Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17355


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Full Text
ANNO LXIX
>w-
TERCA-FBIRA 25 DS JoLHO BE 1893
NCMERO 168
w%
PERNAMBUC
I
PBQPBISBABE BK HAHOKL FISUEIBOA BS 7AB1A & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por bes ditos vencidos .
Por am auno adiantado
dem idem vencido. .
61000
71000
241000
281000
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCAgOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Sri Amede, Prince & C, residentes em Pars34 roe A
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por am anno adiantado.
dem idem vencido.
131500
151500
271000
311000
,"
-j
*;
Telegrammas___
mita fastisuus:: suata
10 DE JANEIRO, 2i de Julho.
O Senado, em aua sesaSo de sabb&do
ultimo, approvou a no/n ac3'> do Sr. Dr.
Badai para ministro d, Brazil junto
Santa S.
Noticias do Estado de Santa Catha-
rina dizem quo diversos aaunioipios lin
deposto as autoridades, ijk > conta do
governo.
O Estado scha-33 em sgitagao.
Os bancos pela manbS abriram com
a taxa de 111|- e tarde a 115,8.
P4BTE OFFICIAL
B*craam
Governo do Estado de
buco
'JESPACIIOS DO DIA 2 i DE JULHO BE
1893
Antoo L 10M05J Carneiro e outr03, presos
pobres.Informe, cora urgencia, o Dr. jmz de
direi'o Jo municipio da E:ciia. coa junsdigo
ex'.ensiva ao de Am>'-agy.
Antonio Vieira da Rocda, sealen:iado.Infor-
me o D\ sil de iiireito do municipio de Itam-
b, inandanoo juutar os documentos a que aliu-
dem os aris. 2." e 3. do decreto n. 2,56?, de 28
de Ma-go de 1860.
Buchartl Bermrd.no Maraaco joiz de direi
to do municipio de Salgoeiro, pedalo remogo
para o de Ipojuca.-In'orme o Sr, Dr- pre3deote
do Superio' Tribunal de Justifia.
BflClides Fonseca, pedindo o Tneatm Santa
Isabel para dar um concert no dia 3 de Agosto
prximo.Informe, com upgenc,a, a directora
do Tbeatro.
Bacbarel Estanislao Cardoso, p*oaootor publi-
co do municipio de Boique e Pedra. pedindo
trinta das de licenga.Jante atestado medlc~.
Jjaquim Lopes de Souza Fraso, sentenciado.
Informe o Sr. D-. pro;uraior g~ral do Es
tado.
Joo Barnardo da Silva, sentenciado.\o jaiz
de dlreitodo municipio be S. Loore^go da Malta
para providenciar, devolvendo este reqneri
ment.
Jj Paulo Botelho. pedindo eliminago de nm
apoartlio da Compaobia Recite Draioage.In
Torma u "OReub'iro ti;' al da Companbu Recite
Draioag-'. .
Mana Esmeraliioa Emilia de Barros, prores
80!a publica, pedindo para ser considerada em
dUponibjlidade.-No tem lugar o que rquer.
A peticionarla .letn de nao ser titulada p-.la E*
co'a Normal e nao ter cinco ann03 de exercido
no uoag sterio, no3 termos da Conslllulcao e da
let n. 8, de ii de Oa'.obr : IEK, no v t:-
llct, porquan'o o ari. 222 do rr-golmect de 6
de Fevereiro t- 18S5, llegado pela BUppIlCante,
ei fupprimido em 'irlude dos motiven constan
les da portara de 16 de Fvereiro de 1887, pu
tincada no Diario de 20 do pi'-.o mcz.
Jos Carlos de Soasa L9t>i>) procu-ader do re
ctl.iimento de Olinda, pedindo elimmagiio de
/aposlos da. casa n. 37, da ra do Conseineiro
Pere'1;,, perteneca'.e ao me3mo recoihimenio.
lufarme v. eageobeiro fiscal ta Compac) a Re-
cite D.-afawe.
ttd&yi Paulino Maga'haes, professor pabl o,
p; fesamir o exercicio da cadeira do mnnicipio de
T;iumrho.Informe o inspecto eral da lastro
cgo Publica.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 24 de Julho de 1893
O porteiro,
B. M. da Silva.
Relatorio apresentado ao Co
Ternador do Estado, em Feve-
reiro do correte anuo, pelo
inspector de Hygiene, Dr.
Rodolpho Ca Iva.
(Continua^ao)
BASHS PARA A OBG-SISAg'O DO SERVICO
SANITARIO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
1.
O servico sanitario do Estado de Pernaabu^o
ticar a cargo Je urna reparcelo deno > loada In-
pectoriff de byetene tendo como auxiliar
um ConeIlio a aiutorldade e como
dependencias um in.iiu*> vocclnogei
eo, um Laboratorio mixto para anaiyses
cbimicas eestudee ba-leriologKOS e omDe-
Inrectorlo.
i"
A lospectoria de bygiene lera por rim o estu-
io de iodos os assumptos relativos saude pu-
blico, cabeodo-!be a iniciativa de medidas con-
ducentes a garantir a salubridade geral e a
execuiac da polica sanitaria.
3-
O seu pessoal se compor de um inspector
cera1, um secretario um archivista, um medico-
demographisla, una chimico ara'ysta, tantos
commissarios de bygiene qnantos forem os dis-
trictos ?anitarios creados, dous auxiliares, um
continuo, tres serventes, dous desinfectadores e
nm macbinis'a.
4.
O Ccn3elbo de salobndade urna cerporacao
consultitiva encarregada de dar parecer e pro
por ao governo as medidas que julgar conve-
nientes bygiene.
10.
O Desinfectorio ser prvido dos apparelhos
saoita i. s mais perfeitos, como a estufa e o oul-
verisador de Gnesi & Hsrscker e ter por lia a
expurgaca de oojectos contaminados.
ll.o
A cidade do Reci'e Acara dividida em cinco
istncios sanitarios, teodo cada nm o seu com
missario de hygiene ewarrpgado de velar pela
polica sanitaria e de fazer a vaccinacSo, pelo
menos, urna vez por semana, na sua circom-
scripcSo.
12."
O primeiro districto ser composto do? bair-
ros do Recife e Santo Aotooio; o segnndo de S.
Jos e Afogados ; o terceiro da Boa-Vista com-
prebeodendo a M?g1a|pna > Santo Amaro ; o
quarto da C punga e Poco : o quinto da Varzea.
13.o
Aos municipios licito crearem os seos ser-
vicos de bygiene. beando. porm, os e3tabeleci-
melos e qoaesquer ervicos creados, sob a Bs
calisaro da Inspectora geral de bvgieoe.
14
Ar autoridades policiaes do Estado e dos mu-
oicipios pre-tario t)do o ap no material e moral
as autoridades sanitarias no exercicio de suas
funrces.
VENCIMENTOS DO PESSOAL
Inspector geral 6:00UXCO0 6:030^000
NSo bonve morte nem mesmo ferimentos de
parte a parle e dos criminosos foram appreben
didas tres espingardas, mmtoscartncbos e gran-
de quantldade de papel proprio para as mes-
mas.
Sanie e frateroidade ao illnstre cidado Dr.
Julio de Mello Filho, mnito digno questor poli
cial.Sevenno Rodrigues Lins de Albuquerque,
delegado de polica. *
Ei. vlrtndn de diversas reclamacOes e de re
quiaica do Dr. jaiz de direito daqaelle muni
cipio faco segnir para all um destaetmeoto de
polica adm de capturar os alluiidos crimino-
sos,
O capitao Laorenio GoDcalves de Azevedo
commnoicoo me que como official de ro ida
maior di-tribuio e tscalisoo as patrullas desu-
adas ao policiamento da cidad9 durante a uoi-
te ae hootem para boje, nada teodo occorrido
de notavel.
Ao
Lima,
Medico- demogr^-
phista
Cbimico aoaiys'a
Secretario
Commissario de
hygiene
Auxiliar
Archivista
Desinfectador
Macbinista
Continuo
Serventes
4:800000
4 800^000
3:0O)/O3O
2:40000 (5)
l:200*-O0(S)
1:8001000
1:030000(2)
1:000*000
800*000
600/000 (Vi
Custeio e expediente
Tolal
4:800*000
4:800OOO
3:00tl*C00
12:000*000
2:400*000
1:800*000
3.000*0"0
1:000*000
800*000
1:800*000
40:400*000
9:600*000
30:000*000
Dr. Rodolpho Ga vao
Quesiira pollelai
SecsBo 2. N. 163 Secretaria da
Questura policial do Estado de Pernax-
buco, 24 de Julho de 1893.
Sr. Dr. Qovernador.Participo vos que
foram recolhidos Caa de Detencao oa
soguintes individuos:
No dia 22 :
A' ordemao aabdelegaao do 1 dis'.ricto deS.
Jos, Tdeodoro Valdivino do3 Santos, por cime
de rap!c, micna disposicao.
A' ordem do sub-elevado do i- districto da
Roa Vi la, Anicio de tal, que diz cnamar se Ani
c:o Ferreira dos Santos, por cr.me de ferimen-
tos. 3 |
No da 23 .
A' micha ordem. Augusto Zacaras de Ges
Telle3, por se acbar pronunciado em cr ue de
na 'l\ falsa, disposico do Dr. juiz eeccio
na'
S.". Dr. Alezandra Jos Barbosa
muito digno governador do Estado
O qaestor,
Julio de Mello Filho.
Thesoaro do Estado de Per
nambuco
DESPACHOS DO
DIA 21
1893
DE JULHO DE
Manoel N. de Souza Barros e Jos Lopes Das
Deferido de accordo com o parecer do Dr.
Procurador Fiscal.
Jjs Urbano da SilvaDeferido de accordo
com as oforma^Oes da Contadora
Enedino Goncalves Ferreira de SouzaDefe-
do para er dadaa baixa oa fianga.
Manoel Joaquim de MirandaDeferido de ac
cordo com as ioformacoes da Recebedona.
Bacbarel Antonio Garlos de Araujo Beltro
Restilua-se.
Director da Kepartico das Obras Publicas
Approvado.
Manoei Francisco dos SaotosDiferido, aHm
de ser considerado irresponsavel pelos dbitos
dos ;int=MG-es ioqudioos do predio o. 40 a roa
do Foo.
Antonio Moreira R)isIodeferido em vista
das iaformacOes da Recebe loria palas quaes se
verifica que uo exercio de 1890 o predio em
j -- i nao se acbava em ruinas e n'elle existia
e8tabe!ecimento com materiaes.
Rdrigues e Lima-De'erido de accordo com
as informages da Gontadorla e parecer do Dr.
Procurador Fiscal, devendo ser indemnisado a
faz^nla da porcentagem pagas aos empregados
da collectoria,_que devero iodemaiaal-a pela
quinta parte de reus vencimento3.
J os Gomes L'al e Antonio G>mes de Mirac-
daInforme o Sr. D'. admnislrador da Recebe
doria.
Franc8:o Antonio da SilvaCertifiqese.
Mara Gavalcante da G. Varejo.Tneresa G. de
Freitas Sa, Fiellen Brotbrs, Jos d'Azevedo Maia
e Silva e bacbarel Joe da Silva RimosInfor-
me o Dr. Contador.
5."
FarSo parte do Cooselbo de sainbrldade o in-
Ctor geral o medico de uograpbista. o chimico
analista, professor de hygiene da Faculdade de
Direito, o seo adjuocto, o inspector de sanae do
porto, o cbtfe do servico sanitario da Santa
Casa de M'sericordia, o director das obras pu-
blicas do Estado, o presidente do Conceibo Mu
nicipal e mais nm chimico de nota qne o gover-
no nomear.
6.
Os membros do Conseibo de sainbrldade cao
se-o retribuidos; mas os sens servicos sero
considerados relevaoles ao Estado.
O Instituto vaccioogenlco ter a sen cargo a
produeco da vaccina animal e homanisada at
3. cultura para ser diatribuida pelos commis-
sarios de bygiene.
Dirigir o lastitulo vaccinogenico o medteo-
demograpbiata, que se encarregar tambem de
organisar trimensalmente a estatistica demo-
grapbica da capital, publicando boleUns.
9.*
O Laboratorio mixto ser dirigido pelo chiml-
co-inalyjta e ter por flm o fame dae substan-
cias alimenticias e medicamentosas expostos
venda, sempre que touver suspeila de falslnca-
go. Servir tambem pa-a qoalquer e3todo ba -
ctereclogcc qae for neceasarto fier ic.
A' ordem do iabdelegado do l- dist.-iclo de S.
JnS'', Aatonio Carlos da Silva, alienado, com
deslino ao A.-ylo ia T;mar;nelra.
k' ordem ao subdelegado do districto da Boj-
Viagem, Laureatiao Jos di Silfa, por crime de
-.'rimen os.
A' ordem do subdelgalo do districto da Tor-
re, Satino da Ve-aCuz e JoSo da Vera Cruz,
para averiguacoes policiaes.
Do officia: qae esleve de servico de ronda-
maior na noiie de ante hontem para hontem re-
cebi o s"guinte officio :
Guarnica do corpo policial, em 23 de Julbo
de 1893.
Aocidao Dr. Julio de Mello Filho, digno
questor policialSoieniirtco-vo^ que em a ooit-^
pas?ada ronoei todaf as pairuuas distnoaidas
pelas divirsas rnas da cidade e ao chegar a ra
da Gloria, na frrguezia da Boa Vista, ful infor-
mado de que dera se um arrombamento em urna
ca;a de negoe'o sita na dita ra, da qual sub-
trahiram diversoiartigoj.
O subdelegado da dita freuezia tomou co-
nbecimento de todo o occorrido, conforme tam-
oem Uve participaco.
Saudo-vosLaurentino Flix de Oliveira Li-
ma, capito de ronda maior.
Pelo ofticial c.immamaiie da patrulha de ca-
vallaria foram apprehendtdos e remettidos a e:-
ta questura es objeelos que foram subtrabidos
do referido estabelecimeoto e contra os autores
do roubo procede o fubdelegaio do I" districto
da Bo:-Vista as diligencias 'egaes, j tendo
con:eauido capturar dona delles, que, de certo,
descobriro quaes oaoutros companbeiros.
Os referidos oojectos foram boje entregues ao
subdito portuguez Beato Domiogues Das, dono
do aliudido estabelecime'to.
O subdelegado de Afolados mecommua:-
cou por officio oesla data que duraate a semana
Hnda nenhumaoceurrencia se deu naquelle dis-
tricto.
Foram remeUida* ao Dr. juiz do 3* disfc
o municipal, pelo subdelegado do 2o distrirto
de S. Jos, as diligencias a que proceden contra
o desordeiro Miguel Pareira da Silva, aulor oo
ferimento feto emuma praca da guarda muni-
cipal de nome Antonio Eipuio de Albuquerque
Pelo Dr. juiz do 7" districto mauiclpal me
t>i remettido o officio seguiste :
Joizado do 7o aistricto do municipio do Re-
c'fe. uo Poco da Panella, em 24 de Jalbo de
1893.
Sr. Dr. questor.Nenhum facto digno de
menco occorreu no 7 disincto monicipal du-
rante a aemana Roda, o que communico a V. S.
em cumorlmeuo do que determina o regula-
melo para execuco da le a. 52.
. Sado a V. S.Sr. D'. Julio de Moli Filho,
multo digno questor policial de Pernambuco.
O jais do T districto, Artbor Henrique de Albo
querque Mello.
Commuolcou-me ojoiz do t* districto do
municipio de Buique, que no dia 15 do co-r-nte
por volta de 10 horas da noite, oa ocaiiso em
qne se acbavam reunidoa diversos cidadaos em
frente ao estabelecimeoto do lente Joo Frei-
r do Reg Barros, foi disparadi u jo tiro de pia-
lla, cuios projeciia alcaoca-am a Seraim Gon-
calves de Mcll i, que reoeoea um ferimento leve
e ao menor Antonio da Silva Galvo, que fol te-
rldo gravemente.
Como autore8 de taes crimes foram indigna-
dos os individuos Antonia RomSo e Francisco de
Moaes, o pnmetro dos quaei j se acha presa.
A tal respelio procede-se s diligenoiaa le-
t delegado do municipio de Aguaa-
Bellas me foi dirigido o aeguote ofnoio:
. Delegada de policia do municipio de Agnas
Bellas, em 19 de Jolbo de 1893.
. Illnstre cidadio Dr. qneator. Commanico-
vos qne em minba ausencia, tendo aclencia o
inspector de qaarteiro Manoel Rodrigues de un-
veira Vel que nm grupo de criminosoa se acha
va bomisiado no logar denominado Sitio. d-ste
municipio para lili se dirigi com urna escolta
de cerca de 40 paisanos com o3m de prendei-os
oo mesmo dejdiapersal-o?; acoaiecendo. porm,
approximar-8e dos criminosos, er preseotido
por eiles foi recebldo com muitos tiros, dando
iaao logar a nm pequeo tlroteio que fez com
que oa crininoso tomassem ajdireccao do ter-
so de Sinni'Ann-. do Estado da? Alagoi.
- !2 -
Fieldea Brothe'e', Medeiro3 e C.', Maria D. de
M endonca Bandeira, Jola Fortunato C. de Mello,
Bernardina Lopes Alheiro e Maria urea de
Sampaio Lio?.-Informe o Sr. Dr. Contador.
Fuueirae Siiva, Figoeira e C Cardoso San-
tos da Figueira, Audr V. de Mello e Laoriano
V. de Jess Villar-Iiforme o Sr, Dr. adminis-
trador da Recebedona.
Joaquina da Silva NettoAo Sr. Porteiro para
entregar a parle lolerressada.
COMRESSO WCiONVL
Cmara dos Deputados
DISCB30 PRONUNCIADO NA SESSO DE 11
DE JUNHO DE 1893
O Sr. Bota e Silva (movimento de attrn-
cao)Comocarei estranhaodo que nenhuma voz
ae erga em favor do decreto de 17 de Dozembro,
que, alias, se pretende approvar.
Sr. presidente, nos das que atravessamos,
tristes para a fortuna publica, para a causa da
liberdade e da Coostituico, roior o dv.r de
combater pelos pnocipo8 conculcados, e por
isso veabo tambem iopngnar a approvago do
decreto de 17 de Dezenbro, que foi, ao memo
tempo, am desastre flnanceiro. orna affronti ao
parlamento e nm aiteotado Coostitnico.
Adver?ar o embora do governo, sou, por prin-
cipios e educaco poltica, oppoaicionista mode
rado, gover^amental, que tem por objectivo, nao
embaracar a marcha da administracao, mas ni-
camente fiscalisar o poder, e considero as ques-
tOes Unanceiras urna arena neutra, onde sO de
''cu degladiar-se os grand33 intereses nacio-
oafs.
Nao me animan, portanto, intuitos polticos
impugnando a approvago do decreto de 17 da
Dezembro, at porque, seja me licito dizel o In-
cidentemente, nao estando aioda organlsados 03
partidos, nao sai por ora quaei sao os meu9
correligionarios.
Fnl, 8sobore3, do numero d'aquelles que no
Congresao Coostituinte recosaram-se a votar pela
mocao que delegava aitribuigOes legislativas ao
governo provisorio.
Ealo diriga os destinos do paiz um governo
revoludomrio, que por lsso mesmo concentrava
todoa os poderes; eato nao tiQhamns Coast-
tulgo e ao menos salva vam-se as appareocias
por nma delegago de proprio poder consti-
tuinte.
Hoje temos governo legal, temo3 urna Coosti-
tuico, que o Sr. vice presidente da Repblica e
o ex-ministro da fasenda votaram e juraram res-
peitar, a qual conferio privativamente ao Con
gresso o direito de legislar, sobretodo em mate-
ria Boanceira.
En, porta&io, nao posso approvar o decreto de
17 de DezemOro, que nm atlenlado a essa_Co.o-
siituicao, a di-solugo do Coogresso Nacional,
em sua prerogaliva a mais importante.
Applaudo a franqueza com qne eouncion ae o
oobre depulado por S. Paulo, illnstre leader da
maioria. S. Eic, aisse-nos qae recootiecia a m-
conatituciooalidade do decreto da 17 de Dezem-
bro, mas que nao obstante o approvana, obede-
ceodo dura lei da necessidade.
Triste cooBaso! Singular defeza para e alten
tado de 17 de Dezembro t
Reconbego, Sr. preaideute, que anormal a
sitoaco creada pelo decreto de 17 de Dezembro
e concordo oa neceseidade de ama sologo que
nao seja anarcaisadora, mxime as circumstan -
cas actuaea do palz; mas ao mesmo tempo com-
pre nos reivindicar o principio capital da com
psieocia exclusiva do Coogresso, de legislar ao-
bre materia financeira.
Comprehenderia qne se lnvocassea rrepara-
bililade do mal para legasal-o, al ao mesmo
tempo ae fizesae effecttva & reapooaabilidade dos
seos autores. (Apoiados).
Mas sustentar o prioclplo de qae se deve ap-
provar nm acto, em sua origem nollo, porque
Assim, as lea e a Constituigao serio lettra mor-
a, verdadelras inutilidades; e taremos governos
francamente absolutos.
Nao prevalece igualmente a atlenuante de que
o governo agiu aob o imperio das circum3tancias.
Essa a mascara com que se pbantasiam todas
as usorpags, com que se disfargam todas as
dictaduras. E' sempre em nome do Dem publico,
em nome da salvagao nacional, qn os governos
avaasalam e sacncam as nacOes.
Em casos excepcionaes, em cirenmstaocias
extraordinarias, como as allegadas pelo governo,
de immioencia de crack, comprebende-se e a
historia Qoanceira registra o emprego de provi-
dencias tambem extraordinarias, mas por uso
mesmo devem ser temporarias e iransorias,
como temporaria e transitoria a cansa que as
determina.
A imminencia de crack, soderia invocal-a o
Sr. Serzedello, para attenuar o crime que com-
metien, emittiado clandestinamente, nao obstan-
te estar funecionando o parlamento, mais 25 000
contos de napi-1-Doeda. alm do mximo autori-
sado pela le de 1885, o qcal ja bavia sido attio-
gido pelo sea digoo antecessor; mas nao dava a
S. Exc. o direito de arvorar se em legislador,
com infraco clara, consciente e aff ontosa do
art 34, 8 da Constituigao, que coaferio pri
vativamente ao Coogresso Nacional o direito de
legislar sobre a creago de bancos e emisso.
Aqu n&o ha interpretago, nao ba cbicaoa
possivel: ao Coogresso e s ao Congresso com-
pete legislar ^ebre emisso.
Nenhum i cnse, nenbom crack pode dar es3e
direito ao poder executivo.
Entre legislar e providenciar sohre urna
crise ba urna diSerenga enorme, qie nenhum
administrador pode deixar de facer.
Nao obstante o governo legislan, e fez por
decreto, em um da, o qn o pode- competente
s podena fazer, m'diuute tres discussSos e
tres votag0e3 em cada urna das casas do poder
legislativo !
S-. presidente, preacinlirei de entrar na
demonstragao da oconsiitucioaaliale do de
creta de 17 de Dezembro ; desde qse ella nem
ao mjno posta en duvida, d'de qu pro
clamada por aqaelle3 meamos que pedem a sua
approvago, seria ociosa atea tal demoostra-
go.
Mas vejamos, se assumiodo, como assumiu
a dictadura flnanceiro, o governa fe-lo ao
menos com vanlagem para a cau->a pablica.
Nao, senbor^s, o decreto de 17 de Dezembro
lauto tem de 'nconstituciMal quinto de desai-
tro o.
Divo dizer, com a f.-aoqueza com que costu-
mo eouuciar-me, qie nao son infe;so ao Banco
do Brasil ao contrario, peuso que era (levar do
governo auxiliar aquella amiga nstituiga) de
crdito, que po' suas tradiges j S acbava
vinculada ao patrimonio nacional; porem,
mesmo sob este ponto da vista, foi infeliz,
desastrosa, a reforma dictatorial di 17 de D-
zembro.
Iup-oio, como inpoz. afujn, a ex-ministro
da fazeoda nao oneroa f o Thesoaro, preja-
dicou tambem o Banco do Brazil.
E.Ue.iucrou as lioealades, aj doigOss olli-
i iaes, 'teitas a cnsta dos contribuintes, mas
torno:j f* lependeucia do governo, depandencia
fatal a cansa pablica e aos interesas dos
aceioolatu, e vio abalarse aquillo que consti-
tua a sua maior forg, e que se mantinca a
despeito dos seus erros : a candanga pu-
blica.
0 f x ministro da fazanda nc qaiz comore
hendder que o pr.ncipal e emeuio vita, das
nuiuigoes bancarus o crdito, e qua a fu-
sao do Banco do BrazU com o Binco da Ro
pUDlica, justa ou injustimenta desacreditado,
nao quero entrar n.-sta orden de considera-
gOes, oo poda deixar de abalar o Banco do
Brasil, j aUectado pala ente, e qua desss
amalgama nac polia sargir un hinco forte,
como deve ser um Danco de emisso, que se
propOe a ser o regulador da mosla t lacia-
ria-
A prova, seoiiore3, qae as acgOas do Ban-
co do Brail cab ram desde que se propalou a
noticia da foso, subiram qiando o m.a'.stro
nnuncio c,aa tinaa rompiao as nsgociagoes,
e tornaram a cabir depois de realisada a
foso.
1 to altameate significativo, e para na
ministro observador tena sido um aviso sa-
lutar.
Mas, \ejamos, qaa! o plano de organisagao do
decreto de 17 de Dez^moro.
Precctare qae, at en ao, o papal do go-
verno seria o de simpes auxiliar, o Estado nao
tinba respoosabilidade directa pelas emls>5,
era apenas depositario dos lastros, e eram este<
e as carleiras dos oaucos qua respoadiam pelas
ootas ; ^ subsidiaria, moraimaote caba ao Es-
tado responsabilidade.
Em todo o caso, dada a insolvabilidada 1e
qaalquer nano emissor, o governo poda agir
com completa liberdide de acgo.
Hoje, o Estado tem, pelo decreto de 17 de
Dezembro, responsabilidade directa pelas emis
ses, a base da emisso a apolica, isto o
seu proprio crdito, o governo oDngado a
depositar no Binco da Repblica os saldos do
Tnesoaro, e iatervem oa dire:go do banco, no-
meando oresideote, vice-presiaeate, e um di
redor, E' portanto completa a denticago
dos interesses do Theaouro com 03 do banco, o
que quer dizer que a crise do banco ser a crse
do Tnesouro.
Como se v. o plano geral nao poda ser mai3
infeliz. Pausemos aos oetalbes.
Limitarme-hei, Sr. presidente, na aoalyse
do decreto, a apreciar os artlgos principae3 sob
o ponto de vista ecooo co. otni vez. que soa
aoalyse circomstanciada j foi falta pelo relator
do projecto da maioria da commisso.
Pelo art. 4" do projecto. substituido o lastro
metallico e o de apoiices, (l ) dos bancos emi-
sores par aplleos do cap tal de um cont de
res, ouro, e 1/2 J' de juros en ouro, pagos
semestralmeote.
Senhores, nao ligo importancia a esta distinc-
gao de apollces ouro.
O ouro urna mercado'ia com valor fo'nuse-
co e a apolice, quer a apollce oaro, quer a apo-
l\:e paoel, um titulo representativo da divida
sem valor intrnseco.
A diflerenga apenas eUa etn qae ama. conten
a promessa do pagamento em oaro e a oo ra
conten e promessa de pagamento em moeda
nacional. Para os casos de iosoivabilidade,
porem, tanto urna como a outra valeraa o que
valer o crdito do Estado.
Sob o pooto de vista econmico, considero
um erro essa substitu gao.
O lastro em ouro sobretudo as quadras
difficeis, anormaes, rom* qre atravesamos,
um correctivo para a desvaionaagao do papel
e consume para um caso de krak um reroroo
precioso, e para a eveotualidaae externa urna reserva inestimavel, do que o go
verno poler utiltsar-3e em desaggravo da hoo-
ra nacional. .. .^^.,J
Mas i!m de anti conomica, e3ta substituigao
onerosa. ,,
Pelo a't- V do decreto sosuasti uiJas japo-
lices deposiiadas pelos bancos emissores qaedei-
xarlam -'e vencer juros no p-aso de cinco aanos
por apollces que veocero juroa indeterminada-
mente e em ouro.
Anda itais: as apollces dos bancos emissoree
que constltaem o lastro desse3 bancos aaaHar-se-
do Estado, flodo o praso da
do banco da K-publica. S nea a artigo ba am
p.-ejuizo de mais de 100 000:000 para o The-
soaro.
Pelo art. 6- ( ) os juro* das apolices pagos ao
Banco da Repblica do B atil sero escritura-
dos em fan lo espacial deaomioado garanta da
emissoeso destinados a cobnr a diff:reaga
entre o valor dos dnosnos e o ias notas I O
fondo de garanta podar ser, entretanto, empre-
ado as iransacgOes do banco-.
Por este artigo o Tnesouro qaam coastitne
esse fando especial, denominado garanta da
emisso, com os juros das novas apolices-ouro.
dadas em snbstitaigo das ant gas. qae aoool-
la -se niam. como ja disso, em favor do Estado ;
nao obstante, e-te fondo de garanta poder ser
empregado as iransacgOes do banco i
Creio, Sr. presidente qie manifesta a in-
susientabihdade de ,-e nellian'e disposig&o.
Mas, alm do bsurdo de poder ser empregi-
doem iraoeacgOss do banco um funlo de garan-
ta da emisso coos'.itaido pelo Tn soun, chega
rem^>s por este artigo a perfeico de poder ter
em circulago papel baocario, pelo qual o Esta-
do torna se responsavel, sem fundo de garanta,
sem lastro de qualqaer especie, o qae um pe
ngo pa*a a fonuaa public, alm de contrario
aoi principios correntes (apoiados).
Mais saliente aiada tornar se-ha a estra vagan
ca da altima pir:e do a-t. 6 S) a conb narmos
com o art. 8' (ii3), em virtade do qual, no caso
de liquidago da oanco, o governo as3umir a
responsabilidade* das notas emitiidas, fazeodo
se representar ;omo credor preferencial smea
te pelo fuado de garanta*, o qual, ex--i do art.
6-, poder ter pido empegado e absorvido as
IransacgOes do oanco, apezar de constituido
cusa do T.iesou.-o I Assim poder o Eitado as-
sumir a responsabilldaae de em'sso felta pelo
banco sem ser credor preferencia! por titulo al
gum t
Parece-me queisto de na'u.-eza a'demoostrar
que ao menas nesta parte p-ecisa de modifica
g0e3 o decreto de 17 de Dezembro, e portanto
qie nao do ve ser approvado em todas as suas
uisposig0e3. conforme propOe o substitutivo do
oobre ueputado por S. Paulo.
O art. 9- do decreto autonsa o Raneo da Re-
publica, sob o pretexto de auxilio s industrias,
a emittir at a quantia de 100.000:000^. de bo-
ous, recebiveis as estagOes publicas pelo valor
nominal.
Esta idea, S.\ presidente, havia si to rejeitada
pela Cmara e importa urna emisso de mais. .
100.030:0004 de papel moeda sem l-.s.ro. A de-
nomiaago d boaas e o disfarje dos jaros de
4 A nao lae tiram e^se carcter desde que sao
recebiveis as estagOas publica3 pelo valor no
mina1.
O ox ministro da faztnda attrioue a abu-os, *
falta de comprehenso do me:hanismo drsses
ttulos, sua transformagSo em pi el moeda, mas
desde que vencem juros inferiores aos das apo
tices, e sao destinados a emprestimos e por con-
eguinte a serem n gociados, haviam e hao de
fatalmente coostitdir meio circulante.
Por causa dos juros baixos nao os querero
-qi;lles que poderiam compra! os como ltalos
de nnla, salvo si for com urna depreciago cor-
respondeutea dilTerenga dt joro. ma3 a sto op-
pOe-se sao recebimento ao per pelas estagOes pu-
bl'Cis. Logo, por quem tive-r de faze' paga
mentes as estagOes publicas que eiles ho de
ser recebidos ou comprados com pequeo des-
como. Atinal irao toda parar ao Tne.cu o que,
nao tendo saldos, ou ha de por sua vez d1-os em
pagamentos ou ser largado a substimil os.
lato era e inevitavel nos termas do a;t. 9 Jo
decreto de 17 de Dezembro.
Por outro lado, este3 bonus consiluem mais
un auxilio carteira do Bco:o da Repblica, do
que s iridustriaa ; desde que elle o encarrega-
do de realisares emprestimos, claro que pro-
curar substituir as caugOes, os dbitos antigos
pelos do novo emprestimo. (\poiados).
JAIm deste^ favores. Sr. p-esidente, o decre-
to de 17] le D.'zembro oato-gio ainlo dJ Banco
ca Reduplica o monopolio d. emisso po- (50 an
nos, -esialio, iadepialaatemaote ae iad:mni
sago, o contracto de re3gate do papel moeda do
fistado no valor de 114 mil coato3, para o qua
bavia sido concedido ao Banco da Repblica dos
Eiados-oidos o direito de emittir mais um
tergo. D3U Iba mata OMEOS e abatiraentos de ju-
ro pira hquilago dos debitas, cissou em b -u
oeoetieio as conceasOei dos oaocos re-!lCuS9 e
declarou o Btalo respjnsvel por tola a emis-
so do novo banco.
Prescindir! de entrar na amly desses artigo3 e de outros poaios secaodanos
do decre:o, porque ja o fez detidamente o llus-
re relator do projecto da maioria da commisso
de orgameulo.
Feia3, susccintameate, estas consideragOes
sobre a parte orgnica da reforma, passare a
oceupar me da quesiao do rsgate do papel moe-
da.
Aqui nao poaso deixar de salientar o contras
te entre as palavras e os actos, entre o plano e
a execugo.
O ex mioi8t-o da fazenda escreveu no seu re-
latorio qua o fl j da reforma era a valonsago
do meio circulante por meio do re.'gate do pa
pe moeda, e assim o annunciou e telegrapbou
os Srs. Rotchilds.
Apuradoi o< factos, segando as proprlas de
ciaracOes do Sr. Serzedello, lodo o resgaie attin
gio penas a oito mil cantos, ao passo que S.
Exc. mesmo emittio ciande3jameaia 25 mil
cootos, sob a forma de bonus.
Retara mais, qaa, sendo o flm da reforma
a eievago do cambio, antes do decreto, em
Outubro, o cambio attiogio taxa de 153|4 e
depoa do decreto manteve-se sempre abaixo
de 14 eacha-se a 10 3|4.
Accresceotare anda que o proprio ex-minis-
tro. acensado pelo oobre depotado por Al'go s
de baver contribuido para a baixa do cambio,
emittindo 25 mil cootos de papel-moeda, salteo-
toa que os primeiros 25 mil cornos foram emita
dos em Margo do anno passado, os segualos em
melado de Setembro, e no? mezes de Outuoro e
Navembro o cambio attingio a 15 3,4.
Se Exc, portanto, contradlzee e refnta asi
proorio. ,
Urna vez, porem, qoe continua em moda esta
quasta da resgate do papel moela, e que anda
nontem o unu illnstre coliega da commisso de
orgameoto, depotado por Alagoas. attnouio lhe
tolos os males que nos affligem, pego lic;oga
a cmara para reproduzir coasideragOes, que j
live a hoara de fazer oe8te recinto.
Nao sou um defensor do papel-moa ia, como
alias sa pretenden'atiribnir-me, qaando em 1891
me occnpel desta qaesto : ao contrario, sou
met llista. Ecooomicameate, debalxo do pooto
de visla scieotitico, o nguem mais adversario
do papal moeda do que eo ; basta aer urna moe
da qne noje po e ter agio, amanna soffrer urna
depreciago de 50|o e cae?ar at a nao ter va-
lor algum. 8i deoendease de voto ou esfo-go
meu, ha muito qae teamos o regimao metalu-
co, mas nao sto o qae est em qaesto : nao
creio qne baja no Brasil um espirito p'atico que
coa9idere presentemente poasivl passarmos do
rgimen fidaciario para o rgimen metallico.
Nao se trata, portanto, de escolhir. Estamos
fatalmente coademoados ao p3p*l-moeda...
O Sr. OiticicaVo apoiado.
O Sr. Rasa e Silva... yanto oo mua-
rem as nosaas condigOes polticas e flnancelras.
O Sr. OiliJca-Eu conside o isso como coodt-
cio essejcial para alolir o papel-moeda.
O Sr. Rosa e SilvaSao contesto qae a
sope-
K?r^^
blo, e concordo em qae as emissOes no momen-
to e da reforma por que foram feitas. coatrl-
bnram para a depreciago da nossa moeda;
mas esies rtr-itos estao prodozidos, e hoje o que
compre verificar se temos superabundancia
de papal moeda, si e-ta a noica ou principal
causa da desvalorisago da moeda, e si o resga-
te par si s pode determinar a elevaeo docam-
bio. Abi que est a minba divergencia.
Para mim as causas da criss, da dep-esso do
cambio, 83o complexas, e porque, obedecendo-
se a sug^estes ibaoncas, nao se tem qae ido
enfrentar o problema em sua complexUade,
qae, em vez de melborar, se tem aggravado a
qa-sto Qaancoira.
O cambio, dizem os melbores Bnaaceiros, o
resultado do commercio internacional, e isto
qaer dizer q e sao os dficits ou saldos as li-
quidagOes das con'as com o est angeiro que
drterminam o cambio favoravel ou desfavoravel
a qaalquer paila Assim. ai as sommas que am
pnz tem a pigar no exterior sio inferiores aos
rccebiment03 que tem ,a realisar, o cambio n
favoravel; e, ao contrario, si ai sommas que
tem a pagar sao sujeriores aos recebimeat03, o
cambio lhe ie-favravel.
O Sr. OiiicicaNos paize9 que esto em va
de prospendade sempre a balanga comraer:ial
a sea favo*, poque quando nao equilibra se
no anno f-eguinte.
O Sr. Rosa e SilvaNao compreheodo a forga
do argumento.
O Sr. OiiicicaSi um paiz augmenta as suas
ren las e progride, signal de que exporta mais
do qae importa, porque quanuo importar mais
empobrece.
O Sr. Rosa e SilvaV. Exc. enuncia um prin-
cipio que, na hypoihese, nao tem a applicago e
elasucidade qae Ibe atiribue. Nos j vemos
cambio cima do par. j tivemos mesmo aban-
daocia de ouro, que era recusado no mercado, e
entretanto nao eram maiores as nossas reodas, e
prodoziamoa e exponavamos menos do que ac-
tualmente.
Argumenta se com o f xcesso da nossa ex por-
tsgo sobre a importago para dar.i se concluir
que a depresso do cambio determinada pela
superabundancia de papel ?moea, mas esqnece-
se qoe esse excesso apparente.
Em verdade exportamos mais de productos do
que importamos de mercadorias, mas para sa-
bermos se temos saldo ou dficit na liquida-
go das comas interoacionaes, precisamos adi-
cionar Udosos ouiros pagamentos que temos a
realisar no estrangeiro, e a Cmara ,-ane qne,
alean das mercadorias qae importamos, temos
de pagar no exterior os jaros da divida externa,
as garantas de juros a diversas em rcz.i- o
nosso pessoal diplomtico, as encommendas ;ei-
tas pelo governo, o transporto das mercadorias
q :e e fazem em navio estrangeiros, as despe-
as dos brazileiros que vo viajar Europa, etc.
eic.
Tujo isto acta como snpplemento de impor-
ifgo.
Aotes de 15 de Novembro contra' iraT seeuc-
cessivos emprestimos. a correte de capiUes
estrangeiros estiva estabelecida para o Brazil, o
que actuando como supplemento de exportago,
cuegou a determinar um graode saldo as nos-
sas con'as com a Europa, 3al lo que liqoidava-
se em ouro, a t.1 ponto que o Banco da Inglater-
ra vio se obri^ado a elevar suas laxas te des-
eo :to pira evitar maior diminuigo da reserva
mtal!ica.
D pou de 15 de Novembro deu-so p!enampnr>
iaverso, grande parte uos capi'.aes esrangtir-*
emigraram e com eiles alguns nacionaes.
O Sr. OicicaPor qoe T Pela deprecugo da
mo.'da.
Roaa e SilvaAbi que es' o erro de
O nobre depotado nao pode descoche-
o capital por sua natureza tim o, re:
e emigra por occasio das crife3. Foi
esto o phenameno econmico que operou-se no
Brazil diante da tran=formago pela qual pasea-
mos. ,
Si o nobre depotado quer ama p-ova cabal
disto que acabo de asseverar e que. nao urna
novidade, d se ao traba bo de ver.Q :ar a esta-
t'sica do= saques remetlidos para a Europa an-
tes de 1889. e compare a media desses saques
com a media dos saques remetlidos de 1889 a
1891 e ver a grande de3proporgo que existe.
(Apoiados).
Nao aos engaemos; os batnos nao nvenlam
saqpps; sao simples intermediar os, comDram
ao ex-Vtador e veadem ao importado'. D'8de
que ha u P" ara maior do que a offerta de
papel, o ba |j ^aisa ; taxa, porque o banffOeW
ro que coahece o seu officio, em rerj, nao sac-
ca a desceberto.
Mas ao mesmo tempo que se operava este phe-
nomeno, que o caplial retrahia se e emigrava re-
celoso, como resultado da transformago pol-
tica, davam se as loucuras da Bolsa augmentan-
do a descoofiaaga; organlsavam-3e precipitada-
menie emprezas de toda a ordem e estas faziam
logo avultadas encommendas, aggravaodo a si-
mago ; e por ultimo compraram-se at corana-
nbias estrangeiras. Talo isto actuou ainda
cono supplemento de importago e determinoo
dficit coosid raveis.
Dahi o desequilibrio da nossa balanga interna-
cional, dahi a depresso inevitavel do cambio,
aggravada pelas emissOes e pela crise poltica.
As causas sao, portanto, complexas; mas,
ainda que assim nao loase, ainda quaodo te-
nham razo os que sustentara que a depresso
do cambio foi deida a superabundancia de pa-
pel-moeda, ainda assim o resgate nao dara ago-
ra o resultado que apregoam os europeus e seus
sectarios, vem atlenderem s nossas condigoes
artuaps. Ea acredito mesmo que alguos, alm
de nao conhecerem o nosso paiz, ignoram at a
somma de papel-moeda que temos em circula-
gao, e outros, melhar informados, acompanham
nao' obstante a oplmo contraria sobretudo com
o receto de novas emissOes.
Adversario embora do papel-moeda, en jolgo
do mea dever combater essa aprec a;o qoe
considero falsa, porque sel o qae sao arrasta-
meotos por ideas em vOga e temo as saas conse-
quencias, ou antes, os seas ezcessos.
Len Say que nao sospe to, e cuja autorida-
de tioanceira nao pode ser contestada, fixa para
os pases que tm o rgimen fiduciario o limite
de 100 francos por babiUut;. Dividindo-----
513-000:000* qae a nossa emisso legal de
papel-moeda, por 15 milhOes de babitaotes ; ob-
temos, desparsa ias as fracgOes om qaocieote de
34*000 por habitante, Hio, um pou'o menos de
100 (raacos, mesmo ao cambio de .27 dinbairos
po- uiii r s. ,,
OS-. Braxilio dos Sant03Considere o que
cou-iome e proioz o france e o que consom e
prodoz o brazileiro. ___
O Sr. Rosa a SHuaA comp^agao prora exa-
ctam;ute o contrario do que V. Exc. pretende.
Si este limite razoavei para um paiz europeo,
onde as transagOas commerciaes sao rpidas,
cono considerai-o excessivo para um paiz extan-
so como o B-azil, onde sao difficeis as commu-
nicagOes e demoradas e rulimeotires as liqu -
dagOes das traosacgO^ comaerciaes, principal-
mente fra das oapitaes.
Ainda mais, Sr. p-esiden'e : j antes de 15 de
Novembro era caisilirado ieficieote o nosso
meio circulaba (apoiado?); a lei da l de Maio,
generalisando o salaio, tornou inUfpensivel
am erande augmento de numerario. (Apoiado ).
Ootr'ora o pagamento se fazia as capiaes,
lito o faaendeiro importava o qae necessitava
para o consamo das fazendas. e pagava OCON
respndante com o produjo da safra (apoiados);
O S-.
V. Exc.
c T que
trabe se



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WF*

Diario de Pcrnambuoo Terca-feira 28-*i Jo'lho e 1893
Jioje elle tea oecMSidae de pagar evaoalmeu-
ib o llano do tr-ttaalaador, e lato oto fe Ki "B
er me somai* de aminas lis. B a sceve<4aaw)l-*
palpavel, aa f-lta ai mee labseidtatia, aatola
sabio do paii, e que eota aaia: c-. pitaes, porjue lem !# omo interior*aU8fd
ser a essas tucesaidader (aaseado?).
OS'. Coata Hiena
de. Apotado-/
O Sr. Loocs CbavaamO raata taug<*.
O Sr. Roaa e Sila-%ne umbo aatpo ti varara
maior aeaenvolvimeni psatscclsv o commer-
cio e as "indas1 ra, e ilWevtato extirta .trapn
augmento do mnmerano. fApoiado-y.
N) coasidero. portant), a despeno da correo-
te contrata, demonstrada a soperaouodaoeia do
papelmoeda. Q wato a mira, o eaaeecial oo mo-
melo anual qu- o lirait'.emos a soturna que
temos e circaaco; o easeacial asgegarsr ao
paiz e ao esiraageiro qae o goveroo nao far no
vas emisse; o esseacial dar a nossa moeia
tilnciaia un lastro real, om foodo de garaatia
qoe a valorise.
B si houve* noi pequeo excesto, o qoe nao
creio, elle ser corrigido, em breve periodo, pelo
augmento da populacao e pelo deseoTolvimeoio
das oft** orttdjwiornu.dj pux
O qae oo< cumpre anda. Sr. orwldeote. tra-
ta! seriamente te aaimar e deseovolver e*sas
fercas productoras, e p-omover o resubeleci-
mento da cootianga no paiz, "pela pas e pela eco-
njania, pela ordem e pera verdade orcaneotaru.
flooiados).
Sao estes os factores que nao de t-levar oca"--
btei sjm qoe ellea predominan, qaalquer que
seia o resfraie do aapei-moeda, nada se-adianlu-
ra. e si levarem moito loo*e a teiraosia tbeorica,
poderse al causar-nos penurbicOes.
3enboreB. a propria maioria da commlenic
que sustenta a ne .-s*id.ide do resgate do papel
mseda, que nos diz que es?e o meio noico de
salvar ese paiz. a pnmeira a por em davida a
sol propria ibf se, a primeira a nao ler cootiaoca
ne remedio que aconselna. oorqae ella propna
diz no mesmo art. 5 n. 5 l. em qoe ordena
o resgate, que o goveroo-'" podera sospeodel-i
e*as conceoieocia* da praca demoogtrarem a
nacessidade de nao retirar mais papel da aireo
acao. _
O Sr. O licicaAh esl a ootsa opimao
O Sr. nota e Sil?*V a Cmara que a pro-
pna commisso autonsa suspenso da medida
qoe ella considera iodif-pensavl, salvadora, e
isto prova oe que oesta qnesio nao se esta
obedecendo a orna onen:aco pratica, mas Im a
sogiesiOes leoricas, sem procurar couciliaJ-as
com os iuteressee e coodicoes aduaes do pas,
f'tpolado^
Gib-.reotement* com addas qoe tenbo enjil-
lido, Sr. presidenta, nao posso tamben votar pela
encampacao. Nao vejo r*zao para qoe se eoor-
dere o papel do astado melbor garantido do qae
o papel baocario, desde que etti teoba por base
m lauro real.
Sa a base do papel baocario for a apolles va-
tera tamo qoaoto a garanta do Estado, polc a
pStsM o crdito do Estado ; ae a base for
ouro, tamo melnor. oorque o ooro a um corree
livo para a demlorisacio da moeda como
disse, serve de rocana em casos de krak e serve
de reserva en cago* de guerra. E aiein disao.
qaer em orna, qusr em ouira bypotbese, alera
euas garantas, pelo papel baocario responde
tzuibem a carteira dos bancos.
O Sr. Oiticicada om aparte.
O Sr. Rosa e SilvaPor ootro lado, Sr. Presi
dente, o papel baocario deve ter um mximo fi-
lado em le. e deatre desse mximo elle lem- na
carteira do banco um indicador para sua maior
03 menor expsnso.
O Sr. Leopoldo de BorioesV. Et. leve a
prova dU-o cooj as etnissOS desorden idas.
O Sr. Rosa e Silva Peiiag por quem f
O Sr. Leopoldo de Rolhoesao loram fallas
pelo tbesooro.
O Sr. Rosa e SilvaMas foram feilas Dor or-
dem do goveroo. E se o governo aoiorisou es
sas emissdes no iotertssa dos bancos, o que nao
far no ?eu proprio iuteresse, oeau poca de
ieficits o-camentarios e de coostaotes esoaoja-
mentos!
VV. Exs. argumeatam com o abuso, mas e<-
quecem-se de que esses abusos nao pndiam
dar-se sem auior'sacao do g veruj, e que sao
ruis facis e podem ser malores. com o papel
moeda do Estado.
O Sr. Oiticica -O governo para si nio preci-
toa emittir. maa precisoo emiltir para os ban-
cos este o facto.
O Sr. Rosa e S.IvaXas at onde ir o gover-
no, se poder emitir oo seo proprio interesse,
para seo proprio aso, elle que aulorisou emia-
80*3 no interese nos bao*os, e qae vive no r-
gimen dos ileti;its que cada vez ajis se a vola-
mam '.
O Sr. Oiticicad um apaite.
O Sr. Rosa, e SilvaK comisso de o'cameoto
nao poa propor a eocamoaco seoo por moii
vo de maior est bilidade, de maior garanta para
a emisso. En j demoostrei, e a commisso
nao poder provar o contrario, qualquer que se
ja o derivativo a que se socorra, qoe o modo de
ga-aalia. em apolices ou em oaro, od^rece pelo
menos garanta igual responsabilidade do Es
:-do, leudo alem asso a vautai;*m. a garaotu
da carteira do b?nco.
Finalmente a eocampaco, no momento actual,
seria urna soluco anarebsadora. Tolos com-
prebendem qae. desgracadaraente, essa fuzo
envoiveu inleresses muiO sorios, qae seriara
atniados pela eocampaco. Uto, Srs., uo de
vemos occultar. e mais ara aggravaole para o
governo, quj nao duvidou discicioaana e cri-
minosamente derreiar orna rofortoa finaacsira,
eovolvendo oter^aes iSo Bravea qae impe^
2e a coosideracodo parlamento ^0}
Qaa fazer oeste caso ? ^j^r
"^CcIffieSSlU5r declarar. -^ae^-6*ns|^o anormal
a anuac creada pelo decreto de 17 de dezem
bro, e reconbeci a necessidaae de ama soloco.
que nao sej-i anarubisadora, mas ao mesmo lem
po. accri*sceotei cutnpre-nos reivindicar o prn
cipio capital de que g o parlameoto ple le-
gislar sobre materia liaancelra.
u, portaoto, n*o posso approvar o decreto de
17 de dezembro, en o roisidero inexistente, um
aio nullo, e o que aullo oiu ple produztr
effitoj. (Apoiados).
Pe-i- .i e preciso confessar que n&o nos cum
pra so velar pelos principis. mas tamOem pe-
los altos loieresses oaemoaes que se acbam em
jjgo cesta questo. (Apelados).
Por conseguinle. ao mesmo lempo que de la
raria inexistente, omlo, o decreto de 17 de de
xemnri, reivindicando o principio da competen-
cia exclusiva do Poder Legislativo, firmando o
p-ecedeote. para qua o Poder Executivo nao se
arrogue de novo a competencia de dispor da
'ortoaa poblica, dos crditos e da honra da na
cao ; ao mesmo tempo, nao podendo deafazer a
/uso, en a acceitana com as suas consequen
cias. e legi-ila-ia a respeito acautelaodo os di
nbeiros pblicos sem sacrificar es interesses im-
portantes que buje o Banco representa.
O Sr. Bazilio dos SiotosDnm aparie.
O Sr. Roza e SilvaGogitel Sr. presidente de
apresentar om sobBlitntivo nesse Beniido; mas
a Cmara se acba dividida em duaa correatss :
ama qae qaer a eocampaco, de accordo com o
proj-fcto da maioria da commis-io de orgimno-
to ; e ouira qae approva seciosamente a refor-
ma dictatorial de 17 de dezembro, conforme o
suosiUulivo do nobre depatado por S. Paulo,
obedeceodo dora le da oecessidade.
En, ortnto, creio que serei mais pralico vo-
lando ja contra o substiiutivo, que approva o de-
creto de 17 de deiembro, ja contra o projecu
da maioria da commi sao de orcamento, e offe
recendo emennas ao substitutivo do nobre depu-
lado por S. Paulo, o qual, sem querer p-ejugar
a qoesto, posso dizer que vai ser approvado.
Mas, aenborea, este subs ito'.ivo alm da ap
provago do decreto de 17 de|desembro, coos'g
na no J I.' a approvaofio de lodos os actos pra-
tlcados e autorisadoa pelo governo para a sua
execncio.
Qaaes sao esses setos praticadoa pelo Pode-
Eiecativo, qa9 o paragrapno 1," do sobsliiolivo
manda approvar? T atar-se-na de actos pabli
eos, oa baver nesia qoeslSo actos secreos qae
devam ser app.-ovados ?
Qaaes gao tambera os actos antorisades? En-
tko ba actos autorisarios pelo ex-ministro da fa-
zenda, para execucao do decreto de 17 de ae
sembr, qae esto anda em estado de aetorisa-
cSo ? Eoir3 os actos, au'orlsados pelo ex-mi
nistro da fasenda, baaer algom fia aea NCces-
or nio qoelra encampar
Parece, Sr presideoie, qoe saber o qua too de votar.
Os paragrapooe 1* e 3." camagraa prtaei
pi de indemoiaacio aos Bancos regionaes.
Coosidero aasa ndamoisacio maU sm aoroi
jarlo htal do decreto de 17 ae dezembro, ^ .
8ju, senboret. pela oni lade de emisao. mas
a verdad* qaspocwaw na tiaaa o dl-eito.
*> vonaar oromraali'lHs8 dos o Bancos
-fegimaes : i acormea* de sias MsaOes de-
ia araaedf amo -tcrcv*ram taa oa^tn^iJi i lm t.;e3enn i Matvo;!
ram eos captwa.. coariad*e o% aanoaabilHade
9MBV. qae .*erda*{i**artf idorfa qae m
particalares** mai. estas eaaaesaav f irtsaa-ewawTat oaio-aa-
idas od4ar^e oQaB-.spo 4*e as le, nitUBmsmqm a>ttu saaan i
pos contracto^''lwaadito"o< BstBot^-egi
asphyxiados, com os o*>us que elle oroprto im-
pji.
Por oatro lado, oto jus'o qoe ai mesmo
tempo qae se fazma libersiiaVdes. casta de to-
dos os coniribuentes.em favor do novo instlalo
de crdito, se egbalbe ot Bancos regionaes. Ka
na onbeco, aerante a le e perante o direito,
raz&o qoe laatlOqae essa distiuceo. Perante a
le e perante a moral, oa luteresgea e os capt-
taes que representara os Baocos regionaes 6o
to respeilaveis qoaoto os capitaeo, "ireitos e in-
t-res-es qae representa o Banco da R ipabllca.
Aiuaa man, o governo era simples deposita-
rio, dos laatroa, e >o poda dispo- do que n&o
era: en ; assim como om partcula' nao p le
ditpd' oa om deposHo qua he e ronllolo, o go-
verno nao tem o direlto de f.zer aqulllo que
crime para om particular.
Peoe, po'm. S-. prHgiden'e qae ao Banco
da Repuolica que incambe mdumnigar os Ban-
cos regionaes, por laso qae a elle qae foram
"ncor juradas as emissoa* concedidas a esses
banco.
Senbores, nao quero por mais tempo abobar
da aiteococdalCatnara. (N^o apoiados). Mas,
antes de concluir, preciso indi discutir o de-
creto de 17 de Dezembro sob u O ex ministro da fazeada nscevea, aos con-
sideranio-i no decreto de 17 dj D teaaDro, qae a
latn: (i) dos bancos imnuoba-se i-omo necea-
sidade da expinso e fortatfcimento da riqoez
publica no interior e mu relaQtS exteriores do
paiz.
Para aferir o qae fol o decretJ de 17 de D^-
seraOro oas relacdes exterioras, temo*' infeliz-
mentejo erapresiimo cootratado para a Estrada
de Perro Oe.-te de Mina--.
Oigo iofelizmeote porqoe este emprestimo foi
mais om desastre e ann orna iilegalidade.
O proprioex-minist'o di fazeada a pigina 85
do relatorlo, reconhece (l) qu^ o Coogresso nao
au'oriiou o governo a effectoar oieracoes "e
crdito, e qae nao poda, por falta de tal. t-tntar
o levantamento de emprestimo para o R-taio.
Em seguida, porm, dis que desos de larga e
demorada dtscasso sobre o decreto n. 86i de
16 de Ouiubro de 1890 (o decreto qu^ regulou
as coacessOes d- esiradas de ferro) cootratou o
emprestimo de 3.700.000 ao typo de 8 ", e
jaro de 5 -.. declarando que o Ttiescar) garan-
ta o pagamento dos juros e'amortisaco inde-
pender das claasa.as do decretj n. 86z, fazen-
do o servico por intermedio ana seos agentes.
rjAssim. e claro, o Est < lo que ostitaia-se de
vt;dor principal, quem fm de oagar os jaros
e amorii8acao do emprestimo e faz o servico por
intermedio dos seas agentes Fo por coagaiu
ama verdadeira op3-ac) de crdito para o l-la-
do, com o dlafarce de um emprestimo Oegie, o
qae nao altera a natorezi da operagao neio Ibe
dim nue a illegalidade.
Cortamente o illaatre depatado por S. Paulo,
quaod j elaboroa este decreto regalando as con
cessoes de estradas de ferro, nao cogiiou de. po~
este(meia, antarlsir erap-estimos x'eroos. e
sirva-nos hio de avno pi' p'ovidpnciarmos no
sentido de emar-sea reproducc&o de semelban-
le abaso.
Nio soaSr. presidente cintrarlo aos emnres-
timoa externo?, ao cootrar o, pens qae um pai:
como o Brasil, onde ba falta de eapitaea e a in-
dustria anda est em graois oarte por orgaoi-
sar, coovem e multo a importaco de capital
estrangeiros, como factor de riquezas e desen
volvimento social, mas em coodices razoaves,
sem sacrificio da noasa lloara e do crdito naci
nal.
Um emprestimo ao lypn de 89*/* e juro de
5",.'. nao devia ser aceito nem mesmo para base
de negociacoes. e om mioistru que oezasse be n
o alcance da ooeragao e os crditos do paiz, nao
o te-ia effeciuado.
O eredor que v o devedor aceitar condic6js
onerosas, davida da sua solvaDilidaQe e- preci-
so que cao paire na Eurep>, ora a sanecn ira
p'icili do goveroo. duvidaa sobre o noso ere
dito, por mais senas qae sejam as dilli rada '.<
internas, por maiores qoe aejam os aacricios
qu-*. temamos de fazer.
A verdade, felizmente, qae aago alguna
offerece aos seos creaores maiores garantas no
que o Brazil (apoiados geraes). e nao estamos
portaoto, em condicOes de aceitar um emoresti
mo ao typo de 80 e juros de 5 */<) '-ora < garan-
ta de uma|estrada de ferro da importancia da
de Oestede Minas. (Apoiados.)
Senbores, o desastre da operaco foi ma.or
anda.
O emprestimo foi 3.70O.0OJ Ira-as. ticando li
qaidos apeis 2.8W.U, isio 77 '/,. Assim
cootrabiu ge um emprestimo de juros de S % em
ouro, com a respoosabihdsde li fisia luna g-
raotia da estrada de ferro de Oeste, com um p-e-
jaizo na emisso de 3i *U, isto quaei 850,000
libras)!
E cum i e iss.i anda aftii fosse bastante, o
ex ministro da fazeuda obrigou se mais a res 4
gatar titulo-* de emprestiios de 89, pira os seus
po8suiiores comprarcm jos )m emprestimo da
Oeste 11 y '
K, eah#res, para cumulo de desastre, tenho
Coino brauleiro. profuudo pezarem dizel o, era
assim este eranreatirno fui subscrito. A cmara
eabe qae u Stok Exchange, de Loodres, rerasou-
Ibe a cotac&o na lista otticial, por ter apeaas si
do emittida a aetade dos ttulos.
Isla nao se commenta t E' deploravel qoe o
goveroo orazileiro asi>im tenba exoosto o credi
to naciooal. (Apoiados e apaes.)
Por oatro lado S". presidente, este emprestimo
ccnstituio um passo errado, om emoaraco para
as emprezas que precissrem recorrer ao capital
estraneeir; bao de agora exigir pira todts as
mesmas coidicoes d5 contracto da Oeste, isto ,
qae o governo garanta o pagamento djsjuros e
a amortisaco. fazendo o servio directamente,
c que n'ii e -possivel, parqae seria um perigo
para o Estado assnmir to grande o grava res-
ponsabilidaie. (Apoiados).
Oasou se jostiBcar este emprestimo com o lu-
cro que aufere o Tnesjuro r^su Ua! da dlffereo
ga do cambra, is'o porqje o cambio, estando
ento a 12 3/4, o goveroo obngoa a entrada d
Oesie de Ulnas a recebe! o a taxa de 20 diobeiros
por mil ris, fatj menos dezenove mil e seie-
centos e tantos cantos; ma-i qoera paga a diffe-
renca urna estrada ue ferro na :isnai, e nao
regolar dar o paiz saa responsabilidade meaian-
le urna porceniagem de dezcuove mil coutos so-
bre 53 mii I Isto o qae faziam os cbimicos da
bolsa; con-titue urna agiotagem e nao est de
accorao com a missi do Estado. (Apoiados).
Si. presidente, a ora est dada, vou couclair.
Terminando direi: qualquer que seja a resola-
co do Congresso so ir a auestj timncira.
cumpre que seja detintt va. Basta de aventuras
e desastres.
F' preciso acabar com a anarebia tinanceira
qae est atropbiando a vida nacional.
Fagj-se di equilibrio e da verdade orgamenU-
ria um p og'amma sincero de governo, e da le
galidade- o comp omisso de bonra dos poderes
pubic/Jf.
Ponna-se terna j ao exierminio de irmo--, que
esta eniuiando a alma braziteira, e mandando de
lagrimas e 8angae a imagem querida da paTia.
Seja a divisa de todos os : paz. (Conomia,
berdade e integridad.! naciooal,e a reorgaoi-
sa$o tinanceira ser fcil, e o Brazil conquista-
r, emjb-eve p-iriodo, a poslgo brilbante qoe o
futuro Ibe reserva no convivio das nagOes. (Mul-
to oem; multo bem. O orador mauo felicita
do.)
Idor polaco Ooacialiatk a viaital-o em locares os qaadroa do* officiaea allemles,
, qpa
ave* a
ral.
O resaadilliai
bu ae. ja>ri 'Sm atea fi
s mafrito Hitasu
ida aaadft do Reiolwaag!
daa<4 di i ao marte, oai as
Jtshm e asjpresaava paav
datu
o ok covd*, dfM&a da de*a
rar bo.s as relacSes com as demais poten-
cias e de notar que be cauaou protaado
seatiaiento a rejaicao do projec-'o cooce-
ueado 75 milhS-aa de marcos para o com-
plemento da red-i do eatrudis estrategi
cas, S. Al. affirma ser a trplice allianua
g raatia da paz europea, observando oo
entretantJ ser ireoisi* augmentar os ar-
mamentos pira aalVHguarda das gloriosas
oooquistaa do imperio e accentuando que
dopySo da lei militar < ra t da n ceasa-
ri* para n integridad d* AHemaraha.
Para presdante do Reiohstag; tendo
aido comead'i Mr. Lavetaow foi easa no-
macSo coafirmada por eleigSo.
F irim tmbem eleitos vic-i presidente'
"ilra. Bue e Burkia.
Tendo o Reicbstag adiado a discus-
aSo referente ao j'projecto sobre a le mi-
litar para 7 do oorrecte, cffe.ctivamoratj
Deste dia iniciou-se a discusgSo.
A sessBo esteva ijoncorridissima e em
mxima agitac&o.
O chaocsler deolarou qae o projecto
modificado contera o mnimo, em borneas
e dotacSes orcameotariag, qua o g Torno
oecessita :
Diste tambem o chanceler que no aug
ment de impostos necesaarioa para o ao
cresafmo de desposas, sao excljid s os
pobre.
O deputado Mamtengel applaudio O
projecto ; mas L^ibuicht Jisso que o go
veroo armara-se cootra os bous compa-
triotas
O iliustre uhefe soci.lista foi muito hos-
tilisado dorante o discarao.
A imprenea aemS tratando dessa l assegura quu ser approv^da, assegaraa-
do-se tambem que o imperador contra-
rio ao servico obri^atorio por 2 annos,
Effectivamente na sessao de 13 do cor
rento, que prolongou-se at alta hora da
noite, approvou o Riichatag o artigo l.-
da le por 198 contra 197 votos.
A sess2o correu de principio a tira ag
tadiaaima.
Houve discursos vehementes "e troca
ram-se apar.ea violeotoa de um e outro
lado ; e n imprensa commentando o resal-
tado pelo (auto de paasar por um voto de
maioria,prev que pela opaosiQao que exis-
te na mesma casa do Parlamento aquello
projecto, a discussao all terminar pela
saa rejeicaO; o que trar graves conse-
quencia8 ao imperio allemSo.
Todava, na sessao de 15 o Reichstag
adoptou e approvou em segunda discussSo
todos os artigos do projecto.
Nao obstou ter sido oa aesilo anterior
regeitido o artigo do mesmo referente ao
servico da 2 anona de actividadi pela
graade maioria da 2 "4 contra 105 votos ;
pois, como j dissemos, a discassSo do
coajuaoto do projeoto termraou pe* b-iu
approvacao ddnitiva e integral, apeaar
dos cammeotarios a que d-u lugar aquella
regeicao.
O conaelho de Estado approvou as
modificacSas introducidas a* le< do recru-
tsmento, caja 2.' leitura no Reichstag te-
ra logar no dia 13.
A opiaiao dos centristas contraria
essa lei.
Parece que cogita-sa da berdade de
eosino na Polonia, a oeste sentido ter o
goveroo de eaviar ao parlamento um pro-
jecto de lei esubeleceado-a na parte que
Iba foi adjudicada no traociouamaato
quelle antig reino.
No di 5 do crrante encerrou o im-
perador Quiterme a sesaSo da Die.a
prnsaiana.
O Woikszeitung, de Colonia, iasiste
em afirmar, a despique das negativas ds
to'has officiosas; que o gjverno tea a ia-
tencao de aprovei^.r a maioria reacciona
ra para recuar a trinta annos o diteit t
Dataria* de gaarnifS e 22 compaahias
teohnicas.
Ha, pois, ao todo, 1.762 batsUuJe* da
do paia sem se pr*soaoa|a co>as> fnfanteria ; o xerotto allaaato *6 cansa
j a^K savav %v uu'uave uv uuav>"vai aa wm
| v se que o mperador, ha ataitaa nret-is
jsurraaaaaretteu o futufa niBrttsr e aeona-
a foraa pa-
eMto dos governse
eiaa)HTawdo o meio aa
pies ordom de gabinete-.
Austria Ha
A 8MMsaio em Praga
da maror gravidade.
blioa e os manifestantes travarlo-aa repe-
tidos conflictos
Os eacootros realisarSo-ie com firmen
e a saogue fri, dando lugar a numerosos
terimentos, teodo de lameatar-sc a morte
de tres cessoss e um ferido.
A guaroico aoba-se aiuartellada por
ordem superior, tendo ido reforgada a
polica.
Affirma-sa que forSo reqaisitadoa re-
forg is do govem<) central, atim de seren
da prompto raprenda* aa desordena e
restabelecida a ordem publica.
No dia 4 pela manhS, algans grupos
da deaordeir.i8 foram dispersos pela ca-
va lian a
EstSo presas mais de 2)3 individaos.
Um grande escndalo acaba de vir
la publica em Vieana provando qae a
onda da corrupcao alastra pir toda a
pard e aue a decadencia dos costamos
pblicos se vaa gencralisaodo assustado-
ramente.
Foi ordenada urna syndicaocia aos actos
e am dos membros do coacelho muni-
cipal, dos mais em evidencia, acensado
da hav-r pedido amas luvtu de 100:COO
florios a urna empresa encarregada da
limpeea da cidade, para a reuovacSo do
sea contracto
Oa jornaes publicara agora a ultima
carta escripia pelo archiduque Rodo'pho,
herdeiro da corda q'Austria, antes da ca-
trastrophe de Mayerliog.
E' um documento que tem importancia
porque prova qae o mallogrado principe
n&o persa va em saicdar-se Eis o texto
da carta ;
Sabbado, 26 de Janeiro de 1889
Meu cro Weillenl Foi-me impossivel
escrever a minha decripcao de Gcedce'Ios ;
pois, como sabe perfeitamente, tenbo tido
nos ltimos tempo muito qae lser, so-
bretudo era estados militares.
N'este -romenro mesmo estoa a rever
os quadros da promoc&o que exigam nm
cuidado immenao. Mas segunda-feira,
quando entrar em Mayerling terei alga-
mas horas hvres para eacrever o sea ar-
tigo.
Ecpero vel o quarta oa quinta feira e
entregar Ibe o original.
. Oa meas melhores camprimentos.Ro
dolpho.
Na cathedral da edade de Vienna
houve no dia 5 graade alarme, por um re-
bate falto de incendio.
Muitas malheres e criaccas foram es-
magf.d, quando procaravam fagir.
Mi ni testare m-se em Ssathmar, na
Hungra, alguna casos de cholera.
Suissa
O Governo da CooederacBo decretou a
expulsa ao territorio bu.aso aos agita-
dores allemes, qae altimamente commet-
trSo toda a aorte de delicies, excitando
a opinio publica.
aHoruega
Continua o governo a laotar cora aa
mais ingentes diffi :uldades na oamara.
Tal aituacao provem de achar se em
minora no Stortbing, de sorte que suc-
cedem se urnas s outras as voagSos coa-
tr.irisB nessa assembla.
Anda ltimamente um projsot de lai
augmentando os impostos, foi rega.tado
por urna maioria de 15 votos.
33 b'talhSei de rafaatda, augmentados
dH sins de 5C0 bataMBes de laodwdher (*Mi
quadros permaaentes.
A rgen saoao das bateras rtissas de
oaraetaatreserva muito co-nmuda por causa dos
qaadroa permanentes, alm de qui estas
bateras teem 8 pecas em lagar de 6
como acontece no exeroito allemao, o que
d em cato de guerra 636 canhSes mais
do qae possae a Allemaaha.
Emqaanto cavallaria, a Ruesia pola
por em p de guerra 863 esquadioss, sem
coatar a guara volaata das tro itnr-n.
Nos nmeros qae preodem nSa est2o
incluidos os sappoltoheaa* (gaarla na-
cional), a landwsher da Finlandia, nem
alguas corpas secundario! especiaes.
Em todo aata immeaso eirercito, a
Asia 8 retm 6 batalh5-,a da infante
ris, 25 bateras de artilheria e 119 es-
qoadrSes da cossacos.
O grosso das tropas imperiaes est
concentrado" na Polonia a Kussia Me-
nor, e os planos Je mobilisacao faaem
aerad.tar que o effectivo completo em p
de guerra ser mobilisado em oito diai.
Se se compararem com estes nmeros
os que representan! os efFectivos di-s ex-r-
citos da trplice allianc* e do exercito
O mesmi salteo, a cftrte e o harem j
se acbam insta.lados na nova sede.
O gaverno v neste momento com
despraser numerosos soldados ingleses,
aos qaaes o gobernador da praca de G-
braltar permita irem passexr pelas roas
de Tnger fardados.
Perganta-se com raslo se nao este
um meio indirecto de ir aoostamanio as
poaalacSes marroqoina i a ver circular en-
tre ellas militares estrangeiros.
Parece qae o goveroo heapaahol tam-
bem est dascooteate com o procedimen-
to do governador ingles, porque julga nSo
ser regular que se esteja tasando de ama
prsgi fort i que foi hspaohola, base de
operacSo eventual cont-ra um pais sob o
re Minen do statu qno em que a Hespa ha
est part3ularmaote ioteressada.
do suffr gio e sapprimir o suffragio uni-
versal e faser eleger o Reichstag pelos dif-
rentes L'i dos.
O Gzarewitih chegou a Berlim, vin-
do da Inglaterra, onde aasistio ao casa-
mento de S. A. duque de York. O povo
quo aguardava a sua chegada, rompeu om
vivas e aculamaces.
S. A. tem tiio largas conferencias com
imperador, e ha recebido as maiores
provas de sympaih'a nao s di cSrte,
como do povo, tencionaodo regressar a
S. Peraterburgo brevemente.
Taod- -8d Ullado que Quiiherme II,
visitara a Noruega depois da discussSo
da lei do recrutaraeoto, diz-se a ora qui
S. M. resolver nao effeciuar maia essa
viagem.
Mas visitar a rainba Victoria.
Acha se doeate u principe de Bis-
m&'k.
Falleceram o cbimicti K ib-c e do s
ajudantes, em coosequeacia de urna ex-
ploaao n laboratorio da .elle protasaor.
Em Altooa e Tambirgo tem havido
incendios, que causartm avultados pre-
juizos.
Nasta
E UROPA
tilemanba
Ouilherme II felicitau o chancellar pelo
tnumpho eleitoral qae obteve o governo
nu urnas iivres.
A imprensa allana da que a ap-
aravaolo dos prejeotos militaras depende
Os epatad ns polac: a e au ti-se mi tas.
t1^Kj>|aa>iniB- corroborada pelo proce
tttbatv* do iatparador, que coendou o
ultima cidade, no incendio de
alguna armazeus no di 6, perd r-m-se
100,000 saccaa da caf.
Annuncta-se a resolugSo do novo
emprestimo mexicano de quarenta milhSes
de marcos, lanzado na raca de Berlim ; e
em circuios tioaaceiros, diz-s-; que diver-
sas potencias europeas, inclusive a Alie
manba, bu sea m um accordo para a solu-
cao da crisa da prata.
Urna tolha cstraogeira, o Commercio de
Portugal, noXou o seguinte :
c Os nossos lei'ores vSo ficar surpre-
hendidos com a seguinte noticia qae aca-
bamos do receber de tonta authorraada.
O imperador Quiiherme nao eaperou o
voto do Reichstag para por em execucSo
o projecto de augmeoto dos quadros,como
se aohavam estabeiecidos no celebre pro-
jecto militar pendente.
Desde Marco prox-.mo pastado que o
imperador fijmou orna ordem de g bnete
mandando que aa escolas militares rece
bam todos os annos qoatro aeries de alum-
nos offioiaes em ve* de tres, \o que repre-
senta um augmento de mais de setecentos
officiaea por anuo.
Como o projeoto de lei rejeitado pelo
ntigo BtkMag augmentar am 2.13
Bulgaria
Foram depoatos os generaos Nicolaieff
o Tanteoff, implicados n) desacato ao
principe Foraando.
Este facto cauaou profundo desgosto
no exercito.
MsMEClfl
' actualmente kaoogeira a aituagSo do
paiz, todava possivel tambem que de
momento oara outro peiore, si a nova- c-
mara insistir as propoitas que revelou
na resposti ao discurso da cora.
Trata-se da accusa;o criminal do
anfigo ministerio Avakiumovitch, qae o
re Alexaadre tSo claramente aecusou no
seu discurso de acolama^-ao.
O alvo principal M. Ribaratch, que
dirigi as eleicSes do mea de Margo.
As familias das victimas aos conflratos
eleitoraes dirigiram representares ao pre-
sidente da Skoupehtina,* pedindo jasti-
9a, e sobre esta assumpto levantar-ae-ha
ds certo vehemente discussao.
E' corto, porm, qu9 o actual ministe-
rio tez de c a rae lo cathegorica que nao
quera exercer represalias, mas nao teve
remedio senSo oraenar ama investigacSo
judicial, que j deu em resaltado a pro
nancia e a prisSo de muitns ex-fdncio
natos subalternos do anterior rgimen.
O gabinete Avakotimovitoh abusou enor-
memente da presso goveraamental, da
corrupcao e da violencia.
Oa processos, porm, fasem martyres
polticos e i.-.sj d torct opposi^ao, por
mais desamparada que a possamos jal-
gar.
Cier um erra a acjjsagaj judicial do
ministerio demittido.
Uuoiia
Acaba de pablicar-sa um estado maito
interessaata sobre o exercito ruiso.
Ddsse trabaiho ebega se evidencia de
que esse exercito tem augmentado da
pouio e poaco e aem alardes, de sorte
qae aotualmente coastitue urna forja for-
midavel, a anda na mor parte reunida
na pros midade das frooteiras austracas
e allemes.
Comparados os exercitos russo e aile
mao em seu aotivo, o autor do mencio-
nado estudo apreseota os seguintes n-
meros :
Exercitos russo allemao
BatalhSes de infantera 1.072 538
Esqaadr&es de oaaaltaria 650 465
Bateras de montanha 435 434
Bateras ae gaarnicSo 221 124
Companh.aa teohnicas 146 101
A Russia mantm quadros permanentes
para ensinar e instruir os soldados da
reserva em tempo de pas, organisal-os e
pol-os em marcha em tempo de guerra.
Em pe de guerra, a reserva oompre-
hende 54 J batalhSes de infantera, 159
batalbSes de guarnicao de fortaleaas, 104
f'rancez, note sa que os exercitos russo e
francas reunidos podetn apresentar um
milhao de horneas mais do qua as tres
potencias alliadas.
Foi assigoada em S. Petersburgo
o novo tratado da commercio entra a
Kussia e a Franca.
Os uoua pases fazem concessSes reci-
procas.
Era Varsovia um grupo de aaar
chistas arrancou os trunos da estrada de
ferro, eir Duburg.
Fallecen ograeral russo Petrus Hei
wiski.
O conselheiro de Estado DonosseM
foi victima de ama tentativa de asaassi-
nato.
O criminoso consegaio vibrar urna pu-
ohalada e nSo levou a termo o homicidio,
grscaa a energa daq,.elle cidad&o, que
pasaoalmente o preodeu.
Foi preso e demittido SUepucbfk
gerente do Banco Impeiial da Russia, que
tntou saicid.r se.
Um conaideravel incendio causoa
grandes estragos em Muaanafca.
O rrejuiso sobe a seis milboa e meio
de rublos.
PasSa de 20 o numero de pissoas mor-
t .s nesse sinistro.
A eoidemia do cholera fas a sua
reapparicSo em Moscow, sendo j cresci-
do o numero de casos.
Turqua
Em Constantinopla preparavam-ae gran-
des festejos para reoep^So do kbediva do
E^ypto, que effactivamente ah chegou,
tendo um recebimento bnm significa-
tivo.
O kbediva sua chegsda foi coniuzido
ao palaoio Tildis, onde fot alojado e resi
dir durante sua estada.
O SultSo, depois das entrevistas com
esse personagem, qae veio aquella capital
com o proposito 'de tratar de altas ques-
toes polticas, resolvea vedir ao governo
da GrS-Bretanha para fixar de molo defi-
nitivo a (lata da evacuacSo daqaelle paiz
pelas tropas ioglesas, teado-lhe o mesmo
kbediva pedido qae as tropas inglesas de
occupacSo sejsm substituidas por tropas
turcas.
Essa visita costa ottomana estava
para ser realisada em principios de Agos-
to ; mas a pedido do SultSo foi adiantada
para este mes de Jalbo, embarcando Sua
Al esa para (Joostantinopla, e acompanha-
do de Tigrane-pacha, seu ministro dos
negocios estrangeiros, e de Mukbtar-pacha
alto commissario da Sublime Porta no
Egypto.
E, por isso, passava por certo na capi
tal, qae o gabinete torco nio era estranho
a mesma visita, desojada alem disso pelo
SultSo.
Oe modo qae si a Inglaterra lhe po-
sase obstculos, com 1 se falln, seria um
aggravo mais a juntar aos maitos qae
della tem a Turqua, e de ordem tal que
reflecteria as relacoos polticas anglo-
tarcas, que sao correctas mas nUo cor-
diaes.
Apezar de qasntas opiaiSos se levanta-
ran! a p.oposito, a opposicSo inglesa nSo
veia superficie, e Abbia Pacha poude
ver o sea suzeraao e expor-Ihe sincera-
mente a situaco do Egypto e as saas
disposic5es polticas perante o governo
ioglez e os occapadores ingleses.
Quanto s coosequencias possiveis des-
ta entrevista, preciso nSo exagerar.
No estado actual das cousas nSo pode
modificar se a questSo egypcia, e a visita
de Abbas deve considerar-se, um acto de
simples cortesa que o khsdiva nSo prati-
oou quando foi proclamado, mas.que quer
fasel-n agora.
Na entanto disia o Journal des Debats,
que o caso era ou3a alarmante para o
governo ioglez, ao passo que o Daily
ews aaaignalava qua a visita do kbadiva
a Coostantinoplz tiha por tira adquirir a
favorita para o seu aerralho do Cairo.
e'oram indultadas os armenios im-
plicados nos aconteoimentos da Manassa-
rovar.
Entre ates acham-se algans horneas de
importancia, como Mr. de Kayayan e
Thoamain, condemoados morte.
= Noticias de Macea informara que a
cidade est deserta
Apenas ficaram 20 enfermos de cholera
e algans medios.
O vapor cKbira> qae coadasia pe-
regrinos, de voita de Roma, roondiou-se
no ocano inlioo. NSj se roceboram oa-
tras noticias.
= Noticias da China informam qae os
mBsionarios suecos do Tacheng foram
masaacrados.
baUtiaade mootanha com 8 pe*8! 1G,America o a Italia.
FRICA
arrotas
Foi transferida para a cidade de Taffi-
let a sede da capital do imperio.
O sultSo Muley-Hassan parti pa ra
Ziain.
Os ministros da guerra e dos negocios
estraageros fioarXo 3 das em Fea para
resolverem as questSes (pendentes com t
ESTAPOS DA lN'VO
Amazona a
Datas at 14 de Julbi :
Com as solemnidades dos estyl'og, insta-
lou-sa no dia 10 a 2a sessSi do Congresso
estadoal, lando o Governador a sua meo-
sagem.
Por este documento se verifica qoe, do
exeremio de 1892. elnvou-se a receita ar-
recadada 6.8 7:6603176, e a deapaaa
ordinaria effectuada 4.1^3:3273746, re-
aultan'fo um sali da _.i-.''j43(L
N" mesmo exercicio o valor offijial da
exportacSo do Estado sabio .........
29 770:89 J5225. de que proveio a *0rba
de impostos de 5:257:176^176.
No Io semestre do exercicio correte
N arrecadada a receita de 4.909:2183^82
ea despez.de 3.272:0083715.
A aliudida nnnsagem contera muitas
mitras iateressantes iaformacSes, entre as
quaes a de que em 30 de Junbo havia nos
co'rea un Estado um saldo de........
3.943:4443964.
Para
Datas at 16 da Julho :
L se na Provincia do Para de 15 :
t O vapor ingles cMaranhenset, da
Red Cross Line, do commando do Sr. W.
Hughes, ao sahir aote-hontem a noite
deste porte, com destino a Pernambuoo,
ao enfrentar com a ilba Nova, prxima-
mente da povoaco do Puihairo, abalroou
com urna oa>raa, que vioha da ilba de
Mraj.
c A canda tioha a seu bordo J0S0
Francisco da Azevdo, Jo^o Salles, Ma.
noel Tavares, Manuel Laui entino da
Cooceiso, Dommgas e Adelaida de tal.
c Ao choque d^ vapor, a canoa foi a
pique*
c Aos gritos dos nufragos, o comman-
danto do fMaranhense tes arrear um
escaler, o qual consegaio salvar J0S0
Asevedo, J0S0 Salles, Domingas e Ade-
laide, perecendo Manoel Tavares e Manoel
da Jonceicao.
< O individuos salvos foram recolhidos
a bordo do vapor, qua dea fuado e per-
manecen no logar do sinistro at hoatem
as 5 horas da marh.
a O < vlaranhense regreasou ao porto
desta cidade, fbzaodo o s-u commandaate
desembarcar os individuos escapos ao si-
nistro, e vindo depois uo consulado ingles
lavrar o competente protesto.
t O Sr. Dr. 1- prefeito proceden logo
ao interrogatorio do commandante, do ma-
nnheiro qae acha-se de viga, F. Brodly
e do homem de leme, J. Price.
c Os interrogados affirmam sue a canoa
nao trasia luz, qae quando a avstarm j
j as era posaivel evitai o coque e que
o f Maranhanset tioha acsasos todos os
seas phares.
c A canoa partencia a Antonio Tavares
e vinha pilotada por Manoel Tavares,
filho daquelle.
Fora fretada por Jlo Salles e vinha
carregada da fructas, eateiras e 20 sainos.
c Do carregamento nada foi salvo,
sendo o prejuiso avahado em 8003000,
inclusive 500CO e um relogio pertenoen-
tes a JoSo Francisco de Azevedo, em-
pregado na cadeia S. Jos, o qual aehava-
ae licenciado.
A' 16, porm, ret ficou a mesma
folha :
c Oa nufragos Manoel Tavares de Soa-
sa o Manoel Soriano (nao Turiano como
disaomia) de Touza, ao peraceram afo-
gados.
* Sal7aram-se em cima da tolda da ca-
noa, vindo aportar ao Var-o-peso, hom-
tem. s 3 horas da nanhS. em am bate-
lSo que os resebeu e uonduzio arguelle
ponto.
c NSo Uoava, por coosequeacia, morte
alguma. >
Haranhiii)
Datas at 19 da JulUo :
Sob o titalo c Violencia Policul > pu-
blicou A Pacotilha de 18, o seguate :
< O chefe de polica do Estado matdou
hoatem dar certidSo da pris2-' do congrea-
8sta coronel Antonio Ma t na Machado,
Desaa certidSo consta qus a prisSo se ef-
factuara por motivos que envolver: inju-
ria ao mesmo coronel e berra assim i^ue
aquella autoridad-i ignorava ser este ca-
valheiro membro do Congreaso do Estado.
c Hontem a noita foi preaente, pelo,
Srs. Drs. Ral Machado a Antonio Ma-
chad, ao Dr. vice governador do Estado
urna representacSo, assignada por 10 con-
gresaistas, contra o acto illegal e volunto
do ebefe de polica. Foi tambem mostra-
da a 9. Exc. a certidSo a qae cima nos
referimos.
c S. Exc. leu tudo isso, segundo nos
consta, seriamente impressionado, mas na-
da di.se aos portadores da representacSo,
na "ajprovideccioa at agora...
c otretanto, S. Exeacomprehende
perfeitamente, como todo o mundo, que o
chefe de polica nao podia ignorar o car-
cter de coogressista do Sr. coronel Ma-
chado, victima de urna violencia, que re-
clama severa punicSo.
c O Sr. coronel Martins Machado vai
dar qaeixa perante o Superior Tribunal
de Justica contra o chefe de polica.
Diario de Noticias da mesma da.ta,
commentando o facto, esoreveu :
a Reconhecendo a illegalidade da sua
ordem, o Dr. chefe deolarou, em tempo,
que o coronel Machado nao estava preso;
havia de ir at o quartel para se conven-
cer de que o Dr, chefe havia decretado a
sua pnsSo, maa que, em todo o caso, nio
estava preso (?)
j|( Com o coronal Martins Machado ao-
guio para o quartel do polica bojmo
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til 11 nuil i il
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r*t*
m >i fliajl


Diario de Pemamhuco Tei^aa 25 J* JdttaA IS92.
*

colleg* da redaccSo >r. Ral Machado,
que requeren urna oertidao do auto da
prialo em flagrante do mesmo coronel
Machado. Essa c-rtidio nao poade asr
dada oa mes coa occ.siSu, por nao eatar
prosete o seareiario da polica que ae-
guado disse o Or. chele quam d das-
pacho as petigoas ; e taaia ndi porque
nao estava lavrado o auto de flagranta.
i Aecre;entou mais o Sr. ohefo de
polica que se-uaalhmts peticSo ha va de
ter hoja o seguate despacho : Como re-
quer.
c O Sr. {coronel Martina Machado foi
hoja cas do Ksm. Gove-raador do Es-
tado, cammunicar o occorrido e pedir pro-
Tdenciaa qjio cao oaige.
Limos oa msima iolba, sob o titulo
Boa.Va a :
c No Norte lenma o segainte arti?o so
bre o urrunmecJ da cidada da B v
Vista.
facto tristissimo que, sem duvida
alguma, ha de constituir urna mancha ne-
gra naa paginaa da noBsa historia.
E' um acta verda le-rameata vandli-
co, nas que exprima perfeitamente a in-
dignagSo de u o povo que ae levanta con-
tra o imperio d > despotismo.
t Eit aqu o artigo a que nos referi-
mos :
Arraz ment da B a Vista
c As ooticiaa da U'titna hora do a to-
mada e arraaameato da cidade.
c Jos Das com urna forc* de l,20t>
hoimns entre popularas e indios, atacou
a firca militar, que despro7da da muni-
coes cedeu o numero.
Diva tr aid> urna lut r'.nhid. Nao
nos chgaram anda o pormenores do
combite; aabe-ia apenas que Jos Oas
foi o vencedo e que de posse da ci-
dade arr zi-a om ,lsUm Hl*< .* ferro e
logo, deixando apaas entre ease man'So
de ruinas, juncada de cadveres, ;> 'gro-
ja da loc*lidade, trate aarcophago de urna
cidade populosa, guarda solitario de d-
seos de^cadaveres immo'ados na luta pela
liberdade e eloquente attestada do desea.
pero de um povo
Cea ni
Datas at 2J de Julo-
O Commercio, nica olaa que recebe-
mos, apagas noticia factua do interesaos
local.
uto rande ao Xorle
Datas at 22 de Julho :
O governador do Estado recebara, 18,
do Rio de Janeiro, teiegramma dizeado
estar liquidado a divida cootrahida com o
Banco do Brazil.
A e8se proposito eecreveu A Republ ca
de 22:
i Ea sua sessao de 20 do corrate' o
Congresso Legislativo Estadoal .pprovou
o Ma do Ilustre ciiadao govemador, cm
virtide do qual foi paga a divida publica
xteroa ao antigo Binco do Brasil, hoja
Banco da Repblica do Bra-l, louvau-
do-j por tao importante aconteciusoo.
c Apreseatou a indicacao o nosso hon-
rado ami.,o, Dr. Jem y no da Jamara,
presiicite do Cocgres o.
Parnb ia
Datas at 23 do Julho :
Nada reterem as tolhas digno de mc-
elo.
An*lysaudo-*e pelas formas Uncus ? Nao ;
porq le esta* prora jo qoe elle perfei'araeoie
recular; ponhoponeo ; pues pones ; poe-pomet
ele
Portaoto fique bem claro e assentado. a gran
de classe de verbos irregulares nao existe se-
nao para aqaelies que estudtm a Itogas porta
gueza Hupe.- nalraenie, como so (asa ba nni
viote aonos pastados.
A oogaj de lempo nao bem Hrmada em nos-
sa logua.
En priineiro lug-. du-se e com raio qoe nao
existe o presente, purgue desde qoe o (acto se
da. comparndose esie momento com o imme-
diatamente posterior, reduz-se aquelle a pussa-
do.
Alm disto posauimos tantos vicios e modos
vulgar.s de fal:a*, que empregamos cocstaote-
roeoif o prsenle pelo pausado, oa pelo futuro :
Napoleo diz aos seas soldados; do 2 caso : vou
amaiiha.
So are os malos timbera dividem-se as opi-
Qies.
Ha quem diga qoe o condicional um simples
lempo (muro dependente de urna con-iicao ;
orna maneira media e commom ao indicativu e
ao subjuntivo.
Por anuencia da liogaa hebraica empregamos
o futuro i-'n loga' d > imperativo, como no estylo
D'.nhco: Nao matars.
O utiuno um simples derivado verbal.
Hi a aotar soure o loQoto que apezar de
apeseniar una forma indeterminada, parece
E' lida sendo app-ovada sem debate, a acta da
s sao antecedente.
O Sr. 1* secretario pro :eie a leiiora do se
guile eipediente :
Umi peticao de Tbomax Anlooio Ga coutractaote da illujiinicao publicarte Goyanna.
requerendo coaainagao oa verba de t.7i/iU0
para pagamento do servico da iilaninacio "res
tala em Jaoelro e Pevereiro deste mno oaquelle
muaicipio, qae se acaa constituido.A' 3' com -
mi sao.
Nao na expedieate para ser lido pelo 2.' se-
cretario.
Nao baveado quem quelra utililisar-f>e da p '-
larra :ia primeira aora da sesro, passa-se a or
dem do da.
Anoucia-se a 3* discusso do Darecsr o. 67
adoptando a re.- Deputados polo projecto n. 29 deste anuo (orea
m-nio do Estado para 189a), emexdado na 2a
dUcusaSo.
Appr?voa se, depois de o'\r o Sr. Aristarcbo
Lopes, sendo rectalas duts -msndaa do mes-
mo Sr. senador, sob os. 8 e 9.
O Sr. niP3idenie declara que vai oQiciar Ca-
a*ra smaiuuicaodo-se-IQe as emendas fetas
resolucao
Vem mesa a seeninte declaracao de voto :
Declaro que votei contra o projecto ue orna-
mento.Armarcoo Lopes .
Submetie se i 3 ducussao o p-oje^to o. 69
que aiopu como snhstiiuigao do art. f a reso^ e9tll0eieclnRnt0
lucio iniciada na Cmara pelo projecto n
que maaiesia-se urna et-rminacc, uoi lempo. Jg aooo (forca do EjUdo para imy
DjDi o diser-se qoe a roca, de lempo mata D os d; ora* Sr. Aristarcbo Lopes,
importante que a de modo.
P
LINGISTICA
as tres formas qu'eile toma no supdo, do ge
rnadio e no infinito, dn om escriptor. parecem
exprimir .i- irea lempos simples, desde qne se
luei juuie om auxilia- :
fl'ipmo gerundio inni'o
temsiio est sendo hi de ser
(passado) (preseou-^ (futuro)
Nos a itigos idi3ma< iodo-germanicos s ex>s
liam quit-o modos proDpriameole ditos: o o -
tativo, o coojooelivo, o indicativo e o imperativo
como diz Scnieicber.
A lingua latina rene o doas primeiros sob
o nome A COOjaagacao portugueza s lem de novo o
futuro por i'omposicao impropria oo peripbras-
lica, e o falstmenie cnama >o modo condicional,
qoe, como uli ma A. CoelDo. nao mais do qoe
um imperfeiio lambem formado pjr compos-co
impropria.
A!. Coelho comeca na Toeoria da Congre
gacao em latim e porioguez a analysar a for-
'ii .r i dos verbos em geral.
Us vertios, diz, expnmem a aejao e as rela-
f,'s do temoo, modo e pessoa.
as nsuus indogermnicas compone o
verno da raz que o eiemeo'o da sguricagao
e qoe precede os elemeotis da relago.
A or lem dos el;meotus do veroo : tbema
temporal inais desinencia pessoal.
Di e.'le comoyxemplo o verbo nosci t em que
O iidica a lerc-Ka pesioa ro aiuguUr, sci n
presente (oo perfeito no vi falta e3ic elemento)
no indica a raz, a iccao de coobe^er.
Os tj^mai1 temDO'aes sao simples, como f-m
ami aiz am -afa; e compostos cono ama-vi,
mema aman ihjina do pretrito vifui.
ap-
( JOih.i).
JlliO Pires.
Flexiles verlaes ,
( Cojifiwuacio )
A distiocQao eutre o nome e o verbo ou para
fallar mata correctamente ectre o snjsi'o e o at
triouio, foi, diz Max Hailer, oDra oos pbilosc-
pbos.
Assim tambem os uornes tecnnicos, para o
caso, nujiero e genero foram nveniados em
oma'epoctia multo loaginqua, com o lim de pe-
netrar a naturesa do pensameato e nao de attin-
gir um tim pratico, aoalysauuo as fo.masda
lineusgem.
piatao conbecia o nome e o verbo como sendo
as duas partes coostiiulntes do ducurso.
A estas Aristteles juutou is irtigos e as coa
unccOes e observou tambem as distiocc.3 dos
nmeros e dos caaos ; po-m nem um, nem ou-
tro deram grande aitengao Ss formas da lingua-
gem qne correspondiam a estas manifestagcs
do peosameato.
Para Aristteles o verbo oo rhema nSa era
mais qae o atiributo: A tuve i branca, branca
era uu lerbd-
Ot primeiro3 que estabeleceram orna carta or-
dem as formas verdadeiras da lioguegem, foram
os sanios da Alexaodna.
Milbaresiea sido as detinices que os gram-
malicos do de veroo, e no meio dellas o espi
rio dos estodantes ladea oa incerteza.
rece-nos, entreaoto, que a oetinico que
est mais longe de discusss a que diz que
verbo a p lavra que exprime o faci.
Os cbinezes saniamente cnamam aos verbos,
palavras vivas, em cootrapasico aos ames,
palavraa moras.
O eBtudo comparativo das conjuencoes latina
e portugueza mono complexo e dithcultoso.
Em nossalingua s coniecemos um t-abalbo
perfeito sobre ts'.e assumpto, qae o do s^bic
pbilologo oonuguez Ad. Coetiio, sob o titolo :
Theoria da ConjugoQo em Latim e Porlugutz, o
para a seguirm.s ierra a ierra, peraeriaui os
nosr08 artigos o titulo de notas para adquerlr o
de um estojo completo.
Dize; que os verbos po'toguezes tem um tbema
e desinencia correspooaeudo a ultima aos suffi
xos nominaes, nada abi havia digno de nota
Que os verbos, como todas as palavras consr-
vamete regra o accedo latino, com excepgao,
no caso veneoie, dos verbos em ere brve, como
amere, correr etc., era repetir um principio ji
conDecido.
Dar urna lista ios participios irregulares pre-
feridos aos regula'es etc. era descer do ponto
em que oos temos enllocado para de novo estu
dar o qoe as eramnalicas aos milDeiros dizem
e repetem.
Assim. raelhor se a explicar sunecintamente
o plano da oara de Al. Eoeisto, detendo-nos nos
logares que raais se prestarem a urna explica-
gao clara aos e;tu aDtes, para quem somente
temosa velleidade de dizer cousas novas.
Antes porm, bom qoe tique bem assentada
no espirito dellee, a verdadeira i oso sobre a
irregularidade do verbos.
Propriamente fallando em ponuguez f exis-
ten! dous verbos si <,ples irregulares: ser e ir
08 qnats tem varios memas. O primiro tem as
raizes: es.tuesed, formando o preseole e o
imperfeito oo indicativu ; o perfeo e mais qne
perfeito do indicativo, o imperfelto e futnro do
subjonctivo ; e linalmente a ran sed originando
todas as formas de se: teja, ser etc.
O mesuro se da com o en com posto poder.
O verbo ir, do latim ir comrl^ta a sua cooju-
gacaa com o verbo arebaico po'tagnes tar (lat
vadere) e ter : 6 o que oos diz a grammatica de
Pacheco Jnnior e Lameira de Andrade.
As pretensas irregularidades dos verbos nao
resistem analyse eymologica sao mais do
dominio do estado prauco do quejb-ori o.
A prova palpitante est ro verbo por sobre
que todos laiem as mais exquisitas observa-
Oe-.
Este verbo nao pode servir de norma a
conjngicao alguma, porque um verbo irregu-
lar III >
Hms como provar-se esta irregelaridade ?
Coojuando-ae por ou'.ro da meama conjuga
gio? Nao; porque elle o ooico.
REVISTA DIARIA
Liiiz caetano-A's o e l/ hora? da larde
de i2 do corrate fiaou se no Rio de Jan-iro.
ierra do seu oascinento e oadesempre residi,
o lojso estimav?! amiga e zellosa corresponden-
te telegraphico deste Daro, Lniz Caelano da
S Iva, digno Directo- da 4. seccao da aec-etaria
do Hioistero das Relac-s Exteriores.
Era o tinado anda nem mec pois iinha spe-
oa.-s cerca 'e 40 anuos de idade, e mais de 18
s^^vio u'aquella Secretarla, para onde enirou
como empregado de menor caibegoria, ellevan-
do se poccessivameme at a posico que nlti"
mmente occopava, s e exclusivamente pelo
eu merecimeo^o.
Muito lutelligeote, pe.'sricaz, esforgado no tra-
baloo, e pos.-uiodoum cabedal ji notavel de co-
obicimentos e grande praticado servigo que se
dedicara com amor, Laz Cattaco da Silva me
rtc-u samp-e dos seos supe-iores hyerarchicos,
quer dos ebefes da Rr-partigo, qier dos Minis-
tros com quem servio, o maior apreco, mxime
porque qiellas distiactas qnalidades untava
um carcter nobi issimo, aureolado per urna ad-
miravt-l rigidez de principios e orna cisudez.J
que chegavim a assombrar em iSo verdes ao-
003.
Do sea criterio e d'aquelia rigidez de princi-
pios po em dar testemuebo todos os noesos lei-
tores, que epreciaram os seas telegrammss
para esie iaio no largo periodo de 15 annos,
que tantos fot elle correspondente telegrapbico
desta empreza, sendo que nunca faltaram aquelles
di8linctivo3 eua collaborac&n nt-ligente para
esta folba, qne guardara a mais grata recorda-
do desse exforgado e probidoso compaobeiro
de lidep.
Lu'.z Caetano da Silva, como se deprebenle do
que flea dito, tinba urna alma oabre e um coracao
formo8is3mo. Sabia ser aojigo e o era como
qoem mebor o seja ; e oa familia, no lar de
seos irm)8, com 02 quaes sempre conviven na
mais larga e digna communbaa de sent era nm dos mais bellos lores dos Caelanos da
S Iva. amiga e honrada familia fluminense,
em cojo seio perdurara traddicciooaimente todas
as virtudes, qne ennobrecem e exaltara o lar.
.SJmaglne-s?, pas, a Iprofondissima dor dessa
digna familia, que tao fustigada tem sido e
cero tempo esta parle pelo glido sop'O da
morte. perdendo .agora aquelle distinclissimo
membro I
Para essa doi.raria familia foi essa urna perda
irreparavel; para coi, qae o estima vamos mais
do que como companbeiro de lides, comu um
amigo sincero, leal e dedicado, quasi como um
irmao, foi tambem crudelissimo es-e golpe ; e
nao meno3 cruel deve ser elle para os seus col-
legas de repa-tigaa.que todos sea exeepcao o
prezivam multo, epata a propria repartido,
em tim, qu. Sea privada das lozes e experiencia
de um cooperador tao zelloso qu5o intelligene,
iao dedicado qco bem prepirado para os mis-
teres delicados de to im.ortaote Secretaria. |
Ceiba o Co a sua almat^e nobre, digna
de certo da com mu r hao con o seu Creador, e
receba sua illustre e honrada firailia a expres-
83o mais intima do pezar que nos aflige pelo
rude golpe que a ferio, eojqnanio desfolbamos
urna saudade sobre o tmulo de boa amigo que
perdemos, do fiel e dedicado companbelro que
se parti desta vida, legando a todos qne d'elle
se haviam aproximado a saudosa recordagao de
un verdadeiro bomern de bem.
Senado de Peraambaco-EfTectnoo se
hootem a 70.a sessao -ob a presidencia do Sr.
Dr, Albino Googalves Heira de Vs"OHcello?.
A' hora legal feita a cbamada, verifRando ae
estarem presentes os Srs. :
Albino Meira, Lona Frpire, Barros de Lacerda,
Piobo Borges, Si Pereira, Aristarcbo Lopes,
Velloso, Pirettt e Ermirlo Coutiabo.
0|Sr. Presidente declara aberla a sessao.
Dep
provado.
O Sr. presidente declara que vai cfficiar.se a
Cmara communicaaao-se-ibe a substituto do
ari. f da resolucao.
Vem A mi-8a a segnintfl declarggao de voto :
Drclaro qoe voiei contra o projecto de forga
policial.Aristarcbo Lores >.
Aoooncia-se a 1* discussao do projecto o. 9,
deste BOBO, ('ecursos d deliberages dos son-
ceibos mamcipaes) sendo approvado < tendo
orado o S\ Luna Prelre.
Sunmeite se a 1* aisenesao o projecto n. 10
lambem deste anno (fuoccionalismo estadoa1)-
Encerra se, depois de ora- o S-. Lana Freir,
deixando-se de proceder a vo.agao por falla ae
numero.
A ordem do dia : votigSo sobr o p:ojocto
n. 10 e trabaloss de commiss -.
Cantara dos lleputailoo-D'xou hon
tem de haver sessao pur terem comparecido 8
Srs. depurados, o: 'upando a cadeira presiden-
cial o S-. M'reira AIV--S.
Serviram de 1. i" secretarios os Sry. Poli-
cio dos Santos e Esmeraldino Ban leira.
O Sr. i.' secretario da cnta ao sguioie expe-
dienie :
Officio do i.' ocelario do Ssoado, commnni-
caodu qoe o mesmo npprovou com emendax <
resomcao inicala na Cmara p?lo p-o,ecio o 46
de 1892, cojas emendas estao juntas ao odelo e
ja publicadas no jornal da casa. A' cummisso
de legisogao.
Vem a mesa, lido e vai t imprimir o segu i-
le oare er:
N. 102, da commis.-i) de legishcio adoptan-
do as emendas aprsenlaU3 ao projecto o-46
de 189.A' imprimir.
Em seguida fui dissolvida a reunido,demgnaa-
ilo o Sr. pre-idente a seguate oroem do di :
discussao nica do snnsiiiuiivo apreseatadu no
Seoado ao projecto o. 46, iniciado na Cmara e::>
1892
Dlscnrso-No eecgo Ccngrasso Naci
nal paolicamos hoje ueste Diii'io irans-
creveodo o do Diimj Ofliilal o discnrso p-u-
feridu na Cmara dos Deuutadn* pelo Hlos're
conselhei'o Frao:i-ro de As^is R)3a e Silva, so
bre o orojicto, que s discuta ua sesao de ti
de Julbo crreme, approvaudo o iiecr^io ae 17
de DezenDro ae 1892, qae actonsou a fuso d-
bancos e lomcu ouiras providencia-i, no lotaito
de solver a grave sruagao doaiiceira de entio.
E'urna ouaiia e mp'iantt oragio que, em
bora em manifest oppoiiga.) ao peosamento d"-
lerminan e daqu-lle secreto, prima lano pelai
po leragio da uoguagem, iao fjra da3 p"ax-s|
hodiernas, como pela elevagao das Ideu susten-
tadas pelo lltMtra repreteuianirt le Pernam-
bnco cam aquella nabilidade que tod03 IUe r-^
conbecem, e de que mu 11- irovas tem adduzdo
o Sr. conselheiro Kosa e Silva.
Folgamo3 de dar conbecimento so> nossos
leitores da referida pega oratoria, e Ibes re
eommeodamos sua leitura, certos de qaJ sero
do nosso parecer emjulgar que tal dj;nfCriit)
(azbonraao seu autor e sobreieva a t'ibuua
parlamentar.
XI Coogre*o CnfernaclonstI de He-
dicinaHecebemos, de l'a-iz. asegoiiecom-
municago, que vei temos do f-ancez :
O XI Congresso Internacional de Medicina
sera uaogorado em Boma, a 24 de Siembro,
na prevenga de S. M. o Re da Italia.
Sera presidido pelo ex-ministro professor
Guido Bac.elli e durari al o 1. de Oumoro.
sendo os respectivos trabalbos dividos em 19
secges.
Desde j o numero dos inscriptos, entre os
quaes bpuram mu'tas Srat., muiio suoerior ao
eos aue lomar-m parte no anterior coogress que
se effctrou em Berlim. N aquelle numero tiga
ram iodos os especialistas mais coobecidos do
mondo, g'ande parte dos quaes tomam o com-
promiso de aar conferencias sobre soas esp-
ciali -ades. O numero das commuoicagdes sci
ennricas ja annunciadas multo coo3ideravel.
< A mor parte dos goverooe ja nomeou seus
delegados.
Aos membros do congresso e anas seahoras
sao c ncedidas graod-s redogej as priacipaes
redes de omiano de ferro e facilidades espe-
ciaos dos caraiotios de ferro e liabas de navega-
gao italiaoas, pira visltarem toda a Italia, e en
irada gratuita oos priocipaes museos e oas es-
cavagoea de Pomp:a : o governo e o municipio
de Roma preparara festas em honra dos hospe-
des extraogeiros: cada membro do congresso
tem direlio a urna copia das actas do mesmo
coogresso.
c Para se loscrever basta enviar om cartao
de visita com o endereco e um saque postal de
25 francos, ao ihezoureiro do congresso, o p o
fessor L. Pagliaoi. Roma. >
anlfeatacao de apreco Teve lugar
no ultimo domiago urna granie maoifestigao de
aprego *o Rv. Sr. padre Augusto Franklim Mo-
reira d;- S Iva, digno vlgario da Boa Visla.
As 11 i/2 horas a commisso pomoiora da
mauifeaiagao foi buscar em casa da residencia
ao manifestado o qual ao ebegar a sacrista da
matriz f-'i acclamado pelo povo que enebia la-
teralmente o reciato da sacrista e adjacencias
tocando oessa occasio a msica do corpo de
polica.
D'P'rs ebegoa S. Exc. Revma. o Sr. Bispo
que, recebido pela commlSa a cusi e rom
peouo a onda de povo, foi sentar-se em urna ca
d6 ra que estava preparada na mes-na sacris
lia para S. Exea., entoando a msica o r.ynno
nacional.
Ai seutar-se, tendo ao seo lado o manifesta-
do e diversos sacerdotes, conegos eic foientoa-
do porsm c6ro de senboras um bymoo dedica-
do ao manifestado e de um bello efTeito pela
soavidade da msica, composigao do Sr. Fran-
cisco Castellao.
-pois, novas acclamage3 irrompero de
todos os labios.
Subi a 1 ibuna o orador da commisso pro
motora da manifestago, D:. Adolpno Cirne que
o'oma bellissima all Aiugo saudou ao manifes- j
lado, salienlando as suas virtudes e servigos
prestados a religiao, sendo muitoapplaudidr.
FaMaram em eegoida a Exma. Sra. D. Mana
da Pureza Barbasa Q'Aranjo, Alba do Sr. Dr. Bar
bosa de Araujo, o juven Manoei Barbosa de Arau-
jo Filbo que n-citou .uraa bella poesa 9 o Exmo.
Sr. Barao de Nazaretb.
Depois a pedido aa commisso o Exm. Sr.
Bispo D. Joao Esberard fez entrega dos presen-
tes que consisuaa em urna preciosa estola, ro-
quete rico e flenla para batlna, e bemzeodo os
dirigi ao manifestado ama belliseima saudag&o,
dlzendu ao eoocioir que nenbum ontro hombro
era mais di qne o do Sr. vigario da la Vista.
O Sr. Cirae eotregou aioda ao aaoifestado
om magoibco ramalbete do qual penda urna rica
Uta com as seguales palavras gravadas a ouro :
viva o vgino Augusto.
Por tim ete multo conmovido agradecen a
maaifestzgo de aprreo de seas amigos, assim
como a preseoga do Sr. Bispo e de todas
os presentes, ictfj extrepitosa*aiente saadsdo
ao terminar.
A msica de polica execnton durante o acto
diversas pegas dj sen repertorio.
L'epo'a O Sr. Blspj e tOUo o povo acompanha-
ram o Sr. vtgariu at a casa de residencia.
A etaa maoifesi numero de peaaoas col locadas de oossa socieda
de.
Dos collegas de classe do Sr. vigario Angas*
to, compareceram, alara de ostros os R -vas
conegos Alleluia, JoSo Machado e Frenas e
padre- Silva e Joao Augusto.
Fabrica de vlnhi> e Honre*HiOi
antiga roa da Aurora, boje do Viscoode do (lio
Branco, n. 111, ama fanrea de viuooae licores
nacin es, qae merece ser assigaalada ao apre
go publico, quer pela sua instalacAo e regola -
menucio, qer peloi seus producios, iodo* ex
elusivamente preparados com froctos do palz.
sem os requiaies dos iny-eii-v-es nocivos, com
que 00 geral alo tempe-aJosos similares impor-
tados do estrangero
Itefenmo-oos i Fabrica de Vmkos de Caja' de
propriedade do S-. Jos di Mace 10, qu- nao pon
pou esforcos para moni la as con lige que
deve olT.'r.cer urna empreza ludusinal iiesM ge-
nero, isio e, prvida de bons apparelbos, com
am rcgmieii Hcoaomico na altura do negocio, e
con iodos us requisitos bysienicos. e que coaii-
nua esforzar ae por mame-la nesgas m-'-mas
coouige-, aliSs uarautidoras lano dos proprms
intiresses da industria, como dos qoesncba-
mados s u'.ilisar-se d 13 seus producios.
No respecivo regulamenio, d9 que lemas a
viga um exemplar impiesso, sao estatuidas re
gras ternes que method sam o irabalnu e alteo
dem a boa ordem, a economa e a bygieoe o
visando tamoem o o tq estar
dos neus operarios, como fdzem prova as seguio
tes disposic' 's :
Art. 18." O empegado qae ao fin de cada
aono, a contar da pablicigao deste rlegulamento
nao uver incorrido era multa, tem direilo a urna
graliticagao nonca iafrior > 250O0, oquepu-
rem Uver lacorndo, receber a graudcagio, sea-
do dedazido em dobro o valor das mullas pi
gas.
Art. 19 O empregado que BOOtaf man de
1 auno de ervic, a coatar de 1" de Jaiba de
1893, ter meneo por coma da Fabrica.
Art. 2 o O empregsdo qm deseovolver-se
com aioilidide e ri o se.-vico c>m pr-sez 1,
prom:>tid5o e aceio, tera direito a cratitie r >
dupla ou uu2in 'Po de ordenado uu tim de cada
auno ou de 6 era 6 mezes.
A fabrica em qoestSu n.io se limi'a a prodo-
zir, coma indica o seu oome, o K*nAo de Caj'
Produz lambem outros vionos de fructas nacio-
naps, iiescomi de Anacaxi, de Geoipapo e ou
tros ; licores de Manga e. Laraoja ; apentaes de
O ju La-anja a i'immro ; cogoacs de Caj. L
raiiii e Gempapo, e w rmouib de Cij.
Ties pro luc >8 axu f lem exiricgSo OfS e
Balado como eoi outros da Bepuniica. e a uu
rezi e ri qnali.lide i'-l.-s, por as in dizer,
diariamente fazem alargar o circulo do respec-
tivo consumo, que ja se vae estendeodo ao es
trngeiro.
E realmente es.es p-odnetos 5o crdor.-;s de
an.-ego, quer pelo modo de sua preparagao. ex-
clusivamente fei;a com frnctes do pus e sem a
mais leve sombra de prio ripios dacnosos eco-
DOioia hum.ini, qaer oelo seu aroma e sabor.
(H-'rfeitameuie denunciadores dos fruitos de que
ca la qual se co uno!, quer finalmenie pelas uas
quahdades digestivas e tmilicaatea do orgiois
mn.
Reti/e, alJulOo 1893>.Mmiairo udusiru
Viacio.Rio.Pessoil de locomogio em g've,
aaoiiva aagmento de salario, ji reemmado conf r-
me mena mlegrammas de 14, 15, 20 do eo'rente'fcasa
Envido esforges para inanier a oraem, retUbe-
lecer iraf< 'Iwgo Almeida. direior E. P. C. de Pernam
buco. *
Rici'e,22 Juino 1893 Ministro Industria e
Viago.Rio.Camo medida de ordem do ser
vgo puDH :o convide! ao une i.neiro Caetano Al
oeno de Cauro Nascimeoio que se acna n'esta
cap tal para assomlr o cirgo de ctief- .lo trafego
ioierno por nao ter comparecido o etlecuvo. nao
oostaote 1er sido avisado em tempo, e er inns
i.en-ve a preaenga cVmh foocciouano.Diogo
Almeida. director E. P. C. de Pernambuco.
-ecife 22 J ilno 189(.Ministro Iolustria e
Viagii-.Riu T anscravo o telegrammma qoe
recsbi do enefe ae lo-omugio sem eou raentarios:
Engeoneiro cb-?t. Li o vosse prefino diante
dos operarios. Ellea estao resolvaos a s com-
parece-em ao serv 50. depoi< ojeos s-us sala
nos forem au n'eate numer tamaem 03 maenmutas Carlos
Mactiado. ebefe locomogio Dtogo Almeida di-
ector E. F. C. de Peroambacc.
ecifs 22 de Jalno 1893. Ministro ladast-ia
* Viago-^R'oSreve continua pasmad aam-ate
lo:omogio. Treos iodos ini-rrornpidos -id Ji
DoadM centro a* (re re. COefe looomogo eu
em J Mallo Dioio de Almeida, dirooiar E. t
C. Pernambucu.
R>"if- 22 Jjlbo 1893. Ministro lolosiria s
VucitO!tiu Pego vo resotsta de meas tele-
graamas atiui d ..viiar que a rve que pur ora
pacili a tome oilro ca'acier com Uauuo pa--a
0 maienai da estrada. O poni onde >e local -
sou nao me permiitiu .ainda tomar medidas para
debela-la, por falta absoluta de transporte para
aquella localidide (Ja) onde se acnam
tooas as machinas, O irafego cootlt- inier-
romoido e nao cessam as reclamages. Aguar-
do oraens voasa para meu coverno.Diogo Al-
meida, director g. F. c. Pernambuco. Coalor-
ae. 24793.O secretario, Julio Caval-
canle. >
R^pariiga> G'al dos Tjlegrapbos-Rio23
1 7-93
Dr Dogo Perreira deAlmeidi, Engpnheiro
Carfe E. de Fe.-ro Central PernauoucTomn
medidas vossa alga ia proooodo ao qoe uepei.-
aerem neste Ministerio. Espero de vossa com-
pelen ;ia soiugo vaniajma prompt'. ScUdo-v. s
(sssignado) A- F. Paula gocsa. Copiei. Rec-
le, 4 de faino de 1833.Manuel Severiano das
Mercs. 2o esriartarano. Conforme.O secre-
taria, Jhio Civalcapt-.
Fallamos assim por exo-frieniia o'opria, poi-
mais de urai ves '. nos usido de d versas qui
Mades ne lae.s p-oductos ; e jama's 03 eacin-
t'aaios ta'hos Merei:e-n-no3, cairelan o espa-
cial atiengio os viunos de Ginipapo e Cij, que,
alem do mais, :em virtudes me ncame liosas ge-
ralm^nle conne-'ias. e 08 licores d-s Manja e Je
Laranj 1, nu'i.KJirnos n
e 'Otae.nauUis licores qu se encontrara no mar-
cado, t lendus dos verdadeiros a apparen^ii'.
Recommeaiaudo a fabn a do Sr. Jos de Mi
cedo e oa-oeos excelUn es producos aos qu*
oos l'm, cremo^ prestar mes um bomsemgo,
indicu-Ulea vmtios h licores puros, salutare*
e ovgieuicos, qoe ihes deverau merecer loda-as
prefer expistn a venda sem garantas do neibnma e^-
pecie para o consumidor, nao raro deteriorara a
sau le daquelles qai as ngeren.
Anda cao ba mulos das puolicamos um tre-
cho do relatoric do Sr. Or. P.odoipbo GalvSo, ac-
lu il I ispector da Hy*ier.e neste Estado, relapsa-
mente en rlades mTiidaa qne de preferencia
se manifesiam nesia cidade. Ani, nesse trecno,
S- S. assignalou a freqnencia das perturbadas
ga-iricas.
En nos o tooedto qae al^is na d^ proli--
sionai, mas que decorre. do bom sjns) e da on-
servagao aturada dos faci-1, con torrera oa ma-
xim pi'te para aquelles pbenomeoos os gne-
ros a'ineuticios e bebidasjalcoolieas falsifJcadas,
eotreioes ao consume com tao pasmosa ousadia
da pane de quem os m rodoz DO mercado eoa
expe a venda, quilo anda mais pasmosa .11 nf
ferenga dus qae leai o dever de zelar pela sau! -
publica.
Em relaga ? bebidas aicoolicas e fermeota-
dac, vinhos. licores e cervejai, ata., etc., o es-
cndalo tal que chagam a vir do Rio de Janei-
ro, (t le alias a viuna nao produz mais do que
em Pernambuco, carreeamioios de oipas e bsr
ris de nm intitulado tnaljo, que ^ D?ua. ou tal
ver o Diibo, sane de que composto I 1
Convictos, pois, dn que mor parte aos vinhos
e licores expesta a Viada nesta cidade sao gro-
tescas imitages dos genuinos, qae s em peque
ua ecaila sao impo-udia, repelalos, eremos
preslrr um servigo aos nossos leitores. recomen
dando-lhes os producto:, da fabrica ao Sr Jos
de Macedo, a quem alias nao temos a nonra ae
coahecer pesEOilmente, mas para quem s te-
mos palavras de aoiraagio em re:agao a sua In-
dustria.
Batrada Central de Pernambuco
A grve que se tioha ra imf-'ju lo aessa (erro-
va, nos ltimos nas da semana Hada, aos ope-
rarios da locomogao acba-ae terminada.
Pacitia, sam prejuizo alguui para o material
da estrada,e resirlcti apenas a abstengao do tra
balno por pata do3 operarios sem que Ibes toe-
sen razoavelmen'e elevados os salarios, acabcu
sem maior Incoavesieot, achaado se ja restaue-
lecido o trafego.
O Sr. eogeoheiro director, Dr. Diogo de Al-
meida, j antes dessa mamfestagao, tendo res-
peito a siiuago d'aqaelies operarios, peda ao
governo autorisagao para o augmento dns sala
nos, sendo aue ja os tinba elevado em 20,, nos
limites de soa competencia e eob a propria res-
poosabiiidade, como se v dos documentos offi
ciaes em seguida, qae coastitaem a historia du
incidente.
Beclfe. 14 de Julho de 1893.Mioirt-o la
dustria e Viagao.Rio.En vista do auxaieato
de 35|o qae obtiveram em seus salarios os ope-
rarlos da va-frrea de S. Francisco o'este Esla
do. os empreados d'esta Estrada pedem tambem
augmento de sala'io. Por ora nao ba alteragao
na ordem mas. provavel qae se menifeate um?
grve na8oQicinae da locomogao. Acbo conve-
niente que me antoriseis a anementar as despe-
sas com o pessoal de mais 20 V As grandeg
economas que realisei no semestre hado permit-
tem ao semestre correte essa despesa deatro do
crdito volado.Diogo Almeida, director E. F.
Central de Pernambuco.
Recite. 15 Julbo i833.Min'st-.o Industria e
Viagao.Rio.Commisso operara locomogao
reclamou um augmento de salarios, respond
Nada posso fazer por mim. vou pedir autonsa-
go governo federala que fia por meu telegram-
ma de bontem. Reina ordem e regularidad em
todos aervigos Diogo Almeida, director E. P. C.
de Pernambuco.
Estrada de Ferro Central de Peraambum.
N. 865.Secretaria.Recife, 19 de Juino de 1893.
Para os has convenientes declaro-vas qoe coa-
cordando com o peJido de augmento de salario
qne me tizeram os operarlos da locomogao, ped
por telegramma ao Sr. Ministro da Viagao, |au-
tonsagao para au pessoal, por nao me ser permltlido fazel-o por
mim mesmo, sem approvago do'goveroo. As-
sim pois tas tabellas qae tenho organizado s
podero ter vigor quando approvadas pelo go-
verno.
Ssde e fraternirtade. (Assignado). Diogo
Ferreira d Almeida. Ao cidadao D'. iospect ir ge-
ral do trafego. Copiei. Recite, 24 ae Jal00 de
1893. Alfredo P. C. das Chagas. amanuense.
Contornar.O secretorio, siulio Cavalcaati. *
Recife, 20 Julho 1899.Ministro Industria e
Viagao.Rio.Para boa mareta e regolaridade
do servigo desta Estrada pego-vos orgedte solu-
go aos meus telegrammas efe 14 e 15 correte.
2>iooo Almeida, director E. P. C. de Feram
T>aco.
N. 836. Estrada de Ferra Central de Pe--
nunoucu. Secretaria. Recife, 2i de Julbo de
1893.
De orden da D.rectora e para os fins coc-
veuien es, vos remslo os quadros junto?, das
alarias que devem vigorar no 2* semestre co
crrenle anoo para o pessoal diarista dessa seo-
cao e da locomogao (iraegao). Saude e frater
n-iade. Ao Sr. o T.-afego. -O secreiario (assignado) Julio Ces-r
Cavilcante de Mbuquerque. i^opiei. Re"if ,24
d.: Julbo de 1893 Alfredo P. C. da3 Cbag-..-,
amanueuse. Conforme.0 sec.-eiario, Julio Ca-
vjicanie.
Baen de PernambucoA' partir ae
teriveift1 aos Cnareuses manos, pagar o Binco de Pernambuco o 7o di
'vi-nio de suis a 'gO>s, i razio de 10 "o ao
anno, referente ao semestre prximo tindo de Ja
nein a Junno.
Banco PopularTambem este banco n-
ceia noje o iiagam-iuo do 4o dividendo de u*
aegoes. a razao ue 8|0 ao ann', relativo ao al-
ia .ido se nesire de Janeiro a Junno uo correte
aono.
Floralaessa localidad* nos pjcrevem
pedindo Dea para que cbameraos a att-ugo do
Sr. Dr. a-icinisioor dos correios para a irrr-
guiaridade qae oa li ua cnegadadoa estfelas.
0 noJ^o informaoie estrave em dala de 11 ao
corrente e accressenta qoe atiquella deis ain
aa nao hav;ao a 28 do mn nodo da liona de Jsioba, a.-sim como
o ae 2 do correte qu-? vae pela nba de Gara
obuos.
Ah Oca a reclamagaa que esta no caso de ser
anendida.

a* aoaieoas deste Juno qne tiuBa lot"-*s
Becebedorla do EatadoEssa repart-
gao esta proceorojo a cuoraoga, nidepennenie
ae mulla, dos impostos seyume : Taxas lixas e
de reparugao, 40 /. sobe 'siabecimenios com
merciaes, oomoeirus. e 2aj(J0() pnr tonelada de
olvarenga ou caoa de cara e descarna, confor-
me o eaital publicado o'esse Diario.
Jornal do Domingofot ao'.e-bonlem
Ir-strinu 10 o n. 2 u'esse peridico que se pa
nlkca oesia cidade, e qoe, como o primeiro Jnu
mero esia digo de leitura.
Somos ratos a visita do coll ga.
Crrelo de XoiiciaeD'esse periodi:n
de Palmares, leceoemos e agradecemos o a. 20
jo aooo II.
Novo Parlldo t= Le Brezil, peridico de
Pars, em seu numero 44i,de 2 do corrente es-
creveo as linbaq e -se vio ler, venidas para
poriueuez, alludiudo a formagao de um pulido
poltico no urazil tendo por pregramma < o par-
lamentarismo e a respousabilidde ujrais'.erial :
D-se como ceno que algucs Odmeos. de
coosideragao dos aniigoa partidos mooarcbcos
do Brasil, que ooservava urna estricta reserva
em reiagao as instituigAes republicanas, pensa
e formar, con o coocorso du grande numero
de republicanos moderados om partido naci
nal, cujo programma teri por base o parlamen-
tarismo e a reponfabilidade-ministerial
Aiosa nao ceobeciamos esta noticia, qae tem
o Sil de ser viajada qualidade requerida no bom
fouio.
Eleico de lrmandade 4 devogio do
N. S. do Carmo da Freguezia da Roa Vista pro
cedeu a sua eleigao no uia 18 do correte Mean-
do assim composia a soa nova directora :
Presidente-Jj3 F. S. Lene
Vice dito Moyss AroBeoto.
ThesoureiroAotooin Araujo.
U'adorPedro Cardoso.
t SecreiarioPedro Nolasco.
2. ditoNominando Mes:re de Ce-imonia Vicente Accioly, Cyrillo
Coulinbo e Joao N. J. Barros.
uietioidoresFrancisco B. de Mirauda, Ladislao
V. Moraes e Antonio Collares.
Procuradores Geraldo A. Prazeres e jnz Lacas
R. Machado.
Benco de Ino -Tave lugar ante boa tem,
as 5 boias da larde, a oengao de om sino na
Igreja de Nossa Sennora du Livrameoio.
Estlverjm;preseate ao referido acto os respec-
tivos paranympbos. padres Joao Antonio Rodri-
gues, vigariu Silva, fre Angosto, e o conego Va
ieriano Crrela A ielaia.
Tocou durante o acto a banda de msica do
Lyco de Artes.
Companbta Indnatrlal Pernambu-
canaNo escriptono u'essa compaoUla esa >
seado pagos os )oros respectivos 00 coupoo pa-
gavel no corrale mez.
O MunicipioFoi destribuldo o o. 28 do
anuo 11 d'esse peridico que se publica em
Olinda.
Honda da Magdalena.Segundo nos
mo-mam os bo.:ds a'eaee arrabal de tem-se
atrazado consideravelmeote o'este ul-imos das
Estamos certoa que o digno gerente da Com-
panbia Ferro Carril providenciar sobre isto,
artm de qne nao sejam prejodlcado os respecti-
vos moradores.
Auocea ntnniclpaea Aman' comega
aa Pagadoria da Prefeitura Muocipal o pamec-
to dos juros das apolicea da 5.a serie de os. 1 a
20 da divida municipal, relativos ao 1.* semestre
vencido.
Na forma do disposto as condigoes da auto
risago das emiss-s d'essaB apouces, s-ra ao
mesmo tempo repgatada metade do valor capital
oas mesmas apolices, qae d'aqaelle di? por
diaots sdo consideradas rescatadas nossa metade,
oo vencero mais juros com reiagao a essa par-
te do capital.
Una cvicaO directorio d'e?-a assoeia
gao poltica reaoio-se no sabbado ultimo, 22 do
corrate, e aelioeroo inserir oa acta nm voto de
profundo pezar peto faliecimeoio do honrado e
illosirado Dr. Maooel Joaquim da Silveira, e no-
mear ama commisso composta dos Dra. Octavia
Hamiltoo, Jos de Araorim e Gracillaao Mariios-
Soonubo, para apresentarem, em nome da
Uniao, condolencias Exma. familia do illustre
mo-to, e comparacerem a missa do 7 "dia.
ais do 4- dlalrieto aalciprrl -
sezundas feravao meio ota. passarioi*fe'
dadas 0.8 quintas fersstj mesmas horas, aa
n tO a ra de S. MloeKem Alblradai-
te Bree*I Recebemos' os nmeros 441 e
%4t, de 2 x 9 do crreme, jo peridico Le Brestl,
qoe se publica em' Pars, e trata de interesses
wi-atnericauos, e especialmente dos braaMeiros-
Es 03 seo summarios :
N 44r irrammes de R\a a la priHae de Pernambuco.
Njtrec9or-i'r d-i Rio: Las vietoires do ama-
reeh! Bonano.-La p"sttion a.Riu Grande.
La tetlre de l'vjae de Rio Graoae__La qps-
non rdigieuse.-Aa Congrs.-L'Eial de Bam-..
Dernires nouvelles (Brsil).Ejnos de -par-
toat.Piala -i Pacifique.DernUres noovlles
(Pa a et Pacifique).Navigaiion de lArxozne.
L'Binigraiiun f-angaise et Ib B-sil. G. Ger-
viiit-Raehe.Emigraiioo italieone.La c/ise
des iransoo-ts Sao. Paulo. -Revue Hoaocire.
Avia Hoancir8.
N 442T'grammes de la sematne.NO tro
eou'ier de Rio : La marine et les aflaires Je Hio
tirande.Aa Club naval de Rio. Ginvern-
meut civil. Coounoailoa de I oerre civ.le.
Le rappori da miaistre nes tioaoces et la cian-
ge.L'emoruai Oeste de Minas.La reforme du
irioonal ds compte..Immigratioo mulucolo-
re.Oernie'es nanvelles (Bresii). Ecbos de
partoui. Ue Bresil eo Lalie.-Le iitige de l'A-
mazone. -Eclairage de Belera D^rnr e3 nou-
veiiea ae la Plata. Kevne floanc e.
Qae eanbao!0 fabrican!" de canhSes
P. Krupp diz que alguna doa canb5es qae man-
dou para a Exposign ae Chicago tim um alcaa-
e de 20,300 metros I Bovta a esta medcoha dis-
tancia obuici do peso de 330 kiiogramraasl
Poores fortaletes qoe lem custado tantas ml-
Ihfles de contos l
Krupp anouncioa Umbem qae as snas novas
placas de nickel sSo daas vezes mais resistentes
do qae as qae cobrem os grandes navios de
g.^erra.
< 'to qne nadaUn jornal belga deseo-
bro ltimamente um pueuoraedo curioso : nm
:io que saDe nadar, om gato que desmeote o
proverbio que o fiz rae i ruso da agaa fra, pro-
vavelme le porque este ^erue nio escaliado.
Esse galo ooico, na f que nos merece o col-
leja de Brnxetlas, perteoce a um estadista nc-
tavel da Blgica, e pescador por gosio. O as-
tucioso bicbaoo postase lo igas lio-as a margem
de um maogae a espreita de algum peixiabo que
arrastado pela sua desdita para o lado do pes-
cador. Assim que avista um, o ea'o estende a
pata e agarra-o.
Faz eoto com o p?ixe o mesran que fazem os
seus semelbantes cora o mean o caa.uOdorrgo que
apaoha, virandu-o com as patas e comprazeaao-
se com a agonia da victima.
Se demora muito o apparcimente de um pe-
X", o nosso gato que nao e o criado do Marqcez
ae Caraba*, nao exita: d om rnergoino e vai
segurar a uuba o peixmbo dentro da agua.
siocledade VoncalvrN Diaa Func-
cionon aote-iontem este gremio sol a presiden-
cia do Sr. E-nesto V. Santos.
Frado o expediente, foi prorocado po' mais 8
das o pra-o concedido aos socijs ascripi tro
cuncuso literario0 dot- -para aprsenla-
gao de saas provas, e tomoo posse o dcvo socio
efTectivo o S-. fos Lueaj.
S-guio-se a parte Iliteraria, que coosteu de :
dist-naco da mese : Ni p-ycologia crimi"al
se barmonisam a premeditagao e a p.iix'>?*
nelo Sr. Alfredo Freir Janior; discusso sobre
A necessidade da goerra, entre os S's. Joo
Cnaves, Ernesto V. Santos e Henriqoe de Bar-
rus : leitura dos irabalbos: O dote, Um pro-
blema, Iovocagao, A n-qoena, Menecbm-<, A Da-
ma a Libe-daue e a Dorm-use, pelns Srs. Ra-
mn da Costa. Honorio Camino, Henri ue de
Barros, Fernando Cavalcante, Jjse Lucas e Paulo
de Arroda.
fjc-lerla de Sania Catbarlna, Pela
Casa do Oaro do Sr. Joao Joaquim da Cosa L'te
foi vendido o bilhete inteiro de n. 9871 da 7.'
serie da o." lotera d'aquelle Estado, extranida
no sabb-aoo ul'iran e do qual coune o maior pre-
mio de 20.000*000.
PaeadaAnie-hontem, as 6 12 bnras da
Ume, na roa das Jangadas, da 5' districto po -
Ucial de S. Jos, Vicente Antonio, de prolisso
".pt-iro. ferio com urna lacada no peito esqofr-
di a Torqu to Vicente Cardoso, e i-t) porque o
lerido Ibi fora cobrar urna divida !
1) dehquente evadio-^e e noo'ra elle procede-
r nos le-mos d< le. O f-erido .01 reeolUido ao
H.spital Pedro II, alln de aar t-atado da feri-
ment, que tui cousuierado leve.
TiroNa dia to do corrente, .s 10 hars da
noite, uo r districto do man-cipio de Boiqae, na
occa.-iao em qoe se achavtm reunidas diversas
pessoas em frente do esiabeiecimeoto do tenen-
le Joao Freir do Reg Bar-os, foi disparado om
tiro de pistola cojos projecs aicang.ram a S:.-
-apnim Gong Iv.s ae Mraeida, qae recebea um
fenmeato leve e ao menor Aotonio da Sii7a Gi-
vao que flcou gravemente ferido.
Sao a. ntalos como autoras de semeibante
enme os individuos Antn.o omao e Francisco
de Maraes, o primeiro dos qnaes ja se acba
preso.
ui-obo O ladrOes penetr rara a ra da
Gloria u'uma ca'a ae uegocio, por meio de ar-
rombamaato e d'ah. subtrahira... diversos ob-
.ectos.
Pelo officlal comraandan'^ da patrulhade ca-
vallaria foram apprrendidos e remetiidos a
euestura po'lcial us objectos suatrahidos, que f>
rbm entregues ao respectivo dono.
Das ladrOes, jl ura fu preso.
'T.'ieS"anama relldoaAcham se reti-
dos na s'acao Telegrapnica do R- c fe os lele-
g aranas drf^ioos aos seguintas uesiinaiarios,
por nao lerem estes tima regUKrarja na twprfr >
dita EsiagSo.
Ramien, orondete de Penedo; Calaogro, de
S. Luiz; Gaivao, de Porto Calvo; Lnodgren. da
Babia ; Jos Gil, do Maranbao ; Souza Francisco,
da ParabyOa; Lacoiha da Babia.
Tribunal do Inry Fdnccionoa hootem
este TiOuual com a preaenga de 31 juies de
facto.
Antes de principiarem os iribalhos teve lugar
urna honrosa manite*lagao ao Dr. Sigismundo
Antonio Gongalve*, presidente da tribunal. Feo-
do ihe offerecida pelo jurado Dr. Joaqaim Taiago
aa Foasitca, em nome nos jurados presentes sem
disuncgo poltica, urna rica beca de seda como
prova modesti degratidao pelas maoeiras deli-
cadas e bondosa' porgue bavia presidido os jul-
gamentos, conquistaudo de mado siliente as
,-ympathias dos jurados.
0 Dr. jais de uireito agradecen com palavras
eloqueotes a manifestagoqae lbeera feita, diese
que admirava e applaud a a correego dos julga-
menios proferidos oa presente sessSo do jury, e
recebeado as insignias de j jiz que loe foram of-
ferecida?, revesta se das mermas .nsignias e
declarou aberta a sessao.
Poi sobmettido a julgamento o reo Manoei Go-
mes Villar coube.cido por loca da Passagem pro-
nunciado as peoas do art 304 uaico do cdi-
go penal e aecusado de baver em 16 de Janeiro
do correle aaao, no becco dos Patos, frequesia
de Smto Antonio, feira cora urna fca na peseoa
de Antonio Jos d3 Neves, diversis laf0s que
inbabilitaram o cU-mdido para o servigo activo
por mais de 30 das.
O jury de sen'.enga corapoz-se dos jurados se-
giHotes:
Jjj) Antero de Medetros.
Jos Joaquim Ceibo Soorinao.
Chrislovao de Barros Reg.
Mancel Googalves PereiraLima.
Antonio Soarea Andrade Rrederoies.
Cyro Pedresa.
Arinur Teixslra Bastos.
Joao Agosto Punir Migalbes.
j i--1 X ivier Faustino Ramos Netio.
Oc:opoa a tribooa da defeza o Dr. Beojaaia
Anstides Ferwira Baodeira.
Em face d^s cecisea do Jury, o Dr. jaiz de
direito andemnou o reo no graa minimo do ar-
tigo 303 do cadigo peoal a fena de 3 metes de
pri8ao celular, e m ndoo expedir alvara atim de
ser o mesmo reo podtoem liberdade visto echar-
se preso ha mais lempo do qoe o da corademna-
Gana1
Em segriodo lugar foram jolgados esrosTJr-
baDo Beaedicto ios Sanios e Joaquim -Bies do
Nascimeoto, pronuaciados as penas do artigo
294 2 do cdigo peoal e acensados de fcaverem
ao da 3 de Janeiro de 1892, 00 logar denomi-
nado Remedios, fregosla de Afcgados, tendo a
Antonio de Praaga qoe veio a fallecer em oMse-
queocia da naturea e sede dos ferimeotos.
Produzia adeoii o Dr. Jos Mara de- .Albn-
qmrqueOIatlo.
Puoccioacu o menrao comefho n*e seateaga,
qae negoa por maoimidade da votos a asteria
do delicio att boido aos acensados.
- <
-

-a
4
llEGfVH_L


Diario de Peraambnco Terga-feira 25 de Julho de i 898
Km taca detta deelslo o Dr. luis de direlto
absolvau 06 roa e coademaoa a tatendencia Mu
nJcipal ns costas do procesto.
Fui encerrada a esso.
Corpa roiielaiServico para o dia 15 :
Ronda maior o Sr. Capitn Pone ano.
Rooda menor, o Sr. Alferea Joaquim Altea.
Guarda di Palacio, o Sr. Alteres Beterra.
O Corpo dar as goardaa de Palacio e Casa
de Detencao, com o uniforme o. 6.
Iijrcen de Arlea c otHcioa A biblio-
tbeca d'esse importante estabelecimento de edu-
caco popular, fot frequeotada dnranle a semana
fiada por 113 pessoas, as qoaes coosoltaram 116
obras em 139 volases, assim clasa.flcadas:
Joroaes e revistas
Romance 11
Bellae-Artes 1J
Tbeairo 1*
L nguistica
Pbilosephia
Poltica
Viageua *
Zoologa *
Numismtica 3
Direlto 3
Cbimica
Pbysica
Mlacellanea *
Total 116
Fo-am recebidos grataitameate mais os se-
gointes jornaea:
Piauby- A Ordem*, Oveiras.
PeroamboeoJornal do Domiago*, Recife.
S. Paalo-A Era*, capital e A Folha*. Jun-
diaby.
ktiuas GeraesA Sentiuella, Serr.
Por a88tgoatora Jornal do Commercio ,
Diario Official*. dieta de Noticias. O Paiz*.
e o Diario do Coogresso Nacional*, Rio.
Foram recebidas as seguintes otlertas :
Pelo 8r. Dr. Francisco Augusto Pereira da
Costa, diversos ejemplares do Diario de Tftere-
sina*, Piauby.
Pelo aotorO Mandante on Formulario de Pro-
enrages particulares, por A. Firmo D. Cardoso
Jnior, Pernambnco 1893 i folbeto.
Continua essa biblioibeca a ser franqueada ao
publico das 9 horas as 3 da urde e das 7 horas
s 9 da noite.
Prrnambuco Powder FacZory
D'essa sociedade anooyma recebemos bon'em
nm pequeo folbeto cooteodo algomas opinioea
sobre a fabrica e sena producios.
Easa sociedade maolm a fabrica da Pootesi-
nba onde se fabrica plvora de todas as quali-
dadas.
Somos gratos aos folhetos euviados.
f;~ Carao anaicxoReanem-se boje, 1 hora
da tarde os esiudante do corso am de delibe
rarem sobre assamptos referentes a festa com-
memorativa do da 11 de Agosto, anniversario
da creacSo dos corsos jurdicos do Brasil.
Proclaman de canmenloForam li
dos no domingo 13 de Juih > de 1893, na mairtz
da Boa-Vista, os segoiotes :
Primeira denunciacao
Manoel Sonto de Araujo com Mara de Jess
Ferrara.
Segunda dennnciago
Joan Antonio dos Santos com Martinba Mana
da Cooceico.
Luiz Jos Antones Jnior com Adelaide Bem-
Tinda d- Almeida.
Fernando Magalhes da Silva com Enedina
Cnrialina Serrano Gooti.
Jo> Ferreira de Carvalho com Leopollioa
Amelia deSiqoeira.
Jos Gomes do Epinto Santo com Laorinda
Mana dos Passos.
Terceira denuociagao
Maooel Beierra de Carvalho com Mara Brasi-
lina da Conceicao.
BUeiieea-Effectaar-se nao os segnimes:
Hoje :
Pelo agente Oliveira, na roa D. Vital n. 70, as
11 horas, da taverna existente no meimo predio.
Amaoba
Pelo agente GasmSo, no armazem ra Mr-
quez de OLioda n. 48, s 11 Doras, de 8 cisas
terreas.
SI
COMMERCIO
Bolsa Coraascrctal de Pcrnaai
boeo
OOTAC.'KS OITICIAB8 DA JUNTA DOS OOB
BKTORE8
Praca do Recife, 24 de Julho de 1893.
Nao bcuve colaco.
O presidente,
Eduardo Dobeoz.
O secretario.
Augusto P. de pernos
Caaablo
TaAQa DO BT.CIFB
Os bancos abriram com a taxa de u 3/8 sobre
Londres a 90 das, pelo meio dia offereciam sac
car a 11 1/2 sem realisarem negocios mais tarde
porm, o Banco de Pernambnco saccava a 115/8,
apparecendo poocos tomadores a 11 3/4.
Em papel particular tffectoaram-se pequeas
traosaccota a 11 314.
PBACA DO BIO DB J ANK1RO
Os Bancos de macha abriram com a taxa de
11 1/1 e de tardea 11 5,8.
Colacc* de genero*
Para agricultor
aSSUCAR
Braaco ides dem 5*000 a 6*800
Smenos, dem idem. 4*500 a 4*900
Mascavado dem idem 3*400 a 3*800
Broto dem dem.....3*500 a 3*700
Broto melado......3*400 a 3*5()0
Rtame idem dem .... 1*600 a 1*700
algodao
Cotamos de 10* a 10*100 nominal.
Alcool
Por pipa da 480 litros 280*000 nominal.
Agurdente
Por pipa da 480 litros a 180*CO0 nominal.
Coaros
Saceos salgados na base de 11 kil 8 a 703 rcis
nominal.
Vardaa a 410 reta nominal.
Hel
Por oipa da480litros90*000 etn nal
Carnauba
Gota-se de 9*000 a 15*000 por 15 kilos nomi-
nal.
Borracha
Cuta-se a !0<000 por 15 kilo
TaBEU. A DAI BHTBADAI Dk ASOCA AL-
oodZo
Mea de Julho
Entradas
Barracas.....
Vapores......
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco
dem de Limoeiro
Somma
AS3U-
car
Das Sarcos
1 a 10 13641
1 a 11
1 a li 610
1 a 10 1766
1 a 19 9374
1 i 19 1161

16663
Algo-
dao
Saccas
1010
4641
1358
1277
1861
4921
Vapor nacional Beberbe, entrado
dos portos do Norte em 18 e consignado
a Corapanhia Pernambucana
AlgodBo 59 sacos a diversos.
Alvaiade 5 barricas a Prente Vianna e
comp.
Cera de carnauba 40 saceos a J. F.
Leite, 40 a M. S. Franco, 30 a Compa-
nhia de Eativa.
Carocha 85 sancos a H. S. Franco, 25
Costa Lima e comp., 19 a Solaer K-.uf-
fmann t oomp ) 7 a J. A. C. Vianna.
Pelo agente Pinto, no armazem a roa do Bam
Jess n. 51, as li horas da manb, de um va
rtado aortimeoto da chapeos e ootrus arligos.
laaaa fneprea-Serao celebradas:
Hoje :
Ma matrii da Boa-Vista, as 8 horas da manha,
pela alma de Jos Ildefonso Barbosa de Mi
randa.
Ni tgreja da Madre de Dos, as 8 boras da
macha, pela alma de Iz: io Jos de Cintra.
Na Matriz da Boa Vista, as 8 boras damanb,
pela alma de Miguel Peeaoa de Araujo Tavares.
Na mesma matrix. as mesma* oras, pelo des-
canco eterno de Acna A. de S. Aloaqoerqae.
ImprelurlB do *. da ir ir lo naarl
clamoRecite, 13 de Joibode 1893.
Boletim meteorolgico
florai Term. centt- Barmetro Tenido do
grado
6 m. 13 ,'3
9 > 14,*1
11 > 14,'8
3 t. 15/3
6 > 14,*9
flumi
iaA,
79
77
77
76
77
(a O) vapor
60-.64 16,96
761- 46 17,71
760-.87 18.18
759*,51 18,11
769-.07 17,96
Temperatura mnima 11/15.
Temperatura mxima 16,"00.
Evaporado 14 em borss ao so 7,m6, a sombra
l,m9m.
Chuva l,m5,m.
Direccio do vento SSE e SE alternados de
meia nolte at 2 b. e 45 m. da manba ; SSE com
interropcOes de SE e S at 6 n. e 0 5 m. ESD ate
9 h. e 15 m- SE com interropgoes de SSE e E
SE at 1 h. e 6 m. da tarde SSE at 7 b. e
47 m. SE e SSE alternados at meia noite.
V6locidade media do vento 7m,66 per se
gnodo.
Nebulosidade media 0,57.
Boletim do porto
Pra-mar on Das Boras Altura
ana-mar
R. M. 23 de Julbo 6-10 da m. 0,-85
P. M. 23 de 12-20 da l. 1,-75
Pavaaagelroa Chegados da Earopa no va-
por Portugus Malaoge :
Jos Goocalves de Sooza, Jos Caetaoo Portu-
gal, Alfredo de Sesende RegAi. Joaqntm Gomes
Amorim, Antonio Reiende, Martioiano de Cam-
pos Vieira.
Sabilos para o Sol no Vapor Nacional Ma
naos* :
Jos C. dos Sao tos, Jos M. dos Santos, Fran-
cisco G Crrela, soa Sr.* e urna tiiha, LuizGlor-
verto, sna Sr.* e orna Slbo. John Spratiley, J. C.
Levy, Oamaod P. Cox, Luz 7>rgjte, Maooel C.
de!Mello, J. P. Paterson, Raymuudo B. de Fi-
gueira, Dr. Lima Rib i-o, Joaqolm Wanderley
sua S'/ e urna criada Luz Coroelio, Domingo
da Silva Rosa. Frauceliuu F. d < S 1 a, Gen-zio
de M. Azevedo, Joaqun) V A. Correia, Pernin
do F. Ramos, Luiz L. de Souzi, America C. de
Sooza, Julia Lipes dj Sou'.a, Primo F. de Sooza
Filho, sua Sr/ tres Irmaog e soa m&e, Jos de
Oliveira, CoDstaniino B. Jii'iior, Roza L. de Soo-
za Hamos, Dr. Amero Wanderley, Manot-l A.
Fernandas esua S.. Victorino Xivier de Simas,
Boaventun Lne A. Rendo, Lima A. da Cruz,
Francisco P. Silva Res Joaquiin A. de Azeveno,
Francisco J. da Costa Guede,17 praxis do Exer-
cito.
Chegados do norte no vapor naciooal Ma-
ranb&o* :
Luz P. Mootelro sua Sr trez Hlbos e orna
criada. Eugenio A. do Nascimeoto, Braz lote
de Farias, Lmza V. de Jesu9, Eulalia F. de Mat
tos,Joaooa Mara da Cooceigio, Brazilm) F. Nu-
nes, Joao Serapiao, Fraocis G. Ferreira, CbristiOd M. t-'ooseca, Joaquina F.
C. GalvSo, Emilia F. Araguad, Sargento lao
cenco C Cosa.
Chegados da Europa no Vapor loglez So-
ralaa :
Alfredo Crfwlson, James J. Kncwes, Jolien
Dubius, Francisco Cernadas, Iguacio Calzado
Fernande8.
Sabidos para o Sai oo mesmo Vapor :
Lindsay C. Szott e sua S/, Amonio Molioari
Laurio, Manoel Joaqnim dos Santos. Joviotaao
C. Ricardo.
Sabidos para o Snl no Vapor Port-iguez
Malaoge* :
J. F. Barbozae Maooel Rabel'o.
Couros 12 a A' C. Vianna, 24 o
Sooza Nogaeira e oomp., 12 a Amor IrmSjs e comp., 246 >_o npaonia de Es-
tiva
FeijSo 20 saceos a M. S. Franco.
Mercadorisa 52 caizas a Parete Van
na e comp., 13 a ordem.
Penoas 1 caiza a J. A. C. Vianna.
Peize 5 volumea a ordam.
Pe les 14 fardos a Roasback Brothers e
comp., 9 a S. N gueira e comp., 5 a
Amorim Jrmlos e comp., n a Dalmiro di
Goafeia.
Sola 20 roloa a M. S. Franco.
Sebo 4 barricas a ordem.
Vussouraa 5 fardos a C. Lima e comp.
Exportar
BECIFE, 12 oa JCLHO or 1893
Para o exterior
Nada bonve.
tara o interior
No vapor nacional Manos, para Santos,
carregofl :
Manoel sooza Franco, 2.50O chapeos de palha
de camaina.
Para o Rn de Jaaeiro, carregaram :
C, Peres & C ,150 saceos com 9.00J kilos de
assucar ma&cavado
A. R. Reg, 83 saceos com 4,980 kilos de
assucar mascavado.
No vapor frocez Medoc*. para Sarro?,
carregaram:
H. Burle 4C, 100 saceos com 7,464 kilos de
algodao.
B. Willians & C, 500 fardos com 18.350 kilos
de algodao.
Para o Rio de Janeiro, carregou :
Companbia Destillaco Central, 19 pipas com
9,110 litros de alcool.
No vapor nacloaal Brazl, para o Ceara,
carregaram :
P. Caroeiro & C, 10 barricas com 1,400 kilos
de assncar refinado.
Para o Para, carregaram :
J. Borges, 100 barricas com 13,003 kilos de
assucar braoco.
Jos Gomes de Amorim, 20 latas com 350
kilos de oleo vegelel.
P. Alves A C, 100 barricas com 3,622 kilos de
assncar refinado.
Para Manos, carregaram:
A. I-maos & C. 126 barricas con 8,853 kilos
de assucar braoco e 60 barris com 5,400 litro?
de agurdente.
Pereira Pinto & C, 35 barris com 3,010 litros
de agurdente.
Pinto Alves A C, 73 barricas com 12,056 kilos
de assucar branco e 55 barra com 5,280 litros
de agurdente.
Artbor N. Daarte, 10 barris ;om 960 litros de
agurdenla e 20 barricas com 1,021 kilos de
assucar branco.
C. GoimarSes Jnior. 35 oarricas com 2,649
kilos de assucar branco.
Jos Bailar & C, 30 uarrica com 1.903 :ilos
de assncar braoco e 20 barris com 1,800 litros
de agurdente.
Para o Maranbao, carregaram :
Carlos M. da Silva, 20 barricas com 1,140 kilos
de assucar branco.
Plato Alves & C, 10 barris com 960 litros de
agurdente.
No vapor nacional Gnanubara*, para o Rio
de Jaaeiro, carregaram :
Silva Guimaraes <*. C, 40 pipas com 18,600
litros de alcool e 50 ditas com 23.150 ditos de
agurdente.
No vapor francs Colombia*, para Santos,
carregaram :
Joaquim da Silva Caraeiro & C, 100 barris
com 9.000 litros de agurdente.
No vapor nacional Itaqoi*, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Jos Bailar & C, 100 caixas com 3,000 kilos
de oleo de ricino.
__ o vapor nacional Parahyba, para o
Par*, carregaram :
Coelbo Pinto & C, 15 caixas ocm 300 litros de
genebra.
No oale Correio de Macac, para Maco,
carregaram :
Joaquim Saigneiral & C, 20 barricas eom 2.034
kilos de assucar branco e 2 ditas com 180 ditos
de assucar refinado.
Sabidos paro o Norte no Vapor Nacional
Brasil ;
P. Antonio Tbomas C. da Cuaba, P. Amerlco
Carlos deGooveia, Jos J. Reg Barros soa Sr.*
e em Olbo, Declo Freir. A. J. Martin*, Alvaro
G. Goedes Pereirr, Dr. Aognsto Bautista Pereira,
Maooel Rioeiro. Carlos von Laudy, Jofto J. Lo-
cas e so* Sr/. Jayme Frovell, Alrrela R. do Re-
g. B. J. Ribelro. Luis Jos P. Figaertdo, Jos
Farnaodes, Jos Peres Villar, Jos Joaquim Vil
lar, Francisco Villar, 3 pracas.
Lolrrla do Eitadn do Grao Para
Por telegramma recebido pela Casa do Ooro, de
Joo Joaqnim da Costa Lene, sabemos serena es-
tes os nmeros premiados na 11* serie da 58' lo-
tera, extrabida oo dia 22 de Julbo de 1893.
1456 240:000*1000
6934 10:000*000
657 6:000*000
1196 2:000*000
6805 2:000*000
8961 2 000*000
146 1:000*000
889 1:000*000
1211 1:000*000
2061 l:0C0*O0O
017 1:000*000
6154 1:000*000
7614 1:000*000
7835 1:000*010
ApprozimajSes
1455 1:200*000
1457 1:200*000
6933 800*000
C935 800*000
656 400*000
658 400*000
Estao premiados com 300* os segiintes nume
ros :
1451 1452 1453 154 1455 1457
1458 1459 1460
Estao premiados com 200* os seguintes oume
ros :
6931 6932 6933 6935 6936 6937
6938 6939 6940
Estao premiados com 100* os seguietts nume
ros :
651 652 653 654 655 656
658 659 661
T)dos os numero* terminados em 6 estao pre-
miados cot 100*000
Todos os nmeros terminados em 4 esto pre-
miados com 100*000.
A segatote loteria corre no dia 29 de Julbo
com o mesmo plaoo.
Ca de Delenco-Movimeoto dos p->-
sos da Casa de Uetec&o do Reclfd Estado de
Peraambnco. 23 de Julao de 1893.
Existiam 430, ent-aram 5, sahiram 10 -exis-
te :n 425
A Baber:
Nacionaes 409, mclhere 7, est-aogeiros 9.
Total.
Arreados 406.
Boos 383.
Doerttes 20.
Lmcos 3.
Louca 0
Total106
Motimento da .enfermara
Teve balxa:
Maooel Antonio Chaves.
Foram visitados os presos deste estabeleci-
meoto, por 143 pessoas, seodo 53 borneas e 95
mulheres.
Hospital Pedra II-O movimeoto desse
estabeiecimeoto a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do uu 23 de Jalao foi o
seguate :
E&istiam 63
Entraran) 10
Sahiram
Fallecexam
Exislem
------6V0
14
I
618
------637
Foram visitadas as enfermarlas pelos seguin-
es mlicos:
Dr Barros Sobrioho entrn as 7 da manba
e Babio as 8 boras.
Maiaquias entrn as 9 I|2 da manh e sabio
s 10 1|2. ____________
avaaaaaaaaaafaaaaaaaaaaoaatataaaaaaaaaaaaaaa
Barboza & C, 6 caixas com 2 litro* de ge
nebra.
No hiate nacional Deus te Salve*, pira
Muruim, carregaram '
P. Vianoa t*. C, 4 caixas com 60 kilos de
cera.
Para Mossor, carregio :
Joao Souza, 40 caixas com 880 kilos de sabo.
raatta da AMaad)-**
BMANA OB 24 4 19 DK JULHO
DB 1 9
Agurdenle (ittro)..... 1^0
Aicool (Uir., 500
Algodao em rama Arros com casca m.o) ... <4<1
Assucar retinado (kilo) 500
Assncar branco (kil3) .... V'O
Assucar mascavado (kilo) 226
lagas de mamonas (kilo) 2-6
B irracna de leite de mangan, (kilo) !* 0
Cachaca........ '90
Couros seceos espichados (kilo) t 720
Couros seceos salgados (kilo) 660
Ciaros verdes (kilo)..... 435
Carocos de algodao (kilo) ... 40
Cirrapateira (sement) (kilo) 12
CicAo (kilo)...... 600
Ctl bom (ko) ... U6W
Cate rertnlrio (kilo) 1*400
Cale moido (Tilo) ... U70
Cirnauoa (cjra vegetal) kilo) fOJ
Cera em v.lao (>L).
Cinna (agurdente) (litro) 280
Cal (litro) ....... W
Carvo cardif....... K*< O
Courinho (om)....... i85
70
Farmba de mandioca ik Folbaa medicinaos de quaiquer que-
lidada (kilo)......
xenebra (litro) .....
Graxa (sebo em rama oa coado) (kilo)
Mel d j tanque (litro) ....
Milbo (kilo .
Peiles de cabra sortidos .
Pe les de caba em cabello .
Peiles de carneiro em cabello
SaLao.......
Sebo ... ....
demente de carnauba (kilo) .
Sola (meio).......5*000
Stearina em velas (kilo) .... 1*000
rataioba (kilo)...... 40
raboas de amarelio em pranchsi
(duza)....... 15M
tend(anntos pablletta
u oa julho DB 1893
Al/mutja
300
400
eoo
150
150
18^*0.0
240*030
170*000
320
6C0
60
Reno g*-ii
Oo dia la22
dem de 24
1,153:768.214
40:038*315
1193.806*529
Renda do Estado :
Oo dia 1 a 22 108:538*266
dem da 24 5:388*793
----------------- 113:927*059
Somma total
1,307:733*583
Segunda seceso da Alfandega de Pernambnco,
24 de Julbo de 1893.
O chefe da scelo,
Manoel Antonino de C. Araena.
O tbe8oareiro-
Laz Manoel Rodrigues Valenca.
Do da 1 a 22
dem de 14
RECEBE DO Al A DO ESTADO
53:051*919
7:620*113
RECIFE DRAINA6H
Do dia 1 a 22
dem de 24
60:673*032
2:583*440
202*040
2:785*480
noviment do Porto
Navioe entradoi no dia 23
Liverpool e escala13 dtas, vapor ingles So-
rata de 2581 toneladas, commandaote C.
Aday, eqni-agem 96, carga varios generosa
Wilaon ons & C.
1 Lisboa e escala11 dias. vapor portugus Ma-
' laoge* de 2404 toneladas, commandante Joao
SimOes Barbosa entrn 4a 10 1/2 da maoha e
sabio ts 10 3)4.
Dr. Beraruo entrn Aa 111/4 da manha e sabio
as 11 3,4.
Aroobio Marques entrn as 9 Ir! da maoha e
sabio a* lu 1|4.
Dr. Lopes Pessoa entrn as 9 3/4 da manb e
sabio s iul|4,
Vleira da Caoba entrn s 101/4 da manb e
sabio s 11 3|4.
Dr. Bastos de Oliveira <-otrou as 10 1/4 e sabio
as 11.
Alunante entrn as 7 boras da maob e sabio
S 4 3|4 da tarde-
Lotera do Balado do Cear-A 10.a
parte da 4.* loteria d'este Estado, cojo premio
maior de 15:000*090 correr imp'elerivelmen-
te uo da 19 de Julbo aabbado.
botera do Balado do OramParA
A 13 seriH da 58* loien dpsta Estado, cojo pre
mo grande de 110.000*OjO correr mpreien-
velmeote no sabbado 30 JulQo.
lo os esip< bilneies acbam se venia na casi
do Ooro de Joao Joaquim da Costa L-iite a roa
do Baro Ja Vicioria o 40.
COMMNICADOS
Ruy Barbosa
Acloa lncnnlllucluuf do Congrra-
o O du Klffullni
No livro que cora este muiu nuo'icoo o Sr.
Seosdo- Roy 6a*bo. tracnuo emircnt* esudis
ta as mais oriiti>n'.*3 ptgiuas cbre o aos'o di-
reito con-tiluciuual. tilo da americano, deixao-
do perfeitamenle demons rada, ioiiscutivel a
coupetencia do pod-r juliciano pa'a declarar a
iocooslitocionalidade das leis, que o coo^r^sso
assim votar, ou promulgar, bem como a dos ac
los do poder executivo.
Os sikrnua'ios dos pareceres contra a decisio
do Superior Tnttsnal de Jasti^a no recurso .>
Goveroador do Estado, declarando iacoostitu:io
nal a sua susp-tt'o, devem : abi cabal e m<
Kistralmenta refutadas pulv^-risalas tedas as
raras en que fand-nm ditos pareceres, coti-
nletameote extraratian.es dlaate do svstena po
ttico vigente.
Com^ct o Sr. Senador Boy Barbosa por tMiit
nalar que n"m o vasto pol^r do parlam-'Oto i i
glez d-ixa de tur plagis, qae o limiten, asnn
pela constitu'ca \ de ceno modo, como pelos pno
clpio* coosagraios pela common lato. Mas all oo ha real e Dositiva sep^rago da legisla-
tu-a o-dioariae da con tituime.
Qae po-e n o rgimen americano a aotiib?s
deste. Na Itislater* os podares polticos pre-
cederam a constiiuica, fora-n os credores leila.
No system dos E-cad^s-Uj'dos eres xistero
pela coas itui&o e ih^ sao suoor.lnado-. O-i
fran-ezt-s (poderlanos dize' o* braziiiro') ref-
re se elli a CMS*t* le Ltbontayt, viJ-jm as >:*
maras a voz di nac) Iient-nc.im o man tala-
rlo e o inaiilautei.-plo.-aei contusa i qon co-i
sca a soberan'a oa;ionto de algu-s
bomtns, eotregaado-lbes o paz a me-cO-
Pa^a os ane-lceran>a
malieaavel ; os depot>das um
poler subalterno e d-i-ivalo; nanea loes se-ia
dado esquecer qa-i o povo o a-e oberane
que nao Ibes asiste direro oenbum de excele
rem o manddo por elle conferido.
Esse mandato e a cnnsituico : E en su n-
m, todo o sy^tema polinuo dos ame-ici-u s as
sent-i ao orincipio de que ha urna I -i a qu* o
legislador est suDn-mio : essa le dirig i*
co Ira a omn pote icia das asssmblas, a cons-
tituigSo.
Continuando diz o eximio estadista que o* au-
tores de na-n coa ae alga curo lireuo de fallar nao rara alnin >o*
polticos d*> Rousseau oem de Mably. eram dise -
polos de Midisone Hamilton EiDOeDcram a fu*
oD-a exclusivamente a > eiamplo an^ni-.i i ;
porque a doutrioa en qa a democracu appar-^
ce apenas como un no.nv coonnd.t a< oiy^ar
cha* demigogicjs, -.'H no poo simolesm'1-
te a fiego da soberana, cuja realidade se aosor-
V- hsnH'v 'i8 a-""nhle Nunes da Silva. eq>npagem 128, carga varus
.enero-" a Pereira Carneiro & C.
Pelotas -18 dias, lugar no'uegT'ase BMsvalda
de ?6l tonel idus, eapito J. In>vnidsen, equi
pageio, 8 carga xarque, a M. S. Mala.
Navio tahidoi no mesmo dia
Valparatio e escala Vapor loglez Sj-atn,
rommaadaoto C. Alay, carg vanus eneros.
Santos e escalVapj- Dortu commandandame aues da Silva, carga va-
rios gneros.
Manaes e escalasVanor nacional 3razil, caoi-
macdaole Pedro Hyppolito Dua-te, carga va
nos geoeros.
LisbiBa'ca Nicional Rio Amazona9*, can-
to Joo Peres Vieira, carga varos genens
Entrados no da 24
Manos e escala10 dias, vapor naciooal Ma-
raobo* de '999 tonelada, commaodaote Gui
Ibe'me de Cstro, eguipigem 60. Carga tarids
reaeros, a Pereira Caroeiri C.
Geoova e escala16 das, vapor italiano Rio
de Janeiro* de 1244 toneladas, commaodaote
Vinceozo Avoozo. eqopige-n 60. carga varios
g-neros, a BlackOorn Veednao < C.
Co'diff 44 dias. barca noruega Sigrid* !
1012 toneladas, eqoioagem 16. ci'gi carvlo
de pedra, a Lopss Guimaraes I-maos.
Sahidos no mesmo dia
Santos e escalaVapor francez Medoc, com
mandante P. Lxmooil, carga vanos geoeros.
Saotos e es ralaVapor italiano Rio de Jaaeiro*
commandante Vioceoso Avonzo, carga varios
gneros.
oreado anteipal de H. JoarV
0 n--v:men:o oeste mercado no da 21 de
Julbo foi o seguinte : Rntraram.
33 dois pesando 4,290 Kilos.
44U lelos de peixe a 20 res 8*800
23 compart. com marisco" a 100 rs. 2*300
8 ditos com camaroes a 100 rs. *80
33 columnas a 600 rs. 19I80<>
2 cargas de galtinbas a 500 ra. 1*000
4 cassaa com gallinhas a 300 rs. 1*200
60 cargas de farinha a 200 rs. 12*000
3 ditas com feijo a200 rs. *600
48 lugares a 100 rs. 9*600
9 sainos a 200 rs. 1*800
8 cargas de milbo secco a 200 rs. 1*600
2 ditas de amendoim a 300 rs. *600
1 ditas de macacheira a 300 rs. *30O
1 dita de ceboliobos a 30o re. *300
6 ditas de batata a 300 rs. 1*800
2 ditas com gerim a 300 rs. *600
1 dita de canna a 300 rs. *300
2 ditas de banana a 300 rs. *600
1 ditas de laranjas a 300 ra *300
2 uitcs com fructas diversas- a 300 rs. *600
5 ditas com milbo verde a 300 ra. 1*500
50 ditos com verduras a 300 rs. 15*000
66 ditos com farinha a 400 16*400
9 compartimentos com fressoras
a 600 rs. 5*400
45 ditos com tasendas etc. a 600 rs. 17*000
34 ditos de comidas a 700 rs. 23*800
11 ditos de sumeiros a 1* 11*000
6 ditos a 700 rs. 4*100
46 (albos a 2*000 92*00C
Que os americanos qte nos ser iram de pa-
pa i-o no delineamento de nossas actuaes nsti-
tulcdes semprese distiugairo por um profundo
apo liberdade individual e pir urna desean
rJaoca invendve: contra odo poder foase qoal
(osse ; aos sena olbus. as assemblai electivas
oa offerecerlam mais segariog do que um re
hereditario; o arbitrio de ornas oo sena menos
formidavel do qne o absolutismo do ootro.
E-tava Ibes em mate a lrmbranca da resis
tenciaqne tlobam tido que opp* ao paMameoto
3K*B*t em dclcza de seos di-eitos e ioteresses.
e a memoria do mooi-.ruo obstioaco com que lords o commans e avie-
ram por tanto lempo em sua poltica colonial.
Q ie essa experieacia fructillcativa extica a
cotistttuic/io am-n -ana pois aqueile po seotio
como a oppresso a m is na, qaer veaha de
am tyraoao qaer de an assemola de tyanu.is.
O yoo constituciooal aa me patria nao poda
servir-Ibes.
Jl dizia De Lolnu : Pan fo*mar a constltai-
co de um Estaio absuiutamen1 ne"f8sario
limitar o po ipr PKecitfvo ; mas ainda mus ne
osirio restringir o legislat co.
Como limita porm a democracia americina a
accao de aeus repr'seot>ntes ?
Nao Ibes peroiittindo locar as dlspoiicoes
coostitacioaaes e subalternando osa ellas : por-
que o poder de fazer a le oo compreheade o
de reformar a constnu:g5o.
Sobre oa efftiios das teis iocjosti'.acloaaes.
No rgimen inglez ellas nem por isso aberram
da legatidade. Entre oa frincezes > loco'isti'O-
cioaalidaie de una Ui se deve toma- cono um
sirop es termo de censara.
Para o amencaaos, lei iaconstituciooal quer
dlzer acto excfdeo'.e dos poderes do Cuagresso
por conseqaeocia oullo.
Todo acto do Congresso (diz Kuent, o grandf
comm-nlador) todo a;to das as^emolis >1os
E-u-ti i-, toda clausula d s condicCes destes qoe
C'intrari i.-em a cons'.itui',-iu dos Estados, sao
necess iriamente nullos.
E assim porque, onde 8' establece una
co.jstitoico com deOmitaeiO da aatoridade pira
cada um jos grandes pooeres do Estado, claro (
oo po lerem estes ultrapa-sar essa uio'd.l-
sem incorrer em exces3o do mandato que ibes
foi ommettido-
'este o d'gma crrteal do constitucionalis-
n v lueote or Mars\all. o siprem expositor da
Goastlla gao da graude H-poDlica qus ti-s servio
de modelo.
Disse ele: deflni-au-se e demarcarjm su os
poderes da legistaiura. t. para que sjnr-? tae<
limites nao occorresia er-o ou deslenoranca,
fri-'e escripia a bi-iaiitairao.
Ora com qn" li u m e*.ip lariam e'se< pi *
res, cora qne rim *e remsiru e.-si estipuligu a
escrinto se os limn-s ii'eacnpioi podeasrm -r
ultrapassad'>. t-xicamenii or nijuell-s, qoe
ella se propunhi i eoiiOr I AchDju-s-^ a os
tiaego de n-ivn h i: io l-rjs limitadas e os
de po'ier t im-tini tn ii tabelecido nft-) sir-'aioaciw-1 mid as p-sao.s a
que s i iinp -ni e ri'-.a-f iu l^u u -n'e o 1ios
os actos pi*rinuiid-i* e os ciu' ueteso-. "U n.v--
mos de almiU'f que a on-uuuic/i) aouuila quai-
qu r medida lae1 cu qu- a eg's'atura ti hs.i iterar por uie ii-
da ordinarias a cnnsii'o'gi.
Ni i ha fogi- "U dn^'iin i; entre a< "u k al
ternativas nao s- deaeoore meio termo;J-i a
coostituigao e u na le' up-!rijr, o-'ran irre
formavel p>r meios Conmoo', ai niveiis co
os actos de legislacSj uacal a coma estes re
formavel ao -aoor da i-i-Utur-. Si a primeira
proposica i ver ladeira, eutaj o a.;ti lets-s-a i"n
contrario a cjnstiiutcao oSj s*a i"i; si viMa-
deira a seguida i-Oj as einst!toicS*a e-C'i-
pin sao ao-n-dos esfircis que faz o povo p:r
ll ui'ar udi po ler, qu-^ ile sua oaurzi iilnni-
U**>l. Ora, con cerfzi ti oosqu-i ulo"-
irniU io constitu c3es -s:'ip.. i-em.ir* u nz-frain
uin j intuito il* assentar a le fundamental -
-up'i'tDa dt liaban : e :jiMrgoi itio-"'itH. a tneo-
ria oe taes gov-rnos dee ser uu" quilque^ arto
la legislatura otfeusivj di cons itoico, e nullo.
E es dnut'ina essen':>alme.ite ligiia a todas
as constlu>v0-'8 escrintas.
Barca
Barca
11 -.-.-a
Barca
Bama
Barca
Lagar
Lugar
Han-a
Barca
Lugar
Barca
Brigns
Lagar
Lagar
Logir
noru-uense G'iatbea*.
oo'oegueo*e Gier..
iogle:a J 'Meo Sunseta.
D-" L'v-rpuol
no*uBg|jense Eiuile.
noroegueuie Sigril*.
oorueguen- \. B. Butl.
D-Huunurgo
bollaodez Jjbio i,
alleu o Seno-a.
ail-mS Qoi aa.
ingleza Straineam.
De Londres
inglez Harue *.
noraegueose Pa>ander>
De Ehzabeth
noruegcens-i Wesia.
D-^Ter.-aNova
inglez C u'hs*.
inglez Viola.,
inglez Pioretioe.
Bendlmento des das 1 a 10
171*200
5.437*280
vapores airar
Mes de Julbo
Europa....... Rio de Janeiro.....
- 'i........ Ocano.....
Europa....... Colonia.........
Sui.......... tatiay..........
Europa....... Taaus............
Europa....... Leibmz..........
Europa....... Baha............
Uuropa....... Dea'k...........
Me
L'verpool.....
aul..........
Sul.........
Europa.......
Norte.......
Eo-opi.......
Sul..........
Sul.........
Europa.......
Enrona.......
mu..........
Sul..........
Sul..........
Sul.........
Norte.........
Earopa.......
sul..........
Europa.......
Norte.......
Europa.......
Sul..........
Sul..........
Norte.......
z de Agosto
Ador.........
Trent..........
Orenoque*.....
Congo.........
S. Salvador* ...
Orsatb*.......
Potos*........
Prnamcuco* ..
C'yde........
Re de Portugal
Alagoas'......
Rio de Jaaeiro.
Taames.......
Uaoaos......
Brazil........
Orcana.......
Maranbao*.....
Napolis.......
Olioda*........
Tamar*........
Tagus ........
S. Salvador* ...
Peraambnco* ..
25
27
28
28
:9
30
30
30
{

1
1
2
4
5
8
9
11
12
12
13
16
18
20
24
5
26
27
29
30
30
Sul
Sai
Sai
Sul
Sul.
Vaporea >>
Mea de Julho
.....AfaranAo.........25 as
......Rio de ianeiro.....26 as
..... Tagus.............29 as
..... Cotona............30 as
.....Bakia............ 31 as
5.708'480
PrecofUo dia:
Carne verde do 2iu : 720 ris o kilo.
Sainos ele 800 ai* res iuem
Carneiro de 1* a 1*200 ris idem.
Farinha de 320 a 500 ris idem.
Milbode800a *900 ris idem
Feiiio da 1*600 a 2*000 dem
Navios esperados
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa Triumpho.
De Pelotas
Patacho sueco Zeus*.
Patacho sueco Hilma.
Lugar ingles New Day*.
Lugar noraeguenee Cnanre*.
Lugar ingles Bronette.
Patacho allema Horlsoot-
Logar loglez *C. Tborem*.
De Swanse
Barca Inglesa Bbarry*.
Da Cardif
Barca noraegnense Victorie.
Mea de Agosto
Europa...... Trent*........... 1 s
Europa...... Oreooque*....... las
sul......... Conco*.......... 2 as
Sul......... S.Salvador..... las
Europa...... Potos......... 5 as
Norte........ Peroambuco----- u as
Sul......... Clyde.......... 9 as
Sol.........Re de Portugal. 11 as
Europa...... Rio de Janeiro... 11 as
Europa.......Tnames*......... 13 as
AlagoaE.........13 as
Manaos*......... 17 as
Brasil* ........18 as
Oceana*.........10 as
Maranhio*.......15 as
Napolts*.........25 as
Olioda*..........26 as
Tamar.......... 17 as
Tagns*.......... 19 as
Sol .'....... Pernambnco 30 as
Norte....... *S. Salvador.....31 as
Norte
Norte
Sul -
Sul ..
Norte
Sul -
Sul ..
Sul -
Et ropa
2 h.
3 b.
2 b.
4 b.
8 h.
4 b.
n.
n.
h
D.
fl.
B.
b.
2 h.
b.
h.
fABITliOS COSTRA FOflO
eoaapanhla Pkenlx Per-
nanbaeaoa
A DO COMINMERC.
O mesan diz Kcnt: A regra e que iodo
acto da legislatura opposto coosiitulco Ir-
nt>, oo pro*e1e s neste pan ; procede em to-
dos os ostros onde baja urna coasiiiu'g escri-
pia designando as fa-uUa-ies e deveras do poder
legislativo, assim como dos outros ramos do go-
veroo. E outra autondade americana, commen-
lando recentemente as palavras de Mar-na.l, diz
Igutlmeate: Eate nciocioio Irrespoodivel ap-
pnes-se a todas as eoostilaicoes escripias, sob
as quies exista urna juanea mdepeodeate e orna
leglsla'Ura de poderes restrictos .
O precioso liv-o amia mais fecundo e de
ama erudico atmiravel na questo da comae-
tencia dj poier juiciaru para declarar a im-
oroied mcla e a itiva'idade das leis loconatltu-
ciontes, oo muito da reateg-aco da ordem
constitucional violada.
Esta cimpeteacia na America Incintroversa
desde os lempos ;olonaes.
Em 1780, no supremo inbantl de N w Jersey,
o ck'ef jastice Brearl-y deciarava. A magis-
tratura di Virgin a, ero 1782, increpava de nullo
como anugooico ao pensa oeoiu o i constitui^o,
un acto da assemola do Estado, qu-. dous ao-
008 antes, an-ca A legislatura a prerjgattva
de agraciar. Edmundo Randolpk dina qa* a lei
era a le. Has o p-esi lente uj rioonal redar-
guio ibe tiestas P'lavras memoraveis: Atada
quando a legislatura inteira late saltar os limi-
tes qo- o povo Ihe tracou. eu. admimnistranlo
acstica puolica do paz, coacentrare a autori-
daie investidA cesta cadera e apontaodo a eco-
niDii.a-. dir| aoi legisladores : aqu est&j os
< ntiris de vjsso poder, d'aqui nao pascareis .
E o o'Otocjilj do fe to coisigaa. qae o cbiarel-
h* 8'Jir cun os donis juizes liimaram essa )u-
risprudeoc a.
Por esa epocha. em Nova-York, nm decisj
j'iiiciana repeli como locoustitucioaal um
acto legislativo qie redozra a seis o nu ero de
joradis; e outras seniengas houve sess* spntido
nos inounaes de Rhoo Is'and em 1786 e da
Ci'Al'na do None em 1787. Em Massacnu^sets
em 1788, legando Cattlng, que o referi a Jef-
fer-ino.
li- modo qu-s moito antes da revolu(o fraa-
ceta ii sens juidic ios colonos anglo-saxo-
uios ua Amen.;* du Ko'li resolver p ticamente
esta quesiao. vital p,ra us jaizes livres, do equi-
Iiu-ki das assemolis polticas pelos tribauaes
de justica.
A" genio de Marsh'lt coube a hoora. no raso
tirbary u Mtultwa Je esiaDeleor p.'asemore
a ueces^l ia.de lugica desse poder sob orna cot.-
sii.utgii) limita-ia, comp'ovao lo a insenaaies de
uu'ii quaiquer ih-oria. Aiodi bij--. dizeiD os
americanos, qus n-i.-ufio. naqnelle paz, resis-
ti a Inc. .en -i^si: d-moosfaco.
O i)i;;i:ri is a transenpeo do respectivo
aresiu pj- se." .o igj, cou'i mando o aosso ex-
c-rpto.
/.' 'U-rto qua a coraoetencia dos iribuaaes para
onnec-r do vino da u'Miistitui'ionaiida le ds
leis. eutre us americanos, oo resulta de clausulas
ex,i *' que pOBItlvam-nte a declaeem mas
j ll multo* lissera no Federalhti: C nvem
uotr qa- esta doatrina d-curre, oo de preci-
to especial >!a coastitutc'io, m -s da tbaona ge-
ral de ludas as consn uw; ti limitadas.
D z Bryce: O mmuia lo ojdt ne ancollar
as lela iHCuOSUiBClonaea antes um dever do
que un pode e es-e dever locumbe, "fio me-
nos oo que a sdurema Orte federal em Washin-
gton, ao m.1- im n i le tribunal deqaaljue- Es-
tado. Ai fuceg -s da su j-rm i corte sao as mes-
luisem geuero qu^ as de toles os outrot tnbu-
na-s, (eie--es ou oe Estado.
as anno'.sces di I) in i a Wheaton se l :
Nos ca-os- de qu'conbece,a soprema cor-
le nao lem nutra junsdieco. qoan'o as ques-
les con-t.iu Monaes, qoe oo a oo^auida pelo
mus lio-iiie tribunal do paia,seja elle nacio-
nal ou de Estada.
B multo antes ja Story, o mes", re dos commeo-
i.ii re., aioericanos diia : O direlto di todos
es i-iou'u s. quer nacioaaes, qu-r locaes. a de-
clirarem oollas as leis iO'-on-mucionas, parece
exiar hoje O-a do alcance das disputacoes fo-
renses. .
Story d monstra lucidamente que o poder de
interpretar as ieis envo.ve necessariameute a
fanecao d i v-ririr.ar si ellas se conforioam a coo-
stnoiclo. declarando as vas e insubsistentes si
aolleudeu. A soprema Id do pmz a coasti-
luigio. E' dever do poder jurtlCiario adherir ao
preoi o i-uj i obrigaco '" predominaoie.
Exuie a a mais es reita --riindaiie entre o
federal smo, e es-e papel de syndicaocia sobre
a guarda da coustiiuico conferida magistra-
tura em 'ei*co aos outros ramos do poder.
Su nouvt-is as palavras de Disey: Ne-
nhu na assemola amencaoa mais do que um
corpo gubaiiernu de legisladores habilitados, em
rigor, apeoas a promolgar actos reglamenta-
res.
Na America sempre qie ha collls&c de leis. a
mais fraca cede a superior dade da mais forte ;
o tribunal apenas o instrumento da lei prepon-
derante. O poder judiciano pois o arbitro su-
premo, o interprete final da coostitmeo. ensi-
oSo os publicistas Story, Dicey, Har Bryce.
E' a grande roda da machina republicana, ai-
sem uus; oatros, que o centro de gravidade
oa repblica.
Occorre qoe oem elle tem vontade propria
quaodo decioe, entie duas leis, operaco que
por forca tmba oe confiar se a um dos poderes
e elle o mais seato de saspeicao para esse
miet-r.
Os ju guuia sobre o poier legislativo: apenas reco-
obecem que o acto prohibido pela coostnuico,
e qae a un- n^o popular nella exarada, prefere a
du seus representaotes exprimida as leis (sao
exp-es.-6es de um asseno americano).
A extravagancia d que a lei lei, mbcra ti-
ra a consir.uig, Kent frisou por este modo:
que importa o mesmo que julgar a consiiuico
interior s leis ; entretanto qoe s ba, e-u direito
poblico axioma de ordem matbercatira. o de
que a constituido seohoreia a le, constitution
mus control the laics.
Tudo isto est dito no Federalista de Hamilton,
o primeiro publicista americano, livro do qual
dizia Guizot a Rmh : E' o maior livro que en
conbego. *
E desde que Manhall fonsaioa to lu:ida e
inexpugoavelmente, no celebre aresto de 1803.
esta dontnna, ninguem mais a contestn nos Es-
tados-Uaidos.
A Justica tem all se pronunciado sobe ques-
tes de inexcedivel gravidade, soore os ma s se-
nos direitos do coogresso, como o de legislar
acerca da priondade das dividas na Uoio e as
dos Estado?, o le auionsar bancos, o de esta-
Delecer impostos, o de legislar a respeito da mi-
licia, o de emittir papel-moeda.
Sob as mooarchias moldadas pelas tradiges
do parlamentarismo inglez, uoica formula de
coociliaco poBsivel entre a realeza e as losiitoi-
tes liberaes, o principio geral o da soberana
mai* ou meos ampia dos parlamentos. Nessa
forma de governo, contra os res qoe as na-
(bes se premunem, assim como as democra-
cias contra as assemb as representativas.
as principaes constitu'cOes da America lati-
na sebresae a iransplanago do principio firma-
do na aos Esladas-Uaidos: Cnile, Mxico, So-
livia, Venezuella, Hait. Assim, onde qaer que
se levante o principio federativo, a Bnperionda-
dade da conslituico s leis ordinarias concreti-
ja se logo na fanegao judicial de custodiar a
primeira contra as segundas.
Si a legislatura se acba Investida apeoas em
facnldades restrictas, todo acto que exjrbita
desses limites desaoto isado, ullra vires, em
llngnagem forense ; quaiquer pessoa poder Ihe-
ba negar obediencia recorrenda aos tribuoaes.
E' esta a somma do livro do Sr. senador Buy
Barbosa no tocante a questo da competencia do
poder jndiciario para decidir da nvalidade de
urna lei por contraria conslituico; esse livro
umprecioso repositorio de douirina constitu-
cional que convej feer coabecida.
T.S.
Ql'OTIDIAMS
Li com satisfa^So o decreto que aucto-
risa o poder ezecutivo a abrir concur-
rencia publica para a creac,3o de um mo-
numento a Tiradenteao interpide herca
da revolucao mtneira.
Felizmente a jjsiea aempre chega e
aquellos que se devotao por urna eaoaa
nobre, que sacrifioSo-se em defeaa das
liberdades patrias, teem sempre na proste.
'i i-
I
I

'
s


.
\

.
Diario de Pertuunbaco Terga-feira 15 te Julbo de 1893
I '-.r
5
ndade o defido tributo e a recompensa
merecida.
Ot grande* hroes nlo morrem porque
team om altar sajr >anto erguido as pa-
ginas da Historiaem recta jugador
das cousas e dos homens que passa se-
rena por sobre os tempos, derrocando as
injusticias oralas pela* animosidades dos
traeos e pelo tjlo orgulho dos ambi-
oiosos
E Tiradentes, o espirito andaa e inspi-
rado as grandes cooquistas nuderna*,
que nio tremeo anta a morte, como om
hroe spartano, para romper os lagos que
aguilhoavao os pulsos da patria, oerto de
que sea pangue seria a sement fecunda
laceada em trra para faser nascera a rvore
da liber adeTiradentes, o proto-martyr,
b-mmerece essa jastajhomenagem da actual
geragSo braaileira que eroacia da anbli
midade de sita missao quer galardar o
mrito onde quer que esse mrito teja
encontrado-
Pessoas ha que levadas por falsas im-
formatjs w respeito d* vida do grande
hooiom e sobre o seu papel desempeahado
na revoluto mioeir*,tentao negar lhe
essa justa gloria que lh-j compete, como
um deati nido paladino das liberdades pa
trias
Ainda bem, porm, que a justica vsi
ser satisfeita a despeito d' esses.
O martyr vai ter a aureola que os seus
te tos conquistaran! para a soa fronte.
Mano ti Arao.
P. S.
O paginador no ultimo domingo atirou
a chronica da semina para esta seccSo.
A culpa cao fot mioha.
M. A.
51
3-
Frontn, idem por Deo'mdo,
k-a.,
Tempo. 58"
Rateio das poules : Rio-grande 240900
e em s guodo 10500 ftfaUo em segan-
do 110SOC.
Movimento das ponas: Ciroalaram
280, em primeiro 124 e em segando 86,
na somasa de 1:4000000.

Stimo pareoAlleoaoha1.000 me
trosAnimaos de Peroaoboco que nlo
teaham ganho. Premios: 250J ao pri-
meiro, 50$ ao segundo e 250 ao terceiro.
Mascte, mentado por Olympio,
51 kls.,
Teoor 2, idem por J. Marceli-
no, 51 kls., 2.
Blackston, idem por A. de Fran-
ca, 51 k's., 3 o
Te*po: 76"
R.teio das poules : Mascte em pri-
meiro 225900 e em segundo 90400 ; Te-
nor 2o em secundo $600.
Movimento das poules: Ciroalaram
432, em primeiro 316 e em segindj 13S,
nasommade i':4l0$000.
1/
A casa das apostas em seu resaltado
geral attiogio quaotia de 17:2100000,
producto de 342 poules emittidas.

Prado Peanambucano
Eocerraae hoja a inscripcSo para a
corrida do domingo prximo no prado do
Lucia.
que desejam o bem estar da olasse a
comparecer no da cima indicado.
Reoife, 24 de Julho de 1893.
Tenente Fraocisco da Nctividsde Sal-
danha,
Presidente.
Tenente Paulino da Silveira Pinto,
1*. secretario.
Teuente SebastiSo Lopes do Reg Barros,
2.- dito.
Tenente JoSo Riaeiro GuimarSes,
Thesoareirn.
AlfereB Henrique S. Jos Sarpaio,
O. ador_____
Parabens
Ao mcu bem asmado padrlnho
o RvdiB couego Francisco
de Mlraada Corlo.
Dominado pelo inmenso regoaijo, feli
cito-lhe pelo sea riaonho snnirersario,
fazeodo sincero* votoa ao Creador, que
se reprod z un mui'js outros das felizes
gaaes so d'coje e nma longa existencia
cheia de inoumoras felicidades.
Rcife, 24 de Julho de 1893.
O pequero,
Jos Maciel,
Dr. Silva Leal
Mdico eceullata
Recentemente chegado da Europa s
com pratca nos prinoipaea hn-***'-.' Ji-
nicas de molestias de Utot de Pars, di con
saltas todos os das uteis das 11 a 3 ho
ras da tarde em seu consultorio, nu
Duque de Caxias n- 73 Io andar, entrad
pela Praga de 17, n. 73, (antigo Largo de
Collegio).
Residencia a ra BarSo de S, Borja n
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em sea consol
ri, residencia, e na pharmaciaMa rtina
Dr. Bastos de Olive ira
Medico operador eparteiro
Tem o seu consultorio ra do Marques
de Ohnda n. 18, 1.* andar, onde pode sai
procurado todos os dias uteis de 1 a 5
horas da tarde.
Chamados qualquer hora, na
Estrada de s Afflitos d. 34.
Thesourc do Estado de
Pernambuco
ED1TAL
De ordem do Illustre Dr. Inspector
d'este Thesoaro, convido aos 8rs. po-
saidores das apoiiees sob ns. 240, 10, 0,
157, 33, 94, 5, 44, 164 e 250. emitti
das a favor da Usina Bamburrali a vi-
rem resgatal as e receber os respectivos
jaros at 31 do crrente mea, c-.rtos de
que, desse dia por diante nao vencerlo
mais jaros as referidas apoiiees.
Secretara do Taesoaro do Estado de
Pernambuco, 17 de Jolho de 1893.
Servindo de secretario,
Epaminondas Pinto Bandeira A. de Vas-
coneellos.
THEATR0
SPORT
i/
3.c
1."
2.
3o
em
100700;
llippodromo do Campo Grande
SEGUNDA COKRIDA
A orrida qu o Hppodromo executou
no domingo ultimo realisou as nosias pre-
visor, 8endj effictivameate uta eotrat--
nitreoto agradavel pela ordem que reinou
e pela regularida le com que corren a
festa.
O resultado das carreiras oi o se-
guinte :
Primeiro pareoBelgca 1.003 me-
trosAnimaes de Pernambjcu qae no
teaham ganbi no Prado e Derby at 8
de Maio prximo passado Premios:
253$ ao primeiro, 50 j ao segando e 250
ao terceiro.
Toulon, montado por J. Mane-
lioo, 51 kls.,
Aventureiro, idem por A. Meira,
51 kla.,
Mascte, dem pr Ulympio, 51
kls.,
Tempo : 57 1,2"
Rataio das poulea : Touloo atn primii-
ro 26S000 e em segundo 100303 ; ,Avoa-
tureiro em segundo 80200.
Movi-neoto das pi ules : Circularan
519, em primeiro 326 em segundo 193,
na somma de 2:5958000.

Seguod i p iie >S nasa 1.2 X) metros
Animaos de Pernambaco. Premios:
2)00 ao primeiro, 50$ ao segundo e 250
ae terceiro.
Triquinas, montado por J. Mar-
celino, 50 ks.,
3cepticismo, idem p>r A. de
Franca, 50 kls..
Pirata, idem por J. Campos, 50
kls.,
Tempo : 91 1|2"
Rateio das pouies : Traqaiaas
meiro 270700 e em segundo
Ssepticismo em segundo 10700.
Movimeoto das poules: Circulsram
353, em primeiro 222 e em segando 131,
na somma de l:765->0O3.

Terce ro pareo Austria Hungra
1.200 matros Anim.ies de Peraambuso.
Premios : 2500 ao primeiro, 505 ao se-
gundo e 25$ ao terceiro.
Frontn, montado por Deolindo,
50 kla.,
Taoir, idem por P. Alexandrino,
50 kls.,
Nictheroy, idem por Vitalino, 50
k!s.
Tempo : 92"
Kiteio das poulea: Frontn em
meiro 155030 e em saguado 95200 ;
pir em segundo 9S5O0.
Movimeoto das poules : Circularan]
517, em primeiro 330 e em segundo 187,
na somma de 2:5350000.
*
Quarto pateo Iaglaterra1.300 me-
tros. Animaes pangas e pilludos. Pre-
mio* : 330$ ao primeiro, 60$ ao segundo
e 30$ ao terceiro.
Despota 2 montado por J. Mar-
celino, 54 k's.,
Ridams, idem por J. Campos,
48 kls.,
Favorita, idem por A. Meira,
54 kls.
Tempo': 93 1,2"
Rateio das poules : Dspota 2* em pri-
meiro 7$403 e em segando 55700 ; Ra-
dam" em segando 6j430.
Movimento das poules : Circularan)
557, em primeiro 417 e em segnndo 140,
na somma de 2:7855000.
*
Quinto pareoSupplementar. 1.050
metrosAnimaes d# Pernambuco. Pre-
mios : 300$ ao primeiro, 600 ao segun-
do e 305 ao tercairo.
Berlina, montado por J. Cam-
pos, 50 kis.,
Pyrilampo, idem por Daolindo,
50 kls.,
Piramon, idem por B. Benjamn,
50 kls.,
Tempo : 76"
Rateio das poules : Berlim em primei-
ro 1190300. e em segundo 95703; e
Pyrilamp) em segando 65600.
Movimento das poules : Circalaram
731, em primeiro 592 e em segaodo 142,
na somma da 3:67CfOOO.
#
Sexto pareo Italia803 matros Ani
maes de Pernambuco, Premios: 2505
ao primeiro, 505 a.) segundo e 250 ao
terceiro.
Rio grande, montado por A. de
Franca, 57 kls., 1.
Malaio, idem por B. Benjamn.
53 kls., 2.
E
xm
Atiendo
Sr. Coveroadcr do
Estac o
Oa habitantes e transentes da estrada
de rodagem da Tacaruna a Oiinda, veem
pedir providencias a V. Exc. c)ntra as
obras desta estrada que a mais pessima
possivel
Exm. Sr. ser crivel que sendo o leito
da estrada de hrgura suficiente para se
construir um calcameato que posaa s*>rvir
de algoma atilidade, se procure abusar
dos poderes pub'icos, fasendo se um cal-
(ave ato tSo pessimo e irregular, que se
houvor necessidade de eacontrarem-se 2
carros, tem um de tombar para a margem
afim de por e-te modo dar livre passagem
ao ootro.
Que tal 1
Oada foi que j se vio disto ?...
Portento, Exm. Sr os habitantes e
transe iotas da estrada de rodagem da
Ticaruna o Oiinda cortos da qua V-
Exc. um administrador correcto e justi
ceiro, appellam p*ra quj V. Exc. procuro
dar um passeio oa dita estrada, afim de
certifisar-se da verdade e nao consentir
que semelhante monopolio continu, que
tan pesado vai sjt para os cofias do Es
Udo.
Just$a.
Rscite, 24 le Julho de 1893.
Os transentes e habitantes.
1."
2.
3.
pn-
Ta-
Io
2.
3.
2.
3.
Casa de peosoes para
deentes
Urna familia com pratica de interinara
se dedica ao tratamento de alguna doentes
coja molestn nSo se ja contagiosa.
No tratamento se empregar prudencia,
zelo e aBsee, observando-se restrictamen-
te aa nstruc^ojs do medico respectivo,
convindo qao o doente assim tambem o
faca.
Os precos nao seilo exorbitantes e sim
regalares a vista do trabalho no trtameoto
e dieta a observar.
A tratar na ra EstreiU do Rosario n.
32, 2' andar.
Thesouro do Estado
Acaba de cbter aposentadoiia o Dr.
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejao, mui
digno chele da 3.a seccSo da Contado ia
do Thesouro do E.tado.
Lamentaudo sinceramente que esse acto
tiresae por causa principal e nica, o seu
estado de saude, que o inhibe absoluta-
mente de continuar a prestar os sene e-
levantes servicoa na ReparticSo, onde
pelo longo espado de qoasi tnnta e um
annoB, consumi tada a sua actidade, tra-
balhando sempre com dodicarSo. inteli-
gencia, zelo e profciencia e de cujos pre-
dicados dSo solemne testemunbo as diver-
sas comm 8&0.-3 da que fea parte, n2o po-
demos em todo o caio, nem devemos dei
x-.r de felicitar ao Exn:. Sr. Dr. Oo-
vemador, pelo acert d.s promocSes que
fea recahir em empregados d mesma
Repartic3o e cojo merecimecto nSo pode
ser posto em duvida, resultando dahi o
reuascimeuto do estimulo amortecido, oa
antes qoasi esqu;cido at bem pouco tem-
po pela cegueira do partid rismo, que
todo sacrifica, mas que felizmente, nio
pour'e escravisar at agora o espirito jus-
ticeiro do Ilustrado Governador desta Si-
tado, Dr. Alexandre Jos Barboso Lima.
24-7-93.
* .
Nao merece duvida
Atiesto qoe scfT-eido a 7 anoos do estomago.
intestino, cago, ttgado e nos sem que at boje
ieocrntraP8e remedio que podesse curarme, lu
aconiflhi u) par um huiro Dar Uier uso das
plalas aot dyspepticas e fertugioosas do Dr.
HeocelrDaoo, o qae accedendo resn'tou qne du-
rante rios loisea de oso d'este maravilnoso re-
medio coasegui hi:ar curado radicalmente.
Este aiteaiano qae sirva de exemplo a lodo
qae soffrem do mesmo mal. Como penbor e
eterna gradidao passo o presente attesiado qae
me if signo.
Pernambuco, 28 de Maio de 1893.
Ra Mar cilio Dias o. 8i,
I ao B rnardo Laoatt,
(Vidro 2. dmia 01, i|2 uzia 10*
Vende se em Indas PDarmscns
DEPOSITO GERAL
Parmacia Maranl'ao.RoaMarcilio Das o. 135
--------asa ----
Convite agrcola
Venho deiempenhar me do compromisso
que contrahi com os Srs. agricultores
coavidando-os para ama reuniSo qua
dever realisar-se no dia 27 do cor'ente
ao meio dia na sede da 3ociedada Auxi-
liadora da Agricultura, ra da UniSo,
pira o fim de tratar-se do interesses da
classe tao atrozmente descurados e coos-
purcados paloa altos poderes do Estado,
e por aquelles que soem delles louu;le-
tar-se.
O momento nSo pode ser mais psych >
lgico e opportuno, tanto mais quanto
reoiamedo por circumstan^ias que a ne-
nhum agricultor deven ser extranhas nos
tempos difficeis qie atravassamos; preci-
samos agir e nSo ficarmos est&ciooados
d'aQte do marco inabalavel da inercia
J urna vez o dsse, se a reuniSo, pelo
facto de nS) convocada por algum me-
dalhSo, n3o corresponder aos tas qae
visa, nenhum dezar ma advir, porque,
restar-me > ha a satis faca j de ha ver cum-
Drido com om dever qae a lealdade e a
dedica $3o a classe a que per ten 50 me im-
pellem a qae nSo deixe ser postergado
por quem quer que scj-.
A renmao Srs. agricultores e lembrai-
vos qae, se Catiliaa outr'ora batia as por-
tas de Kon levando o susto e o tenor
por toda pirte, um Catiliaa de cutra or-
dem como que se prepara para aaommet-
ter as cossas tendaa, e preciso se Lz qu -,
para recebel o estojamos a p firme, e de
atalaia 1
A reuniao 1
Minas Novas, 13 de Julho de 1893.
Antonio Venancio C valeanti de Al-
buquerque.
zsm
Medico
Dr. Amaro Wanderley d
ccssaltss das 10 da manhS
a 1 hora da tarde
MsrqueB de 01
andar.
Residencia : Afogados, a
rna Direita n. 10.
w
carao a roa / \
ina n. 3. 1-. ) J
Dr. Nunes Coi mora
Oft'ca==Medtc0== litrgica
EspecialidadesPebres, partos, moles-
tias de senhoras e enancas.
Chamadcs a qualquer hora na saa re-
sidencia, na ra da Scledade n. 31, esqui-
na da ra do Atalho oa no coosultorio, i
ra Marquz de Oiinda n. 56, ende d
consaltas das 11 as 2 horas da tarde.
Telephone n. 387
--j
*
-a**-- -aii->*--!*"t ''i",-m.

Usem
e ve rao
Aiteto qae teado offrido de dyspeosla e for-
tes ptlpitaces 00 corago accompaabadas de
verileos e prodotiodo iasomoia, foi acooselha-
do a u.ar das piulas aoti-dyspepiicos do Dr.
Ueiaselmaoo teodo obtidogranue melora com o
aso de alguna vidros desse poderoso medica
ment, esperando em breve a cara radical de
mees eocommod08.
As pes8cas que sol erem do mesmo mal de-
vero experimentar o seu nao pois qae os resal-
tados nosa faro esperar.
De-t; attestado podem fizer o aso qae con-
vier.
Rec'fe. 29 de Uaio de 1893.Manoel Beo!o de
Oliveir alumno do 2 anno da E9Cola Normal.
Vidro UM'. duza 204000, th-m dona 10*.
Vale se em D psito geral, Pn r jucu Mtranhao, roa Mar
cilio Dias o. 135.
|(Medico e oculistaj
|| Dr. Berardo oculista do hospital]
l/Pe:. :o II. tem cousultorio ra do ,
Bo Jess n. 9, 1. andar,
i. sidencia na Magdalena,
Telephone n. 366
Dentes
Termina a horivel dor de dentes usan
do o excellente preparado de Manoel Car
doso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida*
pelos jornaes de maior circulacSo, attai
Um a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & ., ra do Mrquez de Olindz
o. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de
zias n. 88.
Pharmacia Oriental, a rna Iffc'jita Al
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferr ira, ra de
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Largf
do Rosario n. 31.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wocker, de volta de sua via-
gem i Europa, d consultas de
1 as 4 horas da tarde, no 1
andar da casa n. 51 a ra do
BarSo da Victoria, (excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Club Beneficente dos Offi-
ciaes da uarda Na-
cional.
Tendo o concelho director em sua ses-
82o de 14 do correte delibere do em vista
do estado anmalo em que se acha o
Club, comear a commisaSo execativa
abaixo assignada afim de sob saa exclusi-
va direzcSo tratar da sua reorganisagSo,
isto por nao poder esta asBOciacSo conti-
nuar sem ter urna lei qae estabeleca quaes
os seus fios, direitos e interesses de seas
associados, tudo isto devido ao sea actual
presidente, que s conhece por lei saa
vontade, e sendo necessario que a classe
dos ofBciaea da O larda Nacional, tenha
urna associacSo bem organisada na qual
possi encontrar defesa para seus dirntos
e interesses, resolveu a commissSo nao
obstante a opposiyao qae lhe faz o actual
presidente capitSo Carvalho Jnior; con-
vocar ama reuniSo que dever tac logar
no dia 27 do correte pelas 5 horas da
tarde no predio a. 2 roa da Imperatriz,
para o qae convida a todos os socios do
Club, bem como a todos os Srs. rfficiaes
Loteras o r d i n aria s
em favor do muni-
cipio de Oiinda.
Abpgaada extraccao da
primeira lotera ter lugar
iDallivelmente na quarta
feira 26 do mez corrente
a 1 hora da t Bilhees a venda em to-
das as casas lotricas e na
Thesouraria em Oiinda,
no Varadouro.
^'ara tncomendas no es-
criptorio da Fabrica Phe-
nix.
O thesoureiro,
M. Lopes Vieira.
Dr. Carneiro Leao
Medico parleiro, residencia e cnsulto.o
rio ra do Livramento n. 31, I.'e t.-
andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, parios e mo-
lestias de crianzas.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, prteiro trata com espeoiali-
dade de molestias de seahoras o creanjes
Consultorie e residencia ra da impe
atriz n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 s 9 da macha
Chamados (por escripto) qualquer tnr>
TKLIPHONB N. 226
Clnica Medica
DODR.
R0D0LPH0 PEDRDSA
Residencia |
Ra Mrquez do Herval n. 87
Cunaullorlo l
Roa Marques de Oiinda n. 38, de,
s 3 horas da tarde.
Dr. Vlello Gomes
MEDICO- CIRURaiAO PARTEIRO
57 Ro BarSo da Victoria 57
(Antlga ra Nova)
Defronte a ra de Santo Amaro
Especialista de febres, partos, moles-
tias de senhoras, de criancas e dos pul-
mijes.
Tratado sypbyiis em geral. Cura ra-
dicalmente o opera estrtitamentoB e mais
soffrimentcs da urethra.
Acode de prompto a chamados qual-
quer hora e ara qualquer distancia.
Telephone 193
L* SeccSodecretara do Wovemc do
Estada de Pernambuco em 22 de Julho
de 1893.
EDITAL
S. Exc. o Sr. Dr. Ooveruador do Es
tado manda faser publico, para os devidoB
effeitos, o edital a nso transcripto pondo
em concurso os cfficios d- Io e 2' taoel
lefio do publico, judicial e notas do muni-
cipio de S. Jos do Egjp:o, servindo o Io
de escrivao de orpbSos, da provedoria e
residuos e o 2' de escrivao das emeofSea
civis.
O secrttario,
JoSo Anoflato Ferreira Lima-
EDITAL
O Dr. Francisco Botelho de Andrade
jui de direito do municipio de Atogsdoa
de logaseira, c m jurisdxcSo extensiva
ao de S. Jos do Egypto, do Estado de
Pernambuco, em virtado da 1 eti.
Ftz aaber a qcem interessar possa,
que com o praso do 30 dias, a contar
desta dat,
provimeoto
belliao e escrivSo de civil, orphSoa da pro-
vedoria e de residui s, de segundo tabel-
8o e eicrivSo do civel e ezecu^Sas c veis
e de escrivao privativo do jury e execu-
c5es crimioaes, do municipio de S. Jos
do Egypto, creado por le n. 1428 de 2 i
de Maio do 1879, exercido o primeiro
pelo serventuario Gustavo Erneatino da
Cunha GalvSo, cuja vaga houve logar por
ter sido concedida a pedido do mesmo
serventuario a exoneradlo do referido
cargo.
O segando por nSo ter s'do ainda pr-
vido por oSo haver concurrentes*
Os cooourreutes deverSo juntar em ori-
ginal as au-46 peticSes os seguintes dreu-
meotos :
1. Auto de exame de s.fficieccia.
~ 2o CertidSo de idade.
3. Certificado de exames de
togaez e arithmetica.
4. Folha corrida.
5 Attestado medico de capacidade
pbysica.
6.* Procuracao especial, se requererern
por procurador.
7. finalmente outros d;currenlcs que
torem convenientes para prova de capa-
cidade profissional; tudo de conformidade
com o art. 210 e seus paragraphos do
decreto n. 2420 de 23 de Abril de 1885.
E para qae chogue ao conhecimento
dos intereisados passoo-se o presante que
ser publicado pela imprensa e sffixado
no logar do costume.
Dado e passado nesta villa de S. Jos
do Egypto aos 2 dias do mee de Julho de
1893.
Eu Francisco Baptist>. Go:calves, es-
crivSo interino o escrevi.
O jui'z de direito. Francisco Botelho
de Andrade.
Certifico eu official do justica servindo
de porteiro que sffixei no logar do costu-
me o edital supra e dou f.
Villa de S. Jof do Egypto 2 de Julho
de 1893.
O official nato de Campos Salles.
Est conforme e confer com o original
e dou f.
Villa de S. Joe do Egypto 2 de Julho
de 1893.
Eu Francisco B .ptisia Gongalves.
crivSo interino o escrevi.
Companhia Sooza Bastos
De qne fas parte al. actris cantora
PEPA BUCE
H0JE
Terca-feira 24 de Julho
8a ritit Jo aviara
I OPERETA BURLESCA EM 4 ACTOS
DE
QIKOa-STilK
Comegar as 8 'h
Gompanhia Agrcola e Mer-
cantil de Pernambuco
De conformidsde com o art. t6 e ens 88 do
decreto de 1? de Janeiro de 890, acha-se na
sede desta rompaobia, roa do Viscocde de Ta-
panca [i. 28 1. andar, das 11 oras da sMBfef
est sbarto o concaso para! as 3 da tarde, cepias do balaoco, da relaco no-
do* oflicios de primeiro ta- mDal 0} Sr8- ciooistas e a lisia das transfe-
rencias de argOes, qne Acara suspensas dnran'e
30 dias, nos termas do art. 29 dos estatuios.
Manoel Joao de Amorim.
_____^__________ Presidente.
Banco Popular
4* dividendo
Convido aos accionuins deste Banco para vi-
ren) receber na sede do mesmo, do dia 2i deste
em diante, o quarto dividendo de enas aeces,
relalivam-nte ao semestre flodo em 30 de Joobo
prximo passado, a razo de 8 por ceoto ao
anno.
Recife, 2 de Jolho de 1893.
Albino Narciso Haia,
Secretario.
C mpanhia Industrial
Pern ambucana
Serialheiros
Precisa de serralbeiros bons para trabalbar
oa Fabrica e Camaragibe. A' tratar em Ca-
xane, cu na fabrica juato ao eogenbj Camara-
gibe. Paca-.-e bem.
p:r-
S. K. J,
Socledade Recreativa h-
Tculude
Partida do 29* aoniversario em 14 de Agosto
08 se odores socios, lotereesados pela oossa
esta aoniversarid. qneiram inormarem se Da
. le fonal no-, direitos qoe Ibe assistem.
Secretaria do cooeelbo (nodo de reserva, 15
re Jultio de 18 3.
0 i- secretario
__________________________A. Costa.
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
Sao convidados os seobores accionistas a vi-
ren) receber no escriptorio deste Banco, do da
23 em diaote o 7a dividendo de soas tc'ces, na
razao de iO 0.0 ao anno, correspondente ao 1-
semeslre tiodo em 30 de Jnobo prximo pas-
sado.
Recife, 21 de Ju.ho de 1893.
Pelo secretario
Antonio Fernandas Ribeiro.
es-
secjao.Secretaria do
Governo do
17 de Julho
EDITAES
1.* secgfio.Secretaria do Governo do
Estado de Pernambuco, em 21 de Julho
de 1893.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Goveroa
dor do Estado fago publico, para os devi-
dos fns, que ao provimento da serventa
vitalicia dos cfficios de Io tabellio do pu-
blico, judicial e notas, esorivSo de or
phSos e annezos do mun.cipio de Trium-
pho, conc rroram dentro do prazo legal,
os cidadSos Deodato Montsiro e Joaquim
Jos d j Nascimento Waaderley, e fra
do meemo prazo o cidadSo Gailherme
Duque Beierra.
O secretario,
JoSo Augusto Ferre;ra L ma.
Estado de Pernambuco, em
de 1893.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado fsco pnbl'co, pira conheci-
mento dos interessad^s, o edital abaixo
transcripto chamando concurrentes a apr. -
sentacao de plantas e orcamento para
edificacao de um theatr'j a capital do
Estado de Alagoes.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima.
EditalO Sr. secretario interino dos
negocios do interior manda bbrir concur-
rencia. e ordem do Sr. Govertador,
pelo preso 3 mezes, contados de hoje,
a apresentacSo de plantas e ornamento
para a edificacSo de um theatro nesta
capital, servindo de base constrnccSo a
quantia de 300:000)5000, votada pela iei
n. 49 de 13 de Junho do corrente anno.
Os concurrentes evem ter em vista,
para o calculo da lota$8o do mesmo thea-
tro, a popnlacSo futura desta cidado, que
actualmente de crea de 30,000 almas e
que dentro de poneos annoa dever du-
plicar oq triplicar, attento o movimento
progressivo do Estado.
Ser preterida a planta que maisse
recommendar pela grandeza do eetyio-
ornamentacSo e boas condicSes de bvjos,
tica ptica, solidez e acommcdac.5es.
O autor da planta ser o arebitecto o
edificio.
Secretaria dos Negocias do Ioterior do
astado das Alsgois. em Macei, 5 de
Julho de 1893. M. Laorindo Jnior,
director addido.
DECLARARES
Alfandega
Aforamentj de terreno de marinha
De ordeto do Exbj. Sr. inspector, leodo o co-
ronel Jos Rolino Climaco aa Silva requerido
por aforamento entre outros o lerreno de mari-
Dba devolnto silo nooitao sal da casa o. 101 da
rna velha de Santa Rita, fregaeiia de S. os,
convido o posanldor do terreno da mesma casa,
como conficanc, a vir declarar no praso de 30
dias si quer ler prefertocla no alludido afora-
mento, de accordo com u decreto de 22 de Fe-
vereiro de 1868.
Em 19 de Julno de 1893.
0 2* escriptnrario,
J. H. de Oliveira Amaral.
Arsenal de Gnerra
O Conselho Econmico ''este arsenal
recebe proposta para a compra dos artigos
abaixo declarados no dia 25 do corrente,
as 11 horas da manhS.
Fazandaa
Brim escuro trancado, metros, 384,
Bramante de algodao, metros, 206,40
CordSo de IS encarnado, metros 240,
Chita para cobertas S20,
BotSes
BotSes grandes pretos de osso
para blusas 640
FolSss pequeos idem 640
B.toeu poqueuos brausoa de os-
so para caigas 400
BotSes pequeos de osso bran-
ca 320
Qaloado
Botinas pares 80
Utensilios
Chicaras de lougaa, casaes 48
Pratos de haca, cneaes 43
Talheres 48
ObservacSes
Os proponentes deverao apresentar-BO
devidameute habilitados* DdvarSo apre-
seotar as suas propostas em duplicata, com
referencia a cada especie de artigo, de*
ve do cas mesnus contar o nome do pro-
ponente, a mdicaclo da casa commercial,
declarado expressa de sujeita-em as mal-
tas de 5 0 q no caso de recusarem a sssi-
gnar o termo de contracto, e as de 10 0[Q
e 20 Ojq de que trata os artigos 87 e 88
do Regulamento em vigor, e qual o praso
improrigavel para a entrega dos artigos.
Nao sero aceitas as propostas que nSo
vierem ac pancadas das respectivas
amostras.
E mencionarlo no subscripto a especie
do arti ,0 proposto e os nmeros e marcas
das amos ras apresentadas.
Secretaria do Arsenal de Guerra da
Pernambuco. em 20 de Julho de 1893.
Jos Faancisco Rieiro Machado,
Secretario.
Comptabilidade e escriplu-
racao mercantil
CURSO THEORICO E PRATIC0
A tratar com o professor Manta, rna Dcqae de
Caxias a. 7i, 1* andar.
Companhia do Beberibe
Os Srs. occionistas desta Companhia eSo con-
vidados a te reaoirem em aesembla geral ordi-
naria no Jia 31 do corrente mez, ao meio dia
no i andar do predio n. 71 rna 15 de Novem
bro, para assisrem a leitora do relatono, deli
berarem sobre as contas e parecer da corumia
sao fiscal, relativo ao aano social tiodo em 3,
de Abril este anno, assim como elegerem o
presideaie e secretario da asgtmbla geral e
commissSo fiscal e resolveren) sobre qnalqner
a8sumpto de oteresse par- a Companbia.
Recife, 15 oeJJbo de 1893.
Ceciliano Mamede Alves Ferreita, director ge-
rente.
Manoel Joo de Amorim, director secrelario.





--

_ 1
.--2 *.


MMnHMMiV

jmano w^ernarmuct) Tterca-feira 2t> #e julnoaeTStf*
PRADO
PER!\AMBLCA\0
PROJECTO DE NSCRBPCAO
Para a 2.a corrida a realizar se no domingo
30 de Julho de 1895
3
pelo qut.1 te de, ra applioar a le n 1973
de L'3 de M-rco da 18)9.
Es* assembl* gernl *unocionar ao
meto dia no aatSo d.s b3b, do edifico
da estacSo da rut da Aurora, e com o
ame: o de accionistas que comparecer,
visto ser urna hh*2o em continuado de
ama terceira convocarlo
Eacnptorio du gerente 24 de -Julho de
1893.
Antonio Pereira Smete*.
1.
2.
3.
4
5.
6.
3.
8.
PAHEO CODgola$5o 800 metros. Aoimaes de Pernambuco que cae
tenham ganho premios nos prados do Recife at o dia do encerramento
a inser pcSo. pks_uos : 250)9000 ao primeiro, 505000 ao segando
e 25000 o terceiro.
PAREOProgresad1.100 metros Animaes pangas e pelludos. premios:
230500 ao primeiro, 505000 ao segando e 255000 ao ter-
oeino.
PAREO Nacional 1.350 metros.. Animaos de qoalqoer pai?.
premios : 300*5000 ao primeiro, 60)5000 a* segundo e 30)5000 ac ter-
ceiro.
PAREO Peroambnco 1200 metros. Animaos de Pe-namuco.
prEMios : 300500U ao primeiro 60(5000 ao segando e 20S0UO ao
terceiro.
PAREO Imprensa 1.000 metro*. Animaes de Peroambuco. PSE
mos : 250(5000 ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 25,5000 ao ter-
ceiro.
PAREO CoaeillacSo 1.100 metros. Animaes de Pernambuco. prb
Mos : 250*000 ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 255000 ao ter-
ceiro.
PAREOExperiencia1.200 metros Animaes de Peroambnco. pre-
mios: 250(5000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 250000 ao ter-
ceiro.
PAREOUberdade 1.100 metros Animaes de Pernambuco pbe-
mios : 250)5000 ao prime ro, OOOJ ac segundo e 55000 ao ter-
ceiro .
Observacoes
Do accordo com o art. 5- do cdigo de corridas, nao poderSo ser icscriptoe
no pareo Progresso os animaes Atlante. Petr>polis Oouradilho, e Despotu 2 no
pareo Nacional a egoa G'.psy, no pareo Imprensa os animaes Dablim, Piramon,
Plutao, Pirylampo, Maurity e Hu-guenot, no pareo Conciliogao os mesmos animaes
do p*reo imprensa e mais Talispher, Maranguape, Tudo Mouro, Pirueu Berlim,
e Ida, no pareo Experiencia os mesmos animaes do p -reo ConciliacSo e mt>is Turco 2*,
Talicier, Vermuth, Bocado 2 Traquino, Triumpho, Pontab e, e Sans Soaci, no pareu
Liberdade os mesmos r.nimaes do pareo Experiencia e mais Topy, Oolosso, Vivaz,
Frortin, Ally Stoper, Ruy Blas, Rsgtnte, Ssepticismo, Tapir, Alabam, Conformo e
Pirata.
Os pareos ConeiliacSo, Exprieocia e Liberdade nao contaran victoria
Os preos se iealisaro inscrevendo o correudo p-ilo menoB quatro ani-
maes de tre : roprietar.os diferentes.
Chama-su a _tte_ corridas.
A i_scripc2o encerrar-se-ha terca feira 25 do enrr-nte as 6 horas d& tarde
secretaria do Prado Pernambucano ra da [aperatrii n. 26 l- andt>r.
Secretaria do Prado Pernambucano, 20 de Junho de 1893.
SERVINDO DE SECRETARIO,
U&k Gomes Ikashe^
na
Companhia Ferro Car-
ril de Pernambuco
Divi leado
No da 25 do correte, neste escriplorio e ni
Re de Jatio roa do General Careara n. 65,
corneja o pa^amenio do dividendo das aeces
desia ccmpanhia relativo ao 2- pemestre Bono
en". 30 de JddQo prximo pans.do, "000 por
aegao.
Ecriptorio da Cotrpanr.ia Ferro Carril de
Pernambuco, Recife, t de Julho de 1893.
Felippe de Araujo Sampaio,
Gerente.
Companhia de Tecidos de
Malha
Stima chamada de capital
De ordem da iirectoris, convido os senbares
accionistas desta companbia para realisarem a
stima prestaco rio (0 0/o oo *0000 por accao,
ln oa 31 do corrente, no escriplorio do itie-
aourelro da mesma, rna Primeiro de Marco,
amina do Lrespi n. 7.
Recife, 1 de Jolho de 1893.
Alfredo A. P. Fraposo
Director secra arlo.
C o ni panlna I nd u s-
trial Pernambu-
cana
Os possuidores de de-
bentures da primeira serie
desta companhia, ao con-
vidados a virem receber
no escriptorio ra do
Commercio n. 6, 1. andar
os juros respectivos ou cou-
pon pagavel no corrate
mez
Recife, 24 de Jlho de
1893.____________________
Banco da Repblica
do Brazd
A comecar de 15 do cor-
renle paga-se o primeir >
dividendo das accoes deste
Banco aqui inscripta?,
razao de 6$C00 por cala
urna accao iotegralisada e
3$ 000 por cada urna accao
nao integralisala, no es-
criptorio de Pereira Car-
neiro& C., raa do Com-
mercio n. 6, 1.andar.
Sociedade Refioaria e Des-
tillagao Pe_nambucan^
0 preaiJeoie desia sociedade, tm vinude do
que pre ena o ari. 16 do decreto de 17 de Ja
oeiro de 1890, scienlirica que ficam a sisposijao
dos Srs. accioui las, no ecripiorio da sosieda-
de ra .o Jommerclo n. 34, as copias -o b.-
laoco, relacao nominal dos accionistas e lista das
transferencias realisadas no decurso do auno
fiado em 30 de Jonbo prximo pjssadc.
Recife, 21 de Jolho de <893.
Joo Fernandes Lopep,
Frepirtente.
Ai
de Guerra
jsena
Dedoordem IIIir. Sr. mt>jor director faco
blico que no lia 28 do correte as 11
lloras da macha*, terSo de ser arrematados
por quem maior preyD c fferecer, os arti-
pos nbnizo deslaradoc, a saber :
Vturas com rodas 27
Bombas ra-a incendio 3
Carrocss com pipa para agua 4
Carroca com eaixa X
A50 fundido em barra.
Antimonio.
Companhia Trilhos Urba-
nos do Recife Olinda e
Beberibe
AsaembUa Oeral Extraordinaria
De ordem do Sr. Preaideote da Assem
bla Oeral ter logar no dia 3 de Agosto
a contiouacao da tes2o em saspenso,
visto j ter a comzissSii Fiscal dudo o
parecer sobre a proposta da directora
que dever ser tomad em coosideraylo :
e tornar-se urgente na deliberay^o eic
tace da Portara d i 21 ue Jolho, publi-
cada na revista diaria do t Diarios de 1 '
do correte soba atsignatara do Exm.
Sr. Goveroador do Estado, sobre o modo
B'goroai para Caoileiro 3
Banheiros do folha 2
Ctiaco para tanleiri 1
Massss pergas pra asare co de forja Z8
Pipo de madeira 1
Rebuja psri funileiro 1
Ferro veiho.
Cobre velho .
LatSo veih .
Chumbo velho.
Bronze velho.
Enxore.
O'oservacSes
Os propenentea apresentarSo suas pro
postas em duplicata relativum nte a todo
os artigos oa a cada um. podendo per ar
rematada q'jalquer quautiaade d^s meamos
rticos.
Para qualquer exame ou espliCBcSo os
interessados podarlo se dirigir ao almozf-
rifado deste Arsenal das 9 horas da ms
nb*I as 3 da tarde.
Secretarii do Arsenal de Querr de
Pernambuco em 24 de Julho de 1893
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Secretario.
Jaros e resgate de apolices
municipaes
EOITAL
O Prefeito do Raoife manda fase- pu-
blico que, no da 26 do correte, das 10
horas da manbS as 2 horas da tarde, se
p >gar na coctadoria da Profeitura Mu-
nicipal do Rscite os juroi de Io semestre
vencido, das apolicea muncipaes da 5'
Serie e de ns. 1 a 20, Bendo na mama
occt83o resgatados 50 |, do vidor das
mesmas, conforme o dispoito cas condt-
jjss de sua auctoriaajSo.
Outro sim. manda o mesmo Prcteito
fazer sciente & seus potsuido es que, do
dia 6 perdante nlo vencerSo ollas juros
do valor a rasgaUr, anda mesmo que nao
sejSo apresrnta as para tai pagamento.
ccretari da Prefeitur*, 24 de Julho
de 1893.
O secretario,
Joaquim Jote Ferreira da Rocha.
Hospital Portuguez
de Beneficencia
Premio a virtade
A )ontn admDi-trativa do Ho-pita I Por'o2oez
de Beneticenjia. tmdo "f adjudicar o premio de
500*000ft tuna ou KiOu ramillas tialu al da
cMaOfl do Rfcife, qu-' pelo 8^u trabalhn honesto
tner rouro-rdo eilcazmeiue para fUteiuagao
de fn,"s 1 -, < o MiMil 10 a .-eu pal 1 u mai com
vemaiieira r.i-fiicaca" nmor tilial. auraue do-
enea grave e p'olo f^..ia, premio que foi in-
stimulo pelo a>l":io c rtomeodador Amonio
Je. de MaKalnies BtP, cOama i. pesBoas que
se joUuern no cao < lonror-er a epfe prrmio
a aprepenian-m no pr^io te 00 'ta", contados
desia dt3, na rn-i' a'in iie-i.- hospital, os do-
cumentos ciimprub'tofio* de su,i preirngo, os
quaes devem aectarsr: nniue, e-iauc, prtissao,
idade e residencia ; e provar ser natural uesta
cilade e baver preenebido os requisitos exigidos
pelo testador, sendo para eate tlm indisp-'n''svei
urna exp''8iao dos (actos em que londam -ua
pretenco.
Secreisna do Hospital Pcrtugucz, 14 de Junbo
da 1893.
A 1. Birbcsa Viacn^,
< si-!-rta'lo.
Correio Ge ral
Mal.is a exped r-se hoje
Pelo vapor nc onal iSaranhao e.-ta admi
nistracSo expide mslas para os pertos do sel,
recebendo imp'epsj- e o'jectos a regisirar at
as S horas d larde cartas ordinarias at as i e
l|2, ou atea entrega da* malas com porte duplo.
AdfDinis'racao dos Crralos do Eilaoo ce Per
nambiiO, 2"> ue Ju'h) de 1893.
O rhefe oe se c5n
Botpnaoli de Luna Fr-i t.
Circular
2! de J -
Alfandoga do Estado e Prnumbuc,
Iho de 189).
Tendo tomado pose e en"a hoje 00 rargo de inspectori ndega, para
o qul foi numead j por dec.re'o do coverno fede-
ral, le 13 do rerrente. isez ; assir o communt*
',0 aoa Sr*>. collecror-s ''o Estad.', pira seu cc-
nhecimenio e dcMdi'S ring.
Al-xandre de Souz.i Perei-a rio Garrao.
Companhia Agrilae
Mer-
cantil de Pernambuco
Assem'ola gerai
os termos eos ariH. 29 a Gl dos E'a'oto.
sao convidados os Srs. aiciontsas a se reonirem
em asero''li-.i g-r*l op>orfei ni v 8 de Ages
o nroxitro "nioro, -'s it ti ;>- ra-iha, no
salo it- A>oi'.i-ioi> Cumni-'CiI Aancola, atim
Je se proceder exime ua.i c utas da adm nis-
trai.So, invir a ieit>ri ao relato'io 8 partee*
!'i':..;. rieiibs'ar sontc "s n pames, em sezuiia
proceder s" a -11 ici 1 di ort-eino fiscal, ludo
de ((ifj'rnidade com o u*t. 35 diii tef^ndos E
tallos.
Recife, ?2 de Julho de 893.
Manot-l Joao c -'D.orirc,
Presuietite.
A o com mercio
JoSo alvea de aiiep. declara ao rcmoTcio e
ro publico desta praca, que icmproo o esta be
lecimento de ipolbados pertereoie Joan Uap-
tisia Rolntcos. sito t-a rtudoVigarto o. 4, livre
e ri'-tembaracdn.
Recife, 24 Je Ju!bo de 1S93.
JaftO Alves de S.lles.
\o publico
DfCa'o rclo iire>eo!e que no dia 8 o cor-
rente ve.il! ao Sr. J.&o Alie' re Selles o tneu
estab:iC'm?o(o ^p- secios e uieihados 'O n. 4 a
ruaio Vigarjo Teuorio, livre e (i.-tembar-{aoo
de q'ialqu-r coifiromipso ; e qtiem se julgar
meu crador oce!ira apreentar se me no nrasode
8 dias, a cofitar da pnbl.cacao deste, qie sera
p'omp'am-'ite s-feito.
R.cife, 2i de Jolho de 1S93.
JoSo Baptista Rodngces.
Para o Poro
Patacho Rival
Receba cirga a fre e por j ter parte engajaf
da, e sahira eem m iior demora
Amorim Irtros & C.
a traiar com
Companhia de paquetes
Brazil Orieatal e Diques
FJuctu antes.
O paquete Guanabara
Commaodaote J^acerda
Segu nesiespiucos dias
pata
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro, Rio Grande do sul,
Pelotas e Porto Alegre
Para cpjos portos receber carga desde j.
Este vapor i'luminsdo a luz eleutr.c-i
e tam oprimas cconim da^Sea para pas-
sageiros.
Para carga, encommen as u pasfagens trata-
e". na os
AGENTES
Ajmorm Irmos & C.
3Sua dj B'.rn Jess3
CHARCERS RtNIS
Aooipanbla Frsncna
DE
Xavega^i a vapor
Linlia quiazeo! entre o Havre, Lisboa,
Per/amboco, $abia, Bu> de. Janeiro e
Santos
O vapor Colonia
Commandante Lequeuz
E' erii erado dos portoa d;i Eu-
ropa ai o d;a t8 de Juiho
etumuii di puis da uemora ne
cessaria para
SakSa, Mo fie Janeiro e antoa
ESTE VaPOK ENTRARA' NO
PORTO
Rogi-s aos Srs. importadere de carga pelos
vapores npsta lino, queirum ap esentar dentro
de 6 d;as, contar gas qualquer reclamajao conceroent a volnmes
qu-i norventnra leobam seguido para es portes
do ful. alim de je ped-rfm dar a lempo as pro-
videncias oecessarias.
Expirado o referido praio a compaobia nao se
reepoDsabllisa por eslravios.
Re*ebe ca-ga. ercommend48 passaaelros para 1
qcaes tem exeHlen(en accommoaacoVs.
Car-A rarida, passagens, en'ommeuias e di- \
Qbeiro a f.me irai se com o
AGrNTE
A.uguhte Lahille
9-RUA DO COMMERCIO-9
Companhia Babiaaa de Navega-
Ci' a vapor
Macei, Villa Nova, Denedo, Aracaj, Es-
tancia e Bahia
__
O paquete Estrella
CommhDdante Domingos Viegaa
E'es pera do
do. r-orios anma
a. o da ti do
lorrenter regree-
sando para os
mesmus iiepois da demora do co.-t'itne.
Para carga, 1 a^aei,s encomrxenaaa e dinbei-
ro a (rete, trata se com o
A#eHTB
Pedr O-o-io de Ce^qu**ira
hua do Vi gario n. 17
1- andar
Liverpool Braz'l a il iver Pate
M'il Sieaws
L nha de Lamport and Holt de Nova-
Y<.rk
O VAPOR BELGA
Leibnitz
E'esperado aqui
aodia SO de
Juido se^mndo
aepois de peqne
na t^mo-- para
Bahia e Rio de Janeiro
Pin passagens, etc., trata-se com os
Bfofkfcum, NeedSaa C.
13 Ra do Commercio13
'el lili Sisaio m\ m-
mim
Qurta liira 26, da chapeca, ft-zon-
das e miudeaas por I'qaido3o no arma-
sem da ra do Bom Josus n. 52.
Leilo
O paquete Tagus
E' esperado des portos da
Eurcp4 at o da Z9 oo 30
ne Ju to, seguir ilu drpoi
da teii-ra necessana para
Bahia, Ro de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos Ayre
rara carga, passagens encomrneedas js lOeiro frete : trata-se com os AtENTE^'.
O paquete Trent
Ccmmsnuar.te W- H. Milner
E' esperado dos
portos do sul ai
o da Io ne
Agosto 8PgDnd<
iu-po',8 (la ci inora
necegsaria pa-a
S. Vicente, Las Palmbs, Lisboa, Vigo e
Sontamphton
Ra'e krsffrti'.'-i paquete f:-z a va
de Pernambuico a Lisboa em 9 dias.
Esta companhia scceita oor presos ra-
Bo^-veia para Valparaso at Abril, p*ssa-
cttiros com este destino, por via de Bue-
ics-Ayres e estrada dos Andes.
Tambero scoeit pasaiiceires para Nova-
Y<-rk, ".'a Sout'iaropton, ^r especial ar-
arnjo com a Qomp*nbia Aernuob Lloyd,
podeodo demorxrem-se na Europa cho
pesej^rero.
N.'R.Pretie-se aos Srs. recenedo'es de
mer. adori. e. qa^ a Companhia Mala Real logle-
ra. ototraetoa com tijneral Steam Navi>ati0D
Companvum aervioode vapores semanaes qoe.
1 a-imdo'ce Bo'-iFaox, ouoac.Ciarent, etc, de-
vem chegar a BdVtMBptaa a lempo retoasia'gas uestiuadas 3 America do Sul,
para oa vapores desta compabia.
Reducan nos pregos das passagens
i<
A Liieu 1* riiaira ^ ^3
A'Soatnamptop 4* das* ?S 2
Camarotes reaorvaaos par* os pcssaealros oe
Pe'nambnco.
Para passageiis, trote*. ancoJiaienda*, trata-s
com os
i inprim Irmao Se C
.3_Rn doBrm Ja V. 3
Empreza Psperanga Hariu'ma
O paquets Ocano
E' esperado das portos
do sol nestes poneos olas e
dep-iis da demora indispen-
savel seguir para
Rio de Janeiro e Santos
Recebe carga e eo^ommendas a tratar com o
AGENTE
M. S. (Vlaia
Ra do (Jommercio n. 1
1* aodar
Pjcific ^lem Navegaton Cera*
pjny
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O paquete Potos
E' esperado dos port-s do snl
ai o o a "> de Ayo-ito senin-
do depois u.i oecessarla deaiora
oars Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaux e Plymon'h
Para -arca. passagens .Dcommendas e oihei
3 a frete trata se cim os
AGENTEb
Wilson, Suas k C, Limited
10-RUA DO COMMEROIO10
PHRTOS DO NORTS
Parhyba, Natal, Bdaco. Mosot, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Pereira
Segoir para
iD *? deJalbj, as
'4 horas d carde.
Receoe carga, eocommeodas, pasaat-a a di-
nheiro afrete at a 1 bora da tarde da dia da
partida. _
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Co n. 12
Agente Britto
De um grande eatabeleciment de molba-
doa em um dos principaea pontos da
Boa Vista.
Constando
De 1 grande bonita e importanto ar*
macSo de amareilj eavernisada, balanya,
pesos, medidas, canteiroa, registro e en-
oacamentj d'agua, um importante lustre
de crystal, piras, barris e muitos outros
generoa de um eatabeleoimento de molha-
dos e tud>
Ao correr do martello
Precisamente oa jornaer desta cidade
annunciarSo minuciosamente a indicado
do dia e lagar do refaridoleSo
Leilo
Da taverna o. 70
fregnezia
Terqa-eira, 25 do corrente
As 11 horas em ponto
O agente Oliveira, a mand do dos
Srs. Figueiredo Costa & O. e com auto
risacSo dos Srs. Oas & '., vender em
Ie 13o as mercadonas, armaySo, canteiroa
pesoa e medidas existentes em sua taver'
na cima mencionada, para ser rateiado
o liquido coto todos os aeua ^redores.
Garante-se >s chavea.
Os Srs. pretendentes podero desde j
examinar o balando em poder do moamo
agente.
a ra de D. Vital,
da Boa Vista.
Leilo
De 3 caixas com fazendas araadas
CONSTANCO :
De chapees de ii, ditos de baeta, ditos
13 e de baeta para meninos, ditos de fetro
abas largas, ditos de castor, bonets c>m
galao, chapeos do p&lha'para meninos,
branc.os e d.. cores, gorros de cachemira,
bonets de palha, chapeos spartnrie para
baptisados, chapeos p^ra eennoras, gra
v-tas de seda, caixas com banha franceza,
dita nacional, lencos grandes da fabrica,
couro
por..
inzias de marroqaici.
de
peca de lona, mantas p^r;\ cavallos e
graxa em latas.
Quarla-feira, 26 do coirenle
As 11 horas
Na travessa do Corpo- Santo armazem
n. 27
O agente Martina far leilSo prreoota
e risco de quem pertencer de 3 c:.ixh
com mercadori>-8 averiadas t'agii do mar
as quaes toram transportadas para o re
ferido armazem.
Leilo
Da 1 excellente vhcs toorir.a coa
cria e 2 lindas garrotas tourina> prebes.
Quarta-feira 26 do corrente
A's I. horas
No armpzatn a ra do Mrquez de
Olinda n. 48
Por eccasio do leiH de di?ersos pro
dio.
Por interveoQ^o do ageTte Gosino.
lampi&o, tintas e muitos outros objootoa
que eat.rao a viett doa concurrentes.
Em cont oaaf o
Grande qtiantidnde de vallas, esgninxo
e mais objeetos que se rooam em arma-
zem alfaodegado.
Quinta-feira, 27 do corrente-
A's 40 \\i horas
0 agente GusmSo autorisado pelos Srs.
Blackburo Needbam & C*, agentes de
Lloyd London e licenja do Illm. Sr.
inepector da a andega e nomea$3o de
um empregado da mesma, para leilSo de
todas as m-orcadorias cima mencionadaa,
comecando o leilSo pelas mercadoriaa qne
se acham oo armazem n. 5 da Alfan-
dega.________________________________
Leilo
\geute Britto
De arma^ao e gneros da bem aire-
guezbda taverna em lotes a vontade doa
uomp adores.
Qulnta-feir, 27 de Jolho 93
O agente ac ma vender por conta e
risco oe quem p*rtencer a uita taverna
ra dos Pescadores n. 43.
As 11 horas
Garante se a chave da casa*
2. Leilo
De boos predios
Espolio de Antonio Jcaquim Vinhas Maia
Da metade do sobrado ?. 5 da roa ea-
treita do Rosario, terreno oreiro
A casa terrea n. 25 da ra do Fogo,
terreno preprio.
Um aubr-lo de 2 andares n. 64 da rna
Lommas V-entinas, terreno proprio.
Urna casa terrea d: 46 da roa de Do
tni'gu Jos Mritios terreno proprio.
sexia-eira, 28 do correte
Ao Rjeiodij
\o armazem a ra do Impera-
dor hoje 1S de Xovcmliro
n. 3.
O agente Marti.is levar a leilSo pela
seguuda vez p ir mandado do Lsm. Sr.
Dr. ji'z da p-ovedoria na sua prosees
os predios H';ima p de Antonio Juaqmrn Vinhas Maia. Sr
vindo de baso aa offartas do primeiro lei-
lSo.
AVISOS DIVERSOS
C4I.1l El BO
P.-ec?a-se 'fe um caueiro com pratica de mo-
Ibadur, de idade de 14 a 16 aoooa, e qoe d fia-
or de ena coodocta : a tratar na tsirada de
JiideBiroi co.'ifrontu ao eotroocamento da
litiha de L'niueiro n IC,
P.-ecisii-je di urna ooa cooinoeira e de nma
rnada de ieia mad para ervico dos qnartos e
lavar lpoina roupa a tratar na roa da Sol-
tale n. 81._______________________________
P.-ena
Haves-a da t'
V^nde-i"- un* uurra
Ijiperainz n. 40. leja.
i- ne ut:i ama pira cosinbar, n
'ata u P.-tte n. 6.
de ierro na roa da
Prpcj:a-?e de n. copeiro, tratar oa ra
Ma-qnez de nimia o. 35. anti.'a da Cadea.
Amas
Leilo
De % casas terreus a roa do Mrquez
do Herval ns. 59 e 60, tendo cadi urna,
2 salas, 5 qnartoa, corredi r separado, co
aioha, 2 quartos. cacimba e grande quin-
tal, ton iras a Marioba.
Tres casas terreas ns. 45, 47 e 49 a
travessa do Pccinbo tendo porta e janella
de frente, 2 salas, 3 quartos, cosinba,
cacimba e quintal pequeo, toreiras a Ma-
nnha.
Ouas casaa a travessa da ra Selia ns.
A e 16, de porta e jaoella de frente, 1
sala e 1 quarto, c sieba pequea e ed )i
cada em solo proprio.
Urna das melhores casa r a Bda-Viagem
sita a ra da Aurora n.. com grandes
acommodac.o's e sitio ediheade- em ter*
reno foreiro eo patrimoaio da Matriz do
mesmo logar.
Ouarta-feira, 26 do correte
As 11 horas
No armazem ra do Mrquez de
Olinda n. 48
O agente GusmSo competentemente au-
torisado, far leilo ana casas cima, pu-
dendo desde j os Srs. compradores exa
mil-B8.
Leilo
De utn variado sortimento de chapeos e
muitos outros artigos
CONSTANDO DE :
Chapeos de caster para hornero, chapeos
de palha para homet.s e meninos, chapeos
finos para senboras, gases, fil, vaos, fitas
differentes qualidades, velludos, passaros,
rendas, bicos, plum&B, fljres, ramos, pom-
pons, leqnes, vidrbos, cartollas, claques,
bengallas, lencos bordados, ntremelos
finos, papel e enveloppes para cartas e
muitos outros artigos.
(loarta-feira, 20 do correte
Agente Pinto
AsII boras
No armazem a ra do Bcm Jess n. b2
Arthur tiuimarSea em hqui n.'fJo fas
leilSo por intervengo do agenta .Pinto,
das mercadoriaa ocima menoionadas exis-
tentes co arm. zem da ra do Bom Jess
n. 52 aa quaes serSo vendidas sem resar
va de precos e por bquidagSo.
Grande leilo
Das mercadori-s, pertences e sobre-ex-
cellentes da gslera inglesa de 4 astros
cCrcwio of Austria naufragada na
praia de Maragogy.
Constando
?De loocas, vidros, conservas da carne,
peixe e fructaa, gneros alimenticios, be-
bidas, instrumentos martimos, ferramos-
tas, sola, oabos, sbSo,f_vellaa estearinas,
Precisa se de doa3 amas, urna para sala e
ouira pira co3'oha, eutoi multar de toi con-
dacta |.. .. tomar conta de urna casa de peqneua
familia traiar i rna Barao da Victoria n. 54..
oa nova en -ia di movis-
Precisa-se
ndar.
Ama
de umi, na roa Direita n. 4, 2-
A ma e criado
Precisa-pe de um menino para criado e nma
ama para lavar e engommar: a estrada da Casa
Forte n. ;<3
Gaixeiro
Precisa-se r!e om com pratica de molhados,
de Uada de 14 a 16 anoos, e qoe d conneci-
mii o de sua coodocta : tratar na rna de
Santo Ama'o n. 5. engoma oo Becco do Caj.
Aluga-se
A excellente casa do Lar^o de S. Pedro Novo
n 4, em Olinla, para passar a fesla. com pti-
mas accommodaces para grande familia. Tem
gazeagod, f'eote a msderna e reedificada de
novo : a ira:ar na ra do ommercio n. 26 Ar
Recife.
Olinda
PtTgcn'a-se ao Sr. Dr. jniz do i" dislticlo, se
levo i ao nnbecimeoto do Dr. questor, os fados
crifflino'i qie a pf'UCo se deram as casas dos
liaa-iaos Vi.-eo- Serpa, Teotono Amando Ca-
valante cap n Jla^ F-aoci*co da Lapa, pa-
rece que V. S. bi-oMuna importaucia ligoo, noia
cotina a dormir com sua polica, seja bom
I qae procurt tranquillizar a popnlaco clin-
uer8P.____________________________________
Aluga-se
A c; ea a -na e a de u. 4 Fratesas da Fuodicao, em Fra de
Port s : a tratjr a roa Direita u. 45, sobrado.
Caixeir
Preci a ?e de um cotu pratica, na raa do Hos-
picio r. 28._________________ .
8anefas
de molduras, rna Larga
Ve de-fe Da fabrica
do Horario o. ________________________
Criado. de pharmacia
Prenipa se de om na f_armacia''e Drogara
Oriental.________________________________
Negocio bom
Antonio Braz ue Souza, npgocia orna conta
qoe teni no Tbesooro do Estado no valor de
117/300, prevenirte de encaderoacio que fez
rara a Bhliotbe--a Publica nesse Estado, por
melade de reu valor, a iroeda a vista : i tratar
com o mesmo sennor em sua oficina de enea-
dernscao no Becco do Qovidor n. Ii.
Regato para gaz carbnico
Vende-fe una na rea Direita n. 30, para tra
balbar de di*.______________________________
Seme tes de hortalizas e d
flores
Receben Gnmes Vlacna 4 C, i rna Duque de
C3X'3S u. O. __________________________
Sortimerto em estampas
_Gomes Visnna C. participa aoa teas a-
maremos f-ettnezes que receaeram para o sea
estabelecimeito granoe qoan'.ioa eem estampas
reliciifa?. rooldorse para qua1roB,ete. : na roa
Duque de Caiiaa r. SO.

i

i


4
\ ,.
i.-n.

41
,, mi., a'- >ir -a,,.,,!...



I
M>
i
v.
'
p
Piario a* PpmarirtMiPo Teroa-fera 25 de Julha de 1898
Mi
MI
BMWS P1B
/
CSi
3S OUTHOS J^XONTS
LIDGERWOOi
Machinas a vaper
Portateis a tixhs)
Lavadores
I Muipoipadores
i Vscase&doref
Ventiladores
Alambiques
i
Rodaa d'agaa
Turbinas
kn^eobo d<- Sei-r
Mn'-ndm do Oanin
Moinbois d Fabo
Debnlhadorer
(separadores
MOLESTIAS NERVOSAS
CUBA CERTA
^ EX-O
XAROPE HENRY MURE
Uoni xito verificado por 15 annos do experiencia nos Hospitaee de Pars
PELA CURA HE
Bruiduras, Conductores, Catadores, Kwaporadores a vapi r Defecadora
de triple effeito, Vacuto, e todos os machinismos per-eDcentes ho fabrico do ssaucar,
caldeira Multitubiilar pnrn queimar bagaco 011 casca de cafe. Prensas Hydraalicas e
bombas de todos os amarillos, Carneiroa Hjrdrauhcos para levantar agua. Arados He
plantar milho, etc. etc. Eogenho completo de fabricar farinba e engento completo
para beneficiar arroe.
Jorreas de sola e de borracha de qualidade Ktperior, Oleo especial part
machinas, Perteocos ou peyav avulsas para as machinas.
ESCRIPTORIO
95:sa ,Jo Ouvilor95
Epilcp*i*~Iiy>tteri;i
Vitorea
Hystcro-E i lepa ifl
Molestias da Cerebro
e do Espinhtti'O
Diabete assucarado
Vonrul sites, Vcrtigens
Crinen nervosa
Ettaraqttee.as. t'outeiras
Coityestoes e.erebraes
i n su a i a a
Spennatorrlia
134 e 136Boa da Saude!3& e 136
Lidgerwood Mf'g O. Limited
Cm Filketo niito impartate e rliiio graUilimeatc a qualcaer p.ssa ene o pedir
HENRY HUBE '" PONT-SflINT-ESPRIT 'Frah.;a
VNDESE KM TODAS AS VKtSCII'AKS l'HAKUAClAs E DUoiAKlAS
I I
MAKCA OS FABRICA
LINHO AULAGNE
Tirar Fartnha de Linha
fcacio, fazer d'ulla urna Cataplasma inalteravel; tornal-a
antisptica c instantnea e evitar o emprego da roupa, tal
o alvo conseguido pelo Sr. Aclaqxe, coro seu LINHO AULAGNE infinitamente
superior a todos os productos similares. Cinco minutos de immersSo na agua fervenda
bastara para obter urna cataplasma flexivel. leve, localisavel a vontade, conser-
vando durante muito tempo o calor e humidade e permittindo, sera deteriorac&o, a
addicSo de substancias medicamentosas. Experimentado not Hospitae*.
Deposito geral : B. anLAGNE, Hh- de 1" classe, em Salnt-Etlenne (Franca).
Vende-sc'em PBRNAMBUCO, na coz*P'a de DROGAS e productos chimicos
Que tem em eu poder amostras di-poiipOo dot Srs. Molicus.
& WOVA-YORS
Ccmpanhia de Segaras de Vida It'w-Yor. Life Insnrance Compan;
Fundada em 1845
48 annos de prosp-rlrlade, autonsada funcoonar no Br-il por decreto n.
9503 de 3 de Outubro d- 1883.
Deposito no Thesouro Nacional Rs. 200:000^000
A C0MPAMAVA-Y0RK
que emitte spolice tanto em ouro como em papel, tein pago s viuvas, orphBos e
erdeiros dos segurados n'este paia mais de dez mil cootos de reia d raote 10 annos
em qae tem fuuccionado no Brasil.
Escriptorio Central
31Ra do Hospicio31
RIO DE JANEIRO
R. I. BLisman Benjamn
Gerente
SiJceursai Central dos Estados do Norte em
Pernambco
Estadca de Amazonas, Para, Maranhao, Piauhy, Cear, Rio Grande do Norte,
Parahybado Norte, Perrambuc, Aagoaa, Sergipe, Bahta e Eepirito-Santo.
0
Pero/as e i
Essenca pura \
de Sndalo

?(a
A ESSENCA PURA DE SNDALO tem sido expe-
mentada com o maior successo pelas celebridades da
Europa e da America. inofTensiiel, mesmo em dse elevada, e nao occasiona
nem diarrheas, ncm dores de estomago.nem arrotos como produzem fre-
quent''incnle na preiiaraces de copahiba.
A ESSENGIA PURA DE SNDALO nao exala cheiro revelador.
As PEROLAS DE SNDALO do D' GLERTAN, preparada-i por
processoapprovado |>ela Acade/ri-a de teic'nn rf; Pzriz, couiern essencia piira
s sua efllcaciac certa nos Corriir entos couu-.giosos, os Esquentamentos
e todas as InlammacSes ou Catarrhos dus orgoes genito-urinarios.
l*rtii-m ser lomadas em todos os periodos da Blennorrhagia. Tomando as
PEROLAS DE SNDALO do D' CLEP.TAN. os docntes tem certeza de
ler uin produelo que merece toda ooiilium.-u. i.j-iijir a firma
FABRICA 3E VENDA lOFl ^"-T^^.O>VOO =
P4RIZ, 11, mi Jscoo CASA L FRtRE- S. Curf-UiKr tC" SUCC" 13. ra Ji:oO, PARIZ
VktNDE-8 NA MOp iATE D*S kM nMCU ^-~%'^"'C
l'IIIIIIIIIIIIMIIIIIIlink>Mli:illl|UI.M ''MllllllirillM lU i 1 .
I
SINAPISMO
Esfriamentos Dores Gongest6e3
AGHA4I BM TODAS A NARMAOIAD
EX1VA-SE a ASSIONATURA, cor ENCARNADA, o
X
36Ra do Mrquez de Olinda36
\ andar Pernambaco
Dr. Antonio Molinari Laurin
Gerente
Sul 2.a Gerente da Soccuraal da B-hia, Dr. JoSo Caccio Pereira Soarea
Gerente da Succursal de Psr e AmazonasBraa Brandi.
1
Vende em grosso e a retalho
Leva ao conhecimento doa nameroaoa freguezei e amigos e das Ezmas.
amilias que acabam de receber nm completo aortimento de fazendaa de phantaai
s o que de mais chic e moderno.
A saber;
Todoe oa fregaezea qae comprarem da qnantia de 50(5000 para cima tem
direito a dez porcento em auaa compres na leja de Torrador.
Novidades sem competencia
Um lindo sqrtimento de zepherinoa de corea com bollas, ricas sedas diversa*
corea, cortas de aetim bordado, cortea de cachemira lavradoa a seda, gorgurSo de
seda a 2f000 o covado, mantiibaa de seda preta e de cores, ricas toalhaa para banhr-,
brancas e de cores, linn listrados, maraulinaa d sed damaci, brina trangadoa,
cachemiras de seda, um completo aortimento de saias e camisas bordadas para
senhoraa, camisas d<> dormir para homens bordad? soda escocesas a 320 o covado
mirirs pretos e de cores, capaa, grinaidns, eques, espartilbos viataarioa para
cranlas braneca e de corea, renda heaptnbola, camisas e seroallas felpudas para
horneas paraliticoa, meias de cores 'o;de escocia, Itaaaes brancos e de corea,
1 ndos tecidus brancos arrendados, cretones franceses.
S no Torrador
MadapolSo a 105000, dito Ba-Vista verdadeiro a 12|>000 com 20 varas
garantidas, ditos de 200000, idero, idem, bramantes de Buho com 9 palmos de largara
a 3^500 o metro, dito de algodao a 10500 e 20000 o me'ro.
Camisas brancas para I", ment, ditas com peite de cores, collarinhos de linho
eroullas francezas, um esp'endidc sortiment.* da casemiras.
Depsitos de roupas feitas e tambem nos encarregamoa de executar qualquer
encommenda.
Pedimos as Ezmas. fmiliea e todos os nossrs fregu^zes aot de fazer asa
visita ao
Torrador
q no vende por precoa aem competidor.
43 Una Duque de Caxias 43
Lima Coutinho & C.
fUNi
ALLINF
^4RA BARA0 DO TRIMPHO- U
Machina a vapor
Moendas
Rodas d'agaa
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravac,ao
Arados.

[COM OUINAi
[E CACAOJ
O raelhor e mais agraavei dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Parte, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENgAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgAS.
Se acha as principaes Pharmaclas.
5^
r****1
FnllFIROSRRAOSV^JUDEi'D'IFRANCK
1 rt LICENCIADOS PEL& ...3PECTORIA O ERAL DE HTOtENE DE BlO DE JANEIRO.
I, Aperientee-, Ettoznachicot, Purgativos, Depurativos
i* Contra a Falta de appettte, a Obstraeoo. a maqueca, as Verttgeni
llf as Cong-estOes, etc. Dote ordinaria: 1, J & S araos.
/# Desconflar dss falslllcacocs. Exigir o rotulo Junto impresso em francez
c^i^y^S? 0S9U0 da Uno dos Fabricantes
Em PAJUZ, Pbarmaota LEBOYt e em todas os Hnmunm-
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Exigir a firma e o sello
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S *rPnsirL .\f .Mr J^J,lliS'Defluxos,Bronchites
J -^ ^OSIIId|PP .NFLUENZA
APPBOVAQAO DA ACADEMIA D>: MEDICINA DK PARS
Contra as AFFEigES dos BOFES o dos BRONQUIOS, acalma a TOSSE
e supprime a INSOMNIA. ^^__>.
F. COBAR & LHO, as, Rae Saint-CUaude. PARS. EM TODAS AS PHARMAClAS.
SAUDE PARA TODOS.
UlNfCUNTO HOLLOVy/AY
O Ungaento de Holloway t um remedio infallivel para os male de pemas e do pek; tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumalismo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhece egnal
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teeui semelhante e para os membros conUahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
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78, NEW OXFORD ST3EET (antes 533, Oxford Street), LOMEAS,
E vendemsc em todas as pharmacias do unit-ers.
Oj COf!:pradrS sio convidados respeilosamente a examinar os ro'.ulos de cada caa e Pote si nao nem a dinefao,
J3, Oxford Street, sio falsihcasoes.
Patacn s
Compram se de todas al nag&V; na roa 40
Cabog n. 9. loja de Anjnpio (o Befio
Piloto
Freiia-fe ri>* om rd'o ps'aopatreho Riv-l,
(jue teai ile seguir para o Porlo ; a tratar a fcer
d> corp e capliio, vj do escriptorio de Acrcizi
Irn.aos & C
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I em toda a parte como sendo o perfume
o mais delicioso. Evitar as coutrafaccci. I
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i acs o'j tres pola sua forca e aroma natural i
Tondem-ee em toda a parte.
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k AVISO Leffititoas somenl em o rotlo--
escudo azot fmBnca urna "Ro*ta tranca" com
o completo enderece
5
Irritado do Ptlto
Tosse
Expectoragao
Insomnios
. j inri- i t**'
Ne-v-r algias
Dores -u
Pars 28, ru BlftW.
Medalh! Ouro iu Exposicoei Universies a
* \-r.*DE!
'9
Deposites em tcd ai n
. anua A. do r Jmltrq*
t Juno C. Paes BaffiR. Jn*foo C. Paes
Bi.r ello e etm fdmfltiit. maodaBB'CelebMr
bi.-.s no oa ?5 d cr8fe, d mttrii
da Boa Vis'a. brf* da maDhl, pela
-lina de sua nreiadacnobjirapir0l' D. Anoa
Aveiius do Sacramento fOoqierqa, lalleeida
na cidade d. Gjyaaoa. Par aatlr a etse acto
"e rellgiao e caiidade codfiaStu'aos s'Cspire
lf S e r.mik'OB e igrariece
-
i
triadas
Precisa-se com ur(jenciiiiSf,niB'8'odsfti6ra"*
de orna ccpelra, dando-ae bons ordeDados, na
ra do Brom o. 96.
A os proprietarios
cnedesejam haer calcadas e ladrilbos do inte-
rior das casa8 e arn.ai.en9, avisa se qae adiar.o
um erandf sortimento de pe iras ap'opna a no
armazem do Caes do Capibaribe n 38 e amos-
tras na roa da Cruz n. 18, arroatero.
Estampas religiosas
Ch roo grande sortimeoto d estampas reli-
icaas, pira a loja de ferragens de BrandSo 6t
C. a roa Duque de Caxias n. 46
Jaoipabo
Compra se qualquer quandade de janipabo :
na ra do Principe n. I C.
Cas
asas
A loga se a casa n. 303 da roa Imperial e a de
n. S da ra de Motocolombo* : a tratar no Ba-
zar de Afoliados.
|Jrofessora
Urna ircr;a babilitada as segointes materias:
nrimeiraa letr;8, geogr.pnia, buto'ia, piano,
llores e bordados, propOe se a li-cciooar em
i a.-as particnlares, na cid.de e nos arranalded
prozimos, meoiaote ajuste raz^-e: : a tratar na
iravessa de S. Jos n. 13.
Genero
lente
Alfafa flor
especial ; venden. Gnimar&es & Va-
_____4 e 6Corpj Santo4 e 6
Moedas brusileiras
lompra-se de 600 rs 14000, 2*000 no centro
da moeda ; na ra do Cabog n. 9. loja de Ao-
/nsin do Wi.on
Caxang
0 bacbarel Leal de Barros odrece seos ser-
vigas como professor de liogoas e scieocias.
Alugam-se
O sobrado grande da roa do capao Antonio
de Lima n, 30, com commodos para grande (a
mili, com agoa e gat a tratar na roa Mrquez
de Oli-vJa n.8 litograpbla. _______________
Barcaca
Vndese orna barc?(a de carg* de 300 sac-
eos, de boa coo9troco, armada a i res mastros
a tratar na 'oa Direita n. 81. escriptorio.
Compaahia Kecifense
de Panifica ao
Em oa fabrica provisoria ra Imperial n.
147, e nos sena depsitos, vender pelos presos
cegointes, ate novo aviso :
Uolacha qoadrada, arro-a 6*600 kilo 480
Dita Regala idem idem idem 480
Bolacbinba Perol, Kilo 1*600
Dita Paoitkacae, kilo 1 600
Todos esees productos sao fabricados machi-
na com o maior aseeio.
Depoalioa
RECIFE-Padaria Martima, roa da Senzala.
SANTO ANTONIO-Roa Lar ja do Rosario ns.
16 e ...
PATEO DO TERgO-Padaria LeSo do Norte.
BOA VISTARoa da Imperatrix o. 66.
Pateo da Santa Croz n. 10.
As compras de arroba para cima terao con-
dcelo gratis.
________ TELEPHONEa73.____________
Excellente vivenda
Vende-se om sitio no Barro, com 19S palmos
de frente e 600 de fondo, com moitaa larangel-
ras. msngaeira9, cajoeiros, coqoeiros, jaqoeiras,
^apoteiras, abacateiros, jambeiros. pitombeiras,
oitiseiros, froctapo, etc., etc., tendo ama ele-
gante e bem construida casa de pedra e cal.
oitOea dobrados. frette de azulejo e com cinco
janellas, calcad? de cantara, i pories de fer
ro, 2 salas (a da frente forrada), 3 grandes quar
ios, 1 grande gabinete ao lado com 2 janellas,
cosinba para carvaooo leona, despeDCa, qoario
no qoinial e orna enorme e t-xcellfote cacimba
de boa agua ; pprio da estarSo e Areiaa a tra-
tar com o agente Hartins.
Jas IMhso Barbosa de M -
randa
Msnana Candida da Cosa Miranda e tua ti na
Anna Candida da Costa Miranda, Leonila Bar-
boza de MlraDda, Manoel GoDcalvps de Itsrros o
toa molber, Fraoci>co Moreira Das, -ca mulher
e fifhos, e artri Carolina da Costa Silva, agrade-
cen sFeerairit'as pe?soasqoe acompannaram
os restos mortaes de seo p'esadissiuio marido,
pi, Albo, cunnado, irmo, concoohadn ijj e co-
DbadO de1 Jote Ildefonso Barboza de MiraDda, e
oovamPDte conVWafn aos eeus pareles e amigos
eadido tinado prajjassistirem as miseas qoeman-
dm'zir oo'wfi 2p do correte, 7- da dp seo
paasamemo. s 8 horas, na matriz da Boa Vista,
confeeraodo-se desde ja agradecidos a todos
qne comparecerem a este acto de religiao e ca-
ndi?.
Antdiui Joaquim Vinbas Xaia
! ANNIVERSARI0
Esmola aos pobre"
0 testameo'Piro do tinado Anto-
nio Jcqom V'ucas Maia, em cum-
primeitoadisposicaote'tampntaria,
manda celebrar na igrpja do Divino
Espirito Santo. 4s 7 e i\i horas da
manlia de fegondafeira 31 do cor-
rerte, orna missa por alma do dito
fioado; e, para assisiil-a, cocvidam a todos es
pobres qae queiram beneflciar se com qaota
parte, oce a cada um coober, da somma de....
800OOO qo? em 7erba testamentaria foi legada
para tal bm.
Adistribaifo ser feia por orna commiseo
da Exma. junta do Hospital Portogaez de Bene-
ficencia qae, com toda a gentileza, promettea
prestar-se ao desempenho de to caridosa
missao.
R>clfe, 25 de lolbo r> 1693.______________
>r. Manoel Joaqom atuveira
Hermina Amana Goimares Silveira,
Gnilbermina Silveira da Cunha Porlo e
seus Blbos, Pedro de Alcntara Silvei-
ra e soa molber, D Paolo Silveira, ua
molber e tima, Dr. ..ostodio Manoel
Silveira. (aozenle) Candido AfLoso Silveira e soa
tha, Elvsio Alberto Silveira e sua molber, Joao
Evanceli.-ia GomarPS Silveira, Cesar omolo
S:l eir, Joaqolm Oswaldo Silveira, e Hearique
da Caoba Porto (auzeate), agradecem cordial-
mente as peesoas que acompaobaram ao ceaiie-
rio publico os restos rao taes do fpu presadi;>gi-
mo e*pobO, pal, av sogro. Dr. Maooel Joaq ;im
Silveira, e de novo conviuam aos seas pareles
eamigoseosdo inditoso finado, para assisti-
rem as missas que por sua alma mandara rezar
na qointa.fpira 27 do corrate, 7* dia do sea
pa.-amento, s 8 btrjs da manba, Da matriz da
Boa Vista, confeasando se desde j sinceramen
te agradecido*
Cosinheira
Precisa-se de ama cosinheira. pagande-se
bem ; na roa do Bro n n. 96.
Cosioheiro ou cosioheira
Precjsa-se de om; a tratar na loja das Estrel-
as. roa Baque dp Caxias n. 56.
Jnipaui?, caja e mara-
cuj
A' ra da Imperatnz u. 3&, compra s em
pequenaB e grandes porces
Costareiras
Precisa-se de costareiras na Fabrica de Cha-
nco, 'ua Viacondp de Govanna n. 147.
Cosinheira e engomma-
deira
Precisa-se na Pharmacia e Drogara Oriental.
Atten^ao
Vende-se barato aloja decuapes da Praga
da Independencia e a officina de chapeos da tra-
vesea do Qii' imao n. 7, antgo Peixe Frito ; a
irater na mesma.
Caiieiro
Precisa-se de om caixeiro que d abono da
soa conducta : tra:ar na Carvuaria Nacional,
defronte da estaco de Caruar.
Vende-se
Daas vaccas toarinas prximas a parirem : a
tratar do Sitio da Capel I a, em Ponte d'UcbAa.
Ao publico
Manoel Clementino Crrela de Mello & C,
successores de Manoel da Silva Paria, previnem
ao resneiUvel publico de que contioua o arma-
zem que compraram na meema casa n. 3,
prega Marques do Herva, onde encontrarse em
grosso e a retalho lodo material necessario para
ediflca$6es
Pedem especialmente aos fregueies da casa
que os auxilien, com sea valioso concurso, car-
tos de que serio satisfeitas anas ordeos com
toda prestesa e por prpcotf multo ratotveia. '
Milho muido
Vende-se na raa Direita n. 30, da todas as
qoalldades 4*200 em arroba e 320 rt ok.llo.
Sociedade Uoute-Fro Bom
Successo
Islalo O concelbo administrativo deste Mon-
te Pi, convida a todos os socios, p-
renles e amigos do nosso ex socio Izi-
dio Jos de Cintra, para assistirem a
missa do 7- da do seu fallecimento,
tendo logar na igrtja da Madre de Dea?, pelas 6
horas da manbi de 25 do correte, antecipando
desde j os seus agradecimentos a todos que
assistirem este acto de caridade.
Secretaria da Sociedade Monte Pi B m Suc-
cesso, em 22 de Julbo de 1893.
O 1- secretario,
__________________Silvino L Godz ga.
tTneotonio Ramos de Oliveira, Joaquim
Saotino de Figueiredo, Antonio Alves de
Miranda. Antonio Alves de Miranda Gui-
marSen, Nstor Alves Barbosa, Manoel Fer-
reira Gomes, Antonio E. do Cooto Soares, An-
tonio Lambert do* Santos, Arlbor Luz V i e i a,
Adolpbo Baoks e sua familia teodo receido a
infaosta noticia de baver fallecido no alio do
mazonas o seu presado prente e amigo Jos
Pedro de Miranda Guinares convida
aos seuB prenles e amigos e aos do fallecido a
comparecerem as missas que fazem celebrar s7
1/2 horas da manh dequarta-teira 26 do correte
oa igreja de Noesa Ser.ti.ira do Carmo, e desde
j se coofessam recoobecidos por este acto de
religio e caridade.
<"i l'austinu de Barro*
tDamiana de Farias Barros, Antonio de
Azevedo Matto, soa molber e blbos, F.
Joaquim de Moura, sua mulber e filhos e
Olindina Petronillade Barros, espofs, gea-
ro>, filhas e netos ae Jos F.astino ae Barros,
agradecem cordialaente a todas as pessoas que
se digoaram a acompanbal o a sua uln a mora-
da e convidara ? seus parrales e amigos, para
assistirem as m:.-.-a> do 7 da qae terao lugar
quieta fern 27 do crreme, as matrizes da
cidade de Limoeiro e da Se da cidade de Olinda,
protestando desde \!t m* rp.'nnheciment Mara da \aiivldade Comea de
Meneara
t Joaquim Manuel ae iyra Wanderley,
sua muihpr e filhos < Joao 'lanoel de
Uva Wai.'dprlt y, convidam a todos os
pa>en'es e amigos a a^t-istsreiu s missac
que p<,r alma de soa serupre (horada mi, sogra
8 av D. Mana da naiividade Gimes de Menezes,
manoam celePr* no dt.i 27 do correnle, s 7
Dora> da manh, 7o da do s-o passamemo, na
igrpja (e No6Ja rVnbora na Conceieos dos '!i-
litaie?, pelo cu" desde j m ccalessam rumma-
ropnlp ppnhorido--
Antonio rrrreira oa Mllva
M^iiopi J.'.iqaim Ribeiro, coa esposa,
o e Mam Is^hei Ribeira da Sil' (a'-zn-
te), couvx'am aos seua preme- e ami-
gos e sos do sea sempre lemDrado
gecro e esposo, Aniooio Ferreira da
Silva, fallecido em Portugal do dia 21 do cb-
rente, para assistirem as missas que s 8 horas
da manb do dia 27 do crreme u,an.am cele-
brar por ilma d lie, na ordem 3" de S. Francis-
co, desta cidade ; pelo qae se confeseam sum-
mamfDte igradecidos.
MikikI Peaaoa de Araujo Tuvre
t Julio C Paes Barretto, Juvino C. Paes
Barreno e soas familias maodam celenra"
missas Da matriz da Roa Vista, s 8 Coras
na manb do dia 25 ao conente, pela
alma de sen presado prente e amigo. Miguel
Pessoa de Araojo Tavares, fallec Jo no Rio Gran-
de do Norte.
Convidam para aseistil-as aos sus prenles e
amigos, bypotbecando aos qae comparecerem os
8P08 sinceros acadorlmentiis.
Mr. Manoel uaquim Sitveira
t Mara Emilia B. Silveira, Maooe! Joa-
quim Silveira, Felinto EJysro Si'veira,
(auzeate) e seus irmes, hacbarel Jos B.
de O. Andrade (auzente). H rcolaooS.
Bessoni e Leopoldina de Bittencourt bypotbecam
sua gratidao as pess-as que se digoaiemde
aesistir missa que, s 8 botas da manb de 27
do correle, mandar.) rezar na matriz da Boa-
Vista, em suffra -io da alma do sempre "embra-
do conbado, lio e primo Dr. Manoel Joaquim
Silveira.
osa Mara de Lima .\uvuea
+ 0s hachareis Jos Ferreira de Novaes e
Francisco Ferreira de Novaes (auzente),
Joo Luis Pereira Lima e Antonio Angosto
Pereira da Silva, convidam seos prenles
e amigos para assistirem as missa a qne na ordem
3* de S. Francisco s 8 horas do dia 27 do cor-
rente mandam rezar pela alma de soa idolatrada
mti, inca, e av, D. Rosa Mara de Lima Novaes.
A todos anuctpam sinceros agradecimenlos,
por mais este piedoao obsequio.



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Diario de Peraainbuc
Terca-feira 25 ci Julho de 1893
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mRUADOVlSCONDEDORIO *
FRANCO
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O proprietario deste estabolecimento desojando tornar bem conhecide, do pu-
blico e do c jmaicrjiu em geral os productos de sua fabrica, eztrahiaos do Caj, Aba-
caxi, Genipap* e oitras tractos da nossa floro, cojas '-molas o modo de preparacSa
foram approvad s pola Insoectora da Hygis/i-s retw E t-di, vom apresentar a lista
dos ditos productos, que eda da v8o sendo confeccionados com mais perfecSo e
aceic, conservando de modo especial toda parte modiei i.! dos respetivos fructoo.
Alm das virtudes med-.cmaes dos prep^r.d'is da rtarca upra, qoe tem por
base o caj e genipapo, com sejam 09 vines, Loores eognac, que j sao perita-
mente conbecidas, sobresae anda o uzo quotidiano que delles sj fas lembrar por occa-
siao das refices diarias, orno bebidas de chairo e sabor agradavel a qualqoer pala-
dar, principalmente as pesioas que soffrem do estomago, anemia, pyphiles. molestias,
pelle, etc., etc., provocando ao mesmo tempo raedor appetts, distingela por etiquetas de um at tres A, ecima dos respectivos rtulos.
V1NHO DE OAJU' de diversas qnalidadoa, e> t*-ni, Ancoret c ora ciiza na na
duza ce garr^ibE.
DITO DE ABACAXI de diversas qualidad^s em barril, ancoreta e em caza de 1 duzia.
DITO DE GE NI PAPO de rl> v rtas qualidaH.-s *m barril, ancoreta e em caiXa de 1 dalia f
LICOR DE MANGA E DITO DE LARA.- a era c-zi de l das
APERITAFS de Caj, Laracj* e de Genipa;;o, em caixa ue 1 duzia.
COGNAC LE CAJ' em caix> de 1 doau. '
CuGnAC DE LAR-VNJA E DE GENIPAPO em caiz-, de 1 duzia.
VERMOUTH DE CAJL" em caixa de 1 da <1 savvafe..
Vende-se tambera os productos aciiu* em caixa de 1 duzia de garrafas sorti-
d (ma de cda qu*lidade) pelo preco dn 18O-0 liquido, ou a vontade do compra-
dor. D se prejes correnteo dos pridict"* a-im-.
Dcce em calda, seco e crystal'Brd> de ci-j, tb-caxi, laraija e outros con
ti"810
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Sreparado sob bases scientlflcar
pnysiologicas para o fin de
oeneficiar os cabellos, restaurar
edr, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
siento.
Esta aparada e encllente prepnraeo
em duvda o melhor reaiedio at hoj
voiibecido para os differentes defeitos c
cabelladura, merece a intima attenco de
>< i .'i- as pessoas que tem tul o a infelic -
lade de perder em par-te este mais rico
mamento natural da physionoma
Oom ai seu emprego intelligente '.cm-st-
coiiseguido resultados realmente sorpreii-
lentes. Em muitos casos, porm aso
empre, a propria calvicie tem sido curad*
..ii-nnancntemente.
Seir.nre se consegue fazer parar a qutie-
u cabellos; emquanto que para o penis-
m das senheras, o objecto mais til e
'-ais agradavel que se pode empregar,
PREPARADO PELO
3R J. C. AYER & CAn
JboweII, Mass., Est-Unidos.
' -,enoa nos lejas ae armarmho e pe?-
femaras
9BF CflITG 0EU1
Co-stnmes para cranlas
Ort t.'idna as idades encootr- grate
!>-timanto no
Louvre
Fln'BIGil
Contina a manter cm seus depsitos -.omplc:. 3 'meato de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por pregos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systeraas e Uuaanhos, de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEMAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
nalhas das tachas.
CALDKIRAS A VAPOR Cornisa e typo locomotiva para funecionar com bagaco e lenha .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS fle differentes svstemas.
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de raontagem de grande numero de
Usinas funecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
quaiidades do assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DIST1LLAC0ES completas para alcool t- agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes ,e
pequeas fabricas.
52BITA BAEO DO TRIUMPHO -52
Oticina de costuras
Ra do Cabug&
Fasandas, modas e chapeca de alta novidade.
Sedas pretas, braceas e dt cores, lisas, lavradss e bordadas.
Saias de seda de corea e braness bor^Ja8.
Matines e corpibhfl da Biah, de cambraia o can?.ouk,
Para meninas completo sortimento de vestidos, toacas e chapeos.
Lingrie fina, camisas, caifas peignoirs, oa.he corset e combinaisons.
Colchas de teda e renda.
spartilbos de tidos os tamanhos, marques mnitc conhecidas.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Meias de eda, fitas, rendas o gaarmceb de seda, de perolas e vi ri.ho
qne ha de mais moersno, fil para v's de noivas e flores de laranjaa.
Cintas LAN TENNIS parabomers e senhoras, e muitos outres artigoa de
o que se vendem por precos rasoaveii.
Tudo esco'.hido por Madame Koblet.
triisaltas, leques e capeos
de so!
> pt> :,.>t i8i;is Acabuo do chegar pri c
LOVftg
bjectos de posto pars
presenten
Ha neste artigo grande e seo I ha no
LOUVRE
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrRes e para grinde escolha,
lando dasptichsdfis oestes ultimo dias
LOUVRE
cortes de l,imii'j,8eoa
e alg-odo
Ricatneute enfe-.tadoa, tam recebri i ni-
smente o
LOUVRE
Capas, jersej s e visitas
5osto ioteiraments novo acaba de re
XJQXJ'V%3rPa,3@
Esleirs da india
Branca e de fantasa de novos desenlie*
-rf forros de soalho. completo sortiment*
.? LQUVttE
Francisco fiorgel i IrmSo
Boa 1 de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Ohapos e capotas
QltflMl novdadcs de Pars receben c
Ltiffi
F0LHET1M
49
TECIDOSEPHAN-
TA8IA
Sendo imposaivel de ge deiorever ;
rmete variedade de teoidos de dIerMi
loalidades proprios para a estaco actual
v-ga-se ao publico em gara! e principal
Sent s Ezmas. familias a fineza de vi-
tarem o
LOUV1E
laa 1/ de Marco n. 20 A
franciseo fiorgel IrmSo
TELEPHONE N. 158
SIS?SM!D(DM
POR
JLE8 LERMINA J
ftOMANCE HISTRICO
XIX
^Continuadlo)
Onde estava Jlo Chae, sea psi ?
Partamos para Pars.
Lorys nSo tiobs hesitado ; depois dos
ltimos acontecimentos, parecia qne nSose
pertenoia a s .
Alogoo uma carraagem, e grabas cum
plioidade dos camponezes, traospoa as co-
lumnas inimigas.
A 22 estavam em Paris.
Correram para a ra Eperoa.
Joto Choe apparecra : estava elle,
entlo, vivo 1 Tinba apenas passado. Per-
guntara por MarcelU, e a resposta nega-
tiva qee lhe tinham dado cerreu para os
destacamentos.
Procnraram n a. Deprsssa a descebri-
ratn. Estava no esmpo entre Billancoort,
Svres, Versailles e Saint-Germain, e ten-
do em toroo de si os compenheiros de Qui
jp que tinbam escapado de Waterlso.
Tmha-lhes dado apenas esta nota :
Emquanto houver um vivo defender-
te ha o solo natal.
Quando vil M^rcelia, fi:?i tSo orri-
velmente pallido que Lorys julgon que o
veria morrer, o soldado, porm, salvoa o
pai.
Em cias como estes, disse elle sor-
rinao, ningaem tem o direito do morrer
de alegra.
Ouvio com a cabeca entre as mSos a
terrivel exposijSo da morte de Carthame.
Como elle te amava, disse elle, po-
zando Marcella contra o peito. Ah I e
agora nto tens oatro senSo eo, e os pras-
sianos estao l. -------
Quando soube o qne Loryj tinba feito,
estendeu-lbe as doas m?OB.
Filha, disss, eo creio qne filemos
um milagre, Sr. de Lorys, em nome de
Marcelia e da Franca, agradecido.
Ora, nao son en franoes como o se-
nhor ? replicn Lorys. Jolga entSo que
en bou ainda o maluco, o ingrato qne ba
om mez disenta a cor do estandarte. Pos
eotSo n8o sabe...
Joto Chae interrompea-o com om
gesto :
Sei tado ; o senhor qu z remir-se do
crime de Pbilippeviile.
Crime qoe anda nto est de todo
expirado, repiicoa Lorys. CapitSo, j tive
a honra de combater sob snas ordens. Tem
ainda om lagar para mim ?
A Franca nto tem muitos defenso-
res ; aceito. Deve sabel-o, estamos no
peior da guerra, a tra ve asamos a pbase
mais eruel : os prassianos nto fasem mais
prisioneros.
Eu estava em Genappe.
Marcella a principio nto oueria deizar
o acompanbamento de sea pai; Joto Che
ne, porm, moxron-se inflezivel. Era
precio que ella voltease a Pars.
Escota, disse elle a Marcella, nto
posso, nem devo te goardar aqoi. Ao me*
nos, tanto por ti como por mim, desejo que
oto fiques maito longe. Ora, bem: eu
cosbr-o entrada da ponte ui i;vres urr
<
Z
O
Q
tu
LU
O
r-
LU
AGRADAVEL
Se recommenda como o melhor
remedio da sua classe a
EMULSO
LANMIN E KEMP
COM POSTA DOS
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados scientifcamente e
a todos os respeitos a melhor
preparadlo de
OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DIGESTIVO
o
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30
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Le n. i 5
E
Regula meato a mesma
le.
Vndese I#000 os
dous exemplares ao escrip-
torio do cDiario.
LINDOS
Chamamos attenco
das Ezmas. familias
/^r^D'JITr'O par o "rand-> e variB-
L^Uit lJJU do sortimento que ez-
EM pomos a venda pelo
diminuto preco de...
CAPiTAOS0,
! !
Au Paradis desDames
38Rna Bsrso da Victoria-38
KROZENO INBXPLOSIYPL

ESP3G IS'-iCCS
Or. Humnireys & Rara YcrK
MliMO mais de SO o.p.os, simples, si-^uros ora-
.' '-. Afonda nf l>roKari.t3 e l'Kv.
. ...-"::.. g i'-ijsiin r.iurj.:.-
. rpn a.' ..
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ki< i;, 't.;. r. mI:is \lii..r.''iin.s. futornus o*
''... ... ...
0>i.l 'uK. 'ZugOBO
'i'lnr- o,l ......i"-' ';eim-j......
V -. '"" >'.'''',.lO^lc.-...
-...-. ,:.i,. .^f .,. s-.>-.-.....
' .. i, .u-, ir !.?-..<. -j.....
>i;-i;iliuauri.pj ,' mi'iv.i.-a
llyar-'-j-io. u .i'.-,.'. -:-i-.....
:,* > M.. ,:--n i<:.,|1 .
awCfcOftgr iri jri.if, '.>.-' iJoa) e V. I-Si- l..................... !
i.i]Miri..-in. i> nl'.i'.uiif fcervos:. cml^u
<'lintfninlio ii iciTa. mi.[-h;a .....
luvomi-.-cjci.). d's Ouriiin.o^iii^seaft
. ..., iis;m< .ivv'.il-...-:-.,Prarlto.......
. Mol-xt^.,,4ofiii."i. IMli.ila.v,- cti-
. Sii'jlr^Ma.T.jcuaux-.U^tlaciT.ii. BaUeS
Ti. vho..............................
. Vil hl.ieria. Mu i:in!!-,uu.lc 10 -
. ConscslPrafliioui'-a, DTTileCabBa ...
; lcinolcio Or. HmniifcraT! I BSghWfl acti
.'..... ...... _-.. I
.O i-alien Street. Se.* "s..-~-
IJNIC08 AGEHTES
"ara vendaa ca groaa eaa a*>
aambae*
hm Sokrinho IG.
pequeo albergue, mentido por um de
nossos mais fiis amigos. L, todas as
manhSs, emquanto as estradas estiverem
francas, ir um dos nossos te procurar,
trazendo te a' junto de mim. Abrayar-
te-tei, devo estar faltamente prvido de
coragem, e tn volvers.
NSo podendo conseguir melhor promes-
sa, Marcella aceitn esta com alegra.
At vista, mea pai; at i vista,
Sr. de Lorys. Vivam ambos ; uma fi-
lha e ama irmS que o aopplica.
Entre os dous rapsz?s, dorante tongas
hons nem ama palavra be ouvira qne nSo
fosse a ezpressSo da mesma simplioidade
cordeal. Mais do qoe o naacimento, o
baptismo de sangne os tinh* sagrado ir-
mSo e irmS. Par Marcella nada baria
mais natural nem mais legitimo do qoe
essa proteccBo de qoe Luiz a rodeava.
Para elle nada de mais legitimo nem de
mais natural do que a confianza qoe ella
lhe testemnnhava. Tres veces Ibe fdra
dado defendel a: era om taco esse qne
ninguem poda quebrar. Apertavam-ie
as mSos como amigos.
Elle tinba lhe referido sea passado, sem
occultar-lhe o amor entretido oom Reine,
sem experimentar a -nenor hesitaclo ao
lhe ezpor os esponsaes projectados. Se
elle se irrloa um poaeo lembrando.se
Florennes, ella a defenda. Por ventora
ama uolher poda ter culpas politioas ?
Enganava-se. Era por isso menos adora-
vcl ? Elle convinha nisso de bom grado,
promettendo, quando ella fosse saa malher,
cduca-a como um filho, de coja moral es-
pecialmente cuidara.
Porque n2o vai vel a ? lhe diaia
Marcella. Talve esteja de volta a Paris.
Ainda nSo. Ella devia ainda estar ro-
deada por todos esses falsos galanteadores
e corteeSos que a adulavam, que lhe oc-
oultavans as paizSes que elle gora repro-
vava. Mais tarde. NSo tinba ainda pago
a sua divida.
Mas o senhor ama a sempre ?
Com toda minba alma.
Mu naturalmente Lorys se enoarregoa
de condazir M&rcella casa designada por
sen pai.
Ella foi recebida por um bravo bomem
de bracos abortos.
Antigo soldado da Repblica, oom ama
perna amputada, um dos sobreviventes das
primeiras Iotas de 92, Lorrain que ha-
viam appellidado Lorrain de Valmy, in-
stinotiva reaovacSo dos titnlos de nobresa
oocupava uma pequea casa, mar-
gena do Leine, muito prozimo da ponte de
Svtes.
Passaram-se alguna das sem complica-
980 algama aova. O inimigo avaocava
com rapidez, mas o enoontro s se dea
nos oltimos das de Junho.
Na noite do dia 1* de Julho Marcella
s pudera ver o pai por alguos instantes.
F6.-a justamente hora em qne a oarrua-
gem da marquesa passara no destaca-
mento.
Nessa tarde J0S0 Cbne a tinha abraca-
do maia lnguidamente qoe de costme.
LoryS nSo estava l sustentando a emboa-
cada oom os seus homens.
Falla-se em armisticio, em capitula-
rlo, disse Marcellv.
A mo de J0S0 Choe tinha se crispado
sobre o pnnho da espada.
Ainda dous dias sem incidenle notavel.
O circulo inimigo apertava-se, e entretan-
to J0S0 Chene, com os seus eompanheiros,
pernoitava as margeos do Seine, nos bos-
ques de Siint-loud.
Os boatos relativos oapitulacSo acoen-
tuavam-se da a dia ; todos os velhos de-
fensores do pa>2 tremiam pensando na
approzmecSo da hora em que as suas ar-
mss se Ihet qoebrariam nss mos, e entre-
olhavam-se sombros e tm 'ow.
i Pilis bi un
i
Tem recebido ltimamente de Paris
um variado sortimento em:
oeCiaS brancas, elme do cores, lis, lavradas e so>!das
V^dl^IltllllI da vigones e crepons em cores lisas t utvradM.
V/UI Ico jje vestidos de cachemira e cambraia bordados.
'X3ZQ8 e Be(ja |, ag e com deaenhos.
"**S e ites de seda e cachemira pretas.
J-JOJ.Jd^ lilll'-5 de brim e de seda com pellncia para senbora
Formato elegante).
Gl I
* slWll^o e floreB je Urargeira8 ero cera b pellica
A^eQ^UeS e ventgrol!a8 (alta pbBntaeia)
(jOlxas de Beda e de renda
(^OrilQadOS para cama e j,ne|ia (nteira novidt.de).
lTlclao e 8eda 0 g0 de e8C0B3Ia para aenhora, homem e menitxo.
S'llflS
Ktaiao bag88 e matines de seda e cambria eofeitadas.
^jftllsloao ao bea e e (jobo bordadas para senhora.
jLiUJLU V dco compltos para- baptizados e vestidos, toncas e sapa-
tinho* avnlsos.
W CBUUU9 e oda cDchemra e cambraia bordades para meninas.
I jUalUUlCa do Jergey^ casemira e brim para meninos de 2 a 10
Fitas
a. HU' guarni^Ses e enfeites para vestidos, completo sortimento em
aeree.
da India bracea e de phantasia para forro de sallas,
vJ bordadas, com predas e Hbbs para homem.
.Perlumarias dog m8ig Bfim&03 fabricantes.
38- iua Baro da Victoria-38
LOJi
11IB 1. BE MRCO11
Liquidago
O liquidatario, tendo resollido acabar
com as fazendas existentes na loja cima, con-
vida o respeltavel publico para fazer suas
compras, visto em preco nao havar competi-
dor como abaixv> pro va:
Etamioes arrendados, covado 160 res.
Naniack de cares fizas, o covado a 240 reis.
Flanellas para"jvestido, o corado a 490 reis.
Voile amatisado de 1S, o covado a 1000
dem gurgorina, o covado a 8C0 reis.
Linn com bolas, phantasia, o covado a 800 reis.
Linhos de cores lisas listas, covado n 400 reis.
EsguiSo de linho pardo, covado a 500 reis.
Lencas de pbantssia a 2(5500 reis a duzia.
Ricas fronhts para noivos, par 60COO.
Fechos de 1S a 2f000 am.
Grande sortimento de chitas, covado 320 reis.
Brica fieos de cores, a 600 reis o covado.
Camisas de flanella, uma .O'J.
Ditas brancas, uma 5|J0C0.
AcBim como muitos outros artigos que sa vist?.
Aproveitem, a liquidagSo est a fiedar.
11 Ra 1. de Marco11
LOJADOPOVO
JHi
NesBB noite Marcella dentro da peque-
nina casa, mantevd se de vigilia.
Abrir a janelis e permanecer attenta.
A la tinha-se erguido prego9osamente,
illuminando com o seu resplendor prateado
a longa fita do Sena, que ella segua com
o olhar at l as profundiza! tenebrosas
dos arvoredos.
De repenteseriam talves onze horas e
meiaMarcella ouvio na estrada de Pars
o galopa preei pitado de um cavallo : um
estafeta, sem duvida. J os tinha visto
passsr, mas porque desta ves esse ruido
martelava-lhe no coragSo mais doloroaa-
mente qne de costme ?
Inclinoa-ae para a frente, espiando a
passagem do oavalleiro, como se, vendo-o,
ella pudesse adivinbar algama cousa.
Era um offieal franoez ; a claridade do
luar permittio-lhe distinguir osdetalhesdo
uniforme ; se elle alo estivesse inclinado
para a frente equilibrndole no animal
ella teria lhe distinguido os traeos phyio-
nomioos.
Approzimava-se da ponte. Alguns mi-
nutos, pois, e elle a tranrporia.
Trar elle orna ordem de ataque ? ser
ao contrario termo da tata f
Neste momento, om entro oavalleiro,
passando oom ama impetuotidsde vertigi-
noss, segaio o offiaial, e rpido o aloaocao,
confondindo-se aos olhos de MaroeHa, os
dea em ama s sombra.
Depois ouvio-se uma detoaaolo secos,
sinistra; o oficial desequihbrou-se e ca-
bio.
O oatro atirou ainda sobre elle um se-
gundo tiro de pistola ; o corpo teve ama
ultima convulsao, e logo ficou immovel.
Entlo volton-se esto de sbito, e em
tal movimento Maroella vio lea brilhante
da loa j alt, a saa physiouomia qoe re-
conheceu.
E estendendose pela janella, estiesndo-
e, quasi a oabir, ella griten :
Assassino 1 AsBaBsino 1
J tinba, porm, desapparecido o mise-
ra vel.
Marcella desesperada, recolheo-se em
plena agitacSo, gritando por soccorro.
Lorrain estava junto della, com a es-
pingarda na mSo, sustendo-a nos braoos,
porque j nSo tinha forjas para se conser-
var de p.
Que se passara T O inimigo estara ata-
cando a ponte de Svres ?
Maroella, respirando fortemente, ex-
hausta, incapaz de pronunciar quatro pa*
lavras em seguida, arrastava-o para a
porta, murmurando phrases sem nexo.
Sahiram. Maroella correa para a ponte.
Chegoa prmeiro qae todos, sjoelhando-
80 perto do degracado, cojo cavallo, es-
pantando-se, fugira a galope, desappare-
-jendo nos trovas.
Ah que infeliz 1 ezclamoa Lorrain.
Cabio do cavallo.
NSo 1 nSo Escuta : eu vi, eo vi,
sim 1 Meu Deus 1 elle morrea I
E ergua a cabeca do velho oficial, cojo
rosto bronceado torna va se lvido.
as tmporas via-se um buraco profun-
do, negro.
Lorrain inclinado sobre a perna de pao
esforcava-ie para levantal-o.
De repente o homem abri demorada-
mente os olhos, a, oom am suspiro, oa
antes, am estertor, marmaroa :
Offioio... general Pir...
Os masillares contrahiram-se. O sea
corpo estremecea n'ama convulsSo medo-
oha. Em segaida enrijou-se e oahio
atesta.
Marcella, anniqailada, soluoava.
Pobre velho, disse Lorrain, triste
para am sol ado morrer sssim 1
Maroella levantou a oabsoa.
__________________(Contina)
ryp. do Duvit, rn LJu^ae d*- Cantas 1. 4
t 4\











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Full Text
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