Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17377


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Full Text
Propriedade de Manoel Figueira de Faria
PAKA A CAPITAL E LUGARES ONDE NO SE PAGA PORTE Qg Sre# Amede PrillCe & C.
t

1*
V.
-
1
*
-.i.'

..'i
Por tres meses adiantados. .
Por seis ditos dem......
Por am simo dem......
Hada numero avulso, do mesmo da.
66000
12*000
23000
4100
de Pars, sao os nossos agentes ex-
clusivos de anDUDciOJe*publica-
$oes na Franca e I^Iaterra.
Filhos
PARA DENTRO E FORA DO ESTADO
Por seis meses adiantados. 134500
Por nove ditos dem...... 204000
Por am anuo idem...... 264000
Cada numero avulso, de das anteriores. 4100
TELEGRAMAS
. 3OTi;o fAaccuua so szabxc
RI DE JANEIRO, 21 de Agosto, as 3
u jrai e 40 mir.utos da tarde.
Of governo dectaroa hoja pelo compe-
tente org.to que .nao cogita de espa9ar o
praso para as elei,5es para o Congreaso.
Foh nomeado thesoareiro da Altan*
dega do Estado de Alagas Maaoel Mar-
tina de Miranda, Beodo declarada sem ef
fetto a nomeacao anteriormente foita para
gaal cargo.
^k Foi permittido que permutassem as
respectivas cadeiras aos lentes da Faculda-
de de Direito do Recife Dr Antonio Coe-
Iho Rodrigues e Dr. Jos Hygino Duarte
Pereira.
Consta que est nomeado director
da Faculdade de Direito do Recie, o Dr.
Ernesto de Aqumo Fonseca.
Seguirm para o Norte no paquete
nacional s Qrs. Jacobina e Telesphoro de
Araujo. .
257{50^4. AMCIA 2AVAS
R0HA2 d& Agosto.
Urna' rmportnte %anifestacSo irreden-
tista prepara se na Italia.
L01)RE^.fl'd/Agosto
As ngociaeo'es diplomticas ontre Por-
tugal e a -Inglaterra terminaran} se com
um accordo amigavel, pelos termos do qual
as de limita,"es portuguesas serlo a parte
ontre o Nyassa e o rio Z^mbeza ; a zona
d'.s costas fijar commtim s duas na-
gae.
Agencia IIa?As, fij e u Porna-ubico,
2J de Agosto de UriW
IBSTRCgiO POPULAR
i
A USITA2ILISAI3S SQ5 A3T3QS
POK
G) S M-0 asa-Q tTOSH TSS
CAPITULO XXIV
Orianlino pti tico rto Iromem fula
ro -Plavata maranlhona-4 caca I
sua raraa proprieilude \ad lia
imii*9Nll para a ."%aa resta. A le
de eleceo natural.
(ContinuacSo)
III
. 0 dosso almoco nao daroa cinco minutos; e
njo obstaote, depois de comermos pqullas fo-
litas, ofreca-nos que hara urna hora que nos
a'bavamos mesa.
< E^contravarao nos qaasi do mcemo eslado
qe-urf) convidado, que nouvesse tomado respei-
tavel quantidade de alimeoto touno e bebido
com profuso vinhos generosos. Estamos certos
que toda a gente se confirmara perfeitamente
cern este rgimen.
Da coca Fomenta se aoroveltam as Mhas.
Mettem se, mascadas, em mfuso, seccas, ou
misturadas com orna pequea porcao de cal ou
potassa.
O que a esta planta d todas as suas qoali-
ldr-s e a faculdade que tem de excitante e to
mea ao mesmo lempo, muito euperior a ludo
quanto possa imaginar 83. Mata a fome, e, pode
id >s as?egural-o. apaga asede; 8US.em as torcas
multulares couiDate o fri, a iusomoia e as iu-
lloeacias perniciosas dos miasmas pantanosos a
unr ponto tal, que nao equtvalem nada todas as
aatra-f substancias conhecidas at boje.
M Grosse, aatoralisla genebrez, conta que os
ivlfos dos Andes da Bolivia. passam, gragas
c: adas inteiros sem alimento e quasi sem
dormir ; que se conservara semanas com algons
aumentos vegetaes i"3igoiticanies e que Ibes suc-
cedep;correr rpidamente centenas de legoas,
trabalhar de di* e de noite nns minas, conduzr
agostas" ca-gas pez idissiraa.* por caminhos mon
'anhosos. quasi mpraticavers em varios pontos,
8m so*rrr as consfqu ocias do coosaco. nem
do fro glacial, nem Ja iutempe ie das estsc6s.
' Un'indn. quns6 se alim^otava mascando
coca, fabalhou cinco dias e respectivas noites
em urnas eseavaces, dormindo apenas duas oras
em cada um d'elles ; fez em seguida urna va
sem de 19 leguas em oous di s offerecendo se.
ao terminal a, a continuar a sua tarefa:
Cita-se outro indio, que em quatro das ro
de Paz a Tacna : descancou vinle e quatro horas,
e vello tao fresco como f-a. Pois tem este
trajeen nada menos do que 100 leguas de extetv
sao sendo necessario trepar um monte de i3:0tiO
ps de altura.
A dizer a verdade, preciso saber que este
?igoroso andarilho misturava as folhas de coca
um um pouco de milho torrado.
(Continua).
I-ARTE 0FF1C1AL
Governo lo Estado de Peraam
bneo
DESPACHOS DO DA 20 DR AGOSTO
DK 1890
Andr Avelino da Costa.Indeferido,
visto que a pena tropoata ao suppbcante
terminar em 12 de Marco de 1891.
A. M. Veras 4 CDeferido, com offi
ci d'esta data ao ispector da Theaou
rana de Fazenda.
Candido Ferreira Comes.Indeferido
visto aue A pena imposta ao supp'icante
terminar em 5 de Marco de 1891.
Coapanhia de Fiayao cTecidos de Per
naubuco. lut'orme o inspector da The-
sour-tria de Fazenda, ouvndo o da Al-
ian lega.
Companhia Seguro Indemnisadora Phe-
nix fernambucana Aopbitrite.Deferido
com offi io d'esta data ao inspector do
Thesouro do Estado-
Teneote Esperidiao Francisco Nepomn
ceno. -Informe o administrador dos Cor-
reios.
Bacharel Eutiquio de Albuquerque.
Eccaminhe se, pagando o peticionario, na
reparticSo dos Correioa o devido pjrte.
Florimdna Joaquina de Mello Monte
negro.D se.
Feliamina Alves Cordeiro.Sim, sa-
tisfazendo o di i posto na 2.a pirte do art.
13 do regula ment de 30 de Setembro
de 1887.
Flix Joaquim Ferreira de Carvalho.
Ao adiantamento requeridos teem direito
os professores cujas cadeiras nao sao si-
tuadas em lugares servidos por estrada
de Ierro ou navegacSo.
Gaspar do Nascimento Regneira Costa
Indeferido.
Hermino Jos Francisco.Iideferido,
visto que a pena a que o supplicaote foi
condemnado, terminar em 17 de Outli-
bro do corrente anno
Ildefonso da Silva Baxa.Entregue se,
mediante recibo.
Jos Uomes de Amorim.Informe a
Intendencia Municipal de Recife.
Jos francisco Florencio de Souza.
Informe o inspector geral da IostruocSo
Publica.
Joao de Araujo.Informe o inspector
do Thesouro do Estado.
Jos Franciso de Souza Lima.Por
ora n'o pode ter lugar o que requer.
Jos Pinto da Rocha.Kemettido ao
Sr. capitao do porto para attender.
Jos Beserra de Oliveira.Informe o
inspector geral da Ioitruccao Publica.
Tenente Jos,'arlos Vital.Compareca
na secretaria deste governo para receber
a patate.
Manoel Salvino de Lima.NSo ha o
que deferir, visto que o nome do stip
plicante nao se acha comprehendida na
lista dos reos que teem de seguir para o
presidio de Fernando de Noronha.
Manoel da Paixo Ramos.Indeferido,
visto nao se achar definitivamente con-
demnado o supplicante.
Martinho Ferreira de Oliveira.O sup-
plicante dever entrar em julgamento na
sessao convocada ara o dia L de Setem-
bro prximo vindouro
Thomaz Oorr de Araujo.No pode
ter lugar a reintegracSo.
Theodoro Leitao de Albuquerqae.In-
fsrme o inspector do Arsenal de Marinha.
Bacharel Sabino Pinho.Devolvam-se
as con tas afia da serem reduzidas ao prego
actual.
Secretaria do Governo do Estado de Per-
nambuco, 21 de Agosto de 1 90.
O porteiro,
H. M. da Suva.
Repartido da Polica
2.* 8ecc3o.N. 188Secretaria de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 21 de
Agosto de 189''.
Cldadao goveroador.Participo-vos que foram
hootem recolhidos Casa de Detenco os v ol-
vidos de noroes Joao da Costa de M^nezes, Cbns
pim Rodrigues dos Santos, Joaquim Sebastiao
de Souza, Antonio Francisco Gomes, Julio Euse
bio de Souza, Manoel Pedro Simo de Mattos.
Francisco Manoel Solano, J >4o Pereira dos aojos,
conhecido por CaihdD. Joao Augusto de Souza,
roohecido por (egulobo, Cnripiniano Gomes da
Silva, Joo Joaquim Ferreira conhecido por Ma
dnnba e Aotonia Mana da Conceicao.
Commanicou-me o subdelegado de S. Loureo
co da Malla que na noile de 19 do corrente os
ladres por meio de arrombamento, penetraram
na ca3a do Dr. Paea Barreno, morador ra do
Rosario d'aquelle districtoe subtrabiram um
uirdanapo le 'inho, io lo em seguida & casa do
profesor Gervasio Elisio Cavalcaote. onde, por
meio de um buraco felo junio a tranca de urna
janella. por onde entraram. roubaramum paletot
de linno e a chave de urna gaveta.
Aioda na mesma ooile e favoravelmente oj
mesmos ladrOis dirigiam-se casa de M.na
Amelia da Coucelco e per meio de arrojaba
ment que zerain em urna parede conseguiram
penetrar na mesma casa sobtrabir a quantia
de 3*360 em dinbeiro. algoma roupa e outros
objectos.
Aquella autondade tomn condecimento do
faci e procedeu a respeilo nos termos da lei.
Pelo subd. legado da freguezia do Recife, fo
ram remet dos ao Dr. juiz de direit) do Io di-
str cto criminal os inqueritos policiaes a que
procedeu contra Flix Francisco da Guana. Fran
cisco Correa do Smtos JoSo Manoel do N isci
ment coobecido por Joo Olhinho e JoSo Fer-
rei a de Almeida, conliecido por Joo Gira, como
autores e cumpbce do rouno praiicado em Juoho
umiEO ^o trapiche alfandegado no Largo da
AssemnlH, i dmimstrado pelo cidadao Jos Luiz
de Souza: e contra Cae ano Luun* da SiWa,
como auior do roubo feilo s II horas da noite
do dia 16 do cor. ente, Da casa do araoe Jos An
tonio '-upe, mo.ador no bcco dd Ltnguea u. 5,
andar. ,
Chegon ao conhecimento desia cbefalura por
intermedio do Dr. delegado do districto da
cipilal que no da t9, das 8 para as 9 horas da
noile foi victima do furto de diverso objecios e
joiaa de ouro ua casa de sua residencia, a ra 15
de Novembro n. 49, f andar, o Dr. Viysses que
parucipou o faci aquella autondade.
Da vistona a que procedm Dr. delegado, ve-
ritlcou que o larapio ou larapios nao empregou
i istrumenlo algum para forcar a jorU de entra
da. e trata de descobnlo, assim como os obje-
ctos fnrtados. am.
Eoiroo em exerciclo do cargo de subdelegado
do districto do Poco da Panella o cidadao Ma
noel Maria de Araujo.
Sade e fraternidadeAo cidadlo des
embargador Barao de Lucena, muito diguo
goveraador do Estado de Peroambuo.
O chefe de polica, Antonio d Olinda
Almtida CavaUanU.
Thesouro do Estado de
Pernaoabuco
DESPACHOS DO DIA DE AOOST DE
1890
Antoaio Fernandt-s Pereira, Felismina
Adolpha da Cunha S .lies e Jos Gomes
Ferreira Maia.Informe o Dr. contador.
Victorino Domingos Alves Maia, Pom
peu de arvalho Soares Brandan, Luiz
Raphael Coira & C. Manoel Domingos
da Silva, Emy^dio Jos Gonc-tlves Sorra,
Auna Isabel da Silva, Costa & C, padre
Paulino Soares Monteiro da Cmara e Al
buquerque, Joaquim Luis Ferreira L al
Auna Luisa de Souza e Francisco Mar-
ques da Rocha Cazito.A > porteiro.
Manoel Alves da Silva Maia.Uertifi
que-se.
Luiz de Franca Marques da Silva. -
Sim.
Daniel Rodrigues Pinheiro.A' secyae
do Contencioso.
Affonso Lucio de Albuquerque Mello.
Rodoipho Pes8oa, Gaspar Antonio dos
Reis, Manoel Floriano Vieira Pessoa, Jo-
s Gomes Ferreira Maia e outro, Manoel
Jos de Paiva Pinto, Manoel Lopes de
Aibuquerque, Joaquim de Almeida Va
lenca e Antonio Dias Alves- Ja Sra.
Haja vista o Dr. procurador fiscal.
>CIEMUvEMTTlS
Reeebedorla do Estado de
Pernaaabaco
DESPACHOS DO DA 21 DE AGOSTO DE
1890
Costa & C, Anna Luiza de Souza,
Victorino Domingos Alves Maia, of;io
do collector de S. Lourenco.Informe a
1* seccSo.
Manoel Domi gues da Silva.A' i" ses-
cSo para attender.
Bellarmino Gonjilvos de Albuquerque.
Sim.
Cardoso Irmb.Deferido, de accor-
do com as informacSes.
Castro Medeiros & C. -Certifique-se.
C. A. van der Linden.Informe a 1*
seccSo.
laspectorid Cieral da lastrueco
Publlca.do Estado de Peraaaa-
baco.
DESPACHOS DO DIA 21 DE AGOSTO DE
1890
Antonio Vieira de Barros. Cumpra-se
e registre se a apostilla de 2 do corrente.
Antonio Romualdo Pereira de Mello.
Cumpra se e registre se.
INTERIOR
NORTE DO BRAZIL
0 paquete nacional Espirito Santo, tiontem che
gado do n rte. trouxe as seguinies noticias :
Eatado do Muranho
Datas at 15 de Agosto:
Por acto de 7 resol veu o Sr. goveroador do
Estado nomear ja urna commi-sao para orga-
nisar o projecto da constituigo do mesmo Es
tajo afim de que se possa com a precisa re
flex&o estudar e discutir lio importante com
mvttimento. Ficou ella composta dos seguintes
membrjs :
D-s Joaquim de Scuza Andrade (presidente),
Augusto 0. Gomes de Castro, Antonio Teixeira
Belfort Roxo, Agrippino Azevedo e Fabio Nunes
Coa lava, entretanto, que o conselheiro G^-
mes de Castro e Fabio Leal nao cceitavam a no
Em reuoio.de 13. dos amigos do Dr. Maia,
foi resolvida a absteucao no prximo plJito elei
toral.
Estado do Ceara
Datas at 17 de Agosto :
As noticias d'este Estado carecen de inte-
rpagp
Diz um teleg'amma de Btante, ?m 10 :
Hontem, as 5 horas e 30 minutos da tarde,
descarnlboo o i>em de lastro do prolongamento
no kilmetro 03, tcando tres carros fora dos
c Morreu o t'aoalhador Rayraundo Siz^nando
e foram contundidos qua ro.
A autondade policial temou conhecimento
do facto e foram dispensados cuidados mdicos
em Baturli.
Accidente devido ao encontr de urna rez.
Et*\do do Rio ronde do Norte
Datas ai 19 de Agosto :
Constara as aoticias da cirta do no330 corres
pondento publicada na sercao competente.
Estado da Parahjlia
Datas at *0 d^ Agosio :
A chapa eleitoral para as prximas ele'coes u-
cou assim organisada : ......
Para sead ires -General de divio Jos de
Almeida Brrelo, tmente coronel Joo Soares
Njiva e Dr. Firmmo Gomes da Silveira.
~ara i-putados-Dr. Pedro Americo de Figuei
redo Dr. Antonio Joaquim do Cont CarUxo 1
ten nte da armada Jjao da Silva Retumba, D
Joao B Silva Pessoa.
SUL DO BRAZIL
Pelo vapor coster, hornera chegido, tivemos
as seguintes noticias:
Estado d i Serglpe
Datas at 17 de Agosto :
O anniversario natalicio do generalissirao Ma-
noel Dnodoro da Fonseca foi muilo festejado.
L se no Republic >no de 7 :
Oh mrado goveruador d'este Estado, convi
dando os sergipanos em geral para tributaren
um voto de prolando reconneciramio ao preclaro
cidadio Manoel Ueodoro da Fonseca, a quem
Sergipe deve eterna grati lio, nornt-ou comais
Oes das nlendeocias do interior, para o fim **
off-^rtar se um presente ao mesmo cidadao no
dia do Io aaniversano da proclamcao da Rep-
blica.
A commisso d esta capital flcou composla
dos seiruioies cidadaos : Dr. Joaquim Balibaiar
da Silveira, Manoel Macnado Monteiro, Bastos
Coelbo, Joao Coeiho, Nicolao Puog ten, Gailher-
me Vieira, Tercncio Sampaio.
Os loruaes iraiem minuciosas descripco^s
das festas feUs era honra do governador Dr. Fe
lisbllo kreir, e que nos foram communicadas
por telegrammas.
Consii'.uio se o partido nacin em reumao
presidida pelo Bario da Estaacia. Foi uomeada
ama commisso exe:uuva.
*4obr<-*a reforma e aoprograaimasdi;isino
PfclJb* SB. MISyEK
Tradcelo de A. Duprat, autorUada pele
autor
Q lal'juer que sej a nieasidade dos e-forc^s
progresivos, a iosirucco publica nao dar fru-
ctos em lauto um methodo positivo fundado
t-m natureia semelbante a da scierrcia positiva,
tixi-r filia ao ensino.
Existen muitos modos de ensinar e para s
citar as fiis divergentes, os mais coniradiclo
rios, o mulo theoloico em nada se parece com
o que procaHraB cau-as tinae< alem das froatei-
ras do rMcuto, da observacao e da experimeu-
l.cao.
Resta saber qual a m>-ihor instrurc'to. Esta
consiste em urna recapuul.t) tio completa
quaoto possivet dos progressos realisados pela
humaoidade atravs o curso dos seculos- Ora,
a vida do nomem limitada. Si a evoluco
temp) de parada, at mesmo os recos que se
observa na evolucao geral da especie, ella nunca
consigniria elevar se ao mesmo nivel.
Demais, a mor parte dos borneas s podera
dedicaran estado propriameate dito a pnmeira
parte da sua carreira, visto que o resto perteace
lata pela existencia e ao preenchimento dos
devores soeiaes.
Omelbor sy-teraa de iastrucco ser, pois, o
mais econmico do lempo e das forcas iotelle
cluaes dispooiveis. o mais capaz de encartar a
tiaiectoria do progresso, suostituindo por urna
linha recta a haba curva e quebrada que .-eguio
a boje.
N'sia ordem de ideas, importa dSo perder de
vista o ponto de partida da evolucao humana e
de bem oasear as pbases saccessivas. Por onde
comecou o homem t Pela leitura ? Elle ao
sama nem 1er, nem escrever. Em compensacao
como os animaes e osselvagens contimporaneos
tinha levado mullo Ion ge a educcao dos senti-
dos. No seio da civilisaco, os seatidos, por
falta de uso e de exercicio, tendem a se alro-
phiar. A civilisaco oao pode prescindir do uso
dos seatidos. A rectidao d^s sentidos arrasta
comsigo a rectidao do espirito. A menor diffe-
renca na relaco dos seatidos d lugar ama
falsa coacepcSo, a um falso jnlgameoto. as
criaocas,:como nos homens primitivos, os sent
dos constituem, segundo Coadillac. especies de
instrumenlos que preciso aprender a utilisar.
Segundo Bulln, a educacao dos sentidos deve
preceder qualqner oalra
A educaco 'tos sentidos reclama a mais seria
attengao nao somente para qie o bomem civi-
lisado nada teohs que io vejar ao selvagem, e
mesmo aos animaes, mais tambem porque o
conolrso ios sedtidos indispeasavel em mil
circumstaneias da vida.
O i observadores pelo carcter ou por pros-
sao sabem de que quantidade de ideas o cerebro
da cr.anca devedor aos sentaos, quando a
palavra aiuda de nada serve.
Era origem, o desenvolviraento do corpo mar-
cha de par com o do* sentido*. O bomem pri
raitivo oo8suia urna forga, urna agilidade e urna
ruslii idade como hoj ^ s se eocoatra oos selva
geos. Em geral. o bomem civillsado esta em
relaco o homem primitivo como o porco para
o javali : um ser coj > pusilanimidade, moleta e
voracidada contra Jtam com a sobriedade, a dea-
sidade nroscular e a energa do sea antepas
sado.
Urna gymmstica graduada, urna robusta hy-
giene, urna rude excitaco impostas enanca,
fortitlcam o seu corpo e communicam ao seu
espirito urna tempera viril.
A hnguagem reclama a mesma sollicitude
que os sentidos e os orgos corporaei. Nunca
^e recommeodara por iiemais ao3 educadores da
iafancia urna arliculaco correcta, o emprego de
palavras appropriaas de-ignaclo das coasas,
urna progresso na escolha das palavras, ludo
do s.mples ao composto, do concreto ao abstra
co ; e sobretudo a mais rigorosa clareza e a
maior preciso as respostas s incessanies per
muas das enancas. A crianca representa a
curioidado ao mais alto grao. Pode-se definir
a infancia urna humaaidade sem experinn-.u,
vida de conhecsr e le se iostrui Qa into
ternpo nao se faz perder as enancas, eosi-aanlo
Ibes urna quantidade enorme de coa-as que
devem mais urde esquecer 1 Multas vpzs a
resistencia oppcsta pelas criancas inatraeco
escolar procede, de que, sera?ihinte a um campo
virgem onde se sema ao acaso toda especie de
sementps ruins que pegaram, o cerebro dellas
reclama um trabalbo de extirpuco e de des-
bravameato antes de qualquer outra cultura.
Nao exagerado affirmar qae si todas as curio-
sidajes oaiuraes da criaaca re*bessem me
dida que se manifestara, urna verdica esubstaa
cial saii-fago, a su : instru:cao geral se a -baria
largamente esbucaaa na ida ie en que habitual
mente comeca.
0 homem primitivo ao comecou pela leitura.
A leitura supu a escripta. A escripU al ihabe
tica que praticaraos urai escripU conveccio-
nal; am resallado do progresso; est uas mes
mis cjndic5e8 que a algebra para a arithraetica.
0 de^eiibo gross-iro, tal qa! se encontra uos
chiffre3 do Reauo e cssadas contemporneas,
preceden toda especie de escripta.
A escrip'a tendo vindo depois do desenno,
pelo desecho qui se deve imuurar a escrip a.
A propria natureza o indica nao hacrianc qae
oo deseaba naturalmenie. Reun se, ao acaso,
c langas de odas as racis humanas, d se-lhea
giz ou carvo e todas desenhario. Regulando
se pelo insuncto, o educador facilita sua 'arefa,
pois que tera a naiurezacomo collabiradora
Nao queramos dizer que o desenho marque a
pnmeira phase da evolucao scientirica e que
por elle que *e deve comecar. Aprofuidando-se
a observacao, descobre se qui o calculo, umcat
culo ru lime itar, aoterio.' a qual juer progresso.
Os hom as mi selvagen-i, mesmo aquelles q ie
se acbani abaixo do deseaba, saoem contar at
cinco;al.n por falla de expres3io elles dizem :
inuiio. Todos, porra, coohecem a addicao e a
auDtracco
Esta obs-rvaco se appltca s enancas; as
mais j >vens addicionam srfus briaqueos e re-
camara os qn-t faltam. Os propnos aaimaes
j-.su^m a aoco do clcalo. V na gata conta at
quatro; a partir deste uuraero, pode se llie suo-
tralnr os giiohos sera que lia d por elles ;
menos de qaatro, porm, p6e a'a em grande
agiiaco e as 801? buscas provam que ella tem
cpnsceacia da sua perda. A iadastna de certos
insei-ios orova que elles levam muito mais Ion-
ge > calculo
0 calculo mirra realmente a pnmeira phase
Jo progresso intellectual e Aumnsto Comte teve
razio ve da sciencia positiva. Os zodiacos e ma,s sig-
naes astronmicos, que se eocoatram eatre o
mais antigos monumeatos, jastiricam este termo
ambicioso de mathematicas.a astronoma a ma.s
elementar suppondo o calculo elevado a ama cer
ta potencia.
A humanidade primiuva tendo recebido da
naiureza a iucilacao ao calculo e ao deseobo, e
por ah que preciso comecar a instruccao d.
criaoca. 0 calculo indispensavel as primeiras
operaos do espirito; u desenho indispensa
vel para flxal as. .
Nao gmente o desenho serve de ntroduccao
a escripU e a todas a artes graphicas, e presta
eminentes servicos a inducirla, mas tambem tem
a vaotagem de centuplicar as mrcas da memoria
0 deeenbo pode foroecer em parte o substra-
tum da memoria. O que ba ne concreto e de <-s
sencial em todas as sciencia se aprsenla sob a
forma de imagens cajos traeos fugitivos sao ir-
revogavelmente fixados pelo desenho.
Em resumo, a educacao dos sentidla e do ap-
parelbo vocal, gymnasuca em re'aco com a ida
da, calculo elementar, desenho, escripia, leitu-
ra, tal a ordem tragada pela naiureza, e sane
ciooada pela historia da evolucao humana, qae
se impe aos methodos de euaiao applicaveis a
infancia.
Chegada a este ponto a criaoca permanece
anda estraoba a sciencia propriameate dita,
mas possae todos os instrumentos aecessarios
para aprende- depressae bem. Qualquer enanca
-a liamente constituida dever receber, quer no
seio de sua familia, quer na escola, u.i a prepa
raco de coaformuade com o programma cima
di aneado. Depois de ter assim fundado sobre.
um roebedo permanente ;s piimeiras bases do
seo deseovohimeaio corporal e mental, t resta
edilicar a sua iastrucco, de accordo com os
.llanos da nat rea e o oDjecto final da evolucao
humana.
Qae programmas segu: ? pergantava am de-
potado fraacez em urna discus^o sobre a lber
dade do eosiao. Os dos jesutas ?
Sao programmas qae devem ser modificados.
Infelizmente esqueceu-se de explicar de qae mo-
do entenda qae fossem modificados os program-
mas. Antes de tudo, o que con vera affastar as
noc-vs falsas ou simple-mente duvidosas.
Sao poutos de vistas diversos se pode alargar
ou restriagir o dominio da duvida ou do erro ;
mas nunca se podera confundil -o com o da cien
ca positiva, cujo respeilo se impe a todos os
systemas e a todas as crencas. A iastrucco ao
tem nem o lempo de se em n iraohar em cami
naos traasversaes, aem a missao de preparar a
anarcoia neo.al. falso e o duvidoso que per-
turbara a intelligeccia e a conscieacia da moci-
dade, sao os flagellos da escola. A escola deve
limitar o seu ensino verdade revestida do con
seutimento universal.
As matbemalicas a astronoma, a physica, a
chimica, a anatoma e a pbysiologia, as scieacias
aataraes, a geographia, a chroaologia histrica,
e os Tactos que a ellas se prendem, eraquanto
achara s: ao abrigo de suspeicao, se movera em
urna ce teza absoluta, a ur pirte d'estas scien-
cias eacadeam-se lgicamente como tbeoremas
de geometra.
Se .-oai qae exista urna hierarchia nos coabe-
ciraeatoa, uns serviado de iatroducco aos ou
tros, nengum existe cujo germea ou s ja visi
vel em piincipio. A humanidade primitiva
proligalisou a sua .curiosidad'.' por toda a parte
ao mesmo tempo.
A curiosidade das criaecas reproduz a dos pri-
meiros homens ; ella excede sempre a theoria.
E' p lis, oaiural, que se emenda a introdueco
publica, desde a au a nrimaria, sobre o coojancto
dos conbocimenlos humanos, ati.n de elevar o
edificio escolar, d- modo que cada aadar supe-
rior correpooda exact .mente ao andar inferior.
A jiustrueco pode tornar-se eucyclopedlca
sem fallar a aierarchia das siccncias. As noces
essenciaes da physica da cbimica, da biologa,
da sociologa s exigem uxa preparago mate
matica elementar.
A escola primaria deve contentar se com um
programma qae expoaaa o plan > geral da scien
cia, as suodivisoe3 que comporta, a interdepen
ca das diversas especialidades scicntifkas, e ter-
minologa propria a cada urna d"ellas, as princi
paes verdades qae pr fessam e as applicaces
praticas que d'ella decorrem.
Antes de ludo importa que a crianca coobeca
a siguiticaco da palavra iotrueco. para que
possa langar com umgolpedev sta o conjuind > do
edilicio da sciencia, que n'elle penetre e circule,
com um o conductor ua mao, at que con ceba
um i ulea jusU das suas proporces, da sua dis-
posigo e da sua utilidad-. A forma concreta de
rigor para este trabalbo elementar. Urna palavra
laogada em vo nao se-ia comprehndt la ou se
na mil comprehendida.
A aqueles que julgara perigoso esta precoce
farailiandade da infancia oraos grandes pheno-
menos e as grandes leis da aalureza. sena fcil
demonstrar, pela experimeataco directa, que
s:ieacia positiva algama repugna a iatelligeucia
tanto quaato as entidades religiosas e as absira
ces meibapbysicas de que por tanto tempo abu
sou a ant-ga escolstica.
Sem duvid a aoalyse conduz synthese ; sem
luvida a aoco positiva do universo gera urna
concepeo positiva ao universo; mas e3ie pre
cisaraeote o alvo que devem visar todo3 os es
lorg is do ensino moderno.
A netade do lempo que empregam 03 mclbi
dos da rolioa para inspirar ao malor numero das
criancas o horror da sciencia, perraittina dar a
todas urna msirucco primaria encyclopedica.
A grammaca s deve wr depuis. As exce-
PCes, as contradices, as aaoraalias das regras
grammaticaes sao funestas as joven* intelligen-
cias, que o rigor dos metnodos scientifi :os aioda
nao d.sciplinou. O fundo deve sempre preceder
a forma; si preciso for se podera prescindir
d'ella. Si YoitaireeNapoleo poderam dispeasar
a orthograpbia, com mais veras o pie fazer um
operario ou um matulo.
A historia teode cada vez mais a ser classin
cada entre aa sciencias positivas.
Antes da escripia, antes dos hieroglypnos. an
tes do desenho, o bomem contou sua historia ao<
metaes e s pe Iras.
Foices de slex, psdacos de mariscos e de lou-
cir.a. ossos escuuarados, placas de gres eune
grecidos pelo fugo, fragmentos de queixadas,
crneos de appareacias bestiaes, conslitacm os
testemaanos da historia sob omesmo ululo que os
monumentos e os es nptos. Os primeiros annos
da huiniuidade acham se escoulidos no seio da
trra e das a^'Ua3. Nao ha historia que ao seja
a do progresso numino enxertado soore o pro
are-so u nversal. Como possivel attiugir as rai-
zes da nistori* sem a -ciencia positiva, que per
mine p eider a evolucao histrica a evolugo
orgnica h con luzr a avestigacao las ciusas
at as profundidides do mundo inorgnico 1
A l.i da evolucao o dyodraometro do juka
meato em amena histrica ; a bus ola da bis
tona. Elia eosiaa a iistingur o que ha de nn-
raoiavel. d'aquillo qu modilicavel b I prazer
dos autores.
Ella ensraa que03 actos de violencia, as com
raoces da guerra e da cooquista, as intrigas dos
homens de estado e as disputas nacionaes oao
l.o oem mais importancia nem mais direito
memoria do que os coma es das iribm selva
geos e as rivalidades dos seas chefes ; ella aur
ca o momeato preciso era que o progresso, se
teado tornado irresistive.nao se pode maisiuctar
contra elle sem se expor a ser esmagado; ella
lemonslra que, em cersoi casos, a resistencia
ne essaria, quando o progresso que se reclama
consuiue urna aatecipacao sobre a marcha da lei,
urna especie de parto prematuro, perigoso para
asocieade, ella eosiaa qae a poltica deve ao
mesmo tempo ser radical e conservadora ; con
servadora do que existe qaando a siencia im-
potente para substituil a por aiguma cousa
melnor; rididl soDre todos os ponto3 onde a
tbeoria e a pratica garaatirem as vantagens de
um? mudan ;a.
Dasle modo, por meio del la a poltica aprende
a se manter exactamente no nival da sciencia
geral.
Para que a conducta publica e privada tire
.odo o proveito da experiencia dos seclos 4 pre-
ciso que a historia preencba o offi -io de aa
graude justiceiro. Em vez de fazer a apofox
da guerra e da conquista, de elevar am pedestal
aos grandes desnaraladores e ao-< grandes acere-
lados, a historia refundida segando < i oethodor
da sciencia rebaixar a nomiaua dos pertubadu
res do progresso em proveito dos borneas de
pensamento e de sabedoria, dos pbilanthropos e
dos inventores, dos modestos b-mfeitoree daba
manidade. En vez de descutpar todos os en
mes e todos os atientado<, nao deixar de sali-
entar (oda a ignominia qoea obertam ; ella des-
viar do mal fazeodo brilhar a juslica da nata
reza na saocgao das causas pelos effeitos. Boto
a historia se tera tornado o melnor factor da
conscieacia. o melbor cdigo da moral.
Dm methodo recente com-ga o estudo da geo
graphia p lo estado do .erntorio mais immedia-
to, igualmente a geologa faz o inventario da*
carnadas sup-rticiaes antes de descer s cama-
das subterrneas. Este methodo applicave! t
historia. Os efieitus e gestos dos Hebreas, dos
Gaulezes, e dos Francos importara menos do qae
o conhecimento dos acoatecimenlos contempo-
rneos. A parte viva do eo.-iao histrico, nppli-
cavel as escolas primarias, nao deveria se ocet-
par dos detalhes senao a partir do ultimo se
:ulo.
Foi de proposito qae nao se agitou a questc
das linguaa moras. No tempo d renascenga,
as lloguas grega e latina prestavam grandes
servicos a quem queria se instruir : todas as w:
encas eram somente encontradas nos livros r -
sos e latinos. O latn, -obretudo hngui daigre-
j i, tinha urna importancia equipolente a impor-
tancia da Igreja. De tres s -culos para ca tem
se opr-rad > urna graad mudanga. De um lado
a igreja perdeu a sua prepotencia ; de um outro
lado as Imguas modernas constituiram se e, coa
ellas, a sciencia moderna que dispensa recorrer-
se aos textos arebaicos. Sem duvida. o grego e
o lalim sao uteis aos jurisconsultos, aos medico
e an3 eruditos; mas absurdo condemoar ao es-
tudo di las liugaas em d-inmemo da se e iris
positiva, a popuiago ioteira dos lyceos ciii>
nove decimos s pratica rao a liogua materna (1).
Pelo faco das linguas mortas s terem orna ut
lidade especial se as deve abandonar s escola!
esieciaes; poder se ha eoto reduzir de doas
tercos o tempo que boj- absorve.
Quaato as linguas vivas intil descrever as
suas vantagens ; nao se demonstra o que evi-
dente.
O renovamento dos melilotos e dos program-
mas escolares, segundo as ideas aqu expendi-
das, permute espaldar sobre as massas, coifl
menor perda de tempo e de dinheiro um ensino
superior ao da rutina. Urna -6 escola primaria
scieotificameote constituida vale mais para e
futuro de urai naci do q c o aparelho univer-
sitario legado oela antiga escolstica. A instra-
ccao primaria vale o mesmo qae a iastrucco se-
cundaria, pois esta nao mais do que o deseotot-
vimenlo daquella. As materias eosioadas sao ?
mesmas com mais extenso e profundidade. A
inslruccao superior tem como limites os da sci-
encia positiva ; islo nao quer dizer que am rapaz
qae tenama os s-us cstudos possue a omni-sci
en a, mas simplesmente que dispe de lodos os
recursos scientirlcos f m conveniente medida para
investir os mais difficie.s problemas e reduzl-os
a capitulago. Dez annos bastam a realisacio
deste piogramma; pode-s? fazer um sabio em
menos tempo do que um bacharel (2). Dm ra-
paz de 16 auaos, cojos sentidos eetejam agoca-
dos. que dispona de ura corpo flexivel e vigo-
rjso, cuja iosirucco seja encyclopedica, pode
aprofua ar qualquer especialidade.
Nada se deve desprezar na nossa epocba ea
que, por falla de urna heranca material, o pobre
reivindica o direito hera-ga meotal e moral da
huminidade.
Mas a so iedaie s deve a iostraeco superior
aquelles que se acbam no caso de aproveital-a.
Os pas ricos teem a liberdade de cultivar fi-
lhos esteris ; em caso algum a inepca e a pre-
uic devem tornar o lagar das iatelligeuciai
raais robusUs e mais vidas de saber
Era ura estado bem dirigido, preciso os
horneas eminentes occapem as funeces emineo-
tes e que os homens qae se veem em pomeo in-
ferior s po.-sam imputar a sua desgraga ra-
queza do seu espirito.
Todos os grandes pbilosopho3, legisladores e
fundadores de religies proclamaran) a hegemo-
na da inteligencia e do -aber; a idea mil da,
democracia moderna consiste em que a hierar-
chia das posiges e das fundes corresponde
tijrarchia das fatuidades.
Dividindo a instrucco publica em primaria,
secundaria e superior, estatuindj que ninguna
passar de um > outra sem previo exame, pro-
porcionando Ss mangas pobres o raeio de se
elevarem na sciencia e pela sciencia, a ordem
-ocial encontra sua melbor garanta na livre e
regular expsuato do progresso.
Para que a reforma dos programmas e dos
methodjs de ensino d resultados completos e
decisivos preciso que a mulh-r seja a pnmeira
a tirar proveito della.
Ao lado da sciencia a molber a pedra angu-
lar da ordem e do progresso.
A familia e a sociedade, valem o que vale a
mulher.
Na sua trplice qualidaie de irm, de esposa
e de mi, a mulher exerce sobre o seu m-Mo urna
influencia boa ou m, mas sempre preponderan
te e duradonra, ella para as naces como
para os individuos um estimulante ou um ele-
meato de desanimo.
Pde-se dizer qae o mal vem da mulher;
igualraeote, n da de graode, oada de fecunda,
nada do que necesslta o concurso dos sentimea-
t03 nob es e geDerosos pie prescindir di sua
ardente cooperaco, do seu devotameuco apaixo-
oado.
Toda a cansa que for defendida por orna mo-
Iher ama Causa gaiihr ; toda a causa que a -
ver contra si urna causa perd ia.
Sitnpre a fraqueza nielligente tem tumptav
do da forca brutal do bomem.
Sempre o genio do nomem se alimeata do
amor da mulher; conbece-se o epitaphio di
letzn:
Connubialii amor dt mulcibre fecit AppelUm
Atehoje a mulOer tem oiio por a-mu dizer
excluida de toda cultura scieoiifica oa simples-
m-'nie sena.
Mesmo ntreos povos mais adiantados, ains
truccao da mulher est longe de corresponder
as suas funeces naturaes e sociaes
Temos o residalo sob os nossos olhos.
Incapaz de se elevar em visla das lacuaas e
dos v cos da saa educacao cima de um fnvolB
babil, a mulher se acha reauzda, mao grado as
revoltas da sm lastiactiva delicadeza, a recorrer
a coquetterie c vaidade, a inventar toda espe-
cie de aruticios para agradar e encantar.
Entretanto o papel da mulher, tal qual o tra-
coo a oaiureza, muito menos potico do que o
do bomem, .. .
as coodices ordinarias da firtanaa vida w-
teira da mulher destinada prosa.
Alm de ser eocarregada do interior, ella ira*
-(T)"Achamos qae o Sr, Mismer exagera muito
a lotiiidade moderna das linguas mortas; coa-
trananenie a sea opinio juigamo* que sem sa
aspirar a ser am eradiio deve se todava ter um
ceno coobecimeole do lallo e mesmo do grego.
N D. T.
(i) O autor reere-se aqui ao bacbarelado daa
sciencias e letras exigido em Fraoca para a ma-
tricula em qualquer escola superior. -N. D. T.
J

. -ni

'1
-* ?..


Uiario le l>emamhiiro--Sexta-fe*ra 22 d** Agosto <*e **90
<\
i
a cnanga ao seio, amamen a-a e a cria
o arbitro do seu temperamento povaico, da sua
intfliiKencta e do sea carcter moral.
Na Idade em qoe a enanca externa s.bre to
dos os objecios a todos o assumpioa oaa ioaa
clavel i-oriosidade quasi- qoe nicamente a
muiber que Ibe fornece eselareciinentos.
As iinpreseoes da infaaeia, seado aa maia vi
Ta e mam duradouras. ae aa maia forem n
airu das e virtuosa, as crtaoaas tasafeem o ae
rao.
Urna coos deraco poderosa, se boas que mol-
to eadigeucuda, milita em favor desta concia
sao.
Sabe-se que a inteligeocia de um bomem ou
de ama <-ac< de borneas se mam fes ta pelo vola
me, peso e quahdade do cerebro no Damero e
oa forma das eireomvolucA'S.
Bstes atimuto8 ao t. uereditanos quanto os
outros aitnbutos corporaes.
Uxa ronte alia e larga que accosa riqueza
cerebral se transmute de pai a Albo, Como os
pulmoe dos andanios, os r ns e os msculos
atnlstai
Porque razio os selvageus sao mcapazes ae
ae elevar de repente ao nivel da civiti-acSo ?
Si opl-s ente porqna her* ram am cerebro
lianu 10, cujo deeenvolvimeato rquer diversas
ntfN-
Porque razo certas enancas comprebeodein
e prenden qaasi seu i ranal ho as scieucias a-
arais ard a ao passo que outras dao provaa de
estril applicacao 1
Porque esua ultimas pertencem a rapas atra
mas e. O tapo m de um apoarelbo cerebral mui
to ru di meo lar p.ra uma alta el boraco scieoii-
As primeiras pelo contrario receberam dos
seos antepagados um ct rebro mol lado para o
trabalbo intelt--ctu;.l. ebeio de ideas latentes, de
ideas innutat <3t prestes a se despreodrem
rio menor choque.
Assim se explica que Pascal quand > runga
Wtha eoosegoido reconstituir 31 propositos d
BaelidVa.
O e-iudo dos animaes vem corroborar esu ob
aervicao. o de caca, cao de raca da um
proverOfo. O camello domestico, que se ajoelba
Ma inumaco de uma enanca, foi a isto h bi-
tos o na pessoa dos seas anteoassados ; elle re
ceben a idea le uma certa obediencia, por traos-
aaVs 10 hereditaria, ao mesmo lempo que as cal
kwidadv*visiveis que trax naa peinas. Pode se
izer profundamente que uma crianca de orna
taca ignorante oonga.lo a aprender aqunio
aue o de uma raca culta apenas procura lem
Si esta veriticaco nao foi feila, ha maia tem
o si meamo tem sido algumas vezas desmen-
aaa-pe> exuenencia, queponto esencial a
r,<, r'u parte al^uma a maltaer lo iastruida
qaaolo o homam,po conseguate a saa paru
ctpaco n'este oaeoomeoo hereditario contraria
ediiuiooe a influencia do bomem. B' preciso,
os, que a raulber receba a mesma instraeco
ae o bomem anu de que ella possa contribuir
MralleU ne le para o deseavolvimento cerebral
t especie e par* a elevasao progressiva das ra
fax inferiores ae nivel dad rocas cultas.
Una rande economa de tempo e de diobeiro
sena realizada loman lo como iundamento da in-
itiu* cao publica a iustrucco da raulber: in-
strai'iao se o bomem s se mstme um homem ;
swtruiudo s- a mulher iasirue-se a ana roda e
aras ti I nos, acceade se um foco d> luz cujas ra-
diac&es se esteodem at o intinito.
; Pars, XI de Marco de 18'0.
(3) Deixo aqui ao autor toda a responsabili
ade desta iheoria das idiat inmotas, a qual coa
tunde aptidao com saber.
Nota do traductor.
"* Anteriormente j t havia sido org*nisado
outro ca operario com a douomiuacAo
de 15 de rJoremsro e ouvim >s diaer,
ao* trtaai de fundir ae em um s.

nup E ciiitio
O presideote do* Estados Daidoa da America
do Narte remi>eodacom uaiaoeia ao congres
so a creaco de um Banco Americano Interna
cioaai; poiso commercio e-trang-iro das nagoes
ao Sul do Gol o do S-xicu e do H o Grande aiun-
ge animal Jieuie a mais de 1.100,000,00D de dol
l..r-, s gundo disse o secretario "lame.
Oeste commercio os Estados Uuidos maito
pouco aufere o, sea lo dos obstculos o mais
ponderoso a f .lia absoluta de am systema de
cambio directo e de crditos pm raiao de que os
exporiador-s e importadores doa Esta ios U que iie^ociaiu co.u o sul sio obngados a pagar
..os banqaeiros de Londres um imposto sobre
todas as transaccoes.
No anno passado o cotmnercio arcenrano cot
os paites uiuio-americaoos foi de 282 005,057
de dol irs de qoe as mportacOes foram de..
181,068 969 dollara e a mporucao ue uielaes
piecioson de 21,236,731 dollara ; em quanto a*
exporiac&es coastavam de 71 938,191 aullara,
Sea lo de met es preciosos 8.668.470 lOllars.
Oas meiCador>as importad .s uos Estados Un -
los a attior parte foi paga por meie de remes-
sas seore Loudres e as cidadea do continente
europeu para cobnrem saquea contra cartas de
crdito.
S pelo nao destes credilos paga o commercio
americauo uma commissao de ^4 de 1 */ de
surte que os baa<4Ueiios europeos gozam de
grandes lucros sobre aquelle commercio, sem
aeuhum risco de perdaa.
O^ste systema re.-ulum perdas constantes em
juros e differeocas de cambios, oem como em
couranises ; e todas esus oerdas ocjam graa-
demeate re luzulas u<-lo eatabelucim-alo de um
systema iniernacional ae bancos eatre as rep-
blicas americioae, como preiende e recommen
Ja o digno presidente dos Estad s Unidos ao
cong es o nacional.
C0RBtSP.^E3iCllAS
Oo Blarle de Pernambaco
RIO-GRANDE DO NOKTE
katal14 de Agosto de 1890.
J tivemoi occaaiao de dar noticias da
etapa organisada pelo partido republi
ano, para representantes deste Estado,
lalundo eotretanto um nome para comple-
tar a meema chapa. EaUndo agora com
jteavam is, reprodnair boje, tas como
conhecida aqui e foi publicada n'A Re
Para deputadoa
ft-. Pedro Velho de Albuquerque Mar.
nhlo.
Dr. Antonio de Amorim Garca.
l>r. Miguel Joaquim de Almeida Castro
ir. Alminio Alvares Alfonso.
Para senadores
"Bnente-coronel Jos Pedro de Oiiveira
Galvao.
Dr. Amaro Cavalcanti.
lenente-coronel Jos Bernardo de Me
r ir 8.
Estamos certos que ser esta chap.
kiuiDphante no pleito eleitoral que val
ter lugar a 15 de Seembro, porqu coa-
la cim o apoio franco e cinc ro de partido,
que cmsitue i.oje a mal orna do (atado.
__ Acaba de fundear eui uosso porto
vapor ingez Scalla, que portador ce
diver.-as mercadoriaa importadas directa
ente por algnns negociantes desta, e da
tirladj de Macahyba.. B' o segundo car
ligamento que temos neste mez, e esta
nos infirmados que at o tiiu de bet-iu
br > dev. chegar um outro navi i, que tam
le a portador de mercadorias estrangeiraa
aportadas directamente para est i Es
tado.
E' ama preva exuberante do augmento
e prosperidade de noeso commer i <.
Tem chamide muito a attencio nes
tes ltimos das, u a caso c rioso que se
beerva no menor Francisco, recolhido
o hospital de cardade, para ser tratad
e uma ulcera em um p. t* referido
enor, que conta l3annos de idade, tem
ao terminar a espinha dorsal uma prutu
berancia bastante desenvolvida, maito se
melh .nte a uma cauda e que conta cer
a de 8 pollegada de comprimento, com
leadeocia para crear.
Muitas pessoas tem se dirigido ao nos
tal para observar o curioso pbenomeno.
que nao tem faltado as costumadas
reudices populares, prestando-se a inven
Sea di outros casos nao menos curiosos
exquisitos.
Cumpre aos horneas da sciencia, estu-
ltas o caso do menor Francisco e expli-
alo.
No lugar Pedras Chatas, ao sul da
barra de Cunha deste Estad >, acaba de
er encontrado um enorme peixj inteira-
mente desconhacido, j morto e t azendo
Ceso ao dorso um i arpio de pdso de
as kilos.
Segundo n.formac/Jes que nos ministra-
nm, meda o tal peix cerca de 50 pal-
mos de corapri ment e tem pello no cou-
i, maito semelhante ao que se observa
* bois
Nio nos souberam dar outras informa-
f*es.
__ Iastallou se nesta cidade, em o dia
17 do corrente o centro operario denomi-
ado Luis de Franca, fazeado a sua ses
sao solemne no edificio da escola publica
fu Viscoada do Rio Branco, sendo ui
to concornda a reuniio, sahindo depois a
percorrer as ras da cidade, acornpaoha
do de uma banda de msica e ao som de
estrepitosos vivas...
as diversas typographiaa do Estado
fizeram se ouvir eotnusiastioos discursos
or OtftB das respectivas redacc5es.
Os Srs. Victor d'Assis Silveira e H. Cewao
D;aos tratam na capital federal de encorporar
um estabelecimento oaocaiiocoma deuomina-
c&o de Banco ios Pobres.
O sen capital sera de 600:0004000. dividido
em 60,000 a'-cOes do valor de 10*000 cada urna.
O Banco dos Pobres lera por li n :
Pazer pequeos emprestimos aos seus accio
mslas, mediante as garantas que a diractoria
julgar oecessanas.
Realizar emprestimos sobre documentos d*
deposito de nena movis exisleutes nos domici
los.
Adiaotar dinheiro sabr vencimentos a empre-
gdtoi pblicos, medrante coasiiaacao.
Fazer diatila.neutos sobre alugue s de predios.
Auxiliar os seus accionistas, ou os que a u
forem, em caso de execucao judicial, prestando
ihos capiues, mediante garanta de Deas, ob-j
veis oa inmoeis, oa entrar emaeco seus credore .
Descontar letras de pequeos coorm-rciaotes
e facultar loes o resgale em presUcOes meosaes.
Aflancar empreados pblicos ou partcula
res e dar cartas de flanea para alu dios.
Alagar predios urbanos ou suburbanos por
meio de ootraciot e sublocal os.
Importar toda e qualquer mercadura por cen-
ia de terceiro, medame commissao.
Empreatir qualquer quantia sobre penhor de
ouro, prala e pedras preciosas.
Abrir ere ittos em conta corrente, mediante
cauco de bens, a julzo da directora.
Receber dinheiro em conta de movimento.
sendo a pnmeira entrada de 251000 no raim
.no.
Emprestar sobre bypotheca predial ou rural.
Remir e cooverter em hypothecas proprias a
mogo prazo as hyvotbecas dos estabelecimemos
baacanos ou paru u ares, sendo o resgate effe
ctuado de acenrdo Com as respectivas tabellas.
Tomar dintieiro a prem.o por leira, em depo
silo e em pequeas cadernetas para aecum la
cao desde a quantia de 500 ris.
Empre Ur sobre caucan de apolices da divida
publica, geral, proviocial ou municipal, e adan
ur os respectivos juros.
Emprestar sobre eaucao de a -{Oes de banco
e compaobias, obngacOes de preferencia e t tu
los particulares que representen! transaccoes
commerciaes.
Enittir por sua conta ou de terceiro, med an
teommissSo, enprestimos por obrigaces de
preferencia
EEfec.uar todas as operacOes bancarias.
REVISTA DIARIA
q 20 do cur
Actos ofllciaea Por actos
re ii te do governador do Esta JO :
Poi dispensado o Dr Maiioel Clemeatino de
Barros Carneiro da commiaso que Ihe (o de-
^iguada a 22 de Main ultimo, para trata' dos
doenies accommetudos de vanlas na freguezia
ue S. Jos desta cidade.
F i oomeado o Sr. Agostiobo Je Sant'Aona e
Silva para exercer o cargo de inembro da inten
ciencia de Alagoa de Baixo. em substiluicjlo de
Kaelano Gomes Patriota que nao acceilou aquel-
la i eombencia.
Por act> de 19 do mesmo governador foi de
I .rado que o cidadao no nea lo a 12 do corrente
p ra o timnici jin de Grava ch.ina-se Manoel
Honorato F>orencio Ros e nao Manoel Floro
Km*.
Foi exonerado a pedido o bacbarel Joao de
O.iveira de inteudente muaicipil do Recife
O governudor do Estado, em 13 do mona-
te, -oa propo4t di Or. cuefe de pnlicia, exoae
rou os cidadaos Fr-ui i-co Pinto de Barros e Qui
rio de Araujo Silva ampos dos argos de V e
su pie .tes licjao da -anta Cruz, do termo de Garanhuns, e
n .n cu para substiiud i s os cidadaos Miguel
Quina dosSantoseA lonifiLiunndode Aguiar.
Por por.ana de 20 do co; reate e sob pro
insta do D ebefe de pul et> foi exoaerado. a
pedido, o capuao Jo&o de Souza L-ao do ctgo
de i" supplcaie do a* legado do termo de Jubo j
lo.
En 10 Jo corrate n governador do Estado,
sob proposta do Or. ebefe de poiicia exooerou o
uacbarel Esperidiao Ferreira Monteiro do cargo
dj subdelegado do dislncto de Mana Seohora da
Apreseuuco do termo ae Limoeiro, visto ter
ido nomeado promotor publico da comarca de
B ze ros e nomeon para eubsiuoil-o, o cidadao
Herg.-otino de olianda Cava.cinle.
* Seccao. Palacio do governo do Etada.*de
Peruaiuouco em SO de Agosto de 1890. O des
embargada bardo de Lu ena. governador do Es
lado, de coulormid fe de polica em i-l-.i: a. 1.630 de honte n data
do, resolve detem.inar que o distncio policial de
Pona de Pedras. comprebenda as praias entre as
barras de Cano e Camama, e o de S. Loureoco
de Tijucupapo os povoados desses nomes e seus
suburbios. Barao de Loceoa.
Ferro-vii4 de reroamlaaco Da se-
cretla do governo lo Estado n s foi remeltido
ara publicar o seguate :
N___-U -gente Prolongamento da Estra-
da de Ferro do R ;ife ao S. Francisco e Estrada
de Ferro do Recite a Caruata Escr.plorio do
director eag'-uneiro em ebefe. Recife, 21 de
Agosto de 1890.
Illm e Exm- S;.Tenno a biora de passar
Carlos Pereira ou antes, Cari, s Falcan Pe-
reir foi, eos ja uve a haora de. informar a
V. Exc. dispeosailo caat-uiaia oltoevregado-,
no diaiSI le Juihn. por seus vpnciawnto' ps.-
rem na despea na e-irada sem utilidad aigun..
p que nunca devia ter sido no neado, porque a sua
lom-acfto fm f u abusivamente, per um dos
meus antecessores, creando lasare* qae, palo
regniaciiBuio uo e-tava autoriaado a cri-al-o.
Em o mo'ivo porque foi daudttido Garios
Falcao Pereira.
Sergio Canato emprega lo da est-ad i des
de Agosto de 1889 a desde essa data jue os seas
vebcimeatos em vez de augmeatarem, duni-
nuem.
Qnaado assumi a administracAo da estrada
enconirei-o perce .enio a diaria de cisco mil
res, que foi por mtm immediatamente redunda
para tres mil res.
T.'utio dispensado por turmas aos empresa
dos extranumerarios, organisandu estas turmas
o n os mais andemos. ,
Carlos Faico Pereira fot admittido s> ser-
vico a Si de Dezembro de 1889 Canuio" em
Agosto lo mesmo auno. B*u a verdarte.
0 Ei.-ido dt Pernambuco, certameate por
mal juformado, deuao publico uma noticia n
Enn. seanor. se nao tenho obri^ago de
dar i-unas aos raeus actos officiaea a 'qualquer
um que, sem o menor direito, ni'as venba ped"
lo pou'O nao dev conse .tir que publicament-
difam se inexartidoVs sobre a miaa admims
traco. emprestando me intencVs que jamis
ti ve.
O meu lempo muito redundo para des
perdical o com polmicas pelos jornaes, qu-
itad i adianiaiu ao oervico que superiotendo,
nica pre .e.cup .gao que lenho ueste Estado.
Assim sendo, limito me a responder nao ao
Estado de Pernaanuo, porem a V. Exc. que sabe
pe feita neme qual a inuiha norma de conducta
:om relacao aos negocios da estrada, -enlo
completamote de preveoedea a favor ou eoatn
quem quer que sej, e muio e muito alheio ao
inovira-oto e aos partidos polticos do Estado
Comprebealo que nao sei fcil trela fazer
convencer o publico de que esforco me. q uto
pOMvel, para que a estrada de Garuara, hij*
">nlril de Pernambuco. embara perteacente ao
Estado, uma empresa de carcter industrial e
niu un reducto poltico, aoade nos escriplonos
do trafego, as estatificas do mnvim oto eram
substiiuidas por estatiscas eleitoraes, como esta
que teobo a honra de passar as mos de V. Gxc
.icontrada na gaveta de um dos fanccioninos.
L-im-oto profundam^nie o lempo precioso
que e-tou p-rdeiido e que vou fazer V. Exc
per.ler, len lo a presente exposicao que certa
mente nao tena razao de ser, si o Estado de Per
nambuco escoih-sse com mais cautela os seus
ii.irm .ules ou tizesse me o obsequio de melhor
ajuizar das miabas inteacOes.
V. -xc. dar a este anab exposicoodes
ioo qae jul ar mais coaveoiente.
Sau le frateroidade. Ao Exm. Sr. Sarao
de Lacena.Mui digoo governador do EI i io
Ernesto lutomo Lauance Cunha, engeoJtfiro
chele nirector
Obra* o porto dt* Itecire D-sie o
di 48 uo corrente foram encelados os trabalh s
do ue I hora ment do porto desU cidade, cargo
da E upreza de Obras Publicas Geraes ao Brasil,
e de qae representante aqui o eogenbeiro Dr
4. Braz da Cuoba.
O respectivo escriplorio na ra do Commer-
cio n 13.
Aempreza j chamou cooc-rreotes para o
foroecimenodematenaes de con stroeco, e tra
ta de adquirir o material aetuaute e as offici
as da coaaervaoio do porto perteuceates ao go
verno.
E' intenco da empresa, segundo estamos
orientados, dar o maior desenvolvimento possi
vel s obras do melhoramento do porto, para o
que envidara lodos os esforc >s o seu digao re-
presenianie lechuico em Pernambuco.
Tao boas denejos e intuitos me.ecem de certo
o melhor acolbimeolo,' e devem uespertar | in-
teresse publico pela referida empresa.
Se os traiialnos de iusiailagao dos servifios
effeciuar uemanlam tempo; se os inicios da
reahsayo do emprehendimento sao sempre dif-
flculiosos e de pouco vulto em trabalbos de tal
natureza; nem por isso perdem de valor aquel-
los e-fj-cus, qae, pelo con runo, sao dignos de
pplau.-os, po qut poem patente a serie lade da
empresa e a sua ooa vouiade.
Ferro Vta Mal de Pernambuco- \
p oposito do que bintem escrev-iojs relativa
uieute a posse do Sr. DJ. Chro-krat de Sa no
carao de eogenheiro chele da ferro via do Sul
de Pernambuco (Recife ao S. Princisco) es.;re
veu nos aquelle illustre eogenhiro pedindo
para rectificar o trecho referente ao brinde de
honra feto no almoco offerecido pelo Sr. Dr.
Los tosa, pois que tal brinde nao foi por S S.
erguido, mas sim pelo Sr. D". L^s-ance Cunha.
Urna ioformaco, mal ouvida talvez nos iodu
zio ao erro apontado. qae nos damos pressa em
corngir. aqui inserindo as propriis paiavras du
Sr. Dr. Curockrat de S :
Quem levaoiou o brinde de honra no almo
co que nos foi offerecido pelo distincio collega
cJr. Lustosa, ofto foi eu; foi quem tinna o dire
to de lazel o por ser o director eoaenheiro em
*hefe das duas stradas e que me la fazer entre
ga de una, de accordo com o decreto de S de
A-os m. foi o Dr. Lissaoce. qoe em phrases elo
quemes fez a apj!ogia do illustre ministro gene
ral Gliceri., que tantas provas lem dado de de
dic.cao causa puohea.
Dr. Crrela, de Araujo -O illustrado
Imie da Faculd de de Direito conse.heiro Joa
quina Crrela de Arauj. segu boje para Ga
rauhuns, no trem frreo da linba do sul. e dalli
se tiao portar a Pesqueira, oude se demora
15 das.
Desejamos Ihe feliz viagem.
aa (rea data* E' o tuulo de uma scena
co nica, publicada em folhelos no Rio Gran e do
None, pelo Dr. M. Segundo Wmderley, a quem
agradecemos o mimo que nos fez de um exem-
p.ar.
Varilas Na segunda decada do corrate
mez atiiniio a 237 o numero de sepul lamentos
uo Cemiterio de Santo Amaro, sendo de !S6ode
variolosos. Este numero representa 53,16 o/
d'aquelle.
A mortandade por varillas assim represen-
tada desde o seu inicio :
Em Abril 28,96 |.
Maio 37,56 "|.
Junho *877-jo
Julbo 57,83-o
De 4 a 10 de Agosto 5j46|0
De 11 a SO le Agosto 53,16 (.
Pode se, pois. presumir que, aioda que lenta-
mente, a epidemia vae declinando.
Dr. Juveaclode t|alar-A commissao
commernoradoradelanniv-rsariodo fallecimeo
t > do Dr. Tobia3 Barreta, quereadn maoifestar os
seas seotimento ae gr itidao e sympathia pelo
valioso auxilio que lbe prestou u Dr Juvencic*
de Aguiar, diriga se ao'.ehoatem, s 6 oras da
tatde. a casa de saa resideocia, indo offerecer-
Ihe o retrato de todos os membros da commissao
tirado em g upo.
No acto da oferta, o acadmico do 4* anno
Thoinaz Viegas proferio algumas paiavras, pon-
do em relevo as bellas quati la les cvicas que
lano nobililam o carcter do Dr. Juvencio de
Aguiar.
Agradecendo a espontanea manltestaco de
qoe foi alvo da parte dos mocos acadmicos, o
Dr. Javencio de Aguiar abracou a commissao
que lo condignamente desempennou se da ar
dua arefa que se lmpoz, e offereeeu lbe um
copo de r.erveja.
Rezulaiaenlu eleitoral -A' Livraria
do Sr. F. P. Boulilreau exislem disposigo do
blico de o-lruecao primaria da Escada, Joa
au>m Jos de Mu'a
O imado era oom bo nem e den >u cinco rittii
s na orpiiaudale amargura la da pooraaa,
aatque de ouiros recursos nio dispuooa que o
ming'iad > veiicimeoto do prt'fVsaorado
Aiaajk i) nosocolie/*i-7o'aa< do Re
cif love a delicadeza de mm Jar uos apremiuur
o segaima ie| am u., ju noutam I lie fr.i ex
pe .idadaquelle Estado palo Sr. tsenlo da
armada Noerega de Vasconcel.os:
Dr. Amarillo de Vascon^elios recusa candi
datura offi tal ao Cmgresso p.-lo Estado de Ala
goas aqu <>rgaoisada.
Peco forneca a todo* os joroaes.
Saciedad^ Pbiluinatra- H ni tem fuuc-
ciuiiou essa sociedade f.u esso orJinana. Ba
qual desigoou-se a s guale ordem do dia da
proxiui: tiieae, ju>y matoneo pelo- socios
Athayde Martina a Amonio V.Ceate, e processo
historie sobre oromwel! pelo socio Domingos
Monteiro.
Obra de carinad* -Ser a que realisar
o re olaimeiiiu ao Asyio de Meodicidade de u u
misero rapazmho amaiucalo. uec> preta. que
semaorgo, oem amparo, anda pelo Cammho
Novo, ao abandono.
E' inuffusiv), mas isso nao o tura das graca-
do rapazn, que o airopella ; e p r isso bem ca
rece da providencia qae cima lembramos, seaii'
qae, pelo ..b igo e pela aliiu ntaco que Ihe de
rem ao A yin, p der se-lia delle tirar urna certa
ia n-npeiisacao com algum servico que presta-
segunde suaa l'o.-caa o nmportareiu.
A' autoridad a compete livrar nos de um es
pentculo tao trate, que assim far tambeiu uma
v ;r lailer-. mira d*- ca' idade.
Caaaatento dril -Em audiencia do juizo
los casam..nto- foram uoutem apregoados os se-
riUliltes proclam IS :
Segundo Be Joao Pereira de Mandones com D.
J.iauua Laura da Carvaino, moradores em Santo
Antonio, sdleiros.
dem -De Carlos Horacio da Silva, morador em
Santo Anunio <-om D. Eugenia d- Mediros e
Silva, moradores ua Bo .-Vista, soiteiras.
Pnmciro D Joao Al ves lezerra, solteiro. re
aidenie nesta cidad-, com 0. Emdia de Albu
qaerque Pereira, viuva morado a aa B >a Vi-ia
dem : Francisco Gavalca>ue de Arawjo.
soiieiro, eom D Julia Fraacisa de Araujo, viu
va, mora lores ue-ta cidade.
demDe los Torres Leite com D Mria Her
mina Castello Branco. moradores em S. Jo-e,
sol le ros.
IdeaDe Celso Malheus Ferreira, moradur
em Afolados, com D. Maia Possidon.a de Bar
ros e Silva m>ranora em Gameliei a soll<-iros.
demSe Jo- de Araujo Barbosa com D. Mi
na de Mello e Silva, moradores naGraca, ooliei
ros.
Paquete Malaaae -Segundo ule4rain o c
rccebiuo pelo rrapaniliu agente aesta cidade, o
paquete MMnajM da Mal > R-al Portugu-Zi. -1
mj ame iionteui do Rio de Janeiro: pelo qu<
car em Penoambaco a 25 ou 26 do co
reate mez eu viageig de reg es-o a Limoa.
Dr. Pedro Oairsla de Arujo m
guelo CJiuniuQleay') lelegraphlui de Pars,
emnarcou anle-houtem em Bordeaux, no paquete
fraoc-z Oretoque, o carpo embalsa na lo do Or.
Pedro F aucisco Crrela de Araujo, que vem s- r
sepultado no cemiterie desta cidade em jazigo
propno.
O Orenoque d-ve tocar no porto do Recife no
da 2 de Setembro prximo vindouro. Nesse di.
far se ha a rasiadaco do corpo do cosso mallo-
grado amigo.
Vaceiaa p ubi lea Hontem na inspect j
na de ny^iene toram vaceinadas 7 pessoas.
Occupou se nesse ser vico o Or. Lopes Pessoa.
er* ico militarE' hoje supeiiordo da
o cidadao majur riscal do S", e faz a ronda de
visita o cidad&u lente Kelmiro da 14."
O 14* batalbao dar a auaraico da cidade
Muoiclpio da victoria-A noticia que
demos 110 Di rio 1 te c-i fe ira ultima, sob est
rubrica e a resp.-ito da orgaus.co das mesas
eleitoraes do municipio, carece das seguinies
reclic-, jjoes, que uos foram comauuicadas olll
eiosameole :
Na segunda seceo do 2* districto de paz,
convocada para a escola publica de Cateara, vo
tam os eleitures de ns. 186 a 308 e nio 13i a 270
como foi publicado; e os qua teires sj os de
ns. 9 > 13 e nao 10 a 19, como sabio no Diario
Tamben! nao safnram publicados os nom s dos
msanos da 3* seceo do 1" districia de paz: e
para completar a nobQia aqui os menciono ;
Presidente -Or. Antonio Ce-ano Rtbeiro.
MemoroJ io B musa da Silva Cosa, cap
o Antonio Xavier B-'Zarra, Frau:isco de Gou
vea Queiroz e Carlos de Holunna Leite.
Club MIterarlo Dle|uen Jnior
Teudo ess Club funccionado huatem, son a
presidencia do Dr. Carlos Ponocarreiro, foram
discutidas diBereules tbeses pelos Srs. Luiz Es-
tevo, Augusto Martios, Jo.- Coimbra, Tbeobal-
do Silva, vceote Mello e Fernando de Mendunca.
Apresentaram pareceres sobre tbeses discut
das em sessoes anteriores os Srs. Luiz Esievo,
Augusto Maruos e Jos Martios.
Na prxima semana sern ebrooistas 03 Srs.
A'-auan For.oiga e Augusto Martins.
Foi encerrada t sess&o s II horas e meia da
na iha tendo co necado s 9 horas.
lauendeael Municipal do Becire
Rendimento do da Su de Agosto : 7614537
Totai
363
80
4
i79
desie
14
4
S
473
enfermara-;
->aldo do dia anterior
Despendeu-se no dia 20
En poder do procurador
No Banco Sul Americano
28:427*13.)
29:1914672
2084250
28:9834422
4:9814422
24:0004000
28:9834422
nrectora das obras tle eooaer*
( ao dos portn de feraambacaRe-
l, 20 de Agosto de 1890.
Boletim meteorolgico
1 Uarometro a r i' I Tcnso lo vapor i o
764-45 763-51 763-31 761*46 761-5ti 17.09 18.74 17,85 17.66 17,68 95 87 83 74 77
Temperatura mxima3,"2o.
Dita mnimaSO'.00.
Evaporacao em 24 horas : sombra1-,9
Chuva-20-,9.
Direcco do vento : SE de meia noite at 11
horas e 35 miau los da man ha ; SSE at 3 boras
e 8 minutos da tarae; SE at meia noite.
v'elocidade meda do ventoS,"OS por 8f-
gundo.
Nebnlosidade media0."75.
Boletim do porto
i
s mos de V Exc. o a- 43 do Estado de ftr
nambuco, aonde sob o titulo E-traa de Caruar, publico ex^-mplares do Decreto ^egulamentar n.
l se o seguinte : S. S. acaba de demiitir um all de 13 de Junho prximo passado, qae den
aoiigo auxiliar de escripia alliempregado Carlos j regulameutos para a eleico do priu,eiro Con-
Hereira, sem nenbnma nota de culpa, sob pre greso NaciqcaV
texto de que esse lugar ia ser suppnmido, e
uma vez demiltiio o funccionano admittio outro
em seu logar, eremos que Sergio Canuto, com
duplo ordenado.
Nao sei se pmpositalmente, a forma porque
esia reuigida a noticia far crer a quia 1er que
demilti Cario-; Pereira e que flz posteriormente a
uumeacao de Sergio C nato.
r.' inexacto. Dcsd. o dia 31 de Dezembro
de 1881 at a prsenle dala tenho demiuido
cerca de datemos empregados do trafego.
At a prsenle data nao z urna nica ao
Aacquisico desse regalamento intcjssa a
todo cidadao, que em pouco tem de exercer o
direito poltico do voto, e portante deve coahe-
i-er ii ua t'xen -o legal e connfc5es do seu uso.
Kmaanoi de aeeordao -Pelo digno
rdvogado deste fOro, Dr. Duarte Estevo de Oii-
veira, fomos obsequiados com um folhelo com-
prehensivo dos cmargos]ao accordo da Belago
e das rozOes em sustentago, apresentadas pelo
mesmo advocado, como patrono de Gratuliano
dos Santos Vital, na aeco summaria de preceito
judicial para taxacode prejo delocacode pre
meaco para o referido traf go, de pessoa estn dio urbauo, contra Almeida Castro & 6',, occu
oba ao servico da estrada, porque ainba as; pautes de predio que Ihe fra vendido livre de
pessoal para demittir e porque estou cumprindo' qualquer onus.
com o meu dever, governando a estrada, nao i Agradecemos a offerla.
discricionariamente, mas pelo regulamento que, PaUt-elam o -Honteni pela madrugada
| a rege succumbio a uma leso cardiaca o professor pu-
B.
P.
B.
Dias
20 de
31 de
Agosto

Ag03tO
Horas
Alien
0-58 da tarde
7-S3
118 da manh
0-.59
S-,15
0-,68
Lelldes -Effectuar-se-ho os seguintes :
Hoje :
Pelo agente Brito, s 11 horas, ra da
Praia n. 5o, de um piano, movis, carros, etc ,
etc.
Pelo agpnte Martins, s 11 horas, rna do
R ingel a. 25, de mobilias de junco, candieiros e
ou ros objectos.
Pelo i.j m e S Iveira, s 11 hiras, ro a Estrel-
la do Rosario n. 8, de predios.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra de S.
Francisco n. 18, de movis e muitos outros ob-
jectos.
Amanh :
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, i travessa
do Corpo Saoto o. 27, de predios e terrenos da
Irmandadc das Almas, e de urna casa e sitio na
H je :
A's 7 1/2 horas, na ma m do Corpo Sanio,
pela alma de Alf elo Antonio Ma reir, s 8 ho
ras, na igre|a da Sileda le, pela alma de Auaus
lo Jos Nuoes; s 7 l/S huras, na Ordem 3' de
S. Pranei-'co, aela alma de Juao Jus Snares do
A'uaral; s 6 bora* na igreja de S. Jos de Riba
Mar, pela de Francisco de ssms Migual da Costa ;
s 7 boras. na Ordem 3* de S. P aasco, pela al
ma de O. Cl tilde da Silveira Bastos.
- Amanh :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de D. Conslanca Correia de. S e Benevides ;
s 7 1|2 horas, n igreja do Espiri.o-Santo, pela
alma de. JiSo Jos Soares do Ama-al.
Paiaafclro Sabidos para os portos do
Ni-ie as vapor nacional S. Francieco:
Dr Manoel Coelho Cintra e 4 ti hos, Manoel de
>ouz i Rocha e sua senbora, Olymplo Tavares,
Joo Maruns Viegas, Manoel Joaquim da Costa e
1 menor, arlos Ashoff.
- Chegados do Norte no vapor americano F
nance:
Jos Antonio Areias e Andrs Lampan.
S n 11 us para o sul no mesmo vapor :
C .ros Santos Silva, Jesui 10 Al ves Femaodea,
Francisco de Paula Gonealve Cascao, Andrs
Laap.ri e Lauriad Carneiro L-o.
i^hefados do Nort- uo vapor naciooal Es-
pirito Santo:
Le milu Parata*, Dr Agapo Pereira, Antonio
SaUado. J.rge Das, E P. Pren^rell, eiviif,
Sieizle, Idas Amara!. Joaquim Goucalves Mace
do, Aui-io Antonio Pereira, Joaquiui Pires, Ama
lia Pires, Antn o da Co.-t. Lima, D rio de isar
ros, Dr Jos Lopes da osta 6 oracas de polica,
Maooel Francisco Luna, Man< e- D-mingues Cor-
rea, Candido -Soares, Mana Pire e Americo Pi
res.
Casa de Oetencao Mnvimeulo dos pre-
sos d Casa de Deieocao oo Recife, astado da
P-rnaiubuco. em 20 de Agosto de 1890.
Exisiiam 471, enira am 12, sairam 28, exis-
ii-m 45.
aaoer:
iotai 471
\rra4iii.ci" 399
[aawMai si.
aoocoa 3
Laucas 2.
Mavliiinalii aa af'jwosw
leve b.ixa:
Pieilico de Siqueira Campos.
Tiveram alia
Juo Ferreira Liiie.
Jo Antonio Al ves.
Malillas Pereira la S Iva.
M.n el Pere a Barbosa.
Mu Alve d Lima.
J o Fran-i-co 'to Nascimento.
M.uoei Itibeire a Silva.
Manoel F a.'Ci-oo da Silva.
J vino 'ere ra da Silva.
J h Negreiros di ilva
Hiianiiai de santa gurda O mov-
ueuUi (I sle esiaDe|ecimjnt m du 20 do corrale, foi o segumte :
Homens Mulherts
txi uaui 210 153
lilllr. rain 14 6
KaU*eerara 4
Exist.iu 220 159
Uo i tu i Pedro liO movimeuto
estaoelec meo'0 de eandade, do da 19 de Agos
ot lu 0 seguale :
Entra ram
Sa ir.nu
Fallece ram
Existem
Foram visitadas as respectivas
pelos Dre. :
vJoscusoS'8 1)4
Cysnelro s 9 1|2.
Berardu s H.
Malaquias s 8 3|i.
Poatual as 10.
Si uo-s arbasa s 10 1|2.
O pianoaceutico eotrou s 8 1|2 horas da ma
nb e saina s 4 da larde.
O 1* ajndante do pnarmacentico entronas 7 1(2
da inanb e s..bio s 3 da larde.
0 2* dito entrou s 7 da manh e sabio s
6 da :ara
laii rU do Estado de Peraambaco
- A 16* serie da 1* lotera deste Estado, ser ex
trabida impreterivelmente no dia 26 de Agosto
terca feira), 1 hora da tarde oo consistorio da
igreja de Nossa Senbora da Rosario, de Santo
Antonio.
Loo-a do Botado do rana-Paira
A 1* serie da 42* lotera caio premio grao-
de de 6O:OUwJ000 sera extraada amanh 23 de
Agusto (sabbado).
Luleria do Haranhao A 1* ferie
da 3* lotera deste Estado, cujo premio de 300:000a 000, sera exirahida no dia 27 de
Agosto fjuarta feira)
Ceoalterlo pabllcoObituario do dia 20
de Agosto de 1890.
Marcelino, Pernambuco, 2 aonos, Santo Ante
nio ; vanlas confluentes.
Ascendino Lins de Albuquerque, Pernambuco
33 anuos, solteiro, Sanio Antonio; cirrh8e do
ligado.
Antonio. Pernambuco, 9 mezes, Santo Antonio;
varilas.
Fabio Laurentino de Albuquerque, Alagas.
22 aaao3, solteiro, S. Jos; tumor gaogre
un.
Mara Benedicta da Conceico, Pernambuco,
18 auno*, viuva, Recife; iafecco purulenta.
Josephina Maria de Oiiveira, Pernambuco, 21
annoa, casada, S. Jos; infeceo purulenta.
Mana Eugenia de Albuquerque, Peroambuco,
8 annos, Saoto Ao ionio ; varilas confluen-
tes.
Um feto, Peroambuco; Recife.
Ambrostna, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos;
deotico.
Jos. Pernambuco, 4 mezes, S. Jos; va iolas
confluentes.
Juo, Pernambuco, 5 annos, Graca; varilas
confluentes.
Aununciaco, Peroambuco, 3 dias, S. Jos ;
eclampsia.
Jos, Pernambuco, 2 anuos, Boa-Vista; con-
vulsOes.
Ir.neu Severo da Costa, Pernambnco, 33 annos,
solteiro, S. Jos; vanlas confluentes.
Mara Argemira da Conceico, Parabyba. 40
aonos, caaaua, BOa Vista, vanlas cunfluen
tes.
Severino Caetano da Silva, Peroambuco, 21
annos, solteiro, Santa gueda; varilas con
floeotas.
Rita Mara da Conceico, Pernambuco, 35 an
nos, casada, Santa gueda; varilas confluen-
tes.
Jos Antoaio Fe reir da Paz, Pernambuco, 64
annos, solleira Santa gueda; vanlas con
Quemes.
Jos Francisco da Silva, Pernambuco, 22 an-
nos, solteiro, Santa Aguedi.; vanlas confluen-
tes.
Joanna Maria de Carvaino, Pernambuco, 29
anuos, solleira, Santa Age la; varilas con
Quemes.
Maria Victorina da Conceico, Pernambuco,
60 annos, solleira, Grsca ; tsica pulmonar.
Mari-i, Pernambuco, 4 annos, S. Jos; varilas
confluentes.
Eduardo Gomes do Nascimento, Pernambuco,
6 annos, S Jos; varilas confluentes.
COMUNICADOS
Eta Nova
A chapa e a
Um dos amigos do cooselheiro Manoel Portel-
la, aos quaes nos referimos em um communica-
do em que apreciamos um artigo da Era Nova,
s Tvindo se do mesmo titulo que a esse commu
nicado demos, e procurando occultar-se por traz
dos brilbos de uma estrellmha, fez nos algumas
interrogaefies.
Nao queremos recusar a esse cavalheiro, seja
quem fr, a cortezia de urna resposta, tanto mais
quauto bem possivel que um sagrado dever
loe teuha imposto a obrigago de lazer taes in-
terro-ac/oes.
Para desanuviar o espirito do nosso interlocu
perador n. 39, de uma casa terrea.
Pelo agente Martins, s 11 boras, roa do Im
.perador n. 16, de um sitio aa Capunga.
Bfissas t unebrea Sero celebradas :
estrada do Rosarinho.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ruado Im- 'or de quaesquer suspeitasa nossorespeito com
relaco ao conselbeiro Manoel Portella, coiaeca-
mos por declarar que a melhor, a mais vanta
josa, a mais lisongeira. a nossa opiaiSo relativa-
mente a esse Alustre pernambucano. Nao seria-
mos nos, de certo, qae fossemos capazes, si>
nosso voto tivesse preponderancia e fosse solici-
tado, de recusal-o iacluso do nome do consa-
Iheiro Maooel Portella na cbapa ltimamente or-
ganisada pira senadores e deputados deste Ba-
lado, si os seus amigos tivessem neste sentida
evaiado algura interesse ou, ao menos, disper-
tado alguma lembraoca.
0 articulista, a quem estamos respondenda,
tem urna falsa informagao a respeito de consol-
tas. O que nos consta que eram tantos os a-
mes apresenlados, uos por si mesmos, fundan-
do se em boas tit.dos e elementos, e outros por
amiges e ebefes dos diversos matizes poljticos
que eotraram em accordo, que, ai coosnltai
houve, foi no sentido de escolber entre os apre-
senlados, de preferir uns a outros.
O ronselb iro Juo Alfredo nao foi consoltad*
sobre a ioclusao de seu nome na chapa. Seus
amigos, ba muito, faziam questo dessa inda-
sao, mas sem previa consulta; e, porque isto Iba
consten, ao ser comeado governador deste Es-
tado o honrado Baro de Luceoa. a este dirigi-
se, escrevendo no mesmo sentido aos amigos,
para declarar que nao seria candidato, n accei-
taria candidatura, porque suas relaces de ami-
sade com o governador nomeado tirariam a sua
eleico todo o carcter de espontaneidade.
Desde que todos os nomes apresenlados, por
occasiao da organisaeso da cbapa, ou esiavaa
presentes para serem consultados ou tiobam
procuradores que por elles respondiam, o cas*
nao era de serem consultados os amigos d< con-
selbeiro Mznoel Portella sobre a acceitaco oa
recusa de um lugar na chapa, mas s:m o de
consnltarem esses amigos ao illustre conselbei-
ro, para o fim de levautarem sua candidaiura.
Qjanno nos referimos circumstancia de sa
adiar o cooselheiro Maooel Portella domiciliad
na capital federal, nao foi para Armar n> lia a
nao incluso de seu nome na chapa, mas para
fazer sentir que, em sua ausencia, em seu silen-
cio depois dos ul:imos acoatecimeotos polticos,
ninguem navia lembrado sua candidatura;
nesta novissima sltuaco, neste mundo novo que
para os destinos do paiz se abri em 15 de Na
vembro, quando novas ispirac^es sao expl:ca-
veis e legitimas, quando todas as aspiracOes teta
o direito de entrar tm concurso, os nomes anti.
.us nao sao obrigados, e muitos outros deixa-
ram de ser contemplados.
Os nomes de Simeo, Bellarmino Caneirc
Lu.z de Aodrade, Joo de Siqueira e Espirite
Santo todos tambem domiciliados na capital fe-
deral e citados pelo honrado articulista, foraai
lembrados foram apresenlados por si e por seua
amigos, mais do que isto por ser vicos aova
ordem de cousas.
Cremos ter ossim respondido s interrogares
que dos fo-atn feilas.
IIBIGACuES OTIS
Mdicos
O Dr. Lobo Moecoto d consulta eia
sua casa ra da Gloria n. 39, das 16
horas da manha 1 da tarde. Acbaod*-
se fra do servico publico offerece se para
acudir a qualquer chamado com prompt-
dSo para fora da cidade. Especialidade :
opera^cies, partos e molestias de senhoraa
e de meninos.
Dr. Matheus Voz, medico. Consulto-
rio : ma do Imperador n 42, 1. andar.
on sul tas das 12 s 2 horas da tarde.
Residencia, ra do Pires n. 27. Encar-
rega-se do trata ment das molestias de
olhos.
Dr. Carquira Late, tem o seu escripto-
rio i. ra Nova n 32, onde pode ser en-
ontrado do meio dia s 2 horas e fora
destas horas ra do Bario de S. Borja
o 22. Espe :ialidadesmolestia de cnaa-
c seohoras e parto. Telephoue n. 32S
d caaa de residencia.
Dr. 8 Pereira, ra da imperatria n. 8
d onsultas medico-cirurgicas todos os dias
das 8 ao meio dia, menos nos domingos
dias santificados.
Dr. Freitat Guimaraes, medico, teas
se consultorio na ra Duque de axiaa
n 57, i. andar; d consultas nos dias uteia
das 11 1 hora da tarde e reside no Ga-
ueiro n. 4, onde attende a chamados em
qualquer hora do dia e da noite. Telepho-
ne n. 292.
Dr. Joaquim Loweiro medico e partei-
o, consultorio ra do Oabug u. 14,
L. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
to Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operudw,
rVatica a lavagem do tero quando a co-
no aconselhada. Gonsnltas das 11 a
i da tarde em sua rsidencia m.-. it
dom Jesua (antiga da Gra a. 1.
mdar. Telephone n. 380
Dr. Jo&o Pauloespecialista en par-
os, molestias de senhoraa e de enancas,,
com pratica nos hospitaas de Paris e da
Vienna d'Auatria, d consultas de 1 a S
horas da tarde, ra do Baro da Victo-
ria n. 6 i, L. andar, e reside na estrada
dos Aflictos n. 30, junto estacao do Ea-
pinheiro. Chamados a qualquer hora. Ta-
lephone n. 467, na residencia.
/
AdTOgado*

O baehard Joaquim Ihiago da Ponteo*
:em seu escriptorio de advogado ra ds
[mperador n. 14, 1. andar.
Occulli&
Dr. Ferreira. com pratica nos priasi
>aes hospitaes e clinica de Paris e Los-
ares, consultas todos os dias das
orasdao meio-dia. Consultorio e reai-
iaaoia ra Larga do Rosario p. 20.
Dr. Barreta Sampaio, occuliata, d coa-
mitas de 1 s 4 horas nj 1. andar da
asa roa Barao da Victoria n. 51. Resi-
tencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra-
da pela ra dt Saudade n. 25.
Drogara
Furia Sobrmho & C, droguista por ata-
-uo. rna do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C., depon-
arios de todas as especialidades >harma-
.euticas, tintas, drogas, producto chimi-
las e medicamentos homeopata rus do
Mrquez de Olinda n. 23.
CUA pirla superior fiiulidade
O melhor cha que tem viado ao merca-
do vende se a 3)9000 a libra no Bazar da
-Boa-Vista ra da Imperatriz a. 88. Al
f/edo Lopes & C.
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PUBLICARES i PEDIDO
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A tiende poltica 4 Br.
tas Jnior
lar
Aguardava o artigo hontem publicado pelo
meu distincto correligionario e amigo Dr. Mar-
ir, e que o complemento pro uetudo
tina Ju
de outro inserto lia dias, oo Jornal do Recife,
para dizer o que sinceramente peuso acerca da
recusa do dino cbefe republicano a representar
Pernambuco no prximo congregad federal.
Nao quero altribuir a mioba opioiao particu
lar um vahr que ella nao tem, nem pode ler dos
altos conselbos do part Jt a que sempre per-
kenci. Desejo, todava, que so no mea modo de
entender, e nao en motivos de ordem inferior.
Tejam os que me nao conbecem bem, a raxao do
esfurg) por mim en pregado para que semelbanta
facto se nao desse. Esta explicacao sobretodo
necessaria, depois que o Dr. Marti.is Jnior teve
a bondaie de referir-se ao tranalho a que me
dediqoei Desse, sentido.
Com elTeito, acbando-me em palacio na manb
de 9 do correte, dignou se o Exm. Sr. Baro de
Luceaa mostrar me urna carta que ine fora diri
gida pelo Dr. Martins Jnior, e na qual esse non
rado cidadao, fuzendo protesios dojseu apoio ao
eoverno provisorio e administracao do Estado
declara va, comtudo, nao querer ver-se contem-
plado na mesma lista de candidatos em que figo
rasse o nome do Dr. Jo-6 Mariadno Caree ro da
Cuoba.
Pelo conteudo da carta c pelo que tive a honra
de ou. ir de S. Exc. o Sr. governador, pareceu
me, desde logo, que o Dr. Martins Jnior, na sua
qualddde de director poltico, nao fazia bem em
exeluir-se da representadonacionil, mxime no
momtnio em a Repblica Brazileira precisa o
concurso de lodos os cidadaos de alta valia men-
tal e mor 1 para definitivamente orgaoisar se.
To claras raz6es me deu o Exm. Sr. Bario de
Lucena dos graves inconvenientes poliiicos dessa
attitude do Dr. Martins Jnior, que nao duvide1
pedir a S. Exc. o adiamenlo da resolucao do in
cideote, al que eu, embora sem grandes epe
raneas do bom xito da mmba iotervenco, me
entendesse no assumpto com aquelle muu il!us
tre amigo.
Procu ei, pois, o Dr. Martins Jnior, e dando-
Ihe conla das rninnas impresiOes, instei viva
mente para que nao persistisse na sua formal
recusa, e antes tentasse ebegar a u u accordo
com o honrado governador.
O Dr. Martins Jnior fallou me ento em cer-
tas condicOes cuja acceitaco (alvez o demoves
se do seu proposito. Nao me autorisou, porm,
a propi-as em seu nome. Dessas coudices dei
espo.itaneameiite noticia ao Sr. Bario de Lucena ;
e roaj"Bgradaliilisima eorprezapara mimdevo
confessal-o, pude conbecer que S. Exc, salvo
pequtna divergencia n'um ou n'outro ponto, cor-
responda perfeitameote ao pensamento co Dr.
Mrrtin- Jnior, indo mesmo de certo modo alera
dos desejos deste.
Ansio) que, sendo orna de taes condicOes a
incluso de um dos antigos liberaes do grupo
do Exm. sr. Luiz Felippe na chapa que se orga
msavu, affimou me S. Exc. o Sr. Baro de Lu*
cena que, em vez de uji, admittiria uous desse
grupo, embora fossem os Drs. Joao Augusto do
Regu Barros e Sigismundo Antonio Goocalves
Sou o primeiro areconhecer o elevado mere
cimento deases distincios cidadaos ; mas nao
ignora ninguem a profunda iocompatibilidade
pessoal existente entre elles e o actual goveroa
dor de Pentambuca, e eis porque a declaragao
do Sr. Baro de Lucena produziu em mim a
mais intima satisfagao. Tive as saas pala
vns a prova roDusia de que effecl vamente S.
Exc nao era mal? paif.dano austero e decidido
de uutros lempoi, porm um espirito eminente-
mente conciliador, nubremente inspirado as ue
ce>sidaues reaes do actual momento histrico
desta grande nacionalidade, um bomem que
emergiu novo do Jordao da Repblica, como elle
mesmo navia dito em linguagem expressiva.
O que posleriormtnte se paast u, disse o o D.
Martins Jnior na pumicac&o em que explicou a
sua excluso volunta lia da alluaida lista de can-
didatos.
Essa lista encerra, todava, nomes de correli-
giouanos e amigos particulares do esforzado
cbefe republicano, e que,segundo consta, aceita-
ran! a candidatura por instancias do propno Dr.
Martins Jnior. Como, pois, eliminando todas
as quesies peasoas, sempre perniciosas em po
litica, pode txplicar-se a repugoancia do meu
excellente amigo em ser contemplado n'uma
chapa, onde anas tiguram cidadaos que iodigi
tou, provavelmeote cuiuo representantes fleis do
seu pensamento poltico?
Realmente, sob o ponto de vista dos interesses
nacionaes, nao comprehendo de modo algum as
Tautagens da posicao em qu** o Dr. Martins Ju
nior deliberou collocar se. Comprehendo ainda
menos que, nao dando elle sua abiienco um
carcter de boslilidade pessoal, como declarou
solemnemente, se conforma se com o ser o gru-
po manannistapermita-seo qualificativosuf
ncieotemente representado na chapa, comtanto
que desapparecesse della o nome do cbefe do
mesmo grupo.
Taes representantes, com> natural, obedece
riam aos intuitos do seu prestigioso director, e
sem immediata responsabilidade deste, caso fos-
se admissivel o partidaria ido intransigente de
-outras eras oeste periodo da vida nacional, que
requer a maior harmona de ideas e sentimentos
entre todos os brazileiros.
Nao quero dar a eslas considerares o cara
cter de urna censura a resolucao do Dr. Martins
Jnior, cajo talento e coovucao republicana
sempre reapi'itei. Nae tenbo para isso compe-
tencia poltica, nem d'outra especie. Mas a
mesma auiisade que nos liga, me d o direilo
de exprimir me a sea r suelto com a mxima
franqueza, e com a publicidade necessana jus
lilicacao do meu proprio procedimenlo.
Os estados nao se organisam geometricamen
te, como disse algnem fallando da aeco pol'tica
dos girondinos no meio da cnae occidental dos
Mus do seculo pasando. Todo o esUduta tem
de atender s condicOes do meio social em que
se agita, modificando-as, quando e at onde isso
Ihe for possivel. Pretender sabordinal as a um
,idal mais ru menos perfeito quesetenhado
mundo e dos bomens, eis ama utopia perigosa,
porque tem sido a causa de lameotavoia desas-
tres scciaes.
O Dr. Marlios Jnior coohece essas verdades
melhor do que eu. Que o seu ardor de moco
Ib'as nao deixe temporarimente apagadas no
espirito, oque de melnor poden tlesejaros
mu velhDS correligionarios.
Recife, II de Agosto de 1890.
A. de Sonta Pmlo.
Huito bom I
O marechal chele do governo, requeren
ao Exm. Bispo do Rio de Ja eiro facul-
dade para se celebrar o sacrificio da mise
na capella preparada na casa^de sua resi
dencia. Ao seu requerimento deu o Sr.
Bisp. do Rio de Janeiro o seguinte des
pacho: Tend..- o governo separado a
Igreja do Estado, e sendo o senhor chefe
deste goverau, indeferido. A Exma. Sra.
D. Marianna Fonseca, seahora do mare
chai, cu jos sen timen tos oatbolicos sao co
onecidos, requerendo por sua vea, teve des-
pacho favoravel.
Muito bem !
(Ds. Era fova)
SaDtaCasa
O Sr. Dr. Barros Sobrioho, no artigo que boje
pubncou. confessa Com toda a franqueza o sea
engao e consegaintemente a improcedencia da
recficaco feita por S.-S. informacao por .nim
prestada a S Exc o Sr. govern-dor do Esta-
do.
Nao tenbo, pois, n cessidade de insistir ainda
sobre esse ponto ; devo, porm, re posta ao.nais
que escreveu S. S. no intuito de censurar me na
quaiidade d provedor da Santa Casa.
Pnndpiou S. S. o sea artigo pergaataodo
quaes foram as saas reclamac;s desatleaciosa
e injustas.
Para satisfazer a S. S. basta me publicar ore
querimenlo que dirig o ao governador deste Es
jado, recorre-j lu da decisao da junta que o sus-
pendeu do exerci io das fuaccOes de med o do
no-pi'al ne.iro II durante o k-uipo que estivesse
ucumbido do Ira amento de variolosos.
Acredita o Sr. D-. B.rros Subrinh ) que nioes-
tou acustumado a ser t alado tao attenei 'smen-
le, como fui por S S., e por i-so desealpa-.ne a
ma f com que argumento, a fa la de delicadeza
com que o tratei, e a m vontade que Ibe
voto.
Nao argumente! de m f, nem itirri na fal
la por S S. notada ; e disto daro certameote
testemuoho aqaelles que desapaixo adaroente
tivrem lioo o que pabliquei sobre a questo que
S. S. discute commigo.
O renuerimeoto que no conceito de S. S. re
vela a maior attenco para commigo, apenas p-o
vaque S. S. nao s-.be talar attenciosaineoiH
aqaelles contra quem nutre prevenedes nfu :-
d das.
Eis o requerimento, c o publico que o jul
gue:
Cidadao Dr. governador do Estado d Per-
nambuco.0 Dr. Antonio Joaquim de Barros S
brioho, medico -(lectivo do bosp tal Pedro I
em exercicio desde o da 5 de Junbode 1878
(doze ;. nnos menos sete das) at boje, eso le i -
do dado dez a doze faltas, durante todo esse
lempo, foi sorprehendido com um officio do ci-
dadio Dr. director do serv-co sanitario dess-^
hospital, communicando estar o sapplicante
por ordem do sa de Misericordia, dispensado do exercicio des
sas funccOes visto ter sido uomeado por vos, go
vernador, para tratar dos indigentes accommet
ti os de varilas na freguezia da Boa Vista, des
ta cidade, come se esta fosse a primeira epide
mia que appar cu nesta capital desde que o
^upplicante entiou no exercicio dessas funeces
e nao tivesse elle supplicante cuidado de mu
tos doeotes das outras epidemias sem nunca ter
sido dispensado, o qcb podbb man cbbr qom
S O AGORA, PO NAO SER GRATUITO O SB SBRV1CO
COMO ERA BNTAO !
Respeitando os motivos ;-1 legados, embira
CONTINO H COMO PBIVILEGIADOS, A FbbQdkNTAb
esse mismo hospital mullos collegas seus que
visitaiu u trataiu de (lentes accommeltidos de
varilos, rcspeitosamenle vem o supplicante re
correr a vos, governador, dessa ordem illeoal
dada pelo cidadao Dr. provedor da Sania Casi,
pois ella ataca de frente o art. 109 cap 26 do
regulamento de 29 ue Abril < e 1873, que anda
rege os esiabelecimentos a cargo dessa ama
Casa e que resa :
O Conselho medico ser reunido lodas as ve-
z<-s que for raister discutir e resolver a respeilo
de importantes quesiO(S meduas ou cirurgiea',
classibca0e8 de novas molestias, medidas sanita
rias,. onvemencias de localidade de estabeieui-
mentos de caridade cansas di epidemia, e syste-
m is tn dicos. Como veris d'eaae artigo I9, o
Legislador so qoiz acuuielar que, em tempo al
gum. essas medidas fossem sophismadas e to
rn.idas por qobm qurr que quizessb abosab oo cab
go, que de estivesse revestido e por quem nao
losse proti-sional.
O supplicante nao pede favor e sim justica :
si o ju gador, por le, anda, em vigor, deve ser
o Coiise io Medico, este que cumpra o sea dever.
proferindo o seu parecer, ao qual o supplicante
suj-itar se- a; porm nao pode deixar, ouando
ELLE riXEGAL E ARBITBAbIAMBNTB, PRAT1CADO POB
QUEM A LE NAO D DIBBITO AI.ilt'M PAR > ISSO.
Releva ponderar que, raramente o supplicante
foi vi-itaros FeHS doentes reeolhidos n'esse Ho->
pial, depois de vis,lar ulgum doeiiie de sua cli
uica particular, pois notorio e publico que o
supplicante visita os muito cedo.
Certo de que vos providenciareis para que o
supplicante reassuma, o mais breve possivel. o
3pu eargu, pois nao pode ser prejudicado em seus
INTERSSES POR TE 'EM OUTuOS BXH BBITAOO DE BAS
ATTHIBOICOSS, E PODEB HAV.E. DE PROPOSITO OU NAO,
GRANDE OBLONGA NA DELIBBBACAO A TOMAB A BES
peito. N'este termosP. dcferioiento.
Depois d'e do de commeotar a lingaagem do Sr. Dr. BarrOa
Sibrinho para que conh^jim todos que nao era
licito a S. S. strvir-8e dos termes empregados
n'esse requerimento, tratando de um acto que
emaneu de urna corporacSo, que podendo demit
nl-o do emprego que exe-ce n'aquelle Hjspital,
limitou se apenas a suspende -o temporariamen-
te das respectivas funcjfies.
Nao contestei. nem coutesto a pessoa algumao
direito de combaier qaalquer medida que leuda
a desenvolver a epi lemia >a varila ; o que al-
lirmei e continuo a affiriuar que nao justo
nem attencioso o nrocedimen'.o do medico que
recorre da deciso de urna corporafiao respeiu
vel nos termos de qm servio se S. S.
Pede me anda o Sr. Dr Barros Sobrioho que
explique as duas test uvas que z para retira! o
contra sua vontade e sem sua sai ncia do Hospi
tal Pedro II Nao negarei a resposla solicitada
emb>ra possa ella incommodal o.-
Ouvindo no Hospital algumas accusa<;es f.itas
ao Sr. Dr. Barros Sobrioho que, durante o pe
rioto de 10 annos que alli serve, nunca leve oc
casiao de confereucitr con alguo de sena colle
gas sobre o estado de algum doenle, confiado ao
seu traiamento. pareceu me conveniente remo-
vel o para outro esiar.elecimenio.
Qu^iid i vaaoa o lugar do Dr. Santa Rosa, no
Asyio 'e MeO'ii.-.idade. p ra o q I foi n m;a!o
o Dr. "^rneiro da Cuaba, julgou este dever pro
curarms ara sgradecer a su^ noneaco, en'ei-
sa occasio, em minba rasa, conversamos Sobre
o hospital, onde, disse me o Dr. Carneiro da Cu
ma, es'imana sirvir por ser a sua especiali
dade molestias agudas. Lembrei Ine eniao que
permutasse o lugar com o Sr. Dr. Barros Sobri
ubo, ao que respondeu me que nao Ine fallara
o'isto por escrpulo, u ua vez que considerava
preferivel o lugar de mdico do hospital. De
pois d'essa resposta ponderei que elle pona
leaUr essa permuta po" intermedio de algum
amigo commum, lembrando Ibe n'essa occasiSo
o nome do Dr. Jos Mariaono.
Commeili pois, o enme de tentar remover q
Dr. Barros Sohnoho do hospital Pedro II, afim de
uomear para o mesmo eslabeleciment > o Dr.
Carneiro da Cunba. E n'essa falta ainda re
incid, quando falleceu o Dr. Maduro, pois n'essa
oeCiio procore o meu amigo r. Malaquias, e
pedi que accilasse interinamente o cargo de
director do servico medico do hospital; e. ira
laudo do preenebimento definitivo do mesmo
cargo, Ibe failei sobre a nomeat&o >obrinbo alim de remover para seu lug Carneiro da Cunta, assevarando que nao traba
outro tlm assira procedendo, seoao attender a
regolaridade de servido, e que nada faria a esse
respeilo sem ouv r os mdicos do hospital.
No p.imeiro caso, desejava o accordo-JB> Sr.
Dr. Barros Sobrinbo, o sen consentimewo. no
segnndo, 3. S. melhorava de veueimejrtos, se
sua nomeaco para o lugar de director fosse con
siderada acertada.
Tentando substituir o Dr. Barros Sobrinbo
pelo Dr. Carneiro da Cuoha, prociriva prestar
um servico relevante ao hospital Pidro II; en-
tretanto si as.'im pensando, commetti aiguma
f Ita, nao me repugna confessa!-a.
Diz o Dr. Barros Sobnubo que de. 16 at 19 do
correte m-'z foram remeitidos do hospital Pedro
il oara Santa gueda 6 doentes; d'ani, porm
na i pode se concluir que os portadores de recei
ua levaran a epidemia pata aquelle estnoeleci
ment, porqoanto antes de. sen-m ah aviadas as
receitas pura os doentes pobies, j se baviam
dado alguna casos de varilas.
E' convenienie notar que dos seis doentes a
qae S. S. se refere, apeuas um esta .-a no rnsp'
tal, havia mais de quinze dias ; os outro* >-nlra
ram nos dias 15, 16. 18 e JO e sahiram para
Santa gueda nos das 15, 16, 19 e 20.Eram
doentes j ata:ados pela epidemia, o que a
mente se reconheceu depois da en.rada ni boa
pi al ledroII.
Essa a verdade.
Pergunta S. S. como explico o ter aceitado a
reclamacao do director do servico medico contra
as suas visitas ao huspitre nao a relativa ac
sacerdote que val visitar o* doentes de Santa
Age Ja, e depois os do bospit il.
No mesmo da em que o director do servico
medico me fallou sobre a i visitas "o distincto
sace dote a quem S. S. se refere, ao hospital .e
Santa gueda, e perante o proprio director, es
crevi ao Revm. padre Wtllemaio, diseudn-lbe
que, sendo necessario conciliar os preceitos da
re ig ao com os ua hygieae. se eocarregasse ex-
clusivamente do ho-pital de Santa gueda ou
que o confiasse aos cuidados de seo companbei
ro, porque nao era conveniente qce elle fre-
qaeotasse os dous estaDelecimeotos.
Fui pessoaiinente entregar essa carta e o
Revm. padre Willeman, depois de tnuitas coost
derafoes disse-me que ib se entenier com o di-
recto*, e que ebegaria a um accordo ; depois
lo que soube que elle obrigoa s; a ir ao h >spi
tal de Santa Agu -da smeote tarde, fazendo
pela maiin o servigo do hospital.
Sou ainda aecusado pelo Sr. Dr. Barros Sobri
nbo por nao ter vedado a eutrada de visitas que
podiatn vir de catas de variolosos.
E sessao da Junta failei uess i medida que
me baviaso lembrada pelo Dr Malaquias ; e
a Junta resolveu que o Sr. raordomo, que era
eatao o commendador Jos A loloho Rodrigues
de Lima recommendasse que nao fossem a Imit'i
das visitas a doentes sem que prnneirameuu. se
indagasse se os visitantes tinbsm ou no vario
las em saas casas. .
E' possivel que essa tecommenlagao nao te
'-ha sido observada ; mas asseiuro que ella f >
feita pelo di<;no mordomo, Je cuja d -dicogao e
zelo nao licito duvidar.
Finalmente aecusa me o >r. Dr. Barros Sobri
o io, porque consinto que se proceda a vaccina
gao dentro do hospital, e porque perguntei ao
nrecior qu m era o medico que ia ser encarre
gado desse servico.
A vaccinacSo e revaccinapo, no hjspital, foi
ordenada pela Junta Administrativa da Santa
Casa, em sessao, a que nao comparec por ter
recen do noticia do fallecimento de meu cunha
do, Dr. Pedro Francisco Correia de Arauj ;
'iitretauto, ae ti7esse presidido a sessao, votara
para que fosse feito o servico, porque creio que
xj.ueut ao Dr. (Jorros Sobrinbo e a mais mn
guetn occorre a i lea de probibir a vacci.i.gao,
porque os que mais d'el as carecen, sao as pee
soas em cujas Casas --xistem variolosos.
E' po<8ivel que eu tivesse per guillado .o di-
rector que n esiava encarregado desse ser ico ;
nao me lembro, porm, de le o feito, mas se o
fiz foi umeam ole para saber a cargo de quem
eslava esse servic/i que nao retribu do, nem
interessa pecuniariamente a neobura dos mdicos
do hospital.
Eis quanto basta para explicar o procedimen
to do provedor ua Santa Casa.
Consinta o Sr. Dr. Barros Sobrioho qae des
preze a incompatibnidade por S. S descoberta
no cargo de lente da Facu'dade com o de metn
bro no Directorio do Partido Catb dico, nem como
a bistOiia da sua campanha abolicionista, da
qual Ih-' resta o alona de ter tesado mteresses
de um conmnente, a quem tenho querido ser
agradavel. O Dr. Carneiro da Cunta, a quem
eu quena colloca- nonosptal Pedro I rambem
nao lesou os mesmos interesses ?
No exercicio do cargo de provedor, a hoje,
;.e tenho inspirado rnente nos deveres que
elle me impOo, e em enjo cumpriment i nao tr
pido por amor aos interesses de quem quer que
seja.
Recife, 21 de Agosto de 18 0.
Dr. Joaquim Correa de Araujo.
Ser verda le Nao acredito.
A agente do correio de Vertentes dis-
sera que S. S tinb.4 Ihe tom*do, um iffi
ci e resg*do o envolucro e qaerendo o
entregar, ella nao quiz mais receber.
Ser veriade?
Aind > nao acnadnto ; anda mismo co-
nhecendo em S S. um bravo 1!
Ei pesso a S. S que nao pouba se com
cantos arregaohos, porque poiem chamar
S. S. a assgaar termo de bem viver.
Se por exemplo, S. S. nSo quiaer mais
o lornal do Recife, ou este nao lhe sup
portar, S. S. pode procurar o Correio da
.Ve, que estar muito bom para 3 S.
mandar correspondencias, seu escrivao
sabe onde ello pois j l tirou a fer
rugem da peana; mas cautella Sr. escri-
vao, olhe que os meninos da candinha
estao em pesqnizas.
A prestacao de contas de O. Lul?
todos os j lizes municipaes desta comar
ca, diaem que funecionaram alli. O Sr.
tenente-coronel, alm de Ber um here,
tamben) habilidoso, porque aprenden a
falla de Manoel Antonio Telheiro.
Decididamente.
A' outra vez.
O mesmo repuiVcano.
Taquaretinga
o republicano do < diario > os 20 ao
Sr. teen te coronel Landelino Ma
noel ue azevkdo
Quando S. S. fo nomeado collector de
Taquaretinga, a moralid^de scientificou
ao inspector do Thesouro, o alcance de
S. S. para com as fazendas; S. S. res-
pondeu que tinha de pagar o que devia
e tirar certidao de quitacSo, mas em vez
de cuidar nisto esperou que ihe dessem
psse sem se por quites com as fazendas
e disse em Vertentes < os liberaes faziam
cousas do arco da velha eu nao pago o
que devo e hei-de ser collector.
Euganou se S. S., pois no Thesouro
eBtava o honrado Dr. Francisco Amyn-
thas de Oarvalho Moura; nao era homem
de fazer cousas do arco da velha, como
julgava S. S.
Transformaram-se os negocios politicos
e S. S. fez aova tentativa, mas appare
ceu o republicano a scientifcar o rovo
inspector.
Veremos se S. S. agora acha homem
capaz de tazar cousas do arco da velha.
S. S. em vez de tirar quitacSes, como
disse, apresenta-se no Jornal do R-.eife
com muitos desaforos indiretos, justifi
cando assim a verdade do republicano de
20 de Jub o ; S. S. queixa se de urna
pessoa que o impossibilita de lomar posse
d collector, creando-lhe impostos exces-
si vos, mas havendo nesti comarca tres
fazendas, S. S. deve impostos em todas
tres, ser possivel que os tres chefes
destas repartieses prestem-se aos capri-
chos daauella pessoa, em detrimento de
S. S.?
NSo a rdito: E tuXisto? tambem
o So acredito.
O cap i tao JoSo Climaco, collector das
rendas geraes, este eu sj que nSo se
presta a isto; por que deade que S. 3
mandou o cbamar por sua escrava Jos
pha e pediu lhe que aff.istasse o ir "uo
Mmoel Correa d'Aranjo, de tomar urna
desforra com S. S. em consequencia de
perseguicSes de S. S. quando foi subde
legado, ee prometteu de affastar o irmSo,
o que coaseguio, e diz qua se ainda hoje
vir S. S. em um aparto o defende.
A Josepha contou me que assistiu a
entre visoa de S. S. com o capitSo JoSo
Climaco; disse-me que S. S. prestara
um juramento solemne !
Eu admirei-me 1 e fiqtiei conhecendo
S. S. como um homem here e ente
rioso!! 1
Eu oonheci que o capitSo Joao Ciimaco
deffendia S. S., desde aquelle da que S.
3. rusgou com o ebrio Alexandre Manoel
do Re c o Ciimaco deffendeu S. S.
3r. tenente coronel, tenio S. S. fallado
eip hydrophobico, sabe dizer me o que
que se toma para ficar bydrophobo? ser
o alejolf
O subdelegado Antonio Joaquim de
Brito dissera que tinha apprehendjdo urna
nota falsa que S. S. procurava p^ssal a
na feira aos m-tutos, em compras de fa-
rinhas, e que o capitSo Sena Secca e o
povo da feira foram testemunhas I
Repblica dos Estados-Uni-
dos do Brazil
repblica no Braail
Sob o titulo cima lemos um artigo do
Correio da Manha, a res peito do qual pre
cisamos fazer algumas consideraos.
NSo se ii ufana que vemos consagra-
da pelo Correio da Manhd. a opiniSo de
que o Sr Ruy Barbos i, ministro da fa
zenda do govern prtvi&oi-io da repblica
brazileira, est mostrando grandes predica
doi e que realmente um homem de verda
dero talento e estadista notabilissimo; &
aim cuno que o Sr. Quintino Bocayuva
tem daio -pronas de aran le eleoacao de es
pirito.
Kstas palavras do honrado redactor do
Correio da Man a trazem para nos o cu
oh > da sinceridade, poB que perfeitamente
se ajustam ao r tal merecimeato d'esses il
lustres brazileiros.
A opiniSo cima fie ir inteira e com-
ole'a, se accrescentarmos que esses ver
dadeiros estadistas no podem ser mais
probidosos, nem mais patriotas.
Pena que a Ilustrada redaccSo nSo
cojueca os demais membros do governo
para distribuir com elles igual justica.
M s, ao passo que o .orrew manifesta
se tao vantajosamente por aquelles dis-
tinctos cavalheirus, malsina, por outro la
do, os actos do seu governo, como se qui
zesse mmgoar lhes os merecidos enco
mtos.
Assim, a dissolucSo das cmaras muni-
cipaes considerada pelo Correio da Ma
nhii, como urna medida ante-liberal e a
subatituico d'el:as como um acto adrede
realisado ara a montagem da machina
eleitoral.
Ora, nada mais injusto, nem menos
exacto.
Ainda ha pessimistas que acreditara em
urna restauracSo da mooarchia no Brazil ;
d'ahi os ciumes e malsinagSes contra o>
actos emergios do governo provisorio para
estabe.ecer as leis da ordem publica na ad
ministracSo.
A reda cao olha por um prisma exclu
8vo e engaoso as condicoes em qne se
ichavum essas instituicSes, corrompidas
pelo funesto rgimen decahido.
Ninguem condemnou jamis no Brazil
o-se acto do governo de alta moralilade
publica, sobre tudo com relacSo Cmara
Municipal Ha eapital do finado imperio,
tal ra o estado escandaloso a que havia
chegado.
Suppondo que sej um colossal absurdo
a volta da monarchia, que fra despedida
pela nacSo in eir, em que aproveitaria ao
actual governo urna eleicSo falsificada em
to io o
pan;
Por outro lado como concil ar a consis
tencia dessas cmaras com o nico pod.r
de facto, que preside aos destinos do Bra
zil ?
A extinccSo d'essas cmaras decorria
ineviuvelmente da pr ipria constitu cao do
novo governo, que nada mais fez do que
consagrar a real dade inex -ravel dos acon-
tecim jn'.os e obdecer- hes.
Semelhante censura nSo tem, nem pode
ter fundamento.
O facto allegado da creacSo de um lu
gar d* medico tSo pequeo e imperce-
ptivel, em confronto aos successivos e
enormes dispendios, escndalos e depreda
coes d'esses valhacoutos do tempo da mo-
narchia, que nSo edificante expol a de-
preciado do publico.
Folgamos tambem de ver que o Correio
da Man 3 faca justica ao governo provi
son quanto ao facto importante da crea
cSo de varias comarcas pelos governado-
res dos estados.
Igualmente nSo dei sou de causarnos
agradavel surpresa a transcripcSo, emjor
naes monarchios, do luminoso relatorio d >
ministro da fazenda da Repblica, o qual
p3e aos olhoe do publico a misrrima si-
tuacSo fin neeira que nos legou o rgimen
decahido.
O Ilustrado ministro, na liquidacSo do
e8u!io do malaiaado imperio, assignala a
videz, corrupcSb e senidade que ihe cor-
respondem.
A verdade que o prodigioso acontec
ment atravessa os mares, galga todas as
brreiras e penetra, com incnvel rapidez,
no seio da n<-c3o amiga com as suas ideas
m-nsageiras de progresso, de paz, de tra-
ternidade e de amor, que sSo a propria
imagem da civilisacSo dos povos.
19Fevereiro.
Dr. Pinto Pess:a.
(Do Seculo, de Lisboa.)
ERROS E S0PHISMA8 DA EXPOSIcXo RT
Barbcsa
Aps urna serie de 24 artigos, que o
Sr. ndr Reboucas publicou, na Oazeta
de Portugal sob o titulo Cunho escravo-
crata do attentado contra a familia impe-
rial, reajparece o intrpido represen-
tante doex-imperador a brandir as mesmas
armas da diffamacSo e da calumnia contra
a festejada repblica brazileira, contra o
sen governo, contra os horoens Ilustres do
paiz e contra todoB os braiUeiros, indis-
tinctamente !
Dir-se-hia, ao ler si diatribes do Sr.
Andr tiehoucas, que um espirito demen-
tado impeli a sua peona.
Nos, entretanto, derxariaraoe correr
impunemente os seus audaeios s escrtptos,
se nSo estiveramos convencidos de que por
detras ddle, nessa ingrata campanna
diffimatoria, oceuta se o deapeitado per-
aonagem.
E nem de o itro modo explicase o
particular agasalho, com que tem sido
acceitas as virulentas publicaedes, por
onde e pode aperceber que urna larga e
surda conspiracSo contina a tecer se con
tra o governo provisorio, sendo o Sr.
Rebouv'as o instrumento ostensivo dos
conspiradores.
Com effeito, nao se trata nesta nova
verrina deautepdr conceitos judiciosos e
positivos, que abalar poaaam as affirmati
vas de conspicuo ministro da faaenda, cajo
luminoso rotatorio mereceu da parte da
imprensa couscienciosa de Lisboa just louvores.
Nos nSo podemos comprebender ainda
qual seja a cnenta$2o poltica do Sr.
Andr Reboucas, que o arrasta para o
escabroso campo das personalidades.
Suppunham 18, alias, que fosse elle um
convencid republicano, tal era a solida
riedade intima e fr fe mal c m Jos do
Patrocinio, o Mirabeau mulato do Brazil,
embora que ambos se confessaseem pro-
fundamente penhorados princeza, re-
demptora da sua raya.
Assim pode o Sr. Reboucas, constituir-
se o louvaminheiro ap uxonado de ex im-
perador e da imperial familia, que lhe nSo
levamos a mal, pode erigir lhe um moou
ment ore perennus, ao sabio, aoph>lamtro
po, ao santo de infinita bondade ; mas nSo
leve a ingenuidade ao ponto de suppor que
alguem acceita a iusinuacSo de que fosse
essa sacra familia a nica abolicionista do
Brazil, qne realisou a obra sagrada da li-
bertacSo pela qual pretexta o Sr. Rebou
cas urna divida infinita de gratidao.
Se isto nSo um premeditado arranjo,
simplesmente insensato e nSo justifica
os crditos do engenheiro Andr Re-
boucas.
Quando lemos a epigraphe : erro e
soph'smas da exposicSo Ruy Barbosa, pen-
samos, por momentos, que o Sr. Andr
Reboucas vinha armado de irrefragaveis
elementos economices e financeiros para
contrastar as eloquentes e esmagadoras
atnrmacS s do honrado ministro da fazen-
da, mas para logo dissipou-se-nos a ex-
pectativa, pois, que, em vez de clculos
e combinares orcameotarias, deparamos
com urna segunda edicSo do cunho escra
voc ata do attentado contra a familia im
perial, repetindo se os immoderados elo
gios ao imperador edetur pando -se os acon-
tecimentos e os seus iniciadores.
Assim volta a cantata de deunteresse,
abnegacSo e simplicidade evanglica do
ex imperador, que est cima de qualquer
hyhothese.
Todos os Cincinatos, todos os Was
hingtons, todos os Benjamins Franklina,
todos os Abranhes Liucolns o tomariam
cordialmente para seu mestre I
Ora, eis ah como um espirito, alias
aproveitavel, se desvair por um fetichismo
deploravel, suppondo que um phlosopho,
um sabio, um astrlogo, um poeta, um
philantropo, todo cheio de boniade, de
stoicUmo e abnegaclo, tudo ao mesmo
tempo, seja capaz de dirigir e governar
urna grande nacSo americana, fadada >-
incommeosuraveis destinos !
20 de Fevereiro de 90.
Dr. Pinto Pe'soa.
(Dos l-coates)
Lima, os quaes mandam suffragar missat
por aua alma oo timo dia do seu patea-
mento, que ser no dia 25 do andante, t
7 horas da inanhS no convento de S. Fran-
cisco desta cidade, convidando todos os
amigos a assistirem tao humanitarios qui*
religiosos exercicios.
Precisa se de trabajadores arnestrados dema-
vitn'-nto de trras de estrada de ferro e qnequei-
ram seguir para Se.rgipe, pagando se-lh-s a pa-
satrem. j
Trata se no pateo de Santa Crui,#criptoris
da estrada de Tamaodar.
IRACEMA
Dr. Barros Caroeiro
Declaro aos meus amigos e clientes que
tendo sido dispensado, pelo governador
deste Estado, da commissSo para o trata-
mento dos variolosos da freguezia de SSs
Jos, contino a aar consultas nos dias 6
horas designados em rceus annnncios.
Recife, 21 de Agosto de 1890.
Dr. Barros Carneiro
,J
Chapa
0 Club Eleitoral Republicano de S. nto Anto-
0i0 resolveu em sua sessao de domingo 19 do
crreme, apresentar ao eleitorado pernambu-
cano, a chapa que abaixi se segu, e para a
qual pede o con urso de todos os clubs republi
canos, do Congresso Artstico Operario de Per
natubuco e bem assim de iodos os cidadaos e lei-
tores que des^jarem a prospendade da patria.
Para senadores
Conselbeiro Joaqaim Saldanha Marinho.
Dr. Ambrosio Machado Cuoha Cavalcante.
Coronel Francisco Jos Teixeira Jnior.
Deputados
Dr. Bernardo Jos da Cmara.
l>r. Jos Izidoro Martins Jonior.
Dr. Albino Mira de Vasconcellos.
Dr. Joao Carlos Baltbazar da Silveira.
Dr. loaquim Aurelio Narm -.o de Araujo.
Ur Francisco do Reg Barros de Lacerda.
Jos Faustino Por o.
Antonia de Oliveira Baltbar.
Dr. Manoel Gomes de Matos.
Rodoinbo Lima.
Jos do Espirito Santo e Silva.
Dr. Paulo de Amorim salgado.
Vicente de Cysneiro Cavalcante.
Coronel Manuel Eupbrasio Santos Dias.
Coronel Dr. Antonio Gomes Pimentel.
Dr. Joao de Oliveira.
Dr. JoSo Augusto do Reg Barros.
O se -.retario interino,
Manoel Paulo de Almeida.

Dr. Joaquim da Silva Cabral
Para Afogados de Ingaz ira segu ma-
nha, como promotor publico, o distinct
moco, cujo nome encima a presente pu-
blica cSo.
Apreciador das virtudes cvicas, que
ornamentam o carcter do eminente oida-
dSo, sdo aos comrcSes de Ingazeira
pela brilhante representado que vae ter
a justica publica na pessoa do seu repre-
s otante, e abraco saudoso o roigo e ex-
collega de repa ticSo, que tanto soube 'se
impor estima d'aquelies que comrigs
privam particularmente.
Recife, 22 de Agosto de 89 .
J. H. S. R.
Para liepul.nks Constituios
1 Dr. Anoibal FalcSo.
3 Desembareador Manoel Clernentino Carnei-
ro da Cunba.
3 Dr. Felippe de Figoeiroa Faria.
4 Baro de Caiar.
5 Dr. Jos Ma ria Ramos Gorj&o.
6 Conselheiro Joaquim Correia de Araujo.
7 Coronel Feliciano Caliope Monteiro de
Mello.
8 Dr. Joaquim Jos de Almeida Pernambnc*.
9 Brigadeiro Francisco da Costa Reg Moi
teiro.
10 Dr. JoSo Francisco Teixeira.
11 Dr. Joaquim Ta vares de Mello Barretto.
12 Coronel Francisco Jos Teixeira Jnior.
13 Dr. Gaspar de Diummond.
14 Altreno FalcSo.
15 Dr. Joao Juvencio Ferreira de Aguiar.
16 Dr. Jos Mananno Carneiro da Cunha.
17 Dr. Joao Auguao do Reg Barros.
*.

Aos igricultores
O juiz de direito JoSo Baptista Gitirana
Costa, tando contrahido diversos empres-
timos com o Banco do Brazil para agri-
cultores deste Estado, da Parahyba e Rio
Grande do Norte, contina a encarregar-
ae desse trabalho adiantando as despezas v.
nece8sarias, mediante mdica retribuicSo.
Pode ser procurado nesta cidade, ra
do SarSo de S. Borja (antiga do Sebo)
n 48.
Recife, 3 de Julho de 1890.

Dr. Ribeiro de Brito
Tendo .-ido deoiittido por acto do cidadao ge-
vernador do Estado, de 16 do corrente, da com-
msso que me foi designada a 3 de Junho. pare
tratar dos variolosos no 1- disiricto da Graca
freguezia do Poco da Paaella, declaro que conti-
nuarei a prestar os meas servic .8 mdicos gra-
tis, nao to aos que esto em tratamento, come
aos demais indigentes que forem sendo atacados
da terrivel epidemia.
Dr. Ahcendinu Lins de
A lbuquerque
Para as incgnitas regiSes passou-se
aquelle que, ueste mundo de controversias
e illusSes, se cognomioava Ascendino Lins
de Albuquerqne.x
Uheio de esperaacas, contando apenas
33 primaveras, foi assahado na comarca
de Cabro por um formidavel mal que
zumbando di illustracSo e pericia de 10
mdicos e dos cuidados do seu irmSo Fran
cisco de Salles e Albuquerque o enfra
queceu lentamente, at que, no dia 19
do andante pelas 11 horas da manha,
exnime para supportar os s ffrimentos
que o carcavam, cerrou para sempre as
palpebras, indo seu espirito envolver-se na
immortalidi.de.
O finado exercia o carge de promotor
publico na comarca cima fallada, d'onde
viera licenciado em 2 de Junho do c r-
rente anno.
Sempre militou as fileiras do partido
conservador.
Fez parte de um grande grupo que
patriticamente *T erguera em Itamarac
(d'onde era filho) para reconquistar os
foros de termo d'aquellas paragens e nutria
a espranos de rehabilital os, quando soou
a hora fatal do seu desapparecimento.
Immersos n'um ocano de lagrimas se
acham os seus irmSos Francisco de Salles
e Albuquerque, Jos L'.ns de Albuquerque,
Antonio Lins de Albuquerque e particu-1
lares anigos Francisco Martiniano dei
Oliveira e Francisco Martiniano da Costa I
Tendo eu sciencia de que algumas pea-
soas aproveitam as garrafas vasias com
etiquetas de vinhos de minha caaa, para
venderem outios vinhos a titnlo do Bcnt
Palhete e Bom Collares que rece-
bo directamente e bem assim outras qua-
lidades, chamo a attencSo do publico e es-
pecialmente dos apreciadores de meus vi-
nhos, para que nao se deixem illudir
aviso os de que s devem considerar come
verdadeiros os que comprarem em meu
proprio estabelecimento ; a muito que nSe
vendo a casas retalhadoras e por isso in-
sisto para que os senhorvs compradores
notem o que deixo dito
Recife, 16 de agosto de 1890.
Paulino de Oliveira tfaia.

CABEQn W m
Biixir sedativo e antirheumatico, formuls,
do pharmaceutico Hermes de Sousm,
Pereira.
SEU MEKCCEIO
Approvado pela Inspectora Qeral d
Hygiene
Este poderoso medicamento j bem oe-
ohecido ha mais de ll annos e cujos ma-
ravilhosos effeitos tem sido at estados por
muitos mdicos e numerosos doentes, cura
radicalmente os bhedma i ismos, SBTSI-
PELAS, SYPH1LIS S8CBOFLAS -e todafl as
molestias que teem por origem a impures
do sangue.
O verdadeiro e mais antigoElixir de
cabeca de negro o da formula do phar-
maceutico Hermes do Souza Pereira, a
para arastia doB constomidores trae elle
em seus rtulos o envolueros
autor.
Vende -ee a varejo em todas as phar-
macias e em atacado na pharmacia Fer-
reira, praca de Maciel Pmheiro, a. 19,
(antiga do Conde d'Eu, e na drogara de
Francisco Manoel da Sirva & C, a da
Marque de Olinda, n. 23.
tf


Di; PernamhiieoSexti-feira 22 de Agosto de 1890

i
i
*


..
i i
*
A'S VICTIMAS DAS FJKBRKS
Elixir ti-fefcrU Carda*, appro
do ro 21 de Marco deste aono pela Inspector i
ral de Hygieoe do Rio de Janeiro, vem boje
apresentar-.-e a bumanidade soffredora do mun
inteiro como taboa de salvacao que ao infe
til naufrago loe enviada por mao omnipotente)
Elixir amti f bril Cantoso, appl
esdo em moitissimos caeos de febres, tem, como
pr mili'gre. levantado do lelto da dor a compie
p moribundos.
Ete remedio, composto smente de vege taep
a inteiramente inoffensivo, aiuda mesmo na mai-
imosa e tenra enanca.
A sepboras. no estado de paridas, on no pe
i odo de incommodos naturaes, podem usai <
tem receio algum.
Depsitos
Dro.'aru ii>< irt ft*a:iaea Sfinoel da Sih
C, ra Marques de Oliod n. 23.
Pbarmacia Martins, a ra Duque de Cax a?
a 88.
POarmacia Oriental, ra Estreita do Rosarir
a. 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa do Barao d,
?jetona n. 14.
Pbannacia luiperatriz, a ra da Impera tnz
a. 4.
Para qualquer explicacao podem dirigir se ao
autor Manoel Cardoso Jnior, ra Estreita do
Bosario o. 17.
Atiesados
Scieotiticamos ao respeltavel publico que alm
ios alterados a que damos puolicidade buje,
bram curados 379 variolosos.
Pedimos aos incrdulos para irem examinar
es tratados pelo Elixir aoti febril.
Dos innmero* attestados que temos, darno
am seguida principio a sua publicado ; c istt.
bailar para que sejum nonhecidas as virtuder
io Elixir anti febril Cardoso.
N. 66
Sr. Manoel Cardoso Jnior. Teobo a mais
riva satisfacSo em communicar Ibe que gao ad-
niravei8 os re ultados que tenbo alcanzado com
a appl- agu de seu elixir ant: febril.
roi em mioba tilhinha, qne bavia s do atacada
de violenta febre-, que pnmeiro applijuei o seu
remedio, e ao m de dous dias com prazer a vi
litre deese incommodo.
Passadus alguns dias, tendo sido procurado
para dar o sen remed o para dous rasos de va
rilas, maodei aue fossem obseivadasas inslruc
joes que de Vmc. ja havia recebido sobre o
rVn de usal o, e boje as duas creaturas livres
4e ki o frico, me pedem para agradecer o
fceutii:ia que Vmc Ibes prestou com a maravi
lao^a descoberta do seu elixir. Eis o que Ibe
Bossn dizer at este momento.
jliuha confianza no seu remedio perdurar, e
es teobo prazer em dar-lhe tambem e te teste
atonbo de meu reconhi cimento.
Pode Vmc. fazer o nso que desejar destas II-
abas, com que spbscrevo me
De Vmc am go. c iado e obruado
Eustaquio Corm nande.
ArraiaJ. 4-8-90.
N. 67
IMm. Sr. Manoel lardoso.
Recife, 2 de Agosto de 1890.
DiaDte do prodigio que en< ontrei no medica
nenio de V. S., que tem sido dis nbuido por
entre os scffredores de febros o niiohs, o
sai infelizmente foi me preciso para applicagao
o tralamento de um meu sobnnno que adoectu
la lernvcl epidemia, e que teria sucumbido
caso nao encontrarse um amigo que me fez ver
que obteria promp:a cora do mal que desen
volva se com intensidade, se Hzess'* uso do al
udido medicamento, uo .repide ento de pro
arar o referido medicamento, que ve o tirar me
da grande lllicco em que me chava, por Ira
r immediatamente sensivel mellura no mal
le mitigava a passos gigauescos a sa le ilo
meo ettim.do sobrinbo, ^ue d>-pois do uo ex-
asivo do mdicamente de V. S. pode licar de
o curado e sem perigo no periodo de 8 da?.
Assim. pois. cabe-mc o dever de manifestar
sociedade es meus sentimtntos de congratularlo
eom ella, por contar em seu feto um espinio
loado e investigador como o de V. S., qut
cada dia d a ella mais um me ho-amento coto
as industrias do honrado c laboiioso trabulho de
T. 8.
Como julgue este documento ser un socie
dade e a V S., faiulto !lic o direito de fazer
'tlle o uso que cuDvier a V. S.
De V. S. venerador atiento e obrigjdo
GulJmo Emiliano de Jess.
(Residente ra do Pilar n. o, l'ernambuco )
Recife, 16 de Agosto de 1890.
Amigo c:dado Manoel Cardoso Juuior.
Mais urna vez augmenta-se a prova da efiieacia
o poderoso c'ixir por vos praparado, ao qual
ienomraaesAnti febril.
Aeeommetlido de urna forte febre um filhinho
mt u de idade de dta anuos, oto trepide! appli-
car Ihe, conforme o preceitoado em vosso recei-
tuario. dotes de vosso enlutar elixir, o benfica
resultado lo se fea esperar; ao Hm la lerceira
dose, e o 2." da, ja se spresentavam rilas
de carcter benigno e em mui pequea quanti
dade continuei com a mesma medicacao, e ao
Hm de quinse das achava-se mea lilhiobo com-
pletamente restabelecido.
E' esta a exoressao da verdade.
Concedo-vos, ctdado, que facaes desta o uso
que vos approover.
Disponde do amigo gra issimo
Flix Joaqum Ferreira de Carvalho.
RuadaPenban 17.
N. 69
Bebenbe, 28 de Julho de 1890.
Cidado Manoel Cardoso Jnior.
E' com a maiorsatisfacio que vos transmiti
os meus sinceros agradecimeotos pelo benfico
re-uliado que de vosso preparado. Elixir aoti-fe
uril Lardo.-o, otnive em urna febre intermitiente,
que durante 18 dias mioou me a saude ; quan lo
ja desanimado fui por um dos vossos empreados,
o Sr. Jos Francisco, instado para fazer uso do
Elixir Cardoso, ao qual hoje s cbamo maravi-
Iboso Elixir Cantoso, para nao o chamar mila
t oso, tal foi o effeito, que ap- duas doses ex-
penmeolei, faieodo d- sappa-ecer a f >ra e vol
laiido-me as torcas o appttile, acbando-me no
Hm d-! 8 dias ;omplelamente restabe ecido.
Prtanlo, nao cessarei de indicar oElixir an
lifibnl lardoso a todo aquelle que como eu,
for victima du ia> terr vel molestia.
Sem mais motivos tou comosempre venerador
e obrigado
Francisco Antonio Barbosa.
.N. 70
Sr Manoel Cardoso Juuior.
T'i'o cabido doentes dous tilbinbos meus
Antonio Francisco Lopes, de idade de 7 annos,
e J ij.-.n i Hosalina da Concei^j, de iannos.
Com urna grande febre, que os facultativos
disseram que era f-bre lypho, e desengaados
inr elles, pois nao ohed<-ceu ao; seos recei'ua-
rios. Contando a un amigo o estado de meus ti
Ininboselle meaconse hou o seo Elixir anti febril
e promptificou sea mandal o ver; ao applicar as
primeiras doses tiquei surprehendido co.j as me
Ihoraa de meus fihinhos, e no fio: de tres das
estavam completamente restubelecldos, grabas
ao seu maravilhoso Elixir.
Dw-sta pode Vmc fazer o uso que Ibe convier.
Seu com toda a estima obrigado.
A rogo de J >o Antonio Lopes
Jos Pedroso de Larvalho.
Ra do Bjm Jess n 27. :t. andar.
(As lirmas estavam reconliecidas)
lina patarra n I llvaraenc a
molestias dos pii>uirs e da
garganta.
COMMERCIO
Revista do Mercado
Rtcoim, 21 l)C AGOSTO M 18S:0.
Bouve algum movitnenio no mercado de cam
3io., nada constando com relaclo aos outros
cercados.
Holsa
3iJTA<;5KS OFFIC1AKS DA JUNTA DOS COK-
.BETOKES
Hectfe. 21 Jt Agosto e 1890
Atetes da companhia dos Trilhos Urbanos do
Recife a Olinda e Beberilse, do valor de 2003
ao par
Na Bolsa venderam-se
tS actes da comjjanbia dos Trilbos Urbanos
: Recite a Olinda e Bebenbe.
u uietidente,
Antonio Leona-do Rodrigues.
O secretario
Eduardo Dabeux.
Cambio
~ PBA5A DO EECIFE
O mercado abri frouxo a 22 1/4 bancario ten
da bavido, do'l'Tj, aignm negoci a 22 3 8 antes
le Id boras'.
Mais tarde aKslraram os bancos mais inclina
o* a saccc.r, cfTerecendo 22 3,8 en geral, rea'i
nado se pequeos negocios a esta laxa.
O mercado fechou menos firme.
PBAC.A DO BIO DE JANEIRO
Pooco movimento a 22 1/4 bancario, baveodo
'ata de papel particular por emquaalo : -
A taxa do descont no Banco de Inglaterra foi
toje reduzida para 4 ',.
Toda a vez que os pulmfjes se achem
enfermos, pode se com toda a certeza
dizer, que o doente acba 6e borda d'tima
enfermidade incuravel ; o primeiro passo
para tSo perigosa situaySo a tosse.
Torna se pois da maior importancia, o
atalhar se para dede logo Se pergu.i-
tardes como isso se pessa reaiisar ou
conseguir, rfsponderemos, com o Peitoral
de Anacabuita, o qua! extiahido e pre
parado do sueco balsmico d'uma arvore
do Mxico, conhecida desde ba muitos
sceulos pelos naturaes dxqnelle paiz, como
remedio poderoso e sunto para todas rs
en.'ermidades dos orgos da r. spiraclo.
K-ta admiravel preparado curar a
tosse dentro em poucos dias e at mesmo
s vezes em poucas horas, alliviar a
astbma, curar a iLrlainmsijao mucosa do
buyos e bronchus, e impedir a thisic?.
Em contrario aos p -itoraes e xaropes
fabricados de frucas e d'outros ingre
dientta mas, na sua elaborada e delicad
compos yao, nSo entra nenhuma partcula
de Acido Pruasic >, e como igualmente se
acba livre de antimonio, ingrediente este
que abundantemente se cncontra na com-
poslc&o daquelle8 outrosnao pruduz pois
nauseas de qualidade alguma.
Como garanta contra as falsuficacoes,
observe-se bem que os nomes de L>nman
& Kemp venbaio estampados em lettras
transparentes do papel do hvrinhj que
s :i ve de envoltorio a cada garrafa.
Acha se venda em todas as boticas e
drogaras.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
rm Europa, d consulta* de
s 4 horas da tarde, ao 1"
andar da casa n. 51 roa do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de 8etem-
bro n. '64. Entrada pela ra da
Saudade n. 25.
Telephone 287.
Toase asthmatica
De Jaguarao foi enviado ao descobridor
do Peitoral de Cambar o seguinte attes-
tado :
t Eu abaixo assignado, major ref<>r-ua
do do exercto, attesto que soffrendo de
urna tosse asthmatica, de muitos annos,
acho-me hoje restabelecido com o uso do
Peitoral de Camb r, do Sr. J. Alvares
de Souza Suares, de Prlotaa.
Fernando Jos da Oama Lobo.
(Afirm a est reconhecida )
A's familias
Ensino de pri ueiras lettras, por
tugues, francez e inglez; pelas
residencias dos alumnos, de tro
da cidade e em seus arrabaldes :
a tratar na ra do Imperador n.
75, 2. andar.
II
Dentes
Ter una a horrivel dor de dentes usando
o excellente preparado de Macoel Cardoso
Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jornaes de m iorcirculacao, attestsm
a efiieacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs. Francisco
Silva & C, ra do Mrquez
n. 23.
Pharmacia Martins, ra
Caxas n. 88-
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Phermacia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da Vctoria n. 14.
Pbarmacia Imperatriz, ra da Impe
ratriz n. 49,
Em hora feliz, porem, li em seu con-
ceituado jornal as virtudes que eram attri
buidas ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jo> Alvares de Souza Soares, de Pelo
tas, e deliberei experimental-o, confesso
que sem a menor esperaoca, tal era o de-
sanimo de que me aohava possuido.
Desde que principiei a usar esae ben-
fico medicamento, experimentei melboras
sensiveis : os escarros sanguneos desappa
leceram e a do'orosa tosse que nao me
deixava um a momento de allivio, prin
cipalmente noite, toi c<-dendo gradual-
mente, de forma que hoje, aps ter to-
mado cerca de 15 frascos do alludido
peitoral, vejo-me completamente curado
do urna entermidade que tmba resistido a
des annoB de nao interrompido trata-
me.nto !
Rogo lhe, pois a publicacSo destas li
nhas para, em forma do attestado, maB
robustecer o merecido crdito de que gost;
esae excellente medicamento.
De V. B. attento amigo obrigado.
Vasco Jos Hereira d'Avia.
(Exr. d'O Eovo, de Santa Victoria do
Palmar, Rio Orando do aul.)
apollo* gersw ns. 300 022 a 300.029. 208 914 $
208,91 S, 248 f68 a 248,671, 248 672 a 248 676
163 589 462593, 162594 a 162,598 84.346 i
P4 35S, 248.663 a 248.664: 24 a pobres p ovm
ciaes, ns. 1,885 a 1,888, 1,170 a ,182, 1,269 i
1,278 17 accOes do Banco do B-azil ns. 152.63
a 152,658.
Em tempoTo abaixo assignado declara bave
do mesmo modo lodos ss rendimentos e os mai-
qne at esta daa tm sido recebidos pelos p-o-
caradores de Antonio Jos Machado, resideon
em Portugal, Manoel Rooerto da Costa ou Cos
v Mt-deiros, da ra do Amonm n. 39, uesta ci
tade do Recife, onde -ao situados lodos 3s
neos
IV-cife. 5 de Abril ue 1890.
Josi Soares doAmaral.
Cirurgio dentista
)H. ROHERT P. RAWLLNSON, fn
aado pela Umversidade de Marvland no
astados-Unidos, tem aberto o seu coosn
:orio, ca ra BarSo do Victoria 18, Io m
(sr.
Consultas daa 10 s 4 horas da tarde
i)r. Alfredo Gaspar
MEDICO
i Aperador, parteiro traca com especia!
,.de de molestias de sechoras o ereanai
Consuirono e resideucia ra da imp<
*triz u i8, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manha.
Chamados (por escripto) qualquer hor;
TELEPHOE N. 226
Dr. Coelho Leite
participa a seas clientes e amigos que mudou
sua resid ncia para rua Haro da Victoria n
"*1. < aodar, e contina a dar consultas d 1
6 as da larde, no seo cmsnltono, rua Duqu^
ae Caxias n 57.
n~
MEDJfv> HOMEPATA
ir. Balthh
,u
di)
Silvuira
m$
Medico
DB. TAV.tRES DE MELLO
^s^
^
formado p-l Faculdaie do Rio de Janeiro
tendo ^e dedu-ada com e.-pecialidad?
tberapeulica moderna das molestias oe
pelle e pyjihilis. na polycimica geral, a
carjfo 'io Dr. Si'v.i Aranjo. onde i-ervio
como seu ;>jul ni*-; na comunas de l fts
3 ho^aa no lano d-> rpj Samo n. 15, 1
ai.dar e re ebe i balitados a qualquer byra
fefmniii ri'.]..i;i'ij, h.rgo da Paz n. 41, vi
JVUogadox. s{
*S>-------------------------------& h
Dr. Silva Leal
CLNICA MKUCO C1KURQICA
Consultorio e residencia a rna do Ltmmeub
,51o andar Connu las das 11 s 3 boras d.
da tarde Chamados a qu^juer bora, pcrc-enplo
150o000 para pa amento do que deve a
mesma fzenda Juanna Palicia da Costa
outr'or Joaquim da ota Tavare.
As rendaa armuat-s dos predios ns. 14
e 15 na Estrada do Atildo tendo cada am
porta e janella de trente, sallas, 1
quarto, cosinha intern. e quintal em
aberto avahada em 48AO00 a renda de
cala urna para pagxmento do que deve
a mesma fzenda Maaoel Francisco de
Carvalho.
O predio n. 6 E na travesaa do Mr-
quez (Poyo) medmdo 4 metras e 86 cen-
timetri de largu, e 8 metros e 73 cen-
tmetros de compnm. nto, c- m porta e
jubilada frente, 2 sallas 2 quartts, co-
s 1 ha iiitr-rna e quintal em aberto ava-
hado em 20 p que deve a m-sraa fazenda Antonio Bar-
reto de Sai.t'Anna.
O predio n. 25 as Barreiras (Varzea)
de tipa, medindo 6 metros e 70 cent-
metros de .largura e 7 metros e 45 cen-
tmetros da compnment > com 1 porta e
2 j*nellas de frente 2 ta'l.is, 2 quartos,
uobiiiha f-a e quinul em .aberto avalia-
do em 1 03000 para prgamento do que
deve a rae-ui Mello.
A renda annu I do predio n. 11 a rua
s rena do liustrio, sobrado de 2 anda-
r, tendo o 1 smdar 3 portas de frente
com varanda .le ft-rro, 2 sallas 1 gabi-
nete e cosinha tora, a 2." andar 2 sallas,
3 qii'.rtos e oaiuh- f-a; e O pavimento
terreo 2 poj t s de fr^nt e s m reparti-
m-nto a- aliada em 30 'JO !0 para paga-
m> nt andido lloerto Sodr da Motta.
Recife, 14 de ,g.sto do 1890.
O socitad- r e Fazenda,
l 'avolcinte.
EDITAES
Manoel da
de Olinda
Duque de
1!
/Ayores .... vnimaes..... ^a-rerrea de Caruar. r'ia-frrea de S. Francisco, 'ia-ferrea de Litnoeiro 2 681 Saceos 8 288 < 1.254 35 .
Sotniaa 44(6 Saceos
Coaros couros salgados 360 ris, e os verdes a 245
t>18
i
'j
1 1 Contir
{ Jli-urinoi
( ) Lisboa u
---- (c
Leonor Porto
Rua Larga do Rosarlo nu-
mero 2 a
SEGUNDO ANDAR
Contina a executar os mais difficeis ( ,
urinos recebidos de Londres, Pariz,!
e Rio de Janeiro. (j
Prima em perfeicio de costuras, em | j

&
em l-.revidade, modicidade era prejos
fino /osto.
Lde com atteriQaa
Sr. Redactor.Durante dez annos viv
aempre acabrunbndo por tenaz enfermi-
dade pulmonar, que nos ltimos tempos
tornou se agudasima, privando me at do
alliwio que o somno proporciona.
J esta va desanimado de restabeleccr
me, pois que tinha ensaiado innmeras
classes de medicamento?, sem colher re
sultado satisfactorio.
Espeeialidadetebres, molestias i
das enancas, des rrgSos respirato- <
ros e das senhoras. /
Presta-se a qualquer ihamado para
ora da capital.
fl
I i
AVsrtte
Todos os chamados devem ser di-
rigidos phamucia do Dr. Sabino, s
. rua do BarSo da Victoria n. 43, .
/1 onde se indicar sua resideucia. f
Sem vendas.
Algodo
A exportado eila pela alfandega nesle mez V:
a as 20, constou de 201.534 kilos, sendo 43.265
pan o exterior e 161.269 para o interior.
As entradas ventioias at a data de hoje so
aaat a 2 461 saccis, eendo por :
aarcacas ....
faawes.....
ia-errea de Garuar.
fia-fcrrea de S. Francisro.
fiu-ferrea do Limoeiro
Somma.
asacar
ja precos pagos ao agneultor, per 1S tilos, se-
Assocfao <:ommereial Agricc.'a, 'oram
t\l Saccas
443 *
807
104 *
64
806 1
2.461 S ce.tr.
asado a
tteuintee
Srtnco .
Bratos
Msaie
do porgado
3*200 a 38 8
2*700 a 2*800
i*6O a 1*700
1*200 J 1*400
*900 a 1*1(H:
A eaaortacio feila pela alfandega ueste mez al
tas 20, constou de 1.773.897 kilos, sendo 36.617
pan o exterior e (.737.28) para b iole/ior.
aaeatndas verificadas at a data de boje so-
MP a 4-406 saceos, sendo per :
Agurdente
i;ot-se a 100*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
Cota-se a 200 JOOC por pipa de 480 litros.
el
Ceta-as a 50*000 po- pipa de 480 litros.
Pauta da 4lfaudcca
man nt 18 a 23 di AOisTO db 1890
Vide o Diario de 17 de Agosto
darlos 4 descarga
Barca nacional Mara Augelina, xarque.
Barca uoroegense Leciatkan, carvo.
Barca ogleia Gloami* carvo.
Barca norueguensc Gid, carvo.
B.irca iogleza Delta carvo.
Uaict uoruegoen^e Progress, carvo.
Bjic: mgleza Rose of Englund. carvo.
Bnguc inglez Excelsior. varios gneros.
Bngue allcmao Edith Marv, carvo.
Es-nina allcm Jokann, xarque.
Lugar nacinnal Loyo, xarque.
Lugar iiglez Granada, vario; genero.-.
Lugar tueco Cari x-rquee gorduras.
Patacho nacional Industrial, varios gneros.
i'aiacbo tueco Siri, xarque.
Pdlac&o noruenuense Ilennk Wergeland, xarqae.
Patacho norueguense Lagos, xarque.
Patacho noruegu. n-i' Rabbi. xarqse
Patachj dinaraarqu'' Jugor, xjrqoe.
lnportaeo
Hiatc nacional l amia, entrado de Mro e.u lf
e consignado a Manoel Joaqut 11 Pessoa :
Sal 24320 lucos orj.m.
Vapor nacional Guahj, entrado dos portos do
sul em 19 e consignado a Pedro Osorio de Cor
queira .
Mercaduras i parole a A-aerico V. A. Velloso
Jnior.
Pipas 15 a Antonio Huria da Silva, 28 a Sjares
do Amaral Irjios. Pbo^phoros 1 caixao aos
mesmos.
Taruancos 1 fardo sos meamos.
Xarque 81 fardos a Joiqu'm da Silva Carneiro
A G.
Lugar inglez b'lwa, entrada de Terra Nova em
13 e consignado a Blatkourn Needham & G. :
Bacalbo 3000 barricas o 2170 rucias ditas
or em.
Patacho diuamarquez RM, entrado de Hara-
bu'go eiu 20 e cousignado a Silva GuimarSes
tC. :
Agua forte 1 V'jluue X ordem. Amostras 2
caixas ordem.
(ervoja 80 caixas orJem, 100 a Paiva Vale;
te A C. C ment 234 barricas ordem.
Girrafoes vazios 300 a ordem.
Looca 16 grades ordem.
0;eo de terehenthina 2 volumes ordem.
Pbospboros 20 caixOe a Manoel Collac,o i C
10 a Nunes Fonseca & G. 10 a Soares G, 130
ordem, 20 a Soares do Amaral Irmaos, 30 a
Paiva Vleme & C. 50 a Ferreira Rodrigues *
C.. 10 a Gomes & Pereira. Papel 459 fard >s
ordem. 23 a Gomes de Matos Irmaos.
Sebo 20 caixoes ordem.
Exoorcaeo
RSCIFB 23 OR AGOSTO DB 1890
rara o exterior
NSo houve cx&ortagSo
vara a interior
No vapor n; cional Planeta, para o Cear,
carregaram :
M. Borges & C 1 barril co v 90 litros de
alcoot, 3 ditos com 450 kilos de m;l, 50 saceos
com 3,760 kiljs de assucar branco e '0 ditos
cem 1,500 dtos de dito masca vado.
No vapor nacional Espirito Santo, para
Babia, canvgou :
J. Torres Leite, o raixas co n 80 kilos do doce.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
P. Pinto & G.. 50 pipas cora 24,000 litros de
agurdente.
A. C. de Rezende, 13,000 cocos, Iructa.
J. de Sa L^ito, 1,000 saceos com 75,000 kilos
de carocas de algodj
A. M da Silva, 2-5 pipas con 12:000 litros de
aguardeLte.
Para Rio Grande do Sal, carregaram :
Borstelman & C., 410 saceos com 33.730 kilos
de assucar branco e 50 ditos com 3,750 ditos Ce
dito maRcavado.
No vapor nacional S Francisco, para Ceara,
carregaram : .
Amorim Irmio- & G., 100 saceos com 7,oOO
kilos de assucar mas:avado
- No vapor nacional Jacuhvps, para Babia,
carregaram :
Amorim Irmaos A C., 21 saceos tom 1,07o
kilos de cera de carnauba.
ttendimeatos pblicos
mu DI AGDftO
Alfandega
Renda eeral :
Do da 1 a 20 442 334*443
dem de 21 20:006*992
MuilaattenQao
0 abaixo aseig Dado, legitimo cesricnario
bens dcix tdospor Jo> Cordeiro do Rogo Ponies
fallecido n'esia cidade do Recife, deparando com
um annuncio no Diario de 3 do corrente, ol-Te
cendo d'aquelles bens lguns predios venda
previne ao commercio e ao pnolico d'eslc e d'f
mais Estados, que nao facam transa-ceo algoma
com os bens ab..ixo declarados, pertencentes ao
mesmo espolio, pois que os tribooaes do paii
amia nao ee pronunciaran! detiuitivamenle a
respeiio, e por isso estando discosto a nave! o do
poder d quem os nver obtidc por qualquer mo
lo, taz a presente declarao para que mais lar
de nao se allegue ignorancia ou ba f por quem
nuer que seja.
Os bens pao os seguintes : casa terrea nn
Imperial n. 48, dita na rua do Nogueira n. 33
sobrado no pateo de S Pedro n. 3, dita na tra
i-ts.-a do Cartno n. 12, 7 arniazeus na travesea
da rua Pedro Aflouso, amiga da Praia, ns. 2 a
14, um armazem na rua Nova da Praia, antig
C; es do Ramos, n. 24, um sobrado da rua P< dru
Alfonso, anllga da Praia, n. 57, um armazcm na
mesma rua n. 61, um dito na mesma rui n. 63
um dito na rua N^va da Prsia, autigo Caes d
lateos, n. 42, um dito na im-.-nia rua n. 44. i i
Mlnhein.
BXPEDIDO
Pelo vapor nacional S. Francisco, para :
Natal 49 320*000
Macau 13 931*71'
Mossor 29.000*000
Iflorlmento do oorto
Navios entrados no dia 21
Mandos e escala11 dias, vapor nacional
Espirito Santo, de 1999 toneladas,
commandante Fr ncisco Antonio de
Almeida, equipa{cin 60, carga varios
Renda do Estado de Pernamhuco
Do dia la 30 71.378*281
dem de 21 3:158*713
442341*435
orama total
74.5)6*934
546:878*425
Segnnda seceo da Alfandega de Pernambuco,
21 de Agosto de 1890
tnesouretroFlorencio Domiugues.
0 cne'e da seccaoD. J. da Fonseca.
Recebedorla do listado de
Pcraaoibiiro
o dia 1 a 20 14:237*928
dem do 21 324*459
Ii:i62*387
Do dia 1 a 21
dem de 22
Recife Draiuage
17:G05*786
1:259*873
18:865/639
gneros, a Pereira Carr.eiro & Q.
B.hia e escala8 das, vepor nacional
cGaahy, de 250 toneladas, comman
dante Manoel Andr de Moraes, equi-
pagem 26, carga varios gneros, a Pedro
Osorio de Ce.queira.
Cear e escala 7 dias, vapor nacional
Jacuhype, de oS2 toneladas, com-
mandante Esteves Jnior, equipagera
30, carga varios gneros, Compinhia
Peraambucana.
Cardiff35 dias, brigue inglez Endy-
mion, de 251 toneladas, ca'pit2o Henry
Irenicb, equipagem 9, carga c:.rv3o de
pedra, Companhia de Boberibe.
tVaoio sahido no mesmo dia
Cear e escalaVapor nacional S. Fran-
cisco, commandante Francisco Eay-
munio de Carvalho, carga vario.1 g-
neros.
Mercado Municipal de S. lose
O movimen o deste mercado no dia 20 de Agos-
to foi o seguinte :
Entraram :
43 i/i bois pesando 5,971 kilos.
306 kilos de peixe a 20 ris 6 120
1/2 cargas com farinba a 200 rs. lOO
16 ditas de fructas diversas a 300 rs 4*800
3i columnas a 600 rs. 19?00
92 taboieiros a 200 rs. 18*400
5 suinos a 200 rs. 1*000
i escriptorio a 300 rs. 30o
54 compartimentos com farinlia a 500 27*000
2.a seccRo.Secretaria do Uoverno di.
Estado de Pe.nambuco, em 18 Agosto de
1890.
e ord,em rto d^sembirgarlor B:ir3o de
Lucena governador do Estado, faco pu
blico, para os dcvtdos fFeitus, o ed til
abaixo ranscripto, pondo em concurso o
provimentr. dos orrt'.ins de c ntidor e par
tid O secretario,
Soph onio A. da Paz Por'e'la.
O Dr. Jos M ii-ic.o Borgcs, jnia muniei
pal c de orphAos d.^s term8 reunidos
do S. Ben o e Omaotinho, do Estado
de Pernambuco etu virtudc da le, etc.
Fago saber aos que o pr. sent edital
virem ou delle noticia tiverem, que est
aberto o co carao arante 30 dias, ^ conta
desta data, para que.n pretender n proal
mean da serventa vitalicia '.os offi i. s de
partidor e contador do termo de Canho-
tinho, lugar que acibi e ser creado por
acto do governador de. te Estado, de 16
do corrate.
Assim, pois, quem pretender apresen
tar se nos termos do art. 14 | 1. d<>
Dcc. n. 117 d'3 30 di Agosto de 1851,
do accordo com o art. 3 do D^c. n. 4668
d: 5 de Janeiro de 1871, regulaxeo:o a
que se refere o Dec. ;. 942-J de 28 de
Abril de i885, e mtis leis concernentes
ao provimento.
E para isto raandei passar << presente
edital em dupcnta, para ter .nixado uiu
nes'a villa, e o outro,' na villa d-j Canho
tinho, nos logaros do c stuioe.
DaAi o passado i'esta viila de S Bentd
aos 24 das do m^z de Julho de 1890. Eu,
Jos Antonio da Silva Lemos, escrivo
escrev.
Jos Mauricii Borgts
Est conforme ac original ao qual me
reporto e don f.
Villa de S. B nto, 21 de Julho do ls90.
O escrivo, Jos Antonio da Silva hemos.
Alfandega
fc.dil.il l). 73
Segunda praga
Pela inspectora desta Aiubilega se faz publi-
co ques II Horas do da i do correle mez,
serio airemaiadds po'ta desta repartito, as
tni-rcadorias abuixo deduradas :
AriMiZi'in n. 2
Mtrca JFC3. 9 -i- s 40% nodos do Hivrd
0-j taft r fcaoret Ville de Pe mimbcco. entrado
em 15 di- SetMQtare de 1888. ront^njo 183 lil-os
'e viiio commum.
Armazem n 3
Cn-np>nb a R C'ie, uaixa sem numero, de
Niw Yd'k no vup i aiiii-ii.-.aiio Adoance. em 13
de Ue^aib'o 3e 1889, eontend o srguiute :
110 kilotrammjs. peo liquido de obras do
ferro fundido nao i l.is.-irifados e timotes.
3 ktlogrammaj de olej.- p:ra lubiific.co de
tn ichioas.
4 do. peso lijuido de borra ha "m iubo?.
0 dito?, 0".-o liquido -le molas de ferro para
carros ou wjgons.
Em contif.tiieao serao vendidos em 3.* oraca
i caixa c tees Oirri-jis, mirc.i letreiro os i/4,
vinJas de N w Yo:k no vvpo americano.A//(ai:
pfl. entrado em 27 e Novembro de 1889, con-
vi 'o ohjecios chimicos nao ela-sili *ad03 aban-
dnalos aos direitos por Antonio do armo Al-
ie ila.
2. secjo da Alfandega de Pernambuco, 20 de
Agosto de 1890. 0 chele
Do'ninno- lo-iquim da FrtnPC.
M.oute de Soccorro ae Per-
nambuco
Sio con-idadoso? posstiidores das cautelas dos
uumeros abaixo. a virem resatal as al o dia S
de Agosto prximo avisando se lhJ? de qu^i
lindo este praio sero levabas a l*ilflo publico :
BEGLARACOES
29 ditos de comida? a 500 rs.
94 ditos de legumes e fazendas a
400 rs.
12 ditos de suinos a 700 re.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
9 ditos de camarocs a 200 rs.
46 luaos a 2*
Rendimento de 1 a 18 do cui reine
Precos do da:
Carne verde de 200 a 480 rCis o kilo.
Suinos de 560 a 640 ris dem
Carneiro de 640 a 800 idem.
Karinha de 540 a 603 ris a cuia.
Milho le 340 a 440 ris idem
Feiiao de 600 a 700 idem
Vapores a estirar
MEZ DB AGOSTO
Europa....... Potos.....^......
Europa....... Ville de S. Nicolao..
Liverpool..... Edictor...........
Europa....... Campias..........

14*500
376(I0
840u
5/400
14800
92*000
236*620
i 696280
4J32J900
24
23
30
31
Juizo dos feitos da Fa-
ze^da
Escrivo cintra
No da 29 do corrente mez, e depois
da audiencia do Sr. Dr. juiz substituto
da Fazenda, se ha de arrematar o se-
guinte :
A i enda annual do predio n. 59 a rua
do BarSo do Triumpho, com 1 porta e 2
jani-lbs do frente, 2 sallas, 3 }uartos, so-
t2o interno, quintal murado e cacimba,
avallada em 3JO0, e para pagamento do
que deve a Fazenda Provincial Eduardo
Rodrigues Duarte.
A mei agua de pedra e cal n. 3, no
becco Tapado, medndo 3 metros ,e 30
centmetros de largura, e 7 metros e 55
centmetros de comprmento, com porta e
jenella de frente, 1 salla, 2 quartinbos e
corredor avaliada^ein 200$, para paga-
mento do que deve a mesm i Fazenda Jo-
s Joaquim da Silva Qumares.
A renda annual do predio n. 4, a rua
do Socego, Qoui porta e j-*nella de frente,
2 sallas, 2 quartos, cozinha fra, quintal
murado o cacimba meera, avahada em
1203, para pagamento do que deve a
mesma Fazenda Luiz Moreira da Silva.
O predio n. 79, na estrada do Gqu
JaboatSo, roediedo 19 metros e 4j centi
metros de largura, e 12 roetr s e 10 cen-
tmetros de comprmento, teudo 5 j^nsllas
de frente, parto ao lado, 2 s-llas, 2 qiar
tos, gabinete, cozinha interna, soto com
1 salla e 2 quirtos 1 puchada para co
cheira, e grande sitio todo murado com
rouitas fructeiras, avahado em 2:6)0l,
paga pagamento do que deve a mesma
Fazenda Mara da Conce-icSo Figueiredo.
O predio n. 76 a rua Direita de Affo-
gados, medindo 5 metros e 50 centme-
tros de largura, e 16 metros e 90 centi-
mentros de comprmento, com 1 porta e
2 janellas de frente, 2 sallas, 1 quarto ao
la lo esquerdo, 4 quartos, no interior, co-
zinha lora, quintal murado e cacimba,
ava'iado em 2:000$, para pagamento do
que deve a mesma fazenda Miguel Ro-
drigues Esteves.
O predio n. 12 ao largo do Remedio,
medindo 4 metros e 30 centmetros de
largura, e 9 metros e 80 centmetros de
comprmento, com porta e janeTla de fren-
te, sallas, 2 quartos e mais 1 quarto
fra, quintal em aberto avaliado em
17.64 19 294 19 389 19.499 19.593 i9.rt96
17.776 19.293 19-91 19303 19.594 19 492
18 594 19 30i 19.396 19 510 19 596 19.709
18.610 19.302 19 4'1 19 522 19 597 19.710
18 615 19 3i0 19 403 19 523 19 598 19 714
18.67 19 317 19 404 19 526 19.599 19 725
18 628 19 322 19.405 19.540 19 600 19.727
18.713 19.325 19 407 19.541 19 60 19 737
18.734 19.328 19 409 19 543 19 605 19 744
18.797 19.329 19.417 19 343 19.610 10.751
t8 8i9 19.335 19 423 '9 546 19 6i5 19.754
18.864 19 338 19 434 19 53. '9 6'6 19-769
18 903 19 343 19 438 19.553 19 621 19 771
8 988 19 345 19-439 19 359 19.626 19-772
19 030 19 346 19.443 i9.5 19 628 19.773
19 193 19.347 19.444 19.3^8 19.637 19.780
19 197 19 351 Id 447 19 571 19 644 I9.7-0
19.233 19 352 19.454 19 572 19.653 19-791
19 249 19-354 19.453 19 373 19.654 19.795
19.235 19 333 19472 19 574 19 635 19.796
19 259 19 336 19.473 19 576 19.65S 10.797
19261 19.359 19.476 19.579 19 667 19 800
19.263 19 361 19.482 19 580 19 668 19.806
19.267 19 -6: 19 484 19.585 19 673 19-807
19.268 19 364 19.485 19 386 19 684 19 810
19.269 19 3fi9 19.487 19.587 19 686 19.814
19.276 19.377 19.492 19.588 19 693 19 825
19.293 19 385 19.493 19 589 19 695 19829
19 970 19 8i9 19.971 19.851 19 972 19 859
19974 19 870 19.979 19.872 19.'.'82 19 875
19.983 19-878 19 984 19.892 19.985 19 895
19 988 19 904 19.992 19.907 19 994 19.913
19.V95 19918 19-9:^6 19.822 20.000 19.924
20 006 19.926 20 008 19-9.16 20.012 19.938
-.0.013 19 949 20.014 19.953 20.016 19.934
20.019 19 955 20 023 19.958 20 024 19.959
20.02-1 19.963 20.026 19 964 20.027 19 965
J84S_ __________
ll:cite, 17 de Juiho oe 1890!......
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
Peto vapor brasileiro Espirito Santo, esta
administrarlo expede malas para os portos 9
sol. recebendo impressos e objectos a registrar
at 2 horas da tarde, e cartas ordinarias at 3,
on al a entrega das malas com porte duplo.
Vdministragao dos Correios de Pernambuco,
22 de Agosto de 1890.
^JO administrador,
_______________Alfonso do Reg Barros.______
Hippodromo do Campo
Grande
ASSKilULEA 6KBAL OUDIXAKIA
iKn coniinua.iij)
Nao ?e tendo concluido honiem os trabadlas
,Ja sesfSo ordinaria par.i a eleiC'O dos diversos
func.-.ioaarios, polo presente co nido, de ordem
do Sr. f residente, os seohores accionistas a
comparte rem para a con'.iniago na mesma
sesso na segunda-feira 23 do corrente, s 6
horas da larde, no esen orio desta compaohi?,
Secretaria do hippodromo d) Campo Grande,
21 de Agosto de 1893.0 secretario,
Joo de Ovr.ira.
Leilao
Cata ii. io rua Duque de Caxlae
Ernesto & Leopoldo, seohores dn doninio di-
recto ao solo em que sita a casa cima, cuja
venda v annuncaJa, acaba de protestar peles
respectivos foros vencidos e nao pagos t bem
assim pelo respectivo laudemio, no caso de ven-
da e sea protesto foi parante o Dr. juz de o:-
pbaos. i steja, pois, prevenido quem querque
a pretenda. Recife, 21 de Agoslo de 1890. ;
Usi a Joao Alfredo
0; adminis rador?s convidara 03 seohores ac-
cionistas a rea rem-se no dia 20 do corrente,
no escriptorio roa do commercio n 6, segando
andar, para orestaeo de contas. Recife, li de
Agosto de 1890.
M

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-
i

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Diario de Pernambuco--Sexta-f eir 22 He Ai
He 1890
J
.1

)
^*
V ,v
DERBY
es
CLUB
PERWAMBCO
3
.
PROJECTO DE DSCBIPCAO
Para a 13.a corrida a reazar-se em 31 de
Agosto de I8W
1. *V*19 CONSOLACAO lOO metros. Animaes ele Pernambuco, qae
n3o tenbam ganho no Derby em 1890. Premios: 200(5000 ao primei-
ro, 40SOOO ao segundo e 200000 ao terceiro.
^V^% ''R *< DA ESTANCIA I.SOO Metros. Animaes nacionaes
at meio sangue, que. nS tenham ganho no Derby i/estes ltimos
dous mezes. Premios: 250 25iJO(X) ao terceiro.
1\^fc9 -ANIMAC.lO I.OOO metros. Animaes do Pernambuco quo
nao tenham ganho em distancia superior a Q-i0 metros n s pradee do
Reoife. Premios : 2^00000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao terceiro.
**** ESTADO DE PERNAMBUCO i.O metros. Animaes
pungas. Premios : XXSOJO ao primeiro, 4 0000 ao segundo e 200000
ao terceiro.
"Vfc'fcS PliOSPERIDADS 1.00 metros. Animaes de Pernambu
co que nao tenham ganho no Derby em distancia superio- a 8**0 me-
tros. Premios : 20 0000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000
ao terceiro.
8 *^^. -INTERNACIONAL 1,45 metros. Anima-s de qnalquer
paiz. Premios : 40000 0 ao pmneiro, 800000 ao segundo o 40fc0J0 ao
tercero
3 ^\^>S EMULACO l.OOO metros. Animaes de Pernambuco e
pungas que como taes n2o tenhan ganho premios nos prados do Recfu.
Premios: 2000000 ao primeiro, 400000 a segundo e 200000 ao
terceiro.
8 AUI- EXPERIENCIA l.OO* metros.. Animaes de P que nao teahan ganho prca ios nos prados de Recife e eguas de Per-
nambuco. Premios: 20043Q0 ao primeiro, 4J0OJO ao segundo e
2O0OJO ao terceiro.
Observacoes
Nenhum pa co se realizar sem quo se inscrevnm e corram pelo menos tres
animaes de proprietan'03 differentes.
A inscripcao encerrar-se-ha ter;a-feira, 2 i do corrente, s 6 horas da tarde
na secretaria do Derby C ub, ra Duque de Cax'as n. 22, 1.* andar.
O SECRETARIO,
Manuel Medeiros.
Concursos de 1.a
t rancia
e 2.- en- S. R. J.
Sociedade Recreativa Juvmiude
Asserobla geral ordinaria em 2i de Agosto
rDeordemdo Dr inspector, fajo pu-j De ordera do cidado presidente, convido a
Mico que, no dia 1 de Outubro prximo *odos 03 socios ,1,-,-u mociedade, afim de: reun
. H do-emassembli eral, ouvirem a le tura do
vindouro, pro:eder-83 ha neeta thesoura-; re|atorIO> e pr.cerferem a eleicj d. ujvos func
ria a .concursos de 1.a c 2a entrancia, os; ro-'arios. uo doraiofjo.Si do correnie, pelas 4
quaes serao regulados velo Decreto u. 10 horas di tonta
Secretaria da Socieda !;
1889, qus
la
e 349 de 14 de Seterubro tic
disp*s o seguinte :
Ait. 2.
As materia* do concurso para os
gares de primeira entrancia serao:
Qrammatica da lingua nacional (ortbo-
graphia, analyse e redcc3t);
Grammatica das linguas, franceza e in-
gleza (leitura, traduccao e analyse);
Arithmetica e suas .pplicac3ei ao com
mercio e s repartieres de Fazenda;
Algebra at as equacS s do 2. grao ;
Escripturacao mercantil por partidas
dobradas.
Ait. 3.'
a As materias do concurso para os em
pregos de segn 'a entrancia serao :
Legislaco de Fazenda ;
Pratica de reparticao.
< O exame se lai, salvo a
do art. 28, por um questionario que
publicado pelo Thesouro.
Art. 4.
Os candidatos a emprego de primeira
entrancia, que quizerem gosar da vanta
gem indicada no art. 45 da consolidacao
dasleis das alfandegas, deverao prestar
tambe m pro va plt na de que saben) :
1. Falar correctamente pelo menos as
nguas franceza e ingleza;
2." Stereometria, a eometria, theoria e
pratica dos methodos e uso dos instru-
mentos modernos de arqueado da navios.
Art. 10
c Paia que sejam admittidos ao exame
de primeira eutrancia, os candidatos pro
varo perante a commissao :
1." Que teem mais de dezoito c menos
de 25 an:.03 de idide ;
2. Que sao de bom procedimento
< Do mesmo modo, p^ra a ioscripcSo
no concurso de segunda entranci, os can-
didatos deverao apresentar commissSo:
1." Certidad ds notas que tiverem no
ponto de sua repancao;
2' Attestado do competsute chefe so-
bre a eua aptidao para o servico publico
Art. 28
c Os i-ctuaes empregados de primeira
entrancia nao poderao ser nomeados para
lugares de segunda sem dar prova plena
de que sabem, nSo s a pratica da repar-
t gao em que servirem, mais tambem as
n ateras designadas no art. 2..
i 0.4 que n') te habilitarem dentro de
dous anuos contados da data derte Deere
to, considerar-8e bao desligados do ser
vi90 dji Fazenda.
Como se v, serSo admittidos ao refe
riio concurso de primeira entrancia nao
s os actuaes empregados que ainda t2o
tenham be habilitado de conformidade com
o reg men estabelecido pelo ultimo Regu
lamento, cima referido e tarjas Jispcsi-
ves vio em parte transcrita?, cono
tambera os cidados que pretenderem em-
pregos de primeira entiancia.
Quanto ao questionario de que trata
ultima parte do art. 3.-, deve elle conatar
jas instruccSes que de accordo com o que
foi declarado pelo Sr. ministro da Fazen-
da em telegramma de 2 do corrente, fo-
rana expedidas em 28 de Junho proxm
udo e brevemente serao enviadas a este
Estado.
Thesouraria de 'azenda do Estado de
Pernambuco, 7 de Julho de 1890.
O secretado da junta,
Dr. Antonio Jos de Sant'Anna.
AVISO
A birca americana Cardetus, ebegada oe=te
sorto do dia 15 do corrente, com cerca de 30
toneladas de sal, rrecisa degearregar para poder
coacertar. Para descarregar, armazenar e reem
oarcar a dita carga recebem-se offertas fechadas
Reste consolado al it do corrente ao meio dia.
Edwio Steven?,
Gonsal dos Esudos-Uoidcs.
Rircrcaliva Juventu
21 de Aj.0-10 de 1890.-0 1- secretario,
M. J. Bar-iiita.
8.R.J.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude
Sara bimestral em 31 de Agosto
Convitej nsta sec-ftaia, o ingresso o recibo
do mrz de Agosto. Seo (=e a lin ttem agaregados.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
21 de Agosto de 1890. O Io Secretario,
M. J. Baptista
Sociedade Refinaria e Di?ti-
Jaqao de Pernambuco
Sao convidado? os snnhores accionistas a rea-
lisorra a 1 ona entrada de 10 0/0 equivalente a
OJOOO- por acc5o, at o dU 25 do corrente mez,
j de accordo com os arts. 8.* e 9. dos estatuto?,
hvDothese' no srmazem d 1 Illtn. Sr. thesoureiro Augusto de
1 Figueiredo Costa, travesa da Madre de Deus
ra! numero 18
RHCife, 10 de Agosto d'i 1830.0 presidente,
Jo Fernandes Lopes.
A' pra^a
O abaixo assignado.tendo comnradi a Antonio
Lopes Teixei<-a a taverna sita Estrada Nova do
Caxang o. 206, livre e deseinbaracada de qoal
quer oos ; porm se alguem sejulgar credor,
apre ente m- no pra?o de tres das.
Recife, 21 de Agosto de 1890
______________ Obrasdomelhoramen-
to do porto
No escriptorio da empresa de Obras Publicas
no Brasil, ra do Commercio n. 13, recebe se
al o dia 31 de corrente, propjstas para ai for-
necimpnto de pedras para alvenaria e cantara.
Recife, 20 de Agosto de ie90.
A. Braz da Cunhn,
Bfl iresentrD'e da empresa.
Mi vrri'iarla du ianii Caaauc Mi
erlcordla alugam c a tesdiniea
ranat
lio;.- :
Sete de Sctembro n 22 40*000
Viracao n. 19 20*000
KestauracSo n. 2o 15*000
Oita n. 27 13*000
dem Ioandar toja n. 14 4,*5xX
Amorim Io andar 11. 23 15*000
itu 2 andar n. 23 15*000
Dita armazcui n. 64 30*000
Vigario Tenorio 1 andar n. 25 25*000
Hita Y andar 0. 25 20*992
Dita lija n. 27 ------- 13**
Bispo Saiduba 1" sndar n. II 16*666
Domingos Jos Marttos, terrea n. 16 20*000
Dita n 18 15*000
Dita 11. 118 ,6*6S
Dila 1' aiuar n. 132 15.000
i'a 2 andar n. 132 13*000
Ucmpanhia l'ernambocana loja n. 30 15*000
Madre de Deu? armazem n. 2 12o0()
Burgos, terrea D. 21 14*000
Lapa o 2 1M000
Becco do Abreu 2 andar n. 2 8*000
usdor da Detenco n. 4 6*000
Ita marac
A mesa regadora da irmandade de
Nossa Senhora da Conceijilo de Itama-
rac avisa a quem intereisar possa, que
no dia 8 de Setembro do corrente anuo
r em praca por airecdamento triennal
o sitioCatuama-pairimonio da Nossa
enhota da Conccicao da Itamarac.
Os prtendentes ou licitantes ao refe-
rido sitio deverSo se apresentar no refe
rido dia, s 9 horas da nianhS no consis
to'io da mesma irmandade, na villa Velha
de Itamarac, competentemente habilita-
dos com seus fiadores, os quaes devem
ser pessoas idneas e de reconhecida pro-
bidade, conforme determina o capitulo
15 do compromisso que rege a mesma
irmandade ; e para que chegue ao conhe-
cmento de todos mandou a mesa rega-
dora passar o presente, no qual me aa-
signo.
Consistorio da irmandade de Nossa
Senhora da Conceicad, na villa Velha de
Itamarac, aos 8 de Agosto do 1890.
O esorivo,
Joaquim Rufino d'Almaida Vittarim.
Thcsuiiraria de Fa-
zenda
Tabella pela qual tm de se regalar d'ora em
dame os p gamentos da pagadura da Thesou
rana de Fazenda.
i.0 dia til
Governador e secretario do Estado, exercito,
operarios mditares, engenbeiros e seas respecti-
vos ajadantes das entradas de ferro.
2 dia otil
Alfandega. Guarda moiia. aposentados, Facul
dade, Secretaria de Polica.
3 dia til
Caputatla da Al'andega, justica de 1.' instan-
cia, empregados do nvlhoramento do porto jui-
zo des feilos da Fazmda.
4. oa til
Saie do porto, cen ignaces, officiaes refor
mados e etapas.
5 'a utii
Arsenaes de. Guerra eMarinha, pr cas de pret,
reformadas, pen.>0ep e diversas pensoes
6. dia ulil
Reparticao de E.tatistica Junta Commercial,
raeio sold, navios di armada.
7. dia til
Congrua?, pe3soal da S, Escola de Apreudi-
zes Maiinheiros, n colonis code ierras.
Observacts
Teio logar na Paga'ona : justiga de 1.* en-
trancia e Facoldade. Os pa^'auieoto, que nSo
fi,rem ffeciualos, pela ausencia dos rec-bedo
re?, nos das cima indicados terso logar no o-
lavo dia ntil, e d'ahi ciu diante at o da 25 cm
que sertu encerrado?.
TbeS'Urana re Fazenda ie Peroimbuco^i Je
Agosio di 1890.
O inspector,
Dr. Deimcrito Cavalcante dAUnuiuerjue.
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E'esperado da Europa nc
dia 3 de o Setembro segu -
r depois da demora ae-
cessana para
PaWSpWFde Janeiro, Buenot-Ayra t
Montevideo
^embra-se aos Srs. passageiros do todos ai-
lajses que ha logares reservados para esta
ig jncia, que podetn tomar em quatquer tempo
''revine-se aos Sre. recebedores de mercado
1a i que so se attendera a reclamacoes por tal
a i, nos volumen, que forem reconhecidas na
o '.asio da descarga, assim como deverao den
tr) de 48 horas a contar do dia da descarga da-
a /arengas, fazerem qualquer reclamaco con
ementes a volumes que porventura tenham se
;aido paraos portos do sol, afun de poder-se
lar a tempo as providencias necesaarias.
Batea paquetea
I 1 elctrica.
ao illuminado
Para carga, passagens, eacommendas e di
1 teiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Augtiste Labille
^ Ra do Commercio 9
com pedia, Imesa para jamar. 2 aparadores, e
quaroheira de parede. loucas para almoco a
jantar, copos, clices^ talberes, ttilherM,' jarr
para,agua, trian de cusinha e outros ubjectos.
Sexia-feira, 22 do corrente
A's 11 hors em ponto
Na casa sita ra de S. Francisco n. 18
Por intervencao do agente
Gusmao
Leilo
De movis
Ola.
B1T1H0&
PacilicSea. \ vigatinii Company
Aviso
Participamos ao commercio e ao publico, qoe
todos os vapores desta companhia viudos de Ea-
ropa, a comegar do paquete Potos qoe ebegar
agu a 24 do crrente, tocarao em Bn'-nos.Ayres
levando somente passageiros.
Os vaporc.< sero despachados de Monte
video para Buenos Ayres. de cojo porto sahiro
d rectamente para Valparaizo e escala do eos
lome.
Na tolta s tccarSo em Mei.tevido, seguindo
em direitura para o Kio de Janeiro e mais portos
do itinerario. t
AGENTES
Wilson Sons & C,. Limited
14RA DO COMMERCIO-14
Royal Maii Steaia P-acke
Company
O vapor Trent
Espera-se da Europa ate o dia 29 d
Agosto, seguiudo depois da demo
raiodispensavel para
aahla, Rio de Jauelro. Santos,
Montevideo e Buenos-Ayre
Para carga, passagens, e ncoinmeodas e vale
tes trata-se com os AGENTES.
O vapor Tamar
E' esperado do sal no dia 1 de Se
tembro seguindo depois da demor*
uecessaria para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduelo do pauagen
ida Ida e volU
l Lisboa ctasse 20 i 30
t'Soathampton 1* ciaste l 58 42
Jamarotes reservados pa a os p issageiros d
ernambnco.
?ara passageop, fretes. encommendaa. trata-8
as o*
AGENTES
A morim Irmos & C
H.3Ra do Bon JessN-.
CHARGERS RtISIS
Compaabia t'ran aa
DE
NaregaeSo
Ciuha quinzeual entre
Pernambuco, Bahia,
Santos.
O VAPOR
a vapor
o Havre, Lisboa.
Rio de Janeiro
VilledeSan Nicols
Commandante snol
E' esperado da Europa at o dia
25 de Agosto seguindo depois
da indispensavel demora para
Bahia, Kio de Janeiro e Santos
? a por'es desta lintia, queiram apresentar dentre
le 6 das a contar do da descarga das alvarengat
malquer reclamaco concernente a volumes que
lorveutura tenham Beguido para os portos de
mi afim de se poder dar a tempo as provi
lencias necessarias.
xpirado o relerido prazo a companhia nSo
esponsahiliaa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e di
'Pairo a frete: trata-se com o
AGENTE
Aligaste Labille
9RA DO COMMERCIO-! t
COMPANHIA PEBNAHBUCANA
DE
\ ivegaco costelra por vapor
POR'l OS DO SUL
iacei, Peoedo, racajiT e Bahia
O vapor Jacuhype
Commandante Estoves
Segu no dia 23 de Agosto m
& horas da tarde. Recebe car
ga at o dia ...
HompaDhla da Hala Real Porto-
gueza
O vapor Malange
E' esperado do
Rio d- Janeiro at
o dia 25 de Agos
to, seguindo de-
pois da demora
indispensavel para
Lisboa
Sobre fretes e passageiros para os quaes tem
ptimas accommo lac&es trata se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6-RA DO COMMERCIO6
Io andar
'ompanhia Bahaoa de Na-
vegagao a Vapor
Hacei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Bahia
O vapor Guahy
Commandante Moraes
Seguir para os
portos cima
indicados no dia
123 do corrente ?
4 horas da tarde
Pra carga, passageus, encommendas e dinei-
r > a frete trata-so com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vigario 17
Pacific Stearn Navigation
Compari)
STRAITSOPMAGELLAN LINE
O paquete Potosi
Espera-se da Europa at o dia
24 de Ago to e seguir de-
pois da demora do costme para
Valparaso com escala por
Baha. Rio de Jrmeiro Mmteoid-t e Bue
nos Aym
Para carga, passageiros, encommendas e di
ibeiro a freve: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons & C, Limited
14RA DO COMMERCIO14
loyd Brasileiro
PORTOS DO SUL
O vapor Maranho
Commandante Ciarlos Antonio Gomes
E' esperado dos portos do se)
ate c da 2 de Agosto e se-
guindo defOM da demora indis-
pensavel para of portos do or-
U ate Hauaob.
As encommendas serao rc;cfcidaa at 1 hora
di t rde do da da sahida, no trapiche Barbos i
no lar: o do Corpo San ti n. 11.
?ara carga, epcommenclas, pa3sagens e valo-
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6= Ra do Qommareio=*S
"> andar
Rio de Janeiro. Santos, Rio Grande do
Sul, Pelotas e Porto-Alegre
O vapo1* inglez Cometa
E' esperado do sol at o dia 28
do corrente e depois da demo-
ra necessuria regresara para os
portos cima.
Para carga e pas.-ageiros trata se com os
Consignatarios
Per*i*a (arodro \ f.
6RA DO COMMERCIO6
1- andar
Constando de ama mo"ilia de junco com ca-
deiras de bataneo 1 marquezo. 1 toilette, i com
moda de amaretlo 1 lavatuno. i caude de ama
relio, caodteiro belga com pinaentes, diversos
quadros, Idoieroas, jarros para fljres, ettageres,
e 2 leares para bordada
Uma mera elstica. 6 cadeiras de juoco, apa
rado'es. marquesas, banqolnbas, ineaas de cos-
nha, jarras, baoco pequea, taboleiro de madei
ra. 1 mea para escrpiurio, looca, vidros e mui-
tos outros mi vei.-. y
8e A's 11 horas
*o Io andar da ra do Rangel
n. 5
O agente Martina far I lodos movis e mais
objectos ^xisteotes no oiio -obrado, os quaes se-
ro venoidos a'> correr do marieilj.
Em seguida
Vender o mesu,o agen e diversos movis, a re
querimeoto de Joaqun Uarbos.t Tavares e por
mandado do Rlm. Sr. Dr. juiz especial do enm
mercio, os quaes foram da.:os em pe lior ao mes-
mo Sr. Barbosa Tavares e bao vendidos para seo
pagamento.
(Recomnienda se sos banhistas)
Agente Silveira
Leilo de predios
No importante arrabalde denominado Boa
Viagem
exta-felra, 9 i do corrente
A,s 11 hora
No armazem ra Estreita do Rosario
n. 8
0 agente cima, por mandado e com assisten
ria do Exm. Sr. Dr. juizde direi'.odo civel.a re-
?nerim> nto da inventariante do espolio de Jos
raocisco Callado, levara a leilo os seguintes
predirs.
1 casa terrea n. 7 A ra de Setubal com 2
salas, 2 quartos, coeinha fora, mediado 23 pal
mosde frente, com 13 de terreno ao lado direito,
cacimba meieira, pelos fondos at baixo mar,
tendo oeste terreno urna meia agua com repar-
timento de lijlo, terreno proprio.
1 dila a mesma ra n. 7 B en caixo cem as
mesmas dimensOes, foreira.
Metade da casa ra da Aurora n. 22 (ao mes-
mo povoado) lonj 2 salas. 3 quartos. cosinha
fora, e 1 quarto tendo de frente 27 palmos, 102
de fui, cacimba meeira, quintal em aberto,
terreco foretro.
1 dita a mesma :ua n. 28, em terreno proprio,
com 2 salas, 2 quartos. cosinha fra, quintal sr-
bonsado com terreno ao lado.
Agente Sepple
Leilo
De 1 importante sobrado (sotao) sob n..
20 ra do H spicio, em slo proprio
Teryx-feira 26 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 39
0 ag me Steppie, competentemente aotorisa-
io pelos berdeiros, levara a leilo o importante
sobrado com soi. e bastantes commolos para
grande familia, qnintal grande, murado, com di-
versos arvoredos.
Os Sra pretenderles desde j poderlo ir x-
tmicar o referido sobrado, o qual bastante
rendoso.

AVISOS DIVERSOS
Alogam se casas catada e pialadas son a
nos fuds de & Goncalo, a 8 ; tratar na roa da
mperatr z n. 76.
Alugaseol- andar do sobrado n. 61 dt
rna da Aurora ; a tratar no pavimento lerreo.
Alugam se t i andar ra da Gaia n. 35
e o 1- andar rna de S. Jorge o. 21, erm con-
modo* para familia ; a ir-tar na ra de S. Jorge
n. 74. 2- andar, da3 6 s 10 da manb.
Na ra velha de Santa Rita n. 89, precisa-
se de uma ana para comprar, cosiohar e ensa
boar, para casa de pequea familia. _______.
Precisa se de uma ama que lave bem ; aa
ri.a da Santa Cruz n. 52.
Alogam se barao o extenso armazem da
ra da Cruz n. 41. livre de impostos ; a casa ter-
rea n 45 a roa do Pilar ; o % aodar do largo do
Forte do Maitos n. 17, e a casa da roa Matriz da
Boa Vist n 42 a tratar ua ra do Pilar n. 56,
com Vloloso.
Agente Pestaa
Leilo
De orna parte da casa cm ruinas e sitio, sitos na
Estrada do Rosariouo o. 7, pertencentes a urna
menor filba do lioado Jos Barbosa de Mello.
sabbado ''i do corrente
A's 11 horas
No armazem travessa do Corpo Santo
n.27
O agente Pestaa, uutorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos, vender a quem
mais der a parle da casa e siiio cima mencio-
nados.
Qtr.eciStai.es aad Brazil
M. S. S. C.
O vapor Fmaace
E' esperado dos portos do
sul at o dia 9 ie Setem-
bro o qual depois da de
mora necessaria seguir
para o
Para, Barhados, Martiolqne,
Thomaz e Mew- Vork
N. B Recebj carga pira Manos bal-
3commenda8, passagens e dinheiros afrete. |jean0 no para,
'ara passagens carga, encommendas e di
neiro a frete:. trata-se rom os /GENTES.
Agente Pestaa
3o e ultimo leilo
Dos predios e terrenos pertencentes ao pa-
trimonio da irmandade das Almas da
reguezia de S. Fre Pedro Goncalvcs
do Recife.
Sabbado, 23 de Agobio
A's 11 horas
tVo armazem travessa do Corpo Santo
n.27
0 agente Pestaa, autorisado pela mesa rege-
dora e dehberaco da mesa geral, autorisada doj
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz de capellas, fari
leilo dos pr-dios abaixo declarados, a saber :
Usa casa terrea sita ra de Domingos Jos
Man ios n. 20, rendendo meosces 20*000.
Um sobrado .-no travtssa do Antigo Porto,
oulr'ora becco dos Portos o 6, reodendoonenaes
23OO0.
Um diio sito ra dos Mscales n. 1, entrada
defronte da veoda do Atirantes, rendendo 1600U
meosaes.
Um terreno sito Entrada do Maduro mar-
gera da linha frrea Jo Liicociro. com diversos
macambos foreiros.
Em continuaco vender o mesmo agente um
terreno arborisado com bsa cacimba, todo mu-
rado, mediado 25 palmos de frente e duzentos e
tamos de fundo, com 6 mei'aguas complelamcn
te novas, e edificadas ra das Nyropbas n. 13
A, rendendo GOiOOO raensaes.
Alugam-se a solea da ra do Padre Floria-
no n. 69 e a casa do l rgo do Paraizo n. 3; na
roa i o Apollo o. 11.
Lopes & Araujo
Para eiigcnhos
Cmtinoam a ter em sea estabelecimente gran-
de deposito das raer -adunas abaixo declaradas,
onde os llluis. senbores detngenhos podero
se suppii!" para a nova safra, a precos sem com-
ptlencia.
Cal noa de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
0Ico de moclo.
Azeiie de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pixc em latas.
Graxa em bexigas.
Gaxta de liobo.
Potassa da Russia.
Rna do Livramento n. 38
4
Leilo
De uma casa terrea n. 10 com sotao ra
Duque de Caxias, cm solo proprio.
Sabbado, 23 do corrente
As 11 horas
No armazem roa do Imperador n. 39
O agente Stepple, por mandado e assistencia
de Exm. Sr. Dr. juiz de direito deorph03,a re
querimento do tuior de ?en irrao Vulpiano de
Aquino Fonseca, levar a leilo a casa terrea
cima com 2 portas e 1 janclla, 2 salas, 2 quar-
os, cesinba externa, quintal murado, toiao com
1 sala e 1 quarto.
Desde j podem examinur a dita casa.
Leilo
ti as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
1? Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
O'ompanhie tie Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Nerthe
Commandante Lecointre
E' esperado dos portos do
sul no dia 2 de Setembro
seguindo depois da demo-
ra de cosime para Bor-
deaux, tocando em
Dakar e Lisboa
Lambra-se aos Srs. passageiros de todas as
classes que ha lagares reservados para esta
a jencia, que podem tomar em qualquer tempo
Fai-se batimento de 15 OjO em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao menos e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepcSo, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, gozam tambem deste
aoatimento.
Os vales postaes s se do at o dia 30 de Agos-
to pagos de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
oheiro a frete : trata-se com o AGENTE.
vapor Allianca
E' esperado de NewYors
al o dia 11 de Setembro
o qual depois da de
mora necessaria seguift
pura a
Baha, R!o de Janeiro e Santo
?ara carga, passagens, encommendas e d
heiro a trete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commeeior8
Io andar
be um sitio na Capuoga rea Joaquim .Sabuco
n. 20, lodo murado e com um importante porto
de ferro na frente, e tendo 100 palmos de f e 360 de fando, casa em mo estado, e diversos
arvoredos Je fnirio.
Aabbado, 3 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Imperador n. 16
O agente Martins far leilo do sitio cima, o
qual se presta para qualquer estabelrcimeoto
pela excellenle posigo cm que se acha por icar
junio da estaco e perto da liuha de bonds.
LEILOES
Leilo
De 1 sof. 6 cadeiras de goarniefio, 2diUs de
bracos, 1 dila de balaceo, 2 roosolo?, 1 espelho
oval, 5 quadros, 2 etegeres, 4 jarros, 1 candieiro
para kerosene, 1 marquezo, 1|2 commoda, 1
cortinado para cama, 1 espelho, 1 laatono com
jarro e bacia, l m .rquezo. 1 cabide de parede,
1 cpula, 2 baocas, de amarello, 1 jardineira
Agente Brito
Leilo
de 1 importante piwo novo, 1 mobilia de junco,
2 camas francezos, 1 guarda-vestido. 1 toilette, 1
lavatorio, 1 mcia-commoda, 1 cemmoda, 2 cabi
des de columna, 1 dito de parede, 1 carteira
grande, 1 dita pequea 2 marqurzjs, mesas e
bancos de goiabeira i mesa clstica, 1 dita
grande, 3 bancos, 1 guarda-louci. 2 aparadores,
cadeiras de junco, ditas de amarello, 2 banqoi-
naas com gavetas, 1 sella com arrcios, 2 canga-
1038 com cassuaes, t balanca rom pesos, louca
para almoco e jantar, tapetes, jarros, candietros
para kerosene, i do belga de suspenso, 1 re-
logio de parede e outros rauitos artigo.-.
Ra da Praia n 56
Sabbado 83 do eorrente
A'i 11 horas
Ao correr do martello
c:d.:dos
mota attexcao
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desfiado sie
osMINHA ESPERANQA.
Olhai com attencao para o envolucro doa
cigarros onde se l a palivra ESPE-
RANgA.
Ha uiuito quem venda gato por lebre !
Ni. s grandes me i-ciaras, as casas de
refj.8, r;;. tabacn'.is, nr.s eal5es de
cabello reros, vende 8; os nossos ci-
garros.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Ra larga do Roa.r.o n. 21 A
Teolphone 101.
Gasa com sitio
Quem rfvFt e quizer fazer uma permuta po-
urna pi quena fabrica de sabo, prompta a traba-
Ihar, coin casa de morada, diriia-se roa da Ma-
ilre I,! Deus o. 16. Volta-se lgum diubeiro se
fir iK- maior valor.
Os Barateiros!!
E' s neste estabelecimento que pde-
se encontrar f&zendas finas de gostos lin-
dissiroos | or pregos razoaveis, como se-
jam :
Voiles de 13, padroes inteiramunte ne-
vos, merinos dem, dem, cachemiras la-
vradas, o que pode haver de mais lindo
em gostos.
Cambra as da China, dem catitas, dem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sortimento de crotones
(padrees de voile) de gostos attrahentes-
Crepe da China, inteira novidade.
Etaminea de cores, lisos e rendados.
Fustocs b ancos. Linons com narra, o
que ha de ni sis rico para vestidos, chitas
dem, idem e muitos outros tecioi a phan-
tasia.
Las de quadros a 200 rs.
Merinos idem, ~azcnda de 800 rs., por
240.
Voiies de 2 e algodao a 240 rs. o 00-
vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de uma argura a 280 rs. o co-
vado,
Bautista republicana a 200 rs. o co-
vado
Madapolao americano a ptfOOO a peca.
Variado sortimento de setinetas e cre-
toaes, para chambres.
Grande e variado sortimento de chitas
elferss, de cores e escuras. dem chama-
lot, padroes exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Casacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, para
criancas. Toalhas felpudas para rosto e
banho, brancas e de cores. Grande sor-
timento de aventaes, idem, idem de ba-
beiros, para enancas.
Para homens
Grande sortimento de camisas de fla-
nella, nho e algodo.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en-
tre ellas destacam se as de 7(5000 o corte,
para costumes.
Alm das mercadorias que cima dicta-
mos, temos um esplendido Bortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que seria enfadonho mencio-
nar.
E' so nos barateiros!!
A' RA Io DE MARCO N. 1
Beroardino Campos k C.
O FUMO
Higjenico Nacional
E' isento do qualquer composiejo
iumica e nociva.
E' escolhdo das melhores qualidades do
mimo.
(Jm pseote de 50 grammfcs custa 200 rs.
Fabrica Minha Esperanza
Ra largado Rosario 21
clephone 191



I &> M|
^^l I
f
l)>
PemHmhiHM-8exla-fer
osto de
e
-!
>




CERVEJA
PILSEN
Lniros importadores
ALHKIKO, FKRN^NDKS & G.
A cerveja Psen conhecida e reco
nhecida como a m8 pura, hygienica e
ao mostr tempo a mais peitoral de todas
U cervejas fabricana.-, na Allemanha e
como tal recommendada pelas summidades
medicas nos prmcipaes pases da Europ,
India e Australia.
Deposito geral
RA DA IMPERATRIZ N. 42
T lephoac n 49 &
Vende-se tambeui as segaintes casas :
Jos Fernandes Lima & 3.a
Amaral d Primo.
Pocas Mendes & C.a
Jaquim Maia & O.
Jos Maia A ('.
Pereira Ferreira & C*
Manoel J quim Alves Ribeiro & C.a
Ramos Ferrcra & C*
Antonio de Almeida Rubello.
Jos Gomes Gauches.
Arthur oh cal ves M- cSes.
Antonio Affouso Siu 5es.
Veriss-mo Marques & C
Valofigiieiro & C*
CHA VEUDE FINO
O antigo e acreditado armasen) do
Alneiro recebeu o que ha te melhor
neste artigo, o qual se torna recommen-
davel pelo sea excellente paladar.
So se retalha em sen armazem.
lina da I jeralpz a. 49
Alheiro, Fernandes & C.
Yinho Virgem
wm
xyxoaNrsAo
De op ms qualidade, propno para re-
feicSes, receberam os proprietunos do
armazem do Alheiro ; de excellente
qualidade por ser puro de uva e nSo
coDter alcool de especie alguma.
\ Retalha se n>> armazem de molhados
Ra (ia Imperatriz n. 42
Alheiro, Fernaadcs fc C .
hmplia \acciDiea pora )
j JVENDE SE NA PHARMACIA HOMEOPA-{ |
THICA DO j
MI. SABINO | \
43 RA BABO DA VICTORIA 43 f)
Attendite et vi
i'
i
i
ete!
Jos Samuel Botelho a\isa ao respeitavel pn
blico que iinria contina a fabricar bouquets
para calamentos ou i utros quaesquer actos,
assim como pona houquets de papel e seda : a
tratar oa sua residencia, roa da i onceigo n. 3,
ena ra da Cadeia du Recife n. 43, foja de sel
lreio.________________________________
Mui i a atiencao
No becco dos Ferreiro* n. 6. i regueia se ba
bados e recorta s-^ de todas 39 larguras.________
A luga-se
a loja do obrado roa de Variz e Barros n. 2,
propna na-a estabelecimento de molhados, por
ter armaco coa todos os feos pertences, e lem
ao lado orna excellente casa de banbos aunexa
i mesar1, e sobre todo recommenda se a boa lo
calidade : quem a pr tender dirija-se ra da
Compa> bia Pernambucana d. 10. ________
Criado
Precisa se de um criado ; na ra da Penba n.
33. hotel.
^intureiro
Precisa-se de um bom lintuteiro paradiver
sas coros ; a trata- na ra da Cruz n. 42.
E^GENHO
Vende-se o engenho In-
haman na comarca de Igua-
rasst, perto da cidade, todo
recortado de trilhos de trans-
porte de canoa para a asi-
na Timb.
Quem pretender, dirija-se
a ra Barao da Victoria n.
18 1. andar, ou a usina
Timb.
Vinagre puro
Superior vinagre, em garrafas e em caixas de
duna ; feode se na ra do Crespo o. 11, loja do
ft>vo.______________________________
Barracas e merceeiros
Vinbo fino do Porto a 6*000 a duzia ; vnde-
te no armazem da ra da Madre te Deas nc
Mero 6__________________________________
Vndese
Kerozene.
Dito inexplosivel (luz dia-
mante).
Phosphoros.
Breu.
Velas de stearina.
AJcatrao da Suecia.
Cimento em l\2 barricas e
inteiras.
Soda caustica com 70 graos.
SeboegraxadoRo Grande
do Sul, em pipas e bar-
ricas.
Jb na du Eieantauenlo n. 9 e
Caes da Apollo a.!7
90Ra l. deMarc/> 20
Para sealioras
Etamines rendados.
Voil's de la.
Cachemiras de lista.
Cretones voiles.
Zephyr dequairo.
LS Amazonas.
Foulard de algodao.
Zephyr de ratnagem.
S> tim do Ja pao.
Linn de ram>-gem.
Setim de cores.
Voiles de algodZo.
Cortes de zephyr (bordado*).
Cortes de camb aia (b rdados)
(Tortea de setineta (duas cores).
E muitoa outros artigos.
Em compras maiores ter direito a um
exemplar de msica a escolha.
AMARAL & C.
Attencdo
Os propietarios do antigo e acreditado arma
sem do Lima, site ra Bario da Vi -tona n. 3
participam ao respeitavel publico e aos seus
listimtos fregueses, que trnsferiram tmpora
meme seu armazem para a merma ra n 9.
onti oando da mesma forma a receberem suas
jrdens para Ihes servir com o costumado e ha
oituul desempenbo.
Jos Fernandes Lima k i.,
Roa Bario da Victoria n.
Teleph.me323
A's almas caridosas
Maria Candida Waoderley Autran, viuva do
emuregado publico Candido Autran da Matta Al-
buquerjue moradora na travessa da Pedade n
5. t> ndo em sua co-' panhia tres mocas solteiras,
de quem nico arrimo, achando se giavemente
deente dos olhos. sem enchergar mais, vem im-
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de Deus, para poder mant- r se.
Casa
Aluga se urna casa em Afolados, entrada para
a est-ada do* Reme ios a 72, prego multo bara-
to, com 8 quanos, 2 salas, oslaba fOra, grande
quinial murado, cacn ba, jardim na frente, etc.,
a chave esta na loja de fazendas dos Srs. Cam-
pos 4 David ; a tratai com tiles ou oa ra larga
do Rosario n. 14. ____________
PKOMLPTCARIOMLBI
DO
Casamento civil
Acha-se exposta a vend- esta obra de
incontestavel utilidade ao publico em geral
e especialmente aos juizes e es rivaes e
mais tunecionarios a quem cabe o conhe-
cimento da materia.
O livro se compSe de tres artes, urna
com o repertorio da lei. outra a mesma
le, annotada e onde se faz um estudo
sobre ella com o direito ai.tigo e se apr-
sente abjecSes poBsiveis na execncSo, a
ultima finalmente once se acham compen-
diados os decretos, avisos e actos do go-
verno posteriormente a lei at que o livro
entrou para o pelo.
Os Srs estudantcs de direito alli encon-
trjirSo um peculi-- para estu to
LIVRAKIAPARLS'ENSE RA 1. DE
MARgO N. 7
Oleo ^ilva
0 verdadeiro restaurador do cabello, experi
mentando se o seu benfico resu'lado dentro de
30 dias de uso snecessivo. As soas virtudes
sao: evitar a queda do cabello, promover o seu
cre.-cimento e destruir as caspas, a par de um
perfume agradavel.
Vendem:
Fabrica Camacan. ra Larga do Rosario n. 50.
A Florida (miudezas) roa Duque de Casias
n. 103.
0 Novo Mundo (miudezas) ra BarSo da Vi-
ctoria n. 24.
Proco1$000
Cautelas do Monte corro
Oom^ra-sc Cautelas do Monte de Soc
corro de qualqucr joia, briihautes e relo
gios. paga-sc bem na ra do Cahuga n
q. 14. Loja de relojoeir.
M
t rcearia
Vende se a bem localis-da e acredtala iner-
vara da ra do Rangel n. 73. prxima ao mer-
cado ; tratp-se na ra de Hortas.n 18.
Vinho Maduro
Pelo uniaio vapor recebemos urna importante
remepsa do delicioso vinbo maduro, aoalysadc
pela junta de bykiene da i api tal Federal.
O VINHO MADURO, puro da uva, o melho:
que tem vindo ao mercado, s neste estabeleci
ment se encentra.
SEMENTES SOYAS de floreo c :cr*.a2:;as co
todas a qualidades.
AZE1TE puro de oliveira em lalinhas de meit
laum litro.
Em bebidas linas, como sejam : champagne
cidra, vinhos Bordeaux, Porto, Douro, Cbamber
tim, licores de diverjas qualidades. nao tem t
rival.
Queijos de tedas as qualidades e o apreciad!
equeijao em latas.
Einlim. completo sortimeuto de gneros dt
primeira qualidade para una boa despensa e o
pivcoR sem co:; ppteocia
Ra estreita do Rosario numero 9
Pocas Mendes &. Telephune-l4J
Casa em OUnda
Alaga so a grande rasa do Dr. Joo de S,
situada ti uito perto da estacan do Carmo ; a tra-
tar na ra 13 de Nnvi maro (antiga Imperador)
n 55. 1- andar, escriptorio deadvogauo.
Obras de Times
Recebemos neste ultimo vapor grande e com
pleto sortimento. com sejam :
Cestas para compras, Umanhos diversas.
Balaios para roupa engommada.
Balaios para roupa suja.
Costureiro.
Acafates.
Bonitos bcrcos e l'ndas cadeiras.
POCAS MENDES C
Ra esireita do Rosario n. 9
Junto a IcreJ*
Comarca doBom Conseibo
Vende se urna parte do sitio denominado Ser
ra Grande, havido pelo inventario do finado Pe
dro C-vnlcaote de Albuqneique, do valor de
650 ; a tratar na roa* da Florentina n. 20, Nova
Hamburgo.
f
Rclojoaria Barid
Ra do Cabug n. 14
Este novo estab- lecimeuto de relqjoaria
acaba de receber um grande aortimento de
relogios de ouro, prat e nikel, d impor-
tante fabrica americanoWalthaD Masa, ver
dadeira eapecialidade em perfeicio e re-
gulamentoinfalhvel, e se vendem por pre^us
mdicos. Asa mcomo relogios de parede e
de cima de mena, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam se as pessoas que quizerem
um relogio de confianca a virem a este
eatabelecimento que capricha em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
fim de bem servir os seus amigos e fre-
gueses.
Ra do Cabug n. 14
TcHortTdc Thiridio ~
E' REMEDIO EFFIOAZ?
Contra oe defluxos, catharros, toase con
valsa, asthma, bronchites, resfriamentos,
rouquidSo, conatipac2o e todas as molestias
das viab respiratorias.
Cura as toases e os catharros os maif
rebeldes, dando all vio aos doentes, pro
porcionsndo-lhes um somno calmo e repa
radora a expulaao do catharro dos bron
chios.
Appromdo pela impectoria geral ele
hygiene
Preparado por
0AUL8AKS AC,
47, Pharmacia (Jalasans, praca Piedade
BABIA
Poucos remedios tem sido to uteis ao
s< ffnmentos como este, pois metiga sem-
pre o soffrimento aos afflic os e quasi sem
pre restitue a sade aos enfermos. A popu-
laridade de que goza no sul a prova a
mais incontestavel da sua superioridade
De gesto mui agrada ve I, de aspecto lison
jeiro todos o tomam, ninguem o repugna
Preyo do vidro 2)55 0
Deposito no Reclfe
FRANCISCO MANOEL DA SI VA & C
Ra Marqu z de Olinda n. 23
Aniouio Francisco da Cruz.
Tnico de Cam^ can
(Restaurador vegetal dos cabellos)
Dentr t das as preparacfes congeneres que
detidamente propalam seus effeuo., nao surgi
ainda urna que alcancasse o xito do Camacan,
que pela sua comoosiQo assaz poderosa e sua-
ve, tem a propriedade exclusiva de curar e pre
servar os cabellos de todos os males da calvice
que posi-am sobrevir-lbe. Composto somente
por JosGome8 de Amorim (.uecessor de Mar
tins A Bas os) e premiado na exposicao de Paris
de 1889, o Camacan foi submettido a longas ex
perieuclas, as quaes deram maravilhosos resul
lados : a veuda em todas as lojas de perfuma
ran e no deposito geral da fabrica ra da Au
rora n. 163.
(avallo, bois, carroca e
carro
No gasmetro, em Olinda, vende se um bom
cavallo, baixeir, rosso, arreiado ; doos bois de
carroca ou carro ; urna carroga e um carro ja
usados tendo um cambo para um ou doos
b( is ; a tratar no mesmo gasmetro com o ad
ministrador.
*> endino Lln de Kkuqurrqne
F aocisco de Salles Atbuquerque. .'os Llns
de Ainuquerque. Antonio Li s de Albuquerque,
Fr^neisco M rtiniano de Oliveira e Francisco
M irtwiano da Co>ta Lima, agradecem com toda a
rffisao d'alma a todos aquelles qu a ompanha-
i aui 04 rentos mor aes de sea multo prezado ir
rnioe aii)igo,Acendino Lins de Albuquerque, ao
ceui terto puilicu ; e oe nuvo convidam aos
nirrido- e a ledos os prenles e amigos a assis-
ii em a urna ini-sa pelo seu eterno repouso no
convento de S. Francisco, as 7 horas Ja manh
do dia 25 do ndame, setino do seu esuppare
cimento, aotecipando oa seus sinceros agrade-
cirr* n'o'.
t
. Blarla Consta ac Corre'a le
A e Uruevldm
Leonor Benev.deP Barou^a Viauna, seu esposo
e albos. Tberesa Benevides Pereira da Silva, seu
espo-o e tilbos e Bermilla Adelia Correia de S
Benevides. tendo recebido a infausta noticia de
-iaver alie- ido no Rio de laneiro -ua prezadis
sima ti, D. Maria Coosiaoca Correia de Sa Be-
nevides. mandam rezar urna missa pelo seu eter-
no repouso, no -abbaiio 23 do rorrete, na ma
trz 'de Santo Amonio, a- 8 bo-as oa u anha, e
para assistirem a tese aci., convidam a todos
os seus parenle-i e jessoas de sua amizade, au-
tecipand" ns'UR igraopr.imenios.
Criado
Precisa se de um cria o para o serv ico do
mestico ; na ru* da Palma n. 109.____________
Alugnel barato
Visconde de Goyanna n. 159.
Roa do Bom Jess n. 47, 2. andar
Ra de Lombas Valentina n. 4
i-edro Alfonso, armazem o. 46.
Ra Atruazinbas em Beberibe n. 7
Ra I tapanca n 43 1.* andar.
Travessa do < armo. I' i n. 10.
Largo do Mercado n- 17, loja.
Ra do Calabouco n. 4, dem.
A ratar a ra de C mercio n. 5.1- BMn
t or-o de Silva Guimaraes A C.
Cosinheiro
ITecisa-se de um cosinbeiro ; na ra de Pay
and n.19.________________________________
Injec^ao
Se nao morri desesperado, soffrend)
muito tempo urna molestia ebronica quo
ninguem podia curar; foi por encontrar o
santo remedioInjeccSo M Moratoque
insta tuneamente pos termo ao mea hor
rivel soffrimento.
Taubat.
Aagusto finir Magalhas.
Agentes depositarios em Pernambuueo
Francisco M. da Silva & C roa Marqco,
de Olinda n. 23.
II
I

Ra 1. de Mar^o n.
ESPECIALIDADE EM
Extractos.
leos
Tnicos.
Sabonetes.
Pasta para dentes.
Vasos para p de arroz.
Agua de cologne.
Agua Florida.
Regatas de cores.
Suspensorios.
Bicos de cores.
Luvas de seda.
P de arroz.
Botoaduras americanas.
Lencos de seda.
Espartilhos.
Fitas de efres.
Baleias.
Empermiaveia.
Fichua prateados.
Amaral & C.
Jomo Jone Moars ao Amral
A directora do Monte Po Portugu- z manda
celebr r urna mise na igreja do Espirito Santo
por alma de Joao Jos Soares do Amaral, sabba-
do 23 do correte, pelas 7 1/2 horas da manha,
trigesime da em que foi dado a sepultara o
corpo uaqi elle digno consocio ; i ara enjo acto
de reyao e caridade, convida a Exma familia
e amitos do finado.
Secretaria, 20 de agosto de 1890.
Manoel F. Velloso,
2 s-Ttano.
Para a cura efflcat e prompta das
Molestias provenientes de im-
'< pureza do Sangne.
E' urna loucura andar a fltzer expe-
riencias com mistaras inferiores com-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
indgenas cuja eficacia nao 6 confirmada
pela sciencia, cmqu&nto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Loncem mi, sem demora, de um re-
medio garantido cuja eficacia seja facto
assignalado e iuquestionavel!
0 Extracto Comfosto Concentrado
de Salsaparrtlha db Ayer 6 conhecido
e recommendado pelos mdicos mais In-
teligentes dos paizes adlantados, j
durante 40 a unos,
Centenas de militares de doentes
tem colhido beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemnnhas da sua
eficacia positiva e incomparavel.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA,
T.owell, Mass., Est.-TJnidos.
DEPOSITO flMfc4K
Elixir M. Morato
PROPAGADO POR D. (JARLOS
De poisde 6 annos de atroz soffrimento
de rheumatismo, estando verdaderamente
descorr coado, sarei completamente asando
o=Elixir M. Morato=que declaro ser o
melhor e nico anti rheumatico at hoje
S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cesarlo Rodrigue Alvim.
t
tuKiisio Son Kanes
A viuva, fitbos e irmd do Uado Augusto Jos
Nunes. anda sob a impressao do doloroso golpe
por que acabaui de pausar, agradecem do intimo
d'alma a todos aquelie que se d.goaram de
acompanhar os seus restos mortaes ao cemiterio
publico.
Mandando celebrar missaf, convidam aos p-
renles e amitos do finado a comparecercm pelas
8 ho-as da macha do da 22 do correte, na
igreja de S da Sade, no Poco da fanetla.
t
Joao Jos loares de Amaral
Jos Soares de Amaral e Foitunato Jo- Soa-
res de Amaral, seas pas (ausentes), ir naos,
filbos e mais prenles, mandam celebrar missas
por alma daqaelle seu prezado irmo, tilno e
no, oa igreja da ordem 3.a de S. Francisco, s
7 1/2 horas da manha do dia 22 do correte mez,
trigsimo do sea passameuto. Pare e.-te acto de
religiao e caridade, convidam aos imigos ua-
quelle finado, pelo que se con essam eternamen-
te reconh- cidos ..____
A o Sr. Luiz Ferreira da
Cruz
Perguota fe aeste senhor, quando pretende
pagar as suas letras, tem-se feito reforma, se
Jiscontei foi devido a sua firma, que nesta occa
fiao era eatabelec do na ra Baro da Vi tona ;
o acceitante diz que assignou por favor, o sa :-
cador. seu especial amigo, tamoein izomesmo,
e pobre senbora, que nao entenic desses nego-
cios, quem esta no decembolco lia mais de um
aono._____________ ___
Aiercearia
Vende-se urna muito af eguezada, na roa da
Concordia ; informacOes na ra da Florentina n
36, tabacaria.
ugonimadeira
Na ra da Saudade n. 27, precisa-se de urna
perita engommadeira e que seja matriculada.
Vender? -se
duas casas em terreno proprio, livres e desem-
haracadas, com bastantes commodos para fami
lia, sendo urna no lu.ar Mattinha e a outr na
travessa do Porlella, nos AfSictos, perto da esta
co a tratar na padaria do Sr Bento, no En-
troncamento.
Silex em pedra e em p, vin-
do de New-York
Ente lucrativo p addicionado ao sabao, com
o qual tem tirado bom resaltado certo nume o
de fabricas, neete Estado e nos da America do
Norte.
Para faser-fe uso do referido p conveniente
o sal de soda ryst lisado, aodendo-se ainda f-
zer applicaco d cutios ingredientes para ang-
ra- ntar o peso e e.curecer o sabSo.
Fabricado com esta composic&o pode ser ven-
dido por menos da rnetade do prego do sabao.
vulgarmente chamado massa.
No Para, com especialidade, o consumo
quasi todo de sabao de grandes compoMces.
Vende se na ra do Encantamento n. 9.
Aos maranhenses
Farinha d'ajua ; venden i GuimarSes & Va lente
<5Gorpo Santo6
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com pratica e apli-
iiao para tomar cunta e dirigir internamente um
esiabeiecimento de merceana ; as im como um
ou'ro de 16 a 18 annos de idade com pratica do
mesmo negocio ; a tratar no largo do Mercado
numero 12.
l
Eng-ommadeira e iava-
deira
Precisa se de urna engommadeira e lavadelra
para fazero servico em casa de familia ; na ra
da Victoria n. 1, defronte da estacao de Cs-
ruar.
Aviso
0 distribuidor e contador Jos Joaquina Perei-
ra de Oliveira mudou o sen cartorio para a roa
estreita do Posario n. 32, onde pode ser procu-
rado.
Cofre
de se um importante cofre, prova de fogo;
i tratar na ra da Imperatriz n. 12
A ttencao
Fareio do Rio da Prata, com 42 kil s a 14750
vendem Silva Azevedo A C, a roa da Conmrdi-
numero 73.. __________.
Curso primario
Para o sexo manculino
49 -Ruada Gloria -49
Rapbael de Azevedo, com looga pratica de 11
aanos de ensino, tem aberto um curso especial
de iostrocc-o primaria para meninos, espera
por iaso merecer a confanos e proteccao do il
lustrado publico e de todos os seus compatrio-
tas pernambucanos, e em particular dos pas ou
tutores das enancas que desejam o real aprovei-
tamento de seus filnos ou tutelado.'.
Dedicando o mximo cuirfado para dar-lhe o
necessario desenvo vimento, espera dar a seus
alumnos, a par da muis sa educacSo moral e
phjfira, urna educacao intellectual baseada nos
principios geraes da verdadeira peiagogia, es
orcando-se por satisfazer completamente a to-
das as exigencias da educaco moderna m sua
mais lata accepeo.
Admitte alumnos internos, meio-pensionistas
e externos, mediante mensdidades razoa?eis.
49 RA DA GLORIA-49
A Florida
Acaba de receber pelo ultimo vapor i
que de roator novidade tem a populosa i
gr.nde cidade de Paris, os mais importan
tes artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propri
para cartas.
Cromes de seda e de oleographia.
Caixas de msica com manivella para 1(4
26 e 3d<> 0.
Caixas de msica, com corda, fechadat
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 t
12(5, propriaa para presentes.
Ricos enxovaes para baprisado a 7(5, 8(4
9(5, 10d e 12*000.
dem muito finos para 16(5 a 205 um.
Timaosinhos com sombra com fitas e bicot
de c. mbraia transparente a 3 e 3(5500
Um grande sortimento de porta-trauc
para 500, 1(5 e 15500.
Grampoa dourados e cum perolas a 200 t
500 re. um.
dem de celuloide e dourados a 200 i
300 re. um.
Estojo para desenho de talagarca a 3(5000
Bandeiras de IS dos Estados Unidos d<
Brasil a 1550 35000 e 450J0, confor
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas de pellica i
de chagrn p-ra 2, 3, 4 e 55000, par>
senhora e meninas.
Carteiras cem estojo a 3, 4 e 550O0 t
15500 e 200
Grande sortimento de bicos de algodSo l
de seda, braucos e de cores.
Livros de sortes a 300 rs.
Albuns de pellucia e de chagrn, gost-
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e musiese.
Espadn has para crian ya.
Boleas de couro para cobranca.
Navalhas de Roger AmSo americanas ele
ctricas e de 2 laminas, e atiadores con
a missa propra para affiar.
Ramos de flores para baile e casamento
de 150U a 45000 um.
O Cabelleira engenbeiro invento a 50f'
res.
aloes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 15500 a
peca.
Sabonetes para tirar nodoas de casemiras,
sedas, 18a e outras fazendas finas de
800 ris.
Oculos e pince-nez finos, dourados, bu-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 750CO.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 r>s.
Boleas para menino de eschola a 25C00
Sabonetes para banho com desinfectante
a 4CH ris.
Pulseiras americanas para 3, 4, 5, 6, 7 e
85000.
Anneis e brincos com pedra imitando bri
lhante.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 103
Romances fr^ncezes
A 500 rs. o voluine, ven-
de-sem no escriptorio deste
Diario.
Pao centeio
Mello A Bisel tendo recetido nova remessa -
farinha centeio, avisa aos seus freguezes qu-
:oiitinuam a fabricar este delicioso pao centn
odas as tercas e sextas-feiras ; na ra arga di
Rosario ii. 40.
Calcados
Sapatos de feltro para quem soflFre de dor
a encia e frialdade nos ps, d'onde causam di-
versas molestias, pois eet5o se acahando ; pre
go muito baratos a 600 rs. o par. tanto pan
nomem como para senboras e enancas.
LOJA A' RA DA IMPERATRIZ N^80_
Puro vinho de pasto
Alheiro, Fjmaodes& '"., establecidos ra
da Impe>atriz n. 42. com arm zem de molhados
avisara aos seus freguezes que receberam urna
remessa deste magnitico vinho, pelo que espe
am si-as orden?.
Roa da Imperatriz n. 42
Telephone 475
Libras esterlinas
Vendem-se na ra do Com-
mercio n. 26, 1. andar.
Jt, sera
falta
Orna governante offtrece se para casa de qual-
quer pessoa da capital ou fra della ; quem pre-
cisar dirija se ra do Principe o. 42
T:
mi
IEDIC
mm
em lodo o caso da
!mparezas do Sangus, rifles, Escr-
talas, ulceras, Siphills
e toda cfbcyo do natureza
eruptiva cu venrea
SALSAFARHILfll
DE BEISTOL '
0 Remedio fie- Familia por excelencia!
Ama
Precisase de urna ama que engomme cos
perfeicao, para casa de familia ; a tratar na roa
Conde da Boa Vista o. 24-A, cu ra Duque de
Casias n 93.
Ama para meninos
Precisase de urna, de bous ctstumes, para
tomar conta de dous meninos ; a tratar na ros
do Cabug n. 14, de meio dia at 2 horas.
Ama
Preci8a-?e de una ama para cosinhar : a tra-
tar oa ra Duque de Coxias n. 63, que entenas
da arte.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar, aindt
mesmo que seja de meia idade ; no Paco da Pa-
tria n. 5, quinta casa
Ama
Precisa se de urna ama que saiba cosinhar
bem e que du ma em casa dot- patr0e3 ; a tratar
na ra da Uaiao n o
Ama de leite
Precisa-se de orna ama que tenba bom leite
s eja tadia ; na ra do Co ovello n. 46.
Ama fiel
Na ra do Caldeireiro n. 7 A, precisase de
urna ama para comprar e cosinhar para duas
pestoa*. prefere se mnlber de meia idade, qw
viva independente; a tratar das 7 s 9 da ma-
nha e das 4 s 6 da tarde.
Ama
Prec sa se de urna ama que saiba cosinhar : a
tratar na ra Mrquez de Olinda n. 41, arma-
zem. ___________ ________
Ama
Prtcisa-se de urna ama para cosinhar em casa
de familia em Bel cribe ; a tratar no pateo d
Terco n.63, padar.
Ouro prats
Compra-se, como tambem
moedas, a ra do Cabug
n. 9., loja de Augusto Reg.
Barraca oronel Tei-
xeira Jnior
Hoje, grandes premios.
Reservado para familias
Largo do Arsenal de Gruerra
UIDIUUG.
Roa Mrquez de O liad a n. iS
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada cer-
veja Phcenix de Dortmund
e do chocolate Ph. Suchar
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemana
& C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foiam pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
----- ..............-..... ^
No sobrado n. 6 I da
ra Mrquez do Her*
vl, precisa-se de urna
boa cozinheira.
C
era
Vende-se na ra do Cabug n. 2, segundo a
qualidade, de 14000 a 450 a libra, e sendo de
arroba para cima faz se na de 2.a o descont de
30 0 0 e na de l. de 20 0/0. Pedimos, portante,
a toda- as pessoas que precisaren! deste genere
a virem verificar a qu ilidade, pois dessa forme
que poderao avaliar qual o a melhor. No mesmo
e.-;;.bel.cimento lem um completo sortimeoto de
faiemJas que se vendi-m por precos sem compe-
tencia, para liquidar.
Superior vinho de Al-
coba^a
0 acreditado e autigo armazem do Lira par-
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acabe
de receber urna nova remessa deste especial
vinho, escolhido propriatnente pelo ebefe desta
casa tornando se recommendado por ser puro s
de boa qualidade.
Jos Fernandes Lima 4 O, roa Baro da Vic-
toria n. 9
Telephone :23
Caiyeiro
Quem precisa: de um caixeiro para (averna,
com bastante pratica e dando fiador de sua con-
ducta, di ija se ra larga de Rosario fabrica
Camacan, onde acbar cera quem tratar.
Gasa ~~
Comprase ou permuta se por ama casa no
bsirro da Boa Vista, que csteja desembaracada,
por um bom silio e esa no Poco da Paneila.
todo murado, e no caso de compra, que ni
exceda a'5.000* : quem tiver dirija se a esta
ypograpbia que se dir com qaem tratar.
J
I*
"
I |
L


.
-

- v

. -

I III



I
i
I
i
iwano re Pernamhu.o Sexta-feira 22 d<* Agosto He '8911
CHUCARA!


Os mosqiritoiros americanos
Com rmalo e oarntel conforme a estampa
Pre9<>S : I2#ooo, l4#ooo e I6#. oo de cores
Fazenndrts baratas Miudezas
hitas claras finas, a 200 e 240 rs. \'*m ese Hala barato
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cortes com 9 metros a 10600.
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Morm lavado a 34500 a peca com 10 Capellas com veos de blonde de seda des-
Taras. de 6<5000-
Hada .iSo, com 1 metro do largo, 20 va Meias airreiidadas brancas psra senhora a
ras*64000 1 8 0 rs
Algodaozinho muito bom a 44000, 44500 Meias cruas de cores libas e brancas com
e 54000. i P*lo>" a todo preeo.
Bramante com 4 larguras a 700, 800 e Fichus pratc.dos pequeos a 500 rs., e
14000 omero. grandes l Bramante de linbo, 10 palmos de largura,! Lencos brancos abainhado a 1400, 14600
a 14600. : 240 <) a duzia.
Atoalhsdo bardado, 8 palmos de largo, a. Lencos de cores a 14300 a duzia.
14300. Ba'eas a 2uO rs. a duzia.
Panno da Costa para toalba de mesa a; Arcos a 10 rs. o metro.
I4OOO e 14200 o cavado. Fitas puanUsi e chamalotadas desde
ortinados de rocha* pata, porta* e ja.; 400. o metro, Mima as c6res e pretas,
celias a 7000 o pr. Um larguras 5, 9, 12.
Cortinados bordados para cama ou anella Mac'>s com 12 pecas de fita branca chi
a 64000 o par. "eza a 320 ra
Cortinados de cores, novidade, a 14600 o' Extractos tinos americanos desdo 14000.
metr0. i Sabonetas finos para pannos 0 sardas a
uardanapoa finos a 14800 e 24000. 800 ra.
Oleado para meza grande ou pequea a Thesouras finas com mola que dobra a
44500 cada quadro. 14500.
Brim pardo a 280 rs. o covado. Lapiseiros de ouro fino a 14500
Bnm de cores a 240 rs. para meninos.
Camisas para senhora a 34500.
Casacos ou penteadores a 24500.
Collarinhos de linho e alg-4*o a 54000 aj
duzia.
Tampos de fronhas grandes e pequeas a
Pentes phantasia para cabello por 400 rs.
Pegadores de tranca.
Flores para cabellos, chapeos e vestidos a
14000, 1*500 o ramo.
Crochets para cadeiras e sof guarniese.
a 74000
14500 o par. Toalhas felpuldas a 44000. 54000 e 64000
Babados com 4 1/2 metros de tamanho a a duzia ; para banho a 14500.
I42OO a peca. Tarlatana branca, verde, azul, rosa e en
Bedes para dormir a S#300. carnada a 700 rs.
Boleas de tapetes grandes a 44000 e Filo de linho liso, salpico, palmas borda-
44500. 1 das.
Camisas brancas finas para meninos a Leques para meninos a 500 rs. e finos a
3040OO a duzia. 34000.
Camisa de meia desde 900 ra. Leques ce gazes a 14, 14500 e 24000,
Camisas de flanella de cores desde 14800. E ^ilbos ft 44000, 54000 e 64X 0, to-
Joletes de flanella brancos con manga e dos os tamauhus.
sem ella. Meia* croas e de cores para meninos a
Lencos francezes de labyrintho a 14 00 e 3400o
com bordado a 500 ra. Lg phantasia a 14000 o par.
Craarda-p americano de todoB os tama- Saigelim de todas as coras a 200.
nhos a 4400.
Collarinhos, peitos e punhos de celluiloid,
muito til aos viajantes; preco mais ba
rato.
E muitos artigos que se oflorecem ao
aomprador por qualquer preco
Crinolina branca, pret., cor de chumbo e
de caf a 400 rs
Cambraia de torro, preta e branca a 200
ris e com duas larguras a 400 rs.
Macos de contas de cores, qualquer que
se deseje a 500 rs.
Loja
das Listras Yzues
61-BA DUQUE E CAXIAS-61
sjaeeaeeeeeeeaeeeeeaaeeaeag
S8B uno* dmmacoamao. Premio Orando.- Bxpoaiq&o UniveratU, Par* 1889. Wt
14 P'jrrTBT" da Honra, 18 ortnlbie da> Ouro 6 jHavralhae cto PrsUm,. __
^ !U- FARINHA LCTEA NESTLg
s
cuja masa 6 o boi
E' o melbor alimento para as crlanras de tenra idade. SoppreJ
insuf flcencia do leto maternal e facilita o desmamar. Com seu 4
uso nao na diarioa nem vmitos e sua digestid fcil e completa. f
Err.prega-se tambem vantajosimente como alimento para os
Adultos e Connletcantet que tm utbmigpt delicados.
iEITE COMeitlSM NESTUg
Verdadelro LtITE
__nrstp SJC vaecAa iriSC/VS tendo con-ervado seu aroma @BB
^todassas quididades nutrttlras. Alm dos raudos servicos quc esta conserva presta Frota, ^J
fao Exeiclto e aos Hospites, ella tem ganuado sua pos;cao na alunenlueaa jlos particulares .WM,
aos quaes ella aasegura um elte agradavel, saudavcl e natural.
IDglr a rimt : Mnu VBITli ( i torc di rairiea : WUTHO PASSASXI.
A casa Henrt sraetl nao tem mals, como outrora, um nico agente para o BrmmU ;]
os productos acnam-se as principios cagas importadoras, arogarlas, pbarmaolas o tojas *
Lseus
LOTERA
ESTADO DE PERNAMBUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa d$ Misericordia do Ucifo
INTEGRAE8
A 15.a parte da l.8 lotera deate Estado sers
xlrahida impreterivelniriite tenja-ieira 19
de Agosto. j*
Todos o pedidos de hilhetis desta lotera
devem ser dirigidos thesouraria #a* arga
d o Ho8arion. 9 1. andar.
PELOS CONTRACTANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
BRONZE
DE
CARDUZO IRMAO
Boa do Baro do Tnumpbo os. \m, m e 164
Deposito ra do Apollo ns. 2 e 2 B
Tea* para veader a egulnte:
VAPORES de diversos fabricantes para fogo dir? jtpara o ou fogo de asa>
.meoto.
MOENDAS da todos os tamanhoe.
RODAS d'agua.
RUDAS de espora e angulares.
RTVACOES de differenea tamanhos.
TAIXAS de trro batido e tundido.
LOCOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavallos.
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades cosa o respectivo encanamento e fin&lmen
-4as aa ferragens precisas para a agricultura desta provincia.
ENCARREGAM SE de qualquer concert e mandam buscar por encomme
, mediante ajuste previo ou urna mdica eommissSo qualquer machuiinmo.
MACHINAS de descarocar algodao.
VARANDAS- de ferro fundido e batido.
CONTRACTAM fornecimento de apparelbos para asina, garanundo a b
.xidade e bom trabatho dos mesmos, o que podem provar com o bom resulta
ltdo com as duas USDiAS montadas ltimamente a sabor:
anta Filouilla e Joao Alfredo
Vendem a praso ou a dinbairo com descont.
i ti (i u
El II II II
ACABO-SE COM AS DURES DE DENTES!
me trmo so
Elixir, P e Pasta De&trioios
RR. PP. BENEDICTINOS
da, ABBADIA do SOTJLAC |&ironde)
Dom IHi 0 MELBOR CURATIVO
E O
uiePRESERVATITO
&
ico.
m
imnuoniiie
1373
PELO
Prior Fierre WltSAU
EXTRACTO DA. NOTICIA
A formal* d* PIEBRB B0R8AD e ew processoe primitivo afta eaarnpulOMmtnU rpeil**oi.
Bfte BfllTlr dos urmni Padres gota das prosriedades mais preciosas. Prevem a carie dos daates qoa
tv*) airoi ao masaao teapo que os oonaoltda. Sxpelle o sangae das .geogiraa que tonifica e retorca
dissipa toda incbacao. Puriflca o balito e sanes a boooa Prerem e cura as dores de garganta, as rouquitOw, inflamiuaces, as aphtas e irritacoos da toda espacia.
Trnmri pi lTrn n nsn i|iiiillillmi ilnMIlilr
dos Bit. P. Benedictinos aaaa- _
gura a saule perpetua da Oarganta ial^^^ PY' Anji*ls*//Aj{jI l
edaooea.ComoTe-se,oepecirloo.lnco fg WjSSSi iye<' Twat aaoular das aossos Bareraados Padres
nada tem de commum osa os productos
nicamente agradaveis espalhados no com-
roaccio; d'tlies distingue-sc tanto por suaa %SS sfifr C sfVtVfvt.
Tlrtudea preventivas como por sua '^fcr <* *?&&iZ~


v\PERFlH,WAEXlKA-Fir.A
Eli AGUA DE TOILETTE. Pfl DE ABROZ. OLEO.
Completo aortimento de chapeos, capotas e gorros de fantasas em toda*
qualidades.
Fitas, rendas e bieo de soda e algodao de todas as cores.
Floras, plumas, paseares, algrttea e bljouterlea para enfeites
Chapeos e feitro e castor, os mais modernos, para horneras e menino
Recebo por todos os vaporea as primeiras navidades de artigos de
g nerc de negocio.
Raphael Dias & C.
2 Ra do Barao da Victoria 2
sea
aocio corativa, enrgica, rpida e
&Jrt!e-
AGENTE GERAL: A.SEGUIN, BRDEOS
Acha-se em todas as Perfumarlas. Pharraaclas e Drogaras do mundo lntelro.
ii ra i* 2
~W 11 II ti llv
Peitoral de Cambar
Remedio soberano para ** molestias doa orgSos rsspirtorios,
appruvadu pela Exiua. Junta de Hygiene Publica, autorisado pelo go-
verno central, premiado com duas medalhas de onro rodeado de
mu i t> s e valiosos attestados medies que garantem a sua efficac:*.
O Peitoral de Cambar preparado em Pelotas, cm larga esca-
la, pelo seu descubridor, o Sr. J. A. de Souza Soares, no conhecido
estabelecimeoto Agrcola Industrial do Parque Pelotense. expressamente
creado para esse effeito.
E' urna preparac&o-pSrTiita, de corpo volumosn, transparente e
de um gosto agradabilissimo ao paladar.
O melhor attejtado hoje da superioridadu deste precioso medi
camento est no seu consumo grande e pnogressivo por toda a Ame-
rica do Sul.
A cha se venda as principaes pharmaoias e drogaras desta
capital aos precos do 2S6tiO o frasco, l&VJOOO meia dnzia e 24)5000 a
duEa.
S5o nicos agentes e depositarios no Estado de Pernambuco .
FRANCISCO MANOBL M SILVA & C.
23-KUA MRQUEZ DE OLINDA23
PERFUMARA
PARIZ
Segredo da Jiiventude
AGUA LAFERRIERE
Para o Toucador.
P LAFERRIRC
LAFERRIERE
PARIZ
Segredo da Juventude
OLEO LAFERRIERE
Para o Cabellos.
ESSENCIAS DIVERSAS
Para o RoMo. "* WkW Para 4&W-
PBODTjgTOS HYGIENICOa para conservar a Belleza do Rosto e do Corpo.
P
trot fio cra tm
P?.B1CC K/.IOP.
250:000^000
LOTEKU 1M) GHAI) PARA'
Premio utaior Il8:0d0$0e0
Lotera do Grao Para
Premio maior 00:000$000
Extraer/ alternadamente todos os sab-
bados. Bilhetes a venda as easas d<^ eos-
turne.
LOJA DO POVO
II Ra i-de Marco t
GRANDE DIO VID ADE
Esta nova loja contina a ter um grande sorumento e sempre pechinebas, em
precos ninguem lhe pode exceder, capricha na exactidSo da qualidade e as medidas
de suas fazendas, qoe podem ser compradas por qualquer crian5a. Muitas de suas
tazendas sao recebidas directamente da Europa.
Descont dt. 10 "i0 em corrpras de 2(>W00 p^ra oima.
<'rnde sortimanto de fazendas de pbancasia para S. J0S0 e S. Pedro.
Voile de la e algodito, lindos desenbos, a 240 rs.
LSs imiuc&o de cachemira a 240 rs.
(.'bitas de 2(>0, 220 e 240 rs. o covado.
Setmetas de cores, desenhos liados a 300 rs o covado.
Zephyros lindos a 10, 160 e 200 rs. o covado.
( ortes de casemira de '65i)0 e tfSKMiO.
dem de costumes e de casemira de cor a 12 00.
dem dem idem preta fina, a I4jk>00.
Ricos asacos de Jersey, bordados, a 6Sin 0.
Toile de seda de ld6Ut o covado a 650 rs.
Granadioe de seda, de IASOO o cov do a 800 rs.
Merm preto a 5<0, 7U0, liSkXK) e 1*200 o covado.
Dito de cr, liso, a 401' rs. o covado
UU GRIANCAS
Redes de cores, pednea! a 3/iOOO.
Vestuarios de Jersey, a 6*000 e 7*000.
Capinbas e aquetas de malha para crianca, a 1*000, 1*500 e 2*000.
Brins de cores, covado 00 rs.
Merinos lavr-idos, lindos desenbos, toa' deleito para to io os precos, grande sortimeuto de lencos de seda a 400, 800 e 1*000,
lentos de algodao com barra grande a duzia a l*6iK), bramante de nho e algodao,
atoalhaclos, cortinados, colchas, fichui chales, sedas, setins brancos e de cores e
roiles, lindos desenhosNovidados !
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Ftculdtde de Utdicina de Par$. Premio Montfoa
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora emprego-se
as Molestia, na* de Cerebro e contra as affeccOes seguintes:
Asthma Inaomnia, Palpitades do Coraoao, Epepaia, Hallucnaco,
Tonteir*a, Hemioranla, Aecooea das via urinaria et para calmar toda
especie de excitatjp.
um Uma explicado dstalhida acompanha oada Fraico.
Kagir o* Verdadoire Capsulas 40 Promureto de Qamphora de CLIN
da PARI8, fla efuoi^r^ojtm cota dos Droguistas et Pharmaeeutiooa^
Si '
aaa^WIHF
^

,. aaaaaasaaaaaa
ADKNISTRAgAO :
t'AHIZ, 8, Bonlevard Montmartre,
.
par::-.
SAES
PA8TIXHA8 niGEsirivAS fabricadas ero i \
Vlohy con. os Saes ex. ralndos das Fontes. Sao r
do gusto agradavcl o a sua -iccio c certa con-
________________ Ira a Alia o S3 liigistSes difflceis-
DE VlCHy PARA BAHHOS. Um rolo para um banho, para nr,l>cssoas que r..o podcia ir a Vicby-
Para evitar ai tmuaeoes exigir em todos os productos a
marca da ooaox. x>b -irxoxnr
Em Pernambuco. os Producios sana acolo- em casas i 8ULZER KOECMLIN,
35.
ras da dos;
AOS
HE3I
LABILLE.
B I
Vi libo pvuo de Sautare
a uia do Borra!
0 proiiriftarius do rmazem Central, ro
do Cabuf n. U. avisam aos aeue disuastos fp
gnezes e 110 resneitavel publico que recebeio.)
aova rewesa deste especia! vinlio, o qual s.
recommenda por ser puro da uva, e s se rete
Iba em aeu armazem.
Joaquim Ghristovao & C
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perfume exquisito.
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24. Od Bond Street. Londres
llana da FaMm Una B~a biai
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ooco endanfo nawtalUndfc
Vndese nma asa en? Afogados, ne roa
de MotocolombO n. 25, rom 2 salas, 8 qoartos
quintal com arvoredos em terreno proprio ;
tratar na ra velha de Santa Rita a. (ft.
Vende te a taverrja da ra do Progresst n.
20, propria para principi ule; a tratar com s
dono na roa do Paysand n. 20, ou na mesaa.
Vende se a bella casa na mais bonita posi-
co de Oli'ida, pateo de S. Pedro, muito boa,
com grandes commios paia familia, gas, agoa-
lerr. no proprio, livre de onus ; a tratar no pa-
miobo Noto i. 128. e vende se j por sua dona
leiirare para fia da piovtncia._________r
Vende se a tavtrua bita ra da Palma,.
I ; a tratar na meema.
Agua maraviliiosa
Com a applicacSo desta agua, qnem soffrer e
HRDrjna8, pannos, sardas e vermelhidao do ros-
to Bcara perfeitainen.e turado, reconhecendo-s
desse modo, coro nico especifico eflica Alea
desses effeilos, tpm ella a propriedade de, tor-
nando a cutis liropa, dar lhe a cor na'unii. A
cada vldro que custa tOOO. acompanha a respe-
i'tiva iodicicao de uso.
nico deposito
Drogara de Faria Sobrinbo & C, roa
Mrquez de Olmda n. 41


-.'.
J
saal V.
1



f


DO
DK. CARLOS BETTENCOBT
SU iriKE.LIl R0B1
GHANBK DEPURATIVO 110 SANGUK
Elixir anti-rheumaticu, anti syphilitico e empregado em todas as molestias de
pille, erys pela, darthros ou empigens, beri-beri, anthiazes no carbuncul s, cancros
venreos, fer las e todas as doencas que depender d impureza do saogue.
Este remedio suprior a todos os outros do sen gonero, o que est provadu
pela preferencia e acceitacao que lbe di o publico.
Um frasco 3#QUOf urna duzia 3<>#000.
TONI O FEBRIfUGO E UESUBSTKUEN l'E
Empregado na debilidade geral, d<>encaa do estomago, co valescencas depois
do parto, febres palustres, molestias do figado e baco. falta de appetite, anemia, chlo
rose, crfs paludas ou falta de santrue e doencas nervosas.
E' um r- cocstituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
Um frasco 3$, urna duzia 300 INJECCAII BETTKNCOUliT
AHTI-BLENttRBH6ICA
Gura radical e m seis das
Empregada com ptimo resultado n< s corr roen tos agudos ou chronicos da
urethra ou vagina, leucorha ou flores brancas Este medicamento de urna g ande
fficacia,
m frasco 1#500, urna duzia I5#000.
L VINHO TNICO
Com lacto-pho.-phato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina
O melhor remedio que se tem formulado pela eombinacao destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
uiias, menstruales difficeis, debilidade geral, cores paludas e todas as vezes que se
uer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular
'onvm s pessoas ou senboras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
tecer as enancas E te remedio superior a todos os tnicos eBtrangeiros que se
annunciam por abi.
CJm frasco 3#000, urna duzia 30#000
Xarope d jaramacarn composto
GRANDE PEITRAL
Tratamento o curativo de todas as molestias do peito e da garganta, deflaxo,
tosaes simples e convulsas, coqueluche, constiparles, asthma, bronch te, catarrho
ehronico e tsica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje ra medicina.
Um frasco 23500, urna duzia 4$000
CAKOBINA
0\i3RIOB PR1FI2BQR ZU SALGUE ,.
O em prego da CAKOBINA deve dirigirse a comhater as seguintes molestias:
as diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffriroentos do tero,
affeccoes cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, fffec-
e?es venreas rebeldes, paralysias, molestias do coracao, da garganta, rheumatismo
ehronico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivada?
da impureza do sangue.
Um frasco 3#000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPANHA M PRODUCTOS MEDICDAE8
31--MA BUS HIYKS-31
RIO DE 4MIIKI
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
CACHEMIRAS
DE
Cachemiras de seda e la com um metro
de largura, em todas as coree, ciel, gris.
saphiia,bronze, wibite rose, marrn, beije
wxite rose, rose, tabaco, grostete, grenat,
preto e creme, o mais fiuo que se fabrica
n'este artigo, a 3000o o metro.
Lofa do Povo
11Ra do Crespo11
FOLHETIM
4
POR
PAULO DiltREBOVT
5a#"
J^' TERCE1RA PARTE
A flha adoptiva
(CoatinuacJo do n. 188)
III
0 8EGRED0 DO MORTO
Jacques nSo poda perder tempo em
discussSes.
Comecou a sabir a grande escada ; Anni-
aha acompanhava o instinctivamente, agar
rando se a elle, retendo o, dando-lhe toda
a aorte de razSes, excepto a verdadeira.
Como, porm, elle continoasse a avan-
car, e ella o ameacasse de chamar os ou-
tros criados, Jacques voltou se.
Os seus olhos despediam relmpagos,
estava muito paludo.
Entao, disse lhe elle de repente, vo
c teri a coragem desmandar me ensotar
d'aqui, a r, o bemfeitor de seu filho ?
Anninha cambaleou e levou ambas as
mios ao coracao.
Meu Dawl murmurou ella, onde est
entSo o meu dever ?...
Ainda o porgante ?... E os seus
protestos de oatr'ora?... E as saas pro-
Liquidacao por 60 dias
Roa Duque de Caxlas nl
De miudezas e algumas fazendas
PECHINCHAS E MAIS PECHINCHAS
A' vontad c dos freguezes
fomente at O hora da tarde.
messas de dedicac&o eterna ?... E o que
me deve por todo quanto tenbo feito em
favor de Miguel Casta rede, seu filho ?...
Acha que isso nSo me d o direito de or-
denar lhe ?
Impertigou-se em toda a sua elevada
estatura, e, assumindo o seu ar mais im-
perioso, dando ao seu lmpido olhar toda a
vonUde de que era capaz:
Ordeno lhe nao somonte qus me dei-
xe passar e que se cale, diese elle, mas
tambem que vele para que pessoa alguma
me interrumpa durante o tempo que en
estiver com o marquez d'Argelles
E, sem olhar para a pallidez mortal da
criada, rpidamente, pois os minutos cor
riam, encaminhouse para o quarto do gen
ro.
Qaando elle abri a porta desse quarto,
Anninha cahia sem sentidos a um canto
do corredor.
Ouvindo alguem entrar no seu aposento,
Fabio voltou a cabeca a muito custo.
(Jomo o Sr de Rhodes tinha previsto, o
marquez estava nos extremos limites da
vida.
A o aspecto de Jacques, abalou-o violento
estremecimento.
O senhor!... murmurou elle, o se-
nhor ?. .
Metto-lhe medo por acaso, Fabio ?
perguntou o armador com a sua voz mais
melga.
Mu Dous balbuciou o moribundo,
tem piedade d-i mim !...
Por que esse medo, esse tremor, essa
extra rdinaria emocSo ?... Entilo nSo fui
sempre um pai para voc, Fabio, mesmo
antes de Ih ter dado minha filha?...
E um pai muito temo, muito indulgente,
que julgara haver acertado com o cami
nho do seu coracao?...
Sim, sim... verdade... mas...
Mas que entao voc se julga muito
culpada, urna vea que nao se atreve a es-
tender-me a mao, e nem sequer erguer os
olhof para mim?...
Veiidein-SH os segtiin-
t8 liVTOf
Lourecco, romance bislorico por F.
Tavora. 1 vol. ene. 4JOO0
0* Cavalheiros do Amor, romance em
4 vols. enr.B. iUOO
Eros de (toma, pelo padre Guilher
me Di s, 1 vol ene. 1*600
D ccionario Bioprapnico, por P. A. P.
Costa, i grosso volme ene. (0*O
Voos toaros, versos por M. Barreta, 1
vol ene. 34000
Plores Flnrtoantes, versos, i vol. ene jjwk>
Voo e quedas, versos. 1 vol ene. 8*000
Guimares, poema, i vol. ene. 34000
Surin que passam, versos por Th. Ri-
beiro, I vol. ene. 3*000
Iberio Pimeotel. Cantares, verso.-", i
vol. ene 3*000
Julio de Castilbo -Livraria Classica,
Estudos Dio^ra poico e luteranos,
3 vols enes linos 164000
Castrioto Lusitano, historia entre o
Brasil e < Holianda, 1 vol. ene.
fino 5*000
Hibliotheca do Povo, U vols. enes. S5*000
Murte de D. Joao, romance, 1 vol.
ene. 3*000
i'.nntos de Pedro Ivo, romance, 1 vol.
ene. 3*000
O abandonado por Julio Verne. i vol.
ene. 2*000
Processo Lerouge. romance hist-
rico, 1 vol. ene. 3*000
Gabnel Mulugnda romance, 1 vol.
ene. 3*000
Neto do Acitado, romance histrico,
1 vol. ene. 3*000
Viagem no dorso de ama naleia, 1
vol. ene. 3*000
Cbiqaioho. Encvclepedia da Infancia,
pT G. Bruno, t vol. ene. 3*000
Caricatura em proza, por Luiz An-
drade, 1 vol ene. 3*000
0 Pastor f a ovelha, obra rara e es-
polada pelo finado bbpo D. Joao, I
v. ene 12*000
0 birajara, lenda. 1 vol. ene. 3*000
Arnaldo Gama Um motim ba cem an-
nos 1 vol. ene, obra rara 5000
0 Dia de S. Nunca, romance, 1 vol.
ene. 2*000
P. de KockJoao, 2 vol. ene. 4000
As mil e urna malberes, 4 vols. enes. 6*000
A caca de um baronaio.l vol. ene. 1*500
Arraldo Gama0 filho do Baldai, i
vol. ene. 4*000
Os berdeiros de Caramuru, romance
histrico, 2 vols. ene, tinos 6*oO0
A igreja e o Estado, por Ganganelli,
4 vols. ene. 10*000
Serpa PintoComo atravessei a fri-
ca, 2 vols. enes tinos, com gravu-
ras 12*000
Eca de QueirosO enme do padre
Amaro 2*000
Castello de Grasville, romance raro,
2 vol, ene. 3*000
Leonor, D'Ambolse, 1 vol, ene !*000
As obras de Julio Vert--, 42 vols,
enes. 30*000
Tres Poemas em proza, e verso por
Gomes Jnior, 1 vol, ene. 3*000
Typos de cara dora, 1 vol, broch. 1*000
As viagens de Guliver, obra critica
ejocoza (rara,) 1 vo!, broch. 3*000
Voz-^s da historia pelo Padre Gui-
lberme Dias, 1 vol, broch. 2*500
0 matadouro, historia da Lavadei-
ra Gervazia o !. vol so. 1*500
Ponson do Terrail A heranca myste-
rioza o 2. vol 86 ene. 2*000
Carta sobre a Companbia de Jezus
1 val, broch. 2*000
Miscelania Religiosa por Pinto de Cam-
pos (obra rara) 1 v. broc. 3*000
Ao cidado Aoicete, versos do Cigano
ao Dr Cbinez (raro) 1 v. broc 1 *500
Oraco fnebre do bispo D. Vital, 1 v.
broc. 2*000
Propaganda religiosa Ctiru-to e Papa em
prosa e verss 1 v. broc. (raro) 2*000
Deseseis de Maio, puemeto, 1 v. broc
(raro). 1*800
Factos da Historia de Pernambuco,
1 vol ene. 2*000
Bibliolbeca do povo, 31 caderniobos
broc. 4*000
Um misterio de familia, por F. Tavora,
1 vol. broc. 2*500
Um casamento no arrabalde, 1 vol.
broc, mesm< autor. 2*500
No es npU.no desta folha se dir quem vende
estas obroo foiendo se batimento vanlajotoa
quem comprar todas.___________^___
20Ra ]. de Marco20
PARA PRKSKNTKS
Acaba de recebar o que ha de mais
lindo em caix&s de perfumaras, as nov
dad es mais recentes de Pars, as caixas
sSo todas forradas de setim.
E' um rico presente que se pode offe-
recer a qualquer pessSa, sem risco de ha-
ver cousas mais bonitas.
* PRECOS RESUMIDOS
Amaral efe G.
Farelo superior
no largo do Mercado ; 1*800 n ii.
Lagrimas abundantes correram pelas
faces lvidas do moribundo.
Oh sim, murmurou elle desvairado,
muito culpado!... T8o culpado que morro
por isso !...
Jacques estremeeeu at o amago do co-
racSo.
Era verdade!...
No momento, porm, de ver as suas
suspeitas conveiterem-se em verdade inne-
gavel, o Sr. de Rhodes, sob a indignacao
e a dr que o cingiam com as suas garras
de ferro, senta todas as forjas abandona-
reis n'o !...
Se sua filha nao tivesse cabido as mitos
daquelle mando fraco, ingrato e traidor,
estara viva ainda !...
Mas Jacques possuia urna vontade po
derosa. Sabia ordenar a si propro que
todo esquecesse, quando se tratava de at-
tingir um fim.
Resisti aos sentimentos que o assalta
vam. O seu rosto, por um esforco Bupre-
mo, conservou se t&o calmo como se todas
as torturas do inferno nao lhe estivessem
rasgando a alma; a sua voz, a sua atritu
de, nada nelle se alterou.
i'oia bem, disse, em nome de sua av,
que me chamava seu filho, em nome dos
mortos, e talvez tambem dos vivos, venho
ieer-lhe : Se culpado, trata de reparar
. mal que tez, confiando-m'o. E' a nica
maneira de alcancar o seu perdSo... de
ficar sendo ou de vir a ser bomem de bem,
de nao ser amaldicoado por aquellas que
oiham l do c >.
Oh! meu pai... meu pai. eu bou
m miseravel ..
Que fes entto ?...
Nada, mas deixei fazer !...
O que ?
A verdade approximava.se... Jaoques
morria de emocao.
Margarida 1... balbuciou o mori-
bundo ... Eu a trahi I... g
Depois, em vos mais rpida, estrangu-
lada na garganta :
48Raa Duqne de Caxlas4
O proprietario deste tabnlecimentojenti
nuando a liqudalo, est vendendo por
menos 50 /0 tanto tazeoda de lei com
de moda.A SABER :
nids
Cortes de etamine de 145000 por 8)}000.
Surah de linho muito largo a 320 re. o co-
vado.
Voile de 12 matisado, ultima m da, a
80 rs. o oovado.
Dito de algodao a 200 rs. o covado.
Eumines de cores a 28'-, 300 e 320 rs.
o covado.
Vlerinos lavrado a 500 ra. o covado.
ephiros de cores a 120 e ltO rs. o co-
vado.
Las de cores a 200 e 240 rs. covado.
Cachemira do quadros com listraa de seda
a lOOJ o oovado.
Cortes de metim par. vestidos a 64000
um.
Ditos brancos bordados a 124000. 140000
e 150000 um.
w
*4UPEJ&r0R
3$00(Tti libra em lata
Importadores
ALFREDO LOPES & G
8a ftoa da lasperalrlz 88
PERNAM0DCO
Tragues

fin leques de todas as qu.>lidade pa:a senbo-
ras e criancas receberam Pi-droAaliirje*l'C.
E-p eoaido -oriniento un borados
icoV-d,
filo
Va iadissimos padrea de olee
e iinbo.
Liniias meiar" de E csssia e algodomoderaa3
core.
Hygienicoi espanilhos brancos e de cores,,
para senboras e criancas.
Grande varieia"e em volcas e balaios, porta
facas, celtas para fiVres c cadeiras de palba.
Nao efquecendi que temos cddios outros ar-
ligos que se acbam em expo ico permaneate
na Nova Esperanca ra Duque de Casias nu-
mero 63.
uoiniiyi)
Js Uf\..C~*.^3k *4\. K_f *\. Jzj v\, Jt.
\ Loja las Estrellas, tendo dado seu
clZt^^t^oJ^JX. balanco sepanru os seguintes artigos que*VeBr-
porjde por metae do seu vaLr
I A S1BE&:
Fazendas de lei
IV
C pas ricamente bordadas a vidrilho
2oW>0
Cortinados de crochet a 104000 o par.
Le
MadapolSo americano com 24 jardas a
54000 a peca
Bramante de linho a 24000 o metro
faunos de crochet para cadeiras a 500
'8 um.
Sargelm de todas as cores a 200 rs. o
o covado.
Cortes de casimira para calca a 4(000
um.
Colchas de cores a 20100, 34000, 44000 e
50000 urna.
Toilettes para baptisados a 64000 um.
Pichas de retros, todas as cores a 10000
um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
10600 um.
Cortnados bordados a 60000 e 70000 o
par.
Atoalhado de linho com defeito a 20400 o
metro.
Camisas finas de meias a 16000 um&
Oobertas forradas para casal a 20500
ama.
Batistas de cores a 120 e 160 o covado.
Toalhas para enanca a 100 rs. urna
Ceroulas francezas, a 10000 urna.
Atoalhado de algodao a 10200 o metro.
Algodao trancado para toalha a 10OOU o
metro.
Bramante de algodao com 4 larguras a
800 e 10000.
Lenjos de algodao a 10200 e 20000 a
duzia.
Ditos de esquiSo a 20500 e 30000 a duzia
Collarinhos e punhos de esquiao, preces
sem competencia.
Cretones escuros e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Brim pardo trancado a 240 rs. o covado
Panno da Costa para mesa a 10200,
10400 e 10600 o evado.
Camisas de linho para homem a 20000,
30000 e 40000 urna
Vestidos de Gersey para creanca a 60000
um.
Coatumes de cachemira para homem a
140000 a 150000 um
Cortes de fustao para collete a 600 rs. um.
uardanapos c m franja a 20OLO a duzia.
Espartilhos couraca a 40000 um.
Oran din na phantasia a 360 o covado.
E muitas outras fazendas que s com
a v sta, assim como em sua officina de at-
raate aprcmplo do era Q horco qualquur
costume, garantindo-se toda perfeico em
trabalho e preco resumido
S na Revolu^ao
BENRIQUE DA SILVA MOREIRA

.ojal Bleod marca VIA
ste excellente Whisky Escocez pr*
t'erivel ao cognac ou agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molhados.
Pede Koyal Olead marca lado
cuio nome e emblema b2o registrados par
todo Brazil.
BROVVNS & C, agentes.
sc"tm
hoihais_
*** OLERY
VerJe-ss em toda i car'
Nauzuk, desenhos modernos, a 120 rs o covado.
Percales, lindissimos desen os com pequeo toque de mofo, de 400 rs a 160 rs.
o covado.
Fustdes, desenhos lindissimos, de 360 rs. a 140 e 160 rs.
Tuayles escoceses, de 50 rs. a 120 e 160 rs.
Cretones, desenhos de voiles, de 400 a 240 rs.
MadapolSes americanos com pequeo toque de mofo de 80000 a 50000.
Bramante com quatro la.garas de 10^00 a 600 rs. o metro.
Dito dito de linh- de 205 O a 10600.
Dito de orna s largura a 320 rs.
Ganga Grapton para cberta de 500 a 240 rs.
Fazendas de phantasia
VoUcs, lindissimos desenhos., a 16) e 2u0 rs.
BarejeB escocezes a 80 rs.
Merinos de 1S, pretos e de lindissimas cores, de 800 a 240 rs. o covado.
Cachemiras de quadros a 240 res o covado.
Etamine, branca e preta, de 10^00 a 24U rs. o covado.
Seda lisa e com hstras de 1060.' a 640 e 800 rs
Cortes de vestido circassiana com chapeo de sol de 200000 por 12(5000.
Ditos de cambraia branca bordados -e de cores de 160OCO a 60000 e\70OQ
cada um. \ .
Setim de todas as cores a 700 rs o covado.
Dito dos Alpes de 400 rs. a 200 rs. o covado.
Linn de todas as cores de 50o rs. a 200 rs.
Crep da China, bordado, todas as cores, de 600 rs. a 200 ra.
Para homens e meninos
Casimiras inglesas, pura 13 de 405OU a 20O e 26500.
Bnns de cores e pardos, de 800 rs. a 240 e 320 rs.
Camisas brancas com um pequeo toque de mofo a 10600 urna.
Ditas de fiauella a 20OLO.
Brim branco superior de 20OCO a 8C0 rs- o metro.
Brim de linho de cor, padrdes novos, de 20 00 a 10000 o metro.
Cortes de casemira ingleza de 6000 a 2A5O0.
Ditos para collete de fuatfio e velludo, de 40500 a 800 rs. e 10500 um.
Ditos de brim de linho, novidarfe, a 2d200
Camisas inglesas para homem de 540OOU a 365000 a duzia.
Ditas de meia para homem, com mangas e -em ellas, di 200000 a 80e 120
Ditas de la com hstrasInternacionaesde 555 0 por 35500.
Artigos d versos
Meias de cor para meninos de 60000 a dusia, a 10500.
D.tas para homem, brancas e de cor de 50000, 600^.0 e 80000, a 30000, 40000
e 50OCO rs. .
Lenos imitacSo de linho branco e de cor de 30000 e 40000, a 10200 rs. a
duzia. *
Toalhas felpudas de 60000, a 30000.
Ditas alcueboadas de 4000 a 25500.
O uardanapos de 40< 0, a 20000 a duzia.
Meias cruas para senhora, com um pequeo toque de mofo, brancas e de cor
de 140OOU, a 50tX)L>, 60000 e 70000 a duzia.
Casacos Jersey para senhoraa e meninas a 30000 e 400 0.
Luvus do coda de todas as cores de 20500 a 10000 e 10200 o par.
Leques de fa' tazia a 400 e 10OOU rs.
Espartilhos couraja de 60000, a 40000.
Saludas para baile a 500 rs.
Babados brancos e de cores a 500 rs.
ntremelos bordados a 320 rs.
Cortinados para cama a 60000.
Colchas de fustao brancas e de cores a 20000.
Cobertores a 700 rs. um.
Chales de casemira de 50000 e 65000, a 20000, e 30000.
Um completo sortimento de algod5es nacionaes, brancos e de cores, que se
vendem por preyos sem competencia
Retamos de algodoes, chitas, lans e sedas.
Emuitos outros artigos que se vende grande abatimento
Loja das Estrellas
56E58-BA DUQB DE CAXA8-56E58
Telephone n. 2l0.
I
i
m
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v
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-


V

Eu sei, continuou elle, covarde,
vil para um homem acensar urna mulher
ne-sis casos... Deveria calar-me. E en-
tretanto a verdade...
Hesitava, horrivelmente angustiado.
Conjuro-o a que falle, disse Jacques ;
com migo nao tenha esses escrpulos. Fal-
le, diga tudo, peco Ih'o de joelhos.
Pob bem, eu amava Margarida..,
NSo tinha por ella paixao violenta, n2o...
mas amava a santamente, religiosamente,
amal-a na sempre, se.
(Jalou se mais urna vez.
O tempo urga.
Se Diana n3o se lhe tivesse offereci-
do, nao verdade? perguntou Jacques
brutalmente.
O moribundo inclinou a cabeca.
E ella entregou seiba ?
Sim !...
Antes ou depois do casamento de
Margarida ?
Depois.
O Sr. de Rho-es respirou.
Fabio era menos infame do que elle
suppozera.
Mas Diana?...
Longe de respirar a felicidade daquella
a quem deveria adorar de joelhos, atacara
e aniquilara com as proprias mitos essa
pobre felicidade !...
Jacques conteve um ragido.
Ao ionge, o repique dos sinos da igreja
da 1 ieia atravesaou o espigo, annuncan-
do o fim da missa.
Os minutos voavam...
Quanto tempo perdido 1...
E as suas relagdes adulteras dura-
ran) muito tempo? continuou o armador.
Um anno.
E Margarida soube dellas ?
Sim.
Quando ?
No da da sua mor le
Um soluco dilacerante subi aos labios
de Jacques.
Eu estava certo disso... ezolamou
elle, estava certo f. .. Oh minha filha,
minha filha!... Pode se ser tao grande,
tito generosa como tu ?.
Cahira aos ps do leto como um car-
valho fulminado pelo raio.
O seu desespero era tao grande, que
lhe tinha feito esquecer a nocao das cou-
sas
De repente voltou-lhe a consciencia da
sua situacSo.
Ah covarde e fraco que era! demora-
va se do passado, isto no irreparavel,
as lagrimas perdidas, nos pezards inuteis,
e o pr -sente... o presente, qoe devia ex-
clusivamente excitar lhe a curiosidade e a
solicitude, esgtieca-o !
Ergueu se e oihou para Fabio.
Esta, igualmente sob o peso das recor-
dacfjes do passado, estava esoiagado pela
emocao.
NSo se mexia mais e pareca ter entre-
gue a alma a Deus.
Jacques inclinou se sobre elle.
Fabio.
O marquez parecen n3o ouvir.
Deus do co !... exclamou o Sr. de
Rhodes, estar morto ?. .. Morto sem ter
fallado!...
Estara sobre urna mesa um cordial, Jao-
ques m nistrou algumas gottas de medica-
manto ao agonisante.
Fabio abri os olbos.
PerdSo murmurou elle.
Sim, sob a condicSo, porm, de que
voc diga o resto. Porque nSo disse tudo
ainda, nSo verdade ?. .
Ai, nao, nSo disse tudo I...
Quo ha mais?...
O Sr. d'Argelles ergueu a muito custo
a caneca, e, com toda a forca de que foi
capaz, repetio a sua phrs9 :
E' horrivel, bam sei, mas nSo fis na-
da. .. Juro ofspb palavra de honra... Deus
fazer... Ah Tnisera vel que bou 1 ..
Cahio novamente para tras, Bem voz,
quasi sem sentidos.
O que 1... Ah falle, Fabio, falle,
supplico-lhe, exclamou Jacquos. Que dei-
xou voc fazer ?...
O marquez fez signal de que j nSo ti-
nha voz.
Depois a sua mSo estendeu-se n'ura
gesto supremo na direccSo chamin.
Jacques nao vio, nSo comprehendeu ease
gesto.
Ouvio se no corredor um certo ruido.
Elle julgou que Fabio designa va esse
ruido.
Louco de dr, o conde exclamou :
Foi a sua filha, filha de Margarida,
que succeieu alguma cousa, nao verda-
de?... Voc" deixou-a roubar, Fabio? ..
Vas nSo pode ver o signal, o gesto, a -'
expressSo. pelos quaes o moribundo, pri-
vado de forcas, conseguio ainda responder*
he, porque a porta aorio-se sbitamente e .
urna sombra atirou se entre o Sr. de Rho-
des e o marquez d'Argelles.
Era Diana.
De um golpe de vista ella vio o mar-
quez mais branco que um cadver, sem
moviuiento, virado nos travesseiros, e de-
pois Jacques, angustiaao, desesperado, ter-
rivel decepcSo que nSo oceultava.
NSo sabe de nada pensou ella. Mas
cLego a tempo!
E em voz alta :
Meu padrinho, disse ella com incom-
paravel dignidade, o senhor pode verificar
por si proprio que eu tinha razao de nu
o querer deixar entrar no quarto deste
moribundo. A emocao de sua presenca
foi para elle um golpe ter.ivel. ..
Entao, naturalmente, simplesmente, Dia-
na inclinou-se sobre o marido.
Fabio! disse ella meigamente, sou
eu...
Elle nao respondeu.
Meu DeuB! murmurou Diana, affeo-"
tando grande angustia, elle j nSo respi-
ra 1..,
(Cbnfc'nuar te-ha.)
Typ. Diaro, Ro ique"e~l*xias u- .i~




Full Text
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