Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17398


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Full Text

NNO LXV NUMERO 13
PARA A CAPITAL E LltARKH JBE MA tt PAA PORTE
Por tres mezes adiantados....
Por seis ditos idem.....
Por um auno idem.....
Cada numero avulso, do mesmo da.
6000
12^000
23000
(5100
v-flgRA 17 PE JiMgnM64^9
IRA DKVTRO PORA O A PROFIWCIA
Por seis meses adiantados .............. 134500
Po* nove ditos idem................ 20j|000
Porum anuo idem.................
Cada numero avulso, de das anteriores .......... 0100
DE PERNAMBUGO
Tropriedade^ d Manoel Os Srs. Amede Prin-
oe & C. de Pars, sao
os nossos agentes ex-
clusivos de annuncois
epublicapoes naFran-
m
TELEGRAMAS
SBBTIJOIL AMUCIA SAVAS
LISBOA, 16 de Janeiro.
O estado de sade de S. A. c Duque de
Coimbra apresenta urna leve mclhora.
MADRID, 1G de Janeiro.
O municipio d'esta capital acaba de vo-
tar um emprestimo de cem milhoes setas.
PARS, 16 de Janeiro.
Algunias notabilidades franeezas e niem-
bros influentes das colonias brazileira e
portugueza cm Pars offereceram hoje no
Grand-IIrvtel um esplendido banquete em
despedida ao Exm. Sr. BarSo de Arinos,-
ministro plenipotenciario do Brazil, que se
retira para Londres.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
16 de Janeiro, de 1889.
IHSTROCqO POPULAR
AS grandes wb0es
ANTIGS E MODERNAS
Setnelas, industria: e artes
POR
SaTZ araNB3JaE3fc
i
A mpros
(Continuadlo)
Estavam quasi realisadas as esperancas do in-
ventor ; mas as grandes despezas oceasionadas
Jar tantos esforens e experiencias tinbam empo-
rcado os seus incnnsaveis socios. Estes, para
levarem ao cabo a gloriosa obra que tinha'm em-
prelifdido, nao besitaram em vender a mobilia,
joias e at o patrimonio Nunca os seus labios
proferiram um queixume. to grande era a subli-
midedr da obra e do genio do artista que a diri-
ga
Tudo o que diz respeilo historia da descolar-
la da imprensa to interessante, que nao pode-
mos deixar de inscrever aqui.os nomes dos tres
bomens que ajudaram Gutenberg, com seu di-
nbeirb ou intlligencia. a inventar esta grande
, arte; chamavam-sc Heilmann. AndrDrysehn e
Rfff.
Desanimado por llie morrerem os socios, e
perseguido petos credores" Gutenberg abandonou
os seus trabalhos e sabio do Strasburgo.
Voltando a Moguncia, sua patria, e abandona-
do O" 'nico recurso das suas posses, Gutenberg
retoma o curso interrumpido de seus trabalhos);
desenha, grava, funde, experimenta ligas, faz
rerdadeiros ensaios de impressfto. Nao satisfeito
cora o resultatp; rcoraeca em nova direccao.
Mas faltando-loe recursos para continuar a obra,
forma nova sociedade com Joao Fausto c Pedro
Schceffer.
Joao Fausto era um rico banqueiro de Mogun-
cia. Anuloso e a vrenlo, emprestou dlnhefro a
Gutenberg, mas empregou todos os meios para
apanhar exclusivamente os lucros da obra futura.
Pedro Schocffer era um mancebo muito instruido
copiador mui hbil, a quem Fausto fez, pouco
depois, seu genro.
Cr-se geralmente que Gulenberg, leudo inven-
tado os typos movis de metal, nao tinha conse-
guido combinar a liga necessaria para a perrei-
580 da sua obra. Foi Pedro Schoetler que acer-
tou em produzir. pela uniao feila na devida pro-
F torci do chumbo com o antimonio, a preciosa
ga por meio da qual se faz o typo de aresta fina
ou ollw delicado, menos duro que o de ferro, mas-
Sie resiste sufficienteineate ao esforco da prensa.
esde ento a imprensa estava descoberta.
Mas tambem desde entao a scena mudou. Ter-
minada a invenco, como o inventor j nao era
necessario, o prfido Fausto so cuida en ver-se
livre de Gutenberg. Gredor inexoravel, obriga
Gutenberg a dar-lhe a parte que lbe toca dos lu-
cros da descoberta; expulsa-o de seus Cornos, de
seus prelos e da sua ofticina Reduzidp mise-
ra pela iogratidao de Fausto, vio-se o inventor
da imprensa constran zido a sabir de Moguncia
Depois de expulsar liutenberg, Fausto associa-
se com seu genro Scbaffer para tralarera de re-
ceber os proventos deata nova arte. Faz traba-
Ibar com ardor na impressao de livros, que ven -
de, sem escrpulo, como manufxriptos. Aos
operarios, desconfiados e descontentes do seu
proceder para com o mestre, faz jurar pelos
Santos Evangeihos que nao de guardar o segredo
desta fabricaco. Para maior seguranca do se-
gredo, o velio usurario constrapge-os a sig-
nar obrigaces de divida, cuja importancia Ibes
seria descontada do salario no caso de descobn-
rem a manobra Como ultima garantia de segu-
ranca, estabeleceu as suas oficinas em escuros
subterrneos e l tinha os operarios fechados
chave. Gracas a estas precauyoes, Fausto ven
dou em Pars um grande numero de livros que
se tomavam geralmente por manusenptos. Mas.
quando estava gosando de tanto fortuna, foi vi-
ctima da peste. t
Seu genro Schreffer, que licuva proprietario da
imprensu de Fausto em Moguncia, cootinuava a
especular com a nova descoberta. quando esta
cidade foi tomada de assalto e entregue ao saque.
Scbccffer morreu nesle desasir, e a sua morte
foi a causa da disperso dos seus operarios. Com
tudo, seu filho Joao Schceffer reconstituio, pas-,
sado algum rempo: a imprensa de Moguncia.
Joio Schcener nao imitou a perfidia de Fausto
reuu ->om n desgranado Gutenberg. Tal vez
Fausto conseguase, por sus maari.n nflriii-
dade, despojar a Gutenberg da gloria qne The
pertence pela-admiravel crea.o da imprensa, se
Joao Schtt'tfor, que succedera a seu pai Pedro
f clxeffer, nao tivesse escripto o seguinre no prin-
cipio de um livro impresso cm 1503 e dedicado
ao imperador Maximiliano : Foi em Moguncia
que a admiravel arte da typographia foi inven-
tada pelo engenhoso Joo Gutenberg, no anno de
lioO, e posteriormente melhorada propagada
para a posterdade pelos esforcos de Fausto e
Schceffer.
Gutenberg sobreviveu dous annos ao seu ingra-
to socio Fausto. Depois de expulso de Mogun-
cia, voltou para Strasburgo, aonde com o auxilio
de alguns amigos conseguio eslabelecer.uma im-
prensa. J quasi no fim da sua vida, foi acoln-
do pelo arcebispo de Moguncia. que o tomou para
seu geqtil-homem e lhe deu urna pensao. Gra
cas a esta generosa, mas tarda proteccSo, Gu-
tenberg pode consagrar os ltimos annos da sua
vida o aperfeicoamento dos processos de im-
pressao. Morreu no dia'15 de Fevereiro de W8.
(Continua).
-m

J* S pois venficando,-*, o cmo, mvaeao Te p*cWcs da Assembla Geral e, coa- BarUfiJ* Caiar, vtee-prfaidente.-^S Mara d'Albumceraue titilo, 1.a secira-
sequeutemente mconstitucionahdade no acto da A*+ a Provincial devolva-se este. tario.-Z>r. Mo Aua* de eg Barro,, 2. secretario.
Palacio da Presidencia de Pernambuco 10J fetubro de 1888. Volte Aelba Legislativa Provincial.
A a uu t M/^/Tf Wneira Andradf. Aa rencUs ck prov1b<^ nio permittem despezas adiaveis; o crescidissimo e
A Assembla Legislativa facial de Pe Jico, resolve: constante dficit dos orcam,** reclama reduccao das meamas, e o equilibrio necea-
m ?, fl v-^* ***? ^ I 1PS ^?^-d,0 SaU8tT f^T 8ari0 entre a receita e despea ser" impossivel, se nao for*m reservadas para memo-
mento da Boa-Vista, sendo os seus limites os do *T2.0 distncto policial da re/enda re8 tem obrag como egBaB; & se ;fere a presente resoiu?ao qual nZ 3&1Q(^
parochia seryndo, porm, em ambos o, mesmo eacmlo.de paz. Palacio ^ pj^a^i. de Pernambuco, 22 de Novembro de 1888.
Art. 2/ Ficam revogadas as disposisoee em otoario. ____^ j {m j^ ^0KmVa Andrade.
.rnambuco, 6 de A AMemUa Leg8UtVa Pro'vincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica concedida isepcao exclusiva dos impostes provinciaes e mun-
Tcipaes, existentes e dos que tenham de- ser creados no espaco de vate annos. aa

de 1888.
BarSo de Itapissuma, presidente.Jo$ i^ra d'Albujuerque Mello, 1.-
tario.Dr. JoUo Augusto do Reg Barros, 2." socapado. f
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Deixo de sanecionar a presente resolncSO porque envolve noincacao d. M^e-
tuario, que nao pode ser feita pela Assembla; o que fere principio constituci
. Palacio da Presidencia de Pernambuco, 14 de Novenibr de 1888.
Joaqitim Jote d Oliteira Andrude.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
"Art. 1. Fica creada no hospital Pedro II 'p-clnica especial para molestia de
olhos o urna sala de maternidade.
Art. 2. Esse servigo pode ser fejto perv'facultativos daquelle estabeleCi-
mento, oupOr quasquer que provarem aptidao.
Art. 3 Perceber o facultativo vencimentoa iguaes aos que percebem os
deuiais mdicos. '
Art. 4. Ficam revogadas as dispos93es em contraro.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 12 de Novembro
de 1888.
BarSo de Caira, vice-presidente.Jos Mara d"Albtquerque Mello, 1. secre-
tario.Dr. JoSo Augusto do Rtgo Barros, 2.a secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
As condicSes econmicas da Santa Casa ni? eemportam a creacSo de lugares
novos; tem ella ja tantos mdicos ao seu servido, que seln nenhum inconveniente
poder ser feito o tratamento das molestias de olW por algum d'elles, como at
agora tem succedido ; em algum caso particular qualquer especialista dos existentes
n'esta cidade, se prestar de eerto consulta e tratamento gratuito. NSo pode ser
sanecionada.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 14 e Novembro de 1888.
Joaquim Jd Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Ficam isentos do pagamento das annuidades dos apparelhos da Com-
dwcrsas qualidades de couro, coajo sejam: pellica, camurja, cordavao, marroquia,
pergaminho etc, preparados de pellea de cabras e carneiros na fabrica que J. O.
Levy, ou a companbia pelo mesmo* organisada, fundar neata cidade ou em se
suburbios. ;
Art. 2. Go8arSo ie igual favor todos os inateraes, utensilios, maehinismog, '
edificio e mais dependencias qu forem construidos para a mesma fbrica e para
aiojamento de operarios.
Art. 3.* Os preparados da fabrica devem ser taes qne se presten a ser
aproveitadoa como materia prima par* a industria nacional ; n3o gosarao da isenjl
ie direitos os que forem feitos de cWiro de boi.
Art, 4. Para que se tornem cffectvos os favores concedidos aos producto*
da fabrica, dever o concssionario, logo que ella tenha sido montada, provar que o
custo da sua construcc3o e dos appotelhos e machinismos attingio pelo rahOB a
quantia de siscen^s contos de ris em moeda braaileira.
Art. 5. Em quanto aosar dos favores concedidos o concssionario ou a
companhia que explorar a fabrica ser obrigada fornecer gratuitamente alimentaejo i
vestuario) curativo, e inslruc^ao profissional a vinte orphSos apreritados pelo Presi-
dente da Provincia, que ir preenebendo as vagas dos que coinearem a ganhar
salarios que tornem dispensavel aquello favor.
Art. 6." O pessoal techinico profissional estrangeiro mpregado na fabrie
ser substituido dentro de tres annos por pessoal nacional habilitado ; os dema
operarios serao todos naejonaes.
Art. 7. Ficam revogadas as disposcSes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco 15 de NovenAr
de 1888.
BarSo de Itapissuma presidente.=JoJ Mara d'Albuquerque Mello Io secret-
rioDr Joo Augusto do Reg Barros 2 secretario.
Volte A Assembla Legislattiva Provincial.
Pela presente Resolujao se concede a mais ampia isencao de impostes pre-
panhia Recife DrajTiage, relativos aos exercicios finaiiqeirosde 1 8 a 1879 el 9 a seHteg e {atxQS ^ ynte ^^ a j c Leyy Qu & Companhia'por este "organisada
^ara fundar nesta cidade ou nos seus suburbios urna fabrica destinada a preparar
pelles de cabras e crnlBiros : isencao que se estende aos machinismos, utensilios e
Albuquerque e a segunda a Joaquim da Silva Carvalho. materiaes necessarios. Semilhante concesso importa privilegio ruinoso a muitos infr
Art. 2. Ficam tambem isentas todas aqueUas casas que gosarem primitiva- vduos e crescido namero de fabricas que vivem e sustentam-se de taes trabarnos. .
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia
fltT*f ..4T011IO 'Obi i|iie o i:\ni. Hr. deaenibargador loaquiu fos
de Oliveira Aadrade entregon a administrado da
provinela ao i:\tu. Hr. Dr. Innoeenelo Marques de
Araujo Ges a 3 de Vaneiro de 1899.
Palacio da Presidencia de Pernambuco cm 3 de Janeiro de 1889.
JUm. e Exm. Sr.
' Tendo sido exonerado, a pedido, do cargo de presidente desta provincia, para
o qual fui nomead por Carta Imperial de 15 de Marco do anno passado, tenho a
r'acjio, em cuinpriuiento a circular de 11 de Margo de 1848, ao passar a adminis-
tr \o V. Exc, de informal-o dos negocios da mesma provincia.
Pedndo a attencao de V. Exc. para aFalla.que dirig Assembla Le-
gislativa Provincial, por occasiao de sua iustallacao a 15 de Setembro ultimo, cbe-
me accreacentar as seguintes informagSes :
ASSEMBLA PROVINCIAL
A 15 de Setembro do anno passado installei a sesso da Assembla Legisla-
tiva Provincial,e, nao tendo sido votadas as Ieis de meios, apezar de diversas proro-
gacSes de seus trabalhos, que findaram^a 31 de Dezembro findo, convoquei-a para o
dia 1 de Fevereiro, conforme veri'V. Exc. do actoem seguida transcripto:
c 4.* SeccSo.Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 31 de Dezembro
^de 1888. u
O presidente da provincia, usando da faciddade que lhe confere o art. 24 |
2., da lei de 12 de Agosto de 1834, convoca extraordinariamente por 15 di&s, a
Assembla Legislativa Provincial para o dia 1* de Fevereiro vindouro, atn de tratar
da promulgacSo das lea de meios, que deixaram de ser votadas, durante a sessao que,
em vista do Aviso de 29 de Novembro de 1837, finda hoje. >
Deixei de sanecionar as seguintes resolucSes :
A Assembla LegisUtiva Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica a Santa Caaa de Misericordia do Recife autorsada a contrahir
ubb emprestimo at cem contos de res, podendo para isso caucionar os ttulos que
possue.
Art. 2. Dos impostos addcionaes que percebe a Santa Casa deduzir-se-hlo
rualmente dezesete contos para pagamento dos juros e amortisacBo do emprestimo,
ijue trata o art. antecedente at a sua extincclo completa.
Art. 3. Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 29 de Setembro
de 1^8.
BarSo de Caira, vice-presidente.Jos Mara de Albuquerque Mello, l." secre-
tario. Dr. Jo3o Augusto do Reg Barro, 2." secretario.
Volte Assenjbla Legislativa Provincial.
A Santa Casa de Misericordia, como pesaoa Moral, rege-se, no que respeita a
aequisioio, alicaacao e administracSo dos seus bens, por leis geraes aassconhecidas:
Ord. liv 2." tit, 18; Le de 18 de Setembro de 1845 e outraa.
O acto da Assembla Provinciol de 29 de' Setembro passado, autorisando esaa
corporacSo a contrahir um emprestimo de cem contos de reia, mediante cauclo dos
ttulos possuidoe, importa facultar um comeco de alienaco de bens por seu destin
iaalienaves; para o que nao lhe reaulta de corto facuhiade dos arts. 10 e 11 do Acto
Addicional.
Pouco importa que a satafaco d'essa divida tent a sido regulada como se v;
porquant, sondo de autoriaaclto aaaaal a fonte de renda, da qual se manda deduzir
quota annaai para amortiaaoao, pode dita renda ser supprimidi. aaafs de concluida ou
Qio conecada aquella.
mente da isencao do art. 17 do contracto da Companhia Recife Dfaynagc e passaram
a ser collectadas por mais, sem causa justificada para isso.
Art. 3. Ficam revogadas as disposijSos em contrario.
Pago da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 7 de Novembro
de 1888.
BarSo de Rapissunia, presidente.Jse liara d'Albuquerque Mello, 1. secre-
tario.Dr. JoSo Augusto do Reg Barro, 2.a secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Obrigou-sea provincia pelo pagamento de annuidades correspondentes ao nu-
mero de dez mil apuarelhos; mas exiatem ein toda a Ulade apenas nove mil quatso-
c.entos e trinta e oito: pelo que os proprieUrios das cipas onde .existra estes tem de
repor propoTcroua^~*^ nnnuiladea daydas pa quinhentos e sessenta e dois nao
existentes; e, quanto mais decrescer o numer (aquelles, maior ser a contribaiAo
dos proprietarios. .
as cidades como esta, as casas sSo constantemente reconstruidas ou melho-
radns c a elevaclto da collecta feita de accordo com a melhoria das condicSes dcstas,
manifestada pelo seu maior rendnento etc. etc.
Excluir, pois, de pagamento das annuidades, embora gosem das vantagens do
servico da empreza Draynage, os proprietarios cujas casas tenham sido posteriormen-
te reedificadas ou memoradas, nos termos do art. 2. da presente resolucao, importa
um favor sem causa justa : porquauto, se dos esmos predios retirara elles depois
vantagens superiores, devem ser sujeitos aos onus impostos a outros em iguaes con-
dicSep: isso revela melhores condigSes de futuro.
Esse favor que de certo abranger um crescidissimo numero de predios e os
far excluir do numero garantido pela provincia ser um vexame a muitos outros
proprietarios, j sujeitos a tantas imposijoes.
Refere-se a Lei, certo, collecta sem causa justificada; parecendo assim
restringir tal beneficio: mas, isso illusorio : porque as coDectas no sao precedidas
de processados anteriores, nos quaes sejam mencionados os motivos de sua elevacSo
ou decrescimento.
Alm disso, muitos dos obrigados ao pagamento das annuidades nao as satis-
fazem, sendo, entretanto, a provincia quera responde pelo pagamento* integral bocea
do cofre.
Importando, po6, o disposto no art. 2. da presente resolucao manifest pre-
juizo provincia e mxime ao maior numero dos proprietarios, em beneficio, apenas,
dos que melhorarem de vantagein pelo maior rendiraento das suas casas, deixo de
sanecionar a preoente resolucao.
Palacio da Presidencia de Pernambuco em 17 de Novembro de 1888.
Joaquim Jos d Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1. Ficam reduzidos a um s distando, os dous-districtos de paz de que
se compoe a freguezia do Ex.
Art. 2." Ficam revogadas as dsposefies em contrario.
Pa^o da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 2 de Dezembro
de 1888.
*rSo de Itapissuma, presidente. Jos Maria d'Albuquerque Mello, secre-
'. JoSo Augusto do Reg Barros, 2.a secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Pela lei n. 1.135, de 30 de Abril de 1874, foi restaurada a antga villa do
Ex e creado um segundo distrcto de paz na parochia deste nomc.
A grande extenso da freguezia e, consegnintemente, as grandes distancias a
percrrer, justificaram essa divisao, contra a qual se nao levantou ainda reclamacSo
alguina, e que convm ser mantida. paia commodidade do povo, em razSo de mais
fcil distribuicao de justija. Pelo que, nio obstante a mui respeitavcl delibera^ito da
Assembla Provincial, neg sanecao.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 17 de Novembro de 1888.
Joaquim Jos d'Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1." Fica revogada' a lei n. 1.890 te 10 de Maio de 1887, e restaurado o
distrcto de Bebedoute.
Art. 2. Ficam revogadas as disposieSes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 8 de Novembro
de 1888.
BarSo de Caiar, vice-presidente.Jos Mara d'Albuquerque Mello, \." secre-
tario.Dr. Joio Augusto do Reg Barros, 2." secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
A lei n. 1.890 de 10 de Maio de 1887 pouco mais*de um anno' tem de execu-
cao ; nem urna roclamacao foi contra ella levantada; por nem um modo consta que
tenha sido vexatoria do povo a quem interessa; a improcedencia dos motivos que a
fizeram decretar n8o se acha por forma algn patente; ao contrario, consta que a
maior parte da populacao est satisfeita.
NSo obstante a muita consderac^o de vida i Assembla Provincial, nao pode
ser sanecionada a presente resolufSo. "
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 19 de Novembro de 1888.
Joaquim Jott d'Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, resolve:
Art. 1. Fica o presidente a provincia autorisado a mandar construir, por
arrematacSo ou admin8tracao,duas pontea de madeira: urna sobre o rio Una na es-
trada da villa do Bonito ao povoado Lage Grande, e outra sobre o rio Ipojuca, em o
lugar Salgado de Ipojuca, deependendo com a construecto de cada urna dolas at
'12:O0C*pO0O. *
Art. 2.a Fica tambem autorisado o presidente da provincia a despender at
2:OOOiW)00 com o concert da ponte que fica entre o logar Vermelho e a villa de
Nossa Senhora doO' de Ipojuca*
: Art. 3.a Ficam revogadas aa disposic^as em contrario.
Pac,o da Assembla Legislatura Provincial de Pernambuco, 20 4# Nowubr
de 1988.
NSo se trata de industria nova bu invencao que convenha animar e que para ser
explorada neceasite dext3o especial proteccSo ; ao contrario o.bcneficio feito ao Ea-
prezario ou Companhia arruinar ou entregar a inerc de poucos escolhidos urna
industria da qual,- nao podeni ser privados quantos da mesma rctirao meios de sub-
sistencia, tendo para esse fim mpregado capitaes, que nao poderao supportar esaa
esmagadora preferencia. De nenhum modo autorisa q Acto Adicional a privajlo
do dreito a todos garantido pelos artigos 178 e 179 da Constituicao Poltica, no qa
interessa a industrias conheeidas e j exploradas ; o que tem sido por vezes reeoz
nhecido, como se evidencia- das ResolucSes do Io do Juho de 1846, de 23 de Outa>
bro de 157, de '87 de Setembro de 1859 ete.
E, pos,- do podetter ^aneionada esta resolucao, que alem do mais. peccajwc .
intonstitucfonal. :i"-----------------^^
iico da Presidencia de Pernambuco, 24 de Novembro de 1888.
Joaquim Jos de Oliveira Andrade
A Assembla Legislatava Provincial de Pernambuco, resolve :
Art. 1. Fica concedido a Cunha Vasconcelios & C, privilegio exclusivo par
vinte e cinco anuos para explorar urna via-ferrea que, partindo de Barreiros, tenha
por ponfo terminal o valle de Jacuype.
. 1. A via-ferrea ser destinada ao transporte de passageiros, bagageos,
assucar para o porto de embarque e cannas.
2. Durante o tempo do privilegio, nenhuma outra via-ferrea, que se destine
ao mesmo fim, poder ser estabelecida no percurso da via-ferrea explorada pelos cam-
cessionaros.
3." Dentro do prazo de tres annos as obras da via-ferrea deverSo estar ter-
minadas e berto o trafico ao servico publico.
Art. 2." Para o fim 'de desapropriar os terrenos, predios e bemfhitoras da .
dominio particular, que se fizerem necessarios construeco da via-ferrea, ficam os
concessionarios subrogados nos direitos de desapropriac3o por utilidade publica da
accordo com as leis vigentes.
Art. 3. A planta e a tarifa desta via-ferrea serio submettidas approvajl
do presidente da provincia.
Art. 4." Ficam revogadas as disposic5es em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco, 20 de Novembra
de 1888.
BarSo de" Caiar, vice-presidente. Jos Mara de Albuquerque Mello, V
secretario.Dr. Joao Augusto do Reg Barros, 2.'- secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial. $
Com direccao ao valle do Jacuhype tem sido concedida autorisaeao ou privi-
legio para mais de urna via-ferrea. Por decreto n. 1.980 de 28 de Setembro de
1857 foi concedida a primeira a Henrique Augusto Milet e outros, da qual ainda em
'Setembro de 1880 se oceupou o Governo Imperial; estrada que deveria ser prolon-
gada at Agua-PretaJ aproveitando-lhe a concessao de juros de 7 "/. decretada pela
lei provincial n. 1,245 do anno de 1876.
Em 9 de Julho de 1879 concedeu a Assembla Provincial autorisagao para
duas estradas que deveriara partir de Palmares para o valle de Jacuhype urna, e
outra com direccao ao Bonito ; d'estas urna tem j feitos mais de 10 kilmetros e a
outra est com estudos adiantados.
No ultimo relatorio do Ministerio da Agricultura foi concedida autorisacSe
para outra estrada, tendo por objectivo o mesmo valle e em direcjSo diversa da
concedida pela citada lei de 1879.
NSo ha, portanto, conveniencia alguma na concessao contida n'esta presente
resolucao, que poder antes crear einbaraeos prompta execuc&o de qualquer das
outras.
Alm d'sso, desde que o Governo Imperial, que dispute de mui superiores
recursos e meios, se mostra empenhado em fazer realisar esse nielhoramento, nSo ha
vantagenm real nesta nova conoessSo, que, em todo cas", nao daria resultado tas-
seguro e prompto.
Neg, portanto, sanecao a esta resolucao.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 27 de Novembro de 1888.
Joaquim Jos de Oliveira Andrade.
A Assembla Legislativa Provincial de Pernamhuco, resolve :,
Art. 1." O lugar de official do registro de-hypothecas do termo de Triuuiphe ,
fica annexado aos officios de escrivao de orphaos c primeiro tabelliao de notas, exer-
cido pelo serventuario vitalicio Raymundo Florentino dos Santos.
Art. 2. Ficam reunidos os officios de 2. tabelliao e mais annoxos do tenas
de Floresta aos de primeiro tabelliao e escrivao de orphaos, cujas funCQSes seraoesar-
cidas cumulativamente pelo respectivo serventuario vitalicio, Tito dos Passos AlmcHa
Rosa.
Art. 3. Ficam revogadas as disposigSes em contrario.
Pago da Assembla Legislativa Provincial de Pernambnco, 20 de Novesataa
de 1888.
BarSo de Caiar, vice-presidente.Jos Mara de Albupuerque Mello, 1*
secretario. Dr. JoSo Augusto do Reg Barros, 2." secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial.
Aprsente resolucSo cpntem man: esta violacao do quanto se v disposto as
art. 7. da lei n. 1.237, de 24 de Setembro de 1864 e Regulamento annexo aa de-
creto n. 3.453 9,420 de 26 de Abril de 1885, como no art. 9 do regulament **
baixou com o- decreto n. 9.420 de 28 c Abril de 1885; pois que, sendo da casassv
tencia dos presidentes das provincias o provimento provisorio dos officios de
de hypothecas, onde nao os houver creados por lei geral, o contrario preteale
citada resoluco, que fere assim. principio constitucional; pelo que sou forcaio *
recusar-lhe sanecao.
Palacio da presidencia de Pernambuco, em 30 de Novembro do 1888.
Joaquim Jote de Oliveira Andrade.
(Contmur-if-kaJ







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O DesembaTgador Joaqum- *** d'P*Wy< ll)4'- I"**1" mente*
dente da provincia de Pernarabuco.
Faco saber a todas o* acus habitantes que a Assembla Le-
gislativi. Provincial decretou e eu sanecionei a resoldgo- se-
Art. Io Picar estmete o officio de t>cllio privativo, de no-.
U8 do termo de Cimbrewom a morte do strventuano actual pas-
aando o mesmo officio a ser exercido como o -era antes da le n.
1,244, de 7 de Junho de 1876.
""Oes aa&tiMU.
,m wmwp^oriawfc-u
no Ma 9ntdaw
te-prosada a-faca
29 de Novembro de
Arl. 2." Ficam reaOT*^3*
Maodo, portan lado wamas
ment e exeeugo aaaaresQa re
, prara e facam eumB1ataadair
O secretario iataaiOBatfreaalen
imprimir, publicara ajrr. ^^
Palacio da IM-emaacic de PernamaTa*, eJ8
de 188, 67 da iiioameadeoae e-do inipa.
L. 8. Joaojb* Jus.b'Olitwi'. Abhah.
Sellada e' publicada a presea, resdjago anta adretara, da
Presidencia de PendaawaoaaEaay cmbaaato iMB
O Rflanu rntaae.
Mi noel Joaquim Silveira.
LE N. 1947
O Desenibargador Joaquim Jos d'Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambuco.
Faco saber a tudos os seus habitantes que a Assembla Le-
gislativa Provincial decretou e cu saaceionei a resolucao se-
grate : .
Arl 1. Fienapprovado aa parte civil o comproauaso. orgaal-
sado pela Irmandade de S. Jos de Riba-mar erecta aa igreja sob
essa invocacAo na freguezia de S. Jos desta cidade.
Art. 2." Revogam-se as disposicOes em contrario.
Mando, portante a todas as autoridades, a quem o conheci-
manto e execuco da presente resolucao pertencer, que a cum-,
pram e facam sumprir to inteiramente como n'ella se contm.
O secretario interino da Presidencia d'esta provincia a Rica
imprimir, publicar e correr.
Palacio da .Presidencia de Pernamtiuco,
1888, 67. da independencia e do imperio.
L. S. JOAQUIM JOSK D'QUVBHU Andbadb.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 29 de NcveMbro de 188.
O secretario interino,
Manoei Joaquim Siltiuv. .
LE N. 1,948
0 Desembargador Joaquim Jos d'Oliveira Andrade, Presi-
dente da Provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos oa seus habitantes que a Assembla
Legislativa Provincial, decretou e eu sanecionei a resolucao se-
guinta:
Art nico Ficara approvados 06 actos da presidencia da pro-
vincia concedendo a gratilicacao de que trata o art. 5 da le n.
6Sft.de a de Maio de 1886, resiabelecido pela lei n. 4,522 de 1881,
aos empreados aposentados Rodrigo Jacoine Mactins Pweua, ioio
Joaquim de Siqueira e Varejo e Joaquim Galeno Coelho.
Revocadas as disposicOes em contrario.
Mamo-, portanto. a todas as autoridades, a quem o conheci-
mertte e execuco da presente resolucao pertencer, que a eum-
prame facam cumprir to inteiramente como n'ella secontm.
0 secretario interino da Presidencia desta provine a faca
imprimir, publicar e correr. "^
Palacio da ^residencia de Pernambuco, em II de Dezemlro
de 1888., 67 da independencia e do imperio.
L. s .Joaqium Jos b'Ulivkuu Andbadb.
ellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da-
Presidencia de Pernarabuco, aos 20 de Dezembro de 188*.
O secretario interino,.
Mantel Juaqum SUreira,
LEI*. 1949
O desembargador Joaquim Jos de Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos o? sens habitantes que a Assembla Le-
gisiativa Provincial, sob proposta da Cmara Municipal do Recie
decretou e eu mandei publicar a resolueo seguinte :
Art. 1." Fica prohibido em todos os matadouros deste muni-
cipio abater-se vaccas prebens para a alimentacSo publica.
nico. No caso de infrac^ao sero as carnes inutilisadas, e
o infractor pagar a multa de 30*000.
Art 2." Ficam revogadas as disposicOes em contrario.
Mando. perianto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
mento e cxec?fto da presente resolugo pertencer, que a cumpram
e facam cumprir to inteiramente como n'ella se conten.
O secretario interino da Presidencia d'esta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, II de Dezembro
1888, 67. da independencia e do imperio
L. S. Joaqbim Josa d'Oliveira Andham.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria
Presidencia de Pernambuco, aos 20 de Novembro de 1888.
O secretario interino,
Manoei Joaquim SHveira.
LEI N. 1,930
O Desembargador Joaqnim Jos d'Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Le-
gislativa Provincial, sob proposta da Cmara Municipal do Altinbo,
decretou e eu mandei publicar a resol uc,ao seguinte :
Art. !. Todos os armazens de depsitos, casas de negocio,
pgtobpUyiMentos de industria de qualquer natureza, fixas ou am-
buianie?, que" lenrom oe pntr w mnin, aia nhrigados a ter col-
lecces completas de pesos e medidas, na forma da Tel, aevenoo
faiel-as afenr nos mezes de Outubro a Dezembro, e revel-os nos
mezes de Abril a Junho. sendo os pesos dos acougues revistos de
tres em tres mezes, a contar de Janeiro de cada nao.
Art. 2. As taxas por aferigao de pesos, medidas, vasilhas,
reguas ou Atas sero as lixadas no orgamento municipal de 1888
1889.
Art. i." Todo aquelle que se recusar a apresentar os pefios e
maiidas pra itericao soffrer a multa de 10*000 incorreodo tam-
bera na multa d 1*000 para cada peso ou medida que nao for
revisto. ...
Art 4. Todos os pesos e medidas sujeitos a afencao pagarao
metede dataxana revisao. .
Art. 5." Aquelles cujos pesos e medidas, depois de aferidos
oa IOjQ ....
Art. 6." Ficam revogadas as disposicocs em contrario.
Mando, portanto. a todas as autoridades, a quem o conheci-
mvtote execuco da presente resolugio pertencer, qne a cum-
piyiP.facajii cumprir ttto inteiramente como nei^se contm.
O secretario interino da Presidencia desta provincia a faca
imprimir, publicar e correr
Pafeek) da Presidencia de Pernambuco, 12 de Dezembrode
1888. 67 da independencia e do imperio.
L. S. JoAQCut Jos de Oliveira Andrade.
Sellada e publicada a presente resolugn nesta secretaria da
Presidencia*de Pernambuco, aos 12 de L'ezembro de 1888.
O secretario interino,
I Manoei Joaquim Silreira.
LEI N. 1,951
O desembargador Joaquim Jos de Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambwo :
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Le-
giaiativa Provincial decretou e eu sanecionei a resolucao se-
gnjnip :
Art. I." Ficam era vigor os arts 1, 3, S e 7 da lei n. 1459 de
9 de Junho dr 1879, com as segnintes alteraces :
de
da
oosnnn dnBBBnVPMco de se-
jo, Itko, cha e cal, fiea elevada a 60.00
eSsrn prao planto e deseBvorvimentc
*
S
enrq
referidas culturas.
| 1. Sero concedidos oe-pemio do-: que trata o art. 3 da
dita lela cada cultor de caffiou eaco.queprovar ter seis mjl ps
de caf ou de cacao em estado de dar inicios.
8 S. Os pretendente3 ao premio, alm da prova exigida pelo
nico do citado art. 3, produziro perante o juiz de direito
epoimentos jurados de tres agricultores vizinhos.
Art 1 fr1" revogadas aa_uidposices. em contrari.
MuaMgrtantu. afailas a-asonodM9a pasan M)lky.
ment oeassogan dapaaente raalujfclpsisrtea an c
pram e facam cumpriNa inteir,atn|aaaBi nqafsc caaem:
O secraario ntoaaKda PreieMar aasta proviso* a ata.
imprimi^patilicar e conos. _
PsJodo-da Presidencia de l'ettanaihnco, 12 de Doaabro de.
1888, 7. ila iiHli'peodeiica.e do tmpao -
L. S. 3oauuoi Jos D'OLivaaaA?aaE.>.
Seiadae pubanda a reseauunsoluaao neot* saoroana.du
ProsidoBcidPflpumbuca,x)sit:d* Mpnlmgitm
Manoei Joaquim Silvcira.
LEI N. 1,95'.
O Desembargador Joaquim Jos d'Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambuco.
Faco ,*aber a todos q seus hahitantps qu^ a AsscmbiiL Le-
gislativa Provincrai dccrelou e eu sanecionei a resolucao se-
guinte:
Arfe 1. Fica o presidente d*proviflcia autorisado a conrac-
*tar com quem melhores vantagens offerecer, a canalisaco das
aguas do acude do Per, prximo povoaco de Itapissuma para
abastecer a referida povoaco de agua potavel, concedetrdo-se
Sreviiegio por vinte annos ao contractaote. que nao poder ven-
er o balde de capacidade de trinta litros por maia de quaren-
ta rjs.
Art. 9.^Ficam revogadas as disposicOes em contrario.
Mando, portanto, a todos as autoridades, a quem o conheci-
mento e execuco da presente resolucao pertencer, que-a cum-
pram e facam cumprir to nteMamente como nea se contem.
O secreurio interino da Presidencia dsta provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 14-de Dezembro de
1888,67<> da independencia e do imperio. ^
L Js. Joaiuim Jos b'^uvwu Andbad.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta -secretaria da
Presidencia de Pernaamuco, aos 14 de Dezembro de 1888.
O secretario interino,
Manoei Joaqum Silveira.
LEI N. 1,953
O desembargador Joaquim. Jos de Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de PeraamMoo :
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Legis-
lativa Provincial, sob proposta da Cmara Municipal do Recite, de-
cretou.e eu mandei publicar a resolucao seguinte :
DA HDMEBACAO BOS PREDIOS B DEMOHACAO, DAS PRACAS, MAS E TRA-
VKSSAS DAS OJUATM FRECl EZIAS DA CIDADE
Art. 1 Em conformidade do art. 74 da lei n. 1,515 de 4 de
Agosto de 1880, mandando vigorar peto art. 5o das disposicOes
permanentes di lei n. 1834, a Cmara Municipal adoptou a se-
guinte postura:
| 1 Os nomos das pracas, ras e travessas sero brancas
' em fundo azul escuro, em placas de ferro esmaltado de porcellaiia,
pregadas as esquinas das ras por tufos de madeira embutidos
em alvenana ou cantara.
g f .As placas terao todas as mesmas dimeusOes, lettras e
formas escolhidas pela Iilma. Cmara.
8 3* Sero coltocadas as esquinas.em.direcco diagonal.
4" Os nmeros dos predios sero do mesmo metal e em
tudo iguaes, sendo, porm, de menores dimensoea do que as pla-
cas das ras e da forma que foi tixada no contracto pela Illma.
Cmara
5 Sero pregadas na verga principal do cada predio e pelo
mesmo systema das pracas < ras.
6" O numero ser designado pela Illma. Cmara e nao po-
der ser alterado pelo propnetario sem previa lieenca, sob pena
de multa de 30*000.
7 O numero que fr inutihsado por ordem da Illma. C-
mara ser renovado a sua cusa.
| 8 O numero que**6r inutilisado por qualquer outro motivo
ser renovado pelo proprietario do predio dentro do grazo que a
Illma. Cmara Municipal marcar, sob pena de 10*000 de multa,
caso extracto o praso, nao tenha sido renovado.
9 Era cada ra llavera duas series de numeres, sendo os
dos pares e dos impares; respeitada a ordem actual e existente.
as pracas ser observada a ordem encontrada com relaco aos
nmeros pares c impares.
Art. 2" O numere do predio que consistir em diversas habi-
tacoes separadas, ser enllocado na porta principal
Art. 3* Os portees dos sitios e de casasj-ecuadas da cordeaco
liguram como entrada principal do predio.
Art. 4 O predio reconstruido ou substituido conservar o
numero que d'antes tinha Os que se reedilicarem entre dous
predios ja numerados de contorraidade com a presente postura,
sero designados com o menor dos nmeros d'estes, seguido de
urna lettra maiuscula do alphabelo que competir por ordem da
antiguidade do que se ti ver j servido anteriormente d'esse iodo.
Art. 5 O numero do predio que ti ver mais de urna entrad.
oujojas, ainda que por difieren tes ras, ser collocado na porta
principat, poHea u.j ioa ;i>r iiiiinrt:ts e coiiliecidas com O
mesmo numero do sobrado, addicionando-se urna lettra mins-
cula em ordem alpliabetica.
Art. 6 Todos os proprietarios sao, em virtude do art. 47 da
lei n. 1,515, obligados a ter os seus predios numerados de con-
formidade com o modelo dado pela Illma. Cmara Municipal, de-
vendo pelo contracto por esta feito pagar a quantia de 3*300 por
cada numero de predio ao mesmo contractante quando fr por
elle avisado de estar feita a collocaco. D'aquelles proprietarios,
que se recnsarem ao pagamento, ser enviada mensabnente urna
re aco ao procurador da Cmara, que proceder cobranca judi-
cial, marcando um prazo menor de 6 uias, dentro do quaf, se nao
fr eifectuado o pagamento, sero elles obligados a urna multa de
10*000, que reverter em favor dos cofres da Cmara, fornecendo
' o contractante es meios para occorrer as despezas dos processos
que tenham de ser intentados para dita cobranca.
Art. 7o as casas que nao pagarem decima, a numeraco ser
feita cusa da Cmara.
Art. 8 Ao commissario de edificaco e ao engenheiro da C-
mara incumbem a riscalisagio e inspeceo de collocaco das pla-
cas, tomando o primeiro as medidas que o caso exigir, attendendo
ao contracto e a presente postura para que seja fielmente ob-
servada.
Art. 9* Ficam revogadas as disposicOes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
mento e execuco da presente resolucao pertencer, que a cum-
pram e facam cumprir to inteiramente como n'ella se contm.
O secretario interino da Presidencia d'esta provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, em 19 de Dezembro
de 1888, 67 da independencia e do imperio.
L. S. Joaquim Jos d'Oliveira A.sdhxbi.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
Presidencia de Pernambuco. aos 19 de Dezembro de 1888.
O secretario nterin o,
Manoei Joaquim Silveira.



expediente do da 24 db dezembro de 1888
Actos!
O presidente'-da provincia, attendendo ao
que rcjiuereu o tenente do 9 "'batalho de iufan-
taria da guarda nacional do municipio de Assem-
bla da provincia das Alagoas, Antonio Barbosa
de Abreu e Silva, e tendo em vista a infonnaco
do coBHiando superior da guarda nacional da
comarca de Aguas Bellas, de 90 do corrente, re-
sobre designar o 64 batalho do servico activo
para o suppticante ser a elle aggregado.Com-
mimices-se ao commandante superior.
O presidente da provincia resol ve nomear
o bacaarel Joo Ferreira Domingues Carneiro
Sara o cargo de promotor publico da comarca
e Ouhcurj.Fizeram-se as necessarias com-
mumcajes
O presidente da provincia resolve. de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca em officio de 22 do corrente mez, n. 1332,
nomear Manoei Alvos Pereira para o lugar de
2. sopptente do sobdmgado do 2. districto,
(Riacho do Navio) do termo de Floresta.
OSMS:
Aa inspector do Arsenal de Mannha. De
coqforiaKde com o que solicit o director do
Arsenal de Guerra em officio n. 455 de 10 do
corrale, aateriso V. 8., a vista de sna uforma-
co a43B.de 22 tambemdo corrente, a mandar
fomecer aquelle estabeleciraento 2,000 kilos de
abo vew de Itoho, para o fabrico de tacos de
diversos calBweg destinados ao servico das sal-
vas, devendo o Ministerio da Maraa ser iade
ni3adoi-pelo da Guerra da importancia cones-
pondente ao.alludido fornecimento.Communi-
Cou-se so director do Arsenal de Guerra e ao4
JngpeeW d^Tbesounuia de Pazenda.
Ao inspector do Thesouro Provincial.
Mande YJnc. pagar, de accordo com a sua infor-
i. 59:), de 20 d r^^Bpestre do cr-po de polica Antonio Jos
Sowm e Silva a quantia de 664300 prove-
enteda detpeM feita, segundo a inclusa cenia,
com o forateimeoto de lampeOes e mais uten-
cilios .precisos para o servico da illaiiqaco do
mesmo quartel.Communicou-se s% comman-
dante*do>eorpo de policia
Ao mesiao.De accordo com a sua infor-
maco n. 594 de 2 do corrente, aotoriso Vmc. a
mandar pagar a eptantia de 430*330 proveniente
dos trabalhoe. de que tratam as inclusas cuntas.
txecutadaspHaCompanbmtem^bsrifce nos pro
Kiociaea em que funcoionam a Assem-
fa PTOfincial e Gymaasio Pemambueauo e no
jardim da praca do Conde d'Eu.Communi-
cou-se ao director geni de obras publicas.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recie ao S. Francisco.Conforme solicita a
commisso encarregada de agenciar productos
para a exposiedo de Pariz, reitero a V. S. a re-
novar a concesso de passes gratuitos n'essa
ferro-via aos membros d'aquella, commisso, Dr.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina, commenda-
dores Antonio Gomes Leal, Joo Fernandes Lo-
pes, Baro de Casa Forte e Dr. Vicente Ferrer de
Barros e Araujo.
Mutatis mutandis ao superintendente da es-
trada de ferro do Recie a Limoeiro e Prolonga-
mento.
Portara:
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro faca transportar, por conta
da, provincia, da estaco de Timbaba at a desta
capital, segundo requisita o juizo municipal do
termo da mesma (fenominaro, o sentenciado
Joaquim Marinho Borges e duas pracas que o
escolta.-T-Communicou-se ao juiz municipal de
Timbaba.
EXPEDIENTE DO DB. SECETARIO
Officio: -
Ao escrivo do juiz de paz do 1, districto
da paroebia de Floresta.De ordem do Exm.
Sr. desembargador presidente da provincia, de-
claro a V. S., em resposta ao seu officio de 6 do
corrente raer, que tbi publicado no Diario de
Pernambuco ns 67 e 68 de 21 e 22 de Margo ul-
timo o regulamento do registre civil.
ExesDiurra do da 26 di dbzkmhio de 1888
Actos :
O presidente da provincia, de conformidade
com a praposta do Ir. chefe de polica em offi-
cio n. 1337, de 24 do corrente mez, resolve exo-
nerar a pedido o bacbarel Jos Joaquim Alves ne
Albuquerque. do cargo de 2 suppiente do dele-
gado do ?* districto desta capital e nomear para
substituil-o o actual 3 supplet.te, capitaoJAugus-
to Cesar Cousseiro deMatto9
O p^sidente* da provincia attendendo ao
que requeren o juiz dejaireito da eomarca de Ta-
quaretioga, bacbarel Darlo Cavalcante de Albu-
querque, resolve conceder-lbe sessenta dios de
bcencaeon os veocimentos a Jjue tiver direito
para tratar de sua sade, devendo o peticionario
entrar no goso de referida lieenca no prazo de
quinte diss.
O presidente da provincia, tendo em vista
proposta do inspector do Thesouro provincial em
em officio de boje, ne 602, resolve nomear Din*
merico de Oliveira Guimarea para exercer o
cargo de escrivo da collectoria de Panel las, flean-
do assm exonerado Capitulmo Pereira da Costa,
nomeado para o dito cargo, em 10 de Fevereire
de 1887, por nao haver tirado o respectivo
tituloCommunicou-se ao inspector do Thescu-
ro Provincial.
Officios:
Ao presidente da provincia do Amazonas.
-Recebi e agradece, os exemplares impressss
de relatorio enviados por V Exc. Revma, com
officio, a qne respondo de 11 do corrente mez.
Ao brigadeiw commandante das armas.-
Designo o major Luiz Amonio Ferraz, de accordo
com a indicaco feita por V- Exc. em.officio n.
3746, para presidir a wmmisso que ns forma
das disposicOes em vigor tem de dar em coisumo
diversos artigos pertencen^es a Fortaleza do Brum
devendoa referida commisso reunir-se na mes-
ma fortaleza no da 29 do corrate as 11 horas
da manti.O que declaro a V. Exc. para os
tins convenientes e em resposta ao citado of-
ficio.
Na mesma .data designan-se o ajodante inte-
rino do Arsenal de Guerra e expedio-se ordem ao
inspector da Thesouraria de Fazenda pera desig-
nar um empregado aflm de fazerem parte da
commisso.
Ao Sr. Augusto- Cahen, cnsul da Gr-Bre-
tanha. Accuso recebidao officio de-54 do cor-
rente em que o Sr. Augusto Cabem cnsul da
Gr-Brctanha me participa haver reassumido as
respectivas funecoe consulares.-Em resposta
declaro ao Sr. cnsul que fleo inteirado a'essa
oceurrencia da qual passo a dar sciencia as esta-
Coes competentes.Aprsenlo ao Sr. cnsul os*
protestos de minha perfeita estima econside-
rago Fizeram-se as necessarias communi-
cacOes.
Ao inspectotda Thesouraria de Fazenda,^siJ
Communico o V. 9. para os fias convenientes, qne
o juiz municipal e de orpbos do termo de }T
Bento, bacbarel Jos Mauricio Borges, em 13 do
corrente mee e por motivo de molestia iiterrom-
peu o exercicio de seu cargo.
Ao mesmoCommunico a V. S. para os
fine convenientes, qqe o juiz municipal e de or*-
Ebos do termo da Petrolina bacbarel Horacio
ucateili Doria em 8 do corrente mez entrn
goso da lieenca que ltimamente loe eo
para tratar de sua sade.
Ao mesmo. -Cemmunico a V. 8. para
fins convenientes, que o bacharel Antonio -
da Silta Matases, em te do
SriXT
nad.
armo
m io o exercicio do cargo de juiz de direito da
comarca dg Brejujiara o qual foi nomeado por
dfiretoe 24 de feverabro lindo. ^^ "
- Aeemo.Communico a V. S. paraos
rtas convenientes,.que o juiz de direito da vara
commeraf do Becife, bacharel Thoraz Garcez
Pacanbos- Monlenegro, entrou hoje no goso da
heenca de-dous mezes que Ihe conced em 22 do
coMsjite'mez para tratar de sua sade.
Ao mesmoCommunico a V. S. para os
lias convenanlos que em i i do*.corrente mez o
opaWde orphaos do MasnahaTloatatav
Amanto Candido Csrrciauae Acasjo.
entrasmo fot de tres mezes de, licaam quaam
20 deJIovemlKB) Ando lhe coosedt psm trabar de
sua samie.
Ao mesme. Em officio n. JTWBie jtfi-do
corrente parmapou-me o bifaqiectSKncormaai-
dbnte das arlis, que, tendo mn*).-tai*a#i.
trazer aamaulher enfernafca aamte mAst
do do exaaift), Manoei LM
lOxarifMterbrtaleza dosff^BfflRTRiisteme
no presidio de Fernando de Noronha o capito
commandante da guarnicododitopresidiodesig-
nara para exercer interinamente esse cara o i'
cadete 2' sargento Goncalo Ucha de Souza Leo.
O que declaro a Y. S. para os fins conve-
ieiit<'s.
Ao mesmo.-Remetto a V. S. copia drte-
legramma que era data .de 19 do corrente me
foi dirigido pelo Exm. Sr. Ministro.da Agricul-
tura Commercio e Obras Publicas afito de ser effe-
ctuada a compra do engenho Suassuna, na fre-
guezia de Sauto Amaro de Jaboato, pela quantia
de 70:O0i*0U0, sendo indemnisado o rendeiro
do mesmo engenho com a quantia de 12:000*000,
pela safra fundada, fioando obligado a fazer a
entrega dos terrenos desde ja, e das obras apenas
acabar de colher a safra deste anuo. -As deli-
gencias da compra devero ser encaminhadas
pelo procurador fiscal d'essa thesouraria que
assignar a respecflva^escriptura.
Aa engenheiro encarregado das obras ge-
raesConvem que Vmc. me declare porque
ainda nao prestou a informacao solicitada, por
despacho de 20 do corrente mez, acerca dos ter-
renos destinados ao novo edificio daj[faculdade,
nao obstante as recommendaco de urgencia.
*o commandante do carpo de polioia
Providencie Vmc. para que se recoma logo ao
corpo as pracas que ltimamente fra reforcar o
destacamento de Beim.
Ao gerente da empieza de illuminaco a
Saz do Recife. Em resposta ao officio de Vmc,
e 19 do corrente, cabe-mc dizer-Ihe que o en
genheiro Gervasio Rodrigues Campelo, decla-
rou-me em officio de 24, ser menos cabivi a ar -
guic, feita a elle por Vmc acerca da alia de
seu comparecimento s conferencias para ava-
liaeo das obras dessa empreza, visto que a de
mora qne tem havido nesse servico dependeu a
principio da falta de nomeaco do arbitro da
empreza e depois do incommodo grave que- sof-
frer o arbitro nomeado, sendo isto de poneos
dias; e corrobora a sua declaraco com a asse-
veracio por escripto do mesmo arbitro de ter
aquelle comparecido a todas as conferencias pa-
ra que o tem sido convidado.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETADO
Ao brigadeiro commandante das armas.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
ensar o.refeebimento do officio de V. Exc. de 24
do corrente, sob n. 3,747, de cujo assnmpto fi-
ca inteirado.
-Ao Dr. chefe de polica. S. Exc o Sr pre
sidente da provincia manda declarar a V. S pa-
ra os fins convenientes e em soluco de seu of
ficio de 14 do corrente mez, n. 1,338 que nao po-
dem ser demoradas em Belm as pracas que fo-
ram ltimamente como reforc ao respectivo
destacamento.
o Dr. Jos Mara de Albuquerque Mello
Io secretario da Assembla Legislativa Provin-
cial. De ordem do Exm. Sr. desembargador
presidente da provincia, devolvo a V. S. um
exemplar da resolucao enviada com o seu offi-
cio n. 98, de 14 do corrente mez, sanecionada
sob n. 1956
Ao secretario da commisso agenciadora
de productos a exposicao de Pariz.S. Exc. o
Sr. desembargador presidente da provincia nes-
ta data providenciou de accordo com a requisi-
go de V. S. em officio n. 22 de 24 do cor-
rente.
Ao commandante do corpo de polica. S.
Exc. o Sr. desembargador presidente da pro-
vincia manda recemmendar a V. S. que aforme
o que ha com relaco ao sargento do corpo de
seu commando Jos Policiano de Macedo.
Aos agentes da companhia hy~-;p >ic ua-
vagag <.pOT.3.TsxcvoSr. desembargador
presidente da provincia manda declarar a V- S.
que podem fazer seguir para os portes do sul o
vapor Pora, entrado hoje do norte.Cemmuni-
cou-se a secretaria da agricultura.
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha.S. Exc. o Sr. desembargaijor presi-
dente da provincia manda communrcaraV. S.
para os Sos convenientes e em soluco de seu
officio n. 717, de 18 do corrente mez, que no re-
querimento de Ludeero Francisco de A quino Ce-
sar proferio hoje o despacho seguinte :
Autorise-se o transporte, paga a despera,
nao havendo inconveniente .
De ordem do Exm. Sr. desembargador pre-
sidente da provincia e em observancia ao dis-
posto no art 5- do decr. n. .8,266, de 8 de Ou-
tubro de 1881, notifico ao juiz de direito bacha-
rel Luiz da Silva Gusmo, que por decreto de
24 de Novembro lindo, foi S. S- removido da
comarca do Brejo, nesta provincia, para a do
Baixo-Meariai, na do Marffiho, sendo-lhe mar-
cado o praso de sete mezes para assumir o exer-
cicio de suas funccOes.
Faco a presente notiicaco por se achar au-
sente da comarca do Brejq o referido juiz de di-
reito, conforme participou"o respectivo juiz' mu-
nicipal em officio de-48 do corrente, recebido'ho-
je nesta aecretaria. -rJhnoei Joaquim Silveira, se-
cretario interins. !
3. Sao permittidos os laticinios na consoada
dos dias de-jejuiu.
4. Embra se dispense para o alimento de
carne nos dtas indicados, permanece comtudo a
obrigaco de jejuar para.qoem nao estiver legti-
mamente dispensado. ....
5." Nos domingos da quaresma permittido
alimentar-se de carne mais de urna vez no dia.
6." Nos sabbados do anno, que nao forem de
jejum, licito misturar carne com peixe.
." Nos dias de jejmav concedia a mistura
de carne com laticinios. >
jA" Nao licito aos dias de jejum, assim como
ve domingos da quaresma niistHiai- carne com
panto. %
Io Pode, quem nao est obligado a jejuar,
usar de caldo de carne smente, e ein quanto ao
resto comer peixe ou laticinios, mais nao est a
usa obngado.
Dcus guarde a ,V. Revma Mm. e Rewn Sr.
rio da freguesa d... Padre Dr. Jeroiv/ma
TMm da Silva, goveTTrador do bisp'odo."
a
Repartidlo da Polica
2.* seccSo.N. 62 Secretaria da Po-
lica de Puiimmbuco, 16 de Janeiro de
1889. Illm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que forain hontem recolhidos
Casa de DetencSo os seguintes indivi-
duos :
A' minha ordem, Jos Nunes Sobral,
viudo da provincia da Parahyba, cmo
criminoso de furto de cavallos em Bom
Jardim, nesta provincia.
A' ordem do Dr. delegado do 1 distri-
cto da capital, Manoei Martina Pereira,
David da Silva Pereira, Porfirio Ananias,
Josepha Mara do Nascimento, Joanna
Mara das Dores, por embriaguez e offen-
sas a moral publica, Manoei Theodoro
dos Santos, como vagabundo, e Mara
Obtulia de Lima Cavalcante, corno aliena-
da, at que tenha convenionto destino.
A' ordem do do 2o districto, Antonio
Jos de Souza, por uso 'e armas defeza.
A' ordem do subdelegado da freguezfa
do Recife, Jos Baptista Ribeiro. a reque-
rimento do cnsul portuguez.
A' ordem do da freguezia de Santo An-
tonio, Joio Francisco Correia e Emilia de
tal, por embriaguez e offensas mcral
publica.
A' ordem do do Io districto da fregue-
zia de S. Jos, Henrique Jos da Costa,
por disturbies, disposicSo do Dr. dele-
gado do Io districto da capital, Francisco
Pereira da Silva, por disturbios, e Fran-
cisca Mara da Conceico, por offensas a
moral publiea.
A' ordem do do 2* districto, Umbelino
Ferreira da Cruz, aguardando communica-
cZo official.
A' ordem do da Torre, Henrique Jos
de Sant'Anna, por disturbios.
A' ordem do da Graca, JoSo .Francisco
Alves, por infraego de posturas.
Com mmica o delegado do termo de
Barreiros, que no dia 30 de Dezembro
prximo rindo, em trras do engenho Cu-
russ daquelle termo, os subditos portu-
guezes de nomes Manoei Bernardo e Jos
da Motta, assassinaram com diversas ca-
cetadas a Manoei Correia da Cruz, eva-
dindo-se logo aps o crime.
O subdelegado do districto tomando co-
nhecimento do facto, fez proceder a com-
petente vistoria e mais diligencias da lei.
Deas guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Gtes, rauito digno presidente da provin.
cia.O chefe de policia, Antonio Firmo
Figitra de Saboia.
INTERIOR
C'oirepad>aela do Diarlo de
l'eraaaibueo
PESQUEHU OTOaneiro de 1889
Eutrou o novo anno e com elle yio a lison-
geira esperanca de urna nova e raemor phase
tanto agrcola como commercial.
At esto data ainda nao tivemos chuvas, o qne
um desanimo para os pobres criadores desfa-
vorecidos de todos os recursos, e a qaem os be-
neficios do govorn.j so cliegam para pagar o
oneroso tributo.
Nao houve festividade religiosa alguma e ere-
mos ter sido isto a falta da concluso dos tra-
baltios da nova matriz afim de poder fuaccionar
e offerecer commodo a todos que concorrem s
.solemnidades e oflicios da igreja, poi% aqui ac-
taataaate servente temfrto um nicho, como mui-
tos sabem.
Havendo500O00 das loteras extrahidas, ai-
da nao nos foi possivel obtel-os o que vem pre-
judicar-nos sobre modo. Entretanto o povo j
se, acha esgotado- de dar esmolas.
Ao sabermos da noticia da nao sanoco do
contracto das carnes verdes, houve grandrego-
sijo geraimente. O Dr. Garacciolo, irmSo do oe-
putado Benjamin, qne nesta questo tornou-se
credor da estima do districto que o elegeu,
mandou soltar muitos foguetes, demonstrando
assim o seu contentamento justo e apreciavel
em urna questo que affectava todos os serlane-
jos.
Neste mesmo dia, e noite, em casa do major
Satyro, compareceu grande numero de amlges
de todos os credos poiiticos e fizeram urna pas-
seiata acompanhada da orchestra desta cidade,
e de muitas girndolas de fogos, solemnisaco
justa e patritica, sendo levantado um brinde ao
Exm. Sr. presidente dn provincia pelo -r. Mi-
guel Fonseca, por ter sabido manfer-se na po-
sico que honrosamente oceupa.
Em seguida fallou o professor interino Zefiri-
no Galvao Filho que em brilhante discurso, em
que manifestou intelligencia robusta par de
urna instruefao invejavel. O poeta ardente, de-
pondo a lyra, combate como nere sempre que
pela patria as occasiOes o chamam.
Em frisantes termos ergneu sua voz mascuja
demonstrando evidencia a inutilidade de cer-
tos typos caricatos que nao deveriam obter o
sulragio das urnas, succedendo que pelo patro-
cinio das influencias locaes, os partidos^sem au-
tonoma vo sendo infelizes com a escoma de
representantes que descuram dos interesses vi-
taes do seu districto.
EmAlagoinhas hou.e urna formidavel lucta
na noite de 24 do passado, havendo duas mor-
tes e muitos feriraentos.
Salbro seria theatro das mesmas scenas, se
muitas pessoas nao interviessem pela boa or-
dem. Tudo isto devido a cachaca e a ignoran-
cia em que vive o pobre povo mergulhado f
Asss concorridos foram 8 espectculos que
deram tres artistas dramticos inciusive urna
senhora, coadjuvados tambera por alguus mocos
desta cidade que expontaneamente quizeram
secundar os mesinos
A habilidade dos artistas, em geral, agradou
muito, destancando-se o sympathico Antonio
Jos Affonso de Oliveira. Nao menos merece-
dor e original foi o Sr. Manoei Cesar represen-
tando de re Sinifto IV em urna parodia feita
MaKolte.
Os outros promettem se se dedicar em a arte,
e se Pesqueira organisar um theatro. Para o
que til nao se encontram auxiliares.
Afinal tudo esfeve muito bom e animadissimo,
chovendo palmas todos os artistas inclusive os
da orchestra do lugar; e como o que bom nao
dura, eis-nos de novo mergulhaaos na insipi-
dez.
0 prado vai no ramirro das cousas impresta-
veis e viciosasj apparecendo faca de ponta,
empurrOes, etc., etc.


-



-
. i
15 DK
Ju-
DK8PACHOS DA PRK8IDENCIA DO DIA
J.4NEIKO DE 1889
Antonio Mara Marques Ferreira
nioT. Sim.
Francisco Pacifico do Amara!. Defe-
rido de accordo -com as informaces do
inspector e do procurador fiscal do The-
souro TOvincial.
Leopoldo Maoiel da Cuz. DemH-ido
com officio de hoje a Thesouraria de Fa-
zenda.
Loureneo Goncavea Aleixo. Concedo
dous mezes com ordenado.
HerdeiroB de Manoei Antonio de Jess.
Entregue-se, mediante recibo.
Sebastiio Tavares de Oliveira BrandSo.
-Sim.
Secretara da Presidencia de Pernam-
buco, 16 de Janeiro de 1889.
O porteiro, .
F. Chacn.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 15 DE JANED10
DE 1889
Joaquim Ferreira de Carvalho. Certi-
fique-se-
Director geral das Obras Publicas,
Agostinho R. Lesse, Secretaria de policia
de Pernambuco, collectoria provineial do
municipio da cidade da Escada, collecto-
ria provincial de Palmares, collectoria pro-
vincial da cidade do Brejo, collectoria pro-
vincial de Bonito, collectoria provincial de
Taquaretinga, director geral das Obras
Publicas.Informe o Sr. Dr. contador.
Jo|o Ferreira de Mello, Ordem Terceira
de S. Francisco, Manoei de Barros Cor-
reia. Informe o Sr. Dr. administrador
dr Recebedoria Provincial.
Antonio Moreira Reis. Ao porteiro
para entregar ao interessado.
Secretaria de policia de Pernambuco.
Ao Sr. thesoureiro para attendor opportu-
namente.
Jos Ferreira da Costa. Informe-o Sr.
Dr. administrador da Recebedoria Provin-
cial.
toverao do
Rispado
rALACIO DA SOLEDADE, 9 DE NOVEMBRO DE
1888
Revd. Sr.Devendoacomecarde Janeiro pr-
ximo futuro fazer-se por ordem do Governo Im-
perial o registro civil, declaro a V. Bevma. que
o Exm. e Revm. Sr. bispo diocesano ordena a
todos os Revds. parachos que devem continuar a
fazer o registro eclesistico com a maier regu-
laridade, come at o.presente tem sido feito, sem
jue porm seja necessario que os competentes
ivros sejam sellados. E como o registra eccle-
ciastico, por lei cannica deve producir os seus
etfeitos na parte religiosa, devem os Revds para-
behos as justilicacpes para casamentos, e em
quaesquer outras babiiitacoes que tenham um
fim religioso, exigir sempre das partes, e se-
gundo a natureza > acto a que se tenha ue pro-
ceder, certidoes de baptismo, casamento ou bito
passadas par fuaccionarios ecelesiasticos.
Outrosim, communico a V. Revma. que para o
anno prximo de 1880 sao concedidas as dis-
pensas-do esryte que sao as seguintes:.
1.* Em todos os'sabbados do anno, momsive
os de jejum, pcrsjittido o alimento de carao ;
nos de jeium, .porm. quem nao estiver-legti-
mamente dispensado de jejuar, so poder comer
carne ao jamar.
_t9 A' excepfio. das sextas^feiras do anno,
quinta, sexta-feira da Semana gaita.
i-ge usar de carne, de conformidade com o
fica eatabefecido no 1.* ponto.
Recebedoria Provlatlal
DESPACHOS DO DIA 15 DE JANEUtO
DE.1889
Cardoso & IrmSo, Jos Vidal Pinho,
Jos Vicente Gomes de Souza, Souza Mi
randa & C, Antonio Nunes Ferreira Coim-
bra, Maris Alves Rodrigues da Costa,
Francisco Rodrigues de Souza, Paulino de
Oliveira Maia, Joaquim Jos Ferreira da
Rocha, Manoei Bezerra dos Santos, Jo2o
Rodrigues Teixeira, Jos Ferreira da Cos-
t*, Antonio Ignacio do Reg Medeiros,
Manoei Pereira Pavio, Candido Leopoldi-
no Borges Rabello, Mara Germana Borges
Rabello eViotor Prxedes de Mello.In-
forme a 1* scelo.
16
Domingos de Sena Goncalves, e Neves
Cruz 4 C. Informe a Ia scelo.
Inspectora Ccral da Instrucco
Publica
despachos do dia 12 db janeiro
de 1889
Deocleciano Ferreira dos Santos.
Cumpra-se e registre-se a apostilla de 8
do corrente.
15
Auna Francolina do Reg Barros.
Como requer.
Silvestre Antonio de Souza. Como re-
quer.
O mesmo. Por despacho desta data
foram abonadas as faltas dadas pelo sup-
plicante de 3 a 5 de Dezembro lindo.
Barita de Paranapiacaba. Approvado
em conferencia desta data.
Officio do -delagido lrtterario de Flores-
ta. Encamiahe-a. e.
Idalino Isidio da Costa Vieira. Enca-
minho-ae.
Silvestre Antonio de Souza. Como
r*Uer- 16 _
Famnisrr Marques** Trindad;. Sin,
per mais 20 dias.
REVISTA DIARIA
Chefe de policaPrestou hontem ju-
ramento e assumio o exercicio do cargo de che- -
fe de policia desta provincia, o Sr. 5r. Antonio
Firmo Figueira de Saboia, juiz de direito que
foi da comarca de Maranguape, no Cear.
Hortencla-0 Sr. Mrquez de Carvalho deu
publcidade, no Para, um romance intitulado
Hortencia, nimiamente impresso e em 230 pagi-
nas de pequeo 8..
Filia se o romance de Sr. Marques escola
realista, mas de um realismo desbragado que
chega causar tedio e nqjoi "
Pinta, certo, costuujes das classes baixas;
mas era assim se justifica a linguagem immoral
que pOe nos labios dos personagens e menos as
lubricas scenas de alcouceque'descreve.
Semelhantes romances nao podem honrar as
lettras de nenhum pais. Sao escrescencias que
nao merecem attenco. Nem do lices, nem cor-
rigera vicios.
Em tomo d'elle melhor faaer o silencio; e
assim praticariamos em relago ao romance do
Sr. Maques, se nao fosse esta pequea tirada
que serve de prembulo ao livro, e que dennnc
um espirito menos reflectido:
" Este livro despretencioso salta hoje para a
ra, desafiando os botes agarotados de todos os
meus detractores,os insultos da ypocrisia Ili-
teraria que nao gosta de verse desenpta e com-
batida nos barros de pura e severa naturalidade
intransigente.
Mais urna vez direi: nao me intimidam as
banalidades que, a seu respeito ho de laucar-
me os mesquinhos mercenarios do baixo jorna-
lismo: tenno para mim que as insidias de seme-
lhante corja devem servirme de poderoso incen-
tivo para novos trabalhos. So discutido o be-
mem de merecimento.
Ah est toda a minha vinpanca.'Marque
de Carvalho.
E'inegavel que o Sr. Marques tem talento;
mas anda transviado pelas leituras de E. Zoila e
ontros intitulados realistas, por ventura mais
exagerados do que o chefe da escola; e, pois
nao na por emquanto seno apellar pata outras'
produccOes do romancista paraense, fazende vo-
tos para que elle mude de rumo.
Pelo mais, agradecemos o mimo que nos-fez o
Sr. Marques de Carvalho deum exemplar do seu
livro.
Imperial Soeledade do Artista
Merbaniro* e Libe rae -A's 10 horas da
manila de domingo, 20 do corrente, devem reu-
nir-se em assembla geral os membros da Impe-
rial Sociedade dos Artistas Mchameos >e tibe-
raes para o flm de procederem A eleicodos fue
dnanos da administrago no corrente anno
mitlagaa Fortaamea de Lettara-No
dia 20 do corrente, pelas li horas da manhajde.
vem reunirse em assembla geral os socios do
Gabinete Portuguez de Leitura para o flm de te-
marem conhecimento do relatono da actual ad-
ministraco e eJegerem a nova directora
Feala cammeaorativa O Instituto
Archeologico e Geographieo Pernamqucaao cele-
bra, no dia 27 do corrente mez, a festa cemme-
morativa da sua creaco,- da restauraco de Pernambtao do dominio be-
landez, facto occorrido em 1634.
Como de costume, haver sessao magna ilite-
raria com assistencia das principaes ataaridades
da provincia e commissoes das associacae exis-
tentes n'esta cidade, e exposicao do musen p-
cheologico.
Eaaaarajae -Para a corte seguiodiootem na
Paquete nacional Maraado, o Dr. Jos Lmaeio
ernandes^Barros, digno juis de direitoda co-
marca do Cear-Mirim. no Rio-Grande do Norte
e que desde algn dias se acbava n'esta ciade'
licenciado. '
O Dr. Fernandes Barros vai S. Paulo acom-
panhando pessoas de sua familia ; e all preten-'
de demorar-se poucos dias, regressaado breve-
mente.
Desejamos-lhe prospera viagem.
Chefe ;de poliria da* AlagaaaV0
paquete Maranhmo embarcou hontem paja a
provincias das Alagas o Sr. Dr. Uhi S.fgnae
de Mello Brrelo, cherde poftaa aiiuja;nen te
nomeado para essa provincia.
Desejamos-lhe feliz viagem.
A-Em ;w de Dezembro prxi-
mo nodo, em ierras do engenho noei Bernardo o Jos da Motta asaassioaram i
cacetadas Manoei Correia* de Crut, evadbido-
se depoiMo crime.
A polioia jocanomon conliechiiento do fact0.
nge Winiam Hrtmaan, leWito aaemo.

^t


Diario de !Peisiiajribao--rQula'fli- &
*


Tinha cerca de 50 annos Je idade, e era perito
no seo oficio. ... ,
Durante algum annos esteve incumbido das
reparacoes das machinas da typographia d'este
Diario, e deu sempre as melaores copias de si.
Era um exccllente nemeffi, honesto, trabalna
dor e dedicado.
Paz a aja alma.
Outra -Victima de schirrose do ligado, fal-
leceu, na aoite de antehontem para hontem, Sa-
muel Hallidaj, empregado do commercio, que
contara i' annos de idade.
Era o tiaado muito estimado de seus collegas,
e mereca asa estima, pois era um hornera de
bem. ...
X08S03 pexames a sua familia.
l,t< r* importante -Dos prelos da casa
Lombaerte 4 C, da corte, acaba de sabir o pri-
meiro voluine de um Tratado das molestias do
coraro e Jos grossos tatos arteruies, devido a
penna do Sr. Dr. A. Martins Costa, erudito lente
cattedraticti de clinica raedka na faculdade de
medidla do Rio de" Janeiro.
E' livro de niais de quatrocentas paginas, n-
tidamente'iinpresso, com muitas ravuras no
texto e algumas estampas chronio-Iithographa-
das, quasi todas originaes e representando im-
portantissimas pecas anatomo pathologicas con-
cementes ao assurapto.
Nelle discorre o consueto professor sobre a3
EerturbacOes funecionaes do coraco, sobre as
ses que. vezes, lhe so congenitas e sobre as
molestias do pericardiofazendo proceder o es-
tado detalhado de lao importantes objectos de
instructivas consideracts preliminares ref-
aeutes ja a pontos que mais importa conhecer
de anatoma e da phynologia do ergio central
da circulagia, j ao paeatimo dos varios meios
de que dispOe o cllmco no tocante diagnose
idas affeccei cardio-vasculares.
Tedas os eapitulos da obra do professor Mar-
.tin Copa (orara trabalhados com notavel esme-
ro, escriptos em phrase genuinamente portu-
gueza, ao lado da apreciaco critenosa das opi-
mioes do? mais- acreditados cardio-pathologistas
de todos ortempos l-se o modo de pensar do
autor, "estelado sempre em larga c intelligente
observadlo clinica pessqal.
K5o preciso dizer mais de um livro a cuja
testa figura um nome laureado as lettras medi-
cas naciooaee oque tanto ha feito para altear-
me os crditos nos centros scientitcos estran-
giros. ......
Deste asserto da prora, alm de mltiplos es-
criptos sobre vanos ramos das sciencias medi-
cas, a importante obraA molaria e as suas di-
tersas modalidades ctmicas. O pronunciamiento dos
competentes parantio-lhe lugar de honra na
mais escolhida bibliotlwra, mostrando dever
ella de kiteressar nao e dos prolissionaes como
a todos os habitantes de zonas paludosas pelos
couselhos de ordem hygienica, que lucidamente
expc, no sentido de remover os perigos dain-
feceo maremmatica.
Survifos de igual valia prestar, acreditamos,
o voluine da que nos cceupamos.
Servico militar Esto designados hoje
para superior do dia o t*r. capitao Pedro Velho,
e para ronda menor o Sr. tenente Leobaldo Au-
gusto de Mortes. .
A guaruieo da cidade dada hoje pelo 2
batallio de intautaria.
A guarda da Thesouraria commandada
hoje pelo Sr. alfares Jos Viegas da Silva.
Existem em tratam<-nto na enfermara mi-
litar 42 pracas dos corpos da guarnico.
Foram remettidas ao 14 batalho as rela-
coes de alteraces occorridas com os Srs. alferes
Francisco de Paula Fernandes Barros, Jos Gan-
dido Bezcrra da Trindade, 2 cadete Francisco
Toscano Barretto, e soldado Alfredo Bandeira de
Mello.
Foi renaetlido ao 2 batalho aflra de lhe
ser tirado copia o processo do conselho de guer-
ra a que re3ponderam o 2> cadete 2 sargento
.Joo da Costa MeJeiros Sobrialio e mais 4 pracas
do mencionado batalho.
Entregou-se ao 14* batalho de infantana
rubricados por S. Exc, a certido de assenta-
ment que serve de escuza do sen ico do exer-
cito do ex-soWado Manoel Francisco da Costa.
Utos dias 16, 17, 18,19 e 20 a msica do
2 batalho de infantaria tocar no Lyceu de Ar-
tes e omcios.
I**a ramada- AmanbS calebra-se. na
igreja de S. Pedro, do Recife. un.a misssa can-
tada, por ser o dia em que se commemora a /a-
deira de S. Pedro apostlo em Roma.
O aco de ve ter lugar s 6 horas da man ha.
Club Btramatico Familiar ESSB BO-
ciedade*eune-se amontas, as 7 horas da noite.
emsessio extraordinaria,para approvaco das
coutas eposse da nova directora.
inotitut eneueenle lo Atetar
la Cunrii ax-ioiutl Reune-se hoje a
direetoria dessa sociedade m sessao ordinaria,
as horas e no lugar do costme.
trlaDeliaje emdraute haver sesso ordi-
naria do conslho-administrtivo dessa associa-
' cao todas as puntas feiras s 5 horas_da tarde
em sua sede a ra do Imperador n. 17.
Principio de IncendiaHontem. as 10
oras do dia, manirestou se incendio no predio
a 12 da ruada Saudade, parochia da Boa-Vista,
predio que se aclia em reconstruccio.
Avisada a compauhia de bombeiros por com-
municacio telephoniea, para alli se dirigi, e
em pDucos minutos extingui o incendio, que
pouco damno causou.
Canhotinno izem-nos dessa localidade
que, na noite de sabbudo 12 do corrente, foi
alli preso e recolhido cadea um individuo de
nome Hcrculano de tal pelo tacto de, armado de
faca e pistola, agredir um inspector de quar-
teiro. ,
No dia 13. um grupo capitaneado por tres in-
dividuos de nomes Gila, Jos Tenorio a \ italino,
dirigiram-se ao quaru-t'para tomaremo preso:
o que s nao reasaram por ter a forcu publi-
ca prevfnido o caso.
Acrscenle o nosso informante :
Tudo isto ao que parece, aconselliado pelo
Revd. vigario, que, uos seus meetmgs, fetos na
propria igreja. diz cousas inverosiraeis, e lti-
mamente asseverou que, as leit do Brasa qe
todas consulto, ueohuma disposico encontrou
autorisando a priso de quem anda armado de
facae pistaa- ,
Outra carta da mesma localidade, que no
foi mostrada, die que o Reva. vigano de Canho-
tinho, chamado pelo Exm. governador do bis-
pado, partir para o Recife, deixando porm ex-
posto em Lam perenne o SS. sacramento !
E' nctivel isto. mas o que vimos narrado.
E ao Exm Sr. gover.nardor do bispado cura-
pre veriticav. e, se for real, tomar as providen-
cias aue to inslito procedjmento est pedir.
Tiro de revolver-Quasi todas as nou-
las depois das 10 horas, um grupo de trez indi-
viduos peu orre algumas ras da parochia de
Santo Antotitfi.tinnados de revolcart.a dar tiros
4 esmo. ":.
NaBoUe de ante-hontem, deram um tiro na ra
d-S. Prai' seo e res na ra Bella, sendo que o
firimsfo por um tiiz nao ferio um trauzeunte.
O w59 merece ser tomado em consideraco
pela pcliDia.
n!axio*lecrim Dizem-nos que na ra
lado dos nmeros pares, mora urna
se entrete.a a espancar de um modo
_.. pobre erianca, da pial se dizendo
Eaostra-se madrasta,
gado do Io districto de S. Jos deve
jr abuso, tanto mais que os lancinan-
a' erianca perturba o socego e incom-
teinlios da camelia.
Efiectar-sc-hao os seguintes :
laaet Joaquim do Nascimento e Francisco Ferrar.
Chegado da Briiopa no vapor francea YiUe
de Cmr:
^utonio Marques de Moraes e Izidoro Pender.
Directorlalap a ar de eaaaerva-
co da *Ttvm de fu na naneo -Reci-
fe, 15 de Janeiro de 1889. -
Bolctim meteorolgico
lloras
0 m.
9
12
3 t.
6

25-9
26o-9
28-6
28-4
27"-5
Barmetro a
0*
7S9-76
761-10
760-69
758-98
759-17
Tensao
do vapor
19,04
11,32
18,93
20,05
20,38
8
S
a
s
s
76
80
66
70
78
Temperatura mxima29,00.
Dita mnima 25,50.
EvaporacSoem 24horasao sol: 7-8; som-
bra : 4-,2. __
Churai-J.
Direccao do vento : SE de meia noite s 7 ho-
ras e 0 minutos da manha ; B at 8 horas e 40
minutos; SE at 7 horas e 43 minutos da tarde ;
SSE at 9 horas e 10 minutos SE at meia
noite.
Velocidade media do vento: 3-26 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,51.
' Boletim do porto
S"3
Isl
Dia
15 de Janeiro
16 de Janeiro
Horas
9 -34 da manha
4 5 da tarde
10-15
426 da manh
Altura
0-.73
2-,37
0-55
2-,36
estrangeiros 22.
18
13
1
543
enfermaras
Brito, s 10 horas, i ra do Com-
,.jera d03 Srs. Burle & C. de as-
^He s 1 i 1/2, ra Lomas Valen-
: e..eo e geheros ahi existentes.
^"FGuim^o, s 11 horas, ra Mar-
linda n 48, de um boi e carroca.
jo k; i'iusmo, s 11 horas, ruaMar-
i n, 49 defazendas diversas.
Mt-s;.* fonenreSero celebradas :
Ea. na matriz da Boa-Vista, pela alma
KlnWxJnBhtejjda e Silva : ^ 8 horas, na
pila altriaoe Jos'Antonio Perei-
ra da .
i*daaa;eir -'la-gados do norte no vapor
braaileiro fi. Francisco -
Dr. Francifloq.dfe Paula Salles, Augusto Leo-
ooldo Arauio. Fra*Bc!| >fca. Olintho Lopea Galvo
e 1 irm. Af^Bbtas Correia. Manoel da
Silva VeigsfMHlao Rodrigues, Jos Joaquim
das Chagw, JnfW"emir*de Souza. Jas Ber-
nardo d Medeiros, lvsses Dttoindo, Jos Anto-
nio do* Santos, Luiz Bernarde da Suva, Ma-
Prorlanim de caantenta Foram
dos na matriz de Afogados, no dia 13 do cor-
rente, os seguintes : .....
Jos Ferreira da Co*ta com Mana das Mercs
Ferreira
Francisco Jos Gomes Wanderley com Anna
Adelina de Mello Albuquerque.
Floriano Augusto de Oliveira com Pautilia Ber-
nardina de Senna Lima.
Caaa de DeteaeaaMovimento dos pre-
sos da Clisa de DetencSo do dia 15 de Janeiro
de 1889. ,
Exisham 43o ; entniram 18; sahiram 10; exis-
tem 443.
A saber:
Nacionaes 404 ; mulheres 17
-Total 443.
Arracoados 381.
Bons 358.
Loucas 2.
Doentes 12.Total 381.
Movimento da enfermara.
Tiveram alta :
Januario Jos da Silva.
Cyrillo Correia de Araujo.
Actos:
JoJo Mendes dos Santos.
Foram hontem visitados os presos deste esta-
belec ment por 121 pessoas. sendo: bomens
49 c mulheres 72. Assim como deu audiencia
a estes o respectivo advogado.
Hospital Pedro O movimeflto deste
est ibelecimento da daridade, no dia 14 do cor-
rente foi o seguinte;
Entraran
Sahiram
Falleceram
Existem
Foram visitadas as respectivas
pelos Drs.:
Moscosos 9 l[4,Cvsneiro as 11 1|4, Barros
Sobrinho s6 3i4, Berardo s 1* 1(4, Malaquias
s 8 Ii2, Pontuai s 9 l\i, Estevao Cavalcante s
s 8 1(4 horas.
O Dr. SimOes Barbosa nao comparecen.
O cirurgiSo dentista Numa Pompilio s 8 Ipl
horas.
O pharmaceutico entrou s 8 ii4 da manha e
sahio s 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7 1|2
da manha e sahio s 3 1]2 horas da tarde.
Lotera do rao Para Eis os premios
da 2.* parte da 24.' lotera do Gro-Par, ex-
trahida em 16 de Janeiro de 1889 :
Wi 1 #>:* VWW >
iia7 3o:ooeooa
iOM 12:0001000--
16699 6:0904000
* ti"88 3 '0004000
Esto premiados com 1:5004000 os seguintes
nUmCr8; 600 13843 16607
Estao premiados com 600*000 os seguintes
nmeros: ^ ^^ ^ ^m 107%
Jifiio premiados com 3UOU0O os .seguintes
nmeros: ^ ^^ ^ ^ Qm
6308 6816 12887 14988
APPnoxiM.\c5is
. 8815 1:500*000
8817 1:500*000
H86 600*000 .
2288" 6004000
10290 150*000
10292 150*000
Os nmeros de 8811 a 8820 estao premiados
com 150*000 inclusive o da sorte grande.
Os numeres de 2881 a 2290 estao premiados
com 90*000 inclusive o da sorte de *0 contos.
Os numeres de 8801 a 8900 estao premiados
com 90*000. ,
Os nmeros de 2201 a 2300 estSo premiados
com 60*000. M M
Os nmeros terminados em 16 estao premia-
dos com 60*000.
Os nmeros terminados em 87 esto premia-
dos com GOOOO.
Todos os nmeros terminados em 6 e 7 estao
premiados com 30*000 excepto os terminados
em i6 e 87
A seguinte lotfria corre no da 19 de Janeiro
com o plano de 60:000*000.
botera do rant-Par-A 4' parte da
25- lotera, dessa pwvincia, cujo premio grande
60:000000, ser |trahida, sabbado, 19 do
corrtmtc
Cemlterio PublicoObituario do dia 15
de Janeiro de 188: __
Candida Cypriana Seraphina, Pernambuco, ol
annos. solteira, Giaca; gastro-interite.;
Rachel Mara da Conceic8o, frica, 70 annos,
solteira, S. Jos ; hemorrhagia cerebral.
Francisco, Pernambuco, i annos, Afogados,
febre palustre.
Joanna Baptista do Espirito-Santo, rernam-
buco, 28 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos
pulmonares.
Felismin.i Mara Brasilcira, Pernambuco,
aunos, solteira, S. Jos ; dilatado artica.
Maria do Monte %rraz, Pernambneo, 90 anuos,
viuva, Santo Antonio: erysipela.
Manoel Antonio dos Santos, Pernambuco, 60
annos, viuvo, S. Jos : hemorrhagia cerebral.
Floripe Pereira da Cruz, Pernambuco, 26 an-
uos. soUeiro. Boa-flfc: gastro-enterile.
Severina Maria tofcuz, Pernambuco, 24 annos,
solteira, B^a-Vista Tachexia.
Liberata, Pernambuco, 13 annos, solteira, Boa-
Vi-ta; eclampsia.
Marcolino Jos do Nascimento, Pernambneo,
40 annos. vuto, FiOa Vista ; entero colite.
Florinda dos Sntos, Pernambneo, 48 anno3,
solteira, Santo Antonios entero colite.
Firroina Maria Antonio, Parahyba. 44 annos,
viava, Boa-Viste; amollecimeto cerebral.
ses que se iriam augmentando gradaial-
aente ; se o aaaucar nao tonjwse & appa-
reoer tfcpois do a>'ordi^nW do po, a
doene* O emprego do opio combinado com a
belladona, de que o Dr. Wilkmin tem
hio mo, jnodihea rpidamente tu ruinas
as proporjSes io as sacar. S o trata-
mento tur prolongado, pode-se alcanear
urna cura radical.
Depois de longos hesitaeSes o govemo
inglez conceden urna indemnisacSo pecu-
niaria de 4:0O0JO00 rs a cada um dos
dous pobres condemnadas innocentes, que
passaram dea annos no presidio, em resul-
tado d'um erro judiciaro.
Brannaga e Murphy, em 1379, foram
aocusados de se terem introdiizido durante
a noite n'unia casa habitada, roubando e
fe rinda o dono da casa e urna filha. Pro-
vada a culpabilidade pelo jury de Nor-
thumberlantl, foram condemnados a traba-
lhos perpetuos.
Os verdadeiros autores daqilelle crime,
por um motivo anda nao explicado, oon-
fessaram tudo, nao deixando a menor da-
vida sobre a sua culpabilidade.
8:000^000 nao compensam o que os po-
bres Brannaga e Murphy soffreram : en-
tretanto, daqui para o futuro haver mais
cuidado para evitar estes erros judiciarios
tfto frequentes na Inglaterra.
A cmara dos communs comprehende a
necessjdade d'um tribunal, que possa exa-
minar os veredictum dos jurados e a crea-
cSo de um tribunal criminal.
O Sr. Hevart Vincent, pessoa bastante
competente, apresentar brevemente urna
mocSo relativamente a este assumpto.
Sobre a foz do Amazonas oscreveu o
Sr. Bonjamin de Macedo Porto ao Jornal
do Commercio, m 18 de Dezembro prxi-
mo lindo :
Tenho a satisfaclo de offerecer a V.
o napga junto da foz do Amazonas indi-
cando a navegacSo do cruzador da alfande-
fa Souza Franco, por dentro e por fora
a 1 lia de Maraj.
Na primeira excursao que emprehen-
di em Junho do corrente na contra costa
desta ha^ a bem da fscalisacSo, por ter
eu tido denuncia de contrabando importa-
do de Cayenna em barcos, prefer o pri-
meiro itinerario conhecido dos vapores da
empreza de Maraj at Chavea, dalli em
diante um pratico da costa dirigi o cru-
zador ao cabo do Maguary com escala
pelo GanhoSo.
a Era meu intento ^atravessar o canal
daquelle nome, passagem de todos os bar-
cos que navegam na foz do Amazonas,
por ser ponto fiscal de summa importan-
cia, e voltar daqui capital pelo mais cur-
to caminho. Acontecen o que eu havia
previsto: o pratico perdeu o rumo por
causa das curvas do canal e foi obrigado
a dar a volta da ilha pelo itinerario de
dentro.
i Na segunda excurs2o fiscal, i causada
em Agosto passado, ilha Coru, sendo
meu companheiro de viagem o digno 1*
tenente da armada Arthur Serra Pinto,
foram meus esforcos coroados do mais feliz
resultado, conseguindo atravessar o canal
no principio da- enchente com duas a qua-
tro bracas de profunddade, estabelecendo
assim a navegacSo pelo canal denominado
Souza Franco, por ter sido a primeira em-
bareaco a vapor que fez aquella travessia.
Se considerarmos que a viagem da capi-
tal a Chaves por dentro de cinco a seis
tU* por fora de ara di o horas, de
indecliriavel neceasio^a^ -^Hooar-se -**e a
quatro boias para indicar as curvas do
canal que se prolonga entre osaras ban-
cos de ara Santa Rosa c S. Boque e
um pharol no cabo do Maguan*.
Estas propostas foram apresontadas
ao ministerio competente pela digna^ ins-
pectora To arsenal de marfnha. s
Franca,.reunido em Lille, tambem ende-
reooa'# Celo XHI orna carta em nome
de toaos os cathelieos d aquella regi&o. E'
urna horaenagem de felioitafao, pelas inol-
vidaveis festas'dcr^ubileu ; de obediencia
a doutrinas contidas na esplendida En-
cyohea sobre a liberdade humana; e em-
fim de votos ardentes, pela independencia
da S apostlica.
#*#
Falla-se de novas negosiasSes entre o
Pontifiee e o governo chinez para fazer
acceitar ao Filho do Ceu um protectora-
de official do Papa sobre as raMeoes ca-
tholicas.
O Sr. Dekhaye, redactor do Jovrnalde
Indre et Loire, que foi interdicto pelo ar-
cebispo de"Tours,"%viou a este prelado a
deelaraeSo de que se abstet^, emquanto o
Soberano Pontifiee nio fallar, de esorever
mais artigos apreciando os actos dos bis-
os francezes, e nomeadamente do arce-
bispo de Tours. Por consegunte, fo-lh*
levantado o interdicto.
INDICARES OTIS

N'uma pequea aldeia da Inglaterra, na
semana ultima, um habitu de ma casa
de jogo, tendo perdido at ao ultimo pen-
ny na roleta, depois de ter jogado a casa,
as propriedades e a muiher, offereeeu sua
filha, de 18 annos eadmiravelmente bella,
contra urna partida de 3.000 librase
Um su jeito chamado Backick acceitou.
A fortuna foi adversa ao jogador invete-
rado.
Bckick era tido geraimente por algoz
de mulheres. As duas prime i ras malheres
tinha-as matado com os seus maus tratos.
O infeliz jogador, afim de preservar a
filha d'aquelle mercado vergonhoso, matn
o rival com um tiro de pistola e fez de-
pois voar a sua propria cabeca.
A familia ficou completamente arrui-
nada.
Mdicos
Dr. Cerqueira Late, tem o seu escripto
rio aborto ra Duque de C'axias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e destahoraem dian-
te em ana rssidencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e enancas. Telephone ft. 326.
O Dr. Alvares GfuimarSes, chegado da
c6rte, dedica-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coracSo,
pulmfjes, figado, estomago e intestinos, e
tambem s convulses e mitras molestias
das criancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio roa
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dias 3 horas da ta/de,
aceitando chamado cm qualqoer desees lu-
gares. Telephone n. 381.
Dr. Joaquim Louva.ro medico e partei-
ro, consultorio roa do Cabugn. 14,1.
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Montero.
Dr. Barreta Sampaio d consaltas de
meio-dia s 3 horas no 1." andar da casa
a ra do Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero quando como
aconselhada. Consaltas das 11 s 3 da
tarde em sna residencia roa do Bom
Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1. andar.
Dr. Joao Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoros e de criancas, com
pratica nos hospitaes de Paria e de Vionna
d'Austria, d consultas de 1 s 3 horas da
tarde em sua residencia ra do Bario da
Victoria n. 59, 1." andar. Chamados a
qualquer hora.
Klvogados
O bacharel Witruvlo Pinto Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1." andar.
O Dr. H. Milet mudou o seu escriptorio
de advocacia, para a ra do Imperador n.
30, 1." andar, esquerda.
Occuliata .
Dr. Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clnicas de Paris e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20. ,
' ferrarla a vapor
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabeleci-
mento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, .compra e vende madeirae de todas
as qualidades, serra madeira de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por preco's sem com-
petenciaPernambuco.
Drogara
Faria Sobrinho C, droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Notaremos apenas ulnas series de actos seus
qoeseriam bastantes pata abonante nodo mai-
io honroso a sua chefatura :
A admanstraco da Casa de Deieacao desta
capital que lhe merecen especiaes uidadados e
cujo estado actual honra-o tanto como rdirec-
cao e pessoal a que esto incumbidos os servi-
eos do estabelecimento;
A descoberta e priso da famosa quadrilha de
salteadores e moedeiros falsos que infestavam
parte da provincia, e que'tendo aqui^o seu foco
ou centro de aceito irradiava-se pelas anas te-
merosas empresas at provincias straohas, e
que parecia impossivel ao menos de destocar,
nao se podeudo suppor que tivesse a importan-
cia e extenso que o honrado magistrado com a
sna sagacidade, Arme, e energa conseguio veri-
flear, restltuiodo principalmente a esta cidade a
paz e a iranquillidade durante a su adminis-
tracao.
Fazendo votos pois para que o distincto ma-
gistrado prosiga em sua nobre carreira, dando
tao bellos exemplos como os que apenas esbo-
camos, podemos dizer simplesmente-em seu elo-
gio que ningucm ainda honrou mais o cargo
que acaba de deixar.
a
PDBLICACOES A PEDIDO
Ao Sr. Yerlftslmo Barbosa de
Souza, seos adeptos e ao pu-
blico
Deparando na ProCT'nctde 15 do corrente com
um artigo assigoadoSoMdonio Leite/ secre-
tario da feliz muerta (se bem que nao seja a da
historia, mas outra que assim se intitula) venho
com elementos protestar contra os segniuter t-
picos do referido artigo:
I que nao fni eliminado da Sociedade Miner-
va (de saudosa memoria) pelos seus agentes,
como deixa comprehender o gratuito patrono da
cansa, e sim por mim mesmo, em virtude de ir-
regularidades sociaes.
2 qne ignoro, que dita sociedade deliberou-
se, de espontanea tontade, obrigacao de in-
demnisar socios quer lossera eliminados, quer
se elhnmassem.
3 que ignoro ainda tal ar/. 7 ios estatutos a
que alFude o escriptor.
4 finalmente, que nunca alcancou e jamis
alcancar o desidertum de que folla S. S.
Quanto ao primeiro ponto cito o testemuhho
dos Srs. Jos do Espirito Santo e Silva, Pedro
Alexandrino da Paz e Herminio Evangelista da
Silva Fraga, que se adiavam presentes na pri-
meira e ultima sessSo*A que comparec. Desde
ento fugi, como fbje a gallinha da rapo2a.
Quanto ao segundo, sei que tal deliberaco
foi tomada, por forca de instancias, pelo Sr. Jos
do Espirito Santo, quando em tempos idos pi-
sava os trjolos da hoje acrisolada Minerva. Tan-
to assim, que foi abonada pelo Sr.. Moura, socio
da casa, a quantia de 80*000 para indemoisacao
daquelles que justamente bradavam contra o al-
cance d'uraa corporao que Ibes parecia fiel.
Esta quantia nao foi sufliciente para apagar o
clamor de todos, e aquelles que ficaram de mo
ao queixo, ainda hoje se conservam na mesma
posico.
Quanto ao terceiro, sei que nao havia estatu-
tos, e sim um fiel embramo, pelo qaal fossem
seriamente castigados aqnelles que cahissem em
falta, contra o regulamento da casa.
Quanto ao quarto, fleo em guarda-, o meu
successor, estou convicto de que saber bem
desenvolver este ponto, e na sua exposico col-
locarei entSo as minhas reticencias.
Esta que a verdade na e cru'a. O Sr. So-
lidonio ainda nSo cursou a? materias que o caso
exige, j quer ter pergamnboU... Pois eu di
go a S. S. que atirei-me ao curso de matkenat>ca
e nao pude ainda chegar sua concluso; julgo
ser defeito physico. *
Aqu faco ponto final, promettendo-lhes nao
vallar mais imprensa. O publico que tome
conhecimento disto, nao obstante a Minerva nao
precisar mais de auxiliares.
Recife, 16 do Janeiro de 1889.
Manoel Porfirio de Araujo.
Obonratte Dr. Pires s^gr. 1iaha m j^
nulos ontros meliioramentos-^kiapeagayejj
regular andamento da estrada.
A snaremocao para igual cargo na rmpbnaa-
te provincia da Bahia, veio impedH-o de lev* a
effeito tao urgentes e imprescendiveis thefcora-
mentos Entretanto, maito confiamos no. aee
actividade de sen digno -successor, o Sr. Dr.
Rocha Dias, que sabera corresponder aos honro-
sos precedentes que o acompanham.
D entre os tnelhorameutos aque nos referis,
destaca-se a canalisace d'agua da Serra- 4os
Bois para o povoado deAngehm, a qaal. segan-
do nos consta, fra acceita pelo. Sr. Dr -irires
Ferreira, em virtude de-proposta do mui digno
chefe do trafego, o Sr. Dr. Sajdanha.
Quando publico e notorio qne, no lugar
Tambonm, gastn o governo cerca de 80 de ris, em um acude,boje imprestaver, poique
um verdadeiro escoadouro ; em Garantinns ch-
to e tantos contos de ris com om ontro, qne
acha em condicOes idnticas, justo, ju3tiasimo,
que nao haja obstculo algum em eSectuar-semn
servico, do qual resultarlo incalculaveis- bene-
ficios populacao esparsapor aquellasramedia-
efies.
Parece-nos que miando se trata da utilidade
publica, nao deve naverembaracoa, tanto mais
quanto o mximo a que pode subrr a caoalisacao
referida- a dous contos de ris.
Essa medida tende a beneficiar o povoado de
Angelim, que aguarda um futnro fisongeirO-
as melhores condigOes naturaes, acha-seiVage-
lira, por ser dotado de um dima ameno e aalu-
bre. Presentemente ja o emporio do com-
mercio de Palmeira, Bom Consetno, eorrentes e
outr.is localidades, que rcme.ttem para ailleus
productos serem despachados na -respectiva
estaco, cujo rendimento j de grande alcance
para um lugar tao nascente. Angelim, portan-
to, merece todo o auxilio que lhe peesa dispen-
sar o governo.
Terminando a presente, aguramos a mais fe-
liz e prospera administrafao ao Sr. Dr. Rocha
Dias ; e ao Sr. Dr. Pires Ferreira desejanKs.que,
na Babia prosiga no caminho aqu cncetado-
Vertas.

AO
de
Mr. Verissliuo Barbosa
Souza e ao w*
*~mu-uihio o abaufl a^gipnado com urna pu-
blicacao na ProvMta de 15" do corrente, rale'
rente inderanisaco do Sr. Manoel Porfirio de
Araujo, ex-socio da Sociedade Minerva Progres-
so Pernarabucano, (de saudosa memoria) vem
pela imprensa pedir a S. S. que faca o seguinte :
1* rcstituir-lhe a quantia que se acha em seu
poder; 2 que declare em tempo se est o mes-
mo abaixo assianado incurso as penas do art.
7 dos estatutos esta fetri Puma 3 que faya
luz o seu desidertum. .
E' assim que vem tambem urna das victimas
lux da imprensa. Aqui fleo.
Recife, 16 de Janeiro de 1889.
tkrminiu Evangelista da Silva Fraga.
-aaae-
COMUNICADOS
*
*
50
Eis o texto de urna resolucao tomada
em Lille, onde se tem reunido um impor-
tante congresso catholico, pelos patries
christaos:
Os industriaes catholicos da regiao do
Norte da BVanca estXo convencidos da
necessidade absoluta de obter a mais depres-
&a possivel um regulamento do trabalho so-
bre os quatro pontos seguintes ;.
1.- As condicSes em que as creancas
hao-dc ser admittidas a trabalhar as fa-
bricas.
2.' As condicSes em que as mulheres
podem tomar parte no mesmo trabalho.
o.-O descanco do domingo.
-4.-O limite das horas de trabalho dia-
rio.
Estao convencidos de que esta nece3i-4'
dade se imp5e:
1.-Sob o po&to de vista econmico,
afim de collocar todas as nacSes concor-
rentes em cqndigSes de producjlo idnti-
cas e verdaderamente justas.
2.-Sob o ponto de vuita hygienico,
iciqno trabalho das creanjas n'uma eda-
muito tenra arruina o seu desenvolv-
s:
Maria-, Pernambuco, 2 dias, BAa-Vista; con- mento physico e moral, a porque* o traba-
lho da muiher, se nao for limitado, preju-
dica a vida social destraiado quasi inteira-'
mente a vida da familia, e tem como con
sequencia urna raortalidade enorme as
creancas.
3."Sob o ponto de vista moral, a fim
de salvaguardar os bons costnms, e prin-
cipalmente para o mundo do trabalho oa
beneficios corporaes e aapirituaes do des-
canso dominical.
vulses.
DI PMJCODE TUDO
Parece que a ciencia fez mais ama
grande descoberta:a cura da diabetis
pelo opio.
O Dr. Pavy publicou oa Philadelphia
Medicinal News um artigo, era que expb-
ca qual o emprego do opio na cara da
diabetis, e diz que nao s ?ste agente po-
de ser empregado como curativo para
aquella doenca, mas tambem a morphina,
a codeina e outros alcaloides.
Estes medimentOB permittem obter a
aeaapparicao M>mpl* de aasucar, peoait-
-hia o 089 do po am pequeas do-
O metropolitano d'Utrecht e episcopa-
do hollandez enviaram ao Santo Padra dma
. O Hr. l>r. Hibelro Vlanna
Depois de anno e meio de exercicio na im-
portante chefatura desta provincia passou-a.o
Sr. Dr. Ribeiro'Vianna ao seu digno successor
o Sr. Dr. Antonio Firmo Figueira de Saboia.
0 intelligente e integro magistrado que aca-
ba de deixar a administraco policial, oestes
uimos-dias exercida interinamente, correspon-
dendo plenamente Tionrosa conlianca com que
em boa hora o distingui o Governo Imperial, ex-
cedeu nossa propr.a expectativa, quando fon-
dados nos auspiciosos precedentes, de toda sua
vida poltica fjauguramos o cabal desempenho
das funecoes de que ento erajnvestido.
E effectivamente toda a sua administraco
confirmou dia por dia o merecido Ijuizo que a
respeito externamos no inicio de sua nova car-
reira. ^
E" da maior notoriedade dentre fra da pro-
vincia os relevantissimos servicos prestados 4
causa publica pelo Sr: Dr. Ribeiro Vianna no
alto cargo que acaba de deixar volvndo sua
carreira de magistrado que interrorapco para
exei'cel-o.
Est na consciencia publica o modo porque
deserapenhou as respectivas funeces em tudo
quanto o chefe de polica, de urna provincia co-
mo osla pode intervir providenciando para pre-
vinir ou reprimir como auxiliar indispensavel
a desordem e o crimo. .
Nao houvc neuhuma ordem de servigos com-
metiida fior lei ao cargo que exercia que nao
lhe tivesse merecido at sacrificio e continua
sHeneao, intelligente actividade c esforcos in-
gentes para tudo regularisar e melorar at on-
. f de nao encontrou como obstculo absoluto o
impossivel.
curando ccrcar-se de a^Uiares honestos
e aptos conseguio manter era toda provincia
par de ordem inalteravel o respeito s leU e
s autoridades constituidas, fazendo capturar
grande numero de criminosos para lhes dar o
[destino legal.
. Se nio nos possivel enumerar tudo quanto
fee exercendo as suas varias aUribuices o Dr.
Estradas de Ferro de S. Fran-
cisco e Camar
\gora, que o Sr. Dr. Pires Ferreira deixa a
direccao do Prolongamento e da Estrada de Fer-
ro de Caruar, tempo de demonstrarmos a ho-
nestidade e imparcialidade com que o ex-director
soube haver-se em to duro, quo espumoso
cDCsrO
A administraco de S. S. saentou-se de modo
notavelmente benfico, porquanto, veio por ter-
mo a enorme serie de abusos e escndalos que
aproveitaram a meia duzia, com grave detrimento
dos interesses do Estado.
Carcter sizudo, guiando-se por suas boas n-
tencoes, o Dr. Pires Ferreira soube fechar ouvi-
dos a grita de seus inimigos c imprimir um cu-
nho de moralidade s estradas sob sua direccao.
com a gerencia do seu antecessor, tinbam
ex-chefe de polica, sua admnistracaO tem tra-
carta de protesto em Torda indepen-cos tao salientes especialmente nesta capital que >
dencia temporal da Santa S. falo precisam ser avivados porque esUo na cons- [^ ainda demolidos dois boeiros qwi x
-O coVgresso catholico do ^Torto Ata&ci***. -**- ecompletamente anwnados. ,
descido ao ultimo gre de abjeccao
Os seus inimigos, nao tendo a que apegar-se
para censural-o, impugnaram o seu arto man-
dando suspender o trafego entre Canhotinbo e
Garanhuns Nenhum homem do bom senso po-
der deixar de reconhecer que, acertadissima
foi aquella providencia, attendendo-se ao estado
misrrimo em que se achava aquelle trecho, an-
da construido sob os auspicios da feliz adminis-
traco passada 1
Sos, com o coraso cheio de magua dizemol-o,
tivemos occa8o de ver as colossaes abobadas
alli construidas, que antes se assemelham tu-
nis e cuja argamassa ligada, com certesa, por
dez partes de areia e urna de cal, desfazia-se ao
mais leve contacto de nosss m5os I E nem se
diga que em taes lugares eram precisas seme-
ntantes abobadas, pois que resalla aos olhos de
qualquer leigo em materia de engenhana, que
bastara a construeco de boeiros de pedra sec-
ca como os que actualmente esto coastruindo
os' dois dignos egenheiros encarregados da
reconstrueso. visto como, em todos os lugares
onde se fizeram taestias, passam apenas pe-
queos crregos cujo solo arenoso, tende a Bi-
nar quasi toda agua do maior invern que possa
Jl'l VlT
O interesse de quem quer que foi, em fazer
semelhantes obras, Bao foi mais do que o de
augmentar trabalho para augmentar o lucro-
Por esse lado podemos desculpar essa falta, por
que todo o servico d'esss estradas, desde o seu
comeco tem sido de grandes lucros. Mas nao
podemos desculpar o modo por que foram fetas
semelhantes obras :"A ganancia- vciiceufe a ca-
ndada fugio"! Seria nada o'prejuizo do Estado,
se n fosse tudo a tolla de caridade que tiveram
na entrega e recebimento de taes obras A mo
de Deus obstou a grande desgraca que, necesa-
riamente, devia apparecer, aguardando a benett-
CSrfidmiiiistracao do Dr. Pires Ferreira, para dar
providencias. Efectivamente, se oDr. Pin>3 Fer-
reira nao tivesse tomado as providencias que
tomou, estaramos ainda boje lamentando a con-
sequencia de um grande desastre, que estava
preparado para o invern seguinte abertura do
Nao vimos aqui dizer urna mentira: se bou-
ver quem duvide d'essa noss;i athrmativar dm-
ja-sc aos lugares Macarandida e Cal, cima
do povoado S. Joo, pois me parece irae nao ro-
ram ainda demolidos dois boeiros atarse acham
A ora eldade do Recite
Errata
Entre os erros de que sahiram crivado3 os ar-
tigos publicados aqu sob esta rubrica aos dias
83 e 29 do mez passado e 3, 8, 13 e 16 do cor-
rente exigem correcgo os seguintes por altera-
rem o sentido ou nao exprimirem urna ver-
dade.
Columna 1, linlia 42 do penltimo artigo ; ende
se le exigir la-se erigir.
Columna 2, linha 30 ; onde se le a verbacao
lea-se relacao.
Columna 2, linha 46; ondese l o privraMi-
se o previra.
E no ultimo artigo; columna 2, linha 31; onde
se 16 em proposto lea-se em proposta.
Columna 2, linha 33: onde se t uns tiwtman-
nos li'a-se um uitn annos.
Columna 2, linha 11; onde se l realidades la-
se realisados.
Columna 2, linha 62; onde se l acroiomto
la-se aerodomos.
\olas do seiil iiiciilo
A BEUG1AO
(V. Diario n. 287 de 1888)
Em Pariz, onde se diz que tanta a devacidSo,
sao todos os actos que a ella mais ou menos se
approximam, sao todos occulWs a todas s vis-
tas e commentos. porque e grande all ora-
peito moral publica.
Nada ha que mais se tema n'aquella cidade do
que o escndalo, nao s pelo facto em si, como
pelo rediculo eni que incorrem os seus -pfotegiB-
nistas.
Aqui, n*esta trra que comeca a ser elegante e
poluta, que tem regatas e corridas em tres prados .
cavallares, que oceupam todas as attences eaft-
sorvemodas as converjas e cuidados, aquioes-
criptor publico, o homem das lettras de folhetim
ebdomadario, vem contar a depravago, celebrar
o que porventura sorprenden as archibancadas
de-tal prado.
Toda a materia d'esse folhetim (do Jornal do
Recfe) impdico e nojento. um louvor, urna
incitaco acs prazeres sensuaes, nma roptora
completa de todo e veo da pudicicia.
A vida para esse tal moralista escriptor. o
gozo dos lacivos prazeres a-gue11.todfta "* -
,ptftama-se''a"istb lettras, litteratura, eomo na
nossa mii patria, onde outros irmaos assim en-
contramos, que de l para nossos jornaes enviara
outras que taes produccoes.
E de um tal senhor Pinheiro Chagas que qoero
fallar, d'esse litterato jprtuguez, d'esta e da ou-
tra banda do Atlntico festejado, e portante so
l na nossa patria mai e aqui. n'estas duas tr-
ras onde toda a converja enire homen em toe-
ves instantes sempre cabe no campo da lacivia
desbragada, como agora caite nni^nadai"ina|n-
vallos.
0 daqui, o moralista dofcUetim domingueiro
do Jornal do Recife, comeca sua tarefa captando
a adneso dos pedantes c a dos loros qmvpsta
bestial tirada para conquistar os crditos fepen-
sador livre. Forte espirito: A ci\Th,tecao
ainda nSo pode extiroar o sentimento religioso
do coraco humano. .
O de l, o graiide litterato coloborador ''o Pok
4o Rio de Janeiro, para louvar Joaquiui Nabu'co,
nao achando bastante o seu mrito rea-por tan-
tos tituros, o faz'galanteador porque He procu-
rava pelas ras de Lisboa um livro que urna cem-
panheira-de viagem Ih'o encommendara.
Empresta-Ihc o pensamento, dc'lnodo nenhum
revelado por Joaquim Nabuco,que a este trabalho
elle se prestava pela esperanca" de beijar as pn-
tas dos dedos da bella dama que Ih'o pedir.
Justifica exalta esse supposto sentimento do
protagonista, "como o primeiro dos sentimento
de sua alma? Esperava (o Sr. p. Chagas) en-
contrar n'elle quando o vio pela primeira vez.
um homem solemne, todo compenetrado desaa
missao e fallando desde a manh at a norte na
causa sagrada da emancipac,ao ; mas nao, JBa-
quim Nabuco despretencioso e juvenil, de -
racao aberto a todas as formosas e a todas ai
grandes ideas. E por isto que elle procurava o
livro que a gentil passageira lhe pedir.
Ora. pode Joaquim Nabuco ser assim galantea-
dor, cmo o suppondo.o disereve o litteratonor-
tuguez; mas que ganha a sociedade. que ganfem
as lettras.que ganha a moral em saber-se qne
grande orador, o grande tribuno, o grande pro -
pagandista da mais alta das ideas, o grande pala-
dino da mais sublime das causas, um galan-
teador, um cenicao aberto a todas as formlas f
E ainda mais em luvar-sc, exaltarse esta qua-
lidades'? x*v '-
Um homem na posico de Joaquim Nabuco.
com 0 coraco aberto a todas as fu isto
das melhores cousas Nao seria um homem pe
ngoso ? E como ca.ntar-se estas pelo genio per-
versor suppostas qnalidailej^correlfflo' risco
de commetter urna calumnia.
Ahi que est a perversidade dos dous lilte-
ratos desses dous porasirak&s, em Iouvare exal-
tar luz do dia as eoos*.- de -
feitos, aspraticas-qni : uando
se v. Mas o que dve ser occultoeapeanTsof
frido em pralicas intimas por todo o nomem que
nao um sevanija debochado, trasgo e in-
ventivamente luz da- imprensa pelos tittenrto;
dos dous poros mais- adianlados do mundi
moral como eni todas as demais liues do
culo.
Mas a maior perversidade- t torpeza desi
escripto de Pinheiro
Christo para ex'emp^^^M
sao louvadas e (iecaHH
imita a Christo pelos sen
impresta, o escriptor po"
' assim que i hristo
qaiato, um travesso, que convs
de Canaan a agua eni vinho ; era
galanteador como Nabuco. ElJ u,
Elle caminhava nsonho eu
sentava-se afavel, melgo e ate avesso ame
das bdasjle Canaan, deixava que Uagdale
lhe encb.ft}ia3se ps ps com as trancas
dialgala com a saroaritapa bciraui
viudo cantar a agua corrente no cntaroe"
rena d5*olhos encantadores .
Sao as lettras e as bellezas de_>_H
Brazil para moralizar estes dous poro
verso da impudente libertinagem.
Nao por parecer a Pinheiro^
quimNabuco imita a Christo,-'
um confio aberto a -todjj g i
ra ^rrerter a moral

1



mbuco---Quinta-feira 17 de Janeiro de 1889
msm
ftra Christo com um tai Nabuco. n5o este que
conhecomos propagador do abolicionismo, mas
sm um Sabuco tao degenerado e torpe como o
ro e o coraco do torpe escnpter que o tal
uco creara pan comparar GbriBto a elle.
.jiwco, aqui Uto visto e conhecido, nunca se
MMtrou um galanteador; so em Ljaboa fura ys
to tal por Pinneiro Chagas, porque prpcnrava um
firo para urna companneira de viagem que lbo
pedir, por um perverso moralista que no pro-
prio (insto v um galanteador, um gaiato, um
lolgazlo, com o fim de rar-lbe todo o carcter
da diyindade, at de toda a veneracSo, de todo
sTtaes poda ver em Nabuco e em Christo o
perverso, o desmoralisodo para o qual todo o
fim da vida, toda a gloriosa ussao, ter um
coraco aberto a todas as formosas.
0 noraem serio, o bomem que se occupa de
qualquer alta missao, nio pone ser um galan-
teador. Tal so veris em alguna ridiculos cor-
tesoes, que so se fazem nolaveis nos negocios
pblicos, as posicOes, para se tazerem agrada-
veis as bellas, e ter o coraco aberto a todas as
formosas.
Nada disto quer dizer que o bomem serio nio
possa ter licito ou illicito amor. Mas o amor
por mais licito que seja, nao se ostenta, delle
nao se faz galla, como a isto o obrigam as leis
do pudor. 86 um bigorrilha dos sentunentos de
Pinheiro Chagas ostenta o que todo o bomem
de bro procura occultar, ou ao menos nao os-
tentar.
A mulber pdica, sorprehendida em acto do
mais simples namoro, sempre cora ; o homem
se tem educacao se envergonna.
Todo o homem mais ou menos ri-se e folga.
a nao ser um pesado misntropo; mas nenhum
homem ostenta o que mandam cobrir com es-
pesso veo as leis do pudor, as cousas que anda
mais ellas mandam occultar em profundas tre-
vas.
0 que gauba a humanidade em Pinheiro Cna-
1 cultivar assim o seutimento publico, em sa-
r que Nabuco um galanteador ?
Quem disse a esse moralista dos lupanares
ue Nabuco tinha o interesse de trazer o livro a
bella companheira de viagem para beijar-lhe os
dedos *.
Quem lhe disse que a tal fineza ella se pres-
tara ?
S o disse esse moralista que tem o interesse
de perverter a moral publica, com o fim de tor-
nar a sociedade um vasto mar de impdicas
torpezas no qual elle possa baoliar-se nu a qual-
quer hora do dia.
Mas o fim de toda essa torpeza de Pinheiro
Chagas degenerar toda a santidade, toda a di-
ndade da miss'ae de Jess, que como elle
pretende que a sociedade se converta nessemar
de torpe(udes.
Se todo o homem serio mais ou menos ri-se e
folga, Christo nunca se sorrio nem folgou, como
o attestam positivamente todo o discorrer dos
Evangelhos, e urna carta de um legado de Cesar
na Jadea.
Elleacercava-se dos meninos e os trata va com
affago; mas nao encontrareis nos Bvangelhos
alguma pas*agem por onde o divisis somndo-
se ou brincando; somente em seus olhos duas
lontes abundantes de dondas lagrimas que as
fazia verter a contemplar das miserias da huma
oidade.
E' que elle tinha mais alguma cousa que de
bomem. era o enviado de peus, seu proprio lilho.
como elle se dizia.
E' o que os sevandiias, os bandidos da moral
querer destruir para fazer da sociedade um lu-
panar.
Christo uio veio pregar urna nova moral pura
e sesea, como o faria qualquer phosopho: nao
veio pregar ta nova moral assentada sobre a
fraternidade humana, sobre a alta dignidade da
mulber a que a alevantou. tirando ao homem o
direi'o que at euto tinha de affroiiul-a. de re-
baixal-a cora quantas rivaei lhe quizesse oppor
no gozo de sua posse, nao trouxe essa mo-
ral so em doutrina ; trouxe tambem urna religio.
Essa purissima, essa sublime moral, assenta-
da sobre a fraternidade, seria nulla, como toda
a moral, toda a lei sem saneco, se com ella
Christo nao tivesse trazido urna religio. ..,
Nao ha virtude sem sacrificio; toda a conti-
nencia urna virtude, quando em obediencia ao
preceito ou para educar o sentimento ; um sa-
crificio.
Todos os gozos permittidos sao a satisfaco
de urna ououtra necessidade; todos sao medaos
pelas leis dos preceitos restrictivos, negativos,
seado os positivos somente os que impoe obri-
HLw______ gao&es para com o prximo, sociedade para
A trilha do dever pois urna su, oxara v*
os sao aos milhares de milhoes, o seu nume-
ro infinito, tudo o que sabe ou se aparta um
cabello, um palmo, ou urna legua, e erro, a
tnfraccao, o crime, o mal ao prximo, a socieda-
de e a si, maior ou menor, mais ou menos gra-
ve, segundo o grao desse desvio.
E' a primeira lei da natureza humana, de toda
aa tu reza animal, buscar o prazer. fugir de dor;
at a de toda a natureza orgnica, porque se
ao vegetal falta o sentimento da
COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 16 de Janeiro de 1889.
Pencas transaeces no mercado de cambios.
Na Bolsa foram negociadas 50 aeces da Com-
panhia do Beberibe. com o premio de 60 % e 37
lettras hypothecarias com o premio de 5 "/,.
Foi vendido um lote de algodao.
Cambio
Os bancos mantiveram anda no balco a taxa
de 27 i/1, apparecendo poneos tomadores
Em papel particular effectuaram-se transac-
ces a 27 II'16.
Mercado firme.
No Rio foi colado o papel bancario a 27 1/1,
sendo offerecido pouco dinciro.
TABELLAS AFFIXADAS
edo pra-
qtnto
seen-
. torra, tomo na que'est fra della,
n'agua ou no ar, ) que mais aprc-reita a seu des-
envolvimento, ;ua vida.
Nio o prazer ou a dor norma de conducta, e
portanto nao o motor de todas as acefies huma-
nas, como em contrario o afflrmou Bnethan, e
como o da natureza animal. Mas essa lei tao
imperiosa no homem, como no animal, sendo
nefie s coutida pela lei moral.
Toda a lei, pois, civil, ou propriamente moral,
tem por fim cont r o homem na dr ou contra o
alcance de um prtuer que elle peder ter se nao
respeitasse o seu preceito restriugindo essa lei
universal, esse principio.
Todo o acto do Jiomem em obediencia le mo-
ral, em resistencia lei de sua natureza.
um sacrificio, produi-lhe urna dr, ou o conser-
va ne la, urna virtude. Assim produz dr a
continencia de todo o desejo, cuja satisfaco nos
daria um prazer: ou nos deixa nella se o con-
temos para nao infringir um preceito moral ou
civil.
Assim permaneceremos na dor da fome se, em
obediencia lei niio tomamos o pao alheio, ou
o fructo pendente da arvore que pertence a ou-
trem.
Assim o respeito de todos os mais apetites e
desejos, cuja lei geral cada um respeitare abs-
terge, at do desejo, do que alheio, a respeito
de todas as cousas, contentaodo-se com o que
seu e disto mesmo usando do modo que a lei ci-
vil e a moral prese rev.
Se sempre da natureza humana a lei de bus-
car o prazer e fugir da dr, como se sujeitar o
homem dr, a nao ser pelo temor de outra
maior, como abster-se do prazer, a nao ser pela
esperanca de outro maior, e ainda mais pelo te-
mor-de muito maior dr mais remota.
E' por isto que nao ha lei sem sanccSp, porque
sem ella nao se conten o homem.
Nao que o homem a cada um de seus actos,
a cada movimento de seu dedo, esteja visando o
mal ou o bem que lhe advenha; mas que pela
educacao o homem forma a sua norma de condu
cta, a educacSo sem a qual elle seria como qual-
quer bruto, qualquer lera, at onde chegassem
as suas forras.
E a educacSo tanto mais polida e proveitosa,
quanto mais humanos e equitativos sao os pre-
ceitos com que ella desde o principio, forma-
da e com que se alimenta a alma at o ultimo
dia da vida.
Assim o digo, porque a educaco nunca se aca-
ba, a moral, como a educacSo em todas as cou-
sas, em todas as artes.
O bomem mais perito em qualquer arte, pas-
sados lempos sem a praticar, a esquece e at
perde o geito de usar della.
Na educacAo moral isto se da mais que em to
das as outras; porque, embora as suas regras e
os bons hbitos ni que foi cujtivada e se cultiva
sempre a alma, o seutimento educado, ha mil
mouvos de apetites de todos os gneros que de
todas as partes se offerecem para tentar o ho-
mem, que s sao desprzeados pela alma fortifi-
cada pela educacSo na conducta do dever, no
respeito da propria dignidade.
Mas como educar o nomem desde a infancia
na continencia de todos os desejos que sSo fra
da esphera dbs seus direitos, no respeito de tudo
que conduz ordem social e liberdade dos ou-
tros, sem o temor da punicSo, sem a esperanca
do premio portodas as aeges virtuosas T
E, como, se as leis da sociedade nao bastam
para conter, se a sua punico falla tanto, se os
premios na sociedade nao sSo para a virtude,
mas, ao contrario, se ella a que menos e quasi
nunca remunerada se faz; se nSo fra a espe-
ranca na vida futura, se nSo forem as penas
d'alm d'esta vida, o que conteria o homem no
sacrificio da virtude t
Se nao fra a religio, se nSo fra urna ver-
dade a vida futura, quem sustentarla sua edu-
cacSo na virtude, quem em aperlados transes da
vida se manteria na altura da dignidade de ho-
mem ?
E sem a religio, sem o Christo, filho de Deus,
que em seu nome veio prometter virtude o
co, ao sacrificio pelo bem alheio, e ao vicio, ao
crime o inferno, o que seria a virtude, a digni-
dade, a ordem social ?
E se a ordem social s o com a religio, c
se s a de Jess com a fraternidade conduz u li-
berdade, dignidade igual para todos os ho-
mens, dignidade da mulhcr a mais subida elc-
vacSo do ser crea a sua religiSo, o co e o inferno a verdade in-
teira ?
E vem um tolo e diz que a civilisacto ainda
racao ViiBflBTV S^^^^t*0^.
combatiendo toda a religio como ttm* IIHs .
e um afamado fazendo Christo galanteador de
Magdalena e da Samaritaua I
E sao litteratos, e sSo os homeus do progresso
que querem sem religio e sem lei, metter todas
as bellas, como em um grande maracat, urna
immensa bacanal no coracSo de todos os galan-
teadores como efies.
Cambio sobre Santos, 30 d/v. com I 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre S. Paulo, 60 d/v. com 2 0/0 de
descont.
Cambio sobre Londres, 90 d/v. 27 i/2 d. por
t, do banco.
Lito sobre dito, a vista 27 1/4 d. por l, do
banco.
Cambio sobre Par?, vista 348 rs. o franco, do
banco.
Na Bolsa Venderam-se
3 aeces da Com panhia do Beberibe.
24 letras hypothecarias com juros.
13 ditas idem.
O presidente.
Candido <:. 6. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Alg Houve vendas do de Io sorte do sertfoa6130
por 15 kilos.
A exportaco, feita pela alfandega neste mez
t o da 14, subi a t.882.949 kilos, sendo----
i.867.600 para o exterior e 15.349 para o inte-
rior.
Vade retro Stttanaz.
Paremos aqu por boje que eslo ja estas no-
tas mnito tongas. ___
Recife, 8 de Janeiro de 188.
Alfonso de Albtk/Htrpu' Mello.
---------:
Para oombater o lymphatiamo, o ozagre,
as erupjoes da pelle das creaucas pallidas,
debis e delicadas, para impedir o enfarte
das glndulas do pesclo, dissolvel-as, e
excitar o appetite, o Xarope de Rbano
iodado de Grimault A C, c reoeitado por
todos os mdicos, em lugar do xarope an-
tiescorbtico. E' um.depurativo excellen-
te, tendo por base o sueco do agrto, e
sendo, por isto, preferivel aos preparados
de iodureto de potassa e de iodureto de
ferro.
0 Peiloral k Canbar
De 4. Alvares e ares
Sempre foi, e ser o principal remedio
para as molestias da laringe, bronchite os
pulmSes.
A bronchite, asthma, molestia do peito,
rouquidao, coqueluche e qualquer toase alo
perfeitasiente curados, com o veijladeiro
remedio Peoral de Cambar, de S.'Soa-
res, approvado pela Exma. Junta Central
de Hygiene Publica do Brazil, premiado
com duas medalhas de ouro, e rodeado de
valiosos attestados mdicos e de innmeros
de pessoas curadas, tanto nesta provincia
como em outras do imperio.
Procos : frasco 2$500, 1/2 duzia 13*5,
duzia 241000.
Eaa ea*a tesiie*
FRANCISCO MANOfiL DA SILVA & C
23 EA MABQUBZ DE OLIHDA 23
Pernambuco
Factos e mais factos
Os tactos fallam mais alto do que as
palavras e isso a razJto do proloquio
latino Res non verba(contra factos nSo
lia argumentos).
Eis a prova :
Hlm. Sr. J. Alvares de Souza Soares.
Convencido por urna brilhante cura ope-
rada em minha mulher, que havia onze
mezes estava soffrendo de urna bronchite
impertinente e do peior carcter, de que
o Peitoral de Cambar, composic^o de V.
S., se pode considerar o melnor e o mais
seguro especifico at hoje conhecido para
combater as molestias dos orgaos respira-
torios, apresso-me, a bem da humanidade
soffredora, a attestar-lhe o tacto occorrido
em minha casa, afim de tornar mais co-
nhecido, se isso possivel, o seu excellen-
te Peitoral de Cambar, qne considero
urna descoberta de magna importancia
para a cura de taes molestias. -.
t Minha mulher aeha-se 'pei-fertamente
restabelecida de sua grave enfermidade,
com uso de quatro vidros de Peitoral de
('ambara, tendo antes experimentado, sem-
pre inultimente, talvez cincccnta remedios
diversos.Sou, etc.
tjoaquim Soarea Gome*.
(Vice-consul de Portugal, Franca e In-
glaterra, em Panmagu.)
Este importante preparado vende-se nao
s, em casa dos agentes Francisco Manoel
da Silva 4 C, ra Mrquez de Qlinda
n. 23, como tambem, em militas outras
pharmacias e drogara ao prejo de 2>500
o frasco.
Collegio Parthenon
S Ruido Hopei 8 *
O director leste coflefio jfs^** *"i
pas de seus aiomnoB ao pubnco en ge-
ral que as aulas comecarSo a fiinccionar
a 7 do corrente mez.
Recife, 3 de Janeiro de 1989.
O director,
Ovidio Alces Maiiaya.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectoro Geral de Hy-
fiene PubUca do Rio de Janeiro em 20
e Julho de 1887.
Este depurativo de grande eflicacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senboras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac-
commeltidas da terrivel molesti beriberi.
MODO DE USAR
Os adultos tomarao quutro colneres das de
sopa pela manha e quatro noite. As criancas
de 1 a S annos tomarao urna colber pela manha
e outra noite, e os de 5 a 11 annos tomarao
duas colheres pela manba c duas noite. De-
verao tomar banbos fri ou momo pela manha e
noile. Resguardo regular.
Encontra:se venda na drogara dos Srs.
Francisco Manoel da Silva & C, roa Mrquez de
Olinda n. 33 e pharmacia Oriental roa Estri-
la do Rosario n. 3.
0 autor deste preparado pode ser procurado
na ra do Barto da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicarSo
que for precisa.
NUMERO 30
Declaro que tendo feito uso .do medicamento
que se denominaAngelinoe que preparado
pelo Sr. Angelino dos Santos Andrade, tirei del-
le os melhores resultados. Sonra de graves
incommodos de estomago, com resfriamento pe
riodico das extremidades e foi-me bastante to-
mar duas garrafas do referido medicamento para
ficar completamente restabelecido d'aquelle rn-
commodo. Eis o que devo asseverar por amor
verdade e gratidao para com o mesmo Sr. An-
drade.
Recife, 2 de Dezembro de 1886.
Manoel Joaquim Pereira.
NUMERO 31
Pernambuco, 2 de Janeiro de 1883. Illm. Sr.
Angelino Jos dos Santos Andrade.Tendo sof-
frido horrivelmenlc por espago de 6 annos de
rheumatismo agudo e diversos incommodos mo-
tivados por agglomeracao de sypliilis e espe-
cialmente pela impureza do sangue, pois que,
depois de ter esgotado os recursos da sciencia
medica, por quasi a totalidade dos facultativos
desta cidade, sem resultado al?um e vendo me
quasi completamente inutilisado resolv ?a con-
sellios de alguns amigos fazee uso do Elixir
por V. S. preparado e quando acabei o uso da
segunda garrafa j haviam desapparecido as n-
chagOes e dores cruciantcs, que anteriormente
soffria, e sentindo to portentoso allivio, resolv
continuar o uso do raesmo EKxir at que
completei seis garrafas que deram uuf resulta-
do completo, hoje levantme grecas a Deus por
haver tao importante medicamento nico que me
poderia collocar, como me ado presentemente,
gozando a mais perfeita saude, robustez e ex-
cellentes disposicOes em todos os sentidos da
vida physica.
Pue V. S. fazer o uso que lhe convier d esta
minha carta, e mais agradecido serei, querendo
V. S. dar conhecimento da importante cura em
mim obrada pelo seu prodigioso Elixir
aquelles infelizes que como cu existem entre-
gues ao soffri ment, tendo como nico recurso
o referido medicamento por V. S. preparado, c
por tudo quauto expuz juro pelo qu ha de mais
santo ser a pura verdade.
Sou com a maior estima De V. S- amigo,
criado obrigadissimo
Ramiro Antonio da Costa.
NUMERO 32
lllm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Tendo soffrido mais de um auno de dartros na
perna diruita e todo este tempe- tratei-me cora
tres mdicos c dous pharmaceuticos, Drs. Alce-
biades Vt-lloao, Eraestfl Tavarcs e Anillas Boas,
phasaaceuticos Bitwnteuvt e Joaquim Ribeiro,
todos inco habalisades" proflssionaes, porin
(ouroi
Cota-se os salgados a 390 ris.
Aguardeate
Mantem-sc a cotajo de 70*000 por
480 litros.
pipa;
de
As entradas veril cadas at a data de hoje so
oem a 10.354 saccas, sendo por :
Barcacas..... 1-165 Saccas
Vapores..... 192
mmaes 3.054
Via-ferrea de Caruar. 320
Via-ferrea de S. Francisco. 349
Via-ferrea deLimotiro 5.274
Somma.
10.354 Saccas
Assnear
- %lcool
Ultimas vendas, 125*000 por pipa de 480 li-
tros.
Me
Cota-se a 30*000 por pipa de 480 litros.
Pauta da alf aadega
snuiu m 14 a 19 de Minuto o* 1889
Vide o Diario de 12 de Janeiro
----- f
A avos earga
Barca norueguense Prmcessen> para Estados'-i-
dos. .
Barca norueguense Eliezer, para Rio da Prata.
Brigue portuguez Cakida, para Lisboa e Porto.
Brigue portuguez Armando, para o Porto.
Lugar americano Waittr ScanuU, para New-
York.
Lgat americano Arthw jp. Wade, para Estados-
Unidos. i
Patacho inglez Peagie, para Mentevido.
Vapor inglez Explorer, para Liverpool.
resiabeicaao, deliberei tomar o seu Elixir
depurativo > que no fim da segunda garrafa
senli mefliora, tomci a terecira a melhora conti-
nuou, tomei quarta e quinta considerei-mc bom,
tmei mais tres garrafas (ao lodo 8 garrafas)
Ondas as quaes acliei-ine restabelecido de tudo,
gozando perfeita saude.
Garanto-lbe, sob minha palavra que, o que
veuho de dizer-lhe a pura verdade.
Fago votos para qu o amigo continu a 'ter
resultados iguaes ao meu e pode fazer o uso
que lhe convier desta carta.
De V. S. amigo atiento e obligado
Raymundo Lino dos Santos Gouveia.
Recife, i de Junho de 1882.
NUMERO 33
lllm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade
Estando eu soffrendo ha um armo pouco mais
ou menos de uina erupco de pelle e tendo to-
mado alguns medicamentos sem resultado al-
gum, a conseibo de um amigo meu lancei mao
do seu santo e maravilhoso Elixir com
duas garrafas liquei completamente restabeleci-
da e para ser una cura radical resolvi conti-
nuar com este maravilhoso Elixir podendo
fazer uso que melhor lhe approuver.
Recife, 26 de Junbo de 1882.
Tbomaz Fernandes da Cunha Jnior.
Estavam todas selladas e reconbecidas as Cu-
mas.
(Continua.)
-------------^-------------
IV, 1H
A|ua Florida de Marrar e Muan
Atravs de toda a America Hespanhola, desde
o norte do Mxico at ao Estreito de Magalhaes.
este perfume tido e considerado como a agua
aromtica mais Una e delicada.
As senhoras brazileiras, nao s della fazem uso
como o mais delicioso perfuma, mas sim tambem
habitualmenle o usam u'uina forma de diluigao
como um excedente mcio para alvejar e conser-
var os denles e dar um suave e agradavel gosto
ao paladar.
Servindo de modesta c agradavel advertencia,
recommendamos aos senhores, que a mesma usa-
da debaixo desta mesma forma, ehaveudo salpi-
cado seu fato, isto depois de haverem gosado as
deliciosas famagas d'um bello charuto de Havana,
os torna prescnlaveis na presenta e sociedade do
bello sexo.
Aquelles do sexo barbudo e que tem urna
pelle delicada, acharara com o maior prazer, que
esta agua urna verdadeira luxuria usada depois
de haverem feilo a barba, que ella faz dissipar
toda a ardencia do rosto.
Como garanta contra as falsilicagcs obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp ve-
nliara estampados em letras transparentes no
papel do vidrinho que serve de envoltorio cada
garrafa.
Acha-sc venda era todas as boticas e lojas de
perfumaras. .
_-------- -------------
Festa de Nossa Senhorada
Escada .
O abaixo assignado roga aos seus dignos
parochianos a fineza de enviarem as es-
molas que destinara para a festa da pa-
droeira ao lllm. Sr. Dr. Aquilino Gomes
Porto, em cujo poder serao depositadas
at que se preencha a somma indispensa-
vl para fazer face s despezas da mesma
festa cujo prograrama ser opportunaraen-
te publicado por esta Diario, poupando. as-
sim o grande trabalho que ]jezar sobre a
commissao se por ventura for obrigada a
percocrer a freguezia em busca dessas
mesnias esmolas. Manifesto-lhes desde j
sincero agradec ment.
Cidade da Escada, 14 de Janeiro de
1889.
Vigario Francisco Raymundo da Cunha
Pedro$a.
--------------^-------------
Curso preparatorio
Esmeraldino O. T. Bandira lecciona em col-
legios e casas parliculares, as materias segra-
les : portuguez, francez e inglez (pratica e theo-
ricamente), arithmetica c geographia.
Pode ser procurado a ra do Imperador n. 38,
2. andar.
Festa de S. Severino Martyr
Elias Baptista da Silva Rapos e Candido de
Barros Wanderley tendo aberto um restaurant
e hospedara em um grande barraco.flo enge-
nto Ramos d'esta freguezia de Pao d'Amo, em
frente plataforma da estrada de ferr do Li-
moeiro, onde paran os trens ordinarios durante
as novenas c festa do milagroso martyr S. Seve-
rino ; e achando-se era companhia de suas fami-
lias, offerecem ptima hospedagem as Exmas.
familias, que o quizerem honrar, comparecendo
ao seu provisorio estabelecimento.
Garantem commodos para familias, asseio e
muito respeito c ordem, assim como declara tes
um pessoal ptimo para o bom desempenho da
importaste c apreciavel arte culinaria, promet-
iendo preparar, com asseio e proinptidao, e a
contento dos seus honrados freguezes: almogos,
juntares, ceias, lunchs, etc., fornecendo bons
vinhos, licores, cerveja e outras muitas bebidas,
que Be encontraro expostas venda; tudo por
pregos bem rasoaveis.
Espera, pois, que durante as novenas e'festa
do milagroso Santo Martyr, as Exmas. familias
nao deixarao de, ao deaembarcarem do trm, vi-
sitar logo o referido estabelecimento onde en-
contraro, ao transporem o limiar da porta prin-
cipal, muito respeito. agrado e sincerfdade.
Pao d'Alho, li de Janeiro de 188.
Elias Baptista da Silva Ramos.
Candido de Barros Wanderley.
Leonor Porto
?
no
Pregos 73 caixas a Prente Vianna C,
a G. de Mattos Irmos.
Plvora 200/4 a W. Halliday C, 200 a G. de
Mattos Irmaos.
Rolhas 6 barricas ordem.
Tratas 26 barricas e 2 caixes a G. Mortins
Vasilina 1 caixa a G. Martin-.
Vidros 5*J grades a ordem.
Os precoj pagos ao agricultor, por 15 kilos^ se-
gundo a Associago Commercial Agrcola, foram
os seguintes:
Brancos..... 2*000 a
Someno..... 1*600 a
Mascavado purgado .
bruto. 1*200 a
Rtame *900 a
2*400
1*700
1*300
11300
1*000
Colonia Isabel
Branco 1*
2'
3"
Someno ,
Mascavado
Usina Pinto:
Branco 1"
2"
Someno
Mascavado .
' A'avlos descarga
Barca portugueza frica, carvo.
Barca ingleza Beltrees. bacalhe.
Barca portugueza Novo Sileucio, varios gneros
Barca norueguense Frida, carvSo.
Barca norueguense Frkyaf, carvo.
Barea noruaguense Professor, madeira e breu.
Brigue ingles C utha, bacalho.
Brigue dinamarquez Catharina, varios gneros.
Brigue sueco Pepsta, carvo.
Lugar americano H, di J. Blendeinimart, farinhu
de trigo.
Lugar inglez Fforence, bacalho.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
Barca ingleza Saberina, entrada de Montevideo
em 15 do corrente, e consignada ordem. ma-
nifestou:
Farello 6,101 saceos a Souza Basto, Amorim
*c- "
Lugre inglez Ckutha. entrado de Terra Nova
em 16 do corrente. e consigpado a Blachburn
Needhann C, manifestou :
Bacalho 3,000 barricas c 1,82 1/ ditas aos
consignatarios.
Vapor nacional S. Francisco, entrado dos por-
tos do norte em 16 do corrente, e consignado a
Companhia Pernambucana, manifestou :
Algodaem rama 78 saccas a Borstelmann *
C., 74 a Mtira Borges.-* l
Cera de carnauba 10 saceos a H. Lundgren
uc. .: .
Conrps^lgados seceos 53 a Adolpho Hirsch,
18 a JosFeij d/' Albuqiierque.
Esteiral80 molhos a Pereira Carneiro & C.
l'elle*ps cabra .12 fardos aos mesmos, 32 a
*b Wm\ C, 12 a Adolpho Hirsch.
Velas 11 caixas e Joaquim Fclippe de Aguiar.
Aula mixta particular
.V rna Xova da Prala (aligo
caes do Ramo* a. S* 1* andar
LUtu do curso primario que aeha-se
aberto desde o dia 14 do corrente, lecio
na-se as seguintes materias : portuguez,
francez e piano. O honorario dos alumnos
regultdo da seguinte forma : os d aula
primaria, 2W00 cada um ; os de portuguez
e francez a 4jJ000, e os de piano a5<5000
com direito a oito IicSes mensaes.
Ra Larga lo novarlo m.
2 andar
Contina a executar os mais dif-
ficeis flgurinos recebidos de Lon-
dres, Paris, Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima cm perfeigao de costuras,
em brevidade, modicidade em pre-
gos e fino gosto.
G. LAPORTE
Rna.*de Marcon.25-1* auto
AGENTE DA
coorsmivA nimia .
K KEPSESEMTANTE
las mais afanadas fabricas
francezas
Recebe encormnendas de qualquer arti-
go ; condicoes vantajosas.
Vas urinarias, molestias do tero,
operacSes elctricas
-::. emos siTisrcora:
ESPECIALISTA
" com pratica de parh r Londres
Estreiameutcs da uretra curados ra-
dicalmente pela eleclrolyse, sem dr ;
hydroceles sem injecg* {cura radical);
feridas c ulceras eh ron cas. com garan-
ta de cura rpida; pedras da bexiga,
fistulas e hemorrhoidas: syptilis, go-
norrhas, pelo methodo das'instillacoes;
molestias da garganta e do peito pelas
athmospheras medicamentosas. Con-
sultas c operacos das 12 as 3 horas,
ra do
MRQUEZ DE OLINDA N. 34,2' ANDAR
newidenda na Torre
I
I
I
Cirurg*io Dentista
DR. ROBERT P. RAWLDSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na ra Io de Marco n. 20, Io andar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
Para Santos, 8. Guimaraes A C. 200 saceos
com 12,000 kilos de asacar branco e 400 itos
com 24,000 ditos de dito mascavado ; A. Labille
500 saceos com 30,00 > kilos de assucar branco e
500 ditos com 30,000 ditos de dito mascavado.
Para Rio de Janeiro, A- C. da Silva 130 pipas
com 62,400 litros de agurdente.
No hiate nacional Ramha dos Anjos, rrega-
ram :
Para Naial, Fernandes & Irmao 220 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcaca Flor de Marta, carregou :
Para Mamanguane, A. da Silva Carvalo 20'
saceos com 500 kilos de fio de algodao.
Na lancha Luso-Brasileiro, carregou :
Para Macei, F. O. Nunes 5,000 litros de sal.
2400
2^300
1*700
1*340
OFFICIAES DA JUMTA DOE COR
RECTORE
, 16 di Janeiro de J989
amia do Beber
A exportago, feita pela alfandega. ueste mez
al o da 14, attingio a 8.304.071 kilos, sendo
3.610.682 para o exterior e 2 603389 para o
interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a 130.610 saccas, sendo por:
iji
Barcacas.
Vapores.....
Anunacs
Via-ferrea de iruart
Via-ferrea de 5. Fran
.Via-fer rnoeiio
13.284 Saceos
*5| cada cuna
6.870
8.011
30.625
19.829
JL619
IaaporiacSo
Brigue dinamarquez Cathritu, entrado
Hamburgo em 13 do corrente, e consignado,1
Ramos Geppert A C, manifestou :
.llvaiade de zincoll barricas a G. Marlius
2*400 Arroz 6 saceos a ordem.
2*i00 Amostras i caixa a G. Martins.
2*000 Aduellas e tampas 14 atados ordem.
1*800 Arcos de Trro 9 feixes ordem.
1*300 Biter o caixas ordem.
Barras de ferro 3,600 aos consignatarios.
Barris vasios 9 ordem.
Cimento 100 barricas a Machado Lopes-* Ql
200 aos consignatarios, 490 ordem..
Cerveja 200 caixas aos consignatarios.
Carvo de pedra 20 toneladas ordem.
1 Crv.im 1 caixa aos consignatarios
Espoletas i. etixas aos mesmos.
Gar.-afoes vasios 1,001 a Carvaiho&C.
Gomma laca 1 caixa a G. Martins.
Mercadorias diversas 13 volumes aos
g na tartos.
Oleo 6 barris ordem.
Piano 3 caixes a H Vogeley.
Ptxi'ra de losa 3 caixoes aos mesmos
Pertences para barril 1 cafxa ordem.
P pieto l caixa a G. Martins.
PnmsGes 23 caixas ordem.
Pimenta 30 saceos aos consignatarios.
Pbosphoros 10 caixOes a Pereira Cara^
C, 125 aos consignatarios, 20 ord
P ipel 2,400 pacotes aos consigoau.
i:\portavao
BEC1FB, 13 DE JAIEBO de lt9
Para o exterior
No vapor inglez Explorer, carregaram :
Para Liverpool, M. J. Villaca 4 barricas com
1,000 kilos de cobre velho ; Borstelman & C. 22
fardos com 4,389 kilos de algodao,
No vapor inglez Paraense, carregou :
Para New-York, J. H. Boxwell 69 saceos com
3,175 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Mytilene, carregou :
Para Londres, C. P. de Leraos 40,000 kilos de
carocos de algodao.
No lugar americano Arthur, carregaram :
Para New-York, F. Casco & Filho 3.00D sac-
eos com 223,000 kilos devssucar mascavado.
No brigue portuguez Cacilda, carregaram :
Para o Porto, J. S. Loyo & Filho 1,025 saceos
com 71,750 kilos de assucar mascavado. .
Para o interior
Na escuna norueguense Reform, carrega-
ram :
Para Rio Grande do Ful, Viuva de M. F. Mar-
ques 4 Filho 831 saceos com 26,230 kilos de
assucar branco e 50 ditos com 3,730 ditos de
dito mascavado ; A, Guimarae3 550 barricas
com 40,052 kilos de assucar branco.
No vapor arfntino Alba, carregaram :
Para Rio de Janeiro, J. M. da Costa Carvalho
O pipas com 9,600 litros de agurdente ; M. M.
deOliveira 230 pipas com-110,400 litros de
agurdente e 20 ditas com 9 600 ditos de alcooi.
No yapor nacional Maranhao, carregaram :
Para Rio de Janeiro, Jos de S 229 saceos
com 13,740 kilos de assucar branco e 571 ditos
com 34,260 ditosjde dito mascavado ; J. L. de
Barros 20,000 coeBS, fructa.
Para Baha, M. B. de Arauo 2 caixas com 120
de doce ; J. G. da unha.Pern 2 barricas
160 kilos de doce : E. C. Beltrao & Irmao
10 barricas com
-lucar branco.
Jknpor francez Vffle de Otar, carrega-
Dinkelro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Maranhao
Macei
Rio de Janeiro
para:
16.000*000
16.9683600
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia & ra da mpe-
ratriz n 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manli.
Chamados (por escripte) qualquer hora.
TELEPHONE S. 22Q
18 ditos de suinos a 700 ris 10 ditos de fressuraa a 600 ris 8 talhos a 2* -1 dito a 1* A Oliveira Castro & C.: 54 talhos a 1* Rendimento do da 1 a 14 do cor-rente m 12*600 6*000 16*000 1*000 54*000 193*420 2:767*980
llemlinicntos
MEZ DE
Alfandega
pblicos
UNia)
Renda geral:
Do dia 2 a 13
dem de 16
Renda provincial
328:380*129
23:701*020
Do dia 2 13
dem de 16
79:091*049
3:383*648
552:08'133
84:674*697
Somma total
seccid da Alfandega,
636;75o*832
16 ne Janeiro
Segunda
de 1889.
O thesoureiro Flerencio Domingues.
O chefe da scela -Cicere B. de MeDo.
Foi arrecadado liquido at hoje 2:963*400
Presos de dia:
Carne verde de 400 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis idem.
Suinos de 560 a 640 reis idem
? arinha de 400 a 560 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
l'eijao de 800 a i *20 > idem.
Matadouro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 75 rezes.
Sendo 57 pertencentes a Olivoira Castro &
C; e 18 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE JANED30
Sul........... Para............. 17
Europa....... Elbe.............. 18
Europa....... Hantburg.......... 19
Sul........... Buenos-Ayres...... 19
Sul........... La Plata.......... 20
Norte..
Sul.....
Alagos
Mandos
24
27
Recebedorla
Do dia 2 a 15 14:083*796
dem de 16 704*937
eral
14.790*753
Reeebedorla provincial
Do dia 2 a 15 79:124*389
dem de 16 233*841
Recife Drainage
Do dia 2 a 15 3:035*597
dem de 16 638800
79:358*230
3:674*397
. Vapores a sabir
MEZ DE JAXEIRO
Santos e esc.. Ville dd Cear..... 17 as
Norte........ Par............. 18 as
Buenos-Ayres. La Plata.......... ao as
h.
b.
h.
Mercado Municipal de
O movimento deste mercado no
neiro foi o seguinte : .
Entraram :
201/2 bois pesando 3,866 kilos sendo de Ob-
ra Castro C, 12 e 8 1/2 de particu-
lares :
Tol kilos de peixe a 20 ris
95 cargas de farinha a 200 ris
3 ditas de fruclas dive.sas a 300
ris
^BWbleiros a 200 ris
' 12 suinos a 200 ris
12 matulos com legumes a 200 ris
Foram oceupados :
27 columnas a 600 ris
1 escriptorio a 300 ris
23 compartimentos de fariuha ti 900
ris
23
81
. Jom
lia 13 de Ja-
7*020
19*000
*900
200
2*400
2*400
16*2001
.".00
12*300
Movimento do porlo
Navios entrados no dia 16
Cear e escala71/2 dias, vapor nacional S. Fran-
cisco, de 382 toneladas, commandante Francis-
co Alves da Costa, equipagem 30, carga varios
gneros ; a Companhia Pernambucana/
Terra Nova-30 dias, lugar inglez Clutha, de 243
toneladas, capito O. G. Joyci, equipagem U
carga bacalho; a Blackburn Ncedham 4 C. '
Havre e escala20 dis, vapor francs Vitie de
Cear, de 1,699 toneladas, commandante E.
Lainey, equipagem 41, carga, varios gneros:
a Augusto Labille.
Cape-Town26 dias, patacho americano Wau-
bun, de 491 toneladas, capito C. \V\ Wilob,
equipagem 10. emlastro; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Estados-Unidos Barca norueguense Ard'/k',
capito P. Hausen; carga assucar.
Estados-Unidos -Barca ingleza /. Watter Scam-
mett, capito F. C. Felanc; carga assucar.
New-York c escalaVapor inglez Paraense, coni-
mandaute G. F. Sidebothen; carga varios
eros.
Cuba Lugar- uiuenctao IJostpIine^ capito C.
browns; em lastro.
Porto AlegreEscuna brazileira Macah, capilo
PorQrio P. da Costa ; cara a assucar.
Ro de Janeiro e escalaVapor brazileiro Mara-
nhao, commandante Pedro Hyppolito Dua,rte;
carga rarios igeneros.
Araca|n-e escalaVapor i
mandante Alcides .\I> 'i> .
carga
"Carga baca:

i
*.
r.r

La.


Diario de Pernambuco---Quinta-fieira 17 de Janeiro de. J 888
do Diario de Pernambuco
DE
DKLARigOES
Thesouraria de Fazenda
BAS BELLAS BLKOfiBAPHIAS
O CHRISTO DE VELAZQUEZ
e sao
tas preciosissimas oieographias medein 88 cntima
exacta dos originaes, das obras dos grandes nintores hespanbes Vclazques e M
lo esta sociedade poupado gastos nem sacriflci
centmetros de alto por 61 de largo.
spanbes Vclazquez e M
cios para apresentar duas copias dignas
Estas
una copia .
nao se tendo esta sociedade poupado gastos
d'aquellas grandes celebridades artsticas. .......
Nem mais una palavra diremos em seu elogio, pois que o publico j soube julgar do m-
rito destes quadros cujos magniOcos PENDANTS temos exposto na Traria F. P. BouTitreau, na
ra dO Imperador p. 46. .
Apezar da importancia destas obras, flzemos urna combinacao em obsequio aos ws. as-
signantes deste Diario para que possam obter ao preco reduxidiasimo de JlsoO cada urna, ou
seta urna quarta parte, apprcximadamentc, do seu valor, sendo indispensave! para sua acquisicao
a aprescntaco do cupn junto, que se deve cortar e levar se, at ao dia 21 Enero, en la dita li-
vraria F. P. Boulitreau, 46Imperador.
OH CIPOX
Aprescntar-se em la
livraria F. P. Bouli-
treau, succcssor de G.
Laport & C, ra do
Imperador a 46.
Diario de Pernambuco
VAIJDO ATE' 21 ENERO PXMO.
Valido para... -xempl.-O t Hrinlo
... A Vlrcem
.Vpreseutai---e em la
livraria F. P. Bouli-
treau, suceessor de G.
Laport 4 C, ra do
Imperador n. 46.
Dr. Eduardo Silveira
De volta de sua viagem Corte, contina
no exercicio de sua profissao
Coasvltorio na do 1 mperador
n. 4*
Residenciara da Aurora n. 47
tone n. 266
Teleph
CRTESE ESTE CUPN
Nota eleographia scm apresentaco deste cupn vale 15*000.
OutraPrevine-se aos Srs. assignantes que, passado o dia 21 Enero nao terto direito a
nenbuma reclamacao, por ser este praw mprorogavef
Transcripto do Jornal Offi-
cial de 11 de Setembro de
1888.
inspectora eral de Higiene
Em virtude do que dispde o art. 66 do
regulamento que baixou com o decreto n.
9,554 de 3 de Fevereiro de 1886, a Ins-
pectora Geral de Hygiene faz publico pelo
praso de oito das, que o cidadao Alfredo
de Barros lhe dirigi a seguinte peticao
com documentos que satisfazem as exigen-
cias do art. 65 do citado regulamento:
Alfredo de Barros residente na villa de
Floresta da provincia de Pernambuco,
vem de conformidade com o art. 65 do de-
creto n. 9,554 de 3 de Fevereiro de
1886, requerer a V. Exc. que lhe concoda
licenca para abrir urna pharmacia na mes-
illa villa, apresentando como prova de
suas habilitacdes os documentos juntos.
Nestes termos. P. deferiinento. E. R.
M.Floresta, 17 de Abril de 1888.
Alfredo de Barros. Sobre urna cstampi-
lha de duzentos ris.
E declaro que se nosse prazo nenhum
pharmaceutico formado lhe communicar
ou a inspectora de Hygiene da provincia
de Pernambuco a resolucao de estabelecer
pharmacia na citada localidade, conceder
ao pratico a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hygiene, 6 de
Setembro de 1888.
Dr. Pedro Affonso de Carvalho,
Secretario.
Oculista
Dr. Barreto Sainpaio, medico,
oculista, ex-chefe de clnica do
Dr. de Wecker, da consultaB de
meio dia as 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
BarSo da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Advogado
O bacliarel Jaronymo Materno Pereira de Car-
valho mudou seu escriptorio do n. 55 para o n.
85 a ra Duque de Caxias, entrada pelo neceo d
Congregacao.
Baiiiarel Antonio Wilrn-
m Pinto Bandeira
Pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, Io andar

Clnica nedico-cirorgiea
DO
Dr- Ferrelra
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Paria
Londres.
Consultas todos os dias (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio dia.
Pratica embalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
---------------?--------------
Curso primario e preparato-
rio
n. I, I an
Larga
do Ronurio
dar
Esto abertas as aulas deste curso desde o dia 8
Jo corrente mez.
O director,
Camerino Sobrinko,
MEDICO HOMEPATA
Dr. Balllia/ar da Silveira
Especial i dadefebres, molestias
das criancas, dos orgStos respirato-
rios e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Barao da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Institution Francaise de
Demoiselles
RA BARAO DE S. BORJA N. 50
As aulas deste collegio acham-se aber-
tas desde o dia 7 de Janeiro de 1889.
A directora,
G. Adour.
Collegio Meira
Ra da Imporatriz n. 63
Este collegio de instruccao prima;.
secundaria, cujas aulas se reabrirlo no
dia 7 de Janeiro corrente, offerece aos
pas de familias que o quiacrem honrar,
confiando-lhe seus filhos, todas as garan-
tas de moraldade, aproveitamento e bom
tratamento para os mearnos seus filhos.
O resultado dos- exames obtido, pelos
alumnos deste collegio, ser opportuna-
mente publicado, e em vista delle se ter
urna prova do interesse tomado pelo abai-
xo assignado pela applicacSo dos seus
alumnos.
Recife, 3 de Janeiro de 1889.
O director,
Ascencio Minervino Meira de Vasconcdlos.
Instituto Philomatieo
SS Vlscoode d Albuqacrque 33
As aulas deste estabelecimento de instruccao
estaro abertas do da 7 do corrente em diante.
O director,
OUnto Vctor.
de instruccao
primaria para o sexo masculino
Roa do Coi o vello n. 34
0 professor abaixo assignado, participa aos
seus amigos, e ao respeitavel publico, que abri
a sua escola na do Cotovello n. 34, onde edu-
ca e instrue a infancia pelo mais aperfeicoado
systema do Imperial Lyco do Ripde Janeiro.
Alumno interno
Meio pensionistas
Primeiras lettras
Msica e piano
Por cada um preparatorio
Ra do Cotovello
Senhora da
Collegio de Sossa
Penha
IKii.i da Aurora n. 31
As aulas deste collegio se abrirao a 7
de Janeiro e sSo. de : primeiras lettras,
portuguez, francea, inglea,geographia, mu-
sica, piano, desenho, bordados de varias
especies, flores, etc.
A directora,
Augusta Carneiro.
O ESQUELETO
Leuda Phantaslica de Olinda
t'M VOLCSIJ5 DE 200 PAGINAS
Ultima producecto do
Dr. Carneiro Vil ella
Vende-se as prineipaes livrarias d'csta
cidade e no puteo do Serco n. 4 escripto-
rio da Lanfer/w Mgica. -^Mr
30*000 mensaes
15*000
2*000
4*000
3*000
n. 34
Julio Soares de Aznedo.
Collegio de Santa Urna
Do dia 14 em diante contina a funecionar, es-
forcando se a sua directora, para bem corres-
ponder as esperanzas dos paes ou tutores dos
alumnos que lbe forem confiados, por meio de
urna educacao scintifica, moral e religiosa. Es-
pera-pois dos mesmos benvola proteceo.
Collegio de S. Miguel
Ra do visoonde de Camaragi-
be n. 53
Aos re8peitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo estabelecimen-
to de instruccao para o sexo feminino,
que abrir as aulas no dia 14 de Janeiro
de 1889.
A mesma promette aos paes que lhe
confiaren! suas filhas esforcar-se por lhes
dar urna educacao primorosa, solida, reli-
giosa e domestica.
A tratar, do 1 de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde as 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Mendonc,a
Medicamento! e rtico* ara Fer-
nando
De ordem do Illm. Sr. inspector; faco publico
que no dia 17 do corrente ser arrematado pe-
raotc a junta d'esta Thesouraria que se reunir
s 11 horas da maoha. o fornecjmento dos me-
dicamentos e artigos abaixo mencionados, para
a enfermara do Presidio de Fernando de Noro-
nha.
Murta em p, 500 gramnias.
Licopodio, 1,000 idem.
Pipi, 1.000 idem.
Funis de cautchnt sortidos. 6.
Papel para embrulho, 80,000 grammaa.
Rolhas sortidas, 0,000.
Oleo de Cajeput, 2,000 grammas.
Ole de Oliveira, 10,000 idem.
Oleo de amendoas dores, 12,000 dem.
Oleo de ricino, 12,0:10 dem.
Alcool a 36., 2o litros.
Alcool a 90., *5 idem.
Puntas de veado, calcinadas, 2,000 grammas
Em 7 de Janeiro de 1889.
O secretario,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
m virtude do que dispCe o art. 66 do
regulamento que baixou com o decreto n.
9,564 de 3 de Fevereiro da 1886, a ins-
pectora geral de hygiene fa2 publico,
pelo prazo de 8 dias, que o cidadao Cris-
po Correia Crespo, lhe dirigi a seguinte
pcti<;.to com documentos que satsfazem as
exigencias do art. 65 do citado regula-
mento :
f Crispo Correia Crespo, cidadao brasi-
leiro, residente na cidade de Santo Agos-
tinho do Cabo, provincia de Pernambuco,
provando com os documentos que junto
offerece a V. Exc. achar-so habilitado
para gerir pharmacia, de cujo servico tem
tonga pratica, e como nesta cidade s exis-
te urna dirigida por pratico, e a Illma.
cmara deste municipio jnlga de necessi-
dade a abertura de mais um estabeleci-
mento deste genero, por esta razSo c de
conformidade com o regulamunto que bai-
xou com o decreto n. 9654 de 3-de Fe-
vereiro de 1886, vem respeitosamente re-
querer a V. Exc. digne-se conceder a
8upplicante a respectiva licenca para, de
accordo com o citado regulamento abrir e
dirigir nesta cidade, ama pharmacia.-
Assim pede a V. Exc. deferiinento. E
R. M.- -Cidade do Cabo, J de Dezembro
de 1888.Crispo Correia Crespo.So-
bre urna estampilha de 200 rs. >
E declara que, se nesse prazo nenhum
pharmaceutico formado lhe communicar,
ou a inspectora de hygiene da provincia
de Pernambuco a'resolucao de estabelecer
pharmacia na citada localidade, conceder
ao pratico a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hygiene, cm 2 de
Janeiro de 1888.-0 oficial, Dr. Jos
Antonio Pereira da Silva.
Gabinete Portuguez
de Leitura
De ordem do Exm. Sr. Visconde da Silva
Loyo, presidente da commissao directora, con-
vido todos os sensores socios a reunirem-se em
assemblea" geral ordinaria, nos saldes do Gabi-
nete, domingo 20 do corrente, pelas 11 horas da
inanha, afim de apreciar o relatorio da actual
gerencia, e eleger nova administragSo.
De accordo com o preceituado no art. 40 dos
estatutos, a assemblea se constituir com qual-
quer numero de senhores socios presentes, e as
suas resjuebes produziro effeitos legaes.
Recife, 2 de Janeiro de 1889.
Dr. Jos de Albuqucrque,
Secretario.
Companhia PernambHeana de Na-
irgt*eH ASSEMBLEA GERAL EflnS!idLl
Con vindo resolver-se sobre o modo de nfuiv.
rar e augmentar o material da companhia, con-
voca a direcjo todos os Srs. accionistas para
nma reuniao de Assemblea Geral, que ter lugar
uo dia 25 do corrente, s 12 horas, na sede da
mesma companhia, e bem assim para tomar co-
nheeimento do acto de que trata o art 9o dos res-
pectivos estatutos.
Recife, 9 de Janeiro de 1889.
Manoel Joao de Amorim,
J%. Cmber,
Arthur B. Dallas.
Imperial Soriedaae da* Artluta -
rbaniroM e Librrne*
ELEICAO
De conformidade com o art. 50 dos estatutos,
e de ordem do nim. 8r. director, convido a todos
os socios que estiverem no goso de seus direiios
comparecerem na sede social domingo 20 do
corrente, s 10 horas da manh, aflu de fazer-
se a eleicao dos funcciqnarios para o correrte
anno.
Secretarla da Imperial Sociedade dos Artistas
Mchameos e Liberaes, 15 de Janeiro de 1889
Francisco da Costa Ramos,
1- secretario.
Pela inspectora d'esta
publico, que, nao tendo sido aceitas as segn
propostas que foram apresenladarpara forn
ment de gneros precisos guarda-mora,
Alfandega, se faz
lindas
orneci-
inento de "gneros precisos a guaroa-moria, du-
rante o exercicio de 1889, em virtude dos exces-
sivos precos n'ellas mencionados, pelo presente
novamente posto em concurrencia esse forneci-
mento, devendo 08" pretendenles apresentar suas
propostas em cartas fechadas at o dia 22 do cor-
rente mez.
3. Secco da Alfandega de Pernambuco; 16
de Janeiro de 1889*
Domingos Joaqun da
Ing'lez e francez
Cursos das 7 s 8 horas da manli" e das
5 s 6 da tarde: sua da Aurora n. 37,
Veneravel irmandade do San.
tissimo Sacramento da ma-
triz de S. Jos.
MESA GERAL
De ordem do irmo.juiz convido aos carissi
mos irmSos desta veneravel irmandade, para a
mesa geral que dever ter lugar no da 17 do
corrente, s 6 horas da tarde, neste consistorio,
para tratar-se de negocios tendentes a esta ir-
mandade.
Consistorio, 14 de Janeiro de 1889.
0 escrivo,
Manoel Ravmundo Carneiro Penn Forte.
Prazo de 8 das
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector da Alfan
dega e de conformidade com o disposto nos arts.
64o c 647 da consolidado das leis das Alfande-
ga?. sao citados, pelo presente edital, os inte-
ressados no bote e peca de lona apprehendidos
na noite de 9 do corrente, a apresentarem sua
defesa, testemunhas e documentps dentro de 15
dias, a contar da terminacSo do prazo do pre-
sente edital.
3. secgao da Alfandega de Pernambuco, 16
de Janeiro de 18890 chete,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Administracao dos Correios
de Pernambuco
Por esta administracao e em cumplimento a
circular da Directora Geral dos Correios, n. 106,
de 20 de Dezembro Ando, se faz publico para
conhecimento dos interessados o edital da mes-
ma directora abaixo transcripto.
Correio de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1889.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Directora ileral don Crrelo*
Edital
De ordem do Exm. Sr. director geral, e em
cuinprimento do disposto no art. do regula-
mento de 26 de Marco lindo, faz-se publico que,
no dia 1 de Fevereiro de 1889, vo ser postas em
circulacao as seguiutes formulas de franqua :
Sonre cartas selladas
0 sello fixo representado por urna moldura
formada por duas ellipses concntricas, tendo no
plano da menor a efugio de Sua Magestade o Im-
perador em relevo branco; no da maior, tambem
em relevo branco, as palavras Brasilno alto,
e o valor expresso em ris por extenso na parte
iuferior, e finalmente as extremidades do eixo
menor dous pequeos polygonos com o dito valor
indicado por algarismos.
O fundo da moldura as de 100 ris verde,
as de 200 ris preto, c vermelho as de 300
ris.
Cartasbilhete
O sello fixo do valor de 80 ris, impresso no
ngulo superior direita empresentado por um
rectngulo formado de areseos vermclhos, ten-
do cm una ellipse central a efligie de Sua Ma-
gestade o Imperador, encimada pela palavra
Brasil em lettras brancas, e tendo em baixo as
palavras ot/ena ris e sobre estas, em sentido
obliquo, o numero 80 de cada lado.
A' direita do sello v-se urna fita com as pa-
lavrasCartas-bilhete,tendo no alto urna serie
de 20 estrellas brancas em fundo vermelho, e
em baixo o distico: Neste lado s se escr'eve o en-
dereco. No ngulo iuferior direita l-se a pa-
lavra Brasil em lettras vermelhas.
Rilhetes postaes
O sello fixo do valor de 40 ris. O desenho
igual ao da carta-bilhete, com a diflerenca ape-
nas de ser azul, e ter na fita direita do sello
as palavras Bilhete postal, em vez d'aquellas
outras.
Cintas estampilladas
O sello fixo estampado e desenhado como os
das so re-cartas, com a differenca apenas na in-
dicacSo dos valores. E' roxo o fundo do sello
das de 20 ris, azul das de 40 ris e cor de lia-
vana das de 60 ris.
Sellos parajornaes
Estes sellos s&o maiores que os ordinarios, de
forma rectangular e cor de laranja.
No alto tem, em lettras brancas, a palavra
Correio e em baixo a Brasil. Em fita diagonal
l-se de baixo para cima a palavra jornaes, ten-
do de cada lado o valor em algarismo e a pala-
vra ris.
Divisao central da Directora Geral dos Cor-
reios em 15 de Dezembro de 1888.O sub-di-
rector, Jos Francisco Soares.
Escola normal
Matriculas
Por ordem do Dr. director e de confor-
midade com as disposicSes dos artigos 26
a 30 do regulamento de 27 de Dezembro
de 1887, faz-sc pubiieo a quern interesar
possa, que as matriculas deste curso esta-
rlo abertas desde o dia 15 do corrente
at 3 do mez seguinte.
O requerimento para matricula no 1.-
anno dever ser instruido com os docu-
mentos seguintes :
1.- certidSo de i dade maior de 17 an-
nos para os alumnos do sexo masculino e
de 15 para os do feminino.
2.a Folha corrida ou certidSo de nao ter
sofrrido condemnaco por algum dos cri-
mes que motivam a perda da cadeira do
professor publico.
3.- Attestado de moraldade passado pelo
parodio ou autoridade quer policial quer
ltteraria do districto, em que residir o
matriculando.
4.- Attestado medico de nao soffrer mo-
lestia contagiosa nem ter defeito physico
V* ? fWtS.^1-^ "^Prorv%to
em ezame dos tres graos de ensino pri-
mario.
Os peticionarios que nao poderem ex-
hibir titulo legal de exame do 3.- grao da
instruccao primaria devero inscrever-se
para os exames de admissao, que comeca-
rao no dia 28 do corrente de conformida-
de com o art. 27 do citado regulamento.
Para as matriculas do 2.-, 3.* ou 4.-
anno, basta instruir as peticSes com os
certfcos de approvacSo em todas as ca-
deiras do anno anterior.
Secretara da Escola Normal 7 de Ja-
neiro de 1889.
O secretario,
A. A. Gama.
3* secco.Secretara da Presidencia
de Pernambuco, em 7 de Janeiro de 1889.
Fajo publico, de ordem do Exm. Sr.
Dr. presidente da provincia, que se acha
aberta a concurrencia para o emprestimo
externo de 8,600KX)0)> (oito mil e seis-
centos contos de ris), antorisado pela le
provincial n. 1,927 de 15 de Novembro
rindo, com o praso de quarenta e cinco
das, a contar da data da prmeira publi-
cacSo do presente, para o recebmento
das respectivas propostas, que serSo apre-
sentadas nesta secretaria, em cartas fecha-
das.
Estas serio abertas pelo mesmo Exm.
Sr. s 12 horas do dia, em que expirar o
praso fixado, com os proponentes presen-
tes.
Nos termos da referida lei, o emprestimo
ser de quantia que produaa a predita impor-
tancia de 8,600:0000 (oito mil e seiscen-
tos contos de ris) liquida, a ser applicada
ao resgate da divida da provincia, funda-
da em apolces de juros annuaes de 7 [0
(sete por cento), com excepcSo daquellas
que tenham sido emittidas por empresti-
mos a companhias ou a particulares, como
auxilio agrcola ou industrial, bem como
ara liquidacSo dos exeroicios de 1886 a
887 e 1887 a 1888.
A taxa da emissao nao ser inferior a
92 (noventa e dous) livre de commissao
e% o juro nao exceder de 5 \0 (cinc? por
cento) alm da quota de amortisacao,' que
nao ser superior a 1 \ (um por cento),
sendo esta e aquelle sansfeitos Bemestral-
mente.
0 secretario interino, Manoel Joaquim
Silveira.
S. R. J.
Sociedade Recreativa Javentude
Professor para a banda musical
At o da 31 do corrente recebem-se nesta se-
cretaria (pateo de S Pedro n. ) propostae e:
S. R. J.
!
Sociedade Olecreallva Jnwnlude
I Sessao magna em solemnisajao do 10 anni-
versario da bibliolheca e sarao bimes-
tral em 2 de Fevereiro
> Anos a sessao magna com que se solemnisar
o 10. anniversario da bibliotheca, realisar-se lia
para o qual recebem-se desde
ae connies nesta secretaria. Sem car-
a buida musical desta sociedade. .1 tao de ingresso a pessoa alguma sera permittula
Na mesma secretaria se darao todas as.infor- a entrada, devendo os senhores socios pagar a
macOes gue os senhores proponemos jufgareBI*meQsalidade de Fevereiro para poderem ontet-o.
necessalfcs para fundamentar suas propostas. Nio se admitte aggregados.
Secretaria da Sociedade Bftcreativa Juveoti& Secretaria da sociedade Recreativa Juventuae,
U de Janeiro de 1889.- O 1 ^,'m.-^* d Janeiro de 1889 -0 1- secretario.
A. MonMr. J^M A. Mouteiro,
carta fechada daquellas pescas qu. julgando-se] a-sarao bimestral, .
habilitadas, quizerem encarregar-se de lecednajBI? notas de confites nesta_secretaria.
Great Western of Brazil Railway Company
. AVISO
No dia 20 do corrente, nesta ferro-va, conforme a tabella, haver 03 ireus.de pxcuno para
a festa de 8. Severino, que se venera em sua capella no engenho Ramos, em Pao d'Amo:
Os precos abaixo declarados dao direito volta.
Esta^oes
Recife. .
Encruzilhada .
Arraial .
Matacos .
Camaragibe. .
S. Lourcnro .
Tiuma .
Santa Rita .
Engenho Ramos
(part.
IDA
(cheg.)
Timbaba .
Pureza .
Allianca .
Barauna. .
Laga Secca. .
Nazareth .
Tracunhem. .
Carpina .
Pao d'Alho .
Engenho Ramos
(part.)
(cheg.)
Limoeiro. .
Campo Grande .
Laga do Carro.
Carpina .
Pao d'Alho .
Engenho Ramos
(part.)
(cheg.)
lanba
8.00
8.09
8.18
8.35
8.48
9.08
9.20
9.
10.00
7.10
7.43
8.10
8.20
8.47
9.22
9.38
10 04
10.30
10.3-5
Tarde
100
109
1.18
1.35
1 49
2.08
2.20
2 4
3 00
9.03
9.24
9.39
10. Oi
10.30
10.3-5
f

1.500
1.500
1 400
1.100
Esta^des
Engenho Ramos (part.)
Santa Rita-
Tiuma .
S. Lourenco
900 Camaragibe
700 Macacos
500 Arraial
300 Encruzilhada
Recife. .
(cheg.)
2.400 Engenho Ramos
2.100 Pao d'Alho .
1.800 Carpina. .
1.700 Tracumiaem .
l.OO Nazareth
1
(pan.)
VOLTA
Tarde
5 50
ti. 10
6.30
645
7.00
7 14
7 301
7.39
7.40
100 Laga Secca
800 Barauna
600 Allianca .
300 Pureza .
Timbaba .
(cheg)
1 iOOlEogenho Ramos (part.)
1-100 Pao d'Alho.
800 arpia.
600 Laga do Carro
30C Campo Grande.
Limoeiro. (cheg.)
Noite
10.1o
10 35
10 Si
11.09
11.24
H 37
11.32
12 00
12.07
9.23
9.35
10.06
10.21
10.35
11.06
1124
11 45
12 10
12.30
9.2o
9.35
10.06
10.21
10.38
10.37


Jason Rigby,
Superintendente.

A

ESTRADA DE FERRO DO RECIFE
8. FRANCISCO
AVISO
FESTJk DO CABO
Domingo 20 do corrente
llni dos Ireus ordinarios de passageiros haver o segaii
trem especial entre as estafes das cinco Ponas e Cabo.
TREM ESPECIAL
ite
Ida (tarde)
Cinco-Pontas (partida) .12
Afogadoa ... 12.10
Boa-Viagem ... 12.20
Prazeres a ... 12.30
Ifta ... 11.50
Cabo
i ue Janeiro de 1889.
Volta (
Cabo (partida)
liba t
Prazeres > .
Boa-Viagem
vmc^-rontas (chegada)
>olte)
V
Vells Hood,
Superintendente.
HIPPODHOMO
S
(Na provincia da Baha)
de
Gymnasio Pernambucano
Em 1* de Janeiro de 1889
Pela secretaria do Gymnasio rernambucano
se declara aos Srs. paes de familia, e a quem
mais interessar possa, que a abertura solemne
do curso scientinco e litterano ter lugar no da
4 de Fevereiro prximo vindouro, e desde j se
acha aberta a inscripsSo da matricula para
aquelles que pretenderen! estudar as seguintes
disciplinas :
Lingua nacional:
Dita latina.
Dita franceza.
Dita ingleza.
Dita allema e italiana.
Geographia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithmetica e algebra.
Philosophia.
Rhetorica e potica.
Historia e chorographia do Brasil,
ciencias naturaes.
O corpo docente do instituto composto de 19
professores, oceupando-se cada um delles t-
mente com a materia ensinada em sua respecti-
va cadeira. .
Serio admittidos no Gymnasio alumnos inter-
nos, meio pensionistas e externos.
Os pensionistas residirao no instituto, tendo
direito de estudar a serie de disciplinas de que
se compOe o estadio scientinco e litterario do
Gymnasio.de conformidade com o programma
estabelecido ; a ser alimentados sadia e abun-
dantemente e a ser tratados em suas pequeas
enfermidades. O institulo brneeer ainda me-
dico, medicamentos, cama. mesa, cadeira- luz.
corte de cabello, guardanapo, lavatorio, banho
msica.
mn^.
HE



10.30
10.45
11.05
11.15
11.40

PROJBCTODB IN8CKPCA0
PARA O PAREO
Na corrida que se realisar no
Fevereiro de 1889
COOO metros. Animaes de qualquer paz. Premios: 2:Q00fJ000 aq primeiro,
800)5000 ao segundo, 400#)00 ao terceiro, 200^000 ao qnarto.
Inscripcao 200|000
A inscripcSo encerrar-se-ha na secretaria do Hippodromo S. Salvador, rua
da Alfandega n. 58Baha, no da 4 de Fevereiro.
Y
Os meio-pensionistas se apresentaro no es-
tabelecimento nos dias lectivos, s horas em
que as aulas se abrirem, e desde ento at se-
rem encerradas tarde ; s&o equiparados aos
pensionistas, quanto aos estudos, ahmentacJto e
e recreio.
Os alumnos externos stem direito s liges
e explicaces dos respectivos professores.
A penslo annual de 300OOO que pagam os
alumnos internos do Gymnasio, se cobrara pelo
anno lectivo somente, dividida em prestaefies de
100*000 cada urna ; comecando a prmeira em
Fevereiro, a segunda em Maio e a terceira em
Agosto e terminar no fim de Novembro.
Para os alumnos de instruegao primaria que
devem se achar no estabelecimento no dia 16 de
laneiro, a prmeira prestacSo sera antecipada
sem augmento de penso.
A' pensto annual dos meio-pensionistas, sera
de-180*000 em tres prestacSes de 60/000 cada
una, effectuada a cobranra" do mesmo modo que
para os internos.
Os alumnos internos de qualquer cathegoria
pagaro na entrada c por urna s vez, urna joia
de 20*000 ; dous irmos 30*000_, sendo 15*000
por cada un e nao haver mais augmento de
joia crescendo o numero destes.
O instituto encarregar-se-ha da lavagem da
roupa dos alumnos internos que nao Uverem
quem o faca por fra. e isto mediante 15*000
em cada prestaco. Este pagamento se far^d
modo idntico ao da pensao o conjunctara^
com elle, dando direito aos concertos das p*
arruinadas do enxoval.
As despezas com livros e mais cbjectos indis-
pensaveis para a escripturaco, correm por con
ta dos alumnos internos : devendo seus pae.-
nuem os representar deixar qnantia suffictt
para esse foraecimento.
i teera dir





i
I
m
I
I






Diaro >de 'Pernambuco---Quinta-feira 17 de Janeiro de I88
i

_ndo apeoiff
al a que pagam os alutn-
| jar
da matricula
oscSrttfto mereantiT creada de canlunnidade
om o regubmento de 12 de Marco do ai
to*0- rt ,n,....,i.n
O secTBBmo,
Celso Tertuliano F. QutatelU.
Li*?fl?o das artes.
TiSffiTasaulas mencionadas, b* nuas tunde
anno
Banco do Bral
' Paga-se o 70- dividendo a razio de 8*000 por
accao, a ra do Commercio a/ 6, i andar< es-
criptorio de Pereira Carneiro 4 C.
'UAL 8,OOO;OOO0OOO
EmacQ*es de
Estando tomado
200*000
4,000:000*000
Este tabeleciipento destinado a auxiliar e
devolver o ciedito industrial e colectivo
desta pfcvincia; roas operaces abrangerici to-
dos os ramos da actividade commercial e indus-
trial quqofferecerem solida garanta.
- A directora compoj-se-ha dos scnhores
Luiz Antonio de Siqueira.
Jos Adolnno de Oliveira Lima.
Antonio Pernandes Ribeiro.
Mauoel Joao de Amorim.
ffhomaz Comber
i os quaes com o Bxm Sr. Visconde de Figuei-
vreio sao 06 incorporadores.
A eotradas Scrfo de 3 / no acto da Bubs-
oripc&o; 5 i quando fr annunciada a assig-
. natura dos estatutos. _
. As subsequentes entradas nao poderao ser
.juaiores de 15 loCom o.intrvallo nunca menos
de 60 dias.
A sijbflcripco est aberta para todas as pes-
.#oas que desejarem tomar parte n'esta itipor-
tante ms'ltuicab, no escriptorio dos Srs. Amo-
rim Irmaos & C, ou no Banco Internacioaal, a
iCoitar do dia 7 de Janeiro inclusive.
co
1/ pra^a
Pela wpectoria desta Alfandega se faz publi-
> que a 11 horas do dia 19 do corrente mez,
sera arrematada em praca, porta desta repar-
ticio, a gngnintr mercadoria :
Armazem n. 3
Marca diamante e B no centro n. 1/6, seis ca-
xas canteado folhinhas impressas em urna so
car, peao bruto 438 kilos, vindas de New-York
no vapor americano Advance, entrado em 18 de
Ootibro.de 1888. abandonadas.aos direitos por
Prtacisco Manoel da Sra & G.
3.* secco da Alfandega de Pernambuco, 16
de Janeiro de 1889.O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
-t-
*eerctarla da lasnirvao Publi-
ca *4deleze.uTrode 1888
PRA 60 DAS
Contractos de cadeiras.
De ardem djo Sr. Dr. inspector Geral
4 Instruecao publica, e em camprimento
e determinacSo de S. Exc. o Sr. Desem-
bargador Presidente da Provincta de 21
do corrente, se fez publico, que fica mar-
cado o praso de 60 dias aquem interessar
possa para contractar as cadeiras mixtas,
fcarayal e Gammelleira de Btiique e a do
sexo feminino de Agua Preta, devendo os
pretendentes apreaentarem suas peticBes
instruidas na forma dae instruccoes de 24
de Maio do anno passado como abanto se
dedLra
I. Os titulados pela Escola Normal Ofi-
cial e pela da Sociedade Propagadora da
InstruccSo Publica.
II. Os que, mediante examc de oapaci-
dade feito nos termos das dspcaicifes vi-
?;entes, tiverem obtido diploma de habi-
ii^0- -a
jI. Os que provarem haver exercido
o magisterio publico com reconhecida ha-
bilitavao.
IV. Os quo provarem cxercer ou ter
exercido o magisterio particular naa mes-
alas cndilos.
V. Os que, n&o se acbando as cond-
j5es mencionadas nos ns. I. a IV, tiVerem,
todava,- notoria aptidao para o magisterio.
Art. 4o. Os individuos mencionados no
-art. antecedente terao preferencia, na or-
'tiem em que se acbam enumerados para
"tmente se admittirao os da Be^fcSuflfcwBS
uando nao houver pretendentes da pri-
Bieira e assim por diante.
Io Em ignaldade de condiooes quanto
a* titulo ou diploma, preferir o candidato
fue ii tiver exercido o magisterio.
2o. Em igualdade de condifBes/qaan^
to a exerckw do aiagisterio, j^aasr.oljes ;, H
que tiver antes servido por outro meioT
gnaV aeja o contrctil por interinidade.
3o Em ignaldade da condiofes quaoto
aio aaterior da proTimento, prefiriri
caadidato,, que "tiver mais tompo da
rvijo. Jf
Art. 5*. Quanto aos que foram contrac-
tados em virtude da le de 8 de Junha- de '">'
Administra^ao dos Correios
de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 1889
Por esta administrico, e em cumprimento a
circular da directora Jera! dos Correios n. 10
de5 de Dezembro fado, se faz publico, para
cothecimento dos intef essados, o edi tal daquella
diectoria, abaixo transcripto!.
0 administrador,
Affonsfr do Bego Barros.
Directora gara! do* Carreio
Edital
De ordem do Exm] Sr. director geral, e em
obseivancia ao dispoato no art. 9i do regula-
ment de 26 de Marca de 1888, faz-se publico
que, do dia 1. de Ab$l do anno prpximo futuro
em diante, nao poderao mais ser ulisadas as
sefuintes formulas de franqua :
Billetes postaes simples de 20 as.
P > duplos de 20 rs.
| aimples de 30 rs.
iploB de I
Cartas-bilhete de 80rs.
,
duploe de 50 rs.
de 100 rs-
Estas formulaa, quabdo encontradas as cai-
xaa postaes depois de expirado aquelle prazo,
sero consideradas millas e como tal tratadas.
Divisao Central da Directora Geral dos Cor-
reios, em 12 de Dezembro de 1888.
: 0 subdirector,
los Francisco Soares.
sanco immwm
DO
JD Xa*cVk*>0 X X_>
capital
O.MMIMMM*
dem reaLUada 1 *.000:000*
A caixa nlial dente Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, sacca, vista ou
-a prazo, contar os aeguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
LONDON..Basco Iaiernaclonal
< do Brasil,
( London office.
( London 4k C ounlj
Banking Company L.ld
e de Pars fc dea
Pays-Bas
PARS.
(
Ham burgo.. \
Berlim.......I
Bremen----\
Frankrurtl
sur Main.../
Antuerpia..
Roma..
Genava,
aples
iilao e maia
340 cida-
des de tta-
lia...........
Madrid......
Barcelona..
Cadi*....
Malaga......
Tarragona .
Valencia e
oatraa cir
Jades da
Heepanha
e ilhaaCar
Lisboa......"
Porto e maia
cidadea de
Portugal e
ilhaa.......
Deutsche Bank.
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
aganoiaa.
l Banco Hypotecario de
.Espaa c suas agen-
cias.
*'
i
Banco de Portugal
suas agencias.
* The Loonon & River
ata, Limited.
Nova York. 6. Amsink & O
0 Compra saquea sobre amperio 4 do eafenngeiro.
Recebd dinhglr em. conta corrate d>
J movimenfc) coudjuus na rajpao de 2 /0 ao
anno-v^p^' leWw a-prazir a juros* c 1874 e do regulamento de 7 de Abril de
1879, fica-lhes mantida a preferencia ea-
tatoida pela le n. 1766, art. 9, segunda
parte.
Art. 6 Os que pretenderen! o provi-
Btento por contracto, deverlo, dentro do
praso de pe 'trata o art. 2o, rcqoerel-o
ao inspector geral da natruocXo publica,
exhibindo certidab de idado, folh corrida
e attestados de moralidade.
Sao dispensados de apresentar folha
corrida os que exhibiram attaslados de
Ccedhnento civil e moral, passado pelas
naras Munioipaes, autoridades judicia-
riaa e policiaca das localidades en que
houverem residido nos dous ltimos annos f>
os qne, se achando no exercieio de em-
prego publico, exhibirem attestados dos
respectivos chefes ; e as educandas do col-
legio de orphSs c casa de expostos.
1" Os que requererem nos oom
do art. 3o n. III, se tiverom exercido o
magisterio a titulo interino, deverao pro-
var haverem assim, ensinado por maia de
trea annos com proveito para oa alumnos.
O meio desta prova consiste na exhi-
bicfto do titulo de nomeac2o confirmada
ou feita pelo inspetor geral ; de certidSo
de exercieio, extrahida doa asseatamentos
da secretaria da insrnic^ao publica e de
attestado do delogado Iliterario quanto ao
aproveitamento | 2o. Quando os pretendentes forem ou
tiverem sido professores de enamo parti-
nlar (art. 3" n. IV) deverao fezer prova
por meio de -aanklao extrahida dos assen-
tamentos e raappas constantes da secreta-
ria da jnatruc^o publica, de terem ensi-
oado as materias de instruejao primaria
or mais de cinco annos, e attestado do
aelegado litterar o o dospaia doa alumnos,
quanto ao aproveitamento do ensino.
Art. 7. A peticSo para o contracto
deveconter adeclaracSo da filia<;ao> idade,
estado e proffissao anterior do requerente
o escripia pelo proprio piuiho deste, sendo
a lettra e firma reconhecidas por official
^,,.1.1;., ,
"Vj contracto so poder ser assignado por
j*ocnrador, tw- fSr provada a impoaaibili-
dade do oomparecimento pessoal do con-
tracUnte.
. Saciataria da nstrueco Publica 24 de
' &eesnrbw de 1888.
0^ Secretario
Pergentino Suraiva de A. Galwtir
O gerente,
mUiam M. Westber.
SANTA CASA
CASAS PARA ALIGAR
Ra da Moeda n. 49, armazem 2404000
dem do Vigario Tenorio n. 27, toja 240W00
dem idem n. 3.1 andar 480*000
dem dem O. 28,1. andar 360*000
dem do Bisbo Sardinha a. 3, 1. e 2.
andares e satao 400*000
dem do Bom Jess n. 13, 3. andar 200*000
dem do Maraael de Olinda, sobrado
44 2:131*000
dem do Bom JeauS n. 13, L- andar 240*000
Beceo das Botas n 14> Iota 1.* e 2. an-
dares iftUOOO
Pateo do Paraiz* 29, !. andar 240*000
Roa da Saudade a. 5 480*000
Raa de S^Goncalo n. 24_________ _. 300*000
London A Irasillan Bank
Biled
Ba do Commtrcto n. 32
Sacca por todaa oa vaporea sobre a a cai-
tas do meamo banco cm Portugal, semit
m Lisboa, ra doa C^pellistas n. 75. Nc
,'orto, rus do IngleaeB'
MAItlTISOS CdMttA mt
Companri.a S'heatx a*ar-
Dambucana
RUADOCOMMEKCI N. 2C, 1 ANDAR
SEGAROS
covisa roso
THo Llrapoi & Lofldou & Gl
Blackbnrn, N*-tdiBBi C,
Ra oo oniir en-jo d. 8
(iompanbia de Segaros
Wt&tliU&t it Wxtbb
3
AC1NT
Miguel Jos Alves
i. ataaa ao ** a-w. *
SEGUROS MA.WT1M08 E TEBBK8TBE8
Neatoa ltimos aai^roa a aaisa nnainashia neaU
" aoa Srs. aeguradua iaaaapola de
nniai de aerea
atv .W"
p
SPlffl'BmiPBGO
ard)tl InsnfiBce Coapany de
Liverpool
CAPITAL .04*0:000
AGENTES
R. DE DBSINA d C.
1S -Boa Marqnea de Olinda 13
Cmnpattljia he Sfflutas
cairrRA Fasa
NORTHERN
de aLoiadrea e Aberdee
Posico financeira (Dezembro de 1885)
Capital sabaeripto 3.000,600
Ftmdoa accnmoUdoa 3.184,348
ReeelU anataal:
nt premioa ooatr fogo 577,330
Do premioa aobre vidaa 191,000
Dajom .32,000
O AOBBTK,
John H. Boxwdl.
INDKMMS ADORA
0tttpaultia de $twm
MARTnMOS E TERRESTRES
E ata be leclda e m 18 8 5
CAPITAL 1,000:0001
8INI8TR08 PAGOS
At SI de Peaeaafcre do f 94
IriUmos..... 1,110:060)000
Terrestres..... 316:0005006
44Ra do Commercio44
Seguros contra Fogo
EST: 1803
Edificio* e mercadorxaM
laucas baixas
Prompto pagamento de prquito
CAPITAL
RS. 10,000:000*000
N. b-RUA DO COMMERCION. 5
MARTIMOS
Royal Mail Steam Packet
Companhia
O vapor Elbe
Commandante Armatrong
Espera-se da Europa at o dia 18 de
Janeiro, segu,ndo depois da demora
do costnme para
Baha, Re de Janeiro. Monte-
video e Buenos-%5 res
Para passagen.s_fretes e encommendas trata-
se com os AGENTES.
O vapor La Plata
Commandante A. Dyke
E* esperado do sal no da ?0 de Ja-
neiro e, seguindo depois da demora
Masaria para
S.Vicente, Lisboa, Soutbampton OAn-
Reducc&o de pemeageni
lia Ida t volta
Ai Lisboa 1* claese a 20 30
A' Southampton f classe t 28 t M
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, bretes, encommendas, trata-se
dom os
AGENTES
Amorim Irmaos & C.
COMPANHIA PEBrtAHBlCANA
?arecacte eeatelra por vapor
- POItTOe DO NORTE
Parahyba, Natal, Mac*? Memo*, Araea-
ty t'Ctur
O vapor S.. Francisco
Commandanto Pereira
^bm i Segu no dia 24 do corrente a 3
^OrKV horas da tarde. Recebe carga al o
g^dia 23.
Encommendas, passagens e diabeirof frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRDTTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
12
Ao^oommercio
Pinto Ferreira t'C. avisam ao publico e espe-
cialmente ao corpo do commtrcio que aesta data
despediram de sua casa o sej emprefda Jos
Mana da Costa Carvalbo. Recife, 15 de Janeiro
de 1889.
n.
Mossor e Maco
Segu com brevidade para os portes cima o
Mate nacional Victoria; para o resto da carga,
trata-se com o mestre bordo, caes do Loyo, ou
ra da Lapa n. 14.
Para o Rio de Janeiro
Segu com brevidade a barca portugueza Ab-
ro Suencio. Para carga trata se com os consi-
gnatarios Baltar, Oliveira C, na ra do Viga-
no n. i, 1* andar.
LEILOES
Agente Brillo
Leilo
De i armago, utensilios e gneros de molha
dos existentes na casa n. 17 ra de Lomas Va
lentinas.
AO CORRER DO MARTELLO
Quinta-feira 17 do corrente
A's 11 1\2 horas
Agente Brito
Leilo
De 60 saceos com assucar purgado das qualida
des -branco someno e mascavado
0 agente cima mandado do IUm. Exm. Sr.
Dr. jutz de direito do civel, em sua presenca, e
a requerimento do major Francisco Dorotheo Ro-
drigaes e Silva, vender em leilfto, os referidos
60 saceos com assucar, pertencentes a D. Mara
Joaquina da Conceicao, e arrestados pelo meemo
mjor.
O IeilSo ter lugar no armazem dos Srs. Jos
Burle C & ra do Commercio, onde est depo
sitado dito assucar.
QIXTA-FEIRA 17 DO CORRENTE
A'a 10 horas
Leilo
De 1 excellente boi manso com urna oar-
roca de dnas rodas, em perfeito es-
tado.
Quinta-feira 17 do corrente
A' II hora
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
En eintinuatfo
De cortes de saceos de estopa para assucar,
mobilias, pianos espelhos, qaadros, lanternas,
serpentinas, loucas, vidros, bebidas, fazendas e
miudezas. ___
POR LNTERVEN^AO DO AGENTE
Gusm&o
N. 3Ra do Bom JessN. 3

Companhia Brasileira de
Navegacao Vapor
PORTOS DO SUL .
O vapor Alagoas
Commandante JoSo Mara Pessoa
E' esperado dos portes do norte at
o dia 24 de Janeiro e depois da de-
'mora indispensavel seguir para os
"portes do sui.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
marina. Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Su!, frete mdico.
As encommendas seserao recebidas na agen-
cia at'l hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
. PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do sul at o
dia 17 de Janeiro e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 4 hora la tarde do dia da sahida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
&=Rna- do Commercio=6
1 andar
Leilo
De fazendas diversas, constando de madapo-
ln chitas, algodao, roupas feitas, calcados,
merinos, alpacas, las com salpicos de seda, gor-
gurias, esgui5es, atolhados de linbo, toalhas
felpudas, setmetas e outras fazendas as quaes
aerSo vendidas em pecas e a retalho a vontade
tos Srs.compradora.
Keita-feira 18 da eorreue
A's 11'horas
Jto'tsrmiwm da rita Mumuex- *' *imda
... -j
ao correr do martello
Por Interveneo do agente
Gusmo
Agente Burlamaqui
Leilo
Terea-feira do eorrente
A's 11 horas
A* ma do Hospicio n. 61 C, residencia do
Dr. Antonio de Smpaio Pires'Ferreira
di: o\n i: \vo* hoveis
0 agente cima, por conta e ardem do Dr. Aa-
tonio de Sampaio Pires Ferreira, que retirase
para a Baliia. vender os boas e novos movis
existentes na casa cima, mobilias novas, toi-
jates, lavalurios com lampo de pedra, guarda-ves-
taos, guarda-louca, aparadores, mesa elstica,
cadeiras de junco, loucas, vidros, tapetes, appa
rellio di1 metal lino, facas, garlos e muitos oulros
rtigos He. gosto que estaro a vista dos Srs.
citantes, em frente do portao vender duas ex-
cellentes vacas de leite e o cavalnho Pequira
com sella en^leza e Jock limito bofe para correr
nos. prados. *
Agente Pinto
da cocheira do caes de Capibaribe annun
ciado por ratervencSo do agente Pinto fica trans
rido para outro dm que serjiovamente annun
ciado.
AVISOS DIVERSOS
- Aluga-se o
i- andar ra do Coronel
Suaaeuiufn. 278, com commodos para grande
familia, agua e gaz, esgolo e drainge : a tratar
na ra do mperador n. 3, amazcm Preatte, o a
no Cliora-menjnos, silio junto a capelia. Na mes-
ma casa vende-se terrenos no viveiro aoMunijij
" AlOgale "casas u 8*tHX) o becco dos Coe"
Inos, junte de S. Goncallo ; a tratar na ma da
Imperulriz n. 50
iira-se o 1- e 3 andares a ra estreila
do Rosanb n. 31, e o 1 andar e sotao ra do
Fogo n. 33 : a tratar na ra da Imperatriz a.
16, 1- andar.
TT r, -r ., -- Aluga-se o soto do sobrado n. 31 ra de
United otates'aOCl ISraZll :MafcUo Dias, com bous commodos para fami-
lia': a Iratar no armazem 'lo mesmo sobrado. .
-*- Aluga-se. o 1 un lar cua de S. Jorges.
120, com apila, caido e pintado de-novo ; na
oreama ra 11. 131, lavenia.
Precisase de um criado para trababar em
um-eilio ; a tratar na ra do Cotovello n. 25.
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 annos
Professora
Urna senhora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccionar em collegios e casas particu-
lares as seguintes materias: Portngnez, Fran-
cez, Msica e Piano; a tratar nu ra Visconde
de Albuquerque n. ,20.
MAIS M 10:000 CIMAS
1C0BTS SO SSEliAIISliO
DORES DE DENTES
E
Jy*co*JtxvCoa_ Ju O-tA^cV^
_ PBEPABADO trjnCAMBKTB
POE CALA8AN8 & C.HA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuuia-
tismos, inchaedes, dore aciaticaN^ nevral-
f'as, dormencia, etc., empregando-se em
mentacSes sobre os lugares afectados.
Cura o beri-beri, as paralysias e as dores
de dentes.
Todos os frascos levan. direccSes para
uso d'este medicamento admiravel.
Pre$o 1|5200. Descont de mna duzia
em diantc.
DEPOSITO NO RECIFE
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n. 23
Precisa-se de ama criada
para o servico de urna fami-
lia, a fcratar na roa da Sole-
dade n. 88.
Juizo de paz da freguezia da
Boa-Vista
Acha-se em exercieio deste juizo como juiz
de paz o major Marcolino de Souza Travassos,
d- audiencia todas as segundas e qnintas-feiras
de cada semana, s 9 horas da mann, em casa
de sua residencia, ra da UniSo n. 23, e des-
pacha em sua residencia ou em sed escriptorio
a ra da Companhia Pernambucana n. 8.
Ao commercio
0 abaixo assignado participa que vender o
seu estabelecimento de molhados sito ru "do
Forte n. 2, ao Sr. Jos da Silva Pereira, livre e
de8embaracado de todo e qualquer onus.
Joo Ribeiro da Caima. -____
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de familia.:
na ma Bella n. 43, casa de azulejo. '
Costnreira e modista franceza
': Madame Fanny Silva, tem o seu atener
de modas e costuras a ma do BarSo da
Victoria n. 15, 1. andar, e confecciona
toda e qualquer toilette, com apurado gos-
to e elegancia, para casamentes, bailes, vi-
sitas, paaeeios, etc., faz tambem mantele-
tes e capas sobre medidas.
Contina a ter um lindo sortimento de
novidades de Pars, vestidos de seda fei-
tos, o em cortes, de seda, gaze^ velludo
broch e crep de chine, foulards, strahs,
sedas e ottomanas preta*.
Escomido sortimento-em vidrilhos pre-
tos.
Chapeos, capotas o visitas
Lato em 94 hora
Telephone n. 93
BCA BARIO DA VICTORIA S. 15, 1." ANDAR
t
Pesaoa
1 i'xiilii eiihorinlin
Monte tro
Jos Mouteiro Pessoa, sua mulher e flhos, seus
irmaos. (ausentes) immensamente sentidos com a
inesperada noticia do fallecimento de sua pre-
zadissima e estremecida mi D. rsula .-enho-
rinha Pessoa Monteiro, em S. Goncalo de Una, a
12 do corrente, convidam aos seus prente 3 e
amigos para assisrirem a missa do stimo dia,
que ser rezada na igreja de S. Francisuo desta
cidade, s 7 1/2 horas da manhi de sabbado 19
do corrente.
t
.
Manoel fiomei da Cantaa e ftilva
Antonio Gomes de Oliveira e Silva, sua mu-
lher e filhos mandam celebrar missas na matriz
da Boa-Vista, no dia 18 do corrente, as 8 horas
da manliS, porfclma de seu prezado pai. "gro
e av, fallecido em Lisboa, auviaunao os p-
renles e d.n,igp^ Ao mesmo, a assistirem a este
afn ~ teiigiao e caridade, pelo que Ihes ica
raomuitogratos.
1 anniversario
Joo Antonio Pereira da Silva
Antonio de Burgos Ponce de Len e sua mu-
lher Mara Leopoldina Ponce de Len convidam
as pessoas de sua amizade para assisrirem a
urna missa que mandam celebrar na matriz da
Boa-Vista, no dia 18 do corrente, s 8 horas da
manh pela alma do seu prezado sogro e pai,
Jos Antonio Pereira da 8itva.
loa Antonio Pereira da Silin.
t Leopoldina Ambrosina Pereira da. Sil-
va, seus filhos e genros, mandara cele-
brar urna missa por alma do seu presado
esposo, pai e sogro, Joa Antonio
Pereira da Silva, na capelia do Ce-
miterio Publico, s 7 horas da manh- do dia 18
do corrente, primeiro anniversario do seu pas-
samento, pelo que convidam seus parentes e a-
migos, antecipando os seus agradecimntes e por
esseacto de religiao e caridade._____________
eliga
Aluga-se
as casas n. 59 ra Vidal de Negreiros n. 130
rea Coronel Suassuna, e um sobradinho em Afo-
sados, com bastantes arvores fructferas, no
becco do Quiabo n. 64; a tratar na ra Marclio
Dias n. 106. .
Agradecimento
Agradeco ao Sr. Pedro Lourenco de Oliveira o
ter me restituido urna pulseira de ouro, perdida
por pessoa de minha familia na ultima corrida
havida noHippodromo dojCampo Grande, recu-
sando-se o mesmo senhor a ser gratificado.
Joaquim Pires da Silva.
Refina^o
Vende-se urna importante reinacSo, situada
em urna das melhores ras da freguezia de San-
to Antonio : a tratar na ma do Rosario da Boa-
Vista n. 45.
Protesto
Fedro Luiz da Silva e Brasilina Candida Soa-
res, pais de Manoel Izidorio Luiz da Silva, pro-
testara contra o casamento do dito seu fuho,
visto que o mesmo nao tem a idade da lei (ape-
nas 1 annos incompletos). Advertem os mee-
mos a S. Exc. Revma. que nao pode dar tieenca
aos parochos das fregueziaa para o mesmo casa-
mento, sob um processo de responsabilidade.
Rcife, 13 d Janeiro de 1889.
Pedro Luiz da Silva.
Brasilina Candida Soares.
Tratamento Reconstituate
awpf
ELIXIR X>CHAMP
" COM EXTRACTO
de Figado de JBacalhu
Quina e Cacu
.....-..'-.
Cd fratco d'et
ELIXIR oontam o
principios depurativos
tnicos da um litro de oleo
de figado de baoalhu a
um litro do vinho do Quina.
Tem sobro o oleo do
' figado de baealhu a van-
1 tagem de accelarar as
funcooes do estomago
em lugar de as perturbar,
[ a do despertar o appotiio.
Este Medicamento, de sabor e gsto
muito agradaveis, obteve o mclhor suc-
cesso em Franca para combater :
anemia; chlorse,
AFFECCES dos BRONCHIOS
e PULMES,
e a FRAQUEZA das CRIANCAS
Depsito geral em PARS :
duchahp, 16, ma de Toitoa
Em Pernamuco .
PRANoo M. ra SILVA e C.
^T*tT*tttr,Tf*fo:
DAY&ARTIN
Forneadorts te Sua Mijit'ds a Rainha da Intlatarra,
do Eterto t da Karlnha briUnnica.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GR AIX A pastaUMCTUGSA
OLEO para ASREI05
Etudo oqut ie8ss3ro parzamKottntioiio cauro
SOS tOMi is (r,T,JS.
DBPCSrrO GERAL EM LONDRES:
97, Bigh nolbum,
ernambucoFRA3X> M.da SELVA 6
Precos sem competencia
-

AMARAL . X na Prioioini de Mareo n. 20
Junto da Lourre
M. S. S. C. .L
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 31 de Janei-
ro o qual depois da demo-
ra necessana seguif
H.
para o
HaranliSo, Para, Barbados.
Thomaz e New-York
Para carga, passagens, encommendas e di1
nheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
norte at o dia 3 de Feva-
reiro o qual depois da de-
mora necessaria sm^H
para a ;
Baali. Rio de .JaaeJ.ro e autos
. de idade ; na ra do Paysand n. 5.
Para i rga, passagens, encommendas e
nheiro n i rete : trata-se com oa AGENTES.
Henry Forster & C.
8Ba da Cem*ercio8
! andar
na
Precisa-ae de urna ama para cosinhar
m do Livrqmento
Precisa-"8e de ruaa anas, urna para en-
gommar roupa de senhora e outra para varrer e
arrumar casa : na ra da Matriz da Boa-Vista
aumero !',
Pede-se ao Sr. M. T. A S. que venha aca-
bar com o seu negocio, negocio serio, isto ha
um anno e tanto, sem que se publicar todo este
enygma. _______
Na ra da Imperatriz n. 10, precisa-se de
urna mulher que eatenda de cosinlia. _______
Cazoleta,
rdeu-se hontem (16) n'uma das ra desta
cidade, urna escoleta de ouro de lei, teado n'uma
ice a coroa braaeira e n'outra as imciaes C.
F. T. J : quem a Jtchar e quizer restitmr. diri-
ja-fle i. ra do Rangel n. 87, que ser* rratiti-
cado.
Atoalhado bordado a 15200 o metro.
Alpacas indianas a 320 rs. o covado.
Ditas mescladas a 600 rs. o covado.
Dita3 lavradas a 500 rs. o covado.
Batistas finas a 140, 200 e 240 rs. o dito.
Brim pardo a 2,80 e 320 rs. o dito.
Baleias pretas" a 260 e cobertas a 500 rs,
a duzia.
Bicos de ama s cor a 2*> a pe^a.
Bramante trancado a 800 rs. o metro.
Brins de cores para crianca a 260 rs. o
covado.
Bicos matisados a 2J500-e 3$ a peca.
Cumbraias bordadas a 4$ a peca. .
Cachemiras de quadros. a 260 o covado.
Cortes de seda para coletc a 5)5000.
Ditos de linn em cartao a 70000.
Colchas de damasco a 6f5000 urna.
Crotones de alsace a 360 rs. o covado.
Cambraia arrendada a 460 rs. o dito.
Cachemira da India a 220 rs. o dito.
Chales adamascados a 20500 um.
Cortinados bordados a 60000 o par.
Colchas do cores a 20 e 20500 urna.
Cortes de casinetas a 10500 um.
Chambres a 40500, 50 e 60000 um.
Cortes de setineta a 60000 um.
Cambraia Victoria r209OO a peca.
Camisas,allemles a^SStOO a duzia.
Cachemira de duas larguras a 8GO rs. o
covado.
Crotones claros a 280 ^320 rs. o dito.
Colchas de fute a 30oOO urna.
Camisa de meia a 10000 urna.
Esguio pardo a 360 e 400 n. o covado.
Espartilhos couraca a 50000 um.
Entremeios bordados a 70; 80 e 90000.
Extracto Porte-Veine a 10400.
Completo sortimentaj^ taatmi*
eos
Fichs de malha a 20000 um.
FustSo Branco a 360 e 400 rs. o covado.
Dito de cor para roupa a 800 rs. o dito.
GuarnicSio de crochet com matizes.
Gazes de cores a 500 rs. o covado.
Guarda-p para homena a 60000. -
Grinalda para noiva a 80000.
Guarda p para senioras a 80000.
Lenjos com barra a 20000 a duzia.
Leque a gril-duqueza a 20000 um.
Lenjcs brancos a 10200 e 20000 a duzia,
Luvas de seda a 20 e 20500 o par.
Linhos de quadros a 80 r3. o covado.
Las escossezas a 100 rs. o dito.
Linn de cores a 500 rs. o dito.
Merino do cores, duas larguras, a 800 rs.
o dito.
Meias com pintas, para senhoras, a 800" rs.
MadapolSo americano a 600 a pega.
Meias para homens a 30600 a duzia.
Pqroizlas de bramante a 150 a duzia.
Popelina branca, de seda, a 800 rs. o ao-
vado.
Paletots de seda palha a 70500.
Ditos de alpaca preta a 40500.
Panno da costa adamascado.
Pacotes de p de arroz a 500 rs.
Percales fi as a 200 e 220 rs. o covado.
Roupas para banhos salgados.
Regatas de cores a 10000 urna.
Sabidas de baile a 20000 urna.
Suspensorios americanos.
Sargelim de cores a 200 rs. o covado.
Setim de cores a 800 e 900 rs o dito.
Dito do Japao a 240 rs*. o dito.
Toalhas para rosto a 30600 a duna.
Ditas para banho a 10400 nms.
JJ^
e brins, collarinhos,
outres artigos.
punlios, leos, toni-


\
*

E
Diaria de PenumibucoQuinta-feira' 17 deJajodro de 188K
PKOSPHATINA F ALIERES
PRTANTB
REDUCCO DE
21-RlR DO CRESPO-21
OLVERA CAMPOS & tf, leudo de receber bre-
Temente um sortimento de artigosnovos de alta novidade, resolveram
faer urna grande reducjo nos presos dos artigos abaixo menciona-
dos, para os quaes chamam a attenc,o das suas Exmas. fregnezas.
' ..1 1 m _____i 1 ar\__- \fn-*.. lAnu.VnU Am caAn niutca a RA/Y1A nina
0 melhor Alimoito
Para as CRIANCAS
rjkjam, a, ^irmxTTrm tiotoka,. am
ttsatiut < tsdara aMatnas lkMrill
Linhos para vestido padrones modernos a 160 rs. o covado.
Crotones franceses, cores claras, a 260 rs- o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 re. o dito.
Ditos de cares, lavrados, de 2,5000 a l000o ditc^ -
Lis de cores, desenhos de cachemira, de 900 a 600 re. o dito.
Merino de quadros de 320 rs. o dito.
Fustao branco de 400 e 500 re. o dito.
Moreolina branca para casacos o 500 re. o dito
Zephir de c6r, listas e quadros a 500 re. o dito.
Ditos arrendados, lindos gestos, a 600 re. o dito.
Ditos de listas arrendados, alta novidade, a 800 re. o dito.
Etamines arrendados, de c6res, de 800 a 500 re. o dito.
Flor de Italia em quadrinhos, a 500 re. de 900" re.
Mursolinas de cor, de listas, a 400 re. o dito.
Cortes de cambraia bordados transparente e tapado, de 15#UW
e 200000 por 90000 e 120000 cada um.
Iinau, padrees em quadros, a 440 re. o covado.
Nanzukes padrSes mimosos, de 280 re. o dito.
Percales miudinha se pannos finos, a 200 rs. o dito.
Merm preto fino, de 2fJ000 a 1^000 o covado.
Setim Maco de todas cores, a 900 re. o dito.
Brira fino pardo para vestido, a 400 re. o covado.
Cambraia Victoria transparente, fina, a 34000 a peca.
Mantas hespanholas, de seda, pretas a 34000 urna.
Espartilhos, o quo ha de melhor, de 44000, 54000, 64000 e
7#000 um.
Fichas de c6r arreadados, de 14000 um.
Capinhas hespanhoias de cor a 2^000 urna.
Fichas de seda, omito lindos, a 34000 um.
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. o covado.
Casacos de cambraia branca bordados, a 34000 e 44000 um.
Luvas de seda, todos os tamanhos, de 24000 a 34000 o par.
Lenoeg de linho do Porto, a 44000 um.
Ditos grandes par cama franceza, a 64000 um.
Colchas de c6r, de 2*000 a 54000 urna.
Fiehus, sortimento completo, de 24000 a 64000 um.
Lencos de linho com barrinha a 24000 urna duzia.
Camisas francesas, de 244000 e 364000 a duzia.
Meias cras para homem, de 44000, 54000 e 64000 a duzia.
Ditas brancas cras e de cores para senhora.
Ditas brancas cras e de cores para crianca.
Chambres de cretone, de 54000 e 64000 um.
Cortes de casemira de cor, de 84000 a 64000 um.
Cortes de fustao para coUete, de 14000, 14500 e 2,5000 um.
Camisas inglesas de flanella, 12 pura, a 5$000 urna.
Alm de outros artfsjos que deizamos de mencionar.
21-Ra do Crespo2i
SE BAO AMOSTRAS
FUNDICAO GBRAL,
AUN FATEKSON & C.
N. 44Ra do BrumN. 44
JUNTO A E8TAC0 DOS BONDS
Tem- para vender, por precos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de rerra batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de fornalha.
Vaporea de forca de 3, 5, e 6 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machimsmo e exeeutam qual-
qnerjxabalbo com perfeicSo e presteza.
Vinho de Collares especial e
da Madeira
Km decimos e caixa de duzia, tem para ven-
der Joaquim da Silva Carneiro. largo do Corpo
Santn. 13, i- andar.
0 PECTORAL de CEREJA
Dtt. De. Ayer.
As enf-mlda ganta dos pulntas, ordinariamente daassivahiesB*
se, tende por principio base* pequeas, sujos
resultados nSo sio dlfflois do curar a prompta-
iimuM se traUo com o renmdio conrateme. Forero
o progresso podo ser engaoso e Si demora fataJ.
Os Resfriado e as Tosi dio reciprocamente o
resultado de L&rincitla. Aatsnm, Broncfcltta,
Arfcatfo galmenar e a Tlaiesu
Todas as familias que tem criaiicaa derem ter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em esas, para o nsar n caso di necessidade. X
perda de um sd dia, pode em multos casos accarre-
tar seria eousequeiiCias. Por tanto Dio so deva
Serder tempo precioso, experneutando remedios
t eficacia duvidosa, cmquanto que a enerm-
lade se apodera do sypteni e se arraiga profunda-
mente, entilo que se necessita tomar oeste instanto,
o remedio mais certo e actiro em sen eifeito, e es
remedio sem duvida algama o Pbitobai. Om
Lisui do l>. Ana,
PREPAKiDO PBI4>
DB. J. C. AYER b CA.,
Lowell, Masa., E. U. A.
V venda as pstaelpaes pharmacias drogara*-
Cozkiheira
Precisa-se de tuna boa cozinheira que durma
em casa dos patroes, para casa de pequea fa-
milia, na roa do Conde da Boa-Vista n. 34 F.,
porto de ferro.
Para oDerby
Carlos Sinden receben grande sortimen
to de gravatas e camisas de cores proprias
ra os amadores do Prado e est venden-
por precos sem competencia.
Rcebeu tambera collarinhos e punhos
de borracha de formatos no vos.
48BOA BABlO DA VICTORIA 48
Hippodromo do Campo
Grande
Perdeu-se no ultimo dia de corrida urna pe
quena pulseira de ouro, tendo sobre a enana a
ligara de um ratinho ; a pessoa que a tiver
achado, querendo restituil-a, dirija-se rua do
Cabuga n. 16, loja, que ser gratificada.
Sicup
ira
Compra-se prancbOes de sicupira :
na rua do Alecrim n. 4.
a tratar
INFALLIVCL e RADICAL
no curativo de todas as offeecocs bronaes :
Mal de Garganta, Toase e Tisics,
-i o
PEITORAL
tu tXK UlUiliauua Din/ a la ua iwu vuua u. t/v,
livre e desernbaracado de debito algum, seja
qual for a sua natureza, pelo qne se alguem jul-
gar-se credor daquella firma queira apresen lar
seus lilulos no prazo de tres das, a contar, de
boje. Recife, 4 de Janeiro de 488.
JoSo Valente da Cruz Sobrinbo.
De ANAC AHXJTT A
_ Remedio Vegetal da Katnreaa para o alli-
vio e cura de todas as molestias
Do Pelto e dos PulmOes.
Aos quinto annistas
Convida-se os quinto annistas de direito de -
nossa Faculdade a se reunirem na easa b>-t do
caes do Apollo, segunda-feira 14 do corrente.
0melhor dentirnclo
4a
9 mprsjgadji ora a
Odontalina
AST DErRU, BDEIW Bill II HCM
*m PARS: EeraellD, 24, rua d'EngMa -
VINHO DEFRESNE
TOHI-NUTRITIVO
wat
PEPTONA
O Tinhm de PrpUna */*me o dmIs uredoao Sos tnicos, oontem 4
Obra moBcaUr. o tarro hematioo o ptsombto de cal4a carao de vacca, 4 o nice
reconstituate natural e oempaeto.
rN I> B 'I A N
; A N N U B I A I*
HUBIAH
X U -R--1 A N
6RAXA LIQUIDA IKIPERHEAVU\
nowsaA-aa aau eboovas) I
O magnifico I.XJBTHO d'eatm gruxmf
conaerva-a darmmtm limo mammaM,
^ ., maja, qoaJ tSr o tempo.
BALU0RAL 8L0SS Gmm* lustros eUslka pora ai Boltisuu ios Smlwra.
APPUOA-SE BEM aOOVAB
PASTA UHCTU0SA, am caix. da lolh* da andraa, taj osvll
s aatraffaa ao BxarcHo Ingla*.
THI MOSIIAN lUNUK COMP*. t*. s>. Mslsr Usa. LONOSrt o.
Agcntrn |irm asa MMIAmucO :
* PTmaw.
N U B I
PEREIIU ft MAGALHAES
Recebedores directos dos mercados da Europa
liquidam os seguintes artigos com descont de 14 [onas
vendas em grosso
Bramantes de algodSo superiores, a 800 rs. o metro, 4 larguras.
dem de puro linho faeenda de 20200 para acabar a 14S00, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., 10100 e 10200 o dito.
Aleod&o alvo, nacional, para len^es a 50500 a peca.
Madapollo americano, a 30600, 40000 e 60000, com 24 jardas.
Maripozas de c6res a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 js. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefirosde quadrinhos, a 80, 160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 rs.- o dito.
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichas de renda chics a 1|)K)00.
Colchas trancezas de efirea a 20000 e 40000, rana.
Lences de bramante a 10800, para eama s'eHd.
Casimiras de core para roupa de crianca a 10000 e 10800, dugos*., duas
h'f^am8as ingle** e francesas a 26000 e 300000 a dusia.
Tapetes aveludados, grandes, a 140000 j-^
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de cres para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 r*. o dito.
Veradilhos de cSres e pretos a 900 rs. o dito.
Sendas austriacas para vestido* a 500 560 rs. o dito.
Setins de todas as eres a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 200 e 240 r. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 J!*to- .
Meias cmas intHezas para homem a 20500 e 301XW a amoa.
Ceroulas bordadas, de bramante, a120000 160000 a dto.
Cortee de caBemiras para calcaa 40000 e 60000.
.' dem de meia oasemira a 20000.
Toelhas grandes para rosto a 40000 dusia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita. ,.
E niuitos artigos que serfto lembrados com apresenc* de nossos letores.
59Rua Duque de Caxias59
LOJA DE _
PEREIBA A HA6ALHto *
ASTHMA & ATARRH0
Curados pelos CIGARROS ESPIC
QaajareeeCes Tame Defuaeem *rrolgia
umu rai*>pacToau aaaiaa* aonrpaasaao aikaao.
~Mta Mtetiataaa f isa**, que SesperU o appatil*. resHtae aj fo
mago e mel&ora UgeyUp.. cont regmirSaUulnie *"owr.f*?^,2n*^:
cocer rao
aoeeto>
r lsao qne
coloro o
aaneoe dyscraslado pela anemia, prorlno os dearlos Oa
^^juado DefreaneresolTeo o frande problema de a carae de tcc* o de a tnuaafonnar, oooi o auUlo 4a 1
J^eSiuSo. a Peotons. os profaaaoreo 4a Boeola del
elemento plaataso des siqiilns qt sasU a
" pela apemia, prerlne oe cstIob da oolumna
~-, fOra do corpo humano.
"mi, em am liquido
_ o o 041000 da
c^i&So SSSenufe e&aV5^
dPaptoi Defresne em todoe oa Hoapltaea Ovia e Militare*. ^^ ^ Beoc*es
dS^*d!gesUas e Se ealemdaded torma deprimente, agudas ou cnronicaj,
cmo naa dyspepslss. ulcers do estomago, etc.. e no marssmo, cmorosejHarjete,
Sexi SicVpmnnoiaw. etc. Uerem uui-o ofuaJmente as peaeoas JeconsUtulcto
d^i as criajicascuJasauSe 4 poeta em risco peto cresermento rpido, ss maens
cuto Vigor oompromottldo pelo trabaiho do attamento.
^Emnm o fSiaVmTSpimna JDw/rsMe conTom ecn todos os4SMS4MM
e lmpreSlndlTel restabelecer, master e aogmenUr as forca*. quer eslojsmos
S^^^g^rSalSli do nslssi. I*ptMa.Cnlda >nutiia>MsaMio>i
"TJ^mAIS DORES oe Ofiy,.
fil**^ Elixir, JP e Pasta dentiricios ^^/
. EOS
RR. PP. BENEDICTINOS
daABBADIAde SOULAC (Gironde)
DOK MAGUELOBNE, Prior
* MeUOhM fe Ouro: Bruxeim 1880Londm 1884 j
AS MAI8 ELEVADAS RECOMPENSAS
m 1373
Pato Prior
Mease
a O uso oBOtidisBO 4o EUxir DenUlricio
doe RR. Pl. Benedictinos, com dose ae
allomas rottsa cem aro, preTam e enra a can
dos demte, eBtbraaqjDecsoa, fortalecendo e tor-/
naado aa geupivaa prfeitamente sadiaav
jaPreatamoa um verideiro aerrico, asaiena-l
lando aos nosaos leitore este antigo e ufihs-i
aiaoo proparado, o melhor curativo e o nico
preservativo contra aa Aeccoes den-
tarias.
unte geni: SEGUIN BORDEAUX
Acka-mtm IMmatant srrmsr#a. Manaseis* saVoSasssB
eaa de todor os Periumiatas e CUJ>elleireiros
de Franca e do Extrangeiro
Jos igtiid* &m>2 especiad
rascaaABO com bismtso
OS. VA.1T. Perfumista
Rxiss de Isa. T'mxix, e, F-tVRXS
Veade

**> HHM
iu>i4gH
Vinio Xarope ^ Dusart
A LACTO-PHOSPHTO oe cal
Approvados pele Junta dTHygiene do Rle-4Ve-JeneTe.
O Locto-Phoiphato W sol, que entra ar composiclo do VINHO do XARO**
de DUSAftT, o medicamento mais poderoso que se eonheoe boje pv,Tw resu-var
as torcas de certos doentee.
Consolida e endireita oe ossos das cranlas Bachxtiaas, torna activos e vtyrosos
os Aalttcantei moltos e lymphatieos e os de rpido cressimeoto. Faoiliu a cicatrisacSo das cavernas do pulmso noa "<*'
Sendo administrado AS saulheres durante a gravidez ellas atravessao todo o penado
da gestac&o sem menor fadiga, sem eaussas, ssjui ^omr-os, e dio s lus a, oreancaa
fortes e UBI B^NLHsgMgMgMgT^
3 Lmata-P,
)rosar-
hmpkmto
t sal satistetistrado As
As mase ojee orlle os albos.
toma o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva ae cranos da diarrnee de eutree
molestias, que se defflarao duc inte o cresoimento/ A denfico opera- e sem fsUg r a
cruanca, sem que apparecie conruisOef..
O VINMP e o XAROPtr. de Lmeto-Photahatt cal de Ol>iAHT despesyio e
appettts eseraBAio ss (orse dos onasaleseente* deven ser e ngsrojnilnfl esAseos
ts ossos em que o oorpo humano se sobar fatig***. ou eubaurid fa
Deposito amPan/'o, rua Vlvienn*.
ALojadas Lslras Azues
A' RUA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Telcphone n til
0 proprietario desta conhecida casa previne as
Exmas. familias e todos os seus fre-
Sezes, que as pecbiacbas que costuma
r, nao sao nem nunca foraoi divididas
de outra casa como alguem annuncia
para engaar, vendendo fazendas ordi-
narias por boas, castume que a Loja
dan Liiajitma Asnea nao tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa qua-
lidade, e nao levam | medida escassa;
aceita-se a fazenda vendida se, por
qualquer motivo nao fdr de muito agra-
do da pessoa para quem for comprada.
Dase descont a quem comprar de 20A
para cima..
ESPECIALIDADES
tirina le lis tras azues pecas com
20varasa6^00e.-
.Hadapolo com um metro de largu-
ra a 6(5800 a peca.
Cortes de vestidos bordados em
cartlo a 100000.
Velludilho bordado acontas a 1*5600
o covado.
Cachemiras pretas, de quadros e
azuladas a 20 e 20500.
Teeldos fantasa arrendado a 400
500 rs.
Cortes de cachemira com guarnicSes
bordadas, lindas cores, a 200 e 250000.
SetlM Maco de todas as cores a 750,
e 800 rs.
Linn bordado, tecido de urna s cor,
qualquer que se deseje, a 200.rs.
Zeflros lisos e bordados, tecido fino,
novidade a 500 rs.
Lis de quadrinhos a 200, 240 e 360
rs o covado.
Linhos lisos a 60 e de quadrinhos a
100 rs.
Ciuardaaapos melhor qualidade a
10800 a duzia.
Atoalhado branco e de cores a 10.
Oleados para mesa redonda ou qua-
drada a 40000.
Cortinados de crochet, com sanefas,
ultima novidade, para janellas e portas.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustao, brancas e de ecd-
res, a 20000.
Chitas finas precales a 200 e 240 rs.
Chitas escuras a 160,240 e 280 rs.
Batiste* de cores seguras a 120 rs.
\a nzuc de lindas cores a 280 re.
Briso, pardo esguiao a 240, 280 e320.
Casinetas de cores escuras para rou-
pa de homem ou menino a 400 e 600 rs.
FlchtsS arrendados, finos, lindas corea
a 10500 e 20000.
Jlantilha s de renda hespanhola, pre-
ta, de seda a 80000.
Capas e visitas, de cachemira, de ren-
da, com lindos enfeites e com vibrilhos a
200, 250 e 300000.
Leqnes de pennao e transparentes,
ultima novidade, todo preco.
Lavas de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer cor a 20.
Espartilhos inglezes a 40500 e 50,
tem desde o n. 40 at 80 de grossura.
Bleo branco creme e de todas as
cores desde 700 rs. at 20500 a pee*.
Rendas hespanholas, de seda e de
algodao, preta, branca e de qualquer cor.
Babadas e ntremelos bordados ta-
pados e transparentes por todo prec.0.
Crasno* e pennhos fantasa par*
cabello a 400 e 500 re.
Hlela* para vestidos a 260 rs. a
dazia.
Aspas de ac para vestidos,. 120 re.
o metro.
**argollo* francs, fino, diagonal, a
200 rs. de qualquer cor.
Crinolina de cordlo preta, branca,
chumbo e cor de caf a 400 re. o metro.
Redes americanas para menino
dormir a 30500 e para homem a 60000 e
70000.
Mosool tclros americanos com ar
nmclo a 120000.
Reloglos despertadores com fi-
guras em movimento a 80 e 90000.
E multas fazendas que se vende- muito
barato para liquidar facturas na loja das
LISTRAS AZUES de
Jos Augusto Das-
Caixeiro
Precisa-Be de um caixeiro que tenba ntica
de taverna, de 1A a 16 snnos de idad, e que d
fiador sea conducta: no largo do Pilar n. 21.
Carolos de algodao
Compra-se carocos de algodao ensaccados, en-
tregues nos armazens, rua do Bario do Trium-
pho os. 10,12 e 14; ao preco de 380 reis por 18
tilos.
Em virtude de ter sido muito procurado e ose -
podido satisfazer aos pedidos de todos, maedei
chamar um collega da Inglaterra (Mr. Dick) que
j se acha no caso de receber discpulos de id-
glez pratico.
/. Fatutone, rua do Progresso n. .
la, I. Fansto, tendo de moculicar a lista e
seus discpulos para o novo anno, pede 8
Exmas. familias e senbores que tm-o honrado
no passado que conununiquem-lbe os seus dese-
jos para que elle nao falte na attencao devida
aos Illms. Srs. seus discpulos.
Os Srs. doutores desU praca que tenham oq-
nbecimento de inglez e que queiram se aperfei-
coar na ortica, dirijam-se a J. Fanstone, n. 2
rua do Progresso, ou na casa Evanglica a. 4, a
rua estreita do Rosario.
Tambem para maior commodidade das pes-
soas empregadas no commercio tenbo resolvido .,
abrir um curso nocturno de inglez pratico, t -.
qual funccionara no 1 andar da casa n. 4, rua
estreita do Rosario.
Mi, OaosGa h. NraD, nico professor america-
no da lingua ingleza, pode ser procurado no* -
sabbados A rua Conde da Boa-Vista n. 88, sabr* -
do defronte da estaco da boledade.
Professora
Urna senhora competentemente habilitada, com
Sratica de i i annos de profissao, apresentando
iversos attestados de bom methodo e comporta-
ment, offerete-8e para leccionar em casas par-
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
guintes materias: Portusuez, Francez, Italiano.
Geographia, Hiano, trabalhos de'agulha, etc.; a
tratar a rua Viconde de Goyanna n 69 oe em
easa do Regulador da Marmharoa larga do
Rosario n. 9.
Quem seria
Na rua de S. Jorge, hontem (14) pelas 3 horas
da tarde, desappareceu um pleiot fraja, pr~*
do 1- andar n. 131, que eslava estendido
tuna corda sos fuaos desta casa :
qualquer pesaos que o achar, venha
a casa cima indicada, que ser gen
reccTupensadi.
! JBg3tS8SBgggMaMU
ISPEiAUDADE
IIRSCH des Y0EG1S;
rtfaxe s B?rea ;:a Z'SZUXBT j
SS tela l=rra!j rarx.-1 *f Js W|5 hi-ataBl est ciaa
K iionrEaNifoT, t HBaHrsfgi aaaoj
, .. ... ::;es?LUY5i-
Criada
Na rua da Umao n. 27, precisa se de urna
criada para cuidar de duas enancas, de a 3
annos de idade e que saiba engommar, preferose
idosa.
0 COELHO
Novo estabelecimento de fa-
zendas finas e modas
S6-Ria da ImperalrizS
Recebem directamente da Europa o que ha de
mais novidade em tecidos de faotazte e fino gos-
to. Completo sortimento em fazendas de todas
as classes e precos sem competencia.
Telephone 489
i/k
^ ? *y
M'
v<$
<
FABRICA
DEVIDROS
fia Ra* dAnrora tf S
Expoe venda em grosso
e| a retalho os productos d*
seu fabrico: sendo
Copos com e sem p, ditpjB>^"
com aza para cerveja, caK-
ces, globos, chamins, frasco^^
para botica eix. etc.
Prego sem competencia
.
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa scub amigos e frs-
gnezea em geral que receben pelo ultime
vapor cha Jjireto novo- e superior que ven-
*~ por jBrecos mais resumidos em vista
corrtiftaa$ao do cambio avors
Convem BITA TV RARAO TA VTfTTORIA -P*
ISEJ



-,


de PernaobucoQuinta-feira le Janeiro de 3889

Coidleira ectiado
-recisa-d^Sinia Ve u137, sendo 9 ciie-
|^HHK&o ou rapaz.
Aviso
Aos Exdis. Srs. paes de fa-
milias
O profcssor titulado Joao Feixeira Bastos, con-
tinua a lecciorar nao s emeasa de sua residen-
cia, eomo em '!sas particulares as materias, que
constitueni a insirucra primaria das 3 is 6
horas da tarde
Corso espec.al : portuguez, franrez, geogra-
pbia e historia das 4 as 6 da tarde.
Aula nocturra das 7 s 9 da noite.
Mensalidade adiantada feta no acto da matri-
cula.
N. 7 ARuadoCalereiroN. 7 A
Architeclura
Andre Rompcke prepara, guarnecidos de to-
das as cores, -arantindo a cjaservacSo das mes-
mas, turto para o exterior como interior de edi-
ficios 7*6 pretendentes podero deixar suas or-
dens na niercearia a ra da Imperatriz_ n 2.___
Aluga-se barato
:i9*
Ra do Calabouco a.J 1* andar
Baixa Verde n. C. (Capunga).-
Ba Visconde de ttaparica o. 43, armazem.
A ra do do /w ." u. 4 loja.
Largo do Corpo Santo n. 13 2 andar.
Ra Santo Amaro i4 1 andar.
Ra Viaal de egreiros n. 43.
Tratase na ra do Commercio n. 5, i. andar,
escriptorio de Silva QimarSes & C.
Caixeiro
Precii-se de um caixeiro de 10 12 annos,
com prars de molhados c que d fiador a sua
conducta : a tratar na ra Conde da Boa-Vista
n. 87, profere-se brasileiro ______
Cautellas do Monte de Soceorro
Compra-se.cautellas do Monte de Soceorro de
qualquer joia. brilhantes e relogios; pagase
bem na Praca da Independencia n. 28, loja de
relojoeiro._______........________,____
"iSP^ ttendite
Jos Samuel Botelho avisa ao respeitavel|pu-
blico que ainda continua a fabricar bouquets do
mais afamado gosto, para casamento ou outro
qualquer acto, assim como capellas mortuarias
de perpetua ; a tratar na ra Nova n. 20, loja de
miudezas. ou na ra da Cadeia do Recife n. 43,
loja deseileiro.
Tvpogaiiliia e Lithographia
FABRICA DE LTVROS DE ESCRIPTU-
RAQAO
Premiada as exposifdes de
188* e 1885
Manoel j. de Miranda
EacadernacSo e
especialidades em cart6e3 de
visitas.
39-Rua Duque de Caxias39
Telephonen. 194.
Mercearia quidade
Ra de Hortas o. .5
Grande variedade de vinbos engarrafadus,~por
commodo preco, e superior qualidade, recebidos
directamente, como sejam: vinho de Pasto, Col-
lares, Figueira, Verde, Palhete, Moscatel, Malva-
sia. e outro sem igual, especial para senhoras.
Vende-se superior carne secca de porco, vinda
do sertao, vinho fino do Porto a retalbo.
AVISO
A abaixo assignada previne ao publico e ao
commercio desta fcidade, que nao facaiu traisac-
cao de especie alguma com a parte do sobrado
n. 11 sito ra estreita do Rosario, pertncente
a Manoel Sodre da Cunha Motta, e nem outro
qualquer negocio, sob pena de ser nulla toda
transaeco feitajrlo dito senhor. Recife, 11
de Janeiro de 1889.
Laurinda Martins Rio.
Gavallo apprehendido
A subdelegada do 1- districto de S. Jos ap-
frehcndeu um cavallo furtado : recl"ie-o quem
orseu dono.
Cavallo apprehendido .
A subdelegada do 1- districto de Afogados
apprehendeu um cavallo furtado: reclame-o
quem for seu dono. _____ __
Criado
Precisa-se de um criado ; na ra de Paysando
numero 19.___________
Precisa-se
de urna criada : a tratar ra Mathias de Albu-
querque (outr'ora ra das Flores) n. 21.
FOLHETIM
a si
POR
JULIO MARI
Tl.lt < 11 II \ PARTE
HONftA POR HONRA
(Continuacao do n. 12)
i
II
uga
-se
o 2. andar da casa ra da Aurora n. 81 (junt0
estacXo da estrada de ferro de OlindiJ com
grandes commodos para familia ; a tratar flo es-
criptorio de Sebastso de Barros Barreto, ra
do Bom Jess n. 16, i. andar.
Pi eenteio
MiUe A Biset, arlsam ao respeitavel publico,
que todas s tercas c sextas feiras, tem este sa-
boroso pao; ra larga do Rosario n. 40.
Ela fallava simplesmente, como se con-
tasse as cousas raais communs da vida.
E quando a moja terminou, elle pensou :
Mas esta rapariga simplesmente
sublime Que coragem E que imagina-
cao, sobretodo !... Quasi tilo frtil como
a ininha !
E em Voz alta, com a mais profunda
emocao:
A senhora tem sido muito corajosa
at hoje, para que se dejxe assim vencer
pelo desespero agora.
O que fazer?
Procuraremos juntos. Estamos em
presenca de um criminoso que nSo vul-
gar. As proprias circumstancias do crime
eeto ionge de parecer-se com as dos ou-
tros. Ha aqui urna intriga mais compli-
cada do que n desses negocios judiciarios
que a gente v s duzias na prefeitura de
polica. E eis porque justamente esse me
seduz. Sou um homem de imaginajao.
Tenbo korror convenci, s estradas ba-
tidas. Acho que a um crime puco com-
raum sao necessarios tambem meios pouco
communs. Supponha que tem diante de
s um agente de polica que segu pacata-
mente o seu caminho. O que far elle ?
O que fazem todos. Passar os das e as
noites a vigiar Montmayeur, como se essa
vigilancia podesse conduzil-o a algum re-
sultado ; como se depois de muito tempo
Montmayeur n3o se puzesse de sobreaviao
contra toda vigilancia possivel. O que fa-
ria elle entlo ? Tentara descobrir o di-
nheiro rodbado. E suopondp que o ancn-
trasse em poder de Montmayeur, este nlo
TEMAS
Yeude-se um estabelecimento de molhados
com proporcSes para grande negocio : na praca
Conde drEu n. 18.
Vende-se um terreno dentro da campia
da Cafa Forte, com 2i palmos de frente e 208 de
un Jo : quem pretender dirija-se ao pateo do
Tergo n. 76 : a tratar com a proprietaria, que
faz todo negocio.
luga-se
a casa terrea da ra da Conquista n. 9, rom
bons commodos e agua canalisada ; a tratar no
Caminho Novo padaria.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia ; na na de feysandu n. 19.
Ama
Precisa-sc de urna amr para comprar e cos-
nhar para casa de pouca familia : a ra da Pe^
nha n. 21, 2o andar.
Ama
Na ra Formosa n. 8, precisa-sc de urna boa
cosinlieira e engommadeira, e que durma em
sasa.
Ama
Precisa-sc de urna ama para cozinbar para casa
de familia; a tratar na ra dos Guararapes n. 88
Ama
Precisase de urna ama para cosinhar, para
casa de familia de tres nessoas ; na ra Velha
numero 89.
Vende-se o'antigo e bem afregueado es-
tabelecimento de calcados nacionaes da ra do
Livramento n. II, o qual se torna recommenda-
do pela boa localidade em que est ; a tratar
no mesmo.
Vende-se urna taverna no bairro da Boa
Vista ; a tratar na ra daImperatriz n. 83.
Grande icjiidacad
Ama
Precisa-sc de urna ama para cosinhar, para
casa de familia ; na ra Duque de Casias n. 54,
loja.
Ama
Precisa-sc de urna ama para engommar em
casa de pouca familia ; a tratar na ra Duque
de Caxias n. 48, loja.
~--_
Ama
Precisa-3e de urna ama para casa de pouca
familia ; a tratar na ra Mari/, e Barros n. 2,
taverna.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na ra
da Madre de Deus n. K, 2- andar.
Precisa-sc de urna ama ; a tratar na ra de
Santo Amaro n. 6, 1 andar.
Amas
Precisa-se de duas amas pasa casa de peque-
a familia, sendo urna para cosinha c curros
servicos domsticos, e de outra para lavar c en-
gommar : na ra do Imperador n. 40.
Ama

Frecisa se de urna ama para cosinhar e com-
prar : na ra Nova n. 20, loja.
AMA
Precisa-se de urna boa en-
gommadeira, na ra Duque
de Caxias n. 42, por cima da
typoa;raphia do Diario.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de idade de 14 16
annos de idade, que d fiador sua conducta e
tenha pratica de taverna; na ra do Motocolom-
b n. 65-A.
teria urna historia preparada para explicar
eomo possuia os cincoenta mil francos que
foram roubados a Bourreille ? Que histo-
ria? Ignoro-o, mas com certeza elle n3o
deixa de ter alguma t...
E para que servira tal descoberta?
Para nada, a nao ser augmentar as pre-
caucSes de que se cerca Montmayeur. O
que preciso para confundil-o, para obri-
gal-o a urna confisao, para perdcl-o, e
armar-lhe um lago..,
Que lffco ?
Ah o que por ora nao sei. Mas
heud""e5contrar o meio. O homem 6 mui-
to hbil. Nio cahiria n'um laco grossei-
ro. Emquanto, porm, nSo formo o meu
plano, permitta-me aconselhar-lhe que nSo
rompa com Montmayeur. Seria a mais
grave das imprudencias.
E depois de um momento de reftexan :
Na narraco que fez-me ha pouco,
ouvia fallar de um rmao de Montmayeur ?
Jorge disse vivamente Claudina.
Um pobre mojo doente, desengaa-
do, to meigo e bom quanto o irmo
perverso e arrebatado...
Courlapde olhava para Claudina, que
tinha corado.
Por que essa emocao ? perguntou
elle.
Jorge ama minha irm, disse Lu-
ciana.
Ah! ah !... Muito bem,' pensou
Courlande, isso podo servir-nos. Mas em
que ? Veremos.
Foi pegar as nos da bella rapariga e
meigamente :
Perd6e a minha indiscricSo, D. Clan-
dina ... Elle ama-a... E a seniora ?...
Ama-o ? E elle sabe-o ?
Claudina abaixou a cabeca e corou ain-
da mais.
Amo-o. Elle nao o sabe.
Bem. Nio urna curiosidade vul-
gar que fez me dirigir-lhe esta pergunta,
saiba-o... Tenho o mais vivo interesse
pelas senhoras, se bem que n3o as conhe-
caaenSo ha alguma s horas, e sinto-me
disposto a estimal-as como se fossem mi-
nhas proprias filhas...
Senhor, urna vez que fallamos em
Jorge, de vemos communicar-lhe a suspeita
que nos acudi.
Urna suspeita ?
Poderiamos at dizer urna certeza...
Fallem... nao me deixem na igno-
rancia de cousa alguma... assim pre-
ciso.. .
Jorge conhece o crime de sen ir-
nio.. .
Courlande mostrou-ae estupefacto.
Como ? disse elle... conhece o cri-
me daquelle miseravel e nlo otobriga a en-
tregar-se, on ao jnenos a salvar Doriat!...
Vjam e admirem!
54 -Hna Duque de Cavias-55
Pedimos ao respeitavel publico attencao para
os precos reduzidos dos seguintes objectos:
Zefiros de 80, 160, 200, 240, 400 e 800 ris o
covado, grande sortimento.
Capas para senhora, o que ha de mais mo-
derno e barato.
EspartUbos de couraga a 4, 5* e 6*000 um.
Fus toes b raneo s e de cores a 360 e 400 ris o
covado.
Lasinhas de quadros c listas de 240, 280, 320,
400 e 500 ris o covado.
Grande sortimento em ficlms.
Cortes de linn bordados para vestidos, com
todos os enfeites a 14*000.
Colchas brancas e de cores a 2*000.
Luvas de seda fina a 2*000.
Cortes de cachemire com udrilhos o que ha
de mais novo.
Cambraia com salpicos de cor, novidade em
gosto e barato.
Grande sortimento em punhos e collarinbos
para homem.
Bramantes de algodao e linho e por pregos sem
competencia
Cretones para vestidos, um sortimento esplen-
dido em padroes e precos.
Cambraia branca com salpicos a 4*000.
Brins de cores para roupas a 320 ris.
Atoalhados de diversos gostos e barato.
Madapolao para familia, muito largo e por.um
preco rasoavel a 6*000 a peca.
Merinos de cores a 500 ris o covado.
Completo sortimento de sargelins a 2*000 o
covado.
Benda bespanhola a 2* c metro.
Setins de todas as cures a 800 e i* o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Variedade immensa em toalhas felpudas, bran-
cas c de cores.
Cortinados de crochet e bordados por precos
sem competencia.
Baptists de cores a 120 ris o covado.
Cambraia Victoria e transparente a 3* a peca.
Completo sortimento em casemiras de cores e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e prela a 400 reis o metro.
Renda oriental, novidade, 300 ris o covado.
Camisas brancas com collarinhos para homem.
cousa chic a 2*000,
Tapetes, grande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de listras
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 2 i, um.
Linn bordado de quadros, o que ha de mais
novo a 800 ris o covado.
Alni do que acabamos de annunciar tem urna
variedade de mercadorias que s vendo-se.
Do-se amostras sem penhor.
55RA DUQUE DE CAXIAS 55
FEM AMIES DE AZSVCOO U.
Terreno oarato
Vende-se barato, ou permuta-se por urna casa
na freguezia da Boa-Vista ou da Graca, de va-
lor correspondente, um grande terreno na ra
Imperial, uefronte da casa n. 320 (centro), com
335 palmos de frente c fundo para a estrada de
ferro de 8. Francisco, cujos limites atravessa;
ErOprio para ccliticacao e' com capacidade para
ons viveins
No Caf Ruy, a'rua do BarSo da Victorian. 56,
se indicar aos pretendeutes a pessoa com quem
se trata.
Vaccas de leite
Vende-se jluas vaccas de leite : a tratar na
TamarineinC sitio defronte do Azylo de Alie-
ados.
O irmao assusta-o e domina-o. E'
tao aco, se o senhor soubesse !... E Joao
de Montmayeur tao cruel!...
Pois bem, disse Courlande, admitto
que elle nSo ouse... Mas o que nao ou-
sou fazer at agora com medo do irmSo "
necessario que faca por amor de Claudi-
na... Ahi est o laco de que fallava...
NSo o vejo ainda bem claramente... mas
vai-se desenliando... vai-se desenliando...
Paciencia... Sim, preciso que consiga-
mos ve% Jorge de Montmayeur denunciar
seu ir mo..
EHc nunca se resignar a seo!
Qeni sabe U?
PreferirKinorrer... Sabe que a sna
morte est prxima. Antecipal-a-ha al-
guns dias.
O amor de Claudina fal-o-ha viver...
E eu foroal-o-hei a fazer o que eu qui-
zer.. .
Dejxe isso por minlia conta... E o
laco.. ;*)Efle vai-se desenliando... repito-
lhe... ^jrai-se desenliando... E' preciso
ainda um pouco de imaginaclo.. Pro-
metta-me seguir cegamente os meus con-
selhos... ambas...
Promettemos-Ihe...
Por mais exquisitos que sejam ?
Juramos-lhe.
Mesmo que esses conselhos ponham
a sua vid* em perigo?
A minha vida nSo me pertence, disse
Claudina. O que seria eu, se o Sr. Bour-
reille nao ine tivesse recolhido e amado
como sua til ha ?
A minha vida nfio me pertence tam-
bem, disse Luciana ; o que seria de mim,
se o Sr. Doriat nao me tivesse recolhido ?
Claudina est prompta a sacrificar a vida
para vingar seu pai adoptivo. Eu estou
prompta a sacrificar a minha para salvar
meu pai. .
J contava isso.
O que vai aconselhar-nie ?
Tenham paciencia. Deixem-me tem-
po para reflectir. NSo ha pressa. Em-
quanto nio resolvo alguma cousa, vou esta
noite conversar com Mara Doriat. E' in-
til -que ella julgue-a por mais tempo cul-
pada.
( Se Montmayeur souber [da minha
reconciliacilo com minha m5i. o oue nen-
aareHe? H ^
Elle nao ha de saber nada. A sua
entrevista conservar-se-ha secreta. E as
senhoras conservar-se-hSo apparentemente
afaatadas tuna da outra. Mara Doriat
muito infeli;:. E' justo que se lhe d nm
pouco de ftilicidade. Alm disso, a se-
nhora nSo merece que saspeitem de si...
Luciana'chorava.
Emita, continuo Courlande, .o sen
I' lo Utkrio d*
AZEVEDO IRMAO k
Resolveram vender mais barato para di-
minuir o seu grande deposito; para assim
poder dar bal anco.
A saber :
Rendas de" cores, comprmento de eaia
a ljOOOe 10500.
Sargelim de todas as cores a 200 rv o
covado.
Baleias com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 rs. a dita.
Bramante de linho, com 10 palmos, a
1*400 e 10500.
Extracto Rita Sangal a 20200.
Fichs de IS e seda a 10 e 10500.
Capellas com veo bordado a 60000 *
74000.
Merinos de cores-* 400 r,
Zefiros, largos, a 160 e fOO rs.
Cretones com fettaduras a 240 rs.
Madapoll (o veijladeiro Boa-Vista) a
6*000, com 20 varas.
Toalhas para banho a 10 e 10500.
Colchas de crochet, finas, a 5
dem com flores a 80000.
Toalhas felpudas para rosto
duzia.
Bramante trancado, l4 larguras, a 800 e
10000.
Madapolao com 1 metro de largura a
70000..
Madapolao Globo a 70000.
Dito camisero legitimo a 70000
Fustao branco a 360 e 400 rs.
Setim branco e de todas as cores a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a 130000.
Espartilhos couraca a 40 e 40500.
Cortes de cambraia com c&rocinhos a
40000.
Brins de linho de cSres fixas a 600 rs.
Crinoline branca e preta a 400 rs. p
metro.
Rico sortimento de leques de penna de
80000 e 100000.
Guardanapos de linho a 20 e 20500.
Panno de crochet para cadeiras a 800
reiB.
Ditos grandes para sof a 20500.
Cambraia Victoria e transparente
30000.
Merino preto, fino, a 800 e 10000
Camisas francezas, finas, a 330000
duzia.
Nanzuc de cores finas a 240
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 10000 e
Cretone com duas larguras a
Batistes finas a 140 rs.
LSI de quadros a 280 rs.
Cortinados bordados a 50500.
Ditos de crochet a 100000.
Camisas de flanella com collarinhos
sera ellos.
Palitots de palha de seda, todas as co-
res.
Luvas de seda-
Faz-mdas de phantasia o abortas.
Cachemiras eom listras e quadros a
500' rs.
Cortes de casimira a 40000.
Etamine preto.
Cortes de cambraia aberta a 50000 a
fpesa.
Cortes bordados brancos e de cores.
S6da palha crua com flores a 800 rs.
N. B.As fazendas compradas na nos-
sa casa nSo sendo do gosto do freguez, se
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
rs. o co-
10500.
400 rs.
Barato
S na'loja das Estrellas
56-RU MiQH DE CHIiS-K
Telepkoae n. !
0 proprietario deste mui acreditado estabeleci-
mento previne a todas as E:unas. familias
e freguezes em geral. que as muitas pe-
chinchas que costuma razer, nao sao mais
divididas com a sua ex-casa das LISTRAS
AZL'ES; portanto, quem quizer comprar por
menos que em outra qualquer parte dirja-
se LOJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trara um completo e variadissimo sorti-
. mente de fazendas que se vendem por pre-
cos que nao lhe p"oaem fazer competencia
como passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 10800 a 10000.
Dito de cores a 10 e 10300.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 10600.
Brim de cares para ronpa de criancas a
280 e 320 rs.
Colchas de crochet de 100 por 50000.
Cortinados bordados a 50 e 60000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 40' e 40500.
Cortes de vestidos, em cartao, a 70000.
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente on Vic-
toria, a 20800 a peca.
Camisas inglezas para bornens a 280000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20500.
Capas de vidrilhos e tecidos arrendados
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey a 20500, 30, 40 e 50.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 10100 a jarda.
EsguiSo de linho, pardo, a 240 e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhos couraca a 30 e 30500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
Fustao branco a 240 rs.
Grinaldas com finissimol veos de Blond
a 70000.
Guarnieres de crochet para sof, a 50500.
Gorgorito preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho de 30500 por 20
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Lencos para meninos, 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
Las e cachemiras de quadros a 160 rs.
MadapolSc- pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
guro, de pre;o de 120 por 70000.
Dito de 80 por 50000.
Merino preto cora duas larguras a 560
e 700 rs.
Dito de todas as cores a 500 rs.
Ditos le quadros, lindissimae cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 10600, 10800,
20500 e 30000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 10.
Sargelim. de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 20500
e 30000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 10200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as cores a 80 rs.
Assim como muitas fazendas que seria
enfadonho mencionar, e que vendemos por
menos 20 [0 do que em qualquer outra
parte.
Cimento
Vendem Fonseca Irmos, no largo da Alfan-
dega.

noivo parece-me disposto a fazer loucuras,
e a senhora nao ha de querer, supponho,
que elle procure urna morte que ser um
motivo de pezar para toda a sua vida...
Se a morte attingil-o, elle ter cumprdo o
seu dever... Mas preciso que ella nlo
seja a obra de um suicidio. Vou, pois,
estudar o meio de fazer-Ihe chegar s mos
um bilhete. NSo deve ser cousa imposs^-
vel. Quando elle souber que a sua fel-
fa nSo 6 Jmais do que um devotamento
sublime, se tiver que morrer, ao menos
morrer mais contente.
Luciana continuava a chorar. Lembra-
va-se da horrorosa d6r quc,soflrera quan-
do fra expulsa vergonzosamente da casa
de sua familia. Lembrava-se dos insultos
de Gauthier, da uialdicao dos seus dous
irmSos e da de Mara Doriat tambem dian-
te dos cadveres de seus filhos.
Ao menos, dizia ella comsigo, minha
mSi e meu noivo me amaro quando sou-
berem de tudo... Mas Henrique, Pas-
cal Esses cstao morios... Nunca raais
Os tornarei a ver.. Tforreram araaldi-
coando-me.
Felizmente, quando elles estavam com
os olhos vendados, quando as espingardas
achavain-se apontadas para os seus peitos
nobres, valorosos e cheios de f, felizmen-
te ella tivera tempo entSo de gritar-lhes:
c Eu amo-Oa !... Eu amo-os!...
Erara estas as palavras que elles tinham
levado para a cternidade.
Una vez que impossivel ver Mont-
niayeur hoje, armenio-nos de paciencia,
disse Courlande. AmanhX hfto de vel-b sem
duvida. Nao mude cousa alguma sua at-
titude para com elle. Quanto a mim vou
casa de Mara Doriat. Coragem e con-
fianca.
Deixou as duas irauts e foi casa de
Mara.
Eslava com ar tao alegre ao entrar, que
ella nSo p6de deixar de aizer com urna es-
perance no corac&o:
Traz-me alguma boa noticia ?
Trago, sim. Olhe para mim... NSo
sou l muito bonito. Chamam-me Cour-
lande, o Ccdpora... Pois bem, sou um
mensageiro da felicidade.
Depressa, depressa... Luciana ?
Nlo me" traba engaado. Ella nlo
culpada.
Meu Deus!
Pura comoacrianca que nasce. Urna
martyr. O devotamento personificado..
Um devotamento sublime e de que s as
mulheres sSo capazos. .^
Mara approximou-se de Courlande, pe-
gou-lhe as mos, apertando-as com toda
a forca, e mergulhou o olhar nos olhos do
senhor nlo est mentindo?

.
.a. legaja*a
ves ?m cus
Ra Duque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de cambraia tapada
de 2 1]2 e 4 metros e. urna chavas lar-
gura a 500, 600, 800 n9,mvm
qualquer largura a 10400, c d^H
700 a 108OO a peca.
Enwtees para baptisados 1H
120(*#
Lindos enfeites nafa ponteados j.100,
200, 300e500rs. um.
Luidos granpos para 'egttrar chapeos.
Renda hespanhola a 20500 o colado.
Pulseiras americanas para 30, 4#, 60,
60 e 80000 o par.
Guarnieres americanas a 30000.
Lindos espartilhos a 40, 5,-> e 60000.
Porta dedaes de vidro, objecto para pre-
sente a 10000. '
Broches de fantasa de 500 a 10000.
dem americanos de 20 a 30000.
Lencos de seda de 500 rs. a, J05OO.
Lublaque a 200 rs. o par.
Guaraic3es de crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 60000.
Finas capellas de pellica, panno e c6r,
com finos .veos.
Flores artificiaes a 10000 o ramo.
Anneis americanos a 20000.
Plisss de 400 a 10000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordados
a 20 20500 o par.
Bicos brancos de b'nho e de cSres a 20,
20500 e 30000 a pesa.
Contas de cor para enfeitar vestidos .a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento urna
80000.
Talheres para crianca a 800 rs.
Luvas de pellica a 20500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 20000 e
cor de creme a 10500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
10000.
Espelhos com fina moldura, com douspal-
mos de comprmento, a 40000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas.
Lindas,franjas douradas para facha, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
lhos.
Timaosinhos enfeitados de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabu-
eo e a Joo Alfredo.
Lindas fitas para facha a 20, 20500 e
30500 o metro.
Carteiras de cliagrin para algibeira.
Finas gravatas plastroes e regatas a 10,
10200, 10500 e 20000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e sanctuarios.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourados
para enfeitar o penteiado c tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.Dase amostras de bicos e bor-
dados.
f

Vende-se
urna parte da propriedade Caraba Torta, na
comarca de Nazereth; os senhores pretendentes
poilem dirigir-se a ra Barao da Victoria n. 38,
tndeacharaa com qncm tratar.'
Mentir seria commetter um sacrile-
gio K ..
Assim. Luciana?
Contina a ser digna da senhora...
Ella n2o ama aquelle miseravel...
aquelle monstfo?
Tem o direito de perguntar-me isso
depois do que sabe ?
Ser possivel, meu Deus, ser ver-
dade o que o senhor est dizendo ?
O qrte lhe parece extraordinario
para mira a cousa mais natural deste mun-
do. E' verdade que ha nisso urna ques-
tao de niaginacao. '
Mas, por que representa ella seme-
lhante papel?
Quer salvar seu pai adoptivo.
Pobre menina!... Como ella deve
odiar-me a mim que expulsei-a, que amal-
dcoei-a!... Como deve ter sido grande
sen desespero, o seu desanimo !
-7- Ella.tinha a consciencia por si...
Minha Luciana, minha querida Lu-
ciana, tu que eu amava quasi mais. do que
meus filhos, se bem que nao fosse minha
filha, vais ser-me restituida"... NSo posso
acreditar na tua volta.. .
E lenibrano-se das suas iuiprecacSes
diante dos cadveres de Pascal e Henri-
que :
Eu fazia mal em blasphemar .. Ain-
da pode havekuin pouco de felicidade pa-
ra mim... Deus, que eu renegava, nio
abandonou-rae completamente, visto que
vai restituir-me minha filha...
E solucava e as lagrimas -suas doces
lagrimas desta vezbrotaram-lhe dos olhos.
Quero tornar a vel-a desde j, que-
ro pedir-lhe perdao, ajoelhar-me aos pes
della... Quero que ella esqueca tudo
quanto lhe disse e as lagrimas que a fiz
derramar.
Ella perda-lhe... Esquece tudo...
Gnde est ella ? Quero abracal-a. ..
Luciana!... Parece qu ella tinha morri-
do c que torno a encontral-a !
'Paciencia Paciencia!
Isso bom de 'dizer.. .Posso por-
ventura esperar?
Sim, preciso esperar. Nao repre-
sento aqui smente a magiua$ao ?... Re-
presento tambem a razio... Muitas vezes
estas duas cousas naoandam bem juntas...
Em mim eUae compensam-se. porque sou
um bomenroem equilibrado:..
Mas o senhor devia lembrar-se de
que eu quera apertal-a contra o coracao...
Onde esta ella ? Contina em fcasa dos
Montmayeur ?
Nao. Est em Bernadettes.
Junio com Claudina. Vou correr l.
Nao, fique!
Por que?
Porque confiei-Ihe o gegredo de Lu-


i
M


-

WIISKf
RvI Bleod marca
Este excellente Whisky Escocez pre-
fervel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Vlado,
cujo nome c emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS-& C, agentes.

*-- -
1.'
1
I
1
\ h
ciana debxo de urna condicSo.,. E' que
a senhora ha de ser prudente... Luciana
desafiou o seu amor maternal... Bastara
urna palavra, um olhar aft'ectuoso, que des-
pertasse suspeitas em Montmayeur, para
destruir todo o resultado da penosa intri-
ga que ella imaginou... Pois bem, asi-
tuajSo nao mudou... Contina a sor pre-
ciso prudencia...
Quando entilo tornarei a vel-a ?
Esta noite, se for possivel, tral-a-hei
aqui.
Como vou achar longas as horas.
Era hora muito avancada da noite quan-
do Courlande bateu porta da casa.
Mara nao pensava em dormir. Devo-
rava-a a febre da anciedade.
A' primeira vista, quando ella abri nao
vio sen&o Courlande.
Ella nSo quiz acompanhal-o, excla-
mou Mara com angustia... Bem v que
ella nao me perda !...
Mas urna alva e meiga mito encoatou-
se-Jhe aos labios e fechou-lhe a bocea:
Mfli! minha querida mai !
Luciana! Luciana!
Mara soltou um grito de loucura.
Abiacou a moa.- Arrastou-a para o seu
quarto.
Carregou-a quasi, como se fo*ge^,ima
crian9a. E chorava e ra ao nesio tem-
po. Nio fazia senao repetir : Luciana !
Luciana e nlo encontrava outra cousa
para dizer.
Obrigou-a a sentar-se e poz-se de^oe-
lhos diante della.
Perdoa perda .' i
Ah! mSi, o que tenho eu que per-
doar-lhe ?...
Perda, repto-te, ou fico acreditan-
do que tu te lembras.
Perdo-a!...
E amas-me, continas a amar-me ?
Nao. .
O que ests* dizendo ?
Amo-a mais ainda, comquanto jul-
gasse que nSo era cousa possivel.
Querida filha, filha adorada!
Amo-a por Pascal, seu filho mais ve-
lho, e por Henrique, tao complacente, tSe
alegre, ta bom... por elles, que minha
mai nao ver mais... Amo-a aada mai*
por tudo quanto tem soffrido por minha
causa!
Abracaram-se e cobriram-se mutuamen-
te de beijos. Olharam-se e sorrirara-se
atravez as suas lagrimas.
E Mara:
uar-t-Jut)


Typ, o Biario ruaDuqae te Caxi
L


Full Text
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