunciar tem urna
variedade de mercadorias que so vendo-se.
Dno-se amostras sem penhor.
55 RA DUQUE DE CAXIAS 55
FEM4MESDE4ZEVED0&C,
e
Terreno barato
Vende-se barato, ou permuta-sc por urna casa
na freguezia da Boa-Vista ou da raga. de va-
lor correspondente, uA grando terreno na ra
Imperial, defronte da casa n. 320 (centro), com
335 palmos de frente e fundo para a estrada de
ferro de S. Francisco, cujos limites atravessa-;
nroprio para edKcacao e coro capacidade par^
bons viveiros.
ii
Grande liquida^ao
mm wimm
Ina do B*r* a Viciarla
AZEVED0 HHAt C.
Kesolveram Jrender mois barato para di-
minuir o seu grande deposito, para tssim
pojler dar balance
A saber -J L VfP \y^
Rendas de cores, comprimeuto e saia
liOOO e 1500.
Sargelim de todas as cores a 200 rs. o
covado.
Baleia com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 rs. a dita.
Bramante de linho, com 10 palmos, a
10400 e 1^500.
Extracto Rita Sangal a 24200.
Fichas de 18 e s6da a 1* e 15500.
Capellas com veo bordado a 61JOOO e
70000.
Merinos de cores a 400 re.
Zefiros, largos, a 160 e 200 re.
Cretones com ferraduras a 240 re.
Madapolao (o verdadeiro Boa-Vista) a
60000, com 20 varas.
Toalhas para banho a 10 e 10500.
Colchas de crochet, finas, a 50000.
dem com flores a 8|jK)00.
Toalhas felpudas para rosto a 3i$000 a
duzia.
Bramante trancado, 4 larguras, a 800 e
10000.
Madapolao com 1 metro de largura a
70000. ,
^Madapolao Globo a 7$000;
Dito camisero legitimo a 70000
Fusilo branco a 360 e 400 re.
Setim branco e de todas ns c5res a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a *3#OO0.
EspartilhoB riotra$a a 40 e 40500-.
Cortes de cambraia com carocinhos a
40000.
Brins de linho de cores fixas a 600 rs.
Crinoline branca e preta a 400 re. o
metro.
Rico sortimento de leques de penna de
80000 e 100000.
Guardanapos de linho a 20 e 20500.
Panno de crochet para cadeiras a 800
res.
Ditos grandes para sof a 20500.
Cambraia Victoria e transparente a
30000.
Merino preto, fino, a800 e 10000
Camisas francezs, finas, n 330000 a
duzia.
Nanzuc de cores finas a 240 rs. o co-
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 10000 c 10500.
Cretone com duas larguras a 400 rs.
Batistes finas a 140 re.
LS de quadros a 280 re.
Cortinados bordados a 50500.
Ditos de crochet a 100000.
Camisas de flanella com collarinhos
sem elles.
Palitots de palha de seda, todas as co-
res.
Luvas de soda-
Fazondas de phantasia e abortas.
Cachemiras eom listras e quadros a
500 rs.
Cortes de
Brtfo
S na loja das j^stcelias
SS-ICA BlQl'E DE C4XLS-8
Telephone n. to
O proprietario deste mui acreditado estabeleci-
mento previne a todas as Exmas. familias
e fregueses em geral, que as muitas pe-
chinchas que costuma tazer, nao sao mais
divididas com a sua ex-casa das LISTRAS
AZl'ES: portanto, quem quizer comprar por
menos queemoutra qualquer parte dirja-
se LOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
R
casimira a 40000.
Htamine preto.
Cortes de cambraia aberta a 50000 a
pea.
Cortes bordados brancos e de cores.
Sfda palha erua com flores *i 800 re.
- ~&. B.As fazendas compradas na nos-
toria n. of*. c*83 n5 sendo 4o gosto do freguez, so
trar um completo e variadssimo sorti-
mento de fazendas que se vendem por pre-
cos que nao Ihe poaem fazer competencia
como pnssamos a demonstrar, a saber :
Atoalhftdopar mesa^ de 10800 a 10000.
Dito de cores a 10 e 10800.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 re. o metro e de linho com 10 pal-
mos' de largura a 10600.
Brini de edres para ronpa de crancas a
280 e 320 re.
Colchas de crochet de 100 por 50000.
Cortinados bordados a 50 e 60000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 40 e 40500.
Cortes de vestidos, em cartao, a 70000.
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 20800 a peca.
Camisas inglezas para homens a 280000
a duzia.
Collarinhos, pnnhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20500.
Capas de vidrilhos e tecidos arrendados
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey a 20500, 30, 40 e 50.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
" Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 10100 a jarda.
Esguiao de linho, pardo, a240e 320 re.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhos pwaca a 30 e 80500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
Fustao branco a' 240 rs.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a70OOO._
Guarnises de crochet para sof, a 50500.
Gorgorio preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho- de 30500 por 20
a duzia..'
Leques de fantasa a 400 re.
Lensos para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
Las e cachemiras de quadros a 160 re.
Madapolao pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
gare, de pre^o de 120 por 70000.
Dito de 80 por 50000.
Meri preto com duas larguras a 560
c 700 re.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Dites de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas Uespannohs a 10600, 10800,
20500 30000.
Setim Macio, preto e de cores a 750 e
800 rs. -
' Dito de quadros, uliua novidade, a 10.
Sargelim de todas m cores de 160 a
200 rs.
Toalhas aJcochoados e felpudas a 20500
e 30000 adnzia.
Difes para banho a 800 e 10200.
Tecidflji arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as cor,es a 80 rs.
Assim como muitas fazendas que seria
se indicar aos pretedentes a pessoa com quem
8lSft
Vaccas.de leite
Vende-se-duas-vaccas deleite : a tratar na
Tamarineira, sitio defronte do Azylo de Alie-
ados. .- >

POR
JULO MARY
TEIKMIU PARTE
HpNRA POR HONRA
(Continua^ao do n. 13)

11
rifc

v
Aasim, minha pobre e casta filha, ti-
ve insensatez de suspeitar de ti... Acre-
dites que tinhas esquecido o teu pauado
honrado, os teus juramentos a Gauthier,
o teu amor
t
Nao
*
tive urna suspeita
sequei de. verdade.... Nao.... (uando
penao em tudo isto, entretanto... Nao de-
va.; ter-te julgado culpada, nao... Tu m'o
dizias, e eu nao te escutava... Pensavas
emiten pai.. Ah tu o amas mais do
qu$ eu !... Eu, c que pude fazer ? nf
da.. Chorar, chorar, e mais nada! Co-
mo se as lagrimas valessem de alguma
cousa... Emquanto que tu sonhavas com
vinganca, tratavas da salvacao de teu
pai... Oh! minha filha, poderci algum
dia amar-te tanto, que tefayaesquecer?...
--Minha mai, nao fallemos mais nesse
paiHU."
Tena razao. Pensemos cp ti. E'
inipossiv;l que fiques na fabrica, ao p
daquelle infame. E' mo deixar pesarem
as suspeitas sobre a tua honestidade... E'
horrivel, para mim, pensar que moras na
nresma casa que aquclle miseravel, que
elle pretenda fazer de ti sua mulher...
Horrivel c insupportavel... E a todas a?
horas do dia elle pode ver-tc... sorrir-te...
e pode dizer-te que te ama!! Elle, um
ladilp... um assassmo Elle que consor-
va-s livre e triumphante, na c4teza da
impunidade, emquanto teu pobre pai, con-
inado c deshonrado, cscapou j de mor-
. emquanto preparam-s* para condu-
0 ao cadafalso, breve tarvez quando
"acafcar a guerra... '.
fJourlande nlo tinta dito pafvra dum-n-
^a.
A estas palavras* de Mara, elte appro^
ximou-se.
Deixe a esta moca e a inira o cuida-
do de salvar ru marido.
E Luciana, mostrando o agente de po-
ltia : i
Minha m*, Claudina e eu entrega-
mos as mos deste senhor toda a nossa
vida. Elle disjwr dola, se assim o jul-
gar conveniente para a salvacao de meu
pai e para o castigo de Montmayeuri..
A sua vida? disse Maria sobresal-
tada. Que per go correm voces '?
Ignorlo ainda, disse Courlande.
Com Montmay ur, cora um homem tao
resoluto, to framente decidido a trium-
phar, apozar d<: todos o obstculos, pre-
ciso contar com todo. ..
Se elle urna Luciana, ha de pou-
pal-a...
N*o tanto por D. Luciana que eu
recei'
Por quem entSo ?
Por D. Claudina.
Minha irma! Quero partilhar os sena
per'gos...
Courlande meneava a cabdea.
A senhora ha de ter tambem a sua
parte... Nlo ss aflija... Mas sobretudo,
repito-lbe, tenha confianca c obedceme.
Vamos, D. Luciana, tempo de voltar
para Bernadettes... Vou leval-a, afim de
evitar-lhe mos cncontros... E a senhora,
D. Maria, nlo ec esqueca da recommenda-
efio : olhc que nlo tornou a ver Luciana.
Ella contina a ser para a senhora a filha
amaldicnada, a filha culpada. Prudencia!
Prudencia!
Oh! sen'aor, condeinnar-me-ha por
muito tempo a essepapel? .Restituir-me-
ha breve minhs, filha?...
O singular homnculo poz um ded" na
testa.
E tomando um ar inspirado :
Breve, dpse elle, mui breve, estou
convencido !
111
Jorge, mais doente, pois as fadigas da-
quelle invern rigoroso enfraqueciam-lhe
em extremo, nilo havia perdido toda a es-
peranja do salvar a infeliz victima de seu
irmSo.
Estava-se no mez de Janeiro. O cerco
continuava. A guerra estava encarnizada
na provincia, onde Chanzy disputava pal-
mo a palmo a Franca ao prussiano vence-
dor, mai aniquilado. Aluta ameacava du-
rar muito ainda. De todos os lados for-
mavam-se exercitos e instruiam-se reclui-
tas.
No canto de Garches, onde se passa a
nossa historia, a guerra achava-se colloca-
da cm n^vni'i plano as preoccupac5s
iSj|rsoBagtn8. U atamento da
do ^jobre Doriat estava a expi-
pral c
dos nossos
execuflo
rar. O pnrzo de seis meze.4 ia vencer-se.
Doriat iria pagar com a cabeca o crime
de Montmayeur?
Jlo tensava nisso com angustia. Nlo
que lamentasse o condemnado. O seu co-
ra cao era inaccessivel piedade. Masd-
zia comsigo que a execuelo seria de al-
guma forma a confirmado da culpabilida-
de de Doriat e que o negocio ficaria para
sempre terminado.
Nlo era o uuico a pensar nisso.
Luciana c .Claudina contavam os dias
com angustia Maria Doriat encontrava na
sua dr, as recordacSes de toda a sua vi-
da; urna fonte inesgotavel de lagrimas.
S Courlande pareca calmo.
Tivera consecutivamente diversas en-
trevistas com Luciana e Claudina : depois,
bruscamente deixara de procural-as.
E viva retirado ao seu sotito, passando
o tempo a ir ver manobrar os pelotees de
jovens conscriptos que a Allemanha forne-
ci incessantemente.
Ao vel-o passeiar assim, descuidado,
com o cachimbo na bocea, as mos os
bolsos, reconhecia-se bem que elle tinha e
ar diffefinte das volgaridades do mundo.
Apenas de quando em quando diriga a pa-
lavra a l^lgum habitante do lugar. E issff
niesmo era, nlo para, fallar da cliuva ou
oom tempo, nao para inforniar-se se ha-
via notidas da famosa sabida torrencial da
guarnicSb de Pariz, que era esperada to-
dos os dias. Nlo ; era simplesraente para
pedir esclareimentos sobre os bosques visi-
nhos de Garches. Eram proprios para
cacadas. A quem estacara arrendada an-
tee da guerra ? Que especie de caca en-
contrava-s oelles? Cajava-se a ces a tiro ?... etc. etc.
Olhavam-no com curiosidade e nao est^-
vam longe de tomal-o, senjb por um deu-
do, pelo menos por um manjaco.
Jorge senta as suas forcas diminuirm
de dia para dia.
Mas sentia-se morrer suavemente, quasi
com felicidade, porque amava. Nlo senfa
saudades de cousa launa da vida. A
vida nlo semeava muitas Afires pelo seu
caminho. Nlo encontrara senlo cardos e
espinaos por toda a extensao da sua mo-
cidade. O sorriso de Claudina era o sol do
declpio da sua existenia. Esta extin-
guir-se-hia certamente oom alegra, se o
pensamento de Doriat nlo interviesee as
suas preoccupaoSes como um remono !
Elle tambem, como os outros, contava
os das do adiamento, os ltimos que res-
tavam a DoriA
E cada dia que se puuira augmenta-
vam as suas angustia.
^ Son cupplice do assassioato de B
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
Vende
dega.
1 Fonseca Irmlos, .no,lars' di .Wan-
reille,.dizia elle comsigo; sou to culpa-
do como meu irmlo. Se Doriat for exc-
eptado, o sangue do pobre homem recahi
r sobre ruim, tanto como sobre Jlo. ..
Nao quero moirer com semelhante pensa-
mento...
E, aproveitando-se de achar-se a sos
com Jlo :
Meiyiraiao, como yivps tu ? As tuas
noitcs nlo1 sao pertwbadis ?
Jlo encolheu os hombros.
Espero que nlo vas recontar. Sei
o que vais dzer-me, e nlo precisas conti-
nuar.
Tens mudado muito de certo tempo
a esta parte, meu irmlo.
Ah achas ?
Acho, sim, e nlo sou o nico a re-
parar nisso. Ests paludo, emmagreces-
te, os teus olhos esto pisados... ficas-
te siegularmente nervoso... O menor rui-
do inslito assusta-te... As tuas inaos
tremem, agitadas pdr estremeciinentos...
Confessa, pois, que ten3 remorsos. ..
Ests doudo !
- Nao. Ah! se pudesaes acrepen-
der-te '^L, 1A ^'
. -*- Seinudassemos.de conversaclo ? S-
bes que esta nao rao agrada. Ha certs
assumptos de qne nlo gosto que trates...
Este um delles... -_ -x^
Jlo, estamos no mez de Janeiro...
Enro... o anno novo. ..
Tens coragem de gracejar !. O
adiamento da' xcijlo de Doriat est a
expirar... Jlo, nlo ters por ventura
piedade desse innocente ?
Montmayenr lancou ao irmao um olhar
insultante de desprezo.
E depois de um silencio significativo :
Vai direito ao fu. O qne queres
dizer ?
Seria fcil salval-o...
Como ?... Tenho curiosidade de sa-
ber. ..
J t'o disse... deixa a Franca, vai
refugiar-te no estrangeiro... l constitui-
rs vontade urna vida nova... tens urna
imaginaclo frtil, conhechnentos muito vas-
tos ; encontrars fra da Franja tantas
occasiSes de enriquecer quantoo teu genio
possa desejar.. E quando estiveres lon-
ge da Franca, ao abrigo das suas leis, es-
crevers aos jnizes... dir-lhe-has qne rou-
baste... n'um momento de loucura, e que,
sorprendido nesse momento, assaesinaste
para escapar deshonra, a condemnajlo
que te esperava...
Nlo te lembraste de mais nada ?
Sim, meu Jlo... se nlo fizeres isso
por Doriat, faae-o ao menos por piedade
de naim, de ten irmlo t..
O qne tens tn co isso ?
enfadonho mencioiar, e qne vendemos por
menos
parte.
20 lo do
que em
:
qualquer ontra
RefinaQo
Vende-se urna importante refinago, situada
em urna das melhores ras da freguezia de San-
to Antonio : a tratar na ra do Rosario da Boa-
Vista n. 45.
Jorge enxugou a testa lvida, de medo
gottejava o suor.
Nlo vs entao como estou fraco, meu
Jlo !... Nlo vs entlo que estou mor-
rendo ?... Quem sabe qOanto tempo res-
ta-me de vida ?... Vverei um mez ain-
da, dous mezes talvez ? Ah! nlo tenho
necessidade de mdicos !... Elles nlo me
adiantarao, nada sobre o meu estado... eu
coriheeo-tf perfeitamente '. Pois bem, Jlo,
meu innlo, por piedade nao me deixes
morrer com o pensamento de que um ou-
tro val expiar o tou crime.. Nlo desafies
Deus!...,,
4 Aborreces-me com as tuas jeremia-
das. ..
| Mli irmlo! 1 1
E ataeas-m/ oajnervoi.
jorge chorava com os punhos cerrados
sobre os olhos.
{ Ah mfravel! miseravel! e foi a
nesma mli que nos geron... Temos as
veas o mesmo sangue... Somos feito da
rnosrna carne !... Miseravel !...-
De repente agar rou as mos de Jlo :
j Supplico-te, meu irmlo... Pensas
eiri que o adiamento de Doriat expira?...
e dm que para elle a gnilhotina... a
gujlhotna, ests oirvindo ?...
t Ora, antes nlo pensasse disse brus-
camente Montmayeur.
7SS pasa tm
tua Duque de Caxias n. 103
-Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 12 e 4 metros e urna chave de lar-
gura a 500, 600, 800 e 15, muito fino, de
qualquer largura a 15400, e de fustlo, de
700 a 1^800 a peca.
Enxovaes para baptisados a 80, J.% e
12)000.
. Lindos enfeites para penteados a 100.
200, 300 e 500 rs. um. ; '
Lindos granpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 25500 o covado.
Pulseiras americanas para 33 45 5
65 e 85000 o par. ,
GuarnicSes americanas a 35000.
Lindos espartilhos a 45, 55 e 65000. ">
Porta dedaes de vidro, objecto para pre-
sente a 15000.
Broches de fantasa de 500 a 15000. '
dem americanos de 25, a 35000.
Lencos de seda de 500 rs. a 15500.
Lublaque a 200 rs. p par.
Guarn55es de crochet, sendo um par i
sof e 4 para cadeiras por 6$000.
Finas capellas de pellica, panno e c3r,
com finos veos.
Flores artificiaes a 15000 o ramo.
Anneis americanos a 25000.
Plisss de 400 a 15000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordados
25 25500 o par.
Bicos brancos de linho e de c6res a 25.
25500 e 35000 a peSa.
J Ah! bem vs. .. o remorso, o re*
inorso !...
O outro soltou um riso feroz.
De nada valeu pretenderes dissimu-
lar... de nada valeu quereres mostrar-te
ma>s forte do que os outros homens... nlo
coatavas oom a conscencia... a conscen-
cia. .v Doriat perturba-te o soinno, eubem
te dizia... deixa-te convencer, meu ir-
mlo, supplico-te.
Mas Jold repellio-o e soltou- urna gar-
gajhada lgubre.
Enganas-te, e se pens em Doriat
nao porque arrependa-me do que est
feito...
Ah !... E porque entlo ? pergun-
tou o doente, que mal se sustinha.
Se cont os das que separara. Do-
riat da morte, nlo porque queira pro-
longar-lhe a vida...
Ah!...
Abrevial-a-hia, ao contrario, se isso
estivesse em meu poder... porque a mi-
nha tranquillidade nlo ser completa se-
nlo a partir do dia em que o assassno de
Bourreille tenha expiado o seu crime.
Sabio ao acabar de pronunciar estas pa-
lavras, deixando Jorge apatetado.
O.doente conservava-se immovel, coas
os olhos fixos, as mos entre os joelhos.
Procurava ouvir de novo o que acabavam J
de dizer-lhe, para descobrr um sentido'
-
Contas de cor para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento urna
85000.
Talheres para enanca a 800 rs.
Luvas de pellica a 25500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 25000 e
cor da creme a 15500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
15000.
Espelhos com fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 45000 e cara trara
500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas. '
Lindas franjas douradas para facha, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
lhos .
Timlosinhos enfeitados de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabu-
go e a Jlo Alfredo.
Lindas* fitas para facha a 25, 25500 e
35500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravaras plastr3es e regatas a 15,
15200, 15500 e 25000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e sanctuarios.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourado?
para enfeitar o penteiado e tambem gran-
pos muito lindos. '
Nr B.D-se amostras de bicos e bor-
dados.
Royal Blend marca YIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corno.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Viado
cujo nome e emblema slo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.

S
que lhe havia escapado. Mas ouvira per-
feitamente. Nlo se tinha engaado.
, Oh! infame! infame murmurou
elle.
E depois de um silencio durante o qual
havia repasgado sem duvida na sua imagi-
naclo toda a historia daquelle crime, des-
de o assassinato em Berndettes at o ca-
dailso de Doriat, at o amor por Lucia-
na, disse:
E eu, que deixo consummar-se fu-
do isso, o que sou ? t
E chorou, choron por muito tempo.
De repente urna meiga mao tapou-lhe
os olhos inflammados c seecou-lhe as la-
grimas. "
Elle voltou-se e estreraeceu.
Era Claudina. '
Por que est chorando ? Por qd|
est to triste ?
Elle mentio. Assim era preciso.
Porque sinto-ine cada vez inais doen-^.;,
te, respondeu elle; porque sinto \jue*ar
morte approxiina-sc. Nlo a temo; ha
tanto tempo que pens nclla .' mas ainto
partir' assim para sempre, porque nlo a
verei mai?.
Seja corajoso, Jorge; nlo est tao
doente como julga... Ame-me, eu o cu-
rarei.
Elle sor rio tristemente.
- Oh! eu arao-a; por csse lado, nlo.
Se soubesse como a minha vida arrastava-
se mseravelmente antes do seu appareci-
mento Tudo para mira era negro. Acha-
va-me invadido pelo desanimo, pelo deses-
pero. Ideas de suicidio atravessavam-me
trequentemente o espirito.
Jorge, isso 6 uui -neceado !
O que qner, Claudina ? a verda-
de. Toda a minha nocidade passou-se as-
sim, a queixar-me o a soffrer. Nlo co-
nliero a felicidade e a suavidade da vida
senlo depois que a amo...
Ame-me, Jorge, o amor a vida.
Oh! amo-a, e se tivesse alguma pro- >
babildade de vida, estara agora fora de .
perico... Ah! como quizera viver, para
amal-a por muito tempo I... Emfim, du-
rante tres mezes vi a muitas vezes, duran-
te tres mezes goze do seu olhar, do seu
sorriso, do sem hlito. Tres meses de
amor enorme.. Nunca tive semelhante
esperanca... Morrere feliz...
_ Pi-ohibo-lhe de pensar na morte, Jor-
ge...
Eil uo me aasusta, repito-lhe...
"" Ms faz-me mal ouvil-o fallar assim.
Sim, a senhora boa, a sua alma
cheia de piedade... sei disso...
he
li


( Continuar-u-ha)

Typ. 'a Mttrio ra Duque de Caxias n. %l.


Full Text
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