Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17391


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Full Text

ANNO LXY NUMERO 6
PAltTt A CAPITAL E LrtiARI OXDE XA SE PACA PORTE
Por tres mczes adiantados............... 6#00
Por seis ditos idera................. 12#000
Por um anno idoin................ 23j>000
Cada numero avulso, do mesmo d!a......... $100
U*
QAP.
9 DE JANEIRO DE 1889
PARA REATRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
r nove ditos dem................
r um anno ideni ...........
avulso, de dias anteriores /....... 0*00
DIARIO DE PERNAMBCO
Tropriedadc de SVUrnccl ffigueirca de Vfaria S'itycs
TELEGRAMAS

;::-::;: da aseeu savas
PAKIS, 7 de Janeiro.
Honri Kociefort itaca prefentemente no
seu jornal f.'Ju'raasigeant a candidatura do
general Boulanger.
ROMA, 7 de Janeiro.
Hoje teve logar o encerramiento do par-
lamento italiano.
N.to houve mensagem real.
PARS, 7 de Janeiro, noite.
O Comit Republicano nacional cujo che-
fe o general Boulanger faz neste mo-
mento urna grande propaganda para a can-
didatura do general.
l'ARIS, 8 de Janeiro.
A sade de Sua Santidade o Papa Leao
XIIi inspira algumas inquietacocs.
PARS, 8 de Janeiro.
Mr. Jacques presidente do conselho ge-
ral (Assembla Provincial) do departamen-
to dj Sena e candidato da inaioria repu-
blicana para a eleicao de 27 do correntc,
publicou o seu manifest eleitoral no qual
disse em resumo que os eleitores bao de vo-
tar contra a servidao, porque urna volta ao
poder pessoal seria deshonra naci.
PARS, 8 de Janeiro.
.Os jornaes socialistas e os de opiniao
moderada repeliera a candidatura de Mr.
Jacques, presidente do conselho geral do
Sena.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
8 de Janeiro de 1889.
PARTE OFFICIAL
(overno da Provincia
EXFEDUENTS DO DA 13 DE DEZEMBRO DE 1P88
Actos: ,
0 presidente da provincia attendendo ao que
requereu Jos da Malta Cardim, escrevente das
oficinas de coiii'rucces navacs do Arsenal de
Marinha. e tendo em vista o atlestado medico
exhibido pelo supplicante, resolve de aceordo
cora- a informago do inspector do dito arsenal
de 11 do corrente, sob n. 132, conceder ao peti-
cionario trez mezes de licenga, com ordenado na
forma da lei, atim de tratar de sua saude.
O presidente da provincia tendo em vista
o jfcio do inspector do Arsenal de Marinba e a
info-maco do da Thesouraria de Fazenda de 4 e
12 do correntc. 130 e 613, resolve, de aceordo
com o disposlo no decreto n. 2884 de 1 de Feve-
reiro de 1862, abrir um crdito da importancia
.098i a verba do 15 Hospifaes do
Ministerio da Marinha, exercicio vigente, afim de
reunido ao Saldo de 13340W existente na
referida verba, sejapaga a folha, na importancia
dt .>" -'"' do pessoal da Enfermara de Marraba
relativa ao mez de Novembro prximo findo.
Remetteu-se copia ao inspector da Thesouraria
de Fazenda e coramunicou-se ao inspector do Ar-
senal de Marinl
__O presidente da provincia attendendo ao
que requereu o bacharel Mi noel Joaquim Ma-
chado, promotor publico da comarca de Ingazei-
ra, resolve conceder-lhe um mea de licenga com
os vencimentos que por lei Ihe competirem, para
tratar de sua saude, deveudo o peticionario en-
trar no goso da referida licenga no prazo de 23
dias-
Ofcios;
Ao brigadeataRmniandante das armas.
C i o telegrmma,^Br copia junto, que me loi
livismitlido hontem pelo Exm.- Sr Ministro da
Guerra, lica respondido o officio de V. Exc. de b
do corrente mez, sob n. 3624, e manlida a no-
mtago alteres do f batalhlo de in fantana Manoei
ropbonte de Lima para o cargo de subdelega-
do do districto de Capoeiras do{termo de Bonito.
Ao Dr. jnizdoseitos da fazenda Remetto
aV S para os devidos lins. copia do aviso ex-
pelido em 19 de Novembro ultimo pelo Ministe-
rio da Justica sobre o conflicto de jurisdiccao sus-
citado por sta nftsidencia, suspendendo a exe-
cucao do mandado de na nutenco expedido por
ess'e juizo nos negociante^Moohard- Huber 4 U,
para impedir que fossem Ypprehendidas merca-
dorias retiradas daaHandega sem o pagamento
do imposto do giro mercantil decretado na le
provincial n. 1800 de 11 de Agosto de 1883.
MuMis mutaiulis ao inspector da Thesouraria
de Fazenda. ,
Ao Dr. juiz de direilo da comarca do Bc-
a Preste Vmc. informaco acerca do re-
querimento. por copia junto, de Francisco Xavier
Galvao, Antonio Joaquim Bezerra da Silva. I orli-
ii.i Monteiro da Silva, Francisco Rodrigues da
Costa e Francisco Monteiro da i osta, que repre-
sentara contra o delegado do terme de Gravata
i faato de ter aquella autoridade negado-Ihe
o fornecimento da respectiva diariaIgual ao
itor publico da comarca.
Ao fiscal da Companhia Recife Dtainage
A vista d informaco de Vm< datada de hontem
defer os requerimentos de Fernando.* C. des-
peusamlo a collocaco de um apparaho uo pavi-
iio terreo do predio n. 7:t a ra /> i Iiaver no mesmo tres apparelhos ; de
\j iiu. i Fernn da Silva Leal despensando a
.o de novos apparelhos no predio n. 69
prvido dos neeeaMrioa
Manoei Antonio de Carvalho dispensando a
no predio n 47 ra Mrquez de Olinda por
comportar um s apparclho j existente.
Outro sim, indefen o requerimento do prove-
dor da Santa Casa de Misericordia ordenando
que sejam collocadps os apparelhos no predio
ii 33 do patrimonio de orpliaos, ra Mrquez
de Olinda, visto como o facto do inquilino oceu-
par dous predios diversos inclusive o de n 16,
a ra do Bispo Sardinha, nao impede que
u aquelle sejam collocados os indispensaveis ;
e bem assim o de Bento Domingos Dias pediudo
a sunpresso de um dos dous apparelhos nos
predios ns- 116 e 118, a ra Nisconde de Albu-
que por se acharem em idnticas circumstan-
cias.
Quanto ao requerimento de Antonio Rodrigues
de Souza, allegando achar-se em construccao o
predic n. 78 a ra Duque de Cuxias, resolv que,
logo que sen acabada dita construccao devero
ser collocados os apparelhos necessarios.
Mutatis mutandis ao inspector do Thesouro
Provincial.
Portara:
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de NavegagSo mande dar passagem de r at
Macei, na segunda viagem deste mez aos por-
tos do Sul, a Antonio Ribeiro, por conta das gra-
nulas a que o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO DB. SEC1ET.UU0
de novos apparelh
de l>
"
redios ns
rem igual-
de Men-
ivos appa-
de Caxias
itado por
iiturados San-
vas apparelhos
~,tar
10-

Ofcios :
Ao brigadeiro commandante das armas. -
Exm r. desembargador presidente da pro-
\ iucia manda declarar a V. Exc. para os fins
convenientes, que por despacho de hoje deferio
o requerimento sopre que versa a informaco
desse coa.mando u. 3,656 de 11 do corrente, e
em que o capilao do 14 baialho de infautaria
Jos Joaquim Alves pedia tres mezes de licenga
para tratar de sua saude visto achar-sc doente,
conforme provou com o termo de inspeccao de
saude a que foi submettido.
Ao commandante superior da guarda na-
cional da comarca do Cabo. O Exm. Sr. des-
embargador presidente da provincia tendo por
despacho de hoje concedido a Joo Silvino Ca-
valcante de Albuqucrqus e loao Manoei de Sou-
za, nomeados por portara de 13 de Setembro
ultimo, o prmeiro para o posto de alteres da 1*
companhia do 4" corpo de cavallaria e o seguu-
do para o de tenente da 8 companhia do 28"
btalhao de infantaria, da guarda nacional sob
seu coramando superior, tres mezes de proroga-
yo do prazo para solicitarem as respectivas
patentes ; assim o manda declarar a V. S. para
seu congecimento e cevidos fins.
Ao inspector do Thesouro Provincial O
Exih. Sr. desembargado!- presidente da provin-
cia manda communicar a \. S.,paraos fins con-
venientes, que, no recurso de Abe Stein & '.,
sobre que versa a informaco desse Thesouro
de 31 de Outubro ultimo, n. 520, proferio hoje o
seguinte despacho:
Neg proriraento ao presente recurso em
vista das informoces .
Ao commandante do corpo de polica.
Sua Exc. o Sr. desembargador presidente da
provincia manda recommendar a V. S. que pro-
videncie no sentido da reclamaco feta co
juiz de direito da comarca de Itamb, no officio
junto por copia, si houver tempo, no easo aflir-
mativo respndi ropfo.
Ao director do presidio de Fernawjp, de
Xoronha De ordem do Exm. Sr. desembarga-
dor presidente da provincia transmiti a V. S.
Kara os devidos effeitos, copia do requerimento,
oje despachado, em que Jos Joaquim Alves 4
C, pede rtbrisacao para.tra*iportar um ca vallo
dessa ilha para esta capital.
EXPEDIENTE DO DA 14 DE DEZEMBRO DE 1888
Actos:
O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em offi-
cio n. 1301 de hontem datado resolve exonerar
Paschoal Lopes Vieira de Almeida do cargo de
subdelegado do 1." districto do termo de Gara-
nhuns por nao ter prestado juramento no prazo
legal; o nomear para subsiituil-o o cidado An-
tonio Paes da Silva Souto.
O presidente da provincia tendo era vista
os ofcios ns. 281, 293 c 299 de 17 de Novembro
findo. 1 e 10 do corrente mez do inspector geral
da Instrucco publica, e n. 104 da Cmara Muni-
cipal do Recife, resolve, de aceordo com o art. 43
do regulamento de 18 de Janeiro ultimo, crear
una cadeira de ensino primario mixto no po-
voado Areias desta cidade. visto ser de utilidade
a existencia de urna escola n'aquella locahdade,
conforme conla das citadas informacoes; o que
nao importa augmento algum de despezapor ter
sido suppriniida em data de Setembro ultimo a
de Campo Grande, na parochia de Nossa Scnhora
da Graca da Capunga. Remetteu-se copia ao
inspector geral da Instrucco Publica, a Cmara
Municipal c ao inspector do Thesouro Provincial.
Oflicios:
Ao Dr. chefe de polica. Com este fago
apresentar a V. S. o menor Joaquim Fernandos
Peixoto de que trata o sea officio a que respondo
n. 1304 de hoje datado.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Com a informaco junta por copia, de hontem
datada, sob n. 263 do engenheiro das obras mi-
litares remetto a V. S. para os devidos lins as
inclusas notas do gaz coiisummido durante o mez
de novembro findo com a illuminaco dos quar-
teis das companhias de aprendizes artfices e
operarios militares do Arsenal de Guerra.Com-
municou-se ao director do Arsenal de Guerra.
Ao mesmo. Auloriso V. S., de aceordo com
a sua informaco n. 616, de hontem datada, a
mandar pagar a inclusa conta em duplcala na
importancia de 34960, proveniente da despeza
feita com o enterramenlcdo soldado do 2. ba-
talho de infantaria, Jos Joaquim de Sant'Atina
2., fallecido a 23 de Novembro findo na enfer-
mara militar Coramunicouse ao brigadeiro
commandante das armas.
Ao mesmo. De aceordo com a informaco
de V. S. de 13 do corrente, n. 615, autoriso-o a
mandar pagar a inclusa conta em duplcala na
importancia de 3*960. concemente a despeza
feita com o enterramehto do soldado Jos Anto-
nio Victorino dos Santos, fallecido a 7 de Outu-
bro prximo pagsado na enfermara militar. .
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Ao Dr. juiz de orphos da capital. Com
este faco apresentar a V. S., afim de terem o
conveniente destino. 3 menores, de nomes Joo,
Guilhermino e Luiza futios do sentenciados re-
colhidoB Casa de Detenco, e que se achara
em completo abandono.
Ao director do Arsenal de Guerra. De con-
formidade com o que solicita o brigadeiro com-
mandante das armas em officio n. 3536 de 24 de
nibro lindo autonso V. S. a mandar satis-
fazer. vista da sua nformagao de 27 do mesmo
mez, sob n. 207, o incluso pedido de 3 bacias
para uso dos doente- da enfermara militar, urna
vez que existe crdito para a respectiva despeza,
segundo declara a Thesouraria de Fazenda em
officio D. 617 de hontem datadoFizeram-se as
necessarias communicacr
Ao inspector do Thesouro ProvincialA
vista da informaco n. 584, prestada por Vmc.
em 12 do corrente, mande entregar respectiva
conrmissao independente de nanga, mas sujeita
preslacao de contar, a quantia de 3 600* para
occorrer as despezaa com o atierro do terreno
destinado ao Passeio Publico 13 de Maio.
Ao commandante da Escola de Aprendiee|
Marinheiros. Declaro a Vmc, pao os
veniem -gund
nisterio da Marinha
2,231, forara expedidas as orden? no sentido de
ser desligado da escola sob seu coramando o
menor Joo Baptista Barbosa, sendo, porm, in-
deranisadas as despezas com elle feitas pelo
Estado, na importancia de 5935920. Communi-
cou-se ao inspector da Tl:?souraria de Fazenda.
Ao director da Colonia Orphanologica Iza-
bel. --Com este fago apresentar a V. Bvma. os
menores Joo e Jos, lilhos dos sentenciado-
Lourengo Teixeira Palha e Vicente Ferreira de
Mendonga, recolhidos Casa de Detengo, afim
de serem admittidos nessa colonia, visto o esta-
do de abandono em que se acham, como se v
do officio junto, por copia, do Dr. chefe de po-
lica.Expediram-se as necessarias ordens para
o transporte dos referidos menores e da praga
de polica que os acompanha, por conta da pro-
vincia.
Portaras:
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navcgaco faga transportar umanh para
o presidio de Fernando de Xoronha, por conta
do Ministerio dos Negocios da Justica, os sen-
tenciados Manoei Rodopiano Barbosa de Santa
Barbara e Thom Francisco dos Anjos, que para
alli regressara requisicao do juiz de direito
do 2o districto criminal. Ofliciou-se ao briga-
deiro commandante das armas sobre a escolta e
ao director do presidio para receber os referidos
sentenciados.
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navegago mande transportar gratuita-
mente com passagem de r, at Natal, no pr-
meiro vapor, que seguir para o norte a Virgilio
Bandeira de amello.
O Sr. gerente da Companhia rernaubucana
faga transportar para o presidio de Fernando de
Noronha por conta de Albino Fernandes & C,
e com destino ao gerenle da empreza de explo-
rago de phosphato de cal os gneros de que
trata a relago aqui junta assignada pelo secre-
tario do governo desta provincia.
EXPEDIENTE DO DR. SECBETABIO
Ofcios :
Ao Io secretario da Assembla Legislativa
Provincial.De ordem do Exm. Sr. desembar-
gador presidente da provincia devolvo a V. S.
um exemplar de cada um dos originaes das rc-
solucOes nessa Assembla, enviadas com officio
n. 90, de 5 do corrente mez, as quaes forara
saneciouadas, sob ns. 1948, 1951 e 1952. e bem
assim igual numero das que deixaram de sel-o
pelos motivos expostos ; cabendo-me declarar-
me que as resoluges sobre posturas das c-
maras municipae3 do Recife e Timbaba foram
publicadas sob ns. 1949 e 1950.
Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. desem-
bargador presidente da provincia devolvo a V
S. a peticao de Augusto Cesar da Cunha com a
informaco n. 115, de 12 do corrente mez, junta
em original, prestada a respeito pela Cmara
Municipal do Recife.
Assim respondo o seu officio, n. 38, de 28 de
Novembro lindo.
Ao mesmo.J>e ordem do Exm. Sr. des-
embargador presidente da provincia devolvo a
V. S. a peticio de Gabriel Ferreira da Cruz com
a informaco n.~!16 de 12 do corrente, junta
em original, prestada a respeito pela Cmara
Municipal do Recife.
itortm reBiwnfo'^wrofflefc n.ffr. Je
Novembro findo
Aa.comniandante do corpo de polica.De
ordem do Exm. Sr. desembargador presidente
da provincia conimuuico' a V. S., pwfc os flift
convenientes, que por proposta do Dr. chefe de
polica foi noraeado o alferes do corpo de seu
coramando Tiburtino Jos de Oliveira, para o
lugar de 1" supplente do delegado do termo de
Bezerros.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro
do Recife a Caxanga.-O Exm. Sr. desembar-
gador presidente da provincia manda declarar
a V. S. que no requerimento do gerente d'essa
estrada de ferro a que se refere a sua informa-
gAo de 27 de Novembro ultimo, sob n. 291, foi
n'esta data proferido o seguinte despacho:
Concedo a perraisso pedida para estabe-
lecimento de um ramal provisorio partindo dos
Quatro Cantos e terminando no portao do Derby
Club, tornando-se esse ramal permanente pela
nova ra alli projectada quando esta fr fran-
neada ao transito publico. Communicou-se
Tmara Municipal.
DESPACHOS DA PBE8IDENClTT)0 DA 7 D i
JANEIRO DE 1889
Claudiana Francelina de Mello.Neg
provimento ao presente recurso, era face
das razoes expostas pelo inspector do The-
souro Provincial em officio de 14 de De-
zembro ultimo, n. 588.
Capitao Dainiao da Costa Leitao.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Francisca Pinto de Magalhaes.dem.
FieldenJBrothers. Informe o Sr. ins-
pector do^hesouroProvincial.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.
Indeferido em vista das informa53es.
Francisco da Silva Miranda.D-se.
Gaspar Antonio dos Reis.Sim.
Joaquim Antonio de MelloEncami-
nhe-sc.
Olympia Francisca de Paula.Informe
o Sr. inspector geral da Instrucjao. Pu-
blica.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 8 de Janeiro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
RepartlcSo da Polica
2.a secsKo.N. 32Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 8 de Janeiro de
1889. lilm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que foram hontem recolhidos
Casa de Detenco os seguintes individuos :
A' minha ordem, Manoei Flor do Nas-
cimento, ou JoSo Florencio da Silva, co-
nhecido por Cabelludo, vindo de Barra de
Jangada como criminoso de morte no ter-
mo de Garanhuns c Manoei de. tal, por
disturbios.
A" ordem do Dr. delegado do 1' dis-
tricto da capital, Florismundo da Rocha,
Symplicio Jos Teixeira Villas-Boas, Jos
Severino dos Santos, Mara Joaquina da
Silva, JoSo Francisco Jos de Sant'Anna,
Julia Vi aria da ConceisHo, Lourenco Jos
de Freitas, Jos Gomes do Nascimento,
Jos Francisco de Lima, Thereza Mara
da Trindade, por embriaguez e disturbios,
e Antonio Torres Gallindo, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Jeronyma Leopoldo de Souza e
Vidal Pereira de Araujo, como vagabun-
io da freguezia
Eugenia da
dro Celestino, Manoei Domingues Goncal
ves da Silva, Elisio Francisco da Costa,
Manoei Antonio das Chagas, Herculano
Pereira de Lima, por embriaguez e dis-
turbios .
A' ordem do do 1J districto da fregue-
zia de S. Jos, JoSo Antonio Francisco
do Nascimento, por disturbios, minha
disposigao, e Mara Lucia de Britto, por
disturbios, disposicSo do Dr. delegado
do Io districto da capital.
A ordem do do Io distincto da fregue-
zia iia Boa-Vista, Brasiliano Ferreira de
Albuquerque, por disturbios.
A ordem do da Torre, Luz Anacleto
Damasceao, como desordeiro.
O delegado do termo de Tacarat com-
munica que no dia 25 do mez prxi-
mo ruido, foi capturado o individuo de
nomo Henrique Manoei do5 Santos, pro-
nunciado as penas do art. 12 do Cdi-
go Criminal em Agua Branca da comar-
ca de Paulo Alfonso da provincia das Ala
goas.
Dcus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio Marques de Araujo
Ges Jnior, muito digno presidente da
provincia.O chefe de polica interino,
Francisco Domingues Ribeiro Vianna.
-------------+--------------
Thesouro Provinelal
DESPACHOS DO DIA 5 DE JAKEIBO DE 1889.
Irmandade de Nossa Senhora do Rosa1
rio erecta na matriz de corpo Santo.Sa-
tisfaca o disposto no art. 282 do Reg. de
2 de Julho de 1879, e volte, querendo.
Antonio Jos Ferreira Monteiro.Infor-
me o Sr. Dr. administrador da Recebedo-
ria Provincial.
Infcpector geral da instruegao publica, o
mesmo, ponto dos empregados da Biblio-
theca Provineial.Ao Sr. Dr. pagador
para os devidos fins.
Martinho Jos Torres Rolini, bacharel
Joaquim Jos Ferreira da Rocha. Haja
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Collectoria provincial do municipio do
Cabo, Thesouraria do Thesouro Provincial
do Pernambuco, Secretaria de Polica de
Pernambuco, Fielden Brothers, Antonio
Lopes de Azevedo, Companhia do Beberi-
be, director da Bibliotheca Provincial de
Pernambuco.Informe o Sr. Dr. contftdw
para os devidos fins.
Clementiso Bezerra e Manoei
los Santos. Yoita.-ao Sr.' Dr.
contador.
Secretaria da Cmara Municipal da ci-
dade do Recife, Fielden BjjotHers, Marti-
nho Jos de Jess, Anna Victoruaa de
Mello e Silva, Jos Camello do Reg Bar-
ros.Informe o Sr. Dr. contador.
Umbelina Ribeiro dos Reis, Anna Joa-
quina Ramos.Indeferido em vista das
infbrmaco'es.
Jos Antonio Ferreira.Informe o Sr.
Dr. administrador da Recebedoria Pro-
vincial.
Jos Antonio de Pnho Borges.Infor-
me o Sr. collector de Palmares.
Tenente Joaquim Servido Vieira da
Paz, bacharel Joao Zeferino Pires de Ly-
ra, Domingos Teixeira Bastos e Joanna
Prxedes de Albuquerque.Haja vista o
Sr. Dr. procurador fiscal.
Jos Augusto de Mello. Pague-se.
--------------------?----------------
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 7 DE" JANEJO DE 1889
Joaquim Manoei Ferreira de Souza, E.
A. Burle, Ernesto & Leopoldo.Informe
a l'seccab.
JoSo Goncalvesjda Fonscca.A' Ia sec-
cSo para os devidos fins.
Alipio de Franca Mello.Junte o titulo
de dominio..
Isaac Esnaty.Dirija-se ao Thesouro
Provincial.
_8
Joaquim Moreira Reis.Em vista das
inforniacoes nada ha que deferir.
Joaquim Jos de Almeida, Manoei Mar-
tins Fiuza, G. Laport CInforme a Ia
seccao.
Conrad Wachsmann.A' B |eccao para
os devidos fins.
Mara Emilia Barros da Silva.Deferi-
do^ com relaco ao 2o Bomestre do exer-
cicio findo, em vista das informacSes
Matheus Austi & CDeferido em
vista das informales.
DIARIO DE PERNAMBUCO
_______________--------------------1
Retrospecto poltico do
de 1988
POLTICA GERAL
(Contimacao)
Como o principe de Bismarck erq^^^Hror
era systema diplomtico, convinha qua>a snnu-
tavel peca oratoria deixasse'claramente t
hender a sorama de engos, a enornjdalle
Jorgas com que tenam de ha
ininiigos eventuaes da AllemaTilia. I
to, nao s foi milito explcito, senSo
palavras. altivas e solemnes. Iraduzi
timen to de um profundo orgulho sajj
Depois dereferir-sci ifgadapaz,
misino que designa ayfc&ual trplice
disse o illuslre chanceller que o seu pi
lei a reforgava, como se a ella adhers
quarta grande potencia com setece
neos.
Este augmento do nosso poder,
mo creio, o J^DfeJffV0?0 ^a P
. Elle a
(aneamente por dotM lado*, pederemos mandar
um rmlho de homens para cada fronteira, fican-
do com outro millifio de reserva no paiz, e que
poder ser enviado ne^ta ou naquella direcgo,
segund a urgencia do momento.
Responderlo em seguida objeceo de que,
o erescimento do exercito do imperio germni-
co, determinara tacto igual cin outros paizes,
digas iriumphantemente :
Facaiu o que qaizerem (hilarHade). lia mui-
to que elles teeffi o numero, mas nao tero jamis
a qualidade das nossas tropas. Estas formaram-
K na guerra, couhecera a finido o seu mister,
gragas perloigodo servigo, que nenhuma ou-
tra nago pode imitar. Temos suflicientes re-
cursos de material, bem como de ofliciaes supe-
riores e inferiores para commaudar todo esse
exercito enorme. Para que outros paizes gozas-
sem destas vantagens, scr-lhes-ia uecessario o
grao de educago popular que existe na lle-
manha, e esse nao o caso. A nossa grande su-
perioridade temol-a na officialidade de que dis-
pomos, nos seus conecimentos, no sentimen-
to de caraaradagem, na dedicago sem limites
que ha entre soldados e ofliciaes era campa-
nba .
E depois deste quadro de felicidade, a que fal-
tara os effeitos do claro-escuro, para dar mais
iutiraas e externos vibrages ao patriotismo do
Reichstag, o principe de Bismarck fallou no ir-
resistivel furor teutnicas, na medonha mina de
plvora em exploso, que viria a ser a Alleraa-
nha, desde Niemen ao lago de Constanga, se por
acaso fosse atacada.
Esta perorago produzio o resultado que se
esperava. 0 enthusiasmo da assembla adop-
Jou o projecto unnimemente, e por acclamago,
por issoque os depulados socialistas, por ventu-
ra mais fros e calmos que os collegas, tinham,
a tempo, sahido do recinto. Elles nao levam de
ordinario o seu fervor germnico ao ponto de
esquecerem a justiga devida a outros novos me-
nos poderosos que a sua patria. Nao ha sobre-
tudo conveniencia que sobreponham aos i'nterea-
ses da propaganda de que sao orgos.
Foi assim que Bebel, um dos represen'.antes
do socialismo, declarou no Reichstag que o go-
verno prussiano procurava desacreditar o direi-
to de asylo na Suissa, mandando para l agentes J
pagos, a quem encarregava de impellir os opera-
rios pratica de crimes. Tal procedimento, dis-
se o deputado, pode ser causa de comphcagOes
internacionaes e de descrdito da Allemanha no
estrangeiro. O ministro do interior, Puttkamer,
em vez de demonstrar a. improcedencia da cen-
sura, queixoa-se das autoridades helvticas que^
deranrtaes esclarecimentos acerca dos actos da
polica secretado imperio, declarando que o go-
verno de Berne seria interrogado a tal respeito.
O Jornal de Genebia, eutendeu que poda evi-
tar o trabalho d'essa interpellago, assewrando
que o conselho federal estava resolvido a repre
sentar ao gabinete de Berlira contra os singulares
agentes allemes enviados em misso policial
para o territorio da repblica. O conselho reco-
uliecia que n5o tinha procedido bem, e que seria
castigado o funecionario de Zurich que havia
transmittido a Bebel e ao seu correligionario Sin-
ger as exactas informages resultantes de certo
inquerito official a que se proceder. Mas, que
nem por isso Ihe pareca menos estranho que a
polica da Allemanha assalariasse individuos de
conducta duvidosa, os quaes, por dever da misso
de que eram encarregados, se relacionavam com
os anarchistas; animavam-n'os as violencias;
tomavam parte as grves, infringindo as Ieis,
perlurbaudo a ordem, fazendo, emtim, por dinliei-
ro o que os revolucionarios convictos faziam gra-
tuitamente. Esses individuos, accrescentava o jor-
nal, possuem dynamite, fallam constantemente
em propaganda pela acgo, promovem e estimu-
jam as me.snias conspiragOes que teem de descu-
brir. Assim compromettem o paiz que Ihes d
hospitalidade, e que precisa espional-os e ba-
nil-os, como verdadeiros criminosos que sao.
Realmente, se a Suissa tera de supportar os so-
cialistas que se refugiara no seu territorio, c li-
cito desejar que o numero d'elles nao seja oflici-
alraente augmentado. O contrario d'isto seria to
opposto ao direito das gentes, como simples
moralidade.
Posteriormente o conselho federal dirigi s
cmaras reunidas em Berne, um relatorio oude
eram confirmados todos os actos attribuidos aos
espiOes da polica berlineuse, os quaes houve
necessidade de expulsar do territorio helvtico,
juntamente com os agitadores que elles tinham
por missSo perseguir. Na mensagem protestava-
ae contra taes actos de autoridades estrangeiras,
conlirraando-se ao mesmo tempo o direito da
Suissa a dar asylo aos criminosos polticos, com-
bato que estes nSo conspirem contra a seguranga
dos estados visinhos.
O discurso do Sr. de Bismarck, ao menos appa-
rentemente, nao desagradou a nenhuma as po-
tencias europeas.
A Franca nao teve d'essa vez graves motivos
de queixa. O orador disse, verdade, que era o
odio o sentimento que a caracterisava, e que se a
guerra se fisesse por odio, ella a teria feto com
todo o mundo. Mas, alm de qu a historia pro-
testa cloquentemente contra seiuelhante conceiio.
os francezes nao deviam comraover-se em extre-
mo com esse modo de julgal-os, pois queja estn
affeitos a outras amabilidades da mesma origem,
e por certo muito mais incommodas. guando
cima dissemos ter j sida^possivei a conflagra-
cao to temida e lautas vezes annuiriada na Eu-
ropa, a nao ser a nova attitude poltica da Ro
tiiihamos em vista o elTeito possivel d'aquellas
- amabilidades. Bem sabemos que o
desojo mais vehemente do velho chanceller
mauter o tat quo occidental, conservar at ao
lim da vida o fructo das suas preciosas conquis-
i M manteo, j por necessidades de poltica interna
j por fatalidade de temperamento, experimen-
tava constantemente a da Franja : nu precisa-
lembrar na: itagfio
tomou a Alie u em toda a
Europa.no com i87.
A Russia ficou socegada esatisfeita comotom
pacificador do gran>le discurso de Fevereiro. al-
guns de cujos trechos, disse urna acreditada fo-
llia moscovita, podiam ser repetidos por qual
quer patriota rufso
A opiniao da Inglaterra nao foi, em geral mais
desfavoravel ao mrito intrnseco do celebre ma-
nifest poltico, salvas ligeiras reservas acerca
da queslo do Oriente, mais ou menos concor
dantes com outras de origem austraca e italiana.
0 Daily Tetegmph foi de parecer que o principe
de Bismarck passasse a ser conhecido pelo nome
de Washington moderno !
Urna gazeta italiana aflirmou que elle era juste
na proporgo de forte, e as outras confirmaran
esta opiniao em jierioaos regularmente sonoros
A Austria manifeslou tambera o seu vivo con-
tentamente, posto que licasse sabendo que a Al-
lemanha. salva nova resolugo, estava no pro-
posito de nao patrocinar-lhe as preteo{6es na
Bulgaria, c antes se mostrara decidida a auxi-
liar diplomticamente a Russia na. ivstauracao
do estado legal nos Balkans.
Em quanto taes elogios acolhiam as palavras
do chanceller allemo, o genio nobremeote ca-
valleiresco da Hespanha fallava de modo bem
diverso na magestosa eloquencia de Emilio Cas-
telar. O illustre republicano vio erros e iniqui-
dades, onde outros descobriram sabedoria e jos-
liga ; sombras de barbaria, onde outfos veem os
mais offuscantes raios do sol da nossa civilisa
gao ; deshumanidade e fereza no que outros
apotheosam como o mais natural c sagrado di-
reito da forga. Foi, se quizerem, chimerteo,
optimista, idelogo, no seu generoso liberalismo,
na sua ardente sede de harmona social e de pro-
greSBQ. Mas as aspirages que elle reveste das
magnificencias de um estylo inimitavel, moso
utopias de um individuo : sao o producto do tra-
balho histrico de urna raga ; sao. na sua essen-
cia, o thesouro moral e intellectual que pa^sou
dos gregos para os romanos, que se communicoo
a Carlos Magno, e que, atravessando o mar re-
volta Ja idade media e as tremendas crises da
era moderna, foi largamente opulentado pela
philosophia do seculo XVIII e aborto legitima
colga do mundo, que ah haurio as forgas ne-
cessarias para attingir a definitiva estancia da
evolugo humana.
O que disse, em resumo, Castelar da tribuna do
congresso hespanhol *
Que o malestar da Europa era urna conse-
quencia da poltica de conquistas inaugurada
pela Allemanha, em substituicSo poltica libe-
ral de que a Franca e a Inglaterra foram as pro-
motoras em 1830: -que a attitude da Hespa-
nha, no meio dos actuaos conflictos europeas,
deviaser-Ihe aconselhada pela mais completa
neutralidade, mas que a opiniao publica devia
pedir o desarmamento geral e a restituigo a
Alsacia e da Lorena nacionahdade fraoceaa.
pois que 9 por esse modo se reconciliariam a
Allemanha e a Franca, no interesse de todos os
povos civilisados ; que toda a origem da riva-
lid-ide entre essas duas nacOes tinha sido a con-
quista d'aquellas provincias, nSose dando o mes-
mo em relaco Russia, que a iuimiga here-
ditaria da Allemanha e que o ha de ser perpe-
tuamente
Em seguida lamentou o orador afie tives-
se desapparecido a harmona de vistas em que
estiveram, com a Franga. a Inglaterra a
Italia, to necessaria para cooter os imperios mi-
litares e que to felizes resultados deu at 1870.
Censurou a Italia por haver adherido a allianca
austro-allem, que a negaco flagrante da escla-
recida poltica que os estadistas de Roma segui-
r m at ao presente Achou que ella obede-
ca a memores inspirages na sua attitude em
relaco ao papado, demonstrando que nao havia
incompatibihdado entre a autoridade pontifical de
todo respeitada, e o rgimen leigo e parlamentar
do estado italiano, tanlo mais quanto papa se
tornou mais venerado, depois de perdido o seu
poder temporal. Precouisou a necessidade de
um aceordo araigavel entre a Franga e a Hespa-
nha pelo que respeila ao imperio de Marrocos,
por isso que sao idnticos os interesses de ambos
os paizes, e a poltica do gabinete de Madrid
deve ter por objeclivo a independencia dos mar-
roquinos.
Nao sero, infelizmente, aceito to cedo mui-
tos dos conselhos de Castelar A verdade. po-
rm, que a Europa entrara mais rectamente
no caminho que a sua civilisago est indicando
se a alcangasse desde j a onda imm, isa de
sympathia humana que se desprenden da voi
convicta do afamadissimo orador hesiwnhol.
(Contina.)
CLNICA MEDICA
A proposito do trataaieato do
sarampo pelo salieylatfo do
sodio
PELO DR. CLEMENTE FERRETEA
(Da Uniao JMica)
No recinto da Sociedade de medicina e cirur-
gia do Rio de Janeiro travou-se no anno passido
aiscussao sobre o tratamento do saram)0, e dif-
fereutes clnicos formularam seu modo de pen-
sar a respeito de diversos medicamentos que
ttn sido preconisados contra esta affei;..
Ahi o lente de clnica peditrica da Faculdade
de Medicina faz a apologa do salicjlato de so-
dio, e, com supresa de todos os que entendeai
um poucg de molestias da infaiR'w. proclamou as
propriedades aborti\
medicamento em rela^^H
Urna concluso clnica d
imraediatameute contestada p.
tomara parte as sessoes des.
tilica, e os factos adduzid
Coni
hoje ninguem appar
este dever, deslrarado semelban
a tudo o que ha de bem estab*
uciosa observago clnica, inte
bate, fazendo diversos reparos que
a analvse dos factos por esse coll.
a critica das illaces por
A observago do t r. B
rao especifica do salicylato de so*,

f ^" *
11




2
Diario (te PferpambucoQiiatitorfeira 9 de Janeiro de 1889





1

i
idor,
tue sarampo urna molestia pouco morfiferaj) M^gg?; -
vez os elementos para 9 seu ha-
re;o%Tvezerp=am rba=] o cutneo,,
S aXr&sc^ PSeo autor nao tem per- enmurando
tempo a convalescenea-
dido doentes de sarampo, em razao da pouca
gravidade densa molestia-aqui, e nao pela accao
foBalicylato le >dio-gao, com certea, em j>-
Pao lo, onde no seu dtatr affeccao se retaste de
*eriedade inslita, nao impedir-lhe-hia de contar
desastres numerosos. ^^* ti
Urna proposic&o a
desaccordo coin o
in.i*mleml -ni
hitar natural, e as grandes funcces, libertadas
do sangue assim infeccionado, se acalmam, se
regularisame osphenomenos reaccionaes ten-
dem a se attenuar. "
Ora, abater este movimento febril, qnando ene
uitel da hyperlhermia, de boa
nao attinge o
tica? S
tkMo d cli-
tar observado clinnss e-sem afcmditaigui
heterodoxa; e a qsfwse retire *aerna
nueacia exercida pBfe cs6e*^nW>gi'
da crianga, pela foesssia UBfcmica e ttmM
do seu organismo Mine aanrcha-e a s^ionsM
mia das molestiasi*ccss. No hnvpratn*
nenhum da Europa cIuhoo, por ma
obscuro que seja, snSsossssBaiiiase nsaMenlssi
(ido occasiao de aprwM iiffeB9Bprme n* 4*1
evolucjto do sarampo, Befando acommette crian-
3 e cacbecticas. lymphaticas e franzinas
>u neninos fortes e robustos, com todos os at-
tribu' os de um excellente funccionalismo dos
diversos systemas da economa. .
No primeiro caso a erupco se faz por va ae
reaninaM ou phuniMW e*anllinmnHini m|
aprosentain violentos e se prolongara, acarretan-
d serias detotdsa* piireolads do apparemo
sraBtre-iftiflstinal e respiratorio.
A evoluyao da molestia se prolonga, as.com-
plicaces surgem e se multiplicam, dando logar
a grarescousequencias e pondo em nsco a vida
dos doentinhos, o que justifica perfeitamente a
phrase tradicional o sarampo ura covanoe; so
acabrunua os fracos.
Perturbar urna molestia que evoluciona natu-
raknenle, era a desviar do sen typo commum.
ato pode ser justificado pela perturbado que
acacretaio desenvolvimento anormal de ura syrap-
toma ou a superveniencia de urna complicando.
Defacto, por via de regra estas anomalas acar-
retim maior gravidade da molestia e o prognos-
tico do sarampo anmalo ordinariamente de
urna seriedade acceutuada; ora, se por meio da
nossa therapeutica perturbarmos o processo pa-
tnrjlogieo que se cffectua normalmente, aconte-
cerdeo qae succede quando esse a coiwequeii-
cia- espontanea do modo de evolucionar do mal:
accidentes se apresentarao, phenomenos insli-
tos suiiirao. prolongando a marcha do sarampo
qoe.Mios casos simples, desaparece no lim de
6 a Sdtas e nao se acompao de eompusa
3 Orat'due necessidade ha em taes casos de se
recorrer a ura medicamento enrgico como o
salicylato de sodio ? S para termos o gosto
de-ver o sarampo evolucionar sem febre I Has
muitos outros medicamentos proporcionara esse
desiierntim. c de modo mais elficaz, nao ha-
venio portanlo razao para se preferir e salicy-
lato de wxlio. Para evitar-se o periodo de des-
camado i Mas essa falt muitas vezes sem a
iatorvenco de medicamento algum; basta que o
exanthema seja discreto e que nao aprsente a
forma papulosa, caso em que forzosamente ha
de se dar a descamaeo, que mna eonsenuen-
cia lgica cun auuel fatal, para assim dizer,
doeroeesso auatomo-pathologico. Deraais. que
consequencias derivam do phenomeno da desca-
ma* o f Este periodo vai concorrer com algum
contingente para a gravidade da molestia I l'or
frma alguma.
O sarampo aprsenla tantas vezestao Botaras
di Ti-iencas em seus tvpos clnicos, o seu qua-
dro phenomeno-lgico offerece tantas vanantes
eBUanra? tfio desseraelluintes.a sua evolueo ot-
feecee i aniociaco do clnico tao commumente
particularidades mais ou menos frisantes que
no se pode deduzir apressadamente illacao al-
guma a respeito da influencia de um medica-
mento sobre o desenvolvimeoto e a physionomia
clieica do morbo.
E' assim que tenho observado as creancas
de tenra idade urna duraco maior do periodo
de urupyao. o exanthema persistindo treze mais
das, embora o cvclo-thermico seja mais breve;
nos meninos de ibais idade, a erupco empuu-
dece logo no da, e, muitas vezes. no :i da
os syinptomas exanthematicos teem desappare-
cid de todo, a apvrexia sobreviodo no hu de
36 a W lioras no mximo, con tivo occasio de
observar ainda recentemente em um menino de
12.anuos a que prestei cuidados, c que reside a
rtra Srte de Setemhro.
Ora, eeodo assim. perdem ramto de seu valor
lacios relativos a creancas d>- 6 e mais annos.
poi moio dos quaes se procurou provar os effei-
tos surpivlK'dentcs do salicylato dv. sodio, de-
termi'iando abaixamento pmmplo do elemen-
ta tr*?rtnico e abreviando a marcha do exan-
tljeilia. 1- 1
Por uaba parte tenho recorrido ao salicylato
de sodio icujas appluaces alias nao sao novas
na* febres eruptivas) em differentes casos de
saraoiix' e de varila, c os resultedos por mim
obtidos tem longe esto de confirmar as con-
clusoes liradas pelo Ur. Brarata, a respeito de
aa sccao espe ifica. .
lis i" n ponen lempo lancei mao .1 esse meai-
camento em um i menina nriulut de 4 annos de
idade. cm urna creada de U aimos- e em urna
menina de 6 anuos, deixando de prescrevel-o
enma fmula de 19 annos, par melhor apre-
ciar as modi icacOes impressas pelo agente tne-
rapentio. -Qau observeieu? Na imalia me-
ni;ia ipo evoluci mou coa de costume.
n. -, softVend a menor influencia cora a inter-
veiicflo do salicylato de sodio: no i- da de
erupefto a temperatura elevon-sea :i,5, baixando
no da seiruinte a 38 e no 3 da a normal, o
exantli'in.i declinando coiiipletmente no i
da.
phenomenos bronchiticos nao se accentua-
ra;n e nenhumn complicaco surgi para o lado
dotub> ''astnt-mtetinel ojidosystema nervoso;
poreni oridentes impertinentes de otite com
can -nsecutivo se apresentaram, pro-
loii' ando p ir muito terapo a convalescenca,
riurb ida pelo apparecimento de acces-
de impaludismo, que s cederam a
roMeAo.
A creada, de ti annos, apezar de submettida
4 u< ilicylato de sodi" tambera foi victi-
ma de phenomenos otticos que se terminaram
por urna ob--daco da regiao mastoideana e se
aoorapanlrran de accidentes de catarrln ntes-
tinal. de surte que a doente se depauperou ex-
traordinariamente e ile-iiTui-se a olhos vistos
menina de 6 annos. tambera no notei mo
diiea, n. altrnma na -volucao do sarampo, que
11 marcha habitual e terminou sera ac-
n: A erupco era confluente e o
periodo de (U-scniocao nao faltou. .
1 de I!' anuos, a quem n':o adinuiis-
Irei o medicamento, o garampu, que se acorapa-
nliou d- pilenom-iios prodromicos vivos, appa-
a so!) a forma de grapos de manchas bas-
tante destacadas, alv'umas dela- papulosas; no
,lja da .inpratura manieve-se eleva-
da %U 1 tarde, dei.rin indo-se ento para cahir
i ilo segundo da, em que o
exanth-maen.pallideceu de urna maneiraac-
Centuada. No tereeiro lia apresentou se algu-
inn desraiiiai ai., pumo pronunciada e compr-
la- os ponto- e 11 que o exanthema
t, ti.a sido 1 pnloso. Nao bouve o menor nci-
Ite : a tosee foi nulla. nao se apresentou diar-
rl,r:i ,. a itrou logo em franca conva-
le nao ter usado do famoso sa-
dio.
Era -iminia minba pratica nato me autorisa a
litar na accSo curativa do salicytalo de so-
dio no sarampo e. fazendo justica a leaMade do
rol! a, quero con deque elle encon-
i requemes
em clnica, e (pe tem feito a fortuna ephemera
de urna mulrido de agentes iberapeutKO*.
A|1(l r mesmo, inadmissivel esse et-
aitoinar.ivilhoso dora dicamento. Que quali-
dadetlierapeuticade tal agente se aprovcitar
110 ; -uiipo A antisptica ? Mas essa e dl-
roinu h'"" collocidosem
plae lH>m infe i m ssili.arao de Miclicl
la\ enrgicos antispticos, e sendo o
is ni ais activo il que os
dar preferen-
10. E' como antipyreti-
11 ha inicagSesem '-'cn"
a temperatura
1 iiiliinameiit ligada ao processo de
microbios morbillgenicos e que
que um acto de defeza do orga-
i ir ou rejeitar de si esses ger-
oinlo Finklet, exercera
Miio atejo curativa,
iis infecciosas a reac.'o
um acto de lucta do systema ner-
iieo ou a eliminaco
togenicas, microbios ou pto-
ngue. impressionam
AdWditwpje at^ftam
salDft>towoito mu
iioMKObMte amo d
A.*atipy,**wlbe
Htest 11n mil mi ****
Mtr dii*i'. literata, o t i<
aiHaeftRy< o menos Mi 1
era e
__ di-sodio d*-
fekw. ewbarajm*) ..puHikicaaMctan b pro
iosABquitendo esses germens pie pro-
_J e illMWtV! III!!.....>!!"
-wemido no organismo a lu-.-ta e a febre rore a
expressSo desta. Mas esta reaejao se inicia logo
aps o periodo de incubafio; a febre irrompa
na phase de invaso porqne os microbios, depiJie"
da libase insidiosa da incubacfto, tendo pullula-
do de um modo extraordinario, determinara gra-
utorlda pll*a Por pon
z.-.prese de 8 e pr.
le polica de 7 do corrnte, foram na*
meadi 11
Para o lugar ^umvr.
ante Arttenio desta captol, o alferes connuuir
dante da f-eatajao-da-guarda cvica Fraucisee-
de Paula Msndaa, em^obstituicao do tene'nte Sa>-
veriano Vieira da Paz. que foi exonera lo.
Para o lugar le i supplente do 1 districto da
Graca o 1 lili. 1111 ai^-wJ.^gm 1, emaWMlia*',
cao do jMirtiilM "Mfr -~f"- 'i
nao flp: ieired(*ciBacailvaM|Be r-utaaceHou tmm
I Bea;S ___
i'aroMaai iMI nflHBlaA*- Aifte-hoirtuB
teraou pMSntNU emaenHcio do lugo de
tente sutelMMs da*f ucidda*' dl)ireito para o
no prowio -HndM'-o 04fcntlaClMaeirriiTO de
Oaeiratew.-l. aaado-i saawda dasigante
|Mte-'fisav Sr. cemikUm-- iwctai. masrno
rrara presidir a banca de'exames de Geometra.
Tarabem tomou posse do lugar de profes-
sor de Geographia e Historia do curso prepara-
torio annexo a Pfcculdade o bacharei Jos Ban-
deira de Mello.
Cantara Municipal de Pao d'Aliso
,1
stema nervoso
a protesta dalii a leso da calorifcagao.
l'ortanto, dar o salicylato de sodio depois de fe-
jserem exploso os phenomenos da uvasao, ad-
iuinistral-o ua phase de erupco, quando a pul-
lulacao dos micro-organismos se tem feito e o
organismo tende a se deseniba-acar delles,
n odedecer a opportunidade therapeutica^ 6
nao attendor ao momento physiolorico das ndi-
cac&es clnicas. De resto, se o salicyialo tives-
se esta aeco especifica sobre o germen do sa-
rampo, elle deveria sustar a evolncSo do pro-
cesso mrbido e as lesespara a pelle, e os phe-
nomenos exantemticos nao se apresenaraam.
denotando assim a .iesiruico completa dos ger-
mens morbilligenicos.
E' pon, infundada a connluBo da ac^ao espe-
cifica do salicylato de sodio no sarampo, e mais
illogica 6 a opinio que aceita a sua aeco pro-
phylatca, assemelhando-a a urna especie de vac-
einacao preventiva, cojo modo de aegao, como 6
sabido, afasta-se de todo os effeitoR therapeuti-
cos dos agentes medicamentosos.
; No sarampo, como na varila, o salicvlato de
sodio pode quando muito oceupar ura lugar mo-
lleo notrataraento, preenchendo mal as nili-
cacee estabelecidas pelo elerneato ihenmoo e
antisptico. .
Como medicamento comaego eflicaz sobre os
germens pathogenicos, o Dr, Barata deveria re-
correr ao acido salicylico ou entao a outros agen-
tea, cujo poder desinfectante eeja enrgico e evi-
dente ..
E demais isenlo de mconvimentes o sali-
cylato de sodio nascriancast E'um medica-
mento moflenaivo, como qner fazer acreditar,
contra a conclusao da grande maiona dos pe-
diatras, dos clnicos do velo mundo? De raa-
neira alguma. O salicylato de sodio datermma
incontestavelraente em dses um pouco aftas
perturbares para o lado do systema nervoso e
do apuareiho circulatorio. Os phenomon s que
irroinpem para o lado do cerebro sao idnticos
ao te quinina: vertigens, zuidos dos ouyidos,
tirubeacao, agitago, delirio maniaco, ruidoso,
um pouco anlogo embriaguez ahoolica; es-
tos syraptomas se observara mais frequeutemen-
te que com a quinina e principalmente as- pes-
fracas. Para o lado da circulago, ha pri-
meiro acceleraco, depois retardamento das pul-
saces cardiacas. Phenomenos de coilapso po
dem mesmo se apresentar Hepois da administra-
cao de 10 gram. de acido salicylico. A respira-
cao tambem se perturba e a dyspna se aprsen-
la mais ou menos accentuaila depois de altas do-
se* de salicylato de solicylato.de sodio, mais de
iJ gram. no adulto.
O professor Jaccoud ainda recentemente cha-
mou a attengao dos clnicos sobre oulro acciden-
te provocado pelo salicylato de sodio: as-con-
gestes pulmonares, que teve occasio de obser-
var em differentes casos de sua clnica.
l'or oulro lado, a aegao do medicamento sobre
o tubo digestivo nao deixa de provocar perturba-
ces diversas, e o vomito e mesmo a diarriea
sobrevem umitas vezes como a.expresso desea
influencia tpica. i
Ora, sabendo nos pie as enancas ha urna
susceptibilidade phvsiologica do apparemo gas-
tro-iutestinal, sendo'facto eonheeido a irapressio-
nalidade do systema nervoso nessa idade, nao
devemos por forma alguma abusar de um medi-
camento como o salicylato de sodio, empregan-
do-o principalmente as dses proscriptas pelo
Dr. Barata.
Ou as creancas tratadas por elle se distinguem
por urna capacidade collossal para esse medica-
mento, ou entao o salycilato de sodio que o au-
tor emprega nao puro, mas misturado substan-
cia que concorre com grande contingente para
augmentar o seu peso.
Eu nao dou. nio darei nunca 12 gram. de sa-
licylato de sodio por da a criancas. e tenho por
mira a pratica da geoeralidade dos pediatras,
entre os quaes me compraz citar o eminente cl-
nico Cadet de Gassicourt. Os clnicos brazile
res estao igualmente de accordo commigo, e o
Dr. Barata tem por si apenas-o apoio de sua ex-
periencia cliriiira. o que-nao basta
Eis as consideracoes que entend dever fazer
a proposito dos factos dioicos apresentados pelo
Dr. Barata.
O que tenho observado nao confirma as pre-
tendidas propriedadea especificas do salicylato
de sodio no sarampo c o seu poder curativo nes-
te exanthema.
Alias, no terreno clisico, precisamos anenaer
muito a essas formas aborttvas que, principal-
mente em lempos epidmicos, custumam se
apreaentar as differentes molestias infecciosas,
e, ao lado das xjuelucbettes, das febres typhoi-
des e das varioloides, a observado nos aponta
numerosos casos de sarampo abortivo. Em tees
condicoes necessaria toda a reserva antes de
se attribuir aeco de um medicamento o que
apenas a expresso de urna infeceo ligeira e
pouco intensa, o resultado da evoluc r
de urna pullulacao microbiana pobre e
rada.
um j mi nnirn ffmmss'r i*r"......*"' a Cmara Murnci-
pal de Pao dMho.rcetegeu, para o corrnte an-
no, pura presidente o coronei Francisco Vidal
Andina Montenegro, e para viee-presidente o te-
ueute,.coronal Jos Francisco inheiroRamoB.
nlf i'JMiaoao -Hontera tarde, os -mar-
eh intes e talhadores, em nnmero crescido, sa-
fciram encorporados, e levando sua frente duas
bandas de msica e um carro em que ia urna
interessante raeniaa, alim de cumprimentarem
ao Exm. Sr. desembargador Joaquim Jos de
Oliveira Andrade pelo facto de ter S. Exc. nega-
do pablicaco ao projecto da assembla provin-
cial approvdodo aprorogacao do contraeto das
carnes verdes. ... ,
Qiegando a ra da Unio, onde reside aquel,
le desembargador, deram muitos vivasfc e a
crianca croe ia no carro entre^ou S. Exc. um
penna e caeta de ouro com bril'nantes, proR:-
rindo assegutntes palavres-: .
- Exm. Sr. desembargador Joaqun Jo- i oa
Oliveira Andrade. .
Por incumbencia de meu pai Ludovico bo-
rnes d*Silta, negociante de carnes verdes desta
cidade tomo a liberdade deofferecer a V. Exc.
esta insignificante prwva de homenagem, que o
aio*iuo meu pai tributa a V. Exc. pelo acto de
rustica firmado por V: Exc. em 2 do corrnte,
negando a publicaco da lei roe prorogava o
contracto do carnes-verdes.
Queira, pois, V. Exc. aceital-a como tributo
de sinocro reconliecimento.
O Exm. Sr. desembargador Oliveira Andrade
agradeceu a manifestacko de aprego.
Depois o prestito percorreu diversas ras era
passeiala, dissolvendo se por fim em boa 01-
dem. ., ,
Llmoelro -Communicam-nos dessa cidade
que foi recebida com a mais ruidosa demons-
trado de jubilo a grata noticia de haver sido
chamado aos censemos da corta o Exm. Sr. Ur.
Francisco de Assis Rosa e Silva, llustre e hon-
rado representante do 10 districto.
Logo que o telegrapho annunciou a nomea-
lodo sympa'b^o e illustrado mmistro da justi-
ca, os innmeros amigos e correligionarios de
S. Ext-, congregados deixaram enthusiaSticamen-
te explodir o immenso contentamento de que a
agradase! nova lhes enchia a alma, subiudo ra-
mediatamente ao ar milhares de foguetes que
atirados de todos os ngulos da cidade e seus
arrabaldes, como n'um s echo, applau liam a
sabia escolha do benemrito e disUncto cidadao,
que embora mogo j tem direito grabdo pu-
blica, para o alto e honrosissimo cargo de mi-
nistro de Estado.
Eram mais de O horas da noite e anda eon-
tinuavam os expontaneos e expressivos festejos
em homenagem ao joven ministro, que cont
sinceras adheses e vivas sympathias no distric-
to. que se orgulha de tel-o como seu represen-
tante .'.
iit..K>r publico Assumio ante-hon-
tom o ejercicio do cargo de 2' promotor publ
co da capital, o Sr Dr. Alfonso Olindense Rd)ei-
ro de Souza, rfomeailo por portaria da prcsidw-
cia da provincia de 4 do corrnte mez.
Examen preparatorio Os exantes
de geographia terminaro hoje, excepto para
aquelles que ainda nao tenham feito exame de
ico'uetria, para os quaes havera exame d'aquel-
fa materia, era dia que fr annunciado. ^
Os exames hoje comefarao as 9 horas darma-
Hoie continuara a segunda chamada era geo-
metra, sendo chamados de preferencia os que
estiverem inscriptos para geographia ou pini
da presidencia da provincia do
.Bapi*vSunt, em 13 de Dezemhra de 4888.
actores i'A Provincia do Espirito
S-rn$m.~Sn\. urna das locaes de hon-em Vs. Ss.
BsiMttiaada a proximainauguraco do servico do
aterrw^O'Marigal do Clfcpraho concluem dizen-
dwBMB-saipois das lentaflvas anteriores, a empre-
aBaawsrada de ferro Victoria ao Rio-Pardo, sob
a-insniracaoe iniciativa do Exm. Sr. Dr. Henri-
que Moscoso, presidente da provincia, tomou a
sen cargo a realisacao nnlhoi)SSMRW
Qalssaiato houveura cassroca>eaja nmfie-
(pmmegmii Vs. Ss.
Quano. S. Exc. innovou ai MBteactO(aaduai'
da- a taasaa a 3 de SeterabrruHstei. iBSpw asa
cuaaasaiimnii- da estrada datdm ihuwtetotea.
ao RwPattto a seguinte obri^sgo^
.. Art'2".Ficau os ccnaestefaMMiosB%aAK
depois de seis mezes da oasigntMBS dootrat re-
lo, emprester im-qviii-i.u uralni
comotHvc-aeis carros, pilu mi. de abairipa"
los lados, proprios para condueco de lastro, pa-
ra auxilio do ser>'co do aterro do alagado deno-
minado Manga! do Campinho assentando e remo-
vendci, tambem sua custa, aslinlias^de trilhos,
as direegoes que forera Indicadas, para mais
facilidade e presteza de execugo do referido ser-
vico. Cawerao por>conta dos concessionanos as
deapozas do coinbustivel e do pessoal da'loco-
motiva e bem assim dos prolissionaes precisos
para o asse ota meato e remcfio das linhas, at a
OTncluso do servi^.
Interrumpida este, padera a emnreza retirar
o material, apreseutando-o. porm, de novo, logo
que a adminislraco provincial o exigir; com tan-
to que, em neohuin dos casos previstos por este
artigo, o material estoja emprestado provincia
por mais de um anno *.
E' visto, portanto, que o emprestimo de urna
locomotiva e de carros, nao import a obrigacio
do aterro e neta era passivel este pesadissimo
oniis a urna empreza autos de orgarusar-se.
O alenovai ser feito administrativamente por
utilidade publica, em virtude de autorisaco que
o mesmo Exm. Sr. presidente da provincia soli
citou e obteve do poder legislativo provincial a
qual foi consignada pela le n. 3i.
Art. 10. lei u.ii.aacorrnte annoap-
plicavel a todos os alagados c charcos existentes
na capital, licando o presidente da provincia,
qmuito ao Man_ al do Campinho. autorisado a
mandar aterral.-o com urgencia por utlidade da
saude publica, devendo.o aforainento dos torre-
nos beneficiados, desnecessanos serventia pu-
blica, ser aforados pela cmara municipal, pa-
gando os interewsa los, previamente, provincia
o preco do aterro proporcional rea aforada.
A sondagera do alagado e do respectivo canal
foi cuidadosamente feta pelo Dr. Augusto Olayo
Rotlriguus Ferreira, ora nesta capitel,, emoommis-
so do Ministerio da azenda, auxiliado pelo 2o
tcnente da armada Jos Hauoel Monteiro. Se-
gundo a planta e orcamento daquelle engenheiro,
sob cuja direoyo vai ser inaugurado o servigo,
de H4,3O01 a rea alagada, a qual exige
228.60O"1 de aterro, importando a despega em
160:000*000.
O relatorio respectivo ser publicado.
S em Abril do anno vindouro poder-se-ha exi-
gir da empresa Rio Pardo o emprestimo da lo-
comotiva.
Esta nao poderia funecionar sem um trabalho
previo de aterro ecousolidaijo da rea actuil-
mnle em alagado.
Por isto e pela urgencia da realisagao do me-
Ihoramcuto vai ser encelado desde j o servico,
para o que ti provincia mandou vir da corte^
onde chegou a 7 do corrnte, o material (que se
augmentar sendo preciso) constante de um ki-
lmetro de trilhos de ac systemaDecauville,
7 wagonetes de ferro para transporte de lastros
e peora, 1 explosor elctrico, consideravel fot-
gao de bombas de dynamite, pas, alavancas etc.
Os trilhos e dormentes sao de ajo e todo o
material de excellente qualidade, podendo, de-
pois ser applicado a muitos outros servidos de
obras puaJicas.
Cumprimentndo-os, tenho a satisfago de sub;
screver-me com-api-eco. -De Vs. Ss. atiento ve-
nerador e criado.Joo Antonio Fernandez Ma-
fufado.
>ii-<-< loria alatt oiirMo de conserva-
Sao doa Pono* de PrrnambceReci-
e, 7 de Janeiro de 1889.
Botetim meteorolgico
tst Snma Pompilio n3o cm-
Pontnal.
Ocirergi:
parecen.
O pharmaceutico entrou s 81^2 da manh e
sabio s 4 da tarde.
0 ajudante do pharmaceutico entrou s 8 i|
da manh e sabio s 1.
Lotera do ram-Parfi-A 3* parte da

9
25* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
60:OPO000, ser extrahida, boje quart-fera,
do ebrrente.
< emiioriarufelst-Ohituasio do ui 7
de Ja neiro de 188.
Bento de SeuzaMira, Peraaarbuio, ix-jmnos,
casado, Afogadoe ; artheronsaaia candiaca.
Adelaide Theolinda.de Brutos Petnambuao, (3
annos, .casada, jtacife ; aneass...
Ignez I'ereirada Suva, Pesanaibuflo,.75 anuos.
trannaida- l^dleira. Boa-Vista ; tiArn^tes-pulamanm.
- ,- Jos Ferreira de Btitto. i'rnaas)iao,^(Vaaaaa.
casado, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Joao Alves aldas, Pernambuco, 56 annos, ca-
sado, Boa-Vista ; anasarca.
UM POtCODE TUDO
A proposito do 40 anniversario da co-
raeao de Francisco Js, os priucipaes jor-
naes europeus cefehram as virtudes pes-
soas do imperador e os dotes especiaos do
soberano.
Nao tem derivado bonancosa nestes l-
timos quarenta annos a existencia do im-
perio, mas a adversidade tem encontrado
em Francisco Jos um animo forte e ina-
balavel para recebel-a. Os sentimentos
pessoaes tem-n'os elles sacrifido sempre
ao bem estar de seu povo. A cada perda
soffrida pala cora onpSe o imperador a
conces&Sd de novas berdades aos diffe-
rentes povos da monarchia.
Um dos mais serios e importantes jor-
aaes da Repblica Franeeza resume as-
sim a physionomia moral de Francisco
Jos :
Affavel e generoso para com os peque-
nos ; para com os grandes terrivel; con-
servando a 'dignidade suprema em todos os
lances da vida, principalmente na desven-
tura ; amando o seu povo t. ao sacrificio
dos seus proprios rancores polticos;
exemplo de austeridade na sua vida do-
mestica ; econmico, sombro, rrabalhando
dezeseis horas por dia, sabendo esperar,
conservando inalteravel a f na honra pes-
soal e no seu ideal de Justina, de urna
lealdade estranha para com os servidores
fiis da sua pessoa e do imperio, ao ponto
Todos ajoelharam ao p do fretro, ro-
gando & fronte no soalho
No dia do funeral, foi o caixao colloca-
do n'um carro puxado por quatro cavallos.
Na rectaguarda do carro sentara-se ama
personagem qualquer que, de vez em
quando, se levantava, arreraessando para
o caminho notas do humm, isto para afn-
geutar os espisitoB immm.
Snguiam o aaavo, maafiiston em cavallos
Horas
mode-
PERNAMBUCO
Caixa Econmica e Monte deSoe-
corro de Pernambuco
Balances ens 31 de Bese
de !
CA1XA BCOSOXICA
Activo
rhesonraria de Paienda
Monte de soccorro
Caiza
ibro
1.103:i>84-in
Pauivo
Depsitos em contas eorrontes
1 245:.-.l5*9'.)0
l,241tft i'
a a e
Barorae.ro a^J^
o
ce

a
s
S
ca ir
que
o sal
man.
todo
MONTE DE SOCCORRO
Activo
l'jmprestimoj aobre penhores
Movis
Apolieea da -iroin-
Oaixa
Pauivo
Capital
ijaizaeconmica e n'a de pasiageas
>hMo de penboreu vendidos en
ao
Becife,
8. E &
H i<:
"M
11 ': :7- l
6:1964497
L-OOtsfOOf)
4 i~D
160:65 #099
17:192*Ji+
13': I
4:'-,366-H
1 (I:6502
1889.
O eren te,
Felino D. Ferreira Coelho.

REVISTA DIARIA
Guarda nacionalPor acto da presiden-
cia da provincia, de hontem datado, mandou-se
dar guia de passagem para a comarca do Recite
a Manuel Joaqmm de Miranda, capitao da i*
companhia do 66 baia.'haode infantaria da guar-
da nacional do municipio de Olinda
Por acto da mesma data foi nomeado capitao
da 2* companhia do referido batalhao o cidadao
Jos Avelino Rodrigues da Silva.
sophia sendo esta paraos mesmos a ultima cha
i.isiiiuio do Offlclae da Suarda
Nacional-A directora dessa associacSo reu-
ne-se-hoje, s 7 horas daaoite, no lugar do eos-
tumo, em sessuo ordinaria.
i iii i i ii i < Arcfteolos-lco e Cieoffra-
plaico Amanha, ao meio dia, havera sesso
ordinaria do Instituto Archeologico c (jeographi-
co Pvrnambucano. ... ,
Indcmnlisacao E o titulo de um fo-
Iheto publicado na llaliia pelo Sr. Dr Miguel Ri-
beiro de Olivtra, em que advogada a m cau-
ga da indemnisaco.
Agradecemos o exemplar que nos foi oflere-
cido. n,
Service naMsar-Esto designados hoje
para superior do dia o Sr. capitao Pedro Vellio,
c para ronda menor o Sr. alferes ajudante do *'
batalhao de infantaria.
_ A guarnicao da cidade dada hoje pelo v
batalhao de infantaria. .
Cismmanda hoje a ruarda da Thesourana o
Sr. tenente Justino Lopes Cardim.
Existem em tratamento na enfermara mi-
litar 3* praeas dos cornos da guarnicao
Fuucciooou hontem no quartel general o
conselho de guerra do soldado do 14 batalhao
de infantaria Mauoel Joo Ferreira do Nascimen-
to e fu acciona hic o do 2- cadete 2 sargento
Joao da Costa Medeiros Sobrinho, sendo meiro sob a presidencia do Sr. coronel Joao
Evangelista Nery da Fonseca e o segundo sob a
do Sr. tenente-coronel Feliciano Caliope Montei-
ro de Mello. _,__ ^,
Foi dispensado por 8 das do servico o i-
sargento do 14 batalhao de infantaria Alfredo
Brrelo.
Maiifcnl de Campinho-Sob este titulo
escreveu a Pi-owac/a do Espirito Santo de 13 de
Dezembro:
-No dia 10 do corrnte comeearam os tra-
balhos preparatorios para o aterro do grande
alagada coohecido por Mangal do Campinho. -
E- a 3.- tenfaiiva esta, que se faz para conse-
guir e se melhoramento, tao urgentemente recla-
mado pela salubridade e alargamento da nossa
capital. _
. Em 1871, o floado presidente Dr. Francisco
Ferreii-a Correia tentou o aterro, chegando a con-
quistar ao dominio das aguas a rea de uas 50
metro.
. Dirigi esla priraeira tentava urna coramis:
sito da qual, si a memoria nao nos infiel, foi
presidente o 1885, a cmara municipal, por iniciativa
e direeci do nosso collega Dr. Ilunn Freir, en-
to seu presidente, renovou aquella tentativa,
vuimlo o aterro d'iuna vasta extenso do
sid. ,.
A mudanca de situnco poliUca, qu< entao
oper> lando negativos os recursos que
aquelle ilistincto funecionario contava para con
-e.ul[ii'jadu inellurainento, fez a cama-
slSi seu louvavel proposito.
Agora, sob inspirac&o e miciitivo do Exm.
r. Dr.'Lobo Moscozo, a empreza da estrada de
ferr irdo-tomou a g< u sargo
esse melhoramento. Tanto quanto
pelos precedentes do concei-
tnado corrlniereiaue que se acha a testa da em-
*r. Eugenio Welzel, podemos alfirmar
que a-projnitosa conquista da extensa urea do
Manf i! (f r.iinpinho vai ser uma.realid
^npacm regosija-se por ver a termo de
ama inista esse mellioraiuento tanla ve-
H ella reclamado.
JSKo numero seguint*. de 11 do referido mez,
ainda pubKcou a mesma folha :
Era a noticia que demos hontem sob este titu-
lo oSo tivemos a intenco de desmerecer o im-
portante servico que vai prestarnos o Sr. Dr.
Moscos, pela louvavel iniciativa que tomou, e
aterro desse alagado.
No interesse de render-lhe todas as homena-
gensilaiU8tica, damos com o maior prawsr pu-
blidade as soguintes notas que era forma de
carUj nos foram enviadas da secretaria do go-
ve!
6 ni. **.-6
9 28K-4-.
12 299
3 t. 29-ti1
6 27 9
761-38
761-HJ4
75M8
7fiO-44
19,19.
19,90.
20,61
20,11
19,871
78
68
66
65
71
Temperatura mxima30,2a.
Dita minima 25,25.
Kvaporaco em 2i horasao sol; 8-,8; som-
bra : 3-,0.
Chuva0,-2.
i 'ireccSo do vento : SE de raeia noite at 6 horas
e 8 minutos da raanna.; SE at 11 horas e 30 mi-
li utos ; ESE at 4 horas e 8 minutos da tarde;
.Eat meia noite.
Velocidade media do vento: 2-. 72 por se-
gundo.
Ncbulosidade media: 0,29.
Bolotim do porto
2 x -a "a t 3 3 Da jp Horas Altura
P. M. B. M-P. M. B. M. 7 de Janeiro 0 D 9 8 de Janeiro 859 da manh 221 da tarde 9- 6 322 da manba 2-16 0-84 2-,23 0*84
I^elloeeEITectuar-se-ho os seguintes :
lelo agenteMartins,s U horas, ra Estreita
do Rosario n. 11, de movis proprios para hotel.
Amanha :
Pelo agente Stepple, s H horas, travessa
do Marisco n. 20. da armagao, gneros da ta-
verna ah existente. e>
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra do
Mrquez de Olinda n. 48. de um cofre, movis,
piano, etc.
Pelo agente Britto, s 10 1.2 horas, ra do
Viscondedelnliauma.demoveis. perfumara etc.
Mioma fnebreSerio celebradas :
Amanh: .
A's9horas, na capella do engenho Goita, pe-
la alma de Joo Cavalcante Mauricio Wanderley.
PagNageiros Saludos para o norte no va-
por brazileiro Pernambuco :
Jos Guimares Padilha, padre Custodio Paiva
Leao, Luin da Silva, Antonio Moreira Jnior,
Antonio Pinto Damasccno, Alvaro Flores, Tito
Fioek Romano, Dr. Arthur Moreira e sua senho-
ra, Arthur Goraes de Mattos e sua senhora, Gus-
tavo Gomes de Mattos, Maria Joanna Cayne e 2
fllhas, Joaquim A. de Araujo, Calisto Pereira do
V i-iiivento, Rosa Maria Bruno, Joo Pezzmio,
Vanoel Ferreira Gomes Evangelista (soldado),
Alfredo Awenson. Dr. Thomaz de Paula Ribeiro
Jnior. Lourenco Alves de Souza e Joo Pereira
dos Sautos Farofa.
Caa de DelencoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detenc>o do dia 7 de Janeiro
de 1889.
Existiam 430 ; entraram .26; sahiram 17 ;
existem 439. ,
A. R\l)Pr *
Nacionaes 400 ; mulberes 18; estrangeiros 27.
Total 439.
Arracoados 378.
Bons 360.
Doentes 18.Total 378.
Movimento da enfermara.
Tiverain baixa :
Januario Jos da Silva.
Antonio Flix do Nascimento,
eapital Pedro liO movimento deste
estabelecimento de caridade no da 6 do cor-
rente foi o seguinte:
Entraram
Sahiram b
Falleccram J
Existem 474
Foram visitadas as respectivas enfermarlas
pelos Drs.:
Moscoso s 8 li2, Cvsneiro s -10 ![4, Barros
Sobrinho s7, EstevSo Cavalcante s 7 3]4 ho-
ras.
NSo compareceram os Drs. :
Berardo.
Simes Barbosa.
Malaquias.
de agraciar com o titulo de principe o con-
de de Taaffe, recentemente desconsiderado
pelo imperador allemao na sua visita a
Vienua : tal o soberano que parece e3-
gotar com alegra as amarguras do seu
reinado, pensando ein que deixar desafo-
gado o caminho a seu filho o successor
da cora.
JL' por isso que um forte vinculo de res-
peito e de amisade une quelle monarcha
o seu povo.
**#
Um drama assaz .doloroso, a que deu
crigem'a recente catastrophe de Fontenac,
catastrophe de que foram victimas muitos
mineiros mortos pela exploso de gris,
deu-se das depois desse desastre.
Quando se tiraram os cadveres dos mi-
neiros, urna pobre mulher que estava pr-
ximo da abertura da mina, reconhecendo
o corpo do marido cahio desmaiada.
Qaasdo recuperou os sentidos, recusou-
se a fallar, e o caso passava desapercebi-
do, se, na noite seguinte, todos os habi-
taste de Fontenac nao fossem despertados
aos gritos de tfogo.
Era a barraca da desgracada viuva que
arda.
Empregaram-8e os maiores esforsos
para apagar o incendio, e principalmente
ara salvar a infeliz e os seus filhos.
udo foi baldado. A viuva e 03 filhos
mais novos haviam morrido presas das
chammas, salvando-se apenas a filha mais
velha, horrorosamente queimada.
A orpha, que est quasi livre do perigo
conta o que se passara.
Minha mai, que quasi nao tinha falla-
do depois que r9conheceu meu pai .entre
os cadveres, abragou-nos ternamente
noite quando nos mandou deitar. Eu es-
tava de tal madeira impressionada com a
morte de meu pai, que nSo poda dormir
e olhava para mBiia mai, que estava sen-
tada prximo do lar, lamentando-se. De
repente, vi-a levantar-se, e pegar n'uma
garrafa de petrleo, de que derramou urna
parte nos seus vestidos e o resto no gran-
de leito, no qual dormiam socegadamente
meus irmaos e minhas irmSs. Em segui-
da, minha mai pegou n'um pedaco de pa-
pel, torceu-o e accendeu-o no fogao, incen-
diando os seus vestidos, e atirando-o de-
pois para cima da cama. Saltei abaixo
do leito para fugir pela porta que tinha
ficado entre-aberta; mas minha mai, se-
gurando-me entre os bracos, quiz deter-
me afim de que eu morresse queimada ;
afinal consegu escapar-me de seus braos
e fugir.
buaaees, quatro eoasu lieiius do finado
goMral.
Airaz. marclaavam diversos homena ves-
aaom o unsiarireide ejercito do celes-
Be impone.
' 'lu'nie- > pcestite ae cemiterio, a
bandeira da ordem a que o finado perten-
cia foi collocada em frente do tmulo, la-
veada por duas lanternas acceaaa.
Fechado o tmulo, todos os ornamentos
de lucta foram amoatoados entrada, e.
acto continuo, que i mudos juntamente com
urna caixa quoeorrrra ae defnnta.
Depois d isio, cobriram o turnlo com as
diversas iguarias, n'uma miscellanea curio-
sa, e s terminou a ceremonia hora em
que, na China, devia nascer o sol.

As Novidade, de Nova-York, contam o
seguinte caso, que pode servir de salaar
exemplo aos que seguem as propostas dos
ag-.'nciadores de emigrantes:
< Preso porgrossas cadeias e asentido
n'uma carreta, percorria ha das un mi-
sero polaco as ras da cidade de Golyoke.
Conduzia a carreta um sujeito que, de
vez em quando, assentava urna chibata as
costas do infeliz todas as vezes que eDe
se lamentava.
Por acaso passou por elles o ebefe de
polica que perguntou:
Por que vae esse homem preso ?
Por que ? responden cynicamente o
conductor, porque me pertenee.
E' entao voss o tal contractadoa de
emigrantes chamado Parsons?
-Sou.
Parsons foi preso e a sna victima cua-
duzida ao commissariado, onde lhe deram
de comer. O infeliz pareca evorar. Telo
elle
tratos.
Parsons conhecido como conti jetese
de emigrantes brancos, que depois torna
eseravos e alu^a aos nezes e aos ann-w.
martyrios por que fsn-
era urna chaga em resultado dos maos
Calculein-se os
sam os infelizes .
SPORT
llippodromo do Cena
Realisou-se hontera a inscripcofpara a II* cor
rida no prximo domingo, 13 uo corrnte. Os pa-
reos ficaram assim organisados:
1 PareoEnsaio800 metros Animaes da
Provincia que ainda nao tenham ganbo premios.
rumias 2006 ao 1. 'Mi ao 2, e 203 ao 3-.
Roya!, Ecla, Jac, Caligula, Galgo. RmoteU.
General, Traviata, Nazareth, Tijuca, Jhoako-
pmks. Fanfar, Boa Ida,ex-Albalroz, Pirapama.
Cin'ico. Violo, Cabrito, Soberano, Ismar. Campi-
ueiro, lacador, Horisonte. Myiord, Aquilaban.
Bornave, Bruto, ex-Relame, Jagnarao, Bilont:
PatifL-, Horbureraa. Guerreiro, Mara. Total
animaes.
a
O general chinez, Li jti Doo, que go-
zava d'uma grande reputacao no exercito
do celeste imperio, sendo grao-mestre da
ordem da Ambica, acaba de fallecer em
NeVYork.
Os jornaes americanos descrevem os seus
funeraes, celebrados segundo o ritual chi-
nez.
Entre a morte e o enterro inedearam
nove dias. O cadver foi embalsamado,
collocado n'um caixao, e este posto n'uma
grande sala completamente forrada de pan-
nos pretos e brancos.
At aqui nada de extraordinario. Mas,
sobre urna mesa e junto do esquife, esta-
vam os alimentos para a grande viagem,
isto : um cordeiro assado, e enormes
terrinas cheias de arroz. N'uma outra mesa,
viam-se : um leitao assado, pacotes de cha,
biscoutos, garrafas de vinho, lranjas, li-
moes,.etc.
O corpo estava vestido com o facto de
mandarim do Departin Mingl, tendo o ra-
bicho atado em volta da cabei^i.
Sobre o peito collocaram-lhe algumas
notas do banco, e na mao esquerda diffe-
rentes moedas de ouro.
Muitas notas do banco foram collocadas
no fundo do caixao, isto para que o de-
funto podesse ser generoso para com os
espiritos maus que o detivessem na
gem.
Sobre urna terceira mesa ardiam sete
volas, duas de cera vermelha e cinco mais
pequeas, de cera branca.
Os cheles da colonia chineza em New-
York, reunidos na cmara ardente, leva-
vam fitas brancas e pretas nos bracos e
vestiam urna tnica amarella com calcan
brancas.
va
2 PareoProgresso-1,200 metros. Animaes
da provincia. Premios 2503 ao 1, 604 ao 2*. e
25* ao 3".
Mouro ex-Marisco, Monitor, Good Morninc,
Templar.
3* Pareo-Hippodromo do Campo Grande
1,400 metros. Animaes de qualquer paiz. Pre-
mios 5003 ao Io. 1251 ao 2", e 503 ao3*.
Derby, Apollo, l'rice, Vesper.
4o PareoDestreza900 metro. Animaes da
provincia. Premios 20.15 ao I-, 303 aofrf. e20#
ao 3.
Monitor, Etna, Alaslor, cx-Gladiador. Gaim.
Cndor, Cacique, Dublin. Templar. Incitatns.
Macaro.
5" PareoDerby Club -1.300 metro*,
nacionaes at meio sangue. Premios 3503 ao I*,
803 ao 2, e353ao3.
Ruy Blas, Olga, Incgnito. ex-Cbapeeo, Cerco-
vado.
6o Pareo Velocidade50 metros Animaes de
menos de meio sangue que nao sejam da provin-
cia. Premios 3003 ao 1", 75* ao 2, e 90*
ao 3.
Syrius, Favorita, Recife, Galatha. Aymor-
7o PareoComraercio 800 metros. Eguas da
provincia. Premios 1504 a 1*, 353 a 2-, e I5#
a 3*.
Fantina, Stella. oraja, Montanha.
O primeiro pareo vae ser dividido .-m reas
turmas, correndo 16 animaes em cada urna.
IMDICAyOES BTEB
Mcdle*s
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu esc ipsa
rio aborto ra Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, e deste hora em da-
te em sua residencia ra da Santa Cro
n. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e criancas. Telephone n. 326.
O Dr. Alvares Guimmrim, Hbegnrto da
corte, dedica-se medicina em geni, e
com especialidade s molestias do corelo,
puhnoes, figado, estomago e intestinos,
tambem s convulsoes e outras molestias
das criancas. Reside pracn Conde i'Sm,
n. 28, 1. andar, e tem oenemltorio ras
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dis s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desees la-
gares. Telephone n. 381.
Dr. Joaquim Loureiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cahngn. 14,1.*
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia ao
Monteiro.
Dr. Barreta Sampaio d consaltas de
ineio-dia s 3 horas no 1.* andar ds
a ra do Barao da Victoria, n. 51.
dencia ra Sete de Setembro n. 34,
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. I a-tro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero quando tosas
aconselhada. .Consaltas das 11 s 3 da
tarde em sna residencia na
Jess (antiga da CrazJ.n. 2J, l.*l
O Dr. osta Cromes, de volta de sna via-
gem ao Rio da Prata, contina em sea con-
sultorio e residencia na ra do Macanea de
Olinda n. 34,. I." andar. Chamados s
qualquer hora. Consaltas de 12
da tarde.
Dr. Joao Paulo, especialista em p
molestias de senhoros e de cri..:;
pratica nos hospitacs de Pars e de -nos
d'Austria, d consultas d-
tarde em sua residen-
Victoria n. 59,
qualquer hora.
i
I
I

i


Diario de PernambucoQarta-feira 9 de Janeiro de 1889
j

tdvogaafo
O bocha
pode ser procurado roa do Imperador
n. 71, 1." andar.
Orculistn
Dr. Ferreira, com pratica nos principaes
hospitacs e clnicas de Pars e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
errarla a vapor
Serrara a vapor e oficinas de earapisui
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabeleci-
mento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra e vende madeiras de todas
as qualidades, serra madeira de conta
alheia, assim como prepara obras de-cara-
pina por machinas e por precos sem com-
petencia Pernambuco.
O rogarla
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por ata-
cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
PUBLICARES A PEDIDO
Notas do sciil ment
A BBPOBLICA FRANCEZA
I
Sou pela Franca to patriota, como nao ha
franeez que o seja mais por que a Franca a
patria de todo o homem 1 vre, quero diser, de
todos os que amam a liberdade ; que hvre nao
o o brazileiro, para sel-o eu, um dos mais su-
jeitos ; vivendo todos sob o imperio das leis em-
bora as mais livres, sem torga, porque nao tem
base na vontade popular, nem autondade para
garantir nenhum dos dircitos ou liberdades que
ellas detinem. SO existem para fazer victimas
daquelles que, nellas crendo, mais confiam na
sua aceito.
Sou pois pela Franga to patriota, como o mais
patriota franeez ; pois o povo d'aquella gran-
de naco que nos ensina a amar a liberdade.
E" a elle que a devem todos os povos que a
tem aleaiicado e a luz mais pura daquelle foco,
que a dilTunde para todos os que nao fecham os
oraos para nao vel-a.
E' a esta nacao, a este povo que a deve a hu-
manidade, por quem elle pelejra em tantas lu-
as c lutas titnicas, a liberdade, que arrancara
dos negros ergustulos, das crepilantes fogueiras
da inquisico. ,
E tora a liberdade dadiva de Chnsto, em cuju
nometaes horrores se faziam : dadiva ou restitu-
cao ou resgate. do que tora dado em principio na
creaco do homem, c apagado e perdido na cor-
rupcao dos Becotos
Fra a fraternidade. a igualdade humanas que
elle levantara; a dignidade damulher, ella eman-
cipada, tudo o que tora perdido na corrupcao
das cortes, do rei, da nobreza e clero, hypocntas
na insolente soberba e desprezo com que trata-
van o desgranado povo ; esse povo vil, cana-
ula, abaixo do cao, como era lido.
Ao grande povo que, vingando no sangue dos
hypocritas da clerezia, quasi toda corrompida e
infame, e da nobreza e da realeza que a aoouta-
vara, o sangue que por toda a liberdade. pela
fraternidade dos povos, por todo resgale Chnsto
derramara, as resgatou de novo.
Esta grande naco a que a humanidade deve
a cvisacao do seculo. cada povo no quanto
participa della, toda a liberdade.
Este povo immenso q quellas iotas 'sustentara, como a grande Roma,
tao heroica na repblica, como torpe no imperio,
no as tivera assim ; a este novo que lutou. elle
s, pela liberdade, contra a Europa inteira, como
nem a repblica romana tanlo lizera pelo seu
engrandecimento ; ella que, antes de toda a no-
cao do Evangelho chegada as gentes, distingua
da plebe e dos escravos os patricios e os cava-
Iheiros.
Este heroico povo de Franga que fez resurgir
a liberdade das cinzas a que a reduzio, esta
heranga de Christo, o infame clero, quei-
maudo o homem rivo em nome do proprio
Christo, em nome do Evangelho. assim tambera
queimado : em nome do Evangelho de que a h
berdadade o transumpto ou autesto testamento
dos direitos do homem, elevado a dignidade do
primeiro dos seres creados.
0 Evangelho que viera para resgataresta plebe
a que pe'tengo, que a clerezia com a nobreza e
reis convertera em instrumento de sua inslita
soberba.
Este povo que resgatra, essa plebe, todo o
vil novo, que vil fra ni canalha, e feto gente
que nao seria cidadao, nao sena homem, se o
grande novo, se levantando contra a Europa in-
teira. com ella arcando por 25 annos, nao tiyes-
se embarrado na fronteira os exerritoa do clero
vil. da infame nobreza; dessa in-tituicao creada,
para avaealar o homem, degenerar a especie, fa-
zer della'escabello, escrava a grande parte da
nago de urna parte intima.
*
Nao era bastante que os exercitos de um so
povo, esbarrassera os exercitos dos senhores na
Europa toda, que fosse eram como os bandos
de gafauhotos do Egipto, cobrindo os campos
para avaealar a Franga; foi mais preciso que a
uns se seguissem outros exercitos, at que iez-
ae levantar da trra um milhao de bomens, con-
tra os exercitos que vinham resgatar o re cap-
tivo e supplantar a conquista da liberdade an-
da nao nascida, restaurar a nobresa foragida,
as infamias do ciero supplantadas, a torpeza e
toda a polucao da nobresa e da corte, atogadas
no sangue em os ou pocos, derramado pelas
raaos do povo em iustiga frentica e delirante
de tantos seculos dos mais terrive:s a^gravos
assim vingaci
Foram sepulturas em vida de perpetuos notur-
no* carceres. a flagelaeo do acoite, o tratamen-
to a ps do nobre vil canalha, a degradaguo
das ctasses presas por 8Ua suegao de senhor a
senhor, de servo a servo, com seu trajar distra-
cto a tortura as mais crueis da mais perversa
invenco a martyrisar o homem ; o sangue derra-
mado em borbotees por esses seculos passaos
todos, a fogueia emlim da inquisico, chamada
santa (fue queimava os homens, as mulheres,
velhos. moca* ou mancebos, atados ao poste de
ps inios" afogados :ias chammas que Mies ar-
raucavam os mais horrorosos gi ilos!
K tudo em nome de Evangelho. em nome do
Christo e da salvacao que. elle prometiera no
co, a quem como elle, nao flagellasse o ho-
luiatoriaes fogueir; da* basti-
UMS.q mitodasasn
I ue a lucta externa, era tambem a
interna : na fronteira e alm deila contra os ex-
ercitos que vinham sujeitar o povo que ousou
ser Hvre do agoule e do ponta-p dos senho
era a lucta iuterna, contra os nobres, contra o
clero, que se nao conformar, podiam com o cana-
Iba em liberdade, com a perdadestes caes a seo
servigo.
E a lucta interna-ainda era mais terrivel que
era directa com o inimigo, os senhores que nao
queriam perder seus servos, seus escravos.
Eram todos os inimigos pblicos que eram
lodos os nobres, que era o clero ; eram os ini-
migos oceultos, que o eram 03 miseraveis, os
vis, as aunas baixas dos que sem ser nobres
sao satisfeitos vagallos dos senhores. Eram des-
sas almas vis, que contentes as alegras dos
seus senhores, feizes quaudo castigados pelo lo-
can se suas botas, dancando as suas chocas ou
nos seus casabres, pelas festas. pelas bodas e
bantisados dos senhores, abatidos na desgraga
delles, furiosos, de caes rafeiros tornados em
caes de fila, se era possivel esperar de seus den-
tes salvamento da desgraga de seus senhores
Era esta a canalha da Vanda, satisfeita, feliz
de sua condigao de canalhismo, de chues.
Nao davam, nem aceitavam batalha campal;
era guerra de guerrilha de todo aquelle vil povo
para restaurar o poder de seus senhores, vingar
as suas injurias. Cada tfui tinha a espingarda
oceulta peno da enchada com que trabalbava,
Jue largava para tomar a arma e matar um sol-
ado da repblica, se podia fazel-o impunemente,
oceultando de novo o seu fuzil. Era urna guerra
terrivel, sem tregoa, essa guerra da Vanda, que
consumi exercitos da Repblica, de muitos an-
nos, dos fiis vassallos da nobreza e do ei que
deu tim a Oche, general, segundo mais de um
histonador, superior ao propno Napoleao Bona
parte.
Eram estes e outros anda e de todo o genero
os traidores que aos miniares conspiravam noite
e da, ou emigravam para constituirem batalhes
no eslrangeiro c com os exercitos dos reis las
naces. libertar o rei captivo, assental-o no ex-
celso throno com todo o inslito poder d'aquella
nobreza infame.
Seria dito eterno adeus aos direitos do homem;
a a vil canalha, a cuja raga com quasi todo o
povo da America pertengo e o da Europa que de
canalha est feito gente,se os senhorescom os
exercitos da Europa suplantassem essa canalha,
aquelles nossos antecessores, eternamente cana-
lha nos seriamos.
E' essa lucta que "ainda nao parou, que tem
cem annos, cujo grande dia de seu comego se
commemora agora.
Todos os povos que do canalhismo vero, con-
ebrrendo, soTregos, alvoragados de inconcebivel
contentamento, ou vao la vel-a, ou de longe a
contemplam ; todos os que, da propria raga dos
nobres, poucos embra, amaram depois a liber-
dade.
S nao os de besteal orgulho da grandeza de
suas nages. de que elles sao apenas-servos ; so
n5o os senhores, os nobres que se ligam contra
o grande povo para continuar-a luta, que de
raiva e medo estremeccra diante do sublime es-
petaculo que a todos os povos o grande povo
offerece, como penhor e seguranga da universal
liberdade.
Paremos aqui por hoje, que tempo de muito
fallar da grande nago e com todo o afn, agora
que e la celebra aquelles, como nenhuns outros,
gloriosos feitos, que o mundo tem visto, exal-
tando todos os sentiraentos livres, fazendo aba-
ler a cerviz, morder a trra a todos os senhores
como a seus vis e satisfeitos servos.
Re< ife, 29 de Dezembro de 1888.
Affon-so de Albuquerqne Mello.
Elixir depura-
tivo vegetal.
Formula de Angel no Jos
dos Santos Andrade
Vpprovado pela Inspectorio Geral de Hi-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
mem
Cu de uutro modo a justiga do
povo por tantos gemios padecente ou antes sua
acedo nessa lucia, rile senhor do poder, do rei,
datioliresa. do clero, sustentado o seu poder
pelos seus valeirtes uxerdloa que esbarravam
os exercitos de lodos os tyraonos e de toda6 as
torpeis infamias, que os venciam que os en-
chotavain I
no este povo. tratado sempre o
pelo- nobres. mais vis que os cues de se;-;ar-
.idas, poda trartar nol.
rei* divinos, aos quaes rinham efender
taurarseas poderes, infames tvrannias, os exe-
citos da Euro|a inteira !
, era da liberdade dando seus fructos. nem
ao menos apenas plantada, aquelle rgimen ;
era da luda, da lucta tremenda, hornvel do
Hvre para luctar por ella, para
Segurar a conquista, o dondo Creador, perdido
metra culpa, reachado na ana -
do I pHo sacrificio de Christo o Evan-
uelh reduzido a cmzas pele clero in-
lypocritas do paganismo, aquelles que
ute perseguindo os chrisi
sde que os nao poderam mu tru-
vsea bvpecntas quo dns' ""da-
os ciiristaoi, mata;
ira, fazendo dovaugellio inslruniento d*i des-
poiumo tos reis,-aainfamia .ibreza, para
B^B^B^^^^Hndiado e. itesfresi'.
lade,

Tem curado radicalmente muitas pessoas ac-
commettidas da terrivel molesti beriberi.
MODO DE USAR
Os adultos tomaro quitro colheres das de
sopa pela manh e quatro noite. As mangas
de 1 a 5 annos tomarao urna collier pela manha
e outra noite, e os de 5 a 11 annos tomarao
duas colheres pela manha e duas noite. De-
vero tomar banhos fri ou momo pela manha e
noite. Resguardo regular.
Encontra-se a venda na drogara dos Srs.
Francisco Manoel da Silva & C, ra Mrquez de
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental a ra Estrei-
ta do Rosario n. 3.
O autor ileste preparado pode ser procurado
na roa do ^arto da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicagao
que for preei.-a.
N. 21
Ulm. Sr. Augeiino Jos dos Santos Andrade.
Tenho a satisfagao de lhe communicar mais
um caso que se den commigo : estando soffren-
do ha um anno pouco mais ou menos de urina
leitosa e quasi assucarada, tendo esgotado os re-
cursos mdicos, sem resultado algum, lancei
mo mais urna vez do seu Elexir purificadpr do
sangue, e com o uso de tres garrafas restabele-
ci-me perfeitamente.
Mais urna vez o felicito por to maravilhosa
descoberla. Destas linlias que s contm a ver-
dade V. S. far o uso que lhe convier.
De V. S. attento venerador e criado. Recito,
13 de Maio de 1886. Miguel Xavier de Souza
Fonseca
N. 22
Pernambuco. 19 de Novembro de 1883.
Ulm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Tendo sofirido de syphilis por espago de guatro
anuos, tomando sempre depurativos e mais me-
dicamentos receitados por diversos mdicos des-
ta capital, nunca pude eolher delles o menor re-
sultado, porm aconselhando-me um amigo para
que eu tomasse o seu preparado rr depura-
tivo nio quiz logo tmalo pois que ja esta va
compleUmente desengaado que nio haveria
remedio algum que restabelecesse a minha
saude, porm a instancias deste mesmo anngo
depois de algum tempo resolvi-me a experimen-
tar com tanta felicidade que na prioieira garrafa
tinham desapparecido algumas manchas que ti-
nha pelo corpo e continuaudo a tomar acho-me
completamene reslabelecido : seria pois tuna fal-
t de consciencia se nao lhe agradecesse c di
zendo-lhe tambem que acouselharei a algum ami-
go ou conhecido que tenlia a infeliiidade de pa-
decer do mesmo mal que j padec. Assim eonio
podera Vmc. fazer desta o uso que lhe i
me assignando de Vmc. criado obrigadis-ino. -
Paulo buiz Aires.
N. 23
ftecife. 2 de Junho de 1884.
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade
Boa saude lhe desojo e a todos os seus. Parti-
cipo-lhe que com duas garrafas do seu Elixir
restaurador do sangue. foi ramciente para liear
perfeitamente restabeleeida a Exma. Sra. D.
Mara Januaria de Barros Lima, moradora no en-
genho Serra. que por intermedio meu, e pela
grande nomeada do bom effeito produzido pelo
remedio cima escripto, de que o senhor. inspi-
radlo pela Providencia. >"le penetrar a este
grande segredo da medicina Enriando eu duas
garrafas, como cima disse. Hcou ella curada do
autigo reumathismo, que, ha muito Hie per legnia,
accresce mais que eHa comegando ein tratamen-
to appareceu-lhe urna grande infla mniagao nos
olio* a ponto de llcarem completamente fecha-
dos, que no decurso do tratamento licou perfei-
tamente restabeleeida de ambas aa molestias,
-m as datas garrafa* do seu raara-
vilhoso remedio. ,,-.,,
S posso lhe BOTdecer por sua feliz di
desde j pego-lhe que coosldere-me como um seu
respeitador e humilde cna'lo e obrigadisso.-
Hostv
N ii
Illm. Sr. AnfeUno Jos dos Santos Andrade.
Soffi
tomei mu
havia possibflidade de parar o mesmo corr i
to. lizendo isto a um amigo elle me aconse-
llioi; que tomasse urnas garrafas que tinham o
tituloElixir depurativo que era seu preparado.
Mas eu sem fe alguma maii'lei comprar urna
garrafa. I rincipiei a tomar conforme a receita
3\ inha no envolucro da mesma garrafa. De
ia para dia me achara melhor; acabou-se a
garrafa, mandei comprar outra, e quando eslava
acabando a segunda j tinha desapparecido com-
pletamente o corrimento.
Ora nio podia deixar de vir por meio deste
dar-lhe um voto de louvor e de reconhecimento
pelo seu Especifico, de tanta eficacia e que e um
maravilhoso remedio.
Aproveito-me da opportuuidade para reiterar
a Vmc. os meus protestos de alta estima e con-
Recife, 16 de Margo de 1883. Francisco Jos
Diat Sobrinho.
N. 23
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade -
Ha nuito que devia enderecar-lhe a presente
pin que fizesse companhia aos muitos attesla-
dos que V. S. possue, porm muitos trabalhos e
at esqueoimento, confesso me tem privado de o
fazer, agora porm que o lempo me sobra, aqui
vai.
SDffri por muito tempo rheumatismo articular
agudo, e depois de fazer uso de muitos medica-
mentos aproprados sem resultado, lancei mo de
urna garrafa de seu preparado, sem rotulo que o
recommende e principiei a usal-o; peiore so-
lemnemente e quasi que o abandonava, porm,
um amigo aconselhou-me que proseguisse e as-
sim fiz. Tomei 4 garrafas e fiquei completamen-
te curado.
O anno passado fui para a Europa c com o
fro appareceu-me de novo a molestia ealii pri-
vado do seu medicamento, passei todo o tempo
que all estive, prostrado no leito da dor. mas
che ando aqui continuei a usal o e em pouco
tempo restaurei as torgas e a molestia dcsappa-
receu
Assim acho que o sen medicamento um pre-
parado por excellencia como depurativo, e todos
aquelles que soffrem de syphilis encontraro um
lenitivo aos seus soflriinentos.
Aqui fica escripto bera patente o que encontrei
em seu preparado, podendo V. S. fazer o uso que
lhe convier.
Estou usando d'elle para outra molestia e se
tiver resultado Ih'o participarei.
Sem mais sou com considerago de V. S. l-
tenlo, venerador e criado. Affonso Toborda.
Recito, 13 de Dezembro de 1886.
Kstavam selladas e reconhecidas as firmas dos
atlestados cima.
(Contina).
--------------..-------------
Lomado seja Dens
Nasceste sem toda parte menos no Rio For-
moso.
Assim quer o nosso
passado tiremos missa de natal porque os
habitantes deram cem mil reis ao sacer-
dote que a mandado de S. Exc. Ryma.
veio reger esta freguezia, este anno nao
tivemos missa a falta de um sacerdote
menos irascivel que o actual regente padre
Francisco Verissimo Bandeira.
deocesano ; o anno
Dr. Telasco de Gomensoro
Pertence a este Ilustre medico, resi-
dente no Rio de Janeiro, o seguinte attes-
tado a favor do Peitoral de Cambar:
u O abaixo assignado, Dr. em medici-
na pela Faculdade do Rio de Janeiro, etc.
j Atiesta que empregou o Peitoral de
Canbar, do Sr. J. Alvares de S Soa-
ree de Pelotas, com grande vantagem em
petsoa de sua familia, que soffria ha al-
guna mezes de urna laryngite acompanha-
da de accessos de tosse.
t Por ser esta a verdade e me ter sido
pedido, passo o presente attestado e jura-
rei se necessario for f de meu grao.
Dr. Telasco de Gomensoro.
Dr. Camacho^ Crespo
Este distincto facultativo, residente no
Este depurativo de graude efiicac as mo- ^ Jaileire omkv^oat de urna acre-
eslas svphiliticas e impureza do sangue, : assim *7., ,. u J J. T.^,
como eni todas as molestias das seaborak ditadissnna rcputacJto, acaU de dar o * valioso parecer sobre o afamado Peitoral
de Cambar. Este insuspeito documento
que vem augmentar o j crescido numero
de approvac5es scientificas com que actual-
mente se eleva o soberano debellador das
affeccSes pulmonares, digno de ser apre-
ciado por todos, e, por isso, aqui o trans-
crevemos :
Eu abaixo assignado, Dr. em medi-
cina pela Faculdade do Rio de Janeiro,
medico adjuncto do Hospital da Sociedade
Portugueza de Beneficencia, etc., etc.
Atiesto, sob a f do meu grao, que
tenho applicado em minha clnica o Pei-
toral de Cambar, inventado e preparado
pelo Sr. Jos Alvares de S. Soares, de
Pelotas, com grande proveito as diversas
affecoes das vias respiratorias, especial-
mente quando chronicas.
* Dr. Camocho Crespo. *
*e&*
O vinho de peptona de Chapoteaut en-
cerra a carne de vacca, digerida pela pep-
sina soluvel, aasimilavel e apta passar
directamente para o sangue, maniendo a
vida e a saude. Com elle se alimenta os
doentes com faatio, que tem repugnancia
da comida, ou nao podem supportal-a, os
convalescentes, anmicos, diabticos, doen-
tes do peito, as pessoas minadas pela fe-
bre, por affecjSes cancerosas, ou dysente-
ria. Em pequeo volume, a peptona
muito mais fortificante do que o leite, nu-
tre melhor, e bem tolerada. E' a nica
empregada, por causa da sua pureza, no
laboratorio do Sr. Pasteur e pelo Ulm.
Dr. Ferreira, do Rio de Janeiro ; foi adop-
tada pelo governo franeez e pelos navios
da mariuha franceza que conduzem feridos
e doentes.
akua Florida de Marrar ** Lanman
Se o simples prego de um genero qualquer.
fosse sempre reputado como a medida de seu
exacto vafor nos supporiamog que este exqui-
sito e delicado perfume e cosmtico era inferior
algumas perfumaras estrangeiras, as quaes sao
vehaidas por um prego quatro vezes mais daquelle
entro, em quanto que, sua quantidade nao chega
a prorazer urna quarta parte contida n'uma das
garrafas da Agua de Florida.
Porm felizmente como possuimos urna manei ra
Hvre e radependente de formar juizos produzidos
das evidencias dos proprios sentidos, a nossa
concluso pois neste particular, urna inteira-
nente mui amrente.
Temos varias vezes examinado esta rara prepa-
rago, e sera o mais leve escrpulo ou hesitagao,
pronunciamos a sua fragrancia nos inextin
guivel, como tambera fresca e suave como a das
proprias flores, e em todos os respeitos to agra-
aadavei em seu delicado aroma como qualquer
outra essencia, este jamis nos tenha sido forne-
cido, quer da Colonia, Pars ou Londres.
Esta pois, a sentenca. passada por toda a
America Hespauhola, e nos de todo o bom grado
Carnes verdes
Para tranquilidade da po-
pulacho d'esta cidade preve-
nimos a todos de que nao te-
nham receio-.de comprar car-
ne por mais de 480 res O
kilogramma, porquanto
ja tomamos todas as medi-
das para que isso nao succe-
da, e assim temos combina-
do com varios marchantes e
tambem com a digna socie-
dade dos Talhadores, a qual
porunanimidadede votos to-
mou o compromisso solemne
de nao cortar rez alguma por
preco superior a aquelle, seja
de quem quer que for.
Essa deliberado que, hon-
ra a digna associa^ao, ornis
seguro penhor que garante
os direitos einteresses do po-
vo d'esta cidade, que tanto
se procurava allegar em fa-
vor do contracto.
Recife, 17 de Janeiro de
1889.
Fiuza Lima Sf C.
SN
Inglez e franeez
Cursos das 7 s 8 horas da manh das
5 s 6 da tarde: ra da Aurora n. 37,
2. andar.
Como garanta contra as falsiacages obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp ve
nbam aatamandos em letias tranapareates ao
papel do vidrinbo que serve ile envoltorio a cada
garrafa
Acha-se i veBm tedas as botica? e lojas de
perfumarlas.
Cellegio nove de Janeiro
8ob a dlrec^So to bachure! Ber-
nardo Pas da .ama Lias
jRwa do Desembargador Nunes Machado
n. 92 A
O director deste estabelecimento de ins-
trecao aprimara e secundaria offerece aos
Srs. paes urna casa em que ha ver-
dadeiro interesse na educacao de seus fi-
lhos.
As aulas comegarao no dia 9 do corren-
te, achando-se a frente da aula primaria
o director secundado por muito bons au-
xiliares.
Do curso secundario que comprehende
us seguintes materias portuguez, franeez,
inglez, allemSo, lalim, rethorica, geogra-
phia, historia, mathematicas, philosophia e
ciencias physicas e naturaesso profes
sores os hachareisAyres de Albuquerque
Gama, Tertuliano Feitosa, Augusto La-
menha, Feliciano de Reg e Bernardo Lins,
o 1." tenente Sidney Schieflere o Dr. Cu-
uhaMnezes.
O servigo interno entregue a censores
e o domestico familia do director.
O collegio ainda proporciona conforme
ajuste separado, o ensino de piano e canto.
O director,
Bernardo Jos da Gama Lins.
---------------"MCOS>
Cal
Freir de Andrade & C. 178 ra dos
Capellistas, Lisboa, vendem cal em pedra
superior qualidade, prego 180 reis fortes
cada 15 kilos, posto a bordo com vasilha.
Festa de Nossa Senhora do
Monte
No dia 13 de Janeiro prximo, pretende o
Dom Abbade do Mosteiro de Bento de Olinda
celebrar a festa de Nossa Senhora do Monte em
sua ermida e desde j poderSo os derotos se en-
tender com os encarregados da mesma festa que
sao os capitaes Fortunato de Sampaio e Luiz
Pereira de Farias.
Olinda, 28 de Dezembro de 1888.
Frei Jos de Santa Julia Botelho,
Dom Abbade.
A o coutiiiercio
A directora da Sociedade Uniao Commercial
Beneficente dos Mercieiros, a quem estao confia-
dos os poderes para tratar dos interesses dos
seus associados, e bem assim do commercio a
retalho, em geral; surprehendida pelo despacho
de S. Exc. o Sr. cx-presidente da prorincia de i
do correte, pelo qual concede que se estabele-
cam negocios de fazendas, miudzas, calcados,
ferragens e molhados, nos compartimentos do
Mercado Publico de S. Jos, sem que liquem su-
jeitos aos impostes geraes e prorinciaes, e de
cujo faror importa c colloca a desigualdade de
commercio.
Convida a todos os Srs. negociantes de re-
talho de qualquer classe a comparecerem a ra
estreita do Rosario n. 3, 1. andar, sexta-feira 11
do corrente, as 11 horas da manha, afim de re-
solverem o melhor meio de anteporem perante
quem competir os seus direitos prejudicados.
Recife, 6 de Janeiro de 1889.
Lanterna Mgica
A redaeco deste interessante peridico livre
e humorstico mudou-se da ra do Rangel n. 16
para o Pateo do Terco n. 4, onde est estabele-
cida a acreditada oticina lithographica do Sr.
Antonio Carlos Borromeu, na qual passa a ser
"irapresso aquelle peridico.
----------Miteee-----------
Professor
O jirofessor J. B. Feln contina a leccionar
em sua casa, em casas de familia e em collegios,
Franeez Latim, Arithmetica, Algebra Geemetria
e Trigonometra ; ra Velha a. 46, 1 andar.
Vias urinarias, molestias do tero,
operacoes elctricas
BL CABLOS 2ITTSSC0BI
ESPECIALISTA
com pratica de pariz e lwdbbs
Estreitamentcs da uretra curado
dicalmente pela elcclrolyse, sem <10r ;
hydroceles sem injecQ (cura radical):
ferinas e ulceras chronicas. oin garan
tia de cura rpida; pedras da heauga.
fstulas e bemorrhoidas; syp'lis, go-
uorrhas, pelo methodo das iusllasoes;
molestias da garganta u dQ atbmospheraa medicametafesas. oh-
sultas e operacOos das 42 s 3 horas,
ra do
MARQtOBDE OLINDA N. 31,2 ANDAR
meaatsmemmnh -Torre
que offerece urna sociedade artstica aos Srs. asignante*
do Diario de Pernambuco
DE
DUAS BELLAS 0LB0GRAPHIA8
O CHRISTO DE VELAZQUEZ
Estas preciosissimas oleographias medem 88 centmetros de alto por W de barajo, e ais
urna copia exacta dos originaes, das obras dos grandes pintores bespanbes Velazqupz Hiiiilaa
nao se tendo esta sociedade poupado gastos nem sacrificios para apresentar duas copias rfigaaa
d'aquellas grandes celebridades artistiaas.
Nem mais urna patarra diremos em sen elogio, pois que o publico j aoarbe jnlgar do aae-
rito desles quadros cujos magnficos PENDANTS temos exposto na hrrara F. P. linliliaaa, .na
ra do Imperador n. *6.
Apezar da importancia destas obras, llzemos urna combinacao em obaufakt asa r*. as-
signantes deste Diario para que possam obter ao preco reduzidissimo de lHia cada aaaa, om
seja urna quarta parte, approximadamente, do seu valor, sendo indispensarel para ara ata]
a apresentico do cupn junto, que se deve cortar e levar se, at ao dia 21 Enero, en ia i
vraria F. P. Boulitreau, 46Imperador.
CIPOX
Apresentar-se em la
livraria F. P. Bouli-
treau, successor de G.
Laport & C, ra do
Imperador n. 46.
Diario de Pernambuco
VALIDO ATE' 21 ENERO PXMO.
Valido para
exrmpl.- Chriolo
A>Virfeala
Apresentar-se eai b
livraria P. 9on-
trean. sniuaaw 4 fe
Laport A C. na *
Imperador o. 4*.
CRTESE ESTE CUPN
MotaA oieagrapwa sem apresentaco deste cupn vale 13*000.
Oulra l'revme-se aos Srs. assignantes que, passado o dia 21 Euero nao terio dtaatoa
nenhuma reelamaco, por ser este prazo improrogavel.
Em rirtude do que dispoe o art. 66 do regula
ment que baixou com o decreto n. 9584 de 3 de
Fevereiro de 1886, a Inspectora Geral de Hy-
giene faz publico, pelo prazo de oito das, que o
cidadao Alfredo Jansen Goncalves Ferreira, lhe
dirigiu a seguinte peticao com documentos que
satisfazem as exigencias do art. 6o do citado re-
glamento.
Alfredo Jansen Goncalves Ferreira, achando-
se habilitado para bem exercer as ninesoes de
pharmaceutico na cidade e municipio do Espiri-
to Santo, comarca de Pau d'Alho, provincia de
Pernambuco, visto como nao ha na referida ci-
dade pharmacia alguma dirigida por nharmaceu-
ticos formados pelas nossas Facilidades e prorar
o supplicante com os documentos juntos, o que
determina o art. 65 e paragraphos do regula-
mento que baixou com o decreto n. 9.554 de 6 de
Fevereiro de 1886.
Assim o supplicante, confiado na justiga que
sempre preside aos actos dessa Inspectora e na
de sua causa, espera e pede a V. Exc. deferi-
mento. E. R. Mee. Pau d'Alho, 29 de Julho de
1887.Alfredo Jansen Goncalves Ferreira.Sobre
dus estampilhas de 200 reis cada urna.
E declara que, si nesse prazo nenhum pharma-
ceutico lhe communicar ou Inspectora de Hy-
fiene da prorincia de Pernambuco a resolucSo
e estabelecer pharmacia na citada localidade,
conceder ao pratico a licenca requerida.
Inspectora Geral de Hrgiene, 9 de Agosto de
1888.Dr. Pedro Affonso de Carvalho, secretario.
Collegio Amor Divino
KA DA IMPEBATRIZ N. 32
As aulas deste estabelecimento, dedicado
instrueco das creancas do sexo masculino abrir-
se-hao no dia 7 do corrente.
A directora,
Olympia Afra de Mendonca,
Collegio de Nossa Senhora da
Paz
No dia 8 do corrente, reabrir-se-hao as aulas
deste collegio, ra do Baro da Victoria n. 46,
Recife, 2 de Janeiro de 1889.
A directora,
Mana da Paz e Freitas.
Instituto Fhilomatico
33 Vlseonde d'Albuquerque 33
As aulas deste estabelecimento de mstruccao
estaro abertas do dia 7 do corrente em diantc.
O director,
Olinto Vctor.
Corsa primario e secundario
Jos de Souza Cordeiro Simes, participa ao
respeitarel publico e especialmonte aos pas de
seus alumnos que as aulas do seu curso abrir-
se-ho no dia 7 do corrente.
--------------^-------------
Curso primario e preparato-
rios
Ra Larga o Rosarlo u. 12. 1 an-
dar
Estaro abertas as aulas deste curso no dia 8
do corrente mez
O director,
Camerino Sobrinho,
O ESQUELETO
Lenda Puanlaslica de Olinda
CM VOLCME DE 200 PAGINA8
Ultima produccao do
Dr. Carneiro Vilella
Vende-se as prineipaes Hvrarias d'esta
cidade e no pateo do Serco n. 4 escripto-
rio da LanUrua Mgica.
--------------?
Collegio de Santa Liizia
Do dia 14 em diante contina a funecionar, es-
forcando se a sua directora, para bem corres-
ponder as esperancas dos paes ou tutores dos
alumnos que lhe forem confiados, por meio de
urna educa^o scientifica, moral e religiosa. Es-
pera pois dos mesmos benvola proteccao.
dvogado
Collegio leira
Ra da Imperatriz n. 63
Este collegio de instrueco primaria e
secundaria, cujas aulas se reabrirlo no
dia 7 de Janeiro corrente, offerece aos
pas de familias que o quizerem boanr,
confiando-lhe seus flhos, todas as garaat-
tias de nioralidade, aproveitament-. e boaa
tratamento para os mesmos seus tilbu.
O resultado dos exames obtido, iiUi
alumnos deste eollegio, ser opportuaav
mente publicado, e em vista delle ae ter
urna prora do interesse tomado pelo abai-
xo assignado pela applieacao dos seas
alumnos.
Recite, 3 de Janeiro de 1889.
O director,
Ascencio Minervino Metra de VasronctUm.
MEDICO HOMEPATA
Dr. Ballhazar a Silveira
Especialidadefebres, molestias
das criancas, dos orgaos respirato-
rios e das senhoras.
Presta- se a qualquer chamado para
fora da capital.
AVI*
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
ra do Bario da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Collegio de \ossa Stiktra Ja
Peiha
Ana da Aurora n. S9
As aulas doetc collegio se abrir a 7
de Janeiro e sao de : primefras lettras,
portuguez, franeez, inglez.geographia, mav
sica, piano, desenho, bordados de varias
especies, flores, etc.
A directora,
Augusta Cantn.
---------------JJOOC*---------------
Aula particular
Anna Theodora Simes participa ao paMieo
em geral e em particular aos pais de snwaaaav
nas que a sua aula abrir-sc-na no dia 7 do car-
rente.
*

------------^oaes'-------------
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creaacas.
Consultorio e residencia rma da ape-
ra triz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da miiU
Chamados (por escripfo) qnalqrasra
TELEPHOSE K. 226
Collegio Partheoon
3 Rna do llaipicl* 9
O director deste collegio declara aos
pais de seus alumnos e ao publico esa g-
ral que as aulas comecarao a fdacemur
a 7 do corrente mez.
Recife, 3 de Janeiro de 1989.
O director,
Ovidio Altes
'
0 bacharel Jaronymo Materno Pereira de Car-
valho mudou seu escriptorio do n. 5o para o n.
85 a ra Duque de Casias, entrada pelo becco d
CongregacSo.
Eseola particular de instraego
primaria para o sexo masculino
Rna ' O professor abaixo assignado, participa aos
seus amigos, e ao respeitavel publico, que abri
a sua escola ra do Cotovello n. 34, onde edu-
ca e instrue > infancia pelo mais aperfeijoado
3Ystema do Imperial Lycn do Rio de Janeiro.
Alumno interno 30*000 mensaes
Meio pensionista-
Primeiras lettras
Msica e piano
Pt cada um preparatorio
Ra do Cotovello _
Jlio Soares de Aatved*'
Bacharel Antonio Witrtt
vio Pillo Bandeira
Pode ser preenrado a tu do Imperador
71, \a anJ
Leonor Porto
Ba Uirgs *m ataaarta mu
2o andar ?
Contina a executar os
ficis figurinos recebidos de
dres, Pars, Lisboa e Rio de
Prima em perfeicio de
em brevidade, modicidade
eos e fino gosto.
Cirur^io Dentista
DR. ROBERT P. BAWLISOS, fer
mado pela Universidade de Maiykad
Estados-Unidos, tem aberto o aea e
torio, na rna Io de Marco n 20,1# i
Consultas das 10 s 4 horas da taarfa*.
151000
21000
i#0o
3*000
n. 34
Dr. Barren Saanaio, aaedL.
oculista, ex-chefe de clnca i
Dr. de Wecker, d
meio dia s 3 horas da
Io andar da casa n. 51 nui
BarSo da Victoria, excopt<- *aa|
domingos e dias santificad
idencia roa Sete de 8eaaaa4
bro n. 34. Entrada peas t
Saudade n. 25.
ra


Diario de Pernambuco---Quarta-i<
vt
V til 1*^11 \J
de 1
OOir
Dr. Eduardo Sflveira
De volta de sua rte, contina
no exen -ua profissSo
Consultorio -raa do Imperador
n. a
Residenciara da Anrora n. 47
iooe n. 266
Telephc
<=--
G. LAPORTE
Raa I* <*c Marco n. 2S1#
AGENTE DA
COOPERATIVA MIVESSAL
E REPRESENTANTE
Das Mal afamadas fabricas
francesas
Recebe encommendas de qualquer arti-
go ; condicoes vantajosas.
t-i
etferis Ltiafes hmt
HOiWEOPATHA
' n =finn d Bar'm d,i Victoria
I PIUilEliU ANDAR
I!
.06
Collego de S. Miguel
Ra do Visconde de Camaragl-
be n.
Aos re8peitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo estabelecimen-
to de instrucc&o para o sexo feminino,
3ue abrir as aulas no dia 14 de Janeiro
e 1889.
A uiesiiia proiuette aos paes que Jhe
contiarem suas ilhas esforcar-sc por lhes
dar urna educacao primorosa, solida, reli-
giosa e domestica.
A tratar, do Io de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde s 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Mtndonqa
COMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 8 de Janeibo de 1889.
O movimento fi quasi nullo.
No mercado de cambio pouco foi feito.
Os outros mercados nada fizeram.
Bol
sa
cota^Oes okficiaes dI jumta doe cor-
rectores
Recife, 8 ds Janeiro de 1889
Cambio sobre Para, 90 d/v. com 2 1/4 0 0 de
descont, hontem.
O presidente,
Candido G. *Icoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
Os bancos, maniendo a taxa de 27 14, offere-
cendo a 27 5 16, nao adiando tomadores.
O papel particular foi passado a 27 I,1*, recu-
sando os bancos ingieres tomar a esta taxa.
Ne Rio offereceram os bancos 27 5/8.
Ha falta de pa|>el particnlnr.
Pires de Vlamtf^H
ditadissimo
Janeiro, extraamos os seguintes t
favor do Peitoral di Cambar :
moa ao Canibar-
tinga, L iana, ao Cb de pe-
destre, Laittana pteudotha, St. Hil., de
reconhecidoa effeitos na medicina doifles-
tica, apontaremoa o Cambar verdadeiro,
Vernonia polyanthei. Linn., o qualpor
sua aceito s qualidadea emolientes e
balsmicas daqueas outras, rene a de
ser ao mesmo tempo expectorante deven-
do por iso ser aproveitdo no tratamento
das bronchites, e noaieadamcntc da tsica
trpida...
t Bem avisado andou o Sr. J. A. de
Souza Sorea, de Pelotas, preparando com
essa especie o seu Peitoral de Cambar,
que tive occasiao de examinar ecom ple-
no conhecimentoaconselho o seu uso com
a maior confianca.
-------------.*.-------------
Clnica medico-cirnrgica
DO
Dr. Ferrelra
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Pariz
e Londres.
Consultas todos os dias (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio dia.
Pratica embalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
DECLARARES
Hippodromo do C am-
po Grande
O thesoureiro desta sociedade declara aos se-
nhores que se propozorem empregar-se na casa"
das apostas, que desta data em diante, de ac-
cordo com o disposto no 4 do art. 12 do cdigo
de corridas, s adinitte empregados que prestem
em dinheiro a Basca arbitrada pela directora.
Recife, 7 de Janeiro de 1889.
Luiz de P. Lopes.
at o dia 5, attingio a 4.082.348 kilos, sendo
3.333.290 para o exterior e 729.039 para o inte-
rior-
As entradas verificadas at a data de hoje so-
bem a 38.824 saccas, sendo por
Rarcacas..... 13.332 Sai-cu?
Vapores ... ......
Ammaes..... 2.976
Via-ferrea de Caruar. 2.938
Via-ferrea de S. Francisco. 12.172
Via-ferrea do Limoeiro 3.366
Soniiua.
38.833 Saceos
O vapor nacional Pernambuco, levou de di-
versos. 100 barricas, 340 2, 363 4 e 60 latas ;om
assucar bramo para o Para e 130 2 barricas,
160 'i e 62 saceos com dito dito.
Pelo vapor nacional Arliudo, foram reroet-
tidos, por diversos, 977 saceos com assucar bran-
co e .e7 ditos com dito mascavado para o Rio
de Janeiro; 1.050 saceos com dito branco e
1930 ditos com dito mascavado tiara Santos;
2355 saceos com dite branco e 73 ditos com dito
mascavado para o Rio Grande do Sul.
Couros
Mantem-se a cotaco de 390 ris para os sec-
eos salgados e 215 para os verdes.
Agurdente
Cota-se a 70*000 por pipa de 480 litros nomi-
nal.
Pelo vapor Arlindo, foram remet idas 95 pi-
pas para o Rio de Janeiro. 40 ditas e 1505 para
-autos e 35 ditas e 130 5 para o Rio Grande do
Sul.
O vapor nacional Pernambuco. levou 1
pipa para o Maranhao, 40 ditas para o Para e 3
ditas 16/4 e 45/5 para Manos.
Alcool
Cota-se a 125*000. por pipa de 480 litros, no-
minal.
O vapor nacional Arlindo. levou 13 pipas
para o Rio Grande do Sul e 5 ditas para o Rio de
Janeiro. t
Tere* <;;i
i* se faz publ-
do dia l'li convine inez
ilSo, a porta do trapiche
a Assembla. as seguin-
tes II:
Marca diamante e M no centro, 8 pipas con-
tendo vlnho seeco commum, capacidade 3,760
li.ros, viudas i no patacho portuguez
D Eliza, *87.
Jdem 10 bar ''om-
mum, capacidade 8-iU litros, dem ideinidem.
3.* sec$ito da All'andcsra de Pernambuco, H de
Janeiro de 1889.-u chee,
Domingos JoaquinCda Pons
Commiitio pernambucmn para re
pre*rntarao da proviut-ia na Bx-
powiro de 1SS9
a pedido de muitos expositores fui transfer-
da a abertura da Exposicao previa para 13 do
corrente, ao meio dia. Recife, 4 de Janeiro de
1889.
Viscunde da Silva Loyo,
Presidente da comraissao.
S. R. J.
Sociedade Recreativa 4uvcntt.de
Sanio em 12 de Janeiro de 1889
Por iniciativa de nlguns socios e para solem-
nisaro- anniversano da fundacao da banda
musical, realisar-se-ha no prximo sabbado um
sarao dancante. para o qual liado recebem-se
notas de convites nesla secretaria A'
alguma ser permitiida a entrada sem ingresso
devendo os senhores socios pagar antecedente-
mente a respectiva quota para podero.n obiel-o.
Previne-se que absolutamente uto se admitem
aggregados.
etaria da Sociedade Recreativa-Juventude,
7 de Janeiro de 1889.
A. Monteiro,
i secretario.'
Gabinete Portuguez
de Leitura
De ordem do Bus. Sr. Visconde da Silva
Lovo, presidente da eomaBS&Q director, con-
vido todos os senhores socios a reunireoi-sc em
assembla geral ordinaria, nos salos do Gabi-
nete, domingo 13 do corrente, pelas 11 horas da
manl, afiffl de apreciar o relalorio da actual'
gerencia, e leger nova admiuistrago.
De accordo com o preceituado no art. 40 dos
estatutos, a assembla se consumir com qua
quer numero de senhores Bocios presentes,
suas re: lu""- produziro elu-os legaes.
Recife, 2 de Janeiro de 1889
Dr. Jos de Ibuquerque,
Secretario.
mmmtmmmmmmmmmmmmmmmmmtMMmmBMmmk^lMMmmmmtMMtam
30 a R. de Drusina
e as
Algodo
O de 1* sorte do sertao continua a ser colado
a 6* 30 por 15 kilos nominal.
A exportagao, feita pela alfandega ueste mez
at o da 3, subi 1.020.089 kilos, para o exte-
rior.
As entradas verificadas at a data de hoje so-
sem a 2.573 saccas, sendo por :
Barcadas.....
Vapores ....
Ammaes.....
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea de Limoeiro
144 Saccas
1.114
104
32
1181
Somraa.
2.576 Saccas
Pelo vapor nacional Arlindo, foram rcmet-
tidos, por diversos, 400 saccas para o Rio de
Janeiro e 200 ditas para Santos.
Vaguear
Os procos pagos ao agricultor, por 13 kilos, se-
-Tindoa Associagao Commercial Agrcola, foram
'es
Rran
Moee a 2*400
f 1*600 a 1*700
ido purgado bruto. 1200 1*300 a 1*300
4900 a 1*000
ia Isabel:
1' .
2* 2*200
r- 2*000 1*800
ido . 1*300

i* 2*400
2" 2*300 1*700
1*340
ta pela alfandega, neste mez
Mel
Ultimas vendas, 50*000 por pipa de 480 litro-.
Pauta da alfandega
saviiu d>. 7 .i 12 de jA5Riuo de 18*9
Vi le o Diario de 6 de Janeiro de 1889
Xav.fos carga
Barca norueguense Ariadne, para Estados-Uni
dos.
Barca norueguense Pnncessen, para Estados-Uni
dos.
Brigue portuguez Calcula, para Lisboa e Porto.
Brigue portuguez Armando, para o Porto.
Lugar americano Wulter Scamell, para X w-
York.
Lugar inglez Skrril, para New-York.
Lugar oacienal Tiyre, para Uruguayanna.
Logar americano Arlhur C. Wae, para EsUulos-
Unidos.
Patacho iuglez Peggie, para Mentevideo.
Patacho norueguense Virloria, para Montevideo
Vapor inglez Be'lenden, para i iverpool.
Vapor inglez Architect, para Liverpool.
Vapor inglez Pa mas, para Liverpool.
Xa vi os descarga
Barca portugueza frica, carvo.
Barca ingleza Be'trees bacalhe.
Barca portugueza Novo SUeucio, varios gneros-
Barca americaua Mohican, varios l
Lugar americano H, de trigo. -
Lugar portuguez Temepao, varios gneros.
Iniuorfaeao
Vapor inglez Explorer, entrado de Liverpool
e escala, em 4 do corrente e consignado a Sa-
muel L. Johnston, manifestou :
Carga de Liverpool
ArmagOes para sellins 2 caixas a W. Halli-
dav 4 C. Arcos de ferro 84 feixes a W. Halli-
day & C. 200 a Reis & Santos, 290 a A. P da
Silva & C, 117 a V. Neeserj.
Amostras 10 volumes a diversos. Arroz 50
saceos a Joaquiui Ferreira de Carvalho & C
125 a Domingos Cruz &C, 100 a Fernandes A
Irmaos. Armas 5 caixas a Reis & Santos. Al-
piste 20 saceos a Domingos Cruz & C. Agua
mineral 15 caixas a Araujo Castro v C, 20 a
Fraga Rocha C. 10 a Ferreira Rodrigues *
C, 10 a Paiva Valente & C, 22 a R. de Drusina
ft C, 40 a Medeiro^ a Irmaos, 30a Guimares
A Perraan, 30 a Joaquim Duarle Snoes & C
Barro prova de fogo SO saceos a Empreza do
Gaz. Barrilha 30 tambores a Fernandes da
Costa A C.
Batatas 50 caixas a Gongalves Rosa A Fernan-
des, 70 a Paiva Valente & C, 100 a Blackburn
N'eodham A C.
Bicarbonato de cobre 15 barricas a The. Glasc
Pacto-era. Barras de ferro 24 a Antonio Pinto
da Silva, 220 e 60 feixes a W. HaUiday C .
210 e 118 a Albino Silva & C, 6 feixes a An-
tonio Rodrigues de Souza.
Biscoutos 5 caixoes a Jos Joaquim Aires
& C.
rveja 27 barricas a Guimares *; Permam.
10 a Joao Fernandes de Almeida, 43 ordem, 40
a Paiva Valente A C, lo a Affoaso Oliveira A
<:.. 10 a Gomes A Pereira, 20a Augusto Figu-
do A C 10 a Joaquim
A Aguiai uz A C, )o
a Domingos Ferreira da Silva A C. 13 a Araujo
Castro 4 C, 15 a Soures do Amaral lrmos. 10
a Ferreira Rodrigues A C,
V '.
Cognac, 1 caixa a The Glass Factories.
Ciiuiubudc munigo 23 barricas a J. de Aevedo
ft C, 50 a A. D. Carneiro Vianna, 30 a Prente
Vianna C. Gravo da India 5 saceos a Paiva
Valente A C Ce va da 2 barricas a A. A. de Le-
mosA C.
Cha 23 grades e 20 caixas ordem.
Camisas 2 caixas a Oliveira Campos C Ci-
dra 100 caixas a Oliveira Valente C, 5 i or-
dem. 300 a Fernandes Irmaos.
Corren tes de ferro 3 barricas aCardoso Ir-
maos.
Canellas 10 caixas a Domingos Cruz C. Ca-
nos de chumbo 3 barricas a J. de Azevedo
* C.
Couros 1 caixo a W Hallidav A f\, 1 a Ferrei-
ra Guimares i C, a R. de Drusina & C, i a
Reis A Santos.
Chapas para fogao 50 a Ferreira Guimares
J > 50 a Antonio Pinto da Silva, 2o a Miranda
A Souza, 20 a Vianna Castro C, 60 a Reis *
Santos
Conservas 30 caixas orlem.
Capachos 1 caixo ordem.
Chapos 4 caixes ordem. 3 a Raphael Dias
4 C. 1 a Maia Irmaos A C, i a Carvalho Ir-
mo.
Cofre de ferro 1 caixo a Antonio Duarte Car-
neiro Vianna.
Cimento 200 barricas a Domingo A'.ves a-
theus, 300 a ter Kauffinann A C.
Canos de ferro 3-9 a Companhia de Beberihe,
5 barricas a Cardoso A Innfios, 26 e 24 feixes a
Miranda A Souza.
Calcados i caixo a Almeida Castro A ''., 1 a
Albino Cruz A <'... i ordem, 1 a Mnnoel le II.
Cavalcante, a Thomaz de Carvalho A C. t a Cos-
ta Campos A C.
Cartas para jogos 2 caixas a I"ian:;isco Lautas
- C.
Drogas 2 caixas a A. M. Veras C, 12 a Bar-
tholomeu C, 2 a Rouquayrol Freres. 3 a Frun-
c- i Manoel da Silva a (,'.
Laxadas 30 barricas a Reis 4 Sanios. 8 a
Vianna Castro -i- C, 43 a Antonio Pinto da i iva,
30 a Ferreira Guimares C, 23 a W. Hallidav
6 C.
Elstico 1 caixa a Sul/.er Kaumnann C, 1 a
Ramos Geppert C, 1 a Guimares Cardoso
* C.
Encerado 1 caixa ordem. Estopa 11 fardos
a Luiz Jos da Silva Guimares, /3 ordem, 30
a Prente Vianna C.
FoUias de ferro 29 a W. HaUiday ft^.,3
Antonio Rodrigues de Souza. Ferro galvanisadb
26 caixas a Antonio Duarte Carneiro Vianna, 14
volumes aJ de Azevedo \ C. 200 a Empresa do
Gaz. Fio 1 volunte a H. Lundgren & ('.., 1 or-
dem, 1 a Ferreira (uimares C, 1 aAutoiiij
Duarle Carneiro Vian a. Ferragens 133 volu-
mes a Pereira '"ameno C.,ia C. C. da Costa
Muivira C 19 a \V. HaUiday & C, 1 a Albino
Silva v C, 14 a Vianna Castro C, 6 a Reis .
Santos, 8 a Antonio Duarte Carneiro Vianna, 1 a
M. V Neves, *4 ordem. 16 a Csrdoso *? Irmo,
8 a Fprreira Guimares '., 10 a J. de Azevedo
* C. .* a Antonio Pinto da Silva. 6 a Companhia
le Trilitos Urbanos do Ree'e a Oliuda e Beberi-
be. 10 a Miranda Souza, 2 a Prenle Vianna
O.. 1 a Costa Campos t <".
Fogareiros 99 ordem. Feno 6 fardos a E. P.
Cose. Folhas de Flandrcs 30 caixas a Antonio
Duarte Carneiro Vianna.
Lenca 28 grades a loo A. Veiga C, 10 a
ordem, 17 a Domingos Cruz A C 30 a Joaquim
Duarle imtafl A C, 24 a Bernardiao Duarte
* ".ampos A C. Linha 9 caixas ordem, 3 a Netto
Campos A C.. 3 a Ramos Geppert A C., 1 a Oli-
veira Basto A C, 1 a Francisco Lauria A C. L-
pulo I caixa a Soares do Amaral lrmos.
Materiaes para estrada de ferro 160 volumes e
pepas ao director do Prolongamento. Ditos para
engeobo 33 volumes e pegas aos herdeiros de
Bowmann. Movis 3 caixOes ordem. Merca-
dorias diversas 1 caixa a Gomes de Mallos lr-
mos. 2 a Manoel da Cunha Lobo, 1 a Compa-
nhia de Fiago e Tecidos, 1 a Jos Coimbni A C,
8 ordem, 1 a Antonio Jos de Azevedo, 3 a
Nones Fonseca A C, 1 a Guimares Cardoso
A O, 2 a Vv". Hallidav A C, 2 a The Glass Fae-
tones, I a H. W. S. Bird, 1 a Santa Casa de Mise
ricordia, I a Manoel Collago A C, 4 a1areute
Vianna A C, 1 a Guimares A Perman.
Oleo 43 barris a Francisco Manoel da Silva
A C, 5 a .-' utonio Pinto da Silva A C, 5 a Rea
A Santos, 10 a Faria Sobrinho A C, 10 a David
Stower A Son. bjeclos para navio 1 caixa a C.
C. da ^osla Moreira A C. Ditos para chapeo de
sol 1 caixa a Jos Ferreira. Ditos para guz 33
volumes a empresa. Ditos para estrada de ferio
20 banicas a Great Western of Brazil.
Penas de ago 1 caixa a Gomes de Mallos Ir-
maos. Prego 2 barricas a Cardoso A IrmSo, 30
caixas orden). Papel 4 fardos a Manoel Joa-
quim de Miranda. 4 caixas a ordem, 1 a Prenle
Vianna & C. 1 a Manoel V. Neves. Dito deem-
brullio, 180 fardos a ordem, 10 a R. de Drusina
A C.
Perfumaras 2 caixas a Eugenio Gongalves I
cao. Pimenta da India 10 saceos a Domingos
Cruz A C. Ps de ferro 4 feixes ordem.
Roda irros 2 pares a Cardoso A Ir-
mo.
Salitre 40 barricas a Vianna Castro A C.
Tintas 100 barricas a Francisco Manoel da Sil-
va & & Santos Tubos do papel I
anhia de Fiago e Tecidos. Tijolos
prova de fogo 12.000 a Empreza do Gaz.
- volumes ordem, 1 a Fer-
vV ('... 11 a Joaquim Gongalves A C,
9 a A Hritto A C, 27 a Gongalves Cunha
A C, 2 a I i Petrocelli A IrmSo, 1 a A
i Ira de Lopes ft C, 8 a Fran-
cisco (i
Escola norma!
Matriculas
Por ordem do Dr. director e ce eont'or-
midade com as disposicoes dos artig
a 30 do regulamento de 27 de Dezembru
de 1887, faz-se pubiieo a quem inte
possa, que as matriculas deste eurs*.
rao anertaa desde o dia 15 do Brrente
at o do mez seguinte.
O requerimento para matricula ao l.'
anno devora ser instruido com os docu-
mentos seguintes :
1.- certidao de idade maior de 17 ali-
os para os alumnos do sexo masculillo e
de 15 para os do feminino.
2.- Folha corrida ou certidXode nao ter
soffrido condeinnacao por algum dos cri-
mes que motivam a peda da cadeira do
professor publico.
3.- Attestado de moralidade passado pelo
parocho ou autoridade quer policial quer
litteraria do, districto, em que residir o
matriculando.
4.* Attestado medico de nao sonre- mo-
lestia contagiosa nem ter defeito physico
que prive de bem exercer o magisterio.
5.- Certificado ou titulo de approvacao
em exame dos tres graos de ensino pri-
Os peticionarios que nao podcreui ex-
hinr titulo legal de exame do 3.- grao da
>.'-[ .-uceao primaria deverao inscrever-Be
para os exames de admissao, que comeca-
rto no dia 28 do corrente de conformida-
de com o art. 27 do citado regulamento.
Para as matriculas do 2.-, 3.- ou 4.-
anno, basta instruir as petigoes com os
eertificos de approvacao em todas as CA-
daSras do anno anterior.
Secretaria da Escola Normal 7 de Ja-
neiro de 1880.
O secretario,
A. A. Gaii"i.
OAnTAL
V^
De ordeai do illni. Sr. Dr. inspector, fago
publico que no dia 10 do corrente ir de novo
praea, conforme as ordens da presidencia de 17
e l!i de De embro ultimo, o fomecitnento de
3,000 metros de algodo Desdado oaeicnal p;i:i
vestuario dos presos pobres da Casa de Deten-
gao.
-Secretaria doTliesooro Provincial dcPerjam-
buco, em 5 de Janeiro de 1889.O oieial,
Lindolplio Canipello.
Manoel Collaco A '"., 29 a Machado 4 Pereira, 10
a Loureiro Maia A .. 8 a Albino Afflorim
21 a Xarcizo Maia A C. 12 a Ohnto Janlim 4 C,
1 a Francisco Gurgcl A Irmo, 1 a Pigseircdo
A C, 3 a Rodrigues de Carvalho A C, 1 ; anoel
da Cunha Lobo, 3 a AgOStinho Santos & :; ,i
Francisco Lauria & (',.. 3 a F. Pereira di .-'uva,
a E. OoncaiVeS Casco, i a Fernandes Silva k C.,
2 aJ. L. Teixeira, 6 a Pereira de MagalhSes > C,
4 a i'outo Santos 4 C.
Ventiladores 2 grades a Goncalves Cunha A C.
Vidros I barrica a A. M- Veras A C., 16 caixas a
VV. HaUiday A C, 2 ordem, 8 a Sulzer Kau-
ffmanu C.
Whiskej 40 caixas a R. de Druzina A C, 30 e
1 barrica ordem.
Zarco 8 barricas a The Glas Factories. Zinco
2 barricas a W. Hamdav
Carga de Lisboa
Azulejo 40 caixas a J. F. Lima. Azeke 1 bar-
ril a Santa asa de Misericordia, 12 caixas a Do-
mingos .Vives Mn.theus. Agua mineral 1 caixa a
Rapliael I ias A C.
Bagas 1 caixa a Hartis Viegas A C.
Conservas 15 uixas a Domingos Ferreira da
Silva C. Ceblas 30 caixas a Souza Basto
Am rim A C, 100 a Guimares Valente A C, 70
a Parta Valente s. C, 20 a Goncalves Rosa
Fernandes. 15 a Domingos Ferreira da Silva
- C. Oa G. A. Gaio de Miranda. Cal 30 bar-
ricas a Tavares d. M- II" Genr". 50 s S toza a---
lo Air.orim -- t;. ame em con-ervas 1 caixa i
Vasconcellos Sobrinho '".
Farello'000 saceos a Pa.va Valen A & ''- 203 a
Souza asi Amorim C '!<*<) FrancBCO l:
bi'iro Pinto Guitnarfes I C. F.-riulia i b-rcas
a T. Christiausen.
FfOw e pertences i raixC.es n Jos P, Lima.
* Massa de to na'." 2 caixas a G. A. aio de Mi-
r;.uila. Mosaico 8 caixas a Joaquim da Silva Sal-
ueiral C. Macas 1 caixa a Vasconcellos So-
firiho.
Obras de jirata 1 caixa ordem. Ovos I caixa
a Vascoueellos Sobrinho. ,
Passas 3 cnixas a Domingo 9 'ira da --ilva
A c, l b Panlino Oliveira Maia. 28 a siiva
Guinnrat \ li
Roihas 1 saci-o-a M i.-iiiis \'i"-:is A '.
Uvas 12 barricas a Silva Guhnares 4 f.
Vidros 1 caixa Manoel C. Porio. Vinagre I -
pipa a Domingos Al.cs Mi.llieus, 2 barris Santa
Casa de Misericordia. Vinlio 20 pipas e 110 bar-
ris a Domingo* Cruz A C, 2 e 12 a Ferreira Ro-
drigues A C o C 20 a Domingos Alves Matheus.
9 c 30 a Goncalves Rosa A Fernandes, 20 barris
mta Casa de Mi-ericordia. 10 a J. F. de Oli-
veira. 1 a Marlis Viegas A C. 10 a J. C. Lou-
reiro, 3 a Rapliael Dias A C, 5 a branles A C,
1 a J. A. Pereira Braga, 1 a F. J. Gomes, o) cai-
xas a Silva Guimares A C.
Carga do 'orlo
Alhos 35 canastras a Gue lea de Araujo A Filho.
1 arnc de porco 1 caixa a Antonio Martins Fer-
reira.
Ferragens 4 caixas a W. llalli !ay A C, 9 a
Antonio Duarte- Carneiro Vianna
M 'dalhas de cobre 1 caixa a Aotonio Joa[uim
Barbosa Vianna.
Peneiras 2 fardos a W. Hallidav A C, 4 a An-
tonio Duarte Garneiro Vianna
Paii os 8 caixoes a 6tr?des de Arauio 4 Filho
Pregos 19 baaricas a Hallidav A ('.., 8 a An-
tonio Duarte Carneiro Vianna.
Rolhas 25 saceos a Joaquim Jos Ferreira da
Silva.
Vinho 7 barris a Netto Campos 4C_3 a Maia
A Silva A C, l a atoara A Martuis, 2 a Manoel da
Cunha Lobo, 150 caixas a Gomes de Mallos lr-
mos, 4 a G. C. Gatts, 100 a Pereira Ferreira
AC
Patacho portuguez Teemrario, entrado do Por-
to e Figueira em 7 do corrente e consignado a
Amorim lrmos C, manifestou :
Carga do Porto
Albos 30 canastras"a Paiva Valente S C, 13t
a
a
Em acc3es de
Estando tomado
Este estabelecimento
desenvolver o crdito
8.000;000->0()0
2006000
. 4,000:000^000
destinado a auxiliar e
industrial e colleetivo
desta provincia; suas operaeoesabrangero lo-
dos os ramos da actividacte commercial e indus-
trial que offerecerem solida garanta.
A directora conipor-se-ha dos senhores
Luiz Antonio de Siqueira.
Adolphode Oliveira Lima.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Manoel Joode Amorim.
Thomaz Combet
os quaes com o Exm. Sr. Visconde de Figuei-
rclo sao os incorporadores.
as entradas s.rao de 5 / no acto da subs-
cripgao ; 3 "[ quando fdr annunciada a assig-
natura dos estatutos.
As subsequenles entradas nao podero ser
maiorea de 13 "[, com o in&rvallo nunca nimios
de 60 dias.
A subscripcao est aberta para todas as pes-
soas que desejarem tomar parte n'esta impor-
tante, insituigo, no cscriptorio dos Srs. Amo-
rim lrmos 4 C, ou no Banco Internacional, a
contar do dia 7 de Janeiro inclusive.
Thesouraria de Fazenda
Mcillcnmcnlott c arti^-s-i para Fer-
nando
De ordem do Illm. Sr. inspector, fago publico
que no dia 17 do corrente ser arrematado pe-
ante ;i junta d'esla Thesouraria que se reunir
s 11 horas da manh. o fornecimento dos me-
dicamentos e artigos abaixo mencionados, para
a enfermarte do Presidio de Fernando de Noro-
nha.
Murta em p, 300 graunnas.
Licopodio, 1,000 idem.
ipi, tjOOO idem.
Funis de cautehut sorti'o-. 6.
Papel para embrulho, 90.00J .rannnas.
R dhas sorlidas, 10,000.
Oleo de Cajeput, 2,000 grammas.
Oleo ile Oliveira, 10,000 idem.
(leo de ameudoas doces, 12,000 dem.
leo de ricino, 12,0 <> idem.
Alcool 36., 23 litros.
Alcool a 90., ;5 idem.
Pontas de veado, calcinadas, 2,000 grammas
Em 7 de Janeiro de 18S9..
O secretario,
Dr. Antonio Jos ie ShhIiihii.
aBaamni i i mu mu.......
Dito branco 8 pipas e 30 barris a S. Basto
Mnorim A C, te l" a Paiva Vaharte C, 4 '
15 a F. R. Pinto Guimares \ '.. i e 13
Guimares 4 C.
30
43
2 a D. P. Wild 4 C, 1 a Beinet 4 C, 34 a Luiz
Antonio Siqueira, 11 a Andrade Maia 4 C, 3 a
ordem, 40 a Gucdcs de '- raujo Se. Filho,
Francisco Ribeiro Tinto Guimares y. C,
0re9tes Travassos r.
Batatas 20 caixas a S. Basto Amorim C.
Batoqucs I saceo a F. R. Pinto Guin u
Bagas 1 caixa a Pinto Ferreira C.
Ceblas 2 caixas a Amorim finis t C.
Figuras de Ierro 8 a J. do ivramento.
Guedes de
Araujo < Filho.
Fecbaduraso caixas ordem.
Folhas de louro 2 saceos a F. R. Piulo Guima-
res 4 C.
Legumes II volumes a Silva Guimares *
Companhia.
Nozes 1 caixa a Domingos Jos Fragoso.
Pregos 20 barricas a Albino Silva C, 2i a
Domin os 'Ivs Malheus, 3i ordem.
Pomada 30 caixas a Guedes de Araujo A Fi-
lho.
Palitos 7 caixoes a F. EL Pinto GttUMr
Companhia.
R ibas ih -accos aos meamos.
galptcoes I caixa ordem.
Vinho 1 barril a A. de Oliveira i'.arvallio. 13
g Joao !'eruandes Ferreira. 49 a Souza Basto
rim te C.,3 ordem. .'i a Aquilino R. da
Cunha Oliveira. 37 a Paiva Valente j C, 1 a
Ferreira Rodrigues C, loo caii rdem,
50-a S. Rasto Amorim A C 80 a Paiva Valente
A C., 2 a iro Quintino d Miranda. I
q Alina C. Arruda Beltro.
Carga da Figueira
mas 1 lata a Antonio Maria da Silva.
PeHSO 1 sacco ao mesmo, 1 a Pedro A. da
Silva Proa.
Pablos 2 caixoes a Carlos Alves Barboza.
Vinho tinto 201 pipas c 163 barris a Souza
Ba-to Amorim A C, 146 e 170 a Paiva Val
60 a F. R. PintoGuimarf
Guimares & (' i bar o A.
da Silva Pi
I2.*porayo
acetre, 7 de whbo de is9
Para o exterior
No vapor allemo Paranagu. carregaram :
Para Haniburgo, Borstelman A C. 732 fardos
com 125,160 kilos de algodao : F. M. Duarte de
zevelo 130 saceos com 7.8J7 kilos de cera de
caroaoba.
No vapor inglez Arch ect, carregaram :
Para Liverpool. J. Palor A C. 900 saccas com
10,949 kilos de algodao; J. H. Boxvreil 300 e-
cas com 38,336 kilos de algodo ; C. M. da Silva
14 saceos com 1,030 kilos de assucar masca-
vado.
Na baeca americana Hvhic.tn, carrega-
ram :
: ara New-York, H. Forster & C. 3,281 saceos
com 846,075 kilos de assucar mascavado.
Na barca portugueza Nbeo Sdenci, carre-
garam :
Para o ''orlo. F. de Moraes 5 pipas com 2,4 0
litros Ue agurdente ; B. Oliveira A C. 81 couros
espichados com 567 kilos.
No brigue portuguez Armando, carregou
Para o Porto, L. Lima 300 saccas com 39,51 i
kilos de algodo.
= No brigue portuguez Cacada, ca
ram :
Para o Porto, J. S. Loyo A Filho 10* saceos
com 7,806 kilos de assucar branco.
Para o mttr 01
No lugar norueguense Victoria, carrega-
ram :
i ara Uruguay ana, J. S Loyo A Filho 300 bar-
ricas com 3i !>il kilos de assucar branco.
Su lugar nacional Tigre, carregaram :
Cara Uruguayana, I!. Oliveira AC. 1,300 bar-
ricas com 129,800 kilos de assocar branco.
o logar sueco oekan, carregaram ;
ara Pdolas. P. Carneiro A 323 volumes
com 28,9 0 kilos t! i sanear branco e5barricas
com 2.704 ditos de dilo mascavado : Maia A lle-
zende 300 barricas com KflO kilos de aSBU'car
branco ; Maia A Bezende 50 barricas com 5,250
kilos de assucar m iscavado.
No vapor inglez Estrella, carregou :
Para Pidotas. A. C. da Silva 6 pipas tom 2,880
litros de alcool.
No vapor uacional Pernambuco. carrega-
ram :
Para Manos. J. da Casia Carvalho 23 barris
com 2,230 litros de agurdente : H. Burle A C.
70 barricas com 4 232 kilos de assucar branco :
II. Oliveira 5 barricas rom 1,230 kilos de assu-
car branco ; J. Borges 90 barricas com 3,704
kilo de assucar branco e 30 saceos com 2,230
ditos de dito mascavado ; F. A. de Azevedo 'i7
volumes com 3,410 kilos de assucar branco.
Para Para, P. Carneiro A C. 20 barricas com
11,210 kilos de assucar branco ; M. J. Alves 100
barricas com 6,'(>6 kilos de assucar branco ; P.
\. de Azevedo 203 barricas com < 2,110 kilos de
as ucar branco : J. S. da Costa Moreira 28 bar-
ricas com 1,046 kilos de assucar branco ; i'. !-
ves A 46 barricas com 2.300 kilos de assucar
refinado; M. A. t cuna A C. 40 barricas com
2.613 kilos de assucar retinado ; E. C. Beliro A
Irmo 200 barricas com 7,493 kilos d--. assucar
refinado.
Para Guara, A. Carneiro 1 caixo com medi-
camentos.
Na barca noruegoe we Mi ram :
'ara Cear, H. Luuilgrin A C. 1,919
com farinha de mandioca.
No vapor nacional Girapama, carregou :
Para Cear, F. Mascarenbas 100 saceos com
farinha de mandioca.
No biare nacional /{. Jess, carregaram :
Para Araeaty, Fernaiules A Irmo 33 saceos
com farinha de man lioc.i.
No hiate nacional NtpUmo, carregou :
Para Araeaty, Eduardo Pinlo 6 barricas com
633 1/2 kilo de assucar branco.
No hiate nacional Joao Valle, carregou :
Para Cear, A. P. da Silva 300 saceos com
20,000 kilos de milh .
No hiate. nacional Crrelo de Natal, carre-
garam :
Para Mossor, E. C. Beltr.lo 4 Irmo 12 bar;
ricas com 731 kilos de assuc.ir branco.
Na barcaga Nazinlia, carregou :
Para Mamanguape, D. C. de Accioly 30 caixas
com 300 litros de genebra.
Companhia Sania Ttaeza
Vsaa esa Miada
Segundo o G do artigo 9 do Begasa
ment da companhia, o pagamento da ai
portaola da penna d agua fornecula esa
cada mez, se for na primeira qaizcaa do
mez seguinte, c na falta de pagamento pe
der a cornpaahia tntirmmpcr o .-uppri-
mento d'agoa.
A gerencia lar cumprir reatrkl ninsila
este artigo, nao admittindo excepto.
Escriptori da companhia, 5 de Cata-
bro de 1888.
-1- Pereira jimSts.
Recebedoria de rendas mimas
geraes de Pernaabaet
O adminislrador da Recebedoria avisa pea-
soas abaixo declaradas, qnc at o fim do cor-
rente mez devem vir a esta repartigo soLriUr
suas patentes, ttulos, conclecoranes, liceaeas.
etc., e depois d'esse prazo sero tleroivdos aos
Ministerios, que os expediram.
Recebcdona. 5 de Janeiro de 1889.
Alexandre de Sovza Pereira do Carwm.
Relago das pessoas a que se refere o cdi'al
cima:
HinMli-ia a Imperio
Bispo de Olinda.Conde Jos Fiuza de Oliveira.I.ironga.
Antonio da Rocha de Hollanda" <:avalcante. -Ba-
rrio de Cyudaliy.
iJualter Martiniano de Alencar Araripe.Bario
de l\.
Joo Dourado da Cunha AzevedoOflKal Rosa.
Padre Joo da Costa Bezerra de Carvalbe-Cota-
meadaddr da ordem de Christo.
Jos Abilio de BarrosOflicial da I
Joo Bernardo de Maualliai iroiutiHlador ita
ordem da Rosa.
Manoel Camello Pessoa CavalianleJommenila-
dor da ordem da Rosa.
Doutor Francisco de Paula Sai les''avallara d
Christo.
Tenente-coronel Ernesto '.iciano Freir Pereira
da Silva -Cavalheiro de Christo.
Dr. tzequiel Franco de SCavallu-iro J Rosa.
Manoi I Honorato de Barros Cavalheiro da Rosa.
'nseibeiro Jo'i i Silveira de Souxa>Iavalhe*ro
de Christo.
Dr. Jos Arslregesilo Rodnfiues Lima-Cava-
lheiro da Rosa.
'!r. Thomaz Canez Paranhos Molenegro-Com-
mendador da Sosa.
Pr. Joaqun) Tarares de Mello Barreto"ava-
Iheiro da Rosa.
Miguel ;i ni i da Silva Cavaihcao da Rosa.
Segunda BeecSa da .vMaadega, 9 ne Jaaeirr 4e
1889.'
11 'he-oureiro lerendo Doniiogafe*.
O iiefe da secgio Cicere B. de Uello.
K{-rf>>darfa Cierfff
Do dia a 7 3:341 dem de 8 5:i6085
laceefoedorla provia^inl
Do dia 2 a v
dem de 8
i6:49Uifl
11:8833518
MM"Um
it?eife Draii
Do dia 2 a 7
1 I ni de 8
l:663tM
37*785
ge
i ; i;;:
Mercad Uuiiiripal dr *. Jimm-
() movimento desie mercado no dia 7 de Ja-
neiro foi o seguinte .
Kntraratn :
2) I iboii pesando 4 233 kilos seaavdrdfr
ra Castro t C, 13 e8 1,1 de ttrti.-afca-
res:
07 kilos de peixe a 20 ris
111 cargas de rarinlia a 200 ris
3 ditas de Eradas diversas a 309
ris
8 taboleiros a 200 ris
10 suinos a 20-J rus
14 matulos com legumes a 200 ris
Foram ocenpad
27 columnas tiOit reis
1 escriptorio a 300 n'-is
-2) compartimeatos-de farinha a j)t
ris
-11 ditos de comidas a SOOrii
93 ditos de legumes a 400 ris
1& .1 t u A i "iwi i-'.;.
4JIW
2S.2-HJ
ajj
U
u
MMal
m
18 ditos de suinos a 700 ris
10 ditos de fressuras a 600 ris
10 talhosa2
1 dito a l >
A Oliveira Castro A C.:
5i talaos a li
Reudinicnto do dia 1 a 6 do cor-
rente
IIJ
r.-ao
WJOOO
mam
6*OJO
2OKM0
i#m
34-iOO
212*740
I.MMM
'oi arrecadado liquido at hoje 1 9M "WO
Pregos de dia:
Carne verde de 440 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis idem. .
Suinos de 560 a 640 reis idem.
' arinha de 400 a 360 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
eijo de 800 a i *20j idem.
Slaadouro publies
Neste estabelecimento foi am abatidas pasad
consumo de hoje 76 rezes.
Sendo : 31 perlencentes a Olivoira Castre &
C. e 23 pertcncentes a diversos marcha'
Vapores a entrar
UBI DE JANEIRO
Europa....... VUle de Santos..... 9
Norte......... Finonce........... lo
Sul........... Adcanre........... 10
.*ul........... Alba.............. 10
Sul.."......... VUle de Maranhao.. 11
Europa....... Sorda............ 13
Norte......... Maranhao......... 14
Europa....... VUle de Cear..... 16
Sul........... Para............. 17
Europa....... Elbe.............. 18
Sul........... La Piala.......... JO
Norte......... Alagos........... 24
Sul........... Mimos........... 27
Dinheiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional ?ernambuco
Paranyba
Natal
Cear
Maranhao
Pari
Vaporea a sahlr
MEZ DE JANEIRO
Si .......... VUle de Santos..... 10 as 11 b.
N rte........ Adamce.......... 11 as 5 h.
Su!.......... Finonce......... 11 a- la.
Havre e esc.. Ville de Maranhao.. 12 as 2 h.
Ceara e esc... Pirapama ,........ 12 as 5 h.
Valparaso ... Sorata............ 13 as 11 h.
Sul.......... Maranhao......... 14 as 3 h.
Santos e esc VUle dd Cear..... 17 as 5 h.
Norte........ Para............. 18 as 5 b.
2-5?fSJrT*uenos-Avrps. La i ..... 20 as 11 h.
"... lagoas........... 24 a-
... .Valios........... 28 a-
para:
IS.OOOOOO
3003000
8.746*550
6.300* 00
laendimenlos ptiblieos
HEZ DE UNCIR I
Mfdndega
Renda geral:
Do dia 2 a 7
dem de 8
338:990*577
48:336*370
-------------------277:335*947
Renda provincial
Do dia 2 a 7
Iilem de 8
35:06453o8
7:7523631
Sul.
Norte

Somma total k 152/846
Movimento do rorto
Salios sahidos no dia S
o-Patacho allemaoBrittfli
uldet, cirga assu'jar.
B-irbai 1 inglez Cricket, capitn
. en lastro
Barca americana ellie Brett.
1! Knighr, em last:
ir sueco -
tro.
)
i
I

i.
\.


X
t
i o de Pernambuc tiuarta-feira 9 de Janeiro de 1889

Banco do' Brasil
M
jo*. altarOfHcial
Alfredo oforado I
Manoel Gome.; de Mallos i oinim-Ndador da or-
dem o ,
Padre Renovato l'ereira T jnLommendador da
ordem de Christo.
Fructuoso Das Al ves da SilvaLommendador
da ordem dais
Manoel Clemuite da Cos avalheiro da
Rosa. _
Mintfttt'i'io ela Faseitda
D. Maa Ferrara la l'az Meio suido.
MLuiC-rio da tiuerra
Viccnlc Ferreira de Lioia-Patenta de alien
Pa,l iteves Viaima CapcUo-tonenl
Dr. Arthur Grato Altea Carnauba CirurgUo l-
ente. ,, .
Padre Jos de Souza e Oliwira-CapelIJo-le-
nente.
Mani! Belmiro da Siha Patente de alteres.
Joao Pedro de Souza Patate de alferes.
Ernesto AI ves Pacheco Patento de canitio.
Antonio da Silva Castro -Patente de alferes.
Manuel fiuiniares- Patento de lente.
Pedro Antuues de Souza Ponce-Vtente de al-
ftres.
Brigadeiro Floriano IVixoto Patente de briga-
deiro.
Recebedoria Geral de Pernambuco, i de Ja-
neiro de 1889.
O praticanle,
Joaquim Domicio U0fi>i6i0 Ferreira.
j, ra do
Pereira <
ii. I
i C.
Bilhete pt>
renga ap
^^K do
^^Hd'aquellas
*e<*re ca t4deDezfmbroae 1N
Edital n. 44
P R A Z 0 6 0 DAS
Contractos de cadeir.
De orden -da Sr. Dr. Ii Geral
de Instruccao publica, e eiu cuiuprimento
e detenbinae8o de S. F.xc. o Sr. Dcsem-
bargador Presidente da Provincia de 21
do corrente, se faz publico, que fie a niar-
Ciutas estampilhadas
arapado e desenhado como os
das sobre-cartas, com a differenca apenas na in-
dicacao dos valores. E' roxo o fundo do sello
da- de 20 ris, azul das de 40 ris e cor de ha-
vana das de 60 ris.
Sellos para jornaes
Estes sellos sao maiores que os ordinarios, de
forma rectangular e cor de laranja.
Po alto tem, em lettras brancas, a palavra
brrelo e em baixo a Brasil. Em fita diagonal
Ie-sc de baixo para cima a palavra Joma**, ten-
do de cada lado o valor em algarismo e a pala-
vra ris.
Divisao central da Directora Geral dos Cor-
MAHITI
UROS.
Per
Com pan:. h*at\
nambucana
RUADOCOMMERCIO N. 26, AiDAR
3 Beoejo.Secretaria da residencia
de Pernambuco, em 7 de Janeiro de 1889.
Fajo publico, de ordem do Exm. Sr.
Dr. presideute da provincia, que se acha
aberta a concurrencia para o emprestimo
externo de 8,600:000,-? (oito rail e seis-
centos contos de ris), autorisado pela lei
provincial n. 1,927 de 15 de Novembro
findo, com o praso de quarenta e cinco
dias, a contar da data da primeira publi-
caco do presente, para o recebimento
das respectivas propostas, que serao apre-
sentadas nesta secretaria, cm cartas fecha-
das.
Estas serao abertas pelo mesmo Exm
Sr. s 12 horas do dia, em que expirar o
praso fixado, com os proponentes presen-
tes.
Nos termos da referida lei, o emprestimo
sera de quantia que produsa a predita impor-
tancia de 8,600:000)$ (oito mil e seiscen-
tos contos de ris) liquida, a ser applicada
ao resgate da divida da provincia, funda-
da em npolices de juros annuaes de 7 [0
(sete por cento), com excepcao daquellas
que tenlni;.i sido emittidas por empresti-
mos a companhias ou a particulares, como
auxilio agrcola ou industrial, bem como
para liquida cao dos exercicios de 1886 a
1887 c 1887 a 1888.
A taza da eniissao nao ser inferior a
92 (noventa e dous) livre de commissao
e o juro nao exceder de 5 "i0 (cinco por
cento) alm da quota de amortisacao, que
nao ser superior a 1 \, (um por cento),
sendo esta e aquel'.e safisfeitos semestral-
mente.
O secretario interino, Manoel Joa^ni
Silutira.
Banco de Crdito Real de
Pernambuco %
No sorteio a que se procedeu neste Banco em
data de honteni (26) para o resgate de 311 letras
hypothecarias das que exislemem circulaoo (I*,
J e 3' series) designen a sorte as dos nmeros
seguintes, as quaes sero pagas pelo Banco, a
contar do primeira dia til to mez de Janeiro
prximo futuro, e, quer sejam ou nao apresenta
das, nao vcncero mais juros depois de 31 do
corren te.
Estas letras serao pagas ao portador pelo seu
valor nominal de 100*, cada una, bem como os
juros, e com os premios as abaixo mencionadas.
.Taubem serao pagos a contar do dia 2 de Ja-
neiro prximo futuro, os juros das letras emitir
das nos annos de 1886, 1887 e Io semestre deste
anno.
Recife. 2' de Dezembro de 1888.
O ge.'cnlc,
Joao Fernandes Lopes.
/ serie
Nmeros
37 52 63 158 163 240 342 398
500 512 650 662 670 673 694 714
747 753 821 828 838 860 911 1052
1102 1112 1151 1182 1218 1336 1495 1659
1571 1576 1687 1700 1770 1805 1938 1940
2017 2141 2157 2172 2188 2224 2312 2338
2378 2383 2392 2423 2506 25// 2523 2568
2576 2725 2746 2751 2777 2780 2826 2902
2934 2999 3023 3062 3<>98 3100 3115 3143
3150 3151 3162 3164 3206 3218 3259 3334
3389 3556 3591 3593 3625 3655 3659 3768
3827 3834 3884 3908 3938 3961 4063 4'82
4092 4153 4172 4178 4216 4335 4369 4381
4432 4481 4490 4510 4554 4566 4605 4662
4683 47i4 4813 4814 4836 4847 4927 4979
5032 5036 3069 5071 5131 5182 5226 5237
5312 5335 5372 5449 5467 5472 5523 5628
3655 5661 56G4 5696 5704 57/0 5727 5737
5782 5793 5815 5916 5918 5957 6036 6117
6179 6254 6352 6365 6387 6413 6419 6493
6508 6510 C653 6734 6768 6921 6082 6989
7000 7007 7022 7082 7132 7168 7181 7199
7201 7237 7305 7326 7344 7447 7552 7616
7850 7883 7980 7984 8027 8034 8036 8067
8093 8124 8136 8140 8167 8172 8237 33
8341 8353 8370 8384
2* serie
Nmeros
9018 9208 93*0 9419 9508
9740 9807 9838 10005
10926 10989 11034 11305
12368 12720 12764 12926
13755 14"82 14125 14239
14820 14916 14930 14932
13180 15268 15411 15578
15743 15779 16094 16181
16517 16525 16539 16560
rector, Jos Francisco Soares.
baico iramciouL
DO
jQjF\.^cK.>oXX_
Capital
*0,OO0:000#
hlein realisado 18.000:000*
A oaiz filial deste Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, sueca, i vista ou
aprazo, contar os seguintes correaponden-
estrangeiro.
l.< >\ IK >\\. (Banco luios nacional
do Brasil,
London office.
( London & Comufr
( Banking Company L.td
PARS......(Banque de Pars &des
(
8556 8951
9579 9602 9709
100JI 10254 10713
11412 11823 11881
13017 13192 13462
142*0 14416 14766
14956 15046 15063
15597 1509 -i 15724
16346 16426 16485
16674 16868 16943
3* sene
Nmeros
16978 17194 17273 17829 18276 18347
18573 18716 19163 19272 19407 19432
19623 19763 20334 20370 20404 20434
20857 0559 20645 208*3 20871 21098
21231 21686 21697 22024 22045 22223
22389 23101 2.1188 23212 23253
Destas foram premiadas as seguintes:
i* serie
Nmeros
18543
19302
20436
21169
22563
5036 com
4734 com
2M1 com
3961 com
5472 com
5661 com
5710 com
6982 com
' serie
Nmeros
1618 com
16360 com
100*000
30JOOU
10JOOO
10 O 0
10*000
10*000
104000
10*000
50*000
10.000
Hamburgo..
Berlim.......
Bremen.....
Fr an k fur t
sur Main...
Antuerpia..
Roma........
Genova......
aples.....
Milito e mais
340 cida-
desde Ita-
lia...........
Madrid......
Barcelona..
Cdiz........
Malaga......
Tarragona.
Valen cia e /
outras ci-
da des d a
Hes pa nha
e ilhas Ca-
narias ......
Lisboa......
Porto e mais
cidades de
Portugal e
ilbas........
Buenos Ay-
res .........,
Mon tevido
NovaYork.
Pays-Bas
Deutscbc Bank.
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
The London & River
Plata, Limited.
cado o praso de 60 dias aquera bteresaar j reios em 15 de Dezembro de 1888.O sub-di-
post-a para contractar as cadcira.s nix
Marayal e Gammelleira de Buiquc e a do
sexo feminino de Agua Prc'.i. devend
pretendentes apresentarem sana potieoes
instruidas na forma das instruccOes de 24
de Maio do anno pasando como abis
declara.
I. Os titulados p ila Normal Ofi-
cial e pela da Sociedade Propagadora dfl
rao Publica.
U. Os que, mediante exanw de a
dad'- i'is das dspoaicSes vi-
obtido diploma e hab-
I1. Os que provaroui liuver e*<
u u blicj com reoonhecida ha-
bilita.
IV. Os que provarem exercer ou ter
exercido o magisterio particular as mes-
mas condicSes.
V. Os que, al l M adiando as condi-
jSes mencionadas nos ns. I. a IV, tiverem,
todava, notoria aptidao para o magisterio.
Art. 4". Os individuos mencionados no
art. antecedente terao preferencia, na or-
dem em que se acbam enumerados para
as cadeiras que requererem, por modo que
somente se admittirao os da segunda classe
quando nao bou ver pretendentes da pri-
meira e assim por diante.
| Io Em igualdade de condicSes quanto
ao titulo ou diploma, preferir o candidato
que tiver exercido o magisterio.
| 2. Em igualdade de condicoes quan-
to ao exercicio do magisterio, preferir o
que tiver antes servido por outro meio
que nao seja o contract3 0u por ihterinidade.
% 8* Em igualdade de condicScs quanto
ao meio anterior de provimento, prefirir
o candidato, que tiver mais tempo de
servico.
Art. 5o. Quanto aos que foram contrac-
tados em virtude da lei de 8 de Junho de
1874 e do regulamento de 7 de Abril de
187!.), fica-lhes mantida a preferencia es-
tatuida pela lei n. 1766, art. 9, segunda
parte.
Art. 6o Os que pretenderem o provi-
mento por contracto, devero, dentro do
praso de que trata o art. 2o, requerel-o
ao inspector geral da instruccao publica,
exbibindo certidao de idade, folha corrida
e attestados de moralidade.
Sao dispensados de apresentar folha
corrida os que exhibirem attestados de
procedimento civil e moral, passados pelas
Cmaras Municipaes, autoridades judicia-
rias e policiaes das localidades em que
houverem residido nos dous ltimos annos ;
os que, se achando no exercicio de em-
prego publico, exhibirem attestados dos
respectivos chefes ; e as educandas do col-
legio de orphSs e casa de expostos.
| Io Os que requererem as condicSes
do art. 3o n. III, se tiverem exercido o
magisterio a titulo interino, deverao pro-
var haverem assim, ensillado por mais de
tres annos com proveito para os alumno*.
O meio desta prova consiste na exhi-
bidlo do titulo de nomeacao confirmada
ou feita pelo inspetor geral ; de certidSo
de oxercicio, extrabida dos assentamentos
da secretaria da instruccao publica e de
attestado do delegado Iliterario quanto ao
aproveitamento dos alumnos.
| 2o. Quando os pretendentes forem ou
tiverem sido professores de ensino parti-
cular (art. 3o n. IV) deverao fazer prova
por meio de certidao extrabida dos assen-
tamentos e mappas constantes da secreta-
ria da in8truceJlo publica, de terem ensi-
nado as materias de instruccao primaria
por mais de cinco annos, e attestado do
delegado litterario c dos pais dos alumnos,
quanto ao aproveitamento do ensino.
Art. 7o. A peticSo para o contracto
deve conter a decIaracSo da liliajao, idade,
estiido e proffissao anterior do requerente
e escripia pelo proprio punho deste; sendo
a lettra e firma reconhecidas por official
publico.
O contracto s poder ser assignado por
procurador, se fr provada a impossibili-
dade do comparecimento pessoal do con-
tractante.
Secretaria da Instruccao Publica 24 de
Dezembro de 1888.
O Secretario
Pergentino Sar-.iva de A. Galco
dministra^ao dos Correios
de Pernambuco
Por esta administracao e em enmprimento a
circular da Directora Geral dos Correios, n. 106,
de 20 de Dezembro lindo, se faz publico para
conhecimento dos interessados o edital da nies-
ma directora abaixo transcripto.
Correio de Pernambuco,3 ue Janeiro de 1889.
0 administrador,
Affonso do Reg Barros.
*
OT
ia
?ICT7'-'3r
ost

SegQfos co itni P&g<>
p:st ;s()3
xdificius 6 nitrcauruiJi -
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Recebe dinheiro em conta corrente de
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anno e por letras a prazo a juros conven-
cionados.
O gerente,
W illiam M. Westber.
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2:131*000
Bom J.'u n. 13, I.- andar 240*000
14, loia l.ne2. an-
480*000
240*000
480*000
0*000
Directora eral do Crrelos
Edital
De ordem do Exm. Sr. director geral, e en
cumplimento do disposto no art. 8" do regula-
mento de 26 de Marco findo, faz-se publico que,
no dia 1 de Fevereiro de 1889, vo ser postas cm
circulagao as seguintes formulas de franqua :
Sobre cartas selladas
O sello iixo representado por urna moldura
formada por duas cllipses concntricas, tendo no
plano da menor a effigie de Sua Magestade o Im-
perador em relevo brauco; no da maior, tambem
em relevo branco, as palaras Brasil-no alto,
e o valor expresso em ris por extenso na parte
inferior, e finalmente as extremidades do eixo
menor dous pequeos polygonos com o dito valor
indicado por algarismos.
O fundo da moldura as de 100 res verde,
as de 200 ris preto, e vennelno as de 300
ris.
Carta*bhete
O sello fixo do valor de 80 ris, impresso no
ngulo superior direita e representado por ura
i ngulo formado de arabescos vermelhos, ten-
do em urna eipse central a effigie de Sua Ma-
gestade o Imperador, encimada pela palavra
Bras em lettras brancas, e tendo em baixo as
palavras oitent> ris e sobre estas, em sentido
obliquo, o numero 80 de cada lado.
A direita do sello v-se urna fita com as pa-
lavrasCartas-bilhete.tendo no alto urna sene
de 20 estrellas brancas em fundo vermelno, e
em baixo o di- -te lado s se escreve oen-
dereco. No ngulo inferior direita l-se a pa-
lavra Bros i
A mi
Pede-se aos Senho^f
res eonsummidores
que queir a m faz e r
qualquer communica-
c,o ou reclamac,o, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
29, onde tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Se-
nhores Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oliveira, e
quando for preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Todos os recibos
desta empreza devero
ser passado em tales
carimbados e firmados
pelogerentCjSemoque
nao tero valor algum.
George Windsor,
Gerente
QHIfU FCED
[mpoo & woii &
Blaekbnm, vM&\n & l,
'- Roa i'v i Dnnnww r^8-
martimos
Companhia Brasileira de
Navegacao a Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Para
Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do sul at o
dia I / de Janeiro e seguindo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas sao recebidas na agencia
at 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-so com os
AGENTES
O
PORTOS DO SUL
Maranho
Companljia fre &eguroB
CONTRA ?2ZZ
HORTHEBN
de Londres e Abcrdcen
Posiro tir.jnceira ("Dp^embro de 1885)
Cfcpul fcubcrplo t 3.000,000
Fuodm
Hecelta auoual:
' '>. pr
?.. 134,343
577,33
1,000
32,000
vapor
Commandante o eapitSo de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E' esperado dos portos do norte at
o dia 14 de Janeiro e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
marina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
As encommendas s serao recebidas na agen-
cia al 1 hora da tarde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trafa-se com os AGENTES.
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Commercio6
1 andar
Rio dfi Janeiro, Jhitete
O vapor Alba
E' esperado do Rio de Janeiro
no da 10 do corrente e seguir
parr os portos cima indicados
depois (fe pequea demora.
Recebe carga e encommendas a tratar com os
CONSIGNATARIOS
Pereira Carneiro &C.
tRUA DO COMMERCIO6
1- andar
LEILOES
Leilo
CHARGEURS REUNS
Francesa
a vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
Companhia
DE
Mavegaco
Linha quinzenal entre
Pernambuco, Babia,
Santos.
0 VAPOR
Ville de Maranho
Commandante Brant
Espora-se dos portos do sul no
dia 11 do corrente, seguindo
depois da indispensavel demora
para o Havre tocando em
lil*boa.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e ofTercce exccllentes commodos e ptimo pas-
sadio.
As passagens podero ser lomadas de aote-
mfio.
Ofierecendo-se mais aos viajantes para Paris
bilbetes de caminho de ferro do Havre a Paris.
Recebe carga, encommendas e passageiros
para os quaes tem exccllentes accommodases.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : tratase o AGENTE.
O VAPOR
Ville do Cear
Commandante Lainey
E' esperado da Europa at o dia 16
do corrente. seguindo depois da in-
dispensavel damora para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga dasalvarengas
qualquer reclamago concemente a volumes que
porventura tenham seguido para os portos do
sul afini de se poderem dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido piazo a companhia nao se
respansabilsa por cvtravior.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com o
AGENTE
9
Auguste Labille
RMA DO COMMERCIO
9
co
AVIlll I'KHMHIIKIM
DE
MavegaeSo costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mostoso, Araca-
ty e Cear
O vapor Pirapama
Commandante Carvalho
Segu no dia 12 do corrente s 5
horas da tarde. Recebe carga at o
dia 11.
Encommendas, passagens e dinheiros afrete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
United States and Brazil
]Vf. S. S. C J.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
norte at o dia 10 de Ja-
neiro o qual depois da de-
mora necessana seguir
para a
Baha; Rio e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com os A GENTES.
Ovapor Advanee
E' esperado dos portos do
sul at o dia 1<> de Janei-
ro o qual depois da demo-
ra necessana seguir
_ para O
Para. Barbados, S. Thomaz e
Mew-York
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rua do Commercio8
1 andar
De movis, proprios para hotel
Constando de urna vitrina grande para porta,
1 mostrador de seis faces, I grande mesa de
amarello com pedra marmore, 2 ditas menores
tambem coro pedra, 6 quadros,21ouzas para me-
sas, 42 cadeiras de junco. 12 ditas americanas,
6 ditas de amarello, 1 sof de taia, 2 cadeiras de
bracos, 1 guarda-comidas, 1 carteira, 1 grande
geladeira, 2 lavatorios de Trro, Stelhas de zin-
co, 1 mesa grande para cozinha. i pratileira, 2
empanadas de madeira para porta, qnartinhae,
frascos, carrafas para vraho, diversas loucas, 2
marquezoes, 1 cpula para cama, l toilett e 1
meia commoda.
Dous lustres a gaz, sendo um de 4 bicos, i
arandellas de porcellana, t braco de ferro para
gaz e 1 registro.
QUARTA-FEIRA 9 DE JANEIRO
A's 11 horas
A' rua Estreita do Rosario n. 11, onde fot
o hotel Braganca
Pelo agente Martins
Leilo
Da taverna, gneros e d'uma importante armaco
toda envernisada e envidracada, na travessa do
Marisco sob n. 20, freguezia de S. Jos.
Quinta-feira, 10 do corrente
A's 11 horas
0 AGENTE STEPPLE, levar a leilo em um
ou mais lotes, a importante armaco envidracada
e um grande sortimento de gneros todos no-
vos, cujo cstabelecimento ach-sedesembaracado
de todos os impostos c garante-se a chave ao com-
prador da armaco, o motivo da venda o dono
achar-se incommodado, e ter de fazer j e j
urna viagem ; o estahelecimento acha-se bem lo-
calisado e bem afreguezado.
Os Srs. pretendentes desde j podem ir exami-
nar o referido estahelecimento, a chave acha-se
em poder do mesmo agente.
LEILO
De um importante cofre grande, prova de
fogo, com rodas, movis, pianos, espelhos, qua-
dros, loucas, vidros, latas com manteiga ingle-
za, vinhos finos do Porto, cervejas, cognac e
mudas outras memulonas.
Quinta-feira 10 do corrente
A's 11 horas
No armazem rua Mrquez de Olinda
n. 48
POR INTEBVENCO DO AGENTE
Gusmo
Agente Brito
Leilo
de comraodas, sofs, cadeiras de amarello, con-
solos, secretarias, camas francezas, fiteiros, bal-
cao, carteiras, marquezas, grande sortimeoto de
miudezas, perfumaras, jarros, copos, candieiros
para kerosene c carbnico e outros artigos que
se vendero ao correr do martello.
Quinta-feira IO do eorrente
A's 10 12 horas
A' rua Visconde de Inhauma n. 48
Agente Burlaiuaqiii
Leilo
Sextta-feira, 11 do eorrente
A's 11 horas da manha
Na rua da Aurora n. 109 G., residencia do
engenheiro Pedro Leopoldo da Si!veira; de
bous, novos e modernos movis.
0 agenle cima or conta e ordem do Dr. Pe-
dro Leopoldo da Silveira, que se retira para a
provincia da Baha, vender em leilo, os movis
seguintes:
Urna mobilia de junco nova n. 2. 1 espelho
doonido grande, toilut, cania franceta, bidet, lava-
torio cen lampo de pedra, guarda roopa, cahu
des, cadeiras de balanco, relogio de parede.mesa
elstica, aparadores, hanca para escriptorio, ta-
petes, candieiros e muitos outros artigos novos
que estaro a vista dos Srs. licitantes. Vender
mais duas vaccas de leite com trias e de boa
qual idade.
AVISOS DIVERSOS
Aluga se casas a 8000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Gongallo ; a tratar na rua da
Imperatriz n. 56._______________________
Precisase de ura menino para praticar em
taverna, preferindo-se do mato; no neceo das
Carvalhas n. 1.
Precisa-se alugar urna ama, para cozinhar
para pequea familia, na rua de Marcilio Bas
m 131, i._ andar ___ _'_ ____ _^_
_ Precisa-se de urna ama que cozinhe e en"
gomme, em casa de homem solteiro rua da
l'nio n. 54.
" precisa-se de un criado de 12 a 14
para casa de familia: tratar rua do
Victoria n. 39, loja.
Royal Mail Steam Paeket
Companhia
O vapor Elbe
Commandante Armstrong
Espera-se da Europa at o dia 18 de
Janeiro, segu.ndo depois da demora
do costnme para
Baha. Rio de Sandro. Monte-
video e Bnonos-Ayres
Para passagens, fretes c encommendas trata-
se com os AGENTES.
O vapor La Plata
Commandante A. H. Dyke
E' esperado do sul no dia 20 de Ja-
neiro e seguindo depois da demora
necessaria para
S. Vicente,
Lisboa, Southampton
tuerpia
An-
Reduccao de passagens
Ida Ida e volt a
Ai Lisboa 1* classe 20 30
A' Southampton classe 28 f 42
Camarotes reservados para os passageiros ac
Pernambuco. ,
Para passagens, fretes, encommendas, trata-se
domos
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Rua do Bom JessN. 3
Pacific Steam Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN LLNE
Paquete Sorata
Espera-se da Europa at o diu
13 do corrente e seguir depois
,da demora do costume para Val-
paraso por
Baha, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
nheiro a frete: trata-se com os
AGENTES
\\ ilsoii. Sons & C, Limited
14 RUADO COMMERCIO 14
Porto e Lisboa
Segu para os portos cima a barca portugue-
za Novo Silencio, recebe carga; a tratar com Bal-
tar, OUveira A C. Rua do Vigario n. 1, Io andar
i recis-se de um criado para sitio; a tra-
tar na estaco da Jaqueira.
""" 01 abaixoi-assignado declara ao qubico e
com especialidade ao commercio, que desde a
dia 31 de Dezembro prximo passado, deixou
de ser seu empregado o Sr. Francisco Tavares
da Silva. Recife, 4 de Janeiro de 1889.
Antonio Cardoso da_SilvaL
- Pede-se ao Sr. Francisco Raposo Facao,
3. olicial do Correio. tenha a bondade de man-
dar entregar os movis que esto em seu poder
desde 1882, sem o que se publicar os documen-
tos que passou. __
- Vende-se urna mesa com duas gavetas,
torneada, uns livros de reza, romances e estu-
dos, tambem vende-se um tnico para segurar,
nascer o cabello, e evitar dor de caneca; na rua
Mrquez do Herval, loja n. 23, se dir quem
vende. Assim como urna senhora habilitada se
ofTerece para ensinar em casas particulares,
Porluguez, Francez, Italiano c trabamos de
"ores. ____________
- Vende-se nuTcavalo de sella, de baixo a
meio, vindo ha pouco do serto, e urna burra
para todo servico ; a tratar na >"ova Descobertc,
coebeira de Manoel Joaquim, ou no Paco da a-
trian. 5.
Ama
Precisa-se para comprar e cosinhar para casa
de familia de tres pessoas : a tratar na rua Du-
que de Caxias n. W loja. _________ ____
Amas
Na rua da Palma n. 40, precisa-se de duas
amas, urna para cosinha e outra para amamei-
tar urna manca.___________.
Aracaty
Segu com brevidade para o porto cima o
hiate Nptuno, recebe carga ; a tratar na rua da
Madre de Deus n. 8.
Cear
Segu com toda brevidade para o porto cima
o hiate Deus le Guarde, recebe carga ; a tratar
nu rua da Madre de Deus n. 8, ou no c;
a bordo, com o mestre.
Ama
Precisa-se de urna ama para engommar em
casa de pouca familia ; a tratar na rua Duque
de Caxias n. 48, loja.
Caixeiro
Precisase de um menino de 12 14
idade. com alguma pratica de molhados
conhecimento de sua conducta ; na rua
Joo n. 12.
Caixeiro
Be de um caixeiro i
rauca de molhados e qu"
conducta : a tratar na rua










i
6
Diario de Peraambuco*t^*te~era 9 ci Janeiro de T889
V'

O cavallo Pisa Flores
Fica transferida para correr com a ultima lo-
tera de 60:000,1 do corrente mez.
Criado
Precisa-8e de um criado que d fiador* s>
conducta : na ra Duque de Caxias n. 70, pn-
gMiro andar.
Collegio Atheneu Brasileiro
Bata de Moaa4cio; asaltea
Aa*>saa*a
O director desle oolfefjo -communica aos pais
de sena alumnos e ao publico que os trabalhos
do anuo lectivo vao comefar quinta-feira 10 do
corrate.
I.H. Afluil Rvfeeiro.
Vaccas de leite
-Vende-se duas vaccas de: leite : a tratar na
Tamarineira, sitio defronte do iylo de Alie-
ados. ___________
Viiho de Col lares especial e
da Madira
Em decimos e caixa de duzia, tem para ven-
der Joaquim da -ilva Carneiro. largo do Corpo
Santo n. 13, 1- andar. ________
A'
Sitio do Rozarinho
Arrenda-se o sitio n. 12, no Roiearinno. com
vasto terreno para plantario e para vaccas de
leite, com bastante iructeiras e cacimba d'agua
de beber, ficando margem dos Trilhos Urba-
03 do Recife a Olinila o omito prximo do Hip-
podromo do Campo Grande ; a tratar em Olinda
em casa da Baroneza de Tacaruna.
Precisa-se de urna
ama de conducta af-
fian^ada para todo o
servido, ra Baro da
Victoria n. 15, l. an-
dar.
Tralaninilii radical en tf das
DAS
BLENOMRHAGIAS AGUDAS
o
IRNICAS
(VULGO PURGA CAO)
DO IIO Mi: ti OI DA MIL1IKR
E da leucorrha ou jlorcs brancas
Pilulas Rcslno-Balsamlcas
E
liijrTiao AHt-Bleoorrha^iea
PREPARADOS POR CALASANS & O
PRODUCTOS APPEOVADOS PELA
1H8PECTOR1A GERAL DE HTGIENE
Urna serie de brilhantes e innmeras ex-
eriencias, coroadas sempre de bom xito
urante dez annos, assignala a estes dous
medicamentos, usados com a dieta e dosa-
gens proscriptas, o primeiro lugar entre os
medicamentos estudados e prcconisados
para curar estas terriveis molestias.
As pilulas sSo supportadas pelo estoma-
go o mais delicado, pois que ellas nao im-
pedem nem difficultam as funcc;o'e8 deste
orgSo.
A injec^So anti-blenorrhagica n5o ab-
solutamente irritante e por isso n&o tem o
inconveniente das actualmente empregadas
e nSo produz estreitamentos.
No publicamos o grande numero de
cartas, attestados e agradecimentos que te-
mos recebido para nao offender aos nossos
clientes, muitos dos quaes sao pessoas mui-
to conhecidas e altamente collocadas.
Empreg"d oomo artigo de toilet parti-
cular excellente preservativo contra ai
molestias secretas.
Modifica e faz desapparecer o mo cheiro
das regras.
Preparados por Calasans & C, Phar-
macia Imperial, Bahia. ___
DEPOSITO NO 1TECIFE
Francisco flfadoel da Sir*a'-& C... ra
Mrquez de finda n. 3.
t
Adelalde Tin-oriol inda iloBiiii
U<-<-<| nila
Antonio Botelho Pinto de Mesquita, Mara Cor-
deiro de Mezquita Lima. Theodolina Amelia de
Brita Mesquita, Elvira Etelvina de Mesquita Bri-
to, Veriato Xavier da Silva Brito Dr. Caetauo
Xavier Pereira de Brito, Antomo Agripmo Xa-
vier de Brito (ausente), coronel Candido Xavier
Pereira de Brito (ausente), Armindu Brrtode S
Pereira (ausente), Mara Carolina <\c Brito;Car-
valho. esposo, tilhas, genro, inuaos, tiose sobri-
uhos de Adelaide Theodolmda de Brito Mesqui-
ta, agradecem do intimo d'alma ao prenles e
amigos que acompanharam ultima morada o
corpo de sua idolatrada esposa, mai. sogra e ir-
ai. e convidam de novo assistirem as missas
que por alma da mesma fazem celebrar na igreja
ifo Corpo Santo. s8 horas da manha de sabba-
U 12 Jo crrente, stimo da de seu passamen-
to, expressando-lhes desde j seu eterno re,
nmhecimento por esse acto de religiao e cari-
>lade
f
JoaoCaialcanlo lau.-cto Van
> ) Bario de Tracunliuem e D. Anna da Silveira
Gapaleante, pai e viuvu do tinado cafitao Joo
Cayalcante Mauricio anderley, agradecem do
intimo d'alma a todos os seus parentes e amigos
que se dignaram acompanhar capella do enge-
tbo Goit os restos mortaes do seu nunca asees
pranteado lilbo e marido capito Joo Maui
''avalcante Wanderley ; e de novo o convidam
gara assistirein no dia 10 do corrente a3 9 horas
la manli, as missas do stimo dia, que man-
tara celebrar na sobredita capel'a e na de en-
SWiho Rosnrio.
Itt.
VENBE
ALojadas Listras Azues
RA DUQUE DE CAXIAS'N. 61
Telephoen til
D descont a quem comprar de 20(5000
para cima e troca a faaenda vendida se
por qualquer motivo nao for de muito
agrado para quem for comprada e vende
pelos seguintes precos:
Mirlaos infestados, de todas as cores
a 460 rs.
Vttrtes e Testldos com figurino
em cartSo a 60800
Cachen Iras de quadros, padrSes e
cores novas a 300 rs.
Lis de quadrinhos a 160, 200 e 240.
'Eevs de quadros a 100 rs. e muito
largos a 160, 180 e 200 rs.
Batiste* de cores seguras a 130 rs.
Chitas escuras e claras a 160 e 200 rs.
Percales miudinbas olaras, cores n-
xas e finas a 200 e 240 rs.
Esgulo pardo para vestidos e rou-
pas de meninos a 240, 300 e'360 rs.
Caashralas brancas a 20800 a peca.
Cortes de cambraia branca bordada a
4,5000 e 4*400.
Teeidos arrrendados fzenda de
urna so cor, rosa, azul, creme e grenat a
400 e 500 rs.
Sedas lavradas cor de creme, rosa,
branca, e azul co a 1<$300.
Metas Maco de todas c6res a 750,
800 e 900 rs.
Crinolina branca, chumbo, preta e
cor de caf a 400 rs.
Slelas a 240 rs. a dnzia e cobertas
a 440 rs.
Aspas de ac para vestidos a 100 rs.
o metro.
Bleo braneo para enfeites de vesti-
dos a 700, 10200, l)J5O0 e 2,J000 a peca.
Rendas hespanholas, de seda ou al-
go-iao de todas as cores.
Rendas e blcos para enfeites, lizos
ou matizados a 16800, 2*000 e 20500.
Sargellm francez de todas as cSres
a 160, 200 e 220 rs.
Cortinados bordados e de crochet,
vende-se por qualquer preco desejado.
Colchas de fustao de todas as cores a
20000, 40000 e 60000.
tramante com 4 larguras para len-
ces a 800 e 10000.
Toalhas a 20400, 30 e 40000 a duzia.
Cinardananas meHior qualidade a
10800 e 20000 a duzia.
Aloalhado infestado com lindos de-
senhos a 10000.
Oleados para mesa redonda ou de
jantar a 40000 cada panno.
Panno da Costa francez para toa-
lhas de mesa a 10000
HadapolSo marcado Listras Azues,
tucidos americanos, sem gomma a 50000,
6000 e com um metro de largura a 60500
e 70500 a pera.
Algodio largo, para leudes a 40800
a peca e mais estreitos a 30000, 30500 e
40000.
Enchovaes conpletos para baptisados
a 50000, 90000, 120000 e 150000.
CSrlnaldas e veos de blond, ultima
moda, a 80000, 100000 e 150000.
Colchas de damasco com .borlas de
seda, urna s cor a 280000.
Crochets para sof, cadeira e cama,
vende-se por todo o prego.
I.iii d a^o, Aa cres ou pretas,
lizas, bordadas, ou arrendadas a 10OO,
20000 e 20500.
Luvas fio de escossia, pretas e de co-
res a 500, 800 e 10000.
Lencos brancos finos a 10500, 10800
e 20000 a dnzia.
Lencos de seda muito grandes, cores
muito lindas a 10500.
Espartanos de couraca a 30500,
40000 e 50000.
E nrakaa nenias baratas que se d
por qualquer prego para liquidar.
ADVERTENCIA AOS N08S08 FEEGUEZES
Previnimos que as fazendas annnncia-
das sao de boa qualidade e nao sao divi-
didas de outra casa como alguem annun-
cia para engaar, vendendo fazendas or-
dinarias por boas, costume este, que esta
casa nao tem; as Exmas. familias que de-
sejarem comprar suas fazendas mais bara-
tas devem dirgir-se primeiro a
LOJA DAS LISTSAS AZUES
t
4uim*M la P( knitral
dn lva i-iiii.-ui,.,. iiiandBBdoTei-
wasaa por alma de st^u tinado sobriaiiQ,
rem por nieio do presente convidar ao*primos
* amipjs do tinado, alim de assistirem a este
acto de relifio e earidade, a quae* serio resa-
llas na igreja da Madre de Deus no dia 10 do
torrente. Aproveka o ensejo para agrattscer
iio s aos que aeoinpanhapani-o 'sua nramn
morada, etao paraos t|ue aqweeeerem a eme
iJMivite.
Dr. Pereira de Sonza
Apezar de j se achar o Peiiorol de
CanHar approvado em todo o Imperio
por grande numero de attestados scienti-
ficos, resolvemos tambem registrar o va
lioso parecer deste illustre e distincto fa-
cultativo, com residencia na cidade do Ba-
nanal, em S. Paulo, onde gosa da mais
alta reputacao.
il-o :
c Eu abaixo assignado, doutor em me-
dicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,
ex-professor adjunto da clnica de moles-
tias de creancas da mesma Faculdade, ***
Atiesto e juro, sob a f de meu grao,
que tenho empregado em minha clnica,
sempre com muito bom resultado as mo-
lestias dos orgaos respiratorios, o Peiiorol
de Cambar, do Sr. J. Alvares de S. Soa-
res. O xarope Peitoral de CavAar tem
a propriedade de ser um medicamento de
sabor agradavel, e bem tolerado pelas
enancas, em cujas molestias t de grande
efficacia.
Dr. Jos Joaquim Pereira de Souza.
fsssseoai
E3TTOS15O
MiUi rOr
LES FLUS HAum RtCOHHIMS
ITovs.Chasgt
paiunu
E.COUDRAY
ln>tntor di JK
Ta Mpniaaoo tlt munio.
SabaMU........ MUMAVXJIA
Otos............WUMAVBHA
| gaa de ToaoatMfflnWAVEIlA
I^SMcia........ PRIMAVERA
P6 U Arroa,.. ..WMAVRRA
funu i oewic:
Liaiann......maiiM
aoanooonnnaoni
AO TOREADOR
Lima Coutinho & C.
43RA DUQUE DECAXIAS43
Defronte da Praelnha da In-
jB ^ a ^ jB ^ a a. 1 ia
Este novo estabelecimento intitulado
AO TORRADOR vende sem competen-
cia, como as Exmas. familias poderao
analysar pelo seas preoos.
Lanzinnas de quadros a 60 rs. o covado.
Ditas de ditos a 200, 240 e 280 rs.
Merino de quadros, bonitos padrtles a
300 rs.
Ditos lisos enfestados a 480 rs.
Baptista e nanzuch finos a 140 e 240 rs.
Mariposa branca e de cores a 240 rs.
Chitas finas cores fixas a 200 a 240 rs.
Ditas forlaidine a 240 rs.
Cambraia branca bordada a 40500 e
40800 a peca.
Dita Victoria, fina, a 20800 e 30500 a
pega.
Seda de Japao, lindissimos padroes a
200 rs. o covado.
Dita da Persia, lindos padrSes, a 180
rs. o covado.
Sargelins de todos as cores a 160, 200
e 240 rs.
Setinetas lisas, largas, a 360 e 400 rs.
Merinos pretos finos a 800, 10000,10200
e 10500.
Colchas para cama a 10800, 20000 e
30000.
Cortes de casemira 30000.
Casemira preta, duas larguras, a 10800
20 e 20200.
Madapolao superior com 20 varas a,40,
50000 e 50500 a peca.
Dito americano, superior, a 70200 a
peca.
Bramante de algodSo para lences a
700 e 10000 o metro.
Dito de linho superior, com 10 palmos
de lagura a 10600, o metro.
Ouardanapos de linho e algodSo a 20 a
duzia.
Toalhas felpudas a 30 e 40500 a duzia.
Atoalhados para mesa, lindissimos pa-
droes, a 10200 e 10800 o metro.
Dito trancado, alvo, a 10000 o metro.
Lencos brancos com barra de cor a 10200
a duzia.
Ditos superiores, de linho o algodSo, a
20200 a duzia.
Enxovaes para baptisados, completos, por
todos os precos.
Entremeios e babados bordados por todo
prego.
QBicos de todas as cores para enfeite de
vestidos.
Baleias cobertas e descobertas.
Arcos cobertos para anqumha.
Camisas brancas para nomens e meni-
nos.
Ditas de meia para homens e senhoras
Tapetes de todos os tamanhos.
Manda-se fazer roupa por medida e da-
se amostras de todas as fazendas.
Lima Coutinho & C.
aoooooooaooowoooooootooooo
Depsitos tas principan Pharmanas.
Em Pernambuco .-
FRAN M. da 81 UVA a C.
Celebres Remedios Le Roy
PILULAS LE ROY
Populamtm FRAHCA, r.t HESPAHHA, na AMERICA,
no BRAZIL onde to
tutorltadat pela Junta Ja H/giene
VBAMXM ^^^..^^.^^ |/4 riU3CO
Bwm Pilulas dao toda a focillade dn t.: tr '. p..r
pr9o bArmto, o de se curar em pouco tempo.Hl L. ^ e-ipQlMm-
rpidamente os humores, billa, humores Tisco?os viciado
que conaerram as molestlaa; ellas purlcj.iu o saague
e lmpedem as rccabldas.
> Imprcsam-ie o
contra a Primau lie vrntre, Ctttharrho,
ota, fh*>9uni, t':itta efe
aportite. Tumo7-cs,T~trrr MotfMiaiKl FitfMilit, lutiiirfenn,
Bortmtlia.i, lerwelhitlCea,
Slenopausa, te.
E PRECISO RECUSAR-:
tiilqr ftaics su i!i Iher o ferita di
Ph"* Oottla
"/ SifJdSir.UBoy f?_j
- ."" do Sel-*
A.XT
O yartama da ?anaar
todo com lacro pr-
i/ueno e lntelrsmen-
te da confianca ab-
soluto nos Armacena
do
DON MARCH
Casa Aristide Boucicaut
ARMAZENu DE NOVDADES
PARS
Temos a honra de participar s Kx" Sra. que acaba de ser publicado o no960 ;
catalogo das So\rMaries da Eslacao ; mandaiemol-o trauco de porto a todas as j
qQeo pedirem.
Em razio do constante accrescimo dos no ios, iodos os nossos sorU- 1
.montos do todas as Navidades sRo mais considerareis <|uo jamis, et podemos asse- I
verar qno sao inconUjoUvets as vantagens rpie olTcrccemos ao ponto de vista da i
uaiidade* barateza detods as nossas mcrcadortas.
Mandamos francas de porte quem as pedir as amostras do todas as fazendas novas- i
i cm : Tecidoa de Seda PeJlucu, Vdudv, La, Pannos, Fazendat novas, TtAdoa \
inipreuoa, Sendas, Fttat, Tapates e Eatojos para Stob'dias, assim como os albuns,
descnpiges e eprodueeSes dos nosso modelos em : Toilettes novas, Mantas, Vts-
Sf e 3Ja'>'"' senhornte meninas, Honpa feita para homens e rapazes, Modas
e Toncados, Saias, Amagos, Jtou>8es, Enxovaes, Houpa branca, Roupa branca
A Casa do BOrT
MAECH tara por
principio de nao por
na venda, ata para oa
precos os mais reduxl-
dos tenSo mercaduras
da ptima crualidade.
brancas, Artxaospara magens, Mcrceana, A.tigos de Paria,Tapecarios eMobia,etc.
Os Armazens do BON MARCH sao os maiores, os mais bem
arrancados e orgauisados; por isso fazem parte das curiosidades
de Paris. En consecruencia de varios engrandecimentos successivos
o BON MARCH tem se tornado um Armazn NICO NO MUNDO.
NSo obstante os engrandecimentos ltimamente inaugurados, .->
Casa j nao basta para a enorme affluencia da Clientela, e novas e
consideraveis construccSes j estao se edificando.
As expedieoes para os paizes de alm-mar nSo podendo ser feitas sen io com a
condlgao de scrom pagas as mercadorlas na occasiao mesma da encomincnda, roga-
mos a nossa clientela qu'! nos dirija, juntamente com qualquer encommenda, o
importe dos rticos comettidos o das desbezas do porte e onfardamcnlo. A partir do
25 francos mndanos as encominendas francas de porte at o ponto do embarque,
com excepcao das mobilias, lollos, e cortos artigos pesados on embarazosos.
0< Armazens do BOM MARCH nao teem Succirsaes ou Representantes em
Franca, nem no Estrangeiro, e rogam as Ex que se acautslem contra os
negociantes que usan? do titulo Ul BOM MARCH para estabelecer urna con-
fuso, e especialmente para por na venda Lunas BOUCICAUT, cuja marca 6
umversalmente conhecida e que se acham nicamente nos Armazens do
WM MARCH, em Paris.
Interpretes para todos os Idiomas
fcva-sa
v &1S DORES D5 fito>
? & *'OB "#" o nu Elisir, P e Pasta dentirioios "fe^.
iSISTIiOS

<
%

da ABBADIA de SOTJI_>.A-C (Gironde)
JOM SAGlTEtOSNE, Pnor
? KooUm-i Te f*;t.-o : S-uxelic; 1S80-- Londres 884
AS MA'3 ELff5*JPA8 BEC0MENS.'.3
GNTAT 1
-. ?ulo Prior
3?crre 9tnr3tSLVD
o iau i-cniricic
jsssl
dos 6 .:' inrtalocendo o tor-
:,' W:.u.:'..X ) HllfliaS.
Vi (rso&eiro sc-rvi^o, aataeoSe-
lando aos notto leitoros Cita Dtisa e i:!s-
siioprrr'.'i'T.d''. o meibor curativoeo nico
r.resci'vrlivo entra ;s Afieccoes den-
tarias.
f Une Htscr-srle, 3
BOROEAUX
i
DE
MELISSA dos CARMELITAS
BOYER
ITziico Su.cceasor
14, Ra de VAbhaye, 14 SPJ^RRSS
CONTRA :
poploxia
Choiera
Enjco do max
Flatos
Clicas
Indigestos
E*j3eo-o-f3
Exigir
Fobr? arcareila, etc.
sr o prospecto ;-o qual val envolvido
cada vldro.
aeve-se exigir o letreiro branca i rato.
em ludo, os vldros,
se,a qual 10r o tatnantao.
Dtl fBVn KM IOBAc AS PHAKKACIAS
do f"iiii- rao,
OOOO00O0O0C9O000O00000O
^NENTEMENTE r
^y TJixioo fo
a-Piaro-vaiclo pela Academia ^>
de Medicina dLe Pariz O
.alIII^18 DORES OC Ofriu..
f\ 1T**^ ... ra o do sicrMao dos ^Mf^*as
l^laW Bluor, Pee Pasta deattioios ^S^
RR, PP, BENEDICTINOS
tb. Abbadia de SOULAC (Gironde) -
D0H MAGUELONNE. Prior
2 MEDAT iTTAS E OTJBO
BruelUs lili Uarre ltU
Aa iiki < rlcrntlns recompensas,
INVENTADO lAHA Peio Prior
no ixso I O # O PierreBOTJBSATJD
i O uso qnotidiano d< > j-lixii-
Semtlfrlclo dos XS. PP. Be-
nedictinos, com dos* de algu-
mas gottas rom agua, pi'ovom
e cura a crie dos tientes, em-
bran meceos, fortalecendoe tor-
nando as gengivas perfeita-
mente sedias.
Prestamos um verdadeiro
scrv1fo,assignalando aos nossos
leltores estoantigo e utilissimo
reparado, o tnelhor cura-
feo e o unieo preservativo contr;
AffcccOes dentaria. >
Caaada fundada id 1807______
Agente a *C I 11 Ksl 3- RCE HiJGOERIE.J
Geral: 9 VU UIH BORDEAUX
Acha-se em todataa boas Perfvmeriaa, Pharmaoias
a Drogtriaa.
as
DEFRESNE
TONI-NUWITIVO
COM
PEPTONA
Fabrica. :
Casa L. FEEIIE, 19, ra Jacob ^
O finho de Peptona Defttmne o mala precioso dos tonlcs <-onteni a
Abra muscular, o ferro hematlco o o pospnato de ca! da carne de vacca, e o nico
Nconstltuinte natural e completo.
Ate Delicioso Tinho, que dasperta o appetlte, restltae as torcas ao esto-
mago e melbora a dlgesto, como racoustitulnte lncomparayel. qu 6, por Isso que
encerra o elemento plstico dos msculos que 6usta a consumpeao. colore o
Bangne dyscraslado pela anemia, prerlne os desnos da columna vertebral.
Quando Defresne resolveo o grande problema de digerir, fora do carpo humano.
a carne de vacca e de a transformar, com o auxilio da Pancreatina, em nrn liquido
alimenticio, a Peptona, os profeaaore da Escola de Medicina e os mdicos da
Marlnha e dos Hospitaes de Paris. se apressaram em experimentar eatc pre-
cioso nutritivo nos doentes e conTalescen tes e o resaltado foi a acpelo offioial
da Peptona Deftanetu todos os Hospitaes Cirls e Multares.
O Finito do Peptona Defresne lmpOtvse em todos os casos de afleceses
das Tlms orgestlras e de enfermidades de forma deprimente, agudas ou coronlcas,
como as dyspepstts, ulceras do estomago, etc, e no marasmo, ch!orose. diaDets,
cacbexi, tsica polmonar, etc. cvem usal-o eguaimen te as pessoas de consUtulcio
dbil, as criancas cuja saudc 6 posta em risco pelo crescimento rpido, as maens
cujo vigor comprometudo pelo trabalho do aleltamento.
Emnm o Vinho alo Pepiona Defresne cenvem em todos os casos em quo
imprsscindivel restabelecer, mantor e augmentar as (oreas, quer estelamos
doentes, cenvalcscentes ou slos.
OErntSsE o primeiro preparador do Tinho to Peptema. Cuidado co< s ImitacSes.
A Vaiuuo: Usa sdaa aa naats anuiBIsfcs
pnannaeiaader
. t *-'S *- &:> ^>% i
VINHO
-
___ DO
Dr Caftanes
KINA-CABANES
O viBho ilo IV Oabaasar aunmetdo 4
apnrovaro da Academia ue'Medlcraa de-
P. ris, foi reconhecido como um tonto*
enerarle(por encerrar os principios consti-
tutivos do Swngue e da Carne), que di ao
sangue /orea, vayor e mergia.
O? bnr1 y Troisseaa, Oaerard e ?as-
pean, professores da Faculdade de Medicina
de Paris, o recsitam todos os" das com o
meibor xito k&'mMktre* enfratptecidas por
-os de toda especie, trabalho, prazeres,
ineiistruaf&o, eiaie critica e amamentaco
prolonuada. E' extreniainaute efflcaz contra
o. ifsdiffettd'et.'Ofspfptiat.Vdseritis.'
naturas e. Vertigens.
Di resr.ltr'J( \nemia. ('Morte, Pauperismo do tangue. tfsltrt-
Mite do* itioitMite. att/rts-lov .\ it/tlat seminatt, mpottncut prematura, Britmrtvrecin'ento
geral, Ilsl:a ptiuoiiAr, ;. :>i-, teroSs, Zatarmltteates, Vatastres, jMdemleas e
pldemlcas.
O Viabo do Cfar.- s ,,.,., Je sua jc^jo cordial, detencplre a.-: > eos, activa a
eirculanto -'.''nrmiendavcl para as convaUawfas.
faz cessaros- vmitos 18o inrante a gravidez, augmenta a secroevv. do lelie nos
aftirlzes i>*s>e*traordinarte >Mhhaslde maua; gracas a uaueuc, i do seus prla- '
clpio.; tnicos, a t-*tano .. /nube/es, Aftcco da meaulla, Hvtierta, Epilepsia,
motOOtumo eent--'t U, em toii. "iawcsn*que pred-so recorrer um tnico poderoso, aos
t vigor e reta osnut. "
'Ca..i ver; ou!.. acial e marinliiros, comoanu-eptta-
" nltoeo:!--^ IWolestlas troptoae.
AepNiu feral: liROU iTE-PEHBIT, 264, MLtmi Ftluire. PARS
c-RAJvVTtH SILVA O- e as prroerpaes rharmacias.
N07* '-a- .11 contraficoea, 8* s- dte
tecaltar tmi"h(ir ti pa/ir-as : Vinho do D* C^aoea, Parla, e
loora os rotu.t, tiras de pap! nue> ervotrem o
/arfa/o 9 a marca de fabrica,
a astil
baaw
tfa Unito dos Fabricantes.
ff alo ea marca de fabrica, rt j9
astignatirt do 'D* a- *W*s*fp
ibb.% as. o dt gznnt; ***- f**Vtio\i
^harmanei^tico, i<3, rijia J-.cob, Paria
------------ir=i$r-r.--------------
' -- C. .;' : ?%,T cntom alca-
pa.... i do aleatrS i a ;:...., agradavel. -?.0 rio Korw ra purf. dua
OUiOH C'JV. .i pe- i aqnatroeaps;: fjieoea
siso nos linspil Asefl^SUt.;. S03TT i ^nmendSo-
50 as eiifoniiidn
i' TOSAS TEsV/i.
TSICAS, BiOGHITAS, ASTHNIA
RESFRIAMEHTOS
"-- a..'-i--,. v.... i -- IstSOiHOUI
SS fr-ll, SANTA
SSH03 da BEXIGA
ItWWH
MOM .CUAYOT MMtittM na J As CAPSULAS GOYOT
nli.r fin tv;ii;-.i di, pidi*ia.~j \ e cada urna leva unpftSfc 0 firma-
--------rjnc
:; .lOsdiatuaKtrc /a.-.': r-.oser.tol
e*ei(rir k '
Folirica : Casa L
api* BtJi <--m**s coniza
FHERE, 19, ra JacobrPARiZ
^
MAXA UQOftTA *mf>mf*V
o LUSTRO d'eato. Qrraxal
m durante jai, acjoaoa, j
-eto qu&tlVr Cinpo.
&AtmWtML VL-tTtS Awit.-i : i.: ira a ilasllf para'as'Satinas-Uas Sntorl
HaUUawk^KaK1A"BB iaSa* MOOVA .
rXttXUnVOSA, <>* cmtstmm'.mm, tolho OomoMSlrom, Ma
ojtmieay mim ato tmgoa.
*****- ,^5i3tJlwno,' """?'*** uorstpaa uo.
iimrM a

"n 1JI
wm


io
\e reman!
-Quarta-feira 9 de Janeiro de 1686
PARA OS DOJMFES DO PEFiU
Vende-se, n'e&ta capital, na drogara dos Sr&
Stsliii&Deseerla!
*.*
A HA MA49WII SI ILIIBA I
O mai poderosa .sp.'i&co oontr* a toase, roaqttd3o,7pria da. vo, imU^ ou ir,flmro*c3o da laringe, bronoJute agu obroniofl, es arros le singue, dor a fraqaa da petoT tiaioa pulmansr, asta*, coqueto >ie e todas a wkomidadaa da va
respiratorias. ____
naraAL m cambara
DESCGBERTA E PEEPAEApAO DE
Jos Alvares de Souza Soares
Fundado* 6 prepttetaiw ci grande estabeleCIMsnto agmCO-INDCSTMal do P\BQUB BEL)TEN8E, aaprtsaaracntt
oreado psr -rV*V** ^ IIIHIUi *% WWWtk *,%%lft\e %%*!**%. *% *%!.%%%.
na cid* de de P.'lotaa (Rio Grande do Sal). ,.,,,.
O IfeMoral de Canbar, approv por decreto Imperial d* 30 da Junho d 1884, premiad,) con duas medalbaa da onro do 1. claese- p la Academia Nacional do
Paria, a jury da Expsita. Bais bnmacidade soffiedr.ra.
Eat preoioao medioamanto de offeitoa admiraveia: aluna promptamente aa toases dooroaa, tornandan-as
brandas deapiterantea s>t cural- a ; ...
F>-a diminuir at daaapptraoeram oa aeeesMS MthMatteas rasia terrive* ;
Combate nrveamente a tsica |iM>.ar, os eaearro de sangae, asBicn como a fcrooehlte, a coqne
lajckr, iaaiMildn. delut, te, de ama forma rpida e radical.
O loante, en uao do Ptoral de Cambar, nota logo o app*rec:imento do appetita a das foroaa perdidcs.
Este importante medicamento, que tanto aa tein celebrisadj por ana grande effioaoia e e-insumo progressivo em todo o
Imperio preparado em asir gratule e eapeei.l fibriea, que tem tilo repatramete elogiada pela i;aprensa e acba se rodeado dos
tais bafOCUiitea aitesUdoa de disticitos me-iicoa e de innnmeras p*sso*a caradas de gravsimas enfermidades, como Be v do
ftdheto qu'J awawtmha cada fra.oo. j j- j
Venlendc ao n'esta oidade um medicamento de tal i*portanu, cna>primt>a um dever de huroonijado, indicando o aos
oent- do peito e vi:a respiratorias, na certeza de Ibes aconaelbartoos o mnis s-guro meio do roadqairirem a aattde perdida.
DP3BJSGOS
2*600 o fraseo, 135000 I [2 duzia e 24000 a duzia.
B' a>rmlaj;iot>
O maravilhoso sabSo rasso, em poucos
ftnnos tem firmado o aeu crdito, por toda
parte onde apparece confirma oe seus pro-
digiosos effeitos. Alm de muitas outras
molestias, serve com segu-anca para as
seguintes : reumatismo, dores de cabeca-e
ouvido, inflamacoes de olhos, contnsoes,
queimadura, ulceras, mordeduras de in-
sectos venenosos, empigens, dartros ery-
sipela; para o toucador de inteira neces-
sidade, para amaciar a pelle, fazer barba,
tirar caspas, e para obanho.
Nao ha igual
A venda naconhecida casa de porfunw
riae e modas.
Pedro Anliincs fc C 3
RA DUQUE DE CAXIAS
Pao centeio
Mille & Biset, avisam ao respeitavel publico,
que todas as torgas e sextas-feiras, tem este sa-
boroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
typogaphia e Lilhographia
FABRICA DE LIYROS DE ESCRXPTU-
RAgAO
Premiada na expoaifftea de
1 SBCeI85
Manoel J. de Miranda
EncademaSo e especialidades em cartfies de
visitas.
39Roa Duque de Caxias39
Telephonen. 194.
Precisa-se de um criado
numero 19.
Criado
na ra de Paysandu
tullidlas do Monte de Soccorro
Compra-se cautellas do Monte de Soccorro de
qualquer Joia, brilhiintcs e relogios; paga-se
ln'iu na Praca da Independencia n. 22, loja de
relojoeiro.
Cozinheira
Precisa se de urna boa cozinheira que durma
em casa dos patroes, para casa de pequea fa-
milia, na ra do Conde da Ba-Vista n. 24 F.,
porto de ferro.
L
A LA REINE DES FEE'TRS
Ramalbetes Hoyos
L T. P/VEfem PARS
Mascotte
' PERFUME PORTE-BONHEOR
PERE1RA MAGALHAES
&n
tW
Extracto de Corylopsis do Japo |
PERFVME5 EXQUISITOS :
Bouqtiet Zamora -- Anona du Bengala
C:2donM.de China
SUpliania Australia
HelSotrope blanc tiardenia
Bonquet de lAmiti V/hiie Res cf Kezanl.k Poly:lor orientpl]
Brise de Noe Bonquot da Reine das Prs, oto.
ENCAS CO^CENTRMSr '/-h QAUDADE EXTRA
IppaaitM mi prinaipaas Paafamariaa, Pha.macias abelleroiroa d *"
FUNDIPAO GERAL
ALL,\N PSTERSON & G
N. 44Ra do BrumN. 44
JUNTO A B8TA(!A0 DOS B0ND8
Tem para vender, por pregos mdicos, as seguintes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Criva$os de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com eerra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de fornalha. ,
Vapores de foreja da 3, 6, e 6 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura.
Rodas d'agua, systema Leandro.
EBcarrega*-8e de concertos, e assentamento de machinismo e executam qual-
ner trabalho cosa- perfei$ao e prestesa.
liquide
Recebedores directos dos mercados da Europa
i,
as
am os seguintes artigos com descont de 14
vendas em grosso
Bramantes de agodao superiores, a 800 rs. o metro, 4 larguras,
dem de puro linho fazenda de 2#200 para acabar a 1)5500, metro.
Atoalhado alvo, duas larguras, a 700 rs., 1)>100 e 14200 o dito.
Algodao alvo, nacional, para lences a 55500 a peca.
Madapolao americano, a 30600, 4)5000 e 60000, com 24 jardas.
Mar pozas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 200 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80, 160 e 200 re. o dito.
Marinos lisos de urna largura a 200 r. o dito,
dem de quodros modernos a 280 e 300 rs. o dito.
Fichas da. renda chics a 1)5000.
Colchas francezas de cores a 20000 e 40000, runa.
Lenses de bramante a 10800, para cama de casal
Casimiras de corea para reupa de rianca a 10000 e 10800, diagonal, duas
larguras.
Camisas inglezas e francezaa a 260000 e 300000 a duzia.
Tapetes aveludados, grandes^ a 140000 um.
Cortinados ricamente bordados a 50500 e 60000-
Pannos de cores para mesa a 10100 e 10300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 30000 o dito.
Brins pardos e de cSres a 280 rs. o dito.
Veludilhos de cores e pretos a 900 rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 e 560 re. o dito.
Setin8 de todas as cores a 900 rs. o dite.
Setinetas lavradas 500 e 240 rs. o dito.
Alpacas modernas, lavradas, a 240 re. o dito.
Meias cruas inglezas para homem a 20500 e 30000 a duzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 120000 e 160000 a dito.
Cortes de casemiras para calca a 40000 e 60000.
dem de meia casemira a 20000. .
Toalhas grandes para roBto a 40000 a duzia.
dem felpudas para banho a 120000 a dita.
-& muitos artigos que serio lembrados com a presenca de nossos lehorea.
59Ra Duque de Caxias59
LOJA DE
PEREIRA & MA6ALHAES
i
RACHITISMO
)

OLEO de FIGADO de BACALHAO
|d8bilidade BERTH
Dnloo approvado pala Academia da medioina da Parla.

Os relatorlos apreserflados Academia de medicina pelo profea
ores Tronssean, Bnssy, Bouchardat eto, demostram a superioridad*
do leo ale cado de bttcalho ae ertbc.
Este oleo natural nao submitido truumento chlmico algom.
IsV roa Mo4b, tais.
Dtm m ***** *$*g**tur*
(VENDA A BITALBO NA MAT<" PART BA* rNABMAClAa)
GRAGEAS
rORTIN
INJECQAO
Hrtintn a
ala Farra, tumi
saaira<. rer*ttnttiiu. a*
A mnAtBmiXU rONTIN, for*, u priaMfama'qM obtTnu a ayprorktAo a
* ntifi-' (UM) qa adoytanan ata Bo^taot. Omrmrrt molastlaa
mmim raldas m fatigar ntmifM mal allm
, AiauaoQAo vonmn i > iuuiii maja u. aaaibTA *f,.
m**m0*mmnm a^aa>i
CONST'PACOES e MOLESTIAS do PEITO
T.PHLOGISTIC BRIANT!
XAR0PE
O NOVO THERMOMETRO
MEDICO de LON BLOCH
lo MAIS 8EN8IVEI. OE T0D08.0 Y3TEMAS COWHECIDOS
Jttu
PARS, Phirmucit BlANT, 150. ra f/e Rnroli, PAlt.
aalriii i nrt MoamirjaDdao a&mais se ao paa o
MUAjrr como o me Miiorai t* Mr****
Na imm ana ooctTA.oa BaaaM, oMtipaAo. oMwma.w-
rM mmum.frmmt*.-Dey-mMltit a atacata e.-n atrri 1
iMlroalun 1B UM ttliic \MTtmun : ,-,-
OSITOS MU TODA3 AS I'BISCIPJSS |b'51>*S
BPWPWSPf-'-'
Sitio
Alugs-se por 35*000 mensaes um bom sio;
bastante arborisado, com excellonte casa de mo-
rada, em bom estado de conservagao, no apra-
sivel anabalde Paraameirim, junto a estacao.
Totai
i iBrtroment* I
ma.igD.tara :
PARS, 2, rus d l'JBntrapdt, 2, PARS
so mii JBBO, ni TODA A* PRDICIPABB cutu
i
Gotta, Rheumatismo, Dores
SoLugo do Doutor Clin
Hurtado da Fipuldad da Hedicim d* farit. Pnmlo Mont/on.
i 'n------------
A Verdadeira Solugao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-so para curar:
As AHecsSes Rhanmatlsmaes *gvdai e chronieo*, o Rheumatisrmo gottoso,
6 Dores artictUar* e t/ttueulares, e todat, as vezes que neoessarto calrnar o#
aoffrlmentos occasionados por estas molestins.
A Verdadeira Soluc&o CLIN o mellior remedio contra o BhenmaUamo, .
a Gotta e as Dorea. H
tm Um txpUofto dttilhida acompanha oada tramo.
Exigir a Verdadeira SolncSo de CLIN 4 C'8, deBHjii m noonlf tm-
4** Dr+ffmrtai^ PharmatuA '^__^^^^^^,.
Professora
Urna f.enhora competentemente habilitada, com
pratica de H annos de proGssao, aprescnlando
diversos attestados de bom metbodo e comporta-
meoto, offerece se para leccionar em casas par-
ticulares, na cidade ou em seus arrabaldes as se-
Sjintes materias : Portuguez, Francez, Italiano,
eograrhia, l-'iano, trabalhos de agulba, etc.; a
tratar a ra Visconde de Goyanna n. 69 ou em
casa do-Regulaoor da Mannha-rua largado
Rosario n. 0.
Registro civil
O cartorio do registro da parochia de Santo-
Antonio ra do Imperador 48, Io andar.
0 oflicial
Coriolaode Abren.
Professora
Urna 3enhora competentemente habilitada, pro-
poe-se i leecionar um collegioa e casas particu-
lares ai segkkatm materias : Portuguez, Fran-
Piano ; a tratar na a Visconde
0
O Vi
do
Cabello
do
Br. Ayer.
Preparado Sob
Scientiflcaa
Physioloeicas
para o
Toucador
do Cabello
Do Dr. Ayer.
DotoIt, com o brilho e rescur da juventue, ao
r%kello grlmlho ou brunos urna rica cor natu-
ral, oastanh' ou preto, como e deMja. Pelo eu
uso. ao casco claro on rOxo poOe dar-e urna eor
csrnra, e gropsura ao cabello flno, emqoauto que
requen'micnte cara a calvicie, porem nem semnre.
Impcdc a queda do calicllo, eatimulan<(o o dbil e
tufanno,* erwoer lgorosamcntc. Reprime o pro.
creseo o enra a tiuha e caspa, curaudo quaal todas ai
uoeneas peculiares do porcraneo. Como Cosmti-
co para afonnotear o cabello das Seahorae o
Vigor nao tein rival: nao conten az':lte ou tinta al-
gnnm. fonia o cabello snave, brilhante e sedoso na
appar.-i.'ip, communca-lhe um perfume delicado,
agrarl tale "rmanecte.
!-UEI-AJtAI)0 PELO
DB. J. C. AYER B CA
l.owt'll, Mass., E. U. A.
A' TtDda nal principaea pharmaeia e lrogarSaa
INFALLIVeU e RADICAL
no cuaativo de toda as affecfoes bronchiaea :
Mal de Garganta, Toase e Tsica
PEITORAL
De ANACAHJJTH A
Remedio Vegetal da Nattireza para o .-li-
vio e cura de todas as molestias
Do Peito o dos PulmSas.
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gnezes em ge ral que receben pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior que ven-
de por precos mais resumidos em vista
da continuaco do cambio favoravel.
Convem que experimentem.
48 RUADO BARAO DA VI0T0RIA 48
ATKINSOS
PERFUMARA KGLEZA
afam*d hairiMS di tan sernlo; cxcotU todas
SOOtrapelosou perjn;. !':licar!>equiulo.
TREZ MSDAr,HAti DE OURO
PARIZ 1873. CAtCOTTA 1
pela HEtn-tina .lidada.
ESsne :-;>Se
FR4MWAI.K I V. I --YLM
STEPfl.VHfmS ^
C oia*r..i maitn-' r*ri:r -'.-. BOt.
q.iaLJ-i:* c cdi>i <: >
mi Dr r
taeoBuniTelp i w.
Supanor aos [irc.Jn'. n\
J. & C. ATKia o
24, Od Botk Strao, Loartrea:
Marca do Fabrica L'mi "itftia Uanr*"
obre ama Lyrade Ouro.
Urgencia!!!
[Segunda chanada
Na ra Duque de Caxias n. 87 ha
diversas cario* para serem .entregues pes-
soalmente aos Srs. abaixo.
Luiz Jos da Silva Cajazeira (Onda).
Francisco Pacifico do Amaral.
- Joao Jos de Araujo.
Joao Rodrigues Damaceno.
Custodio Gomes Ferreira (Rio Formoso).
Jos Fernandes Ramos. .
D. O indina Mariz.
Manoel Antonio Xavier de Brito.
Augusto Cmara. ___
A,o commercio
Conrad Wachemann (antiga casa Otto
Bohres) partecipa que mudou sen arma-
zem de miudezas e ferragens para a ra
Bispo Sardinba n. 1, em frente do Viga-
rio Tenorio.
Novo estabeleeimento de fa-
zendas finas e modas
'i()--Rua da loiperalrizS6
Recebem directamente da Europa o que ha de
mais novidade em trados de fantazia e tino gos-
,to. Cumiilclo ortimento em faendas de todas
as classes e pregos sera competencia.
Telephone A89
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimen-
to de gravatas e camisas de cores propinas
Sara os amadores do Prado e est venden-
o por precos sem competencia.
Recebeu tambem collarinhos e puntos
de borracha de formatos novos.
48-r-EUA BARAO DA VICTORIA 48
>
EXP0SITI0H
I l lili i i'Or
Wr 1878
XrsixtCkenlier
LU PIM9 HAUTES HtCOHftHttt
AGUA DIVINA
E. GOUDRAY
DITA MU* tH UUDf _____
PneoaiHda pari o tacata, car 'Mama
consunicmeme u cata. Ja mauAt*.
Bteserrando di peste t do cholera morkw.
ARTISC3 Rc'COMMENDAOOS
PERFUMARA de lactena
IccMunaalt ailai Crikrliiiai lauta
GOrAS CONCENTRABAS para lenco.
0LE0COt\E para a betu dos ^bellas.
ESTES ARTIGOS ACHAM-r. RA FASIMfc
t pars 13. rae d'Epfjfliei, 13 "ass
! toiu U Ptrruaurias, Piarauciu
a teBrak-a 4a Ammricm.

mmm baratas
1TO N. 20
(JUNTO O LOUVRE)
Zepbires de quadros, a '80 rs., o corado.
Las escocezas, a 100rs., o dito.
Cambraia bordada, a 40000, a peca.
Sargelim diagonal, a 200 rs., o covado.
Baptistas finas, a 160 rs., o dito.
Percales claras, a 200 rs., o dito.
Setineta do Japao, 240 rs., o dito.
Brim de cores a 320 rs., o dito.
Cachemiras de quadros, a 260 rs., o dito
Fustao branco, a 360 e 400 rs., o dito.
Brim pardo, a 280 rs., o dito.
Meias para senhora, a 40500, a duzia.
Baleias para vestido, a 280 rs., a duzia.
Lencos brancos, a 10200 a duzia.
Collarinhos de linho, a 30500, a dita.
Ganga para cobertas, a 260 rs., o-codado:
Sabonetes de glycerine, a 200 rs., um.
Regatas de cores, a 10200, urna.
Ceroulas de bramante, a 10200, urna.
Colchas.de cores, a 20000, urna.
Cortes de Linn, a 70000, um
Cortes de seda para collete.
Leqaes transparentes, a 20500, um.
Sahdas de baile, a 20000, urna.
Tapetes para sof, a 130000, um.
Espartilhos americanos a 50000, um.
Camisas inglezas, a 360000, a duzia.
Las de quadros, a 300 rs., o covado.
Agua Florida, a 10000, a garrafa.
Esguiao pardo, a 360 e 400 rs., o covado.
Cortinados bordados, a 60000, o par.
Luvas de seda, a 20000 e 20500, o par.
Guarnicoes de crochet, a 70000, urna.
Bramante de algodao, a 800 rs., o metro.
Merinos de cores, a 800 rs., o covado.
MadapolSo americano, a 60000, a peca,
Toalhas para banho, a 10500. urna.
Cambraia arrendada, a 400 rs., o covatW-
Lenos de barras, a 20000, a duzia.
Alpacas indianas, a 320 rs., o covado.
Cortes de setinetas, a 60000, um.
Setins de cores, a 800 e 900 o covado.
Colchas de damasco, a 70000, nma.
Panno da Costa, a 10000 e 10200, e *>
vado.
Cachemira d duas larguras, a 800 rs., t
dito.
Chambres, a 40500 e 50000, um,
Paletots de seda palha a 70500, um.
Renda hespanhola, a 30 500, o metro.
Gazes de cores, a 500 rs., o covado.
Peas de esguio de algodao, a 30500.
FustXo de c3r, a 800 rs., o covado.
Cobertas de ganga, a 30000 urna.
Brim parda^a 300 re., .p covado.
Liubo de quadros, a 200 e 240 rs^. o ca-
vado.
Paletots de alpaca, a 40000 um.
Cambraia Victoria, a 20900, a peca.
Cortes de casimira para costuraos.
Lona para cama.
AlgodSo de duas larguras.
Guarda-ps para homem, a 50000 e 60000.
Ditos para senhoras, a 80000 e 100000.
Popelina Dranca de seda, a 800 e 10000,
o covado.
Linn de cores, a 500 as., o covado.
Oleo Orisa, a 900 rs.
Entremeios e bordados.
Sabonete de alcatrao, a 500 rs.
Toalhas para rosto, a 30500, a duzia.
Bicos de urna s cor, a 20000, a peca.
Bicos matisados, a 20500 e 30000, a peca.
Pacotes de pos de arroz, a 500 rs.
Setim branco, a 800 rs., o covado.
Leques de setim branco, a 60000.
Tnico oriental, a 900 rs.
Suspensorios americanos, a 20500.
Cretonea finos, a 320 rs., o covado.
Fechs graades, a 30000 e 30500, um.
Metins de listas, a 390 rs., o covado.
Brim de linho (cor) a 800 rs., o dito.
Costumes para banhos salgados.
Boleas para o mesmo fim.
3Nr.A.
Ra 1. de Marin. 20
CASA DE '
AMARAL & C.
LINIMENTO SENEAU
t*
Cosinhera. e ctiado
Precisa-Be ; na ra Veiha u. 137, sendo* cria-
do menino ou rapaz.
XJRCfE.MfUCOES
.
aDJES USURES
Ht mtit t* eiawwnta finos es orsMc a mdicint,
Jm*li tncontrt nmadlo mtit fctuiut o ctrtcil
oonlr (i irritafOas Oo pe/o.
f taltsnil. se loatpMir.
Este Xa-opa. da sabor ezcellente. i de ama
poderosa' efllcacla contra as IrritafSfm da
(iarpantn o do Prito, Flure, Tonar,
rebrlili: Catarrh Agudo ou Chronieo.
rtarsucU MURE, Psal-tiilt-Eiirtt (mas*)
A. Qazagna, fianro t Saceeisor.
Km Ptmtmbuao i IBN M. da 80.VA C
Vara, o* CAVAilo
SCPPHESSAt
do FOSO
e aa
sela
do PELLO t
di r:ca
SBBtrTTJL
o fog
sa >
isssiassau
.ArBLKl(ES
A cura fao-se. com i moeut linut,
sem dor e sem cortar, ne..t raspar o pello.
| Poarm'oGNEA11. J75.Rua SI Hciaor.PARS j
toa Ma PH.RH.C1.1.
Criada
Na ra da, Unio n, 27, precisa se de urna
criada para cuidar de duas criancas, de S e 3
anoos de idadaeajueeaibaengcaimar, prefere-se
idosa.
Aula mixta particular
Francisca Martiniana Luzia Carnciro, alun
ira titulada pela Propagora de Instrn
ica, scientrica ans pas de familia e espe-
cialmente aos de seas- alumnos que sa aula
ntiiiuar a funecionar no dia ii do crrante
ua de f. Gongalo n. 2%
Recife, 7 de Janeiro de 1889.
Governess
A Germn Lady (diplomee) seeks an Engage-
ment as fesident or liailu ove-nc-
Fluent Germn, French, and Eugiisb, ?iano,
Hieh testimoniis.
Address, miss H. ra Visconde de C^nwragiha
(ancient do Hospicio) n. 53.




I


m_

-1


8-
Diario de Pernambueo-Quarta-eira 9 de Janeiro de 1889


Caixeiro
Aluffa-se
Ama
O i. andar da
no ra Duuue
idas.
Ama
-a-so de urna ama para cosinbar i
i ra Nova n. 20, foja.
a tratar no es-
s Bu:reto, ra
Alug'a-se barato
13. 16'i e I
a \ ir le n. 1 C. (Capu :
Ba de Itaparrca n". 43. armzem.
A ra do do Calabozo n. loja.
Largo do Corpo Santo n. 13 ? andar.
Ra Santo Amr.ro 14 Io andar.
Ra Vitia! de .v reiros n. 45.
Ti; lo Commercio n. i. 1." andar,
escriptorio'de Silva GuimarJes & C.
Ama
de urna ama para cosiuhar em can
lie ponca familia ; na ra do Caldeirciro a.C$,
Ama
le urna ama para cosiuhar e cu-
na ra da Iraperairiz n. 44, primeiro
'
t SLFURCSD Mitra as bor-
hu, a manchas c as divenai erup-
(5tt truosa minifcst) na pe!!*.
? ;B"rJFTE SLFtlRO-AtCniNO,^ -
maiI) sibonete rte HAmerick. contra i
sarna, -\ tinha, maihn esrofciosa* s
pilyrmte do couro cabelludo.
SASSiETE de ALCATRQ da OR
etapregatto nos mesmos casos que o pre-
cede Ote.
3AI0NETE HE AGUJO PHEHICO pro-
rvntivo e aiitlepiaeimco.
SABONETEccALCATRAOc^E
contra, as affecous rutancas, cnror.ictson
ligeras, crsWas de H i, 'ar!r". ec:ti s. .*
posttcein PABTS ras VHtann.
tei'iirilwaiwaiaiii iii~mT~ t=---~^^^
Unio Medica
D'estc archivo internacional desciencias
me !'. is, publicado no Rio de Janeiro, sob
h direcgao do Dr. Veira de Mello, extra-
himos os segurares tpicos a favor do Pe-
toral de tytmbar:
..... Est neste caso o preparado co-
nbecido coin a denomnagao de Peitoralch
Cambar ?
Tudo leva-nos a crer que sim. A appro-
vagSo da douta Junta central de hvgiene,
de cuja probidade a ninguem licito du-
vidarj a consequente autorsagSo do nos-
60 govemo, para que seja entregue ao con-
fcumo publico; os attestados de distinctos
clnicos que tem reputegao a zelar; as
propriedades therapeuticas da propria plan-
ta, em summa, sSo dados positivos em seu
favor........
O Peitoral de Cambar apresenta um
bello aspecto, possue cheiro e sabor agra-
daveis, qualidades que, s por si. j sao
de grande valor.
Quanto s suas propi-iedades therapeuti-
cas dizem os attestados mdicos que sao
preciosas as affecgoes broncho-pulmona-
res, pela sua aegao emoliente, balsmica e
expectorante, qualidades sem questao apre-
ciaveis as affecgoes catharrhaes, o que
justifica a nomeada adquirida pelo prepa-
rado, cujo histrico acabamos de fazer----
Como planta nossa que o Cambar tem
direito a oceupar a attengao dos que se
dedican ao estudo da flora brazileira; e
como no preparado do Sr. Jos Alvares
4e Souza Soarea encontam-se reunidas
excellentcs qualidades medicinaes e orga-
noleticas, alm de valiosos attestados m-
dicos, julgainol-o digno de nossa confianca
e merecedor da attengao dos nossos Ilus-
trados collegas aos quaes communicaremos
posteriormente os resultados das observa-
5808 pessoaes que sobre elle fizermos.
20:000 rs.
Aluga-sc a casa n. 16-C ra do RiachueUo,
antiga do Destino, na Boa-Vista ; a de n. 8 a
travessa do Freitas, antiga do Trindade, ems.
los, por IGOOO, com 2 salas, 3 miarlos, corre-
dor separado, cosinha fra, quintal e cacimba ; a
chave esta junto, e trata-se na ra da Guia nu-
mero 62.
FOLHETIH
POR
JUMO MARI
EIXDA PARTE
GONDKHNAOA
(Continua98o do n. 5)
VII
Recua. depois, avistando o pelotEo
de cxecugSo que desapparecia aorlonge,
n'uuia volta do caminho, dirigindo-se para
Garches, ella grita ainda :
Miseraveis!... Que o sangue delles
recaa sobre as vossas cabecas !...
Oa seus ervos distendem-se finalmen-
te. Tem urna crise de solugos... c de
repente cahe no chao. .. E no desespero
daquella pobre alma, t2o injustamente,
tito terrivelmente golpeada, ella mostra ao
os punhos cerrados :
Nao, nao ha Deus... nao ha Deus...
na acredito mais em nada... mais em
nada... an, tu em quem eu acreditei,
renego-te!. ..
E perde os sentidos. .
^^^B por muito tempo assim estendi-
da...
Urna 1009a acaba de sahir da fabrica.
E' Luciana. .. Ella vira tudo... Assis-
tira quelle horrivel drama... Pouco an-
tes ouvira 06 soldados... depois, ao lon-
as exclaaiagoes de alguns aldeocs...
Abrir a sua janella. .. L _estevam dous
ens, com as maos ligadas as coatas,
aeio de allemaes. dous prisionei-
lous conderanado i !. .
al... Henriqne... 8eus irmaos!
rande Deus dissera ella.. Mas
matal-os !. .
tro em pouco n&) lhe reatar mais
respeito... Conduzem-nos at
. O sargento Frantz Schuller
U908...
ar-lhes os olhos.
cal! Henrique!
Ama
Frecisa-se de urna ama para casa de pequena
lamilla : na ra de PBysanau n l'J
Ama
Precisa-se de urna amrapara comprar e cosi-
nhar para casa de pouca familia : ra da Pe-
ona n. 21. 2o andar.
Ama
Precisa-se de urna ama de idade para casa de
pouca familia, para cosinhar i na rna Duque de
i>axias n. 30, 2- andar.
Ama
Na ra Formosa n. 8, precisa-se de urna boa
osinbeira e engonunadelfa, e qne durma em
sasa.
Ama
Precisa-se de urna ama para coziuhar para casa
le familia ; a tratar na ra dos Guararapes n. 88.
Ama
Precisa-se de urna para andar com urna crian-
c! : a tratar na ra do Imperador n. 77, loja.
Amas
Frecn-M de duas amas, una perita cosinhei-
utra para engommar e ensaboar roupa,
para casa de familia : a tratar na ra Baro da
Vrtoria n. 46, loja.
Amas
l'recisa-se na ra da Uniao n. 13, do urna ama
para cosinha e deoutra para o servipo interno
le casa de familia.
Carolos de algodo
Compra-se carogos de algodo ensaccados. en-
tregues nos armazens, ra do Baro do Trium-
nlio ns. 10, 12 e 14 ; ao prcro de 380 ris por 18
kilos.
VEHDAS
Vndese um estabeleciraento de molhados
com proporgOes para grande negocio ; na praga
Conde drEu u. 18.
- Vende-se urna parte no engenho Destrro,
freguezia de Iguarass, faz-se todo negocio, e a
renda de muitos annos ; a tratar na ra da San-
ta Cruz n. 8. __________________
Vrende-se os seguintes livros
A Biblia Sagrada, 2 volumes, encadernajao
rica, com linas estampas, e pouco uso.
O Genio do Cliristianismo por Mr. de Chateau-
breand, 2 volumes, com tinas estampas, e quasi
BOTOS.
O Martyr de Golgotha, 3 volumes edicSo da
Bibliotheca do Cura d'Aldeia, novos, em bro-
chura.
Flos Santorum, 2 volumes novos, ou o Santua-
rio Doutrinal, que comprehende as vidas e obras
dos principaes santos raartyres e santas ; a tra-
tar na ra Direita n. 82, 1- andar.
Vapor para engenho
Vende se urna machina a vapor de forca de 4
cavallos e em perfeito estado ; a tratar na ra do
Apollo n. 30, 1 andar, das 11 horas s 3 da
tarde.
Piano
Vende-se um piano nglez, perfeito, de duas
corda, proprio para principiante, por 200* ; a
ver c tratar na ra do Lamarao 11. 4. prximo a
PovoacSo do Monteiro, na freguezia do Poso da
Panella.
Escapa-lhe este grito sem ella querer...
Junta as mSoa... Quera orar... Nada,
nem palavras, nem suppicas acodem-lhe ao
espirito...
Mas os dous condemnados ouviram cha
raal-Ob pelos nomes.
Levantam a cabe9a... olham para a fa-
brica. ..
L, n'uma janella... um rosto conheci-
do.. horrivelmente pallido. "
E o mesmo eatremecimento de colera e
de repugnancia agita a um tempo os dous
irmaos.
Pascal grita-lhe com a sua voz forte:
Miseravel! vai-te embora... que a
tua presera nao entriste9a-nos a vista no
momento em que vamos morrer...
E Henrique :
Vai-te, miseravel, que nem s digna
de consolar nossa mSi depois de nossa
morte...
Ella retirase da janella com as maoa
sobre os olhos...
Horror Horror EUes vilo morrer jul-
gando-a culpada, acreditando na sua in-
dignidade, na sua infamia, na sua trai-
9^0.
Volta i janella.
Os olhos dos condemnados esto ven-
dados.
EUes estao de p, encostados ao muro,
altivos e desdenhosos, com a cabe9a er-
guida.
Gritara juntos :
Viva a Fran9a I
E Luciana, antes que as espingardas se
abaixem, tem empo de gritar-lhes com
voz vibrante :
Pascal, Henrique, amo-os... amo-os...
arao-08...
A sua voz perde-ae na detonacSo de vin-
te tiros que os fulminam.
Ella os v cambalear.. .
Pascal docrra-se sobre os joelbos e cabe
para tras. ..
Henrique cahe para a frente como nma
maesa.
E lia tambera, como ae os tiros a hou-
vessem attingido, cambaleia e vai cahir na
cama, com as mitos sobre os olhos, e as
baila contrahidas pelo horror.
Quando volta a si, approxirna-se da ja-
Inclina-se.
Assiste entio ao estranho espectculo
que offerecia Mara Doriat acalentando
"ilhos os cadveres de seus filhos.
Desee a oseadagasta muito tempo a
descel-ae quando chega embaixo prec-
pita-se para o lado de Maria, a quem
Frantz Schuller procura afastar.
Quando chega junto della, a pobre mli
perde os sentidos e Luciana toma-a nos
bracos, cora infinita ternura.
Gramle iiquida^ao
16 Ra do Bario da Victoria 10
AZEYEDO IRMA k C.
lveram vender mais barato para di-
^Hn:- o aeu grande deposito, para assim
poder dar baba
A taber :
Rendas de cores, comprimento dfliaia
1500.
-elim de todas as cores a 200 rs. o
corado.
Baleiae com forro a 400 rs. a duzia.
dem sem forro a 240 rs. a dita.
Bramante de linho, com 10 palmos, a
10400 e 10500.
Extracto Rite Sangal a 20200.
Fichs de 13 e seda a 10 e 10500.
Ca peUas com veo bordado a 60000 e
70001).
Merinos de cores a 400 rs.
Zetiros, largos, a 160 e 200 rs.
Crotones com ferraduras a 240 rs.
Madapolilo (o verdadeiro Boa-Vista) a
60000, com 20 varas.
Tlhafe para banho a 10 e 10500.
Colchas ae crochet, finas, a 50000.
dem com flores a 80000.
Toalhas felpudas para rosto a 30000 a
duzia.
Bramante trabado, 4 larguras, a 800 e
10000.
Madapolao com 1 metro de largura a
7000).
MadapolSo Globo a 70000.
Dito camisero legitimo a 70000
FustSo branco a 360 e 400 rs.
Setim branco e de todas as cores a 800
e 900 rs.
Tapetes grandes para sof, a 130000.
E8partilhos coui^a a 40 e 40500.
Cortes de cambraia com carocinhos a
40000.
Brins de lnho de cores fixas a 600 rs.
Crinoline branca c preta a 400 rs. o
metro.
Rico sortimento de leques de penna de
80000 e 100000.
Guardanapos de linho a 20 e 20500.
Panno de crochet para cadeiras a 800
res.
Ditos grandes para sof a 20500.
Cambraia Victoria e transparente a
30-000.
Merino preto, fino, a 800 e 10000
Camisas francezas, finas, a 330000 a
duzia.
Nsnzuc de cores finas a 240 rs. o co-
vado.
Capas de cachemira preta.
Renda hespanhola a 10000 e 10500.
Cretone com duas larguras a 400 rs.
Batistes finas a 140 rs.
L de quadros a 280 rs.
Cortinados bordados a 50500.
Ditos de crochet a 100000.
Camisas de flanella com coUarinhos e
sem elles.
Palitots de palha de seda, todas as co-
res.
Lutos de seda-
Faz-?ndas de phantasia Cabertas.
Ciichemiras eom listras e quadros a
500 rs.
Cortes de casimira a 400*30.
Etamine preto.
Cortes de cambraia aberta a 50000 *
pc9a.
Cortes bordados brancos e de cores.
Seda palha crua com flores a 800 rs.
N. B.As fazendas compradas na nos-
sa casa nao sendo (jo gosto do freguez, se
trocam por outras de mais gosto.
Telephone n. 200
Terreno barato
perniuta-su por urna casa
^h 1. u da Graca, de va-
^^Huente, um grande terreno na ra
IniperI fronle da rasa n. 320/ccnti
33S palmos de frente o fundo para a estrada de
ferro de S. Francisco, cujos limites atravesaa:
proprio para edificacao e com capacidade para
bous \hemos.
No Cal Ruy, a ra do Baro da Victoria n. .Mi.
se indicar as prctendentes apessoa com <|
se trata.
0 BAZAR DO REFE
Esta bem conhecida loja de miudezas e
artig06 de modas receben da Europa bo-
nito sortimento de artigos para a festa,
saber :
Bonecaj vestidas moda de Ijaris.
Diversos brinquedos para criancas,
Lindos leques de phantasia.
Costurefras com msica.
Caixinhas de setim com perfumes.
Elegantes estjos para toilette.
Primorosos cartees de felicita9r5eb.
Porta-relogios para toilette.
Caixinhas para joias.
Estjos para escripturaejo de senhoras.
Perfumaras dos mclhores fabricantes.
Um variado sortimento de miudezas.
0 BAZAR DO RECIFE
11RA DO MRQUEZ DE OLINDA 11
Domingos H. Martlns
Vende-se
urna casa terrea no bairro da Boa Vista, em bom
local; a tratar no Pateo do Carmo n. 3, botica.
MamJti! ruainai diz ella.
Mara nao desperta. Est como morte.
Abre finalmente os olhos. Considera
curiosamente Luciana, sem reconhecel-a a
principio. Nao sabe mais, evidentemente,
do que passou-se.
Mas chegam os prussianos, carregam os
corpoB... e desperta-se a meawria da in-
feliz mSi. ..
Meus filhos! Meus pobres filhos!
Orna para Luciana.
Tu Tu Atreves-te diz ella re-
cuando.
Minha mli supplico-lhe, rainha
mai!
Vai-te embora... N2o tenho mais
nada de commura comtigo...
Oh.' minha mi, como cruel!
- NSo quero ver-te, repito-te... Fa-
zes-me corar... Vai-te embora... Dei-
xa-me... Envergonho-me de ti... Quero
chorar ssinha.
E mostrando os cadveres que os sol-
dados carregavam:
Orna... viste-os morrer...
Vi, sim, minha mSi...
E elles viram-te ?
Viram, minha mSi.
Amald9oaram-te entilo.
E' verdade, minha mai, mas em-
quanto elles amald9oavam-me, eu gritei-
lne8: c Amo-os E fbram estas palavras
que eUes levaram comsigo, na morte.
Pois bem, diz Maria, quero que a
minha maldiySo acompanhe na tua vida a
de meus filhos... Luciana, s maldita, s
maldita como aquelles que mataram Pas-
cal e Henrique... Vai-te embora !
Luciana curva a cabc9a e afasta-se.
Treme convulsivamente.
Entra no seu quarto. Mal tem tempo
de tomar a cama.
A febre apodera-se della, e a moca co-
meen inmediatamente a delirar.
FIM DA SEGUNDA PARTE
TEHCEIRAPARTE
HONRA POR HONRA
Os Montmayeur nao viram Luciana d
rante quasi todo o dia. A execu9So que
se effectuara nos fundos da fabrica, sem
sorprender Joo, havia-o conmovido pro-
fundamente. Os Doriat eram irinSos de
Luciana^ Como supportana a ^^Hk*-
melhante desgrana?
0tMMU
aomuis,__
P>C5 05.SRY "esa-'.! eir. tJjwt-.J
21
RA DO CRESPO
Oliveira Campos & C.
Cortes de vestido em cartao com muite
fazenda todos enfeitados a tiras bordadas,
cachemira, jour, zephiro, ni non e cam-
braia branca de 80000 a 350000, um.
Romeras, pellerinas, voltea e peitinhos,
de vidrilhos, ultima novdade, de 60000 a
120000 urna, sSo lindas.
Zephiros de cores padroes alte novida-
de a 500 rs.
Merinos de c6res todos em quadro a
320 rs. o covado.
Cortinados bordados de crochet para
cama.
Colchas de seda para noivos.
Veos e capellas o que ha de mais nov-
dade.
Capas pretas, merinn, cachemira e gor-
gorito, todas ricamente enfeitadas.
Espartilhos para senhora, de 40000 a
60000 um.
Fuatao branco, de 400 e 500 rs. o co-
vado.
Musselina branca para casaco de senho-
ra a 500 rs. o covado.
Manteletas de cor, arrendados, a 10 um.
Merinos lisos, todas as cores, de 18 pura,
a 500 e 800 rs. o covado.
Esguillo de linho pardo para vestido,
muito fargo, a 400 rs. o covado.
Batistes de cores a 160 rs. o covado.
Zephiros de cores, padrees mimosos, a
200 rs. o covado.
Meias cruas, brancas e de cores para
senhoras e criancas.
Ditas parahomem.
Colarinhos, punhos e camisas para ho-
mem.
Atoalhado lavrado, linho e algodSo, pre-
90 barato.
Sortimento completo de diversos tecidos
que liquidamos sem reserva de pre9o.
OLIVEIRA CAMPOS d C.
Taverna
Vende-se urna taverna ra da Santa Cruz n.
o, muito barata e com poucos gneros, a casa
tem agua encanada e commodos para familia.
NEo vendo-a sahir do seu quarto, Joo
pedio a sua mai gara ir ter com ella.
A velha voltou quasi inmediatamente,
muito- assusteda:
Ella est deiteda. Nao se mexe.
Julgue a principio que estivesse morte..
escute-lhe o peito... respira, mas tao fra-
camentey tao fracamente !.. .
Ella vio da janella a exee^So dos
Doriat, disse Jorge .; os soldados allemaes
disseram-m'o.
Jlo, sombrio, calava-se.
Como fazer ? dizia Jorge, n&o te-
mos mais aqui medico .algum franeez...
Dirjamo-nos a um medico do exercito
allemfto.
E elle tratar ?
Tal vez.
Jlo dirigio-se immediatamente ao lu-
gar em que se alojavam os officiaes e ex-
plicou o seu pedido.
NSo rcusaram ir em seu auxilio. Um
medico acompanhou-o at fabrica e su-
bi ao quarto de Luciana.
Em caminho pedio que JoSo lhe con-
tasse o que se havia passado.
O seu exame de Luciana nao durou
muito tempo.
Ella est com todos os symptomas
de urna violente febre cerebral, dase elle
em exceUente franeez... O seu estado
muito grave.
O que preciso fazer?
Vou prescrever-lhe circunstanciada-
mente o tratemento a seguir, modifican-
do-o conforme o estado da doente memo-
rar oa peiorar.
Entao nao ovlta ?
O medico poz-se a rir.
Mas entao nao comprehende?... Eu
nao sou medico de doentes. -.. Son sobre-
tudo medico de feridos.
Claudina, prevenida por Jorge, acaba-
va de chegar o precipitara-se no leito em
que jazia Luciana.
Abra9ava a irma, apertando-a nos bra-
90S com todas as torcas.
Ouvio as ultimas palavras do medico.
Oh o senhor nao pode deixal-a mor-
rer ... Se n3o volter, o mesmo que con-
tmnal-a morte !.. .
Entretanto, nao pode ser de outro
modo, redarguio o medico.
. E' urna questao de humanidade, no
entanto...
fiim, minha senhora, e justamente
a humanidade que, obriga-me a responder-
lhe assim.
Oh! senhor !
As balas francezas abrem grandes
claros as fileiras do exercito allemSo.
Tenho numerosos feridos que tratar. Es-
ses feridos sao soldados, e eu son antes
Barato
S na loja das Estrellas
56-M.4 DIQIE DE CAUS-4
Telephone n. ao
0 proprietario deste inni acredfodoestabeici-
mento previne d todas ai Exinas. ramilias
cLfregaeses em gcral. que as imjitas pe-
eliinrliasque costuma fazer. ncf sao mais
divididas com a sua ex-casa las LISTRAS
AZl'KS; porlanlo. iiuemquizer comprar por
un m nutra qualquer parte dirja-
se a I.OJA DAS ESTRELLAS, onde encon-
trar um completo e variadissimo sorti-
mento de fazendas que se vendem por
gos que nSo lhe poaem fazer competencia
como passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 10800 a 10000.
Dito de cores a 10 e 10300.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 10600.
Brim de cores para ronpa de .criabas a
280 e 320 rs.
Colchas de crochet de 100 por 50000.
Cortinados bordados a 50 e 60000.
Cortes de cambraia, bordados, brancos
e de cores a 40 e 40500.
Cortes de vestidos, em cartao, a 70000.
Cretones, cores claras e escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branca, transparente ou Vic-
toria, a 20800 ape9a.
Camisas inglezas para homens a 280000
a duzia.
CoUarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20500.
Capas de vidrilhos e tecidos arrendados
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey a 20500, 30, 40 o 50.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 10100 a iarda.
Esgui3o de linho, pardo, a240e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhos couraga a 30 e 30500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
FustSo branco a 240 rs.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a 70000.
Guarn9oes de crochet para sof, a 50500.
Gorgorito preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho de 30500 por 20
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Len90s para meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
Las e cachemiras de quadros a 160 rs.
MadapolSo pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
guro, de pre9o d 120 por 70000.
Dito de 80p$r 5^000.
Merino preto com duas largaras a 560
e 700 rs.
Dito de todas as corea a 500 rs.
Ditos de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 10600, 10800,
20500 e 30000..
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800 rs.
Dito de quadros, ultima novidade, a 10.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcoehoados e felpudas a 20500
e 30000 a duzia.
Ditas para banho a 800 e 10200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiroa de todas as* cores a 80 rs.
Assim como multas fazendas que seria
enfadonho mencionar, que vendemos por
menos 20 [0 do que em qualquer outra
parte.
^c\
m PASA CHES
Ra Duque de Caxias n. 103
tapada
Vende-se bordado
de 2 12 e 4 metros
gura'a 500, 6
jjualquer largura a lflj
7Jft 10800 a pega.
Enxovaes para baptis
120000.
Lindos enfoites para
200, 300 e 500 rs. um.
Lindos granpos para se
Renda hespanhola a 2591
de lar-
fino, de
latSo, de
\, 100 e
3 a 100.
iapeos.
covado.
Pulseiras americanas para 30, 40, 50,
60e80OOOopar.
GuarnigSes americanas a 30000.
Lindos espartilhos a 4-?, 5;> e 60000.
Porta dedaes de vidro, objecto para pre-
sente a 10000.
Broches de fantasa de 500 a 10000.
dem americanos de 20 a 30000.
Len90s de seda de 500 rs. a 10500.
Lublaque a 200 rs. o par.
GuarnigSes d^ crochet, sendo um para
sof e 4 para cadeiras por 6#000.
Finas capellas de pellica, panno e cor,
com finos veos.
Flores artificiaes a 10000 o ramo.
Anneis americanos a 20000.'
Plisss de 400 a 10000 o metro.
Luvas de seda arrendadas e bordados
a 20 20500 o par.
Bicos brancos de lnho e de cores a 20,
205.00 e 30000 a pega.
Contas de cor para enfetar vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o masso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
CoUarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento urna
80000.
Talheres para crianga a 800 rs.
Luvas de peUica a 20500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 20000 e
cor de creme a 10500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
10000.
Espelhoscom fina moldura, com dous pal-
mos de comprimento, a 40000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
Lindas franjas douradas para techa, de
seda preta e de cores, sem e com vidri-
lhos.
Timaosinhos enfeitados de bico erenda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabu-
co e a Jo2o Alfredo.
Lindas fitas para .facha a 20, 20500 e
30500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravatas plastroes e regates a 10,
10200, 10500 e 20000.
Lindos porte-pos de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
ter consolos e sanctuarios.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de alfinetes dourados
para enfeiter o penteiado e tambem gras-
pos muito lindos.
N. B. D-se amostras de bicos e bor-
dados.
Armac.o
Vende-se urna armacjio envidracada e dous fi-
teiros para amostras, um candieiro e registro de
gaz ; a tratar na praga da Independencia nume-
ro 33.
de tudo um medico de soldados. Alm
disso, esses feridos sao allemaes, e eu nao
posso abandonar os meus compatriotas pa-
ra tratar dos francezes. Na ambulancia,
presto indistinctemente os meas cuidados
aos feridos francezes e aos feridV alle-
maes. E' o mea dever, minha senhora,
mas eu conhego o meu dever. Nao vai
mais longe. Ser humano para com esta
doente, swia tornar-me inhumano para com
os meus soldados. Seria faltar ao meu
dever. Permitte-me, portento, recordar-
lho de que sou cima de tudo allemo.
O medico fallara em tom ao mesmo tem-
po firme e meigo. Elle tinha razao. Na-
da havia que replicar.
Sentou-se e escreveu demoradamente as
prescripgSes necessarias.
Estendeu-as a Claudina.
As mulheres sao mais habis do que
os homens para tratar de doentes, disse
elle... Visto que esta moga sua irmS,
nao a deixe...
E depois de um olhar langado em Lu-
ciana immovel :
Quando tivernecessidade de medica-
mentos, v procurar-me... dar-lh'os-hei de
muito boa vontade... Com isso nao preju-
dcarei a ninguem.
E accrescentou com orgulho :
O exercito allemSo acha-se abundan-
temente fornecido de tudo, e especialmen-
te de remedios para os seus doentes.
E dexou-os.
Claudina abragou a irmS a chorar e, eo--
mo se a moga podesse ouvil-a :
Nao, Luciana, nao te deixarei... e
se morreres, morrerei comtigo. NSo que-
ro sobrevi ver-te.
A velha ontmayeur preparou-lhe urna,
cama junto da de Luciana.
Oh! intil, disse Claudina. Em-
quanto Luciana estiver doente e em peri-
go, no me deitarei, nem dormirei.
A syncope da mora durou at alta noite.
Claudina, ssinha nessa occasiao perto
deUa, espreitava o seu primeiro signal de
intelligencia, o seu primeiro olhar.
Mas nSo appareceu o signal, e o seu
olhar conservou-se terno.
Luciana torqou acechar os olhos quasi
immedir, tara ente.
Minha irmS, minha irma1 cliaraon
meigamente a enfermeira.
Luciana nSo ouvia.
A febre devorava-a. A testa e as maosJ
escaldavam e os ps estevam gelad
Claudina procurara em vao aquei
entre as suas maos.
a prime ira n -uinte
ella nSo recuperou os" ne-
nhuma palavra escapou-se-lhe dos labios.
Roval Blend marea VIADO
__
Este exceUente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cqgnac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retamo nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Rojal Blend marca Tla,
cujo nome e emblema sSo registrados par
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
-------------- ------- J_
Smente dous das depois que ella
delirou.
E com que poda ella spnhar no sea de-
lirio ? N3o seria com todo?" aqaeUes dra-
mas que acabavam de desenrolar-se to
trgicamente na sua vida depois de al-
gum tempo ?... Cora que, sean com a
morte de BourreiUe, com a eondemnacSo
de Doriat... senSo terabem com Gau-
thier, que eUa havia entregue ao inimigo,
e que escapara de condemnar morte ?...
senao com os Doriai fuzlado3; coa a sua
maldigo suprema K^lfrtudo ?
Essa maldicSo matayawi !
Durante o delirio, a^dbre moga tinha
accessos de furor. Tenava cntSo ergoer
se no leito, gesticulava. -A janella tente-
va-a. Por varias vezes se precipitara a
ella, abrira-a, sem que Claudina podesse
retel-a e ahi, perseguida pela horrivel yi-
sao dos dous irmaos com os olhos venda-
dos, cahindo s balas inimigas, ella grita-
va com todas as torgas :
Esperem-me. Quero morrer com
voces. NSo sou culpada. Dir-lhes-hei tu-
do. Nfto* me amaldigGeni... Isso acarre-
tana desgragas sobre raim... Isso perde-
ra seu pai, porque por eUe que me de-
voto !
Claudina arrancava-a da janella a costo
E quando Luciana mais calma, ficara,
quieta no Jeito, Claudina escuteva, eaprei
teva, procurava certificar-se se. Mont-
mayeur, s escondidas, nSo tinLi ouvido
algiuna cousa.
1 Se elle ouvisse scmelliantes palavraa,
estariam confirmadas as vagas sospetas
que por duas vezes lhe tnham acudido ao
espirito.
E, [confirmadas tees suapeitas, Mont-
mayeur prevenido, estariam completamen
te perdidas as esperangas de salvacaopara
Doriat:*
A Sra. de Montmayeur sentira-se poa-
suida por Luciana de verdadeiro aecto
maternal.
Ajudava Claudina a trtala, mas pouco
importeva is.'omoga.
A velha nlo poda couj aquel-
las palavras, penetrar o sentido daqueUe
delirio.
Muitas vezes pordiaMontmayeixrinter-
rogava ancios, perturbado, prevendonma
catastrophe.
Como vai ella ?
Nem peior nem melhor.
A febre nSo augmentou 9
N3o, mas tambora nlo dimii
Tu
X
I


Full Text
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