Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17356


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Full Text
Mi

ANNO LXTX
QUARTA-EEIRA 26 P i NUMERO 167
DE PERNAMBUG
PBOPBOEBABK OS HAHOKL FISUEIBQA OS FABU & FILH08
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mexes achantados. .
Por bes ditos vencidos..... 7J000
Por nm anuo adiantado .... 241000
dem idem vencido...... 28&000
IA NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA PRAN-
(,A E INGLATERRA
Os Sn Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae tito
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adi anta dos.
Por seis ditos vencidos.
Por um armo adiantado.
dem idem vencido.
131500
151500
271000
311000
nm m\mi
*
11

fiovcra do Estado de Peroam-
bneo
KXPSDIEXTB DO BU 24 DE MAtO DE 1893
Oficios ;
Ao Sr. Governador do Estado da Santa Catba-
rim.R'csot e a^radgi <> exempiar mn'es^o
da me sagem qua me ennas'si comc(B:ode
10 do corrate mes.
Ao S-. Contra-Almirante in?rp!!to- do A--
aenal Je Mariana.Peco qae oruviteacieis ao
sentido d8 serjm trasportadas dj33; Arsenal
para o bordo do vapor Alag is* a preso Henry
Hosaeter, que segaa para u Para, a reqa'*icj
do respectivo Chefe de Se?uraoca, o cepita) d
corpo policial Antonio da Costa MonteiM e o
es o Jo3 Pereira.
Ao ra^smo. Co-nmusico-vos qu neta
dala provideaciei para qua seja orgaoisado pelo
pessoal di R-partcao (lis Oa-a* Publicas o or-
namento a qae voa referistes em tflicio de 23 do
cmate sob n. IV
Ao inspector do Tnesoaro. Providencial
no setido ai uaver esse Tb-souro ao municipio
de Palmares a qaaniia de 0j09 corre^poi-
deot a 2J correames completo- qu ao p-eeito
do mesmo municipio foram foraecidos pelo com-
maodante d > extia tto corDO de polinia re>i:oo*
segundo declirou esse oficial en clfi;io a. 159
de 23 de Pevereiro ad.
Ao prefeito do municipio do Recite.Con
vem autonsardas o commaodante do carpo ma
nicpai a lornecer o arma ueuto e corrame que
o prefeito do municipio ds Agua preta solicita
no oflkio jun'o, por copia, de 20 do corrale
mez.
Neiti daa ei\)"QO o*dem ao Tne9oaro afim de
se o mesmo moabipio debitado pela importan-
cia do furoecimento de que s^ trata.Olficiou-
se no T eaooro o ao prefeit<>.
A > director geral da Repjttica de Obra-:
Pab!:casProvidenciae para qu soja O'gani-
sado pelo pessoal dessa P.epart'Co o arcamento
dos concert? a qae se refere o S". (Contra-Almi-
rante inspector do Arsenal de Marinba no offi
co junto Dcr copia >ie bontem datado sob n. li.
Ao D'. juu secciona!.Traosmmiado-vos
o rej;uerimjuio, documentado, de M-i'i Jos
Ligora, pago que informis sobre o as3umpto de
qoe trata ditorequerlmento.
Ao ebefe do 3* distncto telegrapbico.Para
qu! vos sirvaes de informar a respeito, remetto-
vos a petico que me foi .iirigida por varios ha-
bitantes ao municipio de Bom Conselho. solici-
tando a controccao de urna liaba telegrapnica
que ponba o uoeimo municipio fm directa e
immediata communcaco cora e.-ta capital.
Ao prefeito do municipio ae Mortoeca.
Para vj?o conhicimento e deviio3 fins, rem^t-
to-to?, por copia, a ioformacao prestada peloen-
f enhetro fiscal da Estrada de Ferro do Recite ao
. francisco, acerca da reprcs^n'aco constante
de voso officio sob n. 330 de 28 te Ma'o ulti-
mo, pci que aolicitastes que seja franqueada ai
publico a estacSo de Ponte-inbi, situada nesce
ffiuniciD'O.
Aj pre'eito dj municipio de B zerros^e-
me to."os o parecer, por copia, da i:ontera data-
do, emittido pelo procurador geral do Estado,
BObre o regiment interno, cdigo depostu-as e
orea-poto desse rxacicip'o, afim de ser presen-
tes ao respectivo conceibo, c< ato qae envi .-.-
res os metoa n vosso alcance do eeodo de se-
rem r-aadas a : regularidad s ;i'jicadas per
aquelle funecionario.
Ao prefeito do municipio de Barr.'i-ou.
R'-moo-vos o perecer, por copia, pmii'iio a 17
dj Feverei-o ullimo polo procurador geral do
Estado sobre o regiment interno, cdigo de
postoras e orgaTento pnviados com o voaeo cffi
ci dj 24 ue Janeiro ultimo, urim de ser prps*n
*e so corcelho desee municipio, e e-pero qui
emp'egareis os meios a vosso alcance no sentido
de seren caadas as irregularidades indicadas
por aqutlle tuoc:io: a-io.
Ao prefeito do mooicinio da Gioria de Goi-
t-3.Remeti vos o pa'ecer, por cooia, emtalo
a 17 de Feve-eiro ultimo pelo procurador geral
do Estado sobre o regiment interno, coeo de
posturas e orcimemo icsje municipio, atim de
ser presente ao P-speciivu concelho, o cont que
emprfgsrois es meios a vosso alcance no sentido
de serem sanadas as irregularidades indicadas
por tquelle funccio-'ario.
Aj urefeito do municipio de G^ranhuns.
Recietio vo< o parecer, por c.-'pia, emittido a i7
de Fevereiro uitito pelo procurador eral do
Estaio sobre o orjamento enviado com o vo-so
oBiciJ de 25 de Janeiro do corrate son afim
e'fco qoe envidareis os u>eios a vosso alcance
no sentida de serem MOadu as irregularidades
lod:cad_s por aquelle funcc:cnirio.
BXPEDIEN'TE DO DR. SECRETABIO
Offi:io8:
Ao ccramandantp do corpo policial.=0 Sr.
Governador do Estado, autonsou-vos a conce-
derdes ao cabo de esquadra da 5 compaahia do
corpo sob vosso cjm-uando 30 dias de cenca
com vencimentos. lira ^o fatar da sude de
so a mulber i>o '.u'-rior do E-tado, para onde
tem de iransportal-a a cooselbo medico.
Ao inspector do Toesoaro.D ordeno do Sr.
goveraador do Estado, commuoico vos qae o a-
dadao Ildefonso de Oilveira Ma:bado assumio
em 8 de Maio Dllimo o ejercicio do cargo de
juiz do I. districto do municipio de Rio Formo-
so, no carcter de 2. tuoplenie.
A> m*so30.-De ordem do Sr. governador
do Estato, ccmmunico vns qne c cidadao Mi-
guel Arcbanjo Bezerra e Silva assumio em 2 do
correte o exercicio do cargo de juiz do 2. dis
tricio do municipio de Beserros.
Ao mesmo.O Sr. governador do Estado,
manda declarar ves para os devidos .fias, qae
cesta data, Unc.oa na petico assigaada pelos
bacnaras Ayres de Albaquerque Gama, Cicero
O. Perigrino da Silva e Joao Baptista R^gueira
Costa de que trata vossa informajao n. 183, de
9 de Mar^o ultimo, o seguate despacho :
Sendo certo que os peticionarios porcebe
ram por forca de taes nomeafies veoc meatos
que nao teriam m fossem simples professores,
sao tem logar o que requer .
Ao mesmo.O Sr. governador manda de-
clarar-vos que em data de boje exarou oa peti-
cao em que a actriz Hermina Coimbra so'licita o
Tbeatro Santa Isabel para realtsar um espect-
culo em sen beoeBcio no dia 1." de Junbo pr-
ximo, o seguint" despacho :
Coacedo mediante a contribuicao de. .
35*000 .
Ae mesmo.O Sr. governador do Estado
manda comma'icar-vos qoe, rosta data, lancou
na peticao de Rodrigo Jacome Martins Pereira
de que trata vossa informarlo n. 70, de 21 de
Janeiro ultimo, o segointe oespa bo :
Mantenbo o meo anterior despacho indefe-
rindo a pretengao do sopplicante .
Ao mesmo.O Sr. governador do Estado
manda communicar-vos qoe, oes'a dau iadefe
rio a peticio de JoSo Lnlx dos Santos sobre a
Joal prestastes a informacio n. 16 de 25 de
evereiro ultimo,
Ao director geral das Obras PuDlicas.O
Sr. governador do Estado manda recommendar
tos que providenciis no sentido de terem i Ilu-
minadas, na uoiie de boje, as fachadas dos edi-
ficios em qne fuoccionam as repartieres do
Estado, por ser este dia aniversario da bstalba
de Tnyoty.
Ao 1.* secretarlo da cmara dos deputados.
O Sr. governado do Esudo, manda apresen-
^tar-vos as .nformajis forneedas p8.o Inpsctor
M Tiesouro e por vos excitadas en officio n.
88 de 28 de Abril tinao, sobre a pelico dirigida
a essa cmara pelo capitao reformado Jos Taeo-
lonio Pereira e Carvalbo.
Ao jaiz de direito do manicipio de S. Lou-
renco da Malta. Da nrdeai lo Sv govaroaior
do Es'ado inforaiii sobr a dive-eancia qie bs
nota as ditii do vosso offi:io de 23 do corrente
e do ba:barei Victorino R-igueira Pinto de Souza
de 22 do mesmo mez eos referencia ao exerci-
co d'este no cargo de promotor publico d'csse
municipio.
- Srs. membro3 da inspectora dos theatros.
O S-. governador do Esta lo maadi commnnl-
ca- vos que em dat de boje oiarou na petigo
em qaa a actriz H-srwai Cdmora sotici'a o
Tneatro Sinti hab'l pra realisir um especta
calo em sea beaedcio no dia 1. de Juuno proxl
too, o segointe despacho: Concedo mediaoie
a coniribuican de 3o00).
Ao capttSa Prancifco de Assis Ferreira Ma-
ealhes, ex comm.odime do extracto carpo de
polica regional.O Sr. governador do Estado
m 1:111 coTimunicar-vos que o mijo' reformado
Jo exercito Francisco Teixeiri ae Cirvalhi, no-
meado em 5 do corrente cn-fe da commtssao ia-
cumrjida do exaae e ioventario do extiocto cor-
po de polica regional,assumio na meaos data o
exarcico lis -e*o'ctivas 'uneces.
Mutatii matan lis a-> Tiesiuro.
EXPEDIENTE DO DIA 2 ) DE MAIO DK 1893
OfClOS .
Aj inspe'.to-do T-ieiouro do Estado C 'Ti
maoico-vos, para os devi ios tlis, que, pi: des-
pacho d'--sti data, concdi a D. Mtnoel Balles-
teros o Theatro Santa I-aie1, p-.ra n'elle fazer
fancciouar a Comoa ih 4 -iue etnoreziri i,
mediante as segnmte-t on lige-", qne scrao pre-
viamente reduzdasa termo a'essa Tue^anro.
1." P.-estar o coocessioniHo rimci d-> l:0'Ji,
que aer recolhida a e3sa repinigao para garao
na das molta3 em qae incorrer, por si ou seus
emprega los e indemnisagao das detTiorages
que porveutura posjam soffrer os onjactoa que
Ine forem conflidos para o servigo sanit rio ;
2.* Dar dous beneficios, a escolba do governo,
cabeudo a este a designago dos das em iae de-
vem ser realisados e da3 pjgn a screm levadas
a ceoa;
3." Ficar o mesma coacessioaario obrigado a
desoecupar o tueairo at o de Julho.o mais tar-
dar; deveado ser toma Jjs taes comoromissos
pelo emprezario antns de comegar a trabalbar.
Fize-am-se as necessarias commuoicagdes.
Ao mesmo.Commuoico vos para oj devi
Jos fias que n'esla data approvei a arrematago
das obras de reparos de diversas poutes da es-
trada da Victoria, constante da acta annexa ao
ofli'MO da directori das Obra3 Publicas sob n.43
de 2 de Abril uluco, ; ordenei que fosee coa
Iractada a mesma obra com o ar.emaiaote Ene-
dino Gongalves ia Lis. med nte o abate de 2 %
sobra o orgamemo de a:077/6CD
-- Ao mesmo. Para lacUlur o expediente da
secretaria do goverao, autonsc-vos a mandar les
fornecer ao respectivo pirt-iro estompilhas de
versos valores as mesmas condiges em que
as mandis foruecerao thesourei.-oda Becebedo-
r.a do Estado.
Ao director geral das ob-as publicas.Ap-
provo a arrematago das obras de reparos de di-
versas paotes da estrada da Victoria, constante
da ca aanexa ao vosso oflfcio n 43 de 22 de
Adrtl ultimo e aaio-'so-vosacuiitraciar dita obra
com o arrematante Esuo Gongalves Fer-era
da L'iz, mrtdiantH o abite di- 2 "/ sabr o orgi-
oeato oe 5:07760J.
Srs. ujijbros da commisso eacarregala
de ex .minar a escr'ptaracao do extracto corpo
de polica regional.
O Sr. governalcr do Ejtaio, manda apre-
sentar voe os papis aqai jant03, afim de pres-
tardes uifj-;!;a; sobre a demora do pagamea
to dr>s vencimemos devidos s pr-gas destacadas
em Ouricury.
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE MAIO DE 1893
Actos :
O governador do Estado ale.id. nio ao que
requerpu o Dachirel Jos CavaUaote de Alou-
querque Ucdoi, juiz de d're.to do municipio de
Ipijuca e tendo em vista o n't :,.ado medico ex-
b.bido, resolve conceder ao peticionario 2 me
zesuelicaaga para tratar desuasaj^e cornos
eacimentos a que tiver direiio na forma da lei
a cootar do da 21 do corrale.
Offici. s :
Ao raspe v.or do TliesouroDe a corlo com
a vossa iutorinago o 338 de 17 ao corrate e
em visa do aisposto ao a. 16 do i" do ai t.
2o da lei o. 6i (orgamento vigente) declaro vos
que o imposto de pcdagio nao pode continuar a
ser cob-ado por esta reoartigo excepto qaaodo
for proveniente de contractos anda existen-
tes.
Ao mesmo.Para vosso conbecimeato e
fias convenientes, remeti copia das portarlas
de 15 do correte relativas aos prefessorsa de
8'goados para as cadeiras do Gymaasio Peroam-
bucano e da Escola Normal e ao pessoal desles
estabelecimentos, e declaro-vosque devero apoo
tillar os mulos aquelles que passarem a perce
ber maiores vencimeatos.
Ao me;nv>. Ds accordo com a vossa ia
foraagao em ffi;io n. 317 de 15 do corrate au-
toriso-vos a maodardes entregar j Silva Borges
& C, coacessiooarios da Usiaa Cachoeira Lisa,
a caugao de viote cinco cootos de res (25:0004)
proveniente de 10 / dednildos das prestajes
de auxilio a mesma Usina a que os mesaras tai
direito ex vi do que dispe o ari. 7* do decreto
de 15 de Novembro <-e 1890.
Ao mesmo.Em vista da ioformago coa-
staota do vosso officio sob n. 361 de 23 do cor-
rente autoriso-vos a chamardes concurrencia a
arrematago do Buffet do theatro Santa Isabel.
Ao director da Escola Normal.Para vosso
coabeclmento e tina convenientes remeto copia
das portarlas de 10 do corrente na parle relativa
aos professores designados para as caaeiras
desse esiabelecimento e ao pessoal administra-
tivo, deven 1o apostillar 03 ttulos aquelles que
passartm a perceber maiores veacimeatos.
Igual ao regedor do Gymnasio.
Ao Sr. engenbeiro fiscal da Compaobia de
Trilbc8 Urbaoo8 do Recife a Caxaog.Da ac-
cordo com a vossa ioformago sobre a represen-
lagao de diversos moradores de Pedra Molle e
Dous rmeos, em officio de 8 de Abril ultimo, de
termino que todos os trena da Compaobia sob
vossa fiscalisagao ebegnem ao pon'o terminal da
lieha na eatago Doaa Irxaos, de conformidade
com a tabella em vigor.
Ao prefeito do tnuaicipio do Recife.Con-
vm qoe m informis sobre o assnmpto do offi
ci junto em original qae devolvereis, o. 70 de
i do corrate mez do inspector de bygieae.
EXPEDIENTE DO DR SKCBETABIO
0ffici03 :
Ao inspector lo the3onro.De ordem do Sr.
goveraador do Estado communico-vos qoe, se
gundo consta da parlicipago do oommandante
do corpo policial, em officio de bootem datado,
fallecen no dia 94 do correata o alfere3 dsquelle
corpo Joao Altes Chaves.
Ao jais de direito do municipio de Paael-
las com jarisdigSo extensiva ao deQopapa.
O goveroador do Estado manda remetter-vos,
para os devidos fias, copia dos actos qua se en-
contrara oesta secretaria aos quses refere se o
pedido constante de vosso officio de 8 do cor-
rete, qne tica asslm respondido.
Ao prefeito do municipio de Bonito.O
Sr. governador do Estado maoda coramuaicar-
vos que aesta data, laucn ao officio qne Ihe di
rigiltes em 3 do correte o segrate despacho:
Ao Thesouro do Estado para providenciar
de ( i-dj com a justa panderagao do final des
te c5cio.
Ao cidadao Joo Lopes Braga.O Sr. o-
uernador do Estado Qcua iateirado pelo offi io
o.339 de hoolem datido, de haverdes vos e os
demais officiaes ultim imeata nomeados ellecti-
vameaie para aCompaabia de Bombslros assu
mido o exercicio de vossos cargos.
Relatorlo apreientado ao Go-
bernador do Estado, em Fe ve
reiro do corrate aaao, pelo
iaspeetor de Hygie ae Dr.
Rodolpho CalvSo.
CONCLU5O
Para jusiiQcar o olano de reforma que oropo-
ati devo adnzir algumas coosiderages e termi-
na- este desp-eteacraso relatorra feto multo s
pressas, nao naveado mesmo lempo para expur-
gal-o de alguas defeitos de rejaego e meaos
aioaa de lacuuas qae nao existiriam se nao
fosse a escassez do iampo.de que diapuz para
escrevel-a.
Comego pela conselho ds nlubrlda
de, cuja chaguo julgo ser de vaotagein para a
bygtenedo Euado, por s^o que uma corpora
gao de pessoas competentes; amas pela espe
cialidade que cultivan, codo se presume qae
devera ser o professor de hygieae da faculdade
de direito, o sen adjunto e o raspecior de byie-
oe ; outrqs pela oatureza doa cargos ou fooc-
goes que exercem, estaado todas no caso de au-
xill r potterosameaie a acgo das autoridades
sanitarias e de esclarecer a adminislrago supe-
rior do Estado em assumpto de tanta magaitude
e que rafelizmanta cootioa a ser entre ota ob-
jecra de -altivo de mano poaca geaie eo previ-
legio de orna classe, quaado o coatrario se ob-
serva oa Europa, onde o estado da hygieae o;-
cupa um bom namero de pessoas nao perten-
ceado el ase medica.
Me era impossivel deixar de iacluir eatre as
rastitaigOes a crear um instituto vaucraogeolco.
Existe, certo, nesia cidade um estabaleci-
meoio dessa oatureza, nerteuceute, porem,
municipadade, qoe aispe son eateode da
vaccina prodozda, ama vez qae elle estipen-
diado pelos cofres mnaicipaes ; maoda a justiga
que se declare que ate boje a lateodencia nao
se tem oegado a aattsfazer os pedidos d'esta
inspectora; mas nem s insofficiente a quan-
tidaie de vaccraa all prodozda, para ser pro-
pagada por iodo Estado, como coavemsate
publica e como o peasameata di inspectora
de bygieae, como tarabem no ia em que nao o
quizer, ou nao o poder fazer, a mnaicipalidade
oeixara de fornecer vaccioa para o servigo ge-
ral do Estado ; as:im coovem que e-te esteja
preoa'ado para praticar largamente a vacuna
gao e revaccioagao em seo territorio sem restrie-
gues de qualquer especie.
Um laboratorio de aaalyses cono complemeo-
o do serv g > de nygiene de ama localidade,
nao pode deixar de exist-, afim de que possa
haver polica sanitaria, conforme ja de xei dito
e:n outra parte d'e-te rlatorio.
Como na verdade reprimir a fraude de nego-
ciantes gananciosos e bastaote desalmados para
bater moeda & casta da ;ale albeia ?
Como inntilisar as ?ub^tancias supposta3 alte-
radas, se mullas d'ellas s palem sar reconfie-
culis como taea depo.s de chimicameite analy-
sadjS? C;mo punir os lufractores sem orna
base segura, sem urna prova palpavel do delic-
io ?
Na grande maioria dos casos a analy:e calmt-
ca oecessana, impreacindivel. para sa co-
nhecer do estado do genero, e nSo seria justo e
nem a le o permittiria, que sem urna prova
qaalquer fossem perseguidos iodlstictameole
os que veodessem de bi ou ma f substancias
que presu'Dimas, mas nao lemos certeza, deque
realmente estejam falsificadas.
&' lato que me parece ruis conforme com as
boas pratieas admioistrativaa e o qae se ob-
serva em toda a parte do mundo onde na direito
e justiga, que dee t.- ioexoravel para com os
falsificadores de qo ilqaer esp >cie, quaado o 8eu
delicio for demostrado pela aoaiyse chimica,
vemp*e que se julgar esta necessaria, lado que
nio fr isto esta fra das boas noraiaa e dos
principios de equidalo ; e as reclamag683 qae
apoarecem sao multas vezas com o proposito de
deoegnr os fuaccioaarios, ou viaam fina incoa-
fesssveis de chantage.
O laboratorio e por tanto iadispensavel, e i
sua freate deve estar, declaro-o desde agora,
um cbtmico capaz de fazer realmente urna pes
quisa de chimlca analytica, qae un especiali-
dade poaco aegada eatre nos e qae exige urna
habiiidade e um savoir faire pouco vulgares,
presuppondo qualuades particulares e urna te-
chuica perfeita oa parte de qoem -xecuia as
operages deltcadisstmas da orna aoatyse qaan-
f.tativa.
Tdmbem se me atigara de importancia capital
ampliar a capacidade do laooratorio e aplidao
do seu director aos estudos de bacteriologa,
cuja iatimidaJe com a hygieae to estreiU,
que nao ha livro desta materia que nao Ihe con-
sagre urna lar^a parte, nem institoigao sanitaria
qae nao teoba actnalmente como anaexo indis-
peasavel um gabinete bacteriolgico.
Fazeado estas coasideragOes teobo por fim pro-
venir desde ja o animo do Sr. Gaernador atim
de que nao taque oullificada na pratica tao im-
portaate esiabelecimento por urna nomeagao qne
nao esteja na altura doa predicados e coabecl-
mento) exigidos, pas na basta ser mlico ou
pharmaceutico para terse habilltagSes para tal
cargo], precisamos antes de tndo, de nm chimico
capaz de fazer qaalquer analyse qualilativa e
qaaat'taiiva ao caso de merecer fe e de servir
de base para qaalquer delinerago das autorida-
des ; seja esta cbimiso a'aqul, da Bahia, ou do
Rio, on nos venha de qualquer paz europeo, onde
os ha em grande numero e realmente compe
lentes.
O desinfectorio vem preencher urna lacuna que
notase desde multo oesta cidade.
As desiofectCes como sao feitas al agora nao
podem noa garantir absolutamente conira o con-
tagio ; porquaoto a prauca que encoatrel foi a
de quelmar se ndistinctamen'e enxofre para
produzir cido sulfuroso, o pixe qaeimado as
roas e algumas aapersfies de acido phenico di-
luido b s aposentos contaminados
A d-8inlecgo pelo acido anlfaroso efflcas
deve ser mautida juntamente com outros pro-
cseos ; mas s pode ser pratica la em canos
casos, o que sabido por aquelles que so leen
mesmo conbecimeatoa rudimentares a'essas
causas.
E' asslm que a efficacia de tal processo de
expurgagao est ligada a nm certo oumero de
coodiges que se devem reunir, afim de ter
pleno suceesso a desinfecgao, qoe s pode ser
faita em aposentos que se possam fechar herm-
ticamente e (cuja cobagem seja rigorosamente
determinada, porqoanto a qaantldaae de enxo-
fre d. queimar-se esta em relago precisa com o
nunero.de metros cuoicos de ar, c.-niido no
aposento.
B como fazer em um qnarto nSo forrado, on de
telba vi, como se diz aqu e cojas paredes che-
g m apeaos a mela altura do predio ? K' pot
tanto illosoria orna tal destnfecgao, coatiauando
o aposento Infeccionado-
Para estes casos que serve adniravelmeote o
pulverisador de Genere, qae projecta sob a for-
ma de orna chava Boisilma, orna eolugao de bi-
cblorareto de mercurio acido trtrico no tecto,
oas paredes e no chao do anoaeuto, e sobre oa
movis e mais objectos qae nao possam ir i es-
tafa.
Esta, inatallada em um predio especial, ten o
entrada indepeodente da sabida, de maoeira que
os objectos urna vez expurgados, nao paaaem
pelo mesmo lugar por onde entraram, servenara
aa dealnfeccea doa cohes, travesseiros, rou-
pas de cama, vestidos, tapetes, cortinados, etc.,
que serviram ao doente e qae pelo grande pre-
juizo materi! nao devem ser destruidos pelo
fogo.
A acgSo directa do vapor sob pres So sobre
taes objectos determina a deatrcig&o radical dos
germeoa pathogenlcos os mais resistentes, con-
forme as repetidas experiencias reallsadaa pi -
meirameote em Parisfe em Lion e depois repro
dozdas em outros lagares com igual resaltado ;
experieocia? que. sobre estabelecerem ser este o
meio mais seguro de expurgagao depois da
acgo de8"uidora do fogo, vieram mostrar qoe
oa e-cfjs oada pardiam, qaer em consistencia,
qoer no aspecto dos desenos, cujas cores sao
conservadas, depois de passarem dentro da es
tufa soffrendo a aegao directa do vapor d'agoa
dorante um qaarto de hora, tempo toffienie
para complei?r-se a desinfaegaa.
T:;nn> i depois de rebultadas ta brilhante?
foram essea apparelhos adoptados por toda a
parte como iadiapenaavel annexo de nm ser-
vigo sanitario regular, visando orna propbylaxia
completa.
A diviso da cidade em districtos sanitarios
mpanba-ae como orna cooseqoencia obrigadado
plano de reforma qae trace! ; pois nao se com
prebende urna flscalisago efficaz sem multiplicar
o cunero de commissarios encarregados de zelar
pela polica sanitaria e disseminar o mais possi
vel a vaccioa ; d'ah a obngagao estatuida de
cada commissarii) fazer a vaccraagaa, pelo me-
nos urna ves dentro do permetro de saa clr-
cunscripgSo.
Qaaoto ao pessoal da repartigSo o mala res-
tricto que ae pode desejar, dentro doa acaoha-
nhadoa recorsos de que podemos Hspor. Nao
figu-a o cargo de ajotante que se toma diapen-
savel desde que ba commisaa'ios distribuidos
por tola a cidade e seas arrabaldes, pasaaudo as
attribuigas do ajudante, que era o eocirregado
do tervigo exteroo, para os referidos commis-
sanos.
Nos seas impedimeotos tenporarioa pode o
inspector ser substituido pelo medico demogra
phista, cargo que decentemente nao podo ser
dispensado, visto como urna coasa deprimente
para os oossos crditos nao ter a cidade do Re-
cite um servigo temograpnico-saniario, qua se
eocoatra em qualquer cidade de imporuacia ae
candara.
Por mo'ivo3 de ecooomia, preoecupago que
nao me sabio um na'aato do espirito com pre-
juizo .Ivez do servigo, commoiti ao mesmo func-
conario a di-ecgo do instituto vaccioogeoico,
cojos trabhos estatlsiicos eato de pleno accor-
do com as faaeges d'aqaelle cargo.
E tanto no oititu'.o, como no labaratorio ha
uoister de om auxiliar, o qoe determinou a crea-
gao d03 dous locares, bem como a d9 ires ser-
ventes desloados para trabalbarem n'aquelles
dous estabelecimintos e no desinfectorio, que
por saa vtz requer dous infoctadores, um para o
servigo exteroo e outro para t-ab3lh03 inte-noj,
bem co no o raachinista para dirigir a macbiaa
ge*adora do vapor.
O aecretano, qoe ser tambem amanuense,
tem a seu cargo todo o trabalho de correspon-
dencia e registro d'esla ; baveolo necessidade
por isso mssmo de nm archivista, qua tenha snb
sua gVA'da e em bn& ordem o archive da repar
tigo, qua to o lem arada, pois nao pode mere-
cer tal aome isto que sqai r-ncontrei.
Em regulamento qae organisei esto detalha-
das as attnbuigas da cada om d'esses fuoccio-
oarios, bem como ludo qaaoto pe refere poli
cia sanitaria, cojas normas sao as mesmas, com
pequeoa variante, qae exls -m em todas as ci-
daes europeas e acham-se consignadas lateral-
mente nos regulanentos da Cipital Federal, de
S. Paulo, do Paran, do Para, da Babia e de io-
dos os Esta 'os que orgaoisaram este servigo ;
naveado perfeita identidade de medidas sanita
ras entre todos elles, circunstancia que jalgo
de feliz resultado para o paiz ,-m geral.
Q aoto a dependencia qu i eatarielego para a3
insiitnlgea sanitarias dos moaiclpios, qae ticam
sob a tiscalisagio da inspectora geral, urna
disposigo salutar que tem sido estatuida por ou-
tros Estados, e qu^ emana da necessidade que
na, por todos reconbecida, de ooiOcar-se o mais
possivel acgo das autoridades sanitarias.
Em Fraoga, oade de loaga data este servigo
bipartido, cabeodo coojnnctamente a sua execu-
go ao Prefeito do Sena e ao Prefeito de Polica;
recoobeceu se a desvantagem d'essa doalidade,
de maneira a provocar contra si una campanha
por parle 'a inmensa medica, tendo sua fren
te o decano doa bygieaistas francezesa illuslre
Dr. Pietra Santa, que tornou-se o mais esforgado
arauto da onificago.
Ai .da ha poneos mezes, no seio da Sociedade
Franceza de Hygieoe, dizia o represeotaote dos
inspectores sanitarios de Inglaterra qae quaado
aquello servigo corra uo sea paiz por conta daa
conmunas nao havia bygieae; ao passo qae
hoje, qoe esta quasi unificado, sendo cada dia
mais centralisado, as condiges de salubridade
lem melhorado de modo notavel, principalmente
em Londres, que na verdade, esta na pnmeira
lioha das cidades salubres do mundo mteiro.
Possam estas ideias inpressionir bem os nos-
sos governantes, sSo os votos de quem, como o
ob8caro eacriptor d'e8taa liobaa, todo deaeja e
oada pode por si a fazar, em beaeficto da ay
giene d'esta boapilaleira e esperangosa capital.
Questara policial
SeccSo 2.* N. 166 Secretaria, da
Queitura policial do Estado de Pernam-
buco, 25 de Jnlbo de 1893.
Sr. Dr. Governador.Partioipo-vos que
foram rooolhidos, bootem, Cata de De-
tono&o os aeguintes individuos :
A' minha ordem, Victorina Mara da Concei-
cao, alienada, com destioo ao csyla da Tama-i-
neira; e Jos Flix de Aievedo, como desor-
deiro.
A' ordem do sublelegado da fregaezia do Re-
cife Tiborcio Alves, por crimj de furto.
A' ordem do subdelegado do 1* districio da
Boa Vista, Luiz dos Santos, para averignagas
pjliciaa.
A' ordem do subdelegado do 3o diatricto da
Graga, Antonio Jos, con Decido por Antonio da
Lacia, como deaordelro.
Commonicou-me o subdelegado do diatri-
cto de Cateode qae, no da 20 do mez ultimo,
apprehendeu em poder da aliuoel de Aranj
Pal va om cavallo maso e ferrado, o qnal se acha
depositado n'dqueila subdelegada para ser en-
tregue ao sen legitimo dono.
Pelo delegado do municipio de Palmares
foram appreneodidas e remedidas a esta qoea-
tora, 18 facas de ponta e 3 caivetes
Tambem pelo subdelegado do diatricto de Ca-
lende foram remeludas 53 facaa de ponta, 2 pa-
ahaes e 1 oavalha.
Nesta dale transmiti ao delegado do mu-
nicipio de Nazaretn, para os devidos fias, um
auto de corpo de delicio e outro de perguotss
faltas a Ignacio Josa Viera.
Mo acbdeleg ido do diatricto da Boa-
Vista foram remettidia o D-. 2 promotor pu-
blico as diligeacias policiaca a qae proceden
contra Numa de Alcaotara. autor doa ferimeo'oa
de que foi victima Sabino Mamode.
Oommanicou-me o capitao Porphirio Poppe
Giro, qus es'eve nontem da servigo de ronda
maiar, qae foram convenientemente distribuidas
aa patrulbas para pociamento da cidade, nada
occorreodo digno de meogao.
Ao Sr. Dr. Alezandre Jos Barbosa
Lima, moito digno governador do Estado
O qneator,
Julio de Mello Filbo.
Thesouro do Estado de Per
nambuco
DESPACHOS DO DIA 24 DE JULHO DE
1893
Joo Fernaades di Silva Puto, Fiellen Bro-
thers, Compaohia Pernambaoan, Amono da
Silva e C, Mana F. Baltar de Mello, Candida 1
L. de Carvalbo, Jos II. de Miranda.laforme o
Sr. Dr. contador.
Manoel Ramos de M. Gomes, tenenie-coronel
Jas M. de H. Cavahante, Mar D. da Silva Dan
tas.Haja vista o Sr. D-. procarador Bacal.
Ramos e GippertSatisfaga se a exigencia da
contadura
Jos Lopes DiaaAo Dr. contador para spu co-
nhecimento e devolver.
Antonio Morelra ResAa Sr. porleiro para
entregar ao interessado.
Recebedorla do Estado de Per-
aaiahuco
DESPACHOS DO DIA 24 DE JLHO DE
1893
Aotoaio Moreira ResA 1.* secga para ia
formar.
Pedro Ro'riguea da Silva, Jos G)m?3 Leal,
Antonio Pereira de Magalnei e C, Miguel Jos
da Costa Maia, Abnn'es e C. F-edenco Bruno,
Feliciano da Costa PrimoInfarme a 1.a Sec-
go.
Artnur Gongalves de Ar-u1aSim quanto ao
ultimo ejercicio, devendo quanio aos anteriores
dirisirse o su aplicante ao Thesouro do Estilo.
Joo Torrea Baudeira- Sim qoaato ao exerci-
co HadoQuaato ao corrale dinja-3e o sup
pilcante ao Conselho Mancipa!.
25
Liuriana Umbeiina de J;sus Villa:, Fisjueira
& Cardoso, Fuueira & Silva, Saotos da Figueira
& C, Aadr Victorino de Mello, laforme a Ia
seccSo.
Baldomiro Eadoxio de Brillo Mscedo. Gerti-
fique-83.
O norteiro,
Custodio B. di Silva Guimardes.
Iastracco Publica do Estado
de Peraanbuco
DESPACHOS DA INSPECTORA GBRAL DO DIA
24 DE JDLHO DB 1893
Mara Marciooilla Pareira LimaCampra-ae e
registre a apostilha retro.
Secretaria da Reoartigo d. Iistrucgo Pu-
blica do E Hado de Peroamouco ti de Jaluo de
1893.
O porteiro,
Fenelon Attici Leite.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
A renniSo em Bad-joz dos membros i -
fluentes dos partidos republicanrs d> !Tes-
p-.nha e Portugil continua na tela da im-
prenaa deste paiz por mais ds ama pol-
mica seguida e animada.
E naturalmante oao tem sido feitaa so-
nSo para entretel a e mais alimntala, as
decUracSes mais on rasaos embarazadas e
ambiguas d9 certas jornaes republicanos
portugaez, e as expreBBoas de alguna
nhetes republictuos hespanhoss langados
sobre o aesumpto.
Neste labyinto e-n que tanto desperdi-
cio tem havido de rethorio, o Econiwata
aventa urna soluglo cuii acceitagSo anda
se nSo manifestau, ap sar da sua conve-
niente e raaoavel con .iliabilidada.
Eia o qna dia o mencionado jornal:
c NSo percamos tempo com vSa discus-
sSas-
Digam os horneas qne dirigem o par-
tido repub;icaao em Portugal que eogei-
tan todos os llanos, todas as combina-
g5es, todos os alvitres qne por qualquer
caminbo possam ir dar perda da nossa
independencia, publiquem essi solemne
affirmaylo e firmem na com os seos no-
mes, deolarem que por igual repudiam
fusao e a federajSo ibrica ou qaalquer
outra forma de uni&o doa don paizes, que
represente o anniquilamento da nosaa vida
propria, nSo subo-dinada a qualqner orga-
roisagao poltica extranha, e o paiz deixa-
r de se incommodar com o banquete e
com as reuai5e8 de Badajos, porque acre-
ditar na palavra honrada qae Ihe der a
garanta de que em Portugal nao ha tra-
to i dores, eqne Ihe as segurar qne os repn
blicanos embora desejem a transiormacSo
da saa or6aniaacSo poltica, jamis nao de
tental-a sacrificando a independencia da
patria.
Se o partido republicano mas fia o sen
tnturo do silencio ou das argacias sybili-
nas coaa qno pretende responder s aecn-
saQBas que de todos >s pontos do paii ge
lbe dirigem, do qa-i de un proced meato
olno, franco, patritico, teremos de tirar
como conolasSo a'esta saa attitude qua,
?So cont tndo para realisar o seu idaal, com
o resaltado dos seos esforgos ejeom a evo-
lnofto da opiniSo pablica, nao duvida para
chegar aos seos fion socoorrer-se ao apoio
doa inimigoa da nosaa ^independencia, que
em poaco avalla.
Desojaremos qae as deolaracSss que
noa pareoem essenoiaes, nos dispensam de
voltar a este aisampto .
Aiditaido esta como oomminatoria,
acoentaa o Jornal do Commercio :
c. Como quem dii: se nSo fiserem de-
olaracSiM aolemnes e essenoiaes sobre o
aasnpmpto, sarao olauifioaios de traido-
ras I >
O Universal, porem, encara a quest&o
ob ama outra faoe; alo intima, mu af
firma verdades incontestaveis, que reda-
se m a tacto a sua inanidade.
Aa iaatituicSes de am paiz e muito prin-
cipalmente a ana autonoma, ponderoa a
referida folha, nao estSo merce de qaaes
quer coavivus que se lembrem de effaotnar
am banpaete; maateem-se pelas tradi-
gSea, pelos (actos histricos, e pela cor-
recgko do seu proceder, attributos qne
reunidos formam o pedaBtal em que a i a -
gSo colloca a fisura mais proeminente
como reoresentanta e seu chafe para dar
direccSo aos negocios ue interesas geral e
aommum e para ser o symbolo da naaio-
nalidade e da autonoma.
Em renniSo da deputadoa progresis-
tas, realisada na red^ccio do Corre'.o da
Noitt, tomaraci-se, ao que consta, aa re-
solaceas seguintes :
Votar a contribnicSo industrial na ge-
neralidade, com declaracSes, rejeitaudo a
n- especialidade Be nao se rJz-ren modifi-
cares fuodadis ; votar a liberdade do fa-
brico do alcool c >m imposto de 50 ra. oa
superior, mas com a condicSo de que o
alcool ex atante na >p >ca da diasoiu^o do
gremio pagar e 50 rs. por litro, exigir
a discusaSo do till de iademnidade nesta
sesslo parlamentar ; manter a re3oluglo
de negar autorisagS as ao governo.
A seasSo parlamentar Tai um poaco
atr, zida em seus .rabalhos.
O imposto industrial anda nSo est li-
quidado, e em discusaSo ainda na entra-
ram as importantes materias do imposto
predial, da regalarisagaa da queatSo dos
caminho8 d) farro, ds obras do porta de
Lisboa, dos tloaos, e di bil e indemni-
dade,qie ha de saneciooar ou revogar actas
do conse heiro Dias Ferreir.t, tuda as-
sumptos que nSo podem deixar de ter
larga discnsaSo.
A' noite de 3 regressou para Madrid
a Sr1. daqneza de Montponsier, sendo
acompanhada at a estagao por seus au-
guatoB netos.
Foi recebido por S. M. em audiencia
solemne, o ministro d Servia, o Sr. Geo-
gvich, que em mis3o especial veio a
Portugal uotifiaar a acclimagSo do ras-
pectuo rei Alexandre I.
A poltica commeroial do governo tem
sido censurada pelo Crrelo Nacional, di-
zendo o Jornal do Commerc o qua ella se
tradnz em fecharmoB o nosso ao commar-
cia estr^ngeiro.
Cora tffoito, urna daa aoaeaa maiores ri-
qaeaaa como se aabo, o commarcio dos
v.nhos, d z aqaella primeir folha, e o pe-
riodo agudo das noasas ultimas criaea foi o
anuo pasc-ado.
O auno pascado foi, para o Porto, o de
maior movime>ito oeste genero de commer-
cio, quo tem ali o sen emporio. Pela barra
d'aquedi cidade exportaran] 83..... ...
61.255:736 l'troa de vicho, no 7alor de
O.3-'O:323$0O3.
Em 13 annoa a exportago quasi da-
plicoa.
A de 1892, em relacRo a de 1891, que
fra a mais importante desde 1830, teve
um augmooto de 13.404:04-' litros, oa
seja em valor 2.113:657^X0 reis.
Era 1891 a axportegao para o Brazil
fora de 19.902:020 litros em 1892 foi
de 28.162:777; para Inglaterra subi,
de um anno para o outro, de 19.914:861
litros a 26538:835; para Rusaia, de ^.-
178:732 a 616:714; e para as provinaias^T-
portugneza da Afric* e da Asia, da
183:799 a 3-0:028.
O grande movimento que estes factos
represeutam commuaicar-se-hia outros
artigoa o gneros, se aa pautas, transfor-
mando de reponte o nosso rgimen fiscal
nos nSo fechassem os marcados de tora,
como represalia justificada, por havermoa
fechado o nosso ao commercio estran-
geiro.
Urna leviandade que j tem cuat do e
continuar a cuatar caro; o paiz que est
apenas na saa apreodizagem industrial
nSo pode itolar-sa, difficaltanda as rea-
$5es externas ; na id do commercio re-
pugna a da independenaia, porque o com-
mercio de aua uaiurez* expansivo ; a
saa aspirago chagar a toda a parte e
no fechar se em casa, e trancarse por
dentro.
E' por estes erros econmicos, e por
outros fiaano?iroB e de aimimstracSo,
todos os quaes so confundem na mesma
origem, que a prosperidade nacional nSo
corresponde aos elementos que, para ella,
temos ao nosso alcance.
E proposito, cumrre notar que no
mez de Abril as receitas aduaneiras de
Lisboa e Porto excederam as do mes-
correspondente do anno pausado em mais
de 400 cantos ; no de Maio o augmento
foi tambem de mais di 400 contos; e
agora no de Junbo, o augmento foi de
593 contos.
Non tres mezes o augmento vem a ser
de cerca de 1:200 contos.
A cmara municipal de Beja vai
solicitar urna audiencia a S. M o ra,
para agradecer-lhe o ter assignado em
Beja o decreto, que creou a ordem de
mrito agricola e industrial.
A distincta escriptora D. niomar
Torreo socitou d* cmara dos deputados
isenaao da contribaigao industrial para as
esonptoras portuguezas.
Os principes de Monaco deram um
jantar em honra de sua magostado a rai-
nha D. Maria Pia.
Contavam-ae ea'.ra os convidados, alem
de saa alteza o Sr. infante D. Affonso, a ,
flaqueza d'Aosta, o ombaixador d'Italia, ^ j
m

.














v>

I
1
B
Diario de Pernambuco Qcafta-eira 26 e lulho de 1898
o prinoi'pe Strosa, o principe Jos do
B.ttaoberg, etc.
A Sra. duque dt Usos eo
con telegraphicameoto assia
el rei s morte de tea Blbo, -o du
mesmo titulo, > ccoMHU,oSMsno sabasa.mo-
Zure, e roganij a> eesae tesnpo a>r.
D Car loa pedase aso aa* ganeroa, -por
intermedio do govasnadar ida llanda, a*
informacSes poasirasa ssabre m laaesto
aconteoimento.
Sua magostado el rei enrioa o seguate
telegrama 4e pesamee ao Sr. duque de
Luynes, cuabado do joven e mallogrodo
explorador :
c Desolado pela terrirel deagraca que
vos ferio. Vou eaoraver tanaadiatameate
ao ministerio da manaba para que ae faca
tado que tor possivsl. Peco que apresea-
teis todas as miabas condolencias a soasa
aogra, e podis estar certo, mea caro Ho-
nor, tjub earou judjuvuobo uqaa,
naafte momento tfto doloroso para vos
todos.Carlos de 3 agancxs.*
Reunio-se no da 11 do correte a
oommiaalo encarregada de dar parecer
sabr os projectoa para o monumento
Afonsoioie Albuquerque.
.Comparecern! os Srs. co o sel he i ros Bar-
ros Gomes, Luciano Cordeiro, Vctor
Bastos e Sou*a Mooteiro.
A commiss3o resolveu :
1-,premio Flor de la marde Motta,
por unaniund -de.
2- premioA patria honraede SimSes
de Almeida, por unamm.dade.
3 premioPortugalde Taisera Lo-
pes, por desempate aorle, tntrePatria
e ,o\ naace.
Ser, pois, convertido em monumento o
projectoFlor de la mar.
. Acaba de dar i. estampa do Jornal do
Commercio o Sr. Soares Romeo Jnior
una artigo sob-titulo de ltimos inperado-
res; e nelle manifeata que tora a 8. Vi
cante de Fora, e all estivera no Paotheon
real da augusta casa de Sra ganga, ns
como visitante ou chroniata, mas como
raaeira, que ia ajoelhar,peraute os attau-
des, que ncerrSo os reatos mortads dos
ltimos imperadores do Brasil empreito
memoria veneranda dos dous iliustres
extintos.
Esse artigo que devidameote enaltece as
virtudes desses personagens e do qual
trsnauda o sentimento generoso que o
dictou ao Ilustre pirtuguee, consigna o
seguinte a respeito da santa imperatriz
Un caso que vamcs narrar,-e eviden-
temente mostra o corago da bondosa so-
berana
Becebera de Paria o joalheiro da casa
imperial urna colleccJo de aderecos de
subido valor, e fino gasto, e para logo se
dirigi ao pago de S. Christovam, quasi
na cortesa de ali fcarem alguna, quer
para a imperatriz, quer para aa cuas
princesa-, entSo aioda solteiras.
Examinou-os a imperatriz, e apartando
um, perguntou ao joalheiro :
Que prego tem este ?
Viote cuotas, minba renhora, rea-
poadeu o ourives.
Nao quero, dase a soberana, com
viote cootos sustento eu muitas viuvas e
mnitos desvalidos 1
Napolitana por nasci ment, o sea co-
racao affeicoou se unto pelo Brasil, que
nos ltimos das de provacSo, e j pro-
zima t> eotreg-r a Deas o sea espirito,
disia :
Ab mea Brasil, mea Brasil, meu
Brasi!, que s tSo liuuo !
Pouco depois, com a im&gem do esposo
ante os seus olhos j amortecidos pela
doenga e pelas amargaras, entreg-va a
Deus o seu espirito na her ica cidade do
Porto, testemunha dos gloriosos ieitos de
D. Pedr IV, sea glorioso eogro.
Conclue assim :
c Como portugus que nos honramos
de ser, e grato hospsdeira e jformosa
trra brasilera, onde vivemos por es
pago de 15 annos, apras-noa oeste mo-
desto artigo pagar o nosso fr ibuto de res-
peito memoria do esclarecido principe,
que ioi ama das glorias do nunca para
nos esqaecido e sempre sudoso Brszil.
A cmara dos depatados approvou os
crditos prooostos p.ra ausilio aos vinha-
teiros.
A mesma cmara tove no dia 14 urna
sessSo notab lissima p6lo assumpto d-
que occupou-se e pela energa de na-
nfeatacSo.
Durarte o correr dos debates, varios
deputados fizeram discursos contrarios
oniSo benca.
A sessSo terminou-se por eatre grande
snimacSo e n'nm coro unisono de t Viva
a independencia nacional 1 echoado desie
o recinto s galeras.
Deverm reaiisar-ee no dia 15 a sessSo
solemne de encerramento das cortes.
O governo resolveu enviar ao R'0
Grande do Sul nessa Repblica a corveta
c Mrad-.ll> >, afim de proteger os cidad '.oa
portugueses ali domiciliados.
Fallecen o Sr. Jo5o Corris Sa-
raiva Lima, vereador da bancada repu-
blicana da Hiiiari municipal desta cidade.
O finado era negociante cesta prac e
m^'o conceituado.
Seu on trro raalisou se boje e foi um
dos mais coocorridos que squi se toem
visto
LINGISTICA
( Continuadlo )
II
Coatit.ua Ad. Coelbo, tratando das desiueo-
ciaa pessoaes.
A desinencia da primeira pessoa do singular
m lo tbema pronominal indogermnico ma,
qae conserva aa seguales formas
1 do fmperfeito da raz itlica fu, do latim
bar* por fuam : amaba m.
f co imperfeito da raz latina (i : eram por
esam.
'i* do optativo e do coojonctivo : stem dtcam.
4* do presente do indicativo da raz qua (di
ser) inquim, e da raiz es, sum por esum
i.' bom notar-se qae as demais forma da pri-
meira pessoa do presente assim como as do
pretrito essa forma deixou de ser escripia :
feto de fcrom; toco de dicotn etc.
O mesmo se observa ao accasativo latino.
E' o pneoomeno qae se d em portugusz:
anava, disia, diga.
A desinencia da primeva pessoa do plural em
lailn mus em toaos as temeos : bskmski, ama-
trasete.
O-portaguei cosaenra essa delineos e anti-
gamente escrevu-se : tmamu tnamus, como
prora nosm fim.
No latim a desinencia da segunda pessoa do
singular *pr*wum*g:
a*i, rt thests i"Ms8iaai sdo^ersjaoico
stio i0 oerleno dflisjfi-
2* i's^uvisiiUMa\.]orsiSssasrs si
Bslesi, forjs jasNfcilafe **.*! chiei
Istber.
CoBseas-s>agn Mas i assas,, ssuooi, except
no oeefuiti.
O BMMno m-tf, ssiortajsssc asaHasjKfi se *6
o tt ea> te.
? to, desinencia -ernir^atca dotmpsrstvo.SS'
fo'--Q lo antigo lax tod.
Em portogaez o imperativo nao tem desinen-
cia pessoaI-
A desioeocia da segunda pevoa do plural em
latim etis, lado-germanieo tasi, qat apparece
em toaos os tempm fertis. dalis. dedulis ele.
No imparativo perae ose inaa o i em e.
Occorre em Utiai ama urma empbatica(ot
En portogaet u t da desiofucia tica maliera
do n oretertio or.causa do s que
amastes de ami (vi) lis.
Pora deste iempo abranda se ex ntigo pj-tuguez amadts ncaadofiaalinente syn-
cooto o 4>o- e-ur aire vj)gaes como en fi
deiis, ponugaez fiel.
A desioxa.-ia aa terceira pessoa do singular
ero lalim t, forma sscuadana ae i, abraadsda
dea.
hsu oltima forma Dromrae demoootraiivi
qae s appareue-em compo-icao: is-e. is ta, M
ta-d.
No imperativo to vem de tod, ni oseo tud, no
grego to.
Dj quano scalo da era ebrist em diante o
som do t foi sendo oroauaciato surdo a franca-
meoie na Uagoa o povo, e as vrzts sapprimi-
do. como diz Co'ssea.
Nos primeir>>eCaocioaeiroj Portogaezes aiada
se eoeontra a-.forma est faodo de osareve-, no
vero: s:r purameuieevvav)logico, e qu s e a
empregadn nara evitar o biatj; a forma usual
, porm, .
A desinencia da terceira p 'ssoa do plural em
latim nt por nti. qa< ^6 foi conserva ia tremen
ti, e gaal o odo-germsnieo nti, empregaoa
depois tbema vogai, e nti usada depois dj
mema cooeooaual.
Em iatlm ba sunt.
No perfeiio em r< oo^erva-se simpieimenie
a forma do preseute na raz es : siw madaio o
* em r.
O imperativo tem nfo. indogermnico nlat.
A desioeocia da t-.rcjira p-ssoa depois oe W-
dozida forma do latim nt passou pur ule.no-
res moditicac ?.
Em porioguez o t apparece apocopado, o n tor-
nado Boal li:a redoz'rto a ama resoaaacia na-
sal ou meltior fonJe-se com a vogal que o pre
cede em nonavotfal naallsada.
Em po-iueuez 1 jTririTMf" desta pessoa So
oa am, fac'lme'iie explcita, ou eolio e em qae
ora provem do e, ora do u latino.'
Bem -e v. qoioio o traoaibo 10 eminente pbi
lo'ogo me.lio lu o e claro.
Jjeiraodo o que de tois ulil e necessario coo
lem o sea livro. jolgamos ler cumprido o nosso
uvver.
(Contioa).
JWsS Pires.
que por oriejj sua tioham sido lomadas tedas i lomoas; mas, seja dito poridade, nao leva em i coosorte do illostre Dr. Bernardo Jos da Ca-
sa jirovideiclas para que nao jnoaao logar o es mira a coiaa acquiescencta jmlu&Ut aqaemjjue' mar.
ptKtaculo.qse ahttlvameQte se oOssaW a em- I fue aeja.
eoi ojasrer Ssr ,-oaqostla lassS. as 1assja>] ikfe Wtafidas linhas
*. Rassctores.\cb*aia,
S qttras as strada de fjto
tsssSi
policisfpajaje se aeir deflsonia cemisaJ
mina JasstmE-kc-; ajaj lajaaniava qs-s-
hdVla.sMaaSSo.-mas qfSfsV jasi-tindo
asta >a a^SJsajara.ts ma saosHajAS *a qua|for ,uod 4e*ytir urna censura a
JQdrapo;ic3sTsasoal .sontas euasfsa, -jtodeiSS gestase quissaas cooAiouar trabalftur .usqatlle
loeaisj
O (ir. Soasa Baetas ra*tMi-a* diaeodo iro
jo'iibps fazer a rteclaracao de qae 4 vista do qae
cima vai exposto cootioaana a 'rabalbar no
Toea'ro San'.a Isabel.
F ra ^8"im 'eamenli-ln qiiant i iaevcjram
o Jornal do Rectfe. o C"mmerco de Pernambuco e
am pequeo (orual vpsperiino.
Prorosaciu de priu-('jr portara do
Exm. Sr. Dr. guvernador, de 15 do correte, foi
pro.-ogido oor d>z las, o nrazo tuaicado ao ba
charel Leopoldo Ozar Je Gasmo para assamir
o precede : o exe cicio do carg. rte p-nino or ooblico d> mu
AGRICULTURA
Cultura da anandjoca
(Do Jornal do Agricultor i
E' esta preciosa pUn-.a urna uas mais neceaba-
ras ao fazeodeiro e a ma farinha serve as nossas mezas Je inaior luxo
am apparece o sea pirio, os deliciosos bolos -le
sua tapioca, e os sabo osos mngaos e biscomo^
de pu gommi. que tamoem lustra a cambraia e
os tioiS8imos morios os uossas camisas e dos
vestidos de nossas damas.
8em duvida, oennum de nosos lavradores
deve detxar de fazer tolos os anuos larga e-
menteira desta plaoti. cojo celleira a trra eio
que se semeis. della enrabiado se a proporgo
das necesaidades do-coasomo.
Muuas qualidades ba desta lana ; pissarei a
enumerar as que me cc;orrem :
ktandySamnaia, Mandy laja, MindyS.
Sebasliao, Pory, Rocbaa. Jampvir->, Se-tan, Va
ra de Canoa, Mandioca Branca, Aypim e Pao do
Chile.
O melbodo de sua plaotacao diff-tre em moiios
logare, e isto-ssecede pela fraqueza ou sabstao-
cu das ierras en que plantada.
Nos terrenos fortes e novos, oasta fazer se ama i
pequea cova de eaxada Ragaos a plaatam at
decavader;^ e por-loe a estaca ron o olbo cor j
lajj para cima: algaos bi qae p5em deitada
ee*f iQ-ie-a oea -pe.
Sua distancia de cova a cova dtve ser de tres
palmos.
as trras de meia forgi. fatem secoviabas d-i
tres a qaalro enxidada^, e com as cosas da a**
ma enxada se eor.oe de novo a cova c^m a Ierra
que se lirou, atim da ticar oalofs, a tiiiio ae em-
bebe a estaca, que deve ent'ar s loas te-cas
partes de ssucjmpnmenio, ti.'anuo o resto para
fra.
Na trras cansadas, deve se fazer cova alta
com am dimetro de t-i* piiraos, cavaolo se
prine ramete a ierra par oa \) ua ba-e da me-
ma. ja-itan .i-s-ma s ierra das proximidades Co
dimetro, dercolo a /autiar a cova ama f'ma
elevada e oval.
Nessa cova assim fea se Inirodniem tres es-
tacas, de qae ticaro enterradas id du s tercas
partes, (Icando o resto expostu ao ar, como aci
ma explique'.
A rama deve ser picada de forma qje uao li-
qne cada planta com menos de tres otos, eaco-
:nen 'o--.' a qae estiver malura e bems ; faz-s.-
o calculo por feixes que reguiem cada am a car-
ga de ara bomem, eqae devem dar, depois de
matura, aets a sete alqueires de fannba cada
um.
O melnor tempo de sua plantacao de Jaobo
at Setemb'O, antes qae ella tenba feito a saa
nrotagao, visio que todos os aooos, no primeiro
desies metes perde toda a foiua e brota no ul-
timo.
Muitos a Dlantam em todo o tempo, mas Dio
suscept;vel de gande incremento e eotao deve
ser decotada em A?osto. cortando-se fra da
trra oa altara de ires qaarios de palmo ; este
metbodo sempre vantajoso, embora tenba sido
i.iaotsda em tempo proprio. Mas s deve ser
pratteado u-n .'o a mandio'a meno' de ara auno
de idade ; ao contrario, seria prejudicial, fatSS-
do-lbe perder a gomma.
Naa primeira cipinaa, tanto na planuda de
novo, como na decotada. dee-se arrancar todos
os brotos e deixar um atim de nj tirar a
forca a raz
Tres vezes deve ella ser campinada, a' ter 18
mezes, tempo em qae t>e ple p-inclpiar a ar
ranear, o que de re sjr feito diariamente, oa na
ve.-pi ra do dia em que se deve fazer a farioba,
porque deteriora-se estando ao ar mais das.
Arrancada, vem para o eogenQO em carro oa
bestas. Aili ella raspada com facas ai ficr
bem limpa, sendo depois cevada e eap:emtda
em prensa de alagar ou lipitis, onde Qca at tor-
nar-se a masaa bem nxut i.
Um ccbo, qae recebe, as vezes serve de de
psito a gomma ; depois de bem assentada es
corre ee a agna ; diasolve se de novo a goman
e ca--e em ontra v-ilhi b-'m limpa ; deixa se
de novo assentar, tira-se-lbe a agua, licando a
gomma em p3o no fundo da vasilha ; deila s--
por cima um panno limpo, qae e conerto com
cinza ; dentro de peque jo espago de tempo esl
esta massa enxuta ; lira-se o panno com cuida-
do, para qae nao se derrame a enza, deita-se a
gomma em taboleiro ou lencoes ao sol at ticar
bem sec a, sendo necessario mexel-a de qaaodo
em qoaodo.
m^^mimmmmmmimmmmmimwmmmmmmmmwmmm
REVISTA DIARIA
Declararo OlHclslThealro Saula iza
r-ei. E' absoluiameote falso que o Sr. Govema
cor boavesse mandado chamar o empresario Soa
za Bastos para dar Ihe qaulqaer satisfacgSo sobre
os acontec meo los de domingo ultimo. Tambem
nao verdade que S. Ezc. tivesse declarido ao
mesmo empresario que jgnorava todo quanto ae
paesou naqu"lle dia com relacic a probibicao
do espectculo qae se pretendeu dar a tarde,
prejadicando o beneticio por forca do contracto
devido aquello tbeatro.
* Ao Sr. Souza Bastos, e ao seo secretario qoe
acampa a Dad o de am artista lobam Ido a Palacio
reclamar contra a retencio dos objectos perten-
I coaptabia, declsroa oSr. Governador
nicipto le AUa Preta para o qual foi removido
por porta'ia de t5 do corrent*.
Senado de PernambucoNao bouve
lijatem aesso por lerem cniuparecido apenas os
Srs. Arisfrcbo L"pes, S4 Per-ira. Lana Freir e
Malaquias.
A reoniS" foi cresidida pelo Exm. Sr. Dr.
Aristarco Xivier L-pes.
Cantara dos Oepuiadas-Funccioaoa
bonlem sob a presidencia do Sr Moroira Alve
teodo comparecido li Sn. deputados.
Serviram de 1- e i- secre'a'los os Srs. Fll-
elo dos Saoto* t O na vi j tiamilioa.
De.xaram de ser Hitas as a;tas da sesso e re-
uni '8 aateriore?.
O Sr. t- secretario pro sedea a leitura do se
guite expedieote :
Offic.o dj 1' secretario do Sanado, corara orn-
eando qu em tessao de bonteui adoptou a reso-
lucao iniciada na Cmara p-lo prcjecio n. 29,
deste aono, com emeudasA' commisso de or-
camento.
Outro do mes.no, communicando que o Sena-
da em sesso ae booiem adoptou a resolago tai
ciada na Cmara yelo pro|ecto 0. 2S, deste anao.
fazeado alteraces oo art. t-A' comuilssao de
(O'C* uollcial.
OS', presidente nomeia os Srs. Cor'ea da
Cruz e Caldas L as oarasuDsituirem os S s. Joao
Cotmbra e Pedro Correana conmiisao de or:-
monle
Passa te ordem do da :
Eniraem dtscussio nica o suDstutivo apre-
seaiaoo no Senado ao p ojelo n. iO de 1892, li-
cando encerrada a dlscassao e adiada a voiagao
por falta de numero.
Ora pela orden, o Sr. Auiuliaoo Lins e con
Cloe apreseotaodo o parecer o. 103, adoptando
com emenda a resolacao viada do Seoauo, ini
ciada netti Cmara pelo projecto u. 2 uesie
aano.
Ora aioda pela ordem, o Sr. Esmeraldino Ban-
deira, que aprsenla o parecer aoo n. tOi, opi
iim io que seja suomeituo a volacao da casa
resulucao do SenadD, com emendas, inuiada
oesta Cmara pelo projecto o. 29 d sie anoo.
Dada a bora. o Sr. presil-rnte levanta a sessio
desigoaado a seeuime orde do dia : vj-.acao
do sabstituiivo co Seaado ao oroje.u n. 46 de
1892, dlscassao a emendas lamb m do suado
aos orejeaos ns. 28 e 29 ambos deste aono.
Dr Per.lra do Carillo A' Cerca do
Sr. Dr Aiexandre oe Souza Peretra do Carmo,
dikoo actual fospector da Aifandega d'este Es
lado, escreveo o nosso colle.ua no Commercio di
Pernambuco -s seguioies palavras. que peuimos-
Ine venia para trasladar para esta columna :
' Posse Assumio o exercicio do cargo de Ins-
pector ua Alfaoaeg* de Peraambucu o Sr. Dr.
Aiexandre de Souza P-reira do Carmo.
No sabbado, as 2 1,2 Horas da larde, ebe-
kou S. S. a pona pnucipal do edificio da Al
faulega.
Eslava all collocada a banda marcial do
corpo de polica, que tocou a sua entra la.
Os empregadua das diversas aecces qoe se
sctiavam na reuariicao foram recebel o e o
acompaoha*am at o seo gabinete, incorporndo-
se a elles todo o pessoal da Guar ia Mori u aas
Cji a .asas cora os seus. re*pecuvos cnefes.
Aisiatiratn ao termo de posse e. terminado
este, zeram Ihe os empreados os seus com-
pritaentos, tocando ainoa asta occasiao a m-
sica da polica que se transportara tumhem aquel-
le lagar.
O pesaoal da reoarticao receben conJigoa-
mea e o sea ebefe e procedeu de modo louva-
vel.
Nao era de aspe'ar outra cousa. tendo se
ein atieoco os precedentes do Dr. Peretra do
Carmo.
Empregado de fazeada desde 1878, em qus
fni nomeado administrador da eeoertori* a
17 de Jolbo, coma mais de viote anoirs de Dous
servicoa.
. No exercicio dos cargos pualicos tem aaoi
do comprir os Reus deveres, uao soment-1 as
reoantces da fazenda que tem derigido como
inteiligeocia a zelo, como lambem nos de pro-
motor publico da comarca de Atalaia no Estado
de Alagoas e uo de juiz substitulo desta capital,
no qual compleou o seu quatreanio, dando as
melborea provas do sen carcter.
As exiinotas repartiges da Bi:ebeJoria e
da Tnezouraria de Fazenoa aj aU'Siajos elo-
quentes do seu merecimenio e pod- se dize-,
com verdaie. que a aluma principalmente re-
lembrar perpetuamente a dedicagao e ionesti-
dade de distinctos emoregados addidoa a Alfan
dega em condices que nao Ihe garaotem per-
fetamente as aspiraces e nem Ine oompensim
bem os servicos prestado.
Na aira.istr-cao da alfandeg-i de espe
rar que o Dr. Pereira do Carmo coatioue a pro-
ceder do mesmo modo qoe as repirtiges por
elle dirigidas com multo provello para a causa
publica.
Inspector da Toezoa-aria da Kaz'Oda era o
cr;efe las repartices de fazenda federal no Es-
tado e dada a reforma Ihe eslava indicado o lu
gar te rbefe Ja oaica reparticao que tinha de
permanecer e l-a aaies suoordinada a sua au-
loridade.
Ref."imo-nos a um fuiccionario ^ueassume
Importaou' cargo.
E' justo que u commercio contie na s^a fd-
miutolracao e corresponda aos seus dcaejos de
bem servil-o.
Oa precedentes do Dr. ?e'eira do Carmo
dc-lbe o direito de confiar por sua vez na jus-
uca da benemorita corporagao do commercio.
Paremos o que es iver em uosso alcance
para aaxilial-o e uio deixaremos de profligar os
actos que, ai contra a nossa especiac&o. afas-
tar-se da senda que Ihe Indicada pelo sen de-
ver.
Concert Euolide* FannecaDevido
a temporada da companhia do Sr. Souza Bastos,
o coocerlo do nosso illoaire e talentoso maestro
lera lunar a 3 do mez de Agoste.
Tamuem 80"pos informados de :que aim de
tom-rem pane naa masicas para piano mais de
viole quiltro discipular, eotre as qae muior apro-
veitamento moslram, cantarao diversas seoboras
e auxiliaro o digno p'olessor os artlaias mai-
dislinctos d.ste Estado, prefazendo lodo pessoal
numero nao ioferior setenta.
Bisia sso para aquilatar o esfego que lem
deseovoNiJO o maestro Eue'i.ies Poaseca, (jp^
de dia em dia, mais se recommeoda a eslima de
seos coeaUdanos pela sua dedictcao arte mu
sical e ao seo eograndecimento entre os.
Figuram entre os diversos trechos de que se
compe o escolbido e variado programma. a
Marcha festival, a Tarentelle oo mesmo Sr. Eu-
clides Fonseca, executada a dez pianos a 8
mof, com acompaDhamento do orchestra.
Cedeodo iustantes pedidos, far o Sr. En
elides oovir de> novo a soa phantasia sobre a
Aida e a saa rceme compoaico sobre a Catu
farta Rusticana, sendo esia escripia para barp
e orgo, doos pianos a 4 moa e orchestra.
Urna das distinctaa seoboras que cantara nesse
concert, far oovir.orna Prece, tamoem prodo-
ccao ao nosso coestadano, cojo effeito nos dizem
ser indescriptivel.
Espirito caito trabalnador iafatlgavel, dedi-
cado sua arte, como mais nao ae pode eer, co-
racao aberto sempre aos aeotimemos cobres, o
Sr. Euclides Fooseca impe-se a estima de to-
dos, e por isso aagaramoa que a soa festa ar-
tstica ser brilbaoti88ima e moito coacorrida.
curada de Ferro CentralRemette-
ram-nos as seguiotes habas, proposito das
obras d'arte qoe, oa regiao ua Serra das Ros-
las, da Estrada de Perro Central de Pernambuco,
foram demolidas, segando dissetnos, ba diaa, ba-
seados em ioformatss.
Nio podemos reeosar-uos esta publicacao,
pois qoe tratase de resposta ao qoe parecen a
alguem ama accosacao^formalada ea aonas cc-
vieta
don seguiaws trechos:
Poram-aos mostrados dwerso |unqis qua
foram demolidos pela sss 4flaUMlade. umw
< como um eoonce poco, cu|0 v^fda>iro miatef'
desconbecido a em caja coostruccSo foram
c despeodidos 400 cunts de r.s.
c Peliimenwa actual directora tea se compe-
c f.etrado de sua misado.
S posso atinoair essa censura a nao tsr o
seu informante o tempo necessario para exami-
nar o arcmvo da Secre.ana da administracao da
Estrada.
O nonr^do eneenhelro Dr. Lissance da Cu-
nha, a quoui couue a penosa tarefa de fazer a
liquiducao tioal da" co'ita* do empreiteiro, im-
puttnoa o pagament) dos 400 cuotos pela abana-
ra '1- um poco tuaei, a p-ciex'.o da necessidade de garantir a
si-nuranc 'B obras ja carabeadas d>> am e ou-
tro lado. nc orgamenlo havia orna verba para
eti eveotuaiiJidit a.\ execucio dos tunis.
O illustre eogeiibeiro <-..pitan Olegario foi
quem resolveu iraaaformar diversos tunis feiloa
a pooc.i profu2i:dadc do solo por tur recoobe :nlo
ser esie trabalbo menos uespendioso do qae o
revestimeoio e outras oDra< necesaanas nos tu-
nes iouteis. caa constraccao magaem pode
acreditar, que estivessem indicadas no projecto
pnmi'ivo qae, segando no> cossta, desappare-
cao,ou perdeu-3e.
O ma tro da< ortras puolicas, cujo nome
nao me record aj-ora (tem sido taios f) louvou
e azradecea ao Dr. Lassaoce o importante e ju-
dicio^o r-laiono sobre o ajuste tioal das comas
do empreiieKo e nao .lena mandado paitar os 400
ntc-F pela oh-a oo po;o se nao se tivesse ale-
vinlido um poder imis alto que o coostrangeu a
praiicar o contrario do que nona Msolvido e n
Dr. Lassaoce, recebendo de volta i Pernambuco
a nouca, pedio a sua exoaeracao.
a visia uas provas irrefutaveis apreseotadaa
na relato'io o pagamento dos 400 contos e outras
verbaa impugnadas exceda os limites do escn-
dalo, naquelli epocha toleravel; mas o poder
mais alto impanba e foi preciso procurar um
meio para salvar a responsabilidad^ do mio^atro,
que nao quera se submetier.
Man tou se decidir a qoestai por arbitra
gem sendo o desempatador um antu magirt'a
no aposentado que, consciente oo inconscienie-
in-nie, desempaiou a favor de empreiteiro.
Ja vera os Sra. Redactores qne entre as an-
tigs -a'.in:nisir.ic-s da es.rada algumas foram
tac nooestas como a actual.
Vv. Si. poblicaodo esta rectiticaco em sua
Revista Diaria pratica um acto e jaatica de-
vida a collegas iii-uiir. lisio ;tos do illusiro reda-
ctor pri-icinal do Diario de Pernambuco 19
Julbo1893.Um assignante.
Uffl* l'nltio Infeliz -i) ll.rper's Mi-
.' zi-n nc m-u iiuoiero d Jj'ibo, publica um
estado extrema ..eme documeuudo a<:*ca do
Imperador; e da Imperatriz da Austria ees
crtota oor urna seanora que perteace, segando
ella affi.-ma, ao circulo mais intimo da c-te im-
perial. A autora desoreve-oos a soberana aus-
traca como urna creatara ideal de pureza, um
nta s iperior e nacesaivel a toda? as fraqaezas
da uatureza numaaa. No sen delicado e com-
plexo organismo nunca pod.-rao insinuarse aa
paixes que agitao o commoa dos morlaes n o
amor, o proprtu amor que curva ao seu domi-
nio as mais alias potestades da ierra, acnou a
aempre glacial e incenaivel.
Se, p rra, a mala oella raioha da Europa
incapaz de sentir paue, tem-n'as inspirado
profu'i las e ardemes. Eia como a collabora-
dora aaonyma do Ihrper's Uagazine* descreve
urna romanesca aveoiura de sua vida :
< Alto e elegante, com urna formosissima cabera
poosada sobre largos Hombros, o conde H. era
um joven ofliclal da guarda real boagara. ao h
Xi uara-se pela mperalr s com todos os extases
de un primeiro .hit e seatia-se capaz das mus
iasenaataa loucuras para obter mesmo o mais
insignificante sornso desympaibia. Nanea ou-
sara. porm. revelar a sobernao mais-leve in-
dicio dos sentimentos que eda Ibe inspirava.
Urna, aune cnmiado, durante um baile no Ca
ttilo de Sebosjoruo, emqaaot passeiva a seu
lado no terraco banbado de loar, o segredo fa
lal escapou Iba dos libios. Deve-se coofessar
qu a anglica belleza da jovea imperatriz era
sufficieoie para inflamar o coracao de esalqner
'.ora- ra que a vase naquelle momento, illomioa-
da pelos raios do loar de oatono, com a su- tes
Orauca de lyrics, os seus grandes olbos zoes
escuros, respiaoJecenoo no seu rosto delicado e
o seu corpo etnereo envolio em ga?.e bo'dada de
seda e salpic ida de diamantes, ao passo que
i_T.ind.-f-i esmeraldas acuiilames Ine constell?vo
o pescofo e o selo. O jovem official approxi-
raou ss d'ella e sabtlameate estn leu os bracos
para a apenar de encontr ao coracao, bulbo-
ciando palavras apaixooadas e aMentes Antes,
porm, de ibe tocar mesmo o d le- e, vio nos
otnos da sooeraua um olhar to fri e tao carra
gado dedesprezo. qae se sentio por assim dizer
congelado fl macneusado. issim ricou do-ante
um momeutn. tremendo de cabera at os ps, e
di subno. arreraessaudo-se desvairalamnte de
joel.ioa, escundeu o rosto nos lac>s perfumados
jo vestido da imperatriz e desaiou a solo*r.
A soberana foi itcplacavel. Desviando se del-
le com um ges:o da oexprimivel eeaprezo, di-
rigi se ao imperador e contou-lhe o que se pas-
sr. irous das depiis o conde era exilado para
orna proviscia do sul da Hungra onde perma-
necen durante annos longos e tristes.
trmu Turpio-Ura redactor da < Autori
t teve urna entrevista com o *r. Turpio a
respailo da sua nova invencao. CorajgJU por
perguntar-lbe se nao exageravao a soa uesco-
berta.
Dissero aoo a vossa engenboaa machina
pode env.arquatro desfiargas em um quarto de
hora, laucando cada descargarga 25.00J projec
ta disun-ia de ama legua, radiando -se em
todos os se-itiJos e cobriudo geomtricamente
22.003 metros qua ir i ios. l-'o oarece formida-
vei e exagerado. S-r exacto T Tarpm sor
rio-se e responden :
E-tes algansmos represeato am mioi
mura, am mnimum, repuo o,' e creio que che-
ir-iremos a va .ver, como com um p de vemo.
orna paaieie coberta de manos coros de exer-
(ito. Algu aas descargas bastariao. Aa forta-
lezas, os navios de guerra, lieana igoalmente
rednzid a padacos por ama nica descarga.
O armamento seria rpido?
Muito rpido. Para se por em obra a mi-
nba des .obeata, bastara no mximo um mez.
tire ve don cisarreiroaA classe dos
operarios declarou-se bomem em greve, exigin-
do augmento de 10 res em cada masan de ci-
garros, em vsia do augmento do (rejo dos ge
eros de primeira necessidale.
At a hora em que escrevemos, n3o consta
queospairCes se nouvessem sujeado essa
exigencia, cooauodo qqe a greve geral.
Acham a qae p*rfeitsmenie razoavel esae
aocraonto dos op ditea precarias com que aciualmeme luctam ss
c raes desfavorecidos da fortuna.
Actamos, pois, que devem ser attendidos os
previstas, j por esta razao qae casa no animo
de todos e j tambem |atteodendo-sa a qua nao
e exorbitante o augmento pedido.
Os patres devem ceder ; o augmento justa-
mente pedido, tendo-se em mente aa circums-
tancias especiaes em qae nos acbamos.
Fallecimento Acabamos de receber oo-
licia do Bonito, anoaociando o fallac.meoto all,
larde de 24 do correte, da Exma. Sra. D. Maria
da Couceico Wanderley, virtooaa consorte do ex
coofereate da Alfaadega major Joaquim Aurelio
Waoderley e sogra do Dr. Juliao Tenorio de
Alouqvierque, soccambindo urna loQaraaco
erysipelatosa, de qae soflria ha lempos
A Uada malor de 70 annos, foi em vida cma
alma de eleicao, e se de saa numerosa familia
era o dolo, de todos qoe se Ihe aceercavam por
convivencia oa trato liaba a eslima e a conside-
raco, qae a excellencia de auas qualidades im-
panha-lhes suave e espontneamente.
Espirito ebeio de f, fortalecida dos soccorros
com que a nossa religiad ampara aos fiis no
transe final, D. Maria renden alma ao Creador
com o riso dos aojos nos labios e a eaperanca no
coracao, cajas pulsaces ae extiogniram.
Nossas condolencias consternada familia.
paaaamento Por telegramma recefido
bonlem de Lisboa, sabemos baver suecumbido
all, victima de atroces soffrimeatos, a dlgaa
A concelhos mdicos e ha pouso tempo para
all segoira a desdi tosa aeobora. em busca de
oHatstfUv Kielboras a aua aaoe gr*veranle com icomeui
Ibo, sdbrsj a. compaahaado-a oses eitremoso esposo.
da## ast A despeito, pasem, de lodos os recursos jjae-
aSs>iBis- dicos postea em evidencia para arrebatis as
rajtascaol jarras da nefaads parca, dea se o triste desec-
lace a 19 do correte, loage dos sena idolatrados
tibinbos, que aqui ficaram em consequ-.ncia da
P'esteza da vigem, o que, cacto, qaais aggra
vou Iba o soffrimeoto do ultimo momaoio.
Ao seu d-solado esposo, cuja rude pro van ca
calcalamos pela nimia estima qae me dedicara.
cordialmente sentimentamos, coojuraodo o a re-
stgoar-se ante a suprema vor.tade do Altissimo,
em cuj i seio acaba de ser colbida a sua impol-
luta aima
Os seas prenles mindam rezar hoje pelas
8 horas da :n i h-i missis oe o sea descanco
eterno aa igreja do Es ni rito-Sao'.o. 7* dia do seu
fallecimeaio e paM a-sis'.il as couviliin a todos
aquellesqae qaizerem reoler este ultimo fba-
to de amisade a me i.oria de D. Joiqaiua Wan-
derley Cmara.
Seguodo focnoa informados, o seu cadver foi
embaisama-li vira a bardo do R-m de Porta
gal qu-f de Lisboa deve partir oara esta oorio
a 31 uo corrate, afin de seriahumalo no Ce
miterio de Santo-Amaro.
Elemento* de ortbosrapbla Rece-
bemos mu -x-u.i.d- nltida-u-ale impre-<0 dos
flemeniD* de ortnograpbia da Unuai pjnagu-*
za> por Jo: Maniaiaao de Souza, professor pu-
blico de insirucco primaria.
O attadido compendio adoptad.- pelo Conse
Ibo Luterano, com aoorovaco ao nove-no para
OSO das escolas primarias de P.irtiamouco.
Segundo mesmo confessa o seu autor leva i-lie
apeaas em mira na allu tila publicag). exhibir
um cota neo lio de ortbograpbias que emoo'a
resumido contlvesse, alui de outras, mais al-
guna esclarecimeutos soore certas regras rela-
nzas ao mesmo oojecto, atim de que estas se p-
dessem com mais facllidade executar.
Este flm parece de alaomi forma CMSegaia
o aurar do livro que realm-futa til.
Aos Sra. Hugo de Vascaui-lios, somos gratos
ao xamolar que no< foi ollereci 1o.
Cnufltuta Archeoloslco e fieogra-
pblea Pcraambucanit-Amanba, as Bo-
las do cosime, deve reunir-se essa associajoo.
em sessao ordinaria.
Cbegada A bordo do vapor B'azil che-
gou a esta cidade (no ul Uno domingo o ntelli-
gente joven Pedro Barretio de Heneaes, alumno
di Escola M litar e tiino do grande sabio brazi-
leiro Tobas Barretto.
Saudamol-o.
Seca de seRuro Raceb-^raos u u exem
piar irapreaso das R-zes Piases, assignadn
peloSr. Dr. He'silio je Souza o a*cao de ai
gar movida pelos Srs. Borsieimaan A C, con-
tra as Companmas Noribern, Liverpool e impe-
rial.
Agradecemos o mimo.
Mercado de N. Joa -Hont>m o Sr. ad-
minist'sdo- d. HaruMO d-^ s. Jos impi a mal
ta de 15J000 i llano-l Bentu ''e L-! n >s. arren-
datario do co.npanimdiiio n 27, por uso dj me
dldaa falsllicadas, as qaaes, em numeo de 3
foram appreoeulidas.
A molla, qae foi imposta da acco-do com o
art. 3* d le moaicinal n. 4, com o addicioaal
de 5 /.. elevou-se a 157*5(10
a' proposlio de faisirtoacao .de paaos e me-
dida-, uo referido mercado, eurapre que os qoe
all effe:ioarem compras, quandj descocli^rem
de terem sido tesados oo ueso oa medida osa
gneros cmpralos, os lasan ao repezo do esta-
oeiecmeoio afira de os venfiearem.
Para isso ex'ste o repezo, e tomen o quando
ele oozer em evidencia as defruu lacea na pj-
zagem oa medic&o jos gneros, poder* o ad_ut-
olstrador do darcido provid-.nciar.
E* tao simples o meio de cerutKare n lodos
da exacldSo do peso ou raellda do que com
praram. qoe admira nao se|a essa posto em pra
tica pelos interessados em reclamacos.
O cbolera e a cervejaLi se no Jo:
nai do Commercio* de Li-bo-i:
O D-. Tbeodoro Rumpel. director do uovo
hospual de H^mburgo Eppaudorf, acaba de pa
blicar urna brochara aoerca da olUencia da
cerveja sobre o cholera. 0 Sr. Rumpel fez urna
esiatistica, para cala industria em pancula-,
dos bitos causados em Himborgo. em 1892,
pelo cbolera, e recoobeceo ler sido no pessoal
empregado oa industria da bracagetn que esta
doenga litera meaos victimas.
Asseaioo. com effeito. em qae dos 850 ooe-
r*ri03 embregados as 18 fabricas de cerveja
de Hamburgo. apenas 5, ou sejam 0,58 0/J, su
cumotram a epidemia, ao passo que n'outras in-
dustrias o numero dos bitos cbolencos vanou
entre 0,66 e 4,65 0/0; e se se atleoder a qae,
das cinco mortes verificadas oa industria da
bragagem, ama das vctimas era dada ao alcoo
Hamo, a seganda tratara dorante algoas das de
cbolericos, e anda ama lerceira fallecen em se
galda a ter lavado a roapa de soa malber. mor-
ta de cholera, ebega-ae p-oporeio de 0,23 0/0,
moito iafenor a da mortaildade loial da popula
cao hamburgueza, que se elevou a 1,3 0/0.
Est, portauto demonstrado pela esiatistica
qae en Hamburgo um grupo de uaMtaatss que
consomm grandes qoantidades de cerveja Besa
preservado, d'um modo deveraa notavel, da epi-
demia cholenca. Este facto explicase fcil-
mente qaaodo se observe o lado bacteriolgico
da questao.
As experiencias bacteriolgicas provaram,
com effeito, qu'. os bculos virgula mettidos em
cerveja perecem em seis ou ouo horas.
O Dr. Rumpel fez, em Fevereiro e Marco
ltimos, nnmero oo laboratorio do hospital em Hamburgo Eopen
jorf; empregoa difieren te i especies de cerve
jas, e poode conatatar que o '.lacillo da cbolera
asitica morre aa cerveja dentro de pouco lem-
po .
Gabinete de .Leltura Instructiva e
Berrea ti va amelle! reine -Communi-
cam-nos ae Gamelleira, en 25 do crreme, que
a nova directora da aociedado que em o nome
sup-a, pira o aono aocwl de 1893-Qi, Qcou as-
sim com posta:
PresidenteManoel Alves de Araujo.
Vice presdemeJos de Vascoucellos Pinto.
1- secretarioElpidio de Carvalho Raposo.
2- di,o Manoel Praociaco de Mello.
TnesoureiroAntonio Gomes da Costa.
ProcuradorJoaqolm Tavares da Coala.
Commiasao de contaaAnstricliano P. d'AI
meida Audrade, Joao Flix Cavalcanle d Albu-
querque.
OradorDr. Eugenio Antonio Goocalvea P-
re8-
A po8se dessa nova directora effectuar se-
na 6 de Agosto prximo.
De regreaeo -Do Rio d-' Janeiro, para en-
de fra na cerca de 2 mezes em passeio de r-
etelo, reureasou, ba tres das, o nosso amigo
Dr. oa* Ignacio Fernaode3 Barros, digno ,uiz
de direito aposentado e ex-vice-goeruador do
Rio-Grande do Norte, oade tem sua residaaca
ua comarca do Ceara-mirira.
O Dr. Feraindes Barros, depois da demora
de alguos das nesia idad;, seguir para o na-
tal, com destino a referida comarca do Ceara-
Minm.
Coiaprimentamol-o.
Misa cantadaSer cantada ama missa
ao oroximo domingo as 8 horas do dia na enreja
de Nossa Senbora da Conceico dos Militares em
louvor a gloriosa Sam'Aoua.
O celbrame sera o respectivo cipello d'a-
quella egreja o Rvdm. padre Joao Antonio Ro-
drigues.
OtTertaFoi tamoem offertido ao Rvdm. p*-
dre conejo Valeriano Crrela Alleluin, urna rica
batioa, capa e outras vestimentas proprias da sua
cainegoria de conego.
A actual mesa regedora de Nossa Senbora do
Livramento o5o poJia dar nmi prova mais cabal
do amor que vota a to virtuoso sacerdote.
Dr. Dioso de Almeida-Seguio boitem
para a Capital Federal a bordo do vapor Mara-
DBlO o Dr.jDlogo Ferreira de Almeida, digno
^i.n,n. a.. Potrada do Parro Ontra! de Pornam-
bia; Cabral. da Fortaleza; e os seguiotes avisos:
Para Bmjgdio, Tallo, Maria Hollanda e Antonio
Leimiz.
Bibllutbeca Publica do Etaclo-Foi
off-irecido pelo Sr. Dr. Viceuie Fersar o segoin-
Batsilles de (avie. Ditte
director da Estrada de Ferro Central de Peroam
buco.
Pdoborados summameate pela finesa qce teve
para comnosco enviando-nos om carto de des-
pedida, desejamos que prsperos ventos o con-
duzam ao seu almelado destino.
Jalao ComnerclalEssa distincta so-
ciedade dari om sarao duplo no prximo do-
miago.
Teleirammas retidosAcbam-se reti-
dos na Estaclo Telegrspbica do ttecife os seguiotes
lelegrammaa :
Para -Latid, pro ved ente do Mamangaape, San-
loi, do Pilar rombal, do Pilar Maisilva, aa Sa-
le
Georges Ohai-t.
Mame, 30 dinon.
Pars. 1881, i exemplar.
Pelo Sr. Dr. Antonio Vesancio Cavalcaate de
Albuquerque.
Auigos sobre os abusos dados oa EUrada de
Ferro de S. Francisco por Antonio Venancio Ca-
valcami de Albuquerque, i exemplar.
R-smetudo pela Typograpbia do Sr. coronel F.
P. Boliireau o s-gui ue :
Estatutos do Collegio Spenceriaoo. Director
Joj de Oiiveira Cavalcanti, 2 exemolarea.
O Jubileo E.us opal de S. Saatidade o Papa
Leio XIII. Orago oronunciada pelo Sr. cone-
go Fraucisco do Reg Mna oa I ..reja de S. Pe-
dro deita cidade. um exemplar.
Reatono da Enprezi da Estrada de fjrro de
Rtb-iiro a Bonuo. u u exemplar.
Carta Pastoral do Rispo deOiinda soh'e o Ja-
heo Sacerdo'al do Samo Padre L-.au XIII, um
exemplar.
Traos niograohico' do desembargador Jos
Ma.-.oel de F.eas tudigilos pelo Dr. Ciovis Be-
vi.iqai. ara ex-raplar.
R-imetttJo peloSr, EluarJo Paiva o segom-
te :
A Bernarda tai g> pooalar. 1 exmplar.
Sarcost, SuistQs valsas Olmer Metra, l exem-
plar.
T'ra-tira por tira tira. 1 -x*raoUr.
Ofierecid pelos Srs. Redactores da Revista
do Kn-iao Primario da Hahia :
Revis;a do E isiti" Prl ntno o n. 9.
Remettilo p;u Tjpograobia do Dia'lo de
Pernambuco o saeuloie :
Luz na. 1, 5, 6 e 7 do muaicipio de Limoeiro,
4 eXemfflarrf..
Artiioa sonre os abuso' da lo na Estrada de
ferro de S. raocisco por Antonio Veuaocio Ca-
valcanti de Alouquerqce, 1 ecemolar.
Rel.iono da smprec^ da Estrada de ferro de
Rineiro a Bonito, ( exemplar
Roieiro da CoSU do Nonada Brazil desdo Ma-
cera ai o Pira por 'eiippe francisco Pereira
2.' ediccio 2 exe^jplare.".
Vihgemdo eogenheiro D m'e ao iaterio- da
Provincia de Peroambuc>. em 1874 e 1875, 2
exempla-es.
Promptuarto sobre a Le do casamento c.vil
pelo Dr. j4roay.no Mairuo Pe-e^ra de Carvaibo,
2 ex-molares.
Ofierecido pelos Srs. Hago e Vascoocellos.
EUmentos de orthograpbia da lingua portu-
gueza por Jos Martiniano de Sousa, 1 exemlar.
Caiecbeae e culualaaco Aruaud
Sylvestre que, com G'.slidis e oulros dra-
ma 8accros, po le ser consultado em materias de
propaganda religiosa, expe uo >E:bo d fariz
aa -uii ideas sobre a catecbese e coiooi?ajo
civiiisadora. Diz o folgazo autor das Joyeul-
setes de Pariz :
Cousiiero perizosos malfeitores a esses bo-
mens, que por ordem do seu governo, vao levar
a sela_{etM que nao a pediram ama ctv.lisjgao
de qae elles nao aproveiatn.
E' verosmil que as usaugas de cada povo se
tennam formado coofo'me as conveoieocias do
clima. E, pois, completamente absurdo impor-
Ibes outras.
E' c-rio que se corneja geralmente por des-
truir as r^gas a que ae leva a oca palma para
se tomar o logar deltas, o que mais simples do
que transforma la?.
< Admiro a dcdicago dos misionarios, mas
nao me amotino quando os aotropopnagos assio
al.'Uos, porque antes de tu.o sou pela tradico
e pelo dcatamento Oa com lia nacional.
< Os livres pensadores almogaram e jaataram
muito lempo jesoltas cri e com molbo, e pare-
ce que sao gostoeos.
Detraz do breviario desies moralisadores
vejo fempre os caunOes qae drdo o amen as
saas aotipbonas.
O humorista francez, tiesta parte, nao deixa de
ter razio.
tluealo de honorario*Decidi se ha
pou o e ;i Londres um processo por causado
nuiiorario medico->. que despertoa ceno interesse.
0 Dr. Cbsrles K-eiley, cirogiao principal do
West Londn Hospital, demaadou o profe?sor Ba-
nisier Ftetcher para o pagamen o de S 400....
(8:000X000 mais ou menos ao cambio actual)
por servtgos prestados ao lilao Jo Sr. Fietcher,
que sotfreu um lerrivel accidente em Burgos, na
Hespaoba.
O professor Fietcher pagou 100 no Tribuaal,
declarando _ue era pagamento adequado aos ser-
vicos prestados.
O Dr. Keetley disse, em sea favor, que jolga-
a que t M por da era urna remoaerag&o justa
pelj seu trabaloo exclusivo, e que nao tecebia
menos por da de irabalbo em Londres.
Recea 15 por da sempre qae compareca
ao Tnoaoal por parte ae urna compaobia de
segaros, a qual presiava seus servigos prosalo-
naes.
O Dr. Alfredo Cooner, cirorgio consultivo do
West London Hospital, dase qoe. na saa opiiiiSo,
os nouoranos pedidos pelo Dr. Kistlej eram ex-
tremamente mdicos. Que eile cobrava 400 gui-
neos por nma viagem a cariz, e 30 ou 40 guineos
por dia emqnanto la ficaase. Para ir a Bx'gos
cobrara 1.000 guineos. Para acompanhar um
doente de Burgos e tratar delh durante urna via-
gem de irea das levara 1.000 guineos.
Pjra dar lodo o seu tempo a um doente em
Londres nao acbava honorario excessive 8 gui-
neos por hora.
Outros cirorgio3 rjzeram testemunbos igoaea
e o jury atinal decidi que o Sr. Keetley tiuha
direito as 300 libras mais que pedia.
Carloaa expoaico-0 Century Miga-
zine organisou em Caicago ama exposigo his-
trica de lexicographia, onde ae v, lado a lado,
todos os diccionarios inglezes, desde os do se-
clo XVI at ao Century Dktionary que est
se- do publicado.
Todos estes diccionarios acbam-se abertos na
lettra M de modo a mos-ra- a evolugo da lin-
goa ; no que toca as palavras que comegam por
micro. 0 Diccionario de Cockeram, de 1623,
s comem un palavra que comeca por este
pretixo; o Ceoiury Dictionary coutem oito pa-
ginas chelas t
Gremio Mtieraro D. Pedro de al-
cntaraRouuio-se no domingo ultimo esta
socied*de litieraria :
Foi sorteado o personageai Deoloro da Fon-
seca ?ara o jury da prxima sessao, servmdo
de promotor o Sr. C. Medei-os e de advogado o
Sr. Hygino de Oiiveira.
Foi acceito como socio o Sr. G. A. Bitteucourt
Barooso.
Corpo policialS?rvigo para o Qia 26:
Ronda maior o Sr. capilao Monteiro.
Ronda menor o Sr. alferes Campos.
Goarda de palacio o Sr. alferes rtbar de
Carvalho.
O corpo dar as guardas de palacio e Casa de
De.encao cora o uciforme u. 6.
"Canamento civil Foi alixa'.".o no dia
24 do corrate ditaes de proclamas de casa-
mento de eguint-.' contrabeme :
2* Proclama
Luiz los Antones Jnior, com D. Adelaide
Beaviada de Almeida, moradores na freguezia
da Boa Vista.
N > mes'_Qj dia foi anda afnxado o 89-
guate :
2* proclama
Francisco Pereira de Lima com D. Severina
Aona Maria da Concefcao, solteiros, residentes
na tregoaaii de Santo Antonio.
(jeiifteaEllec aar-se-bao os saenintes:
Hoje :
Pelo agente Gasmo, no armazem a roa Mr-
quez de Olloda a. 48, s 11 boras, da 8 cisaa
terreas.
Pelo agente Pinto, no armazem a roa do Bom
Jess n. 51, as l boras da manb, de am va-
riado sortimento ds chapeos e outros artigos.
Pelo agente Martina aatravessa do Corpo San-
to, a 11 horas da mauba, de 3 caixas com fa-
zenda.. variadas
Pelo ageute Guarni, oo armazem roa Mr-
quez de Miada n. 48, as 11 boras da manha, de
urna excelleote vacca turlua com cria e duas
lindas garrotas marinas.
Amacha.
Pelo agente Gusmao, is 10 boras. das merca
dorias, perteocea, e sobre excelleote da galera
ingleza Crown of Austria.
Pelo agente Brltto na travezsa dos Pescadores
a. 43, as li horas da manha, da armacio a ge-
nero da tavernaalli existente e garante a chrve.
Miaaa* faa*ftrea-Serlo celebradas:
Hoje:
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..
ferio del^ambtrco QaOMi* jft No comelo do Carmo ka 7 boras di manba,
pela alma de 1. Paastioo Barroi.
Amaoba :
Na macru da Boa Vista, ai 8 horas da raa-
nha. pela alma do Ur. Manoel Joaqaiai Silvt-i-s.
a ma(ris de cidade de Limoriro e oa S da
cidade de Oliids, pela alaia de J. Panstrao de
Barro*.
Na g-eja da Conceicao dos Militares, as 7 bo
ras da maaba, pela alma de Mara da Nativida-
de Gomes de Meoezes.
Na Ordem Terceira da S. FranciMo. s 8 ho
ras da maoba, pela alma de Rosa M-iria de Lima
Novaes,
(periorla do a. dlairlcto aarl-
(I Boletim meteorolgico
Horas Term. cent- Barmetro Tenso do flumi
grado (a O*) vapor dniii
6 m. 23,-6 760-.06 16,80 77
9 M*t 760- 93 17 08 74
IS * J5,'3 760-31 18.12 76
3 t. 5.'4 759-.03 17,66 74
6 1417 769-.41 17,08 74
Temperatura mioima 26 'SO.
Temperatura mxima J3.-75.
Evaporaao 24 em boras ao 80 8.m6, a sombra
4,m8rn.
Chava Hulla
Direccao da vento S&com interropcos de
SSE e ESS de -m ooite al 4 e 34 tu. S e
SSE alternados at 8. h. e 04 m. SSE e S alte-
rados at 10 a. e 18 m- SE e ESE alteroadj
al ib. e 37 m. aa larde SSE con interrup
co>s de S. e SE a' meta noite.
Velocidaae media to vanto on.'.i per se
gunlo.
Nebulosidade media 0,49.
Dolelim oo porto
Pra-mar oo Das Horas Altara
baixa-mar
B. M. 24 de Jalho 700 da m. 0-75
P. M. 24 de 1-10 da t. !,
PiM|rtrui-llegados da Earopa na va-
por Panano Rio de Jaoeiro.
Giodi E. Brandileone, Ao?tiao Calde-arc e
ora rllhn. ngel) D ambrollo, Mlcbele Perr*so
e ata Albo. Q"isepp^ Frraso, Vincenz-o GaMs
ni. Guiseppn ;Lasaiua Boa Sa. e trez tiltaos,
TommaZ) Novellin soa Sra. e om fllho, L'i
Gogii EiiQiiuoiti, Bieeto M.mf-di.
Chegados do Narte co 'spor Nacional Ja-
boatao :
Francisco Fortado de Slendont;a, Mano-1 Fer-
naodes Lima, Manuel Lopes Rioei'o, D.\ I. Lin-
dobho Cmara, FHismtaa Monea, Antonio B.
Pesada de AlDuquerqae, Maore Loarengo.
Uaxpiui Pedr> II -O raovimento dese
estabeieamento a cargo da Smta Casa de Mi-
sericordia do Recife, do uia 24 ae Jalho oi o
seguate :
Existate 618
Eniraraoa W
------63.
86 ta me ei soffrer, e tu deploras
A magua enorme que meo ser alaa,
E' qae oo prantos qoe choro tambera choras
E a jo: que siato a mesan dor te eamaga.
E' qae dame d'esta sepoltora
Oode minri'aima. triste compungida.
Erra envolta oas sombras da amargura,
lacerta, lacrymosa e cooflraoglda
Seotes que a mao fatal da desventara
En densa noote traosformou-te a vida
Arthur 2ahia.
Sal i rata 25
Fattoeersai 1
Existera 608
------634
Foram visitadas s enfermaras pelos secura-
le mpdicos:
D- Barros Sobiribi entroj as 7 da maaba
e sabio as 8 oras.
Maiaquias entrou as 10 aa manba e sabio
a 12 l|i.
Simes Barbosa eutrou s 11 i/i da marina e
sabio M 11 3|4.
D. Bersruo entrn 9 9 da macha e sanio
as 91i2
Aroooio M. sahio a* 12 l|i.
Dr. Lopes 'erara entrou as 9 da nnnna e
sahin !s 10l|4,
Vieira da Canha entrn as 10 1/4 da manba e
sabio as 12 i|2.'
Dr. Fiastos ae Oliveira t-ctrou as 10 e sanie
a* 41 3/*
Pnaraaceutico entroi s 8 1/2 damar.na e sa
bio as 1 boras da iard.
Aldrate en.roa as 7 boras da manba e sabio
s 4 3i4 da lerdo-
Lotera do EMato du firam Par
A 13' sene da 38" lotern 'leste Estado, cojo pre
mo sjraoda e de 2.0.000*0.0 correr impreteri-
velmente no sabh ido 30 e Jolas.
lo os estes bilneies ar.batn sea venia na casi
do Ojto de loao Joarjuim la Cosa Leitfl rna
do Bario Ja Vic'oria o 40.
Camiieriu publico Obituario do ia 2i
dejulho:
Liizi Bellarmi.ia do Rj' ames, Periambn
co, 7 aaoos, sol'.er:, B ja-Vista ; C3Cexia pa-
lostrP- ...
Allrrdo RodriKO-s Camino, Pernamboco, 17
annos. olteiro, Sur..) Aaumo ; febre palustre.
Ilalha Ripnael Mintein, Paroambaco, z!
ao-ios. viuva, G-ac/i; tab-rcalos paloojuares.
Emilia Felicia aa Silva, Pj-uamouio,
Boi-Vista, gastro enterite agado.
Lid o, ^ernambaco, 4 meses, S.Uos ; enteri-
te.
Paulino Bisno do3 Sintos, Babia, 30 aanos,
solieiro, Boa Vista ; pnaom -oa.
Maooel Bello da Silva, Parubyba,
solteiro, Boi-Vista ; varilas.
Miooel, PernaoDaco, i horas, S. Jos ;
pasmo.
Um facto do
a8phixia.
Antonio, Pernambaco, 2 anoos, S. Jos ; con-
gesto cer:bral.
Pampbilo, Pernamboco, li meses, S.
alhrepsia.
Retrato
Ella linda como as rosas
Di8 alvoradas de Abril!
As faces frecas, caeirosas,
O taibe eebeita geatil i
Tem aos encantos suave
Das ninas da Andalozia t
A sua voz it-tn das aves
A grata e doce barmooia.
T. m uns eeiea off'gantf j,
Alvo rllO de alabastro;
Nos oloos ttvott, brttnaDMs-,
Loa roubada de algoo aairo!
Tem aro sorriso attra^enle
N'aqoelie* abtoa cbeirosos,
B das H'ba* do Oriente
Uas pOoos volaptaosas 1
A todo pequea e macia
r> om coutorno escolota'al f
L" u Olbv rhmo oe maif.a.
Lanue... t rao... sensoal I
E' om mimo da Creigao,
Capricho qoasi divlor;
P'ra tracar-lbe a n*,'fen4o
Falta-me a tela ds Urbmo t
(Das Harmonas da Tarde
Ribeibo da Silva.
NOTICIA LITTEUBIAS
28 das
21 aanos
es
sexo masculino, Pernamboco
Jos ;
O projecto apraseotado pelo geoeral
Soln,' no intuito de desviar a claaae mi-
litar da poltica tem encontrado repercus-
ivo sm todo o paia, e especialmeate no
seio da propria cUaae, animada da saos
priocipios de patriotismo.
as actuaos circumatanciaa em que se
cha a tlepublio. Braaileira, qua mais do
que nanea reclama o servido e as dadica-
cSes de todos oa verdadeiros patriotas,
de todos os boaa cidadSoa que contem-
plam an imt-gem da patria, urna cousa
digna de todas *s veuera^oea mistar
que cada um se revista ueasa somma de
graudes abnega^Ses, tundo em vista so-
mente o bem cdllectivo e a felicidade das
!nstituQ3os odoptadaa a 15 de Novembro
de 1889.
Assi= que a classe miliUr, cujo pa-
triotismo posto a salvo d? qualquer da-
vida e cujoa 8entimantos altruiaticoa estao
na conscieaoia da na9ao inteiracompe-
cetr-8& perfeitameote das noeeasidades
de momento, affaatando-se da poltica,
afim de livremente poder collaborar noata
grande obra de patriotismo em que esta-
mos todos nos empenhados, com a cora-
gem que nos empresta a grandiosdade da
causa a cojo gervico dedicamos todos oa
nossos esforcos.
Nao pode pois ser mais syrapathico o
movimento que se produa na clatse mili-
tar por iniciativa do Sr. general Soln,
qae torna-se cortamente credor da grati-
dlo do pi*, que ficar nelle contemplun-
do o typo da verdadeira abnegajao pa-
tritica.
Fa9amoa votos, pois, para que o illus-
tre e dgao membro da claase militar que
ge pos frente de tSo feliz idaia, possa
ver realisados os intuitos que tem em
Manod ArS).
LITTERATR'
Sobre as intimas
fContinuacao)
DIVINA
N prjmpira quadra, olnrao verso, ha om m-
gico olor que oo calki bem, como dizu Antonio
fedro.
Olor mgico, nao tem significafao, a menos
que empre2a^8s"s olor oa eua verdadeira igni
Di-acAo: ub-inianv, v;Ja; mas, empregaste-o
como oyoomcuo d-? o^ior, perfume, ptlo que in-
aduiisi'ivcl aqu<-Ile quallticativo.
A qaarta quaara, dos dous ltimos vereos,
de^sa-nus assim..
T!u en:aoios qoe se "xalam
N'.-ssas notas ner^grloas
Mas. qu-> not^s sao ?
Aicr^sce, meu ami^'o, quu, nS" ser a 4.* to-
il.is as ouiras quadras ri-uam era r o que pre
jadicoj rnuito e muo. o b-lo peusameuto que
eerve de fondo Cierna.
NA)TEEQI?g\S DE MIM
E" u ni Jas tuas m>is DelUs p'oiuccOes ; mas
notei-lhe o si-guinie:
01." v. rso da 2. estrophe, P9t f-afo :
Falla porque l, .- t querida
Poden sjndar o meu amor rdeme.
Xa i ha > qoe falta cu yilaba nn 1.* verso ?
Ni NOOltlDM etiroptie, li, (2.* e 3 v^rso*).
. e oela noite,
Qaindo a loa erguer-se ao ceo azul,
Mm la me um Deijo n'essas auras doces...
O 2. versi. e-^a completo, mas nao esta per
feito; aqneMe erguer-se nSo esta rubmico ; c o
ao que tega, mta o ppnsarnei o.
Ai:ho qae o ver.-o iarw mjrteito si dissesses :
Q aruo a la se ergoer no co aiul.
Na i.' verso corosnettes uru peccadilbo : o en-
prego de n'essa;
Sabes, mea amigo, qus os deruonsiravos ex
prime o urna relng.ao i'e po^igu; e essa nao
exist' oo verso em quesiao.
T^mti^m na ultima estrophe dues estrella su-
blimada : o anj-cijvo foi mal applicado: eu U!
ra : estrella semillante.
AM.V.NHECEND0
Bstatoos em trente urna tela : piatasies o
romper do da : o quidro Dellissimo, e esavas
lQ-Dira1o ao deiueal-o.
Mas atiende :
Em mgico concert tao divino...
No sinuoso rio. entre os coqueiros,
Val marulhandn a fra cor-enten.
A qoalidade divino nao almme comparagao
para rnus oa para meos ; assim aquelle tao foi
encaixa.10, permute, a martello. .Nao ticava me-
iDor.
Em mgico concert, em doce bymno ?
Tjint)-u3 acbo que nao devias dizer :
No sinuoso rio...
Vai marulhandi. etc.
O no nada mais que a corrate ; portaoto
em logar de no, devenas diz-r do
O i passarinios vim satinantes.
N'este verso coosegaisie juntar duas ideas
quai oppo^'as; voar e saltiiar: o p***aM em-
plmalo, ra; o lhote implme, saltita : v a
diSereoca.
Adiante, dizes:
A octaves*...
C 'roo qoe se entre-zbre n'om sorrlso,
M'sMM argeotina e fresca gargalbade... *
Acbo meu amuo, qae esse terceiro verso ma-
la-t o pensameoto, alero de eetar om tanto
fraco.
Personalisaste a natareza; creio qoe irlas me-
Ibor, dizeodo, por exempio:
A Natureza.......
...........inda orvalhada,
Desata a coma, e eotre-abre os labios
< N'uma argentina, etc.
Finalmente, oa ultima esiropbe fallas no pi-
nheirat. Nao te perdj : s brazileiro e, sobre-
iu -o, peraamhucaoo ; como fallas em pinneiro ?
Em leu logar, eu dira :
O valle, a selva, a pasmada, as AVes...
ConKia.
tososjeitet-Teixeirade S e Caldas Brrelo
N&o sejtomoa conbecimeato, unnimemente.
ProrogacOea de inventario
Impetrante Sebsiiaaa Cavalcaote de Almeida.
Maodou-se oarir o jaiz de olreito de Grvala.
Appellages crimes
Do Ltmoeiro Appellante Jos Fraocisco de
Frenas, appellada a jtutica. Relator o jais Galvao
Coatlrmoo-se a senteos i, CDatr* o voto do
Sr. Costa Ribeiro.
Do Buiqne] Appellaote Possidcnio Antonio
Peroira, aopellada'a joslica. Melator o jaiz Tei-
xeira ae Sa Mandn se a nov i jary, uaaoi
memente.
Appellac.oes civeis
Do RecifeAopellaote M^noel Goo;alves Fer-
retra e outros, appellado Mauonl Gon$alve< ref-
reir da Costa. Relator o joiz Domingos Pinto.
Revisores osjoizes Almeja e Galvao.Contir
moa se a seuteoca, ananimemenie
Do RecifeAppeliaotes a viuva e berdeiros
de Praaci-'co Auuioly Los, aopellado Maooel
Ferreira Bariholo. Relator o jaiz Caldas Barrito.
Revisores os joizes Galvao e Costa Ribeiro.Bo-
ram despresados os embargo., unnimemente.
PA8SAGK*9
Do joit GaUo ao jaiz Costa Ribeiro.
Appeliagao commercial
De JaooatleAppelUmtes Daniel F'aodaco
Pinnroe8iJvJtjC.. Airara, appellade Joaquim
Xivisr Cavatcaote de Lacerda.
Do jaiz Co*w Ribeiru ao jaiz T-'ixeira de S :
Appellagao coiumercial
Do RecifeAppellantes Aone Alku>>8in e Fao-
ny Raeoes, appellada a Companau Fabrica de
Vidroside Pernamboco.
Do jolz Djmtn Appellacio commercial
Do BecifeApi ellatei Aaevedu Braga & C,
apoellados Amoriua I.-mos & C.
Do jotz Almeioaao jwx Geiv&b.
Appeliacao civel
Di RecifjAppeilaol-, Amonio Valentim da
Silva Barroc>, appellado ojuizo dos leitos a
laxe na*.
OI8TBIBDIQ^B8
Recursos crimes
Aojuix Domingos Pinto:
De hndaBecerrete o juiz de direito, re-
corrido Manuel Jone de Poniei.
Ao ,uiz Almeidi :
De Olnda Recorrente o juizo, recorrido
SeOastiao Bar-csa f Macedo.
Aggravo de petico
Ao juiz Domingos Pinto :
De OlinaaAggravante oacbarel Oidio A'.ves
Manaya, aggravao; arargan la Alves Vianna.
Appellac5es cnmea
Ao jaiz Galvao:
De BeserrosAppellante Manoel Concucao da
Silva, appellada a justica.
Ao juiz Costa Ribeiro :
De Bez^rrosAppellante J.u Joaqu^m da Sil
va appellada a jusca-
Encerroo-se aaessao Ss2 hoias e 30 minutos
da tarde.
Cfee-aiar Bafhaei
oalore ais moderoairBaeaie lem de :
Chapeos de todayas qoal'dades.
Capolas de seda, palba e flores.
Toncas e chapeos pbaotasia para creancas.
Oavatas, flo'es, plumas e passaros.
Aigreoee pbaotaaia para perneados.
Gases e veos de lodas as cor-a. ere, etc., etc.
Ra do Barao da Victona-2
SPORT
Prado Pemana)iicut i
ofcnpco para a 2.
dom;ngo -0 do cur-
Enc rrou-s* oontem a
corrida reallsar-ge no
rente':
|. Parer.Consolago.Fin', "-he. Ouro
to, Bavolet, Morpim, Fenrano, Toul&n e
tim.
Pre-
Tim
2." Pareo.Proz-eiso.FavcMi-, Moema, Ra-
dams e Rusticano.
3.* Parto.Nacional. -P. t xpolf?. Dspota 2
Allante e Africana.
i Pa-eo. Pprnambuco
tren, Maurlty e Hugoot.
_ o
Piryiampj, Pira-
5. Pa>-eo. Impren-
Sans-Souc, Berlim e T
Pigmeo, Traquino,
'a
6." Pa-eo.Conciliacao.Pontable, Sans-Soo-
ci, Traquino, ."Torco 2., Tacier e Regente.
7. Pareo.Experiencia Sceptrcismo Frontn,
Conforme, Ally-3toper Pirata e Rsgeote.
8. Pareo.Liberrtade. Pnmetneu. Malaio,
Archivon, Malaoge. Nyit.eroy, Gfdeao,Rio Gran-
ip, Tfimoeo e Uespota.
VARIEDADES
CfiROSli;A INDICIARA
de rustica
2o DE JULBO
Diatnte da (amala da Alalia
D. Mar Analta
Nao sabe o mondo o desespero inflado,
O s*rs flSxar, ae teosas agoeias,
Qaasflioxteoas rio ae coosomiodo
DesU existencia os desgrados das.
Superior Trlhanal
SESSAO ORDINARIA EM
PR 1893
PRESIDENCIA DO SU. DB. FRANCISCO LCIZ
Secretario interino Dr. Alberto Codho
A's boras do costume presentes os S.-s. joizes
em numero legal e o Dr. procarador geral do
Est >do foi abarla a sessao depois de lida e ap-
provada a acia da antecedente.
Distribuidos e passados os feit03 deram-se os
seguintes
JDL ASIENTOS
Habecs-rorpus
Pip'Pnlr' *
Joaqoim Antonio Pereira.Exlgio-se iofor-
ma(ao ao juiz ce districio de Nazaretb. .
RecorJO crimes
Dj VictoriaRecorren te o juizo, recorrido
Jos dos Santos Oiiveira. Relator o juiz Costa
Ribeiro.Negou-se provimento, maodaodo-se
repoiabiiisar as auioriaades que deram causa a
demora dopro:esso.
Da VictoriaRecrreme o juizo. recorrido
Joo Franciso Barbosa. Hstotor o juiz Galvao.
Negou se provimento. unnimemente.
Da Victoria Recrreme o juizo, recorrido
Severino Francisco dos Santos. Relator o jais
Costa Ribeiro.Neaou se provimento, e man
don se responsaonisar as autoridades que deram
causa a demora do paciente na prisao sem pro
censo. ,
Da Gloria de GoitRcorrente o jolzo, recor-
rido Jos M-thus da Costa. Relator o joix Costa
Ribeiro.Negoo3e provimeoto, unnimemente.
Aggravo de petigo
Do RecifeAggravante D. Aona Joaquina de
Jess Pereira, aggravada a Paseoda do Estado.
Relator o juiz Co-ta Rineiro. Adjooios osjuizes
Caldas Barreta e Tetxeira de S.ao se tomn
conbecimeolo, unnimemente.
Recorto municipal
De Garaohun*Recrreme Francisco Pereisa
de Carvalbo e osjtros, recorrido e Concelbo Ho-
niclpal. Relator o joix Domingos Pinto. Adjun-
laOuoso drama
Habitara algores, omacasia e innocente jo-
veui, os feos ulbar s cellavam soa lacrimosa
sina, era porqoe ja na aurora daquella vida de
senrolava-se om loctooso drama.
Paulina tinba se deixado illadir pelas falsas
pro'nessas ... de Fablo.
Em urna ooite:soa mae a deixara e em-
quanio satisfazla as necessidades da casa, e a
infeliz iovem arrastada pelo destino cabira no
iasuperavel abysmo.
Ja aecorriam dois annos e Paulina desligada
da (anua, tinba morrido para a sociedad?,
consagrando sua vida ao amor de Fablo, aue al
aqa.tla data, nao cogitava em levar a efleito a
promessa qae sagrara...
Cbuvia tor.encialTente, e Jpiter pareca tn-
furec'do n'otn pavoroso bramir de IrovOes ; Fa-
bio representiva a mus revoitame sceoa.
Pbantasiara om lelegraxma, combinando com
um servente do lelegrapbo levar o telegramma
em casa de Paulina on le o manceb > o esperava.
Batum a porta e Paulina receOia o telegram-
ma que, dezia ser do pae de Fabio ; a jovem
entrega Immediatamente a Fabio, e este ao ler-
minar a leitur, larga-se precipitado pelas cam-
pias, a fingir-.se lonco pucoandoCos cabellos,
n'om gritar angustioso que convulsionava o co-
racao o mais imp:de-nido; e Paulina, a pobre e
innocente victima preveodo que aquella exacer-
baco do maccebo indCisse algam desastre oa
fam lia, corria ao encontr de Faoio interrogan
do-lbe a noticia.
O mancebo deaempenbando a belionda farca,
dlzia-Ibe : Paulina!... nao sariei, meu pae aca-
ba de tel-grapbar-me desto modo : Sigo, fa-
milia consternada, sua vid desregrada, aban
done lastismavel mulber.* V pois continuava
Fabio, mioba querida Piulma; tenbo necessi-
dade de mudar-te hoje, porem... n3o me fal-
leceram recursos para contmoarmos ..
N'esta mesma noitp Paalioa mudava-se e Fa-
bio a prelesto da ebegada de neo pie, maodava
pintar a casa, exigindo de Paulina a incum-
bencia de preparar iguarias para o banquete
qae o mancebo garanta, ser para a recepeo do
pae.
No dia que o mancebo tinha aprasado a cba
gada do pe, a infeliz joven porem recebia a
notici? do consorcio de Fabio ; a desgraca da
quasijloca, seotla-se exaosia para resistir a
ingraiidao do mancebo.
Nao se tinba de'orrido dois mezes, e o man-
cebo seductor, soBVia o castigo de seo crime,
nao gozando siqoer a loa de mel de seo casa
ment, era accoranptido de orna grave ioferm -
dade, e sucumbir;Paulina, repudiada oela
familia, ectregavz-^e ao mondo, na adoraco do
amor profano...
Silva Olivera.
itlEMORIA-L
\lfaiataria
T- Crrela fc G. teem un
permanente, completo e varia-
do sortlmento de fazendas II
na e de aparado gooto. Espe-
claes fazendas para smouklng.
asacas e sobretudos.
45 RA BARAO DA VICTORIl 45
(anua Baa Nova)
Cha especial
Marea < Bol Dog
O cha especial, qoe recebe mensalmente
Basar Ca B-Vista a raa da Iapentris i- 86
o melbor qae vea ao mercoOo, e, reade-se
4.500 a libra-
WHjClgg k PEBiBO
A queslao di l^eatr-
A convite do Sr. Sil Pioto, f j bon-
tem preserva de S. Bxc. o Sr. gover
n dor do Estado, com qaem me entend
sobre a qneatSo o theatro.
Recebido cM^awrosjasBeote por S. Bxe,
aah de palacio dispoato tt retirar' doa
jarns.es da manhS a carta que lbea. bau
enriado pava pwbaeer e qae oSa tiaba
rnaie raafio de- aat ap* ae explrceeoes
ent.e n tricadas.
Exped ordeo oesee sentido area-
reetivas onpreaaa, acootaeeaio entre au
to ter sido publicada do Jornal do Re-
cife talvea perqoe a ordem I be nlo
t'oate tranaiDittida.
NSo sou portaoto respoosvi por isso
e o disotaro B'napleaaaente para nSo ser
taxado de desleal.
Do coeamo modo nao soa' respoeeivei
pe -s terral en que foi rrotici&da na
Gzetrba oon'ereocia catre um e
S. Exc.
Recifa, 25 de Julho de 1893.
Soxza Basto*.
Ao Srs mereieiro
do municipio do
fcecife.
A directora JaSociedade
Unio Commercial Benefi-
ceate dos Meicieiros, scien-
ifica aoB Srs. mercieiros do
municipio do Recife, que,
tendo a Ilustre Junta do
Thesouro do Estaco dado
provimento ao recurso in-
terposto por esta directo-
ra, contra a destribuic,ao
qae a Recebedoria do Esta-
do fez do imposto da classe
n. 41 (ta ver as) da tabella
B da le n. 64 de 6 de Abr i
deste anno, e em virtude do
officio Jo digno a i ministra-
dor dest,3 repartic,a3 data
do de 22 do corre/ te mez,
vai esta directora mandar
proceder mva destribui-
cao peLs oito freguezias
do municipio, de accordo
com as dispositjoes do 3
n. 1 da citada lei.
Recife 25 de Jalho de
1893.
Antonh da Silva Castro.
Io secretario.
Loler'as do municipio de
01 inda
Achando-so pendente ao Thesouro do
Estado, um recurso ioterposto pelos con-
ceasionarioa do seto, pelo qaal o collectcr
do mun cipio de Olinda exige que, per
cada cinco vigsimos de bilbete, se pague
o impoito de sello como se fosse bilhete
ioteiro; resolvea o ab'ixo ossigosdo,
transferir para dojiingo, 30 do correte,
a extracta.) do segundo sorteio da pri-
meira lotera, a qual ter logar ao meio
dia.
Somante forga maior, motivada pela
perseguido qae promove o referido col
lector, qae dea logar a preaente rese-
lucSo, visto qae os concesionarios n?o
podem submetter-so a prepotencia d'am
homem, qae no exercicU de sea cargo
procura augmeutar os seas rendimeatos
por todos os meios possiveis anda qae
em pre izo dos contnbuintes e flagrancia
da lei
Recife, 25 de Jalho de 1893.
O thesoareiro,
M. Lope Vieirj,.
Nazareth
Ao publico
A Gazetilha > do Jornal do Recife
de 2) do vigente, inscreveu sob o titulo
de < Horroroso Asssaainato > ama noticia
em forma de missiva, na qual o seu au-
tor, principiando por malsinar o actual
policiameoto do municipio de Viceocis,
clama por garaotias para a vida e proprie-
dade do bous habitantes, qae jalga em pe
rigo como, ao seu ver, estam em parale-
lo s daquellea qae teem a sorte de viver
sobre o vastj solo pernambacano.
Em apoio do que expendeu, o miseivis-
ta narra o brbaro homicidio de qae foi
victima naquelle municipio o ind toso Jos
Narciso, o qae saccedea na noite de 5 do
correte meo e accresceota ter sido per-
petrado o crime por mao oocalta e de
quem confia na impoidade.
Por aeu torno o proprio Jornal do Re-
cife, depois de Lavar estampado a referi
da miaaiva, empaohou as sdicas e abje-
ctas armas da oppooioao e indigitou como
cumpliese ou mandantes desse brbaro fa
oto, ao delegado de polica de Naiareth,
signatario deste artigo, se presidente do
Concelho Municipal de Vicencia, majo:
Manoel Estellrta e ao respectivo jais- de
distrieto, capitto Elys'.o Pagas,
Som |aeree repeilir na sitara aa inju
ria ama to avi.tanto indigna oaloostis:
venoa por ora. tlb smeirt i a imprenaa
por amor ao publico e fidolidoie ao cargo
qoe exerco, relatar qaal o oua
ment ao saber do laiSMOCoos aeontaoi-
DMote\ saeta* como provocar a esse* oa
luaaniaiorea a qa. esoMrilaaai sjajatsj po-
derem aa> de provaraa a oosen latarfe-
raocia em toe hediondo criase.
Ae oonovar-saa por peseoae particulares
a noticia deaee triste acontecimeoto, im-
aaediatameote te.egraoaei a iMastrs V.
Dr. Questor dando-lbe aeiencia, dirigindo-
nse-aps para o- povoade Aofericas atim
de providenciar como urgiaaem as ct-
caanatanoiae a reapeit>> de arsa t5o auda-
cioao e perverso attentado.
All chegaxdo. ja enconfleei na proced-
ment das diligencias lgaos "o digno jara
do distrieto, o qaal as bavia iniciado oosn
o auto do torpo de deboco do mono e d*
pergu .tas ao professor do povoado, en
ouja casa ae haaia oonsamado- o daa'ct^.
Devendo proseguir como cutnpria o r.
jais de distrieto as demais diligencias,
liontou-se mmba aagSo a p8r-ae a soa
diaposi^So para prestar-lhe tedo auxilio
pessivei no inturto de ao descobrir o au-
tor-ou autores do crime ; e por ae acha-
rara no municipio de Limoeiro aa prac^a
de polica, em namero de seta das dea
que estSo deatacadaa em V.cenca, anda
telegraphei ao Dr. Qaestor, por ordem de
e^aans pura alli tinium aeguido, atim da
regresaarem e prestar o aervigo que (cese
preciso a bem da juatiga intereseada na
pjQicJt do deheto.
Oatra oSo poda Ber o meu procedi-
Miioict vea que a aatoridade compe-
tente para a iormac2o da culp se ochava
no sea proprio e regular fonecionaroento ;
ef asara dss;ancei na cocvicco de que
aasa ;-aondade saperia desnnapeanar o
sau dev>er como costama e dea pravas,
j tendo rai&ettido ao Dr. promotor pu-
blico deste municipio es anas investiga-
(de* a respeito deas; assasainato ; nao po-
deudo, porm. t t o presente descubrir a
sua antora.
Os gratuitos e infamantes calumnia lo-
res qae meattribuem connivencia em
u-ji Neto criminoso qu^ mehorronsa e
constrange, ass:m como aos meas amigos
major Evelina e capitao Pugas, que ve-
iiham em jaiz > e no publico provar as
suas ioiquas e calculadas imputa^u^s, e
nSo queiram nivelar por sua perveraao
quelee que sempre souberam portar-se
com -roralidade e rectidao.
N2o cor e^sa a!lus2o sceoa repre-
sentada no corredor da matriz ae Vican-
cn, e provocada pelo infeliz Jos Narci-
so que blo de ros reBponsabiliaar pelo
seu assassinato, porque tel emente somos
coohecidos por nos3a ndole pacifica e io-
du^-nte, e sempre reprovamna e repel-
limos actos de ind'gnidade.
Inti-liament9 ira Jo& Narciz >, ao con-
trario do que i-ffirma o missivista, tesae
hemem bem quisto e ordeiro, bastan'e
intrigado e torbalunto, e erara notorias ac
iudispositSss e inimisadea que contava ;
de que parece originou-se o lainentave
aeontecimento do qoe foi victima.
Coata-me que o capitSo Jlo Barbosa,
oe ViceDC'a, d rigiu um officio de denun-
cia ao Dr. joiz de direito do municipio,
apresentando cinco testemunhss sabedoras
do fado delictuoso, pede para que ellas
sejam irquendas, e assim opportunamen-
te sabara o publico quaes foram os auto-
res que elle nessa denuncia apr^eesta
como indigitadoa pe opiniSo publica.
Tenbo O maior 'nteresse em que a jus
rica davidamente esclarecidi ebegue ao
verdadeiro conhecimento da autora de
um delictu que merece severa punicao.
S assim poderei quebrar oa dentea da
calumnia torpe e vil dos que juigam po-
der inramar-me <* aoB meus amigos.
Em atteDcao ao publico, que me nao
conhece, que me derijo; aqueiles que
me coobecm far-me-bao a devida jus-
tica.
Nazareth, 22 de Julho de 1893.
Fernando Barata da Silva.
alo appareoea em seeos, pooono o hon-
rado nV. Sseernadoe do EstaAr, em son
reorgaoisacao, excluiu alfana matnbroB do
partido do Dr. Segismundo CFoacalves,
om dos foliaos contemplados de cima, para
batxo.
E por ososa dos Srs. Samuel Martina,
Eachdes Qainteiro, TimoleSb Peres, Cos-
ta Ribeiro Janior, Alfredo Celso e outros
magistrados, soffrem os Scs. Segismundo
(iuneshres, Costa Ribeiro Seoior, Pran-
eiaco Loia, Joab Baptista, Francisco Al-
tijo e oatroa maitos.
A poli tic i tem exigeDcias oem Cataes.. .
Recite 21 de Jalho de 1893.
N. B. NSo coihecemoa a tabella de S.
Panto, mas podemos affirmar qae igasl
oa melbor do qoe a do Rio de Janeiro.
Ao puhlicc
A *amna inserta no Diario de hoje,
sob aepigrsphs c Atte-cao Exm. br. Oo-
veroadbr do Estado aoonyma como .
me dispensa va de urna res posta mesmo
perfantoria.
Como, porm, envolve ella a idee de
monopolio qoe entra no a-anzel como Pi-
latos na credo, e sendo eu empresario da
obra da estrada de Olinda, corre-me o de-
ver de arrancar do espirito publico qual
quer ligeira oclo de da vida que a aoi-
mosidode de algaem procarou implantar
sobre a m feitura da obra : declarando
i^oe sata ella sendo construida de confor-
midade com o orcamento e nstruccs da
directorie das obras publicas.
Entretanto, appeo com os frasean-
tes e babitantetopara o exame di Sr.
Dr. Qovernsdor do Estado certo de que
o sea bom criterio dar a deauacia o va-
lor qae merecer.
Recife, 26 do Jalho da 1893.
Nicas da Silva Gusmo
verdadei-
Magistratura
O paiz atraveaaa ama poca
r Soffrem todas as classes ; e o gover-
no, se por um ledo esbaoja ros de di-
obeiro, sommas fabulosas, em- proveito de
meia dosia de afilhsdos, por ootro aperta
a corda aos onforcados, leva o desespero,
a miseria ao seio de maitos familias hon
radas 1
Sabe na todos que datao da prcclama-
cSo da Repblica as oossas mais seriaa
difficuldades financeiras.
A confianca nao se impde...
O cambio, desde entao, vacilla eotre
9 e 12 ; o que qa -t diser qae o pape
m.ieda, que o dinheiro do pas, perdeu
mais de 50 ,0 de sea valor.
E' claro, portan to, que o funecionario
publico que, em tempoa passados. viva
difcilmente com 100^030 mensaea ; hoja,
para viver do mesmo modo, deve ganhar
mais do duplo, isto de 200(5000.
NSo somente no Rio de Janeiro que
a vida tornoa-se impossivel pela caresta
de gneros; o nosso Estado nao offereco,
actualmente, melbores vantagass.
E emqaanto ali a magistratura esUdoa1
recebe vencimentos que a collocam em um
certo estado de independencia, indispon-
savel classe, estabelecido assim, ainda
que mal, um resto de relatividade ; aqui
a mesma magis'ratora distanoia-se enor-
memente daquella, da de S. Paulo e da
federal, condemnada viver na miseria.
Para prova do que fica dito, publica-
mos baixo urna tabella dos vencimentos
das magistraturas do Rio de Janeiro e de
Peroambuco.
Peroambuco
Jois de Superior Tribunal
Procarador do Estado
Juiz de Direito da Capital
Jais do Interior
Procurador Publico da Capital
Procarador Publica do Iote-
rior
Rio de Janeiro
Desembargador
Procarador de Estado
Juiz de 2 a entraooia
Jais dt 1.* entraooia
Promotor de 2.a entrnocio
Promotor de i.* antraoeav
Hs oo eoagresso do Estado asa nro-
jecto, qae data do anne paessnV dando
osa vmgnijicane aogmaals ao sobraito
funcionarios, o se nlo estamos esa
ia j* rnollm adiootsAo, a faraaaaraei da
trabsihos daquella seselo ; mea este anno
8:00C$:0
8:0001000
6:0000000
5.000JOOO
3:0008000
2:400^000
10:8004000
10:8GOJOO0
7:800^000
6:006*000
4:400(1000;
4tooeiooa|
A Pulmonia
CUR^ EFFICAZ E ECONMICA
A pulmonia ou molestia dos puimoes,
con8upc.2o, taberculose ou fysica pulmo-
nar, tem sido, em seu principio debell&da
pelo Pe eral de Cambar de Souza Soa-
res, como est provado por maitos attes-
tados mdicos e casos de caras, usado se-
guidamente s colherea ,2 ou 3 vezes ao
dia.
O doente em uso deste remedio deve
ter descasco regular, c&di da excessos.
Deve pasesar em bons dias, evitando o ar
da noite e aa humidadei A sua alimen-
tac,3o deve ser substancial : boa carne,
p2o, legumes, fructas, etc.
As'iin curam se doente di pu monia,
-Hito j se tem carado muios, salvndoos
de urna morte certa !
E' nico agsnte a Companhia do Dro-
gas.
Estou salvo!!
Atiesto que sotlrendo Dastaote lempo de
urna dy-p"|isi atroz qu- me impossibilitara o
imbaibo. aconselhado cr diversos amigos para
usar as pillas anti-lypeptica-< do Dr. Heinsel-
mannn. fiquei radicalmeoie bom.
Kecne, 2 de Maio de 1833
Raa Marcilio Dus n. 28.
Cuatoiio Pereira de Axares.
Vtdro 2000. Duna 20^000. Meia duzia
103000.
Venne-se em lorias as pbarmrcia.
Deposito geral
PHARMA0IA maranhao
Ra Marcilio Diaa n. 135
Casa de peosoes para
dceates
Urna familia com pratica de informara
se dedica ao tratamento de alguna doentes
cuja molestia nSo seja contagiosa.
No tratamento ae em pregar prudencia,
seio e aasere, observando-se restrictamen-
te a nstruccoes do medico respectivo,
convindo que o doente assim tambem o
faca.
Oa precos nSo seiSo exorbitantes e sim
regulares a vista do trabalbo no tr.-.tamento
e dieta a observar.
A tratar na rus EstreiU do Rosario, n.
32, 2' andar.
Tosse asmathtica
De Jaguarao foi nos enviado o segninte
attestado :
Eu abaixc aaaignado, major reforma-
do do exercito, attesto que scffrendo de
urna tosse asmathtica, de maitos annps,
acht-me hoje restabelecido com o uso do
Peitoral de Cambar, do Sr. J. Alvares
de Soasa Soares, de Pelotas.
Fernando Jos da Gama Lobo. *
(A ora. eat reconbecid&.)
E' nico agenta neste Estado a Com-
pauhia de Drogas.
A pura verdade
Atiesto que tend aconseinado a mais de qua
renta p-ssoas as plelas anti-av-pepticis do Dr.
H-Mnzeimjnn. todas se curaram e tic .ram sene
eacommodo aigam, tanto em gaslro enterite
como dyspepsia-
Peroambuco, 2C de Mio de 1893.
Ra Marcilio Das n. 91.
Francisco Ferreira de Almeida Crnz.
Vil") J*000. Duzia 20/000. Meia dazia
lOOOO.
Veode-se em todas as pbarmaciis.
DEPOSITO GERAL
Ptiarmacia aranho
Raa Marcilio Das u. 135
Um caso perdido!
Com referencia a um caso de tabercu-
lose pul > onar, ais o honrado estancieiro
Sr. Vicente SimSes Filho, morador em
Sarandy, Rio Grande do Sul :
... Empreguei todos os recursos
para salval-o da morte :
alaoaaada1Saafea.Aana.d0 Livramonto,
a qaem consultei, deolararam ser caso
pe.-dido e motil^qualquer tratamento, vis-
to o estado adiantado da doenca: o Dr.
Fialho, porm, aoonselhoa me o Peitoral
de Cambar A de V. S-, tal ves nicamente
para sotsfaoor-^ne, e foi com este prepa-
rado qoe o meu filho se carn!
Fcente Simos Filho.
(A firma est reeonhecida.)
E' agente a Coarpanhia de Drogas.


\




-
-

"^


ario ae PcroaniDaco
Club Beneficente dos Offi-
ciaes da uarda Na-
cional.
Tendo o concolho director em saa ses-
to e 14 do correte deliberado em vista
do estado anmalo em qae te aoha o
Club, Qomear a oommiaaSo execativa
abaizo aaaigoada afim de aob ana esoloai-
va direocSo tratar da ana reorgaaisaclo,
ato por nSo poder eata associacSo conti-
nuar aem ter.urna le que eatabeleca qaaea
oa aeaa fina, direitos e iatoreasea de aeaa
aaaooiadoa, todo iato devido ao aea actual
presiiente, cue b oonbece por lei aaa
vontade, e aendo neoeuaro que a claaae
doa cfficiaes da Gaarda Nacional, techa
orna associacSo bem organiaada na qaal
poaaa encontrar defesa para seus dirvitoa
e interesaos, resolveu a oommiaaSo nSo
obatante a oppcaicSo que lhe faa o actual
preaidente capitio Camino Jonior; ton-
vocar ama reoniSo qoe dever ter lagar
no da 27 do correte pelaa 5 horaa da
tarde no predio n. 2 roa da Imperatria,
para o qa convida a todos oa socios do
Club, bem como a todos oa Srs. rfficiaes
que deaejam o bem eatar da claaae a
comparecer no dia cima indicado.
Recife, 24 de Julho de 1893.
Tenente Fraocuco da Nati vid1'de Sal-
danha,
Presidente.
Tenente Paulino da Silveira Pinto,
1*. secretario.
TeuenteSalastianno Lopes do Reg Barros
2.- dito.
Tenente JoSo Bibeiro Guimarl.es,
Thesoureiro.
Alferes Honorio L>. Jos Sarpaio,
O. ador.
Formulario interna-
cional
Eis o que dia o Sr. Dr. Pirea de Al
meida, em sea importante c Formularlo
Internacional. >
... Bem avisado andn o Sr. J. A
de Soasa Soares, de Pelotas, preparando
com eaaa especie o aea Peitjral de Cam-
bar, que tive occaaiSo de examinar e
com pleno conbecimentoacocselho o sea
aso com a maior confianca... >
O agente a Companhia de Droga.
Dr. Carneiro Leao
Medico parteiro, residencia e cnsulto.o
rio ra do Livramento n. 31, 1.' e 2.-
andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qnalquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades : febres, partos e mo-
lestias de criancas.
Aadr Burity
Declaro que fui mordido de ama casca
vel, e curei-me aem ceasar durante maib
de 4 annos, cando-me ana buracos chsgo
os nos tjs que se sarava um abra outrc
mmediatamonte ; ficando ainda com para-
ysia em ama mSo d'esde qoe fui mordido -
Aconselhado a fazer nao do novo reme,
dio o=Elixir M. Moratopropagado por
D. Carlos, tomei-o bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem ainda
nao conhece o Elixir M. Morato eu de
C0MMERC10
lia ComiMerelal de Pernal*
bnee
COTAgKS OFFICIAK8 DA JUNTA DOS COK
RKTORE8
Prosa do Recife, 25 de Julho de 1893.
Obrigacoee da Compan Pernambocana do
valor ae 200*000, joros de 6 0/o a 192*0:0.
Na Bolsa venderam-se:
25 ObngacOes da Compaabia Pernambucaoa.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto P. de Lemos
Cambio
PKAQA DO K'CIFK
Os bancos abriram com a laxa de 11 5 8 sobre
Londres a 93 das, oa tomadores retrahiram se
para 11 3/4, a 1 bora da tarde baixaram para 11
1/2 a qae tffectuaram-se limitados negocios, re
casando continuar a saccare ao fechar cootioua-
vam a dar 11 1/2 com tomado es somente a
11 5/8.
Em papel particular nocoostou negocio.
PBACA DO BIO D JANK1RO
Os Bancos abriram de mann com a laxa de
11 5/8 e de tarde a 11 1/2.
Cotacdes de genero*
Para o agricultor
ASSUCAR
Branco dem dem .... 4*800 a 61500
Smenos, idem idem. 4*500 4 4*700
Mascavado dem idem 3*600 a 3*800
Broto idem idem.....3*500 a 34700
Broto melado......3*400 a 3*500
Rtame idem idem .... 2*600 a 2*700
Algodo
Colamos a 10*200 nominal.
Aleool
Por pipa de 480 litros 280*000 nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros a 180*000 nominal.
Couroi
Seceos salgados na base de 12 til s a 70) rila
nominal.
Verdea a 420 ris nominal.
Hel
Por pipa de 480 litros 90*000 cminil.
Carnauba
Cola-se d 9*000 a 15*000 por 15 kilos nomi-
nal.
Borracha
Cuta-se a 20*000 por 15 kilo
claro qae este remedio i santo, porque
ai milagrea.
Porto Folia.
Andri Burity
Deposito em Pernambooo: Companhia
de Droga* e Productos Cbimioos.
Boa Mrquez dOlinda, 23
Loterias o r d i n aria s
em favor do muni-
cipio de Olinda.
Abeganda extraccao da
primeira lotera ter lugar
infallivelmente no domin-
go 30 do mez corrente a
1 hora da t- rde.
Buhe es ve oda em to-
das as casas lotricas e na
Thesouraria em Olinda,
no Varadouro.
Para tncomendas no es-
criptorio da Fabrica Phe-
nix.
O thesoureiro,
M. Lopes Vieira.
tabe j.a das intsadab dfc amdrab at-oodZo Mea de Julho
Entradas ABSU-car Alzo, dio
Vaporea...... airada dp Ferro Central. dem de S. Francisco dem de Limoeiro . Das 1 i 24 1 a 25 1 a 24 1 a 22 4 a 21 1 i 20 Saceos 14071 665 1918 9485 1262 Saccas 1170 4701 2226 1397 3105 5148
Somma . 27399 17747
E' o giande depurativo
descoberto dos indgenas
cujo, tem a propriedade de
curar a syphilis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
como por encanto, e curar a
morpha cerno por mila
gre.
O apreciamento do gran-
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario d'este seculo,
taes sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Pernambuco
Companhia de Drogas e
Productos Chin, icos: ra
Mrquez de Olinda n. 23
Regalador da Narioba
Concertase relogios de algiheira, pen
dalas de torre de igreja chronometros de
marinba, caixas de msica, apparelbos
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo qaalqaer, objecto tea*
dentes a arte mechanica.
9Boa Larga do Rosario9
Importaco
Vapor inglrz Mariner, entrado de Liverpool
e Lisboa, em 21 e consignado a Blackburo Need
hain e C.
Carga de Liverpool
Arcos de ferro 499 feixe a Boxwell Williaos
e C, 119 a Prente Viaooa eC,304a Viaona
Castro e C, 399 a A. D. C. Viaooa.
Arroz 60 saceos a Sulzer KioITmana e C, 2C0
a ordem.
Amostras 1 totume a ordem.
Agna mineral 20 caixas a Costa Lima e C.
Ac 25 feixe* a Miranda e Souza.
Bigoruas 5 a Rjis e Santos.
Balaocas 4 volumes a Miranda e Sooza.
Barr i Qa 25 (ambares a Jo.- Soares Seixas, 100
a ordec, 15 a L. Ferreira e C.
Barras de ferro 100 feixes a A P. da Silva e C ,
41 a ordem, 50 a Perreira (iu maraes e C, 164 e
1217 barras a Albino Silva e C.
Carvo de nedra 493 toneladas a G eat Wes-
tern of Braall Company.
Chapeos 2 caixOes a Rapbael Das e C.
Lalgados i caixo a Tnormz de Larvalho eC
Carvo elctrico 1 caixa a J. de S. Aeuiar.
Canos de ferro 87 feixes a ordem, 45 a Perrei-
ra Guimares e C-
Cidra 200 caixar a Compaobl? de Estiva.
Cb 7 grades a ordem.
Cbapas para fogo 50 a A. D. C. Vianna, 100 a
Perreira Guimares e C-, 119 a Vianna Castro
e C.
Cobre 13 volumes a J. S. Aguiar.
Estaubo 1 barrica a Albino Silva e C, 10 a
Ferreira Guimara.es e C.
E i topa 5 fardos a J. de S Leilao.
Elstico 1 caixa a Ramos Genpert eC. la J.
R. da Silva e C, 1 a A. D. C. Viaooa.
Eoxadas 10 barricas a Prente Vianna e C,
30 a J. T. Careiro.
Pogareiros 130 a Perreira Guimares e C.
Perragens 17 volumes a Prente Vianna e C,
18 a A. P. da Silva C, 2 a Viuva de Manoel
dos Santos Viiiac, 27 a Albino Silva e C, 4 a
Rodrigues e Saatos, 2 a Miranda e Souza, 2 a G.
de Souza Peixe, 4 a Gomes de Mallos Irmos. 31
a A. D. C. Va ma, 2 a A. dos Sanios Oliveira,
35 a Perreira Gaimares e C, (5 a Vianna Cas
Polh.a de Klaadres 10 caixas a A. Picio da
Silva eC.
Dita? de ebumbo 6 volamep a ordem.
Folies 11 volumes a A. Silva e C.
Ferro gusa 40 toneladas aoa he rde i os B,\v
mano.
Genebra 25 caixas a Das Fernandes e C, 30 a
ordem, 1 barril a J. Howe.
Louca 71 gigas a ordem.
Liaba 10 caixas a Oliveira Bastos e C, 8 a or-
dem.
Mater.aes 5916 volumes e pecas a Companbia
de Fiaco e Tecidos.
Mercaionas 2 volumes a Parete Vianna e
C i a Netto Campos e C, la Beitrao e Costa,
2 a Manoel Collaco e C-, 1 a Casado e Oliveira,
l a Francisco Lauria e C, 13 a A. D. C. Vian-
na e C, 1 a Pedro Antones e C 3 a Nortn Bra-
silian Sugar Factory, 2 a Great Western of Bra-
sil.
Maleriaes para engeobo 97 volumes e pegas
aos berdeiros Bowmam.
Macbmismo 22 volumes e pecas a Rodrigues
Lima e C, 1 a ordem. 155 a Cardozo e Irmos.
Oleo 5 barris a C. G. da C. Moreira e C
Objectospara gaz 7 volnmes a Empreza.
Ditos para estrada de ferro 3 volumes a Es-
trada de ferro do Recife a Caxaug.
Ditos para escriptorio 1 caixa ao Banco de
Pe-oambuco.
Ps de ferro 40 feixes a A. Silva e C.
Provif Oes 4 caixas a Dias Fernandes e C.
Papelao 34 cnixis a ordem.
Phaspboros 10 coixes a ordem.
Pregos 1 barrica C. G. da C. Moreira e C.
Queijos 12 caixas a Sulzer Kauffmam e C.
Spinto 20 caizas a ordem.
Sacos 4 fardos a R. de Carvalao e C-, 9 a
ordem.
Salitre 30 baaricas a Parete Vianda e C.
Tecldos 5 volames a Guerra Fernandes e C,
Estupendo
corar em trea dias gonorrheaa ebro-
oicas oa recentes, como acontece oom o
remedio vegetal qae ae chama InjeooSea
Anti-blenorrnagioaa de M. Morato. Cora
gkrantida em tres das, seja qual for ana
tureaa do paciente.
A InjeccSo Anti-blenorrhagioa de M.
Morato, veode-se em Peruambuoo, na
Companhia de Drogas e Productos Chi-
micos.
Ra Mnrqaez d'Olinda, U
Dentista
o Dr. Otear Leal forma-
do pelaa Vacuidades de Paria,
Lisboa e Bahit, de yolta da
saa Tagam Europa, abri o
sea gabinete roa do Bario
da Victoria n. 37.
Colloca dentaduras aem chapa
iovenc&o do Dr Clessier e por
todos os systemas.
Extractos sem dor com o
emprego da cocana.
As obtoracSes e ourificacSes
s&o garantidas e attende-se gra-
tuitamente a rcclama^Ses du-
rante o praso de um anuo.
Telephone 49 9
Dr Coelho Leite
Participa aos seus clieots que mudou
o consultorio para o primeiro andar do
predio n. 36 da roa Marques do Olinda,
antiga da Cadeia do Recife.
Elixir ante-febril Cardoso
Manoel Cardoso Jnior
ipprovado em 21 de Marco de 1890 pela inspe
clona geral da digna junta de oygiene do Re
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre-
rado segundo as regras pbarmaceucas. acn
if lindas pelos autores modernos e do recoune
si ia capacidade scienf.tica tanto no pas com
q ee*.:angeiro.
Es. i Elixir o producto nao s do grande es
f do das acedes paysiologicas das substancis
; mo tambem patbologicas.comotambem o re
pitado das mmensas applicagOes nos diverso
asos de febres de fundo palustre.
A apolicacao deste Elixir oa grande eptdem
le bexigas de 1890 a 1891 mais urna vez de
nonstroo a soa eficacia ; poia no principio doe
j.-imeiros sympiomas a bexiga aborta, em ca
ios mais adiantadus a bexiga passa a ser urna
loenca febril vulgar apresentandu pequeas to
netac6es que com a coatioaaco do Elixir de
upparecem sem todava apresentar recelos d
serlgo.
Oa muito atestados publicados no Diario d*
?ernambuco e Gazeta da Tarde* provam o que
uzemos.
Nos casos de febre aroarella o efleito admi
'avel.apresetando pbenonoenos to mara7ilbo
sis que nesta cidade do Recif do ",io dk
/aneiro pouco receio causa a febre amarella.
sesmo estando o doente com vomito preto
laoguineooestes ltimos periodos ento na
i* "anu a applicaco em alta dose, des
a tabella aonex-
Bste Elixir ja conbecido do poi..j 6 de oa
grande numero de dignos mdicos e. -".senta
io para combater os diSereotes incc.mmou.'' to
los elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occasiao de fazer
ipphcacSo as febres erysipellosas e com tac
oom resaltado qae Acarnos admirados de tao al
tos efleito.
.Pela pratica ebegamoa a eonneeer qae noo
itaqoes ae febre erysipellosa oo er^sipella con
valgamente se dia necessarip o uso de 10 d u
io Elixir.
Nos grandes incommodos das senboras, mens
triacao, gravidez e nos casos de parto com fe-
e de um resaltado mallo certo e seguro e
aa conposicao tao simples qne nao offeracc
ireeio de applicar o Elixir nem "tuesmo em doee>
. jperiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que desejv
-em fuer oso deste Elixir em saa clnica nao si
lujeitarem oossa prescripc&o, mas sim fazer t
pplicac&o em barmooia com os casos qne dse
a rem combater, cortos de que o mdicamente <
le composico innocente para organismo po
ais frgil que eejs.
Mode de asar
AV criaocaa at om iholOgoUa de >m> )
tune ib ana ::\t~.: :z isaift -als ."rf.B
tlt.
De um aano a tres io gotas.
Da 3 a 10 anuos em dtante. 40 ec'.in- o,c.
Estas doses derem sempre ser appiicadaa eu
agna tria.
Depoaltoa
Companbia de Drogas e Prodncios Cbiusicc:
Recife, ra do Marques de Olinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosarlo n.
3.
Puarmish Oriental, roa E3treila do Rosa
.S
Pbarmacia Alfredo yFerreira, ru- do Barto ai
Victoria n. 14.
Pharmacia Martios, rna Duque de Caxias t
Pbarmada Ribeiro praca Maciel Piobeiro 22
Para qnalquer informaco sera encontrado c
autor na rna do Rosario Estreita o. 17.
Os nosbos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'nm lado teem gravadoElixir ante-febr.
i no outroManoel CardosoPernambuco, e to
Jo os prospectos sao assignados por Manoe!
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forer
issignadoa.
. Dr. Frellas nlmarars
MEDICO,
Tem o sea onsultono na ra Deque
de Casias o, 61, 1. andar, onda ser
encontrado de 11 1 hora da tarda e
reside do Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Comptabiiidade e escripui-
rac,ao mercaatil
CURSO THEORICO E PBTICO
A tralar com o professor Manta,ra Duque de
Caxias n. 74, 1- andar.
I.4 aecoao.Secretaria do Governo do
Eitado de Pernambuco, em 21 de Julho
de 1893.
EDITAL
De ordem do Ezm. Sr. Dr. Governa*
dor do Estado faco publico, para os devi-
dos fias, qae ao pro vi monto da serventa
vitalicia dos ofihios de 1 tabelliao do pu-
blico, judicial e notas, escrivSo de or-
pbSos e annexos do mun cipio de Trium
pho, conc^rreram deotro do praso legal,
os cidadSps Deodato M-mtairo e Joaquim
JoE d; Nascimento Wanderley, e fra
do memo praso o cidadao Gailherma
Duque Becerra.
O secretario,
Joo Augusto Ferre'ra L ma.
Thesourc do Estado de
PerDambuco
EDITAL
De ordem do II ustre Dr. Inspector
d'este Thesouro, convido aos Srs. poJ-
auidores das apolicea sob na. 240, 10, cO,
157, 33, 9, 5, 44, 161 e 250, emitti-
das a favor da Usina Bamburral* a vi-
rem resgatal as e receber os respectivos
juros at 31 do orn-nte mez, cortos de
qae, deaae dia por diante oSo vencerSo
mais juros as referidas spolices.
Secretaria du Tnesouro do Estado de
Pernambuco, i 7 de Julho de 1893.
Servindo de secretario,
Epamnondas Pinto Bandeira A. de Vas-
concettos.
Op<
medico bomeopatha
erauor e parteiro
O Dr. J lio Mario, formado pela F-
culdade do Rio do Janeiro, com longa
pratica nos Estados do Maranhlo, Pan e
Amazooaa, onde tem esta io na propagan-
da de bomeopathia ; demorando sf algum
tempo nesta capital, oie ser procurado
para os misteres ce sua profiaSo, a casa
da sua residencia, ra da Imperatriz n 20
Io andar, ou no laboratorio bomeopathico
do Dr. Sabino.
Consultas na ana resden ia das 6 as 8
horas da manhi ; co Laboratorio Hemeo-
p tbico das 2 a 4 da tarde, todos os dina
atis.
Chamados por escripto.
Attende a chamados para o interior do
Estado.
Especialidades
Partos, Molestias de mu beres, criancas
e agudas d-s vas respiratorias e circula-
torms.
13 a Albino Amorime C, 9 a Manos Camioba
e C. 37 a Rodrigues Lima e C, 17 a Go.ga ve-
C nba eC, 16 a N. Maia e C. o a Souza No
gueira e Comp.,82 a Alfonso Mia Comp.. 14
a Alvea de Briio e C, 9 a ordem, 6 a Morera
Oliveira eC, 3 a F. da Silva Piulo. 53 a Macha-
do e Pereira, 14 a J. Gocgalves e C, 4 A. Le-
pes-e i;., 11 a Olilo Jardim e C, 3 a Q To-to
e C, 2 a J. Ferreira e C, 3 a L. Mala o C, 6 a
A. Man e C 1 a F. d'Azevedo e C, 10 a Beroet
e C, 2 a M. da Cuoha Lino.
Trapos 1 farde a Vianna Castro e C. 4 a Albi-
no Silva e C 13 a J. L. Aguiar.
Timas 25 tarDores a C. C. da C. Moieira
eC.
Vcllas 200 caixas a ordem.
Vidro8 4 baaricas a oriem, 20 a J. S. Aguiar.
2 a Silveira Pioto e C, 54 a Gjmes Vianna e
C.
VioSo SO caixas a ordem.
Wbirkj 15 caixas a H Fletcber.
Carga de Lisboa
Batatas 100 caixas a Silva GuimarSes e C, 50
a E. M. de Barros, 1 aC, F. Azeveco.
Ceblas 50 calxaa a ordem, 50 a Silva Guima-
res e C..25 a B. M. de Barros.
Cal 50 barricas a Santos Figueiredo, 203 a
Guimares e Valiente, 50 a Meneses Scbiappe
e C, 50 a ordem, 50 a Coimbra Guimarea e So-
brinbo.
Drogas 10 volumes a M. J Campos, 10 a Com-
panbia de Drogas.
L'.vrosl caixa a L. A. da Silveira, l a L. Ro-
cha.
Mozaico 121 grades a ordem.
Macas 6 caixas a Pog.i Mendes e C.
Roldas i 9aecos a A. K-m Sa:cessor.
Vinho 20 oipaa e 90 barris a Companhia d'Es-
tiva, 17 e 20 a Joaqcim Ferreira de Carvalbo
e C, 14 e 30 a A. M. la Silva. 5 a A. Lopes e C,
(0 a Abrantes e C-, 10 a A. Martina eC, la C.
F. Arevedo.
Exportar o
BBCIFE, 24 OS JULHO ou 1893
Para o exterior
No vapor ingles Maraobense para ew-
Yorck. rarregaram :
Sonta Hogueira & C. 1.835 pilles de cidra s
750 ditas de carneiro.
No vapor ingles Mariner, para Liverpool,
carreearam:
B. Willians & C, 1,000 fardos com 176,700
kilos de algodo.
No patacho nacional Rival* para o Porto,
carregaram :
Paiva & Va i en te, 100 saacos com 9,231 kilos
de algodo
Para o interior
No vapor nacional MaraoQo, para o Rio
de Janeiro, carreearam :
Joo Layo, 1.000 saceos com 69,000 kilos de
assucar branco e 500 ditos com 30,000 kilos de
assucar mascavadj.
D. P. Porto Bailar, 80 pipas com 37,200 litros
de agurdente.
J. Pater & c., 2,000 saccas com 120,000 kilos
de assucar mascavado.
Pereira Pioto & C, 60 pipas com 28,200 litros
de agurdente.
Para a Victoria, carregaram :
E. E. Beltro de Irmo, 50 barricas com 3,000
kilos de assucar refinado.
No vapor nacional Manos, para o Rio
de Janeiro, carregoa :
Manoel S. Franco, 180 kilos de qneijo naci
nal.
No vapor nacional Parabyba, para o
Par, carregaram :
Coelbo Pioto & C, 25 caixas com 300 kilos de
cidra.
No biate nacional Deas te Salve, para
o Natal, carregoa:
Jo&o Soasa, 30 caixas com 660 kilos de sabo
No biate Correio de Maca:, para a villa
de Toaros, carregaram :
Joaqiim Salgaelral & C, 4 barricas com 240
kilos ue assucar refinado.
No biate D. Antonio*, para Mossor, car- \
regaram :
jeeqaias SbUueirai oc C, 4 barricas com 360
kilos ae assucar refinada e 11 ditas com 908
ditos Je as.iucar oram-o.
Jeao Sunzi, 20 caixas com 440 kilos de sabo
Jj: Soares de eixas, 50 c.ixas com 1,25"
kilos de sabo.
Ildefonso Farnar.les, 30 caixas com 690 kilos
de sabo.
Jos de Mac.'do, 15 caixas c 2 barris com 310
litros de viobo de (rucias.
endino ote a pabll K*X DB JULHO DI 1893
HfsaUlja
Renda geral
Co da 1 a 24 1,193:806*529
Idam de 25 50:U35J953
-----------------1 243:842*482
Renda do Estado :
Oo da 1 a 24 113:927^059
dem de 25 3:C8;U405
-----------------U7:610*.S4
Somma total
1,361:4521^46
Segunda secgo da Alfandega de Pernambuco,
25 de Julho de 1833.
O che!e da scelo,
Manoel Antcnino de C. Aranba.
tbesoureiro.
Laz Mauoel Rodrigues Valenga.
RECEBEDOLA DO ESTADO
Do da 1 a 24 60:6731032
dem de 25 ll:72z36ij
Do da 1 a 54
dem de 25
RECIFE DRALNAGh
72:3951898
2:785480
99418Jl
3:7801311
errado Municipal de 8. Joa
O ra vimtnto deste mercauo no da 22 de
Julho foi o segninte Entraram.
41 Dota pesando 5,986 kilos.
280 kUos de peixe a 50 ris 51600
8 compart. com marisco" a 100 ra. 1800
4 ditos com camarOes a 100 ra. 1400
33 columnas a 600 rs. 194800
2 cargas de gailinhas a 500 n. U000
2 cassna com gallinbas a 300 ra. 1600
46 cargas de farinba a 200 rs. 91200
5 ditas com feijo a200 rs. 110 i)
45 lagares a 200 rs. 91000
21 sainos a 200 rs. 41200
10 cargas de milbo secco a 200 rs. 2*000
4 ditas de amen loim a 300 ra. 11200
1 ditas de macacheira a 300 rs. 1300
1 dita de cebolinbos a 300 rs. 1300
10 ditas de batata a 300 rs. 31000
2 dita de canoa a 300 rs. 1600
2 ditas de banana a 300 rs. 4600
1 ditas de Iaranjas a 300 ra. 1300
3 ditas com froctas diversa? a 300 rs. 1900
6 ditas com milbo verde a 300 rs. 14800
50 ditos com verduras a 300 rs. 151000
7P ditos com farinha a 400 28*030
9 co^psrtimentos com fressuras
a 600 rs. 5*400
45 ditos com lasendas etc. a 600 ra. 274000
34 ditos de comidas a 700 rs. 234800
11 ditos de saineiros a 14 114000
6 ditos a 700 rs. 44200
46 tainos a 24000 924000
Rendimeulo dos d'as l a 22
2694000
5.7081480
5.9774480
Procos o da: _^
Carne verde de 24o a 720 ris o Kilo.
Sainos de 800 a i 4 ris dem.
Carneiro de 14 a 14200 ris idem.
Farinha de 320 a 500 ris dem
Milbo de 800 a 4900 ris idean
feijo da 14600 a 24000 idem
1.* aceao secretaria do Governo do
Eatade de Peroambuco em ''2 de Julho
ds 1893.
EDITAL
S. Exc. o or. Dr. Gk-veruador do Es
tado manda f zer publico, para oa dovidos
efiFeitos, c ed.Ul u-r.ixc ti-anicripto poodc
em concurso os officioa d- Io e 2' taoel
leSo do publico, judicial e notaa do muni-
cipio de S. Joae do Egjpio, servinilo o Io
de escrivo de orpbSon. da provedoria e
residuos e o 2' de escrivo das executBes
CV8.
O secretario,
JoEo Angus'o Ferreira Lima-
EITAL
O Dr. Francis3o Botelho de Andrade,
juia de direito do municipio de AtogHdos
de loghseira, c m jariad'Cgao extensiva
ao de ?. Jjb fio Egyptn, Co Estado de
PernHmju<:o, em vinu --o da i-i etc.
F../. Haber i. quein interessAr poaaa,
que com o praa:>
  • deata ti: est abirto o concuso para
    provimento doi offijios du primeiro tu-
    bellio a escriro da civil, orphSos da pro
    vedona e de rasidu b, de seguodo tabel-
    liao e BMfivSu do civel o execu^o; c "eis
    e de ecnvao privativo do j iry e execu-
    ckb crimiaaes, do municipio ce S. Jos
    do Kgypto, creado por el n. 1428 de 2-
    de Mai > do 1879, exercido o primeiro
    pelo 8erVKntuano Guatavo Ernestino d
    Cunha Qih'o, cuja vaga ouve logar por
    inr sido concedid. a pedido do mesmo
    aerventuano a exonerayllo do referido
    cargo.
    O segundo por nao ter s do ainda pro*
    vido por nao baver coccurr?ntea*
    O coacurreutea devnro jiatar em ori-
    ginal as Bus peticSes os seguintes docu-
    mentos :
    1. Auto de exime de suficiencia.
    2o LertidSo de idade.
    .tlovlmciaik. do corlo
    Navios entrados r.o na 25
    C^ar e escaia6 dias, vapor nacional
    tJaboatai de 391 toneladas, comman
    danto Joao da Silva Pereira, ejutpa-
    gem 30, carg varios gneros a Compa-
    nhia Pernambucaoa.
    Liverpool,56 dias, oarca noruega cEmi-
    lie> da 316 toneladas, capitSo A. Turp,
    eqaipagem 9, carga carvSo de pedra a
    Companhia do tta.
    Harbor Gracc,3S diaa, lugar iaglea
    Clutha de 244 tineladas, oapit.lo O.
    G. Joyce, equipagem 13, carga baci\-
    lhau a Blackoura Noadbam & C.
    Navio sahido no mesmo dia
    Rio de Janeiro e es/, a, vapor nacional
    Maranhao, commaauaote Guilberme
    dd Castro, carga varios gneros.
    Navios esperados
    Do Rio de Janeiro
    Barca portuguesa Tnucnpoo.
    De Pelotas
    Patacho sueco Z'us.
    Patacho suer.o Kilma.
    Lugar oglez Nrw Day.
    Logar noruegueore Loanr-e.
    Lugar mgiez it-un-i. .
    Patacho allemo Honsont.
    Lugar ingles C Tnorera.
    De Swanse
    Barca iogleza Sbarry.
    De Carrliff
    Barca norueguense Victoria.
    Barca norujgnense Galathea.
    Barca norueguense Gler.
    Barca inglesa Solden Suoset.
    De Liverpool
    Barca norueguense A. B, Bol.
    DeHarahurgo
    Lugar bollaodez Johana*.
    Lagar alleaao Seora*.
    Barca allem Qaitana.
    Barca iogleza Stramsam.
    De Londres
    Lugar inglez Haroet.
    Barca noroegueuse Paiander*
    De Glizabeth
    Brigue noruegeea-? Westa.
    DaTer.-aNova
    Logar inglez Viola.
    Logar inglez Florence.
    Vapores a entrar
    Mea de Julho
    Sal ......... Estrella..........
    Sui.......... Ocano...........
    Europa....... Colonia..........
    Sal.......... Itatiaya..........
    Earopa....... Tagua............
    Europa....... Leibntz..........
    Earopa....... Baha............
    -uropa....... Dea k...........
    Sol.......... Planeta..........
    27
    27
    28
    28
    29
    30
    30
    30
    30
    Vapores a sahlr*
    Mea de Julho
    Snl......... Tagus............. 29 as 3 c.
    Sal.........Cotona. ..........30 as 4 h.
    Sol..........BaAi'a............ 31 as 4 h.
    Norte....... Olinda............ 31 as 4 b.
    SEGSOS
    MARTIMOS COHIBA FOS
    coapaohla Phenlx Per-
    nanbacana
    . A DO COMINMERC.
    3. Certificado de esames de por*
    togaes e arithmetica.
    4 FolhA corrida.
    5 Atteatado medico de capacidade
    pbysica.
    6/ Procaraoo eipecial, ae reqaererem
    por procurador.
    7. finalmente ontros docuneDtos que
    forera coovenieot- para prova de capa-
    cidade profiasionkl; tudo de conformida^e
    com o art. 210 e seos paragrapbos do
    decreto n 2420 de 23 de Abril de 1885.
    E para qae chage ao conhecimento
    doa iotereaadoa pasiou-se o presante que
    aera publicado pela impreoaa e afiizado
    no logar do coa tu me.
    Ddo e passado nesta villa de S. Jos
    do Egypto aos 2 dias do mes de Julho de
    1893.
    Ea Francisco Baptist Gorcalvea, es-
    crivo into-ino o eBcrevi.
    O juiz de direito. Francisco Botelho
    de Aodrade.
    Certifico ea official do justic servindo
    de porteiro que affizei no logar do cobtu-
    me o edital supra e dou f.
    Vill* de S. Joi do Egyoto 2 de Julho
    de 1893.
    O official de juKtijvFraticsco Fortu-
    nato de Campos Salles.
    Eit conorme e oosfera com o original
    e dou f.
    Villa de S. Joc do Egypto 2 de Julho
    de 1893.
    Eu Francisco B .ptiata Goncalve*. es-
    crivSo interino o escrevi.
    5a seceo.Secretaria do Governo do
    Estado de Pernambuco, em 17 de Julho
    de 1893.
    EDITAL
    De ordem do Exm Sr. Dr. Governa-
    dor do Cmado f meuto doa iatereaB>8, O edital abaixo
    transcripto chamando concurrentes a spr--
    aeotaco de pnotns e ornamento para
    edificaco e um theatro a capital do
    Estado de Alagos.
    O secretario,
    Joao Auguito Ferreira Lima.
    ElitalU Sr. secretario interino dos
    negocios do iote.'ior manda kbrir concur-
    rencia e oriem do Sr. Gover. ador,
    pelo praso e 3 meees, contados d boje,
    a arresontacao de plantes a ornamento
    para a edibca(,o de uin tbeatn neata
    capit-il. servindo de base conutrueco a
    quant'a de 300:000^000, vo.ada pela iei
    o. 49 de 13 de Jun.^o du corrate auno.
    Os concurrentes tlevem ter em vista,
    para o calculo da luUyvi d> mesmo thea-
    tro, a p.ipulayo futura desta cidad., que
    actualmente de crc de 3'),000 almas e
    que deatro de poucos annos dever du-
    plicar ou triplicar, atiento o movimento
    progrestivo do Estiro.
    Ser preter, a a planta que maisso-
    recommeodar pela grandeza do ettylo,
    oroameotafSo e boas coodijSes da ajua
    tica ptica, lolidci e acommodagSes.
    O autor da planta ser o arcnitecto do
    edificio
    Secretaria dos Negocias do Ioterior do
    Vstxdo das Alagoas em alasei, 5 de
    Julho da 1893. M. L.uriodo Jnior,
    director addido.
    5* Secgao.Secretndolo Gjver- io Estado
    de Pernambuco em 1- de Julno de 1893.
    De ordem d- S. Exc. o Sr. Dr. Governador do
    Esiado fago poDlico. conforme solieltou a Secre*
    tana do hstado aos Negocios da lodostria, Via-
    Co e Obras Publicas, em oflicio u. 200, ae 33 de
    J un to ultimo, o edita! aoaixo trauscnpio, acerca
    uo levatitameoto da ceogao fela pela ageccia da
    Cumpaudia Liverpool aud Londou and Glob lu-
    iu-ance qoe allega ter cessado suas eperaces^
    O Secra ario,
    Joao Aujms.o Ferreira Lima.
    Secrelaria de Esia-lo dos Negocios da Indus-
    tria, Viacao c Obras Pubiicas
    De ordem do Sr. Minia ro. faco publico qoe,
    teodo a CompunOia Liverpool aa* Lonai.u and
    tiiob lossrauce requerido a < .-La miuisterio o le
    vaotameoio da caoce para fundo de earaniia d
    f ua aeeocia no EsUdo de Pernambuco, visto ter
    esta cessado as suas op-raj-s. deverio ser tra-
    siaa.'t ao cor.becimeoto deste ministerio, a odia
    31 de Julho prximo futuro, quaesquer reclama-
    cues que possam os nteressados fazer a tal respe!-
    io, alim aeser i< pedido da ic-m. Comoaobia.
    Ur- i-'or.a Geral da Iaduatria, em 23 de Junho
    de 18D3.
    O directo' geral,
    Thomaz Wallace da Gama Ceconbra.
    Alfandega de Pernambuco
    i:iiii ai. S. 16
    Pea inspeciona da Afandega se faz publico
    que no da 31 de Julho viodouro, serao vendi-
    das porta desta Hepartico, em hjfta publica,
    icentas de direuos, as mercaduras abaixo des-
    cripias, qoe nao fo-am despachadas por seus
    donos cu consigna arios no prazo da I- i. aos
    quaes, alias, li-a marcado o prazo de 30 d-.js, a
    coiiur desta daia, para ae reiirarem, sob pena
    de realiead-.. a venda, lj se attender mais a
    reclamacio altriria.
    As mercadonas seio expostas ao exame dos
    iejteressados e o arrematadle ser ongado, sob
    pena de molta, a entrar com o preco da arrema-
    tacao dentro do pra20 de 48 horas.
    Armazem n. 5
    Um encapado marca Kaullmaun, n. 1, entrado
    oo armazem em 1 de Dezembro de 1891, vndo
    de New Yo.k no vapor americano Segurancaj,
    nao coostanao a consignacao e conteuao amos-
    tras.
    Um peso marca APS & C, sem numero, entra-
    do em 10 da Mjio de 1889. viuao de Liverpool
    no vapor inglez Sculptor, consignado a An-
    tonio Piolo & C. contendo obras de ferro fundi-
    do, pesando 20 kilos.
    Urna caixa marca ES cima e P abaixo, n.
    14, entrada em 13 ae Noveunro do ano an-
    no, da mesma procedencia, no vapor inglez
    Lasell, nao consiaudo a cansigoacao, coaten-
    do amostras de papel para W ro de sala.
    Um atado marca S/m, sem numero entrado em
    lo ao dito mez e aano, a mesma procedencia,
    oo dito vapor, nSo constando a consipnaco,
    contendo amostras.
    Urna caixa marca AC 4 C, sem nnmero, entra-
    da em 13 de Janeiro de 1890, vioda de Liverpool
    no vapor inglez Edictor consignada a Aran-
    jo Castro & C.contendo amostras.
    Urna turnea marca diamante SHC cima e B
    ao centro, n- 1/40, entrada em 20 do dito mez
    e anno, da mesma procedencia, no mesmo va-
    por, consignada a Sonza, Bastos, Amonra & C,
    contendo amostras de loaca, pesando 9 kilos.
    Seis caixas marca Nogoeira, sem numero, en-
    tradas em 4 de Otunro do dito anno, viadas de
    Manaos no vapor nacional Manos nao con-
    stando a eonsignaeo, contendo 288 garrafas de
    capacidade at 500 grammas, com agua mineral,
    pesando liquido legal 115 kilos.
    Um pacota marca S Santos 4 L. n. 61, entra-
    do em 21 de Novembro de 1890, vindo de Liver-
    pool no vapor inglez Scholar ignorando se
    a consignaco, contendo amostras.
    Duas barricas marca B3 & C, n-. 13 e 14 en-
    tradas em 4 de Fevereiro de 1891, viudas da
    mesma procedencia, no mesmo vapor, consigna-
    das a Bartnolomeu 4 C. Snccessores, con:endo
    oxido de cbnmbo amarello, pesando liquido le*
    gal 193 kilos.
    Urna chapa de ferro, marca APS 4 C, sem
    numero, entrada em 6 do dito mez e anno, da
    mesma procedencia, no mesmo vapor, nao con-
    stando a conslgnacao.
    Um pacote, marca AB cima e MW abaizo, n
    37|40, entrado em 16 do dito mea e anno, viaejt
    I
    m
    *



    mam
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    "ITT
    }

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    'i ni., ifiui isirt
    V
    isa

    it ilifiHi' ifininiBi





    Piano d+t Pernambco Quarta-feira 26

    do Norte no vapor ingles Scboiar, aso cens-
    uado a consignaco, contendo amostra*.
    Uffl dito, marca BAG cima W .baixo, d. ti,
    dem, dem, idem.
    Um dito, marca G. Fernandos C, n. 4, dem,
    dem.
    Um dito, marca Wfl cima e W abaixo, o.
    1U|13. idem, idem.
    Um dito, marca taller A C, o. II, idem.
    idem.
    Um dito, marca S B Amorim & C. o. 2a, idem,
    idem.
    Um dito, marca WH cima e W abaixo. n.
    14i143, idem, idem, do vapor ingles Mer-
    cnaai, idem.
    Urna caiza, marca G C, o. 101, entrada em
    5 de Maio do dito aooo, viodo de Boraesoz oo
    vapor (ranees Gongo, > co-signada a G. Cbau
    d-ou. comeado 2i meias (arralas de vioho com-
    mnm, meiinao aove litros.
    Urna dita, marca J. Pater & C, n. 38, entrada
    em 9 do dito mez e aooo. vioda de Liverpool no
    vapor iogles Actor, igooraodo-sa a consigna
    cao, contende 15 kilos de imoressos em orna .
    co-.
    Un pacote, ru?rra WH cima e W embaizo. o.
    146, entrado em 21 do dito mex a anao, mesma
    procedencia no apor ingles Harioer, > igoo
    tarta a consi.naco, con endo amostra*.
    Um pacote. marca A B Soares, o. 503. entrado
    em 17 de Julbo do dito anoo, vlndo de Sootbam-
    ptoo no vapor ingles Clyae, consignada a
    Ad. E. Soares, contendo a'no-tra*.
    Um dito, marca D C Vianna. n. 542, itero
    idem, consignado a A. O. C. Viaoaa, mesmo con-
    tento.
    Um dito, marca G. de S. Peize, n. 514, idem,
    dem; consigoaao a Gnanno de ouza Peize. o
    rnesnio coote o.
    Um dito, marca G. U. Irmo, n. 32. entrado en
    20 do dito mez e aono, vinio de Liverpool oo
    vapor iogles Actor, nao constando a consigna
    cao e contendo amostra-.
    Um cesto, marca J A G e d amante B no cea
    tro, o. 1/43, idem, dem, coosignado a J. Amo-
    rim A C. contendo amostras de louca.
    Urna caiza, marca triangulo, F no centro e R
    D aos lados, o. 80, entrada em 24 de Julbo o
    dito aono. da mesma p ocedencia, na m-'smo
    vapor coas goada a Recife Draioage C. L-. con-
    loado limalba de Ierro grossa, pesando 326 ki-
    los.
    Urna ba-rica, marca I A V & C cima cWS
    abaizo, n.'13/21, entrada em 4 de Agosto do diti
    aooo, da mesma procadeucu ao vapor ingles
    Mortner, consignada a Jos de Araojo Veiga
    & G., contendo amostras de louca. n. 1 e 2.
    Una caixa, m*rca A B i i,'., u'. 7520, entra la
    em 23 de Se em->ro do dito anoo. vinda de Haro
    cur_o no va.;o- allemo Belgrano, nao coa
    taa o a coosigoacSo, contendo molduras don
    radas.
    Utna barrica, tnarc P, o. 1, entrada em 6 de
    Outnbro do dito anno. viuda ue Liverpool no va-
    por ingles Actor*, nao constaouo a ctmsignacSo
    e contendo obras de ferro fuaJido simple?, pe
    ando liqodo le>-al 122 ki!o<.
    Una caiza, marca O S & P, n. 350/369. entra
    dn em 27 do dito mes e anno, viodo de Ham
    burgo no vapor allemo Patagonin>, consignada
    a Gharles P'ym dt (i., contendo 12 garrafas com
    8 litros de vinbo commum.
    Una dito marca AL cima e JG, F UF abaizo,
    entrada em 9 de D-^zembro ds 1891. vintia ue
    Bordeauz, no vapor Fmncez Oreooque con
    signada a Augusto Labille, vasia
    Sera marca, um altado, sem numero, enira i
    em 19 de Janeiro te 1892, vinda de Liv. rpool no
    vipor iogles Marine- i So constando a con-
    'gnac-, contendo obras de ferro balido oi-
    ikelado, pesaido G k loe.
    Urna caixa marca BA, entraba em 20 de Ja-
    neiro de 1592, me-ma procedencia o.i mc-mo
    vapor, igoorad- a cousignacn, contendo ril
    nao especificado, pesando 26 kilos e casemira
    de l sivi'll i 33 kilos.
    Urna narrica marca GL cima e D abaizo en-
    trada em 1 de Aoril do dito anno, mesma pro-
    cedencia no vapor ingles Me:cbant coosig-
    opeo ignorada, contendo ferro para cortar ca
    pim (ferramenla grossa), pesaado 178 kilos.
    Dous gz.-rafOes quebrados ui-rca G, G. en
    trados em 12 nc Maio do dito anno, viudos de
    Trieste no vspjr aos triaca Baross, consig-
    nados a ordem.
    Urna calza marca AB, o. 675. da mesma pro-
    cedencia no vapor au-triaco Polloce entra
    da em 21 delimito de 1892, coosignado a a. G.
    Benevite, conteu.io papel para cigarros em folba,
    pesando liquido le.; I 117 kilos.
    Urna dita marca Atf. n. 676, idem idem.
    Urna dita m-rca, ABC. n. 870, entrada em 12
    de Joibo de 1892, viada de Aom-rpia no vapor
    ingles l cklow, coasunado a ordem, cout.-o
    do laminas de vilro polido sem ac de mias de
    3" de espessura.
    Seis folies grandes para ferrreiro at de
    largura, entrados em 19 dd J ilho de 189, viu-
    dos de Liverpool no vapor inglez Scuolar ,
    consigaados a Jacimbo Azevado & c,
    Urna barrica marca diamante W B n. 19
    entrada em 22 de Julbo do dito anao, vinda de
    L;verpool no mesmo vapor, ignorada a consig-
    nado, cooteado ccaoesOes de ferro.
    Tres sacos marca B, S, sem nmeros, en-
    trados em 28 de Outubro do dito aono, vindos
    de Lisboa, no vapor ponueuez Alice con
    sigoados a ordem e comeado 220 kilos de
    fejSo.
    Urna caixa vasia marca SP Bahia, o. 26,
    idem idem.
    Alfaadegn de Pernamboco 27 de Junbo de
    1893.
    BarSo de Sousa Lefio.
    Dito de Iouc e vtdroi 2.500*000
    Dito da cor. 62W-00
    Dito da pitos, maiici a
    i .i, tramen toa 6250000
    Dito deaalliaa o arroioa l.OOOfJCOO
    BefinasiJ es 6.2500000
    Typographias e lytographiai 2.400(5000
    Recebedoria do Estado de
    Pernambco
    EDITA L H, 10
    O admioistrador da Recebedoria do Es-
    tado fas publico a quom iateressar poasa,
    que, dan tro de triota das uteia improro-
    gavais contados da 22 do crrante, serlo
    arrocadadoa, i bocea do colre, oa impos
    toa abmxo meocionados relativos ao 1.'
    semestre do exercicio em vigor do 1893.
    Receben oria do Estado de Pernambuo,
    17 do J ilbo de i893
    Affmao d'Albaqueroue Mello Jnior.
    iMPOBTOS A QU 8B REFKKE O BDITAL
    SUPBA
    Relagao dos ottabelecimento$ nesta c'dade
    que pagam obr valor locativo
    L.jas
    Bahs, camisas, lonja de barro e flan
    dres.
    Officicas
    Marmsre, tartarngu^iro, serigueiro, re-
    lojoeiro, ourives. mpalbador. gravador,
    .abridor, marcineiro, ferr ro, Iftoeiro, tor-
    neiro, canteiro, togaeteiro, chapeca, tan
    caria, tamaocos, eapatos, canos, carrosas
    o violas.
    Casas
    Cabellereiro, barbeiro, montuaria, ima
    gens e ornamento para igreja. tinturara
    e modaB.
    ArmazeuH
    Cal, cimento, sal, materiaes, madeira,
    depsitos e agencias de leilas.
    Estabeleoimentos divar.-os
    Cocheiras, cavallarias, photographiaa e
    encaderoacoes. I
    Est3o sujeitos ao imposto de 40 (, so-
    bre o valor locativo, alm dos estabeleci-
    meotos cima meocionados a que nSo es-
    ti ve. era comprehendidos na tabella aprie-
    sa a loi do orcamento.
    As sssisteotes pagam 40 "o sobre o
    valor locativo da cas, de sua residencia.
    204000 sobre oa depsitos dos estabsleci-
    meotos sujeitos ao imposto de 40 [0.
    Impostas diversos
    2(000 por tonebtda de alvarenga ou
    canda de carga e descarga.
    Impostos de 50(00, 100000 e 200000,
    sobre os estabeecimentos commerciaes
    applicados a extinrSo de iacendios.
    Companhia do Beben be
    Os Srs. occionisUs desta Companhia sao coo
    vldados a se renoirem em sssemDla geral ordi-
    naria no 41a 31 do correte mes, ao meto da
    no 1* andar do predio o. 71 a rna 15 de Novem
    bro, para nssistirem a leitora do relatono, del!
    berarem sobre as contas e parecer da commis
    sao fiscal, relativo ao anno social lindo em 3,
    de Abril feste aono, assim romo elegerem o
    preside ate e secretario d* assmbla geral e
    commusSo fiscal e resolverem sobre qualqoer
    assumplo de oteresse par a Compaobia.
    Recife, 15 ae Uno de 1893.
    Geciluno Mamede Alves Kerreira, director ge-
    reo te.
    Manoel JoLo de Amorim. director secretario.
    Alfaodega
    Aforamento de terreno de marinha
    De orden do Extc. Sr. iosp-cior, leodo o co-
    ronel Jos Rufino Climaco da Silva requerido
    por aforamento entre ootros o terreno ae mari-
    nba devoloto sito ooo'iio sul da rasa n. 101 oa
    roa velba de Santa Rita, fregu-iu de S. Jos,
    convido o possuidor do terreno da mesma casa,
    como coofleane, a vir derlarar no praso de 30
    das si quer ler pref-rtncia no alladi-lo afora
    ment, ae aceordo com ^ decreto de 22 de Fe-
    vereiro de 188.
    Em 19 de Jolnode 1893
    0 2- escrplorario.
    J. H de Oliveira Amaral.
    Companhia Agrcola e Mer-
    cantil de Perr.ambuco
    De conformidade com o arr. 6 e eus g do
    decreto de 1 de Janeiro de 1890, arha-ce na
    sede desta companhia, roa do Viscoode de :a-
    parica D. !8 i.'andir, da, 11 ho-as da manh
    s 3 da urde, c. p: da balat,gj, da relago no-
    minal dos Srs. accionistas e a lista das ira s
    renciag de argftes. qn Rcam ?uppns38 dursn e
    30 das, nos lermosdo ari. 29 dos estillos.
    Manoel Jao de Amorim.
    Presidente.
    Banco Popular
    4* dividendo
    Coovi lo aos ai*rioot?t:<8 degte Banco n=-ra vi-
    reui re-.eber na sede "o mesmo, do din ii destfl
    em dhmie, o qu^rto divi j. i do de snas acc6es,
    relativam ote ao -emestre, Oudo era 28 de Junho
    p'uxiuio paseado, a razao oe 8 por eruto ao
    anno.
    Recife, 22 de Julbo de 1893.
    Albino Narciso Haia,
    Secretario.
    rematada qoalqoer quantidade dos mesmo*
    arttgos.
    Para qualquer exame oa explica co so
    intoroasados podarlo aa dirigir ao almoxa-
    rifado deste Arsenal das 9 horas da rna-
    nhS aa 3 da tarda.
    Soorotaria do Arsenal 'de Groerra do
    Peroambu-o em 24 de Julho de 1893.
    Jos Francisco Ribeiro Machado.
    Secretario.
    Sociedade Reaaria e Des-
    tillagao Pe'nambucana
    O presideote desia sociedade, em viriude do
    que pre eitoa n art. 16 do decreto de 17 de Ja
    neiro ae 1890, saieotitica qoe fleam a disposigao
    dos Srs. accionistas, no escriptono da Socieda-
    de rna do .ommercio n. 34, as copias oo ba-
    laceo, relacao nominal dos accionistas e lista das
    transferencias readsadas no decurso do aono
    fiado em 30 de Junbo prximo passado.
    Recife, 21 de Julho de 1893.
    Juao Feroaodes Lopes,
    Presidente.
    S. R. J.
    Hecebedoia do Estado de Per-
    namboco
    Edital n. 9
    O administrador da Recebedcna do --
    t.do de Pernamnaco, fas publico para-
    conhecimento dos respectivos contribuin
    tes, que dentro d<< 30 dias uteis improro-
    givais contados de 15 do crrante, serSo
    arrecadados bocea do cofre, os impostos
    abaixo mencionados relativos ao l.- se-
    mestre do exerc.cio em vigor de 1893.
    Recebedoria do Estado do Per .ambuco,
    10 de Julho de 1893.
    O administrador.
    Ajfonso de Albuqaerque Mello Jnior.
    Jaros e resgate de apolices
    municipaes
    EOITAL
    O Prefeito do Recife mania faze pu-
    blico que, no da 26 do correte, das 10
    toras da maoh" s 2 horas da tarde, se
    p nicipal do K-'cife os juros de Io semestre
    veacido, das apolices muncipaes da 5a
    Serie o de ns. 1 a 20, sendo na mesma
    occ&siSo resgatados 50 |, do valor das
    mesmas, comorme o dispu>to as condi-
    i,o .'B de sua auctorisaylo.
    Outro sim. manda o mesmo Prefeito
    fazer sciente a seus po>suido es que, do
    dia 26 pir diante nSo vencsrSo ellas juros
    do valor a resgatar, anda mesmo que nSo
    sejao aprsenla as para esse pagamento.
    occretari da Prefeitor, 24 de Julbo
    de 1893.
    O scretario,
    Joaquim Jote Ferreira da Rocha.
    P-gi
    DECLARACOES
    THEATRO
    Impostos a que se refere o
    Armazem oa loja da ferra-
    gens, miadezas, quinoui
    lharias e machinas de cos-
    tura
    Armasem de bacalho
    Oito de farinha de trigo
    Dito de assucsr
    Dito de xarque em grosso e
    a retalbo
    Dito de massames
    Dito de inspeccSo de algo-
    dSo
    Dito de compra e venda de
    algodSo denominado
    prensa de algcdSo
    Dito de vender drogas e
    pbarmacias
    Companhia de seguros o
    agencias, comprehendida
    qualquer pesaoa que no
    carcter de agente de com-
    panhia fier contracto
    desea natureza
    Casis de vender bilhotes de
    loteras
    FondicSe* a vapor
    Fabrica de calcados nao
    comprehendidas as peque-
    as oficinas em casas
    particulares oa as lojas
    Loja de joias somente oa
    joids e relogios
    Dita de chapeos
    Dita da chapeos de sol com-
    pro: didas ssofficica dens
    tro do estabelecimento
    edital supra
    5.C005003
    7 5COI0OO
    7.500S0OO
    22.5U0i>000
    10.00050CO
    l.OOOjJOOO
    7.5005000
    3.7508000
    7.5005000
    .'0.000,5000
    15.000^000
    3.7505000
    1.2505000
    11.2501000
    6-2505000
    3.7505000
    Companhia Sooza Bastos
    De que faz parte al.' actris cantora
    PEPA WIZ
    ltimos espectculos desta
    companhia
    ULTIMA SEMANAN
    HOJE
    Quarta-feira 26 de Julho
    9a recita fie mm\
    Sociedade Recreativa n-
    ?entade
    Partida do 89* anniversano em li de Agosto
    Os s-iotiores socios, luteressadoa pela nessa
    fe8!a aoolte'saru. qneiram informarem se oa
    ln focial ao- direlios que Ihe assisiem.
    Secretaria do cotelbo uodo de reserva, 18
    de Julbo de 1893.
    0 2- secretarlo
    _____________________ A. Costa.
    Companhia Ferro Car-
    ril de Pernambco
    Divi Jendo
    No dia 55 do corrente, oeste es- riptorio e no
    Rk de Janeiro a ra do General Cmara n. 6S,
    cometa o pagamento do diviieodo di>s accOes
    testa comnantiia. reiativo ao 2- (emesire lio o
    err. 30 de Jonoo prozimo pasa-do, a 7000 por
    accao.
    scriplorio da Companiia Ferro Carril de
    Pernamboco, Recife. 2 de Jolho de 1893.
    Felippade Araujo Sampaio,
    Gerentp.
    Companhia de Tecidos de
    Mal ha
    Stima chamad* de capital
    De ordem da directora, convido os sennores
    accionistas tiesta compannia para realisarem n
    stima prestacSo de 10 0/o ou S0000 por acr;ao.
    a' o diit 31 do corrente, no escriptono do itie-
    sooreiro da mesma, a roa Primeiro ae Marco,
    anta do Crespo n. 7.
    Recife, 1 de Jclbo de 1893.
    Alfredo A. P. Frapo?o
    Director eere ario.
    ULTIMA REPRESE 1TACA) da lindissima
    opereta em tres acto?, veri-ao de GERVASIO
    LOBAIO, msica de E. AUDRAU
    MISS HELYETT
    O papel de protogonista pela actris
    3P333PJ.
    Comoysr s 8 1,4
    AOS SRS. ASSIGNANTES :
    Qualquer S-. A>8ignante que naoqueira as-
    sistir a esta recita lera a bon ade de apresen
    tar na Oilheteria do tusatro o respectivo bilbete,
    al as 3 horas da larde, pira receber a Ba im-
    portancia.
    Amanha, Quinta-feira
    Feslas dos artistas ENCARNA CAO RES E
    CAET*NO RES lint Um por Tina Un.
    com sorpresas e novidades.
    Sexta-feir 28
    10.a recita de assigoa'.cra com a ultima re-
    presenugo do
    BURRO DD m. ALCAIDE
    Teado esta companhia de partir para Europa
    no vapor Orenoque no dia 1 de Agosto, o seo
    ultimo espectculo ser definitivamente na se
    gunda-feira._________________________
    Banco de Pcroambuco
    DIVIDENDO
    SSo convidados os senbores accionistas a vi-
    rem receber no escriptorio deste Banco, do dia
    23 em diante o 7* divideodo de suas accedes, na
    razao de 10 0/0 ao anno, corespondente ao 1-
    emesire lindo em 30 de Junbo prximo pas-
    sado.
    Recife, 21 de Jolho de 1893.
    Pelo secretario
    Amonio Fernandes Ribeiro.
    Companhia Agrcola e Mer-
    cantil de Pernambco
    Assembla geral
    Res termos dos arts. 29 a 31 dos EVatntos,
    sao convidados os Srs. accionistas i se reunirem
    em asemMa geral ordinaria no du 8 de Agot
    to oroximo futuro, s 11 boras da uiaoba, no
    s.laa da Associac&o Commercial Agrcola, atim
    de se proceder exame das contas da adminie-
    traeo, ouvir a leitnra do relatorio e parecer
    fiscal, deliberar sobre os raesmos, e em seguida
    proceder se elerjaj do conceibo riscal, tudo
    de conforenidade com o art. 35 dos referidos Es
    tatotos.
    Rtcife, 22 de Julbo de 893.
    Manoel Joao de tr.orim.
    Presidente.
    Companhia Indus-
    trial Pe rna m bu
    cana
    Os possuidores de de-
    bentures da primeira serie
    desta companhia, io con-
    vidados a virem receber
    no escriptorio ra do
    Commercio n. 6, 1. andar
    os juros respectivos ou cou-
    pon pagavel no corre ite
    mez
    Recife, 24 de Julho de
    1893.
    Arsenal de Guerra
    Dedoordem Illm. Sr. m&jor director fajo
    publico que no i ia 28 do corrente as 11
    horas da manh, terSo de ser arrematados
    por qnem maior pre9'j offerecer, os arti-
    gos abnizo destarados, a saber :
    Viaturas com rodas 27
    Bombas r a-a incendio 3
    Carrocas com pipa para agua 4
    Carroca com caixa 1
    A50 fundido em barra.
    Aotimuoio.
    Bigorcas para funileiro 3
    Banheiros de folha 2
    Chago para tanoeiro 1
    Massss percas para eserc'cio de forja 28
    Pipo de madeira 1
    Rebuja para funileiro 1
    Ferro velho.
    Cobre velho.
    LatSo velho.
    Chumbo velbo.
    Bronze velho.
    Enxore.
    Observares
    Os proponentes apresentarSo suas pro-
    postas em duplicata relativam"nte a todo
    oa artigos oa a cada um, podendo ser ar
    Companhia Trilhos Urba-
    nos do Recife Olinda e
    Beberibe
    Assembla Qeral Extraordinaria
    De ordem do Sr. Presidente da Assetn
    bla Qeral ter logar 00 dia 3 de Agosto
    a continuaco da ieselo em suspenso,
    visto j ter a oomsiseiii Fiscal d. do o
    parecer sobre a proposta da direstoria
    qoe dever ser tomada em coosideracSo :
    e tornar-se urgente nma deliberajSo em
    tace da Portari* d> 21 -e Julho, publi-
    cada na revista diaria do Diario de 23
    do corrente soba asignatura do Ezm.
    Sr. (invernador do tatado, sobre o modo
    pelo qual se deyer oplicar a lei n. 1973
    de 23 de Marco de 1839.
    Essa assembla geral taaccionar ao
    meio dia ao salSo das s- atoes, no edificio
    da estacSo da ra da Aurora, e com o
    nona o de accionistas que comparecer,
    visto ser urna sessSo em continnacSo de
    urna terceira coovoeacBo
    Escriptono do gerente 24 de Julho de
    1893.
    Antonio Pereira Simoes.
    Hospital Portuguez
    de Beneficencia
    Premio a virtode
    A junta administrativa do Hospital Portoguez
    de Beoecenea, tendo de adjudicar o premio de
    SOOOOO tilba ou Btw familias, natu'al da
    cidace do Recife, que pelo seu trabalho honesto
    tixer coDcorr rio eflirasmente para susteri:a(&o
    de seus paes, cu assisiiio a seu pai ou mi com
    verdadeira dedicaco amor filial, dorante do-
    enga grave e prolongada,, premio que foi in-
    stituido pelo fallecido commendador Amonto
    Jec de Uagalrtfies Baotos, cnacoa s pessoas qoe
    se julfjuem no chso de concorrer a esse premio
    a apreeeoiarem do praio de 60 das, contados
    desta data, na secretaria deste hospital, os do-
    cumentos comprobatorios de sua preltocao, os
    quaes devem declarar: nome, eftado, profisfSo,
    idade e residencia; e provar ser natural desta
    cidade e haver preenchido os requisitos exigidos
    pelo testador, sendo para este fim iD uma ex|.' s:lo dos factes em que fundam sua
    preteoQo.
    Secretaria do Hospital Portugucz, 14 de Junbo
    de 1893.
    A. J. Barbosa Vianna,
    i secretario.
    Circular
    Alfaodega do Estado de Pernambuc, 2z de Ju-
    lho de 189).
    Tendo tomado posse e entrado em exercicio
    boje do cargo de inspector desta Alfandega, oara
    o qual fui nmeado por decreto do eoverno fede-
    ral, ',0 aos Srs. collectores do Estado, para sea co-
    nhecimento e devidos tos.
    Alexaodre de Sooza Pereira rin Carmo.
    Matriz de Santo Antonio
    Veneravel Irmandade do
    Santissimo Sacramento
    CAPELLANA
    Adiando se vaga a capellana aesta veneravel
    irmandade. por motivo de molestia do sacerdote
    qoe a occopava. convida se a qoalqoer Sr. sa-
    cerdote qae pretenda a mesma capellana a
    entenderse com o irmo juiz Francisco Jos
    dos Passos Gaicna'es. a roa do Bom Je3ns n
    60, rta- 10 hora* da inanh s 4 da tarde.
    Consistorio, 24 de Julno de 1893.
    O escrivao,
    Neiva Jnior.
    Olinda
    Juizo da provedoria escrivSo Dr.
    Caldas
    Pelo D'. juiz de direito da p'overloria desta
    cidade, foi tranferida para o dia 29 do correte,
    s 11 horas a praca das casas 0. 23 da roa de
    S. Pedro Marty, a'valiaJa em 200*000, e n..8 a
    rea do Amparo, avahada em 150*000, casas
    estas perteocentes aos herneiros e legatarios de
    D Joan a Evangelista Borges Salgueiro.
    24 de Julbo de 1893_______________________
    Costuras do Arsenal
    de Guerra
    De ordem do cidadao major director deste
    arsenal, distribue se costuras dos das 27. 28 e 29
    do corrente mez com as costureiras possuidoras
    das guias de ns. 601 700, de conforaridade
    com as orden? em vigor.
    Secgao das cosieras do Arsenal de Guerra do
    Estado de Pernambco, 26 de Julho de 1893.
    Flix Antonio de Alcntara,
    Capitao adjunto.
    Rae das Peroam bocanas
    4 Jos Cae tan o M- Vieir,
    oficina de funileiro 480000
    30 Arthur Chnstiano Gomes,
    barbeiro 1205O0O
    38 Joaquim Antonio da Cos-
    ta Ferreira, taverna 2408000
    26 D, Castello Braooo & Ir-
    mSos, idem 1920000
    Roa de Joaquim Nabuco
    i8 Francisco Qnirioo de Mel-
    lo, deposito 216IC0O
    20 Companhia de panifica-
    980, padaria 3000000
    36 Jos Callado de Hollanda
    Rgo, 2400000
    27 Selva & Sobrinho, pbar-
    macia 2100000
    29 Alves & Ribeiro, averna 3OO0OO
    35 Antonio Jeronymo d'Al-
    meida, barbeiro 1200000
    39 Antonio Alves Pacheco,
    taverna 24O/J0DO
    47 Francisco Ribeiro Mues,
    deposito 1200000
    Sua da Qrac<
    3 Jos Moreira da Si.va,
    taverna 20J000
    13 J0S0 Beaerra de Sonsa,
    dem 84S000
    Estrada d'Agua fria
    9 Firmino Quedes de La-
    cerda, taverna 1440000
    Estrada da Tamarineira
    9 Antonio Felisardo d'Amo-
    rim, taverna 1440000
    Estrada dos A'fHictos
    20 Angosto Leal 4 C, ta-
    verna 2000000
    Travessa do Portell
    15 Antonio d'Almeida & J ,
    taverna 14-ii'XO
    Roa de Santo Elias
    14 Joaquim da Costa Pereira
    Torres, taverna 12C0OOO
    Ra Nunes Machado
    2 D, Jos So&reB Ferreira,
    taverna 1200009
    Ra da Hora
    20 Joaquim Albino A C, ta-
    verna 1800000
    Estrada de J0S0 de Barros
    6 Herculaoo Xavier Pmbeiro
    barbeiro 100SOOO
    6 C, Azevedo Mello & C, ta-
    verna 3OO0OCO
    20 A, Manoel Joaquim dos
    Santos Ferreirw, dem 2000000
    22 C, Silva Maia & C, 960000
    Traversa dt M tinha
    5 Desiderio Buzilio de Luna
    tavern 12CS0C0
    Estrada da Poate d'Uoha
    20 Luiz Jos Alfonso, taverna 240(>030
    21 Jes Jbcintbo de Oliveira,
    idem 30030CO
    57 Martins & Ribeiro, dem 3600000
    57 A Os mesreos, oadaria 1200.00
    Ra do Cont-nda
    2 Arantes & Oiiveira, taver-
    na 2400G0
    Estrada de Belm
    6 Julio Costa, taverna 144$03O
    12 D, Manoel Jos Furtad ,
    idem 14O0O'.VO
    10 Q, Antonio de Britto Lyra,
    dem 1200000
    3 Jos Joaquim dos Saotos
    Jnior, idem 1200000
    Ra de S. J0S0 de Paria
    Sem numero Manoel Luis Al-
    ves, taverna 600000
    dem Francisco de Assis, idem 6J0OOO
    Travessa do Campo Alegro
    2 Joo Machado Botelbo, pa-
    daria e taverna 1203030
    Campo Grande
    Sem numero Ernesto Roman-
    eo de Gusmao, deposi'o 72$00
    dem Joaquim da Costa Gada-
    lba, taverna rJOSOCO
    Estrada Nova de Beberibe
    3 A, Jacintbo Soares Rapo-
    Instituto Archeologico e Geegra-
    phico Peraambocano
    Qoiata-feira. 17 do correnie, hora do cost-
    me, bavera sessao ordinan .
    Secretaria do Instituto. 25 de Julbo de 189J.
    U 2- secretario,
    J. O. Codeceira.
    9
    MARTIMOS
    Para o Porto
    Patacho Rival
    Recebe carga a frote por j ter parte engaja-
    da, e sablr sem maior demora ; a tratar com
    Amorim rmaos & C.
    Companhia de paquetes
    Brazil Oriental e Diques
    FJuctu antes.
    O paquete Guanabara
    Commandsnte Lacerda
    Segu res jes poneos dias
    para
    Macei, Bahia, Rio de Ja-
    neiro, Rio Grande do sul,
    Pelotas e Porto Alegre
    Para cujos porlos receber carga desde j.
    Este vapor Iluminado a luz elctrica
    e tem ptimas ccommcdacSes para pas-
    sageiros.
    Para carga, encommendas e passagens trata-
    si com os
    AGENTES
    Auioriii Irmos & C.
    3Sua do Bom Jess3
    PjcIc Steii Navegation Com-
    pany
    STRAITS OFMAGELLANLINE
    O paquete Potos
    E' esperado dos portea do sul
    at o da 3 de Agosto seguin-
    do depois da necessarla demora
    para Liverpool com escala por
    Lisboa, Bordeanx e Plymouth
    Para carga, passagens .encommeoas edinhei-
    ja frete trata se com os
    AGENTE
    Wilson, SDs 11, Limited
    10RA DO COMMERCIO10
    so, taverna
    120(5030
    10:0100
    96*000
    1000000
    lece be doria do Es-
    tado
    RelaySc dos oontribointes sujeitos ao im-
    posto de 30 (0 na fregnesia da Graga
    p-ra o ezercicio de 1893, procedida
    pelo lancador interino Augusto Cesar
    Pereira Caldas.
    Ra do Paysand
    2 Jos Ricardo da Costa &
    C, taverna 2400000
    4 Zeerino Luiz & C, idem 1700000
    Visaonde de Govanna
    179 Jos Latham, hospedara hOOCSOOO
    191 C. Borges Leal d C, ta-
    verna 24C8030
    213 Bento Mendes Saboiido,
    padaria 4000000
    215 Duarte Pereira & C, ta-
    verna 5000000
    217 Lombard Girald, cfficina
    de marcineiro 4000900
    Ra dss CrionUs
    24 PiotoB Santos & 0., ta-
    verna 3000000
    33 Severino Martins, idem 2009000
    37 Joaquim Antonio Pereira
    Bastos, pudn* 2000003
    2 Gustavo Ernestino da Cu-
    nta GilvSo, ideo
    Travessa do Feitosa
    6 Felippe Machado, taverna
    6 C, Hermioo Rodrigues
    Campello, deposito
    3 A Mello Costa & IrmSo,
    taverna WOSOOO
    1,* Socado da Rjehei"ria do Estado
    de Pernamouco, 5 de Julho de 1893.
    H. Peregrino.
    Relacao dos contribuintes sujeitos ao im-
    posto de 50,5000 pr agougue conforme
    a tabella de taza fiza da lei do orna-
    mento, na freguezia da Gra^a para o
    ezercicio de 193, procedida pelo lan-
    cador interino Augusto Cazar Pere ra
    Caldas.
    Visconde Goyanna
    219 Manoel arpineiroae Sou-
    za 500000
    Parrambucanas
    2 Manoel Carpinteiroe Sju-
    za 534000
    28 Vicente Ferreira de Santa
    Anna 590000
    Joaquim IVabuco
    37 Manoel Carpinteiro de Son-
    sa 50000
    Visconde Lcyo
    1 A' J0S0 dos Santos Rapo-
    so 50SOGO
    Estrada da Ponte d'Uchoa
    57 B, Joao BaDtista dos San-
    toB 5 $000
    Ra Amelia
    1 Leonardo Schuller Filho 500000
    Becco da Cruz dai Almas
    8 Companhia de Carnes Ver-
    des 5O0OCO
    Estrada de Joo de Barros
    4 E, ConceigSo d C. 5OS0OO
    6 E, Joaquim Nioolo Fer-
    reira 500000
    1.' seccao da Recebedoria do Estado de
    Pernambco, 15 de Julbo ds 1893.
    H. Peregrino.
    Obrigac,oes da Promo-
    tora
    Bcprestimo emittido pela Companhia Pro
    motora de Industrias o Melhoramentos
    De ordem da directora desta Companhia con-
    vila-seaos portadores destas obngac0?s a com-
    parecerem no escriptorio desta Companhia
    ra dos Tanoetros u. 2i 2* an^ar, das {O boras
    da manb s 4 da larde, al o da 30 do cor
    rente mes, atim Je iratarem de negocios de sen
    oteresse.
    Recife, 25 de Julho de 1893.
    Pela Companbia Promotora,
    Annes.
    CnpiMiaPiriaiiHii lila-
    Fernando de \oronha
    0 paquete Beberibe
    Commandante Io tenente Fabio Rio
    Seguir para o norto
    cima no dia j do
    correnie s 4 horas
    da ladre.
    Recebe carga, encommendas, paseagens e di-
    obeiros a frete at 1 hora da tarde do dia da
    partida.
    ESCRIPTORIO
    Ao Caes da Companhia Pernambucana
    n. 12
    Liovd Brazileira
    PORTOS DO NORTE
    O paquete PJaneta
    Commandante M. Azevedo
    E' esperado dos
    portos do sul at
    o dia 3o de Jn-
    Ibosegoindo de-
    pois de pequea
    demora para
    Parahyba, Nata!, Cesr, AmarraySo Mar,
    oto Para Obidos e Manos
    As encommendas serio recebidas at 1 hora
    da tarde do da da sabida, no trapicb& Barbosa,
    no largo do Corpo Santo n. 11.
    Aos S'S. cirreprdores pemos a sea atteccao
    para a clausula 10* oos conbecimentos que :
    Nc caso de baver 1 Iguma reclamac& contra a
    coapanbia, por avaria ou perda, deve ser eita
    por escripto ao agente respectivo do porto da
    descarga, dentro de tres dias depois de nali-
    sada.
    Nao precedeodo esta formalidade, a compj-
    nbia rica isenta de toda a responEabilidade.
    Para passagens, fretes e encommendas tra-
    ta-se com os
    AGENTES
    Pereira Carneiro & C.
    6 Ba do Commercio 6
    1B andar
    Companhia afina de Navega-
    C' a vapor
    Macei, Villa Nova, penedo, Aracaj, Es-
    tancia e Bahia
    O paquete Estrella
    Commandante Domingos Viegss
    E' esperado
    tio- portos cima
    al o dia S* do
    correnter regres-
    _______________ sando para os
    meamos depois da demora do costme.
    Para carga, assagens encommendas e diohei-
    ro a frete, trata se com o
    AGENTE
    Pedr:; Oorio de Cerqu^ira
    Sua do Vigario n. 17
    I* andar
    Liverpool Brazil and RiverPate
    Ihil Steamers
    L-'nha de Lamport and Holt de Nova-
    York
    O VAPOR BELGA
    L e i b n i t z
    E'esperado aqni
    at o da SO de
    Julho segnindo
    depoie de peque-
    a demo-- para
    Bahia e Rio de Janeiro
    Para passagens, etc., trata-se com os
    Agentes
    Blackbarn, Needbau & C.
    13Ra do Commercio13
    -v
    -

    I
    r
    i
    1
    ;


    .


    i
    1

    1.
    -*<... .t;
    ^
    ^m





    yre^ftattitottC>-^-^iii,ta--feira l6 ^SIRCEURS REUNS
    floapaahl* PraaMM
    DE
    navega?o a vapor
    Linha quiosenal entro o Havre, Lisboa,
    Perramboco, Baha, Rio de Janeiro e
    Santos
    O vapor Colonia
    Commandante Lequeux
    E' esperado dos cortos da Eu-
    ropa al o da *8 de Jolbo
    ..segoioao depois ua uemora ne
    cessaria para
    Jaula, Rio de Janeiro r llantos
    ESTE VaPOK"ENTRARA" no
    PORTO
    Rogi-se aos Srs. importadores de carga pelos
    vapores desta hoba. queirum apreseMar denUo
    de 6 das, acontar do da descarga das altaren
    gas qoalqner reclamado coocernenie a volomes
    3oe oorventura tenbam seguido para os porios
    o uI. afim de se poderem dar a lempo as pro-
    videncias neces8arias.
    Ex (lirado o referido praxo a companbia o So se
    re8poDsabil8a por extravos.
    Re.ebe carga, ercoromendas pasageiros para
    . qcae3 tem excellentes acconimodacOes.
    Para carga, passagens, en^ommendas e di-
    heiro a frete trata se com o
    AQ-NTE
    Auguste Labille
    9RA DO COMMERCIO9
    1 Hall Sira m\ uufli-
    W
    O paquete Tagus
    E' esperado des orlos da
    Enropa at o da 99 oo 30
    de Julbo, segumdo depoi
    da demora neceasaria para
    Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
    nos-Ayres
    Para carga, passagens encommendas e di-
    otaeiro a frete : tratare com os AGENTES.
    O paquete Trent
    Commandante W- H. Milner
    E' esperado do?
    portos do sol at
    o dia 1* de
    Agesio segoind
    depois da demora
    necessaria pa-a
    S.
    Vigo
    Vicente, Las Palmas, Lisboa,
    Soutamphton
    Este uiagofic.) paquete taz a va
    de Pernambuico a Lisboa em 9 diaa.
    Esta, compartis acoeita uor preces ra-
    BOBveia para Valpartiiao at Abril, passa-
    geiroa cora ests destino, por via do Bue-
    cos-Ayrea e estrada dos Andes.
    Tambero acceita ptesnaeires para i'ova
    York, va Sout'iampton, por especial ar-
    arnjo com a Companbia Ailemanha Lloyd,
    podendo demorarem-se na Europa cBo
    pesejarerii.
    N. B.Previne-se aos S^s. rpeeoedees de
    mercadorirf>, qo a Companhia Mala Beal Ingle-
    za, cootractoa cera ati-c-ral Steam Naviganon
    Coapanvom serv?" oe vaporea semanaes que.
    pariiodo'ce Borrieaux, ogoac, Charent, etc, de
    vem ebegar a Sjo'tiamptca a tempo de balde;:
    rerr as ca'gas aesttMdas a America do Sul,
    para os vapore? desta companhia.
    Reduc^o rica precos das passagens
    'a ida volto
    ALiJDoa i StaSM f. '-> 30
    A*SoatBamplon cas* i S3 t 42
    Camarotes reservados par oa csssagjiros ce
    Peraamboco.
    Par; pamagana, frer?. ncoacncadas, .rata-si
    com o'
    AGENTES
    & C
    moni;; a
    *'. 3 Km l
    rmao<*
    k.- m Jetva** S
    Empieza Fsperanfa Martima
    O paquets Ocano
    E' esperado des portes
    do ful oeste poneos dla3 e
    depots da demora mdisptn-
    eavel seguir para
    Rio de Janeiro e Santos
    Recebe carga e encommendas tratar com o
    AGENTE
    M. S. Maia
    Ra do Commercio n. 7
    ! andar
    Companha Pernambncana d< Na-
    vegado
    PORTOS DO NORTE
    Parhyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
    caty e Cear
    O paquete Jaboato
    Commandante Pereira
    Segair para
    es: portos cima
    indicados o dia
    38 de Jalb i, aB
    4 horas d tarde.
    Recebe carga, encommendas, passa* s e di
    nheiro afrete at i hora da tarde da dia da
    partida.
    ESCRIPTORIO
    Ao Caet daComoanhiaPernambucana
    n. 12
    generoi de nm eitabeleoimento de molha
    dose todo v
    Ao correr do marteflo
    Precisamente os jornaei desta oidade
    aonanoiarSo minuciosamente a indicaeao
    do da e lugar do referidoleiMto
    Leilo
    De cinco caixas com queipa do Reino do
    ultimo vapor era pequeos lotea a vori-
    tade dos compradores.
    Hoje, 26 do corrente
    A 1 hora
    Agente Pinto
    No armazem a ra do Bom Je$ut
    n. 52
    Por occasiao de om oatro leilSo de
    chapeos, tasen da i e miudeaas.
    Leilo
    De 3 caixas com fazendas a-variadas
    CONSTANDO :
    De chapeos de 12, ditos de baeta, ditos
    1S e de baeta para meo i dos, ditos de fe tra,
    abas largas, ditos de castor, bonete com
    galao, chapeos do palha para meninos,
    brannos e dt cores, gorros de cachemira,
    bonets de palha, chapeos spartorie para
    baptisadoa, chapeos para sennoras, gra
    vatas de seda, caixas com banha franu-za,
    dita nacional, lencos grandes da fabrica,
    conro de por^o
    peca de lona, mantas
    grasa em latas.
    Qaarta-feira, 26 do corrente
    As 11 horas
    Na travs?- do Corpo-Santo armasem
    n. 27
    O agente Martins far leilSo por conta
    e risco de qaem pertenoer de 3 caixas
    com mercadorUs avariadas d'agu do mar
    as qaaes toram transportadas para o re
    ten do armazem.
    Leilo
    De 1 excellente vacca tonrina com
    cria e 2 lindas garrotas tourinai prehes
    Quarta-feira 26 do corrente
    \'s 11 horas
    No armrzam a roa do Marqaez de
    Olinda n. 48
    Por eccasio do leilS > de diversos pre-
    dios.
    Por interveoQao do agente GusmSo.
    A's 10 !|2 horas
    O agente QannZo autornado pelos Srs.
    B.'ackburn Needham d Ca, agentes de
    Lloyd London e liceooa do Illm. Se.
    inepector da alfandsga e nomeacSo de
    om empregado >ia mesma, para IsiISo de
    todas as mtreadorias cima mencionadas,
    comecando o leilSo pelas mercadorias que
    se acbam no armazem d. 5 da .Alfan
    dega. .
    2. Leilo
    duzas de marroquim,
    para cavallos e
    De boaa predios
    Epoo de Antonio Jcaquim Vinhas Maia
    De metade do sebrado a. 5 da ra es-
    treita do Rosario, terreno foreiro
    A casa terrea n. 25 da ra do Fogo,
    terreno proprio.
    Um sobrado de 2 andares n- 64 da roa
    Lommas V- entinas, terreno proprio.
    Urna casa terrea n: 46 da ra de Do-
    mingas Jou Mkitins terreno proprio.
    Sexta-eira, 28 do correle
    Ao Kieiofe
    \o armazem a roa do Impera-
    dor hoje 1 & de .\ovcmbro
    n. 3
    O agente Martins levar a leilSo pela
    seguuda vez por mandado do Esm. Sr.
    Dr j'i'z da provedoria na sua prsenc;a
    os predios cima perteooentes ao espolio
    de Antonio Jaquim Vinhas Maia. Sor
    vindo de baso as offarias do primeiru lei
    ISo.
    Leilo
    Agente tfritto
    0 amato cima outorisado oor Joaquion
    da Cesta Silva Maia que se retira para
    Europa far lei.'So dos movis beguintes ;
    1 rcobiWa de amarello envernisada de
    preto, 2 marque des, 1 ospi-'h) ovl, quaiiro, jurro, 1
    tresa para jactar, 2 ap-radores, 1 >uar-
    queza, 8 uade>raa de junco, 6 ditas de
    amsrelio, 2 t-Bpreguicadeir s, louca ot-r*
    almofo o janthr, 1 mesa e trens de col-
    cha, 1 revolver. 1 bidet, 'ibjectos de ouro,
    camas o loca e outros muitos objectos.
    Roa do Riachuello u. 29
    Sexta-feira 28 do corrente
    A's II horas
    Leilo
    Leu
    ao
    D^ bons movis, esoelbos, jarros, po--
    colarss, vidrs e t*pet-8, s-..ber :
    Um \>\i- com I bofa, 2 .':i :bo!gs con tampo de pe
    dra, 2 cadeiras de bracos n 12 do gur-
    nig3o, 2 cadeiras do balarlo, 1 espelbo
    oval iioorado, 2 cttarers^ 2 estatuetas, 4
    jarros par- flotes, vazos com flores, 2
    cscarrad-;ir;.o, 1 tpete grande, torro de
    bA, 8 langa* para cortinados, e 6 pares
    de 'iodos cort nados.
    Un toilet de Jacaranda com gavetas, 1
    lavatorio, 1 guarda-vestido, 1 gotrda-rou-
    ps, 1 conmoda, 1 cama francesa, 2 mar-
    quesas, mezas de cama, 2 malas para
    i vieem.
    Urna rceza elstica com 4 teboas, 1
    gaardakloBOa, 4 apparadores torneados,
    1 relogio tie parede, 12 cadeiras do juc-
    c cadeiras de abrir, louca e porcelana
    pera cha e jantar, copos, clices, garra-
    fas, campoteiras, talrures, colberes, me-
    zas, trem de cozinba e mais acsessorios de
    caca de familic.
    nfiffpnt o0]D,dan- 48t ISexta-feira, 28 do corrente
    U sgente tiusmao competentemente au-j '
    torisado, far leil2o das casas cima, po-1 No sobrado da ra da Imperatriz n. 81.
    dendo iiesde j os Srs. compradores exa j
    mioal-as.
    De 2 casas terrer-8 a ro do Mrquez
    do Herval es. 53 e 60, tendo cad: urna,
    2 salas, 5 quart8, corred sinha, 2 qusrtos. cacimba e grande qaiu-
    tal, foreiras a Marinba.
    Tres casas terreas na. 45, 47 a 49 s
    travessa do Pocinbo ter.do porta e janelia
    de frente, 2 salap, 3 quartoa, cosinha,
    cacimba e quintal pequeo, terciras a Mu- j
    rinha.
    Duas canas a travessa da ra 3aia i3.
    4 o 16, de porta e janeia de frente, 1
    -a'a e 1 quarto, c sinha pequea f edif
    cada em tolo proprio.
    Urna das meibores casa a Ba-V-sgem
    sita a ru* da Auroran... com grandes I
    acommodarojs e sitio edideadf- em ter-
    reno foreiro ao patrimonio da Matriz o l
    sesmo lugar.
    Qiiarla-feira, 2 do correle
    A's 11 horas
    No armazem ra du Mrquez de
    Leilo
    (Em frente da Matriz )
    O agente Pinto levar ,a leilo os mo-
    vis e mfais objctos cima msncionados,
    'i: stcctei no obrado da ra da Impera-
    tris n. 4, om qm morn a Ezma. Sra.
    D. Rosa Vilhssa Almeida de Oliveira.
    De no variado sor ti ment de chapeos e
    mai.os outros artigos
    CONSTANDO DE :
    Chapeos de castor para bomem, chape is
    de palha para hornees e menioos, chapeos
    finos para senhoras, gases, fil, veos, fitas
    differentes qaslidadei, velludos, passaroe,
    rendas, bicos, plomas, flores, ramos, pom -
    pons, leqnes, vidrilhos, cartollas, claques,
    bengallas, lencos bordados, ntreme ios
    too?, papel e enveloppes para caitas e
    muitos outros artigos.
    Hoje, 26 do correle
    A gente Pinto
    A' 1 hora
    No armazem a ra do Bcm Jess n. 52
    Arthur uimaraea em jiquidafSo taz I Vende se um terreoo na Estrada aos He-
    O leilo principiar as 11
    horas em ponto
    AVISOS DIVERSOS
    c.ii\i:iho
    P.-ec8a-se de um caixeiro com praca de mo-
    ihadei--, de idade de 14 a 16 auoos, e qne d tia-
    dor u rea rondcc'.L : a tratar na tsiMda de
    JiSode Banot. toof-onte ao entroncamento da
    lioba oe Limoelro n 1 G.
    Precisa-se di nraa Dos cosinneira ede nma
    rriada de r.ea idade pira servico dos qoartos e
    lavar aleatua roupa ; a tratar na roa da Sol
    rale n. 8.
    Precira-se ue o, cosetrv, a trniar na ra
    Mrquez de Olinda n. 33, anti^a da Cadeta.
    leilSo por ntervencao do agente P;'nto,i medios, fresoezia de Afolado.-, cota 300 palmos
    das mercadorias cima mene.onad.a xh- \ */. '^/J^m ., Dd2 *i25 T,r"es
    , T Ice Oovtdor, ollK?na ce alfaiate, em ca^a de
    ter.tes co arm. zam da ra do com Jusus
    n. 52 as quaes serSo vendidas sem eser
    i de Oovtdor, offij?na
    I Primo Feiici:oo.
    va de preces e por liquidscS >.
    ,
    Precisa-se de nm menino pj^a caixeiro de
    averna t> tratar oa Pract Marifl Pinbeirr n. 14.
    .EILE:*
    Qaarta feita 26, de chapeos, fazen-
    das e miudezas por liquidado no arma-
    zem da roa do Bnm Jess o. 52.
    Leilo
    Agente Pinto
    SeSta-feira 28 deve ter lugar o TeilSo
    de* movtis, espelhos, lonca e v.dros da
    cas em que resedta a Gzma. Sra. D. Ko
    aa Vtlhena de Almeida Oliveirt ra da
    Jmperatris n. 84.
    Leilo
    m
    Agente Britto
    De um grande eatabeleciment de molha-
    dos em um dos principaes pontos da
    Boa Vista.
    Constando
    De 1 erando bonita e importante ar
    nacSo de amarell j envernisada, balaoca,
    pesos, ncedidas, cantairos, registro e en-
    oacamanto d'agoa, nm importaste lastre
    ie crysIJ, pipgg, barril e maitoj outros
    Leilo
    rigente Britto
    De armagao e gneros da bem cfre
    gaezada taverna em lotes a vontade dos
    comp adores.
    Qninta-reir?, 27 deJnlho 05
    O agente se ma vender por conta e
    risco de quem p-rtencer a dita taverna
    ra dos Pescadores n 43,
    As ll horas
    Garante se a chave da casa*
    Grande leilo
    Das mercadorias, pertences e sobre-ex-
    cedentes da galera inglesa de 4 rstros
    t'Jr. w.n of Austria* naufragad., ca
    prata de Maragogy.
    Constando
    De lougas, vidrns, conservas de carne,
    peixe e froctas, gneros alimenticios, be-
    bidas, instrumentos martimos, ferrsmen-
    tas, sola, cabos, sabSo, vallas estearinas,
    lainpiSo, tintas e muitos outros objectos
    que este rio a vieta dos concurrentes.
    Em continoafo
    T.Graude qaantidade de avilas, esgomxo
    e mais objectos que se rebam em arj-.a
    sem alfaodegado.
    Quinta-feira,^27 do corrente
    Excellente
    venda
    vi-
    Altiga-se
    a casa de Ja-
    boato, per? encent ao Ba-
    rao de Lucena ; tem ac-
    commoda^oes para gcande
    lau.ilis, jardiD, agua cana-
    li-acia para o interiore de-
    pendencias, quartrs para
    criador, estribara, cocheira.
    cercado para gade, urna
    aprazivel cascat arborisa
    da e um exfen.-o fitio cohj
    mai* de dez mil \ s de ca-
    cao, cafeeiros e fruteiras de
    difer^ites quadades.
    A! tratar na C^juDga.
    ra Joaquim Nabuco n. 6!l
    ou ua Duque de Gaxis
    D. 73, loja.
    Vendosle
    Doas vaccas toorinas prximas a pirirem : i
    tratar oo Sitio da Capella. em Ponte d'l'cboa.
    o publico
    Manoel Clemeotioo Crrela de Mello A C,
    SDCoessores de Manoe! da Silva Faria, previoein
    ao resaeiuvpl poblico de que contina o arma-
    zem que compraran na ajet-ma casa n. 3,
    praca Marques -o Herva), onde eocoatraro em
    grosBO e a realbo iodo material neceasario para
    ertiflcacOes
    Pedrm especialmente aos fregueses da casa
    qne os >uxiliem a>m seo valioso coocorao, cor-
    tos de qoe serao yatisfeitas saas order.g con)
    toda nrectesa e por nrecos nJMa rsioaveis.
    Milho muido
    Vende-ce na roa Direita n. 30, de todas as
    qoahdadej 41100 em .ir-jn e 3:0 rs okiln.
    Goslnheira
    Preclsa-se de orna cosinhelra, psgaodo-se
    bem ; na roa do Brats o. 96.
    Cosinheiro ou cosinheira
    Pref isn-8P de om ; a tratar na lofa das Estrel-
    as. ra Duque de Cjxus n. 58.
    Janipabo, caja e mar-
    cuja
    A' roa dj Imperatni v. 34, compra-s em
    ptqaenas e graDdeg purtOps.
    Goslareiras
    Precisa-se de coftoreiraa na Fabrica de Cha-
    peo*. 4 ra Viscond de Guyanna n. 147.
    Cosinheira e engomma-
    deira
    Precisas na Phirmacia e D-oearia Orjontal.
    Excellente viyenda
    Vende-so nm sitio no Barro, com 195 palmos
    d>* rerite 660 de fondo, com mellas laraogei-
    rap. mDgnejra'', cajce.iroB. coqoeiros, jaqoeiras,
    niKiMras, tbsesteiros, jmbeirnR. pitombeiras,
    oit's-ircs. frocti'pa, ele., e.c. tendo urna ele-
    ean'e e bem eooslraida casa de pedra e cal.
    oOes dobrado9. frer te de azolvo e com cinco
    janella?, calcadas le cantara, 2 poriOe? de f-r
    ro, 2 aulas (a da ftente forrada), 3 grandes quar
    ios, 1 eraade eahinete ao lado com 2 janellas,
    cobiDba para car van on letina, drppenca, quano
    no qointal e urna enorme e t-xrellenie cacimba
    'if boa seca ; per' da esia^o e Areias a tra-
    tar com o agetiie Manins.
    Ai aga id -se
    O sobrado grande da roa do capao Antonio
    de Lima n, 30. cora coanodes pra erandj a
    mili, com asna e paz n tratar ai roa Mrquez
    de Olinda n.8 litoerapbla.
    Barcada
    Vendarse nm barcrc de carga de 300 sac
    eos. de b a ;rair na -na Direita n. 81. escripiorio
    Companhia Kecifense
    de Panifica fo
    Em poa f^b-ica provisoria roa imperial n.
    147, e no* m>os palies, vender pelos prejo
    'epoiniei". --.W tiovu avifo :
    Bolacha qoadraa:, srro a 6600 kilo 480
    Dita Begilia dem ideo idetu 460
    Bolaebioha P^roi-, .no 1*600
    Di'a PanificaSrO. kilo 1 00
    Todos esfei prodoclos ,-o f; bricados machi-
    na cem o tia'o- S'feto.
    OepoNllon
    RECIFE-Padaria Martima, ra da Seczala.
    SANTO ANTOSIJ -Ro Lr lo e ...
    PATEO DO TER0 Padaria Lfao do Norte.
    BOA VISTA-Ru da Iccperainz n. 66
    Pateo da Sania Cruz n. 10.
    As compras de arroDa para cima tero con-
    dsccSo rratts.
    TELEFHONE373.
    Casas
    .'lofa se a caga n. 3C3 da roa Imperial e a de
    n. 2 da roa de Moiocuicmbc' : a tratar no Ba-
    Z" de Afoirado.'.
    rofr
    ssora
    Urna meca habilitada as segointes materias:
    oriaDeiras letrs, geogrspnii, bibio-ia, plano,
    flores e bordaiioi>, propOe 6e a lecciooar em
    ta-os particulares, oa cid.de e nos arraraldes
    prximos, mecante ajuste rar/ycl a tratar na
    traTessa de S. Jos o. 13.
    Genero
    len.e
    Alfafa flor
    especial ; veodem GaimarSes Va
    4 e 6Corpo Santo4 e 6
    Moedas br>sileiras
    Lompra-se de 500 rs 14000. 2*000 oo centro
    la moeda ; na roa do Cabug o. 9, loja de An-
    znstn do Rt tro
    Casanga
    0 bacharel Leal de Barros oHorece seos ser^
    vigos como professor de lingoas e scieocias.
    Aluga-se
    AgfhS r0a da Amizade, na Caponga, n. 4n,
    e a de n. 4 Travessa da FnndicSo, em Fra de
    Pori.s: trat ,r roa Direita n. 15, so >rado.
    Caixeiro
    Precira-ee de um com pratica, na ra do os
    pieio n. 34.
    8a nefas
    Vede-ee na fabrica de molduras, roa Larg
    do Ro-ario e. 22.
    Criado
    de
    Precisa se
    Oriental.
    de pharnjacia
    um na Pbarmacia e Drogara
    finado;
    pobre
    ktmh Joaquim Vinhas Maia
    1 ASS VERSARIO
    Bsmola ana punres
    O let.rtieu'firo do tinado Anto
    n.o Joiquitn V'titas Mala, em cum-
    primet ni .i (Hpr>b cotejtamr-n'aria,
    uiO'1;i rtleu',.r n inreja do Invino
    Espirito Ssn'o. ib 7 e 1|2 oras da
    inar-b de M rerte, orna atm-s por alma do dito
    p, para atsiMM-r, roLVUam a todos es
    que queiram bne0Vi&r se com quota
    Darte, mea cada uto f ouDer, Oa romma de.. ..
    800*000 qu? em ve roa testamentaria fot legada
    para tai Hu.
    A disinbuicio ser frita por urna COflDBlSffte
    da Exma, juuta do Hospital Porlueuez n- li-n- -
    Ucencia que, com iooa a gentileza, prometteo
    prfttar-ee ao deempeono de lo candosa
    m?8fit>.
    Hecife, 25 de Jnlhn r'e 189<.______________
    Dr. Manorl Junqaim iivririi
    tHe-mma Amana Goimaraes Snvelra,
    Guiltiermma Silveira da Cuoha Porto e
    seus tlihoa, ciro os Alcntara Snv^i
    ra e na muiher, D". aolo Sirven*, sua
    rouiher > lima, l)r. usiodio Maanel
    Silvcra. (:iutQie) Caniuio Affn*o Silveirae fu
    tilha, Elysio Alberto Silveira e sua muiber. Juao
    Evaoaeli-ia Gimard^s iiiveira, Csar Somulo
    S:l eir, Jo.oim Ow.lnrique
    da Cunta P,>rti> (auzent-), agradecem cordial
    mente es pesseas que "Couifjunharam ao cen i:e-
    no publico os resina uto taes do 'i-o prpsaiiiis-
    mo e.'poso, pai, a\ .i s^gro. Dr. Manoel Jiq usa
    Silveira, r Ce novo couvii'am aOd eua parenei'
    e amigse os ''o manos n .a io, para Hi-ti-
    rem ax ulfsa^ qu* per sua alma mindam ruzar
    na qoioia-f-ira 17 do rorrfUK*. 7* dia iosiu
    passamento, ai 8 !i :-j < da manba, na mniriz da
    Boa Vista, conressamo se t-sde j siinrerim-ii
    te 3gra"pi-iifi>-
    Sug-ar
    Antonio Ok C<>*( Burrira
    Jjj Demetrio i'e Alm-ida Cavalcan-
    le, grato a memoria de aeu !om e nre-'-
    Umufto anigo. Aiionio di Coma More
    ra, mandi MbMF no S8 i" Cur
    rcuie, peas 8 horas a manft. 14" d>a
    de se.i infic< o pa-:.aneoto, na igreja da San
    Croz, HH rrwsa reo descanc eierno de suh
    alma. Cooviaa para asiis'irem a este a'.to.a
    -ua Exma. familia, seu* lareoies e be..i com,- a
    todos aitaelies que ?ouberara apreciar as qoali
    nades que :anto era ornato s-quelle iilastre fina
    doedesrfej sntec>p< o sen sioreri aara'eci-
    rrento a loiu.-t qieiief q i^ assiiiiirem a esse act.'
    de cuidada e re.igii. proprio cas alma3 hem
    formidas._________________________________
    AaMsai 'IVitcira MuKMllieH
    tSaoioo Olegario Li igeru Piohe, Ade
    laidM Maga'naei Puro, Alfredo SMva,
    M-'ia Migainea Silva. Manoel Tex-ira
    Mafralb&ea e J nona Lins Mdgainaes, agra-
    de:-ra raisoas q ie se dtguaram i ^>mnaonar
    ao ceaiicid pibncj os r-f-io^ mo-ties d sna
    presadaogra e 'u Ana T--.'Jira de Magi-
    lbijs, e coovdsm todas Ls pesso h rom qu tu
    macteem relapoes ar.-ale, a a*sl*iir a iOie-
    sas, qa p-lo sen descanco man-iam cal? torar n.
    igreja d Nossa Sentio-a da Concedi lo* M-1
    tares, q .iU-'r-ira 27 do corrriit, j8 horas ta
    ni a.
    .ine Fnu.iiiiiu iIk Burn
    tDaoriaoa de Partas Barro.', Antonio de
    zeve.in Mat'So. sua rnoln-i- e filo b, P.
    Jotqnim "e Muera, .-oh inber Albos e
    ^0;i dioa Pelror'il'ade Barros, Mpos, fien
    ros. Ribas e petos :- Jo.-e P.ostino de Rjrros,
    agradecern i:or,iiaiii."t" tuca'' ns pessotS que
    se o;gna-am a companhal o a .-un ulinra mera.
    aa e coovfram seos pareles e ;ni gos, pa'a
    assisiiren: aa Dlisas no 7o di. qse erau lugar
    QOir.i'i fern 57 fio cor-i-nie, nss matnzfs da
    ci ;;de <*e Lu teiro e ca S da CU re de Olmda.
    prcte'0' ifiS.w :.,.. -riT^^&W2338Wii.'3E
    Vari, da .\anvldidc fiemen de
    Hcumi-n
    tJjaqO'iu Maticn-I uva Wa'.'t'l y
    (OH mii'ner e BlDos J ,o .tfioei ue
    v.v a Wnniieffry, tnviiiain a iodos o-
    pti-(-n'.eji earn-gi..-! u-.-isii-eii. ts OBissai
    que pnr alma ie sua eempre rhoraoa n.ai. -c-pra
    e sv6. D. Maris da cva'ivdade Gomes de Me;;tze-\
    mandara cele^^.: no dia 27 o cjrrentp, as 7
    DO'a< da rnnn:5, 7o da no s-o passfcDn'O, n:.
    ;grtja de Nos.*a ebora oa {', ocei^os r.c l'.\
    lilaiee, pelo que iiesde ;i =e ueofesaam t-uiiitna-
    rriefte riennor-do>!
    tniini ii ^rrrcir u
    tM.i iei Joaqc ni i'D.;ro. .ua esposa
    e Mana Isabel H b.-i-n da SiW^- (atzeu
    te), eoavioaaa a sena parete!" e ami
    gos e tos no seu s-emore letiibraar
    yeoro e e.-pi so. An.ot i > Ferrs;ra da
    Silva, fallecido "ti PorteRsI no da 21 "o cor-
    rete, para BSStsrt'fm as loftaas qne os 8 Iio'as
    da manna do cv* 27 do crreme u an.;?m cele-
    brar por ->lma d lie, na ordem 3' de S. Praneia-
    co, desta cidade ; pelo que se confessam sum
    mm rte grariecidos.
    The Sorth Braziiiatt
    Factory li-
    mite d.
    V'ecda de terreno por proposta esa
    pirticul.r
    Vende-9e orna po^cao d 'erreco tom alicer-
    ees de ujoln, propio para om eugeniio de as-
    8u:a', -ic 2C0 ton. latas, situado em Pao d'Albo.
    O lco :o uno eiigeob pode ser examiobdo e
    todas as informad-Oes forLecidas ua direc(Su
    aDaixo, cu na S. Liur2iic i Factory Tiuma. Aa
    propostas devem sr en.regues a tes do dia 3
    de Agosto.
    A uompacbia nao se ubr ga a acceitar a maier
    offeria
    .'Dado Torrea n. 34 J andar.
    Aviso
    Perdtu s a cade neta a taixa Econmica e
    HoOte de Socioro n. 7 4i7, es re^.-oa q'ie
    liver acbado "ara o 'i^r J- entregar roa do
    Vigarhn. 12, que s-a graiieano.
    Cosinheira
    No 3o andar do predio n. 42 da roa
    Duque de Caxias, por cima da typogra*
    phiu do Diario, (>reci>a-e e urna ama
    a o cosinheira.
    Companhia Industrial
    Pera ambucana
    Senalheiroa
    Precisa de serralbeiros bons para rabalbar
    na Fabrica de Oamaragibe. A' tralar em Ca-
    xane. ou ni fab-i;a ju, to ao engenba Cmara-
    gibe. P-ga-se i'i-m.
    A o commercio
    J.iao Alvea de Salle?, drlara ao commercio a
    so publico d-sia praca, que comproo o estabe-
    lecnuetno de molhadod pertejreoie a Joao Bap-
    tis'a Roirigoes. s io na roa<:o Vigario 0. 4, livre
    e d'tenifia'Hr-idi'.
    Rjce, 24 ..e Ju'bo de 1893.
    J -a.. Al ves de Silles.
    o publico
    Deciapo pelo presen!- q e no dia 8 do cor-
    rale vcid' ao Sr. j.-aj Al ves de Salles o meo
    esiab leivmen'o ie sec os e molpados ao n. 4 da
    roa 4o Vtgtri Tenorio, livre e o^einbara^ado
    deq'ialiiur ?.i):c^_o'jiisso ; e qr.em se julgar
    meu ere lur queira aire-ei,ur se m- uo prasode
    8 tfiss, cntar da publ.ca(,ao deste, qie ser
    pro'tip'aai-'iie s*jsfeua.
    Re.ife, 2i de J^lh de *S9:i.
    J :So Bapnets Ridr ece8.
    Caixeiro
    Precia- i*e om rom praura de molbados,
    de iJjda de 14 a 16 auoos, e qie c coobeci-
    man o de sea condona : tratar na roa de
    Sanio A-ra-.i n S. eoqnnia do Berro do Caj.
    Aluffa-Stf
    o
    A excellente e.t*4 lo Lr?.i S- Pedro Novo
    ". i em Onn 1^. >r.. aa' a feaia. roni opti-
    tcas ci'ooim'idajo-.-' |/-.ri ^-aoie familia. Tem
    K&ze acoa, frente a inoi<*roa e leediticada de
    " vii : a ira'y.- ua ua co Commer. :o n 26 A,
    R'cfe.
    Olinda
    P-rcunta-re ao S-. D: )ii'z do Io cistiiclo, se
    lavo.-i ao cf.nhecimenl'j lo D'. oues'or, o* fados
    iTiimr.o-os q ie a pi oco aa iiersm hu esas dos
    i :-*.^o Vi eoi" Saspa, Theo;on-o Amsncio Ca-
    .. 1. a-i 'CiiDi ai J P.-anciet'O oa Lapa, pa-
    rece que V. S. nenf.U'iia importancia ligou, nois
    eosiinoa a doTDjir com soa poliria, seja bom
    qa procure. trjtquiPizar a*populacao tlin-
    aeose.
    lir. Mniiiu-i Jiinquim Silveira
    t Mara Emilia t. S Ivtira, Maure' Joa-
    qoim Silvera, Frlinio Elyio Siiveira.
    (aozente) e seos irmes. baiharel Jos B
    de 0. And-aae (auzetite). H^rcoliDJS
    Be?soni e Leopoldina de Bittenciort nypotbecam
    soa gratiuao as pefsoas que se digna-emie
    assist.r missa que. a3 8 horas da marb de 27
    do rorreule, man Jara > rezar na matriz Boa-
    Vista, em sullra 10 da alma do sempre 'embra
    do rotibado, lio e primo Dr. Manoel Jcaquim
    S'IVP'3.
    atoam Man ae t.mm .>on
    + 03 bacba-eis Joe Ferc^ira de Novaes e
    Francisco Kerreir de Novaes J^uzente),
    Joo Loiz Pe-eira Lima e Antonio Angosto
    Pereira da Silva, convidara seus prenle?
    c amigos P-ra assistir-m as missas que na ordem
    3 ae S. Francisco as 8 boran Co 01a 28 do cor
    rente mandato rezar pela alma oe eua idolatrada
    mai. irs e av, D. R"8a Miria de Lima No-aes.
    A iodos anticipara sinceros atradecimfnios,
    por maip esip plpdnsn nbseqn
    A mas
    Precisa se de dnus ama*, urna para ?a)a e
    outra para cosinha, e uma mullir ue 1 t con-
    docta para tomar conta de nina casa de prquena
    familia : a tratar a ra B.ir-io da Victoria n. 54,
    na nova agencia de movis.
    N
    bom
    egocio
    Aot nio Braz ae Souza, negocia um conta
    que tem no Tbssouro do Esiado no valor de
    1173O0, prcveni ote <*e encaierr^aco que fez
    para a B.bliotbeia Publica eesse Estado, pe
    metade de sen valor, a moeda a vista : tratar
    cum o roesmo senhor em sua oOslas de enea-
    dern8C80 no Becro do Oovidor n. l.
    Registro para gaz carbnico
    VeiTde-.-e un ua ra Direita d. 30, para tra-
    balbar de da.______________._________
    Sorliment em estampas
    j;',Gomes Vianoa & C. participom aos seos no-
    merceos f-eauezes que receoerain para o seu
    estabelecime^to grande quantina eem estampas
    reiigkeas. roolduraA oara qoalres, etc. : na roa
    Duque de Caxias n. 80.
    Aos proprietarios
    one desejam fa^r calgadas e hdrilbos no inte-
    rior das casas e armazens, avisa se que achar'.o
    um grande scrtimen'.o oe pelrae ap'opna aa no
    armaiem do Ca*-s do Caoibaribe n. 38 e amos
    tras na rra da Croz n. 18. armazem.
    Janipabo
    Compra se qoa quer quaotidade de janipabo :
    ca roa do Priocpe n. 28 C.__________________
    Criadas
    Precisa-se enm urgencia de orna cosiobeirae
    de orna epeira, dndote bons ordenado.*, na
    rna do Brom n. 95.
    Ama
    Precisa se de un, na roa Direita n. 4. 2-
    andar.
    Ama e criado
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    ama
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    ion melbores auspicior. e ero codiijO-s
    mai lavoravelR o ri'Ppriiav^l publico que
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    PERNAMBlAO pata.i89i rer uuj ira-
    bailiu perltiio noseu genrry, um* obra va
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    dera eoconlrar, i par de nMsHHM p.-clnc-
    r.gCe* lierarir-s. cientificas e recrealivfs
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    vUit--', ti8 maB uieis inforai.tO''-, indi
    o*-nfavei8 na vida pratica, ama tabella 'amblo lao BMesswia ai) comiueruio, con
    stoindo toiio i.-i i om livricbo de grande
    provciio e. unlidade para todas as claeses
    da nosea Bocie.iade.
    Alm deptao vaniatrena o ALMANAK LIT-
    TERARIO PERNAMBCANO. cuja ungen
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    ecripionort do Sr. ativogaiiux e meiiicos
    e de culrus ^^l.^t'el^cD^ento' coogen'-ret',
    ^eodo que ditos annuncios se'o publicaner
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    esse tiro declinada, Mcaoiio is^o vooiade
    dos seoboreE annno<'Uni>H. que tiraj di-
    reno a omexemplar do Almani'k.
    Creado do aenuncloa
    Uea paiQa...... ; no
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    O pagaaento ser teito na entrega do t x-
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    Chachemira com listras do seda.
    Enxovaes para baptisado.
    E urna infinidesde de artigoa que toroa-sa iropossivel enumera!-'.s.
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    a Clilorose, a Tisica.a Dyspeusi, as Gastralgias ou Gastritas, a iarrha atnica, a Idade critica, a
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    euidez do Emmagrecimento. do E.-potamento nervoso, aos quaes os temperamentos do lioje estap
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    EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por enuoinmenda, mediato
    jommissSo rasoavel, qaalquer machBismo e CONTRACTAM apparelhos para Dsi-
    aaa, para fabricar Obrgam-ae a montagem doa meamos e reaponaabiliaamuse pelo bom trabalb*
    0 qne tem ao hbil eogeaheiro ;.ngle maito pratiot, alm da doa nm dos aooio
    Dmnbbre hairo.
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    aperiente, nenhnm outro appellidado depurativo ou saisaparrilha se appro-
    eima seqoer aoXarope de Renter n. i. Combina qnatro grandes proprieda-
    es em nm s remedio, operando a um lempo sobre os orgaos digestivos, o
    dangue, os rins e os intestinos.
    Absolutamente neutralisa xpulsa pelos canaes intestinaes. rlns e
    .oros da pelle, os germens nocivos, gne flutnam no sangne, na urina e na
    transpiragao
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    PRIFICADOR
    PASA O
    .AStiL E
    PEQUEAS PILULAS DE &EUTER
    Figado entorpecido cura-se positivamente com estapunas. Ellas,
    ao nm remedio purgativo livre de pengopara o homem mais fraco, tao bem|
    como bastante activo para o botnem mais lorie, e nao constipara depois; pe'c |
    iegao geral agrada a todos qne as osam. Sao as plulas estandarte da
    issao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais tacis a to
    Qnarentaem a
    PARA
    FIGADO
    T.RIC.OFERO DE BAJ&RY
    Orna preparacSo elegante, extremamente perfumada, remo ve, todas as im-
    pttresas do crneo, preaerVitiTccontra calvicie e cabello cimento ; fas o cabel-
    o crescer espesso, brando e i neo Infellivel ara curar rupgOes, doeucas
    da pelle, glndulas e mosculos,e cura rapidam. v, cortadur-is, qoeimaduras,
    eridas, torceduras, etcs
    CAUTBIaA.N5o uino sem cada fras-o r a marca registrada
    PARA O
    CABELLO
    A PELLE
    DEPOSITARIOS UESTES
    productos.A compatible oe l)rogas productos chimicos
    Ra Marques de O!inda n. 23
    TI...
    Casa de commisses e
    repre
    cara
    ia
    seiitaces
    EXPOSIQAO
    DE 01 COMPLETO UNTO BE
    CJLTaAXOG-aS 3S
    X3ll3SK3NrX3Cal
    de innmeras fabricas de todos os pnizes da Europa
    das duas Americas, de toda especie de mercadorias, d
    machinas e materia prima.
    Deposito do afamado CREOLIM o melhor dei-
    i afectante conhecido.
    Deposito da bem conhecida ODONTINA d
    Dr. H. Rirdet.
    MBn do Bou JESUS--6S


    I


    5







    '






    Diario de Pejcambnco Quarta-feira 26 ce Julho de 1893
    Si
    ~X-4
    ca

    C^>
    C^3

    C3-I
    P=H
    RA DO VISCON DE DO RIO
    FRANCO '
    ANTIGA DA AURORA
    0 proprietario deste estabolecimento deaejando tornar bem conhecidc. do pu'
    blico e do c>uimer3iu cm geral os productos de ana fabrica, eztrahiaos do Caj, Aba
    cazi, Qenipapo e outras tr.ict .a de tinas flor*, cuja '"molas modo de preparado
    foram approvados pea Inspectora da Hygi./i-; <-eu E-t-d, vem presentar a lista
    doi ditos productoi, que c sendo confeccionados com mais p^rcic^o e
    aceic, conservando de modo especial toda parte medicinal dos respsc.ivos ructoe.
    Alm das -irtudei medicinaos dos preparados da irarca apra, que tem por
    base o caj e genipapo, com sfjam 09 vnoos, Loores cugnscj, que j sao perfaita
    mente conhecidas, cobresae aioda o ozo qaotidiaoo que delles se fas lembrar por occa-
    iSo das refeicSea diarias, c m > bebidas de c'aeiro e sabor agradavel a qualquer pala-
    dar, principalmente as pesioas que sofrem do estomago, anemia, pyphilcs, mol*ot83,
    Selle, etc., etc., provocando ao mesmo tempo netoer appete, os vmhos finos que se
    atingiera por etiquetas de um at tres A, scim dos respectivos rtulos.
    LfiSTA.
    VINHO DE CAJ' de d7ers9s qualidadea, e .1 ta ni, Aocoreti c ora caiza ae ama
    duzia de grrafob.
    DITO DE ABACAXI de diversas qualidadcs em barril, ancoreta e em caiza de 1 duzia.
    DITO DE GENIPAPO dodiw-rsas qualida^os em brnl, ancoreta e em caiXa del duela
    LICOR DE ANGA t DITO DE LARA>; A w cz de l diiaia de garrataB.
    APERITAFS de Caj, Laranj* e de Genipapo, tin caiza ce 1 duzia.
    COGNAC DE CAJ' em caix* de 1 tuai-.
    CuGnAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caix=. de 1 dusia.
    VERMOUTH DE CAJ' em caiza de 1 dusia de Ka-ra^,.
    Vende-se tambem os productos acira* om caiza de 1 duzia de garrafas sorti-
    des (urna de cda qut>lidade) pelo prego de 1S$0?0 liquido, 01 a vontade do compra-
    dor. Dase prejcs correntea dos producto* a?!!!-.
    Doce cm cada, se eco e crystal'B d > de c-j, bb-caxi, h-raeja e outros con
    ci-sto
    wm m Bowiy
    : 'meato de utensilios para lavoura ven-
    e outros fabri-
    Gontina a manter em seus depsitos complei
    endo sempre por presos mdicos :
    MACHINAS A VAPOR de differentes sistemas e tamaohos, de Robioson
    cantes, e de 2 a 12 cavallos.
    CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de t'letcher, para funecionar corn o fogo das for-
    nalhas das tachas-
    CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com bagaco e lenha .
    RODAS para agua.
    BOMBAS de motuo-continuo.
    MOEN'DAS e meias raoendas, garantidas.
    TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
    ARADOS de differentes systemas.
    CR1VAQ0ES para tomainas.
    MACHINAS para descansar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
    vontade dos agricultores.
    Fazendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
    mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos stus trabalhos de montagem de grande numero de
    Usinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
    qualidades do assucar;
    APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
    DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes'e
    pequeas fabricas.
    52-RA BARIO DO TRIUMPHO-52
    Oiicna de costuras
    Hua do Cabug su
    que
    Faz^i.das, mudas e chapees de alta novidade.
    Sedas pretas, brarcas e de cores, lisas, lavradas a bordadas.
    Saias de seda de cores e brancas bordadas.
    Matines e corpiches de snrsb, de cambraia e nanouk,
    Para meninas completo sortimento de vestidos, toucas e chapeos.
    Lingrie fina, camisas, caigas peignoirs, ca he corsat e combinaisons.
    Colchas de teda e renda.
    Espartilhos de tidos os tnjannos, marques muito conhecidas.
    Leques de phantasis, de madreperola e tartaruga.
    Meias de eda, fitas, rendas o guarnieres de seda, de per olas e vi riiho
    ha de mais moersno, fil para v-i de noivas e flores de laranjas.
    Cintas LAN TENNIS para homers e senhoras, e muitoa outros artigos de
    o que se vender por precos rssoavei..
    Tudo escolhido pur Madame Koblet.
    FOLHETIM
    j
    g!Si?g!RAi9 POR
    JLB8LBRMNA
    ftOMANCE fflSTORICO
    XIX
    ^ontinuacSo)
    Mas nSo sabis ainda ? Elle foi
    assassinado.
    E faz?ndo sobre si mesmo um esforgo
    violento, contou o qoe se paseara.
    Diabo 1 ezclamou Lorr.iin. Fallou-
    nos de om oflicio. Onde est elle ?
    Abri a farda do morto e encontrn nma
    cartflira de couro.
    Torremos a entrar e vejamos isso.
    __ KIo podemos abandonar ah esse in-
    feliz...
    __ Qoe quer? Tudo tem sea tempo.
    Ah 1 o pobre homem n5 j ae ha de impa-
    cientar.
    Ambos regresaaram casa.
    A' olaridade de ama lampada, abriram
    o involucro.
    . Ao general Pir!... Eii o oflicio de que
    falln.
    Qae fuer ? ezclamoa Marcella tor-
    cendo as moa.
    E' talvea orna noticia importante que
    inters a todos, qoe pode ser a '.vaco
    doa qae esto l... ,
    PETTORAL D3 CEREJ
    Do Dr. Ayer.
    A* eafermldAdea mala dolorosas da gargax-*
    * dos pulm5es, ordinariamente de8envoIvem-f^
    lado por principio badea pequenaa, cu joa resalta
    (ti a&o -*io diff-cia de curar ov promotamer"111
    >ntAo com o remedio oonrenieute. O? R^sf-*-
    do e aaToases d&o reelpiocamente o reeultad:
    de Larin^lt. a, Aathma, Bronchitls, A^Te-o-
    po PoTmonar f a Tsica.
    Todas aa familia,- qu>> tem criancas deyem ter 0
    Peitoral de Cereja do Di. Aje*
    >.in casa para o a*ar em caso ae lit-ctssiaa-..
    A perda e um s<5 dlc, pode em muitos casc
    *ooarretr serial coiwrqnenclas. Por tanto n4o
    * eve perder tempo precioso, experimentando
    --/i^i* i-- de efflcacla dnvldoea, emquanto qv>
    t c^femidade M apodera do aystemae *c -ir-r. ,
    uandamente, emao que s necesslta t o
    oease ln.slur.t', o remedio mais certo e activo tai
    aeu Belto, e este remedio sem duvlda algv.x.\
    9 Tnra-ut:. os Cekbja do Dr. Ana.
    paFPABADO PBLO
    3R J. C, AYER & CA,
    Irfwetl- Maetb, Kst-Undo*.
    DE?S> RA.
    rJosturoes para crewJQas
    De todas as idadea inMWHtra grane
    i>-mento no
    ILcsuBvr
    15
    <
    O
    h
    m
    H
    >
    ACTIVA8
    pilla8
    DE BBISTOL
    VEGETAES
    AS8UCARADAS
    P\ SEGURAS
    H
    O

    (.ralas, leque& e chapeos
    de so!
    in pbac.tHsias Rcabuc de chegar pr*
    h 0 Y HI
    Lei
    a mesma
    n.
    E
    Regu!meDta
    le.
    Vndese I#000 os
    dous exemplares uo escrip-
    torio do cDiario.
    1 mu! m m
    Ulll
    Tem recebido ltimamente de Pars
    yariado sortimento em:
    oedas brancaB/ eime
    Cachemiras
    Cortes
    G
    arrKilKs.
    tes de seda e cachemira pretas.
    brim e de seda com peacia para senhora
    LINDOS
    CORTES
    EM
    CARTO
    Chamamos atten^So
    das Ezmas. familias
    par^ o '-rand' o varia-
    do nrtim^nto que ez-
    pomos a venda pelo
    diminuto preco de...
    1250CO !
    'bjectoa de grosto par
    presentes
    Ha neste artigo grande escolha no
    LOUVRE
    Au Paradis des Dames
    38 Rna BrSo da Victoria-38
    MARAVILHA
    pnD|Tm
    tea
    Sec as brancas, pretas e d*
    cores
    Novog pr.drSes e para grande onsoha,
    indo despachadas oestes ultimos izt
    LOUVRE
    i.ortes de I,tmno*8eoa
    e algodo
    fiicfcmeat eafettdoe, tem receb i. a'
    namt*nt o
    y>VRK
    C. ifflpireys s Nova
    A V.dade?ra Waraviir.a do Set -i
    A.TI-*>*V:.:A E LICENClAT.--
    C^elr. Iuk(.; 'i: -Tnl de 'vl'*--:-- do
    lanpei'te An lrcz.i'.
    'a l!lay*.vilfca <'! r.r.va f remetopnrnipo
    ^arr. ac Pisaduras. SJsct.'i^aCoras, Countsoes, Tof
    ^.adOx^
    '.r/ |i*ir:c a 'i.'X.iTMnatpLo. rc"J4
    do cores, lisas, lavradas e or d-e
    vigores 8 crepons em cores lisas c lav
    de vestidos de cachemira e cambraia bordadua.
    jraZeS e B0a |j a8 e go,,, desenhos.
    Capas
    Espartilh s de
    formato elegante).
    ^jr.QaiQ/lS e flore8 e iarangeiras em cera e pellics-
    LieOgUeS e veatarollas (alta phantasia)
    (jOlxas de Beda e de renda
    (jOrtlOadOS para cana e janena (ntera novidi,de).
    Meias
    uaiao bn88H e matines de seda e cambria enfeitadas.
    Qamisas
    Bnxovaes
    tinhos avnlsos.
    W CBlH_iUo g seda, cDchemira e cambraia bordadcB para meninas.
    IJ^B*^*U*CS de Jersey, casemira e brim para meainos de 2 a 10
    Fitas
    . itaa gnarni^Saa e enteites para vestidos, completo sortimento em
    J_i^lClI.^ H India branca e de phantasia purp. forro de sallas
    VJ bordadas, com pregas e lisas para homem.
    .Ir eriUmanaS do8 mai8 afamados fabricantes.
    38- iua Baro da Victoria-38
    ':.'o. t tazeatar a eidl
    astoiica o ^.ngue.
    *. lncha?fto. *!.ra<> oescun
    'Xtmc por crean o.
    A rtTnrivili.n i'::~ :: Ito e alltrlounmilNU *
    .'.,-a i.i.., ', -. LMalOMtaraa. 4
    mieunaoura di .-.i. i ir it'-t ti TnisHirTrir
    rnttfnlfcx
    A Mmi-"-'."^]. ..: ; ::? --i :*i
    \ .... .1 ..:;:. i i ....:. .-'... .-.
    afanonvnvt i- ui s aiia
    n BjaawriibaCBratlvf riiTtermapjp
    car-l>yr .:J :.oec Xoiralgia-
    r Han vti'.ia IMrn'h t o rc - p-w4o90 cafa D.'..-.- A^M:vMiaa,aajSo,Daf
    ... alosnasJvntiiaou ;' .*..
    U0
    , | mto!.<(
    "allan.in i
    Lcrrain reflect o :
    Eu nSo estoa em muito bom estado,
    rra. preciso que faga algama consa, le
    varei o ofBci?.
    Tem razSo, diese ella, mas por fa-
    vor, apresse se. Algama consa me dis
    que esta ordem de grandissima impor-
    tancia. Esse miseravel de ve ter algam
    ioteresse em faser com que ella n3o che-
    goe ao sen destino.
    A prese nta va nSo sei qae tenebrosa in-
    triga.
    Lorrain apresssva-ss por sua parte.
    Espere-me, disia elle, en Ihe pro-
    meti ir tao depressa qnanto po?aivel. Re-
    metterei a carta, receberai noticias, espe-
    re, tenha paciencia.
    Marcella, apeaar do sen desejo de vel-o
    partir, pretende u ainda qae os dous levan-
    tassem o malaventarado ofSoial. Deizal o
    no caminho seria ezpol-o s patas dos ca-
    vallos. Concordaran! em arrastal-o at
    ponte, e ahi o encostaram a ornas pe-
    dras.
    Lorrain parti ao acaso.
    Marsella n2o se recolheu mais ; ficoa
    all, debracada sobre o parapeito, procu-
    rando ver, ouvir cem sabia o qoe.
    Mas porque lhe bata assim forte o co
    racSo?
    Pouco a ponco lentis-se presa de ama
    aflrontacSo.
    A frescura da noite penetrava -lhe nos
    seos, e o eapelho daa aguas cegava lhe a
    organiBaoJlo.
    NSo tinba mais a nocSo do tempo. Vi-
    Boas inoohereatea atraveasavam-lhe o cere-
    bro. Pareca lhe qae Be davam ezplosoes
    no ar, qae relmpagos vermelhos a des-
    laubravam. NSo balbaoiava, entretrnto,
    esteva inerte como ama bjpnotisada.
    De repente estremecen ; urna mo lhe
    tomara o braco.
    Mademoiselle Marcella depressa, de-
    preaaa para casa... prauianes.
    Gapas,jersej8 e visitan
    >.atoi i&ciramente novon acaba de re
    bar
    Ksteras da India
    3ranc e de fas:casia de novoa desecha;
    ,>.ra forros da soalho, completo sortimeat
    oLOUVtE
    Francisco Gnrgel i Irmo
    Ba 1 de Margo n. 20A
    TELEPHONE 158___________
    iapos e capotas
    Jltmaa novdades de Patis receben i
    _______Loavrc_______
    TMDOSiJE PHAI-
    TA8A
    Sendo imooBsivei de se deicrever
    frailo varieade de tecidoa de divena
    '.oaiid&de proprios para a estacSo actual,
    *oga-se ao publico em gsral e principa!
    aente s Ezmas. familias a fineta de vi-
    tarem o
    LOVKE
    fiua 1." de Mar^o n. 20
    raciseo fiorgel i Irnrio
    TELEPHONE N. 158
    ^-
    Ella tbrio estupefacta os grandes olhos.
    Mas Lorrainpois eia elle puzava-a
    qnasi de rastos.
    Chegcram, elle fechou a porta e encos-
    tou-se por detrsz cooo que para reforgal- a
    com sea peso.
    NSo entrarSo na pobre barraca estes
    bandidos, rosnou elle.
    Que se passava, entSo ?
    Marcella nSo sabia do sonho, do pesa-
    dello, senSo para cahir na mais espantosa
    aas realidades.
    NSo pode adiviobar, minba senhora.
    E' horrivel I Primeiramente, apenas
    transpoz a ponte, quasi cahi. as mSos de
    um corpo de prussianos. Estavam talvea
    a qaiohentos motros ionge d'aqui. Em-
    fim, pude escapulir, mas meia legua adias-
    te enoontrei... sabe qaem? os inglezes.
    Gomo se riera aquillo ? Ob francezes ti-
    nham estado alli ainda ha pouco... NSo
    saba mais para onde ir. Afinal, depois
    de duas leguas de caminhada, vi os nos-
    sos. Sabe o que me disseram '' A capi-
    tnlacSo esteva assignada, os prussianos e
    ingleses entram em Pars e os nossos sol-
    dados retiram se.
    E mea pai ?!...
    Sen pai! Ah ( eis ahi a fatalidade,
    ezolamou Lorrain, dando um murro sobre
    a mesa. O general Pir nSo tevo tempo
    de avisar a suspensSo das hostilidades e
    nao dea ordem aos poatos avancados para
    se retiraren), e...
    E entSo ?1...
    A oompanhia do capitSo JeSo Chene,
    vendo chegar os ingleses, atiroa sobre
    elles. Foi, segundo diaem, om horror :
    cinooecta contra mil.
    Morto I meo pai morrea !
    Parece que nSo Foram tomados
    mais de urna dozia ; e, como violaram a
    capitolac^o, hSo de ser boje mesmo leva
    dos presenoa do conselbo de guerra e...
    fusilados.
    . : < resmoa
    . -... -..i-i.-iru.
    A ain\i\'.'i'.:i> '' "''f''
    coaolr .,-,. ;< < > "te; <>u w
    ~."~p, ii" na, l'anaj!
    ::,.,;'a:'u.. i r Irar -1'i
    A HnraTlm Cav :: 6T^rcJojpwyi^
    ,ua DtarrN B^npleg, e da BiafAeftlncBiS
    A Mawi^i!liCjrttrtTO o^IhjtoB*
    , -r- nrnkl
    .'>..:..........:.:: .'...:
    Z:?:.':.:v:^-
    Dr. fiSnnyanya.
    tt< n. Ico.i
    Tsanoato ^ni'H'ilbjsn.
    Bemadias Pyphlntleni
    Kemeliri Ceterinart.
    Mam-al Ca Dr. BnBU QWTJ ** y^ujjiaaBObre
    -m.....-i-.ir .1. U"'.-ai:-. | .
    . ...
    . ;-, p] j .. ; I'O..
    1CI th I -::'- -
    >J-:.-' v:N:}JTES
    sara r*mH*<> a s****S IBHB "^E*
    s -_;;f-:ac
    Q'iem compra constante-
    mente e paga os melhores
    presos do me cado a
    CoiBpanhis Db tllalo Central
    Viveiro do Muniz
    Telephooe 174.
    Telegrapho, Prats.
    Atten^ao
    Veode-se barato a loja de chape s da Praga
    da Independencia e a offieina de chapeo da tra-
    vesea do Qaeimado n. 7, antigo P<-ixe Frito ; a
    tratar n3 Berma.
    mas
    de seda e o de escossia para senhora, homem e menitrx.
    matines de seda e cambria enfeitadas.
    oo seda e de icbo bordadas para senhora.
    completos par baptisados e vestidos, toucas e sapa-
    c )rea.
    Fozilados 1... qudmT...
    NSo os soldados, provavelmente
    os dona officiaes.
    Os seus nomes ? Sinto que enmu-
    queco.
    Lorrain abaizou acbese.
    Um, dase elle, em voz soturna, 6 o
    nesso capitSo, o noso irmSo JoSo Chne.
    Mea pai I meo pai : n5o, nSo quero!
    O outro um joven tenente, que an-
    dava sempre cam JoSo Cbne... o vis-
    conde de...
    De Loiya ?...
    Sim, esse mesar o. Ah! eis ahi os
    prussianos qae paasam. Miseria para a
    Franca 1
    Fra oavia-se o passo pesado dos ca-
    vallos.
    A invaaSo attiogia ao ultimo grao.
    Aniquilada, Maroella ioahira do joelhos,
    sem poder fallar, sem mesmo pensar.
    Dianta dessa ternvel catastrophe, qae
    altrapassav o limite das forcas humanas,
    I fcara exhausta, inerte, immovel.
    Que poda ella fazer ? A luta era
    impossivel. Correr a Sint-Cloud, lancar
    se aos ps do general ingles. Mas elle
    eicutal-a-hia, por ventara ? Poderia ao
    menos approzimar-se delle ? Ah 1 desta
    vez era a mor te o fim I
    Se se conhecesse algue'm ? lamenta-
    va Lorrnin. Ha tanta geotb em Paria re-
    lacionad t com os officiaes ingleses. Por-
    que isso ama injustica, ama infamia 1
    NSo se matam officiaes que oomprem com
    o dever de soldados.
    Batea com o p no chSo, ra vosamente.
    Ab se o velho Carth&me esveaae
    ahi I
    De repente Marcella dea um grito, le-
    vantando-Be.
    Algnem ? Mas, sim, existe essa
    poasoa, urna mulher, a marquesa de Lu-
    ciennes, a noiva do Sr. de Lorys. Ella
    nao o deisar morrer, aalval-o-ba. E JoSo
    LiquidaQo
    O liquidatario, tendo resolv do acabar
    com as fazendas existentes na loja cima, con-
    vida o respcltavel publico para fazer suas
    compras, visto em prego nao havar competi-
    dor comoabaxo pro va:
    Etamioes arrendados, covado 160 re>s.
    Nanzuck de cores fixas, o covado a 240 res.
    Flanollas para^vestido, o corado a 480 res.
    Voile amat8ado de 1S, o covado a 10000
    dem gurgorina, o covado a 8C0 reis.
    Linn com boilas, phantasia, o covado a 800 reis.
    Linhos de cores lisas listas, covado a 400 res.
    Esguiao de linho pardo, covado a 500 reis.
    Lencos de phantasia a 2(5500 reis a duzia.
    Ricas frontm para noivos, par 6$C00.
    Fachas de 1S a 1000 am.
    Grande sortimento de chitas, covado 320 reis.
    Bros finos de cores, a 600 reis o covado.
    Camisas de flanells, urna 55000.
    Ditas Drancas, ama 55000.
    Assim como muitos outros artgos que s a vista.
    Aproveitem, a liquidacSo est a fiedar.
    11Ra 1. de Margo11
    LOJA DO POVO
    com elle. E' preciso correr. Vamos.
    Tenho por acaso o direito de ser fraca ?
    Lorrain vem comigo a Paria, onde eoeon-
    traha-hemoa. Sim, salval-os-ba, porque
    ella ama um dos dous officiae* que vSo
    morrer.
    XX
    A marqaeza de Luoiennes era urna das
    triamphantes do dia. Entre os radicaes
    que se haviam homisiado em Pars nem
    um ignorava a parte qae ella tinha toma
    do nos ltimos acontecimentos, a activida-
    de qae tinha desenvolvido, a ieflaenoia
    poderosa que tinha posto ao serv co da
    causa real,
    NeBte mondo parte em qae as. ideas e
    as palavras nSo tinham o mesmo sentido
    que para o commnm dos mortaes, os h-
    roes chama vam-se Bourmont, Blucher,
    Wellington, todoe os qae tinham conoor-
    rido para a derrota da Franc ; Waterloo
    era ama victoria, Ney um patife, o ezer-
    cito do Moot Saint-Jean ao montSo de
    acelerados.
    Desde qae se espalhara em Pana a nova
    da capitalacSo urna especie de movimento
    de gangorra se tinha produsido.
    Todos os patriotas de ooracSo se tinham
    fechado em suas casas, pouco inoommoda-
    doa oom a invaaSo dos pestrangeiros, ao
    passo qoe as ras, sobre os caes, as
    pregas, nos jardins, por toda a parte eram
    vistos esses personagens de proceder cau-
    teloso, esses caracteres eternamente inde-
    cisos, amedrantados mesmo diante do seo
    succes ao, animando-se de quando em quan-
    do, aobindo sobre a propra insolencia,
    que s se v emergir nos das de catas-
    trophe nacional.
    Urna multidSo estranha, empoada, ves-
    tida francesairona da modamu!he-
    res em grande toilette, rapases traiendo a
    espada embainhada. meia de seda e five-
    las cravejadas de brilhantei.
    .. A Franca Ibea partencia.
    O triompho era desde muito preparado
    por Fouoh, que delle nSo devia gozar se-
    nSo por alguns meses.
    Fallava-ae de coleras accesas nos faa
    bourga, em officiaes que tinham quebrado
    a sua espada, em soldados que tinham
    pisado aos ps a bandeira. Um ligeiro
    raido uaa eztremidades de Pars : como
    disia Charros, o ultimo batimento da arte-
    ria esgotada.
    Sabendo a marqueza madrugadora, como
    convm a um ebefe de partido, os mais
    impacientes tinham desde as nove horas se
    apresentado no palacete Luciennes, encon-
    trando j abortas as portas.
    A marqaeza nSo tinha ainda appareoido,
    mas os seus lalCes estavam oieios.
    O here da festa era inoontestavelmente
    o Sr. de Malar vio, o -jas relaces directas
    oom o rei eram conhecidas, pois junto
    delle a sua infidencia tinha por muito tem-
    po abalado a do Sr. de Biscos. Sea filho
    Heotor poda pretender as mais altas posi-
    c8es. Trmoville, Trezec, Qnichemont
    tinham ohegado naquella mesma manhS,
    adiantando-se a Bourmont, que nSo tinha
    querido abandonar o re. E, oom todos
    os corypheos da saturnal revolucionaria,
    vinba ama onda de comparsas, de incen-
    diarios, e mendigos, impacientes por se
    estabslecerem e por fazerem valer sena
    tituloB.
    E que melhor intermediara junto de
    Soa Magestade do que a Sra. de Lucien-
    nes, qae, diiis-se, recebra na vespera
    ama carta aatographa de Wellington ?
    (Contina)
    }

    :

    *

    Tvp. do Diario, roa Duque de Cssms m. *f
    -L
    BiB~l
    i
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    V '


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