Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17333


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO LXVII
SEXTA-f EIRA 29 DE ABRIL DE 1892
NUMER.0 96
DIARIO
PERNAMBUCO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA FILHOS
A RA A CAPITAL E LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por tres ditos vencidos. .
Por um anno aiiantado .
dem dem vencido. .
61000
71000
241000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Sr Amede, Prnce & C, resi lentes em Pars34 roe de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE.
Por seis mezes adantados. .... 13*500
Por seis ditos vencidos. 15&500
Por om anuo adantado. 27&000
b. idem vencido..... 3i|0
TELEGRAMAS
mw ?abi:::las so szabio
31 E JANEIRO, 23 do Abril, a 4
heras e 5 minutos da tarde.
A Cmara dos Depatadoa comecou hon-
tem as s'ias sessSes preparatorias.
Estiveram presentes 33 deputados.
O Tribuna! concedea a ordem impetra-
da de hab&uc>rpiu pelos directores da
Companbia Qeral dos Caminhos de Ferro
do Brasil, Teixeira Leite e Trajano de
Moraes, cuja apresen tacJo ter logar no
da 4 de Maio prozimo.
No oorpo conular houve o segainto mo-
?imento:
Exonerados.Os conaules, de Pars, Or.
Manoel Jos Barbosa; de Lisboa, Joao
Tieira da 3ilra; e do Rosario, Manoel
J&cintho Ferreira da Cunha.
Aposentado.O consol de Genebra, Ba-
rio do Desterro.
Remomoridos.Os consoles, de Rotter-
dam, Alfredo Pereira Lima, para La Paa;
de Trieste, Aatonio Joaquim Neto Reis,
para Rotterdam; e da Bol i vis, Fernando
Stoinert. para & Petersbnrgo.
Ce ve roo
do Estado
nambuco
sxpsomm do du 19 di mabco db 1891
Actos:
A junta goveroaliva do Estado attendeodo ao
que requeren o bacbarel Francisco de Assis Pe-
reira Rocha, secretado do governo deste Estado
resolve proroga'r por ir.oa das eem vencimen-
toj a 1 cent, ltimamente concedida ao peticio-
nario para tratar de sua saude onde ibe coovier.
A jauta governativa do Estado resolve no-
mear Francisco e Assis Borges da Fonseca pa-
ra o logar vago de delegado litterarie do distric-
tode Huaretta.
A Junta governativa do Estado resol ve no-
mear Jos Antonio Pessoa Guerra para o lagar
de delegado Iliterario dodistrictodeTracuaem
ficando exonerado o actual.Commonicou se ao
inspector geral da Instrnegao Publica.
A junta governativa do Estado altendendo
ao que requeren o bacbarel Fornmto Rapbael
Alves de Carvalo, promotor pobhco Borneado
por portara de 26 de Janeiro ultimo para o mn
ni ripio de Leopoldina, resolve conceder a contar
de 26 Jo correte mes, mais trinta das de pra-
so que serio improrogavets para o peticionario
assumir o exercicio do mesmo cargo.
A juna governativa do Estado resolve co-
rnear lxael Giudencio Portado de Mendonca
para exe cer o cargo de tscrivo da collectona
da: rendas ao Estado no municipio de Iguarass,
Icando exonerado o actual.
Ajenia governativa do Eslaio resolve no
mear para 03 logares de 1*. 5* e 3* sopplentes
do juii substituto do municipio de Iguaras,
na ordem em que, vo collocados os cdadaos
Frtderic: Marques da Costa Soares, Hsrmene-
g Ido das V:rgens Lima e Jeo Ooortdo da Costa
Azevedo, qoe p*estaro a affirmacSo do estylo no
praso de um mes.
A j nta governativa do Estado resolve no-
m=ar u cidado Manoel Il-mriques Pires de Ca:-
valbo para o posto de commissario da guarda
local do municipio de Pesqoelra, em substitui-
do do actaal, que Sea exone'ado,
Ajuata governativa do Espado resolve no
mear para oa logares de 1*, T e 3# sopplentes
do oiz municipal e de orpbaos do municipio do
Altioho os C3pi!Se3 Manee! de Azevedo Silva,
Joao Matnlino da Assumpcao e Manoel Cordeiro
da Silva Barros, que prestaro a affirmacao do
estylo no praso de 15 das.
Oicios:
Ao governador do Estado de GoyazPelo
ofli-io a qu respondemos de 19 de Fevereiro
Indo, Acarnos sciente3 de baverdes sido accla-
arrio m reuniso popular governador desse Es-
tada Ap-o*- ;t mos a occsslj para apreaentar vos
os no803 protesi'js de estima e considerago.
Ao ospt-ctor do Thesouro do EstadoPara
os tins c avenientes a junta governativa do Es-
tado vos commocica qoe resoiveo boje a preten-
ao aa cmpanhia Fabrica de Estopa a que se
refere a vossa informago de 14 do correte, sob
b. 230, declarando qoe, se a peticionaria tem em
vista a irresponsabililade por impostos de qoe
trata o art. 38 do regolamento de 28 de Maio de*
1887, deve reqoerer parante a repartico com-
petente e se pretende a isencio de ootros Impos-
tor a que eatejam eojeitos o terreno e as casas
mencionados em rea requerimecto, n&o pode ser
attendida, visto a isencio a que tem dlrelto pelo
seo contracto limitar sea edificios qoeforem no-
tamente construidos para a fabrica e soss inde
pcodencias.
Quatito segunda parte a jonta governativa
do Estado vos recommenda que providenciis
aos termos da le n. 32 de 17 de Dezembro de
1891 ; observada a ordem expedida em 26 de
Fevereiro ultimo a respello da empresa Morgan,
goell & C. e da companbia Fabrica de Teeidos
Paulistr.
Ao mesmo.De accordo com a vossa in-
formando o. 243 de 15 do correte, deferimos o
requenmento do l*e do 2.* solicitadores dos
feitos da fazenda do Estado Jos Nicacio da*Silva
esta inferior quantla precisa para garantia da
arrecadaco.
Ao mesmo. Mandae entregar ao major
Manoel Francisco Pestaa, commissario ins-
pector das gaarda locaes dos municipios fra
da capital a quantia de 200*000 ^para acquisico
de cavaigadaras e arreios.
Assim Oca respondido o vosso officio de 1. do
corrente mes, sob n. 187.
Ao delegado ioterioo ds inspectora geral
das trras e colonisacio.Nesta data resolvemos
que Salvador Beato de Paula a que se refere a
vossa informacao de 17 do corrente sob o. 13 se
aprsente ao director e ncleo Suassnna, aflm
de qoe este verifique se pode elle cultivar all
om lote de trras.
BXPBDrgHTB DO DR. SICRBTABJO
OfficiO :
Ao contactantes da publicagao do expediente
do governo oo Diariodt Pernambuco.K jonta
governativa do Estado recommenda que provi-
denciis para qne seja- correcta a publicacSo do
expediente do governo no Diario ie Pernambuco,
assim como para ser adiantada a dita publica-
gao, que se acba mui.o atrasada.
Por arias:
Os Srs. agentes da Lloyd Brazileiro dm pas-
gagem de proa, por con!a do M nistero da Jasll
ca, do porto do Recife ao da Capital Federal, ao
bordo do paquete Pernambaco esperado do
norte em 23 do correle, ao ex sentenciado Ben
to Congo conforme requisita o Dr. questor poli-
cial em officio n. 434 de bontem datado.Pro
videnciou se sobre o transporte para bordo.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife a Liinoeiro d passagens de vinda e
volta, por conta do Estado, em carro de 2* clas-
se, da estaco d'aqneUa cidade a do Brum a 2
pracas da guarda local qoe veem bascar farda -
ment ; conforme solicita o Or. questor policial
em officio desta data sob o. 439.
dem da estacao de Limoelro a de Timbad
ba, a 2 pracas e um criminoso que ellas teem de
conJnzir e providencie quanto ao transporte
das referidas pracas, ao rtgressarem de Tim-
ba b a para L'moeiro, conforme requisita o Dr.
questor policial, em officio n. 432, de bontem
datado,
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagens de ida
e volta por conta do Estado, em carro de 2* cas
se, da estacao de Cinco Ponas a da Escala, a 2
pracas e de ida gmente a 1 criminoso que ellas
conduiem, conforme requesita o Dr. questor po-
licial, em om.io o. 433 de bontem datado.
ixnDiiim do du 21 di lujtco di 1892
Aclos:
A Junta govoroativa do Estado t-ndo em vista
o eflhio n. 126, de 17 do corrate mes, du in-
spector geral da Iistrucco Publica resolve exo
oerar a pedido, Augusto Cesar de Miranda do
lagar de delegado do dislricto iliterario de Pre-
guigas.-Commuaicou-se ao inspector geral.
A juota governativa do Estado resolve no-
mear para os logares de 1*, 2* e 3a supplontes do
jais municipal e de orpbaos do municipio de
Ex, Da ordem em que vSa collocados.oe cida-
dSos Manoel da Silva Dias Prente, Joaquim Cus-
todio de Oliveira Caetro e Pedro Moreira da Cos-
ta, que prestaro a affirmacas do estylo no prazo
de 60 dias.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear para os lagares de 1', 2* e 3* sopplentes
do juis municipal e de orpbaos do municipio de
Granito, na ordem em que vao. col) oca dos, o le-J
oentn-corooet Rayoiun-io Florencio de Atencar
os ddados Aatonio Ferreira da Crui e Francis-
co Gregorio de Souxa, que prestaro a affirma-
cao do estylo no praso de 60 dias.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear para os lugares de 1*, 2 e 3* sopplentes
do juiz municipal e> de orpbaos do monicipio de
Buique, na ordem em que se acham collocados,
o capito Manoel Baptista de Sonsa e os teen
les Jo&o Freir do Reg Barros e Manoel Go
mes de Albuquerque, que prestaro a affirmacao
do estylo oo prazo Ce 1 mez.
A juota governativa do estado, de eonformla-
de com a proposta do D-. questor policial, re-
solve nomear os cidadaos Joaquim Ignacio dos
Santos, Jos Ignacio de Oliveira e Custodio Cor-
reia de Ara ajo para os logares de 1", 2.* e 3.*
suppleotes na ordem em qne ae acham colloca-
dos, do subdelegado do dislricto de Tara, domu-
aicipio da Pedra.
Offi.ios :
Ao governador do Rio Grande do Norte. -Em
res posta ao telegramma de 26 de Fevereiro fiado
em que o presidente do Congresso no exercicio
do cargo de governador desse estado pedia vos
um exemplar de posturas muoicipaes e oulto do
regolamento do mercado desta capital, declara
mo vos que detxa de ser satisfeito o mesmo pe-
dido pelos motivos constantes do officio junto
por copia da Intendencia Municipal do Recife n.
348, de 17 do corrente mez.
Ao inspector do Tbesouro do Estado.
Providencial para qne seja feita com a mxima
brevidade de accordo com as restrccOes con-
stantes do incluso pedido o fornecimento dos
gneros necessarios ao presidio de Fernando de
Noronba, devendo ser o mesmo fornecimento e(-
fectoado por intermedio deum corrector e co-rer
a despeza pela verba do orcamento em qoe con
ber al que sejam indemnisados os cofres do
eatado pelos da Uaiao, a cujo cargo se acba o
servios do presidio em questao.
Atiento o inconveniente resultante da demora
da solucao pedida a respeito do governo federal
e a circomstancia de dever partir impreterivel-
mente a 26 do correte o vapor Giyanna que
tem de coadozir 03 referidos gneros, vos recom
me .damos prompta execuco presente ordem.
Ao mesmo-A' vista de vossa informacao
o. 232 de 14 do corrente deferimos o requer-
ment em que a professora da cadeira mixta do
Combe, Adelaide Amelia Teixeira Bacellar, pede
a restituir,: dos emolomentos que pagou sabr
a portarla de licenca que Ibe fot concedida em
16 de Janeiro ultimo e em cujo gosono antrou-
Portana :
Os Srs. agentes do L'oyd Brazileiro deem pas-
eagem de proa at Alagoas por conta do governo
daquelle estado no vapor Pernambaco esperado
dos portos do norte ao menor M gnel Arcbaujo
a reqoieicSo do respectivo ebefe de polloia em
telegramma de 19 do corrente dirigido ao Dr.
questor policial
EXPIDINTK DO DB. SSCRSTABIO
Officios :
Ao Dr. questor policial.De ordem da junta
Fieldim Brotbers. empresarios da illumina-
o publica, sedinio pagamento da quaotla de
88J700 importancia do gax consumido no pala-
cio do governo, no trimestre de Janeiro a Marco.
Informe o inspector do Tbesouro do Estado.
Felippe Fioripes de Paria Yielra, professora
publica deTimbauba, pedindo gratificacSo de
bous se.-vicos a que se julga com direito. Infor-
me o inspector do Tbesouro.
Francisco L:ite Nery, carcereiro da cadei de
Amaragy, pedindo pagamento de vencimontos a
que se jutga com direito.Informe o inspector
do Tbesouro do Estado.
Graciano Ferreira de Lima, sentenciado, pe
diodo pirdao do resto da pena que Ibe foi im-
posta. b forme o Dr. juis de direito do munici-
pio de Uoyauns.
Genesio Libanio de Albuquerque Monteiro, re-
plicando do despacbo de 13 do correte.Infor-
me o inspector geral da I.istruccSo publica. -
Tenente Coronel Joaquim Cavalcante de Albu-
querque, pedindo iseocao de dcimas para casas
de sua propriedade.-Indeferido.
Alteres Joaquim Francisso Xavier de Freitas,
subcommissano de Serinhiem, pedind paga-
mento de vencimeatos Venha por intermedio
de sen legi'imo soperior.
Bacbarel Joao de Siqueira Cavtlcante, pedindo
abertura de crdito para ajada de costo.Re-
queira ao inspector da Tnesourana de Fasenda.
Bacbarel Manoel Ceiario da Silva Brazileiro re-
clamando contra o acto que o dispensou da cadei-
ra de H storia do Brasil e Geograpbia do Gym-
naaio Peroambucano.
Saperiuteodeate da Estrada de Ferro do Reci-
fe ao S. Francisco, pedindo pagamento da quan
tia de 276O0 de passagens dadas por conta do
Estado, no mes de Marco.Informe o inspector
do Tbesooro do Estado.
Silvestre Pires de Azevedo pedindo dispensa
do servico da escola publica que rege, por faser
parte do Cooselbo municipal.Informe o inspec-
tor geral da I is.rucco Publica.
Tbomaz Mara das Neves e Maria Francisca da
Conceicao pedindo perdao da pena que Ibes foi
imposta pelo jury de CaruatInforme o Dr. jnia
de direito do municipio de Caruar.
Secretaria do governo do Estado da Per-
nambuco, sm 27 de Abril de 1892.
O porteiro,
Hmuterio M. da Svc.
Lopes Ribeiro, Aona Cavalcante de Bar-
ros Marinho e Francisco Vctor do Car-
valbo.Informo o Sr. Dr. Contador.
Vctor Neesen, bacbarel Manoel Es-
tellita Cavalcante Pessoa e bacbarel Jos
Mariaooo Carnoiro Beierra Cavalcante.
Haja vista o Sr. Dr. procarador fiscal.
Companbia Serrara Pernambaoana, Ra
moa, Geppert A C. o Frei Alberto de
Santa Augusta Cabral de Vaaconcelloa.
Informe o Sr. Dr. procurador da Roce-
bedoria.
ESTIBOS LEXICOLGICOS
ao unamos a mand ardes distribuir aos pelicio
arios, as duas; quotas qoe cabiam aos tres soli-
citadores visto e terceiro, de cooformidade com
a lei n. 35 de 17 de Dezembro ultimo, ter paesa-
o a funccionar nos feitos da fasenda municipal
por oede percebe os respectivos vencimeatos.
Ao mesmo.Nos termos ds vosea inferma-
rao n, 264 de 18 do corrente rr-n ae pagar a
oaquim Eduardo da Cosa R- mido, os venci-
menios qoe Ibe competirem, por baver exercido
"da local do
Janeiro ul
cargo de sub-commissario da guarda
unicpio de Limoeiro de i a 2 de Ja
mame
Msoo.
f
Com modo Soperior
Qaartol do commando superior da guarda
nacional do monicipio do Recife, 27 de
Abril de 1892.
Ordem do da n. 157
Fago publico Guarda Nacional desta
capital., qoe nesta data, assumi o exer-
cicio do Commando Superior, qoe havia
iuterrompido deade 27 de Novembro do
anno prozimo panado, visto baverem oes-
sado os motivos qoe me obrigaram a dei-
xal-o.
Joti Maria d Albuquerque Mello,
ooronel commandante superior interino.
Qne tur a Policial
SeccSo 2. N.'97 Secretaria da
Qoeatora Policial do Eatado de Pernam-
baco, 28 de Abril de 1892.
CSdadSo. Partcpo-vos qoe foram
bontem recolbidos Casa de DetengSo ob
aegointes individuoe :
A' ordem do subdelegado da f reguezia
do Recife, Antonio Pereira da Cru, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado da fregueaia
de Santo Antonio, Jos Luis de Franca,
por embriagues.
A' ordem do subdelegada da Magdale-
na, JoSo Francisco de Oliveira, por o fien-
saa moral publica.
Anie-hontem, s 7 horas da noite,
no corredor do predio n. lia roa da
Moeda travaram lucta os individoos Jos
Angelo da Silva e Lourenco Luciano de
Oliveira, resultando sahir este com tres
ferimentos sendo um no ouvido eaqoerdo,
om outro abaizo no peito esqoerdo e o
teroeiro na m&o direita.
Cinmes provenientes de orna mulher
moradora no 2" andar daquelle predio e
que j teve relacSo illioitas com Angelo e
presentemente as tem com o offendido,
foi que dea casa a lucia, da qoal resal-
taram os ferimentos cima descriptos, con
segoiedo evadir-se o offensor.
O abdelegado respectivo tomando oo-
nhecioiento do tacto, mandou transportar
o offendido para o hospital Pedro II, on-
de foi vistoriado e procede as demais di-
ligencias da le par* a captura e panioSo
do delinqaente, qae ao evadir se levou a
qoar.tia de 17JOO0 que se achava no for-
ro do chapeo do offendido.-
No dia 25 do corrente no povoado
dos Praxeres, pertencente ao monicipio
de Muribeoa, foi ferido gravemente o in-
dividuo de nome ^JoJo de tal qae est
sendo tratado na hospital Pedro II e onde
fei vistoriado pelos mdicos da polica.
A aatoridade local promove as deli-
geodas da lei par A descobrimento do de-
linqaente e saa ponicSo.
Foi effeotoada no dia 23 do corren-
te, no municipio de Caroaro' a captara
Aqaino, pronunciado
na comarca de Tri-
e Tranquilino dos Sanios Caslello Braneo vos, governativa do estado transmuto vosotelegram-
an.r.risamoe a mandardes distribuir aos peticio- ma de boje datado, expedido pelo presidente da
boje _.
Intendencia Municpal de Correte, aflm de que
providenciis como no caso couber sobre o seo
objeclo.
Ao mesmo.De cooformidade com a vossa
informacao n. 239 de 15 do corrente mandae
lavrar o tormo de ffaoca definitiva qoe tem de
ser prestada por Jos Lopes Dias nomeado col-
lcto" de rendas no municipio de Limoeiro me
diante o rrcolbimeolo da qoantia de 4:000*000
em apoiiees da divida publica, offerectda pelo
mesmo collector o qual reforcar diu flanea
aso se verifique no fim do exeraclo ter sido
c
despachos do dia 26 di abb1l
de 1892
Companhia Pernambocana, pediodo pagamen-
te da quantia de 832*500 proveniente de rete de
mercadorias destinadas ao presidio de Fernando
Informe o inspector do Tbesouro do Estado.
Empresa de Navegacao Fluvial do Baixo S.
Francisco pedindo pagamento da quantia de 32*
proveniente de pasagens.Iiloraie o Inspector
do Tbesouro do Estado.
Delmiro Sergio de Parlas, professor poblio de
Cruangy, pediodo prorogacao da licaoca que Ibe
foi concedids.-Remettido i junta medica do Es-
tado, a qoem o peticionario se apreseotara para
ser inspeccionado.
do rao Eugenio de
em crime de morte
umpho.
O cidadSo Domingo* da Silva Fer-
reira reassomio em data de hontem o ez-
ercicio do cargo de subdelegado da dia
tricto de Apipucos.
Ao Dr. Alezandre Jos Barbosa Lima.
M. D. Governador deste Estado.
O Questor, Joaqaim Tavarea de Mello
Brrelo.
de Per
DZ
The eoro do Estado
ambneo
DESPACHOS DO DIA 27 DB ABRIL
1892
Francelino Braailiano de Figueiredo,
Dr. Honorio de Barros Wanderley, ba-
cbarel Joaqun da Coate Ribeiro Flho,
Lua Affonso de Oliveira Jardn, Manoel
reman
Cmara
da Con-
ceketforsai da Basado de
buco
DBBPACHOS DO DIA 28 DB ABRIL
DB 1892
Angelo Raphatjl Peregrino,
Braga & C. e Mara Francisca
ceiclo.Informe a Ia aeoc&o.
Puta de Carvalho & CA Ia scelo
para os devidos effeitos.
Joao Francisco de Oliveira.tm vista
daa nformagSes nao pode ter lugar o qae
reqaer.
iaspectorla rral da Inatrnef Ao P
kllea do Eatado de Peroambneo
DBSPACHOB DO
DIA 26 DB ABRIL DB
1892
Fausta Pergentina de L ma Barros.
Cumpra-se e registre-se.
Maria Paulina Alves dos Santos.
Cumpra-se e registre a apostilla de 18 de
Abril cadente.
M -ria A uta de Je sob C ampollo.Ej-
Oruinhe se.
Feliabina Constancia de Ase vedo.
Como reqaer.
Emilia Firmo de Oliveira.Compra se
e registre-se e marco o praso de 20 dias
para entrar no goao da licenca.
Dia28
Tranquilino da Cruz Ribeiro. A 3.
soqcIo, relator Dr. Motta.
Ubaldina Afra da ConoeicSo Vieira de
Mello.Dinja-ae a sapplicante ao gover-
nador do Estado a quera foram enoami-
nhado os documentos a qae se refere.
Capitlo Jos Braa da ConoeicSo Silva.
Informe o delegado Iliterario ouvindo o
professor.
Francisco de Mendonca Pinto.Como
reqaer.
Jos Casimiro Alves Beaerra.A 3.
scelo, relator Dr. Regaeira Costa.
INDUSTRIAS E ATES
Compaahla de tlataraeSo e moa
gera
A grande fabrica a vapor sob tal denomina-
cao, situada no Rio de Janeiro a travessa de S.
Domingos, um vasto estabelecimento indus-
trial, cujo Qm proparar e beneficiar o assucar,
o caf, a farinba de mandio:a, o fub de mimo
e arrox e outros preparados.
O assucar preparado por um systema privi-
legiado, e que ao mesmo tempo tao simples e
econmico, como asseiado e cffic em todos os
sentidos; beoeficiamento effectuado as galgas
privilegiadas pela acc] combinada da forca
mecbanica dos rolos com a forca calorfica do
vapor d'agua, produz um assacar clarssimo,
brilbante, extremamente, secco e dotado de om
poder adocante superior aos assucares refinados
commoo8.
Alm disso o producto assim beneficiado pos-
sue a inestimavel proprielade de dar xaropes
braecos, que n&o fermentan), nem deixam de
psito; de sorte que est sendo muito p-ocurado
pelas pbarmacias, drogaras e dtsiilla0es para
o fabrico de licores, xaropes, pastilbas, etc.
Em seguida as galgas de beneQciameato
de assucar, aprsente o estabeleciment), urna
extensa batera de raointns, onde se preparam
os fubs de arroz e de milbo desde o mals mi-
moso, tao tino que parece p de arroz, at o
mais grosso fub para animaes, passando pelos
intermediarios, apropriados ao uso das padarias
e outros misteres.
Um pouco alm dos moinbos de fub, esto os
torradores mchameos para caf, muaidos de
ventila '.ores e todos os mais aperfeicoamentos
modernos, que permittem preparar o caf torra-
do, cooservaado-lbe no maior grao o sen princi-
pio essencial. a cafena, e tambem e apreciado
aroma.
A f ibrica possue ainda urna intioidade de pe-
neiras mecbanicaa e pequeos apparelbos, onde
os productos fab icados recebem do mestre da
oficina os ltimos coidades, para qoe flquem
todoi perfeitameote acabados.
Chi'uao photographla
Entre outras muitas descobertas, o Sr. Marey
creou a cbrono-pbotograpbia ou a sciencia da
pbotograpbia instantnea.
A pbotograpbia levou perfeicao, ba muito
lempo j, a representacSo dos objectos immoveis,
com orna precisao a que oenbom outro meibodo
poderia chegar ; e gracas a ella, tem se deseo-
berto estrellas, que jamis o olbo humano pode-
ria perceber com o telescopio.
Poder-se-hiam, porm, photograpbar igual-
mente os movimentos dos orpos animados e de-
comor cada um desse* movimentos em um nu
mero de imagens bastantes consideravel para
que o sen mecnanismo, iovisivel ao olbo nb, ap
pareca claro e lmpido f
A cbronopbolographia o permittio.
Hoje, gragas a apparelhos de admravel per-
feijao, inventados pelo professor Marey, pode
se tirar urna prova em vinte e cinco miilesimos
de segundo.
Foi por isto, que poderam-se analyssr os mo-
vimentos de um homem, que corre o trote de
uru cavallo, o veo de um passaro ou de om in-
secto, ao paseo que, com o olbar, a successio
das impressOea ns retina dava-nos smente urna
contiouldsde de curvas.*
A chronophotogrspbia com a applicacSo a que
Be presta talves amanba d a direcelo dos ba-
lees, oa phrase de Guy Tjurel, quando tratou
da Estacao Physiologica, e, emquaoto isto se
espera, certo que fondn ella, a par da econo-
ma poltica e da economa social, um> sciencia
nova, qual a economa physica, desenvolvida
pelo ensioameoto que se adquire naquelli Esta
co.
O futuro da II agu p or agen
em h. Paulo
(Laffayette de Toledo (Jornal do Commercio)
E' tacto incontestavel scien'incamente de-
monstrado, qoe a linguagem dos povos obedece
a urna lei physica e a urna lei moral. E*sa3
lea sao as mesmas a que Backie chamapbjii-
cas e mentaes, com applicabilidade direceo
da historia (i).
A prime ira (physica) prepondera mais for:e
mete na aoimalidade, produz effeitos mais
enrgicos que a moral. N'ella eotram, como
factores, em grande quaalidade, a alimentaco,
o clima, a coatiguracaU-do terreno, o solo e o
proprio aspecto geral da nata reza-
A segunda (moral) ama forg quasi abstra-
cta, actuando com intenaidade menor sobre a
constituico animal do homem. Seus factores,
a que buckle d a denomioacSo de factores
histricos, sSoa poltica, os usos e costomes,
a legislabas e a litteratura.
Para a forma cao da liaguagem tambemcoa-
cosre na principio emanado deseas leis genri-
cas, um principio belogico e mesologico : u do
menor esforco, ou da minima accao, ou a lei de
Crimm.
A tendencia verificada a procara qae (lia-
mos de cabedaes simples para archite^tar um
conjunto tambem simples : a maoestacao
continua de aisimilarmos theorias e redazirmos
o ira' alho
B vem de longo este processo, qae, d-s mais a
mais, se aperfeicoa.
Ja isto observara o Dr. Lun 1, com relacio s
racas monglica e americana, notando que en-
tre ellas a differenciacSe cada vez maior
proporc'io qua nos afastamos dos lempos mo-
deraos (3).
Assim, percorrendo-se detidamente as pbases
varias por que teem passado as liognaa, vam-
se desapparecer urnas completamente e modi-
ficar outras por influencia de agentes pbysicos
e moraes.
NSo se pode, pois, vista do evolucionar dos
idiomas modernos e da sciencia pbilologica ;
vista dos factores diversos qoe contribuem
para sua transformacS), determinar precisa-
mente qual seja o futuro da|lingna portuguesa
em S. Paule
O portugus um idioma conganeie do ita-
liano, do francez, do vlacnio, do provencal e do
bespanbol; e, como estes, deriva do ramo lati-
no do grande grupo indoeuropea ou iado-ger-
maaico, tambem appellidado aryano.
Para sua formsco concorreram, em pocas
diversas, o Arabo, o 6 reg, o Hebraico, o Latim,
o Tupiguaraoy. Em seu conjunto, porm, con-
servou-se com urna forma mais archaica qae o
Hespanbol (3). Transportado para o Brasil ba
quatroceatos annos apenas, aqu suis transfor-
macOes, tanto etymologlcas como phonologicas,
to profandas a ponto de baver quem considere
um dialecto brazileiro. E poderemos negar
que Bossa linguagem actual nao seja um dia-
lecto do Portuguez T E como negal-o, se Whit-
ney proclama baver dialectos em todas ae das
ses sociaes e no salo da propria familia T (i).
No seculo actual a crise do proletariado eu-
ropeo, occasonanlo diversas correatea de des-
poamento e emigracao do tolo, procoraado, por
acclimacao mais fcil, a zona subtropical e tem-
perada, tend- a prodozir ao Brazil dous typos
ethncos differentes : o iirUsta, Bel s tradic-
coes, uoitarista, homogneo e brazileiro do typo
cotona! ; o sulta, perdendo o carcter nacional
naiacobesao do cosmopolitismo, italianisado,
germanisado, federalista (S).
Estes typos geraes podem ser subdiviaido3.
O txdxsta forcosamante se fragmentar, e desse
conjuncto sahir um typo completamente moder
no, indepeadente, isolado -o p niuta.
Nos temos orna fecao caracterstica, original,
somos quasi urna raja sociolgica (6).
Influenciados por urna corrente immigratoria
de volme extraordinario, immigraco vinda dos
estados limitrophes e da Europa, nos temos de
ser supp.antados por ella.
O meio nSo funda urna raja, verdade : pele
modifical-a, nada mais (7).
E tal modifJcacSo na racapauluta, que j dis-
tanciada est do ramo portuguez pela victoria do
elemento hespanbol, dar se-na em periolo nao
mai remoto.
Ao typo essea:ialmente paalista, isto ao
typo de boje, acontecer o que se vio acontecer
com os aborignes: seu inte ro desappareci-
mento.
E, com Woif, poderemos lastimar que os pau
listas, como os indios, nao possuissem urna ci-
vilisaco capaz de resistir assimilacao europea
ou capaz de Ihe comaiunicar novos elementos
(8).
Que ficar, pois, dos escombros dessa raga ?
Talvez a linguagem porqne o povo rucie
conservador tenaz dos elementos archaicos da
liona (9).
Mas que linguagem ser essa dos futuros pau-
listas ?
NSo se pode affirmal o; soppa se, porm, que
nao seja mais a portugueza.
(1) Hiury Taomis Bu. k'e, H story of the ct-
viiisauon a Eaglaod, 1872.
(2) Pairo Ljnd. Revista do Instituto H.storl-
co Brazileiro, 18i tom. VI, pag. 332.
(3) Delius, Romaaischs sprachfamilie, pag.
31.
(4) H.liiam Dwigbt W.utney, Essenciils of
englisb grammar, 1877.
(5) Joao Ribeiro, Diccionario grammatical,
189, pag. 76.
(6) Sylvio Romero Historia da litteratura bra-
zileira. 1888, pag. 755-
(7) Sylvio Romero, op. cit.
(8) Ferdioand Woif.Le Brail litteraire, 1863.
(9) Julio Ribeiro, Grammatica portugueza,
188}, pag. 11.
MTERESSES MTEB11ES
A ora oaplta do Brasil
Por elson de Vasconcelos e Almeida, 1'
tenente da armada nacional
(Do Diario Oficial)
Tendo estndado os meios pratlcos de ser leva-
da a effeilo a grandiosa idea da madanca da ca
pital da Repblica Brazileirs, apresentamos
sabia e criteriosa apreciaco do governo federal
o resaltado dos estados qae romos levados a fa
ser, aflm de, por nossa parte, concorrer para
que esta aspiraco publica se torne orna reali-
dade.
A Constituico de 24 de Fevereiro consigna no
art. 3": Oca pertencendo Uaiao, no pianalio
central da Repblica, urna zona de 14 409 kil-
metros qaadrados, que ser opportuuamente de-
marcada para nelia estabelecsr-se a futura Capi-
tal Federal.
Ao mesmo tempo ella confere ao Congresso,
oo art. 34 o. 13, a attribu cj privativa para
mudar a capital.
0 poder exeeutivo, na mensagem que dirigi
ao Congresso Nacional, indicou a providencia de
ser transferida a s ie da governo pira o local
determinado pela Constituico, o que mais prova
a urgencia da realisaca dessa medida qae coa
s i toe aspiraco publica e ao mesmo tempo con-
vulta o ma:s gravas e importantes interesiegda
Unilo.
Sendo, pois, oscasii para expormos nosss
opiniSo a respeito da melhor situacSo para a
collocaco da nova capital, e ao mesmo tempo o
meio mais exequlvel para ser levado a effeilo
este emprehendimealo de samma importancia, o
fazemos com franqueza e sinceridad?, tendo .em
vista as opinifies emitidia por emritos escripto-
res qae percorreram o local e o estudaram.
Q je de urgencia e de necessiiade a mudan-
ca da capital, ao ba davida.
A cidade do Rio de Janeiro nao pode continuar
a ser a sle do governo da Repblica : Ia, por-
que as relacOss administrativas devem sei esta
belecidas com justa proporcSo para que oo fl-
quem 03 Erados de Matto Grosso, Goyaz, Ama-
zonas e o interior de amitos outros privados da
aeco benfica que deriva da approximi-co-da
sede do governo geral; 2*, porque esta cidade,
eminentemente commerciai, e com proporcoes
para toraar-se om dos emporios mais movimeu-
tados do mundo, nao pode supportar a funccSo
poltica, que poder tornar-se perosa para o
seu fbrescente piogresso; 3, porque tem con-
tra si a m reputaco de insalubre, alientas ai
suas precarias condicdss by^lenicas, podende,
por isto, trazer emba racas at para as re.acoes
polticas, quer internas, que: externas.
Alm estas, outras razoes ba para demonstrar
a necessidade da transferencia da capital, qae
alias reclamada desde os lempos coloaiaes,
tendo sido consubstanciada no plano concebido
pelos patriotas da conjurago minelra em 1789.
Mais tarde, o Correio Braziliense, redigido
pelo illusirado e patritico cidado Hyppohto J.
da Costa Pereira Fortunato de Msndonca, defea-
deu o plano da mudanza da capital; e, em um
dos artigos que publicou, diz que o Rij de Ja-
neiro nao possu" nenbuma das quaiidades que
se requerem cidade qae se destina a ser cap
tal do imperio do Brasil... e ae os cortezos que
para aqui vieram de Lisboa tlvessem asss pa-
triolismo e agradecimento pelo paiz que os ac-
laeu nos lempos dos seus traba'.hos, fartam um
generoao sacrificio das commodidades, tai qual
luxo, que pediam gozar no Rio de Janeiro, e se
nam estabelecer em um paiz do interior, cen-
tral e immediato s cabeceiras dos grandes rios,
eificariam all urna nova cidade, comecariam
por abrir es!r portes de mar, removeriam o obstculos Data-
raes qoe teem os differentes rios navega veis, e
langariam assim os fundamentos ao mais exten-
so, ligado, bem defendido e poderoso imperio,
qae possivel existir aa .superficie do globo, no
estado actual das OacOes que o povoam *.
O Viscoode de Porto Seguro na sua Historia
Geral, tomo 2a pag. 1191, diz: com a mu-
danca da capital lera de gaabar ainda mais
Rio do Janeiro, pois cidade commerciai e um dos
primeiros emporios martimos da America e do
mundo, pelas suas condic jes hydrograpbicas oo
perder jamis a sua imporlaacia, visto que a
expansibilidade de vida pelo interior trar maior
movimento em todos os portos... e continua
dizeado que- sem o menor prejuizo do Rio da
Janeiro, que at gannar quando mais se prvoem
e se civisem ossertoes, deque emporiotem
de realis r-se mais dia, menos dia, em favar da
prosperidade e maior independe acia do Brazil
si, Dens mediante, elle seguir unido .
Ainda no mesmo Correio BrazilieaBe escre-
veu Hyppolito de Mendonca :
Este ponto ceutral se acha as cabesairas do
famoso rio S. Francisco. Em suas visinhancas
esto as vertentes de caudalosos rios que se di-
rigem ao norte, ao sul, ao nordeste e ao sueste,
vastas campias para creaco de gado i, pedra
em snjndancia para toda sorte de edificios, raa-
deirae de construeco para todo o necessario e
minas riqoisslmas de toda a qualidade de me-
taes; em ama palavra. urna situaco que se pie
comparar com a descripcSo que temos do paraso
terreal.
Desprezou se tudo isto pela cidade do Rio de
Janeiro, porque j all havia alguma casa de ba-
bitaco, commodidades para qoe algomas pes-
soas andassem em carruagens, um mesquinho
tbeatro para o divertimento dos cortezes em
urna palavra, porque se evilava assim o trabalho
de crear um cidade da novo e incommoios inhe-
rentes a novos estabelecimentos, e por estas mi-
esraveis con3idera0es se rooboa a sua alteza
real principe regente a gloria incomparavel de
ser o fundador de urna cidade, a que affixaria
sea nome, fazendo-se immortal na creaclo de
urna vasta monarchia.
Nao n .s demoraremos com as objetes qje
ba contra a cidade do Rio de Janeiro, alias muito
propria ao commercio e a outros fina, mas sum-
mamente inadequada para ser a Capital do Bra-
zil ; basta lembrar que est a um canto do terri-
torio do Brazil, que sua communicaco com o
Para e outros pontos de diveraos Bstadcs de
immeosa difficuldade, e que, sendo um porto de
mar,esta sujeito a urna invaso inimiga de qual-
quer potencia martima.
Qaato s diffisuidades da creagao de urna nova
capital, estamos convencidos de que ellas nao
sao mais do qae meros subterfugios.
Annos depois, ainda Hyppolito de Mendonca,
no mesmo jornal, a.crescentou:
A corte nao deve residir no porto ou logar
a qae se destina ser emporio do commercio,
porque 03 negociante!, lluJi ios com o brilbaote
da crte, desejam faxer se cortezos, em vez de
sjrem commereiant s; proouram hbitos, coa
decjrac5e3 e ttulos, em vez de procurarem so-
hresabir em seu commercio, qne o que Ibes
convm e oteressa ao Es'.ado ; e sahindo assim
aquelles individoos da esphe.-a em que to uleis
eram, de negociantes de primeira ordem, passam
talvez a ser nobres na intima graduacio, no que
nao otilisam a si nem fasem bem ao Estado.
O visconde de Porto Seguro, por seu turno,
tambem accrescenta: que bavia pensado
n'es'.a mudanca e eslava profunda..-ente conven-
cido das vaniagens que d'ella resultariam ao fu-
turo do Brazil com a prompt realisago d'esse
plano, o qual defendeu, como affirma, pela im-
prensa, em 1849, havendo n'elle pensado em
1839, me=mo antes de ter noticia dos argumentos
expendidos por Hyppolito de Mendonca, como se
v de um artigo sobre a diviso das provincias,
qoe publicou na Revistado Instituto Histrico;
e ainda mas:
... que, segundo o exame feito por si, o lo-
cal mais conveniente para collocar-se a nova ca-
pital dever eocontrar-se nao longe da actual
villa Formosa da Impsralriz, na provincia de
Goyaz, por ser essa paragem bastante central, e
indicada pela natureza na poslco mais elevada
do territorio brazileiro, de onde baixariam as or-
dens como balxam as aguas qae vo pelo Tocan-
tins ao norte, pelo Prata ao sul, e pelo S. Fran-
cisco a ste.
Nao fioda aqui a propaganda continua do vis
conde de Porto Seguro ; em 1877, em offiio qoe
dirigi ao eato mioistro da agricultor?, const-
Iheiro Toomaz Coelho, firmado na villa Formosa
e datado de 25 de Julbo, confirma essas suas as-
sergea.
A mudanca da capital, con3tituindo desde mul-
to tempo objeclo de estelos e discusso, nao
pode deixar de ser urna idea vencedora, j ama-
durecida no espirito pub'.ico e que deve satisfa-
cer a quantos aspiram pelo deseovolvimento mo-
ral e material d'este forra oso e enorme paiz.
Vejamos, entretanto, quaes as condigies qoe
deve preeneber nm local para n'elle su con-
soberna naci e airva de habitaco a lu-
stroiia urna capital, que deve ser digna d'esta
turas geraefies: urna cidade, emrim, modelo, re
uninda em si ludo quanto possa interessar i
s.ule publica, a arles e s relafioes civis e ad-
mtaistraUvae. (Segu).
I
i
>
rj
i
--

^StDtt


I

Diario de Peraambuco fieita-feir* 29* te Abril de 1892
fui nomeado Bazi-
para o cargo de
AClOI OlBi
do tsiado de 1
targo de pr
bam .; o hacha
que assumir
Por act) da
effeito o de II
vido o nromotoi
Silva Guiruari
para o de Timba
Por ac.o de 25 do corrate
:io Quidene de Souza Perra
i sappleote do delega lo de Afolados de Iaga-
i?i'a em subst tuicao do actual que foi exonera-
do a pedido.
Pjr teto da me.a (tota-fui' oaaaiitf pafl)
lagar de delegado de Villa Bella o cidadio An-
tonio Alves da Fo>Mca arro3, em suhJti'.uigSj
do actual, que foi iraosfciido, 'no carcter de
eommissario para o mahfipio da Boa Visia:
Senado de PMMSliuca -E*j:tuou se
loa^em a 11* sesaio 10b .presidencia do Sr. Dr.
AlbiQO Gongalvas Jeirrae Vasconcelos.
uniianft uaiis*Cwi hitan fa
Freir, Aristarcho Xavier Lopea, Piabo Bargas,
Sdncalea Ferreira, Perelti, E-mirio CoatinhO,
Jarro* de Lacerda, S^rra Minias e Vello.ra.
Po lida, sendo approvada sem debate a
jeta da sessao andante.
Pro^eden-se a st guada leitura dj projecto
ipreseqtaio Da seasao aatecedenie, aatorisanio
a construcgto de orna ponte j j Rio Doce, apjia
do, foi a imprimir, teado'receido o n. 3.
Foi tambera lido, iodo a imprimir, um parecer
Ja 3* :omm5ao, sob a. 16, alop'-.alo sem
meada a resolugio iniciada aa Cmira dos Oe
ptalos pe; projecto o. 16 1891 mandando
perteneer exclusivamente aos maeteipios diver-
sos-mpoatos.
Foi iido e appruvado sem desale om parecer
da'Teferiiiacommissio- sobre o projecto o. 6 :
189t io Senado, qu^ voltoa "a Cmara- dos De
puto loa com envnJas, nqu'srenio sopia do coa
iraeto foiij peu Compaobia Recife Oayaagee
sna lnoovacao'
.No-baTtndo qaem quizesie se u'iliear da pa
iavra aa i* bora da sejsij a Sr. presidente pas
ioa'a urdeot do da :
E-H'tTO'lo em 1" ducassio o projectoo. 2 des-
te aooo (creagto de am corso superior de Hio
ria Natural) paasou a t*, depois de orar o Sr.
S P.-reir deas veajs sendo urna- peta ordeal,
alo t'.'Q(*o sido a celta urna emenda.
Foi subuietiido a 2* drscassio a resolugio ai-
nada -na Ganara dos Deputados pelo p ojecK)
a 32 de 1091, e de qa? trata o parecer n. 9 Jet
leino, concesso de premios de i:0J04 aos
agnenltera-qa' provarem ter 6,000 pos da caf
:u 3 00* Jeevcu em estado de dar frnctoi.
ppwndo^se o art.- depos de orarem os
Srev /elloso, Luoa Freir, Hermogeoes P^retti e
Barros-'de Li'erda e pela ordem os Sr*. Perettl
Velloso e Lana Freir? seado approvadas duae
' imeeda de ns. t e 3, esta do Sr. Perettl e aquel
Ib do Sr. Hrraogeoes e regeitada ontra de ni
lo'S'.-Vecso.
Dad* a bora o'8r. presidente levanten a-Bes-
ato desigu ado a seguinte ordem do dia :
C -: i uacSo da antecedente e trabalhes da-
ammis'es.
tmira din ^ipalado* Fuoclonou
iontem s ib a presidencia do Sr. coronel Co?lbo
&nira, tea lo comparecido 21 Srs. deputados-
Foi lda e ipproTada sem deoate a acta da ees-
jSh mecedsa.e.
O ir. i ..Tetarlo den coota do seguiote ex-
>di'nw:
OfB: o do secretarlo do gqvWrD), remetiendo
doeum^nioa sobre a expbracao da ilha d f'.a-
aaraea. V-qaen-fei a'requistgSo.
Odirt do .-eiretario do senado, communicanJo
lueem-se^ao^e 18'do'corrfare'folre80lTtdotre
Sita.-oj pj>H reiaUvos- aos" p'ojelos ns-.-J.
55, 64 e 6i v. ilw aa cmara.Satisfci-
8ea reqnficac.
Oaro d3 upi.-co- do Taonrodo EstadoMa
tfmola o-q-ie se-.^n occwrndo com relacSo' ao
npretit> j>rvrrri;io-como Baa'W Ei sarde
Feruamou':.A" quean fer a requislgo.
Outrj do io^pector geral da iastraec3> publica
ijfj.-jiaa lo a jeticSo da professora Mana Pal-
aeirtt A!ve3 ios Santos.A' qaem fe a requisi-
jo.
Ootro do OHsmo, informando a pe*tgao da pro-
fesora Ubdrita Leopoldina' Vitar.A' quera fez
arequisujj.
Outr: de Mino .-l loaqatrai'issoa' poo;i1o se
aif81-H-- a ni corapantita p r-. a srtfi '-
fW'dOV*** me han e cn.ii-pareceres tjue
solictts do iT'-v 'rao. \' coTcaiBsa-j de perigOJ.
"ut a 1:X ifis Crrela do Espirtto Sant,
^raasso'pu>li"r' do porcdo*'Cafrj, reqoe"
perendo a soa tre;;rv(ade"ai misma c"iPirav
^A'commls?ao de iost--u q'ij \nWti-
Octra de Anoa Cesar do AOUfje'jae M-Hd,
professora publica em S. Jos pedtndj paga raen
l da d:fferen{a de seus ven rimentds.A' com
33so de petices.
Oa'Ta de Ianoceacio Aitaaes de Fria Ton es,
aScial da junta do eimmercio, reqnerendo a
m aooseatadoria.A' comlsso de pitifOes.
Ac;:.ivse -iiire a mesa, sao lidos e vo a im
f:ioi < s seguales pareceres :
Jf. 23 da commtssto de petices. iodefertndo
a de G lino CjIoo de Serpa Brandao, ex-p ;rtei
70 da Recebedoria, em qoe pede a sua apesen-
MtHia
N i da mesma commisso, concluindo pelo
Bdtfcrimeoto da petijao de Udno?l Francisco
otltio, reqnerendo o pagamento le 616*000 de
Jora ;iaieoto de uj^-iicamentos a doentes pobres
moaictpio de Ticarat por nao te' provado
a sua reclama$$o.
>" i Ja meama comnissio. iadeferinde a
jetida) de Pedro Simeao da Sihra Braga, pedio
eo tnelhcra de aposeotadoria.
?i. 26 a m^sma commisse. concluiodo-pelo
iseferhnento da petijSo de Edaar lo Gadanlt,
nquereodo angneato de vencimeatos como pro
>9sor de desecho do Gymaasio Permambacaoo.
N. 27 ia mesma ^oramisso tndefenndo a ps
ifSo -de Antonio Afija Pereira, solicitiado a
na" aposenta doa no cargo de amanaeoM da
sec-etaria da qonslura de poMcia.'
H. 28 da commiesSo de es'.atistica e divisad
ovil, conclua o .pela a lopjo do p'oje-to o. 9
xae revoga o decre:o de 30 de Maio do auno pas-
3aio, qa-i eleva a cathegoria de villa a povoacao
e Vicimcia.
Ach^m se tambera sobr-; a mesa sao lidos e
aacwjoa, e vao a impnmir: m projecto sob
s. 17 oa Srs. Pedro Correa, Mjreira Alves e
Iduardo Tavares, sobre reforma dos officiaes do
Ceipi de Polica, e beaefitos concedidos3 suas
Jamihas; e nm outro sob n. 18 d) S\ Joao
Coiraora, antorisaodo o goveroador do Estado a
erear ara Fucaldade d Medi?iaa seguado o pla-
to da- existente 'a capital da Uniao.
Pass a disco8ao o projjcto n. 5 do correte anoo,
Kre o easioo prleiario graluito ane appro
ado, tenlo orado os Srs. Joao de Olivetra, En
jenk) Bettencoon, Esmeraldino Bandelra, Caaa
ra, Rabelio, Veras, Pedro Alexaoanno e Martn
Jiaii r
Eitrar.lo em s:euiia em primv'a discossSo
9. projeito-n. 6 do correte antro, elevan lo a ca-
tegora de cidad a villa de Birreiros, appro
vado s m debate.
N j baveado nada mais a frjlar o Sr. presi
4eote levan! in a sessao designando a seguate
ordem do dia primeira discossto dos projectos
w. 10 e 11 do correte anoo e sega *a do de
b. 7 e sen respectivo parecer.
Major Stttnrntno :arduo -Acompa
obado do intelligeofs alomno da E?cola Mili-
tar. eadetM Alf'edo Dromitond e Vallado, veio
bontem visita-nos o ir. j^ior Dr. Saturnino
..ente da referida escola e bornea II
lustrado.
Gritos pe'a coa3ideraco que aos dispsasoo e
vmpat'ii!.mnt-,'ianre8sionado, desejaraos Ibes
profpera viagem e qu; bonanzosos ventos o con
azara ateo estilo do AaiiZona3, para onde vai
* referido edado, commi dando a escolta que
acomp-bam os presos polticos qoe se a:bam a
iordo do Aligos.
t-'iurittno Peixuto -Os admiradores e eo-
religionaOB do marete I Floriaoo Peixoto, pre-
lideote'' :, devetn reunirse boje ao
aeio da no quar'el general afim de eonbinarem
m de r^alisar se ama. manifestacao en
*oaru aquelle ciddO, ananbS, dia do jen aa-
liversafio nttalicfo-
Declarad* ena d!pon.lblll lade
Pos temos do art. 6 das dispo'lcoes transito-1
u da constituidlo federal, e visto nao terera
jide aprovetUdo oa organisasS judiciana dos
resoectlvos estados, os aagl trados taixo tK]
eud"3 fo?aai declara-los em di ponib1li fpe sejam chaajado3 servico on aposentados :'
PdNtaAMwo Mfcelliii
Fri-MKlhnHK) di
idiWhf..... me
loS lOrlao
j"
lili
[fl
re
io
>
ai
a
ra'
.gas
Urugu yiaa, ba ba.-el Alceoiades Cavalcaati
de Albaquerque.
Caraaquam, bacbarel Miguel A'cbanjo Partir
do Reg.
-s. Baria, bacbarel Ovidio Marqoea Gaimar&es.
SaataViekoria^ Plaar, bacbarel Jo- Au-
gusto Birbosa Coelbo.
Arwio Orande, bacaarcl JoaVieira da Gunba.
D. 'Pd>tO', bacttrel Bamardino de Senaa C03
ta Feitdmu i
Sj i*, bacbarel M-lcbUede^k Matbu.-alem
Cardi-o.
JaguariO bacbarel Matl Raboso Barradas.
S. Fxaousco de Pla 4e Cuna da Sfr*, ba
charel Jsrdelino Goncalves de Seana.
Si Lniz>bacbartl Jos de AndradtGuiraaraes.
Rdsarld", Barharel Antonio Jo- ti* Freitas.
Lagoa Vormolba, bacbarel* Mauoel M r da
Rotbs'ejuix de casametos", bacbaraf Antonio
Antones Riba.'
Estado de Pernambnco-Jure de dirette dar cO'
mircade B^iertoa, bacbarel-SebisfSo do Reg
Barros.
Estado de Santa Cathirlna.Joiz de dirito da
comarca de S. M guei, bachirel Joaqoim Fran
cisco Villela do Reg.
Dlaponlbllldade levantad Por ba-
verem sido aprovetados na organisay&o judi dia-
ria dos Estados do Rio Grande do Sal e do Cea
ra o deiefflbjrgaJnr Francisco Rodrigues Pessoa
de Mello ti o juiz Joi-j Pirmiao de H jilaida Ca-
valcante, foram declamados sera tfffito os decre-
tos de 20 ls Agosto do anoo finio, pir forca das
qua3 baviam os mesruos migiiirad >s si! j pos
tos em dispooibitidade.
Batrada d farro te Mke rto a
alta Ra'Jue se boje ao meio da em ses-
sao extraordinaria de asseujbta gerol de^ccib-
niatas.
feno crril de Peraaakaco A
reedita proveniente de transporte nos tarros
desaa companhia, que boje realisar-se applica-
d em favor do fondo soc'tl- da aso:iaao be
ntticente dos empregadoa da mesma companhia
por graciosa con"ess) desta.
A a-sO'^iago espera do publico o auxilio que
ja lO"jfotd-.^p-nsidd da nura ver solloRa em
acqot#svneB ao des*-} i do 'respeclivo gereite,
qu; os donativos sejam em bilbetes de qinta^ao
dema^sagem.
Fabrica de topa Auanbao termina o
prate de entrada da 3* chamada de capilar.
TeasNti Ceaapeatade j Estado de
Mississipe, cabio soore West-Foin medonba !em
pesiada, qw arrebaten ponte, cortn cami
nboa de ferro e destrato grade nom'o de pro
dtoa.
expo*lc*o de Chicago -3 >guodo jor
aa > K:o," s'ra o Brasil representado ofBcial
mente neiegranie -ertamen dM indastrraf.
O Sr. vi:e-presidente da Repubttca, poeinter-
m dio do mio'Btro das reiactte3 exteriores, or
defina ao ra nt-o jra.-ite:ro em WasHIngtoo
que soJitasse conmisto 4a exposijo arls
rail austros pondr toa-deejpac a acommoda^eo
do prodacios de ooss* patria, een lo de stia or
Jem expedido ao capito Rodgers, commissario
aaiericaoo, pele capnao lenle 6ra\;a,o-egain
te t*egramma :
Prisdeate doi Bnados UaidM do Braitl
amoniime a declarar-vjs que sen goverbo
ordeoou- miniBtro brazileiro pedir espaco ex
po-icao Chicago. Pormeoores por caria.
E' para alegrar esta noticia a todos os braic'
leiros, qn; vm oese facto mats om bello eo?d
jo para o Brazit mas rar com despretendesa-
l-^altfade todos os productos qoe faiem a sna' ri-
qu"ta aatnral e todos oa artefactos de sua proe
pendade Industrial, am pooco mais adiintada
do qoe presimem joiioa errados oo mando es
irangeiro.
aieurganlaacdo da finarda !aela-
nal Foram comeados o general EstevSo Fer-
raz os temles coraseis Dr. Taomaz Cavalcan-
tf, Josino do Nascimento Ferreira e Silva e alfe
res Joao Ponieca Ribeiro Bastos para conreccio-
nar o plano faca a aova orfaoisacao da guarda
qaaaaal
, *ii"andega de Alagoa* -Eaj conseqnea
oa de baversido exonerado o Sr. Nipolaao Gou-
lart deadniaistrador das Capalazias da Alfan-
Sr. Miaoel Rnftno de Gasmlo.
Ttai-oararla da aia#aaaFoi nomea-
do f eicripiu-ano dessa Tbesouraria de Pasea-
da o Sr. Ildefonso Francisco d'AImeida > Costa,
que esercia o cargo de 1* escripturario da Al
fandega de Penedo, oo mwroo E lado.
Tribunal do Jury da eclfeA'0 'a
boa-e n nao pode ser instaHada a 2* sessao or-
dinaria deste tribunal.
Respondern) a cbamada 11 juizes de facto.
O Dr. Francisco TAltido Correia de Araujo.pre-
sidt) te do tribunal, multou em SfOfu os te
ta ots jurados ootir}cidos, que deixaram de
comparecer:
Jolto Amor co de Caldas Brando.
Matbias Goncalves Lima.
Pedio Baptisia Pereinrde Atevedo.
Dr. Auwn'.u Nogu-ira de Soaia Filbo.
Dr Augusto t'.oe bo Leite.
Fredertco U ys- s d'AImeida Alouquerqae.
Gartbirraino de Souza Prti-a Bino.
Henriq \-. Jos Borle.
Ileorique de Miranda Henriqoes.
JoSo Ferreira de Barros e Silva.
Jos Carlos de S.
Jjaquim Fraucisco di Meteiros.
Rodrigo da Silva R go
Tnomaz Jjs de Guuiao.
Antonio Jos Rodrigues da Silveira.
Antonio Soa-ea Aoirade Bredsrode.
Giodido Gued^s Ale,forado.
Heonque Ferreira Bailar Sotiriobo.
J.-ao Vctor Alves Mj taeus.
Ao'oaio de Oliveira Mata.
Aotoojo Tavares Nugueira.
Candido Alves Perrera.
Herculaoo Hrval de Miranda Uenriqoe.
Jos Alves Barbosa Juoior.
Maooel Goncaivefl Agr Filbo.
Manoe! Antoaio Goacalves.
Manoel Joaquim Baptista.
Dr. Alvaro de M;lljC>utinho.Vilbtna.
Dr. Arthor rlaaio da Silva.
Francisco dos Saatos Neves.
H-arlqoe de Moari e Silva-
Joaquim Jos Ramos-
Jos Carlos de Alouquerqu- Maraobo.
Julio Aiite-o de Meieiros Portadoi
Maaoei Goacilve, de Barros.
Rofin de Paula Maquila Cardoso.
Foram sorteados mais os seguintes
penles :
Recife
IDPflWra, soco
uai. 30.
recdJUb MaUmo
imo|
r*uaMM>ac
qu.; rmmw*a:
le, ni
em ai
uroc
iar> Lucia
sop-
earlos dos Santos Tlllasa
San'o A-nonio
Luiz Fr.iacisco Brrelo d'Almei la
Riairo Pirm'no de Azevedo.
Aprigio B.k de 0iveira Lima.
Dr. Franri-co de Bar os Lima.
Juliode Az^ved-j.
Ac.u.-lo d ; Bar os.
Dr. Loarengo Cavalc.at d'Albuioerqae.
S. Jos
Beroardiao Jaciatbo ?ereira Ramos.
Dr. Ju^io de Mello.
Francisco Heorique Borges da Silva.
Boa-Visu
Joaquim Nepomuccno de Siqoeira.
A nonio Marlins Morelra.
Ajgu.-to L^opoldini de Araujo.
Antonio Geraido do Reg Barroca.
Heariqae da C03 a Carvalbo.
D-. Antoaio Wit.uvij Pinto Bandelra Acciolj de
Vascon rollos.
Graga
Otbun Pereira do R-go.
Eduardo Pinto da Costa.
Antonio Anstriclino de Maraes Mosquita Pimen
vtel.
Baldomiro Eudox.o de'Brito Macedo
Dr. Virgilio de Gas ato Coelbo.
;ados
Dr. Manoel Cesato da Silva Brazileiro.
ter..ardo DamiSa Cavalcante Pessoa.
Poco
Francisco Jos Gaedes de Laca/da.
i ticou adiada para boje, s boras do
da reflnagao sita roa
- im
O'rtaboridiisii
!09*eP
terca
Pdrdrobsil a rua*d'dlteJa,
erja djaeted ciai. iaa all
, Joa ABfato datt6ilt e Ldleaap
OlbKira?.ratulaaBahte-e5teaiai tre3
iraiMBfe uarswpaovdo oo-dab e^aaia^alMixo
do pei^arn1tMsq*aw.lo^ma mftrj drettir.
Taco isto coneequencia do ciume. poisLu'iaoo
foi substituto as boas ragas }d Venas mora-
dora iiaqastte predio, cojo corredor servio de
arena ao combate que tiveram.
O f rilo foi recolbido ao Hjspilal Pedro" II de
ordeni da^uttrHdadi* total;1 e o offaastr para
nio rjceber nstallago na Daeogo, deixou a
meaaa autoridade m albu c retirou se em tem
po, levando no entretanto 17/1000 que o off.-adi
do tnizia no forro'do :banoe elle poula desco-
brlr.
Ferlmenlo grave -Na povoagio dos P>-'
zer's foi no dia 25 deste mes gravemente ferido
wn h divi begdo ao conbecimento at agora de quem
Wra v autor dese crime.
Rocolbilo o offn iido ao Hispital Pedro II,
foi abi viBioriBdo.
- Mara Mont-iro Essa nossa distiocta
c-impitriota, diz o Diario Popnlar de S. Pau
la, a~ banle concia r a eB'.agaa ly:i'adjCorunba,
H^4pi(Bba, tendo obttdo extraordinario guecesso.
De paesagampor Midrld, teve a illostr pau-
lista oceaslto da eneootrar-se com o tenor Ti na-
gao, me. gentilmente, a apresentou no tb.Mtro
Real ia mella capital, onde foi ella malto applau-
dida, faado conli caBt'Uto.
A iropres8io foi tal que, lmme tiatameoto, a
signorina Monteiro Qrm >a contracto para Sara-
gog e Madrid, sendo que nesta altina foi escri
piuralapor'dOQs m^es para o theatro .Priactps
Affonio.
- Mua Maneiro natural da cidade de Campi-
as e dotada de grande talento e g03to, tendo ja
sinotnuito aplaudida na ltlia, oale fz sua
auspi:io de Maragliaao, de que nos occep irnos em aosso
ame-o de 21 8o mez fleate", jCarloa Gomes, e
Jofio mesic.a coostRaema pleade brilbanfe da 'ar-
tistas ajcionaes no mundo musical.
Cu culi y No Diarto Popular de & Pau
io, pcb.i;iu o Sr.JD'r. Joao Meada a-seguate
crt sobre easa denoafna'gao :
; A proposito da deportagid--deilatgmis* clda i
"daos para diversos lugares na provinciadoAma
zonas, entre oa quaes o lorte Cucaby, julgoei
til explicar este aoag ou palavra tupi.
Cuiuby corrap'.eTIa de Cucui-i. cabido pon si
mejrxo. De cucui. eabk-se,.i, posposcij, para
ass^uaraf laeibor a appiicagJio do valor |r> faeno,
expnnfflffo.'neste non, a argSb da propria
cousa. Com effeito o nome um enorme meteo-
tolit!tj;*atli.cth forma qoadrada, oa ama elevagao de cerca de
tre-zentos metros ; e esU isoladaio oeio d is fio
restan que o rodeim, most'ando escalvada* 0aa>
encostas, cornado de vegeiacSo p sen esme.
Ttemtaprovincia dV."Paul"fea das
graneles peiraameteorieae> ooss diversa forma
raquella, coobeeida pelo noma Cutcuseiro : urna
i m;; -gem diceita d rio Couojbaiaby, oo muni-
cipio de S.-'Joo do-Rio Claro'; ontra nurgCm
do no Piaheirlnbo. no municipio de S. Antonio
da Alg-i?. Aquelle cabio sobra monte on sera
este t m planicie.
O nome Cuscustiro corrupella- de cucetnira
8qne se cafo : de eucui,' catr-sfe,' nYr: par-
cota de pariicpio.
O Sdenlo, -trasido da proviacia dsBab para
o Rio de Janeiro, -* ^aaibem um metereoIUbo,;
mas nao intiiie PotT/so o indgena exprimi^
por fiiitromodo o-fato : Ubeb-ngc
Bedeng corropiela d- Mete ng d, o n3-
maq(ie"Pebbg, pedsc/i grande : dfr pefc,
pedago, ng,iniercaUgaa nasal; grande, gros-
so. O p Inicale modado fui mb, porque pro
nonciid*absolutanrente aquella palavra,sem'ser
proceitda da ootla, oa mes3 de plgnaaa parii-
cala, ^ indolo da linjrtfa tepi asea madanga :
j'abl nbeh-ng 6 sem 4uvida foi om meteoro
fffib, que ao cabir, Ee desfez em varios pedago,
dos quaes esse era o graade.
O it digeaa (A sompreVinutt correto naa de-
noaaicacoes dos lugares e das coosas em g rnl ;
e a jc eacia ie> sena sabios aelbor se mostra aa
nomec datara. 0 indgena nto admitfla que o
nome de am homeaJ/embOra ebefe na' hroe
loase lado a nm lugar ou a qualqner cousa. O
ywi iwieBtwmiti -exactameatg i pea
saa. ao Itrf.-^ ou coubs comead, conforme o
ccra:t;iislico as partiealalridades''respectivas.
Perianto a deoomioaco de Pedra de Cuca-
by i,o rocebea de algum -ebefe iodigeaa o
fiowe.'
S. Paulo, 16 de MriKde 1892.Dr. Joto Men-
di-s dt Alxeiaa.
Ed inrdu Cadanlt A' comnissto de
peticOs da Cmara dos D-putados deste Esta-
do foi presente orna peticto em que o hbil ar-
tista Eduardo Gadaolt, professor de desenlio no
Gyraajsio do Estado, requer que seja pelo me-
nos equiparado o seo ordenado ao do profesor
de mostea:
Eme nanto aquelle artista, digno de todo o
auxilio, percebe apenas o mingnado ordenado
de 600 ananaes, encarregado como est da di
recgto de orar aula impo-taate e oecessarla ao
d-;8eavolvimenio da sociedade, porque a Arte
esta cuamada a representar saliente papel no
progresso da hnmanidade, ontrs professores
percr>f-.em!:S00|030.
Edu irdo Gadaolt, em sua petlgo. porm, de-
se/j*mni pouco^que os sen? vencimeatos se
eleven, pelo menos de 600* a 800*000.
O Ongreso do Estado, tomando conhecimen
t > da f atiji) defl8e nosso distincto patricio, iba
fara inreira jn.'iga, esperamos.
Bevleta de Portugal-D:-ssa importan-
tissima publicaco mental, que se aona confiada
direega Je E;a de Queiroz que tem por au-
xiliare.) Liiz de Magalbtes e Rocba Peixoto,
acaba de publicar ee o a. 22, cajo sumaiao
este :
A clronlagto monetaria e o Banco se Po togai
-Rcdrigoes Freitas.
Joto de Deas e a renovagto do moderno lyrismo
Ti:eopbilo Braga.
Cartas da oltima bora : O ibeatro.Neo-garre-
lismt'. A inapiracto nacional Alberto de
Oliviiira.
Carvoei po/iugoexes Wenceslao de Lima.
Ciarita, pometoAlexaid-e Braga Filbo.
Ideas e tactos J. L.
R-.vista de poltica europeaMoaiz Brrelo.
R.-vista scientifica : j projecto de prograaj
oa iiternaeioaal para es estados aotbropolo-
g.co Rocha Peixoto.
Poltica interna Jayme de Magalbis Lima.
Bibhoerapbia-
la ia ena niTraslo As 8 horas da
maob de seguida eira prxima e na matriz
de Smto Antonio serSo recadas missas pela
alma ilo capitto Antonio Joaquim Pereira de
Olivera,30.* da de sen passamento.
a Burb lea-Os nossos coliegas redacto-
res do Berioiico assim denominado pedem nos a
publie; jto da carta seguate :
Ill>iis. Srs. redactores do Diar.o de Fernam
buoo icolhida benvolamente pelo goneroso
oobllco a oossa obscura e modesta folba A Bor
boleta solvemos por esse motivo pnblcal-a ty
po>rapiada. Para esse ttm, necessario dias
afim de contractar-se a impressao e outros mis
teres, o que nao podemos realizar em poneos
das devido aos nossos laborea diarios; e por
esses motivo? suspendemos a publlrago de nos-
sa ba ilde Borboleta at^o prximo mez de Maio,
mes 'ce que reapparec-ir confiando no gene,
roso acolbimento que tto desioteressadamente
Ibes dnpeasaram. Approveitamos a oecasito
para teelemunbar-lbes os no-sos sinceros agr
decimec tos, esperando que dos continuarlo a
disponer a mesma attergo (qne embora imme-
recida) empre nos dispensaram.
Agradecidamente subscrevemos como criado
e obrigadosA ReJaccio d'A Borboleta. Reci
fe, 27 d Falleefbaento Aoteboolem deixoo de
existir i) Sr. Pedro Pessoa Velloso da Silva, que
na Tbes jurara de Paseada deste Estado exe ca
o cargo de fiel da Pagadoria dessa R.purticto.
as n lagOs particulares era om horaam esli
mavel ; e as publicas se recommentsva por
sea proceder correcto e maaelras altenciosas
para cot aquellos aqnem servia par forca do
cargo.
Paz a sua alma, e nossas condolencias sua
onsien.ada familia.
foram lidos no dia 27
mas de casi
pelo' escrivto M
seg
Paleto,
zproclaBj>
lefraavwresidentes a Ve
pebjfi DO-.faulico Pedro ts*Ss cota: D. Mar
leniais Anjos, solterros^raabknt a fropaatia
4BaW.
i prestan
Db*ilio C! :mentirwB-Tfp coarK FraMs
ca MOduz? GalvSo, Wti
guejaWo Re:ife.
Param affixadoaoodia-2#nlo
tae% de procLmas de casamento dos seguintes
contrabentes no 4* districto :
Primelros
Do Sllvino Adelino do Nascimentocom Idalini
Lopes de Lima, morado-es na freguezia da Boa-
Vista.
De Joaquim Pere'rs' MagaraSes, morador ua
freeuezla ida Boa-Visla com D. Ursulina Mari
da Conceigt i Gaimares, moradora na fregue-
zia de S Jos.
Amaneo Pessoa aa Olivara morador na fra
gnvezia da Boa Vista com D. Landelina Espicio-
sa-do Reg Chaves moradora na fregnezia de Si
Jos.
Rutloo 8?boler-? -loma freguexla da Gra-;
ca com FLvia Ciii y.p morador na fregu
zia de Olinla f
Cruzador m -aze Barraaa -Pro-
cedente do Rio co Jaumro, fundeoa bontem s
9 horas da tarde esta cruzador. Nao tevo com-
municagao coa a ierra,
ervleo naliltarHoje saperior do dia
jiSr. capitto Loareiro, e faz ronda de visita
um subalterno do 14* batalbto.
0 IV'jbatalhao de infantara dar a guarmec
da cidado, excepto as guardas do Thesouro e
Deteogo, que sero dada pelo corpo policial.
Uniforme n. 7, com capa de bim braoco.
TempeNtadc* de nevEm toda a In-
glaterra cobkcou a manifestarse e3sa calaml'
dade, acompanhado de todo o seo cortejo de
desastres e miserias.
Em Cheabire e Galles a sitaaefio affl clis-
8ima.
Urna ?aiancbe-tomb;u sob^-o Hampead e ma1
toa dons meninos, ferrado Ireze pessoas
abeaa corju-A ordem de kabeaveor-
pus. que foi impetrada too Supremo Tribunal Fe-
deral a favor dos presos potmeos de S. Paulo,
foi concedida contra o voto do Sr. ministro Bar
radas.
Em favor dos pacientes oroo o advagado Dr.
Ubcldiso do Aniaral; e a qnestao IA discutid?
los-Srs.'dinistro Ovidio Loareiro-, Amphilo
pmo 8rio de Sobral'
Inspectora do dlalrtrlo taar:-
InRecife'27 de Abril de 18W.
Boletim meteeroloeico
Hiris Term. cnit- Barmetro TensSo do
grado (a O*)
26,3 758-,05
26/3 756-,99
6 M,7: 755-,8
Temperatura miniraitz*,lE3.
Tempoiatura mxima'29 00.
Evaporaeto em 24oas ao sol 3" ,4, aom
ota Ira.3
Chova 20,m.
D;rocela do venia- WNW d# mMa nbte ate
Ib.OO'm. damanHt; WSW ate 1 b. e07bi.',
N at 4 b. e 13 o.; SE com inlerropcds fle SSE'
e ESE at be 11 m; S o BE alternados at 6
h e40m. 5 ESB al "7 h. e 10 ca.; E an" 7 e
ion ; NS-ai-U b. eWm. ; SSE at i h. e 48
m da tarde ; SE al 2 h. e 42 m ; SSE at 3 h.
e 32 ra. variavel de S ESE al 4 h. e 20 ai. ;
SSW con inler'opcaesdeS eSW al-' 6 h e 3i
m.; SW com inierrupcoes de SSW e WSW i*
7 n. e 30 m. ; WSW aie 7 h. e 60 m, ; Wat
h. e 10 m. ; WSW at 9 b. e 50 m.; W at mia
nolle.
Velocidade media do vento 3
Nebfllosdad'ciedW O.W.
Balellu do'porto '
?t
capor
20,79
20,32
21,09
Hwnt-
date
82
80
89
Sabiram
Fattoeeram
ExittecBs
19
7
658
riaMppeldlfteguin
Iba e
no a
Foram rfeHadttaas e
tes rs
Barros ebi inboac:roanas 7 1/2 da
sabio s 8WJ/4.
Pontualbatoau: alO da-maalaV a
10 1/2.
SimOes Barbosa entra Al 11 da.
biais 11 1/4.
Berardo entrn s 111/2 da manbS e sahio ts
11 3/4 horas.
Silva Ferreira entrn as 10 1/4 da manhS e sa-
bio is 11 1/4 horas.
Fernandea Barros eu..tu s 10 da noite e
sahio s 11.
Lopes Pessoa entrn s8 horas da man ha
e sahio s 10 1/4.
Pbarmaceatico entrn s 9 1/2 la manbi e sa
bios2 horas da tanta,1
O ajuJante do pbarmaceatico entroa te
8 3/4 oras da manht e sabio s 4 1/4 horas da
tarde.
Lotera lo Bulado do Maraabo
A ferte" da 7* lotera deste estado cojo pre-
mio grande de 300:000*0000, .-era impreteri-
velmeate extrahida ne dia 4 de Maio (quar-
ta-feira).
Lotera do Bstada de Mlnaa e
rae*-A't parte di 3* lotera, deese Estado",
seado o raaior pVeolfo 36:000*000, ser extra-
hida impreterivelmente no dia 3 de Ma'a (ter
ga felra).
Lotera do Eatatdo da Babia- Esta
lotera cojo maier premio de 90:000*000 ser
extrahida todas as quintas feiras.
Lotera da Balado de Santa Catha
rioEsta loteri: cojo maior premio do___
100:000*000 aera extrthida todas as tergas-fei-
raa.
Lotera do Balado do Grao-Para-
A 9 jere- da 52" lotera, deste Estado caja
premio grande de 240:008*000, ser ettrahido
ao di* 30 de Abril (sabbado).
Lotera do Eabado do alo rande
de MalEsta lotera cojo maior premio de
10:000*006 sr Impreterivelmente extrahida
no tlia'80 de Abtfl (caboado).
1 Os resos dos Wlhetes desta lotera ambararse
desde j venda oa Venturosa ca ra: tto Cabu-
n. 16.
etnlterio Fabrico -Ooituario do dia UT
do correote-r
Mano'I- Pernambuco, 9 dias, S. Jos ; fra
queza congenita.
AWlio Pernambuco, 14 mees, Boa Vis' ; gas-
tro enteVite.
JoSo de Alm^ida Soartfs, PeraDbuffo. 36 sa-
nos,1 calilo,'Bia Vista ; tubrcotos pulmonar.
Jos Manoel de Alboqnsrqae','Ce'"ra, 12 anios,
solteiro', Boa Vista ; fe ore amarella.
PliBamOlS A' PGDOO
nos
,17 por seguado.
Dtas
Hora Altura
27 de' 'Abril Iff47 da m. 010
27 de" a 4-Mda-t. 2-72
27 de 1101 da t. 0*20
28 de 5 IBdam. 2-60
-Sffectaar-se-bao os segointies
eapeclal0 activo negociante Joto Caaiinaento cItH-NiS 1* e 3o districtos
Fra mar ou
baixa mar
t. M.
P. brr1
Bi M.
P. M.
Lellfte
Hoje:
PeO'sreWe Brittov t 11 hora*,a raa da Tm-
peratria*. Metaovuls/louga, vitfrosi etc. etc.
Amanbt :
Pelo agente Martis6, s 11 boras, -ua Birio
da Victoria i. 17, de miudezas, instrumentos,
ere.
tasas fnaebreaSerio celebra-i8 :
Hoje :
A's 7 boras, na igreja de S Pedro dos Clri-
gos, pela alma do eonegd Antonio Eustaquio Al-
ves da Silva ; As 7 e i/i horas, aa igreja do Es-
pirito Santo/pela alma de D. Malina Angosta de
Olivefra Figoetredo ; s 8 horas, na matriz de S.
Jos, pela alma de D. Aanunciado Mana da sil-
va -V'inu ; as S boras, na matriz da Palmares e
s 7 oras na da Boa Vista, pela alma de Anto-
nio Gomes de Mallos.
Amanbt:
A's 7 boras, na matriz da Boa Vista, pela at-
an de Manoel Pimentel Calo lio ; s 8 horas, na
matriz de Santo Antonio, pela alma de D. Mili-
tana Correia da Silva ; s 7 horas, as matrlzes
da Boa-Vista e Palmares, pela alma de Antonio
Gomas de Mallos-, s 7 horas, na matriz de S.
Jos, pela alma de D. Amelia Gongalvs Ferreira
Baptista Herbater.
PaaaagelroaCbegados do sul no vapor
nacional Alagoas :
Alteres Antoaio Augusto de-Atbahyde, ua ae-
obora, 4 Albos e 1 criada, Henriqua Pere.-, Pii
nio Magalbtes, Joto Domiogoes, Dr. Lindolpbo
Kccba, Luiz Antonio, Maris- Goilbermina, Miguel
Rabo, Riphaei Barnn, Loigi Bamagelli, Emilio
K -.ff'Qanu, Jaciatbo Soler e sua seobora, Jos
Espindola C. Riteiro, 14 pragas, Joto Rano,Ma-
noel Antonio dos Santos, M. B. da Silva Lobo.
J-aqulm P. Carneiro da Silva, sna mtl e 1 filha,
Aatonio Jos Feroandes, Santos Paleto, H. ?o!k,
Fraocisco da Costa Babta Vicente F de Carva-
lao, Alfredo Jos Soares. Anna Baarque, Aurelio
Lapes Rodrigues, Jos Duarle Sobrinbo, Fran-
cisco P da Silva, Jerony>no Correia Filbo, Ben-
jamn da Silva, Armando Nobrega, Osvaldo No
irega, Alfonso F. Marlins e Dr. Francisco Aoaia-
thas de Carvalbo Moara.
Sabidb3 para o norte no uapor nacional
Jicuhype:
Antonio C. de Mello Juoior, W. Leal, Antonio
de Pafva, Antonia de Oliveira Lemos e 1 blbo,
Manoel Ribeiro, Amador Lins, sua senhora e 1
criada, J cal ves Fraga, Mana Amelia, Mafia da Concelgto,
Jos G: Pereira Fagundes, Maooel Nogoeira da
Costa Aoiooio S. do Cont, Jos do Naseimeoto
Lauriaoo da Silva, Jos Joaquim de Freitas Ban
deira. Vicente F. Gualberto, Millo, Antonio Pe-
reira Racha'6 Jos Bezerra da Silva.
Ctegados do norte no vapor nae Dr. Mariins Ribeiro, Joto A. de Olivein, or
berto Jos Pereira, Olavo dos Santos, Manoel A.
de Ol.veira, Joto Vicente da Fonseca e i fllho,
Joto Caldos, Epamiaondas L. Caldas e ( filha,
Jo9 C. da Silveira Borges, Palmlro A-norim,
Mara Ceocadia e 3 fllhos, Emygdio M. oa Silva,
Andr Mara, Dionizia M. da ConceigAo, Dr. Jos
Bernardo de Medeiros e 1 filbo. Dr. Bonifacio
Pinto da losta, Joto A Vctor Hugo. 79 pragas
de liaba. 1 cadete Qoiteria P. MeBdes e 8 meno-
res, irmt Adaer, Elisio G da Silva, Joto T. Pi-
mentel, Leo.ioldino Jos Ribeiro, Damiana M.
dos Santos, Ratina Maria. de Jess, Bernardina
M. da Concelgto, Bemvenuto de Oliveira, Dr. Al-
berto Maranbo, Valdevioo Montenegro, Leoaar
do Vinagre, ClaudioaaPereira, Aniooio M de
Moura Soares.
Z-aa de &eiactoMovimeato dos prt
ras da C3a de Detenco do Recife,' Satt-Jo -:e
?ernambuco, em 17 ie Abril de 18M.
Bxistiam 284 ntraram 3, sabiram I, exia
tai 285
A saber :
Nacionaea 267, raulheres 6, 3lrangolro8 22
-Total 285.
Arracoadcw 252.
Bons 234.
Dooute9 8
Loncos 7.
Loacas 3.
-Total 2fi. *jaM*%ati-
, Movirrfento da edfermaris
Teve baixa :
Maros Ri.tis da Silva Carvalbo
Teve alta :
Jos Francisco de Barrob.
doapital redro II-0 movimento des-
te ffitabfcfecioiento'de^carlilWe do die 17 di Abril
foi o segante 5
Extettom 643
Entraran 15
658
U'l y, uu ii-'.a i--iu ouniciio.
TnrJgd ArrtouioTelxeira.'Pcraambaco, 43 an-
, 'cisdO,-Bja Vistan lestrj dopf da aorta.
Marii Luiza Pereira, Pernambnco, 2 anuos, S.
Jos ; corrvu!soe3.
Dioso MarcWfno da Silva, Peraambueb, 50 sa-
nos,'v-avo.'S- Antonio; bpatlte ebrobica.
Um Jete,' Pemrabueo, Sin Vista.
Atte PerdSmSdco, 16 mezes, S. Jos ; ente-
riie-.'-
Benc*etd, PtrasdlbuCT, 7 Jias, S. Jos^; le
Mb.
Nicomtdes, Pernambuco, 7 horas,8- Jos ; la>
ta infrtrtfi;
Victoria' de Mello, Pernambuco, 13 anais.'Boa
Vista ; tubetcblose pulmonar.
Antonl'ttos Anjbs L-ma, Pera'ambuco, 3i an-"
nosi'B-^ V/fta ; broccBte.
Auna M- da Costa, Peruambu:o, 50 annos, Boa
Vista*; earcfQoma"do recto.
Jos Perei-a de Albuqueraue. Pcraambuco, 23
annos,'soltif! Bo-a Visir; tuberctilOe.
Jos I&nacio de Lyra, Pernambnco, 30 ana3,
casado, Boa Vista; toberculos pulmonares.
FranctVco" de Pabla David, Pernambueo, 65 an-
nos, soltero, boa Vista ; diarha.
Elisa liabel Maria daCoaceigio, Afriu, 90 am-
aos, softerra, Boa Visla ; eczema.
' Aiexaadrina A. Barbosa, Pernambuco, 80 an-'
nos, soiwrira. Boa Vista ; diarrha.
Urna c-iang do'aexo masculino, Pernambuoo,
8 meze^oa Vista.
Mara'Perombuco 6 mrzes. Boa Vi3ta; aibre-
psia.
A, Compa jha Jo Beberibe
no Senado
afc.J VI
aaa
f iiuta C'ommerclal do Estado d
Pernambuco
ACTA DA SESSAO DB.25DE ABRIL DE
1892
PBBSIDKttU DO i B. DIPUTADO I0AQIM OLlNTH
BASTfJS
Secretario, Dr. Soares de Avelar
A's 10 horas da manha, foi aborta a sessao es
taado presentes os Srs. deputados : commenda-
dor Lopes Machado, Flgueiredo, faltando sem
participagto os Srs. deputados Beltrto e Paula
Lopes.
Foi lida e approvada a acta da asssto anterior
e procedeo-se a leitura do seguinte
SXP1DHNT
OfBoioa :
Do Dr. secretario do governo do Esta
do, datado de 18 do crrante, convidando
de ordem do Exm. Sr. vice-govefnador,
a eata Junta para conapareer a posse do
Exm. Sr. Dr. Alexandre Joa Barbosa
Lima, ltimamente eieito govarnador, a
qaal tara lugar a 1 hora da tarde do dia
20 do crrante.
Acenso se a recepcSo agradecando o
honroso convite, e ao declaro qne, tendo
a Junta re cabido o dito offijio dopoia de
duaa Joraa da tarde do dia 20, nio lhe fdra
poasivel expedir o necesaario aviso aos
eeua membros, afim de assiatirem aquello
acto.
D meamo Dr. secretario, de igual da-
ta, declarando da ordera do Exm. Sr. v-
ce-govarnalor, que f3.-a expedida ordem
o sentido de seren pagos oa venoimea-
tos dos empregidos da secretaria da Jun-
ta, de cqnformidade oom a tabella remet
tida, menos a respeito das grati^Sas de
10 e 20 annos, que eram reoebidaa pelo
offioi.l Iaaocenoio Vntunes de Fariaa
Torrea, em vista dos motivos expoatos
pela inspeoforia do Thesoaro do Estado.
Para o archive.
Da Junta Commercial do Estado do Rio
da Janeiro, datado da 7 do correte, de-
clarando ficar scieute da nomeaclo do ci-
dadSo Ariatiaea Jos de Oliveira, para
agente de leiss desta praoav Archi-
va-so.
Da Jauta de Corre tores, ata i o de 18
do crrante, remetiendo o boletim da ae
manado 11 16.Archivarse
For.m destribuidos rubrica o* se-
guintes livr is, Diario e Copiador, do Lon-
don & Br;ailian Bank Limited, e Diario
e Copiador de Pereira Jarneiro 4 Q.
DESPACHOS
De Francisoo Jos Domiagaes & O,
pedindo ojarchivameoto do aeu distracto
de sociedade.Archive-se.
De Jos Theotonio Domingu s & C,
pedindo o arohivameato do seo distracto
de aociedade.Archi verso.
Do Augusto Pinto de Lomos, corretor
geral deata prac, apresantando o oouhe-
oimanto do imposto de industria e prona-
s5o por elle pago, e referente ao Io se
mestre do exo-cici i correte, afim de ser
registrado. Registre se.
Nada mais ha vendo a tratar, o Sr. pre
sidente encerra a sessao s 11 horas do
dia.
a QycOTBaoco*mb Tnuteis'.'
z*~ Permittir que a Companhia possa des-
app>cpW4r os-Biananciae3 eterrenos de" q- prer
cise para e 1 i Bear suas* -obras, e trazer os seas
encanameatos de conformidade com ae leis que
regulara a materia.' 4...
O relator'quis dizr com essa' emenda que
concedase a Companhia o dfreto de desapro-
piar, mas ato soubeou nto pode replicar-se
No projecto viodo^da Cmara dos Diputados
jlhava a disposieto qae autorisava a conceder
a C'. rapanbia o goso dos direitos e regalas que
perteocem as admioistragOes dos demats servi-
gos de utilidade publica.
Por conseguate a emenda era intil, alm de
ser sem provecto pela mt redaogao. fomente
com o proposite de demorar a passagem do
projecto.
Entre parenthesis: o relator vaoglovia-se tan-
to do contracto que invocou para a Companhia
e no enlcto nto iacluio nelle a clausula pri-
mordial do direito de dssapropriar por utilidade
publica I
3 A Companhia limilar-se-ha, como at hoje
tem feito, a abastecer d'agaa potavel e esta ci-
dade.
Pois qiiaodo a Companhia vai facer saciados,
despender enorme qoaatia que em re'.ribuico
procura-se reduzir seus direitosT
Essa clausula quer dizer qne a Companhia so-
jeitar-se ba a ? dar agua para beber I
Oe" modo al gura a Companhia consentir que
se Ibe arranqoe direitos que ibe perteocem.
O projecto apresentado e patrocinado pelo re-
lator em favor do eagenheirj (Paule de Oliveira
para distrlboicto d'agua para lins indastriaes a
ama explicativa do intuito da clausula que ana-
lysamos.
O abaslecimento d'agua di urna cidade abran-
ge agua para todos os misteres, e assim foi feito
o contrae.o da Beberibe-
Se termos a coa di gao XII, vemos que a Com-
panhia obrigada a fornecer gratuitamente a
agua para servigofde incendios, oque nto agua
para beber; na condigno XV vem a obrigagto
de dar-se agua para os servigos pblicos por me-
lado do prego, etc.
De modo qae dt-se nos onus da agua gratuita
redolida de prego para o qae nto a agna de
beber, e pretende-se nos arrancar a parte lucra-
tiva do fo -ltcimento industrial 1
A adopgao de semelbante clausula importara
no estabelecimento de urna condigto impanivel,
segando a phrase jurdica, meio artificioso de se
nos negar a aulorisagto pedida para a "xecagto
das obras.
Feiamente o projecto em favor do eageobalro
Panto de Oliveira, amigo e compaobeiro do re-
lator, cahio oa Cmara dos Deputados como at-
tentatorio dos direitos desla Companh a, segan-
do foi expressamente declarado no? ) r ceres
das commissOes de legislagto- e de oor.s publi-
cas daqoella Cmara.
Afee garanta dos contractos deve ?.-,- e
semprea aorma de conducta dos .ove-.-os ho-
nestos e que desejam a prosperidade do pala, por
i8so esperamos que oto seja rasgado o contracto
da Beberibe na parte em que o relator preten-
den arrancar Ibe direitos qoe Ib" sao incontes-
taveis.
Em vista do exposto esperamos que o illastra-
do Senado recuse aa emendas offerecidas pelo
relator da com r. i sao
JastiflcaJa como foi a utilidade de elevada or-
dem publie,:. ilop'io desta Comoanh'a diri-
gido ao caagrej o, p o la, :;aij l i, impro-
cedencia das arguig's tenas a esta Companhia
pelo relator da commissto da obras publicas no
Senado ; demonstrada, como foi, a inaceitabili
dade das emendas, aprese v.adas pelo referido
relato nto so porque urnas nulliOcam o projec-
to e outras ferera direitos da Companhia; espe-
ramos que seja approvalo p>lo Ulostrido sana-
do o projecto qne vo di cmara dos deputados
sem as celebres emendas
Nao posivel que o senado aeixe de attender
a lio importante reclamo urgente utilidad': publica, mxima sem grvame
para os colre., puolicos.
latoaos referimos aos avllalos capaes
empegados ua CimpiQb.a sob a garanta de
claaidlH do contracto, 8 promessa de auxilios.
L?de a clausula 26 do contrato e nella acia
reis qae o Esiado obrixi-se at auxiliar a Com-
panhia em obter os favorea dependentes do go-
verno geral. *
De modo qae o Estado auxilia a Companhia
para coasfgoir o que precisa e depeade do go-
verno geral, no entretanto oto eoneeda o que
delleilapende! Qx; lgica nio sera es:al
Nio, mil vazes nto, o Seailo nao priceder
assm, e dalle esparamos completa justigt.
Resta no. tratar da urna questio constitucional
que ltimamente foi aventada.
D z.'.m que pela nova o-ganisagib do Estado,
segundo preceito da constitaigto, o*dri.93,
o aervigo le aba-tecimento d'agua passa a ser
da compeKncii dos cooselbos raanicipaes, e por
cooseguiot-3 com o conselbo municipal do Re-
cife que deve ae entender a respei'o esta Gom
panbM.
Laboram em completo equivoco oa que assim
pensara no caso verteote relativamente a Bebe-
ribe.
O contracto da Companhia d ; Beberibe com
Estado um contracto bilateral, com direitos
&*
A,'ora vejasaa* o artificio empregado pelo re-
* Tator daxornmi38io para mata: oo pelo meaos
prctelsr a approvagio do projecto.
Apresentou emendas, sendo urnas iouteis por
acbarem-se comprehealidas no projfdo viudo
da Cmara des Deputados e outras inaceitaveis
pela Companhia como attenlateras de aeus di-
reitos.
Approvadafs ai emendas, teria b projecto que
voltar a cmara dos deputados, e com) estava s*
em flm de eesso, ficaria adiado para o asno se-
guinte, e a Companhia forgada-a esperar por seis
comprldos mezes ; ainda da Japp-ovagio das
emeadas poderia resaltar um conflicto entre a
Cmara e o Senado, por nio aceitar aquella as
emeadas, e talves flear. derrotado o projecto.
Para se ver se bouve oo nto calculo, preme-
ditagio de prejudicar o projecto com as emendas
oo sentido em qoe aponamos, basta apreciar as
emenda?.
i Manter as Gloslas 3* e 4*...
A clausula 3* a que determina que a Compa-
aia dispooba de 8 a 10 milboes de litros d'agua
diamaale ; e a 4 a que ieterraina o augmento
progresivo do abastedmento d'agua al 20 mi
lboes de litros.
Se a Companhia organison um projecto de
obras, e pretende executar estas de modo a tra-
zer 2-1 milboes de litros diaremente.como consta
do relatorlo de aono prximo passado e para
6Bse fim foi que requereu ao congresso, como
admittir as ctausnlas limitando a qaantidade a
um algarismo insufficiente T
Como a Companhia poderia executar as obras
reqaerida3 mantendose as clausulas que (xou-
se menores quantidade e o qae se intenta re-
vogar I
Talvestwja quem diga que as quantidades a
que se rafere o relator sto mnimas.
Mis altendam que a Companhia pretende dar
ji cima do mximo do- contracto, e consegoin-
temente sao inuleis as clausulas.
Ao depois preciso ter em considefagao ao
seguinte : !. Flxa se 8 a 10 milhOes de litros
na tarmlnago das obras ; 2 Marca ae 15 mi-
Ihoes de litros 20 annos depois, e 3. Determi-
na se que seja de 20 milhOe a quantidade na
tcrmfnlgan do privilegio.
No lioai da clausula 4* i se o seguinte:
Esses augmento3 so serto feitos qoando ue-
cesarios, a jolso do presideote da provincia e
de accordo com a condiga 24a( r fe e-;e a da-
ragt) do privilegio).
fita-vista desse final da clausula, asquatida-
des sto minimas ou mximas tanto que os aug-
mentos dependem de autori^agto do governo.
P!e o governo, manteado as claosulas 3" e 4?
ilo eonlracto, permitr agora o augmento da
quantidade o'aguan cifra saperioT ao msimo
Qxdo no contracto T
Nto-Dor eerttr.
S fi esta urna da3 razies qae me leven a re-
qderr e.o congresso.
Uraa emeoa-com ama IfmitcSo deslas luara
nulliflcar o projecto, s revela mt f. artificio
'HBW'IWWPWWiMW:
As oura limiiages da mesma emenda sob
differetilts'gtrjB iew- vista, teodiam a protelar


X
r
ILEBVEL 1



Diario de Pernambuco SexUiTfatra 29 de, Abril de 1892
'-
.
obngsjfls dorante am certo praso ; e segurado
8 preceitos di jurlspradeocia aio 6 permitii lo
a quilqoer das partea alte.-ar as clausulas, nom
faicr-ie suD :tuir por outrem sea o conseom
da ootra parte.
Isto iacontroverso.
Da foito, as algaem qo esUvesse satufe.io
com am contrata nao o quis'sse cumprir, ar
ranjasse algum testa da ferro para o substitu-.
e a ootra parte ver se oa lograda porque sena
forjada a aceitar como reseoosavel quem na a
esta as eondicbes de garantir.
O legislador constitucional aio teve ea aisla
derrotar setaelhante abordo jaridicj, como de
moastraremcs.
Em todos os contractos de coocissJes feitos
peld goveroo vea estatuido que o con:es-iona.
rio nao.poder t.-aasfenr *. coneesso 33a per
miso do governo, isto da catra parte coa
tractaate.
Sffotivameate o que faz o legislador coos
tnciooal Li esiabeleeer o prin:101o geral de pe
competa aoa coocoluos annicipaes o s^rvtgo de
abastecieiento d'agua, isto c-eal-os, .organisal-
o?, mas sera Aefaruooja, isio* seava'.tingirvo
que existe.
Tanto isto assim qaa na art. 139 das disposi-
SO33 geraes vem o seguinte :
Sao maalidos 03 contractos legalmeole celj
brados p -la antigo governo provincial e do Es-
tada, e ora geral os direitos adquiridos de qual-
qoer naturesa preexistentes a esta cons'i'.ui
gao.
V se por este art tro que os antigo; contractos
ficam orna erara de nccardo com os principios
jurdicos que acabamos de explicar.
Cora a raaoter os contractos, respeital-os, oomo
manda o art. 129 Ja cooilUuicao, desde que a >
rasgue o caniractofaisnio substituir bor outrein
n desempenba de ob-igacOsa cautrahidas por
uuaa dis parus. e :sto sera OSOtvOo com a oura
parte ?
V s>, pois, que o principio geral de qae o
150 e .biaueimenta d'agua passa a parlen-
c r a '3 cancelaos refere-se ao3 oovoj e nao
ao* exisieates, como claramente diz o art. 119.
Se atada houvesse alguma davida a raspeito,
tinas provas temos a aJduzir :
IoA di3cussaa que se t'avou na Cangresao
C -ntituinte sobre o aasamptc.
2'O p-ojecto confeaciooado pelo p.eprio
jUgresso Constituint; autorisaado ao gaverna
dar do Estado a innovar o contracto da B-bsi.
be. Nao pole baver melbor interprete da lei da
que nqu-lle que a fas-
Sa o oagresso Uonstitainte leva em vista fa-
cer passar immeiiatamente para &3 municipal;
dades o se-vgo de abaetecimeato d'agua, inda
sive a Bebarib?, s-m apencan ao3 contractas.
como determinar qae o Estad 1 e '60 a umocv-
piliiale movaase o cao'.'acto r E nio ha>ve
aaaa v-j discordante
Acr.iii'..imos qa; aaa ha ver raaia divito 1e
que o aervlgj da Bebaribe do E-t ida, e c?m
elle que temoi qae nos entender.
Anda temas ama valiosa razaa O aervigo da
Bebaribe val ae estn le- a qaatro municipios:
R :if i, Otioda. Iguaraes e S. Lourenco ; como
pode o concelbn municipal do Becife de-arelar
lata, promulgar regalarmentos para te-era vigor
onde e.le nao tera jurisdiccla Da que serv-* o
coocelbo municipal decretar que as obro la Be
beribe sao de uiliiade municipal en caier-lhe
todas as regala*, quaado isto nada va'.era nos
outros municipios.
Xii codicias acloaes da Beberibe,. ollocal a
sot o rgimen municinal seria impoaaibilital a
de agir.
Essa quea-ao est, poia, vencida.
AT.-d.Umo3 ter dito o baatante para jaslifir>r
a Beb:ribe das ioran ladas arguigoe qae lbe tu-
ram feitas pelo relator da^ cammissa de ob"33
pabiicas do Senado, na sesso passada.
Ceeilir.no lamete- '
ld03, nem alterar para 5J0O0 o qn pagwa (
ansamiio: par 3*000 nao obn6ar os goveroof
geral, estadual e municipal a pagar oais caro do
que preseafemente o servigo da Companhia, etc.,
O'i Sr. K?-eate, procure outro a pbrase
aoa, e aqu cab a com mais propnedade lombrar
lbe a f a bala da raposa e as ovas; mas o po-
ol co b?ra a conbece & pbraae anda do Sr.
ge-eiv quj frtil nes-es ditos chulos, com
tanta que consiga fugir da questio principal, de-
rivando aempre.
Pela conclosao do sea artigo no Jornal ,
parece qae o gerente vae deixar em pai o Sana
do; nos porra, temos anda ura rabtnbo para
eifahr, e como promettemoa desde o comega
acorapasbar o Sr. gerente at ao m da jornada,
trataremos cora mais vagar da queatao con. .u
ciooat ulttaaameate levantada.no Senado nao
aomo3 tao versados quanto o gerente da Bebe-
ribe, em jurisprudencia, mas, como rbula de
aiieia, acompaubaremos o gerente nessa vlagem
em torco do mundo visitando todos os munici-
pios que vao fater parte dos dominics de S. S.
Proseguiremos.
fas; poia a amiga redacgio do Jornal do Reci-
te (a quem ImitaaMs) ao vos. accasoa le ter
falsrficado um documento, e sim de ter feito uso
e urna certldio falsa !
H aarados Saohares.calai-vos que meihar I
Deixaraos para ootra vti a ex'ravaganle eta-
g5o do que decidi em l de Julbo de 18*0 o Sr.
Ambrosio Leito da Guoba.
Os Srs. Plelden Brothers recorrem a atar-de
ci8&o, que o Jurnal do Recife para combtel-
os, copin em am artigo de fondo I
r.
A certido falsa e o
de honra
repto

Companhia do Beberibe
J p'ovaraos com o fictos qu? estaa no dorai-
nio publico, que 1 Coripihi d"o Beberibe tem
far.a-Jo a f de seu3 contractos rom o adder pu-
blico; tem aburado da lon^aiaoiiade de uraa
popaUgio, numerosa, dando Ihe a b^laer pma
agua i up-estavel, aeoao m?smo perniciosa sau-
de publica; h que portaulo'fiao Pstava ni es?.a
de merecer novos favo-es do esudo e notes s-r
p*rama puni-Jj pelas iufraccOeb cjaiinetti
das.
Coniegaimo'.. e disso nos vangloriamas, m
ranear ao impenitente gerente a coofisao que
elle iiota fu no .D.ariQde PtroaiBjia'o, de
que a agua que beba a pojulagao dv Rcif^
iraoura, :irads de agades infectos, e nao aquella
que se jouiprometteudar a Campnula do Bebe-
ribe.
Entre.an'o essa coofissa nSo completa, e o
ve3o em qaa est o gerenta de argumentar de
mi f, hvau 1 a dizer que etubora a compaabia
Fire3eatemeote srvase de agua de p33cima.qua-
idade para o abastecimnta publico, an.e'desT
a com anhla po- elle dirigida', jaera forneoida ao
pava a mesraaaKua; e leva u escarneo ao panto
de citar a (abalado lobo e o cjrdeiwl ,
Nao tem pa.-idade, ao mesmo.deceot, es^a
jusacava a que se soccorreo gerfte a*a Bebe,
ribe'.
Pelo cantracto de 1881 tila obrigoa-se a forne-
ier agua pura crystalliaa, f/esca, e de sabor
gradavel, apannada as carnadas subterrneas
do solo, por meio d galeras ; e essa exigencia
do contracto, na ana parte mais essen.ial, visava
fpbstituir o antigo processo de usarse de auas
de agoles e depsitos expostua aegio da luz,
por ou -o qae garantase a boa quali^ade da
agua.
Guiado semore pelo odio inveUrado, nao joa-
'.itica se; atira'botes a quem nao eai.em cau-a;
e assim qae acbaado se auaenp. desda cidad--.
om lagar dirtant !n mais de tres dias, o cav*-
Iheiro, que serve tic Digorola ad odio do gerenle,
e a'trlbue lbe estes mal aiiauavadoa artigo?,
dando ce suspeito tudo que se tem dito aproba-
do com a propria populacao d s'a cidade.
' E' (i -'.o qaa daraote SO aaij^a eato popolago-
bebeu agu 1 'o agude do Praia, era n6 lempo em
qae se ia Lus ar eS". agua nosburacos
na ohraae do 6 ole, o-povo se rtQha pooca
agua sabia qae b&b;a,a aode, a vida uea>
oouca agua, e conseguintemenreaa suasdoeias
nao re'eriam-se & qualidade da go.entao.
Hoje, pjrm, qoe agBa bebe o povo?
Nao do acaue doj'rata, pois ese agade des
appaacea, ;exc-u, por asslm dizei, com as pre
conisadas obras do gereote, desprte qae poje
nao existe mais ama fonle de aguas puras qae
fazia as duicias deste povo.
A caleras e depoe os pocos es:*vados na
vi baaga do agole do Prata, que todo aborlou
tk ram desapparecer o mesmo agude.
Nao pas agua Jaquelle excelknte d$ad,
qie da laofe a Coraponbia, ama-mistara de
ag dos agades qoe ficam em nivel muito in-
fsrior quelie, co o Qagran'e inf'acgc do con
trac que ass g ou
A coragem do g-rtnte- vae a pooto de insocar
o taalemunbo do povo degta cidade para provar
qae ctu Imente bebe-se a mesma agua que ou
tr'qra, anies destaa malfadadas obras que Unto
diobeiro custaram I
Em face de om gtrenle lo coraj :o,o que resta
ao povo faaer para que o aUendam as suas jos
ta3 recl'imgbea 1
Jclo t que oa poderes pblicos sprofanda
rio esia queat&o e cbimafao eaaa companhia ao
cump'imc-nto de seas deveres.
Temos aiada de tratar da uvasiva com qae o
gerente procura agora eafar-se da rascada em
qae mettea se com as bases da nova proposta.
Chamamos de malicie so por que lbe tiramos a
mascara, mostrando na ana completa nudez a
gananca com qoe eslava proceden do na preten-
dida inovago do sea contracto
Apanbado lebre Ep-minondas, chamamos de mentirosos,
na e cruamente; o mesmo que o gatuno, que
aparcado na gatonagem, corre e vae gritando
pega o ladrSo .
Ora, Sr. gerente, por qne quando se discuta
no Senado es'e sea pedido de innovagao de con
tracto, nao tornon patente toda esta historia de
Trancoso > qae agora exbibe ao sea artigo de
hoje)
nto e 8:. gerente pede por meio de reque-
r ment, dirigido ao poder-publico, innovagao do
seo contracto, apresentaodo bases por escripto,
e de poia, nao tendo de prosegair nesse iutesto.
vae catrarariamenle ao lnspeoter do Tbeaoiro
N dixer-lhe que nao informe o sen requerimento,
deixaodo qae a saa proposU. uajegue pelo Con
gresso, tendo entretanto a caatalla de procura-
o piloto qoe esteva de quarto ao leme, para di -
zer lbe urnas tantas eoaaas, de qoe elle tomou
noto, para nlo conceder 9 prsso de 90 aaoos pe-
Ein. r. Dr. Babosa Lina
Quanto V. Ex; acabar d 1er este artigo, ta.
feito o sea jaizo eo&ra segainte :
S? os Srs. Fitlden Bro;h?rs (ou seas rep-e-
seatanies) foram victimas de umi vil caluasmu
ou se rau'.o aa contrario, sfto -eos coafeases.
Pedimos V. Es--., que feito o sen jaizo sobre
este pon'o.^cabe d3de logo com o aegocio do
gas.
Qaando a o pa- ga parlamentar tm Frang
propoi pe qaaru oa qaiati vez a araois-
'. a das impli-ados na comaauna Gambeta, go-
vemista, levantou-se a dlaae : acabemos cora
is'.o ; nao mais ama qu'stao madura, usa
qaesto podre. E a amnutia passoa.
Qaando a ebega alternativa de caluma a
vil ou documento falso, a queato j est ma
dora de mais.
A Ilustrada redaeg do Jardal do Recife ,
entocorapo3ta dos Srs. D.-8. Uiysses Vianna u
igi3mundo Gongalv., declaroo, em 6 de Jane
ro de 1889, qae a empresa do gas lngara
mo de urna certido falsa do contracto, e Uvera
j coragem de apreseotal-a ao Sr. Araujo Goas,
00 intuito de provar qae a designagio do des-
empatador competa s partea conlractan'es e
jo aos arbitros. > .
O artigo edictoral do Jornal do Recife .
verberando :om justa iadignagao o procediaien
to da empreaa, chegava a ser cruel, menos pela
energa da Lnguagem qaa pala grivldado da ar-
oigio.
A empreza responden no da
Diario de Pernambuco :
... limito-aae a declarar qae
que se refere o mesma Jornal
e obiida pelos meios legaes, e se
sidaie, nio foi ^ommettida pela emprea, sendo
por oatio lada 03 empregalos do Tnaaouro in
capases de pusar cartid5?s falsas. >
A reapas'.a era nai evinn tao deploravel,
que devia Lar compaixaa ao proprio Jornal
do Recife. Ningaem acapara a emprea de
ter falsificado urna certid vor ladalra e sim de
lar hngiln min.fli aminiiiflriiilii filil (ti'in'"
O pvo est sendo envene-
nado !
Acautele-ee o povo e o' Congresso contra
oa abusos e impuoidade* da Companhia
d'abaatecisaento d'agua dVa'.a cap ta!.
seguints, no
a certido a
fot requerida
ba nella fal.i-
0*r na]U 1 es termas era confesar o-prime im
potado.
N^m o meaos i r-spresntaites do Srs. Piel-
den Brothera. arocuraram demonstrar a saa boa
f. Ura individuo pod- ftaer ua> de ama ceni-
a falsa, uopaaio qae 6 .uriadeira. Vejamos*
po'em, qoaea eram aa circuras'.aociaa.
A empresa devia coobecer o seu cooi'a'.to.
Aim-disto, Jk aba declarado oflialraeote
que, nos term)3 da clausula 25*, o daseuiTata-
dor seria noraedo pelos a-bitro3.
Alera de tuda isto, publicara era volme can-
tracto e outros documentos, e Rzava imprimid
em typoa difforentes, em letirus garraLes, as pa 1
lavras que dseiarajam competir aos arbitros a
aomeago do desempatado'.
Algimterapo depois( a erapreza pedio umi
certido para provar qua a aoneago do deaem
patador nao era da campeteocia do arbitral, e
fez uso deas-a certido 1
Em nossa artigo aaterjqr dissemos o seguate':
... O Sr. Dr. A-aujo Gos, presidente de
Pernambuco. escapou da ser illudido com ama
CERTIDO PaLSA do contracto de 26 de Abril,
d 1856 ; certido exhibida para provar o con-
trario do que se no mesrao contraen ; o coa
trari"do qae 03 emprezario' c-opiaram repetid.a
vaxes era 3oas pet'gSes ; o contrario deque elles
imprimirn era l ttras miiu3culas ('.ypo veraai)
o tulb.'o q>e deram luz, cootendo o contrac
. s Jo 1 jentoal 1!
Contra a CERTIDO PALSA bradoo, com
justa veheaeacia, o Jornal do.Recite* --
Dizem os Srs. Pielden Brothers qae nos repe-
tmos a calumnia (do Jornal do Recife*) de ser
falsa a certido, e qae essa calumnia j foi so-
beranamente esmagada.
Ora, os illuatres emprezarioa nao commetteram
3 parvoice de nao repetir o esmagamento. Elles
o repetiram e assim :
Essa certido que se considera falsa, pelo
seu contf do, note se bem, foi passada pelo Tn-
souio.d'esle Eatado; e portante se Llsidade bou-
vase o sea aotor seria nio a Empreza, mas essa
repartlgao, que por pena honrosos precedentes
seria incapaz de pratical-a. >
A certido nao falsa, porque o Tbesooro
'.em bons precedentes I
A c r'.ido nao faisa, porque se falsidade
h Dvesse, seria da repartigo I Nao bastara a
falta de lizura de algum empregado ou a fac-
lidade de escrever o qae Ihe fossem lendo I
A Empreza agora mesmo nao se anima a con-
testar, qae a cerliso inexacta ; recorre en-
tretanto a este dirivalivo, como se o Exm. Sr.
Goveroador do Balado fosie am menino de es
cola :
E para qae a vil calumnia nio mata se re-
prodoza, fago upa repto de honra aos qae con ti-
nuam a especular com ella, par* que, sem sub-
terfagios, rompendo'a capa do anonymato, e com
a respensabilidade individual declarem se foi a
Empresa da. illuminagao > gas quem falsiflcoo
esta certido, como dizem, para armar ao effei
to, expondo a Empresa ao odio publico.
Honrados Beaaerea, nao preciso rompermos
a capa do anonymo, para confessar, como con-
fessamos, qoe ?s nio falfiHcastes a certidio,
ella falsa de-nascimento I
Vos, scieote cooscientemeiUe, lakUes i ver-
dade, inventando ama arguigio qae ningaem
Antes de lado, pego ao publico qua atienda as
seguictes artigoa do regulamento das peonas d'a-
gu>, approvado pelo governo de Pernambuco em
31 oe Agosto de 1887 :
. Ait. 10.-No acto da* cooceaao a companhia
lixar o -piaio deotro doqual maudar proce-
der ao assetamento do eucanamento de deriva
gao ate o hidrmetro, i.esim como a cjllocago
a'e^te-
Art. 15*^03 caaos para derivago serSo de
ferro batido, enrolado, eoumiaai<.03 tubea de
vapor, com roscas as ponas, envernUada*
com a preparagSo Bower Barff, conforme a
amostra existente no escriptorio da campaoaiu
ele
Art. 36. O encaaamento era de ferro 00
chombo; no pnmeiro caso a qualidade ser
mesma do adoptado para derivago de qu tra
ca o art. 15 do presente leeulamento; ao se-
gando os canos sero de chumbo sem compo-
sigo, revciidus de &.uuno ca parte interior, ta
proporgoo de 5*/* do peso do cnurabo, de moto
a fazer perfeita liga* om qualquer poute, confor-
ma as amostras existentes 00 escriptorio da Com-
panhia.
Eis o motivo da minha questo cara o bacba<
re Mamede. Quiz fazer o encanameuto na casa
3. 71 ra da 1 n.neratriz, como j fes na casa'
3. SS i ra 1 de Margo oode v', e em mu tas ou
tras onde nao vi, com cano de chumbo nao es-
taobudo, iafringiodo, quer o art. la quer o art.
16, e nao quiz sujeitar ee a.marcar o.praao do
issentameaio da peona d'aguo, iafriogiado s
>im o art. 10.
P01 a proposito d'ese u+rao artigo que tku
me a celebre resposta: Sou b .dure! o est u
0.0 mea pape!. Qaiz, muilo provavelmenle, fazer
:er que otillo de bactiarel implicava o v
de cnisanista. Os hachareis bonrades qut Ihe
agradegam.
E'esla a razo porque tenho sepjpre, nos ineus
irtgoa, frisado a pala Ta bieharel, e nao a que
lle ellega malevolim;nle, alian de disvirtaar a
jue.-t'i e in li por-m' cora ama clasae a que
espeito, e na qual nao acha nferiondade. A
imporiaocia do titulo relativa digaldade du
ijae o exerce e nao se mede por gradages da-i
las por urna Paculdade.
Todava,para evilat duviJas.uoo factarei d'o
a em diante pelo bacbarel Mimede e sim pe-
0 cbicanista Mamede* ; ser am meio melbar
de separal o do finio qae nio sabe honrar.
O publico tem visto a desleal d^de com que el
e argumenta; mas ninguem o vio ainda tractar
la questio como ella raere-e. Camocyaismo
jae o caracterisa, veio dizer sem corar, que d>-
e,3va mostrar ao pnbltco as michas mentiras*.
Elle que mantio descaradamente, dseodo qur
j me sojeitava a que tizesse o encaaamento em
iioha casa sem mais rclamago de infraeco
de re.ulam nto etc. I*
Estera promp'.o a deixar reverter sobre najan
toda a lama que regumbra da podridao constita
tiva de sua baixa personaliJade, si for capaz tlenoaatrar am : facto nentiroso nba mens a
li?3 e^taes obras, qae estas sio. granie beoorr'o
pftra a pcpulacao, qae as obras feitas j !0 ata
uaa raad^melbouoexa eto.'etc. ?
O qaequat garau o as. suaav.4iubilr.ago
O CoQgriwso ^o pade Sfr vic.lms a'u d pre
susiiHoe pedaue T
OChxanista, qual oa.ra D Qusote, nao es-
tar allucina Alm disso. 0 tuedo porque tem feito todas as
obras du Companhia &r o mais pratico ou o
mais ecotiomico ?
Si a Companci fosse gertda por ara pcflasio-
oal, as oras feius >pon-fasen uio poderiam ser
to facis e econmicas qae ella tiresse grande
lucro e, uem paiaSi.ai.dmportuoar o povo e
o Congresso ?
Suppoohamos que o cel Zrndo todas a^ oeras pelos- aneaos menos prati-
cos, maiB diapendiaios; que dalpa temos coa,
para estarn*) a eont'ibuir com a nossa bolsa e
paciencia para desperdicios i'um imbcil ou es-
troina ?
A Companhia ,deve confiar seu3 trabalhos a
D'issoas habilitadas.
Nio ejo josiicativa para estar a pedir oos,
passadoe apenas 3 annos d'euna innovacao, outr.i
innovagao.
At quando taremos es'a pedinchona a amo
lar-no3 a pa?ieac.ia e a ana'agir 003 a bolsa ?
Diz o celebre gerenta :
Nb Inglaterra o servigo foi eat.eae a cora,
paodiias, cujo previltgio eterno I
Ora, respondona nos : o respeito lei aqu
como na Inglaterra ?
Ali, um g'ren'e de C m.rn'vin. lorl o alrrvj
ment dedisera tlguerr. quecu.de nos seas di
reitos*, qaando sae higuera esta pagando para
obter apenas o que a lei liie cosicede ?
N3', senbores, 1 n'.re non, a lei tem sido 81-m-
pre sopbismada, quan 10 nao completamente
despresada. *jsU qatemeia duaia di ricacos ou
Bibotes polticos teoba s-a sosto a frente 'am
erpre-za, para qae o povo .'.ibi sido victima de
inlrene e desapiadada prepotencia.
Nao se fa loa tonto aqu e:j emendas db el .
fulas do cant actos em livros d'uma repartigi
publica em proveito d'ama Companbia ?
Este negocio nao est at agor a dormir om
00 tranquillo, sem que pessoa algama tenha
atrev do a deaveadal o ?
Digam me;
Si-ura governo ens#gico,mor^liaado, desuo
brir este myste1-is.e3te.crim: hediondo, nio de
vera, log# e logo, mandar restituir, aos prejudi
a ios aquillo qae Ibes oi roabado. sem precisar
de ta .to reqaerimeulo, tanta p pe>lada, qae s
serve para dilfienltar oe meios ao d^sprotegidos
.nada iDtrxo qaando -im seu di eito off.ndiio
ou asurpsJoT
Vallando Coupanhia Baberibe, nio vemo--
ag>r, ella desresp'iUodo ama tarifa app.ova i;>
oor Ui, querer! pregos tres, qmairo e cinco veses maiores do que
os esi(pilados?
Alanos doaseaa defensores ms apielados,
failam uo.cambio ac:aal pa-a dtsculpal-a; n-3
caso, psrgonto um la : quando o cambio esteve
abano do par, a corapaobia rediitu.o o excesao
do lacro !
Ao colrario, como se fose negociante labos, '.orneiraa. e!c : obra Va-nos pregas sera pre
sais altos do qae ais casas de a<;melnante neg
co.
Todo o .mun lo omp^bende qae, qu nlo um
lornecimeirto se faga em bu' %nublica, coaau
auccede com, focoecedores u.o cAeralo, de ho=-
pitaes e secretarias, seja tasto ter se com elle-
oeita cocitsoe idencia,|visto camo.seodo grai.de
o numero, le coocurrenun, v da u u procura
(oroecer o mais barata, p^eaive, fondado n
pregado meieado.
O mesmo, porra, nio se poder applicar i
iorapaeiia Beberibe,.aic*jio seu genero, po
derosa e proteg la, aem epaMr cjm compe' do
rea, a qual, ceriamente na lembrou-se de for-
ae&ir-nos seas malenaes pjlos pregosmats re
duzdos.
Nao n'eata ar.igo que deva ella procurar
ganbo-
Si, todava, 4-ae a fado de perder, queixe-se
da Imprevidencra. de sea presumido gerente,
pole, multo mais. dignos de compaixao, sao o-i
foroesedo/es, dos estab leciuaeotoe pblicos,.que.
por ser ra menos pode osos, es ) se snjeitanio
aos con relos sem pedirem.iooovjgea.
vo3 para aponqnen'a' nc 00 aO'Cong'ewn;
eumpra .na bbr^sgoes e reglese -com//fu
udo.
1'J mujio aem ser, repito, qu.' tu oquann.
tem feito a Companhia, tiSo teoba sido pela
ne o .nais pra oraomicos ; anua cousa
o qae pr-'leadf Uttr, pbde peccarplo mesmi.>
motivo e ninguem pode 1 onfi-ar 00 cri e;io d'uoa
ge.-e.nte, apenas supinamente nulcreado, arro
gante, presumido e nada profisriooal.
Nao v tucceder com elle o mesmo qae soecr
dea lbe cora <.s hydrome.roi, cora os quaes a-o
tem sabi lo arraojar se. O povo nao ba deesiar
para pa^ar pela impericia de qualquer que ape-
nas (enba, por si, aqaelles predicados Eda
todo o caso, parece me mais razoavel o segua
te: Si a a Ciajpanbia qoer anda voltar i t*ro-
peridade, si querem Os accionietas ter ainda o i '
vidfndos e bons, mande passear este BESTA-
LHO para descanga nos?o e felicidade saa.
Recite 28 de Abril Di: Alfredo Gaspar.
Ao publico
y Q ana xo a*ai^n*to>eaUbelijcido-com!^eqaav
V'O na.,rna Vi .al de,N>'g.reircs n. H.^l *
r.i 'o servir an publica cora- a aC
assigaado
empreza
i he ut 9 v.ljr d'um favor recebido Rifum '
Isatis
Ura individuo qualquer lem qbrigagJ de me
prVar cim servigo de acord ced om crate j
ta, qae me permute lelo da uie!her qaalidaO ;
esta obrigago pode ser cutnprida um peo o
oais ceS|p ou mais*iarde ; lago-lhe certas coq.-i
SeragOas, mostrando a coaveaiencia.de seafeita
mais cedo ; concede-me", mas, de qae forma ? 1
Elxecuta a fra do contracto, lesaado-me e prp-
j.idi:ando-me a salde, e. vem anda duendo te.*
me prestado om favor I
Que mascrado f Quinta gratidao lbe devo !
St.as qua, para elle todos sio ingratos: os se-
nadores, os dee-otados, eu, o povo finalmente.
Admira-se de baver tubos de gila, peictu*
a aaatos udo casae em Pars I isto **. elle d -s-.
aOPS 4 bqrracjia en3a que.guUa percpa
barrac&a. Na? tenhi colpa 'da sua igrlbraraci,
p-ocare sirjfr e ver qd a ron RiiSoil em Par*
i servida por tubos da especie da qaa faflei.
Baaeaadd^ queito ao Bertoen com que o
.:hicani3U* unta se molestou, tUsse eu no Da
rio de 17 do corrte:
Nao qaero disca'-ir a oi e-ta qqestlo etolo-
g ca, nem por ora posso afnrmar a ve-acidj 1
l'i tai causa (intu iengo saturaina) relativam-niF
anBeriberi, maseatenlo que, em .aso de -luv.da
nlo deve o povb sujeitar-se a expe lelas, tan
to mais, quanto, pela fei eslava fra do alcance
do tal comprovagao* Dii'-o cbicanista Mam>-
di.' que, em Obrada ouda tamben la encana
ment do chambo se cu-am os ber:bericos.* E'
v.irdade, l se curaran alguns. Mas em Olinda,
alem de serem poucas as casas que tda encana
ment, este geralmente vem do quintal para a
ct zinha, de modo a nao ter grande extensio o
c oo de chambo ; dos poneos doente3 qae li se
curara, alguns taro hablado casas sem ete-en-
ci.namentc, outros podero ter sido victimas do
engao meu c dos meus callegas, poia nao ha
molestia onde o eneano se tenna dado tantas ve-
sts como oBenberi; para siguas que tena.m
eicapado a estas circumstancias favoravea, po-
d3 Boa allegar, qae : o meio em que se vive tem
g*aode influencia sobre a recepUvidade mori
du, mesmo para os venenos. Aqai rao ieclfe,
vivando-se em ura ar ma'3 co ilnado mais un
piro, o organismo encootra poucos meios e re-
sistencia aos ataques das causas mrbidas, e-
quanto qae l onde o ar mais poro, onde-o
doente deixa-se absorver apenas pela lda de
irar se, o organismo rejuvenesce e forlalecana
i ponto de poder elemtoar ma a lacilmeote o
ctiaxbo oa composfos deste qae tenha ingerido
Hi mais urna circumstaacia : A agua farnecida
e(u Olinda nio to carregada de substancias
oganicaa como a doReciie, portinio, comoesta.
uii altera tanio o estomago e o liga lo. oigio
dos mais nteia economa, caja morbidez, por si
s', bastante para, eafraqaeeesdo o rgaaismo,
deixal-o oa.iis s.uj.-i'.o aoeavenenaaieiito por par-
ticulas bastante diminutis para sao deixaem, U
ci mente, desconflanga em circumstanciie ais
fdvoraveis.
Ainda mais : as agua3 fornecidas pela Compa
ola de Bebe ibe aao muibssimo carregadas de
feto (o que pouco soccede em Olinda) e,- em
preseaga do ferro, a oxidago do chumbo pede
ter logar, pon Gaerard va am pbeaomeno de
decompostcao elctrica. Este oxido de chambo
depois reduzido pdo ferro, e precipita-se um
oxido de ferro cootendo chambo.
Nao, porm, essa a questio. Para que bei
de star eosinaodo aaedicina ao cbicaaiiia Ma-
mude, quando elle nara faz questo apenas quer ser engenbeiro?
Quero pouca cousa: apenas qu; compra os ar-
ticos do regulamento c lado. Em su- casa, es
to 1 certo de qu elle nao collocon o cano sem
estauho qae diz nio temer.
A companhia, antee deestar aapouquentor o
Congresso, devia procurar selar o contracto,
prsveodo isto, promet eu o governo regular as
ebrigagoes daquella para com elle, embora at
agora tanba isto ficado em esqu;. 'meato.
Jemai?, o qoe leva o ehicanista Mamede a
importunar o Congresso com seas pedidos? I
Oo o Cbicanista Mamede* sabe o qaa faz. oa
nSo sabe:
Si sabe, o contracto feito com o Governo eal
bem feito e nao lem razo de pedir favores ao
Ccogreaso parnmodifical 0. Si nio sabe, tamban
n.o tem razio de pedir favores, pols o Coagres-
se aio tem que se melter a ttac'oscoan um igao
Biirante ou sanden.
Agora, perguoto :
Coa ojie criterio dis eile que precisa de ser
tos ou alavra -. Hypo-.rita como quiz mostrar
'9 a puWrco eemo ingrato, incapaz de res o CHi;.WTAJ seos i.j lr^mg-ros, :iuito prpvavelraentu ppr ia
ga- podel os mover jjariiscll,5para eterno des-
cansa da Companhia e,sempiterna azucrinagSi
do concesiaeario ; -etiV/ou a'd, com o desplant
qoe' lbe epecaliar, e.po/ conbec r a toler.ra 11
publica, a a-sallar, qqalro bjlrome.tros, como ?i um naoi'osse
eapai de marca- o dispendio dfagna ; mas, aa
beines todos, s com o intuito de ter ma s m.i-
nivellas em applicaco e urna eera,a quanlia por
mez.pa.-a conaeracao de cada ama. iD.a, 914 o
hyjjroraetro,-sere ou nao sarve.
SI serve o demls sab ate s e a compantia
tu ex oraao'-ao 'povo; si -nio serv?. qualquer
dilles, intil e a extorso se di do meamo
modo- j _
-O reBla^eatq Jjanoart- |>: ,.
' Poder'a companhia peimirtii', qu adoreco
nhecer que disto nao resoliaiaonveoentf, que,
na ent a ta da casa.anles do b-y-rometro, o ebea
uamnto de d*afi,.ago, s/|ra*>irij;ae para os di
versos pavimeatoapu compartiiraapios da mesma
casa, habitados por (earoas.qpe^enham ecdno
raa separada, com testo que, bn carta Ramal,
aja am.bsdcomet'0 >?.
. Quem. rscioilna algama c rasa, qeal a con-
c'usSi a'tirar (i'ahXf
E que appli'-a.io de m,is d'um hyiromet-o
o'uma : casi urna cqoceaso excepcional feita
pela Companhia ,e qpe o contrario d'iasoa
obrlgi^o i 'oacessionar.o. Poranto, llo
quem'deixa enllocar, mais ajara, hyirometro epi
soa"ca a -e uma-surp^paa di'ttampaubia o
racti de.obsigai-o.
Ni ra -qa Impeatriz ba urna casa, que at
hoja nao tera enenarnento d agua, apezar di
ter o sea propietario feito contracto, ba mats de
dous.ann.s, com a Comrainhia,- por querer
esta dbrigal-0 a ftoiijcjr 3..hy.djo.mtro3, embora
!ivejse declarado s qaerr goa para si e ci
pira 3eo3 inquillnos. V4 rfe', pbr ah, eetaf a
i^ompaupaa to prospera que nao precise de
novos reodimeotos.
E diz qae o diobeiro bId ebega 18 vem com
suas 1 ig'ima; para o novo I Ah si elle Com
p-fcteadeise bem su djwilo, aaas regalas,- sua
supremaca I Qu 'ixa.se agora, a Companhia
de,que os hydrouaetro.s 020 andam e, por i so.
quer ti-ar d'o povo," por meios indirectos, jstQ
e soberbo I os meios para melbor servil o ;...
nao qoer aa^meotar orai-ego de cada balde
d'agua. mas,... prov.velmente, obrigal o a gas
tar o dobro a'agua. qu? pa^a e no gasta gfal
mente 1
Oh. g rente s^ndido 1
Si Rapbael te vase.....!
Si a ma h a pip'og-ApJjica instajitone le
sur trabe ndevsse 00 fssoajo ae.taj.lamj.npsa ideal
que beuo specimen de momos succe33iv33 nio
teamos a contemplar, moi'.o raaia sobarbas do
qae os qoe .lases, habitaaicente I? A Maieoa
Chic nao estara a perder a lempo gendando
pho'.ogr^ipbias de Rnaa Josetha. Tens raso,
o povo, para ti essa criaog-.: nedia, brincalbo-
na, soff ega pelo santo somno da innocencia, oa
este sendero ssstrozo, iadifl'areute aos soleos
que Ihe deixa o azorrague I
Os hjdrometros andam ; a verdade, porm,
qae elles sio, em mios do chicaoista gereote,
o queumxelogia ,em in-j dememao. No ro
mego alguns asdaram at.desemhestados, cora
verdadeiro regoa'ijc para o manhoso gerente ;
.mas, hjdronetro ni) foi feito para iner lama
e a palavra o dis,
Pornega nos a Companhia a,ui potavel, man
delimpar os caaos .e derivago de modo a nio
ser diminuida a pres*ao antea de cuegar a agu
ao hydrometto, (limpea estoque, provavermeu-
te nao falta repetidamente, per-ser as coalas
ida Companhia,) e eu garanto, eaabora sem a
rtaiondiej)roassi9nal4e S. S., que o. i;yd an-
tro marcar lauto coasomo, qae oos veremos aa
(me e8sidade de conter as rdeao-so gerente:
iSi a Companhia e3ti^ falMr, coasolem se-esac
clonibtaa, pois qoern eatra e u negocio .para
ganar ou perder. Nada tem flae, pedirhuos{
A cidade n&o ficar sem agua, como se infere da
amoaga feito ao Congresso. Ah est ama lo
tendeocia; livremeate etolts pal povo, oopa de
dirigir be o abastocisaeoto- d'agua a asta cap
ulemarto mais aecejsivel uossas reclama
.cp s.
O mercado publico tambe rao esteve para'ser
lentregue a urna eampasrhiroo-ceasa simllhan
t ; no entonto, seos rendimentoa nunca foram
itopirigu3s,,xoma^depms4a-iereoipanparaoido
lintendenus bem Intencionados e meralisodo?.
Sinto-eiti-poTt'fUrr, toarbem nlo Tfraoti
Empreza de illumina-
jo a gaz do ^Re-
<-ife.
Lendo em um artigo pu-
blicado co t Jornal do Re
cife de 26 do corrente,
por Y, que a
lo g iz exhibir
urna cextio faisa para
ludir arumrex-piasideDte
de *ern#m!*oco efirigi pelo
Jornal do Lecife, le
hontem aomenei^-do Y
o seguinie repta de -loara:
Nao negocio este
para discutr-se com ano-
nymos. e se Y ou aquel-
les, cujos interes-es defen-
de, q ere n liquidar e te
negocio assumama respoa-
sabi lidade da aecusacao, e
entao recorrerei aos tribu
naes de justica, para onde
os empraz> desde j.
E para, que a vil e*lum
nia nao mais se-rep-oduz ,
fa^o um repto de honra aos
que contiqqam a esp cular
c;m ella, para sem sub-
terfugios, efempeiido. a capa
do anooym:) e com a res,-
poosabilida le .
declarem ^e foi
l l^minacao
falsicou e & t a cert do
como dizeqi. p^ra armar a
etf ito. expoo lo a empre-
za ao odio publico.
A respjst.i foi a segu.li-
te, como se no Jor-
nal do Redfe de hr'je:
;Hpniados senhores, nao
preciso romperlos a ca-
pa do ano n m o, p ara c con-
fessar caako-xdfMi asamos
qu^ vo's nao flsificastes
a ertifSc^^-jolla f*lsae
nascimeinto !
Estou satisfeif>.
Rcife, 28 de Abril de
I 800
loyz. e
Samuel Jones,
\j rente.
i n>\\ vidual,
d empreza
agtz,quem
b Io poc;
z'lo fol:c tulee honestldade.-deafjapdO'
ana te td i, dirigi inspeetona de by|iM|MB
P''ig- rt-quorendoque ee lbe P*a*jjft,parissr-
lido o resultado de ama diligencia procedido
era scu.rstapelecimento, pa-a verilicar senwl
ex siiam mercadorics falsificad .?, damno3as i
saade publica.
Em cunnp menlo ao-despa-Mio do digne ajo-
dinte.da by^iene.publica Dr. Lopes Pssoa, M
pistado a sjuioie-cerUdao para, o qual ojabai-
xo assignado cbamajS a^pco do seasretpel-
uveio feguez a, e. amigos:
Certifico que na,,,dad4gtyj,aa
proaedida pela,aut;r^lade sa-
. miara no etubuleuiaaento 4o
peticionarionao foi,i}Coatr4V
* do genero, algumf, Iaspectoria de Hjgjtt^ Po-
blica do tsta^u a: Pe:;i^raibs>
. co, t-L 23-(le-Abrii de 89S.
(AsMgi.ado).O s.c;e!a ,io, |ssf
Gu-lbiiime d Sihv Duartc. *
Em v sta di3sc, tendo ala a .est.b-4iaj,ca0
de aba xo a?sigr,ado revistado pela aufofi.dale
cuitar a arae encontrn devidameote pr.epaftadet
03 gneros que tem a venda que sio o,abrasar
oaca, i-tti o abaixn a<. inado plenaraeaS
s;ifeito, porque tal .diligencia veio,. confirMO
os crditos que o seu c3'abe!ecimento goz.or-
m .a.cif-, 28 de A..I el893.
U>aoel Br.nto Pinbairo.
Registro de Hypothecas (fj
Para sciencia de quera ignorar, posa
venho fazer publico que. desde C le
Setembro de 1889, fui prvido, aptfc
concurso legal, na serventa vitalicia
dos officios de tabelliao de notas e offi-
cial do registro geral e hypthecas da
comarca do "ecife, cargos que esloi
exercendo a contar de 1." de Qatubr
do referido anno.
i Protesto, portanto,
sentacao em sessao
projecto n. 11, que
objecto de deliberacao
primir : t mandando crear noraunit-
pio do Rec/fe ura lugar de escrivao pri-
vativo e special da regislro .Je hypo-
thecas, ficando o goverpador autoriza-
do a Humear para dito cargo, segunii
as leis agentes, o cidadao que julgar
mais habilitado.
Xaluralmeote muita gente intwa,qw
o-Decreton.370, de deMaiode -i-8irfl|,
o^ae regala a especie,- eetftbelece ne- ca-
pitulo II, artigo 6o, Io, que o registra
geral incumbe aos omciaes qiie n' aqoe!-
le data exista p, enoAi-t. 8o. dojees-
mo capitulo 6p.ique o officiado iogl-
tw> geral por sua natureza privaiTia\
uqco e indivisiVel; e senda..
official. ..do, regjsiro-gerul e hypolha
cas, ...pivattvo e .nico, .nao ser esbulhado-: violenanienle, o seae-
go ^em qa0 vita4iciamente fui ^fOh
vido, contra a expressa disposico direito que me garantido nao s"pe!a
cunslituieaoitjsUtduiJ como, pela lei jo-
dji;iariaod| ^ J.Xo.vora.brp deJ^JL
So ainda assiuj'^iiem, nouver quem
rateada que a o kiti:z,imorla&0$ m*
submetterei tamanka violencia sena
I depois de esgotar todos os rccuisaB
legaes, pois parece-me qua (tulajm
juizes em Berlim.
Recife, 27 de Abril de- 802.
Joo Sveira (Jarneiro da Curtn.
(*) Era, CDnsequencia de naver o composSsr
saltado e i. ieviao, jjassado, deu se esta f*n
que hoje tralamana de remedial-a, publicando e
novo p presente artigo.
A n.
contra a ;apre-
de honlem, da
foi lido, julgada
e mandado im-

-
Politi cando
0 Dr. Bernardo^Camara pelos joraaes d bon
tem veio levantar oran qieSo, que nao de tasa saa iapurtaocia, e au.l precia,quan-
to antes ser resolvlda.
A ccQ3li!nicao faderal absolutamente Jilo co
Si a da bypothese.de bav'erem t es vag^s aUetiaa
e ieEaeres de^um raeoao Eotj^o, e por isto
nada dic>a cesoeilo< Maaaa.qoaso ve sendo cata
t*lei9tog.la,pa;imeira, froeadiaa;- oa.-dQjwma
oc:asiao para preencher,as m'Senaj- valgas;.e"
de suppo. -se que o processo eMlo-at seguirse:
fosse o de que-irata a ooostitoiceo federal.
E se assim anda naa osse. o p-o:esso qleto
ral, alm de jieccar peto igipos}p AOeieitora
do, tena o grande deleite- de,4Hga nidr mats Of
trabalbos, que sobre os msanos pesam-
Avalle se, entrnto, fogf DO-emsgo da Ofles
too, ai- por acaso o can iidato A cbtjvesse em
1 5000 votos ;|>m 2 3000; em 3o 2000 ;o,C8di
dato B em Io 6000 ; em 2 100; m 3o ICO ;
o candidato C em lp 300 ; ero 2' fcOOO ;-em 3*
80 ; o candidato D em 1-MOOO; em f 1000;
em 3* 4000 votos, a-ajoem eoasoatiria, pergoola
mas^cs.occopar a frimeioa das v..gs?
Ptoaamos danca; o candidato, qe,obtiver a amaiona de
i votos, tem maiorijooaoj. do eleilorado. e-por-
itanto doveoceupar oorssaciro lagar; asa dsto
naa se patea tea envalentara de chipa-rrContii-
o caso figurado : o candidato,* A xebteve maio
ra de votos sobre os outros. mas cada um dos
outros para lugar determinado teve maior vota
Ci, perder este oanaioote a eleicao?
De aocte.qoe oada esiaa wnjide lo aleitor,
si, sendo um caadiiat poivsaa -vontode eki:o
por granie numero de votos obre os cotro~,
vat para om logar inferior,-porqse -ominferior
mente em total, votado, teo*ooJo alar un
mero de votos ?
A' sagoir-saotoopiniSo, era preciso, ^ nos-e
ver, que, pira cada vaga Qsesse ee ama -delcSo,
para enlaj poder ficar manifestada a vontade do
eleilorado; era preciso Bnekftoals qoe.i'paro 4
vaga dw fir.JoediBiinoipteitoase aa ,osa.elei
fiioj e depots *u:ce*itV4aienteia3,ewinas.
Eis a questo diacntida, devendo ser ea re
isotvida am deflesr oriwtsdo o soto Me sel-
fe. to a eleicao.
U&o Btatdio.
aase*entre no>oOasagom apa a coattad
i.MeisJ l.a.lM'U:! 8 0 %-M
Ad Illm. 'Sr Y.
Imp^gavcl o v. sao. artigo de hoje
que cone?a* e:ttudo;.p*Uv>ra .-de Q
betU.aobi.-e a (ptepoeteudo auuislia.iikqii.-aa>
plicados na communa, que. realmente tasa
a maiur *bato-ia*coih o Begt-oio do gaS
Quem jamis potera sa.poor qae
^(:a.de ribunD d "Franca teria um dxst
.oavooOMrOe u'esse negocioyque ', ola' .%
ama* quMlio maduia.
':E' que-tado so ba de ver o'essa oeseats
na* umA.^tvestao podre n.pijrase d#YR
qeotlo.
NSo vimos agora mesmo atir r. Y as
restados ingleoes do g^zim4injurwavi-
Ojidd.fShs ao ni2#mj tempe j .crinti4oi
falsadda de urna certido e dapoja rftau.^
coufessando em vista de um repto de has>
ra que nSo foram ejles os autores da fal-
sidade sendo ertaai' falsa de n-xi-
meoto.
, M*|i i que- %*er diaer i^au 'i
Ea vas requeiro d* ^art-a de Dam* *k
Vi gem Mana que me d-gaos oomo qk
nascjm cirtidS a ajuia 4ji oima falsas?!
t Digam os sanios.da Cscriptura
t Qae segrssAwsriPvMtes da Natura.
Has o negocio "erio o se a certidk"
nao foi rAlsmca* *p >r' *ti&o "kurnana,
porque nasae.i falsa, como se explica a
insinuacSo contidntv^japine trecho la
vossojariigu ?
c NSo bastara a -salta de Iwova Aa i ele-
gura emjpregado o a faeilidade de eacrarar
o que Ihe fossom lendo
A corda quebrase aempre contra
mais fraco
Rw-iaoda os Tribuoaoe em que foro
ameacado pelos ingleses recua Y eatirao
(alaid de aoiare os fraoos e pobres empregar
doa pnb icos ferindo-os em sua honra qaa
o nico patrimonio-ile suas familias.
Que crueldade-eawliaus 1
E' bem possivel que Y anda retire eato.
oom'ea-utBtoA Attea. laja do aoa impule oa ic
seu corco, e entSo a falsidade fcati
aem autor p >rque noooou falsa.
Stira isso que ?|Of *4toa *? ?
O Exm. Sr. Dr. Barbosa Lhna qaa
oto i. moa-ao de esoola ju pbxase de Y
fica co o a prova da faeilidade com qua o
faaom certas accuoofSea somante
armar ao^ffla1ioaMtOT -.aAhcaotr.
de preven$5ea, qne envolvem em
0pveim*, -

i


i
Diario de Pefnattibiica Sexla-feira 29 de Abril de i 89*

i




m
A lu porm est eiU.
' O Br. Jones que deve agradecer a T
os serviocs que indirectamente I he
prestado pelo modo por que tem diaootido
a aueatAo, concorrenao psra o tnumphr
acaba de obter no negucio < falta
Perito.
A* superior Trlbnmal de
lastlca
Ho juro da provedoria procede-e ao inventa-
no dos bens de Jos Pisto da Caoba Teixeira,
sjie institua por universaes berdelros nsnfrn
sanos sea caobado Manoel Martina O. Vai e
na anlher, sendo a plena propriedad? para os
bo? destes, sobrinhos do testador.
lo calclo feito, toi dado para pagamento do
invntamete (qqico credcr) uno dos predios do
espolio silo no forte do Msttos, qoe tetado 4 pra-
fi deixoo esta de etlectnar se.
Regresaa nea'.a occasiao da Europa aquelle
aerdeiro, e reqoer era beneficio de sea casal e
de seas tilQos, sennors da plena p.-opriedade,
a remisao do mesmo [ redio, p.-gando ao credor
inventarame, oovido este e o Dr. procurador
dos fetos; aquelle concorda, este porm dlscor
4a, allegando qoe o peticionario nao herdei-
ro... Conformando-se com ene parecer, manda
e Dr. jais da provedoria vender o predio em
teilao.
Deste despacho aggravou para o Superior Tri-
bual de Juanea aquelle berdeiro. Fot este o
soico i ndente do inventario.
A nao ser o invenUriaotf, nao mais algoem
credor do espolio; a propna f.ienda esta paga
do sello de berancas. e coocordou na oecasiSo,
orno consta dos autos.
O pai tutor nato e admioistrador da pessoa e
heos de sen? lbos (aviso do ministro da faxen-
la de H de Nivembro de 1886 ; ordenaclo. li-
fro 4, t tolo 97 19); logo tem o direito de re-
querer lado qaaoto for a beneficio delle
O direito de remlssio ao devedor, ahi esta bem
Slaronoart. 546 do regolamento 737 de 1860,
t, pelo art- 14 3, decreto 16,941 de 19 de Ja
eei-o de 1890.
Anda mais, texos o accordao do Superior
Tribunal de Justica deate Estado, p-oferilo em
sessao de 18 de Desembro de 1891, concedendo
renrssao de un immovel, anda depois de
tres meses requerida e assigoado o aoio d'arre
matscio.
Portanto, o contrario do direito de remissao
ao devedor, om esbulbo, seo) a desapropria-
eao do direito de propriedad?, sem razao de
aer.
Maja.
Na imprensa diaria, em avulsos e no
meu jornal oombaterei a candidatura do
a \pimpolho alvorado em grao aenbor.
Amigo Dr. Arthurde
Albuquerque
NSo tendo sabido o communc:.do, que
Ihe pedi, peco ihe que suspenda o mesmo
visto como vou me declarar em franca op
pos icio na imprensa a candidatura do Sr.
Ayres Bello, com todas as forjas de mi-
chas coovicc.oes ; visto como considero
essa candidatura desairosa a um partido
que se presa.
Hei de atacal-a de frente, hei de em
pregar todos oa meios afim de que saia
atoe deesa miseria a que ae quer redoair
o eleitorado pernambucano.
No grande occeano de immoralidades
em que navegamos, anda ha quero ae
embre da patr que a cansa maia
doce que o homem tem no mondo. Quem
a ana patria, moito capas de
oar a soa propria mai.
COMBERCie
CO
le Peruana.
fOTAgOss
lereial
emcuig da junta dos coa
BBTOBES
Prosa do Recife, 28 de Abril de 1892.
Apollce? do Estado de 1 000*800, joros de 7
fa a 1.045*000.
Acetes do banco de Crdito Real de valor de
164000 i 109*000.
Na bolsa venderam-se.
19 ApoUces do Estado.
10 Aeches do Banco de Crdito Real.
0 presidente,
Eduardo Dnbenx.
O secretario,
Angosto Pinto de Lentos.
lasabio
PBACA DO BXCIR
Os Bancos abrirn II 1/4, a coja taxa oo ap
sereceram tomadores.
Em papel particular nio conston negocio.
Mercado estavel.
PBAQA DO BIO DI 4AHUBO
H 7/16 bancario firme, li 9/16 particular.
otaces le geaeroi
ASSOC'R
Para o agricultor
ooa enge-
b oalho
Elle que projure escravos
nhos de Barreir< s e tanja. Ihe o
de torca at esbirrar tanque.
Se nao vencer, se cahir na lucta, res-
t -me urna nica gloria, a de ter compri-
do o meo dever e procurado livrar a mi-
nha chara patria de ama grande mi
aeria.
E' o quanto basa
Recife, 28 de Abril de 1892.
Do amigo e obrigado,
Fortunato Pinheiro.
Chapa republicana
1.' Dr. Joaquina J.s de Almeida Per-
nambuco (na vaga do Dr. Jos H Duarte
Pereiro).
2. Mar chai Jos SimeSo de Oliveira
(na vaga palo mesmo deizada quando mi
nistro).
3. Dr. Bernardo Jos da Cmara (na
vaga do ex senador Gailherme Serrano).
Muito eleitores.
Deixou bontem de existir aquelle que
na trra cbin>ru se Pairo Pessoa Velloso
da Silva.
O fallecido exercia o lugar de fiel de
pagador da Thesouraria de Fasenda, onde
era do todos bemquisto peloa attributoe
moraes que Ihe serviam de ornamento.
Como amigo particular do fiaado de
quem recebi sempre as m&ia inequvocas
provea de consideracSo e amiaade, venho
pagar-lhe eate humilde tr.buto de miaba
gratidlo, aasociando me tristeza de sua
estremecida familia.
Recife, 28 de Abril de 1892.
A. Wanda-ley.
Ao Sr. Tranco.lino Mafal-
do de Sot&za Magalhaes
Com grande sorpresa para mim, pro-
havia
se
curei-o no dia 26 e soube que
retirado para o Rio de Janeiro.
Lamento sempre que vejo um homem,
qoe ae deve presar, commetter actos de
indignidade come fea o Sr. commigo,
faaendo me lembrar escravos fajSea.
Lembre-ae o Sr. que em mim encon-
trn aempre nma pobre malher, cajo ni-
co crime foi ser-lhe dedicada.
Deve medir a eztencSo de magna
aae vai n'alma para poder oonhecer
que
tasa
fabklia das bxtbadas db asaocaa b al
oodZo
Mm de br
Entradas
*rcac,as.....
'aores......
mima**.....
Sstrada de Ferro Centra)
I dem de S. Francisco
dem do Limoeiro. .
Somma
Das
86
17
n
18
23
6
Assn-
car
Saceos
309J
4371
8456
-40404
1358
~8W8I
Algo-
dao
Sacca-
2337
41
1426
318
1699
3186
10328
bem o valor de aeua remorsos, leaxbran-
do-ae do estado em qae me deixou.
Prai* a Deus qae aaa baixeaa nao
attinja a om ootro aer, qoe o Sr. oonhe-
ce, o qoe nenhoma colpa tem do mi has
faltas e de sua falta de criterio.
Estou c :rta qoe la nao ensontrari o
que encon'xoo aqoi
Recife., 27 de Abril de 1892.
Clara Augusta de Mello.
Protesto
Protesto contra a venda qoe Manoel
Felippe Mirques Lina fes dos terrenos do
Recutota cujoa terreno pertenoentea a
aesmaria Capivara que eat em qaestao e
cojos ttulos pertencem a viuva da fina-
do Manoel Soarea da Fonasca e aeus her
deiros e pira prevenir aos compradores
que nao so illoaam fajo o presente pro
testo e assiguo.
Engenho There, 25 de Abril de 1892.
Coima Mara da Fonteca Bandeira e
teui filho.
EDITAES
0 aferea JoSo Cancio destello, jais manicipa'
1* eoppleite em ezercicto pleno do termo do
Bonito, etc.
Fago saber aos que a presente virem oa della
noticia tiverem.que por D. Cosma Mara da Fon-
seca Barros, Joao Baptista Soarea da Fonaeca, D.
I:alma Hara da Fonseca Moateiro, O. Aona
Tb.'rea da Fonseca, Josa Aluno Signorio Mon-
teiro, D. Maria Amalia da Silva L fe la a petica? do tbeor segniote :
Illm. Sr. joiz auinicipal supplente em exerci-
cij.Disem D. Coma alaria da Fonseca Ba.ro?,
Joo Baptisia Soarea da Fonseca, D. Ueiina Ha
ra da Fonseca Moateiro, D. Aona Tneresa da
Fooeeca, Jo i Altioo Signorio Moateiro, O. Maria
Amelia da Silva Limeira, qae com oatros sendo
senbores e possaidorej dos terrenos, qae coosti-
luem a sesnuriadenomicala Capivara, sita oeste
termo, qoerrm promover a soa medicio e de-
n a cacto jt.d'ciaes.
Aos aupplicaoies e oatros pertence essa ses-
maria por mulo de socceseao e compra, como
pauam a demonstrar. Nj unno de 1814 o pi
dre Antonio Pires Ferreira reqoereo e obtete do
governador Caetano Pinto de Miranda Monte Ne
gro, por carta de 26 de Oatobro, ama sesmsria
de urna legua de trra em quadro em ter-itono
desle termo, que eoio pertencia a fregoexia do
Beierros, d icomento al. A 18 de Janeiro do
sino seguin'- foi o sesmeiro investido na pos
judicial acuella sesmsria, coao se v do res-
pectivo auto de posse. Do :omento n. S.
Por compra i irma berdeira de Pires Ferreira
casrcn ella a pertencer ao senador Jas Carlos
MdV'ii k da Silva Ferrao, docamento o. 3, o qaal
soccedeodo nos direitos dos amigos seos pro-
prietarios, leve a sempre se b sen dominio, como
o demonstran: os arrendamentos fetos a Aljaso
de Alooquerqae, a Manoel Jos doNascimeoto,
orna carta de Banca dada aquelle pelo negociante
Francisco de Paula N gromante, depoimento de
testemuobap, etj documentos ns. 3 e 4.
Por morir do sead, r May ni k foi sem opposi-
gao de quem quer qoe seja avallada judicial
mente a propriedade demarcanda. e partiinada
enire os he;deiros, docamento n. 3. Um desses
berdeiros veadea o seo qaicho ao marido da
primeira aopplicanle, e pai e fogro de ootros, o
tallecido Manoel Antooio Soa res da Fonseca, seo
do ss ostraa partes compradas pelos sopplic&n-
tes, e maia cousenh^res aos netos do mencionado
leador, docvmeatos as. 5, 6 e 7.
Esta perianto perfeitameote prova o o jos in
re que tem oa sappllcantea no predio, coja
me \\iiio e demarcado reqnerem.
lmpr(afio
Vapor ingles fScholar entrado de
Liverpool o Lisboa em 26 do crrante e
consignado a Blackbarn Needham A C.
Carga de Liverpool
Amostras 1 volme a orden.
Arroa 40 sacos a Carvaibo e oomp.
comp,
20
graneo por 15 kilos.
Bemenos, idem idem.
ase&vado idem tdem .
Broto secco ao sol idem idem
letame idem idem
Damas idem idea .
Mercado moito animado.
74800 a 84600
5*000 a oitOO
44000 a 4*300
SiSOO a 3*300
4*000 a !*200
7*800 a 8*SO0
A exporUgao at SI ao corrate consta de.
3M14 saceos e 11606 barricas de assocar branco
pesando 3 828.348 kilos e 33486 saceos e 436 barri-
cas de aseocar aascavaio pesando 1381.645 ki
Igod*
Nao boove negocio.
At 31 do correte foram exportados 3348 sac-
an e 3806 fardos de algodiopesandc 830.335 ki-
les.
Borracha
Cota-se nominal a 38*000 por 15 kilos.
Carmaaba
Otase a 11*000 por 15 kilos nominal.
Carocos de MamioHa
otase a 1*900 por 15 kilos,
Coaros
Seceos salgados oa base de 15 kilos a 640 ris.
Verdes nominal 350 res.
At 31 do correte foram exportados 7991 con-
ree e 900 1,2 de sola.
el
Por pipa de 480 litros 80*000 bs falta no mar-
lado
de Almeida
Foram
as.
exportadas at 31 do correte 56 pi-
alcaol
Cor pipa de 480 litros de 360*000.
At 3Ido carrete foram exportadas 393 pi-
ardesUc
Por pipa de 480litroa 168*000.
Foram exportadas at 31 do crranle 65f p-
Caracoa ale algsMli*
Cots-se a 840 ris por 15 kilos.
Foram exportados al 17 do corrate 84 000
o.
50 a Figueirado Costa e
Quedes de Aranjo e Filbo.
Ac 13 feizes a Res e Santos.
ArmacSas para sellins 1 oaisa a Mi-
randa e Soasa; 1 W. Hal.idaj e comp.
Acido sulfrico 5 caixaa a Sooiedade
Refiuara e Destilla^ao Pernambacaaa.
Arcos de ferro 63 feizes a Miranda e
Soasa, 290 a Reis e Santos.
Agua mineral 5 caxas a Companhia de
Drogas.
Alvaide 5 barricas a ordem.
Batatas 50 caizas a Quedes de Araojo
e Filboi.
Barras de ferro 52 e 12 feizes a Albi-
o Silva e comp, 191 e 15 a Ferreira
Qui maraes e comp, 830 e 230 a W. Bal
day e comp, 201 a Vianna Castro e
212 a A. D. C. Vianna.
Biscoatos 9 caixoes J. J. Alvos e
comp.
Barrilba 100 tambores a ordem, 10 a
L. Ferreira e oomp.
Cha 6 volamos a ordem.
Cerveja 20 caizas a Joto
e Torres.
Cognac 25 caizaa a ordem.
Ja nos de chumbo 4 barricas a Miranda
e Soasa, 3 a Res e Santos.
Di toa de ferro 50 a A. Pinto da Silva
e comp, 7 e 39 eizes a Albino Silva e
comp, 100 e 18 a Alian Paterson, 100 e
3 barricas a J. de Asevedo e oomp.
Camiaaa 1 caixa a orden.
Canalla 15 caizaa a J. de Almeida e
Torrea.
Conserva-. 9 caizaa a Browns e comp
10 a ordem, 19 a J. J. Alves e oomp.
Catilogos 1 caixa Browns e comp.
Campeche 8 barricas a Companhia In
duitrial de Chapeos.
Cobre 14 volamos a
Drogas 8 volamos a
comp.
Enveloppes 1 caixa a ordem.
Estanto 1 barrica a Manoel Bastos
Abren e Lima, 4 a Miranda e Soasa
Viauna Castro e comp, 12 a A. D.
Vianna, 1 a ordem.
Folies 4 a ordem-
Ferragena 26 volamea a Albino Silva
e com7, 16 a Antonio Pinto da Silva o
oomp, 7 a Alian Paterson, 5 a Albino
Silva e o omp, 3 a Prente Vianna
oomp. 37 a Ferreira Guimsrles e comp,
6 a Gomes da Mattoa e Irmloa, 2 a J. de
Aseredo e oomp, 4 a Miranda e Soasa,
55 a Oardoso e Irmlos, 6 a W. HaUieay
e comp, 4ij a A. D. C. Vianna.
Folhas de forro 60 oaizas a Aibiao Sil
va e oomp, 72 a Allam Paterson, tO a
Ferreira Qoimarlea e oomp.
Fio 1 fardo a Prente Vianna e comp,
2 a Vianna Castro o oomp,
Folhas de flandrea 30 caizaa a M. Bas-
tea da Abroa e Lima, 50 a A. D. C.
Vianna, 50 a Ferreira Guimaraes e oomp.
Louca 112 gigaa a Compaabia de Es-
tiva, 25 a Lopes Albeiro a comp, 6 e
A. Teizeira Lipas, 6 e 4 barricas a J. A.
Veiga, 2 e 2 a J. Diat Macieira, i a R.
de Drusina e oonap-
Linha 3 caixaa a L. A. Salsar Jnior,
30 a Manoel Collajo o comp, 26 a Nanos
Fonseca e oomp, 2 a Netto Campea a
eos p, 2 a Rodrigues de Soasa Irmlos.
Mercadorias 3 caxas a ordem, 3 a
Companhia de Chapeos, 1 a GaiscarSes
Cardoso o oomp., 4 a Wachsmann, 1 a
Viuva Eugenio Goncalvea CaacSo, 2 a
Fraderico e oomp., 10 a Great Western
of Brasil, 45 a Companhia Industrial de
Pernambuco, 174 a Empresa de Obras
Publican, 1 a M J. Pinheiro, 50 a Socie-
dade Refnaria e Destilado Pernambi-
cana.
Manteiga 4 osizas a Brcwna i oomp.
kfateriaes para engenho 92 aos herdei-
ros Bro wns e comp.
Ditos para fabrico de faelo
mea e pecas a Companhia de
Tecidos.
Objeotos para chapeos de sol
Leite Bastes e comp.
Oleo de linhaca 5 barris a ordem, 6 a
Reis 4 Santos.
Objeotos para gata, 10 volamos a Em
prosa.
Pspel 2 caizas a ordem.
Dito de embrulho 120 fardos a Aagus
te Labille.
Pregca 8 barricas a Reia A Santos.
ProviaSss 8 caizaa a Das Ferrandea e
oomp.
Pa de ferro 20 eizes a Parate Visa
na e comp.
Rodas de ferro 150 a Albino Silva i
Foi a sesmaria Capivara devidamente regis-
trada a 19 de Janeiro de 1859, documento n. 8.
Secundo se v da respectiva carta, principia
ella da confluencia do Riacho Bonito Gracdo no
rio Serlnbaem por este abaixo, de sorte qae pelo
norte divide com o mesmo rio, pelo oes le com
o refe-ido riacho Bonito-Grande, pelo sol e leste
com os limites qoe preenenerem a rea reqae-i
da, e havendo duvida de algam aereo conaaao
te, estende-se pa.-a qaalqoer dos ladjs sem pre
juiso de terceiros, docamento n. 1.
Bto virtade desses limites foi a sesmaria Ca-
pivara demarcada judicialmente em quasi todas
as aoas faces, nao se conclondo a demarcagao
por motivos qoa se ignoram, como se v doj do-
cumentos sob : s. 8 a 10.
Por essa occasiao levantoa-se a planta do ter-
reno medido e demarcado, documento n. 10.
Hoja limitase [alo norte com o mesmo rio Se-
rindaem; pelo sol com os engenno3 Tigre e
Bem Logar, e liba das Flores; palo poente com
ao trras da sessarls Bararema e o engenho
Resgaie, e pelo nasceate com. o engenho Peira
Firme.
Reqaerem os supplicaotes. qae a demarcagao
judicial lenha por base os Ututos juntos e a de-
marcacSo anteriormente procedida de accordo
cem esses ttulos, a que ji se allodio. e cojo so-
to e planta acbam-se jamos a esta petigao, p-
denlo ella servir de guia e orientagao a diligen-
cia jodicial que reqaerem.
Apesar do incontestavel direito dos amigo?
propietarios essa sesjnaria, Manoel Felipp:
Marques Lins, por om acto de forg aposseo se
de urna parte della, onde boje o sitio Recrut?.
Este sitio foi aberto por ordem do senborio por
om individuo de nomo Antonio Pin'o. Aonos
depois, em 1833 foi elle cecupado anda por
ordem do senborio, por Vicente Rodrigues de
Aneblis, ad nlnistrador do alludido sesmeiro.
D'pois occopoa o e arrendoa-o Manoel Jos do
Nascimeato, qoe pagoa sempre flro ao senho
rio. Este transfeno o seo arrendamento a Pe-
dro Jos de Sonsa, que continuou a pagar as
K-a? ao eatao administrador de Capivara,
ncieco Antonio de Paula, at que no anoo de
1834 Manoel Felippe Marques Lins, com algoos
borneas a*mados, foi residencia de Jos de
Sooza, e abi amedronanio-o comameagas, con-
seguio que elle Ihe passasse o papel de renda do
terreno qu. eslava de posse, documento n. 3.
Asaim por meio de violencia procoroo censo
lidar e firmar all seo dominio, quando alias,
segando se v do citado documento n 3 o sitio
Recrnta faz parte integrante U sesmaria Capiva-
ra ; est dentro de seu aro, como o demonstran]
a demarcagao, qoe ha tempos se procedeo
naquelles terrenos, documentos ns. 9. 10 e 11.
Esbulbados por essa forma, promoveram os
ao neos proprietanos da sesmaria a aegao dedts
pejo contra o escoliador, e lobtiveram sentenca
favoravel, na qual tirmou-se a toda a evidencia o
direito desses proprielarios aquelle sitio, doca-
mento a. 12. Entretanto anda boje se acba o
esbulbadi r na posse desses terrenos.
Pedem, pola, os sopplican'es. firmados nos di-
reitos que Ibes concede o art. 67 nico do re
galamente n. 713 de 5 de SetemDro de 1830,
qoe Ibes seja restituido o sitio Recruts, de m f
possoido por Marques Lio?, com iademaisaco
dos damnos causados desde o tempo da iadevi
da ocupado. Da mesma forma acbam-se os
sdpplicantes etbulhadoa dos terrenos de Pedrei-
riobo, pe roncen tes a seemar.a onde boje ,-eacha
edificado o engenho desse noie.
Este engenho est dentro da se'maria Capi
vara, como se vai ver. O sitio P.dreirmh.,.
aberto em 1823 por ordem do senador Carlos
Mayrinfc, foi em 1850 arrendado a Francisco Jos
dos Sanios pelo tutor dos netos dose senador.
Jos dos Santos vendeo as casas e la vou-as. que
ah possoia a Jos Felippe de Mello Lins, traes
feriado Ite a obrig^cio de pagar ao seohoriu os
foros vencidos e por vencer. Munido desse do
cmeoto arrogoo se Mello Lios o dominio des?a
ierra, onde esta fondado hoje o engenho cima
mencionado.
Espoliado por esse modo, intentaran) ob pre
judicados a accao de cebranca de foros e despe-
jo contra Lios e seus timos que por sentenca de
17 de utobro c 1870 foram eoodemnadts no
pedido, reconbecendo-a seoteoca os direitos d s
olores, eo esboioo dos reos. E essa eotenca
paeroo em jolgtdo.
Baga 1 barrica a J. F. da Costa, 1 a
Vio ate 0oeta e comp.
Batatas 100 caxas a Silva Graimarles
e oomp 123 a Meddiros & B.rroB.
Batoqaes 4 saceos aos meamos.
Cantara 13 oaizas a M. N. da Fonseca.
Cjnservss 130 caizas a Silva Quima
rlea e comp.
Impressos 2 caizas a Lanielino Rocha.
Ssrdiohas 10 caizaa a Fraga Rocha e
comp.
Rolhas 8 saceos a ordem, 2 a S oar es do
A narl IrmSoa.
Vinagre 5 barris a V. Silva e comp.
Vicho 10 pipas a F. R. P. Gaimartes e
oomp., 20 a Companhia do Estiva, 10 e
50 a Amorim Irmlos o oonsp., 20 o 20 a
V. Silva o eomp., 5 o 50 a Medeiros &
Barros, 4 e 38 a Lopes Alheiro e comp-,
5 a omes de Mattos & IrmSos, 50 a
Joaquim Ferreira de Carvalho & comp.,
20 a J. G Ganchos, 5 a "Soasa Agaiar.
Vimes 500 Hacas a Medeiros d Barros.
Todo quanto vem de allegar os sopplicantes.
provam no os documentos.ns. 13 e 14. Apezar'
disso, anda se mantem a usurpago daqaelle
terreno, taes e tantos tem sido os embaracos
creados para perpetuar ae, o u.-buino. Pedem,
poir, tambera os suplicantes a reantuijii desse
terreno indevidameate occopado com a indem-
nisdgio dos damnos causados desde o esbalho
convocando os direitos qae Ibes concede a cita
da lei de 5 de Setembro de 1899.
I^ual osurpaco se deu com relagao se sitio
Andrezi, tambem encravado na sesmaria Capi
vara, documentos citados n. 15. Acba ss actual-
mente na posse de Antooio Fejo de Me'lo Lins.
Pedem os sapplicanies pela mesma raza* qae
Ibes seja restitutdo :om a iodemni.-ago dos
amnos causados desde a data da usurpago.
E finalmente os propietarios do engenho Oiogo,
qoe Oca oa oatra margem do rio Se.inbaam, in-
vadiram a margem opposta onde est a sesma
ra Capivara, e abi nltimaxente se arossa-am de
terrenos nessa sesmaria.
Pedem tambam a restituigo desses terrenos
om a indemaisagSo dos damnos cansados desde
sai indevlda oceupagao,
E, concluinlo, reqaerem os sapplicaates que
sejam citados por predatoria oe biros conioac-
tes, coronel Jos Bel [armio Pereira da Mello,
senbor dos engeobos Tigre e Bom-Logar, e coa
sentior do eogenbo Itha das Flores ; Ba-ao do
Bonito, Antonio Pa'islo da Caoba Petrosa, Sus:-
berto de Siqoeira Bubosa Arco-Verde e sua
malb-r, conseohores do eigenlu Ubi das Fio
res, e Manoel Honorato da Cunbi Pedrosa, se-
nbor do engenno confroatante Pedra Firme e
cojseonor do engenho coalinaate liba das Fio
res. todos residentes no term da Gimalleira ;
Francisco Paes Brrelo, coase:bor da sesmaria
confinante Bararema, residente na comarca da
Escada. pavoado Cortez ; e. por mandado, Fran-
cisco Mans Puntes, Joiqaim Bezerra de O ivol
ra, Sebastio de tal, Ignacio Franci^ de Albc-
querque, Manoel de 8o ha, Aa'onioTer ira de
Carvalho e Servino Nua s a sua malher. coase-
nbores da sesmiria confinante Bu-arema, tolos
residentes oeste termo, e illumiuato SoEres da
Fonseca, senbor do engenho confio ule Bergate,
e morador ueste termo, lodos tases bureos coc-
finantes para se loa varea com os sapplic-io'.is
a primeira audiencia, depois de feilas e accasa-
das todas as itage?, en a?r menso: e arbitre-
dores, qae procedam a |m iigSo e demarcacao
da sesmaria Capivara, ficaado desde lo. o citad -
para todos 03 termos da caus < at final senten-
a e sua execugao, sob pena de rtuHa.
Requerem tambem que sejam "citados Joo
Soarea de Mana e Silva e soa molber, Presci-
liano Aniooio Corroa e soa mollier D. Cordo ia
imalia da Fonseca. IHomnno Siares da Fju
seca e sua milher, residentes ueste tetan para,
como co-isennores tambera la sesmaria Capiva*
ra. li:are:n scieates da denarcagao, qo; se vai
proceder na mesan sesmaria, sob pena da re
velia.
Oatroslm, requerem qae sejam citados afim
de sllegarem, se o qaizerem, o q le for de sea
dimito, os possuidores llegilimos dos terrenos
da sesmaria Capivara, do sitio Becrala, Mtaoel
Felippe Mirques Las ; do riti Andrezi. A ato-
lo Feij de Mello L'as, ambos residentes oeste
.ermo ; do eopeobo PeJreirinha, Manoel Hoao
ralo da Cuaba Prdroza, resldtnte em Giinellei-
ra ; Jo? Bodrigaes Lias, residente no mesmo
rVareirmho desle termo; do engenho Diogo.
J' Nobre da S.lveira L'u-, morador na Esca-
da, mis ac'.nalmnte aosente em logar nao so-
nido, e o aJministradjr desse engenho M.noel
Jos Mendes dos Sao os, residente na Ejeada ;
Se -n lo tambem citados desde logo para lodos
os termos da causa at final seatenca e soa
execugao, pena de re valia.
E comoalm dosberos confroataoes coohe-
cidos e possui io*es le trras da sesmaria Capivara, oatras ha, segan-
do coasta, cu jos nomes e moradas sao desco-
nbecidos oo esiio ausentes, como o mencionado
Jos Nibre da Silvelra L:os, requerem os sop-
plicantes como Ihes aitorisa a lei, que median-
te previa joatittcagao com bs formalidades le
Kaes, sejam tambem essesinteressados, confron
tantes e pojsoidores ausentes oo desconbecidos
citados para o meimo lira por editaes oa forma
do art. 4.* 1.* da lei i citada, sib pena de
revelia, nome-ndo-se Ihes logo, como determina

No vapor francs Paranagu, para Mo de
Janeiro, carregaram .
Corupantiia de Estiva, 1,(00 saceos com 0030
kilos de milho.
C. Peres A C, 800 saceos com i8,000 kilos de
aasaesr maeeavado e 100 ditos com 11,000 ditos
de dito braoco.
Comoanbla de Estiva, 5 pipas com 2.300 litros
de agurdente. -
o coter Correio Parakybano, para Paraby
ba, carregaram :
A. O. Simoes k C, 60 caxas com 400 litros
! de genebra.
No caler Geriquity para o Natal, cirrega-
ra :
E. C. Bel.rao Se Irmao, 30 barricas com 1,800
kilos de assocar branco.
Kiporiacfto
RCrrS, J7 DB ABBIL B
Par o exterior
Nio hoave exoortacao.
^ara o xMeror
18*1
33 vola-
Fiarlo e
1 eaiza a
No fspor
carregaram:
M. da Silva Magaes,
de oleo vegetal.
Joao de Sooza,
de sabio.
J. Borros, lio
assocar braoco.
C. Peres & C,
assucar braoco.
Para Maoios,
nacional Alagous, para o Par,
20 caixas com 360 litros
1,500 caxas com 19.500 kilos
barricas com 6,750 kilos de
1/4 barrica com 50 silos de
, Pama da Alfaadega
ssmaka na 2) a 30 de m. os 1892
ordem.
A. M.
Veris
de
1 a
C.
oomp.
Salitre 60 barricas a Ramos Geppert e
oomp.
Sacos 1 fardo a J. J. Aires e comp.
Tazas de torro 28 a Cardoso <& Irmao.
Espritcs 10 oaisas a J. J. Alves e conrp
Trapos 3 fardos a Albino Silva e comp.
1 a Great Western of Brasil, 1 a Reia A
Santos.
Tecidos 19 volamos a Alves de Britto
e comp., 27 a Aibiao Amorim e oomp., 3
a A. More ira, 29 a Rodrigues Lima e
oomp., 14 a Bernet o comp., 16 a Gon
LIves Canas e comp., 2 a Gaimar'es
ma e comp., 1 a J. Luis Ferreira, 3 a
J. Goncalvea e comp., 2 a Leite Bastos o
comp., 20 a N. Maia e comp., 3 a Olinto
Jardim e comp. 3 a ordem, 2 a Francisco
de Asevedo e oomp.
Tinta 1 barrica a Miranda & Soasa.
Vinbo 20 caixas a Browas e comp
Vidros 1 barrica a Parete Vianna e
oomp.
Carga de Lisboa
Aaeite 35 caizas a Companhia de Es-
tiva, 25 a Joaqaim Ferreira de Carvalho
e eomp.
carregaram :
C Gsimaraes Jnior, 40 barricas com 2,421
kilos de assocar branco.
P. Alves 4 C, 10 bsrrls eom 960 litros de
agasrdenie, 5 caixas com 120 kilos de doce e 80
barricas com 4,745 ditos de assocar branco.
E. U Btltrto 6t Irmao, 20 barris com 1,920
litros de agurdenle e 15 barricas com 651 kilos
de as.-o:ar braoco.
Amorim Irmaos & C, 103 volumes com 10.057
litros de agurdente e 40 barricas com 2,860
kilos de associr braoco.
Para Maraobao, carregaram :
J. M. D as, 1 caixa com 50 kilos de rap.
M. da Silva Maces, 10 caixas com 180 litros
de oleo vegetal.
No vapor nacional Beleribt, para Sanios,
carregaram :
J. Bailar & C, 300 barris com 25,500 litros
de agoardeale.
No vapor ailemio Catauia, para Rio de
Janeiro, carregaram :
J. T. Ciraeiro, 150 saceos com 5,000 kilos de
milco.
Compaabia de Deslilago Central, 2 fardos
cum 175 kilos do trras medicinae-.
No vapor francs Santa F, para Santos,
carreearam :
S. Gaimartes A C. i0 saceos com 9,000 kilos
de assucar branco 150 ditos com 9,000 ditos
9 dilo masca vado.
P. Pinto A c, 50 barris com 4,200 litros de
agurdeme.
B. Williams 6 C. ililardos coa 10,144kilos
de algodo.
A. Tavorda a C.
de assocar branco
de dito mascavaoo
Compaabia de Estiva, 1,000 saceos com 10,000
kilos fe milho.
No vapor nacional laboatSo, para Pelotas,
carregaram :
Amorim Irmioi A C 4 pipas com 1,880 litros
de atcool e 20 ditas com 9,400 ditos de aguar
dente.
Pata Perlo Alegre, carregaram :
Amorim Irmaos & C, 10 saces com 744 kilos
de algodao.
Para Rio Graade do Sol, carregoo :
Companhia de Estiva, 3(0 saceos com 13,250
ki' s d; asiocar branco,
Aicool nitro .......
Algodao em rana ikile) .
Arroz com casca s.i.o) ;
Assocar refinado fkiloj ...
Assocar branco (ail>) ,
Assocar mascavado (silo) .
Bagas de mamonas (kilo)
Bornicna de leite raangab. ,'ko.
Cachaca.........
Coaros seceos espichados finio)
Coaros seceos salgados (ki..) .
Coaros verdes (kilo) ....
Coerinbos (om).......
Carocos de algodao (kilo) .
Carrapateira (kilo).....
;ac4o (kilo) .......
Caf bom (kilo)......
Jal restolbo (kilo) .
Caf moido (kilo) ......
Carnauba (kilo......
Cera em velas (silo) ....
Dita em broto oo preparada (kilo) .
Canoa (litro).......
Cal (litro)........
Cirvao de Cardiff (ton.) ....
rannba de mandioca (lito) r .
Genebra (litro)......
iraxa (sebo) .......
Jaboracdj (em foa) kilo .
Leite de mangabeira (kilo) .
Me] (litro)........
Bulbo (kilo ....
ftiospcato de csi da lina Raa (tone.
- lada)........ .
Pe.le de cabra (cento).....
Palle de caroe.ro (cento) ....
Sement de caradoba (rreba) .
sola (meio).......
Sement de carrapateira (kilo) .
Sebo..........
Tatatoba (kilo) ......
tt'ijvd do amarello eo' prancbCf s
daiii) ..... .
KOO
593
93
566
503
205
126
866
290
654
694
315
1*870
42
120
400
1*200
1*000
1*400
1*666
640
650
300
10
32*000
62
290
633
200
1*466
150
65
11*000
187*000
145*000
53
4*300
126
700
40
too*
o art. 18 da mesma lei, om carador alide, com
quem correr o feito os seus devidos termos.
Avaliam a cansa em 1:500*000. Nestea ter-
mos peiem qoe. destribaida e auiuaia, se Ihes
detira, marcande-se da, hora e logar para a
justificarlo requerida, oomeaado-se curador ali-
de, expedindo se os mandado < o pecatorias pe-
di Jas. E recebera me:. 6
Bonito 23 de Marco de 1892. O advogado
Francisco Antonio R-?au?ira Costa.
Ti aba o sello de verba do teor seguinte. N.
7. Ris mil. Pagou 1*000.
Bonito 23 de Margo de 1892. Albuquerque.
Cunba Bastos. .
Na qaal dei o seguate despacho. Oestnbui-
da, autuada, passe mandado e precatoria na'for-
ma requerida; djsigoo o dia 8 de Abril vindoo-
ro para ter lagar a jastificago, roseo carador
em lilem o cidadao Joaqaim de Barros e Silva,
qoe prestar juramento.
Bonito 29 de Marco de 1892. Jos Antonio.
Via-se em seguida a destribuico uestes ter-
mos : Destribuida ao escrivao Joaqaim Roberto.
Bonito 30 de Marco de 1892. O destriboidor
Gomes da Silva.
E porque jastlficasre o dedusido em soa peti-
(So loes rjiirnei passar a presente mioba carta
deeditaes, de 90 das pela qaal c;i) e chamo
Jos N b.-e da Silveira Lias e i tjdos qasatos
desconbecidos e lacertos e aumentes e'n lugar
uo suida s' achara ao tfomiaio e po3se legiti-
ma o egii'niimente da sesmaria Capivara
para que fiquem scientes da" demarcagj e medi-
co que ?e vai proceder aessa sesmaria, e alle-
garem, se o qaiserem o qae for de seu direito,
sob pena de revelia ; as3im como cito e chamo
todo3 os beroa confinantes da'sesmaria de-
marcanda, vncertos e desconbecidos para na pri-
meira audiencia deste jaizo se louvarem com os
demarcantes em agrimensor e a'biiralores que
procedam a me;ao e demarcagao de^sa pro-
fundidade, e para a?sistirem todos os termos
da causa at rinil senteng e sm execog&o sob
peoa de revalia-, sendo as audieicias oo pago
da Inteodeocia Manicipa) reta villa, as gestas-
aira8 as 12 horas do dia, uao sendo esses das
feriados.
E para que ch^gae 4 noticia de todo?, mandei
passar a presente que ser, ca forma da lei af-
Qxada a porta do pago da Inteodeocia Municipal,
nesta villa, e publicado no ciarlo offi.ial da ca-
pital deste Estado.
Boaito 18 de Abril de 1892.
E^t conforme. Sabscrevo e assigno.
Eu Joaquim Roberto Pereira, eicrivo, o su-
tacre vi.
Joao Canelo de Mello.
O cidaia Jos Felipp a Alvos da Siv,
00 selheiro da Intendencia Maaicipal
desti cidade, uerviudo da ja'a maaici-
pal deste municipio do Cabo, em vir-
tid-) da lei. etc.
Faco sabor aos que o presente edital
virara e dille noticia tiverem, qoe por
parte de Jos Aatouio da Silva Lipa,
credor do espolio de Antonio N. t> Car-
oeiro La3o, foi-mc apreseotaia urna saa
peticao do tbeor seguinte :
1 i na. S -. Conselheiro em exercicb do
juta municipal. Oa Jos Antonio da
Silva Lapa, socio aaccssjr o represen-
tinte da arma Silva e Alvaro, credor d
espolio de Antonio Mettu Carne:ro Laao,
como demonstrara o a documentos jautos
aos autos do respectivo inventario, que
os nicos herdeirC do mesmo espolio,
Manoel Netto Carneiro LoSo e Bras Ola-
vo Carneiro LeSo, como representante de
saa mulher, requerirs cabstenySo da
herraj a beneficio do inreatario,> o fun-
dados nesse pedido qae foi jalgado por
sentenca, pediram altimamente a citacao
dos collateraes para virem addir heran-
ca,Has, du pedido dos referidos her-
deiras, i parte qaesta > de palavra, bem
ao v que oHeiaccsitaram i heran^ a
IMS) de 28
1 312*760
______'J___
48:601 tm

Kendlaseauo* palblea
HMt B* ABBIL DS 1892
Aifandega9
Ruda geni .
Do dia 1 a 27
dem do dia 28
775:169*964
51:867*668
300 saceos com 1.800 kilos
e700 ditos com 42 000 ditos
Renda do istade
Di da la 17
dem do dia 28
827:037*632
197:585*789
12:051*844
Somma tou'
209:837*633
1.036:875*2*8
Segunda seceo da Alfaodega de Pernambuco,
28 de Abril de 2892
0 tbesooreiro,
Flomno Domingoes,
O ctefe da scete,
Placido Pentoal.
novimento do porto
Navios entrados no dia 28
Cardiff30 das, bar ja noruega Saint
Olaf, de 281 t neladaa, copitao J. Jor-
gessen, equipagem 10, carga carvao de
podra ordena.
Cear e escala7 das, vapor nacional
tUns de 268 toneladas, com mandan te
Alfredo Gomes Beserra, equipagem 30,
carga varios gneros, a Companhia Per
. nambacana.
Pelotas,27 das, patacho hespanhol Jo-
ven Puras de 131 to elaoas, capitSo
Podro Noguerales, eqairafem 9, carga
zarque, a Joaqaim di Silva Carneiro.
Santos i 4 dias, barca portuguesa cClau-
die t, do 338 toneladas, capitSo Jos
da Bocha Res, equipagem 10,em lastro,
a Amorim I mos.
Liverpool4 > dias, logar noruega Ei-J -
voldso de 261 toneladas, capitSo Ingp-
oldsen, equipagem 8, carga varios gea
roa, Fabrica de Vidros.
Manaes o escala11 dias, vapor nacin-1
de 1993 toneladas, comman-
dante Francisco An'.oaio de Almeida,
eqaipagem 60, carga varioa gneros, a
Pereira Carneiro qp C.
Navios sahidos no mesmo da
Macaos o escala vapor nacional AL
gaa. commaodanto Antonio Ferretr*
da Silva, carga varioa gneros.
San toa o essala vapor frano^z Santa
F, commaodaote Tesser, ctrga v-
rios gneros.
Ctar hyate nacional Deus ce Guarde
mestre Joao G. da tfoara, sarga vario
gneros.
reacio Muolelpal de m. Issa
O n'j?.m(>nto des:e mercado no da 27 ae
Abril foi o segointc : Entraran: :
26 bota pesando 3 281 kilo*.
110 kilos de pede s iO ris
compartimentos com mariscos a
100 rs.
2 ditos de camarois a 31" rs.
68 cargas com Cariaba a 200 rs.
3 ditas de fructas diversas a 300 rs.
2 cargas com gallinhas a 500 rs.
1 cassuas com gajlinbas a 300 rs.
32 columnas a 600 ra.
37 logares a 200 re.
8 suinos a 200 rs. (cabefia;
2*200
r
#600
I3600
*900
1*000
*300
19490
7*400
1/6M
63 compartimentos com farlnba a 400 25*100
33 ditos de comidas a 700 rs. 23410"
45 ditos eom fasendas etc. s 600 rs. 27*
i5 ditos eom verdores a 300 rs. 13*fiuu
8 ditos de someiroe a 1* 8*000
9 ditos de a 7f0 rs. 6*300
7 ditos de fressaras a 00 rs. 4*201'
talhos a 2*500 *
37 ditos a 2* 74*000
Rendimento dei a 26
218*100
6.451*500
$.679*600
i
REOEBEDO UA DO ESTADO
I Renimeato do dia i a 27 47:188*516
Precos do da
Carne verde t 520 720 :e kilo.
Sainos de 640 a 800 mis idea,
Carneiro de 640 a 800 rtjs-idera:
rarinba ie 500 a 6U) (Hu cou
Milho ds 280 a 320
Feilao de 1*200 a t;
Vspasraa a emrrar
Mea a Abril
Europa....... VUk de S. Nicolao 2a
Sol.......... Bebtribe.......... 30
r
c
i
m
BBBBBBBBBBB>^^j>i^b^Bb1


Diario de Pernambuco Sexla-feira 29 de Abril de 1892
5
\\
r
f
r
i
beneficio de inrentario, Uto oom a
-clausula de se nao responsabilisarem pelas
dividas do inventario, alm das forcas da
heraooa.
Eaaa intelligeacia, a nica que se pie
dar, om face da lei, foi aoceita pelos her-
deiros, como se v8 no reqaerimento que
se aoha a folhas 34 dos autos, onde pe-
diram a citacto dos oradores para allega-
ren! e prorarem sen direito, representan-
do elles o espolio.
Isto posto, o supplcaQte requer s V.
S. que, chamando o processo orden, se
iigoe de, considerando sem effeito o des-
pacho qae mandn citar por editaos os
oollateraes, mandar affixar editaos com
30 dias, citaado os herde ros alias os ere
dores certos e incertos, para allegarem e
provarem o sen direito, procedendo-se
quanto ao mais n* forma de direito.
Nestes termos pede a V. S. que, man-
dando juntar esta aos respectivos autos,
se digne de deferir na forma requerida,
intimados os herdeiros.
Espera receber mercCidade do Ca
bo, 20 de Abril de 1892.-O advogado,
Jos Beierra.
Est devidamente sellada com 1 verba
do sello no valor de 250 res.
Nada mais se contiena ero dita peti
So, na qual profer o seguinte despa-
cho :
Noi autos, como requer.Cabo, 20 de
Abril do de 1892.Alvos da Silva.
Em cumprimento desta despacho, o
respectivo escrivao do feito paseo i es a
minba carta de t ditos com o praso de 30
dias, a contar desta data, palo theor da
qual chamo, requeiro e cito a todos os
oredores oertoa e insertos do refer io es
polio de Antonio Netto Oarneiro LeSo,
tara todo o conteudo da peticSo ecima
smente transcripta.
E para qne'ohegne a noticia a todos,
mandei pasear a presente, que ser lid",
publicada pela imprensa e affixada no
lugar mais publico e do costme.
Oado e passado nesta cidade do Cabo
do municipio do mesmo nome no Estado
de Pernambuco, aos 22 de Abril de 1892.
Eu, Clarindo Hermeto Lioa, esorivSo,
* escrevi.Jos Felippe Aires da Silva.
Est devidameote sellada.
Conforme com o original.Don fe.
Cabo, 22 de Abril de 1892.O escri-
?Jo, Ciara do Hermeto Lina._____________
O Dr. Manoel do Reg Mello, jttia de
direito e do commercio desta comarca
de Naiaretb, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente edita!
rirem, que tendo Joao Francisco do Car-
i^^, negociante estabelecidb nesta edade,
na fallencia que requeren Martina Rodri-
gues & C. requerido a este juiso nova
oonrocacSo de seos credores para a con-
cordata offerecida para a soluySo de sou
debito de 10 "j, dos respectivos cr-
ditos, com o praso de 60 diaa depois
de homologada a mesma, foi deferida
me ama peti cao designando o dia 20
do correte mes, as 11 horas da manhS
Da casa das audiencias deste juiso
para a reuniSo dos credores ; de novo
requeren o mesmo JdSo Francisco do
Carmo, urna prorogacSoque foi por e-te
juito deferida e designoa para o fim corf-
tido no presente e edita!, o dia 7 de
llaio riadooro, deveodo a reaniSo dos
redoro Ser lagar sil horas do mesmo
dia e na esea das audiencias deste juiso.
E para que ehegue ao conhecimento de
todos mandei lavrar o presente edita! em
que assigno.
Cidade de Nasareth, 18 de Abril de
1892.
Eu Orlando Miquelino de Almeida, es
crivao escrevi.
Manoel do Bego Mello
oado pela imprensa e affixado no lugar do
oostume.
Dado e paisado cesta cidade do Recife,
os 19 de Abril de 1892.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escrivao o
subscrevi.
Franoitco Altino Qoneia de Araujo.
PRADO
H
DECLARARES
Thesouraria de Fa-
zenda
Matricula de Emprtza e Com-
panhias diversas
De ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector
e de conformidade com a circular da di
r rectora geral das reodas publicas do
Thesonro Nacional, seb n. 2 de 5 do
oerrente, fago constar a qaem interesBar
possa que fica marcado a partir desta
data, o praso de trnta dias para ser re-
querida a esta Tbesouria a matricula da*
companhias, empresas ou particulares que
gosam de isencao de direitos de consumo
em virt ide das concessSes geraes feitaa
as estradas de ferro e aos engenhos cen-
traos, pelos decretos ns. 6995 de 10 de
Agosto de 1878 e 10393 de 9 de Outu-
bro de 1889.
Outrosim, os respectivos reqnerimen-
tos serio instruidos com documentos au-
tentica qus^rorem o seguinte :
1*. O titulo da compaihia ou empresa
ou o nome do concessionario ;
2. A lei, decreto e contracto da con-
cessle ;
3o. Si gosa de garanta de juro pelo
governo federal ou federado, de quanto e
sobre qne capital ;
4o. Si a obra ou servico que deter-
minen a cocicessSo esta concluida ou em
execucXo e neste caso quando de ve ser
conclnido ; tudo de accordo com os ns.
1, 2, 3 e 4 do art. 4o do decreto n. 947 A
de 4 de Novemb o de 1890.
Em 18 de Abril de 1892.
O secretario,
J Gome da Silva.
Olinda
Editas n.
De ordem do Sr. Dr. insp.otor ae fas
puolico qne, aa 11 horas da manba de 29
do corrente serlo vendidos os seguintes
vo'umes:
2.a PRACA
Armasem alfandegaao L mnenlo
FMP Oose barris, vindos de Lis-
boa na barca nacional Iris em Junbo de
1891, contendo275 kilos de hortalica em
salmoura.
A' porta desta repartilo
C D P. Urna caixa n 14, vinda de
New York em Agosto do anno passado,
no vspor tVigilancia, consignado Com-
panhia de Drogas, contenao 2 kilos de
catlogos de ama t cor e 135 kilos de
obras imp.'essas brochadas, destinada
diitribmcao gratuita, livre de direitos.
Marca diamante 4; 9. Urna caixa n. 1,
ds mesma procedencia, consignada a Mi-
randa & Sonsa, contando 64 kilos de
bracas de ferro t un di o, pintados, para
bombas.
2.a scelo da Alfandega de Pernambu-
co, 26 de Ab l de 1892.
O chefe.
Feliciano Pontucd.
O Dr. Francisco Altino Correa de Aran"
jo, jais de direito privativo de orphios
Pelo Dr. jais de direito do municipio de Olinda
sao chamados os herdeiros e succesaores da ti-
DidaD. Pirmins Ferreira da Assupco e todos
que direito teobam a sos beranca para no Draso
de 30 dias virem habilitar-ae oa forma do art.
33 do regalameoto de 15 de Junbo de 1859.
jartorlo do Dr. Calilas 20, de Abril de 1891
BaBCO Eaiissor de Perosmbuco
Cautella perdida
Tendo o Sr. Dr. Joao Ribeiro de Brito
allegado parante a administradlo deste
banco terse-lhe desencaminhado a cantella
de qnarenta aocSaa do mesmo Banco de
n. 182, taco publico qne dentro de 30 dia
desta data nlo havesdo reclamaclo em
contrario, ser lbe-ha ntregne nova cantel-
la, fioando aquella de nenbum valor.
Recife, 2 de Abril de 1392.
J. M d* Rota e Silva.
Director secretarie*^
Irmandade
.. DO
SS. Sacramento da ma-
triz da Boa vista
De ordem do insto jais, convido a todos os
irosios desta irmandade para assistlrsm, incor-
porados, s misil qne a mesa regedora manda
rexar pelo eterno repooso do seu presado ex-jnis
Antonio Gom-s de Msttog, no dia 30 docorrente,
as 7 horas ds manba na sus igreja.
Ons tono ds iraundade do SS. Sacramento
da marix da Boa vista, 5 de Aoril de 189*.
O escrivao,
Trajano A. Temporal de Mendonc.
PERMMBICAIVO
QUE SE REALISARA'
No domingo, 1 de Maio
Noiaaa
I
4
Pello
Xaluraj
lid.
Cor da vesti-
menta
Proprietnrio
1.
oareoCaasalacao 800 metros.Aoimaes de Pernambuco que nao tenham ganho
premio?. Premios : 200* ao 1/ 401 aole 20* ao 3/
Rio Grande--
D-. uradilhi .
Cyclone-----
Templar....
Campoeex -
Rodado .....
Cattanho
Rodado.......
Baio.
Peraamb.. 5i
48
* i
5a
5i
Encarnado e branco.-
Bronco e azul........
Encarnado.......
Amare lio e rozo.....
Braceo e encarnado
M. P. V. Fomeca.
A. de Mello.
Coud. Fragoso.
J N. da Silva.
A. Santos.
2* oareo Veioeidade 850 metros Animaes de Pernambuco que nao tentara
. __ .__-1- ova ni.nr IWaMinB fiAlAlA Qn npimpirA
ganbo em distancia superior a 1.050
KOf .o segundo e 20*000 ao terceiro.
meirot. Premios: 200*000 ao primeiro.
Tudo-......
Potos......
Marujo2.. .
[da.........
GalUte.......
Baio.....
Castanho
Rodado.
Pernamb.-
64
54
54
52
54
Axol en -amado.....
Amarello e rozo
Asul e braneo......
Rosa e preto.......
Verde e encarnado.
I. M. de Almeida.
Silva Ribeiro.
A. M. Costa.
Cond. Idae Volta.
Coud. Pombal.
3.' pareol
liTonorino II.
Booioa......
3 Tenebrosa...
>irf>o -1100 metros.
Premios: 250* 000 so 1-
Animaes pungas qae nao tenbam ganbo premios.
53* ao 2* e 25/000 ao terceiro.
Alaio.
Zaino..
Rodada.
Pernamb.. 56
52
m 54
Grenate ouro.......
Azul e amarello......
Braneo, azul e ene...
Cood. Pelotese.
C. P. dos Sintis.
Cood. Cruieiro.
4* Pareo- issprenea PernamhucaaaI 100 metrosAnimaes de Pernambuco.
Pre
mos
50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.
! Locifer.....
2 Maurily.....
3 Talisfer.....
ilSans-Souci..
SIMarsnguape.
5 Pernamb. 52
5 Castanbo----- 54
5 Rnsso....... 54
5 Baio........ 54.
.5 52
Aznl e amaroilo..
Grenat eazoi.....
Azul, e braneo...
Ouro e bronco
Preto ene. e ouro.
U. Amorim.
A. Taques-
Goud.Recile.
D. A. L. de Maltoi.
Dr. B. t Fonc. Filho
DERBY GLUB
DE
&mmwMWiuwG o
Para
a
PR0JECT0 DE IN8CRBPC0
7.a corrida a realisar-se no dia 8
de Maio de 1892
1/ PAREO Consolarlo 800 metros, Animaes de Pernambuco que nlo
tenham ganho premios nos prados do Recife. pbewos : 200|JOOO
ao primeiro, 40<50O0ao segundo e 204000 ao terceiro.
2. PAREO-Prosperidade800 metros. Animaes re Pernambuco que nSo
tenham ganho premios nos prados do Recife nos ltimos 8 meces
salvo a corrida de 10 de Abril corrente. premios : 2000000 ao
primeiro, 40J0CO ao segundo e 20S000 ao terceiro.
3." PAREOProgreSfO 900 metros. Animaes de Pernambuco. premios:
25C(JO00 ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 25*J000 ao terceiro.
4. PAREOPrado da Estancia1750 metros. Animaes nacionaes at meio
sangue purmios: 300(5003 ao primeiro, 80f000 ao segundo e 300000
ao terceiro.
5. PAREODerby Club de Pernanbaco 1.450 metros. Animaes de
puro sangue. pksmios : 5001000 ao primeiro, 1000000 ao segundo e
5O0OOO ao terceiro.
6.# PAREO-Prado Pernambacano 800 metros. Animaes de Pernam-
buco que nao tenham ganho premios ne Derby em distancia superior.
premios : 2OO0OOO ao primeiro, 4C0OOO ao segundo e 200000 ao
terceiro.
7. PAREO- Illppodromo do Campo Grande850 metros Animaes de
Pernambuco qne nao tenham ganho premios em distancia superior a
1000 metros noa prados do Recife podendo entrar eguas. premios :
2000000 ao primeiro, 4O0COO ao Begundo e i00000 ao terceiro.
8 o PAREOConclnsSo 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho em distancia superior no Prado e Hippodromo. PRE-
MIOS : 2000000 ao primeiro, 40J00C ao segundo e 200000 ao
terceiro.
Observacoes
*No pareo Progresso nlo pode entrar o ca vallo Piramon.
A ins'.-r;pc5o ter lugar terc^ fe ira 3 do Maio as 6 horas ds tarde
na Secretaria do Derby.
Secretaria do Derby Club, 28 de Abril de 1892.
PELO SECRETARIO
Joaquim C. Tavares.
Pareo-Braslleira-1.500 metros.Animaes rucioiaes.
80*000 ao e 40*000 ao 3*.
Premios : 400*000 ao i*
Torpedo
Nmicne....
Xapoliuno.
Velos......
iirocco....
Castanho-.
Zaino......
Alszao ....
Castanbo ..
8. Paulo..
R. Janeiro
S- Paulo..
R. Jaoe:to.
58 iBranco azul encar. ...[Coud. Cruzeiro.
54
5fl
56
58
Verde ouro bonet. .b..|C. Brszlletra.
Preto escarete.......Coud. Temeraria.
Azul e ooroe facha... Coud. Internacional.
I4em.
6.* pareoEspertenc i
. ao
Tslispher... 5 Rodado..... Pernamb.. 54
Sana-aooci . 5 Bato..... 54
Plrylsmpo .. 5 Tordilbo,... 54.
Maranguape . 5 Alazlo ..... 54
5 Rosso...... B4
i 950 metros. Animaes de Pernsmboce.
PY404000 ao 2 e 20*000 ao tercero.
asul e braneo.....
Braco e ooro........
Grenat e aznl.........
Ene, preto e ouro...
Azul e amarello......
Ilem.
Premios: 200*000
C Recite.
O. A- L.. i*> Mattot.
J. E. Ferretrs.
B. B. S Filho
H. Amorim.
7.'
PareoCoapensaeio-1000 metros-Animaes dcPercambuco qne nlo 'enbsm gsnuo
p-emio cm 1891. Premios : 200*080 ao i. 40*000 o J.- e 20*000 ao 3.;
C. Pomo-1
I. P. de Honra
Gallet....... 5 Rodado.. ... Pernamb . 54
Torco 2..... 5 Alasao...... 54
Pilmes------ 5 Zaino........ 56
Reg. xe GilS. 5 AlasSo...... 56
Verde e escarnido...
Grenate atol......"
Encara e preto.....
Azul e eacaraado.
C. Perdigao
Azevedo & G.
na comarca do Recif*, em virtude da
lei, etc.
Fa^j saber aos qne o presente edital
virem ou delle tiverem ooahecimento, qne
estando se procedendo por este juiso, o
inventario dos bens qne fiarano por^ fal
lecimento do general Princiaco da Costa
Reg Monteiro, o inventariaato capitlo
Jos da Costa Reg L'mi, me dirigi urna
peticSo, pediedo para ser eitsdos por edi-
tos, para todos os termoi d) inventario
ate delibjracSo da partilha, o> h-rdeiros
ausentes, na qnal peticao dei o despacho
do theor seguinte :
Como requer, Recife, 1 de Marco de
1892.Altino de Arsojo.
E nada mais se continha em dito meo
despacho, e depois do que se via na des
ero.,So, os nomes dos herdeiros seguintes :
D. Auoisa da Cojta Reg Monteiro, Dr.
Duarta da Costa Reg'> Monteiro, D. So-
pbia da Costa Reg Mooteiro,- residentes
do Rio de Janeiro, D. Anaisa da CoiU
Reg t'e adrede, -asada cim o Dr. Fe-
Ksberto Po de Andrade, Jonaihas da
Costa Reg Monteiro, D. Zferins ds Cos-
ta Reg Monteiro, _>. eraiaa da Costa
Re^o Monteiro, os doos o timos menores
nabares, e resid 'nt?s r; i Estado do Ama-
lonae.
el pelo que oaniei pasear o presente
rliul, oom o praso de 30 das, afim de
u citados oa referidos herdeiros, sob
p^ns derevelia.
ir* oosatar ra.ndei que osse publi-
Associa^ao Beneficente
DOS
Ea pregados di Com panhia ierro
(Carril de Fenaobneo
Dia 29 de Abril de 1892
Esta associscio, grsu so n speitavel publico
pelos seos generosos donativos em 29 de Abril
do anno passado, destinados a amparar os aseo-
ciados em soas necesidades e as de sus fa-
milias, espera m-recer igual faor no prximo
dia 29, designado pelo Sr ttrer, e paro otlisar-
se da graca que a companbia conceden, do reo-
dimento de saas linbas em om dia de cada
aono, para augmento do (ando social.
De accordo c:m as dtejos no Sr. gerente pede
a associacao que os donativos dos senbores pas-
sageiros eejam em bilbetes de quitacao das snas
passageos.
Para conbecimento do publico, a associacao
exhibe as verbos de despesa desde Ka-co do
auno pastado at 31 de Jin*iT.
Soccorros pecuniarios a associidos en-
lermo^ t:889*990
Medir.)ment? sos metnos 17*9!
Missas em soffragio das almas dos asfo-
ciaJoo faec.dos
Lnlo para ss fomilias dos meemos
latas em Iosto: do Palrceiro da As-
. o ">i8o
Carro para acompannsr om fa'iecido ao
cemiterio
Resgate de litlos de liao;ss empenbados l6ti*0W
Despesas diversas 226*550
OBSERVARES
Os animaes inscriptos para el.' pareo de verlo asbar-se no enailhsmento as
9 li2 horas ds manba.
Oa forfaiu aerSe recebidoa at sabbado 30 de Abril aa 3 horas ds Urde na
Secretaria do Prado.
Os jockeys que nlo se.apresentarem convenientemente trajados com aa cores
adoptadas no programma por seus patrBea, nlo serlo admittidos i peaagem e serlo
multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corrida*.
Previne-se aos senhores accionistas de procuraren! os seas ingresaos ns Se-
cretaris do Pradoa Rus da Impera tris n. 25 1.' andar.
Recife, 27 de Abril de 1892.
O secretario,
/. Alves.
47*000
35*480
(3*000
5*000
3:565*006
Thesouraria de F*zeida
De ordem do I.lm. Sr. Dr. inspector desta tbe-
soararia con?Mo os negociables absixo meocio
nados a virem no prato de tres diss a^slgcar na
seceso do con'.tnciiso o cootrsio p ra o forneci-
mento de gneros e mais anuos aoprtsidio de
Fernando dorante o correntj trimestre.
Jor RnHno lira'co da Silva.
Antonio Peroacde* Ti-ixelrs.
^sia e Silva a C.
i ao Walfredj d. Me tetros.
oRolrigoes de Moara.
: ^a Ro:Ei & C.
> rs Borges & C.
B go Carvalno A '.
T orar! de Patenda ''o Estalo Pnaam
buco, 27 de Ab il de i -92
0 secretaiio,
los Gimes Silva.
Thesouraria de Fazenda
Aos po85nidores de apo'icca convertida i
De ordem do Illm. Sr. Dr. iospecior di su tbe-
souroria 3e faz potli:o, para coi.becimen.odoe
interessados, a dea'a'jcao ir.fr .-
Afim de s* r.umprir o disposto no artigo 7
do decreto o. 623-A de 6 de Ootobro de 1890,
convido os possuidores <"e epolices que requere
rom a conversas das mesma?, de conformidade
com o relerido d*creio a declarar .ieia rapar-
Ucao e as tbesourarias de fszeoda^ o'.Je eiUf
estirerem inscriptas, dentro do prao i!f sebien-
ta dias, se qoerem-ot; aus aovo '.rulusnomi-
nativosooao portador.
Caixa de Amortisaco, Rio de aoeiro, 26 de
Fevereuo d 1892-11. A. GaivSo.
Thesouraria de Fazenda do Estado dt- Per
nambico, Si de Maree de 1891.
O secretario,
Jos Gomes da Silva
HospitalPedro 2"
0 Dr. director do tervigo sanitario da Santa
Casa, faz publico que d'ora em diante o recei
tuar .o da Sala do Banco deste hospital, ser
felto das 7 a 9 horas ds manba
Hospital Pedro 2 ,em 22 de Abril d* 1892.
Dr. Ignacio Alcebiades Velloso,
Director do servico sanitario.
Com panhia
Refinadora lercmtAssRcnsHM
4.* chamada
B accordo com o que swch ta o a't 15 dos
estatutos desta corr>|nnr u, s.'i > oi.vidaaos r
sennars secton-ia= in-lMi ano *!
fraila Su capital a rsaao HJ 0, cu i(*000 our
acelo, at o dia 14 de M ii < rea '*e n das 10 horas da mnb 3 da '. rde, n > .ek do
Capibaribe n. 54.
Becife 14 de Abril de '.891.
jos Joaquim da Costa Hala
Presidente.
Banco de Crdito
Rey! de Pcniarabiico
O senbores accionistas sao convidados a res
isnr ate o dia 20 de Maio prximo futuro, ca
sede do Banco, a ra do ".jo.me;co n. 34. uo.a
entrada de 5 0/0 do valor auneal de :pas se
jes, oo 10*010 por scc2c, romp Uni 88s:ei
40 0/0 do capital snbs ripio.
Heiife, 20 de Abril de 1892.
Manoel Jiao de Axorim,
Presdeme.
J.-s Faustino Por o,
Gerente.
Juizo dos Feitos da
Fazeada
Fscrvo To.res B rdeiri
No dia S9 do corrente, dopois da au-
diencia do doutor juis substituto olo
pracB por renda, as ossaa fcbarxo declara-
di, penhoradas pela Fsse dh rsts'oal.
Turre
Casa sita Estrada Real da Torre o. 32
E, oom 6 metros a 20 cent metros de
hecte, 10 metros e 7J centimitros de fun-
do, 3 salas, 3 qaaitos, em terreno foreiro.
avahada em 150o"000 pertencente s Anto
nio Jos do Naacimeoto.
Arraial
Cas* a estrada do Arraial n. 64, com 2
janellas e porteo de madeira rolado, 2
salas, 2 quartos, saleta, oosinba, 4 metros
e 12 centmetros de frente, 8 metros e 70
centmetros de fundo, e sitio que calen
!*do de f'-r.do em 3C0 palmos, tvaiiada em
4tOjOK), .-ru-ueeiite a Jlo Menohibaox.
(jta n> BSOjO do Arr-i.l n. 8 A, com
p rU e jacciia de freote, 2 ditas no oiao
2 aalas i quarto, cosinha fra, quintal
murado oom cacimba,4 metros e 85 cent-
metros de frente, 1 metros e 30 cent me-
tros de fuodo, avalisda em 150JOO0 per-
tencente a Mariano N-cea
.Becife
Aluguel mensal do predio r ja doa
Quararapes o. 52, pertencente a Antonio
Aves Baroosa, itr.iado de base a qosi-
tia de 2G00
Recife, 18 ce Abril de 1892.
O solicitador inten no.
J. Sicacio da Silva.
DA
PROMOTORA
Em presumo emittido ]>ela Companhia Promotora de
Insdustrias e Melhoramentoa
Essas acre'ditadaa OBRIGAgES vencem es joros de 4% ao anno, pagareis
em cada trimestre e alo rsagatadaa em sorteioa trimeatraes com premios, aendo o
menor de 254000 (25'L de agio sobre o preco daa obrigacoes) e hareudo outros de
lQdCOO, 5O0OCO, 100,5000, 200|000, 500*000, l.-OCOOOO, 2.-OOD#000, alm dos pre-
mioa maiorea de
25:0^0^000
50:000^000
e 100:000^000
Csds obrigselo entra snocesaivasoeate noa sorteioa trimestraes, at ser resga-
tsda, racdbendo o jaro no fim de cada trimestre.
S2o garantidas por bypotbeca sobre oa besa da Companhia que possue impor-
tantes propriedades, como a ilha de Maraabais, aa Usinas de Santo Ignacio, Firme-
sa, Cuiambnoa, Fabrica de Dois I raaos em Maeei, cutras moitas propriedades e
mais coccestoes de estradas de ferro e us:na, s cuja realisaclo Tai ser empregado o
resultado do emprestimo.
O 1* sorteto tere lugsr no dia 31 de Marco prximo passado, tendo tocado 12
premios aa brigacSes rendidas nesta cidade, oa quaes eatlo aendo pagos, bem cerno os
juros rencidos do trimestre fiodo no Escriptono da Companhia.
Pre^o de cada obrigacao 20^000
2.- Strttio
lio dia 30 de Junho de 1892
Maior premio de resgate no segundo sorteio
100:000*000
Acham-se as obrigacoes a disposico do pu-
blico nos seguintes estabelecimentos:
Janeo Popular, ra do Imperador n. 22:
Casados Srs,Martins Piuza dbG, ruado
Crespo n. 23.
Escriptoro da Companhia ra do Torres
n. 42, !. andar.
Thesouraria de Fa-
zenda
Red i a; ment de notas
De oriem do Sr. Or.t nspector fu se pnbiico
qoe. por deliOirscaj da: li.ta administrativa da
caixa de amortisico, em eessaj de 13 de Feve
re o uiiimo preti liJa peta Sr. Ministro da Fa
teuua, lyi proroKaJo x 30 de Junno deste anno,
o recolhimento daa notas to Tnesooro de tCOJJ t
00*000, da s" esiampa. em c>relacto.
Thesouraria ae Faxenda rte Estado de Pernam ,
nuco, 19 de Marco de 89J.
O secretario,
J. Gomes aa Silva.
Banco Popular
Os eecbcres accionistas sao conidados a vi-
rem 8dt>ti!nir o? recibos das eotradis de capi-
tal, psls rfspecl'vas cautelas, em todos os dias
otis, na sede social i roa to de Navembro no-
mero 15.
Re Abril de 1891-
Albino N ireiso Mata,
Directo- wrelario.
Glub Carlos Gomes
A directora deste c'ob resolver do realissr em
30 do andante o saro correspondente a este
me!. av;*a i todos os socios em streto para ssl-
darem seu dtbiisf, isto que a6 te.ao direito -i
ingresso squelles qoe apre?enlarem wcibo Co
mei poiimo pafs
Secretaria do Club Crios Gomes, K de Abril
le 1891.
O % ecretario,
Joao Actune.- Filho
Companhia
Resultado e- Tangira Hedanl-
es Parahjbana
Coamada de capital
De erdem do Sr. director presiaeo;e, eo con-
dados ossenDor? rc:ioni(tis desta cempanbia
i-eslisrem a fe> ti entrada na radeiO/0
ou 30* por accao. at o da 10 do c r ote, no
largo do Corpj S no o. 3
Recife, 11 de Abril de 1891.
Manoel Lopes 'c Si.
Inspectora de Hj-
gene
Inspectora de Hy^ine Publica de Per-
nambuco .
Em rirtude do ^a* dispSe o artigo 68
do regulamento que baixou com o decreto
n. 169 de 18 de Janeiro da 1890 esta
Inspectora fas publico, pe praso de 8
dias que o oidadSo Jos P^echonl de Oar-
ralho Rebello, lhe dirigi a teguiute p-
ticSo com os documentos que satisfasem
as exigencias do artigo 67 do citado r.v
gulsmento. Ao cidad&o Dr. Inspector de
Hygiene Publica.
O sbaizo assignado desejaedo
ama pbarmacia no poroado denominado
Ipojuc, termo do mesmo nome, deste
Estado e prerando com os documentos
untos achar-se habilitado para ezercer a
arte pharmaoeutica, parando igualmente
com attestado da Intendencia Municipal
ser oeoeasario ama pharmacia em diU
localidade visto nao har- no tdrj> phar-
macia.
Ped r-vos que digneis conceier-ibe a
iiceoya solicitada.
Nest'8 termos oede deferim^cto. Ipo-
juoa, 25 de Abril de 1892.Jote Pas-
choal de Oarralho Rebello. Estara sella-
do oom o sello do Estado.
declara que se 30 dai dspoia do
ultimo annuncio, nenhum pharmaceatico
formado communicar a tet* Inspectora de
Hygine a resolugSo do establecer phar-
macia oa oitada localidade, cenceder ao
pratico s lioenca requerida
Inspectora da Hygiene Publica de Per-
nanbaco, 27 de Abril de 1892.
O secretario,
Jo Qtiilhermeda 8 2.aCBV0C2C
Hippodromo do Cam-
po Grande
Assomblea geral cx'r&urdinara
32] conridados de noro os Srs. accio
riisten para reunrem-se em assembia ge*
ral estraordin&ria no dia 4 do Maio vin-
Idoaro ds 6 1,2 horas da Urde, rus do
imperad: r u. o 1 andar paia delibera-
(rem sba reloima dos estatutos.
A --4oi i geral e podera funecio-
rar com dr> s tercos do capital.
SeoretarH H'ppodrom > do Campo
^Grande, 25 do Abr.i de 1802.
k-ip' O secretario, Augusto 9ilra.





Diario de l?erp/tmbu^
Sexla-feira 29 de Abril de 89
.-iiliMJ- 3 A llRJt l|i._gPl
JVnta Comnrerdai
Por etta secretaria se fu constar, achar-
as registrada sob o o. 314, .en 19 de Fe-
vereiro ultimo, a escriptura ante nupcial
celebrada entre Joaquini Lopes Barros e
D. Joscpha Marques dt Silva, viura em
prioteiras 11 jdcub de A tonio Joa
Suva Pote ficando establecido nao ha
ver communhSo dos ber.s com que o es-
poso dota a esposa O. Joscpba, nem dos
bens com que elle dotante entra para a
Eociedade conjuga!, nem Uorjem dos ad
quiridos p.r ambos os conjugas na cons-
tancia do matrimonio : que por morte da
dotada passarSo os bens dotados ao es
poso dotante, sa sobreviverem os filh'
legitiios que hoaverem do casal; que
ge por morte do esposo dotante sua es
posa contrahir terceiraa nupcias passarSo
os bens dttados aos filhos asile dotante ;
que finalmente a admini&tracSo de todos
D'ens fica a c-rgo do esposo, nSo ficando
sujeitos as dividas" prCser-tes ou futuras
de ambos os coaj-ges1 os bens dotados,
constantes de duas moradas de oaass no
valor d dez con tos de ra*.
Secretaria da Jur.ta Com nercial de
fe, 28 de Abril de 1892.
O Secretario,
Joiquim raeoto-i Soare 8 de Avellar.
Gompanhia
Fabrica de Estopa
Os accionistas sao convidados a faze-
rem at o da 30 de Abril, a terceira en-
trada na rasan de 10 | at>bre o capital
ou 200000 por aocSo, no Banco de Pe
carabuco.
Tboma C. riffilh,
Director Secretario.
Companhia
DE
Dmgas t Proioctos Chmicos
No c.-criptorio desta companhia roa Marques
de O.iuda n. 3, acba se a disposicSo dos; se-
nbores accionistas a copia do balango do anno
tinao em 31 de Deiemoro de 1891 e mais docu-
mento? exigidos no art. 16 do decreto n. 164 de
17 de J.neiro de 1890.
Recife, 26 de Abril de 1892.
Graciliano 0. da C. Martina,
__________________ Secretario_______
Companhia deTecidos
Paulista
Sao convidados o? Elaboras, a usar de 8 a 30 do corrente, no escriptorio pro-
visorio rna do Bom Jess n. 1, pavimento ter-
reo a q
0/0 ou
larde.
Recite reAiMi4eU8H.
IB iptonio teaivJpoifr,
':* Club CrPai^la*~e Mi-
rsnda h
Sao convidados todos os asociado*, pasa com
parecerem a ama asamblea geral amanba, 30
-.:- para negaos urgentes a bem do
mesmo club.
Faco sciente acs Srs. socios que deixarem de
comparecer, qae serio ponido; rom o compri-
men io do art. 13. 2 u i.
Reeife, 29 d Abril de 1892.
0 2 secretario
Eduardo Rodrigues Set'.e.
Conselhtr r^rcamita.-
tivo da confrara de
S. Rita de Cassia
De ordem ao conseibo administrativo, convide
a todos nessos car.ssimos irmaos para compare
cerem em ooseo consistorio de nos-a igreja, do-
mingi. 1 de Maio, pelas 9 horas da manda, afim
de reunidos em nu-uero legal, de conformidade
com os arte. 30 e de 66 a 81,, proeedar-se a elei-
cSo do novo conseibo administrativo ame tem de
reger a mesma cenfraria ao anno compromissal
do 1892 a 1893.
S;cretar)a da veaeravel contraria de Santa Ri
la de Casis. 28 de Abril de 1892. ... *e r *
O secretario^ ?!?l* 4J- Z*
' a illa uj duj, jceus u. i, iiaviuicuiu ;o-
Me Stffl MbM Ci-
w
3TRAITSOFMAGELLAN UNE
O paquete Britania
M esperado da Enrona at
iia l de Maio segnindo
_'depois da demora necessaris
jara fHparaizo com es:ala por
Baha. Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, ; assageiros, enoommendas e di
t rrelro a fre*: trata-se com os
AGENTES
tfW, S4, Limited
10-RA DO nOMMERCIO10
IK1K
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Lartigce
E' esperado dos
portos do sul at
dia
3 de Malo de i
leguindo depois da demora necessaris pare
Brodeaux, com esc? la por
Dakar e Lisboa
Para carga, passagens encmmendas e di-
ibeiro a frete trata-se com s AGENTES.
O paquete Congo
Com-'andan ti Bxosquet
^rado da Europa at
A de Halo de 1899
segnindo depois da ndispensavel demora para o
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
not-Ayre*
Jalea apare* sao aluminados *
(* elctrica.
vinp-ae ainda aos Srs. recebedores de mer-
que ai; atteoders a reriamaces por
a as, que o.-tiii vaLui&M n teasio di
iescarga dos volumcs ;-e que dentro de48bo
asa contar do dia da descarga das a varengas,
everao fazer qualqner reclamacio concernen
tes a volumes qne porventora tenham seguido
para os portos do sul, afim de serem dadas i
,mpo as providencias necessarias.
- ,Roga-se ros Srs. passngeiros de se apresenta-
em na vespera da ebegada do vapor para toma-
ren! as snas passagens.
-Para carga,- paagAgens, encmmendas e
rieiro a frete: trata-s*; com os
A^NT^
H. ftirie
A$m-4al* do mmercio+d
d
'dlil
Psiiffiileaua Uto-
POJCTOS DO SUL
lacei, Penede, Arail e Babia
^paquete Una
Comm/vio^nt V^*"
do a i1 claaae
4' 8ontbampton Ia ciaste
Camaioles reservado?
Paraamlinco.
Para ipngKm, fccite.-j^n^
ajra os
AgENTU
a.3-Rn do Bfttt' JtraaH
**
C
tmenlo de franje, botSes e mnitos outros
J artigoa modernos.
8:13119,30 do coirento
A'SvalfcdMS
Na loja de miudjiBas f^rua d BtrSo da
ftT'toiia .0.17
v(ek> ^ronM^feutins
oyd Bnselm
Necco de aav>
DA
MPRJSZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O-vapor Planeta
Commandante J P. Machado
E' esperado dos partos do snl
at o dia 9 de Maio, e se-
-guir depois da demora dp
itume para
aranhSo e Para
As enoommendas serao receaidas at 1 bor<
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 largo do Corpo Santo n. 11.
Para f ai sagena, Jretei e encnmmends tritaa
Mm os AGENTAS.
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Commandante o capitn de fragata Victor
Delamare
E' esperado dos
portos do oorte
at o da 4 de
,Maio segnindo de
pois di demora
necessana para
Macei Bahia, Espirito.Santo
Janeiro
e Rio de
Recebe aarga a baldear no Rio de Janeiro
para Sartos, Canana, Igu.pe, Paranago, Anlo
nina, S. Francisco, Itajaby. Santa Catbarina, Rio
Grande jo Sul, ielotase Pono Alegre.
As enximmendas serio recebidas at 1 hor
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbost
ao largo do CorpoSanto n. 11.
Aos S -s. carregadores ecmos a na attanci
ara a c ausula 10 doe (onbi-cimeBtos, que
No can de haver algn reclamacao cootr.-
mpanliia, por avaria on perd', deve ser ie:>
sor eacr pto ao agente respectivo do porto
Iescarga, dentro de trs dias dej&f>J>de f
rada.
Nao pi-ocedenclo este o malidade comp:-
lea iaanta de toda a responsaSilidsit.
?.'a 'raaaag'ips, (retes t-.:j:o*aiEOUd.
'.J-St CC.T)', os
AGENTES
reir O arueino fe i

.tir
>>
Segu no dia 99 do cor-
rente s 4 horas da larde
para os portos cima indi-
cados.
Hecebe c^r|?a, ertcommendas, passagens e di
nneiro frete at s 2 turas da tarde do dia da
partida. ,
ESCRD7TORIO
Ao Ca s da Co' naahia Pernambucana
n.J2
CHARGERS REUNS
Companhia PraneeM
DE
IVavecaeio Tapor
Linba cuinzenal entre o Havre, Lisbca,
Pern;.rubuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Vil le de San Nicols
Cemmandante Daniel
AVISOS DIVERSOS
Na ma de D. Vidal n. 70, mercarla, preca
sa-se fallar aos Srs. teaente Joo Po da Silvs
Valeocae Bernardioo de Souza Azevedo Campol-
a negocio qne Ibes diz respeito.
Vend-se uro bom eitabelecimento de mo
loados, multo afrei,ue-ac!o, sito a roa de Maris "
Barros n. 11 ; a tratar com o proprieUrio n
mesmo estabelecimento.
AMA Na roa U~D. Mana Cesar n. 31, se
precisa Je orna ama para codobar.
Precisa-se de urna ama pare cosinbar em
casa de familia :. a rna Vidal de Negreiros n 176
Precisase de um caixeiro com pratica ou
gen. ella, de taveroa ; a tratar na roa de Aguas
Verdes n. 21, taverm.
Cobre e latao velho
yompra^e a ra uaoe ds Cix)a n. 91.
Vrwwa-s*
Um iKtrt^lS1) a 'rptp** na Ra Bax&o da
Victoria n. 3, armasem do Lima.
Cura de Callos
Callicida Franco
Os numerosos attestados que temos, provsm
sua efficacia Vende se as casas dos Srs.
Guerra Fernando A C ra Duque de Caxias c.
47, Manotl Coliseo fe C., ra Estrena do Ro?
rio n. 31. _________________________
Proesor
Pndej fe contratar urna profe-sora para lee
ciorar i iu portugutz, piano e alguraa consa de
francex, em um e o gen tro prximo da estaco do
Cato ; a tratar na ra i'o Livramento n. 31,
pnmeiro andir.
Piano
Compra se om piano com popco uso. de bom
fabricante allemo ; a tratar na rna do Crespo
n. H. loja.
Ca vallo urtado
Na noite i 21 para 22 do correte fortarr.i:
da pronriedade do Sr. Leonardo Kubo, no Ar-
raial, nm cajyallo de tamanbo regular, carnuoo,
foveiro, inteiro, com tres ps calcados de bran
o*, isdw de doiraz a o eetsaado da frene.
tem marca na ccx dircita de Y ligado na tx-
tremidade por u > C : dase 50# de grdtiBcacao
a quem o estregar no laxar t'onde fot ronbato
-i-J------,__i___
____
Juo.uaRocba Carvalbo.
- '**r *\*"'^f* *'
Coofraria
Senhor Bim JcskA: Yivicn da
igreja da Santa Zm
Do Drdem da mesa rgefleta *sta coniraria,
convido a todos os nossos .carissirnoe IrjnSoa
para comparecerem em noneA comisiono no dia
1- de Maio, pelas 7 horas da tarde, aim de reu-
nida legalmsnts a mesa geral, proceder-te a
fleigao aanova.aitsa^egedora que teaa.de reger
a mesma coefraria .ao ;;doo oaiprJMis?!! de
1892 a 1893, de rooformldade com os arts. 31 a
46 do corrproiLisso qoe uos rege.
Consistorio da contraria, 27 de^Jjrij de 1892.
O esenvao,
SebiStiSo Amaral.
Pr.do Pemnil'OcaDo
De conformidade com o art. 5- -do cdigo de
ce Tridas, foi deliberado pela dilatoria que nao
ser admittido a ioscriplo at 30 de. Junho do
corrate anno, nos pareos de anltnaes de Per-
:).. .buco, o animal Druifl 1-.
aecretirta do Prado Pernambucano, 27 de
Abril de 1891.O secreirio,
J. Alves.
MARP
paBBtt VemnlHiMiae
vesafala
Sota companhia maman a? guiles lina-
agolares de nivegaso:
**?, tocando nos-porto da Parbyba, Nata;
cano, Mossur Araeaty e Fortaleza, partina:
taste porto nm paquete a 11 e 26 de cada mei
Sul, com escala pelos portes de Macei, Pens-
ic, Aracaiu, Estancia *e Babia, abindo deatr
jorto ti e 29 de cada me?
Fernando it Nortnka, partida no rae i 3 d
ne
Re Formoso e Tamandari, sabida a 28.
?w ie Janeiro, (directamente) pa-:e o paqneu
25 30 do mez.
r>ranit io Sul,. (viaceni directa) sane o

paquetes sao novos, tem exeelleotn
nraodagSes para patigewo e para carg
i reces -re "ntrilc ritUioi
passageiros encontram, apar do bom t'*
amento, todo o conforto desejavel sordo
m paquete.
Os paquetes qne 'azeti 83 nage&s io Rio d
aieiro, aim de terem 'udo o que se encontr:
moderaos, accresce qne faz a vis
;m r-r tjoatre dias t ~ de pas3agen>
la !. classe 60*000.
'egB'lo na viagem para o Bi<
>.ande do u. e somente para carga, e tem
alf do adfcjsado a sntrar no porto daqoelto &
;m qnatqoer occasiSo.
Kecebe se eagajamento de rarga por qaant
I ade lixa para todas aa riagens.
Ont-om, a companhia expedir psqaetesex
torcinanos desde que baja carga para o enga
ment completo de mn pasaste.
s<:n orio, da CaasosUs Pernbacn
D: a
The rUniiaei Sraies and Bra*
I W. S. JS. C.
O vapor Finance
' esperado dos portos do
sul aUhsv dia de Maio
MgMMo*-depoi8 da demo-
ra ndjsflensavel para o
VarajtfcS, Far, Barbados, S.
> llaomaz e New York
ParaVjcarga, passagens, eacommendas a i\-
nneino a Vete trita-se com os AGENTES.
' O>V,P0R-ilWLEZ ^
Encbantr-css
gf esperado, dos portos de
NwYo'k- odia a de
Mau seguiodo d(raei8 da
rDdispensvl deamra para
Rio de Janeiro e Mantos
KPaJB cargan cissageis, acoumendac e di-
onei'o a frele : trat? se com os
AGENTES
Henrv Forster & C.
r j v,
8ftia do Cmwun'o%.
_ _______. Io ndar
Gompanliia PersamUocaiia de Na-
l!
Viagem directa autos
0 paqrete Beberibe
Commandante 1* tente Pabio Bino
Segne no dia 30 de Abril
3 4 horas da tarde-
-S
a para
Baha,
ENTRARA' NO PORTO
E' esperaco u*
Europa at o tiuv
O de Abril e
iseguira depois da
'neeessarla demo-
Rio de Janeiro e tantos
Roga-ieaos Srs. importadores de carga pelo;
fapores deat linas, qneram apresentar deotr
le 6 diai, acontar ao da, descarga das alvareu
***** Mtant.M MSl BBnnii) BSSB na mirtos
io sul, afim de se poderem >1ar a.iejiM as pro-
'ideeciai necessarias. 3.
Expir; do o referido prazo a cottpantria Bao
ie re8poQ8abiliB3 por extravios.
Recebe carga, enoommeadss passgeiro*,
OMra os quae.3 tem excellentes accommodace?
a tratar qoi o
AGENTE
i uguate Lbil le
9-RA DO.COMMERCIO-9
.EILOES
'atacoes
Compra-sa.de todas as qafOes ; na rna dp| '
boga m 9, lene de Aogneto do Bego.
Ptcs
Moceados; 2S000 no centro, compra se !(,
ccaior prego do que em e.utra qof .que.- parte:
armazem ra de Commefcio o. i.
Casa para comprar
Na praca MCjel ftaheiro n, 32, anliga praca
da Boa Vista, 3 andar, se o ira quem precisa
comprar urna casa terrea qae ttnha commodi:.
para familiairegolar. _____________'
Ao publico e ao commercio
Joao Rodrigues A C arisam que Manee! Dios
Botgea deixon mento dos annuociantei, lo largo da Assembla
n. 17, desde o dia 20 do correte.
Padarla da ra D. Mara
_. i>esar xl .30
0 Rroprietanodeste estabelecimento continua
ateicao di st-us numerosos fregueses
e oo publico em geral para as saborosas bola-
chas denominadas Pedro 2-, Uranoe Imperatnz,
cojo fabrico felto lodos os dia atis, para me
Ibor e bem servir, previne a Uhiflraco das pies
mas com o ajumo formato, cujas ee vio deten
volveudo, uanda-te levar qoalqoer pedido.
ni
Cont-so .! atonto Ensfaoblo Alves
da Uta
Primtiro anniver?ario
A familia do sempre pranteado conejo AaU-
East-rhio ilves da Silva, leudo de mndar
celeb ar missas em uff'agio de sua alma, no
dia 29 do corrente (sexta-fciraj, s 7 boras dama
nha, na igreja de S. Peiro dos Clrigos, 1 anni
versarlo do seu infausto fallecirnento, convida
para assistir a rsse acto todas as pessoas qoe a
distm^uem eomsoa amixade; e, tinda ama vea,
tesU-muba a ana gratido aquellas qoe se dig-
narem comparecer.
t
faollna Augusta de Olive Ira 171-
guelredo
0 arhirel Francisco da Fonseca Figneiredo,
Anua Fo ;tes da Fonsec Finuci. tJo, Zjlmira
CaatMU de Oliveira Di' r,i<.!a Antonia de Oliva-
ra, bacharel Jos Aotel i o Figoeiredo Santago e
si a esposa (ausentes), Mana da CoocMgo P.-i
xolo, Emilia Josephi Gregfc e Joj4 Leonaro
Grego e -ua esposi, gradecem a tolas as prs
soas que se dign^ram &compachar at a sua o(
tima moreda o cadavas ie sua i k-iatrada ,
ora, irm, cnobnc, neta e cobr-ioha, Isoiina
Augusta d.: Oliveira Figu. redo, e de novo ro
viJam acs prenles e pessoas de ena amizade
para aesiSlirem ai mltsas que to de ser cele
oradas pelo repouso temo a Aada, na igreja
do Divino Eiririlo Saato 7 t/2 horas da ma
nha do d:a 29 d^ corrente, selixo do seu passa
ment, confessando se cteromente agrade
cidos.
jBsaBBVBBBanBaVSSBaBSsSSBBBBBBBBBBBVBSBBBV
f
Manoel Pimeniel Caloaro
Julia Henriqoeta Pimeotel, seos filhos e eu
pai (ausentes), sua sogra (ausente), seos irmSos,
irmSs, cunhados e cuobadas do fallecido agraie-
cem do ntimo o'alma aos parantes e amigos que
se dignaram acorrpanhar sua ultima morada
os reste, mortoes de etn sempre lembrado es
poso, nai.lhc. i.-rxao f-cuobado, e de rovo os
o -nvidra a assistir a misa qne em si ff-agio de
sua alma mandam celebuiknuiatrix da Boa
Vi-ta, pelas 7j)S/ae^\aisab%d(iia 30 io cor
rente, stimo o seu hfcft pa
ento
BMUtana Crrela da lilva
O dosembaxgador at Antonio Ccr.ua da Sil-
v, stus iraiios, filhos, ^;enro, sobriobos e cu
abacio?, magoados pelv passaointo d-: sua pre-
zad mfii, ;.\6 e sogra 4Iil;lina COrreii d*i Silva
agradecem ? pessoas de sua 'mlzade e aos pa
rentes a finesa de ferem aerrpanhado ao cern
terio, e a todos considac r,;a as-tuifaaa dsjse
timocia, -na matriz de Sautq Aatonio, pela 8
boras de 30 do corrente, protestando in elever
gratida.




4W
Amella CJopctve Ferrelra
nnptiatn Herfcster
AtTwnso Ai&eaM'. .Hsr-bster, los Carlos Herbs
ter, Maria pac^LvM Ftrrejra Baptisla, Joanoa
Goncalves fY.r-i a Baptista. marido, rogro e ir
roo, co v;d.m geyS.parepfes.f^Siigos para as
sistirem as missas qoe por altna de melia Gon
calves Ferrcira Bapti.-b H rbsier, mandam rezar
na matriz.de S, Jf uS, Aa 7.rior:|s da manba do
dia 90 do cerreut, irigeasro-do eu paetaniw
to, e desde j.flr-am e'frflajment^ agradeeides.
v^^^r^v^r^r^r^^^^^^^
" ""
Telephwe-125
Ajbten^o
teilo
^
nbeiroe
dia 30
Beesbo caiga, encom
mandas, passageBs e di-
frote, ate s % horas da tarde do
importante mobilia de, Jacaranda maci-
oo, 1 cama francesa -de Jacaranda, 1
guarda-roupa, 1 commoda, 1 toilette,
cade ii as valsas, 2 bancas. 1 marque-
do, 1 qaartinheira, 1 cabido, um guar
da-louca, 7 quadros, 7 pannos de ero
ebet, 1 tapete, 5 jarros, diversas lou-
c8, vidros, linternas, serpentinas can
dieiros e outroa rnakos objeotos.
Sexta-fwa, 28 de corrent
Ar II horas
(Va na da lmperatriz n. 2, 1" aadar
Oagette cima, aotorisado por pestoa com
ptente, ara leilao dos movis acma
Ao correr do marte]Jo
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
a. 18
M Meil Sisara MU Con-
m
O vapor La Plata
Mm
E' esperadda Eorepa at o da
f de Maio segnindo de-
pois da iodispeofavel demora
para a
Babia e Rio de Janeiro
Para carga, encmmendas, passagens e
aoeiro a frete trata rom ee AGENTES.
rti-
O vapor Tamar
.are
E' esperado doe portos ds sol
at o dia 11 di Maio de 1892
segnindo depois da necessana
"emora para
Leilao
Agente Burlam; qui
fjalbbado, SO do correaste
As II horas
Ho armitsem rus do Imperador n. 41
De predios e terrenos
O agenie cima per mandado ecom assisten-
cia do Ejm. Sr. Dr jtiz de direito dejorphos,
a reqneriineoto dos herdeiros do finado Dr. Gra-
ciliano de Paula Baptlsta, vender em leilao urna
boa casa terrea com bastantes commodos a rna
Angosta r. 240, nm terreno no povoado (estrada
de Caixanga) com arvores froliferas, ama casa a
roa de S. Francisco ue Piula em Casanga. Os
Srs. preteideoiei) pedem examinar as referidas
casas e siliss.
Agente Britto
4.# e ultmo
leilao
Em eontmua^o ao cor-
rer do martello
Da glande sortimento de mindeaas, ins-
Oabaixo assitiiada. professor jpbiiado na*e-
gnnda ca-ieua do fieafe, se propoe a leccionar
as materias qne professa de: conformidade com
o progrmala official ds escolas.
A loega pratica de e sino por mais de vinte e
sete annos a principal garanta qne o mesmo
abaixo afsignado Dode cfferecer aos senbores
pas de familia. A tratar rna de Ma-cilio Dias
o. 120, segundo andar.
Torqnato Lanrentiuo Fe/retra desello.
Pernambuco *oW torv
Recebe-se fncommends para plvora dessa
fabrica no armaaem de Hermn Londgra'. A C.,
roa do Commercio n. 4, onde 08 pretndeme?
encontrarao as respectivas amostras.
,---------------------^.,^_-------------------------------
Cosinheira
Precisa-se na ra da Uoio n II.
rajase bem
Precisase de orna boa cosinbeira; a tratar ?.
rna da Soledi-dt- n. 82.
*PPPPP*P
Antonio Comea de staiio* ,
Arthnr Fiock Pinto conda:#KW048iSfi*i
parentes e amigos, e igualmente aos do uado,
Eara saaistirem aEitsaqueamud rezar ca saij
ado 30 do correle, pelo rtpouso eterno do seu
bem amigo Anteojo Gomes-de Mallos, s 7 i/2
horas da manba, i-a matriz da Boa-Vi?ta, stimo
da do fea passamentp. e ficar^ eicinamente
agrafiecids -aitodas *fi(ite^-^f /se di^fta-em
comparecer.
nTs!
t
ilSop
T. hlfr;.
!
>3
?ma
Precia-so de ama ama par ar e co-
sinhar, para ama pessoa; na Wavessa darda
das Crozes a. 10, 2- sedar.
Engenho Rmda
Manoel da Cmara Pimen'! consenhor
e rendeiro do ngenbo Ropda deata co-
marca communica para, o Crchecmento e
devidos efleites de quem couvier qne o
referido eugenho, cujo art'endamento'trien
nal vai em hasta publica requerimtnto
de Hisbello Barbosa da Silva, se redo!
nnic^mento ao edificio e casa e vi-
venda arminadisBimoa pelas sur.s : ntign-
dales, e q ie todas as obras e bemfeito-
rias, j cir elevado valor pert-n^-rn ex-
clusivamente ao r.baixo assigeado, que
usar como for de reua direitos.
Cidade da Victoria, 20 de Abril da
1892.
Manoel da Cmara Pimeniel.
Cavallos fnrtados
Subtrabirun do eogenho Riachao do Narte, na
nont~ '? JO para 21 do corrente mez, tres csval-
!03, sendo dos de mnha propriedario e m de
mea-lavrador Antonio Baptista, cem os tegoin-
ti s ligoaes
m prelo retinto, sem Bignal branco. inteiro,
crinas ao la da direito, gordo, and?dor d" baixo
e meio, com ou: incbar.0 na mi direita p-lo lado
Interno.
Um dito rsd-do, com pintas de pedrez, ore-
IhbS um psuco cabidas, oteiro, (s^anao rf-rn-
lar, andador de baixo eme.io. com ;.lur.s denles
estragados.
Um rantariho grande, com marca de canga-
lla. i.m p.t coai u na testa, carado, .ericas.arranciaj;-. andador
baixo, sendo os deus primeiros de sel a quem
eceebho Biacho do Norte, do municipio de
Amaraey, cu no Rrcfe em casa dj? Srs. Lopes
A Aranji, qoe sera recompensado.
26 de Abril de 1892.
Manoel Dernardno Frrrnr?.
Cosinheiro
Precisa se de nm bom cosinbei.o : Da roa do
Paysaod d, 19._______
'opeiro
Precisa se de om copeiro ; na roa do Apollo
n. 8, i- andar, das 10 boras as 4 da tarde.
Criado
Precisa se de um rrisdo, coja idsde regule ds
16 a 18 aonos : na ana do Pavt:ndu' n 19.
itabo, CbrM lato vehos
Compra es ana do Imperador p. -1.
Caixeiro
Precisa se de nm caixeiro ; na p-:.daria da roa
d> Hortas n. 5.
---------1------
Criado
Precisa-ae de um menino de 12 a 14 annos
pasa ctiado ; na ra S. Jorge d. 135, taveroa.
:--------_--------------.....sua.......1.....----1-------------------

A Lmilia de ntoiq Goces, de Mallos agra-
decf.ndo do fuedp '.alma a todos aquelles que
espontneamente 8o pr;sUram a acompanh^l k,
i sua nltim morada, convida a todos os aeua
pareles e amigos para^ssislirem as migas que
por sen repooeo eterno serao rezadas na ojatriz
da Toa Vista, s 7 1/2 boras da manhS de ab
bado 30 do rorrete mex, stimo dia de,stn fal-
lecirnento. ficando grata por mais este cj-d--o
obsequio.
Criado
Precisa-se.de om criado para compras, man
dados e mais servico de casa de familia ; na roa
de Fernandes Vieira n. 29.
La ^Lisboa, Vigo e Soatbsmptcn trament de msica, operas, methodoa
para difl erantes instumentos, grande aor-
sinheiro
Na ra de Santo Elias n. no Espi-
obeiro, precisa-se om bom cosinheiro ou
cosinbeira ; pagase be tu.
Moedas brasileiras
Compra Be de 800 rs., 1SO00, 24000 ao uesin
da moeda ; na roa do Cabuga n. 9, loja de Ar
gasto do Reg.
Engomma eia
Precisa se de orna boa engommadelra : a tra-
tar na roa de Payaanan' n. 19. _____________
COPEIRO
Precisa-se de am asnino que entenda
bem do ajT1^ de copeiro, trsaac a ma
de Fernsn A!uga-se
0 1 andar do sobrado roa Mar cilio Das
anliga direita n. II; a tratar no 2- andar ds
mesmo.
Antono.Ctioate* te Mallos
Benedicta Sonreir manda retar urua missa
peto terso rpouso do seu prestimcso ropadre
esmiae Antonio G ni^s c* Maltes, sexta fera
29 do corrale, oh (asirii de Palmares, s 6 i o
ts da manli* stimo da do aeu fallecimenlo.
t
Antonio domes de Maitoa
O cooselho central da sociedad* de S. Vicente
de Paulo manda celebrar urna missa no da 29
do corrente, s 7 boras da manba, na matriz da
Boa-Vista, por alma de sen membro activo Anto-
nio Gomes de Mallos oxidando a assisyi-a to
dos capoofades.
Ama
Precisa sn de om. ama amo que saiba lavar e
ecoomBiar J a tratar na roa da Unao o. S.
Precisa se de urna ma que seja boa cosiohei
ra : na rna Bario da S. Baria, antiga do Sebo,
n. 33.
Ama
No pateo de S. Pedrt n. 1, l. andar, precisa-
se de ama ama qoe dorma na referida ca?a.
Ama e criado
lar na rsa do Commerc o n. 32
Ama
Precisa-se de urna ama qoe saiba eoginaar e
comprar, par.i casa de familia ; na roa do Cabo
g n. 14, mojoana.
PASA LIoaR
Cbarlote verd^deiro, qa
idd? superior,
Castores de t^as^-as co-
res com findos deseho.
Tapetes com lihdissimoi
padroes.
Marnoqum fowtp e ie
rodas as cores
S?la...^iS!.
Formas francezas modec-
aas mais rtefact.os pars
^apateiros/
,.d l uasvttto se vende por
-iiminulo pre.50 por ha^e
grande depsito aa loja de
caigamos ra d L vra-
mento n. 10
Costa Campos i C.
"!' --------'------------1-----Ti-------------------------.1
PUA
Ama
Precisa se de cma sma para todo trabalbo de
caa : em S-nto Amar ,s Salinas, estrada do
Limoeiro n. 4.
Ama
Precisa-se de orna ama qae saiba eosisfsr e
engommar; na rna do Bom feens n. 8, aegwdo
ana r.
Lopes e Araujo partfei-
pam aos seus ^freguezes e V
ustrissimos senhores de en-
genio, que te(m deposito
constante dos artigos abaix
menciouados garaatindo a
boa quaiidade.
Cal de Lisboa.
Dita de Jfaguaribe.
Dita de Gutun-uba.
Poteasa d R\ ssia (-.eai
barriquinhas, cakas, lata*
grandes e pequeas ).
Ojeo de jqaocoto,
Azeite de earra>ato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene inexpJosivo.
Graxa em bexigas,
Gaxefa de linho.
Precos sem competen
ca.
Ra do Lti aatutt
a. 38
[
/*


Diai
SINT-RAPHAEL
Vril fordficante, digB8tvb,"tbnicV recstir
tuinte. de sabor excsllente, maia eff#6* para, al
jpesbafetlbilitadas do qut^bl f^figlnosdfc e rjafiiaf
Conservado peto methoclD; PiM .
RoGQitado na Molestias d estomago, Cbiorose,
Anemia, Convalescendi>e; este Vinho recom-
mendado as pessoas j iicsas, s jovens, mulheres
e s crianc:iS.
EoMta e mmaiiDu: C* Brujiran rruiaal* CUbcm ; fRU SMRI& Pe m ?nkiaatiTiraM;.
IVJaa
Doencas do
a DrsPff>$MZ
+
^---------
Estomago
IHTBMITTENTES,
X^OTijSjwXc%L
DO
MO-GrUNDE M SUL
NSo ha a oontestar esas lotera a que mais vantagens offereee pela saa ex
oeente organisacio, compona de 8.030 nmeros da 70 por cento em premios,
dedusidos ama pequea verba par ael'os ooatem ma da quintaparte em brinetes
premiados sendo : ">2"de lOOOtTa 0:000f00 sem estar saiekjs -pela -. reduceSe
de serie, que dnm'nao cousiieravelmente os premios obtdosj tt>ia* esa* razies
Saa* eirifcoa' regularmente feiU semanalmente.
Aoham-se aVrdhda na Venturosa a ruado Cabag n. 16, que satisfar todos os
asdids e dar qualquer nform-co ; bem como ser enoanfradonsw-caa' do 8r.
Uift,' Brito,' Pena, Malheiro e Ribeiro

as CACHEXtS tB Origm PALUSTRE
C CONSECU IV9 A UMA LONOA [STAC t CK PAIZES QUINTE!
Proscrava-se rio Hasmtaes em PARIZ e em VICHY o
BOUM n R HE
ou TfTTjTT7=t de BOIsnO-VEFtJ&B
12
42
799
Plano
pfemie *d
HMltei: mUMm.fnrmr r tacla le Saildu U GRENOBLE irruca
Em PSBWAJCBUCO : C< de DROGAS <* PROD
para o primeiro premio.
799
p*f o segundo premio.
para epfroxmat pSra a'pp-oxima^Be'f de 51
1000
500
240
100
50
50
1O:OOO0OCO
1:0000000
300$000
2000000
400I0C0
3000000
2880000
42O0OCO
3:9950000
3:995,5000
;,;jecco peyrard d'alger
NAO HA
MAIS
COPAHUM
K nnica tu> MmJo io*ii'(H de Argel lxc experimenta lu a JiaJafiaaT'.
. entre os naet So haia sais de 10 aiinoi, 60 dead
a jeanjrie : 31 artl*ilci* *> 6 ou t *u do traumet
r cu do iar.ntor JC. niIUnp place o C
nsjaatitarlos u Peraeubuco
Perrri e'm 232 Arabo* padecendo de blenoborragia*
le aojaos. 3E desa jas lie '
experiniBntJCic _
i -TOLOH .(Franca; e em todu as ebarmaof*
JC. da KLVA A CK
anAoi. ge dfd *>u
aumento. Secunda e^periMgDtatjo leila en 1SI Europios
rswt
.ata pBjj> JH*' po
, CASGARA SAGRADA
wmkgt rt.r/

para o pritoeiro premi.
;.'!ra o segundo premio.
-----------
7-

MAZIRE
IB .r
sorimenH > de tecidos
amencaB08 e
U,aETO ij coaJm mxtii-ro do* JFnrrnpx
tes ]ue sao verdadeiras pechin
af, ap">rovaca'o EA ACADEMIA o MEDICINA o pars
.fi Contra as AFTETCOBS dos BOFES e dos BWOVCBiOSf calma a TOVBB
^i, e supprime a INSOMNIA. ^________ -
fj F. COSA R riLHO, 38, Ha* S.inl-Claude, PAJMSIi EM TODAS AS PtMRM ACIAS. I
liados a 360 o covado.
cdres firmes a 400 o dito.
320 o dito.
M>>
yil LrW^W' tofpllto a 440J 0 e 560 o dito.
Merinos pretos 2 larguras a 10200, 1060 i e 10800 o dito.

di*
I
O
o
r-
<
o
<
L
u.
CC
UJ
CL
A
DELICAPO
AGUA
FLORIDA
PURA
RICA
e^
MURRAY
* LASMMt
Mantem sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
IMlTAjOlS.
DURADOIRO

33
m
n
33
vm
03
O
>
z
H
m
Aluga-se
0 tercteiro andar- do predio n 42 da ra Duque
de Casias, por cima da typograpbia, com agua
encanada ; a tratar no 2- andar do mes-no pre-
dio.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallive! para os males de pemas e do peito | tambem para as ferida
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheuniatisra'e para todas as enfermidades dd peito nao
/ se recoohece egual-
Para os males de garganta, bro^chltes resi'ialrRintrJS'e^tosses.
Tumores as glndulas e todas as iiruleslias-da, plle Moreetn semelhante e para osmewbTO* contrahido e
juncturas relias, ohm como por encanto.
y s-as mediemas t*o preparafla Arncnte no E&tabelecimento do Professor Holloway,
78, HEW OXFORB* STBET vendemse en todas as pharmacias do universo.
g& 0% compradores sAo convidados respeitot&inente a examinar os rtulos de cada cauta Pote se nao team a dtracaao.
533. Oxford Sceet, sao falsificacoes.
i aMfcs^a^aWaas
.r*
..,
o dito.
aioOO
Uto.
-Ti 800 o>to.
Ses HotM.>pa* vestido 500 e 600 o-dito2.*
[ftn lWll^pW^l9aVlWKX) e 20000 a varar
^uarnic&o oe oreetet para cadeiras e sof a 80000;
Coftlha de labyristho riquisaSmab a 400000.
Mem felpudas para bar.hd a 18J0C0 a dbsia.
Oamisa de flanellas a 240 e 280 a dita.
Jeroals de'bramant'e, bordadas a 160000 a dita,
dem de' iinbr) snperiores 30000 a dita.
('reto^es'tm^orp'alos pa" cbrta, lindos df senlioa' a'f '400 o metro
Bramantes superiore a 20iOVfr dito.
Oolxa ranoetas a 40000.
(VrttnsdOT-bordBdora 24|000 (e2o.de 805000).
llneos brenCDs fiaos a 30000 a 'duaia.
(uardahapos delinbo damascados a 70000 a dita.
Jasacoi pretos de'tiaclamira para senhora a 150000.
dadapolaM largo, americanas a 100 e 120000, 24-jardas.
dem pella de ovo. superior a 80500 24 jardas.
/Ugnd nacional Tiperior a 70000, bastante' larf-'.
i'anota para mesa para todos os precos.
ffehsMe renda 10200.
1 IJtJlWla fina a 50 e 60000.
(Wnalchre veu para noiva a 120OeO.
itetins bmcos e daaraca para todos os precos.
oxfis de -crochets par? neivas1 100000.
i jjmbraiaa Viatotias 4 transparente baratissimas.
rortimetlto co.trpleto de casemiras franceaaa, sarjas, cheviots, penaos*1 par* Fardas e
rierins pretos para roupas.
As venias em grosso com deseo ato de 14 j


!
^m%
, ferro BRAVAIS
s representa exactassent o ferro ponUdo
!na economa. EapeMientado-' pkM
princlpaes mdicos do mundo, passa
iuxiematamente no sangue, nio oeca* J
iona prlsao de venlre, nio'cansa o I
estomar, pao eieeo o atontes.
TomesvM'vWe fttaa "* comMa.
&44-SI a ta-fctSIrijKfca.
vtnde-te em tola* a* PUarmaeiat.
PorMat*iro*a,r.att-r -
VEHDAUEIRAS PASTILHAS DE
tnaSs extralido sas Agtrts H%terae *
tiat as mareta
da Cmp Monirt'Ht Vtchj'.
ligtMi penosas. Doengis do Estomagi.
11\-- 'la si.
,iW. Cttngpst le*. Ho- <
telhii'.-'V.,. V
ESTAQtT dos BAJOS
T>i^o nr"hri; -^.acTlrt
da 1S de Iblo
Me SO deBtteml*
EanTioa, Duchr.s, Casino, TheaU*.';
*;.Mm Parnambuco : Silla tt KacaUa; tSJ.UBBl
1 J Phf>-" nfl1'-^
- -
^V-V*-*m$*F
^A:*sft>B HAMMAM BOUQUET
Opp
<33C_i3J3E*"l".
-sst
cm todas ^s r'uar maclas.
I

SUSPENSORIO UltllERfit
tai i^ajdras, par vartcoceMa, bydrocele etc.
SlKKT do inventor i moreno em c*li o$p**or'o. j
ari III I I II
FiDncan
u Eti*r-
1
a* Vi
Mifa
Dc PENHALIGON
! Perfume celebre furnecido Casa eal
Al 0ort tngl( a Xstnngelna e ao KI1M i Europa
| Atacado: PENHALIGON & JEAVONS
33, Salnt-JaiDBB' = Street. 33, T.onlre.
I Agw>te. ana rOVaMNil: 1". da SIX.VA Si O.
Dp G1BEFIT
D'SEUgiyH
VI t
AFFMf]0S.SYFSL*TfAS
E E EBI
' vi Idarc:
'i'gparadoe'pvJi'^^WWaWi W!|lBlaBt )'i'
.VEITSAtMBNTE lEOElTAOSMr
.08 MAI8 AFASSAD^e BSEiU<
iat*if f<-riiti< Unta encarnada, do [
faorafiaMMMa.-!
B!tMiFrif^;1^1aMTn*E^'
k-jaaamawama^amaaamf
.
i
mmmmm
am.
Ella d frescura ao semblante,
alegra ao coracao, loica aocorpo
ESSEHCIA OU EXTRACTO LIQUIDO DE
SiLSiPMIUU VEMKUtt-JtMMU
WILKINSON^
paracio reconheeMa pela Facdlda
iuii maravilhoso
PURIFICaQOR 00 sangue humano
O ttninDlio nao olUoitado
DoMfM oflvtS*, A,
lo da saa cf 1 emeia das
S prrtlttmtrm
4a pella. Debilitad?, Caaeaeo portanto
nSapeiflan A landu no flllmas qnaaSSr
r Ivideneia de Stfpertorias&s-
I3S po4to p .k-n** ir*Jh. i fV fw
Dj>--------1|r-j"- ----u.u.m.
Depoaiatm Parntmbuoo: P* U
u
e PntittM ZUmim.
A
m cms
Hova loja
Este importate establecimento ^ae acaba de pasaar por nma grande reforma
aoh-se habilitado a fornecer a melhores mercadorias por menor preco do que outro
qualquer, pois os seas novos propietarios estio dispestos a Begniremo bom sistema
d-) grandes estabelecimentos de Priz, que : VEJ^ERSXjTTO E GANHAR POU-
CO, e tendo a celtfa de que assim o podem execufar, nSo s'por ser este o systema
qae vfio adoptar como porque tendo ficado co o establecimento naa melhores condi-
fSes querem qu os sens estimaveis fregueses aufiram das vantagens que prceberaro
Gonvem apn^rtitarl
NSo sendo ignorado por nioguem o e 1 ovado preco de qoalquer mercadoria che-
gada recentemente em onsequenoia dda pesados impoatos,' participamos ao publico
qna continuamos A LIQUIDAR com grande redooeoes de precos*nm grande deposito
da fasendas reoebidas ainda nos ltimos meses do pretrito anno, avisamos portante s
cellentissimas familias e aos nossos estimavw fregueses qae se digcem de prefe-
'cia honrar-nos com a ana preaenoa afim de supprirem se de lndiasimaa fasendas
n,y qoantia eiceesivamente mdica.
io $kgaittes
com
O cortea de vestid s que acabamos t rober, em cambraia, la, e seda
lc'e bordado.
Grande b variado sorthnetto en fZ^nrlasd phfttaria.
Madapelbe trncese superiores.
Dito especiaes americanos.
Cacnemiras de todas s qualidades e brfns de iinbo finos.
Corte para caltja de 60, 80, 10 120 e 160000 r.
Novidade em voiles de seda e IS de 10600 por 10200 rs
Setmetas/eortimento"completo, phtrtrtasia'bracea rendada
Chapen de sol e sombrmhas para s bofas e ri&ocas.
E' impossivi descrevermos minuciosameote a grande variedade de artigo
^ue Tamo vender a precos sem limite.
offcina m: AL *m TE
Variedade em Casimiros pi*-t execfl* de toda e qualqer enoommenda de
re apa por medida.
Continuamos-* vendei ai celebres
Machinas de cotra
dinger^ Imperial* rrogreeso, Meda'ha, etc.
Presos em competidor.
" 9
25
25
Iji Vornet levan
empiestiuios de
ijaalquer quanta sob
'aucao deouro, prata
1 pedras- preciosas e
lambeio compra can-
tellas do Monte de
fcritort-o, cau^oes d
Stico po mijar, jpiat
e brilhnies.
Pode ser pronarad*
;iasnarelojoaria roa
d'Bara da-Victoria
i\* 53s da 8 horas d*
maa.h, kn 8 da noute
HUUinflA C0f.AY.W
tj en
Di. Humphreys (ie Nava Yain
A Verdadeira Maravtia .:
APfhOVADA E LfcftlMtAriA
pela iBsiwctorio Gei*o* de^HAj-ci-c*.''
IiOpoVo1 ^ *.:::3ST
pA'^Kr'Jl'1
\ Cortaduru&, da Laceru.C-*;. .'.fij.*^.^
hes o sanffti-, :,
a iocbE:o,tiri..:.
como r^r encana.
A riInr&TlIafn. *\t; irv"a '
tira rpida pan. V ; :.-i'ia<.u- r

,i ...*
....... t
" r >.e-
SVlIi
aBCtfT*
A*iM-TlIl.r<
poaTrBwiatpeartaii- iftimlaai ninj^ranin .:->u--,i.u
MinmaiMulM mnpro Mauro, *eiarjv efficaa.
A MaraTtlha Cnral'.v-- ,uito vsVr
como In3e<\-an pera o CK". nn* -
lores Urlicas, e outros cc^Tccntw. u-ciijaiues
A Maraflllia Caratlvc 8 trr.pagaTpl para
curar Ulceraa. Cbaaas aulagas. Apostemas, Paaar>-
doa. Callas, Frletra, Joanetea e Tiauores.
/ Maravilba CaratlTa8renieu.'Jprompt.-
Pra EWrrlMMaipWa, e de Dlarrbea enroBh;a.
s.yssnS?raR szses&L'
Pr=idu!seSBfotadttraa,ContasO,La EsneslaWacy a- Ti; Sttmpltrt^
LUmedios Eapccifl^sS)
1'ntnenro MaitTLos,
1'.emitios rSypliilItii'oa,
Rcmedl'i- Veterinarios*
O Mannal ao Dr.Hamplrreys 1U pecinas sotirr M
Entarm Hades emododeonral^tsae cagratla, pon
se *o sta Bdti'-arM ou a
HCBIVHBBlrB MT)ICT1 e-co,
10 Fu I ton Street, NEW YORK.
Deposito geral na CompanhTi
ie Drogas e Producto ohhnioos
Gereotp
Silva.
francisco Maae! tJer deparatlTo vegetal loda#
do medico Qulntella
Este notabilisBimo depurante qae ver
precedido de tito grande fama infalivel &>
cara de todas as doencas svphil ticas, e>
ororalosss, rheumaticas e de pelle, co<
tunrores, ulceras, dores rheemirtieas, o*
teocopas n nevralgicas, blenorragias agi-
das e enronicas, canoros syphiliticos, it
flamacbes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestmos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples on diatherica.
assim como na alopecia u queda do o
bello, e as doencas determinada* por s.
turagao mercurial.
DSo-se gratis folhetos onde se enooe
tram numerosas experiencias feitas co
este especifico nos hesnitaes pblicos -
muitos attestados de medios e dooomer
os particulares.
Fas-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO d C.
alna Mrquez de Ollada d. II
RENEDM DO DR; AYER
OONTRA
AS SEZES OH MALEITAS.
O Remedio do Da. Aveb, descooerte
vegetal que nao conten a quina nem o
arsnico, nem taopouco outro ingrediente
notivo, um remedio infalivel e prorapto
para toda a qualidade de febres intermit-
mifcL'0"!S*SV r,ufl enhira mal bso-
tua.
e certds e jieji
lufTnnte pode advir do sen emprego.
Da raofima forma torna.se o mlnor
remedio possivel para todas aquellas
doencas que proven dos effeitos do*
miasma*, qae se desenvolvemnos lugares
pantanosos e inrectados, e que geralmente
caracterisao-se pelas aiteccSes
ligado e do baco.
O Bemedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vez que
for emprerado convenientemente e se-
gundo as direccSes.
PREPARA DO PELO
DR. J. C. AYiR & CA,
liOwelL Mass.. Est.-Unidos,
bh ap a ettaii
Beato Eibeiro & C

Noto armai$itt
De madeiras e mteriaes
Os abaizo aseignados, tendo aberto
ra 15 de Novembro n. 55, (antiga do
Imperador) um grande armasem de ma-
deiras e materises-, disto faserr sciente aos
interessados
A' oasa, alm de um grande deposito
de cal, cimento, tijolios de todas as qoa
lidades, telhas, ripas, oaibros, canos, areia
e um completo sortimento de madeiras e
taboi-dos de todas as qualidades, enoaxre
ga se da conduflo dos meemos materises,
por mar e por trra, para o que I dispoe
dos transportes neeessarios.
Enoarrega-se tambem o mesmo estab-
lecimento da constrooco e recen atruenan
de predios, nXo s v% cidade, como nos
arrabaldades, para o que diapSe de um
pessoal habilitadissimo.
Todo e qnalquer pedido en derecado a
oasa, pormaior qae seje, era patisfeito
lom promptidao, enoarrega.ae de con1
stmccBc tmoatos de minas 1i-
nhas frreas
5- RA QUINZ*t-DE NOVEMBRO 55
s Artiga do ImssjraW
Silva Lima Sf C.
Isla i. loross*
A>fLR DO B09QUi!>_ ra de U
vramento n. 10, echa se preparada com
urna lindissima coUeedlo de sapatinho da
aparado gesto, par senborss e meninas,
em couros de Smc -livp/'fts coni deslum-
brantes bor'.' a -j, ou'rb, mi angas, ma-
tia e seda, o que de mais cr> desejar pard ooires, cani:'m'to, baptisa-
d6s"pas3PoW etc e vende a prefOs muite
IWMveis.
lio
P16 vador cOnda, chegou (vtfa e o
manifest) nova remessa d'esta muitissim
acreditada marca d caJcr.dc para homem,
qncm nSo foi servido com a penltima
remesa deve sem demora vira FLOB
DO BOSQUE, afim' d snpprir-se em
quauto tempo.
Braga a S
Dtnta .importante fabrica a vapor,
A FLOR DO BOSQUE, depositara de
grande vaned de em bo c-b, sapatos e
andalhias, para homens senbors e crean-
jas, fabricados com couro de ptima qoa*
lidade, pretos e de linda cor o i, e venda
por prego muito mdico.
As excelleitissimanoivav" encontrarlo
na-FLORDO BOSQUE, ma infinita
vsriedade em botioaB e aapati.bos de se-
tim, duraqoe e pelieaj brancos, com bor-
dados invejaveig.
As excellentisBimas normalistas conti-
nuado a encontrar naFLOR DO B8S-
QUE, as botinas der sua predHccS, a
50500 o par.
Grande deposito de botas para monta-
ra, oostumes para caja, chance e taman-
eos finos, sapatos para banbos de mar. a
sapatos de borracha proprios para o inver-
n.
Sortimento completo de calcado nado-
nal e estrangeiro.
A FLOR DO BOSQUE
lfr BA DO LIVRAMENTO 18
Costa Campos & C.
MAWMLHA CURITIVA
DO CEUCBRE
Dr. Humphreys de Nova Yod
A Verdadeira Maraviiha do Sculo-
APFSOVAOA E LICENCIADA
aelr. Inspectora Geral'de Hygiene 4a
Imperio do Brasil.
A Hara-vUha Cavativa remedio protnpto
asra aa Pisaduras, Hachueaduma, Cnausees, Tor-
^duraa, Ooitaduraa, oa Laeeraooa. AlUrtaadr
estanca o sangue, fax parar a mnamma^Bo. rednt
a lnehu.;d".' ira o deaeoramento, e faz sarar a f ertd*
como por encanto.
A Maraviiha Caratrra 6 alllvio prompioa
?ura raajra (,ara (juelnia>lLras, Eacaldadaraa, e
Queiiauura do Sol.ee superior a qualQucr outrt
remedio.
A MaraTalka < nrava lm|
odaaaaHemorrhaidas, seja do N'arlx, i
dos Puimdes. do Ef tomago, ou as Hrmoi
Almorraanascura estupre e nanea ralba.
A Maraiiilm CaravtlTaumalllTiopmBip
para Dr de Denles, de Ourirt-je, da Face. I
3a Face e Sevralgla.
A Maraviiha Curativa 8 o recurso
e nrecloeo para DSres rheumaticas, Ale"'
Rlgldex as Juntas ou Pernae.
A maraviiha Caratiya 6o
para Eaqnmencla, Angina, Amyga.
ruflammadaesempr? seguro, sempre emear.
A SiaranUhm CaraUv de nuUlu, J ,
comci Injeccao pora o C.-.:.-!r-o, a I>ucorrbeA ou af
Flores brancas, e outros corrlmentos debilitantes.
A Maraviiha Csratlva Impagavel paT
curar UlcanB.CnaaaB.antlfaa,, ABostemas, PanarJ
clos, Callea, elrap. Jometes e-romores.
A Maraviiha Caraitvaremedloprompte
para Dlarrbea simples, e de Dlarrhea enromca.
A Maraviiha Carallva L-xceTtente na
Batrebaiias e Cavallarlcas, para Tcwedtn-asLDorea,
T lsadurase Bsfoladuras, ContusSes, '
:
ir
EspiMft4ades do Ir. Btunfteeys.
Bemedio EapecIBeos,
"-uBuento Maravilhoao.
Kemediox Syphllittcon.
Remedio Veterinario.
OVaasaJdo Dr. Humpareys 144paglaassobreat
Bia>aUISade e modo ds curalsso di eraos, ped*
se ao sen boticario oa a,
BTSraBEYS' MED'CINE CO.
1*9 Faltan Stre. r. NEW VOEK.
UNICOaS riGENTES
ara vendas em grosso en l>f>
aaibae*
raris Hobriho k L
DROGARA
' fino Marquea de Glinda a. i


WEISKY
Royal Blend marca VIAPO
Este ezcellente Whisky Eaoooes pre-
rvel ao cognac ou aguardento de canas
ara ortificar o oorpo.
Vende se a retalbo nos mgjfi r- s araas-
tidns de mol hado.
Pede Roya; Bleuc ft, -; VsmI,
,;ujo jome e emblema sao rer;fTrrad,s- par
tordo o Brasil.
BROWNS ttC. agoatea
Fabrica la lavas
DE
Rm Rario da Yidorla i. 6}
Loja Madame Qerard avisa aos seos anme-
Bgneses, qae recebeu de Paria,
^ejrariadx.^rtimentQ, 4f palli-
ivreanx/d" primeira qualidade.
etc., oa*
i


ti


Diario de Pemambuco Sexta-feira 29 de Abril de $





I

AOS FUMANTES
Uesejaes nao ter uia quando fumaes ?
Usae por algum tempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qaer dwfiados.
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naetonal e os cigarros do mesmo fumo.
Depois dhso dir-vos-hei se foi ou nao til o conselho.
Cumpre notar A fabrica MINHA ESPRANgA situada na roa Laiga do Rosario n. 21 A.
Um apreciador.
Usa. tambem o aromtico e
VENDAS
Chapeos e capotas
Ultimas novidadea d Paiis reoebeu
_____Lome
Capas, jersey s e visitas
QoatoB ioteiramente doto* acaba de re-
cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem reoebid i l-
timamente e
LOUVRE
Sedas brancas, pretase de
cores
N JV08 padr5ea e para grande esoolha
aeodo despachadas neates ltimos das
LOUVRE
(rinaldas, leques e chapeos
de sol
De phantasias acabam de ohegar para o
LOYRK
Costumes para creancas
De todas as idades encontra-se grande
sortimento no
Louvre
NOVOESTAB&ECIMENTO
Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
ie rendas da odres e p re tas para sen horas.
GXXAJPDSOS
do renda e de palha para senhoras e meninas.
SOBROS
de palha e de seda para enancas.
CHAPEOS DI FELTBO
para homens e rapazas, dos fabricantes FRANCEZES, INviLEZB S E ALLEMAEB
CHAPEOS
e teda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas.
Ks3NrG3S3.AJOaS
pretos e de odres. ,
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores.
Plumas, Aigrettei e Grampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Objectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
TECIDOS OE PHAN-
TASIA
Sendo impossivel de se detererer a
grande variedadc de tecidos de diversas
qualdades proprios para a esteglo actual,
roga-se ao publico em geral e principal
tente as Exmas. familias a finesa de vi-
sitarem o
LOUVRE
Ra 1.* de Marco n. 20 A
Fra cisco Gnrgel lrmo
TELEPHONE N. 158
Lojae Armaimdas
Estrellas
Acaba de receber um completo sorti-
mento de tecidos pretos de gorgnrSo,
sedas mascotte ftecido novidade), damas-
ce. cbamalotes, etamines, las lisas e la-
vradas e cachemiras que vende-se desde o
preso de 800 reis a 2$000.
Assim como mantilba hesponholas,
mantelhetes, capas e visitas, cortes pretos
ricamente bordados a vidrilhos e seda,
que se vende por precos sem compe-
tencia.
LOJA E ARMAZEM DAS ESTRELLAS
l6-Rua Duque de Caxias-5
Telephone n. 210
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle v.ermelha, spera e oleosa impidido ou curado
por o mais grande de todos os fornoseadores da pelle, o Sabio Curativo de
Reuter. Produsa a pelle formesa, branca e clara e maos brandas; absoluta
mente paro, delicadaments medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a p1 lie bem como do toucador, do banho e do quarto das criancas.
CAUTBlaa.Nao genoinosem cada envoltorio ter a marca re
gistrads de Barclay e Co, Kew-Yoth.________
MEDICINAL,
V Pili
I EL
REUTER If. 2
Como remedio da Eslacc Calmosa, Pnnficador do sangne, diurtico,
s aperiente, nenbnm ontro appellidado depurativo ou salsaparrilba se appro-
eima seqner ae Xarope de Reuter n. 1. Combina qnatro grandes proprieda-
xes em nm s remedio, operando a um tempo sobre os orgos digestivos, o
dangue, os ros e os intestinos.
Absolutamente neutralisa e expulsa pelos canses intestinaes, rins e
poros da peile, os germeos nocivos, que fluetnam no cangne, na orina e na
transpiracao.
O HELHOB
PURHCADOR
PASA O
MAXCJUE.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figadj entorpecido enrase positivamente com estas pillas. Ellas
sao nm remedio purgativo livie de perigo para o bbmem mais fraco, to bem
como bastante activo para o homem mais forte, e nao constipan depois; pela
aeco geral agrada a todos que as osam. Sao as pillas estandarte da pro
fisso medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Qaarenta em cada frasco.
PARA
NGADO
Banha de porco
TRICOFERO deBARRY
(Jmt prepara^So elegantxtremaiaCTit perfumada,
iem)v todaaalmpureaaBdjeMMO, preservativo eco.
tn :aWcie e cabello clocacto; fa o cabello ere-otr ca-
pee-... brandoehermoso. Infalirel ptracnrareropeSaa,
ic-.cas da pelle, gfe^nlas masclos, e cura rapida-
mc- te cortadnraa, q nI madara, fertdae, toroednraa, M
CAUTELA.V3o genuino eam cada frasee
Mr a marca ragtatada de Bardar Co., Hw Tork,
PARA O
CABELLO
APELLE
depositarios DK8TK8 productos.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chimicoa.
Ra Marques de Olinda n. 33.
Congresso das Damas
RA DO CABUGA" NS- 8 E 10
CARVALHO & ALMEIM
Com este 'itulo acaba de abr r-se da ra, do Oabug urna nova loja de
fasendas, modas e confecc.o'es, onde a par da modicidade em precos, amabilidade de
teas proprietarioi e empregados encontrarlo as Exmas. familias a quem pedimos iaser
ama visita ao dito estabelecimento, um esplendido sortimento de sedas, lans, linios,
linons, velludos, crotones, percalls, lindos cortes de lis bordados o que ba de chic
reoebidos directamente pelo ultimo vapor, toalhas, camisas, fich* e tmfim nm grande
I e novo sortimento de fasendas, modas, confeccOes e amitos outros artigos que s com
urna visita ao
CONGBJESSO DAS DAMAS
Btl 00 CADUCA'
CARVALHO & ALMEIDA
RUADO CABUGA
Antigua Loja da America
LOJA C ARMAZGM
DAS
ESTRELLAS
fina Buque 4* fiaxias 56 58
PARA ACARAR
- Com qh pequeo toque de moro
Capas bordadas a vidrilhos a 50J000, 151000 e 2O0OOC.
Cortes de vestido, ricamente bordados de 704000 por 20<$O0O.
Madapollo americano de 167KXX) por 81JOOO.
Grenadines f retas de 1500 400 e 5'0 ris.
Merinos pretos i 240 e 320 ris.
Foulari aasetinado de 800 240 ris.
* Zephyros de 820 120 ris.
E MUiTOS OUTROS ARTIGOS
QUE SE VENDE
Com grande abalimento
LOJA
DAS ESTRELLAS
56 e 58-Bl Di|U ie Gaiias-56 8 58
Doce de Caji
Vende-se' exceHen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
laderada Ribeira so-
abrdo n. 28, na cidade
de Olinda.
Estantes para nw-
sicas
Para amadores
Fecha e Oca do tamaito da
Msica
Pre^o 7#000
Loja das Listras Azaes
Si-Boa Doqoede CaxiasOi
DA.
Companhia Banha Rio Grandense
DE
Alves
X
Porto Alegre
Superior em puresa a de Baltimore e recom-
mensada especialmente para padaras, notis,
casas de fanilia. etc. etc.. em latas de 1, 5 e 10
Utos. Vendas em grosso a preso redolido s
com descont : encontra-se em casa de Joaquina
da Silva Carueiro C, largo do Corpo Santo n.
13. 1- andar
FOLHETIM
POR
PEDRO DECOLUftCaELLE
:mm mn
C.
m. *)
XIII
rUNOICAQ GSRAI.
4LLANPATERS0N & E
44RA BAUO DO TRIMPH0--44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem crava^ao
Arados.
A MISSAO DE CORVOL
Faz me o favor de nio me tallar
mais n'isso ? ditse Desroches aportando
lhe a tai.
Sepa-raram-se; nao era anda moito
tarde.
Qaer, disse Roberto a Corvo! que
ae havia mostrado um conviva maito ama
vel, quer, para acabar a noite, ir com-
aaigo at o Club ? Deaejo l ir para res-
rituir o mais breve poaaivel a esse Sr.
.iadiche os seis mil francos que o senhor
ase trouxe.
Acompanhal o-hei de muiio boa von
tade, responden Corro. Mo conbeoo o
interior d'essas casas de jogo. E' oom o
amor praser, verei urna.
Pois besa vamos.
Dirigiramse para o Club do Sport.
Preeoohidas as formalidades ordinarias,
m dons homsns penetraram ao grana*
sallo.
Badiehe esteva eos nasa ae ssssts.
Roberto dirigio-se isasas4atSBsMSjU a
elle e restitnio lhe o dinheiro que lhe ti-
nha pedido emprestado, acompanhando a
restitniclo de qneizaa violentas pela sna
reclamasSo a Mme. de Kermadeo.
Badiehe responda oom humildade, bal-
buciendo desoulpas, nua, qnando Roberto
o deixou, murmurou :
Ora adeus, o meo. expediente den
bom resultado, se for preciso fajo o outra
ves.
Vamos ver jogar um momento, disse
Roberto reunindo-se a Corro.
Melhor, replicn este orrindo, tenho
nm deaejo enorme de arriscar um luis,
nm luis apenas.. para ver como ae perde.
Oh isto nSo ha de levar muito
tempo Experimente...
Exactamente n'aquelle momento a vos
do croupier, que apregoava a banca, fa-
aia se onvir:
Cem luises Minguem d mais de
cem luises?
Cento e vinte e cinco 1
Cento e oincoenta!
Que disem elles ? perguotou Corvol
a Roberto. Cento e cincoenta luises.
Roberto, porm, n*o respond u.
Paludo, tremolo, lnotava com todas as
suas ioroaa contra o deaejo lonco que se
apoderava d'elle.
Via mil probabilidades a sen favor.
Trvera cem presagios felises.
Os quatro mil francos que Corvol lhe
tinha trasido pela manhl eatavam all na
sos> eartoira, queimando lhe a pelle.
Aa cartas, o croupier, o panno verde,
sorriam-lhe, attrahiam-n'o.
Mo pode resistir.
Palavra, disse elle bruscamente a
Corro, tenho a oonvioclo de que von ser
folia esta noite. Von arriscar... Mo o
dir a minha madrinha, ein ? Aooreeoea-
toa elle, gracejando.
Mo, oom cortes*. E mesmo se fr
iafalia advogam oatra vea a rae
mnguem
SABO RUSSO
Maravilho$a et&encia preparada por
JAINE PARADEDA
APPROVADA PELA EXM JDNTA DE HYQIENE DESTA CAPITAL
numerosos certificados de mdicos distinctos
e de pessoas de todo o criterio attestom e preconisam
o SABO RUSSO para curar
Qucimaduraa.
Mevralgias.
ContusSes.
Darthroa.
Empigens.
Pannos.
Caapaa.
Espinhae.
Dores rheumaticas.
Dores de caneca.
Ferimentos.
Sardas.
Chagaa.
Rugas.
ErupcSes cutnea e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica e a melbor AGUA DE TOILETTE, rennindo em si
tedas as propriedades das mais afamadas.
VENDE-SE nos estabelecimentos de Pedro Antones & C. e
Rodolpho Antanes & C. i ra Dnn de Caxias n. 63 e 65.
principalmente se prometter ir a Charma-
rettes.
Isso veremos.
O croupier repeta :
Cento e cincoenta luises 1
d mais ?
Dusentos luises, gritn Roberto.
Ah I o Sr. Roberto 1 daselo crou-
pier comprmentando o frequentador habi-
tual Minguem d mais ? Urna, duas,
tres. A banca foi adjudicada ao Sr. Ro-
berto, por dusentos luises.
Duas horas depois, De roches e Corvol
sahiam do Unb.
Entilo ? disse Roberto, no o vi du-
rante toda a noite. Est satisfeito ?
Por nm lado eatou, porque vi jogar
como desejava ; mas perdi os meus vinte
francos, inmediata ente. O resto do tem-
po interessei-me pelas paradas dos outros
jogadores. Tive a emocao do jogo sem
correr-lho o risco.
E' verdade Mas tambem sem ter-
lhe es lucros, accresoenton Roberto sor-
rindo.
Oanbou?
Cinco mil I Eu bem sabia que es-
tova de sorte. Ha va mais de um mes o
caiporiamo alo me deixava. Assim em
breve irestitniret minha madrinha tndo
quanto lhe tenho pedido emprestado
liso o menos : receio que to cedo
nlo o vejamos em Charmarettes.
Roberto nlo responden.
Os dons homens separsram-se defronte
do Grande Hotel.
Corvol entrn, em quinto Dearoohes
voltav para o sea domicilio.
Vamos I vamos I disse o intendente
de Mme. Kermadeo, entrando no eseripto-
rio do hotel para tirar chave do seo
qaarto. Decididamente alo ha receio de
cora, e desconfio que nlo perdi a
viagta.
XIV
ERVOS DE MOCA
Corvol voltondo para Vannea apresson se
em ir dar conto da sos misslo a Mme. de
Kermadeo.
Falln em termos discretos, mas com
reticencias, como um homem honesto en-
telado entre a neoesaidade de diaer a ver-
dade e a vontode de nlo cansar a aquellas
excelentes almaa urna magua cruel, da
paixlo de jogador de Roberto Desroches.
Lastimou-o, elogioa-lhe o corelo e a
intelligenoia, contou o episodio do actor
to generosamente soccorrido, affirmou
mesmo que se pedia esparar nma cura ra-
dical se o mancebo pudesse pasear algum
tempo no oastello.
Trouxe finalmente a sna promesas de
que viria dentro de poneos das.
Magdalena tinha o coraclo opprimido
durante aquella conversa/ mas sentio que
um raio de alegra penetrava n'elle.
Elle estova para vir.
E ella saberia eatlo prendel-o e tol
sorte que Roberto nlo voltaria para aquello
Paria to funesto ao sen amor.
Alguna dias depois chegou porm alear-
te de Roberto desculpando se sem habili-
dad, adiando para ama pooba indeter-
minada a sua viagem a Vannes, e alie-
do pretextos to poneos plansiveis que
me. de Kermadeo fiooa profundamente
sentida, e Magdalena sentio nm d'esses
fruidos no corelo to doloroso e to de-
morados a oioatrisar.
Decididamente, disse-lbe sua mli,
em tom de desesperada tristona, j alo ha
nada mais a esperar d'elle. Est perdido 1
Completamente perdido I Fio* em Paria
apesar das nossas supplioaa... e de alo
havia autonsado a considerar-se como ton
noivo 1 Est tado acabado...
Corvol fingi querer pleitear a cansa do
tranaviado.
Peco-lhc Sr. Corvol que nlo insisto
sobre esse ponto.1.. A minha opinilo est
feito.
Tenhamos esperance no futuro, res-
pordeu hypocritomente Corvol, emqnanto
Magdalena, sem poder reter aa lagrimas,
corren para o sallo.
Desde en to os dias correram em Char-
marettes, parecendo se uua com os outros,
trasendo as mesmas occapa$8eg, os mea-
mos trabalhos oom a regularidade autom-
tica de um relogio, e as semanas pasea-
Plvora
225BOOO
o barril de plvora inglesa, fabricada pe*
cPernambnco Powder Factory vende-se
no escriptorio da fabrica, roa do Com-
mercio n. 4.
Farelo nacional
Vende-se a 3J5O0 o uno, e 2*000 o erosse.
Depsitos; a rna da Madre de Des n. 31, e no
trapiche Vianna no Forte do Mattos.
Cal virgem de Cotunguba
A primeira por sna preciosa composicSo chi-
mlca para o fabrico do assncar, riquissima de
aes de potassae soda, aiaptavel perfeitamente
s explorrfSo da rndnstra de sabonetes, etc. etc.
Superior a de Lisboa rende se cada barrica
com 60 Kilos a 8*00) nico deposito nesta
Saca-, roa Duque de Caxias n. 6.
Loja de fezwlas
Vndese urna loj* de fazendas bem
localisada e regularmente afreguesada
quem pretender dirija se ao Sr. Antonio
Moreira, roa da Imperatris n. 14 (loj*)
qne dir qual o estabelecimento e rasle
porque se vende.
Fabrica de gelo
4pas e limonadas gasosss i
todas as finalidades
Soda water, gmger, ale, limao, laranja, cora>
c5o. abacaxis, granadina, grosellas. ranboiss
BaaDilha, hortel-pimenia, etc.. e'-c.
11-ACAES DO GAPIBAilBE-11-A
Arm ^ao
Vende-se ama armajao envidraceda, propria
para qualqner eBtabelecimento : quem pretender
dirija ee rna larga do Rosario n. 50, que achar
com quem tratar.
Libras sterlinas
Vende-se. na loja de jolas de Angosto Reg
k C-, roa d Caboga n. _____________
Oliveira Campos # C.
Roa do Crespn. 21
erices pretos finos de 1*200, 1600 e 1M00.
Etamines pretos finos de 900 rs. o covado.
Caxemiraa pntas lindas e finas a 200 rs. o co-
sdo.
Setmeta Usa de todas as cores.
Bramante de iinho e algodao.
Percales braneos de 240 rs. o covado.
Tolards de cores.
Crotones pretos finos._______________
Senientos novas de feortalfas
G-ande sort.meato rna estreita do Rosario
n. 9', Pocas Mendos & C^_____________^
Estrella
Vende se a (averna da Estrella no pateo di
Santa Croz n. 16.
em nm cellegio de
um dos primei-
r de subdirector*
anas.
Por morte do Cloaron,
ros cuidados de Mme. de Kermadec foi
chamar para junto de Magdalena aquella
qne lhe havia aempre teste munhado tanto
affecto e dedicarlo ; e terminada a edu-
caclo da sua discipula a velha demoiselle
ficon na casa na qualidade de dama de
companha.
Fasia questlo desse tratomento de de-
moiselle, porque estova longe de ter ab-
dicado das suas pretendes.
Eflectivamente nlo havia renunciado ao
casamento; nlo I
Mas.{infelismente ao contrario de Yvonno
vam mollemento arraatadas na montona quem perseguaos a assiduidade da dous
cadencia dos hbitos quodianos. pretondentes, nlo havia anda reoebido *
De lempos a tempos, no pesado abafa- menor proposta, quando Corvol veio a-
men to das"tardes, quando o castalio pare-
ca abatido sob o peso dos raios *ind*
qaentes do sol de Oatnbro, um som fami
liar vinha quebrar o silencio.
Era o piano de Magdalena, resoando
sob os aecrdes de nma meloda nova on
entlo a gargalhada de Yvonne, fugindo
para o jardim, depois de ter semeado a
discordia entre es dous spaixonados Go
land e Jlo Mara.
Um outro manejo que Mme. de Ker-
madec finga ignorar, apeaar de o presen-
ciar havia j moito tempo, era aquello *
que se entregara a profeesora de Magda-
lena, Mlle.!de Haulbregue.
Depois do triste aoontoeimento qne ha-
vi* obrigado a viuv e a fila* do armador
a sabirem de Bordeaos, profeesora que
estimara muito a sua discipula acompa-
nhou-a pera Charmarettes.
Durante o intorvallo de miseria que ae
duas mulberea tiveram de supportor em
oonsequenci* de sn* deaavenca oom Cloa-
ron, nlo puderam continuar a te la om sua
I ignorar o deaejo qne tinha Magdalena de companhia, e digna senhor* oom aa la-
'ver daraato algaas dias aqaelle a qaem grimas aes oaos leva de aooeitor aa la-
tallar-se em Vannes.
Corvol, um celibatario abaatado e con-
siderado.
E depois, as Boas posicSes nlo eram
iguaes ?
De intendente a preceptor, diiia ella,
nlo v*i grande distancia.
Por isso estremecen de praser.
Afinal enoontrava o homem Bochado I
Corvol seria sen marido.
E tomou-se por elle de nm amor, eaja
poesa alo exclus violencia.
Mlle* Hocibregue sem mais demora
emprebendeu o sitio da praoa oom tena-
cidede tero* daa solteironas qne vm apon
tar no horisonte o terrivel promontorio dos
qu*rento versos de Musset ou de Lamar-
tine recitados noite, con amor* qoaade
todos renuidaa. liam no grande asile;
suspiros lnguidos, revirar de olhos, todo
o arsenal qne ella oonheoi* em qoeeo de
nsmoro, Unooa mo de tado para fasci-
nar so* prea.
(Cot>tMa)
E* aa IvmsMbM oade o Pabfiea i
rara o* metamos artifes de

*



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ENSAZU5YI_8VMLWL INGEST_TIME 2014-05-22T00:06:08Z PACKAGE AA00011611_17333
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES