Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17367


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Full Text
1
*
4
*>

1,

-



Propriedade de Manoel Figueira de Faria
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres meces adantaos.....
Por seis ditos dem......
Por um anno dem......
('ndu numero avulso. do mesmo dia.
fidOOO
12000
2b\p000
4100
Os Srs. A mede Prince St C.
de Paris, sao os oossos agentes ex-
clusivos de annuncios e publica-
coes na Franca e Inglaterra.
Por seis mezes amantados.
Por nove ditos idem.
Por um anno dem.
Cada numero avalu, de din aotfimnrsa.
TELEGRAjflMAS
12371.: fAfiRCftAB so siabzc
RIO DE JANEIRO, 8 de Agosto, s 3
hora e 50 mi utos da tarde.
F'i nomeado engenheiro director da es-
rada de ferro de Paulo Affonso, o eogc-
clit-iro Antonio Joaquim de Suuza Car-
nero.
Fui tambem nomeado engenbeiro
chefe das estradas de ferro de Pernambu-
co, o engenheiro Jlo Chrochratt de Si.
Foi igualmente nomeado engenheiro
cbefe e director da Estrada de Ferro Cen
tral do Brasil, o engeaheiro Lassance Cu-
aba.
de ri{ nif* 1 ili for-
da Tliesouraria de Fa-
.. ::s::;: : assscia ams
BRUKELLAS, 7 de Agosto.
O Bario Van der Smisseo, tenente^ge
neral, foi aposentado as saat funccT>e6.
Agenoia Ha vas, filial em Pernambuco,
s de Agosto de 1890.
IHSTRCClO POPOLB
A SASXTASZLISASS SOS ASTBOS
POR
JO S M-OHiSI-D F3JKHTKS
CAPITULO XXI
lVrra ne pmiae privi aio al-
eaos qur a diMiinaa do* Iros
mu iidon- I* i m eos favor da fes
tillilMde lino ilr
I
(Continuacio)
Podero aceaao ser miis certas, raais verdicas
dir em seu despenoas asserces de um yu
halo de ideotogistas, do que o.< principios que
se sustentara desde as mais antigs eras, com
leiacio ao privilegio de sobermia qae reside aa
anecie humana altestados pela tradico, pelo
ratiociouto oo verdadeiro e natural seotido das
eoisas. e pela opinio unnime dus homeos de
todos os tempos e de todos os paizes ?
Esta dijaativa tem a sua meihor e mais plau
sivel resposu oa parase tmmonal do celebre ma
tneraatico Galileo ; E par si innove.
E' grande loucura. e at h-resia philosopbica
considerar o nosso nurailde globo, de tao siguas
P'oporces. se o compararmos com os moitos
que povoam o Brmaraento, como a nica ede
o de se centralisa e deseovolve a existencia uni-
versal.
A materia, era quilquer estado das infinitas
ormas e aspelos que eucerra, mosira por toda
a parte o exeesso de vina que conleem os seus
uggregados mo ecalares. Essa pieniule, essa
superabundancia de movimento vital irasbordam.
por assim dizer, dos seus an"gos leitos. assim
ns obras mximas como as mnimas, da Nata
reza, sen oulra medida que as leis geraes a que
vive sujeita. e as acadentaes de lempo, situaco
e espaco.
A-sira. pola, a obra da creaco urna e nica-
ma? inlinita, perene, sera limites conhecidos
ira dos mencionados-.
A existencia as suas multplices gradoaces,
Ij-ina parte integiante, preferente, nica, da
creaco. Loko, >-e esta e inQola. se infinitos sao
os seus processos, inlinita lamhem a ma forca
vital, pois que por lodos os lados nos rodela e
n >s sabe semp'e ao encontr.
A contemplacao e o es'ud de tantas rnaravi-
ihus levara nos a exclamar cora Seoec* : A
naior ventura do homem elevar se aos ceus,
.lesenvolver e oeneirar os m-tts ntimos recondi-
(os aa Natuieza .
(Continua.)
PAETE OFFICIAL
Com Mando das A raas
CABTBL GENERAL DO COMBANDO DAS
AhMAS DO ESTADO DE PERNAMBUCO, 6
DE AGOSTO DE 1890.
Oraem do dia n. 8
No duplo carcter de eommandante das
armas e presidente da commissao execu
t va dos festejos que bontem se celebra
nm nesta capital, em homensgem ao feliz
anniversario natalicio do Exm. Sr. general
Manoel Deodoro da Fonseca, primeiro ci
d-ido desta nossa querida quilo estreme
eida patria, me grato teztem inhar o
neu uaior reconhecimento a todas as cor
poracoes e pessos que concorreram
mareba cvica effectuada sob minba di-
reccao, dando festa um carcter emi
nentemente popular e patritico e bem
assim aus Srs. commandantes dos bata-
Ihtes da guarnicao e corpo de menores
dos arsetaes de mancha e guerra, pelo
asseio, garbo militar c uniformidade com
ue se apresentaram nesse acto seus
efhciaes e pra9as ; formando os mencio-
nados corpos urna brigada sob o comman
do do distincto cidadao coronel Feliciano
Caliope Monteiro de Mello
{Assignado).Joaquim Mend't Ourique Jacques,
laeral de brigada,
Antojio Duarte
me o Inspecti
zenda.
Aprgio de Moura Gondim.Sim, me-
diante recibo.
ComuI de Po tugal.Informe a Inten-
dencia Municip I do Recife.
Companhia Pernambacana.Informe o
Inspector do Thesouro do Estado.
Empresa de Navegayio a Vapor do
Baizo de S. Fra cisco. Informe o In-
spector do Theoouro do Estado.
Francisco yprianno da Silva Santos.
Faca as provas exigidas pela lei n. 2u38,
de 2 de Agosto de 1889.
Fielden Brothers. Informe o Inspector
do Thesouro do Estado.
Francisco Cordeiro Fonseca de Medei-
ros.Informe o Inspector Geral da In-
struevao Publica.
Ouilhermina das Dores Gomes de Car-
val ho.= Deferido com oficio de boje
Thesour ria de F. znda.
Jos Luia Ribeiro.Escripture e, para
ser paga opportunamente.
Lvdia Alves da PuriticagSo Bezerra.
Informe o Inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Luiz Epiphanio de Sonsa.Informe o
Inspector do Thesouro do Estado.
Alferes Manoel do Nascimento Borg>*B
Leal.Informe o Inspector do Thesouro
do Estado.
Manoel Francisco Novaes. Informe o
Dr. juiz de direito do 2 istricto :rimi-
nal da comarca do Recife.
Manoel Lopes de Albuquerque Infor-
me o Ii-pector do Thesouro do Estado.
Raymundo de Siqneira Campos. In-
deferido.
Secretaria do Governo do Estado de Per-
nambuco, 7 de Agosto de 1 90.
O porteiro,
H. M. da Suva.
Repartir da Polica
2. seccjUt.N____Secretaria de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 8 de
Agosto de 189 ).
Cidadao g-ivernador.Participo-vos que
forana hontem recolhidos Casa de De
tenco os individuos de nomes Jos Marques de
ouza, Affonso Francisco da Cota, Anna Hoilan-
da de Siqueira Cavalcinte, ElesDo Izidro da
Silva Eduardo Candido da Silva e Hercaiano
Jos do Espirito-Santo.
Foratn recolhidos Casa de Delenco pelo
subdelegado de Santo Amaro das Salinas os in
dividuos Francisco Tdomax de Mello e Manoel
Poocio Ferreira por terem espancadoa Jeronymo
L-opoIdo de Car aibo.
LoDtra os delinqueates abrio-se o competeote
i querilo.
Prln suhdelegado do 2.* districto de Bebe-
fibe, foi remetiido a juno competente oinque-
rilo policial a que proeedeu contra Joao Rodn
gues dos Santos, por crime de forimeoto grave
na pessoa de Jos Pinheiro da Silva-
Commuoiron-me o subd legado da rpgue
7.i de S>ii'o Amonio qil- no ma 3 lora i ouuada a qu inua ue uiu conio Sfw c-uios
e untos mil res do notel denominado Republ
cano, sito ua ra Duque de Caxias e de proprie-
dade de Mano-I Alves.
Das iudagacO.-s a qie proeedeu aquella auto-
ndade venlicou-se ter fido autor do roubo um
menor, hospede do mesmo hotel, conhecido por
Yo jo, que evadi se.
Acerca deste faci e de que tomou conhecimen-
to o delegado respectivo, procede se nos termos
da lei. .
No dia 3 do correte, no lugar Paratibe do
terjio de Olioda. travaram-se de razes os indi-
viduos Antonio Loureoco e Francelino Joaquim
Bernardo de Seona, resultando da lula sahir este
gravemente ferido.
Cintra o deliuquente. que evadio-se. a auton
dade respeciva proeedeu nos termos da lei.
Hooiem. as 9 horas da noite, tendo sciencia
o subdelegado do 2. disincto de S. Jos de que
na ra do Nascente. daqoeile districto, tinna
fallecido re. eotmamente urna mulber de nome
Francisca de tal, para all se dirixio e proeedeu
as oecessarias averiguaces ; e, constando ter
sido a morte resuludo de um crime. providen
cou se para ser effectuado pelos mdicos da po
licia o necessario exame, continuando aquella
antoridade em outras diligencias para o deseo
onment da verdade.
Sade e fraternidade Ao cidadao de-
sembargador Bario de Lucena, muito di-
gno governador do Estad de Pernambuco.
O cbefe de polica, Antonio de Olinda
Almeida Cavalcante.
overeo do Estado de Pernaai
baeo
DESPACHOS DO DIA 7 D AGOSTO DE
1890
Cspito Antonio Carlos dos Santos M^r
gulbao.Informe o Inspector do Thesouro
do Estado.
Dr. Antonio Joaquim de Barros Sobri
nho. Informe o piovedor da Santa Casa
de Mi-.ericordia do Recife.
Tkesouro do Estado
DESPACHOS DO DIA 7 DE AGOSTO DE
1890
ario Pope Giro. Antonio Pereira Mendes.
de Oiiveira e Souza, Jos Das Alvares
I Francisco de Salles e Albuquerquc, Fe
tvreira de Sooza. Manoel Martins Campos,
heriros do padre Antooio Jacme de Araujo,
Pompeo deCarvalho Soares Brando, Joaquim
de Almeida Valenca e Joaquim Felippe A
ABuiar. Informe o D-. Contador.
Joo Iunacu de Medeiros R-go, Francisco de
Meodonca Pinto. Pedro AL-xandnno
Cabra! e oulro, Basilio de Miranda
mbeiro de Mor'aes.-Haja visu o Dr procurador
fiscal. ._
Joao Jos de J-sus Amenco S.im.
Dicnisia Pacheco da Silva, Santiago *L.,e
L'berato Flix de Sooza.-A' seccao do Con.ei
ClO-O.
Jote Manoel de S.Sim.
da Costa
e Joao J b
EUROPA
Pelo vapor Malange da Malla Real Portugneza
tiveraas folhas de Portugal at de ti Julbo.
D'ellas coleiuos as segrales noticias :
Portul!
Na sess > nocturoa de 20 da cmara dos de-
pulados fot ap^rovado uomioalmente por 48 vo
tos contra 25 o projecto do monopolio do tabaco.
No i,.asmo da prtslaram juramento e toma
ram acento na cmara dos pares, os dignos pa-
res Luiz Antonio Raiello da Silva, marquez das
Minas e Kerreira Novaes.
Na sessao de 23 da cmara dos deputados
foi do om decreto prorogando at 30
legislativa.
Na cmara dos pares foi approvado por 30
votos contra 6, no dia 24, o projecto dos 6 % aJ
diciooaes.
- Na cmara dos deputados, oa sesso de 26,
foi approvado por 54 votos contra 19 o projecto
do camioho de ferro de Massamedes, oas ge-
neralidades.
Foram dissovildas as commisses especiaes
eocarregados do exame e classificaco dos do-
cumentos de <~obrang.i de mpostos e rendimen
to-i aotigos, existentes as recebedorias dus
bairros de Lisboa.
Foi diss.-ivida a mesa da Sauti Caaa de Mi-
sericordia de Cintra e nomeada para lirigir pro
visoriamente este instituto de earidade, urna
commiss&o administrativa.
Diz o Commercio de FoHugai que trabalha
se activamente no sentido de organisar em Por-
tugal o partido catolico. Se esta idea for por
diante cabera, ao actual goveruo a glorta de ter
preparado ou facilitado a reorganisacu do par
tido legitimista e a orgaaisacao do partido catho
iico em Portugal.
Diz a mesma folha que Ei-rei receben urna
commis*o composta dos Srs. Pesaanba, Viscon
de da Regu, Jo- Mara d'Alpoim e Ersindo
Sampaio, representando es lavradores do Doaro.
qae apresentaram a represeotacao da Liga* dos
i .vradores do Douro, pedindo a regulameataco
da h-i das martas de 1883.
> S. M., acothendo com a sua costumada be
nevolcoca a commissao, prometteu interessar-
se pelo pedido da Liga
Le-se na mesma folha de 20 :
0 Tone, chegado bodtem, publica ama nota
de um correipotidenit, qae s refere i qaestao
pendente entre Portugal e a Inglaterra, aprsen-
las io as bases, que julga mais provavels, do
aecordo que terminar a pendencia. A corres
pondencia, que nao podemos publicar na into-
gra, tao miuuciosa. que diffivilmente se pede-
r deixar de acreditar que ella foi ia-pirada em
esiaces ofliciaes. Segundo, ella o nosso domi
nio na costa oriental na redozido a 1 050:000
milbas quadradas, perdidos completamente os
territorios em litigio, e mais algons sobre cojo
direito de dominio nao houvera, se quer, con
testagOes. O oosso dominio effectivo exercer-se-
ba de Tete para baixo, e nos territorios corapre-
bendidos entre a margem norte do Zimoeze e o
lago Nyassa, a onde seguir a linha de limites
norte d provincia de Mocamoique at a foz do
Rovuna. O correspondente allu -e liberdade
de novegaco do Zatnbeze e do Chira, ao diretto
de Portugal establecer urna estacan n) Zumbo,
Meando, comtodo, o territorio comprenendido
entre Zumbo e Tete pertencendo Inglaterra
Merece in especial mencodois fados :i." 0 cor-
respondente considera a conveoco auglo portu
gueza, como nm mpplemento do tralaao anglo-
a.'lemo 2 O correspondente trata a Comp
nhia Jnglezu do Sal de Afrira como ama potencia
coulraclaule rw a vu de Portagal.
IIjii em noite. na cmara dos Srs0 deputa-
dos, o Sr. Emydio Navarro referi se corres-
pondencia do Times e annunciou que desejava
raterpeilar o governo sobre o assompto na ses-
so de amanb. O Sr. ministro da fazenda res
pondeu que avisara o Sr. ministro dos negocios
esirangeiros. declarando eomtuio que a noticia
on informacao do T.me- nao poda ser considera-
da official.
E' para desejar que as explicaces do Sr.
ministro dos estranaeiros sejam de natureza a
iranquillisar o espirito publico, preoccupaitp
pelas noticias do Times
L se na mesma folha de 26 :
O Daily Chronicle de 21 do correte publica
um pequeo artigo, em que diz corier, com in-
sistencia, que esli asseotos as bases do tratado
anglo-porluguez e por forma satisfatoria para os
dois paizes. e que Portagal tem dado provas de
generosidade e hom senso. Assimdiz a folna
iaglezaPortugal abandona a doutrina allem
do lltntrrlind, em virtude da qual cortara as
uossas commuuicaoes entre a colonia do Cabo
e o uaz do Ny issa, como, em oome d'esta dou
trina acceite por lord Salisbuiy, a Allemanba
corta as do Nyassa com asoossas poseasoes do
litoral leste, Zimbeze sena neutralismo.
Portugal reouacia s suas pratences sobre o
reino do Lobengula e sobre o paiz d< Machona,
onde nos d urna va de cooimuaicacao por agua
Recoonemos os seus direitos sobre a vasta regio
comprebendida entre o lago Nyassa. o Rovoma
e o ocano Indico. Admittimos a soberana nao
.-o al Tete, mas at Zumbo, no Zambeze.
Este ac .ordo ao mesmo lempo equitativo e
hooroso para as duas partes. Ha, porem, urna
cousa que tolda a nossa satisfajo; o boato que
corre em Giasgow de que lord Salisbury est
disposlo a ceder a Portugal Blautyro, a capital
da nossa colooia de Nyassalaud e os altos pa
natos do Chire. onde, a custo ae amitos esfor
eos e dinheiro, os nossos colonos urearam pre
cosas plantac s
Hespanfea
Sobre os graves acontecimentos de Melilla. o
Sr. presidente do cooselno de ministros envin
a toda aimprem-a um relatono oDciojo do que
se passara. negando a auiheniiciuaoe das noti
cas publicadas no* jornaes, attribuindo as a exa
geros uos passageiros do vapor SevUla, que nao
tiobam elementos para apreciar a verdade dos
fados. Segundo esse relatorio, a orieem do cou-
fliclo fo-em rivalidades enti* o baj nomeado
ltimamente pelo suitao e o sen antecessor.
Ha tres mezes que o governo bespanbol tinha
coohecimento d'esias rivalidades. 0 governo nao
foi pur isso urprehendido com as noticias rece
bidas de Melilla. e tanto qae anda ha poaco ex-
pedir lostrueses para o sen embaix.ador de
Marrocos que ae harmomsam perfeitamente as
exigencias da actual situacao.
>egundo alarma o mesmo relatorio nao ha
motivos para se nquietarem os espirRos com as
condices dos fortes de Alhucemas e de Velez.
O excellenle cauho da praca de Alhucemas
desmasiadamente temido pelos mouros para al
guem recelar que esies, sem artilheria e sem
material de guerra possam eficazmente bosiilisar
os bespanboes. Nao val mais longe a informa
c o ofliciosa. As folbas ministenaes, porm
do anda as segrales explicaces acerca do
succedido : Segundo o art 6o Jo tratado de
paz de 18604 no limite dos terrenos neutras
concedidos pelo suli s pr. cas bespanholai de
CeuU e de Mellila, S. M. o re de Marrocos eolio
cara um kaid oa gove nador com tropas regala
res para evitar e repriiuir os assaltos das tribus.
as guardas do mouro para Penon e Alhucemas
sero collocadas no littoral martimo
Pela morte jo kaid designado pelo soberano
marroquino foi aquelle cargo concedido interna
mente com todas as v,otageus e rendimentos a
Mammao Mojtar. Entre os rendimentos avulta
o da cobrauca de 2 50 pesetas de direitos pela
sabida de cada mouro, o que represeuta um
reodimento de 16 a 20 mil duros. Nao ha muito
lempo que o suitao nomeou baj ou kaid effecti
vo dessas tribus froriteirigas a Sin Mahomed
el-Asan. .
Claro est qae o kaid interino vio mal a no
meaco effectiva e d'ahi o conflicto, a excitaclo
dos elementos populares. O novo Kaid pedio
aogovernador de M-lilla que Ihe fossem abona-
dos a elle, e nao ao kaid interino os direitos de
sabida dos mesmos. O go7ernador accedeu. 0
kaid interino assaltou enulo a prac para se vin
gar. Tal a historia cornada pelas folhas rainis-
teriaes hespauholas.
Dizem de Madrid : 0 ministro de estado
telegraphra ao representante da Haspsuha e
Tnger para que reclame do governo marroqu- nacc-es muito meos casual do que se pode
no a man ampia satisfacio, e o ministro da'
guerra dea ordem ao governador miliur de Me-
lilla, para que procela col o rigor qie as cir
cumstancias exijam.
- Nao para inspirar tranquillidade a sitoa-
co da Hespajjha, porque nao s se aggravou a
qaestao poliuca com a chimada ao poder do Sr.
Cnovas del Casjilo, obrigando urna co .centra
cao de todos os ehssentos liberaes. que s pre
param -p-i abrir urna campano decisiva entre
os conservadores, mas tamoem augmeutaram as
dilfi ;uldades fiuanceiras, tendo o ministro da fa
zenda declarado hi poucos dias qae para equi
librar o orcameuto carece, desde j. de 200 mi
lOSes de pesetas oa mil coaras de rei!
A agiuigo operara redobra de Intensidade, e
o ministerio, que ha pouco menos de um raez
foi chamado aos conselhos da corda, enconara
j emoarncos to senos oo desenvolvimento da
sua aeco prematura, que se dira j gasto pelo
exercicio de largos aonos de poder.
0 Sr. Sagasta, cbefe do partido progressista,
est n'uraa estacS) de trao, descancaodo das
suas fadtgas polticas, qws isso nao impede qae
esteja sendo todos os dfas alvo das mata extra-
ordinarias raaaifestac js de adhesao e de sym-
pathia de todos os liberaes.
A colligaco liberal um facto em Hespanha,
e eremos oem que as medidas repressivas qae o
Sr. Cnovas del Castillo prepara, como a disso
luco das cmara* muoicipaes oode predomina o
elemento liberal, servir apenas para fortalecer
eattiusiasmar a opposico qae contra o miuiste
no se levanta em todo o paiz. om ama anan
midade de qae nao ha memoria.
A titoacao por n, nao iseota de perlgos, e
os maiores es tao na questo finaoceira, que
gravissima em Hespanba e coneca a preoecupar
st-namente toda a gente que all (em mteresses.
Knutfo
Mr. Rouvier. ministro das fioancas, em Fran-
Si, soffren urna sensivel derrota na cmara dos
epatados, na questo do orcamento.
Recapitularemos para por os nossos leitores
bem ao crrente do que se passou, porque ocaso
nao deixa de ter interesse.
A reforma, concebida pelo governo e acceita
pela commissao do orcamento. tinha duas partes
que mutuamente se equilibravam diminuico
do imposto sobre as propriedades demasiada-
mente so irecarregadas, augmento sobre as que
se achavam exageradamente favorecidas. A
perda de um lado equilibrava se com o ganbo
do outro.
Os adversarios de todo o Imposto novo aecu-
savam a reforma de aprove tar para o thesouro
um saldo de dous milhbes e meio. A emenda.
a que ja nos referios, de M. Len Say, redo-
zio este saldo a meos de um mtlho.
A volacao qae foi grave para o governo.
Para se obter, ne augmento da cootribuico so
Ore a propriedade at aqu favorecida, a com
peosacao da diminuirn feita na propriedade
excesivamente enerada, o imposto devia ser de
4 p. c. A cmara, aceitando a proposta de Mr.
Len Say, reduzo a taxa a 3,20 p. c, isto ,
sapprimio toda a receita destinada a fazer face
despeza, que parece exige quinze milboes.
D ani o desastre para Mr Rouvier. Como j
tivemas oceasiao e dizer, este primeiro recoc-
tro foi desfavoravel sus ecooo'uistas do grupo de
Mr. Rouvier e dea ao de M. Len Sjy ama coa-
sideravel influenda para prosegair na sua cam
panha em defeza dos altos oterasses do com-
mercio e da industrial nacional.
Blgica
A Independance Belge contradi a oceupar-se
da questo do euiprssiimo ao Estado Livre do
CongJ. E' preciso dotar que uos circuios politi
eos, a folna bruxelleosr considerada como om
orgo de M. R thcbld de Londres, que, como se
sabe leve raallogrado o seu projecto de empres-
timo a) estado africano; mas, erafira, a ladepm
dance Belge tem opioio e pode dizer se que faz
opraio tambem, e por isso nao deixiremos de
empenbar esta iteressante questo. N'um dos
seus ltimos nmeros, a Independance diz que a
questo do Coogo est seuuo, decididamente,
um ninho de surprezas. Refere que. na reunio
da esquerda Mr Giroul notou que os artigos 3 e
68 da coostiluico. nao prev-m bypothesu da
creaco de colunias, mas nicamente a exteosao
de limites do Estado ou annexacOes de territo-
rios. Segundo a sua opiniao. o acto pelo qual o
Estado Ltvre do Congo seja altribuido Relgica,
violara a eonstitoico. Registramos esta opinio,
porque ella esia de aecordo com o que escre-
vem is logo que tivemos, conhecimenlo do acto,
de 3 de Julbo.
Italia
O Dtrttto, de Roma, aannncia que o governo
italiaoo, muito descontente com o rgimen adua-
nero da Tuoisia, fez sentir esse descontenta-
mento ao ministro dos negoebs estrangeiros em
Franca, e o embaixaJor de i a'ia em Paris, pro
curando M Ribot, e pnmira Ihe asurpreza can
sada. no Quiriual. pelas suas declaracOes sobre
o assompto
Dizem de Roma ao Journal des Debis, que
o Sr. Crisp, logo que regresse de Mduzo, toma
r a ioidativa de negociacOes com ouias poten
cus, artra de se ebegar a um aecordo sobre a
regulameotaco das espheras d'ratluencia e de
loteresses reciproco oa* possesses italianas,
inglesas, allemes, portuguezas e fraocezas em
frica. A questo de Tunis ser excluida dos
debates. Cem agricultores vSo partir brevemen-
te para Masssu.ra, aliin de iniciarem os traba-
ibos de cjlooisacio as possess^s italianas em
Afica.
A proposito de questis afriTanas :o Poplo
Romano diz, n'um dos seus ltimos num-ros,
que a Italia uada tem a perder ou a ganhar
com as couibtuace anglo-fraucezas, ara ia
mesmo que essas cominages sejam de natu-
reza tal, que modiliqura o ira ado perpetuo en
trea Inglaterra ea Tunicia A-.crescenta que,
com algutna boa von ade de parte a parte, se
poderla modilicar as relajiO'-'s entre a tana e a
Kegencia, por forma que a Frauc i pudesse rea
Usar na Tuuisia as reformas que os tratados ex
islentes turnara impossiv-iis.
liiKlal-rru
Eslava ucrainente discusso no parlamento
ingles da convenci anglo-allera. O governo
nao parece estar muito soccegado com reiaco a
attitude que a inaioria da cmara possa tomar
e.o aseurapto nao importante porque o Standard
orgo oficioso do gabinete Salisbury. publtcou
um artigo, fazendu apello ao pairiotisraoda
cmara inglesa, convidando a a votar sem dis
cu8s<-s uuieis, a couveiico que foi assignada
depois de reflectido esiudo dos estadistas des
i s paizes.
A folha londrintdaa entender que ao ae-
cordo sobre os territorio* afn-.o.is se ugamou-
tras quesiOiS na. ui-iii:i"0i'i.i-. >! ir. q e depeudem uiructaueute u.i ,appiovaco
delle .
Ora o artigo do Standird.ua vez ue serenar
os animo*, excitou os, ptfttfl) a opposie. nj
quer di-pensar-se de exigir explicaces as mus
claras e as mais positivas sobre a parte ray-de
riosa da convenco, p rque receia que naja uel
la compromissos que prendaiu a noerdade de
aeco da Inglaterra ua bypothese de qualqu^r
conflicto eurupeu
E' certo qae osjornes ofliciaes teera ate aqu
dasmentido. pela forma mais cathegonca.a ex
istencia de um tratado secreto eotre a Allema
nha e a luglaterra, mas o artigo do Standard
faz suspeitar efleclivameole que anda alguma
cousa oo ar e que a approximac&o entre a1 duas
imaginar.
Efectivamente j se diz que o tratado anglo
allerao obra da influencia da imperatriz Fre-
derico. que trabalha activamente no sentido de
realisar urna allia ga definitiva entre a Allema-
nha e a Inglaterra, devendo o imperador Gui
Iherme visitar amia este anno a corte de Loo
dres e ser all receido offi :ialmente como im
perador da Allenanna cora a maior solemoidade
possivel.
As nossas informacOes accrescentam que este
deejo ija imperatriz Frederico encoatra serias
diffijul Jades na sua realisaco, porque nao ple
haver luvida algama de que o pvo raglez nao
receber bem o imperador da Allemanba, qae
se arriscar mesmo a ser apupado as ras de
Londres !
Segando informam ao Ttmet. o teoenteal
lema o von Gravenrenth declarou que pode mui-
to bem ser que o tratado anglo allemao nao sa
tisfaca completamente os desejos do major Wiss
man e dos seus cfl-iaes, mas que se engaara
os qae o consideram como verdadeiramente fu-
nesto a poltica colonial allema.
Ora nos registramos com maito praser esta
declaraco, que vem reforcar a opinio que aqu
formulamos, logo que tivemos coobecimento do
tratado, opinio, que, julgndo este aecordo em
extremo faroravel a poli tica colonial allema, es-
lava em divergencia com a de alguns autorisa
dos africanistas porluguezes, que o jnlgavam
sobretodo favoravel para a Inglaterra.
Comecou a fuoccioaar em Londres a con
ferencia interparlameatar internacional com o
flra le discutir varios assamptos, entre os qaaes
o da arbftragem.
Nesta confer racia o parlamento inglez teri
uns lio representantes e 110 os parlamentos de
Franca, Allemaaha, Austria, Italia, Blgica e
rlollaoda.
Convidaram-se, sem excepeo. tedos os depu-
tados bespaoboes e porluguezes. mas, destes,
nao consta que bouvessem adheses, tendo, po-
rm, daquelle8 dedar do a sua adhesp, embo-
ra nao possam comparecer, nos 80.
Este coogresso, como os precedentes, tem um I
ideal perfeitamento platnico, mas oem por isso
deixa de ser importante
O assumpto principal a tratar no coogresso
a arbtlragem.
Nada de ma s sympathico do que este assamp
o, mas nj devemos esquecer que a raoco de
arbitragem approvaia pelo parlamento, de vi-
da iniciativa de M. Boogni,a de M. Mircoar
ta approvada por acclamaco no parlamento
hespanhol, a que foi adoptada unnimemente
oo stonhing d Noruega, e preciso dizer clara
mente que nao passam de desejos sinceramente
manifestados mas considerado como legtimos
e urgeot8 por cenculos de philosopbos, o que,
em verdade, representa urna evoloco do espi
rito, nm estado da opioio, que nao pode nem
deve passar desapercibido.
Por isso, quer sejam praticas, quer nao, as re
solaces destes eongressos, preciso ter em coa
ta que ells representara um symptoma psy
choiogico. digno de aitenco.
O coogresso interparlaraentar a qae acabamos
de nos referir foi procedido, a curto ioiervallo,
pelo coogresso da paz e de arbitragem interna
cion il, reunido tambem em Londres cm West-
mraster Towo Hall.
Este, em que tiveram voz e voto os Srs. Fre
derico Passy, Hodgson Prat, o marquez AlHeri
de Sostegno, Moneta, direlfor do Seclo de i
Ido, o jurisconsulto americano Dudley Fiel 1, o
senador hespanhol Marcoarta, etc., t-xaminou a
questo da paz e da arbitragem assim sob o
ponto de asta educativo, econmico, etlico e re-
ligioso, como sob o ponto de vis:a do direito.
Occupoo-se mormente dos meras de influir
sobre a opinio, individual oa publica, pregando
a arbitragem e o desar menlo parcial, pro
mas sim nica e exclusivamente pelo receio
de que o prioci pado blgaro proclame a sua
independencia. Para este fim, como os nossos
leitores vero no decurso dsla revista, espera-
se apenas a chegada a -oi do principe Feraaa
do o que dever ter lugar nos principios do pr-
ximo raez de Agosto.
0 plano dos patriotas blgaros nao consiste
apenas em proclamar a independencia do prin-
cipado, emancipando o da tutela turca, mas tam-
bem em provocar ama insurreico na Macedo-
nia com o fim de crear difficuidades ao governo
de Constan tenopla.
0 projecto arriscado e de xito duvidoso.
porque e evidente que a Porta ccniiece todos es
les planos e est preparada paraos contrariar.
A gravidade deste conflicto nao consistir na es-
pecie de guerra civil qae oo lera levantar entre
us blgaros, mas sob etudo na afitude que to-
mar a Russia ou intervindo com a forca armada
ou protestando simplesmente como em 1885.
Na pnmeira njpotnese a Allemanba e a Aus-
tria procur riara impedir a intervencao rnssa.
- .teguuuo consta ao correspondente do Time*
em Vienna, nao ha duvida alguma de que o du-
que de Saxe Coburgo expoz ao conde de Kalno-
ty quaes os desejos do principe Fernando da
Bulgaria. 0 conde de Paris, diz o jornal da Cify
tendo a desempenbar ura papel poltico em Fran-
ca, oode a opioio publica francamente >asso-
phila, deseUria qae o principe ao-radonasse a
Bulgaria. Om commuaicado de Berln, publica-
do por um agencia, aconselba o principe Fer-
nando a que se nao preoecupe com o que pensa,
seote e de eja o conde de Paria.
Dizem de Soria ao Temps que tudo indica pre-
pararse utn grave acoateci ceato.
Todos esUtin convencidos de que o principe
Fernando volta Bulgaria e mal elle pisar o ter-
ritorio blgaro a independencia do principado
se' proclamada. Numerosos commissarios bul -
gares partiram para a Macedooia, dando lugar a
sappor qae a proclamaco da independencia da
Bulgaria coinc dir com um movimento na Ma-
ce lonia. A Porta coahece todos estes planos e
reforcou a guarnicao das provinciis macedn!
cas. Hi grande interesse em saber qual ser a
attitude da Russia.
Segundo dizem de Budapesth, o resoltado
directo da nova reunio da familia Coburgo em
Carlsbad ser urna nova solicitaco do governo
blgaro junto da Sublime Porta para obter a in-
dependencia da Bulgaria. Isto conli- ma o que
cima diremos, reportando nos a ama informa-
go do Temps, de Paris. Accrescenta se que
Stambuloff oll'-recer ao Sulto. era troca do re
coohecimento da independencia blgara, ama
..Ihanca ffensiva e defensiva com urna conven-
co militar.

.i
i vm i
porcional e simultaneo de todas as nacoes,
propaganda que dever fazer se j na imprensa,
j na escola, onde o ensioo histrico pode por
de man festo os males e iojusucas das guerras.
Exuortou as associacOes econmicas da Euro
pa e da Amrica a examinar, em conferencia,
os meio- de estreitar as relajes commerciaes
entre os dous ma dos, mediante ama redueco
equitativa dos direitos aduineiro*.
De facto, a idea de qae a multiplicaran eres
cente das permutacoes c mmerciaes, augmenta
proporcionalmente as probahdades da paz c urna
idea justa de si mesma. Era o pensamento de
Cobaen e de Bnght. Mas, n'este pooto, quantos
interesses, bera compreheodidos ou mal compre
bendidos. nao gritara bastante forte, a pooto de
abafara voz do idea-ismo E natural uestes
termos, que a conferencia econmica proposta
pelo coogresso corra o risco de prrgar no de
serto.
Um dos delegados congressistas, o Dr, Ricatt.
apresentou um relatorio sobre a questo da neu
tralisaco. Propoz que se ajustera oovos tratarlos,
co formes cora os desejos dos povos pertinentes
a manter o direito dos neutros. A clausula foi
admittida, mas como poder garantir se effieal
m nte ?
O coogresso nao examlnou este ponto, como
nao examioou est'outro : como se faro respeitar
as decisOeSido tribunal arbitral ?
No esta lo actual dos costumes polticos, a res
posta nao podera ser seno esta : pela forri. Mas
isto a guerra e o coogresso busca a p iz e nao
quer em modo nenhum perder esta adoravel cbi
mera dos dias tristes que vo correado.
Turqua
Assegura se que o goverao turco respoodeu
ultima nota do gove no blgaro sobre o reco
ooecimento do principe Fernando,
Ua quem assegure que a res posta s poder i
augmentar a lenso das relac&es entre os dous
paizes.
A proposito da Bulgaria: a impreosa ingleza
esta je occoo.indo desmasi idamente da questo
blgara 0 Times pubticou om telegramin-i d<-
Vienua, em q e se assegura que o duque de Sa
xe Cobu-go teve demorada conferencia cora o
conde ae Kilnoky, com o ti ni de Ihe expor o
,lan das aspirages do prin ipe Fernando. 0 Ti
mes, pela sua pane, faz consta que toda a litoi
lia rleaos acooselh t insistentemente ao princ
pe Fernn to que abandone para sempre a Bul-
gana, ma que o priocipe se nao mosti a disposto
a seguir seraelhaote conselbo.
Ao contrario do que se tem dito, altrbue se
Porta iotencs as mais rasoaveis coa relacio
Bulgaria e a questo dos bisos de MaCedooia.
Parece que ama carta, escripia sobre o assumpto
por t SiambulolT primeiro ministro blgaro,
proauzra grande sensago em Alhenas, onde
superiormente considerada a questo da ralben
ca grega nos Balkaos. patnareftado grego de
Coosiintioopia e o ojinistro dos negocios estrau
geiros da Grecia tamb a protesUram enrgica-
mente contra lodae q alqeer concessao eventu.il
da Porta sobre este as-iuujpio Djp is de tolas
as asurpacOes da Bulgaria, a Russia na i se raos
tra disposia a fazer novas coucesses de alarga
ment das fronteiras do principado, com o fin
>e am jliar a sua e pbera de ioflaencta nos Bil
kans. Tudo isto prova que a situaco da Bulgaria
caa vez mais mtlopdrosa e dilli v e que o
principe Fernando jogauma carta arrise ida ie-
inaud i em se conservar no seu posto eveutu-il.
Oriente
A eterna questo do Onoite, e.iS' problema
vaporo jo, cuja sulucao nao se atreve a proca'-ar
a dipio naca europea, esta uutra vez oa tela da
disuuss&o. Nao surge agora por voutade da Su-
blime Porta, uin por motivos aoalogos aos qae
origimram a terrivel campanha da Crimea,
AMERICA DO NORTE
Eataoos Unidos
0 New York Herald acaba de puolicar um tele-
gramraa de Washington, ffirmando que as ne-
gociacOes entre a Inglaterra e a America, relati-
vamente questo da pes^a no mar de Behring,
entraram na sua pbase agu 0 p-esidente da repblica norte-americana
deolarra ao ministerio ser de opiuio de qae se
devia proceder summaramente, em harmona
com a Ifgislacao americana, contra os navios
ingKrtuto que pe-cam lontras no m-r i Behring,
o lord Salisoury. sabeodo disto, fez dirigir a M.
Blaioe um protesto esenpto urna deciarajo
verbal, affirmaoao que, se os Estados Unidos se
recusarem a tratar os ingle escom a cortezia
qne as naco -s devem urnas s outras recipro a-
raente (sublinhamos a in ecor -.sa bypocrisia.)
a Inglaterra proteger por si s os seus naci-
tia-s naquella regio martima, que livre para
lodos.
A questo anglo americana das pescaras do
mar de Behring entrou n'uraa pbase muito grave.
Confirma se a noticia de que o governo dus Es-
tados Unidos insiste no seu direito exclusivo de
pesca e deu ordem terminante aos seus navios
do cruzeiro para apresarem to to >* qualqu r oa-
vio estraogeiro, que seja encontrado na pesca
das lontras e que lord Salisbury declarou telegr-
ficamente ao governo norte amencano que os
navios de guerra ingleses protegero, sendo ne
cessario viva forca, os navios inglezes contra
serae h inte confiscago
Maotenha-s?, como muito provavel, senSo
certo, o governo norteamericano as suas re-
solucoe* e veremos o governo de Sua Mages-
tade Britannica desistir dos seas rompantes de
lefio, para humildemente transigir com a grande
naco, deixando a livremente goveroar no mar
d_- B-hriog.
0 governo inglez est farto de saber que os
Estado.--Unidos nao sSo para graca?, nem para
fanfarronadas e qne se a Inglaterra os iocomrao-
d' muito sao muito capazes de Ihe dar urna
lico que a faca arrepender depressa das su s
arrogancias. Com as grandes potencias nao se
raette a Inglaterra, porque esta convencida de
q'ie em quaiquer luda seria todo o prejuizo para
eiu.
Um aos documentos, em que se apoia o go-
verno norte-americano para defender o sea ex-
clusivo de pesca no mar de Benring. o tratado
nelo qual a Kussia recooheceu a jansdicco dos
El idos (laidos sobre a parte oriental daqoeile
ra.ir.
Segundo a tbese americana, a Russia exercia
anteriormente o exclusiva de pesca naquellas
parageos. D'abi resulta que os Estados Cuidos
herdaram esse direito absoluto e o mar de Be-
nring deve ser considerado mare clausum em nro-
veno da America. E' ceno, porm, que, quaodo
a Russia exercia o exclusivo, os Kstados Unidos
o combatais enrgicamente.
Segando um despacho de W'asgington, ha
anda esperanca de que se possa obter urna so-
luyo cuiiciliaii.iri oo coull cto.aoglo amencaoo.
president Harrison, n'uma conversa com o
presidente da eom-nisso dos negocios estrao-
geiros da cmara dos representantes, recu-ou-
se, ao que parece, a tornar, por emquaoto, co
niiecido do parlamento o parecer relativo a este
assumpto, com receio de qae as araeacas offi-
caes de lord Salisbury irritem os espiritos, pre-
judicando a questo,"excitaodo as colera pa-
triticas e prejudicaodo tod a idea de cune lia-
gao, o qu-. prova que, por emquanto os Estados-
tfnidos nao des jjam um rompimiento cora a In-
glaterra.
amertoa Central
Telegrammas reeb dos da America confirmim
a noticia da guerra entre as rvpuolicas de Gua-
temali e S Salvador, uerra biroara e atrae
como em geral cosiumam sV as lutas entre os
pjvos da Am-nct ti sp.unoli. Hi inultos ao-
no* que se falta ama Iirg p-opagm la em fa-
vor di ri-coustituica i d is Estados Unidos da
Amrica central. Djpois de largas aego-ta;6es
entre as era jo rtpuocas d- Guate naia Hondu-
ras, Salvador, N carag la e Costa Ra ch tarara
a um a'icor :a, ojos resultados raais importau-
tes eram os Segrate : rio dia 15 do pr >xua >
mez de Siterabr i urgmisar se hia o tovwno da
nova coofederac devendo a repblica ser pre-
sid la akeroadimente por om pjlilico de cada
a u dos cinco estados. O poder exeulivo seria
coafiado a eme miis os, baveodo ao la i*
d'eiles um senado ou alto conselho formado de
dez membros, reprasjntan o pr-porcionalmente
as reuuoii'-.as confederadas Esta innovacj,
cujo resultido imioediato seria a fo-m. ca i de
um e-la lo co n un tros quadrades e 2,833:640 habitantes, contra-
nava os particularistas e sobretodo os ambicio

*
-
-

-
**>
W


Ibtio tU* k'eriiHinhiM^-Sabb'tlo 9 d** Agtisto le l**90
308 dessas p-ijj--iis e impirt n es re molleas
limadas qu.e. P t x^ apio (&mu Rica), ni)
tem aun da 11) 090 'n >tuai-s a sajm \m
tro por kilooetro qui 'ti- 0'a a ar-ie 4a
iatri^as q ie M le a safo ; ra I > pi i f aar ivaa
fra^ar uti oan) in natural a-nteit 4-** a
pre.mcia a Gmeailt, naonil* p>r t 4l)i)-0M
bom -as; d'atii a recea insu-reico it Salva-
dor, que cusma a vi 11 a > .-fe d> E, .aaa, e di
ctadun d) general Si-ua.; or a q ie o*
uliiin>4 leieg'anns se leero refar-io.
TRUSCKIPCOES
..! -fio trgeatiaa
PROCLAMARES
(Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro)
O patriotismo nos ibnga a proclamar
a revolujio como recurso extremo e ne ;es-
sario para evitar a ruina do paiz.
Perturbar sem justo mo ivo a paa pu
blica e.a ord:m so ial, substituir o comi-
cio pelo tumulto e e igir a violosla, em
systema poltico, seri commett-r um ver-
dadeiro delicio de que nos pedera coat
a opiniSo nacin >; acceitar, porm, e
manter um g veroo que representa a ille
g tildad i e a corrujeo; vi ver aem voz
nem voto a vida publica da um povo que
nasceu livre; ver desapparecer dia por
da as regra, de todi a ad.ainistracio publica regular;
consentir nos assaltos ao thesouro, na adul
teracao da moeda, no esbanjamento da
renia; tolerar a usurpacao dos nosso* di
reitos po iticos e a auppressio de noasas
garantas individua-s, que interessam a
vida c v.l, sr-.m nenhuma esperanza de ac-
cao nem de melhora porque todos os ca-
minaos es Jo tomd' para tirar aopovo
governo pro >ri<> e n'elle manter os mes
mus que desgracaram a repub'; saber
que os trabalhadores emigran e que o
commercio se arruina, po que eora a des
monecis 1520 do p^pel o sUno nio ch'g*
para as primeiras necessiiades da vida e
as transaacSas se suspendern! e nao se
cumprem as crbrigacSes; supportar a misa
seria dentro do paiz e esperar a hora da
bancarou in ernaeional, que n<8 deshon
raria ante o estrangeiro; a :ud > resignar
se, tudo soffrer, ooaaaao a nossa sorte e
o da nossa poster;dade ao imprevixto,
ev lucio do tera^o, sem tentar o esforgo
supremo, sem f-izer os grandes sacrificios
que reclama urna situado angustiosa e
quasi des sspe-adora,seria consagrar a
impunidade do abuso, acceitar am d -spo
tismo ignominioso, renunciar ai governo
liv u e assumir a mais grave responsabili
dade ante a patria, porque at os entran
geiros poderiam pedir nos conta de nosso
proced ment, des le que vm para junto
de nos sob oa auspicios da urna constitu
cao que juramos e cuja guara mantenos
com 1 um privi egio qn promette jus iga e
lioe-dade a todo- os homens do muido
que venhim h bitar o s do rgeitiao.
A junta revolucionaria nao precisa di-
zer ho povo argentino a as naySes estran
geiras os motivos do reveluoio ne n indi
car chronologicamaute tolos 04 delijUN),
todas as iniquidades da administrayao
actual.
O paiz inteiro sabe de tu lo isso, desde
a capital ai Juj y. As instituicS livres
de.sipp receram de todos os pontos; na o
ha r publi a nao ua systema tederal, nao
ha g>v.rno representativo, aao ha adra:-
niatracao e nao ha moralidade.
A vida poltica converteu-se e n indus
tria lucrativa; o presidente da R-pubhc
deu o ex impo vivando na folg nc*, go
Bando a vida dos satrajas com rae iospre
z> inaudito pelo povo e com urna falta de
dignidad* que cada dia se torna mais irn
tan te.
N;m na Amerita, nem na Europa s
pode encontrar n'est-s tempos um gover
no qus com este se pare9a.
A cubica t-.oi sido a sua i spiracao, a
corrupta 1 seu meio. Extraviou a con
sciencia da inultos h .meas com as garan
tias facis e illicit traclo do Es'ado, obrigando os t mocin
r;os pblicos a condescendencia inlebitas.
e perverteu os cstomes pblicos e priva-
dos, prodigalisando favores que represen
tam milliSes.
Eli! proprio recobeu propinas de quan-
to n-goei .raro com a n-igao, e taz parte
dos s-yndicatos orgamsal>s p.ra as gran
de eapaculayoas, sem ter entrado com ca
pital nem idea projria a nao ser a sua in
fluencia e os id ios qua a COOstituieau pu-
nha i-ni sii-.s uioa p.ira a m-In ir almi
nistra^ao do Estado.
Em quatro annos de governo fez-se mi'
lioni.no e sua ortuna, accumulada por
meios t5o torpes, consiste em valiossimos
bens c j-. anqusiejio, fci denunciada pela
imprensa.
Sua copartecipagao nos negocios admi-
nistranvos not>ria, publica e contes-a
da. Os presentes que tem recebido sem
no^o da dignidade p'ssoal elevam-se a
cent' 8 de milhares de pesos c n t..m de
escripturns publicas, porque esses presan-
tes nao se limita:am a o.jectos de arte
ou lux, chegarara a doay d^ bens tei-
ritonaes. o que o povo denunciou como
remoner. F le dizer se qne elle tem vivido dos
bens do Estado e se utilisado do etario
publico para constituir patrimonio pro
prio.
Sua clientella imitou o, iadividuos sem
profissao, sem capital, s m indus na, su
garam os bancos do Estado, apoderraam se
de trras publicas, negociaram cmcessSa-
de vias-ferreas e portos e fizeram-se pagar
a sua influencia cm avultadas quantias.
Na ordem politiza supprimio o systema
representativo, at constituir se um con
gresso unam e sem discrepancia de opi-
cio'.-s, no qual nicamente se discute o de
medo caracterisar me.hor a adhesSo pes-
soal, a submissac e a obediencia passiva.
O rgimen federativo foi menospresa-
do, os governadores de provincia, com
raras excepcBes, sSo seus lugares tenentes,
elegem se, mandam, administram e se
succedem conforme a sua phanUsia.
Submettidaa a seu capricho, Mendoza
mu ion em horas de govorna^or, comi-
nos tempos revoltosos de anarchia ; Tu
ruraam assiste a urna j -rnada de sar.gue
provocada pela intriga para incorporal-a
ao systema de monopolio poltico ; houve
eleicSo de governador que nSo foi outra
ousa mais do qu^ urna transaccZo com
mercial ; Entre-Rio* sob o jugo da le
marcial acaba de receber a imposic&o de
nm candidato repellido pela opinito pu-
blica ; Crdoba foi o scenano de um jul-
gamento poltico, para derribar do gover
no um hiinens de b-m; hija em da
urna feira de boh-mos ; a sociedade vive
en sobresalto coaswate como na tewpo.
ia Jaat- de ^aeirga ; as deavtM pro-
vioeiai argantuaa ata* rasuzidaa a teu
dos; Salta, a nobre provincia de norte
ei enfeoaada e e ifeud-idas estao igual
manto ao presidas te San jago, i'orrleutes.
La Rioja, Jujuhy Sau Lu>z e Catamarca
Nunca nenhum argentino exerceu man
do nem mais oflensivo ne n mus depri-
mente para as leis de urna nacSo livre; a
de-ordem tinanceira, os descalabros, os
>b isos, us escndalos coutam-se por das.
Foram-se emissues clandestinas para o Ban
co Nacional pgar dividendos falsos, por
que os especuladoras jffi;i .es tinham se
a 'oderado das accSes e a crise os sur
prehendeu antes da poderem recolher os
oas.
Asee momias dos trabalhadores eos de.
psitos du commercio foram distrib .idos
com mo prodiga na roda dos favoritos
do poder, que especularan! por mi I tifie.-
e viveram no fausto, sem m.n festar o
proposito de jamis cumpnrem suas obn-
gajSes. A divida publica tnpliou, os ti
tulos em papel foram convertidos, 81-in
necessidade, em ttulos em ouro augmen-
tando se assim inconsideradamente as
obrigaeSes do paiz com o estrangeiro.
Foram entregues i espcmlacSc mais de
cincoenta mil.ioas de pesos ouro, que ha-
ra producido a venda dos fundos pbli-
cos dos baos garantidos, e agora a ua
cao nao tem urna nica moada metalliu
e ost abrigada ao p gamento em o iru do-
mis de oitenta mi b5 -s de ttulos emdti
dos para esse fim. Vender mee as vias
terreas da naci, para diminuir a divida
publica, e, urna vez realisada a venoa,
desbirataram se as obras de salubri lade
a 10 neio das sobras que rodeiam esse
escndalo sem nome, o povo nicamente
v que tem estaio por meio secuto sob
o j-140 de urna companh a estrangeira
que vai v nder'he a sauie a peso de
ouro.
>s bancos girantidos desacreditaram-se
com ns emissSes falsas, a moeda papel
est depreciada 20J |0 e ugmeuta se a
circala9o com triata e c ac > milhSes da
emissao clan lestina que se egaliaa e de
cem m'!ho-- que se d staryam com o no-
m de ttulos hypothecario, mas que sao
verdadeiro papel porque tem forca ci'CU
latona.
Quando cornea a mis -na, encarece se
a vida co n os impostos em ouro, e depoi-
de se haver pro/ocadi a crise mais inten
sa de que ha memoria em nossa historia,
estove se a ponto de entregar fragmento
da soberana para se obter um novo erer
presumo que tainbem se tena delapida-lo,
como se delapidou tudo o cabedal d 1 Es
tad 1.
Esta breve resenba dos aggravos que o
jovo da na.o tem soffrido, est mjito
longe de ser completa.
Para dar urna n iticia PXoCta delles,
seria necessario furmnlar uina ascusauao
circumstauciada e prolixa dos delieto* p-
blicos a prividos que tem c immettido o
chafe d> E^t .do contra as estituicfJ s,
contra o bem estar e a honr dos Argn
tinos.
O povo a far um dia e ex gira seo
castigi, nSo p=ra satisf^zer propsitos de
vi .gan.a passoal, se ti > para consagrar
um exempio e para daixir registrado quu
i.Ao se pode governar a repubcs sem
respousaii lula la e sem honra.
tJonhecemos e medimos arasponsabilida
deq e assumimos perante o povo da nafa.;
temos pensad nos acrificios que exige
um movimento em que se comprom-^tte a
t.anfududade publica e mesmo a vida de
muitos de nossos concidad'is ; mas o c m
s-I111 de patriotas illustr-s, dos grandes
varSes, dos h imaus de bam de i J is as
ciasses sociaes, de todos ns parti ios, o
voto intimo das provincias oppnni d s e
at o sentimento dos resideates estraige -
ros nos impellem aeco de sabermos
qua a opin ao puolica bam diz e acclama
nosso estorbo, sejam uaes torem o sa
ariticios qua .-xij i.
0 movimaat< revoluoionrio deste da
nao ubra de um partido p >t tico ; issn:-
ca ni-'nt popu ar e impessoal, nSo obe
lete nem corresponde ss ambicSos de roda
0:1 homem publico quaqu Nao d .ribamos o governo para separar
borneas e substitu! os no mando, derri
bamol-o porgue uao existe na forma con
stitucmnal ; derribamol o para devulvel o
ao povo atim de que o pro o reconstitua
sotiro a base da v.mtaje nac onal e com a
dignidads de outros tempos.
1 ) --tr.ii do esta ominosa oligarehia de
a iveuticios que t-ra deshonrado perante
nacionaas e es'rangeiros as instituidas
la Rapublica, o nico auctor desta revo
ocho, deste movimento sem c.udilh.
profundamente nacional, lnoga, impaciea
temente esperada, o povo de Buenos
eiei,co da maaeira tai qua ii> su^.ta
aem *equa,r a a'uspaita de, qn a a.vo^taie
awiyyal possa ser soro; -ndidi, subug*l>
ut taiaeada ; 0 eleto para oiuhIi 64
p em da '.ay-ij sera o cidadau que ouur
c na ma oria da votos em loiaico pasifi
cus e liv.'os, e somas's serio exo^aid >s de
cancUdmbro* do go-v?rao revo
lucio ano que asa m offarece esp ita-
neamente ao paiz ^irantia de sua unptr-
ciaiidade e da purea 1 de sus propsitos.
PeU junta revoluc onaria.L. *. Alen
A. del Valle M. Demaria. ~M Goye
ni.Juan Jos Homaro. Lacio V. Lopa
Ao povo d- Buauos Ayre .
A's armas ah estSo os soldados da
naeo, os valentes da a tildara, do 5. e
10. de Imua. do batalhao de engeaheiros,
a met de do 4. de linha, os sempre he
oico cadetes de Palermo e >u ras f roas
militares mais ah e tao, derramando o
siu san^ue, fazend 1 se matar pela h >ura
de t dos os Argentinos e prdos interesses
le todos os habitantes da Repblica, na
cionaes e estrangeiro*.
Entretanto, quando se ouve o ruido da
iuta, quando se v cruzarem aa ambu
laacias. cinduiudo os nos->os companh^i-
ros q'ie cahiram como brav-is, o que faz
u povo argentino, oque faz a muida le
de Buenos Ayres, que nao vem <-m mssa
angrossar as fileiras d esta nobres sol
ados?
Tem s o duplo dever de oonfjrta! os e
de ajudal os na luta.
D zia se que ao povo de Buenos Ayres
l'altava t urna baae no eaercito p^ra
derrocar o vergonho.o governo dirigido
p r Jurez Calman.
Ah est es*a bise, bise vigorosa de
seis c irpos de linha e um ncleo de oito
mil cHadAos reunidos e arma Ion esta
manha desde os primairus momautos
Que mais fa'ta para .laucaren) se deci-
didamente victoria?
O goverh > de Jurez Colman agonisi ;
Jurez Celman tu^m cjvardemente e s
alguna de seusamigiS resistem
A's armas, pois ; ala pareamos a unic
oppo'tunidade de recobrar nossa libarda
de e oossos direitos.
Basta de ser manso rebanho dirigido e
cas igado por-qu No arsenal esfo os nossos amigos e
all encontraui.se tambem as armas paca
os le*es.
A elUs.
A Junta Central.
Buouos-Ayres, ti da Jultio de ls9).
-!
*.bin-iei Ponuiuei <% E Mi iu l u eorreaie nsiej 1 .esti imponaote pr g. do cooselbeiro Dantas.
uisiouicioo:i90 amiiversariu da abertura de sua A's 10 oras da noite ter com-'co a soire
Bioiiutneca. offar cida, para bri h.utisiDoda qual a oinmis
Hes-e proposi'q ceieorar uma ses^io magga sao tem zpedido convites a diversas familias.
ida a A coJllUls^JU) composta dos ciJaduos professor
.r reoe Ernesto Miranda, coilector eral Austrieluno de
nes, sera om. a lo dioo d4 tastiinicau e do Aadrade, capiiao Antoaip Das Alves da S Iva e
' Lycurop Garaldo da Aleocar, uo tem poupado
. ,iEn
raado, imp6e nos o (rato dever de agrad
8 M-za do oesmu convite.
'a|ueile da a- 12 horas da manh c un
sleinaidaile ; e, sm uuvila, oujiforine os
kute*. sera um.a.-io di^Q
a do jue ella co uiai-inora.
O c mvite, que nos fui feilo, multo nos puaho- jes'fjrgos para a impoeucia da fesla q'ue" pro-
nana
uhei-
duas
per
pos e
mas-
I 'icnuo po>- meio .le forinao urna da< 11
da casa 11. 163 a rui do Visco 1 le de G>
nalli peae raram '. loa'ura.n subtnhirem d
ro a quaiuiu de duz-ntos e lanos mil ris,
correales de ouro e dua* reluc i de prau
ten entes aos estudanies Toieaiino Gim
Minje. C. Cela 10 Crrela, que inoram ua
iu casa.
Os karapios li/.eram o arribo a sea saiv;
sendo p-es>*ntdos durante a re-^pec iv
gao; e o roubo e calculado a'uns qulaaeou s mil
res.
Eafealius Ceat aea A^radecemo
lile.o c.ni-unte carregjda ie exainnur e dar paree> sj
ea icer a move.
Como ttuiibu -Xa quinta feira neite os laripios,: melleira mais uina vei Jo prov.a de que unan
lellas tes do p-og coi o o lacto a elevando de-'ta viha a comarca.
Tnbuual do Jury da Beclfe II nie.n
fuucci iiiou esle tribunal no jula.ineuto da r
Jo-epha Seneri ia de Sait'Anna, pronunciada no
ari 201 do Cdigo Criminal pelo Dr. juiz de di
reitodo 4" distrn-to, ceino autora dos ferimen
tos que. eui 23 de Janeiro do crrenle anuo, na
nao ra do Hospicio oesia ci la le, sjffrea Mara Pe-
xecu
rutaw
(ai\ii Econmica e Monte de Sor-
corro de Ptirnambuco
Balaaeete em 31 de idilio de
f90
CAIXA ECOSOMICA
Activo
Thesouraria de Fazenda i.lt:IW'M
Monte de soccorro cum p.issagam 1 7-.5Wia3.iO
Caixa 36U*000
p la mesina commisso.
E' um iraDalho ue importancia compl-'xa, uois
esiuiando se o lio as Oases dos Contratos, a
a,ne -u le Jos appareitio*, a zona .ig'iooi 1 e as
i-'i.i 1 go-s ao f i'iierjin.-i; ) de caan s, fa .-se a
nis o ia dos e geuhos contractadu-, e cooolue se
pea convenieucia de ties fabricas e por iDJse-
uinte da sua extenso ue couformidade c-im as
aui nsdgOe* Iege8.
Ifililii(u l.illerurio I imltikul>i-nt<-
oO tal Ululo lUUlOU se Ua CdaUc de T1.UO1U
11.1 ao du 3 do conenie urna a3sa aagao litte
rana.
A Ui direcl na compe-se :
o fo
i tn-
lie.iaua da Conceiga...
fresi no o juUa.ua ito o Dr. Antonio Domn
ros Pinto, juiz de iiireito do 5o uistriclo crimi-
nal, sen 10 uceupaia a trijuua da acciis. gao
, ;ielo Dr. loaquim la Silva Cabral, adjunto dos
I re os i prom llores, que peno a condemia ao da acru
deste sada no inanmj das peuas ao citado art 201,
astado, e que obsequios imeule nos fd offaiecido : vis o ter concorridu na ortica do del cto a cir-
cumslancia aggravanta da sujeriondide de ar
m 13. prevista no art. '6 6 do dito cdigo.
Deduzio a deteza o Dr. Adolpbo Tacio da Cos
ta Cime, e de acxirdo com as decises do con
sel no Je seuteuga, que reconlieceu por uiiaoimi
dade de volu- em fa or da aecusada a justiiici
Uva da legitima lefeza, eslabelecida no art. 14
f do Cdigo Crunin .1 e articulada pelo defen
or, foi ella ahsolvida e condemnada a lotendeo
ca Municipal as cusas do processo.
Pun :cionaram no consellio de senienga os ja
rntlos segaiutes :
1; 1 lufre lo de Abreu Lima.
Januano Jos dos Santos Beroardes.
Pren.-ienie e vica privuienieJoan Remi Ho dep^,ir,, AiFx..ndrino Machado.
AIDoquerque e Alfredo Vieira.
Secretario-Jo^ l.nn.ii da
lusa Alves L-al Souriuno
Oradoraauuel Ramos de Fa.ias.
Tuesuureiro=Luu Aives Pereira de Lyrij
Procurador J i-e Amonio ulugo.
B 111 b-"-rio -Jo- M>u icio de Castro.
rallecimenio Em l' > n > -u cu|uj
a uii.i cuoe.ota >. por ..ora Ua ineu noile d
J s Dellino da Silva Carvalbo.
lio R giJa e 1 Je^uioo Rodrigues Cardoso.
1 Ma ioei Joiqu ni Ramos e -ilva.
1 Deu
5 do
inpa-
i-ecla
OOo.
: le.e
Pat&ivo
l,9:5o7l39
Depsitos em contas corrcnles 1,290:557^139
HUNTS DKSOCCOBRO
Activo
EmprestiTio sobre penhores
Movis
Apolices da divida publica
Despezas geraes
Caixa
154.014*716
6:126*1)2"
1:0001000
12:037*880
3:329*820
Passivo
Capital
Caixa econmica c/ passagens
Saldos de penhores vendidos em
Icilao
S.ldo d' penhores prescripios
Lucros e perdas
foros
Gastos um leiles
176:307*043
43:161*668
147:o46350
4:194*842
161-603
3:44o* 60
7:9-9*520
3*000
176:507*043
S. E. 0.
I'ernambuco, 7 de Aos'o de 1890
0 gerente,
FWtno D. -erreira ''oelho.
REVISTA DIARIA
Ayres, que, tiel s su .s tradig-Ses, repro
duz na nistoria .mi. nova ev(>lu^ao rege
nerdora ouo esperavaiu anciosa todas a-
provincias arg. atinas.
O i'xer-.to nacional partba com u
povo as glorias de ate dia ; suas armas se
levantan) para garantir o ezercic.o da-
instituigoes.
O sol J d 1 argentino ir je como sempre
def nsor do povo, a columna mais firme *-j!
das instituigoas, a garanta solida da paz e
da liberdade da repblica.
A constituiyao a ei suprema da na^ao,
tanto como a and. 11a, e o soldado ar
geatino que a deixasse perecer sem pre-
star-lhe seu braco, allegando a obediencia
awaiva, nao seria um cidadSo armado de
um povo livre, mas o instrumento ou o
cmplice de um des.ota
O exercito nao mancha sna bandeira,
nem sua honra militar, nem sua bravura,
nem sua tama com um motim de quartel;
sen soldados, seus officiaes e seus ehefes
cooperan) e hao de cooperar para este
movimento, porque a causa dos cida
dSos e do exercito, porque a patria est
em perigo de perecer e porque c necessa
rio salval-a da catastrophe.
Sua intervenfao contera a anarchia, im-
pedir desordeus, e garantir a pax.
E' essa sua missao consttncional, e nao
a tarefa obscura, ponco honrosa, de servir
de guarda urbana para suffocir as lber-
i des publicas.
O periodo da revolucao ser transitorio
e elle nSo dorar se nao o tempo indis
pensavel para que o pas se organise
constitucionalmente.
O governo revolucionario presidir a
Promotor publico -Por o -i .na do go-
venia 10 dj siaJO de 8 Jo correte, lo: BXWU
rudo do sargo .le I promotor oubln'o da co-
marca desia i-1 p tal. o bacharel Mino l Antonio
P.-reira iSutoa, por se achar pronuiiciaioem cn-
me de injurias e calumnias impresas.
A Mtida d pap -L-iuis ao Jornal do
Laminen o de L sboa, de 25 d Juluo :
Na ir. ga f ora, de laanni, o p :0a voltava de
exaininar ao ateUer do esculp >r AareIJi a estalas.
de S Tnomiz, destinada i nova biblioih.-ca va-
l ana, i-, para nao tornar a fazer u.n traj-cto
cumprido nos pit-os e ios jardini do Vaticano,
deu ordens ao cocneiro que segus ;e pala ra.
Ouvmdo daresia ordem, Mr Aagelli, que
acompanhava Leao XIII, exclaman :
Mas. -a:ito padre, po^sival ? A ra c
icrntorio italiano.
Nao seria peor se fosie territorio turco?
respoadeo nicamente o papa.
E 11' 11 'Ion exerniar a ordem.
O fficial do posio Habano que alli existe.
tendo lato carroaijem pontili.!. mindoa or-
star as tionras miiiu e-, e o poutilio-, vendo o
soldado- italianos, deu Ins a sua bengo.
Oi joru.11:.. Imu.os 1^ quarta feira cooside
rain a sabida e L-ao XIII fra dos limites do
Vaticano como um f ctaSignificativo ; faiem no
tarque a prim^ira vez desde I8~0que tal fado
se d. Coimudo, nao Ibe I gun u.na imoortan
lurteou, o Rv.l.ii Maigal L pe de S'q|ie ra,
cujo culaver f ,1 l ido a epuliui ,1 no da S'-toiinie
a la roe ;om r-nie a.-o np.iiilia 11 nlo popular,
.--miicaiuo da coui I rai,a 1 U lina 10,que coutava 70 anuos, foi um esiuua
vel Sacerioe. En aiium leiupo parociou na
freguezu Ue Cune, ni Paranyoi. e por iluuo
uceupa a cu.uijU'oru da f gu -Z. oe P..1 nares
d-.-de 1887. .in cuj 1 exeniio eeieu a ei Ua
mo te c .11 loriad 1 con os s-icn.ueiio 'la '){rej.i
e be lo .le De ,0 10 d uoplaco.
U Rvdm. Ma g^i oa vida pilm a uiilituu sem
prr. ius Hiena- do parilo conserva 01. ((ie u
OHMI ler va na 111 -.iidi dos eas -erugo.- ; e por
(lllTei entes Oleillllos repre.-enloU O fsiUO.l lido
ua Aa>*-mi)lea roviociai desta ctujlmeuie Es-
lailo.
Vapor Beberibe -E-se v.ipo- ia C
i.niu i'ei iiamnu .lUd.sa e hoje em viagem o
a Capital Peoeal.
As pas-^a-n- d(- r e*tao lixidasem 8(|
Uraulr ai"inic(' A uanli a n.i.l
logar urna gioaue Icenobiue de caridade tu Ar
seual de Guerra, promovida p. 11 respecuv 1 p-s-
soal milliar e Civil, havendo diversos foces el-
ctricos," fogos de bengala e illumin..go a g iz.
Tocarao na cmstaucia da kermesse Ui tersas
bandas de msica, turnando a*snn nao -t mais
.iprz.v I, como mos attrubenie es?a festa a
que nao faltara o concurso pUJlico, e ct uo o
m.-rece. p..r .-eu .iui e applicag&o do complenle
pioduclo.
o- promotores dessa fuucgao appallam para a
geiieroMdam- de nossa popuiag:, solicitando
qualquer djuativo, que po lea ser e.-.lregie at
2 Horas da tarde ao capiio Anouio Pedn Dio-
nisio.
ertico mltliarE' hoje su pe ior
o ciUudo Cap tao Gelasio, e faz
iisila o ciiladau alfrres Campos.
1 2* Dataln&o dar a toaroicao da c
Concurao de guardas da I rumie
gHoje, es 9 bora do da, coiuega o p 0 esSO
,10 concuiso para provimeuto de 12 vagas de
guardas que exisiem na Aifandega desta capi-
tal.
luformam nos qua iDscreveram se 148 candi
dalo.
0 exame tem lugar na guarda moria.
Pswamenlo-Falleceu honteui Roben Co
pe, em coust-queucia le um desastre que lbe
acoiiiei't u e n servigo da via-ferrea de S.
cisco, onde era emp egato desde a coust
da liona.
Era um bom hjme.in e devidamenle conside-
rado entre os seus cumpanheiros de trabaloos. e
lauto mais aprecalo qtiaiilo de simples traba
lador, por sua dedicago e zelo elevoi-se a
laspecior geral da linba, pe dendo effectivSmeo-
te a cumpaiia am dos seus melhores enp.-e
gados.
Vatrlna publica Foram vacci
booteui na luspectoria de iygiene 9 pessoa, p
respectivo Dr. inspec or e seu ajudanie.
IVrimenlo*-Eiu con-equnicia e razes
que t.avaram eulre si, uo dia 3 do correte,
povoado do aratibe, Antonio Lourengo e
Ci I loo Joaquno Bernardo de Senna, sabio este
gravemeute le. ido, pudendo aquede evadir! se.
Hurle repeminaNa ra do Nascente,
freguezia de S. Jos,
;neirio iarneiro Rodrigue:- Campello.
Leopoldino Cornelio Ferreira da Silva.
Aggeo Brrelo de Mello Reg.
Ju-iiiiiano Cavalcanie de Albuquerque Bailo.
Joao Mauricio de Abreu.
Joao Biptista Sim6es.
Foi levuatada a sesao s 2 horas da tarde e
a ia i para hoje s 10 horas.
Intendencia Municipal do Becir** -
Rendimeoio do da 7 de Agosto : 795*720
^aldo do da anterior 4:727*0o3
Despenden se no dia 7
E n poder do procurador
No Banco Sul Americano
5.522*773
103*000
5:417*773
23:000*000
28:417*773
iri-iuria iiaru Je cuuwrv
.< d> punir* de PeroambucuK>-.
7 le Aao-to .*e 4890
.oietifu (ueteorolonco
lo dia
i ron', a de
dde.
dOlaSi
6 m.
9 i
t2
3 t ;
6 :
lis
iHaronietro a
O
2 i 6
26 .9
S7--7
27 "4
25\9
V6i'-oS
764 3-i
7B4-42
762 76
:63-28
leusao
do vapor!
17 96
19.38
19.39,
18 59,
18 58
-.
es
ei
'emperaiura mxima:7.'75
ita mnima- 23."50.
Evaporagao eiu 14 uras : a sombra3" 8
'Jniva- nulla.
Di re. gao do veoto : SE de neia noite s 7
Ir ra.- e 52 minutos da ta de ; SSE at 8 horas e
12 mi utos; SE at meia noite.
veiociUade media do veuio2 "93 por s* -
cacao.
Nebulosidad^ media0."33
Boieiim do porto
2 *
fl I
r = a
Olas
FraQ
uegao
nadas
lo
no
Fian-
P.
B.
,P-
B.
7 de Agosto
8 de Agosto
loras
9 25 da m-inha
3 30 da larde
10 13
i 431 da nacha
Ai...
2-05
OvO
1-90
0-.80
Operace* ciruraicas -Poiam pranca
das no bopital Pedro 11, no da 6 do correte,
as seguioles :
Pelo Dr. Ponlrai :
Desarticulado metatarso phalaogiana do gros
so art.lho esquerdo
Pelo Dr. Fernandas Barros :
Postboiomia odicaua por pbimosis.
Pelo Ur. Malaquias:
l'o.- Iioijuiia indicada p.r phimosis.
Pelo Dr. Berardo:
Iridcctomia optici. indicada por leucoma chro
meo adhereote.
So-.-iw s 8 1,2
Cysnelro as 9.
F-r eir. Velloso s 9 1|2.
B-rardo s 10 1|2
Maiaquias s 8 i|2.
Ponu.i as 9 3|4.
Esievo Ca aleante ^< 9 1|4.
Sino.-- in'iu-'i s 9 3,^.
cirurgiao daatista Numa Pompilios 8 3[4
horas.
0 oh irraaceutico ealroa s 9 1|4 da maohi e
sabm as3 da tarde.
0 ajudaiite do pnanna^ealico eatroa s 8
da manha e s hm 6 di (arde.
l.im ra do Eaiado de Peraamboes
A 14 serie da lotera deste Estado, >era ex-
tranida impreterivelmeuie no dia 12 de Agosto
iteres feira). 1 hora da urde no couistono da
igreja de Nossa Senbora da Rosario, de Santo
Antonio.
uui^rw do Balado do rsm-Psr
- A 5" sene da 41* lotera cu|0 orem" irraa-
le de 60:00 >000 sera extrahida hoje 9 de
Agosto (sabtia lo).
Lotera ao naranbu A i' ferie
da 3" lotera deste Estado, cojo premie :rao.de
de 300:000.000, sera exiraniia no did 27 de
Ago-to Ruarla feira)
Cemllerlo publicoObituario do dia 7
de Agosto le 1890 .
Joao, fi na buco, 11 aimos Boa Vista; ao-
ce.-so inleruo.
Joo Bap:i^la Ribeiro Bastos, Pernambuco, 17
anoo-, solteiro, Santo Antonio; mielite com pa-
ralysia..
A'bioo da Silva Azevedo, Portugal. 27 annos,
>oiteiro, S uto Antonio ; varila conflaenie.
Matioel Th nuaz da Costa, Peruamnuco. 40 an-
nos, casado. Santo Antonio : lesao cardiaca
Is.ur... Pernambuco, 3 anuos, Boa Vista; va-
rila confluente.
Bruz augusto i'arneiro Leo. Peroamtiuco, 17
innos. S Jo-; vanla heu'orrhagica.
Augusto Frederi -o Pereira de Carvatho, Per*
namiiuco, 58 annos, csalo, Sauto Antonio;
a h"'0ina geiicrali.-ado.
Jo eplia Mana de Albuquerque, Pe nambuco,
29 aun is, casada, S. Jos; vanla conflu-me.
vaeuuna Mirla Ferrara dos Sanios 21 an-
uos v uv S. J".- ; varila c nfluente.
Man .. I Olas dus Sanios, PernaiQlmco. 24 an-
uo. S'd'eiro. Recife; Varila hcmonhigica.
Joaqun Pedro de Acamar i. AUyis. 18 ao-
noa Sa uo Antonio : sarula couflu-ite.
Ami-lia, Pernambuco, 1 anuo, S. Jos: va-
ruda.
Mana, Pernamjuco, 4 annos, S Jos; va-
rila.
Mana, Pernamtiuc>, irnezeg, B a Vista; gas-
tro e.ile.ile.
LuU. Pernambuco 3 anoo^ Reidfe ; tuberca-
lose.
Severino, Pernambuco
la i-oiifluenie
Manuel, Pernambuco,
pasmo.
A lelia, P. ruambuco.
rila.
R idt'lphn de Paivi oilveir... Pernaiuoucc, 22
<-Hio, spUpico. Sani'AtUi'da ; vaii"!
1 auno Recife ; vario-
2 meces, S. J w ; es-
2 annos, S. Jo- ; va-
^0O!'J0.P'rira do .\ .cilU'-p o, P.emambuco,
1 i a DO-, casado, Sllli'\.'U'l i : varlO'a.
6-isiavu Fecena oa Sdva, R.o Grande do Nor-
t-, 28 anuos, solteiro Saiit'A^ueda varila.
Hercul no. Pe nambaco, 24 anuos, solteiro,
Sdii' gueda ; varila.
JjsB.-iii rd.nu dos Santos, Pernambuco, 15
anuo*, -olieiro, Sani'AgOeda ; vanla.
Miguel Vi-ente Victo., Italia, 4'i annos, casa-
77 do. Boa Visia ; pneumona.
73 Ji s Basilio de aouza. Pernambuco, Cti annos,
70 v uvo. Boa Vista ; ttano tiaumalico.
68 Mdria, Pe namouco, 2 annos, Boa Vista; tc-
"4 tao.
Z ilmira, P. rnambu o, 6 annos, Boa Vista ;
convul-Oe-.
Collecta, Pernambuco. amezes, S.Jos; van-
la confluente
Man. el Pernambuco. 4 annos, S Jis ; vari-
la confluente.
Pe Dr. Bislos de Oliveira :
Extirpago, a thermo cauterio, de angioma do
falleceu ante luiitem de couro cabelludo.
repente Francisco de tal; 6 constando a anin-
ada policial, que a mjrie fra consequenpia da
criine, providenciou a mesma autori lade n sen
lido do competente exatne medico, be n como
procede a outras di igencias para descobniecnto
da verdade.
Liga operarla Pernambucana!Re-
une se amaiina em sessao de asseinbla1 geral
essa ascociago, pelas 11 horas do du, para Ira
lar deassu upios de mponanda social.
Club MI.erario Pinto Jnior -Kon-
ccioiiou esse ca uo da 7 oo correte eip ses-
sao ordinaria com a assisten ia do sociohom-
rario que d nome associago.
As aasociadas D. Joauna Ajcioli LmicD.
Aoioaia T. do R-go fallaram sobre duas meses,
seodo em seguida prop >-dos socia t ffetiva a Sra.
D. Adelaide T. de doraes a socio booorano Dr.
Auiero du Vasconcellos.
Kllectuar-se ho os seguintes
L.eil*ea
H Pelo -gente Silveira. s 11 horas, ra de
S. Francisco, de um sobrado, movis, etc.
pelo agente S'eppie, s II horas, raa do Im-
perador o 39 de gneros.
- Segunda feira :
Pelo agente S Iveira, s II horas, ma Estrei-
ta do Rosario n. 8, de urna casa terrea. _
Minan fnebreSero celebradas :
Hoje : ,
A's 8 horas, na matriz da Roa-Vista, oela alma
do Dr. Pedro Francisco Correa ae Araujo ; s 8
horas, na matriz da Boa- Vista, pela alma de Frau
cisco Cantillo de Assis.
Segunda f.ira:
A's 8 horas, oa igreja da Soledade. pela alma
de Antonio Teixeira ; as 7 1/2 boras, na mainz
ditoa Vista, pela alma de Ezeqniel de Ltm
Aoctaco do Homena de Ledra Si ; s / boras, na matriz de Santo Antonio,
-Reduemseb.j, o, maaaoros ie,la aso .iiagao, pela alma de Ezequiel de Lma e Sa ; s 6 huras,
s 6 l|2 horas da une. iij salj princiLial ao na igreja da Penba,pela alma de Manoel teman
Gamneie purtaM de Leitu a. des da Costa Torres ; s 7 horas, na igreja de S.
Club Oieue Junior-Sob a presiden- Jos, pela alma de Marcionilla Peron de Souzi
ca do Dr. Caitos Pono Carreiro, foncen non ao- Teixeira. _
tehootem es,e Club Ja alumnos do Instituto 19 Cana ae OeCencao -^'me'ilo dos pre-
t,. Adii1- : sos da Cusa de Deieogao no Recife, astado d.
O presdeme, depois de louvar os socios que ; Pernambuco. em 7 de Agosto de 1890.
se acbavam presentes pela sua assidaidi-de e' Bx'stiam 499 ent-aram 6,
amor ao fabaluo, deu a pal .vea a is Srs. Jos
Martins, Graviano Mariin-, Ismael Marques,
Benedicto Fumiga, Vicente de Albuquerque,
ia excepcional e' n > parecem crer que e deva Luii E-tevo e Mximo Botelho, que di.-catiram 1
er u'este ca?o risco de uua mu langa de aui v.,nas theses, eufe as quaes a biograpbia do
personagem hisionco Garlos X, de Frang.
Foram uomeadas varias coramisses e desig- I
mulberes 16, entra ,yn> 15
ve
lude do Vaticano para com o Q Orinal.
Gomaaercial Beneflcente do Mer
clelro* -Amah. s 4 boras da tarde, no 1
andar do predio n. 15 da ra Estrena do Rosa
rio, devem reunir se, em assernala geral. os
membros da Aoociago '.'ommircul -Beneflcenie
dos Mercieiros, para ouviremo re. torio lo anno
Ando, approvarun o balanco respectivo e proce
derem eleigo dos novos funcciooarios para o
auno social de 189091.
Cantearla de Manta Bita de Caata
AmantiS, II horas do dia, reune-ae o colle
gio representativo da confrana de Santa Rita de
..assia, alim de eleger o aovo cooselli > admims
tranvo para o ando comprumissal de 18 091
Arratal do trienal de tuerra
Cresce de da para da o nneresse do povo e do
commercio pelo entretenimento barato e com
mo lo la kermesse dos festejos no arraial, for
mado no extenso pateo em frente do. Arsenal dt
Guerra, onde anda tunt^m inauguraram-se
m8 8ou 10 leuda.-, restando apenas agora es
pago para mais 4 oa 5.
em sido extraordinario o concurso de povo,
que alli aluje todas as lardes e noites desde o
dia 4 do correte ; e, segundo o intento dos
promotores de lo til entreleoimeuto, nao ees
sarao a llumlnacao, os fogos, as, snrprezas, a
msica e a kermesse antes do dia 14 do cor
rente.
Ha duas msicas a tocar diariamente desde s
5 hor s da tarde at 9 horas da noite.
A leuda da Troca tem sala para senboras e
cavalaeiros; e all ha sempre una sociedade
escolnida.
e
uados para chronistas da semana os socios Vi
tal aelio e Jos Martius.
fiamelleiraDeesa villa eserevem-nos :
A couimisso encarregada dis festejos da j
nstallagao solemne da nova c *marca Je Gamei I
leira, resolveu o seguinte ;
Convidar os habitantes da no a comarca
para ireui uo da 11 uo correte esperar na es-
lago ua vi -frrea o novo juiz de direit Dr. j
Lin lolpho H. Correia de" Araujo, que sera rece-
ido ao soiu da banda marcial de Agua Preta,
depois do que seguiro tolos precedidos da mes-
sahiram 8, e.tis
tem 497.
a aaber :
Nacinnaes 466
- f otal 197
rragoado- 435
dona 409.
_>oenie> 19
..jucos 5
Loucas 2.
-Total 435
Movimenio na enfermara
Tiveram alta :
Maximiano Jos de Souza.
Manoel Torres Gallindo.
Hermino Jos Francisco.
Tiveraui baixa:
Antonio Alves.da Silva.
Manoel Vicente da Silva.
/
Joauna Maiia da Cooceigao.
ma banda alumnos da escola publica aleo pago Foram visitados os presos deste estabeleci
da Intendencia, que esiar gallardamente pre- \ ment por 202 pessoas, sendo 83 homens e ts
hparado, e onde .-era o mismo juiz empossado, mulheres.
fazendo se em seguida ouvir os oradores con- Hoapitai de Manta Agueda- movi-
vluaj0S. memo deste estabelecimento lpara variolosos)
Ao terminar o acto da installago ser o Dr. no dia 7 do correte, foi o seguintej
juiz de direilo couduzido para o escnptorio do
Dr. juiz municipal a comarca, cidadSo Dr. Joao Existiam
Lopes de Siqueira Santos. Entraram
A's 3 horas da tarde a commisso ir encor
225
6
Sahirara curados
Mulheres
147
1
11
Total
372
7
II
6
362
deste
porada convidar e acompanhar o Dr. juiz de di- Fallecerm | *
reito para om j miar que ter luaar no salo da Existem *> lJb
collectoria gera!. que estar preparado a capri | ao! itai Pedro IIO movimeoto
cho om urna mezi para cem lalhees. esUbeiecimento de caridade, do da b de Agos-
Terminadn este jantar reunir sc-ha- a com- lo foi o seguinte :
misso, e todos os ci ados gsmelleirenses no Entraram
largo da EstacSo e encorporados, precedidos daj Sauram *>
banda de msica e dos alun:nos da escola pu- Flleceram l
blica percorrero eai marcha cvica as prioci- Existem *do .
paes ras da villa, e em seguida rao compri I Foram visitadas as respectivas enfermaras
mentar as novas autoridades indiciaras da pelos Drs.:
CHRONIGA JODICIARIA
Tribu nal da Relaco
SESSAO ORDINARIA EM 8 DE AGOSTO
DE 1890
PRBSIENCIA 1)0 CIDADAO DE8EMBABGAD0B
QUINTIN DE MIRANDA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio Coelho
A's Horas do costume, preseutes os cidados
deseinbargadores em numero legal, foi aberta a
sesso depois de lida e approvada u acta da an-
t -.ceden te.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
is seguintes
JDLGAME NTOS
Habeas-corpus
Pacientes:
Maxuuiano Flix Babia. Exigiram-se novas
3formac6as.
Juao Ferreira de Almeida e Flix Francisco da
i!uiia. Nagou se a ordem, contra os votos dos
desembargadores Mon'.eiro de Andrade e Pires
Ferreira.
Recursos enmes
Da Panellas Reco'rente o |U'Z0, recorrido
Jos Cordeir-i da Silva. Relator o desembara-
dor Pires Ferreira. Negou-se provlmento, una
nimemeiite.
Da Palmcira dos ludios itecorrente o juizo,
recorrido Pedro Vi ente da Silva. Relator o
desembargulor Ohvira Andrade. Negou-se
provimeuto, unnimemente.
Do Recife Recrreme o juizo, recorridos An-
tonio da Cruz e Joo ia Cruz. Relator o dps-
emhrgador Auneid-i Saoios. Negou-se provl-
mento unaninimente.
Aggravos de pet'.gao
Do Reife A^ig avaoles Guerra Fernandas 4
'',., angravado Joaquim Isido o d.i Silva. Rea-
tor o desernbiaHr Oliveira Andrade. Ad-
juntos os desembargadores AlmeiJ.i Santos e
Pires GiDgalves. Negou-se pavimento, unni-
memente.
Do Recife Aagravante Igna lo Wanderl y,
ag^.-avado o inizo. Relator o desemb^rgador
tfartins Pereira. Adjuntos os desembargadores
Dellino avalcante c r"ires Ferreira. Deu-se
pr. vioif nto, contra o voto do desembargador
''.res Ferreira.
Prorogago de inventario
Inventarame Aoienio Secundino de Barras e
Silva. -Concedeu<' o praso pedido.
AiC'el! ices crimes
Da Paraliyoa Appciante o promotor puoli-
co. appellados Joao Tertuliano da Silva Pinto e
J o Francisco Naeciraento. Relator o des-
embargador Oliveira Andrade. Mandou-se a
novo jury, unnimemente
De Caniaraiibe Appellanie o juizo, appella-
dor Manoel Torres do Nascimento. Relator o
desembargador Al nejda Santos. M ndou-se a
novo jury, unnimemente.
De Ca-uar Aopcllante o juizo, aopellado
Francis-o Antonio de i ima Guerra. Relator o
desembarga ior Almeida Santos. Mandou-se a
novo jury, unnimemente.
De PanellasAppellanie Manoel Francisco de
Oliveira Sinioes. appellada a justiga. Relator o
dFsembargador Oliveira Andrade. C ntlrmon-
se a sentenga contra os votos dos desembarga-
dores Almeida Santos e Tavares de Vascon-
cellos.
Do CaboAppellanie o juizo, aopellado Cae-
lano Jos da Silva. Relator o desembargador
Tavares de Vasconcellos Maudou se a novo
jury, unnimemente.
Da EscadaAppellanie o juizo, appellado Jo-
s Pedro da Silva. Relator o desembargador
Almeida SantosEm diligencia.
Appellago civel
Do Recife Appellanie Rodolpbo Pessoa, ap-
pellado Manoel da Sila Maia. Relator o desem-
bargador Pires Ferreira. Revisores os desem-
bargadores Monteiro de Andrade e Pires Gongal-
vea. Contiraiou-se a sentenga, unnimemente.
PAS8AGEN8
Do desembargador Dellino Cavalcante ao des-
embargador'Pires Ferreira :
Appellago crime
Da Parrhyba Appellanie o juizo, appellado
RomSo Jos Fernandes.
Do desembargador Pires Ferreira ao desem-
bargador Monteiro de Andrade:
Appellago crime
De AtaL a Appellante Vicente Ferreira de
Paula, appt 'ada a justiga.
Do desembargador Monteiro de Andrade ao
desembargador Al ves Ribeiro:


Jk
j
-
'
K
'i
'
y


'
\



- ,



Iliano de VernamhnroSabhado 9 rie Agosto rl
i ii i*
1890
AppeUagao cnroe
DeAssembla Appellanie o juiz >. appellado
Est- vao lose da Rocha

i
V
.*

rt
-
Do desembargador Oiiveira Aadrade ao des-
emoargadur Mai ims Pereira :
Appellago cnme
De GrvalaAppellaole o juizo, appellado Ao-
tooio Ferreira do Sanios
Appellago commercial
Do RecifeApp.llanie a Cuuipanhia The Cen
tral, app-llado- Res & Sacos.
Do desembargador Tavares de Vasconcello-
ao desembargador Oiiveira Andrade :
Appellago civel
Do Recife Appellaole Aoiouio Henrique Ro
drigues, appellado Alfonso Moreira Temporal.
Do desembargado!- Almeida Santos ao desem
bargador Correa da Silva :
Appellago criine
Do CaooAppellanie o jaizo, appellado Jero
nymo Leonardo la Silva.
Appellago civel
De Caraarambe Appellanie D\ Jos de Bar
ros Albuqueiqje Lius, appelfa ios Jos Santiago
Tenorio e Oiros.
Ao desembargador Dellin > Cavalcante :
Appellago criuie
De A3*''m!)iaAppellaole o juizo. appellado
Jjaquim Jos da S fw.
DILIGENCIAS
Com vista ao desembargador promotor da |us
tifia :
Da Parahyb.t Appell inte o juno, appellado
Domingos Rodrigues da Cruz
Dr Caraaragib- Appellanie Dtnamerico Pra-
do da Silva, appellada a justiga.
De Lambe Appellanie Marcolino Jos Bezer-
ra, appellada a jusilla
Appellago civel
Dj Recife Appellanie M na Francisca dos
Aojos Curado, appellado Remeterlo Vital de Ne-
grearos
Cuui vista a partes :
Appellago civel
De Jaboato App liante Joo Bapusta Gomes
Peona, appellado Antonio de Barros Cavalcante.
IllSTKIlH'lo'KS
Appeilages enmes
Ao desetnbargadnr Almeida Santos :
De Ou'icui yAppellanie Joao Pereira de Al-n
Car, ppellada a justiga.
Do Recile -App liante o juizo, appellado De-
siderio Basilio de Lima
Ai desembarga lor Correia da S Iva:
Da Pdiahybi App- liante o Juno, appellauo
Amonio G-T.ildo da Silva.
Da Pardtiyna Appellaote o juizo, appellado
Joao Dionisio da Silva
Ao desembargador Delflno Cavalcante :
Dj Pilar Appellanie o juizo, appellado Ha
DOel F'aUCisco Jas Neves
De Pedras de Fogo Appellanie o juizo, ap
pe I ido Manoel Cayanna
A i desembarga lor Pires F rreira :
Da ParabyDa Appellanie o promotor publico
appellado Autonio Cameiro
D- Pedias d- FokoAppellanie o juizo, appel
lado J j 111 ni Ferreira du Sacramento.
Ao desembargador Monleiro de Andrade :
Da P..rahyba Appellanie o juuo, appeilados
Eiiiygiiu Jos de Sau'Aiina e culro.
Ao desemiiargador Alves Ribeiro :
De Bom ConselboAupellante o juizo. appel
lado Man >el Francisco F.'Usii 10
Ao desembargador Tavares de Vasconcellos :
Di ful ueira iio- 1 idiosA.ipell,.ntes Joao Gj
mes M reir, appellada a justica.
Ao desembargador Oiiveira Andrade :
De Boin Ja. diui-Appellanie o juizo, appella-
do Manuel An unto G .lo.
Ao desemiiargador Martins Pereira :
Da Parahyha Appellanie o juizo, appellado
Manoel Joaqun) de -anl'Aima
E'icerrou se a sesso as 2 horas da tarde.
PELiCACOES A PEDIDO
Eiisrenho central 13 de Maio
Li. publicade n' < Epocha, o parecer da com
missao de engenbos c niraes eu arregado pelo
governador desie Esi do uo estud dos conira
cto- e txaroe das francas.
Sao lo injustas o.- seus concei os lo apaixo
nados os seus juizos, qurado sao grandes a pre-
veug o e ma vouiade, que ressurabram de lodo
o seu lougo irabalho, contra mnn e mitihi em
preza
Nao me levara, pois, a commisso a mal que
eu veutia conir.ipor alguin. s contestaQes, repa-
ros e rectiticagVs a seus inexalos asserlos
Esia prev..gao e na vonude nao me sorore
henderam. Pelo contrario, revelaram se me des
de a vis ta que lizera a ineu euienbo. no fado
de nao ler ella gu-irda 10 para coiomigo a corle
zia deferencia de dizer-rae ao menos quem era
e a que vinna.
A coraimssao nao poda ignorar que esta fa
brica um esubeleciraento particular, de que
sou prupneano. sendo o Estado apena' c.edor
hypoitiecario ; mas, quando publico fosse, era eu
o director, gerent! ou administrador, e como tal
devia ser sabedor, antes della entrar no meu en
genho, do seu carcter de commisso e do tim
par que aqu veo. Sequisesse imual-a em 10
Civilidade, poda ler-lhe exigido a exbibigo de
sua- crede ias.
Nao liz, porem, cabedal disso. E' to conhe
Cida a uJihcadeza de um de seus memDros, e
que me pareceu ser o guia dos outros, que sup
puz ihe frga bastante de contagiaros cumpa
oh -iros, e por isso quasi os desculpei
Enire'anto, por mais que isso me prevenase
on ra quem preiena ateas mais simples r*-gras
de boa socedade, nunca pensei que a commi--
sao fosse to longe no sacrificio da verdade e da
justija. 0 seu narecer veio desiiludir me. A
mmha defeza pois, muito naiural e legitima
D h muuo mesmo que eo desejava *r occa
8ao de justificar me de a -cusacoes e de calum
nias de que tenho sido victima fabia que essas
acco8aOes me eram feias, uias nunca ouvi que
fssem ariiculadas por pessoas cujo Carcter e
moralidade podessem autorisar juizos capazes de
me lirar o soiino ; caso nico em que as levan
tria.
A llusire commisso, porem, nao esta nesie
caso. Sao iSo conspicuos os cavalheiros que a
compoem, que seus cooceiiOs pod-riam influir
em leu desabono, se eu nao aculirse logo em
re batel os Releva declarar que quando fa lo de
calumnias mim irrogadas, nao a commisso
a quem as attribuo.
Na exposo e seu longo parecer a comuuis-
8o, cutlocaBdo-se no alto de fu competencia e
au'.oridade. au guar.!uu reservas, nem toncan-
templaOes. Vio nos coniractantes esveitalhes
qu^ s piocuraiam illudir o Esiado e levar a fa
zeuda pui lie., e oo presidente que interveio no
meu ctnlracio. arbitrio?, excesi-os a abusos, que
C'egaram al o escndalo. Isto p6e me a von
taue ; aatorida me a responder Ihe tambeuj uo
tom na aecue ci.
Para meihor intelligencia dest resposta, a
disidnei em tres parles Na piimeira, traU.ei
dos falsos lutidattiriitcs em que assenta todo o
paracer da c^rnmpso, na segunda me occopa
rei da historia e ap e i..i,>s do rueu contracto ;
e na teiceua, finalmen e apreciare tua visita a
minba fabrica e c juizo especiaes que della fez.
Todo o parecer da commisso de engenbos
ceutraes repi usa em bases errneas. S uelle;
talsa luterpeifciio da lei n. 1860 de 11 de
Agoiio de 1885 ; applicrcn. anda mais fa'sa.
do reg. de lf de Seiembro dt 1889 a mtu con
tracto ;e lalsissirna oa de que o pancer da
CtO/mis-aoiJUvida sobre aoppoiiunidadeda ex.;
cucao u'aquella le!, deMa autorisar a alter8c>,
muJificao e mesmo revogac,u de suas di.-po
sicOes bsicas e esseDCiaes.
A .onimisso emende que a le n. 1860 eMa
beleceu ctmo condieco do carcter stico de lypo
roaiorp^ra o eqgenho o seo valor real e effe-
cvo d. a0:000*000. I-io falso ; nao se de
dtz da le. O que eta fez, foi to somente fixar
o valor tfli.ial dos engenbes desee typo qual-
quer que fc.sse o seu costo. Nem ptaia ser de
outra maoeira, dese que esse costo oo in\a
ruvel tara todos os engenbot. A prevalecer
al^urda opiDiSo. seguir-se-bia. que o conceseeo
m.noqui gasiasse mais do que aquella quaniia
fixada na lei, tinha direito a maior eropresumo,
ja que.jtasiando menos, devia de ser esle redu-
liao Este nao foi por orlo o peusamento da
lei; logo a fixacio ao cusi legal do engenho
nao pode ler o efleito que loe qoer dar a com
misio.
Depois para inieipetrar a lei pelo modo por
que o fez, a coaimissSo arrogou-se urna anin
dade, que Ihe nao caba. E-ta le ja eslA a-
theniiciimeiiie iiiierpelrad p.-l.i de 22 de Margo
de 1889 art. 1., t. uode vm. di huido o que
seja e.igenho de lyi o maior. sem ulien(<> ao
cusi de cada um ; e na n. 2t>3 que deu a Usi
na Caras- o valor de 600.00O#U00 por serem
seus appaieliios considranos de typo maior.
O raciocinio da commisso, poi-, para estar
de accoriiu com a le, devla de ser esle : sao eu
gentos iie ty^o ma or os que tiverem capacida-
de le safrejar de 23 a 30 (nlhe< de kilogram
mas de caimas ; os enuennos de typo maior
leem o v. lor legal de 600 000*000. O contrario
querer desvirtuar o peu-amento do legislador,
e embarazar ou nulutica a execuco da le
Assim. falso este principio como ti ou de
monstrado, perdida Hcou luda a argumeniaco
que nelle baseou a commisso.
Passo ao seg commissof isa p'iiica^o do regnlamenio d>-
18 de Seiembio de 188J ao meu contracto.
E-:e regulameniL nao poda servir de base ao
parecer da commisso, por duas iizO -s; i", po
ser inapphcave s coucessOes da provincia, ho
je Estado; 2*, por ser posterior celebrago do
meu contracto.
E' uiappli avel s coucessOes do E tado por
que, t lvez pelo veso que ha em aproveiiar ira
balbo felio, lenba OU nao applicaco ao obj cto
de que se trata,' foi copiado do dcreto que esta
beleceu condi(,es para as coacessoej do gover-
uo gcral, e o rgimen destas concess<5"s ac
centuadamente dislincto do d .quellae. as con
cessOes geraes, o governo paga juro do capital
empregado; tem.portanto, o direiio de immiscatr
se na economa interna da emp'-esa, para fisca
lisar as despezas de fondacio e custeio, glosar
as verbas mal applicadas ou excessivas. e so
pj-'.ir o juro do capital suidamente gasto.
as coocessoea do E-tado, porm, este nao
pag jaro, nem d sabveucao. Garante smen-
le, ou antes, abona apenas o emprestimo feto
pelo particular aos coocessionarios; os qoaes
sao que pagam o juro e amonisao do dito em
presumo. Para seguranza des-e abono, conten
lou se a lei com a hypoiheca nos machinismo ,
fabricas e suas dependencias; exigindo sim
plesmenle um fiscal as obra*, para flel exe u
gao das plantas, e solidez e seguranza do iraba
ilio fetu.
A meu ver, ainla que a commisso se .-can
dalise, era bem dispensav 1 essa sobrecarga de
lespezas, para eiup ezas que lutam com tanta
falta de capital Este servico be o poda ser lis
calisado por engenbeiros das obras publicas,
como succede :om as obras do Estado. Depois
deve se ler em vista que os eogeihos centrae-
no sao feiios ue empreitada para .-er eniregces
ao governo. Sao bcos de dominio parucufir e
iiin^uem mais interessado por sua solidez e per
fego du que o propno dono.
Nestas coucesscs, porltulo, o contraotante s
tem que responder ao governo pela capaodade.
mo'eroi-mo e aperfeigoamenio dos appareihos
e iiiacninis ui'S, bem como pela boa execuco
das obras. Tudo o mais escapa a sua ti-oiis>
cao e ingerencia.
Querer, pois, que o regulamento citaJo si-ja
appiicavel as conceSsOdS do Estado, desconhe
cer a oaiureza deilas.
T>mbem nao colbe a apphcaco lesse regula
ment a meu contracto, porque foi publ cado
depois da celeurago delle, onde nao se incluio
clausula algoma que me obrigasse a aceitar os
regulamenlos que u Estado, de faturo, viesse a
promulgar.
A commisso deve saber, e se nao sabe. Mear
saliendo, que a minna cmucesso fundada n'um
contracto oneroso e bilateral ; oenhuma innova
cao pode soffrer sem audiencia anuuencia mi
una, que sou pa~te con tracto ote. O regulamen
(o ou irape me as obtigagO-s ji estipulados no
meu con.tacto, e portanlu 6 ocioso e desneces-
fsario ; ou obngac-s novas, e neste caso, irri
las e oullas porque Ibes falta o meu acord
as minhas obrigagoes. pois, sao somente as
qu- se acham definidas no contracto, que a le
que rege us couiractantes. Estas emprezas oo
sao, como parece commis-o, repartiges pu
nli as, reformaveis ad libitum do eoverno, o m
propuos do Es ado. Sao estabelecimelos par
ticuiares, dos quaes o E-tado credor hypoihe-
cario. mas nao dono. Embjra, pois, diga esse
regulamento que elle ser applicado as conces
sOes anteriores, a mais simples nngo do rgi-
men das convengoes onerosas is o se oppe.
Po tanto, tumbeen ful-o este fundamento do
parecer da commisso. Foi lempo perdido.
Nao foi mais hliz a commisso oo terce.ro
fundamento em que lirmou o seu parecer opi
oio da commisso ouvid.. sobre a conveniencia
da ex cugo da lei n. 1,860. E a commisso fez
lanto ciieda disio que cnora e lamenta a cada
passo, nao ler sido seguido e aceito o parecer
dessa sua colleg..
Porem, por mais que eu reconhega a com pe
leticia aessa commisso e.-pe.i .1 no assumpio
sujeiio a s> u exame e juizo, nao posso ir at u
puuto de adcnittir que s-u parecer podesse auto
nsar o p e-i en da pioviucii a al ditlcar a le deci eluda pela asserabla. Podiam
os seus (lalos subsidios serem muito valiosos,
sua onmio multo aproveitavel, mas in ju% con
stUueium ; depois da lei fela, de jure coiuMuto.
n.i tiiiham cabimento.
Is o, quando a opinio d'aquella rocomisso
losse aceitavel ; porque sao tan ex.iggeradas as
soas exigencias, que constuuem antes veniadei
ros entraves a realisagu dos contractos, do que
arantia para os cof es pblicos. Paraexemplo,
a exigencia, subs npta com tanta conviegao pela
collega de eogenhos c niraes, de depositar o
contracta nte como fianga no Tuesouro, para po
o..- receber as ..peines, diobeiro ou predios na
praga, oo valor destas.
Creio que nao haver oinguem que estapdo
neslas coiiJig. s recorra a um emprestimo pu
tilico ; menos que nao se queira equiparar o>
contracta!) es a esses jogidores que, acreditan!
eui dinheno feliz, e trocam por elle o seu, para
fazer as paradas permutando aqielles taubem
os seus capilaes pelas apolnvs, oa esoerauga
sem duvida. de que o dl.ih-lrj do K-ialo. Ihe-
irara melli j xito e mais felicidade a sua em
preza.
Sao deste jaez as medidas de segurargi lem
bradds pela commisso esp-^c" il, e cuja omisso
nos conirac os tanta dor cau-ou a commiss > d-
engeih- centraes ; sem se lemnrarque a lei n.
1,860 urna le de favo que assen'a na ce leza
da falla de capi'aes com que lula a lavoura, e
procura remover essas difnVuldades, auxiliando
a com o cr- dito do Estado.
Assim, lunge de ser u os executores dessa lei
censranos, cada passo, pela commisso de
engenhoa cep.'.raes, por nao have seguido os
co'isellus e expedientes lembrados pela com
misso especial, deviam serlouvados e applajJi
dos, por nao s>- cvllocarem acuna della, exign
uo cun iii,0 s le qu ella uio cogitou, e ditti ui
l.ni .o a reulisago de cuutractos, que a tuesmi
le leve em visia facilitar. Pena que foss-
aceita a uidicagio do prazo de cem das para a
moagem que e um riesacer o. coujO a liante mais
detidamente mosirarei.
Eea, portanto, reduzdo suas justas propor
g s, isto a nad o terceiro fuod menio do
parecer da con.mii-so a que respondo
Falsos os principios falsas lambem tioham de
ser as couclu.-O s. Maoua a jusiiga reconhecer
que a lgica lol respeltada. A verdade, porem.
e a perfeiia compreben.-o dos a-sumptos sujei
lo- a seu e-tudo que for..m sacnticadus com
dureza e ciueldade qut horrorisam
II
Tiatando da capacioede dos engenbos con
irac.iados, diz a couiOilssao. que nei.bum deiles
lem a dos re.-pectivos couiracios. A resuello da
do meu appaiel.io, foi inexacta. Elle tem nao
sO a capacidade que me oDriguei, como amia
mais. ,
Se a commisso consultou os papis referentes
a minn* contestau, ba de ter visio que, pela m-
novagao de meu tontiaelo, tm 15 ae Junho de
1888, foi-me permel ido enipregar appareih0;
com capaciaaoe paia moer duzentas tonelladas
de canoas diariamente ; e qoe esta capaciuade
foi garantida aos appare tos de Pau d'Albo por
seus aciedttados labnuaoies, os Srs. Faweeii
P'eatoo A C, de Liverpool. Nao pudendo a com-
misso contestar esias duas asserg-s, e oem
ueu ndo ouvidar do, conveli daqoelles imius
triaes, nao aevia \6r em duvida a capacidade do
meu engenbo.
Expt riendas, porm, j feias nelle. e oulras
venLadas no eneuho S. Pedro, do Maraubo,
em apparelno igual, mostraran) que elle lem ca
pacidade para moer 250 e mais toneladas de
canoas ; pois qu all, trabalboo, em media, oo
u.ez de Jolho de 1887, 267 toneladas, como se
podera ver oo rtlatono da directora, aprsenla
do a com antna empre-ana.
Alem disso ae a con oiiaso tivesse compara
do o meu eogeobo cero a Usina Joo Alfredo,
veri qoe a aifferenga que ba enUe um eoutro
mu io pequea. Nem sei mesmo se essa dif-
ferenca'existir, ou se a. oradas as comas, o meu
nao ser maior. Aquella Usina tem urna moen-
da maior somente 6" do que a do meu engoho,
'geradores com mais 10.U.2 pois os roeus leem
i*0jj2, e nao 106. como disse a commisso
maior numero e capacidade defecadores e ca
n timadores.
Em compeosaco, porm, o meu apparelno
tem machina de moeoda igual e maior capaci
dade uo trplice eff lio e na taixa de va :oo. E
bastarla esta superiondade em tamaito da tai-
xa de vacuo para ver se que aquelle errgenho
uio maior qu. o meu; pois que pela quan
idade de massa co.-ida. que, em deliaitiva, de
ve se calcular o que o apparelho pode produ
zir.
Jra, tendo a commisso recooheci lo naque.le
engenbo capacidade para moer finia e tamos
mim s de kdogrammasdecannas. nao era mu
lo que desse ao meu c pacidade, ao menos, para
25 mil : o qoe oasiana para ara'cierisal o de
typo maior. Nao o fez de injusta.
E quando assim nao fosse. quando ficasse re-
duzuo s a capacidade de 20 toneladas, que
Ihe garanten) os seos f.iiin nuiles, elevado como
(icou o praz i da moagem oo meu contracto, po-
deriam as 25 mil toneladas ser moldas em 125
da-, sem me ser pre. iso esgoi. r os 150, cora
que unto se borripilou a commisso.
Releva aqui declarar que a claUsdla de serme
o prazo conce udo no mtntmo nSo foi por mim
requ-rida. Foi sem duv.da lapso na redaego
da portara. Nem eu precisava disi Com appa-
relbos de 200 toneladas, moendo i50 dia-, lirava
o mximo das safras calculadas oa le. Nao tem,
p mamo, fundamento a commisso para frisar
lanos rotes essa cir :uin-tancic.
J v, pois, a cammisso que oo aodou bem
avisada quando allirmou qu meu engenho nao
iioba a cipacidade exigida no meu conlracio.
Passo a qu s o do prazo para a moagem.
Oisse, justificando o meu pe udo do amplia
ment do prazo, que a le nao cogitara delle
Isto mereceu urna mengo.. desdenhosa da com
misso. Pos rehilo o, e accrescenio :a f-z
be o.
Que a le nao cogitou do prazo, teobo a mais
roou-ia prova oo facto de que a commi sao, ca-
recendo de se nrmar em atguma cousa para exi-
guo.fuudou se oo Reg. de 18 le Sefmbro
Je 1889. Ora, se a le o tivesse esiaueiecido,
para que recorrer ao regulamento que natus
inondum erat, quan Jo li/. o meo coutracio ?
Explicare, porm, este podio.
Antes, porm, de fazel o devo dizer que os
escarceos levantados pela commisso, quinto ao
ampliamento do prazo, dando Ihe as proporges
de um e.-caudalo, nao abona muito os conheci
m tilos e pralica agrcola de dous iiiemb-os, e a
se etuia de lodos res .eito di que se pralica
em ouiros paizes onde funxionam engenhos
ceoliaes. Do isto, voiio quesio
Pelo meu contracio de 16 de Fevereiro de 888,
obnguei-me empregar, no engenho contrae
lado, appaieiOos de capacidade para 300 tone
iu us dianas, atim de moer em 100 das trinia
milliesde kuogrammas. Mas, d-s. jando ad
qTir osapparelhos do engenno ceotral de Pao
d'Aitio, cuja concesso calucara, eso tendo es
les capacidade para 200 toneladas, foi-me mis
ler requerer urna in ov.igo nessa parte de meu
contracto, que m-i permii-isse elevar o prazo da
toouged a 150 .nas, para que podesse moer os
tnuu milli -r, de kilogrammas.
Nao sendo a fixagoo do prazo do mea contra-
cto condiga legal e sim resoltante do accordo
das parles contraciantes, o presidente coocor
dou com a modiliago, e foi o contracto inno
vado.
Que f.n legal o acto do presdeme, e nao ar
mirarte e abusivo, como proclama a commisso,
nao padece duvida para quem calende de le e
ontraCtoS. Que I.l acertado e co viente, vou
proval o
Foi acertad i o ampiiamen'.o do prizo, porque,
sobre nao importar prejuizo aos agricultores e
faorica, como acredita a commisso, trouxe van
UgeDS re.:.-., aquelle.-. a.einpreza e ao prooriu
Est.do.
Nao ha o lo apregoado prejuizo para os
agricultores pela delenorago de suas can-
oas, porque o -;-miu de plaulago para os en-
g- unos centraes deve ser outro muito differenle
do actual planno para os engenbos commuos.
Se ueste segundo caso o agricultor planta cedo
e atiopeladamente, oo pelas exigencias da
.re .gao de sua lavouia; a tim de desemoara
gar-se para a inuagem, que Ihe rouba tudo o
lempo e cuidados. Desde, porem, que tenha a
iuoa.-e.il de sua safra assegurada em ucoa fabri-
ca central, deve fizer suas plamagOes em me
zes seguidos, de Juuho a Dczemb o e al Janei-
ro, lempo em que se pode plantar canoas, atim
de coiiici a, proporgo que forem ttcando ma-
duras sem risco de deterioraren!-se.
Esie sy-iem.i de plautago ue trar as se
u: li--.- vautageos ". i" eviiar-lh' o atropello de
de urna moagem forgada ; porque o agricultor
que subscrever o fornecimenio de 4 ou 5,000 io
Heladas, para realisar lera ue curiar otariamente e botar oa sua e-la-
g'HO 10 a 50 toneladas de raunas : o que oo loe
ser lacil, mxime buje, que oo se pode contar
com a certeza e constancia dos bragos livres.
Deste incooveoiente o libertar um prazo
maior para a colheita de sua safra; 2 permillir
me augmeutar suas planlagO s, em mais de 50,
ou mesmo 100/o: e :' favorecer Ihe o aprovei-
tomento das baudciras para sen 'Ole
iiu dar em maior lucro na sua safra.
E. se por este sy-te.inu de planto
nao se detenorarem, dcsapparece o
perda de nn n.uouto para a fabrica.
Foi de proveuo para a empreza, porque per-
mituo ihe levar a effeitu o engenho ceutral, com
appirelnos muito bons, e de cusi relativamente
mdico, ao que seria preciso eiupregar em appa
relhos de capicidade para moer em 100 das a
safra conlraclada.
Final neu'e gaobou o Estado, porque conla
com mais um melooramento em benelicio da la-
voura. que de toda a conveniencia animar e
lavoreo-r.
S quem perdeu na historia foi a commisso,
qoe veo lo affagado escndalo convertido em
acto meritorio.
Ja me ta esquecendo dizerquanlo a este pon
13 que nas -. i li ha- os engeooos centraes moem
al 10 meze no aaoo Para lo lougo prazo s
dous escndalos; um s nao chega, q.ie o tem
po dobrad') Arrume-!,le a cou:missao.
Mas, quanto essas razes que verbalmeote e
por escr pto ezpuz ao presideute de enlo, nao
nasiassem para autorisar a innovago de meu
contracto, sob-ava me outra anda mais
qu nao careei de invocar; era que tiz
contrete uo rgimen da escravido,
extculal-o depois della abolida, quando nao po-
da vigorar, para os trabalOos de lavoura, a mes
ma lacilidade do rgimen exondo.
V. pois, a commisso que o meu ped do de
elevago do prazo, foi multo bem fundado, e
como elle o despacho que m'o coucedeu, sem o
arbitrio, abuso e excesso que a commisso en
xergou. naturalmeute por ter boa vista.
easso a oulio ponto, oude a commisso aber
lamente claudicou.
o que re
as cantias
pengo de
TiuiJ fra dada a capacidade de 400, e s a ti
nh. para S00.
E porque Ihe doa na alma que eu fleasse com
os appareinus pelo prego por que os bavia cum
prado, fea depender o seu aperfeig am-oto do
accrescimo de diversas pe;as e Utacbinramos
mais, oo valor superior a tiota contos de ris ;
pegas e machiuismos que nunca se l-tnbT)0 de
exigir para os engenbos de que era fiscal. Os
companheiros, hados na competencia do collega,
que se d zia especialista na mateiia e crentts
ue sua mparciahdade, pelo seu inculcado calo
nisuio. sub-Teveram o parecer, e o presidente,
pems mesinos motivos, appr vou-o.
Mas este parecer eta evidenlemeote contrario
le o 1860 e as coodiges do mu contracto
A' le, porque nao tendo esta ;ouado lo prtzo,
bubeuiendii se que era o temp cr Imano paru
a coibeita da safra ire nos ; mnuueiu dir.
a nao ser o relator d. s.-a commisso, que um
aoparelbo de 200 toneladas diarias, nao pode
moer n'uma safra de 25 a 30 milbes de k lo
grainmas de cannas. Faltava, pois, base cum
misso para dizer :o engenho de lypo me
or. Ao meu contracto porque o prno liona
si.io ampliado.
Mas, quando o praz de cem dias eslivesse
consignado na lei, anda aisim os apparelho*
oao podiam ser considera os de typ raeno'.
poique os deste typo s moem !e 12 1|2 a 15
uiiib s de kilogrammas de cannas. ao p^sso
que aquells eram para 20 milhes, e portanto
superior lypo menor.
Ha porm. males que veem para bem.- Este
parecer proporcionou-me op'portunida e para
provar que os apparelh s de Pao d'Alnu tinham
capacidade para mai9 de 25 m bes de kilo
giammas.
Sabendo eu que commisso nao tioba sido
presente a portara de 15 de Junno, que elevara
o prazo de meu contracto, e de cuja existen-
cia nao sabia o dous de s-'u- merabros, repli-
que! contra o despa-bo do presi'ente, allegando
a omisso da remessa des-a portarla, e requer
que, ihe sendo remettida esta, fosse el a de novo
ouvida, e aproveitei o eosejo pa'a juotar um es
iud comparativo do engenho de Pao d*Alho
com os de Tixa e Goyanna, e dous relatnos
da direeioria do eogeuho ceotral S. Pedro, do
no Pindar, no Maraoho.
Fiz ver uesse eslu lo comparativo, que, tendo
a moeoda de Tima 72" e a de Pao d'Aiho 60", e
endo aquelle capacidade para 400 toneladas,
oo poda este ter somente para 200, visto como
a differeng.i era apenas ae || ; e .iu.- a de
Goy.inua, lendo on m en la de 66", sen.io
para treseulas toneladas, uo pouia Pao d'Adiu
ser s para duzeotao ; pots que. |.-t a a deviJa
proporgo, tem capacidade superior exigi a
pela le
Provei mais que o relator da commisso tpba
sido inexacto quando afirmara que o eomobo
de Ti ua oo turna capacidade para 400 lorela
das, juntando ext actos do diario d-sta fab|ca
e do de seu gerente, dos qoaes vase que,, em
experiencia f na em p esenga do engenhpiro
fiscal, que era esse mesmo relator, o appanklbo
de Ti.na mora na razo de 407 toneladas, e
que f. i em vista desse resultado, que elle tele
graph u ao ministro da agricultura para receper
o engenho de T raa, ou : LoUrengo.
V a ccmmsso de que grao era a m vonia-
de que me votava aquelle eogenheiro, qoe ipo
duvidou de saua sabida.
A' vista de minhas allegages e pravas de que
as acompaoh-i. a commisso ref rmoo o seu pa-
rec-r, e rucouheceu que os apparelhos eram de
typo maio 0ciodo assim dispensado o favor ua
elevago do prazo, com que taoto se abespinbpo
a commisso que respondo.
E' exacto que ess.- parecer foi somente assife-
nado pelos dous membros da commisso ; mis
tambi-m exacto, e a commisso de engeob )s
centraes ob'eu mal em occuliat o, porque poile
parecer que o fez de proposito, que o relator c i
vergenie, no seu parecer era separado, disseqne
os apparelhos em questo tiuham capacidat e
para 26 ou 27 milbes de kiloerammas, enei
porm, para mais dt30 milhoes!
E foi tirmado neste parecer qoe a secgo < a
Secretaria do Governo ioformou que is appan-
lbos eram de typo maior!
Se a commisso, pois. teve em vista, ocultan-
do essa circumstancia, fazer urna insiouago des
airosa aos dous membros da commisso exami-
nadora dos apparelhos para salientar a au&ler
dade do relator, sabio se mal
Eis a que re reduz oterminantemente-con
que foram jolgados de typo m=nor o meos app -
relhos.
A commisso ouvio oor abi orna historia mal
cornada, ennegrecida pelas cores da calumnia, ti,
se.n indagar de sua veracidade, sem examinar
os pormenores, incumbi se da iogloria tarefi
ue dar-ibe urna segn Ja ed'go, mais correcta,
augmentada, e, sobretodo, aotonsada, qualidad: rana ?
E nem foi approvado com piecipilago e sem
os tramites legies, como qoiz i commiso tnsi
nuar, mencionando a circwni-'tancia de Ihe haver
sido remettido com a ckio-ula dHapprovsdo. es
cipta a lapis p rqu o despacho o ttnta e as
Mgafe.4) pelo presi ente est na petigao em que
apreseotei Ihe o contrasto-, havendo anda mais
urna portara e pedal, approvanlo 0.
Jrec.ipita1n e levi.ma foi a commisso com io
-rauages descamdas e infundadas.
E' didi circomstaocu. mnima, sem valor e
-em sigmlicago, mas de que se servio a com
misso para externar meihor a prevengo e toa
vontide, sen&o injusliga proposital, com qoe jul
troo os assomptos relativos a minna concesso.
E sempre nest- gosto ; tantos o* acintes
i mas as alluses ferinas tantas as iosinuags
malvolas, que me Torga a cada passo a Ihe es
lar rebatend > os botes.
i tora relago aioda ao meu contrado de forne-
i iioenio de cannas, d- vo responder a mais um
reparo que fe; a commisso, e que eo nao coa
signei nelle favores que em minna prooosla e
cont acto com a provincia, bija Estado, promet
ti ao* agricul O'es.
E' isto exacto ; mas porque elles renuncia
r. m espontneamente es*es favores, e eu e o
Estado oo somos curad ires deiles, para obri
i'.ii o- a aceitir aqu!lo que n&o querem. Cen
suravel seria somente o meu proced ment, se
( s recnsasse, querendo os elles.
Outra argoigo desses 8rs.
Para depreciar o valor de meu engenho, atea
cionam o prego porque adquir os apparelhos :
90000/)000.
Mas ser este o seu val r real ?
Ignora por ven tura a commisso que elks
custaram N.irtti Sogar Corapaoy 21,590, io-
cluido o frete e segoro, e que ao cambio da
epocha era que foi comprado, sobe, a perto de
250.000000 da no-a moeda ? Ignora mais
iue esses apparelhos eram destinados para um
engenho central do valor de 500:000#000, se
gunlo a garanta de juros que o governo
geial Ihe dava ? Ignora a commisso que se es
si;- apparelhos tioham o valor de 90:000J000,
para quem bao os poda uti:isar, -por ter caduca
io a concesso, readquiriram o seu valor pnmi
tivo e real I040 que fora n empregados f
Se me fosse doado um apparelho, se, por
exeraplo, um de seus memo os j tivesse rece
nido a gorda heranga que lem em espectativa, e
rae tivesse feito presente de um, seria uso mo
tivo para nao compotr seo seu custo no valor
total do engenbo ? Nmguem o dir, a nao ser
a commisso
E tu a radisposiglo da btMMiaata contra
mira e minba empresa, revelada na mais simples
referencia a assumptos della, que esqoeceu-se
de addicionar ao valor dos apparelhos, o frete
que paguei de Pao d'Alho para aqui, na estrada
de feriodo Limoeiro, em alv.renga na de S.
Fian;isco, 00 prolcogaraento, e no transporte
deste para o lugar da fabrica ; e as ferragens e
uiuciiinism os que mandei vir da Europa.
Pois lique a commis-o saoeodo; os meus
apparelhos nao foram os que vio mais-aper-
fegoar'os; foram tambem os mais caros que
acbou funcciooaodo.
E datn, por sua maneira toda especial de cal
cui.tr e sommar valores, conClue que em ne
nhum dos eugenhos tic u o Estido coberto
dos emprestimos com tonta faclidade fetos;
emittndo o paradoxo de que a importancia do
emprestimo por bypotheca ordinariamente cal
culada em um terco do bem hypotrrecado, quan-
do todos sabem que esse calculo de metude
para os predios rsticos e de dous tercos para os
urbano...
Essa (acilidade consiste em os concesstonarios
oo terem aepositado no Thesouro nmn tianga
em dinbeiro ou em predios na capital ; obriga
gao que devia ser Ibes imposta nos contractos
para a le nao ser tola em a ter dispensado ; ou
o presidentj nao esquecer se que essa mesma
1 havia sido derogida pela commisso oovida
sobre a opportunidade e conveniencia de sua
execogo1
E' forie em hermenutica a tal commisso !
Cousequente cum ella o reparo sobre a hy-
poiheca de que falla a lei. Diz a commisso que
nao se bypuihecam bens futuros e mdemnisados.
Deaccoiuo ; mas mal applicado. O que a lei fez,
(1 crear o direito d bypotheca para o Estado
nos macboismos, edificios das fabricas e suas
dependencias ; mas o contracto hypolhecario es
i dependente da conclusa das obras-S depois
da acabadas esia. que. o Thest.uro io-ea cxi
gil a. Apropriale dizter.-lioguagero do fu-
turo. E como urna lei toda de favor, contentou
se, pela, espera, com o eleraeu.o moral dos con
tractos, de que j cima fallei,- a confiaug que
inspira oconiradante.
Sei que esfes favores e essas facilidades en
commodum us ervos da comraissSo, mas que
remedio, se a lei assim o manda, e a le sobe-
forte, e t|Q0xeSije
3 meu
e tiuha de
a qualidade de typ) maior ao
o 11 nissio. qu- sobre elle houve
Contesta ndu
cRg ulio, diz a
dous pareceres : o Io declarando terminantemen-
te que os apparelhos nao lindara a capacidade
exigida p-.-lu contracto, assigoados por todos os
,11 mu.-os da cora uissu os Srs. Dr.-. Francisco
do R go Barros. G e/orio Tiiaumaturgo de Aze-
vedu e Olegario da Siiveira Pinto; 2' por Ib;
leiem sido de novo remetidos os papis, mani-
festando opioio contraila era vista da amplia
guo uo prazo da moagem. assignado apenas pelos
dous ltimos membros radicados.
Os gnpAos sao meus.
Esta urna historia um pouco com>rida, mas
fo:ga uarra-a para aclarar bem esse tpico to
parecer a qu-- respondo.
Tendo eu obnnp jou esso para empregarem
meu engenbo apparelhos para moer 200 tonela-
das diarias, com ja hcou dito, e realisada a
compra dos de Pao u'AIno, por terem esta capa
cidade garantida po" seus fabricarles, submetii
as respectivas plantas a exame da commisso,
ua forma de meo contracto, e requeri tandera
logo igual exame nos apparelhos, por se acha
rera na provincia. O dever da commisso era,
pois. verificar se 04 apparelhos tioham esssa
capacidade, e se eram d aperfeltoaoos.
Mas, o relator d'ella despeitado com a com
pra qoe eo linha feito, oo sei qual o motivo,
iratou de crear todos os embaragos possivels,
comecando por demo ar o exame, que s teve
lugar 23 das depois de oomeada a commisso,
eotrou oa apreciacu do typo do eogeobo, oe-
gaodo Ihe capacidade para 200 tone ada p.fr
da, sub o fundamento de qoe, izia elle, ao de
que a outra nao tinha.
Outra censura me faz a commisso, e dize-
que eu requeri o pagamento dos 200:000*000,
antes (fe provada a compra dos apparelhos.
Se a commisso coohecesse a disposigo de
art. 191 doCod. Com. nao avangaria proposigd
to inexacta.
Diz este artigoque o contracto de compra (
venda mercantil perfeito e acabado, logo qu
o comprador e venoettor se acordara na cousa
no prego e nas condiges; e desde esse momen
lo neuhuma das partes pode arrepender-se sen:
consen'imento da outra. ainca que a cousa st
nao ache entregue nem o prego p2go.
Ora, eu fiz mais do que provar um simples
accordo; juniei um contracto de compra e venda
firmado por mim e pelo representante da Norilt
Brazilian Sugar .Faetones Company, sob a cun
digo de serem os apparelhos receb.dos ,-elP
presidente da provincia.
D:sde que el:es foram aceitos, estava a coodi
gao preencbda, e, portanto, o coolracto perf tc
e acabado,e no caso de. ser tido como prova da
compra que eu havia rea9ado.
E se requeri logo o pagamento dos 2f OtOOOi
e que a conmisso parece eslranhar, fi! o funda
do em bom direito.
A le e o contracto exigiam para entrega dq
primeira prestago a exhibigo da factura dos
macbinismos, conhecimento de embarque e apo
lice do seguro ; e para o da segunda, a estida;
do* meamos macbinismos no lugar em que stj
eslivesse consiruinoo o edilicio do engenho cen !
tral.
Eu fiz mais do que apresentar aquelles docu-
mentos, submetti a exame e approvago oa pro-
pnos api.arelhos. Approvados e recebidos estes,
seria raatenalisar muito a lei exigir que eu os,
primeiro para aqui; pois que o fim|
desta, na segunda condtco para entrega dasj
apolicfs, nao foi outro senao precedel a do exa
me dos apparelhos e da vencago de sua con
formidade com as plantas aposentadas : o que
j se tinha cump'ido.
Depois preciso contar com o elemento moral
de todos os contractos : a boa f e contiaoga
que inspirara os eootradanies. Para a confecgo
ao^ mesmos contractos acho que se deve exigir,
apurar muito esses requisitos ; mas em sua exe-
pugo nao lem mais cabimento. Desde que o
Estado contractou commigo, porque acredilou
na mmha boa f, porque inspire Ihe connanga.
Na execogo do comVacto, pois. nao se devia
exigir mais do que na sua coofeegio. Sei que a
commisso nio cootractaria com um espertathao
de minba marca ; mas, felixmen e, a commisso
nao o Estado.
En to 10 caso nconselh) a a que, quando qui
zer apreciar provas de contractos e outras ques
loes de direito. ouga primeiro um consultor iu
ridico, para evitar tamas e to frequentes des-
cahidas.
Ou ro ponto que Ihe mereceu s 'nos reparos
foi ser o meu coulracto de foraecim'ento de can
nas julgado por bach reis em direilo, natural-
raeuie por oo serem especialistas na materia.
Para contesto- esse tpico basta dizer que pe
0 principio fosse verdadeiro, tinha toda applica
gao commisso. que, nao sendo especialista
nos assumptos da engenhos centraes, e at dan
do provas de estar muito alheia a elles, me"teu
se a aceitaro encargo de examinal os e julgal os.
Iresolvendo ex catheira qiestes que nao sao de
sua competencia scieniitica e pratica.
Mis, nao pene a mwiwao u *** con-
tracto uc iui urcitueiiu u auna- I j jj.igeira-
men:e elaborado e lo precipitadamente appro
vado, como Ihe parece.
Suas clausulas foram liradas tm quasi sua ge
neralidade de ui oulro feito entre o represen
lauto da cas K ller e os foroecedores de can
nas ao engenho que esta casa pretenden fundar
neste municipio, e que j tioha a coisagrago
oMcial da approvago do presidente, naqoella
.epocha, o Exm. r. Baio de Lucena : coolracto
estequ nfio tiaha clausulas arraojolas para
1 meo oso.
Faz-roe carga ainda a commiss2o, dizendo que
tu requeri o pagamento da 1* prestago do ero
pie; timo para fazer as prime ras despezas. Nao
exacto ; e que o fosse, eslava no meu direito. O
auxilio oo era dado para condusao das obras,
e sim para construccao do engenho central Po lia
eu, pois, pedii o, no principio, no meio ou no fim
.10 trabalbo, sem ter nada de reparavel.
O que requeri foi a soluge de meu negocio,
que s poda ser a entrega das apolices. allegan
do que nada podia fazer antes d'isso, porque c
edificio era de ferro, eeu precisava de pagal o e
coaduzil-o para aqui.
Comprehende quem quer qoe Do seja a com
misso, que qualquer solugo mirara, eru oro
mallogro para miuha empieza, ao meos cum os
apparelhos de Pao d'Alho, e que. portante nao
dev.a adiantar despezas, antes de estar liquidado
meu negocio com o governo.
Diz mais a commisso. qoe em 13 de Maio. foi
flxado um prego tixu de 800 ris. pelas cem a.
de cannas. Nao est completo. Olio mi reis na
1" e 2' safras, e nove mil ris, oa 3* 4*. E'om
misso de somenos importancia, mas qce frizo
para salientar Dem o proposito da commisso.
em occultar tudo que me pode favore.ee.
Ainda outro ponto de ce sura. Diz a commis
sao, por outras palavras :-a garantia do Estado
foi defraudada no 13 de Maio porque a es
irada de ferro do governo, e, portaoto, nao se
pode computar seu custo no valor d'elle, para
eleval o 600:000#000. cundigo sine qua non dos
engenhos de typo maior, na sua opioio, j van
lujosamente combatida.
E o uso que eu tenho d'essa e-trada ? E u di
reito que eu teoho de exploral-a, em benecio do
meu engenbo, nao urna vanugem que tem ne
cesswiamente de influir em seu valor ? A com
misso devia saber, porque tem meiub os espe
ialistas em estradas oe ferro, que o valor
d'estas,qoe lh'o doa txplorago Deixem ellas
de ter trafego, que seus inlhose mais material,
lero somente a valia de ferros vel os.
S o 13 de Maio tem urna estrada de ferro,
j feita, a utilisar se, e em mais larga exien-o
que qualquer ura dos out.03, por assim favore-
c-l-o a posigo em que est situado, nao loe
augmentar isto a importancia e valor ? E'.-io
guiar este modo de ver da commisso.
Mas, quando es3a vuntagem nao poJesse ser
accrescida ao valor do meu engenho, a corarais
sao deveria ler attendido que eu nao oceultei
i circuinstancia de nao pr. cisar de urna va fer
rea especial. No raeu requerimento. pediudo a
coucesso. ccofessel o, o anda ua clausula 20"
de meu contracto, repela essa cotitisso, calcu-
odo o cuato provavel de meu enge.iho era-----
4000:00*000 Pois isso nao foi embarago a elle
me ser concedido, porque ao presideoie de en-
to, o Sr. Dr. Manoel Euphrasio, de saudosissi
ma memoria, oo passou pela lembraoga, como
a ningoem passar, nao ser a commisso qu-
iero opinies singulares, que o valor legal do en
gndn devia 8er o mesmo de sen custo rea
Eis a que se reduzem as proporges do e,-cao
dalo para que a commisso chamou especial
mete a atlengo do cidadao governador! J roe
canga estar respondendo tantas futilidades.
Pondo de parte as duvidas da commisso, so
jbre ser ou nao proprio o solo da fabrica ; de
fer feito ou nao emprestimo aos fornecedores
kjuestes que nao procurou elucidar, com medo
talvez, de que a solugo me fosse favo-avel, en
iro no apreciaco de sua visita minda fabrica
III
Quem leo, ou ler, a historia da visita di com
isso ao mea eng nbo e a descripgo que ella
z delle, dir :o Treze de Maio urna arapu
ic"a, feita de pedagos de canos, presos por cor.tas ;
Ues e Unto sao os Jefeitos e imperfeiges que
a commisso Ihe notou.
Permita, porm, que Ihe contrare o libeo
infamatorio.
Comega por dizer que simolei urna moagem,
que nem para expeneocia deveri. ser feita. E'
urna iojuria que repilo. Nada simulei; nao est
ao meu carader simular cousa algoma ; e nem
linha carencia de simular essa moagem, pois
que, alero da coosciencia qoe tioba en de meo
trabalho, a vinda da con misso a esta fabrica
oonca me preoecupou; por issu que os assump
tos de meo contracto, sujeitos a exames de com
mis-sc. j tinham pas.-ado por ess. tranroite.
Pelo contrario moi muitas as claras, porque j
linha piompto e assenlado tudo qoe era ndis-
pt-nsavel a essa moagem, taes como : ealdeiras,
machina, moeoda, esleir de caima e de bagago,
bomoa de caldo, defecadores, clarificadores, tr-
plice effeito, vacuos, bomba de ai e machina res-
pectiva, turbinas e machina, tanques para xaro
pe e inel, com a canalisago respectiva, machina
de alimentar as ealdeiras e canalisago, bomba
para agua, tanque da deposito desta, etc.
Era-me o bastante para moer e attender aos
reclamos de meus fornecedores de canna, Bem
embargo de faltar ainda parte do soalbo das
platas formas e os corrimSos; falta, alias que
deu tanto na vista da commissSo, que offuscoo a
ao ponto de nao ver mais o que havia de feito e
acabado em minba obra.'
S se a commisso se suppe de tal importan-
cia que fosse capaz de me fazer medo.Pois, olhe.a
cada um de seus membros, individualmente, co-
mo cidados qoalificades, todo o meo respeito e
roQ.-iderago, mas como commisso propria-
uietite nunca lbe liguei a menor importancia,
porque nenhuma acgo e autoridade tioba ella
sobre o meo contracto, nao s pela rrzo qoe j
dei, como porque o regulamento de 18 deSetem-
bro nenhuma applicago tinha a minba concesso.
Se o engenho nao ficou prompto no praso do
raeu contracto, eu linha razes de sobra para
justificar me :procrastioago e delongas na de
iso das questes a elle inherentes e demora
na coosirucco do ramal da estrada de ferro,
que sendo requerida e ordenada em Janeiro, s
veio a ter principio no dia 24 de Dezembro,qu>-
si um anno depois, e isto mesmo pelos bons of
ficios do Sr. Dr. eogenheiro chee do trafego.
que se offereceo fiscalisar o trabalbo, caso ti-
vesse ordem para isso da directora da estrada ;
ordem cuja expedig&o alcancei.
J v que nao Uve necessidade de simular moa-
gem a commisso que precisa simular, para,
arada que dando por paos e por pedns e offeo-
deiido a iodo : contractantes, presidentes, Ihe-
souro e fiscaes das empresas, incnlcar qoe eD-
tendia dos assumptos a seu exame e juizo su-
jeitos.
Diz a commisso que o edificio apenas se acha-
va construido na parte essencial a roontagem
das principaes machinas e apparelhos.
E' inteiramente falso. 0 edificio do engenho,
com 140 ps de comprido e 132.2" de largura,
sob columnas de ferro e coberto de telhas de
ferro galvanisado, estava prompto e acabado.
Faltava parte das paredes lateraes, mas estas
mesmas nao faziam parte da planta approvada a
que a commisso devia se cineir.
Que a installago era imperfeita e incompleta
e que o edificio resentia-se das imperfeiges in-
herentes as obras feitas com penuria de diobei-
ro e muito agodamenlo. Um falso lestemunho e
urna mordedura.
O engenho nao estava acabado e nem eu dis-
e a commisso que o eslava; roas o que se
achava feito, tinha toda a perfeigo e bem aca-
bado das obras m-is caprichoso mente exeCOta
das, e posto que eu nao tivesse a minba disposi-
go a burra de um grande capitalista, como al-
xuem da commisso, os roeus modestos recur-
sos nao influirn) na execugo das obras, que
timbrei ero per a mau perfeita possivel, porque
eslava coostroiodo esta fabrica para mira e nao
queimando um servigo de empreilada para en-
tregar ao governo. E lano assim que, entre
lamas imperfeiges que a commisso vio, s
apontou a pouca espessura do assoalhoe o mal
ajustameuto deste : o que j consola, u'uma obra
grande e vista com tu roaos olhos.
Mas, n'essa imperfeigo que notou a commis
sao nao tem razo. No assoalho da segunda
plata forma, ontie o defe to foi notado, todus os
vasos repousam em vigas de ferro, assentados
em columnas especiaes, tambem de ferro; nao
havia necessidaue de LOalho de maior e?pessura
do que a que dei a este 1 1/2 polegadas. para
sustentar o peso dos tralialhadores. que ahi tm
de estar. E a prova que a comnoisso abi este-
ve e ahi demorou-se, sem que, com o accresci-
mo de seu peso, o soalbo cedesse.
E sua falta de sjust>ment, nao foi por penu-
ria de dinheiro, que gastei o necessino na com-
pra da madura seu pr- paro e collocago, tican-
do muito bem ajustado, foi devido a ter sido a
madeira um pouco verdosa, e tei-se coDraaido
coro o lempo e calor 009 vasos.
Que toda a canalisago foi feita de pedagos de
canos, presos por aoragadeiras e al por cordas ;
e geralmente mal revest la por uro barro inglez
que pareceu lbe ter perdido todo a acgo isolante.
por ter estado demoradamente exposto em Pao
d'Alho. A primeira parle d'esta assergo, s se
poda admiuir se eu fosse um in-ensato que man -
dasse quebrar os canos que trouxe o apparelho.
para ter o gusto de empregal-os pirados. As
abragadeiras foram exigidas pela coustruego e
postas pira aanler o equilibrio dos canos, abro
de nao cederero com o proprio peso e abrirem
as juntas. E as cordas, e andaimes que a com-
misso vio, sao proprios de urna obra em con:
slrutgo. oo merecendo o reparo que d'isto fez
ella, que por elle mais se notabisa.
Quaoro a perda da acgo {solante do barro,
nada afurmo nem neg, p rque ignoro que aci
dos voiateis eotram em soa composigo. Asse-
guro. poim, commisso que vieram pora aqui
un barricas bem fechadas, nao ttndo estado
demoradunerite exposto em Pao d'Alho, como diz.
Todava prtmeito lbe que, se ainda precisar do
tal bario, o manoarei vir tm vidn s de cor esco-
ra, para que elle nao perca a dita acgo so-
lante.
Que, para o abastecimcnlo d'agua fabrica,
teoho urna levada em projecto, que, pela mani-
festa faha de recursos n'isto ficar. Cerno soube
a coaroisso dos meos projeclos, se nao ouvio-
me, se nada pergontou roe. se nenbuma infor-
magSo pedime? A sua vista d'aguia D'esta
matera, peimilte-lhe lambem ver al no fuDdo
do pensamento aihcio '
Que a boroba para fornecimt nto d'agua tem o
encan.rotulo fe'o de canos de diversos diame-
iros,e al de columnas ocas. Os caos nSo lm
diverso uumetro ; uns sao de ferro batido e ou-
tros de ferro fuodido, foi o qoe enganou a ptica
da commisso : nem as curvas foram oblidas por
calgos-de madeira. Quanto ao emprego da? co
lumoas ocas, que nao orna falla para censurar,
e antes urna economa para applaudir, explicase
assim :
Quando tratei da construego d'este engenho
suppuz que a bomba do marbinismo podes-e li-
rar agua do rio ; mis, fi:ando este muito baixo,
Uve de enpregar urna bomba centrifuga, de 6"
de dimetro, igual a doenjenho ; havendo falta
de canos d'esse otamelro no mercado, pude ob
ter que o digno gerente da Beberibe me cedesse
oito ; e coiuo ainda nao fossem sufficientes, apro-
veitei para isso duas columnas as, que me so-
braratn do engenho. Onde est a inconvenien-
cia d'isto. e o defeito a arguir-se-me ?
Mas a questo a indagar era outra. Era saber
se a bomba tinha capacidade sufficiente para dar
a agua precisa ao servigo do et genho ; se a ma-
china que a mova tinha a forga necessaria para
esse tim ; e. se os canos diaraetro bastan!? para
conduzr a agua levantada pela bomba. Isto era
o que a commisso devera ter verificado, e, se
quizesse ser justa, responder pela afirmativa.
Releva non dorar commisso que, se eu qui-
zes-e fuar me n explicages sobre este ponto,
bastaia dizer Ihe que essa bomba nao faz parte
uo a|.,...r.-liio, e por cooseguinte, nada tinha que
ver com ella.
Despede se a commisso de sua visita mi
una fabrica, fechando co:n chave de ouro 03 seos
juizos suure ella, quando diz :a dispjsigo do
edificio do 1 ogeoho central em relago di
reclri ua via ler ea, pelo menos, inconvenientis-
sima. 0 ramal de seu servigo especial fica Ihe
muito distante da esteira d moenda, de sorte
que a conduego d canna at ahi ba de exihir
diversas baldeages.
Confesso que esta tirada me desarmou; acu-
di me ao espirito as palavras do Evaneelho :
Perdoae Iket...
Pois meus senhores, a linha principal aberta
pelu ramal; este dirige-se para o engenho ; an-
tes do logar ero que traba de ser collocada a ba
langa, eonde hoje j se acha, bifurcase em dous
uutros, um deiles para receber o assucar e alcool,
e o outro para levar l-nha ao deposito: de-
pois da balanga, nova bifurcago, urna linha para
um lado da esteira, e outra para o lado opposto ;
os t-ens entrara do ramal especial, os carros
ptssam pela balanga onde sao as canoas pesa-
das e seguera at os lados da esleir, onde sao
baldeadas, disposigo inconvenienlissima, e qoe
sujeita a canna a muitas baldeages antes de

,


i, .. 1 5-


Diario de PemambucoSabbado 9 de Agosto de 1890
*.
*...

-

ubegar mesma esleir ? Arre! qae j enten-
der da cousa.
ADtea de coocluir miaba resposta a esta parte,
devo ootar ama oircumsiancia que inostra ainda
a indisposico, o animo hostil da cominiss&o par*
comigo e miina empresa; e : oa> baver rete
rido ter encontrado aqu am p'olissional, di
gioda otr.baltio, quaodo o Tez a retpeito dos
outros engeoh>8. Ou csie protissiunal nao Ihe
merecea as honras de orna mencao, pe julgal o
quem deila ; ou quiz insinuar que en eslava fa
zeodo a obra em direccao techlo, e atda
mente.
Qjanto 4 babili taces dq proflssiooal ba at
ogratido da commissao un nao -ecunh-c I as,
esqueceudo a liccio que delte re do a oo mister de certas vlvulas, coja fuocco
ella ignorava; com grande sorpresa deil-, que
suppunba ser ella composta de pessoas versadas
no as>umoto de engenbos contraes, de quem elle
se prepara va para aprender alguma cousa. Ti ve
de ensioar Quanto a segunda mais urna ma
nifestaco da ma vonlade da commissao para
juntar s multas outras que ti i apuntado.
E' ama commissao que d taes copias de
uas habilitacoes e imparcialidade, aae procla
ma aos qaalro ventos do quadrante, qoe a lei
a. 1860, foi viciada, sophismada e my-uifieada !
au viciada est a commissao pelo orguiho e
pre.-umpc io de que sraente os spus memhros,
qae ieun morahdade. honra e probidade So
phismada foi a intengo do gove nadir do Eta
do, que esperava um juizo mparciai. sciemilico
e pratico sobre os assumptos de engenhos cen
traes e sahe Ibe a negaco disto t Pinaimeote
mv-tifica a foi a lavoura, que cootava que as
-uas oecessidades fossem melbor comprehPOdi
dase expostas, mas favorecidas cuas preteoc-s.
e encontra se com as exigencias as mais exage-
rada*, e com verdadeiras coudicoes imp^i
veis !
No parecer da commissao, pois, que ha vicio,
opbisma e mystiticaco.
E depon dessa longa serie de apreciagoes con-
trarias a lei. que vigora para o a-suropto. e flr
mada em um regula ment que nenboma appli<*a
pao lera s coocesses Jo Estado, bem como em
um parecer de commissao que nao tinba forca
para derogar esta mesma lei. conclue a commis-
sao por dizer queguardadas as garantas para
o Tbesouro expncnas no reguiamenlo, qae inter
prelada a lei pela forma porque ella o fez no seu
parecer, nao v inconveniente em que no vos en
genbos sejam contrastados.
E-lava b in servida a lavoura ) Su grande?
capitalistas qoe tivessem o capricho de trocar o
sea dinbeiro pelo do Tbesouro, erara os que po
deriam coutractar esses melhoramentos. que o
zelo phansaico da commissao impossibllitava a
qj. Iquer outro. Looge de facilitar se rses esta
belecuntotos que teniem a beneficiar a lavoura,
augmentando a produejao e incrementando por
conseguate, a riqueza publica, quer a commissao
aperial a e restringil a de modo que fJquem na
letra da lei, e nunca chegnem a realisar m se.
Ao contrario, entendo que esses favores deve
riam ser fetos em escala maior e por modo mais
completo. Ueveria ser :eito o emprestimo gru-
pos de agricultores, urna paite sob hypothec* em
suas propnedades. e ouira soh a garanta dos
apparelhos e machinismo?, estabelecida na le
n. 1860; porque deve se partir do principio de
qae o que falta a lavoura para sal val a, di ruina
a qae ebegoa, sao capitaes ; que estes ella nSo
encontra em nossa pr ya. que mal os possoe
para as tiaosaces commerciaes, sendo por nao
os ter menos que por falta de confiaoca que o
coramercio nao os adiaota agricultura; porque
se h classe honesta seria e laboriosa nenhuma
o mais do qae a ag-icola.
Depois ba mais coasiderar qae nao pro
priamente a. capilaes alhei is aquillo de que
precisa o agricultor propritario ; simplestue^-
te de um meio qualquer que Ihe pe muta mobi
Usar o capital ierraque possue -capital que
longe de depreciar se, augmenta de valor com o
correr dos annos ; facto que se daria aind em
escala maior se os meio de sua explorar .Vi a
apoveitaraemo fossem facultades Agricu:<>
"es ba que possuindo engeobos do valor de 40,
JO e at 100 contos. nao encontrara oito ou dez,
para empreaar em sua exploraco ; ficanio
assim improductiva grande somma de capitaes.
Assim, pois, os conselhos da commissao deve
riam ser outros largueza?, facilidades, favo
rea ,mas nunca essas restriegues, e?ses aper-
tos, essas im90ssibilidades mesmo, para afun-
dagao e expl rccio de engenhos centraes.
A commissao devia confessar, e. se o nao fez
foi por egosmo, que oesses mesmoB engenhos
que vio funccionando, apezar dos defeilo? e im
perfeicOes que injustamente Ihes argnio, spesar
do perigo que enxeriou para os ha ama assignalada vantagem para a classe
agrcola, aproveilavel poneos, certo, por
qae da natureza desses meihoramentos, serem
limitadjs pequeo numero; ina- que, nem por
iseo deixam de ser de gruode Deoeticio jara os
agricultores que actualmente delles se utilisam.
e de proveito real para o Estado qoe os auxilia.
E' prefervel mil vetes vel-os realisados, mes
mo taei como se acham, permanecerem na let-
tra da lei que os autonsou.
Von concluir. Em despedida, direi, porm, a
omaiissio :se acbou a mioba linguagem um
pouco vehemen'.e, si o deve. Nao eslava auto-
risada, nem por soperioridade, nem por sapien-
cia, a offender a todos os contractantes, em ge
ral, e a mira com frisante particulansago. Po
da ter estada io os contractos, examinado as fa-
bricas, mas nao passar alem. A pessoa o ca-
rcter e a honra dos contractantes dever Ihe hiam
ser sagraaos, menos que os nao tuppozesse
animaes de sangue branco, sem digoidaje e sem
b io-, pira que loleraftsem seus ataques offeosi-
vos, saas allusOes ferinas, suas lnsinuagOes ma-
lvolas, sua descortezo estranhavel e at suas
lujurias.
Fo-se a commissao mais comedida, e, sbre-
lo do. mais modesta, nao suppondo que a mora
hdade, boo'adez e probidade, fossem moo polio
de -eus membros. Devia saber que ba muita
gente que nao Ibe inveja esses predicados.
Quaoto minba conduca nesse contra '.to,
descango na aoprovago que Ihe d miaba con
sciencia, e oo joizo impa cial de quaotos me
co becem ; e, quanto minha fabrica, na oni-
mo autorisada de profisstonaes e pessoas entend
dan, que a visitaram e reconbeceram, com grao-
de satisfacao rumba, queo Treze de Maio
anda nao eslava acabado; mas que o que se
achava prompto, eslava bem leito.
Palmares, 4 de Agosto de 1890.
J. Z. Pires de Lyra.
O Curar Baian0
Um Cururu da Bah'a,
Ex-medico de um batalhSo,
No ezercito nada fazendo
A' Escada pedio a mao.
Sendo ella generosa,
O acolheu promptamente,
D-u-lhe agasalbo e fortuna
E fl-o at intendente.
Querem saber o que fes
Este CurarJt' bahiano.
Com o seu polytheiamo
Se mostrando sempre lhano ?
GOHHERCIO
Revista do Mercado
RKCIFK, 8 l)B AGOSTO DK 1890.
Hjuve algumas transaeges no mercado d
cambios.
Rol
sa
OOTACOkS OFKIC1AK8 DA OHDNTA D08 COB-
BET0BE8
Rci/. 8 ae Agosto 1890
Algodo ao serio, i," sorte, 8*400 por 15 ki os
Cambio sobre Londres. 90 d/v. 22 5,8 e do
banco 22 1/2 d. por t
Cambio sobre Paris. 3 d/v. 42o rs. o franco, par
licolar.
o oresideate,
Antonio Leona -do Kodngues.
O becretario,
Eduardo Dubeux.
Cambio
PBAgA DO BECIFE
Abriram os bancos com a cotag&o nominal de
22 3/4, saccaodo alguns a 22 7/8. retirando to
dos logo depois de meio da para 22 5/8 e 221 2,
a cuja laxa bouve uegocio coosideravel enire os
bancos.
Papel bancario foi repassado a 22 1/2.
PBACA DO BI0 DE JAKEIBO
O mercado abri a 22 3,4 bancario nominal,
baixando logo para 22 12. fechando a esta laxa
-rnente no Banco Nacional.
Algodo
Nao constou vendas.
Aexportago eila pela alfandega neste mez at
o dia 6, consto de 199.300 kilos, sendo 38.032
para o exterior e 161.168 para o interior.
, As entradas verificadas al a dala de beje so
bem a 2.055 saccas, sendo por :
Sarcagas- ... 1 833 Saccas
VfVC
Aoimaes....
Va-terrea de Caruard.
Via-ferrea de S.Francisco.
':a-ferrca Somma- 2.055 Saccas
ASbucar
ob |>recos pagos ao agricultor, por i& luios, se-
cando a AssociacSo (^ommercial Agricora, foram
h seguintee:
Bmico..... 3*400 a 3i*'8
eno..... 1t:oo a i*K)
avado purgado i*60t a 1*700
Brutos ** i UiiKi
Ueume..... '0 **(>u
A exporcio feita peta alfandega nesle mex at
o dia 6, constou de 466.391 kilos, sendo 21.315
para o exterior e 445.076 para o interior.
Ai entradas ventic^ias at a data de hoje so
bem a 1.009 saceos, teoio por :
dreagas
Vapores .....
^UJIMO ....
Vi-fcrrea de Caruard.
Vls-ferrea de S. Fnnciat-o
via-fcrrea do Limoeno
|
51
97 Haceos
443 >
250
18
...
191 .
Somma
1 W09 5 e. os
A trezentos escadenses,
Na junta municipal,
Negou dircito de voto
Provada a prova legal.
Troeou receitas por votos,
Fez chalet em trra alheia
E se tornando zangSo
Vae desfruetnudo a colmis.
E diz .que vai adiante
Propondo se a deputado
E tambern a senador,
Sendo assim remunerado ;
Pois diz ser urna fig ira,
Das que mais tm trabalhado.. .
Em receber o pecunio
Que a scada tem arrancado.
Dizendo mais ter curado
Os escadenses mais nob es
E os de media fortuna,
De graca curando o3 pobres.
Quanto aos grandes da Escada
Nunca os pode curar ;
Com i sabido por todos.
S os tem fe.ito enterrar.
Verdade que n^ enterro
Elle se exhibe chorando,
Vertendo sentidos prantos
Com esforjo solucando.
Ser.', manha da Babia.
Terra das frioleiras?
Cutiros
Couros salgados 370 ris, e os verdes a 226
gurdente
Cota-M a lOOiOiX), oor pipa de 480 litros.
Aleool
Cota-se a 1881000 por pipa de 480 litros.
el
ota-se a 501000 por pipa de 480 litro.
Pauta da Alfandega
-imhi o* 4 a 9 di aocsto de 1890
\ irte o Diario de 3 de Agosto
\av!o* a descarga
Barca nacional Mariannmlia. xarque.
Barca noruegueuxe Floke, carvo.
Barca nacional Mana Aagetina, xarque.
Barca norueguense Rmfaxe, carvo.
Bngue allemao Edtii Mars, carvo.
Escuna alletn Jo/urna, xarque.
Lugar nacional Loyo, xarque.
Lugar nacisnal Tupe, xarque.
Lugar lugiez Sumbean, bacalho
Lugar norueguense Albatroz, carvo.
Paucbo norueguense Lagos, xarque.
Patacho norueitueose Hennk Wergeland, xarque.
patacho sueco Siri, xarque.
Patacho dinamarqus Jugor. xerque.
Patacho nacional AfannAo //.xarque.
Patacho bollandez Voowaarts, xarque.
P-iocho bespanhol Ballcser, xarque.
Patacho norueguensefloWi. xarque
lAiioriacao
BBCIFC. 7 DB AGOSTO DI 1890
rara o exterior
No vapor iogiez La Place, para Liverpool,
carregou :
G. ce Mattos lrmo 34 barricas com 2,170
kilos de oorracha.
No palnabote portugus Pires /.*, pira o
Porto, carregaram:
Aciorim Irmos & C. 200 saceos com 15,000
kilos de assucar branco.
A. F. da Silva Mua, 5 barricas coui 312 kilos
de assucar branco.
-ara o vuertor
No vapor nacional Sergipe, para Baha, car-
reja ram :
E. C. Beltro 4 lrmo, 60 barricas com 5,131.
kilos de assucar reinado.
Para Penedo, carregaram :
M. A Rezende. 300 saceos com fdriuha de
mandioca.
no vapor francez Ville ie Rosario, para
Sanios carremram :
A. C. de neicnle. 0,500 cocos, fruc.fc.
M. F. Borluolo, 146 sacets com 8,760 kilos de
assucar brauco e 766 ditos coa 45,960 ditos de
dito mascivado.
II F. Le te, 154 saceos com 9,240 kilos d
assucar branco e 1,934 di os com 116,040 ditos
de dito mascavadJ.
C. M. da Silva, 50 saceos com 3 000 kilos de
assucar branco e 410 ditos com 24,000 ditos de
dito mascarado.
Amorim lrmais A C, l'i pipas com 4,630 litros
ita alcooi e 15 ditas com 6.9:5 ditos de agur-
deme, 500 saccoj com 3,t00 kilos *e assucar
branco e 1,400 ditos com 84,000 diio de dito
masca vado.
Para Rio de Janeiro carregaram :
Costa A Fernaades, 7,010 cocos, fructa.
41 F. Leite, 500 saceos com 37 500 kilos t
assucar massavado.
Para S. Patio, carreaos :
Ns infancia exercitaria
O ofBcio daa oarpidsiras ?
L isso de andar chorando
rocodilo tambern chora.
E com seu magnetismo
A pobre preza devora.
Cururu' no engenbo Rola
Deixou am joven morrer
De um tumor branco na perna
Sem tal cousa conhecer.
N'outro engenho urna senhora
De um bra^o adoeceu;
Foi chamado o Carur'
E o mal nao conheceu.
E disse urna naacida,
Receitou ama pomada;
Mas d'ahi ha poucos dias :
A dona estava enterrada.
No Limao, indo tratar
Urna crianca querida
Receitou Ihe taes remedios
Que mandon-a pr'a outra vida.
Assim que veio a meisinha
Que elle mandn, foi tomada:
Peiorou a criancinha
T morrer as^hyxiada.
Certo senhnr de engenho
Estando doente de febre,
turur' ia o matando
Tomando gato por lebre.
Nem toda a feb.-e a mesma,
Mas Cururu' nao distingue,
Erra a mor parte das vezes
E o doente se extingue.
Ainda ha bem pouco tempo
Tratando de una coronel
Quasi tambern que o manda.
Pr'a onde foi Maciel.
Se a familia nao se apressa
Em outro mandar chamar,
Atraz de mais este esquife
Currtt' ia chorar.
E outras muitas molestias
Confunde com anemia...
Mas o cobre vae correndo.
E leva a vida em folia.
E assim vae Cururu'
Fazendo tudo o que quer.
Mostrando que n'esta trra
Osu querer poder.
Do seu republicanismo
Eu devo a historia contar
E de urna vez para sempre
Cururu' d-srnasca ar
Diminuindo-lhe a climica
Elle se poz a scismar,
Suppondo por partidario
Nao n'o qnererem chamar.
Decidi -sorel agora
Republicano, est feito !
Equivale a nao ser nada
< E tico asura insuspeito
Mas pouco depois de ter
A repblica abracado
Declaren a um amigo
Muito peior t?r tiead t:



Maciel cahio me em casa
< No meeting quosi que apanho.
< Pr'a onde vou com tal gente. .
i Que caiporismo tamanhj
A. C. da Silva, 15 pipas com 7,200 litros e
agurdente e 5u0 tecos coto 30 Ojo kilos de
assucar mascavado.
No vapor nacional Beberibe, para Rio de
Janeiro, earregaram :
Pohlmao & C, 50 saceos com 3,750 kilos de
assucar mascavaJo.
J. H Boxwe.l. i pipa com 430 litros de agur-
dente.
i. R. Macieira, 15 barris am 1,440 litros de
mel.
Amorim (rmos & C, 700 saceos com 42,000
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Um, para Babia, carre-
earain :
Amorim Irmos A C, 100 saceos com 7,500
kilos de assucar branco.
Para Vilia Nova, 'airreearam :
P. Carneiro 4 C, 150 saceos com fariaba de
mandioca.
Para Penedo earregaram :
M. G. da Rosa, 1,500 saceos com Lncha de
mandioca.
F. Rodrigues, 2.0J0 saecas com farinba de
mandioca.
No biate Flor do Sardim, para Camossim,
earregaram :'
E. C. Beltro < lrmo, 31 Darricas com 2,91fi
kilos de assucar branco e 23 ditas com 1,861
ditos de dito refinado.
Para Parabyba. earregaram :
E. C. Beltro A lrmo, 3 Darricas com 964
kilos de assucar retina jo e 2 ditas com 86 ditos
de dito Brauco
No cter Jaguaiaiy, para Macabyba, carre-
gou '
J. P. Lapa, 16 caixai cem 120 kilos de ge
nebra.
Kenditneatos pblicos
MU DB ACOStO
Alfandega
Nao pensara que tao cedo
Ficasse che fe da trra
Incoado e cheio de vento
Fazendo aos bons surda guerra.
Faxea mui bem, Cururu',
' N o a tu s o culpado,
Esta trra de oeocios,
Governa-a ateu bom grado.
Estes homens, Cura u',
Devem ser asmm tratados,
Em quanto nao enxergarem
Vae os trazendo empl strados.
Mas olha que certa gente
Que te est hoje juuando,
Se aqu houvesee j istica,
J ootaria em Fernando.
Toma cuidado com elles
Pois algiii.s sao teus eguaes,
Dos cururu's da baha
Sao verdadeiro rivaes.
Sei que tu s espertinho
T mesmo com os da Baha,
Pelo que vou te lembrar
O que na tempos se.dizia.
Sobre um tea conterrneo
Que un bunosandou vendendo
E ah cahiu doente,
Por muito tempo soffrendo.
Tu curavat o doente
Ba ros curavu burro..
Fi se o doente com mdo
Deixaodo certo su.-surro...
E mais eousinhas bem feias
Que eu por ora calarei
Dando te o mea parecer
Sobre os teus actos de lei.
Fizeste mal em roubar
Direitos ao cidado,
Cahm-te o posto as unbas
Mostraste que s um v ll .
Aniavas apregoando
Nova era, viver novo,
Fraternidade, justia,
Direitos a tjdo o povo
E depjis, de urna s vez,
Sem |ustica e sem criterio
Cortas trezentos votos !
Cururu tu nao s serio.
Para fazer tal infamia
Esclense nao havia,
Foi preciso qu; viessc
O Cururu' da Baha,
Que fechou o cemitsrio
Ao tilhiuho do Rufino,
Por nao ter sido chamado
Para curar o menino.
Pretextando que o cadver
No devia ter entrada,
Por ser de um varioloso,
No c -miterio d i Sacada.
Telegrapbaram s altas
Autoridades do Estado
Estas mandaramenterre.'
Cururu' ticou damnado.
Correu ao povo da Escada
Sempre bom e generoso,
K um abaixo assignado
Foi publicar preasoroio.
Cirar"' mette te em casa
Vae ebtadar medicina,
rienda ter-u
Do ia I a 7
dem' d<- 8
117:44612
3i:Zt)8*738
Retida do Kswuo
lol.TloiOi
iie Pernamtiuco .
Do Oa 1 a 7
dem de 8
20,760*436
3.378*964
soiaina loial
24.139A40O
175:854*422
Segunda secrao da Altaudega de Peruamouco,
8 de Agosto de 1890
0 tnesoureiroFlorencio Dorumgues.
o chife da secvaoD. J. da Fonseca.
R'ecebedorla do Estado de
Pcraanbaco
Do dia 1 a 7
dem de 8
6:.i66/!49'i
210/831
6:77730
Heeifc Urninage
Dmala 7 S07U42O
dem da 8 180*977
3:4584397
atovlaaento do porto
tfavio entrado no dia 8
New Tsike escala26 dias, vapor aKenvo -Pro
cida>, de 1,667 tonelada?,' commandante J.
Fendt. squipagem 29, carga vario) gneros ; a
Jobnston Pater A C.
Navios suhidos no nusmo dia
BarbadosBarca inglesa "Carpatiau-, capito
Wiiiiain Liurie, eiu lastro.
BarbadosBarca inglesa Ella iloore-, capito
s. Sutherqueu, em lastro.
Barbados Lagar norueguense Albatroz, ca
pio K mmundaen, em lastro.
Mercado Municipal de a. Jos
O movimento desie mercado no dia 7 de Agos
to foi o seguiote :
Entraram:
37 bois pesando 4,7 js kilos.
498 kilos de peixe a 20 ris 9*960
6 1/2 cargas com fanuha a 200 rs. 1*3U0
20 ditas de Inicias d verbas a 30U rs 6*000
31 1/2 columnas a 600 rs. 18*900
92 laboieiros a 200 rs. 18#400
4 sumos a 200 rs. 800
i esenptorio a 300 rs. 30o
52 compartimentos com fariuha a 500 2>00'>
28 ditos de comidas a 500 rs. liOUO
94 ditos de legumes e fazeudas a
400 rs.
14 ditos "e sumo a 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
8 ditos de camares ; 200 rs
50 tainos a ti
\
Bendimento de l a 6 docorrente
37*600
9*800
5*400
1*600
100*000
25-1*060
1.490*540
1 740*600
Precos iio da:
Carne verde de. 200 a 480 ris o kilo.
Sainos de 560 a 640 res idein
Carneiro de 640 a 800 idem.
* ariuliu 'le 400 a 560 ris a caa.
Milho le 360 a 440 ris ideui
Feiio Je 700 a 800 ideuo
Vapores a entrar
HEZ DB AGOSTO
New-York.---- Pmmnue.......... 9
Norte......... Pernambim....... 12
Sul........... P. do Grao Para... 12
Sal........... Magelian......... 13
Europa....... Clsde.......... 14
Europa...... Desterro......... 14
Sul......... Thames........... 16
Sui........... Para............> 16
Sul.......... Alaguas.......... 16
Livespool..... Seholar ,.\........ 16
Europa...... Finante .......... '7
Sal........... Advance'.......... 20
Norte......... Esptto Santo..... 22
Vapore a sabir
MEZ DE AGOSTO
Sul.......... Manos.........
sanios e ese.. VtUe de Rosario .
Bife eesc---- Beberibe
9 as
Si as
9 as
Peruambuco....... 12 as
b
5 b
fcrxvernar* nao e pr'a ti...
Se nao o pao j te ensin a.
Julho de 90.
Um eliminado.
Canhotioho, 5 de Agosto
de 1890
Aos cid dios deentbargtdnr
g vern.:d r e oh fe de poli cid
Como h'je t-"ha s-. murlado de guver
n-dor e cheid de pul cia, amdt imploro
c<>mpaxao para o ini'elii term > de. Ca-
oh tinho.
Nb da 3 d orren'e no caninho de S.
Beni.o foi preso em ti g ante c m dmis
cavallos M moe Flix e um companheiro.
Eutregues a polica deste teimo, appare
ceu <> dono dest s animea com provas, e
no da 5 foi solt o Minoel Flix com
fian va de 'aetan Vidal.
A'iude se vio um bomem pre^o em fia
grtuite com anirnaes ser sdto par ti 105 T
S nesta ter a ood ainda impera dele-
gado e subdelegado pensando que mo-
narchia. Confiamos na Justina.
Verita*.
i
I
A0 ESTIMADO ZHEFZ
tbilioi,. de VaMiiiKYllis
Acompanhand 1 na dr profunda
q e o acabrunha. eu derramo uma
lagrima de saudade sobre a campa
do seu diftjncto cunhado Dr. Ni-
colao T. C. Jnior.
S. Tacore.
i
I
Club Republicano 2 de Fe-
ve re ro
Eib a mensagein que esta associay >,
por ]>are de urna comm-asab composta
de s^u presidenre, o major Prxedes dn
-.ilvf
Soph
(usmlo, e seus consocios,
ro' io E. Ha Paz Portel! e
Dr.
o cida
t3j Joaqun X. C de Licerda, endert-
9011 S. xc. o baro de Lucena, a
assuibir elle a g-ivernacSo deste Estalo
salla das sesi-oes d* Club Republi-
cano Federa ista 2 de Fevereiro, Tigipi,
i de Agosto du 189J.
O Club Repub! cao Federalista 2 de
Fevereiro, por nos aqui representado,
cong tula se j.el vossa nomeaglo para
go?ei nador deste Estado, pois nutre as
mais lisong'iras esperanzas no vosso aert-
s i!ado patriotismo.
Pemnmbicano de um passado ho-ro-
siis>mo, e que jamis o desment o no
dupla carcter de juiz integro e adminia
t-ado" sensato, o 2 de Fevereirn spera
que a vussa aeiu.il governa^ao seja de
todo )nto propicia aoa negocios publicos
deste Sstado, e pelo que, desde j, vos
cfF nunho mais expressivo di confianza que
por vos se inspira.
Saide e fra'ernidade,
Ao cidado governador do Estado.
A 'lonimi-so :
( signados)
Prxedes da Silva Gusmao.
Jo .qu ui X ivier Carneiro de Lacs.'di.
Sophrmto E d P^z Portal la. >
S >BMio calmo e mi-igacao da dr,
esta a divisa do XARO> K DE FOLLET
que triumpna da insoiuaia seja qoal fr a
sua causa, fi'bre, uiolestias, trabaih, agi-
u.c3o nervosa, preoscitpauao moral, etc.,
O XAROPE DE FOLLET prodnz o
somno verdadeiro, isto o somno natn-
r l, sem periurb cao sem mau e.-tar,
sena perigo; o somno que o repouso
chimo do corpo e do esp rito. Em um
vidro de XAROPE DE FOLLET se
acia cinco ou se s noute de um repouso
completo, nator-! e reet ura*t<>r ; e esta
producto de fA'riicacjo franeeaa, 19, ra
Jacob, Pariz, aclMi se em toda as Phar-
macias.
Apresentamos considerarlo doeleitoradoss
s^tiuinles ridadioc aignus represeniantes da
manaba oacji nai,qu<> lamo eomo o exercito tem
diri'iio a (thUho publica :
Capitn len He F ederfeo Serrano.
" Capito tenejte Nooo da Cosa.
Tenenle Maooel Hugotino Pereira GiraMes.
r
L
o publico
J. mrreia k ('
tendo teado com a antiga e acreditada a-
faiatoria L La' K & CORREIA partici-
pam ao publico e em particular aos seus
amigis e freguezes qte fizeram passar a
mesma esa por uma reforma completa,
tornando a em condicSes de servir cabal
mente ao mais exigente e apurado gosto.
Para isto iizeram vir de Pars um ba-
b lissimo cortador, que se acha na direc
cao de sua oHeina e tem sempre esco-
iha um esplendido sortimento das mais
finas fazendas recebidas directamente das
jrincipae8 fabricas da Europa.
43-Rua Baro da Y.ctria--4?
EDITAES
llaix >u hontem sepul'nra Robert Orne que
I'ji einirado da cooipanlna Recife A S. Fran
cisco lljilway desde a coasirucgao da linha
Sua me rte foi occasiooada por um desastre que
Ihesuciedeu no servigo. Ee bomem soube
elevar e de finples Uabalhador a inspec or pe
ral da inhi. sem para isto empregar ineios in
confessavels, mas somente or soa perteveraoga
no traba i li). Com o seu fallecimento perde a
compaBliia um aos 8--U8 melhores empreados e
todo o pt-SSOal da e.-trada um companheiro e
amigo ijue vivera sempre na memoria de todos
aqueilts que sabiam aquilatar as suas boas qjua-
lidadei.
Cabt, 9 le Agosto de 1890.
Im cnmpanlieiru antigo.
As80ca^:o dos Ho-
Jnens de Lettras
Sesiao hoje, s t 1|2 horas da tarde, no
ealao principd do Gabinete Portuguez.
Recife, 9 de Agosto de 1890.
Pela direccao provisoria
J. 1 iago da Fonseca,
2." secretario-
1
2
3
Paria deputados a Consti-
tuiote
J)r. Annibal Fa cao.
>eaembargador Manoel Clementino
Carneiro da Cunba.
b\ Felippe de Figueiroa Faria.
4 )r. Jos Maria Rumos GurjSo.
5 ])r. Jo2o Juvenci Ferreira de
Aguiar.
6 ,8 a -So de Caiar.
7 i )r. JoSo Francisco Teixeifa.
8 )r. Ambrosio Machado da Cunha
Cavalcanti.
anselheiro Joaquina Correia de A
rau]o.
10 Dr. Jos Marianno Carneiro da Cn-
nba.
11 /L.fredo Falcao.
12 Dr. Gaspar de Drummoud.
13 Dr. Joaquim Jos de Almeida Per-
nambucc.
14 Dr. Manoel Gomes de Mattos.
15 I/r. Joaquim Tavares de Mello Bar
retto.
145 Dr. JoSo Augusto do Reg Barros.
17 Dr. Arminio Corolano. Tavares dos
Santos.
O Dr. Antonio H nrique de Almeida,
juiz de direito do civil da comarca de
Oiiuda, em virtude da lei, etc.
Fago saber acs que o presente edial
virem, ou delle not: ia tiverem, que no
iia 13 do correte, se ha de arrematar
em 3a e ulti oa praga publica, depois da
respectiva audiencia des e juizo, os bees
segumtes :
Urna casa terrea sob n. 11, a ra di
Sol dests cidade, sol) prjprio, com peque-
in quintal com eteimba, e dividida por tres
f-:ces com trras do Dr. Manoel Antonio
dos Passos e Silva, valor estimativo de
501o com abate de 2') |0 desse valor.
Uma dita a mesma ra, sob i. 28, sob
proprio, devide ao lado do poenti coni
trras do sitio do Amara Branco, ao sul
^om o becee do Inferno, e freo te ao nas-
uen'.e e ra do Sol, com sea pequeo sitio
cora arvores de fructo, inclusive coquea-
ros, no valor estimativo de 3'J0iJ 0J, com
abate Je 2) (0 desse valor d; a'-cor^o
com o art. 24 do Rgutameiilo de 23 de
Janeiro de 1986 ; e vao praca ditos
bens p..ra pagamento da exacuc que
:n ve a Junta Administrativa da Sania
Casa de Misericordia do Recife contra
Aliusrvino de Miranda Rocha Pitta e sua
mulber.
E para que chegue ao conhecimento de
todos quantos nos referi 's bens queiram
licitar, o presente ser publicado pela
imprensa, e o.it-o de igual theor ser afn-
xado no lugar do costume, do que se jun-
tar certid > aos autos.
Dado e passado n^sta cidade de O inda,
aos t das do mes de Agosto de 1890
E eu, Joao Tbeodomiro da Costa Moc-
teiro, eserivo, o es^revi.
Ant.n o Henrique de Almeida.
A Intendeucia Municipal da cidade de
Oiiuda e seu termo, em "irtude da
lei, etc.
Faz constar a quem interessar poss
que estar em praca no dia 14 do corren
te a obra de reconstrueco do curral do
matadouro publico dest* cidade, oreada
em 29750U.
Os pretendentes podero comparecer n >
referido dia, seud as propostas em cartas
fechadas, obrigando-se os pretendentes a
fazer a alludida obra de conlormidode cora
as clausulas est paladas, as qui.es .e
acham na secretaria desta Intendencia,
onde podero os mesmos pretendentes
examinal-as, certo de que ser preferido
aquelle que por menos tizer.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandn publicar este edital pelo
Diario e arrisar na. porta principal desta
Intendencia.
Paco da Intendencia Municipal de 01ir.<
da, 1 de Agosto de 1890
Dr. Francisco Gomes de Anirade Lima
Presidente.
Jos Marcolino da Fonseca Manguinho.
Secretario.
DECLARAGES
! Secgo da Alfandega de Peruambuco, 8 de
Agosto de 1890.
Serrando determina o 2o do art. 29 do dtere-
lo n. 9870 de 22 de Fevereiro le 18S8 previse-
pe aos cootribuinies di. imposto sobre industrias
e urofissOes que esta repariicao procede al o
dia 30 do correte, livre de inulta, coaranca
do referido imposto relativo ao 2 semestre* d
correte exercicio de 1890, depois do que se-
guir- se-ba a multa de 10 por cento.
0 escriturario,
Joaquim Domicio Leopoldioo Ferreira.
Sul
Lverpool..... Magelian.......... 13 as 11 b
Buenos-A y res. Clyde............. U as 12 h
Sul.......... Desierro.......... 15 as 3 h.
ttouthampton. Thames........... 17 as l h
Norte........ Par.............. 17 as 5 h.
Norte....... 'logos........... 17 as 8h
Santos e esc Fimance........... 18 ss 3 b.
New-York Advance.......... 21 as 4 h
Sal......... mpirito Santo...... 21 as h.
Aos agricultores
O juiz de direito Joao Baptista Gitrana
IXostaJ tendo contrahido diversos empresti
^os com o Banco d Brasil para agricul
tores leste Estado, da Parahyba, e Rio
Granee do Norte, contina a encarregar-
se desse trabalho, adianrado as despezas
necessjarias, mediante nniea retribait;*.
Pdc ser procurado nesta cidade, ra
do Baro de S. Borja (antiga do Sebo)
n. 48
Rsis, 3 de Julht de bS90.
Correio geral
Malas a7 expedr-se hoje
Kek) vapor brasileiro Beber:, esta admiDis-
tracJo expede malas para o pono do Rio de Ja-
neiro emdireitara, recebendo impressos eobjec-
tos a registrar at i horas da tarde, e cartas or-
dinarias at 3 horas, oa at a entrega da9 maUs
com porte duplo.
'ldministracao dos Correios de Pemarnbuco,
9 de Agosto de 1800.
0 administrador,
______________A/fonso do Rtgo Barros.
Arsenal de Guerra
Precisa se de dous alfaiates qne teoham tabi-
i lidasde para fazer gorros de psono saul.
1
1
i
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y^.-.


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I
)

I
.
i

1
Diario de Pernamnueo--Sabbado 9 de. A gasto ^e 1890
A REALISAR-SE NO
Dia 10 de Agosto de 1890
Grande premo Estado de Pernambucj
Xomo
e
B
Pello*
*
Malura-
lid
X
Cor ta veall-
nifila
1 Pareo Animara-800 metrosAnimaes
eui inaior distancia no Derby.
1 Hercules...
2 Lucifer.-----
1 Malangel.
i Gerl'dUl.- .
5 Ccllecior. .
'Humilde
TTalisplier. .
SlBeriim.....
.i! Breas-------
Rodado
Zaino.
Russo
Premios 200*000 ao 1
Pern
de Pernarabuco que nao tenham ganbo
40*000 .o 2 e iOOOO ao 3
Rodado.
MltO-.
Alazo..
>>
M
59
.'io
::
50
;7
57
59
Verde e encarnado...
Aiul e branco........
Encarnado eazul .
Verde e rosa.......
Greuat e ouro.......
Ouro e preto.
Jos Caetano Pinto.
Antonio Ucba.
Albino Jos Maia.
Coua. Aurora.
M.J.G. de Miranda.
A. T. do3 Santos.
Indemmsadora
Esta companhia de seguros est pagando aos
seoborea accioni-ta* uhj dividi-ndo di 12*000
por a. cfto, correspondente ao > estr de Janei
ro a Jui.bu prximo lind em sen uscriptono 8
ra do ummerciu o. 44.
Borlas da gorro
O Arsenal mil borlas de cdrdao de la para (forro- ; prefere
tratar com scnhjras, :>or ser tiabaibo propno
para ellas.
Sociedade
DOS
Vrtistas Mechanicos e Li-
be raes
De ordeni 1o director, sao convidados todos
os sor.os que >-e acb. ui no poso de s^o- direitos
para reamrt-m-se na -ele soi-ial sepunrta feira,
lt do correte, as 6 1/2 horas da larue, para ter
lugar a se.-so de a.-i mhla ge-al do mez de-
vendo effeciuar e com o numero que compa
recer.
Secutara da Sociedade dos Artistas Mtchani-
cos e Lioeraes de Pernainbuco, 9 de Agosto de
18U0.O 1 secretario,
Joaquitn Lopes Teixeire.
"THEATRO
Reducido dv f/oiuayen
Ida ldaevou
i Lisr>oa i* clasac 20 30
4'Soatbamptonl'ctaaBe t 28 42
Camarotes reservados ja a os piasageirosa
'ernambueo
ParapassagttiF, Iretes, eucommendas. treta-'
o a os
AGENTES
A morim Irinos & C
1 SR;, rio Bor JamaN"
COMPAMII4
PKK.\.tHB('C.tVi
DE
VavegacSo costelra por Vapor
Rio de Janeiro
(Directamente)
O vapor Beberibe
Commandante Fabio Rio
Segu no dia 9 do corren
te as 5 horas da tarde.
.Recebe carga at 0 dia ...
Pas-agens r 80*000.
Encommendas, passagens e dinheiro frete
is 3 horas da tar.le do da 9.
ESCR1TTORIO
lo Caes da Companhm Pernambucana
n. 12
Agente Stepple
2.- leilo
De urna importante cas terrea e sotSo
ra de S. Frandsco n. 5 em 01 inda
portao para o pateo do Carmo, tendo
i Precisa-se
i na roa do Pires
d* u na
D. 20.
ama para eagommir

e
a
mesma encaaameoto d'agua e gaz, lus-
tre e diveroas arandelias.
Terv -feira. 1 do corrate
A's 11 hora em ponto
No armazem ra do Imp rador n. 30
0 agente cima ompeteoteraeoie autorisado
Alaga se por piecj co.uraodo o sbralo de
i dons andares o. 155 na ra imperial o iodo-
ou por partes : luem o preiinler dirija se ra
do Imperador n. 36, a entender se cos o t>r.
Morae Si,va.
O Sr. Angelo tavares, procuret o no saboa-
do al 3 /2 bo as, e ooje no Thesouro, nao ttn
encontrado
0 Sr. Maooei Torquato Araujo Saldan,
encoDtra.io no largo da Alfand^ga, respondec a
pessoa com quem por sen intermtdio contfon se
de si. e responden qu sera iitempestivo cha
evara a leilo a cas*cima, com bastantes com |mal o; pois bem se nao vler a padar.a do paleo
modos para grande familia, com frente toda de jdo Te'co contarse ba u que lem oicorrido.
azulejo, e o oaixo 2 salas, 2 auartos dispensa' --------------------
sala para engomuiado, on-inba independente I T Fernandes & C avisara ao commercio qae
casa de banbo aun tauquee loja, quintal grande
Fernandes & C avisara
naa devem nesta praca e no estrangeiro, e se
todo murado com diversos ps de fructas de boa
qjahdad--, e diversos crotons e importante jar
dim, sotao com 3 quartos e outras dependen
cas.
0< Srs. pretendeotes desde ja podero ir exa-
minar a referida casa, e a chave acba-se em po
der do mesmo agente para quem qoizer correl a.
i (uro e v>rde....... Jos N. da Silva.
Azul e bianco.......Fernandes de Azevedo
Preto ene. e ouro... ID. Anna R. de A.
. Pareo Concoiaru-800 metrosAnimaos de Fernambuco que nao tenham ganho
prioi. iro< b msgan ios premios no< prados do R<%U>, e eguas de Hernamouco. Pre-
mios
iiSalomao.
Ida .....
{Nacional-
i'Sedv ...
200* ao 1
- Rodado.
Baio .
Pern ..... 53
5
55
5o
Preto e amarello.. .
Azul c encarndo. .
Encarnado c branco.
Verde e encarnado..
Jo? L. Souza Filho.
Coud. S. Jorge.
F. Babello Soares.
L. F. L. Albuquerque.
i" pareoProwiieridade 830 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho
em 1890 Premios : 200*000 ao Io, 40* ae- 2 e
nesta ou inaior distancia no Derbv
OOUO ao 3."
s
Talisplier...
Tupy.....
I! .!; i ;n.....
Hrcules...
Maranguape
Malan^e.
Humille ...
P>.10--1.......
Rodado ..
Baio......
Caxto___
nodado.
Alazio-----
Rodado...
Russo.....
Castanho..
Pern...... l>:
m 57
35
m 53
59
m 55
33
53
Ouro e verde.......
E-icarnado e azul. .
Azul e branco.....
Verde e en amado.
Preto ene. e ouro .. -
Encarnado e azul. .
Ouro e preto.....
Azul e brance.....
Jos N. da Silva.
Francisco C. Rez nde
Fernandes de Azevedo
Jos Caetano Pinto.
liento B. da F. Filbo
A. J. Maia.
Antonio T. dos Santos.
Coud. Socego.
4 Pareo-GRANDE PREMIO Etafo de Pernambuco
pungas. Premios : 400*000 ao i.\ 20 >*OuO ao 2."
l. i.-o neiroi-Animaes
e 40*000 ao 3.
Corga i-___
Moeuia......
T 'elirosa. -
DjCrid.......
Faceiru.....
Pimliiru .. -
Arumary... .
ROSSO....
Zaino.....
Rodado...
Alazo....
Rolado....
Alazo...
Pern.
54
52
52
54
51
54
54
iGrenat............
jAzul eencarnado...
Encarnado e branco.
i Azul e encarnado.-
(Encarnado e azul -
Az.ul 0r. e fach. ene.
! Violeta e ouro......
JoSo B. dos Santo \
i. F. de Albuquerque.
. R. Mooteiro.
Jos E. de B.Costa.
Couuelaria S. Jorge.
Coud. Venturosa.
P. Siqueira & Bastos.
Pji-i'oEmulro1.000 metrosAnimaes de Prnambuco. Premios : 200*000 ao 1.,
40* ao 2. e 20* ao 3
Maran guape
M.mi.iv ... .
Vilage.....
Pirantn ....
Saii-souc
Alazo.......iPer..... 33
Castanho..... 57
Mellado......I 33
Castanho-----1 57
Baio.......I : 57
Preto, ene. e ouro ...
Ouro e preto........
E icarnalo, pr. e ouro
inarello e branco...
,Uuro e branco.......
,, croonerbr iluit-----1,600 metrosAnimaes de qualqner paiz.
ao i, 100*000 2-> e 30OO0 ao 3
IRjpid..
Gladiator...
iVesper .
Apollo.....
iZaino
I Alazo
Inglaterra-
R. da Praia
54
54
56
i Encarnado em listras.
',1'retj esc em listras-
Ouro e branco.......
Violeta e ouro........
B. B. da Fonseca FiJho
F. H. do Valle.
Antonio F. da Costa.
Coud. Bella Vista.
. A. C. L. de Mallos.
Premios : 5005000
A. C. Marques.
Coudelaria Temeraria
Coud. Emuldi-o
Dr. J. de Sa C. d'AIb.
li )- no Derby, .io tenbam ganho primuro ou segundo lugar al 5 de Julbo hndo.
i remios : 200*000 ao 1, 405000 ao 2- e 20*' O' ao 3.
D,u.........
Porto-Alegre
Ru u Prata
Vivaz.......
Telenra-rna.
Gerfaut -. .
Rosilho
Baio .....
. Castanho..
Rodado.. .
Zaino.....
....iPern-
53
5o
jo
88
53
55
Verde e ouro .......' Coudelaria Aurora.
Krancoe encarnado.. Alfredo Vianoa.
Leopoldiio.
Brauco e azul -
Ouro e grenat. .
azuI e encarnado
Verde e rosa
Coudelaria Mondego.
Albino Jos Maia.
Coudelaria Aurora.
s Pareo -Experiencia 900 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenham ga-
nho em inaior distancia nos prados do Recite em 189J. Premios : 200*000 ao 1*,
40*000 ao 2* e 20* ao 3.
Breas
Talegiam~a
PInlao.......
P.1o Brasil..
Pliariscu.. .
Alazo
Rodado...

Ro-ilho ...
Castanho.
53
55
* 35
55
57
Preto ene. e ouro... -
Encarnado e azul
Preo. br. e encarnado
Preto e branco......
Enema do, ouro e pr.
D. Anna. R. de A.
Albino Jos Maia
Coud. Gerundio.
Candido H. Ribeiro.
B. B Fonseca Filho.
OBSOSDB.'VA.gOOSS
l*
Io pareo devem ahar-se no ensilhamento a
Us animaes inscriptos para o
horas da manb.3
Os forfuils s serio receido at sabbado 9 do correte, s 3 horas da
tariie.
O expediente para esta corrida encerrar-se-ha sabbado, ".) do corrente, s 3
horas da tarde. .
Os convites n3o dariSo ingresso nos portOes principaea, onde o cavalneirc
portador di> convits pagar a quantia de mil ris.
Secretaria do Derby Club, em 8 de Agosto de 1890.
O SECRETARIO,
Manoel Medeiros.
MUTA ATTHC.10
0,11JAKDIM
Departamento da Nova Hambargo
AO PUBLICO
Itcrnardino J. R. Braga. p:>r contracto celebra
lo aun os propriefanos do pittoresco Caf
aai dina, lotnou conta da administrado e ge
rciicia nerna deste vasto estabelecimento.
"A inuguraio solemne da nova gerencia ter
l)niiogo, 40 de Agosto de 89J
AO MEIO DIA
O estabelecimento estar aberto diariamente
as 7 horas dajOMob, at 11 da noite.
Todos os jJHW deste Estado se acham dls
osicao do fespeitavel publico.
Kemiauraat em prvido, com todas '
as diversas galeras de distraccoes de todo o
jjeoero.
i m* banda de mualca tocara no recm
i* do estabelecimento das 4 tarde
a I da nalte.
Orandea desaftos ntre caboclos
O geren'e.
B Braga
I Dita lija n. 27 13*000
i Rispo Sardinba Io andar n. il 16*666
' Domingos Jos Marlius, terrea n. 16 20*000
D.tan 18 151WQ
Dita n. 118 16*666
! Dita 1-andar n. 132 13000
Dita 2* andar n. 132 15*000
I 'Jompanbia PernambHcana loja n. 30 15*000
Madre de Deus armazem n. 2 12*500
Bortros, terrea n. 21 14*000
Lapan 2 U#
Becco do Abren 2o and ^n 2 8*000
uador da Detengo n. 4 6*000
e n.
16
Casas c. bl ra da Imperatnz,
no pateo da Santa Cruz
ltenlo
E les prelics consta estarem venda, nao
ponera fer vendidos. Alern de bypotbecados,
acham--e restados por dividas de seu proprie-
tario. contra quem ha acgo em juizo. Acaule
lem-se, pois, os wnhores pretennenies. Recife,
7 de Aposto ce 1890.
> ecretarla da laau Vmmmuv Mi
aerlcordla nluian ae aa aesdlnle
caaaa i
Ro*s :
Sote de Setembro n. 24 ,
Viracao n. 19
BesUaraoto n. 25
Via n. 27
le 1*andar laja n. 14
Aarim 1* andar n. 23
liu jo andar n. 23
Mi armazem n. 64
Tigario Teoori 1* andar n. 25
Bita 2* andar n. 25
Hippodromo do Camj
po Grande
i AssemMa geral ordinaria
Em virtude do 1." do art. 13 dos
Estatutos, convido aoe Srs. accionistas
1 pura se renniretn em assembla ordinaria
I no dia 20 do corrente, a 6 horas da lar-
40*0'J0 de, no escriptorio d-sta conjpaohia, ra
*. do Imperador, n 55, 1." aadar, anm de
13*000' eleger ae a nova directora pira o futuro
41*666', auno finaneeiro e tensar conbecimento das
W conta* e parecer fiscal.
R-cife, 4 de Agosto de 1890.
Joaquim I. Gines,
Presidente.
15*000
:t*0n0
25*800.
20*000
::::;:::::-:::::::::::
E IECTA UL') EM GKaMiE GALA
PROMOVIDO PELA COMMIS A0 EXECOTIVA
PARA 80LEMN18AB O FAUSTOSO ANNIVER-
SARlO DO
Generalsimo chefe dos E-tados Unidos do Brazil
nmi ssodoso sa rcr:s:
Cuju prouui'io .->era entegue a Exma. lilha do
Sr. Baro de Lucena afim de empregal o ca-
riJade
Logo que asumir A tribuna o Exm. Sr. con-
stlbeiro BaRAO DE LCENA digno governador
deste Estado ier lugar em scena aberla o
HYMNO
DA PROCLAMACO DA REPBLICA
Eo:ecutado pela exctllente banda d' mu-
sica, de policio regida pdo hbil professor
e distincto maestro
Candido Filho
Depois de um interval'o pela mesma banda
subir o panuo para ser representado o drama
escripio pelo latentoso e intflii(iente dramatur-
go, o cidado THOMaZ ESP UCA
Os Voluntarios da Honra
Cuja representaco est a careo dos artistas,
LISBOA, PERES. MaNHONQA, LYRA edodis
tinelo .-mador LINO, que graciosaner.te se pres
too a tomar parle e da actriz HONORINA.
a arcao passada em Pernambuco.
No lioul d acto lera lugar a marcha do l"
corpo de voluntarios de Pernarabuc.
Terminar esta fesia a representado do Apro
psito em 2 quadros pausado no tempo da guer-
ra do Paraguay, intitulado
A I' mada do Yi\\sandii
Durante a representaco ha ver rande com
bate pelo exercito brajlleiro, fazendo derrocar a
grande fortaleza ao soto de om HYMNO DE
GUERRA cantado pelos artistas que faro parle
do exercito brasileiro, termirando com o HYM
NO NACIONAL, executaio pela banda de poli-
ca tervallos.
As 8 1|2 horas.
llavera treni para Apipuco e bonds para as
linhas priocipaes.
A commis8o deide j agradece aos distlnc-
tos cidados que se digoaram aceitar camarotes
e. cadeiras para esla festa. ___________
Sociedade
Uniao Comnercia Benefi-
cente dos Mercieiros
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
De ordem do cidado presidente da assembla
geral, convido os socios desta instituigo a reu
airem-se domingo 10 do corrate, s 4 horas da
tarde, na sede social, a roa estreita do rtosario
n. 15, i- andar, atim de apreciarem a leitura do
relatono e approvarem o balanco de receita e
despena do anno Hndo em 30 de Junho prximo
pasado e proceder-se a eleigo dos novos func-
cionarios, oem ce me tratar se de assumptos de
interesse geral. E' de esperar que lodos os se
nh >res soaios comparecain em,"vista dos as-
sompto8 importantes que nesia ooras:o devero
tratar se.
Rcifc 8 de Agosto de 1890.
\ Albino Fernandes de Azevedo,
1 se< relario.
Thesouraria de Fazenda de
Pernambuco
Achando se esta repariico autorisada a effec
toar o pagamento das divid s de exercicios lin-
dos, abaixo mencionados, asalto o fac' publico,
de ordem do Sr. Dr. inspecior :
Padre Basilio Goocalves da Luz 150*000
Antonio Duarte de Figuei edo 4*458
Nicanor Guedes de Moora Alves 45826
D. Mara Luiza deAgniar. 287*210
Thesouraria oe raeeuua do Estado de Pernam-
buco. 6 deAgosti de 1890. O secretario aa
junta,
r. Antonio J. de Sanl Anna.
Pacic Sl.eam Navigatiou
Compan^
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O paquete Ma ;ellan
Espera-se do portosdo sal
ate o di 13 de Agosto e se-
guir depois da demora do
costume para Liverpool
com escala por
Msboa, Bordeaux e llj inoulh
Para carga, passageiros, encommendas e d -
iheiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sods k ('., Limited
14RTJA DO OOMMERCIO14
ompanhia Babia na de Na-
vega^ao Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Babia
O VAPOR
Principe-do Go-Par
Commandante Lacerd&
E' esperado dos portos cima
ate o dia 12 de Agosto regres
sando para os mesmos depois da
jdemora do costme.
Para carga, passagens, encommendas e dinnei-
- > a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vign-if, 17________
lIuviI Brasileiro
PORTOS DO NORTE
vapor Pernambuco
Cjmmaadante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do or
teatf o dia 12 >!e Agosto e de
pois da demora mdispensave
receoendo carga bardear no Rio de Janeiro :
para Sanios, Camona. Iauape, Parar-agua. Anto-
nma S. Francisco, Ita ahy, Santa Calharina, Rio
Grande, Pellas e Pjrto Alegre..
as eucommendas sero recebidas at 1 hora
da t ,nie do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, frete i e encommeadas^ trata
se com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante JoSo Maria Pessoa
E' esperado dos portos do su
at o dia 16 de Agosto e se
guindo denou da demora indio
pensavel para of portos do or
ale MdUdUtt.
As encommendas sero recebidas at 1 hora
di tirde do da da sabida, no trapiche Barbos
no lar*.o do Corpo Sano n. 11.
?ara carga, eucommendas, passagens e valo
es trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
--=/uu do Oommttrcin
)o nadar
Leilao
de ricos e lindos movis, novos e de gos-
to, miudesas, fazendas, pont-iras, tape-
tes avelludados pare forro de salas, mo-
vis usado, espelhos, quadros, 1 carroc
com arreios para cavallu.
Terca-t ir;i. ldu corrente
A'a 11 he ras
.Vo 2. andar do sobrado ra Mrquez
de. O inda n. 56
CONSTANDO DE :
1 importante guanta vastidos com espelhos, 1
toilette, 1 esiielli i com convesco, 1 conversadeira,
1 porta flores com vasos, 4 ditos de bamh. 2 lpHflflp n S9
cadeiras com forro de pelucia, 1 biombo, 2 eta-
geres de parede com espelbo, 2 estantes peque-
as para livroe, 1 mesa japoneza, 1 porta-cha-
pos de aportantes tapetes avelludados,
6 dunkei,... J lindas masillas de junco pretas.
2 ditas de qh cor de nogueira, 2 ditas de ditas
simples, 6 quadros a oleo, 1 mesa elstica de 3
taboas, 2 aparadores, 1 marqueza, 1 mesa re-
donda, 20 grosas d ponteiras para cigarros,
sortidas em 6 nmeros, 1 capa de renda, 2 cor
tes de velludo de cores, 1 colcha de crochet, 2
eques de setim, 1 grande amostra de sabonetes
suspensorios, boies para punbo?, broenes. pul-
seiras, extractos, livros para notas anoeis, canos
para cbochet, jarros, canelas caniveu-s, chapeos
de palha, enfeiles para toilette e muitos outro3
ODjectos.
Por interven^ao do agente
Gusmao
alguem se julgar credor. queira apreseutar .-.: i
conta no praso de tres das, para ser pago.
Recife, 7 de Agosto de 1890.
Fernandes & C.
- Nos abaixo assignado? declaramos aocora-
mercio desta praca, que a venda e compra do
estabelecimento de Caxias n. 97, foram delinitivamente realisa-
das boje e nao '-orno foi publicado em 31 de Ju-
lbo. Recife, 7 de Agosto de 1890.
Constantino Ribeiro & C.
_______________Fernandes & C.
Precisa se de urna ama para co3ohar a
comprar na roa Ve'lha de Santa Rita n. 40, !
Ddar.
Precisa-se de urna
boa cosinheira e urna co-
peira para o servido de
urna familia: nruadaSo-
20^000
Aluga se o 2 andar do sobrado rnaj
Amonm n 66, proprio para familia por ter bas-
tantes commodos ; a tra ar no mesmo.
A o commercio e ao publico
Nao temos nota dos pedidos que os senhores
commerciantes verbalmentenos tem feito para .i
Cerveja La Rosa Alemana
de que somos nicos recebedores. E como o
vapor O/inda esperado da Europa a 30 deste mez
conduz nossa consgoaco oO caixas com cer-
veja saudavel e bem conhecida
La Rosa Alemana
pedimos aos seniores oreteodentes que coa
tempo soffi'eute nos avisem a quantijade d.-
cerveja que querem. e faz mos entrega sabir
da alfaodega.
Recife, 29 de Julbo de 1890.
Machado Pinto & C.
Agente Stepple
Importante leilo
De predios bem localisados e que servem pi fTTTTMf 10 A Q
para um grande armazem ou f.brica de< V/xvJUlJCUliAiAt'/xkJ
qualquer natureza, sitos ra do Baraoj DE
do Trium,ho outr'ora ruado, Brum. S3S30A. 36 3L..A.
No edifico da Cmara de Ol.nda Cachemiras de seda e la com um metro
Hilarla feira. 13 do correle de |argura) em toda8 as c3re8> del> grSj
ora em pon o I sapbi a.broDze, wihite rose, marrn, baje
0 agente cima, por mandado e assislencia do. r. J
Exm. Sr. Dr. |uiz oe direiio aa provedorla de re jWMte ro8e> ro,e taoaeo, grosteste, grenat,
siduos da comarca de Olinda, a requerimento de preto e creme, o maia fiuo que se fabrica
Josepha Th-olooia das Neves. Rjm- Jos das Ne n'este artigo, a 3500J o metro.
jLoja do Povo
1 I Rnn do Crespo^11
LEILOES
OoniVariadaveneravel Santa
Riia de Cacsia
Collesla Bepreacntallvo
3 convocaco
De ordem do conselho administrat vo, convido
todos os bossos carissim irmos, para no do
mingo 10 do correle, pelas 11 horas da manliS,
comparecer o em nosso consistorio, afim de
constiiuirem numero legal para o i.ollegu Re-
presentativo e este eleger o novo conselbo que
lem de administrar esta confraria no anno com
promissal de 1890 a 1891.
Secretaria da veneravel confraria de Santa
Rita de Casiia, 7 de AgoBto de 1890.
O secretario,
los de A. Costa Pontea.
aARITIiOS
Roval Mail Steam P.vcke
Company
O vpi r Cljde
t^- Este novo e m cnideo vapor
>OwS. do sahido de Lisboa no dia 4
ttaf m
ten
s 5
horas da tarde, dcvei chegar a -sie
'poriu no dia U do corrente, seguin-
do depois da demora necessaria para
tfahla. Rio de lauclru. Uonle
video e Buenon-Ayre
Para carga, passagens, e ucommendas e vle-
les t-ata-se com os AGENTES
O vapor Thames
E' esperado do sul no
renlc segnndo depoi
' necessana para
da 16 (H te*
da ueniiiD
Vlceote, LUteoa, Vlgo, e Moa
ihamploo
Agente Silveira
Jeilo
Do sobrado de 2 andares n. 68 roa de
S. Franc8c:>, em terreno toreiro a par-
ticular
Sabbado 9 do corrente *
A's 11 huras
Ser effectuado no mesmo predio
O agente Silveira. por mandado e com assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. jniz de direilo da prove
dori i, a requerimento do inventarame dos nens
de B. Mana Joaquina Vianna, levar a leilo o.
referido sobrado.
Os Srs. preteodentes podera examifcr.
Ern conlinuac.ao
0 mesmo agente, auto-isado por urna lamina,
levar a leilo no mesmo predio, 1 mobilia de
junco completa consolos com podra, e as ca
deu;>s com wcosto de palhinha, 1 dita de ama-
rello >: man movis patentes no acto do
ves e Cypriaoa Luzia das Neves. viuva e tilhos
do Uado Tnomaz Jos das Neves, levar a lei
lo :
Urna casa terrea son n. 9 ra do Baro do
Triumpho. inclusive um terreno ao lado do norte
fechado na frente com un muro alto.
Urna dita a mesma ra sob n. 11.
Duas meias agoas na ra do Occidente, na
mesma freguezia.
Um armazem na mesma rea.
Um terreno na mesma ra, todo fechado tendo
porta e vaos de janellas, contendo urna estribara
para gado.
Tres meias-aguas ra dos Guararapes, to 'as
estas casas na freguezia de S. Fre Pedro Gon-'
q ti ves do R cife. j
O Srs. pretendentes desde j podero i r exa-1
miuar os referidos predios.
Farelo sap
d n ) largo ; lSOOMerc. .
ei iur
Alu
ga
se
AVISOS DIVERSOS
Precisa se de urna ama para cosiabar. pa
ga se bem ; a traur em Parnameirim, sitio n. 7
ou ra das Trincbeiras n. 17, loja.
ogam se casas calada e pintadas son a
nos fuds de B. Goncalo, a 8* ; tratar na ra da
mperatr z n. 76.
Precisa se de urna ama para cosionar e de
Um excedente terreno para baixa de capim, com
tres casas de r-snlpocia, situado na
Capanga
i Os pr-'t.-r ,| -ttoj deveiSo apresentar suas pro-
] postan -iii curiad erhadas at o da 13 do cor-
! reme, no escriptorio aa sociedade Derby Club,
j ru* Duque de Caxias n. 22, as quaes sero
taheilaa no dia 14, e ser preterida a que me
I lhore vanlagens offerecer mediante fianja ido
ii-a. que deve ser declarada na propnsta.
Botequin
Do Prado da Estancia
A directora da sociedade do Derby Clnb re-
cebe prosostas em carta fechada al o dia 13 do
correle, em sua secretaria ra Duque de Ca-
outra para engommar
armazem.
o Vicario n 8 xia8 D- 22' Para alKDel dos na na ao viario n. o, ex8len,es na archibancada do Prado da Esta
____________________I cia, nos dias de corridas no mesmo Prado.
As propostas ser9 abertas no dia 14 e prefe-
rida a que melbores vantagens offereepr, me-
- Precisa se de orna ama que saiba cosiniar
e engommaj ; na roa Nova n. 20. _________
- Alogam se a casa do largo do Paraizo n. 3. | "i"ldonea a 1nal deve 8er Ddicada na
a loja do becco do Padre n. 10. e a soia da ra
do "adre Floriano n.
mero 11.
69 ; na ra do Apollo nu-
Por alogar : casas o. 9 ra do Calabouco
por 20*000 mensaes ; ra de S. Joo n. 50 por
141000.
proposta.
Aluga-se
0 grande sobrado
Silo margem do Capibaribe, com todas as
Comprara se diarios e jornaes para embru-1 bom dependencias corheiras, viveiros, jardins,
Ibo ; na ra da Aurora n. 83. baixas de capim, banheiros com agua do Bebe-
^'S^^SS^S^^ j Pretendentes devero apresentar suas pro
:^nh,V3n,areihn OI,Pm nrp(ender dmla^P. Pslas em cartas fechadas at o d 13 doi cor-
rete no escriptorio ta sociedade Derby Club,
as quaes sero anertas no dia 14, e ser prefe
rida a que melhores vantagens offerecer, me-
diante fiaoga idnea, que deve ser declarada na
proposta.
cosinha e apparelho ; quem pretender, dirija ae
ra Coode da Boa-Vista o. 63.
Pede-se o Sr. Jos Francisco da Costa
Ferreira. prat cante do Correio, que v roa da
Palma n. 109 entregar o que recebeu par resti-
tuir soa dona ; te nao o bzer dir se-ba o
tacto.
Lava-ce e engomma-se
ra da Imperatriz n 58.
com perfeico na
Alng-a-
se
u. aOaixo asstgnado, protesto sobre quem
negocio tizer com o terreno no qual se acham
edificadas tres meias aguas, -Un ra das Nym
phas, tndo anuunciado em leilo do da 6 do
corrente pelo agente Pestaa, visto me achar
com direito ao mesmo terreno.
Recife. 6 de Agosto de 1890.
Antonio Outtes Martins.
a loja do sobrado ra de Mariz e Barros n. 2,
propna naia estabelecimento de molbados, por
ter armafo com todos os seos pertences, e lem
ao lado urna excellente casa de banhos aonexa
mesn, e sobre ludo recoramenda se a boa lo-
calldade : quera a pretender dirija se ra da
Compaubia Pernambucana n. 10.
Leilo
leilo
Agente Seppie
Sabbado, 9 de Agostjo
A'h 11 horas
No armaze'n roa do Imperador c
O agente cima, por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz dos fritos da fazenda, avara a
leilo os eeneros perieocentes ao espolio lo fi
nado Firmino do Reg Bar os. a requerime i'.o da
invenUriante.
39
|K3
Attendite et vi-
dete!
Alnga-te a loja do sobrado ra do Coro- j
oel SoassuDa o. 139 por 22O0> com agua a
tratar oa roa da Imperatriz n. 76 Jog Samue| Botelhi avisa ao respeitavel pu
blico que anda contioua a fabricar bouquets
Urna senhora que nao crianfa e tem al-
guma educago, offerece se como governanle.
para casadehomem v.uvo que tenha muito pou-
ca familia ou solieiro. mediante bora iratameoto,
na capital ou em seus arrabaldes ; na ra da
Concordia n. 229.
para casamentos ou outros quaesquer actos,
assim como porta bouquets de papel e seda : a
tratar na soa residencia, ra da onceitjo n. 3,
ena ruadaCadeia do Recife n. 43, loja de sel-
Ireio.
Leilao
Agente Silveira
Da casa terrea na travessa do Ata ho
n. 1
Megnada-felra, 11 do correarte
A's 11 horas em ponto
Vb armazem ra Estreita do Rosario
n. 8
O agente Siveira, por mandado e com assis-
tencia do E*m. Sr. Dr. joiz de direito da prova
doria, a requerimento do inventananle de Flix
Jote Felicio, levar a leilo a referida casa, com
porta e janella oe frente, 2 salas, 2 qnartos, co-
sinha fora, pequeo qointal medlodo 3 metros e
2 centmetros de frente, 8 metro* e 60 de fun
do.
Os Srs. pretndenles podem examinar.
lliVS SiS 11.
boticas.
Vende se em todas aa casas de drogas,
SabSo maravilhoso para limpar me-
taes de todas as qnalidades, mar-
mores, madeiras, trens de cosinha,
soalhos, paredes, pinturas, etc., etc.
Sab2o indispensavel em casa de
familia; poupa tempo e trabalho.
SAPOLIO
Nao se usa para lavar a roupa.
perfumaras, ferragens, armazens e
DEPOSITO GERAL EM CASA DE
HEHRT FORSTER db G.

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Diario fie PerDanihnr.o-Sabbado
i
le Agosto de J89H
CERVEJA
PILSEN
lmeos importadoras
ALHKIKO, PKRN NDES & G.
A cerveja Pt>n couhecida e rec
nhecida como a mais pura, bygieoica e
ao mearon tempo a mais peitoral de todas
aa cervejas fabricana na Allemunha e
como tal recommendada pelas summidades
medicas nos prmeipaes paizes da Europ.,
India e Australia.
Deposito ge ral
RA DA IMPERATRIZ N. 42
T lephoar B 4J5
Vender U-obeui as seguintes casas :
Jos Fernandes Lima & ?>.*
Amaral d Primo.
Pocas Mendes & C*
Joaquim Maia & O.
Jos Maia & V.
Peraira Ferreira & C*
Manoel Jotquim Alves Ribeiro & C*
Ramos Ferr ra & l .*
Antonio de Almeida Rabelio.
Jos Gomes Gauches.
Arthur (ioncaives M-cSes.
Antonio Afr>us > Sin 5es.
Veriss mo Marques & 0.a
Valongueiro & C.1
CHA VBKDB FIM)
O autigo e acreditado armazem de
Alneiro receben o que ha ce melhor
neste artigo, o qual se torna recommen-
davel pelo seu excelente paladar.
S se retalha em seu armazem.
Ra da I-n|>eratrlz n. 4*
Alheiro, Fernandes & C.
Violto Virgem
xwi a ssrs A o
De opima qualidare, propno para re-
feic5es, receberam os propietarios do
armazem do Alheiro ; de excellente
qualidade por ser puro de uva e nao
corter alcool de especie alguma.
Retalha se no armazem de molhados
Ra da Imperatriz n. 42
Alheiro. Feraiaaides A C.
Attenco
Urna senbora babiliada, propOe-se a leccionar
em collegio e casa* particulares as .eguiotes
materias : priroeiras leu>as, geograpuia, histo-
ria, piano, bordados e (lores ; a tratar na tra-
. In n. 13.
Convite
A comroissao abaixo assignada, encarregada
de promover o- festejos da nBtailacao da nova
comarca de Garnelleira, tem a subida honra de
convidar a iodos os habitantes da mesma a abr
Ibantarem com soas ureseocas aquelle acto, que
tera lugar no da i i do crreme, > 12 horas da
manha. Gamelleia, 8 de Agosto de 1890.
Ernesto da Silva Miranda.
Aostncliano de ->ndrade.
Amonio Das Al'es da Silva.
Lycurgo Geraldo de Alencar
20Ra 1." de Marco20
PARA HOMKNS
Guarda-p de brim.
Camisas de flanella.
Chambres de Metim.
Coletea de seda (cortes).
Brim de t6r (linho).
Cortes de casem ra.
Camisas allemaes.
r aletots d i seda palha.
Paletn de a'paca preta.
Casemira preta e de cor.
Ceroulas de bramante, meias, colari-
nhos, punhos e regatas.
Em compras maiores ter direito a
ezemplar de msica a escolber.
Amaral efe G.
um
Liquidacao
dias
Ra Duque de Caxias n tt?
De niiudezas e algumas fazendas
PECHINCHAS E MAIS PECHINCHAS
A' vontatic dos freguezes
Mntente al O horas di tarde.
M< rcearia
Vende se a bem local's da e acredtala mer
cearia da roa do Rangel n. 73, prox>roa ao mer-
cado ; irata-se na ra de Hortas n. 15. __
Sitio
Aluta sr- uro sitio com umitas Iructeiras e boa
;asa de vivenda com bastantes commodos para
familia, na travessa da? Pern mbucanas n. 3; a
tratar na ra Visconde de Itaparica n. 2, escrip
ro.
' Lymphii vacciniea pura i
(VENDE SE NA PHARMACIA HOMEOPA-j
j i THICA DO i
l \ DB. SABINO
j j 43 RA BAHO DA VICTORIA 43 j )
Ao commercio
Os abaixo assigoados declarara que enderam
aos Srs. Constantino Ribeiro C. a casa de ne
jocio de miude.as, iDCiB-lve arma.ao e parte de
dividas activas, sita ra Duque de Caxias o-
97, livre e desemharacada de qualquer oous :
quero se julgar credor aprsente seus ttulos ou
contas no nraso de tres oas. Rea fe, 31 de Ju-
Iho de 1890.
Fernandes & t
Ao Hippodromo!
Alfafa, aveia, milho, fare o e arror de casca
veddem Guimares & Valeote, Corpo Santo
n_6_______________________________________
Agna mar vil liosa
Com a applicacio desta agua, qoem soffrer de
esoinoas. pannos, sardas e vermelhidao do ros
to firara perfeitamem.e curado, reconhecendo-a
desse modo, cono unco especifico eflicaz. Alm
desses efTeitos, tero ella a propriedade de, tor
nando a cutis limpa, dar lhe cor natural. A
cada vidro que custa 1*000 arorapanha a respe-
ctiva indicicao d< uso.
nico depotito
Drogaria de Faria Sobnnho & C, ra
Mrquez de Olinda n. 41
Ao Uero Pernarabu-
cano
Ra da innurttm numero 58
Receoeri ro direciameme da Europa os verda-
deiros merinos para baiinas, capas e paletots
romanos, e as desejadas fachas pretas com lar
gas franjas tudo de pnra l e precos resumidis-
simos.
Tekfhoif-489
Elixir M. Morato
hROPAADO POR D. CARLOS
De poisde 6 annos de atroz aof&imento
de rheumatismo, estando verdaderamente
descor' voado, sarei completamente usando
o=Elixir M. Morato=que declaro aer o
melhor e nico anti rheumatico at hoje
S. Paulo, 2 de Novembro de 1889.
Cetario Rodrigues Alvim.
ttenco
Os propietarios do antigo e acreditado arma
:em do Lima, eitc ra Barao da Vi :tona n. 3
participan) ao respeitavel pnhlico e aos seu-
listinttos fregneies. que tr.nsferiram tmpora
lmeme seu arroaxero para j mesma ra n 9
omi uando da mesma forma a receberem suas
jroens para Ihes servir com o costumado e ba
iitual desempenbo.
.1 se Fernandes Lima k C,
Ra Baro da Vit-torla n.
Teleph ne323
Goiaba
Compra se goiaba propria para exporlacao
na ra >lnCnrooel Suassuna n. 242.
Rtlojoaria David
Ra do Cabug n. 14
Este novo estabeleciroento de relojoari
acaba de receber um grande aortimento de
relogios de ouro, prat> e nikel, d. impor-
tante fabrica amercanoWalthan Mass, ver
dadeira especialidade em perfeicao e re-
gulamento infalhvel, e se vendem por prey.g
mdicos. Asa mcomo relogios de parede e
de cima de mesa, com despertador o que
ha de mais elegante.
Convidam se as pessoas que quizerem
um relogio de conlianca a virem a eate
estabelecimento que capricha em vender
relogios dos melhores fabricantes, com o
tim de bem servir os seus amigos e fre-
gueses.
Ra do Cabug n. 14
Alugfuel barato
Visconde de Goyanns n. 159.
Rna do Boro Jess n. 47, 2. andar
Ra de Lombas Valentina n. 4
Pedro Affonso, armaiem n. 46.
Ra Auazinha$ em Beberibe n. 7
Ra Itaparica n 43 1. andar.
Travessa do armo. I' i n. 10.
Largo do Mercado m 17, loja.
Ra do Clauouco n. 4, dem.
A '.retar i rea de C niercio n. 5,1 an-i
riptono de Silva Guimares 6 C.
S la Kevelucao
48Ra Duque de Casias4 S
Em viBta do proprietario deBte grande es
tabelecimento querer liquidal o, resol ven
vender por menos 50 !0 tanto lazenda
de lei como de moda.A SABER :
Cortes de etamine de 4d0<)0 por 8)5000.
Surah de linho fazenaa muito larga a 320
rs. o covado.
Luvaa de seda a 10, 1*500 e 200 Oo par-
Voile de algodao a 24<) rs. o covado.
Etomines de c6res a 28'J, 300 e 320 rs.
o covado.
Colchas de cores a 20COO, 30000, 40000 e
5d000 nma.
Zephiros de cores al20el60rs. oco-
vado.
Merinos lavrado a 500 rs. o covado.
Toilettes para baptisados a 66000 e d800< .
Lindas ISs de cores a 200 e 240 o covado.
Cachemira de quadros com listras de seda
a lfjOOJ o covado.
Pannos de
i s um.
Cortes de metim par vestidos a 60000
um.
Voile de 12 ultima m da a 803 rs. o co
vado.
Cortes braneo a bordados a 120000, 140000
e 150000 um.
Pichs de todas as cores de retroz a
10000 um.
Cortes de cambraia branca de quadros a
10600 um.
Ditos de cachemira bordados 250< 0'* um.
Cort nados bordados a 6*000 e 70000 o
Padre Marra I Lope de *l|u-ira
dispar FianciM-o Ve. 1). Mana KranciMta Vl,
D. Emilia Vi. D. Mara de Siqueira, Antonio
G> ncalves de Siqueira Granja e D. Auna de. Si
gu-ira Granja, agradecem aos patentes e amigo>
que se dignaram arempanhar os restos mortaes
oe sen prezado souro. pai, \ e 10. padrt Mar-
tal Lopes de Siqueira. e de novo os convi aro
para assislirem as anssa- q mandaro rezar na
matriz da cidade de Palmares, s 8 bnras da
manh de terca feira 12 do crreme, stimo dia
de seu fallecimeoto, peto que desde ja se con
lis.-am elernam>-nte gratos.
O OLEO PURO
-DE-
FIGADO de BACALH
t
Evaristo da
Catbarina il- Snnn
Cosa
Vicente Ferreira da Costa (ausente), Jos Fer-
reira da Costa (ausente) loaqmm Felippe da
Costa e sua familia, viuva Mara Engracia da Cos
ta Barroso e sua familia, coromendaaor Joaquim
L'ipes Macbado (apenle), Francisco Sergio da
Cola (sente). Antonio liberto de SouzaAguiar
e sua familia, lente Antonio Cario- Silva do
Brasil, Alberto Ma hado e Carlos Machado, gra
tos a iodos os cava I-nos que ac pabharsm
sua ultima morada sua mu do.-a esposa, mai. so-
y a e av, Calharina de Seooa Evaristo da Costa,
anda Ibes pedem o .-aridoso obsequio de assis-
lirem as missas, que pilj seo eterno repouso,
maudam rezar na U'rja da Soledade, pelas 8
hora- da manh de sexuada fei-a 11 do crreme,
setiaro dia de seo faliecimcnto, e dtsde i se
ronf^ssain eirrnGi>i'ii- gr^t.is ___
As almas caridosas
Mana Candida Wanderley Auir^n, viuva do
-mpregado publico Candido Autran da Malta Al
buqnerine moradora na iravessa da PcdaJe n.
5, undo em sua co panhia tres mocas solteiras,
de quera eumeo arrimo, acbando se gravem doenle dos olhos. sero en bergar mais, vem im
plorar das almas caridosas um soccorro pelo
amor de D^us, para noler man r se.
N.35:90
Convida -e o Sr. Joao Marmbo, empregado no
Orreio de-te E tado para vir a ra i rga do
Rosuion O. a negocio deque elle nao deve
ignorar. _____
Cosinheira
Precisa se de urna cosinneira que seja matri
culada, para ca-a de pouca familia a ir&lar na
ra da Florentina n. 15, fabrica Phenix.
Cabra d*. leite
Vende se u na muito no i cabra de leite
ra de S Goncalo n. 2t, tavi-rna. _____
na
Obras He vimes
Recebemos nesU; u timo vapor grande e coro
1eto sortimento corro sejam :
estas para lompras, tainaunos diversos.
Balaios para roupa engomma>a.
Balaios para roupa suja.
Cosiureiro.
Acafates.
Bonuos bercos e I odas cad< iras.
PtigAS MEoDES C
Ra estreita do Rosario n. 9
Junio a ir-j
Lopes & Araujo
enirenlios
Continuam a ter em seu estabelecimenti gran
je ueoirfii'o das mer:adorias abaixo dtclaiadas,
onde os Hims. seubores de*ngenbos poderSo
se suppri" para a aova safra, a precos sem com
patencia.
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguanbe.
Oko de moclo.
Azej:e de coro.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pixe em laias.
Graxa em bexigas.
Gaxla de liobo.
Potassa da Russia.
Ra do Livramento n. 38
crochet para cadeiras & &01
vestidos
Justino Teixeira de Moura. Jacob Teixeira de
Mjura, Clotilde de Araujo Moura e Amalia Ma-
ranho de Moura aioua nao arrefecidos do s> n
lmenlo que iodelcvelmeme cooservam, pelo
faMecimento em Portugal, ae feu sempre lem-
brado pai e sogro. Amonio Teixeira, maudam
itizr r missas por sua alma, as roatnzes de Alo
ados, s 7 i/ horas, e na de Pao u'Alho; :s 8
horas da manh do dia II deste, 1- aoniversario
de seu fal'ecimento ; e para este religioso e ca
rido-o ;.:to. convidara os seos pareles e bem
assirn as pessoas de siias amades. antee ipand
uesde i o seu eterno agiad^cimen"o.
I.!
ftira a cura efflcau e prompta das
Molestias provenientes de im-
pureza do Sname.
E' urna loucura andar a fazer expe-
riencias com misturas inferiores cora-
postas de drogas ordinarias ou de plantas
indgenas cuja eficacia nao confirmada
pela sciencia, emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Lancem mfio, sem demora, de um re-
medio garantido cuja eficacia seja facto
assignalaclo e inquestionavel >
O Extracto Composto Concentrado
i>f. Salsaparrilha de Ayer conheeido
e reeommendado pdos mdicos mais in-
telligentes dos paizes adiantados, ja
durante 40 annos.
Centenas de milhares de doentes
tem colhido beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemunhas da sua
efilcacia positiva e incomparaveL
preparado pelo
DR. J. C. AYER & CA.,
IiOwell, Mass., Est.-Unidos.
DKPOSITO CUUUJt
-EE-
LAUMAU &, KEMF
produz efieitos anlogos a es da
Emulso com Kypopbosphites
dos raesmos sonbores, no caso de
ser preferido o traciamento nesta
forma para o curativo dos incom-
modos
do Peito, a Garganta e os Poiutes
Amas
Precisa se de um ama para cosinhar, e outra
para engommar e roais servidos de casa ; na
praca Conde d'Eu n. 32, 2 anoar.
M
H.'~,m*L.t
MkOa
t
Antonio Francinco Corsa
Antonio uarie S roOc-s e Manoel Francisco
Corga e sua familia (aoseotes), sin eramente
agradecen) s pessoai que dignaram se acompa-
nhar os restos mortaes de seu amigo, irmao,
etc., at a uliiroa morada, e novamenle as convi-
dam para as-istirem as missaj que sero cele-
bradas na matriz do Corpo Sumo, no da 12. s
8 horas da manh, stimo dia do seu passa
ment. ,_______^_^_^
t
de Nouzn
E' a melhor cerveja que tem vindo *
este mercado, escura e clara ; n3o precisa
de attestado para se impr aos aprecia-
dores.
Encontra se em casa dos Srs. Antonii
Mello & (.., e Antonio Nascimento
Rtcife.
(0(,\A( % i: I o\
Um dos melh- res cog acs e que deve ser
preferido a outra qualquer marca para usar
puro ou com leite
* loho Palhete
0 melhor vinh portugus e que tem pre
sentemente um tdmiravel consumo, assirn
como o puro ollares, remettidos pelos
jjroprios viticultores
Retalha e vende em porc5es o importa
dor directo
PAULINO
28 Ra do Imperador
~~EnGENHO
Vende-se o engenho In-
hamau na comarca de Igua-
rass, perto da cidade, todc
recortado de trilhos.de trans-
porte de car.na para a usi-
na Timb.
Quem pretender, dirija-se
a ra Barao da Victoria n.
18 1. andar, ou a' usina
Timb.
Criado
Prec^a-se de um criado para o servigo do-
, estico ; na ra da Palma n. 109.
Cosinheira e copeiro
Precisa se de urna expeliente cosinheira e de
om b( m copeiro matriculados e que dm attes-
tado de boa conducta ; a ra da Aurora o. 37,
2* andar.
par.
Atoalhado de linho por 2400o metro, com
deffeito.
Cortinados de crochet finos a lOiXXX) um.
Camisas finas de meias a lOOO urna
(Jobertas torradas para casal a 2d5W
urna.
Madapol&o americano com 24 jardas a
5#J<)0 e tidO. 0 a peca
Batistas ae cores a 120 e 160 o covado.
Toaihas para crianva a 104) rs. um
Ceroulas francezas, a 16000 urna.
Atoalhado de algodo a 16200.
Algodao trancado para toalha a 16000 t
metro.
Bramante de algodSo com 4 larguras, a
800 e 16000.
Lencos de algodao a 16200 e 26000 a
duBa.
Ditos de linho a 26500 e 36000 a duna.
Collarinhos e punhos, pregos sem compe-
tencia.
Cretone escuros e claros a 200 e 240 rs
o covado.
Cobertores brancos de 12, para acabar a
26CO0 um.
Bramante de linho a 26000 o metro
Brim pardo trancado a 240 rs. o covad<.
Panno para mesa a 16200, 16400 e 16600
o C' vado.
Vestidos de Gersey para creanca a 66000
um.
Camisas de linho para homem a 26000,
36000 e 46000.
Gi'an. dini.3 pbantasia a 360 o covado.
Cuatumes de cachemira para homem a
146OO0 a 156000 um
Cortes de casimira a 4oOO(' um.
Cortes de fustao para collete a 600 rs. um.
Uuardanapos c m franja a 260i0 a duza
Espartilhos couraca a 46000 um.
E muitas outras fazendas que s cornos
v sta poderao avaliar, assim com aprom
pate em sua .fficina um costume em 24
horas, garaotindo se toda perfeicao e pre9o
muito commodo.
S na Revolu^ao
HENK1QUE DA SILVA MoKEIRA
Marclonllla Peron
Teixeira
Matheus Elpidio de Soua Teixeira convidaos
parentes e amigos de sua sempre lembraia es-
posa Marciomlla P. de Souza Teixeia, para as-
sislirem a orna missa pelo seu anniversano, a
qual leca lugar na igreja deS. Jos deRiDa Mar,
s 7 horas da manh do da 11 do crreme, e
deste j seconfessa graio a todo que compare
ee-xn a e-le arlo 'elur".*" ______________.
t
Licor depurativo vegetal iodadr
do medico Quintella
Este notabilissimo depurante que ven
precedido de tSo grande fama infallivel n
cura de todas as doencas Byphiliticas, es
crotulosas, rheumaticas e de pelle, com'
tumores, ulceras, dores rheumaticas, o
teocopas e nevralgicas, blenorragias ag.
das e chronicas, cancros syphiliticos, in
flamacSes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, et., e em todas a
molestias de pelle, simples ou diathericae
assim como na alopecia ou queda do c*
bello, e as doencas determinadas por sa
turacao mercurial.
D&o-se gratis folhetos onde se encoi
tram numerosas experiencias feitas con
este especifico nos hospitaes pblicos
muitos attestados de mdicos e documer
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO C.
Rna Mrquez de Ollnda a. ti
Ao commercio
Os abaixo assignados declanm que compra
raro aos Srs. Fernandes & C a sua casa de oe
gncio de mindetas. armaco c parte de dividas
activas, sita rna Duque de Caxias n 97, livre e
des* robaracada de qualquer oous, em 31 de Ju
Iho prximo passafio.
Constantino Rineiro & C.
Oleo Silva
0 verdadeiro restaurador do cabello, experi
mentando se o ^eu benfico reso'tado dentro de
30 dias de uso successivo. As suas virtudes
sao: evitar a queda do cabello, promover o seo
crescimento e dt-struir as caspas, a par de um
perfume agradavel.
Vendem:
Fabrica Cmaran. ra Larga do Rosario n. 50.
A Florida (oiiudezas) ra Duque de Caxias
n. 103.
O Novo Mundo (miudezas) ra Barao da Vi-
ctoria n. 24.
Proco1$000
Ama para meninos
Precisase de urna, de bons cstumes, para
lomar cunta de dos meninos ; a tratar na ma
do Cabug n. 14, de meio dia al 2 horas.______
Ama
Precisa se de urna am-i para co-inhar : na rus
Pedro Affonso n. 70.
Ama
Precisa se de nma ama para Cusir.har ; na ra
da (Jiio n. 69. ________
Ama
Prncisa-se de urna niulucr qu>' saiba eos nhar,
lavar e entromm ir. pira casa de peq-ena fami-
lia ; a tratar na ra de S Jos n. 52.
Ama
Prfcisa-se de urna ama que cosii he e compre,
para casa de pequea lamilla ; na ra larga do
Rosario n. 38, 2- andar.________
Ama
Na ra da Matriz da Boa Visia n. 26, 1 an-
dar, pre isa se de urna cosinheira, para casa de
pequea familia. __________
\ma
Precisa-se de nma ama ; no largo do Corpo
Santo n. 17. 3 andar.
Emequlel d- Lima e H&
Jos Anastacio da Silva Guimares. sua mu
Iher e futios, eo pad-e Jos Alfonso de Lima e
Sa (ausente) c mvidam aos seus parentes e an.i
tos e aos de sen tallecido cumiado, irn.ao e lio,
Esequiel de Lima e S, para assislirem a urna
missa que per sua alma ser rezada na matriz
da Boa Visia. no dia 11 do correte (seguoua
feir,.) s 7 1/2 horas da manh, pelo que se con
fessam de de ja agradecidos.
t
uja! Bleod marca I1AIM
Este excellente Whisky Escoce* pr-
-envel ao cognac ou agurdente de caw..
para fortificar o corpo.
Ver.de-se a reJalbo dob melhores nmi-
eens de molhados.
Pede Rojal Blend marca Vladc
cuio nome e emblema 2o registrados p;
U)d'> Brasil.
BROWNS & C, agoniab
Cerveja
0 agente das fabricas de i., rveja H H. Grane
& C.. em Brem Bologet, < uj Siockh iha (-i -ia), loma encom-
meiidas a precos das (.(. .cas amostras destas
cervejas superiores, i.o escriptoric n. 18, a ra
do boiu Jess. ___________________________
- CosinheirQ
Precisa se de um cosinheiro ; na ra de Pay
anda n. 19^________________________________
AUenco
Roga se anda pela segunda ves aos s- nho-es
devedores atrasados da cocheira de Jos da Sil-
va Moraes (ausemr) o obsequio de virem satis-
fazer os eeus dehitos ble o praso de 30 dias,
sob pena de serem chamados nominalroente por
este jornal. Reclfe, 6 de Agosto de 1890.
Francisco CamiHo de Assis
Io ANNIVEB8ARIU
Um amigo de Francisco Camillo de Assis
manda resar urna missa por alma de seu sem-
pre lembrado muun, na igreja matriz da Boa-
Vista, no da 9 do crreme, as 8 horas, e para
este acto convida 08 coegas e amigos do fi-
nado.
Franciaca Alexaoorina Alves de
Albuquerque
Francisco Geralao ua Silva Barroso, sua mu
Iher e fi ha maudam cnebrar urna missa s 8
horas da manh do oia 13 do correte, na igreja
da oniem 3 de S. Francisco, por alma de sua
sogra, ro. ie av, D. Francia a Alexand im Al-
ves de Albuqnerque, iriesimo da de seu falle
cimento, e para e.-se acto de caridade, convidara
ps prenles e amigos da fallecida.
_jl.
Amas
Precisa se de du>s amas ; a tratar na ra Ba
rao da Victoria n. 54.
Inji
ec^ao
Se nao morri desesperado, soffrend)
muito tempo urna molestia chronica que
ninguem podia curar; foi por encontrar o
santo remedioInjeccao M Moratoque
instantneamente poz termo ao meu hor
nvel soffrimento.
Taubat.
Augusto i intra Magalhas.
Agentes depositarios em Pernambuco,
Francisco M. da Silva & C., ra Marqueo
de Olinda n. 23.
Cautelas do Monte de Soc
corro
Compra-s Cautelas do Monte de Soc
corro de qualquer joia, brilhantes e relo
gios, paga-sc bem na ra do Cabug n
a. 14. .Loja de relojoeiro.
AluRa se
Commercio
ouraeio 52
ptimo escriptorio
a se o 1 andar do predio o. lo
a tratar na ra Duque
'a ra do
de Caxias
T
Manoel Fernandes na Coala
Tures
Jianna Digna da Cosa Patro, seu pai, m,
irm-i08 e cuhhados convidam a todos os leus
parentes e amigos pari a-s stirera as mismas que
mand. ni rezar pelo de.-cango eiemo d'alma oe
seu sempre chorado marido. Manoel Fernandes
da i,C'8ia Torres, no dia 11 do rente, na gre-
j:. .1.. N S ''a !' nha t\' 6 horas 0-i ".-nha.
Dr. redro i'r. nri.fo Crrela fe
Araujo
O Dr. Joaquim Conea de Araujo e sua senho-
ra mand m celebrar uiist-Bs por alma de seu cu
nbado e irmao, o Dr. F-dio Fiancisco Crrela
d Arai'jo, na Igreja u.ainz da Boa-Vista, nu
lia 9 do onrr* nw i* ho'-a- d u-nha.
f
Dr. Pedro
Francisco Crrela de
Aranjo
Amonio Laiz do-< S..mos e sua mulp-r, Joao
Luiz dos SaiiP s e .-u mulber, convidam ao-
parenlese am'gos para assislirem as missas qoe
por alma do seu presadn r-unliado, mandam re-
zar na matriz ra Boa Vista, as horas da:ma-
nha do da 9 do eorre-i^
t
Ei quid Iilnaa e Sa
Manoel Dom ngins de Sonta convida lodos
os parentes e amigos do fallecido Ezequiel Lima
e S para assislirem a missa que manda rezar
or sua almn, que t-r lugar na matriz de Sanio
Antonio, segunda feira ti de Agosto, as 7 ho-
ras da manh.
C avallo, bois, carroca e
carro
No gasmetro, em Olio Ja. vende se um bom
cavallo, baixtir, russo, arreiado ; dous bois de
carroca ou carro; urna carroca e um carro ]
usado teado um carabao pira um ou dous
be s ; a tratar no mesmo gasmetro co.u o ad
mimttrador_______________________________
Vende-se
urna armacao e algumas mercadorias de molhj
dos, em um arrabalde da i'idada : atratai no
pateo da Ptnha n. 8 ________
Vinho liariuT
Pe!o ul'imo vapor recebemes urna importantt
remes.-a do delicioso vinho maduro, aoalysadc
pea junia de hytiene da Capital Federal
O VINHO MADURO, puro da uva, o melho
que tem vindo ao mercado, neste estabeleci
m^nto seencon:ra
SEMtNTES NOVAS de Boros c terishja co
lodas a- qoalidades.
AZEITE puro de oliveira em lalinbas de meu
uuro litro. .
Era bebidas finas, como sejam : champagne
cidra, viuhos Bordeaux, Porto, Dcuro, Chamber
lim, licores de diversas quahdades. nao tem i
rival. ,. ,
Queijos de todas as qualmades e o apreciad!
equeijao em latas.
Entina, com.ileto suriimeuio de ."eneros d<
l.nmeira qn.i'idade para una b.a despensa e o
pre cor sem coa peieucia
Ra estreita do Rosaiio numero 9
Pocas Mendes & (J.
Telenkone*4
Boa morada
Ha para alugar um bonito sobrado, aluguel
baiat na ra Direita de Afogdos n. 19 ; a tra-
tar a mesma ra h. f 6
Homanees franeezes
A 500 rs. o volume, ven-
de-sem no escriptorio deste
a Diario.
Ama
Precisa-se de urna que saiba cosinhar, na ra
de Hortas n. 15. ____ ___
Ama
Precisa se de urna ama para sala ; na ra Du-
que de Caxias n 83
Ama de leite
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite e
seja sadia ; na ra do Co ovello n. 46. ____
Cosinheira
Preci-a se de urna perlia cosinheira, para casa
de pequea familia, paga se bem ; a tratar n*
ra Bar&o da Victoria n. 50.__________
Ouro jwits
Compra-se, como tmbete
moedas, ra do Cabug
n. 9., loja de Augusto Reg.
Cera
Vende se na ra do Cat'Uga n. 2, segundo a
qualidade, de U a 1500 a libra, e sendo de
arroba para cima, faz-se na de 2o o descont de
a 30"/. e na de I.1 de 20 0 0. No mesmo esta-
lecimento tem machinas para costura e mesas
para as mesmas por 10 cada urna _______^^
G'osinheira
Precisa-se de urna cosinheira que entenda
bem da arte e durma em casa do patrSo ; na
ru do Biacbuello n 51.
A luga-se
a casa terrea da ra do Caldeireirn n. 90, caiada
e pintada de novo ; a tratar na ra das Flores
numero 17._________________________
n.iBpaiK.
Rna marqnez de Olinda o. 1S
Armazem de cerveja, vi-
nhos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dortmund
e do chocolate Ph. Suchard
de Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannemann
&C, S. Flix (Bahia).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer-
sal de Pariz, em 1889.
Comarca do Bom Conselho
Vende se urna parte do sitio denominado 8er-
ra Grande, bavido pelo inventario do finado Pe-
dro C-valcante de Albuqnerque, no valor de
650* ; a tratar na roa da Florentina n. 20, Nova
Hamborgo.
SUPERIOR
3$000 a libra em lata
Importadores
4LFRED0 LOPES & G,
8 Roa da Imperatriz 88
PERNAMBUCO

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' -ano de P*rnamhn'o--Sabha1o 9 e Agosto He 890
CHEGARAM


Os mosquiteiros americanos
l oiti irrnavS" e carretel conforme a estanipa
Precos : l2$ooo, l4$ooo e I6#< oo de cores
Fazenndas baratas
Chitas claras finas, a 20 > e 240 rs.
CaBsas de palminli-8 de cores a 120 rs
cortes com 9 u.etros a I06OO.
Linh( s e quadi in os a .00 rs.
Zetiros largos 200 rs.
Voiles phantasia a 200 e 240 rs.
Cretonas francezes a 320 r.
Lars de quadnnbos a 100 e 200 rs.
IVIiudezas
Vrade-se 111 >l.s barato
e Bicos e reinia, br nuas e de todas as c
res a 240CO a pee*.
Bab- dos bordado a 500 re. a peca.
Entremeioc bordados desde 5'K) rs. a peca
com 3 metros.
Luvas de sed* branca, pretas e t^das as
cores dr 2, 3 e 4 b-.to.-s, a 20000.
Madapo'ao americano, 20 varas a 6:< 00. Luvas de pe ica tuam-a a 2d0OO.
JKorim lavf-do a i (>500 a pe? com 10 apellas c varas. de 64000.
Jada, So. com l metr > de largo, 20 va Meia airre. dadas brancas p. ra senbora a
ras 6J00O. S 0 rs
AlgodS-zinho m.ito bom a 4(5000, 4(5500'Meias crua* d. cores libas e brancas com
e 50Q ,, j palmas a todo preyo.
Bramante -'"m 4 larguras a 700, 800 e', Fichus prato do pequeos a 500 rs e
16000 o me ro. j grandes lf x Q.
Bramante de liufco, I0 palmos de largura,' Lencos,brincos ahajnhado a l 00, 106UO
a 1600. 2O 0 a duaia.
At-)a|h do b-irdad, 8 palmes de largo, a Lengos de cores a l'dOO a duzia.
];jim. : Ba cas a 2>*l rs. a duzia.
Panno da Costa para toalha de mesa a Arcos a 10' rs. o mi-tro.
1(5000 e 1?2iK) o c -vado. Fu pnaju.oia e cbninalotadaB desde
Cort.nad.x d crochet para portas e ja j 4' 'O rs o metro, t d-s as cores e p-etas,
nellas a 7 000 o par. tem larguras 5, 9, 12.
Cortinados bordados para cama ou jauella Macos coni 12 pecas de tita branca chi
a 64000 o par. I i eza a 320 rs
Cortinados de cores, novidade, a 14600 o Exuactos finos americanos desde 14000.
meti,,. Sabonetes tinos para pannos e sardas a
Guardanapos finos a 14800 e 240 X. 800 rs.
Oleado par- meza grande ou pequea a Theaou-as finas com mola que dobra a
405OO cada quadro. j I0UO.
Brim pardo a 280 rs. o covado. Lapiseiros de ouro fino a 14500.
Bnm de cores a 240 rs. p ra meninos. | Pente pnnisia para cabello por 400 rs.
Camisas para senhora a 3*50 I Pegadores de tranca.
Casacos ou pent. adores a 2 -500. Flore para cabellos, chapeos e vestidos a
Collannhos de linbo e alg do a 540C0 a' 14< 0, 14500 o ramo.
duzia. Crochets para i; deiras e sof guarnicao
Tampos de fronhas grandes e pequeas a a 74 14500 o par. Toaih*- feipuldas a <400J. 54l00 e 64000
Babad"S c un 4 1/2 metros de tamanho a a d ua ; para banho a 14500.
1420 a peca. Tarlaiana branca, verde, azul, rosa e en
Rede pf.ra dormir a 34X10. cania, a a 7i 0 is
Bo'caa de tape-es grandes a 44000 e Fil de linho liso, salpico, palmas borda
44500. da8-
Camisas brai cas finas para meninos a Lequrs pira meninos a 500 rs. e tinos a
3' 4ii00 a duzia. 1 34>00.
Camisa do meia desde 9l>0 n. Leq.-es de gazes a 14, 14500 e 24000,
Camisas de flanelia de o res desde 14800. fis,snila.us a 44000, 54*O0 e 640> 0, to-
Coletes de fl PE MINCHAS!
Caaemiras pretas, djagoi.al. daas larguras, a 14400 o covado!
dem de cores, inglezts, dem, a 14800 o dito
Chevifte superior, preto e azul, a '#400 o dho.
MirmB pretos, pura la, a 3 Pannos de cores para mesa a 142 0 e 14600 o d.tn.
Toalbas damascadas para dita (nationaes) urna 54000.
dem de labyrintho, ricas, a 3<'40u0.
dem grandes para roso a 2460O duzia.
dem fe pudas para banho a 14200 a dita.
Lencos branca abanhados a 1420 a dita.
Meias intrlezas, cruas. a 24500 e 34000 a dita.
Cemulas bordadas de bramante a 124'0 a dita.
Camisas de fianella de core* a 184"00 a dita.
Letces de bramante, grandes a 1480?.
Cobertas de ganga, dous pannos, 24500 e 24800.
I: em de crochet psra noivas a HeJOtiO.
Cortinado, em peca, a 8 000 (22 metros)!
MadapolSo sup-rior a precos sem competencia.
Aigodlo tramado, dus larguras, a 1(51(0 o metro.
dem adamascado, Urgu, para toalha. a 44'> re o dito.
Bramante de algodao, quatro larguras, a 700 rs. o dito.
dem de puro limbo, dez palmos, a 16 '0 o dito.
Gu->rnoVs de croch s a 64000 e 84" 00
Fichus e mantilhas prateadas a 14000 e 24000.
Chales de casemira de core a 24"00.
Flanel as de cores pata entripas a 300 rs. o covad".
Percales finas a 240 e 280 rs. o dito.
Gnardanapos adamascados a 14800 a duzia,
Meias-caserniras para criancas a 500 rs. o covado.
Cortes de fustio paia colete a 800 rs.
dem de casemin ingleza para calca a 24800.
dem de brim pardo e de core a !4000.
Bnm branca fino, n 6, a 148O0 a vaja.
Ideo, de c "-es garantidas a (0f M> o metro.
('osturnas de finas casemiras a 154' "0
Pauuos finos, c eviotes. casemi as, brins pretoa fixos, mirins para luto e mu
tos artigo a p-ccos resumidos
.4 veadas en greso lien d' enato dr II /0
59Ra Duque de ( axias59
Xarope e Pasta de Berth
T
sem ella.
LeQCoa francezes de lbynntho a 14 00 e
com bordado a 51 0 rs.
Guarda p americano de todos os tama-
nhos a 44O>0.
Collannhos, peitos e punbos de celluiloid,
muitJ til a.s viajantes; prejo mais ba
rato.
E muitos artigos que se cfferecem ao
comprador por qualquer ; reco
Meias cruas e de cores para meninos a
.34000
Lg s, phantasia a 14000 o par.
Sa'gelim de todas as cora- a 200.
Cri'iolroa branca, pret-, cor de chumbo e
de cal a 400 rs
Cambraia de torro, preta e branca a 200
r8 e com duas Urguras a 400 rs.
Magos de contas de cores, qualquer que
se deseje a 600 rs.
Loja
das Listras Aiu s
61- KA DUQUE DE CAX1AS-61
a Nen-iuaia prepartyj superior a Quma MHMaoeilca de ftoc.ier. >
.,..,!. mi |IOMli-"> [D* DIIBI*. I' .....tu "0 !< I-Vi.]
mwt
OCHER
OUIN A DIABTICA
C O/y/CO MAIS PODEROSO E RtCONSTIJUENTE
Contra o OiftbStBfl, a Albumiurla, a Phosp&aturla c todas as molestias que
oifluera sobre a nutric-ao e aquellas que resultam da dubilitacSo das forjas,
Aaemia, Febres, Co&valescozcias fBcola.
Mandase gratis e sem de>t>eas urna interes^ante Memuria indicando as variedades,
c asas, sympiomas e todas as co-isequ ueias ao Diabetes, que toda pessa cuidadosa de
taito dice Ur com a mato* atuw;ao.
ROCHERs PHARMACEUTICO, 112, RU DE TURENNE, PARS
r ii lalaUfMiW Huir sjbre caia lra.o a Maroa re.tetrada R. F usId coma MU H
i. i ,.;.i .f..w l'iirii'ifiniih'H
da l'iiio ti'is h'uhrivantvH.
ACHA4I M TC AS PH.
gar'.r! i
tnm

P-.'EMZZ MAZO?.
250:000^000
LlTEHIV DO (IBA PARA'
Premio maior 12d:OdG$O0O
Lotera do Grao Para
Premio maior 6O:08$8O0
Exti*acjV alternadam< nt<- i*idos os sab-
bados. Bilhetes a venda tihh casas do cos-
mje.
VINHO MARIANI
DE COCA DO PER
O VIH SO KAJUAarz que Col experimentado nos hospltaes de Pariz,
6 prescrlplo diariamente com xito para combater a Anemia. Chlorose,
DiersMr ms, atslestlas das Tas respiratorias e Bafraqaeot-
-------------- ment do o ira o Toeal.
t\ O Mdicos recommendam-no CU Pcssoai fi-acat e delicada, exkaiutat pela molttttu,
IBS-----------------I ao Velho e Criaitcat.
V o BspsrKlor d* Partnrhif fies dlgeiUru
S O FOBTIPIOANTB por BXOBT .T.FIWOIA
n VINHO MARIANI SE HCOHTRA KM CAS* DI
r. BaAKXAjrx,rt~rarls, 4l,kwlerud luasaui; Tew-Trk,l, lu, II", 8imt
Depositarlos em Pemamoveo : FRAN- II. da SILVA e C.
1KX
Phurmactutico, L*oredo peJos aompitma de Par.
0 Xarope p a Pasta Berth de Codeina iura, possuem umaefficaciaincontestavel
nos casos de Defluxos, Branchites, Catarro, Asma, Molestias da Gar-
ganta, tnsomnias, Tosse nervosa e exhaustante das Molestias do Paito e
para acalmar as Irritegoes de qualquer natureza. As pessoas que usam do
Xarope' ou da Pasta Berth experimentao um somno calmo e reparador que
nunca seguido de pezo na caneca, perda de appetite, nem de constipacSo.
as receitas especifique-se bem Xarope ou Pasta Berth e como garanta exja-
se a Assignatura Berth e o Sello Azul do Estado Francez.
Pariz Casa Clin c C" e por intermedio de qualquer pharmacia.

Peitoral de Cambar
Remedio soberano para as molestias dos orgSos respire.torios
apf'rov.;do pea Exma. Junta re Hyjriene Publica, autorisado pelo go-
verno ceitr. 1, pr miado com duas meHalhas de ouro rodeado do
muiu s c vi^li moh attestados mdicos que gvirantem a sua efficac.a.
O Peitoral de Carn.ba' pr> parado em Pelotas, m larga esca-
la, pe seu desc bridor, o Sr. J A. de Souza Soares, no cunhecido
estahelecimento Agrcola Industrial do Parque Pelotense. expretsamente
creado ps.ra esse tffeito.
E' urna preparado perfeita, de corpo Tolnmoan, tr nsparente e
de um gusto agradabilissiro a<> paladar.
O n ellior atteitado h>je da superioridadu deote precioso medi
camento est nw seu consumo grande e orogressivo por toda a Ame-
rica co Sul.
'^ca se venda as prneipaes phf-rmacias e drogirias desta
capital, aos precos do 2^5.0 o frasco, 134UQ0 me a dnzia e 24)50CO a
duz a.
Sao nicos agentes e depositarios no Estado de Pemambuco.
FKANCISCO MANOEL DA SILVA & C.
23-hUA MAKQUEZ DE OLINDA2i
SAUOH: PARA TODOS.
PILULAS HaLLOWA
i Al Pluias puslflcao o Sangue, corrigem toias as Jcsordems de Estomago $
dos Int'-iinos.
! Fortalecen- a saude das constirjjoes delicadas e sao d'um valor incrivel para todas as enTer^.^dacfC
*oecular'> ao sexo femimno em todas as edades. Paia r.s meninos assim como tamlwn: para *D
pessoas de idade avanzada a sua tfficacia e incontestavel.
J .issj nedkinas sao or-oaiai smente no Esubelecimcni.' do Profesor Hollowav,
*8, HSW OXFORD STBE^T (uui 333. Oxford Street), LCHDKES,
E vendemse em toda a pharmacias do universo.
i ^TCt cncanradores ia ccovidrdos ropeitosam'-nte a examinar ot rtulos de cida cairel e Pote se oto t^effia
dirr^ao, 533, Oxford Street, sao taisiheacoes.


LOO
ESrUH) E PERNAMBUIX)
EM RENFFIUIO DA
Santa Casa de Misericordia do Rocife
DTEGKAES
A 14.aprte <.a 1/ lotera des e Estado s#r
>xtrahi(ia impreerivelrafnte ter^'-ieira 2
de Agioto.
Todos o 7 petilos de bdht-ts desla. lotera
devem ser dirigidos tliesouraria a ru arga
do Boario n. 9 1. andar.
PELOS C0NTRA0TANTES
Bernardino Lopes Alheiro.
-
CAPSULAS THEVENOT
-tt-ma4<5fc 1 interinidades nervosas de qualquer natureza
3/\ i Antipyrina.
^^^ A A Bromureto de Camphora.
1 Bromureto dj Poiasslo.
JEtfier. ctf- "* Valeriana.
Apil (Amenagogo, regulador do sangue).
Sulfato da Quinina.
OsposlUrlos tm PERNJJDK7G0 : TMAMoo M. d XXTA *, OK
. BRONZE
OE
CARDUZO i" I KM Al
Ro) do Baro do Trumpb ns. m, M 1(M
Deposito ra do Adolfo os. 2 e 2 B
Tem para vender o egnlnte:
VAPORES de diversos fabricantes para r'o^c dirr^trisirz ou fogo .'e :.. w
iTOCI.tO.
MOENDAS de todos os tam.nbos.
RODAS d'agua.
RODAS de espora e angular .-.-
RIV/gES de drrTersntes >amiiihoB.
TAIXAS de trro batido e tundido.
LOCOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavallos.
ARADOS americanos.
BOMBAS de todas as qualidades com o respectivo encanameuto e tinalmeW
das as ferragens precisas para a agricultura desta provincia.
ENCARREGAM SE de qualquer concert e mandam buscar por encom-.ie>
*, mediante ajuste previo ou urna mdica commisslo qualquer machiniprno.
MACHINAS de descarocar algodao.
VARANDAS de ferro fundido e batido.
CONTRACTA M fornecimento de apparelbos para osiaas, garaniindo h uo.
oxiidade e bom trabalbo dos mesmos, o que podem provar com o bom resuiattc
atido com as duas USINAS montadas ltimamente a saber:
Saota Filor.Oia e Joho Alfredo

Vendern a praso ou a dinheiro com descont.
ADMWTRACO :
EaMi
i>AHIZ, 8, Bonlevard Montmartre, PBIZS
pastilbas digestivas iai>ncai!as em
Vichy com os Saesej; ..:(!. frontes. Sio |
de osto agradavil e a sua cco e certa cou-
| Ira a Ana e as DioestCr-s til/ficis.
SAES OE VICH PARA BANHOS. Um rolo para om ban&o, pera .-.- pessoa? -luf i-fm poieiu ir a Vtefcy.
Para evitar as tMIHftes exiuir em todos os pmdsc.Oo a
MARCA OA. COMP. DE VICHY
Em Pernambuco. o Proocto* cima aeho-* em cuas .le sulzi:r St KOCCHLIN,
35. roa da Cic; Auo LAMILLC.
'HGLES
<; Mi
S.
%
t* an& yo %*%i.fM\fMb
AlGafn Tiscu-Cirtacs. LE BW0 &. ttca&w '- ^ iwr da cartass
fSfKiWBAIRlpCOIIAlAO.PiLFnACftF.S.rSyDaitiPIS?^
tmk\ BKUMi Pusi ruma i' i Oiqmx. pare. tamft\ v ^cacesnra. i l. rea t^trfaa-
:wno:-.:'ar.>3 em rsrmmuntcc : r.v<* a.. a 2US.VA C".
/ .^,HWrr x0mtehCSs
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o srtsvaw
%)&
MAIS
laC'Ij
i-liii tij ,'t "\[T.ericial dos maiiconhecidos medico*
' leai uiua .n-.-To imuiedisvia sobra a Economa emqn*
..,.,. i ioil.f ;< menor perturba**-. do meimopasso
rinarestitoeaoaaBCGe" 5uac 'lO^easariO if-oi.stiiuijdo-o.Outraqualidade tem taw-1
m o Itn o Hravals qp da alo enegrecer os deatw r
Haja toda a cutela cen as Imta&et ou
Cortraf-iQoe*.
1 Exigir a rmaR.BRAVAlS4mpriimdavemelha
DBPOrTO NA MOE PETB DAS PH*RM*CI8
.VniDtPoaAuuDo: 40t 42,r.8t-Laaare, Pars
I
R
ua I. de Margo o. 20
ES ECIALIDADE EM
Extractos.
leos
Tnicos.
Sabonetes.
Pasta para dentes.
Vasos para p de arroz.
Agua de clogne.
Agua Floiida.
Regatas de cores.
Suspen&orios.
Bicos de cores.
Luvas de seda
P de arroz.
Botoadurr.s fcmericanas.
Lencos de seda.
Espartilhos.
Fitas de efires
Baleas.
Empermiaveis.
Fichus prateados
A atara 1 & C.
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
tic IM.YS8E ROY, em Poitiers (Franca)
Entile PR0UST, Sucr- & Genro
200 i,
L Perfume enantioo dos Vlnhoe ou sobra/
de Medoc................oa DO trasml
I. R incio u Essencia'le Cognac, oe 100 frascos 500 ir.
9 Pertumespara undosos Licorosos 100 frascos 300 fr.
senciadeRhumoudeTafia. o 100frascos fiOOfz.
Pernambnco: FRAN" M. daSIVA C.
Pi centeio
Mello & Biset tendo recet?ido nova r^aies;*
'arinba centeio, avita aos seo9 fregueses i
ODtinuam a fabricar este delicioso pi ceii
odac as tercas e sextas-reirs ; na ra larea
Hosario u. 40.
Medalhas 4 Ouro m xposi(Ses niverses '
Pama f% r*f- ,_ pars
P Rog,
medicamento approvado pela At
demia de Medicina de Pariz,
verdadeiro porgante das sanhoras, das
criancas e das pessoas de conttttuiclo desV
cada. Com um Tidro de P d* Rog, fcil a
levar comaigo por toda parte, pode-se prepafaf
aa occasiao necesaaria, urna limonada dsj
tost agradavei a muito refrigerante.
0 Pode Rog conserva-se infinitamente sea
se alterar.
Emprega-se' o, deitando o contedo do
vidro em meia garrafa d'agua, deixando/eai
oontacto durante urna hora, ou melbor da
note para odia; rolhar a garrafa se dese]ar-at
ter ama limonada gazosa.
Fabrica e venda por atacado: CasaL. Frere.
roa Jacob, 19, Paria. A varejo, em quasi
tedas as pbarmaciaa de todos oe pases.
PMFMARjA INGLEZA
Exceile todas as outras pelo sea
perfume exquisito.
Agua ajamada de
LYA9A INSLEZA de ATKIKS01T
o o litros ruuitcs couhecidoe perfumes
pola na qualiilade e odor deleitavel o
cxqul&ito.
Pasta Orieotul ** Dentes Atknsoc
sem rival pTa alvejar e embelecer os
dentes e preservar aa pen^ivas.
Cr.contra-se em Casa ciante! e fabricantes
J. Se E. ATKINSOW
?A, Od Bond Street, Londres
Marcj" P.ib ir* Oma" Ku-a Uru.u"
lobr Uii "Lyra de Ouro "
Tom eiitroeo ua toulidadfl.
Puro vinho de pasto
Alheiro, P*ro>ivtpi & ., estabelecidos ra
la Impe atr.z n. 42 i-od arm tem de molbados,
avisan) aos seus frenuezes qu-- rec^beriini utea
n mes?a deste rnagnilifo vinho, i.elo que espe-
so seas ordena.
Ra da Impnratrii n. 42
T.-lfphone-47S
AlimentOoCriangas
Para remediar a fraqneza Jas i-rlancas, esenvoiv-er
as tuas forras t preserval-os 'as doencas da id-tit
tenra. os prim.ipaos Mdicos do Pars, incuibros
da At-adeniia ite Medicina de Pari.s, reccitao con
optiir.o xito o verdaJeiro
BtsvoalwMt Mi arabas rt Dnlaogrenlnr, ii Parta;
E^ ce agridavol al; inento.com pdsto com su bstenciaS
yci-eijcs nutr ti vascforLd. cedorasdivi'Je-senaecO"
nonia luda.e. pelas suas propriedades analpticas,
rnellioraacomposleodolelledassenliorasaucama"
monlao. e acorda as forcas lnguidas do estomago.
51, ra liiienne, Pars. Dfpsitos oas Pbaraarias do ludo eoteiit.
VERNIIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTNINA
ISFAUlVEl para destru as LOMSIiaiS
Este Vermlfngo f recemmeudado pelo ({
se. sabor agradiv el e con*rvatio denidi. J/
Exigir a assignatura :
Pars, 26. ra du Temple o Das pnneipaes Ptiarmaclas- |
VENDAS
j. v -a. tjt
SOOSIOatOSI (FRANCA)
1rttmtT>tmmfttr
9
9>.
nj_ Vende se a taveraa da ra do Progresso a.
20, propria para prinripi ote ; a tratar com 0
dono o roa do Paysand n. 20, oo na mesma.
Cal ^irgeiii de Jagua
ribe
iiepi to no Cae* do Apollan. *S
Esta amada el, p-opria para o fah'ico
de assocar, contioua se a vender pel mes-
mo prego e abatimento do tostume. No nies-
mo armazem ventiem ne todas as mais quali-
dades de cal d Jagnaribe brant-a e preta, em
p, assim como todos os materiaes pronrios
para i-onstruccoe e reconstru cOes poi
menores do que em outra qualquer parte, j

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HOTEL UITfflAMil
(PALACKTK ERMiSTO AMKIM)
53Ra Barao de Sao Borja--53
. Situado a 10 minutos dp cidade,na lioha de bonds da
No intuito de fazer desapparecer a frua iDJuata de pedirme prrfos exagerados, pnbcamoa a nossa tarifa: Um
da de pe saois'o :
Servido, dormida, leite fresco, caf ou h, banho, almoco e jantar: 5&000 diario.
Acceitam se pensionistas em condicoes'as mais razoavei?.
l'ensao mensal da e-mida s : almoco 40< 00, jantar 505000. almoco e jantar 7.;0O 0sem vinvo.
Um bom almoco avulso **04M, um excellente jantar SA&OO. Atraoco das 8 horas da manna ao meio da, jantar
das 5 horas de tarde a 8 horas da noite. Fora destas horas a la carte.
"ozinha brazileira e francesa. Vinhos de todas as qualidades e de todos os presas desde 10000 at liJOlO cada garrafa.
Encarre ra se de festas e banquetes at 100 talneres, al mocos e sotares finos por encommend.
Garante se um servio limpo e aceiado como nos primeir >s botis da Eurpa ou da America do Norte.
Apparelho hydrotherapico completo a disposicfto dos pensionistas.
Segundo a opinao de viajantes de distinecao e de todas as nacionalidades que
hospedamos at hje o Dossoe.tabelecimento incontestavelmeite igual senao Supe-
rior aos similares do Rio de Janeiro, Montivido e Buenos Ayres ehortr sta bella
capital de Pernambuco.
Reelfe, t& de Julho de f 8o.
Prc prietarios.
90Ra l. de Margo20
I1, i'.) sen lluras
Ffarainea rendados.
Voil s de la.
Cachemiras de lista.
Cretones voiles.
Zepbyr de quairo.
La Amazonas.
Foulard de algodao.
Zi pbyr de ramagem.
S tim do Jt>p8<>
Linn de rui>gem.
Setim de cores.
Voile8 de algodao.
Cortes de zephyr (bordados;.
Cortes de camb ais (bordados)
i ortos de setmeta (das cores).
E muito outros artigos.
Em compras maioree ter direito a um
exemplar de msica a escolha.
AMARAL & C.
Calcados
Sapa tos de feltro para qaem soffre de dor
a encia e friald >de nos pea. d'oodp raucam di
versas molestias, pois esto se acabando ; pre-
cos moito baratos a 500 rs. o par. Unto par
Domen) como para senboras e enancas.
LOJA A' RA DA IMPERATRIZ N. 80
DR. CABIOS B8ITSSC0CRT
SHSPUIKILHl E ROBI
GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE
Elixir anti-rhenmatico, anti syphilitico e empregado em todas as molestias de
pelle, erys pella, darthros ou empigns, beri-beri, anthrazes ou carbnculo, cancros
venreos, feridas canc-rcas, ulceras, gonorrheas chronicas, boubas, buboes, escrfu-
las e todas as doencas que dependem da impureza do sangue.
Este remedio superior a todos os outros do seu gonero, o que est provado
pela preferencia e acceitacZo que Ihe d o publico.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000.
Xarope de jaramacar compost
GKaNDE PE1T0RA.L
Tratamento e curativo de todas as molestias do peito e da garganta, defluxo,
loases simples e convulsas, coqueluche, constipacoes, asthma, bronchite, catarrho
chronico e tisica pulmonar e do larynge.
E' o primeiro peitoral que se conhece at hoje na medicina.
Um fraseo 2500, urna duzia 4#000
INJECCAO BETTENCOURT
AHTIH3LEHOBRHA6ICA
Gura radical em seis das
Empregada com ptimo resaludo n< s corrimentos agudos ou chronicos da
urethra ou vagina, lencorha cu flores brancas. Este medicamento de urna g ande
efficacia,
m frasco 1#500, urna duzia J 5$00O.
VINHO TNICO
Com lacto-phosphato de cal e ferro, coca, cascas de laranjas amargas e quina.
O melhor remedio que se tem formulado pela combinacSo destes heroicos
medicamentos. Empregado no tratamento das molestias do peito, do estomago, ane
mas, menstroacoes difficeis, debilidade geral, cores pallidas e todas as vezes que se
quer fortificar o organismo e dar desenvolvimento ao systema osseo e muscular
Convm s pessoas ou senhoras que criam para tornar o leite mais nutritivo e robus
tecer as enancas E-te remedio superior a todos os tnicos estraogeiros que se
annunciam por ahi.
m frasco 3#000, urna duzia 30#000
nicos exportadores
COMPANHIA E PRODUCTOS MEMCNAE8
31--RUA DOS 0R1YKS-31
RIO DE JANEIRO
Vendas em grosso e a retalho em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva & C.
.RA DO CRESPO
N. 21
LOJA DO CAMPOS
Mantiohas ht-span olas de teda creme e pretas e 30000 urna, 6
A ce aeb bordados a 1 AA um.
Babeiros de tustao para enarca a 32^ rs um.
SortiT ento completo ae cestas de palhas e vime de 30, 40, 50, 60, 70
e 80 urna.
Musselina de cores lisas e de listras para vestido e roupa de enanca a 280 rs.
o covado.
Espartilhos para senhorsa, todos os nmeros e presos.
Ditos para meninas.
Capas de cachemira, merino gorgorito e seda lavrada de 200 a 500 cada urna.
Vile de la de coces claras e,escuras; os mais lindos desenhos, de 8C0 rs.
o colado.
Damass de cores 700 rs. o covado.
Merino liso, duas larguras, a 400 rs o covado.
Dito, urna s largura, fazenda francesa a 280 rs. o covado.
Diio lavrado, auas largaras, a 5iKJ rs. o cov-do.
Sargelim branco e de cores a 200 rs. o covado.
Vestuarios de cumbraia transparente, enteitados com rendas e bicos, de diver-
sos presos.
Ditos de phantasia, idem.
Ditos de Jersey para meninos e meninas.
Toile com ramagens a T',0 rs o covado.
Chitas escuras e claras de 200 rs. o covado
Ditas panno de cretone a 280 e 320 rs. o covado.
Fichus prateados a 1000 nm.
Penteadores para senhora, bordados, a 30000 um.
Setim brancol iso e de listras.
Dito preto idem idem.
Meias pretas finas para senhoras e criancas.
Fayls de cores para vestido a 320 rs o covado.
Cortes de casemira de cor a 30OuO um.
Ditos de casineta a 10000 um.
Brim de cor, fostlo para roupa a 500 rs. o covado.
Dito de brim pardo de linho a 220, 36 e 40U rs. o covado.
Collarinhos, punhos, gravatas, lentos de algod&i, de linho e seda de todos os

presos
iMB i inga, nra % mmn
TONI'O FEBRFUGO E DESOBSTRENTE
Empregado na debilidade geral, doencas do estomago, convalescencas depois
do parto, febres palustres, molestias do figado e baco, falta de appetite, anemia, chlo-
rose, cores pallidas ou falta de sangue e doencas nervosas.
E' um r constituinte de energa, aromtico e agradavel ao paladar.
m frasco 3|, urna duzia 30000
CAROBINA
Q 3RA1TIIS PIIHIFICADGR D SAITIjUE, u
0 emprego da CAROBINA deve dirigirse a combater as seguintes molestias:
as diversas formas das doencas chronicas, os desengaados, soffrimentos do tero,
affecyues cancerosas, beri-beri, escrfulas, tumores brancos, ulceras chronicas, cffec-
fSes venreas rebeldes, paralysias, molestias do coracSo, da garganta, rheumatismo
chronico e gottoso, molestias de pelle, assim como todas as enfermidades derivadas
da impureza do sangue.
Um frasco 3^000, urna duzia 30#000
Os Barateiros! !
E' s neste estabelecimento que pde-
se encontrar fazendas finas de gustos lin-
dissimos or precos razoaveis, como se-
jam :
Voiles de 12, padroes inteiramunte no
vos, merinos idem, idem, cachemiras la-
vradas, o que pode haver de mais lindo
em gostos.
Cambraias da China, idem catitas, idem
com salpicos c lisas, Victoria e transpa-
rentes, grande sorcimento de cretones
(padrSes de voile) de gostos attrahentes-
repe da China, inteira novidade.
Etamines de cores, lisos e rendados.
Fustetes brancos. Linons cem narra, o
que ha de mais rico para vestidos, chitas
dem, idem e muitos outros tecidoa a phan-
tasia.
Las de quadros a 200 rs.
Merinos idem, azenda de 800 rs., por
240.
Voiles de S e algodao a 240 rs. o co
{vado
Zepnyros de cores a 320 rs. o covado.
Merinos de urna argura a 280 rs. o co
vado.
BaDtista republicana a 200 rs. o co-
vtdo
Madapolao americano a 50000 a peca'.
Vanado sortimento de setinetas e cre-
tones, para chambres.
Grande e variado sortimento da chitas
claras, de cores e escuras. dem chama-
lot. padrees exquisitos. dem voiles, gos-
tos inteiramente novos. Caaacos de Jer-
sey para senhoras, vestuarios idem, para
chancas. Toalhas telpudaa para rosto e
banho, brancas e de corea. Grande sor
timento de aventaes, idem, idem de ba
beiros, pa-a enancas.
Para houaeos
Grande Fortimento de camisas de fla
nella, nho e algodao.
dem de collarinhos de linho e cellu-
loide de cachemiras pretas e de cores, en
FOLHETIM
POB
PtlLO D'AIREIONT
StGiNDA PARTE
A victoria do mal
(Continuacao do n. 179)
XI
O AMOR MORTAL
Iguez soberba, Fabio adora minha
f.lha ; que emocSes urna mulher, urna mai
sobretudo, poderia ter senao no aconchego
de seus filhos e de seu marido ?
Diana foi a nica que pareceu experi-
mentar violenta contrariedade diante da
resoloclo de Margarida.
Os olhos brilharam lhe como nos seus
peiores das.
Combateu essa idea com todas as suas
forcas.
Mas isso tolo absurdo, estupido,
dizia ella tora de si.
Combates isso com tanto ardor!
notou o Sr. de Rhodes, admirado da ex-
traordinaria agitacab da menina de Can-
I*.
Diana teve for;as para abaixar as pal-
pebras sobre os olhos accesos como bra-
zas
Depois, ao cabo de alguns segundos,
consagrados a ac*lmar-se, a voltar a ser-
nidade habitual :
Como, meu padrinho, objectou ella,
a sade de Margarida, a desta crianca que
eu amo j como se fosse minha, se acham
em jogo, e o senhor nao quer que eu fi-
que iudigaada diante da sua fraqueza ? !
Aqui a pobre menina entra juecer, ticar
franzina e rachitica como Margarida, ao
passo qu: com o leite da robusta campo-
na que o senhor escolheu, qae differen-
5a!...
- Talvez tenhas razio, redarguio Jac-
ques, porca Margarida nao quiz attender
a cousa alguma, e bem sabes que nao a
devemos contrariar.
Diana den de hombros.
NIo obstante, conseguio acalmar se, e
a sua dedicacSo paree ju vencer o seu mo
humor, p3s foi ella quem quiz encarregar-
se de Ignez durante a noite
A crianca foi effectivamente julgada forte
bastante para supportar dous leites diffe
rentes; o materno durante o dia, o da
mamadeira durante noite.
Jseques sentio-se protundamente reco
nbecido conducta de sua pupla, pois
tudo quanto agora dizia respeito peque
nita tinha o dom de o commover at o
amago da alma.
Aquella enanca pareca com effeito ter
tomado todo o lugar que Branca havia
deixado livre no seu coracao.
Adoraba a perdidamente; embalava a,
passeiava com ella ao eolio, inventava caa-
c8es e estribilhos, sem poder deixar nunca
de olhaf para ella, de cobril-a de Ioucas
caricias.
Era feliz.
A sna intelligencia e sua coragem ti-
nham fundado urna familia.
D'ahi por diante, Margarida, fortificada,
a abrigo das recahidas, com o coranlo
exc.usivamente tomado pelo amor mater-
nal, vi ve na...
Que quena mais o admiravel pai que
se chama va Jacques de Raodes ?...
XII
A CARTA ANOKYMA
A marquesa d'Argelles, effectivamente
de todo mudada pela maternidade, resta
belecera se rpidamente.
Toda a familia ia voltar para Asterac.
A dedicaclo de Diana, na apparencia,
conservava se prova de tudo
Smente, quando nSo poda ser vista
por ninguem, fincava os otovellos e:n urna
mesa, e ahi, com a idmiravel cabeca apoia
da na palma da mSo, pareca ficar absorta
n'.-m mundo de pansamentos e de m ta^oes.
Nesses momentos, as suas temiveis so
branceihas pretas franziam-se violentamen-
te, as feic8e* tornavam se-lhe duras, ms,
com expresso aterradora ; oa seus olhos
expelliam relmpagos.
Urna emoco a matar !... murmu
rou ella um dia a meia voz, quando as auas
rerlexoes tornaiam-se mais intensas quede
costume. Ha muito tempo j que d sse-
ram isso, continuou ella ao c,b i de a'gans
segundos. O medico, ao qual anda outro
dia interroguei a respeito, m'o repetio .'
c As apparencias sSo soberbas, affirmou
elle ; mas o coracae que nao estsSa I...1
\ menina de Cndales levantou se de
repente, muito resoluta.
Tanto peior para ella, disse a rapa-
riga com erprossao cruel e impiedosa. Ti
nha-lhe quasi perdoado o haver-me tomado
F bio, contentando me com a outra cousa,
que eu havia combinado e resolvido tao
bem ; nSo quiz que assim fosse... tanto
peior para ella!
Acere ou se en to de urna pequea se
cretria, coja cHave trasia no seio; abrio-a,
tre ellas destacam se as de 70000 o corto,
para coitumes. ,
Alm das mercadorias que cima dicta
mos, temos um esplendido sortimeoto de
cestas de palha e chagrn e muitos ou-
tros artigos que sena enfadonho mencio-
nar.
E' s nos barateiros!!
A' ROA Io DE MARCO N. 1*
Bernariino Campos i G.
Cofre
de se um importante cofre, prora de fogo;
a tratar aa roa da Imperatrs n. IS.
AtteiKjo
Farelo do Rio da Prata, com 42 kil s a 14750.
vendern Silva Azevedo A C, roa da Conmr?
nomero 73.
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Barral
Os propnetarios do Armazem Central, ro-
do Cabug n. 11, avisam aos seos distinctos frt-
goexes e ao respeitavel publico que receberan
aova remessa deste especial vinho, o qual s-
reconunenda por ser poro da ova, s se reta
Iba em seo armazem.
Joaquina Chrstovlo A G.
Telephone 447
Superior vioho de Al-
eo baga
0 acreditado e aotigo armazem do Lim par
ticipa ao publico e aos seos Ireguezes que acab.
de receber orna nova remessa deste especia
vinho, escoliado propriamente pelo chefe desu
casa, tornando se recommendaao por ser puro
de boa qoalidade.
Jos Fernandes Lima & C, ra Barao da Vic
toa n. 9
________Telephone 383______________
Vinagre puro
Sopenor vinagre, em garrafas e em caixas de
duzia ; vende se na roa do Crespo n. 11, loja do
Povo.
sentou as e poz-se a escrever, porm com
a mao esquerda.
Recumecou diversas vezes, impacientan
do-se, examinando o que fizera, dizendo :
Nao, anda nao est direito !...
Afinal, pareceu ficar sacisfeita.
Agora sim, affirmou.
Dobrou a carta que tanto trabalho lhe
dera para escrever, encerron a n'nm enve-
loppe, escreveu o endereco, e. atirando
s pressas um chale sobre os hombros, e
justando um chapeo na cabtea, sem um
remorso, sem um trem -r, sahio, caminhan-
do muito rpidamente.
Um quarto de hora depois a carta era
laucada por ella na agencia postal da ra
Porte-Dijeaux.
Quando entrava de volta no castelloen-
controu-se com Fabio no vestbulo.
Havia algum tempo ella afastava de si
o joveu marques, com urna reserva fra,
urna inflexibihdade glacial, que o mancho
tumiva pelo rem va de um hbil manejo, dictado pelo co-
nhecimento que ella tinb daquelle carcter
truco, exaltado smente por aquillo que
nao poda er.
Com tal estratagema, effectivamente Fa-
bio perda a cabeca, a sua paix&o por
Diana tornava se dez vezes maior; pena-
va nella at nos bracos de sua mulher,
nao vivendo mais, nao tendo-a amado nun-
ca tao ardentemente, tao apaixonadamente.
Onda est Margarida? perguntou-
Ihe a menina de Cndales.
Sahio com Ignez e a ama para fazer
algumas visitas antes da nossa partida.
Por que nao a acompanhou ?
Para poder estar com voc alguns
instantes. NSo andei bem, e me quer mal
por isso ? ^
Ella lancou lhe um olhar capaz de des-
pertar um morto.
Sabe perfeitamente, ao contraro, que
nSo, replicn.
Deixe-me entSo subir agora aos mus
ravel
casian
davel
cSr
,?


Crep para cortinas a 640 rs. o covado.
Grande variedade de outras fasendas que vendem muito barato para liquidar.
Na loja do Campos
A' RA DO DO CRESPO N. 21 <,

*
AGUA ASI4TICA
DR. SOSO
PARA TINGIR A BARBA E OS CABELLOS
A AGUA ASITICA do Dr. Bosc urna preparacao de nm effeito admi-
ra tingir instantneamente a barba e os candios, da mais bella cor preta *
,. E' absolutamente inoffeBsiva, d'um emprego fcil e d'nm perfume a agra-
N'este genero a nica composicSo que tenha alcancado dar aos cabellos urna
natural perfeita sem alterar-lbe o brilho.
DEPOSITO SSBJlL
Botica Franceza e Drogara
RUI 014VK 22RA. DO BOM-JESS22
M

A Florida
Acaba de receber pelo nltimo vapor t
que de ma'or novidade tem a populosa t
grfnde cidade de Pars, os mais importan
te artefactos da ultima moda.
Papel bordado com muita fantasa, propric
para cartas.
O omos de seda e de oleographia.
Caixas de msica com manivella para 10
26 e 3)9000.
Caixas de msica, com corda, fechada*
com 1 a 3 arias para 7, 8, 9, 10 e
125, propras para presentes.
Ricos enxovaes para baptisado a 7, 86
90, 100 e 120000.
11 em muito finos para 160 a 200 um.
1 imaosinhos com sombra com fitas e bicos
de c mbraia transparente a 30 e 30500
tm grande sortimento de porta-tranca
para 500, 10 e 10500.-
G rampos douradoa e c> m perolas a 200 e
500 rs. um.
L lem de celuloide e dourados a 200 e
300 rs. um.
E stojo para desenho de talagarca a 30000
Bwdeiraa de IS dos Estados Unidos do
Brasil a 1050 30000 e 40OUO, confor
me o tamanho.
Grande sortimento de bolsas de pellica e
de chagrn para 2, 3, 4 e 50000, para
senhora e meninas.
C irteiras cem estojo a 3, 4 e 50000 e
10500 e 20000.
G *ande sortimento de bicos de 3algodao e
de seda, brancos e de cores.
vros de sortes a 3 aposentos comsigo. Meu sogro deve de-
morar se nos seus es riptorios at s seis
be ras, e Margarida nao voltar senao d'a-
qiii a urna hora pelo menos.
E se mudar de idea, se voltar j,
aborrecendo se com a sua ausencia?
Fabio fez um gesto de impaciencia.
Eatao, retrucou, approximando-se
d nite. ..
Para que o Sr. de Rhodes, que entra
as vezes de improviso, a tim de ver a neta
dormir, o encontr commigo... Nunca.
- Ah! maldita, cruel, traidora, excla-
ntou elle com urna raiva que nao pode do-
minar, dize antes que j nao me amas, que
ests farta de mim!... Encontraste aqui
algum outro cujos olhares te enfeiticaram,
e para elle que ests te guardando... Mas
nSo ha de ser assim... NSo, por minha
alma, prefiro matar te !...
Grande sentimento de compaixSo dese-
nhou se na phvsionomia altiva de Diana.
Poderia deixar e responder lha, Fabio,
disse ella, porque eseas suspeitas me of-
fendem. Maa voc soffre, e por isso repito
lhe que o amo.
Continuas a amar-me....
Nao o sabia entio ?
Depais, muito baixo:
Esta explicavo estpida aqui,
continuou a menina de Cndales, porque
horrivelmente perigosa. Amanh, po-
rm, Margarida vai reuma > geral das
directoras do auxilio infanc.a, de que
presidente, e sei entao que ella nao voltar
antes das quatro horas. 0 Sr. de-. Rhodes
parte para Pauillac s nove e nao regres-
sar seoSo s sete. Annnba Castarde
ser afastada tambem.
Oh! essa... disse Fabio com um
gesto que significava muita cousa.
Diana mterompeu o.
Custa-me corar mesmo diante de mi-
nha ama, disse ella com adoravel e altiva
dignidade. Mas v s duas 9 meia ao meu
IbUllMi
no m ais,___________
Vende-se em toda a sar"
{Continua.)
'
'
'
.
.
Albuns de pellucia e de chagrn, gosta
moderno, imitando um leque.
dem para cromos, poesas e muatcao.
Espadinhas para crianca.
Boleas de couro para cobranga.
Navalhas de Roger Amao americanas ele-
ctrcas e de 2 laminas, e afiadores com
a msssa propria para afilar.
I Ramos de flores para baile e casamento
de 10500 a 40000 um.
O Cabelleira engenheiro invento s 500
res.
GalSes e bordados de cores.
Bordados de cambraia de 600 a 10500 a
peca.
Sabonetes para tirar nodoas de casemiras,
sedas, las e outras fazendas finas de
800 ris.
Oculos e pince-nez finos, dourados, bu-
falo e nickel.
Tinteiros para viajantes.
Espartilhos para 4, 5, 6 e 70OCO.
Collarinhos e punhos de borracha.
Caetas de vidro a 500 res.
Boleas para menino de eschola a 20COO.
Sabonetes para banho com desinfectante
a 40' ris.
Puleeiras americanas para 3, 4, 5, [6. 7 e
80000.
Aunis e brincos com pedra imitando bri
ihante.
RA DDQUE DE CAXIAS N. 103

"




'
*.-

toucador, e... ha de ver se Diana de'
Cndales capaz de esquecer qualquer
cousa I...
Pronunciou estas palavras com tao intra-
duzivel expresso, que Fabio, julgando
nisso descubrir smente a paixSo que lhe
inSpirava, cambaleou.
Ella nao quiz ver ou nao vio talvez a
sua suprema emoco, pois afastou se brus-
camente com o rosto revestido de exprs-
sao terrivelmente selvagem, um profundo
sulco cavado entre as sobrancaliaa.
No dia seguinte de manha Margarida
levantou se tarde.
Fabio tinha-a prevenido de quealmocava
com amigos fra de casa, e devendo o Si;.
de Rhodes partir directamente dos seus es-
eriptorios para Pauillac, onde estava uat
de seus navios ancorado, a moca nao liaba
pressa alguma de desjer para ir tomar urna
refeico que ia partilhar nicamente com
Diana.
Entrn urna criada de quarto.
Aqui est a correspondencia daSra.
marquesa, dase ella.
A criada ret rou se.
Margarida pegou machinalmente as nu-
merosas cartas que lhe trouxera o correio.
Eram, na maior parte, appellos sub
caridade, pedidos de soccorro e de dinheiro.
Tudo o mundo sabia quanto ella era
generosa, e ninguem hesitava em bater
sua porta.
Ella sorrio a certas subtilezas de estylo,
e depois, com um lapis de o uro, notava
a'uma carteira de lembrancas as moradas
de um lado e as sommas a distribuir do
outro. ,
No fin, procedeu somma.
Tres mil e tantos francos, disse ella.
Papai nao achara qne muito de urna e
vez ?...


H V,
Typ. Uutio, Kua aqueide Umas u.

i
w


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