Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17305


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO LXVII
QARTA-FEIM 22 M JNKO DE 1892
________________________ ; j gg

NHBEO39
I
i

<
DIARIO DE PERNAMBUGO

PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA FILHOS
PARA A .CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6&00G
Por bes ditos vencidos..... 7|000
Por ifm anno a iiaotado .... 24|000
dem dem vencido. /. 28$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAtfjES flA PRAN.
QA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C, resi lentes em Paris34 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE E PAGA PORTE
/
Por seis mezes adiantados. .x 3J>500
Por seis ditos vencidos. 15$500
Por nm anno adiantado. 27$>000
dem "dem vencido. 31&000
. AvtSO
Estando a fadar-se o pri-
meiro semestre do corren-
te anno, pedimos aos nos-
sos a ssignantes em atraso, o
luio de mandarem abo-
o
caoRemetteu-se copia ao inspector do e roit, por conta do Estado, em carro de 31
Miro. iclasee, da estacio de Una a de C.nco Ponas, a
O goveroador do Estado resolve exonerar
o bicharel Pranc seo de Asis Pereira Rocha do
**-"
obseqi
nar saas assignaturas at
dia 30 do crtente mez,
A falta de attencaoao nos-
so pedido obrga-nos a fazer
cessar o ^Diario no 1.' de
Julho.
_____TELEGRAMMAS
siroco SansLa so asio
RIO DE JANEIRO, 21 de Junho, s 6
horas da tarde.
A Cinara em ssss&o de hontem rejegea
o resto da mesa."
O deputado Pereira de Lyra censa.
roa a administracSo do Dr. Barbosa Lima,
que foi defendida pelo Dr. Annibal Fal-
cSo.
i
A oommisslo de legislacSo e justiga
apreaentoa parecer aceitando o projeeto
de amnista approvado pelo Senado, addi-
tando-lhe, porm, ama emenda approrando
os actos praticados pelo governo.
Apresentaram parecer em separado os
membros d'essa commissSo: Drs. Epitacio
Peesoa c Augusto Froita?.
Pareee resolvida a retirada do Dr*
AntSo de Feria.
INSTRCgiO POPULAR
o :::::: ::
PELO
Dr i 0.
SEtit yn* PARTE
fContinuagao)
8 J5 IMMIGBAglO
Esmeralda*. Os capa'blobo" francezes Clan-
dio d? A jbeville e Ivo d'Evrox, em anas obras
publicadas eui 1611 e 1&I3, affirmaui haver con-
sderavel abundancia deatas pedras em trras
d33 inlios; mas anda nSo foram encontradas.
Sapbi-aj. Eicontram se ni trra de S. Ber-
nardo da Parnabyba.
Ztnco, piado?, arsemeofe prata, s&o encontra
dos na comarca do Grajab e seos arredores.
Garvaomioeral. No canil do Arapapahy e em
V.nhaes encontram-se paos toaseis e mbar on
resina fossil.
Ai margeos do rio.Iiapecar apresentam em
osaa' pirles o red saad.stone, oa greda 'elba
e vermelhi, cojis c unidas eaa ooioTadaa, e so
breposta9 por bancos di puding, e crecbe oa
coagomincoe i de sedimenio ferruginoso, eji
perto ao Coroat, na margem iireita, em nm
banco d? lagem vermeln), na umi palmeira pe-
trificada, e tudj i8to sao os nucas de minas de
carvao de pedra.
No sio Naia'eih. distaste 1)2 legoa da cidade
Ja AlcaTa-a, deseo" r:o t UDa mina de carvao
qu parece ser de Od quaniade.
Marmore e calcar'o. Exist-m noBrejo, nis
mi'i cntara, principalmente as trras denominadas
Pial .ta Co Dr. Lir-ato (cu?;? vjjigarnjente eonbe
cid; peb nom? de Rioao Ejgeubj) o'nde to
nx txtrahidas aigumas pelras arquies, devi-
da'i ie preparadas, n8o off-;eam a menor
drff : r das que importamos dj L'stdJ.
Qu.r" e snas variedades. Ene ntram se
crystos- ocba na faxeoda Grximbos, ea co-
man..! e S. otv dos 41 6 s.
Arjjla- E,D do obstado, e especialmea'e
na ilJJbkS Lite ntsmj'geis do rio Ita pe-
da C>roata, encontrara se ar
gillas oMnlrrU core?, como amarelias, bran-
r i a cst? d:- Es'ado abundante
pm excellentes s-Ima?, oDreiabigdo,',porm1 as
deAljatra, ondeohmamentrtkl!ira-se orna
compaal que se prop6 explonl m convenien-
t'metHe.
(Continua)
PARTE OFFICIAL
cargo de secretarlo do governo visto ter sido no
msaio jais de direito do municipio de Tacarat
O governador do Estado, attendendo a que
presentemente nao podem ser organisadas as
secretarias de estado, resol ve nomear o bacbarel
Virginio Marques Caraeiro Leao para exercer
interinamente o cargo de secretario do governo.
Communicon so ao inspector do Tbeeouro.
O governador do Estado resolve nomear o
bacbarel loao Augusto Ferreira Lima para ex-
ercer o cargo de officia! de gabinete do governo
em substituicao do bacbarel Virginio Marques
Caroeiro Leao que fie i dispensado por ler sido
nomeado para servir interinamente o lugar de
secretario do meemo girerno.Comminicou se
ao inspector dofesou'o.
O governador do Eitado resol ve nomear
Arlbur Teixeira Bastos para exercer o cargo de
thescureiro do Tbesouro do Estado.Communi
con se ao inspector do Tbesouro.
Offisios :
Ao J):. Francisco de Asis Pereira Rocha
Dispaasando vos n'eata data do cargo de secre-
tario d'este governo, por terdes sido nomeado
para exercer o logar de juiz de direi o do muni-
cipio de Tacarat, manifest-vos os meus since-
ros agradec me otos pelo auxilio que, no exerci-
co do meemo cargo, me prestaste?, digno, por
certo de louvor a'este governo.
Ao inspector da Tnesonrarla de Faxenda.
Commuoico-vos para os fice convenientes,
que em 16 de Abril fiado o director do presidio
de Fernando de Nironha. Jjaqnim de Gusmao
Coelbo reassnmio o exercicio de sen cargo.
Ao Commandante da Companbia de Bm-
benos.Mandai entregar ao commandante da
compaohia de cavallaria as trinta davinas a
spencer, com a respectiva muni^So, que se acbam
recolhidas ao quartel da companbia sob vosso
commando. .
Ao gerente da Companbia Pernambucana.
Providenciai no sentido de ser adiado para 20
do correte a sabida do vapdr Goyanna para o
presidio de Fernando.Fizeram-se as necesa-
rias coxmnnicacoes.
Ao director do presidio de Fernando ue
Noronha.Faxei regressar na primeira oppof-
tnmdade para esta capital, afim de ser submet-
tido a jolgsmento no municipio de Buique, con-
forme solicita o Dr. juiz de direito do 2" distric
to criminal o reo de nome Francisco Jos de As-
sis, de quem tratastes em officio de'18 de Abril
fiado, sob n. 44. Commnoicoo-se ao D-. juiz
de direito do 1" districto criminal.
Aomesmo. Recebel nesse presidio, en
vista do disposto no artigo 6' do decreto n. 854
de 13 e Outubro de 1890, o rc do nome Pbi-
tes Adelino da Costa Qoria que abi tem de cum-
prir a pena de 1S aono3 de priso por crlme de
fabrico e latroducgao de moeda falsa. Commu-
nicon so ao Dr. questor.
Circular:
Aosjuizes de direito.Transmiti vos co-
pia do acto de boje 'datado pelo qual determinei
que os supplentes dos julzes subBtitotos e mu-
nicipaes, nomeado por porUria de 6 de Fev-
reiro de 1887 para o <|uatrieonio que coaecou a
decorrer de 19 de Marco do mesmo anuo e os
que em substiiuico dos referidos supplentes,
nos casos de vaga, por motivos legaes, o foram
posteriormente, deixem immediatamente as
fnnccCes das varas em me porveatura se achem
passando as aos presidentes des conoelbos mu-
nicipaes cu de intendencias e na falta destes aos
membros mais votado ilas referidas corpora-
g6es.
Por esea occasiao recommendo vos a fiel ob-
servancia do referido acto, coaiando que nao
consentiris, orna vez verificada no municipio
de vossa jurisdieco a bypotbese de que se tra
ta que os sopplentes em taes condices cooti
buem sob qualquer protesto, no exercicio do
cargo de juiz.
duas pracas, e providencie quanto ao transporte
de um doenle qae ellas conduzem para esta ca-
pital, conforme eolreita o Dr. questor policial em
cfficio des'a data, sob n. 680.
C Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro d passagens por conta do
Estado, em carro de 2a classe, da estacSo do
Brum > de Bartuna, a duas pracas que regres
sam para a cidade deeynna.
IXPDIXNTE DO DB SICBITABIO
.overa
de Per-
do Estado
namhuoo
IXPIDIBMTB DO OA 17 DB MAIO DB 1892
Actos:
O governador do EsUdo considersndj que se
acba terminado o quatrienu que comejou a de
correr de 19 de Marjo de 1888, de eupplentea
dos juizes municipaes e substitutos, e para o
qual foram fe.tis a? prlncipaes nomeacoes por
portara de* de Fevereiro do mesmo anno ;
Considerando que por isso nao sub'islem as
alludidas nomeacoes, nem as que em substitui-
rlo dos referidos aupplentes, nos casos de vaga,
por mitins legaes, se deram posteriormente ;
Considerando qte, apezar do qoe tica exposto
em varios municipios, segundo consta, alguos
dos fupplentes cemprebendidos n'aquelles actos
de nome-fiOes sea:bam anda no exercicio pleno
dos cargos de juizes municipaes e de tubstilutos
e at dos de juizes de direlo;
Resolve determinar que os supplentes em taes
comcSes e que rnente deveriam servir duran-
te o periodo do qutrienio finio, deixem lmme-
diatamenle as funceflw d'S v iras em que por
ventura se achem, paasando-as aos presidentes
dos conceibos municipal oa de intendencias e,
na (alta a'este?, aos membros mais votados das
referidas co pericos.
O governador do Estado considerando que
a escriptoracao do Toesouro se acba atrasada
regolfe, de conformiaada com o 8 4. art. i20
do regulamento de 2 de Julho Je 1879, prerogar
Officioe:
Ao Dr. Joao de Oliveto, 1* secretario da
Candara djs Denutado3.De ordem do goveroa-
dor do estado ^rarsmftto vos em respoSta ao
officio n. 94 qu: me dirigiste) em 12 do correa
te mts a informacSo em original, prestada pelo
1* procurador dos feltos da fazenia do estado,
acerca do assumpto do citado officio.
Ao Dr. juiz de direito do 2* districto cri-
minal do Recite- Di ordem do governador do
ctedo communico-vo8 que no requerlmenio do
sentenciado Manoel Candido da Silva de quem
trata o vos so officio de 10 do corrente sob n. 100
foi boje exarado o seguinte despacho:
Ao director ro presidio de Fernando.de No
rooba para fzer regreaear o Buppcante na pri-
meira opportunidade.
Aos agentes do L'oyl Brazileiro. De or-
den do^overnador do estado acuso o recebi
men'o de officio em que commuoicastea que o
vapor Minios ch-goo dos porl03 do sal bojp
as 9 horas da maoha e seguir para os do norte
amaoh 4s 5 da tarde. Conmunicou-se /dire-
ctora do commercio.
Ao director do presidio de Fernando de
Njroaba-O governador do estado man la com
municar vos que conc^deahoje permieso pira
que o v.ipor Galicia Sf-Pac.-h: Steam Navega-
tion Camoany toque nese p esidio onde deixa
rOB cidadaos G. H- Boiley e R- Jones, com
suas bagagens, os quaes depois embarcaras para
esta cipiUl no vapor Silvertovn.
O mesmo governador recommenda-vos que
tomis odas as medidas no sentido de evitar-se
a fog* de presos durante a permanencia abi dos
mesmos vapores.
Portaras :
O Sr. gerente da Companbia Pornambucana
d passagens a p-a de ida e voita entre os por-
to do Ricife e Macei > Amelia Polycarpo Chiap
pe trazendo d'abi tres apbnobos de nomes Ma-
ra, Valeria e Rosendo, por conf das gratuitas a
qoe o governo tem direito na segunda viagem
deste mez, observada a clausula 23 do decreto
n. 10 208 de 16 de Ma'co de 1889.-
O S'. gerente da Companbia Pernsuboca-
na de NavegacJo faga transpor'.ar amanba para
o presidio de Fernando de Noronba, ao bordo do
vjp-jr G)!anna, dando paBsagsm de prda,
pir conta do Mwislerio do3 Negocios da Justifia,
em vista do diaposto no art. 7* do tfecreto n.
854 de 13 de Outubro de 1890, o reo de nome
DESPACHOS DO DIA 18 DE JUNHO
DE 1892
Antonio Feroandes da Silveira Carvalbo, 2.
officia! da 3.a set'cSo da secretaria do governo,
pedindo aposentadora. Passe portarla aposen-
lando-e o peticionario com ordenado proporcio
nal ao tempo de servigo, em vista do parecer da
jnuta tiedica.
Fielileo Brotbers, pedindo pagam ntoda quan
ta de 9:049*860, importancia do gaz consumido
na illominasao publica 003 meses de Outubro e
Novenibro. Deferido, dos termos d officiOv
n'esta dala dirigido ao Tbesouro do Estado.
Jesuoo Archanjo de Albuquerque Pimente',
Clleclor do municipio da Victoria, pedindo que
sejam rcebidas, como flanea, as castellaa de
varios bancos. -Iaforme o inspector do Tnesoaro
do Estado.
Liorenio Goncalves de Azevedo, alteres do
corpo policial, pedindo 2 meses de licenca.
Sim, com o venclmentos a que tiver direito na
forma da lei.
Manoel Jnaquim dos Santos.O peticionario
j foi requiajtado pelo juiz de direito de Bom
Canselbo afim de ser submettido a julgameato.
Mana Minervioa de Brltto, pedindo para que
seu filio Pedro seja admiltido na colonia Isabel.
Infome o Sr. director da colonia Isabel.
Maciiel Eduardo da Costa Monteiro, pedindo
re8tiluic20 de emolumentos.Iaforme o inspe-
ctor goral da Iast-uccao Publica.
Vicente Bezarra Civalcante.Mantenb) o des
pacho de 29 de Marco ultimo.
- 20-
Coimndr/or Aaton.o Henrique Rodrigues
pedinc.o paisa de collecta de ao^uidades da
Compenhia Recife Draiuage.Informe o Sr. en-
gennero fiscal da i.ompanbia Recife Draioage.
Augusto Ferreira Pinto, pedindo licenca para
transferir o dominio til do terreno de ma-inba
d. 27 A.Requeira do inspector da Tnesonrarla
de Fatenda.
Antsnlo Alves de Carvalbo Gavalcante Concei-
5o.Requeira ao governo federal.
Aotmio Vielra de Barros e Amalia Mara Viei
ra de Barros, professores pblicos, r.clamando
sobre a data em que deve ser contada a gratifi
cacao que lhes foi concedida.Indeferido.
Andr Mentor de Carvalbo, pedindo piara reti-
rar da colonia Isabel seu irmo Jose-Caetaco de
Carvalhe.Indeferido, em aisla da InfcrmacSo.
Bernardino Jos Lopes Nisario.Ao juiz de
direitc do municipio de Bom Conseibo para pro-
videnciar, devolvendo este requerimento.
Fiel las Brotheres, pedindo pagamento da
quaig de 83:1705500 proveniente da Ilumina-
cao pillea relativa aos mezes de Janeiro Feve-
reiro, Margo e Abril.Deferido com oflirio defita
data a} inspector do Thesouro do Estado.
Jos Dias de "Almeida, peludo licenca para
embarcar generas para o presidio de Fernando.
*Sim.
Jos da Vera Cruz Campos, pedindo attestado
de ejercicio.Iaforme o inspector geral da
iastruccao publica-
Jos dt; Figueiredo R;is e Silva. Indeferido,
viiti da informacao.
Manoel Cavalcante Veira de Mello.Indefe-
rido, a vista da in'urmaco.
Dr. T.beodo-o Mioervino Freir Pltombo, pe
dindo providencias sobre a persegoico que,
diz. estar soffrendo Informe o inspector de
bygteie. .
Sesret&ria do Governo do Justado de
Pern imbaco, 21 de Junho de 1892.
O ajadante do porteiro,
Tito Franco de Mendonca.
tetra, policial Cmara em vossa compa-
nhia, recebando de vos, que pouoo vos
demoraste no alladido edificio.da Cmara,
ordena para que nenhama pertarbacSo se
desse.
Recelando e vendo que nSo me seria
possive! mafater a ordem- publica com
ama praca que apenas me-coiBp.nhava,
mandei buscar 4' establo da guarda
local zcais duas praoai.
Foi durante eate tempo que aa scenas
de vandalismo se reprodusfram de modo
mais brbaro e brutal dea'ro .d'aqaelle
edificio, jacasKnunhaes e caoetes via-ae.
em oada canto. .
Como as pracas qoe mandara buscar
tardssam, sahi em procura de telephone,
afim de dar pressa s meBmas e evitar
conflictos na ra.
Ad voltar, jA a sesaSo da Cmara esta-
va ta mnala ; entretanto, grande grupo
de homena do povo eslava collocado ao
portto da sahida da Cmara, dando vi-
vas* ao Dr. Martina Jnior, Eduardo Ta-
vares e tenente Autuliano Lina.
Dirigi-nte entSo o esse grupo e pedi-lbe
que se retirasse, no que fui attendido.
fBitirando-se os Drs. Martina, Tav.'-res
e tenante Autuliano, acotepanhadoa desse
grupo, segai-os pequea distancia at o
m da ra da Uniao.
Como tivesse receio de otitro agrupa-
ment de povo, voltei ao portao do mes-
mo edificio, onde chegando enoontrei o
senador Ierra Martina, Dr. Quedes Pe-
reira e mitas oatras peasoas, que me pe-
diam para mandar correr certos indivi-
duos suspeitos, que estavam as circum-
visinhancaa do ed fcio da cmara.
Tendo chegado as duas pracas qoe pe-
dir a 4" esiacao, e sendo ajudado por
mais urna- praca de lnha, ordenanza do
coronel Se r Martina, mandei correr a
todoa esees individuos suspeitos, echando
em poder dos mesmos facas, punhaea,
navalhas e grossos oacetes.
Em Vista dieBO prend os a vossa or
dem e dirigi-me, acompanhado de ami
ges, at i QueBtura Policial, ond* inter
DIARIO DE PERUAIBCO f*J5sS2yE g\rS.
BECIFE, 22 DE JONHO DE 1892
lMMlgr Cerrespondendo ao honroso appello qoe por
carta se digOD fazer me o Illostre Sr. Dr. Bara
ta Gues, sou forjado a confirmar as considera-
cOes que flz a respeilo da neceesidade da ser de-
vidamente estudado o problema immigralorio
afim de nao continurteos a cer victima da ex-
ploracSo^le eslrangeiros que buscam os ndeos
do Norte do Braz. foreados pelo desejo de fa
zer fortuna fcil ou recrutados por agentes que
nao sabem cumprir rigorosamente os seu; de-
veres.
Combat e combUerei sempre essa Immigra-
co por cabeca, cujos resultados sao puramente
negativos.
Porque o sul prospera e se locupleta com os
bracos de milbares de estrangeiros que buscam
as euas paragens ?
E' porque l a propaganda immigratoria se
faz com methodo correccao, diffandindo 83
pela Eurora c coch-cimen'.odas reaes condi^oes
climatolgicas d'aquella parle da repblica.
Todos sabem e a ninguem desconhecido, o
progreesive abalimenlo da Colonia Suassuna,
Irremeaaivelmente condemnada se nao forem,
em tempo, dadas as neceesarias providencias-
Contes'ando as affirmagOes que nesse sentido
fia, o illostre Sr. D-. Barata Goes escreveo :
Qaettnra policial
Se;cio 2. N. 1-40 Secretaria da
Qaesura Policial do Estado de Pernam
buco, 21 de Junho de 1892.
CiiiadSo. Participo-vos que foram
hontem recolhido3 Casa de DetencSo os
seguintes individuos:
A' minha ordem, Manoei Ferreira do
Ama -al, por disturbios.
A' ordem do Dr. juiz do 5o districto
municipal, Olympia de tal, alienada, at
qne joasa ter o conveniente deatino.
A' ordem do aubdelegado da freguesia
do Rec fe,.Joa Aetonio da Croa e Pedro
Ignauto B.>rb)83, por crime de furto JoSo
Antonio, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 2o distri-
cto de S. Jos, Vict)ria .'da Oosta,_aliena-
da, oom destino ao asylo da
neira. *
A' ordem do subdelegado de ALgadoj,
Jos LeSo MartiiB dos Sad'os; por crime
de rapto, e Pedro Ptreir da Costa, como
deaoideiro, *
A' ordem do subdelegado do 2- distri
eto a Graga, Matoel Brasiliano da Sil-
va, ])or disturbios
O delegado do 2' districto da capital
acab.i de dirigir me o officio abaizo tran8-
cript), sobre es acontecimentos oco|rridos
altivamente no edificio em que funeciona
a Cmara dos Depntados.
Delegacia do 2o districto do Recife,
21 da Janho de 1892.
> Oidadio.
c Para vosso perfe'tto conheciment dos
a Cmara dos
roguei-os, e depois remetti-os presos a
vossa ordem para o qaartel do coipo de
policia de que sSo pracas.
Doa interrogatorioa a que foram aab
mettidoB esses individuos, evidenciase
que por ordem do Qaartel Mestre do Cor-
po de Policia tenente JoSo Orualberto de
MagalhSes, foram ellea encarregados de,
das galeriaa da cmara dos deputados,
dar vivs ao Governador de Estado i
monjas ao. Dr. Martina Jnior.
Evidencia se anda quo fora, este mes-
mo offlcial quem fornecera algamaa das
referidas pracas armas prohibidas, orde
nanio lhes tambem que em caao de per
tarba^So da ordem no local mencionado,
ditas pracaB nSo Be deizassem prender ;
pelo que deveriam usar livremente daa
armas que lhes fornecera. i
E' o que a respeitc do factoa occorri
dos no da 18 do corrente me compre
informar*
S-.de e Fraternidade.Ao Dr. Ben-
jamn Aristides Ferreira Bandeira, M. D.
Q.-aitor Policial.O delegado.Graoi-
liano Martina Sobrinho.
Ao Dr. Alezandr Jos Barbosa Lima.
M. D. Governador deste Estado.
O Queetor, Benjamn Aristides Ferrei-
ra Bandsira.
Thesouro
do Estalo
nambuco
de Per-
10'
*'
al 4s i 1/2 hora, da tarde o expediente aa da^ R^f, tf s^ ^0^,00 d pasaagem de viada
factos de que foi thaatro
Puntes Adeino da Costa Doria, ?ue vai cumprir Daputados e seas arredores, no sabbedo
Pen^d^d^lQ-0LdL^0JJ.^J.LCOdJe 18 d> corrate, pasao a narral oa :
c Chegando ao meu conhecimento., por
volta de 1 hora da tarde, qne havia gran
de a untamento do "povo dentro e fra do
edificio da Cmara doa Deputados, para
l m 3 dirig oompanhado de ama prsca
da Guarda Local, e abi chegando penetre i
no r jointo da Cmara, afim de verificar
se era verdade o que me firmavam ; ve
rifiquei com effeito qoe tanto no recinto,
como as galenas, havia grande numero
de capangas armados, e saldados do Cor
po d i Polica vestidos a paiaana
Nf.o tendo accSo policial dentro d'-
qoelle edificio, achai melhor levar o faoto
ao vosso conhecimento, o qne realmente
fia.
Pfeja minutos dapoi voltei da Qaes-
demnadi por crime de fabrico e introdcelo
moeda fals?. .
I tem idem por conta dae gratuita?, a Mana
Francisca do Carmo, mnlaer do sentenciado Au-
gusto Jos Carneiro e a seu filbo menor. Com-
mnoicon-se ao director do presidio.
O Sr. superintendente da estrada di ferro
do Recife ao S. Francisco c passagens de viuda
e volta, por con a do Estalo, em carro de 1'
claese, da eelacio de aa de Cinco Pontas. ao
cormiasano da guarda local l- Qjipip.confor
me solicita o D*. questor policial em officio de
hontem datado, sob o. 678.
Mutatu mitindu dr Qiipapa a Palmares.
Ilem passagem de vinda e volta, da esta
gao de Uaa i de C'd: Pontas, a urna praca qu =
vem a esta caplul por motivo de servico, conto-
rne solicita o Dr. questor policial rm officio de
hontem datado, sob n. 677.
Muala mutandts de Qjipipa a Palmares.
O Sr. tuper nteodenie da estraia de forro
DESPACHOS DO DIA 20 DE JONHO DE
1892
Alfredo Jos de Carvalho, Benjamn
Erneato Perejra da Silva, JoSo W. de
Medeiros, bacbarel Joaqaim Monteiro Di-
nB.Informe o Sr. Contador.
Fernando Barata da Silva. -Haja visti
o Sr Dr. Procurador Fisoa'.
Frangisoo Bernardino de CampoaA'
Tamari rfiecgSo do contencioso para oa devidos
fies.
Jydronio Ignacio de Mello e Joaqui
Alves.Certifique se.
Coronel Augusto Ootaviano de Sons
G. Gomes Maia & C, /ohlman & C. Q.
da Silva Loyo dt C.~Ao Sr. Porteiro
para entregar aos* iateressados.
Dia 21
Maria Pauli a Alves dos Santos, Igoas
Lyra de Sdaia, Augusto Jos Mauricio
Wanderloy, Eoedino Goncalves Ferreira
da Luz Informe o Sr. Contador.
Fratcisco das Chagas Ribeiro de Oli-
vera e Jeaoiao Archanjo de Albuquerque
Pimental.Haja vista o Sr. Dr. Proca-
rador Fiscal.
Henri Fouqueau. Informe o Sr. Dr.
Administrador da Recebedoria.
Erneato Arcelino de Barros Franco
Como requer, ficando certidao.
Affoaso de Oliveira & O, Jos de Ma-
cado e Aquilino Ribeiro da C. Oliveira,
Ao Sr. Porteiro para entregar aos inte
reasadoB.
Do artigo publicado no Diario de hoje sob a
epigraphe ImmigracSo para o Norte separe o
seguinte trecho com o fim de nao flear sem con
testaco o sea assutrp'.o :
< Agora mesmo acabam de retirar-se deste
Estado os ultimes destroces da colonia Suassu-
na, que teria produzilo esplendidos "resultados
se na > fra o vicio de orlgem daqoelle que o
procorava. >
Como sabe o Ilustre Dr. (o Dr. Barata refra-
se a mim) que reliraram-se deste Estado os l-
timos dest rojos da dita colcma ?
Ser echo da vez interessada de alguem* que
promove a extiocao do estabeiecimento colonial ?
Saiba, pois, o autor do artigo, a que me retiro
que, apeas*'de reLrarem-se immigrantes, qaf
foram sednzidos pelos contractantes da ratro
durco de bracoe estrangeiros para a colonisa.
go em Pernambuco, como ja declarei pela im
Lprensa, ha ainla sementet que poderao prodnzi:
moitos bdns frucMi como espero, j por si, j
promovendo a vinda de europens pata Pernam
bnco, fazendo-ae aesim a verdadeira propag n
da, que, embora vigorosa, aera aproveitada.
*
Maniendo o que escrevi, declaro, que na Colo-
nia Suassuna nao existem mais immigrantes, por
que osproprietarios de lotes eo, entre outros, os
Srs.Araojo, proprletario do Regalador da Mari-
nha, Franciscoex-jardiaeiro doSr. Vaeconcelios,
Lanatte, industrial, Paes Barbosa, Julo Horoacio
e outros cavalheiros que nao sao immigrtntes.
At t coronel Joao Livramenlo poseuia lotes
na Colonia Suassuna.
Eis a que est, porlaoto, repulido esse ncleo
colonial,festinado pelo governo a ser priocip.-l
receptculo da immigrcSo estrangeire.
Fica, asim, de oeobum effeito acontesfico
que o Dr. Barata Gota pretende oppor ao meu
atige.
O mea digno oppo3itor termina a sua carta di-
zendo:
Pefioai iustre articulista que explique-me
a ultima parte do alludadi trecho; pois nao se1
a que vicio de origen se rtfere, nem quaes sao
os que o procuravam.
Respondeado devo fszer as seguintes obser
vfiOes :
Terminei o trecho em qutstao dizenio que a
Colonia Suassuna teria prodnzido explendidos
resui'ados se nao fra o vicio de crigem daquel-
db.es'qoe a procuravam.
Explicando o pensamenio que diteu as alludi-
d83 palavras declaro que a Caloaia Suassona se
ria hoje nm til e proveit03O ncleo se nao tos
se a immigrar5o forjada para eile encamiohada
(wciod* origem daqaelles que a procura.
Eis portanto respondida a carta qne amavet
mente me dirigi o digno delegado das Trras
e Colonisac5o.;cavalheiro cojo zelo e autoridade
nao ponbo em duvida.
J. Jhiago da Fonseea.
Becebederla
DS8PACHO8
do atetado de Peraaai
bneo
DO IA 20 DE JONHO
DE 1892
Jos Ignacio Avila, JoSo Bernardo do
Eap.rito-Saoto,. Maria Olympia P Franciaco Slgalo Blas Informe a
seccjlo.
Cydronio Ignacio de MelloCertifi-
que se.
Antonio Fortanato Ribeiro. A
aeoelo para oa devides effeitos.
e declarava que levara aos tribunaes o
sea secnsador, se eate nlo gosaaae da
immanidade parlamentar.
O Sr. de Connek, que diese haverem
provaa inconteataveis do fa;to, pedio que
se procedeue a rigoroso inquento, ao
qoe annuio o ministro do interior.
Foram condempadoa a 4 e 3 annos de pri-
8&0 os doaa anarchistas, que por crime de
rebelliSo e ameacaa a mSo armada D) dia
1 de Maio, haViam aido submettidos pro-
eeaao.
Sata
O conseibo municipal approvou a idea
de fortificar-sa o valle do Rhodano.
O governo pedio um, crdito snpplemen-
tardedoia milhSes, ^ra habilitar s 1
ezecugao das obras a emprehender n'esse
sentido.
A assembla federal consignou o crdito
de 2 milhSea de francos para iniciar as
fbrtificacSes do Rhodano, de accordo com
as recIamacSes do govtrno francs.
Allemanha
A 'aaeta da Allemanha do Norte i-
tics a erganisaejio das festas gymnasticas
em Nancy.
Aquella folha enumera os factos que
considera hostia confederacSo germnica
e particuLrisa a ciicumstancia de terem
aido co vidadis as sociedades^estaangeiras,
com exolasSo das da AUemalih.
A imprensa poltica desse paiz, pois, re-
vive ou antes, porque nanea estove ador-
mecido este sentimento, aproveita urna
opportunidade de manifestar de novo a
desconfianca qoe a Allemanha nutre con-
tra a Franja e qae esta, va.ha a verdade,
paga-lhe tambera na meama moeda.
As duas nacSes viainhas sob a presslo
d'essa saspeita inquietadora nSo podem ter
um momento de descanso ; e si tem a paz,
e com todos os sobresaltos da guerra, de
sorte qae o menor rumor as fronteiras
objecto de sobresaltos, jndagacSes, com-
mentar i, s, luctas apaizonadas na impren-
sa. i
A Allemanha, embora os seas resent-
mentos fossem de sobejo contentados,
porque Leipzig e Warteloo baatam para a
liquidacao de contaa com o primeiro im-
perio ; o bombardeamento, o sitio de Pa-
rjsae outros triumphoB sejam euffi ientes
para contentar a inimisade contra o segun-
da imperio, parece querer ainda cebrar
alguma causa da requblica francesa.
A Franca tambam nSo esquece seua fin-
tigos revezos, e bastou que Bou'anger
ezplorasae o sentimento da revancjte para
tornar-se um dolo popular.
As grandes manobras do ezercio fran-
cs, o anno passado, serviram de pretexto
s mesmas discossSes qae hoje se levan-
tim 'a proposito das festas de Nancy.
E, no emtanto, se verdade o qae di-
zem os telegrammas aqui publicados, o
acontecimento de maior importancia pol-
tica naque-lia solemnidade, o discurso do
presidente da Repblica, saliontoa-se, nSo
por merecimentos de hostilidade Alle-
manha, mas por sentimentos pacficos que
correspondiam aoa dos assistentes.
Os intuitos que attribaem ao Sr. Sadi
Carnot esto de acedrdo com o papel que
elle tem representado no governo da
Wga ?
Elle nao procura, como o imperador
Guilherme, impressionar violentamente o
mundo todas asvezes qne faz um discur-
so; era preoccup&r sombramente os seas
subditos, de tal modo'que fazendo nao ha
muito tempo a apologa da paz, csusoa,
pelo contraste, surpreza geral.
Afim de encontrar Be com o Czar sa-
guio o imperador Guilherme para Kiel,
onde pouco depois da chegados, dasem-
barcavam ambos por entre acolamc89S
enthusiasticas do pov).
Desde o es at o palac'o onde sa hos-
pedaran), formava a gaarni;3o da cidade,
em grande uniforme.
Os hiates Hohenzolerne e Estrella Pe-
lar entraram em Kiel, acompauhados de
toda h esquadra allemS, embandeirada em
arco.
A entrevista annunciada dos dous so-
beranos, que roaliseu se pouco depois de
sna ebegada, foi das mais afectuosas, e a
conferencia que tiveram, paree? que n8o
versea senSo sobre questSes paramente
EXTERIOR
e
1.
1.'
Blgica
, Na oamara doa repreaentan'.ea appro-
vou-se por 75 votos costra 22 a revisSo
do artigo constitucional 48, votada pelo
senado e a principio rejeitada pela metma
cmara.
O Sr. Beernaert, ministro da faaenda,
pos a questSo de confiaoca.
O artigo 48 dt oonatituioto diz reapeito
aos poderes da oamara doa representantea
e do senado em materia financeira. ,
No senado voton-se igualmente ama
propoBta de lei sobre os jogos, tendo easa
proposta sido oooasil >, no comeco de nm
vivissimo incidente.
a vespera o barSo de Coninck aesusa
ra um certo vareador de Spa de ter rece
bido do propietario de orna casa de jogo
sommaa conaideraveia ijueeleva^m se an-
nualmente de 30.000 a 5CLC00 francos.
O Sr. Simonin lea um Uleframma da-
pnvadas, limitando-Be a urna troca de cor-
tesas e de palavras cordiaca, e tendo un
camente de notavel o pedido do imperador
da Allemanha para que se terminassem
as divergenciaa que at hoje imped-
ram a assignatara de um tratado de com-
mercio en re as duas potencias.
= Os jornaes publicam no entretanto
eztensaa notciaa sobre a conferencia os
dous imperadores.
A i aprensa da capital diz quejt entre-
vista entre o Czar e o imperador Guilher-
me II nao tem absolutamente alcance po
liti'
A Matiooal Zsitung accrescenta que
na conferencia de Kiel o Cztr assegtrou
a neutralidade da Rusbb no caso de sna
guerra em que somante estivessem empe-
nhada o Frange o a Allemanha, visto
que aa hostilidade seriam movidas pela
posse da Alsacia e da Lorena.
E tal declaMcfto aasegurada nos cir-
calos offioiaes de Berlin, disendo
Telegrammas recebidoa de S. Pe-
tersbugo qae disendo o osar censaron o
grSc-daque Constantino pela sua visita ao
Sr. Sadi Carnot, presidente da Repblica
Francesa.
O cJemal de S. Peteraburgo por sua
ves attribue a entrevista em Kiai o pro-
1
I

imm I


Diario de ernambuco Qqaria-feira 22 de Juixho de 1892

az europea e
aer
unilo
auan-
r

Soiit d*
e vistas obre 01
to a trplice elissjca.
A imprensa _
parte deimsnte o
jornaes Rllemaus e|u
verno de 8. Mseri
neutro no caa sle
Franca e Alie
mais que existe __
polticas entre o imperio moscovita e a Re-
pblica Francesa.
E, para oomprovar estas asseveracSes,
o jornaes franceses apontam a existencia
da grande ejquadnairaaces em Oronstadt
e a vista do gran duque Constantino Nica
Isievitch a Nanoy.
Durante a estada "des dous soberanos em
Kiel assistiram aan* asviita naval em hon-
ra dos mesmos .
O csar da Boas-deixou pela manha
de 8 Kiel -para -rehar mOpusdtag*e, onde
vui buacar o membros da soa tamilia, quo
fijaram junto a corte do rei Christianei
IX, aasim como a comitiva que a aoom
panhoa-em su* viagem.
O imperador Gailbarme II e saa oo
znitiva ahogarais a-Potsdam.
__O principa Bismark em um tintsr
view oom o raport do cHerald, deca-
rju que a AUemanha eslava resolviia a
s aser guerra no caso de aer ameaoaia.
Sobre a recoaoiacAo do principe
com o imperador Gailherma cootradicto
rias sao as vera3. que circu am. Si alo
iabe-83 no certo que ha ; julga se, po
rm, que em viata Ja opK>siclo feit
pelo ostnsKeos i recmailiaclo, ella nao
je fara, para nao ficar ameaetda a tripli
ce ailiaoga. ,>
No entretanto^ta q uom diga poder
affinoar, aaa um ieato a reorooiUaoao ;
e no sentido de sua affit-maclo, aoceatua
qie o ehanoeller de ierro, m oonferen
oa-com um jarasBta, fea de acoardo
amomao&n positivas e doetaroa que vol-
ver ana antiga pesic j, combatendo o
partido oatbaswi, fara salvar a trplice
aH tanca, e na asesme intaito envidando
todo os eaforoos para detestar a orise
fianoeira da Italia.
A Ailemanba que est tratando de
iotrodasir ohins na Afrioa Oriental, para
a elaataole de triga em larga essala, po-
rm sao governo moatra-ae seriamente
preocupada pelo augmente eempre ores
cmts da emigracao da Alsaria e Lorena
para o territorio fraoeea.
Fandoa se em'Bsrlim ma grande
a^socieeao, tesdo por fin iotrodusir na
fabricarlo da aasoaar todas -os melhora-
meatos possrveia e projarar por outroi
modos entrar em competencia co-a os ar-
tigoa ensilares de precdesela ameri-
cana.
Os industrsaes fraaoeaes feram convi-
dado* a alistaren! se na associacao.
A -maioria da imprenta alloma1 aai
ma os industria de insperio a coacorre-
rem expoaioSo de Chicago e condemna
a abstencSo oj .1.
a cOaseta da AUemaoha do Nor-
te desmente a. noticia da ezistsQoaa de
am tratado d ommercie entre a Alle-
manha e a H:spanba> e da que qoa
impossivel acsordo Basta sentido deade
que o goverao hespaahol nao acceitao a
diminaico dos impostes sobre os aloools.
Houve explosSo-de griaoa as mi-
nas de carvao de Weisback
Aciba de ser julgado am Hmabur-
go o prooesso de faitencia da banqnairo
Mosf, sendo pronuoeiada contra este a
pena de 6 aooos de pristo.
Segundo informa o tTugeblatt, o
Sr. Weseelitaki. director da tUorrespon-
dencia do Imperio,, no qual appareciu
em primeiro logar a falsa noticia da mo
lestia do sultUo, acaba de ser expulso da
Pruasia.
Inaugurou-se em Munich a exposi-
ca de bellas-artes.
Em regresso deixaram Potadas os
res da Dinamarca e a raioha da Hollan-
ca
Durante sua estada nessa odade, a po-
polac5o presten aos soberanos ineqnivo-
eas provea de respeito e sympatbia.
INTERIOR
Autirisado pele Sr. ministro da man
aba, por aviso n. 1,202 de 16 de Maio
correte e de acoordo oom o Sr. contra-ai
mirante L. P. Saldanha da Gama, director
da escola aaval, inangurou o Sr. Dr.
Tarquicio de Soasa Ftlho, lente cathe-
dratco da meama escola, um curso livre
de direito ooastituoional e legislacSo mi
litar, no qual sa propSj a desenvolver o
programma que em seguida, publicamos :
IIdeas propeduticasoclo do di-
reitoAccepclo da palavra direito, na
technologia jurdica Definidas e divi-
aSsa geraesDireito privadoDireito pu
blicaDireito internacional Affinidades
cientficas do direito.
II.Direito ConstitucionalFontes do
direito constitucional patrioConstituiclo
__Suas especies e formasEscola idea-
lista e escola histricaEstado syathetico
do organismo constitucional.
IIILei geral da sociabilidade Oii
gem natural e necessaria da sociedade
Socieide, naci, doto, estadoEvo-
laca histrica do astado Attribuicoes do
estadoIofluencias determinantes da ac-
olo do astado Individualismo e socia-
lismo.
JVGrenese da soberanaSoborania
nacionalSens caracteresPoderes ele-
mentares em qie Se deoompSe (Conat.
art. 1U
VTheoria da diviio doa- poderes
Verdadeira formula deU divisaoDivi-
(So constitucional doa poderes (Conat.
art 15.)
VI Personalidade do estadoFormas
polticas Clasaifioacao das formas p>l
ticasRepblica Federal Federaofc e
Coafedoraoao (3onst. prembulo e art. 1).
VII Organisaclo federal Rgimen
ment do Ooogreaso (Conat. arts. 16, 17,
tt.19. 2, W.&, Mm 4 | 40).
palaicaa, epasativas > jmmimma I
ti va da asaOsyssassta im
(Const. atas. S8, 29 .%).
X issoasa Moda da asiorm
IsaajooJss>moss1saas, iskmssstavas ja
-A-esssBosk*) ssjsado^Qoas*. asta. 30,
32, SS e 34.)
XISancgao presidencial Veto e
suas consequenias Djsaccordo entre as
duaa cmarasSolucao dos conflictos
Praticas americanas (Const. arts. 16, 37,
3, 39, 40 e 48).
XIITbeoria da representaoSoElei-
oloFooocHo pWitsca do votjSystemaa
eleitoMesSuflEragio universal directo
Representado dsa minoras (3onst. arts.
23 e 29).
XIII-Racimen elettoralEleitores e
-eiegrreis faeempatrbilrdadas eleitopaes
sYsswsaa ak'BcmlPaalicidade do voto
sfaaaaaa->de aaaadato tagisWtwe (Oanst.
arta. 23, 24,25, 26, 27e3J-L. n. 35
de 26 de Janeiro de 1892).
XIVP^der exeootivoSeus orgos e
smocSasPresidente i vie presidente
CondiySes de elagibilidadeDursyao do
mandato presidencialEleicSo presiden-
cial (Const. arta. 41, 42, 43, 44, 45, 46
e 47).
XVAttribuicSes do poder executive
Relac5es do poder execativo oom o po-
der legislativoResponsabilidade presi-
dencial (Cjast. arts. 48, 51, 52, 5 334=
L. n. 27 de 8 de Janeire de 1892 o L. n.
30 8 de Janeiro de 1892).
XVIMinisterioFuncoSes miaiste
riaesOrganisajSes dos servicos da ad
miniatracao federal (Const. arts. 49, 50,
51 e 52 -L. r. 33 de 30 do Outubro de
1891).
XVIIPoder judijarioSeus orgios
e funccSes -Magistratura vitalicia e ina
movivel=Modo de sua nomeacle (Const.
arts. 55 e 57).
Xv*III--OrganiaacXj judiciaria federal
=3uareno tribunal sedera! e saas attri
bui(3esJuiaes aeccionaes e suas attri.
buicSes Ministerio publicoJury (Const,
arts. 56, 5S, 59,.60, 61, 62 o 72 *l.
dec. n. 848 de 11 de Outubro de 1890)
XlX=Estados Sua organisa^So poli-
tija e econmica Sua autonomaLimi-
tes daata autonomaDupU soberana da
UniSo e dos estados (Const arts 4, 5, 6'
7, 8, 9, 10, i i, 12,"13, 63, 64, 65, 66,
dec. n. 39 de 30 de Janeiro de 1892)
XX-MunicipioCentralisacSo e des
centralisacaoOrganicacSo local Facto-
res des a or^anisacSo (Const. art. 08).
XXI Cidadaos brszileirosNativisnso
e naturalismoAcquisicSo, saspensSo,
perda e reacqaisiclo dos direitos de oda-
dao (Const. arts 69, 70 e 71),
XXII Declarasao de direitos Dire
tos pblicos, piblios e oivis Igaaldade
paraate a leiLiberdade individual e
seus consectarios=Liberdrde poltica e
garantas coaatitucionaes (Const. arta. 72,
73, 74, 75 e 78).
XXIIIForca publicaMissSo da for
9a publicaA torca publica no Brasil
OrganisacSo da forca militarExercitos
permanentesMilitarismoExercitos de-
fensivos e ofensivosO exereite emun
demooraoia federal (Const. arts. 14, 34,
i S 17, 18, 20, arta. 86 e 87).
XXIVA pas o a guerraSua inffuen
eia sobre a organiaacao militar Leis 0
iostitac8es militarasSubordinacae, obe-
diencia e disciplina militarDisciplina
militar nos pases livresHierarchia mi-
litar Privilegios, honras e pre ogativas
militares (Const. arta. 72, 21, 74 e 76).
XXV Principios geraes de adminia-
gaoAdministracao militarServicos ad-
ministrativos navaesReparticeas depen-
dontes do ministerio da msrinbaExame
suocinto das leis e regulamentos vigen-
tes.
XXVI -Idea geral do direito crimina]
Direito de repressSo substancial e direi
t) de repressao prooessualA lei penal
militar e saus oaractortstiooi=>Raz2o de
ser do saracter erpecial que ella reveste
JurisdiccSo e idro militarSua raalo
de serImperio da lei commum sobre os
militarasOrganisaclo de justici milita-
resOrganisacSo da justica militar tri-
hunaes militaresConst. art. 77).
XXVIICdigo penal da armada
Cdigo disciplinarExplicacBo suocinta
de suaj disposico;3 capitaes NocSet ge-
raes sobre o prooesso militarNeoessidade
di cdigo do processo penal.
XXVIIISituacao legal dos militares
pertn c o direito civil.Estudo geral das
leis vigentas q le interessam a qualquer
aspee1 da vida militar.
Vtnho, Sr. ministro, chamar vo3$a esclare-
cida aUeoc *- & dnnswsislin essa smtlar
ioaninra ovaetado emMfesvia4le imposto a ea-
pbera C-.ia tSaiU)eCoQittim>aa*deral aresei-i'
art. >! ff da co3^slen(Harditiu desasta-!
doa rtoarsasr ipoato3 l.... 2.'... 8.... so-
Erre trssssssiasaasio paaBriedesse
Bi feidaaaa Bsalos sanhuau restrtcc&o eom-
ru.sjmta, cmneotiam artiro-d'amwUe estatuto
Mci imatrs oaaspcaa ateuflto que limita o ser-
vicio por parte do3 Estados d'aquella facaldade.
Amia mais si o legielidor qutsasse consagrar
a distineco qaa se enconlra na citada circqlar
deixuodo a Uai&o o direito de cobrar esse im-
poste quando se trataase 'de compra e venda de
navu 3, corlo que o teria fetto no art. 7. a. I,
sega ido o qual da competencia exclusiva da
Unt> decretar. > Direitos de entrda, tahiij t
estaii de navios sendo livre o commereio de ca-
bota;;em s mercaduras nacionaes bem como as
eatraageiras que ja tenbam pago imposto de Ico-
portuglo.
Como vedes nao se trata n'esse artigo, que
alias o nico que da especie cogita de compra e
veadi de navios, mas eim e smente de entrada,
sihidt e estadi d'elies.
0 egislador ordinario tambem entenden que
aos Halados eque competa privativamente taxcr
a alemete de embarcacOea sempre que esta se
effec uasse no territorio d'elle que deixou de con-
templar v.8sa fonle de renda por occasiao de or-
gacuar o .orcameato federal para o crreme
anno.
oaeffiito aa lei n. 33 de Desembro de 1891
nada se encostra que legitime a doutrioa coat-
da na circular n. S2 a que venbo de alladir.
B notai, Sr. ministro, que essa meso: a lei
restringa a cobranca do imposto de transmissao
de [rop-iedade por parte da Uaiio aos limites
da r.pital feJeral.
Eate goverao nao pode aceitar as dislin?c5ss
que iovocaes no final da citada circular urna ves
que segundj em de exnpr nao se baseiam em
dspc3io.'S de lei e antea cootrariam qsanto na
espede expressameate dispdea GonsUtu:io Fj-
deial.
Asiim o entendoram, alm deste governo, os
esng-essoa dos estados da Babia e do Pari, os
quaeti respectivamente inclulram as suas fontes
de rendas o imposto a cobrar se sobre compra e
vendas de navio?.
nn effeito a lei n. 8 de II de Janeiro de 1832
do 1 imeiro a'aquelles estados consagra esse
imposto na tabella n. 3, da seguinte forma:
l'.jmpra e venda, arremataco, adjudlcacao
q solutum e acta equivalentes de embar-
caces nactonaes ou estrangeiraa 7 /..
Quinto so estado di Para o regalamiento que
baixou com o decreta a. 405 de lo de Selembro
de 18)1 preceitua igualmeute :
Art. 14. E" devido o imposto (transmissao
nter-vivos)... 3 */ das aompras e vendas ou
actos equivalentes de 30ibarcacoes nacionaes
ou estrangeiras realisados no estado.
Secapre disposto a auxiliar o governo federal.
Sr. nioistro, espero, entretanto, qte ao telo
pelas prerogativas dea poderes do estado attri-
oui*eis -as poaderacOes que submetto ao vosso
escla-ecido criterio.
Sandee fraternidade. Alexanre Jote Barbosa
Lima.
REVISTA DIARIA
representativo Rgimen parlamentar
rgimen presidencialProvincias e esta
dosCapital Federal-(Const. arta. 1, 2,
8 e 67.)
VIII==Poder legialsivo Seas orgJos
a fncelesMeobanismo do Congresso
NacionalSuas attribai5eaImmunda-
des parlamentaresPubcidade doa da-
sases togialativoaDuraato de mandato
aUtribu9&o das iaasgeaa legislativas
Keunilo, oonvooaojto, prorogacjlo a sddia-
Parsi publicar-Di secretaria do governo
remetteram nos :
V aeceo. Palacio do governo do estado de
Peruambuco, em 20 de Jnnbo de 1891.
Srs. presidente e membros da Cmara dea
Depuiados do Estado.
Submetto a vossa apreciaco o offi:;o que, de
accordo com o que dispon o artigo 57, 8>, lo
Une, da Giati.uicio do Estado, enviei ao Sr.
ministro da faaenda.
Procurando, como veris, pugnar por um di
reito incmtestavel do Euado. espero, Srs. mem-
bros da Cmara dos Deputados, qae, de accordo
com os intuitos patno'icos em qae se inspirara
os V03S03 actos, nio deixarei3 de auxiliar a este
governo na reiviudicacao da urna prerogativa,
qae aoi poderes locaes deferio sem restriccao
algoma o legislador constituate de 24 de Feve-
retro.
E porque vos compete, nos termos do artigo
36 i 4" da Consti.nicao do Estado-- Velar na
guarda da Coortitnfcio e das leis do Estado e
representar ao rongress e governo federaes
contra a invasao do territorio do meemo estado,
e bem assim as leis da Unio e as dos outras
estados qae iltentarem contra seas direitos,
qae resolv enviar-voj os documentos junios,
na certeza de qne nao sera mingoa do vosso
emeassissimo concurso, nem por falta de pro
testo deste governo, qae ser cerceada ama at-
tribuicSo privativa doa congressoa eslaloaes.
Saie e fraternidade.Alexandre Jo: Bar-
bosa Lima.
Igual a Cimara des Senadores.
3.a secoPalacio dj Goverso do Estado de
Percambuco em 20 de Junbo de 1892.
Sr. ministro e secretario de estado dos neg
cios da lazenda.
O Diario Official de 28 de Ma ultimo, pu-
blica ama circular d'ease ministerio, soto n, 21 e
data de 24 d'esie mei, a qual declara aos ebef es
das repartlcoea competantes qae pertence 1
renda federal o imposto de transmissao de pro-
Ersadade cobrado pela compra e venda de em-
arcacoes, faraesoto, alm de estarem ellas im-
mediatamentesojeitas is slfandegas ou capita-
nas dos portas qae sio natituicOes da Unlao,
nao o dito imposto n'esto caso o mimo que a
lei estabelece para os beaf de raix.
Concelbo Muoicipil de Bem Jardlm, 9 de Ja
rilij ce 1891.
lllcstre cidado. Temosa honra de lavar ao
vosso coobecimento que este concelhj, em ses-
so de boje, resoiveu unnimemente approvar
nma indicaco apresentada pelo cidado presi-
dente, no sentido de vos loavar em nome de
sena muaicipes, pele modo correcto, jaste e
enrgico, porqae leudes dirigido os destinos
diste estado, muito prlocipalmenie quanto a
garae lia do dtteito do voto que infelizmente e,
depoia da proclamacao da repblica, sob o go
verno do general Manoel Deodoro da Fonseca,
havia sido, principalmente oeste municipio, ama
verdaieira burla.
Asiim, pois, o Concelbo Municipal agradecido,
vem apreseatar a V. E/.c. o sea reonbecimento
e voe garantir que podis contar com o seu di-
minuo cjacorio, para a grande obra d regeoe
raedo da patria brazileira.
Sb le e fraternidade.Ao Exm. Sr. Dr. Ale
xandte Jos Barbosa Lima, sf. D. govoraador do
estado de Peroasnbuco. Antonio Frauoisco do
Reo, presidente de concelho.Pedro Leonardo
da Gunba, secretario.
Icaido de Pernambuco-Effectuou
se hostem a 51' sessao sob a presidencia do Sr.
Dr. Ariatarcbo Xavier Lopes.
Estiversrc presentes os Srs. Arisrarcbo Lopes,
Lana Freir, Hermogeaes, Pinbo Borges, Barros
de Lbcerda, Souza Lsaor Seria Martina, Mala
quias Goncalves, Gomes de Mallos, Velloso.
Palta com partieipecio o Sr. Albino Meira.
E' lida, sendo spprovada sem debate a acta
da seisao antecedente.
ConiDareceu o Sr. Si Pereira.
Nc ba expediente do 1* secretario.
0 Sr. 2' secretario procede leitura d03 pa
recere3 da 5' commiss&o aob os na. 63 e 64, i a
presaos 00 jornal da casa, rediglndo aa resolu
ces iniciadas na Cmara dos Depatado3 pelos
projectos na. 73 de 1891 e 19 deste auno. Sao
ambn ap provados sem debate.
O Sr. presidente declara qae vSo lavrar-se na
seoretaria os decretos de qae tratam os referi-
dos pareceres, aflm da ser enviados a saaccao
Comparece o Sr. Goncalves Ferreira.
O Sr. Serra Martini jastilioa o segaiote reque-
rinrento, qae lido, apolsdo e posto em discus-
s&o.
Raqueiro que o governador do Estado in
forme ao Senado em que lei se baseou prenden-
do pjr 30 das o teaente Joo Gualberto de Ma
galb&'is, qaartel-mestre do corpo de polica,
conforme se f em sua portarla de 20 do corren-
te, publicada no Jornal do Recife de hoje.Ser-
ra Mi-tins.
E' spprovado depois de orar o Sr. Velloso-
Paaia-Ee ordemdo da.
Submetteu-ae 3' discuasSo o parecer n. 62
da 5* commisSo, rediglndo o vencido relativa
mente ao projecto n. 41 deate anno, iniciado na
Camaia dos Deputados (contracto da illamina-
gao a gas do Recife).
Oran os Sra. Hermogenes e Velloso, duss ve-
sea cala am, sendo approvadj) o parecer com 3
emendas de ns. 1 a 3,4os Sra. Hermogei.es.
Velloo e Gomes de Mattos.
0 S:-. presidente declara
cer com emendas enviado a
deredigir o vencido.
Entra em 3a dlscu?ao o
piando a resolucao Iniciada
potados pelo projecto n. 33 (crdito de 10.000-1
para txaaie de escripturagoes das diversas re
partieres do Eatado).
Depois de orarem os Srs. Maliquias Goncal
vea, Hermogenes, Gomes de Mallos, Serra Mar
tins e Vello, rejeitado.
Sobaette-se a 3* diacuasao o parecer n. 56,
adoptando com emendas a resolucao iniciada na
Cmara dos Deputados pelo projecto n. 30 des-
te anno, crdito aupplementar.
Ora o Sr. Serra Martina, qae requer e obtem
o adiaineoio at virem as nformagOea qno so-
bre diversos asaumptos tem pedido.
Dada a hora o Sr. presidente levanta a ses-
sao e designa a segainte ordem do da: 1* dis-
cussSo do projecto n. 7, 2* do parecer o. 61 e
continaacao da anteceden'*.
Cansar* dea Depatados Deixou de
funecionar uontem por ter c mparecido apenas
9 Srs. deputados, presidindoja reoniao o Sr. Dr.
Mareira Alves.
O Sr. 1 secretario d eoota do seguate expe-
diente ;
Officio do Ss. depatado Eugenio BUteocourt,
commimicaado qae lando sido oomeado auxiliar
do chefe da cnmnlssao que tem de representar
o Braz.l na eposicao de Chicago, tinha de aa
seatar-se do Estado, pelo que solicitava ama li
cenca para dar deeempenho aquella commiaeac.
Deixou Be de volar por falta de numero.
Outrj do 1* secretario do Congresro do Ama
zonas, commanicando qae no da 1 do correte
(e?e lagar a Inatallaco solemne do meamo Con-
gresso. e o acto de poste de presidente e vice
presidente do EaUdo.-Interado.
Outro do conselho muoicipal da villa de Pedra,
sollcltmdo que as despexas com a iastruccao pu-
blica e polica do municipio co/ram por conta do
Estado, ama vez qae os seus recursos oso dio
para ea'lsfaselas.-A' commissao deorfismento.
Petico de commerciante moradores e eleilo
res de Aagettcas do terms de Kaxsretn, solici-
tando a con-Ignacio de ama verba orea mentara
de 2:0D0 para um scuds na povoagao.A' com-
missao de petlcao. ,.,
Ach-se sot>re rmesrum asfecer sob u-tw,
da commisiao de peticoe, coja votacao I coa
qae vai ser o pare-
5* commissao, afim
parecer n. 54. ado-
na Cmara dos De-
adiada por hita de numero, conclulndo que seja
oaae Tbeaouro do Msssste aoare a paitofi to
imislHr de Noaaa taaaora aa CoscJssfajdaB
KUtoBM.
O Itmresidente levasti sasafo, stsaatenae a
dfdamdo dia designada na asesa o sosecedasNe
MMwaa da Pedra stamam-Bass paasal,
taaaono Estado da Pjratojsa. por
10 noapfarelbo motor, sabssstoio
menta a luz permanente por aatra usa.
Oiarlmei de Ola ana Daase Umita ro
manee islorico de Julia de Beaajoint, ediglte ;I-
luElrada e com quairo totumes, acabam de che*
gar os dona prlmeiroa a Agencia Litteraria In
ternacional, roa i* de Margo o. 8.
Os amantes das lettras poderao nrocaral-os
abi, ao prego de 2* por volme; e nrperderao,
pois obra de merecimen'.o Iliterario e de valor
Histrico, e per isaa s sua hitura deleita e ins-
true.
Kxpoalcdu Internacional Coluzn
Diana lacumbio o governo federal o Sr. !
teaente Antonio de Barros Brrelo dos traoalhos
de propaganda nos Eatadoa para obtengao de
productos com destino a essa exposigao, qor. se
re.i sar eo.. Chicago, estado de Illinois, nos Ea-
tadus UiiJos da America do Nirte, em Maio do
anco viodooro. como commemoragao do IV cen-
tenario da descocera da America por Cbriatovao
Colombo.
O referido Sr. leneate Barros Birreto devia ter
partido da Capital Federal em direcgo ao norte
no dia 17 para oamprimento de ua incumben-
cia, islo orgsniaar aexposlgao brazileira ; pois
pretende o oosso governo, como medida prepa-
ratoria, para o melhor brhaoiiamo e o mais
completo e satisfactcriojresaltad j, do tim a que
se propSe, fszer urna expo3igj'.- preparatoria, no
palacete, onde funecionou o Museo Niciooalna
Capital Federal.
Nesta expoair.io devem e para laso sao convi-
dados, rpreseBtar-8e os Estados, expondo todos
os producios de sen solo, florestas, minas, ma-
res e ros, bem como os de suas industrias e
tambem par se fazer esta exposigao a mais
completa e digna de nos brasileiros, es de todos
os ramos da actividade bamana.
Vem, pois, incasobido deala importantsima
commissao o Sr. lente Antonio de Barros t'ar-
reio; e na execogao delU principiar os seus
trabathos pelo Balado do Amazonas, remeneado
o qae for adquirido para o Rio de Janeiro e d'a-
hi para Cbicaeo.
Ilinmlnaco Publica-Estando a ter-
minar o prazo da prorogagao concedida aos Sra.
cort-actantes do fornecimento de loz esta ci-
dade, o que acontecer a 30 do correte mez,
compre sos poderes competentes tomarem urna
providencia qualquer oo seotido de, fiado elle,
nao tiearmos s escoras.
Nenboma medida, parece-ooa, se ha tomado a
respeito, e, entreunto, nrge o mais breve possi
vel se tome um alvitre tendente"! preveair urna
prxima e vexatoria crise.
Eotendemoa qae, em taes emergencias, o me
Ibor partido a seguir e a concesso de urta
nova prorogagao ; mas que e=ta se faga de for-
ma a produzr am fructfero resoltado antes de
lindo o novo prazo qae por ventara se conceda.
E isio lgico porqoanto i falta de nma tal
providencia tneontramonos n'eatas actaaes con
tigeooias que delerminaro cenamente a alga
nos pregoa dos combnslivera que exi9iem no
mercado e que virao sobatituir o gaz carbnico
na trevosa cre qoe se nos avrsirrtaa.
O kerosene cert?menie tomar a poola e com
elle os Importadores de ama tal materia infli-
matel.
O consumidor, porm, qae ji vive depennado
coma caresta de todoa oa geoero3, ver se-
obrigaio, para nao ficar em trevas, a pagar bem
caro a clarldade, para maier castigo de seas
grandes peccados.
Ucge, pois, como dissemos, urna serie provi-
dencia e para ieso concllamoa as vistas dos po
de res competentes.
Ir. Fellc.ano Pontual N) domingo
ultimo, por volta das 6 horas da tarde, estando
com soa respeitavel consorte na sala de recep-
go da propria residencia, sentados em cadeiraa
do bataneo e conversando, o aojo da morle poi-
sou sobre eaae nos so amigo, fel o inclinar a ca-
beca, e tornouo*rapio urna recordago.
Ntm am ai, nem am gemido, e a vida ttoha se
ibe esvaido I
F01 um da qae acaben se sem crepsculo.
Feliciano Pontual oos era credor de sympa
tbias, e geralmeoie gosava d'essa disposlgao af
fecliva dos coragOes qae conquistava pelas qua-
lidades elevadas do sen carcter.
Casado, deixa inconsclavei sua virtuosa va-
va, e duplamente orpbaos duaa fllbiobas,
todas as quaea constituiam-lrre a trindade de^sua
desvelada e constante devogSo.
Compaf tilhamos sinceramente dos pesares qae
consternara essas almas, qae sentem partido o
elo principal da cadeia de amor que formavam,
em preaeoga da perda irreparavel qoe Iba cansa
a morte do oosso amigo, dirigiodo ao meamo
tempo as oossas condolencias aos Srs. barOes de
Frecbeira e de Petrolloa e ootros irmaos do fi-
nado, e ao noaso amigo Baro de Lacena e ao
iliustre deputado Dr. Francisco Campello.
Caaesnenlo civil-.No 4* distrielo Ol af-
xado oo dia 20 do crrante edital de proclamas
de casamentas dos seguales contrtenles :
Segando
De Mertiniano de Mello Lina, morador oa fre-
gosla do Booito-deste Estado com D. Marcolioa
alaria das Mercs, moradora oa fregoezia da
Boa-Vista.
Ft lido oo 3' diatrlclo o segainte :
Segundo proclama
De Micoel Joaqaim de Saru'Annn Jnior com
Mana Isabel Machado. El;e vinvo, ella solteira,
residentes em Afogados.
Principe do rao Para -Por telegram-
as chegado honiem noticiado, qae esse vapor
cooseguio salvarte, safando do banco em que
encamara.
Jun de AncbletaNo dia 9 do correte
o Collegio Americano, fondado no Rio de Janeiro,
celebroo o 295 anolversario da morle do graode
Ctechisla, ao qoal deve o Brasil os mais assi-
gaalados servlgos, prestados com abnegsc&o
admiravel ao sen adiaotamento e civllisago.
O Sr. bispo, conde de Santo Agoatiabo, foi
presente a commemoragao, qoe recorda, quaai
tres scalos depois, urna vida heroica de sacri-
ficios, gasta desde a mocidade .em peregrinago
constante, arriscada e difficil, a eosioar o evm-
gelho e a propagar a f. Propaganda cjrajoaa,
quaolo a morte violenta e crael o ameagava a
todo o instante, tendo j abatido a outros, que
tambem peregnnavam sem eaperaoca e sem re-
compensa, 8eo3o a da propria coDECiencia e das
alegras do coragao.
Mas nao 80 a igreja servio Aochieta ; porm
moilo ao progrescO do Brazi!; muito a todos qoe
I vemos, atrava do tempo, o jesuta insigne, de
pois de baver percorrido aa florestas da Bahia,
do Rio de Janeiro e de S. Paalo, e j entSo pro
vlocial do Brazil, empreb^nder a viagem s ca
pitanias, fundando por toda a parte escolas e
bospitaes, e derramando frucios de beogo e de
caridade.
Foi assim que implantan a sement fecooda
do cbristiaaisrao no seio da sociedade nova qoe
se formava, e qae se compuaba em parte de ael-
vagen3 e de degradados.
Em meio desses selvageos, na solido som-
bra das florestas, havia meditado Aochieta o seo
poema da virgen, do qual oascea, talves, s idea
desse outro O Evangelbo as Bel vas, com que,
duzeotos e ciocoeata annoa depon, commemo-
roa Varella a vida immortal do grande ispostob
do bem
Nova opera de Carlos Come A
empresa Ducci, qae estrear brevemente no Rio
de Janeiro, pretende dar ao publico dalli a aa
dico de am novo trabalho do glorioso maestro
Carlos Gjaies.
Essa opera, qoe um bellisaimo poema vocal
e aympbonico, Intitula se Colombo.
Consta de tres partas, escriptaa em estvlo se-
vero e dramtico, cuja execo(jao ple durar 2
horas apenas.
Eatram em scena cinco primeiros artistas,
masas coral, grande orebestra orgo. Os per
sooagens trajam moderna : as damas com ves-
tidos brsoecs e os hmeos de casacas.
resallo Beereatlvo stoa VistaCon-
vida aos Srs. socios a eompareeerem na prxima
quiata-feira em assembla geral aa 5 horas da
Urde ns roa da Gloria u. 125, 2* andar.
Ncleo Artstico Esta sociedade fonc-
ciooa boje oo lagar e horas do costme em ses-
sao extraordinaria para tratar se de assampto
importante para a mesms.
oeledado doa Artistas ectaaieos
e Iilberaea -Reone-se hoje em assembla ge-
ral, as 6 1/2 horas da tarde, faocciooando asm o
mtmaroda somos qse oomi>arecerem.
cango-Esse paquete da Compaohia Maaa
geries Martimos qae sanio deste porto a 3 do
correte, cuajos am Bordase* a 17, conforme o
(elegramma vecesado paja rtspseu>a Arencis
desta cidade.
O Sr. IaMpecsssr do AaraeaoA no Star I
nnaA vtaWs com-qae hontem oes nonroa o
Sr. contra stauraote Joo Songa! ves Dasrte, te-
mol-a por asesa, qae nos fu o dever aa segis-
tal a nestas colamaas em recaabeeimealo do
obseqnio de S. Exc.
Paquete lindaToado ssaido deserto
do Cear, boje ti de Junbo, aqu esperado na
da 24 (qojota feira) srgalodo- no dta 25 para os
portoa do sol.
H. salvadorTendo deindo o porta da
Babia, hej 21 de Jaoho, e sqai esperado at 23
segumdo no mesmo dia para os portas do norte.
Porto AlegreEste vapor do LloyJ Bra-
silero, esperado hoje 2i dos portosdo norte
e a larde seguir para ordo Sol.
Paeasmeato -Ni avaogada idade de 70
aooos fallecen, boitem, pela madrugada, IX Au-
na Ionoencia SimOes.
A respeitavel seohora era muito estimada pe-
las Doaa qnaltdades que a exornavam e deixa
mmersa em profundas magos aoa digoa irma
D. Carolina SimOea a qoem aentimentamos.
remlo Recreativo Boa Vlata Na
prxima quinta feira s 5 horas da tarde reone
se oa membros deesa sociedade, coja Eie na
roa da glorh n. 125, 2 andar.
ervico militarHoje superior do dia
> Sr. capito Leoncio, e faz ronda de visita
din subalterno da 4a balera.
O 2 batalhao de infantaria dar as guardas
'tos edificios federaes.
Uuiforme o. 6 e capa.
servico policialE' hoje superior do
dia o Sr. capito Caotarelli.
0 corpo de polica dar as gurdi3 de Pala
co, Deteogo e Thesonro da Estado.
inspectora do 9," dlatrlelo mar-
timoRecife, de 20 Jaoho de 1892.
Boletim meleoroloeseo
Qrru Tertn. cnit- Barmetro ',
(a 0)
760-.13
761- 11
760-.01
759-.04
7S9-.82
Temperatura mioima 2'i,25.
Temperatura mxima 26,75.
Evaporago em "24 horas ao sol l",0t, som
ora 5m,l.
Chava nal la.
DireccSo do venlo SSE com lnterropges de SE
e S de meia ooiie at 9 h. da manb ; S com io-
terrupgOes de SSE, SSW e SW at 3 h. e 10 m.
da tarde; SSE e S alternados at 10 h. e 5J m.;
SW at 11 h. e 31 El. ; WSW al mtia ooite.
VelocMade, m^dia do veoto4",87 por sigondo.
Nebulosidade media 0,53.
grado
6 m. 24,9
9 * 25,'i
12 26,M
3 t. J5/7
6 25,5
nudo 4o TMWI
vapor dade
17,81 76
17.35 70
17,66 70
16.92 69
17,97 74
Boletioi do porto
Pra mar ou Dtai baixa mar P. M. 20 e Juoho B. M. 20 de P. ji. 21 de B. M. 21 de Horas Altura 0-55 da t. 2-18 7-14 da t. 0-37 2-01 da m. 2*20 7-53 da m. 0-49
LeUdeaBffectuar-se-hao os segalntes : ,
Hoje:
Pelo agent Brillo, is 10 1/2 horas, na ra da
mntriz da Boa-Vista, de tena movis, um puno,
espetaos e vidroa.
Amanh:
Pelo agente GusmSo, s 11 horas, no largo do
Corpo Santo o. 19, de movis, espelho?, lougaa,
etc.
Pelo agente Pestaa, s 12 boraa, travesea
do Corpo Sauto o. 27, de orna casa.
Pelo agente Silveira, s 11 horas i roa do Im
perador n. 39 de om sobrado de 3 andares.
taeae fnnenreaSero celebradas :
Hoje:
A's 8 horas, oa igrejado Monteiro, pela alma
de profesaor Francisco, Manoel Beznrra de Vas
concellos ; s 7 toras,'na Igrfj 1 da Penha, pela
alma de D. Mara Joaquina Ferreira Soarea ; a
6 e 1/2 horas, oa igreja da Santa Cruz, pela al-
ma de D. Joaquina Rodrigues de Oliveira Almei
da ; as 7 horas, na matriz da B01 Visia, pela al-
ma de D Mara Isabel de Carvalho Albuquerque
Paaaageiro -Sabidos para o su', no vapor
nacional Pernoirbuco :
Amalia P. da Silva, Francisca J. A. Leite, Pe-
dro Q da Silva, Jaciatho C. da Fonseca, Caroli-
na A. da Silva, Aogeliaa C. de Saot'Aooa, Jos
N. Correia do Reg e i menor, Engenta Verde,
Dolores Vehsquez, Jd? Pinto da Silva, Gamillo
Cnevalier. Jase Pita de Carvalho,2 pragas, Fran-
cisco Pereira da Rocha e sua seohora, JoSo Pau-
lino, alferes Caadido Jote Mariaooo.
Sabidos para o norte no vapor nacioaal
1 Peruambuco :
Dr. Aotonio M. A. Mello, Dr. Antonio V. N.
Feitcsa, s a seohora e i Qlho, Lois de Fraoga,
Roza A. de Qieiroz, Joaooa M. da CooceicSo e 1
tilho, Joseph Bamier. 3 pargaa, Dr. Manoel Djar-
te Pereira, Migoel Aogelo, Aogasto J. de Figuei-
redo Qaeiroz, Dr. Tnomax Modeilo, Scverino B.
Barros, misa Anota Mardseo, Gamillo Caho,
Matb.lde J. do Carmo, Jas Simio e SimSo Jos,
Clemente Jos Rodrigues, Olympio Silva. Igoacio
da Silva, Aotonio Cardoso, C. Cordova, Joaqoini
Pinto do Carmo, Antonio e Manoel P. de 8ooza,
Francisco Carino, Antonio Jos Costa, Liberato
Q. de Souza, Manoel Jos da Cooha, Mara A. da
Silva, Maooel Rolin, Goiseppe Macina, Antonio
P. Miranda Filho, Jos Fernandea Meiqoita, Mi
euel Pires Gomes, Dr. Aotonio Lacerda Cber-
mont 1 praga, padre Adaacta de Miranda Henri-
qoes.
Sabidos para Pernando de Noronha no va-
por nacional Jaboato :
Joaqoim de Gasmao Coelho, Mara C.de Sooza
Leo Coelho e 1 filho, alferca Leopoldo M. da
Cooha, Marialgoei da Silva e 1 praga.
casa da oetenedoMovimeaio dos prs-
os da Cas de Detenc&o do Recife, Estado de
?crnambuco, em 20 de Junbo de 1892.
Existiam 313 entraram 12, sabiram 7, exis-
tes 318
A saber : ._
Nacionaes 282, mulheres 9, estrangelros 27.
-Total 318. "
Arragoadoa 274.
Boos 253.
Doentes 12.
Loncos 6.
Loacas 3.
-Total 274.
Movimento da enfermara
Tiveram baixa:
Francisco de Paalo.
Jos Francisco do Nascimento.
Joo Pereira da Silva.
Tiveram alta :
SebastiSo Cangoss. ,
Maneel Jos do Nacmento.
Julio Hylarlo de Almeida.
HosaUal Podro 11- 0 movimeonto do
estabelecimeoto de caridade cargo da santa
Casa da Misericordia do Recife, do dia 20 de
Janbo, foi o segninle:
Existiam 674
Entraram *?
com o maior assmio de 36;00O#-00, ser, extra*
hida impreter^reimente no da 28 de Junio (ter-
gafeira). ^
Itoserla do Majada, da rao-rara
A 13.a serie eda 52a lotera, deste Estado cuje
premio iraaae ede 240:000*000, ser extrahla
no dia 25 de Janbo (sabbado).
lioeeriado Balado da Blo ande
da mi Esta lotera cajo mata premio de
IfcOOOJOOO ser impreterivelmente extrahida
as dia 25 de Janbo (sabbado).
SCemlterlo PaWlao-OMtuaro do d H
de Janho :
Paula Mara dos Prazeres, Pernambuco, 62 as-
nos, solteira, S. Jos; rheumatismo.
Feliciano Pla:ido Poulual, Pernambuco, 48an-
uos, casado, Bes-Vista; syacope cardiaca.
Manoel Joo da Cosa, Pernambuco, 23 aooos,
casado, Santo Aotonio ; clica ioteslinal.
Jos Vaz Salgado, Pernambuco, 27 aonos, ca-
sado, Baa-Vista; bemorrhagia cerebral.
Silveria Mara dos Santos, Pernambuco, 60 aa-
nos, vwva, S. Jos; entente ebronico.
Aniceto, Peraambaco, 2 mezes, S. Jos; en-
tarn.
Romana. Pernambnco, 2 anaos, Recife; febre
intermitiente.
Lino, Pernambsco, 8 mezes. S. Jos ; deoti-
gao.
Mara, Peraambaco,3mezsa, Boa-Vista; broa-
chite.
Geraldo Francisco da Coala. Pernambuco, 60
aunoa, vinvo, Boa Vista; bemorrbsgia cere-
bral.
Marta di Paz, Peraambaco, 25 aonos, cetida,
Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Anio ia Mara de Jesua, Pernambuco, 48 ao-
nos, viova, Graja; diarrha.
Geraldo Nuoerrerrelra, Peroamboco, 26 as-
aos, Santo Antonio.
^
Sabiram 19
Faileceram 1
Existem 680
701
Foram visitadas ss enfermaras pel03 segoio
tes Dra. :
Barros Sobrioho entren s 71,2 da maoh e
aahios8 1/2horas.
Malaquias eotrou s 9 1/4 da mann e sabio
s 101/2. t
SimOsa Barbosa entroa s 10 e sabio s
1/2 horas. t. M .
Berardo eotrou a 11 1/2 da manha e sabio s
Aodrade Lima entren s 9 1/1 da maoh e sa-
bio s 10 1/4. ;
Lopes Pessoa eotrou ta 9 horas da manha
ejsahieslO.
Tavares de Mello entroa s 9 3/4 da manha e
e sabio s 11 1/2.
Joo Rangel enUou,s8 3/4 da manha a sabio
alO.
Pharmaceatico entroa s 9 1/2 da manh e sa-
bio s 3 horas da tarde.
O ajndaota do pharmaceutico sntrou as
81/2 horas da nuubi e sabio s i 3/horas|da
tarde.
Lotera do Eatado do Marannao-
A 9* serie da 7a lotera deste estado, sendo o
premio grande de 300:000*000, ser mpretort-
velmente extrahida no da 22 de Junbo (quarta
selra). ^_
Lotera do aseada dta minas e-
[ raes -A 4a parte da 5 lotera, desta eatado,
JORIMflBBClA '
Oacslo Judiciarii
A Compaohia Ferro Carril de Pernam-
buco e a de Trilhos Urbanos do Re-
cie a Cax&ng.
Emdesempeobo do compromiaao quecootrahi,
passo a publicar aa allegagoes qae, em sustea-
tago de embargos, apresentei nos autos em qae
a Companma Ferro Carril de Peroamboco litiga
com a Compaohia de Trilbos Urbanos do Recife
a Caxang-
A leitura das meamas allegares convencer
da jostiga da cansa que defeodo e da violencia
taita ao direito pelo accordo que cenrmou a
sentenga preferida em 1.* instancia.
A opioiio publica jolgar com imparcialidade,
o qoe mailaa vezes nao polem fazer os joizes.
Recife, 20 de Janbo de 1892.
Dr. Joatjuim Cjrra de Araujo.
Os embargos de Qa. 105 devem ser julgados
provados para reformar se o accordo embarga-
do e a ioiqua senteng* de lia. 55 por elle con
Armada. *
P.>ra o3 perdermos temp> ioatilmeate, oos
limitaremos a demonstrar:
i Qae, peraote oa contr cto3 celebrados pela
embargante, nao se pode permittir que a embar-
gada coaatta estagao aa teoba ponto de parada
oa Torre, para ah receber e deixar passage-
roa;
2.a Q-ic a lei n 2.044 de 5 de Agosta de 1889
nao aotorisa a embargada a violar o direito da
embargante;
3 Fioalmeote qae o accordo embargado,
cannrmando a sentenga de lis- 55, sanciona
doatrina attentatoria dos mais rudimeotaes prin-
cipios de direito.
A lei n. 1141 de 8 de Janho de 1874, no art.
56, aatorisou expressamente o presidente da
provincia a innovar o contracto anteriormente
celebrado com a embargante para o e3tabeleci-
ment de carris de ferro.
Em virlude dessa aoctoriaaco foi celebrado o
contracto de 12 de Fevereiro de (875, cojo art.
25 acba se. redigido nos seguales termos:
* A eonsessAo taita Compaubia Ferro Carril
de Pernambuco goaar do privilegio exclusivo
por tempo de48 aooos, contados da data do pro-
sete co tracto, dorante os quaes a niogaem
ser permiltido. sob qualquer pretexto qae seja,
transportar passageiroa sobre trilhos ou carris
de ferro ou de madeira, quer oa cidade, qoer
oos suburbios servidos peta companhia, sem
previo accordo com ella,salvos os direitos j
adquiridos em virtnde de lei. *
Base contracta foi auprovado pela lei n. 1214
de 21 de Janbo de 1875.
E', poia, manifest que, peraote o art. 25 do
contracto de 1875, aotorisa do por ama le e ap-
provado por ootra, a oiaguem deve ser permit-
tido,sob qualquer pretexto qae seja, trans-
portar pasaageiroasobre trilhos, quer oa cidade,
quer nos suburbios servidos peta compaohia,
sem previo accordo com ella, salvos noicameote
os direitos j adquiridos em virtnde de lei.
Con vem desde logo notar que o supposto di-
reito, que a embargada pretende fazer valer,
nao havia sido adquirido por ella at ento, pois
qae elle origina se, segundo ella afirma, da le
n. 2044 de 5 de Agosto de 1889 e do contracto
de 29 de Outubro de 1890.
Opportonamente demonstraremos qae nem a
referida lei. nem o contracto que se celebroo em
virtade delta, habilitam a mesma embargada a
atacar a propriedade albeia.
Tendo a embargaole privilegio exclusivo para
transportar pasaageiros para a Torre, como per-
mittir qoe a embargada possa construir ah ama
estago oa ter um ponto de parada para receber
e deixar passageiros T
A sentenga appellada e o accordo embargado,
concedendo semeltiante permisao, atacam o pri-
vilegio da embargante, o fenle ai o seo direito,
violam a sua propriedade, garantida expressa-
mente pelo art. 72 % 17 da Coasuioigo nos se-
guales termos:
O direito de propriedade mantem se em toda
soa plenitude, salva a deaapropriago por ne-
ceasidade oa ulilidaie pablica, median:e iadem-
oisago previa.
A embargada, qnaliOcaodo deexdroxola
a doctrinada desapropriago de privilegio, pa-
rece sappor qae elle nao consiltoe ama verda-
deira propriedade, que nao confere um direita
to respeitavel como aquelta qoe se objectiva em
urna cousa corprea.
E' manifest, porm, o seu engao: o direito
oo tenha por objecto urna cousa corprea on In-
corprea, sempre o direito, do qoal o sojeito
activo nao pode aer privado sem accordo ou
deaapropriago, no3 caaos em qoe a tai a per-
mittir.
A tbeoria da desapropriago de privilegio loa-
ge de ser exdraxala, correte e acha-se adop-
tada pelos mais notaveis junscoasultos braxi-
leiros.
Essa tbeoria foi largamente desenvolvida em
am folheto qae a Compona Ferro Carril do
Jardim Botnico poblicou em 1883, a proposita
do contracto celebrado pelo Governo para a cons-
truego de ama linba de carris para a Copaca-
baoa ; foram consultados os advogados Paulino
Jos Soarea de Sooza, Candido Mendes de Al-
meida, Zacaras de Go:3 e Vaaoncellos, Domin-
gos de Aadrade Figueira T. Octavlano. Adolpha
de Barros, Antonio Joaqaim Ribas, Silveira da
Molla, L. A. da Silva Nones, Jos da Silva Costa,
Tnomax Alves Janlor, A. Leito da Cooha e o
Dr. Antonio Ferreira Vianoa, os qnses todos fo-
ram accordes em qae, sem que sedesapropriasse
o privilegio da Compaohia do Jardim Botnico,
ofio era poasivel coostrair-se o ramal contracta-
do para a Copacabana.
Seja oos permfttido transcrever do parecer do
oota^el jarisconsolto Rjbas as seguiatea pala-
vras: ,
Tendo o Gavera Imperial pelo Decreta
o. 1733 de 12 de Margo de 1856, condigo 12a,
concedido privilegio exclusivo para o servico
qae fax objecto ds empresa de carris de ferro do
Jardim Botnico, o qoal consiste oo transporte ds
passageiros e cargas da cidade ao Bota-logo,
Jardim Botnico e Leraslfesiras, nao pode taier
ootra concesso para empresa Idetica e cajs
tragado seja por linbas pantallas a d'aqueita,
recebendo e largando passageiros e cargas en-
tre aqoelles pontos termioaes de modo a lladir
aqaelle privilegio, porqaanlo, tendo os privile-
gios desta natarea am valor monetario een-
traodo os ctasse dos bem, feril-os seria atacar 0
direito de propr.edade qae deve ser respeitsd0
em tods s sus plenltade, salvo o caso de de,,
apropriaco por nlidade publica e median^
I

j'
F


*
Diario de Pernambuc* Quarta-eira 22 de Janho de 1893
3
pretil
1791
3
a indemnijacioConstiluigio Polltieaart.
_ n.
B' a esta doctrina que a Embargada chama
eadruxula para prdfende* que, violentando a lei
e o direito, a justiga laca a graga de permittir-
Ihe receber e deixar passagelros na Torre so-
bnrbio aervidopela Embargante e portento pri
vileglado p^ra etla t
Ito nao se commeota, pois simplesmente
lniquo. .
Aletn de ser corrate eptre os jurisconsultos
a dou'rina da desapropriagio do privilegio ac-
arease qae ella acha-se positiTameate regalada
pelo Dicrelo n. 8810 de 30 de Daiemfcro de
1881, art. SO.
Disse a Embargada a fl. 93 qae esse Decreto
Dio tem appllcagio ao caso, porque retere-Be
desapropeacie das invencfies inJustriaes privi-
legiadas pele) Govnrno.
Ora, si o privilegio concedido para garantir
ama invenglo, nao pode ser violado e deve ser
desapropriado no cf?o da utilidade publica exi-
gir que o sea aso seja permittidc a todos, nao
hja razio para conlemoor essa doalrina quaodo
tratase de nm privilegto estipulado em um con
tracto do qual resultara diretos e obrigages
para ambos oe contraanles, qae nao podem
Tiolal-o ex proprio marte.
A infracco do contracto condemnada pela
lei moral, p2la lei jaridlca, pelo simples bom
senso.
A Embargada boje a applaude, mas amanbs
Km cerlezn a cooJemnari.....
Depois de ter repetidas veie3 reconbecilo e
privilegio da Embargante, jalgando-se mal am-
parada, a Embargada procara, as razSes de
I] 1C9, sustentar que esse privilegio nao exia
tia na epocba em qae foi promulgada a lei
b. 20i4 de 5 de Agosio de 1889, sobo fntil pre-
texto de que o art. 15* do contracto de 11 de Fe
vereiro de 1875 oio foi reprodoxido no contracto
de 10 de de Agosto de 1879.
A fli. 11 doe autos encentra-se nm requer-
asenlo da Embargante ao inspector do Tbesouro,
pedindo que mandasse certificar qual foi a ulti
ma innovagio de aontracto ferio entre o governo
a Gompanbia Ferro Carril e se n'essa innovagio
exista algama clausula qae maadasse ficar em
vigor os contractos anteriores celebrados eptre
e governo e a mesma Compaohia Ferrocarril.
Despachado o reqaerimenlo, passoa se a cer-
lidio em qaatro palavras-negatitaroeate.
Conbeceojdo o alcance de semelbinte docomeo
tq, com o qual se pretenda ilaqoear a boa fe do
julgador, a Embargante as ra&es de lis. 13
demonstrou a sua improcedencia, juntando a fl).
33 urna certido do tneor de todo o contracto de
10 de Agosto de 187 J, pela qual \ se que as
Hes primeras claxvulis d'esse contracto refe-
rem se proloogamentos das lindas existentes;
a qaarta estabeleqe qae o prego das passagens
nio exceder a 100 ris ; a quinta determina
novo ponto de parada para os carros qne faxem
o servigj de 100 res ; a testa torca facultativo
o servigo de deligeocras. declarando expressa
aenie qae cam sem effeito os arts. 31 e 37 do
contracto de 11 de Fevereiro ; a sptima e a oi-
tava tixam prasos para a concluio dos proloo
gnenlos,; a nena sabatitae o art. 16 do x>n
tracto vidente por oatro redigldo com mals c!a
resa; a dedmi Interpreta ama. clausula do con ,
tracto em vigor; a undcima dispensa a compa-
ahia da cooiribuicio de qae falla o art. 41 do
cent acto de 11 de Fevereiro ; a duodcima tra-
li dos carris que devem ser erapregaios nos
prolngameles ; a decima lerceira, Boalmeote,
determina que, lindo o praxo do privilegio con
cedido a Companbia, os proloogamentos (icario
pertencendo ao governo'
Sao estas as nicas clausulas d) cootroc'.o -de
1S79; a leitura das de os. 6,9. 11 e 13 suffi
ieite para convencer de qae sibsUtem todas as
alauufes do contracto de 1873 qae nio toram
modificadas por e3te-
Comeff-ito, se o privilegio tivesse expirado
em virtude do contracto de 1879, como se dira
abi: finio oprato do privilegio conectiido C ir.
panhia ic-T
Alem disso, como ji dissemos a fl. 7, ape-
lar do contracto dt 1879. a Embargante sempre
cuuprlo as ob.'igagOos do coutr jrto de 1873, en-
tre oitras o pagamento do Bogeoheiro Fiscal do
G>verno, do que nao cogi'.ou o contracto de
1879.
Tambem o Governo por ana vex sempre consi
deroa subsistente? os direitos adquiridos pe
Embargante em virtade do contracto de 1875
unto que, em 1883, eutrou em accordo com
ella para permiitir que a Embrgala assen'aise
trilbos na Torre, afim de Ir ao Cazaoga e Va pela estrada no*s. Pelo dommento a fl*. 6 v
se que esse axordo precedeo o contracto cele-
brado com a Embargada em 13 Oatubro de 1883,
no qual foram adoptadas as clausulas propostas
pela Embargante para garanta do sea privile
fiOl
Anda mais, pelo documento a fl3. 91 v-3e
que em 6 de Malo do auno prximo pasrado, o
Goveroador deste Estado exigi que a Embar-
gante, em cuaiprimento di clausula 6' do con
tracto de 1875, nio reprodazida no de 1879,
Eroloogaase a liaba do Brnm at a estagio da
ospanbia de L.moeiro.
O a se o Governo acreditassa qae o contracto
de 1879 sobstituio o de 1875, oSo exigiria o com
primelo de clausulas deste, nio reprodaxidss
aaquelle-
tD 1 a Embargada qae este acto do Goberna-
dor para qae a Embargante nao cumpre as obri
eagb>s qce contrabio; ma forco90 confeasar
que c&o esta a questio que se discale: nao se
procura saber se a Embargante compre ou nao
os seas contractos, mas se as clausulas do con
tracto de 1875, cao repetidas no de 1879, Bub
slstem oa cao.
Qaem quer que examine os dous contractos,
de cojo tbeor juntamos aos aaloa a oerlidio de
de fls. 88, reconbecera fcilmente qae nio se
cog toa de'sabstitnicao de contracto, mas de li
geiras modiflcagOee relativas nicamente al-
ga mas da clausulas do con Tacto anterior.
Basta attenler a qae algumas das clausulas
d> contracto de 1879 apenas interpretan!, eacla
recem, fixam o semUo de clausulas do contrac-
to de 1873, para nao se poder pretender qae este
flcou sem fffeito em virtade daquelle.
A clausula 13* do ultimo contracto da exprs
Bamenie : tindo o praao do privilegio concedi-
do a Companh.a, os proloogamentos ficarao per-
tencenlo ao Governo ;> nesse contracto nenbum
privilegio ee conceda a Companbia, nem se es-
tipulou a re- ergio para o Estado da3 linbas da
Embargante; abi ti? lmente se falla da rever
sas dos prelongamentos, fiado o praao do pri-
vilegio
0;a, >8 o privilegio cadacoa, nunca ebegar
o praao de reversao dos proloogamentos, nem
em temoo algom reverterao para o Estado as li-
nbas da Embargante, pois o contracto de 1879
nio cogita absolutamente da revereio deltas,
ap -as falla da dos prolougamentos.
Ha de cnegar o da em qne o Estado pretec-
da fuadado uo contracto de 1873, baver as linbas
da'Embargante; mas, prevalecendo o ju'gado,
OGde considerase o contracto de 1879 revogalo
rio do de 1873, semelbaote pretengio ser in-
justificavel, pois que abi nio se cogita de rever
sao de linbas. .____.
Anda bem qae o Procarador Geral do Estado
foi oovido ho prosete proces3o, e assim nio se
poder dixer que elle correo a revelia do mescoo
Estado, pois o sea representante legal leva e
aiuda ter occasiio de protestar contra seme-
lhantedoa'.rin?, alternarla dos direitos da Fa-
zena, a quem se procura sacrificar para salvar
o supposto direito da Embargada.
Para demonstrar qae o contracto de 1879 fo
revogado pelo de 1875, diz a Embargada qae
aproveita Ibe o documento de lis. 89 no qual o
eegenheiro fiscal refere qae sempre pensoa que
o primitivo contracto de 19 de Margo de 1870
conservava-se em vigor, apezar dos contractas
de 1875 e 1879, muo embora os gerentes da Em
bargante pensassem que o contracto de 1875
subs'ituira o de 1870.
A divergencia qae existe entre o modo de pen-
sar do eogenueiro fiscal da embargante e o des
seos gerentes restricta aos contractos de 1870
e 1873 ; este, Bio ba duvida, revogoa iateira-
meate aqaelie, sobstituio e totalmente; mas, a
Embargante nanea disse qae o contracto de 1879
subslitaio oa revoe% de 1875. A Embargada
coobe :e bem a diflerenga ; mas, convencida de
que nio tem razio, procera confundir queales
bem distinctas para d'abi auferir vaotagem.
Sendo inqnestiooavel que o coairaeo de 1879
nio fez caducar o de 187i>,-pedlamo3 passar des-
de ji ao exame da segunda qaestao; entretanto
oio o faremos sem notar primetro que a propna
Embargada fomente agora,em desespero de can-
sa, descobrio esta caducidaie, pois qae as duas
JiaeitSe qne a Embargante iba propoz para de
ender 9 sea privilegio, qae a Embargada pre-
tenden violar qnando comegoa a execntar e seo
conlraclo de 1883, nenbuma allegagio fas no
sentido de nio msis existir o aesmo privilegio,
recoobecido oio spelo governo, como pelo po-
der judiciano nos jolgamentos das duas causas
a que nos referimos, jolgameatos com os quaes
cosrformea-sea Embargada e oontra es quaes el
la boje cmrteguio a sentenga de fl. 59 e o accor-
dio embarcado f...
Grande develer sido a sua sorpresa ao rece
ber a noticia de que fra confirmada aquella sen-
tenca- por este Egregio Tribunal, para com o
qual ella bavia revelado tanta desconflauta, que
proeuroo corromper o digno advogado por ella
indicado pata desemnatador, qnando traton-se
de dar valor s presente causa.
Nessa occasiio e perito da Embargada consi-
derando a importancia da causa, avalion-iem
3004 ; convindo que esse;audofosse confir-
mado pelo desempatador, para evitar qae o pro
cesso subiese ao juramento do EgregioTriba
nal, a Embargada empregon todos os nfeios ao
seo alcance, inclusive o offerecimento de dinbei-
ro ao illostre perito qae devia pronuncia-se afl-
nal por um dos dous landos, o que deaiogar a
que este, justamente indignado contra semeinao
le procedimento, mamfestasse o desojo de re-
cusar o sel parecer.
Foi entJo que o advogado da Embargante pro-
snroa a intervencio do segundo jais revisor pe-
rante aqnee collega, para impedir qae elle se
abi tivesse de declarar se saspeito, iaterveagio
que prodosio o desejado tffelto.
Ha poneos das, o advogado da Embargante
publlcoa tudo teto e nio foi, nem pedia ser con-
testad, pois inquestiooavel que o referido juiz
nio recusara dar tes'.emunbo da verdade.
lato serve para conhecer-se quiogrande de-
ve ter sido a sorpresa da embargada ao recebe;
a noticia de que 'ora confirmada a realenga de
Is. 13, proferida sem o mais ligeiro exame dos
autos Habent sua fata libelli...
B
E' lempo de demonstrar qae o privilegio ga-
raotido a Embargante pelo seo contracto, nio
-foi vicfido pela l*i n. 1014 de 5 de Agosto de
1889.
O Dr. procurador geral do Estado em seo pa-
recer a fis. 100 disse : O ponto capital daqaes
lio qae-discate-se oestes autos, parece-nos.
saber se a lei n. 1044 de 5 de Agosto de 1889
deve prevalecer sobre o art. 18 do contracto
por copia a fl. 5, pelo qual ficoa concedido a
Appellaote o privilegio de zona qne compre
bende a estrada do porto do Lasserre ao Zum-
by. \
A c tada lei, prosegae o parecer, autorisao-
do a iaoovagio do contracto da appellada osta-
beleceu diversas clausulas, entre estas a de urna
etarSo ent'e aqoelles dous pontos Lasserre e
amby. Ni autorlsada innovagio do contracto
foi observada a disposigio da le, sendo aceita a
alludida clausula *
Por estas palavras do Dr. procarador geral
\-3e claramente que, no sen entender o privile-
gio da Embargante, concedido pelo contracto de
11 de Fevereiro de 1875, snb3iste apfzar do con
tracto de 1879 nio o reproduzir e simplesmente
referir se ajelle na ultima clausula, qaando diz
lindo o prasodo privilegio etc.
Neste ponto pois o I.-, procurador geral esta
de accordo com a dontrina que temos" sustentado
e em manifesta opposigio com i dontrina con-
traria, boje defendida pela Embargada com gran-
de esforgo.
Coatinaando, diz o parecer :
A posso ver, a appellaote nio poda com
razio iavocar o en mencionado privilegio para
embaragar a appellada na execagio de ama das
eondigOes de sea conlraclo, estabtleejda pelo
poder legislativo, coja competencia incoutes-
lada para modificar, alterar, revogar privilegios
concedidos, conforme entender de nteresse pu-
blico.
81 a appellante foi cffendida em seos direi-
tos, cabe-llie reclamar indemnisagio de quem
de direito ; ma3 nio embar gir, obstar a que se
faga o que a lei ordena, isto e, a que a appellada
cumpra ama das coodiges de sea contracto,
imposta pela lei referida.
Antes de todo, devemos ponderar qoe a com
pe'.en:ia do poler legislativo para molificar, al-
terar e revogar privilegios, conforme entender
de nteresse publico, someote pode ser conside
rala mcontestada, se o privi'eglo nao constru-
um direito individual, oa, no caso afirmativo
mediante a desapropnagio, com previa indem-
oisagao, nos termos, do preceito constitucional ji
transcripto.
Com effeito, si a concessio do privilegio foi
autorisada por urna lei qae anda nio se execu
toa, delxaado elle por* esse motivo de constituir
am direito, o legislador pode, aitendendo acn
siderages de nteresse publico, decretar a soa
modificagio, alteragio oa reVogagio, conforme
julgar mais acertado.
Qiando, porem, o privilegio liver sido ronce
dido, acbar se jaran'.ido por am contracto, ap-
provado por urna lei, como no caso acontece, o
legislador nio pode alteral-o, molifcalo oa
evogal o sem desspropriagio, po.que elle om
direito individual, consume ama propriedade
particular, da qaal nio pode ser privado o su-
jeito do ilireo sem qae se procure anarcblsar a
sociedade.
Em ostra ccca?io ji demonstramos qne os
governos, mesmo os revolocionarios, se apres
sam em as>eurar a garanta do direito, o res-
peilo i propriedade, base de toda a sociedade.
Si o nteresse publico exige que o privilegio
desappirega, dsixe de existir, abi est o reme-
dio da desapropnagio, por meio da qual o legis-
lador pode attender ao nteresse publico, respei-
tando 0 direito individual.
Nio ba nteresse publico qne autorise a viola-
gao do direito ; esta pode convir, como na hypo
mese coovem, ao nteresse particular ; mas e
ser sempre contrara ao nteresse da ccllecti-
vidade, ao nteresse publico.
Tratando da qaesto da Companbia do Jardim
Botnico, o conselbelro Paulino Jos Soares de
Souza escreven em sen parecer as seguimos
palavras :
Qaem dii privilegio exprime a negagio de
concurrencia. Dar o governo privilegio e da
raote o tempe delle suggerir um oa mais con-
currente so poasuidor do privilegio, contra-
diegio que ao simples bom senso repugna. O
governo nio pode decretar o sim e o nao para
sabsislirem ao mesmo lempo.
E pol", ou manim o privilegio que nm
> direito adquirido do concessiouaro, a cuja
sombra se crearam letifcimos interesses, on
viola pela mesma con;essio a ontrem o privi-
legio a que den a forca da antoridade admints-
trativa, que mandou observar e deve mals do
que todos respeitar.
Nio ba pretexto que auto i je por parte de
quem quer que seja a violagio do direito; e
direitos adquiridos sio as concesses dadas
pelo governo cem exclusao de concurrentes.
A concurrencia a regra.o privilegio a ex
cepgo. Autorlsado este por determlnagio do
poder publico, na fma da lei, deve prevale
cer em toda a sua plenitude. >
Nio preciso intelligenc a cultivada, basta o
simples bom senso para conbecer qae cao pode
offerecer duvida a doatrina do Ilustrado jaris
consalto, cojas palavras acabamos de transcre-
ver. O qae elle affirma a respeito do governo,
poder publico, tem inteira applicacio ao poder
legislativo, oatro ramo do mesmo poder.
Deixando de parte estas cooslderages geraes
e paBaodo a tratar da bypotoese, vejamos si a
le n. 1044 aatoriaa a violagio do privilegio da
Embargante.
A citada lei, autorisando o governo a innovar
os contractos celebrados com a Embargada e
estabelecendo as bases da innovagio, dispe no
art. 1.* a. 10 A Companbia ter urna estagio
entre as do Lasserre e do Zimbi na estrada
nova do povoado da Torre.
Em virtude d'esta disposigio, no contracto de
19 de Outobro de 1890, celebrado entre o Gover-
no e a Embargada, se estipnlou qae ella teria
ama estagio no referido ponto.
Aceitando essa obrigaco, a Embargada sujei-
toase implcitamente a fazer o que fosse preciso
para cumpril a. Assim.si ella nio tivesse abi al
gum terreno, onde polesse construir a estagio,
teria necessidade de adquiril-o, comprande-o
por accordo com o dono, oa desapropriando-o,
pois qae a clausula de seo contracto nio a babi-
litava a apoderar-se da propriedade albeia para
n'ella construir a ina estagio. Valba o terreno
necessario para esse Om nm ou dous, o qae
certo que sem adqainl-o ref ularmeoie nio pe-
dia a Embargada, em consequencia da lei pre
screver qne ella teria abi orna estagio, apoderar-
se d'elle violentamente para o referido fim ; o
nteresse publico resoltsnte do estabeledmento
da esiagio nao a babilitava a invocar a lei para
apsrepriar-sa do albeio.
lio te trata, verdade, da acquisigio de ter-
ne, porqne Embargada, contando com o coa
tracto, adquiri o moilo antes de ser elle cele
brado. como d'elle mesmo sr evidencia; mas
trata-s > de am privilegio por fbrga do qual a
ningae n ser permittido, aob- qualquer pretexto
que seja, transportar pasaageiros sobre trilbos
ou cariis de ferro oa de madeira, qner na cida-
de, qurr nos suburbios servidos* pela Compaohia
sem previo accordo com ella.
Esse privilegio foi garantido por om coitracto
approvado por ama le; preciso, porlanto, qae
a Embargada p romo va esse accordo ou desapro-
pie acuelle privilegio para comprir a obrlgagio
que oootrabio.
O d.reit resaltante do privilegio, por nio ob
jectivar-se em ama cousa corprea, nio vale me-
nos, nio menos respeitarel do que o direito do
proprietario do terreno necessario para o assea-
lamen.o da liaba oa conslraccio de ama estagio.
Isto elementar, dispensa qoalqner desenvolvi-
meoto
A Q 79 dos autos j demonstramos largamen-
te qae apezar das leis as. 1716 e 1781 autorlsa-
rem a innovagio do contracto da Embargada,
afim d'ella asaeotar trilboa para o Caxaog pela
estradt aova, atravessando a Torre, fez-se previo
accor o com a Embargante para execular se a
dispo:igio das citadas lela.
Aioila mais, a lei n. 1338 de 1879 autorison o
governo a innovar o contracto da- Embrgame
afim de prolongar ella a lioba da Magdalena oa
a de remandes Vielra at a Capnnga, e entre-
tanto, Beodo entio este suburbio zona privilegia
da para a Embargada, a Embargante smente
aceitn a obrigagio de expela* o prelongaaaento
depoif qae o governo effectaasse accordo com a
Emba gada, permittndo olla a execagio.
Qaem procede por ste modo, nao invoca em
sea favor argumentos creados pela occasiio, nao
tem aecessidade de sopsismar, nem de alterar a
verdale.
A lei o. 204i nio pode, pois, ter a indiligencia
que le Ibe empresta; o legislador nao poda
querer e efectivamente nio qniz, qae o direito
da Embargante por elle propno garantido, qnan-
do approvou o contracto Tom ella celebrado, fosse
violado em beneficio exclusivo da Embargada.
Diz o Dr. procurador geral Ni? procede a
inteligencia da mesma lei, a qoe se soccorre
a a[ pellante, quarendo tornar a soa execogio
dependente de nm accordo entre ella e a soa
contendora ; porqaaoio, si o legislador, qae
de presumir, nio ignnorava a exuteucia do
sen privilegio, nio cogitoo d'elle, quaodo esta-
belecen as clausulas da irjnevago qoe antori
soo, era por que jalgara desnecessario tal corto.
Aioda quando, conclae o parecer, fosse ma
nitestamente injusta a lei de que trata se, nio
> pods ella, segando os principios mais triviaes
de direito, deixar de ser observada e cumprida,
un lex sed Itx. >
A Inteliigeocia dada lei lr44 pele Dr. procu-
rador geral Contraria os mais triviaes principios
da hermenutica jurdica, sacrifica os mala rudi-
mentales principios de direito ao ataresse exclu
8ivo de Embargada.
Coto eff-.-ito, se a lei qmz qae fosse violado o
privilegio da Embargante, deve-se. affirmar qae
ella rosnifestamente injusta, porque consagra
a offensa do direito resultante de om contracto,
o que contrario a todos os principios de justiga
O privilegio, o direito exista, o proptio pare-
cer o reconbece positivamente, qaando declara
que a questio consiste emsaber, si a lei n. ^0i4
deve prevalecor sobre o art. 15 de contracto de
11 de Fevereiro. pelo qaal foi concedido i En.'
barginte o privilegio da zona qoe comprebende
a estrada do porto do Lasserre ao Zamby.
Aic la mais, coocedeado qae a Embargaute
tem c direito de reclamar, de exigir ama indem-
nisagio de qnem de direito pela oSeosa ao Beo
privilegio, o Dr. procurador geral reconbece a
exi3tocia do direito.
Si i lei o ataca, se priva d'elle a Embargante
sem dosaproprial o, maaifejtamente injusta,
inlqtis.
Sa.o o Dr. procurador geral, prevalecendo a
saa doitrina, quem de dir%o respoosavel pela
indemnisagio T E' o Estado, cojos interesses
deviiim ser defendidos pelo sen representante
mas foram completamente sacrificados por elle
em beneficio da Embarcada. Esta infelizmente
a verdade e, embora noa pese, devemoa di-
zel -a..
O egislador Dio poda querer o desreepeito ao
direito, a violagio do contracto, o ataque i pro
prieilade por elle proprio garantida, nio (O por-
que isto e subversivo da orden, como porque a
lei fundamental gatanie a propriedade em loda a
soa plenitade.
A mtelligencia, porlanto, que se emp-esu a
Iti 0. 2044 condas so absurdo e como tal nio
pode ser aceita, repellida pelo bom senso.
A le nio diz, nem poda dizer qae a embar-
gide, para comprir a obrigagio de construir
urna estagio ns Torre, ficava armada do direito
de tacar a propriedade albeia, spoderando-se
d'ella violentamente ; impe a obrigagio e ama
ves ella aceita, est a Embargada iiiplicitamcu
te snjaita a proceder de accordo com a lei, a em
pregar os meios regulares para comprir .1 obri
gaglio contrabida.
Demonstrar a exaclidio desla doatrina per-
der tempo intilmente, porque todo isto rudi-
mental, para uSo dizer axiomtico em materia
de interpretagio. Somente nlc \i a verdade do
qae affirmsmos 03 qoe proposltalmeme aio que-
ren; ver, e para estes ioelil qualqoer eslorgo.
A Embargada as anas razee a fl?. 109 tran
sepive principios de Mourlon e Laarent para de
monslrar qae as leis retroactivas, anda qaando
tiram direitos adquiridos, devem cer cumpridas
pelo juiz.
Estes principios, porem. nio sio appliaveis
ao ;aeo, porque a lei n. 2044 oio retroactiva,
nio manda applicar a sua disposigio a actos an-
teriores i saa promoigagio ; ella conten ama
simples aatorisagao ao governo qae del la poda
usar on nio, conforme jolgasee conveniente;
anda qaando o governo della qolsesse osar, a
saa xecogio dependa de accordo com a Em-
bargada, sem o que nio podan ser innovados
os teas CGitractcs. E aeata lei qae se qaali-
Bc. de retroactiva para pretender qae a eua dis-
po. igSo seja execatada com ofTansa de direitos
ad(|uiridos?l
Kssos principios nio sio applicavels ao caso,
disiemos mal, esses principias condemnam ex-
presamente a intelligencia qae se pretende dar
i lei n. 4044.
Com effeito, diz Laarent, transcripto exadver-
so a fl. 113 iofineDet que le leaislateur res
peote le droit Ce propriet, il pent, la rignenr,
le xedifier, en faisant retroagir la loi nouvelle.
Secundo, pois, Lanreat o legislado- somente
pole modificar o direito de propriedade, fazen-
do retrotrahir a lei nova, salvando o respeito de
vic o ao mesmo direito. Ni bypothese dos utos,
o ene se pretende que a lei n. 1044 exliuguio
o privilegio, propriedade da Embargante.
Accrescenta Laurea: que o legislador nao deve
re;er o passado, mesmo em materia de direitos
pa:rimooiaes, se o nteresse poblico, o nteresse
ge-al nio o exigir, car il ne doil pas, sans de
puiasantes consderations, froisser les inti.s
deicitoyens.
'J jal o intetesse publico, geral, qoaes sio as
poderosas conside.-ages que actuaram para de-
cretar ce a violagio do privilegio da Embargan-
te, sem accordo oa desapropnagio T
Seca Laarent, nem Uoarlon, nem nenbum oa-
tre jurisconsulto totorisa sfdoutrina que se pro
cura sustentar oestes autos para favorecer urna
comp .abia em prejuiz? de entra.
Nao pretende a Embargante que o poder judi
ciiirio nullifique a lei n. 1644 ; o qne ella pede,
rendada no sen direito, que a lei seja execu
tada como deve sel -o, sem ataque i soa proprie
dale ; a Embargada obrigou-se, de accordo com
a le. a construir nma estadio na Torre ; faga o
rejularmeale, sem violen:fa ao direito albeio.
desapropriando o, caso nio posaa adqniril-o por
acoorlo ou nio queira tentar esse meio. O qae
a embargante pretende que, executaodo-se a le,
oio se commeiUm violencias e abitrariedades
qse o legisladar nao poda querer, que nio re-
sullam da le mb do modo porque se deseja
eiecotal a, q^^Bgencia absurda qae se Ibe
empresta.
Dissemos noWmbargos de fl. 105 que a lei 0.
144, anda que revogasse expressamente a qu
actoritou e a que approvon o contracto de 1878,
d.o poda destruir o direito resoltante do con-
tracto, facto consummado que nenbuma lei pode
nolliflcar; e para aolorisa- eisadoatrina citamos
o parecer da maioria da CoDgregsgao da Facul-
dale de Direito desU cidade soore oa dotes das
ej-priocesas.
0 Ilustrado patrono da Embarcada in:ommo
dou-se fOBsea citsgio e a fl 115 escrevou o
sj|Uinte : a Embargante tem o direito de
eopnciar avaesqnsr propooigei eot na defasa
ou na defesa do direito que julga ter, e proco-
rar #roftt#f, como entender, com os recursos
da lgica on com a opioiio da escriptores qae
por ventara mu seja favoruveis. Nio tem,
porm, o direltu^B'du%sur>er ossas proposiges
por ella aventadas com a antoridade ou a asig-
natura de qaem nanea die tai nem directa nem
indi redmeme.
Nio procede a censura, como paseamos a pro
SST.
Diz o parecer, tratando dos dotes das ex-prin-
oezas: .....os direitos das ex princesas nio
se originan} simplesmente de ditas leis e sim
principalmente dos contractos matrimoniaes
> em virtude dellas, nio pudendo porlsroto ser
* destruidos por le pstenos.....e dispositivo
dessas lela relativo aos dotes e patrimonios
por ellas creados non vez execatado, torna se
1 nm facto ceasamtmdo qae nenbama outra lei
posterior, atada qae revogae expressamente,
< poderi nullifiear Foram leis queja prodn-
ziram todo o seu effeito, qae era autorisar ca
contractos e qne portanto apenas existem em
nossa leglslagio como simples testemunbos bis
loreos dos tactos a qne se referem .
Foi esse exactamente o periodo do parecer que
nos indosio a inssocar a saa antoridade para de-
monstrar que a le n. 1.044 nio poda revogar o
direito da Embargante.
Com effeito, ahi.se diz que tratando se de dimi-
tes qae nio se originam s mplesmente de leis,
mas de contractos (sejam ou lio matrimoeiaes,
isto pouco importa) celebrados em virtade dellas,
nio podem elles eer destiuidos por lei poste-
rior.
O dispositivo de leis queautorisam contractos
( a doatrina do parecer) urna vez executado
torna-se am facto consummado que neobnma
oatra lei posterior, anda que revogae expressa-
mente pode Ottlliflcar; foram lele que produz-
ram todo o sea effeitoautorisar os contractos
e que porlanto apenas existem como simples
testemunbos historeos dos fados a qae se refe-
rem.
Eis a dontrina do parecer, ijleiramente appli-
cavel ao caso: a M n. 1,141 de 8 de Janho de
1874 no art. 56 autorisod o contracto pelo qual
foi concedido o privilegio que a Embargante de-
feude ; esse contracto foi approvado pela lei n.
1.114 de 11 de Jnnbo de 1875; logo trata-se de
um direito qae oio se origina simplesmente de
leis, mas de contracto por ellas autorisado e ap
provado, nie poderjdo porlanto ser destruido por
lei posterior.
Urna vez exentada a avtoritsgio concedida
pela le, isto feto o contracto torna-se elle nm
facto coaaommado que nenbuma outra lei pode
noliificar. Esta e a dontrina jurdica, imeira-
men'.e applicavel ao caso de que se trata.
A respeito dos dotes das ex-priocezas essa
dootrioa poda soffrer contestado, porque, se-
gando a opinlao de alguas, a qaesto devia ser
resolvida pelo direito poltico e io pelo direito
civil; mas tratando se de privilegio concedido a
ama comp-abia, direito de propriedade. a ques-
tio nio podedetxar de ser resolvida pelo direito
ci.vij, nico qae rege a materia.
A doatrina do parecer, pete, u'orisa a pro-
posigio que escrevemos no3 embargos e que
procoramos apadriDhar com a valiosa autoriiade
do luminoso parecer 0% qae foi relator o illastre
patrono da Embargada.
Anda ama ves eile vem em auxilio da Em-
bargante, escrevendo a fis. 118 n fine: Qlan-
do ama re qoeiqoer aatera nm contracto em
qae deverio ser conferidas aos contactantes
taes oa laes vaotageOs, tica por essa lei o mes
mo contractual* com ama simples especlaliva
de direito. Depois, porro, que jt lavrado o
contracto em qae lh sejam conferidas as mes-
mas vantagens, tem entio o contactante am di-
reio adquirido. iE'ex-.ctaa.entt! esse o caso).
Finalmente qaando essas van'.ageus aio tra-
cuzidas em fados, qaando as prestaces oa claa
aulas do contracto sio execotadas ( anda esse
o caso) lorna.se tudo (acto consumando, caja
nalliQcagaKe byslca e joridjeamente impossi
vel-
A defesa do direito da embargante manifes
ti as palavras que acabamos de transcrever
das razos de fia. 118, escriptas pelo digno pa-
trono da embargada.
111
Nao precisamos grande esforgo- para demoos
trarqas o accordio embargado, confirmando,
como, contir noa, a sealenga de fl- 55, por coa
siderar jurdicos os noi fundamentos, eanecio
na doatrina attentatoria dos mais rndimedaes
principios de direito.
A disposigio clars e terminante do 17 do
art. 71 ta CoQBtiluigio, garantindo o direito de
propriedade em tola a saa plenitude, foi com
pleiaxenie infringida pelo accord&o trnuargado
e pela ssntinga por elle confirmada.
Ahi.'louge de se encontrar um fundamento
que se nossa dizer jar.dico, e qae ee anta que
o ja z a quo julgou o feto sem eaber ao meno3
de qae a cao se tratara ; pois de principio at o
fim, o joiz a quo falla em accio ue manntengio,
qaando de semelbante aegio nio se trata, mas
de urna a:gao tomminatoria oa de embargos a
primeira, como se \ ao proprio aatosmento do
processo.
Os fundamentos dessa senteng sio tio frivo-
los que alguna delles, nena ao menos foram ao
les del'a invocados pela embargada, nem lepois
foram por.ella defendidos.
Abi esto nos autos entregues ao mais com
ileto desprezo pela propria embargada qoe em
ivor delles nem urna e palavra escreven at
Me.
Outros sio relativos i caducidade do privile
g o da embargante e a iei n. 1.044. Nada mais
precisamos accrescentar para patc-nlear a impro
cedencia desees fundamentos da senteng, qoe
o accordio embargado confirmou.
Nio foi somtnte o direito de propriedade que
soflreucomo julgamento proferido; oio, a f
devida aos contractos, a cobiiiaga que elles de-
vem inspirar, o respeito que ibes devem os con-
tactantes, tudo isso foi profundamente offendi-
do pelo accordio e pela senteng de lis 55.
Ser possivel que subaistam esses juramen-
tos?
Apezar de acredita-moa que habent sua fata
libelli, esperamos, por bonra do Supremo Tribu-
nal do Estado, que se rao jolgados provados os
embargos de fis- para ser reformado o accordio
embargado e a senteng de lis. 55, jnlgaado-se
procedente a aegio intentada e condemnada a
embargada Das cusas, como de
JUST1Q.4.
CERMICA H1D1C1AR1A
Superior Tribunal de lustiea
SESSAO ORDINARIA EM 11 DE JUNHO
DE U91
PRESIDENCIA DO SB. Dtt. PISES FEBKEIBA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio CoelKo
k' bora3 do costumo, presentes os Srs. juizes
em numero legal, foi aberla a sessio, depois de
ida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e paseados os fetos deram-se os
segutntes
J DL GAMENTOS
Habeas-corpus
Pacientes:
Jocqaim de Almeida Nascimento, Luiz Perei
ra Bamosa e oi Marques Beserra.Ndgou ee
a soltura, unanmemeate.
Vicente Ferreira Honorato.Mandoa-ae ouvir
o juiz do 4* districto municipal.
Recursos crimes
Do RecifeRecorrenleojuizo, recorrido Mar-
tiniano Jos dos Santos. Relator o Dr. Galvio.
egon-se provimeulo, innimemente.
Do Bet".Recorren te o promotor publico,
recorridos Manoel Rodrigues da Silva e outros.
Relator o Dr. Francisco Loiz.Deu-se provi-
mento ao recurso, contra o Tolo do relator.
De JaboatioRecrtente o juizo, recorrido
Joaquim Ramos da Silva Moreira. Relator o D.\
Pires Googalves. Negou-eeprovmento, unni-
memente.
De BezerrosRecorrente o jno, recorrido
Antonio do Moate Rlbelro. Relator o Dr. Galrio.
Negou-se provimento, unnimemente.
De Areia-Reoorreate o jaiso, recorridoi Ma-
noel Costodio de Soasa TrindaCe e seus albos
Relator o Dr. Siglsmanlo Googalves.Negou-se
provimento, unnimemente.
Da Campia Grande-Recorrente o juio, re-
corrido Francisco An'ooio Ferias. Relator o Di.
Galvio.Em diligencia.
Aggravos de petigio
Do Recife Aggravante Ponlaan je C. e a
Compaohia Assucareira Pernambocana, aggra-
vada a Companbia de Servigos Martimos, fel-
lor o Dr. Pires Gncaltes. Adtaotoo os Drs.
Galvio .e Costa Ribeifo.-Nign se provupmio
ao prmelro aggravo da Compaohia Assucsreira,
unnimemente, e nio .se tomou conoeetmento
do segundo, de Pohlman k C. contra o voto do
relator.
De .8. Lourenp Aggravante T)r. JYio do
Reg Barro, aggravado Americo de Si Alkn-
querque. Relator o Dr. Coala Rlbeiro Adjuntos
os "D-'S. Pires Googalves e Franciscj Loiz.
Den se provimento ao ag?ravo, unnimemente.
PA88AQUH8
Do D:. Pires Googalves ao Dr. Pranctseo Luis :
Appeiiagoes crimes
De Jaboatio- Appellaote o promotor publiso,
appellado Jos L?oacio.
De Iguarase -Appellaote o promotor publ
co, appellado-Antooio Gtngalo da Costa RiDeiro
Appellagao civel
Dd Timba-baAppellante padre Paulino Saa
res MoDtelro da Cmara Albuquerqoe, appellado
Antonio Jacintbo de Medelros Galvio.
Appellagao commercial
Di ParahynaAppellaote Mosel Ro-lrignes
Lima, appellado Jos Joaquim Ferrti-a Barbosa.
Do Dr. Costa Ribeiro ao Dr. Rbeiro Vianna :
Appeiiagoes crimes
Do Olinda -Appellaote Joj Jeraoymo da Pai-
xio, appellada a jostiga.
Do TnumpaoAppellaote o juizo, appellado
Antonio Pereira Pimentel.
Processo crime
De Goyanoa-Autora a justica, reo Birthclo-
meu Pessoa de Mello.
Appellagio commercial
Do RecifaAppellaute Jobnston Pater A C,
appellada a vuva de M. P. Marques k Fuco.
Appellagio civel
Ba IrsperatrisAppellaute Joao Lopes Perei-
ra de Omena, appellado Brasiliaoo Oiibio de
M n tonga Sarment__
Do Dr. RiDero Vianna ao Dr. Galvio:
Appeiiagoes crimes
De AnadiaAppellaote o juizo, appellado
Rogerio Marques da Silva.
Da EscudaAppellaote Agostiiho Jos dos
Santos, appellada a justiga.
Appellagao rivel
Do RecifeAptpellaote Csala-o Fernaodea
Vieira, appellado Antonio Googalves da Cruz.
Appsllagio commercial
Do RecifeAppeUante .Dr. Antonio Bruno da
Silva Maia, appellado Jos Alvares de Sou a
toares.
DILIGENCIA
Com vista ao Dr. prooarador geral do Estado :
Appellag6es crimes
Do RecifeAppellaote Pedro Antonio Bispo,
appellada a justiga.
Do Bonito Appilhnte Aotonio Francisco de
Andrade Lima, appellada a justiga.
De AtatalsAppeltente o joizo, appellado Ma
noel dos Santos.
Do IngAppeHaBte o jatzo, apperlada CIau
dio Pessoa de Mello.
DIS TRIBU igSES
Aggravo de petrge
Ao Dr. Ribeiro Vianna :
Do Recife-Aggravante Mara Celina Coat
nbo, aggravado o juizo.
Appeiiagoes crimes
Ao Dr. Pires Googalves:
De TimbaoaAppellaote o joizo, appellado
Salviuo Maaoet do Nascimento.
Ao Dr Francisco Luiz :
Da TimbabaAppeilante o joizo. appellado
Manoel Francisco de.O.ei:a.
Ao Dr. Cosa Ribeiro :
De Nasaretb Appellaote o juiz, appellado
Luiz Pereira Barbosa.
Ao Dr. Ribeiro Vianna:
De IpojucaAppeilante o promotor pub' ico,
appellado Nicolao Principe de Mira.
Appellagio civel
Ao Dr. Sigismundo Gougalves :
Do AreiaAppeilante Ermiio Meiquiano da
Silva Ramos, appellado Pi de Voscoocelloa
Mello.
Encerrou-se a s.-sso is 3 horas e 11 minutos
da tarde.
SPORT

lllppodromo do Cimpa Grande
Realisou se bonlem a inscripgio para a corti
da de domingo prximo.
i.* pareo15 de Janho800 motroe.
Poatable, Yambo, Clyi, Coriseo e N.w Yoik
2." pareoPrado 'e.-aemoucano- 90J metros.
Tado-, Gerfau. Gillet, P'.gmeu e Vivaz.
3.1 psraoDerby Club1.150 metros.
Favorita, Bonica, Moema e Tenorioo 1..
4.* pa'eo Iipensa Pernambocana 1.700
metros.
D. Affooso ex Blitz, .Morgadinba ex Catana,
Velos e Niocbe.
5.* preoCompensagio1.100 metroB-Han-
dcap.
Piramon. Saas-Sonci, Pyrilampo, Ida, Manrily,
Mirante e Tudo-.
. pareo Jostiga900 metras.
Tapy, Berlim, Lucifer, Mouro, Regente e.Pi-
gmeu.
7.* pareoProgreaso-850 metros.
Colosso, Viogador. Tjberio. Tapy, Frontn,
Hercules, Mirante, Aily e P*tchoaly.
sio do desespero, que lauto n affirmafo elo-
qmnte de ama causa, perdida, quanlo.aoadma e
a sereoidada sio os trenos aaroeterleticoa da
ro>s causas.
Asseotado, pois, qa a oppotico, emergida de
urna* aggremiago pJltica, qne anda bofeteo
batia palmas authaslaaticas i adalassirseio de
Etdo, nao encontraurigem em um ssotive eis-
vado de ordem publica; mas Qlia-se OAcarneUr
ta ao facto de, guardando ella plena autnoma
na deare.'acfto de non. medida ou espbara-dJs
suas attribogoes, ter assim ferido o melindre
de um ebefe poltico qne, por. mais raspoltwel
que seja, nio se pode arrogar o dtree delate
ferir deeteivamente em acto puramente admi-
aisttativo, ejiconsegunte, da exclusiva compe-
tencia degevernador,o que quer dizer que a
canea do roospimento foi urna questio ndivt
dual, aguardamos a pnblicacio do manifest
promettido, dispostos a discutirmoa delidamem-
te todos 03 passoa. com firmeza trilhados pelo
Sr. Dr. Barbosa- Lima, em su administragSt
honesta; aob a coodigo, porm, da jamis des-
viar essa disenssio do terreno digno, onde ca-
valheiro se- podem encontrar, para oeampo
baiKae estrello, em que se degladiam os bufa-
riobelroa da-impseasa.
Benjamn Conslan.
-------------rasooc------------
Nazareth
O rompimntd
Os nitimos acontecimeotos desenhados na tela
poltica deste estado constiiuem cria motivagio
de tristeza, que deve invadir francamente todos
os espiritos que riflectem a obre os negocios
publicoB e inleressam-se sinceramentr por esta
trra, be-ge de lanas tradigOes gloriosas, Ihea-
tro outr'ora de tantos feltos nobres e boje reda
zilo a servir tristemante de tmulo de grande-
zas decabidas eo qae maistransformado
em centro agitado de temerosa tempestade par-
tidaria, qae se forma pelo creacimento as
sombroso das negras vagas de ambigO.s delei-
tas, de interesses incoDessaveis fulminados.
A verdade do conceito expasto resoltada apre-
ciagio calma e deiapaixouada do violento rom
pimeoto do partido repubcaDo de Pernamboco
com a aduuialragio do estado, simplesmente
porque esta Hel i elevada inspirago de arran-
car is urnas pcnlares a expreseio verdadeira
da opiniio pernambucana: interessada altamen-
te oa tarefa bonestissima, posto que ebeia de
difficuldades, de apurar rigorosamente a verda-
de eletoral, caja inveterada sopbismaco foi o
erro culminante do rgimen decahido e tem sido
sempre, invariavelmeate, a fonle perenne da*
mals lanieulaveis calamidades polticas deste
palz, adiou para 10 dv Setembro vindouro o plei-
to, que devia ferir-ie a 10 do cadente.
Sem que so precurasse destruir o fundamento,
em qoe firmn se o acto almioistrativo ; a sa-
ber, qae permaneciam de p os me moa motivos
determinantes do primeiro adiamento, geni-
mente apootado como medida acertada e pro
clamado salutar providencia, irromperam furio-
sa?, e por isso mesmo desvairadaa aecusagoes
contra o goveroador; a deslealdade vibrou os
seus golpes mais fereos; a imprensa deseen
dp alte nivel em que pairam o respeito entre
cavlheires, a gravidade dos tidalgos da peona.
ou, ao menos, a delicadexa commain de peseoas
de boa edocagao para astela:-se um estylo ver-
daderamente decomposto, um vocabulario indi
go, urna irritante incontineLCia de lingoagem e
ebegou se at ao absurdo de erigir em principio
a necessidade de ceder is coneiduragOes pes-
soaes, obedecer is falsas conveniencia partida
rias, com sacrificio, embora, da moralidad e da
coherencia admnistaetivas em fim de aobardi-
nar as exigenci 8 da poticagnm, estril e tos-
tarda, os nobres intuitos de ama administrasio
on.
A desorieaugio^ d*ppeit, a comprabensao
errnea das boas normas polticas, qae seorom
de base ao rgimen implantado com o> albele-
cimento da repblica federatua. alliogio ao ri-
diculo de piaof)ar se levar a efleilo ma des-
cabida inDmaf&o ao goverosdor, no seolido de 1
resignar o cargo, por meio de ma sonriesen
mtjciorfedeeeonfianca, como se estlvessemos
no .dominio pleno do. parlamentarismo, onde,
segundo as figO.sdesse rgimen oondeDonlo,
as votagOes das cmaras derrubam os governos 1
Toco-o qne fica aUtdnntente nsbocado e qne
a- imagem dt verdade, confsjrme est ns,our
scienciapflbBe,envolve clnrlmente-nexprs-
Fallencia de Joao Francitco < Corma
Nio pude comprebender qual a diligencia/ re-
querida por fydicos provisorios ejigada.in-
dispensavel pera premotoria putJlica pfr nata^
se do infrmgimnUo do art. 18 do decreto m. 94?
qne tivesse sido aanullado plo jalao: s i veta
dos autos poler se ha avalar a procedencia da
censura que fas o anlcalista ao acto.da annullo-
gio de tal diligencia.
Em todo caso parece que a censura ter* 0-
lor do aovo substantivo infringinento croado |et>
articulista.
Picara, por tanto, a apteciaclo d'esse tpico de
escripto, para occasio opperiuna.
O articulista accrescenta, ma nao prova^neaz
poderi provar, que o Wlido depois da aiteria
fallen",ia comprara e vender em seu nomoe pa-
gara dividas paasivas, etc.
Essa aecusagio, grave por soa nalurese, ah
tem cabimeato na imprensa ; ma sim ne aatoa,
(Ora dos qoaes nio pode ser tomada em aprffa
algom, e antea exprime o despeito de que sa
actia possuido o accuBador.
Admira o artiourista qae, decorrido um mee,
oio tivesse efeegado is mioa do promotor t ubli-
i-o os papis iadispeoaaveis para dar a denuaers.
contra o fallido.
S por magnididej u.'gere o aMienEsta tal
censura, pois sabequeo fADCtieaario, oor afraen-
cia de trabis, cao pdfe extrabir aiaiaasne-
csssriaa copias; e at o proprio fallido, par esse
motivo, tem silo prejudicado, porque al hoja
aquelle reaccionario nio Ibe pende dar o instro-
men o de aggravo; que interpoz, para o Superior
Trioonal de Josdca, do despacho qu denagou a
concordata.
A c-turariedade, despeito e malevoiencisi do
articulista sobe ao ponto de dizer que seproeora
protelar a falleceocia e angmentar so despezas
com o fim de sacrificar os ere dores perra sotisfa-
ztr-se a vontade de qnam quer, [61e e manda i
O articulista arrojado e phaatasio>e.
Porque nio diz qaem esfa entidade pode-
rosa ?
Nio sou amante dos elogios, assim coma cas-
demno a malevolencia; enlreianlo deve dixer,
pelo conbecfmento pessoal que tenbo des Drs.
promotor e juiz-de direito da comarca de Nara-
retb, nos quaes sebram iatelgeHCia, eaergia e
moralidad?, qae elles, bem como os syndiroe e
commiseio fiscal, esli a salvo dos betas da ma-
levolencia do articulista.
O qne iransparece de todo o escripto, a que
respondo, o desespero que domina o ariieuHv
ta per nio ter podido levar a tffeito todo sea pla-
no de perseguigio, contra o fallido e de pagar-
se com mais vanlagem do que os denai3 credo-
res.
Sempre me acbarl prompto para luctar no ira-
prensa, desde que vi n'isto nteresse i verdade
e defeza do mea constituate.
Finalmente : volte o articulista quaodo quixer,
com laato qae venta com armas mebores da
qae as do primeiro ataque.
Recife, 11 de Jnnbo de 1891.
A, Ettevao dr 011eir.
-------------- "----------------
Dr. Peiiro Torreia
Para evitar falsas verbos coLvem que
se sai ba que o digne deputade Dr. Pedro
(Jorris dsclarou votar contra a moflo,
porque acbo que em face do reg'men pre-
sidencial consagrado pela cocstituigao, as
mogo os u2o tem rasSo de ser.
Isso mesmo, porm, o Dr. Martina J-
nior ji bavia declarado, qaando justifican-
do a moclo disse que aabift bem das nor-
mas tracadas pela Constituidlo, pelo qua
a presentando referida me gao visavs
apenas provocar nma manifestacSo do elei-
orado.
A Repblica, portento, deixe-se do
embandeiramentos ao Dr. Pedro Cor-
roa, qne e ser um distiaoio co-reli*
gionario, malgr* certas divergenciaa da
carcter paramenta transitorio.
Anda tempo
Apoiando um resorvas a attitude digna
o enrgica do partido republicano dats>
Estado, em face de maia urna deaconsida-
ragSo sem nomo do Exm. Sr. Dr. Barbosa
Lima para com o mesmo partido, devida
especialmente s Ciro omstancias de que so
revestio seu ultimo acto, nio me Binto a
goito vendo o mea nome continuar a cir-
cular na chapa apreseotada por algans re-
publicanos hiaoricos o bem claramente
apadrioiada por S. Exc.
Forcoeo me declinar da honra com
que me quieeram distinguir os llustrea
oavatheiros signatarios da mesma chapa a
releve mo o publico a vslleidade de que-
rer participar smente da aorta que eati-
ver reservada aoa outras companheiros ds.
chapa spresentada peto partido republica-
no.
Recife, 20 de Janho do 1892
B. ce mar.
Al fan-lega
O modo porque se faz 03 despachos de importa-
cto, e vistorias de kerosene, ce/e merecer toda
a atlencio do mai digno Exm. inspector de nos-
sa Alfaodega, a quem compete empregar medi-
das de real inte/esse para o F.sco e para o Com-
mercio.
Abaixo demonstramos o extraordiaano preim-
10 que scffre a Fazenda. tomando por base as
vistorias feltaa em Janeiro e Fevereiro deste
anno 1
Ba, altm do prejazo aoontado, o serio incon-
veniente que resu't para a Repartigio, do des-
vio de empregadas para askistir as referidas *!3-
ioriaa; e.'.para o commercio, do aagmento de
trabalho e processo mais prolongado.
Em relagio tamben ao-commercio, o oslaba-
lecido com as vistorias, nma injustica e dcsi-
gualdade que o honrado inspector de nossa Al
fandega, nio se demora i em providenciar.
Nio justo que se goae das vantagens das vis-
torias; o negociante que doposita, em alfandega-
doB, as mercadorias pelas qnaes vai pone o a
pouco pagando os direitos, ao casso qoe, o com-
mercianie qae despache robre-agua, e entra loga
com os diret08, nio perceb ca bentficioa da
lei
Todas estas observacies os faasa condemnar
w totnm, as visloM,j8ts*elacaa8--'ParB te-
roseoe, e nos levam a pedir ao Exm. inspector
da Alfan#era, pa' accordo com o Exm. os-
peaor da Taesoararia, determinar am abatimeo-
to'nazoavel, nos despachor daqoelle artigo. A
ejemplo co qsmiMpna.asB AUnmletas do
SbUTmencionadaa .flalattaadevnBi^ sunati-
toidas por ama porcentagem de a .aumento que
ao Extnt.ta potter cab marcar; Par* o fco
aaoim como para os ioteresses e guaMade n
y

1


Diario di i^P'iaiubco Qaarla-eira 22 de Juiijo de 1832
comaercto, estamos cooencidoa de que o abat-
meato de om por ceoto, era bar tan te. A.
gnoa cbefes, porm, deixamos a jasta reclama
cSo.
Viitoriaa:
Navio Ermita, entrado e.embro 1891.
Villora em 2125 caixaa kerosene :
Verifica se o peso llqoidu 46856 kiloe
Devia pesar 61465
Que broa 15600 <
Resaltoa pwja.so para a Fazeoda 1873*080! t f
Vapor Paraeose, entrado Janeiro 1892.
Vistorta em 1781 caizai kerosene :
Peso liquido verificado 52301 kilos
Devia pagar 61416
Que broa 9124
Resaltoa prejuixo para a Paienda 1:091*880!!!
Vapor Amazoneose, ertrade Feverelro
1892.
Vistoria em 4763 caixas kerosene :
Peso liquido verificado 123219 kilos
Devia pesar 140412
Qjeb-oa 17192
Resaltoa prejaiio para a Paienda 2:063*160!!!
Muito* conmerctantes
Q uan tos doentes assim!
Aos Sra. Silva, Gomes & C propriata-
rios da antiga e acreditadissima Drogara
Sal-Americana," estabeleoida ao Rio ds
Janeiro, foi enviada a segointe carta da
Estaclo de Bom Jardim (estrada de ferro
de Cantagallo), narrando a prodigiosa ca-
ra de ama grave enfermdade pelo gran-
dioso remedio ri< gran dense Pe toral de
Cambar :
c Illms. Sra. Silva, Gomes & O, dro-
guistas ne Rio de Janeiro. Ha mais de
cinc j annos qae ea soffria de ama bron-
chite con toase e eaoarros de angue, ha-
vendo das de botar mais de meia garrafa
de sangue, nSo me eixando dormir noitet
inteiras.
Recorr a todos os mdicos deste mu-
nicipio de Cantagallo, j aem gosto, nem
forjas para cuidar de minha lavoura ; nSo
tinha nenhamas esperanzas da minh. exis-
tencia por muito tempo, spezax de nao me
faltarera recursos e bom tratamento.
Por milagro de Deus, cm amigo e ne*
gociante deste lagar, alo querendo que
au deixasse meus innocentes filhos per
criar, aoonaelbou-me o Peitoral de Cam-
bar, e ea sem f, pois que nenham re
medio me pos bom, resolv qae esse ne-
gociante me mandasse vir da casa de W.
SS. seis vidros para experimentar e, fio
dos elles, j dorma bem, cessando de
todo os escarros sanguineos.
Mandei vir mais 21 vidros e cootinuei
tae acabar, iato at o anno de| 1888, e,
gractfs a Deus, acho me completamente
curado.
Agradeco a W. SS. e peco-Ibes publi-
caren) este, a bem da hamanidade scffre
dora. Ao mesmo tempo, peco a Deus
pela saude, orosperidade e felicdade do
autor de to graadege prodigioso remedio,
o Sr. Jos Alvares de Soasa Soares.
Joao Jos Zebendo.
(A firma est reoonhecida).
Cabo
Sem allivio!
Reconhecido como medicamento sobe
rano para as molestias das vas respirato-
rias, o Peitoral do Cambar mais e mais
se impSe oonfianca publica, medida
que novos triumphoa vm robuatescer os
seus crditos, largamente provados desde
1874.
Mais um testemunho da sua eficacia
apresenta-se boje e firma-o um ilustre
titular brazileiro proprietario da Farenda
de Mat o Dentro, em Minas Geraes.
Eis o importante documento :
Illm. Sr. J. Alvares de Souza Soa-
res.Atacado de urna forte rouqnidlo, e
sem ter allivio coin o uto de muitos me
dioamentoe reoeitadoa, experinmntei o seu
xarope Peitoral de Cambar, e em pon-
eos das a molestia cedou completamente.
Depois deste facto tenho aconselhando a
diversas pessoss o seu remedio e todas
tm logrado os melhercs resaltados. Quei
ra, pois, receber minhas felicitacSes.Ba-
rio de Avallar Revende. *
( Afirma est reconhecida).
Admlravcl coabInaco scientifi
co humanitaria realmente a que conati
tue a emulslo d'oleo de figado de bacalho
da Noruega com bypnphoaphitoa, preparada
pelos Sari. Lanman & Kempa, a qual tem
sido composta com tal cimero e por meio
de ojo pncesso tSo perfeito, soientifico do
bem experimentado, que nao hesitamos em
recommendal-a como nica na aua espece,
pela sua pureas, excellsncia e eficacia em
todo o caso de esjrophulas, affe^o dos pul
m3:s, indigestad, dyspepsia, debilidade
geral e enfiaquecimento, garantindo o au-
gmento de volume e de carnes, e a pros-
peradlo das forcas e a saude perdidas, em
um espseo de tempo relativamente curto.
Exigir a f Marca Industrial como garan-
t ia e legitimidade.
ESBIPfloMlBCL
Roa Duque de taxias n. 72
1 ANDAR
Fazem liqnidacOes amigareis ou indiciaras
acceitam commissOese con-ignaQtrraencar-egam-
se da venda de engenbos, fazem adiantamentos
e acceitam correspondencias dos seobores do en
geobo, nromovem a venda de productos naci
caes e fazem qoalqoer trnsatelo de commer
co.
Eocarregam se tambem de receber os honora-
rios dos Srs. fuDccionarloa pblicos alagaeis
de casa, medanle mdica commissao e bem as
sim de qaalqaer trabalbo de eacriptaraclo de
ca.-a de commercio.
Usina
O Dr.Joaqoim Felippe ffXou a
nesta cidade e da ccasa'.Ui
Doarte.
Presta- chamados a qualquer hora
sua residenc;
04 pbarmacii
COMMERCI
Bolla t o
merelal
bueo
de PerasiM
OOTACOkS OFTICUB8 DA &H1A. DOS OOB-
BBTOBE8
Profa do Reci/e, 21 de Junto de 1892.
Accoes The Great Western of Brasil RailWii
C. Limited, do val ;r de 20 a 260*000 cada orna
ex-dividendo.
Na Bolsa venderam se :
25 Accoes Tbe Great Western of Brasil Rail-
O presidente,
Eduardo Dubeox.
O secretario,
Angosto Plato de Lemos.
CaMbio
PBAQA DO KKCIFK
Os bancos abriram a 10 5/8, retirndose logo
para 10 1/2, a coja taxa apparecerem poneos to-
madores. _
Em papel particular nao constou transaccio.
0 mercado fecbou frouxo.
PBAA DO RIO DE JANEIRO
10 1/1 baocario frouxo.
Falla de papel particular.
Colacca de gneros
aSSDG'I
Pora o agricultor
Branco por 15 kilos. 61800 a 8*000
gmenos, idem idem. .' 5*000 i 51100
Mascavado dem idem 4*000 a 4/100
Bruto aecco ao sol idem idem 2*600 a 3*200
Rtame idem idem .... 1*700 a 2*000
Usinas idem idem .... 7*000 a 7*300
Mercado moito animado.
A exportac&o at 13 lo corren te consta de 11102
saceos e 4451 barricas de assucar branco oesaedo
1.304.328 kilos e 8.224 saceos e 100 barricas de
assucar mascavado pesando 151.240 ki os.
Algodo
Cota-ae nominal-a 11*000.
At 13 docorrente foram exportados 3103 saceos
844 fardos de godao pesandi 476.525 ki os.
Borracha
Gota se nominal a 30*000 por 15 kilos.
Carnauba
Gota se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Cota-se a 2*000 por IB kilos.
Coaros
Seceos iaigados na base de 15 kilos a 640 ris.
Verdes nominal 360 ris.
At 13 do correte foram exportados 5151 c jo-
ros e 1258 1/2 desoa.
Mel
P r pipa de 480 Uros 80*000 ba (alta ao mer-
cado.
ateto I
Por pipa de 480 litros de 26O*C00.
At 13 do corrate foram exportadas 334 pi-
pas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 150*000.
Foram exportadas at 13 do correte 902 pi-
pas.
Crneos de aleadlo
Cotaie a 640 ris por 15 kilos.
Dr. Carneiro da Cunha
O Dr. Carneiro da Caoba retirando se para o
sol da repblica temporariamente, previne aos
eus amigos e clientes qae o substituir na cti
oica o Dr. uedolpho GalvAo com escri
ptorio a ra do Bjm Jess 24 e residencia na
praca de Santa Cruz 8.
Br. RodoLpfio Galvo
D consaltas de 11 1 bora da tarde roa do
Bom lesos 24 e reside na prsca da Sin'.'^roz
a. 8.
Minha ilha Idalina Prospera de Sousa,
esteve mi to tempo eompletzmecte-^ntre
vada, pelt rheumatismo, tendo sido impo-
tente toda a medioina de que lanoei mSo.
Foram seis meses de uso sem intermi-
tencias de novo remedioElixir M. Mo-
rato- -propagado por D. Carlos, que pu-
seram m.uha iTha completamente resta-
beleoida.
Reconheco como verdadeiro prodigio
este medi amento indgena.
Rio de Janeiro
Tiburcio Prospero de Soma.
Est a Arma reconhecida pelo tabelliSo.
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
Ra Marques de Olinda 23.
Mathematicas E1 e-
nieiitares e Escrip-
tuiaijo Mercantil
Ven anco Labatut dedicase a preparar
qualquer peasoa em escripturacSo mer-
cantil com 30 a 35 licSes, conforme con
tracto, continua a lecionar as materias
cima ra Duque de Oaxias n. 72,
1. andar.
Suaye e efficaz
Re onhec.ido como um remedio efficaz
e em rival o Peitoral de Cambar apr-
senla a graade vantagem da sua suavida-
de, o que c torna fcilmente assimilavel
aos paladares delicados, como os de se-
nhoras, enancas e outras pessoas.
Eis como o Sr. Dr. Croa Cordeiro, oon-
ceituado cIdco Parahybano recommenda
as suaa virtudes :
Atteatc que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. J. Alvares de Sousa,
um eaceliecte belsamico, como talo
tenho empregado nos doentes de bronchi-
tes o affeoi;8es pulmonares com grande
proveito. tanto mais por ser um expecto-
rante efficaz. O que tffirmo em f de
mea grao.
Capital do Estado da Parahyba, 10 de
Maio de 1891.Dr. Antonio da Crus
Cordeiro. >
(A firma est reconhecida).
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Cambar em Pernambnco a Com-
panhia de Drogas e Productos Chimicos,
ra Marq es de Olinda n. 23.
0 Di*. Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Minha Espe-
reconbecendo pela analyte ohimica a que
prooed, qae o referido fumo e cigarros
nao eucjorram principio algum nocivo as
funocSea gstricas, sendo perfeitamente
toleraves aos dyspeptcos.
In fide medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro Carneiro.
Dentaduras artificiaes
Sob prsalo elstica, e fpressSo pneu
matica systemas novissimos aeste Estado
pelo oirurgtlo dentista Numa Pompilio,
4 ra do BarJo da Victoria n. 54 1 ao
da das 8 horas da manhS s 4 da tarde
Dr. Pontual
Previne a seus clientes e amigos qne
devsm desta data em disnte dirigir os
chamados para sua residencia a ra do
Riachuelo n. 3 A, telepbone n. 27 que
serfto promptamente satisfeitoa.
O sorvico ds consultorio fioa inteira-
mente a cargo do Dr. Eangel.
Medico e oculista
Dr. Berardo oculista do hospital
iPedro II, tem consultorio ra doj
[Bom Jess n. 9, 1.* andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone^n. 366
4BKLLA DAS SriiADAS DE ASBSCAS E AL-
oodXo
Mex de Junho
Entradas
tarcacas ....
'aoores......
tnimaca ....
istrada de Ferro Central
dem de S. Francisco
dem do Lmoeiro. .
Aomma .
Asan*
car
Das Saceos 1
la 18 3443
1 a 18
1 a 20 368
1 a 20 . 1197
1 a 17 1034
1 i 15 130 10(62
dio
Saccas
320
2107
891
128
1311
1683
6451
ruga.
O Dr. Manoel Clementino de Barros Car
neiro, formado em sciencias medicas e
irurgicaii pela faculdade do Rio de Ja
Eeiro, medico adjunto da clnica do
ospixa! de Santa gueda etc.
Atiesto c|ue tenho f i aso dos cigarros
denominados-Minh Esperancae bem
assim do fum*l^xgenioo Nacionalda
do r. Anioak) Francisco da Crus
[fabrica

B/ancia
Acido sulphorico 13 caixas a ordem.
Acido ntrico 1 caiia & ordem.
Cimento 500 barrioafc a ordem, 360 a
Fonaeea e .cemp., lOTa Res A Santo,
K[iV 400 a Perreira^himaraes ej'oomp., 20 a
iaportaeio
Vr por fraucez < Colombia, entrado do Havre
e Lisboa em 19 e consignado a Angoste L bille,
manifestou:
Carga do Havre
Amostras 6 roamess a diversos.
Conservas 2 caixas a J. F. P. Ramos.
Drogas 3 volomes a A. Maia e Silva Jnior.
Edpelbos 1 caixa a J. de Sooza e Mello.
Grvalas 1 calza a Nunes Focsca & C.
Fellro 1 caixa a F. R. da Silva.
Ferrageas 1 caixa a J. de Sooza e Helio.
Livros 1 caixa a J. N Sooza.
Manteira 20 barris e 20 meios ditos ordem,
30 e 30 a j consignatario, 13 caixas a Domingos
Ferreira da Silva & C, 30 a Manoel Lopes de
Sa.
Hercadona8 2 volames o den, 4 a R. de Dro-
sina & C., 1 a A. Domingos de Lima, 1 a Prate
Vianna 4 C., 6 a Companhia de Caapo*, 1 a
Netto Campos 4C, 3 a Braga \ S, 1 a Maia e
Silva.
Uassas 10 caixas a Joao de Aimeida & Tur-
res.
Objectos para chapeos de sol 2 caixaa a J. de
Souza e Mello.
Pecas anatmicas 1 caixa ordem.
Porcelana 1 caixa a Deodato Torres & G
Qumjos 10 caixas e 1 fardo a Lopes Albeiro
Albeiro 4C, 10 e 1 a Companbeia de Estivas.
Sardinbas 3 calan I. F. de Paulo Ramos.
Tecidos 1 volme a Golmaraes Lima & C 2 a
Rodrigues Lima & C.
Vidros 1 caixa a Deodato Torres & C
Carga de Lisboa
lArtigos paraviagem 1 caixa Bastos 4 C.
Amendoas 1 barrice a Goimarlese Yalente.
Agua de vidago 3 caixas a J. A. A. de Carva-
Ibo, 2 a Menezes Scbiappe & C.
Azdte 40 caixdS a Ramos Geppert A C., 37 a
Medeiros & Barros.
Alpiate 2o saceos a Silva Goimares & C, 30 a
Companhia de Estivas.
Batatas 10 caixas a J. J. Al ves A C. 200 a G.
Goimares & Sobrioho, 300 a Companhia de Es
Uvas, 50 a Ferrelr' Rodrigues 4 C, 20 ? Goima-
res & Valeote, 50 a Gongalves Rosa A Fernn
des.
Conservas 4 caixas a Balthasar Magamaea
& c-
Ceblas 30 caixas a Silva Goimares A C. 90
a Compaobia de Estivas, 50 a Perreira Rodri-
gues A C, 25 a Goimares & Valeota, 10 a I J
Alves & C.
Flores medicioaes. 2 caixas a Ronqoayrol.
GrSo de bico 1 barrica a brante & C, 1 a
Gaimarles & Valente.
L'vros 1 caixa a F. P. Bolitreao, 1 a L.
Silveira.
Palitos 2 catxbes a Medeiros A Barros.
Painco 1 barril a Gaimarles & Valente.
Pimeata 5 saceos a Medeiros & Barros.
Nozes i barrica a Goimares a Valeote.
A. da
Qae'j 58 1 caixa a branles C.
Vil
Companhia < e^EstiVa.
Chloratro de cal 5 barricas a ordem.
Cerveja270 caixas a ordem, 90 aSoarea
di Aniaral Irmlos, 25 a Das Fernandos e
comp.
Frascos 500 volames a ordem.
Genebia 100 caix;s a Companhia da
Estiva 30 a JoaquimiFerreira de Carva-
Iho e comp 40 a ordem.
Carrafas 300 a ordem.
Potasa 2JO barricas a Fooseoa IrmSoB
e comp.
Phjsphoroi 193 caixSes a ordem, 10 a
Costa Lima e comp., 10 a Pereira de Pa-
rias e comp., 20 a Silva Marques e comp
20 a Pereira Valente e comp., 30 a Jlo
do Aimeida & Torres, 20 a Domingos
Forieira da Silva e comp., 40 a Joaquim
Ferreira de (Jarvalho e comp., 20 a Fraga
Rocha e comp., 20 a Soares do Amaral
IrmSos, 120 a Companhia de Estiva.
Papel 300 pac >tes a Ferreira Rodrigues
e cmp., 210 a Domingos Ferreira da
Silva e come., 849 a ordem, 320 a Soares
do Amaral IrmSos, 25 a Joaquim Ferrei-
ra de Carvalbo e comp.
Velas 13 caixas a ordem, 8 grades a
Domingos Fsrreira da Silva e comp., 3 a
Joaquim Ferreira deCarvalho e comp., 20
caixas a Die Fernandos e comp.
Lugar ingle Viola, entrado de Terra
Nova, em 1 S e consignado a J. Pater e
comp.
Bacalhau 200 J barricas e 1980 meiaa
ditas a ordem.
Patacho eueco Joban, entrado do Rio
Grande do &ul em 20 e consignado a M.
Mala e comp.
Xa que 17367 arrobas a ordem.
|os.
Foram exportados at 7 lo correte 4028 ti
obo 10 pipas a Ferreira Rodrigues [A C. 15
e 30 a A. M. da Silva ae C S e 50 a Silva Gol-
maJIes A C, 9 e 5 a Companhia de Estivas, 2 a
H. Rooqoayrol, 5 a branles C, 30 a Lopes
Araoio C, 15 a A. Martlos. 10 a B. D. Rlbeiro,
9 a Meoezes Scbiappe A C 10 a Jlo d'Almeida
A Torres, 40 a Lopes Albeiro A C, 1 a Maooel
Pires A C. 3 a Cirios da S. Villela, 20 a Joa-
qun da Silva Carneiro A C, 15 a A D Siams,
30 caixas a Paollno de Olivelra Maia, 10 a A.
Maia A Rodrigos.
Barca noraeguense Spekalation, entra-
do de Hamburgo, em 16 e oocsigoada a
ordem.
Lugar amorcano Asah J. Stowdt, en*
trado do Bi > Qraude do Sal, em 21 e
consignado a Joaquim da Silva Carneiro e
oomp
Alfafa 0 lardos aos consignatarios.
Farello 2095 saceos aos meamos.
Graxa 6) pipas e 1292 bexigas a M.
Maia e comp.
Linguas 30 barris 19 caixas a ordem.
Oleo de niocot 20 caixas a Meneses
Scbiappe e comp.
Sebo 100 barricas aos consignatarios,
250 a o.'dem.
Xarque 1116 fardos aos consignatarios,
404 a Jos Baltsr e comp., 400 a M.
Maia e comp.
Vapor allcmSo Belgrano, entrado de
Hamburgo em 20 e consigado a Borstel-
mann d C.
Amostras S volumes a diversos.
Balancas 1 caixa a W. Halliday e
oomp.
Cerveja 20 caixas a Silva Marques e
comp, 20 a ordem.
Calcados 1 oaixlo a Francisco Ramos
da Silva e comp.
Coaros 4 raizas a Frederico e comp, 1
a C. Wachsmann.
Cimento 600 barricas a Ferreira Qui-
ntarles e conp, 250 a Antonio Pinto da
Silva e com..
Cavada 20 barricas a ordem
Dr. Freitas Goimares
Participa a seus amigos e clientes que
mudoa o seu consultorio da raa Duque
de Caxias n. 55 para a mesma ra n. 61,
1. andar, onde contina a dar consultas
de 11 a 1 hora da tarde, e reside no Ca
jueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Regalador da Marioha
Concerta se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelho
elctricos, ocalos, binculos, oculos de al.
canee, joias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
----------------------- ^ 'i
Puf os de Caldas
Tenho ido nos pocos 6 (.nnoa segui-
dos, pelo rheumatismo e a prova do pcuoo
proveito, a necessidade annual que ali
ra- tem levado.
Tomei sgor* oElixir M. Morato -pro-
pagado por D. Carlos, e don por fiada a
visita as aguas, porque oElixir M. Mo
rato curou-me radicalmente.
E' tal a minha satisfago que offereyo
de motu proprio este alteaUdo recoahecido
pelo tabellifto.
Campioas.
Alf edo NebiaB da Silveira.
Deposito em P. reambuco : Companhia
de Drogas e Productos Phimicos.
Raa Marqdv de Olinda 23.
Chapeos 1 caixSo a Rapbael Das e
oomp, 2 a M. L. Marques.
Drogas 9 volames a Companhia de Dro
Ferrageas 3 v.Iumes a Vianaa Casero e
comp, 3 a Gomes de Mattos IrmSos, 47 a
Antonio Pinto da Silva e comp, 2 a 011-
veira Bastos e comp.
Farinha de ave a 2 barricas a Guima-
rles Spieler.
Mercadoriat 3 volumes a Oliveira Bas-
tos e comp, 1 a Asevedo e comp, 1 a H.
Vogeley, 2 a Rapbael Das o comp, 2 a
Ferreira GraimarSes e comp, 20 a ordem,
4 a L. A. Salaz.r Jnior, 2 1 Netto Cam-
pos e comp, 1 a Souza Mogueira e oomp,
2 a Prente Vianna e com;, 7 a Manoel
G. d-, S, 3 a T. Jast. 5 a J. Kraus e
comp, 1 a Manoel Collaoo o comp, 2 a
Companhia de Drogas, 2 a M. Regadas,
3 a C. Wachsmann, 2 a Browas e oomp
1 a Victor Neesen 1 a GuimarSej Cardoso
e comp.
- Manteiga 1 caixa a V. Neesen.
Movis 2 caixas a ordem, 1 a Albino
Silva e oomp, 4 a Prente Vianna o
oomp.
Machinismos 9 caixas a ordem.
Pape! 33 fardos a Azevcdo e comp, 26
a Costa Lima e .comp, 10 a Pereira de
Farias e comp, 2 a Gomes de Mattos Ir-
mSos, 4 a ordem, 1 a Nunes Fonseca e
comp, 6 a F. P. Bolitreau e comp, 4 l
caixa a Browj e comp, 3 a J. B. d Reis,
1 a Companhia de Drogas, 1 a M. Re-
gadas.
Parafina 2 caixas a ordem
Panos 2 caixas a H Vogeley.
Perfumeras 1 caixa a Browns e comp.
Rotim 1 fardo a Albino Silva e comp.
1 a Antonio Pinto da Silva e comp.
R)Ihas 4 tardos a Companhia de Dro-
gas e Tecidos, 1 volume a Manoel D. da
Silva GuimarSc3, 13 a ordem, 1 a A.
Amorim e oomp, 4 a F. de Aseredo
no Diario de
provam o que
eSeito admi-
ti mara?ilbo
na do Rio de
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
M
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe
doria geral da,digna jonta de hyglene do Rio
de Jaoeiro.
Ete Elixir de composico toda vegetal pre
carado segundo as regras pbarmaceoticas, acn
sainadas pelos autores modernos e de recoube-
cida oapacidade scientiflea tanto no pas como
no estrangeiro.
Este Elixir o producto nio so do grande es
ludo das aeces pbjsiolDgicas das substancias
como tambem patbologicas.como tambem o re
saltado das immensas applicaces nos diversos
casos de lebres do fundo palostre.
A apolfcacao des Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais ama ves de-
monstren a soa eficacia ; pois no principio dos
primeirorsymptomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantadus a bexiga paesa a ser ama
cenca febril vulgar apresentandw pequeas to
melares qae com a continoaco do Elixir de-
?apparecem sem todava apresentar receios de
perlgo.
Os muito atlestados publicados
Pernambuco* e Gazeta da Tarde
Usemos.
Nos caso? de febre amarella o
rlvel, apresentaodo pbenoxenos
jos que nesta cidade do Recife
Janeiro pouco rece o caoaa a febre amarella,
Oiesmo estando o doente com vomito preto e
angoineouestes ltimos periodos enllo ne
s-ario a applicagao em alta dose, despresando
3 tabella annexa.
Este Elixir j conbecido do publico e de um
grande nomero de dignos mdicos apresenta-
Jq para combater os differenles incommodos to-
dos elles de carcter febril.
Por moito tempo tivemoa occisio de faxer a
applicaco as fobres erysipellosas e com tac
oom resultado que acarnos admirados de to al-
tos effeitcs.
Pela pratica chegamos a conhecer qoe nos
ataques de febre erysipellosa ou erysipella como
vo'gamente se diz necessario o oso de 10 do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras, mens-
truajo, gravidez e dos caos de parto con fe-
bre de um resaltado moito ceno e seguro e {
asna conposio lao simples que nao offerecr
receio de applicar o Elixir nem mesmo em Jos;
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos digoi3sirxos mdicos que deseja-
r-em fazer oso deste Elixir em soa clnica nao se
sojeitarem r.essa prescripjao, mas sim fazer a
applicaco em barmoaia cornos casos qoe dse
jarem combater, certos de qoe o medicamento
de composico innocente para organismo po-
nais frgil que seja.
Modo de asar
A's craacas at um anno 10 gotas de 2 em J
jora3 em nma coiber das de sopa ebeia d'agc.
'ra.
De um anno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 annos em dame, 40 gottas etc.
Esias dosos devem sempre ser applicada3 em
agua fra.
Depsitos
Compania de Drogan e Prodactos Chimicos
Recife raa do Marqoez de Olinda o. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosarle
i. 38.
Paarmacia Oriental, ra Estrella do Rosarii
i. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario Victoria n. 14.
Pharmacia Mart js, roa Doque de Caxias c
DEPOSITO GERAL
Vsadas em grosso e a retalbo.
*Ua Esireila do Rosario o.
PEB1S4MBICO
Costa de cada frase de 15 grammas5400
Os nosos frascos sao quadrados e coata go-
las. N'om lado teem grvaloElixir aote febril
e no ootroMaooel Cardoso -Parnambnco. e to-
No hiate Deut te Guarde, para Mossk,
carregaram :
C. A. de Araojo, 700 saceos com farinha de
maodioca.
Gaimarles A Valente, SOOsactes com farinha
de mandioca.
Pal Maco, carregou :
Companhia de Estiva, 1,050 saceos com fari
nba de mandioca.
Na barc.ca Correij Parahybano, para Para-
hyba, cafregaram :
Paiva A Vaiente, 1 barril com 80 litros de es-
pirito.
M. Lopes de S, 20 cauas com 200 litros de
genebra.
A. D. Si noc A C, 20 caixas com 160 litros
de genebra.
Na barcaca Themes, para Macei, carregou:
J. de Soasa, 50 caixas com i,150 kilos de
ssbSo e 2) ditas com 240 ditos de saboaetes.
Pava da Ufaadeca
SEMANA DE 20 A 23 DE JUNHO D| 1892
dos os prospectos, sao assignades por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os qae nao forera
assignados.
N. 155
Illm- Sr. Manoel Cardoso Jonlor.
Tendo en feito oso do seo infallivel remedio
ante-febril* deciaro-lhe que o resoltado delle foi
me por demaia satisfactorio, tanto qne tome
ama (Ose e extingoic-me completamente
febre.
Paco Ibe este, para qne chegoe ao sea conhe-
cimetKo e fazer o aso qae lhe etnvier.
Recife, de Setembro ae 1889.
Jos Francisco e Sa.
.
Padre Jacintho*
O meu vizinho Jtoberto Dias de Andra-
de, esteve enfermo cerca le um anno, e,
tanto eu como aquellos que o trataram,
julgaram-o perdido por morphetico.
Desilludido por alguna, tomou com par-
cimonia oElixir M. Moratopropagado
por D. Carlos, e saru.
Dos me perdSe em dizer que se nao
fosse eu testemunhr; oceular deste facto
pol-o a em duvida.
O Elixir M. Moratocara a Morpha
Bemdito seja o Senhor.
Padre Jacintho E. Torre.
S. Paulo.
Deposito em Peruambaco : Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
Raa Mrquez de Olinda 23.
EDITAES
Do da 1 a 20
dem de 21
RECIFE DRALNAGE
2:7905458
f
3f9t)38
e comp, 3 a N. Maia e comp, 4 a A
Santos e eomp e 4 Bernat e comp, 4 a
Mattos Caminha e comp, 1 a Oliuto Jar
dim e comp, 1 a L. Maia e comp, 2 a
Rodrigjes Lima e Comp.
Tinto 40 barricas a Ferreira Quima-
rS 's e comp, 5 a Companhia de Drogas.
Vidros 1 caixa a oreem, 26 a Soares
do Amaral IrmSos, 1 a Gomes de Mattos
Irmios.
Kxporiaco
EBCIFS, 20 DB J.NHO i8l
para o Bltico,
ra Rio de
imbucana
|R) kilos de
Para o xiimar
Na barca sueca Superior,
carregaram :
Borstelmaa A C-, 100 fardos com 16 266 kilos
deiljodlo,
Vara o interior
No vapor allemao Belga no
Janeiro, carregaram :
Sockdade Rtfiaaria Destilac&o
20 pipaa com 10,000 litros de alq
M. Maia & C, 500 saceos com
milbo.
Borstelmao de C, 201 sac:as com 14,612 kilos
de algodao.
No vapor austraco Palluce, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
Companhia Destiladlo Central, 17 pipas com
8,160 litros de slcool.
Marcos S, 26 caixaa com mangas froc's.
No vapor francez Colombia, para San'oB,
csrregoa :
D. F. Porto BalUr, 24 saceos com 1,440 kilos
de assucar maca vado.
No brigoe portoguez Boa Sort, para o Para,
carregou :
Companhia de Estiva, 130 casaos com 23 100
litros de agurdente.
Alcool (Utro) ...... 479
Aigodlo em rama ikilo) .... 653
Arroz com casca iio) .... 90
Assucar refinado (kilo) .... 560
Assucar branco (kib)..... 450
Assucar mascavado (k'lo) 195
Bagas de mamonas (kilo) ... 126
Borracha de leite mangab. (kilo) 1/866
Cachaca......... 260
Craros seceos espichados {kilo) 654
Couros seceos salgados (kilo) 594
raros verdes (kilo)..... 315
Courinh08 (um)....... U870
'Jarosos de aigodlo (sito) ... 42
Qarrapateira (kilo)..... 120
;ac4o (kilo)....... 400
Ja bom (kilo)...... -A200
.lrestolho (kilo)..... 1/000
Caf moido (kilo)...... 1/400
Carnauba (kilo...... 1/666
Cera em velas (lilo)..... 640
Dita em broto ou preparada (kilo) 650
Canna (litro)...... .300
Cal (litro)........ 10
Carvo de CardirI (ton.) ; 32/000
FaruUia de rnaadioca (Jito) r 62
aenebra (litro)...... 290
Graxa (sebo)....... 633
Jaborandy (em folhaj K'lo 200
Leite de mangabeira (kilo) 1/466
Mel (litro)........ 125
MilflQ(kilo........ 80
Pbospnato de ca da lia Raa (tone*
lada)......... U/000
Pelle da cabra (cento)..... 187/000
Pelle de carneiro (cato) .... 145/000
demente de carnauba (arroba) 53
sola (meio)....... 4/30J
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 700
Tateicba (kilo)...... 40
taooas de utaarsilo smprancsOtS
(dmu-.)........ 100/
B&endisaeaios pablica>s
t Laplata
M Sloar,
a Jjaquim
avada geral
Do da 1 a 18
idem de 20
snz Da ju.nho os 1892
AlfMitga
6i5:963;6i9
61:990/338
Renda do Estado '
Do da 1 a 20
dem de 21
128:316/727
9:309/116
688:955/957
137.625/843
Somau total
826.581/800
21
Segunda scelo da Alfandega de Pernambuco,
de Janho de 1892.
O thesoureiro,
Florencio Domingues.
Servindo de cuete da scelo,
J. K. Pereira Magalhies.
RECEBEDO \IA DO ESTADO
Do da 1 a 10 05:832/778
dem de 21 8025/182
73:857/960
Hoviaieuto do porto
Navio entrados no dia 21
New York18 dias, v. por ingles Oa-
paleta de 146 i toneladas, commandante
W. H. Eills, equipagem 31, carga va-
rios gneros a Henry Forster & C.
Pelotas20 dias, lagar americano .Asa
T. Stowdll* de 39j toaeladas, capitSo
C. R. Kellev, equipagem 8, carga vi-
rios gneros a Joaqaim da Silva Car-
sa>
Pelotas21 dias, lug-r ingles
de 350 toneladas, capitSo J
equipagem 9, cargA xarque
da Silva Carneiro.
Navio sonidos no meimo dia
Santos e escalavapor francez Colom-
bia, commandante A. Viel, carga va-
rios gneros.
Havre e escala vapo- frunces t Santa F,
commandante A. Tessier, carga varios
gneros.
Santos e escalavapor austraco cPollu-
ca, commandante Niolo CovaC3rck;
carga varios gneros.
Santos e escalavapor ingitz Capole?,
commandante Eills, carga varios g-
neros.
Macai lugar americano Bonoy Djon,
capitSo O Burgess, em lastro.
ObseraacSo
O vapor qae sabio para Fernando de No-
ronha foi o JaboatSo nSo o Be
beribe como por engao foi publi-
cado.
n- Breado JBaafeSpal de
0 i.v.mtnto aojte mr-rcaao
Jo .ho foi o seguine : fintraram.
37 bou pesando 5,890 kilos.
204 k>los de peie s SO ris
3 compartimentos com mariscos a
100 rs.
25 cargas cem farias a 500 rs.
10 ditas de milho secco a 200 rs.
5 1|2 ditas de feijo a 200 rs. 1/000
57 loga-es a 200 rs. 11/4C0
6 sumos a 200 rs. (cabeca; 1/2(0
5 ditos de camaro\ s a 3'Jo m. i /500
3 ditas de louga de barro a 300 rs. 900
32 ditas de milho verde a 300 9600
1 ditas de arxen Joim a 30J rs. /300
44 ditos com verduras a 300 rs. 132(0
1 dita de batata a 3G0 ts. /3i0
61 cemparrimeatos com furinra a4X! 2iSi 0
5 cargas com gall.nbas a 530 rs. 25(0
31 columnas a 600 rs. 18/9(0
45 ditos com raleadas etc. 600 rs. 27/000
8 ditos de fressaras a GO."' re. 4/8C0
34 ditos de comidas a 700 rs. 23/8(0
8 ditos de soineiros a 700 rs. of 6J0
11 ditos de suir.eiros a 1/ 11/000
42 albos a 2/ 81/000
S. <0OX
30 da 20.Jf
tOSO
A3C0
.3 0-0
Rendimento ds i e 19
255/780
5.00.90
5.237/760
Precos do dia
Carne verde de 310 a 56) *<* a i
Sainos de 640 a 800 ris ido.
Carneiro de 800 a I / rete dem. S
Farinha de 600 a 640 ris a cala.
Mimo de 360 a 400 ris idem.
Peilio de /800 a i/600 idem.
Faprs a entrar
Mea de Jutho
sal.......... S. Sjiwidor....... 23
or te........ MaronAene....... 24
Europa....... Martner.......... 24
None........ Ondo ........... 16
Norte........ SfHran^i........ 26
Sol.......... Almtoat........... 30
^
5.a Seec3o=Secretara do Governo do
EBtado de Pernambuso em 9 de Junho da
1892. *
Por esta Secretaria se faz publico, ds
ordem do governador, que fca aberta, at
25 do correte, a concurrencia para a apre
aentasao ie propostaa em carta fechada,
referente^ ao fomecmento de artigos de
consumo e expediente da mesma Secreta-
ria, durante seis meses, a eaber :
Alcool a 40, garrafa.
Baca de agatha para mSo, ama.
Brabante grosso, libra.
Dito fino, idem.
Colcbetes de metal branco ou amarello,
caixa de groza.
Copos de vidr<" fia?, um.
Cocos de agatha para agua, idem.
Cesta de vime para papis, urna.
Caivetes ti ios com cabo de marfim,
um.
Ditos com cabo de osso, idem.
Caetas de diferentes quabdades, du-
aia,
Envelopes de papel branco de di Se ren-
tes tamanhoB e formatos, com e sem ins-
cripcao para offijos, cento.
D.tos do mesmo papel, de difieren tea
tamanhos e qualidades com e sem inecrp*
(to, para cartas, idem.
EncadernacSss.
Eocirradeiraa ds agatha, urna.
Eapanadores de penoas e de palha, com
cabo e sem elle, aro:
EsCovas para limpar meas, ama.
Fio de cores, novello.
Furador de ac, um.
Gamma arbica liquida, frasco-
Dita em caroco, k o.
f
M
)


Diario d* Pernanibuco Quarta-leira 22 j*j Junha

Jarras da barro de rfferentea taa-
nnos, ama. # .
Lipis pretor de Faber*,m. 1, 2 e 3,
duiia.
Ditoa de duas cores (atul e encarnada)
idem. ,
Ditos de ama t cor, idem.
Ditol ce borracha, Fuber, idem.
Lacre vermelhs Mau-ij caixa de 20
paua.
L'vrjt em branco, de papel pastado,
numerados, diferentes ^ixklidae e for
matos, de 50 a 5C0 felha, um. a
Peno* de 90 de diftirentes fabricantes,
ca:xa.
Pastas de oleado, ama.
Ditas de courtf para conduccao de ex-
pediente, idem.
P da agatha para cisco, idem.
Papel rosado pautado de diferentes
qua heladas com ou sem inscripcao, resma.
Papel brinco, 'dem, ifem, resma.
Papel almasso, ideu. resma.
Dito sem pauta, idem, idem, resma.
Papel branco pautado de differentes
quihdadoi para mappas, Mha.
Dito brinco cartonado para patentes,
foihas.
Papel de linho, branco ou azul, pauta-
do, resma.
Dito de linbo ingles para ttulos, com
ou sem inscripcao, idem.
Dio branco, de differentes qualidados,
para carta, c&ixa.
Dita branco de linbo cor ou sem ins-
cripto para o mesmo fita, eaixa.
Papel para envolucro, folha.
(aartinha de barro, ama.
Raspadeiras de ayo uom cabo de mnr
tim, dem.
Ditas com cabo de osso, idem.
Reguas de bano, chatas de differentes
tamanhos e qualidad s, ama.
Regador d6 Fiandres, id m.
Jabonetes finos, um.
Ditos extra-finos, um.
Tinta Bue Black, litro.
Dita carmim extra-fina, frasco.
Dita Bieu Ciel> idem.
Dita Vert ciaeraede, um.
Tinteiro do vdro, um
D.:o escrivaninha de Baccarat, um.
Tyaip-cos de metal, um.
Tesourss de ac para papel, ama.
Toalhis felpadas para mos, dalia.
Vssouras americanas, ama.
Fica era eff-jito o edital de 3 do cor-
er.fi meu-
O secretario,
Virginio Marque C. Ledo.
DECLARACOES
D&9CX3P3PaX33B.OXWXO
DO
CAMPO CHANDE
PROJEOTO DE OSGRBPCA0
Part urna orrda exraordioaria no dia
29>de Juuho de 1892
Em beneficio das familias dos nufragos
do encourafado Solimes
1.a PAREOArmada 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao tenham
ganho nos prados do Recife 1." e 2 pasmos : 2004000 ao primeiro,
40|J000 ao segando e 204000 ao terceiro.
2. PAREOCommercio 800 metros. Animaes e Pernambuco que nao
ganho em maior distancanos prados do Re cite, prhmios :2000000
ao primeiro, 40(5000 ao seganco e 2<>$C00ao terceiro.
3. PAREOE&ercito 900 metros. Animaes de Pernambuco que nao te-
nham ganho em distancia superior a 1.000 nos prtdcs do Recife.
PSBMIOS : ODiJOOO ao primeiro, 40(}000 ao segundo e 20)5000 ao
terceiro.
4.a PAREOGovernadO'* do Estado 1 400 metros. Handcop Ani-
maes pung-8 e pallados, premio : 3001000 ao primeiro, 60,5000 ao
segando e 30)5000 to terceiro.
5." PAREO Magistratura 850 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios : 2000000 ao primeiro, 40)5000 ao segando e 20(5000 ao ter-
ceiro.
6. PAREO-Arte* 1.000 metros Animaes de Pernambuco que nao tenham
ganho nestes nltimos 8 meses e nio tenham victoria em distancia su
perior nos prados do Recife. premios : 2000000 ao primeiro, 400000
ao segundo e 00000 ao terceiro.
7." PAREOImprenta 950 metros, cavalloa, de Pernambuco que nao
tenham ganho em distancia superior a 1.050 met os nos pra-
dos do Recife, podendo entrar eguis do Estado, premios : 2000000
ao primeiro, 40<0CG ao Bogando e 200000 ao terceiro.
8. PAREOCarldade 800 metros. Animaes de Pernambuco que nao te
nham ganho no Prado e Derby. premios : 2000000 ao primeiro,
400000 ao segundo e 200000 ao torceiro.
Observaces
De accordo com o art. 5. do cdigo de corridas, nao poderao ser
inscriptos no pareo Magistratura o animal Piramos, Governador do Estado o anima]
Velos, no Imprensa, Pirilampo-
Nenhum pareo se realisar sem que pelo menos se inscrevam 5 animaes de
tres propretarios differentes.
A inscripcao enserrar-se ha na quinia feira 23 do correte as 6 horas da
tarde na secretaria do Hippodromo a roa 15 de Novembro n. 55 1. andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 15 d Junho de 1892
O SECRETARIO,
Augusto Silva-
De ordeui do Illm. S-. Dr. inspector, faco
pi i ct> que ao dia !3 do correte ira prsca
p lo a ]uota do Tuesouro do Etlado o torne-
c n'o da alimeatsco e dietas aos presos po-
li a Casa de DetetcSo, servindo de base a
c de SOG r>., relativamente ao fornecimen'.o
p nu.futaro de Jallio s Setembro.
srar do Tbeaouio do Sitado, em 18 de
Je'., le 1891.
Servindo de secretario,
Lindolpho Gampello.
Arsenal de Mariana
De ordem do Sr. contra-almirante JcSb
Goocalres Duarte, inspector deste Arse-
nal, e capitao do porto deste Estado, faeo
publico para insairo cochecimento de
qufcp interessar p^ssa, que o recbimen-
towe propoatas para os concerUs nces-
sarios na enfermara de Marinha deste
Estado, annoncado por edital para ter
lugar no dia 18 do correte, fica transfe-
rido para o dia 27 do presente mes.
Secretaria da inspecco do Arsenal de
Marinha do Estado de Pernambuco, 17 de
Junho de 1892.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
I ispectoria de Hj
gitie
De ordem do cidadao Dr. Inspector de
Hygiene faco publico que do exame chi-
mico procedido em duas latas de manteiga
do fabricante Bretel Freres, de valognes,
mar:a cBeurre saperfin d'Isigoy (lata
vermelha) e marca tBeurre sulfim d'Isig-
ny* (fata verde), foi reconhecida nao con
ter substancia alguma nociva a saude a
referida manteiga, pelo que pode ser
asada sem inconveniente.
Inspectora de Hygiene Publica do Es-
tado re Pernambuco, em 18 de Junco
de 1892.
O Secretario,
ot Quilkerme da Silva Duarte
Inspectora de Hygie-
n Publica do Esta-
do de Pernambuco.
Ej virtude do que diapSe o artigo 68
do regulamente que baixoo com o decreto
n. 169 de 18 de Jateiro de 1890, esta
inspect ria -z publico, pelo prazo de 8
di. qoe o cidadao Joaquim Pereira do
R-^jo, lbe dirigi a se^uinte petieao com
os documentos qie s.tisiaaem as exigen
cas do art. 67 do otado regulamento.
Ao cidadao Dr. Inspector de Hygiene
Publica.Joaquim Pere ra do Reg, ten
do caraado o 2. auno de Pbarmic'a na
Faculdade de Medecina da Bah'a e alem
disso exercido a precisa pratica em di
vers.a Pbarmaoias desta capital, como pro-
vam os documeutos juntos ; ettabclecido
j do poToado do RibeirSo, com Drogara,
desojando transformar seu estabelecimentr,
em PbarmiiCi?, e assim prestar servidos
inherentes a sua profissao, no referido Po-
voado, vem pelo presente solicitar de vos
que vos digneis cocceder-lho a respectiva
lice: ya, para funecionar sob sua immedia
ta re ponsabilidade.
E assim pede a V. S. deferimento.
Recife, 10 de Junho de 1892.
Joaquim Pereira do Reg.
Estar cjni < sello do Estado.
E dec ar > que se 30 dias depois do ul-
time annuncio, nenhum Pbarmaceutico for-
mado communicar a esta Inspectora de
Hygiene a : esolncRo de estabelecer Phar-
macia ra citada localidade conceder ao
j,ratco a liconcar equerida.
Inspectora de Hygene Publica de Per-
nambuco, 21 de Junho de 1892.
O ae.retario,
Jo$ Guilherme da Suva Duarte.
A DO
(WCTO E IlRiPtiO
?m& Q PAJ0
Grande Premio Nacional
Que se realisar na corr la que ter lugar
no dia 24 de Julho de 1892
2.000 metrosAnimaes Baciqnaes.Preniios ; 1.500(5000 ao primeiro, 3000
ao segando e 150tf0C9~'ao terceiro.
.nscripco 420^000 rs.
Observaqoes
A. inscripcio encerrar-ae-iu terca-feira 19 de Julho do corrente anno.
Secretaria do Prado Pe.-nambucano, 10 de Junho de 1992.
O secretario,
/. Alves.
ODB ^tX C5--A. Q O ES
DA
PROMOTORA
Emprestimo emittido pela Companhia Promotora de
Industrias e Me] hora ment i
25:000^000
50:000^000
c 100:000^000
Cada obrigscao entra successivameute nos sorteios trimestraes, at ser resga
tada, recbendo o juro no fim de cada trimestre.
Sao garantidas por bypotheea sobre os bens da Companhia que possue impor
tantos propriedades, como a ilha de Maramuaia, as Usinas de Santo Ignacio, Firme
sa, Coiambuca, Fabrica do Doij I naos em Macei, outras muitas propriededes e
mais conceaeSes de estradas de ferro e us as, a cuja realisa^So vai ser empregado o
resultado do emprestimo.
O 1* sorteio teve lugar no d-.a 31 da Marco prximo passado, tendo tocado 12
premios as obriga(8?s vendidas nesta cdade, os qu es estao sendo pagos, bem como os
'"ros vencidos do trimestre findo no Escriptorio da Companhia.
Prego je c^da obrifija^ao 2J000
No da 30 de Junho de 1892
Maior premio (fe resgate no segundo sorteio
0O:O0O#pO
Acham-se as obrigacoes disposico do pu-
blico nosseguinte^ estabelecimentos:
anco Popular, ra do Imperador n. 22:
Casados Srs,Martins muza cfeG, ruado
Crespo n. 23.
Escriptorio da Cosopa^kka ra do Tarrea
a 42, 1. andar.
Companhia
DE
Dragas e Productos Chlmlcs
Oa senhores accionistas ('esta companhia sSo
convidados a realisarem a 3* prestaco de 10
0/0 do valor de soas acedes, at n dia 30 do cor-
rente mez, no escriptorio da companhia, i roa
Mrquez de Olinda o. 23 ; devendo netti occa-
sio troesrem os recibos das prestajOes anterio-
res por cntelas.das mesmas accCes.
Recife, 1 de Janbo de 4^91
O secretario,
___________Qrtciliaao O. deCrns Martina*
Thesouraria deFa-
zenda
De ordem do Sr. Dr. Inspector e em
vista do Celegramma do Inspector da
Jaixa de Amortisacao, de hontem, faco
publico que fica prorogado o prSso para a
substitnicao das notas do Thesouro de
1C0IOO0 e 500,5000 at 31 de Deaembro
deste anno. >
Em 18 de Junho de 1892.
O Secretario,
i. Gomes da Sv
Gl.\ do Sup.\ Arch.-. do
Univ.*.
Aug. e Benem. Loj.' Cap. Ca
valleiros da Cru
S.-. S.-. S.-.
De ordem do Resp.-. Irm.-. Ven.-. coQvido
aos II.-. do nossoQaad.-d.asRResp.'.LL j.-.
dese Or. ., e a todos os MM. regulares, a
comparecer em ?ossa Sed.'., aflm de ossistir a
Seas.-. Mag. de Inic.-., emeommem.-. ao
annivers. -. fie nossa Iftal. ., a rea litar se em
24 Jo corrente ao meio da em ponto-
Outrosim commuoicando qoe acbar-se-ba em
exposicao o nosso Templ. de 6 s 9 horas da
nou e desse dia, e convidando vos para com vos-
sas 111.-. familias o visitardes, lorgo extensivo
as demaia (amilias e ao publico desea cidade.
Manoel Francisco Martins, g. -. 3.
' jrl.% do Gr.-, Arch.-. do
Un.-.
a'Aug.-. e Benem.*. Lcj.-.Gap.-.
Ca valleiros da Gru
Atienda i probiDicio dos trabalbos no dia 2i
de Jonbo. (E' ama dasmaravilbas da nova lei.
Os PhiLmom s
A directora da sociedade carnavalesca
d'Os Philomomos, de accordo com o art.
23 dos estatutos, convoca extraordinaria-
mente a assembla ger*l para o dia 30 do
corrente, pelas 6 horas da tarde, afim de
tratar de materia urgente, fuoccionando
no predio n. 71, da ra do Marques do
Herval ; pelo que convido a todos oa socios
fundadores e effectivoi a corxparecerem a
dita reuniSo.
Secretara dos Philomomos, em 18 de
Junho de 1892
Serv ndo de secretario,
Bianor de Oliveira.
Usina s do Estado
Do ordem do Itlm. Sr. Dr. inspector deta
reparticSo, aviso ao^-sechores concessfonarjoe
'te usinas deste Estado que at o tim do corrente
mez devem ser recolbidos os juros das apolice.-
do emprestimo feto s mesmas, e relativos ao
cemeitre de Janeiro a Jucho do andante, afim de
paRar- se laes jaros aos possoidores das mesmas
3P0VC68.
Se:retara do Taesouro do Estado de Pernam
buco, em i8 e Jucho de 1892.
Pelo taes%reiro,
Lindolpho Gampello.
Compathia
Refinadora Mercantil Assncareira
Quinta chamada
De ccordo com o qoe preceitua o art. 15 dos
estatutos desta companhia, eSo convidados os
senhores accionistas a realisarem a quinta entra-
da do capital a razao da 10 0/0 oo 10*000 por
accio, at o da 12 de Jocho prximo vindoaro,
das 10 horas da manda as 3 da tarde, oo caes de
'japibarite 0. 54.
Rerife, 22 de Maio de 1892
Presidente. I. i. da Costa Mala,
Arsenal de Guerra
Conselho econmico
O conaelho econmico de Companhia de
Aprendices Artfices d'este Arsenal rece-
bera propostas no dia 22 do corrente,at as
11 horas da manhS para a compra dos g-
neros abaixo declarados durante o semestre
de Julho a Dezeml.ro do corrente anno, a
saber:
Assucar mascavinho kilo.
Azeite doce litro.
Arroz kilo.
Banha de poreo idem.
Bacalhao idem.
Caf em grao idem.
Carne verde idem.
Dita de zarqoe idem.
FeilSo mulatinho idem.
Farinha de mandioca litro.
Pao'.de 125 grammas um.
Toucinho k!o.
Sal litro.
V r;.gre. idem.
4Ur-t-i(ja irglesa k ia
ii
CU
Leaba acba.
Lavagem tcngcffilBfcto de roupa
ve o pregamento de botf5as pe^a.
pffcua par.
Observaos. s
Todo a os hrt'gos serao de l.1 qualidade
c posteo n'este Arsetni por conta do
contr.ct&nta.
Oa contractantes o rao obrigados a en-
trar com oa ganeroB qae lhes forem pedi
dos no prazo de 2 horas, findas rs quaes
serao comprados iidministrativamente e
pagos per sua couf>.
Secretaria dj Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 14 de Junio de 1892.
O secretario,
Joti Francisco Ribeiro Machado
Appello aos irms da irinandada
do Espirito Santo
Promave se para o prximo Domingo,
2o do corrente, no Theatro Ssuta Isabel,
um magnifico espectculo dramtico em
benefi o da irmandade do Espirito Santo,
afim de se conclairem as obras da respec-
tiva igreja
Para este fim, oppella se para a boa
vontade e ooracSo pbilantropicos, de todos
os irmlos que,a par de ss divertirem por
algumas horas, prealam oom pequeo sa-
crificio um grande ervico a irmandade e
te rio assim conoorrido para o sfornosea-
mento de um temple eagra^o onde o Se
nher glorificado na pesada do Espirito
Santo.
Algn irmdot.
INDICADOR COMMERCRL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
i Escriptorios
Bancos
Banco de Crdito Universal Gerente A. J. P.
Clarkson, (ausente) gerente interino -Tho-
maz Ellis...........Ra do Commercio n. 36.
Banco de Crdito Real de PernambucoGerente
JoSo Fernandes Lopes.......Ruao.o Commercio n. 36.
Banco EmissorDirectores.Dr. J. E. Ferreira
Jacobina, Manoel Jos da Silva Gumare3
e Dr. Jos Marcelino Rosa e Silva. Ra do Commercio n. 38.
Banco Popular-rGcrente Gustavo da Silva Aa-
tunea.......,......RUh 15 de Novembro n. 22.
Banco de Pernambuco -Gerente William M.
Webster..........Ra do Commercio n. 40.
Banco da Bolsa -Gerente Pedro Jos Pinto. Praca do Corpo Santo n. 2.
Gompanhias de XavtgacSo
Austro Hungarian Loyds -Agentes Henry Pbrs-
ter 4 C.............Ra do"Commercio n. 8, 1- andar.
Liverpool Brazil River Pate Steam Ship Com-
pany Limited -BlachburnNcedham BahianaAgente Pedro Osorio de Cerqueira. Ra do Vlgaro n. 17, 1. andar.
CariocaAgentes Pereira Carneiro 4 C- Ra do Commercio n. 6, i. andar.
Charceurs Reuns (FrancezaJAgente Augusto
Labille...........Ra do Commercio n o.
Companhia Pernambucana de Xavegaco a va-
por=Gerente interino Coronel Olisses A. de
Carvalho ..........Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burle 4 C...........Ra do Commercio n. 42.
Harnburg Sudamerikanisclie DampfschifITahrt?
GesellschaftAgentes Borstelman Si C. Ra do Commercio n. 18 2. andar.
Liverpool Undernziteii AssociationAgentes
Blachburn Needham 4 C......Ra do Bom Jess n. 61.
La Veloce Navegazione ItalianaAgentes Bla-
chburn Needham 4 C. ...... RuadoBomJsus 61.
Lloyd Brazileiro-Agentes Pereira Carneiro Ji C Ra do Commercio n. 6. Io andar.
Norte e SulAgentes os mesmos .... Ra do Commercio n. 6.
PaciBc Steam JJavigation Company-Agentes
Wilson Sons 4 C. Limited......Ruado Commercio n. 10, 1 andar.
Real Mala Ingleza-Agentes Amorim Irm&os <
A C.............Ra do Bom Jess n. 3.
Red C oss Line of Steamer?. Agentes Johston
PatertC.....e......Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Seomans Line of Steamers. Agentes Johnston
Pater 4 C............Rna do Commercio n.1 15. |- andar,
The Charent Steam Ship Company Limited
Agentes Blachburn Needham 4C. RuadoBrm Jess n 61.
United States Brazil Mail Steam Ship Company
Agentes Henry Forster ft C.....Ra do Commercio n 8, Io andar.
Companhlas de Segaros
Companhia AmphitnteDirector Commendador
Antonio Mar les de Amorim.....Ruado Commercio n. i8,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jess n. 7, 1. andar.
IndemnisadoraGerente Joaquim Aives da Fon-
seca..............Ra do Commercio n. 44.
Liverpool, 4 London, Globe Insurance Company
=Agentes Blachburn Needham 4 C. Ra do Bom Jess n: 61
North Bntish Mercantile-Insurance Company
Agente N. J. Lindstone......Ra do Commercio n. 10.
New-York Life Insurance Company Correspon
dente Theod Christiansen......Rna do Bom Jess n. 18
Phenix Peraamoucana^Administrudor Gerente
Luz Duprat..........Ra do Commercio n. 46.
Telegrapho
Agencia HavasServicos telegraphicos. Agen-
te Eugene Cllaline.. .... Ra do Commercio q. 20.
Companhia. diversas
Companhia Adria.-Agentes Jobnsjpn Pater 4 C. Ra do 6ommercio a. 15' 1.- andar.
Compauhia de Productos Calcreos.---Geente
Caetano da Costa MoMira. .*. Caes do Apollo n. 73.
Companhia de Drogas e Prodictos CnCnicos.
Gerente, Francisco Manoel da SMSP. Ra Mrquez de Olinda a 23.
Companhia Nacional de Sallinas do* Norte
AgehtFJoao Mariade Albuquer(|ue Oliveira. Ra do Commercio n. 14, l* andar.
Companhia Hotel InternationalDirector Secre-
tario, Eugene Chaline.......Ra do Barao de S Bona n. 53.
Lunch Room do Hotel International. Ruado Commercion. 24.
Companhia Serrara Pernambucana.Officinas
de carapina, marcineiroe *egeiro. Caes do Capibaribe n. 30.
The North razilian Suear Factores L;mited .
Gerente Hcnrique Swales- ... > Ra de Torres n. 3tf2 andar.
Corpo Constatar estrangiro "
Augusto Cohen=ConsuI do Reino Unido da In-
glaterra ............Ra do Commercio n. 16,1 andar.
Edwm Stevens- Cnsul dos Estados-Unidos da
America...........Ra do Commercio n. 8, 2- andar.
M. A. Le Brum-Cnsul da Repblica Fran-
ceza........ .Ruado "ommercio n. 10, 1-andar.
Couafgaacdes e commlsses
Amorim Irmos 4 C f asa de ConsignacOes e
CommissOes..........Ra do Bom Jess n. 3.
Augusto Labille.Casa de .ommissoes e Con-
signaces........ Ra do Commercio n. 9, 1- andar.
Bealty Altgeldt 4 C Casa de CommissOes. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, i- andar.
Borstelman 4 CEscriptorio d% Commissoes e
consignacOes.........Rna do Commercio n. i8, 2-andar.
Carlos Rabello 4 C. Casa de commissoes. Ruado Vigario n. 31, I.- andar.
Francisco Ribeiro Pinto GuimaraesArmazem
de assucar e escriptorio de commissoes. Ra do Barao do Triumpho n. 96.
Henry Forster C-Casa de commissoes e con
8igna;6e3...........Ra do Commercio n. 8. 1-andar
Joao de Meira Lins. Casa dejCommissoes Ru do Bom Jess n. 44, 1.- andor
Jos Augusto Dias^Loja das Listras Azues=
Casa de Modas, e artigos de Novidades, Agen-
cia de artigos americanos.................. Ra Duque de Casias n. 61
ohnston Pater 4 CCasa de commissoes e
consignacoes......... Ra do Commercio n. 15, l.andai,
Machado Pinto 4 C. Importadores, exportado-
. res e commissarios.........Ra do Vigario n.
M. Maia CSuccessores de Maia 4 Rezcnde
Escriptorio de commissoes.....Ra do Commercio n. 7, andar.
Manoel Ferreira Bartholo CEscriptorio de
commiscOes e assucar......Ra do Bom Jess n. 4.
N. J. LindstoneCasa de commissOes e alvaren-
gueiros .... ......Ra do Commercio n. 10.
Nieymcr Cahen 4 C.Casa de commissoes Ra do i ommercio n. 46, V andar.
Pereira Carneiro 4 -'.Casade commissoes. Ba do Commercio n. 6, r andar.
Silva Guimaraes 4 CEscriptorio de commis-
soes e consignacoes......Ra do Commercio n. 5, l- andar.
Souza Pinheiro <*CEscriptorio de commissoes. Ra do Bom Jess n. 7.
Tavares de Mello, Genro < CCasa de commis-
soes ... .....Largo do Corpo Santo n. 15 1 andar
Theod Christiansen Correspondente Je Nevr-York Ruado Bom Jess n 18.
Tbeod JustCasa de commissOes e represen-
taces............Kuu ^ Som *83 n. 62,
Wilson Sons C. Limited -Casa importadora de
carvo de pedra de todas as qualidades Ra do Commerc. n. 101 and?"
Arisizcns e loja de fazrndas
aJves de Criito 4 C Armazem de fazendas em
0X0380 e a retalho.......Pateo do Livramento a. 12
Andrade Loines & C. Armazem do fazendas em
grosso e a retalho.........Ra Duque de Caxias n. o2.
Andrade Maia grosso ea retalho -.....Pateo do Livramento n. 22.
Francisco Gurgel Irmao.Loja de ft^endas e
uiodas 7.........Ra de Mareo n. 20 A
Guerra Fernandes & C Armazem de fazendas .
em grosso e a retalho......Ra Duque de Laxia3 n. *7
Goncalves, Cunha 4 ').- Armazem de fazendas
em grosso...........Rlu do Mrquez de Olinda
LoureinfMaia 4 CArmazem-^le fazendas em
grosso e a retalho........Pateo do L.vranjento n. 8.
Olyntlio, Jardiir & C. Armazem de fazendas
emgrosru............Ra Marquezep Clindans.lij
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em
grosso........ Ra do Mrquez de Olinda n. 20
ArHKZcn e lojus de ierr." eos
Conrad Wachsmann Successor de Otto Bohres
Armazem importador de forragens e miu-
dezas...... .... Ra Mrquez de Olinda n. a2.
Oliveira Basto & CArmazem <' miudezas,
quinquilharias e ferragens em grosso Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Vianna lastro 4 C. -Loja de ferragens Ra Duque de Casias n. 114.
chipe cltaadicrs
Charles Pluyin 4 G.=Schipe h ndlers-Forne-
cedores' dos paquetes francezes e alientes. Ra da Cruz n. 35.
Has sames
loaquim Alves da Silva Santos -Armazem de
macames...........Ra do Vigario n. Ib.
I
c Tvpographia a
i
Lltographia
J. E. Purcell.Lytriographia clji'
vapor. ..........Ruado Mrquez de Olinda n. 8
HJudezas e qulnquiliarlas
Manel Vieira Neves -Loja de miudezas e quin-
uilharias...........Rui Duq' !_ .axiis :i. '.!!.
Farinha de triso
MachadoA Lopes Armazem de farinha de .
trigo Importador........Caes do Apollo n. 47.
Caesotadores..eors'-y ter ^ da Regcneracao n.3t
Arotazcm de baoalho
Seixas IrmSos-Importadoret tk? bacalhao Largo d'Alfandega n. 3
II
i



Diario de Pernambuco Quarta-feira
---a-i
Junho de 1892
Escrptorios
Ra Mrquez de Olinda a. 48
Rual- de Marjo a. 16.
Ra doBBEo do Triumpbo n. 44.
Diversos tamos de negocios
----------_jgJwW
luomaz los de GusmaoAgeute .
Loabas e cryataes
JoioDias Moreira & C.-Armaaeai de laocaa e
*" M**.....
Alian Patereon 4 CFundicao eral. .
Gardozo & Irma Grande ron di f 5o de ferro
brome........... dem n. 104.
Herdeiros BowrnanGrande Fundico de feqw
e brome, deposito de machinas agrcolas,
etc.............. dem n. 51.
Luir da Cruz Mesquila.Caldeirana e fundi-
$o de ferro ebronze.......Idemn. 86.
Diversos negocios
Afee Stein & C.-Negociantes de cootos en ge-
ral e borracha.........Ra do Torres n 36 1 andar.
lUsbach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportace .
Fabrica elejaade calcados
Albino Cruz CBotina Maravilhosa -Luja de
calcados estrangeiros a nacionaes.
Braga S Costa Campos C A flor do bosque Loja de
calcados estrangeiros e nacional .
Serrarla vapor
Jos Ru'lno Climaco da Silva.-Serrarla a Tapor. Caes da Regeneraefio n. 24.
Aranazena de fui
Almeida Machado & C.Armazem de tumos,
papel eoutro8 gneros.......Ra da Madre Deus n 36.
Persira Faria & CDeposito de papel para im-
pressOes e encadernajoes, fumo, gneros
de estiva e Nubian........Ra do Amorim n. 66.
Fabrica de cigarros
ftjevo de GusmoFabrica Auxflio a Lavoura. pFloriano n. 6.
Armazeos do estiva
omingos Ferreira da Silva & CArmazem de a Ma(lrp Dpua 8
gneros de estiva em grosso.....Travessada MaoreDeus n. .
*_ Ro5hL tZ?mum em gr088 ge" Ra da Madre Deus n- 18.
Rna do Bom Jess n. S, l andar.
Ra 1 de Marco n- 18.
Ra doLivramento a- 24.
Pateo dovramento n. 10.
abeiro a HwwsW
encommendas e di- porcelana e p de pedra, figuras de Biacait, jar- Precisase de vendiorsi de labeMrw; na
com os A SS.
O Tapor Finalice
>_?'__P_i E' esperado de New York
sX^BKsjT at dia s de ,olno 8e
PIE W gaiode depois da Indis-
m BhflH I peflEavel demora
Bahii, Rio de Janeiro e Santos
Paracarja, pauagene, enconamenaas e di-
oheiro a n te: trata se eom os
AGENTES
Efanry Forater & C.
8Rnmdo Commercioi
V andar_______________
Companhia de Navegacdo Ca-
roca
PORTOS DO SUL
Rio de J.neiro, Santos, Rio Grande
SU, Pelotae e Porto-Alegre
O vapor Gameta
do
-ijeros de estiva
FaHra, Rodrigues & CImportadores e ex-
"^TJertadores de gneros de estiva.
JOo Almeida de Torres Armazem de gene-
ros de estiva em grosso.
Joaquim Ferreira de CarvalhoArmazem de g-
neros de estiva em grosso......
ArmazMD de Madelras
^Rufino Chn*po da SUva-Armazem de ma- B|tf||Tj|- ^ 4
Enchimento de aguarde-te
Ra da Madre Deus ns. 1! e 14.
Travessa da Madre Deus n.
Ru do Amorim n. 41
21.
Bourado & CEnchimento de agurdente, al-
cool e mel........
Kabrica de vinhos, agurdente e alcool. Pinto
Ferreira 4 C........
Enchimento de alcool, agurdente e awl. Pin-
companhia. "companhia Pernambucana n. 8.
Ra do Amorim n. W.
Afogados.
Caes da Companbia Pernambucana n. 4.
Este vapor se-
guir brevemen-
te para os portos
cima indicados.
Para carja, paaiagens, encomtaendas e di
nheire afrete trata se com de
AGENTES
Perjira Cameiro & C.
6 B.UA DO 0OM1IERCI0 6
1* andar
CHARGEURS REUNS
bisboa
Bereira Pinto &
Mercearia
Costa fazeiro & C-Mercearia......** do Bom Jesusn
13.
a 8 en-
por
largo
no
Neves Pedrosa & C. ......
Valongueiro & CMercearia lusitana .
Loja de chapeos de sol
Leite Bastos A CLoja de chapeos de sol
Typozraphla e Llihograptala
"Pyp. AtelierMiranda-Typograpbia e Uthogrepbia
a vapor, pautaco e encadertnso
>+ ------------- r --------------'
Companhia Restjllacaoe Tanca-
ra Hecbaniea Parahjbaia
CHAMADA DE CAPITAL
De ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas a realisare
trada na razSo de 10 CrO em 2<
accSes at o dia 30 do crrante
do Corpo Santo n, 2.
Recife, 21 de Janho de 1892.
Manoel Lope^de S-
Capitana do Borto
Aviso aos navegantes
Phaiolda PedraSecca
Avisa-se aos navegantes que segondo tele-
gramma do capitao do porto da Paranjba, a loz
permanente do pbarl da Pedra 9ecca, naqaelle
Estado, acha-se sobstitoida temporariameate por
urna luz fixa, em conseqoencia de desarranjo no
aeu apparelbo motor. _
Capitana do Porto de Pernamboco, 21 de Jo-
abo de 1892-
O secoetario,
Mario Ferreira Castro Chaves.
Companhia do Beberibe
Convida se aos Srp. accionistas deeta Compa-
nhia a reonirem-se no dia 27 do correo'e mez,
ao meio dia, no primeiro andar da casa n. 71 i
ra 15 de Novembro, em assembl gerel ex-
traordinaria para psoitgurrem na diUBMlc
TOU5S0 da reforma dos estatuios e do que lhe
relativo.
Rjcife, 21 de Jonho de 1892.
Ceciano Mamede,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Director secretario.______
2. districto do portos mar-
timos
Pela inspectora do 2- districto dos portos ma-
rtimos faz-se publico que, nao lento apparecldo
concurrentes ao fornecimento de carvo Ntw
CasU, e dio para ferreiros, durante o 2- i?mes-
tre do correte anno, receber-se-bao oovamente
propostas para dito fornecimento, na respectiva
repartico. ao meio dia de 28 da Jonho corren
te, mediante as clausulas ja publicadas no eiital
de 15 do correte.
Inspectora do 2- districto do3 portos martl
mos, em 22 de Junho de (892.
O secretarlo interino,
A. C. Cousseiro de Mallos.
Ra da Penha n. 33.
Ra do Pires n. 54
Pateo do Livramento n. 4.
Ra Duque de Caxias ns. 29 e 3L
OntroBfm, a companhia expedir paqueles ex-
traordinarios desde que fcaja carga para o enga-
iamento completo de om paquete.
Escriptoro di CotnpnWa Petnambucana
Companhia Franena
m
avogaef o vapor
Linha quinaenal entre o Htare,
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro
Bastos.
O VAPOR
Ville de Buenos-\yres
Commandante Thomaz
ENTRARA'lO PORTO
E' espt'""o de
Baropa (W o da
4 de Junho a
seguir* depois da
neceuarla demo-
4abJa, rilo do Janeiro o aatos
Ro vapores dala Unha.queiram apresenlar denlr
ie 6 das, a contar do da descarga da alvarec-
gas qualqc er reclamacao conceroente volume
ine porventora tenaaoa seguido para os porto
io sol, ari n de se poderem dar a teatpo as pro-
videncias necessarias. ,
Expirado o referido prazo a companhia aw
ie responiabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
gparaosqueslem eicellentes aocommodapoe
i tratar com o _^
AGENTE
Augusto Labille
9RA DO COM HERCIO9
ros, lanternas, facas, cotheres, cabides de co-
lumna e parele, garrafas, tres litatorioi de fer-
ro, um dito de madeira, candieiros a kerozene,
duas mesinhas pe de cama, urna sella. Inglesa
com todos os arreios, um bom cavallo andador,
urna vacca tourna, urna mesa e trena de cozi-
nba e iverios onjectos aiudos, propioa Se
casa de famflt.
Quaita-feira, 22 de Junho
Ra da Matria da Boa-Vista n. 9
__________A's 10 1 [2 horas___________
Agente Pestaa
Leilo
De ama ezcelleute racoa tourna
QainlatVr, 11 do carrete
As tt hars om oooto
No armaiem a travessa do Corpo Santo
_______________p. 27________________
Leilo
De 1 mobilia de Jacaranda, completa com
lampo de pedra, 1 peca de esleir nova com 30
jardas para forro de sala, 1 cama de jacirand,
1 toillette, 1 cama de lona, 1 mesa para jantar, 1
aparador, 1 lavatorio de ferro, 1 estante peqet na,
2 cabides de parede e 1 banca de amarello.
Qoinla-reira 23 do crrante
A'S 11 HORAS
.N") 3.* andar do sobrado do largo do Qorpo
Santn. 19
Por occasiao do leilo de movis, porcelanas,
loucas e vidros.
Por interven^ao do agente
Gn&ssiO
roa do Jardim n. 17.
~ So hecco dos Ferreiros n. 6, precisa se de
um criado com urgencia e que tenha boa son
docta.
Precisa-se de urna ama para cosinbar e de
um trabalbader que entenda de jardim, Sara um
sitio no Arrala!; a tratar no armazem i travessa
do uorpo Santo n. 27, das 11 horas s 4 da
tarde.
Precisa se oe urna criada para andar com
ama crianca ; a tratar na roa da Imperatris n.
3,1 andar.____________________
Aos hoaaoBS do ledras
COLLEC5O OS LIVHOS S JDRHABS
D. Manoel A. de Castro, tendo ltimamente
chegado do sol da Repblica, resorveu abrir
urna agenciopara assijsatura de jornias e ren-
da de livros nespanhoer.
Para satlsfaier a eepectativa publica abri
provisoriamente um etenptorio na ra do Mr-
quez de Olinda n. 40, 2* audar, onde se encon-
trara o que de melbor tem produndo a littera-
tura bespanhola.
O eitabelecimento est montado de modo a
a'.istaier com a mxima presteza qualquer en
commenda, tendo correspondencia directa para
Madrid, Barcelona e outras cidades.
Entre ostras obras importantes encontram se
a venda multas sobre architectora, engenbaria,
direitQ, medicina, sociologa, etc., ele. _____
etrea
tomlo de
D. Joaquina R. de Oliveita Almeida
Hoje 3.* anoiversario de seo pasamento
Derrama sentidas lagrimas osfu iaconEolavel
irmio
Mantel de Olwnra.
t
Leilo
de movis, espelho, quadros, loicas, vidros
e trem de cosinha
Quinta-feira, 23 do corrente
A's 11 horas
No 3. andar do sobrado do largo do Cor-
po Saato n. 19
CONSTANDO DE:
Cma mobilia de pao-carga com 12 cadelras de
guarnicao, 4 ditas de bracos. 1 eofa e 2 eonsios
com pedra, 1 espelho oval, 14 quadres diversos,
1 candieiro para kerosene, 3 lanternas, 4 etage
res, l tapete para sof, 2 escarradeiras de gata,
1 cama para casal, 1 goarda-roupa i cama de
lona, 1 mesa elstica com 3 taboas, 1 gaarda-co_
mida, 2 caderas de vime, 1 relogio de parede, 4
quadros, apparelbos de looca para almcco e jan-
tar. copos, callees, garrafas, lalheres, aciberes,
1 mesa de louro, 1 dita para cosinha, jar o e ba-
ca de gata, barrica para farinha, bacas, foga-
relros, jarros para agua, trem de cosinbae outros
objectos de casa de familia.
0 agente GusmSo, autorisado por urna familia
que retirou-se para fra do Estado, far leilSo
dos movis existentes no referido sobrado.
Cimento Portland
Novo, chegado em vapor, pr< c^s sem compe-
tencia
Roa da Madre de Deus n. 22
Soares do Amaral I roaos_______
Cofre grande, pro va de fogo
Vende se um, com 2 portas, em perfeito esta
do, com todas-as chaves do fabricante Manera ;
om dito francs, com pequeo defeito, na ru
Vidal de WfgMros n. 23.________________
Yenda de eugenho
Veode-se am engeabo em boa zona, com safra
fundada de 3,000 pies, aoimaes e mais parten
ees : a tratar na ra Duque de Caxias n. 72,
primeiro aadar, com Venancio Labatul 4G.
aipbellm Joi da Con la Car-
valho
Primeiro anniversario
Aona Isabel da Costa Carvalbo e seos filh ja
convidam a todos os seos prenles eamigos para
aesistirem as missas que mandam celebrar pelo
1- aoniversarlo do sen estimado esposo e pai, na
matriz da Boa Vista, no da 23 de Janho, pelas
7 1/2 horas da manha, e desde jsnlecipam sena
agradeclmentos a lodos aqaelles que se acuarela
ceste ac'o religioso. ________^__
MARTIMOS
Para Pelo as
Segce para o porto cima oestes dias o pata-
cho nacional Social, recebe carga : a tratar
com Joaquim da Silva Cameiro A C, largo do
Corpo Santo n. 13, andar______________
Coi
do
panilla Pernambncaoa
avegaco
Esta companhia manim a segentrb 1
regulares de navegaco:
Norte tocando nos portes da Parahlba, Natal
Maco, Mosso:6, Arrcaty e Fortaleza, [artindo
deste porto um pagete a 11 e 26 da cada mez
Sul, com escala pelos frortos de Macei, Pene'
do Aracaju, Estancia e Baha sabiodo deste
porto a 14 e 29 de cada mez.
Fernando de Noronha. partida no meado do
mez
Rio Formato e Tamandar, sabida a 38;
Bt de Janeiro, (directamente) parte o paquete
de 15 a 30 do mez.
Rio Grande da Sul, (viagera directa) sabe de
3, a 20 do mez.
Todos os paquetes sSo novou tem excellente
accommodacOes para passageiros e para carga
e os preces sao muito reduzidos
Os passageiros encontram, apar do bom tra-
tamento, todo o conforto desejavel a bordo ed
am paquete.
Os paquetes que fazem as viagens ao Rio de
Janeiro, alm de terem ludo o que se encontram
nos paqoetas modernos, accresce que faz a via-
fem em qnatro dias e o preco de passagens a
classe t 0*000.
O paquete emprrgado na vigem para o Rio
ftrande do Sal 6 tmente par:, carga, e tem o
wlado adequado a entrar Uo porto dtquelle Es-
tado en qualquer occasiao.
Becebe-se engsjameoto de carga por qsant-
dade flxa para todas as vagen.
Lioyd Brasileiro
ocelo do narcgacSo
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZO.
PORTOS DO NORTE
O paquete
Porto-Alegr
E' esperado dos portos do nor-
te ate o dia S de Juobo e de
da demora indispensave
para
a e Rio de Janeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Caoanea, Igoape, Paranag, Auto
nina, S. Francisco, Itajahy. Santa Camarina, Rio
Grande do Sul, Pelotas e Porto-Alegre.
As encommendas serao reoebidas at i hora
da tarde di da da sahida, no trapiche Barbos*
o largo do Corpo Santo n 11.
Para passagens, fretei e encommendas tratase
com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Commandante o capitao de fragate Vctor
Delamare
E* esperado dos portos do or
te at o dia S4 de Junho se-
ndo depois da demora 4o
stume para
Espirito-Santo e Ri da
Janeiro
Recabe carga a baldear no Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paranagoa, Aa
tonina, S. Francisco, Itajahy, Santa Camarina
c Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serlo recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sahida, no trapiche Barbosa
oo largo do Corno Santo n. 11.
Para carga, passagens e valores : trata-se com
8 AGENTES.
PORTOS DO SUL
O paquete
S. Salvador
Commandante Jo&o Mara Pessoa
E' esperado dos
portos do sol at
o dia S8 de Ja
nbo leguindo de
depois da demo
ra neceasrria para
Parahyba, Natal, Ceara, Amarra$2o, Ma-
ranhSo, Para Obidos e Manaos
As encommendas serio recebidas at i hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a soa attenciu
jara a clausula 10* dos conbecimentos, que
Ne caso de haver alguna reclamacao contra
xmpanhia, por avaria ou perda. deve ser felU
>or escrlpto ao agente respectivo do porto d*
lescarga, dentro de tres das depois da finali-
iada.
Nao procedendo esu forrnalidade a companhi
lea isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, frates e encommendas tra
a-se com os
AGENTES
Pereira Cameiro & C.
6mmRua do Commmtio 8
1* andar
Companhia de Navegaco
Norte e Sul
Vapor Irene
8 esperado dos
portos do bul nes-
tes rouoos dias
regrestands de-
pois de pequea
demera pira_____ ,
Maeei Pelotes e Porte-Alegre
Para passageiros, carga, encommendas e va-
lores ratt -se -^
Pisreira Cameiro i t
6:A DO COMMERCIO6
1* andar________
Me St NaTeation E
py
8TRaJTSOFMAGELLA.il UNE
jpaquete Britana
Em viagem especial
E' esperado dos
portos do sul at
diaStdeJunbo
seguindo depois da indispeosavel demora para
Liverpool com escala por
Lisboa Bordeaux o Plyaaontl
Para carga, passagens encommendas e di-
beiro a "rete : trata-se cornos AGENTES.
O paquete Potos
E' esperado da Europa at e
lia *o de Mato seguindo
_ lepois da demora necessaria
[jarauo com escala por
Baha. Rio de Jamoiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
otteiro a 'reie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons C, Limited
10-RA DO COMMERCIO10
EILQE
Leilo
The United States and Bra-
zilM. S. S. O.
O vapor Seguranza
E' esperado dos
portos do norte
at o dia 9S de
Junho seando
depois da demora
necessaria para
Baha, mo de^asielro e natos
Da excellente armacao envernisada e envidra-
cada com balcao com pedra, balacea, pe.os, me-
didas e grande quantidade de.generos perfeitos
e novos existentes na taverna sita iua do Amo
nm n. 1, entrada pelo largo do caes da Compa-
nhia Pernambucana.
(luarla-felr. 22 do corrente
A'S 11 HORAS
0 agerte GusmSo, autorisado far leilo da ta-
verna cima mencionada, em lotea, vontade dos
comprapores.
Agente Brilo
Leilo
Do bon i movis, cryataes, espelhos e am
piano quaai novo
O agente cima, autorisado por urna familia
que se retira para a Capital Federal, vender
em leilan os objectos abaixo:
Um puna quasi novo, ama mobilia de junco
com encesto de palba, urna mobilia de pao car-
;a, um espelho oval grande, um toilette, cama
rancria de Jacaracd, um guarda-vestido, urna
commodi, um importante goarda-loucas de car-
valbo, una mesa grande para jantar, dous apa
radorea, am guarda comida, ama mesa, ama es
laote de amerello, am grande presepio com cal-
za de ariarello, doze caderas de lonco, cloc
ditas d quatro amas de ferro, qoatro ditas de lona,
ama sin-Ja grande, ama quartiobeira de colum-
na, om e tirado, dous marqieioes, tres bancos
comprid s, dous bahus de couro, urna mesa de
amarello com das gavetas, om thear, looca de
Leilo definitivo
Da casa terrea sita ra Imperial n. 250
pertencente ao interdicto Antonio Inno-
cencia Ferreira da Silva.
Quinta-feira, 23 do crtenle
A'a 19 horas em ponto
No armaze nx a travesea do Corp) Sanio
n. 27
O agente Pestaa vender por mandado e as-
sistencia do Eam. Sr. Dr. ju:z de orpbios e aa
sentes, e requertmente da malber e ceradora
de sen marido o Interdicto Antonio Innocencio
Ferreira da Silva a casa terrea sita ra Impe-
rial d. 250 edificada em terreoo proprio com 2
janellas e 1 porta de frente, 3 salas, 2 quartos,
cosinha, '.agua encanada e quintal grande ; livre
e desembaracada de gealgaer onus.
Agente Silveira
4 leilo definitivo
Do sobrado de 3 andares ra do Bom
Jess n. 25, em terreno preprio
O agente Slrveira, por- mandado e assistencia
do Bxm. Sr. Dr. julz de rpalos, a requerimen-
to do Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga,
carador do interdicto Valeriano Manso da Costa
Res levar a leilo o referiao sobrado, sabbado
2S do corrente, s 11 horas, rna do Imperador
n. 39.
Moedas brasileiras
Compra-se de 0DO rs., 1*000, 2*000 uo centra
da moeda ; na roa do Cabug n. 9, loja da Ao
gusto do Reg. ______
Grande fabrica- de cal-
cados
N. 19 -Ra do Jardim N. 19
A. M. da Rosa a C, tendo adquirido por Sin
pra a antiga ebem poobecida fabrica dfe catados
do tinado Jos Vicente fiondifitro, parlicYpem tos
seos numerosos amigos e fregueses* laote 4e8te
Estado como d demais, que esta (airica esl
montada emccmdis6es de satlsfaier promptamen-
'.e qualquer eucooimenda de calcados, par o
que dispOe de um sortimento das materias prin-
cipaes e de primeira qualilade, assim como de
perfeitos artiss, garantiudo a todos dne os
queiram honrar com suas encommendas, ana
sinceridade, prontldo e pregas sem competen-
cia. ____.
Joa Almetaav
Tercelro anniversario
Justino Gomes de Almeida o seus ti Ib os con-
vidam os seos prenles e amigos para assisti-
rem a missa que mandam rezar pela alma de
ana espose emi. Joaquina Rodrigues de Oiivei-
ra Almeida, s 6 1/2 oras da manta do dia 22
do corrente, na igreja da Santa Cruz, 3- anni-
versario do seo passamento. Deede j Ocam
agradecidos a todos que compareceris a este
acto de reeio e caridade._______
t
Sola
Tem i venda:
de calcado.
bomba
para
na ra do Bom Jesos n. 21, lo
Caixeiro
Ignacio Cime* Porto
Os celes do S8U 3-mpre lembrado avd. Igna-
cio Gomes Porto, mandam celebrar urna musa
por sua alma, no trigsimo dia de seo passa-
mento (6 do carrete) na igreja de S. Pedro,
e 7 horas da manh. Para assistirem-na convi-
dam seos pareles e amigos e os dr rioado, e
desde j antecipam Ihes seas s n:eros agrade-
clmeptos^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
^QuarT^ira^z^Iucontuie, as 8 nui-o tra
manh. na igreja da Soledade, rezam-se missas
pelo repouso eterno de Joo Moreira de Araujo
Livramento, e convida-se a familia, parentes e
amieos do finado_____________^^^^_^^___
Precifase de um caixeiro de 12 I i anuos de
Idade, e que d ttaoca de sos conducta ; a tratar
oa Prac Maciel Pipneiro n. 14:<___________
IMPOMLLGIIM
De bons predios situarros todos no barr0
da Boa-Vista, em terreno foreiro
Ter^a-feira, 28 do corrente
A'e 11 horas em ponto
Uo armazem roa Qnioze de Novembro n. 39,
outt'ore do Imperador
O agente OKyeira
Competentemente autorisado par mandado e
assistencia do Exm. Sr. Dr. ]uii de direto de
orphos e ausentes, a requerimeato do Exm. Sr.
Dr. carador geral de orpbios, levara a leilo am
importante sobrado de 2 andar 4 rna da Im-
peratris Bob o n. 32, com 4 janellas de frente,
Das casas tamas com grandes "qointaes
plantados, roa do Hospicio sob os o. 43 e 49.
Urna dita rae dos Piras sob o n. 62; cujos
bens pertencem ao interdicto Valeriano Manso da
Costa Res.
Os Srs. pretendentes desde j podero exami
nar as referidas casas.____________________
Le'lj
De predios, solos e movis
A saber:
Duas casas terreas da ra do Conde da Boa-
Pista (Caminbo Novo) ns. 105 e 107, em chaos
proprios, qoerendem 4084000 aonualmenK
Urna casa terrea da ra da Aleg-a o. 2, (casa
de esquina) que rende 216*000, sendo metade
do espelio e metade de urna particular.
Duas casas terreas da ra do Camaro, fre
guez'a da Boa Vista, ns. 11 e 1S, sendo duas
qointss partes da primeira e molade da segun-
da, do espalio, e as outras partes ce particu'a-
res, (convlndo.)
Os solos das casas da
Ra do Earfio da Victoria c. 21, outr'ora n.
8 da Gamboa do Carmo.
Rna da Gloria ns. 44. 46 e 48.
Ra Velha ns. 73, 75 e 79.
Um relogio de alglbei a, 1 sof, 2 consolos, 2
caderas de bracos, 6 ditas de gaarnicio e 1
mesa redonda.
Quinta feir 30 do corrente
A'e 11 horas
Ra do Bom Je tus n. 45
O agente Pinto levar a leilo. a requera: ca-
to do Dr. procurador dos faltos da fazenda e por
mandada do Dr. juiz de direto da provedorl?,
dos bens cima mencionados, pertencentei ao
acervo do tinado Antonia Martn) de Carvalbo
Aseveda, e do inventarla!;te teatamtateiro P.
Joaquim Gcmes da Silva.__________________
Leilao de 1 navio
No Cear (Portalesa) a 30 do corrente (Junho)
sera vendido em leilo o brigue italiaoo Imma
culate Concezione arrioado n'aquelle porte a 24
de Janeiro do corrente^anno.
AVISOS DIVERSOS
Tendo se desencaminhado a apolice da
Divida Publica o. 10128, pertencente a mioha
Alba Aona Medeiros, peeso a quem por ventura
a tenha acbado, de a restituir entregando rui
da Soledade n. 23, que ser recompensado.
Recife, 14 de Jaoas de 1892.
Anua Vatenca do Reg Medeiros.
Cosinheiro e criado
Precisa se de nm cosipbeiro e de um eriado :
tratar na loja das Estrellas, ra Duque de Ca-
xias n. 86. ___
Plvora para festejos
Na Pernambuco Powder Pactorj, vndese
plvora de superior qualiaade para festejos, por
preco baralissimo a tratar na roa do Commer
ci n. 4, onde os senbores consumidores eneon-
iraro amostras.
Ao commercio
Nos abaixo assignados, declranos ao corpo
commercial, que compramos ao Sr. Jos Joaqun
Perrandes Jnior o seu estabeleCImento de fa-
zeadas sito rna da Imperatris n. 40, livre e
desembaracado de qualqntr debito contratado
pela antiga Arma.
Recite, 18 de Juobo de 1892.
________ Ferreira & Aievedo.
Broche perdido
Pede se a senho-a que perdeu um broche do
dia 15 deste mes, das 9 para 10 horas, que de-
clare sua residencia por este Diario, pagando os
annuncios, afimde quem o achou lhe ir entregar
em sua proprta casa. _______________
C oinheiro
Precisa se de nm bom cosinheiro : na roa do
Pavsand n. 19.
A Boa Fe
Ra da Imperatriz n. 78 A
Leques de sitia fiaosve 3 Boleeiro
Precisa se dt am boleeiro que queira prestar
os seus lervlcos em om engenho, por tres me-
ses ; a tratar na-a 1- de Ma-co n. 17, primeiro
andar.
Caixeiro
Preclss-se de am menino ; a tratar na roa de
Panlino Cmara n. 9.
Vacca
Vende-se ama boa vacca parida de das e
muito nova ; a tratar na curva da Torre.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro de 11 a 14 annos
que tenba pratica de mclhados e que d Qanca
de eua conducta: rna do Caldeireiro n. 60.
Cosiitsira
No sitio n. 5 da estrada de JoSo Fernando
Vielre, se precisa de urna coaioheira.________
Criado
isa-sede um criado, coja idade regu
amos : na ca do Paysndu o 19.
Cal virgem de Cotonguba
A primeira por sua preciosa composico chi-
colea para o fabrico do assu:ar, riquiesima dt
aes de potassa e soda, alaptavel perfeitamente
8 exploraco da industria de sabonetes, etc. etc.
Superior a de Lisboa vende se cada bjarriea
com 40 Kilos a 8*003. nico deposito nesta
taca, ra Duque de Caxias n. 6.
Boa F
RA D4IMPERATRIZ N. 78 A
Botinas para senbora, 2*500 o par
a casar.
para
Eugenho Mupan
, No dia 23 de Junho corrate vai 4 praca na
idade do Cabo, peraUte ojuizo da provedoria
(escrivo Clarindo) a importante propriedade
engenho Mupan, movido a agua por om rio for-
te, de calimos terrenos, suficiente malta vir-
gem, dnanroporfees pire 6,000 pies, sob o
valor de 70:000*.
Os pretendentes podesa-se informar e mesmo
ir ver, que bao deacbar melbor do que suppoem
Dista legua e saeta da Estaco de Olinda.
Patacoes
Compra-se de todas aa aacoea ; na ra do Ca
uga n. 9, loja de Augusto do Reg.
Precisa-se
na ra do
Pires n. 28.
Amas
km
Precita-se de ama, para cosinbar e comprar,
que d flanea de sua conducta e inrma em casa
de seu patro: tractar na roa do Livramento
n. 34._______
Anta
Precita se de urna toa cosinheira e que dut-
ma em caa de eeus paires, na roa do Livra-
mento n. 1, sobrado. _^____
Anta
Preclsa-se de urna ama que cosinbe e que faca
mais servico de cara de familia ; a tratar na ra
da Auroro n. 109 H.______________________
Ama e criado
Precita-se urna consinbeira e de om criado, de
12 14 annos, para copeiro, roa Santo Elias
n. 8, Espiubeiro.
Ama
Precisase de urna ama para lavar e engom-
mar ; na roa do Rangtl n. 9, padarla
Engommadeira
Procisa se de orna boa engommadeira
tar na ra de Paysandu' n. 19, ____
a tra
Compra-se
qnantidadea
Janipabo
jacipabo rm pequeas e grandes
Da roa do Prncipe o. 28. ____
Engommadeira
Precisase de orna engommadeira que entenda
bem da soa proflsBfio ; a tratar co sitio n. 5, i
rna de Fernandes Vieira.
Libras sterlinas
Vende-se na loja de jolas de Augusto Reg
ni ra do Cabog a. 9.______________
Milita attencao
No becco dos Ferreiros n. 6 preeiza se de cos-
ture i ras ji habilitadas em costuras._______
Mercearia
Vende-se o denominado "armaiem Conservati-
vo, no pateo do Terco n. 23, tem pequeo capl-
tal, e vende-se barato a armacSo.
Cofre prova de fogo
Vende-se om em perfelto estado, com todas a
chaves, do fabricante Milners, nm dito francs
com pequeo defeito ; a tratar no pateo do Ter-
co n. 23.__________________^____________
Attencao
(Vende ee por prego commodo vlnte cabecas de
gado, sendo dez vacca s prestes a parir, um boi
tourino, um dito para carrocs, sete bezerros, e
tambem urna carroca nova, arreeda-se urna casa
com grande coebeira para aoimaes e baixa de
capim ; a tratar com Jaclntbo Correia Lobo, na
estrada aova da caixa d'igoa em Beberibe.
Caixeiro
Precisa se de um menino com pratica de mo-
Ibados, dando fiador de sua conducta ; no pateo
da Santa Cruz o. 12. _________________
i) aixeiro
Precisa se de om caixeiro que coba pratica
de taverna e que d fiador de soa conducta : na
roa Tome de Souza n. 10. Becife.___________
Ao commercio eao publica
O abaixo assigoade declara que nesta data
venden so Sr. Jo.- Antonio de Aguiar o estabe-
lecimento n. 31 sito ao becco do Pocinho, livre
e desembaracado de qualquer onus; quem se
julgar credor queira apresentar saaa coatas na
praso de tres dias, a contar desta data.
Recife, 21 de Jeobo fe 1892.
_______________Gregorio Jos Vieira.
Ao publico e ao commercio
O abaixo assignado declara que nesta dala
comprou ao Sr. Gregorio Jos Vieira o estele-
cimento que Ibe pertencia, sito ra do becco
do Pooinbo, livre e desembarazo de qualquer
onos ; quem se julgar creaor queira aareseotar
suas contas no praso de tres dias, a catar desta
data.
Recite, 21 de Jonho de 1891
Jos Antocie 4 Aguiar.
. i
*
I
\
*


Diario de Pernambuco Quarta-fcira 22 de Junho de 4892

Jura a cara lea* < prompta da
Molestias provenientes de im
pureza do Sname. J
E' um loucura andar a azc- expe-
riencias co-l misturas inferiores com-
postas de dr. >. ordinarias ou de plantas
indgenas cuja ..Acacia nao confirmada
pea sccncia, emquanto que a molestia
cada vez val ganhando terreno.
Lanccm mo, sem demora, de um re-
medio garantido cuja efflcacia seja tacto
assignalado e inquestionavel I
0 Extkacto Composto Coice.trai>o
D Salsapakiuijia de Ayer conhecido
e recommendado pelos mdicos mais in-
telligentes dos palzes adantados, J
urante 40 annos,
Centenas de m Miares de doentes
tira colhido beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemnnhas da sua
efficacia positiva e IncomparaveL
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
Dxroaao "?
\
i ARA DO CAflQ1 A
Hdame KOBLET previne as Exmiis. familias que receben um lindo sortimento
de Chapeo de caito* aloma moda, Jfrpar ilhot o que bu de melhorSedas pretos e de
core,, Bengaline, olienne, folardte, QiMrnitfe de teda e de vHho e muitoa ontrog
artigos do gMto parisiense.
I
r
1.1 or depurativo veget*! loda
do dv medico <;uintella
Este rotsbilissimo depurativo que vem
precedido de tao grande fama infallivel
na cura de todas as doencas svphiliticas,
escrofulosas, rbeumaticas e de pelle,
como tumores, ulceras, dores rhenmatioas,
esteocopas e nevralgicas, blenorragias
agudas e chronicas, cancros syphilitieos,
icfkmmaco'es viceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples diatbeitcas,
assim cerno na alopecia on queda do
cabello, e uas doencas determinadas por
saturacSo mercurial.
Dao-se gratis folhetos onde se enoon-
tram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos bospitaes pblicos, e
muitos attestados de mdicos e doeumen
tos particulares.
Fas se descont em casa de
FARIA SOBKINHO d C
Rua Karqnez de Ollnda
ESPECFICOS
DO CDUSI
Dr. Humphreys de Nova York.
En uso n.als de 3* uno;, simple*,lufuasal-
QroEarlaA ntr-
Novidades e presos baratos
a. 1 m& m\ mm i. as
Saias brancas bordadas para senboras.
Casaoos braceos bordados para senhoras.
Camisas, idem, dem, idem.
Vstuarios e Jersey e Malba para meninos meoaas de 6#, 70 8, 90, 100 o 14
nm tacto.
Toalhas de linho com bico crivados de bic), diversos preces.
Casacos de Jersey para senhoras grande i ortimento.
Dito de oazemira de cdr.
Capas e veaites pretas para senhoras, case aira e seda, diversos preces.
Crotones anceies muito largos, cores e trancos a 500 rs. o covado.
Toalhas de iinho e alodIo para mesa.
Quardacapos linho e algodao, grandes e jequenos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
Fustfio branco fino.
Mdapo!3o francea com 24 jardas de 85, !)$ e IOjJKXX) a peca.
Brm pardo liso para vestido a 400, 500 e 600 o covado.
argelina de cores e branco a 80 o covado.
Camas bordadas linho puro com 4 fronbas e 1 Wtlhe todo ignal.
Uantilhas hespanholas.
EU PO CRESPO
N. 21
./'*** rr?'
"*<*.
19 Zl
de
Hygle ZL ******
QlMMfrtWm
CONTRA X BLENNORRHAGIA
CONTRA A SLENN0RRHA6IA
Preparacao recompensada com um Diploma de mritoede aperfeicoamento
para a cura rpida dos fluxos ou corrlmentos confao/osos, tntlgos ou recente,
e dos etquentamentos ou mfla/nmaees. Frecuentemente bastam tres dias de
traiamento para cortar a IIHIOIBAH*. Esta medicacio n&odeixaapsellanenhuma
eonsequencia desagradec. E a ima fu riHca a^^jaa^^^mytt|yr' '1" '"-Ia*
/btilaitrvctlo comptttt nljunlotcadt T"
Caa I.
otila de globales. Sxlja te iflioa:
Masan
I O .NDERF.ro :
i vKsntE, i. cHiMPiGirrr'.
* RUA JACOB PAHIZ
uiu uitt tu ttiitlii da tata n piba.
da aado.
.....o baratos. A\xjhI* *^
.i-iclas prlii.Ui mi i asa
k CERA
1. FJ
t':>lu<3ioro^ainTimaHdartaaca
i I>ia.*aiaa,deCXlaBca*e Adultos
S,.gsg
l>>.arerl
!?,
-. l>>.ar*,l8r*d&Barrla.Collo.l
t. C'ofciriu-v, Cntora-aoifes, vomito...........
7 Tnf, Conattpacfco. Koaaialdo,Br-moaite.,
D.rrte Da.tr r-de Cara, e Kevr '
9. ]>r dr Gaaeta. Eacaaquec*. V.,
. m^r^aTWdlwfto. Frisio do VeL
.:. Bnr>St rada............................................
l^rpt, rnpifiat.Eiyiitpta..................
itelMUMM, D-.repfceumUeia..........
, HaMtitt. Febre IMermlIIenii-.........
___rlUa M, A Imorrelmas. luterau ou
ext^ruaf. EnpeB ou pnilM ...........
(nimia, oiho frsooa oo lolUnunado*.
gado ou earonlca, Deflazo.
, Tone
epinicio i
.IttcbK
cerra., ou phjntca-------
in. A.u,nulac5eellHn..........
r, ^umjl Vomlt'tf.............
irlcarUts, Calcula* oaPedn.
SABAO ESSO
Maravilhoia etsencia preparada por
JAINE PARADEDA
AEPROVADA PELA 1XM-* JUNTA DE HYQD3NE DESTA CAPITAL
numerosos certificados de mdicos distinctos
e de pessoas de todo o criterio attestam e preconisam
o SABAO RUS SO para curar
Queimaduras.
Nevralgias.
Contusoes.
Darthros.
Panana.
Caspas.
Erapcoes cutneas e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica a melhor AGUA DI2 TOILETTE, reunindo em si
todas as propriedadea das mais afamadas.
VENDE-BE nos estabelecimentos de Pedro Antunes A C. e
Rodolpho Actuaos & O rua Dprue de Camas n. id e 65.
MEDALBA DE HONRA
0 OLEO CBEYRIER
desinfectado peto Alcitrdo,
tnico OaH-rtice, o o matte
tugmmt *t prVpriidiJei do i
o/ao.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUCINOSO
V unic P'pircio qu*j permita
admlaitlrar o Tarro tm pro.
duzir Friaio de Vetr( nem
Inconimodo.
DIP03ITO prtl M f AlB
21, ni h FaiV-lMtBMrUc, 21
BRANC0.LOIR0
E FERRUGINOSO]
d5 4LCAT^5-

^*9i- M/a:. J-tl-V'. Al
DIPLOMA DEBOnA
CHITADO FOa TODAB %
Celebridades Medicas
DA FRANCA I DA IL ROPA
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFF.CCfcS ESCROFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, 0EBILI0ADE,
TSICA PULMONAR,
BROMCHITES, RACHITISMO
Hf
* -&.1 Oriv i> !**
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIEN'B DO IMPERIO DO BRAZIL.
tr AGRADAVEL H
Se receaunenda como o melhor
remedio da *ua classe a
4 EHULSO
L
UNMIN E KEMP 5
COMteSTA DOS
MAIS BSCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados scienttficamente e
todos os respeitos a melhorj
preparado de
OLEO DE FIGADO DE
BCALHAO
COM
HTPOPHOSPHITOS
ra
DIGESTIVO
EPILEPSIA
HYSTERIA
Espmhaa.
Dores rhenmaticaa.
Dores de cabeca.
Ferimentos.
Sardas.
Chagas.
RugM.
POR MBIO DA
SOLUgiO AKTIIERTOSl
CONVLSES
MOLESTIAS Laroyenne
NERVOSAS
Cura quasi sempref
Allivio sempre!
VENDA EM OROSSO
PARS, 7, Boulevard Oenain, 7, PARS
PHARMACIA DDREL
DfpOSTTOS Bf T0DA8 AS MSnWM PHAWWCTA8 DO BriZI.
DeaiMdartei
FABKIGA de mis
UlllM,
do Caraca*, 1
ifvisfrr^'....
___Baomodudearal-a<,MaA4nuk
pnw m m Iurlfi ln m f
HMnnivs1 nsniciiK co-
ta Paioa Btreet. KIW IOKK.

Deposito geral na Cornil
le Drogas e Productos chimiooi.
Gerente Franoisso Matoel aa
Silva.
es mm\m de arai
Vende-se
Ni li t Listras imi
A' Rua Duque de Caxias
________nJU________
Hottl BragM^i
Porto
Diaria^O0T$OOOe8OOrcis
Aaaeio e limpes*. Mesa abun-
dante o variada
Vinhos especiaos e diacripclo
Jk>ns commodos paia familias ; abatiawc-
to importantes para, aa mesmas
Proprietario,
B. Machado Coelko.
Instrumentos de m-
sica
Gnage no remessa ptra casa Prallefcs
C, i roa Bario da Victoria n. t9. Garante-se e
fia wdadeira oaslid^de.
Lisboa
lALBOISSON
Babia,
Pernambuco
R. do Palacio 42 e
R. Garrett 54 R. Conselheiro Dantas 17 R. Bario da Victoria 9
Esta casa ata montada em condicSes de satisfacer promptamente toda e qaal
quer encommenda de luvas de pellica e seda, para o que tem um completo aortim n
ts do pellos de variadiesimas cores e da maii fina qualidade, alem disto dispSe
machinismos mais aperfeigoAdos at boje mata industria.
.9-tiUA-BARO DA YCTOUA-9
01
I
Rectberam novo sortimento de tecidos americ?nos e
os artigosseguetea que
chas !
sao verdadeiras pecbin
Voile* imitacSo de lis, padrSes lindos a 36X' oovad.
Linons deodres, bonita escolha, cores firmes a 400 o dito.
Percales para vestidos a 260 e 320 o dito.
Foulardines, sortimento completo a 440, 509 e 560 o dito.
Merinos pretos 2 larguras a 1200, 16609 o 10800 o dito.
dem idem kvrados a lf 200 o dito.
Casemiras, pura II a 26500 e 2f600 o dito.
FlaneUas liaas de cores, para vestidos a 50C o dito.
dem finas de quadrinhos a 500 o dito.
Cassinetas finas, imitando cftaemna a 800 o dito.
Rrins Hollanda para vestidos a 500 e 600 o dito.
dem branco para calcas a 16600 e 26000 i. vara.
Quarnicao de crochet para oadeiras e sof a 86000. ,
Toalhas de labyrintho riquissimas a 406000.
dem felpudas para banho a 186000 a dnai.
Camisas de flanellas a 246 e 286 a dita.
Seroulas de bramante, bordadas a 166000 a dita.
dem de linho superiores a 30000 m dita.
Cretonec encornados para ooberta, lindos de ionios a 1J4O0 o metro.
Bramantes superiores a 26500 o dito.
Cobers de ganga 2 pannos a 31400.
Colana francesas a 6000.
Cortinados bordados a 24g000 lo ds ?06'X)0 >.
Lenyos brancas finos a 36000 a doaia.
Guardanapos de linho adamascados a 76000 a dita.
Dasacos pretos de cachemira para senhera i 156000.
Madapoloes largo, americanos a 106 e 1260(0, 24 jardas.
dem pelle de ovo, superior s 86500 24 jardas.
Algodao nacional superior a 76000, bastante largo.
Pannos para mesa para todos os procos.
Fichi de renda 16200.
Ditos de II fina a 66 e 66000.
(rrinalda o veo par noivaa a 1260C0.
Setins brancos e dsmaoes para todos os pre>}os.
Colzas de crochets para noivaa 106000.
Cambrasas Vitorias e transparentes baratiasimas.
Sortimento completo de oasemiras francesas sarjas, oheviots, pannos para lasr
merinos pretos para roupas.
As venias em gtosso cm descont de 14 \
RA DOU i DE CAXIAS
VERDADEIRAS PILUUS V BLAUD
BjatovetaiBHM oom ptimo sito tu mala ds ao oaawo pela malor parte dos FacuBatt-
tw mnoeato Estrangeteos para a oonOa anoAtM. OVKOJBOO (tfrm f
L atettHe do dovq Codea Pr*nc*t, outroaim o faci a haTer a ruta d-arria** :___
Termcado a efflcacia d'estu nimia*, sutorUando-lbes s Tena, escasa (jualquer encomio.
ti iiilii enes mgr oo usa a swsf mum muntt m a *ani m
DB8CONFIEM-8B CMt IMITA^SS
OOTA..- A* HrJU^iru nUatt V Btmm* n m mrn *mS* em ivinn m
teTOO e 100 nititi, mu imm ttr mete.
mjus, i, ana saTsmej. nsManos su Totas aj huooopais majaucus
LINIMENTO GNEAU
JE*es.r*a os C avallos '
I Empreo? lo oom o malor xito na oavalharlcas raaea de SS. HH. o Imperador do Braril, O Re da '
.%n. !*!. Itai dos Pl r
tSuppressoo do I DA QUEDA. nO PELLO
8o este precloM Top.co o nico que
'BuDstitueocauatlcoecura radicalmente
lerh poucos das as maoqnetrma, oras
'e antigs, as forcedurs, Contn6e,
I Tumores c Inohaooe dma perno,
' Bipv>rIo, Sobre-Cunai. Praqaei e lo- [
I Korgltamento das pernos dos potros, etc., sem
"occaslonar ncnliuma cfiaga, nem queda do pello I
Imesmo durante o tratameato.
I ni Pars : PimumU GNEAU,
Wovo Progr$$so
Boa da fmperalriz n-1
Este acreditado estabeleoimentoa caba da
receber pelo ultimo vapor directamente da
Italia os seguintea gneros italianos, que se
tornam recommendaveis pela sna op'ima
qualidade e modicidade de prego
Vinhos: Paradiso, Baroera d'Asti, Vai
Policella, Nebiolo, Grignolino e o desoja-
do Vinho de Chianti em lindos frascos en-
palbados, Marsala Vcrgine, Moscato Spu-
manta, nione triduo, Azaite doce pura
de Olivera, queijo Parmigiano, figos, pai-
sas, noses e amendoas, mortadella do
1 Bolonha, vermouth, mantiga de Mikano,
confeitos, massa de tomate e etc.
BARONE & C.
Cento por ceato
Cautejas do Monte de
Soccorro compra-se com
100 \ cima da avaiiacao
na relojoaria Vernet.
Rua do Barao dayVictor
n. 53.________________
Lttos de missa
A Li varia Contempornea acaba de r<-ccer
orna colleocSo d bovos livros de missa eocader-
nados com ricas capas de madreperola e tartaru-
ga. Sao de formato inteiramente doto e consti-
toem nm presente delicado.
RAMIRO M. COSTA C.
______ JRua !. de MarcoS
mi-i
dc rasnea
35 (Anuos de (xito
SEAS RIVAL
Os resultaCos extraordinarios que tem'
obtldo as diversas Aflecedea da I
'Pelto, os Catarrtaoa, Broncnltl, I
Molestiar da Clareante., Ophtal-1
ma, etc., co dio logar a concurrencia.
A cura fat-se com a mo em 3 minuto, Km'
ior e sem cortar, nem raspar o pello.
Rua St-Honor, 275, e n t lii u Patraaci.
Fabrica de gelo
igaas e limonadas gasosas Aa
tedas as palidides
Soda water, gmger, ale, limSo, laranj, cara
ao, abacaxis, granadina, grosellas, Iranbolssf,
noilba, bortela-plmenta. etc., etc.
U-A-CAES DO CAPIBARIBE-1M
m+i
0'
w*
BELLEZA
DEPOSITO SERALrn^0
Pharmacia Ingleza de Ch. Delacre

Bruxellas {Blgica), V**^
Deposito em Pernambuco : C' de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
As VERDADEIRAS AGUAS de
YICNY
Bao as Fontss do Estado franoaz
AdmiBiftraclo T, BOULEVARD MOKTMABTKE, PARS
CELESTINS, AriiMiiriM, Uueu (i snifi.
SBANDEGRILLE,IlMtisoFi|idoetApiirallioiiliiri.
HOPITftL, Btwju di Etuj.
HAUTERIVE, ISeceSes do Esuaijt a do iiparalha iriiariA.
VKMa, lio wHnAiw! Httllmdc DW mm HtprrittnU
dt Citada.
m Ptmimbuco; Bollar at KaeaUa; is|. Likllla
4 mi anariatwFauealaaO I
es
N. 59
O Vendelho
Sr. Joao Procopio de Co-
lonia estabelecido na Casa
Forte, queira apparecer na
fabrica de bebidas, Caes d
Oapibaribe n. 42 a negocio
que nao ignora.
Awrfwn 11
A LOJA DO POVO
Vende
Cortes de vestidos bordados, de linho,
Zephiro, e etamine, claros e oscuror. por
04000.
Cortos de vestido de crotone guarneci-
do, oom 10 metros o bfibQO.
Jerseys para oauooo de senhora o roa-
pao para oreaoca.
LI par 6NJ000 o covado.
Etamineo para mooquiteiro o oortiaadoo
oom 3 \\2 palmos de largura a 200 co-
vado.
MARAVILHA CURATIVA
DO TTMlTTf
Or. Kumphreys de Nova Yort
A Verdadera MaruvHha do Scula.
AFFBOVAOA E LICENCIADA
*lr. Iasseto?la Geral de Brsiaae *
Imperi* aa Dxazll.
A Ma?rfvllha Ca at'.ra renxKllorromnts
para ae Pisaduras. llaetiucadarKs, CenlaaMa, Tor
dednre*, CortAduru. ou Laceracfiaa, AJItrla a dr.
Linca o angoe, Iaa parar a bflamma^o. re*u
c. IncoA^Ao. tirao ueacoramenio, e Caz larar aterida
eomo por enoanao.
A Marnvilka Cnratlra alllrio prompto.-i
cura aaptda para vuetanmduraB, Eacaldatrona, t
fortaiiiliirj do Sol, e superior a aaaloiter ootK
rmealo.
A Hararllha Cnratlra < Im^ga^'el man
todaaaaBemorrhaKlas. iiojadoNarla\daaOemrrras,
dos Poonfiea. do Eatomaao. ou as Hcsaonooldaaos
Almorretmacuraseaipreo nuqcaralha.
A Mararha CoratTa*aialltTloiompe'
raDide Demtea, da OQTidoa, da Face. InoaaoBo
Face eiwalgla.
A Mararillia Curntlra i o recuna prompte
e predoAO para Dorea rheutoaUcas, Aleijao, Dore
R^idei as Juntas ou Pernas.
A Macaritia Cnratlra So muda remedie
para Bsaasnencla, angina. Ataygaalaalacnadaioi
rnflAramaaasaempre seguro, sempre eScaa,
A Mararllka Carattra do amito ralcf
orno tnjeecao pera ojr
como tleselo pan o CKtarro,a Leucerrheaoa af
Florea Branoaa, oottoaaoarlsaeaBM daMUtantaa.
cloa. Callos, Frlelraf, Joxnetee eTumorea.
A Mararllba ,CaraHrarodlomaBpa
iiara XMarrkea sriples, e de Otanaea ctaronlca.
nAJSSSTl^ AllartS5:tlYm ftiraedura! Do55
PlMdurastIsforduraa. (ntuiiacaXaceraoe". aa
lafsaMasass do I*. BWrphityi.
SaeaiedlM liaclacos,
,"u'unto Mararllhasa.
BraaOt SypttlHrteaM,
Benwdlos Veaerlnartoa.
O ttanaal do Dr. Buiaphreyi 1M paginas sobre aa
Enfprmldades modo da iural-asse at grata, peda
aa ao seu boticario ou a
HrMPHBEYS" MEDICINE CO., ,
109 fultaa Street, SSW YQJUE.
NICOS AGENTES
h*ra veai ttm grooo* F>
PASA BN6M0S .
fflimares ( Yulenle
Participem aos sens fregueses, e bem
assim aos Srs. agricultores, que eontl-
nuam a ter grande deposito dos artigos
abaizo mencionados, garantindo tudo da
1.a qualidade o sem competencia em pro-
[eos, visto como recebem os meamos arti-
gos directamente e terem constantemente
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jagnaribe.
Cimento Portland He-
moor.
Oleo de mocot.
Dito mineral ( para ma-
chinas).
Dito de linhaga.
Dito de ricino.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapat.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Russia (em ca-
xas, barricas e latas).
G a z inexplosivel Dia-
mante.
Trisulphito de cal (aovo
preparado para clarificar
o assncar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a completa extinecao da
formiga sanva)
6 Carpo- Stato-
iriiStkriahoC.
drogara
A' Asa MmjmmWOiina *. t
Barato
Vende-se barato urna col-
leccao de 40 ps de c~otoni
grandes e muito be nitoSaTto-
dos bem acondicionados em
vazilhas : quem pretender
dilija -se a Olinda, Ladeira
Ida Ribeira obrado z&j
o o
K
I


8
D
lol lv VI
e Pemambuco
>uarta-fera 22 de Junho de 1892

*

AOS FUMANTES
3 nSn ter azia qu:;ndo tuttaes?
sae por aigoin tempo os apreciareis cigarros denominados JNHA ESPERNQA, qoer pi
saboroso fumo desudp intitulado HygienicoiNaeional e os cigarros do mesmo famo.
Depois dijso dir-TaPU se foi oa nao mil o conselho.
Cumpre notar que os Wgienicos sao fraqunhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRANQA sitoada na raa Latea do Rosario n. 2i A.
idos. Usa lambem o aromtico
Um apreciador.
VENDAS
CMANCA8
Coatumeg e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 11 e sed pera todas ai idades,
tem grande sortimento.
AU PARADIS DS DANS
Ra (tarto < Victoria n 38
Sidas
Branca pretas e de cores lisas e coid
lavores, recebeu oa esplendido sortimento.
Au Paradis des Da mes
LANS
Em cortes de vestido, ricamente enfei
tadoa e em pecas lisas e oom desenhoi.
AU PRADIS BIS AMES
Bordados
Reos cortes de vestidos de cambraia
branca e em pecas.
ii Paradis des Qaies
Elegantes
Espartilhoe de seda e de brim com
pelucia tem.
Au Paradis des Dames
Cateos b capotas
Modelos inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
" MEQUES ~
E chapeos de sol, receben nm lindo
crtimento.
A PARADIS DES DAMES
Buhar
O superior e conhecido panno tem
Au Paradis des Dames

Para asnoites
DE
oce
>-
:
h apeos e capotas
Ultimas novidadea de Pa:is receben o
Loavre
Capas, jerseys e visitas
Qostos inteiramente novoi acaba de re-
tener
cortes de lajinho, seda
*e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebid > ul-
uamente
LOUVRE
Sec as brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande eacolha
sendo despachadas nestes ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, Ieqaes e chapeos
de sol
De ph&ntaaias acabam de chegar para o
LOUVRE
Costumes para creacas
De todas as idades encontra-ss grande
ortimento no
_____Louvre______
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
SABAO CURATIVO DE BLUTR
Tnnores. cravo, pelle vermelha, aspra e oleosa im'pidido on enrado
por o mais grande de todos os aformoseadores da pelle, o Sabio Curativo de
Benter. Produza a pile formosa, branca e clara e maos brandas; absoluta-
mente pnio, delicadamente medicinado, extrejsemeote inomparavel como
sabio para a pflle bem como do toucador, do brano e do quarto das mancas.
CAl'TBIiA.Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co. New-York.
KDICUVAIi
Ya*ABA O
STSL
i
^t
XAROPE DE REUTER II. 2
Como remedie daEstaco Calmosa, Poricador do sangue, diurtico,
s aperiente, nenbnm ontro appeUidado depurativo on sarsaparrilna se appro-
eima seque- aoXarope de Beoter n. S. Combina qnatro grandes proprieda-
xes em na fi remedio, operando a um tempo sobre os orgaos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutraiisa e expulsa pelos esnaes intestinaes, rlns e
poros da pelle, os germe-ns nocivos, que flutuam no eangue, na nrtna e na
transpiracS)
O KELHOB
PURIFICADOR
PABA O
PEQUERAS PI LULAS DE REUTER
Fijado entorpecido curase positivamente com estas pillas. Ellas
sao um reaedio purgativo livre de perigopara o homem maia fraco, tSo bem
como bastaiteactivo pera o homem mais forte, e nao constipa-n depois; pela
ccao geral agrada a todos que as nsam. Sao as plalas estandarte da pro
flsao medii'-a dos E3tedos-Umdo8. S8o as menores e mais facis a tomar.
Qiarentaem a
PARA
FICADO
TECIDGS DE PHAN-
TA8IA
Sendo impoBsivel de se deicrever a
{randa variedade de tecidoa de diversas
cualidades proprios para a eataclo actual,
-oga-se ao publico em geral e principal
aeate a Exmas. familias a finesa de vi-
TRICOFERO DE BARRT
Urna prepararlo elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
purezas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento ; faz o cabel-
lo crescer spesso, brando e berooso Iofellivel para curar erupcoes, doeacas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
feridas. tcr:edora3, etc.
CAi.TBIiA.NSo genuino sem cada frasco ter a marca registrada
de Barclay 4G.,Ntw York.
PABA O
CA BEL
4 PELL
depositarios DB8TE8 PB0DDCTO8.A companhia de Drogas ductos cbimicos.
Ra Marques de Olinda n. 23
<
K Santo Antonio,
- a
c S. Joo,
fc e S. Pedro
Completo ortimento
VENDE SE
Em caixa e a retalho por presos
commodos
HtRoa da foiperariz12
Iipja do Soma
Attencao
Vende se cma parte do engenbo Pirsguy, na
ornares delguarass, no valo: de 3 56JJO00 : i
tra:ar co o D-. Joe- Francisco Kiotiro Macaa-
do, co Arsenal de Guerra, das 10 Boraj da mi-
nn as 2 da tarde
NSTRIIEMOS DE MUSItt
.* Lvraria Contempornea tem um depoBRo
completo de instrumentos de sopro e de corda
para banda e orebestra, a precoa muito raxoa-
veis.
N. 2-Bua i." de Marco-N. 2.
Ramiro M. Costa & O.
LOUVRE
Ra'!.* de Marco n. 20 A
Fratisco Gnrgel Irmo
TELEPHONE N. 158
A tten Fioho verde de prmeira
quaiidade
Chamamos a attencSo des apreciadores e do
xespeltavel publico para este viudo espec al e de
primeira qaaliade, escoibido na Europa exprs
smente para o nosso armazem ; o quat vende-
mos pelo diminuto preco de 800 re. a garrafa ou
9*500 a duzia.
S. Joo
Baies cbinetes para illuminacSo.
Lvrcs de sorte divertidas encootra se grande
vs-iedade na
Livrarta Contempornea
FOLHETIM
OAQUIM (HRISTOVAO & C.
II
-Sea
Er.genhos
Vende se duas partes no eDgeDho Pereira
Grande e urna parte no engenbo ioao Gomes,
sendo que o engecbo Pereira Grande o a-renla-
mento linda se em Maio, e de novo ir a praca
por ter orpbSos a tratar no eBgenbo Bio Bran
co, ou a ra d'retta n. 16, YiaJo Braoco.
Mercearia
Vende se a mercearia denominadaArroazem
Conservativosita roa Vidal oh Negreiros n.
2-3, bfm localisada e propria para negociar em
grande ou pequea escala, tendo nos fundos do
estabelecimento um expeliente banbeiro com
cinco choviBcos : a tratar na mesma._________
Vivam-os noivos!
rUNDIGAD GERAL
LLANPATSRSON & G
44RA BARAO DO TRMPH0--44
VLachmas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Faixas batidas sem crava^ao
Arados.
LOJA DO POVO
H -Ra do Crespo H
O proprietaro deste importante estabelecimento reaolveu liquidar por e
de sen valor oa seguintes artigos.
9"oiles liaos e com fiares a 240 rs. o covado.
Ditos pbantasia o que ha de novidade 320 o covado.
Etamide com 3 1(2 palmos largura a 200 o covado.
Cretoces claros e escaros a 320 e 700 o esvado.
dem em cortes com barra a 55O0 am.
Creps pretos e brsncos lindos padrees, de 1)5000 o covado por 500.
Granadino de seda, de 20G0 o covado por 1)9200.
EadspolSo de 70000, 8*000 e 9*000 a peca.
Dito francez (20 varas) a 10*000 a pega.
Cortes para colletes de fustao a 1*500 nm.
Grande sortimento de brins de todas as cores e preeos.
Jersey para roopaa de crianca e Senboras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 25*000.
Cortes de cambraia bordadas de 15*000 a 30*000 nm.
Merinos pretos para todo prego lizos e lavradoa.
Capas de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um aaldo de merinos de qnadro a 600 o covado.
Camisas francesas de 3*000 a 6*000 urna.
i Lindo sortimento de cortes para calca.
Lindo sortimento de casemira para casacos de Senboras.
Voiles de 11 para lfOOO o covado.
Ditos de elgodSo grande sortimento.
Etamines de cores a 440 o covado.
Extracto ingez dos melhores fabricantes a 2*000 o frasco.
Grande e lindo sortimento de meiaa para Senboras, homens e creanca.
Panos de crochets para sof e cadeiras-
COSTUMES
de Cauca
de Crois
de Frack
de Paletot
e de brins
g BE
> _
E- B
> I

5
3
I UH BU W UEFA
POB
PEDRO DElOUBCELLE
TSBGIxil" 7ABTS
' Continuar Ao do n. 138)
III
UM DUELLO TIL
Tinha declarado s suas testemnnhas
t que nSo acceitaasem como desculpa eenSo
urna retractacBo formal, primeiro par es-
cripto depois verbal, no meio do salSo
onde a injnria tinha sido proferida : e os
termos em que a exiga tornava-a eviden-
temente impoBsivel de obter.
O bario d'Ecrainville, descohhecido na
cidade, devia com mais difficnldade encon-
trar testemnnhas.
A pedido de Corvo], o general conae-
gaiu qae done cfiioiaei da gasrnicBo o
9Companbasaem.
Meas senhores, disse-lhcs Badiche,
acceito todxa as condis3es que o meu ad-
versario deae^ar.
Esta deolaiayBo tornava a missSo dos
padrinbos mnito fcil.
Na entrevista qae teve com as teatemu-
nbaa do aeu adversario, anta* de fallar
com as saaB, o pretenso d'Ecvainville mos-
trou-se mnito attencioso.
Confesin qae tinha feito mal em fallas
nm ponco levianamente, qae as palavras
qn apenas viaavam urna maledicencia,
poda er annal nma catatona; mas que
qneat&o eatava mnito adiantada para
qne elle recoaaaae, que a ana intencSo
er, de resto, qnalqoer qne fjaae o reaol-
tado, feer a% retracUclo depon do com-
bate.
Pedia-lhes nnicamecte qae dSo repetis
sem estas palavras do sen oonetitainte,
senlo depois de terminada a pendencia.
Aquellos senhores retiraram-ae, censu-
rando a sna conducta, mas persuadidos
entretanto que tenham na sur presenca nm
gentilman digno, apesar da sua falta, do
sea no me de bar&o d'Escrainville.
A arma eacolhida foi a espada de com-
bate, como lava de passeio.
O daello s terminara depois de um fe-
rimento grave.
O encontr foi mareado para o dia ae-
gainte de madrugada, em nma clareira do
bosque i CbarmeretteB.
Tomadas todas as dispusicSes, Corvol
passou por casa do Dr. Bonardel, afim de
pedir o sen auxilio.
O bom do doutor c&hio das nuvens ou-
vindo a narracSo qne lbe fea Corvol, do
insulto feito ao nome de Kermadec, e das
con3equencias que tivera esse insulto.
Em primeiro logar indigaoa-se, e com
o sen bem senso de velho provinciano, pro-
testou contra o combate.
Tado isto insensato, disse elle.
Quem ease senhor bem edacado qne
insulta um deronto em pleno sallo, na pre-
sensa de pessoas qae elle cao conbeoe ?
Em todo caso, 8r. Corvol, devia pedir-
lhe eiplicaySea em ontro qnalqoer lagar
oa pedir-lhe que sainase
E o nome do meo antigo e querido
patrio, do pai de afile, do Kermadec, te-
na sido insultado na presenca de todos.
Ninguem preitava atteneto a nma
palavra dita no ar.
Mea caro doutor, prosegnio grave-
mente Corvol, anda qae en tivesie a cor
desa de nlo voltar do daello, nlo hesita-
ra em levantar com toda m minhas for-
cea ama mjara dirigida a Hile, de Ker-
madec. A inda qae essa injuria nlo foase
proferida, a caatigaria o individuo baa
tanta ouaado j>ara peotal-o.
NOVO ESTABELECIMENTO
Recebeu nm lindo sortimento de
CAPOTAS
e rendas c e cores e pretas para senboras.
de r-n^as e de palba pan senhorae e meninas.
? SORBOS
de palba de seda para crian^is.
HIAPIOS DE FILTRO
para homens rapases, dos sabncantes tRANUEZES, 1nwlic;Zi& E ALLEMAES.
CHAPEOS
de seda p,ra homena.
GHAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palba para chapeos de senboras e meninas.
3S2NrCDS3aAJD(aS
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores.
Plumas, Aigrettes eGrampos
para chapitas e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LIIO MARQUES
Telephone n. 560
O dout'.T Bonardel apartoa a mo de
Corvol, muito commovdo com aquella de-
clmelo tilo nobre e to sincera.
No func.o, estimava que aquelle bario,
que tornava a liberdade ds atacar urna fa-
milia de M-etSes, recebesse o castigo do
seu pouco caso.
Venha bascar me quanda pasear,
dnse ellx Queira Dens que eu nlo as-
sista a nm desenlace funesto, a que tenha
de intervi.' intilmente !
Chegando em casa, Corvol nlo se dei-
tou, aprztr da hora adiantada.
Deizon se cabir em urna oadeira e, com
a cabeca sntre as mos, comejou a refle
etir profundamente.
Nlo ere entretanto o cuidado do combate
do dia sesruinte qne Ihe causava aquella
insonia.
Esteva tranquillo sobre o sea resaltado.
A entrevista que se tinha realisado na
noite das corridas entre Badiche e elle,
produsio 38 seos tractos.
Meditnte a qnantia de -cinco mil fran-
cos, o antigo caixa do Club do Sport ti
nha-se submettido a todas as condicSes do
plano imaginado por Corvol.
At aqu, temos visto, o resultado d'eese
plano tinte sido completo.
Naa condicSes estabeleoidaa entre o de-
fensor de Mlle. de Kermadec e o pseudo
bario d'Ecrainvilie, ficou firmado qua este
ultim o stria ferido e haviam ambos com
binado o rolpe qae devia receber u calum
niador.
Por esss lado esta va elle tranquillo.
Consa iiais importante o preoecupava.
Tirara elle d'esse daello o resaludo
qae espera va ?
Qaando amanhacei ai oda elle eatava
immerao ras suas refiexSee.
O resultado d'essas reflexSes devia en
cher-lhe o corelo de esperanzas, porque
foi sorrndo e qaaai alegre que ebrio a
janella e refreecoa com a brisa da manbl
a eabec/* qae lhe escaldeva.
Depois, emquanto esperava as suas tes-
temunhas procedeu sua toilette.
A' hora marcada ohegaram ae testemn-
nhas e encontraram-n'o vestido.
A carro agem do nosso adversario
acompanha-nos a pequea distancie. Po-
demos pr-noa a caminho.
Immediatamene.
Badiche e as anas teatemu nhas espera
vam sabida da cidade.
Voltaram direita ; depois, e pequea
distancia do castalio, apearam-se e entra
ram no bosque.
Badiche caminhava tranquillamente, um
pouco pallido todava, com um ar pensa-
tivo.
sfordeu o charuto com uns movimentos
fbris dos maxiliares, batendo eom a ben-
gala as ine-ffensira moitas de arbustos
que se achavam na sna passagem.
Muito correcto, havia camprimentado o
seu adversario, mas nlo olhava para elle.
As quatro testemunhas pararam e con
versarem alguns segundos, para e esoelba
do terreno ; urna pequea clareira, oom o
oblo bem doro, sem bervas importunas
nem podras, foi escolbida de commum ac-
cerdo.
Marcado o local, o general etirou pare
o ar eme motda de prata.
Meu caro Corvol, disse elle, o se-
nhor genbou o terreno.
Por seu torno, urna das testemunhas* do
bario d'Ecrainville atirou para o er ame
outre moede.
Mas perdeu as espadas, oonnuou o
general. Hlo de servir as do sea adver-
sario.
Corvol responden coa gesto de indrffe
ranea.
Os doei adversarios dirigiram-fse aos la-
gares que lhes indioavam as testemanhas
e despiram os paletotes.
MOSQUITEIRO? AMERICANOS
COM ARMA^AO E CORDAO
soajL3Nrcos oe ose casases
nicos w rifle a jrp m npeila
Loja 9 Irm^im tos Estrellas
56 e 58 Ra Duque de Casias 56 e 58
Telephone n. 210
Badiche, com toda a dignidad*, dobrou
agbaiuha d?s ca^as, aperton o cinta sol
ten a esmisa para ter o tronco bero vre
e alisou as lavas para sentir bem d^s mos
os copos da espada.
O general, pegando as espadas pelas
pontas, abri os bracos em cruz, de mi
neira a p"r entre os dous adversarios a
distancia regnlamentar.
Em giiard, mees senhores disse
elle.
Corvol e o sapposto bario obedeceram.
Agora podem comerar disse elle.
As duss espadas crosaram-se rpida-
mente, muito na ponte, eomo convm
am daello serio.
Badiche, calmo como se estivesse em
um simples essalto, dea um passo para
frente e, avancando vivamente ; atirou ao
sea adversario am bote rpido qae este
ftparou e responden, fasendo recaer o an-
tigo mestre d'srmes.
Apenas se ouvia o tinir dos ferros o ar
far dos peitos opprimidos e as pancadas
Burdas dos ps no chlo.
Com oa olhos fitos uns eos do outro, com
testa a escorrer em snor, os labios seceos,
os dous combatentes a vanea vam e recua
vam successivamente.
De sbito Badiche empresentan o hom
bro e Corvol, estendendo o brago, seotio
urna pequea resistencia.
Perdo 1 disse elle, abaixendo e es-
pade.
Effectivamente nma nodoa vermelba
appereoia ne camisa de sen adversario.
Nlo nada, disse elle.
Podemos continuar,
O doutor approximou se e exeminoa a
terida. Um fio de sangue corria por ame
pequene abertura.
De facto pouca consa, disse elle,
nm simples arranhlo.
Segundo e opinilo des qnetro testema-
nhas o combate poda reoomecer.
Aquelle minuto de deseacco tinha res-
tituido a Corvol todo o seu sangue fri.
Lancou um olhar a Badiche, como para
recordar-lhe es suas convnceles.
Pareceu-lhe porm que este evitava oa
seu olhar.
Urna resollido singular auaba effectiva-
* mente de operar se no espirito do antigo
: caixa do Club Sporfe.
Tinha sido fes3do, segundo as c-briven-
(Ses estipuladas entre elle e Corvol.
Tinhn perianto cumprido o contracto
que o ligava a rate ultimo.
Se aquel'a ferida nlo era grave, se o
alo tinha posto fra de combate, a culpa
nlo era sua.
O qne se ia agora passar nlo era objec-
to de neehuma estipulacao.
Corvol tinha pegona der um golpe de
espada nca dona.
Alm d'isso no seu foro intimo o pseudo
bario d'Ecrainville estaya terriveimente
enveriponbado oom aquella Terida, recibi-
da em publico, na presenca das Bnas tes-
temunhis e daa do sen adversario e s a
situaelo atrosmeote critica em qae se
achara, qusltado encontrn Ccivol, o ebri
gou e accerter as propostas d'este.
Aproveitev ppis, com enthusiasmo a
occasilo de recuperar a saa mdepencencia.
Elle deume, ainda mil francos, dizie
elle mentalmente, para acceitar nma prc>
corele. Aeoeftsi-a. Pare receber me-
feride. Es toa ferido ; agora estamos cui-
tes. E nma ves que este aujeite s'.be
manejar to befe es armas, qne se deten*
4le I Veremos se ama amador pode ferir.
sem que elle o qntoira, am antigo meatre
de esgrime de hsserds^
E oruaou o ferro eom tal vigor qne Cor-
vol, tomede de pasmo e de colore, advi*>
nhou o que se pasea va no espinto do sea *
oomplioe.
(CorHa)


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDRHPTKBW_6NEIWN INGEST_TIME 2014-05-22T00:26:46Z PACKAGE AA00011611_17305
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES