Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17397


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Full Text
AH lXV
_____ T4T
10
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^
i
I!
.
i'
*
PARA A CiinTAL K l.ltillE ^OE ** K PAA PO
Por tres meses adiantatlos.
Por seis ditos idem
Por up vono dem
Cada amaero atuIso, do mesmo dia.
6J00O
23*000
100
Q0ARTA^FEffiA PARA 1KWRO E PORA BA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados............ .
Por nove ditos idem....... ..
, Por oru anuo idem.....'............
Ca* numero avulso, de das anteriores..........
134600
201000
27*000
#100
DIARIO DE

Trcpriedade efe Manoel Seguetea de Swia $ ffilftcs

TELEGRAMAS
:i
issvijo ba imiu im:
BERL1M, 14 de Janeiro.
Teve lugar hoje abertura da sesslto do
parlamento prussiano
A mensagem real menciona as boas re"
lacocs externas, occupti-^ de questSesna-
cionaes e constata a boa situacXo financei-
ra do paiz.
ROMA, 14 de Jawiro.
. Acabam de produzir-3e em Faenaa (Rou-
mftgn.il desordene de bastante importancia
provocadas pela grande miseria que est
reinando na populacao.
Furtos importantes foram praticados em
diversas partes da cidade.
As lojas e os armazens foram submetti-
dos a urna verdadeira pilbagem.
MADRID, 15 de Janeiro.
O novo ministro plenipotenciario do
Brasil junto ao governo hespanbol apre-
gentou hoje as suas cartas credenciaes.
LOTORES, 15 de Janeiro.
A abertura da sessSV ordinaria do par-
lamento inglez ter lugar no dia 21 de
Fevereiro prximo.
Agencia Ha vas, filial em Pernambuco,
15 de Janeiro, de 1#&9. 4*
ANTIGS E MOiTeRNAS
AS
Scieoots. industrias e artes
POR
1
A impronsn
(ContinuacSo)
Foi aa prnneira metade do seculo XVqueLou-J
rengo Coster, artista hollandcz^inventou em Har--*
tem o processo de impressao com typos feitosfoi
metal fundido em un molde. Este processo de
depois aperfeigoado admiravelmente por Guten-
berg.
Joo Gutenberg nasceu em Moguncia em 1*00,
pertencia a urna familia nobre desta cidade al-
terna. Passou parte 'da juventudc na casa pater-
na Esta estatadecorada de esculpturas c orna-
mentos allegorieos, segundo o estylo dos pedrei-
ros-esculptores da idade media. Por cima da
porta principal estar esculpida a cabega de um
touro colossal com esta inscripgo: Nao ha nada
que me resilla. Esta divisa, inscripta na froute-
ria da Casa do touro moro em Moguncia, fbi sera-
pre a de fiutenberg: e n3o ser tambem a da
mprensa ?
Aos 15 anuos, tendo Joao Gutenberg perdido
sen pai. que Ihe deixava porherarjca apenas uml
psc'as'so rendimenfo. sahio de Moguncia, viajou
muitos annos e foi iniciado em Hartera do pro-
cesso de impressao com typos movis, que Lou-
renco Coster tirina inventado. Foi depois este-
belccer-se em Strasburgo, com o projecto de
aperfeicoar a nova are de multiplicar os manu-
scriptos por meio de um nico molde, com o qual,
coberto de tinte oleosa, se pedia obter sobre pa-
pel um numero iulinitode reproduegoes do texto
Tra&ahOH sosiho dez auno cm Strasburgo
com o flm de aperfeicoar. 0 ya*de arcano, o in-
tento maravilhono, em urna paravTaya JSpC6SSa-_
Teudo i ebegado a importantes resoltados, mas
obligado pop suas investigaces a grandes des-,
pezas, associou-se com tres burguezes d'aquella
cidade, que se encarregaram dcTornecer o capi-
tal necessario para acontinuacao da empresa
Esses dez anuos de trabalho tinbam dado tra-
ctos preciosos: Gutenberg conseguir gravar f-
cilmente letras metallicas movis, mas restava
achar um metal ou liga conveniente para a mul-
(iplicago daquella letras e para o uso a que eram
destinadas. O ferro era duro aernais, porque fu
rava o papel; o chumbo era demasiado brando-
porqu nao resista ao embate da prensa. A ruaa
deira nao tinha a forca nem a duracao precfs,
para semelhante emprego. Por conseguinte tor-
nava-se necessario achar urna liga de certos me-
taes com a qual se podessem fazer typos conve-
nientemente consistentes e susceptiveis de serem
fundidos em moldes. ?
f
i a* fCorJIMua.
-
.- 1
-------
PARTE OFFICIAL
Averno da ProTlacta
' LE X. 1,9
O Desembargador Joaquini Jos d'Olivelra Andrade,

f
t.
Le-
se-
presi-
rlente da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus*abitanles que a Assembla
gislativa Provincial decretou c eu Banccionei a resolugo
guinte : .... .,,
Art. Io Fica c presidente da provincia autonsado a permiitir
que a Companbia Ferro arril de Pernambuco prolongue a linha
de Afogados at c lugar denominado Gequi.
Art. 2.' Ficam rvogadas as sposiges em contrano.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
ment e execucao da presente resolugo pertencer, que a cumpram
- efagam cumpnr to inteiraraente como n'ella se contm.
O secretario interino da Presidencia desta provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, cm 22 de Novembro de
1*88. 67* da independencia c do imperio.
L. S. Joaqum Josa d'Oliveuu Andrade.
Sellada e publicada a prsenle resolugo n'esta secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 22 de Novembro de 1888.
"' O BHfctorio interino,
ManoH Joaquim Uretra.
LE N 1 944
O Desembargador Joaquim Jos d'Oliveirn Andrade,
dente da provincia de Peroambuco.
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Le
gislativa Provincial decretou c eu sanccionei a resolugo
Art. 1 Os lerreooi do engenho Novo, pertencentes ao 2o dis-
trito da comarca do Cabo, ficam pertencendo ao 1."
Art. 2." Fica pertencendo ao termo da Escada o engeno Jus-
saral, do lermo de Serinheni.
Art. 3.* Ficam rvogadas as disposices em contrario.
Mando, portanto a todas as autoridades, a quera o conneci-
mentb e execuQao da nresente resolugo pertencer, que a cumpram
e facara cumprir to inteiramente como n'ella se contem.
O seccetario interino da Presidencia desta provincia
imprimir, publicar c correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco,
1888, 67- da independencia e do imperio.
L. S. Joaquim Jos o'Oliveira Axdradb.
Sellada e publicada a presente rcsoluc&o n'esta secretaria da
Presidencia de Pernambuco. aos 22 de Novembro de 1888.
0 secretario interino,
^ Manoel Joaquim Silreira.
LE *. 1,943
O Desembargador Joaquim Jos d'Oliveira Andrade, presi-
dente da provincia de Pernambuco. *_
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Le-
gislativa Provincial, sob nroposta da Cmara Municipal de Cim-
bres, decretou a cyma^aei publicar a resolugo seguinte :
f 1 Prestar juramento antes de exercer o cargo, e exercer
as nmfgOes com as mesmas attnbuifes do emprego substituido.
. S 2. Perceber metade dos veneimentos dos empregados, que
o ttem ou toda porcentagem a que tiverem direito,' os empregados
mencionados nos 88 2-, 4.. 8, do art. 1.-.
CAPITl'LO IV
DOS VENCIMINTOS E MOI.tlltjrros DOS EMPREGADOS
Sfrpto primeira
Dos Yeneimentos
Art. 12. Os vencimenos do secretario, tiscaes, porteiro e
advogado da CSmara. e as porcentagens do procurador e do afe-
ridor sao susceptiveis de augmento ou diminuigo e serSo mar-
*ead*s amiualmente no respectivo orgamento.
Art. 13. empregado municipal pronunciado em crime de
resfeoosabilidade, s perceber metade do ordenado e perder a
outra metade se afinal nao fr absolvido.
Art. 14. O cordeador perceber de cada aHnhamento, a quana
de 1M0O, qne lhe dever dar a parte interessada.
Secf So segmda
Dos emolumentos -it
Art. ft. 0 secretario da Cmara perceber :
!f l.#.De registrar ttulos de roramento ou outro qualquer,
2309C
I 2 ^DoYle7m,6^viL!]^amen,0 ^ Festar^m P*111* 'a-
mar, as autoridadesrmpTe^aTesV^00?'.0 8 da Cmara, juizes
de paz e vereadores, 1W0. ^*v^^wN^. n,'
% 3. Dos termos de arrematacao; dos impostos municpaeS;
inemive al. copia 2#000 de cada arrematante, e da nova copia
a fmerimento das partes igual quantia.
I 4 De qualquer certidao solicitada por particulares sobre
rwgttwos da Cmara, o mesmo que perceberem os escrivaes do
civil, comprehendendo as buscas.
-Art. !6. Os rlscaes perceberiio :
i Io Das informagoes que derem, a reqwerimento das partes.
300 ris e das suas assignaturas nos termos de exame, igual
%%" Das multas impostas miando arrecadadas W/
Art. 17. O porteiro perceber :
I nico. Dos preges que dr as arrematages dos impostos
mutucijiaes, e da entrega do ramo ao arrematante 14000, e dos
terolos de multa que Iancarem, tendo effeito 500 ris.
PARTE II
_________.......--------..

presi-
se-

a faga
22 de Novembro de


PARTE!
* DA OBGAVISAco '..-. (AMARA E DA.- ATTRUILIguES DE SBVS
CAPITULO I
EMfRKr.AD}
Art. 1-
Iki uyunixaco da Cmara
A Cmara Vjni-ipa deCimbres.de conformidade com
a lei geral de 1 d Je 1828, e irais leis vigentes, ter
empregados segpin
os
- Um sccf.'firio. ,
i t Um ;.' .;rador.
5 j l'm porteiro.
i 4" l'm cordeador.
S" l'm aferidor.
f 6^ F. tantos fiscaes quantos entender necessarios, para s po-
voagoes, alm do fiscal desta cidade, qHe poder* exercer o lugar
de cordeador: "'!
Art. 2" A cmara, julgando conveniente, podera contracUr
um advocado para defender os seus direitos.
CAPTULO II
ATTRIBICOBS DOS EMPREGADOS DA CMARA
'Secco primeira
Do secretario
Art. 3.* Ao secretario incumbe : ,
^.^ Apresentar-se no pago da cmara municipal nos da em
cuver sessao.
I i." Escrevere 1er as competentes actas.
3. Ler a3 petifies que forem submettidas a despacho, bem
comaos documentos que as acompanhar langando as mesmas o
despacho que eHaa tiverem. ." '
-;!** Escreveros officioe, editaes, avisos e communicados s
autoridades e empregados.
I P0 Lancar 0 competent termo de uanga do procurador, e*
fscrevero de arrematacao de juramentos, e tomadas de contas de
qualquer contracto celebrado pela Cmara. .-.
g 6* Organisar, em tempo opportuno. os orgamentos e balan-
cotes, que tiverem de ser apresentados AssemWa Prorincial
7o Registrar cartas ou ttulos de empregados da mesma C-
mara assim como os artigos de suas posturas, e passar certidOes
que lhe forem requeridas independente de despacno.
8" Informar, quano lhe for determinado, as petigoes das
partes, e passar guias para recebimento de impostos, tendo guar-
dado ere boa ordem os livros, offlcios, portaras do governo e to-
dos os psneis que possam interessar Cmara, alm do archivo
que ter k>b -ua guarda e immediata responsabihdade.
9f Propor a compra de livros e o que mais f6r preciso para
rogularidade do serwgo seH cargo.
Sectfio segunda
Do procurador
Art. 4 ao procurador incumbe :
11* Promover, com toda solicitude. a arrecadago da renda
municipal de qualquer natureza que seja. empregando para isso
os aieios amigaveis e tendo de usar dos judiciarios so o far por
especial autorisagao da Cmara.
J 2* Fazer as despezas que estiverem autoriaadas por lei e as
que forem determinadas pela Cmara.
I 3- Apresentar Cmara no principio de cada sessao ordi-
naria suas coatas devidamente escripias e documentadas, assim
comoem moeda oaaldo existente em favor della.
t 4* Apresentar Cmara os termos de multe que tiver re-
cebido de qualquer fiscal, antes de dar-Ibes exeeuco.
15." Incumbir de todo e qualquer trabalho que tiver de
e-xecutado por conta da mtmiapalida ce


ser
Seceao terceir a ^
Do porteiro
5. Ao porteiro incumbe :
. 1 Guardar as chaves da casa da Cmara, c abrir s porta '
do pago municipal quando houver sessao e sempre que se flzer .
necessario. para as sesses do jury, audiencia das autoridades ou-
qualquer acto publico.
I 2" Varrer as salas, espanar os movis, nao cohsentindp qne
pessoa alguma entre 110 recinto do salfio durante o tempodas ses-
soes, salvo ae for permittida a entrada pelo presidente.
3* Consenar-se junto i porta que da jngresso para_ a sala
das sesses durante o tempo que Cmara estiver funecionando,
para receber das partes as petigoes e dar-Ihes o devido destino.
4o Afiixar editaes e apregoar as arrematag&es e levar ofti
cios, convites ou avisos aos membros da Cmara.
5. Certificar ou informar sobre negocios a seu cargo quando
para isto fr. ordenado pelo presidente, devendo acompanhar ao
fiscal as correigoes, como seu auxiliar, cumprindo o que pglo
mesmo lhe for mandado com relagao ao servujo publico.
6 Communicar ao presidente da Cmara ou quem;6uas ,ve- .
zes Dzer, sua ausencia por molestia ou outro qualque."? impedi-
mento, podendo deixar pessoa que nelle substitua.
7* Finalmente cumprir com diligencia as ordens da Cmara
u de seu presidente, no que-tor tendente ao servigo publico.
SetX&o'qnarta
Do cordado>r. !
Art. C." Ao cordeador compete; < ../
f I. Alinhar antes que tenham comego lodos os edificios p-
blicos ou particulares que tiverem de ser edificados ou reedifi-
cados. ',
2. Observar e cumprir exactamente os preceitos syme-
tricos d'arte, de conformidade com o plano adoptado nestas pos-
turas.
3." Declarar no verso da petigo de licenga, a largura,
altura, alinhamento. niveamento. e mais proporgOes symetricas
que exigir o edificio, que se vai construir, dando disto urna copia
datada e assignada ao respectivo fiscal.
5 4." Avisar aos mesmos quaes os edificios que estiverem em
estado de ruina.
Secco quinta
Do aferidor
Art. 7. Ao aferidor compete: .
1. Aferir os pesos e medidas em todo municipio, man-
dando fazer o accrescimo, diminuigo necessarias nos pesos e
medidas quando forem inferior ou superior ao respectivo padrao, S
correndo a despeza que se fizer para esse fim por conta dos res- /
pectivos donos.
5 2. Proceder reviso dos pesos e medidas, examinando se
esto exactos com o bilhete da aferigao e informar ao respectivo
fiscal quaes os pesos e medidas que encontrar falsificados, nao
passando neste caso bilhete de revisSo.
3.- Passar recibos em duplcate da aferigao ou revisau que
fizer, declarando o cstado*ou aulidade o augmrato que tiver feto
na taxa que receber, sendo um d'esses recibos entregue ao dono
dos objectos aferidos ou revistos e outro ao procurador da cmara
com a importancia n'elle declarada. 1
g 4." Cumprir em ludo as disposiges inherentes a seu cargo
c acompanhar os fiscaes as eorreig6es. se para isso for chamado.
Scalo sexta
Dos'frscaes
Art. 8." Aos fiscaes incumbe :
1." Vigiar na observancia das postula da cmara, proraov.j
vendo a sua fiel cxecuc pela advertencia} aos que forem obn-
gados a ella, ou particularmente ou por meio de edital.
I 2." Visitar os agougues e matadouros. botequlns, hoteis,
vendas, padarias, boticas, casas de mercados, feiras e quaesquer
outros estabelecimentos, que possam interessar salubridade pu- .
blica, afim de providenciar contra os abusos averiguados, acerca
dos objectos excostos venda para o uJUStMO publico.
1 lmnor multa aosinfradorcd'staspostuiaitfrem4t|ndo
immediatami ">te ao procurador os termos devidamente circum-
stanciados, e facr correigSo dentro dos limites da sua jurisdiegao.
afim de verificar se sao observadas as posturas assim como se a?
estradas e caminbos de servido publica esto abortos mveoien-
teraente, sendo este servigo obngatorio no mez de Julho de cada
anno.
4." Chamar o pbrteiro, da -cftraara para o acompanhar as
correigoes, requisitindo das autori'Iades policiaes da localidade as
pingas que julgar necessarias para' auXflial-o no cumplimento de
seus deveres.
5." Te'r toda a vigilancia para que 9o se faga despejos de
immnndices no agudo d'eta cidade, assiirFcomo as ras e tra-
vessas do mesmo, fazedfl mpor. as multas, que fdrem estabele-
cidas para esse fim
5 6. Prestar-se ao Chamado de pessoas particulares para
verilfcacao de estradas, cercas, lavouras, pontea, agudes e o que
mais fr de sua competencia, e informar os requerimentos das
partes quando o objecto d'elles ror de sua jHrisdicgSo.
g 7. Nomear peritos para qualquer exame que for preciso
fazer-se, em conformidade d'egtea posturas, e providenciar para
que os predios que ameacareni ruina sejam promptemente demo-
lidos ou reparados, eotendendo-se para esse lim com os propric-
tarios e interessados.
I 8. Embargar a construeco de qualquer edificio quando
estiver sendo constru
turas, e executar com
Do advogado
>g
Art. 9." Ao advogado compete .
I 1. Tratar em qualquer joizo de todas as questes em que
a Cmara fr interessada, respondendo s consultes faites por
ella, qur sobre negocio judiciario de seu interesse, quer sobre
assumpto administrativo de sua competencia.
2.* Comparecer s sesses da Cmara sempre que fr neess-
sario, e dar parecer, nlo s sobre a boa ordem e direcgo de seus
trabalhos. como sobre sua correspondencia oficial
CAPITULO III
DAS TOMKACB3: DEMISSOES SORSTITCICOES DOS EMPREGADO- DA
CMARA
Scgdo primeira
Art. 10. A Cmara autridade competente para nomear ou
demittir os empregados, estando, porm, legalmente reunida e
Srecedendo propoatas do presidente ou de qualquer outro vereador
e numero, sendo que a demissao de qualquer empregado ser
decretada logo que elle nao merega a necessaria connanga.
Sequo segunda
Das substituiges
Art. 11. Compete a Cmara, no impedimento de qualquer
empregado, nomear quem deva substitu! o durante a vaga, e ao
gusututo compete : aka


polica municipal
CAPITUL I
DA BBlrlCAg.V" BBBDIFICACAO, DBMOL1QA0 DOS PREDIOS E ASSElO
DAS BLAS
Secco primeira
Da edificago
Art. 18. O armamento, alinhamento, perlamento, altura,
largura e mais preceitos._symetrico8 dos predios, quando tiverem
de ser abertos, edificados ou reedificados neste cidade, em seus
suburbios e mais povoages, sero de conformidade com o plano 1
adoptado nos artiaos segrales:
Art. 19. As ras que se abrircm depois da publkagap d,etes
posturas, lero a larguia de 13 metros, inclusive as calcadas. Os
beceos e troveras tero metade deasa largura..,
Arl. 20. As casas que se edificaren! neste cidade, ou sejam
novamnte construidas, o reedificadas, guardaro os segmntes
preceitos:
S 1." As frentes so poderao ser oonstruidas com paredes do-
bradas a Jijlo e tero cornijamonto.
i.' A largura do predio ou edificio nao ser inferiora m.
, 60 a 36 palmos, alvo se. o espago a edificar nao contiver aquel-
la largura.
3.* A altura de urna casa terrea na frente nao ser inferior
1 ni. 3,32 a 16 palmos, da soleira ao f recua I.
S \u As portas externas tero de altura m. 2,64 li palmos
nas;jaiiellas a 1,76 .8 palmos, sendo a largura das portas e ja-
nel)a de 111. 1,21 5 l 2 palmos.
hfe.| 3. Todas as soleiras as portes e vergas do edificio tero o
nraaiouivelamente. ,
i 6- As vergas das portas na parte superior so poderao ser
rectas, ou de circumferencia inteira.
7." Os claros e umbraes sero iguaes entre si.
S 8. Contendo a frente do edificio parapcjto, interuar-se-ha
canos as paredes para que as aguas fluviaes vascm a baixo dos
passeios, s sendo permittido em cima se o terreno nSo permittir.
9." Os passeios ou calcadas serSo construidas a tijolo e ten-
do m. 1,32 6 palmos de largura, no lado da frente do edificio.
Nos beccos ou Iravessas, novamente construidas, tero a mesma
largura, e as j construidas a largura ser a que fr marcada
pelo cordeador, guardando-se eni todo o caso o niveamento do
terreno para que nao levem degros de urna a outra.
S 10. t-end de sobrado o edificio edificar ter o pavimento
terrena largura e altura marcadas nos paragraphos 2." e 3t'' No
andar superior ser a altura m. 3,30 13 palmos, do assoalho ao
frechjtL__Afl portas no andar terreo tero a altura designada no
*^o andar superior tero a altura de m. 2,42 11 palmos, sen-
do a largura de todas as portas mencionada no mesuro 3 4.
Art. 21. A construegao de urna casa que forme ngulo para
outra ra, ou travessa ja construida, ou projectada, s ser per-
mittida e fr com duas frentes, formando tacaniga, de forma que
de ambos os lados o cornijamento se corresponda em nivela-
mento.
Art. 22. Os muros de quintees que fagam frente para outra
ra aberte, ou projectada, s pedero ser construidos lijlo e da
altura designada para urna casa, tendo cornijamentos e portas,
ptemenos fingidas. i
Art. 23. Os que edificarem ou concerterem por forma em con-
trario s posturas alterando as disposiges contidas nos artigos
antecedentes, sero multados em 30*000 e a obra embargada pelo
fiscal para nao continuar, sob pena de demolico emquanto o en-
carregado se obrigar peranU' a cmara a fazel-o de conformidade
com os preceitos determinados nestas posturas. .
Art. 24. As casas quo forem dificadas contiguas aos 11 metes,
desta cidade e as povoagOes. poderao ter a frente de taipa, altera
uo inferior a m J,80 14 palmos. Os infractores sero multados^
Art. 25. E' prohibido o assentamenlo de rotulas, cancellas ou
portes quer de madeira. quer de ferro, quer abram para Tora,
quer as ras da cidade e povoagoes e quer em lugares onde pos
sam prejudicar o transito publico. Os infractores serao multados
em 10*, se pela advertencia-faite pelo fiscal promptemente nao
remwerem o systema, sendo neste ultimo caso feta a remogo
custa do dono. .
Art. 26. Tambem prohibido tepar-se lugares devolutos as
entre duas casas por meio de cerca. Os infractores sero multa-
dos em 'ii-
ArL 27. Ninguem poder edificar, reedificar ou demolir qual-
quer obra, fazendo cornijas, narapeitos, internando aguas, ras-
cando ou tapando portas,.janeltas, ou portos, collocando ou mu-
dando varandas, soleiras, vergas, degros, hombreiras das por-
tas ou ianellas, concertando cobertas das casas, nos casos de sub-
stituir maduiras, sem que preceda liceca da cmara. Os imra-^
ctres sero multados em 5A
Art 28 As licencas serfto dadas as petigCes com que o 11-
teressado requerer, devendo allegar nellas a quantidade de pal-
mos, que tiver de frente a obra a construirse, a qualidade e forma
do edilicio ou especificadamente o concert que se pretenrte tazer.
afim da cmara saber qual a taxa que deve pagar ae conformida-
de com a lei do orcaraento municipal. '
c Art 29 A petico deve ser apreKntada em primetro lugar ao
cordeador paralazer o exigido no g 3" do art. 6: de|)Ois do que a
cmara, por si ou seu presidente, conceder on negar licenga.
\s licencas depois de concedidas s dtraro um anno. tmdo o
qual ger requerida de novo, se a obra nao tiver tido principio.
Sec^ao segunda
Da reedilicacao
Art. .30. Na reedificgo dos predios guardar se-hao os mes-
mos preceitos que esto marcados para a? edificages nos arts. JO
e seguintes. .
Art. 31. Quando a reedificgo fr to somonte na frente do
tfredio, e a altura deste nao der lugar a camP"r^n ^a^3
Seterminado nos |S 2- e 3 do art. 20, o cordea^fetermiMrt
na cordeago que der, a altura, tente do predio, como das partes,
procurando approximar-se o mais que fr possnel nos differentes
PiWBPM casafquerti>erem fra do ahnhamento, quando
tiverem de ser reedificadas recuaro ou sahirao tanto quanto fr
nn9rt^TdtSmo^oT!|oftSS ser applicad.
auaodo'a reedificas^ ror em muros f.^^'^ruas^aK
das de casas, cujas frentes sejam em lugar onde baja roas abortas
ou Pjgjfc.iaaa9 reeQRcarem por forma em contrario a estes
postu^^eSreraonTSe^nas estabelecidas no art 23.
Secco tercera
Da demolicad dos predios
Art 35. O edificio de qualquer natureza e ^^0W
achar em estado ameacador de desabamen o, ser logo demolido
ou reparadV^ruma. ciento ao dono ou encarregado do edificio para proceder demo-
Co^ur^ar^e^prec^ eQ Q do ^^
doBoligAo oureparo por julgartonecassano ou por qualquer ou-
9
tra objecgo, o fiscal o convidar para proceder a exame por [
tos profissionaes Nao anouindo, o fiscal nomear dous perito*.
sendo um pedreiro e outro carpinteiro c com elles proceder m
necessno exame, de cujo resultado se lavrar termo, qae 1
escrpto pelo porteiro da cmara, ou escrivo de paz, asa"
pelo fiscal, peritos e duas testeinunhas.
Art. 37. Verificada a necesiidade da demoligo ou reparo, o
fiscal levar o tocto ao conhecimento da cmara, que ordenar
como entender de direito.
Art. 38. Ordenando cmara que a demoligo seja completo
ou parcial deve sor fcita, o fiscal, por meio de urna portara, m
qual extratar a deciso da cmara, marcar um prazo razoavel
para ser feito o trabalho e mandar intimar ao respectivo dono o*
encarregado do predio pelo porteiro da cmara.
Art. 39. O dono do predio ou seu encarregado, nao dando can-
primenio dentro do tempo marcado, ser multado em 35*. e
trabalho necessario feito sua custa
Secco quarta
Da limpeza e asseio das ras
Art. 40. Todos os propreterios de casas existente* unto ci-
dade e povoagoes do municipio sao obrigados a conaerral-M ex-
teriormente limpas, caiando-as ou piutanilo-a, excepto com a cor
preta, logo que estejarrt sujas, e a reparar todo e qualqaer estra-
go, nao s em suas paredes e cateadas, como nos terreiros. tofo
que estejam descavadas ou desiguaes.
Art. 41. Os infractores do artigo antecedente sero advertidos
pelo fiscal, que Ihes marcar prazo razoavel, nao inferior a 30
das. 1- udo o prazo e nao tendo sido feito 0 reparo, nem peto
me3SMQanu"t8ta('0 de8el ^e fazel-o, sero multados em 50019
6 R aSS'SWl0 pinteado a freate de tm
do a por em perfeito estado, sob pena de 2H"* ae *-ww> e x
ser teito o trabalho a sua custa. Hri*^**
Art 43. Os propreterios e inquelinos de casas sao w. .7^77
a conservar os terreiros, tanto os dianleiros como os trazemarr
varridos pelo menos at a distancia de 3 metros. Os inractom
sero multados em 34000.
Art. 44. Fica prohibido aos moradores em casas oeste cidade
e povoagoes do municipio, deitar as pragas. ras, beecns, traves-
eas ou trazeiras das casas, folhas, ciscos, estilbagos de qaatojwr
cousa,. materias fecaos, aguas ptridas e qualquer cousa nocir qk
possa concorrer para falta de limpeza e asseio. Os lab-actores
sero multados em 10*000 ou 3 das de cadete.
Art. 45. Os officiaes mchameos que em suas leudas eccapa-
rem folies, sao obrigados a depositar o carvo de modo ae ai*
prejudique por forma alguma a limpeza e o aseio das raas aat
frentes das casas que licarem contiguas, sob pena de 30WO de
multa.
Art. 46. A limpeza das jiwgas^pateo das feiras e meio das ras
e mais lugares, onde nao iuoovbe aos proprieterk ou luquiliau,
serio ltmpos por coate da Cmara.
Art. 47. Os donos de machina* e bolaudeiras sao obrigados
deitar os caragos do algodo que descarogar, e dos qaaes ato
pecisem, em lugar determinado pelo fiscal, depoi* do ae as
taro queimar. Os infractores sero multados em 10*000.
Art. 48. O uso de latnnas que despejan as trazeira* das
casas, ou fundos de quintaee, por onde ha maior transito de
pessoas, inteiramente prohibido. Os. infractores incorrerSo aa
multa a 10#X>00.
Art. 49. Quem fizer excavagoes as ras desta cidade oa po-
voages deste municipio assim como em qualquer estrada de ser-
vidlo publica, ou naquellas em que bouver communkaco para
sitios, aiuda que sejam de particulares, ser obrigado a eutu
Ihal-o's logo que conclua a obra por motivo da qual ro leja a es-
cavaca. Os infractores incorrerito na multa de 5*000 e o euto-
Iho ser feito sua custa, se nao preferir fazel-o.
CAPITULO 11
SOMF. A'FKRK'OE D> PKSOS r. JIcMdas
Art. 30. s afferiges serfto faites de Janeiro a Narco o revis-
tas em As/oslo e Setcmbro ; devendo o afleridor aanunciarpor
edital o da que tiver de proceder a afTerig*o.
Art. 31. Pela afferirJio dos pesos, medidas e balanra- eobrar-
se-ho as laxas marcadas no respectioo orgamento. ficando sajei-
tos a mulla de 5000 aquellos que deixarem de pagar
CAPITULO m
SOBRC O COMMehQO
Art. 32. Ninguem podera abrir casa de negocio, em groan
ou a retalho, em qualquer parte de9te municipio, sem obter previa
licenga da cmara, que dever ser renovada annualmento, ofc
pena, no Io caso de 20*000 de multa, e no 2 10MOO.
Art. 53. Todos 03 armazens, depsitos, boticas ou pharma-
cias, casas de negocio, estabelecimentos de qualquer natoreza,
lixos ou volantes, onde se compre em grosso ou a retalho merca-
dorias ou gneros solidos ou lquidos, que sojam necessarias
pesar ou medir, todos os individios que venderem pelas roas to-
zendas ou mercadorias de qualquer qualidade, nao exceptaasda
leite, mel, arroz, azeite, fijo. milho, familia, etc. ; os qae ia-
derem lquidos em barris ou ancoras, qualquer que seja o cortea-
do, exceptuando a agua ; os que se senirem de reguas qualquer
que seja a sua prolisso ou industria, 3A0 obrigados a tor pesos e
medidas afTeridos, segundo o systema-metrico decimal
Art. 54. Aquelles que venderem quaesquer objectos soudos
ou lquidos, por pesos ou medidas nao afferidos, ou cujas marcas
sejam falsas, ficam sujeitos pena e multa estabeheidas no art. T*
do decreto de 15 de Setembro de 1872. E para que essa pena
seja de competencia policial, o fiscal aprehendendo os pesos e aw-
didas, que assim forem encontrados, lmmediatemonte lavrar
competente termo, que tudo remetter a respectiva autridade
policial. .
Art. 55. Todos os qesos. medidas e balangas s"> sujeitos a re-
viso, que custar metade (io progo da arTengao. Amelles oac
negarem seus pesos, medidas e halangas A revisao, serio rmnh-
dos em 10*000. -
Art. 56 Fica prohibido as afferiges dos pesos o rostume de
fazer-se o accrescimo com pregos ganchos ou com qualquer oatra
cousa que fcilmente possa ser separada, o accrescimo. as Hr
necessano, ser feito na formado art. 46 do decreto n. 516 de 11
de Bezerabro de 1872, e mencionado no bilhete de anericto
Art. 57. Os donos de pesos, medidas c balangas quo na re-
sao forem adiados em contrario ao mencionado no bilhete da *-
rigSo, incorrerao na multa de 20*000.
Art. 58. Aquelle que tiver negocio neste municipio, atona
de pesos ou medidas, obligado a aprsentelos ao respecte
afleridor ou fiscal quando por estes forem exigidos, assirurotn
ao fiscal o respectivo bilhete da afferigo. sob pena de 15*8 de
multa, nao lhe valendo a allcgagao de os nopossinr, se'antes rtto
exigirem novo bilhete. ^^
Art. 59. As balangas de todas as casas de negnos devora
conservar-se limpas e sobre os halces, sem pesos as conctra*.
Os infractores sero multados em 10*000. ...
Art. 60. Todos os negociantes d>- molhados neste niurnnp*
devem ter dous temos de medidas, um para lquidos e outro para
seceos, e bem assim um teroo de pesos de 59 grammas a 5Mo-
"rammas, seb pena do 10*0 Q de multa. Ficam isenlas afana
vendas, aojo capital fr inferior a 100*000. ... -
Art. 6. Os marchantes neste municipio sao obrigados a aae-
rir um'torno do pesos de 500 grammas a 13 kilogrammas. asaaa
como urna balanga capaz de supporter aquoho peso, 00 superior.
cujo brago s poder ser de ferro, sob pena de IOMW ae
multe- __
Art. 62. Os raascates, boceteiros ou qualquer pessoa (jw*
der fazendas ou miudezas a retalho. sao obrigados a ter meada
de extensio competentemente afforidas, sob pena de IMtWaa
mu'to -- -
Art. 63. Aquelle negociante de qualquer especie qnesi
ou medida, depois de afferidos, ou j revistos, forem liiiii Ba-
sificados, ser multado em 30*000 ..
Art 64. Todo aquelle quo exposor a venda qualquer aera
solido ou liquido, que forem julirados lalsiticados. arromadas a
corrompidos, ser multado em 20#000, sondo obngado a laacat-at
fra ou enterrai-os, como o caso exigir. ____
Art. 6B. Os donos de padarias sao obrigados conservara
maior asseio o limpeza a manufactura e deposito de p*oeato-
cha, assim eomo a hbricar com farinha de boa quadae, a
pena de 20*000 de multa e de perder a farinha arromada.
Art. 66. As tavernas. barracas e qualquer oatn
ment, onde se venda bebidas alcoolicaajle qualquer
sero fechadas todos os das as9hjrasm noite, sato aaatae
5*000 de multe. Exceptuam-se desta disposieie aqaelle ato a
festividade em que de costume venderse a norte.
Art. 67. O taverneiro que em seu esubelecimento oaaa ai
pendencias delle, fra da excepcao do artir antecedeoto,
sentir ajunta-nentos nocturnos cora alaridos, bebedeira,
dangas etc., ser multado em 10*. ,__
Art. 68. Era nenhum lugar deste municipio I**"'*
novas feiras sem licenga da Cmara, sob penaae wae t
8 dias de nnso, imposta a cada um dos msiall 1
Art. 69 E' prohibido as feiras deste >utat'
comprar-se gneros por atacado, antes de3.n.
mesmo que seja para casa de negocio. Os infractores
tados em 6* que ser repartida a quantia pelo wm
prador, ou soffrerao dous dias depnsSo cada ato-
Art. 70. Aquelle que demorar a venda de tan g


'

Diario ft I


I
-,j-

aojjsiia i
b\ aaitadS.S*.
pcana tuteos amrtiaV
.snala Batane aas pa-
ula* > eaataU eaSaS (fias
lUlg.ttriiiMjiin"
r ser multado
de maior prego ou por qualquer outro pretextoats 3 horas da
tarde, para depois entrgalo porucammewaaama*Hnaaat rtico antecedente. ,
Art 71. Todosaqaelle que atravessar vivares tfe primeirane- .
cessidadc que vienrmjaefeiras, para com nelles monopolisar, re-
vendendo-os as mentas feiras, ser multado era 194 ou cinco
dias de prisfio. ..
Art 72. AqueUS'que comprarem objectos piepossam-ser
furtados, ou por preco diminuto, ou a pessoa que se iulgar nao
possuirtaes objoctotum rao devana qualidade ou condicaq,alm
das penas em nusa
clarado o furto
Art. 73. E
quer qualidad'
principio de e;
Art. 74. Fl
ci. assim coi
voacoes do mu
de priso.
Art. 75. As
fabrcalos, -o [W*m*r
e no lugar que por eua for
em 20* e a obra demolida sua custa.
CAPITULO IV
D">S MATADOUBoS ACOUOUB
Art 76 Ninguem poder matar ou esquartejar rezes nesta ci-
sino principiar s 6 horas da nienha, de modo q 9 Jtoras
estoja xiao can penda-rada e sene lugafcs ; so-podando ser
tttonsa < x^ieeav venda de meidiaalei> iionr da larde. Os
lloctwe ei*o multados enri**.
.Vrt. 77 E' expressaraente prohibidoabatsivse .renes atentos
on caneadas e estofarse ou esquartejar-se-as qu<*torem encontra-
dar martas devendoo fiscal providenciar no sentido deteitm el-
lasreeothidoB ao lugar competente peto mano 12 horas antes de
seren abatidas e verilicar-se ellas esto ejnpeifeuo estado de aau-
de e.descanso, asmando ao afcaiimeoto e esbumenio das rezes.
QS1 infractores pagaro a multa de 10*.
A*t> 78L'Pica abolido nos acougnes deste municipio o uso de
nactarfe,1 estebeleeido o do serrote. Os-infractores soffrerao a laul-
ta de 44. ,- -.
AH; 79. O arrematante doirmwetodeanngeui e repeso dos
aeugoes e abrigada a tratar do asseio interno dafl^neainoe, con-
servando limpos os utensilios, tatitos e lanzabas, que sero lava-
dos pillo menos urna vez em- cada mei; sob nena de 5* de multa.
Art. 80. Os repesadores de acouguea soobrigados a repesar
a ame.comprada, semprc que for exigido,, a echando falta com-
mtuiiearao ao respectivo fteeal, o qaar iiupor a malta de 4* ao
dc-myda carne, obrigando-a mteirar o que altar.
Atfr. 81. ngnem poder ter a$OHge# seeo ule nao Jwa-
vee e da Cmara e precedeado lieenca desta;-. sob. pena de 40* de-
multa.
CAPITULO V
B* AfixieoL-raBA &!<* am g*oos
Art. *. Ewiigeral es terrenos-destemunicipio sao desuados
a triaca* e cultura; mas as serras de Ororob, Aeahy.JlMgfflBOe
Sapato, sao exrlusivamenie destinadas ajj^cjjiBBSenas so
se poder ter presos os auBtjBMHpfiNg "vacuas;
Art. '83. Na serra do^fghv a creaste smente prohibida
dentro dos iinursji|ujnt(.s obmecart'abuliade limites do acu-
de do sitio (j0grn., seguir para o sol pelo antigo travessao, a
de Pedro Jos Carvalho a Maaoel Francisco Bewrra ,
! uaotimiar para nascente peteB rratessoes xiatentes, a
ewoontrar tcTras de Bento Perreira di Costa, as quebradui do
SacCQ de onde seguir encontrar terrade>AnlMMiltaDOel, con-
tuMasdo pelos limites deste muBicrpio con o termo do Brejo da
Mire de Den?^e provincia da ParaBjts. > T*10 de pa^d*-
Arti8t; Taarbeme prombido-a creacto de gado cabram nos
segMintes lugares: Poriperi, Cumbeiiserra do Gaviao, erra doPi-
t, Alagadico. Lavagem. JornWba, erre da Parteira, OihedA-
gua e^go no districto- de Alugoiabaj, na cidade de Pesqueirm e
Sa fora deUa at urna legua e as poroaces ; sendo atada pro-
ida a cria$fiade porcos na cidade, povoafoes e naa^JTomm-
dades das aguadas pnbKeas, acudes' e carimbas das fazcndaa.ca
creacao; swvo-seos dono* canserrarem presos o*eferidos m-
rates- *. .
Art 88i'Para nao perderenr o-dralo mdemuisa^ao pelos
damnos,ique os nimaes Ihes causwi, de*erfio, os agricultores
e criadores, proprietarios ou reautwi, oerear as trras, onde
prohibida a creacao, de modo qcre'O- gado Tacum e caballar nao
entre nettas, a cercar .as lauBuraa e pastagem. onde a criacao
penntttidu, eom cercas, que lenham pelo meaos % palmos de>
nira.
Att.- B6. Ooem encontrar gado ^acum ou cavaMar em suas la-
vwuras ou pastagens, poder, tomando! testemunhaa idneas que
veiam o numero, cor e ferro dos animara, dar denunmiaoiaeaJ.
Este, verificando o fado e tomando conhecimeiito' do estado
das cercas, iaipor ao dono du gado a multa de W.por cabeca.
Art. ?:.ros terrenos onde i pnabibida a criacao, qnem en-
contrar gado cabrom ou saino m suas lavouras oupasiaguns,
poder, tomando 2 testeinunhas idaueas, matal-os, sem que hque
ressonsavel por mdemnisacao algama O inesrao poder fazer o
fisess,' faeendeiro ou vaquaco com os porcoa encontrados tas
aguadas publicas, acudes, ou faenabas das fazendas de creacao.
Art. 88. Os animaes lagaeras, i cabruna e suinos, que forem
encontrados as lavouras ou pastagens cercadas, nos terrenos on-
de pemutda, a creacao ; os -que forem eacoatrados sollos as
mas da cidade e povoaces. serio.aprehendidos pelo fiscal ou pe-
los prejudicad08 e entregues qulle, qne iajpora ao dono ou do-
nos a mulla de a* por cabega. ^Qs^oianea ewos dono forem des-
cooaecidos, sero postas em ammataco na porta da casa da C-
mara, depois de 34 auras da apnrebensio pelo fiscal, sob prego
do porteiro, e recolado o producto ta arremacSo depois de dedu-
zidas as custas, ao cofre da mnnicipadade, prestando o fiscal
Cmara as necessarias oontas.
Art. 89. Exceptuando os casos em que sas postura permit-
tem matar .animaes, nao.se poder maltratal-os sob pena de 5*de
multa ou das de. pruno, seos animaes forem vaceuns, on ca-
vallajvs; e iS de-multa ou daos dias de prrso se os animaes fo-
rem de outra especie.
ArL 90. Sem ordem do dono, ninguem poder .em propne-
rf^dp alhpja racar, abater onastragar aores, queimar ou cortar
espinaos e tirar as.pelles dos animaes adiados cuartos.
O* infractores pagarn a multa de5J000 ou soBrerao 4 das
de.prisao. ___
ArL 91. Quem envenenar pocos, cacimbas ou tanqaes para,
matar peixes-ou ates, quemiJaiar ronpa com sabao ou outra sub-
staaa prejudicial, dentro das aguadas publicas, acude ou ca-
cimbas das fazendas de creasao, pagarn multa de&flXft ou sof-
fner4 4 dia de priso.
Art. 91 ainguem. poiler queimar rocado sem aceiro. de JO
paknos de.Iargura, pdo manos, sob pena de 104000 de multa ou
odias /de- pnsao alca da responsabilidade pelo daino que
causar. ^^__
Arl. 93. Xingucm podar conservar cao, que damnifique os
gados albulos.
Os infractores pagaro 5*000 de multa oa soffrerao 4 dia de
priso.
Art. 94. F.' prohibido aos ciganos com grande numero de
aniavaes acamparem u'csie municipio, sem ordem expressa dos
donos das pastagens. No caso de infracco os dorios dos animaes
sero multados em 2 000 por cada animal ou soffrer&o 8 das de
priso.
CAPITULO VI
SOBBB A SAIDB PCBUCA
Art. 9i. Sao prohibidas as salgadeiras e os cortumes de couros
dentro desta ciilade e pevoados do municipio, ="b pena de 3*000
de. Bulto.
Art. 96. Pica prohibido deitur-se coures frescos-em saimoura
pana seccarem as ras, sob pena de 2WD0 de murta.
ArL. 97. E'.prbibido tancar-se aos rios, acudes, pontes e ca-
cimbas me sirvam para.o uso d'agua potawl, quaesquer cousas
ou inmundicias que possam corromper ou tmgmjar as aguas, sob
pona de 59000'de nulta-ou 3 das de priso.
Art. 9t. 0 animaes encontrados' mortos as ras, sero con-
duaidos para Jugar retirado, e.mandadas enterrar otr queimar. peles
donos. sob pena-de 4M0 de multa: Ignorasdo-se, porem, qnem
seja o dono, ser feito o serviro casta da municipatidade e pelo
pr,ocarador da Cmara.
CAPITULO VB
saaan a sbgorasca.'Hsuca
<-. Art m. Pica prohibido o uso de faca de ponta. hacamarte,
pistola, punhal, faco, soiella. compasso e caivete de mola, den-
trecdo municipio, - pnego cu officio as esero usar no exercuo de suas hm*ptQ
. Art, 100. O uso de arma, prohibidas, aem liceoia las iauto-
n dada palie i ae- 8eTapunidoua-formadetermiuada.no art. 297
do Cod. Crim.
. -i -Art. 101. As autoridades policioes s podero conceder li-
canoasparao ase de amas as pessoas eaiabetecidaa. ao lagar
com meio de vida honesto e reoonhecida proaidade, deiiarando
o impetrante a que naci pertence, idade. estado, emprego e rasi-
deBt.prorandaa sua capacidade com dua* pessoas idoneatmo-
radoresno lu^ar e a neeeatidade d'eJias.
Art. 102. Pica inteiramente prohibido o uso do vender-senas
fetras-deste mnasnpio facas de ponta ou anabaes, sob-.peaa de
SJaWO de malla.
Art 1QC): Os mestre de osarme, trabalbando em am.edifi-
cio, o deixarem ameacando minas, per mal aprunudoeeanstnado
oaeja pela falta de boas materiaes ou pela deficiencia e lar-
gaasaidoB. aJicerees, ser multadecm 30*000 Eu multa s ser
inapestavernacando-*' o faoo por meio de exame.
Art. 104j Ale-uem queHiver em sua cooapanhia algn loooo
furioseyser oanmado a eonserval-o em boa guarda e segunmea
sob TaaadeifMB demulta. ^^
Art.- itiK. E'-prohiaido andar pelas ras caes- sol tos, excepto
o que aocnipanharem seus danos em viagem e os que estivarea
convenientemente acalmados i sob pena de serem mortos a ardem
du *
Art. 106. E prohibido correr-se a cavallo as ras desta ci-
dadaf aab.pena'daiVOQO de multa.
Art. 107. Fica probibido correr-ee atrae de gado e as- derru-
bdat'd'aBtes oas ras d'e*u cidade. 0 inftactor ser, multado
en SJM ou Irma de priso.
Art. 10tt.'A* pessoas. que trouxerem cavados carregados
paraaseras, togo aoo artiarem as cargas* devero- oonduail-os
parajaffB oui;>depejital^o8 em lugar determinado pelo fiscal.
Ot5smoii*e.a1atssoas que trouaerem cavallos para aego-
cic omontroiamilMerliai, que so os podero -ter. em lugar de-
signado. Os infrattoras d'este artigo aerao multados em lJOtfi
pw eda-caaailoajBe-lhes pertsucer. nao podando a nndta exce
er a 30*000.
Art. 109. As pessoas'que morrerem repentinamente, por qusd-
OH : lqiBtroMt? ou quem suas vezes User, communique autondade policial vfU
de paz para..pwdet4io comnetento exame sob penare
30*000 de multa ouoitidias do priso, anda que a
-natural.
CAPrntUslM
eei*a> Art. 110. Quem puser fogo em propriedade alheia, causando
com isso qualquer destrmcoasinattas, capoe[ras,_ campos on
alqueraaafireza, Baanamanl Haem.
na. forma-decretada pela legislaco criminal. 3 das desin
*( *ue tiver dado causa. I *!' i t H t+ 8li
#58. Todas as multas decretadas n'estas posturas serSo
dupaijuae na reincidencia des meamos delictos..
ydkrtat39. Ficam revogadasasa^>03goes em contrano.
^mik), portanto, a todas aaiuatoxidades, a quem. o conheci -
"T* execncSo da presenterMoluco pertencer, que a cum-
e fajam cumprir to inteiramente como nella ?e conten.
ampaaaaawBaaaBaaaBBBamaBaaaaaaBaaBaBBBBaBB^
O secretario iuteriuo da Presidencia d'esta provincia a faca
rwpriah^patliaBrt.)rrer. J i *ti'\ ^*
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 24 de ovembro de
. 1888, 67' da independencia edo imperio,
L. S. Joaquih Josa pOusanu. *!
Selfuda e publicada a presente resolncao n'esta secaataria a
Presidencia de Pernambuco, aos 24 deNovMnbrode'iaW.
O seeattartovhitoihto,
Manod Joaquim Silverrn.
aiaaav iaaamo ppa' iitiaaa miraw)aboaoIraaaaaMcmnm-
-is-BiiaSaBsafSsaSiSJStsi
urna *.
rgiaac*3ji
custa.
Art. 113. Quem abrir caminbo para traz ou pela frente de
casa alheia, sem aaaoencia d dono d'esta,-:8er multado em M)*
ou 5 dias de prisaty
Art. 114. Quem abrir camtnho na propriedade alheia, sem
consentimento do dono, ser multado em 16*000 ou 5 dias de
Art. 1 lo -NJo septaier boiar paos.ou outro qualquen ioipe-
cilin iioiini ramiuliiiii o estEadaayiSeb peaa de 5*000 de inulU 2 dias de priso.
Art. Ufi.:'Hinguem,.sem cansentimeuto do dono, pedertirar
madeiras em trras que Joe aia nertencam, anda que esta seja
para cerca, sob pena de MsKWOim maha ou 4 dias de priso.
Art. 117. QueHi'Ptuer.fotjia^Hn cercado allieio com. o flm de
queimal-o em todo ou em parte,vser multado em 30*000 ou 8
dias de priso, alm da.respoasabilidade pelo damno' que causar.
Art. 1* -S.I *ruj impostas as multas dos artigos antece-
demos se Uouver qaeixa expressa dos offeodidose estes provarem
o allegado _
Art. 119. Qoem framionJcadfldentro do.quintal) e cercados-
albeioa, sea-fer [wr.oonseutinento des danos, ser multado em
4*MMou3 das de prwfio. Se causan daatrujao, a' multa ser
dobrada. .
ArL J20, Gonseahorr atomn de propriedade odavisa ou com-
mum poder por fdema alguna perturbar a posse que outoaiwer
feito na mesma propriedade-, pando, esta j estiver feita, conhe-
ti e sendo utiiisada, salvo se itero sen direito |or autondade
justica. 0 infractor, ser multado m 30*000 ou .solfrura 8
das de.priso,,e ser-obrigadn a perder todo servio, .quo tiver
feito.
Art. til. Ate o fuu do mezde. Julho de cada auno os qiro-
prietoriasv readeiros ou 'oretrosUete royada as estradas que pas-
sarem em suas^terras, jefldaou aforantentos, na laara de. 30
_ ge mea, e de al palmos as menos transitadas, sob pena
3*000 de multa por cada met que1 deixarea de ser rocadas.
Art. 122. Os fiscaes respectivos, no mez de Agosto, veriaca-
rko quaes os proprietarios rendeiros foreiros que deixarem de
cumprir o disposto no artigo anterior, e Ibes impon! a respectiva
multa. ... o
Art. 123. Ficam prohibidos os debres de saos depais das 6
basas da tarde at asi, horas,da maith.. 0 infractor ser multado
emo.Oa.
Art. 124. Nos passeios das casas nao se poder depositar va-
silhas, bancas, caixes ou ou uatouer cousa. que fiaj11'"-
Ibo e prejudiquem o transito publico, sob pena /de -2*000 de
Art.OS Fita .prohibido ter-se cavallos ou outro qualquer
animal atado s.petlas ou- janellas das casas, ou sobre, -os pas-
seios, sob pena de 2*000 de multo, .que ser imposta ao dono do
animal.
Art. 126. Ninguem poder fruennar monturos nos lugares
onde o fumo deitar para as ras, sob pena de 2*000 de multa.
Art: 127. Nthguem poder deitaram 'cima das varaadas ou
dos telhados das casas quaesquer lquidos ou materias que in-
commodem os transentes ou Tismhos ; -sob pena de 2*000 de
mulla.
Art. 138. E" prohibido andarmcntadoemcavallo,cujaoarga
for superior ar peso de 10arrobas sob pena de SMOi1 de multa,
on.2 utas de pnsao.
Art. 129. E' prohibido espancar-se amtnaea carregados ou
botar-lhe carga, superior em peso as suas Torgas, sob pena-'de
2*000 de murta ou 1 dia de priso.
Art. 130. Os comboios qije entraren! n'esta cidade traro os
animaes a pasao, uns atrar dos outros e pelos centros das ras, de
modo que n9o possam offender aos edificios. Os infractores se-
ro multados em 4*000-oo 2 das de priso.
CAPITULO TX
SOS** A 0HAX4DADE MBtJCA
Art. 131. Sao prohibidos os jogoa de lanquinet, roda, bausa-
do, slnte 9ete,'tria'e em, paco,anea franceza, tasto de cartas,
como-de dados etrrtstpjaesquerne,tendoadeoominacao diffe-
rente, sejam de paradas eazar.
Art. 132. Os donos do notis, botequms, casa*, do taboagera
oumasmo particulares, onde se rizero aso dosjoges prohibidos, se
rao punidos na.forma do art S84 do Cdigo Criminal.
Art. 13*. Se constar ao fiscal queemiogos mesmo permitti-
dos entrain filhos familias, ou outra qualquer pessea qae-uote-
nha a livre administracao de seas- bena/'far -entregar'a entesp
dinbeiro que por ventura tenham perdido e os tevarao a seustkns
ou tutores. Os tratros jogadores serao multadas em 4*000 ou
dous dias de priso e o dono .da casa na qual estreer o jogo esa
8*000 ou 4 dias de priso. .
Art. 134. Pica prohibido'o uso as feras desse municipio, de
rifa,-loteras, ou de outmnfuaeaquer jogos, seja qual.for asna
deaominaco c por mais simples qne naTeea, eom uohvqw date
haja,lucro. Os. mfractores sero multados em 20*000 bu 8 oas
Art 135.' Ficam expressamanto prohibidas as- representapOee
em que entran 'figuras que Hrisortamente representem alguma
autondade rivij-, .ecclesiasca ou mesmo' pessea -parcular. Os
initactores sero multados m 15f08ou dias de priso.
,Art. 136-Sao, igualmente proWbidas'astoiraaMle judas em
sabbado de atleruia. Os Infractore* erao multados em 5*000 ou
6 dias de-priso. ...
Art Ia7. E^. prohibido ohrinqnedode antrudo com agua ou
limas de qualonernatureza, sob penado 2*000 de BVPHHM 2 dias
Art 138. Pica prohibido vender-se timas de cheiro pelas
ra* -desta ddade e poveapses do nwnidpio, ja qual for a ma-
teria empregada.. Os infractores sero multados em 1*000 ou 3
dias de priso e as limas serao mutwadas.
Art .139. Ninguem poder audar mascarado, com disfarees
ou.trages improprios' do sexo: sob pena de 4*000 de multa ou 2
dias,de priso. esta dispoc*o nao comarehende os 3 dias do
carnaval, nao excedendo das 7 horas da noite.
Art 140 Ficam prohibidos batuques denominados sambas.
Os cheles de taea divertimentos serao multados em- 600 ou 3
dias de priso. .
Art 141. Qdem escrever dsticos, figuras, palanas obscenas
sobra parada* de edificio -qualquer;que seja, ou muros de qain-
taes assim como tinguM com carvao.tiBte, ou de qualquer ontra
forma, fica.sigeito I multo,de 4*00 ou 2 dias de priso, alea
das despezas.que se fuer para sua completa fimpeza.
Art. 143. Todo aqueile que profcrirpalavras obacenaanos ta-
gares pblicos, ou-pormeio de gestos ou acedes ffendara mora-
Rdade, ser multado em 8*000 ou 4 dias de priso.
Art T*3. A&;peaseu8 que foreur -encontradas ou rimada ou
pracaodo qnltaner acto indecente dos lugares pubhnos; ser
inulUda em AI900 ou 3 dias deprisao.
Art.-144. B' prohibido a todos e maioras de 12 anuos, de
idada.tomar benito com o corpo desceberto, eao lagar oade pos-
sam ser devassados pelas famiriaf; sob pena demuha de 2*000
ou i dia de priso a cada infractor.^
CAPIT1ICOJ
DO CBM IT 111)
Art -14fi. ti cemiterio publioo-est sob a direceo da Cmara
qia.aoraearu'n telador, paradeile encarregar-su< prestando suas
cantas quaado- a mesina- ordenar.
Art 146. Nenhum cadaxer ser rerebdana cemiteno sem a
guia do ielador.
Art. 147...S6 poder ter lugar a abertura das catacomba 1
anuos depois de fechadas, sendo adulto, e'l armo senda prvulo,
salso-par-ordemda autoridade; sob pena de 10*000 de multa ou
5 -dias de priso.
Ant ife. Nao se abrir sennitara em lugares ocuupadBs por
outoaa cadveres^ seno depois de 18 mezea, sendo porem de
epidemia, sO.dupow de 3 aanos; sob pena de 20*001) de multa ou
l6 dias de priso. ___
Art *40-. Jto, cada carpo que for dado sepultura no chao do
canuterio, ter.a Cmara *00u, salvo acudo tao pobre que o nio
poasa. fator; os-que forem sepultados em catacumbas da Cmara
pama-no 20O0,, sendo adulto e 31000 sendo prvulo ; se porem
s^tocambas foaem fritas custa dos parentes do marte, reeo-
ber smente 5*000 para adulto que net for sepultado e 31000
se for prvulo.
Art IfiOi O zelador-do cemiteno terum livro, que ser aber-
ta/Qumeado e rubricada pela presidente da Cmara, para nelle
fater o lancamento do obituario cotn"todas os'd%cwra$oe*'naces-
Biriae
i As* ISL-O zeiador ter os vencimentos mareados'no erca-
meatorepectivo. _
Art. 132. 0 producto, do cemiteno destinado consewacao
e melboramento do mesmo, sendo sua receita e despeza-eseriptu-
rada em livro especial.
rAKTULOXI
DISP0S1C0IS iSRABS
Art. 153. Os tlscaes para exeengo destas posturas padem re-
quisiter,.das autoridades policiaes ou militares o auxilio de que
pMciauem. para desempenno das funccOesn seu cargo
Art 154. Os infractores destas posturas que desacataren!,
injuriarem rom palavras oa aegoes aos fiscaes, quando no desem-
penao de seus deveres, incerrero na pena de 5 dias de pialo.
Art. 184 As penas de priso decretadas nestas postoraa/com
excepeo do artigo antecedente, s sero cumpridas se orinfrac-
tores nao puderem satisfazer as pecuniarias, e mesmo assim nao
sero cumpridas se derein. fiador idneo, que se obrigue a pagar
dentro do praso de tres dias.
Aat lat. As infraeces destas postaras quando forem prati-
cadas, por Fdhos familia, fmulos e tutelados, sero obrifaee
pelas multas seus pas tutores e curadores.
A*. 157. A satisfaca, das multas impostas nestas posturas
naa aaata ao infractor: 1* da responsabiliuadT criminal em que
/ncorrer, por" motivo do 8elicto13-te tatlslaser o damno' eauando
DA PBE8ID;
JANEIBO
Duarte de
spector da
BSraaaiii Lins da
vista (JljIforniacao
Conaagfcia Qreat
RailwaJgUSim, me
Enedina Floresta dos Santos Cordeiro.
Expeca-se ordem, para a entrega do jne-
tmr, indainavsado, o Instituto, de. aacordu
1 com o artigo 13 do regularaento de 30 de
Setembro de 1887.
11 aire i ac -3a" oirvn Hlruiila. .NSo tem
du^gur o que reauer o aupplicante.
Tenante Gaspa Antonio dwRei*. Siaa.
-regork) Targino, Acokt. Insorme o
Sr. ngpioto Crjinnaaio Penumrbucano.
JoJo Antonio de Mello. Informe o
ISr. inspector do Thesouro Provincial.
Tee ote Lua Jeronymo Ignacio dos
ncias Ilustra
mos inciden
stados do orij
Debalde a "
i
naHaco-T
pipu.
naaeawsc
-viiauakv
nergia as nafaaaaquasaato anatu
mperador AlaaaWraaauaiaaBipraaiasiplaa
ica em rHa,-ngHMBu|aa;i: *safpiiaa*ip
veliio niunaasaiaabar daaava
hemencia de laaaaaarinii
ntimos cuidados estavam ento em prever em
adrrinhar todas as consequencias, os resultados
prximos e remotos dos successos que faziam da
dynastia de Hohenzollern, da antiga familia rei-
.uanJiiua.Pnii*ja(.ijW\lOifMiitiduM liorna
eefwcodlrecto que pela'dedicacStr semlimites
StantoB.-^ Informe o 3r. -inyector ia The-, quasoubera inspirar a :um estadista da.genio,
souraria de Fazenda.
- Mara Marcionilia Pereira Liaaa. En-
tregua-e, mediante reoibo, a oertidao-da
inapectoria geral daflnstruccSo Publica,
unic..> documento que. a supplicante juatuu
a sua Maimima da "Suva Jeawv Indaferido.
Mara Jufia Morrteirq J.-cpes. Concedo"
40 dias com ordeado.
MartaEmiliade'Figneiredo Casanova.
Inrarme'air. regador do CJyamasi Per-
nambucano.
Maooel Cavalcaate de Albuquerque Lias.
Informe o Sr. engenheiro encaaregado
das obras -geraes.
Capitab Mnoel Berorra des Santos Ju-
nior. Indefer ido.
Batmarol Pairo Jos de Olrvek Per-
nambnco. Deferido.
Secretaria da Presidencia .de Pernam-
Luco, 15 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
2.a
licia
cheio de tristes e oommpveates pepipeeaa>
0 que ia succeder com o desapparecimento
e um dos principaes actores da grande mutago
polifica da Europa nos ltimos vinte^ annos
Acaso* teria elle levado comstgo para' o tumnio
b segredo da conservaco das grandezas que le-
gava, e as quaes havia alcancado, menos por
x lio infatigavel, quanto animoso e resoluto ?
sahuiuums jiesumaautes & vetan uimuim
RcaarJ^So da Palela
seccSo.N. 60 Secretaria da Po-
de Penramlraco, T5 He*-^(Beiro de
1889. Illm. e Exm. Sr. P&rticmo a
'V. Exc. que foram gontem reeolnidos
Caaa de Deteneao os egaintes indivi-
duos :
A''ordem doTh-. deregadodo 2'4istri
cto da capital, Joao de Freitas Serpa e
Manoel Lopes dan Paasos, por, disturbios
e uso de armas-defesa.
A'ordem do subdelegado da rregnea
do jRecife. Antonio Rodrigues, Antonio
Jos atoa Santos, Pelipp Correiai,, Joa
Vieira da Cunha e Jorge iOfame^como"va-
gabttndos.
A' ordeta do ida freguezi* de Santo.
Antonio, Francisco Jos de Lime, por
disturbios, Mhoal>do' Rea Sant Anua, e
Maria"da Anmmcincio, por entbriaguei!
e disturbios.
A' ordom do do \" diatricto da fregu
ia de S. Jos, Maximiano Mello dos San-
tos, preso em flagrante por' crime de-|fle-
rimentos leves ; Ananias Francisco'de Ma-
tos, Joaquim Alves. da Silva Maa Afc-
xandrina da ConceicSo, por disturbios.
A' ordem do do 2" diatricto, Joaquim
Roberto- Ignacio, por disturbios.
A' ordem do do 2o distrieto da Boa-
Vistay Julo Jos de, Oliveira, Josepha Ma-
fia da i 'onceieao, por disturbios, e Ray-
mundo Isidro Pereira, como turbnfento.
minha disposicSo.
A' ordem do do 1 distrieto da freguo-
aia de Nossa Senhora da (iraca, Foliciano
Manoel dos Santos, .como desordeiro' a
disposieao do Dr. delegado do 2* distrieto
da captaL e JoJo Alves da Silva, por
crime de defloraraent, 4 >disppsioaV> do
Dr. delegado do 2J diatricto.
I A' ordom do do 1- districto da rregue-
aia d Poco- da Panella, Carnudo de tal,
por disturbios.
I A' ordem-do do districto de Apipucos,
Isabel Mara da Conceicao, cerno alienada,
at q/aa tenha o conveoionte destino.
O cidadao Antonio Baptista de Souza,
oommmrica ter neata data, assumido o
axercicio do cargo de subdelegado do dis-
tricto de Tigipi, na qualidade de. 2* sup-
liente.
i Deas, guarde a V. Exo.liba, e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges, muto dijjap proaidento da provin.
oia.O coefe de polica interino, Frcm-
tisco DomingnM Rtbeiro VUmna.
DESPACHO DO DTA 14 DB JAJTEIRO DE. 1889
! Masa; regadoca da confraria de Noasa
Senhora da Soledade.Pagele.
Jofto Joequin d Costa Leite,Satifa-
5a a exigencia da contadura.
> Consistorio da confraria de N. S. da
Soledad* da Boa.Viata.-Ao Sr. theaou-
reiro para os devidos fns.
ColVecteria provincial de Correntes, coUa-
ctoria provincial de Titobaaba, Jos Odi-
fen Annes Jacome Pires, coOectoria pro-
vincial de Aguas-Bellas, procurador dos
e i tos da fa^endaprovineia! ao municipio
!e Igngaxeira.-d<3r.Dti. cantador.
Colleotoria provincial do municipio de
labrobdi, procuradoria dos teitos daf a-
xenda provincial de 8erinhetn.Haja
vista ow.r. procurador fitICal.
ai
manan iart> o rfructo jdeMBiv tlrmnaa fue
liniaiphitaio a/Dtnaaatiy >**darn* m
KoenrggsautxTT tiirminaram pela aaiexacfto vio-
lenta d toas -pravinei-- -frsinza.?*
0 imtne ti- o'ucessor de GuDierme I era
umaviiidividaalidadeiirinatiu ii'uina inteftgen-
cia superior e ifuma vontade sem abdicaoes
humilhantes : quererla elle sujeitar essa intel-
ligencia e essa vontade -direnpao exclusiva do
auctoritario chanceller t se este, por sua vez,
deseja serateaa ta da vida, ovunico promotor
das venturas dessa patria que fez grande, e cu-
jas ardentes ambices genuinamente represen-
ta, nao preferira abdicar inteiramente o seu po-
der a vel-o diminuido e sem prestigio, pela aeco
de conviecas que nao professa, mas que se Ihe
poderiam impr com energa igual sua? Mas
anda admittida a alta competencia do novo- im-
perante para o govemo do pa, que efeito pro-
duziria na1 poltica interna e externa da Alle-
manha, a falta de um Homem que a tantos as-
nos a dirice com suprema hbilidadv ecom ex-
traordinario bom extto* *
Por outro lado, a enfermidade de Frederico Ifl
e>owawo sa>haww a rapoiisia pwa sem-
prc junto ao corpo de seu pai. A dignidade iin,
perial, por implacavel destino, fra deixada pqBI
um morto a um moribundo : e se o doente de
S. Reme titiha consciencia do mal que lhe n-
navaa existencia, nao acharia ser temeridade,
seno erro indesoulpavel, emprehender refor-
mas, datermiaar transformaces, alterar o me-
canismo governativo da naco, sem contar com
a vida para, ver os effeitos de taes ensaios, e car-
rigiron completar a obra encelada, segundo as
crrcumstanciasoccurrentes ?
E desapparecido, a seu turno, o herdeiro di-
recto do imperador nonagenario, nao ira a co-
rda da Allemanha parar n'uma cabeca, onde os
pensameotos. de engrandecimento indelioido. a
conscienta da propria forca, es conselhos do
orgulho e os arrebatamento* inseparaveis da
moadade consttuissem temerosa ameacapara
natnraes e estranhos, asEUStadora conspiraco
contra a paz e a civilisaco do continente euro-
peu ?
Eis as interrogaces suggeridas pelo que em
Marco se passava na Allemanha ; eis as duvidas,
sobresaltos ediga-se tudoas esperangas que
preoecupavam o espirito publico aos inversos
paizes occidentaes, segundo as tendencias, as
aspiracoes, as sympathias e anUpathias de cada
um.
0 curso dos acootecimentos nao justificou de
toda a gnrvidade de taes cogitacocs. A proclu-
rnalln!
' npsiare
ii-ii'aaaa a fa\<
du-JaaMaeiii.-s daars dBMaacaaaaV. a eauciliar
utaaaaas rivaes, n.coaatjb-, aaatoqaaaa Mr
ponaavl^tiperreajle- iaafeivus. 5ao desea
P a atervencS M
s tei
ttc
Isaaia^i^spw^BBa^C^fvd 3C ^raBBHBa^aBta VIJ
te interessado pelos progresaos da instraccio
educaco nacional:
Para mun a educaco da mocidaJe est ia-
timn unte, ligada s questoes secutes.
a sjae
iacatne-
a possarear
condisoes
I
IARIO DE PERIA1R8C0
RECIEE, lt DE JANEIRO DE' 1889
j Retroapeeta palNiea era aaaa
de188
POLTICA ERAL
(CfmHiwupo)
A morte de Guilherme I e o, advaato de seu
filho aolhrouo imperial da Aileaaaua menoeo-
lisaram por muitos dias toda a atfangao- da Bu-
ropa.
Durante algum lempo aingaem .se preoecupou
com aarfeBustados posaiveiaida nota vibradapelB
r\)rt*eentra o pimdpB'ineniaBdO'.
A crse ministerial da Rumania', no meio da
qual succumbio o longo poder de Bratiaao, para
levantac-se o do Roactti, 'taacia-uoipaascau
desdctoge^B disoussoes, i osMvos'-cemiaeata-i
tos com que os encontrados interesses das po-
maco que Frederico ID dirigi aos alternaos,
depois dos elogios devidos ao patriotismo do fi-
nado imperador, encareca a neeeustdade de
proseguid na poUbea de i paz e prudentemente
coosiervadora dos uitimos annos de seu reina-
do :
i TranqmiRa, e escudada na sna propria for-
ca, a Allemanha, honrada no conseibo das na-
coes, s deseja gozar pacificamente do que che*
gou a adquirir.
N'uma carta que na mesma data da proclama-
cao (12 de Marco) dirigi ao principe de Bis-
marek, escreveu o novo imperante, calando l-
tigos resent rajen tos :
Poste o fiel e corajoso conselheiro que diri-
gi por largos annos a poli tica que me assegnrou o bom xito. Eu e a minha
casa ros somos devedbres de auta grati-
do. >
Este juizo sobre os mritos do Ilustre chan-
cellar indicava que .Frederico III subir ao thro-
no com o desejo de ttl-o como auxiliar do pro-
grama do govemo que naquella carta esbocou.
Gonsagrava-se abi a raais escrupulosa observan-
cia dos direitos constitucionaes dos estados con-
federados e do Beichstag, comtanto que nem
aquelles, nem este- desreapei tasaem as preroga.
ti vas do imperante :
Estou reselrido a governar o imperio e a
Prussia, observando rigorosamente as clausulas
da constitBicao imperial e real. Ellas foram es-
tablecida por meas predecessores com profun-
o reconbecimento das incontesuveis- neeeesi-
dades a das obrigao&es to difficeis da vida so-
cial e poltica. Cnvem ique sejam per todos,
acatada parar que asna ibrea ce acsao benfica
possam numitestar.-3e. -
Oinparaar-saatentava em seguida a neces-
sidadedO'deeavolvimento das. torgas militares
do estado, e advogava tambera a doutrina da li-
berdadeespieitual,l6mbrando-se talvez de que o
KvUxrkmmff nao llaa os < resurtidos- vantajosos
que o govern* germnico lhe baViaattnhaldo, e
que oa odios e per8tguicofl8,contta' as seUaun
urna brutalidade do nossa tempo:
Quero que o principio da tolerancia reli-
giosa'que ha sculos a minha tasa tem i por sa-
grado, continu a proteger todos os mens'sob-
ditosrmialquer que seja o credo religioso que
professem porque todos teem igual direito ao
meo affecto. Este trecho do rescripto impe-
perial pedera ser, aasignado com honra por Fre-
dericoo grande.
Prwop8lmento.ob o ponto de vista econmi-
co ,m que o herdeiro de Guilherme. pareca em
absoluto desaccordo com a poltica interna do
haaoellerdo imperio. Queriaadavez maisre-
dusidasnsuleapeas orcamentarias, a abstenco
de todos es gastos luxuosos, a prosperidad*
material da'naco, o augmento do bem-estar da
todas as classes; mas uesapproVava radieal-
mente esaetsooialismo do estado de. que o prrn-
cipe^e Bsaardc -se fez o mais decidido e acti-
vo promotor em nossos dias.
mais elevada*, mas dewra-afcs
meia instrasfo. vcaha>-raau *
nientes, fasendo naseer nos que
pretencOes de existencia que as
paiz nao poden saafmac
E seguindo esta ordem de ideas, eslabetoea
imperador a necessaria dTerenca
cae e educaco :
E' necessario qae a nfssao de
prejudique a de educar* -
Por mais opposto que o liberalismo de um tal
programma podesse ser s tbeorias governati-
vas de_5;. de Bismarcs* a verdade qae o sea
auctor esperta vd-o reahsado com aaxibo da
prorada dedicacao e cotuummaa ejrperimcm dei.t
estadista.
Nem a proclamacn. nem a carta davamm-
clarecimcntos explcitos sobre a poiitica nter-
nacional do reinado que se maugaruva. afesi-
vas-trocadas entre o chanceller e o coaae Kaat-
by e urna nota dirigida por aqueile ao Sr. Crpi,
preencheram perfeitamente essa lacuna. O es
tadisla, a quem deviam -permanecer confiados os
destinos da AHemanha, annundava a-ai r ara*
que o aecrdo desta com a Austria e a Italia
continuava a ser a base da poiitica estnagetra
da grande potencia da Europa central, que aa
rclaces entre os diversos m>>mbros da famosa
liga ili paz, nao solTreriam a mnima alteraeo ;
o statu quo diplomtico seria rigorosaaente
mantido-
No tardou uiuito, porm, que entre o chan-
celler e a corte se manifestaste certa divergen-
a acerca da propria poiitica externa.
c Anda o principe Ab \.uulre de Ballenberg oc-
cupava o throno da Bulgaria, quando se falln
Qoai kiEiitsnrJa emstu>aaiaento com a princesa
victoria, segunda lih do qne entio era apenas e
principe imperial da Allemanha O imperador
Guilherme, por conselho do Sr. de Bismarck,
havia negado o seu consentimento a esse con-
sorcio, por. lhe parecer um erro oa um perigo
poltico, actoola a ogerza que o govemo do czar
mostrara pelo'antecessor de' Fernando de Coitor-
go. Em compensaco o Battenberg era amado
pela interessaate princeza a quem dedkava os
seus auectos, sendo que a nae e a v delto a
rainha da Inglaterrase interessavam vivamen-
te pela felteidade dos dous anm? Todava
passou-se muito tempo, sea que mais se fallas-
s na historia desses amores. O principe Aie-
xandre abdicara, e desde que reentrou na vida
commum dos simples mortaes, ninguem mais se
leinbrou delle, nem das suas pretencOes. Esta*
nao se tinham, entretanto, extinguido. Dada a
mudanca de reinado na Allemanha, annuucion-
se que o principe, sempre forte das animacoes
da impuratriz das Indias, sogra de seu inno
Henrique, ia a Berlim para solicitar a mo da
i illia de Frederico ni
O chanceller de ferro, pouoadado a puras sen*
'imentalidades. desgostou-se com a noticia, e,
pondo a razo de estado cima de quesquer ceo-
sideraces iudivduaes, declarou formalmente
que o casamento nao poda ser autorsado. Al-
lega va em favor desta recusa, a poaaailidade
de volur o noivo a oceupar o tarda que aban-
donara, o qae collocaria o govemo alleaiio ea
serias difficuldades para desempenhar papel
de medianeiro desmteressado em qualquer
pendencia que relativamente aos negocios bul-
liaros podesse dar-se entre os gabinetes ruase
e astro-hungaro.
Fisaas Taxoes talvez nao tivessem o mrito de
coBveneer a haperatriz da Allemanha. Nio ob-
stante, vence a vontade, no caso crudebssima.
do chanceller. Ao menos temporariamente
hypothese da aUudida unio ficouprejudicada.
/CaaataaaV
\oticlas da norte ala IsaprrU
O paquete nacional Maranko, entrado honj-a
do nortertrooxe as seguintes noticias :
Datas at 3 de Janeiro;
O presidente da provincia, gaananaanati
que por acto da 13 de Novembro ultimo,Jei sus-
pensa a publicaco da le enviada .pea assem-
bla provincial oreando a receita efixaodb a des-
peza da cmara municipal da' capital para o
exercicio de 1889, resolveu mandar vigorar ne
referido exercicio de 1889 a le n. 775: 20 de
Jtmho de 48871
Pttra reintegrado no lugar de archivista da
Thesouro Provincial,, o tenente honorario do
exercito Leopoldo Francisco da Silva, e contan-
do o mesmo cidadao 19anuos rOmezes'aVser-
vico fo aposentado neste cargo, visto aeaar-se
nhabiltada-.paraa sernce publico.
Foi aposentado o professor de lam do Lr-
ceu, Antonio Roberto Alves.
Sao aabaadorasas acracia* dario-Sadeira.
O estado-samtortoeboaie a safta de borracha
abundante.
No proxiam vapor a^veriacheaard^hpassageni
at a capital aflm de emoBrimsntor o govemo
da provinda, o Sr. D. Cario* Tnica, oaaud pe-
ral da Bolina n'esta prwaxaa.
O digno cmaml toWMfeBetBi'dn -"rMaji.:.
do Amazonas, procurado sea o aaaaao iute-
rease estabeteoer entae ro goyerno de seu paiz e
o aosso relacis- de intereses geral ttoperfei-
ta harawOia.
A alfaadega renden
mez ultiaao
- Oawpcadoiidum, iaetn
A recebedoria :
dem, prorincial
3 r-l. -a
aftsaa
iSaoluaaatos
U8408*643
1:4*8*157
H9.-84444!
38138*395
10:871*155
1:305*040
A recebedona pravmcial arwca-
dou durante* tnvsfiftdspam as c-
maras do interior o seguinte :
Te 11:135*194
10? 887*81x
Manioor 1.021*278
Barcellos 804*021
Cdajs 480*462
Coary 3S3J834
S. Panto:. 16*784
rncara 54363
1
Par. *****
As datas. ?o as mtsmasdas toibaa oontem
Xecebidas.
ara nata
DatasO9 e Janeiro:
Fl Tiomead promotor publico da comarca
*
%
8%
> '




.......II
^.^ftt../. :-.- -*- '"______
r

>



do Baixo-Mearim o Juchard .Jos Vicente
Costa Bastos, ticando-Sfeor^WM a portara de
14 de Dezembro ultimo qoe nomeeu para 9 re-
ferido cargo o bacbarel J*5o Ferrara Bomin-
gue* Carneiro.
Para servir de inspector de hygiene, do-
rante o impedimento de licenca do ftmccionario
effectivo, foi designado o Dr. Alfredo da Grac*
Couto. __ .
rtiniMi iaiLiiniiB..... ni rmi ni
Bbar. de P^r#^t>ftc^- BBBBBfT~~~** TI
vertro iw pxenwad
e nonieado -para
inr
El
orges
de SannW6H'oB il..* i
O presidente da provincia attende.ido a
ue alguns dos irmaos nomeados para a mesa
a Santa Casa da Misericordia se aefaam Misen-
tes e outros se recusam a prestar seua snicos,
resolveu, por acto de 7 tornar de nenbum ef-
feito a portara de 13 de Dezembro ultimo.
r- No lugar Santa Eptiigenia, prximo a po-
voago do Cedral, foi encontrado varado pw. nm
tiro, e j era estado de putrefaoeao, o cadver
de um moco, dame Manoel, de 17 a 18 annos
de idade, lilho de Henrique Manoel de Jess
Loureiro, residente no mesmo lugar. Por in-
fornracoes de pessoas de l sabe-so que, tendo
Hanrique castigado os seua dous limos, Isaac e
Manuel, antes do jantar, uoluu que este nao
qui/. sentar-se mesa; e desapparecendo em se-
guida, s foi encontrado tres das depois, com
urna espingarda ao lado, rodeado de urubs que
comecavam a devoral-o.
Ceara
5 as at 12 du Janeiro :
- .Nada occorrera de importante.
Rio (irand> lo XoHe
Datas at 14 de Janeiro :
Sob a rubrica InUn ior publicamos a carta
do aosso correspondente.
ParatatUn
Datas at 15 de Janeiro :
S. Exc. o Sr. Dr. Pedro Francisco Gorreia
du ulive-ira, em portara de 10 do correte, cqn-
vocou extraordinariamente a Assembla Provin-
cial para o dia 10 de Marco prximo, devendo
durar 15 dias as sesBes.
I.emos no Diario da Farahyba de 11 o se- 4
guinte :
S. Exc. o Sr. Dr. Pedro Francisco Correia de
Oliveira, inspirado no bem desta provincia, aca-
ba de autorisar a desobstrueco do rio Jaguaribe
sobre o qual j foi construida solida, ponte de
madeira em columnas de ferro, raethorameoto
de que j inteiramos o publico.
paiz, passa
conseqoan-
Smente
ordein do
. Ac
cas de
a manu
a vida econmica
dia .
A cmara dos deptitaiiMufls de breve de-
bate, approvou por grande matara todos os ar-
tigos do projecto de crdito extraordinarios
gara os ministerios ca gnerra e da marinrra.
Depois approwu por 17* votos contra .'15 a gene-
*

inaugurago dos trabalhog/realisa-s\h_we
as 6 horas da manh em presenca de S. ExfTo
Sr presidente da provincia e outras pessoas
gradas da capital.
A ndministmyao c liscalisago esto confia-
das ao intelligcnte engenheiro Dr. Joao Claudi-
no de Oliveira Cruz, cujas habilitaces muito
nos desvanecemos em reconhecer.
0 acto do Exm. Sr. Dr. Pedro Correia satis-
faz justa aspiraco da popularn desta capital,
recciosa dos males que pode occasionar a per-
manencia d'aquelle pantano.
Louvores ao digno administrador da provin-
cia.
Lemos na mesma folba de 13 :
Devera seguir amanh com destino a cidade
d. ... fe.o Exm. Sr. Dr. Pedro Francisco Correia
de Oliveira e sua Exina. senhora.
S. Exc. vai no goso de urna licenca que ob-
tivera do governo imperial.
Curto toi o prazo de sua administracao, mas
durante ella S. Exc. mostrou os melhores dese-
applieaudo suaaciividadee ratelligeacia no apu-
rado estudo de suas uecessidades, no conheci-
mento de suas finanzas e recorsos afim de habi-
litar se a executar o plano de melhoramentoqne
havia concebido.
i S. Exc. apesar de ser conhecido, como con
aervador decidido, pautou sua administracao
pelas normas de prudencia 'om o maior criterio
e justica conipativeis com as conveniencias po-
li**? de sen partido m eoraludo fer- os di-
reilos^le seus adversarios.
Heparou quanto Ihe foi possivel algumas in-
justigas feitas por alguns de seus antecessores
mesmo a seus adversarios polticos mostrando
(estarte o espirito de justica que o caracterisa ;
e se nao foi ma s longe n'essc terreno, talvez que
d'islo s possam ser responsaveis, outros que
no comprehenderam o plano administralivo de
S. Exc. ou exigiam d'elle, o que s de amigo
mullo dedicado seria licito esperar, razao porque
S. Exc. creou alguns desgostosos no seu proprio
partido, e no adverso!
Em todo o caso certo que S. Exc. governou
.provincia por si smentc guindose por suas
proprias nspirages.
,- O faci anmalo de se ter encerrado as ks-
sitr d"Assembla Provincial sem que fosee vo-
tado o orgamento respectivo, nao p le ser leva-
do a conta de S. Exc. que ahs empregou todos
Oe meios para o conseguir, mas que causas es-
tranlia- a S. Exc. (izerara abortar como j pela
iaipien-.i Hcou ilemonstradp.
S pelo curio tenipode sua administracao S.
Exe. uo pi'idcdVixarnaParahyna trajos immor-
red ii: de seu benfico governo, em ni"lhora-
meiitos materiaes, smeute. inaugurando a aber-
tura do rio Jaguaribe ha tanto reclamada,
deix i siudosas recordac6e8 nos coragoes dos ho-
rae:is de bein de um e outro partido, d'aquelles
que sem interesses mallogrados por pretences
exageradas, encontraran] em S. Exc. um inven-
ciuT obstculo s ambices insaciaveis. ou a
odio- inconfessaveia.
De lina edu'aco, e trato delicado sem fa-
zer cabedal da consideracao e prestigio que deve
acompanhar o elevado cargo de que se achava
resvestido, S. Exc se iduutilicava.com todos que
d'iiis se approxiinavam: e elle e sua virtnosa
i\... Hte a Kxma. Sra. D. Marianna Loyo Correia
de Olrveira, deixam na sociedade parahybana
in"xtinguiveis saudades.
S. Exc. pretende, tuida a licenca, em cu,o
jjoso se a> ha, rogressar ao exercrcio oe seu car-
go, visto que nao Ihe foi concedida a exonera-
rjo pedida.
-umo a alministragao o Exm Sr. Barao
de Ahiabua qualidade de. vice-presidenle.
' ic-TC-se que S. Exc. ser um exacto con-
i; : di adininistragio do Sr. Dr. Pedro
Francisco Correia de Oliveira.
33 o projecto de-.obras militares sbreos carai-
nbos de ferro. En seguida suspendeu as suas
sesaOes at Iff de Janeiro.
s iornaeB cooflrnw o boato da domisto^do
Sr. Maobani.de munstro da hzeada.
A folba official publiceu. a 30; de Desembro
os decretos nomeando Gnmaldi, ministro da fa-
ztnda, o senador Perazzi. ministro tro mesonro
e o 8r. Micelli-, minstio da agrioaltora.
ItmaraBaa Bono\oros e doptodof. fraoceiefl^
os pceaidentea d*- toeruu tocudade e outaos
personagens enviaran! Junta central de oigi-
lancta a favor da paz e da Uberiade, com a
sede em Mtyao, urna eathusrastiea measage'
applaudindo o seu gureroso appuo ,aos illia-
nos, e felicitando a por ha ver pr*teatado contra J
oe perigosos arrebatunentos de urna poltica
aumenta e ameacadora : a Atnta, terve assim
ao s os interesses italianos mar tarabem o
causa da bumanidade: a paz c a condieo pri-
maria da civilisagao ; todos os povos. abjuraudo"
oe antigos erras, deviam gloriar-se. de cooperar
na independencia e no respeito mutuos, que.
que contitue a jnstica.
A mensagens, aiMircscenta que esta causa, ga-
nba terreno todos os dias no Enrona, que sua-
Sira pelo allivio dos encaros e pela seguranza
o da de amanhi
Diz a Riforma que ri fcooperaeo da halia1^
bloqueio de Zanzbar nao implica noiriiun com-
promisso para acgocommum no interior.
Noticas de Roma dizem que volta a faliar-ee,
naquella cidade. do prximo casamento do prin-
cipe real da Italia com a (rlhado rei do*elgir.
o contraeto do casamento ser, ao que se diz.
anagn i do. -em. Malo de 1889. em Bnixellaa-
A 11 de Dezembro nuiu forte prximo de Mes
sina. estando uns soldados a preparar granadas,
rebentou urna d'estas. matando vinte pessoas,
entre as quaes um capitao e urna rnulher. J
foram retirados do entulbo 16 cadveres.
Falleceu ha dias Mancini, o notavel poltico
italiano, que representju to sympathico e no-
bre papel as luctaenfct onifiaat* da Italia.
Nos jornaes do estrangeiro encontramos al
guns dados biographicos relativos a Mancini.
Nascera em Castel Karonia, perto de Ariano,
em 1817.
Fez parte do parlamento napolitano quando
rebentou a revolucao de 1848. -
Exilado eruo de aples, Mancini refusiou-se
em Turim, onde foi prutessor de dircito interna-
cional na niversidode e orate ensinou esta
sciencia aos lilbos de Yictor Manoel.
Alguns annos mais tarde foi eleito deputado
ao parlamento. Foi all um dos mais notareis
raembros.
Mancini teve a pasta da inst rueco publica no
gabinete Ralaggi, em Marco de 1860
Em 1865 foi, por proposta sua. votada a abo-
lijao da penado norte ; e.tendo sido restable-
cida esta pena em 1874, foi novamente abolida
quando entrou para o minislerio da justica,. no
gabiie Depretis, a 19 de Marco de 1876. Teve
esla pasta al 1878.
Entrou depois disso n'um novo ministerio
com Depretis, e foi n'esse gabinete que, como
HWRderar-se ofEcial eauthentica. a no-
ticia de salvamento, nao s de Slanley, mas tal-
bem de Emin-pach.
O marquez de Saisbnry leu na cmara doto
lonls os telegrammas.de Zanzbar queltie trans-
mittiraui.e3su noticia, nameaa dedeipoostraG^
de regosij'o da cmara.
Proauzram enorme indignacSo em toda Lon-
dres os fados narrados por varios jornaes rom
referencia ao correspondente em Zanzbar d'uma
jos em bem da provincia, que Ihe foi confiada .ministro dos negocios estrangeiros, a?signou a
trplice allianga.
Foi tambera Mancini quera aconselhou ao rei
Humbei'to a sua viagem a Vienna, aonde o acom-
panhou.
Ha uns tres annos que Mancini tinha abando-
nado completamente o negocios pblicos.
Foi substituido pelo conde de Robilaut, que
anda mais accentuou na Italia urna poltica sim-
ptica para o imperio allcmo.
Jurcoo>uUo disiiclo, a nar.de bnlluiute e
prestigioso orador. Mancini
tora' homeao pro-
na niveridade de
Soticias da Europa
Concluimos hoje a resenba das noticias da
Europa, recebidas pelo paquete inglez Sortia
Itadtai
O 9r. Crisp presi lent" do con6ellio de miuis-
fcros, que aeeettou jubiloso o papel de pupiilo do
Sr .le i:i-'iarck. imaginando que o graviUrna
nebulosa da poltica allemS Ihe dara o applauso
onantmr do novo italiano, vai conurando a sen-
t' i le eui ludo sao rosas no seu caminho.
icrilicios pedidos ao paiz para as
d, militares, sem um liin definido, e as
Telldidades de mostrar Franca aspecto ameaca-
dor. vao levantando a opposiyo dos que aao
c. Italia mettida em empresas aven-
tul,,. que se lembram de que em gr.in-
ig n leve i oaga- contra qneni se pre-
lende arccgadiar > tuf, a rea; zae> da um-
nime tanaoa.
II,i i..s, discuiinJo-se na cmara a reforma
comuiunali provincial, urna emenda relativa
e) los sjwlicos. e que o governo se negara
t aceeiiar,-fcf oiicnas regeilada por 139 .votos
Centra 138: i esla fraca victoria do governo
anda menos n pela rejeigo de urna
alterarau que o .-enado iutroduzio na le e que o
Sr. Crisp liara publicamente adoptado
Penco depois iliscuiiram-se os rredil i extra-
or.lin'-no- de lili ruilhes de I y ras pedidas pelo
ministerio
Um ante- minora da cpminissao par,
nieuai propiuilia a regeico dos crditos, e que
redesse 69 niilhes dostinados a
rai, '.asi nadas obrigalorias por
una i.'i de l.
Era evidente que a cmara \otaria os cranos
pedidos, o governo invocava o dever
patritico e a n< :easidade impreterivel. Nao
ereria asaBinir a respon^abildade d- urna
recusa -'ni taes circontotancia. Mas, tambe i
( c. i que teui urna alta signiticagao o voto >
minora da coarnissao, que uina^mogode u-
rianca o govern-i i caaiao apresenUda,
se voio sem que o Sr. Nicotera lizesse seu-
|i:i tinba sob-etudo um alcance patno-
al Scava -abonhnado o carcter de
manifestado em i'a.or do governo.
Durante o debate foram apresentadas outras
mogOes tendentes a comlemnar a poltica belu-
Cosa e de aventuras, mas ficaram jrejuoicadas
pela que e votou, de pura confianga Urna
dellas, aprrsentada por onze membeos da ex-
trema esquerda, era assim formulada :
rabdatte do inaaBM). projecto, e por 17& contra.'importante casa de commercio em Manchester.
O correspondente, n'uma carta dirigida aos
seus chefea,, refere que a East frica* Contpanu.
a companhia europea mais importante d'aquellas
regioes, fez coa tracto* formaes com o governa-
dor c com os rabes de Mombaza, era pcejenga
dos ministros do Sulla de Zanzbar, e pelea
quaes estes autorisam a comprar a companhia,
vender livremente e procurar por todos osmeios
auantos escravos necessite. e a agoital-osj'prear
el-o e castigal-os.
i A companhia, pelo seu lado, comproraette-se a
obrigar as.niissoea a que eotreguera todos os es-
oravos refugiados no seu recinto e a Iridemniaar
os denos da escraios pelo trabadlo que estes fa-
gam para a companhia ou para os negociantes
ingleaes.
Ao ter conhecimento d'estes contractos, e cou-
sul inglez, em Zanzbar*, proaiulgou,,urna, oplcf
anounciaado aos sabditos inglezes que seim
ihaateo actos coostitniam uma gravis sima viola-
co das leis, que quem os praticassc incorria
na pena de 7 annos de prisaq^ rauila, e que elle
como representante da autondade ingleza navia
de fazer executar a le.
Os residentes inglezes conseguiram no emlanto,
segundo o metuia correapomleute, que o cnsul
suspendes* os efTeito6 da ordem ou edilal, ate
que chegasse a resposta da Foreign Office i mu
pecn que se tinba enviado sobre o assumpto.
O governo pedio ofliciosamente rxplieagoes
companhia e os estabelecimentos que a sociedade
tem em Londres.foram em seguida, verdadeira
mente assaltados pelos representantes da lm
prensa.
O secretario da East African Company protesta
contra essas olfirma^Oes, dieendo que o nico
contracto feito pela Companhia om os rabes foi
aquel le pelo qual a sociedade se compromette a
pafB*lti^adtaHalaaiiaaaBaHMnMIl^liUJ
berdade de 400 escravos que actualmente esto
refugiados as iniisotse.n| tajes inglezaa e
cuja permanencia rnias esta cansando multa
agiiacjio em todo oterritorio sobre que se esten-
de a acgo da Companhia.
O sccrdMto wiwwwiaii natiia omtto cn-
sul deve referir-ae detengao de um vapor belga
carregado de escravos.
Foi encontrada no iheatro de. Malta, a poucos
passos de camarote onde estava a duqueza do
Edimburgo, urna bomba de dynamite. que, sendo
descoberta a tempo, foi retirada sem que succe-
desse mal algum. Por este motivo as autoridades
inglezas prenderam o cnsul russo em Malla por
se suspeitar tivesse sido elle o auctor do atten-
tado, pois se julga qnerseja um conspirador ni-
hilista.
Despachos de Samoa com a data de 7 de De-
zembro dlzem que a circular do cnsul inglez
aos seus nacionaes fez sensago, porque falla do
governo d'aquellas ilbas, como nao establecido
ainda regularmente, posto que o mesmo cnsul
tenha j reconhecido o rei Tamasese.
AUemanha
Noticias de Berlira dizem que o estado de Gui
lliermen,tende a aggravar-se consideraveknente.
Segundo essas noticia?, augmenta diariamente a
excitado nervosa do inonarcha e a espagos ha
o delirio da perseguicAo. As revelacOes promet-
tidas pela viuva de Frederico III, irritam-n'o ao
mximo grao.
Os mdicos dizem que essas manifestages re-
presentara symptoraas de doenca nervosa, a qual,
se ao cabo de 3 mezes nao for debellada, peder
produzir as consequencias mais funestas.
O processo do professor Geffeten, por causa
da publicagao das Memorias do imperador Frede-
rico. lera a vista no melado de Janeiro.
O juiz instructivo durante os ltimos dias de
Dezembro teve rlcniui .iSrTetiiifr fieras <*om 6ef-
feken, iuterrogando-o minuciosamente atn, da
dar por terminado o summario.
Geffeken est muito abatido e apresenta muito
mo aspecto.
Assevera-se que o imperador Goberrac abrir
pessoalmente o parlamento da Prussia no dia 15
de Janeiro.
Os factos que determinaram a sabida de Robcrt
Marier deS. i'etersburgo nSoconsistem positiva-
mente em tropelas junto ao governo russo. As
informoce que trac o Stttntiirtl O a sejfain-
tes :
A Hazetu da Colonia, firmada nos apontameu-
tos de Frederico III, adquiri a prava de que ,o
;. reclu Bazaine I i vera conhecime.to >m W70,
por sir Robert Morier, ento ministro de Ingla-
terra em Darmstadt, da raarclia ; combinada des
exercitos allemes Bobre o Norte e sobre Sedan.
O ministro abusou das suas relagOes amiga-
veis com Frederico, ento principe real da Prus
sia para aquelle acto de deslealdade para cornos
allemes.
Nestas condiges, claro que o governo alie-
mio. vendo com pessimos ollios a presenca de
Morier em S. Petersburgo, denunciou o caso ao
governo russo.
Dahi as complicages. ^
\uilria-lluuKrin
O Daily Chroniclie annuncia que nao sj effec-
tnaj o grande congresso catholico proiectado
para Fevereiro por instigago do cardeal Simar,
primaz da Hangria, isto era consequencia d'uma
carta do imperador Francisco Jos fazeudo ob-
servar que oCongresso nao pode ter nenhum re-
sultado pratico se nao crear difliculdades mo-
narebia austro-hngara, que alliada da Italia ;
ao que o cardeal Simar repondeu que, sendo
servo tanto do imperador como da igreja, desis-
ta do seu projecto.
Est produzndo consideraveis estragos em
Vienaa a febre typhoide.
Os estrangeiros e grande numero de nacio-
naes abandonam precipitadamente a cidade.
A Austria decidi a ereago de uma esquadri-
Iha de guerra no Danubio ; parece que os esta-
leiros de construeco e o porto de amarra serio
em Buda-Pesth.
IlllStiil .
O Times c o Standard do conta de um trata-
do secreto entre o JapSo e a Russia.
Parece que esta ultima. potencia insisti na
realisagao do tratado recejando que o governo
japonez prestasse auxilio Inglaterra no caso de
um conflicto auglo-russo e de um ataque dos in-
glezes s costas d Siberia.
Falleceu em Rice um dos mais distinctos ho-
mens de guerra do imperio russo; o general
Loris Melikoi.
Aos que se lembram dos episodios da ultima
guerra russo-turca est longe de ser dcsconhe-
cido aquelle. nome.
Loris MelikolTcommandouo corpo do exercito
que na Asia Menor opera va contra Monktar-Pa-
ch e terminou a cainpanha pelo assalto e to-
mada deKars.
Contava boje 62 annos.
O correspondente do Standard era Roma asse-
gura que o Sr. lsvolski obteve do papa impor-
tantes concesses para a Russia gragas a in-
P i"nca da diplomacia frauceza.
inftuencia russa torna apanhar terreno na
i'eisia. que se prepara para refringir as fa-
cilidades ltimamente concedidas ao commercio
inglez no rio Karunz.
Confirma se que o shali da Persia ir na pri
inavera prxima a S. Petereb rgo.
Effecvamente o shah nao lardou a arrepen-
der-sc das concessOes que sir H. Drummond
Wolf logrou ar ancar-lhe e o seu governo esta-
va preparando uma uota reslringind j eonsidera-
velniecte as vantagens que o commercio in-
glez poda auferir da livre navegaco [do rio Ka-
runz, ha poueo decretada.
Outro symptoina de que a influencia russa
actualmente preponderante na Persia, consiste
em ter sido de novo Horneado ministro da justi-
ca Muabir Eddoleh, grande partidario da Russia
ao qual, no anuo passado fra dada a demisso
quando Ayoub Khan se evaJio.
O Nove Tempo diz que a crer.cao d'uma es-
quadrilha austraca no Danubio deixa a Russia
rente, porgue o nico mtuio da Ru3sia e
i apedira volago da stataquo non Balkans : 6
espera que a Austria comprehender que deve
preferir allianga allema i amisade da Russia
aoiadana Franca.
iWilai
Acamara appro\oultimamente por maioria
de^2 votos uma mogao de conflanga ao go-
verno
Balearla
O governo blgaro fez um contracto com a
caaa,Krupp. no valor dura milbo de franco, para
obrar de fortiffeagao, e est ultimando oatrocon-
ferro-
O encerramento dawftrant reaflsbn-se a 30 de
Dez^zjju, .
Mea La
EmTienna participam qoea Austria est*flrie*-'
mente resol vida a evitar conflictos e que acon-
selba arei Miln a que se reeooeihe om a rai-
nha, como nico me5 dTmperfir odesencadtar
t8TtJes acontecimeatos sobre o seu tbrono.
. Um-despacho tereyrapbico de Belgrado para o
Timet prev que oprojecto.de coastttuicSo ser
Approcado Bem modilicagSo alguraa, e que as de-
llberagOes da grande ikapcIUim, sflrSo tranquilas.
Bm todo o caso o govern j do ri Miln toma
grandes precaugOes militares.
Ab ultiinaa.noticias recdHdas de" Belgrado d-
Iraeo, no valor de oito .ntttfcoes,. com .destino^qaeTneTerueganf
now>8.baleriaadeartilharia. queixardoringew cnp%do na-.cenatraeca.
A cmara dos depuiados votou orgameulo e, de um caminho de ferro ni ilba.
ajpnrovo,o projecto da rede dos caminhos d^ I Oconsultevon dincuente ao .ajnhecrinente
dos
zern que se torwu mais gra ve a_pjtuae5b da ral
Segundos1 telegraumaado Viner lagebleti,
a ro QWHtyft-a-towBi, b tata a-iinna raniiriin
Eara asaegurar umretirada,, qae orinre ue e
ir as maos dos revolucionarios se Batee por
fin alcanearern a vioaaria.
i Diz-se entre outras cousas, que o reirewviou
para o estrangeiro, segundo alguns para a Aus-
tria, toda a parte diapoirivBl da sua fortuna, e
grande numero de jows de prego. Tem. segund
corre, j redigido o documento de abdicagao, a
que s taita a as signatura.
N'este documento o rei Miln noraeia regentes
troa honran do untada nanm raiuto|nonhPdilns,
seu governo.
todo* inirf*
> de Dezembro um .vioteoto- ra-'
incendi em.' Mrsterebat (Massactmssmtni). na
parte comraercial da cidade. Arderam 13 pre-
dios de habrtacao. Os estragos sfio' avahados
em 300,000.dollars. Ficaram sem trabalho mil
pessoas.
fessor de direito criminal
Roma.
Foi autor de um projecto de cdigo penal,
nico, cuja prirneira porte fra apreseulada
Academia das Sciencia- de Roma de 1877.
Mancini casara cora Beatrice Oliva, conhciida
como poetisa e fallecida em Florenca no anno
de 1869.
O grande orador italiano morreu com sessen-
ta e oito annos, em Naiok-s, na magnitica villa
rwil de Capadrmente, que wei pozeru a son
disposigo.
Todos os jornaes libcraes publicaram ariigos
de elogio e saudade a proposito de Mancini.
Mancini morreu sera um padre cabeceira.
A sua agona foi curta.
Apenas soube do desesperado estado de Maci-
ni, o re Humberto, que Toi um do* seus disc-
pulos dilectos, enriou-lbe um telegramnia, cs-
primindo llie a sua dr profunda.
Mancini estava aobre o leito morluarario, de
casaca preta, gravatas e luvas brancas. Espa-
Iharam Ihe inmensas flores por cima.
Os mdicos attribuem a mortc de Mancini a
uma anemia.
anta H
Sao j do domiuio publico os promenores so-
bre o discurso proferido a 2i de Dezembro por
Leo XIII no Sacro Collegi.
Referindo-se s manifestages de que foi alvo,
por occasio do Jubileu, o Papa entende que
enorme a forea actual da igreja e que essas ma-
nifestages affirmam o direito que assise ao
Pontificado de exercer o poder temporal sobre
os territorios outr'ora .seus dependentes.
Repelliu as aecusages, que se lbe Coem, de
ser inimigD da liberdade e da independencia da
Italia, e demonstrar que a nica amisade com
que boje conta a igreja a do governo italiano
3uc nao perde ensejo de lbe lastimar as des-
itas.
Os interesses da religiao eos da soberana do
Papaegxigemdaseque ao actual estado de
cousas se ponha temo; rccommendou que para
tal fim se proceda a uma propaganda activa, que
apure o numero e a importancia das adbcses ;
e.-.-a propaganda deve realizar-se pelos mcios
legaes, afim de evitar pretextos para violencias
de reprcssSo.
Esperava-se a 29 de Dezembro a publicagao
de uma cncycca pondo em relevo a importan-
ca das manifestages ltimamente feitas a favor
do poder temporal do Papa.
O Papa, eedendo as nstignces do governo
russo, concedeu a smeco para que seja des-
terrado para a Siberia o bispo de Wna.
Leo XIU aceitou tambem os candidatos pro-
Bstos pelo czar para as sedes episcopaes de
anubio e Ploko, e pcrmittiu a introduccao da
liagua russa em todas as igrejas cathobeas. .
A paz entre a Russia e o Vaticano portante,
um tacto consumado.
Ainda assim, com a ultima permisso fica des
truida toda a forca do elemento polaco, q\.s om
o elemento calliolico mais numeroso eimportante
da Russia.
O cardeal Lavigerie partiu para Genova e Mi-
lo: vae fazer confi-eneias contra a escrava-
tura.
No Te-Deum de 30 de Dezembro de eiicena-
mento do Jubileu o Pipa celebrou solemnemeii
le na baslica le S Pedro, assistindo as tribu-
o corpo diplomtico o Vaticano e a nobreza ro-
mana. Era immtnsa a multido de fiis. O
Papa foi muito acclamado.
As tropas italianas mantinnam livre a Circula
gao na praga de S. l'.jdro.
, Nao occorreu nenhum incidente.
In*,l No dia ti de Dezembro foi adiado o parlamen-
i ingles.
O discurso da ratafia consigna que sao amiga-
veis as relacOes com todas as potencias ; diz
.ue o restabelecimenlo da seguranga poltica c
linaneeira do Egypto foi interrompido por um
momento pela teulativa dos rebelde- do S .ldc.o
iiaia se apod -rarem do porto de Snackim ; apon
ta o brilhante feito d armas das tropas ingl
e egypcias; afllrma que por outro lado .
-ro administrativc e econmico do Egypto e
lactorio; menciona a insurreico da parle
continental dos territorios do suldao de Zanz-
bar, e as perdas consideraveis de vidas e prq-
priedades das colonias allemes : terrrpor evi-
d nte que a"recrudescencia do trafico de escla-
vatura, da qual se tem inabifestado sywptoinas
em varios pontos de frica >uiu larga-
mente para essas desordens ; declara que a rai-
nha junton-se ao*loflrtdor da'AUMtaanha para
estabelecer o bloqueo naval na parte da costa
insurrecta e obstareoa- ao trafico de eacravos e
importacSo de rauniebes de guerra. O dis-
curao Bao toca as questes internas.
a que pertencem a diversos partidos, para qoe.
governem o reino.
N'ma entrevista que teve ha pouco o corres
pondente do jornal The Standard em Belgrado
com o ministro dos negocios estrangeiro-da Ser-
via, o Sr. Mijateviej este ltiraoangoo redonda
mente-qoe exista a menor allianga entre a Ser-
via e a Russia, carecettdty portante, de funda-
mento os boatos que circulara n'esse sentido.
O -r. Meijatove disse alem d'isso que e rei
Miln, quando steve deTSlta^mVinma. deta at
sua palavra ao imperador da Austria deque
abandonara toda a ideia de abdicagao para
assim evitar qualquer especie de revolta-e ma-
nifestacao nos seus dominios e que novamente
ae suscite a recelada questSo dos Balkauns.
Turvam-se os ares na Servia. excitacao po-
pular Contra'o re Miran cTcsce dia a dia.
No (fia 28 da Deembro houve manifestages
tumultuosas, em Belgrado, diz um telegrarama
dalli. Pelas ras anduram grupos de populares
dando vivas subversivos. A multido deteve-se
em frente do consulado, austraco, soltando mfu-
rfas contra a Austria, e apedrejandos janele*.
1 Em vista disto o representante da Austria re-
.latou iraediatamente a occorrido para.Vienna, pe-
diado instrueges-
Bonmiini
Foram presos na cidade ronmanica de Vaati-
lestidous emissarios, por excitarera o povo centra
o rei, fazendo promessa? em nome do- erar,
diz-9e
Descobrio-se ao mesme tempo uma conspira-
gao para derribar o actual governn romntico e
e substhuil-o por outro, eseolldo pela Russia.
Turiuia
Grandes desordens em Constantmopla, segun-
do as ultimas noticia?, transmitirlas por Vienna.
A causa 6 haveretu sido licenciados uns t-OW)
marinbeiros mrlitaTea. sem qne Ihes pogasae o
saldo em divida de alguns mezes.
Causou grande emhusiastno' em- Inft-laaerra a
noticiada aa victoria ganha pela guarmcao de
Suakio contra os derviches, que tinhamapraga
mvestida.
A batalba feno-sc na manh do dia 20 de 'De-
zembro.
Pelas 7 horas da manh sanio da praga um
grupo de aproximadamente i.000 homens, soH
o commando do general GrenfeH, formado por
seis batalhes egypcio?, divididos em duas bri-
gadas s ordens dos coronis Hitchener e Hollid
Smitlu pela.s tropas montadas (hssards, n. 19
ravarfifia cgypfra l lUJftmuilu ugjpiBtai>.
do mando do caronel Barronc e nelos Sattish
Borderert, por um destacamento de Welsh regi-
uwnt e outro deluiarinlieiros.
Pelas 8 lloras, a infantaria negra rompeu fogo
sobre as trinctieiras dosarabes, que seriara uns,
3,000 e depois aiacou-as bayoneta com grande
impeto. Os derviches resistiram demoradameo-
te por algum tempo, mas anual debandaram,
deixando a sua artilliaria, duas pegas de grande
cali re, em poder do iniuigo, e toma rain os ca-
niiiiiwsTie Hasfit^a_T|injy,,-rjjr-.,
Den ento sobre elle's a caiiaTa britannico-
egypcia. e coaspletou a derrota ; as oito horas e
raeia, os vencedores estovara inteiramente se-
nhoros do cany)o.
Diz-se que oS derviches \\\ eram 400 a 300 ho-
mens fra de combate. As perdas da guratelo
de Suakinr iosiglicantes : ao todo, oito morios
e sessenta e sete feridos. Dos n.ortos, s qua-
tro eram inglezes, e pertcnciam todos ao regi-
ment 20 de nussares, que carregou a cavallana
rabe. |
Um forte destacamento de tropas inglezas fez
a 21 nm reconhecimealo at o kilmetros d Sua-
kim sem encontrar o inimigo. No entretanto os
rabes concentrados eni'Acnim e Handnb pare-
cem prestes a recomecar a lata.
Tem j reapparecide cavallaria rabe esprei.
tando os'moviolentos das forgaa inglezas.
ZanElbar
0 sultb de'Zanzbar est se assignalando pela
Ba crueldade Contara ao Times que sua al -
teza ordenou sbitamente a exeoBgao publica de
Juatro homens indgenas que estavam presos
esde muito tempo como assassiuos, mas que
anda nao haviara sido jnlgados. I
A execugo verillcou-se n'uma ra publica,
conr grandes requintes de barbaf idade, e 04 ca-
dveres ficaram expostos at ao dia seguihte.
Este espectculo deve renovar-se a miudo, por
que o sulrao j ordenou que fossem justicaaos
mais vrnte e quatro homens e uma raulher, que
no remado anterior tinliam sido condemnados a
prisa perpetua !
Am disso declarbu qued'aqui em diante terr-
eiona administrar jdslica- segundo a le musul-
mana, e aotorisou os gorernadores das provin-
cias a auplicarem a pena capital. Deve nolar-se
que no Zanzbar nao. houve execugo durante
25 anuos !
E os inglezes e os allemes, protectores e tu-
tores do Zanzbar e to solcitos pela civiligago
da frica, conseutein nestas atrocidades ? I
0 sulto de Zanzbar parece que endoideceu.
Na cmara dos commuus, na sesso de 21 de
Dezembro trato-se d'elle n'estes termos expres-
stos :
Sir G. Champbell. Perguntou se verdade
que o sulto de Zanzibar perdeu a cabega.
Sir J. Fei-gusson.De\o d'zer cmara que o
sulto de Zanzibar entrou n'um caminho que o
governo de stra magestade desapprova comple-
tamente. Qual .\cjn a causa do seu proceder
que ponto duvidoso.
: A-fragata allem Leipzig captarou as aguas
Ido Zanzbar, no dia 24 do passado om navio
com 140 escravos.
0 cnsul allemo fez estabelecer perto dcDar-
es-Saleai uma misso, para recolher os escravo
libertos.
Em Zanzibar receberam-se noticias de! que
S'anlev ".-lava vivo e salvo no dia 17 de Agosto.
N esse dia escreveu elle de Bonalya, sobre o
.Aruwiiinii, a Tippoo Tib, para Stanley Falls, di-
lendodhe que 8 dias antes havia dei\ado Emin e
Casoli (o viajante italiano) de perfeita saude.
Emin tinha em seu poder uma grande porco
de iimrfira, muitos bois, e mantimentos com
abundancia.
A seu respeito dizia Stanley que elle e os seus
companheims broncos stavm bons e abaste-
cidos de ludo.
Tinha voltado a Bonalya para mandar para
diaute o resto da sua escolta, e os depsitos e
inuniges que estavam destinados para Emin. e
tencionava sahir de l no nm de Agosto.
0 assassino do major arttelot foi julgado era
Stanley Falls e executado a 22 de Julho.
Estas inform ices foram trazidas a Zanzbar
por mensageiros de Tippoo Tib, que voltam para
Stanlev Falls.
O correspondente do Times em Zanzraar an-
uuucia que reina traiiqnillidade completa em 'o
da a regiao da costa entre Mombaga e Laura,
mas sohisertas as noticias sobre a situago no
littoral entregue admmistraco da AUemanha ;
o chele Buchire continua ameagando Bujaraoyo
e Dar-s-Salem I
Hait
03 rebeldes do Haiti bateram as tr. ao do go-
verno lhflingindo-lhes graves pwdas.
iitnaa^e Itaiuua
0 ministra do reino era Honolul respouduu
em termos ultrajosos ao coMUt da Inglaterra,
Correspondencia do Diarlo J
Pernambiiro
RIO GRANBi0140R,TE-+-iivtalt.13
de Janeiro de IH.-
Completando hoje o nosso terceiro anno como
raissivisra desta provincia; para esoe importan-'
te orgo de publicidade, grapas as attengoes- el
cavaineirismo com que temo akle'tratados, cor-
tre-nos oderer de dirigir nossas 'congratulacoes
ai essa rThMtre redaegao1, por ter- completado b
seu sexagsimo quarto anno de existencia, dese-
jando que 9 novo anuo que ara conga, ihe seje
ara todo propicio,1 continuando na .senda brtian-
te que tem irilhado al hoje e que me tem con-
quistado direito ucontestavel a benemaraicia
puhlica. Pela aesa parte, ooatmaarenies a
prestar o nosso fraco concurso^ esforgaadoinos
para man ter o crdito o cftiitiaoca qoe > nos tem
sido dispensada e-1 qae somos .reconieeidoB.
- Fiodo-se o anno de 18M,.cooo eacerra-
mento da sessao ordinaria da AswmWa Proviu-
^al, sem que foese-votado o oegameoto da re-
aeita e despeza da provincia, toada deixado de
ser sancoionada a tei' de aoaa.;de forga, 1 por
inconveniente e n3o attender asaecessidadesdo
publico servigo.
Deixaram tambem de ser sanecioaadas, outras
leis de exclusivo interesse poltico, seuj ueanu-
ma vantagem publica e somente cora o intuito
de aprovenar aaeternnados.individuos, a quem
se pretenda favoaacer, com. .prejuizo da pro-
vincia.
O illustrado presidente da provincia, Exm.
Dr. Jos MasceUiao da Rosa e siLva. que. -e tem
revelado empre uai ailmioistrador criteroso,
sensato e moderado, pautando todos os seus
acios pelas normas mprescriptiveis dajastica e
do bem publico, empregou todos os ineios ao seu
alcance, paraoonsegoic quaa maioria liberal.da
Assembla, enteasse no.regimen legal, dotando a
provincia com as leis de-meios, de accordo com
suas toudioes- Jnauceiras, e oesse intuito, mais
de uma vez, proenrou conferenciar com alguns
dos meuibros da.maioria, demonatraodo a con-
veniencia de serem modificados os projectos
apresentados e de que tinha noticia
Este poocedimento de S. Exc, todo inspirado
aoamoc a causa daiproTaeiae. do bem publico,
e que s devia. outrecer louvores da opposico.
Como de todos, de nada valeu ao zeloso admi-
nistrador, a quem nao foram si quer despensadas
s aiteures a que tinba direito.
Enire oatras medidas inconveaentea, que sem
duvida. troro profunda desorganisacio ao ser-
Tica,sabemo*qutuaorcamento se teata de sup.-
primir M cadeuas do mstcuogo publica c isso
fioc si s. d a justa medida do partidarismo iu-
rene, que diotoualoi de que se.trata e que alo
poude ser reinettida a sancoio presidencial, por
nao ter sido votada a redaegao.
Fazendo a Assembla na communicacjlo do en-
cerrameuto, mengo dessa circumstancia. o hon-
rado admiuisi ru dor, por acto da mesma data (31
de, Dezembro. convocou extraordinariamente
para 7 do corrate, e.poc 8 dias, afim de que po-
desse ser votada a redaego do occaraento e dis-
cutidas as razes da nao sanego da le de fixa-
gao de torga.
Os considerando com que S. Exc. mstruio as
razes da devolugo. desta le, um. trabalho
qua ai.buuiaai. ilxc, e que revela bem. a
attengao que tem dispensado aos negocios da
provincia e seu particular disvelo pela causa
publica.
Dois dias antes do dia marcado para a
ses-ao extraordinaria, reuniram-se alguns debu-
tados no pago da Assembla e sera ter numero
legal, communicaram a presidencia que reuni-
dos era sesso preparatoria, haviara verificado
numero de meuibros da Assembla na capital,
sufficiente para ter lugar a abertura no dia 7.
Em vista desta cotBaiuuicaco. S. Exc. o Sr.
presidente ex pedio as orden do costume, acre-
ditando na communicaoao que oflicialiueate Ihe
fra feita.
Soube depois que tudo isso nao passava de
mais urna farca, que se pretenda representar
tiesta cidade, entendendo os deputados liberaos
que para a mtallaco nao havia preciso de nu-
mero legal, de modo que assim se poderiains-
tallar uma Assembla com qualquer numero !
Verificando bem o caso, segundo nos consta,
at'pdr informago do Dr. secretario da presi-
dencia e dados fra de duvida, feudo conheci-
mento- de que muitos se havio retirado para o
interior da provincia, o Exm Dr. Rosa e Silva
resolveu adiar a sesso extraordinaria para o
dia 10 de Marco vindouro. 0 acto de S. Exc.
foi geralmente applaudida, principalmente por
aquelles que sabem encarar os negocios pbli-
cos pelo prisma verdadeiro, com a seriedade ne-
cessaria ekem ter diante de si ura partidarismo
mal entendido e exaltado ao ultimo ponto.
; Os deputados conservadores se abstiveram de
comparecer, porque repugnavam concorrer com
sua presenca para fazer pasear um orgamento,
que s cogitou de crear meios polticos, deixan-
do de parte tudo quanto diz respeito ao bem da
provincia.
Comecando o novo exercicio a 1 do corren-
te e nao tendo sido votado o novo orcamento,
S. Exc. o Sr.-presidente da provincia, por aeto
de 31 do passado, raandou que vigorassem as
leis antenores, at que outras fossem votadas,
i Por acto tambem de 31 do passado, foi desi-
gnado o dia 15 de Marco vinioBro, para se pro-
ceder no 2* districto desta provincia, a eleigab
de um denotado provincial, para preencher a
vaga aberta pelo failecimento do deputado Anto-
nio Carlos de Medeiros.
A' 30 do passado, o Exm. Dr. Rosa e Silva,
digno presidente da provincia, acompanhado de
sua virtuosa consorte, muitas senhoras da nossa
melhor sociedade e numeroso squito de distin-
ctos cavalheiros, dirigio-se cidade de S. Jos
de Mipib em trem especial, a convite do viga-
rio daquella freguezia, o coramendador conego
Lustosa, para assistir testa dos padroeiros S.
Joaquim e Sant'Anna, quo se celebrava n'aquelle
dia.
Na estago de S. fos foi S.iExc. recebido pelo
Revru. vigario, Dr. miz de direito da comarca,
deputado provincial Manoel Alves. capito Jos
Joaquim e muitos outras distinctos mipibuenses,
seguidos todos de ama banda de msica, e su-
bindoaoar na mesma occasio muitas girando-
las de foguetes. A festividade religiosa reali-
sou-se com muito briUantismo, oceupando a tn-
.bnna sagrada o Rvdm. Jos Herminio, que a sou-
be elevar, mostrando-se na altura de seus cr-
ditos.
Terminada a ceremonia na igreja matriz, o
Exm. commendador Lustosa, offereceu a S. Exc.
e sua comitiva, um laulo jantar, em que foram
trocados significativos brindes, de que foi alvo
o Exm. Dr llosa e Silva.
A' noite teve lugar o regressu a esta capital,
no mesmo trem especial, obsequiosamente fa-
cultado a S. Exc. pelo superintendente da ferro-
via, Dr. J. Venal e engenheiro fiscal Dr. Carlos
Tompson.
Por nao ter sido votado de ac:ordo com as
propostas das respectivas cmaras municpaes,
que nao foram altendidas urnas, e outras soffre-
ram profunda e notavel alterago, e por cooler
disposiges que por sua natureza devia consti-
tuir projecto ou le separada dependente de
sanego, o Exra. ir. Rosa e Silva devolveu as-
nbla, suspendendo sua publicagao, ao orca-
mei'' nunicipal, ltimamente votado. Effecti-
vaiii -, segundo nos infirmam, o tal orgamen-
to cu ;ni as disposiges geraes, quanto favor
se prtiftpdeu fazer a amigos e correligionarios,
a quera se presenteava at com boas propinas,
ca-'j de mercado e diversos outros favores com
I 4**embl portarada PresidoaoiafJa PBov.iaeiB.iei.considf,
rada^ sem efteito. a de 3 li de Deaembre proaima,
lindo, advocando, extraordiafliiamente..por 13
dias a Assembla Prorurial pora oaiai i, dt..
Fevereiro poeximo:
4.* secgo/-Palacio da Presidencia de Pe
uanibueu, 15 de Janeiro-de 1888. r-tfioresideala
da provincia, atiendendofljaea: Assembl*Lagis,-
lativa Provaicial. temtdaHWaifcag diara no dia 1.a de Mango, prximo, e coasdt-.;
raudo queuessa ociasio ]iaderaoservotadae as .,
itia de meios para o exieccicio correniu, que tiei
Sara 111 de sel-o durante a sesee que adouia 3J
de Dezembro do auno, passado, nesolve; oasidi
rar aera etfeito o acto de 31,do netJirido, nE.d,,
Dezembro, que. convoca eKti^ordinariamea|e,ogf A
ib dias. a mesina Asseata. para o da-.>/* de ,',
mvesm.-^&*oomc\0'Mm*iiies de- Arauja *** ~
i Fazenda provincialPor acto da preai-
deuda 4* provineta, de bootem datado, foi exoi
nerado, a seu pedido, docar#o. de procuradoi.i
ioterinodos eitos da faaeadapjroivrncial^biicaa- "
re Pedro Jos de Oliveira PermusuCo, endo.,
nomeado para subnud-o, Uba.Uitoi:ia'
mente, o bacbarel Jvs Francisco de fioes.CavaJ ,
cante.
Suppii>nlPH drjalr. ubHtiluMo Poj
acto da referida -presidencia e da mesma.datat
forana nomeados suptente* do5f joizsubstitutOi,
da comarca do Recife :
i* bacbarel Jos,.Salazar daVeiga Pesoat#
f bacbarel Belisario Alves.de Bito ;
3o bucharel Jos Autoniode Mello..
i Por actos de 28 de Dezembro fiado :,
Foi reformada no mesmo posto o tenente-
ajudante do 65 batalho de infantaria daiguvr
du nacional de Ouda Francisco. Jaraiario Nanea
da Silva.
Foi nomeado pa na o po*k de tenrntoiajiti
danto do 65 batamo de infantavia dagiwrda
nacional de Oliada Maaoel Liberato Pernaadee
Snares.
Foi nomeado.Manoel.Jos, Ferreira para
posto de alteres da 2* companhia do & hatalbao
da guarda nacional do le.-ife em substtumor.
te Aleixo Rdriguesde.Moura-,que&i nomeSdoi.'
cnfso.
gru prejuizo para os municipios.
.'em ido bem recebida por aqui a noticia
da i. organisago ministerial, que mais um si-
gna l de vida tonga e forca, para o actual minis-
terio presidido pelo eminente estatiista pernam-
I' ano, que tanto se tem elevado no paiz.
Durante o mez arrimo de Dezembro, a Al-
fandega d'esta cidade arrecadou o aeguinte:
Renda geral U^Mttl
Imposto 3 / provinciaes 3;U0W14)
Foi nomeado Regino Cordeiro Faicao para
o lugar qoe se aeha vago de i supplente do de-
legado do termo do Brejo.
Foiabertoo crdito supplementar, na.ii
portaacia que for. preciso, paita pagamento da*
dezpezas a fazer -se por conta das verbas doa $g
lf e 4 art. 2 do orcamento igeate.
1 Foi nomeado Alfredo Magaies da.Silva
Porto para o cargo de 3o supplente dojuiz-imu-
nieipai doBrejo. da. Madre de lieus.
: Por actos, de t) de Dezembro fiado:
Foi mandada continuar em execugo a lei
11. l,nt de .{Ode Abril de 1883.(-gameata pro- I
mmt) at que a Assembla Provincial sote a
.lei do orcamento do exercicio de 1889.
Fot nomeado Jeronymo Leito da Costa
fachado Jnior para o posto de tenente da3*
companhia do 68 batalho da guarda nacional
de.Iguarass.
: Foi reformado o julgado. d, junta do Tbe-
Souro que nnlliticou o despacho .em que o ins-
pector da Alfandega, indtfer apetigftii em jjoe <
a Visconde de ttaqui do Norte, solicitar para
3er facultado o deposito do fumo, trazido pelos,
vapores da Compaahia Brazeka emarmazess
altandegados.
Foi jubilado o professor da.cadeira daienr,.
sino primario do Gvmnasio Pernambucano Fian-
cisco da Silva Miranda.
Foi nomeado o aiferts do 2'batafhaa.de/
infamara Manoel Bellerophonte de Lima, pasa:.
o cargo de delegado do termo de Ouricury.
Foi nomeado o cngenheirorLuiz. Marque de 1
Alliuquerque Marauho, para, exercer o cargo
de riscal1 de governo.no engenho; central de Pal-,
mares.
Por actos de 31 de Dezembro lindo :
fc'ui Biftj'ogjija. -'<'"} d" toe ovof|ii.-^ po,
exercicio del889, a lei n. 1|90 de 4 de Tunho
de 1887, que lixa u forga noieiat.
Foram novieados em vista do ultimo con-
curso procedido, para o cargo de-officiat dedes-
carga la ALfaulega, Cbristivo de Barcos..Heno
e para praticante da Tesonraria d Taifcia
Alfredo de Assis Garrido.
Foi exonerado Adolpbo Torgino Aocioly
do lugar de 3o escripturano interinojd THesou-
ro Provincial e nomeado para substituil-o Can-
dido Alfonso Silveira.
Foi nomeado Adolpho Targirwx Accicdy pa
ra o lugar de continuo da repartigo da Obras
Publicas, vago pelo, failecimento de Jos Fran-
cisco Percira da Sirva que o exerei.
Toi jubilado o professor dtt 1 cadeira de
ensino primario da freguezia da Boa-Vista Sim-
plicio da Cruz Kibeiro.
Foi removido' por accesso1 para ar 1. ca-
deira da freguezia da Ba-Vista, o professor de
Pao d'Alho Joaquim Elias 4e*Albuquerque Reg.
Barros.
Foi removido por accesso, o professor Deo-
cleciano Ferreira Santos, da cadeira do Rbsa-
rinbo para de Pao d'Alho.
Foi removido por accesso o' professor da
1.* cadeira d Santo Amaro das Salinas Manoel
Roberto de Carvalho Guimaries para a de ensillo
primario do Gymnasio Pernambrano.
Foi removida por accesso, a professora da
cadeira l'orliri. ,e Jess e Silva, para a cadeira de Santo
Amaro das Salinas.
Foi concedida gratificaco de mrito a pro-
fessora Isabel Francisca de Quintal.
Foi nomeado prometer publico da comarca
de Villa Bella, o bacbarel Firmino Correia de
Mello.
Foram nomeados. sob proposta do Dr.
chefe de polica para os Jugares de 1., 2." e 3."
supplentes do delegado do termo de Ba-Vista.
Jos Coelho da Silva, capito Pastor Manoel *o-
drgucs Coelho e Jos Martins Rodrigues Coelao.
03 oous ltimos em ubstituigo de Manoel Mbt-
ques dos Santos e ypriano Jos de Brito,uir> .
ucam exonerados a pedido.
Foi nomeado, para o lugar vago de subde-
legado do i. districto da Ba-Vista Antonio
Coelho de Aquino.
Foram exonerados a pedido, Manoel Rodri
gues da Silva, Francisco Antonio Fcnca Gomes
e Jos Coelho de Aquino^dos cargos de 1.-, i."*
3. supplentes do subdelegado do 1. districto
de Ba-Vista e nomeado -para snbstituil-os Ma-
noel Fernandes de Freitas, Clementino Pereira
Brando e Hermano Jos Bibeiro.
Foram exonerados a pedido, Jos Florencio
de Caldas, Manoel Caldas da Silva Prente e An-
tonio Maturino Meudes, dos cargos de subdele-
gado 2. c 2.". sunplcnJes do districto de Carahy-
bas do termo de Boa-Vista, e nomeado para subs-
tituidos Martiniano Antonio da Conccico, An-
tonio Monteiro dos Santas e Antonio Cyrillo de
Oliveira.
Foi nomeado para o lugar vago de 1." sup-
plente do mesmo subdelegado Jos Antonio da
Silva.
Presidente da ParahvnaNo paquete
nacional Maranhao, etiegou lionem, o Exm. Sr.
Dr. Pelro Francisco Correia de Oliveira, digno
presidente da provincia da Parabyba, que veio
licenciado trazer sua Exma. familia, deveado re-
gressar brevemente aquella provincia.
S. Exc. foi recebido, no Arsenal de Marinha.
onde desfmbarcou, por avuliado numero i!e
amigos que o acompanharam a carro at a casa-
de residencia de seu sogro, o Exm. Sr. visconde
da Silva Loyo, no Manguinho, onde S. Exc. est
hospedado.
o arsenal estava postada uma guarda-de bou-
ra do 14." batalho de infantaria, que fez as con-
tinencias do estylo.
No palacete do Sr. visconde da ilva l.oyo foi
servido um lauto banquete, cuja sbrenme*
foram trocados muitos brindes.
Comprimcntamos o Exm. Sr. Dr Pedro Fr.
cisco Correia de Oliveira.
Cbere de polica No referido paquete
Maranltao veio tambem do Cear o Sr. Dr. Anto-
nio Firmo Figueiredo de Saboia, chefe de polica
recentemente nomeado para Pernambuco.
S. S. deve tomar posse hoje do.seu cargo.
Saudamol-o.
Vi 11 lio inruanbnrano O vinho de
uva pernambucana que se acha exposto no pa-
lacete do Lyceu de Artes e OOicios, pertegany
de industria da Exma. Sra D. Isabel deBPWW
Pessoa e do Sr. Leonardo Kobo,
Eapoaico praparatariaDarn
toda esta amana conservar-se-ba tntx*
tago publica a exposigo peraamlwcaM'plW-
ratoria da Universal de Parto, ao Ljoao
Artes e Officios.





. .

i


-~r
^ft


fo de PelTOmbrico- -Qarteifeira 16 de Janeiro de I889f
larcialdalu
AnunM atvera eclipse
parcial da la, visivel n'esta provincia.
romecara t hora 39- da madrugada e ter-
minar* as' horas e 41 da raaf*.
O eclipse da la determinado pela interp-
lelo da forra entre o sol e a la, facto de "ne
resulta flear este ultimo astro privado em parte
oo no todo de receber a luz solar.
Os eclipses de la reproduzem-se quasi peri-
dicamente, apresentanao os mesmos caracteres
ee mesmo inWvallo entre si, de 18 anuos e II
das era 18 annoe e II das
mame de Mre**-Vmanh, pelas
ii Iwns do dia, na Faculdade de Direito, come-
cari peta pfta escripia o concurso para provr-'
ment da cara de philosophia do curso an-
ido de preparatorios.
A comfliissao julgadora compe-se dos Srs. :
censeHieiro SHveira de 8< uza, presidente, e Drs.
Albino Meira e Jos Hygino como examinadores,
e dos Drs: Seabra e Ciroe, este por parte do di-
rector, e aquetle por parte do presidente da pro-
rincia
Estto inscriptos para o concurso os Srs. ha-
chareis Joaquim Cavalcante Leal de Barrote, Vir-
ginio Marques Cameiro Lefio, Laurindo Carneiro
Lefio, Clovi8 Bevilaqua e Olinto Vctor.
Ttteaaw rovlaclalHoje, no The-
souro Provincial, comeca faser-se o pagamento
dos juros vencidos pelas apolices provinciaes no
semestre de Juiho Dezembro prximo tiudo.
Inicar-ss-ha o pagamento as 9 horas da ma-
aha e terminar s 2 horas da tarde des dias
atis.
Aa*>ara nalavaChamamos a attenefio da
Cmara Municipal do Recife para o predio n. II
da ra estreita do Rosario, parochia de Santo An-
tonio.
Essi predio ameaca desabar. O seu estado
deve inspirar serios receios quem passa por
iante desse predio.
E' meliior previnir do que ter depois de lamen-
tar desastres.
CoaxelMo IlMororfioFuncciooou bou-
tem em sessfio ordinaria o Conselho Litterario da
Instruccfio Publica, seb a presidencia do Sr. Dr.
inspector ge ral.
Aberta a conferencia declarou este funcciona-
rio empoesado o" professor Augusto Wandertey
ao lugar de menibro do conselho para que fra
eleito pelos seus coUegas, sendo era seguida e
nos termos das instrueces em vigor, escomido
pelo mesmo conselho, para represental-o no con-
curso a que tem de proceder-se para preenchi-
mento da cadeira do sexo masculino de Pes-
queira.
Foram apresentados os seguintes pareceres :
Da i* seccao. relator o professor Fragoso sobre
o livro Casnoniana Brazuetra pelo Barao do Pa-
ranapiacaba, concluindo pela approvacfio. Ap-
provado.
Da 3' seccao, relator o Dr. Rodolpho de Arau-
j, dous pareceres sobre os requerimentos dos
professores Luiz Felippe de Carvalho, Josephina
Jovita Belmira de Ohveira, requerendo a gratifi-
cacao de mrito, concluindo pela concessao.
Approvado.
la mesma seccao, relator sobre as petices dos
Erofeseores Mnoel Filgueira de Menezes e Mara
lara de Mello Filgueira requerendo gratiheaco
de mrito concluindo pelo indeferimento. Adia-
do, a requerimento do professor Wanderley.
Da mesma secc&o e relator sobre a petico da
professora Maria do Rosario de Oliveira Mello, re-
querendo a sua jubilacao, concluindo pela con-
cessao. -Approvado.
Da mesma seccao, relator o Dr. Jos Diuiz so-
bre o requerimento da professora Rosalina 01 ym-
pia Bezerra de Mello, pedindo a gratificaefio de
mrito, concluindo pela concessao.Approvado.
Bxaae* prlaarloa--Nodia lOdo mez pr-
ximo lindo, na escola publica do povoado de Lage
Grande, pertencente a comarca do Bonito, peran-
te a commisso examinadora, composta do de-
legado litterario Jos Ignacio da Silva, do exa-
minador nomeado professor Bononio Rosa de Li-
ma Leal e do professor da cadeira Pedro Celesti-
no da Trindade, procedeu-se ao exame dos alum-
nos habilitados, sendo este o resultado :
COMERCIO
Revista do Mercado
Rehfe, 15 de Jaseiro de 1889.
Pouco movimentu.
No mercado de cambio poucas transaeces fo-
ram feitas
Na Bolsa foram negociados 7.400*00 em acedes
da Companhia Pernambucana, com o descont
de 75 /
Foi vendido um lote de algodao.
1. raao--Feliciano Alves Pereira de Lyra e
Luiz Jos de Carvalho, plenamente.
1.* grao-Manoel Leopoldino de Farias e Sa-
lustiano Alves de Arao Pinheiro, distinecao.
Pallar l mea!* -Em 12 do corren te falleceu
na povoaco de S. Gcenlo de Una, D. rsula Se-
nhorinh Pessoa Monteiro, viuva do professor pu-
blico Serafim Pereira da Silva Monteiro.
Tinha 67 annos de idade e era mae de numero-
sa familia.
Dotada de excellente coacao, a Tinada possuia
tatnbem muitos dotes moraes que a faziam res-
petada e wtwna.
Nossos pezames a suua digaos liJhos.
Ontr*Na uoite de ib para 1S do corrente
falleceu em Olindt D. Thereaa Emilia de Souza
Leal, digna consorte do Sr. Jeronymo de Car-
valho. ,
Tinha 50 annoi de iJade, e era-senhora muito
respeitavel.
Nossai condolencias sua familia.
ta fcy-ClooAssim se denomina un lindo
galope para piano, com que o professor Claudio
Leal acaba de enriquecer a colleccao de suas
apreciadas coniposicoes musicaes.
Exposto como est a venda em esa dos Srs.
Vctor Prale e A. J. de Azevedo, occasiio dos
apreciadores das boas msicas irem .augmentar
as suas collecces.
rrvlro Milita* -Estao designados hoje
para superior do dia o Sr. capitao Manoel An-
selmo e para ronda menor o Sr. alferes-ajudante
do U. batalho de inf inUria.
A guarnicao da cidade dada hoje pelo 14"
batalho de iofantaria.
Commanda lioje u guarda da Thsouraria o
Sr. alteres Pedro de Barros FalcSo.
Existem em tralamento na enfermara mi-
litar 38 pracas dos coritos da guarnicao.
Funccionou hontem no quartel general o
conseibo de guerra a que est sujeito o 2.- ca-
dete Io sargento Joao da Costa Medeiros So-
brinho, sob a presidencia do Sr. tenente-coronel
Feliciano Caliope Monteiro de Mello, concluindo
os seos trabalhos.
Cora-aro. Escreveram-nos em 10 do cor
rente : .
Ha muito *mpo que a ridade de Caruarii nao
as6iste a urna manifestacSo poltica to espl 11-
dida como que e realisou no dia 8 do filenle
para solemnisar a elevacao do Exm. Dr. Fran-
cisco de Assi8 Rosa e Silva ao cargo de ministro
da justica, um dos ramos raais importantes da
nossa publica administraco.
A's 7 horas da noite d'aquetle da a quasi
totalidade do eleitorado conservador deste mu-
nicipio, reunido em casa do Exm. deputado pro-
vincial Manoel Rodrigues Porto, onde tocava a
banda de msica conservadora, organisou um
cortejo cvico que em marche aax flambeatu: per-
correu as diversas ras desta cidade, tendo a sua
frente a referida msica que execotava harmo-
niosos dobrados, ao estrugir iconstantemente de
numerosos foguetes.
Antes de desOlar o airtejo cvico usou da
palavra o Dr. Antonio Pedro da Silva Marques,
juiz de direito da comarca do Brejo, que se acha
entre nos passando as ferias forenses, deixando
bera patente na allocucao que fez que o jovem
conselheiro Rosa c Silva pelo seu grande talento
pela sua illustracSo assas larga e variada e pelo
seu nunca desmentido amor a causa publica, a
qual busca elle servir con. a mesma solicitude
com que, navegante em noite tempestuosa pro-
cura a luz salvadora de um pharol, muito con-
eorrer para adopcSo de reformas que attestario
no Brazil a civihsacio em marcha.
Anda fallou o mesmo Dr. Antonio Pedro de
casa de sua residencia, onde estacionou a pas-
seiata e desta vez, tomando por assumpto de suas
consideracocs o eminente homeni de estado con-
selheiro Jo5o Alfredo, disse que o paiz, prestan-
do completa adheso ao governo fecundo de tao
conspicuo patriota, confiava que elle continuasse
a triiar o caminbo que encetou e pelo qual le-
var o povo a conquista do ;bem estar moral e
material, preoccupacSo constante da humanidade
em seu estradear atravs dos tempos.
A's 10 horas da noiteVecolheu-se o cortejo ci-
vicci ao ponto de partida a casa do Exm. deputado
Manoel Porto que com gentileza obsequiou a todos
aquelles que flzeram parte da manifestacao me-
recidamente feita uo actual conselheiro ministro
da justica.
Mrectorta 4a* or le rerva
oo < PoriM de renuuadkeoReci-
te, 14 de Janeiro de 1889.
Boleliui meteorolgico

Horas
W-3
W-4
>-6
f7'-l
Baromelro a
O*
761-50
761-76
760-81
75C-SO
759-03
5=
Tenso
do vapor
18,73
19,90
19,93
19,35
18,74
73
66
70
Temperatura mxima ^30,00.
'Dita mnima 5,7S.
Evaporaco em 14 boras-ao sol: ll-,t; som-
bra : l-,J.
Chuvanulla.
Direcco do vento : SE durante todo o da.
Velocidade media do vento: 3- 53 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,37
til
B M
P M
B M
P. M-
Boletim do porto
"l
Dia
14 de Janeiro
13 de Janeiro
Horas
8-58 da mautia
3J6 da Urde
9-18 .
3_49 da manila
Altura
0-.74
-,32
-,73
J-,30
Barcacas.....
Vapores .....
nimaes.....
Via-ferrea de CaruarA.
Va-terrea de S. Francisco-
Via-ferrea de Limoeiro
Sonima
1.165 Saccas
192
3.044 -
330
343
4714
5.658 Saccas
Bol
sa
COTA9OES OFFICIAES DA JCMTA DOK COK
RECTORES
Recife, 15 ds Janeiro de 1889
Aceces da Companhia Pernambucana, do valor
de 3004 a m cada urna.
Ditas ditas de 100 a 354 cada urna.
Na Bolsa Venderam-se
10 accoes da Companhia Pernambucana, do
valor de 300*.
54 ditas ditas de 1004.
O presidente,
Candido C. G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Canblo
Os bancos mantiveram a taxa de 27 12 d.,
achando poucos tomadores.
Houve transaeces em papel particular a 27
1116, mostrando os bancos pouca vontade de
tomar a esta taxa.
No Rio a taxa foi em geral de 27 i i.
TABELLAS AFFIXADA8
Assaear
Os preces pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
rondo a Assoeiaeo Commercial Agrcola, foram
os seguintes:
Brancos..... 2*000 a 2*400
Someno..... 1*600 a 1*700
Masca vado purgado 1*300
bruto. 1*200 a 1*300
Rtame..... *900 a 1*000
t Hoje:
Pelo agenle Brillo, s 101 2 horas, ra For-
moza 11. 31. Io andar, de bons movis, espe-
lho8, etc.
Amauha :
Pelo geme Brito, s 10 horas, ra do Com-
mercio no armazem dos Srs. Burle & C, de as-
sucar em saceos e s 11 1/2, ra Lomas Valen-
tinas de armayo e gneros ahi existentes.
Pelo agente Gusmo, s H horas, roa Mr-
quez ne Olinda n. 48, de um boi e carrosa.
HlaaM raefcre -Serio celebradas :
A's 8horas, na matriz do Corpo Santo, pela
alma de Joaquim de Souza Lima.
Paageii-oChegados do norte no vapor
brazilleiro Jfaroitto: .
l)r. Pedro Francisco Correia de Oliveira e sua
senbora, Salvador Marcilio, Vicencia Maria Mar-
cilia, Moyss Anahy, Jos Mendes, desembarga-
dor J. C de Albuquerque, Dr. Antonio F. Fi-
gueira Saboia, D. Marta e 1 filo, Brasiliano de
Souza, Saturnino R. Silva, Fortunata MaflB das
Dores, Jos Peregrino dos Santos, Custodio Fi-
gueiredo, D Maria Cirne F., Lima. Bonifacio S.
Lima, D. Maria Pautilla F. Lima, Francisco Pe-
reira Borges, Francisco da Silva Gusmao, Jos
da Silva Loyo Netto, Jorge Bossi, Camillo Car-
nete. G. de Lacy, Alfredo Norsdon, 1 praca de
polica, 1 preso e 602 inmigrantes cm transito.
Casa le BeiearioMovimento dos pre-
sos da Cusa de Detengo do dia 13 de Janeiro
de 1889.
Existiam 427 ; cntraram 33; sahiram 14; exis-
tem 435.
A q rwi* *
Nackmaes 398 ; mulheres 16; estrangeiros 21.
Total 435.
Arracoados 384.
Bons 360.
Loucas 2.
Doentea 22.ToUl 384.
Movimento da enfermarla.
Tirebaixa :
Tiburciq Francisco Rodrigues.
Teve alta:
Antonio Flix do Nascimento.
*t*I elro HO movimento deste
estabelecimento da daridade, no dia 13 do cor-
rente, foi o seguinte;
Entraram 10
Sahirain 3
Falleceram 2
Existem 339
Foram visitadas as respectivas enfermarlas
pelos Drs.:
Moscos s 8 3(4, Cvsneiro s 7 1|4, Barros
Sobrinho s 7 horas.
N5o compareceram os Drs.:
Estevao Cavalcante.
M alaquias.
Berardo.
Puntual,
nimbes Barbosa.
O cirurgio dentista Numa Pompilio nao com-
parecen.
O pharmaceutico efltrou s 8 i\t da manh e
sanio s 4 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7 1|2
da manha e sahio s 12 horas da tarde.
Lotera do Ciraaa-ParaA 3' parte da
34* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
138:000/000, serextrahida, quarta-feira, 16 do
torrente.
O tallarlo PublicoObituario do dia 14
de Janeiro de 1889 :
Laiz, Pernambuco, 3 dias, Graca; inviabili-
dade.
Francisco Pereira de Brito, Pernambuco, 63
anaos, casado, Santo Antonio; insufficiencia
artica.
Joanna Olympia de Vasconcellos, Pernambu-
co, 36 annos, solteira, Boa-Vista; febre perni-
ciosa.
Luiz Maria Catanha, rernambuco, 33 annos,
solteiro. Boa-Vista;. pneumolia.
Emygdio Jos Ribeiro, Portugal, 35 annos,
solteiro, Boa-Vista; scepticemia.
Um feto, Pernambuco, Boa-Vista; inviabili-
dade. *
SPORT
Colonia Isabel:
Branco !
1 .
3
Someno .
Mascavado .
Usina Pinto:
Branco 1*
. 3* .
Someno .
Mascavado .
3*400
3*z00
3*000
1*800
1*300
3*400
3*300
1*700
1*340
2
t
-
a.
IB
3
o
-:
M P = i 1 r
f I i i i
2.
5'

5

=
o-
c
I

I
c
1
A exportacao, feita pela alfaudega, uesle mez
at o da 13, attingio a 7.958.685 12 kilos, sendo
5.408.183 para o exterior e 3.550.503 1,3 para o
interior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
beos a 133.450 saccas, sendo por :
Barcacas,
Vapores.....
Animaes.....
Via-ferrea de Garuar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea do Limoeiro
Somma.
4o.284 Saceos
ti! 474 ..
7491 .
45.949 -
18.252
123 430 Saceos
Pelo vapor americano Finalice, foram remet-
tidos 300 saceos c 135 barricas com assucar bran-
co para a Baha; 3.850 saceos com dito branco
2.330 ditos com dito mascavado para o Rio de
Janeiro; e 1.640 saceos com dito branco e 1.260
ditos com dito mascavado para Santos.
O lugar norueguense Victoria, carregado
Eor Loyo A Filho, tevou para Uruguayana, 2.250
arricas, 400/2 e 200,4 com assucar branco.
S
S S 52
8 M ?.l

B
Coaros
Cota-se os verdes a 390 ris.
Aguardeafe
Mantem-se a cotaco nominal de 70*000 por
pipa de 480 litros.
O vapor americano Finance, levou 110 pipas
para o Rio de Janeiro e 10 ditas para Santos.
AlcOOl
Cota-se nominal a 123*090 por pipa de 480
litros.
Barca norueguense Frtda, carvo.
Barca norueguense Frhyof, carvo.
Barea noruaguense Profettor, madeira e breu.
Brigue dmamarquez Catharina, varios gneros.
Brigue sueco Peptta, carvo.
Lugar americano H, 1. Blendemiman, farinha
de trigo..
Lugar inglez Fforenee, bacalho.
Patacho sueco Amor, varios gneros.
Importar o
Vapor americano Finance, entrado de
New-Vork e escala, em 13 do corrente e
consignado a Henry Forster & C, manifes-
tou:
Agua raz 15 caixas a Faria Sobrinho
& C, 15 a Ferreira Quimaraes & C, S
a Manoel Alves Barboza Successor, arcos
de pao 400 feixes aos consignatarios.
' Banha 100 barris a J0S0 Fe-nandes de
Alnieida, 100 a Paiva Valente & C, 50 a
Souza Basto Amorim & C, 50 a Domin-
gos Crua & C.j 15 a Pereira de Farias
4C, 50 ordem, 25 a Joaquim Duarte
Simos & C. Breu 10 barricas a Antonio
Duarte Carneiro Vianna. Bomba 3 caixas
a Miranda & Souza.
CandieiroB 20 volumes a Ferreira Gui-
maraes & C. Ditos e pertences 9 caixas a
Bernardina Duarte Campos & C. Cbami-
ns 2 caixas a C. Wachsinann.
Drogas 38 volumes a F. Manoel da Sil-
va & C., 1 a Faria Sobrinho & C.
Ferragens 1 volume a Miranda & Souza.
Farinha de trigo 1,800 barricas aos con-
signatarios, 100 a Gomes de Mattos Ir-
maos, 250 a Pereira Carneiro & C. Gra-
xa 1 caia a Albino Silva & C. Kerose-
ne 200 caixas ao? consignatarios, 200 a
Pereira de Faria & C. Mercadorias diver-
sas 3 volumes a W. Halliday & C, JO a
A. D. Carneiro Vianna, 1 aos Herdairos
de Maneel "ardoso Ayres, 6 a Albino Sil-
va & ('., 7 a Gome8 de Mattos Irmaos, 1 a
Conrad Wachsmann, 10 aos consignatarios,
2 a Ferreira GuimarSes & C, 7 a Lopes
Magalhaes & C, 4 a Francieco Manoel da
Silva 4C, 2 a Medeiros & C, 1 a A.
Rapnael & C, 1 a Miranda & Souza, 1 a
Prado Pernaaiburaiio
Encerrou-se hontcm inscripcao para a 2.
corrida, a realisar-se a 30 do corrente mez :
1." pareo Consolag8o.I. turma.Krupp,
Thaouka, Tagao, Floresta. Etna, Marat, Aracahy,
Janota, Mylord, Lindness, Rigoletto. Borbnrema,
Turco, Gec, Barnare, Cacique, Patifc, Incitaras.
1. pareoConsolacao8.' turma.Bocacio,
Bilontra, Palito, Ecla, Ismar, Fanfar, Royal, Si-
roco, Ormond, Tapyniquim, Rolo, t'aim, Bola-
chinha, General Andorinha, N8o se esDante,
Arred, Campineiro.
2. pareo.Centro Telegraphico.Saltaivlle,
Incgnito, Ipojuca, Corcovado, Douro.
3. pareo.-Aiiimacao-Oisea, Alastor, Sui-
t5o 2.', Tupy, Monitor, Pirraca, Cndor, Florete,
Poguete, Atheu.
4.* pareo Ferro CarrilSiltarelle, Incgnito,
Ruy-Blas, Olga.
5.a pareoPrado Pernambuoano Gallia, Ves-
per, Lasliglione, Josephus, Africana.
6." pareo. Imprcnsa Pernambucana. Etna,
Monitor, Arumary, Good-morning, Mouro, Rolo
Templar.
Madeira de pinho 540]pecas com 39:033
ps i ordem.
Brigue sueco Pepita, eutrado de Cardiff,
na mesma data e consignado aJ. Pater
& C, manifestou: CarvSo de pedra 376
toneladas ordem.
Lugar nacional Gaarany, entrado do Rio de
Janeiro em 13 do corrente e consignado a Amo-
rim Irmaos C, manifestou.
Barricas vazias 875 volumes ordem. Boti-
jas vazias 3 gigas c 33 barricas ordem.
Pipas 113 ordem.
Sebo 135 barricas aos consignatarios.
IHDICACOES TE1S
Mediros
Dr. Cerquetra Leite, tem o seu escripto
rio aborto ra Duque de Casias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua residencia a ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e enancas. Telephone n. 326.
O Dr. Alvares Guimares, chegado da
corte, dedica-se medicina em geral, c
com especialidade s molestias do corac&o,
pulinoes, ligado, estomago e intestinos, e
tambem s. convulsoes e outras molestias
das criancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio ra
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desees lu-
gares. Telephone n. 381.
Dr. Joaquim Loureiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabugn. 14,1.
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Barreta Sanipaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra do Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero miando e como
aconselhada. Consultas das 11 s 3 da
tarde em sua residencia ra do Bom
Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1." andar.
Dr. Joao Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoros e de criancas, com
pratica nos hospitacs de Pars e de Vienna
d'Austria, d consultas de 1 s 3 huras da
tarde em sua residencia ra do Barao da
Victoria n. 59, 1.* andar. Chamados a
qualquer hora.
Advocados
O bacharel Wruvio Pinto Bandeira,
pode ser procurado ra do Imperador
n. 71, 1.' andar.
O Dr. H. Met mudo o seu cscriptorio
de advocada, para a na do Imperador n.
30, 1." andar, esquerda.
Oecnllsta
Dr. Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clinicas de Paria e Londres,
d consultas todos os dias das 0 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
ferrarla a vapor
Serrara a vapor e oficinas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabeleci-
mento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra e vende niadeiras de todas
as qualidades, serra madeira de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por precos sem com-
petenciaPernambuco.
Drogara
Faria Sohinho & C, droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Drogara
Francisco Manoel da Suva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas c medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Vidros 16 grades a Azevedo A C, 10 or-
dem.
l-t-9
Vinho 1 pipa c 38 barris a
30 a S. Basto Amorim & C.
Pereira Carvalho,
Vapor nacional Mund-ihu, entrado de Aracaju'
e escala, em igual data e consignado Compa-
nhia Pernambucana, manifestou:
Algodao em rami 193 saccas a J. H. Boxvvell.
Azeite 5 caixas a Polinan & C.
Farello de carocos de algodao 100 saceos a
Jos de S Lcitao.
Ferragens 4 volumes a Albino Silva & C
. Pelles de cabra 18 atados a Abe teiu C,
31 a A. Hersch, 30 a Pereira Carneiro C, 5 a
Cunha Irmaos A C, 1 ordem. Pedras de.amol-
lar 100 a Mendes, Lima & C, 200 a Guimaiaes
& Valente.
Vapor argentino Alba, entrado do Rio de Ja-
nei:o em lo do corrente e consignado a Pereira
Carneiro & C, manifestou:
Barricas vazias 150 volumes. Barris vazios
150.
Ci no de pedra 300 toneladas.
Pipas vazias 30 ordem.
Paquete nacional Marankao, entrado dos por-
tos do norte em igual data e csnsifrnado a Pe-
reira Carneiro & C., manifestou:
Borracha 1 caixao a Guimar&es
a Pereira de Faria A C, 2 a Costa
Cidra 12 caixas a A. Taborda.
Pipas vazias 30 a Pereira Pinto
Taborda
Salsaparrilha 3 rolos a Antonio
Costa.
& Valente, 1
Lima C.
ic
C, 2 a A.
de Hollanda
- y-
r

5 .4
2 5
__*
-gX
Iluda
I sorte do serlo a 6*200,
{echando o mercado mais frouxo.
A exportacao, feita pela alfandega neste mez
o da 12, sumo a 1.882.949 kilos, sendo....
1.867.600 para o exterior e 15.349 pTfra o inte-
rior.
adas veri a dtenle h>!
oem a 9.65 saccas, sendo poi
Pelo vapor americano Finance, foram w
mettidas 30 pipas para o Rio de Janeiro.
Mel
Ultimas vendas, 50*00 por pipa de 480 litros.
Pauta da alfaudega
f EMANA DF 1 i A 19 DE JANBUO DB 18S9
Vide o Diario de Vi de Janeiro de 1889
.tiavlos carga
Barca norueguense Prtnceaen, para Estados-Uni-
dos.
Barca americana Mullican, para New-Vork.
Barca norueguense Mpak, para Cear.
Barca norueguense Eliezer, para Bio da Prata.
Brigue portuguez Calcida, para LisboafPorto.
Brigue portuguez .'rmando, para o Porto.
Lugar americano Walter Scamell, para Hew-
York.
Lugar americano Arthw C. Wade, pan Estados-
Unidos.
Patacho inglez Peggie, para Mentevido.
Vapor inglez Explorer, para Liverpool.
\avos descarga
Barca portugueza frica, carvo.
Barca iuglea Beltreet. bacalhe.
Barca portuguezaiN'oro Silencio, varios gneros.
London Brazian Bank, 4 ordem, 1 a
Joao Walfredo de Medeiros. Maizena 200
caixas a Paiva Valente & C, 50 a Araujo
Castro & C, 50 a Domingos Ferreira da
Silva & C, 60 a Gobjalves Roza & Fer-
nandos, 50 a Joao Fernandes de Almeida,
100 a Souza Basto 'Amorim & C, 50 a
Joaquim Duarte SimSes & C, 60 a Soa-
res & Fernandes, 50 a Silva Marques & C.
Oleo 3 caixas a Manoel Alves Barboza
Successor.
Papel 1 caixa a C. Wachsmann. Perfu-
mara 6 volumes a Francisco Manoel da
Silva & C, 12 a Antonio Duarte Carnei-
ro Vianna. Pas de ferro 40 feixes a Mi-
randa & Souza, 42 a Albino Silva & C.
"Relogios 3 caixas a Ferreira GuimarSes
& C. 2 a A. Laberty.
Tinta 3 volumes a Gomes de Mattos
Irmaos, 40 a C,, Wachsmann, 5 a Albino
Silva & C. Toucinho 20 barris a Joao Fer
nandes de Almeida, 40 a Paiva Valente
&. C, 25 a Souza Basto Amorim &.C.,
20 a Domingos Ferreira da Silva & C.,
20 a Araujo Castro & C, 20 a Goncalves
Roza & Fernandes, 20 a Domingos Cruz
& C, 40 a Joaqnim Ferreira de Carvalho
& C, 5 a Lopes Magalhaes & C, 20 a
Guimaraes Rocha & C. Verniz 6 caixas a
Faria Sobrinho & C, 5 a Francisco Ma-
noel da Silva vi C.
Lugar norueguense Professor NorcienJc-
fold, entrado em 12 do corrente e con-
signado a Fonseca Irmaos & C, manifes-
tou : Breu 2:331 barricas.
IJmporaeo
RKCIFE, 14 DE JA*BBO DB
Para o exterior
No vapor inglez Explorer, carrogou :
Para Liverpool, H. Fernaides 1,300 saceos com
97,500 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Pararme, carregnram :
Para New-Yorkr A. Cascio & C. 400 saceos
com 3 ',000 kilo de assucar mascavado.
Na barca norueguense Prinre&en, carr ga-
ram :
Para New-York, J. S. Loyo A Filho 200 saceos
com 15,000 kilos de assucar mascavado ; Arthur
CascSo & C. 800 saceos com 60,000 kilos de as-
sucar mascavado.
Para o interior
Na escuna nacional Macah, can-egaraiu :
Para Porto-Alegre, Amorim Irmaos A 1. 220
saceos com 16,500 kitos de assu ditos com 6,000 ditos de dito mascavado.
No vapor francez YUle de Cear, carrega-
ram :
Para Sanios, R. Guimaraes A C. 100 saceos
com 6,000 kilos de as-ucar branco e 300 oitos
com 18,000 ditos de dito mascavado.
No vapor americano Finante, carregou :
Para Bio de Janeiro, F. A. Lebre 1 caixa com
30 kilos de doce.
No Mate nacional Septum, carregaram :
Para Aracaty, P. Alves A C. 30 harneas com
1,554 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Maranho, carregaram :
l'ara Rio de Janeiro, Burle A C. 150 sueros
com 9,000 kilos de assucar branco c 2o > ditos
com 15,000 ditos de dito mascavado ; M. F Mar-
tina 100 saceos com 6,000 kilos de assucar bran-
co ; P. Pinto & '*. 50 pipas com 24,000 litros de
agurdente ; M. Amorim 20 pipas com 9;600 li-
tros de agurdente ; Amorim Irmaos A C. 30
pipas com 14,400 litros de aguardent.
Para Baha. Amorim Irmaos A C. 60) barricas
com 49,833 kilos de assucar branco ; C. Maga-
lhaes da Silva 200 sacco com 15,000 kilos de
assucar branco ; A. A. Hollanda Costa 6 caixes
com 11 duzias de frascos com elixir cabeca de
negro.
PDBLICAgOES A PEDIDO
.4 nova eidade do Recite
VI
E' fiacil de ver assim qae o plano de
edifcacio ou de reforma de urna cidade
nSe pode sabir piompto da cabeca domis
hbil projectador... como armada sahio
Minerva da cabeca de Jpiter.
E d-se at que na opiniSo de conscien
ciosos mestres esse plano antes obra do
tempo do que dos archtectos.
Opiniao tanto mais aceitavel quanto me-
lhor considerarmos que desde os tempos
immemoriaes da arte de construir, segn-
do o testemunho de VJtruvio, de accordo
com as queixas de Andr PaUadib, andam
a se enfeitaj com essa profissSo de archi-
tecto muitos individuos que. ncm ao me-
nos conhecem... o papel das argamassaa,
Uto o a. b. c. da arte de construir.
E racionalissiino que a observacao de
cada homem directamente interessado, a
experiencia que cada dia lhe v fornecen-
do a pratica da vida, levem-no a attender
com mais precisao e maior somma de ver-
dade, as suas reaes necessidades, do que
a alta intelligencia de qualquer urna de
taes reputacoes que bein podem ser firma-
das no conscenso unnime das populacZe*
por um processo identieo a aquelle empre-
gado pelo hroe da tabula, que tornou-se
um semi-deus a custa de lhe repetirem os
dotes, um bando de papagaios paciente-
mente ensinado e espalhado por toda a ci-
dade. ..
Passando em revista a opiniao dos mes-
tres cheguei a conclusSo seguinte. Se al-
guin principio absoluto ha capaz de guiar
o projectador cncarregado de resolver um
tal problema, se baseia elle exclusivamen-
te na orientacaO das ras e na orientagao
dos predios, segundo a linh indicada pela
marcha do sol, c as exigencias imprescin-
dive8 e inadiaveis da hygiene publica.
Entre nos, por cxemplo, a sombra, que
segundo vimos deve existir durante as ho-
ras de sol na ra ora projectada por um
lado ora pelo outro muda em cada mez
do anno. Localisados na zona equatorial
como estamos, nao nos estranho que
soffrainos a aeco directa do sol segundo
o seu deslocamento intertropical; sendo
que assim teremos meridianos que em par*
te do anno proporcionarSo urna projeceo
de sombra diametralmente opposta a que
o mesmo corpo dar na outra parte do
mesmo anno.
Em Pernambuco, segundo Beringcr, o
sol passa no zenith do Recife a 13 de Ou-
tubro e a 28 de Fevereiro ; sendo de
Mercado Municipal de * . Jas
0 movimento deste mercado no dia 14 de Ja-
neiro foi 0 seguinte:
Entraram :
22 bois pesando 4,175 kilos sendo de Ob-
ra Castro C, 13 e 9 de partieu-
lares :
219 kilos de peixe a 20 ris 124 cargas de farinha a 200 ris 4*380
245800
2 ditas de fructas, diversas a . 100
ris 6 taboleiros a 200 ris I 200
12 subios a 200 ris 2i00
10 matutos com legumes a 300 ris 23000
Foram oceupados:
27 columnas a 600 ris 16*200
I escriptorio a 300 ris 309
2o compartimentos de farinha a 503
res 12*500
27 ditos de comidas a 500 rea 13io00
91 ditos de legumes a 400 ris 36*100
18 ditos de sumos a 700 ris 121000
10 ditos de fressuras a 600 ris 6*000
10 tainos a U 201000
1 dito a I 1*000
A Oliveira Castro A C.:
34 tainos a 15 54*008
207*880
Bendimcnto do da 1 a 13 do cor-
rente 2:560*100
Patacho aliento Axel, entrado de Hamburgo
em 14 do corrente e consignado a Fouseca Ir-
maos A C, maaifestou:
Alcatrao 20 barris e 30 1/3 ditos a Beltro A
Costa, 20 e 20 a J. A. da Silva Santos. Alpiste
5 saceos ordem. Arroz 26 saceos a Pereira
Carneiro & C. Azul ultramar 5 caixas ordem.
Amostras 1 Yoluma ordem.
Barras de ferro 600 e 300 feixes a Antonio
Duarte Carneiro Vianna. BiUer 10 caixa or-
dem. Balancas 5 caixas a ordem.
Cimento 1850 barricas ordem, 100 a Soares
do Amaral Irmaos. Cervcja 70 caixas A ordem,
20 a Alfonso Oliveira A C. Cevadinha 20 garra-
focs a Gucdes de Araujo A Filho, 10 ordem.
Crayori9 2 caixas a C. Wacksmann.
Arogas 26 volumes ordem.
Ksplhetas 2 caixas a Vianna Castro & C
Ervilhas 15 garrames a Guedes de Araujo &
Filho.
Ferragens 130 ordem.
Genebra 25 caixa9 a Vieira A Silva, 20 a Joa-
uim F. de Carvalho & C, 15 a Joaquim Felippe
Aguiar, 15 a Lopes de Magalhaes & C.
Louca 120 grades a Jos de Macedo A C, 35
ordem.
Movis 9 caixes a Augusto Seixas. Mascaras
1 caixa s C Wacksmann. Mercadorias diversas
15 volumes ordem, 1 a Oliveira Basto A C, 2
a Netto Campos A C. 2 a Nunes Fonseca A C,
Piche 5 barris a Joaquim A. da S. Santos. Pi-
meiita 5 saceos ordem. Pianos 2 caixes a H
Vogeley. Plvora 200,4 a Ferreira Guimaraes
A C, 200 a G. de Mattos Irmaos, 200 a Antonio
P. da Silva, 100 ordem. Phosphoros a caixes
a Vieira A Silva, 10 a Joaquim Ferreira de t'ar
valho A C, 6 a Oliveira Basto A C, 10 a Costa |
A Medeiros, 5 a J. F. da Costa, 5 a Pereira ar-
neiro C, 10 a Gomes A Percha, 140 ordem,
35 a Soafes do Amaral Irmaos, 20 a Paiva Va
lente A C, 5 a Augnsto Figueiredo A C, l a
Goncalves Rosa & Fernandes, 25 a Jo3o Fran-
cisco de Almeida, 20 a A. D. C. Vianna, 10 a
Lopes de Magalhaes A C. Papel 10 fardos a
Vieira A Silva, 417 a Goncalves Rosa A Fernan-
des, 298 a S. do Amaral Irmaos, 400 i ordem,
300 a Fernandes & Ii-iim
Tintas 30 barricas a Francisco Mnoel da -
AC.
Sag 20 garrafes a Guedes de Araujo A Filho
15 a ordem.
nioheiro
BECEBIDO
Pelo vapor americano "Finance, para:
London A Brasilian Bank 20.000*000
A Krause A C. 2.000*000
Pelo vapor nacional Maranho, do norte
para:
Julio A Irmo 13.f00*C00
London A Brasilian Bank 11.216*480
Pereira Carneiro A C. 3.874*220
Companhia Indemnisadora '*.000*"00
Seixas A Irmao 2.860*000
GuimarSes A Valente 2.013*710
Joaquim da Silva Carneiro 2.951*000
Albino da Silva A C. 1.333*82-
Amorim Irmios A C 963*970
Fouseca A Irmao. 3694000
Reudlmentos pblicos
MEZ DE JA.NSiaO
Alfandega
Renda geral:
Do dia 2 a 14
dem de 15
488:4754674
39:9044433
Renda provincial :
Do dia 2 a 14 73:031*408
dem de 15
6:039*641
Somma total
seccao da Alfandega,
528 380*129
79:091*049
607;'i71#178
15 ne Janeiro
Foi arrecadado liquido at boje 2:767980
Precos de dia:
Carne verde de 320 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 730 a 800 reis dem.
Suinos de 560 a 640 reis dem.
Farinha de 400 a 560 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
Feijao de 800 a 1*200 idem.
Matad o uro publico
Neste estabelecimento fotam abatidas para o
consumo de hoje 68 rezes.
Sendo : 52 prtencentes a Olivoira Castro A
C. e 16 prtencentes a diversos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE JAKEIBO
Sul........... Alba.............. 16
Europa....... ViUe de Cear...... 16
tml........... Para............. 17
Europa....... Elbe.............. 18
Europa....... Hamburg.......... 19
Sul........... Buenos-Agres...... 19
Sul........... La Plata ......... 20
Norte......... Alagoas........... 24
Sul........... Vanaos........... 27
Vapores a sabir
MEZ DE JANEIRO
Santos e esc Viile dd Cear..... 17 as 5 h.
Norte........ Par............. 18 as 5 h.
Buenos-Ayrcs. La Plata.......... 30 as 11 h.
Santos e esc Hamburg.......... 3j as 5 b.
Hamburgo. Bueno-Agres....... 20 as
Sul.......... logos........... 34 as
5 h.
5 h.
Segunda
de 1889.
O Uiesoureiro Herencio Domirgues.
O chefe da scela Cicero B de ello.
Recebedoria Seral
Do dia 2 a 13 13:694*378
dem de 15 3914418
14:0834790
Recebedoria provincial
Do dia 2 a 14 78:890*274
dem de 13 234*115
Recife Dralnage
Do dia 2 a 11 2:959*729
dem de 15 >*868
79:124*389
*597
Movimento do porto
Navios entrados no dia 15
Rio de Janeiro 9 dias, vapor argentino Alba, de
499 toneladas, commandante Luiz Zino. equi-
pagera 30, carga varios gneros ; a Peivira
Carneiro AC.
Babia2 dias, vapor inglez Norseman, de 826
toneladas, commandante W. Lacy, equiparan
56, carga lios telegranhicus.
Porto Natal {frica)3/ dias, patacho norueguen-
se Norma, de 218 toneladas, capito A. Sivert-
sen, equipagem 7, em lastro ; a H. Lundcren
AC.
Rio de Janeiro 21 dias. barca norueguense
Fruen, de|382 toneladas, capitao B. Bessessen,
equipagam 10, em lastro; ordem.
Manaos e escalaH dias. vapor brazileiro Mara-
nho, de 1999 toneladas, commandantaJedio
Hypolito Duarte. equipagem 60, carga varios;
gneros; a Pereira Cameiro & C.
Montevideo23 dias, barca ingleza Sabina, de
3(6 toneladas, capitao J, 1- > al I, equipagem
,^8, carga farllo ; ordea.
Navios sonidos no mesmo di<:
New-YorkBarca americana l&ohican. ,-ajrito B.
P. Beery, carga assucar.
Montevido-Lgarnorueguense Victoria,capilj
B. Masvig, carga assucar.
CearBarca norueguense Mizpah, eapito 0.
E. Olsen. cari.'u farinha de mandioca.
Barbados barca norueguense Fruen, capitn B,
Bessessen, em lastro.
Barba ir americano /. W. Dresser, capi-
R. Garker, em lastro.
-


.


Diario de PernambiMO-f-Quarta^ira 16 de Janeiro e 1889
3*

31*,30' o seu afastaineato mximo ao nor-
te do parallelo do Becfe, quando elle pas-
ea no trpico do Ca cer; e de 15,24' sea
afiutamento mximo ao sol, ao passar elle
no trpico do Capricornio. Ha assim uni-
formemente entre Fevereiro e Outubro
um deslocaniento total do sol de 46,54'.
Alm disso ba a considerar a coinciden-
cia da poca das chuvas, o quadrante dos
yentos reinantes, a maior ou menor facili-
dade de construccflo de galeras de esgo-
to a maior ou menor exigencia da circu-
ladlo, etc., etc. Come, pois, arrendera
tudo tsto sem muit* discussao e sein mui-
to estado?! ..
Nlo imaginei um immigo phantastico
para com elle me mostrar valoroso, imi-
tando urna lucta quixotesca contra.. .moi-
nho de vento.
Na nossa Edilidade existe um plano de
alinhamento8 para os nossos bairros da
cidade, exclusivamente, fundado nos pre-
oeitos do desenho linear, no seu cdigo de
posturas de 1872 esto impostos limites
para as alturas dos predios novos ou que
se reedificarem, e que de forma alguma
esto em proporcao conveniente com as
larguras dos ras, e ae n'esse sentido tm
sido cuidadosos os angenheiro municipacs
em propor alteracSes o rerto que...
tm ficado em proposto como se foram so-
nhos de visionarios. E nao nova essa
idea de projectar urna nova cidade do Re-
cife sobre os destroeps da antiga, pois que,
ka seguramente una vinte anuos, sendo ja
ka cinco engenheiros da cmara, fui con-
vidado por um seu Ilustre presidente a
confeccionar um tal plano ; bonra que de
mn declinei porque a reputava, como re-
puto, umita alm dos milagrea que podem
ser realidades pela dedcacao e uielbor
vntade de mi s individuo. Accrescen-
do que pode haver por c, visto como o
projecto vai de vento em popa, quem quei-
ra imittar, por exemplo, o Sr. major de
engenheiros Eduardo Josa de Moraes no
seu projecto da cidade de Jatob em
1883. Projecto alias approvado pelo go.
verno, mas onde so o tracado das grandes
rectas, formando ras de 50 e 105 metros,
intrecortadas speramente em ngulos re-
ctos ; e onde s a denoinwaco dessas ras
em as quaes foi esgotado todo o kalenda-
rio dos nomes imperiaes e de toda a cor-
te, preoecuparam o Ilustre projectador
da vizinha provincia das Alagoas.
Um projecto onde nada se disse sobre
os esgotos !
Um projecto onde nada se determinou
sobre a altura das paredes.
Esses certamente nao serao da especie
do aerodomoso que, em disputa de slo,
de espaco borisontal, se tm construido
as populosas cidades da America do Nor-
te, e se tem projectado em Pars ; e por
conseguinte nao poderlo ter altura capaz
de estar em ratafia conveniente com as
exageradas larguras geraes de 50 e
metro?, no plano indicados.
('ftAfraf sclratllca
J nSo s o publico, j nao sao ape-
nas os mdicos, mas tambem os archivos
cientficos, os depositarios mdicos, que
veem exalcar as virtudes do Peitoral de
Cambar, de Sonza Soares.
Sem mais commentarioB, abrimos espa-
co, hoje a duas consagracSes scientificas
que por certo, hSo de merecer do publico
o maior conceito pela sua procedencia in-
suspeita.
t ... Sem nos referirmos ao Cambar-
tinga, Lantana vdloaiana ao cha de pe-
destre, Lantona peeudotha, St. Hil., de
reconhecidos effeios na medicina domes-
tica, apontaremos' Cambar verdadero,
Vernonia polyavtges. Len, o qual por
sua acelo as qualidades demulcentes e
balsmicas daquellas outras, rcane a d
ser ao mesmo tempo expectorante deven-
do por sao ser apro*: citado no tratamento
das bronchites, e nomeadamente da tsica
trpida.............................
Bem avisado andou o Sr. J. A. de
Souza Soares, Pelotas, preparando, com
essa especie, o seu Peitoral de Cambar,
que tive occasiao de examinar ecom
pleno conhecmentoaconsellio o seu uso
com a maior confianca.
(Do Formulario Iiteiiiadonal do Dr.
Pires de Ahneida)
Instituto 19 de Abril
Mmm de Moa virio n. O
As aulas deste estabelecimento de edacac&o c
de instruccao primarla e secundaria, acham-se
abertas desde o da 7 do corrate.
Recife, 9 de Janeiro de 188.
0 (director,
Bacharel Luiz Porto Carreiro.
Leonor Porto
Bu* 1.a r a do (sonarlo n.
2o andar
Continua a executar os mais dif- ;
ficis figurinos recebidos de Lon-
dres, Pars, Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costuras,
\ em brevidada, modicidade em pro-
cos e fino gosto.
100
Nestas condicSes, Srs. Redactores, pres-
tando o contingente que na realisacao de
um tal projecto podere prestar, quiz pre-
venir para nao ter de criticar, dever em
que me acho como profissional e como per
nambucano que aqui vive e aqui tem fi-
lhos, tratando-se de urna tal nnovaco.
Conteste-me os mais competentes, con-
vencam-me que nao ha razSo no que vim
dzer das columnas do seu conceituado
Diario, e eu mesmo vencido, terei o gos-
to de ter no actual estado de trevas,
aberto a discussao da qual jorrou toda a
luz necessaria.
A. Pereira SimZes.
------------ atacaov--------------
Carnes verdes!!!
Ao Sr. fiscal do 2 districto da fregue-
zia da Boa Vista (Santo Amaro das Sali-
nas) pedmos enrgicas providencias para
a pessima carne que nos constantemente
aqui vendida, a ponto de, muitas vezes
sermos obrigados a deital-a fora, atiento
ao seu mo estado, admirando-nos de ver
como o nos8o bom medico do matadouro,
980 recua em assignar a guia, que acorn-
panha tao pessima mercadoria.
Recife, 16 de Janeiro de 1889.
Os habitante de Santo Amaro.
--------- #>---------
Os crticos da Exposicao
Bastante razao tm os crticos da Expo-
sicao Falta alli urna collecjao de Lovela-
ces e outra de critiqueiros de 31 classe,
mas, como ainda recebem-se productos at
o dia 31 do crrante, o competente critico
do Jornal do Iincife, que criticn sem ver,
pois confessa nao ter entrado, cousa admi-
ravel, para quem sempre tem entrada na
seara alheia, aguarde esse dia para sua
visita ; e entao poder ser satsfeito, e at
temos algum refresco, pois a commissao
offerece-os e magnficos.
Nos conhecemos todos os lords das co-
lumnas inglezas, e em breve analysaremos
seus celebres escriptos, que apenas pri-
mam, porque sao mintelligveis.
Nem todos sao beocios nesta trra em
que a imprensa est entregue a individuos
que deviam assignar termo de benv-viver.
Recife, 14 de Janeiro de 1889.
M. O.
Carnes verdes
Os Srs. Oliveira Castro 4 C que mandara es-
rever por toda a parte que a carne de seu or-
Becimento sempre ptima respondan ao se-
^Porque motivo foi hoje devolvida da Casa de
Detengo a 'ame por Ss. Ss. vendida no talho
da ra do Mrquez do Herval t
Ser porque ella nao obstante o preco de
440 e 480 reis o kilo, de 3' ou 8 qualidade ?
Responda-nos pelo amor de Deus-
'm ultra-contractista.
t... O PEITORAL DE CAMBARA
aprasenta um bello aspecto, possue cheiro
e sabor agradaves, qualidades que, s
por s, j sao de grande valor.
Quanto as suas propriedades thera-
peuticas, dizem os attestados mdicos que
o acompanham que sao preciosas as affe-
ccScs broncho-pulmonaras, pela sua accSo
emoliente, balsmica e expectorante, qua-
lidades sem questao apreciaveis as affe-
CCO8 catarrhaes, o que justifica a Hornea-
da adquirida pelo preparado, cujo hist-
rico acabamos de fazer.........'.......
c Como planta neaea que o cambar
tem direito a oceupar a attencao dos que
se dedicam no estudo da flora brasilcira ;
e como no preparados do Sr. Jos Alves
de Souza Soares encontram-se reunidas
excellentes qualidades ofiicinaes e organo-
lpticas, alm de valiosos attestados med,
eos, julgamol-o digno de nossa confianca
e merecedor da attencao dos nossos Ilus-
trados collegas aos quaes communicare-
mos-posteriormente os resultados das ob-
8erva5es pessoaes que sobre elle fizer-
mos.
(Da Unida Medica do Ri de Janeiro).
OS AGENTES
l'rsaclsco Manorl da HUva k .
Pernambuco
Ra Mrquez de Oltnda n. 23.
Inglez e francez
Cursos das 7 as 8 horas da inanha e das
5 as 6 da tarde: ra da Aurora n. 37,
2. andar.
F. J.
ABRACA K FELICITA A0 SEU AMIGO
Francisco Pedm de Araujo Flio
Pela ^a matricula no 1 anuo do
corso jurdico dii Faculdade de
Direito do Recifp
-i8>.
&;
Aula mixta particular
A' ras .\ova da Prala (aalico
aea do Raaios 3* I- andar
Alm do curso primario que acha-se
aberto desde o dia 14 do crrante, lecio
na-se as seguintes materias: portuguez,
francez e piano. O honorario dos alumnos
reguIdo da seguinte forma: os d'aula
primaria, 24000 cada um ; os de portuguez
e francez a 4i>000, e os le piano a5#000
com direito a oito Heces mensaes.
--------------?------.
!W, 1*9
Agua Florida le Murraj e
Em conseqnencia da sua grande e vasta popu-
laridade e justa celebriUade em todos os merca-
dos da America do Sul e das Antilhas, para o
uso de cuios paizes ella foi exclusivamente ma-
nufacturada ha mats de 90 annos, mesma tem
sido extensivamente imitada e contrafeita neste
paiz.
Porm presentemente o artigo origjnal foi in-
troduzido, e em virtude do mesmo apresentar a
distinctiva marca commercial dos proprietarios,
pode fcilmente ser distinguida pela sua appa-
rencia exterior dessas outras simuladas e frau-
dulentas composicoes.
Os signaes internos de perfeita geuuidade sao
muito menos fcil de engao, porquanto aAgua
de Florida de Murray e Lanman, tem e desen-
volve o aroma proprio das frescas e odorferas
flores e plantas do trpico, das quaes ella deriva
a sua bella e exquisita composicao, e 4 exposi-
cao do ar, em lugar de diminuir, augmenta a de-
licadeza do seu lino aroma, em lugar de produzir
urna emanaco acre ou urna certa eflluvia des-
agrada vel, como acontece com esses perfumes e
aguas de clieiro as quaes sao preparadas e com-
postas com leos baratos e fortissimos de essen-
cias-
Como garantialcoutra as falsicaces obsrve-
se bem que os "nomes de Lanman & Kemp ve-
nham estampados em letras transparentes no
papel do vidrinho que serve de envoltorio cada
garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e lojaa de
perfumaras
Festa de Nossa Senhorada
Escada
O abaixo assignado rogaaos seus dignos
parochianos a fineza de enviarem as es-
molas que destinam para a festa da pa-
droeira ao Illm. Sr. Dr. Aquilino Gomes
Porto em cujo poder serao depositadas
at que se preencha a somma indispensa-
vel para fazer face is despezas da mesma
festa cujo programma ser opportunamen-
te publicado por esta Diario, ponpando as-
sim o grande trabalho que pezar sobre a
commissao se por ventura for obrigada a
percorrer a fregu zia em busca dessas
mesmas esmolas. Manifesta-lhes desde j
sincero agradecimento.
Cidade da Escada, 14 de Janeiro de
1889.
Vigario Francisco Raymundo da Cunha
Pedrosa.
-------------?-------------
Festa de S. Severino Martyr
Elias Baptista da Silva Ramos e Candido de
Barros Wanderley ter do aberto um restaurant
e hospedaria em um grande barracao no enge-
nho Ramos d'esta freguezia de Pao d'Alho, em
frente plataforma da estrada de ferro do Li-
moeiro, onde parara os trens ordinarios durante
as norenas e resta do milagroso martyr S. Seve-
rino ; e achando-se em companhia de suas fami-
lias, offerecem ptima hospedagem s Exmas.
familias, que o quizercm honrar, comparecendo
ao seu provisorio estabelecimento.
Garantem rommodos para familias, asseio e
muito respeito c ordeni, assim como declara ter
um pessoal ptimo para o bom desempenho da
importaate e apreciavel arte culinaria, promet-
tendo preparar, com asseio e promptidao, e a
contento dos seus honrados freguezes: almocos,
iantares, ceias, lunchs, etc., fornecendo bons
vinhos, licores, cerveja e outras multas bebidas,
que se encontraro expostas venda; tudo por
precos bem rasoaveis.
Espera, pois, que durante as novenas e festa
lo milagroso Santo Martyr, as Exmas. familias
nao deixarao -le, ao desembarcarem do trem, vi-
sitar logo o referido estabelecimento onde en-
contraro, ao transporem o limiar da porta prin-
pal, mmto respeito. agrado e sinceridade.
Pao d'Alho, l\ de Janeiro de 1889.
Elias Baplista da Silva Ramos.
Candido da Barros Wanderley.
G. LAPOHTE
Ra Ia de Narco n. 23-1 andar
AGENTE DA
E REPRESENTANTE
Da aials atmms fabriM
fraaecEas
Recebe encommendas de qualquer arti-
go ; condicoes vantajosas.
Lanterna Mgica >
A redaccSo deste Interessante peridico livre
e humorstico mudou-se da ra do Rangel n. 16
para o Pateo do Terco n. 4, onde est estabele-
cida a acreditada officina lithographica do Sr.
Antonio Carlos Borromeu, na qual passa a ser
impresso aquelle peridico.
Vas urinarias, molestias do ute
operacSes electricaa
ss. :im bittsscc:,"
ESPECIALISTA J
com pratiea de r\wa lovbrks i
Estreitamentcs da uretra curados ra-
)) dicalmente pela electrolyse, sem dr;
( j hydroceles sem iniecc (cura radical); <
\ ) feridas e ulceras chroicas, com garau- \
() lia de cura rpida; pedras da bexiga, (
i i fstulas e hemorrhoidas ; syphilis, go- |
- norrheas, pelo methodo das instillacoes; {
molestias da garganta e do peito pelas (
athmospheras medicamentosas. Con- )
sultas e operacOos das 12 s 3 horas, )
ra do \ i
' MRQUEZ DE OLINDAN. 34,* ANDAR ()
I Beaiaacia na Torre 1 1
Cirurgio Dentista
DR. R0BERT P. RAWLDiSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o sen consul-
torio, na ra Io de Marco n. 20, Io andar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
Dr. Eduardo Silveira
De volta de sua vagem Corte, contina
no exercicio de sua profissao
Consultorio-- na do Imperador
n. 41
Residenciara da Aurora n. 47
I
i,Il.lIW j-wiuiiXI
que offerece urna sociedade artstica aos Srs. assignantes
do Diario de Pernambuco
DUAS BELLAS OLKOGRAPHIAS
O (^HRISTO DE VELAZQEZ
Eslas preciosissimas oleographias medem 88 centmetros de alto por 61 de largo, e sao
urna copia exacta dos originaes, das obras dos grandes pintores hespanhes Vclazquczo Murillo
nao se tendo esta sociedade poupado gastos nem sacrificios para apresentar duas copias dignas
d'aquellas grandes celebridades artsticas.
Nem mais urna palavra diremos em seu elogio, pois que o publico j soubeJalgar do m-
rito destes quadros cujos magniHcos PENDANTS temos exposto na livraria F. P. Bouitre'au, na
ra do Imperador n. 46.
Avezar da importancia destas obras, lizemos urna combinacSo em obsequio aos Srs. as-
signantes ueste Diario para que possam obte'r ao preco reduzfdissimo de <#& ca.la uma, ou
soja urna quarta parte, apprc ximadamente, do seu valor, sendo indispensavcl para sua acquisico
a apresenlaco do cupn junio, que se deve cortar c levar se, at ao dia i Enero, en la dita li-
vraria F. P. Roulitrean, 46Imperador.
CUPN
Aprescntar-se em la
I Taa F. P. Rouli-
treau, successor de G.
Laport > C, ra do
Imperador n. 48.
Diario de Pernambuco
VALIDO ATE' 21 ENERO PXMO.
vnltrio pturm.
Ipitsentar-se em la
livraria *F. P. Bouli-
tseau, succegsor de 6.
Laport & C, ra do
Imperador n. 40.
ihm't

OutraPrevie-se aos Srs. assignantes que, passado o dia l Enero rfao tero direito a
X.
xrmpl. O < tariwlo
A irgom
CRTESE ESTE CUPN
SotaA oleographia sem apresentaco deste cupn vale 154000
OutraPrevine-se aos Srs. assignantes que, na<><> nenhuma reclamaco, por ser este prazo improrogave:
II
Telephone n. M
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, medico,
oculista, ex-chefe de .cnica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Residencia ra Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Collegio Parthenon
3 Rna do Hospicio S
O director deste collegio declara aos
pas de seus alumnos e ao publico em ge-
ral que as aulas comecarao a funecionar
a 7 do corrente mez.
Recife, 3 de Janeiro de 1989.
O director,
Ovidio Alves Manaya.
Advocado
O bacharel Jaron ymo Materno Pereira de Car-
valho mudou seu eserrptorio do n. 55 para o n.
85 a ra Duque de Caxias, entrada pelo becco d
GongregacSo.
'
Bacharel Antonio Witru- )|
vio Pinto Baodeira
Pode ser procurado ra do Imperador > <
n. 71, Io andar j \
Cnica inedico-cirurgica
DO
Dr. Ferrelra
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Pariz
e Londres.
Consultas todos os das (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio da.
Pratiea embalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
--------------?
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especia-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONE S. 226
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janch-o em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande emeacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac-
commettidas da terrivel molesti beriberi.
MODO DE USAR
Os adultos tomarfio qutro colheres das de
sopa pela manha e quatro noite. As cnangas
de 1 a 5 annos tomarao urna colher pela manha
e outra noite, e os de 5 a 11 annos tomarao
duas colheres pela manh e duas noite. De-
verSo tomar banhos fri ou momo pela manha e
a noite. Resguardo regular. .
Encontrase venda na drogara dos ars.
Francisco Manoel da Silva & C, na Mrquez de
Olinda n. 3 e pharmacia Oriental ra Estrei-
ta do Rosario n. 3.
0 autor deste preparado pode ser procurado
na ra do Barao da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer exphcaeao
qne for precisa.
Altesto que soffrendo o meu criado Paulino de
escrophulas, e nao tendo conseguido memora
Transcripto do Jornal Offi-
cial de 11 de Setembro de
1888.
l aspelo ra eral de HYgleae
Em virtude dp que dispoe o.art 66 do
regidamento que baixou com o decreto n.
9,554 de 3 de Ferereiro dl*1886, a Ins-
pectora Geral de Hygiene az publico pelo
Sraso de oito dias, que q cidadJto Alfredo
e Barros lhe dirigi a segnnte ]>eticSo
com documentos que satisazem as exigen-
cias do art. 65 do citado regulanento :
Alfredo de Barros residente na villa de
Floresta da provincia de Pernambuco,
vem de confbrmidade com o art. 65 do de-
creto n. 9,554 de 3 de Fevereiro de
1886, requerer a V. Exc. que lhe conceda
llcenca para abrir urna pharmacia na mes-
ma villa, apresentando como prova de
suas habilitacSes os documentos juntos.
Nestes termos. P. deferimento. E. R.
M.Floresta, 17 de Abril de 1888.
Alfredo de Barros. Sobre urna estampi-
Iha de duzentos res.
E declaro que se nesse prazo nenhum
pharmaceutico formado lhe communicar
ou a inspectora de Hygiene da provincia
de Pernambuco a resolucao de estabelecer
pharmacia na citada localidade, conceder
ao pratico a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hygiene, 6 de
Setembro de 1888.
Dr. Pedro Affonso de Carvalho,
Secretario.
InstirtftioTT Frfm^awe de
DcmoisetBA
RA BARAO DE S. B^RJA N. 50
As aula deste ollegio adjam-se s^fk
taj desde ni dia 7% Janeiro,ae 188. J M
f \ A directora, ir
Collegio Amor Divino
RA DA IMPEBATBIZ N. 32
As aulas deste estabelecimento, dedicado
instruccao das creancas do sexo masculino abrir-
se-hao no dia 7 do corrente.
A directora,
Olympia Afra de Mendoza,
de Nossa Seehora d
Peoha
Rna da Aurora m. 31
As aulas deste collogio se abrirao a 7
de Janeiro e sao de : primeiras le'traj^y
portuguez, francez, inglez,geographia, mft--
sica, piano, desenho, bordados de varas
especies, flores, etc.
A directora, ..!< 9
Augusta Carneiro.
O ESQUELETO
Lenda Plianlaslca de Olinda
CM VOLUME DE 200 WNA8
Ultima producc&o do _
Dr. Carneiro Vilella
Vende-se as prineipaes livrarms d'esta
cidade e no pateo do Serco n. 4 escripto-
rio da Lanternv Mgica. ,,
. n
DECLARACOES
mmm

Curso primario e preparato-
rio
atan Larga do Howario n. l. i"
dar
Esto abe:' r auias deste curso desde o dia 8
do corrente mez.
0 director,
Camerino Sobrtnho,
.MEDICO HOMEPATA
'Dr. Ballhazar da Silveira
Especialdadefebres, molestias
rdas criancas, dos orgaos respirato-
| ros e das senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rgidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Bario da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
alguma com o tratamento qne lhe deram alguns
mdicos durante muitos mezes por lerabranca de
um amigo comecou elle a usar do Ehxtr Depu-
rativo e liestaurador. Havendo tomado 6 garra-
fas anpareceu a melhora e com mais quatro licou
restabelecido.
E por ser verdade passo o presente e me
assigno. ... a,.
Eslava sellado com urna estampilna de w
reis e inutilisada da maneira seguinte : Recife,
deDezembrode 1886.Conselheiro Alexan-
dre Bernardino dos Reis e Silva.
Declaro era tempo ; o autor do Elixir e o S>r.
Angelio Jos dos Santos Andrade.
>'. 87
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Recife, 18 de Janeiro de 1883.
Nao posso furtar-me ao dever de patentear d
V S. mioha gratido pela cura de minna, Mana
Francisca de Vasconcellos Santos, com o sea pro-
digioso preparado Elixir Depurativo e Restaura-
dor-
Soffrendo ella, como disse V. S. de suspen-
di de menstruacao, ha quatro annos, e de um
cortejo de males consequontes de tao perigosa
enfermidade, como dispepsia, carocos, manchas,
fastios, etc., etc.; e aggravando-semais semelhan-
te situacao com as innmeras beberagens que to-
mou durante esse tao longo periodo, recorr,
aconselhado por muitas pes9oas, ao remedio de
sua confeccao, cujos resultados excederam mi-
aba espectativa, po;.s apenas com urna garrafa
acha-se ella completamente cu'di**.-
Testemunhando V- S-- -rmna eterna gratido
pelo grande beneficio qu- eaba de prestar-me,
ponho me a disposigo ae V. S. de quem son
criado, venerador, obrigadissimo Flonano Gomes
dos Santos.
N. 28
Atiesto que soffrendo por algum tempo de al-
guns tumores e recorrendo a diversos medica-
mentos, sem delles tirar resultado, fui aconse-
lhado por um amigo a usar do Elixir Restaurador
do Sangue do Sr Angelino Jos dos Sanios An-
drade. o qual em menos de urna garrafa produ-
zio um effeito prodigioso, dando em resultado
meu restabeleciraento ; um licor de gosto agra-
davel e fortilicador para todas as molestias de-
vidas impureza do sangue. Recife, S de Marco
de 1883. Antonio Jos Rodrigues de Souza Filho.
I. B. Pode o Sr. Andrade servir-se do meu
attestadoe fazer o uso que lhe convier.
N. 29
Pernambuco, 12 de Margo de 1883.
aillm. Sr. AngelinoEu abaixo assignado pela
presente declaro que achando-rae sonrendo de
urna Iritis no olho direito que me poz ceg e nao
tendo tirado nenhum resultado com os mdicos a
quem 8ubmetti o curativo do meu olho; dingi:
ii *._____...na .i nti<* Vai: a a^:
. prazer
garrafa achava-me quasi bom; no emtanto coni-
prei a segunda e hoje que a tenho concluida,
acllo-me completamente restabelecido.
0 prazer que sinto ao ver-me assim restabele-
cido em vinte e poneos dias de urna terrivel rao-
leslia, que ha quatro mezesjanto me fez soffrer.
tal que querendo por meio de palavras dar ao
seu poderosissimo Elixir, verdadero restaurador
do sangue, o valor que elle merece nao o posso
conseguir: e apenas digo que aquelles que sof-
frerem molestia idntica experimentem-o.
Concluiudo assigno-me grato e asss reconhe-
cido-
De Vmc. criado cobrigado Augusto de tas-
tro.
Estaan todos sellados e reconhecidas as fir-
mas.
ouinua.)
. Collegio letra
Ra da Imperatriz n. 63
Este collegio de instruccilo primara e
secundaria, cujas aulas se reabrirlo no
dia 7 de Janeiro corrente, offerece aos
pas de familias que o quzerem honrar,
confiando-lhe seus filaos, todas as garan-
tas de moralidade, aproveitamento e bom
tratamento para os mesmos seus filhos.
O resultado dos exames obtdo, pelos
alumnos deste ollegio, ser opportuna-
mente publicado, e em vista delle se ter
urna prova do interesse tomado pelo abai-
xo assignado pela applicac3o dos seus
alumnos.
Recife, 3 de Janeiro de 1889.
O director,
Ascencio Minervino Metra de Vasconcellos.
Aula particular mixta
Rita Neves, participa ao publico em geral e
em particular, aos pas de suas alumnas que a
sua aula acha-se aborta desde o da 7 do corrate.
Recebe alumnas internas. As mensalidades
sao pagas adiantadas, pelo prego mais razoavel.
Ba da Sania fru n.
--------------.+.-----------*L
Instillo Philomatk'o
33 Vlsoonde As aulas deste estabelecimento de instruccao
estaro abertas do dia 7 do corrente em diante.
0 director,
OlMo Vctor.
----- m.....
Escola particular e instruccao
primaria para o sexo masculino
Ra do C otovello n. 34
O professor abaixo assignado, participa aos
seus amigos, c ao respeitavel publico, que abri
a sua escola ra do Cotovello n. 34, onde edu-
ca e instrue : infancia pelo mais aperfeicoado
systema do Imperial Lyco do Rio de Janeiro.
Alumno interno 30*(i00 mensaes
Meio pensionistas 15*1)00
Primeiras lettras 2*(XK)
Msica e piano W00O
Por cada um preparatorio 34000
Ra do Cotovello n. 34
Julio Soares de Azevedo.
--------------^-------------
Collegio de Santa Luzia
Do dia 14 em diante contina a funecionar, es-
forgando se a sua directora, para bem corres-
ponder as esperancas dos paes ou tutores dos
alumnos que lhe forem confiados, por meio de
urna educaco scientifica, moral e religiosa. Es-
pera pois dos mesmos benvola proteccao.

Em virtude do que dispe o art. G do
regulamento que baixou cora o decreto n. '
9,554 de 3 de Fevereiro do 1886, a ins-
pectoria geral de hygiene faz publico,
pelo prazo de 8 dias, que o cidadao Cris-'
po Correia Crespo, lhe dirigi a segnnte
pe ti gao com documentos que satsfazem as .
exigencias do art. 65 do citado regula-
mento :
Crispo Correia Crespo, cidadao brasi-
leiro, residente na cidade de Santo Agos-
tinho do Cabo, provincia de Pernambuco,
provando com os documentos que junto,
offerece a V. Exc. achar-so habilitado
para gerir pharmacia, de cujo servigo tem
longa pratiea, e como nesta cidade s exis-
te nma dirigida por pratico, e a Illraa.
cmara deste municipio julga de necessi-
dade a abertura de mais um estabeleci-
mento deste genero, por e6ta razao e de
confbrmidade com o regulamnnto que bai-
xou com o decreto n. 9554 de 3 de Fe-
vereiro de 1886, vem respeitosamente re-
querer a V. Exc. digne-se conceder ao
supplicante a respectiva licenca para, de
accordo com o citado regulamento abrir e
dirigir nesta cidade, urna pharmacia.
Assim pede a V. Exc. deferimento. E
R. M. Cidade do Cabo, de Dezembro
de 1888.Crispo Correia Crespo.So-
bre urna estampilha de 200 rs.
E declara que, se nesse prazo nenhum,
pharmaceutico formado lhe communicar,
ou a inspectora de hygiene da provincia
de Pernambuco a resolucao de estabelecer
pharmacia na citada localidade, conceder
ao pratico a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hygiene, em 2 de
Janeiro de 1888.-0 oficial, Dr. Jos
Antonio Pereira da Silva.
..___---------------------------_,---------------------,,-------.
Gabinete Portuguez
de Leitura
De ordem do Exm. Sr. Visconde da Silva
Loyo, presidente da commissao directora, con-
vido todos os senhores socios a reunirem-se em
assembla geral ordinaria, nos salces do Gabi-
nete, domingo 20 do corrente, pelas 11 horas da
manh, afiii de apreciar o refatorio da actual
gerencia, e eleger nova adraraistracao.
De accordo com o preceituado no art. 40 dos.
estatutos, a assembla se constituir com qual-
quer numero de senhores socios presentes, e as
suas resolucOes produziro effeitos legaes.
Recife, 2 de Janeiro de 1889.
, Dr. Jos de -> lbuquerque,
Secretario.
Companhia Pernambueana de Na-
vegado Costeira por Yapor
ASSEMBLA GERAL EXTRAORDINARIA
Convindo resolver-se sobre o modo de memo-
rar e augmentar o material da companhia, con-
voca a direccSo todos os Srs. accionistas para
nma reuniao de Assembla Geral, que ter lugar
uo dia 23 do corrente, s 12 horas, na sede da
mesma companhia, e bem assim para tomar co-
nhecmento do acto de qne trata o art. 9o dos res-
pectivos estatutos.
Recife, 9 de Janeiro de 1889.
Manoel Joao de Amorim,
. Vomber, a
Arthur B. Dallas.
Thesouro Provincial
Na forma regulamentar, comeca amanh o
pagamento dos juros das apolices provinciaes
de 7 OA), vencidos at 31 de Dezembro de 1888,
das 9 horas da manha s 2 da tarde.
Thesouraria do Thesouro Provincial, 15 de Ja-
neiro de 1889.O escrivao,
Luiz Epiphanio de Souaa.
Collegio de S. Miguel
ituu do viscondo de Camaragi-
bc u. 5
Aos respeitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo, estabelecimen-
to de instrucsao para o sexo feminino,
que abrir- as aulas no dia 14 de Janeiro
de 1889.
A mesma promette aos paes que lhe
confiarem suas filhas e6forcar-se por lhes
dar urna educaco primorosa, solida, reli-
giosa e domestica.
A tratar, do Io de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde s 7 da
noite.
A diree.
Correio Geral
Mala* a expedlr-ae boje
Pelo paquele nacional Maranho, esta adminis-
tragao expede malas para os portos do sul, re-
cebendo impressos e objectos a registrar at 2
horas da tarde e cartas ordinarias at 't horas
ou 3 1 2 com porte duplo.
Administraco dos Correios de Pernambuco,
16 de Janeiro de 1889.
0 administrador,
Alfonso d) Reg Barros.
Imperial Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
ELEICO
De conformidade com o art. 50 dos estatutos,
e de ordem do Illm. Sr. director, convido a todos
os socios que stivercm no goso de seus direiios
a comparecerem na sede social domingo 20 do
corrente, ;is 10horas da miiiji, aliui (le t'azer-
se a eleQo dos funecionarios para o corrente
anno.
Secretarla da Imperial Sociedade dos Arlis
Liberaes, lo de Janeiro de 188!).
Francisco da Costa Ramos,
! secretario.
Banco do Brasil




i
Pagase o 70- dividendo^ a razao de 81000
accSo, rus n. 6. i- andar,
Emilia A. dt- Mendonca ] cnptorio d C
por


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6
tfefb 4 Prt^kibttc W'm^Ommb de f8#*

HIFFODKOMO
S.
(Na yrovieta da Babia
"
M
...fiOJJHaSTfoftJBI IN$CMPCA0
PARA O PAREO
m4niin-4
10 de
Na corrida, que se realisar no dia
Ferereiro, de 1889
?O et*a. Animaes de qualque paiz. Premioe: 2:0QQQ0Q m fiM)
800aXXK)'asegundo, 400*000 aoiterceiro, 200,9000 ao quarto.
Adiicr*^*i^rWKseJJl a*ecrotaria do Hippoiromo 8. Salvador, ra
i*Alfadegaai. 58Bajita -,*o dia,4de|Fovei'eiro.
___ ________.bil------wllw **--
voi >
GynmtwiQ Pernatabneano
l.M 14 de Janeiro d 18*
Pela aecretria' do ''Gimnasio '.ernaajhacano
sedecJara-aos.Srs. paos de familia, c apm
mais interessar possa. que a abertura soltme
o-corso scientinco e litterario ter lugar no da
4 de Fevereiro prximo vadouro, e desde ja se
acha aberta a inscripcio da matricula para
disciplinas :
Lingua naciqoal. lJdl
Dita latina.
Dita franceza.
Dita ingleza.
Dita alterna e italiana.
Geographia antiga e moderna
Historia sagrada antiga e moderna
Geometra e trigonometra
Arithaetica e -algebra.
Philesophia. ,
Rhetoricae potica.
Historia e chorograpbia do Brasil
Sciencias naturaes '
0 corpo docente do instituto coraposto de IV
profesores, occupando-se cada m delles s-
meniecom amateriaeosmada em. sua-respecti-
ra cadeira. Vj,
Serito admittidos no Gimnasio alumnos nter-
no, meio pensionistas e alemos.
rOspenaanistasresidirao o instituto, tenia
direito de estudar a serie de disciplinas deque
s compoe o estadio scientiflco e luterano do
Gymnasio, de conformidade com eprognimma
estabelecido ; a ser aumentados sama e abwi-
dautemenle e aser tratados em suas. acantinas
enferaiidades. 0 instituto fornecer anda me-
dioo, medicamentos, cama, mesa, cadeira, lux,
corte de cabello, guardanapo, lavatorio, banho
sica.
9 meio-peasionistaa se apresentarao no es-
tafad ecimeato no? dias lectivos, s horas em
que as aulas se abrirem, e desde entflo ate se-
rem encerradas trde ; sao equiparados aos
pwrionistas, quanto aos estados, alimentacto e
crecreio. ,. ... ,.
Os alumnos externos s teem direito as licoes
eexplicaces dos respectivos professores.
A penslo annual de SOOiOOO que pagam os
alumnos internos do Grmaaeio, -se.'COBrartipelo
ano lecttvosomente, diwdida eavpresiae&es de
100*000 cada urna; comecanda a pruneira em
Fevereiro, a segunda em Maio'e a terceira em
Agosto e terminar no flm de Nowetnbro.
torear-se achar ao etabiecimeiao.no da 10do
aaeiro, a primeira preslaco ser antecipada
sem augmento de penso. _^
Apensaoannuafdos meto'penswiistas, sera
de 180*000 em tres prestacoeS' de WW caria
una, efictuadaa conranja do aiesmo modo que
ara os internos.
Os alomaos internos de qualquer cathegona
eagarao na entrada e por urna s ver, urna jota
de%0*000 ; dous irmos 30*000, sendo **000
pareada tan ea*e %*er maie augmeato de"
joia crescendo o numero destes.
O instituto encarregar-sedia da. iavagem da
roupa dos atan nkwm (f*i**? *le
quem o fcca, por tora, e isto mediante 1M0W
em cada prestajao. Este pagamento '***
modo idntico ao da pensao e ajonctamen
coa efle, dando direito aos concatos daspesas
arruinadas do enxoval. ^,_._^_, M~
As desperas com livros c mas- Ubjee**' Toa
cnsareis para a BScrrptnracfiO correWpor owJ
ta dos alumnos internos deterid seus pae"Off:
ttiem os representar deixar qu*Htia'smHente
pira esse fornecimento. "
*Os externos s teem dlreite1* lltoes-'e-exp1
caces das materias eaHBS*s no eWBO, quaw^
fuer que ellas sejam, pagando" apenas iw-Mlo
da malrlctila a taxa igmT que'pagam os alom-
aos no collegio das artes.
Al*m das aulas mencionadas,*a mais una do
eBcriptunrrio mernrttU ornada lrfcDBhrnHdade
eom ojegulamento de.f? da Marco do'anno
findo.
O secretario;
Celso TerWlratio F/gWntWla
..............____________________r-.uJM.lAlX.-l.-U.....Jli,'>>
Primeira pra^a
' Pela inspectora desta'ATlandega- se faz pu-
blico, que as 11 horas do dia 18 do corrente mez
ser arrematada em praca .porta do trapiche
alfaodegado. largp- da Assembla, a. segtunte
inercadoria, consignada a Souza Basto Amorim
fcC.
. Marca aRP, 20 pas, contendo vinho secco
eooradnl, rtyvtMf' 90. irp,. TOMte-d
Lisboa no vapor allemo Uruguay, entrado em
lodaAhriri*]l^j (
3. seccao da Alfimdega de Pernambuco, 15
e Janeiro de 1889 O cbefe, ^ *
Domingos Joaquim da Fonseca..
i*4dW*> ......i ..-*
Eseola normal
- Este- Bstebolecimento destinado a auxiliar e
desenvolver o crdito industrial e collectivo
desta provincia, suas operacoesabrangero to-
dos os raaos da actividade commercial e indus-
trial que oflerecerem solida garanta.
A directora compor-se-ba dos scnbores
Luiz Antonio de Siqueira.
Jos Adolnbo de OIiveirtima.
--^- Antonio Fernandes Ribeiro.
Manoel JoSo de Amorim.
..i if| ThnrM Gomber
.es conVV Exm. Sr. Visconde de Figuei-
redo sao os incorporadores.
As entradas Scro de S >/ no octo da subs-
cripgo, o ^. quaetto fr annuneiada a assig-
atura dos estatutos.
As subsecuentes entradas nao poderao ser
maioces de ib '\0 com o nter vallo nunca menos
de 60 dias.
A subscripcSo est aberta pare todas as pes-
soas que desejarem tomar parte d esta impor-
tante instuicao, no escrptorio dos Srs. Amo--
rim Irmos & C, ou no Banco Internacional, a
contar do dia 7 de Janojto inclusiye. t
lMII
- Matriculas
Por ordam da Dr. director e de confor-
midade com sui.abflpos;Ses dos artigos 26
a 30. do regnUaaaQto de 27 de Dezembro
de'1887, faan fabiieo a quem intwwsar
possa, qne.aiaaatrionlas deste eurso te-
r.1 o ihortm rfarndpi-o at 3 do. mofcseaaina.
O requerinuatoi para matrcula no 1.a
Lanno deveri aer natruido oom oa dociK
cientos seguinee l
1.- csrtidio.B' 'alade maior de .17 an-
ace para os alumaoB do asao mascAJino e
de 15 ca o.da.fnniBno.
l 2. folh* ooraaHu oa certidlode nao ter
softrhio eoiah nwafln por algum dos eri-'
mes que motiwama perd* da cadeira do
professor publico.
d.i AttestadoidesMaaJidadepaasadvpelo
pavoohftumantaalBadk quer policial quer
litteraria i do diatrioto, em qne residir o
matricnlando.
, 4.- Aastadb.aeaoo denik) soarer. mo-
lestia contagioamaaB ter defeito phyice
qae prive deflieaa eaeroer o megistanie.
5.- Certificado ou titulo de approvaelU)'}
em- exaaae dea ta \graos de ensino pri-
mario.
Os peticiopariea tfm *A*- peder ex-
hibir titulo lea-aMt exdaaido -3.- grao da
instruccSo prtaoi'ia dererSo inserever-se
parai o e*Ma-t*MBli88aot epta oum^ia-
t&o no d 28 do corrente de coaformida-
dacom a att- 5D-de.-citado regukmenio.
Para aa snatrioatta do 2.-, 3.- ou 4.-
anno, basta instruir as peticSes com os
eertificos de.appjrOva^So em todas as ca-
deirae do auno, anterior.
Secretaria dftvJheala Normal 7 de Ja-
naivo.de 1889.
O secretario,
A. A. Gama.

AdministraQo di Correios
de Pemanibuco,!5'di Ja-
neiro de T8S9
Por esta administrace, e a .auaprinTBnto" a
circular da directora gnral -o Correios n. 102
de l.'i de Dezembro thaa; fcaz publico para
conhe"'.nento dos'iatarestadna,' edital daquella
direct' lia, abaixo tninaarlpto.
O aAiiiirislraoer,
AfToaso do-Ree Barros.
f^reori gmwm* *v*D*Trela -
Edital
-je-ordem do Exa. Sr. dirrctor.gaaj, en
observam ia ao disposto oo art. 9; do regula
tnento de 6 de Ma,-o de 888, faz-se publico
que, do dia 1 de Abril do anuo proai-no f uro
em diante, nao pwdero mais
S. R. J.
erreallva Invenludr
da clrr#fc^##m-se nesta se-
cPefaHi (paWo 1 Pednr a."*J propostas em
carta fechada daquellas pesspas que, ilgandq-se
hatlStada, i frerat encarregai dfecciotnr
a banda musical desta sociedade.
Wi ffltna' secretaria S daro todas as infor-
macOes que os senhores proponentes julgarem
necessarias para fundamentar, suas propostas.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
14 de Janeiro de 1889. -01- secretario
^.Jt*1?^
CAPITAL
Em accBetr de
Estando tomado
8,OOO;OOO0OOO
200*000
4,000:0004000
IIVDEMNISABORi
#japaata Ir 9tm**
MARTIMOS E TERS' STftES
KaabeIrdda ral99
CAPITAL 1,000:000
M riitfs.... l;H^Wiao()
rerrestres..... J1:000J00,
*4Rua doCnMaereie44
i\
iimW'!
coniri F
JOgO
ser Utii^adT-- as
seguimos formulas de franqu :
Bilhetr*.postees- iiapaedeJOa*
. *sileTdrt *rs
8mpieB'de_tt rh
o dupas-de 30 rs
ilartas-biihete do wrs.
de 100 rs.
Estas formulas, quaodc ncootradas as ai
ras postaes depois de expirado aquelle prazo,
sero consideradas millas e como lal tratadas.
Di visito Central da Directora Ceral dos Cor
reos, em 12 de Dezembro de 1888.
i'o JataMoaai,
Jos "Francisco Soares.
Faciildade de Direito
De orilem do F.sm. Sr. conselheiro director
Crino, fajo publico que no dia 17 do torren-
as il li >ras da manila, in-sta Pa:uliai'
aegar pela provu escripia o concurso
la curso de pre^arat
Ma e- I- blade. ni deverio
indidetoaiib
bachan lante
liarros, Virginio Marques Carneiro '
rindo Cara, iro Leo, Clovis Beni!a .
"MyiUho v;, teir. e a rosp'Tii.a eommissa jul-
fadora. composta do Exm. Sr. conselheiro di-
rector interino, come presidente dos Drs. Jos
HTgtao e AlbinoMeira, como examinadores, do
Dr. Seakni, por parte do presidente da prorn-
e do Dr. Cyrnc, por paite da directora.
Seeretaiia daFacuW reito do I
U defendi de ^
O official seniado de secretario,
Manoel A. dos Passos e Silva
[ 3* 8eccSo.Secretaria da Presidencia
de ernambdo) ea 7 do Janeiro de' 1889.
1 Faco pubHoe^dt-. ordem do Exm. Sr.
Dr. presidente h paovincia. que se acba
aberta a concurgeacia para o emprestimo
externo de 8,Wjudu# (oito mil e seis-
centosi doiUatdJ*B\ atorisado p^a lei
pioTiiicial n. IJXFJ' de 15 de Novembro
findo, com. o yac* de quarenta e cinco
das, a contar- da 'data do primeira publi-
cacSo do prcsenttS,, para o recebimento
das respaatiaaaviw^oatas^^ua serao apre-
sentadas nesta aecratafia, em cartas fecha-
das. .. .
Estas serloIdfctrUa pelo antsmo Exm
Sr.-is 12 aoraa.d.i-em.que expraa o
paaao fisado, coaa oa.proponentes presen-
te.
Nos termos d*diferida lei, o emprestimo
sera de quantia qne prod n sa a predi ta impor-
tancia de.8.60tJ:Oj)Oi5 oito mil e seiscen-
ta^ooi*t^irll4lio>ada, a iariappBaad!
ao rsgate da divida da provincia, tunda-
da em apoliews MVJftr*s anntes & 1 '[
(sete aor.cata^.*'caauexiepI dajnpellas
pie tenham' si --oanaidas por empresta-
mos a cempaTitriaa'Oa a particulares, como
Auxilio agricoUuoipdndustrial, bem como
para liquidaoae- dh* exercieios de 1886 a
1887 e 1887 a 1388.
A taxa da eraisiHo nSo ser inferior a
'92 (noventa e dous) livie de commissao
e o juro ola-exceder de f> [ (cinco por
cento) alm da qoota de amortiaacao, que
nao ser superior a J. \ (um jx>r cento),
sendo esta e. aquel le safisfeitos scmestral-
mente.
O secretari > int -rio, Manoel Joaquim
Sumir.
S. R. J.
o<-i- Seasao magna em :-olemnisago do 10." anni-
versaro da hibiiolhe'a e "sarao bimes-
tral em d- Fevereiro
A.- a ses-o masna eom que je solemnisar
o 1.'a.miveiiariadi biUioUieca, realisar-se ha
o sarao bimestral para o qual recebem-se desde
j notas de convites icretaria. Sem car-
Uto de ingresso a pessoa alguou sn permitida
irada, devendo os senoo m pagara
ni.salidaile deFeverei-o para poderem obtel-o.
se adniitte aggwgdao.
Secretaria da on rtode Hei ri'aiiva Jfcventude,
14 de Janeir de 1889 01 secretario.
A. Montr il
Dcrby (J lib de Pernambuco
Pe ordem da directora e de conformidade
com o 1, artigo Ui dos estatutos, sao convi-
dados os Srs. socas para se peunirem envas-
sembla gera', no din M do corrente, ao auno
dia, na praca de Saldanba Marinho n. i.
Secretaria do Dcrby Club de Pernambuco, 18
Bciro di' 18W.
O secretario.
Jote de Oiiteira Castro.
Admidi3traj^o, dps .Cp^reios
de Fernambuco
Por esta administracSo e em cumanmento a
circular da Directora Geral dos Correios, n. 106,
de 20 de Dezembro findo, se faz publico para
conhecnento dos interessados o edital da mis-
ma directora abaixo transcripto.
Correio de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1889-
0 administrador,
Affonso do Reg Barros.
Directora flerai rio Crrelo*
Edital
De ordem do Exm. Sd[ directoagerala
' cumonmeota^o^^isapsA nojvU w
tcirculagSo as segijites formulas
Sobra cartas selladas
O sello fixo representado por urna i moldura
formada por duas ellinses cancatBas_tdo no
flanl lavnf aba a efejlf d*u Ha#sB* o Im-
pojpalar em relevo branao f noat miior, Umbem
em relevo branco,- as pala\Tas Brasil no alto,
e o valor expresso em ris por extenso na parte
inferior, e finalmente na* extremidades do eixoH
menor dous pequeos poiygonos com odrlo valor1
indicado por afgarisinos.
0 fundo damOfdur ns de lOOris' '> verde.
oa* de 200 ris preto, e vermellio as de 300
ris.
Cartasblbete
0 sello fixo do valor d 86 ris, uaprosso no
ngulo superior a. direita e^representado por um
rectngulo formado de areseos vermelbs, ten-
do em urna ellipse central a efligie de Sua Ma-
-gestade o Imperador, encimada pela palavTa
brasil em lettras brancas, e tendo em baixo as
pal a v ras oitenta ris e sobre astas,, em sentido
obliquo, o numero 80 de cada lado.
A' direita do sello v-se urna fita com as pa-
lavrasCartas-bilhete,tendo no alto urna serie
de 30 estrellas brancas em fundo vermelho. e
em baixo o distico Neste lado s se escrute oen-
dereco. No ngulo inferior direita lVae. a pa-
lavra Brasil em lettras vormclhas.
Bilhetes postaos
0 sollo tixo do valor de 40 ris. O desenlio
igual ao da carta-bilhete, com a differenca ape-
nas de ser azul, e ter na fita direita do seio
as patarras Bilhete postal, em vez daquellas
outraB.
Cintas estampilhadas
O sello fixo estampado e desenliado como os
das so re-cartas, com a dferenca apenas na id-
1 dicacao dos valores. E' roxo o fundo do seUo
das de SO ris, azul das de 4 res e cor de ha-
vana das de 60 ris.
Sellos para jornaes
Estes sellos sao matoresqua os ordinarios, Je
forma rectangular e dr dn laranja."
No alto tem, em lettras brancas, a palacra
Correio e em baixo a Brasil. Em fia diagonal
l-se de baixo para cima, a patarra jornaess tea-
do de cada lado o valor em algarismo e a pala
vra ris. \
Divisfio central da Directora Geral dos Cor-
reios em 15 de Dezembro de 888.O sub-dt-
rector, Jos Francisco Soares, -J ;
^egu
E9T 18PB).
Edificio mercaduras
Taca batxas
Prtmpta pagmnento da pra'wiaw
CAPITAL
N. 5RA DO CMMERCIO-N. 5
London & Brasilian Bank
DiUed
Rmn do Commercto n. 32
Sacca por todos os vapares sobre as ci
sas do mesm-j banco en Portugal, aaadv
m Lisboa, ra dos OapeHiatsa a. 75. Nr-
iolto^nra dos Ingleses' W }J
i
jMMtm
) ,
-ZWJA- -MM-.........
L-1JI
CH ARGrEISRS -ftfitMIS
Mo8>or e Maca
[ Segnecombrevidde-para ospertoHicimao
nata naeioaal Victoria; para o resto da
trata-ae-com o meatre ai bordo, Gae,do.toy, "ou
ra da Lapa n. 14.
Para o Rio de 4-wttio
Segu com brevidade a. barca portugueza -Vo-
to Stkwio. Para carga trata se eom'es'consi-
gnataTice Baksr, Olivira *- C. na ma .do Vigu-
po n. 1, andar.
Vende-se um terreno denrra da campirra
da &sa Porte; com 4pahno8-de*8Bte-e88*d
undo : quem pretender dirija*so a paleo do
Tflrco n. 76 : a tratar com a propnilaria,miie
fae todo negocio.
-Veade-se o antigo e bem afreguezaao.es-
tabelecoento de calgados nacionaes da ra do
Livramento n. H, o qual se torna recommenda-
do-pela boa localidade em que-esNr; titrmr
ncmesmo.
~U-
LEILOES
BEILAO
-,
AgenteSrito
I*? boa maveia. eaalhe. etr.
um piano de Ulondel de 3 coritas em perfeto
. estado.
O agente acurra, autorisado por maa familia
que mudou de residencia, far leilao do se-
fumle : 1 mobilia de junco 1 dita de. Jacaranda,
dita de pao carga, 1 espelbo oval, 1 toiljet, 1
cama franceza, marquezoes, commodas, 1 meza
elstica, i guarda-Iouca, t apparadores, 1 sof e
12 cadeiras de amarelfo, *2 cadeiras americanas,
6 cadeiras de junco, lavatorio e cabide de co-
lumna, l berco, louca para jantar e almoco, co-
Eds, facas, colheres, bandeijas, caodieiros para
erosene, Jarra, trens de cosinba e outros ob-
jectos. tudo
Ao correr do narlelto ^
QUAKTA-FEIRA 16 DE JANEIRO
A's 10 Ijli horas
Fe ra o a m. 31, 1
Vende-se urna tarerna no bairro dafBo-*
Vista-; a tratar na roa da Imperatriz n. $5.
Na ra da- Imp^triz nTi, preckas* de
urna mulher que emenda de cosinba.
Criado
Precisa-se de um criado ; na ra de PaysaadQ
numero 19. _____
Prwfese
de urna criada : a tratar ra Mathias de Albu-
querque (outi^ora ra das' Flores) n. 2t.
Ao
comiiiercio
Ajenie Brillo
Leilao
AMA
Precisarse de urna boa en-
ohimadeira, na ra Duque
deCaxiasn. 42rpor cima da ,
tjpographia do Diario. *
fiel armaeO'. utensilios e gneros de molha-
o*e\iste_iies na.casa.. 17, ra lie Lomas Va-
entinas. "____
AO CORBER' DO'MAfrTEfctO
Quinta-feira'l? do eorretrte
A's 11 lfi horas
\ I
'OURUNGO
Ro al Insirance C#iB|aany de
Livcrjh!
CAPITAL S.OOOtOOO
AGENTES
R. DE DRSINA d C.
13-Roa Marques d OKnda 13
C'oanitauh <. iacmi 1**r .
HlrtWtMH
Rr.'.DOCMMERCK) N. 16, AMHi.H
3SJ8A F0.O
m\mw k Liili 4
BlacUior*, .*?*
Ra
cnaaganaila !_
DE
' Vavega^ia a tapor
Linlia quinzenal entre o Harre, Lisboa,
Perrmmbnco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos. .
O VAPOR
Vle do Cear
Commandante Lainey
E' esperado da-Europa at o da 16
do corrate, stjguiaio dejais da in-
dispensavel daraora para a
l

BaMa, "Rio de. Janeio e'Santa."L"
'il- J !! '*" 1-fJKl"**!!!"!! *
Rogase aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 das a contar do da desaarga das alvarengas
qualquer reclamacao concernente a voinmes que
porventura tenham seguido para os portos do
sul aflm de se poderem dar a tempo as prori-
rJencias necasearias.
Expirado o referido pjaau a compaj nao se
respansaOil8a aorertravior. i t
P\^iiQBrgajBaagaTBJ eneotaaeodB c'-i-t
nheiro a frete: trata-se com o
AOENTE
Augusle Labille
9- RMA DO900MMERCIO 9
ideliai k Sisfo
At:
MigUsi Js Alves
IV. f di R^iu i.>u \. a
.SEGUROS MARTIMOS F TEURESTRE--
'esles nltiaos Beanruj i > ni ara?*qne cooced' ais S irtcip^;* d*
pagaiaento de pieisi '-'tix ano,. :>
mivale ao deseor.r otcb
sonto em fnver d>.f v(t>i
Coutpaitijia ^ ^ejjuros
HOBTSilA
dle Landrese *>rrd.
Posifao financeirafl mbw de !88f>)
Capital subacripf
Fundos accanjolk^o
necelta annnal:
n9 premios contr
De premios sobre i
De )aras

3.000,000
134,348
577,330
191,000
32.000
O AGKKTt
John H. Boxwtll.
Roy al Mail Steam Packet
. Companhia. _
O vafibr Elbe
Commandante Armstrong
Esperarse da Europa .at o dia 1H de
Janeiro, segu,nda depois da demora
do costme para
Baha. Ra ele Janeiro. Monic-
7T7 video e Buenos-Ajrres
.Para passageos, fretes e encommendas trata-
se oom os AENt ES.
O vaj>or La Platar
Comm^idantB t.JL JMhe -
E'(q^)erado de snl ao/dia 20 de Ja-
neiro e segnindo depSis da demora
necesaria para
S. Vicente, Lisboa, Southamptoa e Aa
tuerpia
tfS^ ~&tkiec3e de fOBaagms 1- *4
Ai Lisboa *Bsse -i ^o""
Ai Southampton i" classe 28 42 .
Camarotea rwriwloe paaa os pasMgeiros de
Pernambuco.
Para passagen?, fretes, eilconnnendas, trata-se
dom os
AGENTES
Amorim Irmos & C
N. S-^ua do Bom JessN. 3
CompanhBR8cira de
,; Navegacaio a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Alagoas
Commandante Joao Maria Pessoa
E' esperado dos portos do norte' at
o dia 24 de Janeiro e depois da de-
mora iadispensayel seguir para os
portos do sul-
Recebe tambem carga nara Santos, Santa Ca-
marina, Pelotas.. Porto Alegre e Rio (cande do
As en^nnlendas s scrao recebidas nagln-
cia ai'l hora da tardedodla da saluda.
Para carga, passageos, encommendas e valo-
res frata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Oommandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperaiio dos portos do sul at o
dia 1/ deJaaeiro eseguindo depois
da demora indispensave! para os
portos do norte at Junaos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde dotfia da sabida.
Para carga, epcoramcudaa, passagens c valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6rr=Bua do Commercio6
*1 lo andar
Agente Brito
Leilao

De 60 saceos'comassacar porgado das qualida-
/ des atanco someno e mascavado
O agente cima r mandado do JJlm. E*m-^r.
Dr. juiz de direito do civel, em sua presenga, e
a requerimento do major Francisco Dorotbeo Ro:
drignes e-Sirra, -vender* em lettao,-- o referidos
60 sacaos com assncar, perteni'untes a D. Maa
Joaquina.da Conceicao, e arrestados pelo mesmu
major.
O leilao tera tugar no armazem do? Sf s. Jos^
Burle >-C, raadoCommercio, onde est depo-
sitado dito awueae.
QUINTA-FEmA 17 DO CORRENTE
A'a 10 borasA,


' t J* -\ \*iLtffiWPif ..i-ui*. r
De 1 excellente boi manso' com urna car-
roca de duas rodas, em perfeito es-
tado. --*
(uintarfeira 17 ^o-corrente
A'a 11 hora*
NojaneaBem. da-. Via liiarqaiaa^e iO*id
UtfcM'l V ou4A,un.n oh
Em eontiBiiacao
De cortes de saceos de estopa para assucar,
mobilias, pianos, espelhos,, quadros, lanternas,
serpentinas, loucas, vidros. bebidas, fazendas e
miudezas.
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo
Leftao
.O&aaeadas durarais, eonaandi) deaadapo-.
lo. chitas, algodo, roupas feitas, calcados,
merinos, alpacas, las com salpicos de seda, gor-
trurias, esguios, atolhados de linho, toalhas
felpudas, setinetas e outras fazendas as quaes
sero vendida em pegas e a retamo a vontade
dos Srs. compradores.
Sexta-felra 18 do corrente
A's 11 horas
No armazau da ra Mrquez de Qlinda
n. 40
Ao correr do marteUo
^or litlervenf fio do asente
rusmao
Agente Pinto
0 da cocHeira do'caes de Capibaribe annun-
Ciado por interrenfae do agente Pinto fica trans--
rido para outro dia que ser novamente annun-
ciado.
Pinto Ferreira & C. avisam ao publico e espe-
cialmente ao corpo do eommeroio que nesta data
despediram de sua casa o seu empregdo Jos,.
Mana da Costa Carvalbo. Recife, la de Janeiro'
de_1889. __ __ ____'
C'avallo apprehenchdo
A subdelegacia do 1 istricto de S. Jos ap-~
irehendeu um cavallo furtado : reclp"ie-oquem-
orseu'dono.
Cavallo apprehendido
A subdelegacia do 1- distric-o de a togados
apprebendeu um cavallo furtado: reclam6"...
quem for seu-dopo.
Protesto
Fedro Luiz da Silva e Brasilina Candida Soa-
res. pas de Manoel Izidorio Luia da Silva, pro-
teslam contra o casamento do dito seu fllho,
visto que o mesmo nao tem a idade da lei (ape-
nas 19 annos incompletos). Advertem os raes-
moa S. Exc. He vi na. que nao pude dar lieenca
aos.parochos das freguezias para o mesmo casa-
mento, sob um processo de responsabilidade.
Rcife, 13 de Janeiro de 1^9.
redro Luiz da Suva.
Brasilina Candida Soares.
Professora
Uma senbora competentemente habilitada, pro-
poe-se a leccioaar em collegios e casas particu-
lares as seguales materias : Portuguez, Fran-
eesi Msica e Piano ; a tratar na ra Visconde
de Albuquerque n. 20.
i
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de-10 12 annos,.
com pratica de molhados e que d fiador sua
conducta : a tratar na ra Conde da Boa-Vista
n. 87, prefere-se brasileiro.
'
AVISOS DIVERSOS
COMPAISHIA
CA5IA
PRBKA
DE
\aveEaco eosteira por Vapor
PORTOS DO SUL
Meei, Peoedo e iracaju
O vapor Mandarn
Commandante Alcides
Segu no dia 16 do corrente s
5 horas da tarde. Recebe car-
a at o dia IB.
Encommendas, paseagens e 4linbero vJretH,
at s 3 horas da tarde do,dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernrmbucana
n. 12
- Aluga-se o 1 andar a ra do Coronel
.Suassuna n. 278, oom commodos para grande
familia, agua e gaz, esgoto e drainage : a tratar
na ra do mperador n. 55, amazum Prealle, ou
no Chora-menmos, sitio junto a capella. Names-
ma casa vende-se terreig.uo viveu-o-do^luiiiz
iiiga se casas a 8*000 ao becco dos Cos-1
llws, junto de S. Goncallo^ a tratar na ra da*
Imperatriz n. 56. ^_: __ ^
A luga-se o 1- e 3 andares ra estreita
do Rosario n. 31, e o 1- andar e-soto ra do
Fogo n. 35 : a tratar na ra da Imperatriz n.
16, 1 andar. __
-tr inga'se o sotao do sobrado n. 31 ra de
Marcilio Dias, com bons commodos para fami-
lia ; a tratar no armazem do mesmo sobrado.
- >
Joaquim de Souza l.ima
Francisco Guedes de Araujo, sua mulhef,**-
lhos e georos mandam celebrar missas na iere-
ia do Corpo Santo, no dia 16 do crrame, s 8
oras da manha, por alma de 3eu prezado.genro
e cunbado, stimo dia de seu.passamnto m
Portugal ; convidando aos amigos do' mesmo, a
assistirem a ste actcr^le religio e caridade,
[telo que Ihes ficaro mujtp gratos. ... ,- ,
t
I'recisa-se de um criado para trabalhar em
Um sitio ; a tratar na ra do CotOveHo n. 25.
Precisa-se de um caixeiro de 10 12 anuos
de idade ; na ra do Paysandn n. 5:
" Precsase de uma ama para coslnhir : na
ra do Livramento n. 9.
' Precisa-se re duas amas, uma para en-
gommar roupa de seuliora e outra para varrer e i
arrumar caaa : na ra da Matriz da Boa-Vista i
numero 9.
Pedi'-.-e ao Sr. M. T. A. S. que renta ac :
bar com o seu negocio, negocio serio, isto ha,
um nno e '
enygma.
Hnuwl 4rf>iH-H da Cuaba i- Silva
Antonio Gomes de Olivcira e Silva, Sea mu-
lher e fllhos mandam celebrar raissas' ns ;natriz
da Boa-Vista, no dia 18 do corrente, s bu-as
da manha, por alma de seu presado pfti, sogro
e av, faecido em Lisboa, convidaiuo oana-
rentes e amigos do mesmo, a assistirem. a pste
acto de rebgiSo e caridade, pelo que Ibes tica-
rao limito gratos.___________________________
1 anmversano
Joan Antonio Pereira da Kilra>
Antonio de Burgos Ponce de Len e sua mu-
llier Maria Leopoldina Ponce de Len -convidam
as pessoas de sua amizade para assbiirem a
urna missa que mandam celebrar na m atriz da
Boa-Vista, no dia 18 do corrente, s Jioras^da
manbS pela alma do--seu prezado sogro e pai,
Jos Antonio Pereira da Sitva.
i Sntonlo Pereira da Sila.
Leopoldina Ambrosina Pereira da Sil-

mi seas lilho? c genros, mandam cele-
brar um.rmi-sa por alma do-seu presado
. p.ii e sofrro. doa^ Antonio
Perelru t*i\ Silva, na capella do Ce-
au!o"7omlV"se7ublic^ Public... s 7 horas da manha 4o dial
do crrente, priuieiro anmversano do seu pas-
! smenlo, pelo que convidara seus parentes e a-
Quem tiver uma commoda asada para veu- migos, antecipandn os seus agradewimntog e por
der, manae recado, ra- Vidal V-hi-oj esse acto de religio e earidaik';
numero l'i7
TA& FJERCAES TEMPO!
TOMAI O PEITORAL DE CAMBAR
que o uaio remedio efflcaz
para as atoleatla* dio laryuge. broaehlos e puimes !
Com o uo deete podeivso medicamento debellam-se as tosses- as mais imperti-
nentes e rebeldes e tambem desapparecem as oppressoes, dores do peito e alteraySes
da voz ; cessam as expectoraees sanguinolentas e os escarros de sangue; em pouco
tempe desenvolve-se o appetite, as forcas per,'<^h rvmmman>t>m e- nm timo mlow.
os enfermos sentcm uma mudan8 muito notavel i
escapam de urna morte corta.
Examinoi que a marca da fabrica e a firma do autor J. Alvares de S. Soares
se aciem nos rtulos que circulain a rolha e gargalo de eada frasco, como garanta
contra as muitas falaifieaoSes e imitayoes que por toda:a parte apparecem.
Ageates oVsta prorlaela
FMNCI8GQ mWKL DA SILYA & G.
Ra Mrquez de O inda n. 23
Prei-.i.-: 2.-500-rs. o frasco, 13O00 meia duzia e 24 reapparecem, e em mua palavra,
por assim dizer, reanimam-sc o
c

V



i:
i
l'
i
de J?ernmnbucoQuarta>-fewi 16 de Jatteh*o de 18(>

SPO-21
OWVMM CAP-* 0. ldoJ.rlr w
vemente mi *otmento de artigosnovos de alta novidade, resolveram
fazer urna grande red uc^o nos presos dos artigosabaixo meneiona-
dos, para os quaes ehainam a attencao das suas Exmas. freg-uezaa.
Mantas hespaiaholas, de seda, pretas a SjjrOOO una.
8partilhoB,.-o-^oel de-^fer, d<4|M pOOtt'WM e
71000 um.
Fieh da cr'Arrendados, de 10000 um.
Gapinhas heapenhelas de cor a '20000 urna.
Fich* de .seda, amito lindos, a,54000lHn.
Sargelim diagonal, todas as cores, a 2*Ors. o covado.
Casacos de cambraia branca bordados, a S000 fe '4#000 trm.
Luvas-.de seda, todos os tamanhos, de 20000 a 30000 o par.
Lences de liuho do Porto, a 44000 nm.
Dita grandes para cama franceza, a 60000 um.
Colcha* de oir,.de 20000 a 60000 urna.
Fiohs, *ojftimenio completo, de 20000 a 60000 um.
Lencos de liaho cora i barrinha a 20000 irma duaia.
Camisas franeeaas, de 240000 e 380000 a duzia.
Maias cras para homem, de 40000, 50000 e 60000- a duzia.
Ditas branca* cra e de cores para senhora.
Dita* beticas cruas ede cores para crian ca.
Chambres de cretone, de 50000 e 60000 um.
Corte de caserna de cor, de 80000 a 60600 trai.
Corteado fasto-aara coHete, d 1*0000, 10600e20000 um.
Camisas inglesa* de flanella, 12 pura, a 50000 urna.
Alem.de outroa artigos que deiaamoe de mencionar.
o dito.
i dito.
Lbaos para vestido padrBes modetnofra 160 rs. -cavado.
Cretones francees, cores dars; 260 rs. o 4to.
Iffrms de cotes, duna larguras, a 500 rs. o dito.
Ditos de cGres, hroados, de'20000 a 1'0OO0 o, dito.
Lls'de c6res, desenhos de-'cacbemira de 900: 600*.. dito..
Merm de quadros de 320 rs. o dito.
FustUo'ijranoo de 400 e 500 rs. o dito.
Mursolina banca para casacos tv 500 ts; o idito
Zephir de edr, listas e quadroea 500 TB. o ditoi
Ditos arrendados, rindo* gostos, a OOOts. o dito.
Ditos de listas, arrendados, alta noaridade, a 800 rs
Etemiines arrendados, de cores, de 800 a 500 rs.
Flor de Italia em quadrinhos, a '500 rs. ~ de 900 a.
MtosoKnas de cor, d listas, a 40Ots. o dito.
Cortes de cambraia bordado transpareiite e tapad, de 150009
e 200000 poi-00000 e 12|000 cada-mm.
Linio, padrees em quadros, a 440 rs. o corado.
Nanzukes padrees mimosvs, de 280. tb. o dita.
Percales nrradinha se pannoa finos, a' 200 rs. o dito.
Merino preto fino, de 20000 a 10000 o covade.
Setim Maco de todas cores, a 900 ts. o dito.
Brim fino pardo para vestido,'a.400-rs. o covado.
Cambraia Victoria transparente, fina, a 30000 a peca.
As Piluks Gathartieas
Do Dr. Ayer.
V oii* ieiioia do tempo, appllcndo iis Plalas ta
' quarenta annoff
que estas Pilla* *>tkannaM5pulari.Ia.le uni-
TCraal, que nenluirsA AM BAttMefiSi purgativa tem
podido rlyalisar. \* U 7ZU
Ai Pii.itna 00 Ba. Avr. pasgan eompX-
mente o vesitre i o* *gid lJ'eetH'o; c isslnillalvoe.
As Flalas do Dr. Ayer
less>A**ats>tmpefirMato. c eoiUmn:u- .
seriaa e WSMtmiM-a^'IttMut*} mHiva.:a
por aquellas desordena.
Pata a* ilMneaa.dolK-VMn^go, Fias*].
a* Kn.Vrmitisrlr* lia l'elli
'KVnm.igo, F(al e Bli
a a-do*a-ao'Kiii,To. FliaadaeUli .-
cujoa t*mptofaiA ir *tifcrmt *s 53sV.0a^sv?i:k? W:;,
5 Clico. Dreado estofase costal e espadnas,
li.thacltes H>(tropla. etc.u*da as alllrla
coirfaejtaraMea-tfr****** eomo fs PH.t'LAd ix>
1>K. (Afea; as qnM ntode .geande-utiUdade t>
enranvo das HeinorrhoUlns.
Como remedio domestico nSo tem egval.
prePabaius pelo
DFt. J. O. AYER e CA.,
Lowell, Mass., E. V. A.
A* tendmnas principies pharmaclas e .Irogarlas.
^momp?^
*


21Ra do Crespo21
NAO SE BAO AMOSTRAS


>-
N. 44Ra do BnimN. 44
JUNTO AB8TAC0 DOS B0N8
Tem para vender, poi presos mdicos, as seguintes ferragens :
lachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos d diversos tamanhos.
Bodas, de espora, idem, idenu
Datas angukres, idam, idera.
Bancos de ferro com -aerra circular.
Gradeamento pata jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de liados modelos.
Portas de fomalha.
Vaporeo de forca de 3, 6, e % cavallos.
Moendas de 10 ad*pol]egadas de panadnT*.
{todas d'agua, srBteaia Leandro.
iB*arrejsisB-*e de coate ros, e assentamento de nwchrnJBmo e Meestam qaal
trabalho com perfeicao e presteoa.
Professora
Urna- senhora compotentemeote habilitada, com
rauca de 11 anab de proflssSo, apresen tan do
i versos attestados de bom methodo e comporta-
ment, oflerecese para reccionar Mi casas far
ticulares, na cidade ou em seos arrabaldes as se-
guintea materias: Portuguei, Franeei, Italiao.
Geographia, Piaao, trabamos de agulha, etc. a
tratar a rtia VlscOnde de GtfSttm n. m on em
casa do -Reguiaaor da Marta ha -ra larga do
Rosario n. 9.
Inglez

Aos quinto annistas
Convida-se os o^tinlo annistas de direito de
nossa Paouldade a se reuoirem- na easa n. i do
icaes flo Apollo, segmrda-felra tt docoftwte.






(hfiRAMILOSVlTrSKS-
.....Mlmm Wfpmtmf tm
..apa* aska Mm.tulM -~4
D'PAPILLAUD
csalM iM MLATOniO HVOSAVCV. SM
fjiM-ss s*r eM frasca msm t*
Era Pcrnmmimco : FHAII"*4
,25.rmaCoqnilMre,P

i
PERERA
Recebedores directos dosmercadoB daEuropa
liquidam os seguinte&rtigos com desoaato de 14 c\0 as
vendas em grosso
Bramantes de algodlo superiores, a 800 o metro, 4 largnra*.
dem de pmm Iinbo fazenda de 25200 para acasmr a 14600, metro.
Atoalhado alvo, duaa larguras, a 700 rs., ltflOO e 1|M0 o uto:
AlgodSo alvo, nacinalr par lences a 4500 arpeca.
Madapolao americano, a 30600, 40000 e 4000, com 24 jardas.
Ifflrippmu de cores a 220 rs. o covado.
Chitas charas e escuras, odres firmes, a 200 rs. o dito.
Batistes dem a 1S0 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 89,. 160 e 200 rs. o dito.
Merinos Usos de.mma largor a 200 rs. o dito.
dem de quadros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichs de renda chics a 13000.
Colchas francezas de cores a 200O e.4J000, nma.
Lsnces de bramante a -14800, para cama de casal.
Casimiras de cores para roupa do criaac a 1JB00 e 14800a diafOBal, deas
Camisas ingleeas e francetas a 264000 'e 3W000 k- dmria.
Tapetes areludados, grands, a 14|D00 um.
(>>rtmadosricaeHto bordaias a 64*00 e 64000-
Paanoe de cores para mesa a 14100 e 14300.0 corado-.
Cheviot preto e azul, a 340TJ0 o dito.
Brins pardos e de cores a 280 rs. o'dito.
Yehidilhos de cores-* preto* 900 os. o dito.
Rendas austriacas para vestidos a 500 e 580 rs. o dito.
Setins-de todas as sfirss s/990 rs. o dite.
Setaetas mvsadas 20O e 940 rs. o dito.
Alpacas modernas, torradas, a S4SS n. o dito.
Masas cruas inglezas para hasnem 8,24500 e 34000 a duaia.
Ceroulas bordadas, de hraraste, a 12#00O e 18#000 a dito.
Cortes de caaeiniraapara^ca^si 44089 WOO.
dem de meia casemira a 2&3O0.
Talhas grandes para rosto a 44000 a dan.
dem felpuda* para banho a-129000-dito.
B-muitos artisjes oue serlo lembados com apresenca de uossoeleitoreB.
59Riia Duque de Caxifts59
LOJA
PEREIRA A HAfiALHlES
%
r
Sicupira
Compra-se pranchoes de sicupira
na ra do Alecrim n. 24.
a tratar1
Carolos de al^odo
Compra-se carocos de algodao ensaccados, en-
tregues nos rmaseos, ra do fiarlo do Trium
pbo ns. 10, l e 14; ao preco de 380. rea psr 18
^\. 1.___-------- _......... -------ln, i. ... .n ..i ..fV,.7 -
Fabrica Tabira
t.Pereira Peana A. C. participa ao. rasaeitavel
corpo commsrcial desta prica, qpe de&de odia
$ do corrente dttara de ser vemieaor dds cigar-
ros de 9t csaa* Sr. Manoel "VibeHte des Sent?
Taveira. ficando sera effeito qaaknier trnsaegao
que o mesmo teaoa feito e possa fezer.
Em virtude d ter sido muito procurado e nao
podido satisfazer aos pedidos de todos, mandei
bamrr um collega da Inglaterra (Mr. Dick) que
jt se acha no caso de receber disci nulos de m
iglez pratlco.
/. Famione, ra do Progresso n. 2.
m J. FAif8Tosii, tendo de modiHcar a lista de
yus discpulos para o novo anno, pede as
Exmas. familias e senhores qne tt'm-o acarado
no passado que communiquem-lbe os seus dese-
jos para que elle nao falte na attedfeao devala
aos Illms.-Srs. seus discpulos.
Os Srs. doutores desta praca que tenham co
nbecimento de ingles e que queinam se sperfei-
coar na pratica, dirijam-se aJ. Fanstone, n. 2
ra do Progresso, ou aa casa Evanglica n. 4, a
ra estreita.do Bosario.
Tambem para raaior commodidade das pes-
soas eitpregada9 no commercio tenbo resolvido
abrir um curso nocturno de ingles, pratioo, o
qual funccwnara no 1- andar da casa n. 4, ra
ettreita do Rosario.
Ha, George P. Ndid, nico professor america-
no da lingua inglesa, pode ser procurado nos
sabbados ra Conde da Boa-Vista n.48, sobra-
do de fronte da estacao da Moledade.
PARA O CABELLO.
Augmenta, Aformosea.
E FAZ CBBSCZR O CAIBBLLO
com assombrosa/rapidei.
Cozinheira
Precisa se de urna boa cozinheira que durma
em casa dos patroes, para casa de pequea fa
milia, na ra do Conde da Boa-Vista a. 24 F.
portito de ferro.
Para oDerby
Carlos Saden receben grande' sortimen
to de gravatas e camisas de eOres proprias
para os amadores do Prado e est vendeii-
'do por procos sem coTnp^nci.
Becebeu tambem collarinhos epunbos
Ide borracha de formatos novos.
48BA. BAto DA V1CTOBX1 48
V inho de Collares especiaJ e
da 2vfadeira
Em decrios e cxa d dnzia, tem para ven-
der Joaamm da j-itvaCatneira iargo do'3orpo
Santo n. U, i andar.
JP^5' Attendite
Jos Samuel Botlbo atviea ao respeitavel pu-
blico que anda continua a fabricar bouqsets do
mais animado gosto, para casamento ou outrs
qualquer acto, assim como capellas mortuaria
de perteraa; a tratar na rea ma n 20,'lja de
oundeaas, ou na j-uh da CasVia do ftecife n. 4,
loja de selleiro.
0 COELHO
Novo estabelecimento d-
z e n das finas e modas
l^-Rua a Iapralr-gfi
Recebem directamente da Egreea o qne ha de
mais novidade em teodos de fantasa e Sao gos-
to. Completo ortimento em fazendas de todas
as chisses e preeos-sem competencia.
Telephone W9
EXP0S1IIWI
MMiilU
aSTaBSt-M
PERFUMARA ESPECIAL
(uainirucnai pjr.
' 4t LAXTOM MH tMMl
_ aSrttM4 un
f Mili j UCTOU pan Ixll. Sm
4 UCTIlsU tan e toacaser.
pabis 13, re rEig.iei, 1S NM
Usswia*
fi%^'Z3Jt-~
.i
O QuiBa-Lsrochs sV asa f
a
FAUS, VTJWIII, O.
multado sVa-toissiB^
O
.BSSBkSa
Barbeiro
Vende-se a toja deisarbetre e ssftelMireiro de
_D*sa porta, .site aras de fcrrile fiue n. 88,
por pseco tnuito commsda o aJognel 8*000
mensa!, a casaest afregueaada, Inapa e prompu
para nmcciooari orlbcar importante eBeTte
para prtoeistoale <:* trata*< na wsma
DAY&FTW,
Ftrmotdomt de Sut Uijatltrl* g-Halnh: ,1 Inglilirr*,
do Eimito i* S*rm *'aM*. ^
Igraixa brilhakte lquida
!gRAIXA.-msuUNGTOSA
0US0 p*xa ALBIIOS
Ha*iliii4Mceu*rHDns(r9tsiM caro
Mt todn k rririH. .
DBMSITff MBAL. BttlWpNSMMB! .
7, m*h Hottavrnt t
FRJJf' atU SYa
gj
JL
MSI
O MICROBIO
radicalmente aniquilado pelo emprego da
IIJECOO CADET
DKPOsrro QatRAL:
Vtr t MoUcii\u (stm tfs tmbru'ha i Mata
ndro da Injer* Caut>t
IsjMltM oatMU srtsttHMfiSMattsifetal.
ctat
(so.
Ao-'omtnrcio
0 abaixo assignado declara ao corpo commer-
cial desta praca que nesta data comprou ao Sr.
Manoel dos Santos Serralve o seu estabetecimen-
to de molados sito ra d Santa Cruz n. 36,
livre e desembaracado de debito algmn, seja
qual for a sua natureea, pelo sjm se algaem ju I -
gar-se credor daquells firma aueira apresentar
seos ttulos no prazo d tres das, a contar de
boje. Recife, 14 de Janeiro de 1889.
Joo Valente daCrur Sdbrmbo.
Quem
sena
Na rua.de S.torsjej bcsitem (si) pela* J oras
da tarde, desappareceu um paletot frack, preto,
do 1- andar n. 131. qpe estova esteadmo em
urna corda nos fundos- desta casa : rogarse a
auslqaer pesaos que cachar, venoa reeatuil-o
casa cima indicada, que ser generosamente
recompensado.
ATKIIfSQX
PERFUMARA M6LEZA |
afamada tu mais da um mcbJsKbMb)sb
airatwpeJoNQ pcrfu Mcja sjssj
r&iSrf'cTS^rW*.
prU nlra-flas ezcaOtacasassaasaalias
Afanaaa
UMl II CHMIi K 1HMSJ
uicomMrATt aio tem yrfw 4 mm
"3afllaBf^to=sp '
*Bsn1ffiW|ltt?aaffW}fl4sBI
sr.laasaao aso.
iMMSfNMlsaWf
i. a -Anuas
34. Od Bond BtrMt, Londrs*.
.HaieafcF
vt;
sLyrs*(
ALojadasListrasAines
A"| RA DQU DE CAXIAS N. 61
TelephoBe a 911
0 proprietorio desta'oobeetida casa previne as
Exmas. familias e todos os seus fre-
aueses, que as-^ecaiachas que costuma
dar, nao sao nem nunca foram divididas
de outra casa coio algue n annuncia
para engaar1, vettiendo fazendas ordi-
narias per boas, castume ase itoja
da 1.1 i rs m Arar* tKiO tem.
As fazendas vendidas nesta casa sao de boa qua-
lidade, e na* leftan] medida escassa;
aceita-se a fazenda vendida se, por
quaknier motivo nao for de multo agra-
do da pessorpara qoem fer comprada.
D-se descont a quem comprar ae JO*
para cima.
ESPEOIALDADES
MriH de UMrsM ttXmt*pecas com
20varas a 6,5000.
Madapele com um metro de largu-
ra a 6d800 a peoa.
Cortes) de vestidos bordados em
cartlo a 100000.
Velltodllho bordado a contas 19600
0 covado.
Cachemiras presas, de quadros e
aculadas a 24 e 20500.
Tecidos fantaaia arrettdado a 400
500 rs.
Cortes de cachemira com guarnieres
bordadas, lindas cores, a 204 o 254000.
Meta. Maco de todas as c;w a 750,
eSOOTs.
UsjOsl bordado, tecido de -uinaed cor,
qualquer que se dcMtjft* a 2O0.re.
aelro lisos e bordados, -tecido. fino,
novidade a 500 rs.
Os de quadrinhos a 200, 240 e 360
rs o covado.
sL.ssab.OS lisos*-60*'d< 100 rs.
GHardaoaoos melhor quiiiidde a
14800 a duzia.
Atoalhado brAnee e de cores a 14.
Oleados pasa mesa redoad ou qua-
drada a 44000.
Cortloadosde crochet, comfianefas,
ultima novidade, para j'anellas e portaa.
Crochet para cortinados a 900 rs. o
metro.
Colchas de fustio, brancas e de eco-
res, a 24000.
Chitas finas precaies a 200 e 240 rs.
Chitas eseuraa a ltO>.t40 e 280 rs.
Batistes de'cores seguras a 120 rs.
MffArae de lindas cores a 280 rs.
Brim pardo esguiao a 240, 280 e 320.
Casi Betas de iceres eseucaa para rou-
pa de homem ou menino a (40@t>e 500 rs.
FlchS arrendados, finos, lindas cores
a liBOO e 24680^
Maatllhas de renda' .hesmahofe', pre-
ta, de seda a 84000.
Capas e visitas, de cachemir, de ren-
da, com lindos enfeites o oem "XftriBhas a
204, 41* 304000.
LrftjrJ de pennao e tram parete,
ultima novidade, todo preoe.
Larras de seda, lizas, bordadas ou ar-
rendadas, pretas e de qualquer & 2*.
Espartllhoa agieses % 4f5i9 e 54,
tem desde o n. 40 at 80 de'gfwamra.
Bieo hraoeo reme e'- de leda os
cores desde 700 rs, at 3A&00 a peca.
Remlas hespasaelas; de-seda e d
algodlo, preta, branca e de qfcaiqHer cor.
Bahado c ntretaeide" befdsde* ta-
pados e transparentes por todo preco.
1 rampos e pmMm -matasfia. para
cabello a 4410 e 50O'W.
alela para vestidos a 260 rs. a
daei.
AOpas de a^o para vestido'-120 r*
o metro. |
Bargeff m fraace fittoy, diagonal, a
JOO rs. de qualquen e6r.
Crlaollaa de eord*Ve*tAf hraac,
chambo e edr de caf a 400 ts. o metro.
Redes amerlcaaias para meaine
dormir a 34500 e para ahwmv 4000 e
74000.
' af macao a 124000.
Reloglos dcsputadatt g m fi-
goras em movfmenl a 84 C'sjWO,
B'tnuhas faeendaa que- se^veWe.I morte
barato para liq*idar-teteras- aa loja das
LTSTRA8 AZBS ds>
Jbt Angost W&
NO N. 2&
(JUNTO AOL0UYBE)
Eephires de quadros, a 80'rs., o covado
Las escocezas, a 100rs., o dito.
Cambraia bordada, a 44000, a peca.
Sargelim diagonal, a 200 rs., o covado.
Baptistas finas, a-160 rs., o dfto.
Percales claras, '2O0 rs., o dito.
Setmeta do Japfto, 240 rs., o dito.
Brim de cores a 320 rs., o dito.
Cachemiras de quadros, a 260rs., o* dte
rnsOObranco, a 580 e 400rs., o'itO.
Brim pardo, a 280 re-, o dito.
Meias para senhora, a 44500, a duzia.
Baleias para vastido, a 280 rs., a duzia.
Lencas braaco, a 14200 a duaia.
CeUarinhos de lmho a 8#J0G, dita.
Ganga para cobertas, a 260 rs., o eedado
Sbontes de gfyoetiMe, *'20O rs.', ufen.
Regatas de cores, a 14200, urna.
CeToatas.de bramaateya lf5800,4Hafc. < i
Colchas de cores, a 24000, urna.
Cortea de Linn, a 74000, stm i
Cortes de seda para coHete. '
Leqaes transparentes, a 24500, um.
Sabidas de baile, a 2<5000, urna, '
Tapetes para sef, a 134090, m.
Espartilhos americanos a ^5000, um.
Camisas ingleeas, a 86)5000, a duzia.
Uta de quadros, a' 300 rs., o cbvado.
Agua-flofiday-a *4#00j a afra!..* '"
Esguiao pardo, a .360 e 400 rs., o oovfedo.
Cortinados bordados, a 64000/ o tfar.
Luvas de* seda, a 2^000 e 2*500, o par.
GuarnijSes de crochet, ji -74000, urna.
Bramante de algodao, a 800 rs., o metro.
Merinos de eree,- a 800 rs.j o cOvado-.
Marapolao americano, a 64000, a peca.
Toalhas para banho, a 10500. ama.
Cambraia arrendada, a 400 rs., o covado
Lencos de barras, a 24000, a duzia.
Alpacas indianas, a 320 rs., o covado.
Cortes de setinetas, a 64000, um.
Setins de cores} a 800 e 900 o covade.
Colchas de damasco, a 7 Panno da Costa, a 15000 e 10200, e co-
vado.
Cachemira de duas larguras, a 800 rs., o
dito.
Chambres, a 44500 e 54000, um.
Paletots de- TiedapaHia a 70600, um.
Renda hespanhola, a 30500, o metro.
Gazea de cores, a 500 rs., o covado.
Pecas de esguiao de algodao, a 34500.
Fusta de cor, a 800 rs., o covado.
Cobertas -de -ganga, -a 30000 orna.
Brim pardo, .a 300 rs.-, o covado.
Liuho de quadros, a 200 e 240 rs., o co-
vado.
Paletots de alpaca, a 40000 toa.
Cambraia Victema, a 20000, a peca.
Cortes de casimira, para costmes.
Lona para cama.
Algodao de duas larguras.
Guarda-pos para homem,a 50OOOe60OOO.
Ditos par seshoraa, a 80000 e 199000.
Popelina branca-de seda, A 800 e 14000.
o covado.
.Llntmile corer,*00 as/, o covado.
Oleo Oriza, a 900- re.
Entremeios e-bordados.
Sabonete de alcatrao-, a 500 rs.
Toalhas para rosto, a 30500, a duzia.
Bicos de urna s c3r, a 20000, a peca.
BicosBwtisados, a 20500 e 30000, apern
Pacotesde po* de'arrOs; a 500 rs.
Setim branco, a 800' rs., o covado.
Leques de setim brance, a 64000.
Tnico orieataL a 900 rs.
Suspensorios americanos, a 20500.
Cretones anos, a 390 rs.-, o covado. .
Fechas grandes, 30000 e 30SODV' uaa. ;.'
Me tina de listas, a 300 rs., o covado.
Brim de linho (eCr) 800 rs., o dita.
Costmes para oaohos salgados.
Boleas para o mesmo'fim.
*2eifir<
ITua 1." de Mar^o n. 20
CWA DE
AMARAL & G
NENHMA
Pasta peltoral Um adquirido fama mala satraeia
do qne a da PASTA As NAF da DELANGRE
NTKR, roa VWienne. 53. Parla.
.1 sua oofa universal e bateada .*
l Na sua pasfaraaa e/Masseia* a*ira oa Btaeo-
mas (Constipaf4f, garganta; eOdsaaa rst, Teriflcada por SO Twwlklsa dos
llopitaes de PtrU.
1' Na sua auprrimrUUsAr incntr*tavt
recoohecida pelos membros da Academia de Medicica Ce
Parts.
3 Xm aaaDari ax-MiaUroada FacuBStdadeP^rs
que ?prifloarlo que nao contiha opio nem astea de
opi; taes como Uorpbiua e Codeina, remedios estes,
cujos perigee -ao bem ootihecidos.
T1 CP f M se -atlo! atSMatira que reaoOMeiidao a
I A E> "ASTA'o o TAROP .le NAPtaccr,-
aova dos Hedios, e estes ttulos uao i'rao oonoedMoa
a peltoral alguzn, quer aotigo, quer recente.
Teilt w nu priiciaaM Pairniciu o luis ieirs,
Cabceito
Precisa-e deam. caiaeiro ue teuba prstica
de taverna, de 14 a 16 annos de
fiador asna conducta: no largo do
d
ANEMIA 4 aa*ADBiaAB CHLOROSE
PILULAS DE VALLET
MlO BAO PRATEADAS
_ 4 ssster parta das aedisos cssasfalo eoo a Academia de ssedsciaa sm pea,
mereasm a praCsrMcia qoa a Ibes d ubre as outrot CerrsH|U
Smittem mumeror a umlacu da
PIULAS DE VAlLtLET
gtif'r tm caita extremidad* do frat-
eawme*na4atri$to mesArso oeass.
I
ti, na iaets, Para,
parte da abrramelas
Hippodromo Grande
Perden-se no uHmo da de corrida' ma
Epulsetea de ourOy tende I sobre a
de ata ratmho; a pessoa que a
>, querendo resnl-a, diriia-se
Cabug n. 16, loja, que ser gratificada.
Se soffres por^af peres
USA K COxTVBKCea-TlvaAff
Bt-^.*! J. P, aisl m
renonit ae iibujti
.-
Jos Alvaks de Soia AMbbs
De Pelotas
Approvado pela Eama.* Junta Cen^
de Hygione PWica,. autorisado- pelo CW-
verno Imperial e premiado' com'duas m#-
dalhas douro de 1. clasie.
O PEITORAL DE CAMBARA CUTA perfeitaV-
mente a bronchite aguda ou chronica ;
O PEITORAL DE CAMBAR CUTa a asthlBA
por mais antiga que seja;
O PEITORAL DE CAMBARA CUTA d urna
forma adrorravel qualqaar rouqdRo ou
perda de voz ;
O PRrroAL de cambara ura ineonaa*-
tavelment o tysiea pulmonar;
O PEITOBAL DE CAMBAR CWa fts t08BA
simples, as deAnees tXo fcil e raprime*-
te rae ao proprio doeate cansa admira-
cao.
Este importante mcd'camento veade-Vt
a 20500 o frasco, 130000 l/2'duiae
240000 a duaia,. em easa dos agentes s
depositarios gentes.
Francisco Manoel da Silva tC.
23 -Ra Haraam deOlindA-23


Vi


$m
m
Cwirftta ittiado
; na ra Velha n. 157, sgado
Ra do Calabouco n. 4 t indar.
Bbmu Verde n. 1 C. (Gapunga).
daMeMfo'u rapaz.
Aluga-se barato
Ruado Rolano r. 39.
Diario de Pefiianbiico--QaH-feim 18
ggggpgww^pwi^ >aw
Ji?
Janeiro de 1889
ASfo
Aos Exms. Srs. paos de fa-
milias
Oprofessor titulado Joao wfcrwra Bastos, con-
tinua a leccionar nao so em casa de sua residen-
cia, como em casas particulares as materias, que
constituem a iatruccSo primaria das 3 s 6
horas da tarde.
Curso especial : nortuguei. francez, geogra-
pbia < historia das 4 s 6 dd tarde.
Aula nocturna das 7 s 9 da noite.
Men^alidade adiantada feita no acto da matri-
cula
N. 7 ARuadoCaldereh-oN. 7 A
Architectura
Andr Rompoke prepara, guarnocidos de to-
das as cares, garantindo a coaservacSo das mes-
mas, tanjo para o exterior como interior de edi-
SdeTTos protcndentes poderao deixar suas or-
deii na mcrcearia ra da rmperatriz n. 2.
Ba Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
A ra do do Calaboco n. 4 loja.
Largo do Gorpo Samo n. 13 f andar.
Ra Santo Amaro 14 1" andar
Ra Vidal de .Negreiros n 45.
Trata-se na ra do Commercio n. S, 1." andar,
escriptorio de Silva Guimarites A C.
-se
o 2.' andar da casa a ra da Aurora n. 81 (junto
estacan da estrada de ferro de Olioda), coro
grandesJpomuiodos para familia ; a tratar no es-
criptorio de Scnastio de Barros Barreto, na
do Boni Jess n. 16, 1 andar.
Aluga-se
Cka preta seriar
Carlos Sinden avisa seo amigos e fre-
gnezes era geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por preces mala resumidos em vista
da continuadlo do cambio favoravel.
Convem qpe experimentem.
48 RUADO BARAO DA VICTORIA 48
Caixeiro
Precisase de um caixeiro de idade de 14 a 16
annos de idade, que d fiador sua conducta e
tenha pratica de tavenia ; na ra do Motocolom-
bo n. 63-A.
a casa tarrea 4a ra da Conquista n. 9, rom
bons coinmodos c agua eanalisada ; a tratar no
Caminlio Novo padaria
Am
a
Camellas do Monte de Socarro
Compra-se cautellas do Monte de Soccorro de
qualrjuer joia, brilbantes e relogios; paga-se
bem na Praca da Independencia n. 99, loja de
relojoeiro. _____,
FBRICA
...
DE VIDROS i
113 Ra (1 Aurora 13 3
Expoe venda em grosso
e a retalho os productos de
seu fabrico: sendo
Copos com esem p, ditos
com -a^a para ceneja, cli-
ces, globos, chamins, frascos
para botica etc. etc.
Precos sem competencia
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia ; na ra de Pcyseodu n. 19.
Ama
Precisa-se de urna amr para comprar e cosi-
nhar para casa de pouca familia a ra da Pe-
nha n. 21, 2 andar
Ama
VENDAS
Grande liquidacao
I Ba* do B*ro la V ir loria 1
AZKVEP lRlif 4-fc ,
teJolreran vender maisibartto parajdi-
, para assim
/ 1

Vende-se um estabelecimento de molhados
com proporcoes para grande negocio ; na praca
Conde d'Eu n. 18.
V.
e admirem!

Criada
Na ra da Uniao n. 27, precisa se de urna
criada para cuidar de duas enancas, de 5 e 3
anno; de idade e que saiba engommar, prefere-se
ldosa. ............___
Pao centeio
Mill A Biset, avisam ao respeitavel publico,
qup todas as tercas c sextas-feiras, tem este sa-
borow'po; ra larga do Bosario a. 40.
Tvpopphi. e Lilhographia
FABRICA DE LIVROS DE ESCRD7T-
RACAO
Premiada as exposIees de
telS5
Manoel J. de Miranda
Ea^alcrncao e especialidades em cartoes.de
visitas.
3!J"Riia Duque de Caxias~39
Telephone n. 194.
Mercearia Equidade
Ra de Hurtas u. (5
Grande variedade de vihos engarrafados,.or
commodo preco, c superior qualidade, recebiar.s
directamente ."como sejam : vinho de Pasto. Col-
lares, Figueira, Verde, Palhete, Moscatel, Malva-
r, t. outro sem igual, especial para seahoras.
Vendc'-se superior carne sc-cca de porco, vinda
do sertSo, vinho fino do Porto a retalbo. ^
Na rua/Pymiosa, a-8. pre^sa-se de ama boa
cosinbeira e engommadetra, e que durma em
sasa........................___
*'' Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar para-casa
de familia; a tratar na ra dos Guararapes n. 88.
Ama
Pecisa-setde urna ama para cosinhar ; na ra
Vidal deNegreicos n. ii7.
Ama
Precisa-se- 'de urna ama para todo servico,
para casa de pequea familia ; na ra Direita
n. 93, 9 andar............ .......__
Ama
Precisa-se.4&urna ama. pan co3oJW'Jra
casa de familia de tres pessoas ;
numero 69.
Barato
S aa loja di Estrellas
56--RI DIOIE DE UXU&-SS
Telephone a.MO
m tm csss
Ra Duque de Caxias n. 103
Vende-se bordados de canibraia tapada
de 2 1 j2 e 4 metros-e ama chave de lar-
K
iw.hl't.W
ma
Precisase de urna ama para cosinhar, para
casa de familia ; na ra Duque de Caxias n. Si,
Ama
4
Precisa-se de ama ama para engommar em
casa de pouca familia : a tratar ua .rju Baque
de Caxias n. 48, loja. ___ ..............................-.....
> >
Ama
Pretisa-se de urna ajm para casadle pouca
familia ; a tratar na ra Mariz e Barros n. 2,
taverna.
_----------............-9
Km

A abaixo assignada previne ao publico e ao
coniraercio desta cidade, que nao fagam traasac-
co Je especie alguma com a parte do sobrado
n. 11 sit*ra estreita do Rosario, pertencente
a Manoel Sodr da Cunha Molta, e nem outro
qualquer negocio, sob pena de ser aulla toda
ransaceSo feita pelo dtfo senlior. Recife, 11
de Janeiro de 1889
Uurind Martins Rio.
r-----------..... -,f|
rrecisa-se de urna ama para cosirmjrr ; naVua
da Madre de Deus n. 3, 2- andar
Precisa-se de urna ama ;
Santo Amaro n. 6, 1 andar.
n.....
ffffi.J .
a tratar na ra de
Amas,((,,rt
US amas pas;
urna para o
servicos domsticos, e de outra
gommar : na ra do Imperador
Precisase de duas amas pasa oflsa de pepe-
na familia, sendo urna para cosiaha e outros
Or!^foaV'f'*'n*
Ama
- Precisa se de urna ama para cositihar
prar : na ra Nova n. 20, loja.
>jdw 9
i
H&i-
Pastoril
-i *
Pede-se a um enhor encarregado ile um |s-
toril que tem funecionado no Porto da.Madejra.
o obsequio de vir indemnisar-se com' iqneries
que abrilhantaram seu acto, sob pena de ver seu
norae por extenso e o seu coraportamento.
Os martyivs.
ejam
&5 -Ra Duque de Caxias 55
Pedimos ao respeitavel publico attengao para
os precos reduiidos dos seguintes obiectos:
Zeflros de 80, 160, 200, 240, 400 e 800 ris o
covado, grande sortimento.
Capas para senhora, o que ha de mais mo-
derno e barato.
Espartilhos de couraca a 4i, 3 c 6O0 um.
Fustoes brancos e de cores a 360 e 400 ris o
covado.
Lasinhas de quadros e listas de 240, 280, 320,
400 e 500 ris o covado.
Grande sortimento-em fichus.
Cortes de linn bordados para vestidos, com
todos os eofeites a 14W0O
Colchas brancas e de cores a 2JO00.
Luvas de seda fina a 2*000.
Cortes de caehemir com udrilhos o que ha
de mais novo
Cambraia com salpicos de edr, novidade em
gosto e barato.
Grande sortimento em punhos c collarinhos
para homem.
Bramantes de algodao e nho e por pregos sem
competencia.
Cretones para vestidos, um sortimento esplen-
dido em padroes e precos.
Cambraia branca com salpicos a 41000.
Brins de cores para roupas a 320 ris.
Atoalhados de diversos gostos e barato.
MadapolSo para familia, muito largo e por um
preco rasoavet a 6000 a peca.
Merinos de cores a 500 rfs o covado.
Completo sortimento de sargens a 24000 o
covado.
Renda hespanhola a 23 e metro.
Setins de todas as cores a 800 c 14 o covado.
Tecidos arrendados de diversas cores a 400
ris.
Vanedade immensa em toalhas felpudas, bran-
cas e de bires.
Cortinados de crochet e bordados por pregos
sem competencia.
Baptistas de crtres-1 120 ris o corado.
Cambraia Victoria e transparente a 34 a peca.
Completo sortimento em casemiras de cores" e
pretas para roupas.
Crinolinas branca e prela a 400 reis o metro.
Renda oriental, novidade, 500 ris o covado.
Camisas brancas cjna collarinhos para homem.
cousa chic 2S00O. I
Tapetes, grande sortimento e barato.
Amor da China, fazenda de fantazia de listfas
e quadros a 200 ris o covado.
Cortes de meias casemira a 24, um.
Linn bordado de quadros, o que ha de mais
novo a 800 ris o covado.
Alm do que acabamos de annunciar tem ama
variedade de mercadorias que s vendo-sc.
Do-se amostras sem penhor. t-
55RA DUQUE DE CAXIAS 55
FER^DESDEpVEDiFIC,
Terreno barato
Vende-se barato, ou permuta-se por urna casa
na freguezia da Boa-Vista ou da Graca, de va-
lor corresDondeiitejU
Imperto*, WWnte'lfcr
33B palmos de frente fSruWpara a estrada de
ferro de S. Fninrigco,.cujo limites atr^vessa;
proprip-paracdilieaao" r con oapacida4o''para
bonsyiveiros. SB^ii '*
No Caf Rbv. ra do Bara-* Victorie*n. 3B.
se indicara aos prelendents a-pessoa cora quem
se trata. _j_
..........dfiS^W* >........'[]
Vende-se duas vaccas de leite : a tratar aa
Tamarineira. sitio defroote do'Aaylo de Ane-
ados.
FOLHETII
U i
POR *** '
-
JDI.0 Mvia
=
TERCEIHAPARTE
HONRA POR HONRA
Rg0ofcrerar| vendar
mifiuir seu grande d
poder dar balanco.
Acabar :
Rendas de cores, comprimento de saia
a IdOOO c 1,5500. id
Sargelim de todas as co4sa'200 fe. 3
covado. I ^^
Baleias com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 ra. a dita. :
Bramante de linko, com 10 palmes, a
1*400 e 1*500.
Extracto lita-SangaJ a 2$0l
Fichas, de la e seda a 1*. e 1*500.
Cabellas oran Veo bordado a 6*06 e
7*000.
Merns>de edesa, 400 rs.
Zefiros, largos, a 160 e 200 r.
Cretones com ferraduras a 240 rs.
MadapolSo (o verdadeiro Boa-Vista) a
6*000, com 20 varas.
Toalhas para banho a 1* e 1*500.
Colchas de crochet, finas, a 5*000.
dem com flores a 8*000.
Toalha felpudas para rosto a 3*000 a
duzia.
Bramante trancado, 4 larguras, a 800 e
1*000.
MadapolSo com 1 metro de largura
7*000.
MadapolSo Globo a 7*000.
Dito camisero legitimo a 7*000
FustSo branco a 360 c 400 ra.
Setim branco e de todas as coree a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a 13*000.
Espartilhos couraca a 4* e 4*500.
Cortes de cambraia com carocinbos a
4*000.
Brins de linho de cores fixas a 600 rs.
Crinoline branca e preta a 400, rs. o
metro. i 9
Rico sortimento de leques pejttnaft de
8*000 e 10*000.
Guardanapos de linho a 2* e 2*500.
Panno de crocbet para caderas a 80i)
reis. I rr
Ditos gfand8 para sof a 2*5<"K>:
Cambraia Victoria e transparente a
3*000. I .;]
Merino preto, fino, a 800 e 1*000
Camisas franeezas, finas, a 33*000 a
duzia.
Nanzuc de cores finas a 240 rs. o co-
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 1*U00 e 1*500.
Cretone eom duas larguras a 400 rs.
Batistes finas a 140 rs.
La de quadros a 280 rs.
Cortinados bordados a 5*500.
Ditos de crochet a 10*000.
Camisas de flanella com collarinhos e
sem ellos.
Palitots de palha do seda, todas as co-
0 propriefcriodeste mui aferodildo estnbeloci- gbra a 500, 600. 800 eS*, mdto fino, de
mefto previne toda* as Bsmas. familias
e freguezes em,geral, que as aluJBs pe
chjchaique costuma fazjr, njte sSamijs
^mbidaslomi sua ex;rasa dS LI9TRAS '
AZUES; portanto, quem quizer comprar por
menos qye eta outra qualquer parte dirja-
se LOA D4P ETKLLAS, onde eneon-
trai um cmplelo l.variadissimo* sorti-
mebto-de fazeiidaqe%e^endem jwrpre-
gosTmieo Ine podeui fazer competencia
cfiW pa8samos a demonitrgr, a saber :
Atoalhadspara mesa, de 1*800 a 1*000.
Dito de cores a 1* e 1*300.
Branuinte de quatro largfas a 660 e
1759 rs. o metro e de linKb coin 10 pal-
t moa d largura a 1*600.
100,
rim de cores para ronpa de enancas a
280 e 320 re.
Colchas de crochet de 10* por 5*000.
Cortinados bordados a 5* e 6*000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 4* e 4*500.
Cortes de vestidos, em cartSo, a 7*000.
^filretones, core claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 2*800 ap9a.
Camisas inglezas para homen3 a 28*000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
Iuloid, um completo, por 2*500.
Capas de vidrilhos e tecidos arrendados
a 10*, 15* e 20*000.
Casacos Jersey a;2*500, 3*, 4* e 5*.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 1*200.
Esteiras brancas e de cores para forro
do sala a 1*100 a iarda.
EsguiSo de linho, pardo, a240e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 5*600.
Espartilhos couraya a 3* e 3*500.
Fichus a 500, 1* e 1*200.
FustSo branco- a40 rs. J
(jrinaklas cOm nissimosvos da Blini
fe-7*ttr'? J. I Ifl
0arni5rjes e crochet para sof, a 5*500.
GdVgorSo preto de seda a 1*800.
Ghiaranapde linho de 3*600 por 2>
* cttfcias
Leques de fantasa a 400
nalquer largura a 1*400, e de fustSo, de
700 a 1*800 a pe9af
EfiKivaes pra baptizados-
12*000.
Lindos,- enfeites para penteados a
'200, 300 e 500 rs. um.
Lindos eranpos para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 2*500 o covado.
Pulseiras americanas para 3*. 4)1, 5*,
09 e 8*000 o par.
Guarnieres americanas a 3*000.
Liadoa espartilhos 4*, 5* e 60000.
Porta dedes de vidro, objecto para pre-
sente a 1*000.
Broches de fantasa de 500 a 1*000.
dem americanos de 2* a 8*000.
Lenfos de seda de 500 rs. a 1*500.
Lublaque a 200 rs. o par.
GuarnijSes de crochet, sendo um parfl|
sof e 4 para cadeirae por 6&000.
Finas capellas de pellica, panno e
com finos veos.
Flores artificiaos a 1*000 o ramo.
Anneis americanos a 2*000.
Plisss de 400 a 1*000 o metro.
Luvas de seda arrendadas
a 2* 2*500 o par.
Bicos brancos de linho e de cores a
2*500 e 3*000 a,peca.
Contas de cor para enfeitar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso. >j
Missangas de todas as cores.
Liados leques brancos para oiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento una
8*000. |
Talheres para ciianc^i a 800 rs-
Luvas de pellica a 2*500 rs. o par. g
Linhas de cores para crochet a 2*000 e
Lcor de cjreme a 1*500.
Lindd leques de papel de 500 rs. a
1*000.
Espelhos oom fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 4*000 e cara dura
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-


e bordadoa
2#,
JSm: i
a -loo rs.
Lencos para menino^, aWO rs. a duzia. Ln(kf, flwJM iounaii ^ fecha, de
*oraa a xx*p 8e(J preta e de core8? gem e ^ ^pj.
res.
Luvas de seda
Fazoqdas dejphantasia
nanKemiras eain listra
c abertas. ,v
Gaohomai.' ^etm lietras 'e qnadro^ a
500 rs.
Cortes de casimira a 4*000.
Etamine preto.
Cortes de cambraia aberta a 5*000 a
peca. .,',
**r*M>* ""
(Cnntiaaac
*!
Luciana deve ir multas veaes ao ee-
terio orar sobre o tmulo dos seus don
frmarrs. Espr!-a-hei' !* e Mlar-lhe-bei
.'ii.
Ter^^'cMle-V
vel-o lojfo
So c
o se-
lior faz-aie^naawr esperanca, no cora-
NSo, iiSo,,^inna boa senhora, cont
eommi'go. Mas jiao virei senSo noite.
^o lx>ui ou suspeiti-m dasnossas cela-
jS. S,-j: 'i-reta.. Kemuma palavra
a qnem quoi- que seja !
Eft nSo respndeu; o seu olhar
e firme responda por ella.
Courlaij'.le -ahio c volteu para o seu so-
Can: i u nove. Fazi um fro do ra-
ehar.
O agente tritava.
Irra.' murmurou elle esfregando as
milos, senta mais calor no Senegal...
Euofim, os que cacam o urso branco na Si-
beria no estfio mais a sea gosto...
HRi assim que elle se consolava : por
H Iquer recordacio de caca.
^^Hou-se na sua cama de palha, cello
Bou era cima de si quatro ou cinco%ober-
tores, i;, apezar do fri impiedoso, acabou
por adormecer.
. Aeordou cado.
- H'.je, dase elle comsigo, preciso fal-
lar coin Luciana... Interessa-me a rapa-
riga... E' 3o meu genero... Qnando
usa mulher d-lbe.jMU-a tar imaginacSo,
nc
*

Um poaco alm do cemitexio) a,stda
descepara o valle, no alto do qual o Mon-
te Valeriano fazia onvir quasi todos ios
das as suas batera.
Podia-se d'alli espreitar a sahida de Lu-
ciana, se ella, deixasae a fabrica para di-
rigir-se a Garche*.
Mas neose da os caahSes pruss^aot e
os canhSe francezos faaiain um lgubre
eoncerto,' irarrendo a pra^a. j % ;-|
O projecto de Covirlande era, portanto,
irrealisavel? NSo se po^ia.j ta^ubem, nao
cemiterio. Alm dissox os allemaes, que,,
dssde algwis dias, eaperavain. m^ataque
daquelle lado, redobjayam de severidade.
NSo consaatriam que se apprewmftSem
franceses.
O agente nSo tere neoessidad.id-*fliir
do seu sotao para saber do que s pas
sava. '-'_ ..?;!
E' evidente qut nio posso mexer-me
boje daqui, tauto mais quantcv^cpna
tambem nao se mexer'por seu turno.
Resolveu, par^ n2 i perder, o aeii t^njpo,
ir at Brnadettes, esperando que l ao
menos encontrara Cladinarnf|OBt.| j
. E efloctivamente a moca estava na ber-
d*da^n -^c *t;a*fti>mt mtfnH
. D. Claudiua, 'liase Courlando, urna
palavra... :
A irmS de Luciana fi/m^vtX.t/K ^ftm-
chegado.
Xf*fcCttnflrHf!a*t ...Ijy, .H .
Q contrario 6 que havia Ue admi-
ir-iue, nimba senhora, disse alegremente
OuGqfearq. F^krejfio conhecimento. .-
' A bella e vigorosa mofa l,ancoa4he uin
franco olhan que sijjqificM-a o mais claro
pouco cas':
Mas eu nSo j lepejo fazer conheci-
mento com o senhor !
Conrlandc era esperto. Cmiprehendeu,
e sorrindo : .
Ora! Quem sabe l ?. .. Olhe que
nao sehade arrepender m-mm
nieno
Oquedesejo! E' muito justo. Te-
nho o mais vivo desojo, minha senholla,-
de eirtrar era fel53e% com senhora sua
irmS.
E porque? com que fim'? com interaese ?
oifjme ? Porque nasci cacaddr, nun-
ca p"nde satisfazer a minha paixlo e quero
morar no campo. Com que fim"? Para a
felicidade olla e minha. Com que inte-
resse?.. Ko de urna pessoa que muito
infeliz neste momento, visto que geme so-
bre a palha hmida das prsoes, as quaes,
entre parentbesis, nBe tm mais palha,
msalo hmida, que subatituio-ae por urna
excelleate cama, n'um quartinho bem aga-
illuminado...
NSo o comprehondo, diss Olaudina
de^corjasa QV VmUvU vVU
Ora essa A senhora tem entSo urna
duzia de amigos que gemem sobre a palha
hmida ?...
Explique-se, senhor !.. .
Com a bjj&fc que a senhora tem in
ouvido e no emtanto orelhas bem boni-
tas, miaba bella) sonhora. Quero/fallar de
Doriat.
Ella estremeceu.
E porque quer couS-ersar com minlia
irmS sobre esse pobre homem ?
Ha de sabel-o mais tarde.
Assim, deseja que eu falle de si coa*
Luciana ?
E verdade-
E accrescentou em voz multo baixa,
com um gesto mysteribso!: *-
Desconfi de Montmaveirr, bem en-
tendido!...
Cladina fieou.pallida.
Aquelle .homem conheceria o sea se-
gredo?' ;
NSo reccie cousa alguma de raim. .
Soj
Cortes bordados' brancos c de cores.
.Seda palha croa com flore3 a 800 rs.
N. B.As' fazendas compradas na nos-
sa casa nSo sendo do gosto do freguez, se
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
.....-------4.........&.-9-----------
1*500, 2-> e2*50<'.
Las c cachemiras -Ae quadi-os a> 160 ra.
Mari a pollo polle de ovo, muito fino, a
G->000 e americano. n metro,de lar-
guro,^e prefo do lMpt-7
Difo de ai^or 5*000.:
Merino preto com duas larguras a 560
e700rs. ./ ful
Dito de todas as, core* a 500 r^.
Ditos de quSdroa'ilindissmias cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 1*600, 1*800,
2*500 e 3*000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800 re.
Dito de quadros, ultima novidade, a 1*.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 2*500
e 3*000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 1*200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as. eeres a 80 rs.
Assim como muitas fazendas que seria
enfadonlio mencionar, e que vendemos por
mena*; -&tf-m-q em < qoaiqw otrtra
parV-sfliA lilGfi
lli
os.
Cimento
Vendem Fonseca Irmos. no largo da Alfan-
dega.
scrihoras esco-
ntkWf 1
ntSo. .. muito simples, so,ca9a-
Ando atraz de urna lebre, ^rcreio
u dar com essa lebre na fabrica..
fez uiq gesto desdenhoso.
nao se tratasse senao de reon-
mucmrou ella,
fim. D. Cladina, tem confiaoc.a
f-m npim"? E pensa que sua jrm5' tjinbem
terST
Apezar de tudo, ella ainda hesitava.
- O qne rdfe'prova que o sehl^ um
amigo? > 'WiW*
Ah a senhora .corao S. Thomaz.
fc' pr-scise ver e apalpar para acreditar.
Pois bm, nao me recuso a isso. V/eja e
apalpe. %
Tirn d oarteira um papel cuidadosa-
mente dobrado e estendeu-o a Cladina.
Esta desdobrou-o e leu-o.
Era a carta escripta por Moraioes na
folha da sua corteira.
Ella restituio-a ao agente.
E agora ? aterrogou-a oom un bom
sorriso.
Agora estou prompta a leval-o pre-
senta de minha irmS.
Onde est ella?... Nio nos
rio psjMwrpelo caminho da fabrica..
Montinayeur... Acaba de levantar-sc de
urna grave molestia, que a poz em perige
de vida. Logo denoi ,da convalescenca,
vcio aqsi jara a her&de.. Tendoa,Sra.
de MonimayiSur sido aaaasBinada, ella no
poda ficar na fabrica. f *
Ella est em Garches ?
-r Est aqui ainda um pouco inpommo-
dda.' ,n >'
E,p06sa fillar com ella j ?
?HiOrslJitid betrii. .'Mas -qnierap!-
guntar-lhe antes ..
O que ha de verdadeiro no amor de
D. Luciana por JoSo de Montmayeur ?
Eu nlfmiito. ^a^ielU.to -por
Interrogue Euciana, ennor; ella ihe
nMIJIIMimiHM
odazio Gourlande a um qtrtO -reti|a-
ik hejsdkic, onde LnoiltnB estarM|t di&, muito paluda, n'uma poltrona, jiuato
a m grande.fu^p. Com,qjjan|o m8 fo ^
a 909a nao "se achara completaltieTite
tafeldfrhf.
joMa^e4oompru _-at
%- Ap^sjeQte-iiie, dase elle a CifuJi
Esta-decliaou o nome do nyent*
qualidade. k.
s olhos de Luciana brilharam, e
ncoston:se da poltrona.
O que. deieja, .aenhow'? Qe xai
aqui ?
O iue.. desojo ? Ajudal-a, siaip
te. Masantes de rudo preciso
a a mais. inteira.confianga em nv
irmit guardhva anda certas ri
hapouco-w minha
nber:.;. >
Eu, ssfthor,
crter V Sr.
TmSo8nhos enfeitados de bico erenda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 de Maiq, Imperial Regente, a Nabu-
eo e a JoSo Alfredo, g
Lindas fitas para facha a 2*, 2*500 e
3*500 oanetro.
Cartefras de chagrn para algibeira.
Finas, gravatas plastrSes e regatas a 1*,
1*200, 1*500 e 2*000.
Lindos porta-ps de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tar consolos e 8anctuarics.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourados
para enfeitar o penteiado e tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.D-se amostras de bicos e bor-
dados,
.............
umajbarte da m-opriedado
con^rc"dc Nazqeffi vS
podeni dirigirse ra
nd adiar com quem t
ende-W
Caraba
cliariiu
i!;
Royal Blend marca
Este excellente Whisky Eseocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zen^ de molhados.
Pede'noy al Blend marca Vlfdo,
enjo nome e emblema sao registrados1!
todo Brasil. v
BROWNS & C, agente*
Torta, fia
tendentes
pria n. 38,
pe
alegra.
de#grft?G.. e
Tr;
nem rnnit s
tal voz
demasiada s
E a
presenca.
digo commige- que
fcde Mont-
Ella "nao est mais em casa' los'Estamos proscriptas.
nhor mandado aqui pelo
mayeur...
Oh! oh! que supposicSo !
' Espere. Digo tambem commigo qno
o senhor ctmhece todo o segredo do as-
sassinato Bourreille. Ora, s dous ho-
mens lhe poder am revelar esse segredo...
Montmayeur ou o Sr. de Moraines.. NSo
fallo nem do Sr. Landais, nem do Sr. mi-
nistro, nem do Sr. de la Vonde.. .^Incar-
no esses tres magistrados n'um s... Ora.
com aiie fim Montmayeur se entregara
ao senhor ?...
Semolhante revelacSo -far lhe-hia cor-
rer muitos perigos... E' portanto, o Sr.
de Moraines quem o envia.
E estendeu-lhe ambas as mos :
Seja bem vindo, Sr. Oourlande.
Ah! a senhora ao menos colloca-nos
vontad; nSo com* sua irmS.
Minha irmi tinha razSo. Pois nao
slo inimigos todos os que nos cercam ?
mem tem nm
queza
coracSo ; ser a-soa fra-
qne
Nao
temos qne as-
NS d^scspc^ui.
a aleara.
O qu quer dizer
NSo d importancia
minhas patras. NSo tenhonnhuma boa
noticia a opminunicar-lhes. Trago-lhes.o
auxilio da minha intelligencia, e, no caso
de nocessidade, do meu biac... Tenho
mais confiaba na primeira do que no se-
gundo. Agora que- est desfeito o gelo
entre nos, expliquemo-nos.
O agente foi buscar urna cadeira, collo-
cou-a diante do tegSo, perto da poltrona
de Luciana, descansou os pea ao calor do
fogo e esfregou as raaos.
Irra, que um pouco de fogo assim
faz bem... E' um gozo de que entend
privar-me no meu sotSo...
E quando sentio-se aquecido :
Minha senhora, quer permittir-me
que a interrogue ? para,p o .meio mais
simples e mais expedito de./ilueidaf o ne
gcio. E seja franca !
Interrogue, senhor, nSo Jhe,occult%-J
rei cousa alguma. y
Absolutamente nada? >;xk|
Juro-lhe... : A
1 Ama JoSo de Montmayeur ?
O rosto de Luciana cobrio-se de ver-
melho ardente.
Soltou um riso nervoso, ruidoso, con-
vulsivo.
E Courlande vivamente :
NSo me responde ; intil. Assim,
odeia-o ? s. ti fv "
Sm, odeio-o... 'com todas aa mi-
nhas forjas... odeio-o, e elle. causa-me
horror... Como pode acudir ao ponsamen-
to de um homem, que conhece a verdade,
a idea de que eu amo um assassino ?...
NSo o acreditava... Nunca o acre-
ditei..
Obrigada... Sim, "odeio-o, porque
aquelle homem incarna em si a audacia, o
desprezo de tudo, a intelligencia do mal...
urna intelligeacia muitd *&sta e de urna
essencia superior"... Odeo-o porque elle
sent praaer no crime que commettou, sem
arrependimentos, aenio tem remoraos...
Odeio-o, mas elle e3pan*ajae. .. Esperoi
poder lutar contra elle... Estou venci-
da... A repugnancia superior minha
vontade... Seria preciso, para levar mais
longe o meu dever, ser urna sarta on urna
martyr NSo passo de urna mulher!....
Courlande acompanhava o seu pensa-
mento: --*JS
A senhora odeia-o, comprehendo ;
mas elle amara?.
Algentemente.
Ser e?sa a no?sa for<;n. Esse ho-
a^.
com o
m-
im, julgue isso, como o senlior. ,
mas'elle calcar o seu coracao, desgeda-
gal-^-ha, se puder, para faaer trnmpfar o
sen crime... *
Havemos de ver 830, havemos de
ver. O amor inspira muitos prodigios em
algumas pessoas... mas faz praticar mui-
tas asneiras a outros... Qual era o seu
fim, ao entrar em casa dos Montmayeur,
e fazendo-o acreditar eme elle amando-a,
a senhora senta generosamente paga da
sna humlhacSo 1
Forcal-o confissSo..'.
Por que meios ?... "'^
Nem mesmo sei. Conta
acaso...
. E por que deixou-o ?
Por asco, repito-lhe... '
E esse asco trahio-sc por algu
prudencia ?
NSo.
Sob que pretexto deixou a casa ?
A Sra. de Montmayeur .tinha mor-
rido. /.
Bom. Assim, poi nao rompen com
elle?
Elle p desconfa de si?
- Estou certa que nSo.
Elle vem vistal-a aqu, nS ver-
dade?
_ Veio urna vez.
_ E voltar?
Frequetemente.
Supponho que elle nio desconfa tam-
bem que a senhora sabe que elle o aa-
sassino de Bourreille ?
Vi algumas vezes germinafem-lhe
suspeitas no espirito. Creio ter consegui-
do dissipal-as. \
Pdc dizer-mc em que Wrcumstan-
cias ?
Luciana contu que tinha sorprendido
Montmayeur sonhando em voz alta, e que
elle, acordando de repente, havia manifes-
,tfd<%' a mais viva emo$3o. Desde esse
dia, elle estava de sobre-aviso e espreita-
va-.
Contou tambem o episodio do ataque
dos franco-atiradores contra a fbrica e co-
mo havia entregue Gautbjer, que julgava
ter fgido.
Eu tinha que esoolher entre elle e
Gauthier. Um do dou devia morrer.
Escolhi Gauthier. Montmayeur nSo podia
mais duvidar do meu amor.
Ao ouvir essa trgica narracSo, Cour-
lande nle podia reter> ns estremecimtt-
Oftava para Luciana com admiracSo.
(Wnuar-se-id
\


r^*'--
'

1
1
Tj 4o fKw ra Durf^4e Caxias n. tt.


Full Text
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