Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17286


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Full Text
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i

IVBBBBMiB




ANNO LXWT--NUMERO 297
QRTA-FERA 30 DE DEZEMBRO DE 1891
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGpIROA DE FARIA & FILHOS
PARA i CAPITALE LUGARESONOEJ&O SE PAGA PORTE
Por tres mese? adiantados .
Por seis ditos idem. .....
Por udjauno dem. ...
uamero avclso.....
;a u
6000
i'O
4*000
$100
SAO NOSSOS AGENTES 2XCLSIVO DE PBLIGAgOES NA FRAN-
ElNGLATEfiRA:

Os Srs. Amede, Priace t C, residsiite3 em Pari3, 34 rae dd
PrOY8BC3.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezesadiaatadoi. 13J500
Por nove ditos idem
Por nm anno dem.
Cada nomero avalso
-201250
274000
4i0
Ys
A.
Aos nossos pssijjraiits que fizeram
parte s duaa sociedades de doze buh-
les cca dbi da grande lotera do Rettfe,
decluarcrs que r.jen^a ura bilh'te dos da
primeira ser-: relxadi no dia 15 do cor
rente, sabio o tceamo dicheiro, e dous dos
da ssgunda strie feixad* a 23 do correcta
tir&r Cabeado oma pequea qu&ntia a cada
ua d s ass gn-ntes ua divisao a fazer-se,
emndenos qae a beo dos associados de
vamos comprar om 13 referidos produc-
to quinao biij. L,a da lotera da 10O;00O
qu-i dever ser extrahida 9 de Janeiro
proxiiro, c assiai pensando fizemos ae-qui
sijio dos se^nintes nmeros.
Pertencentes a 1.a seri, isto s, a o as
signantes que abonaran) sut-.s assignatura*
at o d:a 15 os de ns. 92391, 9229:2,
9tC5;J, 110531 e 846
Pereccnates a segunda serie, isto os
que abonaram suas m signaturas de 16 a
23 de Dezenibron* de va. 18651, 84542,
89693, 192994, H0485, 304G, 10637,
9814S, 11U.U9 a 118780.
As vantagen* pora 03 subscriptores se-
rilo na cnformidade dos da grande lots-
ria.
TELEGtUIIAS
:::;; pastillas:: siasio
PARAI1YBA, 23 de Dezembro.
O gove.nicor D.-. Venancio Neiva nSo
iaterrcmpau o seu exreicio na goverca
co durante 01 aunticimentos d'r.qui.
A o:d m acha se mantida.
KIO D JANEIRO, 29 de Dezembro,
noite.
O Conres3> co-cluio a discussao do cr
{amento que deixou de ser sanccicnado
pelo governo tiansacto.
O goverca ior do Estado de Santa Ca
thsrina resignou o cargo e passou o gober-
n ao commandante do 25. batalhao de
infantaria.
Falleceu a esposa do ministro da f<.-
zerda.
ROMA, 23 de Dezembro.
Sua Sant.dadeo Papa J.elio XIII lancou
peca de excomtBU&hRo maior ao abbade
dos Mosteiro de S. Bento do Rio de Ja-
neiro, por ter este contentido no esbalho
dos bers da Ordem.
O Vaticano censurou vivamente a con-
ducta do Internuncio Apostlico no Rio de
Janeiro, Monsenbor Spilverin, nessa emer
geucia.
PARTE OFFICIAL
C. vern do Ealatlo de Pernam
ESPEDIENTE DO DIA 30 DE SOVEMBBO DI 1891
A :.os :
U vir.e-gov-rnador do E-'ado. tendo eai v3ta
a reoreneotacko constante jo cilicio do inspector
do TaaiHwro, d>- 29 do corrente, n. 958, resolve
le ^'Ufjrnueale coa) o art. 1" da le n.2d;2
ds Sketch *0 ultimo, arir um crdito da imp-.r-
tic.ii zer-s<*com o upoattinenio t pablicacao oo tra
bitaca Co Coogresso do Estaao durante o tempu
la respectifa p^orogagao. Remetteu-se copia
ao iPT"e> tor do Tae.'oarc.
o tice governador 1*0 E'tado attendeodo ao
qna requeren o conunoo da rtecebaderia Jolio
LjmaL'bide HjilaBdaCivalcir.t; de Alboqoerqu?,
e voJo em viia o attesiado medico exbibido re-
oIv ordtnauo na lonna da le para tratar de sua
sao ie.
Oflicioa :
Ao^eiie.-a! d. b*i^-ia commandante do 2*
FOLHETIM
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
( Cunllunarau do )
V
PELAS GRANDES ESTRADAS
A'.em diaso mandara concertar a fecha-
ara do gabinete e per mais nm ferrolho
na porta.
Qaando Joliao ficou fra de perigo, re.<-
tibeleceuae o soccego na casa, porque
Placido votara do hospital. Porm es
tava t2o fraeo que nao poda, trabalbar na
fabrica de alfaiade. Empregara-se para
viver como joroaleiro na aldeia ou entilo
em trabalhos groaseiros na fabrica.
Da vez em qiando Bertina recebia nma
carta de Charlot, com longos e raros ic-
(ervallos, cartas muito curtas escripias a
Upis, s pressas e s escondidas, longe d-
vigancia do* gaardas e que manda va l ci-
o correio sem^aelUr, por intermedio da
algum obsequioso molino do Monte-Beu-
vroa, quu eueontrava ao campa.
Esass cartcs eiam qoast sempre conce
bilas no3 meamos termos :
< Mmba Bertina, pees3 em ti e desej-
. .-Ai Je o D*. Esuvao de Sa '. .-
- i AiDjuer'jO-' assamio oexereieio do
cargo iit qo-^a'or polfcUI para qu ooom-ti por
portar;.* booteaj ; cv-sanio astlffl a uoiBmil-
ao interina dr cli^Te de polica do Estado, ii-
cumhid no ia 29 de accordo cofflTuaco, ao
d>i;no i ili.--al do li' ;:.j'.i'.! Do de isau;ria major
Cl "J l|no d; Oliveira e Cr,s.
D:>'n -.:hir :.--vos qne mwo asto merecen a sp-
promcao do Eira. S Presidente -ia Repobliea,
confo me se vtrtttea uo ttlr^ruxiua jun^o por
copia.
Rewohecido sea rtl vantes serviecs pre3tados
pelo a i ::". :u:!j_r Llaod.ua a >ju>-:n n^s'.a
dja if!i i i emmooteandooqaeacabode expor
ppcoqae vos intnii de reuerar-lbeoa iceas
a.-rid citsen'os e fileros eloio?.
Resta-ras Sr. general, apreseolarTos aaca-
Ditcst'^Cei i a miaba Uu'.i profunda ^."atido,
pi.i d:-.i!'.ciu, oTflffindJsde di nodo a-ra que
*xerc=.-Ui. em mi fenfores i:a legalioade e ator.ona deste Es'.a
do. o alio cargo Je cociciaattrate do 2' aisriclo
otlitor.
Com a mais per.rei:a ccmpr?henso re vossos
a! o deferes, taipenhastes, jun^o a este gover-
no, lodc o prestikio di zutur;d;de a TOSO car-
go. [)4ia a ianuiengao da crdem.
Fo>go era couteseSl-0 pediedo-vos aceitis
com a briosa otli.iaiiade otj vusso commando
locer-M ag'adeciuieetos e C3 mais conveccidoj
elegios.
Ao inspector do Ar?eaal de Marioba. A's
3 boras oa larue de tio;e, techo de pas?ar o
exerci :io do governo do xm. .sr. Bario de Con
tonda*, i" vict governajor do E^ado, e moje
rtito tO&etiiBH) io destrahar^icor JoF Antonio
Correa da Silva, que conttca ucoimodado de
ande.
Durante es tr's dia? tai que Uve as maos as
reatas do Esta-io. dias d.fficeis para amicha
cara trra, coulei seujprn com a vossa dedica-
cao pila sansa daorem e da legalidad*, pro
fondameote abalabas per espiruos anarctiotas,
que se levantaram auaacloso3 e ameajadores.
Uer t recen i- ido por es~a patritica altitu
de qu^ lomastes, folgo em confeisar-ros que do
prestigio de vsssa tu.cridare eao devidos em
graude parte es bons re?ultado3 das medidas
upre^a-iai do interesse de manter inviolada a
}jra e a auioooima polticas de Ptinambuco.
- Ao coronel commaudaote jveral das guar-
das loe.e?.lln;e s 3 horas da tarde, tenho por
for^a da !ei, de passar o exercicio do goverco
ao Exm. S". Bario de Coottndaa, vice goveroa-
der do Estado e inmediato subtitulo do des
effibargadnr Jx Antonio Correia da Silva, que
contiena dueote.
A' vosea recaaccida deJicagao e a da cfBcia-
lidad-.' iob voaso commiudo, pista ai ida urna
vez eoi prova durante os tre3 das difliceis de
meo soverno. aso devid s, em grande parte a
paz e a tr::nquiliidade publicas que reinam em
Perai-mbuco.
Folgo, muito aeradecido, em cenfessal-o, pe
diodo ves a ;?ile:s os meu3 mais sinceros elo-
gio?.
Ao Sr. major Clauao de Oliveira e Cruz.
onleuj, tendo em vista o telegramma do pre
siaente da Uepcblica, datado de 28 approvando
os'.u peio qual vos nora-ei iateriDamente che-
fe de p .'liria do Ejiade, e recommeadan lo a do-
meBjJo urgente de func-ionario cITec'.ivo no
meei o bacbarel Estevio de Sa Cavalcaote de
Albaqnerqa Qoe'or policial, logar este creado
pela le n. 1i, de ti do cerre^e, que sobstitoio
a aotiga Repartici'.o di Polica pela Qaestnra
Policial.
Agradecendo, em noaie do3 pernambucano,
o denoto, energa, :riic.-io e prudencia com que
di 3o. P'Tiiiiate a ardua coiaiisso de que vos
'muT-bi em diCi-:l inomeato. eprai me ter oc
ca3iSo le fle;l-trar-vo3 que ao prestigio de vos
au'.ond.iVc dev;da, em grande parte, a mano-
leocio
  • HtCriia Sr. m: jor, coa os meas comprimen
    to. os mais rjierecidos elogi03 que v-js podem
    iber.
    Ao D-. yio Vie;r,i d- Aranjo. Para es
    lins ce enieates remedo ros copia do telegram
    ma de i7 do corrate, > ministerio dos nego-
    cios do jnteri >r, em qoe eommanica ter sido ex
    pedido pe-o vic-presidi-Dte Ja repblica o de-
    Cie'o sj) n. CS3, cjnvo:ani o congresso nacio-
    nal para reoou-se uo dta 18 de Oezemoro vio-
    douro.
    Iiual nos D:s. Ao'oilo Goncaive3 Ferreira
    e Jos Vicente Jleira de Vascoocellos.
    Aoiasne:tor do The-ouro do Estado
    Cammouico-vos para 03 lias coaveoiente3 qoe
    durante >i correnl mez esteve em servigo ex-
    terno !a Rccebedoria r S* tscrip'.urano Ildelon-
    so Bgydia Correia da Silva.
    Ai meiinj.Majdai pagar a Francisco Fe-
    ix GyucalVM, pur corita da verba do 47, arti-
    go id decreto o"';am;ntario vigente a quantia
    de 6u0<)0 preveniente do furnecimento de cin-
    co CoVjIIjs para i coaipjnhia de cavallana da
    KOarda local a razio de 120^000 cada nm coa-
    .'urme o Incleso aUes'.ado.
    Ao mesaio. Mandai pagara Jj Pereira
    Al.es, a'jui-itia Je I0.'','0'l, segundo aconta
    jut a, importancia t^ utn cavao co-Jgrao para
    a campanhia Ue cavajaria di (fna'dRBjBial. co--
    rendo a deipeza pela verba do 47, r.igo 2o do
    decreto ccamentarid vigente.
    Ao mesxcMandai p^gar a Francisco Ao
    toaio Barbosa a quin'.ia . IOiAO e a Joaqun)
    Ferreira da'Ouz a de '00 pelo fornecimento
    de dous cavallos des'.iaados a companbia de ca-
    v, aria da guarda lo al devendo correr a des
    peza por coa da ve:b) do i", artigo 2* o di-
    cretoorcamentario vidente.
    Acoaipinham 03 atlestad03 referentei a tal
    despza.Commuaicou-se ao comm>udante da
    eompaobia.
    Ao delegado daa terra3 e cjloaisafio.
    Approvo provisoriamente o contracto auat-xo
    po* copia ao vosocino de 23 deste mez, sob
    n. 80, celebrado com JjSo Horoo:io Franco, para
    fzer viole casas na colonia Barita de Lacen i.
    3endo 3 na 1' secgo e 13 na 2'. P,emetten-se
    cepia do referido contracto ao loepeetOf da The-
    s:urana de Fazenda.
    Ao Sr. gereote da Companhia Perc.a^bn
    cana.Providnciai para qua viagcn) dessa
    Gompinhia aos portos do corte no mez de De
    zebro prox o kaLor Mandos, romo deurmina o Sr. vice pre-
    sidente da repblica tm telegramna de hoje.
    Circular:
    Ao general de brigada commandante do 2o
    lisBrcto militar, aos coasules ,e chefes das re-
    parucOes publicas do Estado Commuoico vos
    que de aciordo com o art. 48 da Constituicao
    '.'itica de 17 de Junbo e depois de ter prestado
    juramento peraote o Congresso.assumindo boje,
    ua ajualidade de vice goveraador. a administra-
    do do Estado, no impediment) do Exm. Sr.
    goveraador Jj: Antonio Correia da Silva.
    Portaras :
    Declaro Intendencia Municipal de Vi:en
    cia qjc nao pode >er approvaJo o acto constante
    le seu olo de 29 de Ontubro fiado, relativo
    corntra de nm predio para servir de pajo mani-
    "ni!, por n5o existir credi.o para ocorre-- ao
    pagamento respectivo ; cumprindo quj a mesma
    intendencia aguarde.o proxim exercicio do con-
    seibo municipal a quem cabe resolver cobre e
    astampto.
    OS:, gerente da Compaabia Pernamboca
    ia passagens gratuitas de re para a Baha no
    vapor de boje a Jos Alves da Silva e sua mu-
    luer.
    EXPEDIENTE DO DR. BECRETARIO
    Oflic'os : "'
    Ao Io secretario da Cmara dos Senadores.
    O presidente da Cmara dos epatados no
    exercicio do cargo de governador do Estado
    manda devolver-vos, para os lias convenientes,
    ora exemplar da resoluco enviada com o vosso
    otficio n. 94 de 21 do correte mez, a qual foi
    sanecionada sob n 21.
    Mutatis mutandis ao Io secretario da Cma-
    ra dos Depotados.
    Ao Dr. Ajtoaio Joaqun de Barros Sobri-
    nho.O governautr do Estado, manda recoc
    meniar-vos qae amann as 11 horas do da com
    parecaes na enfermara do Arsenal de Marinha,
    J atim de com o Dr. Joaquim Loureiro, constituir
    a junta que tem de '.psneccicnir de saude o ex-
    remador de 2' classe Jos Joaquim Candido da
    Silva, visto nao ter-se reun Jo a mesma junta,
    segundo declara o inspector do dito Arsenal em
    oflicio de boje, sob n. 97.
    I^ual ao Dr. Jcquim Loureiro. Commani-
    cou s* ao inspector do Arsenal de Marioba.
    Junta Gvernaliva
    4.' SscsSo. Palacio do Governo do Estado de Per-
    nambuco em 28 da Dezembro de 189 L. .
    A Junta Governativa do Estado considerando'qae
    em virtude do D.creto de ly do corrente que declaroa
    dissolvido o Congresso do Estado, fazem desnecess&rios
    os servicos do mesmo pessoal empregado as duas casas
    do mesmo Congr eso ;
    Considerando que o tarrico que actualmente feito
    ca secretaria da Cmara por 36 empregados e na do
    Senado p. r 24, poder sem iucenveniente, ser feito por
    empregadeo em numero _muito inferior ;
    Considerando que a conservado do referido pessoal
    seria oneroaissima aos cofres pblicos, sem qae ao Estado
    adviesse qualquer vantagem em troca desse sacrificio ;
    Re3tlve dispensar os actuaos empregados das secre-
    tarias do Senado e da Cmara dos depata los, mantidos
    rpe.-.as aquelles que, de acord com o acto de 26 de De-
    zembro de 1889, provaram ter naquelU data dez anoos
    de servico publico e sao os seguintea :
    Secretaria do Senado
    DirectorBacharel Jos Antonio de Almeida Cunha.
    4 OfficialRodolpho Qomea da Silva.
    5. DitoPedro Bezerra Cavalcanti Haciei.
    ServenteEmilio Antonio Soares.
    DitoPedro Alexandrino da Costa Cabral.
    Cmara dos Depotados
    DirectorBacbarel Luiz Demetrio Das Simftes.
    ArchivistaJos Daciano Vieira de Amorim.
    l.o OfnoialAntonio Olympio de Azevedo e Souza.
    2. DitoBacharel Francisco Augusto Pereira da Costa.
    3.* D;toCeciliano Augusto da GasmSo Lobo.
    ContinuoJos Geraldo de Lima.
    General de Brigada,
    Joaqun Alendes Ouriqu* Jacques.
    Ambrosio Machado da ti. Cavalcanti.
    Jos Vicente Meira de Vasconcelloa.
    Considerando que nao Ihe toi possivel conhecer os
    motivos de ordem publica que detirminarao a inclusSo na
    citada lei da disposicSo do art. 3., pelo qual os pro-
    ductos do Estado exportados para os Estados Unidos da
    America do Norte cariara sujeitos s tasas da lei de
    orcamento de 1391.
    Considerando anda que convem, quanto antes, adop-
    tar providencias providencias que bem garantam aexecu-
    (,".0 da citada lei :
    E tomando na devida considerarlo, a representaco
    que lhe dirigi, por sua Directora, a Associas3o Com-
    mercial do Recife, e a exposijao verbal de seu respectivo
    Presidente, depoisde ouvido o Inspector do Thesouro do
    Estado, e colhidos os esclarecimeutos que julgoa indis-
    pensareis para bem decidir sobre assumpto de tamanha
    ponderoyo;
    Resolve determinar que a lei de orcamento sobjn.
    33, de 17 do corrente, votada pelo Congresso do Estado
    paro o exercicio de 1892, vigore com as seguintes alte-
    rarles
    ria estar junto de ti. N2o soa muito infe-
    liz, apesar de serem maito severo aqu.
    Mas trabalha-se em campo e isso distrahe.
    Nao te esquejas de mim, minha Bertina.
    Em breve irei ter comtigo. Nao difficil
    fugir da colonia. Todos es dus sahem al-
    guna de mScs eos bolsos; elles deixam a
    ferramenta no matto e fogem. Ninguem
    mais os v. Qialquer dia fajo o mesmo,
    certo para ir ver-te e abracar te...
    E-sas phrases el!a as relia cem vezes
    e tiaha grande desejo de responder, d>
    zendo lhe qus tambera cito o esqueceria,
    mas com certeza n2o lhe entregara as
    suas cirtas e nessa c-so de que servi-
    ra ?
    P-jssava ento a poca maia tranquilla
    da ene existencia em casa de Plcito.
    JaSo uo.-j.indo com o pai nada tinha
    a reeaiar d'elle.
    De:ide a partida de Charlot Mabillot pa-
    reca muito mudado. Augmentara o seu
    ordenad", rea qae e a soubesse a razio.
    Anteriormente ganh?.va dez f.ancoa por
    111:3, tralifclhaado doo horas por dia e
    s>ora gasihiva quinze francos.
    Aim disso, tichava meio de diminuir
    duas oa tres horas n) sen traba'bo, man-
    danio- .e/ar recades a Saint Rmy ou nos
    arredores.
    A bas fiicScs torcavam-se agora me-
    nos curas para ella.
    UniUa vcaea sarria lhe quando a ence-,-
    trava e Betiae aotava que a^ora encon
    lrava-o a*u o ma'S vezes io que outr'or3.
    S'in (igriiii elle pr curava occasiao e
    qjanuoa.mocinhi tinha qualquer servijo
    em ta onde ficava um
    instanta k, ora certo vel o chegaJ; no mes-
    mo memento.
    3.* Sjcc3o. Palacio do Governo do Estado de Per-
    nambuco, em 29 de Dezembro de 1891.
    A Junta Governativa do Estado, no intnito de at-
    tender quanto possivel, no momento actual e no curto
    espaco de tempo de que dispoz, s justas reclamarles
    dos contribuintes sobre varias disposlcSes da lei de orca-
    mento votada para o exercicio de 1892;
    Considerando que de incontestavel conveniencia
    proteger as claBses immediatamente interessadas na pro-
    duccao dos principaes gneros de cultura do Ectado ;
    Considerando que o commercio de exportacao e
    ituportajao c2o deve ser onerads de imposicoes que ex-
    cedam as raaoaveis exigencias do flaco ;
    Ao art. 2. 2., 7 r0, sobre o a!god2o exportado
    para o estrangeiro e 3. sobre o que for exportado para
    qualquer dos Estados da Uniao.
    Ao art. 2. 8., 100 reis de imposto de caes por
    volnmes que pezem de 35 a 75 kilogrammas e o dobro
    para os de maior peso embarcados para exportacao, com
    exclusao dos qae contenham os gneros comprehendidos
    no | 9, pagando o algcdo somonte 100 reis por volume
    qualquer qoe seja o peso dieste.
    Tabella dos impostos sobre industrias e profissiJei
    TAXAS DE REPARTTCES
    Ao n- 3.Emprezas anoDymas ou agencias estas
    cao tributadas directamente. 15:0008000
    Tabta dos impostos sobre taxas focas
    Por pessea que empregar capitaes em descont a de
    lettras nao sendo commerciante estabelecido, 3004000
    DISPOSIQES GERAES
    Fica derogado o artigo 3."
    Accrescectem a essas disposijSes os seguintes :
    Art. 12. O impesto de sello de que trata o J 44
    do art. 2. aera cobrado na.Recebadorm e Collectorias
    do Estado por meio de verbas, emqaanto nao forera
    emittidas estampilhaa para esse fino.
    Art. 13. O assucar despachado para exportacao
    at 31 de Dezembro cadente poder ser embarcado at o
    dia 31 de Janeiro vindouro, sem que fique snjeito
    differenca da taxa estabelecida para o exercicio de 1892.
    O art. 12 tomar a numeracao de 14.
    O secretario da Junta Governativa faca publicar o
    prese ate acto, expedindo as cammunicacSes necessa-
    Joo Ranulpho Themado, subdelegado do di*'
    trelo de Preguicas.
    Raymando Alves de Jesns, delegado do termf
    de Cabrofc, na qualidade de Io supplente.
    Tenente Jos Bento do; Santos Beraardes, sub-
    delegado do districto da Uoa Viagem.
    A' Junta Governativa do Estado de Per*
    nambuco, 28 de Dezembro de 1891.
    O questor, Joaquim Tavares de Mella
    Harrttto.
    ras.
    Joaquim Mendes Ouriqui Jacques.
    Ambrosio Machado.
    J. V. Meira de Vasconcellcs.
    Queatura Policial a' ordem do subdelegado do 2 districto de S.
    SeccSo 2. N. 283 Secretaria da I l3s< Manoel Seratim de Almeida, como gatuoo.
    ,~Z fedbUI A~ p.f.J. J- p_____!A o^am do subdelgalo do Graja, PeJro Alexandrino da Silva, por embna
    gaez.
    0 snbdelesado ha freguezla do Recife effe
    ctuon hoatem a pris&o do indiviluo de nome
    Armando Rodrigues Lagos, coohe;ido gatuno e
    que no dia 26 do corrente evadira-se condona-
    do nm par de botinas novas, calca, colete e na-
    litot, objectos esses que lhe haviam sido confia-
    dos, para levar casa de sua residencia, oor um
    empregado da casa de Pereira Carneiro fe C.
    A referida autorldade consegnio apprehender
    todos os objectos subtrahidos, os quaes j ha
    viam sido vendidos a diversas pessoas.i
    Pelo subdelegado da freguezia do Recife
    Questura Policial do Estado de Pernam-
    buco, 29 de Dezembro de 1891.
    CidadSos.Participo vo3 que foram rc-
    colhidos bontem Casa de DetencSo os
    segaintes individuos :
    A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
    cife, Armando Rodrigues de Souza, por crime de
    furto.
    A' ordem do subdelegado da freguezia de S.
    Antonio, Antonio Eleuterio do Espirito Santo,
    carao desordeiro ; Jos Antonio de Barros Coe-
    Ibo, alienado, com destino ao Asylo da Tamari-
    neira ; e Mana Amelia Pereira aos Santos, por
    embriaguez e disturbios.
    ^iii^^
    rar-ihe as mos e para isso ajudando-a a
    trabalbar.
    Entao apertava durante muito tempo os
    dedos da mocioha, com um olhar extranho,
    qae muito assustava Bertina.
    Um dia disse-lhe :
    Sabes qae ea nao son tSo mo como
    acreditas !
    Como nao suspeitasse ainda nada, ella
    reapoudeu ingenuamente.
    Estou vendo, Sr. Mabillot, e estou
    contente.
    Outra vez abracou-a e como nSo se de-
    fenderse, feliz por essa affeicSo de que
    nao desconriava, abrjou-a de novo com
    urna especie de selvageria.
    Vs que nSo son mo.
    Oh! nao, o senher bom, Sr. Ma-
    billot.
    Ella teve vontade de perguntar-lhe por-
    que fra iSo severo com Charlot, mas nSo
    se atreven.
    Que idaxle tena? pergantou-lhe an-
    da o contrameitre.
    J fiz quinze annoa.
    Entao j a moja ?
    Ella enrubesceu, orgulhosa do que elle
    dizia.
    - Sabes que s maito bonita ? Neste
    vestuario simples tens ares de moja rioa...
    J te disseram isto ?
    J, Sr. Mabillot.
    Quem ?
    Charlot disse ella.
    Franzia o sobr'oliio, ficou calado e det-
    xou-a trabalbar. Durante algucs dia3 c?.o
    ihe falln.
    Dspois approximou-so dello urna tarde
    dizendo :
    Bertina !
    R'desr^B embarsjado, ter.tantc segu-I Senhor?
    Qaando acabar o trabalho passa '^
    por casa.
    Sim, senhor... no escriptorio,
    nao ?
    NSo, em minha casa... Placido es-
    pera-te ?
    Nem mais nem menos que os outroe
    dias, Sr. Mabillot.
    Queres ficar para jantar commigo ?
    Ella fioon muito vermelha.
    E' moita honra. Nunca me atreve-
    r!...
    NSo fajas cerimonia. Ea soa am
    bom bomem...
    Farei o qae qaer.
    Espero-te s 7 horas.
    Muito obrigada, Sr. Mabillot.
    A' .tarde, efectivamente, ao sabir das
    oficinas, dirigiu-se casa do contramestre,
    sem saber o motivo de tanta distincjSo.
    Mabillot era viuvo. Urna mnlher velha
    fazia os arranjos da casa e cozinhava. Era
    toda desvellos por elle e todo o sen corno
    trema quando ralhava com ella. Era urna
    sua prima em 4 on 5" grao pouco activa,
    quasi aleijada, qae so dispunha daquillo
    para viver e qae asaastava-se com a idea
    de Mabillot despediUa. NSo era, pois,
    urna testemunha importuna para o que
    tencionava iaaer.
    Mabillot tinha mudado a sua roupa de
    trabalho por ama vestimenta completa de
    velludo.
    Esperava maito nervoso a mocinhr e
    ajudava a velha a p5r a mesa.
    Quando viu ohegar Lertina disse :
    Bem, deixa-nos, Dnise.
    E a veihu afastoa-se tmidamente para a
    alia.
    A mesa eslava coberta com nma roala
    alva e havia ama garrafa de vinho, sem
    duvida alguma especislidade que Mabillot
    foi remettido ao Dr. juiz de direito do Io dis-
    tricto criminal o inqaento policial a que oroce-
    deu contra Maaoel Candido Bezerra. coahecido
    por Manoel Rasca, Joao Ferreira de Almeida, Ma-
    noel Martins Raymuodo e outros como autor e
    cmplices em crime de roano.
    Pela mesma autorldade teve o conveniente
    destino o ioquerito a que proceden, por crime
    de morte, contra Jos Antonio da Souza.
    Eotraram em exercicio as seguintes auto-
    ridades pjliciaes :
    Francisco Primo do Couto, subdelegado do
    districto da Magdalena, na qualidade de 1* sup-
    plente.
    Elias de Almeida Lima, subdelegado do dis-
    tricto do Peres.
    reservava para as grandes occasidas, pois
    estava cheia de p, sigoal de velhice.
    A sopa trazda por Dnise fumegava.
    Fez a mocinha sentar-se defroate delle
    e serviu-a. Depois da sopa houve frango
    assado, batatas, salada e doces. Nunca
    Bertina comer tanto e tSo boas cousas.
    E o vinho velho pareca am perfau e bem
    qaente que descia-lhe at o estomago.
    Ella comia, beba e ria. Elle contava-lhe
    historias engrajadas e achava-o alegre.
    Era a primeira vez ua sua vida qae be-
    b a vinho e por pouco qae bebesse logo
    ficou atordoada.
    Elle enchia-lhe o copo e a sea turno
    beba grandes cop&sios, esvasiando o copo
    cada ver por nm s trago.
    Havia tempo j qae a garrafa fra subs-
    tituida por outra, mas Bertina via a masa
    baquear diante delta.
    Ao terminar o jantar, Mabillot disse a
    Dniae:
    Podea ir dormir. Lavars a lonja
    AmanhS.
    A velha olhou Bertina com compaixao e
    raiva. Pareca qne ia fallar. Porm nm
    olhar severo do contramestre fel-a engolir
    as palavras. Sahia.
    Mabillot e Bertina fioaram sos.
    Tinha approximado a cadera e estava
    bem junto della.
    Esto, est convencida agora qne ea
    soa am bom homem ?
    Oh I estoa sim, oh 1 sim, nanea com
    tloibem...
    E comer) como hoje o tempo qae
    quizeres.
    Como aasim?
    Site, convido-te para todos os das,
    se aceitas...
    Oh I ea nSo pe jo oatra oousa.
    Eli esfregoa o olhos.
    DIARIO DE PERNAMBGQ
    RECIFE, 30 DE DEZEMBRO DE 1891
    Um telegramma de Londres
    Ha pouco publicou o Jornal do Commercio, do
    Rio de Janeiro, este telegramma :
    Sei de bate certa que, no3 ltimos dias da
    dictadura, o Sr. Baro de Lucena telegrapuoa
    ao3 Srs. Rotbscbilds, ordenando-Ibes qoe trans-
    ferissem ao crdito do Banco da Repblica dos
    Estados Unidos do Brazil dous milbes e meio
    de Iibra3 esterlioas, depositados em Londres.
    Os Srs. Rotbscbilds, sempre solcitos pelo cr-
    dito do Brazil, recusaram se cumpnr to ex-
    traordinaria ordem.
    Antes d'essa deciso ouviram elles a diversos
    jurisconsultos, que opinaram ser emito duvido-
    sa a leitimidade da dictadura, que poda ser
    derrabada todo momento; e que o campa-
    mento de ordem lio sijgular poderla acarretar
    para a casa Rotbscbilds a responsabilidade por
    alguma reclamajao do governo legal, como sac-
    cedeu casa Baring em relaco a urna ordem
    Idntica de Balmaceda.
    Demais, os Srs. Rotbscbilds sustentaran) que
    o dinbeiro, que eslava em seu poder, havia sido
    enviado para Londres com destino especial a
    certos flns, sobreludo ao pagamento dos coupons.
    Posso garantir que, si continuassie a dictadu-
    ra, a casa Rotbscbilds deixaria a agencia do
    Brazil.
    Aqu corre, como fado, que o ex mnistro ia
    enviar Londres em misso especial aanceira,
    o Sr. Honorio Augusto Rioeiro .
    Um telegramma concebido em tars termos nao
    padia deixar de causar alguma impressao des-
    agradavel co espirito publico, visto que em re-
    gra, no momento da leilura, nem todos indagara
    do fado em suas circumstancia3, aceitara n'o
    como um postulado para as suas consequencias,
    que no blGal constituem um joizo errneo.
    Foi esta, certo, a primeira iipresso.
    Producto de baver se simplesmente altendido
    ao valer material do facto, que essa impressao
    nao poda perdurar tambem 6 certo.
    E assim se den.
    Para logo a reaceao do3 espiritos chegon a
    atteader tambem ao alcance moral do mesmo
    facto na opiniao, e d'abi o reconhecimento de
    qus se armava a levantar no espirito publico, na
    pbrase de jornal da Capital Federal, urna allu-
    viSo do conjeatnras, cada qnal mais grave, prin-
    cipalmente na situacao actual da c.-ise aanceira
    que se agita e atormenta as pr.cas coatmerciaes
    do pas.
    O jornal a que alludimos, nes conceitcs que
    esternn em conslderajes sebre o asbumpto,
    disse:
    S ao governo cabe e cumpre explicar o
    facto narrado pelo telpgramma, que nao pode
    ser certamente recusado, estaado publicado sob
    a autoridade do Jornal do Commercio.
    A explicacao, antes de ludo, esclarece o espi-
    rito publico e sopprime otis este fermento de
    imtaco n'um momen'o em que quaqo8r facto,
    por mais nullo e insignificante, foraece materia
    i e3tranbos commentarios. *
    Effectivamente tanto o Sr. Mayrink, como o
    Exm. ministro da fazenda, vieram a imprensa
    em contestaco ao telegramma com referencia a
    ordem que do ex ministro da fazenda asseverou
    o mesmo telegramma tersm recebido os Srs.
    Rothschild.
    O actual Sr. ministro da fazenda coasubstan-
    ciou a sua contestaco nesta declaraco formal,
    que se l do proprio Jornal.
    Jolgo do meu deve- assegu ar Ibe que no
    thesouro nada consta absolutamente sobre simi-
    lhante assumpto.
    E' devoras curioBO, Sr. Mabillot, todo
    est andando a roda de mim e tenbo ana
    desejos loncos de rir...
    Queres que eu te diga o que ?
    Quero... o vinho ?
    Sem duvida ests embriagada...
    Embriagada ah! ah E o senhor
    nao est, nSo ?
    Estoa... mais que tn !
    Ah! como divertido!
    Mas nSo foi o vinho que embria*
    gou-me.
    Entao o que foi ? O frango ?
    NSo, foate tn Quando olhas pira
    mim sinto nm calor no corajSo muito mais
    intenso do que se tivesse bebido cncoenta
    garrafas.
    E pasaoa-lhe o brajo pela cintura acon-
    chegando-a a si.
    Ella continuava a rir sem desconfianja.
    Deu-lhe am grande beijo nos labios.
    EntSo, como se tivesse sido ferida, im<
    pertigou-se e repellio-o, enxugando os la-
    idos. .
    De p olhava o aasustada Sbitamente
    sentio a caneca menos pesada.
    Oh 1 o qae qae tem, Sr. Ma-
    billot?
    Elle titubeou, avanjando novamente, e
    eitendendo os bracos:
    Amo-te... tuestas vendo, amo-te!
    Vio que ella diriga se iastinctivamente
    para a porta o correa para impedir a sa-
    bida, porm ella foi mais ligeira que elle
    e abiio-a.
    A' vista disso parecen scalmar-se :
    Pois entfto deixas-me, Botina?
    E' qae o senhor
    modo.
    Ora eaia!
    agora, meite me

    I










    (Continuar a*-/ a)
    -.
    i
    iiiKrn


    1
    t
    Diario de Pernambuco Quarta-feira 30 de Dezembro de 1891
    p


    i

    .

    No entretanto o lornal do Commercio, que pu-
    blicou essas contestagoes, contrammuaixio a de
    S. Exc. o Sr. ministro da fazeadt, oppoz lbe este
    stnos informados :
    Se S Exc.,, porm, quizer referir-se ao li-
    ?ro de telegramaias reservados, que eio es
    . criptos com lapu cbimico, somos informados
    que. alli eacoatrar alguma cousa aoore o as
    sumpto. >
    Sem duvida temos nessa pernota o recurso de
    s.em bate em retirada, querendo sempre dzer
    a ultima palavra, sibylliaa, que deixa eutrever
    alguma cousa em prejuizo do adversario.
    E' a setta do Partbo em fgida.
    Has, no incidente agitado, esta nao fere o al
    to ; pas a invengo do lapis cbimico participa
    a leuda do fatdico.
    O honrado Sr. Bar5o de Lacena, objectivo da
    eampanha da calumnia que ja aa faz at por ion
    portagao, nao soffeu que se lhe attribuisse pro
    sedimento que nao tivera ; o nesse proposito
    dirigi ao collega do Jornal do Commeicio a com-
    unicagao seguiote:
    O telegramma procedente de Londres e pu-
    blicado no vosso jornal de bonlem, precisa de
    ser rectificado.
    E' verdade, que no dia 4 de Novembro ultimo,
    telegrapbei reser?adamente ao Sr. Roth3cbld.
    erguatando-lbs se poda aceitar saques do Baa
    co da Repblica por conta do crdito que o ga-
    lerno tioha em seu poder, sem todava xar
    quautia alguma, e como qu^r que me reepon-
    desse, que o crdito, a que alludia, ti'.na destino
    especial, telegraphe -lhe de novo accresceniando
    que o governo providenciarii em ordem a serem
    (tes saques coberlos com a remessa de sobera
    nos em quaniulade sufficiente.
    Em vista d'esia minha declaragao, o Sr. Rolbs
    ebild nao oppoz mais objecgo alguma, porque
    ielle nenbum outro telegramma recebi.
    Mais tarde, tendo diversos bancos, tae3 como
    aa Repblica, Louion Hanlt, Pars e Rio e o
    All?mao se congrgalo, para promoverem a alta
    do cambio, exigiudo os daos primeira3, que o
    governo 03 babil'tassea sacar, medime garan-
    tas que prestariam, re30lvi por a disio3igao dos
    predi tos bancos a quantia da 300. OJO ; o que
    deixon de ser levado effeito, em caeseqoeucia
    ios acontecimentos que occorreram no dia 23 do
    referido mez.
    Com aquella providencia nenhum prejuizo
    advina para o Tbesouro Federal, nao s porque
    a quantia emprestada ti-ana inteiramente ga-
    rautida, sanio lambem porque os mencionados
    ban:os sacariam por sua conta e risco.
    Nao exacto que o goveroo em tempo algum
    bouvesse cogitado de mandar Londres o Sr.
    D-. Hoaorio Augusto Ribciro em commisso es-
    pecial financeira.
    Eis feita a luz em todo o brilbo da verdade ;
    e 4 este clarSo 6 fora de toda duvida, que o le
    legramma ex- porgoes que impressionassem o espiro publico
    e nelle suscita3sem acerbas censuras contra o
    ex-ministro Barao de Lucena.
    Este juizo que externado pelo Diario do Com
    mercio, consequencia irrecosavel do que ci-
    ma tica exposto ; e desteevilencia-se que ao te-
    legramma nao presidio o criterio, que deve ha-
    ver na traasmissao de noticias da importancia
    dessa de que ello se oceupou.
    Telegri.mmas taes,aux;liares da campanbi da
    calumnia, &o a pura negagao dos effeit03 que
    elles viaam : levantara alguma poeira, mas em
    breve a espalha toda o vento da verdade qu
    briiha apas em todo o sen fulgor.
    1NS
    niuoA
    Cansldcraoe* obro
    nilco
    o enilio pu
    II
    A espi:it03 superficiae?, e despid03 do mai3
    slemeutar senso histrico, atigura se ter si lo a
    tal ou qual orgaaisago do ensino, que passuia
    mos no lempo do imperio, urna cousa cnida
    das nuvens, gragis aos encact03 de D Pedre i
    ie seu vetuo caoaarada, o Viscai'.de de Bom Re
    rND pode haver maior cegueira. As decanta
    das reformas e reorgamsagoes da instraccao pu
    blica decretadas no tempo do segundo .mpera
    dar auasi sempre intempestivamente e por m.-ro
    ranti-Qo de ministros eem criterio, tomadas em
    2loboJ tspecialmente as ultimas, conMuem ver
    dade.ro regresso dianle do que j possuiamcs
    desde 03 terapas da cooia.
    E' Dreciso que distingamos : considralas em
    sua tota -dat'.e, as popuiagoes brazileiras daquci
    les lempos estavam em grande alraza, od o
    pento de ata da instroceio.
    G-acae rdad- esta, mxime se nos repor-
    tamos 43 popal? c&es ter anejas. Ainia em cu
    mecos da secuto actual, am homem serme
    observador perspicaz, qu;l Saint Haire, poda
    prever palavras como ealas:
    - Alhe-oa s ideas elevadas e ao? impulsos
    generosos, quasi ettranhos at ao-exerciciodas
    fcoldades intellectoaes,- os E.-runejos leyam
    urna vtda animal, e e e.bem de .-aa ajntbia
    oara atufar te nos mai3 groaaetroa prszeres. feo
    ma BOllda mstruegao religiosa e moral po-
    del-0 -hta tirar des?a especie de beauacMio e
    levaour-ihe a alma 4 altura da dignidad* ha
    m-rna ^Nj -cual esUdo das ooosae eo o clero
    l*- poderia dar aquelle ecsino.
    Mas r03 ii vimos qu^o pouco em Minas, em ge-
    ral o clero se exupava da instruecoi aos fiis, e
    (ar-il comprenender que menor anda deve Per
    o zsla Je lgtvos puncos eclesisticos, e^palba-
    dos B'ntn pa-z deserto, kooge de tola a repres-
    cao onae cao tem a gnvdar ueahum decoro,
    ende "m ua-a palavra, diffl-H =03 ezmntan
    los eii:os o nao ianuirem ODre o proceJ.:: u3^
    ParJire'f-do de cousas, porm, 6 anda agora c
    rnesmo; anda heje oa pirase de Bcckle, a-, po-
    pm.coee do alta ceutro estfio entre nos. entre-
    gue Ao mcr. -invetrate oarbarism
    Tal situacJo nao foi um privilegio dos tempos
    eliQiae. e oodemos dizer que as populacoes
    das pnneipaes cidades. reiativameote *s cjli
    oes da eporha, estavam, no tocante ao ensina,
    ais ad.auta as da que as de boje.
    Facamos abstraegao dos eslrangeiro* mstrui-
    03 nue hoic teem residencia entre n3 ; del ie
    mos de. lado 03 Jlusorios tituloa de a33ociag0;s
    oo levemos em coat
    programlas assom
    u gVo realiaam ; tiremos a doura-
    dura, os papis pinUdos, as Atas ver.-nelbaa. a3
    reoteionlas iriadaa do nosso saber ofliaal, pe
    dantesco, palavroao, e bavemos de convir aue,
    . ao fundo, nao passamos de uas ignorantes, to
    ' pomposos quanto fuleis. .
    H6 possulmos apenas orna instruyo barata,
    avanaaa e enfeilada com palavras bonitas, ou
    que o suppOem ser. Mos seis eneinos.-prima
    re secundario, superior, normal, artstica e t-
    ahnice.-nao somos anda um povo consciente
    nenie leito e preparado. Na ensino secundario,
    or exemplo, temos ate retrogradado; no pro-
    Issioaal a mesma cousa, havemoa andado para
    ,raOra e3tes dois ensinos, r,or sua ndole na-
    i/artia 8o os mats valorosoa como forja esti-
    HBlane e propulsora na vida progresiva de
    ""o* Jnmeiro o qne ajuda a formar, esten-
    der e reforjar aa faculdades do nomem de cul-
    is tem esta prerogattva por vinte razo, cada
    anal mais coacladente.
    E'.o que acompanha o homem na poca d
    K03 de. laao 03 .uusiin "
    .listosas, que nada fazem; oa
    a farfalbada tspigeuse de p
    jas, de ordem synthetica, da-ibe aquella dex-
    *eridado superior aa inteligencia, o que, ain-
    a pelo cultivo d'easas lingnas e litteraturi?,
    fortalece Ibe o espirito e anima-lne o coracio,
    Ilocando -o no meio da correte mais viva da
    vilisacao de nosaa raga. Para o bomem, que
    aspira a uma cultura humana, deainterasdada e
    dealista, esse o ensiDO fundamental.
    O outro, o ensino protiasional ou tecbnico, o
    ge se destina aos futuros cultores da agricnl-
    Ba, do commercio, das industrias. B' precito
    ser de po ceg para lhe descoQneijer a impor-
    tancia.
    Pois o imp?rio a desconheceu, deixando aca-
    barem, deixando morrerem as creagOes da colo-
    nia nease ramo do saber praticol... Egual
    proceder, de.-arrazoado e retrogrado, teve elle
    para com as lumanidades.
    A historia ca instrucgao popular no Brazil de-
    mon3tra-o de sobejo.
    Na iostraeco primaria e superior o imperio
    alargou, pelo facto material do augmento da po-
    pulagaa a da riqueza, um pouco mais o qje lhe
    ortorgra a colonia ; em insirucgao secundaria e
    prolissioaal andou, repetimos, para traz
    E' 83sim que desap parecen completaaiente o
    estudo da liogua hebraica, de que (junamos di-
    versas cadeiras ; assim que reiuzio se ao so-
    pbysma do ensino do Coilegio de Pedro II a li>
    cao do grego, de que tiohamos tambem diversas
    cathedras; assim que fecharam-se algumas
    aulas de commercio e agricultura, estabelecidas
    em mais de nm ponto do paiz. Mas nao s na
    morte e na desapparijo de mais de urna crea
    gao dos tempos colooiaes que se ostenta irracio-
    nal a cegueira do imperio. Mesmo pelo espiri-
    to, pelo methudo, pela severiiade, pela profun-
    deza, o ensioc de humanidades decahio pasmo-
    samente no Bazil.
    Sabemos d isto, comparanlo a pleiade de no-
    mens, como Alexaodre de Gusmao, Rodrigues
    Ferreira, os dois Cmara?, os dois Vellosos e
    vinte outros, |ue foram verdadeiras notabilida
    des europeas, com o nosso anonyraato de hoje.
    -abe nos d'isio. compirando os And radas e as
    cincoeita fig.iras de gigantes que tueram de
    nos urna nagiio, com os pygmflus de hoje, que
    saben pbraacs e'formulat, ma3 nao gabem pen-
    sar ; que m palavieado, porm nio tm ideas :
    qne sao mestres em basofias e cnarlaan ees,
    mas andam ;aiii atordoados, sem saber dar so
    lugao a serie intarmina de dacert03 que os
    Sabemos d'isto, poalo an homem de cm co
    vadas, como Vieira, lrio do coilegio da Bahii,
    de p isolado na supertvc chsta, qoa boje o
    Brazil, depais quj 50 aaoos de imperialismo
    mataram o ensinu secundario, com o seu indus-
    trialismo, o seu filbotismo, o seu g'osseiro mi-
    terial3mo da instruego, para fazer exaltes,
    para pegar a mitricula, para cjneguir a carta,
    para ootjr o emprega, o qu-s a ongem do en-
    sino a retalho, por caderuinhos de pontos, ver-
    dadeira desimetna da igiorancia, que envenenou
    as tres ultimas geragOas arazileiras...
    Sabemos d'isto, comparando alguns bomens
    que, acaso, anda ah andam, que eko daquelles
    que tiveram oorn estu o cias:icos, ao geral dos
    Q03S03 formados de hoje, e notando a distancia,
    a enorme distancia qu^ medeia entre un espi
    rito cultivado melhodicimenie, disciplinado pela
    cultura organizada, e as cabegas tuuauliuaria
    mente cheias dos frangalhos desconnexo3 de
    urnas modernices sospeitas.
    As questes mais senas hoje, em assumpto
    pedaggico, sao as que s relerem ao espirito
    mesmo do ensino, onde se debatem a velba e
    nova ntuigo do inunda e da so :iedade. lio
    mens precipitados, sem capacidade pbilosophica
    e doulrinaria, cabegas superficiaes. desorienta-
    das pelo espectculo vistoso da iodu3trialismo
    hodierno, enteuderam de tal ser, em detiai'.iva,
    o eapriio dos modernos tempo3 e sonharam in-
    traiuzr esa materalijmo, es;a amencanisagio,
    al na espbera do ensino... E foi justamente a
    intruegao secuudaria que teve de ser sacrificada
    a esse Mi ocn daactualidade.
    Entretanto, saata e previd-nte reaego l?van-
    ta-se ji de tola a parte e camegi-se s compre-
    hender que, oeste assum&to, a verdideira solo
    gao, longe uc ser a negago da velaa instrueco
    claesica e de seus metao los, aoc.nl ano, a
    rejuvenescencia d'esses processas e d'esaa amiga
    cultura humanitaria e elevada. E esse renasci-
    mento vti pedir apoio justamente as mais segu-
    ras conquistas das scieccias.
    O novo idealismo da eoiUira, firmado na doa-
    triaa da evolugiio, representando a cadeia bisto
    r;ca do pensamento humano, u5o |.ie deseo
    nbecer os mais bellos anneis d'essa cadeia, que
    e3tao presos na Reuasjeaca em Roma e ua G.e
    ca.
    O industrialismo pedaggico nao pola encon-
    trar guarida ttu espir :os vt-rdadeiramente cui
    t03 e em coragoes uobremente formado?. Pois
    bem, havemos de ver que, oeste camino mais
    depres.-a encan'raremos auxilio e.m mais d- um
    velho antecedente da colonia do que em algu
    mas patacoadas theatraes do imperto.
    Silvio Romero.
    D. PEP-l DE ALC4OT.41U
    Prlncipaes aconteclmenlos do
    reinado do 9." imperador
    (Do Jornal do Commercio)
    (Coadwao)
    Dssle 1832 tlaha obtido o Brazil do3 seu3 vi-
    sinhos do Rio da Prata a liuerdaae da navega-
    gao do Uruguiv e do Paran para tolos as han
    deiras, e, em 88. conseguio do governo do Pa
    rapuay a abertura do Rio Paraguay ao commer-
    cio estraogeiro.
    En 186i, o incidente promovido pelo ministro
    inglez Cbrislie aen azo aos brazileiros e ao seu
    saoeriino de osientarem o sen patriotismo. O
    governo imperial teve que csuer a forga brutal,
    pagando a G--Bretanha a olemnisago que
    reclamava. Mas nao o (s sem protestar ali-
    mente, rompbodo>s relagoes diplomticas com a
    loglaterra. E' cjnheciu o feliz destecho desse
    triste inciden e Gracas 4 ntervc gSo amiga-
    vei d'el re de Portugal, o litigio foi eiibmettido
    i arbitramento, .sendo escoloido como arbitro o
    rioado re dos i ; .:a-\ que deu razda ao Brazil,
    r--ataadc-3e em 1855 as relagoes entre os dous
    pases.
    Em 1862, os liberaas voltaram ao poder at
    I8r8, urguisanda se u;3ses seis anuos os sa-
    ^cinte3 gabine:>M : 21 de Maio de 1862, ZiCanas
    leGoes eYasc Dcellos: 31 de Maio da 1802,
    Mrquez de Oliuda ; 15 de Janeiru de 1861
    Zicanai; 31 de Agosto de 1861. FraQCisco Jos
    hurtado ; 12 de Maio de 1865, Mrquez de Olio-
    da ; 31 de Agosto de 1866, Zacaras.
    Dorante esst s'.tuaga> foi qua D. Pedro II ca-
    sou seas duaj Binas. Oo eeu consorcio con a
    santa imperatrz Tbereta Ciinstina, linha elle
    :do daas lhos, U. Alloasa e i). Pedro que
    morreram em lenra idade. e doas ulnas : Dona
    jabel, uascida no Rio a 29 de Juina d ISiG, e
    Doua Leopoldina, nascida na mesma cidade, a
    13 de Jnltio de 18i7. A pnmelra, a princeza
    Uon'i Isabel, Basen a la de OuiUbro de 1864 com
    .. A. R. o principe Gastn d'Orleans, Conde'
    'Eu. nlho mais vel&o do Duque da Nemours e
    :eto de Luiz felippe I, rei dos Francezes ; a se-
    gunda, a princesa D. Leopoldina, ca^ou a 15 de
    Dezembro de 18 il, com S. A. o principe Au-
    i.'uto, Duque e Saxe.
    Qua: j ca-araca as duas princezas ja se acha-
    i o Brazil erupenhado tm urna guerra que lhe
    i*'0'i avultadas sommas e consumi o melbor
    aaogua de seus lhos : a guerra do Paraguay.
    O conflicto c&megou com o Uruguaj, que re-
    (veliira diversas reclamagoeo do imperio. A 9
    de Agosto de 1664, o Sr. hairava le.ou nm ulti-
    mtum a Montevideo e sendo este repelado sabio
    ene de Montevideo e a Repblica Oriental foi in-
    vadida por um exercito brazileiro, commandado
    pelo general J. P. Menna Brrelo, Bario de S.
    Gabriel. Da accordo com o general uruguayo
    Flores, chefe do partido colorado, aooderou-se
    ee ile Paysand a i fe laneiro de 18i'. e mar-
    cbou com as torgas de Flores para sitiar Uootevi
    do, cujo porto to: bloqueado pelo almirante Ta
    mandai e que se reodeu a 20 de Fevereiro. Nesse
    mesma dia, o general Flores e o goveroaJar de
    Montevideo assigaaram, com approvac&o de J.
    M. da Silva Paradlos, Viecoode do Rio Branca,
    urna convenga?, qela qual Flores era recoobe-
    cido goveruador provisorio da Repblica, qne se
    alliava ao Brazil contra o Paraguay. De facto,
    desde 12 de Naveubro de 1864, Lpez, dictador
    do Paraguay, abr, a hostilidades contra o Brazil,
    pos3andose do vapor Marques de CHinda, apri-
    scando todos os paesageiros, entre os quaes fi-
    gurava o presiden e nomeade para Mato-Grosso,
    __^-_.4>* l^^mt^nim-, A. f*nm^fi* n mr\ f\ firt tin filia
    va
    E' o que acompanha o bomem na poca da jeputado Caroeiro de Campos, e mandando que
    evolucio autonmica do eeu espirito, dos 13 aoa 08 Keneraes Barrios e Resqoia invadissem Matto
    10 annos ; o que, pelo cultivo das lnguas das n....
    Grosso.
    Em Abril de 1S65. Lpez invadi tambem, sea
    declarago de guerra, a Repblica Argetina,
    onde eotraram 30 000 bomens, lando 4 frente o
    general Robles, e teve esta qne onir-se ao Brasil
    assignaado-se a trplice alliauca em Buenos
    Ayres a 1* de Maio de 1885.
    ' excusado relembrar aqei os episodios da
    guerra, qae estreou-se pela victoria de Riachue-
    lo a 11 de Junbo de 186: a reodlclo de Uru
    guayana a II de Setembro de 1865, achando-se
    preseslei D. Pedro II e seis generaea; o des-
    embarque das rapas de O o;o, *.cnaluda3 pe.'O
    contra almirante Alvim, na Gonllueacia; a toma-
    da do fortim de Itapir a victoria de Paso de la
    Patria; Tuyuty ; Boquern; o xaque de Sauce;
    o assalto de Curuz ; a derrota de 'lurupaiiy ;
    os combites de Par-Cu, de Tat.igipi, de Potre
    ro Obella, de Tay ; o cerco de Homayl4; a la-
    mida das fortiticages de Tebicuary ; a lula oa
    poate de Itoror ; Avaby ; Lomas Valentinas ; a
    rendig.50 de Angostura ; todos esses facl03 que
    est4o na memoria de todos e que cobriro da
    gloria o exercito e a armada do Brazil.
    A 30 de Dezembro de 1863, Caxlas entrava em
    Asuncin.
    Mas a gera nao eslava terminada. Em Ja-
    neiro de 1869, Gaxias, doente, voltava para o
    Rio, a 16 de Abril, o Conde d'Eu tomava o com
    mando em ebefe do txarcito ; a 11 de Agosto,
    tomava de assalto Piribebuy, e a 1 de Margo de
    1860, o general Cara i-a sorprenda Lpez em
    Cero-Cora, na margem esquerda do Aquidabao,
    junto das frooteiras do Paraguay e da Matlo-
    Grosso, e all suecumbia o dictador, ao fugir.
    Para libertar o Paraguay do jugo de Lpez II,
    o Brazil tinhi gasto seiscentos mil cotilos e linha
    sacricado 50,000 bomens 1
    Desde 1868 os conservadores tinham voltado
    ao poder at 1878, tendo dunate esses dez an-
    uos quatro gabrieles : o do Visconle de Itabo
    rahy, em 16 de Julbo de 186S ; o do Mirquez de
    S. Vicente, a 21 de Setembro de 1870 ; o do
    Viscoode do Rio-Branco, a 7 de Margo de 1871,
    e o do I) j u de Gaxias, a 23 de Junho de 1875.
    Terminada a guerra do Paraguay, pJe n paiz
    em pleaa commurtbao de ideas com aquelle que
    entao era eeu chefe, cuidar de sanar urna das
    cnagas que o corroa: a eicravidao.
    A 23 de Jineiro de 1866, Pimenta Bueno, Mar
    quez de S. Vicente, apre^entava ao soberano um
    pr.--ie.tode emaopagao gradual dos escravisa-
    dos. D. Pedro mandou que o Mrquez de Olinda
    submettesse o proj c'o ao Concelho de Estado
    O chefe do gabinete era contrario idea, de sor-
    te que a secgao consultada, compasa de Sauza
    Fra ico e Mrquez le Saoucaby, opinou para qoa
    ludo Ucsse adiado, al Hadar a guerra. Em
    Julbo de 1866, a sociedade francesa para a abo
    lig4o da escravidao diriga uns appello a D. Pe-
    dro, e este responden qua o sen governo tratara
    da quc3iao desde qne as eirenmstancias o per-
    mittissem, como < reclama o espirito do Cristia-
    nismo a resposta, rediglda pelo proprio Im
    perador, foi assignada por Marti03 Francisco Ri-
    belro de Aodrada, eitao ministro da ustiga.
    Os proiectos de Pimenta Bueno, patrocinado
    pelo ebera do Estado, s foram discutidos em
    Abril de 867 pelo Concelho de Estalo, que
    adoptau-lha as princpaes disposig5es, rejeitando
    urna nica, deveras importantsima, visto como
    determinava ella qua a emamipa^o total dee-
    ria estar terminada a 31 de Dezembro de 1899.
    Nibuco foi encarregado de redtgir o provecto de-
    Unitivo, qae foi de novo discutido Dlo Concelho
    de Estado em Abril e Maio de 1868. declarando
    eotao o Conceibo de Estado que o geverno s
    deveria usar do seu direito de iniciativa, depois
    de terminada a guerra.
    Entretanto, aos liberaes succediam os conser-
    vadores com o Yisonie da Itaborany a 16 de
    Julbo de 1868. Esse gabinete maon'estou se
    contrario projectada reforma, a despeito dos
    deeejos manifestados pelo monarcha, e a refor-
    ma ia ser adiada quando o Sr. J^ronymo Jos
    TVixeira Jnior, Visconde do Cruzeiro, levou a
    questio 4 triouna da Cmara, requerenlo que -e
    elegesse urna commisso especial para redigir
    um projecto de emancipagao gradual. O reque
    riment) foi acceito pela Cmara.e, a 15 1e Ago3
    lo de 1870, a commiss5o pelo Sr. Teixelra J-
    nior apresen.ou um projecto de le. anlogo ao
    que 4 f-a discutido pelo Concelho de Estado e
    (.ropondo aemaocipago dos nascituros.
    D vergancias a respeilo dessa reforma nzeram
    com que o Vi>.onde de Itabori'ry se retiras**,
    succedeado h na presidencia do concelho Pi-
    menta Bueno, Mirijuez de S. Vicente, a 29 de
    Setembro de 1870. Esse giOinete teve existen-
    cia eptiemera, e a 7 de Margo de 1871, Rio
    Bran;o era chamado a presidencia do concelho.
    D. Pedro II, qne cuaca tinba sahido do seu
    p.iz e q-e acabava de soffrer golpe tremeodo
    Ciui o passameoto prematuro de sua tilha mais
    nova, a princeza O. Leopoldina, fallecida no
    principio daqu-le anno em Vienaa d'Austria,
    resalveo ir 4 Europa, para onde segnio a 25 de
    Mala de 1871, deixaulo como reyente do Impe-
    rio sua blha a princeza D. Isabel.
    Durante essa sua excurso pela Europa foi
    que se travou e lula as Cmaras a proposito da
    eacancipaco, ellectuando-se urna dissidencia nu
    piu-to cooseivador, disstdencia susleatada Da
    Cambra pela Srs. Andrade Figueira, Ferreira
    Vianaa, Duque Estrada Teixeira, Perdigan M-
    Ibeir e muitos outros, capitaneados pelo Sr.
    Paulino de Sauza; e no S nado pelo Visconde
    de luborabv e o Bario, depois Mrquez de Mu
    ritiba, que eoconfaram poleroso auxiliar em
    Z icarias, chefe liberal D. Peiro II estava em
    Alexandria, no Egypto, quando foi iuformaio de
    que a 28 de Setemuro da 1871 fra votada a le
    qua emancipa va o bergo dos escravisados.
    Qoaodo voltou ao Imperio ninguem mais ahi
    nascia escravo.
    O ministerio Rio Branco, livre das pre-
    accupagas qae suscitara essa reforma, consa-
    grou a sua actividada a outros assumptos, dando
    os seus cuidados principalmente 4 instruegao
    publica.
    A.2o de Jcnho de 1875, e Duque de Caxias
    succedeu aoVisconde do Rio Branco, e o partido
    conservador s cahio do poder em 1878, sendo
    organisada o primero ministerio liberal pelo Sr.
    Sinimb, a 5 de Janeiro daquelle anno.
    Depois, vieram anda os Srs. Saraiva, a 28 de
    Marga de 1880 ; Mirtioho Campos, a 21 ue Ja-
    neira de 1883, Paraoagua, a 3 de Julbo do mesmo
    anno; Dantas a 6 de Jvuao de 1881b, e Saraiva a
    6 ( Toda essa poca foi assignalada pela brilhaote
    campanha abolicionista, que teve como pnmeiro
    rssuitado o projecto apresentad a 15 de Julho
    :.n 1884 pelo deputado Rjdolpbo Dantas, de ac-
    cordo cim o gabinrle, providenciando sobre o
    auzmento do fundo de emancipagao e propoodo
    a aiforria dos sexageu trios. Qiariam os aboli-
    cionistas liberlar o tmulo, depais do bergo. O
    ministerio encootroo tenaz opposigSo, e a Cima
    ra fai di330lvida a 3 de Setembro.
    A nova Cmara nao concordou com o gabine-
    te, qui se relirou, senio chamado para succe-
    der-ibe o Sr. Saraiva, autor da le sobre eleigo
    directa adoptada em 1881 com o concurso dos
    conservadores. Ja a le relativa aos sexagena-
    rios bavia sido volada pela Cmara e comegav
    a di3ou3ao no Senado quando esse pcrlamentar
    resignou o poder, sendo chamados os conserva-
    dores. O Baro de Gotegipe organisou ministe-
    rio a 20 de Agosto de 1885, com os Srs. Antonio
    Prado e Francisco Balisario como priacipaes
    colaboradores, e f-.-z com que a le fosse votada
    pelo Senado, sendo sanecionada a 28 ie Setena
    bro daqueile anno de tS&a. J4 as provinciis do
    Cear4 e Amazonas, dando nobre exemplo, ti
    nbam abolido a escravido em seu territorio, e a
    onda abolicionista cresca sempre.
    Em principios de 1887. D. Pelro enfrraou
    gravemente, e a 30 de Junho acouselbo dos m-
    dicos, parti para a Europa, tica ido sua til lia
    como regente do Imperio. Esteve elle supcessi-
    vamente em Pars, Badn, Mao e Aix les-Bains,
    gravemente enfermo.
    Em Margo de 1888, o gabinete Cotegipa retira-
    va se, e o ministerio Jo4o Alfredo puuba-se 4
    frente dos abolicionistas para realizar a desejada
    reforma, que, con; Heno, tffectuo i-se a 13 de
    Maio, poc entre enlbasrasticos appiensos do
    mundo civilisado.
    D. Pedro II estava entao moribundo em Mi
    lao, e a grata noticia Ibe foi dada pela virtuosa
    espasa quando ja os mdicos deaesperavam de
    salval-o.
    Testemunhas dessa scena commovente narrara
    qne, ao saber da noticia, D. Pedro exclamara :
    Grande povo I grande povo I* earreben(4ra em
    lagrimas de jubilo intimo.
    A 5 de Agosto de 1888, embarcou em Pauillac
    para regressar ao Hraz, onde foi recebido com
    affocto estrondoso, embora nos ltimos tempos
    a propaganda republicana hoovesse ganbo muito
    terreno.
    Em Junho de 1889 os conservadores cediam o
    poder aos liberaes, seado substituido o ministe-
    rio Joao Alfredo por nm gabinete organisado
    pelo Sr. Alfonso Celso, Viscoode de Ouro
    Preto.
    Os fictos qne desde entao se deram anda es-
    tao pres?ntes a todas as memorias, e nao aqui
    o lugar: para recordarnos a imprevista queda
    da monarebia a 15 de Novembro daqnelle anno,
    o banimenio da familia reinante e as tristezas
    do exilio daquelle que governara este pas do-
    rante parto de meio sculo. Elle foi o contem-
    porneo di todas as nones glorias e o censola-
    dor de todas a3 nosaas provages. Um de seus
    biograpbos, o Sr. Anfriso Flalho, pode dizer
    com razao qae, para detini'-o, devtam reunirse
    es predicados de muitos soberanos.
    No exilio mosiron-se elle lao grande como
    nos mais bellos das do seu rainado, e aquelles
    que recebiam as suas raras con lid ncas sabem
    qua elle, antes de tuda, quera o bem-estar des-
    ta 8ui querida trra, anda mesmo que ella ti-
    vesse de ser feliz sem a sua dymnastia. .
    Neste solo americano, onde, depois que a ci-
    viiisagio esta implntala, aluda nao houve mo-
    narctia que morrease no tbroao, D. Pedro II sou-
    be ser um philosopbo e um pastor do sen povo,
    e, um dia talvez, quando aa paixOss tlverem
    perdido a sua agudez, bao de descaogar aqu os
    seus restos manaes, merecendo elle o epltapbio
    anlogo do desse principe a quem se ergueu
    monumento cincoanla amos depois de mortot
    Do Amazonas, que elle franqueou a todas as
    nagas amigas a 7 de Setembro de 1867, ao Pra-
    ta, que Ibe deve a sua libertagao do jugo dos
    dictadores, ha de ser senlida a morte de grande
    cidado, e as lagrimas de povos livres h&o de
    ser doces 4 sua grande alma liberal.
    TRANSCRIPCuES
    VARIEDADES
    \o entendemos
    (Da Gazeta de Notician )
    Todo o paia deve ao governo aatual o
    (norma servido de o havar collocado eia
    coiidiyoes do poder progredir, gragas
    restauracSo do rgimen da lega'.idade,
    annullado de facto, havu muito tempo, e
    de direito no dia 3 de Novambro.
    Mas, por isso mesmo, que o actual go-
    verno conquistou o poder, cercado do
    prestigie oriundo dos principios que de-
    terminaran! a sua asceugSo, a sua respon-
    sabilidade creaceu e a sua norma de po-
    ceder tem exigancias, que intil procu-
    rar iludir ou disfargar, sab qualquer pre
    texto, por mais justificado que elle pare.; i
    ser.
    Qial foi o motivo da deposicSo do ge-
    neral Deodoro? Foi pura e simplasmente
    porjulgar que poda impunemente violar
    a constituigo, promettando oa mesma oc-
    casiao que a violava, que a respaitaria e
    faria executar em todos os pontos, ex-
    cepto n'aquelle que o principal, como a
    soberana do Congresso.
    Pois bem. A armada nacional, iner-
    pr tanda o sentimento da naci, manifes-
    tado em alguna Estados, poz-se em cam-
    po e conseguio o reatabelecimento da le-
    galidade. t tSo faisa e to anormal era a
    poaico d'aquelles que se haviam colloca-
    do fra da Iei, que, felizmente, toda a
    reaccSo se limitou a urna intimacao.
    Mas, restaurada a legalidade, o qne
    que vemos? Vemos a anarchia a alaa
    trar-se por todas as zonas do territorio
    nacional, e vemos anda imputar se ao
    governo central a reaponsabilidade d'esse
    facto, que a negajSo completa e posi-
    tiva dos intuitos do movimento de 23 de
    Novembro, que o repudio das promessas
    que solemnemente foram feitas ao paiz, e
    que mais do que tudo, a pro va da au-
    sencia de um programma verdaderamen-
    te republicano e honestamente democr-
    tico.
    Nao queremos desconhecer as boas in-
    tenso es do governo; mas ha de elle e
    hao de os bous mos conselheiros per-
    mitir que lhe digamos em tempo que
    estao sendo victimas de urna grande l-
    lusSo.
    O caminho que elle est seguindo nao
    o da conHolidsgao do novo rgimen, mas
    o da sua perturbadlo. E ntese que
    nao lhe fallamos em restaurado monar-
    chica, porque nao estarnas habituados a
    fazer us de argumentos nos quaes nSo
    confiamos. O que. dizemos que o perigo
    nao est na restaurado da monarchia,
    que reputamos impossivel, mas no alas-
    tramento da anarchia, que j comaga a
    iniciar-se.
    Os fact03 ahi estSo. Dous, tres ou
    quatro governadores da Estados tm sido
    depostos por meio revolucionario. O go-
    verno nSo interveio para auxiliar os po-
    deres legalmente investidos, em nome da
    idea federativa. Mas ser em noma da
    idea federativa que o governo permittio
    que militares de alta patente fossem in-
    vestidos na praga publica de funcco;s ad-
    ministractivas ? Tem a soberana dos
    Estados o direito da arrancar por um pro-
    cesso tumultuario, ao servijo da na2o,
    um militar regido por leis excepcionaes,
    para investir de fuoccoes qie elle n2o
    pode exercer, sem o consentimento dos
    seus superiores ?
    O que significa ter o governo autoriza-
    do offiaialmente um governador aclama-
    do e em litigio, como o da Baha a abrir-
    lhe um crdito para carta despeza ? Sig-
    nifica que o dinhiiro dos contribuintas
    est a merce do primeiro grupo revolucio-
    nario, e que o governo reconhece, quan-
    do lhe convm, a autoridade emanada
    desse grupo para o autorisar a dispor
    delle.
    Comprehendemos qae por escrpulos
    idelogos o governo, que prometteu maa-
    ter a legalidade, nSo intervenha na vida
    dos Estados mesmo deixando de cumprir
    a constituigo. O que nao entendemos
    que esse mesmo governo abandone esses
    escrpulos para reconhecer autoridades
    da que a constituicSo nSo cogita. O que
    nSo entendemos que havendo o recurso
    legal para punir todos aquellos qua se
    collocaram fora da legalidade, se esteja
    permittindo, com cansururel tolerancia
    que tumulto e a anarchia sejam erigi-
    dos nos Estados em systema do governo.
    O que nSo entendemos ainda que os
    congressos estaduaes sejam dissolvidos,
    por terem elegido governadores que collo-
    caram fora da Iei, e seja restaurado o
    congresso federal do qual fas parte um
    grande numero de polticos, qne nSo pro
    testaran e adheriram o acto de 3 de No-
    vembro.
    Os melhores amigos dos governos nSo
    sSo aquelles qae applaudem inconsciente-
    mente todos os sotos.
    Reconhecemoa ss difficuldades da sita-
    cSo e s possima heranca que o governo
    recebeu ; mas s estamos promptos s au-
    xilalo, para qne o rgimen da legalidade
    sejs ama realidade, estamos igualmente
    dispostoa a apontar^lhe oa erros, para qne
    oa emende, nao s em bem do seu pres-
    tigio, mal dos grandes interseos da re-
    pblica.
    Crcmaciio oa Inhamaeo ?
    A proposito da Fasta dos M irlos, um
    dos redactores do Evenement, de Pa-
    rs, parguntou o anno paasado a um certo
    numero de personalidades da litteratura
    tranceza a sua opiaiao oerca da incine-
    racSo eu da inhumacSo.
    Recebeu as respestas que passamos a
    consignar.
    Oe Francois Coppe:
    A sua pergunta, meu charo collega:
    t Quer ser enterrado ou queimado? fez-
    me lembrar este famoso preceito da cosi-
    nhar : O coelho pede ser esfollaio vivo,
    a lebre prefere esperar. Pejo licenca
    para fazer como a lebre.
    e Rio-me, porque no temo a morte.
    Se aprouver a Deus, e quando Elle
    quizer, irei repousar no cemiterio Mont-
    pa"-nasse, no nico predio que passuo,
    junto a meus queridos paes. Demais, ha
    em mim um fundo de espiritualista que
    me torna bastante indtifereate sobre a
    sorte reservada aos mans despojos.
    Nao posso crer, n3o, nao craio que haja
    do desapparecer todo na cava, sptrat ani-
    ma mez.
    De Alphonse Daudet:
    Inhumada, incinerado, ambas as cousas
    me sao igualmente desagradaveis.
    De Hyac.nthe Laysoa:
    Pessoalmente, a questSo interassa-me
    pouquissimo. Pens, como Platau, qua o
    homem nao o corpo, mas sim o que tem
    o corpo.
    A questao que se imp*a a de nao ser
    enterrado vivo, como succedeu mais vezts
    que se imagina.
    Da Emile Zola:
    Mas o qua me pede, meu caro coHega,
    nm paragrpho do meu testamento.
    A crema^So tem a sea favor o ser
    acaiada. Entretanto, pens que ha de
    levar tempo a adoptar-sa, porque offande
    nSo sei em que a idea, talvez falsa, que
    fazemo3 de lossos mortos.
    Quanto ao meu gosto pessoal, ainda nao
    me intorroguei a mim proprio, e ereo
    que o melhor deixar o cuidado da es-
    colha aoa qae ficam e nos amam.
    S elles podem ter n'is3o prazer on
    desgasto.
    e Henry de Barnier :
    Maldito seja !
    O Sr. fez com que eu nao jantasse han
    tem, nem dormisse toda a noite !
    Pergnnta me se eu desejaria mais ser
    incinerado, se enterrado. Nunca propo
    sera ao meu espirito essa delicada e pou
    co alegre quastjo ; recebi a sua carta
    urna hora antas de me sentar ?. meza, e
    mui contra minha vontade, puz-me a pro-
    fundar a quest.'o.
    Pois bem, horrivel !
    Nao, nSo que pensar nisto ; ser redu-
    zid> a cnzas ou a papas depois de mor-
    to ?
    Prefiro nao escolher por emquanto.
    Desejaria antes ser levado tomo o pro-
    pheta Elias num carro de fogo ; faga com
    que me nometem propheta apezar de eu
    nao ter nisso grande empenho pelos tem-
    pos que vao correndo, mande desear, para
    m vir buscar, o carro do fogo, e oerdoar-
    lhe-hei o ter-me impedido de jantar e de
    dormir, com a sua perturbadora pergunta.
    De Leconte de Lisie :
    Pergunta-me se dosejo ser enterrado ou
    queimado.
    Depois de ter maiuramente reflectido
    no caso sinto ter de lhe confe.aar qae
    nao desejo nem urna nem outra cousa.
    Este esta lo de indecisao, comquanto
    penosopoder durar ainda alguns annos, que
    me resignare sem granda impaciencia.
    De Francisque Sarcey :
    Sa morrer em Pars, quero ser incine-
    rado ; nao diga ccrem&do o termo hor-
    rivel !
    Se morrar em Nanterre, com franque-
    za, nao ligo tanta importancia ao ceremo-
    nial com que deva ser expedido para o
    outro mundo, que exija o ser levado ao
    forno crematorio.
    Theoricamente, a crema cSo parece-me
    um modo preferivel de acabar com o cor-
    po, este andrajo. Mas nao son intoleran-
    te nem exclusivo em causa a'guma.
    De Len Cladel :
    Que pergunta !
    Pois bem, aqui tem a resposta : quei-
    mado mas com a condijao as minhas
    cnzas se irem juntar s de minha maa
    e dos filhos que perd, na trra em que
    estSo inhumados.
    De Victonen Sardou :
    Queimado queimado !
    Terei muito maior prazer em ser quei-
    mado.
    De Armand Silve.tre *
    Transformar nos n'um floco de famo no
    cu, ou na relva que cobre as sepulturas,
    eis a escolha que nos dada.
    Por mim prefiro a trra, donde brotam
    as flores par os amorosos aos espatos in-
    finitos, onde as estrellas nao sao talvez
    senSo urna ultima mentira dos de uses.
    2 supplente
    3a supplente
    1* supplente
    Oliveira.
    2 supplente
    3 supplente
    Subdelegado
    i* supplente
    2* supplente
    3 sppplinte
    Glementiao de Paula t:ite.
    Mauoel Antonio de Souza.
    S. Benedicto
    do delegado Manoel Martina i*
    Jnao de Siqueira Pasaos.
    Manoel Lopes da Silva Padre.
    ! districto
    Bernardino Luiz de Franca.'
    Agostinho Alves Camello.
    Jos Ferreira Frazao.
    Manoel Floreutino de Barros.
    Actos nfflciaea Por portarlas de do
    corrate da juula governativativa do Estado e
    sob proposta do Dr. questor policial foram no-
    meadasas segatn'.esautoridales em subslituigao
    das avuaes que taran exoaeradas:
    Subielegado de Vicencia do termo de Niza-
    reth Manoel Gassiano de Oliveira Vasconcel'03.
    Subdelegado de Alaga Secca Urbano de Aa
    drade Lima.
    Termo de Gravat
    Delegado, tenante Jos do Carmo Castro Br-
    rela de Oliveira.
    i* supplente Flix Ja'tino Correia de Miranda
    2* supplente capuo Manoel Joaqaim de Abren.
    3 supplente Antonio Paes da Suva Lindoso.
    Subdelegado Joaquina Garardo de Bastos.
    Io supplents lente Vicente Saares da Silva.
    2* supplente Jos Correia de Mello.
    3* supplente Jos Tnomaz dos Santos.
    S* diatricto
    Subdelegado Manoel Vicente de Panla.
    1 supplente Jos Mauricio de Mello.
    2* supplente Antonio Thomaz Bezerra de Lima
    3* supplente Joao Alves Pereira Lima.
    3 districto
    Subdelegado Francisco QgoIuo das Heves.
    1* snpplente Jos Clemente de Soasa.
    2* supplente Rosendo de Lima Barros.
    3* soppleate Francisco Patricio de Mello.
    Em 26 do correte mais as segeintea :
    Termo de Quipap
    do delegado Adriano Ferreira da
    1* soppleute
    Silva.
    2* supplente
    3* supplente
    Subdelegado
    Baixa.
    1* Bupplente Jallo Gomes de Andrade.
    Agosttnbo Leocadio Vieira.
    Francisco Vieira de Carvalbo.
    - Sebastian Goncalve3 de Oliveira
    2* districto
    Subdelegado Antonio Accioli Waoerley.
    ! suppleote Francisco Lopes da Silva Leos,
    2* supplente Jos Genuino de Oliveira.
    3 supplente Satyro Accioli Wanderley.
    Sa mesma data foram nomeados commis-
    sarios de Ciohotinbo Manoel Jo4o de Souza ; da
    Vrzea Antonio Rodrigues Ferreira ; de Corra-
    te Augusto Jos de Moraes ; de Qaipap4 Eduar-
    do Antonio de Moraes e Silva e para sob coni-
    mi3sario de Quipapa Barlholorneu Victorino de
    Souza e foi exonerado a pedido Joaqaim Pom-
    pea Moateiro Pessoa do posto de commissario do
    l' districto da 1" regio da guarda local.
    TelegrammaDa Secretaria do GovarDO
    foi nos remettido para publicar : s '
    A Iotendeacia.de Caobotioho unta gofer-
    nativa.
    Pacto Intendencia aberla presenja juiz direito
    que lavrou termo nao encootroo livro receita e
    deanezas, ex pree:deate foragido.
    A. proposito de c >mmu. iculon
    Sebreeste as-umpto sentimas necesiictade s
    consigna" algumas palavras, para o-ientagio.
    O Diario de Psrnambuco tem em titas ce-
    lumaas tres secjOes muito distmetasa p.ime*-
    ra destinada 4s publicagas officiaes ; a segunde,
    s de exclusiva responsabilidad redactara!,
    camprebendendo os artigos editoriaes sob os ti-
    tulas Diaria de Parnara&uco, Revista Diaria e
    outros de.erminados pelo ussump'o ; e a terceir
    ra 4s ineditorla ;s, abrangeada 03 commuaica-
    dos, os apedldos, 03 annuncios e outros de as-
    sumpto anlogo.
    A exclusiva reaponsabilidade do Diario ,
    pois enteadese somente quanto a secgao edie/-
    lorial, e 03 seus redactores a aisumem inteira e
    solidariamente sealo qu' com referrncia as oo-
    tras cima denomina las nada tem que ver sob a
    relago de responsabilidad.
    O que nelUs se expende canta individual
    do respectivo autor, e n^ihuma interferencia
    tem ah a redaegao do Diario cujas ideas te
    lugar pro.orio para serem externadas, quane
    julga dever fazel-o.
    Alm de qae, pelo contracto que ora temos
    com o goveroo do Estado e que nos Coi ollereci-
    do sen modificago alguna, quando a empreza
    do Jornal do Recife p'dio e obteve a resci-
    o, conirabimos a seguiote ob:igag4o pela clau-
    sula terceira:
    Os coatrac'.antes obrigam-se a pnblicar, so
    o titulo deCommucicado Oficialos artigo
    originaes que em defeza da aJministrago lbe
    forem para tal lim enviada3, d oriem do gover-
    nador, nao lijando tolbido o Diario de Pernam-
    buco de discutir em artigod euttena s on 30-
    licltadosos actos da mesma admnisircgao.
    Desde qua a empraza cieste Diario rmos
    o cout-acia da 20 de Ago-to de 1890, cuja clau-
    sula tica iranscrispta, at a preseate- data, tem
    cumprido restrictamente o que nellaacha-se es-
    tipulado; e na publicago de taes commuaica-
    das em defeza no governo, n4o faz seno obser-
    var a cbngagaj coutrabida ; e dtil 4 redaege
    nem pace ser attriDida autora ou coliabora-
    go do-- mesmo3. nem ella aiuda pode aceitar a
    pitemidade putativa.
    Couio ja a3semos, quando a redargo deste
    Diario jolgar de seu aever cvico fazer o elo-
    gio ou ceusurar a ada.ini3tragia. em fae dos
    pbenoienc-s qu? >'etermiaem por su; inedeucia
    essa pasigo, nao de.xar a sua secgo de honra
    para desear ao anonymato.
    O que disser com o sello da sna respensx-
    bilidaae dir.c'.i.
    Cel orenmentaria Foi bon'.em lavrade
    decreto ueier maudo que a Iei do org ment,
    sob n. 33, de 17 do correte votado pj|o Con-
    gresso do Estado, para o exercicio de 1892 .gore
    com diversas alternes.
    O DireitoEssa importante e acreditaos,
    n vi-'-i. publicada a la do mez passado, traz en
    sua ilacellanea e sob a assignatora do llustre
    jur^sconsulio Dr. Macado Soares, a seguate no-
    li na:
    Comarca de Boa-Vista (Estado d? Pernam-
    buco).Ao abrir a primeira sesso do jury na
    comarca da Boa-Vista, em 3 de J 1:1:1 o ultimo, e
    digno juiz de direito Sr. Dr. Francisco Xivier
    Paes Barreto, pronuncian iateressante discurso,
    8alientando a m -:sao do jury pela sua coopera-
    go nos intuitos da le penal e a misso da pri-
    meira autoridade judiciarla da comarca, nao s-
    mente no que concerne 4 manutengao das boas
    praxes tartnses, tendentes a melhor asseenragas
    da justiga, como tambem no que respeila ao me-
    lliorameuto dos costnmes sociaes, qne lncram
    semare que a jnstiga dis'ribaida com espirite
    recto e corar > aberto 4 todas as inspiragOes de
    bem, sem cogitar de intuitos pcr:darios as lo-
    calidades.
    Em geral, o juiz de direito qua comprehende
    a sua posigo as cmaras, um elemento da
    ordem e de estabidade da; boas normas so-
    ciaes. Si certo que nasce de cima a carru-
    pgao dos povos, nao o meno3 que ai exem-
    plum Jovis totus compomlar orbs. O papel de
    juiz de direito, preposto 4 urna comarca, mxi-
    me no 8ero ou nos logares ond"' menos adian-
    lada se a.a a dvilidade, em todos os s::us as-
    sumptos, n4o s a di3tribuigiio da Jutiga,
    mas tambem o exemplo vivo de urna vida limpa
    e para, de um animo ssnto de p.ixSes mesqni-
    nbas, de um espirito conciliador oe tolas as
    desavengts, j entre particulares, j4 entre as
    familias, foorentando a uai.i0 e p...veiando e
    concurso de lodos para o pragresso material e
    oco-al da localidade, a qua: preside.
    T..1 foi a aumrna 0 dieenrso, jnstamsnte af-
    plaudido, ao illaslre magistrado, com queme
    com cuja comarca cong:atu!amo-nos pela ana
    auspiciara estrs.
    Becalblmenio de notas 0 Bance
    Emisso- de Per iambu:o pedemos a puc'icafie
    da st-guinte oficio:
    Caisa de aa rtisigSo.Rio de Jane ro, 1
    d Dezembro de 1891.
    Communica-vaa qp em se53o do fiontem,
    sob a presidencia dr Exm. ministro da azenda,
    resoiveu a junta administrativa desta repartigo,
    a pro:o;ar a' 31 de Margo do auna praximo, s
    prazo para retirar da circulagao as notas du go-
    verno emittidis por ej.se banco, depois de mo-
    dificadas. (A-3V"ado).Jf. A. S.iipoo.
    A quem competir- Pedem urna paovi-
    dencia com referencia ao esgoto da Relicaria da
    Cipunga; visto ser elle feito ao longo do caes,
    com graadissimo incommodo da vkinnanga, to-
    da a qual tem noite e dia de supportar o m4s
    cheiro, que por all derramarn os caldos flidos
    que sao assim esgotados.
    Coavem urna providencia em bem da salobri-
    dade e dos moradores daquellas paragens; e ao
    nosso informante parece que levado o cano ae
    meio do rio, ter se-ba conseguido sanar o incon-
    veniente apon lado.
    Tal providencia nSo parec difficil, e sem da-
    vida o proprietario da mesma Retinara nao re-
    calen.- era execotal a.
    Pasnamento Em consequencia do feri-
    mento por bala de co.n lain, qne receoera ne
    conflicto o dia 18. oou-3e ante-hontem, 4 noi-
    te, o tenente do 2* corpo da brigada policial,
    Antonio Bivar.
    Era om homem estimavel, cujas qoadades
    pessoaes o recommendavam e lhe attrahiam as
    sympalhias de que gozava.
    Nos, qne o conbectamos de peno, e lhe spre-
    ciavamos as qoadades, sentimos de veras o sea
    passamento.
    firemlo Bramatleo Familiar Re-
    ooe-se essa sociedade boje, as 6 1/2 horas, eot
    sess4o extraordinaria.
    Casamento civilNo juizo dos casamen-
    tos do 2 districto fot hontem affixalo edita! de
    proclama de casameato dos seguintes contra-
    beates, no 2a districto.
    Primeiro proclamaFelppe Lopes Reis, mo-
    rador oa freguezia da Boa-Vista, com D. Anua
    Isabel de Oliveira, moracce em Beberibe, da
    cidade de Olinda.
    Premio ransle-*0 Sr. Bernardino Lapes
    A'.heiro, thesooreiro da lotera do Estado de Per-
    namboco. que extrabida as tercas-feiras.vso-
    deo o premio de 12:0004 em o 0. 2871 e pede-
    nos para chamaran a attencSo de quem mella
    jogon a dirig :-ee 4 thesoorana das loteras, i
    roa do Rosario Larga, aflm de recbelo.
    Pagaste Kspin-.o (Esse paquete
    \
    1
    *
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    I
    -i



    Diario de Pernambuco Quarta-feira 30 de Dezembro de 1891.


    aicional, que recrcssa da norte da repblica,
    drizara hoje o pono do Ceara.
    E' aqu esperado oodia 2 de Janeiro, sobado.
    Vapor Pernambuco -Sahio bontem da
    Baha, esperado aqai uo oa 1 de Janeiro.
    Bmpri>|dii das tecreUr u da
    Cmara e Senado di> EaiadoPor acto
    de honiem da jnnia gcvermttva ioi dispensado
    peaaoal dessas secrelar.as, seo lo soroente
    lamidos desse pessoal os empregados que con-
    lavam mais de 10 nnos na data do decrelo de 26
    e Dezecoro de 1889.
    Oeacarrllnamenlo-Ante-honlem o trem
    a estr.di. de ferro de Casanga, das ti horas e
    43 minutjs da tarde, descarnlbou ao cheizar em
    frente da villa Aimrim, na Ponte de U:ha, nao
    tendo bavilo, felizmente, n.m mortes nein feri-
    lentos.
    Fiearam fra dos trilaoj a locomotiva e tres
    "Wigons de l clasae.
    A liaha licfu interrumpida dnrante a noite.
    A rejruiui^j le desastres em e'tradas de
    ferro exige menias seberas qae de algum modo
    garntala a. vida dos cidadaos que n'ellaa tansi-
    tacn.
    Eip.kna-i)S-. A. J. da Azjvedo, acredi-
    ta lo cotnmerciaute esUbalecido a ra Burao da
    Victoria a. 13, agradecemos o ol re i a ito de
    urn ejemplar da b'iituute wilsa ue Kmrie Wal-
    tenpi. e con a denommaC&o a.ima, que acaba
    ce tirar em 2' el cSj.
    Orenoqiie K;te paquete da l'ompaahia
    des Mesaa senes Martimas, sabio do Rio de Ja-
    neiro eii 29 do torrente mez, as 9 horas da noi-
    te, conforme communicacSo telegrapbie* rece-
    !da pela respectiva agencia n te Estado.
    D >i', portanto, cbegar ao nosso porto a 2 de
    Jaieiro prximo.
    fltervlco militarHoje superior do du
    Sr. eapita Xavier, efaz a rendada visita ura
    aobJ.erno do tVbataiolo.
    O 2o batslhJo de mfaotaria dar a guarniese
    da oidade, excepto a'gtarda do Thesouro, que
    ser dada pela polica.
    U i forme n. 5
    ls|>o< or d *." dialrlco mari-
    oioaoRtc:l\ -3 le D.-zumbro de 1891.'
    Boleticn meteorolgico
    aras
    6 m.
    9
    Termo-
    m otro
    12
    3
    6
    t.
    23 "1
    28,<4
    17 8
    Barmetro
    a 0
    Tcnso do
    vapor
    7.-.8-
    739-331
    75S;S
    737-0 i
    a
    19,19;
    11.31
    20 33
    21.01;
    20 36
    81
    .si
    71
    74
    73
    Temperatura mxima19,*23
    Dita ui Uoa- 25,'tH).
    Bvaporacaa em 2 bo-as : eosoIo,*o;a
    aocb-a 3.-1.
    Chu-'a-Sulla.
    DuecgSo do vento : ?SE de meia noite ale 1
    Mora e 30-miODtei da rnanh5; S al 1 hora e 43
    matos ; SSW a' 2 hora e 22 minutos; S\\
    at 7 tu -'> aromos ; SSS com interrup50--s
    de S at l' boraa e 13 miamos; SE at 11 horas
    23 minutos; ESt e S alternados at nieia
    ote.
    VelucidaJe media do vento: 3/oo por se-
    cundo
    ^ebu'osilade media : 0,23.
    Biletin do porto
    L.
    P.
    11
    P-
    y.
    M.
    M.
    Das
    Horas
    Aliara
    2S oe Dezcib. 8-41 da maoha
    8
    18
    19
    239 da tarde
    91D
    316 da manh
    0-71
    2-30
    0~3
    1-26
    Paaeiro Siii.os para os porlos .o
    Ul no paquete Jai-olupe* :
    Alfredo da Costa BirDosa, Manoel Gomes Apri-
    fio Mal.odo telegraphista Saturnino de Oii.eira
    Sucupira, sua sennora e 3 lhos, Jos Ignacio
    Blafim"-"f s"a seohora, Manoel A. antojo
    Jorge, Runo Gomes, JoSo Joaqaim da Costa
    Guedes. M-njel Ma.-tios Leite, Jovelmo R. da
    SllV3.
    ?as?aseiro5 tahidos para os portas do norte
    no paqu te Una :
    P. S. Kiriu, Luiz Carva'bo Monteiro.
    L^no.-iIectuar-8e-nao os segnintes:
    Hoje.:
    Pelo Bifeate Susmao, s 11 horas, p'aca do
    ComaerJ, de 2 vaocas tounnas comera egar-
    lote.
    casa t nctcBcoMovlmeoto dos pre-
    ics da Cesa de Detenco do Reclfe, Estado te
    Pernarnbtico, ern 28 de Dezembro da 1891.
    Exisr.am 314, e^'.rou 6, sabiram 6 eiis-
    tei 314
    K 8d*5r *.
    (foeaooaee 280, mulheres 12, estrangeiros 22.
    Total 314.
    Arracoado3 276.
    Bons 169
    Doectes 11.
    Lojcs 4.
    Loucas 2.
    Total 276.
    Movimento da eefermaria.
    Teve alta :
    Dionisio Jos dos Santos.
    goapitai Pedro liO m)vimento desle
    stabelecuuento de caridade, do da 23 de De
    tembro, foi o seguinte :
    Er.isliam
    Entraran!
    572
    13
    Sabiram
    Falleceram
    Ex:stm
    ------383
    10
    4
    571
    ------583
    pelos seguin
    Fjram visitadas as enfermeras
    tes Ora.:
    Hoscoso entronas 3 1/2 hora3 da manha e sa-
    nio s 9 1,2.
    Barros Sobrinbo entrn as 6 1/2 da manha e
    sahio s 7 1/4
    SimO-s Barbosa en'.rou 3 10 1/2 da manna e
    sabio s 11 1/4.
    Berardo entrou 310 1,2 da manha e sabio s
    Pontual en'.rou s 9 1/2 da manb e abio s
    111/4.
    Silva Ferreira entrou-as 10 da maaha e sabio
    43 111,4.
    Farnaiides Barros ntren s 9 1/4 da manha e
    gahio3ll 15.
    Arocbio Marques entrou s 10 da manha
    esahios 11 1/4
    Bastos de Oiiveira entrou s 10 da manna e
    sabio as II l i
    Aodrade Lima entrn s 9 1,4 da manha e sa-
    cio s 11 i/4.
    Pairma eu-ico entrou s 3 i/2 da manba e sa-
    hio s 3 horas da tarae. .
    Ajmate do pbarmaceutiro entrou s 8 1,2 da
    maoh e sahic- as 5 bo-as da tarde.
    Meterla do MarannaoA 9* sene de
    17* imeria desle EsUdo, cojo premio grande
    de SOJ:OOOO00, ser extrahiia no da 30 de
    Dezembro (qoarta fe;ra)-
    Cealtwlo pufclicoObituario do da ti
    d? Dezembro :
    Rita U-li Cavalcante, Pernambu:o, 32 sn-
    03, sotteira, Boa-Vista; febre typoica.
    Joio Affon?o de Mello, Pernambuco, 42 annoa,
    aasado. Boa Vista; lebre perniciosa.
    Jos Bernardo Mendes, Portugal, 51 ancos
    solteiro, AfogaDos ; les&o car liaca.
    Francisco aa Soiedaie B. C, Pernambuco, 60
    aonos, vinvo. Boa Vista; nremia agnda.
    Mana Tneolina de Oveira, Pernambuco, 60
    annos, solteira, Santo Antonio; dyarrba.
    Manoel, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Vista;
    deoticSo.
    Victoriano Jos da Silva, Pernambuco, 14 an-
    os, solteiro, Graca; hyiropesia.
    Faostioa Margarida C, Pernambuco, 24 aanos,
    iolteira, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
    Joaquina Aaionio de Lyra Pernambuco, 30 an-
    os, solteiro. Boa-Vista; broofibite.
    Joaqoim fampello, Pernambuco,. 50 annos,
    viuvo, Boa-VUta; tnbercnlosaulmonares.
    Dellina Alexandrina de Jetos, Pernambuco,
    30 annos, solteira, Boa-Vista ; cachexia canee
    rosa.
    Manoel de Ul, Peraambaco, 4 annos, S. Jos;
    laeo cardiaca.
    Rafino de Almeida, Pernambuco, 30 aanos, 8.
    iot; impaludissioe agido.
    COMUNICADOS
    O protesto do Mr. Calliope
    III
    Em resposta ao nosso primeiro artigo em que,
    de posse de argumentos firmes e indeslrucltveis
    baviamos, na opinio de todos, reduzido sjus-
    tai prepcrcOes o protesto do Sr. coronel Callio-
    pe, appareceu bontem, nevamente, pe'A Prorm-
    ca, esse cidado despejando bilis e extravasando
    raneo res.
    Justamente apontado pela opinio publia co-
    mo um dos hornees a queni a febre das grande-
    zas cegou, condczinJo pratica de actos menos
    d'gnos, o Sr. coronel Cailiope repisa argumentes
    improcedentes, deturpa faclos e avtnta proposi-
    ges repletas de inquaficavel desprendimento.
    O piimeiro, o principal argumento qae se po-
    de apresentar a respeito eos ictuito3 pacficos
    dos Ilustres membros da Junta Goveroativa a
    liberdade que gosam todos os escriptorea d'A
    Provincia de, cem a mxima hcenra, publi:arem
    as reala atreses falsidades.
    Fosse culra a situa^o, estivessem invertidos
    os papis e nipgcem, abfolutamente ningoem,
    teria a faculdade de escrevtr a metade siquer
    das diatriba que tem Eido despejadas pel'^1 Pro
    viada.
    Abi esto a Gaz-ta da larde ca Era Nora SjOO,
    s por liaverem, em termos decentes, reprovado
    o acto diclitorial, foram chamadas polica e
    adrxocsiadas a sao proseguirem nesse trilho.
    lije, perm, os borneas da opposigao (!ir.em
    o que que;tm, fallam e gritam oes cafs, as
    pngas, as esquinas eninga-m val lial-os desse
    dulce (amiente .
    E' que a Junta sabe bem que nenbum mal he
    podtm causar as calumnia:) de que lem sido re
    ceptaculo o orgo da mentira e da insensatez.
    Quaes 03 actos pelos quaes o Sr. Calliope se
    seote cono razo para Liricar que a Junta e san,
    gu naria ?
    Pois ah no est a cidade calma e tranquilla,
    entregue aos aena taborea ordinarios, usufruin-
    do perfeita p:z?
    Pura que vem, portanto, o Sr. coronel Callio-
    pe fallar em intentos sauguiaarios ?
    Esse* e 03 tinham es def-nsores da dictadu-
    ra em Pernambuco, que baiam accumulado dy
    namiie para fazer ts;a cidade voar pelos ares;
    intentos sanguinarios tinliam 03 que se armaram
    desordeadam nte pira faier fago sobre o povo
    e trudi ul o desapiedadameote, caso a briosa
    gomrnico nao correase em defeza da ordem e
    para impedir que a cidade se tornasse o tteitro
    de desenf eaio morticinio ; inluitos sanguinarios
    tinham os que a'iinvam o brj;o de hoooens ia-
    eoascientts para fazer delles o ego instrumen-
    to de suas ruins paixes; intuitos saoguinauoi
    liuham os que, acastellados em palacio, assassi
    naram framente o cadete Julio Borges; intuitos
    3.nguinaii03 tiadarn 03 qoe at'.rahiam o bravo e
    diitinctissimo teomte Artuliano para dar-Ib-
    um dtsino conveniente; intuitos sanguinarios
    tinham. em tiro, os que pra disjordias entre 03 briosos 2* e 14 batalhes de
    infantari3, hg: o pela mesma cadeia, solidarios
    irmaos na defeza da patria.
    A junta gevernativa instituida para arrancar
    este Estado das garras da anarebia que as
    sustava ss classes coaservacoras, que, em tele
    grammiaogoverno federal, solicitaran) garantas
    segu piciticamtnte o seu caminbo, nao fomen
    tando o ios, mas mat-teaio lirmamente naltera-
    vel a ordem publl:a.
    De;pre3aos insultos, con i.di no apoio que
    Ibe dado por todos os boas c;alis.
    A calumnia vil e in'amante para aquelles qu>
    a proferem, nao altinge os patriticos homens
    aos quaes foi confiada a directo deste Estado.
    Tenhim os no3sos adversarios a coragem de
    assumira responsabilidad do; seus actos e en-
    frentern o veredictum la opinio publica
    qae os repelle e maldiz, como urna peste devasta
    dora que ameagava devastar lodo o nosso futu
    roso Estado.
    =55g52K
    Documento para a historia
    O digno e brioso joven militar lente Artulia-
    no Lins, da Batera de Arle.heria esc-eveo o se-
    guinte artgo, que vem tancar muita luz sobre os
    acontecimenl03 do da 18 do cerrente.
    E' esse artigo, alm do mai3, um atlestado ir
    recusavel de que, para defender a legalidade
    est unificada a brava guambio de Peroambuco.
    Eis o artigo :
    AO POVO PERNAMBUCAKO
    Lendc urna revoltante inverdade em um dos
    jornaes da manha. nao possodeixar de contestal-
    o. Dirijo me a vos porque vo3 perteago e creio
    que m>- acreditareis,
    Fa Ij-vos como om militar que anda nao me-
    dio seus fracos servaos pelos vantagens das po
    siges nem pelo conforto dos bons vencimentos.
    Dou minha palavra que oia/uem dele^ou pode-
    res ou indozo acs valentes cadetC3 Julio e Ma-
    noel Augusto para ma^areai a quem quer fosee.
    Qaanlo tui a sala de jantar em palacio, a convi-
    te do Dr. Jos Mara, voltei-me e di3se duas ve
    zes: 1^-vem o Julio pira biixo ; islo 3?m saber
    que o Exm Sr. General j o bavia prendido.
    Este facto foi presenciado por todos aquelles
    que estavam porta do gb nete o que se tive-
    rem um vislumbre de Binceridade nao podero
    negar.
    Declro, porm que j5 tive occasiode dizer o
    qufl repito ;
    O bnlhante cas.sado de Pernambuco da Ibe di-
    retto a ser o maior braco da alavanca que move
    o systema poltico braaileiro e a nao ser consi-
    derado forca pasiva nesta mesma engrenagem.
    At hoje Pernambuco tem sido isto. Peco ao
    povo pernambucino qoe trabilbe para tomar a
    ascendencia que Ibe compete ; e nao crea nos
    que tem interesse de conservar o que foram at
    boje.
    Nao voltare impresa.
    Recite. 29 de Dezemoro de 1891.Artuliano
    Brrelo Lint.
    SPORT
    5 pareoHippodromojo Campo Grande.
    Mouro, Colosso, PinlaaVpo e Cauby.
    6* pareoOlympio Loup.
    lia, Flautista, Dspoto, Gerfaut e My Bol.
    N5o se tendo realisado a inscripgo para o 5*
    rareo da corrida que ter lugar no da 3 Je
    Janeiro prximo vindouro, lica aberto o se-
    guiute :
    upplementar.1.200.-Animae3 pungas de
    Pernambuco e peliulos que Dio itnhaui ganbo
    em 18-0e 1891.Premios: 200* ao primeiro
    401 ao segundo e 20 ao te-ceiro.
    A insenpeo encerra-ae hoje as 12 horas, na
    secretaria do Prado Pernambucano, a ma Duqu
    de Ct.xus n. 70, 1- andar.
    Continuamos
    argentinas.
    a noticia sobre as coudelarias
    Ecurie Camors
    Camors, por Edward Ibe Confessor e Ompha
    le: correu 14 veces, tem 6 victorias; 3 colloca
    ce? e 3 carreiras perdidas.
    Primeir^s prtmios levantados 39.0C0 pe
    sos.
    Vandetta por Beautlsert e Whiaap: correu 13
    vezes; obteve 2 victorias, 3 collocsc5es e 8 car-
    reiras perdidas.
    Pnmeircs premios levantados 3,30D pesos.
    Algaucil por General e Langosta: correu 9
    vezes obleve urna victoria, 2 collocagoes e per-
    den 6 reaea.
    Primeiro premio levantado 2,C00 tesos.
    ,Z:igaro por Gleu Arthur e Ormo'o: correu 8
    vezts. perdeu 2, alcanou 4 cullucagOes e urna
    victoria.
    Premio 2.000 peso3.
    Cadmus por Wenloch e lona: correu apenas
    urna vez nao tendo culocago.
    Em re:umo: os pensionistas da Ecurie Ca
    mors correram 44 veas, gannor.im 11, obtive-
    ram 14 collocagoes e foram derrotados 20 ve-
    zea.
    Os premios levntalos em 1 lugar attingi
    ram somma de 47 400 pesos.
    Es'a ecurie pertence a^s Srs. Lzaro Elortoaue
    e Dr. Lua Molina.
    *
    Ecurie Prisionero
    Gloration. por Speculum e Gloria : correu 5
    ve sea; obteve 3 pnmeiros lugares e foi derro
    ao, uas vetes,
    Primeiros prem03 levantados 3.000 pesos.
    Sargento, por Barcaldini e Armorica : correu
    aove v"es ; obteve quatro vtctor.as, um 2 u e
    um 3 iuar e foi derrotiuo tres vesea.
    Primeiros premios levimtados 10.950 pesos.
    Sil lado, por Trapist e Spining : correu oito
    vetes; oieve du:.s victorias, um 2- Ingare
    . u cinco carreiras.
    P.imeiros premios levantados 4.000 pesos.
    ralo, por Hampton e Snadow : correu 19 ve-
    aes ; j;.anhou tres, chegou em 2. lugar sete, em
    J.* urna e pe.rdeu oito.
    Pnm iros premios levntalos 3 100 peso3.
    Dardo, por Gilliard e Batnbola : correu li
    vezes; ooteve urna victuria. um 2. lugar, dous
    terceiroa, seado derrotado 10 vezes.
    Primeiros premios levaniados 2.000 peso3.
    Anastacio, por Joreog Kmg e Fleapo : corre"
    i o vezes; gaubou uica carreira, obteve gou8
    terceiroa luga ese foi derrotado um* vez.
    Primeiros premios levantadas 1.303 pesos.
    Flamenco, por K cg Lud e Mab, Selle e Regi-
    na, correram, cala um delles, urna vez, nao eb
    ttndo collocajlo.
    Tionla, por Kir c Ofelia : correu tres vezes,
    obteve um 3.* lugar e foi derrotado duas.
    En reiumo, a ecurie Prisionero, figurn nos
    prado3 de Buenos Ayrej 65 vezes, obtendo 13
    victorias, 13 collocagoes e seado derrotado 13
    vezes.
    Os primaros prem:os levantados altingiram a
    28.430 pesos.
    MEMORIAL
    CORTES DE VESTIDOS
    Ejo cachemiro
    Voile de la.
    Batiste.
    Levantine.
    Recebeu um chic sortimento a
    LOJA DO COELHO
    56 Roa da Imperatriz
    SEDAS I SEDAS!
    Acabam de retirar da alfandega um esplendi-
    do so'timento en sedas pretas e de cores, ver-
    dadeira novidade
    Domingos Coelbo & Soares
    LOJA DO COELHO
    56 Ra da Imperatriz
    ERBT~
    para seahoras, meninos e meninas, nuvos mo-
    deles.
    Recebeu a
    LOJA DO COELHO
    _______ Roa da Imperatriz n. 56
    iASSKMKNTERIES
    GuaroigOes para vestidos.
    Ga Oes de seda.
    GaiOes de vidrllhos.
    G.IOesdeli.
    Receben a
    L^JA DO COELHO
    56, ra da Imperatriz
    HABIDAS aTJBBaiatB
    Echarps de r nua de Uruxe.las.
    Mantilhas bespanbolas.
    Fi hs de seda.
    Receben a
    LOIA do COELHO
    Ra da Imoesatriz n. 56
    Prado PernaMbucaao
    Encerrou se bontem a iascripgo para a 9
    corrida que tem de realisar-se no da 3 de Ja-
    neiro prximo vindouro:
    1* pareo3 de Janeiro.
    Flay, Limura, Hugnot, Vigilante. Singapore,
    Calafra, Pirany, Congo e Ga'ete ex Pouillac.
    2 pareoDerby Clnb de Pernanbuco.
    Ida, Colosso, Vingador, Mouro e Cauby.
    3" pareoDr. Goocalves Plato.
    Gerfaut, Galaor, Ally, Florete, Good-naorning.
    4* pareoDr. Sesia Reis.
    Tbereaop)l8, Vloa, SirOso, Cora, NapoliUoo
    Nfni'bf,
    CAPAW HODELU
    Em seda, renda e cacbemire, recebeu um pri-
    moroso sortimentu a
    LOJA DO COELHO
    56 Ra da Imperatriz
    R JHES A PRINCEZA DE GALLES
    Sao lindos os que recebeu a
    LOJA DO COELHO
    56Rua da Imperatriz 56
    Pazendas e moflas
    Esplendido aoit ment impossivel de assere
    ver se tem recebido de Pars.
    Au Paradie dea Dames
    R'ia Baro da Victoria, 38
    SEDAS
    Brancas, pretas e de eres para grande esco-
    lba.
    AU PARADIS DES DAMES
    Presentes
    E' lal a variedade, que se pede nada compra-
    rem para tal fim, 8en primeiro visitaren).
    Au Paradis des Dames
    COHTE E VEbTIDUS
    Em seda, l e cambraia branca bordados gran
    de scrtimento recebem
    Au Paradis des Darnos
    chapeos e capolas
    Alia moJa -m Pars retirou u'Aifandega.
    Au Paradi des Dames
    CAPAS, VISITES E PELERNIES
    De seda preta e de renda o qae ha de mais
    chic, recebeu
    Au Paradis des Dames
    Chapeo* e capola*-ultimas novidades
    de Pan, recebeu o Louvre.
    Capan Jeras?* e viNtla*. -gostes intei-
    ramer.ie uovus, acaua de receber o Loavre.
    Curt* de l, llnno, eda e algodo
    ricamente enfeiiajos, teci recebado ultima
    mente o Louvre
    Seda* brancas, preta* e de core*
    novos paarOes, e para gnoe aeeolaa foram des-
    pachadas iit-sies ltimos das para o Louvre.
    fcir aalda, leque e cnapo* de *ol
    ae pnaniaS'a acatam -.echeg-ir liara o Louvre.
    Coatume* |iira creanrai-d: todas as
    idadea encontra-e giande sortimento no Louvre.
    ObJccto* de sos! para presentes-
    ha Lit-ie artigo granie escolha ao Louvre.
    "Fu cid TTIdbTh aJ asi a
    Sendo impossivel de se descrever a grande
    variedade de tecidos de diverasqualidaat3 pro-
    p-io3 para a f stago actual, roga se ao puhl co
    em geral e principalmente asExrxas. familias a
    fineza de visitarem o
    LOUVEE
    Ra 1. de MLrco n. 20 A
    IBMO
    158
    FRANCISCO GRGEL
    taLEPIUNE N.
    Hecelteu a Florida K-n las cun 7U
    centmetros de largura, bicos de fil com um
    palmo de largura, dem o seda preta com 2 pal-
    mos e ma' .
    103 Ra Duque de Casias i 03
    Briiiquedu* para crianca* O Bazar
    da boa v'isia, a ra da lojptrainz'u 88, recebeu
    um gran le sonimonio de braqueJos, bonecas,
    camas e raobilias para bwecas.___________^
    "Linha de seda- Recebeu m .indo ecrtl-
    ment ue linhas de seca em mimosas cores pro
    prias para fazer crochet, caxines e sanidas ae
    baile._____________________________________
    llednlnc* de bronzr Como han te
    noiueaut o Bazar da boa Vista, receben urna ri-
    quissima e linda ollec^So de medalh s quadros
    e mel-ldoe'i arandellas, ae broeze e qu" produi-
    ram o mior elleito para a crnameniato de sa-
    las e loudoirs. E' a primeira vez que esses ob-
    jec'os u'arte vem ao nosso mercado.
    Entre as diversas allegorias, que os referidos
    medallifles representan) notim-se a do Anjo da
    Guarda, e ?s de diversas llores symoolisadas por
    elegaotea figuras fempninas.
    Ao Bazar da Boa-Vista, isto grext attra-
    ctwn d h'fih life p-^nnrnnn<-Rno. .
    Cb especial He>:eieu auv rfOiessa uo
    acreditado chi e.pecial maxa BCLL DUG.
    MedalToe~de~ilcuit Tem um lindo
    sortimento de objecios propnos para adorno de
    salas e enfeltes de toilette o qus ha de mais bo
    n'lo e delicado para fazer um presente, tudo em
    tino bi'cuit.
    B.tlaio* e centa* Graad<; sort meato de
    balaos para papis, costura, fl.re, carles e
    porta garrafas, proprias para viagem, compra3 e
    outros usos.
    Cedeira* Cadeiras com encost de lona,
    magnificas para viauem.
    Fita* e rivelas para vestido* -Gran-
    de eortimenlo de fitas em todas as cores e qua-
    lidades, flvelas dourados, prateadas, pretas de
    diversas cores.
    ESPARTILHOS DE MADAME VERTIES
    debruados a pelucia e setim, os mais comino-
    dos at hoje conhecidos.
    Receben a
    LOJA DO COELHO
    56 Ra da Imperatriz
    i,E Km gaze, Utas e plumas,
    ttecebeu a
    LOJA DD COELHO
    56 Ra da Imperat iz_________
    PELOS LTIMOS PAQUETES KE
    BEUAU PARADIS DES DAMES
    s
    sr
    9
    brande x jiosicao de raalas
    Ba-ar da Boa Vista acaba d> fazer urna linda ex
    posicao de grvalas de modelos novos e cores as
    mais modernas, em te:idos de crep, goriroro e
    selim.
    Grande sortimento de grvalas mgicas, a
    primeira vez que vem ao meicado a ultima no-
    idadc em grvalas.
    Ciatde* dourados Fitas prateadas e
    douradas, a ultima novidade para enfeitt de ves
    tid08, grande sortimento de Htas ae cbamalote
    em todas as cores e larguras, recebeu o Basar
    da Boa-Vista.
    88Ra da Imperatriz88
    Alfredo Lopes & C.
    Telephooen. 214._______________________
    xiiuucm deve comprar artigos ae
    chapelaria ou flores, plumas, veos, gazes, ren-
    das, etc., sena fazer urna visita a Chapelaria Ra-
    pbael, ende se encontra fempre tudo qnanto,
    nesses artigoe, ha de melhor e mais moderno.
    2Ra do Barao da Victoria2
    Ranhael Dias .t C.____________
    Cbarutos de Habana
    Receben nova reroessa a
    LIVRARIA CONTEMPORNEA
    INDICARES TEIS
    Dr. Barreta Stmpaio, ocouliata, d con |e qae todo3 do7em implorar ao miraca-
    mita* da 1 a 4 noria no 1. andar d |080 genhor do Bom-&am n&ra que, afaa-
    taiido os males que nos ,fl gem, fa;a ar
    caaa roa BarSo da Victoria n. 51. R&
    dencLi a ra Seta de Setembro n. 34,
    entr>.da pela ra da Saudade n. 25.
    Dr. Pereira da Silvn recentemente che-
    gado de Paria, com pratica naa clnicos
    de Wecker e Landoit, d consultas de 1
    s 4 horas da tarde ra do Imperador
    n. 63, 1. andar.
    Drogaras
    liara Sobrinho <& C, drogaistB per s
    oado, rup. do M&rqnez de lincta a. 41.
    Frmicitcc Manoel da Silva o C, depoa:
    arios de todas as especialidad a phftrnu
    :euticas, tintas, drogaa, producto chimi
    cea c medicamentos homeopticos, r>ia de
    rcmcACiB a mnm
    Ao Sitado de Pernambuco
    Sou insuspeito fazendo as consideracOes que
    se seguem.
    Nanea pertenci si'aaco dcci.hida e antes
    mesmo do triumpho esplendido da Revolugao de
    18 de Dezeobro, e nesta mesma f.lha, manil'es
    tei me contrario dictadura.
    Por isso pofsCfiiroiar que nenbum fundamen
    to ba no seguinte artigo, hontem publicado pe-
    las columnas edicton.ej do Estado de Pernam-
    buco :
    E" dentis
    Estamos gosia^do de ve.- o Diario botando
    nm y. smndo zanga-jo, cb.'io de bem adjetivos ru
    ;ro.-, eraa cabe.llc3.
    E le qae ha un* 12 das passndos f;llava ou
    ira iiugoigem, ouira Imgua icesmo !...
    U velboorgam da imprensa peraiirLbucana
    tem a espmha dorsal muitu dctil para curvar te
    ante qnalquer fantoche que sobe, quo promette
    dar ifie um salariosinho ollic:al.
    Nem com tanta femeao praio nem cem taa
    'a se le ao pote..
    Nao se apedrPj'i assim ISo depressa am;gcs
    que hontem, no pode-, qu ndo Ihe distr-buia ge-
    nerosamente proventos, elogiava-se com furia e
    'desesperadamente.
    Amanh, quaudo este quaro rodar, l o 11
    o veiho Diario a tocar no seu realejo desafinado
    a aon harnumusie moderna valsa Vianna.
    E' preciso ao menea app;rectar mais iode
    pendeucia e... pundunor.
    *
    O Diario de Pernambuco nnaca recebeu gene-
    rosos proventcs dogo7erno decahido, nem, como
    outros, foi conviva da mesa do oicam^nto, onde
    houv; quem se Fartasae larga.
    Dando cumprime.nto s ausu as do seu con
    tracto que ali3 nenbuma vantagem Ibe traz at
    tent o e'evamento dos stlarios e da materia
    prima, o Diario publiccu eoto, cono publica
    hoje, em a secgao de Communcados es artigos
    ofliciaes que Ihe forem remettido3 em defesa do
    goveroo.
    Esses a:tg03 sao inediotoriaas e por alies nao
    re'ponsavel;a redaejo do Di rio d; Pernambu-
    co, da qual me honro de fazer pirc.
    Em tempa alcum o Diario elogiou nin^uem
    com furia e desesperadamente, o que sendo da n-
    dole de out-os, nao es a no programma e as
    t-adigei d'esta folhi, as quaas eu e os meus col-
    legas saberemes conservar.
    No ha .azio, portanto, para o Estado, n'uma
    algaravia em que sio sacrificados o esljio e a
    grammalica, vir com as modos dessalos lan-
    zar chapas, a respeito da norma agendi adoptada
    pelo Diario de Pernambuco que nao precisa nem
    dos coaselhos, nem do3 elogio do Estado.
    Recife, 30 de Dezembro de 1691.
    J. Thiogo da Funseca.
    esse anno propicio o choio de felicidades.
    Feata
    A'a 10 boraa da manha depois que a
    levitas do Senfaor ae tiveram dirigida
    capella-mr, revestidos dos competentes
    paramentse er.to.-d.is aa leriias, entrar
    a fasta; dotar a missa o Rvm. padre
    Joo Gil Vaz do Guiterres; ao evangelha
    subir tribuna o insigne orador padre
    Manoel Alvea Machado, que mostrar
    com a sua conhecida elocuencia qm todoa
    03 christaos amando a Jess Chris'.o de-
    verSo-esperar um bom lim.
    A msica do Gloria, credo etc., est
    confiada ao maestro Ortulano Antonio
    Ferreira da Silva.
    O templo so cha galhard^meate orna-
    do pelo muito coahecido artisti o capitae
    Antonio Pires de Carv:>lko.
    Tarde
    Alm do ba!3ea haver outros diverti-
    mentos d-s que podero gosar os que em
    romaria forero, tarde, orar a miracu'.osa
    imagem do Senhor do Bjot Fim, em sua
    igreja, paia o que so corjurvar esta
    a berta.
    O pateo da egreja, est primorosnmsi-
    te o''-.&do, tocando em coreto a excelbnte
    banda de msica 13 DE MAIO OLIN-
    DENSE.
    Noite
    A'a 7 ho-as entrar o Te Doum, tenda-o
    pracedido o aermo que ssr recitada
    pelo intelligente orai Pe 1ro di Pirid:a91Io P?e3 e Paiva.
    Fmdo o Te-D.um ser com toda a 83-
    lernnidad. do estylo arriada a bandeira e
    queim.^io um indissmo fogo de artificio,
    feito a capricho pelo nsigne pyrotehnico
    H.larino do Carmo Moreira ; no3 inter-
    valios tocaro duas bandas de musici.
    Nossa Senhora do Monte
    Tendc lido n; Diario de -ernambuco de hoje o
    programma da [esta oh n ssa S^nbora do Mece
    assignjd i pela administracao, a quem no co-
    nheco absolutamente, porque sei apenas que o
    Sr D\ Manoel do Nascimento Ferreira Cuatro
    flsera om protesto ao mesmo Diario e Jornal do
    Recife oppondo sea fesla da m?;r-a Seihora oo
    Monte, annonciada para o fim do crreme, 8"b
    p-etex'to de ser administrador da E miia sea
    altender a m?niesta incompetencia do Sr. Dr.
    jj- Antonio Correia da Silva, entSo uiz vedoria da comarca de Olinda, incompetencia
    reconh"cidi rSo s pelo deeernbargador Herm~-
    geies Scrates Tavares de Vasconcellcs bt. s.'
    voto B. 104 dos respetivos autos, bem como
    pelo Sr. Dr. Antonio H'nrique de Almeida ?ctaai
    ja z da n-cvprtoria. p.va intervir na administ a-
    Co da3 oriers religiosas e suas depend-r.ci:3.
    id i evitar um conflicto resolv adiar a re-
    :nd fes'a para qualquer'dia do amo prximo,
    qae ?er anniiuciada'opriorlui^mente.
    01.na, 48 de Dezemb-o de 1891
    Fr. Jo; de Santa Julia Blelbo,
    D. abbade.
    Allencau
    Tendo bontem publicado os jornada em sua
    parte cfllcial, baver sido preso o individuo Mi-
    guel Jote Ribeiro por embriaguez e disturbios e
    como nao se entende cemsigo, melara para evi-
    tar duvidas faturas'
    Recife* 29-12-91.
    Miguel Jos Ribeiro.
    1

    9
    Collarinhos, grvalas, eaaMaas de pbantasia e
    perfomarias, etc.
    Mesas para jogo e para fumantes,
    Elageres cbinezes e dourados
    Cacheools.
    So
    A Parad! des Daef
    edleos
    Dr. S Pereira, ra da Imperatriz n. 8,
    d consultas medico-eirurgicaa todos os diaa
    das 8 ao meio da, menos na domingos e
    diaa santificados.
    (Jentultorio medico-cirurgicoDr. Sim-
    plicio M&vignier, de volta da Capital Fe-
    deral tem sea consultorio, ra da Cadeia
    n. 27 1. andar.
    Especialidade Molestias pulmonares,
    tebres e da pelle.
    Consulta ae 12 aa 3 da tarde. Cha-
    mados por escripto.
    Telephonen. 392.
    Dr. Tavaret de Mello, medico pelo Fa-
    culdade do Bio de Janeiro, d conaultni
    das 12 a 3 horas das tarde, no largo dt
    Corpo Santo n. 15, 1." andar: recebe
    chamado a qnalquer hora na ana residen
    cia em S. Joa do Manguinho n 4. Tele-
    phone n. 575. Especialidades : molestia
    de pelle e aiphilia.
    O Dr. Lob Motcon d consulta ea
    ua caaa ra da Gloria n. 39, daa 1C
    horas da manb 1 da tarde. Achando-
    ae fra do aenrico publico oerece-ae para
    acudir a qualquer chamado com prompti-
    tao para fora da cidade. Eapecialidadea,
    operacSea, partos e molestias de aeohoraa
    e de meninos.
    Dr. Joaguim Loureiro medico e psrtoi
    :o, consultorio ra do Cabug n. 14,
    l.* andar de 12 a 2 da tardo; residencia
    no Monteiro.
    >callstas
    Dr. Ferreira, com pratica roa princ--
    paes boapitaea e clnica de Paria Lon-
    dres, d conaoltaa todoa oa diaa daa $
    boraa ao meic-dia. Consultorio e reai
    dencia roa Larga do Boatria n. 20.
    Collegio Parthenon
    3Roa do Hospicio3
    Realisar se-bao s aulc* deie collegio no dia
    7 de Janeiro do anno de 1892
    Recebe alumnos internos, remi-internos e ex-
    ternos.
    Bacharel Ovidio Alves Manaya.
    Programma
    Da festa do Senhor Bom Jess do Bom
    Fim, eoi Olinda, no dia 1. de Janeiro
    de 1892
    A actual mesa regedora da irmandade
    do Senhor Bom Jess do Bom Fim, ani-
    mada por urna verdadeira devojo para
    com o seu Divino Tutelar e empenhada
    por isso em tributar Ihe o devido culto,
    resolveu que, no 1." de Janeiro prximo,
    tivesse lugar a sua tradicional f'estivida-
    de, para o que nao so tem poupauo a tra-
    balhos que felizmente foram correspondi-
    dos peloj devotos de to miraculosa ima-
    gem, aos quaes a mesa regedora se mos
    tra pelo presente agradecida, dando-lhes
    a > mesmo tempo scienaia, nao s do3
    actos interiores de que constar a mesma
    testividade, a&m de que posaam ir ao
    templo dirigir ao Altissimo aa suas fer-
    voroaas ora58es, como tambem dos que
    para melhor brilho e esplendor da feata
    terao logar no exterior do mesmo tem-
    plo.
    Eis o programma:
    Vesperas
    Ao meio dia, depon de urna salva real,
    um numero consideravel de foguetes su-
    biro aoa rea e com o estalar daa bom-
    bas acompanhado do festival repique dos
    sinos servirSo para relembrar aos devotos
    do miraculoso Senhor do Bom Fim, que
    no seguinte dia ser celebrada a sua
    feata.
    As 7 horas da coite entrarlo as Tea-
    peras linda aa quaea um grande uumero
    de sechoras conduzir a b ndeir com a
    effigie do Senhor, a qual ver haateada
    em trente da egreja, ao aom daa melhorea
    marchas da banda musical 13 DE MAIO
    OLINDENSE.
    Meia-noite
    Logo que a ampulheta do tempo tiver
    marcado o termino da existencia do anno
    de 1891, urna aalva real, rogos di ben-
    galas, rodaa e areostaticos farSo annuo,
    ciar aoa habitantes da heroica cidade de
    Olinda, que rao comejar o anuo do 1892-
    Eleiqo
    Dos devotos quo tem de festejar a Senho-
    ra da Saude do Poco da Panella no
    di 2 de Fevereiro de 1892.
    Juiz da fes'a
    Negociante Joaquim de O.iva ra Bor-
    ges.
    Juiza
    D. Mara Cordeiro Lemos.
    Juiz por eleieo
    Arthur Gongalves Ferreira Cascao.
    Juiza
    D. Annunciada Gouveia.
    Juizes bemfeitcre3
    Commendsdor Francisco Ribeiro Pinto
    Guimares.
    Commendadcr Albino Jos da Silva.
    Commendador Antonio Fernandes Ribei-
    ro.
    Commendador Joo Fernandes Lopes.
    Negociante Joaquim Agosticho de Mello.
    Negociante Alfonso Ferreira Baltar.
    Negociante Antonia Pedio Cavalcante de
    Albujuerque.
    Negociante Minervino Avelina Fiuza Lima.
    Negociante Jos Clemecte Levy.
    Negociane Henrique Wogeliu.
    Coroael JoSo Rodrigue de Moura.
    Coronel Andr Mara Pinheiro.
    Coronel Francisco Faustino de Britto.
    Coronel Antonio Francisco da Cesta.
    Major Hemeterio Maciel da Silva.
    Major Jos Bonifacio dos Santos Mergu-
    lho.
    Major Jos Elias de Oliveira.
    Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
    Dr. JoSo Sabioo de Lima Pmho.
    Dr Francisco Phaelante da Cmara Lima.
    Dr. Felippe do Figueiroa Faria.
    Dr. Francisco Apoligono Leal.
    Negociante Thomaz Htrdiog.
    Negociante Joo Jos Rjdrigues Mendes.
    Negociante Jco Manoel da Veiga Sai-
    xas.
    Negociante Antonio Guedes Valente.
    Commendador Manoel da Silva Ma:.-..
    Commendador Claudio Dabeux.
    Comnendador R>berto Fenton.
    Commendador Marcelino Gcncalves do
    Azevedo.
    Commendador Gabriel Ildefonso Nevss
    Cardoso.
    Commendador Jos Moreira.
    Commendador Manoel Licio Marques.
    Juixas bemfeitoras
    D. Mara do Amaral e Mullo.
    D. Leonor Leal.
    D. Adelaide das Neves Baltar.
    D. Mara da Conceic2o Santos.
    D. Paula Cavalcante de Oliveira Lima.
    D Iaobel Guedea Ahohrado.
    D. Mara Gutes.
    D. Francolina da Costa Ribeiro.
    D. Thereza Levy.
    D. Mara Rawylison.
    D. Lonilla Lyra.
    D. Angelina de Carvalho Oliveira.
    D. Julia Pereira da Silva.
    D. Umbeina Alcoforado.
    D. Mara do Carmo Pires da Silva.
    D. Digna de Farias Msira e Silva.
    D. Mara do Carmo Teixeira de Car-
    val ho.
    D. Aona Rita Ayres Loureiro.
    D. Josephina Fernandes Vianna.
    D. Elisa Machado Carneiro.
    D. Claudina Gnimarles do Reg.
    D. gnea Alvea Machado.
    D. Clotilde Mendoza de Oliveira.
    D. Maria Bandeira Coutinho.
    D. Maria Leopoldina M. Quintella.
    D. Leopoldina da Moraes e Silva. .
    D. Zulmira Lamego Bastes.
    D. Annunciada de Moraes e Silva,




    i







    4
    r
    Diario de Pernanihuco Quarla-feira 30 de Dezembro de 1891
    D. Paulin* buimaraes Bastos.
    D. Joanna Ferreira.
    D. Auna, esposa do Sr. Candido Neves.
    D. Eugenia Balthazar da Silveira.
    D. Pauoa Moura
    D. Theresa Ribeira de Amorim.
    D. Palmira Lyra.
    D. Candida Lyra.
    D. Elvira Halliday.
    Committao encarregada das estrilas
    Pojo da Panea
    Majar H^ eterio Maeiel da Silva.
    Augusto Carlos de M. Henriques.
    Francisco Joaquim de Araujo Mello.
    Jo&o Cavalcante de Albnquerqae.
    Demetrio Carlos de Miranda Peixoto.
    Arraya!
    JoSo Baptista da RessurreicSo.
    Manoel Ferreira Costa.
    Manoel Joaqui n Pereira da Silva.
    Bernarlino de Senna Lopes Res.
    Ulysses Floriano do Reg Barretto.
    Recife
    Coronel Jos Ciernen ino Henrique
    Silva.
    Francisco Floro de Leal.
    Joaquim de Oliveira Borges.
    Alfonso Ferreira Baltar.
    Isidoro Pinto de Lemos.
    da
    Collegio de Santa
    Lucia
    Para o sexo femenino
    SITO A
    RA DO LYRAMENIO
    N- 22 2- ANDAR
    Este estabelecimento de educacao
    instracjo pi i aiaria e secundaria fundado
    em 188o, abrir su&b aulas no dia 7 de
    Janeiro do corrente anno, esperando con
    tinuar a merecer dos paes de suas alura-
    nas e do publico em ^eral a confianca que
    at hoje lbe tem sido dispensada.
    Ensinam se as segaintes materics : pri-
    meiras lettras, portugus, Irancez e inglez
    (fallar e escrever) geographia, historia,
    arithmetica, desenlio, msica, piano, canto,
    todos os trabalhoe de agulha como sejam
    bordados branco, ouro, missanga, iroco,
    alto relevo, cabello e papel de arroz, flore
    de panno, papel, cavaco, cera, cabello e
    pennas.
    A Directoria continua receber alumnas
    internas, meio pendonistas e externas, pro
    metiendo aos ilustres paes de familia qus
    lbe coefiarem suas filhas esfurcar-se por
    Ibes dar urna educacao solida domestica e
    religiosa.
    As mensalidades sao pelo preco mais
    rszoavel.
    A direct>rn.
    Ama do Reg 3arre(to de Almeida.
    A's victimas dasfebrefc
    O elixir mi febril Cantoso, appro-
    vado em Si de Marco deste anno pela iospecto
    na geral da junta ae hjgiene do Rio de Janeiro,
    vexn boje apresentar-se a bumanidade soffredo
    ra do mando iu'.eiro, como taboa de salvado qut
    so infeliz naufrago lbe enviada por mao omni-
    potente.
    O ellxtr anst-f do em mnitissimes caeos de (cores, tem come
    por milagre, levantado do leito da dor a compl
    tos moribundos.
    Este remedio, composto smente de vegetaei
    lcteiramenie inoffeneivo, aiLda mesmo na mait
    seimosa e tenra criscca.
    As senboras, no estad 3 de pandas, ou no pe-
    iodo de incommodos naluraes, podem asar sem
    acedo algem.
    Este elixir j bem condecido de alguna Srs.
    mdicos de todo o paiz. 6 o mais seguro e prom-
    pto remedio contra as libres, e com espeeialtda-
    de contra a febre amarilla, erysipella e bexigas
    de qualquer qaalidade.
    nodo de usar
    a's criaacas at um anno 8 gottas de 2 em 5
    ?oras em urna coiber das de sopa ebeia d'agaa
    fra.
    De um anno a tres 12 gottas; de tres a dez 20
    gottas; de dez annos em diante 30 gottas.
    Os Srs. clnicos podem augmentar ou diminuir
    at 60 gotia? por dose.
    Recite :
    Compania de Drogas e Productos Cbimicos.
    Santo Antonio:
    Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosario
    a. 35.
    Pnarmacia Oriental, ra Estreita do Rosaric
    a. 3.
    Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Bario df
    Victoria n. 14.
    Fharmacia Marti 15, roa .Duque d Casias u.
    38.
    Vendas em proseo e a retal'10.
    DEPOSITO GERAL
    Roa Estreita da Rosario n. .7
    PEBXAXRl/CO
    N. 145
    Cidado Manoel Cardo-o.
    Recife, 7 de Ar.ril de 1890.
    Tenbo a satisfacao de scientiflcar-vos qn? tive
    occasiSo de en pregar as pessoas de duas tiii-
    obas minhas o voso Elixir antl-febril e obti^e o
    mais satisfaiorio resultado, pelo que em noaie
    dos que scffrem. vos felicito pela vosso maravi-
    Iboso preparrdo Elixir aali-febril.
    Podis fazer destao B8p que ves apprcuvrr.
    Son com catin e cocsideracaode \cs ltenlo
    criado obrigadissimo.
    Joao Tolenticc Ribeiro.
    N. 146
    Cidado Manoel Cardoso.
    Nao posso me conservar silencioso diaote de
    um prodigio que acabo de presenciar o cae me
    fez admirar o qoaaio ch -ga a sciencia do iioinem
    estando un mea lhinho cifren Jo de urna terri-
    vel febre, e urna pessoa le.nbrou me que o sea
    Elixir era o uaico recurso que eu pooeria en-
    cou.rar e lego me dirig a casa de Vm". e pode
    adquirir um fraequioho do grande e prongioso
    reujedio e applicando 2 dosts vi logo o effetto
    destjado, epara fazer ver o que elle era dei algu-
    ma. dos>-s a uai mea visintio que t-stava con:
    ama bltia coa bexiias etta leve as com [.cuca
    orc e moas boas que ja se acba salva, r- poie
    se dizer que devi 10 ao grande Elixir anti febril.
    E' este mais um facto que Vuoc. poder re-
    gistrar par* conbecimeuto d.--s incrdulos.
    Recife. 27 d.> Agosto ce 1890.
    Herculai:o Barbosa de Miranda, morador na
    travessa do Maduro a margem da halla do L:
    moiro.
    Ex'avam selladas e reconbecidas as firmas.
    O Peitoral de
    tf&OO o irasco,
    COMERCIO
    Isa Commercial de Peraam-
    bnco
    COTAQOES OFFICLAES DA JUNTA D08 COR-
    RECTORES
    Prop do Recife, 29 de Dezembro de 1891.
    t Anolices proviociaes de 7 /o de 1 000*000 a
    1.C60WO0 cada utxa.
    Cambio sobre Londres a vista 12 i/4 por MOGO
    do banco.
    Na bolsa \enleram se:
    6 ADclices provinciaes.
    O presidente,
    A. M. de Amorim Jnior.
    O secretario,
    Candido C. G. Alccforado.
    Cambio
    PKACA DO BECIFE
    O meresdo abri firm a 12 1/1 bancario su
    biodo depois lransacjes a 13 para at m de Ja eiro.
    Pape; particular foi passado pela manb& a 12
    Tl% para 1* mala, exigindo os bancos 13 1/4 ao
    fechar.
    PRACA DO RIO DE JANEIRO
    Mrcalo firme a 12 7/8 para 13 bancario.
    Cotaces de gneros
    ASSCCAB
    Para o ag-irulior
    BibSiotlieca Publica
    O Sr. Francisco da 'anla Pires, bi
    bliothecario da Bibotheca Publica de Pe-
    lotas, declarou o seguinte :
    Por occasirto de effctuar se ora Ba-
    zar vea. leniticio da Bibliotheea Pjbca
    Pelotese, fui atacado de urna forte bron
    chite que me levou qfe leito. Vendo-me
    prostrado e desejando o meu restabelet-i
    ment o mais prorapto possivel, deliberei
    usar o cPeitoral de Cambari, e o fiz com
    tanta felicidade que, no terceiro dia da
    molestia, pedo reaasumir as minhas fanc
    joss de bibliothecario d'tquello estabele
    cimento.
    Na mesma poca foi a micha filhinba
    Julieta, atacada de moa tosse mperiiaen
    te, com carcter asthiu&tico, e spplican-
    Ihe eu o momo efticsz med.cimento,
    vi-a rc6tabelecida em poucos das.Fitm-
    ctci de P. Pires .
    (A firma es' reconhec da).
    24J000 a dnzia, as principaes pbarma-
    cia e drogaras.
    ' nico agente e depositario ceste
    Estado a Companhia de Drogas e Pro-
    ductoa Cbimicos, i. ra Mrquez de Olin
    da d. 23.
    Prograuma da festa e gran-
    de romana Nossa Se-
    Dhora do Monte, do dia
    10 Desde o dia 1* de Janeiro at o dia 10, estarSo
    abertas as portas do venerando templo a con-
    currencia dos i-13, desde 4 horas da tarde em
    diante.
    H.ver cnticos Raioha do Co palas fervo-
    rosas devota.
    Ni vespera, ao n-eio dia, urna salva annuncia
    ra o d'a fia grande e sempre crescente romaria.
    A's horas da nianh do dia 10 baver entra
    sslva. ij.ati t- nessa occasiao a banda de msica
    Quinze de Nj\embro que de bra vootade se
    presta deste aqutlla bora at o bm do grande
    logo ce vista.
    H-ivera mtssa pelas 8 horas em ponto da me-
    aba. A'tarde, d.pils daLdimba, qoeimar-
    se-na u;ii l:nd 3 e grande fogo de vista, cuitando
    304*000 !
    Teraiflaodo-M tudo por alguns areostato?,
    urna f >iv;i e grande pyrandola ae foguct.
    OUoda D zriiihro de 1891.
    A admintracHo.
    De Soroeaba
    Declaro que soffri muito tempo, fazendo
    uso da medicamentos sern resultado e
    usando tres dias apenas da injecc^o M.
    Morato, sarei comjletamente de umachro-
    nica gouorrha que me t tormectava.
    Fai;a uso desta como onvier.
    Antonio F. Fonloiirc.
    Agentes dejositerics em Pernambuco,
    Francisco M. da Silva & C, ra Marque?
    de Onda n. 23.
    do larynge, .rolestia que adqniri depois J^fjlllm. Sr. D. Carlos-En e todos de
    2asa, faz muito tempo que scffreraos bu-
    mors de boabat?, com diet, 6m resulta
    do. Pisemos uso Brora do Elixir M. Mo
    rato, preparado p >r D. Carlos e saramos
    completamente.
    O remedio alm do se muito bom ain
    da t2m boca gssto, pois as criao{as be
    biam com facilicade, misturado com agua.
    Sap.
    Firmino Aguiar.
    que teve o iyplo, ficou tambem radical
    mente curado com o uso do mesmo cPei-
    toral de- Cambar.
    (A firma est reconbecida).
    Antonio SimZes P. da Fontoura.
    ""-C^X-Z1-
    Cs.mbar vende s a
    13^1 C0 meia duzia c
    Carocos de algodo
    Cota-se a 800 teis por lio.
    Foram exportados at 25 lo correte 81.G0)
    kilos.
    TABELLA DAS ESTRADAS DE ASSCCAB E AL
    GODAO
    Mez de Dezsmbro
    Braceo por *5 kilos.
    Borneos dem idem. .
    Hascavado idem idem .
    Brc :o secco ao sol idem idem
    Rtame idem idem ...
    Dsmas idem idem ...
    Mercado muo desanimado.
    4000 a 400
    3*300 a 3*5(0
    2*9O a 3*000
    2*500 a 2*700
    2*100 a 2*400
    3*800 a 4*500
    A exnortacao at 25 do corrente consta de..
    31920 saceos e 0647 barricas de assacar branco.
    pesando 3.427.411 iilos e 160.767 sacecs e 75 bar-
    cas assa ar ma3cavadu pesando 11.158.755 ki-
    los.
    Algodo
    >'o consta negocio.
    At 25 do corrente foram exportadas 751S sacsas
    ie algodo pesando 713.850 kilos.
    Borracha
    Cota-se nominal a 22*000 por 15 kilos.
    Carocos de Mamona
    Cota-se a 1*900 por 15 kilos.
    Coaros
    Seceos salgados na base de 15 kilos a 580 ris.
    Verdea nominal 6z0 ris.
    At 25 do corrente foram exportados 9603 con
    ros e 1.000 1/2 de sola.
    Ha grande procara.
    Me!
    Per pipa de 480 litros 60*000 ba falta no mer-
    cado.
    Aleool
    Por pipa de 480 litros de 2i0*C0C.
    Foran exportadas at *3 do crranle 237 pi-
    pas.
    Agurdente
    Por pipa de 480 litros 120*000.
    At 15 do corrente foram exportadas 780 pi-
    pa*.
    Entradas
    Jarcacas .....
    'apDres......
    mimaos.....
    Estrada de Ferro Centra!,
    dem de S. Francisco .
    dem do Limoeiro. .
    Somm.....
    Dias
    a 23
    a 28
    a 29
    a 28
    a 26
    a i6
    Assc-
    car
    Sarcos
    i45175
    24182
    14496
    169946
    57211
    351110
    AIko-
    o
    odciias
    3z4i
    3(j90
    3733
    y.i
    483
    111:12
    Colles:io de Nossa Se-
    nhora da Penha
    FUNDADO EM 1876
    Sob a dnccHo de August: Carneiro
    Km Y de Seembro n. 8
    (Outr'ora becco dos Ferreiros)
    Comecir') a 7 de Janeiro prcxiino to-
    das ae sulas des:e collegio para o sexo fe-
    minino, nuci as alumnas, a par da conve-
    niente instrucyilo e bom tratamento, ao
    mentidas com cuidado e carinho.
    Peitoral de Cambar
    O rejpeitivel ancilo Sr. raajor Antonio
    Simois Pires da Fontoura, preprietario
    da fazt-nda de Santa Clara, no 2.a da-
    tricto de D. Pcdrito (Rio Grande do Sul,
    fez pela impreca daquelle Estado, a se-
    guirle pu'ucagSo :
    Pede me a minba consciencia declarar
    os SS uiotes Lctos que servem para ro-
    buhtecer o c-edito do precioso Peitoral
    de Cambar.
    i: [i i. o > tempo, minha esposa appare-
    oeu com urna toase terrivel que nao a
    deixav dia e noite; lembrei lho o Pe
    toral de Lamber e com o u.-o deste re
    medio vio se completamente cmadi em
    poucos di- s.
    Um filho meu que so achava soffrend.i
    Externsto Sul Ame-
    ricano
    Ra da Imperatrizn. 15, 2a andar
    Os directores communieam aoi inters
    saaos que as aulas abrir se-hSo no dia 7
    de Janeiro e, qrar.resolveram mitar o
    Curso Primario a 15 ala nos.
    Bacharel Manoel P. de Azevedo Jun-or
    Isac Seroid.
    Curso primario e se-
    cundario
    Jos ds Sonza Cordeir.j Simois, parti-
    cipa ao publico que as aulas de seu curso
    abrir se-hSo no dia 7 de Janeiro prximo,
    co Pateo co Jarmo n 23.
    Recife. i 8 de Dezembro de 1891.
    Aula particular
    Anna Theodora Simo:
    publico que a sua aua
    dia 7 de Janeiro prximo
    Carmo n. 26, 1." andar.
    Bsoife, 24 de Dezembra da 1391.
    participa ao
    abrir se-La co
    Pateo do
    LO
    Oculista
    Or. Lopes Pessoa
    MEDICO
    Avisa pelo presente de que raudcu a
    sua residencia psra ra do Marques de
    Herval n. 4. onde ser encontrado todos
    es dias das 7 s 9 1_ boras -:a manha e
    das 5 horas da tarde em diante.
    Dentaduras artificiaes
    Sob press&o elstica, e cpresso pneu
    marica systernas uovisaimes Eeste Estade
    pelo cinugiSo dentista Numa Fompilio.
    i ra do Baro da Victoria u. 54 1* aa
    "dadas 6 horas da manlil s 4 s, tarde
    39
    Federico Cfeaves .anior
    Homc-patha
    -Ra B.iro dn Victoria- 39
    Dr. Pereira da Silva recentcmecte che-
    ^ad de Paris, com pratica n&s clnicas de
    Wecker e Landet, d consultas de 1 s 4
    heras d.\ tarda ra do Imperador n. 63,
    primeiro andar.
    O juiz de direito Joo Baptista Gira
    na Costa eccarrega es de contrahir cm-
    prestimos com o Banco Emissor de Per-
    nambuco, sob bypotheca o peohor de sa-
    ira, para os agricalturcs o commerciantes
    residentes neste Estado e os da Parabyba,
    Rio Grande do Norte e Cea-, mediante
    mdica retribuido ; assirn como encarro-
    ga-se de iquidat.oea amigaveis, em qual-
    quer d&s comarcas dos eferidos Estados.
    Pie ser procurado em seu escriptorio
    ra do Mrquez do Oiinds, amiga da
    Cadeis, n. 34, 1.* andar, das 11 horas it
    4 da tarde, o a outra qua'iquer hora, eai
    sua residencia, na Magdalena travessa da
    fabrica de Ficao n. 46 A.
    432 couros seceos :;il.
    psra N,.w-
    12815
    Importco
    Patachi dinamarquez, Jorgiane Anne. en-
    trada do Kio Grande do Sal. eai 27 e consigoado
    a Joaquim da Silva Carneiro & C.
    Farelio 223 sacco-.
    G.aia 47 pipas.
    Selo 289 barriCH.
    Xirque 141:03) k.ljs ordea.
    Lugar inglez Uic?ie, entrado de T^rra No-
    va, em 25 e consigQadado a Blackburn Needham
    &C.
    t- calcan 2,274 barricas e 1,305 meias ditas a
    crdem.
    Vapor americano Vigilancia entrado de New
    York em 29 e consignado a H. Forster & .
    Amostras 2 volumes a diversos.
    Arados 9 caixas a Cirdoko & Irmaos.
    Aduellas e arcos 200 Totume* a Sjciedade Re
    finara e Desilacao.
    Baolia 30 barris ordem. 30 a Jos B. de Car-
    valho, 200 a Companhia Je Estiva, 50 a Kiguei
    redo Cosa & C-, 50 a Lopes Alueiro & C.
    Drogs12 volnmes a orJem, 8 aos consgnala
    nos, 19 a Faria Sobrino & C.
    Ferragens 1 volme a Sociedade ReMnaria e
    Destillavao, 48 a Browos C
    FariQba de triso 2,200 barricas aos consigna-
    tarios. 1,200 ao Loodon Bank.
    Machinismo 4 caixas aos consignatario?.
    Mercadorias 7 voluaies ordem, 2 a Rodrigues
    de Sooza Irmaos. 2 a Pedro Antones & C
    Oleo de liohaca 20 caixas ordem.
    Ps de ferro 50 tixes a Antonio D C. Van-
    na.
    Reogios 5 volnmes a Ferreira Guimare3
    &C.
    Tecidos 7 caixas a Machado & Pereira, 7 a
    Bernet & C.
    Tocioho 13 barris a Figoeiredo Costa 4 C,
    13 a Lopes Alheiro & C, 90 a Companhia de Es-
    tiva.
    Typis 3 caixas ordem.
    Vapor tosiriaco Zicny, entrado de Fiame e
    escala, em 28 e consigna lo a J. Pater & C.
    Frinda de trigo 1,2(0 barricas ordem, 1836
    a H. Forster & C 600 a Lopes I-mies < C,
    500 a Hachado Lopes & C.
    Mercadorias 1 volme a M. Ferreira & C, 1
    a Miguel Iza bel & C.
    Papel 13 csixas ordem, 0 a Gomes de Mat-
    tos Irmaos.
    EiDoriacao
    UOn, 28 DK DEZBHBH9 i.1
    tara o euerurr
    IS91
    No vapor alleao Sanio, para Lisboa, car-
    recaram :
    C. M. da Silva, 426 couros seceos salgados
    com S,U2 kilos e 300 saceos com 22,300 kilos de
    assacar mascavado.
    Arxonm Irrofios & C,
    caaos com37,54 Kilos.
    Nj vapor inlez itaranliense,
    York, carrcgriraQ:
    Ai-' sien & l'., 7.C0J pel!e de crhra
    Na barca uujericaoa Virola II. Hjpkins, pa-
    ra N w Yo;k, carregaram :
    H Fors er a C,5l5sa:co3 cem 38,625 kilos
    de assocar mi;civado.
    No i;,'ar fionuguez Costa Lobo, pera Lis-
    boa, rcirregaram :
    II. Rabello, 100 sacco3 com 7 500 kilo3 de
    assuear branco e 103 ditos com 7,500 dos de
    dito mascavado.
    'orepanhia de estiva, 651 couros seceos sal
    gados co:r. 7,812 kilos.
    Para o mterior
    No vapor nacional Ass, para Rio de Janei-
    ro, carreiaram :
    Boxweil Williams, 1,423 saceos com 85,500
    kilos e i HCMI mascavado.
    A. S. Cuito A C., 33 pipas com 16.40 li:ros
    dea^u-iroent-.
    Nj vapor naciontl Pernambuco, para o Pa-
    ra, carregoj :
    Virtfllo a fot'*, 200 barricas com 13,326
    kilos u- asBOor branco.
    P> P. Pinto 4 C, 65 barris com 5,830 litro3 de
    agurdenle.
    No vapor americano PifbMM, para San-
    tos, carregaram :
    E BeltrJo & IrmSo, 800 saceos cotj 48,000
    kilos de assucar mascavado.
    P. Ca-nc ro & C 75 barris cem 6,750 litros
    de alcool. |
    Amorim Imos & C, 530 saceos com 31 800
    kilo? de assucar masesvado e 1.120 ditos com
    67,200 ditos de dito branco, 150 barra com
    13,i00 litros de agurdente.
    P. de Oliveira Maia, 200 sac:o3 com 13,000
    kilos de assucar mascavado.
    No vapor francei Concordia, para Rio de
    Janeiro, carrecaram :
    P. Pinto c c, 10 pipas com 4,6:0 litros de
    agurdente.
    Para Santo*, carrejaran):
    A. J. FeriianJes, 10.000 cocos, frocH.
    C. Ferreira 4 C, 10 pipas com 4,600 litro* de
    alcool.
    T. Ramo3, 10 saceos com 600 kilos de assucar
    branco e 10 ditos com 600 ditos de dito masca-
    vado.
    No vapor naci.ral fioa Lownes, para Rio
    de Janeiro, carregaram :
    H. Borle & C, 2,503 saceos com 130,030 kilos
    de assucar brao:o e 800 ditos com 30,0.0 ditos
    de dito ma;cavado.
    No vapor naeional Jacuhype, para Bahia,
    carregaram :
    J. T. Leito, 13 caixlnbas com 480 kilos de doce
    cm latas.
    Agencia Cospaohia Cnapellarla Norte Indus-
    trial, 2 pipas com 960 litros de aleo d.
    P. Alves & C, 50 barricas com 3 000 kilos de
    assocar refinado e 30 ditos com 5,608 ditos de
    dito braco.
    Para Penedo, carrenoo :
    M. Tavares, 4 barricas com 240 kiloi de assu-
    car retinado e 6 garrafes com 84 litros de ge-
    nebra.
    No vapor nacional Jaboato, para Rio de
    Janeiro, earregarara :
    P. Pinto & C, ICO pipas com 46,000 litros de
    agurdente.
    M. Cunha, 8 barrcasgeom 628 kilos de assacar
    branco.
    Virgilio A. Motta, 400 saceos com 24,000 kes
    de assacar braaco e 600 ditos com 36,000 ditos
    de dito mascavado.
    No vapor nacional Espirito Sauto, para Pa-
    ranagaa, carrecaram:
    P. Carneiro & C, 225 saceos com 13,500 kilos
    de assacar braaco.
    Para Rio de Janeiro, carregaram :
    Moreira & C., 360 saceos com 21,00) kilos de
    jjrous iniiagres
    111. Sr. D. Carlos.Tomei o sue -or
    aedio o Elixir M. Iforato, e foi com elle
    que pude sarar das boubas que soffria ha
    muito tempo e descorocoava por nunca
    melhorar, um meu visinho que tambem
    soffre, j largou de tu-o que lho receita
    ram e est tomando o seo remedio.
    Agradecido pelo remedio, lbe sou obr'
    gadissimo.
    Santos.
    Albino Jos Cauto.
    Dr. Lopes Pessoa
    Atiesto q le teuho empregad em minha
    cunea o preparado denomiuadu Peitoral
    de Cambara, escoberta tj Sr. J. A.
    de Suuza Soarcs, c>m brbuntes resalta-
    dos r.as d.Serentes turmas da broacbite t
    em aiguns penoaoa da tuberculose pniwo
    Lar.
    Recife, 4 de Abril do 1891.Dr. Lo
    p s Pesso i.
    (A tirina est reconhteidi.).
    nica agencia do Peitoril de Cmbara,
    ra Saiquez de Glinda n. 23.
    du
    Heglad.r da larBia
    Conceiti se reogios de lgibeira, pen-
    d: torre de igrcja clirunoraetros de
    rr.hririii, cixas do msica, upparelbos
    elctricos, ocoloa, binculos, ocaios da al
    canco, jo.as o todo qualquer, oojecto ten-
    dentes a art- rnee.ianica.
    9Raa Larga d> Rosario9
    sea
    0 verdadero remedio em
    verdadeiro lempo
    Jamis se dever fozer poveo caso da
    tese e das constipares e nem tao pouco
    esperar al que os pulmoea inflamados e
    ulcerados, nao d--ixjm mais esparai<(a
    alguma.
    Logo ao primeiro e mais leve pympto-
    ma acuda so im jicdiataroenta e lance-3e
    mao do mais deliciosa e inelhor remedio
    pulmonar conhecido.
    O Peitoral de Acacahuita por sem
    duvida alguma o remedio mais poderoso e
    efficaz para conbner as affdcyo=s da gar-
    assucar branco e
    dito masca.ado.
    130 ditos com 9,000 anos de
    Pasta da 4!fsadsca
    SIKnVA DI 28 DE DEZEMH. d mi
    Aicooi futro .....
    Ugodaa em ran.a ikilo) .
    irroz com casca o) .
    issucar retinado (kilo) .
    issucar branco (bilt) .
    Assucar mascavado tijoj .
    Bagas de mamonas (ko)
    Borracha de ieite mangao. (kilo)
    Cachaja ... .
    Coaros seceos espichados (kilo; .
    Conro3 seceos sainados (koj .
    Jourcs verdes (kilo) ....
    CoarinhoB (um)
    carosos de algodo (kilo) .
    Jarrapateira (kilo).....
    .cao (kilo).......
    Zt bem (kilo) ...
    af restolho (kilo).....
    Caf moido (kilo)......
    Carnauba (kilo......
    Cera vegetal (Ao)......
    Canna (liro>.......
    (Cal (litro)........
    Carvao de Gordifl (lea.) ....
    Fannha de manaioca (li'.o) r >;
    Senebra (litro*......
    Graxa (sebo).......
    laborandy (em foloa) kilo .
    Leite de oangabeira (kilo) .
    Mel (litro)........
    ilho(kilo........
    oq8pnaic ae cal da Una Rala (tone-
    lada) .........
    Pelle de cabra (ceoto).....
    Pelle de carneiro (cenlo) ....
    Sement de cernauEja (arroba)
    ou (meio).......
    Sement ae carrapaleira (kilo) .
    retajaba (tilo)......
    Tabos de amsreilo empraacbSea
    (dusiai........ 100*
    Rcnd[fixotos pisbUcoo
    mez b> noviusao na tbv
    lfmtfa
    R".aii Rere! :
    0o dia 1 a 28 837:331*861
    dem ue 29 42:532*6.1
    395
    620
    80
    i8o
    268
    182
    126
    U3G0
    197
    550
    510
    300
    .-450
    30
    133
    400
    1*000
    600
    i*20i>
    533
    *no
    220
    10
    30*000
    eo
    436
    483
    200
    1*466
    90
    60
    ilono
    145*000
    145*0O
    46
    3*650
    126
    40
    lnlieno
    EXPEDIDO
    Pelo v.por nacional Uaa, para :
    Rstrl 13.000*000
    Mossor 30 000*0o0
    Pelo vapor aacicnal Jacubype, para :
    Penedo 6.000*000
    HoTimcnto do porto
    Navio tntrado no dia 29
    East-London 30 das, barca noruepuense Sver-
    re.^ de 601 tooeadas, epito J. Didrksen
    eqopagem 10, em lastro ; a H. Lunagren
    e C
    Navios sahidos no mesmo dia
    Santos e escala Vapor francez Coacordia,
    commandante Thebault, carga varios gece-
    ros.
    Ceara e escala Vapor nacional Uaa. com-
    mandaute Alfredo Monleiro, carga varios ge
    ueres.
    HuiyBarca fran:eza Loarize Collet. capSo
    F.'Bent. cm lastro
    Mossor Patacho allemo Adolpliiae, capito
    U. Heorkk, em Ustru.
    Ooservaco
    Fundeou no Lamiro u j vapor inglez e nao
    commumcou cem a ierra.
    ft-.rtcoo Huileipai do 9. *oi
    'O 'u'j/.mtnto deste m;rcaao uo dia28.d'
    Dezembro foi o seguinif : tntraiam :
    4> bois pesaudo 5.G27 kilos.
    372 kos de pelxe a 20 ris 7*440
    7 cargas com farinha a 200 rs. l*40o
    17 oitas de fructas diversas a300 rs. 5*100
    2 cargas com galinhas a 600 rs. 1*200
    t cassus com gallabas a400rs. *400
    29 1/2 columnas a 600 rs. 17*70C
    5 suino3 a 2G0 rs. 1*000
    31 taboieiros a 200 rs. 620
    4S compartimentos com farieba a 500 24*o0
    33 iios de comidas a 500 rs. 1 '< '
    74 ditos de legumes e fazendas a
    400 rs. 296:0
    15 ditoi de. sainos a "00 rs. lO/oOt.1
    8 t'.itos de Iresurie a too rs. 48oi
    3 ditos de camaroes a 200 rs. 600
    47 Ulhos a 2* 94UU1
    220*440
    Rendimectos de 1 e 27 do correnta 6.379*240
    gar.ta e pnlmSes que a sciencia tem eo-
    contrado a experiencia omprovado e o
    ^'.estemunho humano pereitameote appro-
    ado. A sua pompos 5S0 inteiramecfe
    servando se inalteradamente ero todos oa
    paizes adaptando-se adjiirave;mente a to-
    da as iades, temperamentos, coastitui-
    ^8es.
    Suas caras ma-avilhosas sao completas^
    0S0 deixaoco nada a desejar-se. E de
    suinma utilidaie en todos os casos extre-
    mos ; porm vale mais u-al-ologo desde o
    cornejo de qualquer urna molestia.
    Como garaotia e nt^a as folsiicsaeoe
    observe-se bem que os nomes de Lanman
    & Kemp veoham estampados em letras
    transparentes ce papel de ivriubo que
    serve de envoltorio it cada garrafa.
    A'-'hs s-j a
    drugari.is.
    venia, em todas aa boticas
    Dr. fer. f'atrra
    Medico operador e oc^u'ista. ex-chefe
    de clnica opbttaJnalogioa do Dr. Moa-a
    Brazii, com tonga pratica no exercico
    d'essa ep?eia:idaG-, recantemente chega-
    do da Cpital Federal ; d consultas na
    rna Duque de Cx'.s r;. 46 de 1 s 3
    horas da tard Residencia na ruu do
    Soapieio n. 4.
    Hr. eilas Gimaraas
    P^rtiC p3 aos eeus amigns e clientea
    ^ue mod'.u o seu co&toitorio a ra Du-
    que r Casias n. 55, para a rm-sma
    a. Gi, I.- andar, cade coiitka a
    consultas de 11 1 hora d. tarde, e
    s.de no Cajoeiro o. 4.
    Tclephoae n. 292
    ra
    das
    rea;-
    io aloance todos
    Vendas a dinbeiro cuto descosto de
    10 por cento
    A Nova Esperaoca chama a a'.enjno
    para o seguinte :
    Todas as qumiss feiraa vender se ha
    {aalquer mercadoria coco o descoato aii-
    na. os saldce e retalbos por mecos do
    eusto.
    U grande aorimento cas seguin ea >r.r
    cadorias convida a fazenm urna experien-
    JIH.
    Fitas, leques, sortimento de meias psrft
    >echoras, c.iaojas e homens, rendas bran-
    cas, preias e de cores, bordados, avon-
    :aes para criancas, costumes de brim, ca-
    paa de feltro. enxovaes para baptisados,
    bonecaa, reogios, prepares para vestidos,
    jarros, candieiros, laaip.^riuas, gravitas,
    tollarinhoa, punhos, aberturas para cami-
    sa, botoes ae todas as qialidadcs, qaa-
    droa. espelbos, boleas, artig.. para pre-
    sentes, objectos japoneses, albuns e qua-
    iros para retrat.s, preparo* para borda-
    dos, linios brancas e de cores
    ehet.
    E maitofl outros artigos de
    ma s que nao dimcil ver.
    A Nova Esperanza
    USRaa Daq-ie de Caxlas-13
    Pedro Antuaes& C.
    para cro-
    raiudezas e
    6.599/6S0
    Renda do Estado
    Do da 1 a s
    dem de 29
    879.864/4*2
    264316*19o
    9.631*907
    274:148*102
    Soturna total 1,134:012*574
    Seguida secco da Alfandegs de Ferjamn.x
    29 de Dezembro de 1891.
    O tbesoureiro,
    Florencio Domingaes,
    O ce'e da seccao,
    Feliciano Placido Pontoal.
    Rceebedorla do Esiedo de
    Peroa-abneo
    Do dia 1 a 28 134:994*263
    4am de 29 10:117*197
    145:111*460
    iteelie Dralaafsj
    Do dia 1 a .28 6:7341561
    dem de 29 202*464
    Precos do dia :
    Carne verde de 241 a 640 ris o kilo.
    Sainos de 560 a 640 ris idem
    Carneiro de640 a 800 ris idems
    Farinha le 320 a 403 ris a wMai
    Hilho de 300 a 320 rcis idem.
    Feio de i* a 1*200 idem.
    Vapores s entrar
    HEZ DE DHZEHBBO
    Xo:........ Espirito .Sonto.....
    Sal.......... Pernambuco.......
    Sul.......... bla-anhao___.....
    Sal.......... Beberibe..........
    Europa....... Cyd.............
    MEZ DS JANEIRO
    Sul.......... Cometa...........
    Norte........ Sanaos...........
    Sul.......... Alagos...........
    Norte........ MaranAao.........
    Norte....... Olindu-----........
    Sul.......... Braztt............
    Norte........ Pernambuco.......
    Sul....... .. Espiro Santo.....
    Vaporea a sabir
    HEZ DE DEZEHBBO
    Su!.........Espirito Santo..... 30 as
    Sul......... laboato.......... 30 as
    Europa...... Santos............ 30 as
    Norte.......JtaranAo......... 30 as
    Norte .. .... Pernambuco....... 31 as
    Sul......... y*?............. 31 as
    DECLAHCOES
    ^_______
    De ordem no lm. Sr. Dr. inspector intf-
    r;no desla reparlicao, faco publico qoe no da el
    do corrertt.' ir jraca, p-raoie a Jun a de Fs-
    tenda desie Tnesoaro, arrercaucSo aan llnmi-
    nages durante o anoo prximo de 1892, del
    cidades ra Victoria e Caruar. servindo ae'bace
    para esdj lampeo ta pnmeira o oreco de 220
    rs. diarios e Secretaria do Tbesouro do Esiado de Pernam
    buco, 26 de Dezembro de 1891.
    Servindo de secretario,
    J >s Aonsiacio da Suv- <;nimarSo?.
    Prado Peraambacano
    NJo se teado reaiisado a inserpeao
    para o 5- pareo da corrida que ter lugar
    no dia 3 de Janeiro prximo vind^uro.
    6ca absrto o seguinte :
    Sapplementar : 1.200 metros. Ani-
    maes purjgas de Pernambuco e pelludcs
    que cao tenham ganho am 1890 e 1891,
    Premios : 2005090 ao primeiro, 40(>0CO
    ao segundo e 205000 ao terceiro.
    Observajoes
    A inscripc2o eocerra-se hoje as 2 horas
    na secretaria do Prado Pernambucano. a
    ra Duque de Caxias, n. 70 1. sndar. '
    O secretario,
    Jos Alves.
    V
    30
    30
    30
    31
    31
    1
    7
    8
    13
    18
    23
    26
    30
    5b.
    5 h.
    4 h.
    5 b.
    5 h.
    2 i.
    Estrada de Ferro do
    Recife a Caxang
    Trens exlraordinrrios
    Na noite de 31 de Dezembro haver
    os spguintes trens extraordinarios, tocan-
    do em todos os pontos.
    Do Recite ao Dous IrmSos 110,
    a Varzea 10.55.
    ao Moateiro pelo Arr:al
    11.45.
    Do Dous -Irmaos ao Recife 11.56.
    Da Varzea ao Recife 12.0.
    Do Moateiro pelo Arraial at o Recife
    11.0.
    Os biletea de assigaaturas "o te.ao
    valor nestes trens.
    28 de Dezembro de 1391.
    Gerente._________ H. JFletcher.
    Thesouraria deFa-
    zenda
    De ordem do Sr. Dr. inspector e em vita;do
    tele^ramma do inspector da caixa de amortisa-
    cao, de bontem, faco publico qoe cooforme a
    deliberaco tomada pela respectiva junta admi-
    nistrativa, far se ha nesta thesouraria a snbsti-
    tnico das notas do goveroo de 100 e 500*000,
    da quinta estampa, at 31 de Mareo de 1892.
    Thesouraria ue Fazeuda de Estado de Peraam-
    buco, 15 de Dezembro de 1891.
    O secretario,
    J. Gomes da silva

    i)




    Diario de Pcrrtambuco Quarki-eira 30 de Dezenibro de 1891
    . 5
    HIPPODROMO
    300
    QUE SE REALIZARA'
    No dia T de Janeiro de
    !%"ome
    5
    s
    =
    Pellos
    \aliir;i-
    lid.
    Cdr da veatl-
    nienla
    ProprielarloH
    !. Pareo fi* de Janeiro80) m't'-oa.Animn< rtfl Pernamhuna qu- nao tenhim pacho pre
    mios nos praaos do Recite. Premios 200*000 ao'l, iCOOO uo 2 e 20000 ao 3
    MFIJ.........
    i Kigrior.....
    3jlaTer]o.....
    4| Vigilan!?....
    ": Wiooipe.le..
    0 Hjs'uearU...
    o iAlazao......
    Castanho-----
    Baio........
    Castanho
    Caxito.
    Pernrab.. -* 51 51
    SI 51
    51 51
    Ouro e brinco.
    Azul e encarsario.
    Eacarnado........
    Vilela e ouro-----
    L. de Mattos.
    P.8.
    JU'i. Perdieao.
    A. M A.
    J F. B. Caval".an;e.
    nuieiaria CI.
    2. Parco-Supplemeniar-9X) metro?.Animaes de Pernambaco que nao tenham gonho
    era distancia superior a l.ffO meu-08 n'estes 5 meies do Praiu e D;iby. Premios : 20
    ao l lOOOO ao 2* e 20000 a o 3'.
    Phi-iseu...
    Gala.......
    falipiser___
    UaUuge____
    Mauro.......
    Po'.csi......
    Colosso.....
    Castanho.
    Alazao....
    Rodado..

    Alazao...
    Castanho.
    Rodado...
    Pernamb.
    SI
    o1
    51
    :.\
    ;>i
    :t
    51
    Encarnado e aiul
    Azul e curo fin listias
    Preto, eac. e branco.-
    Verde..............
    Azul e ouro.........
    Preto e bonet ene
    R. Cot!.
    L. Drummoi d.
    Coud. Recife.
    Coud. 2i de Malo.
    Coud. Monnscana.
    Silta A Rtbiro.
    Coud. Repubiicaaa.
    3*. Pareoinlmanlo 8>0 raetro3.Anitnae* de Pernambaco qae d5o tenham canbo em
    distancia aunenor o I OOJ metros uoj prados do Recile. Premios : 20JJOOO ao l.#, 40*
    ao 2." e 2000J ao 3.*.
    !
    2 t'iautis a-----
    Tudo-......
    Hercules.....
    Matujo 2....
    Ti Serio......
    D os nou.....
    TUaiange
    Mellado...
    Castanho.
    Rodado..
    RUSS3.
    Pernamb.
    :;i
    51
    51
    51
    51
    51
    51
    Bnear., verde e amar.
    Branco e encarnde-
    Encarnado ebranco..
    Eoc. e azul..........
    Violeta e ouro.......
    Verde...............
    L. Diuxmcod.
    X. IU.ll !.
    I. C. Pinio.
    A. M Costa.
    A. F. lleves.
    Costa & Fernandet
    Coud. 24 de Maio.
    PareoBxira-l.OO metros.Animie* de P.rnambuco que caotea'iam canbo embisten
    cia superior em 1891. Premios : 200*000 ao i., 40*000 ao i.' e 20*000 ao 3..
    liLc.'ifcr......
    Jllda..........
    3 Moaro.......
    4'Potos.......
    5 Vivaz......
    6:Caubv......
    Rodado...
    Rodado..
    Alazao...
    Castanho
    Pernamb.
    53
    51
    51
    53
    53
    51
    Verde e amarello
    Rosa e preto......
    Azule ouro.......
    Preto e encamado
    Ouro e preto......
    A. Ucna.
    Coud. Ida e Volta.
    Coud. Mouriscina.
    Silva 4 Ribeiro.
    F. R. Ramos.
    k. Marques.
    'j.# Pareoimprema Pernambucana1.400 metresAnimaes de Pernambaco qne nao
    tmbaajgando preini-'H em riistan:ia super a 1.000 metros nos prados do Recite. Pre-
    mios : 200*000 ao i, 10*030 ao 2. e 20*000 ao 3..
    ; la........
    Todo e...e..
    Mirante......
    Pturieea
    Marojo v...
    vcloo*.....
    Vngador
    Alazao...
    Mellado...
    Castanho
    Rodado
    iPernamb-.' 50
    50
    50
    50
    50
    50
    50
    Azul e onro em listra.
    Eoc. verde e anarello.
    Azul e ouro.........
    Azul e encarnado.....
    Eucarnadoe branco...
    m m
    lEacar. e bonet preto..
    Luiz Drumnvnd.
    Luiz Drummonu.
    Coud. MwOnscana.
    R. Costa.
    A. M. C)s!a,
    Coud. Fraijo-o.
    Coad. 1." de Juana.
    6 Pirt-o.Anuo Mo-o 9C0 metros.Anlmae? de Permmbcco qtie n) tenham ganho pre-
    mios em 1891. Premios :. 200*000 ao 1, 40*000 ao 2' e 20*000 ao 3..
    ''o'losso.....
    CoUeetor ...
    Rcm-"i.....
    Gor, (1 mor-
    nin^.....
    Cauby......
    Hercu'es..-.
    Rodado .....
    Ryssa......
    Mellado......
    Rodado......
    Castanho ....
    Rodalo......
    Pernamb.
    51
    51
    5i
    Preto e bonet ene ___iCoad. Republicana.
    J. J. des Sintos laaior.
    Branco eocar. e preto Coud. Portuease
    53 Preto e encimado.....
    53 I Juro e preto
    81 I
    R. Costa.
    \. Marques.
    J. C. Piulo.
    OBSERVARES
    Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverlo acliar-se no ensilhamerto
    s > 1/2 horas da manha.
    Oaforfaits ser2o rer.ebidos at quinta-feira, 31 do corrente, s 3 horas da tarde,
    n Secretaria do Hippodromo.
    Os jockey* que nao se apresentarem convenientemente trajados com as cores
    adoptadas no programma por seus pairees, tZo serSo admittidos pesagem, e serSo
    multados de accordo com o art. 51 do Cdigo de Corridas.
    Chamamos a attenco dos Srs. proprietarios e jockeys para os arts. 46, 47 e seus
    5 e o art. 43 do cdigo de corridas ; assim como os brs. apostadores para o hora
    ro, para encerramecto da venda de paules, que ser restrictamente observado, Balvo
    torca maior.
    Previne-se ainda aos Srs. accionistas que tratem de substituir os seas carlues,
    visto que os antigos nao dSo ingresso cas corridas.
    H8RBI0
    O 1. Pareo encerrarse ha s 11,50
    Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 28 de Dezembro de 1891.
    U secretario,
    Augusto G. da Silva.
    Capital Reis 1,500:000^000
    Dividido em 15,000 accoes de 100:000 caJa urna
    RA DO VIGRO K- 2
    (Esquina do largo do Corpo Santo)
    Edificio da Junta Commercial
    Hora DE 1 A 2 DA TARDE
    Compra e vende ttulos com cotacSo.
    Liquida oporajSes por conta de terceiro ou a prazo-
    Faculta capitaes para comp-a e venda a dinheiro ou a prazo de quaesquer
    titules eotados na Bolsa. _
    Istegralisa convindo capitaes de Bancos e cempanhias ecochecida utilidade.
    Faz transferencia de operasSes realisadas na Bolsa a prazo.
    Auxilia liqaidacSo de report e Delcredere.
    Reasa operacoes bancarias relativas a sua natureza.
    Encarreg-se de incorporasCes de- Empresas.
    Levanta-se aprestimos.
    Compra e vende metaes.
    Encarrega-se da compra e venda de assacar, a!god2i, etc. eto.
    20 de Marjo de 1891.
    0 director gerente,
    P. J. Pinto.
    INDICADOR COMMERCIAL
    DO
    DIARIO DE PERSAMBUCO
    Diversos ramos de negocios
    Escriptorios
    Ra lo Commercio n. 36.
    Ra-o Ccmiuorcio n. 36.
    Ra do Commercio n. 38.
    Ra 15 de Novembro n. 21
    Ra do Commercio n. 40.
    Praca do Corpo S:into n. 2.
    Ra do Commercio n. 8, 1* andar.
    Ra do Rom Jefus n. 61,
    Ra do Vigurio n. 17, i. andar.
    llua do Commercio n. 6, i. andar.
    Ra do Commercio n. 9.
    Cues da Companhia Pernambucana n. 12
    Ra do Commercio n. 42.
    Ra do Commercio o. 18 2." andar.
    Ra do 15o:i Jess n. 01.
    RuadoRomJsus 61.
    Ra do Commercio n. 6. t andar.
    Ra do Commercio n. 6.
    Ruado Commercio n. 10, Io andar.
    Ra do Bom Jesus n. 3.
    ltua do Commercio n. 15.1.smdar.
    Rna do Commercio n.1 15. i- andar,
    Ra do Brm Jesus n Gl.
    Ra do Commercio n. 8, Io andar.
    Ra do Commercio n. 48,
    Rui do Bom Jesusa. 7, 1. andar.
    Ra do Commercio n. 44.
    Ra do Bom Jesus n: 61
    Ra do Commercio n. 10.
    Ra do Bom Jesus n. 18.
    Ra do Commercio n. 46.
    Banco
    Banco de Crcdilo UniversalGerente A. J. P.
    Clarkson, (ausente) gerente interino -Tko-
    ma Ellis...........
    Banco de Crdito Real de PernambucoGerente
    Joo Fernandes Lopes.......
    banco EmissorDirectores,Pr. J. E. Ferreira
    Jacobina. Manoel Jos da Suva Guimaracs
    eDr.Jos Marcelino Rosa e Silva. .
    Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
    tunes......,......
    Banco de Pcrnambuco Gerenta William M.
    Webster..........
    Banco da Balsa Gerente Pedro Jos Pinto. .
    Coinpankfas de Xavt-gaco
    Austro Hungarian Lovds-Agenles Ileury Fors-
    ter t C.............
    Liverpool Brazil Itiver Pate Sleam Ship Com-
    pany LimitedBlacliburn Needliam & C, .
    BahianaAgente Pedro Osorio de Cerqueira.
    CariocaAgentes Pereira Carneiro A C.
    Luargenrs 'Reuns (FrancezaiAgente Augusto
    LabUlc ......"....
    Companhia Pernambucana de KaTegacSo a va-
    |)or=Geren(e interino Sebastian Lopes Gui-
    marSeg............
    Companhia Messageries MariiimesAgentea H.
    Hurle A C...........
    Bamburg Sodamerikanische DampfschiBlahrts
    GesellschaftAgentes Borstelman >v c. .
    Liverpool Undemzite AssociationAgentes
    Blacliliurn Needliam c C. .
    La Ve luce Navegazione Italiana-.Agentes Bla-
    cliburn Neeanam C.......
    Lloyd HrazileroAgentes Pereira Carneiro a C
    Nortee SulAgentes os mesmos ....
    Pacific Sleam Navigaiion Company-Agentes
    Wilson Sons t C. Limited. ....
    Real Mala Inglcza-Agentes Amorim Irmos
    &C............
    Red C o?s Lue of Steamcrs. Agentes Jonstou
    Paler C.....e......
    SeomaOB Line of Steamcrs.Agentes Jobnston
    PaterAC............
    The Cbarenl Steam Sliip Company Limited
    Agentes Blachburn Needliam & C .
    United States truzil Mail Steam Ship Company
    Agentes Ilenry Forster C. ....
    companhlas de Negaros
    Companhia AnipliitrileDirector Commendador
    Amonio Mar jues de Amorim.....
    Fidelidadc da Lisboa-Agente Miguel Jos Al ves
    lndemnisadoraGerente Joaquim Alvos da Fon-
    seca. .............
    Liverpool, & London, Globe Insurance Company
    =Agcntts Blachburn Needliam* C. .
    North liritish Mercantile-Iusurance Company
    Agente N. J. Lindstonc......
    New-York l.ifc Insurance Company Correspon-
    dente Theod Christiansen......
    Pbenix Peinambucana=-Administrador Gerente
    Luiz Duprat..........
    Telegrapho
    Agencia Hars-Servidos telegraphicos. Agen-
    te Eugene Cbaline-. .... Ruado Coaimercio n. 20.
    Companhlas diversas
    Companhia Adria.Agentes Jo'i ns ton Pater 4 C. Ra do Commercio n. 15' !. andar.
    Companhia de Productos Calcreos.-Gerente
    Cactano da Costa Moreira......Caes do Apollo n. 73.
    Companhia de Drogas e Productos Chimicos.
    Gerente, Francisco Manoel da Silva- Ra Mrquez de Olinda n. 23.
    Companhia Nacional de Sallinas do Norte
    Agente J0S0 Uaria de Albuquerque Oliveira. Ra do Commercio n. li, i- andar.
    Companhia Hotel InternationalDirector Secre-
    tario. Eugene Chaline.....
    Lunch Rooin do Hotel International. .
    Companhia Serrara Pernambucana.Oflicinas
    de carapina, marcineiroe segeiro. .
    The Norlb Urazihan Sugar Factores L'mited
    Gerente Uenrique Swales. ...
    Corpo Consular estrangelro
    Augusto Cohen=ConsuI do Reino Unido da In-
    glaterra ............Ra do Commercio n. 16, i-andar.
    Edwin Slevens-Cnsul dos Estados-Unidos da
    America...........Ra do Commercio n. 8, 2- andar.
    M- A. Le Brum-Consul da Repblica Fran-
    ceza............Ruado roniinercio n. 10, 1-andar.
    Consfgnaees c commlsses
    Amorim Irnios 4 CCasa de Consignares e
    Commisses..........Ra do Bom Jesus n. 3.
    Augusto Labille.Casa de Commisses e Con-
    signaces..........Ra do Commercio n. 9. andar.
    Beatiy Altgedt A CCasa de Commisses. Ra do Mrquez de Olinda 11. 52, l* andar.
    Borstelman4 CEscriptono de Commisses e
    consignaces .........
    Francisco Ribeiro Pinto GuimaresArmazem
    de assucar e escriptorio de commisses. .
    Henry Forster o; Ccasa de commisses e con
    siTiai,es..........
    Jos Augusto Dias=Loja das Listras Azues=
    Casa de Modas, e artigos de Novidades, Agen-
    cia de artigos americanos..................
    Jobnston Paler & Ccasa de commisses e
    consignaces.......
    Machado Piulo 4 C. Importadores, exportado-
    res e commissarios.........
    M. Maia c CSuccessores de Maia 4 Rezende
    Escriptorio de commisses .
    Manoel Ferreira Bartbolo CEscriptorio de
    comniiscjes e assucar ....
    N. J. Lindstonc-Casa de commisses e alraren-
    guciros .... ......Ra do Commercio n. 10.
    Nieymer Cahen 4 CCasa de commisses Ra do lommercio n. 46, andar.
    Pereira Carneiro A (".Casa de commisses- Ra do Commercio n. 6, r andar.
    Silva Guimares 4 CEscriptorio de commis-
    ses e consignaces .... Ra do Commercio n. 5,1" andar.
    Souza Pinheiro GEscriptorio de commisses. Ra do Bom Jesus n. 7.
    Tavarcs de Mello, Genro fc CCasa de commis-
    ses ..........; Largo do Corpo Santo n. 13 1" andar.
    Theod Christiansen Correspondente Je New-York Ra do Bom Jes us n 18.
    Theod Just=>Casa de commisses e represen-
    tacCea............Ra do Bom Jess n. 68,
    Wilson Sons *. C. Limited-Casa importadora de
    carrc depedra de todas as qualidades Ra doCommcrc n. 10 Io andar
    Armazecs e lujas de fazendas
    Al ves de Britto 4 C-Armazem de fazendas em
    grosso e a retalho.......Pateo do Lirraniento n. 12
    indrade Lopes & C. Armazem de fazendas em
    grosso e a i-etalho ....... Ra Duque de Casias n. 52.
    Andrade Maia c CArmazem de fazendas em
    grosso e a retalho .......Paleo do Livramenfo n. 22.
    Francisco Gurgel modas .' .....Ra de Marco n. 20 A
    Guerra, Fernandes 4 CArmazem de fazendas
    em grosso e a retalho.....- Ra Duque de Caxias n. 47
    Goncalvos. Cunha A C-Armazem de fazendas
    em grosso...........Ra do Mrquez de Olinda
    Loureiro Maia 4 CArmazem de fazendas em
    grosse e a retalho........Pateo do L.vramento n. 8.
    Olyntho, Jardin; C. Armazem de fazendas
    erncros-o,...........Ra Marquczep Cunda ns.lS
    Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em
    giogK,............Ra do Mrquez de Olinda n. 20.
    Armazent e lojas de ferragens
    Coarad Widismann Successor de Otto Bohres
    Arma;:em importador de ferragens e miu-
    dezas ,.......... Ra Mrquez de Olinda n.oi.
    Ra do Baro de S. Borja n. 33.
    Ra do Commercio n. 24.
    Caes do Capibaribe n. 30.
    Ra de Torres n. 34. 2- andar.
    Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
    Ra do Baro do Triumpho n. 96.
    Ra do Commercio n. 8. i- andar.
    Ra Duque de Caxias n. 61
    Ra do Commercio n. 15, 1. andar.
    Ra do Vigario n.
    Ra do Commercio n. 7, I* andar.
    Ra do Bom Jesus n. 4.
    Ra Mrquez de Olinda n. 17.
    Ra Duque de Caxias n. 114.
    Ra da Cruz n. 33.
    Oliveira Basto CArmazem de miudezas,
    quinquilharias e ferragens em grosso .
    Vianna castro A C-Loja de ferragens
    Schlpc chandlers
    Charles Playm A C=Schine ChandlersForne-
    cedores dos paquetes francezes e allemaes-
    Hassames
    Joaquim Alves da Silva. Santos-Armazem de .....
    macaiaes...........Ra d ^ 'S3"0 n- "
    Lltographla
    J. E. Pur:ell.Lytbographia eTypographia a a
    vapor .... .... Ra do Mrquez de Olinda n. 8
    niu dezas e quinquilharias
    Manel Viera NevesLoja de miudezas e quin- ... __
    miliarias...........Ra Duque de Caxias n. 113.
    Farlnha de trigo ,
    Machado A Lopes.Armazem de fariuha de .
    trigo. Importador........Caes do Apollo n. 47.
    enry Forster A C. Inportadorcs.....Caes da RegeneracAo n.3I,
    Diversos ramos de nesocios
    Escriptorios
    Largo d'Alfandega n. 3
    Ra Mrquez de Olindi n. 48
    Armazem de bacalho
    Seixas IrmosImportadores de bacalbo .
    Leiloeirps
    Thomaz Jos de GusmftcAgente de leiles. .
    Fabrica c deposito de sellns
    Viuva Azevedo 4 C. ....... Ra Mrquez de Olinda n. 43.
    Loneas e errsaes
    Joao Dias Moreira A CArmazem de ioucas e
    crystacs .... ......Ra 1-de Marco n. 16.
    Fundices
    Alian Paterson 4 C.-Fundicao eral. ... Ra doBarao do Triumpbo n. 44.
    Cardozo & Irmao Grande lundico de ferro e ihuiujhu n. .
    bronze............dem n. 104
    Herdeiros BowmanGrande Fundico de ferro
    e bronze, deposilo de machinas agricolas.
    Luiz da Cruz Mesquita.Caldeiraria e fund-
    cao de ferro e bronze .......Idemn'cG.
    Diversos negocios
    Abe Stein 4 C. -Negociante de couros em ge-
    RosbacliVrS Armazem de couros, pellos e ** d Trr8 "' M* andar'
    diversos gneros de exportaco Ra do Bcm Jesus n. 3, 1-andar.
    Fabric* e lt-jas de calcados
    Albino Cruz A C.-Botina Maravillosa -Loja de
    calgados estrangeiros e nacionaes Ra de M-m-n n 18
    Braga S Costa Campos & C.-A flor do bosque-Loia de
    calcados estrangeiros e nacionaes .
    Serrarla a vapor
    Jos RuKno Climaco da Silva.-Serrara a vapor. Caes da Regeneraco n. 24.
    Armazem de fumo
    Almeida Machado A CArmazem de fumos,
    papel eoutros gneros- ...... Ra da Madre Deus n 36.
    Pereira Fana A C.-Depositode papel para im-
    presses e encadernacOes, fumo, gneros
    cesura e Suban........Ra do Amorim n. 66.
    Fabrica Esevao de GusmoFabrica Auxilio a Lavoura. i\ua Padre Floriano n. o.
    Armazcns de c si va
    Domingos Ferreira da Silva 4 CArmazem de
    gneros de estiva em grosso. .
    Fraga Rocha 4 CArmazem em grosso de g-
    neros de estiva.........
    Ferreira, Rodrigues 4 CImportadores e ex-
    portadores de gneros de estiva....
    Joo Fernandes de AlmeidaArmazem de gne-
    ros de estiva em grosso......
    Joaquim Ferreia de CarvalhoArmazem de g-
    neros de estiva em grosso.....
    Armazem de .Vadelras
    Jos Rufino Climaco da SilvaArmazem de ma-
    deira............


    Pateo do Livramento n. 10.
    Travessada Madre Deus n. 8.
    Ra da Madre Deus n. 18.
    Ra da Madre Deus ns. 12 e 14.
    Travessa da Madre Deus n. 21.
    Ra do Amorim n. 41

    Enchimcnto de agurdente
    Dourado A CEncliimento de agurdente, al-
    cool e mel..........
    Fabrica de vinhos, agurdente e alcool. Pinto
    Ferreira & C...........
    Encliimento de alcool, agurdente e mel. Pin-
    to Ferreira A companhia.......
    Pereira Pinto A C.........
    Jlercearlas
    Costa Cazeiro C Mercearia......
    Fructuoso G. FerreiraMercearia.....
    Noves Pedrosa 4 C..........
    Valongreiro 4 CMercearia lusitana. .
    i.oja de chapeos de sol
    Leite Bastos 4 CLoja de chapos de sol .
    ographia e Uthographia
    Typ. AtelierMirandaTypograpiia e litbograpbia
    a vapor, pautacao e encaderuaco .
    Caes da Regcneracao n. 2i.
    Ra do Amorim n. 18.
    Afosados.
    Caes da Companhia Pernambucana 11. i.
    Caes da Companhia Pernambucana n. 8.
    Ra do Bom Jesus n. 13.
    Ra do Vigario n. 4.
    Ra da Penha n. 33.
    Ra do Pires n. 34
    Pateo do Livramento n. 4.
    Ra Duque de Caxias ns. 29 c 31.




    SABBADO 2 DE JANEIRO DE 1892
    Sublime espectculo dedicado s familias
    DIMIM'IflAO DE PRESOS
    Funceao de despedida pelo celebre Ilusionista
    FAURE NICOLAY
    Que tem obtido completo Bucceeso nos principaes theatrns do mundo com o concurso
    de suas duas discipulas, a celebre e sympaihica sibylla
    ROSINA e a muito apreciada menina PAULA
    JJroijvamma Mfiferente ^a funeco anterior
    O mais lindo, curioso c instructivo dos espectculos
    PRIMEIRA PARTE -Onvertnra pela orchestra. Urna hora de mgica elegante
    e de grande prestidigitacao. O Doutor Nieolay apresentar os melhores trabalhos do
    sen repertorio, os raesmos que motivarain que a imprensa e o publico de ambos os
    mundos o proelamassem o primeiro Ilusionista da poca.
    SEGUNDA PARTESymphonia pela orchestra.
    FASCINACOEsforcos mentacs extraordinarios, pela sibylla ROSINA NI-
    COLAY.
    Expliccao (le algumas experiencias que o espectador aprender sem diBculdade
    Exercicios de grande cutiosidade pela sympaUca menina PAULA.
    A PEBI0 GSBAL ,
    IVIysteriosa substitui^So pelas meninas PAULA e ROSALIXA e prodigiosa desappa-
    riefo e reappari?ao instantnea de ROSINA NICOLAY.
    Ultimas creacoes deAicolav, emParis
    TERCEIRA PARTE Symphonia pela orchestra.
    O MAGNIFICO SILFORAMA UNIVERSAL
    Viasrem atravz do mundo das maravilhas
    ProjeccOes elctricas do tamanbo natural
    Novas vislas de Italia, Franga. Portugal. Brazil,
    AlIemaaha,Ru?sia.Hes3anha, Inglaterra, Blgica, Amrica
    A ULTIMA EXPOSICAO DE PARS, ETC.
    PRECOSCamarotes de i' e 2a ordem 10S000, de 31 C$000, de 4a 4^000.
    Cadeiras de Ia e de 2a 2$000, platea 1S000 e paraizo 1^000.
    0 cs|>ectaculo terminar s 11 e 20 minutos.-
    Haver trem para Olinda e Apipucos.
    NOTASOs bilhetes acham-se venda desde j no Thcatio.



    Instituto dos Profes- Saeta Casa da Misericordia d
    sores
    Em comprim-oto (ios nossos es'atnto, coo-
    viao aos ducos assooiidos para se reunirem na
    sede social do dia 30 do corrate, aude ele-
    ger-se o cocseltio qoe tem de fanecionar co
    aono soc'l de 1892
    Iastitato do Profes'ores Promane de Per-
    nambuco, J4 de Dezembro de 189!.
    O presidente,
    Antocio Vieira de Barro3
    Fabrica de estopa
    Os accionistas deeta companhia sSo convida-
    dos pa'a, dentro de 30 das, faierem a segnoda
    entrada do capital, sendo na razao de 10 0/o
    sobre o valor nominal das aeces. O p?famen-
    to deve ser fcito no Banco de Pcnamboco.
    R-cife, 30 de Novembro de 1891.
    Tnomaz C Griffitb,
    Direi'.or secreao.r
    Recife
    O? parete.' das menores urea, filha de
    . Tbeodoro Jaciotho dos Santos e Joaona Meren-
    j ciana de Jesus; de Adelaide, riba de Manoel
    ! Joaquim Gomes e de A telina Palmeira Pessoa
    Gomes, devem vir proenrer a necessaria ordem,
    para que possam ess3s menores ser recebidas
    do coliugio das orpb&s.
    Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
    Recife, 58 de Dezembro de 1891.
    O escrivio.
    Pedro Rodrigues ue Snuza.
    instillo Arc&eologico e Geogra-
    phieo Pernambacano
    Qainta-feira, 31 do corrate, hora do cos-
    tume, haver sessSo ordinaria.
    Secretaria do Instituto, 28 de Dezembro de 1891
    O i" secretario,
    Baptisla Regueira,
    i



    Diario de Pernambuco Quarta-feira 30 de Dezembro de 1891
    Companhia
    Refinadora Mercantil Assuca-
    reia
    Sao convidados os senbores accionistas esta
    cpnptnhia a reunir se na quarta-feira 30 do
    crreme, s 11 horas da man! no p'imeiro an
    da: de predio a roa do Commercio n. 7, atim de
    proceder &? a ioslalago da mesma.
    Aecife, 21 de Dezembro de 1891.
    Macoel da Silva Haia.
    Francisco Joao de Barros.
    Manoel Jos Ferr.ra Cruz.
    Cempanhia de Traaos Urbanos
    do Recife a C linda e Bebe-
    ribe
    ASSEMSLEA GERAL
    KSo se tend. reunido numero suficien-
    te de accionistas para constituir a assem-
    bla geral, foi esti de novo convocada
    para o dia 4 de Janeiro prximo, ao meio
    dia no escriptorio da companhia.
    Funccionar com o numero que com-
    parecer e sao seus fins apreciar o pare-
    cer da commissao fiscal, ouvir a leitura
    do rel&torio e eleger as novas directora
    e oommissao tiset I.
    Recife, 9 de Dezembro de 1891.
    O Gerente,
    Antonio Pereira Simves.
    INI)EfNISAD Companhia de Segaros
    M/iRITIMOS E TiKRESTRES
    Eaiabeleelda eai 1HSS
    Catadlo i&aaoeelre em St de Ce
    zembro de 188.
    Capital 1,000:000 J00(
    Fund de reserva U0:376*00(
    Sioistros pagos i,776:683|00
    44Ra do Commercio44
    Club Internacional do
    Recife
    Sao ccnrdadDS os senbores socios e euas
    Exmas. familias para a runio d^nsante que
    dtve ler lusar quinta fera 31 do coirente m^z.
    Sede do Club lnternacunal do Recte, 26 de
    Dfiembro de 18910 director de mea,
    r. Ma .oel Portella Jnior.
    Ma Serretarla dVwanta Casa de as I-
    aerlrordla alusam ee o* neaulnte
    predio:
    Ra do lacaniamento, loja n. il
    Ra do Vigano n. 27 |. andar
    Rea do Amorim, armazem n. 26
    dem em n. 6i
    Ra do Burgos n. 19
    Dsic. da Plma n. 3' _____
    30*000
    15*000
    304000
    42<00
    ."WiOOO
    AYIS
    Do dia 1 de Janeiro prximo em diante ficam
    cnprimiloj o? trens qu-> partem de Tiuma para
    o Recife as 7 horas e 33 minutos da manb, e o
    qne parle do Recife para Tiuma s 4 boras e 30
    minutos da larde.
    Rcife, 28 de Dezembro de 1891.
    J. H. Com l!y. superintendente.
    Thesouraria de Fazenda do
    Estado de Pernambuco
    SoBMtituIro de nota*
    De ordem do Sr. Dr. inspector, fago publico,
    en vista to teleprarrrra do inspector da Caixa
    de Amortisaco, de hontem, que foi proropado
    at 3t de Marjo prximo futun, o praso para a
    subitituicSo cas notas do governo, emitlidas
    palo Banco, depois de modificadas.
    Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
    nambuco, 29 de Dezembro de 1891.
    O secretario,
    Jos Gomes da Silva.
    Costuras do Arsenal
    de Guerra
    As costureiras de ns. 736 a 770 devem compa-
    recer amanh 30 do correnlb mez.__________
    Correio geral
    Malas a expedr-se hoje
    Pelo vapor americano Vigilancia, esia admi-
    nistrac&o expede malas para os portos da -ab.a
    e R.o de Janeiro, recrbeodo impressos e objec-
    to a registrar at a- 12 hora do da e cartas
    ordinarias at a 1 hora, ou at a entrega &U
    oals com porte duplo.
    adminisiraco do! Correios do Estado de Per-
    nambuco, 3u de Dezembro de 1891.
    O adn ioistrador,
    RogoDerto Barbosa da Silva.
    SEGURO CONTRA FOGO
    Royal Insurance Compan}
    de Liverpool
    CAPITAL S.000:000
    R. Drusina & C.
    qt-R MarquegdOlInd 8-1
    ompaidjia fce &t%ut0
    ::s:s ;:::
    Northern
    de Londres e Aberdeen
    fosifo nnaoceira
    Capital subscripto 3.780,000
    Fundos accumulados 3.000,000
    Keeeita annual :
    De premios contra fogo 626,000
    De premios sobre vidas 208,000
    De uros 155,000
    BoxweU WUltams & C.
    Companhia Norlh British
    Mereanlil e Insurance
    Capital subscripto t 3 000,000 O O*
    Fnados accumulados 9.752,443 18 S
    KECEITA ANNUAJL
    De premios contra
    fogo....... i.496,818 6 10
    De premios sobre
    vidas...... 992.379 6 1
    t 2 t88,19M* 11*
    N. B.A repartirlo de fundos accumula-
    dos sobre segures contra fogo, nao se res-
    ponsabilisa pelas transacc&es feitas pela a
    de seguro sobre vidas.
    Agente em Pernambuco,
    N. i Lidstene.
    N 10 roa do Commercio.
    SEGUKOS
    uimios costra im
    eoMpanala PheaiiPer*
    aHbufiM
    RA DO COMMERCIO > 4
    SfilIKOS COSTRA FOGO
    EDIFICIOS E MERCADURAS
    TAXAS BAIXA8
    Prompto pagamento de prejuizos
    SEM DECONTO
    A COMPAXOf A
    IMPERIAL
    di; .o\i)ni;s
    Estabelecida em 1803
    CA TAL Rs. I (1,000:0004000
    AGENTES BROWNS & C.
    N. 64-RUA DO BOM JESSN. 64
    iioresjrrpto ao agente respectivo do Dorto rt>
    i 'carga, dentro de tres dias depois de finad*
    uda.
    Nao procedendo esta formalidade a companhia
    lea isenta de toda a responsabilidade.
    Para passagens, (ratea e encommendas tra
    a-ae com os
    AGENTES
    Pereira Carneiro& C.
    6mmRua do Comtnercio^S
    1* andar
    Boyal Hall Steam PacKet
    Deny
    O vapor Clyde
    F' esperado da Europa at t
    dia Si de Dezembro seguindo
    depois da demora necessana
    Companhia Nacional de Salinas do
    lSsor-Assn
    O vapor As su
    E' esperado do
    porto do Rio de
    Janeiro at o dia
    I de Dezembro
    deirora icdispensavel, di-
    e dinheiro a irete
    seguinao depois da
    rectamente ae> Rio.
    Para carga, encommendas
    trata se com o
    AGENTE
    Joo Hara de Aibnqncrqne
    Ollvera
    Ra do Conantrcio n. H
    1* andar
    >ara
    London & Brasilian Bank
    Limited
    Ra do Commercio n. 32
    Sacca por todos os vapores sobre as erj
    tas do mesmo banco em Portugal scnc
    *m Lisboa ra dos Capellistas a. 75. !r.
    ?orto, ra dos Ingleses.
    Compania % SegGros
    Miguel Jos Alves
    !V. 9Ba do Rom lenns>'. V
    SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
    Nestes ltimos seguros e a unicr companh:
    i :,3ta praya qne concede aos Srs. segu ados semf
    ;o de pagamento de .remio em cada setime
    inno, o que equivale ao descont annual de ce:
    a ce 15 por cento em lavor dos stururados
    DJQOfUXi'
    CONTUA FOGO
    'he Liverpool Lendon k Gloix
    INSHAIT33 DDMPHY
    Kua do Boai Jess, n. 16
    MAR 111 Ufe
    Para Rio Grande do Sul e
    Pelotas
    Patacho aeraSo "An'je tendo ja contratado
    parle da carga sahiri breve para ts portos aci
    ooa; para o resto da orga trata-se com E. S.
    Levy, ra do Commercio< 22.
    Compannia Percambucana de I
    vcnacui)
    Esta companhia mantem as seguintes linha*
    egulares de navegajao:
    ^rte, tocando nos portos da Parabyba, Nata.
    W_ _, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partindi
    leste porto um paquete a 11 e 26 de cada mez.
    Su, com escala pelos portos de Macei, Pen*
    lo, Aracaj, Estancia e Babia, sainado desti
    jorto a 14 e 29 de cada mez.
    Fernando de Noronha, partida no msiado d>
    nei.
    Rio Formoso e To.mandar, sabida a 28.
    Rio de Janeiro, idirectamecie) parte o paquet
    le 25 a 30 do mez.
    Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe d
    5 a 20 do mez.
    ?dos 03 paquetes sao novos, tem excellente:
    iccommoda6es para paaeageiros e para carga
    * os preces sao muito reduzdos.
    Os passageiros eocontram, apar do bom tra
    amento, todo o conforto desejavel a bordo
    im paquete.
    Os paquetes qne tazem as viageas ao Rio dt
    ,'aneiro, alm de terem ludo o que se enecntn
    ios paquetes modernos, accresce que faz a va
    em em quatre dias e o preco de passagem
    la 1.' classe 60*000.
    O paquete empregado na viagem para o Rii
    irande do Sul e smente para carga, e tem i
    atado adeqnado a entrar no porto daqueilo Es
    ado em qualquer occasiSo.
    Recebe se engajamento de carga por qnant)
    lade lixa para todas as viagens.
    Outrcsim, a companhia expedir paquetes ex
    aordinarios desde que baja carga para o enga
    imento completo de um paquete.
    Escri orio. da Companhia Peraambucan;
    n.lt.
    Macei
    Lloyd firasileiro
    Scelo de navegaco
    DA
    EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
    BRAZIL
    L1NHA DO NOBTE
    PORTOS DO NORTE
    Tapor Espirito-Santo
    E' esperado dos portos de nor
    te at o dia 31 de Dezembro se-
    gnindo depois da demora de
    ,ccstume para
    Victoria e Rio de Ja-
    neiro
    Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
    jara Santos, Canana. Iguape, Paran go, An
    o lina, S. Francisco, Itajahy, Santa Catbarina
    ^ic Grande, Pelotas e Porto Alegre.
    As encommendas serSo recebidas at6 1 hor
    la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos
    o lnr(ro do Corpo Santo n. 11.
    Para carga, passagenae valores: trata se com
    os AGENTS,
    O vapor Pernambuco
    Commandante Roberto Ripper
    E' esperado dos
    portos do sul ate
    o dia S de Ja
    neiro e seguin-
    do depou da de-
    ora do costme para
    Parabyba, Natal, Cear, Am&rracSe, Ma
    ranbio, Para, Obidos e Manos
    As encommendas serio recebidas at 1 hora
    la tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
    ao largo do Corpo Santo.n il.
    Para passagens, fretei e encommendas treta
    m os AGENTES,
    O paquete Desterro
    E' esperado dos portos do sol
    at o dia 3 de Janeiro, e
    -seguir depois da demora do
    ^costme para
    Ceara, Marafih&o e Para
    As encommendas serao recebidas at 1 hora
    la tarde do dia da sanida, no trapiche Barbos
    o largo do Corpo Santo n. 11.
    Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenc&c j
    para a clausula 10 doe conbecnentos, que
    No caso de haver alguma reclamacio contra a
    companhia, por avaria ou perda, deve ser feiU '
    t iTiC k
    Babia, Ro de Janeiro, Monte-
    video e Buenos-Ayres
    Para carga, passagens, encommendas e di
    ibeiro frete : traU-se com os AGENTES.
    O vapor Thames
    E' esperado dos
    portos do sul at
    o dia S de Ja
    neiro de 1892 se
    guindo depois da
    demu-a"necessarii para
    s. Vicente, Lisboa* vigo e Sou-
    tbampton
    Para carga, encommenaas, passagens e di
    oheiro a frete, trata so com os AGENTES.
    O vapor Tamar
    E' esperado dos portos do sul
    at odia 9 d3 Janeiro de 1892
    - D ado depois da necessana
    demora para
    Vigo e Santhampton
    Reduccjlo de passagem
    Ida Iiae'joi:
    4' Lisboa 1 ctasee A 20 i 30
    4' Sonthampton i* classe 4 28 A 42
    Camarotes resevaaos para os passageiros de
    Paraambuco.
    ?ara passagens, fretes. encommendas, irata-"1-
    :0Z' os
    AGENTES
    4nioriniIrmos & C
    N. 3Ra do Ron JessN. 3
    oipnlia FensBiniEaaa 19 fia-
    Para o Rio de Janeiro
    O paquete Jaboato
    Commandante Pereira
    Segu no dia SO do De-
    z-mbro .s 4 horas da tar
    de.
    Rpcebe ca'ga, encom-
    mendas, passagen: e di-
    nbeiros a frete, ate; as 2 oras da larde do
    dia da partida.
    ESCRIPTORIO
    Ao Caes da Companhia Pcrr.ambucano
    u. 12
    Jobo Pinto da Cunna Teixeira
    Manoel Marnos de Oiiveira Vaz e Angelina
    Rosa Pinto de Olivei-a (ausente) mandam cele-
    brar algumas missas por alma de seu prezado
    cunbado e irmo. Son Pialo da Cunka
    Teixeira sabbado 2 de Janeiro, prjmeiro an*
    niveraario do seu fallecimento tro Portugal,
    para cujo acto de religio e candade, que ter
    lugar pelas 7 horas da manba, na igreja da M.:
    dre de Deus, convidam as pesfeas de sua ami-
    zade e do imado, s quaes desde j antecipaa
    'lis scpailfcimento-'.
    U
    SIMES
    Leilo
    De
    2 vnecas taurinas erm cria e 1 garrote
    lleaeubargaur ftuiutino lue
    de Miranda
    . Maria Genn de Miranda e filbos, respeilo
    smente agradeiiios s pessoas que se digna-
    ran] asfislir ao enterro de seu esposo e, pai,
    deveoibarcador QuInHno i m<- de
    Miranda, declaram que no da 2 de Janeiro
    prximo, pelas 8 horas da manh. vo Sfr reza
    das missas em suffragio de sua alma, na igreja
    da Sent ''.rv?.
    de primeira
    precos sem
    Ama
    Precisase de uaia ama ; na ra larga do Ro-
    sario n. 33, pnmeiro andar, para comprar e co-
    sinhar,
    4na
    Preeiaa-se de croa ama para co3inhar e mais
    seiviyo de csf3 de familia ; a tra'.ar aa ra do
    Hospicio n. 39.
    ama
    Precisa-se de urna ama que cofinhe bem. para
    caf de pnuca familia ; na ra da Malr.z da Boa
    visti n. 52, 1- andar.
    Quurta-felra, 30 do corrente
    A'8 11 horas
    Xapraca do Commercio (Lingueta)
    P INTERVENCO DO AGENTE
    Uusmo
    AVISOS DIVERSOS
    STRAITSOFMAELLAN LINE
    O paquete Iberia
    E' esperado os
    portos rio sul ate
    o ai. 30 de De-
    zembro seguindo
    depois da indis- j
    peosavel demora para Liverpool com escala por
    Lisboa, Bordean* e Plymoub
    Para carga, passageiros, encommendas e di
    ineiro a rie: trc.ta-se com os
    AGENTES
    TVilsoo, Sons & C, Limited
    10RA DO COMERCIO10
    CHARGERS REUNS
    Companhia Francesa
    DE
    Xa^egaco vapor
    Linha quinzenal eutre o Havre, Lisboa,
    Pernambuco, Baha, Rio da Janeiro e
    Santos.
    O VAPOR
    Yille de Kosario
    Commandante Bouley
    E' esperado do
    Europa al o dia
    * de Janeiro e
    seguir depois
    da necessarla de
    rro-a para
    Babia, Ro de Janeiro e Santos
    Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
    vapores desia linba, queram apresentar dentre
    le 6 das, a contar do da descarga das alvaren-
    as qualquer reclama^ao cooceroente a volumes
    ]ue porventara tenbain seguido para os portas
    lo sul, aQm de se poderem dar a teaipo as pro-
    ridpncias necessarias.
    Expirado o referido prazo a companhia nao
    le responsabili8a por extravos.
    Recebe carga, encommendas passageiros,
    para os quaes tem excedentes accommoda^es
    a tratar com o
    AGENTE
    Auguste Labille
    9RA DO COMMERCIO-9
    Aluga se o terceiro andar do p'eJio n. 1
    ra do Vigario, com bons commodos, agua e
    gaz ; a tratar na ra ta Cruz n. 1 (Recife) pa
    vimenio terreo.
    Preoi8a-.~e de urna criada para copeira e
    mais servigo de urna casa de fum.lia ; a tratar
    na ra da aoiedade n. 82.
    Precisase de b;u bom cosiubeiro ou cosi-
    nopim ; a tratar La ra Mrquez de Olinda nu
    mero 35.
    ras
    LINHA MENSAL
    O paquete Orenoque
    Commandante Bretel
    E' esparado dos portos do
    sul at o dia
    S de Janeiro de 1899
    feguindo depois da demora necessaria para 8or-
    deaux, com escala por
    Bakar e Lisboa
    Para carga, passagens, encommendas e di-
    ibeiro a frite trata-se com os AGENTES.
    O paquete Equateur
    Comandante Moreau
    E' esperado da Europa at
    o da
    3 de Janeiro de 1899
    seguindo depois da demora necessaria para
    Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
    nos-Ayres
    Gafa do Estado
    Compra qualquer porgao
    A
    Companhia Industrial e Com-
    mercio de Estiva
    JProfessor publico
    Joo Ferreira Vilella de Araujo, pede se a
    esie seihor o fav r de vir ra do Coronel
    Suasiuna n. 218 cumnrir a sua palavra, que j
    faltou a ella doze vezs.
    Entre
    amigos
    As arcOas pntre amigos que corria com a ul-
    tima Llena de-te Estido que se extrabir no m z
    de Dezembro do corrente anno, de urna liada
    vacca com urna b"e ri, fica transferida para
    correr com a ultima que se extrabir no mez de
    Janeiro prximo.
    ZumbY, 22 de Dezembro de 1891.
    _________________________I. M.
    Criado
    Precisase de um criado ; na ra de Hartas n.
    17. n.ercearia.
    Cosinheiro
    Precisa se deum cosiheiro ; na ra da Iin-
    peratriz n. 41.
    Cosinheira
    Prec ss ge de urna ama que cosinbe bem, para
    casa de familia no M.mteiro ; a tratar na ra do
    Caaugi n. 14, primeiro anda-, de meij dia al 2
    toras.
    Moedas brasileiras
    Compra se de 5U0 rs., lOOO, 2*000 no centrr
    da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Au
    gusto do Reg.
    Moedas de praU
    de todas as qaalidades, antigs e modernas, de
    IK 00, 1*000 e 500 rs., assim como toda a es-
    pecie de moedas estraogeiras de curo e prsta,
    paga-se bom pre^e. Compra se tambsm curo e
    prata viba ; na relojoaria David, ra do Cabu-
    g n. 14
    Fataeoes
    Compra-se de todas as naces ; na ma do Ca-
    bug n. 9. loja de Augusto do Reg.
    Fataces
    Brasileiros
    Marcados 2*000 no centro, compra Be por
    n.aior preco do qoeem outra qualquer parte: nc
    arniuz m a ra do Commercio n. 4.
    Pataches brasileiros
    Compram-se patacoes brasileiros e qualquer
    moda de prata, pagase bem ; na relojoaria Ds-
    vid, ra do Cabug o. 14.
    Caj'
    Compra se qualquer porcSo na fabrica de vi
    nbo da caj, ra da Auroran. 111 das 6 hora
    da manb as 5 da tarde.
    test vaporeo io
    las elctrica.
    lllnaalnados S
    Previne-s"1 anda aos Srs. recebedores demer
    oadorias que se attender a reriamacOes por
    fal as, que torem reconhecidas na occasio d;
    descarga dos volumes ; e que dentro de 48 ho-
    ras a coatar do dia da descarga das a varengas,
    dsvero fazer qualquer reclamaco concernen
    te a volumes que porventura tennam seguido
    para os portos do sul, afim de serem dadas a
    lempo as providencias necessarias.
    Roga-se aos Srs. passageiros de se apresentar
    rem na vespera da ebegada do vapor para toma-
    rem as suas passagens.
    Para carga, passagens, encommendas di
    adairo a frete: trata-se com os
    AGENTES
    H. Burle, & C.
    42 Ra do Commercio42
    Itr
    Aluga-se urna casa ter-
    rea com sirio em Jaboato,
    com banho do rio, reedi-
    ficada pintada de novo,
    com commoios para gran-
    de familia, para passar a
    esta ou por anno.
    A tratar na ra do Com-
    mercio n. 14, escriptorio.
    Feitor
    Precisa se de um feitor; a tratar na ra do
    P. yan ?. 19.
    Precisa se
    numero 2 C.
    Ama
    de pma ma ; na ra do Cabugi
    Ama
    Precisa-se de urna ama de meia irtade para
    casa de duas petsoas, que oosinhe e fa, a torfo o
    .-ervico da casa ; a tratar R3 ra Matriz ta Boa
    Vista n. 3.
    Ama
    Prcnsa-se de urna ama p ra casa de potci
    amilia ; na ra Augusta n.lS2
    Ao publico e ao commerio
    Mnoel Jos da Costa, para fins corarte reines
    d'ora em dianie assi^nar-se ru Monoel Jus aa
    Costa Primo.
    fiecife. 28 de Dezembro tc IS9I.
    Alu^a-se
    O primeiro andar oa ra Cerond Suasuna n. i
    278 rom corr.roodos para familia, agua, az e
    drainage ; a t atar na ra Barao da Victoria n.
    30. loja.
    eeiaraco
    Jos Francisco Ferreira declara que havendo
    ouiro de igual nome, como ee \ na parte da
    que'ura policial, a'ora em diaaia assigcar se-ha
    Jo Vicente Ferreira de Souza.
    Caixeiro
    Frecisa-se de um caixeiro de I i a 16 annos.
    com pratica de taverna e que d fiador d^ su;i
    conducta : a tratar na fabrica Amor, ra larga
    co Rosario o. 8.
    PiRi BNGEKHOS
    Cuimaraes fy Valente
    participam aos seusfregue-
    zes e Illms. Srs. d enge-
    nhos, que comossmpre tem
    grande deposito dos artigos
    abaixo mencionados sarn-
    tindo tudo
    qualidade e
    competencia, a saber
    Cal nova de Lisboa.
    Dita de Jaguaribe.
    Cimento Portland.
    Oleo de mocoto (puro).
    Ditos americanos (para ma*
    chinasj.
    Dito de' linhaca.
    Dito de ricino.
    Azeite de carrapato.
    Dito de coco.
    Dito de peixe.
    Peixe em latas.
    Kerosene inexplosivel
    Graxa em bexigas.
    Craxeta de linho.
    Potassa da Russia (em latas,
    caixoes e barricas)
    Trisulphito de cal (novo
    preparado para clarificar
    OBssucar)
    Formicida Capanema (o re-
    medio mais efficaz para
    a extinc^ao da formiga
    A' Pra$a
    Jayme Ramos, represen-
    tante da antiga e acredi-
    tada firma Zenha, Ramos
    & C, do Rio de Janeiro,
    para evitar a continuaijao
    de equvocos que se tem
    dado, declara aos seus
    numerosos committentes e
    amigos, que esta firma,
    nada tem de com mu m com
    a de Zenha, Lacerda & C,
    da mesma praca, ainda que
    resta firma, figure o nome
    de Zenha.
    Pernarrbucc. 30 do De-
    zembro ce 1891.
    9 oleo de Berth o oleo de oacalbao
    .natural, preparado com ligados frescos,
    directamente importados aos cuidados da
    casa L. Fbcbe, de Pariz, i ra Jacob, 19.
    SO se vende em vidros Junto aos quata a-"
    cha urna inatruesao.
    PARA ~*
    ENGEKHOS
    Lopes e Araujo partici-
    pam aos seus freguezes e il-
    lustrissimos senhores de en-
    genho, que tem deposite
    constante dos artigos abaixo
    mencionados garantmdo a
    boa qualidade.
    Cal de Lisboa.
    Dita de daguaribe.
    Potassa da Russia (em
    barriquinhas, caixas, lata?
    grandes e pequeas ).
    Oleo de mocot,
    Azeite de carrapato.
    Dito de coco.
    Dito de peixe.
    Pixe em lata.
    Kerosene inexplosivo.
    Graxa em bexigas,
    Gaxeta de linho.
    Precos sem competen-
    cia.
    Bu* 4o Livramiito
    a. 38
    sauvaj
    C torpo Santo- 6
    QWBfiWi
    i ; .-;]) viso;o drjuriliti
    fl __ I
    ->[ E
    J ApproTado ps!& Dlufitrada tinU Se |
    Ergiens PuMiee da Corte.
    T^ -El
    3 AuctorisacioporDecrctoImperik! Sr
    ^l| de 20 de Junho de 1883. 'g-
    COMPOSICAO
    Firmino Candido de Figueireo.
    " Empregad i com .i maior cfiic.-.c-..i n.>
    rketiinatismo de qualquer narurezj,
    em todas as molestias da fet, as
    Uucorrhas ou flores branca',, nos
    sorimcr.to^ occaionados pela impureza,
    do saugue, e finalmente as difftrentes
    formas da syphis.
    1 -----7
    4J Dse Nos primeiros seis das urna
    4} collier das de cha pela manba e ouaa j
    "5| noite, paramente ou diluida em agua -;-
    ^1 e cm seguida mudar-se-ha para colhe- |g-
    -^' res das de sopa para os adultos e me- v^
    3
    tade para as criangas.
    Rgimen Os doentes devem ab-
    ster-se apenas do aumento acido e gor-
    duroso; devem u-ar dos banhos frios ou
    momos, seguro o estado da molestia.
    /
    -:
    -:-
    -,
    i
    -?
    I
    j Francisco Manoel da Silva & C.
    Droguistas
    23 Ra Mrquez de Olinda
    Pernambuco
    DEPOSITO CEKTBAL
    5-j-^-p^-^rsJSp^:,^?^?^
    Fitas lavracifs para faxas n. 80 com raau
    de um palmo de largura a 2&L0Q res
    o metro.
    Gregos, galSes, trancelins e regente
    brancos e de cores, para enfeitar ves-
    tidos e roupa de c eanga, camisas, toi-
    lettes de senhora.
    Collarinbos para bomens a 200 res um.
    Grande e variado sortimento de caixas da
    msicas a 2(J000, 3^000 e 5^000 rea
    cada urna, proprias para presentes.
    Espelhos mgicos a 50 res um. Das
    40O Espelhos com tres palmos de altura, coa
    moldura de dour&do fino, oval a tsjJQOO
    reis.
    dem, idem a 60000 reis.
    dem quadrados a 55500 reis.
    Ventarollas de paiba branca a lfOOOree*
    urna.
    Leques de papel a 500, 600 e 800 reia.
    Rendas abicoa de cores, branco, de a*-
    godf.o e linbo de cores e pretos.
    Bolsas e balaios de palca, para compra*,
    viagens e passeios.
    Capas de 12 e casemira para senhoras.
    Perfumaras, leos, estratos, cosmtica-
    dos m lhores abrigantes.
    Galoes, palmas e pingentes de ridrilbea.
    Bolsiubas para passeio, de chagrn e pe<
    lucia.
    Albuns de pellucis, couro e chagrn.
    Vanado sortimento de brinquedoa.
    Pulceiras, voltas, cazoletas, anneis, ee-
    deiaa de plaqu americano.
    Caixas de msica para presente a 71000,
    8IC0O, 91000 e 12I0CO reis.
    Meias, rencos, collarinbos e punhos pan
    senhoras e hornees.
    Oculos, pincenez, navalhas e caivete*.
    Cepellas, veos e ramos para casamento*
    Toncas e enxovaea para baptisadoa.
    Gorxetes em fita para metros.
    GalSea brancos para ronpa de crianca.
    NA
    FLORIDA
    103-RnaDiqiedcCaxias-IOj
    . t\







    \
    I
    Diario de Pernambuco Quarta-feira 30 de Dezembro de 189!
    I
    xaiKiuuiiiiiii

    'u-uauumuu*:
    EMOLA
    :v8
    Jiilhrirs iravi.tnm,
    S! >.'I (/' LvitV.
    , K UECOMMRVDADA AS
    "-. omhm jterfadoda
    f.'ein < < ri'i'i'ment
    A Academia de Medicina votnu feucltac&cs ro Sr MOt'IUS, o-Instituto
    de Franca .'iin-edeu-llii urna KDAIH1<<' Incitamento, n concui o do premioMoutyon,
    por esta ce lo feliz influencia na dlmlnu o aas enlcriiiidades
    i; na i a i-rianc is.
    A SEMO-ft MOU^S raodo osada pelas Mullere duran' memtac i Vi fa t/ cwm mente, do natuieza
    a proauzir individuos de conslHu cao ro
    Junto a cada ridro aoBa-aa urna inslrucc&e sobre esto producto.
    &
    Fiftici%aevEiiflapor..i-.. o i. F^-Aj: A.Cn.* ;.;P SNYe< i.ro!;. PArU
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    Apoplexia
    Cholera
    Enjo do mar
    Flatos
    Clicas
    Indigestes
    Febre amarella, etc.
    lar o prospecto no qual tai enrolrido
    cada tidro.
    De-se-se erigir o letreiro branco
    e preto. em todos os vidres,
    se|a qual lor o tamanho.
    DaToarros KH TODAS as phakmacias
    do Universo
    Mf-C-
    D esconfiar
    DAS
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    e exigir a Assignatnra
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    deCaxias-56 e 58.
    Esleirs
    Tapetes
    Alcatifas
    Para Dorta, piano, sof e forro de sala.
    Precos sem competencia
    Acaba de receber
    Loja e armazem das Estrellas, roa Duque de
    Gaxias-56e58
    Sem competencia em precjoe
    Mosqoeteiros de todos os tamanbos, brancos
    e de cores.
    aUnpquins americanos.
    Ho araiaicm e loja das Estrellas
    Ra Doque de Caxias
    56e58
    Cavallo ro ubado
    Roubaram do eageabo Tabocas, fregoezfa Ha
    Luz, om ca vallo de estribarla, caslaobo andrino
    cor de rato, grande, cabeca grande, com ama
    estrella na testa, orelbas grandes mas bem feitas,
    om tanto corcunda para a frente, cabello grosso,
    com nm lobinbo, do tamaobo de om limio, de-
    saixo do queixo ao p da garganta, com nm dos
    ps calcado, andador debaixo a galope em cima
    da mo, castrado, foi comprado em Itabaiana 3
    meses ponco mais oo menos. Quem delle soober
    noticia exacta soder dirigir-se ao mesmo enge-
    obo on ra 4o Bem Jeans n. 4, escriptorio,
    que ser generosamente recompensado. -_______
    Criado e cosinheire
    Precisa-se de nm cris do fiel e aa coBheiro~
    rfssito; sa ras do Psysuda a. 19.

    ...



    8
    Diario de Pernambuco Quartn-ifeirn 30 .-e Dezembro'e 1 SOI
    AOS FUMANTES
    Deseji-s nin ler azia quando fnmai-s?
    Usae por nlpum lempo Os aprpc^wis cigarros denominados MINEA ESPERANZA, quer picados; que-r deilbc&3. Dae tambero o aromaticoi
    saboroso tomo desfiatb KHituIado Higinico Naeional e os cigarros do rncsmj fumo.
    Depois is c dir-nos-hei su f na ih> uli! o conselli.
    Cumpre rolar que os BvpenicM |u.nhos e os ESPEMNO S sao fortes.
    A abricc MJNflA ESfEA CA c itaada na ra Lr.ig. do ; osario n. 21 ..
    _______ Um apreciador.,
    CEM CONTOS
    le
    xuraccao im *
    "LAO MAIS
    (i vot
    DE REISn
    N
    il
    ciro
    ETANTE
    i
    (Funda-do em 1824)
    Os propietarios deste aiiiig o acreditado .Armazem, reconstruido a
    capricho com todos os melhorameiitos e aecomniodacoes necessarias do
    mais aperfeicoado svstema, avisam ao respeitavel publico e aos seus dis-
    tinctoS fregnezes, que se acham collocados as mfelhores condicoes de bem
    servir com esmero perfeirao ao mais exigente pedido semreceio de com-
    petencia, tanto no asseio como nos preces resumidos.
    Encontra-se um variado ortinienio em vinhos finos do Porto, Sfa-
    17 1 ir il k*l i Q7 ^ *, l'deira, Malaga, Malvasa, Mscate! aromtico, Bordeaux, Santerne, Cham-
    Lm l2o,UUU bilheies da lo,ob/ premias! bertiii,centn criW,pastoeo

    TI
    Ettas loteras e as da Babia nicas que sao extrahidas nos.
    dias marcados, e que se transferireiij U o] n/vi
    Fagam o dobro por cada bkeSe vendido. UO|JUtlllllUt
    Alm disto teni depositado no Tbesouro *o Estado importante,
    somma que constitue sua ianf a.
    u-j '*** **# A* -*^ ** *><. fr^if -_P ''-^ cA- fc/* *X; *__9 c- Sj
    I
    ir
    5
    Cll
    Alt ene, ao
    CHEGARAM
    OS
    celebres canarios
    .. S&A&MUUimA
    Do Harz, Allemacha.
    Depo.-ito gera!: Paslelaria Camargo, ra do
    mperaCcrn. li.
    Livnria Coolemporane
    03 proprielario disioesla-
    belecimento, lendo receido da
    Europa nm variado scrtimfn'o
    de objectos de pbao:asia pro-
    pric para preseotes do Kattl,
    Anuo Boin e Ras, e venden-
    do-os a preces reduziJrs cen-
    vidam o m pella ve I publico a
    visitar o seu estabelecimento,
    onde encontrara igralmcDle a
    mais Moda cclleccao de
    Cartees de felicifnces
    Ramiro H. Costa & C.
    2-RA PKIME1R0 DE MAr-CO-i
    Fabrica de gelo
    lpas e lic-eaads gasosas d
    todas as qoadadcs
    Soda water, ginger, ale, limo, laranja. cor
    ci. abacaxis, granadina, grosellas. raaboiss
    baumlba, hortel-pimenia. ele, etc.
    12-ACAES DO CAP1BAR1BE-15 A
    A litiga fabrica Caju-
    A*8gnam-se naLIVRARIA BOELITREAU.
    em ella
    preto I
    e em caf
    &
    erae i&yscsi e
    eEull
    *es uo^ros
    BtLsi
    lluiitley & Palmers
    raa do loiperador ii. 4g, todas s Revistas] Esplendido soilimento em biacMnhas de
    scientiicas elitterarias, Jrnaes de m#da e ii-;
    gurinos publicados na EUJOPA e noBKAZIL
    com di>tribui^ono da da chegada de cada
    mala.
    Precos reduzidos de accordo com o cambio
    PAGAMENTOS AMANTADOS
    Rna do Imperador ns. 48 $ 43
    fricain, Riviera
    IVatafias, Boudoir
    LIVHARIA B0UUTRE4U
    rubeba
    Vende-fe urna machina americana deoplairjar
    e outraa de torturar, espretuer Irnetu, el"., ums
    exeellente Cldei-a de co&re e?tanbado para co-
    ser no vacuo, grandes deMMtr* de oiba para
    . alcool ou qcalqner raister, urca boa urro&C&o m-
    6lea, grands o,usntiJade "e raiba iaglezas.
    qnid03 e quitos oatros objecto, tuto muit:
    em coca ; na ra Luiz do Rr-go wl Sanio
    Amaro, dus 8 3 10 Qoras da munb c das 4 d
    urdeem ciante.
    ctala
    Mais barato do que em outra qualqaer parte;
    Teode:
    V1EIRA SILVA
    Una d>- S. Francisco r. 26
    Atten^ao
    Vende-se a nrito conhecirfa e afreguezada
    mercara sita roa do iota Jess n. 38, e o
    motivo la vi-nrta se dir ao rrmpra'or
    N. BPara nao haver interrupcao preciso
    pagar quanto antes as assignaturas.
    CUBAS
    PEQUERAS PILUIAS de BEOTER
    PARA
    FIGADO
    aitre d'Hotel, Miln
    Alf^ndra, Nursery
    -
    io^ical, Tuuville
    Xjmj.ire, Presburg
    llladeira, Palermo
    Fizado entorpecido cnrwe poeitivamenie com elas
    piluiag. Ellas to nm remedio purgativo livre de peri-
    go pivra o honieu. r -: fraco, to bem como bastante
    ac% o para o homem mala forte, e nao conatipo de-
    poia; pela aeco eeral agreda a todo qne a* usam. So
    oh palaa eiilandar.es da profleeio medica dos Estados
    Unidos. Sao as menores e mais faca a, tomar.
    Qu&reata em cada frasco, j m
    sabo Curativo de reoter.
    MEDICINAI.

    A'.fafi
    Vndese rru:to barato
    nmaero 43.
    na ra do AaMrilE
    Pir ho denga
    Em praoebdcf e bor o es ; vndese na ra
    Rarao do Tncmpbo n 8.

    Bom negocio
    Veade-se ou d-se sociedade em nma mercea-
    ra em nm dos memores pootcs da fi a-Vista ; a
    tratar na ra M-'rqoez do Her.il n. lio.______
    ?" Mura
    Marca Leo, vendem Fonsera IrrrSo'.
    So' quem vende
    Slio novo a 28o r3 a cuia e CO rs. o kilo ; nc
    Largo do Mercado o. 12, Gimes Ferreira.
    Libras sterlioas
    Vende-ae na loja de jolas de Augusto Rege
    * a, na do Cabug n. 9.
    Fabrica 9 leras
    DE
    3ni Raro da Victoria o. 65
    Loja Jo Espelho
    Madirre eravd avisa acs eeus oume-
    rossimoa freguezes, que receteu de Parii,
    am grande e v-ri^do aortimecto da peJli-
    sas de prin.eira qualdade. de cheTreaaz,
    uede csstor etc.
    Fapel-forro
    Grande remesas, infloitamen'.e vanada, em
    cores ede8enc.')3. Ds precos 1 basta dar a ee
    tjniate idea : Oe 340 a l 000 a peca : oa cata
    esp?cia!5!a dcste genero, i ra di Madre de
    Deus n. 30 (lUcif.)
    _______________I. T. Carreiro.
    Ao congresso!
    . O IL'cstres re^resanuoiea deste Estado 5o
    ccividsdos a virc^mpr.-r ute caixa dos delicio
    ao.s cbatjitos as ferias, a Livran Crnt"rprranea.
    Tomores, cravoe, pelle vermelha. asprae oleosa impldMo oa
    carado por o mals^rande de todos os afonnoseadors a peue, o
    eabo Curativo de Rcntcr. Produia a pelle formpaa, branca e
    clan e mao brandas ; absolutamente puro, delicadamente medi-
    cinado, estremamente incomparavel como aabao para a pelle
    bem como do toucador, dobanhoe do qnarto das criancas.
    CAUTELA.-N'o genuino sem cada envoltorio NI
    marca reeistrada ile Barclaj i Co., New Yort.,
    tRICOPERQ de BARRY

    Y PARA O
    TOILETTE
    Cma preparacio elegante extremamente perfumada,
    rc todas as impureza* do crneo, preservativo con-
    ira calvicie e cabello cinzeuo: faz o cabello crescer es-
    pesso, brandoe hermosc. Infalivel p^cruvernpaja,
    PARA O
    CABELLO
    APELLE ]
    ESUBElfCtDO Mieal |
    doencas da pelle, g~""nlas e mnscnlos, e cura raplda-
    menie corladuras, queimaduras, feridas, tercedura. &c
    CAUTELA.N-o 6 eennlno sem cada frasco
    ter a marca re^istraa do Barclay Co., Nsw York.
    DFPOSITAKIOS DE8TE8 PR0DUCTO8.A companhia de Drogas e Po-
    ductos chimicos.
    Ri a Marques de O ira da n. 23.
    A.
    lili MODELO
    NOVOESTABSLECIMENTO
    Becebeu um lindo sortimento de
    CAPOTAS
    de rendas d: cores e gretas para senboras.
    de renda e de paiha para senfaoras e meninas.
    essert, Brazil
    \_/range drops and Desserls
    J^emon Wafers, Malta
    T
    Ltaiian Macaroons, Maisena
    iyXaltlock, Q^ioen
    i^.lbe??, Supper, etc.
    Champagne e cerveja tas melliores marcas, cognac, licores, bem como
    ama variedadeemconservas, resumes e tudo mais concernente a urna boa
    'dispensa familiar.
    Lindos presentes propriospara poca do
    Portanto de novo pedimos aVrc^p'era'S'l ")pnbKco e as osso^distinctos
    e^uezes, urna visita aonosso novo csabelecimento, no qualjiao de en-
    conlrar a reaiidadeenitudo o que acabamos de mencionar.

    -
    Trc
    'Zl'li
    3R.XT-A. BA.B.AO X^J^ 'VXGXODB.XA. 1
    N? telephonico 323 ^^______
    ie palha e de seda para criacc^s.
    CHAPIBS iE FKLTE3
    para homans e rap,iiC3, dos fabricante FRANCEZES, INdLEZF. S E ALLEMAb
    CHAPEOS
    ie seda pr.ra h- rser.3.
    GRAVATAS DE SEDA
    FORMAS
    de palha para chapeos de senboras e meninas.
    S3NTG3SDaAjaas
    aretes e de cores.
    Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros.
    Plumas, Ai^rettes eGrampos
    para chapeos e utr 2* artigos de fantasa.
    liua to Baro da Victoria n.
    M. LICIO MARQUES
    Telephone n. 560
    b !(.>re

    A.
    h:
    til]

    P-lo v:ip^r Ira^ccz Adour sc.ha i: chegsr de Pc-.u^-I pra este j bem
    ip> c' ii.'..'efropnto, riovo ?'n;ire t-> ~* v nbos iJa.- t ,: ni.s .- -ntal. vrqem. lagwma do l /'jko, :.:-;:!j pioESPClAi*,
    ;:l:.;;:. t. vhJQUEZ, Ha! i >:T'j.
    n i t v \ O p O" k piun < OX i Q
    :. r ViNHO &IA*C !><.> POUTu, *iu AvCcfBu*, se:o ccmpet-niia ea
    U* ti.; r .
    l:i

    \V I?I7
    ra-se na-ADEQ/
    ;v'i .' IRMAOS das u i.
    i :eMosc^T
    .'.cst.velmente sem c :i p
    Enres /urosfi, Cooj^r $* 'Comp
    -' l Ptu f'l
    Constitui$o
    DO
    but*
    Vende-se a 400 re
    ;:uia exemplar, do
    scriptorio do Dia-
    rio .
    Livros de recibos para
    .lugucis de casas; veude-se
    lo cscriptorio deste Diario.
    Vende-se
    A '!V""8 da ra Imperial n. 232. e o motivo
    ><' vi d la re dir, ao comprador ; a tratar M
    me c cu aa ra do Ur.-ameoto o. 19.
    a
    f>

    i
    sssbssII aaaasaaC


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