Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17354


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Full Text
t
AH.ND LXX
DOMINGO 23 M JOMO DE 1893
NUMERO 165
DE PERNAMBM
PRGPRIEDADE OS HAH03SL FISUEIROA B FABU & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6$000
Per lies ditos vencidos..... 7J000
Por um anoo adiantado .... 24$000
dem idem vencido...... 28$000
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCAQOES NA FRAN-
(A E INGLATERRA
O Sri Amede, Prince & C, residentes em Paria34 roe cf
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
13*500
151500
271000
311000
Telegrammas
57150 PASTILLAS 30 SXA3Z0 '
IO DE JANEIRO, 2- de Julho.
Foi exonralo do cargo de chefe de lo-
como^j da Estrada de Ferro Sal de Per-
nambuco, o eogeaheiro Xavier Ferreira,
sendo i cmeado para subst':tui!-o o enge-
nheiro Frederico Cox.
Fui exonerado do cargo de 1. se-
cretario da Legacao do B-aiil em Monte-
video o Dr. Alfredo Qod Ferreira.
Os bancos peU manha abriram com
a taxa de 111[4 e i tardo a 11 lj2 sobre
Londres, eem tomadores.
BERLIM, 22 de Julho.
Ha divergencias no gabinete acerca das
propostas apreseutadaS po!o ministro da
guerra.
Contta que este pedli deraissao.
PARS, 22 de Julho.
Effectuou-se o encerramento das sessoas
da Camera dos Deputados.
A eleicu;s novaB para o corpo legisla-
tivo doverao efLctuar se na primeira quic-
zena do prximo mez de Agosto.
MADRID, 22 de Julho.
Na Corunha deram-sc graves desordene
determinadas pela oppoaicjSo do povo aos
novoa imposos.
Foram presos 40 dos principaes cabejas
do mevimento.
RIO DE JANEIRO, 22 de Julho. s 9
hjras e 58 minutos da oote.
* FttlldDaa, boj*, j 5 e
tarde, -uiz Caetano da
1|2 horss da
Silva, enprezdo
da Secretaria do Ministerio dos Negocios
Exteriores, o correspoedeote telegraphi-
C3 do Diario de Pernambuco.
* A hora adiantida (10 horaj e '0 mi-
DQtoa la roite) em que recetemos esto te-
legrama, n2o aua permitte dizer o qic
mereca o honrado cidadSo qie se refere
o mesmo tslegramma. Fal-o-hemos no pr-
ximo numero.
A Redac^ao.
i'iSL OFICIAL
Ministerio da Justina c ."Seg
cios Interiores
Foi exonerado a pedido o oacbare! Bento Jos
de Lmenba Lins de substituto do ju z seccional
to Parna, sendo notneado o bacbarel Felinto
MaDoel Pereira.
Foi esmerado dos termos do art. 2. da
le n. 23 de 8 de Janeiro de 1892 o be.cnarel Joa-
quim Candido Lirboa de procarador seccional
do Estado do Amazonas e nomeado para esse
cargo o bacbarel Amenco Carlos de Gouvei.
Foi mandado pagar pela Alfandega de Per
nambuco 03 ordenados do juiz de direilo da co-
marca de Ca-npini Grande no Estado aa Para-
hyba, Dr. Bernaraioo Lindolpbo do Meniooca.
declarado em dispocibilidade, pelo decreto de
10 de Marca ultimo, per* pago dos seu3 ordena
dos pela Alfandega de Pernambuco.
Industria e Vlac
Ministerio da
cao
Foi declarado a directora geral dos correios,
em resposta a sua consulta relava a estarem
ou nao sujeitos ao imposto sobre vencimenlos os
auxiliaras do tbesoureiro, os praticanies e CW-
teiros ioier.nos da respectiva reparticao, que se-
gundo ioformou o Ministerio dos Negocios da
Fazenda. ao quai foi flecto o assampto, e 4 vis-
ta das circulares ns. 136 de 30 de Oatubro de
1886 e 102 de 12 de Oatubro de 1888 e do aviso
n. 63 de 7 de Agosto do mesmo anno, os referi-
dos empregados esto sojeitos ao pagamento do
imposto por serem os seas vencimentos supe
ores a 1:000*000.
Concedeuse permisso ao exencarregado
do escriptorio tecbnlco da Estrada de Ferro Su
ae Pera mbuco, Eduardo Angosto Gailnerme
Thompson, para con'inoar a contribuir para o
monte pi dos empregados do Ministerio da In-
dustria.
Foram expedidos os segulntes avisos :
Declaro vos, para os devidos effeitos, que, de
accordo com o qoe propuzestes por officto n-
318 de 19 de Mi.o ul irao, tica substituido o art.
8 das instracc6es aoprovadas por portara de 17
de Deiembro de 1892 pela seguate disposteo :
c A acta da tomada de contas com o balaoco
do semestre, os qnadros estatisticos exigidos
pelo regulamento e um inventario minucioso
dos decomentos de despesas, depols de erem
estes numerados e rubricados pelo engenbeiro
fiscal, sero remitidos es documentos ao inspec-
tor gersl.
Todos os doiumen'.hs cima, com excepgio
flos qusdros estatisticos, serao em daas vias.
Sauda e fraternidade.A. de Paula Sooza.-
Ao lrspector geral de estrada de ferro.
Ao mesmo inspector:
De accordo com a proposti que Atestes por
Oficio n. 275 de 1 de Maio ultimo, auicriso-vos a
remoco de engenbeiro Joe Antonio d Silva
Maia, de fiscal de lerceira classe junto Estrada
de Fer;o de Petrolina ao Piaobj, para *"" na
me3ma classe, na rede da Leopoldina, na vaga
alli existente, deixando se por emqoaoto de de-
signar fiscal para aquella.
Foi nomeado Luiz Mana de Oliveira, tbe-
soureiro pagador da Inspectora do V districto
dos Portos Martimos.
Foi fixado definitivamente o mximo ao
capital garantido para o prolopgameoto da Es-
trada de Ferro da Corrpanbla am Road e Na-
saretb, em 1.800*000/, de accordo com o de-
creto n, 10,125. de 15 de Dezembro de 1898.
i Foram approvados as plantas e orgamentos
das obras de arte a construir-se na linba princi-
pal e ramal da E trada de Ferro Central da Ba-
bia.
Foi declarada caduca a con:eeeo constan-
te do derrdo n. 958 de 5 de Novembro de 1890.
para cooslruccao, uso e gozo <*a estrada de fer-
ro da cidade ae Macei a Leop Idina, com um
ramal para Porto Calvo.
Foi declarada caduca a concessJo de favo-
res feita a Jos Th)inaz Pires Machado Portella
para estabelecimeoto de eagenbo central desti-
d o ao fabrico de assucar e no municipio de Munbeca, Eitado de Pernam-
ouco.
---------------------go|-------------------r
Ministerio da Guerra
Por decreto de 11 do corrente. foram transfer
dos para a 2* classe do exercito. (i.ando agrega-
dos as araas a que perleocem, o 2o teneute do
i" ba'.aibo de arulbaria addido ao 2' regiment
damesma arma Tnomaz de Aquino Carlos de
Arauj-> ;p oalferes do 36 batalcao deinfintarta
Joaquim GaUo Se .'eral, visto terem sido consi
.-ra.tcs roja de deserco simples, por senlenga
do conseibo de investigaco de 8 do corrente
mez.
Foi dispensado a pedido do commando da
escola militar do Ceara o lente coronel do Es-
dado Maior de arulbaria Francisco Xavier Bap
tista.
Feram transferidos na arma de infantar; a
c- c;-p:ta .-; da 1* compaonia do 10 batlbao
para ajudaute do 8, Autjnio Velas ejpara aquel
la comuanbia o ajudante do 8 Alfredo Taora ;
para o 21 oaulho, o lente do 7, Joa Matto-
sotpara o 15' o tnsate do 26, Joaquicn S. de
Andrade, e pira o 26 o lente do 15". Luiz Fer-
reira Franca, ao alteres do 8o regiment de
cavallaria, Anstides Cezar Plaisaat, para o Es a-
do do Paran, indo primeiro a Santa Catbanna,
de onde voltar para aqoelle Estaio.
Maniou-se submettsr a conseibo de inves
gsvo o general Bejto :Jos Fernandes Jaoior,
o coronel do 36 de infaataria Geograpbo de
de Castro e Silva, o major do estado maior
1' c!a3e Antonio Constantino Nery, o major do
3! de nfantaria Sucupira de Alencar Araripe,
o capitaa do 3 de infantera Jos > de Alencar
Araripe e o tenante do 3* regiment de aru-
lbaria Claudio da Rocha Lima.
Foram concedidas honras de posto de te
nentecoronel do exercito ao tenente-coronel da
guara nadon 1 Jos Tbeodoro Lopes e as de
mapres ao caplto honorario Araenio Delcapio
Venoso da Silveira e a Romo Ferreira Filho. e
de capio ao tente honorario Joe Candido
Varo.
wasa-iass-----------------
overno do Estado de Pernam
buco
DESPACHOS DO DI i. 21 DE JULHO DE
1893
Antonio da Silva & C, pedindo permisso para
venderem estamp.lh-s estauaes.Iaforme o m-
spector do Tnesouro.
Bacharel Arthur 8arbalho U;hi Cavbante,
promotor publico do municipio de Caruar, pe-
dindo 60 Cas de licenja.Prjudi^ad.
Candido Mexandrino Borges L'r.i, guarda
da Casa ce Detecco.nediodo 3 mezes e liceo
a. Sim. com os vencimentos a quc< tiver di-
reito, na foresa da lej.
Compaubia Great Western of Brazil Railw.y
Umite<, pedindo pr.^amanto da quan'ta de
2455490, proveniente de passagtns concedi-
das pur coota do Estado.Iaforme, com urgen-
cia o inspector do Teaouro.
Cumparnia Pernambucana de navegacri?, p^-
diodo estrega de documentos. E.tregue-ae,
mediante recibo.
A mesma, pedindo pagamento da quanlia de
72*000, importancia de passagens dadas no:
centa do Estado.Informe o inspector do Tne-
souro.
A mesma, pedindo pagamento de duas cuo-
tas na imponancia de 36OS00O.informe o in-
spector doTofaouro.
Fielden Brothers, imprezar03 da iilumina(So
a gal da cidade, pedindo pagamento da qnantia
de 787*000, importancia do gaz consumido na
llummagab interna e exlerna do Palacio do Go-
veroo, de Abril a Jonbo lindo.Ioforme o n-
spe lor do Tnesouro.
Jos G^remias da Costa, pedindo paseagens
para si e sua famili < at o C-aa-i.Concedo.
Hactiarel Joaquim Lucillo e Siqueira Varejo,
chele da 3" secc4o da contadoria do Tnesouro,
pedindo aposentadoria. Como reqaer.
Jos Antonio da Silva Pinto, pedindo o thea
tro Santa Isabel para nelle funecooar a Comoa-
nhia Ijfantil, turante o mez de Agosto.Infor-
me a inspecioria do Tbeatro.
Luiz Fernandes Calcete, escrivo do jury do
municipio de. Palmares, pedindo urna gratifica
c5o, victo o municipio ter-lDe lirado as cusas a
que tinha direito.Dirija-se ao Poder Lgisla-
ti vo.
Mara Marcicnilla Pereira Lima, professora pu-
blica do municipio de Gamelleira, pedindo a
gratificacSo de ment.- Pasee-se portara con-
ce eodo a gratiScaco de bous servidos.
Mara Ro-a do Nascimeato, podindo passagnm
para o Presidio de Fernando de Norooba.De-
ferido.
Nicas da Silva Gosmao, cootractaote dos re-
paros da estrada de rolagem de O1 inda, pedindo
pagamento do que se julga com direlto.Defe-
do com oficio desta data ao inspector do The-
souro.
Bacbarel Petronillo de S-nti Cruz Olivera,
juiz de direilo do municipio de Ganaotinho, pe-
dindo justificacao de fallas de 19 a 25 de Junbo
fiodo.Jostco. Depois de feitas as precisas
uotas no archivo da Secretaria do Goverao, re-
metu-se este reqaerimeoto ao Tnssouro do Es-
tado para os deviCos fins.
Padre Pedro da Puriflcacao Paea e Paiva, pro-
prietario do predio que serve de qaartel e ca
deia no municipio de Canbotinbo, pedindo pa-
gameoto dos alaguis vencidos.Complete o
sello.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 22 de Julho de 1893.
O porteiro,
B. M. da Suva.
Relatorlo apresentado ao Co
remador do Estado, em Feve
retro do corrente anno, pelo
Inspector de Hygiene, Dr.
Rodolpho CialvSo.
(Continuadlo)
A CIDADE
IIjplltew de lnulamenta Ha oeces-
sidade madiavel de mais dous oospitaes de iso-
lan eoio o'eata cidade. O Santa gueda ,
construido por occasiao da grande epidemia de
varilas que aqr.i bouve ba uus quatro anuos,
recebe tamoem doentes de sarampam, qae aca-
baa 'esu molestia para contrabir multas vez-s
a va-iota e vice versa, segn Jo a pratica estaoe-
lecida de se mandar pa-a alli pessoas aflectadas
ae qaalqaer das daas molestias. E', como to-
dos as 6tabelecimentos hospitalares desta Ierra,
orna iostuicao particular.
Convm, qoaoto antes, obviar ama tal csumt-
dade, mandando o governo construir e costear
por sua cooU um hospital para nelle aereo re-
cebidog os doeates de ama ou do outra i'ea
molestias. Esta promiajoidade incomprebensi-
vel que nao pode contiou r a ter lu^ar. diante
das exigencias da bygieoe e dos principios de
bnmaoidade.
O segundo hospital de isolamento de que te-
mos tambera, urgente oreciso 6 para febre ana-
relia; porqaaato dando-se o caso de apparecer
ella entre dos, e baverem doeotes que se nao
possam tratar em sen domicilio, ou por falta de
tois condicSes de salubridaie, ou por carencia
de recursos do doente, nio temos para onde
mandal o sem perigo para a saude pubca.
Existe, verdade, o Lazareto da liba do Pina,
que um estabeleclmeuto federal destinado a
qaarenteoas, ou melbor: para servir de deposito
de doeates de molestia transmissivel, viudos a
bordo de navios qoe rqui aportam ; mas d'elle
nao se podem utillsar as autoridades sanitarias
do Estado.
A-sim, julgo cue nao podemos prescindir de
um hospital para oode devam ser remettidos os
individuos atacados d'aquella molestia, que por
ventura a contraiam em ierra e qoe estejam as
condicOes especificadas cima.
O proprio Lazareto do Pina poderia servir
para esse mister, desde que o governo federal
abra mao a'ellc, qaando se resolver a construir
o lazareto lixo do porto de Pernambuco.
Transporte de contagiados. E' esta
ama d'li'ulladi" qu; de longa data embaraza o
servido sanitario do Recite, sendo alias to sim-
ples removel a, visto como a cousa resume se
em querer a admistracao munir-se de vebiculos
apropiados para a coodacc) de doentes.
ConstanUmeate esifio a pedir transporte in-
spectora de byziene para pesseas atacadas de
molestias contagiosas, sem que a repartteo te
cha meios de satisfazer o publico. Em circum
staocias muite criticas tem-se alugado am carro
ordinario de passeio, mas por nm preco tal. que
em doos ou tres mezes iem-3e pago, muitas ve
zes, o valor do vehculo.
As coebeiras. por san vez, recusam-se a fazer
o transporte de taes doeates, ama vez qu a in-
spectora de hygieoe oo deixa voltar o carro
sem passsr por u na desinfecto rigorosa, qoe
consom algam lempo e obrka a despezas.
N2j pode, entretanto, ser aais dlfficil a poslgao
das autoridades sanitarias e do puolico em taes
emergencias.
Em toda a parte es3e transporte feilo por
cnnia da administraba > puilica em carros espe-
ciaes, com todas as garantas e cimmodidades
para os doeotes, que alli encontram am leito
macio para estar a vontade.
AUuns d'esses carros, usados nos Estados-
Unidos, dispOem de dous letis saperpostes,
urna pequea ambulancia de urgencia e u'm
deotro am lugar para a peaMt ou enfermeiro
qoe acompanba o doente.
Na capital federal desde algum temoo fanecio
nam aes carros, com grandes vantagenB para
0 publico.
E' oDvio que deve baver um carro especial
para o transoorte de deenles de cada urna das
iolestias : febre amarella. varila e sarampam,
que 8*o aB qua nos preocupam aqu, devendo
cada um d'elles ser pintado de cor difireme
conforme a molestia a que se destina, e soff-en-
do, alm d'isso, no iim do da, urna desinfeccao
completa.
Porque nao montamos j om tao til serv'co,
que vira concorrer poderosamente para melho-
rar a salubridad? d'eita capital ?
rtalltfaaeNuma foi bem comprehen-
diaa pelos noeso3 goviroo a utilidade da esta
tlsttCa, que sempre fui entre cs tratada coa
1 () m caso.
Urna repartigo geral qae hoave no lempo do
imperio fot logo supprimida, naturalmente por
onerosa aos cofres pblicos, mas fot aposentado
o seu directjr em pleno vi^or physuo e intel
lectual, tanto assim qae depois de loncos annos
acaba de ser nomeado para um logar Ja maior
respoosabilidade e qoe requer raaita actividade,
como e o de presidente do Tribunal oe contas.
D'ahi vera talvez o fado de nao termos pes
soal habilitado para um servico to apreciado
em cutres paizes, qae Uram todo o proveito e
esclarecimentos qae elle foroece as adminislra-
cOes ; e por isso tambem que qaando se pro-
cupa organiar qualqoer eatatisica eatre as
IsjelfM com as maiares diffical ladea e nao se
encontram dados qoe merecam f ( qmndo por
acaso elles extsiem ) oem urna base segara para
qualqoer comparaco.
Hi dois annos o governo da repblica queren-
do comecsr a sua vida com urna especie de
balaoco no pair., mandn fazer um recenseamen-
lo gerai da Jiao ; mas este, que pouca f ha
de merecer pelas suas grandes lacunas e omis-
sies, coaforme observoa-se ao acto le ser exe-
catado, ai boje anda nao pJe ser apralo, o
q-je parece incrivel a quera conhece o numero
tormdavtl de pes.-ois empregadas em sua apu-
racao.
Nestas condigSe?, igno'aodo eu o numero real
de -habitantes do R-eife, como ja fiz sentir em
outro logar d'este trabalho, e na falla de dados
comp!et03 e exatus relativamente ao3 nasci-
meotos, casamentos, bitos, etc, qae se aao
aqu aooualmeote, deixo de aoresentar por ora
urna estaiistica emograpbica d'esta capital.
Emquanto nj se reformar a repartidlo de
hygiene habiliando-a com pessoal apto e com
os meios de obter os datos aecessanos para
consegnir-se organisar seriamente este servico,
nada se pode fazer em tal sentido que valaa
o irabalbo especial e penoso que d.
E para nao repetir os clculos incompletos e
pouco segaros de tutros qae tra tentado fazer
a estatistica medico-demograpbtr'.a do Recife. e
isto aomeote na parte que se refere aos bitos,
e anda assim deixando alunas qaaneirOes f jra
do quadro a falta de dados, mesmo pouco posi-
tivos, ea apenas consigno que por aquelles cal-
culos a mortaldade do Recife mais ou menos
igual a da maior parte das cidades europeas,
contra as quaes nao se allega insalubridade,
sendo ellas alem diaeo dotidos de melboramen-
tos de que nos absolutamente oj dispooos, e
que urna vez adqueridos bSo de coacorrer anda
mais para melbororar as nossas boas condicOes
bvgleo cas.
(Contina)
|,uesiara policial
Seclo 2.4 N. 164 Seoretaria da
Quettura policial do Estado de Pernam-
buco, 22 de Julho de 1893.
Sr. Dr. Governador.Partcipo-vos que
foram hontem recolbidos Casa de Deten-
9S0 os segnintes individuos:
A' minbaordem Taiago Vieira da Silva, alie-
nado, com destino ao Azylo da Tamanoeira.
A' ordem do subdelegado do 3* districto da
Graca, Vi.talino Alves da Foosaca, alienado,
com destino ao Azylo da Tamanoeira.
A'ordem do subdelegado do districto de Api-
pucos, Maaoel Laureatiuo Alves, conbecldo por
Manuel Voador, como vagabundo e desordeiro.
Commuoicou-me o capitao Antonio da Cos-
ta Moj'.eiro, a quera competi na noite de hon-
tem o servigo de n; ida-maior. que as patrulhas
para o policumen'o da cidade foram destribu
das s 10 e 1/2 horas e reco!beram-se as 4 bora>
da mad ugad. de hoja, nada teudo occorrido
digno de mensao.
Pelo subdelegado do V> districto de S. Jos
foram remetlidas a esta Questura duas Imagens
da CooceicSo, ainda por acabar, as quaes foram
tomadas a um gatuno e bem assim um chapeo
de retiro, vertenceuie a um passagelro da via-
MerreadeS. Fraacis:o, que o delzpa cabir ua
occaslo em qae o trem deixava a estacao de
Afogados.
Do Dr. juiz do 1 districto municipal de
Amaragy racebi o seguinte oficio :
c Juizo do 1' dist-icto do municipio de Ama-
ragy, 10 de Jal.'io de 1893.
< Ciaada .Levo ao vosso conbecimenlo que
00 da 29 do mez prximo passado, em (erras
do eogeoho Amaragy e em casa de um morador
do mesmo engenho, de nome Manoel Antonio da
Silva, travou-se urna lacla entre o referido mo-
rador e um grupo de individuos que o foram
provocar, resultando sabirem feridos o dito mo-
rador por um individuo do mesmo grapn de
aome Jos Damio de San'.'Afina, com um feri-
mento de golpe que decepon as pnmeiras pba-
laoges dos dedos m.iio e indicador da mao es-
querda, alm deoutros de meaos importancia, e
um individuo de nome Autonio Pereira da Sil>a,
por Manoel Antonio da Silva, com um ferimento
na regiao meeograstica com 5t caroco9 de chom-
bo ioteressando u lado esquerdo do tborax e ou-
tro no ante-braco esquerdo com 4 carocos.
Teodo ciencia do facto, parala me dirig e
effectuei a prisao dos criminosos e coatra 03
meamos procede na forma da le.
No da 2 do corrente comparecen a presen-
ca deste juizo Jos Aotonio do Nasciraen'o con-
duztndo preso seo riiho Manoel do Nas:iraent j,
que no referido dia, em trras aa propriedade
CbS de Areia, deste muuicipio, pelas 9 horas da
mautia e emeasa de resideucu de Jos Joaquim
dos Santos ferira a este com urna faca na parte
media da regio umbelical com pollegada e meia
de profnndidade e urna de axtenso, e a um seu
Qlho de noaie Joaquim Jos dos Santos, occasio-
nando-lbedou3 fenmentos, um no hypocondno
esquerdo na regio bypogastrica do abdomen
com 10 centimet'os de profnndidide e 3 de ex
tensao, interessando o braco directamente e ou
tro no bypocoodrlo direito da mesma regia?
abdominal, entre as ultimas falsas costellas ai
relias e caln direilo com 5 centtrae.ros de pro-
fnndidade e 3 de extensio.
Aqu convm notar que o criminoso estava
para casar com ama tilda e irma dos feridos, a
qual tambem foi victima, pois que o assassinode
seu pui e irmSn, e seu futuro sogro roubara a
sua honra dias antes ao qae leve lugar o facto
qte levo ao vosso conbecimento.
Contra o criminoso, qai firf por ordem deste
jeiso recolhido cadeia desta cidade, procedo s
diligencias da lei.
Commuaicou rae o juiz do 2' districto. re-
metiendo para ser recolhido a Casa de Detancao
Francelina Mara da Conci.ao, qa* procede con-
tra esta nos termos da lei por ferimentos feiios
em Ursulina Mana da CooceicSo e Josepha Maria
da Coocdco.
Pelo juiso do 3o districto foi preso e recolhi-
do cadda, para averiguac6e3 policiae.s, o indi
viluo Pedro de tal.
Saodo-^ns Ao Dr. Julio de Mello Filho,
raui dignj Q:estor deste Estado.-Helvecio de
Souza juiz no t districto.
Nesta data transmitto ao subdelegado do Io
districto de S. Jos, para que providencie conve-
nientemente, orna carta anouyma que me foi di-
rigida reclamjndo contra a reuaio de vadios na
casa n. 79 roa do Padre Muoi?, onde se acha
a barca Minerva*.
Eoiraram em exercicio as seguintes auto-
ridades ooliciaes :
No dia 18. T-ieod^miro Soares de Oveira, de-
legado do districto de Laeoa de Gitos do muni
cipio de Pan.-'ias ; e Josa Alves da Silva, sobde-
lejado do roferl .. djirictoe municipio.
Com relacao a local Inserta no Jornal do Recife
de 13 do Corrente pob a eoigrapt'e Inqualiti-
cavel acabo de receber do Dr. delegado do 1-
districlo da capital ose-juinte oflicio :
Delegscia de p.-lic.ia do i-districto da Ca-
pital em21 de Jalho de 1893.
Sr. Dr, Qa-'stor.Em respo3ta ao vosso ofi-
cio n. 3490 ae 13 de Ju'bo comente sobre a no-
tic a dada pelo lor nal do Recife 'JfMe dia com o
titulo I qoalilicavel, tenbo a commooicar-vos
que, das averiguagOes a qoe proced, veririquei
que fffeciivamente foi urna senhora atropellada
por um ca vallo em que moniava o capito do cor-
po policial Porfirio Poppe Giro, a8im como que
este empregou todos os esforcos afim de evitar o
desastre, nao o con'eguindo, porem, por ter o
cavallo tomado o f.-eio nos duutes, no que vi-
ciado.
Accresce qae o dito offiial Btiron se do ca-
vallocom o fim de levantar a infeliz senhora, a
quem peiio mil desculpas e esplicou asua irres-
ponsabilidade, saccedeido que oeata occa3 o
foi exprobado pelo individuo Carlos Lai, aqoem
nao responJeu cabalmente attendendo a sua ir*
respmsabilidade.
Saude e fraternida le ao Sr: Dr. Jolio de Mello
Fiiho, mrilo dunoQuesirr Policial.O delegado
Jos da Cuaba Liberato de Mattos-
Nessa data f ga remessa p ira os deviios flns,
ao D-. promotor publico da Capital dos autos de
corpo de delicio e pergantas eitas a Gregorio
Manoel do Nascimento.
Anda nesta data remello ao subdelegado do
I- districto di Boa Vista, pa-a os devidos fins o
auto de corpo de dilicto procedido na pessoa de
Sabino Fraocis-o Mamede.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa
Lima, muito digno governador do Estado
O questor,
Julio da Mello Filho.
.OTADOS DA LMAO
Recebedorla do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 22 DB JULHO DB
1893
Amancio Jos de Fontes B-aga, Rosa Kiuffmam
Iiforme a l* Secco.
Beotc Jos da Silva Magalbss, Joaquim Ni-
coiau FerreiraA vista da informaco indefe-
rido.
Antonio Marinbo de Souz. Jos Vicente das
CbagasIaforme a 1* Secgao.
Antooio Cabra! de MedeirosCjrtiBque-se.
Joao Baplista SimOesA vista da ioformacio
indeferido.
Francisco do R-go BaplistaComo requer.
Leopoldina do Amaral RaposoComo requer.
Sevenno Eazebio ^avalcaate de Albaqaerque
Informe a 1* Secca-i.
Feliciano da Costa Primo, e Alfredo Mamelia-
no Castro Q untasA vis da informaco in-
deferido.
O oorteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
K-
Inatracco Publica do Estado
de Pernambuco
DESPACHOS DA INSPECTOBIA OKBAL DO DIA
21 DE JOLHO DB 1893
Joaquim Elias de Albaqaerque Reg Barros
A 4* secc4j, relactor o Dr. Looreiro.
Pacico Paullao MalaquiasCjmpra-se e re-
gistre se. _
Secretoria da Reparticao da Iastruccaj Pu-
blica do Eiiido de Peraambuco 12 de Jalao ae
1893.
O porteiro,
Ftnilon Attico Leite.
O Va por bonlem ebegado do Sal adiaatoa ape
as um dii as datas qae libamos.
Dos joroaes de 17 to corrente colbemos estas
noticias.
Blo Grande do s ii
L-se na < Sazeta de Noticias. *
Consta que o governo, ante hontem, s 3 to-
horas da tarde, receben commuulcaco lelegra-
phtea do 1.- lente Mouro. capitao do porto
de Santa Catbanaa, dizendo qae sabia acbar-se
as proximidades da baha das Caanas um pa-
quete da Corapanhia Frigorfica, qae se suppn-
tih'.i ser o Jpiter. >
A' uoite, tendo agido de accordo o Re-
pblica, ob o commando do Caplto de
fragata Belfort. e o Lomba, sob o commando
do 1.' tenente Mooro. um por fora e outro pelo
lado de dentro da ilba de SaotaCatbariaa, con
seguirn! approximar se das Cannas. (ponto sep-
tentrional da mesma ilha), onde effeclivameote
surprebenderam o Jpiter.
A bordo deste navio dorma a gaaroicSo, e
all fci preso o almirante Waadenkolk. sera ter
havido resistencia.
Diz se que a gaarnico do Jpiter foi
tiaosp^rtada para o Repblica, > ficandj a
bordo daquelle o prisioneiro, bem guardado, 9
em circumstancias de nao poder fazer a menor
reaeco.
Relatando simplesinnte o que ouvimos di.-er,
porque ainda temo: a infelieldade de estar pri
vados de commaaicasOes telegrapbicas, oo po-
demos deixar de assignalar a singolarldade da
viada do > Jpiter para Santa Catnari .a,
qaando a toda a geote se agurava natural que
o a mirante WauJenkj.k, sabiudo do Rio Gran
de, demandasse apressadamenta o porto de Mon-
tevideo, como logar de maior seguranca e at
de urna certa gerantia internacional.
Suppondo mesmo que nao tivesse elle tido no-
ticia certa da ida do Repblica para o Rio
Graode, era fa:ilirao cjnjecturar que o governo,
scienle do golpe dado naqaelle p rto, expedisse
immediatamente qoalquer vaso de guerra em
auxilio da causa qoe alli sueota.
Cooieqaectemeoie, se bavia para o almirante
Wandenkjlk probaoitidades ce encontrar um
nav.o da armada, era vindo elle para o njrte.
Corren assim para a sua p-opna pirda ?
Ou afagou porven'.nra a esperanca de que ap
parecendo aos seas velaos camarada* da mari-
nba nacional, obteria a adbeso de mais estes
elementos de forga, e veio por isso ao encontr
delles ?
Foiilladido nesta esperanca e achou-se em
frente de guarnices hostia, quando as imagina-
va amigas e dedicadas 1
Mas. anda na nypjtbese de contar com adbe-
ses, levou a sua cootianca ao ponto de nD to-
mar a mioma cautela, deixando se surpreheu-
der e aprisionar no meio de um somno tranquil-
lo ?
Tanta imprevidencia, tamanho descuido pode
ter havido por parte de am no era uffeito as
loclMdo mar, offina! experimentado na paz e
na guerra ?
A viagem do RoGaode a Montevideo de
ceno muito mais curta do qie Saja Camari-
na.
Se o intento do almirante Wandenlo'k era
escapar a6 forjas leeaes, depois de ver frustra-
da a tentativa do Jpiter, por que eo pree
rio aquelle rumo r
Se u'aqaella cidadj conseguir iliudir a vigi-
landl das autoridades, preparaodo a sua expe-
dirn, reuniodo aprestos bellicos e pessoal ido-
oto ; se alli tluha portanto amigos ou correli
gionarios, porqne nao correu para junto d'elles
na bora do perigo, e vem antes atirar-se aos aza-
res i-e um encont'o desa^radavel oa da um
combate desigual i
Nio fa> il responder desde ja a toas estas
interrogage, que hoaiem oaviraos, porque fal-
lecem-nos para isso os dados positivos, mas
mnita gente as fez cotn razo.
SO ba esperar do tempo a decifraco do enig
ma.
Esperemos.
No da 14 foro postados na barra do Rio
Grande dous canhbes Krupp.
s. Paulo
Em trem especial segulo do da 16 para San-
tos o 3. balalno de "polica, levando tres metra-
IQadoras.
Este facto lem despertado diversos commenta-
rios.
Consta que o contingente do 22. batalbo de
infantera, que esta fazendo o policiameoto da
quella cidade, recebeu ordem de guarnecer a
fortaleza da barra.
Esteve muito animada a festa da colonia
franceza, realizada so Cassino.
Eotre as.'jessoas presentes contava-se Sarab
Berohardt," os cnsules da Italia, ^Allemanha,
Franga, Portugal e Ataoia, commisso acadmi-
ca, representantes do Jornal, Diario de San-
ios Popular, Estado de S. Pulo Car-
reio Paulistano etc.
Logo depois da chegada da commisso acad-
mica e dos represeotantes da impreasa, foram
elles saadados pelo Sr. Picard, presidente da
cummissj dos festejos.
Em nome dos saudades agradecen o represeu-
tante do .Daro Popular >, saadando a Repbli-
ca,Franceza.
A chegada do Sr. Joly De:anch, foi elle rece-
bido pela colonia com palmas, acclamacOes e
Marselbeza.
Idntica recepgo teve Sa'ab Bernbardt.
A distincta actriz, depois de ter sido Banda-
da pelos acadmicos, imprensa e commisso das
testas, foi comprimentida por todas as pesaoas
presentes. Retirou-se logo, sendo novamenle
acel amada.
Falloa a Academia em aome da colunia fraace-
za o Sr. Asdr Boardeiot, presidente da Socieda-
de 14 Jaillet.
O palacio presideocial, Tbesouro do Estado,
Delegacia Fis.a' e Crrelo iiluminaco a notle.
A festa terminou por um grande baile.
Capital Federal
Annnocioo bootem, diz o Jornal do Commer-
cio de 17, o governo que o cruzador Repu
blica apprebeodera em Canuavieiras, em Saota
Citnarioa o vapor oacional Jpiter com o al-
mirante Wandeukjlk a bordo.
Accresceutjo qae, daraole a sua priso, ser-
Ibe-bo dadas todas as garantas e bora trata-
ment.
Nada esti resolvido qaaoto ao destioo que vai
ter o aprisionado almirante. Parece, porm, pelo
que bootem disse eminente general, que ser
transportada para esta capital.
Quanto a tripoUco do > Jpiter parece 4|am
vira no < Santos qae parti hontem na* r-
cometmeias j relatadas na Gazeitlha de
boje. '
A noticia da priso do almirante que espalhoa-
se cedo pela manbi causn profunda sensago
03 cidade.
Todos admlttem qae. moralmente, a mais im-
portante victoria gaoha pelo vice presidente nesta
cruenta guerra em que o paz se acba com o Rio
Grande do Sol.
Os rio-grandenses, porm, nao querum ad-
mittir qae o sea Estado tenaa qae ver com este
incidente : d;zem elles que anda nao foram der-
rotados e que o que se deu foi urna qwUAo en-
tre torca federal e forga federal.
Os primeiros qae noatem sonberam aa cidade
da noticia da priso, depois do 1.* tenente Aluno
que a teve s 5 horas da manha, foram os com-
mandautes dos carpos da gnaraicao que tlveram
a noticia d03 respectivos qaartels para onde foi
telepbooada do'quartel-general.
Ao Sr. almirante Custodio de Mello dlsse o Sr.
vice-pre.-idente qae espersva um grande tnum-
pbo para ento acabar com a luta.
Mea desejo que oa priso do almiraote Waa-
denkjik, veja elle agora ebegado o momelo de
por termo a esta lata fratricida qae tantas angus-
tias est causando ao pas, ua paz. cousoli-
daco de suas instituices e a do seu crdito, no
ioterior e exterior.
Const 1 que a bordo do < Jpiter achavam-3e o
capito de fragata Huet Bacellar, 1.* tenente Par-
menio ngel, tnsate Aquino de Araajo e
alteres Galvo Soveral
A estas ooticias accrescontoa o Paiz do
mesmo da :
O aprisionamento foi felto pelo cruzador R-
publica em agaas do Estado de Santa Cama-
rina localidade denominada Cannavieiras.
Pelo que somos officialmente informados, nao
bouve resisteacia, de sorte que nao temos a la
mentar pe-das de vida.
Aprisionado o Jpiter o Sr. almirante Waa-
deekolk veio para bordo do Repblica .
Para o vapor aprisionado o Sr capito de fra-
gata Ribeiro Belf-t, commandante do cruzador,
pasin o i. tenente Herculano de Sampio, seu
immedialo, que assumio o commando
Ao mesmo tempo qae era capturado aquelle
navio pirata, no porto de Montevideo, requisi-
cao do governo, era detido o paqoete Ualia.
Como se sabe, este vapor fra anteriormente
aprisionado pelo almiraote Wandenkolk na bar-
ra do Rio-Gran 1e, e prsame se que entrara
naqaello porto, fugiodo perseguico di divi-
sao ao mando do capilo de mar e guerra Lopes
da Cruz-
Em data d* 15 do correte publlcou o segua-
te o mesmo Paiz :
c Podemos boje iransmittir aos nossos leito -
res informales e noticias qae consiituem um
desafogo para o espirito publico inquieto e des-
de algans dias tomada de justo sobresalto.
A barra e o porto da cidade do Rio-Gran le es-
to fraccamente desempedido3 e representa isso
um exemplo de disciplina e rideltdade das tor-
cas armada3, em aeco contra 03 que esqaere-
ram quanto devem a si propr.os e patria, de
qae sao albos.
O marechal presidente da Repblica e o Sr.
contra almirante ministro da marinba recebe-
ram hontem successivos e detalhados telegram-
mas do Rio-Grande, narrando os successos de
ante hontem.
O Jpiter permaneca naqnelle dia em S. Jjs
do Norte, tendo a bordo o Sr. almirante Wan-
denkolk. que agaardava o momeara azado ao
bombardeio da cidade.
Emqaanto o paquete arvorado em pirata va-
cilaa a respeito da attitude da caononeira Ca-
nanea e das demais erabarcages que o governo
collocra em p de guerra, a guarnigo dj Jupi
ter e a gente que elle transpurtava, sob a appa-
rencia de immigrante', baixava a trra em gru-
pos desordenados, que a torto e a direilo, com
o desvario do corso, la commetteodo toda a sor-
te de depredngOes.
E foi assim que saquearam as casas particula-
res, o p*0 municipal e a mesa de rendas; des-
tas ultimas, com arrombamentos e violencias,
subtrabiram cerca de 10:000*00.).
Reuna ento o governo todos os elementos
de qoe pod'a disp-, al qie ante hantem noi-
te, tendo una Jiviso fo-tnada pela caohoneiri
Canina, seaipr fiel causa legal eos paque-
tes Itaca e Rin Pardo, armados cora canh5es
posanles e sob as ordetis do capitao de mar e
gue-ra Lope3 da C'uz, sahio ella a enfrentar o
Jpiter.
Mal percebeu a o paquete tornado pirata e oa-
turalmente prevendo o encontr de lucia reuni-
da, activoa 03 fogos e fugio mar em fra, pu-
xando a toda a forja.
Na fuga precipitada e para maior desembara-
zo, o Jpiter aoandooou urna chata, em que es-
tava umpunhadodehomensquecenservava-se s
suas ordens, arriscando ae a urna mor'.e certa.
Esses individuos, em numero de auarenla e
tantos, foram aprisionados pela Canana
No Senado, na sesso de 11, foram appro-
vados : o parecer rejeitaado o veto do orefeito
municipal sobre licengas para con.itrucgoes; e
os projecto?, sob premio para o monumento a
Tiradeotes, sobre licengas a Manoel de Mello
M^ttos e Antonio da Silva Netto.
Foi eocerrada a discnsso e adiada a votago
do prejecto, removendo o Arsenal de Marinba
aa Babia e mandando construir um morlona
em Mato Gr-osso, tendo orado o* Srs. Ottoni,
Gaspar Drommod, .Neiva, Manoel Victorino e ,
Americo Lobo.
Na sesso de l o S". Domingos Vicente re-
queren que se publicaseeno jornal da casa o acto
do presidente do Espirito Santo, annullando urna
coocesso de estrada de ferro.
Foram sem debate approvados 03 projectos
autorisando a remogSo do Arsenal da Babia, e
mandando pagar urna indemnsago a D. Maria
Cirolioa Rbeingantz.
Foi adiada a discusso do projecto elevando
cathegoria de Alfaodega a m-sa de rendas de
Cai-avelias, lendo orado os Srs. Americo Lobo,
Amaro Cavalcante, Virgilio Damasio e Manoel
Victorino; do projecto sobre aforameato perpe
too, tendo fallado os Srs. Americo Lobo e Coe-
Iho e Campos e do projecto soore reforma dos
Correios, depois de orarem 03 Srs. Amaro Ca-
valcante e Gil Goolart.
Na sesso de 13 foram sem debate approvadas :
a redaego do projecto concedendo licenca a
Antonio da Silva Netto; a proposico dispen-
sando de concurso os adjuntos do servigo saai-
tao e o parecer indefenodo o requerimeoto de
Heraclydes de Miran ta Machado.
Foi approvado em 3' discasso o projecto au-
torisando a remogio do Arsenal de Mariaba da
Babia, orando os Srs. Maooel Victorino, Ottoni,
Jjo Nsiva e Rosa Jaoior.
Foi adiada a discusso do projecto regulando
o engajameoto de trabalbadorea asiticos, e-
pois de fallarem os Srs. Moateiro de Barros, Ma-
noel Victorino e Lape-.
Na sesso de 15 foram seta debate approvados
as emeodas ao projecto sobre remogo do Arsa
nal da Babia, o projecto sentando de direltos as
mercadorias importadas para o servico dos Esta-
dos, e o sobre exames oas lnstitaigOes de en-
sino.
Foi adiada a discusso do projecto sobre en-
gajameoto de trabalhadores asiticos, orando os
Srs. Elyeu Martio3, Catunda, Montelro de Bar-
ros e Uoaldioo do Amaral.
Na Cmara dos Deputados em seBSo de 11
depois de approvada a acta dos trabalbos ante-
riores, o Sr. Seabra requeren urgencia, que nao
foi concedida pela Cmara, para diacutir-ae o re-
querimento de iorarmagOes do Sr. Jacquea Our.-
qR robre a revoluco do RioGraode do Sal.
Poram approvados os projectos: n. 71, em S."
discosso, mandaodo couverier em ordenado o
ioroal e gratiBcaco qae recebe a mestraofii do
Arsenal de Guerra ; n. 1J9 A, em l.\ augmen-
tando de 10 /. as joiaa e mensalidades oara o
montepo dos faneciooarios federass ; n 66, em
l.\ referente ao direilo, coaferido aos Estados,
de terrai> devolata?; n. 40, em Ia, isentaado de
direito cinco altares, pertocas e imagens desti-
nadas matriz da tregaezia da LagOa, e parecer
n. 31, em discusso uaica, concedendo licenga
ao deputado Francisco Coelbo Duarte Badar
para acceitar urna misso diplomtica.
oooociada a votago do projecto n- 1S A, que
manda que p-evalega para as prximas eleiges
de denotados e senadores e para a presideocial



-

S:>



_ _.. .
!


1
Diario de Pernambuco Domingo 23 e- Jalho^de 1893
T

decr
N*
qualificacio eleitoral effectuada em virtoda ao
jcrdo n. 100 A le 8 de Fevereire-ee 1890,
BORCltoa se urna queslio eeoreem, en que -te-
maran) parle os $'. Ef"*acto Pesas*. Caaga*
Lobato, Augusto de Freitaa G*t*)lvet-CbMf
Leovegildo Filgueira?, sendo noli apaiovaeee
projecto. ____
At e apreseoiado puecm-toon as ornan
das oflVecldas. foi coa*nterajadwifjiaaia V
discusso do projecto*Wfl82,*4lfcidBdeaiam
do ministerio da juettpa DesjraoseM tortores
Prosegoindo a 1." dUconie?*) prefecto b. 39
sobre o decreto de 17 de Dezembro de 1892 e
dando providencias cooceroeote* i emissao bao-
caria, occaparatn a tribuna os Srs. Severino
Vieira e Rosa e Silva, sendo a discusso adiada.
asBim como foi a 3." do projecto n. 30, fixago
de forjas de ierra, sobre o qae fallos o Sr. Be-
"5a bora do expediente fallaratn os Srs. Eduar-
do Goocaives, Ju*noiaoo de Serpa e Glteeno.
Em sessao e 11 depois de aporovad a acta
dos trabalbo aolerores, os Srs. Eipinto Santo
e Jarques Oariqae discatiram o projecto sobre
fixacfto de torgas de Ierra, teado-ae encerrado a
3 > ainrwi5f i sslsslsaa' loiafio.
Depois de occnpar a tribuna o Sr. Garca Pi-
res jacerrou se igualmente a x.4 discusoo do
projecto o. 39, dispoado- sobre o decreto de 17
de Dexembro e diario providencia* obro eajts-
ses anearas.
O Sr. Adolpbo Gordo discuti o projecto n. 70,
que-aporova as diviees dosdiatricios eleitoraes,
ficaoco encerrada a discusso.
Sobra o projoio n. 73, em 3.* discusso refe
rente a liberdade da callos, foi encerrada depois
de leren (aliado os Srs. Cartaxo e Forte.
Sem dbale algum foi encerrada a discusso
doatproJHCio!: os. 51 A.25,38.98.106, 93, 5., itt,
S31 e 8.
Proeeguio a discustio antea do projecto n.
i A, concedendo a D. Manaona Cecilia M*irel-
ies 4a Fonseea a pensao aooaal de 6:0004000. e
fallaran) 03 Srs. Aodr Cavalcante, Novaea Mello,
He 11 inda Lima e Garca Pires, encerrando se a
disenteao-
Na bora do expediente occoparam a tribaos
OS Srs. Epitacio Bellarmino de Meodonca, Braa-
lio dos Santo, Gliceno, Demttrio Ribeiro e Pe-
dro Americo, que foodameotoa um orejelo de
le sobre os direttos autoraes e os da propneda-
de Iliteraria, artstica a scieatifica.
Em sessao de 13 foi approvado am requer-
meato da Sr. Alberto Braodo ea |oe pergouta
ao governo se o empresiimo feiio Compaobla
E jira i a de Ferao Oeste de Minas realisou-se e se
o governo est armado em L mdres de recurso
para o servico de jaros de aossa divida externa
no correle aono.
O Sr. Bellarmino de Mendouca eccupou-se
cora negocios do Paran e o Sr. Rosa e Silva
apreseaioo am reqaerimeato, qae foi approvado,
pedindo qoe se requisito do governo, com o--
geacia, as propostas e tabellas para a confeceo.
dos orcameotos.
Foram aporovados, com emendas, os pro ectos
a. 30, em 3." discusso, fixando as-forjas de
trra para 1894 e o. 39, em 2.a dispondo sobre o
decreto n. 1187 de 17 de Dezemoro de.1892 e
dando providencias sobre emissoes baocarias.
Em sessao de 15, aa bora do expediente, eo-
biram a tribea os Srs. Alberto Brandao. Loiz
Mura;, Zama e Jostioiaoo de Serpa, qae requeren
urgencia de 40 minutos para, na sessao prxima,
aorf sentar ama adicago otrepreativa do art.
72 13 da Consiiiuicao Federal combinado com
o art. 63 da mestna Constituigao. A urgeacia foi
concedida pela Cmara.
Em ordem do dia approvoe-p-e a redaeco ti nal
do projecto fixaodo as forjas da ierra para 1894,
e foram encarradoa em debate algom os pro-
jecios ds. 115, 71 e 40.
Sobre o projecto o. 12 A, relativo qnalifija-
ao eleitoral, fallaram os Srs. Cnagas Lobato,
Angosto de Frenas, Goocaives Chaves e Leove-
gdo Filgueiras, que esgotou a bora rgimen tai.
Com data de 13 do correte, o viee presi-
denta da Reponlica saocciooon o decreto n. 147
do Congresso Naciooal, do tb-or seguate :
Art. 1.* Pica o poder executivo autoruado a
abrir concurrencia publica para um projecto do
monumento a memoria do immortal precursor e
mariyr da Repblica do Brasilaceres Joaquim
Jos aa Silva Xaviero Tiradeotes.
Art. 1* O monumento ser erigido do local
do supplicio.
Art. 3.* Sero concedidos premios ao* rious
melbores projecto em deseobode 13:000*000
ao primeiro e de 7.000*000 ao segando classiti-
cado.
Ari. 4." Ficam revogadas asi dlsposijoes em
contrario.
Por estes prximos dias serao publioados
o prospecto e os estatutos do Banco Nacional
Brazilei.-o, que esto sendo revistos pelo advo
gado, o Sr. Visconde de Oaro-Preto.
Na lista dos directores nootem publicada c'es-
ta seceo escapan o nome do Sr. commendador
Pedro Gracie. Sabemos que o Sr. cooselbeiro L.
A. do Amaral, qae foi tambem convidado, nao
acceiton o logar de director por entender que ja
era sufficteatemeote grande a directora sem o
sen nome.
O fundador do Banco Nacional Braxileiro, o
Sr. Conde ue Figueiredo reservn dos.........
25 000:000*000 de sen capital a somma de......
10 000:000*000 em accOes, que serao offerecidas
a sobscnpgo publica na prxima semana.
As outras accoes do valor de 15.000:000*000
foram tomadas quasi tola em Pars, aleomas
apenas na Blgica e na Inglaterra.
Cbegaram a Capital Federal a 16 do cor-
rente, procedentes dos Estados Unidos o encon-
racado Aquidaban e o cruzador Tiradentes,
que faziam parte de divisao Atlanlico-Norte. De,
Pernambuco at este porto, oo Je eatraram muijo
cedo, trouxeram ambos a marcea ordl&aria de
~il railhas por bora. -^
A irap-en.-a saodcu a distiacta ofBcialidade
que na America do Norte soube boorar o nome
oraxileiro.
O Aquidaban troaxe a toeigoia do ebefe da
esqaadnlba, o coalra-almlraata Julio de Noro-
nbs.
A caixa da amorlisaclo vai remetter as se
guilles anantias. em notas de 5 0 ris a 10* ;
de 200:000* Alfandega do Estado aa Babia e
de 100:C00* do Paran, em troca de iguae<
qnaotias, que dever mandar receber na referida
ibesoararia; e a de 100:000*, em idntica* cod
dices, cootorme pedio, a Alfandega do Estado
do Rio Grande do Norte.
Baha
No Senado foi apresentada em sessao
de 15 do correte, a reforma geral do
enaino publico, que era ancioaamente es
perada.
E' trabalho de grande merecimento,
enro sido recebido com elogios pelo pu-
blico. Apresentoa-a o relator da com-
misaSo mixt-. Dt. Eduardo Ramos, que
proferio brabante discurso.
Crea am instituto polytechnico dividido
sm gymatzios, escolas normaos e escola
mercantil.
Subi sanelo um projecto de lei
aatorisando o Governo a despender a
qaantia precisa construco&o de acudes
dos lugares do interior flagelados pelas
eccas peridicas.
Effectuou-se no dia 13 urna nume-
rosa reaniSo de commerciantas da praya,
para protestar contra as dejiso'es do Cos-
oelho de Saude Publica, qae offendem os
seas ioteresses.
A Intendencia Municipal vai emittir
vales at a importancia de 1,000 oontos em
notas de valores diminutos para occorrer
is neceasidades da popalacSo, qae sent
falta de moeda para trooos.
Estove por urnas noites acidado em
trovas, nSo tendo sido logo possivel des-
cobrir-se a causa ou origem dessa sorpresa.
. Afin al verifico uso que tal iaterropoao
fon dev da a deetinoio accidental de aa
tobo do encamento,
Deu-se grava desastro na Estrada
de Ferro Central.
Um oomboio, qoe partir de Queima-
diakM para Machado Portella, ancn
lando em animal na linha, noite, des
j, arrojande-ae |aobre ame, riban-

Houve apenas ferimaotos em diversas
paaaasjetros, maam evejmee mafias su-
ponor* 100.-0OOIOO0.
Raalisafltee ds*mk> dia IO.de cocente
a HkugaracSaeeeleaBm de noe hoeettal,
ilMadieso edifiaoc/Mastraide o largo de
NdBaretb,, uimass mas saaaskveM ba*rros
da capital.
Dame- at 9 aahMtft a
Eftava funcoiona^do o CoDgresso loan!
em sessSes preparatorias, deveodo abnr-
ao a 2a aessSo ordinaria no dia. 10.
O Sr. teoeote-ooronel Geographo
de Castro e Silva, no dia 8, fdra alvo de
ama maoifestacao pelo acto de jnstica do
Qoverno Federal reintegrando o n j com-
mando da guaroicSo do Estado.
A Rooebedora do Estado arresa-
da-a em Junbo prximo fiado........
161.5321241.
Para
Datas ate 14 de Julho :
N<.da referom de iaportauoia aa folhas
deste Eaadu. .
Haraphao
Datas at 16 de Julbo :
O jais seccional qualificou e interrogo
o ex-cifi jial da Caixa Econmica Ariati
des Ferreira, auousado de asMloasto.
A poLcia abri inquerito sobre o
aasassiuato de Mara Pacheco, na capital,
de que acousado o marinbeiro nacional
Germano, tripolante da Quarany.
No dia 23 cosecar a vaada dos
bilhetes da lotera applicada fundado
e custeio do LyuJ de Artes e Offioios.
Noticias da Boa Vtiu. oo Estado
de Groyaa, diz>m que contiaa a lata san-
gre nt.
O coronel Peroa, dispoado de forca
numerosa, auxiliado par indio*, lauoou fo
go idade.
wtmmm
DaUs at 15 de Julho :
Da o Ladador, de 15, d oda fe de
Parnahyba, que fdra adiada para 16 de
Novembro vindoaro a amafia legislanv* uo
Coogreiso do Esud, no correte anuo.
Cear
Datas at 19 de Julho :
No dia 12, anniversari- da Coostitui
c&o, urna commiaao da Assembla foi fe-
licitar o presidente do Estado.
mto <.rtn- \irle
Datas at 20 de Juihu.
No da 14 tora inaugurada a 2* aessSo
ordinaria da 1* legislatura do Coagresso.
3 Parahyaa
Datas at 21 de Julho :
Aa noticias deste Estado careas m de
interesse.
as flexO.s de grio qae soffrem os vocibalos em
Ponaeaes.
Daslisamos por sobre o qoe fas ojete das
ticas ranees-que Qao sSo em prqaeno
, esqiapjinjtjrBes-de tratar sobre oa*oi
namlwoa de f aWad*, suodrieciclaae e inferi
riaas,8:3b-ff es sooeriativo- -aosetaies e relaH-
10%, pois -o tivema em mate ao Iniciar a po-
mmaejle destaamou* ssbocar o qae.de mats im -
apriaete e eneeoira pa I Assemp'o mus scieutitico nos cbama a atteo-
ote. as xQeS'Verbaaa-desaaadam.aiaKOtisiu-
doe ifce de muitis-i aa importosla.
(Contina).
Julio Pi'ts.
^
LINGISTICA
Vil
( Continuadlo )
111
A oocAo de grao pode ser applicada a qaal-
qoer classe de palavras, conforme o sentido e a
ext-n Oeste modo, quem negar que no-i svaouimos
nio se observam estes pneoomeoos?
Por acaso nao lera ama signiucacao mais in*
tensa a palavrapalacio, do qae casal
O mesmo poaeriamos dizsr se ooserv^ssem u
a eiymologia de cenas prepo^icOes com m, com-
parativo inter e superlativo inlmu; ex compa-
rativo extraC e superlativo extremus; proe ; su-
per etc.
Nos pronomes as formas do gr) comparativo
aryano ler, sao udiscuiivew : nos, comparativo
noste-. vos, comparativo voster.
Os verbos sua vez podem ser susseptiveia de
grao.
Assim, exprimindo-se a reiteraco on frfqoeo-
cia do acto diremos militar, palpitar, e atacar,
originados de saltar, palpar, e tocar.
Esse processo osado pelos indgena', como
dis Jos de Aleocar: Mur, QfliuU, murmur
tlmia grande.
Entretanto, praticamente a grammatica s d
llexes gradaiivas ao euos.antivo e ao adjectivo.
Os grios do saostaotivo formam-se oo = -i1 y -
ticamente por meio dos suIdxoj : ac, alho. ao,
az, etc.. (aogmentalvo) eim inho. ero.tno ; to
etc. (diminutivo), oo |syuibeucauienie, por meio
de palav-as que em regra sin rollocadas antes
dos oomes, taea sao : grande pequeo etc.
Hullas veces o diminutivo uao exprime p-o-
prlameule dimi^uico e sim canobo, do, como
vemos em filhinho, pobresinho,
Outras vezes eocoatramosas formas do gerun-
dio assumiado Ihxo dimicaKva, como oara dar
mais expresso a phrase, o qae tambem aconte-
ce no HespauHol e Gallego.
Estar dormidinho.
Tambem os adverbio' acceitam urna mudanca
oa terminacho para tomar forma dimiuoitiva :
cedinho, devagarinho.
No estyio (amillar u* > repetir a mesma pala-
vra para augmentar a forca da expresso.
Encontramos tambem muitos diminutivos em
portngaex a que faltam as formas simples; es-
to oeste caso :
acucla, agitlha, de acus
apicul. obelhade apis
ovicu a ovelha, de ovis.
leonina, ientka, de lenta,
caveo'.a, ga'-ola de cavea
rotula, rtilh i de rota
jacueila janelta, de jaoua
domiaicelia, donzella de domina.)
Fioalmeuie possaimos varios augmentativos a
que faltam oo'tivos.
Assim : comildo' fujao, esiirao, diiedor, cansa-
co, etc.
Heraamcs do latim os tres graos de sigoiSca-
gao a qoe esto 3ojeitos os adjetivos.
Por meio dos itfflixaa: imo iss.mo eno etc.
ou pela aoteposigo dos adverbios mai$ menos e
tam, como enrinam 03 grammaticos qae for-
mamos o positivo, o comparativo e o superla-
tivo.
Entre a to bem se pe conoprehender que ba
adjectivos que formam os seuj graos irregular-
mente.
Neete caso esto ns qoe mudara romolptaman-
te de forma como bum, mo, grande, pequeo,
etc.
Uniros ba que apresentam dnas formas, ama
constituida pele auKmeuto do suffixo, outra bus-
cando a origtm da palavra para depois sujeiiar-
ee ao processo errammatical.
Esto oeste caso:
Pobreiinho ao lado de Pauprrimo.
Friissimo ao lado de Friaidssimo
Intcnssimo ao lado de Integerrimo;
os primeiros, superlativos populares; os segun-
dos, erudito'.
Ha am oatro ystema de formacode saperia-
tivo e que se observa principalmente no hebrai-
co, o da redoplicaco:
Cntico dos Cnticos
Re* dos Rea]
Ust pro esso approxima o superlativo do no-
mera plural, diz Sayce.
O superlativo grao que?pertence ao adjecti-
vo; entretanto na liognagem popular oo fami-
liar costumaiDos dizer : cousissima nenhuma
Na latim brbaro tambem bavia domintssima.
Observamos mais qoe a Liogna Portugoeza
possoe superlativos e comparativos, cojos posi-
tivos uto se empresam :
maoci/nio e miiuz,
belacissimo de belaz.
Por fim possaimosSem portuguez algumas for-
masde comparativo exprimindo idea de dimi-
nuicAo : mainsculo etc., correspondente ao latim
grandmscnlo e donde indirectamente formamos a
palavra matorsmho.
Alguos adjectivos regeitam as Qexoes grada-
Uvas : superior, jtvem, longinuo, adolmoent* e
oetros poneos.
E' o que de mala notavel eooootraaot sobre
AGRICULTURA
A Baccereologia e a Industria
Leltelra
(Do Jornal Rio, 29 i* Abril de l89i. *
O Or. Weigmaon, de Kel, r^alisou a 16 de
Fevereiro oliima, ua Sooieaade Aercola de tfer-
lim. urna cjnfereacia qun tinaa por Km o ex
ame aos progressos da o-ictereolo{ia a o em-
prego das descoberias feitas por esta aoviMima
sci-ocia oa ludusina do lellc
Niubora assampto otf^reco mais actualidad-i,
neunum tem mais meresse para este mporiau-
te ramo da agricaltara.
S -ja-me permittido, apezar de miaba ignoran-
cia, taser ama rpida analyse dVsta cariosa con-
fereacia, rogando ao leiwres oe^uirem me ai-
teatamente a'esta teautiva de valgan saca j.
O estado do infinitamente pequeo tem con
sequeucias pracas immediaus.
A scieocia do laboratorio ultrapassa os eatrei-
tos limites onde exsrcida, e propaga se r^pida-
meate pelos centros ladustnaes, fazeudo logo
sentir seus tieaeticios al aas mais obauuras e
mliiDia povoaedes.
Oevmos a Kooerm t r.s. to coobecido pela
sua. famosa descoberta da lympoa uestinada a
curar a tubercalose, a iairoduoco de um me
i o lo de cultura ex-c.o e ractoaal, com o auxi
lio do qoal todos os nacidos podem ser observa-
dos em s -ua desenvolvimeaioa e etfaiios.
Os bculos sao peqtieaos asiOea cujo nome
tirou-se da palavra latina uacillum, bas'o,
porque geraimeate essea micro oos lm a (rma
de am bus to.
Es.es microbios foram objecto de classica-
gOes nomerosas. tiradas aotes de seua ellaiius
que de suas formas e cuja uomeaclaiura estn
de-se medita que muiando.
Bictereologia o nom^ que receban o estuio
dos seres microscopu-i, geralm^ote d< origem
vegetal, isio que leo vida anloga dos ve-
getaes inferiores.
Pelo estado d'eases micro-organismos, reco
abeceu-^e qae a propaea(o dos bacterios 10
Jertuidim-nie uutiucta, e que o s-'U papel oa
naturesa to importante qtuoto a sua presenca
e a aegao que exeremi sao de necessiaado Uu-
miuda.
Di modo qae, embara o carcter d'astes mi-
crolos seja em pane prejudicial e o::asione
traasformacos oo destruicOes qaesodamui-
obas para o bomem, e causem enferm>dades ou
epidemias mortaes ou prengosas, devem-.-s reco-
nnecer ao tDUolo, que urna grande parte d'el
les de uaiureza iuolfeasiva e deve ser antes
coalada no numero ce cosaos mais iotimoa ami-
gos, oo mundo dos que nos fazem maior bem,
quaudo o bomem se esforga em cone>:r as
suas boas qualidades e por eatas procura u Hi-
sar fe.
Entre todas as industrias agrcolas, a faorica-
cao da cerveja e a do alcool recoubeceram re-
Centemente que o poderoso auxilio da aciencia
qoe se applica ao estu.io dos orgaos da fermea-
tafo liaba lama importancia como o proprio
aperfeicoameoto dos procesaos de fabncaco, e
o proveito que estas industrias tiraram deite
estudo, nao em certo sentido, fazenJo-se ab-
straeco ds natureza dos organismos e es ten-
deudo-se a accepeo da palavra lermeotaco'.
taseodo entrar u'eila toda a traosiormagu cr-
mica de determinada materia soo a (ormagao
eveataal de gazea, occasiooada por determ'ua
dos organismos ; a indusUia leiteira, dizemos,
tambem, assim considerada, urna indudtria de
lermeotaco.
Deprebeode ae d'isto que Ibe necessarlo.
tanto como a qualquer ouira industria, por ao
aeu servico urna sci-acia que se entregue la-
vestigaco e estudo dos organismos qae se res-
ciouam com ella, e que espalbe luz sobre os
pbenomeaos que al noje anda nao foram es-
clarecidos.
Para satisfazer esta necassidade, a Sociedade
de Ag'icultn-a tomou na dous annos a resoiu-
co ue favorecer as avestigac&as nactereologi-
cas, creando um lastituto ou antes urna se.:c.u
especial em aeu laatituio de industria Agrcola
Leiteira.
O fim do Or. Weigmaan dar coata dos tra-
oalbos d'esta aec(o, e priuoipia ana conferencia
pela descripeo das diversas pilases da pro Jue-
gan do leite.
Sigamolo n'este quadroassaz instructivo.
Como penetrara os bacterios oo leite ?
Se tiramos o lene de orna vacca sadia, e se to
mamos todas as medidas de precauco, alias
multo difilceis de realisarem-se perfeiiameote, o
leite nao encerra bacterio algum, eatenle
de coaversago llimitada.
Na tranca, as coodicoes as quaes se tira o
lei'.e nao p^rmuiem a acqaidigo de producto
absolutamente puro, pod^ndo-se mes.no affirmar
que, praticamente, a produeco de tal lene na-
possivel.
Os bacterios ao um efleito do leite.
As i:npu--zai que vo ter ao fondo dos vasos
ou da centrifuga demonslram-nos indirectamen-
te qual o numero intitulo de bacterios e fuu-
gos encerrados no leu.- ao sabir < o esiaonlo.
Cinco a seis boras depois de tirado, o leite
soatm, em termo medio, um milbo de gr-
meos por centmetro cableo; os algarlsmoa va
riam de 200.000 a 6 miinoes.
Mesmo mmediaUmeote depnis de tirado com
as maiores precauces, o termo medio por cea
timetro cubiso de 60 a 100 mil, como mostrara
investigares de Kaopf e Escbencb.
Para se dar urna idea do poder de multiplica-
co dos germeos no leite, fez se a seguinle ex-
prieocia :
Bm um litro de leite esterilisado de antemo,
iolroduiu-se urna gotta de leite ordinario, con-
leodo um numero conhecido de gormes ou mi-
crobios e obserou-3e esta mistura: !, tem-
peratura do corpo. Isio a 35 graos ; em urna
adega ; 3.*, em urna caixa de geio. O augmento
produzido foi:
Numero primitivo
oosto que a prlmeira modlfJcafao experimen-
tada pelo leite seja a trau.-formago do assucar
de Inte em acido lctico, e poeto qoe esta ace-
llucagfyeaaaenm grave orejis* ao.com aara,
as nenstaites procuram mo-iaM a par .toew as
soda e do biurooaato de soda
Enprecana-se ta.obem outroj aeetafsetaatas,
mortaes para os bacterios, emuo o oda satto]
uoo, o acido brico, o barax ou.eataMpradec
10*.
A bacterealeaia permute stedar t aofo d'es-
tes meios da preservago sobre- oa-,bacterios e
eis aqu aa concluso? de Ltiuai-sobre este as-
Bumpto.
A sola ou o bicarbonato de soda ni) exereeno
tifl.iencia rep-essiva sobre qnalqeer especie de
bacterios que se tome para esta exoeneocia.
Estes corpoa n> retardan absolotamaute a
coagulaco oo leite, favorecem antes a malupli-
cagao d.is bacterios patnogeuios e dos germeus
das enfermldades, com), por exemplo, o do D-
ctilo do cholera.
A cal, o brax, o acido brico Hcam mala ou
meaos sem acc>> ou eilsi'o.
O acido salicylico acta, verdad", mais en'
s>icament. n.r n. na medida dt* duses q-i po
dem-se empregar, ao ex-tree iofl ict-.u alguuia
soore inulto* oacterios propagado mmio.a tnoi o
a mulo p-:io teb.
Muiio receaiemeate roMmmeadoa se osoaa
e o nyoeroxi lo de dy lrogea-o. m^ios q-i-i sao
compietameate laoffeasivos, e que seriaiu cer.a
m*>nte preferlveis a ootros.
Tal lanbem o ciao do empreo do< saes de
fluor, recememeote reconh-fcidos por Effront
como preservaiivo da acetilicaco, doa ooaes bas-
ta empregar inulto peqaenas doaes, que ao at>-
solntamente inoffeosivas.
Quaaio ao mais, estas materias esto sempre
em curso de experimentar).
No entanto o processo por excedencia o ea
frumento do leite. Tem a, feto congelar o lei-
te, pern a cooge'.igij oll-vce o incoaveo ente
de qae as partes ao leite separadas por este pro
cesso nao ae misturam mis da mes na awueira
que antei.
Outro procesas coosiate em farver o leite.
Este liquido suometudo a coci, e depois
exposio, o mais suatamente possivel, a ama tem-
peratura inulto frii para aue se esfne raoida
mente ; este processo ernnregado na ndastria
le tetra soo O nome de vistor tsacao oa exterili-
sacao.
Este m-tnolo una imliaco do qua Paateur
ioventou para trtamento do viutio.
Oe Tmel foi o primeiro que o applicou ao leite.
Flelssctimano descorr>i q le i temperata'a de 0., omem-se sua ouser-
vacSo por espago de 20 a 48 boras.
Unamalildio de apparelhos tem tido cois-
trada para e realisag > desle o rocas so : basta
citar o refrigeramenio de Oaweoce, oad- Kuboe,
de Hocbmutn, Anlboru, D.e.ks e HMmauu.de
no emiaoto lnsuffi:iea-
para a ujs-.ruigo total
Depois de 3 boras temp. do corpo 23 vezes
. ... na adega 4
Depois de 3 oras temp. do corpo 60
< na adega 6
Depois ue 4 boras temp. do corpo 215 <
na adega 8 >
Depois de 5 boras temp. do corpo 1830
na adega 26
Depois de 6 boras temp. do corpo 3880
< > na adega 435 -
O angeeuto das amostras qne foram mantidas
oo gelo foi insignificante dnraute o meatno lempo.
Estas experiencias demonatram qao prudeo
te o coatume de levar o leite lio rpidamente
quanto seja possivel do estabulo e esfrial-o.
Os bacterios meamos, aioda qoando nao sejam
germens de enfermldades e nao sejam damoi-
nnos para o organismo, pelo menos para o doa
consumidores adolioa, irazem comsigo as conse-
quencias de eua aeco sobre o propno lette e
quanto mais se multiplicara estes oaelerios mais
rpidamente se produzem aa conaeqoencias.
Estas coaseqneaclas exercem ama acgo enr-
gica sobre as partes constitutivas do leite toma-
das urna por urna, e- esta accie difTerente, con-
forme a natureza de cada bacterio.
E' por sso que vemos certos bacterios do as
sacar do Jeito transformarse em acido tactivo ;
outros formam com este assucar do leite um
acido laciivo mais ou meaos misturado com aci
do butyrico on outros cidos gordarosos supe
riores; outros formam alcools, assim como cer-
tos gatea como acido carbnico, bydrogenio,
etc.
Ha, alm disso, bacterios qoe acbam-se cm es-
tado de formar um fermento parecido com o coa-
Ibo, por intermedio do qual a casena pode se-
pa rar-se sem acetitteacio, etc,.
Todas eatas tranaformacoea do leite abandona
do a si mesmo difficoltando-lhe a conservagao,
deve-se procurar antes que todo os malos de
tbtel-At
Lafaidte Lentocb. etc.
Eaiea appa'elnos sio
tes, porque u.io cnogam
dos bacterios.
Esles lia somante eatorpactdos e Uto por-
que a temperatura d 75 graos a qoal foi elevado
c leite apenas inotneotanea.
Lasaras e Kitier d-monstraram qne esta mes-
ma temperatu-a de 75 grios lusuffi-;iente para
todos os bacterios, pelo manos quaudo nio fdr
ai-itjjj durante muio tempo.
Van G- temperatura a 80 graos, a ponto a- tornar este
ril um lene que nao couiiona menos de dez mi
Ities de germena por centmetro cableo.
Assim procedeodo, arrisca-se a commuaicar
ao leite ceno oslo de cosido.
Duclaux eacootrouja esie gosto em um leite
elevado smente 70 grios.
T.t sitaaco parecera pois irremediaval, se
Lazaras e Bitter nao bpuve^SRtn esiabelecido
por saas xpeneacias qne a lemperatara da 70
graos linha manos imoortaaci que a proiooga-
o deata temperatura dorante,certo espago de
lempo.
E', pois, um problema para oa constructores o
ima/iaar um aoparelbo no qoal a estenluac
possa operar-se por urna elev.gio de temperatu
ra prolongada.
Segundo Bitter. bastara maoter o liquido oa
temperatura de 68 groa duran-e quinza oa viat-4
mmutos, para ooter um resultado satisfactorio.
Qaaoto ao rasfriameato subsequente. dee
levar pelo menos a 15 e mesmo a ti ou 10 graos
centgrados.
Outro ui-tno lo de esteriliaar o leite coastste
em operar por rracc&o ; e o metbodo qaa aa em -
prega nos laboratorios.
Aqaecb-se o leite urna primeira ves para ma-
tar os bacterios vivos ; deixa s-i depois repoasar
Si boras para se dar aoa esporos o tempo de
deseovolverem-se ; aonulam-se depois os oovos
bacterios por um aovo aqaecimeoto.
Como uives oovos esporos nao se teobam
anda de^eavoivido, leva-s-4 pela lercera ves o
leite a temperatura conveniente.
Parece que esle o meinodo apresentado por
Dabl ba algum tempo, para conservagao do
lene.
O de Grosswald parece basear-se em urna es-
tenli .acio aperfeicoada.
Consiste em aquecer o leite deslioado a aer
engarrafado cm frascos, a urna temperatura de
80 graos, afi.u de se destruir iodos os bacterios
com excenco doa esporos ; depois, deixa-ae
repoasar o esfriar dorante algumas boras, ele-
vando a 102 ou 103 graos para destruir a seu
turno todo* os ssooros.
Examinemos .agora a que3to da esterilisacSo
do leite sob o pomo de vista byglenico.
Sabemos pelas experiencias ae Bolliager, Bang
e outros, qae o leite das vaccas tuberculosas
capaz de communicar a tuberculose e qae me- -
mo a maut3i|3 a os qtieijos teiioa com esse leite
podem sar infecciosos.
Alem disso, Geaus e Bitter demonstraran! qua
o aquecimeoto do leite a 68 graos, orante viole
mnalos, destroe oa nacllloa da tuberculose e os
outros bculos patbogeieos, porm tal producto
aprsenla o duplo Inconveniente da caresta e do
gosto a cosido.
O emprego do leite da vacca para a alimenta-
gao das creaturas occaslooa frequeotemeole per-
tarbagOes oa digesto e diarrbea, qae coatri-
ha j-n muilo para a mortalidade.
D'aBi vem a necessidade de deatruir-se todos
os germeos paibologicos que produzem quer a
aceufleaco, qaar a fermentagao do leite.
A esta necessidade corresponde a e>tenllsago,
porm com a coodigao de que se produza em
frascos que poeaam 6r levados directamente,
bem lampados, criaoca, e s teobam a quauti-
dade exigida para urna reeigao.
Succede qae na naior parta dos casos descui-
dam-se estas precauces.
O leite tica bem esterilisado nos frascos, po
rm se fr depejado em urna vasilna qualquer
para ae dar s criaogas recebe novos germens e
a eaterilisaco de nada serve.
Esta balaeao do leite para outros vasosltor-
na se agora desnecsearia, por um processo in-
ventado por Soyhler e especialmente applicado
alimenlago das criangas e aos usos domes-
ticos.
Nao tem cutro inconveniente a nao ser o seu
elevado prego.
Consiste em levar os frascos ebeios de leite,
porem nao munidos de lampas, urna primeira
vez i temperatura da agua ferveodo, dorante
vinte minutos, e depois tornar a fazer a mesma
operacao com os frascos arrolados.
A rou-ervago do leite assim preparado pode
ser de muitos dias, de modo que tem-se duran-
te duas ou tres alimentaces para um menino.
A casa Hochainger de Vieona consegua pre
parar o leite baaeando-ae n'este systema.
Paasemos agora ao exame dos defeitoa ou en-
fermldades do leite que foram ba algum tempo
oojecto de investlgacftes bacteriolgicas, que
permiitem affirmar que todas estas enfermida-
des sao de origem microbiana e sao cansadas na
maior parte, por fermentos sob a forma de bac
terios absolutamente determinados.
Entre as enfermldades do leite as quaes se
distingue urna materia colorante, a mais conbe-
cida o leite azul, causada pelo Bculos cya-
nogenos.
Em seguida vem o leite vermeibo, qae pro-
duzido por diversas especies de microbios.
O mais frequente o do pao sangrento ou da
hostia sangrenta, coobecido pelo nome de Mi-
crococcuz prodigiosas.
Huppe descobriu um outro desta especie a que
deaomioou Baeteriam lactis erytrogenns.
Adamets, o illuatre cbimico de Vieona, des-
creveu urna especie de Sarcina qoe colora o
leite de vermeibo pardo.
Conbecemos o Badilas ayoxaothas.
Qoanto ao mala, esles microbios, caja presen-
ca torua o leite impoMifsi de mltr*, ato sao
prejadlciaes a saude e oso penarbam a fabrica-
cio dos p-oductos : porem o leite filiforme e
viscoso nao pude ser descremado ou p-flo meaos
occasiona perdis coaslderavels oa operaedo da
eauremaoio.
Os garmans daste l-'ite como'eben lem um
d/aaie numero dai bacterios ; Scbmlit (de Ua-I
qi-oein) descobriu ao coceas, qae poda g-ifffi
aoliiccas aasucaradas, um substancia vscosa.
Ha 'ppe desbreven tambem coceas qoe traas-
Iiraiam a la:t-)*e 04 um i especia de gomma, a
riscosa, qua Pastear aitribue a outra especie
de microbio.
Euclaux descreveu duas eapeoiea microbio,
das quai-s am. o \choobactnr pmymorpnos
transforma o leite em urna masa* fluida, como
os, da consistencia transparente., que vai se
fasendo cada vez mus clara e atina, torna-se
fluida.
Alm disso, Ll-r esiudou am bacillo que faz
o leite tomar a forma d; ti n na suas carnadas
inferiores e to'na o amargo; Waigmano cun
vcu um coceas qua geratneote tem a forma de
um diplococcus, aneare:e tambem em tongas ea-
deas, e, azatificaado o leite ou tnasmo o coaltio,
lora os vi-cosos.
O corpo viscoso pareca ser, segundo sua con-
sistencia cbimica, um producto da iraaelorma-
go atbamiuoide.
O bacit'o da batata. Bacillus mesentericus
vnlgatus torna tambem o leite viscos,; Sbutz e
Hotz. assim como Van Lear, descreveram oulros
bculos que orodazam o mesm-> effeito.
Piaalmenie, Adamctz descreveu um que tem
esta propriedade e que se encontra frequenie
menta aa agua.
Existem Dicterio" qae podem proluzir infUm-
magOas da lata, o qua foram reconbecidos como
causa frequcUte de viscosldade no leite. o que
explica tornar-se o laite algumas ,veze< filiforme
mesmo ao sabir do ubre da vacca.
A coagula;ao prematura tambem urna en-
fermidade, qua Haappa attnbuiu com razo a
presenga de an_ numero demasiado grande de
bacterios de aci lo buty rico, e Waignaon dea
cobriu nm microbio, que, pela transformado da
ainu nina ou da caserna do leite, produz o amar-
go deste.
Recaaiemeote porem. Has, SQafJer e Bond-
zynslti effectaaram experiencias naceroologicas
e cbimicas, que demoostraram as*cansas das en-
fermldades do lene ligadas s iofiammages do
ubre ou a secregoe- anormaes.
Sabemos tambem. respeilo da fermentagao
do leite, qoe sua causa eocontra-se na oreseuga
da bacterios e de levadura, que podem transfor
mar laciose pala fermenia(o de uma quanti-
lade coosi eravei de acido carbnico.
A esta categora psrleacem os grana da kafir
com o auxilio dos ques se obteco o kafir h um
organismo anlogo o qua erapregou VVeig
mana para a produego ao sea leite eapujjoso.
qae de grande conservagao.
Vej.moa agora n qoe nos ensina a bactareolo
gia a respailo da fabrtcagao da tn*nteiga e do
qa^ljo.
A maateiga fabrica se. quer com crema doce
e com crne azedo, que- directameota com <-r-
ma azedo. Para aa fazer mantxiga com crea-,
evidente que a descrezca) do lene a pri-
meira operacao oacessana.
Bata deacremago tem lugar, qaer deixando-
se o leite repousar e sabir o crale, quer por
meio de apoarelboa centrfugos.
Examinndose oa procesaos da desc.-emagSo
son o ponto de vista bacteriolgico, fcil ,ul-
gar que, deixaado-se repousar o leite ouram
um tempo mais ou menos longo, principalmente
se nio est em lugar muito fri, o augmento, ou
antes, a multiplicado doa microoios toma pro-
porebes immeaaas.
Alm disso, os vasos onda se eacootra o leite
destinado a dsseremacio receoem todos os ger-
meaa do ar, em cada sopro do vento, em cada
movimenlo que ae Ibes faz experi neniar pelas
operaeftes qae se pratica.
A operagao da descremagio palas ceatrifag^s I
faz-8) to rpidamente qae parece i primeira
vista excluir a possibidada de um augmaalo seno
de bacterios:
A este respeilo a experiencia aprsenla urna
verdadeira surpreza, u aa estupefacfo real, por
qoe o resaltado ateiramente opposto ao qae
se saope, segundo as appareacias e probaoili-
dades.
Oa microbios multiplicam-ae tanto ou talvez
mais.
E' que o leite, antes do tratamento peloa ap
parelnos ceatrifugos e durante elle, lavado a
urna temperatura extraordinariamente favoraval
para o deseavolvimeato e propagalo dos mi-
crobios; alm d'lsso. o ar neoetra aos apoare-
lboa, levaedo com elle Jos germana que mantem
em suspeosao.
&' esta exactamente a carnada de crne que
recebe directamente, oa bacterios, porque, nae
ceatrifugas, Dreclso que o ar alravesse as ca-
ma las de crme, e. poia, a materia graxa da
maateiga tica exposta a maiores allaraOea que o
proprio leite.
S quanto seja possivel a deacremago ao ae bater
o crne uoce.
A maotega destinada exportaco deve ser
exclusivamente fabricada com crema levemente
asedo.
Quanto ao mtia, a preparaco da maotega com
crme doce seria um processo tanto cu mesmo
mais racional qae o do crema azedo, com o lim
de evitar as alieracOes da parte gorda pela mu
tiphcago on produego de oovos microbios.
Weigmaon e Storcb, de Copeobague, fizeram
aufficientes culturas para demonstrar que, jor
culturas de determioadoa e bem escolhidos bac-
terias, pode se produzir maateiga tina com er
me tino.
Assim se etiega i prodacc&o de maateiga de
conserva e de grande bomogeneidade. factores
importantes para o coaroerco de maoteigas.
Esta bomogeneidade aprsenla cenar difficat-
dades em um> poca em que a alimentago da
vacca ta diversa, to propensa e produzir Ibe
penurbagoes na digesto, como a da preobez.
Para coociuir, vamos dizer algomas palavras
realivameate s applicacSes da bactereologia ao
queijo.
O cbimico francs Duclaux foi o primeiro que
effectuou investigag&ea bactereologicas sobre o
queijo curado de Cantal, rec^lbeodo desse quai-
jo bacterios cultivados; a elle qae aa deve a
descoberta do fermento gerado por algaa3 del
les, proprio para a matorago do queijo, fermen-
to qae deaominoa caseosa.
Esta fermento occasiona a dissoluco e por
conseguate a traosformaco da massa caseasa,
tornando utilisavel eata massa qae, em estado
bruto nao comestivel.
Adaoeiz fez studoa anlogos e maia profun-
dos, segundo Wigmann, sobre o Emmentbal e
o queijo ordinario da Sulsaa.
Suas experiencias foram coocludeotea sob o
ponto de vista da iafldencia de urna materia de-
strutiva dos bacterios sobre a maturago dos
queijos, por coja ncorporag&o aa massa do
queijo freeco ebega a demoastrar que a madu-
rez-dos queijos smenle obra nica destes pe-
queos organismos.
Os algarismos encontrados por Adametz e von
Frendenreicb fizeram ver quo extraordinaria-
mente seo numero no queijo que amadurece e
quanto mais i medida que a madurez aug-
meota.
Esta massa fresca contm, segundo Admeiz,
9.000 a 140.000 germens; segundo von Frena
denreicb 1,800.000 germens em orna gramma.
Admets encoutrou 850. no Emmentbal e 5 mi-
mos e meio na casca do queijo do paiz.
Adametz, aomo Duclaux, acbou que principal-
mente o Emmantbal conten urna especie bem
dlatincta de bacterio, que, mesmo na cultura de
gelatina, eiala nm aroma agradavel de queijo.
Adametz fez esta oteressante obsemeo :
a carnada ou casca que forma o rebordo dos
queijos e que principia a mostrar se nos queijos
um pou:o patridoa, forma-se quando o ar
pode penetrar oa massa do queijo peaetrando
de fra para dentro.
monst'a que nata cali ara ter* xito tambem para
o queijo. Alm d'i'so, esse processo passoo ji
em alguus casos i prauca.
Wei go. ji falto do pao qaeote para para provocar do
Roquefort a formzgio de certos mofos.
Es as obaervagoes nos dio a esperanca de po*
der conseguir, com o auxilio de cultoras exclu-
sivas de microbios, comoater todas aa eofermi-
da les do leite, da maoteiga on do queijo.
Na que concerne a este ultimo producto, nio
esti exposto somonte a incbar-sa como tambem
a toraar-ce negro, eoferojidile qae parece de-
vida, assim coeno o podre de algomas parles in-
teriores, a presenga de canos fungos.
En somma, os progressos da scieocla bacte-
reolugica sao rpidos.
Baseam-se sobre principios verificados e con-
stantes.
Oa se-vigos qua pode prestar na pratica lei
tetra nao sao para aesprezar-se.
Nao decorreri multo tempo, talvez, sem qoe
vejamos a venia Ae microoios ou bacterios en-
trar ao dominio co commercio ordioa'io.
Esies agentes, to paqueos por suas dimen-
ses, to persistentes por sua efficacia, lo De-
ngosos oa uteis segando os meios, eahiro dos
tubea dos laboratorios para entrarem dos boc-
ces dos commercianies de coalbo ou corantes.
Entrevemos a f.pocba em que o fazendeiro pe-
dir raicroolos de acetiheagao, o esporo da ma-
torago do queio, do; grande Wsy. ou da ca-
seasa, o germen qae faz iocbar ou > que mata os
microoios corantes ; alm disso rreio, qoe se
cbeg soz aromas, segundo o gosto dos consummido-
res ou as necessidades da fabricago.
Uaoter-sc-bo pbarmacias especiaes de todos
estes producios, a satisfago de que oa venenos
que abi se comprem sero contra-venenos.
P. D PR-COLLOT.
REVISTA DIARIA
Neaado de PernambucoEITactou se
houtem a 6! aesso sob a preatdeaca do Sr.
Dr. Ermirio Cesar Cootinno.
A' bora legil feita a cbamada, verificando se
estarem prsenles os Srs. .
Aristarcno Lopes, Luna Freir, S Pereira
Piobo Borgas. Piretii, Velloso, Gongalves Per-
elra. Ermirio^Coanobo, Barros de Lacerda, e Ma-
laquias.
O Sr. Presidente declara aberta a sea.o.
E' lid?, sendo apo'ovada aem debate, & acta da
sessao antecedente.
Nao ba expediente para ser lido pelo 1.- e J.-
Sec reanos.
Nao nave 11 j quem queira utililiaar-se da pi-
lavra na primeira ora da sessao, passa se i or-
dem do dia.
Annucia-se a 2.' discoaao no parecer o. 67
deste anno, adoptando a resolugao iniciada na
camaia doa deputados pelo projecto n. 17, e
tambem deste anuo, orgando en 3.7IO:90l a despeza e a recelta do Estado para o aono de
189'..
Suometlo a discusso o art i." appro-
vado depois de orarem os Sr?. Arisibarcbo Lopes,
duas ve-/,-..-, Malaquias e Velloso, com urna emen-
da da 3.* commisJo soo n. i, sendo regeitada
outra soore u. 1 do Sr Ari8tarcbo Lopes.
Sem debate sao approvados as arts. 2. e 3.*.
e3te com urna emenda da commsso, soo n. 3."
0 arl. i. approvaio com urna emeada da
commsso, n. i ten do orado o S*. Vtiloso ; o
o. aporovado tambem depois de oraren os
Srs. Ansiarcbo Lopes e Ualaquias, com outra
emenda da commsso, o. 5 sendo regeitada
urna de n. 6, do Sr. Arlstarcbo Lopes.
Oa ciernis artigoa 16 a 23 sao approrados sem
debate, approvsda ao art. i ama emeada da
commsso, n. 7.
Passou-se a 3.* discusso sendo dispensada do
intersticio a requerimeoio do Sr. jlalaquias.
Aonuncia-se a 2.' di'cusso do parecer n. 69
da 3.a commiso, adoptando com subsiituiges
do art. 1 a resologo iniciada oa cmara dos
depmados palo projecto n. 28 deste aaoo forca
publica.
Approvado o parecer sem debate, sao tambem
sem debate approvados os ariigoa 2 aa da reco-
lu.-li, qaa passa i 3.a discusso.
O Sr. Malaqaias requer e bbiem dispensa do
intersticio.
Dada a bora o Sr. presidente levanta a sessao
designando a seguale- ordem da da : continua-
gio da antecedeate, trabaibos de commias6aa e
3.a diacasso dos pareceres n. 67 e 69.
Raproduzmos, em seguida, por ter sido
bontem puolicado com ioetactidCes, o seguinte:
Decreto n. 3
0 Senado do Estado de Pemamboco. decreta :
Additlvr ao Regiment Interno
Art. 1.* Se por qualquer motivo se derem tan-
tas vagas no Sena le qua nao restem Senadores,
em numero suficiente para deliberar, o reconbe-
ciaento dos poderes doa qae foram novamente
eleitos ser feito pelos que restarem, at que si
complete aquelle oumero.
Dabi em dlante prevalecer o diaoosto no final
do art. 6.* do Regiment Interno do Senado.
Art. 2." Revogam-ae as disposgSes em con-
trario.
SdDado do Estado de Peroambaco, 21 de
Jalbo de 1893.Dr. Ermtro Cezar Coutinho, Vl-
ce Preaidente. Or. Malaquiaa Antonio Gonfial
ves. i. Secretario ioterlao.Jos Aaioaio de
Pialo Borges, 2." Secretarlo.
Cantara doa DeputadoeDeixou bon-
tem de baver sessao por terem com jareado so-
mente 6 Srs. depatados.
O Sr. l'secretario deu;conta do seguinte ex-
pediente :
flicio do Ia secretario do Senado, devolvendo
a cmara com em-ndas a resolugao nesta inicia-
da pelo projecto n. 46 de 1892.A' commiaso
de legislacSo.
Em seguida o Sr. presidente disaolveu a rea-
aio, sendo eata presidida pelo Sr. Moreira Al-
V8.
Impedindo-ae a Introducgo do ar, por exem
po, com am vernis de parattua, essa carnada
superficial nao se produz pelos bacterios qae tm
a propriedade de separar a caseasa, e qae, In-
felizmente, so podem viver pela introdueco
do ar.
WeigmaoQ cootirmoa estas descobertas por
saas proprias experiencias.
Isoiou este fermento, iocorporou-o em queijos
e obieve matu.-ages mais rpidas e unlformea.
Presentemente verosmil que a inQuoncia
exercida sobre o futuro da caseificacio consist
ri em criar bacterios, que poaauam certas qua
lidadea; em mistural oa aos queijos oa caracte-
res qae queramos traosmitiir-lb.es.
O exemplo da aceucsao de crme nos de-
Trllboe Irtanu de OllndaPor S.
Exce. o Sr. Governadnrdo Estado foi definitiva-
mente reaolvida, com a seguate portara, a
questo do privilegio do3 Trilbos Urbanos do
Recife Olioda e Beberibe;
5' SeccaoPalacio do Governo do Estado de
Pernambuco, 21 de Julho de 1893.
O Governador do Estado :
Codsiderando qaa, Dor forca da le n. 1793,
de 23 da Margo de 1889 art. 1\ o praao do pn-
vilog o conbedido Ciimpanbia Trilbos UrDaaos
do Recife a Olinda e Beberibe deve ser cornado
da data da ioaugurace da Etar,a) do Carmo,
em Olinda;
Cnaaileraado que, do relatorio apresentado
cm 29 de Janeiro de 1872. pela D rectora Geral
das Obras Publicas, verifica-se ter sido inaugu-
rada, em 10 de Dezembro de 1871, a estaco
terminal ao pateo do Carmo ;
Considerando que, do relatorio do eogenbi-
ro Fiscal d' essa ferro va, em 1877, v-se que :
A Estaro do Carmo substitue urna pequea e
impropria estago de madeira e para ella est
sendo radicalmente transformado o amigo
' qua".,-i ij j : a empresa comprou embasta
publica, sendo que ambas (a do Carmo e a
de Beberibe ) ficam melbor situadas que as
outras qoe devem desagparecer em breve.
Considerando portanto, que a actual est-
cao do Carmo nao seno um aperfeigoameato
d que foi entregue ao servigo, com a naagura-
co do trafego em toda a haba, eo 1871, ambas
situadas no paeo do Carmo, embora em pontos
diversos, nao importando que o'esse tempo fosse
constituida por um pequeo edificio.de madeira,
tosco e acanbado ; nem que por isao tivesse a
empresa, por forca da exigencia de um trafego
sempre crescente, de substituil-a por mais solida
e elegante coostrocgo ;
Considerando que semelbante melborameoto
nao di dimito a contar-se como data da ioauga-
ragao da estadio o dia em q e foi abandonado o
aotigo casebre pelo|espacoao quartel transforma
do em eatacio,
i Considerando maia que, ainda quando fosse
urna simples plata-forma com ligeira coberta de
ziuco o ponto em que no termino da linha, en-
tregue ao trafego em 1871, tivessem de saltar os
pasaageiros, nenbana razio justificara a disiinc-
co que te pretende fazer, desde que apezar de
lal imperfeco, comegou de emto a empreza a
auferir lacros pelo transporte' de cargas e de
passageiros to bem como se melbor fosse o
edificio destinado eataco;
Considerando, finalmente, que nenhuma pro-
cedencia tem. portanto, as allegacOes casusticas
com as quaes ee pretende contar o praso do pre-
vllegio a datar da sabatltuifio, em 1877, de nm
mo por um bom edificio;
Resote maater o despacho da 8 d Juino



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4torio 4e Bewwariwieo O-wtogo *8 ik MtiK>-^ <4S93
de 1891, qoe conslderoo defloltWamenle iermi-
mioju, euj 10 de Desembro do mesmo anno,
o previlegio da Citada empresa, e declarar que
cessararn desde essa data, todas a) obriKacoes
ooD*iantea do cootn.oto de 22 de Ju.ho de 1868.
Akxandre Jos Birbosa Lmi.
Uratlllraco le atona ervIcoa-Por
acto de 21 do correle, o Kxro.iSr. tfoveroador do
Estado conceden a professora O. lia-ia Marcio-
nilla Pereira Lima a ttratiflcaco de bous serv coa
de que trata o art. 12S do Regolameato de 18 de
Janeiro de 1888, visto cootar mais de 25 aanos
de effactivo exereicio antea de ter sido oeclarada
em dispooibilidade.
Os miniare na poiuica Com reh-
co ao projecio apresentado pelo general Soln
no intoi'.o de atlastar a classe militar da poltica,
o mesmo eeoeral dirigi a seguiste caria ao Sr.
taoeoie Francisco Cabral da Silveira. que ola
eaviou afi'ja d- ser paDiicada:
R.) de Jaoeiro, l* de Jalno de 1893.Illoa-
tre '-amarada |e Sr. teoeote Francisco Cabral na
Silv-i-a Em reSBOsU a vossa aoreciavel caria
de 5 do crreme, eaviaodo me ama meosagem
de con^rjiuiagaj pela iniciativa qne >oonei j
C)n cem o patritico Um de libertar a clwse militar
dos comoromrssos polticos qoe tantos males
HiD a eila acarretade, mensagem essa. snbs;n-
pa po- 28 de nosaos disiiutissimos companbei
ros residentes nes-a gnaniio ; tenho a boura
de agradece^ as benvolas expresses com qoe
me disiinguiram pe'o peqneno servido qoe sop-
ponno ter prestado a nossa classe, sendo apenas,
p-rante o Gjngresso portador de umi pretengao
externaoa pea maiona de oossos camaraias,
em quasi todas as corporaces militares, felict-
laoJo me por ter lambem sabido interpreur o<
boas eentimenios ra n a elevago do nivel moral da ciasse que por tnisato as garantas de ordem no sentido
geral.
Aoroveito a apportmidaie para apresentar
vos e aos nossos llusi-es camaradas n *sa uar
oio os votos da mais alta estima e consider-
cSu de que o :em a nonra'.de suoscrever Be.De
indos .camaradas, admirador e obrigadissimo
Frederico Soln Sampiw Ribeiro, general de bri-
gada .
Telegramma* de LondlrePelo dig-
no Sr. H. ) W.-i-t, digaisiino Saperia^n .'ente
na Soum amertcaa Cob'.H &>mpany. Limited,
tomos obsequiados com o-i segoiotes iateresaao
tes lelegrammas, fineza que multo agrdese-
mns :
Londus 12 >ia Jolbo, s 10 oras e 35 mino
tjs H4 r 111 < i "..
E mo* de '-arvao. envoiveaao p^uco mais on rae
nos 250:000 mmei'oa.
O t.II do Home-Role fot approvado em
2* disesssao.
Trezeatos Slatabelles ataearam Mathonai,
perto do forte .Victoria, endo repelluos pela
comoar.bia da polica, com perda de cerca de
30 noratos.
K' 6ea provevel qae us Maiabelle." e?m o
qne faaer
Os francezc's raanraram um ultimtum
ao governo de SiSo, ex.gino Desato ue loua a
margeno esquarJa do rio Uekooe; bem assim
orna indemoiaaeao oara toos os ferimentos (ei-
tia em subditos trnceles ; sendo quo.no eso j
de recosa, bloqueiaro aokoa.
tendo eoa disposic&o ama forja d cavaliaru
e oot-a do corpopolicial.
Objecin aeprebenaid* Eitao de-
positajos oa questura policial, para serem eotre-
gues a quero oa reclamar, duas imagena da
ConceicSo e em chapeo de fdlto.
L'atau Comnaerelal Esta assoelacabof-
ferece boje aos seos socios e convidados um re-
creio duplo, musical, aob a direccio dos S's.
Joio Barbosa Costa e D. Mana IiaDel Pmentel.
A fe^ta proaietie ser mao aprazivel, a jalgar
pelas anteriores .e palos esforcos dos reeridos
directores.
Club Hait)* Lima-----A banda deata
clob Heve sabir boje a passeio, pelas 4 aors da
tarde.
D. Pedro de AlcntaraFunciona b>
]e esta sociedade liueraria, s 10 e meia boraa
da uanba.
Beclamaeo Rebebemos on esemp'ar
impresso cjuleo'in a pe'.igo, qne, -o Exm. Sr.
eovernador do E-ta Jo, cinglo o Sr. Dr. Joao
Francisco Teixelra, reclamando contra o desoa
cbo dado a outra pet gao em que, no carcter de
2- p'ocurador dos feuos da fazeoda do Etado,
solicitara aquelle doctor a saa aposeniadoria.
Agradecemos o mimo.
Estrada le Ferro Central de Per
nambuco Infoimar*m-nos que, bontem, os
operarios e empregados dessa ferro va deciara-
ram-se em grve, cnegaodo a vas de fado, pois
que imoeoiram o anlamento regalar d> trafego
respectivo
Como d&o podemos verificar a exaclidao da
noticia, ^em a laiunde da gice, damos sob re-
serva a mesma noticia, esperando sermos me-
Ibor infrmalos pelo digno Sr. Dr. director das-
fe da ref-r;da es'rada de furro.
O Imperador no exilio Assim imito
la-e uiua nova pro iu \ j da penna de Affon o
Celso, u auior dos Vultos e facios e MioOa
Blia .
A presente obra ccntem-?e n'nm volme de
oi'.enta paginas a pr.morosamente impreeso e
brocbado,
Aioda nao a lemos. mas fijemos a idea de
qne esiej i na altura do noue de seu autor, qas
solcenle para recommendal-a.
Ao- Sr. Ramiro M. Co-ti & C. somos gratos
ao exemolar com que no< mimle ram.
A' Cumpanhia Becife Dr crev.m ua :
lms. S'S- redactore.i ds Piano d Pernim-
buco peuimoa a V. S. a pablicagao da* segn.otes
iludas com vistas a digna Cumpanbia Recite
Draynage.
Tendo nm dos inqnilinos da casa do paieo
da S. fedro ti. 18, redamado dessa companhia
para ser concertado o cano o'agaa da lavagem
da baca oo respectivo apparelno, pedido este
feno ja por t.-es vezes, teeid ido l os trabalhi-
dotws da alludida compatinta e nadi teem po-
do f .zr at a data pre8jrit.
E' para lamentar qoe icio se d com prfja'z)
do inqailiui.-.
H atiiarniot t Tlradenlea-E" con-
cebido nos S'-guintes ierraos o i^.t^io que aa
c.o-:-a o poder executiv a abrir concurrencia
publica oaraaereccao de um monumento a T:1
radenies:
O vice-presidente da Repblica dos Ertado*
O trios do IJrazi!:
F:igi sabjr que-) Congresio N-icional decreta
e eu sanceiooo aseguinte resolngac
dios de Aojo Lima, soli*iro, residentes na
fregoena de Sanio Aoioaio
Primeiros proclamas
Mano)) Sonto de Araujo, com Mara de J-sus
Frrelra, aolteiroa, elle residente oa (regoeaia
de S. Josa, ella residente na fregoezia da boa-
Vista.
Manoel Francis-.o de Mello, com Aenida Mara
de I-sos, solteiros, residentes na fregnezii de
A rogados.
aaopeeaorla do dlatrlcto aaart-
tioaoRecife, 2' de Jaibo ue 1893.
Boletim meteorolgico
Horas Tena, eenti- Barmetro Tensao do
rodo
6 m. 21/9
9 > S3.*6
il > 22,8
3 t. J3.-6
6 13 2
nso do flumi
vapor dad'
18,61 89
17.99 81
17.80 87
17.9 81
18 89 8)
Ar. I Fi.a o bodHr exerotivo ao'-o-isado a
Londres 22 ds Jn'.no 5 11 boraa e lo minutos at)r;r ei,nc>rrenc,a pooiica para nm orois'-ia de
da unnna. ou'uumjnto & m^moiia do iramoal precursor
. No exercicio de ro para o .Qwna Pnce. e m,.t dd aepur-.iica no B'.zil-alferes Jo-
(P-emio da Ramba) em Bislr-y. us DJ-salhas de ljm j ^ da SUv1 Xaviero Tiradeotes.
praiae bro"zeforam (anuas peloa btotxs oer- A-. 2. O monumento era e.-iiiiio no local
teneentes ao f corpo do voijatano- e Liver- ,Q 6upp,lcl0.
Pco1- _. n i-i. 3o Se-So concelidcs premio1 aos non
-Reber.toao Cha-era Moruna emS. P -( mihotei prce"0'em desecho: i- '.3 00'500
tersoorKo. OQ'Je na quarta-feira miima deram- ;0 prime!ro e Je 7:OD0O >0 ao segundo CUssi-
se 4 ca i! i fjcaGu
. Na corridl do .Liv^pool CuF,^onon o Art- v. Fi:ara revoeadas as dieposicOei em
1 premio o cavallo Ltmonian, da Cjr"|r'1 cont ari
Rorto's ; ebegan :o e.n 2" lugar o cavallo Bu- | Capili!|" p^.i.,rAi. <;? rte Jalho de 1S93. 5." da
by Pirk e em 3o o cavallo P.ox N sil.
S. '1. o imperador tta Alien
il.
jperador iia Allemaoba deve
ebegir a Inglaterra na prxima semana, ali.u de
ajsis'.ir a Ryde Regilx.
Cuiup.milii -. dossaa BaaCoa-Ante-ho*-
t-m 'o: rei'rt-sea'.aaa a opereta burlesca A grao
doqoexa de Gerobstein, em i actos, verso de
Eduardo Garrido e mvsica de iremoacb.
U deaempeobo agradou ge-alaeite.
A msica tem ce.-to valor, n pea que a or-
Cnestra nem sempre se mostrn easaiada. .
A Sra. Pepa foi-se de ama corr.-ccao admira-
vel no seu paoel de doquea, o p-int:ipa| da pe-
ta, e por isto nJo ine oram regaiealos os mais
frenticos applausos.
s ciernis artista-, salvo ligeiroa secOfs noa
casos, sanram-ae regularmente, notand^-ae o
r. Cordoso qu foi um eneral mesmo a= di
ranas.
Iocontestavelxante a peca agr ion mno.
Alfaadega As^umio boutem o Sr. D*.
A'exiolre de Souza Perei.a do Carmo o exer.'f-
co do cargo de inspector da Alfaodega, para o
qaal fora altimamente nomeado.
ao elirar-se o Sr. Barao de Souza Lea) do
ediricio da Alfaodega, reparticSo de que fra
GDfd por e*paco Je cerca de tres annos, acom
panUbram-n'o at a ca3a de sua residencia, no
Maoguinbo, mullos dos emp*egados da mesma
raparucao, que Ibe qnizeram lesteinnnnar o
aprego em que o tem.
No edifiio da Alfandega, dorante a pos3e do
novo inapecior, tocn a oania do corpo poli-
cial.
Theatro Santa IsabelE'boje que tem
logar o espectculo a que em vinade ij regala-
menio de 28 de Fe>ereiro de 1891 obngada s
dar toda compaobia que trabalria no tbeatro San-
ta Isabel.
Honrado com a preaenfii do Exm. Dr. gover
Repblica.Floriano Peixolo Fernando Lobo.
Tribuna! do Jury -Fjncciooou honiem
estf T-'u;al com a preoenca de 28 joize de
fado, presidiado lessao o I Segismundo
Antonio Goocilvfs. joi-. de direito do 2.- dis-
trlCtO.
Foi subtnettiilo a juleamentc o reo J/5o Case
miro da Silva, prona calo as penas do art.
320 1 do CoT. Penal, porque em 6 de Seteru-
uro j 1892, tirou para si contra a vontjde de
s-u deno, do 2.; au'*tr do predio n. !7 a rna
do olrqiez deOlinia, om parde botinas, um
palito; c um ch'peo pertencintes a Irineo Ccr-
rei de Melio.
(a O-)
r60-31
760-81
76I-.44
759* 3L
759-,39
Temperatura mtntaia 9t.*i>0.
Temperatara mxima 16.-25.
Evaporaban Si em oras ao so 5,rr 4, a sombra
t.fnllHf.
Cbnva 6,m0,m.
ireccao ao vento VE e SE allernados de
me'a ooiie i* S b. e 40 m. da manb ; ESE
com interroprea de SE al 10 t\. ej m. ; E
ai 12 b. da manba ; SE ai 0 h; 20 m. da
t-rde ; SSW com nterrupgoes deS SW al 4
b. e 49 m.; SE com interropc&es de ESE e SSE
at 9 b. e 46 m. ; SE e ESE alternados at rn-ia
ooite.
Velocidade media do vento 7m,i3 por se-
gando.
Nebnlosidade media 0.89.
Boletim ao porto
freo-mar on Das Horas Altura
baixa-mar
P. M. 21 de Jalho 10-45 da m. 1.-8S
B. M. 21 de 4-55 da t. 0,-75
beaisiee Edectnar-se bao os seieaintes .
Hegnnda fera :
Pelo ; gente Pinto, no Caes do Ramo;, s 11
boraa da manbi, de u u lote de algodao avariado
e queimado.
Tr-rcra fera :
Peio agente Oveira, na rja D. Vital n. 70. s
II horas, da tavenia existente no devino predio.
lamas (asearea Sero celebra..,-. .
Segantia-feira :
Na matriz da Boa-Vista, s 8 horas da manha.
cela alma do coxmeodador Mauoel Honorio de
Barros.
fla mesma matriz e s mesaras horas, pela
alma de Luiz Joe Anta es.
Na igreja do Espirito S;-n'o, s S horas da
manb. pela alma di Miguel P'res Brando.
Na igreje do Livramento, Ss 7 e 1|2 bo-as da
manh, pela alma de Jocqoim Fraucnco ,ol
ares.
Terga fera :
Na matriz da Roa-Vista, s 8 hora:- da manha,
pe i alma de Jos Ildefonso Barbosa de Mi-
randa.
Ni igreja da Madre de D;u?, s 6 horas da
ni h, pela alma de Izi lio Jusc de Cintra.
axaaseiroia anegados do noria no vi-
por nacional Maoos :
Manoel da Costa Rarroa, D". Mlenel de Souza
e fu-i senhora, Joo C. da Silvetra, "hcHco i?.
da Roch?, Joao de Almeida Pies, Candi lo de
A-uiac M-ilo, Maria do Carmo, Luiz Jola, Carlos
Jos Lop?s, Dr. .Estevo Paes Jarreto, Jaauano
Ma-ciao, Pascboal Marciano, Marcilio ''arvalno.
Antonu Jos Corae.iro, Alexindre X meues,
R-ymundo Bezerra. Rayiiando da Silva, 16 pra-
Can, 1 trnlber e 1 tluo, Tliom-z Sattigate, M
oofi que. Dauiel treiff, Olympio Jos C'rvalno, Ao
ionio M- de Oliveira. Octavia o T la RofiOa,
Pedro A. Gjsmo, Octavio C. Novaos, Jo^ Jo-i-
qmm dos Santos .~aa senhora e 2 8lhn*, Alexan-
ore de Fariaa Godiobn, Feliciana. A. Mureira e t
criada, Manoel F. Raoello, 3 criados e Jja M.
aa Silva.
Chegados do sul no vapor nacional B~a-
zil. :
A. Conha L'ma e 4 pe moas do saa familia, Dr.
Alvaro T. S. I ..basfaby, Jo-fjjim Lopes de Arau-
jo, Dr. Bruto
Vai e 1 irmao
llo*, Antonio S.! J. de Alencar, Bartnoloneu
Cuianna. Amonio Joiqoira de A'meida, Manoel
Azevedo e Dmiel Me-ieiros, Manoel Ab-aiiio,
Souza Cotritn, Francisco Laostan, irma Virgi-
ginia e 1 companbeira, Dr. Fernandes Barro* e
1 lha. Dr. Aquilino Porto, 1 marinheiros naci
naes, Sergio Loreto. Rosa de Mello Loreto. losa
diCooceieo Romano -1 1 filno, Jrqoim Larao-
geira. Lnig Tjgnorelle. Aisostinho Francisco,
Luig Luize Agostine Gaippe, Sie smundo Ka-
mk, B-uao Matbea, Siobori iba M. Pereira, Ar-
..UddhilUJ, JO T^JlLiJ LO(JC3 '"C rtiau-
0 Pastos e ua seanora, Gibr'ella
), T S. Sausen su- sentiora e 3 ti
ram sob a naasaa'vistas, alora de todo,
caeios do eonstipaciaa.
(Pelo menos posso aaaegnrar qae qnaai
todos oa moaa ooahcoido, andana conati-
pados e mandando ao diabo easa teropo
de ama fga em que vive o mando inteiro
oheio de am aborrecimento permanente).
Aqoi o mea inseparare! vistnbo da di
reita oa noite do beneficio da Pepa, apan
boa ama oonstipacSo enortnissima e de la
par c trm andado (segando dn-me elle
proprio) emcaiporad88 mo com tado qae o
cerca.
a proposito... anda ha pouco o ho
mem estove oommigo em cata, e qaaai
zangado commigo, inorepindo-me de indis-
creto oorqua costamo coatar s leitoraa aa
snaa fraqaezas, como elle gosta de expres-
sar-ae.
Mas qne qaerem ? eu mesmo j disse a
elle que fallo c'eiie porque o aun origi-
nal e p' r jue em summa gosto d'e'le, so
bretudo porque 6 um viainho bono, inoffen
sivo, pacato, a si tem tl^um deleito o de
tagarellar muito, o que alias (em intuico
de offender) cestume de todas aa mulhe-
res.
O que verdade qae a semana dea
panno para as mangas aos talladores.
Es8s que andSo a espreita de alguno
escandaloainho ou de algum d'esses factos
que dio para agucarem-lhes a enriosdada,
tem estado aos pul os por te reno com qne
dar liogaa O que taaer.
Os factos do Kio Grande do Sol, al lia Jos
a outros boatos, inverosimeis nns e tolos
ontros, teem dado occupagSoaos tagarellas
dos bonds, das esquinas e dos cafs.
Verdade que este nm habito bem
innocente e de que eu proprio nSo m.i jul-
go de todo livre, a menos que n2o techa
urna occopayTo mais seria a tratar.
Em mmma isto um divertime.uto como
qualquer cutro de que B'- serve o povo
para pass^r algumss horas ma s ligeiraa,
a'eata peaada existencia em que a mono
tori1 a nota dominant9 para aquell a que
nem aempra poiem frequectar as alrai
rodas.
Ne8t ponto de vista a semana es-
tovo. .. cheia.
3 Tnaatro Santa Isabel ainda con.inua
a foraocer assuropto para outra roda.
A Pepa com o sua incompxravel grar;a
a ountar a cangao da primavera ; o Car-
val ho, irurjagavel Lucas, com sua ini-
mitavel verve ; a Adelina com toda a sua
pose da artista conscensiosa; o S nt'Anna
coa sua voz meiliua nr miss Ha'yt; o
Fefeira com seu todo bocashSo e engra
cado; tana s5o oa pontos da cooveraajito
pel'-s R-feicoes Go.ns, entro a rapazaadi
dedos
darba de ooro ao mesmo jockey offerecida
pelo Turf Olab.
Ao desempenba- esta misslo, o S:. Dr.
prefeito dirigi f-o jookey Hess palavraa
o'e animaoao.
Foi tambera Bandada a Franr>, all re-
presentada pela commissao do Club 14
Ja llet.
Por ocoasilo do lunch cfferocido aoa
convidados foram ainda trocadoa muitoa
brindes, entre os quaes Franca, ao
Braad e aos ebefes deBtaa dnas na(3os,
amibas.
O psvilhlo central achava Be vistosa
mente ornamentado, destacndose a bo-
rieira francesa, em que se v a urna corda
de louroa, da qaa! pendiaz fitas daa cores
da Franja.
iviEMORUL
\lfaiataria
I Crrela i: C. teem om
permanente, completo e Tarja-
do sortlmeato do fszendas fi
as e de apurado goto. Eipe-
elaes fazendas para smouking.
cazacas e sobretndos.
45 itUA BABA') Dv VICTRU 45
(anllca tna Ma>va )
do bom tona que co>tum dar ^doia
da prosa all.
em eontesta^o
Chapeluria Rapbaal
m aiore ais moderno sortimento tem de :
Chapeos de todas as qaal Capolas de seda, palba e llores.
Toncas e chapeos pbantasia para creaocas.
G>-avata8, floe8, plumas e passaros.
Aigredes phaniasia para perneados.
Gazes e veos de indas as cor-s. etc., etc., etc.
2Ra do Baran ra Victoria2
Cha especial
Marca Bu 11 D"g
O cb especial, que recebe ;inen;almente
Razar a B:-Visu a ra da impersfiz n. 88
o melhor que veno aa mercado, e, venCe-se
4.500 a libra.
raWJCMjfg A I'HMIII
Pergunta que nao offende
Pergnnta-se ao 1-vares corcertador de
instrumentos o qre teito da herao9 de
Joaquim Oaodido pois ha tres annOB que
et o mesmo Sr. da posse dos beos, us.i-
frundo-os ou beneficiando nns e prejudi-
cando cuto?, e sempre allegando falta de
maics para andamento daa parthas o que
nao exacto, desde que foi o mesmo Sr.
o a~ramatQte do um dos bens que foi a
p-'-K,11. para pagamento de despesas do
neiiDO inventario, a aerases que al^uem
lhe offereceu quantia eufficiente para com
urgencia liqailai'-se tudo fim de corrprar
Ante honteoo to levada a acona a Grani um dos predios pelo qua! ji ftz boi of-
ferta, o qua n3o foi aceito, a isso denota
tao fomenta que o tal Sr. Tavres deeeJ3
estar para sempra de posse do tado ere
beneficio talves de suas priminhas que j
da outra vez foram beta cquinboadas e os
Convm pois qne o inventario se
de embor-t com todas aa vantagens
o Sr. Ta vares, afim de alguem nlo
frer com aa coosequenciaa de quem
quer.
O Pavao de Prata.
O ju-y de sentenya coipoz-se dos jurados se- lna;. M Barros Pereira e sua jeoao*a, Jos Cr-
rela Gavalcaote, alarla Joajomi, 3 menores e 1
naaor do Estado, commaudante no 2 districio
militar, qnestor policial e mais autonaades ci-
vis e militares, a compaobia Souza UaUos repre-
senta-a a peca Tim ta por tino tlin abriodo
o espectculo a grande symphonia da opera II
Guaraoy do popular maestro Carlos Gomes.
Por parle do inspectora dos ineairos, o Sr.
Dr. M. de Siqaeira dirigi se s compaobias do
gaz, estradas de ferro de Olinda e Cazang e
Ferro Carril, obtendo -.dos seas digno3 gerentes
os servigoi de suas compaobias, uaqaella^ooote,
em favor de theatro.
Ignalmente os propietarios do Jornal do Re-
cite, Gazeta da Tarde, Gaketa do Recife. e deste
Dwrio, offereceraai gratuitamente os aonuncios
ao referido espectculo, e ainda mais o propne-
tario a'A Provincia a impresso dos oilbites.
Os dignos coaomandantes do corpo de polica
e do 2 oistncto militar offereceram as msicas
dos corpos ae seus respectivos commandos para
tecarem dorante os nlervallos do mesmo espec-
tculo.
O Sr. commenddor Manoel Gonjalves Agr
em nume da sociedade Congresso Dramattoo
Beneficente, ctfereceu s .tnsp.ctoria dos theatros
a ornamentaso interior do mesmo tbeatro.
Com certeza sera urna bonita febta e m vista
da grande procura de bilhetes, o Santa IsaDei
regorgitsra, boje, dp espectadores.
Illualraruii Henpanhola Desse pe-
ridico illustrado que se publica em Madrid re-
cebemos o o. 23 do anno 27.
Vem coeio ae lnteresse qaer no texto quer
as variados gravuras qu traz.
Ao Sr. Leopoldo A. da Silveira, a quem deve
mos o olferecimento do exemplar, somos gratos
a off-rta.
companbla Ferro Carri!No dia 25
do correte, terca fera prxima, uo escriptono
da Companbia Ferro Carril, coinecarS o paga-
mento do dividendo das respectivas acedes, na
raiao de 7f000 por aegao, e referente ao armes
tre prximo lin jo de Janeiro a Junbo.
Beaaeao de lnoHoje, pelas 4 horas da
tarde, ua igreja de Nossa Sennora do Livramen-
to sera beozdo nm novo sino para a respectiva
torre.
Doraste o acto tocara a banda de mnsica do
Lycec de artes e officto.
OevocsMJ-rHoje, s 7 horas da noite, *eu-
etn-ae os merolros da Deocao de Nosa Se
nnora da Coaceijao de Ipotioga, para traiarem
deassnmp os de iotereise da mesma devoro
Pnica do meairoPelo Dr. Qnestor fot
des goado o subdelegado"oe Saoto Amonto para
aresidlr o espectculo, qae se realisar boje a
Urde oo tbestro Santa Izabel. serviodo loe de
auxiliar o officiai da guarda municipal, qae por
He (or designaao*
Para o espectculo da nonte foram designados
Dr. delegado do 2 diatncto da capital e o
- aobdelegado do Recife.
HlpaMtdrouao do Campo firarade-
Peio Dr. qoeeior foi oatiaaeuo o Dr. aetsgaco
do 1* dwricio. da. capital para presidir as earri
das que terao de efectoar-ae osqnelle prado.
gem'--:
Avel'ao Jos5 Fernandes da Silva.
Thomaz Clarencio de Paula Rocni.
Icoorcencio Jos de Miranda.
Armur T-ixeira Bastos.
Antonio Florentino Abr*u Reg.
Vicente Ferreira da Silva Jnior.
Manoel Paulino Cavalcante Albuquerque.
Manoel Jj* Soares de Avellar.i
Peora Tertuliano das Sanios Cirdeiro.
De abordo con as decize3 do Jury, que re-
coaneceu a autora do enma e a circumst'ncia
attenuante da menoridane. o D-. Juiz de Dreo
conr'emnoa o reo no grao mnimo do art. 330
1/ do od. Panal, a pena de um mez e pristo
cellular e multa de 5 por cento do valor fnriado,
e mandou expedir alvar a*lm de svr o mesmo
reo posto em liberdade por estar Hnda a pena
computada; oos termos do a-t. 60 do citado co-
dieo, o tsmpo de priso preventiva qae soffria
des le 6 de Setemoro de 1892.
Tambem foi julgada Mana gpiobaala do9 Pra*
zeres, pronunciada no art. 304 % nico do Cod.
Peaal por aaver no dia 1/ de Janeiro de 189!,
na roa de Lomas Valentioas, espancadoe fendo
a Maria Vicencia da Coaceijii que em conse-
quenctadas le?5s recebidas esteve inhibilnada
para o servico activo por mais de trila das.
Fancciouou o mesmo Conselho de senten^a,
que negoo por nnanlmidade de votos i autora
ao delicio ; e de accordo com esta declso o
presidente do Tribunal absolved a r e condem-
non a Intendencia as cnstas do procesgo.
Occupou a tribuna da aecusaco o D-. Manoel
dos Santos Morelra, I." promotor publico.
Os reos foram patrocinados pelo Dr. L<-iz
Emlgdio R. Vlaona, advogado doi preos p>
bres.
Terminou o julgamentc as 2 hors da tarde.
Vo ser Juig-dosamaob os reos Uroano Be-
nedicto dos Santos e Jos Das do Nascmento.
Telegrammas retidosAcnam-3e re-
tidos na Estaco Telegraphica do Recife os se-
gnintes telegrammas:
Para Artbor, de Belm; Levy de Fortaleza,
Geppert, do Rio; Casco de Gjyanna ; capito
Ayres. da Fortaleza.
fineta e ferlmenoa-No dia 29 do mez
findo, em trras do engeDho Amarag^, travou-se
lucta entre Manoel Antooio da Silva, morador
no mesmo engenho e um grupo de individuos
que o foro provocar, resultando sabrem feri-
do3 o dito morador por nm individuo do gropo
denome Jos Damio de Sanl'Anna. eo indi-
viduo Anton-o Pereira da Silva por Manoal An
Ionio.
Ferlmento-N) povoalo Cha de Arela,
as 9 horas da manba, em casa de residencia de
Jos Joaquim dos Santos, o individuo Manoel ;do
Nascimento feriu quelie com cma facae a um
seu filbo de nome Joaqnim Jo= dos Santos.
O delioqoente foi.preso e recolhldo a cadeia.
Municipio de OilndaFoi nomeado ca-
pito da 3. compaon'a do 8. baialnao da re-
serva do municipio de Ounda, o cidadao Artbor
deracl'.to de Carvalbo Galmares.
Carne corrompidafeo D' Lopes Pes-
808 lorsm langados no mar 135 1]2 kilos d aor-
ne corrompida Dertencente aomdrcnante Sydrc-
nio Ignacio ^ e Mello.
Hospital Portngnez-Entrou de sema-
na o morara** Sr. Francisco Ferreira de Arau-
Corpo policial 3*rvico para o dia 23 :
Ronda maior, o S-. capilo Laarenio
Ronda meoo', o Sr. alferts Meira.
Guarda de palacio, o Sr. alferes EJnardo Ca-
valcante.
0 corpo daras goardas dPalacio e Lasa de
D'teoco, com o oniforrce n. 4.
Servigo para a da 24:
Rooda maior, o Sr. capl'ao Gran.
Ronda menor, o Sr. alfereaabino.
Guarda de Palacio, o Sr. alteres Ermro.
O corpo dar as guardas de Palacio e Casa de
Deteoco, com o nnifc-rme o. 3.
criada.
Caaa dr Detencao-Movimento dos pre-
sos da Casa de Deteoco do Recife, em 21 de
Junho de 1892.
Exitiam 436, entraram 3, sebiram 6,exis-
ten- 433
A saDer:
Ifadopten 414 mulbere8 10, estringeiroa 9.
Total 433-
Arracoados 404
Bons 381.
Doentes 19.
Loncos 3.
Lencas 1.
Total 404.
Movimento da enfermara
Teve alia :
Joo Ferreira de Oliveira.
Tiveram baixa:
Diooizlo Jos dos Sar.to?.
Jos dos Santos Pinbeiro.
Jos Indio dos Sanios.
Hospital Pedro ll-0 movirneoto desse
estabeiecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, do aia 21 de Jalno foi o
segointe :
Existiam 632
Entraram 19
ni
Sabiram 16
Fallecern* 1
Existem 630
Duqueza de Gerolstein pela primeira vea,
pega osla aqua con. certezi vai produZr
u:na diviaSo de opiniSes.
At agora era o Ton-Jim a p^ya que
maia havia conseguido agradar so publico;
agor.t surge urna outra que congrega par-1 outros ficaram chuchando
tidanos em torco do si pega que incontea
tavelmenta om certo raerecimeato e cuja
msica de iccontestavel valor.
Anda ante-hontem no Tbeatro ouvi
quem as pronanciar-se em favor d'esta
ultima peya contra o Jim tim com grande
es.v.tria! alias do noeu visinho que se ad-
mira immensj que h-.j alguem capaz de
proferir semelbaates blasfemias.
Em summa, veremoa de que lado est
* mairria e quem sahir vencedor na pug-
na.
At ver nao tarde.
O que verdade intret^nto que a Pepa
fea um grande successo para a Gran l'U-
qtuta, qaandG mesmo houvesse oatras
tainas na representadlo.
Foi urna gran duquesa correctiasima,
serix, meamo como lbe ficaria bem.
Fes um aucesso e... a.reditou a pega.
iqm-
paru
Bol-
sudo
No mais... estou tambem muito cons-
tipado e bao de per no i tt ir me aa gentis
leitoraa qae apezar do que tnhaKa.nda
para diaer-lhes, faj* ponto final.
Manoel ArSo,
SPORT
------ 647
Foram visitadas s enfermaras pelos segua
tes mdicos:
Dr Barros Sobrinnt) entrn as 7 da maDb
e sabio as 8 horas.
Maiaquiaa entrou s 10 1|2 da manh e sabio
s 11 1|2.
SimOes Barbosa entrn s 10 1/2 da manb e
oto as 11 l|2.
Dr. Berarao entrn s 11 da manh e sabio
s 11 ',2.
Aroomo Marqnes entrou as 9 i[2 da manb e
sabio if 121|2.
Dr. Lopes Pessoaentrou as 9 1/2da manb e
sabio as iul|2,
Vieira da Caoba entrn s 91/2 da manila e
sabio s 12 1|9.
Dr. Bastos de Oliveira entrn aa 9 1/2 e sabio
as 10.
Aldante entrn s 7 boras da maob e sabio
s 5 da larde-
Lotera do Balado doCear-A 10.'
parte da 4.a lotera d'es.e Estado, cojo premio
maior de 15:000*020 correr imp-eterivelmen-
te uo da 29 de Julho sabbado.
Lotera do Estado do CSram-ParA
A 13 serie da 58* lotera deste Estado, cujo pre
mo grande de 240.000*0-.0 correr impreteri-
velmente no sabbado 30 de Julfio.
To os esies bilnetes acbam-se venia na casa
do Ouro de Joo Joaqnim da Costa Leite roa
do Baro Ja Victoria n 40.
Cemilerlo publicoObituario do dia 21
de Jnlbo:
Mirla Nativldade Gomes de Menezes, Cear,
56 annos. vinva, G-aga, elepbaotiase dos rabes.
Anua Teixeira de MagalQes, 58 annos, vinva,
Boa-Vista, cacbexia cancerooa,
Dr. Maooel Joaqnim Silveira, Peroambaco, 52
annos, casa Jo, Boa Vista, broncbo pneumona.
Jos Teixeira de Brito, Portugal, 52 annos,
solteiro. Boa-Vista, eocepbalite.
Paulina FrancUca de Mello, Pernamboco, 1
anno, Boa-Vista, gastrite.
Amaro, Peroambaco, 6-annos, Recife, catarrbo
intestinal. .
da 22 do correte eanaesg ds proclamas da ca
samento dos eegoiates cootrabentes :
Sezan^o fir^darca
0I10TIDI4N0S
. Napa mesmo o Tbeatro conse-
fieocao, como aoirarrae-u. j. : '--------------------, .----- w ii j __ _i^i .n.iin.l n*
caumenio isrli-Po/am affixatlos do mo tr om tora alegra aeman qaa nqoe Valladares, prefeito rrnnicnpai, qne
fiada.
,Uo diaa sem ao!, amarellos, aborreci-
Ricardo PorBro fioern, com Isabel Leopol-' doa, montonos, toram os qaa ahi pana
lama! de An.gei.iii Bom Cok-
sel o
Tendo aido approvado o proj^cto de
um ramr da fcatrada ce Ferro Sul de
Pernambuco para Bom Conselho, a partir
do povoado Angelim, seguindo por Pal-
meira de Garanhuns e Cor-entes, deu-se
comego respectiva explorado, ha dous
annos, ma s ou menos, a qual terminou
em das do acno passade, gastando-ae
nesae traJalho, ceroa de cem contos de
ria.
Concluidos os ltimos estados foram re-
DiettidoB todos os apontamentcs para o
eicriptorio central, afim de serem all fei-
toa os desenhos neceaaarios, para depois
de approvados, dar-ae principio a Ioc.qSo
e conatrucjSo de dito ramal.
Pois bem : Quando esperivamoa o
principio desse grande melhoramento, vi-
mos, com sorpresa nova ordem do gover-
no, mandando proceder a no7a exploradlo
a partir da Barra do Canhoto, ficando as-
sim, isento desae favor, o povoado de
Palmeira de Garanhuns, qae se nZo
igaal em tamanbo ao de Correnfes, este
nio tem maiore vantsgena aos termos que
o circundan..
E' sabido ene no Brasil s ae prooura
faer qnalqner malhoramento, por conve-
niencias polticas, ou peasoaea.Proou-
ram sempre simular grandes melboramen-
tos no intuito onico de arromaren quel-
lea que sao protegidos doa amigos do go
verno.Isto parte de longa data, e a Re-
publica aioda nSo pode vencer essa praxe
perniciosa que tanto tem concorrido para
o atrophiamanto da NacSo !
O patriotismo oeste pas, genricamen-
te fallando, o arraojo para os que ten
a elicidade de ser amigos e parentes d'a-
queiles que o sao do governo .-estes
procaram illudir a boa f do Governo, de
quem conseguem tudo sem o menor es-
crpulo, embora convencidos de qae, s
ao governo ficar o peccado em recompen-
sa de Ba boa f !
Antes de c0me9ar.se a explorado por
Angelim, o Dr. Borges Farras fes um re-
conneoimeoto pela sona que boje aa eat
explorando, e julgou de mais vantagem,
partir ;'e Angelim o rama!, nao s por ser
o terreno mais acoessivel e a distanoia
menor, como por ser urna sona muito pro-
ductiva, e aproveitar o importante povoa-
do da Paimeira, que, pela riquelt de seu
solo, coito vira a oonorrer para o eo-
grandeoimento deste Estado.
Nao se poder afirmar com sincerida-
de qaa a z>na qae se est explorando
superior a qaa j toi explorada. Affirmam
ser aquella muito boa para o planto de
canna ; entretanto esta a comogar 6 k l-
meteos de Angelim murto boa rara can-
oas, a'godao, fumo e oareaea em alta en-
cala, aendo qoe. de Angelim, qo lie la-
gar, de grande 'vantagem para a eroa-
90 de gados, produaindo, alm d'isto, to-
dos os oareaea^ agodo^-etc.
Allegam nao haver agua no povoada do
Angelim, mas asa allegBO> tilo pasas
ae dignaBse aeseitar aincombenoiade Laarl devom. pretexto ftil, -pois muito bem se
entrega ao iockey Laonaseo Hoaa, qoe I poder faaer am sonde como jA-aeem
bavis montado o animal vencedor, da me- feito am diversos logaras; alm do qae,
llippodromo do campo Grande
R-aii^a-se heje a sua 2.a corrida da acloal es-
taco Sportiva.
1) -V.- ser om bello entretinimento, a qoe cor-
responder a competente concurrencia sem du
vida algnma, pois a iGseripeSo convida-a.
Auguramos ?. essa corrida, o xito mais ex-
plendiuo.
TURF FLUMINENSE
No prado da Mangaeira, -do Turf-Club
do Rio de Janeiro, dispntou.Be no dia 14
o grand premioQuatorze de Julhopara
animaos que nao tivessem gacho nos pra-
dos da capital percurso de 2.109 metros,
premios 3.00 5000, 600000 e 3005000.
O chron6ta sportivo da Gazeta assim
historia o meneio e resultado da corrida.
Oevido patente indisciplina dos jo-
ckeys ~ao poude ser dada em boas con-
dig5aa a partida, sahindo Pars com muita
vantagem sobre os saos competidores,
aoompaohado de Salvacin.
Esbs posicSo foi conservada por ambos
at a recta de chegada, onde Salvacin
batea Purs, Beodo este batido do 2.
logar por Mesaina, e assim chegaram
todos ao vencedor, sen-o 01d-M*c foi .
Salvacin, por Cbippendale o Recovey,
pertenoe ao Stud Belgrano, e toi montada
pelo jock".y L. Hess.
Tempo 132".
Poule de Salracin em 1. lopur 935800
e em 2. fc4105O; de Mesaina om 2.
335300.
Esse grande Dremio ama bomenagem
data que o denomina ; e aps a corrida,
reaniram-se no pavilbSo central a directo-
ra, grande numero de convidados e os
representantes da imprensa; e entSo o
Sr. Jos Pinto de Serqneira, presidente
do Tari Clab. fea ama brilhante alloonclo
em qae recordoa o valor histrico do
grande acontesimento o.mmemorado, e
ter mico a ssadaado a Repoblica Franca sa,
sa-dagSo que foi correspondida ao som da
Marselbesa.
Em seguida, e mesmo presidente, de-
pois de justificar a oreafio do grande pro
mo 14 do Julho, pedio ao Sr. Dr. Hen
oa distancia dei6 kilmetros, ne lagar de-
noaninadons* psr.aKxie paBsaa a ex.lo-
raolo, exiatem graadea msnanoiana.
O acto pelo qaal o Sr. ministro maa-
doa ioatiliaar a exploracJo f>ta- de Ange-
lim Oorrenoa, paratse peooedert entra,
s pegar de Barra do Csokoto, naot tem
explioaoo-----A qu o parte de Angeiim
Cirraatob, o mais qoe subi foi 1 e lt8-
O(-) e de. Barra.de Caobo to Corran tes,
tsm sabido 3 Jiq, accreao:ado qae. a da-
taocia muito asior ; constando-me at
qae n'ama tal cachoeira est a commiaso
mtmjtmm6t/mim diffin Mda por
bso j ae projecta em faaer um tnel.
A partida para a Barra da Canhoto
urna verdadeird. calamidude para o EsUdo
da Pernamboao, por iaso que, se gastar
o duplo ou mais do que ao peder gastar,
parando de Angelim ; tsacendo, alm
d'isto, grande prej-iiao ao ecmmarcio do
in.amo Estado, pois quem de Bom Con-
selho chega a Barra do Caohote, que eit
perto-da capital de Alagoas, n'o ir carta-
mate, ao Recife, oerearrencho ^rende dis-
lanaia sujeito a balde&fao de suas merca-
dorias.
segundo aos consta, a nova ordem para
a nova exploracSo veio contrariar muito
ao digno director Dr. Saldaoha; mas este
procura simula- muita satisfago em cuon-
prir t ordem do Sr. Ministro, que para
Sjfctisfaser alguem da Capital Federal que
tem interesas oa cousa, nSo duvidou em
mandar semelhante '-rdem I
N2o vimoa aqu faaer recriminares ao
governo, por arros, que, por ventura te-
iiba commettido em sua administracao ;
Nao vimos aqui, dominados por inte-
resSes polticos ou pessoaes, fazercootra-
versos no intuito d- obermoo alguma
graca ;
Nao vimos aqui dominados por odio
e por vingaoga, procurar prejudicar o in-
tersase de quem quer que boj*.
Vimos fazer um appellu ao Sr. ministro,
-ara que revegoe o acto pelo qual, seu
digno antecessor, levado pela maior boa
f, bouve por bem crdea^r essa nova
oxploraQlo, a despeito di s grandes incon-
venientes cima eoumerados.
A directriz seguir, deve ser de Ange-
lim Pal'r.eira, e a'aili Correntes ; mas
nnoca de Barra do Canhoto, qaa alem
da grande deapeza que se tem de fater,
prejudica o importante povoado de Pal-
meira e prejudicar o Estado e Peream-
buco para favorecer o Estado da Alagoas.
Affirrnam que o Sr. Presidente da Pe-
publica quem quer que aa a$s o ramal
pela Barra d j Canhoto ; mas nao cremGs
que S. Esc. deep,* ao t-rreno da3 injus-
ti^as para proceaer por esse modo.
ii,' provavel que os polticos procurnc^
por esse lado, atirar aobre o distiacto ge-
neral Presidente da Repnbiica, u culpa-
bilidade de semelhante erro, no intuito de
desgoBtar o povo, e dessa forma, chamar
a si a odiosidade popular.
Nao eremos, absolutamente, em seme-
Ihaotn asser^So, pois que S. Exc. mais
^e urna vez tem dido provas do abaega-
r,2o e patriotismo.
Eiperamos do Esm. Sr. ministro, im-
; arcialidade e joatioa neste negocio.
Nada mais querem'-s.
Maaicipalidade do Hecife
O Exm. Sr. Dr. Manoel Pinto Dmaso,
acaba de provar a elev.$3o de seas sen-
t atentos patriticos, as gostSes dos inte-
rseos municipio?, com a nomeaco para
o logar de fiscal do 2 diatricto do Popo,
na pessoa do Sr. capitSo Mathias Muniz
T .vares, cidadao honrado, ir.telligente
e zeloso no cumprimento de sena deveres
que aabe coadunar os p-insipios do direito
com a fina educacSo com que trata aos
mnnicipes sobre sua fiscalisi^So.
Parabens ao Sr. Dr. Dam--ao, compri
mantos ao Sr. Mjos Ta varea e lelictta-
^"ea aos moradores do 2 distr cto do
P050.
Henrique Antunes Filho.
Convite agricola
Venho deiempenhar me do compromisso
que oontrahi com os S-s. agricnltorea-
convidando-os para ama reunido que
dever rea!iaar-se no dia '27 do correte
ao meio dia na ade da 3ocedade Auxi-
liadora da Agricultura, roa da UniSo,
p&r 1 o fim de tratar-ae doi intereaaes da
classe tao atrozmente descarados e cocs-
porcadoa pelos altos poderes do Estado,
e por aquelles que soem delles locnple-
tar-ae.
O momento nao pode ser mais psycho-
logico e opportuno, tanto mais qasnto
reulamado por circamstansias qne a ne-
nhum agricultor devem ser extranhaa noa
tempos difficeis q ie atravessamos ; preci-
samos agir e nSo ficarmos estacionados
d'ante do marco inabalavel da inercia
Ja urna vez o disse, se a reuoiao, pelo
facto de nao convocada por algum me-
dalhao, nao corresponder aoa fius que
visa, nenbum dezar me advir, porque,
restar-me%ha a aatisfa^So de have* eum-
orido com om dever qae a lealdade e a
dedicf5o a ciasse a que pertenyo me im-
pellem a qae nao deixe ser postergado
por quem quer que aeji.
A reuniao Srs. agricultores e lembrai-
voB que, ae Catilina outr'ora bata as por-
tas de Roma levando o susto e o terror
por toda pirte, am Catilina de outra or-
dem como qae se prepara para asommet-
ter aa nossas tondas, e preciso ae ftz.qae,
para recebel o estejamos a p firme, e de
atalaia !
. A reeaiao !
Minas Novas. 13 de Julho de 1833.
Antonio Venancio Cr.valcanti de Al-
buquerque.
Usem e verao
Atiesto qoe-leodo soffrido de dyspepiia e for-
tes palpitares no coraco accompaanadaa de
verileos e prodnzindo osomoia, foi aconselba-
do a atar las pillas anti-dyspepiicos do Dr.
Uiaselmaon tendo pbtido grande melbora com o
so de alguna vldros desse.poderoso medica-
mento, esperando em brve a cora radical ds
mees encommodos.
As pesscss-strersWI erenf do mesmo mal de-
vsrao experimentar o sea aso pota qoe os resal-
ledos d} ss faro esperar.
De;ti aitestadu podem f-iw o oso qne-coa-
Recfe. 29 de Malo de 1699,Manoel Rea'o de
Oliveir .-alomno do 2 armo-da KseaW Normal.
ViSfojax'.O, dasia JOOOO, racii dona 1 O.
Ven le se em toda pbarmacta.
D pisito geral, Pbirmacia'M'ranlBo, roa Mar-
cilio Diaa ?. 135.
I
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,
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:
Diario de Peroambaco Domingo 23 de julho de 189$
t
arla Thereza de C asm So
Thomas Jos de Guarni, sua ma-
Iher, filhoi e itmos, ooov-.dam s todo*
ot teas parantes e amigos para ai*
aiitirem ai misaai que por tima de sua
presadiaaima irml, cnnhada e ta, Mari
Tbereaa de GusmSo, mandam rosar na
igreja de S. Francisco a 8 horas da ma-
nb.5 do dia 24 do corrate, oonfeieando-ae
detde j immensamente gritos a todos oa
que concorrerem a este acto de oaridade
e religiSo.
Loteras o r di naris s
em faror do muni-
cipio de Olinda.
Asegunda extracto da
primeira lotera ter lugar
infallivelmente na quarta
feira 26 do mez crrente
a 1 hora da t* rde,
Bilheies venda em to-
das as casas lotricas e na
Thesouraria em Olinda,
no Varadouro.
Para t ncomendas no es-
criptorio da Fabrica Phe-
nix.
O thesoureiro,
M. Lopes Vieira.
Aos
amigos
do Revereado
Vigario da Boa-Vista,
Augusto Fraoklin Mo-
reira da Silva. -^gj
Em Maio ultimo publican o jornal
Provincia, em sena communicados a pedi-
do, e, ao qne parece, sem aciencia de aeu
redactor c efe, oontia o virtuoso parocho
da fregu ti a da Boa-Vista, aob a assigna-
tura de nm anonymo nm artigo ioaoltnoao
que encheu da mais jcata indignac&o a
todos quaotoa leram to intelia pro-
dcelo..
Vantajosamente conhecido nesta cidade,
ende tanto se tem aalientado, como sacer-
dote modelo e gloria do parochiado da
Dioceae Olindenae, na sutoriaado juizo
do maior vulto do Episcopado Braaileiro
o nosso amado i preclaro bispo, o vigario
Angosto Fraoklin Moreira da Silva gosa
entre os Beus concidadSos do mais elevado
concei o de homem de bem, de irmSo
desvelado, de amigo sincero e leal, de
sacerdote de costamos puros e de parocro
desinteressado e de inexcedivel aelo no
fiel cumprimento de seus deveres, pelo
que merecen sempre de seus superiores
ecolesiasticos, e continua a merecer do
actual Pontifico da. Igreja Oliodense, os
mais honrosos elegios e as mais inequivo
ca ptovaa de apreco e consideraclo.
Para confundir de urna ves para aempre
taea calumnias, resolveram oa amigos do
venerando parocho la Boa-Vista promover
ama manifeataolo publica, elo s como
um solemne protesto contra a falsidade
de semelhtotes aecusacoes, mas tambem
cemo um tastemnnho eonsciencioso do alto
apreco qne ligam aoa relevantes servico
prestados por tao distinoto parocho
Beligilo Catholica nesta cidade, onde tem
elle promovido com o aeu reconhecido
salo o bem daa almas e engrandeoimento
do culto divino, e quic em toda (diocese,
pelos seas laminosos escriptos, como re-
dactor ebefe do jornal Era Nova.
Para esta manifestado, qne ae resil-
lar domingo 23 do crrente, na sachris-
tia da matria da Boa Vista, pelas 11 horas
da msnhl, alo convidados todos os amigos
ecclesiasticoa e seculares do Revd. vigario
da Boa-Vista, a Exmas. senhoras, bem
como toda a populacSo catholica desta
cidade que em saa aatoriaada palavra,
tem baorido os verdadeiros ensinamentos
desta religiSo aanta que noa desvanecemos
de professar.
Carloa Alberto de Meneses.
Manoel Gomes de Mattos.
Dr. Adolpho T. da C. Cyrne.
Joaquim Olioto Baatos.
Joaqaim Jos Silreira.
Demetrio A. de Araojo Bastos.
Julio C. Paes Barreto.
Henrique Saraiva.
Qraciliano O. da Croa Msrtins.
Manoel Antonio ardoso.
Francisco Jos dos P. OuimarSes.
Manoel Barboaa de Araojo.
Jos Candido de Moraes.
Felippe de Araojo Sampaio.
Luis Abranches de Figaeiredo.
Augusta Ootaviano de Sousa,
Manel Jos Soaes de Avellar.
PHOSPHATINA FALIRES. Ailmenio la enancas.
COMERCIO
Bolsa ConamcrHal de Fernn
bueo
COTAfES OFFICU.S8 DA JUNTA DOS COR
BKT08E8
"roca do Recife, 22 de Julho de 1893.
Nao houve cotacao.
0 presidente,
Eduardo Dubeux.
O ecretario,
Aogusto P. de Lemos
Cambia
F8UQA DO iUCIFE
Os bancos ab-lram cosa s laxa de 11 1/8 so-
bre Londres, a 90 das, scbirjdo pelo meio dia
para 11 1 i em seguida para li 1/2, fecbaodo
o mercado meaos firme a 11 3/8 someate, sem
tomadores.
Em papel particular houve negocia a 11 3/4.
PBACA DO RIO DB JANEIRO
Os Bancos de maobS abriram com a taxa de
"V 11 i/ e oe larde a 11 ifi sobre Londres, sem
"> tomadores.
cotacc de gneros
Para agricultor
ASSCAR
Branco dem dem .... 5*000 a 64800
Smenos. dem idem. 4500 i 44900
l'ascavado idem idem 34400 a 34800
Bruto idem idem..... 34500 a 34700
Bruto melado...... 34400 a 345U0
Rtame idem idem .... 34600 a 24700
Algodo
Nao constoo negocio.
Alcool
Por pipa da 480 litroj 2804000 nominal.
Agurdente
Por pipa da 480 litros a 1804000 nominal.
Conros
Seceos salgados na base de 12 kU s a 72 J rots
nominal.
Verdes a 420 ris nominal.
ei
Por pipa da 480litros 904000 ca nal
Carnauba
ota-se de 94000 a 154000 por 15 Kilos nomi-
nal.
Borracha
Coia-ss a 204000 por 15 kilos
tabbu.a dai entradas dlt a88dcab b al-
oodZo
Mea de Julho
Dr. Mello Gome*
MEDICO- CIRR3IA0- PARTEIRO
57 Roa Bario da Victoria 57
(Anliga roa Xova)
Defronte a ra de Santo Amaro
Especialista de ebres, partos, moles
tias de aec horas, de crian y as e dos pul-
moas.
Trata de sypbyiis em geral. Cara ra-
dicalmente e opera estrtitamentos e mais
soffrimentos da orethra.
Acode de prompto a chamados qual-
quer hora e ara qualquer distancia.
Lingua al lema
O bacbarel Jofto Sanio ensina a fallar e tra-
dozir o allemao. Pode se: procurado no pateo
do Collegio, n. 4, 1* andar, das 11 s 3 baras.
Permitir se nos-ha expender
ama palavra sobre as Infor-
midades dos palmes e da
garganta.
Quando os pulmdes so chegam a en-
fermar pode-se dizer que o doente se acha
s bordas d'uma enfermidade incuravel,
e o primeiro passo dado em to pingosa
situaco losse. Torna-se pois da maior
importancia o ata 1 har-se a mesma im-
medialamente. Se por accaso perguo-
tardes do que maneira isso se pode con-
seguir, promptamente responderemos
oom o Peitoral de Anacahuita, cu jo ex-
celente Xarope preparado e composto
com o maravilhoso e bolsamico sueco
d'uma arvore do Mxico coohecida des-
de amito seculos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as informidades
pulmonares. ssa magnifica preparaco
curar a losso dentro em poucos dias, e
s vezes em poucas horas alliviar a as-
inina, curar a irritada membrana da tra-
chea e impedir .finalmente o desenvolv-
ment da thisica. Ao contrario de lodos
esses Peiloraes e Xaropos feitos de fruc-
tas e oulras substancias acres e d'uma na-
tureza duvidosa, ella nao encerra em si
irenhum acido Prussico. e como igual-
mente nao conten uenhuma mistura de
antimonio ingrediente este, que abundan-
temente se enconlra as preparacOes da-
quellespor conseguate o seu gosto nao
produz nauseas e suave e agradavel de
tomarse
Como garanta contra as falcificacdes
observe-se que os nomes Lanman &
Kemp venham estampados em letras trans-
parentes no papel do livrinho que serve
de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
e drogaras.
Caso importante
Tendo sido acc immettido de urna fysi-
ca iocipieote e estimavel negociante desta
cidade, o Sr. Olympio Bernardcs Vives,
teve a felicidad* de aer tratado pelo h-
bil medico Sr. D,. Henriquseon, que o
curou cem o afamado Peitoral Je Camba-
r do Sr. Souxa Soarea, de Pelotas, sem
ser preciso outro medicamento para o seu
restabelecimento radical,
Faaemos esta declaracio em proveito
da humanidade suffredora.
{Victoriense, de Santa Victoria.)
E' umeo agente a Companhia de Dro-
gas.
Entradas
Bar cacas
Vapores.
Estrada de Ferro Central.
dem de 8. Francisco .
dem ae Limoeiro
Soma
Assn- Algo-
car dio
Das Saceos Saccas
1 a 20 13641 1020
1 a 22 4642
1 a Si 620 1358
1 a 20 1766 1277
1 a 19 9374 2861
1 a 19 1262 4921
26663
16079
Iaaportaco
Vapor trances Ville de San Nicols
entrado do Havre e Lisboa, em 19 e con-
signado a Augusta Labille.
Carga do Havre
Amostras 7 volumea ordem.
Artigos para telepbone 9 volamos a A.
do C. Almeius,
Balancea 1 caixa a Miranda dt aou.au.
Chapeos 1 caixio a Raphael Oas e
comp 1 a Carvalho lrmSos.
Cachimbos 1 caixa a M. V. Nevos.
Carvlo para filtro 1 c.iza a J. de S.
Agaiar e comp.
Calcados 1 caixio a M. de B. Ca?al-
caote, 1 v. artas de jogar 1 caixa a A. 0. 0
Vianna.
Couros 2 caixSes a Ferreira Barbosa e
comp., 1 a Parete Vianna e comp., 1 a
Pilrio & Maia, 2 a Gomes de Mattos Ir-
mios, 2 e Braga & Si.
Drogas 18 volumea a M. J. Campos,
1 a F. F. Leal, 2 a QuimarScs Braga, 2
a Companhia de Drogas,
Esteiras 2 rolos a Manoel da Cnnha
Lobo.
Espelhos 3 caixas a Prente Vianna e
comp., 7 a GuimarSes Cardoso e comp.
Ferragens 1 volume ordem, 1 a Mi-
randa di Souza, 3 a Prente Vianna e
comp., 14 a Albino Silva a comp., 1 a
J. S. Agaiar, l a W. Halliday e como.,
3 aFerreira GuimarSes e comp., 2 a
Braga & S, 7 a Frederico e comp.
Gravat.a 1 caiza a Affonso Maia e
com.
Joiaa 1 caixa a Couaseiro IrmSo, 3 a J.
Erause e comp.
Lona 2 fardos a C. C. da C. Moreira
e comp.
Linha 1 caiza a J. P. Pontos.
Livros 1 ctiza a Ramiro M. da Costa
e comp.
Louca 30 tinas a A. R. da Canoa
Oliveira.
Manteiga 20 barra e 30 meioa ditos ao
consignatario, 20 e 20 a Figueiredo Coa
ta e comp., 15 e 20 ordem, 40 e 40 a
JoSo F. de Almeida, 30 e 60 a Compa-
nhia de Estiva, 10 caixas a Lopes Alhei-
ros e comp., 3 a T. Just, 15 a Domin-
gos Ferreira da Silva o comp., 5 a
Maia e Silva e comp.
Mercadoriaa 8 volumea a ordem, 2 a
Manoel Collaco e comp., 1 a Ramos Gep-
pert e comp ,1a Ferreira Barbosa
comp., 1 aos Herdeiros Bowmann, 3 a
Gomes de Mattos Irmlos, 3 a Nones
Fonseca a comp., 1 aCasoSj & Barbosa,
2 a Vil lela comp 3 a A. J. C. Arau-
jo, 2 a GuimarSes Cardoso e comp., 3 a
Oliveira Bastos e como., 2 a Pedro Anto-
nes e comp., 3 a E. 6roetschel,}2 a Ri-
beiro & Almeida, 2 a A. D. C Vianna,
1 a Prealle e comp., 2 a Ramiro M. a
Costa e comp., 1 a GuimarSes Bastos e
comp., 2 a L. A. Salasar Jnior, 2 a
Maia e Silva e comp., 1 a Mad. Julie
Seiderdin.
Movis l caiza a Vi Hela e comp.
Ditoa e coroas mortuarias 3 caizaa a
A. D. de Lima.
Moicho para caf 1 caiza a Miranda &
Sonsa.
Objectos para chapeos de sol 1 caiza a
J. de S. Mello.
Perfumara 1 caiza a Manoel Collaco e
comp., 1 a G. de Mattos IrmSoa.
Papel 1 caiza aos herdeiros de Ma-
coel Cardoso Ayres, 7 a Companhia de
Drogas.
Pellos 1 caiza a Gerard.
Piano 1 caizSo a Olinto Jardim e
comp.
Nao merece duvida
Atiesto que soff.eado a 7 anaos do estomago.
intestino, naco. Meado e ros sem qoe al boje
euccnlraese remeci qne podeese curar-me, iu
aconselhado por um amigo para fazer oso das
plalas Dti dyspepticus e ferruginosas do Dr.
Htaztlrn.ua, o qoe accedendo resu ton qne du-
rante dous meses de oso d'este maravilloso re-
medio consegu ficar curado radicalmente.
Este aitestaao qae sirva de txemplo a todos
qoe soffren do mesmo mal. Como peobor e
eterna gradidao passo o presente atiestudo qoe
me acsigoo.
Pernarobnco. 28 de Maio de 1893.
Ru< Martillo Dias n. 84,
J o B-rnardo Lanatt,
(Vidro 2{. dozia 0, l|2 uuzia 104
Vende se em todas Fr.a-iaci.s
DEPOSITO GERAL
Pbarmacia Marau!:o.Ra Marcilio Das a. 135
dia. Noa oesos maia obstinados, de 2 oo
de 3 em 3 horas. Noa ohrooiooa, 2 Te-
ses so dia, de mannS so levantar e s noi-
te ao deitar.
A alimentacSo do doente ao fara simples
e nSo irritante. O ezeroicio ser mode-
rado resguardando-ae do ar ds noite e ds
humidade. Sentindo febre, deve reoo-
lher-se cama e limitar-so s urna dieta
rigorosa.
Com esto tratamecto aimplissimo e ba-
rato, tem-se corado milharea de doentea.
E' nico agente em Pernsuxbuoo a Com-
panhia de Drogas.
W i- O aflBP9tm C/" joc/O jl/O kl/O I
TOTlCilA {
A QUEM NECESSITAR f
Na roa Duque de Caziaa n. %
25, ha ama casa de armador que %
encarrega se da todos os misteres
deesa arte. >
Especialidades em objectos re
entreos e foneraes, ||^VI%1%. I
ricos e simples.
Sortimento variado de %Q T
1%W%%i Pr* enterro, bem
como oatra qualquer encommen- y
da de flores de panno e papel, %
promptamente aatisfeita.
DireccSo do armador p
PAULA MAFRA j
Antonio e Dejanira
Urna respeitavel seniora, rasidente em
Pelotas, attesta o se/uinte :
c A abaizo assignada attesta, a bem
de humanidade, que tendo sido atacados
a coqueluche, seus netiohos Antonio e
Dejanira, e sem terem podido obter all
vio com o tratanento de aeu Ilustre me
dioo, den-Ibes o conhecido Peitoral de
Cambar, do Sr. J. A. de Souaa Soarea
e, com quatro vidros deate eHcas reme-
dio, fcaram completamente restabelecidos
de terrivel soffrimeotos.
Mara Jos Rodrigues Barcellos. *
(A firma est recorhecida).
Attende a chamados para o interior do
Estado.
Especialidades
Partos, Molestias de muheres, orianoaa
e agudaa das visa respiratorias e circula-
torias.
Quantas vezes acon-
tece!
Urna pessoa muito conceituada, mora-
dora na cidade de Bsg (Rio-Grande do
Sal), acuou-se gravemente doente do
peito.
Foi chamedo, para a tratar, o Ilustre
Dr. Penna, e maia tarde, o tambem illas-
tre Dr. Albano-
O doeate dada vea Acara peior : a mo-
lestia, Bombando do tratamento medico,
segua o seu funesto curso.
Urna pessoa da familia, tendo confianea
no Peitoral de Cambar, descoberta de J.
de Sousa Soares, de Pelotas, Lmbrou ao
medico a s-ia applic^cSo.
Este, porm, que til'es nao onheces
se. por experiencia propria, oa effeitss de
tSo soberano remedio, recasoa-se a recei-
tal-o, aontiQusndo com outras appli:--
cSes.
Vendo se que o doente nada aproveit?-
va, e que a morte era inevitave!, maodcu-
se, em segredo comprar um vi ro do di-
to peitoral e o doente principiou a tomar
o novo remedio e a melborar, e no fitn
de algum tempo achava se completamente
restabelecida 1
Um bajense.
E' umeo agente do Peitoral de Cmba-
ra neste Eatado a Companhi* de .o-
ges.
p.r-
EDITAES
F' o nico
Drogas.
agente a Companhia de
A bronchite
Cura efflcaz e 'econmica
Use-se o Peitoral de Cambar, de S tu-
za Soares, s colhe-es o cu 4 veaee ao
Queijos 10 caizas e 1 fardo a J. Joa-
quim Alves i uomp., 1 tina Abrantes e
comp.
Roopa 1 caiza a J. C. Medeiros.
Sedas 2 caixas a orde.n.
Tecidos 1 caixa a Moreira Oliveira e
comp., 1 a Maller e comp., 2 a Macharlo
& Pereira, 1 a Francisco Gurgel & Ir-
mSo, 1 a GuimarSes Lima e comp., 1 a
Silveira e comp 8 a Alfonso Maiae comp,
1 a A. Lopes e cimp., 1 a F. de Azevc-
do e comp., 1 a R. de Carvalho e comp.,
2 a A. Vieira e comp 2 a G. Fernan-
dos e comp., 1 a M. C. Lobo, 1 a ordeaa,
2 a Beroet e comp,
Vidros 3 caixas a M. J. Pereira.
Vellas 9 caizas a Gooclve* Rosas e
Fernandes.
diga de Lisboa
Alhos 33 catastral a Guedes de Arau-
jo & Filhos. 50 a Compaohia de Estiva.
Azeite 3 caixas a F. Pereira da Silva,
1 a Leal dt IrmSos.
Batoques 10 saceos a Guedes de Aran-
jo & Filhos.
Carne em conservas 1 caiza a Leal &
IrmSos.
Cal 50 barricas a GuimarSes & Valeote.
Ferragens 2 caixas a Prente Vianna
e comp.
Palitos 2 caizaa a Gaedei de Araujo &
Filhos.
Palha de milho 2 caixas a A. A. dos
Santos.
Vinbo 45 pipas 250 barris e 100 ca -
zas a Companhia de Estiva, 20 barris a
ordem, 7 a R. Lima e comp., 22 a Lopes
Alheiro e comp., 10 a A. M. da Silva e
comp., 10 a E. LM. de Barros, 5 a A.
Ribeiro e comp., 30 a J. N. da Silva, 1
a A mor i m IrmSos e comp., 50 a J. Fer-
nandes de Almeida, 3 a A. de A. Maia,
1 a C. de Farias, 40 a F. Pereira da
Silva, 10 a Leal & IrmSos, 10 caixas a
GuimarSes & Valente, 50 a Paira Valen-
te e omp., 100 a GuimarSes & Valente.
ixponac
RjClri, 21 os jclho D 1893
fara o exterior
No vapor inglez Maraobense para Liver-
pool, carregaram :
J. Pater & C, 957 saceos com '3,314 kilos de
algodao.
f ars o interior
No vapor nacional >Manos>, para o Rio
de Jaaeiro, carregaram :
P. Clemente & C, 50 saceos com 3 91,5 kilos
de a Icodao.
Maooel S. Franco a caceos com 360 kilos de
algodao, 10 ditos com 900 ditos de cera vegetal
c 2,000 chapeos de palha de carnauba.
No vapor nacional I.aqui, para Rio de
Janeiro, carregoa :
Coa: pan ra de Estiva, 500 saceos com 39,973
kilos re algodao.
Para Paraoago, carregaram:
E. C Beitrao Irmo, 200 saccas com 12,000
kilos de assucar mascavado e 100 ditos com
6,000 ditos de assucar branco.
No vapor nacional Paranyba, -para o
Para, carregaram :
Casco & Barbcza, 42 saceos com 1,922 kilos
de assucar branco e 0 barris com 4,500 litros
de agurdenle.
E. C. Beitrao & Irmao, 100 barricas com 6,985
kilos de assocar branco.
E. Kantberck C, 100 barricas eom 6,985
kilos de assucar branco.
No biate oac
Maco, embarcaran);
onal Deas te Salve, para
Medico humeopalba
Operador e parteiro
O Dr. J lio Mario, frmalo pela F--
culdade do Rio de Janeiro, com Inng
pratica nos Estados do MaranhSo, Par* e
Amazonas, onde tem esta io na propagan-
da de bomeopathi ; demorando so algun>
tempo nesta capital, ede ser procurado
para oa misteres e sua profiaaSo, a caaa
da sos residencia, ra da Imperatriz n 20
1 andar, ou no laboratorio bomeopathico
do Dr. Sabino.
Consultas na sua residencia das 6 as 8
horaa da manh ; co Laboratorio Horneo
p-thicj daa 2 as 4 da tarde, todos os das
atis.
Chamados por eacripto.
E. C. Beltro os Irmao, 2 barricas cora 232
kiljs de asquear branco.
Para o Natal. cVregaram *
P. Aive assucar retinado e 5 ditas com 35a kilos de
assucar : raneo.
No hiale Crrelo de M.cao, para alacio,
carregiu :
Gervasio de Britto. 2 sarcos rom 150 kilos de
assuzar branco e 5 caixas com sanio.
No biate D. Antanip, para Mo.-sor, car-
regoa :
Jos de M.cero, 7 barris e 12 caixas com 501
litros de vicho de fuetes e 6 ditas com 48 de cognac.
Barcaoa Dylls, arsucet, carregoa:
Joio gvUM, 200 sivas un 4,*0t kilos de
saoao.
tai tu Alfad-c
sbuana db 23 4 29 de jlxho
ds 1893 -
Agurdente ('11tro)..... ;.-ii
Aicooi (litro i .... 500
Algodao em rama Rilo) 640
4rros com casca li.o) .... 140
Assucar retinado (Mo) 500
Assucar Dranco (kilo) .... 400
Apsucar mascavado (kilo) 233
Bagas de mamonas (kiio) 226
Borracha de leitede mangan, (kilo) 1J5I0
Cachaca........ 280
Couros seceos espichados (kilo) 720
Conros seceos saleados (kilo) 660
Couros verdes (kilo)..... 435
Carocos de atgodSo (kilo) ... 40
Carrapateira (sement) (kilo) 12!)
Ccao (kilo)....... 600
Cal bom (ko)...... 1*600
Caferectolho (kilo) U400
Cale moido (kilo) ... U70u
Carnauba (cera veeetal) kilo) MW
Cera em volas (cilo). '. 70u
Canna (agurdente) (litro) -8)
Cal (litro)........ l
Carvao cardiff....... Kfto
Courinho (um)....... 1/35
FarinJia de mandioca (kilo* 70
Folbas medicinaes de qualquer qus-
lidada (kilo)...... 300
enebra (litro)...... 400
Sraxa (sebo em rama ou coado) (kilo) 800
Uel d> tanque (litro) .... <50
Milho (kilo .... 150
Pelles de cabra sortidos .... 18**000
Pelles de caba em cabello 240*000
Pelles de carneiro em cabello 170*000
Saho......... 320
Sebo ... ...... 6C0
Sement de carnauba (kilo) ... 60
Sola (meio)....... 5*000
Stearina em velas (kilo) .... 1*000
Tatajuba (kilo)...... 43
Tabeas de amareno em pranchOat
(duxia)........ 150*
cndlaacntos pablleos
iaa oa julho ds 1893
Atfznatga
teodi gersl
Do dia la21 1,104:1C6245
dem de 22 49:6614969
-----------------1.153:768*214
Renda do Estado :
Do dia 1 a 21 105:240*369
dem de 21 3:297*897
-----------------108:538*266
Estrada de Ferro Cen-
tral de Pernambuco
EDITAL
De rrdsm da directora faco publico
que rica provisoriamente ioterrompido o
trafego desta Estrada em virtude de g-ve
feita pelo pessoal de machinistas e opera
ros das oficinas, at o reatabelecimento
da ordem.
Scretara da Entrada d Ferro Central
de Pernambuc 22 de Julho de 1893-
O secretario,
Julio Cesnr Cavalcante d'Albuquerque.
1.a eccSodecretara do (4overnc do
Estade de Pernambuco em 22 de Julho
de 1893.
EDITAL
S. Exc. o or. Dr. Ooveruador do Ea-
tado manda fassr publico, para os devidos
effeitos, o edital a^niao tt-aa^oripto pond
ro concurso os officios d. Io e 2' taoel
1 5.0 do publico, judicial e notas do muni-
cipio de S. Jos do Egjpto, STvindu o 1
de e-c-ivau de orphaoa, da provedona e
Do da 1 a 21
dem dfi 22
HECIFE DHAiNAGh
2:583*Uu
*
2:533*440
8onuna total
1,262:306*iS0
Segunda seccao da Alfandega de Pernambuco,
22 de Julho de 1833.
O chele da seccao,
Manoel Antonino de C. Araos.
O thesoureiro.
Luiz Hanoel Rodrigues Valenca.
RECEBED0.UA DO ESTADO
Do da 1 a 21 48:683*625
dem de 4:369*394
53:052*919
Hovlnent do Porto
Navio entrado o ia 22
Bordeaux e OBOala23dii, vapor fran-
Ces t Medoc de 2,648 toneladas, coa-
mandante F. L'Mimie, equipsgem 5,
carga variot ; a S. Burle i. B.
Rio de Janeiro e escala4 dias, vapor
nacional c Bracil >, da 1,999 toala-
d'8, coaiaiaadanta Podra Ujpolto Dr-
te, aqaipagam 60, carga vrioe geoe-
ro ; a Pere>r Orneiro C
Manos e e.'?aia=12 dias, vapor nacional
t Manos de 1,999 toaeladas, com-
mandante (francisco Antonio de Almui-
da equipagem 60, carga varios gene
r< s ; a Pereira Carneiro & 0.
Navios S'hidos no mesmo dia
Rio de Jaaeiro e escalaVapor nacional
t Manos >, cjmmandante Francisco
Antonio ^e Almeida, carga varios gene-
ros.
ParaVapor nacional t Parabyba <>om-
mandante Joaquim Jos de Mattos,
carga varios gneros.
BahaLugar ingle- c Manie a, capitSo
J. B. Manoiag, carga bacalho-
Merrado Municipal de S. Jos*
0 ir.'.T.tnbQto oeste mercaao no da 20 de
Julho foi o seguinte : Entrarara.
42 dois pesando 5,896 kilos.
50 kilos de pede a 20 ris 1*000
2 compart. com marisco a 100 rs. *20O
6 ditos com camarOes a 100 rs. *600
33 columnas a 600 rs. 19*800
2 cargas de gallinbas a 500 rs. 1*000
3 cassaa com galuchas a 300 rs. *900
50 cargas de farinba a 200 rs. 10*000
7 cargas de milho secco a 200 rs. 1*400
4 ditas com feijao a200 rs. 2*800
47 lagares a 200 rs. 9*400
13 suioos a 200 rs. 2*600
1 ditas de amendoim a 300 rs. *300
6 ditas de batata a 300 rs. i800
2 ditas com gerim a 300 rs. *600
1 dita de canoa a 300 rs. *300
1 ditas de banana a 300 rs. *300
1 ditas de laranjas a 300 rs. *300
3 ditas com frnctas dtversaF a 300 rs. *900
8 ditas com milbo verde a 300 rs. 2*400
50 ditos com verduras a 300 rs. 15*300
65|dltos com farias a 400 26*000
9 compartimentos com ressuras
a 600 rs.
45 ditos com telendas etc. a 600 rs,
34 ditos de cernidas a 700 rs.
11 ditos de smneiros a 1*
6 ditos a 700 rs.
residuos e o 2* da eserivo dss execucSes
eiria.
O secretario,
Jlo Aogaato Ferreira Lisss*
EDITAL
O Dr. Francisco Boteiho ds Andrade,
jais ds direito do municipio de Alegados
de logaseirs, oom jurisdiccJo extensiva
ao de S. Jos do Egypto, do Eatado de
Pernamouco, em virtado da Li etc.
Fi z saber a quem interessar pcaa,
Jue com o praso do 30 dias, s contar
ests data, est aberto o coecuso psrs
provmeoto dos cffioioa ds primsiro ta-
belliSo e escrirSo de civil, orphlos da pro-
vedoria e de residacs, de segando tabel-
liSo e ejerivo do civel e ezecucSsa c 7is
e de escrivSo privativo do jury e execu-
c8ea criminaos, do municipio oe S. Jos
do Egypto, creado por le n. 1428 de 27
de Maio do 1879, exercido o primeiro
pelo serventuario Gustavo Eroeatiuo ds
Cuoha Gal vio, caja vaga-bou ve logar por
ter sido concedida s pedido do mesmo
aerventuario a exoneradlo do referido
OBrgo.
O segundo por nSo ter s'do anda pr-
vido por ho haver cmcurrent?t-
Oa concurrentes deverlo juntar em ori-
ginal aa tuas peti^Ses os srgnintea dteu-
meatos :
1. Auto de exima de s. ffi ciencia.
2" CertidSo de idade.
3." Certificado de exames de
tugaez e arithmetics.
4. Folh corrida.
5 Attestado medico de capasidade
pbysca.
6 ProcuracSo etpecsl, se requererem
por procurador.
7. finalmente oatroa d cuneles que
i forem cunvenient para prava de capa-
cidade profission 1; tudo de conformida-'s
com o art. 210 e cus parag-apfcoe do
decreto n. 2420 de 23 de Abril de 1885.
para que chegue ao conhecimeoto
dos Btereisad'B paaou-se o pros -nt^ qae
ser publicado pela, impreca, e affixado
no logar do costume.
D.do e passado nesta villa de S. Joe
do Egypto aus 2 das do mes de Julho ds
1893.
Ei Francisco Baptist. Go:icalvef, es-
crivao intorioo o screvi.
O ju z de direito. Francisco Boteiho
dr. Aoarade.
Certifico eu < ffical do jostica serviodo
de porteiro que atfixei no lugar do cosa-
me o edital supra e dou f.
Villa de S. Jote do Egypto 2 de Julho
do 1893.
O ufficial ue justic.-FraLcaco Fortu-
nato de Campos Salles.
E.t contorme e comer.- com o original
e dou f.
Villa de S. Jc. do Egypto 2 de Julho
d* 1893.
En Francisco Bptista Goncalves. es-
crivSo nterin.i o escrevi.
0 Dr. los Juliao R'gueira Pinto de Sonta, jsit
dos feitos da fazmda do Estado de Peroam-
Du'o, etc.
Paco tber qae lindos os dias ds lei se bade
ar ematar, por veod, a quem mais der. no da
4 de Agosiu a casa sita no largo dos Coelbos os.
25, 27 e 29, tendo cj.i:i orna, quairo mei os e
seienta ceutimeiros d- frenco, sssa metros e se-
tenta centmetros ae fundo, de ocru e janrlla,
D swjuse
B.rca loglza Saarry.
D* Cardiff
Barca norueguense iVicioria.
Barca noro-toeus- Galainea*.
Barca ooruegofOfe Gler.
Barca inglesa Goldeo Sunset.
De Liverpool
Barca ooruegoense Kmil e.
Barra noruegoeuse Sigrii.
Barca norceguen" A. B Bu'-I.
DeHaiunnrgu
Lugar hollandez Jobana*.
Luear alien ao Seao'a.
(larca ai I- ma Qui ac..
Barca ingleza .SiraiOeam*.
De Londres
Locar Inglez Harue .
Barca noraegneose Paisnder
De Etitabeib
Brigoc noroegcea^ Westa.
De Tetra Nova
Lugar Inglez C utha.
Lagar inglez *V:ola>.
Logar oglez Florence.
Vapores a airar
Mea de Julho
Norte........ Manos............
L-urop ....... Sorata............
Eurooa....... Malange...........
>or *......... iiatonk&o.........
Europa....... Rio de Janeiro......
hoi......... Ocano............
Europa....... Colonia.........
Sal.......... Itattaya..........
Europa....... Taous.............
Europa....... Leibmz...........
Europa....... Baha.............
Mez de Agosto
Liverpool..... Actor......
sul..........Trenl.......
Sal......... Orenoqae*...
Europa....... Cont.
Norie ..
Eoropa.......
Sal..........
Sal..........
Europa.......
Sai..........
Sul..........
Sul..........
Sal.........
Norte.........
Europa
S. Salvador.....
OrsalU.........
Potos*..........
Pemamtnco* ....
C'yde..........
Algoasi........
Rio de Janeiro. .
Tbames.........
Manan? ........
Brazil.........
-cana........
Sul.......... Maranbio
47 tainos a 2<000
Rendimenlo des das 1 a 19
5*400
2700O
23*800
11*000
4*200
g.*ooc
261*000
5.176/880
P.'scoblo dia:
Carne verde de 2.0. 720 ris o dio.
Suinos de 800 a 1* ris dem.
Carneiro de 1* a 1*200 ris idem.
Farinha de 320 a 500 ris idem.
Milho de 800 a *000 ris idem
faijio da 1*600 a 2*000 idem
atarlos esperados
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa Triumpbo.
De Pelotas
Patacho sueco Zeus*.
Patacbo oorueguense Eidsvold.
Patacho sueco llilma.
Lagar inglez Nesr Day.
Lugar norueguense Cbanre.
Logar ingles B-unette.
Patacho allemao Horlsoat.
Lagar inglez 'j. Tborem*.
5.437*280
Eoropa.......
Norte........
Europa.......
Sal..........
Sal..........
Norte.......
Napol's
Olinda.....
Tamar.....
Tagu?.....
S. Salvador
Pernambuco
52
n
n

30
1
1
1
*
2
4
3


12
13
M
IS
SS
24
S
Sul
Sul
Vapores a saklr
Mes de Julho
,.... Vanaos...........
Malange...........
Sul......... Sorata.
Norte ...
Sul.........MaranhSo ..
. 23
. 23
. S
BroM............. 13
. 25
. 26
. 29
. 30
. 31
Sul.........Rio de ianeiro .
Sal......... Tagus.........
Sul......... Colonia.......,
Sai..........Baha.......
Mes de Agosto
Europa.......Trent........... 1
Earcpa...... Orenoqae.......
sal.........Congo:..........
Sul......... S. Salvador.....
Eurora.......Potos......... *
Norte........ pernambuco-----
Sol..........Clyde.......... 9
Europa...... Rio de Janeiro... IS
Europa.......TnamfS......... 13
Norte........Alagoa..........13
Norle........Maana......... 17
Sal......... brasil.......... 18
Sol.........Oceana.........20
Norte........Maraabao.......25
Sal......... N'apolis.......... 25
Sul..........Olinda..........26
Sal......... Tamar.......... n
Eiropa.......Tagua;..........
4 i.
t o.
Sb.
ib.
4 bs
2 S
4 b.
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as
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b.
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b.
b.
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b.
b.
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Sb.
4 b.
I fe.
4 .
1 b.
9 b.

t
MUTILADO
i


f .
. ,r ..
Diario e Pernambaco Domingo ti de Jalho de 1893
dnas S3li8. doi qaart?, costaba e quintal, ava-
llada em 300*000 cada orna, a qaal pertence a
Antonio Cara-tiro da Cuoba, e vai a p*aca por
execocao da faieada
E para que enage a noticia a quem ioteressar
possa, passoa se o pres-ote, que ser publicado e
ifExado.
Dado e pa*ado cesta cidade do Recife, aos SI
de Jalho ae 1893.
Eu Alfredo Diamantino de Torres Baadeira'
escnv&o.
ios Mio R. Pinto de Sousa.
Palo de Soma, jaiz
Estado de Pernam-
0 D.-. Joe Julin Rigoeira
dcB fetos da (aseada do
boco, Me.
Pago saber que, lindos os das da lei, se bale
arrema'ar por venda a qoem mais der ao di &
de Aposto a rasa sita no Enea-,amento o. 38
fre?oezla(do jro da Paoella com doaa jaaellas
de f.-eo'e, ama porta oo oilao, ama sala, no
qoar'o,. costaba.fra, mediado quat-o metros e
oiteaia'centimetrc8 de aigora e oiio metros e tri-
la reolimetrosade fondo, avahada em 6000, a
tjual oertence a JoSo F-ancsco da Las, e vai a
praca por execccSo da faieoda.
E para qu- chrgue a noticia a qaem ioteressar
possa, passoo-se o presente edital,[qae ser pobli-
tado e flixad >.
Dado e passado nesU cidade do Recife aos 22
de Julbo de (893.
En Alfredo Dimantino de Torres Bandeira,
escrivao.
Jos Mio R. Finio de Souza.
O DoulorJ os Junio Riguiira Pinto de Sousa,
Jaiz dos Fetjs da F*zenda do Estado de Pvr
nambuco. eic.
F.fo saber que Godos os das da lei se ba de
arrematar pjr de Agosto a casa a roa nove. frrgaesia da Boa-Vista, perteocente a Ma
noel Goocalves Ferreira da Cosa, com dnas ja-
uellas e urna porta, mediodo cinco metros e cid-
coeota centmetros de freme, qoicze metros e
viole e don centirut tros de fanao, quintal mu-
rado e pcrio, avahada em nm cont de reis, e
va! a praca por execocao da Faieada.
E para que ebegu-i a noticia a qaem ioteres-
sar possa pirsia se o przente que sera publica-
do e >ffixado.
Dado e passado resta cidade do Recife aos
2 ce julio de mil oiioceaios e noventa e t ez
Eu Alfredo. Diamantino de Torrea Bandeira,
escrivio.
Jo? JnHao R- Pinto de Sooz.
O Douiur Jje Juliao Higuera Pinto ue Suuia<
Joiz do* Fetos daF^z nda do Estado de Per
nambuco.
Fago saber, qoe Qodos os das da lei se ba de
arrematar por veoda iquem mals der oo da 4
de gosto a casa de tanta sita a ra da Cachaca
numero seis, em S. LoorenQo, com dtias j-.ael-
las e orna porta de frente, loas satas, tre qaar-
tos, coznha dentro, quintal em aberto, meuiodo
cinco mrtro* de frente, oove metros e trinta cen-
tmetros de fundo, em terreno foreiro, avali ad>
em lazentos mil res, a qual pertence a Looro-
o Ribeiro, e vai a praca por execucao da Fa-
zenda.
E para que ebegue a noticia a qoem mte-e<
sar posa passoa-se o prezente que ser publica-
do e afiliado-
Bade passado nesta cidade do Recif aai
22 de julbo de mil oitocentos e noventa e
trezEn Alfredo Diamantino de Torres Bandei-
ra, escrivao.
____________Jos Joliao R. Pinto de Sooza.
O Djutor Juee Juiio Rigueira Pinto de Sooza-
jutz dos Feito ua Faz^nda do Estado de Per-
n mbuco.
Kdf.i arreaia'ar por veoda a qaem mais der oo dia 4
de Agesto a casa sita na Estrada do Eogeoho
nnmero tnnt- e doi-, em Apipocos, com duas
janellas, e dnas ponas de frente, duas sala*,
(rez qaartos. coznba interna, quintal crande em
aberto e aloorisado, bastante estragada, avaha
da m qoatroceatM, mil reis, aqaal pertence a
Francisco C.rn.ro Mar ios, e vai a praca por
execucib la Faznla.
E para que cb.'goe a noticia a qaem iateres
sar pos-a passeu se o presente que ser publica-
do e aluzado.
Dado e pasando nesta cidade do Recife, aos 22
de Jolbo de 1893.
Eu Alfredo Diamanttoo de Torres Baadeira,
escrivao.
Jos Julio R. V. de Souza.
5* Serjao.Secretaria do Goveri lo Estado
de Pernambuco em (de Jolbo de 1893.
De ordem d-* S. Exc. o Sr. Dr. Goveroartor da
Estado fajo publico, cooforme solicito'] a Secre
laria do E6tado dos Negocios da Industria, Via-
cao e Obras Publicas, em ofticio u. 200, de 33 de
Junbo ultimo, o edital abaixo transcripto, acerca
do levaotameoto da esogao felta pela agencia da
Compaodia Liverpool and London and Glob lo-
u.-auce que allega ter cessado suas operages*
O Seo re ario,
JoSo Augas>o Ferreira Lima.
Secretaria de Estaco dos Negocios da Indus
tria, Viacao c Obras Publicas.
De ordera do Sr. Minia ro, fago publico que,
teDdo a Compantia Liverpool zai Londou and
Glob losara, ce reqoendo a ste ministerio o le
vaatamento da caugie para fundo de garanta d
ua agencia no Estado de Pernambuco, visto ter
esta cessado as suas op-ragOes, deverio ser tra-
zidas ao coabecimeoto desteministerio, a.e odia
31 de Julbo prximo futuro, quaesqoer reclama-
ges que possam os iniereasados fazer a tal respei-
o, alim de ser .'-Ja i conveniente solcgao ao
pedido da mesm> Comoaobia.
Dir-c.tona Geral da Iadastria, em 23 de Juoho
!e 1823.
O directo' geral,
Tbomaz Wallucf da Gama Cecoobra.
ah aecyao.Secretaria do Govarno do
Estado de Pernambuco, em 17 de Jolbo
ds 1893.
EDITAL
De ordem do xm Sr. Dr. Governa-
dor do Estado fago poblico, para conheci-
znento dos interesaadns, o edita! abaixo
transcripto chamando concurrentes a apr<-
sentacSo de plantas e orcamento para
edifcagSo de um theatro i a capital do
Estado de Alagoas.
O secretario.
Joo Augiuto Ferreira Lima.
EiitalO Sr. secretario interino dos
negocios do interior manda abrir concur-
rencia, e ordem do Sr. Governador,
pelo praso e 3 meses, contados de boje,
a apresentagao de plantas e ornamento
para a edifcagSo de am theatro nesta
capital, servindo de base construcc&o a
qoantia de 300:000,5000, votada pela iei
n. 49 de 13 de Junho do corrente anno.
Os concurrentes devem ter em vista,
para o calclo da lotagSo do mesmo thea-
tro, a popolacSo futura desta cidade, que
actualmente de crea de 30,000 almas e
qoe dentro de poucoa annos dever du-
plicar oo triplicar, attento o movimento
progresivo do Estado.
Sara preterida a planta qoe matsse-
recommondar pela grandeza do estylo,
ornamentagSo e boas coodigSes de auos
tica ptica, solides e acommcdagSes.
O autor da planta ser o architecto do
edificio.
Secretaria dos Negocios do Interior do
Estado das Alagoas, em Masei, 5 de
Jalho da 1893. M. Laorindo Jnior,
director addido.
Alfandega de Pernambuco
EDITAL S. IB
Pea inspectora da Alfandega se faz poblico
que no dia 30 de Jolbo vindouro, serao vendi-
das porta desta Repartigao, em basta publica,
icentas de dlreitos, as mercaduras abaixo dee-
criptas, qoe nao foram despachadas por seas
donas oa consignatarios no prazo da lei, aos
quaes, alias, tica marcado o prazo de 30 dits, a
contar desta data, para ae retiraren], sob pena
de realisada a venda, nao se altender mals a
reclamagao algoma.
As mercadortas sero expostas ao exame dos
rsaeressados e o arrematante ser obrigado, sob
peoa de multa, a entrar com o prego da arrema-
lagio dentro do praso de 48 boras.
Armasen n. 5
Um encapa^ o marca Ksoffmaoo, o. I, entrado
oo armazem em 1 de Desembro de 1891, vindo
de New York no vapor americano Seeuraoga',
nio constando a consignagio e contendo amos-
tras.
Um peso marca APS & C. sem numero, entra-
do em 10 de Majo de 1889. viodo de Liverpool
no vapor ingles Sculptor consignado a An-
tonio Pinto h C. contendo obras de ferro fund
do, pesando 20 kilos.
Urna calxa marca ES cima e P abaixo. n.
14, entrada em 13 de Novembro do dito an-
no, da mesma procedencia, no vapor Ingles
Lasell *, nao cone'aado a coos.gnagao, conten-
do amostras de papel para f ro de sala.
Um atado marca S/m, sem numero entrado em
15 do dito mes e anuo, da mesma procedencia,
no dito vapor, nao confiando a cosignago,
comeado amostras.
Urna caixa marca AC & C, sem numero, entra
da em 13 de Janeiro de t89J, vioda de Liverpool
no vapor mglez < Edicior consignada a Aran-
jo Castro & G..contendo amostras.
Urna bernca marca diamante SHC cima e B
ao c-otr j, o 1/40, entrada em 20 do dito mes
e anno. da mesma procedencia, oo mesmo va-
por, cootigoada a Sooza, Bastos, Amorfm & C ,
contendo amostras de looga, pesando 9 kilos.
Seis canas marca Nogueira, sem numero, en-
tradas em 4 de Ootobro do dito anno, viadas de
afanaos no vapor nacional < Mansos >, nao con-
stando a censignago, cootendo 288 garrafas de
capacidade at 500 grammas, com agua mit.er. I,
pesando liquido legal 115 kilos.
Um pacote marca S Saotos 4 C. o. 61, entra-
do em 21 de Novembro de 1890, vindo de Liver-
pool oo vapor ingles bebdar ignorando se
a coasignagao, contendo amostras.
Duas barricas marca BS & C. o-. 13 e 14 en-
tradas em 4 de Fevereiro de 1891, viadas da
mesma procedencia, oo mesmo vapor, coDsigna-
das a Bartbolomeo & C. Snccessores, cen-endo
oxido de cbombo amarello, pesando liquido le
gal 193 kilos.
Urna enana de ferro, marca APS & C. sem
nnmero. entrada em 6 do dito mez e son, da
mesma procedencia, no mesmo vapor, nao con-
stando a coosigoago.
Um pacota, marca AS cima e MW abaixo, n.
37|40, entrado em 16 do dito mes e anno, vindo
do Norte no vapor ingles Scnolar, nao cons-
tando a consignagio, enntendo amostras.
Um dito, marca B&G cima W .baixo, n. 24,
dem, Ideoi, idem.
Um dito, marca G. Fernandes & C, n. 4, idem,
dero.
Um dito, marca WH cima e W abaixo, a.
442(143. idem, idem.
Um dito, marca Moller & C, o. 11, idem,
idem.
Um dito, marca S B .-'.morim 4 C. o. 24, idem,
dem.
Um dito, marca WH cima e \V abaixo. o.
144,143, dem, idem, no vapor instes Mer-
cbant, idem.
Urna caixa, marca G C, n. 101, entrada em
5 de Uaio do dito anno, vindo de Bordeaox no
vapor francez Congo, consignada a G. Cbao-
droo, contendo 22 meias garrafas de vinbo com-
mu, metinao nove litros.
Urna dita, marga J. Pater 4 C, n. 38, entrada
em 9 do dito mez e anno, viada de Liverpool no
vapor ioglez Actor, igooraodo-se a coos'goa
gao, contendo 15 kilos de impressos em ama .-
eO-.
Um pacote, m?rca WH cima e W embaixo, n.
146, entrado em 22 do dito mez a anno, mesma
procedeocia no >apor inglez < Hanoer, igno
rada a consi nagio, con endo amostras.
Um pacote. marca A E Soaree, o. 503, entrado
em 17 de Julbo do dito anno, viudo de Sootbam-
P'oo no vapor inglez Clyde, consignada a
Ad. E. Soaree, contendo amostras.
Um dito, marca a D C Vtanca. n. 542, idem
idem. consignado a A. D. C. Vianna, mesmo coo-
tedo.
Um dito, marca G. de S. Peixe, n. 514, idem,
idem; consignado a Gnanno de Sooza Peixe. o
meso.0 conten o.
Um dilo, marca G. II. IrmSo, n. 32. entrado ex
20 do dito mez e anno, vindo de Liverpool no
vapor ioglez Actor, nao constando a consigna
gao e contendo amostras.
Um cei>to. marca J A C e diamante B no cen
tro, n. 1/45, idem, dem, consignado a J. Amo-
rim & C. contendo amostras de looga.
Urna caixa, marca triangulo, F no centro e R
D aos lados, o. 80, entrada em 24 de Julbo do
dito anno, da mesma p ocedencia, ne mesmo
vapor, tons gnada a Recife Draioage C. L., con-
tendo limalba de ferro grossa, pesando 326 ki-
los.
Urna barrica, marca J A V & C cima e W S
abaixo, n. 13/24, entrada em 4 de Agosto do dito
anno, da mesma procedeacia bo vapor ingles
Mormer, consignada a Jos da Araojo Veiga
4 C, contendo amostras de louga. m. 1 e 2.
Urna caixa, marca A B 4 C. o. 7520, entrada
em 23 de Se.emnro do do anno, vinoa de Ham
burgo no vapor allemao belgr.no, nao coa
stao io a consigoagSo, contendo moldaras dou
aadaa.
Urna barrica, marca P, o. 1, entrada em 6 de
Ootobro do dito aono, vioda de Liverpool oo va-
por inglez Actor, nao constando a conslgnagao
e contendo obras de ferro fundido simples, pe
sando liquido legal 122 ki!o*>.
Urna caixa, marca O S 4 P, o. 350/369, entra
da em 27 do dito mez e anno, vindo de Ham-
borgo no vapor allemao Patagonia, consignada
a Cbarles P.'ym 4 Ci.. contendo 12 garrafas com
8 litros de vinbo commnm.
Urna diu marca AL cima e JC, F HF abaixo,
entrada em 9 de Dezembro da 1891, viada de
Bordeaox, no vapor Francez Orenoqae coa-
signada a Angosto Labille, vasia
Sem marca, um altado, sem numero, entrado
em 19 de Janeiro de 1892, vinda de Liv-rpool no
vapor Inglez Marine- i.ao constando a con-
signago, contendo obras de ferro balido ni-
ckelado, pesando 0 kiloc.
Urna caixa marca BA, entrada em 20 de Ja-
neiro de 1892, mesma procedencia no mesmo
vapor, ignorada a consignaco, contendo tilo
nao especificado, pesando 26 kilos e casemira
de la 8ingella 33 kilos.
Urna barrica marca CL cima e D abaixo en-
trada em 1 de Abril do dito anno, mesma pro-
cedencia no vapor inglez > Mercbaot censig-
nago ignorada, contendo ferro para cortar ca
pim (ferramenta grossa), pesaido 178kilos.
Done gsrrafOes quebrados marca G, C, en-
trados em 12 de Maio do dito aono, vindos de
Trieste no vapor aostriaco Baross, consig-
n idos a ordem.
Urna caixa marca AB, n. 675, da mesma pro-
cedencia no vapor austraco Pollnce entra
da em 21 de Jaobo de 1892, coasignado a A. C.
Benevite, contendo papel para cigarros em folba,
pesando liqoido legil 117 kilos.
Urna dita marca AB. n. 676, idem idem.
Urna dita marca, ABC. n. 870, entrada em 12
de Julbo de 1892, vinda de Antuerpia no vapor
ioglez I-cklcw, consignado a ordem, conten-
do laminas de vidro polido sem ago de mias de
3" de espessura.
Seis folies grandes para ferrreiro at 5* de
largura, entrados em 19 dd Julbo de 1892, viu-
dos de Liverpool no vapor inglez Scbolar ,
consignados a Jacintbo Azevedo 4 C,
Uxa barrica marca diamante W R, n. 19
entrada em 22 de Jolbo do dito anno, vinda de
Liverpool no mesmo vapor, Ignorada a consig-
nagio, contendo ccnnexOes de ferro.
Tres saceos marca B, S, sem numeres, en-
trados em 28 de Outubro do dito aono, viudos
de Lisboa, oo vapor portugus Alice coo-
sigoados a ordem e contendo 220 kilos de
feijo.
Urna caixa vasia marca SP Babia, n. 26,
idem idem.
Alfandegn de Pernambaco 27 de Junbo de
1893.
BarSo de Souza Leao.
desse dia
diante nlo vencerlo
que, aeise ata por
mais jaros as referidas apolices.
Secretaria do Toeaooro do Eatado de
Pernambaco, 17 de Jalho de 1893.
Servindo de secretario,
Epam'nondas Pinto Bandeira A. de Voa-
coneeliot.
THEATRO
DECLARCOES
THEATRO
SANTA
Compauhia Souza Bastos
De que fai parte al.* actrii cantora
PEPA BOTZ
Companhia Sooza Bastos
23 DE JULHO DE 1893
RECITA EM FAVOB THEATRO
Sera executada pela orchesta a grande
symphonia da opera
do celebre maestro brazileiro
Carlo0 <&omt$>
Em seguida a representaejio do
Tim-tim por Tim-tim
Come^ar as 8 '[4
Bonds para todas as linhas e trem
para Appipucos e Olinda.
Bilheles no escriptorio do Theatro.
HOJE
Alfande
Sa
Aforamentj) de terreno de marinha
De ordem do Ex. Sr. iospector, teodo o co-
ronel Jos Rutoo Climaeo da Silva requerido
por aforamento eotre ootros o terreoo de mari-
Dba devoluto sito noouao sul da casa n. 101 aa
ra velba de Santa Rita, fregaezia de S. Jos,
coovido o possuidor do terreno da mesrxa casa,
como conOcane, a vir declarar no praso de 30
das si quer ter preferencia oo allodido afora
ment, de accordo com u decreto de 22 de Fe-
vereiro de 1868.
Em 19 de Jolbo de 1893.
0 2* escriturario,
J. H. de Oliveira Amaral.
Sociedade Refiaaria e Des-
tillagao Pe-nambucana
O presideote desta pociedade, em virtude do
que pre eita o art. 16 do decreto de 17 de Ja
oeiro ae 1890. BCieotiOca qoe ficam a disposigo
do8 Srs. accioni."tas, oo eclptorio da Socieda-
de roa do Oommercio n 34, as copias do ba-
lango, relagao nominal dos accionista e lista das
transferencias realizadas oo decurso do aono
dado em 30 de Janbo prximo passado.
Recife, 21 de Julbo de 893.
JoSo Fernandes Lopes,
Presidente.
Companhia Agrcola e Mer-
cantil de Pernambuco
De cooformidode com o art. 46 e .eos do
decreto de i de Janeiro de 1890, acha-se na
8de desta eompaobia, ra do Vtscoode de La-
parica o. 28 1. andar, das 11 horas da manh
s 3 da tarde, copias do balaogo, da relagao no-
minal dos Srs. accionistas e a lista das transfe-
rencias de aegoes, qne ficam suspensas doraate
30 das, dos termos do art. 29 dos estatutos.
Manoel Joo de Amorim.
Presidente.
DOMINGO ^3 m JLHO
Ai 4 b ras da tardeExtraordinario e varia-
dissimo espectculo, dedicado a (Ilstrala
CLASSE COMUERCIAL
Prlmeira parre
i Brillante sympbonia pela orebests.
2a A primeira representagao de lever de-ndeau :
FERNANDA
Desempenbado pelos artistas : Caetano
Reis e EncarnacSo Reis
Segunda parte
I Fandanguassu'
Lindo tango pela orebesta
2 Em qoanto o panno nao sobe
Monologo pelo actor Caetano Reis
3 BALADA
DO
BURRO DO SR. ALCAIDE
Pelo actor Abreu, actriz Emilia 8 corpo
de coros
3c tiV A^JaA >Jt JL Jw* Poesa pelo actor Pereira o'Almeida
S imto me engaooi
Caogoaeta pela actriz Pepa
6 Solo de violino
Com acompaonameoto de qaar terto peto Profe-
sor E. Serpa.
7 AS LAS
Monologo peto actor Caetano Reit.
8 0 TEKKIVEL
Pelo actor Joaquina Ferreira
90 BAILE FAMILIAR
Monologo pelo actor Sant'Anna
10 Canco do assobio
Pela actriz Pepa
II PAO FftKSCO
Cangoneta pele actor Frederico oe Souza.
Tergeira parte
A representago do festejadissimo terceiro
acto da celebre revista
Ti m-ti en por Tim-tim
Terminando o espectacolo com a Inspirada
mareba patritica de Alfredo Keil cantada por
toda a companblaf:
A P0BTLIEZ.4
N'este acto encontram-se os grandes attrati-
vos :
As aodorlobasAs t-es ralasO doet'.o dos
cbaposAs ligasO ZebedeoOs trea jacars
O fadlobo com coplas novasGrande pano-
rama de PortngaalJamos e dangas populares
portugueses.
As 4 bors da tarde
AMANHA
8EGNDA-FEIMS24
8a mita de untura
Lom a esplendida opereta burles'a
A dran Dnqaeza de Gerobstein
Ter^afeira 25 de Julho
HIPPODROMO
(jMPOCRJNDE
QUE SE REAL1SARA.' NO
Dia 11 de Julho de 189.1
Juiz de partidaO Sr. Francisco Antonio Brandao Ca-
valcante
Nomei
i
Pello*
Natura
lid.
Cor da vesti-
menta
Proprtetarlo
1. PareoBlgica11.000 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ganho oo Prado e
flaio prxima passado. Premios: 250/000 ao i.0, 30*000 ao 2. e
25000 ao 3.
Tim-tim.....
Oaro-Preto...
R'gedor ___
Toulon.....
Bolvar......
Aventurelro..
Faotoene...
Mascte......
Pleiade......
Alazao......
Preto........
Castaobo___
Rodado......
Rodado......
Castaobo___
Russn.......
Castaobo ...
Rodado......
Pernamb.. 51
51
c 51
51
51
ol
* 51
31
51
Amarello............
Oaro e preto.........
Eocarnado............
Grenats musgo......
Encarn. e bonet preto.
Azul, ene. e amarello.
Azole ouro..........
Ene. preto e ouro.....
A. Silva.
Coud. Perdigao.
J. Ponseca.
Dr. Joao C. do I. B.
P. Alexandrino.
A. Meira.
M. P. S.
Coud. Mouriscana.
Coud Palmarense.
2. Pareos ni a1.200 metrosAnimaes de Pernambaco.
! e 25*000 ao 3.
Premios : 25OJ00O ao 1 50* ao
Traquinas...
Ally Stooper.
Regente.....
Septicismo..
Triumptio....
Ponlable.....
Pirata.......
Mellado.....
Rodado......
Alazo......
Castanbo
Baio........
Castanbo___
Preto........
Pernamb.
50 iPretoerosa..........
50 I Preto e eocarnado___
50 lAzal e ouro..........
50 .Ouro e preto.........
50 Encarnado e preto....
50 Ene. e bonet preto. .
50 I Verde e amarello___
Freltas & C.
A. O.
Coud. Cruzeiro.
A. M. A.
Coud. Arrayal.
H. L. H. Jnior.
Maalbaes & C.
3. PareoAustria Hungra1.200 metros-Animaes de Pernambuco.
ao l, 50*000 ao 2.' e 25*000 ao 3.
Premios: 250*000
PESTAS DOS
Knrarnorau Bel*
ARTISTAS
e Caetano Bela
PRADO
PERMMBlCAiW
Blackstone...
Maiauge.....
Conforme___
Malaio.......
Nictheroy___
Caoiponez....
Frontn......
Tapir........
Rodado......

Russo.......
Mellado......
Castaobo....
Baio.........
Russo........
Pernamb.. 50
50
m 50
c 50
c 50
50
m 50
a 50
Encarn. preto e ouro.
Eocarnado e preto___
c
Verde e encarnado...
Azul e grenat.......
Azule ouro..........
Preto e rosa.........
Ene. e bonet preto..
PareoInglaterra-1.300 metros-----Animaes pangase pelludoi,
ao 1. 60*000 ao2. e 30*000 ao 3.
J F M
Coud. 24 de Maio.
J. J. Valente.
J. Moraes.
A. A. F. Taques.
C. C.
Arthor Silva.
M. R.
Premios: 300*000
Rusticano....
Dspota 2,..
Favorita.. ..
Radams.....
Tenebrosa ..
Alazao....
Castanbo
Zaina-----
Teto.....
Rodado...
Peranmb.. 48
5.
S. Paulo.. Si
Pernamb.. 48
c 52
Grenat e ouro........
Roxo e ouro.........
Azul e encarnado....
Ver. e ouro, bonet br.
5. Pareo oppiementar-1.050 metros-Animaes de Pernambuco.
ao 1., 60*000 ao 2. e 30*000 ao 3.
Ida.......
Piramon...
Pyrilampo
Berlim-----
Rodado......
Castanbo___
Tordilbo.....
Caxito.......
Pernamb..
U
50
50
50
Azul e ouro........
Amarello e bramo..
Preto e rosa........
Verde e ouro......
Coud. Pelotese.
A. Vilhena.
F. C. Rezende.
Coud. Brazileira.
J. Rocba.
Premios: 300*000
Coud. Cruzeiro.
Coud. Bella Vista.
A. Silva.
E. Oliveira.
6.* Pareo- Italia800
metrosAnimaes de Pernambuco.
ao 2. e 25*000 ao 3."
Premios : 250*0COao 1., 50*
li\!alaio......
2 Rio Grande..
3 Ouro preto .
4 Tiberio......
olFrontio.....
6|Taplr........
7|Arcbvou ...
Mellado......
Rodado......
Preto........
Rodalo......
Russo......
Rodado.
Pernamb.. 53
c 57
51
a 51
51
51
c 53
Verde e encarnado...
Eocarnado e ouro___
Ouro e preto.........
Encar. eazul.......
Preto e rosa.........
Ene. e bonet. preto...
Azul, ene. e amarello.
J. Moraes.
M. P. M. Fooseca
Coud. Perdigao.
F. C. Resende.
A. Silva.
M. P.
M. P. S.
de
Thesouro Jo Estado
Pernambuco
EDITAL
De ordem do II ustre Dr. Inspector
d'este Thesooro, convido aos Srs. pos-
soidores das apolices sob ns. 240, 10, 0,
157, 33, 94, 5, 44, 164 e 250, emitti-
das a favor da Usina Bamburral a vi-
rem resgatal as e receber os respectivos
juros at 31 do oorrente me, cjrtos de
PROJECTO DE INSCRIPCAO
Para a 2.a corrida a realizar se no domingo
30 de Julho de 1893
i.
2.
3.
5.
6.
7.
8.
PAREO -Consolado 300 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho premios nos prados do Recife at o dia do eccerramento
a mBcripcSo. prsmios : 2506000 ao primeiro, 500000 ao segando
e 255000 ao terceiro.
PAREO -iprogreS801.100 metros Animaes pungas e pellados. premios:
250(5000 ao primeiro, 50)J000 ao segundo e 25|J000 ao ter-
ceiro.
PAREO Vaclonal 1.350 metros.. Animaes de qualqoer paiz.
premios : 3004000 ao primeiro, 600000 a segando e 300000 ac ter-
ceiro.
PAREO PernambDCO 1.200 metros. Animaes de Pernam&uco.
prKHius : 3000000 ao primeiro 600000 ao segando e 303000 ao
terceiro.
PAREO Imprensa 1.000 metros. Animaes de Pernambaco. pre-
mios : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao ter-
ceiro.
PAtEOConelliaco l.'OO metros. Animaes de Pernambaco. pre-
mios : 2501000 ao primeiro, 500000 ao seguudo e 250000 ao ter-
ceiro.
PAREOExperiencia1.200 metros Animaes de Pernambnco. pre-
mios: 2500000 ae primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao ter-
ceiro.
PAREOLibcrdade 1.100 metros Animaes de Pernambuco. PRE-
MIOS : 2500000 ao primero, 504000 ac segundo e 150000 ao ter-
ceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5* do cdigo de corridas, nSo poderSo ser inscriptos
no pareo Progresso os animaes Atlante, Petropolis Douradilho, e Despota 2-, oo
pareo Nacional a egoa Gipsy, no pareo Imprensa os animaes Dablim, Ida, Piramon,
PlutSo, Pirylampo, Maurity e Ha gaenot, no pareo ConciliacSo os meamos animaes
do pareo Imprensa e mais Talispher, Maranguape, Tudo Moaro, Pigmea e Berlim,
no pareo Experiencia os meamos animaes do pareo ConciliacSo e mais Torco 2',
Talicier, Vermutb, Bocado 2 Traquino, Triumpho, Pontab'.e, e Sana Souci, no pareo
Liberdade os meamos animaes do pareo Experiencia e mais Tapy, Colosso, Despota,
Vivaz, Froetio, Ally Stoper, Ruy Blas, Regente, Soepticismo, Tapir, AJabama, Coa-
forme e Pirat..
Os pareos ConciacSo, Experiencia e Liberdade n3o contarlo victoria.
Oa pareos s se lealisaro inscrevendo e correndo pelo menos quatro ani-
maos de tres rroprietar.os differentes. '
Chama-se a attencSo dos Srs. propietarios para o art. 3* do cdigo de
corridas.
A inscripclo encerrar-se-ha terga feira 25 do correnta as 6 horas da
na secretaria do Prado Pernambucano ra da Imperatriz n. 26, 1* andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 20 de Junho de 1893.
SERVINDO DE SECRETARIO,
tarde
Jos Gomes aaohss.
7. PareoAllemanha1.000 metros-Animaes de Pernambaco que nao tenham ganho.
Premios: 250*000 ao !. 50*000 ao2. e 25*000 ao 3.
Blaikstone...
Mascotte.....
Aventureiro,.
Tenor 2....
Rodado...
Castanbo
Alazao.
Peroamb.. 51
< 51
51
51
Encarn. prelo e ouro.
Azol e ouro......
Grenat e musgo....
Rxo eouro.......
J. F. Maciel.
Coud. Mouriscana.
A. Meira.
J. N. da Silva.
8bs*m$0ts
no
Fica extincto o lugar de Juiz de coafirmaco em vista do incidente havido
Derby-Club.
Todas as resloucoes tomadas pelas associaces hippicas d'esta capital, con-
tinan em pleno vigor.
S lero ingresso na casa das apostas as directoras das associaces conge-
neres, auctoridades, juizas de partida, chegada e pesagem.
Esta resoluco ser observada seja para qaem for.
Os cartes de criados s darSo ingresso pelo portSo do ensilhamento.
Os jockeys s terSo ingresso pelo portSo do ensilhamento.
O horario ser restrictamente observado.
Os animaes inscriptos no primeiro pareo deverao estar no ensilhamento ai
9 e 12 horas da manhS.
Os forfaits aerao recebidos at Sabbado 22 de Julho s 3 horas da tarde, na Se-
cretaria (.<> Hippodromo.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande 20 de Julho de 1893.
O secretario,
Augusto Silva.
Banco da Repblica
io Brazil
Acome^arde 15 do cor-
rate paga-se o primeiro
dividendo das accoes deste
Banco aqui inscriptas,
razao de 6$C00 por cala
urna accao integralisada e
3$000 por cada urna accao
nao integralisa^a, no es
criptorio de Pereira Car-
neiro& C., ra do Com-
mercio n. 6, 1. andar.
Alfandega
Fat-se scicnte aos negociantes Guimares Bra-
ga & C, Meneits Sciappe & C-. Olivera Castro
& C, Alfredo Almeioa & C, PranciscoiTondella,
eJonia Cctkles de Mello, Hago & Vascocellos,
Jos P'anc8C0 de Figueiredo. Laiz Mara Ribei-
ro Guimares, Fernandes Jnior & C, Alves da
Costa 4t Flhos, Antonio Jos de Araojo Filbe,
Candida Julia Cavalcante Roses e Antonio Soares
Raposo qoe Ibes tica marcado o praso de cinco
dios, a contar desta data, para na 2" seccSo
esta Alfandega assignarem o respectivo termo
de contrato do fornecimenio de gneros aos cor-
pos da guarnigao e hospital militar iocorrendo
as penas da lei aquelles qoe nao o zerem no
referido praso.
Em 18 de jolbo de 1893.
O 2 escripturarto
J- H. de Oliveira Amaral
Companhia do Beber: be
Os Srs. occionistas desta Companhia eSo con-
vidados a se reuoirem em assembla geral ordi-
naria no lia 31 do corrente mez, ao meto dia,
no 1* andar do predio o. 71 roa 15 de Novem-
bro, para assistirem a Ieitura do relatorio, deli-
beraren] sobre as contas e parecer da commis-
so riscal, relativo ao anno social lindo em 30
de Abril oeste anno, assim como elegerem o
presideote e secretario da assembla geral e
commis8So fiscal e resolverem sobre qoalquer
assumpto de interesse par a Companhia.
Recife, 15 ae Julbo de 1893.
Ceclliano Mamede Alves Ferreita, director ge-
rente.
Manoei Joc.o de Amoria, director secretario.
t

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V ' L MUTI1AD0 * -..- _.-


Hospital Portugiiez
de Beneficencia
Premio a virtude
A lonta admQi-iratita do Hospital Portogoez
de Beneficencia, tendo de adjudicar o premio de
500*000 tilba ou tiibo familias, natural da
cidaee do Recife, que pelo seo trabalbo honesto
tiver coDCorrido etncaznieute para soitemaco
de seos paes, ou assisiido a sen pai ou mal com
verdadeira dedicacao e amor filial, durante do-
enea grave e prolongada,, premio que foi in-
stitniao pelo fallecido commendador Amonto
Jet de Magalhaes Bastos, cbama as pessoas que
se julguem do caso de concorrer a esee premio
a apresentarem no prazo de 60 da, contados
desta data, na secretaria deste hospital, os do-
cumentos comprobatorios de sua pretenc8o, os
qnaes devem declarar: nome, estado, protiseao,
Idade e residencia; e provar ser naiaral aesta
cidade e baver preenebido os requisitos exigidos
pelo testador, seDdo para este fim indispensavel
urna exposigo dos lacios em que (ondam sua
pretenco.
Secretaria do Hospital Portuguez, 14 de Junbo
de 18 93.
A. J. Barbosa Viacna.
I secretario.
mano ae-tfemamrtco ftoHiingo 23 a julno ae icwa
400
320
80
Conapanhia de Tecidos de
Malha
Stima chamada de capital
De ordem da directora, convido os seobores
accionistas desta companbia para realisarem a
stima prestacSo de 10 O/o oa 20*000 por aegao,
al o da 31 do correte, no escriptono do the-
aoureiro da mesma, a rea Primeiro de Marco,
an'iga do Crespi n. 7.
Recife, 1 de Julho de 1893.
Alfredo A. P. Fragoso
Director *>-cre-ario.
BctQei pequen o bresos da ca-
so pan ealc-s
Botoes pequeos de Osso brin-
co
Calcado
Botinas pares
Utensilios
Chicarse de toacas, easaea 48
Pratos de looca, oasaes 48
Talheres 48
Observares
Os proponentes deverSo apresentar-se
dev.damoute habilitadoa" DeverSo apre-
aeotar aa suas propostas em duplcate, com
retereociu a cada pecie de artigo, de-
ve do as mesnr-B conter A nome do pro-
ponente, h indicacSo da casa commereisl,
deolaracSo ezpreBsa de sujeita-em as mul-
tas de 5 0q no caso de recnsarem a assi-
gDsr o termo de contracto, e as de 10 Ojq
e0 0|Q de qua trata os artigo 87 e 88
do egulamento em vigor, e qnal o praao
improrigavel para a entrega dos artigos.
Nao aerSo aceitas as propostas qua nao
vierem ac- panhadas dus respectivas
amostras.
mencionarlo no subscripto a especie
do artigo propoato e os nmeros e marcas
das amoaTas apresentadas.
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Pernambuc". em 20 de Julho de 1893.
Jos Faancisco Ribeiro Machado,
Secretario.
S. R. J.
Kociedade ecre*UIva u
veutmlc
Partida do 29* aoniversanu em 14 ce Agotto
Os sabores socios, interessados pela oossa
festa anniversarid. qceiram informarem se ca
> social do3 direitos qoe Ibe assistem.
Secretaria do cooselbo fuoco de reserva, 15
de Julbo de 183.
0 2- secreta-io
________A. Costa.
Banco de Pemambuco
DIVIDEN 0
Sao convidados os seobores ar-cionistas a v-
rem receber no esenptorio di-ste Banco, do d;a
23 un diaDte o 7o dividendo de sstas : razao de 10 0,0 o anno, <-cr espondente ao 1-
emeslre lindo em 30 de Jucho prximo pas-
eado.
Recife, 21 de Jaibo de 1833.
Pelo secretario
Antonio Fernandes Ribeiro.
Banco de Crdito tteal ae
Pemambuco
14" dividendo
Os seobores actemelas eSo convidfcdos a vir
receber ca sede do basco ra d.'Bom Jess n.
26 o 14' dividendo, relativo ao 1- semestre
finco em 30 de J^nho prximo pas?a:o. razao
ce 10 0,'o jo ur.no. ou 4 por aejao.
Recife, 12 de Julao de 1893.
O gen-nte
Jo6 Fau;!;;io Porto.
Companbia Babiana de Navega-
&> a vapor
Maoei, Villa Nova, penedo, Araoaj, Es-
tancia e Babia
D paquete Estrella
Commandante Domingos Viegas
'esperado
do- portos cima
at o dia ** do
icorrenter regres-
1sando para os
mesmos depois da demora do cottome.
Para carga, caisagens.encommeuaas e dinhei-
ro a frete, trata se com o
AGENTE
Pedro O-orio de Cerqu^ira
Ba do Vigario n. 17
I* andar
Para o Forro
Patacho Rival
Recebe carga a frete por ji ter parte engaja-
da, e satura sem maior demora ; a tratar com
Amorim rmos & C._____________________
Companhia de paquetes
Brazil Oriental e Diques
Fluctan tes.
O paquete Guanabara
Commandante Lacerda
Segu nesses poucos dias
para
Macelo, Bahia, Rio de Ja-
Llverpool Brazil and Biver Piale
M\ Sieasws
L'nha de Lamport and Holt de Nova-
York
O VAPOR BELGA
eibnitz
E'esperado qui
atc.dia ao de
J Dlbo seguiudo
depms de peque
na demo-< para
Bahia e Rio de Janeiro
Par3 passageus, etc., trata-se com os
Agentes
Blackiinro, Needbas & C.
13Ra do Commercio13
M Isil Siiii fttti
a granel, salvado do incendio qoe manifes-
tou-ae na coate de 10 do crrante bor-
do da alvarenga iBellai a por conta e
risco de quem pertencer.
Leilo
Da taverna n. 70, > ra de D. Vital,
fregneaia da Boa Vista.
Terca-feira, 25 do corrente
A's 11 horas em ponto
O agente Oliveira, a mand. do dos
Srs. Figueiredo Costa & C., e com auto
risacBo dos Srs. Das & \, vender em
le I o as mercaduras, armayao, oanteiros
pesoa e medidas existentes em sua taver*
na cima mencionada, para ser rateiado
o liquido com todos os aeua credores.
Garante-so as chaves.
Oa Srs. pretendeDtea poderSo desde j
examinar o balanyo em poder do menso
agente. '
O paquete Tagiis
zttofk
E' esperado des porto? I
Europa at o da 29 oo 30
f^' oe Jlbo, seguiuoo ttpoi-
Kv'-., da cc";-.jra neces3ana par.-.
Bahia, Rio do Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Para cargu, pafica^eas emxiiEmenda e ct-
jnero a frete : trafil-se com o? AGENTES.
Leilo
A!uga*se ica boa caaa na Capooga :
tratar do Hotfl da Europa.
Caxanga
O bscfaarel Lsal e Barros ill-rene seos ser-
Tifas como profcSor ae Ungans e pceicias.
Aln^am-se
Do 2 Cbsas terreas a roa do Mrquez
do Hervai ns. 53 e 60, rendo cada urna,
2 salas, 5 quart.-s, corredor separado, co
sinha, 2 quarto3. cacimba e grande quin-
tal, foreir&s a Marinba.
Trea casaa terreas ds. 45, 47 e 49 a
traveasa do PuclDho tendo porta e janella
de frente, 2 sala*, S quartos, cosinba,
cacimba e quintal pequeo, toreiras a Ma-
ritha.
Daas casas a travesea da roa Sella ns.
4 e 16, de porta e janella de frente, 1
sala e 1 quarto, c- sinha pequea e edifi
cada em solo proprio.
O sobrado grande da roa do capiOo Antcnio
de Lima o, 30. cun curamod-s p< milia, com aena e t^az a tratar aa rna Mrquez
de Olnaa n. 8 litograpoia.___________^^___
Barcia
Vende 83 orna Darcnca OM carga de 300 sac
co*. de Dos consiro^ao, armada a i res mastri-s
a tratar oa ra iii-cua n. 8i. escritwo-io
A o corainercio
Os abaixo assigoados rommuoicatp que dlf-
solveram a sociedadr- que tinbam no es'.aneltci-
mento n. 70 a ra ae ?. francisco detta cidad-,
qoe eirava eob a flrtnu >.e Mano-l Gomes da Co-
ub & C, ricaodo de posee da ac.uvo e respoo
savel pelo passivo o primeiro signatario abaixo
e re iranoo se o secundo pago e eatisfeito, ttm
mais di*eiin nem ObrioscSo l^uma.
Recite, 17 de Julho de 1893.
Mal.!-! Gomes da Cocha.
Francisco Pereira da Silva Bei.
Compaahia Kecifense
de Panifica Em >ua f-b'ica provisoria a roa Imperial c.
147, e nos seun tepusiios, vender pr-los prejos
segoioies, ate bovu aviso :
olacba qoadrada, aro~a 6S609 blo 480
D'ta Regala dem ide:n idem 480
Bolachioba P^roi, -:uo 15600
Dila Pun ;<,- m. k i 600
Todos esre prudoctes 5o fabricados m^cb-
ne com o a-aio^- amelo.
neponllon
RECIFEPadaria M-.nliioa, ra da Sfrizala.
Urna das melhores casa ra Bda-Viagem ISANO ANTOSI-J-Roa Lvr^a do R.sario ns.
..------., J A.- ------------"jI 16 e ...
PATEn DO TEFCOPadsria Leo do Norte.
sita a ra da Aurora a... com grandes
acommda'v3:s e sitio ediricadr- em ter-
reno fureiro ao patrimonio da Matriz do
mesmo lugar.
Quarla-feira, 26 do corrate
A's 11 horas
No armazn] ra do Mrquez de
Olinda n. 48
O ngeote GusmSo competentemente an-
torisado, far ieilao das casas cima, po-
dei'do uesde j oa Srs. compradores es>
miiiil-RS.
peiro, Rio Grande do sul,
Pelotas e Poito Alegre
Para cujos por'.os receber carca deeile '.
Este vapor illummudo a luz elctrica
e tem ptimas ccoranr-dacSes para pas-
sageiroe.
O paquete
Commsn-.ar.te W"
Correio Ger3
is a expel*-se
i Para carga, c-ncommen-as e passageas trate-
> ae ova c
AGENTES
Trent
H. Miinei
E' esperado do?
portos do su! at
o da 1 <<-
Agesto sejiuind
depois da demora
uta esaria pa, 3
Leilo
s.
Vigo
iye
Pelj vapor nactooal Brazil, esta admi-
nistrago expee malas para os porto3 o norie,
receb^do ImpressO'1 e or.jectos a registrar ale
as 11 horas do da cartas ordinarias ti* as i?,
ou ate a entrega das malas com pone duplo.
Adminjstracaf dos Cor.-eos do Estado de Per-
DMBtOCO, 23 ae Julho de 1893.
O ebefe de secjo
Epiphaoi) de Luna Freir.
Confraria
DE
R0S8A SENHORA DO UVRAME5T0
Recife, 23 de Julno da 1893.
Convido a todos os os inaiot a corrp3recerem
boje, pela horas da larde, em no^sa igreja,
afirn de ass srem a s>grc (0 SID0 aue E8!a
con'raria val substituir, bem cmodos paranym-
pbos que para o acto oran elti'.os.
O secreiario,
Silviuo Gnmes Porlo.
Coctabiiade e e-criptura-
^ao mercantil
CURSO THEORICO E i-RATICO
A tratar com o professor Manta, ra Deque de
Caxias n. 74, ^ andar.
Banco Popular
4* dividendo
Convido aos accionistas deste Banco, asra vi
^^w rem receber na sede do mesmo, do g^ 24 deste
^~*m diante, a guarto o^vjd^ada -d 'euas accies,
r^KtVSl&t)Je_ac/4eme8tre flodo em 30 de Junbo
prximo passado, a razio de 8 por cenlo ao
anno.
Recife, 22 de Julho de 1893.
Albino Narciso Maia,
Secretario.
Companhia Industrial
Pern ambucana
Serralheiros
Precisa de serralheiros boas para trabalhar
na Fabrica de Camaragibe. A' traiar em Ca-
xane, ou na fabrica juato ao engenhj Cmara
gibe. Paga-se Dem.
O abaixo saienado, secretario ta irman-
dade do Seohor Bt>m Jess dos Mnyrios erecta
na igrja de S. Joo Bapsta, esta cidade de
Onda, cbarca a aitenco ao deuuociante de nu-
mero desta folba, qoe venbacomoito das peran
te o Exm. Sr. Bispo dar urna prova bastante na
pirte que trata inhabilitada esta rmandade fenc-
cionar, e a mcauacidade qae existe des orna-
mentos para celeoracao do Santo Sacrificio da
Htm
Hjrminio Elyso Gomes dos Prazeres.
Companhia Ferro Car-
ril de Pemambuco
Dividendo
No dia 25 do correte, nesle escriptoriD e no
Ric de Janeiro roa do General Cmara n. 66,
cometa o pagamento do dividendo ds acc&es
desta companbia. relativo ao 2- temestrn onao
err. 30 de Jnnbo prximo pasa.do, 7/000 por
aejao.
gscriptorio da Compaa Ferro Carril de
Pemambuco, Recife. 2z de Julbo de 1893.
Felippe de Araujo Sampaio,
Gerente.
Arsenal de Cnerra
f O Conaelho Econmico -'este arsenal
recebe proposta para a compra dos artigos
abaixo declarados no da 25 do corrente,
a 11 horas da manhS.
Faiendas
Brim escaro trangado, metros, 384,
Bramante de algodSo, metros, 206,40
CordSo de 12 encarnado, naetros 240,
Chita para cobertas 320,
Botos
Boto"es grandes pretos de oseo
-para blusas 640
Bo'.vb pequeos idem G40
A.morim Irmaos a& "o.idepernanbni
3Sua dj Bom Jess3
Ueyd Brazlcira
PORTOS DO SL
O paquete Maranho
Commandante Guilherme de Castro
E' esperado do? portos do
norte ateo ca *4 de Jo-
Ihosegniedo deuosaade-
mora co costume para
Mac-i, Babia, Victoria e Rio de Janeiro
Receoe carga a baldear na Rio ce Janeiro para
Santos, soana, Izeape, Paranago, Antonios,
S. Francisco, Ita;aoy. Santa Cathanna, Rio Grnn-
de do Sul. Pelotas e Pono Alegre.
As encomt- endas sero r--cei>ida8 al 1 hora
da tarde do dia da sabida, co trapiche Barbosa
oo largo do Corpo Santo a. il.
Aos Srs. cirreeadores pe-limos a soa attenjo
para a clausula 10* dos coobecimentos que :
Nc caso de baver i-lgoma reclamaba contra a
compaobia, por avaria ou pertla, deve ser eita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de finall-
sada.
Nao procedeodo esta for|B3dade, a compa-
nhia lic.i i8eota.de Inda a respoosabilidade.
Para p.i-sag ns, fretes e encommendas tra-
ia-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra do Commercio6
________________Io andar________________
PaCiflc ^tean A:a\egaton Cera-
pany
STRAITS OF MAQELLAN LINE
O paquete Sorata
E' esperado da Europa
ateo da *3 de Julbo se-
goindo depois da indis-
ipent-avel demora, paraVal-
Iparal:o com escala oela
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageos. eDcommeodas e dinbi-
'-)a frete trata se com os
AGENTES
WiUon, Sirs & (1, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
GflARGEQRS RKNIS"
eompanbia Francesa
JDE
-Vavcga^i a vapor
Linha quioeenul eotre o Havre, Lisboa,
Perramboco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O yapor Colonia
Commandante Lequeus
E' esmerado dos oorlos da Eu-
ropa at o da S8 de Julho
.seguioao depois da oemora ne
jCessaria para
Baha, Hlo de f anelro Santos
ESTE VaPOR ENTRARA' NO
PORTO
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta lioba. queiram spreseotsr dentro
de 6 das, acontar do da descarga das alvaren-
gas qualquer reclamacao concernente a voiomes
que norventura tenham seguido para os portos
ao col. alim de de podorem dar a lempo as pro-
videncias necessariss.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
responssbil8a por extravos.
Be ebe carga, encommendas passageiros para
. qcaes tem excedentes ateemmodac&es.
Para carga, passagena, en'-ommenlas e di-
aheiro a frete traa se com o
AGENTE
Auguste Labille
9RA DO COMMERCIO-9
Vicente, Las Palmas, Lisboa,
Souti'inpbton
P'ee juagrifio paquete taz a viagai
co } Liabo'i em 9 dias.
Esta cempanhia acceita por presos ra
I cotveia para Valparaizo tt Abril, pf.s^a-
eeiros com esto destio, por via de Bao*
cos-Ayres o estrada dos Andes.
Tambera acceitc passapeirca para Kovr
York, via Sout'aampton, por especial ar
arnjo coa a Companbir. Ailemsinba Lloyd,
podecdo demorarem-se na Europa chpo
pesejarem.
J. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
mercadori38, qae a Companbia Mala Beallogle-
ta, coDfactcu com G^ceral Stearn Navigatioo
Compunyom servigode vapores semauaes que.
paritado'de Bordeaux, 1 ognac, Cnarent, etc, de-
vem ebegar a Soutnmptcn a lempo ne balae^
rem os cargas destinadas a America do Sol,
para os vapores desta companhia.
)e nm variado Bortimento de chapeos e
mui 03 outruB rticos
CONSTANDO DE :
Chapeos de cast;r psra bomem, chapeos
do palha par hometis e meninos, chapeos
finos para sci-horaa, gases, fil, vaos, atas
diflFrectas qualidtides, velludos, passaros,
reo Jas, bicos, plumas, flores', ramo3, pom-
p-.ins, leqnes, vidrilboa, cartollas, claques,
bengalina, longos bordados, entreaeios
fino', papel e enveloppes para cartas e
uuiton outros ortigee.
Itiartihfeira, 20 do corrale
Pinto
BOA VISTARoa da Impera iris i>. 6t>
Paleo da Santa Cr>7, o. 10.
As compras de arroba pura Cima terSo con-
dcccSo gratis
TELEPHOSS373.____________
Gxcellente vivenda
Veode-se om si'-io no Barro, coui 195 palmos
d frente e 60O ae fon.io. coto incitas laraO(et-
ras. mangoeiras, cajuc-.iros. coqoeiros, jaquetns,
saooteirs. abcutpiro-, j.-mbeiros. pitombeiras,
oitis-'ircs, frncupao, etc., ..;., ieri.10 caa ele-
gante e em eoostruda ca^a c.>' p.-dra e cal
oitOes doorados, fre te de azulejo "oro cinco
janellas, elgadas ; cantarlo, i porloes oe f>-r
re, 2 solas (a a (rente forrad), 3 fCiuei qu.ir-
tos, 1 ranue gabinete ao lad.i com jneiias.
cosinha para carvaaou I'" "a, dep-cc*, quarto
no quintol e urna enorme e t-xceiit-we saciaba
de boa 3Kua ; perto da estayau f Ar'-i>3 .i tra-
ta' co'ii o asete Martiof.
'%
Cosan
Precisase de nroa cosoheira,
bem ; oa ra do Brn i o. 96.
pagando-?'
JolldeLeso Barbosa delt-
randa
Mariam Candida da Costa Miranda e sua ti ha
Anua Candid.i da Costa Miranda, Leonila Bar-
boza de Miranda, Manoel Goncalves de barros e
soa ojuiber, Vrancsco Moreira Dias, soa melber
e lilbo.', e Mna Carolina da Costa S'lva. agrade-
cem sin. e ramate as pessoas que acompanharam
os restos mortaes oe sen presaoissimo marido,
pai, filho. cnon*do. irmo, concunhado lio e co-
i,h ..() ne Jurtf I'defonso Barnoza de Miranda, e
oovamente convidam aos 8eus p eaosoolioadop'3 assisiireraasmissasquemac-
dam rezir no d a 2o do crreme. 7- dia de sen
pasiamen^o ^ 8 horas, r.a matriz da Boa-Vista,
a oNcsauoo-se desde |a agradecidos a lodos
ene comparecen m a est.- a na de religiao e ci-
ndaaf.
-.-.-
CummrniiMllur Hnaoi-| llumirnlu
e BarroM
Anca Alvt-3 de Barros. Manoel
Bernanino viPir.i Cavalcacte, soa
maliier Francisca Me-ni-ze< 'e Bar-
ros Cavatcaote e s^us filho? (pre-
seotea e aMentes). JoSj Mancbo de
B..rros sua nuir.er Luisa de Bar-
ro" Vieira Cavalcaoie e li'hos. Ma-
rioel Mjrirbo de Bar-o*, soa inolb^r Hermeiinda
dp Barros Vitra Cavalcau Mariobo de B-irro <* Mtuoel hernardioo Vieira
Cavaicatiie Filho, vio a, g*>Dro, Blhog, nei'.os e
bis-oettoe uo comme;;daior Hsooel Honorato de
Barros agradecem do intimo de seus coragOas a
'oooa os noca amigos qoe se digoaram a acom-
pno.'i.i.-o a sua Ultima mortla, e de novo onvi-
da-M pa'a af?istire:r mi?*as rio 7* dia que
erao logar as mitnzen da B6>-Vista, Birreiros
e Bese'ros, e as 8 h^ras da manha. no dia 24 do
corrente. p*lv> qu'. e oesde j, se confcssam
etern rneme agradecidos pjr mais es'e acto de
"livian p ci'Wad*.____________^_______
Sociedide 3ottte-Ro Boca
Suc %esso
Iziuiu Jun de Cinlrn
'i imnceins a4mloltrauvo deste Mon-
te Pi, convida a iodos os socios, pa-
;- ..:Hj (. :;]>'-. s ,o R0SS0 e."C SOCIO Izi-
aio os '' Cintra, pdra a &.*:. in.- i do ii .1 00 s-u 'illeciDiPQto,
leudo loga' na Icn-ja n-\ Madre de Dea', pelas 6
l; s da o a h e r' d cor-eme, an-ecipando
ne-!:- j a o i seus B8 a todos que
assistu m es'p >cio caridade.
Secreta ia da S..!.'. .> Monte-Pio B:m Suc-
eeast, em 2i d Juluo oe S.'.J
i 1- secretario,
Rii'.ino I, Ginsiga-
<9
Redcelo eos prsgos das passagens
ii*a /-: volic
A Li ;i.o* ciatise SO -' 31)
A'Soa;oampion t> cJaaa SS 4
Camarotes reservados para os passag.iiroa ce
Pemambuco.
Para passageta, fretes. encommendas, crata-a
com os
AGENTES
kmoriro IrraoH & C.
V. 3 _P.i itt Krm T-rW. 3
Mala Hea i'ortngoeza
O paquete Malange
-
E' esperado de Lisboa at o
dia ts de Julbo seguiodo de-
pois a a demora do eos tune
amra
Bahia, Rio de Janeiro e Santo
Para carga, passageos, encomiendas e di-
obeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6 RA DO COMMERCIO -
Io andar
uJIIjUI
s
Seguoda-teira 24 do correte c evo ter
legar o le.lSo de algodSo queimado e ave-
riado.
Qoarta feira 26, de chapees, f..zen
dsa e miudezas por l-quideclo no arma
zem da ra do Bom Jess n. 52.
Agente
A'sil horas
n. 52
ao
Agente Britto
De um grande estaboleciment de molha-
dos em um dos priccipses pontos da
Boa Vista.
Constando
De 1 grande bonita e importante ar-
maglo de amare.1j eoveroiaada, balanga.
pesos, :i edidas, caoteiros, registro e en-
canamento oJagua, um importante lustre
de cryst), piras, barris e muito3 outros
gneros de um estabelecimento de molha-
dos e tud<>
Ao correr do rrartello
Precisamente os jornaei desta cidade
annnnciarSo minuciosamente a indicaba >
do da e tusar do referidoleZo
JLeilo
De^um l'.te de algodao avariado e quei-
mado
Segunda-feira24 Jo corrente
No laeB do Ramos em frente a prensa in-
glesa do Sr. Nee* sn
As IIhoras
O agente Pinto, competentemente ti
torisado levara a leilo o lote de algodlo
No armazem a ra do Bom Jess
Arthur -JumarSea em liquida^So faz
leilo por interveno do agente Pinto,
daa meicadoriaB i.cima mencionadas exis-
tentes co arm zem da ra do Bom Jess
n. 52 as quaes *er2o vendidas sem reser
va de presos e por liquida^So.
Grande leilo
Das mercadori^s, pertences e sobre-ex-
cellentes da galera icgleza de 4 astros
Cr-win ot Austria naufragada ca
praia de Maragogy.
Constando
De Iouqbs, vidroB, conservas de carne,
peise e fructas, geaeros alimenticios, be-
bidas, instrumentos martimos, ferramen-
tas, sola, cabos, sabao, lampiao, tintas e maitos ontros objectos
que estarSo a viat dos concurrentes.
Em contuinafo
Grande qnantidade de vellas, esguinzo
e mais objectos que se rcham em arma-
zem allandegado.
Quinta-feira, 27 do corrente
A's 10 l|2 horas
O agente GusmSo autorisado pelos Srs.
Blackburu Needham C*, agentes de'
Lloyd London e licenca do Illm. Sr.
inepector da alfandsga e nomea^So de
um era pregado da mesma, para 1 si 12o de
todas a.a mcrcadorias cima mencionadas,
comecando o leilo pelas mercadorias que
se acham no armazem n. 5 da Alfan
dega.
2. JLeilo
De boas predios
Espolio de Antonio Joaquina Vinhas Maia
De motada do sobrado n. 5 da ra es-
treita do Rosario, terreno forairo
A casa terrea n. 25 da ra do Fogo,
terreno proprio.
Um sobrado de 2 andares n 64 da ra
Lommas V- entinas, terreno proprio.
Urna caga terrea n: 46 da ra de Do
mingos Jos MBitins terreno proprio.
Sexts-feira, 28 do corrale
Ao meiod
.\o armazem a ra do Impera-
dor hoje 15 de Xcvcmbo
n. 30.
O agente Martina levar a leil2o pela
segunda vez por mandado do Exm. Sr.
Dr. J'Z da provedoria na sua priaenja
os predios cima pertencentes ao espolio
dv.- Antonio Joaquim Vichas Maia. Ser
vindo de baso as offartas do primeiro lei
Uo,
Manoel C\fvne:U:'.o Corre:;-. ie Helio 4 C,
successo-es de MaDoel ta Sil*f Par1, previoeo
ao resBeiUvel publico ie qu>- coniiea o ar::;i
zem ojue comura'am ca merme casa n. 3,
priiQa Marines 'o He'va', oo^h eoconirar&s eta
grosso e a retalbo iodo material oecessariu para
edificacoes
Ped^n eppecia'mpn'e eos (ri"(;UPi<-s .a cssa
qoe o i.uxi! tos de que erao satisfeltas sua oruV' s non
tods n^p-t-"1'1 "fr nr--cw nnin -"'.
Cosmheir.j ou cusiuneira
?re-8'-S de uin ; a t-jtar na loja :!as Estril-
as, roa DuQue (i Caxias n. 56.
Irmanca.je
*riz 'i
H'
AiIhhs dama-
Boa-Vista
an
ipa^o
caja
cuja
A' ra da Imperatriz -:. 3i(
pequeas e cv.nti>-8 Dory6>s
e niara-
compras-- em I
Cosioheira
No 3o andar do predio n. 42 da rus
Duque de Casias, j>r cima da typogra-
phia do Diario, presi>a-?e e urna ama
9 0 cosinheira.
Moedas branileiras
Comprase de 500 r3 iOUO. 2*000 no centro
da moeda ; na ra do Cabuga n. 9, ioja de Ao-
eosin do ht-uo
Estampas religiosas
Cbigou tzrande sortimeoto de estampas reli-
giosas, para a loja de ferragen* de Brandao &
C. roa Duqup de Caxias n. 4,6
Jaoipabo
Comprase qualquer quaniidade de janipabo
na ra do Princ'pa n. 2>* C,
Mercearia
Vende-se amerceara da ra do Soceeon.
70. tem crandes commodos para familia e com
aeua encanada ; a tratar 'a o^saia.
AVISOS DIVERSOS
tAIVHRO
Precisa-?? de om raixeira cooi pratica de mo-
Ibados, de idade de 14 a 16 anuos, e que d Da-
dor de sua conducta : a tratar na estrada de
Ji ai de Barioi. confronte ao entroocamsnto da
lioba de Limoeiro n 1 C. ^^^__^^
Precisa-se d*. urna Da cosiuoeira e de orna
criada de meia idade para servico dea quartos e
lavar algoma roupa ; a tratar na roa da Sole-
ra le n. 82. ____________^___________
Precisa se de urna ama para coslnbar, n
travesea da Prsia do Forte o. 6.
."Vendes* ama burra
Izperatrji o. 40. loja.
de Ierro oa roa da
Engommadeira
Pre'is? se de cma ama enzommadeira e de
ootra para ssrvjgcs de casa de familia ; a tntar
na Baixa Verde n. 26, Capunga.
Casas
Alusa se a csa n. 303 da 'na Imperial e 3 de
n. 2 d;i roa de Motocolomo' : a tratar no Ba-
zar de Afczado;. _________
;"roiyssora
aia moca habilar.a ni? sesninte3 materias :
nrinefras letras. jreogrr-Dnia. bsto*ia, piano,
flores e bordaito.i. prape se a leccioaar em
casas particol.ires, na cid-de e nos arraMldes
prximos, meoiaite ajesto ra??"';'l a tratar oa
travesa de S. Jos n. 13.
Alfafa flor
Genero espec;al ; veodom GuiT-ares & Va-
len.e
4 e 6 Oorpj Santo4 e 6
Negocio bom
Antonio Brsz ue Souza. nppocia urna conla
qoe tpnj no Tbesonro do Es'ado no valor de
117*300, prov^ni-nte 'ie encarieroaco que fez
para a BibliotUc-a Publ ca nesse Estado, por
metade de feu valor, a noeda a vista : tratar
com o mesmo senlior em sua officina de enca-
dernacSo nn Bpc."o lo Ouvidor p. H.
.< ii.z J-.ia' Aniiineiv
Dp oruem da mesa rege-tora coQTidoi
;i tedos cjrissimo-i irmaos e a Bxma. ami-
iia dj nfi-.-o pr*-3f>moso irmo px-tneaou-
rt*i'i> Loiz jci Antooes, pra assisiirem
urna missa aoe a mesma manda celebrar, segun-
da feira 24 do correte, as 7 el|2 horas da manba,
na matriz da Boa Visti, ~<* aa do sen passa-
m fino.
Consistorio 20 de Julho de 1893.
O escrivao.
Sehs-'io do Amara'.
ililuri firi-n lirnucu
O aDalxo cssigoado manda rezar cma
mii>aa por alma do seu bom amigo Mi-
noel Pires Braceo, e convida a vio*' e
ulbo, (.ioz'-'ute) e icoos os seo prenles
e unidos em (teral para asiftr a este
acto de cinda-ip, ultimo fiv.r que be fazem.
reccmtBndando a utas i sua alma, que ter
loar ti 8 Poras da manba, seguoda-feira 24 do
crreme, na igreja do Divino Espirito Santo.
Brcile. 20 de Julbo da 1893
____ Manoel Gordal vea Salgado.
Juaqulos Frnnrliico Collares
3* anniveferio
Jo? Prancit-co Collares e Marcelino
Francisco Collares, lhos de Joaquim rraD-
csco Collares, convidaru os ami)03 do fina-
do a assisiirem ;.s missas que mandam ce-
lebrar oa Igreja de Nossa Senbora do Livr?men-
to, pelas 7 e 1|2 horas da manha do dia 24 do
corrente, 3o aimivt-r^rio de seu infausto passa-
menio. e desde j gradecem a todos que cem-
parp^proT a "ste auto de relieiSo e r-aririade.
4
t
Registro para gaz carbnico
Di relia n. 30, para tra-
Veuue-se um na rea
balbar de da.
Semer tes de hortalizas e de
flores
Receben Sones Viaona & C, ra Duque de
Caxias u. ti).
Libras esterlinas
Ven dem se oa leja de joias de Augusto do
Reg & C, roa do Cabng n 9.
- --------------------------------------------------------------------------------------------- i'
Sortimeoto em estampas
QGorBC-s Vianna 6e C. participarn aoa 6 mercfos f'eeuezes que receoeram para o seo
estabelecimeito graoae qoanu a eem eslampae
religicsas, moldura para qajires, etc. : oa roa
Doqu? de Caxias c. SO.
inluoiu *-i-i--r cu Sitlv
Manoel Joaquina Hibeiro. MU esposa,
e Mana Isabel Rib.-n* da Silva (aozen-
tp), cou'i'iam aos eeua parantes e ami-
gos e aos do seo semore lembrado
eenro e esposo, Anior i > Ferrelra da
Silva, fallecido po Poriogal no na 21 do cor-
rente, para assisiirem as missas que as 8 hores
da manba do da 27 do crreme manjam cele-
brar por -ilma d lie, na ordem 3* de S. Francis-
co, desta cidade ; pelo qie se confessam snm-
mamante gradecidos.______
MiKael Pennoa Oo Araujo Tarares
Julio C. Pa^s Barretto, Juvioo O. Paee
Barreno e suas familias mandam celebrar
missas na matriz da Boa-Vista, s 8 boras
< a manha do dia 25 do corrente, pela
alsia de seu p-esa-jo prente e amigo, Miguel
Pessoa fie Araojo Tavares, fallec Jo oo Rio Gran-
de do Harto.
Convi m par as3ist;I-s8 aos 8-os prenles e
amigos, bypninecando aos qoei comparecerem os
gjp ~.rl\a : ; -id'-lmntil.
V. Anna m.. Uo S. .ilbuqui-rque
Juno C. Faes Barret). Juvino C. Paes
Bar-etio e soas familiai, mandam celebrar
miasaa no oa 2o do correle, na matriz
da Boa Vista. Si* s boras da manha, pela
;-.!ma de sua presada ennhada e parenta, D. Anna
Avelina dn Sacraraeato Alboquerque, fallecida
na cidade dt- Goyaaoa. Para asoistir a esse acto
de religio e caridade cc-nvidam aps eeus paren-
ln atrni""" oerad'-cem. _________
f
o uwuiseinu o*a Zeladora Jo omiiu u uiin-
da, manda rzar um!1. missa na igreja do Beco-
Ibimeniu de Nossa Senbora <'a Conceigao, s 6
e 4)2 horas da manba do da 2i do corrente por
alma da zeladora l>. Maria Tbereza de GusmSo ;
e convida aos narentes e amigos da finada a
rnminfC'Pi pfs aclo da caridade.
Ama para menin;
Precifa se de unja ama de boa conduela para
orna enanca : S tratar oa ra da Imperatriz n.
21. i andar.
Precisa-B
andar.
Ama
de urna, oa rea
Direita n. 4, 2-
A ma e criado
Precisare de t.m menino para criado e cma
ama para 'avar e engommar : a estrada da Csaa-
Forte n. 33.
Olinda
Juizo da provedoria. eacriv2o Dr. C^Ida*
VSo a praja no d-ia 24 do corrente, pelo joixo
da provedoria desta cidade, as casas n. 3 na
roa de S. Pedro Msrtyr, avadada em 2004000, e
n. 81 i roa do Amparo, avallada em 150* ; easa*
estas pertencentes aos heroeiros instituido e
legatarios de D. oanna Evangelista Borge Sal-
guero. 4 de Julbo de 1893.____________
Criado de pnarmacia
Preclsa-se de om na Pharmacia"e Oro*
Oriental.

}

-












I
I ii l'
f *
m-
MUTIUMI 1
i >.....il .111 ilil i l II "^
-


r
V
Diario d* ppjqiirabijco- Domingo 23 de Julho de 1893
i
POB
Urna Pastiiha
TRES MIL RES
Qualquer pessoa pode preparar
CINCUENTA LITROS
d'uma BEM&A. agradavel ao gosto
TNICA, APERITIVA E FORTIFICANTE
oom
ROPS-BORRY
O modo de empreqo acompanha
cada PSTILHA. *
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v>v>v>v>v.v-v.,-^>'-^-^-v^'V--.>-v-v^-^-'>^''^-'^^'-a^'g'^>^
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Km PermmBuco : C* t DBQ6A-? L PRODUCTOS CHIMICOS. W*r$}y*'31
1 j.fi e
/ RBA-IODADO (SSSu)
f A* xa^m J- Bttoi
o IODO combinado com o uceo das plantas ntlBcorbutlcas.
uresta s Cran9aa doentaa os mals relevante* servidos, para cm-
bale, ston-ui*. ato peMMX* *oaB. JaUi**-
BnooraiUmmtmt tmcr*f*l~ Motetiam -
pIIe r#*ai lctea, etc.
1- prefcrlvel aos olees Ce 0-
vjy gado de bacalnao; alm de ser
~* m flaldlfleante, tamben e
depurativo enrgico.
MUS. tt I (*. Wl PMBOT V HUT%
i

ASCALPTOL ABSOLl'TB I0D0F0RI0-CH01 .TaDO
MEO/CAMEMTO SE HIVtL PARA A CUBA DAS
TOSSES PERSISTANTES BRONCHITES CATARHOS
L.ARYNOITES DOENCAS DO PEITO
Exigir M vrrxlad.-iras CAPSULAR COfiN'ET levando na etiqueta a aaalanatura do Inventor
Pars. 4, Hue de Charonae. En Pcinimbuco: C*de Drogase productoschimicose todas pliirm"*. i
[<
25 asaos ae euccesso. Premio Grande. Expoeicao Vnivereal, Pariz 1889. flp
1-4 Dit-loznas de Honra, 18 Medalhas de Ouro e 6 Medaihas de Prut. .
fmmk LA'STEA iESTLl
CUJA BASE o BODE LIITE A
"" o mclhor alimento ara as criancan le enra ldade. Suppre,
InsufOCteocU do leto maternal e facilita o desmamar. Coinseu^P
usu nao ha diarrhea nem vmitos e =ua dlgcstao c fcil c com pleta. Jft
E.nprega-se tambem vantajosamente como alimento pira as ,aav
Adultos e Convalescentes que tm estmagos delicado.
NSABO NESTL
Verdadelro X.EITE puno DE VACCAS suissas tendo conservado seu aroma el
todas suas (jualiuades nutritivas. Alrn dos grandes serviros que esta conserva presta Frota,
Ao Ejercito e aos Hosptcs, ella tem ganliado sua posico na allmentaco dos particulares,!
aos quaes ella assegura um lclte agradavel, saudavel e natural.
Exigir a rirroa: hektri vsstll e a Marca de Fabrica : urwHO de PASSABOS.
A casa Henrl xrestl nao tem mals, como outr'ora, um nico agento para o Bramil ,-]
seus productos acnam-se as principies casas Importadoras, drogaras, pharmacias e lojas^-
de comestiveis. H
HENRI NESTL, em VEVEY. j f ffilil; S^ K^ 5
*mmmm*m***mw*mmmm*m**m*
Juste

l
CAPSULAS AZYMAS E. QORLIN
OBREIAS
Lmere
TINTAS ?RTA8
B DS COU9
Cot* Jara* Frk
ySLB3"WT^T_lTCrXAJ30 S. Gr. XJ. Gr.
U
mmmtmm4wmmmmittamm0m$tklm*tmlm,
WwOlM fe FI liar-. 4 Caoahlaa. O.atoa. Alcatrio, Me.
TODOS OB KEDICAJENT08 EM P
5!. OOBXDT *im,M. rtl il THaflI, un I'mri*. IM Vnimaoo. TLAJT- BB> atlKVat *
itiilliilllillmi------ lintr~i-------------------------------------- fBWBSW
HOSTIAS
PAemAMWtmmm
pmPhvwudm
HOSTIAS
FuaCjaMUrUi
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia- do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescenci? j; este Vinbo recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
Huctot eo Permmbuco: C as Droganai i Pr'icttt Caloict* F1HU SOBBUHO i fe su piauju Pura
' WMWdff
ALIMENTO ------------<
agradaveie 9 de fcil dige0tu>.
dos mata
Sen emprepo preoioso para as criancas, desde
a ldade de S a 6 mezes, e mor mente no momento
de doamama-los. Facilita a dentifAo.
Assegura a boa fortnaeo dom omos.
Prevm eu doto os defeitoa de crescenca.
Paris, 6. Avenida Victoria e principaes Pnarmacias de Francia Estrangeiro.
I
O mlhcr c miis paro; ^apprimo oopsilba e cubeta*,
enr o corrimectos sem recelo de recahida; w^retm-
m 6*5 ou juntameni-e com a ZnJeCtJ&O ?Td*
HEKtt VERDE DUPH
4ii/t?w;>tea .- r.cm esnatica, nem irrrtJaSf
sam perigo de aetreitamento; fu >
dorec dentro de M berw, e con mal
fetmameata do qne qualquer outra.
eDEPI!il.IIV8=
ara Mercurio
_ Extracte oaaaatrado de SaJaapaj-rUhA 1lB"
pitiha, mata setruro mata branda da 4aaajaMB*m
J espeoio- de* Virto. do **>$'* '
rija *~
| DUPEMOI IfcBBPlN
, PBAKMACU attOGAS
l i iislmi f W*""
cO^*1*4>
DELAUGRENIER
tuli ata n(MrM/
MM a*MO ,aW atatah oarfi (1^1
MOMCHITES^'"HIIFLEliZA |
en Irriue*! 4* Pete H tetuU.
a Sem opio, morphlna nem oo-
\ delD*, ao recelUdos com 5,
ptimo xito e ses-uranca S
is crUacas padecendo J
V TKK 1 OKHEUKHE
&&m****
('
TINTURAIPOMADA
NICA TNICA^
om so I para dar aM
- I. .....taao6fprtam
80ENCAS DA PELLE
VICIOS DO SANGOE *
AFFECQOES SYPHILIT1CAS
Cra Certm pelo'
IIBOPE E GMGSr
DRGIBERT
D*tarili?ii Igdaretidii do______________________
(Preparadoa por BOOTIONY DLHAMKL)
UNIVRSALMENTE RECEITADOS
PELOS MAI8 AFAMADO8 MEDIOS
Bwifir a> firmat i tinta entornad*) da V
HBEKT e de BOUTIGMT, o fU do C "
Fra** t o da tmiS det Fairmantm
AS VCrROADCIRAG PASTtLHAS
Saos natoraes extrahidos das Aguas Hieran*
%u> vendidas etw latas lucradas que tm as marcas
ta Comatnhia ooncessiomrlc dt Vichy.
Digestes penosas. tesas do Estomag?.
de ID de Malo
ate. 10 .le Sttembnj
ESTAQAO dos BANHOS
BaxtnoB, Duchas, Casino, Xheatro.
I tD Pernambuco Sulztr et KffictUin; Lj. L'aUU
e mi trlatiiia lixtitss tticuus.
SPENSORIO OniLLERET)
(rUNTJA. PARA QUXQHADUHA)
. LU^co. saai ligadura, para varlcoceles, hydrocalea, etc.
I u)a-M o Sinkte do ffiTeotor Impretio em cada iutp:ntcrio.
' Ia^BJbbbIbbsa I,z: cou:dec
'* V| ^B 8UCCESIOR ,
Ba^ F^J"abncanl i fondas I
nat^aBfT *" Ctlvnc-Utrcl
n- J, ui
^_______y-ajgjai
Opos
Axtss
VERMIFUGE COLME
CrfOCdLATE com SANTONINA
UFaLUTEL yin lutralr as L0MBR1GAS
lite Vermlfnco t recoantiidido pelo tt^
ttt akar arradiTel e Muerrtcia ialeanida. y//
fAHIS. X. r. d* Jamla. tiit)r a tlrma:
Km rVraamouco C" de DROGAS PRiDOCTOS CHIMICOS-'
m
MARAVILHA CURATIVA
' DO CSLSTRF.
Gr. Kimphreys de Nova Un.
A Ve.didelra r/aravha do Sec-V
&PPF.0VADA S LICENCIADA
aelr. Inspcrro-ln Oerol do Hy^ienu d
lapcl! da Brazi'.
Mojh A*iru at Pisadura*. Macl.ui^adurna, OonlUfcH-s, Toe
eduras. Corladura, ou I-aceracOm. Alllvl.i o dCt
MUHB o ligue, faz. parar a fi.;lni..n:u-.Ao. retuj
L Incninjao, rirao deacora^ienuj, e asbariu aec'Ja
ootuo aor enoaivo.
A inr..Til1.a ui.it I vn alllTio prornmo,
av.ru ni^iiU jiara VuetiuaJuras, K^ealiiailuraa,
wui-lniadura do bol,c6 auperlor aqaoicueroiia:
remedio.
A AlarnTilhh CnraTa Impagave! uK-
oaf asBecorrliaslii. JadoNorlt JasGengvn
ys Fuii.^-.s. do tjtonihK". ou a li-morrlio*o>eo..
almorreniwHcura eenipreo nunca faUa.
A Maravf llin 4'arntlvn umalKrloprQmp^
r_ U4r rte DtKaa, de Ouvl*.j, rta Faca. ndi*sNi
Poce e Nerralglu.
A .llanivl 'm Curativa orocurw promiiuj
e pretioso par* Xm* rtieuinatlcaa, AltlJo,D6ra
Klfe-fclcz na* J untas ou Fcmos.
A Maisviiha Cnrallva i>nan tciru Esqulni-neta, AnK^a, Ai.iavuKlasIrchauoaov
tuflammadar aaiaipf* seguro, fcfiuipreefnca^. .
A MRravHka Corntlvn, -' eo.iio n.*e<>^o para o CKtarrf. a I>eucorrnea nu ap
Plvrea bancas, e outros corrnentoa acbiUtantea.
A Maravilbft Caratlva lTr.par.avel par,
tvirnr Ulceraa. Criaga^ autlgaa, Aponti-nias, Panad
iqt, Callpa. Prielrar. JoVietea e 1 umorca
A Miirnvbu Cnrntlvartnnedlopron'pai
ara Lttorrhea 8traple8, e de Diarrhea coroniza.
A .Vjfimllin < urutlvu >.xcellente nav
eatateDanaa -CMVHllRrk^a. pan rorceduraa, DCr^
PtMtdura!.^ a^roladuros. Contu Oes, uaaijCjoaa, aa-
Especialidades do Dr. Earrptrcy
ftcnedlus F.-prclilco,
.ifiu'cl Mnrnvilhnin,
Uemadioa Sypliiitic-*.,
Remedtoa Vetorinurloa
t ilanral do Dr. Fuinpbrer J44 p."pna 60bre a*
,~j'vriildA-li-s e modoaerural^Sbo dutfratls. pe
fie jo sea t*otlcarlo ou a
Hl'MPUEEYS' -ili.!/:;; m: VO.,
106 Faltan Street, NEW Y O BU.
NICOS AGENTES
"ara vendas en groas* ta W*t
naKbaea
Paria SobrinhoJ C._____
Licor depurativo vegetal todado do me-
dico Quintella
Este notabilsimo depurante que vem
precedido de tf*\ grande fama, infallivei
na cura de toda- as ooencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osleocopas e nevralgicas, blonorrogias
agudas e clironicas, cancros syphiliticos,
inflamma^Oes viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turaeo mercurial.
D4o-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos atlestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA S0BR1NH0 & C.
Rna do Mrquez de Olinda n.
Excellente vi-
venda
Alnga-se a casa de Ja-
boatao, perfeocente ao Ba-
rao de Lncena ; tem ac-
coiimoda^oes para grande
lat-JIia, jardirji, agua cana-
lisaa para o interiore de-
p< ndencas, quartos para
criados, estribara, cocheira.
cercado para gado, urna
aprazivel cascat. .arb risa
da e um exento sitio com
mais de dez mil \ s de ca-
cao, cafeeiros e fruteiras de
differiiites qualidades.
A' tratar na C^ punga,
ra Joaquim INabuco n. 61
ou iua Duque de Caxias
n. 73, loja.
mm
17 RA DO MNGEL -17
A cairisaria do Povo tem granae sor ti ment de camisas
que vende pelos presos seguintes :
<
a
1* qaalidade wamiaaa com penhos ou aera pachos
c com punhoB e collariobos
< < con puchos ou sem pnnhos
com puohoa e collarinhos
com punhos oo sem pnaos
com punhoa e collarinhos
com punhos ou se-' punhos
com punhos e collarinhos

C
c
75000
71500
6*000
61500
41500
54000
31500
4S0OO
Em qualquer quslidade, de duzis para cima 10 |a e descont, fabrica-se
camisas com peito da phantaaia por enoommenda pelo prego que se conveneionar,
aasim como ceroulas, punhos, collarinhos e tudo que da respeito a artigo camisaria.
Tambem temos grande sortimeoto de ptimos bramantes, madapolSes, es-
guines, faaendas finas e grossss e roapas feitas que vendemos Dor precos resumidos.
CAMSARA DO POVO
Alyaro Pereira&C.a
\1Ra do Rangel17
nto da Fabrica Laf ayote)
Cal de Lisboa
E
7I1TH0 ikSP.Ii.XTO
PARA
Guimares & Valente
4 e 6 Largo do Corpa Santo 4 e 6
Criadas
Precisa-ae com urgeocia de ama cosioheirae
de ama (epeira, dando e bons ordenado*, na
roa do Brnm ?. 95.
Aosproprietarios
qae desejam farer calcadas e ladrilbos oo inte-
rior das casas e rmaseos, avisa se qae acbario
um grande sortimeoto de pe iras apropriaas no
armaxem do Caes do Camban be o. 38 e amos-
tras na roa da Craz o. 48. armazem.
Cosinheira e engomma-
deira
Precisa-se na Pharmacia e Drogara Oriental.
, Atten^ao
Veode-se barato a loja de cbapeos da Praga
da Independencia e a oCQcina de cbapeos da tra-
vesea do Que.imado n. 7, antigo Peixe Frito ; a
tratar na meema.
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro qae d abono da
ena conducta : tratar na Carvuana Nacional,
defronte da estacao de Caraar.______
im\m nu mmm etn
K ataTTRJaS aPX3NTS
LIDGERWOOD
Machinas a vaper
PortateB e fixas)
Lavadores
.i .
Despolpadores
Desea scadore
Ventiladores
Alambiques
Rodas d'agua
Turbinal
Kngenho do Sena
Moandas de Camis
Moinhos de Fub
Debalhadorea
Separadores
Branidoret, Conductores, Catadores,, Evaporadores a vapor Defecadores
de triple effeito, Vacutos, e todos os machinismos pan encantes ao fabrico do asiucar,
caldeira Multitubular para queimar bagaco ou casca de caf. Prensas Hydraulicas e
bombas de todos os amanhoa, Carneiros Hidrulicos para levantar agua, Arados de
plantar milhe, etc. etc. Engenho completo de fabricar farinha e engenho completo
para beneficiar arroz.
3orreiaa de sola e de borracha de qualidade superior, Oleo especial para
cachinas, Pertencea ou pecan avalsas para aa machinas.
ESCRIPTORIO
95Kua do Ouvidor95
DEPOSITO
13A e 136Ra da Saude134 e 136
Vende-se
Daas vareas toorinas prximas a parirem : &
tratar no Sitio da Capella, em Ponte d'Ucba.
PUoto
Lidgerwood Mig C. Limited
Preciza-ee de om piloto para o patacho Rival,
que tem de segar para o Porto ; a tratar a bor
do com o capitSo, oa ao escriptorio de Amorim
Irmaos & C.
Coslnreiras
Precisa-se de coBtareiraa na Fabrica de Cha-
peo*. A ra Visconde de Goyaana n. 147.
ruNopo mh
Mr-RA BARO DO TRIMPHO- 44
Milho muido
Vende-se oa rna Direita n. 30, de todas aa
qualidades, a &4200 em arroba e 310 rs. otilo
Liuha!
Linha
Linha em carriteis marca Sol de R. F. gr J.
Alexander &l C. Limited Glasgow
Incontestavelmente as linhas para costura d'esse fabricante sao as que
maior accetagSo tem em toda parte do mundo.
Como sabem os entendidas, easea fabricantes nunca adoptaram as hnhas
em carriteis enceradas (glacs)e isso fes com que, embora anas linhas fossem sempro
preferidas, as pessoaB que usassem de machinas de costura procarassem as linhas de
oatroafabricantes ; boje porem R. F. & J. Alexander & O. Limited j fabncam as
linhas em carriteis enseradas (glacs) especialmente para bh machinas de costura
oom tal perfeicSo que incontestavelmente nao ha outra linha, que possa competir em
sua marca Sol. ,
Esas linhas encontram-se as principaes lojas de miudesaa e no armaaem e
Ramos & Geppert, roa Marque de Olinda n. 21.
rovo
OS
lAB-SE DAS IMITAQOES i
Vende pelos presos mais resumidos
seguintes artigos:
Baptistas de cores a 200 a 400 reis o eovado.
Chitas claras e escuras a 280 reis o eovado.
Cretonas cores fixas a 700 reis o eovado.
Zephiro de quadros de 400 a 600 reis o eovado.
Linons liaos de ores a 500 reis o eovado.
Brim pardo para vestidos de 500 a 600 reis o cov&dc.
Etamioes brancos da 700 a 1(5200 res o corado.
Caximiras tavradas, de cores a pretas.
Camisas brancas finaa para homem a 50090 urna.
Ditas da cambraia para senhora a 4)9000 uma.
Certiaados Bordados a 80000 o par.
Brins de cores a 700 reis o eovado.
Gaae de seda de cores a 20000 o eovado.
Setins a surah de cores.
MadapoISo francez a lOfOOO a peca,
Lindos cortes de caxemira j guarnecidos para vestidos a 350000.
Corte de costume de casemira franceses para homem o que ha de
chic .
lindos cortes de caiga de casemira francesa.
Fechs de 18 e de linho a 2J000 um.
Tampos de fronha bordados a ? 31000 a guarnicBo.
Assim como muitos artigos que s o prsenos dos fregueses.
U-;Eua deMar^o-U
mais
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacao
Qfi. VINHK J/?
I!
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PC3
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CAJ BRAIIL

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co ex:
N?'.LBRICA'8 N?
mMU stJ VWCOMDE DORIO
>- BRANCO-
ANTIQA DA AURORA III
ps_
O proprietario deste estabelecimento desojando tornar bem conhecide do pu-
blico e do commercio em geral os productos de sua fabrica, extrahidos do i Caj, Aba-
caxi, Genipapo eoutras fractas de nossa flor, cujas formulas e modo de preparacSo
foram approvados pela Inspectora da Hygieae (este E-Udo, vem apreBentar a lista
dos ditos productos, que cda ia vSo sendo confecciocadoa com meis parfei^lo e
aceio, conservando de modo ospecial toda parto mediciial dos respectivos fructoo.
Alm das virtudes medicinaos dos preparados da rrarca snpra, qae tem por
base o caj e genipapo, com' aejam os vnoos, licores e cognacs, que j sSo perfeita-
mente conhecidaa, sobresae ainda o uso quotidiano que delles se fas lembrar por occa-
siSo das refeicSes diarias, como bebidas de cheiro e sabor agradavel a qualquer pala-
dar, principalmente as pessoas que aoffrem do estomago, anemia, syphiles, molestias,
palle, etc., ato., provocando ao mesmo tempo melhor appetite.
Os vinhos finos qae se distiaguem por etiquetas de um at tras A, scima dos
respectivos rtulos.
VINHOS
VINHO DE CAJ' de diversas qnalidades, em Barril, Ancoreta e em caixa de urna
dusia da garrafas.
VINHO DE ABACAXI de diversas qualidades em Barril, Ancoreta e em caixa da 1
dusia.
VINHO DE GENIPAPO de diversas qualidades em Barril, Ancoreta e em caixa de
1 dusia.
LICOR DE MANGA E DITO DE L ARAN/A em caixa de 1 dusia de garrafas.
APERITAKS de Caj, Laranja e de Genipapo, em caixa de 1 dusia.
COGNAC DE CAJ' em caixa de 1 dusia.
CuGNAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caixe de 1 dusia.
VERMOUTH DE CAJ' em oaixa de 1 dasia de garrafas.


.

.
Vende-se tambem oa productos cima em caixa de 1 dusia de garrafas sorti-
daa (ama de cada qualidade) pelo preeo de 180000 liquido, oa a vontado do compra*'
dor. Dase preces oorrentes dos productos cima.
Doce em calda, seceo e erystal*ando de caj, abacaxi, laranja a outros con-
eitos.
f--
**'. i i .''' 7 ***''V "''*'
., __....i.
-

MUTILADO
"r~r
I !





-V

I
l
.1
Diario de Pernambuco
m m
Domingo 23 de Julfao de 1893

jaMrn
i a cura i
Para a c3?a effica* i prompta dat
J\Iolestias provenientes de im-
i pureza do Sangue.
' urna, toncara andar a fazer 3pe-
riendas con misturas inferiores cors-
postas Ce ilr. ordinarias ou de planta
indgenas cuja eficacia nio conflraadf-
peis -c'?_'-":, cmquanto que a moiestl*.
ced". i ai ganhando terreno.
i ...ni mas, sera demora, de un. re
- aUc garantido cuja efficacia seja fteto
kbslgnalado e inqnestionavel!
Extracto CosirosTo Concentrada
. f SALSArAKRiuiA ds Ayer conhecide
* rccorcmcnda-.lo pelos mdicos mais in
diligentes dos paizes adiantado..
inte 40 annos,
Centonas de milhares de do
,"ii colhido benecios do sen emprege
-H- ostras tuntas testcmuuhas da sus
acia positiva e iucomparavei.
FBXFABADO 'ELO
R. J. C. AYER & C~
bowelit Mass., Ert.-Unido&.
ALMANAK LTTKRARIO
PARA 1894
ANNO VI
Redactor e Propietario
Gaspar Regueira Cosa
EDICTOR-LIVRARIA BOULITREAU
Ee;e excellente aonarlo qne jl contava
anco annoJ de existeucia quaodoospendeo
i Ma poblieacao, vai de dovo cooiinual-a
ob melnores auspicios e em condigea
mal! averaveis ao respeitavel publico que
lo tem o acolheu durante o seo primeiro
'a^cd'. o noo ALMANAK LITTERARIO
PEHNAMBCANO para 189i ser um ira-
taino perfeito no sen genen, orna obra va-
-iadi?sima, oade o leitcr mais exigente po-
i^rs t-ncootrar, par de excelentes predne-
rfcei Iliterarias, scientiticas e recreativas
i..s melnores escriptores braiilei!03 e por-
uroese*. as mais otis informc6es, india-
.-n-a veis na vida pratica, orna tabella de
aro dio to cecessana ao comroercio, con-
Uioindo lodo isto um livrinbo de grande
pcov.iio e utilidade para lodas as classes
la nrssa soc.eade.
A en deltas van'agens o ALMANAK LIT
TERAB10 PERNAMBCANO, cuja tiragem
-era de 2.000 t-xeraplares, ter em soas pa-
stase annuncios de casas commerciaes, de
escr''iorios dos Srs. arivogados e meticos
e de oolrcs esiabelecimeotos congneres,
i que ditos anouncics sero publicados
cu na parte Iliteraria ou na seccSo para
rase tim destinada, fieando isso vontade
itoe venbores annuoei.nt"3, qne terao di-
reno a um exemplar do Almanak.
ftreco do* acimnclot
pagine....... 8001
l agina inteira 8$uuu
0 ragaatento sera leito na entrega do ex-
ar.
Os Sr?. que quirerem annunciar os seos
stabeletfmenios poderao desde ja se din-
Livrara Boulitreau, rea do Imperador
a. 46 ju r:!jaro coa quem tratar.Toda
materia referente a n-.irte MUraria poder
ser roa do Arago n. 22.
A CASA EDICTORA
6DS6EL & ffiHO
C0NFI4M
No intuito de bem ervir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
os LOUVRE, a par dos de igual nature-
za as principaes pravas da Europa,
mantendo sempre o mais importante e
bem escolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cebidos mensalmente de Paris e Lon-
dres.
A
-. '
...
- -
\
% tv.*
- .
-
LOJA
DAS
L1STRAS AZUES
BA
DUQUK DE CAXAS N. 61
MOSQUITIROS
A
185000, 205000 l 22(5000
Grande leducgao de pre^o
Urna Lampada Mgica e sena pertences por 4^000
MANEQUINS
POR 355000 UM
Salas oraos borda ios a 9$ )00.
Cortea de falardina de cures a 14(000.
Sahidas de baile de 25000 ata 6S000
Man til hi. a Napolitana da 3S a'._ 15SO0O.
Linn de daas largaras a 400 o 500 reis.
Cortea de cambraia branca bordudo de
65000 at 255000.
Cretone com 1 metro de largura a 800 rs.
Fil para mosqueteiro coa 5 metros do
largara a 53000.
Peces da esgaiZo ingiez esm 8 r.iras
710"
pOT
Bremaote de 4 largaras a 18100.
EsguiSo pardo para roupa de crianca a
400, 500, 60), 700 e 800 reis.
Pecas de morim americano com 5 varas,
a 3S, 3.J50D o 4000 re3 (muio larga).
PuC8 de morim com 10 varas a 6.3000,
6$500, 75 e 7S500 (mu.to lar^o.
Veludilbo de cSres (todo prego).
Fita* de todas as cores e nmeros a 330,
500, 600, 700 e 800 raa.
FustSo areladado para cob:rta a 800, 900
e 15000.
Pichs para crianca a 800 e IfOOD.
B303 da cores de algodSo, Iinha e seda,
todo preg>.
Seda do Japao a 560 rei i o cavado.
(Antiga do Crespo)
TELEPHONE 158
.$000.
Capella e veo para noiva a 63000.
Sargelio todas aa cores a 280 reis.
Fronhas bordadas a 2$O30 o par.
Laques de gase a 43000, 5S0O0 o 630)0.
Para a estacao Iviica
Sedas do cSres pairees novos a 1$6)0, 138o0, 2$000 e 255)0.
| Seda EscosBeza de 4$000 e 55000.
Setina de cores a 190X), 13200 e 18500.
Cache-nira de 13 e seda a 23000 e 25:0 .
E moitoa outros ar igos que se vende esm graale reducto de presos e
4gepcia dos retratos a oleo e a crayon pinados u America
OUVEII CAMPOS
2l_Hua Io de Marco21
Acabam de receber um variado e esplendoroso sortimento do fazendas fiots
de aparado gosto, pelo que pedem s Exms. familias e fregaezes a honra de ami
visita ao eeu estabelecimento.
Taes sao :
Sedas brancas e de cores lisas e avradas.
Cachemiras escocezas de seda e 1S o de pura 1S.
Cortes de cachemira bordados, lindos desenhos.
Satin raz, ricos gostos.
Toile fine ricos desenhos.
Livantine de ramagem.
Velludo roseo, lindas cores.
Chachemira com listraa de seda.
Enzovae8 para baptissdo.
E urna infinidade de artig03 que torna-sa impossivel enumeral-os.
VER PARA CRKR
t, as brancas, pretas
cores
Novos padrSea e para grande oscolha,
i .dcU> despachadas nestas ltimos dias.
LOUVE
11
rtes de l,iinno,8eaa
J
Ourives oceu-
lista
Tbeodoro Estabelecido com officina de ocrives A roa
tas Larangeiras n. 1, aviga~a9 seos fregoeze
e aj -Mrieit^-eTpBbiiciT, qoe maatm officlae
tabilitaa3Smos para execoco de qoalqce
trabalho coBcerneote sna arte, especialmente
cravacOes para brilbantes. oculos, pencinex, mo-
Eocnlos.etc.
Doura-se, prateia-se qoalqoer metal, concer-
tos em leqnes de madreperola ou ootra qoalqoer
especie, garantilo presos mdicos.
Ra das Larangeras n. I
e algoaao
ticamente enfeitados, tem recebida el-
aumente o
LOUVRE
Costme para creancas
De todas as dadaa encontra-se grane
ortimento no
Louvro
tirinallas, qnes e cb&peos
de sol
') phantasias acabam de chegar para e
LOUYRK
jbjectos de gosto pars
presentes
Ha neste artigo grande eBColha no
LOUVRE
FOLHETIM
4i
POR
JLBS LERMNA
aOMANGE fflSTOMGO
Gapas, jerseys e visitas
acatos iateiramente novos acaba de nt
Esteiras da India
B&ncst e de sctaeia de aovoa desonhoo
tora fonos de soaho, comaloo sortimeuu
o LOUVKE
francisco Gargel I IrmSo
Raa Io de Marco n. 20A
__________TELEPHONE 158__________
Chapeos e capotas
(J2tzzaa novdades de Paria rooebea e
_______Louvre_______
"TECIDOSE FHAN-
TA8A
Sendo impossivel de se descrever a
;racio vanedade de tecidos de diversa
^nabdes proproa para a estacSo actual
oga-se ao publico em gerl e principal
ente s Exmas. familias a finesa d vi-
tarem o
LOUV1I
loa 1.* de Marco n. 20 A
Francisco fiorgel i Irmo
TELEPHONE N. 158
^
>
p
<
"A
0
INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOS
g VE
BRISTOL
CURATODAS AS IMPUREIS BO
SANC.UE E HUMORES
EFFICAZ
*
H
S
>
r
-
<
t
^
^ContinaacSo)
Na verdaoe, rpliflo talarvic, a
Sra. de Lnciennes posao di*er isto a
qaem dos seas inelhoreB amigoscoitra
por esse visconde mais indulgencia do que
elle merece. Lorys trahio o rei; fea mais,
combaten oontra nossos, contra os defen-
sores do tbrono.
Tomou respiracSo e agitoa rpidamente
um monculo qoe trrz a.
A Sra. ce Locieones parece tomar
ainda em conaideraclo cortos contractos
que j cabiram por si meamos. O rei
deseja que o brasSo dos Laoiennea ae fon-
do com qnalqoer outro braaBo de igual va-
lor. D'onde o grande deagosto de var
qne esse indigno Lorys ameacava pertur-
bar designios a qne ligava algoma impor-
tancia.
Bralo, brasao, pensoa o capito,
bem I Est me pareoeodo qne tu queros
desposar a marqoeaa, por isso o Lorys te
incommoda; e depois ?
Realmente comejava a supportar com
impaciencia essas rstiaenoias calculadas,
eatas manitestafSes de tartufo, que lhe
agogavam mais a cariosidade.
Emfim ? comedn elle.
Neate momento a porta abri se e um
official appareceu.
Bronceado, ligara reborbativa, typo de
sajeito incontentavel, poaoo disposto a
amabilidades.
Olhou o Sr. de Ma'arvic e dase :
E' ao senhorparo a consaltando a
memoriabarSo de Malarvio que tenho a
honra de fallar ?
Exactamen'e. E sabe de que se
trata?
De levar um despacho a Saint
Clond.
I'So mesmo... ao general Pir. O
Sr. duque d'Otrante, enviando-m'o, assig-
nftloa moito a gaa importancia, fi' pre-
ciso qaa seja entregue antes da meia noi-
te... coaprehende. antes de meia
noite...
O velho official mirava o singular perao-
nagem qne os seas ebefes tinbara escolhi-
do para intermediario, qaando de ordina-
rio as ordena vinham por via bierarchica.
Mas tinha recebido instrac^Ses formaea,
e nao baria observacSo a fuer.
Eis o sello do ministro, disse elle.
O marechal Davont d ama importancia
especial a esta missfto... Trata-se da vida
de sgaos milhares de bomeni.
Ao general Pir, em Saint Clond,
leo o offijial. Bem, temos urna hora...
O asen oavallo est rijo, e eapera-me na
esquina da raa da Loi.
O senhor qier diaer da iua Riche-
lieu. V, v, e que ,Deus o aoompanhe.
O offijial apertoa o sobr'elho. Decidi-
damente Napoleao nto estava all para
qne eases typoa failassem assim tSo alto.
Estraohoa aquello modo de tratar de cousas
militares.
Sem pronunciar nma palavra mais, an-
dn e retiroo se.
Mea caro Sr. de Queyraa, disse Ma-
larvic, ia-me esqoecendor.. Ainda ama
confidencia. Deseja saber onde est o
Sr. de Lorys9 6a companhia de caoado-
res, capitSo Joao Chne... general Pir,
aboletado em Saint Clond... Felizmente
este despacho chegar a tempo, e talve o
livre de algoma desgrasa.
Queyraz Ievantou-se de sbito.
Havia todo oomprehendido.
Enterroa o chapeo na cabeca.
Urna companhia de mosqaeteiros,
disse elle brutalmente, estendendo a mSo
ao Sr. de Malarvic.
O mogo estendeti-lhe a su a tambero
Tem a minha palarr, dase.
Queyraz fea urna meia continencia : era
o devido a um aasooiado.
E aithio rpidamente.
XIX
Marcella vivia sob pesadellos, n'nma
BgitssSo doentia, teita de terrores e de
angustias.
Depois da revista do Campo de Maio, a
companhia de JoSo Chne recebra ordem
de partida immediata, tambem Crchame,
com sua comitiva, grayaa proteceSo de
Carno teve de partir para a fronteira do
norte.
Elle quiz Jeixar Marcella em Paris,
mas a joven pedir tanto Tel-s-hia o avo
como ama raparigaita saa ?
O velho tinha por multo tempo hesita-
de, e dizia que na crine, que Paris atra-
vessava, Marcella podia ainda correr al-
gara perigo.
Uta pou 'O de egosmo tambem. Nao
era a loa do seo ooragSo, o supremo amor
hamaco deas* grande alma em que a pa-
tria tinta e primeiro lugar ? Carthame
amava Marcella como se ella fosse de sen
proprio sangue ; elle dizia qne ella era de
iom lagrimas: uto fdra ella rtoolbids,
Le n. 15
E
Regula ment a mesma
lei.
Vende se I$000 os
dous exemplares no escrip-
torio do Diario.

Bilva pela onica roulher que elle tinha
amado, pela oreatara nica que bavia sido
a verdadeira metade do sea ser ?
Para resistir ao offe-reoimento desta de-
dicac&o, elle teve necessidade de nSo dese-
jal-o.
Mostroa ares de se deixar convencer.
Ambos partiram : Marcella contente por
se ver necessaria, pouco vencida, pelos ra-
ciocinios que ella mtsma tinha saggerido;
Carthame, febril, inquieto, duvidando dos
bomens e dos coasas.
Mas, costas crises, desde qoe a intriga
nSo desagrada, as angustias cessam: a
a tividade superexoita todas as facoldaiei
da alma e do corpo.
Carthame reenoontrava a saa lucidez de
espirito, a saa energa invenoivel. Pare-
cia-lhe qoe a ConvencBo estava por trai
delle com a saa paizSo pela saude pu-
blica.
Estava estabelecido : Marcella o acora-
panharia at onde o obrigasse a extensSo
da barreira formada pelo exercito rancez,
jamis ae devia recuar.
Com effeito ella tinha seguido a comitiva
atraz de Ligny e de Oembloax.
Carthame, absorvido por anas ooonpa-
c8es nSo enoontrara um momento para re-
velar a saa filha o segredo que elle fdra
doacobrir ao p de JoSo Chne. Tratava-
se de interesses ntimos 1 Cada minuto
qne pasiava fx>a maicr o perigo da pa
tria.
Vai-te embora, lhe diaia elle, s te-
nho medo e ti !
Ella ficou.
E urna tsrde, de repente, ella se vio ro-
d da de uji turbilbBo, como que engol-
phada n'uma enorme tromba.
No momento de se faser matar Cartha-
me sentir lhe o nome sabir aos labios,
ella estava l a um qaarto de legua, ae
derroca ira at janto de saa pessoa e a es-
magaris.
Casa de commissoes e repre
sentaces
HMSniM___ .
EXPOSICAO
nn ttii fHivnrmn Dnnsuiii.'inPii tip
nosssro'^acaei
le innmeras fabiicas de todos os paizes da Europa
las duas Americas, de toda especie de mercaduras, d
cachinas e materia prima.
Deposito do afamado CREOLIM o melhor dev
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA dt
Dr. H. Rirdet.
6S--Rvc do Bom JESS81
EntBo com seas olhos de anciSo que nSo
conhece mais o chorar, aclocante, ilque-
brado, Carthame, (ora de Waterloo, re-
gressando como Dante do Inferno, galo-
para, e arrebatando saa estimada filha, a
atravesBOU sobre sen eavallo, e partir r-
pido s preocc ipado com a idea de sal
val-a Qaando a jalgou em seguranca,
tranqaillisoa mais o sea espirito, mas nSo
parou. Carthame galopava esperto entre
os espectros qoe o pnico renda com o
sen latego sangrento.
Em Genappe elle se >tvera por nm
segundo de esperanca.
Vencida a barricada, elle coilooon se
diante da crianca exhanata, e com o sabr
na mao, abrindo o manto para encobril-a,
nlo tinha desojado mais do qae nSo ser
derrabado.
J o tinham aontila4o : e elle manti-
nha-se de p, encobriodo a joven Crea
tura.
Em seu ultimo estertor ainda cuiiava
dsso e morria com tal cuidado
Marcella vivia ; ella se to depois em
ama choca de camponezes, nSo louca, mas
estupefacta, como qae hypnotisada por
aquello redomoinho da morte.
Janto della estava Jorge de Lorys.
NSo o conheceo a principio.
Naqoelles prximos dias elle vira tSo
perto i'e ai a morte que o envelbecra r-
pido.
A idade deve-se svaliar palo que falta
de vida; nesces tres diaa elle ae tornara
mais velho que um velho de setenta
annos.
Depois da odiosa acea de Florenos,
quando se espbaoelara a revolacSo, qaan-
do percebendo o desprezo merecido pela
traiclo, elle se tinha despresado asi mes-
mo por ana inconveniente camplioidade,
qaando sobretodo elle experimentou a ddr
ateos de encontrar neasa atmosphera de
Wargonha a mulher qae elle ideamara, e
tinha como nico pensamento esqoecer,
desforrar-se, morrer !
Qae faria elle nico entre tantos ? Na-
da Pelo menos na ultima fileira dos cora-
ba' entes, ignorado, elle a sabia a que de-
veres era obediente, e, oahindj, seatir-se-
hia perdoado.
Pronunciara o nome de Reine n'uma
suprema effasSo de amor indulgente, de-
pois todo seria acabado.
Tres dias de febre, tres das de raiva!
o acaso fisera Waterloo, a sna companhia,
diz.madr-, ignorada por todos, deveria
fundirse, no campo de batalha, com urna
outra, a que era corumandada por JoSo
Chne.
Se estes dous homens pudessem trocar
algurnas palavraa : Bravo Sr. viscon-
de, tena dito o capitSo Gai, eiUo entre ot
nossos!
Depois a batalha. At ao ultimo minu-
to bayoneta envergada, arma partida, Jor-
ge fijara de p, em seguida no estrondear
supremo da metralba, oorira o t salve-so
qaem puder > e a tormenta humana o ar-
rebatan.
Sabe-se o que occorrea em Genappe.
Elle salvara Marcella : quarenta e daas.
horas de delirio, e ella voltara a ai.
Carthame 1 JoSo ChSne I Nngaem all
estava. Lorys, porm, fallara. Esteva
aempre entre janto della, como se fosse
urna vivandeira.
Chorara sobre Carthame medida que
Lorys, fallando, deixava onvir bater o co-
raco, oheio de nobilitude.
Ella nao disse que tambem bavia deso-
jado a morte, ainda nSo tinha al caneado a
bausa. Elle era ainda nm hornera que lhe
alimentava eiperancas.
(Continua)
Typ. da .Diario, raa Dono* de Casis a. 48.



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