Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17388


This item is only available as the following downloads:


Full Text
> x\
->

A
|
?/^

NETRO PE 1889
PIRA A CAFITAL 13 LICitREM OXDE AO UK P.M11 PORTK
I'or tres niezes adiantados. .............
eis ditos idem.........-^.......
Per un auno idem ............
Cada numero avulso, do mesmo lia. .
P.IHl RE.tTRO K PORA II .1 PROVI.VCIA
Por sei niezes adiantados........
Por novo ditos idem. ....... ,
Por un auno idem............
Cada numero avulso, de dias anteric
13,500
200000
27^000
5100
DIARIO DE PERNAMBUGO
Tiopriedadc de Htwel 'J'igucirM. de J'aria 8 Jilbv's
j.
TELEGRAMAS
SSB7ICQ mmviLi SO HAMO
RIO DE JANEII1, 4 de Janeiro,
1 hora da tarde. (Recebklo.s 4 horas
6 40 minutes :
Reausou-se a nomeajao de novos con-
selheiros de Estado.
O Di*. Joaquim Nabuco retirou-se
da redaceao do Paiz, por divergencia po-
ltica.
O Pak hoje orgao dos republicanos.
mw ba &m\L satas
BELGRADO, 4 de Janeiro.
O Skonptchina (Servia) acaba de adop-
tar a nova Constituoslo.
S. PETERSBUROO, 4 de Janeiro.
As negociaeSe* entre a Russia e o Va-
ticano para rertabelecer as relacSes diplo-
mticas tiveram bom xito.
Agencia Havas, filial em Pernainbueo,
4 de Janeiro de 1889.
Manoel Goncalvcs Estella.= A Pseccao
para os devklos fies.
G. Laporte & O.*, Jos Ramos de OH-
veira. Junte conhieemento de quitacab dos
impostes.
Joo doRego Barros. Cuinpra-se.
PARTE 0FFIC1AL
Coverno da ProTlaeU
DESPACHOS DA PBESIDKSCU D DIA 3 D^
JANEIRO DE 1888
Brigadeiro Francisco Joaquim Pereira
Lobo.-Forneca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Fomeca-se.
O mesmo.Femeca-sc.
Coronel Joao Evangelista Nery da Fon-
seca.Fomeca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Forneca-se.
O mesmo.Forneca-ee.
O mesmo.Fomeca-se.
Aliares Orestes Saraiva de Carvalho
Neiva.Sim.
Porfirio Aives da Silva,O peticiona-
rio tem ainda quinze dias para solicitar a
patente.
Severino de Sousa Saraiva.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 3 de Janeiro de 1889.
Oporteiro,
F. Chacn.
lie pnrtiro de Polica
2.' seccSo.N. O.Secretan de Po-
licia de Pernambuco, 4 de Janeiro de
1889. IUm. e Exm. Sr. Participo a
V. Exc. que form hontem recomidos
Casa de Deren^ao os seguirte* mdivi-
uos:
A' minha ordem, Jos Gregorio do Sa-
cramento, por disturbios, Levino Lopes,
como alienado, at que tenha conveniente
destino; Antonio Izidro de Azevedo, como
eriminoso de furto de cavallos, no Passo de
Camaragibe,*na pronuncia das Alagos, e
Jos Antonio de Souza, vindo do termo
de Bnique, aguardando communicacao offi-
cial.
A' ordem do subdelegado do 1' dietrt-
cto da freguezia A& Boa-Vista. Juliao da
Costa Pires, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto, Francisco de
Pfcula Deocleciano, Bento .loares, por dis-
turbios, e Fiancelina Mara da Tosta, por
offensas moral publica.
O cidadao Antonio Menalio Cordeiro de
Gusrallo, participou-me ter assumido o
exerciciu do cargo de subdelegado do 2o
districto da Magdalena, na qualidade de
2o aupplente.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. Dr. Innocencio M*ques de Araujo
Ges Jnior, muito digno presidente da
provincia.O chefe de polica interino,
Francisco Dominguet Ribciro Vianna.
---------- **-------------Oh
ThesMrs Provincial
DESPACH08 DO DA 3 DB JANEIRO
DE 1889
Ortulano de Aquino Fonseca, Ernesto
& Leopoldo.Informe Recebedoria Pro-
vincial.
Jos Nogueira de Souaa, Ildefonso
Egzdio C. da Silva, Ildefonso Egydo C. da
Silva oflicio do coramandante do corpb de
rolici'a, inspector geral da Instrusao Pu-
lica, administrador da Recebedoria Pro-
vincial de Pernambuco, Oollectoria Pro-
vincial de Palmares, ollectoria Provin-
cial de Iguarass, Collectoria Provincial
de Aguas Bellas. andido Thiago da Costa
Mello. Informe o Sr. contador para os
devidos fins.
Clemente Goncalves Netto, Augusto Go-
mes da* Silva. Haia vista o Dr. procura,-1
dor fiscal.
Trajano Osias Gomes dos Santos, Joa-
quina Maria da Conceicio. Entregue-se
pela porta.
Recebedoria PrOTlaeloJ
1>!>SPACH08 DO DIA 4 DEJAMBSP OB 1889.
Paula Antonia de Lima, Francisca Ma-
ra da Conceicao, .Toanna Mara do Car-
ino, Manoel o* de Andrade, Antonio
Francisco Pereira de Carvallo, Jos Hygi-
no Doarte Pereira. Informe a 1* secjao.
Ordem Terceira de S. Rrancisco, Di-
rija-se aoTbesouro Provincial.
DIARIO DE PERHA1B0C0
RECIFE, fi DE DEZEMBRO de 188'J
% reorganizar** ministerial
O gabinete de 10 de Marco de 1888 acaba de
recompor-se no sentido de dar maior preponde-
rancia ao elemeuto democrtico.
Solicitaran! e obtiverain suas exoneragoes o il-
lustre conselheiro Luiz Antonio Vieira da Silva,
uiiiuslro da marinlia e senador do imperio, eo
conselheiro Jos Fernandes da Costa Pereira J-
nior, ministro do imperio e deputado geral.
Eutraram para o gabinete, como ministro da
marinha, o deputado pelo districto da Babia
BaraoueGuahy, e-como' ministro da justiga o
deputado pelo 10 districto de IVniambuco. Dr.
Francisco de Asss Rosa e Silva, passando para
a pasta do imperio o conselheiro Antonio Ferrei-
ra Vianna, deputado pela corte.
Tal como agora ficou constituido, ao gabinete
de 10 de Marro sobre forca e energa. O* novo!
ministros lh'as dao.
0 Dr. Rosa e Silva, posto que joven ainda, a
par de urna inteligencia brilhante, de um talen-
to que nao vulgar, tm variados couhecimen-
tos que o tornara um" espirito Ilustrado, gosa de
geraes sympathias entre os seus collegas da c-
mara dos depulados e com espcialidade na de-
putcito pernambucana, e tem no mais alto grao
o criterio, o senso, e a hdnorabilidade que dis-
tinguem os bomens rhamados s posigoes mais
elevadas no governo dos povos.
O Bario de Gualiy, geralmen'.e conhecido na
Bahia pelo seu prestigio no commercio e na po-
litica, homem de fino trato e de espirito alev,ni J
tado, gosa tamhem de muita sympathia na cma-
ra dos deputados, e dos seus collegas de depu-
tayao inereceu sempre a maior consideragao.
Se ao Dr. Rosa e Silva sobra merecimento iu-
tellectual para gerirqualquer pasta, e, pois, na
da justira, que Ihe fbi confiada, S. Exc. lia de
justificar as esperanzas qae geralmente desper-
ta a sua entrada para o gabinete ; ao digno Ba-
rio de Guahy nao podem tambem ser regateados
os applausos que" sua chamada aos cansemos
da corda sao devidos pelo sen muito valor como
homem pctico.
Nao ha maior hijnstica do que diser-se que o
Dr. Rosa e Silva nada sabe de organisacao judi-
ciaria e das aUiumas questts qut dependem do
departamenta da justica.
Alm de que nfio bu questOes, por altinmmt
que sajara, que nao possam ser alcanzadas e di-
lnsato"*8 pelo homem inteuigente, pelo espirito
pacientemente investigador e conscientemente
criterioso, caso em que se acha o Dr. Rosa c
Silva ; accresce que o illustre actual ministro
da justiga, como parlamentar e jornalista, tem
dado exhuberantes pravas do seu amor ao estu-
do, oceupando-se de variados assumptos perti-
nentes pasta que es' gerindo.
No mesmo caso est o Baro de Guahy, de
quem tambem grave injustica dizer-se que.
se nao dispozesse de fortuna, seria sempre
urna vulgaridade.
Longe desse conceito, o Barao de Guahy tem
merecimento real, evidenciado na tribuna par-
lamentar por occasi5otie discussoes importan-
tes, para as quaes S. Exc. levou o cabedal de seus
conhecimentos, o fructo de suas locubraces.
S. Exc. ha de ser um bom ministro da mari-
ulia.qne emnada ceder ao Ilustrado conselhei-
ro Vieira da Silva, apezar da vasta erudico des-
te a de seus condecidos e variados estudos.
Nestas condicoes, em que pese ao espirito par-
tidario, sempre disposto criticar com a maior
severidade os adversarios, a recomposicao mi
nisterial fez-se do melbor modo para o paiz e
para o seu governo. Este ganhou forca e pres-
tigio, e aqoelle ficou bem servido com os novos
ministrosrqne. ambos enrgicos, trabalhadores
e criteriosos, ho de fomentar, as respectivas
pastas, o desenvolvimento das forcas vivas na-
cionaes.
Ao invez de serem sacrificadas a patria e a
monarchia a urna fatuiade que b a paixSo
poltica descobre; a recomposicao ministerial
obedeceu um principio democrtico, e ha de
contribuir para melhor firmar o throno e satisfa-
zer as aspiracoes do paiz.
A permanencia do gabinete de JO de Marco no
poder, longe de ser um perigo para as insti-
tuicoes urna solida garanta para ellas. Foi
esse gabinete quem, satisfaaendo vontade na-
cional, promoveu e conseguio a diamantina lei de
13 de Maio de 1888, que extingui a escravido
no Brazil. A' elle compete previdenciar de
modo tornar o menos sensivel que seja possi-
vel a inevitavel crise determinada por aquelle
grande acto legislativo.
A sua'misso nao est, pois, cumprida ; mas
ha de enmprir-se comapplauso das classes con-
servadoras do paiz.
jogo Iravado a esse proposito, para que alguem
tivesse a ingenuidaile de acreditar 'pie o acto
do Exm. Sr. fleserobargador Oliveira Asdrade,
negando pulilieariio ao acto da Assemblea Pro-
vincial (me approvun um contracto celebrado
pela Cmara' Municipal para forhecimenfo (le
carnes verdes, podesse oaasar semgrita e recla-
ma cues.
Os interesses roatrariades sao pcisinios Con-
sellh-iros r nma jSs^Bsannle de inspiraco
pai quem pretende arriscar consideftgoes e
critica aos actos de urna administracii.
E' assim que. para conderanar-se um acto,
alias digno (fe elogio, se coatesta ao presidente
da provincia competencia para llegar publicacao
aos actos da Assemblea Provincial relativos a
medidas municipaes, prctendohdo se nma ap-
provaco necessaria c fatal, e para a administra-
co o papel de chancelaria : ainda assim que
se tira argumento para altribuir-sc. incoheren-
cia ao Sr. desembargador Oliveira Andrade do
facto de negar hoie jiublicaro, quando permit-
tio a prorogago uo contracto, procedimeuto cor-
recto e as circumstancias acon^olliado por lou-
vavel criterio.
Com effeito. que papel reserva o Jornal do Re-
rife para o presidente da provincia nos actos da
Assemblea Provincial relativos a assumptos mu-
nicipaes ? A pobeacto toreada ? A approva-
cSo cega ? Um amen fatal, obligatorio i
E' nova, inaceitavel a theoria.
Fretendia-se a prorogaco do contracto ; era
a Assemblea Provmeil a competente para con-
cedel-a ; ella e?tava prestes a abrirse; em taes
condigOes. a decisao dada pelo desembargador
Oliveira Andrade no recurso que lhe foi presen-
te a respeito d'essa prorogago, foi a mais sen-
sata, a mais curial, a mais legal mesmo. Dada
a deeiso pela autoridade competente, o presi-
dente da provincia interviria opportunaniente
com a sua competencia ; foi o que tez o desem-
bargador Oliveira Andrade.
0 que o Jornal do Recife* devia provar, para
censurar o acto do desembargador Oliveira An-
drade, era que o contracto em questao digno
de ser approvado, justo, conveniente aos in-
teresses do municipio e de sua populago, que,
finalmente, constitucional. Tudo o que nao
fr isto, mourejar insistentemente para sus-
tentar urna causa anthipatica, para advogar in-
teresses individuaes, para tozer vingar mono-
polios.
aga o o Jornal do Red fe, e si tiver a fortuna
4e convencer-nos, faremos coro cora as suas cen-
suras.
c

sita vez a siracao financeira e as
eriodicas do nihilismo, niin fazetn
com certez do imperio moscovista a iraagem
Carnes verdes
* Tr-nos-iam causado impresso os artigos do
que veio ho lera abarrotado o orna! do Recife,
si j nao estivessemos habituados ao seu tom
speramente aggressivo e sua systemalica
parcialidade.
A"gredr, por calculo, por systema e por ha-
bito'o-* adversarios, negar-Ibes merecimento,
fechando propositalmente os olhos verdade e
dei-iduitrta cerrndoos ouvidos aos reclamos
da iuUica. a poltica do orgao liberal.
Ha quem repita calculadamente a inverdade
com a uretencao de dar-lne foros de verdade
De confjnnidade com essa norma de conducta
fcbtn hontem glosados os lres segutntes motes:,
nh W* Verdes; (leste ultimo vamos nos
oceupar auui. -m,
inn:' > eonhecida a historia do contract
i^^me i-s, andam j por ah muito de
mi neis e intuito- que derama esse ne-j
^^Han enorme vulto; ja muito se falla uo
Relrospecto poltico-do ano
de hhh
POLTICA GERAL
(Continuacao)
Apezar da permanencia da questao blgara e
das ardentes ambigoes que o velho problema
oriental continua a suscitar, a Europa atraves-
sou ainda o anno lindo sem os desastres de urna
guerra tantas vezes vaticinada, e que a dar-se
actualmente, teria de ser atrocissima. A imagi-
nacao mal pode, com effeito, coaeeber o qtanrO
pavoroso de um conflicto em que se empenhas-
sem as enormes maesas de bomens, fortemente
armados,que formamos exercitosdas principaes
potencias continentaes do velho mundo.
Todos os recursos da sciencia e da adoetria,
assim desviadas do seu verdadeiro destino social,
teem sido invocados e de todas as formas explo-
radas pelos seiitinienios bellicos, pelo espirito
destruidor dos occideutaes, que por tal modo, e
sem motivos idnticos aos que tiveram para
guerrear os amigos gregos romanos, offerecem,
em si mesraos. urna estranha associago do que
se pode notar de mais primitivo e de mais ele-
vado no longo curso do desenvolvimento hu-
mano.
Napotoo I, qualificando-se a si mesmo, cha-
mou guerra um oflicio de barbaros, em que
toda a arte consista em ser-se o mais forte n'um
ponto dado.
Segurado risca a indicago do mais brutal e
funesto dos chefes polticos que j teve o Occi-
dente, as nages da actualidAle europea pTocu-
ram, porfa, tornar-se cada vez mais temidas
pelos seus armamentos, que n&o foram nunca to
poderosos como hbje, com quanto as aventuras
guerrearas sejam, como a escravido, es3encial-
raente incompativeis com o rgimen scienfitlco-
industrial das sociedades modernas Um inven-
to devastador immediatamente seguido de ou-
tro mais enrgico e temivel. Ha nos grandes e
mesmo em quasi todos os pequeuos estados de
alem Atlntico urna preoecupago legislativa que
parece dominar todas as outras : a do augmento
indefinido dos respectivos exercitos pela gene-
ralisac&o do servico militar obligatorio.
E no meio de toda essa perda lamentavel de
torgas roubadas civilisago, no meio desses es-
pantosos disperdicios que creara a maior somma
das difficuldades econmicas e financeiras de
urna grande parte dos estados acraaes, ada
um dos governos mais compromettidos na trama
da anarchisada poltica internacional europea eu-
coalra nos negocios internos das respectivas.na
cioualidades mais de um motivo de graves pre-
oceupaces.
0 imperio allemo, alem dos variados inci-
dentes que acompanharam a morte de dous so-
beranos e o advento do actual, sente-se meaya
do pela onda crescente do socialismo revolucin
nario, que as leie de excepcao, em vez de dest-
moralisar, acreditara. A Austria-Hpngria-conti-
nua a ser o theatro de um eterno anugoqismo
deragas, hnguas e ivilisages, mantid'asaie. hoje
n'um equilibrio que parece sempre prestes a rom
per-se de todo, e que; mais tarde ou mais cede
se roinfier fatalmente. "Alta'ia lem no papado,
nao eremos que ununotivu de receios pela sua
perietta unidadc presentiB, mas com seguranga. a
persistencia de Um inco umodo que os ltimos
lamentos e queixiis do actual prisioneiro do
Vaticano, as esplendidas fests do jubileu e cer-
tos episodios da viagem de Guillienue II a liorna
de certo augmentara.u de modo considerael.
A Inglaterra tem a miseria do proletariado a
roer/liie o seio, a questao sempre irritante e ir
ntada da Irlanda e. por sobre ludo isso, o sen
grande imperio das Indias', cujas portas nao id
mirara que fossem um dia forjadas.
do constan liar da Russia na dnvn-..
Levante.
iinestidas
imperio
perfeit.i e acabada lo reino de Saturno.
A Fi-anya, finalmente, batida por todos os ven-
tos coittrarios do suffragio universal a potencia
divina Jijas democracias modernaslucta com
lodbs-os cantraterapos para consolidar as suas
institHcae republicanas nos raros instantes que
lhe dekxaa de relativa tranqmlidade, nao, ulti-
maineoUJRs provocacoes directas de alem alu-
no, mas as que lhe. ciiegam de vez em quando, e
da mcsjna,procedencia, pelo caminho dos Alpes,
e at fak> singular do nno decorrido por
intermedi do prneiro ministro da Hungra.
Mas uenhnma dessas penosas circumstancias,
nem mesno talvez a Torga muito maior dos in-
teresses", conservadores de todos os paizes, tives-
sem evtalo a conflagrago que ha tantos annos
se teme, ^ue tem promettido chegar com todas
as praaveras, se o principe de Bismarck, por
um notavel revez da sua hbil diplomacia, nao
visse afmi deprimida, ou pelo menos contraba-
lancada, iqueila preponderancia que, a contar de
1870, o> Ikera- por assim dizer, o arbitro supre-
mo dos tesnos europeus.
A ruptura inesperada da celebre allianga de
Skiernievice, como lembra um distinelo publi-
cista, teve tres consequencias estreitamente li-
gadas mire si: a volta da Russia sua liberda-
de poltica, em contrario AUemanha, que at
certo pqato perdeu a quetinha; os beneficios
que a ruanca recebeu nessa modricago de rela-
goes..livrando-se do ncommodo lt-a-ttt em
que, dcois da guerra franco-prussiana, estive-
ra com|t sua terribilissima vismha,sahindo do
absuluto isolamento que por tantos annos sup-
portou,-p-reconquistando tambem, por sua vez, a
liberdade dos seus movimentos polticos.
As (bitas internacione3 da Europa esto de
certo orado equilibradas actualmente, e talvez a
paz europea estivesse por muito tempo, seuio
detinitiramente segura, se lhe pao fosse ameaca
continna a conhecida questao dos Balkans, Bim-
ples aspecto de um problema muito mais grave
e difiicil d resolver. i
A entrada da Italia na combinago austro-al-
lem nao tem certamente, na concha da hegemo-
nia teuloaico ao mesmo peso com que a Russia
fazia pender o fiel da baianga diplomtica, em
favor da AUemanha, a sua amiga e alliada de ou-
tro dia.! 0 enthusiasmo do Sr. Crisp e o desva:
necinieiito de urna parte dos italianos, pelas al-
tas relagoes1 qne oonquistaram, comquanto de-
vaui se5 extremamente gratas ao altivo orculo
de lto'dHcnaruhe, nSo sao cousas praticameate
to preciosas, que possam consolal-o inicua-
mente Aa enorme perda que os intuitos da sua
poltica soffreram com o retrahimento desconfia-
do do grande colosso do Norte.
E' licito adnririr como irrecusavel verdade.
que dizemos. em vista dos heroicos eeforcos que
para rehaver o bem que^perdeu, ba constante-
mente empregado o principe de Bismarck, des:
de a estada do ciar em Berlim, nos fins de 1887,
at peri.'riuago do actual imperador da AUe-
manha corte de Alexandre III
Nem a estada de que fallamos, nem as expli-
cagoes solieitaas do chancller nessa occasio,
poderam impedir o caso posterior da concentra-
go de tropas na Polonia russa, bem como nao
impedirn) a coramogo que esse acontecimento
cau.-ou na AUemanha e no imperio austro-ohun-
garo. 0 ardor bellico des te ultimo paiz chegou
nesse momento a tal ponto, que se acreditou que
o conde de" Kalnoky, representante do partido da
paz nos conselhos de Francisco Jos, ia ser sub-
stituido na direccao dos negocios estrangeiros.
E essa agitago, esse incendio dos instinctos
batalhadoresdos vencidos de Magenta e Sadowa
nao pode ser desde logo completamente domi-
nado, apezar dos artigos explicativos do Invali-
do Rusto, sobretodo da indifferenya que, alia 1.
manifesta,a(fO governo de S. Petersburgo, ante a
linguagegi'ora a^iodyna, ora violenta dojorna-
lismo austraco e aliemao.
Como que para serenar ou extingir a irrita-
bilidade ds nimos, a chancellara germnica
mandoufablicar no Monitor oficial do Imperio
as pegas liplomaticas falsificadas de que mezes
antes se %avia fallado cim tanta indignagao,
como obra de urna condemnavel perfidia contra
as bas-TOlacoes da AUemanha e da Russia. Se-
gundo upa, essa pubhcaco, esperada com a
maior dbriosidade, fez-se mediante expresso
consentittBto do czar; segundo outras, talvez
mais eowjmiamente informados, tal pennisso
pareceu desnecessaria ao governo de Berlim.
Este pofrt&'ie Historia nWtade offerecer um i-
teresse especial aos vindouros.
Como jjnw que fosse, os documeutos apoery-
phos nao 'jostiHeavam absolutamente a impor-
tancia qtjp'Q.Sr. de Bismarck pareca querer li-
onsistiiuu elles em tres cartas, das
apenas eram assignadas, e enjugue
un pedido feito pelo principe Per-
jria condessa de Flandres,' ir-
iumania, a quqn revelava o se-
rtas auimuges que reservadamente
receben do governo allemo, na empresa um
tanto arriscada a que *e,anim, inda oceupar
uuunli^uidade, em cuja gozo se tem conserva-
do por mais lempo que ',a principio seria dado
prever, mas onde s por mar vil lia o nao espe-
rar a serte do seu antecessor apezar.tta protec-
go qu a rainha de Inglaterra e imperatrz
das ludias dispensava ao animoso Alexandre de
B.ttu-nberg.
Rogaran prirteipe condessa que esta, ja por
iiilernwdio de seu irmio, j pelo do roi dos
bebjas, obtivesse do czar e do governo austra-
co, am abrand;imento das lioslidudes que um
lameule, e o outro por amor a convenien-
cias, iianifestaodo contra os blgaros e
o seu trto uoviidiai9 &obi>raiio. Esse pedido
;ile reforgado por urna nota do
emb;iixador da AUemanha
em Vitona. e a qial sei na de prova verdade
ivam as caitas, relativamente s
LnsaagOes oceultas do governo prussiano.
gar-lheS
quaes d
se con
nand da
na du
gre4ede
0 valor de taes pegas seria realmente consi-
deravel, se ellas fossem, por acaso authenticas,
embora falsas as imprudentes revelaces que
contiuham. Dpclarou, porm, a propria folha
official de Uerm, para cujas paginas foram
trasladadas, que o no eram absolutamente.
Tudo se reduzia, pois, a urna intriga de corte,
vulgar de mais para que explicaste a celebri-
dade que havia adquirido, ou podesse dar a ra-
zo sufficiente da poltica anti-allem do impe
rador Alexandre.
{Contina./
\ o i i el as da Euaopa
,0 paquete Niger, que passou hontem para
o sul, trouxe datas da Europa que de Lisboa
adiantam qukize dias s trazidas pelo /." Plata,
alcangando at i\ de Dezembro (indo.
Eis algumas das noticias trazidas por esse pa-
quete, sendo que as de Portugal constam da
carta do nosso correspondente publicada na ru-
brica Exterior :
Amanda completaremos essas noticias.
ll-I>nlia
Escrevc o nosso alludido correspondente, so-
bre este paiz, em 24 de Dezembro :
Aos 1 do corrente ficou definitivamente con-
stituido o novo ministerio hespanhol, por esta
forma :
Presidencia, cagasta; estrangeiras. Veja de
Armijo : reino, Capdepan; justiga, Canadejas ;
ultramar. Becerra ; marinha, almirante Amas ;
obras publicas, Xiquena; fazenda, Gonzlez ; e
guerra, general Chinchilla.
Os ministros chegaram a accordo a respeito
do programma.
Apresentou-se ao senado o novo ministerio no
dia 11. 0 Sr. Sagasta disse que proseguir a
mesma poltica do anterior, e prometteu o suffra-
gio universal, as reformas militares e a reducg8o
ilas despezas. Nao houve nenhum incidente. 0
ministerio dirigio-se em seguida para a cmara
dos deputados, onde se esperava longo de-
bate.
Na cmara dos deputados o Sr. Sagasta repli-
cando a nitima crise ministerial, disse que al-
funs dos ministros sacrificaram-sc ao interesse
a unio do partido ; elle, porem, ct que exa-
geram o caso; a mudanga de pessoas nao signi-
fica mudanga de poltica no ministerio, pois o
gabinete anterior nao tinha nem livre cambista
nem proteccionista ; o Sr. Moret nao sabio do
ministerio por causa dos successos de 11 de No-
vemnro, mas sim pelas mesmas razoes dos seus
collegas; presume que ser fcilmente adoptado
o suffragio universal; espera que os conserva-
dores ho de acabar por acceitar este suffragio.
Tratou de demonstrar a necessidade da exis-
tencia do partido conservador, e censurou a for-
magao de partldos.yintermedio3 ; exhortou os
consehvadores a prepararem-se para substitui-
rem os.liberaes, quando chegar o momento op-
portano ; reprovou o espectculo que dSo as cor-
tes entregaodo-se a discussoes esteris : espera
que as cortes actuaes podero chegar ao seu ter-
mo constitucional, porque julga que nao ser
necessaria a tJssolugSo ; termirou invocando o
patriotismo dos deputados.
Ainda nao houve nenhuma votago; mas "
ministerio ten certa grande maioria.
Ea sesso de 17 ho senado, o Sr. Bosch cen-
surou a administrar So do ministro da fazenda
do anterior gabinete, dizendo que elle tenciona-
va contrahir um emprestirao. O actual minis-
tro da fazenda defendeu o seu antecessor, e ac-
crescento que pela sua parte nio pode declarar
que renuncia a todo o projecto de emprestimos,
porque as circumstancias difficeis os empresti-
mos sao o meio de salvar as flnangas.
Eis alguns tragos biographicos dos novos mi-
nistros, que enlraram para o gabinete Sa-
gasta :
O general Chinchilla.D. Jos Chinchilla y
Daz de Onate conta apenas 50 annos de idade.
Pertence arma de infanlaria e era official su-
balterno em Abril de 1855.
Identificado com os generaes Lpez Domnguez
e Cassola, o general Chinchilla um lago de
unio entre os militares de maior reaome que
avuliem pelas suas tendencias genuinamente re-
formistas. As suas convieces polticas conser-
varam-n'o sempre na esquerda do partido U-
beral. .
O illustn- general, cima de poltico, um
soldado que tem um Densamente,a reorgani-
sagio do exercito ; urna paixio,o amor s in
stituig5es militares.
Obteve os seus postos militares no campo de
batalha, derramando o seu sangue em defeza da-
integridade da patria. Recebeu o baptismo de
fogo as ras de *adrid, em Junho de 1836,
combatendo sob as ordensdo general O'Donnell.
Em 1837 passou ao exercito de Cuba, na qua-
lidade de ajudante do general Serrano, perma
necendo na Havana at 1*60 fazendo, nesse anno.
parte do exercito expedicionario para a campa-
nha de -. Domingos.
Durante aquella penosa lucta toraou parte acti-
va as principaes operacoes.
Fez parte da expedicao que foi enviada de
Cuba'ao MexicOj quando em 1865 regressou
Pennsula, poucodescangou, porque em 1866 pe
lejou denodadomeote contra os sublevados do
cuartel de Sf Gil, sendo, por esse facto, elevado
ao posto de coronel. .
Quando rebeniou a guerra separatista de Cu.
ba, ^coronel Chinchilla foi dos primeiros a em-
ui ehtnder aquella campanha de grandes soffri-
mentos e privacoes, e obteve o posto de briga-
deiro na acgo de Pierrecita, a 4 de Maio de 1870,
em que urna bala ifrimiga lhe poz a vida em pe-
Regressou a Hespanha, ainda mal restableci-
do das suas feridas, na occas em que a guer-
ra carlista tomava maiores e mais hrave* pra-
porgOes, distiuguindo-se frente da sua brigada
as operacoes de S. Pedro banto, p'las quaes
fdl elevado ao posto de iiiarechal de campo.
Como general, desempenhou os importantes
cargos de commandante geral das Villas na ilha
de Cuba, e de segundo commandante daquella
capitana.
Promovido a tenente general em 1884. foi no-
meado capitao general das Canarias, passan lo
depois a commandar o districto de Arago, don
de oi destinado direegao geral da guarda
civil. '
as diversas commissOes que tem exercido. o
general Chinchilla soube sempre toroer-se que-
rido e respeilado.
No peito brilham-lhe duas gr-cruze.s, a de .
Hermenegildo, que representa urna vida, sg*it-
ca o exercico do commando n campo de bata-
lha.
O conde de Xiquena.Nascea em 1818. Foi
eteito deputado s cortes em li*6\ oceupando o
cargo de secretario-da opposigo 'as cortes de
1866 a 1867.
Occupoa o lugar de sub-secretano de estado
no anno de 186.
Kiel's suas convieces, finigrbu aoso triun-
pho da revolugo de seterabro, viveudo inuit i
tempo junto da rainha e de|iois na Italia.
uto da restaurago, 1). Alfonso cha-
mp-o para que o acompauhasse na sua viagem
de regresso. *?**
conde de Xiquena fo; encontrar-se com o
joven soberano na estayo de Urleans em Paria,
embarcan io os don- na Sacas de Tolosa
traram juntos em Madrid.
Desempenhou o cargo de ministro
ciario em Bmxellas at formago do ministerio
Jovellar.
Foi um dos 221 que se separaram de Cnovas. *
entrando ento para o partido constitucional.
Quando se formou o ministerio Posa da Her-
rera, este offereceu ao conde dina pasta, mas
elle recusou-a.
Por duas vezes occuppou j o cargo de gover-
nador civil de Madrid, em 1*81 e 1885,
Quando pela segunda vez tomou cohta deste
cargo, a rainha regente agraciou-o cora a banda
de Carlos HI, que o mallogrado re Alfonso XII
tinha usado.
O conde de Xiqueno lem 3ido deputado por
Puerto Rico e Toledo.
O novo ministro das obras publicas um aris-
tocracrata de veiha tempera, diplomata experi-
mentado, homem de nobilissimo carcter e ca-
valheirosa fidalgnia.
Becerra.Ha vinte annos que o Sr. Becerra,
novo ministro do ultramar, era um dos leadei s da
democracia hespanhola. Tem um alto valor in-
tellectual, e foi sempre muito estimado entre os
seus, e reconheciiio como homem de grande as-
cendente sobre as massas populares, para as
mover as cnses supremas da poltica.
O Sr.-Becerra foi ministro de ultramar du-
rante o periodo revolucionario, e a sua paasa-
gem por aquelle ministerio produzio os memores
resultados. Tambem gerio a pasta das obras pu-
blicas urna outra poca, mas por to pouco tem-
po, que apenas pode dar moslras da sua activi-
dade e bons propsitos.
A sua illustracao em historia e philosopliia
muito profunda.
A sua orientag&n poltica nao offerece du\ idas
e inspira coullanya opinio liberal.
A situagao do gabinete Sagasta em Hespanha,
nao parece ser das mais desafogados, sob o pon-
to de vista da poltica interna.
O general Jovellar e outras generaes da direi-
ta, consultados pelo ministro da guerra, decla-
raran] categricamente que combateriam, a todo
o transe, mesmo as novas reformas militares.
Quasi ao mesmo tempo o chefe dos proteccio-
nistas na cmara dos deputados, o Sr. Gamazo,
intimava o Sr. --agasta a excluir essa fraego do
partido liberal, ou a reconhecer o direito que
ella tinha de provocar crises ministeriaes, votan-
do contra os ministros que recusassem acceitar
o seu programma proteccionista, isto que nae
apoiassem a elevagao das pautas aduaneiras, a
renuncia dos tratados de commercio e a creagao
de um imposto de rendimento.
O Sr. -agasta conseguio desconcertar um pou-
co os proteccionistas declarando que se elles
tomassem essa atltude, deixaria de os consi-
derar como memoras do partido ministerial.
Dizem alguns jornaes que os dissidentes obe-
decem, voluntariamente ou nao, consciente ou
inconsciente, ao plano dos chefes da dineita, pla-
no que consiste em conderanar a falta de torcas
dos gabinetes liberaos.
0 seu fim, procedendo assim, obrigarem a
rainha regente a confiar dtreita a raissao de
formar gabinete e de chamar o Sr. Cnovas para
os conselhos da coroa.
Nestas condicoes o aiantamento indefinido
das reformas militares e eleitoraes parece impor-
se, devendo esperar-se urna forte reaego protec-
cionista.
A dissolucSo das cortes actuaes, que parecem
indisciplinadas, a nica solugo possivel. em-
bora rainha regente repugne esse expediente.
orre em Pariz que se prepara um movimenta
revolucionario na Hespanha. Parece que Zorril-
la parti para Bordeus e que o govemo hespa-
nhol tomara preiaugoes militares na capital e
na fronteira dos Pyreneus.
ltimamente telegrapharam de Madrid ao
Temps que o governo tem noticias de combina-
gOes e accordos dos republicanos com certos ele-
mentos militares, e que por tal motivo foram
tomadas precaugoes em Madrid, as guara igoes
da provincia e as fronteiras dos Pyreneus e de
Portugal.
Proseguem as investigagoes da polica sobre o
roubo da Caixa de Depsitos.
A verdadeira quantia roubada de i milho
e 275:000 pesetas em notas do Banco de Hespa-
nha
ontinuam presos e incommuuicaveis tres em-
pregados superiores do estabelecimento.
Ignora-se como foi praticado o roubo, porque
no^ha vestigios de arroiubamentos.
Os jornaes do paiz visinho consagram longos
artigos descripgo do admiravel invento de
Isaac Peral e s experiencias em realisago na
bahia de Cdiza experiencia offlcia! deve rea-
lisar-se no prximo da 15 de Janeiro.
O Peral um torpedeiro; raede 21 metros de
comprimento e movido pela clectricidade depo-
sitada em 600 accumuladores.
i eita onze milhas, navegando superficie, e
dez submergido.
O governo collocou disposiQo do inventora
Juantia, relativamente insigniticante de *0:000
uros! _
Sendo o inventor, como um professor da Es-
cola Naval, sem outros recursos alm do seu ven-
cimento, teve de lutar com grandes difficuldades
para realisar a sua obra.
Peral inventou e applicou ao seu barco de guer-
ra uns reflectores elctricos potentissimos que
illuminam a distancia de 150 metros.
Se as aguas sao claras v-se perfeitamente
atravez d'ellas; no caso contrario serve outro
apparulho, o anteojo marino, que sobe super-
ficie e reflecte em baixo as exterioridades n urna
superficie de 4 milhas quadradas.
Tem um canh&o langa-torpedos, invengao de
Peral. 0 submarino pode approximar-se dos
couragudos mais poderosos, disparar contra >-Iie8
a machina destruidora e affastar-se velozmente,
assistindo em seguranga aos effeitos do desas-
tre. ,
Leva 8 toneladas d'agua, como lastro.
Calcutam os jornaes hespanhes que um pe-
qaeuo numero de taes barc .s bastar para le-
fender as costas de Hespanha e as colonias con-
tra as mais poderosas esquadias.
Peral recebeu ha pouco do constructor Norden-
felt a offerta de urna conslieravel quantia pelo
seu,serrado, fobre, recusou. consagrando pa-
tria o resultado do seu labor e repellindo de an-
t-mo a idea de qualquer recompensa do sea
paiz.
Poss morrer tranqujllo, no da em que re-
solver o prOblemada navegagao submanna
Franca
Em Paris nao se fallava ltimamente seno da
questao do Panam.
i) publico enthusiasmado com o bora exilo de
Lesseps no corte do Istlimo de Suez correu, com
os olh s fechados a subscrever para a g>ff>'e.*J
ol a do anal de anam, e mais de o.ww
suliscriptores franceze^. vieram olTen-cer ao oratt-
de francez as suas economas afim de contribuir
cida q ial com a sua parcella eim favor d essa
obra collossal. .. _... ,
JulgavaoSr. de Lesseps que 60 milhoes de
francos bastariam para perfurar moiiianhaa e
realisar um trabalho sobre-hum mo.
Embriagado com a f d pr. ne.ro successo.
foi continuando a pe lir iuiKmm sourc m-lha<,
e os diversos plebiscitos s ilnrun a cifn re ton-
da de 1 *>! milhes de francis! I
E,n abono da ver lade cu .-.re comngn ir que
a ,,ir parte dos subscri|.tores qu se ,.^ riaia esta obra .niiiH'iile,irnte*ir.i..cez i pa-
rriolica. ou. para melh >r ^f&V\\Z?".I
ticiram um actoemqi.....ram gi="w '"eiias
pelo prestigio d ..nn\ ts-
Ora boje, que'a C mip i"ilna de Panam sus
.




. I- m, I 1 "
r



oeadeuos seus p*g*itos,e' Jraasi. par assim dizer, declarada, "
ierno nao deixar ir por agua abaixiwHiw
races de trancos que sabiram das algibeiras aos
subscriptores rrancete, eque consumera um acti-
vo importante, assim'o o camiaho. de Jen o
j4 boje construidos-material das cavarifi. os
ktabelecimentos quealli se acham de pe. n mui-
PernambucoSabbado 5 de Janeiro de 1889
"Kecmrio evitar esse enorme desastre,
sem que por isso aa-teragas do.A*ado sej
^tTortaa^^no^se- c^.nra
pan o conseguirla ^f ectr^ *"a
3eUSE|!S;mS5^&-.r.*>5
fo*-mfeiiada p**** **'<
incana o
saiel sua segujanca.
07Vm*a-*i'ia-da abertw* ,
um canal interocenico. Os beneficios Pesia-
dos por asta obra aos aos, 'sao to goMMMi .
que a empreza nao pode ser abandonada.
A questo para o Times aaber qual convrn :
se o canil abertopor Lesseps,
gua.
^avcru fraucez nao pode permitir a
za^arimnap-
ruiua da
O Daily News er que, Jr motivos Pticos,
Sco
.. i oaaacaaao, piBthnni1 o rompimento
merctal e a guerra das pautas, isto a applica-
urosuailJ(aom todos os producios suissos de direitos pro-
hibitivos.
i) conselho federal ordenou que se zesss nm
iaq ueriio sobren commenio peral da Suissa com
aprecia, suspeudendo provisoriamente a unpo-
sigTO citada, para ter paz com a Grec a.
Gunforroe orosulsidio lo inquento assim ser*
maatilo ou revogudo definitivamente do direlto
dos 13 franco sobre as passas destinadas a fa-
bricoatMiiriMwMiDciaH.
se o de Nieara-
oaimiisus. Aflwma-se qoe**onde (
gMondMHiariaio seu proxnao
Na sesso
Reputados franq
contra 188 a
Canal do Panam.
Sofpes otUr^deWW portadores
de ttulos, qurndo ha poucos mmi"d f
mesma amara, autorisando a emisso das obri-
gages em lotes, pareca dar todo o seu apoto
i obra do Panam. ,
Alonara diz que no.quer fezei leidc cv
eepgo.nffln fazer urna c^ev9ao do P*;
.Stetivo d poder judicial; mas a materia
republicana, recusando cstender a mao a com-
pauhia do canal interocenico, ignora a catas-
forahe que esta decio vai provocar.
orno nesse da mito bem d.sse o mistro
feytBel, o publico do Panam, isto o* a
nistas da obra d. Sr de Lesseps, nao am pu-
blico de especuladores. Por sso anda se este-
ra que o coDipanhia. ,
Den-,: a estas horas, estar nomeada urna com
:: misal da junseoosultos e do Quaucairo*, sob a
presidencia do ministro do commerao yara
. wreaaar a soluco deste grave estado de cousas.
. Como a Cmara no da 4S votou contra a
, Hitarte urna aaspenso de pagameiUo de-cou-
mu nao sabemos perfeitaraeate o que vira a
ranecediT.escrevia no dia seguate um corres -
mdeute de Pa ri. O que nai* do que certi
aneieste estado de cousas precisa de um des-
enlace rapi lo porque o crdito da Franca m acha
npeiraadon-st': negocio Sr. de Lesseps
i-nra-bomem urropido^seutiabalhode >uez fez-
-Jbeiunr* remitaeao invecsal, o publico c inou
oo seu nera ^ os oltios fecliadose o goveruo
tambera Agora o que urgate e a formacao
de nm nova sociedade, porque a antiga acba-se
.JeaqoMdcra.la. ii' neces^ano, quandoanda tai-
ta a fazer o a mrtar, e qae o gevenio, por bou-
m** orne fraocoz, impeca iwr todas as rormas
oa.ifragio da obra.gigaotesea do caual tuter-
ooeaniuo .
N) eminente cataclismo linauceiro, a clasae po-
i nalar a ms prejudicada e a consieriiago
ral era Riris. ai saberse o retiUado da sos-
ida i:aiuura franceza.
Grande numen de burgueses tecm os seus
i femetes conipcomeUidos, sem colar os oan-
-MCiros nao so de Paris como -de U da a Frauc. i,
que possuem centenas do accs g'aquella em-
qMH% periclitante. ..
-. hO 'T, de Lesseps reoebau miua e.duas mil
t artas.! espaco de viole e quitro horas per-
euBtaado-llie as causae aa <;;ise, pe.liudo-Ui"
armacoes e pressando seatment profundo
.-anv sse aoenteCiraeuto. A rainba laanel ue
Vespsmba escrevea-lhe as segrales ^aUvins!
Mt cJtaro 'tmige ASteps :
Agoeaqu.; principiam as dii der-lneaue creo licineioeule W grande obra
. ue m\preheudeu.eqtie esta a miaba convic-
, Scs-^realisar como -aalisou a de Mti nao ob-
n aite as obstacotea qae se Ihe aiUepoem.
Tudo cahir perante a sua energa.
Os umjos smceros eataro ao seu lao jios
wnentos adversos. -Izabel de Bawbo*-
No F'oaro te urna l noticia retenndo urna
enrrbvista.que tere com o r. de Lesseps um
nmorter d'aquelle jornal K>\ elle quem Ihe
rlevw -a noticiada votaco da Cmara.
O Ilustre' eagenhairo fea-sa palbuo o licou
^gaisiraumentoscomo que fulminado ; dOnOis,
jea-nando um pouci. disse :
- A eituacito muito dilficil,. mas nao temos
?.aaa pendido. A Ca nara te ve duvias sjbre a
m-stiK do capilal de garanta d^s possuid ires
de obri^aces. Pare&'u-ihe que os.-89 milhes
am de*v-sit poderiam amaub $t consumidas
- na obras o-caual. B un erro. O presidente
aaociedade de garanta sou eu. e de eerto nao
"aria aquel e capital um destino diverso, do
que a le ihe attribaisse. Seria contra a le e
.contra a honra.
A vomgao da Cmara magoa-me em extre-
. Podara ler salvaguardado os iuteresses de
Os
hibiti
curre
06r. Crispi, che fe do gabinete italiano, euviou
urna circular aos representantes diplomticos
ilataaftSBaestrangeiro, chamando a attenco
ratH-aos caagressos catholicos que em diversos
paizes se esto realisando em defeza do poder
temporal 4a Santa S.
Na-mesma circular, constando a gravilade d'a-
quelles factos, o Sr. Crispi ordeaaaos alludidos
representantes que facaui comprehender aos di
versos ovemos, o seguiute :
Que o goveruo itatian i respeila a le das ga.-
Mtiamtis que nao pAda teeau quAtniattetiti
te antra a con
os fatMKes
'itodos e permittir a conciso, sem sobresaltos e
J. _U-_ -.""I nnn nm motte sub-
. #em porigos, da obra nacional que.n.meus s
q scrior s e eu empreheuderaos.
0 canal do Panam nao deixar de con-
elojf^se, e uusse dia vira o remorso de nao ha-
ser salvad \mr um simples voto todo esse exer-
cito de acuiouwus, buegucaea,. cultivadores,
. operarios e aldeT)es de todos os partidos e de
.todos o* pontos da Franca. .
r No di* Id o conseio de mraitros oceu-
pou-se da sit lacao da Companhia do Panam
0 ministro da justica cooferenciou cora o presi-
- dente e o relator da commissao senatorial, ra-
zumbida de examinar o projecto de lei relativo
is ailencias 0 governodweja'apresar a dis-
Boafiao desse peojecto.
0 Sr. Floquet nioassistio ao conseibo pores-
rtar icorarat) lado com im resfriament.
0 partido boulangista traftaHia activamente
paracxptorarem farorda sua causa a votg o
da Caraura contraria Co npanhta do Panom i
Inlerrog'ido o general Boufanger sobre, o as-
xunpto. aitroDU que esa votado custar cara
jo gorerno, porque nao deixar de alienarme
as sympathiaa eos rotos de um rilnaerde eei-
r. lores. ,a
E* conheci lo j ooccamento do que ralta para
a conclusao da obra. Estao ainda por sarisfa-.
ler as segurates verbas :
A'I80 inilhoes de francos cheL'am os juros
aiammulados de dois annos ; 30 inilbOes da im-
,Pnortancia da remosao de 11 milboes de metros
cbicos- de trra; 3 mil 6es por dez obras
aardaes cuntraetadas ; tal) milhes para a con-
jtruccao de duas represas ; e SO milh6e< para
eaa+oiar o chamado Passo da Cabrt ; aotodo 780
mnroes de francos I
Tal a siluaco actual da Companhia.
Pelo tribunal civil forara conferidos aos tres
' administradores provisorios poderes Ilimitados.
Assim, podiam el tes contrablr nm emprestimo
^ para a continHacao ditfwbraa ou propr a disso-
0 nco da sociedade.
- .Nada dfeto fiwrm; docidiram apenas hito-
earumajrssembla geral.
A' data das ultima* ooticiaB, suppunha-se que
' aefcrmaria urna nota eom nanhia-franceiB para
* isratoaros trabalb comtqaae.
\fflrmva-se e Paria que a maior parte dos
^'accionistas do anal de Panam eatao dispostos
a snbsere^er urna nova e consideravel emissao
de accoes. ... ,
0 covemoda repubika franceea mandou par-
fr de ChetoBrgo"lMira Coh, erntacadura do
eatel'dc Panam, o cruxador de balenas Da-
^arece que os Eatados unido tambem emia-
ram para alli dons navios de merra.
.Consta que as chuvas torrenciaes no isthmo
"de Panam teem feito estragos importautes as
"flbras- do canal mtaraceanko.
1 Ha fortes teceios em Patis tle que a grande
repblica, americana aoroveitando as circnm-
staocias difliceis que a' companhia atravessa,
busqu apoderar-se do canal.
Sobre esta que tSo, o Standard de Londres
produz as segurates considerages, que parecem
a ultima palavra sobre o procedimento da c-
mara franceza:
Nao laxemos coro ara os sentimentaes que
-.oademnam o procedimento da amara.
Urna votacAo contraria que se realisou te-
ha convertido era empresa do Estado a maior
- especulaao dos tempos modernos e laucado
eonta do Estado os enormes encargos que se
..Mas o caso ainda mais complexo : em-
quanto a empreza se conservar particular os
fAstados Cuidos nao fatao objeccoes relativM^o
. carcter francez da obra. Mas, dado o caso da
-rvenco ollicial dn goyento francez, 6 prova-
vel que os retados Unidos annliquera mme-
., dialamcntf ao caso a theoria delbmroe : AJme-
rtca para os americanos .
Pela sua parte o Da vNncs de opiriiSo que
americanos esto dipo companhia. continuando a obra comegada e ti-
eando com o direito de vigilancia absoluta so-
bre todas as vas de transit entre os dous
itoa cesabas *lri&>s*artos gm ide^vii*
.....iiL|ininl' aa.vatmaaoapo qiudqpe
oaau aMtnerabttailMper.
~ O*.- .Clfimceau *a*HK ;*a diasMtt o
_*ralart, an*>.dBBladoTadkl
K qiS^j^ara ataiid^orram g>da
o utwiwrfearemid Jmtice poacao.*!** WmetUa.jmma-,
ceau licou ferido levemente no brago dii-eito.
Este duelo fot motivado pela viva polmica
que se levantou em seguida eleicio do Vtar.
Cl^menceau queixou-se de que Maurel havia abu-
sado do no.ne de leader da extrema esquerda,
para assignar um telegranuna era que o Sr. F.t
bre, cadidatoniempate, era-wwadoa mau-
lar a san caadidatara -para rieifoes de desem-t
Maurel reapondeu que '.iiiUa sido autorisadi
por Clmenceau. KJmiee replica de novo que o
Sr. Maurel meniia e que era ua fal^tfieidor de
asingnatnras. -s duas (lartesdendiram recorrer
a uina atbi'ragem eia que na la se poi a luapo.
Maurel euviou, por ira, duas te*iemuanas aq
Sr. i Jimenceau e licou decidido um duelo es-
pada de combate em Enren. *te duello fez
bastante sensacao em Paria. Todos os jomaos
da aouie pablicaraui segundas e icrceira* eihc-
cOes cora os diversos pormenores do encontr.
Assegura-ise que o gabinete francez pensa
era livrar-sedo ministro dos negocios estrangeit
ros, o Si. -fiobtei,TirtTersario declarado4o escru-
tinio por districto. -.
Eirecti*ainMife *-qstSo-do-escnitraio por dis,
tridos preoecupa agora inuitosos polticos fral-
enles.
Sabe-se, de om raolo positivo, que os raaicues
eslao resolvaos a-defenaero escrutwi por lis-
ta em opposico s direkas. "
Os boidaosstas votarom com ios monarclneos,
na snpposicAode que -scrotinio pord'tricia
Ibes sera favoravel as eleicoes geraes. I
Tambem core.' noswrcttlos'politicosem Pa
ris, com visos de probabilidad.', que o governo
soffreria derrota no aeuadj quando.chegasse a
discusso gnral do orcaraenio, propondo-se adis
reita da cmara dos debutados a emprear o sys-
tema obstruccionisla contra a lei militar.
No caso de chejrarem a c mftrinar-se estes boa^
los, era ile iiresumir que a raaioria procurarse a
inaneira de tornare impletament imitis os proi
psitos da direita, rejeitando todas as emendas
que ella apre cessario, celebrarem-se sessoes extraordinarias
para acelerar o debate.
Deelarou-se nina grve as estancias de
construcc io da torre Eiflel. Os opcrarUn recla-
mara augmento de salario.
Produzio enorme sensacao no s em Parts,
mas em toda a Franca o discurso proferido na
sesso de 19 na senado peio Sr. C lalamel La,
cour, a proposito dos orcainerttos :. discurso- n.i
qaal o orador frison, cora eloqnencia ardente a
situacHo da repblica nos ltimos dez annos dei
corridos. ,'
O programma radical, disse elle, um' traJ
balho de abstraccao, deimaginagao e de impru-
dencia ; ajas tao irwalisavel eomo os prece I
denles.
Ha dez annos que os diputados se occnpain
apenas em derrabar ministerios, inmilisando to-
dos os bona estorbos e boas tnteocOes.
A constituicao actual suBciente garantia
para as tiberdades publicas ; os erros dos radi
caes sao, porra, de tal ordem, que n8o ser pa
ra esiranhar ver calnr a Franga, debaixo da dici
tadora do ullim* dos komens,
A impossibilidade de formar um gabinete
homogneo nn sym,)toraa assustador de impo-
tencia. A salvaco da patria e daliberdadedei
pendem abdolutameme do regresso d Franca a
poltica do bxn senso .
O effrito do discurso em geral foi decisivo a
profundo. ^-._ij
O Sr Floquet, recoB'tecendo a impossibilidade
de responder n'ura improviso, absteve.se da^cj
fia; masacreditava.-se que brevemente responi
d^ia ao Sr. Cnallamol Locour com um discursd
de efTeito.
A erlade -qne acclamacoes enthasiasticai
prororaperam de todos 09 lados da aunara i
ca la plirase das mais incisivas do Sr.' hallarael
Lacour, e todo o senado se poz de pe. O T. Lioq
Say pr jpoz que o discurso do Sr. Challamel La;
court fosse affixado era todas as.coinraunas da
Franca. V
O escrutinio sobre eata uiogo licou adiado
para o lia seguate.
O r. Floqu-t acudi era defeza do gabinete;
dizendo que este quiz effectjar a conceniraco
dos repubiiinos a esquerda, entretanto que 4
Sr. Challamel Lacour aeonselna queee voltepa
raa direita.
Levanturam-se. protestos de varias-banca'Jas
O Sr. Floquet prosegoio declaran lo que apre*
sentou om projecto de restabeleciinento do &>*
ciuihio uninominal para luctar contra o perigo
bontangista, e que pedir, se for necessario, um
supplcraenio afegislacSo.
A sesso do senado encerrouse no meio de
viva agit icAo.
Diversos jornaes repnblicanos arguemo v'r;
Challamel Lacourt de ter ferido a propria rep-
blica bateado no partido radical; oJara/dot
Debates, porera, louva-o por terdo a uorage n
de denunciar as (altas do seu proprio partido.
Neuhuma folba emitte previsao sobre as conse-
queacias do incidente.
O- duersos grupos do senado reuniram se
nesse dia para se combinarera relativamente a
moyo do Sr. Lion Say, mas tanto nao era pro-
. a ve I que viesse a ser adoptada, que o Sr. Lion
S .y a rctirou. O Sr. Naqii't, boulaugista, deca'
rou fazer sua a raoco do Sr. Lira Say (para.ser
ifflxado era lo las as coinmunas da Fraaya o dis-
curso do t Qiallam l Lacourt) e quiz. subir
tribuna ; mas o tumulto nao o daixou fallar
obrigou-o a subir da sala.
O senado em seguida rejeitou a'.roacao e Con?
linuou traaqullumente na discusso do orea
meirto. 4
Foi desmentido pelos jornaes de Pars o boato
de ter o emhaixauor de llespanha feilo certas
diligencias cora o Sr. (obl"t a raspeiio do Sr.
Ruiz Zorrilla.
Belglc*
oisaos dua^Kii sdireu pro-'do -drtscusso um as*oinjiOid'aipjeU:i ntu
reza.
AiWido a sahida eventnaMo Papa, do'Va-
ltieunja^aostra o miis vivo iuImmssc em coabe-
apprumnlnr s eer amaegociacoes secretas qe pomuntuia se
c*Bpktaobre
dMMiqueites
O cawirifcri fafaral
loa!iiaias,wB-Ma*|o, orntel
4t que-31*0.
MHia
-O Smadspiywi'te*>ada wistros diMaron
|4uBdiaa na pai*M*Bi*vfuoi*'Bc4t#ni -
culdades com a Franca, e que, portanto. as rela-
goes entre as duas potencias sao actualmente
norraaes e correctas.
Confessou que urna guerra da Italia eom a Fran
ca seria u na euorraissiina desgraca. Que nunca
o goverao italiano ser o provocador e que toda a
sT*r*iridadel> Mn outro fita senfi) rilar'a
^guerra. Naasi^aaBOCia contndu ao adagio que o
Sr. Bacuarii(j,amcoaisou no banquete pohco de
Faeosa : Si vis pncem, para pacem- Elle, pur sua
parle, contina Sel sabedoria das naces: Si
cunaren, pamtoUuui.
Era prusenca de armamentos sempre crescen-
tes, a Italia nao podena perraan cer inactiva, as-
stm por cavm-os sewcompromimos coa na pre-
viso depossiveis perigos.
Tal reaB-oidamente, a linguagem do prime-
ro raustro italiano no tocante s relagoes da
Franca cora a Italia.
O gowroo submrtteu ha poucos lias ao par
lameutoo sen oreara uto OKtraoniiaano. conten-
do .importantes' crditos para a manaba o exer-
cito- A.uamara italiana vai discut -o.
O total dTesses crditos elevase tem os mi-
nisterios-da guerra h m irinlia a liras U6.19O.00D,
das quaes :.HO.O0O liras a.trtulo e adianta-
uientos.sobre os fundos j desuado*aos serviros
extraordinarios d'esses dous miaistrios pelas
leis prece lentes, e o7.280.0tK>.liras a ttulo de no-
vos crdito, cuja urgencia absoluta acamara to-
dava na recoaUeceu.
, Sobre essa sommi 127.490.000 liras devem ser
inscriptas no passivo da gerencia ira curso;
passartdoo resto para o anno prxima
*) uiia*erio da guerra figura, u'osse pedido
com i09.:t40.000 ras, e o da marioha com.....
36.830.000 liras.
O ministerio da gnerra destinar 5 niraoes ao
han iuvilo excepoionai das classee dt reserva;
!l 853.000 artilheria de grosso calibp?;........
7.400.00' defeza da entrada do por de Spe-
zia; i.J* .000 no forneetmento de artilheria de
oaapanita; 8.1:<3."00 ao armamento dts -fortale-
zas; 55'jOOO ao augmento do material da enge
lar os que fallavam alto, que determinava o
governo.a cndescinder com todas tas exigen-
cias concedendo favores a torto e a direito a
tatli quanti levaalassera a voz mais alto e pro-
curaste.u crear embaracos ao gobern.
. Esle artigo envolva nm so a -concesso feita
ao >r. Pestaa e aos vinicultores com elle associa-
tcnhaatotntabolado entre a- Saata .S e as cortes
euroi
EXTERIOR
ua-------------0-------
nliaria ; 5 milhOes ao municiamento di raoDiu-
sncio; 43-57.J.000 fabricaco das novas espin-
gardas ; i.OOOjOOOs obras d estradas militares ;
1 V.M5. 00 def.-za raliUr as costas: W.200.000
,dotan dos alteres; 4.000.000 s forifleaefies
fti Roma e Capna.
'Os" fundos -uclamados pelo ministerio da ma-
cmhasero repartidos da inaoeira segniate : de-
feza martima das costas, liras .000.000; fortfi-
cacoes da Migdab-na, liras 8.000.000; coinpra.de
torp-dos. liras 1:000.000; aequisico depc^aS d
re rpido 4,3(10.000;
ahia "de Spezia 4 300.000;
arsenal d- Trenlo,iDO.000; coadra*c6esna-
vaes 10.400.000; arsenal de Veueza 450.000 li-
-A eamara dos deputados acaba de daTwn che-
qae rauui signiucativo no gabinete, deculindo
que.essas proposta* fossora enviadas mesacao-
lorme o processo em uso, o contrariamanie aos
d sejos expressos pelo ministro da guerra, o Sr,
Bertno le Viale, que hara .pedido que el as fps
sem transmiitiaas directamente commissao de
fazeoda. ,
Deva notarse que a proposta do ministro da
gnerra havia sido decidida em conseibo de mi-
nistros e que, por conseguate, a yotacao eoatra-
fia que levar cae soiiro lodo o ministerio.
Os amigos >o goveruo havam espalbado nos
corredores da cmara. anle3 da sesso, noticias
mnito assusladores para justificarem a necessi-
dade-de um praeesso espedido e sum'nario. Pa-
rece que disseram. que..Annibalresuscitara e s
diriga uovamente conquistada liorna.
Insisliara os amigos do governo 8goludo nos
cinco miihoes destnalos a permittireni o chamar
ment expecional das classes de reserva, e re-
Sresentava-se essa medida romo urna prova em
ante de que o governo proceda sob o imperio
e circumstancias de maior gravidades.
A cmara havia j dado tantas pravas da sua
docjlidade que cimtavam b?val-a. a submetter-se
raais urna vez, ,iuflueacaando->a aun o Bledo.
' Esses clculos sabiram errados: a maiona
tem-4'lbrca e a ;decisaa precisas para reag1, col
tocando-as seus direitos e os seus deveres cima
dos caprichos luinisteriae, pcodamando pela
sua votaco, que, quando se trata de dispr dos
fundos danago e de impr ao paiz novos sacri-
cios preciso speitar as-garannasdoproces-
so etabeiacid. pelo ostaiut.
Nj lira da sesso em que o facto se deu, o Sr.
Magliani, ministro das flnancas, apresentou igual-
m'-nteos projectos de medidas fiscaes destina-
das a cobrirem em parteras ere lito mudares.
Conviera-se^m que, paraesaas medidas seria
tamoem a remessa iraraediata commissao de
fazenda, mas, depois de liccnca infligida ao mi-
nisterio 4a guerra-, eSr. Magliani; 'jnlgou a pro-
posito nao provocar urna nova derrota e limitou-
se a apraseutac o* setu projeatos aa.raa ordi-
naria. ,
Um desses projectos tende ao restabelecimento
dos duas decimos da gnerra sobre o imposte pre-
dial <*a deci.11 a abolida pela lei de i8*t; o nitro
visa o augmeuto^o preco do sal, que tica assun
restituido categora de artigo, de luxo, ou do
abaiice da-gente menos abastada.
Banta esU medida para se comprehender a
ejionne diflieurdade finauceira com que # gover-
no lua. A esquerda progressista recoastrue
Eor suas mos o edificio Quanceiro que a direita
avia levanta-lo e que o partido "liberal se apres-
sra a demolir graduabnenie, aaan que subi
ao poder.
Tal por agora, o resultado prallco das al-
bancas que o governo da liana sepermittio rea-
Itsar, contra u vuntade da maioria dtma^ao.
Na kaliai. tem-ae; alisadn ultiraamente re-
unios publicas a favor da paz e dd desarma-
meato da Europa.
Os oradores oppnzeranj com dados eloquentes
as perilas que sonVe u riquesa dos Estadas com
os enormes gastos militaras que se estao fazen-
Acabam de ser pronos na Blgica ta inibvi- do; o creseimouto da enugrafiao jara .a America
dos suspeiios de seren.os-falsitlcadores das uo
las de 300 francos do banco de Pranca.
Wamm
O auccessor do fallecido Hertcnslein, no con
i-i-lho federal suisso, o Sr. W. Hansi-r. u.u an-
ligo industrial de Zurwm aciualuieuie meiabro
do governo do seu caut.10, demcrata muito ra
dical, no campo dos principios, mus de grande
prudencia na pratica.
Gosa da repaiaco de hbil administrador, e
dirige aclualuieuleae linanc-s de Zurich a con-
tent de lodos 04 partidos.
Alm da subslituca do Sr. Hertenstein como
aiembrodo conselbo federal, dever proceder-
se eleicao do presidente para o anno de 1889
Parece que ser Horneado o Sr. liaramer, de So?
leure, anligo mini-tro **m Berlim, merabro do
conseibo federal desde 1875, e actualmente seu
vice presidente. Foi instructor era chele de ar-
tilheria e dirige actualmente o ministerio das ti-
naneas. Perteiice ao i-entro esquerdo.
A v ice-presidencia subir provavelmente q Sr:
L. Buchonnet, chefe da secretaria da justica e di
polica. A sua eleicao preparar tal vez trium-
pbo para a briosa roinannna, que ver desde lo-
go nm dos seus represeuiantes Hcar indicado pa-
ra a presidencia no anno de 1890.
A Grecia e a Suissa esto, tal e q al como a
Franca e a Italia, era vesperas de terem entre si
urna guerra de pautas, provocada, por urna con-
vengao commercial, negociada pelo ministro da
Suissa em Berlim, com o ministro da Grecia, na
mesma capital, sob o p da naeo mais favureci-
da. O pomo da discordia representado, nesta
conteuda pelas passas de uva, para sobremesa,
e pelo mesura fructo, destinado ao fabrico de vi
nuos artiHciaes.
As cmaras -linguiramcuidasoraeate
depois d'um dbate prOlonirado, as duas rathefm-
nas de passas. Para a pnmeira cathegoria tixa-
rain o direito de entrada .1'. ihmLn 1
f.rada idirancos por KX kilos.-* (irecia reiu.i-
ca a applicacSo do direito de : rau.
dido llespaulia, aineacaado, se nao ihe Azessem
o des.istre econmico que est mmiueute se o
actual estado de congas continuar a subsistir.
Os jornaes deflo na pablicani urifa oirclar do
^rro-mesire da inagouaria italiana, oonvidaiido
todos os iruios adrabalbar para a mauuleiico
da paz. A fraiico-raaconaria deue, segando a
circu-r, proceder a um '>edoexarae'das causas
docanflicto entre a Italia e a Franca;para us fa-
zer desapparecer. Ortgrao-uiestre oouclue, apoz
larcas coiisiderages, que a base, da desuitelli-
gencia entre as duas oacOes consiste pa oceupa-
go -de Tunis e qne, eraquanio ella durar. 6 un
possiv 1 a reeouciliaeno si acera.
Segundo inforraacoes de Roma, provavel a
ret rada. iioSr- Magliani, que, reconheceudo ser
impossivel fazer boas flnancas com. a in polti-
ca do Sr. Crisp, est deceifido a demrttir-se de
ministro da faz rada; provavelmente seraubs-
tiiui'lo. pelo Sr. Ellena.
O jornal italiano Dirito chama a atiene."10 do
paiz para os recursos unanceiros da Franja, de-
monstrados pela subscripcto do einpresti.Bo rus-
so, e innmera as forcas olTen-ivase defimsivas
da tripiiee afllanca, eontrabalaDCadas pelas dar1
Fraiga-edu Russia.
E 11 resultado di-ste exame, parec-lhe que as
questoes pen lentes dere.n ser sulmiettidas ar-
bitragem das iiotenas desinteressadas, eomo a
Beso ha, a Suecia e os Estados-Unidos.
O conselho municipal de Rama concedeu a li-
ce na ledida para -e erigir una estatua a Gior-
aano Biuno na praga do Campo d 'i Fiari.
T > los os jornaes eatnocos protesiaui contra
est 1 concesso.
Os c^iulan'es da U.iiv rsi.lade de Roma tize-
rain hon'en u na inanilestag 10 publica, molida
alguns ai-tig is d j u i.'o regalamsnto uai-
que cra-ideram attentutonoa da sua
en vista disto, e para evitar que a
1 isse maio -, rsol-
v-u 1 'in ir provide ici.is eaerg cas, e 1
medialara- ipar
dade.
O'Mlcio da Universi-
Correspandeacla do Diario le
Pernambuco
POETUGArW8BOA, U de Deaembro
de 1888
El-rei ordenou que a corte portugueza tomasse
lucio por 8 das, sendo4 pesado eialliviado, em
demonstrago de sentimeiilo pela marte do prin-
cipe Eugenio de Carignau, que nasceu em Pars
em 1816.
O fallecido era lio da'Sra. D. Mara Pa.
Um decreto real de Carlos Ib rto, datado de
1834, conferira-lbe. e aos seus ilbos o titulo de
principe de 'aboya-Carignau, com direito desuc-
cesso ao throno. Traba a patente de almirante.
Durante todas as guerras da independencia ita
liana, desde. 1818 at 1866 estove encarregado da
rugeucia do reino.
Depois da guerra de 1866, o principe Eugenio
recolneu-se vida privada, e oceupou-se exclu-
sivamente da educagao de seus dous lilbos ilii-
liberl e Vctor, que leve da condessa Felicita
Crosio de Villa-franca.
Phiuberr, nascido em 1873, receben, em No-
vembro ultimo, o titulo de Villa-fraaca, e Vctor
o de Coa :ede Sossoos.
Deve clicgar boje Lisboa o Coude de Pa-
rs pai de S. A. R. a ara. Duqueza de Bcaaanga.
Veui com a princeza Heleua. sua Urna Dcviaia
embarcar era Dartsmonih a bor lo do vapor Ha-
wer-den-Ciutle que vera directaiuente a Lisboa
O conde a sua lillia veem passar as festas do Na-
tal com a familia real portuguesa.
A ra. Condessa de Pars est em Madrid onde
chegou no dia 16
lia mais de 13 das que o Sr. D. Luiz l nao sabe
do pago da Ajuda. Diz-se qae S. M. se cousti-
pou. A ultima vez que sabio foi para visitar, uo
salo do Commercio de Portugal, urna estatua de
ura esculptor uosso, Tboraaz da Costa, que esleve
estudando em aris a expensas do governo '&*
davia el-rsi tem r^cebido no pago a todas as pes-
soas, ou coraniss6e.s que teem procurado fallar a
S. M. e tem dado regularmente despacho aos mi-
nistros, assignando os dive sos diplom is que, por
i-s'es. ihe teem sido apresentados.
0 lempo tem corrido muito desabrido, a saude
do soberano asss meliusJjosa o assim so expli-
ca a su recluso.
.Desde que S. M. est.doeate sua aagusta con-
sorte nunca mais appareceu no iheatro.
Nao era preciso mais esta nova demonstrago
dos desvelos de S...M. a rainha para cora '4-rei.
desvelos e carinho que urna foi ha deMilo(o
Secuto) e outra de Pars (o Gaulo) parece terem
post ltimamente em davida, espalbaa lo o boa-
to de um mais que provavel divorcio entre o re
e a rainha de Portugal.
Nao sei em que se fundaram esses rumores,
que as fotnas governamutae.-. de Lisboa laxara*
Jeabsurdo, apressaado-se a desmeutil-os radon-
rlaraente. Se deu luRar a esse boato o tacto d
terem SS. MU. viajsdo-por algunas semanas se-
parados, tal base nada prova, dizem os referidos
jornaes, porquantoa Sra. D. Marta Pa tem a in-
te'icidade dejenjoar no mar, ao passo que os m-
dicos do f JUi iiuia Ihe reeommendavara de prc-
erenca as viagens por mar s de camiuho de
ferro.
Seja como fdr,ahi flea, pois, consignado o ima-
ginario caso qne a phantasradaqaellesperidicos
estrangeinse se untrrtove. a architectar para ser-
vir de pasto; -uciosidade. curtos idos seus mi-
lhOes de.lekores.
Em Portagal. diga-sc a verdade, taes boatos
nfio toram tomado a serio, nem era preeiso que
as follias rainisteriaesos desmentissem.
a mioba correspondencia do da 10 do
cofrente comm'micava-lhes ter o governo cele-
bra lo um contracto com a Companhia Vincola
do-Norte, 'em virtode tto qual a mesma compa-
| nliia se ha de coas ti luir cora o capital de rail con-
ios de ris (fortes) com urna subvengo ou ga-
ranta de jaro limitada a 15 contos dertfis, isto ,
de i 1 2 /..
Ha de reasar as suas operagoes em nove (as-
trictos. Ha de estabelecer no Porto um labora-
torio analgico' Ha de estabelecer arraazens
especiaos sjenos 1 liscalisago do governo
Ha de ter agentes nos centros commerciaes
mais rmportantes Ha de 'abrir exposigoes
de viudos ande o goveroo quizer. Ha de pagar a
um fiscal do governo, que ba deexigir-lhe todos
os esclarecim ratos necessarios para exercer a
fiscalisaco que entender. Ha de ter um conse-
too-fiscw aoraeado puloBOweroo. Hadesujeiiar
a sua escripiurag e bsdangos ao exame e veri-
ficagao do governo. Ha de restituir os subsidios
eveotoaes que receber, logo que o sea dividendo
exceda a seis por cento. Ha de aceitar a forma
especial de liqui lago. que est estipulada no
contracto. Ha de promover a formago de coope-
rativas lociu's para a prepar.igo e fabrico dos
vinhos do typo medio, e emprear to los os es-
forgos para melhorar os processosde viticultura
vinincago. Ha de njeitar-se a pagar orna
mulla que i>ode elevar-se a 30 contos de res (for-
tes, e a perder a marca ollicial, se a falsificar.
Ha de finalmente sub netter os seus estatutos
approragao do gororno, apesar de s constituir
como sociedade anonvma.
E neste--, estatutos poder e dever inserir as
dtsposicaes indispnsaveis para ser escnnnlosa-
meate desempeafiada a nuisso da companhia.
Os favores conoe lidos companhia, sao:
Io Subsidio annual de 15 contos de ris fortes
duranle os pritof-rros cinco airaos.
2o Subsidio eventual para completar .o dividen-
do de seis por ceuto sobre o capital realisado, $
reembotsavel logo que o dividendo exceda aquelf
le limite.
3 Marca olficul de garaua do procedencia
de vinhos se a companhia estabelecer armazens
alfandegados para os vin ios de certas regi&es e
se sujeitar a toda a fiscalisaco que o governo
queira exercer melles.
4 Auxilio de propaganda e publicidade pelas
vas diplomticas e consulares.
5 1 'ispeasada couiribuico industrale de re
i>istro para os predios que adquirir para o seu
estabelecimento, dorante os primeiros cinco
anuos.
Taes sao as condigoes.
Afirma a imprensa governamental que nao ha
exclnsrro para aeorapaohi em nenhuma destas
concessOes, porquanto podem ellas ser outborga-
das a todas as que se sujeitarem s mesmas obri-
gaces.
Consta que est organisada a companhia vin-
cola do sul itas mesmas bases em que se orga
nisou a do norte
A respectiva proposta foi, ha poneos das,
apresentada ao ministro das obras publicas. A'
frente da empresa esto os Srs. Margiochi, onde
do Pago do Lumiar, viscondes da Ribeira Brava;
(I! VirHi ?* oiitros
Urna folba iniuistcrial conta que dous repre-
sentantes de importantes casas de vinhos da Fi-
gaeira requereram ao gorerno para constituirein
urna companhia vincola central, tendo por rea
normal das operagoeab districtosde Airo, Vi-
zeu, Coimbra e Lelria.
Isto tudo que parenf vantajoso para que os
nossos vinhos gozera nos mercados estrangei-
ros da justa fama (palavras textuaes dos consi-
derandos do decreto) e nao sejam desacreditados
por mixordias e tiborneas e adulteragoes com
que alguna especuladores menos consclenciosos
os apreseatam nesses mercados em detrimento
do cotnnercio honesto e dos productores serios,
lera levantado urna celeuma extraordinaria de
que seria lou?o reproduzir-lhes 03 promenores
lieripecias todas.
Leva itou a antiphonao Dia, folha progressis-
ta dissidente ou insubmissa. por un nolavel ar-
tigo que tralla por lera na "os syndicatos e em
que e n temos assaz frisantes para um jornal
correligionario dos ininisTos actuaes se expu-
nlia que o syslema da rolhadoce para fazer cal-
ali.n de ser conservada a justa,, fama daquefles
dos era syndicatos para a explorago da chama-
da companlda Vincola do .Norte, raas umaduzia
deltas que em outros rumos de explorago e in-
dustria se lea faitB, com o carcter odMi de
monopolio ou- ejriiwivo.
Este artigoide estoio foi Oraiguai do rebate.
Quando riaoj iuer oais o que dar (astater-
minava, por astas ou-utras.pa avras) ogowrno
far concessoea a un svndicato que.se.propo-
nha a roubar a estrado, daodo-lhe ani subsidio
e garanta de jaro.para saatonecer 'de toabucos
e 11 1 n11 es ewn queassalte** iaadantes I
Excusado encMMcerdiws a sensacao que
produzio esteafgii?ditral ,de*c
serescripto rrtima folha denne- director pe
Utico ora deputado da maioria, o Sr. Antonio
Enues, que o governo actual nomeou, iiaver
1 muco mais de u.u anuo, investido n'um lugar
de alta signillcagio litturaria eo uo 6 o de ins-
pector dos archivos e biblothecas do reino.
. iazando:j*s4fa< UMinpeadenea do Dm, o
facto era .coraraentatldo era todos.os diapases
da critica.
No seguinte numero comecou aquelle jornal
a campanha, desliando com um escapello a.i-
dissimo as condigoes do contraelo e. pugnando
pelos inleresses dos couimerciantes que se nao
(|iiizess(-m deixar avassadar pelo synjicato mo-
nopolista da marct ollicial, dos favores e recla-
mo oiDcial e oificioso dos diplomitas e dos cn-
sules portnguezes no estrangeiro, pelo lambedor
do subsidio etc. etc.
ticrJitrml do ounn-ixio, deLLiaba, no ..n-
m>rcU) do orlo, o Sr. Rodrigues de reitas em
artigos asignados, e as respectivas redaegoes
em artigos n 10 assignados tambera por su.i par-
te desfibravaui o coutrato- e.o,profidimeto do
governo.
Mis esies estavam em franco terreno de op-
posig o^
1 ra breve a couflagrago se raraifestava era
toda a linha. Era Lisbo > s Nooidades (orgao
do r. Navarro, ministro das obras publica) eo
Cor reta da No'de (orgo do r. Luciano, pres-
deme do eou-ellio) sabiram estacada d lau-
ca era riste coino lia quarenU auaios se dizia lias
polmicas dos peridicos e procurarara atac.111-
do, attenuar os golpes certeiros dos severos
anstarebos de casa e dos seus wixladeiros ad-
versarios policos.
Tem sido um tal esgrimir de argumentos,
que se urna pessoa foss a ler tudo e a tomar
nota de quauto de parte a parte se tem escripto.
nao Ihe chegaria o lera >o ne 11 para dormir l-
Em reanlo os, mais ira .orlantes exhortadores
de vinhos do Douro, 01 sol disants, agitav.nn-se
no Porto; celebravam-se asse.ublas sobre as-
se nblas, l'erviam M leleg aranas para os peri-
dicos de Lisboa; os do Porto arae,ic*vara feciiar
os armizens e deixar u is poucos de luilbeiros
de operarios sem trabalho a tumultuar pelas
raas da cidade invic.a.
Mudos negociantes inglezes establecidos no
Porto ostavara frente do raovimeulo de. protes-
t; bou ve discursos veieraen issimos, redi-'iu-
se urna represeutagao para ser trazida ao gover-
no por uina coinaiissio de vigilancia, elcita logo
no principio da agitaro sendo-lhe aggregailos
mais alguns dos recU-naules.
Approvou-se tamben ouu 1 represeotag o pi-
ra ser apresentada pela cora nisso ao chefe do
Estado, no mesmo sentido da prhneira, moditi-
cada so na forma.
Chegou o dia era que a coraraissao havia de
partir no rpido para Lisboa. Os operarios d is
tanoarias e armazens de Villa Nova de Gaya, e 11
numero supe ior a tres mil quedara ou tioluim
recelado orden* do vira Campanil i pedir-se dos patres e viciorial-os.
O novo.goveraador civil do Porto, que o-r.
Correia de Barros, poz a Villa .Nova de Gaya,
a gare da Campanha, a testa da ponte sobre o
Douro. e a propria cidade do Porto en estado
de sitio; na bastaran os polica*i.civis, os sol-
dados da guarda municipal a p e a cavallo,
mis toda a tropa de linha, que nao entraya de
guarntco, saluu dos qnarteis e tomn posigoe,
decidida a dar p >r* baixd primeir roz.
Dos bilheles de gare na estaco de Campanha
foi prohibida a venda.
Entreva s quera tnha bilhete para o coin-
boio. Muita gente os toraou jiara a estagSo das
Devezas. '
Houve vivas, acclamacoes na estaco, apezar
de todas, as precaugas.
Felizmente. Do houve conflicto era se. passou
a vias de facto. .
Chegada a commissao a Lisboa,, foi admittida
presraca dos Srs Jos Luciano e Emygdio Na-
varro.
E' preciso advertir que o governo que titi'ia
mandudo dizer commissao, pelo telegrapho,
Jue.se qeizasso viesse a Lisboa ex;rr as razOes
e aggravo em que se fuudava para, reclamar a
annullagio do contracto com a Companhia Vin
cola do Norte. Q ie este contracto so poderla
j agora, ser annallado e revogado pidas corte ;
mas que viesseui exjiOr os fondamentc-s dos seus
queixumes.
Vteram. Nao ctaegaram a um accordo, ai) que
parece, porqianlo as iustraecoes que traziam
o Ibes per.nrttiam accordos.
Ninguem seuo os do.is ministras,- o do reun
(presidente do conselho) e o das obras publicas
assistiu entrevista da commissao, e cora nido,
note, ps dois jornaes, orgos do prtraeiro [
do segando, mettiain a ridiculo a commissao,
fazendo co aprehender o publico, ancioso de
noticias sobre a conferencia, que os membros
da coramisso portuense, nomes d'enrre os pri-
meiros do eorpo do coramercio do Porto, -e as-
sociagio Commercial daquella prega; nao sabiam
o que queriara, nao conheciam as condigoes do
contracto contra o qual vinhara representar,
contrato este qne eslava publicadin'nm iornal
agrcola A Vinha Portuamza, de que redactor
oSr. Alneida Brillo, deputado danaco, agro-
nomo e secretario do Sr. conselheiro Jos Lucia-
no de Castro.
! Tambem aqnelles dons orgaee ministeriarissi
mos davam a entender que se nao fossem os
compro.nissos tomados oo Porto, os commissio-
n idos annuiriam a tu lo, meaos clausula de se
dar subsidio orapanhia Vincola do Norte I
A oommi-ssao, ao dia seguiste foi recebida |>or
el re no pago da 1 Ajuda. O soberano acolheu-a
cora a sua proverbial benevolencia a prometten
apenas o que um re con -titucional pode pro.net-
ter, isto, que o seu governo tratara de Conci-
llaros interesses docemnerrao coraos da agri-
cultura, -isto depois de.da e entregue a repre-
-eniago que traziam do Porto. Em. seguida a
coramisso regressou iinmediatamentc para o
orto, para dar conta da sua raisso junto do go-
verno e do rei. e receber novo mandato. Meando
mais um dia em Lisboa o sea presidente, que te-
ve nova conferencia com os dous menciouados
ministros.
Parece que na prhneira conferencia o Sr. Na-
varro dissera oommisso que se os eommer-
cianti's exportadores do Port quizessem fazer
deste assumpto urna questo d'ordem publica, o
governo nao retirara nem urna virgulado con-
tracto I O qne, tradnzido em'bom portaguez,
importa urna bravata ioooportima. du que a im-
prensa da opposigo muito se oceupau, logo que
o mesmo ministro o fez constar na sua folnat
Tambera se disse que, em telegrammas de corf
respondentesrainistenaes,se Hzera'saber prat
ga do Port que, se os negociantes ingleses per*
sisiissem em promover agitages e tumultos com
os seus operarios e dependentes, esses negocian
tes que sao em graude numera erepresentairi
as mais poderosas casas exportadoras de vinhos
daquella cidadei seriara expulsos do paiz.
As folhas rainisteriacs negaram redondamen-
te que o ministro dos estran reros, o Sr. Barros
Gomes, houvesse feito sentir essa ameaga ao mi-
nistro in.-Iez nesta corte. Mas que a bravata
productos, como obsrrrava un dos primeiros
artigos d'estalo do Dia, do Sr. Antonio En
A praga de Lisboa tambera vai secundando
protestos do ^orto. Nos outros pontos producto-
res do paiz as opinioes dividem-se, e tudo era
virtude da leviandade e da falta das for.nalida-
iles indispensaveis 00 rgimen liberal. Abrisse
o governo ura concurso publico, e ninguem
tena de qne se qaeixar. O contracto fez-
se_team uns snieitos que-sealounuito respeita-
vris^as atraz da porte, pordade, e os que
hem*H de fora gritara.
r&imu) toitos.. os prntestaBlBS razo? E as
jMBBBBias exportadas e rejeitadas I!.....
Esteve ameagado de crse ministerio por
**ft dssconsiderago feita, -segundo se diz, ao
ooraministro da*suerra, o eneral Jos oaquim
de Castro. A ita.- crodUa, isiMas da opposigo,
JXjM I r. Ju4*0,amuiii;iriiu*od*: uina reorgani-
!z?*^iS HVuOdMMItaiMWa ordem para serera trausferi-
Mlos certos cornos dos seus antigos quartis para
outros. e o Sr. vtarianno de Carvalho, ministro
da fazenda, cedendo a supplicasde certos trun-
tos locaes, telegraphou, sem consultar o seu col-
lega, para que sustassem na marcha do regimen-
tol 0 Sr. Ca-tro apresentou.logo.a sua exooe-
rago em conselho de ministros Ma-, as folhas
do governo negaram aos pea juntos o incidente
e o t. geieral astro leve a excessiva lionho-
nia de ceder as rogativas c instancias" do Sr. Jo-
s Luciano e dos outros seus collegas, aorando
i-tiear, porque a saluda delle agora, arralara
comsigo a sttuago.
OTrimaal da Relago carregou a penall-
dade em que frtra co 'demnado eui pri ueira in-
stancia o reo Manbel Joaipii h Piulo, que ha perto
de um anno aggredio cora urna tremenda moca-
da no crneo o Sr. conselheiro ;iiilieipa Ghagqs.
nao admittindo as circumstancias att-nuantes
que o juiz Tavares, da 1 instancia) havia atten-
(iido na sontenga era- que lavrou.
Eis o accordao da Relago:
Por estes fundamentos, confirmando, na par-
te: recorrida a sentenga de i instancia, eniquan-
to julgou procedente e prorada a aecusajo do
R., autor do enrae mas na forma declarada pelo
,.iry, resolvem altrala, quauto pena,jara
condemuarcm o R., como efectivamente, con-
de.iinam o mesmo R., que julgara incurso as
penas d is arts. 36) n 4-64 nico e 68o co-
li^o penal, na priso correccional por dousan-
11 is, le aud >---e-lbe era c.raia o terapo de priso
preventiva que noufer sjllrido era observancia
do art. 4 da lei de l ne lu-iho de 1834 e na imil-
la por tre annos a 300 nis por dia. uas castas
e sellos dos "autos.
isbia, 19 de Dezcrabro de 1888.
Bicar, Led Carcalho, Mattoso, Queirox, Pereira,
S>'ires.
v Companhia das Aguas de Lisboa realisou
j nae uissiod28,00 1 obrigagesdeiarodeA 1/2
.1 r c nto do valor nominarde 90000 cada urna,
a 11 ir i a veis por sorteio.no prazo mximo de 85
aaujs.
O lim/desta emisso habilitar se a compu-
nhia ao cu.uprimento do contracto que; em 20
de Outubro pas-alo, celebrou com o governo,
pet qual licou obrigadoa construir varas obras
importantes; estender a sua ianalisa da d'agua; satisfazer dill-rentes encargos e rae-
boramentos do servigo.
Negociou a oiieraigo, garantindo o empresli-
> ssapsbta,>a Sr.na Henry Burnay fc C.
Nao por uiuquanto, couhecido-o resuli lo.
V 1 'wuraisBw scutiva'da.-Ca:nara Munici-
pal de Lrstioa ajiprovou o projecto apreseutado
pelo r. llaro de Jessler e,sucios, para a linha
i'uaicularila avenida da Lilierdade at praga do
fldrquez de Pombal, ficando ainda dependente
de ap|)rovago o resto da linha at ao parque, a
que tora de ser subordinada a referida linha.
OSr. Julio de Andrade, ura dos benemritos
dir-'clores da Associacao proltora dase f instituio, do seu balso, nm. premio de OOOO
fortes, para a mi qae inoslrar dar melhor edu-
cagao a seus lilhos e a quem a associacao dis-
pensa a sua proteego.
-or iniciativa dj mesmo cavlheiro e a espen-
3.18 suas, realisar-s>!-ha. u'uma espagosa sala de
Lisboa, a festa da arvore do Natal dedicada s
criangas pobresinlias que aonelia assoeiago pro-
tege e alimenta, e que tero assira easejo de ai-
cancar os suspirados brinquedos proprios de sua
idade.
E' esperado, brevementet "rindo do Brasil,
o opulento banqueiro, Sr. Visconde de Figuei-
redo. 1
Depois de se demorar alguns dias n'esta ci-
dade segu para Inglaterra, onde vai tratar de
uegocio de grande vulto.
Reuni no Porto a commissao organisada,
ha tempos, para tratar da erecgo de un monu-
mento a memoria do Ilustre cooperador as des-
cobertas dos portuguezes, o infante D. Hen-
rique.
A comraisso.tem conseguido angariar aqoan-
tia de 8t*7l [orles, que est depositada em
um estabeleciraeuto baucario; e del ib -rou en-
vidar todos, os. meios paro ampliar ess.e fundo,
sendo prospostos para tso diversas alritres, que
vio ser discutidos.
Um d'esses alvitres consiste na reaiizacao de
urna grande kermesse, no jardim da Cordoara
era Margo do prximo anno, sendo convidadas
para tomar parte n'essa festa Sua Magestade a
Raiuh-i e Sua Magestade a Princeza D. Ameba.
A kermesse dever ser revestida de toda a im-
portancia para que os eeus resultados sejam os
mais proficuos.
,lOntro alvitre coasiste em nomear urna com-
raisso qii -. dirigrado-se cmara municipal e
Assoeiago Commercial do 1 orto, pega o con-
curso d aquellas duas corporacoes para se levar
a cabo o pagamento da divida de honra qne a ci-
dade do Porto tem a enmprir.
Outro alvitre anda consiste em dirigir-se %
commissao maior pacte das sociedades de gen-
graphia e socidades scientiticas do estran^ iro,
peuindo a sua cosperago.
A com nisso em,ieaha-se em eoroar de um
modo- brilhantissiiiio a sua obra, celebrando rom
a d.-vida pompa, em Ma-vo de 1894, 10 quinto
centenario donascimeoto do ilustreClhoxle D.
Joo I.
circulou as folhas do norte que nao tem duvi- -cobre, 28.
da alguma.
Agora choveiu telegrammas de adhesao, de di4
versas localidades, applaudindo o governo pelo
favores dispensados a Cora|nhia Vincola do
Norte.
Com estas mantfcstagOes conta o governo con:
trabalangar o mi effeito produzido pela parcia-
lidade e favoritismo cora que proceaeu era todo
este negocio, vgora faz constar que dar sub-
sidio s conipanhias vincolas que se aprsenla
rera a contractar as condigoes da do Norte.
Mas os cofres do Estado pudenfcacaso com tan-
tos subsidios para garantir a *jmta fama dos
nossos vinhos? Nao viro araanh 03 fabricahs
d'ovos moles de Aveiro, os dceiros de Setu-
bal reclamar garanta de juro tambem para as
emprezas que rormarera ou tiverem formado.
Sabio na tollia offici-J de 24 o decreio..4e
concesso Companhia de 1 ocambiaue das Minas
do Estado sitas na baca' hvdrograprrica dn'Wos
Buzio-e Arvaaua, na provincia de Mogairdaique,
por Ufruadaradoa concesso faite, Companhia
IdeOohir.
."Cohliaa gravemente enfermo na sua quin-
ta de Cabanas, prximo de Braga, o Sr. aree-
bispo resignatario, D. Joo Chrysoetomo de Amo-
rim Pessoa
>. Exc. recebeu ha.diasi a seu pedido, o Sa-
grado Viatico e a extrema-Uncgfk).
O arcebispo, ordenou que fosse depositado na
thesourariado Buncoido MinhO' um baba con-
t udo bstanle dinheiro e objectos de grande
valor.
- Em tempo lhes.'3!sse que ti abamos inau-
gurado m Berlinvurna exposido permanente de
vinhos portuguezes.
Um telegragranuu%d'aquelta cidade commu-
nica-nos que o almiranteallemio deliberou for-
necor os navios da esqoadra com vinhos portn-
gnezes.
Como se v os resultados da exposigo foram
excellentes.
No dia 17'(Teste mitertninaram os trabalho
dos jurys.
Forara conferidos, ..o todo, aos expositores 11
premios de houra, 42 uiedalhas de ouro. 81 de
p.*ata e 126 de cobre.
A distribuico foi a seguinte :
f'Fi*.* do Doiiro .preuiosde honra,*; muda-
ibas de honra, 18; medalhas de prata, 10; me.
dalhas de cobre, 15.
Vinhos o>: Trazos-Monte: medalhas de ouro
1; de prata, 1; de cobre, 10.
Vinhos do Minko : medalhas de ouro, 5; de
prata, 26 ; de cobre, 10.
Vinhos da Beiru Baixa premio de honra, I:
medalhas de ouro, 6 medarhas de prata, 21; de
Vinhos do Sul. premios de honra, 4; meda-
lhas de ouro, 10 medalhas deprata, tt; de
cobre, 33.
Vitiho d Madeira : 1 medalha de ouro.
Os premios de honra forara conferidos: Ltga
do Douro; a Burmestre ; a Rachadeo; ao Vis-
conde de Villar d'Alln ; ao Visconde de Villa-
rinho de S. Romo; do Dr. Sebastio Guerra;
commissao enrral do Porto; a Rasteiro; Vis-
condu Ribeira Brava; a 1 rancisco da Cosa e
ilva; e a Pato Moniz.
No Diario A toeerno de 21 vem publicados
os estatutos da-Compauhia Nacional de Construc-
g6es, fundada cora o capital de 300:0004000
(fortes) divididos em series nunca superiores a
^Kue sao soeios- fundadores os Srs. Jvrony.
mo Jos de Areu. Vietorino Vax Jnior, Lirg
;

-

; ,

V
J


Diario de PernambucoSabbjtdo 5 m
3
l
Maver & Flhos, Antonio Joaquim de Oliveira,
tensan A C, Joo Henrique Ulrich, David Xavier
Cohn, Joo Torlades O'Neill, Esteram Jos
Uro -eph "Willian Henry Bleck, Jos
Mara Machado, Antonio Jos Gomes Ketto Ju-"
nioi-.
0 governo portuguez recebeu o seguinte
telegramma ha tres das sobre a guerra da Zam-
bea':
Laurenco Marqws, 20 de Dezembro.
Transmiti o seguinte telegramma:
Quelimane, 14 de Dezembro.
O governo geral manda communiear a S
Exc. o ministro da maruna ter terminado cora
brilhante exilo a guerra contra os bongas.
As nossas lorcas touiaraui a ahoga de Caan-
gano em *9 de Novembro, tremulando j all a
tan de ira portugueza. O inimigo soffreu umitas
baixas entre mortos^e feridos^ felicito S. Exc.
O ministro da marinba eopaii.Aroera^over-
nador de Quelimane.
(a) O governador de Lm'eneo Marques.
0 Din, Fplha progressista dissidentei aecres-
cenn:
arece-nos muito 9speito este telegramma
Acreditamos-qae as tercas do governo obtiveram
algii'iia victona, mais ouwnos imprtente, mas
ficamos por aqui. A tomada da amiga de Mas-
sangano s por si, pouco significa, porque nao-
significa a prisSo or> morte dos prenles do an-
tigo boaga, chefes da revoha, nem seqoer a dis-
persno a escsrraentacAo da sua gente. Aringas
improvisara-se de un dia para o outro. E em-
quauto ao anuunciado termo da campanha, poda
nao passar de urna necessidade imposta pela es-
tayao e pelas iuundagoes do Zambere.
Queira Deus que nos engallemos: mas sup-
puios que a campanha est simplesmeots aaania
para primavera prxima. E' costume anttgo do
fovcrnador de Mozambique cantar victoria antes
e tempojlpririci pal mente quamio se dalla na sua
demissndjsj
Como as ultimas noticias odenos do como
certa a derrota dos Bongas, estimaremos que a
esse efTeito se siga a paciUcacao geral da Zam-
bezia que to necessaria especialmente qnando
o ministro da marinba ordenou os estados do
caminlio de ferro da Zambezia, que nao se po-
derao (aazer emquanjo a guerra e as revoltas se
succedeirm n'aqneHs parte de Mncamhiquv.
O regulo Mossulo prestou, no dia 10, preito
vassallagem ao rei de Portugal, tendo para esse
fim enriado utea embaixada ao residente portu-
gus no Amorte;
A submissao d'este regulo aasegura completa-
mente 30 volumes. Parece-noB nio lograremos
o prazer de examinar a colleceao minera-
lgica, qne nos dizem ser copiosa e inte-
ressante, e alguna artefactos mineiroa de
merecimento, que apenas examinados pela
commissao central, parece que segnirao
para Pars.
S. Paulo, que antecipou-se as remes-
sas, contina a gozar dos favores do pu-
blico, que encontrou na exposico mais
pro vas de seu adiantament-i As impor-
tantes fundicSes que possue estao repre-
sentadas pea mais eonsideravei a de fer-
ro de Ypaoema, que organisou scientifica-
monte as soas amostras. Aloi de blocos
considerareis de minerio, a fundico man-
dou barras,' linguados, varees, e outras
pecas que dfio boa idea de seus productos.
Seis caixinhas elegantes, com indicacBo
Brasil, provincia de S. Paulo, fabrica
de ferro de Vpanema apresentam amos-
tras de materiaes extrahidos dentro dos li-
mites do estabeleoimento, cuja superficie
* de 6.651 nctares. Sao 15 as amostras
e consisten} em ferro oxidade, rocha Beli-
cosa, con tendo ferro, manganez empre-
gado como fundente; calcreo, empregado
como fundente no fabrico da cal, schisto
argiloso, ferro cru, cinzento e bronze; es-
corias de alto forno ; ferro maleavel cal-
deado, fibroso e granuloso; ac cimenta-
do, bruto e forjado; gres refractarios era-
pregado no revestimento interior dos tor-
nos ; gres refractario, depois de ter sof-|nAo com os estrangeiros. FatamThes m
frido a alta temperatura do alto forno; ar-
gila refractaria e quatro amostras de gres
quartzoso e argiloso empregado
inesnio sena entre nos elementos comple-
tos para estas confecedes, mas os artigos
expostos comprehendem qaasi todos os
objectos necassaries ao viajante, e nao
peccam pela rudez nem pelo desagradavel
das formas, antes brilham pelo lado con-
trario. Esta exhibicao da boa. idea dos-I
costumes confortaveis que se vio introdu-
zindo em nossa populacio, grecas aos ca
minhos de ferro e paquetes transatlnticos.
Urna colleccio de couros envoimi sanos
apresentada em una mostrador ao centro
da sala, dii a melhor idea dos progreasos
rio-grandeuse*. Sao da fabrica de Cardoso
& Siebuger, de Pelotas, que em 1885 sub-
stituto cortme-de Albino Cardoso, que
data va de 1871. A exposicio comprehen-
de os couros de vacca envernisados, vul-
garmente conhecidos como couros da Rua-
ste, sola e becerro envermsados, sola tm-
gida de preto para arreios de carros, sola
de cor para redeas e loros, sola em brau-
co, couros de cavallo tingidos de preto,
couros de vacca em branco, couros de be-
zerro tingidos e engraxados, correias de
sola para machinas, etc. Os precos sao
baixos e merecem a attengio dos consumi-
dores, e os productos sao os communs e
da venda usual.
A fabrica prepaln os vernizes e garante
a duraco de bttho. Os fabricantes tive-
ram a modestia de confessar que os seus
productos ooncorrem com os nacionaes e
regiao.
E' bastante hsongeira para nos a seguinte
aprmucao da imprensa allcm, constante d'esta
nformaeio da >gencia Hacas:
A (iizetn a Allemanlu do Norte, ex pondo
em traeos genes a organisacao das tropas por-
tuguezas, pelo eru conhecimeoto dos negocios
baseado na experioacia de 300 anoos em terri-
torios coloniaes, que em comparacAo da raetro-
pole tem graniHssima extensao, conseguiram
ronsglidar uiu constante e seguro dominio ; po-
deni ufanarse de seu bom xito as possesses
afric;inas co'uo uenhuma'outra uacao, excep-
tuando-se a colonia iugleza do Cabo; a Alie
manila podera pois tmr proveito das experien-
cias das instituicoes portuguezas para os seus
esforgos coloniaes e para o iratamento das colo-
nias allemas.
E arto que em 300 anuos conseguimos ton-
solii.'.r um constante e seguro dominio africano.
ceito que a llemanha. e nao s a Allemanha.
podura apruveitar-se das experiencias portu-
guezas para o rgimen das suas colonias ; mas
tamt ra certo que oem todos os paizes da Eu-
tropa com interesses na frica te^m reconhecido
essas verdades, que a Uazeta da Allemanha do
Norte to leulinentc confessa.
E por isso que a i npreusa portugueza regis-
tou a conQsso cora verdadeiro prazer.
Esta publicado o Boletutt do *ere$o geral de
instrwfdo publica da cmara municipal de Lisboa,
relativo aos mezes de Janeiro, Fevereiro e Marco
do anuo corrente.
E' una publicaco de bastante importancia,
porque resume em quadros estatisticos o movi-
mento das escelas e bililiotheoas a cargo do mu-
nicipio de Lisboa, nos mezes a que se refere, e
inser; todas as deliberafcs tomadas iela com-
niis-V) executira e pelo mrador dp pelouro da
instrueco, relativumeae ao servicp escotar em
igual leriodj.
Comparado o luovimcuto escolar dos mezes de
Janero. Fevereiro e Marco d'este anno cora
igua>-me/es do anuo anterior nao ha differen-
cas seo~iveis a registrar, nam no pessoal docente
e administrativo das escalas, nem oa frequncia
dos aluinoos.
A amara sustenta : escolas centraes, sendo
4 .']' !.' bairro. 4 no 2.*. 7 no 3. e 7 no 4. ; 35
eso na- uochiaes, sendft 13 00 1.* bairro, z no
8., Ift.no 3." e 7 no 4..: e 3 acolas eipeci'itt, i
no 1. e no 'i." bairro.
Esta 60 escolas muniripees sao frecuentad as
por 7:616 alumnos, sendo 3.194 do sexo reuii-
mino e l,4itto sexo masenlino.
0 iioletim aiuda fornece outros dados iateres-
santost
N'eH* se calcula a populacSo geral de Lisboa
na cifra inferior de 248,197 e a pipulaco es-
colar presHotivel em 24,228. Ora existindo nos
mez.s de Janeiro a Margo as escolas munici-
paes 7.6M matriculas, segue-se que mais de dous
lercos dos alomnjs em idade escolar nao fre-
quentam a escola, e que o ensino olirigatorio, ha,
tantos anuos recommendado e legislado, ainda
nao passa, entre n<, de urna formosa theona.
' Parte brevemente para 08 Estados Unidos
o r. Wionnix Rosa nosso mmistro n'aqwdla re-
pabica. receniements uomuIo.
Parti a 22 para Macao o novo overoador
d'aquella t 1 ide. o Sr. contra-almirante Fran-
cisco Teixeira da Silva, que para all fra trans-
ferido de governador da Gtnn.
Falleceu a 21 depois do uma prolongada
enk'ruiidade, a Sra. eondess da Lapa, orna das
fenhoras mais distinctas e mais respeitaveis da
aristocracia portugueza.
A i'.luslie Tinada, q.ie contava setenta e tantos
anno?, era lillia dos marqueses de Brba e irm
da actual Sra. i ondessa de Pombeiro.
Deixa seis lilhe>, qoe sao as Sras. Gondessa do
Sobral, Viscoilessa de Athouguia, D. "Eugenia
(1 .'. .n.-ida e Vasconcellos, e os Srs. Manoel de
AlHK'iJa e Vasconcellos. Fernando de Almeida e
Vasconcellos e Conde de Feeuandes.
Era uma snhora cheia (fe, virtudes e-que du-'
rante .oda a vida se'consagrou com todo o alelo
de u.ii eoraco extremosissimo ao amor do seu
espo;). dos seus filhos. nelas e bisnetos, que es
tremecia cora rorvoroso dsrelo c enrinho.
Est abena lia das as salas da redaeco
do Commercio de Portugal a expwic&o do Grupo
de Lek>.
NoJ abunda muito em qaadros e,obras de es-
cu'p'.iira, mas dizem os qoe j a tecra visitado
aecusar d'esta vez manifest proresso por parte
dos talentosos artistas que constitueui aquelle
.grupo. %
Sao candidatos & futura empreza do theatro
d< S. Carlos: l. os Srs condes de Burnay e
Dauplas ; 2., uma sock-dade de dous abastados
capit istas. cujos nomes igaora: 3." os Srs.
i tas Brit'j e Campos Valdez, isto o em[irc
zario que procedeu o Sr. Valdez e o actual era-
prezari
Foi ante-hontem a 3. recita da Van-Zandt,
que nao lia duvida alguma em se qualilicar ver-
JUdeira celebridale. Estreiou-se uma Migmn
>ise Thoraaa : enlrou em seguida na Di-
.nornh. de M yerheur : na sua 3." apparico can-
tn o frm IHitrnln du Aubr.
App^'Udilissinia.
Nao termiuo esta sem Ibes manifestar, bem
como a todos os nossos leitores. os votos sinceros
que fa- o por uj< prosperidades ao entrarem no
vo.
ftrfho estylo: mas que Ihe querem, criei-me
com
ti.
INTERIOR
na con-
strucilo c para rebolos. Com estas indi-
cares sobre os recursos materiaes da fa-
brica, poderlo os entendidos avaliftr as
SUaS torea.-.
Ainda de S. Paulo, vieram urna bella
colleceao de inadeiras em pranchas delica-
das, amostras de phosphoros nacionaes e
elegantes espelhos gravados. Os pbospho-
roB de segu-anca da fabrica Jorge Eisen-
bach, na capital, rivalisam com os do nor-
te da Europa e j estao admittidos como
artigo de commercio na zona da corte. O
fabricante teve o bom sonso de offerecel-os
venda pelo preco de 120 rs. o maco, e
as classes pobres dao-lhes preferencia no
consumo. Quando se usaram os phospho-
ros de enxofre, conseguiram viver algumas
fabricas uo municipio neutro, e possivel
que agora a fabrica paulistana posso des-
envolver-se.
Os espelhos enviados pelo Sr. Henrique
Sastre, sao dignos de attencao pela delica-
deza da gmvura e mrito do desenlio calli-
graphico. Gravados com ponta de agulha,
um apresenta as armas brasileiras em fan-
tasiosos lineamentos, e os dous autros as
iniciaos de Domes proprios, abertos com
tao complicados lnvores, qne antes pare-
cen! um bordado de labyrintho. Os caixi-
Ihos sao de madeira e de bastante gosto,
formando o todo um objecto artstico.
Na galera photographica do primeiro
pavinw!nto acham-se expostos oito grandes
quadros enviados a Pars, pela Companhia
Paulista do eaminho de ferro e navegacao.
A maior parte dos quadros conten vistas
photographicas de paysagem do rio Mogy-
guass, das, povoaedes e pastos, e das em-
barcacSes qne fazem o sen trafego ; vem-
se diversas estacoes, officinas, uma ponte
de trilhos, as locomotivas, etc. Em um
dos quadros, estao de um lado specimens
dos diversos trilhos asados pela empreza,
desde os antigos de ferro at os de ac
ltimos, e de ontro lado os do diversos
dormentos successivamente empregados.
E' uma b8a colleceao que dar excel-
lente idea.do servico da empreza e do tra-
Cado percerrido pelas suas vas de cora-
municacSo.
Na mesma galera, a estrada de ferro
D. Pedro II exhibe 27 bellas photogra-
pliias do cottbeeido artista Ouimarias, era
que ntidamente estao representadas as
suas principaes estacSes.
Esta colleceao est mais completa do
que as anteriores exhibidas.
Nota-se um bello quadro encimado pelo
retrato do Sr. Visconde de Mau, o enr-
gico industrial que realizou o pensamento
de Fomm e Cocnrane4e tendo najarte
inferior a vista da primeira locomotiva
construida no Brasil. Os trabalhos photo-
graphcos dn exposiclo do a melhor idea
dos processos usados e do cuidado com
que festa a tiragem das provas.
Esto conceit*) perfectamente applica-
vel aos 114 retratos de enancas que um
hbil especialista, o Sr. Antonio Elias da
Silva, exhibi em um quadro. E' um pou-
co difficil tirar a limpo as irrequietas figu-
ras da gente infantil, c apezar do seu pro-
cesso de gelatina bromuretada, o hbil
photographo d-ve ter corrido duros tran-
ses para nos dar aquellas cabecas doude-
jantes que irao sorrir aos amaveis pari-
sienses. Na ordem dos gumina da exposi-
co universal, o Sr. Elias conseguir que
faca alegre fignra a legiao de nhnhs flu-
minenses Essa galera tem uma compri-
da eseada, por onde se vai, como dizia
Dante, ao alto pavimento da industria. A
sala principal do 2' andar tem o nomc do
industrial Mello e Souza, e foi destinada
as adustrias de couros.
Logo attrahem a vista os productos de
ama fabrica nascente de malas, a dos
Srs. Mesnard & J. Develly, que o dis-
tinguen! pela perfoicao e bem acabado dos
trabalhos. A collecao destes habis fabri-
cantes cncerra malas de todos os taa-
nnos e precos, at attingir a bella mala
americana de viagem offierecida paca de-
pois da exhibicao em Paris, ao Sr. Vis-
conde de Cavalcante, como testemunho
da gratidao dos industriaes fluminenses.
Examinando-se o feitio e materiaes das
diversas pecas desta mala, reconhece-se
que os fabricantes pouco deixariain a de-
sejar aos fas>>ion A importante fabrica de Manoel Joa-
quim Marinho nao s foz exhibicao de
excellentes malas, como deu provas de
seu cavalheirismo e genorisade. Alm de
malas destinadas a presentear soberanos
c o presidente da Repblica Franceza, ha
duas, cujo producto reverter em favor do
Lyceo de Artes e Oficios, e uma offereci-
da ao Sr- conselheiro Ferreira Vianna,
para reverter em favor do aeylo de ineni-
B|M*i<-o Urastlelra. Preparslorl
vn
ir nal do Commercio da corte)
i exposico deve fechar-s ao dia 31
te, segundo nos aeseveram, para nos# uma excellente applicacSo dme-
nte industrial.
A colleceao da fabrica do Sr. Jos do
Seixas Magalhile mereceu geraes elogios,
e paieceu-nos a mais completa dos varia-
ira do Ilustre professor Gorcex,: os artigos da especalidade. Nao sabe-
te da commissao local, perto de m0s se os materiaes sao nacionaes, ou
lugar aos preparativos de aua rtmessa
a .raras,
o, pouco tempo restar aos canosos
que desejarom nleirar-se do estado de
^^Rkh industrias. De Minas chegarara,
chinas, cuja acquisco depende do aug-
mento de consumo, e tem contra si os de-
fetos do courd de gado criado ao ar livre,
sujeito intemperie e s marcas de fogo
que estragara o melhor cotiro. Estes cou-
ros foram inuo apreciados na exposico.
Ao lado estao os fortes e bem curtidos
couros da fabrica a vapor de Antonio R-
biro Guimares A C, do Ro-Grande,
j premiada as exposicoes nacionaes e
na dos Estados-Unidos. E' um estabele-
oimento que dispSo de grande numero de
operarios e vende annualmente ao com-
mercio valores consideraveis.
A' entrada da sala estao os couros e a
photographia da fabrica de Sant'Anna,
Nitherohy, pertencente aos Srs. E. de
Saint Dnis & C Este hbil industrial
aprosentou em duas ordena da frascos as
cascas que servem para curtir, ainda' em
estado natural ou j moidas e promptas
para a app cacao.
Entre estes adstringentes, vemos figu-
rar a quina, arac, canella, goiabeira, etc.
Ignoramos se as cascas sao regularmen
te colhidas ou devidas s derruoadas, o
que quest&o importante em nossa sylvi-
cnltnra e as garqntias do progresso dessa
industria.
Ainda nesta sala estao as bellas formas
para calcado e outros apetrechos para offi-
cinas das fabricas dos Srs. I. Bittencourt
e Antonio Silveira da Roza. O que temos
visto em idntico trabalho de origem-es-
trangeira, nao excede em polidez, elegan-
cia e perfeico os especimens expostos.
E' uma especalidade j habilitada a for-
necer completamente o consumo nacional.
Como a industria de calcado uma das
mais adiantadas e vinculadas no paiz, pa-
rece-nos que esta especalidade peder es-
perar rpido desenvorvrmento.
No, mestno pavimento, est em segui-
raento a sala Ma-cineiro Dia Netto, que
6 commemoracSo de um grande artista de
marcenara e talha, do qual a maioria dos
productos corre agora as trras da Euro-
pa. Uma das principaes exhibieres desta
exposico sem duvida a que encerra uma
modesta vitrina desse recinto. Consiste
em urna espingarda noya e per eicoada de
retrocarga e uma netralhadora porttil,
apresentadas por um hbil profissional bra-
zileiro, o Sr Malaquias Firiuino Garca.
Parece-nos que o exercito armado com a
espingarda Garcia, ter superioridade so-
bre o que fizer uso da Corablain; mais
maneira, mais resistente aos choques do
reco, tem menos oito pecas do que a
outra, mais rapidez de tiros por minuto, e
alcanca, 1,500 metros, o que nao exacta-
mente a forca da Comblain. Quanto me-
tralhadora porttil, tem sobre o revolver e
pistolas communs a vantagem da retirada
automtica das capsulas descarregadas e
sua instantnea sabstituico, o que dupli-
ca a rapidez dos tiros, qun sao de balas
de forte calibre. A cavallaria muito pode
utilisar com o progresso effectuado por
esta arma.
Ao lado desta vitrina est o tropho de
armas e a colleceao ainda incompleta do
arsenal de guerra. Ahi vemos modelos de
uma serra sem forma de uma machina ver-
tical e caldeira em miniatura, um nivel
oom lanceta, diversas Janeas de antigo
modelo, de modelos em est'.do e de mo-
delo, F. Sadock 2 espingardas para jogo
de esgrima, uma pistola de repet cao, dous
jogos de accessorios de davina Winches-
ter, etc. Consta-nos que serfto exhibidos
specimens dos uniformes do exercito.
Sentimos que a colleceao do corpo de
bombeiros nao seja mais completa. O bom
nome adquirido ha muito por esta cora-
josa corporago requera urna exhibicto
completa le seus meios de aeco, ou em
modelos de apparelhos o pertrechos, ou
ao menos em photographias. Os uniformes,
capacetes, cordas, cintas de estacoes, etc.
sao cVernaucs de uma nao qual falta
vida e'-njpvimoiUo, o complexo o a engre-
nagem rio mecanismo de uma arte, e arte
das mais uteis e difficeis. Na exposico
continental, a phalange de intrpidos bom
beiros fluminenses teve outo as honras de
sua especalidade. Essa- phalange nao de-
cahiria ein Pariz, salvo a disparidade de
condi3e8 urbanas..?
A cadeira mecnica do peroba, que al-
c-se sobre o estrado da sala, urna pro-
va da paciencia, do gosto artstico e dos
recursos de imaginaco do Sr. Lourenco
Gomes Ferreira. Os tres anuos que o cu-
rioso constructor empr*gou nesse labor
do idea de uma ndole de benedictino de
S. Minro ou de Iluminador* russo de inu
gens bysimtinas. E' cadeira de braco,
mesa, tonda de campanha, leito por-
ttil, eserivanilina, chaisc-longue, ura infi-
nito de modicaedes e serventas, que 'en-
cerram-se em um metro de altura, e inda
menos de dimetro. Realmente uma ca-
deira de Aladino e desconfia-se que
sua conlecco entrasse a magia daquelle
bom pope do Conde Trastia, immortalisa-|
do pela imaginaco de Cherbuliez.
Compra-nos, agora, terminar o estudo da
parte industrial da exposico.
L1TTEE1TOBA
Noite de. NataJ
Gloria, ao Seahor as alturas I
flaxiaoftaooseMBeste mundo I
Seoio* o abysmo sem fundo>
Torcel-vas,sasceu Jess I
P. Vre*.)'
Do filho de Maria o natalicio amado
Celebra a chrijlanads, imuersa em festifaes;
Nos templos rompe orcstra m byraa^s di-
,, (vmaes.
as pracasramorejaerpsffo alrrocado:
Alegre, pelo ar sereno e reeamadd,
Estruge a broazea vot das velbas cathedraes..."
No co vagueia a tea em laws do cristaes',
Na trra o mar sohica costa-arcemassado.
E o jubiloso ateta que ostenta a hnmimie.
Os cnticos da tereja em torno-a excelsa cruz,
0 frenezi que pejaras mas da cidade,
Do campaBario awi.omar. a etherea luz
Repeteofcgem cessar': raiou-a liberdsde I
Do mundo o tedemptor nasceu, nasceu Jess !
.*!#* Cdmtomtt de Mello Fi'h o.
Recife, noite de 24 de Deiembro de 1888.
L.
*
REVISTA DIARIA
tiiiArda nacional Por actos da presiden-
cia da provincia de 11 de D-sembr prximo
lindo, foram nomeados :
Capitao d K- companhia do 7ojcorpo de caval-
lana, de Olmda, Fellrtto d > Reg Barros *ssoa;
Capitao di 2' companhia da .' secco de re-
serva, de Cabrob, Cismentiao Bessrra.de Albu*
querque.
t arralaras nnlli uto Per acto
d mesma data foi exonera lo, seq pedido, do
cargo de 3*qHfini interino dwfsco da 88-
creiar JajpsBsidaiicia. o bsnfakroi wtaUJhv
manael 4a4niBssgo.
FacaladetdeDiMrlta-HOis, depois da
prova oral dos exames de geomefris, esmecar
a z c ultima chamada para urova escripia da
mesma dis<--i|iiiiia.
Na prxima segunda-feira, s 11 horas do dia,
comecara a 1* chamada para a prova escripia
dos examus de geograpliia, cuja banca fieou
assim orgasisada :
Presidenle, Dr. 8eabra. ,
Examinadores, Drs. Mai-lius Jnior e Baudei-
ra de Mello
Exportaco e emisrac pava
BraNli--[.'ui carioso foMieto acaba de publicar-
se em Bruxellas, sob o titulo- -Le Brsil. l'expor
toc-onet l'migrocon, escripto,pelo Sr. Henry de
Nimal. adrogado em Chacleroi, extrahido da
Revue Genrate do mez de Dezembro ultimo.
Tratando muito lisongeiramente deste imap-
rio, oceupa-se de suas proaueeyes, iustituicoes.
commaan aos emigra ule eiiropeua. .
Agradecemos a olferta exemplar.
Awaoclnro Comsnercial Agrcola -
Esta ilustre A8soeiac3o diigio hontem o seguin-
te telerrammt *o Exm. 3r. cnseUteiro Fran-
cisca de Assis Rosa e Silva :
MoeiiicSo t.omtnercial Agrcola coemie Janei o de 1889.-Rio de ,aneiro ;
* Esta Associaco sadar ao seu socio bene-
mrito conselheiro Rosa "e silva pela ra aseen-
cao ao poder.} i
Parabens a esteproviucia. -Barao de Naza-
reth, presidente. Antn Artnf Moreira de
Mendotu/x, l" secret^rie.-Miguel Jos Aives, the-
8oureiro. -
Thses 0 nosso comprovinciano, Sr. Dr.
Simplicio Angusto Mvignier, obsequiou-nos com
um exemptar das these9 que apresentoo, em 1 de
Setembro do anno nremo ttndo, Faculdade
de Me licina da Baha, o sustentou para obter o
grao de doutor em medicina.
A dissertacao um estudo dioico da tubercu-
lose luz das mais modernas theorias etiologi-
cas e patoologenicas desta enfermidade.
Agradecidos.
Impntiua farUleiuie-De Pars rece-
Ih isnj^KWli'fcl *
Le MmlSn. Ui de 13 de Dezembro ultime que
all sd pttblca tres >veze por mez, correio da
America do Sub e que esta no seu 8* anno.
Reme Swt-Amrrirainr. ns. 178 e 179. de 9 e
16do mesrao mez, publicaco hebdomadaria, que
conta 7 anuos de ex6Uncia^e trau da poltica,
economa, h"naneas 9 commercio dos paizes lati-
nos da Ameria.
ert-ja 4e Naaln RilaAmanha s 4-
horas da madrugada haver missa rezada, nessa
igreja, mandada celebrar pelo conselho admis-
trativo da Confraria de .Santa Rita de Cassia, em
louvor ao dia do Santos Reis Magos.
AimanacU do OeeManie-Os proprie-
tarios da luja do (iysne a na da Imperalriz n.
69, ol>8eqniaram-nos hontem com a offerta de
um exeinplar do interessante almauack para
1889, illustrado, do (hdente, folba que se publi-
ca em Lisboa.
Agradecidos.
Insol aa-asremiaa -A' 1 hora da tarde
de hontem, o subdito portugus Jos de Souza
Raposo, ao passar no Largo do Mercado foi ines-
perada, e covardemeute aggredido pelo desor-
deiro de grande nomeada n esta capital, Manoel de
Torres uallindo, o qual, tendo-Ihe, forca ti-
rado de seu poder a quantia de 44, em duas ce-
dulas novas de 2*, fez-lhe um fetimento, por ter
reclamado o seu dinheiro.
Sendo Gallindo, perseguido pelo clamor pu-
blico, tentou evadir-se. entrando em casa de seu
cunbdo Paula Rocha, na travessa do Forte, de
onde felizmente nao logrou evadir-se por ter
sido preso pelo Sr. alfers Antonio Valerio dos
Santos Neves, que oeutrcgou ao Sr. Dr. delega-
do do 1." districto. *
Esta amoridade, tomando c.mhecimento do
facto, lavrou a flagrancia, procedsudo a respeito
nos deinais termos da le.
Gallindo, que desordeiro conhecido em nossa
cidade tem conseguido evadir-se das (Arras da
polica, od talvez pague agora o nono eo velho.
iiaiii itaflos VlMa Nessa igreja rele-
bra-seamauia.afeg:ido,Snhor do Bom-Fim,
constando de Tercias, missa solemne s 1 horas
do lia e Te-Detm is 6 horas da ta-de Ora ao
Krangdkooytevm. I rei augusto da linmacula-
ia Conceico AhfiSeno Te-neum o Revm. com-
mendad ir padre Manoel Moreira da Gama.
A orchestra rt dirigida pelo professor Jos
Tavares de Medeiroe,
Brinde aoRlarlo de Pernamburo
Chamamos a 4tten$ao dos nossos assignantes
para a pncltcagao na seccao competente desta
folha com e titulo magnifico pme.uU.
Trata-se de duas bellas oleugraphias represen-
tando 0 Christn, de Velazquez, e a Vigem da Con-
ceico, di' Murillo.
Em virtude de contracto celebrado com o re-
iireseiiiantedu.Sociedade Artstica Hespanhola, o
qual se acha nosa cidade, os nossos assignantes
podera j ob'er ara deesas bouitos quadros pela
quarta parte de seu valor, dependo para esse fim
cortar ojcoupon que acoinpanha o respectivo aviso
e lvalo ai o dia 21 do corrente mez, liv'raria
de Sr F P Boulitreau i ra do Imperador n. 46.
Celebrasoo nsresse comracto ti vemos em visia
concorror para que tenham um b.inde, por m-
dico prefo, os nossos estimaveis assignantes.
Vapor ingles TreatEste paquete, da
Re Mala, deiyou hontem, as 6 horas da tarde_.
o porto da Baha, pelo que deve chegar aqui
amanha
Tribunal do Jury do Roolfo Adia-
se convocada para o dia 4 de evereiro prximo
a sessao ordinaria d'este tribunal.
0 sorteio dos 48 jurados que team de servir
na mesma sessao nao pode ser feito hontem por
nao ter comparecido o pa?sideote da Cmara
nem pessoa que o substituase, sendo adiado
para o dia 7 uo corrente, ao meio dia.
sen ico militarEstao designados hoje
para sunrio'r do dia o Sr. major Honorio, e
para ronda menor o Sr. tenente Leobaldo de Mo-
raes.
"onccwnou hoate rio quarte*. general o
oodaeiln- de guerra a que- estft sujeito o roldado
oa 14" batalhao de rafantaria.Manoel Joo Fer-
reira do Nascimeato, sob a presidencia do Sr
coronel Joao Evangelista Kry da Fnseca.
-*- Foiin4fBrtdo.o requerinrento- do soldado
do Io batalhao Misael da Foaseca Diniz, pedindo
para prestar seus. servicos no 2*i da mesma
arma.
. S.EXc. o "i. desembargador presidente
a provincia autorisou ao Exm. Sr. general com-
raaiidautedasaiBas.adarbaiKa do servico do
exsrcito ao recruta Pedro fcoiaes. de Lacerda.
evurmo da C ouoeico -Esta devoco,
q fnacciona ra de Pedro Aflnso, procedeu
no da 1 de corrate sua eleiro para o cr-
reme anno, oblea* o resoltada soyuint* :
Juiz. Joao Ezeqaiel de O. Liu Vice-jmzLuu de i- ranea Pereua.
SecretarioEduardo da Silva Guimaraes.
Thesoureiro-^-PHiro Celestino1 da PaixSo (re-
Procurador geralJoo Nepomueean.
Procuradores Francisco Jos de Souza,. Joo
Derhndores Carlos errett Marinho KalcSo,
Antonio Marcolmo, Honorio Ateos Crrete e e^
dra AlexaadruHi.
Embarque A bordo do vapor Mandas, se
euio ante-hontem paca a capital do Rio Grande
doSul onde jniz substituto da 2* vara dowel;
oD: Antonio de Olinda Almeida Cavalcante. que
iicenciauo veto a etta provincia visitar sua fa
mida.
elhoramento do porto do Rio de
Janeiro L-sBB'O Paiz da corte, de 18 de
Dezembro:
Tendo o Sv. conselheiro capitao do porto re-
conhecido a necessidade, a vista de successivos
encalhes de paquetes dentro do porto, de se rec-
iificar as posicoes das botes mdteadoras de pe
dras e bancos, reqmskou da reparticao hydro-
graiihica novas e rigorosas sondagens desses bsi-
xios. para o bom desempenho do citado servico.
O Sr. capitao de fragata Nascimiiio, atten-
dendo prompuimente ao appetlo feito, designouo
intelhgente f tenenteCarlos Barroca para fazer
o levantamento e sondagem das Pedrasdas Fei
ticeiras e banco NO, que diffieultam o transito
maritunuuas piiivuniH-i^yg ,u y^ jaa Emanas
- O 1 tenente Barroca esta dando conta da
na commissao con sdtilcd#iiiiiutancha da ca-
pitana do porto, porfatta-de embarcaces apro-
anadas da reparticao hydrographica.
" Era de muita utilidade para a navegacao
- Chegados da Europa no vapor iagtec T+
temesKrwJion, James Charnor*, Lote da S
ar dtS. bed' ,taw**^re m
-- Sabidos para o sul no raesmo ranar
Fehppe Simoes dos Santos, Joo Dantas ToA
lho. i.r Joao Ivs de Lyra, G. W fiche ^ Zn
senhora. .. I criada, Coi CarraSr'"
a fS Gua* ***"*- in^^: ?
J-0*"**1 "edro nO monaKato doav
^l^F^*? caridad* no da Sdoe
respectiKas
23
13
3
463
enfermartes
commercio em geral, que" se mandasse" pelo
mesmo ou por outro oflicial reciilicar tamben as.
posicoes das Cbs, Chapeo de Sol e outros roche-
dos existentes na nossa extensa bahia, eraquanto
a reparticao hydrographica, nao tiver meios de
levar avante, porsi s, o levantamentogoedesico
da batea do Bio de Janeiro; j (omecado-.
Exponiro Provincial Foi transferida,
para o dia 15 do corrente a abertura da exposi< ao
previa dos productos destinados exposico de
Pars neste anno.
Rei*tro civil -0 cartorio do oflicial do
registro civil dafregueztedaS-Jsic, e na ra de
s. Joao n. 63 W., casa da residencia do res-
pectivo esom-se, Msjruet. Anchan*) Jleeem de
Barra de *erlnha7r desse lugar que, no dia 1 dacocrente, realisou-
8e a bencoe procissSfi da irffagem de S. Sebas-
BO. sendo ella trasladada da capella de Santo
Amaro para a de S. Francisco.
" 0 acompanhamento da imagem foi superior
a,o00 pr-ssoas.
O andor do grande martyr, foi carregado
pelos capiUes Antonio daHocha, Manoel da Rocha
Delmino Ferreira e Mamede Reis acompanhando o
at o fim da ra, a philarmonica Sanlamarense.
Notava se, o que difficil as grandes reu-
niesde povo,a maior ordem e respeito pos-
' Congratulamo-nos com o povo de-^erinhaem.
pela prova de respeito e amor a religiSo, que
acaba de dar.
A festa de S. Sebastian, ter lugar em 21 do
corrente.
Examea prlmarioaNo dia 7 de Dezem-
bro prximo lindo pelas 9 horas do dia, na sala
da escola publica do sexo feminino da povoacSo
de lAtegoinhas. presente a commissao examina-
dora, composta do delegado litterarioDr. >lfre-
do Seraphico de Assis Carvalho professor jubi-
lado, Valeriano Bezerra Cavalcante e da profes-
sora da cadeira Esther Crrete respo, exami-
naram se 10 alunuas, sendo o resultado o se-
guinte :
1." grao.Olegaria Nunes de Oliveira, Anna
Thereza de Jess, Joaona Thomazia Chalegre,
Ernestina Firma Leal. Maria Bibiana Leal, Leo
ni! Anna Leal e Marte Bellarmina Torres,- adian-
tiidas ; Maria (JaiuUda do 0', poucoadiantada.
2. grao. Marte Thomazia Chalegre. adian-
lada.
3.'gr6o.- Anuunciada Thomazia Chalegre, ap-
pro\-ada com dtetraeco.
re grande -0 premio grande da 2.
parte da 25. lotera do Para, hontem extrahida,
ainda coube aos bhetes aqui vendidos, uo
n. 79.
Directora das obras de conserva-
cao do* Porto* de Pernamaco Reci-
fe. 3 de Janeiro de 1889.
Boletim meteorolgico
rente rbi o segninte :
Entraranv
Sahiram
Fillecoram
Existem
Foram visitadas as
pelos DR.: i
loscoso 9, Cvsrjeiro9 1|2, Barros Sabr** k.
s 6 3j4, Berardo s U, Malaaotes sTtAi
tute s 9, EslevSo CavalCarnTT 8 1 r2.
Barnosa s 9ir} horas. **
0 cirurgio dentista Numa Pompilio s 11*
horas. "/
0 pliarmaceutico entrn s 8 1 i da maah e
sahio s 4 da tarde.
0 ajudante do pharmaceotico entrou s 714
da raanh e 8ahio-sJ4.
Lotera do Crao Para Eis os prsate!
da i.' sene da 23.- lotera do Grao-Par, ex-
trahida em 4 de Janeiro de !> ;
79 60.-000408
13U 6:0004000
044 3:4SJO*00O
4f92 l.-tOOMOH
5989 i:200tW>-<
APPB0XUUO0I8
I9if 6004000 -. ....
H& 6OI4000
*ffl 30040W
\H 3wmm-
2* 1804000
ms 18840U0
premiados com 6004000 os seguale
I s.
Horas
6 m.!
9
12
3 t.
6
=*
i
Sott
Barmetro a
0
26 3
26" .'i
29 9
29-3
28" 3
TensSo
do vapor
761-25 .
762-68
762-23
761-09
761-32
19,69
18,57
20,61
20,27
21,20
o
-a
2
77
71
66
66
75
Temperatura mxima -30,25.
Dita mnima io,7S.
t vaporaio em 24 horas -ao sol: 7-1 : som-
bra : 5-,4.
Chuva0,-6.
ireceo do vento : SE de meia noite at 1 hora
e 5 minutos da manh ; E at 1 hora e 40 minu-
tos | E E at 4 horas c 40 minutos SE at 5
horas e 25 minutos ; E E e k alternados at 11
horas e 8 minutos ; ESE at aos 45 minutos da
tarde ; SE at 3 horas c 53 minutos ; E at 7 ho-
ras ; ESE at 8 horas e 5 minutos; SE at meia
noite.
Velocidade media do vento: 2**31 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0,39
Boletim do porto
i
x
es-' 3
f 8a
M
M
M
M
Dia
3 de Janeiro
*
4 de Janeiro
Horas
14 -5 da manh
a 45 da tarde
0 15 da manh
6-15 .
*.
beiloeaEffectuar-se-ho os seguintes :
Hoje:
Pelo agenteGusinao, s ti horas, ra do
Amorim n. ii, de movis, loucas, etc.
Segunda-feira :
Pelo ageute Britto, s 101 2 horas, ra do
orredor do Bispo n. 29, de movis, louca e vi-
dros.
Pelo agente GusmSo, s 11 horas, ra dalm-
peratriz n. 11, de bons movis, piano e muito-
outros objeetos.
Msimss fnebreSer.io celebrauas :
Hoje :
A's 9 horas, no convento de S. Fraucisco, pe-
la alma do capitao Jos Francisco l'ereira da
Silva; s 8 horas, na igreja da Conceico dos
Militares, pela alma de Antonio Ferreira Baltr
Sobrmho ; s 7 1|2 horas, na ordem terceira de
S. Francisco, pela alma de Antonio Augusto
Teixeira dos Santos.
Segunda-feira :
A's 7 horas, ua matriz de S. Pedro Martyr, pela
alma de DcQCleciano Augusto Lobo. ._
Pauwaa-eiroC!n pa no va-
jr francez-M^er:
Bagreino Vatoria. MariaJ|^^BhJj{krjaa Cy-
A guaruicfO da cidade dada hoje pelo 2 uriana, Julio Cypriauo. Antonio Gajldeira, Fran-
batalho de iabatario. C'80P Alvares je Jos Pereira de A.ueida.
Comraandahoje a guarda da Thesouraria o Sabidos para o sul uo mesmo vapor :
Sr. alferes Manoel Quintino dos Sant< J-"V. Aiy:es Mtliis, r. i eJfort (K4e Souza,
Existem em tratamento ba enfermarte mi- Joo Roberto da Silva, sua seniora e f fllho, pa-.
litar 34 pragas'dos corpos da guamico. dre Henn Riga! e JoSo Gonsalves.
EstSo
nmeros
,., **** 2738 em 6737
ivsta premiados com 3904000 os
nmeros :
535 593 1566. 4224 6946
Bstto premiados com 1204000 os
uuaieros:
7941 7943 7944 7943 7946
7948 7949 7950
Esto premiados com 6O4O0O os
nmeros r
i 1341 1342 1343 1344 1345
1348 134 1330
Esto premiados coia 304000 os
nmeros:
1041 1042 1043 1043 1046 1047
1048 1049 1030
Todos os nmeros terminados em H eslo pre-
miidos com 604000, excepto o da sorte raaa
Todos os nmeros terminados m 46 estao pre-
miados com 60OD, excepto o da sorte imme-
diata.
Todos os n umeros terminados em 44
miados com 30400 .
Todos os nmeros terminados em 2 estao
premiados com 304000, excepto os terminados
em44.
Todos os nmeros terminados em O esto
premiados com 3 '4000, excepto os termiaaaw
em 46.
seguinte lotera corre no dia 8 de Janeiro
com o plano de 60:0 0 000.
Lotera do rana-Para-A > parte a
60:000 000, sera extrahida, Terca-feira. 8 da
corrente.
CemtSerlo PublicoObituario do da 3
de Janeiro de 1889 :
Julia Amelia Lins Soriano. Pernambuco, X-
annos, solteira, Varzea: mitnte.
Prancelina Cabra I de Arante, Parahyba, 38 as-
nos, solteira, ffbgados tuberculosc.
Joaquim Gomes de Lima, p. rnamkoco. 78 anv
nos, Boa-Vista; leso cardiaca.
Jos, Pernambuco, 4 anuos. Recife : pneumo-
na dupla.
Alfredo, Pernambuco, 1 anno. S. Jos; bren-
chite.
Jos Pereira de Lima, Pernambuco, tlrin
solteiro. Boa-Vista tubrculos pulmonares
Manoel Antonio Marques, Pernambuco, 40 as-
nos, vinvo, Boa-Vista'! laryngite.
Manoel do Rosario, frica, 50 annoe. casada.
Boa-Vista; tubrculos pulmonares,
Manoel Aires de-9ouza, Pernambuco, 80 aa-
nos, vilivo, Boa-Vista ; erysipela.
UN POICO DE TODO
O medico Kianovskr, no jornal bmsm
Medical Recorder de 20 de Octubre dr
1888, fez os seus protestos contra o aba-
so do espartilho, isto contra a coman.
sao exagerada dos orgaos contidoa a* t-
rax e no abdomen da mnlher. O anotar
rnsso resume os trabalhos de todas oa qne
teem tratado este interessant as mapa e
a ponta uma serie de tactos e de obosi'ia
cies muito importantes.
O uso do espartilho pelas senboros jo-
vens offerece bastantes inconvenie
Impede do exereicio uma cathegoria
p!eU de masados, opp8e-se lrrn an>
pliacao do thorax, e diminoe por conos
quencia. a intensidade da rmnnacio, tor-
nando-se nocivo a todo o organismo. A
conipressao do trax desenvoive o abdo-
men, o que nio elegante, nem uti! i
saude. O espartilho nao mantm o basto
direito como se poderte suppr, e os des
vios vertebraes sao mais frequentes nao ra-
parigas do que nos rapazes, sendo origina-
dos provavelmente pela fraqueza dos oras
culos do trax, a qnal provem da
ca e difficuldade de exereicio desses
culos.
Temos ainda a acensar o espartilho de
se oppor ao Ivtc desenvolvimento do
seos que atropina, deixando-os no estado
rudimentar e a maior parte das vezas mi'
teis. E nocivo ao orglo visual pela eon
gestSo que provoca as ju guiares e, por
conseguinte, nos orgaos qne recondaaeai
o sangue. O espartilho sendo mateo apar-
tado origina uma deformacao particular e
caracterstica do ligado que apresenta na
sulco muito profundo, ao nivel e em volts
do qnal o tecido heptico soffre ama te
rlamma^o chronica e muitas vezes nmi
atrophia completa.
Isto nio tudoo espartilho contribu
para o desenvolvimento de clculos haan-
thicos e, segundo differentes ob%ervadore.
o empedramento hepathico tres vana*
mais frequentenas mnlheresdo que nos ne-
mes?.
O e.-partilho ainda a poderosa cansa
do rim fluctan te e da ectopia heptica, e
sabe-se, pelas estatisticas recentemanse
feitas, que o rim fiuctuante uma don
ca extraordinariamente espalhada as nm-
lheres. Pela compressao qae o
lho exerce no abdomen, determina
camentos do uterus e o umeroso
de males e incommodos qne d ahi
tain, facilitando o estado da congestlo per
mar.ente deste orgao, o que produz innt:
meras affeccSes uterinas.
Nos seus trabalhos, o mdico Tf isaana 1
ky fe* por tim estudar mais particular
mente os effeitos cardiacos e respiratorio
as uiulheres espartilhadas. As sbaerva
coes feitas "era trinta mnlberes da clnica
de Manassein fornectram-lhe dados mart
interessantes de qne a-preetelo realca o
valor. A capacidode pulmonar m me-
dia de 357 centmetros cbicos (algara
mos axtremos : 50 e 800) inferior as nn>



segaimes
734?
seguios!
1347

V




PrnaAibieo
11M
her
as mulher. partilho. A forca'ou
energa respiratoiia soffre a seguintes
moditle; un 26 mulheres, 5 tem a
mesuia energa com oa sem espartilli
as restantes 21 apreSentaram energa duna
fraca com espartilho. A excurso resp
loria fiea a meama em 1 mulher entn
espartilnadas, as 29 restantes -Vtminue
eonsideravelmente.
E' pois evidente que o espartilho rednz
do um modo notavol capacidadc pulmo-
nar e a intensidade da respiracSo, priva a
mulher de ubw certa quantdade de oxi-
genio, isto de resistencia vital. D'aqui
resulta serom frequentes as mulheres as
palpitacoes e dyspna quando fazem ejer-
cicio, principalmente o andar depressa,
que determina aeceleracao da respiracRo
e do eoracao, muito maiores quando teem
spartilbo.
A prestito artM ial diminue sob a influen-
cia do espartilho, manifestando-se a ane-
mia daa arterias. Emfim o espartilho tem
influencia nociva directa ou indirectamen-
te sobre toda a vitalidade, sobre todos os
orgaos da mulher. O medico russo bem
sabe que os seu trabalhos cm nada alte-
rarSo a moda e que nenhuma mulher tcr
a intelligencia de renunciar a um metho-
do brbaro que a deforma e destroe a har-
mona e belleza do corpo.
Comtudo, aconselhamos as nossas leito-
ras que nao abandonem o espartilho por-
que pode ser que, d'aqui a algum tempo,
um outro medico diga o contraro.
***
Houve na ultima audiencia do tribunal
de Coostantina um incidente curioso.
Acabava de se julgar um indgena quo
tinha matado urna mulher publica n'uma
casa de toleradas.
O tribunal admittindo circunstancias
attonuantes, condemnou o accuaado a 8
annos de trabalhos forcadoe.
Depois da leitura da sentenca, o indi-
;na levantou-se e disse as seguintes pa-
vras:
Na semana passada, este mesmo tri-
bunal condemnou Chamnge, que tinha as
gassinado urna mulher honrada, a 7 annos
t a fim de que elle possa voltar para Argelia;
e eu, que matei urna mulher de m nota,
son condemnado a 8 annos, para nao po-
der voltar mais ao meo paiz. E' tudo o
que tenho a dizer.
deixou-se levar tranquilamente pelos
guardas.
Ha tros annos, pois foi a 5 de Novem-
bro de 1885, o governo de Hawai tratou
de fiuser urna experiencia deshumana so-
bre a pessoa d'um certo keanu, que ti-
nha sido condemnado a morte por um cr-
me ODr. Arning inoculou-lhe a lepra
aa prisfto d'Oahu.
Tra^ava-se de verificar, se esta doenca
Sue aocommette com intensidade no ar-
lipelago daa ilhas Honolul, communi-
cavel por meio da inoculaban, afim de po-
der-se depois tirar conclusoes sobre a con-
tagiosidade deste mal horrivel.
25 de Setembro ultimo, a pedido de
um ecclesiastico inglez que ne interessava
por esta experiencia, pelo Dr. Emerson,
presidente do conselho de saude e Dr.
Kinball, medico do governo em Honolul,
foi redigido e assignado o seguinte pare-
cer :
< As orelhas estXo tuberculosas e eonsi-
deravelmente hypertrophiadas. A testa da
mesma maneira.
t A face, o nariz e queixo deixam ver
infiltrares tubereuloaee. O todo do rosto
apresenta um aspecto leonino.
c As maos esto inchadas, intumeci-
dos os dedos as phalanges e afilados as
extremidades. A extremidade do ndex e
pollegar da mi esquerda ulceradas pelo
contacto das chicaras de estanho, o que
indica urna anesthesia (? talvez asthenia.)
c Corpo : o dorso est como maculado
de tubrculos achatados, d'nma super-
ficie desigual ao tacto, d'uma cor escura
amarella. A parte da frente do corpo
peito e abdomenapresentam placas de
infiltracZo tuberculosas mais extensas que
as do dorso, separadas urnas das outras
com maiores intervallos, e d'uma cor mais
peito.
Pernas : a infiltracao vai-se adol
cando para os joelhos; ha urna larga maa
-ha brilhante jw -face interna da coxa.
'lho as p inacia e lisa ao;
ac&o m.
Coi; azulada. Planta dos ps lirapa.
i! da indculaya'' n terco supe-
rior do unte-brayo esquerdo, dcixa ver
urna cicatriz d'uma cor purpurina sombra
com tres oentimeros do' extenslo sobre
5j8 de largo, de forma irregular, e de as-
pecto kelode, espessa e inelastica.
As provas de anesthesia nao foram
feitaa. Os olhos com urna selerotite, ceno-
sos e infectos. Algum signal de paralysia
nos msculos d face, as orbiculares pal-
pebrarum, as maos e noB ante bracos.
Nossa opinias decidida que este homem
um leproso tuberculoso.
Este documento, diz o Temps, que tive-
ino- de reproduzir na sua concisao scien-
tifica, levanta urna grave questao de ethi-
ca. E' permittido^ no outro hemspherio c
no uosso, a respeto d'um Papou e d'um
Europeu, submetter um hornera a urna tal
experiencia, qualquer que seja o teteresse
physiologico ou mesmo therapeutico ?
A visiseccao levantou bastante protes-
tos, particularmente na Inglaterra e em
outros lugares onde nao se teve conta suf-
ficente das necescidades da sciencia. Esta
viviseccSo humana desencadeara segundo
todas as verosimilhancas certamente urna
outra tempestade.
qualijiior I
% O Dr. II. MUci. nradmi o tutu eserntorifl
^MMlvoeaeia. para k raa <\ Imperador n.
WK." andar, A esquerda.
> bacharel Witruvio Pinto Band*
pode ser procurado i ra do Imperador
B. 71, 1. andar.
Ocenllsta
Dr. Ferrara, com pratica nos principaes
hospitacs e clnicas de Paris e Londres,
d consultas todos os das das 9 horas ao
inoio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
errarla a vapor
S rraria a vapor e oficinas de campia
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribe n. 23. Este grande estabeleci-
mento, o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra e vende madeiras de tedas
as qualidades, sena madoira de conta
alheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por procos sein com-
petenciaPernambueo.
SPORT
Infonnaram-nos que o dono da egua de puro
sangue Vesper, desafiou os proprietarios do aja-
mado Apollo, de meio saogue estrangeiro, a chc-
gar da corte por estes dias, para urna corrida
desses dous aninacs no Hippodromo do Campo-
Grande, no da* de Fevereiro prximo.
A corrida ser de 2,000 metros.
Deve ser interessante a lucta entre os dous ani-
maes, ambos afamados, especialmente agora a
Vesper. favorita do publico e victoriosa no gran-
de premio do da i" do corrente no Prado Per-
nambucano.
COMMERCIO
Revista do Mercado
Recife, 4 de Janeiro de 1889.
Limitou-se o movimento lgumas operacoes do
mercado de cambios.
Os outros mercados mantiveram-se na mesma
poeic&o de lionlem.
1HDICAQ0ES DTE1S
Medico
Dr. Cerqueira Lee, tem o seu escripto-
rio aborto ra Duque de Caxias n. 74, das
12 as 2 horas da tarde, e destahoraem dian-
te em sua residencia ra da Santa Cruz
n. 10. Especialidades molestias de se-
nhoras e enancas. Telephone n. 326.
O Dr. Alvares GuimarSes, chegado da
corte, dedica-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coracSo,
pulmoes, figado, estomago e intestinos, e
tambem s convulsoes e outras molestias
das criancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1.* andar, e tem consultorio ra
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitando chamado em qualquer desses lu-
gares. Telephone n. 381.
Dr. Joaquim Loureiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabug"n. 14,1."
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra do Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavagem do tero quando e como
aconselhada. Consultas das 11 s 3 da
tarde em sua residencia ra do Bom
Jess (antiga da Cruz) n. 23, 1. andar.
O Dr. i osta Gomes, de vota de sua via-
gem ao Rio da Prata, contina em seu con-
sultorio e residencia na ra do Mrquez de
Olinda n. 34, 1.a andar. Chamados a
qualquer hora. Consultas de 12 horas s
3 da tarde.
Dr. Joo Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoros e de criancas, com
idos a
Francisco ASanoii \> Sitva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharnia-
ceuticas, tintas^ drogas, productos ehimi-
cas e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
PUBLICARES A PEDIDO
Dr, Miguel Barcellos
Ete respeitavel e hamanitario medico, do
hospital de Misericordia de Pelotas, eoiieeura-
do pelos governos d'AHemanlia, Italia e Portu-
gal, firmou o seguinte attestudo :
tiesto queoxarope Petto'al de Cantora.
preparado peto Sr. Alvares de Souza Soares, es-
tablecido atesta cidade, gosa de propriedades e
emolientes* facilita a despectoracao, e o consi-
dero como um exceHente meio para alliviar e
curar a tosse quando convenientemente pres-
cripto. O referido verdade e o afQrmo soto f
de meu grao.
Dr. M. R. Barcelioe.'
Someno .
Mascavado
34300
1*700
1*340
Bolsa
COTA9SE8 OFFICIAES DA JMTA DOE COR-
RECTORES
Recife, 4 da Janeiro de 1889
Cambio sobre Londres, 1*0 d/dala 27 5/16 d.
por 1*, do banco, bontem.
Dito sobre dito, 90 d/vista 87 8/16 d. por 1*, do
banco, bontem.
0 presidente,
Candido G. ^Icoforado.
O. secretario,
Edusrdo Dubeux.
A exportacao. feita pela alfandega, neste mez
at o da 3, atangio a 2.984.820 kilos, sendo
2.590.695 para o exterior e 394.125 para o inte-
rior.
As entradas verificadas no mez de Dezembro
lindo, at hoje conbecidis sobem a 331.222 sac-
eos, sendo por:
Barcacas..... 143.226 Saceos
Vapores -v
Ananaes..... 16.032
Via-ferrea deCaruar. 16.61.5
Via-ferrea de S. Francisco. 114.943
Via-ferrea do Limoeiro 60416
Elexir depura-
tivo vigetal.
Fofmula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887. '
Este depurativo de grande eficacia as mo-
lestias sypbiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senboras.
MODO DE USAR
Os adultos tomaro qmtro comeres das de
sopa pela manba e quatro noite. As criancas
de 1 a S anuos tomaro urna colher pela inanli
c outra noite, e os de 5 a 11 annos tomarao
duas comeres pela manha e duas a noite W-
verto tomar banhos fri ou momo pela maiiba-e
noite. Kcsguarde recular. t '
' Encontra-se a venda na drogara dos -Ars.
Francisco Manoel da Silva 4 C. ra Marquci'de
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental A rus f.strei-
ta do Rosario n. 3.
O autor deste preparado pode ser procurado
na ra do Harao da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicacSo
que for precisa.
Tem curado radicalmente muilas pcesoas ac-
commettidas da terrivel molesti berioeri.
N- 21
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
=Tenbo a satisfacao de lbe communicar mais
um caso que se den commigo : estando seffren-
do ha um auno pouco mais ou menos de urina
leilosa e quasi assucarada, tendo escotado os re-
cursos mdicos, sem resultado algum. lancei
mi mais urna vez do seu Elexir purifiodor do
sangue, e com o uso de tres garrafas restabele-
ci-me perfeitamente.
vilhosa
iado. Re
l. de Main de 1880. Miguel X
Patueca.
> 22
Pernambueo, l\* de Vovemhro de 1883.
IW N>s Santos Andrade
pliila por espado de quatro
nprc depurativos e mais me-
dieamento? reeeitados por diversos mdicos des-
tn capital, nunca pude colher lidies 0 menor re-
sultado, poroi aronselliaiido-ine um amigo para
que eu lomasse o seu preparado Elixir depura-
tiro nao qiiin Rigo tomal-o pois que ja estava
completamente desengaado que nao baveria
remedio algum que me reslabelecesge a minha
saude, porcm a instancias desle mesmo amigo,
depois de algum lempo resolvi-me a experimentar
com tanta felieidade que napriineira garrafa ti-
nham desapparecido algunias manchas que tinha
pido corpo e continuando a tomar acho-me com-
pletamente restabelecido; seria pois uina falta
de conscieucia se nao lbe agradecesse e dizen-
do-lhe tambem que aconsclharci a algum amigo
ou conhecido qae tcnlia a infelicidade de pade-
cer do mesmo mal que ja padec. Assim como
poder Vmc. fazer des la o uso que lbe convier,
me a8Sgnando de Vmc. criado obrigadissimo.--
Paulo Lu: Aires.
N. 23
Recife, 2 de Junho de 1884.
llim. Sr! Angelino Jos dos Santos Andrade---
Hoa saude Ihe desejo e a todos osseus. Parti-
ilpo-lbe que com duas garralfcj do seu Elixir
restaurador do sangue, foi sufficienle para flcar
IMM'leitamcntc restabeleeida a Exma. Sra. D.
Maria Januaria de narros Lima, moradora no cn-
geitlio Serra, que por intermedio meo, e pela
.grande nomeada do bom efl'eito produzido pelo
remedio cima escriptq, de que o seubor, inspi-
rado pela Providencia, |pde penetrar a este
grande segredo da medicina. Enviando eu duas
garrafas, como cima disse, flcou ella curada do
antigo reumathismo, que, ha muito lbe perseguio,
accrescc mais que ella eomeeando em tratamen-
to. appareceu-lfic urna grande inflammacao nos
olhos a ponto de llcareni completamente fecha-
dos, que no .decurso do tratainento flcou perfei-
tamente restabeleeida de ambas as molestias,
tao somcute com as duas garrafas do seu mara-
vilhoso remedio.
SO posso Ule agradecer por sua feliz idea, e
desde ja peco-llic que considere-me como um seu
respeitador e humilde criado e obrigadisso.-
lloshviuno 'Cameiro de Moraes.
N. 24
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Soffrendo eu de um corrimento (blenorrliagia
(omei mu tos remedios durante seis mezes e nao
havia possibilidade de parar o mesmo corrimen-
to. Duendo isto a um amigo elle me aconse-
lliou que tomasse urnas (arralas que tnham o
tituloElixir depurativo que era seu preparado.
Mas cu sem f alguma man lei comprar urna
garrafa. I rincipiei a tomar conforme a rece i la
3ue vinha no envolucro da mesma garrafa. De
ia para da me achava nielhor; acabou-sc a
garrafa, mandei comprar outra, e quando eslava
acabando a segunda j tinha desapparecido com-
pletamente o eorrinienlo.
Ora nao podia dexar de vir por meio deste
dar-lhe um vol de louvor e de reconbecimento
pelo seu Especifico de tanta edicacia e que um
maravilboso remedio.
Aproveito-me da opporlunidade para reiterar
a Vmc. os meus proteslos de alta estima e con-
siderac4o.
Recife, 16 de Marco de 1883.Francisco Jos
Dias Soriiio.
N. 25
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Ha muito que devia enderacar-lhe. a 1 presente
para que fizesse compaabia aos muitos attesta-
dos que V. 4 possue, porm muitos trabalhos e
at esquecimento, confesso me tem privado de o
fazer, agora porm que o tempo me sobra aqui
vai.
Soffri por muito tempo rheumalismo articular
agudo, e depois de fazer uso de muitos medica-
mentos apropriados sem n'sultado, lancei m5o
de urna garrafa de seu preparado,, sem rotulo
que o recommnde e priucipiei a usal-o ; peio-
rei solemnemente e quasi que o abandouava,
porm um amigo aconselbou-me que prosseguis-
se e assim fiz. Toraei 4 garrafas e fiquei com-
J-pletameute curado.
0 anno ^assado fui para a Europa e com o fri
apparecett-me de novo-a molestia. e all privado
do seu medicamento, passei todo o tempo que
all eslive, prostrado no leito da dr, mas che-
gando, aqui conlfnuei a usal-o e em pouco tempo
i-estaure as forras e a molestia desapp"arecou.
-Assim aclvo que o seu muaicamento um pre-
parado por cxcellencia como depurativo, e todos
aquellos que sofftvm de s\ pbilis encontraro um
lenitivo aos seus soffiimetos.
Aqui Pica escripto bem patente o que encon-
trei em seu preparado, podendo V. !>. fazer o
uso que lbe convier.
Estou usando d'elle para outra molestia e se
tiver resultado lh'o participarei.
Sem mais sou com consideracAo de V. S. at-
iento, venerador e erlado.- -Affonso Taborda.
Recife, 13 de Dezembro de 1886.
Estavam selladas e reconhecidas as firmas dos
altestados cima.
I onttna.)
MU'
sociedadt* artstica aosSrs.
Diario 3e Pernambiico
DE
III AS BELLA8 OLKOGRAPHIAS
offerece una
do <
assignaotefl
O CHRISTO DE VELAZQUEZ
Estas preciosissimai oleographias medem 88 cenlimetros de alto por 61 de largo, e sao
urna copia exacta dos originacs, das obras dos grandes pintores hespaolmes Velazquez e llurillo,
nao se tendo esta sociedade poupado gastos uem sacrificios para apresentar duas copias dignas
d'aquellas grandes celebridades artisticas.
Nem mais urna palavra diremos em seu elogio, pois que o publico j soube julgar do m-
rito destes quadres cujos magnficos PENDANTS temos exposto na livraria F. P. Boulitreau. na
ra do Imperador n. 46.
Apezar da importancia destas obras, fizemos nma combinacao era obsequio aos Srt. as-
siguautes deste Diario para que possam obier ao preco reduzidissimo de As0 cada urna, ou*
seja urna quarta parte, aproximadamente, do seu valor, sendo indispensavcl para sua acquisiso
a apresentacao do cupn junto, que se deve corlar e levar se, at ao dia 21 Enero, en la dita li-
vraria F. P. Roulitreau, 46Imperador.
CUPN
Apresentai-se em la
livraria F. P. Bouli-
treau, successor de G.
Laport & C, ra do
Imperador n. 46.
Diario de Pernambueo
VALIDO ATE' 21 ENERO PXMO.
Valido para... ivimpl,
O C liHalo
-A Vi raen
A^resentar-se em la
livraria F. P. Bouli-
treau, successor de G.
Laport 4 C, roa do
Imperador \. 4.
CRTESE ESTE CUPN
.VotoA oleographia sem apresentacao deste cupn vale 4300
OutraPrevinc-se aos Srs. assignantes que, passado o dia 21 Enero nSo terao dircilo a
nenhuma reclamacao, por ser este prazo mprorogavel.
N. 1*1
lurrajr e I^nnman
iiNtitiito 1 de Akril
BA DO VISCONE DK CAMAKAGIBE, OUTB'
Asna Florida de _
Que os poetas embora fallera dos ares odori- n ^D0 ?0S,PI5 N: 10 ,
feros da balsmica Arabia, porm apesar de Reabnr-se-ha no da 7 de Janeiro este eslabe-
tudopode-se muito bem por em duvida se jamis ilcc"H|el"o de educacao e ensrao.
algum desses floreacentes bosques prodxir ou .. Jesvello, o cannho, o zelo e a dedicacao do
derramar incens e perfume mais refrigerante e !>rcctor e de seus auxiliares, sao fortes garan-
deleitavel, do que aquelle delicioso e delicado tos P os queidesejarem educar c instruir seas
. ^ 51------j.1_:-----1 .... filhos ou tutelados.
Somma.
351.222 Saceos
Algodio
sorte do sertao
a 60o0, no-
Cola-se o de 1J
rainal.
A exportacao, feita pela aHandega neste mez
at o da 3, subid 710.172 kilos, para o exterior.
As entradas ventadas no mez de Dezembro
lindo, at boje conhecidas, soberna 30.887 sac-
cas, sendo por :
Barcacas.....
Vapores .....
mmaes.....
Via-ferrea de Caruar-
Via-ferrea de S. Francisco.
Via fenca de Limoeiro .
2.826 Saccas
3 622
9.598
1.251
921 .
12.669
Somma.
30.887 Saccas
Assuear
s pitaos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
gundoa Associagao Commcrcial ^gricola,'1rain
os seguintes:
Brancos ..... 2*000 a 2^400
15600 a 1700
Masca\ado purgado 13O0
bruto 14200 a 1IKJ0
k...... 4900 a 14000
O brigue nacional S. Manoel. carregado por
l'ereira Carneiro 4C, levou para Porto-Alegre
.500 saceos e 150/3 de barricas com assucar
branco e 600 saceos com dito mascavado.
Couros
Manteve-se a cotacao de 390 reis para os sal-
gados seceos e 225 para os verdes.
Agurdenle
Ultimas venda, 70000 pr PPa de W "
tros.
Aleool
Cota-se a 1234000 por pipa de 480 litros.
Barca ingleza Berrees bacalhe.
Lugar nacienal Tiyre, xarque.
Lugar norueguense Victoria, fenno.
Lugar americano H,&i Blenderniman, farinha
de trigo.
Vapor inglez Therralta,
Vapor inglez Palmas, xarque.
C:imMo
A taxa naneara foi anda conservada a 27 4/4,
dando, porm, alguns bancos a 27-5/16 para a
prinieira mala.
Em particularjiouve transaeses a 27 3/8 e
27 7/16, fechando o mercado firme.
A' ultima bora exigiram os bancos a 27 1/2.
No Rio as cotaces foram 27 316 c 27 1/4 ban-
cario e 27 3/8 particular.
CORRIOBNDA .
No Rio o Internacional saccou hontem a 271/4
e os demais bancos a ** / c nao" como sa-
nio hontem publicado.
TABELLAS AW1XADA8
1*9
Mcl
Continua a ser cotedo por
480 litros.
504000 a pipa de
Colonia Isabel
Branco Ia
2*
3*
Someno
Mascavado
oa Pinto:
Branco l*
n 00
24000
14800
1*300
H'M
Pauta da alfandega
SEMANA .vi 31 DK DESEM1IRO A 5 DE JANEIRO
DK 18'. 9
Vide o Diario de 30 de dezembro de 1888
.Varios carga
Burea norueguense llermod, para *ew-YOfk.
i nariunal Siarianninha, para Uruguayanna.
Barca norueguense Jofnltur, pan >'ew-York.
1! n-ca norueguense Ariadne, para Estadas-Cui-
dos.
Br a noroe u> nse Pnnccssen, para Estados-uni-
dos.
I) igue portugu-z Calcida, para Lisboa e Potto.
,/. Armando, para o Porto.
Lunar americano H'//^r Scamell, para New-
York.
Lugar inglez Mrrit, para New-York.
l'eggie, para Montevideo;
itacho norueguense victoria, para Montevideo.
V ajior inglez Bellenden. para Liverpool.
Varios a descarga
Barca norueguense Mispk, t?arvao.
Barca portugueza frica, carro.
Rxportaco
BRCIFE, 3 B JAKKRO 1)V.
Pora o exterior
No vapor inglez Architect, carregaram :
Para Liverpool. Ignacio N. da Fonseca 7,443
saceos com 563.965 kilos de assucar mascavado ;
J. Pater & C. 7 000 saceos com 523,000 kilos de
assucar mascavado ; J. Fernandes 582 saceos
com 43,650 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Tliessaly. carregaram ;
' ara Liverpool, J. H. Boxwell 900 saccas com
67,6i9 kilos de algodo ; P. Carneiro & C. 410
saecos com 30,750 kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Palmas, carregaram :
Para Liverpool. P. Carneiro & C. 6 116 saceos
com 38!,160 kilos de assucar mascavado; J. H.
Boxwell 1,200 saccas com 91,443 kilos de al-
godo.
Na baeca americana Mohican, carrega-
ram :
ara New-York. H. Forster & C. 3.000 saceos
com 225,000 kilos de assucar maseavado.
Na barca americana Daesy carregou :
Para Estados Unidos, M. J. da Rocha 94 saceos
com 7,050 kilos de assucar mascavado.
No brigue portuguez Armando, carregou :
Para o Porto, I. J. dos Santos 1 caixa.com 24
kilos de doce, 1 pipa com 460 litros de agur-
dente e 1 barril com '60 litros de mel.
Para o r.der or
No vapor franeez Sujer, carregaram :
Para Uruguavana, Amonto Irmaos & C. 250
barricas cora 29\000 kilos de assucar branco.
No lugar sueco Doekan, carregaram; .
Para Pelotas, morim IrraSos & '.. 50 pipas
cora 34,000 litros de aguardeuie.
No vapor nacional Arlindo. cavregaram :
i ara Santos. > morim Innftos 4C5 pipas e
50 barris com 7.200 litros de agurdente, 250
saceos com 15,000 kilos de assucar branco e 250
com 15.000 ditos de-dito mascavado.
Para Rio Grande do ul, C. M. da Silva 500
sacco com 37.500 kilos de assucar branco ;
Amorim Irmos & C. 15 pipas com 7,200 litros
de alcool e 25 ditas cora 12,000 ditos de agur-
dente.
Para Rio de Janeiro, Amorim Irmaos & C. 30
pinas com 14,400 litros de agurdente ; A. C. da
Silva 9 pipas com 2,400 litros de alcool : P. Car-
neiro A C. 500 saceos com 3C,.XX) kilos.de assu-
car branco e 200 ditos com 12,00 ditos de dito
mascavado ; P. Cinto A C. 2 pipas com 9,6' 0
litros de agurdente.
"No vapor nacional Manos, carregaram :
Para Rio de Janeiro, J. Borges 400 saceos com
24,000 kilos de assucar mascavado P. Carneiro
&<. 1,50o com 90,000 kilos de assucar
branco e 500 ditos com 30 0 0 ditus de dito mas-
cavado ; H. Femandea 2 barricas com 120 kilos
de assucar branca
Para Babia, A. Oliveira & G. 8 caixas com 300
kilos de doce. ------
Rendlmenios pblicos
MEZ DB lANBia
Alfandega
aroma que exhala e dimana desta admiravel es-
sencia. colinda dos campos virgiuaes de Flora.
A atmos phera, a qual rouba e di veste a fragran-
cia quasi todas as mais aguas cheirosas. parece
produzir bem pouco effeito sobre a exquisita ra-
ridade deste aroma, o qual pertcnce por excel-
lencia esta preparayo sublime c refrigerante
Ella encerra em si, por assim dizer, o condensa-
do -respiro e vida- das flores as mais exquisi-
tase odorferas do reino vegetale sua fragrancia
parece incxhaurivel, inesaotavel. mesmo depois
de ter sido exposla urna prolongada evapora-
cfio ou difTusSo.
Neste respeito ella se assemclha original
Agua da olonia de Faria, e preferida por
toda America do Sul e as uitilhas. nao obstante
o valor e custo daquelle oulro perfume.
Como garanta contra as falsificages obsrve-
se liem que os nomes de Lanman & Kcmp ve-
nham eslampados era letras transparentes no
papel do vidrinho que serve de envoltorio a cada
garrafa.
Acha-sc a venda em lodas as boticas e Iojns de
perfumaras
-------------aaccg-*------------
Festa de Nossa Senhora do
Monte
No dia 13 de Janeiro prximo, pretende o
Dom *bbade do Mosteiro de Bento de Olinda
celebrar a festa di' Nossa Senhora do Monte em
sua ennid e desde j podero os devotos se en-
tender com os encarregados da mesma festa que
sao os rapitaes Fortunato de Sampaio e Luz
Pereira de Farias:
Olinda, 28 de Dezembro de 1888.
Fre Jos de Santa Julia Botelho,
Dom Abbadc.
-----------------s$&ss----------------
A familia do director mora no estabelccimen-
to, realisando por esse modo, o ideal dos qne
buscam para seus filhos um collegio que seja a
continuago do lar.
A pratica de seis annos de magisterio, quer
primario, quer secundario, e os resultados lison-
geiros obtidos pelos alumnos nos exames das
diversas materias de que se compoe o corso,
apontam esle estabelecimento como um dos me-
mores desta cidade.
Recebe alumnos externos, semi-internos c in-
ternos, mediante as mensalidades geralmentc es-
tipuladas.
Lo0 que se findem os exames gentes de pre-
paratorios, a que ora se procede no corso anne-
xo, scro publicados os resultados dos exames
prestados pelos alamnos deste collegio.
A directora pede encarecidamente aos Srs.
paes e interessados que procureui inspeccionar
por seus proprios olhos as condices do estabe-
cimento.
A Aula Infantil, em sua parte mais delicada,
a que se refere aos rudimentos do ensino, acha-
se conliada a duas senboras, urna das quaes a
propria infii do director.
Recie, 1 de Janeiro de 1889.
O director,
Luiz Porto Carreiro.
Advogado
O bacbarel Jaronymo Materno Pereira de Car-
valho mudou seu cscriptorio do n. 55 para o n.
85 a ra Duque de Caxias entrada pelo becco da
Congregaco.
aos
Collegio Parthenon
3 Ra do Hospicio 3
O director deste collegio declara
pas de seus alumnos e ao publico em ge-
ral que as aulas comecarao a funecionar
a 7 do corrente mez.
Recife, 3 de Janeiro de 1989.
O director,
Ovidio Alves Manaya.
Renda provincial
Do dia 2 a 3
dem de 4
18:9964*038
3:8443568
Somma total
22:8404606
148;0654347
c Lanterna Mgica
A redaeco desle interessante peridico livre
e humorstico mudou-se da ra do Rangel n. 16
para o Pateo do Terco n. 4, onde est estabele-
cida a acreditada officina lithographica do Sr.
Antonio Carlos Borronien, na qual passa a ser
impresso aquelle peridico.
Escola particular de iiistrnc^o
primaria para o sexo maseiliio
Ra do C olovello n. 34
O professor abaixo assignado, participa aos
seos amigos, e ao respeitavel publico, que abri
a sua escola ra do Cotovello n. 34, onde edu-
ca e instrue a infancia pelo mais aperfeicoado
systema do Imperial Lycco do Bio de Janeiro.
Alumno interno
Meio pensionistas
Primeiras lettras
Msica e piano
Por cada um preparatorio
Ra do Cotovello
304000 mensaes
154000
24000
44000
34000
n. 34
Julio Soares de Azevedo.
Segunda seccio da Alfandega, 4 ne Janeire de
1889.
O thesoureiroHerencio Domingues.
O cliefe da scela Cicere R. de Mello.
Recebedoria Cicral
Do dia 2 a 3 7824192
dem de 4 2:1124092
2,894 284
Reccbedoria provincial
Do dia 2 a 3 11:6864781
dem de 4 0:2504231 -
20:9334012
Recife Drainage
Do dia 2 a 3 2874' 62
dem de 4 4284131
Farinha de 400 a 560 reis a cuia.
Milho de 320 a 400 reis idem.
K-ijao de 800 a 1400 > idera.
Matadovro publico
Neste estabelecimento foram abatidas para o
consumo de hoje 79 rezes.
Sendo : 57 pertencentes a Olivoira Castre de
C, e 22 pertencentes a diversos marchantes.
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIBO
Norte......... Paraense.......... 5
ful........... Trettt............ 6
Europa....... Ville de Santa*..... 6 .
Sul........... Pernambueo....... 7
Norte......... Finance........... 10
Sul........... Advance........... 10
Sul........... Ville deMaranhao.. 10.
Norte......... Maranhu........ 14
Sul........... Para............. 17
Europa....... Elbe.............. 18
Sul.
Norte......... Alagos
Sul........... Manos
La Plata.......... 20
24
27
Benda geral:
Do dia 2 a 3
dem de 4
88:1182347
37:1064194
45741
7154193
Mercado Municipal de H. Jone
0 movimento desle mercado no dia 3 de
Janeiro foi o seguinte :
Entraram :
261 2bois pesando 4,918 kilos sendo de Oli-
va Castro C, 17 1/2 e 9 de particula-
res:
350 kilos de peixe a 20 7/000
83 cargas de farinha a 200 reis 175000
2 ditas de fructas diversas a 300
reis 600
7 taboleiros a 200 reis I UOO
15 subios a 2) res 34000
* 13 matutos com legumes a 200 res 24600
Foram oceupados :
27 columnas a 600 ivis 16 H00
I cscriptorio a 300 300
21 compartimentos de farinha a 50J
res'
-2o ditos de comidas a 500 rea
Vapores a subir
1 MEZ DE JANEIRO
Soutliarapton. Trent
Sul
Norte.......
Havre e esc.
Norte.......
Sul.........
Su!.........
Norte.......
Ville de Sanios.....
Pernambueo.......
Ville de Maranhao..
Advance .......... ) i
Finance .......... M
6 as
7 as
8 as
11 as
as
as
89 ditos de legamos 400 i
18 ditos de sumos a 700 reis
10 ditos de fressuras a 60u reis
10 talhoaaSi
l dito a 14
A Oliveira Castro t C. :
'i tainos a 14
111500
354600
I24SO0
640 0
204000
14000
Rendimento do dia 1 do cor-
rente
X
2014300
Foi arrecadado liqui
Precos de dia;
Carne verde de 240 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 res idem.
Suinos do 500 a 640 reis idem.
570680
. Maranhao......... 14 as
Para............. 18 as
Bueuos-Ayivs. La Plata......v .. 20 as
Sul.......... lagowi........... 24 as
Norte.....:.. Manos........... 28 as
12 h.
11 h.
5 h.
2 h.
5 h.
4 h.
5 h.
5 h.
ll h.
5 h.
5 h.
Movimento do porto
Navios entrados no dia 4
Bordeaux e escala14 dias, vapor franeez A
de 2357 toneladas, coramandantc Fiascai.cqai-
pagem 122, canga varios gneros, a Augusfo
Labille.
Sou'hamptone escala-11 I 2 diis,' vapor inctez
Tagne, di- 1945 toneladas, commaodaate P.
Rowsell, equipagemlu uios gneros,
a Amorim Irmaos & C.
Macao Iiiafe nacional" Vclo-d,'.ie$6
idas, aeatre Manoel Jos, equipagera 5,
n ros, a Garios Antonio de
Araqjo.
Sahidos no mesmo dia
cala-Vapor francs
, ante Fiaschi, carga vario
Buem escala-Vapor i
Rowsell,
-Rioi, igleza Manx Q
capito J. Kee, em lastro.
-Lugar sueco Roberf, capito C. N
em lastro
I
I ,-'


[BblicoS&bbdo 5 de '. Janeir*
1889
*
Hincida
ere-
llr. Pires <1
>
fev
c ... nnos a Cambar-
tin^ "inin. an (Jh de pe-
MHtana /is'"<,<>tha. St. Hii., de
cidofi effcitos na medicina domes-
tica,, ^poetaremos Cambara verdadeiro,
Vernaipolyanthes. Liiin., o qualpor
sua accaoib galKMJra emolientes e
balsmicas daqucllns mitras, rene a de
ser ao mesmo tempe* expectorante deven-
do por bo ser aproveitado no tratameuto
das bronchites, e nomeadamente da tsica
trpida...
Bem avisado nndou o Sr. J. A. de
Souza Soares, de Pelotas, preparando com
essa especie o seu Peitoral de Cambar,
que tive occasiSo de'examinar e com ple-
no conhecimentoaconselho o seu uso com
a maior contanca. *
Colirio de S. Miguel
Ra do Vfacoadc de C'aMaragl-
be a. &
Aos respeitaveis paes de familias parti-
cipa a directora deste novo eatabelecimen-
to de instruccSo para o sexo feminino,
que abrir as aulas no Tlia 14 de Janeiro
de 1889.
A mesilla pronictte aos paes que lhe
confiaren! suas tilias esforcar-se por lhes
dar urna educacao primorosa, solida, reli-
giosa c domestica.
A tratar, do Io de Janeiro no proprio
estabelecimento, das 2 da tarde s 7 da
noite.
A directora,
Emilia A. de Mendonca
faz nubli'-
. que o
a. lhe
l*TOs que
sagftiiem as exigencias do art W do%n*flo re-
filamento.
Alfredo Jansen Goncalres Ferreira, adiando-
se habilitado para bem exercer as funeces de
jiharmaceutico na cidade e municipio dQ,Espiri-
to Santo, comarca de Pau d'Alho, provincia de
I'eraambuco. visto como nao ha na referida ci-
dade pharmacia alguina dirigida por nharmaceu
ticos formados pelas nossas Paculdada* e provar
o supplicante com os documentos juntos, o que
determina o art. 65 e paragraphos do regula-
mento que baixou com o decreto n. 9.554 de fi de
Fevereirode 1886.
A8sim o supplicante, confiado najustica que
sempre preside aos actos dessa Inspectora e na
de sua causa, espera e pede a V. Eic. deferi-
mento. E. R. Mee. Pau d'Alho, 29 de Julho de
1887.Alfredo Jansen fongalces Ferreira.Sobre
duas estampilhas de. 20' ris cada urau.
E declara que, si nesse prazo nenhum puurma-
ceutico lte communicar ou a Inspectora le Hy-
giene da provincia de Pernambuco a resolucSo
de estabelecer pharmacia na citada localidade.
conceder aopratico a licenca requerida.
InsDectoria Geral deHygiene, 9 de Agosto de
1888.Dr. Pedro Affonso de Carvalho, secretario
Cirurgio Dentista
I)R. ROBERT P. RAWLINSON,' for-J
mailo pela Universidad de Marylaud no
Estados-Unidos, tem aborto o seu consul-
torio, na ra Io de Marco.n. 20, Io adflar.
Consultas das 10 s 4 boras da tarde.
A oplnio publica
L-se no a pedidos a O Paiz :
Ha muitos preparados que se annunciam
para curar tudo quanto enfermidade !
Isto nSo acontece com os preparados phar-
maceuticos de Luiz Carlos, porque cada
um urna especialidade e nSo panacea ;
por exemplo : o Licor antipsorico com os
pos depurativos ou com as pihuas depura-
tivas de Mondes so curam empingens, ulce-
ras e tudo quanto syphiles; o Anti-rheu-
matico Paulistano, que j tao procura-
do, so cura os rheumaticos de qualquer
especie; o enorme consumo dos Pos anti-
hemorrhoidarios devido a milhares de
curas que tm feito das hemorrhoidas e
dos encommodos provenientes dellas; as
Pilulas sudorficas contra defluxos, consti-
pacoes e bronchites sao o verdadeiro espe-
cifico para evitar os grandes incommodos,
pulmonares que sio gerados das constipa-
res emperradas.
O oleo calmante de L. Carlos o ver-
dadeiro prompto alivio para as dores de
ouvido e dores de barriga das criancas.
Depositarios na corte, Silva Gomes &
C, e no Recife, na drogara de Francisco
Manoel da Silva & C.
Collegio Meira
Ru di Imperatriz n. 63
Eete eollcgio de instruccao primaria e
secundaria, cujas aulas se reabr rao no
da 7 de Janeiro corrente, offerece aos
pais de familias que o quizerem honrar,
confiando-lhe seus filhos, todas as garan-
tas de moralidade, aproveitamento e bom
tratamento para os mesmos seus filhos.
O resultado dos exames obtido, pelos
alumnos deste eollegio, ser opportuna-
mente publicado, e em vista delle se ter
umaprova do interesse tomado pelo abai-
xo assignado pela applicacao dos seus
alumnos.
Recife, 3 de Janeiro de 1889.
O director,
Ascencio Minervino Meira de Vasconceos.
Collegi*
Colirio de Santa Lozia
Do dia 14 em diante contina a ranecionar, es-
torcando se a sua directora, para bem corres-
ponder as esperancas dos paes ou tutores dos
alumnos que lhe forcm confiados, por meio de
urna educacao scientilica. moral c religiosa. Es-
pera pois dos mesmos benvola protec$fio.
Collegio Amor Divino
BA DA IMPERATRIZ H. 32
As aulas deste estabelecimento, dedicado
instruccao das cranlos do sexto masculino abrir-
-e-hao no dia 7 do corrate.
A directora,
(Mympia Afra de Mendonca,
CoHegio de \ossa Senbora da
Paz
No dia 8 do corrente, reabrir-se-hao as aulas
deste eollegio, a ra do Barao da Victoria n. 46,
Recife, 2 de Janeiro de 1889.
A directora.
Mana da Paz e Freitas.
l
Institution fran$aise de
Demoiselle
Ba Bar** de 8. Borja n. KO
As aulas deste eollegio abrir-se-ho no dia
7 de Janeiro de 1889.
Instituto Philonalico
de \ossa Senhora da
Peaha
Ruada Aurora u. S9
As aulas deste eollegio se abrirlo a 7
de Janeiro e sao de : primeiras lettras,
portuguez, francez, inglez,geographia, mu-
sica, piano, desenlio, bordados de varias
especies, flores, etc.
A directora,
Augusta Carneiro.
---------------
COllegio de Santa Lucia
PARA O SEXO FEMININO
Este estabelecimento de educacao e instruccao
Srimara e secundara abrir Bas aulas no da 7
e Janeiro do corrente anno, esperando continuar
a merecer dos paes de suas alumnas e do publi-
co em geral a eonlianca que at hoje lhe tem sido
dispensada.
Contina a cuidar da educacao de meninas e
meninos, recebe internas que sao tratadas com
carinho, asseio e desvelo, meio-pensionistas e
externas, bem como meninos de tenra idade.
para o que dispoe de um corpo docente habili-
tado.
Outro sim, scientilica que no mesmo estabele-
cimento ensMiam-sc as seguintes materias : Pri-
meiras lettras, portuguez, francez (escrever e
fallar), geographia, historia, arithmetica, dese-
nlio, msica, piano, trabamos de agulha de todas
as especies, bordados a matiz, froco, ouro, mis-
sanga e brancos, flores de panno, pennas, cabel-
los e papel, cestas de pedra-hume de todas as
qualidades.
Reccbe-se tambem como internas e meio-pen-
sionistas mocas de 14 a irnos de idade para cuna,
nao so para diversas aulas do eollegio, como
para os trabalhos de agulha.
As imensalidades sao pagas adiantadas, pelo
pro^o mus itifiua>el.
Ra Duque de Caxias, antiga do Queimado
n. 70, 2.- andar.
A directora,
Anna do Reg Barreto de Almeida.
Aula particular
Anna Theodora Simoes participa ao publico
em geral e em particular aos pais de suas alum-
nas que a sua aula abrir-se-na no dia 7 do cor-
rente.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia ra da impe-
ratriz n 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escrpto) qualquer hora.
TELEPHONE N. 226
33 viM-oBdo As aulas deste estabelecimento de instruccao .
estarao abertas do dia 7 do corrente em diante. .De volta de sua viagem Corte, continua
no exercicio de sua profissao
Ceusultorlora do Imperador
a. 43
Residenciara da Aurora n. 47
O director,
O/tuto Vctor.
Curso primario e secundario
Jos de Souza Cordeiro Simoes, participa ao
respeitavel publico e especialmente aos pas de
seus alumnos que as aulas do seu curso abrir-
se-bao no dia 7 do corrente.
O Dr. Cysneiro de Albuquerque avisa a
seus clientes e amigos que mudou sua resi-
dencia para a ra do Gervasio Pires n. 83 A
onde pode ser procurado para o exerci-
cio de sua profissao.
TELEPHONE N. 62
Clnica medico-cirurgica
DO
Dr. Ferreira
OCULISTA
Pratico nos principaes hospitaes de Pariz
e Londres.
Consultas todos os dias (excepto domin-
gos) das 9 horas ao meio dia.
Pratica cmbalsamamentos.
Consultorio e residencia ra Larga do Ro-
sario n. 20
Telephone n. 233
MEDICO HOMEPATA
Dr. Balthazar da Sveira j
Especialidadefebres, molestias
das crianeas,, dos orgaos respirato-
rios e das senhora
Presta-s a qualquer chamado para
fora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,l
.rua do Barao da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
Telephone n. 266
Leonor Porto
IVrBanbneo
AOS SB8. MDICOS E A DIOSA CLAS8E
PHABMACEUTICA
As velas Berthaud, cutra as molestia
do apparelho genito-urinario, utero^rtto,
fistolas, hemorrhoides, etc., sito o medica-
mento mais adoptado actualmente e por
isso indispeBsaveis as pharmacias, hospi-
taes e casas de saude. NSo sao de for-
mulas secretas, ao contrario, pelas sub-
stancias empregadas e dosagem certa, o
facultativo iea desde logo habilitado a jul-
gar do seu valor. Os depositarios Bartho-
lomeu & C., em Pernambuco, ou o abaixo
assignado, remettera quadros e prospectos
coi 11 explicae3es.
E. Paulo de Freitas.
Deposito geral no Rio de Janeiro.
----------eo&>-----.....-
mm n mm
Elixir loiatiro HlB-rtufinafira
SM MERCURIO
FORMULA O PHARMACEUTiCa
Hermes k Souza Pereirs
Analysado e approvado
PELA
Exma. Junta enlral deygiene
Este Elixir ja bem
conhecido nesta e nae
demais provincias co-
mo o inelhor ante-sj-
ph Utico e ante-rheu-
i na tico at lioje co-
nhecido; vende-se ero
todas as pharmacias a
U agarafae 0^000
a (luz i a.
(! Frederico Chaves Jnior
H0M030PATHA
159=Ra do Baro da Victoria:
PRIMEIKO ANDAR
.3.9
Kun

La re Bowario n
2 andar
Contina a executar os mais dif- I
ticis figurinos recebidos de Lon-
dres, Paris, Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em pcrfeicJo de costuras,
em brevidade, modicidade em pre-
cos
e fin gosto.
.
G. UIWiTE
Ra i de Marco n. 2o-I andar
AGENTE DA
COQH&aTWL W17-BSAL
E REPRESENTANTE
Das aaals afanadas fabricas
fraaeezas ,
Recebe encommendas de qiuilquer arti-
go; condicSes vantajosas.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
oculista, ex-ehefe de clnica do
Dr. de Wecker, d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 ra do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia ra Jacte de Setein-
bro n. 34. Entrada pela na da
Saudade a. 2h.
1 DE IGRd
FORMULA BO PHlHMiCEIJTICO
Heniles de Souza IVreir;
"Vend -se em tdaf^
as pharmacias a 1 $00(?
a garrafa e UrStOO 8
duzia.
Cabera de Negro
Elixir sedativo ante-rhennatieo.
Grande depurativo
Sem mercurio
Formula do Dr. Seta Bosa
Treputado ootr'ors pela pbiaiceutioo Hrrwi
le Hoosit Per eir.
An>.lyj.-.d i pprovhda pela ioipettori ger-
de bygieue e Hoslytudo em r-aris.
Cur cu iouibioso8 realtadoi o rheum-f.i
o i pbnUa e toda* na molvalUa de o aiurtia typbili
tica.
Freco !%& a garrafa
DEPOSITO
Ra do Bom Jeana u. 19, antiga t > Crur
DECLARACOES
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro di-
rector geral e em vista da autorisacSo de
S. Exc. o Sr. desembargador presidente
da provincia de 12 do corrente, faco pu-
blico que no dia 8 de Janeiro prximo
vindourO, ao meio dia, nesta directora, re-
cebe-se propostas em cartas fechadas, com-
petentemente selladas, para a execucao
dos reparos das pontos da ra do Rio, na
cidade de Goyanna, da varzea de Urua-
h e do ultimo pontilhao de Pao Amarello,
na estrada do norte, oreados em..............
1:4814660.
O orcaniento e mais eondicoes do con-
tracto acham-se nesta secretaria para se-
ren examinados pelos Srs. pretendentes.
Para concorrer praca cima deverao
os licitantes depositar no Thesouro Pro-
vincial a quantia equivalente a 5 "\, do
valor do oryamento.
Secretaria da Directora Geral das Obras
Publicas, em 15 de Dezembro de 1888.
O engenheiro secretario,
Luiz Antonio Cavalcante de Albuquerque.
Derby Club- de Per-
nambuco
Em nome da directora, previno ao respeita-
vel publico que as bilbelarias do Prado da
Eslnnciu. ai'lum-se a venda billu'tes para fa-
milia ingresso nos portoes treraes e arenibanca
da a um eavalheiro B cinco Bxmaa, Srae. de sua
familia
Este luslain 54000 cada um.
Recife, 4 de Janeiro de 1889.
O gerente,
HenriqM Schulte.
OBBBY CLUBUB FBBNAMBIICO
IFllII U l& lilil
QUE SE REALISARA NO
Dia 6 de Janeiro de 1889
> lllH n.iios

\nluraliila
don
Peaoi
Cor ila ii-siiiiiciiln
Proprtetario*
' PareoConiolriao-800 metrosAnimaes da
1
provincia que ainda o tenham gauho nesta distancia. Premios : 200# ao
304 ao2* e o 3 livra a entrada.
11
Kamfar.....
Moreno.....
Garibaldi. .
Marat......
Guerreiro .
Breas.....
Borburema.
Lindness. ..
Gigante.....
tOOthelo
Ecla
5
'>
5
4
4
i
5
:t
i
\
I
annos.
Baio claro.
Andrino...
Russo.....
Rodado
Alaz5o.....
Rodado ......
Baio........
Castanho.....
Russo pedrez.
Pedrez.......
Pernambuco.
55 kilos.
55'
55 .
53 -
53
45 -
55 .
50 .
53
53
53
Grenat e azul............
firenat e ouro.............
Encarnado e branco.......
Amarello e azul...........
Grenat....................
Ouro e prata..............
Encarnado e branco........
Azul e branco............
Preto branco e encamado...
Branco e encarnado....-,...
Ouro e violeta.............
Rufino Cardozo
R. P.
C.
Coudelaria Demcrata.
A. M.
Coudelaria Desgraca.
F. A. B. C.
Coudelaria Vencedora.
LA.
A. J. Moraes.
I.
i ParcoPrado Pernamkurano-1,000 metrosAnimaes de menos de meio sangue. Premios : 300 ao 1, 754 ao 2o. e o
3* livra a entrada
11 Recife.........I 4 annos.lCastanho......IRio de Janeiro... 153 kilos. Verde e amarello...........|S. P.
JjFavorita.......I o [Zaino.........IS. Paulo.........154 Violeta e ouro.......... ..|L. A.
liMirandola.....I 4 lAlazao.....I |53 I Preto, branco e encarnado. Coudelaria Luso
3 Pareo -Pro-inri* de Pernambuco
1,200 metrosAnimaes da provincia,
livra a entrada
Brasileira.
Premios ; S50#, ao 1, 60# ao 2 e 0 3
Good-mornmg..
Cndor........
Incitaras......
Pimpo.......
Foguete.......
5 annos.
5
4
4
6
Rodado
Baio-----
Alazo...
Castanho
Pernambuco..... 5i kilos.
54 >
51
51 .
54
Encarnado e branco.
Grenat e azul........
Ouro e branco.......
Azul listrado........
Encarnado e azul....
Coudelaria Integridade.
Coudelaria Integridade.
Coudelaria 1 de Junho.
F. Siqueira & Bastos.
Coudelaria Pvrotechnica.
1
*
3
4
5
6
7
8
9
10
4* PareeInternacin 1-1,800 metros
Castanho......
Animaes de qualquer paiz. Premios : 500* ao Io, 125* ao 2o, e o 3 livra a entrada
Mastin ...
Condessa
Ruy-Blas .
Africana..
5 annos.
3
6
4 >
Alazo.
Zaino..
Franca.........
Rio de Janeiro..
S. Paulo.......
Rio da Prata-----
60 kilos.
46
54
55
4*. PareoProaperidade 850 metros Animaes da provincia.
Pernambuco..
Coudelaria Pernambucana.
Coudelaria Brazileira.
Arthur Silva
Branco e preto............Coudelaria Riachuelo.
Premios : 200* ao !. 50* ao 2o e o 3o livra a entrada.
Encarnado e branco.
Grenat e ouro......
Rosa e preto.
Lezeira.......
Almirante.....
Pirraca.......
Rei de Ouro .
Can..........
Monitor.......
Lucifer........
Uru..........
Aquidaban ....
Florete .......
annos
Russo.. .
Alazao. .
Castanho

rhlSSO. j.
Rodado.,
Russo. ..
Cardao ..
Castanho
54 kos.
55
53
53
53
53 .
53 >
53
55 .
53 -
Branco e azul...........
Grenat e azul. ...........
Grenat..................
Violeta, grenat e ouro.....
Ouro e azul..............
Encarnado e branco......
Preto encarnado e branco.
Azul listrado............
A manijo
S. Fradiq
Encarnado c branco........ Tasso Jnior,
L. G.
Coudelaria Integridade.
F L.
Coudelaria Olindense.
A F. C,
Antonio P. S.
A. N.
I. B.
ique.
3 Junic
PareoHippodromo do Campo tirando 1.000 metros Animaes at meio sangue .pie ainda nao tenbam ganho nesta
distancia. Premias: 350* ao Io, 80* ao 2o e o terceiro livra a entrada.
11 Favorita
21 Maestro.
3
5
Minerva
Corcovado ....
I n c o gnito ex-
Chapec....
5 annos
4
3
3 >
Zaino.........
Tordilho.....
Douradilho-----
Castanho.....
Vermelho.
S. Paulo.
Rio de Janeiro...
Paran.........
54 kilos.
53 >
49
50
55 >
Violeta e ouro............
Encarnado e branco.......
Azul, branco e encarnado .
Encarnado e preto........
Azul e branco...........i-
_t.0
C. A.
C. I. M.
Coudelaria Cruzeiro.
Coudelaria Paysand.
J. Waldenckock.
7". PareoPrado da Btasete-1.450 metrosAnimaes da provincia. Premios 300* ao 1". ~i ao 2o e o 3o livra a entrada.
l.A.U-
lunnttar
...;
3Serid........ 5
4JPegaso........' 4
KinttlFM'
ICastanbo
IRodado..
Pernambuco.....151 kilos
* 54
151 >
Ouro e azul........*......|A. F. Cabral.
X8Gf,P!tll.&J?ranc9......U P S.
Grenat e rosa.............lMAnnrln fflS5i*
8". ParooConooiaeao (2* turma)800 metros Animaes da provincia que nao tenham ganho nesta distancia. Premios : 200*
ao 1, 50* ao 2 e o 3" livra a entrada.
l.Bilontra ...
2 Palito.......
3 Etna .....
4 Raio .......
5 Carangueiio .
6|Nero......
7 Campineiro.
8
9
10
11
Ormonde....
Bornave.
CabocO ..
Jpiter.
2 annos
4
4 a
4 >
4
3
3
4 >
4
3
5
Baio..........
Castanho......
a
.a
Baio.........
Rodado......
Castanho claro
Alazo .......
Castanho......
Rodado.......
Ataste.......
Pernambuco.
45 kilos.
93 -
53 .
53
53
50 .
50 .
53 -
53
50
55
Rosa e preto..........
Violeta, grenat e ouro.....
Encernado e bonet azul...
Grenat e ouro............
Verde e branco.......
Encarnado, branco e preto.
Encarnado e branco......
Azul e branco ...........
Encarnado e branco......
Branco e azul............
Verde e rosa............
R G. L.
Coudelaria Olindense.
I. Oliveira.
F P. C.
A 0.
Henrique G-L Guimares.
W M C.
Francisco Manoel Monteiro
S N.
Coudelaria Capibaribe.
Coudelaria Independente.
OBSERVAgES
Os animaes inscriptos para o Io pareo devem achar-se no ensilhamento s 9 Ii2 horas da manha-
Os animaes inscriptos para os outros pareos, deverSo estar urna hora antes da determinada para o ]
que tiver de correr. "
Os forfaits serao reeebidos at sabbado, 5 do corrente, s 3 horas da tarde, hora do encerramento do ex-
pediente para esta corrida.
A venda de poula encerrar-se-ha 20 minutos "antes da corrida.
pareo em
HORARIO
horas
l.o pareo...... 11
2." pareo...... 12
3. pareo...... 1
4. pareo...... 2
5. pareo......
6. pareo...... 3
7. pareo...... 4
8. pareo...... 5
e
e
e
e
e
e
e
e
30
20
10
50
40
30
20
minutos
*
Henrique Schute,
GERENTE.
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director
interino, faco publico que amanh (sabbado),
depois da prova oral de Geometra, que tera lu-
gar s 10 horas, comecara asegunda e ultima
chamada para a prova escripta dos que nao
compareceram na primeira ; e que na segunda
feira 7 do corrente, s 11 horas, comecara a
primeira chamada para a prova escripta dos de
Geographia, cuja banca a seguinte :
PresidenteDr. Seabra. ...
ExaminadoresDrs. Martins Jnior e Bun de Mello. -,
Secretaria da Faculdade de tireito do Recife,
i de Janeiro de 1889.
O oflicial servindo de secretario,
Manoel A. dos Passos e Silva.
< ommiwNo pernambucana para re-
prefeentaco da provincia na Es-
poaicao d'e ISS
A pedido de muitos expositores foi transferi-
da a abertura da Exposico previa para 13 do
corrente, ao meio dia. Recife. 4 de Janeiro de
1889.
Visconde da Silva Loyo,
Presidente da commissao.
Pela inspi" -' so faz publi-
co que, nfio temi sido acceitas as propostas que
forana apresentadas para fornecimentos de gene-
ros precisos a guarda moria, durante o exercicio
de 1889, em vlrtade dOB exceasivos precos nellas
mencionados, pelo presente novamente posto
em concurrencia esse fornecimento devendo os
ros precisos a guarda moria, durante o exercicio'
- nellr-
pos
lo '
pretendente? ^presentar suas propostas em cartas
lechadas, a t o dia 8 de Janeiro vindouro.
3* seccSo da Alfandega de Pernambuco, 31 de
Dszembro de 1888
O chefe,
Domingos Joaquim da Fonseca.
Thesouraria do Correio de Per-
nambuco, 1 de Janeiro de
1889
carta* rom valor
No prazo de 30 dias sero devolvidas s suas
procedencias as cartas registradas abaixo men-
cionadas, cujos de tinatarios nao as tem recla-
mado :
D. Marciondla Vieira de Mello Pereira.
D. Flora Goncalves Lima.
D. Francisca Tbcreza de Oliveira.
Dr. Joo Dias de Oliva Jnior.
D. Luiza Anacleta da Soledade.
D. Amelia do Reg Barros.
Joao Evangelista Escorel.
Polydoro Burlamaque Pereira Teixeira.
thesoureiro,
Manoel Martins t ires.
Commando das armas
Por esta secretaria se faz saber a Joao de
Lima, ex cabo de esquadra do 14.* batalho de
infantaria, que tendo sido excluido com baixa
do servico o seu substituto o soldado -nlonio
Valonea de Souza, por se ter verilicado ter elle
cumprido a pena de 7 anuos de pri3So simples,
como foi publ>co em ordem do dia da reparticSo
do ajudante-gcneral 2,225. de 26 do mez lindo,
e conforme o termo de responsabilidade que
assignon nesta secretaria, por forca do art. 6
do iSgulamento de 28 de ^etembro de 1839 cha-
mado pelo presente edital ao servico do exer-
cito.
Secretaria do commando das armas em Per-
nambuco, 29 de Dezembro de 1888. Olegario
Herculuno da Silvsira PMo, tenente secretario.
Companhia Santa Thereza
Agua en OUnda
Segundo o 6 do artigo 9 do Regula-
mento da companhia, o pagamento da im-
portancia da penna d'agua fornecida em
cada mez, se far na primeira quizena do
mez seguinte, e na falta de pagamento po-
llera a companhia tnterromper o suppri-
mento d'agua.
A gerencia far cumprir restrictamente
este artigo, nSo admittindo e^cepcSo.
Escriptorio da companhia, 5 de Outn-
bro de 1888.
A. Pereira Simpes.
Derby Club de Per-
nambuco
0 expediente para a corrida de 6 do corrente
mez encerra-se sabbado 5 do andante s 3 horas
da tarde.
Recife, 4 de Janeiro de 1889.
0 gerente,
Henrique Schutel.
Derby Club de Per-
nambuco
Os jockeys terao ingresso no Prado da Es-
tancia presentando nos portos Per-
netas do Derby Club de Pernambuco.
Recife, 4 de Janeiro de 1889.
O gerente.
Henrique Schutei.


,.*"


ic Per bucoSabbcfo
erro de
HIPPODR

o
CAMPO GRANDE
PROJECTO DE DSCRBPCiO
MI 1 li.
A JG^
"*>
vm\\\
Que cUver ter lugar no dia 13 de Janeiro de 1889
pare*ENSAIO800 mets*. Almenm provincia que-aiada nao tennam
ganho premios. PKBMI08: primeiro 200)5000, segundo 50tJ000 e tercei-
ro 20*000.
pareoPROGRESSO 1-200" metros. Animaes da provincia premios:
primeiro 2500000, segando 600000 e terceiro 25*000.
pareo-^HPP^PWOiDO CAMPO GRANDE1.40Q metros. Afcsrnaes de
q|teuer-|^jr. ... HEMios- primeiro bOO/fO90,h segunda 125(9000 e ter-^
cerr
w -DESTREZA800 metros. Animaos da provincia, premios: pri-
meiro 2006000, segundo 50*000 e terceiro 20*000.
o pareoDERBY CLUB1.300 metros. Animaos nacionaes at meio sanguen
premios : primeiro 350*000, seguad 80*000 e tereeiro 35*000.
0.0 pareoVELOCIDADE850 metros. Animaes nacionaes de menos de meio
sangue que nlo sejam da provincia, premios : primeiro 300*000, se-
gundo 75*000 e terceiro 30*000.
f. pareoCOMME&CIO80Qmetros. Eguas da provincia, premios : primeiro
150*000, segundo 36,1000 o ferceiro 15*000.
Observacoes
Nonhuin pareo se realizar sem seren inscriptos pelo menos tres animaes de
proprietarios diffrentes.
A inscripeao eacerrar-sorha no dia 8 do corrente as 6 horas da tarde na se-
cretaria do Hippodromo.
O cdigo de corridas prescrove o modo da inscripc|ft,
Rocife, 4 de Janeiro de 1889.
O SECRETARIO,
Ferrara Jacobina.
Derby Club
Estrada e km do Caxang
Trena extraordinarios, da O
Ida-10,30. 11.S, .1130, 1% e 11,30.
Volta4.0. 4.45. 5.10, 5.45 e 6.
' Se as corridas terminarem depoi do ultimo
trem extraordinario, .haver um outro depois
delle i de Janeiro, de 1689.
H. Fletcher,
Gerente interino.
StfCO ISimaCIOSTaL
DO
Capital *o.04Mi:oo*
Idrm realisado l *.mm:oo*
A caixa filial deste Banco funcciona
rna do Commercio n. 40, sacca,, vista ou
aprazo, contra os seguintes corresponden-
tes no estrangeiro.
( Banco inlernaefonal
LONDON,.. < do Brasil,
London office.
( London t touulj
( Banking Company L.u
PARS......(Banquede Par! a: des
(
Pays-Bas
Deutsche Bank.
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotocario de
Espaa e suas agen-
cia.
Ham burgo..
Berlim..
Bremen
Fr an k tur t
sur Main...
Antuerpia..
Roma ........
euu vil....
Masles
Milaoemais
340 cida-
desde Ita-
lia ...........
Madrid......
Barcelona..
Cdiz........
Malaga......
Tarragona .
Valen cia e
ou tras c i-
da des d a
Ees pa nha
e ilhas Ca-
narias......
Lisboa......
Porto c mais
cidades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ay-
res .........,
Mon tevido
Nova York. G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praca do
imperio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de
movimento com juros na razando 2 % ao
anno c por letras a prazo a juros conven-
cionados.
O gerente,
W illiam M. Wesiber.
Banco de Portugal e
suas agencias.
The London & River
Plata, Limited.
Santa Casa
Casas para alugar.
Ruu do Amoriin n. 64 armazem
dem-da Moeda n. 46 idein
Ra das Calcadas n. 30. casa terrea
Ra .Mrquez de Olinda n. 44 safando
de 2 aullares e armazem
dem iio Vigario Tenorio n. 27, loja
IdeiiMdem 22, 3." andar
Ideiituein o. 25, 3." indar
dem do Bi.spoSar.Hnha n. 9. 1 ailar
ldetnjdenMi.3. 1.' andar, 2.esolo
dem do Bom Jess n 13, 3 andar
dem Domingos Jos Martin a. 18,
casa terrea
Becco das Boias o. li. loja l.-eS.-an
dar?
. Ra re TbomdeSouzan. 14 loja
dem Mrquez doHervai (quadro da De
tenco n. i
Iileinsiidera. idem n. 2
dem n. 5
3005000
240*000
2004030
2:131*000
240*000
80*09
180*000
216*000
400*000
200*000
180*000
480*000
20OA000
20*000
120*000
"iOWi
Impresa Minerva
Hk a comparecerein 4 sssao de fi
Janeiro prximo, na qual se <1eve tomar a
lida que fdr mais aertada d;t.i apn-gsar os
laljios d:i inesma atn de amanear a Rxposi-
ugar"ctui o numero de socios
podendo ser assjstida \por
Iquer parucular.
0 1.' secretario,
Bolidonio Leite.
Administracao dos Correios
de Pernambuco
Por esta administracao e em cumplimento a
circular da Directora Geral dos Correios, n. 106,
de 20 de Dezembro Rodo, se faz publico para
conhecimento dos interessados o edital da mes-
ma directora abaixo transcripto.
Correio de Pernambuco, 3 de Janeiro de 1889.
0 administrador,
Affotuo da Reg Barrote
Dirccloria 4*-ral do Correio
Ediial 1
De ordem do Exm. Sr. director geral, fr* em
cump ment do disposto no art. 8* do regula
ment de 26 de Marco (indo, faz-se publico que,
no dia 1 de Pevereiro de 4889, vSo ser postas em
circulacao as seguintes formulas de franqua :
Sobre cartas selladas -
0- sello lixo representado por urna moldura
formada por dnas ellipses concntricas, tendo no
plano da menor a effigie de ~ua Magestade o Im-
perador em relevo branco; no da maior, tambem
em relevo branco, as paliaras Brasil no alto.
e o valor expresso em ris por extenso na parte
inferior, e finalmente as extremidades do eixo
menor dous pequeos polygonos com o dito valor
indicado por agarisinos.
O fundo da moldura as de 100 ris 6 verde,
as de 280 ris preto, e verraettio as de 9G*
ris.
Cartasbilhete
0 m lio lixo do valor de 80 ris, impressono
ngulo superior direita e representado por um
rectngulo formado de arabescos vermelhos, ten-
do em ama ellipse central a effigie de Sua Ma-
gestade o Imperador, encimada pela palavra
Brasil em lettras brancas, e feudo em baixo as
palavra? oitenti ris e sobre estas, em sentido
obltquo, o numero 80 do cada lado.
A' direita do sello v-ge urna fita com as pa-
lavragCartas-MlHete,tendo no alto um serie
de 30 estrellas hraiicas en\ iiiniln n 11 if *
mu uuiau o uibiTCo' ?"'tf lad so se escreve o en-
iere lavra Brasil em lettras vermelhas.
Bilbetes postaes
O sello lixo do valor de 40 ris. O deseaho
igual ao da carta-billiete, com a differenca ape-
nas de ser azul, e ter na fita 4 direita do sello
as paIa*Rts Bilhete postal, em vez d'aquellas
outras.
Cintas e-tampilliadas
O >ello lixo estampado e desenliado como os
das sobr-eart8. coma differenca apenas na n-
dieacao dos valores; E' roxo-o fundo do sello
das tle 20 rii, azul das de 40 ris e cor de ba-
vana das de ris.
Sellos- para jornaes
Estes srllos sao maiores qne os ordinarios, de
forma rectangular e cor de laranja.
No alto tem, em lettras brancas, a palavra
Correio e em bajxo, a BrnsiL Em lila diagonal
l-se de baixo para cima a palavra jornae, ten-
do de cada lado o valor' em algarismo e a pala-
vra ris.
Divisao central da Directora Geral dos Cor-
reios em 15 de Di-zembro de 1888.O sub-di-
rector, Jos Francisco Soares.
*.' nefcio. Secretaria da Presiden-
cia de Pt-ruamburo o de Deaesa-
br de **.
De ordem do Exm Sf. deseoibargudur presi-
dente da provincia fuco publico, para osdewdos
effeitos o edital abaixo transcripto, vindo do ter
mo de Palmares.
O secretario interino,
Manoel Joaqum Silteira.
O cidadfo Jos Miguel de Lyra 2/ supplente do
jai/, municipal deste. termo de Palmares de
Pernambuco em exercicio pleno, etc.
Faz saber aos que o prsenle' edital virem ou
d'elle noticia verem que em virtude da portara
e ollicio de S. Exc. o r. desembamador presi-
dente da provincia, datado de 4 do corrente,
acna-sc em concurso com o praso de 30 das,
cornados d'esta dula, os oicios de jusiicu do 2
tabelliao do publico, judicial e notas, esenvao
do crime e execuces civeis d'este termo, por
haver ped losacoesur o respectivo sarventuario
ugusto Berenguer de Almeida Alcoforado que fui
coiisi erado inhbil, pela junta medica provincial
na inspeceo de samle a que foi submeitido.
Assim, pois, os pretenaenies a successSo, de-
verao no referido praso de 30dias apresenfar sua
pelicao devidamtiite iustruidu de conformidade
com \i Ki'fiilamento a que se refere o Decreto n
9.420 de 2 de Abril de 188j. E para que ebeyue
ao eouhecimeoto de iodos, inandou o juiz passar
o prseme que ser aflixado na porta do edificio
que serve de cmara municipal, lugar do costa-
me, onde tem lugar as audiencias do juizo ereu-
nies puidieas d'esla cidadee termo ce Palmares,
freguezia de Nossa >eu!ora da Conceicao dos
Montes
Dad 1 e passado n'esta cidade de Palmares aos
28 dias lo mez de Dezembro de 1888.
Eu Ursino I eixeira de Barros, escrivo o es-
ftv. Jos Miguel de Lyra.
conforme ao original edou f. Palmares
28 de Dezembro de 1888. O esciivo Ursino Tei-
xeia de Barros.
Ku abaixo nssgnadn ofBrinl dr jiaitirn r porteiro
iiitennu dos auditorios d'este termo de I'ulma-
. ele.
Certifico que boje affixei na porta da sala das
audiencia do juizo "e autoridades lugar do cos-
liine .1 se aflixar editaes, o edital dado c pas-
sado n esta cidade e assignadq pelo cidadfio Jos
Miguel de Lyra do juiz municipal
mu, pondo em con-
fe 2.' taliellio.
..o do cril ter-
mo ao que dou a minba f e passo a presento^
la. Palmaros 28 de Dezembro de 1^88.
O ofticial de justica, servindo de porteiro do-
auditorios. Salviano Vieira Falco.
Est conforme com o o. igiual, dou f. Palma-
ra supra. 0 escrivo. Ursino. Jeixt&u de
Barros.
madelraa para o
arque de Ma-
rdea nspector gsral da
instncfjti publica, faco sabor aos sentares pro-
fesssre pblicos de mstruocso primatia, que
anpmfcUBdo-sai) ^ m #ue da cooUraiidade
aat o aH 37 do regataste das eseotafssMicas
devem wr estas reabertas, e succedendo que
em algumas localidades, por se terein retirMo
pelas ferias os professores, deixom elles de co-
mecar seus trabalhos no dia marcado, tem
aquella autoridade, por circular dirigida aos de-
legados litti;rarios recommendado a stricta ob-
servancia do citado art. do regiment, e pelo
presento edital se dirige igual recommendacao a
todos os professores primarios que regem esco-
las publicas.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco, 3 de Janeiro de 18S9.
Pelo secretario,
________________0 officialJoao B. Fox.
Obras publicas geraes
ForacrliHrnlo da
lastro da ponte
cada.
De ordam do Illm. Sr. engenheiro di-
rector das obras publicas geraes. de Per-
nambaso, de conformidade com a autori-
85o de S. Exc. o Sr. desembargador
presidente da provincia de 20 de Novem-
bro prximo passado, o na forma do art.
1* do Dec. n. 2,926 de 14 de Maio de
1862 e 18 do Dec. n. 2,922 de 10 da mes-
ma data do regulamento do ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas,
fa90 sciente a quem interessar possa, que
no dia 5 de Janeiro do anno prximo vin-
douro, ao meio dia, nesta reparticao, rece-
be-se propostas para o fornecimento dai
madeiras necessarias construccSo da pon
te Buarque de Macedo.
Art. Io As madeiras consistem em 700
costados de amarello vinhatico ou de oici-
tica trancada, de comprimento nao infe-
rior a 5,80 metros (sejam 26 palmos) de
espessura mnima e aproveitavel de 0,2,
de largura mnima e aproveitavel de 0,U14U.
Art. 2a Os proponentes deverio pre-
sentar as suas propostas em carta fechada
e competentemente selladas, at o dia e
hora cima mencionada, sendo que depois
nao serSo aceitas.
Art 3* As propostas serao feitas para
o fornecinjento de toda a madeira que for
necessaria, ou entao de partidas de 100
costados peto menos; designando a qOali-
dade da madeira que se propoein fornecer
e o" preco de cada costado-
Art. 4o Os contractantes se obrigarao
a depositar a madeira no caes da Berraria
desta cidade,, qne lhfc fl>r designado pela
directora-
' Aat 61* As inadaina-seria cortada em
tempo apropriado e nSo apresentarao bran-
co nem dtifiito algum.
Art. 6o Os contractantes se obrigarBo a
fazer o faraeeimento_no prazo que se oon-
vencionar, sob pena de pagarem 10 % de
multa sobre o valor d fWrieimento, e de
20 J. se offectivameute mao o fzer.
Art. 7o Na escolha das propostas apre-
sentadas a directora attender nao somen-
te ao pre$o como tambem a idoneidade do
proporlente e a conveniencia do serv90.
Repartjao das Obras .Publicaa-Geitaes
de Pernambuco, em 18 de Dezembro de
1888.
O escriptarario,
Joaquim dt- MecUirtRapof. <
de
37
500
747
Banco de Crdito Real
Pernambireo
No sorteio a que se procedeu neste Banco em
data de hontein (2G) para o resgatede 311 letras
livpiitliecarias das que exisiem em circulacao (Ia,
2- e 3 series) designou a sorte as dos nmeros
seguintei, ai quass stro pagas pelo Banco, a
contar do primeiro dia til do mez de Janeiro
Estas tetras serao pagas ao portador pelo seu
valor nominal de 100*. cada urna, bem como os
juros, e 1 0111 os premiosas a]>ixojiienciouadas.
Tambem serao pagos a contar do dia 2 de Ja
neiro prximo futuro, os juros das letras emilti
das nos anuos de 1886,1887 e i" semestre deste
anno.
Recite, 27 de Dczembrt) de 1888.
O gerente,
Joao Fernandes Lopes.
' 1* serie
Nmeros
158- 163 2i0 342 398
662 670 673 094 714
828 838 860 9t1 1052
1182 1218 1330 1495 1559
1700 1770 1805 1938 1940
2172 2188 2224 2312 2338
2423 2506 25// 2523 2568
2751 2777 2780 2826 2902
3062 3 98 3100 3115 3143
3164 3206 3218 3259 3334
3 93 3625 3655 3659 3768
3908 3938 ->9ti 4065 4' 82
4178 4JI6 4335 4369 4381
4510 45.4 4566 4605 4662
4814 4836 4847 4927 4979
5071 5131 5182 5226 5237
5449 5467 5472 5525 5628
5696 5704 57/0 5727 5737
5916 5918 5957 6036 6117
6365 6387 6413 6419 6493
6734 6768 6921 6982 6989
7082 7132 7168 7181 7199
7326 7344 7447 7552 7616
7984 8027 8034 8036 8067
8140 8167 8172 8257 8333
8384
2* serie
Nmeros
9208 9380 9419 9508
9740 9807 9838 10005
10926 10989 H034 11305
12368 12720 12764 12926
13755 14 82 14125 14259
14820 14916 14910 14932
13180 15268 15411 15578
18743 15779 16094. 16181
16517 16525 16539 16560
63
650
821
1151
687
2157
52
542
753
1102 1H2
1571 576
2017 2141
78 2.183 2392
2576 272o 1746
2934 299' 3023
3150 3151 3162
33x9 3556 3591
3827 3834 3884
4o92 4153 4172
4432 4481 4490
4683 47 4 4813
5032 50.H6 5069
5312 533a 5372
5655 6661 5664
5782 5793 5815
6179 6254 6352
6506 6510 (653
7000 7007 7022
7201 7237 7305
7850 7883 7980
8095 8124 H136
8341 8353 8370
8556 8951 9018
9579 9602 9709
10061 10254 10713
11412 11823 11881
13017 13192 13462
142-0 14416 14766
14956 15 15>97 I569i 15724
16346 16420 1648a
16674 16868 16943
16978 17194
18573 18716 19163
19623 19'63 20334
20557 0559 20645
21 I 21*86 21697
22589 21.01 23I8S
18347
19407 19432
20404 20434
20871 21098
220V5 22225
23253
a serte
Nmeros
17273 17829 18276
19*72
2O370
208:3
2*024
23212
Destas foram premiadas as seguintes :
1 serie
Nmeros
5036 com .
4754 com *
2511 com
3961 com
5472 com
5661 com
5710 com
6982 com
18543
19502
20436
21169
22563
2* serie
Nmeros
1004000
30 i1 "1
104000
10*0 0
liiOOo
10*000
10*000
10*000
1618 com
16560 com
50 5000
10 000
Toiidon : Brasilia Baft.
Limild
Ra do Covuiitrcio n. H'J
p< r todi
tas do SEMiimo baoco em Portag
a> Liab
r'urto, rae dos Iogleir-B-
7f> N
T36 UTfirpl & Udn I Hito
.StTRAircS .TOMPA-'TT
rivr
BlacttlPR, V&ra t,
Ra no onim"'"''' r>. S
INDEMNIS ABURA.
Companhia de Jifrfflnw
MARITiMOH E TBBR*>&rkES
KMtabelMlda ns HH&
CAPITAL 1,000:0001
INISTR08 PAGOS
*i l de Desca
M ritiiHos...
mvtm...
U-Ru-
14
. lt.IO:06ilMiMi
5llto:INNI&0INl
do Oprpnifroio44
SEGURO COHIBA FOGO
Ko; al Insurance Lompanj de
Liverpool
CAPITAL. .000:000
alENTBM
B. DE DK81NA A C.
13Ra Margo- e, Qliort 13
SEGUROS
lARiTHios mm fm
Coni|ih..< 1 tiran Per-
aarahticana
RUADO COMMEHCIO N 28, f ANnAP
Goipiia
Seguros cotfa_ Fogo
EST: 1803
E&ifieiot & mercadornu
Taixas bancas
Pnrmpto pagamento de prejuim*
CAPITAL
W. l,4Ml:tt*'
a. 5RA DO COMMERCION. 5
(Citnpadjta >C Segur OS 'niteTStates'anJlr^il
CODTTHA FD&3
HOBTHERN
de Londres e A be rdeeo -
Posifo fiidiceira (Dezembro de 1885)
(Jpiui subscripto t 3.000,000
Fundos areumuUdos 3.134,348
iteceila anuual :
" premios contri, fogo 577,330
Do premios sobre vidas 191,000
De juros 32,000
O AGKNTIlj
John H. Boxwell.
Lompanhia d Sc^imis
fidetiiide At %i*b*
AUENTE
JKgnrl Jos Alves
" Tf. f-Naw d m J!%. *
SEfITKOS MARITl.vrOS E TERRE8TKE8
Vales altiajo seguros s> uoic cumpanbia nestt
).-aoB qse eouesd' Sr*. segarsdis isemptao t
j igsniento de premio em cad setimo anno, o qne
-,!uivale an dspeontn aonsal de ceros da 16 por
rento em favor dos segurados.
CHARGEURS REUNS
Frsuiceaa
CompisaUii
DE
VavegaeSo
Linha qutmenal entre
Pernambuco, Baha,
Santos.
O VAPOR
Ville de Sants
a vapor
o Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro e
m
Co'mmaodante Tauqoery
YV esperado da Europa at o dia' 1
do corrente. seguinflo'|aep6"rS da i*
dispeasavel damora para'
Babia, Rio de Janeiro e Santos
RDga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, queiram apresentar dentro
de 6 dias a contar do da descarga daa alvarengas
qualquer reclamacao concernente a volmes que
porventura tenham seguido para os portos do
sul aHm de se poderem dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido paazoa companhia nao se
respansabilsa por evtravior.
rara carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com o
AGENTE
Anguste Labille
9 KMA DO COMMERCIO 9
COMI'AMIIA PHMHBI ( AM
DE
!Vavegaefio eostelra per vapor
Para Fernando de Aoronha
E ROCCAS
O vapor Jaguaribe
CommandanteMonteirc
Segu no dia 8 de Janeiro s 12 ho-
ras da nianha. Recebe carga at o
dia 8.
Passazcns at s 10 horas do da da sabida.
ESCRD7TORIO
La Baes da Companhia Pernambucama
n. 12
*\MA PEB.\AMBI l A> A
DE
Xavesaco eostelra por vapor
CORTOS DO NQRTE
Parakyba, Natal, Maco Mosiot, Araces-
ty e Cear
O vapor Pirapama
Coinmandante Carvalho
Segu no dia 12 do corrate a 5
horas da tarde. Recebe carga al o
$g H.
Encommendas, passagens e dinheros arete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
M. ?. S. C. J.
O vapor Finance
E' esperado dos portos do
norte at o dia 10 de Ja-
neiro o qual depois da de-
mora necessana seguir
para a
Baha; Rio e Mantos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : trata-se com os AGENTES*
Ovapor Advance
E' esperado dos porfos do
sul at o da t". de Janei-
ro o qual depois da demo-
ra necessana seguir
para o
Para, Barbados. *. Thosvaz e
^ew-Vork
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a lrete : tratase com os
AGENTES
Henry Forster tk'G.
8Ruado Commercio8
! andar
MARTIMOS
Compaahia Brasileira de
Navegacao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor iViaranho
Coinmandante o eapitSo de fragata Pedro
Hyppolyto Duarte
E* esperado dos portos do norte at
o dia 14 de Janeiro e depois da de?
mora indispensavel seguir para os
!portos do sul.
Recebe tambem carca para Santos, Santa Ca-
thariaa, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande do
Sul, frete mdico
As encommendas so serSo recebidas na agen-
cia s' 1 hora da tarde do dia da sahida.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandahte Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do sol at o
'da1 7 de; Janeiro eseguiudo depois
",divdnoRi imlMpensavoi para' os
partos do norte at Manos.
As sneommeada* sao recebida* na agencia
at i hora da larde" do dia da saluda
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os '
AG-ENTES
Pereira Carneiro & C.
6==Rua do Commercio=6
1 andar

Royal Mail Steam Packet
Companhia
O paquete Trent
Commandante W. Chopmam
B' esperado do sol no dia 6 de Ja
neiro e segnindo depois- da demora
necessaria para
Lisboa, vigo. Southampton e
Aoliierpia
ReduccSa de passagens.
Ida Ida e volta
M Lisboa 1 classe 20 i 30
A'Southampton 1 classe 28 42
Camarotes reservados para 03 passageiros de
Pernambuco.
Parapaesageiis, fretcs, encommendas, trata-se
doni os
AGENTES
Amorim Irma os & C.
N. 3Ra do Bom .lesusN. 3
Para o Porto
Brigue portuguez Armando
J tendo engajado quasi todo seu carregamento
para sahir brevemente, anda recebe algumucar-
na frete; a tratar com Amorim Irmos A C.
Porto e Lisboa
Sigue para os portos cima a barca portugue-
za JVoeo Silencio, recebe carta a tHsJaiscom M
tat, Oliveira & C. Ra do Vigario n. 1, Io andar
Aracaty
Segu com brevidade para o porto cima o
late Neptuno, recebe carga ; a tratar na ra da
Madre de Deus 8.


Leilo
Ageste Rrilto
De movis, piano, espelhos, etc.
De 4 piano, 1 mobilia de junco, 1 espefho, bi
soute guarda-vestido, 1 guarda-roupa, 1 mes elstica de 5 taboas. 2 apparadores, 1 guarda
louca, 1 sof de amarello, 1 guarda-comida, me
sas. marquezoes, camas, turco, esteiras para
forro de sala, tapetes, 1 bomba e encaoamento,
ps de crotn*, 1 balanca de S kilos, nva, les
de almoco e jantar, vidroe, bandeija, cendieiros
para kerosene, trens de cosinha e outros objec
los.
O agente cima antorisado por urna famffii
que se retira para n 9nl, fer leilao dos objecto*
cima ao correr do martello.
Ra do Corredor do Bispo n. 29
A'a lo 1|* hora
Segunda-feira, 7 de Janeiro
Leilo
De urna vacca tonrina, urna dita da tem,,
um cavallo de sella e um silhlo
Terea-felra. 8 do forrate
A's 11 horas
Agente Pinto
Em frente ao armazem da ra Marquea
de Olinda n. 52
Leilo
De movis, louca, vidros, um cofre prova
de fogo, urna carteira, urna armacao,
um baldo o titeiros
Terca-feira, 8 de crvente
A's 11 horas -
Agente Pinto
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 52
3/ leilo definitivo
Da grande casa terrea com frente de azulejo da
rna Vidal de Negrciros n. 33 aotgo pateo do
Terco, com todas'as bemreHorie mclosive o?
Iustres.de gaz.
Espolio de Jos Antonio Pereira da Silva
Terea-felra. 8 de erntltmim
A's 11 horas
Na irnairn ra do Imperador
11. ie
O agente Martins levar a leilo, por autorisa-
g5o do Exm, Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda.
em sua presenca, a reqnerimento da inventarian-
te dos bens do tinado Jos Antonio Pereira da
Silva, a casa terrea cima, com frente de azule-,
jo, leudo 2 salas, 6 miarlos, cosinha fra. i sale-
ta, cacimba e quintal, no rundo do qual existe
urna meia-agua com frente para a ra do Forte,
com t porta e 2 jauellas. sem repertimento, sen-
do qne a casa tem* gaz e. a sala, da frente e ta-
drnadu a mosaico e tem 1 porta e 3 janellas.
Op pretendentes pdem desde j examinar a
referida casa, e o agente dar qualquer infor-
maco.
----------------------.............................--------'.....---iuS> j
Leilo
De 1 importante cavallo denominado Petropo-
lis, muito bom de sella
Um dito idem denominado Faisca, muito cor
redor.
m dito idem denominado Timbo, muito cor
redor.
Terea-felra, 8 do corrate
A's 11 horas,
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 48
Por intervitco do agenta
Gusmo
AVISOS DIVERSOS
ALUGA-SE a casa da ra Mrquez do Her
val n. 150: tratar com o thesonreiro da Rece-
bedoria Provincial. _________
Aluga se "casas a 85000 no becco dos Co-
lliQs, junto de S. Goncallo ; a tratar- oa roa-da
Impralii n. S6.
Precsa-8e de uru'menioo par? prafirarenr
taverna, preferindo-se do mato; no becco da?
Crvalhas ni._____________________
r Precrsa-se de um criado de 2 a 14 aunos,
para casa de familia: ; tratar ra do BarSo da
vc*^1nwt-..........-.:._.......-..*
Precisa se de urna criada- tratar na ra
Matbias de Albuquerque (arfgamente ra das
l-Ftelg), n. 21.___
AMA precisa se" de urna "para coznar.'a rna.
da Aurora n. 119.


Pe

re ir
Cear
Segu com loda brevidade para o porto cima
o hiate Deus te Guarde, recebe carga ; a tratar
na ra da Madre de Deus n. 8, ou no caes do
Loyo, a bordo, com o uiesire.
LEILOES
Leilo
De 300 barricas marca diamanto e RCC
no centro cora cimento Portland viudas
pelo vapor inglez Arckitet.
Hoje 5 do con ente
A o meio dia
No caes do Apollo confronte ao armazem do
BarSo do Livramento
Por intervencSo do agente
Gusmao
Leilo
De mesas, mochos, bancos, esbides. cadeiras,
loucas para almoco e jantar, copos, clices, co-
meres, talheres c trem de cosinha.
Sabbado 5 do corrente
A's 11 horas
No hotel sito a ra do Amorim n. 44
POR INTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo
Leilo
Em conlinuacao
De bous mo1 eis, importante piano, cortinados
Je damasco de s-da, espelr.o oval, vasos com
plantas e mais objectos que deixaram de ser
vndidos |ior falta de lempo, no 2 andar do s-
bralo ra da lmperatriz n. 11, casa de resi-
dencia do Exm. Sr r. Thomaz GarcezPrannos
Montenegro.
Por intervencSo do agento
(i u sui o
SEGUXDA-FEIEL NTE
A's 11 ferai
Capilao Jos- Irninisfo
ct iilvn
Os engenheiros e mais empregados da repar-
ticao das obras publicas mandam rezar nma
missa s 9 horae da manoi- de 5 do corrente,
no convento de S. raniisco4 por alma do seu
companheiro eapitio Jos Francisco i ereira da
Slva, e^iara^isisiii' este acto de religiiio^ta-
dade, convidam aos prenles e amigos do tal-
lecido.
t
Os amigos do ftnado Luiz Fragoeo de Miranda,
convidam aos prenles e amigos, para assisti-
rem urna missa que pelo renouso terne de b
alma mandam celebrar no dia S do corrente n
capella de Nossa Senhora da < oneeicao da Ipu-
tinga, s 7 horas da manha, 3 dia do seu pas-
samento e desde j se eonfessam eteniamenti-
agradecidos por este acto de religio ecaridade
por
t
Deoeleeiano Augusto Lobo
O bacharel Caelano Mara de Faria Nevs, suti
mulher e seus lilhos, agradecem do nfimo
d'ahna a lodos os amigos e parenk' qye se
dignaram ucompanliar ao cemiterio os restos
morlaes do seu presado sobradlo e primo Deo
cleciano Augusto Lobo, e de novo os convidam a
assistirem a missa do setimo dia que ser cele-
brada na igreja matriz de S. Pedro Martyr, na
segunda-feka 7 do corrente, pelas 7 horas da
manh.
t
.Ionio Perrelra Ballur Kobrinho
Julia Tasso Baltar e seus fllhos, Bernardina
Bailar, David Porto Bailar e suas irmas, mulher,
lilhos, ma+ e irmos de Antonio Ferreira Baltar
Sobrinho, fallecido em Lisboa em 6 do mez fin-
do, com idam as pessoas de sua amizade e as do
tinado como aos seus parentes, para ouvir as
missas que mandam rezar por sia alma na igre-
ja daGonceicfio dos Militares s 8 horas da ma-
rina de 5 do correute, trigsimo dia de seu pas-
samento. Serao reconhecidos profundamente
aquellas pessoas que comparecerem. ^^___
t
Antonio AuruIo Tcixelr aM
sasitos
Seu lio e primos agradecem do intimo palma
as pessoas que se (timaram acompanhar os- res-
tos mortaesde ssMKurezadissimo sobrinho e
primo 30 ceiiiiieriojiico e de novo convidam
paraassisfir a mandam
retar na ordem terceira 1; s 7 e
meia bora do dia 5 do corrente.
\
X
*



SM


Diario de PemambucoSabhado 5 de Janeiro de 889
a
oooooa#oo
TXnico S-ia.ooessaox'
dos Carmelitas
14, Ba de Abbaye, 14
CORTaA
4, pop leda
Gkolera
Enjoo 4o mar
Pebr' amreila, etc.
Lar o (koicc!) -o qual tai enraltido
cada vidro.
;>. se Mugir o leuvito branoo j.iate.
m wdo* oa vldros,
acfa quaJ for o taminho.
DirelTrCS EM TODAS AS PHABMJlCXA*
DO J'nt'trt.
ooooooooooeooooooooooooi
rUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON & C.
N. 44Ra do BrumN. 44
" JUNTO A ESTACO DOS B0NB8
Tem para vender, por presos mdico, as segumtes ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro cora serra circular.*
Gradcamento para jardim.
Varandas de ierro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos.
Portas de fbrnalha.
Vapores de forca de 3, 5, e 6-cavallos.
Mocndas de 10 a 40 pollegadas de paadora.
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concert*, e aescntamento de machiniamo e executam qual-
jur trabalho coin perfeicao e presteza.
PARA US fiOENTES Di) PEITO
Vndese, n'esta capital,na drogara dos Srs.
uro nmi n snn t
avA ma%9wii na slimba < as
O mais oneroso -specifiuo contri* a
hrouioa, esarros do mugue, dor e
rnapiratoria.
tosse, rouq'iidlo.i'pHt'Ojt da v 'B, irriim;8o ou itfLtnroayao da faringe, broncbltfl aguas oa
fraques do peit tisis* pulinoaur, asthma, oquelu?he e todas as enf randadas das vina
u DE CAMBARA
DESCOBEBTA E PREPARAQAO DE
Jos Alvares de Souza Soares
snkioo-jndustkial do P RQT7E PKLOTENSE expresamente
Ghtorose.-anemia,Cattiarro pulmonar, Broao/tte chronlca,
Atkarro ta tiexlga, PMistca, Tosse conoulsa, Dyspepsia, Pallas,.
Paros seminaes, Catnarros antigs e complicados, eic
Bolvara Paaaim *. em VJUUT na* priaclraas PJisrswrtw-
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Intitula de frene. I samio da Tharapautioa
O em prego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadairas Grageas do Ferro Rabuteau sao recomuiendadas nos casos de
Chlorose, Anemia.Plida Corea, Corrimentoa, Debilidad*, Eagotamento, Convaleacencia,
Fraqueza da*, crianc&a, Depaupramelo e AlteracSo do sanguc em consequeneia de
fatigas vigrHias e eaeessoc iJ leda a oatureza. Tomar 4 6 grageas dor dio.
Aras Caneiipapaa Diarrhe, Aaaitnafio completa.
Elixir do Ferro Rabotean reoommendado as pessaas que afta podem engull
engulir as grageas. Um caJix de licox aos repastos. i
Xaropo de Ferro Rabuteau especialmente para u enanca.
mi Urna etplicxio data/hada aoompanha onda frasco.
Verdadeiro Ferro Rabateau de CLIN C*. dO PARS, que m
lamn em cosa dos Drogmatot 4 Phormeeeutic*.
Elixir
eagulir ai
I Xarop
lUM
1 o
.*>
Jiecebedores directos dos mercados d^ Europa
idam ossaguinles artigos com descont fde 14 0 as
vendas em grosso
Bramantes de algodao superiores, a 800 re. o metro, 4 largaras.
idem de,puro linho fazenda de 2fl2O0 j>ara acabar a 13500, metro.
Atoalhado alvo, duas.larguras, a 700 rs., "flOO e"fJ20D o (Tito.
Algodao alvo, nacional, para lenoes a 50500 a peca.
MadapolHo americano, a 35600, 45000 e 65000, com 24 jardas.
Mari pozas de cores a 220 rs. o covado.
Chitas claras e escuras, cores firmes, a 260 rs. o dito.
Batistes idem a 120 rs. o dito.
Zefiros de quadrinhos, a 80,160 e 200 rs. o dito.
Merinos lisos de urna largura a 200 rs.''dito.
dem de quadros modernos a "280 e 300 rs. o dito.
Fictrustle renda chics a 15000.
Colchas francezas de cCres a 25000 e 45000, rana.
Lences de bramaste a 15800, para cama de casal. ^^
Casimiras de c6re8 para roupa de crrancaa 15000 e 15800, diagonal, duas
largaras.
Camisas inglezas e francezas a 265000 e 3W000 a dnzia.
Tapetes aveludadoB, grandes, a 145000 um.
Cortinados ricamente bordados a 65500 e 60000-
"Pannos de-.cores para mesa a 15100 e 15300 o covado.
Cheviot preto e azul, a 3*000 o dito.
Brins pardos e de tflres a 280 rs. o dito.
VludhoB de cflres e pretos a 900 rs. o-dito.
Rendas austraca para vestidos a 500 e 560 rs. o dito.
Setins de todas as cfires a^00 rs. o Ate.
Setrfcetas lavradas 200 e 240 ts. o dito.
Alpacas modernas, lavradas,'k 240 rs. o dito.
Meias ras inglezas para hometn a 25500 e H5000 a'dnzia.
Ceroulas bordadas, de bramante, a 12W00 e 165000 a dito.
Cortes de casemiras para calca a 45000 e 65000.
dem de mia casemira a 25000.
Toafhas grandes para rosto a 45000 a duzia.
dem felpudas para banho a 125000 a dita. _____
B mu tos artigos que serio lembrados com presenca do nossos leitoro^
Fondado! e pn prialario rto grande E8TABKL.ECIM-NTO
creado p.ra %%%% *l Tfc*mS%%\, %% ftlsm^lklk^ '
n cidade de Pxlctaa (Kio Grande d<> .Sil l.
O rlloral di Jambara, ^pprovado pi>la Bzm;:. Junta Central da Hygiene Publir-a do Kio de Janeiro, autora
por decreto Imperial o 3U do Jaur.o d- 1884, pm
Pars, jury i fipt.ii^o Brasil ira-Alloiui de lSJtl, o.t retonieeido como urna descoberta do (aagaa importancia para
luiuanidnie soffredora.
F.st precioso tuedioamesto ne eFeifo* admiraveis: allivi: prumptaoMuto se tooM de'eretsi, tornandaB-ax
brandas dea.peitcrtnt*> (.wirul- e ;
Fs diminuir at d<-gpi>rei!er.'nt oa acre* axlhtaaticoa taa fe.rriT^is ;
Combate #Ttar encamtn de sangne, assicn como a br i-jchic, h coque
lach, r*uqnl rpida e radical.
O 0i)ee8,-ea> oa ''o Heitoral de Cambar, ouU log> e Hppre(-irnoo do app<*iite e daa furg^a p-riin 8.
Este importante madutameoto, q f tanto >eio nlebriat i por su* a, ' todo c
Imperio prepj.rnd<. era a/n gr ido e speoUI t'-iferi.r. qa t"j i inais imperbMiaa atteatads* > dittin.^o reeinus e de inhU'nerHa peasoas curada de grvtaai(i).ja i nt*".i>idde, oino ae v d<>
tolfaeto que -"inpnlm oada frasco.
Ven >ondo se nVaia :.i.ade um mxdi.-amem d- <.l npartanoia, cumprimos um devnr de hamaniad, iodioanao o ao'
doentes do peito e vis reapiraiori-, na cortesa de l>> -im Ih-.irmos o rois seguro meio d- readqoirirem a saode perdida.
PRESOS
2S500 o frasco. 1'UlMM l|2 dnzia e 24&4MH1 r FORMULA
i !HQ
Approvada pela Inspeetoria
Geral da Hygiene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887
Esle depurativo de grande eficacia as molestias, syphilit'cas e impu-
reza do sangue. Para maior garanta da efficacia desle medicameolo, publcen-
se graude numero de alistados de algnns Srs. mdicos residentt's ncsta
provincia e de muilos cavalheiros que teem feito uso desle depurativo, em nu-
mero superior a 300 ; notando-se 50 pessoas que se cnraram da terrivel beri-
beri com este poderoso deporativo. t /
0 uso deste Elixir muito recommentldo no tratamenlo geral das mo-
lestias das aenhorase a prova est m feo reaortade qoe tem oblido aquellas
das Exm". Seohoras que delle tero naado.
Tem curado radicalmente muitas pessoas atacadas da terrivel molestia
beribere.
XWXCXOO XXm TTS-AJa
Os adultos tomarao quatro collierts das de s rjoite. As enancas de 1 a 5 annos lon>irBoama ooile, e os de 5 a 11 annos tomarao doas colheres pela manli e duas noile.
Devero tomar banbos, fri ou morno pHa mnnha e noite. IVesguardo regular.
Encontra-5i! venda a drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva &
a, lua-rie- ^arrrget de ^hwta'fl.,43 e phmiiiuuiu OnuiHul-w^ruti Butfeita da
Rosario n 3.
0 auctor deste preparado pode ser proe-arado na roa do Barao da Victo-
ria n. 37, onde ser encontrado para dar toda e qualquer explicaco que
for precisa.

XROPEdeBLAYN
aawn 7* enapcaarui Hntmae hyrii a "<.
mss* lis mala de Asnoi pelos meUtores Mdicos de l'arti. ct
flljn. Catiro eulmmar. tmtnttm do pma*. das vwtrn e da
4 ara tu, 4 adaptan
cur oa

----
Pao centeio
'IHlle A'Biset.'srisam 1 -rfspeirsTt publico,
ue todas
boroso pao
59Ra Duque de Cadas59
LOJA DE
PEREIRA k HA6ALHAES
l-<0k r.
SAUDE.PARA TODOS.
UNGJENT0 HCLL0WAY
Othwaeiilod* H*w-_y4-mwedioinWlil P~^^P^,^^^"b3LF?
sfcSUaacaaaiilcen. E famoso T>ara a gota c o rheumaUsmo e pan todas aa 4*4*-
Para os males de garanta, bronchites resfriamentos e tosse,
TmoKs au g.^col.s e bndss a. nofcsua da.pellr so lee* "a"* e P waatm
'
rautiahidoa itmcturu recias, obracomo por encanta
1* KK* 0.1 -Z ': nte '^ "Xil vt -:..-ioaasapaa.acia>dooiiivef.
-^^I^^SsSSSS^*"*
e Pot. i*o
mrreflao. 533
-J
que todas as tercas e sextas- feiras, tem eslcsav*
ra larga do Rosarlo n. 40.
off.fJ&<*<
REMEDIO
LE ROY!
u Di Hfglaea a
i
?a Sta I
i
hopu'irez MI FRAtiQt, na ttlEBIC*, J)
HtSP'HHA; TO BDIZH, '" |
ntfs alo autorhadot gala JimU de Hfglaea
MeaMen^o Bepnratl
Conatttnlnte ilnmln
para se trt>r eO, ]>or preen Dardlo.-e
so rurar eju poocu l-n
FSa Tn^ftcacSo PKP'll^TapIdamente
esdasmorca. btl1'. (minoro viscoso*-'
ciados nuo occasionam oconsTvam as
molealldi; iiurtfloa o aaiigue o mr-ede
as rocalildas.
aPurgntesLenoyb
LQUIDOS
HiOS, dosados segundo aldade.con-
em csiiedalmente nas Molestias |
Chronlca.
litronlo oia li
a Hit1*" *" l"o*n> do tratll.
CAPSULA
t.e
tousaa a un
MOLE eS'f I A- **
a que as femotau captuu
oe SNDALO CITRIN:
"re
rttrrrmml>m-nt>
OU KI I *
a- rscaa. u>"
1
I
Extracto concentrado dos KSaue-
dloa lquidos podcmln snlist.tull-os.
pare ae pessoas que tlverem repu-
gnancia para os inir.antes lquidos. I
rv\ t-iiyi-vitsrm
Sao lnralllvuis Contra : AmtHma,
Catnrrho, Gota, Khemnatimmo,
Turno rm, IIvera a, Pertlm do
npitrtitr,FebreH,Congrntl- Wto-
lextiam 1a Flgatla, /mpiflfM,
I>viiiiiHm. nriiopaima, etc.
qaalqaf r pro ^Pb"* COTTIH, qenro do sar. Le By \
Ra do Seine.51, PARS J
DSPOfllTO KM TODAS AS PHARMACIAfl
*3iS&*&EL\
Governess
A Germn Lady (dipIOme) eeka an Engage-
njent as erdent or ImiU Goveness.
Fluent Germn, French and English, Piano,
fligtvU'SliiBonials.
Addiess. miss H. ra Visconde de Gamaragibe
(anciect do Hospicio) a 63.
Typogaphia e. Litho^raphia
FABRICA DE LIVROS DE ESCRnTU-
RAgAo
Premiada nas exposl?6es de
!elS85
Manoel J. de Miranda
Encademasao e especialidades em cartoes de
visitas.
39~Roa Duque de Caxias-39
Telephonen. 194.
Ao commercio
tose Adolpho de Oliveira Lima, socio da firma
comnerrial desla praga, Rodrigues Lima 4 G,
-flvmente a quem inieressar que, aeoniar de a
do correute mez passou a assisinar-se
Jos Adolpho RodtigMes Lima.
laisUna Descoberla!
E" prodigioso
O maravilhoso sabio russo, em poucos
annos tem firmado o sen crdito, por toda
parte onde apparece confirma os seus pro-
digiosos effeitos. Alm de muitas outras
molestias, serve com seguranza para as
seguintes: reumatismo, dores de cabeca e
ouvido, inflamagoes de olhos, contuaSes,
quermndura, ulceras, mordeduras de in-
sectos venenosos, empjgens, dartros ery-
sipela; para o toucadur de inte ira neces-
sidade, para amaciar a pelle, fazer barba,
tirar caspas^ e para o banho.
Naohaigtfl
A venda ja conhecida casa de^porfuma-
rias e modas.
Pedro Antones. A C 3
RA DUQUE DE CAXIAS
AS
Enennidades Secretas I
BL.ENORRHAQIA8 "'
GONORRHEA8
FLORES BRANCAS
CORRIMIENTOS
recentes a ntigos sao carados em I
Pouoob das em aegredo, sem reg-1
men nean tisanas, sem ear-cer nem|
molestar os orgos digestivos, pela
e tnjecgao de
KAYA
DO DOTOR
CaSa Plala tem gratada *wiri,
lunas. 6 ra. ouaifto. 4 ni.
PA3IS, He, Plaus ala m Matdaiminm
Iriilhi i. OORO. Pirii
i PreciBa-se de um feitor que preste todo frri-
co de um sitio; a tratar na ra de Pedro Anonso
n. 58.
Precisa-se de um criado
numero 19.
Criado
na ra d1 tersando
i
Cha preto superior
Carlos Sinden avisa seus amigos e fre-
gneaes em geral que recebeu pelo ultimo
vapor cha preto novo e superior qUe ren-
de- por ifweeoa mais resumidos ees i vista
da continuayao do cambio avoravi.
Convem que experimentem.
48 RUADO BARAO DA VICTOBIA 48
Bolina Marav.il.osa
Albino Cruz & C, avisam ao veipeita-
vel publieo e especialmente ao sens fre-
gus e. e amigos, que mudarara O'seu ea-
tabelecimento de calcados estrangeiros, da
ra 1. de Marco n. 19 para a Pra^a da
Independencia ns. 1, 3 e 5, ende eaperam
continuar a merecer a mesma coufianca
que aempre lhes dispensarasa .todos* aquel-
es que mantinham relacSes -ooiwnewiaes I
com sua casa-
O grande premio
Na ra Formosa n. 33 ha sempre'grande
quantidade de erases blancos e encarnados para
vender.
--------------- r
Urgencia!!!
efrajnda chamada
Na-ra Duque de Caxias a. 87 ha
diversas cartas para serem entregues pes-
soalmente aos Srs. abaixo.
Luiz Jos da Silva Cajazeira (Ohnda).
Francisco Pacifico do Amaral.
JoSo Jos de Araujo.
JoSo Rodrigues Damaceno.
Custodio Gomes Ferreira (Rio Formoso).
Jos Fernandos Ramos.
D. Olindina Mariz.
Manoel Antonio Xavier de Brito.
* Augusto Cmara.
Para oDerby
Carlos Sinden recebeu grande sortimn-
to de gravatas e camisas de cfires proprias
para os amadores do Prado e est venden-
do por pre08 sem competencia.
Recebeu tambem collarinhos epunhos
de borracha de formatos novos.
48BOA BAEO DA victoria 48
FAZEMAS irBATAS
NO 2T. 20
(JUNTO AO LOUVRE)
Zephires de quadros, a 80 rs., o covado.
Las escocezas, a 100 rs., o dito.
Cambraia bordada, a 4fJO0O, a peca.
Sargelim diagonal, a 200' rs., o covado.
Baptistas finas, a 160 rs., o dito. ,
Percales claras, a 200 rs., o dito.
Setineta do JapJto, 240 rs., o dito.
Brim de c6res a 320 rs., o dito.
Cachemiras de quadros, a 260 rs., o dito
FustSo branco, a 360 e 400 rs., o dito.
Brim pardo, a 280 rs., o dito.
Meias para senhora, a 40500, a dnzia.
Baleias para vestido, a 280 rs., a duzia.
Lencos branco.*, a 10200 a duzia.
Collarinhos de linho, a 30500, a dita.
Ganga para cobertas, a 260 rs., o codado.
Sabonetes de glycerine, a 200 re., um.
Regatas de cores, a 10200, urna. -
Ceroulas de bramante, a 10200, urna.
Colchas de cores, a 20000, urna.
Cortes de Linn, a 70000, um
Cortes de seda para collete.
Leqaes -transparentes, a 20500, um.
Sabidas de baile, a 20000, urna,
Tapetes para sof, a 130000, um.
Espartilhos americanos a 50000, um.
Camisas inglezas, a 360000, a duzia.
Las de quadros, a 300 rs., o covado.
Agua Florida, a 10000, a garrafa.
Esguiao pardo, a 360 e 400 rs., o covado.
Cortinados bordados, a 60000, o par.
Luvas de seda, a 20000 e 20500, o pa.
GuarnicSes de crochet, a 70000, urna.
Bramante de algodao, a 800 rs., o metro.
Merinos de cares, a 800 rs., o covado.
Madapoln americano,^a 60000, a pees.
Toalhas para banho, a 05OO. urna.
Cambraia arrendada, a 400 rs., o covado
Lencos de barras, a 20000, a duzia.
Alpacas indianas, a 320 rs., o corado. :,
Cortes de setinetas, a 60000, um.
Setins de cores, a 800 e 00 o covado.
Colchas de damasco, a 70000, nma.
Panno da Costa, a 10000 e 10200. e ca-
vad n.
Cachemira de duas larguras, a 800-rs.,
dito.
Chambres, a 40500 e 50000, um.
Paletots de seda palha a -70500, am. l
Renda hespanhola, a 30500, o metro.
Gazes de .cores, a 500 rsv o eovado.
Pecas de esguiao de algodao, a 30500.
Fustn de cor, a 800 rs., o covado.
Cobertas de ganga, a 30000 urna.
Brim pardo, a 300 rs., o covado.
Linho de quadros, a 200 e 240 rs., o ca
vado.
Paletots de alpaca, a 40000 um.
Cambraia Victoria, .a 20900, a peca.
Cortes de casimira para costumes.
Lona para cama.
Algodao de duas larguras.
Guarda-pos para bornem, a 50000 e 60000.
Ditos para senhoras, a 80000 e 100000.
Popelina oranea de seda, a 800 e 19000,
o covado.
Linn de cores, a 500 as., d covado.
Oleo Ori-*, a 900 rs.
Entremeios e bordados.
Sabonete de alcatrao, a- 500 rs.
Toalhas para resto, a 30500, a dnaift.
Bicos de urna so cor, n 20000, a peca.
Bicos matisados, a 20500 e'30OO, a(j>eca.
Pacotesde pos de arroz, a 500 rs.
Setim braneo, a 800 rs., o eovado.
Leques de*setim branco, a 60000.
Tnico oriental, a 900 rs.
Suspensorios americanos, a 20500.
Oretones finos, a 320 rs., o covado.
Fechos grandes, a 30000 e 30500, uro.
Metas de listas, a 390 rs., o corado.
Brim de linho i(cor) a 800 rs., o dito.
Costumes para banhos salgados.
Boleas para o mesmo fim.
3NT.A.
Ra'l.* de Marco n. 20
CASA DE
AMARAL & C.
Ao commereio
Conrad Wachemann (antiga casa Ott#
Bohres) partecipa que mudou seu arma>
zem de miudeza e ferragens para a rus
Bispo Sardinha n. 1,-em frente do Viga-
rio Tenorio.
Se solTres porque queras
> i'J0Sa:E CONVENCEB-TE-HAS
CURA JKADICAL
f e
SEM DffiTA.
DAS
Molestias de pelle
SYPHl'LITIC.AS.
Darthros, amas, ulceras antigs, un-
pingens, bobas, gommas, cancros, fnanma-
tismo e morpha. ^
Com os prodigiosos
XAROPE E UNGEMTO (
DE
Kydrocotile CaJa^an*,
Applicacao fcilUso sem porigt*i*-Ef-
bi tos promptae, dieta raaoavel.
Contra tactos nao ha argmMItM
Estes remedios sao os mais comnfcdof
do mundo. Envia-se gratitamentey>f)en
correio, direcedes para aso dealesiajedJ-
camenlas admiraveis.
Preco do ungento 10200 o frasca.
Preco do xarope 30000 a garrafa.
Preparados por Calazaas & O.
macia Imperial, Baha.
Deposito no Recite
Francisco Manoel da silva A C
Ra Mrquez de Olinda n. 23
O. .har-
Arraial
Aluga-8P urna casa nm um dos moltwro>luga-
res, travessa d Moura n. 2 ;. a tratar. roa
do Imperador n. 44. ______
Precisase
de urna ama para
n. 52, 2- andar.
enuouiiiiar ; na ra da {toda
VERMIFU6E C0LME7
CHOCOLATE aom SANTOMNA;
UF tuira isri atril s 10bBB1GA5 .
bu VennlmS rKsasstitfido pele (Ai*
i sjj salar SfTtdsiel eaastrra{is ceiiiU Jf/ '
Exigir k asignatura : (J

H
-. i
I
'

r

I
Sa

M


Diario de Periiiihbue
iro de 1889
m
m
**<*



. '

.,'f\ OOSN9A6 ^^fc.SSTOMAGO -F. DO mBS FIGABO.
lSfll
n s males.
U'RiF

C CttJ
DI
BLS
PSIA.
Professor
0 professor J. B. Feloh contina a iecciopar
em sua casa, em casas de familia e cm collegios.
Francez Latim, Aritliinetica, Algebra Geemetria
Trigonometra ; ra Velhan. i6. V andar.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira para familia de
duas pessoas : na ra do Vigario a. 28, segundo
andar, podera dormir onde quizer. _
Bous annos
As acgOes entre amigos, cujo premio e o ca-
vallo mellado de crinas pretas, deixa de correr
oom esta primeira lotera do Grao ara por mo-
tivos justos, e correr impreterivelmente com a
, tuna deste me. Recife, 3 de Janeiro de 1889.
U amigo dono das mesmas aeges.
r. Perelra de toouza
Apezar de j se achar o Peitoral de
.Cambar approvado em todo o Imperio
por grande numero de attestados scenti-
fioos, resolvemos tambera registrar o va-
lioso parecer deste Ilustre e distincto fa-
, Cultativo, com residencia na cidade do Ba-
naual, em S. Paulo, onde gosa da mais
alta reputacao.
Eil-o:
< Eu abaixo assignado, doutor em me-
dicina pela Faculdade do Rio de Janeiro,
r ex-professor adjunto da clnica de moles-
tias de creancas da mesma Faculdade, etc.
Attesto ejuro, sob a f de meu grao,
que tenho empregado em minha clnica,
sempre com muito bom resultado as mo-
lestias dos orgaos respiratorios, o Peitoral
de. Cambar, de Sr. J. Alvares de S. Soa-
res.. O xarope Peitoral de Cambar tem
apropriedade- de ser um medicamento de
sabor agradavcl, e bem tolerado pelas
enancas, em cujas molestias de grande
afficacia.'
r. Dr. Jos Joaquim Pereira de Souza.
Precisa-se de urna
Pedro Alfonso n. 58.
Ama de leite e ama
secca
So Espioheiro, ra de*. Elias n. 10, precsa-
. de urna ama de leite e urna para cuidar de
crianca; pagase bem.
para coziobar ; na ra de

Aluga-me barato
i -
Hua do Rosario ti. 39.
Viscoade de Goyanna ns. 163 e 159.
Baixa Verde n. 1 C. (Capunga).
Ba Viscoude de ltaparica u. 43, armazem.
Ra das Crioulas, Capunpa n. 15 B.
Ra Viaal de Ncgreiros n. 43.
Tratase na ra do Coraracrcio n. 5, !. andar,
escrptorio de Silva Guimaries & C.
0 cartorio do
Antonio
parocliia de Santo-
o. 42, Io andar.
O official.
CoriolanodP 4 breo.
registro da
ra do Imperador" n. 42, 1
Criado
Precisa-se de um rapaz ato
vessa do Corpo Santo n. 27.
1S annos ; tra-
FOLHETIM
i -ft i/ / i
0 PErreRALwCEBEJA


leir.ern fatal.
ii> reci rojamente e
hu., Rroin-hiUs,
<-ftoPuli..vnr< a Tnica.
m ter
0 Peitoral de Cereja io Dr. Ayer
a pan o usar em ca*o parda de un ad lia, pode eui mijitos cnos aacarre-
ar Mi-la c..i>?enuencns. Por Unto tilo se devB
N.eiitanilo remedios
iie efflea':la duvU upo.lT k) ysteui o so arrxica profuiidn-
q .icMnocoWlta toniHr neaao instante,
o remedio nmU oerto e acti. o ora a elTolto, o es>
n-mfdio <5 sem dnrlda algara o Pi.iTOBAt u
Cfrkja do DR. Avub.
PBEFAKADO PEtO
OB. J. C. AYER e. CA..
Lowell, Mass., E. V. A.
V.' aila na j rnoipaei phrma.-la drngsriat.
Aviso aos agricultores
Emilio Billion, engenheiro mecnico,
nico represantante da illustre casa Bidu
Frres, de Ham (Franca) bem conheeida
pelas suas machinas e apparelhos os mais
aperfeicoados para a fabrcaoslo de assucar,
como pde-se verificar pela Usina Bam-
burral e tambem urna parte montada da
Usina Bosque,- onde forneceu os appare-
lhos ; encarrega-se de montar novos appa-
relhos mais aperfeicoados. O assucar se-
r fabricado pelo meamo systema que o
da Usina Bamburral, um dos mais acre-
ditados da praca. Garante-se no minimo
9 lj2 0|a de assucar cristalisado de todos
os jactoa e 10 1|5 i0 com moenda o re-
pressSo.
As cpndicpes as mais vantajosas serao
feitasiau Sre. lagricultores. rara as in-
formarse s na Usina Bamburral.
Alugam-se barato
as seguintes casas : Caes do
i.* andaies)v ra do'-Brum n. 84 i2. e 3.' an-
dares), la da Concordia n. 10: i ra
larga do Rosario n. 34, pharma
Terreno barato

AJug-am-se
o grande sobrado n. 30 da ra do Capito ti^H
fin Santo Amaro e as casas terreas ns. JH
da mesraa ra, rom Bstaites commodo
tar na liiogrophi| de J K Purcdl, roa Mr-
quez dftOliiula n. X
iirato, ou permutase por una casa
na fi i Hoa-Vista ou da Graca, de va-
lor eorrespondciste, um grande terreno na ra
erial, defronle da casa n. 320 (centro), com
le freute e fundo para a estrada de
jwrro de S. Fru ujos Omites atravesaa;
ni capacidade para
ros.
ra do Bar&o da Victoria n. 56,
se indicara ao;i prelendentee apessoa com quem
se trata.
Uug*a
-se
o 2.' andar da casa ra da Aurora n. \ii yunto
lagci da estrada du ferro de Olinaa), com
grandes commodos para familia ; a tratar no es-
criptorio de Sebastio de Barros Barreta, k rut
do Bom .lesus n. 16, 1. andar.
Ama
Offerece-se
nm menino portnguez, de conducta allantada.
com pequea ortica, para caixeiro de armazem
de molhados; quem pretender dirija-se ra
larga do Rosario n. 3i.
Caulellas do loite de Soccorro
Compra-se cautellas do Monte de Soccorro de
qualquer joia, brilhantos e relogios; paga-e
bem na Praca da Independencia n. 22, loja de
reloioeiro.
Carolos de al^odo
Compra-se carocos de algodio ensaccados, en-
tregues nos armazens, ra do Bario do Trium-
pho ns. 10, 12 e 14; ao preco de 380 ris por 15
------------------\.
Na rna velha de Santa Rita n. 89, precfca-su de
urna para comprar, cozinnar c mais seWicu do-
mestico.
----------------------------------------------------------------------- i
Ama
Predga-se de urna ama
do Rangel n 9. padaria.
Ama
Precisa-se de urna boa. cosinheira
Primeiro de Marco n. 16.
para lozinhar, na ra
na rna
Ama
Frecit-a-se de urna ama para casa de pequea
familia ; na ra de Peysanau n 19.
Ama
Precisa-sc de urna ama para cosinliar e en-
gommar ; na ra da Imperairiz n. 44, primeiro
andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiobar e com-
prar : na ra Nova n. 20, loja.
Ama
Precisase de urna amr para comprar e cos'
nhar para casa de pouca familia : a fu da P-
ntaa n. 21, 2 andar.
Attenco
Vcmle-sc a armco envidracada da cusa n. 'i
do becco da I^ugoeta. ganm^-se a chave : a tra-
tar na ra das Laraiifi-ii
0 BAZAK DO RE(ME
Est bem conbecida loja de miudezas o
artigos de modas recebeu da Europa bo-
nito sortimento do artigos para a festa,
saber :
Bonecas Vestidas moda de Pars.
Diversos brinquedos para criancas,
Lindos leques de phantasia.
Costureiras com msica.
Caixinhas de setim com perfumes.
Elegantes estjos para toilette.
Primorosos cartoes de felicitadles.
Porta-rclogios para toilette.
Caixinhas para joias.
Estjos para escripturaao de senhoras.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
Um variado sortimento de miudezas:
O BAZAR DO RECD7E
11KA DO MABQUEZ DE OLINDA 11
Domingos M. Martin
icninn '
M0MMtt
Pb CLERV w^~
Ama
Precisase ije urna ama para
prar : na rea Nova n. 20, loja.
cosi nhar e com-
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar em casa
de pouca familia ; na ra do i aldeireiro n. 4,
sobrado.
Ama
s
Na ra da Palma n. 40, precisa-se'de duas
aaias, urna para cosinha e outra para amamen-
tar urna crianca.
Amas
:
Precisa-se na ra da Uniao n. 1?, do urna ama
para cosinha e de outra para o servico interno
de casa de familia.

kilos.
--------------6,------------
--------_.........----
Criada
Na ra da UniSo n. 27, precisa se de urna
criada para cuidar de duas crlancas, de 5 e 3
annos deidades que saibaangommar, prefirre-K
idosa.
Piano
Of
f A
i Vende-se um piano nglez, perfeito, de duas
cordas, proprio para priBcipiaute, por 200*.: a
ver e tratar na ra do Lamarao n. 4. prximo a
PovoacSo do Monteiro, Ba freguezia do Poco da
Panella.
Cozinheira
Precia se de urna boa -ozinheira que durma
em can dos patrOes, para casa de pequea fa-
milia, na ra do Conde da "Boa-Vista d. 24 F.,
portlo de ferro.
t-
POR

JULIO MAM

ECiUMDA
PARTE
gondSknaba
(OontinuraSo
vn
do
2)
o^
-ib
i
*&sim, de conversacSo em conversa-
ci, pasou-ae a noite. Nem um nem ou-
tro se deitaram.
Qluando eram tres horas da inannS, mais
ou menos :
Vai, retira-te, meu filho, disse Ma-
ra ; seria desafiar a Deus conservar-te
aqu durante o da. A noite favorecer a
Um fuga- *Ella est escura. Ninruem te
ver*- .., a*!
El aWrap)u a m2i, e sabio pelos fun-
dos, fazedo o menor ruido possivel, com
receio de despertar a attencSo dos officiaes
que dormiam no mesm pavimento.
Mas no jardim, -c no momento em que
diapunha-se a galgar o muro, esbarrou
com um- homem que nSo conheceu, e ia
deitar a correr, quando ouvio urna voz aba-
Wt:
Henrique Sabia que bavia de en-
4*ifrar-te aqu! '
Pascal!
Espera... Toma cautela... Tenho
soldados no meu encalco... Julgo que fil-os
perder-me pista ha pouco, mas nao tenho
certeza. ..
Queres que prerina nossa mli ?
Anda nao. So o perigo estiver con-
jurado, re abra^A-a e volt-iremos jun-
ios. ..
Numerosos passos apptqjmavam-se do
muro...
Eil-os... SSo elles...
Hbuve aJguns segundos de '>e4Bw^fl
parte di>s illemaes: hava entre elles 3^
:ros.
Ouvia *c emente o tropel dos ca-
valLos lu ierra endurecida pela gead
outr luio,
Eram os dragoes que perseguiam os
franco-atiradores desde a via-ferrea, onde
estes tinhaiu sido sorprendidos.
A siMiacao tornava-B* grave.
No momento em que acabavam de afas-
tar-se, urna cablea eoberta por capacete
ponte-agudo surgi no alto do muro : vo-
ee rudes interpellavam-se ; depois do pri-
meiro capacete surgi outro e em seguida
mais outro. T|do o mjuxo ficou incado de
cabe cas.
Est bonito aquillo J murmurou Pas-
cal, tentando rir. ,
Na casal,'os tou officiaes tinham-se le-
vantado e acabavam de deseer ao jardn^
de revolver em punho, despertados pelo
barulho.
Pascal e Henrique precipitaram-se no
interior da casa.
Esta era dividida ao meto por um cor-
redor. '
No fim desse couredor bavia urna porta
que davx para urna ra d Ghirches.
Vio abril-a e j Pascal collocava a mo
na chave, quando ouviram soldados do ou-
tro lado. NSo fizeram mais nenhum mo-
vimento. ... ..
A casa estova cercada.
Mara Doriat, inquiete, apeareceu de
repente.
O primeiro dos seos dous filhos que ella
v Henrique.
Tu, Henrique, nao partiste... ah !
meu Deus! o que tai acontecer!...
Ella sentio-se agarrada por dous bracos
robustos.
Uns labios applicam-se-lhe as faces e
urna voz commovida rourmura-lhe ao ou
vido: _
Ao menos; e nos. prenderem, le va-
re i a satisfacao de tr-te abracado.
E a pobre mai deixa escapar um grito
de terror e de desespero.
E que aquella voz alo era a de Henri-
que.
Pascal! Pascal! Tu tambem! Vk>-
cs dous !...
E cahiria se os dous filhos a nio susti-
vessein.
Podes esconder-nos?
Onde, meus filhos ? Vocl nao co-
nheoem a casa ?... a casa em que nasce-
ram e em que cresceram ? *
' Entao, estamos agarrados.
Os soldados prussianos chegavam de to-
do. os lados, galgando o muro. Ao mesmo
Hfto oiitrob batain na porta do corredor
:oronhas das espingardas.
Mara &eiitia-se enlouque
Per Perdidos! .exclamad^H
Os d -lhe'. Voltou-so
rigio-se liara o lado oppoct^
VENDAS
Vende-se urna fabrica de fariaea de milho,
ponto muito bom e bem afreguezada, e de pouco
capital : a tratar na mesma, ra do Rangel a.
71, perto do mercado, confronte a botica..
Vende-se um estabelecimento de molaados
com proporgOes para grande negocio ; na praca
Arma Vende-se urna armaco cuvidracada e de* -
teiros para amostras, um candieiro re^nahjl de
gaz ; a tratar na praca da Independencui nume '
ro35.

Vende-se
urna armacao e utensilios da mesma, propria
para pouco capital, na roa Angosta n. 7 a
tratar na mesma.
Vapor para engenho
Vende se urna machina a vapor de forca de 4
cavallos e em perfeito estado; a tratar na ra do
Apollo n. 30, 1 andar, das 11 horas as 3 da
tarde.
no ultimo momento um escondrijo onde
sens filhos ficassem em seguranca.
A porta do jardim est arrombada-
A da ra igualmente.
E de ambos esses lodos entram solda-
dos brios de colera, sedentes de sangue.
Henrique e Pascal nem se quer tentam
empregar a resistencia. Sao vigorosos.
Se estivesscn armados, toriam urna morte
gloriosa sobre os cadveres allemaes. Ao
meses vngar-se-hiam. Mas nao dispoem
sen2 dos seus pulsos. E vinte espingar-
das ho apontadas para elles.
EstSo prisioneiros.
Os officiaes alojados cm casa de Mara
Doriat mandam-nos conduzir sala de jau-
tor, sobre cuja mesa anda se acham os
restos da sua refeiclo de algumaa horas
antes. '
Querem interrogar os dous mocos.
E a principio ficam sorprendidos por ve-
rem-se em presenca de dous homeno,
quaado os seus soldados apenas corriam
no encaljo de um. '
. L m oficial volta-se para tan sargento.
Este Frantz Schuller.
Qual dos dous ? pergunta elle. '
Franto Schuller, aprumado, com o qudi-
xo ,evantado, responde designiando um -
bj^ O official int*rrog*-o.
Elstava muito escuro, responde o ho-
mem, nao se pode dizer, sem-risco de en-
gaso, qual dos dous nos perseguamos.* '
(mtroB dSo a mesma resposa.
Manifeste-se um pouco de heaitocao en-
tre os omciaes*; <**,
Essa hesitocJU) nao dura muito tempo.
Pascal e Henrique, se bem que alo
coniprehendam o alIemSo, adirnham o que
se passa. j
Sabem que trato-se das suas peasoas.'
Sabem porque os soldados hesitara.
E no coracao de Henrique germina a
idea de um heroico sacrificio.
Pascal ljduqnliJflUfr.,perseguais.
Paacal quem elles querem. 'Se for re-
conhecido, Pascal ser um homem morto.
E elle o mais velho. Poder melhor
tomar conta da casa. Morrerei em lugar
delle. Ellef fcar junto de nossa mSi, e
a consolar depois de terminada guerra,
r.ii desapparecerei. Cumprirei assiis o
deuer de bom francez: morrerei
tranquillo.
O urficiaJ pergunta-lhes:
(uein o senhor ? i
Pascal Doriat... O filho mais velho
da rfonliora sob cujo tecto os enhores lfa-,
senhor'(
Henrique Doriat, seu outro fijho.
Um dos senhores fez parte,
e um grupo que c.ortou o
itodttrrtij
21
RA DO CRESPO
Oliveira Campos & C.
MOTIEA.DES
Cortes de vestido em cartao com muita
fazenda todos enfeitodos a tiras bordadas,
cachemira, jour, zephiro, ninon e cam-
braia branca de 8f5000 a 35)5000, um.
Romeiras, pellerinas, voltas e peitinhos.
de vidrilhos, ultima novidade, de 6J000 a
12W00 urna, sao lindas.
Zephiros de cores padroes alte novida-
de a 500 rs.
Meriss de cores todos, em qnadro a
320, rs. o covado.
i Cortma^os bordados de crochet para
Cama. > J
Colchas de seda para novos.
Veos e capellas o que ba de mais novi-
dade.
Capas pretas, merinn, cachemira e gor-
gorito, todas ricamente enfeitodas.
Espartilhos para senhora, de 4-^000 a
65000 um.
FnstSo braeo, de 400 e 500 rs. o co-
vado.
Musselina branca para casaco de senho-
ra a 500 rs. o covado.
Manteletas de cor, arrendarlos, a 1$ um.
Merinos lisos, todas as cores, de IX pura,
a 500 e> 800 rs. o covado.
EsgniSo de b'nho pardo para vestido,
muito largo; a 400 rs. o covado.
Batistes de cores a 160 rs. o covado.
Zephiros de cSres, padroOs mimosos, a
200 rs. o covado.
Meias croas, brancas e de cores para
senhoras e criancas.
Pitas para homem.
Colarinhos, punhoe c camisas para ho-
mem.
Atoalhado lavrado, linho e algodio, pre-
50 barato.
Sortimento completo de diversos tecidos
que liquidamos sem reserva de preco.
OLTVEIRA CAMPOS & C.
Barato
S na loja das Estrellas
SS-RIIIMIQCE DE CAMAS M
Telephoae u. lo
o proprietario deste mui acreditado estabeleci-
mento previne a todas as Ex mas. familias
e freguezes em gerol. uue as nrortas pc-
divididas coma sua ex-casa das I.ISTI! \>
AZl:KS: portante, qsemqujzcr comprar por
imnos me cm outra qualrpier parte dirja-
se LOJA DAS ESTALLAS, onde encon-
trar um completo e variadissimo sorti-
mento de bzenaaBqucse vendem por pre-
a que nao Ibe podein fazer competencia
como passamos a demonstrar, a saber :
Atoalhado para mesa, de 1#800 a 1#000.
'Dito de c8res al| e. 1^300.
Bramante de quatro larguras a 660 e
759 rs. o metro e de linho com 10 pal-
mos de largura a 10600.
Brim de cores para ronpa de criabas a
280 e 320 rs.
Colchas de crochet de 10$ por 53000.
Cortinados bordados a b-S e 60oo.
Cortes de cambraia, bordados, blancos
c de cores a 4t e 4^500.
Cortes de vestidos, em cartao, a 75000.
Cretones, cores claras c escuras, a 160,
200 e 240 rs. o covado.
Cambraia branoa, transparente ou Vic-
toria, t 2^800 a peca.
Camisas inglezas para horaens a 28>>000
a duzia.
Collarinhos, punhos e aberturas de cel-
luloid, um completo, por 20500.
Capas de vidrimos e tecidos arrendados
a 100, 150 e 200000.
Casacos Jersey 20500, 30, 40 e 50.
Damass de seda com lindas cores cla-
ras a 10200.
Esteiras brancas e de cores para forro
de sala a 10100 a jarda.
EsguiSo de linho, pardo, a240e 320 rs.
Enxovaes para baptisado a 50600.
Espartilhos con rara a 30 e 30500.
Fichus a 500, 10 e 10200.
FustSo branco a 240 rs.
Grinaldas com finissimos veos de Blond
a 70000.
GuarnicSes de crochet para sof, a 50500.
Gorgorito preto de seda a 10800.
Guardanapos de linho de 30500 por 20
a duzia.
Leques de fantasa a 400 rs.
Lencos para .meninos, a 320 rs. a duzia.
Luvas de seda para senhoras a 10000,
10500, 20 e 20500.
Las e cachemiras de quadros a 160 rs.
Madapolao pelle de ovo, muito fino, a
60000 e americano, com um metro de lar-
guro, de preco de 120 por 70000.
Dito de 80 por 50000.
Merino preto com duas larguras a 560
e 700 rs.
Dito de todas as cores a 500 rs.
D.itos de quadros, lindissimas cores a
240 rs.
Rendas hespanholas a 10600, 10800,
20500 e30000.
Setim Maco, preto e de cores a 750 e
800
Difo de quadros, ultima novidade, a 10.
Sargelim de todas as cores de 160 a
200 rs.
Toalhas alcochoados e felpudas a 20500
e 30000 a duzia.
-Ditas pasa banho a 800 e 10200.
Tecidos arrendados, ultima novidade, a
200 e 240 rs.
Zefiros de todas as cores a 80 rs.
Assira como muitas fazendas que seria
enfodonho mencionar, e que vendemos por
menes 20 "\0 do que em qualquer outra
parte.
4
da estrada de ferro de Versailles, oocasio-
nando o descarrilhamento de um trem de
municSes.
E' possivel.
. E' certo... NSo possivel somonte,
diz o official com arrogancia... Um dos
senhores foi perseguido at aqu pelos dra-
gSes, aos quaes reunio-se o posto da fa-
brica dos Montmayeur, cuja guarda era
rendida. Vejamos qual dos dous fran-
co-atirador ?
Eu responde Pascal... At sOu
sargento...
Eu tambem sou franco-atirador, diz
Henrique .a sorrir, mas anda nZo ti ve a
fortuna de apanhar un glSes.
Nao, responde Pascal... Eu l esto-
va ssinho...
Ah o senhor!
Mas Henrique intervm:
Meu irmao est *c engaando...
. Henrique j
.Meu irmao engana-o... fui en quem
cortn, em companhia de amigos/os tri-
lhos da estrada de ferro...
Henrique !... que loucura... pj>r
que mentir ?.. .
Porque mentir, tu tambem, Pascal !
acode Henrique con) um sorriso de supre-
ma e divina bondade... Por que dizer
que commetteate um acto audacioso, cujas
honras reclamo inteiras para mim?...
Pascal, assustado, olhava para Henri-
que, sem comprehender...
-i- Mas ests doudo, Henrique, ests
doudo, v o que tases !...
E de repente surge-lhe a verdade ao es-
pirito, comprehende.
Comprehende que o amor fraternal ,1 o
devotamento mais heroico, mais puro, que
impelle Henrique.
Comprehende que seu irmao quer mor-
rer em seu lugar. 1
Comprehende todo o grandioso honpr
daquella scena. .
Repelle os soldados que o seguram,
atira-se para Henrique e aperta-o os bra-
cos.
Cala-te, cala-te... o qu ests d-
zendo urna huiuilhacSo para mim. ..
Julgas entao que eu nSo saberia morrer...
e que tremera diante das espingardas car-
regadas ?
Mas Henrique, dirigindo-se ao official :
Fui eu, j lhe disse. Nao tefa caso
dos protestos de meu irmSo. Elle quer
8acrificar-se por mim. Nunca consentirei
eu em semelhante cousa.
< que pensas tu, repito-te, diz Pas-
cal com colera, e com quo dreito queres
substituir-me?... Nao consentirei.: Seria
udia da minha partey seria mais
do que urna covardia, seria um ci
E tu, Pascal, por que has fle que-
m m ches
Ra Duque de Caxias u. 103
ende-se bordados de cambraia tapada
de 2 12 c 4 metro- e moa chave de lar-
gara a 500, 600, 800 e 10, muito fino, de
qualquer largura a 10400, e de fustao, de
700a 10800 a peca.
K'nx.ivaes-para baptisados a 80, 100 e
120000. *
Lindos etites para penteados a 100,
200, .300 e aOOrs. um.
Lindos granp.s para segurar chapeos.
Renda hespanhola a 20500 o covado.
Pulseints americanas para 30, 48, 50,
60e80OOOopar. '
Guarni3es americanas a 30000.
Lindqs espartilhos a 40, 50 e 60000.
Porta dedaes de vidro, objeeto para pre-
sente a 10000.
Broches de fantasa de 500 a 10000. '
dem americanos de 20 a 30000.
Len?os de seda d 500 rs. a 10500.
Lublaque a 200 rs. o par.
Guarnicoes de crochet, sendo um para
sof c 4 para cadei por 5$000.
Finas capellas de pellica, panno e coi,
com finos veos. -
Floree artificia a J0OOO o ramo.
Anneis americanas) 20000.
Plisss de 400ra 10000 o metro.
Luvas de; seda arrendadas e bordados
20 20500 o par. ,
Bicos brancos de linho e de cores a 20,
20500 e 30000 a peca.
Contas de c6r para enfeitor vestidos a
700 rs., e pretas a 600 rs. o nsasso.
Missangas de todas as cores.
Lindos leques brancos para noiva.
Collarinhos e punhos de borracha.
Colchas de crochet para casamento ama
80000.
Talheres para crianca a 800 rs.
Luvas de pellioa a 20500 rs. o par.
Linhas de cores para crochet a 20000 e
cor de creme a 10500.
Lindos leques de papel de 500 rs. a
10000.
Espelhos com fina moldura, com dous.nd-
mos de comprmento, a 40000 e cara dura
a 500 rs.
Finos binculos.
Agulhas para bordados a ouro e missan-
gas.
Lindas franjas douradas para facha, de
seda preto e de cores, sem e com vidri-
lhos .
Timaosinhos enfeitodos de bico e renda.
Grande sortimento de fitas modernas a
13 deMaio, Imperial Regente, a Nabu-
eo e a JoXo Alfredo.
Lindas fitas para facha a 2jS, 20500 e
30500 o metro.
Carteiras de chagrn para algibeira.
Finas gravatas plastrSes e regafes a 10,
10200, 10500 e 20000.
Lindos porta-pos de arroz.
Grande sortimento de jarros para enfei-
tor consolos e sanctuarics.
Completo sortimento de perfumaras.
Finos sabonetes de todos os fabricantes.
Grande sortimento de arfinetes dourados
para enfeitar o penteiado e tambem gran-
pos muito lindos.
N. B.Dase amostras de bicos e bor-
dados.
I
Attenco
Vende-se um carneiro de estimacio para sella
por ser um lindo animal e muito manso ; a tra-
tar na travessa da Madre de Deus n. 21.
rer morrer em meu lugar?... quem ca-
na junto de nossa mSi ?., .
Tu a consolars...
E por que hei de ser eu? Ella ado-
ra-nos ambos. Nunca acariciou um mais
do que outro. Nunca, no seu coracSo feo
cheo de ternura, ella manifestou preferen-
cias por qualquer de nos. Ama-nos com
igual transporte.
Tu es o mais velho...
Pois bem, visto que sou o mais ve-
lho, tenho o direito de ordenar,-e se
forcoBO que morra um de nos, quero que
seja eu... porque eu que tenho vivido
mais tempo.
NSo justo, visto que sou eu quem
elles procurara.
Mentes. NSo sofireste os trabalhos,
como queres ter as honras ?
E voltando-se para os officiaes, que os
escutovam impassiveis:
Elle mente, eafeo ouvindo? NSo
acrediten! nelle...
Mas elles, duramente, impacientados
Eor aquella lufe, cujo sentido nSo com-
endm bem, mas cujo herosmo perce-
biam : /..-.
Qual dos senhores dous estere na
via-ferrea ?
Fui eu diz Pascal.
vFuieu! exclama Henrique.
Cala-te. Henrique', ordeno-te.
O official dirgese a-Frantz Schuller, o
sargento :
V buscar a dona da
nol-o dir.
Mara Doriat- deixara-se ficar no corre-
Royal Bleod marca YUDO
Este exc cliente* Whisky Escoceas pre-
ferivel ao cognac ou agurdente djp cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Mlead marca \*do,
cujo nome e emblema sSo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & O, agentes.
dor, de joelhos, com ask mSoe postas, em JtA mort
attitude supplice.
Procurara nSo escutar o que diziam na
sala.
Reconhecin a voz dos seus dous filhos,
e estreniecia cada vez que as vozes rudes
dos prussianos os interpellavam.
O que se passava? O que sedizia? O
qu ira succeder?
Os seus olhos estavam vermelhos de fe-
bre, mas a pobre mSi nao chorava...
Smente o coracao sufiocava-a... e de
quando em quando levava machinalmente
as mos ao corpinho, como para compri-
mir ou talvez arrancar do poito aquello
coracao que tanto a fazia soffrer !. .
E vagas palavras de supplica soltavam-
se-lhe dos labios.
Meu Deus! protegei-os... salvai-os...
nos temos sido feo injustamente feridos
pelo infortunio... as nossas desgracas sSo
j feo grandes... meu Deus nSoconsintaes
que roubem meus filhos !
Frantz Schuller sabe par. odor :
Minha sehora, diz .ente
est chamando
Ah 1 vou fall
E precipita-se na sala, desvairada.
Quer atirar-se de bracos abertos para
seus filhos.
Frantz Schuller segura-a. Ella debate*
te-se.
- Deixe-me... oh deixe-me, senhor !
Mas nao consegue escapar das mSos
brutoes que a seguram...
Um dos officiaes apprpxima-se :
Responda...
0 que quer saber? (; r '
A verdade..
Sobre que? .bsismJ
Sobre seus filhos l...
Meus filhos sSo soldados. Elles nao
o negam, supponho.
NSo, minha mSi, diz Pascal... a
nossa gloria, a nossa honra.
Oh! minha mSi, pois duvidas?
Pois bem, senhor, diz Hara aos of-
ficiaes, o que desejam mais? '*
Um dos dous foi sorprendido esta
noite, s onze tocas mais ou menos, em
companhia de ourros, cortando os trilhos da
estrada de ferro...
E aps urna pausa :
O outro um franco-atirador, sabe-
rl-o tambem; mas tratamos nicamente
primeiro. Quauto ao segundo, delibe-
remos mais tafdc. i
Mara retm Urna cxclamacSo de an-
gustia.
E que t^rte reservam para o que 09
senhores .sorprenderam ?
olla O official responde, esquecendo-se de
jue eRa era mulher, esquecendo-setitulo
sagrado !de querella ara mSi:
, mediata.
Maria condera, desvairada, o,s seus
dous filhos.
Ambos sorriam. Nem a mais ligeira
pallidez nos seus rostos enrgicos. Nem
a mais longinqua emocSo.
Qual dos dous? pergunta o official.
E Pascal muito depresaa :
Minha mSi,-tu nSo podes mentir...
sabes perfeitamente que sou eu...
Minha mSi, Pascal mente, ou eu,
juro-te.
Ella comprehende 11 tudo. Henrique
innocente. Ella sabe-o. NSo tem a menor
duvidaa tal respeitcw Chegara casa na
vespera, bocea da noite. Passou esto no
seu quarto Nao olle quoprocui-am. E'
portanto Pascal.
Olha para este. Olha para Henrique.
Ambos imploram-na.
__ Sou eu dizeraos olhos-do primeiro.
__.sjfflSjUn dizem os olhos do segundo.
E preciso que ella se pronurtcie por
um detfes
ar-se-ha)
1
-

L
i.
i_
<:
1



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUMYX60NI_LV8VVW INGEST_TIME 2014-05-21T23:28:42Z PACKAGE AA00011611_17388
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES