Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17273


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Full Text
BnJwnMBBBBBMnl
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[
ANKO LtYli HtHBRO 284
DOMINGO 13 DE
DE 1891
PROPRIEDADE DE HANOEL FJGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LGAiES ONDE NlO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantadcs
Por seis ditos idem. .
Por amaneo idem.
Cada numero avahe.
61000
131000
24*000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA ERAN-
CA E INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prince & C, residentes em Pars, 34 rae de
Proveuce.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem -
Por om aono dem.
Cada numero avnlso .
131500
201250
271000
110

fe-j
Os serihores a signantes
deste Daro, que at o
di i 15 de Dezembro se
mostrarem habilitados com
um recibo de quita^ao de
sua assignatura. at Dezem-
bro de 1892, fcirao corr
direito a receber a quota
parte da sorte que por ven-
tura venha a sahir, as duas
terqa* partas do bilhetes
da grande lotera do Reci
fe extrahir-se no dia 24
de Dezembro, cujos
ros sao os seguinte
2,213,r> 736,-9,492.
14,450,-19,327,-29,636.
50,485. 114,446 e
122,389.
TEIEGMMMAS
nunae-
:868
23"::: ?astic:las s: :::?.::
RIO DE JANEIRO, 11 de Desembro,
;3 4 horas e 40 minutos da tarde (recebid i
no dia 12).
Foi i_almente acclamado governador do
Estado do Rio de Janeiro o contra almi
rante Carlos Balth.2Zir da Silveira, que j
asumi o govorie.
MACEIO', 10 de Deiembro, s 12 ho-
ras e 5 minutos.
Hootem teve logar urna grande reunan
potica convocada pelo vico governador
r. Araujo Gb, na quol deliberaram so-
bre a attitude a tomar.
Espera-se que o Barao da Traip n3o
consiga reunir e Congresso.
O goveruo deposto contina protes-
tando.
USTRUCClO POPULAR
MBTE0K0LOGIA
LContmuacaoJ
METEO ROGRAPHIA
Oe 'rmpirai'ii ou borrasca
Admittia-3e actigamente, como diasemos, que
03 temporaes eram devidos, quasiexclosivamen-
te, a accao dos dous ros areoso eqoatorial e
o polare que a rotago directa do catavento
(lei de Dov-) ro sentido do moviraenlo dos pon-
teiros as tino, reiogio, peculiar ao no3so hemis-
pliero {) isto oa passagem tuecessiva do
8 ao SSS, SO. O. NO, NN'O era lambem devida
s< cerdee.
Hola. Parhelias. Cor.sQaaoJo o co tsts
1-veraente en:obert>, divisam se. em torno do
sol on da la, doo? circuios concenir.cos com o
'itro : sao os halos. Dlstinguera-se nelle al-
gumas da3 cfl*ea do treo iris, sendo mai3 iotea
n a verme'.ba situada na fa :;. atfrior.
Estes circulo? sao, s vez.s, corlados,ao meio,
-or um circulo branca horisontal, quepassa pelo
iol, apparenon que loma o noin* de circulo
painelico. E3te anael luminoso apreseata aug-
mento de intensidad* uo3 pontos de imersecc...
constituidlo ah ou-.'as appareneias denomina-
das parhelias ou fal3os soes. Xas extremidades
d03 dimetros verticaes dos dous halos, anda
podem ob3ervar ss a-cos tangentes aos halos.
Os halos teem por cans a dispersan da luz
solar atraves dos pequeos prismas de nev que
formam as nuvpns cirrus; o circulo parhelico
devido a ref! 'xao da luz as facetas desies pris-
mas.
Aa corois sao circuios de muito meno3 diant?-
tro que os halos, ma3 com as ces em ordem
inversa que se divisam emtorno do sol ou da la
qnaudo vapores vealculosoa se ioterpOem entre
o astro e o observador.
As grandes tempestades girantes das regioes
equatonaes recebe-am o nome de eyelooes, por
que o ar eslava nellas animado de om rpido
movimeoto de rotago, em circuios concntricos,
circuios ou turbilbes que se deslocavam, com
um rpido movimeoto de transalo. Eram, se-
sondo a aotiga theoria, rodomoinhos, em que o
ar, aDimado da forja centrifuga nascida da rota-
co, tenda a escaparse do centro ; d aqu una
depreafo central, e como conseqoeocia della,
ma deoressSo baromtrica, que, neste syslema,
era o effeito, e oSo a causa da tormenta.
() Ro bemispherie auetral a rotago do vento
i iaversa, geraimente \ isio no sentido contra-
rio ao do mov ment dos pooteirog de om relo-
gio (segundo determina a lei de Djve).
PARTE OFFICIAL
DECRETO N. 668de 14 de Novembro de 1891
Approva as uslroccOes provisorias para os eia-
mes geracs de orepa-atonos aos Elados
O Presidente da Repblica dos Estados Unidos
do Brazil aitendeodo s represeotagoes oa go-
Ternos de varios Estados e dos respectivos n
stilotos de entino secondario. bem como ne-
oessidade de facultar se a grande ntmero de
alomos, que se propbem matricula nos cor-
tos de iielr cen superior, os meios de se babi-
lilarem para tal fin, emqoanio nao se reorgao.
tam aqoelles institutos de modo a preencherem
as condes determinadas no art. 38. paragra
pho onico, do decreto n. 8i de 8 de Rovembro
de 1890,
Decreta :
Ar;. t. Sao validos, pi-a a matiicula nos
curtios de eusino superior, os exames pr-pura-
lorios a qu^, oos mezes de D.'zembro e Jsneiro
prn:;i;ais futoros, se proceder ios instituios
oiciues de ensino secundario tos E4-;dos. oude
nao :'.\ist;rem cursos aunexos s Faculdade3. de
accerdo com os programmas do Gynnasio Ni-
conal e de conformi"ade com as insirucjes qn;
buixam com este decreto ; currando as despo-
zas com s mesas exaainadoras por conta dos
cofres esladuaes.
Art. 2."Serio os ditos exames tiscalisidos
por um commissario aomoado pela fo.Mn e in-
vestido das attribuic5es determinaaas nos arts.
3. e 4. do decreto n. 1389 de 21 de Fevareiro
ultimo ; devoa.io o mesmo commissa*io. termi
nado que -j i o proce3so dos exames, eoviar ao
goveruo federal, alem de um rclatono circum-
stanciado do3 trabalhos feitos, as provas escri-
pias dos examinandos.
O minisirj de Estado d03 Negocios da Instroc-
Co Publica, Crrelos e Teiegraphos assim o
faga executar.
Capital Federal, 14 de Nivembro de 1891, S.
da Repblica.
Manof.l Deodobo da Fqxsrca.
Antonio I.mz Affonso de Carvalho.
In3trucc,es para os exames geraes de prepara-
torios D03 institutos de ensino secundario dos
Estados, a que se refere o de reto n. 668 de
14 de Novembro de 1891.
Art. 1." Os examos de preparato'03 para a
matricula nos cursos d instrueg) superior
realizarse bao, nos Estados, durante os mezes
de Dezembro e Janeiro prximos luleros.
Art. 2.* As mesas examinadoras, organisidas
pela a>rectoria do Lyceo estadual e scalisadas
pelo commissario do' governo federal, compor-
s-niD do pessoal docente do estabelecimeoto.
Paragrapbo nico. Dado o caso de ser este
pessoal insufficiente, convidar a directora pro
tessores estranbos, com anooencia do conmis-
sario federal.
QArt 3. A' directora do Lycea estadoal serio
apresentado- os requerimentos para a inscripc&o
dos candidatos esiranbos ao estabelecimento, os
quacs exhibro om curriculum vilut*, assigna-
(I) pelo director do estabeleoimenio particular
em que tiverem estudado ou pelos professores
que os tiverem dou'.nnado no seio di familia, de
onde se possam colher iDformacOes sobra seos
precedentes col'.egiaes, seu procedimeato moral
e aproveitamento nos estudos.
1. Bastar que aprsente um so documento
desti genero o candidato que requereu iascrip-
o 'm mais de urna materia.
2 Por cada materia ser paga a taxa de
J em estempilbas.
3. Encerrada a inscripeo, ninguem mais
ser a ella admitudo, soo qualquer pretexto que
seja.
Io As mesas examinadoras sero as seguin-
tes : portugurz, francez. aliemo, latim. arith-
rcetica e algebra] gjometria e tngnometria, geo-
grapbia, especialm,,ote do B-azil, historia uni-
versal, especialmente do Brazil, physica e cbi
mica, historia natoral; podendo ser organisadas
duas oo mais mezas para a mesma disciplina,
conforme a conveniencia de servico.
| "5.* Resta conformid-de, a approvago em
portuguez ser CDDdico indispensavel para que
o candidato se inscreva em qualqoer ootra ina
tena ; o candidato 4 inscripgao em geometra e
trigonometra dever ter approvajo em ari'h-
metrica e algebra ; para physica e chimica, ser
exigida a approvaco em mathematica elemea
tar; para a historia nalurl, a appro'aco em
pnysca e chimica ; para historia, a appovag&o
em geo?rapnia.
Ar. 4." A prova escripia de oortusoez cons
tara de urna redaego. fornecidos os elementos
pela !commiss2G examinadora, e da analyse le-
uolojnca e lgica de om trecho le classico por-
tuauez, lirado sorte.
A prova oral constar de leitura exnressiva
de uto trecho sorteado le prosador de nota, re-
sume do seo contedo a ilvro fe nado, explica-
gao t!e 'ermo3 e analyse3.
Ar:. 5 As provas escripias de francez, in-
glez e aliemo constaro de doas partes: verso
de um ptqueno trecho sorteado de prosa por-
tugoeza corren e e fcil, e traduego de um tre-
cho potico francez, inglez ou aliemo tirado
sorte, nonca menor de 15 linbss
As provas oraes constaro de leitura, tradne-
go"e analyae de um trecho de p-03ador fcil
sem uxilio de diccionario.
Art. 6 A preva escripia de latim. constar de
tradu:go de um tremo tirado sorte, nunca
meno1* de viote linbas.
A eral constar de leitura, tradcelo e anaiysf
de um trecho fcil de prosador, sem auxilio de
diccionario.
Art. 7.- As provas escripias de arithxetica e
algeora, eeom?ria e trigonometra versaro so
bre problema1 e questOes formuladas palas com
mieaC s. no acto do exam", sobre a matera de
ponto sorteado. As oraes sobre a miteria do
ponte sorteado e gen-ralidad-'s da sciencia, cem
demoo?!r.ges no quadro preto.
Arl. 8 As prevjs escripias de geographia,
historia universal, physica e chimica e historia
natural versa-So sobre pontos formulados oo
aelo do exame pela commissao, abraagendo ca
da pento as diversas partes da materia compre-
hendida oe programraa de estudos do Gymnasio
Nacional. As provas ora;s consi3tirJo de argoi-
gao dos examinandos sobre o poeto sorteado e
gene*alidades da materia.
Art. 9.- Os pontos a que se referem os ar'igos
antecedentes sero em numero de doze, formu
lados differentemenle cala dia antes d.- comegar
o acto de exame e de maneira que cada um
dos pontoa comprebenda varias parles da scien
ca.
Art. 10. A prova escripto durar no mximo
doas horas a oral pira cada examinando nunca
menos de viole minutos em linguas e meia hora
em scienciag. A prova pratica de physica e cbi-
mica e historia natural dorar 15 minutos.
Art. 11. O presidente da mesa poder argoir o
examinando qnaudo Ihe parecer conveniente,
sem prejoizo do tempo concedido aos examina-
dores.
Art. 12. Cada membro da commissao examina-
dora dar porescnDto sua oota na prova esenp-
ta : ptima, boa, soffrivel oo m. A maioria de
notas' mas nbaoihu o candidato a comparecer
prova oral.
Art. 13. Concluido o exame oral e prova pra
tica ros que a l o, cada membro da commissao
formu'ar seu juizo na prova escripta do candi-
dato, declarando 3i o aprova com distincgio, ple-
namente, simplesmente, oo si o reprova.
g !.* A maioria das notas assim exaradas dar
o seguinit rt-siltado fioal do exame : approvado
com iuUncq&o se reonir toialhade de nota< op
timas to to ias as p-ovas ; plenamente si reunir
(otali lade de notas bjas; simplestnen'e si reunir
maloiia de no as favoravcis ; rtprovado, 81 reu
nir maioria e notas ms.
g 2 Finio o trabalbo de cida dia, ser feto
um succinto relatono dos acootecmentos, ser
viodo de secretario o examinador mais mogo, e
ser entregue ao commissario geral.
Art. 14 Sero chamados diariamente sns ex
ammandos em exame de lingots e qualro nos
de scienei:it.
Arl. 15. O exame escripto ser feto a portas
fechadas, e o oral oublico.
Art 16. O examinando que fdr snrprebendido
do acto de servir se d* apo t^meoios parucuia-
rea oa qoaesqer livros nio permiltidoa pela
commissio, perder os seos aireitos de ioscrip-
c&o netu poca de exame*.
Art. 17. O candidato que naj comparecer
chamada, por motivo justificado perante a di
rectora do tyceo, poder ser chamado mais orna
10 \z, escolada a lista da iuscripgo.
Ari. 18. A commissao examiuadora fornecer
03 litros e os diccionarios precisos para as pro-
vas de que tratam oa arts. 4o, o" e 6
Art. 19. Paraos exames de portuguez servi-
ro 03 livros segointes : Fausto Brrelo e Vicen-
te de SouzaSelecgo Luterana; Silva Tulio
Eitudinhos de liogua pratica ;
Para verso do Francez: Fausto Brrelo e Vi
cente de SouzaSalecgo litteraria ; para tra-
duego: Charles AndrPetit cours de litteratu
re frangaiee e Hacine, Britannicus, Brnica e
Athalie.
Papa verso ingleza. Fausto Barreto e Vicente
de SouzaSelecgo litteraria ; para traduego :
James I lew! -The gradua'ed englisb reader e
HerriTne boitish classical authors. Select
specimens.
Para verso allem : o mesmo que para a in-
gleza, e para a traduego : Excerptos de Scb.il
ler, Goe he e Lessing;
Para prova escripta de lalim : HoracioSaty
ras e Odes e para a prova oral: Tcito e Tito
Livio.
Art. 20. As certid6e3 de exame sero passa-
das pela directora do lyceu estadual e authenti-
sadas pelo commissario federal, mediante o sello
de 200 ris.
Cipital federal, 14 de Rovembro de 1891, 3"
da Repblica Antonio Luiz Affonso de Garcalho.
t o ver no do Estado de Pe mam
baco
DESPACHOS DO DIA 11 DK DKZKMBRO
DK 1891
Abaixo asaignados. feitores das turmas oe
conservago das estradas publicas deste Estado
que tendo sido dispensado d'aqoelle se-vigo,
pede que se Ibe mande pagar om mez de veoci-
mentos.Informe o Sr. director geral das Obras
Publicas.
Antonio Francisco Alves, sentenciado recolhi-
do a Casa de Deleogo pediodo a sua transfe-
rencia para o presidio de Fernando para o anno
prximo futuro, ahm de que possa levar a sua
velha mai Ao Dr. juiz de direito do 2o distri-
cto criminal da comarca do Recife para tomar o
pedido na considerarn que merecer.
Carlos Adolpbo de Aveiar Alcborme, pedindo
pagamento de seus vencimentos relativo ao mez
de Dezembro do anno passado por ler sido re-
movido como professor para a villa de Cimbres.
Informe o inspector geral da Iostrocgo Pu-
blica.
Capito Francisco de Assis Ferreira Maga-
Ihes, pedindo por adiantamento o abono de 3
mezes de seu sold para ser descontado pela
terga parte por ter sido nomeado tenente do 1
batalho da brigada policial deste Estado. In-
forme o inspector do Thesonro do Estado.
Prancisco Alves Pereira, guarda local do 7
districto peJ'.nd transieren:ia para acompanbia
de cavallaria. Informe o commandante da ca
vallara.
Hearique Esnesto Frits Swensen, pedindo
para comprar os tnlhos de ago que pertenceram
a extiocta compaabia Lacomotora. Informe o
Sr. director g-ral de Obras Publicas.
H or du Rotorns, agrimensor auxiliar da de
legada das trras e colonisago deste Estado pe-
dindo pagacroto de accordo com o decreto n.
603. de 26 de Julho de 1890Selle o documen-
to e volte.
Joaquim Jorge da Silva, Manoel Jos Bezerra
e Vitalino Alves Barreto, preso pobre recolhido
na Deleogo pediodo para seguir para o termo
de Garanhuos, alio de ser subm?ttido a julga-
ment.Informe o Dr. questor policial.
Joo Carlos Estanislao Zencrykomhe, ex-sen-
tenciado, pedindo urna passagem para o itio de
Janeiro. Providenciado, com a portara oxpe-
dida boje aos agentes do Lloy i Brazileiro.
Harcellino Fonte & C, pedindo liceoga para
r^meiter para a liba Rata os gneros constante
da reiago junta.Sim.
Severino Jos de Barros, preso pobre recolhi-
do na de Detengo pedindo qoe o escrivo pre
pare o seu processo pura ser sobmettido a jal
gamento no termo de Garanhuns. Informe o
Dr. juiz do direito do 2 districto criminal do
Recife.
Secretaria do Estado de Pernamboco,
em 12 de Dezembro de 1891.
O porteiro,
Hemeterio M. da Silva.
CommanJo Superior
Quartel do Commando Superior da Guarda
Nacional do municipio do Recife, 5 de
Dezembro de 1891.
Ordem do dia n. 151
Para conbeeimento da guarda nacional sob
meo commando fagj publico qoe, em 21 e 30 de
Novembro ultimo, prestaran juramento e toma-
ran! posse, Joaquim Ignacio Pessoa de Siqueira
e Manoel Antonio Pinbeiro Lyr.i, este do posto
ie capito assistente de brigada da brigada de
cavallaria. e aquelle do de lente coronel com-
mandante do 3 bata nao da reserva, para os
quaes foram nomeados por decreto do presiden-
te da Repblica, de 25 de Abril deste anno.
O coronel, Francisco Antonio S Barrett.
Quentara Policial
2.* aeccAo N. 270 Questura, Policial
do Estado de Pernamboco, 11 de Dezem-
bro de 1891.
Illm. e Ezm Sr. Participo aV. Exc.
qoe foram hootem recolbidot Cata de
Jetenc2o oa aeguintea individuos :
A' orlem do subdelegado da freguexia de
Santo Antonio, Joo Antonio da Hora e Casimiro
Mirmbo Crrela, como indiciados em crlme de
lenm -ntos graves.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Joan-
na Maria de Jesuj. por disturbios.
Em data de 7, o tenente Joaquim Pompen
Montero Pessoa assomio o exercicio do cargo
de commissario do i.* districto.
tim data de bontem, o tenente Antonio
Luiz de F anca assumio o exercicio dos cargo?
de commiaaario e sab questor do 1 districto de
S. Loarengo da Malta.
Ao Kxm. Sr. Bario de Contendas, mu
digno vice-governador do Estado.
(Assinado) O qaes'-or, Estevo de S
Cavalcante de Albuquerque.
ETHNOGRAPHiA
Os indios do Estados Unidos
(ContinuaQoJ
Si recorrermos urna carta instructiva l-van-
lada por Cailio oas sms intere- ai.es vileos
atra'i do paz indiano, caru pi b!ic da em re-
cente relatono da Shmitktonian Inttitutto*. ver
moa anda 03 Pellee Vermelhae oscemioados por
toda a sopercie do territorio em 1833. Na Fio -
rida. oa^ Seminles os C-e*ts superiores e infe-
riores no Alabama e, na Georgia; ao lado d'elles
os Cherok-i's. Depois os Chicasarcs ; os Cbocta-
w s, os Natcber, na margem esqoerda do Missis-
fpi; os Thawoees ni confluencia deste rio edo
Ohio e, prximo do lago Eri, os Cbipptw js
occopavam o sol do lago superior, os Put:.\v 11-
mies o do Michigan, a pequea distancia de Obi-
cago que ento era apenas om burgo ; os Hurons
armavam anda suas teodas peno do lago d'esie
nome; quanto aos Ottawas, viviam semore entre
este lago e o Michigan.
Pdese anda citar os Comanches.os Pawoees
eosKiowis espalhados pelo Texas, os Usages
as nascentes do riacho Aikaosas e os Sionx,
ootras tribus de Pawnees, os Omalras, 03 Crows
(ou Corvos), os Sheyenes, os Assinibonies, os
Mandaos, os Black Feet, (oo Ps Negros) e mu-
tos ootros, espartos em plena liberdade sobre
toda a immensa regio qoe se prolongava para
oeste das scenles e do corso superior do Mis-
souri.
Muito antes de 1830, tratoo-se por varias ve-
zes de transportar para o oeste do Mississipe, os
indios estabelecidos a leste d'este rio : tratava-
se de fazer com elles orna troca com grande pro-
veito para os colonos e para a colonisago. Os
indios eram temidos pelos colonos, apenados
como se achavam no meio de territorios coltiva-
ao3; emfim, occopavam e tornavam inexplora
veis trras excellentes qne deviam dar grandes
rebultados as mos dos oancs.
O transporte dos indios tiaha sido, pois, re-
sol vi'lo e comegado em 1830: imaginava se acbar
solugo para essa grave qoesto, como si antes
de pooco nao tivessem de proseguir na ma/cho
para oeste e atacar de novo, para tomar comple-
tamente as trras que se pretenda reservar para
a vida das tribos indgenas.
De 1830 a 1834 foram assim transprtalos
78000 indios ; Catlin assistia a esse xodo torga-
do e censurou vivamente os americanos, nao en-
xergando n'issoseno om pretexto para despojar
os indios das soas ierres e destroil-os. Efectiva-
mente tal tem sido a poltica dos Estados Uni-
dos, impedido alias n'esse caminbo pela capaci-
dade dos sMleis. dos colonos, que nao querem
deixar aos indios a menor porgo de trra qoe
lenba valor agrcola ou industrial.
Desde 1830, pde-se dizer, os Estados-Unidos
nao fdzem ootra coosa sino impor constante-
mente aos indios cessues de territorios, dando-
ibes em troca iodemnisagoes pecuniarias cujos
rendimento Ihes pagam, foroecendo-Ibea, pro
porgo que necessltam, tudo que lhes preciso
para a sua existencia ou pelo menos o nece3sario
para impedir que morram de fome e fri, cer-
ceando cada vez mais os territorios que outr'ora
Ibes concederam sob a denominago de Reservas
e te.idendo mesmo a explsalos completamente
d'abi para encerral-os, com todos aqoelles qoe
j abi esto installados, no territorio indiano en
tre o Kaosai, o Missouri, o Arkaosa3, o Texa3 e
o Novo Mxico.
N'estas rpidas notas, nao podemos pretender
fazer o histrico completo da lucta entre os Crn-
eos t a raga vermelba ; proenraremos, todavia,
dizer em qne ponto acha-se elle presentemente.
Em principio, os indios acbam-se installados
em reservas e devem receber ragOes em pocas
determinadas, mas ao mesmo lempo anima se
entre elles a industria, a enaguo do gado, a cul-
tura, de modo a qne possam conseguir vver de
sed (rsbalbo, urna vez que a caga ja nao lhes
possivel. Se lhes fornecem nesse intuito gado,
sementes, instrumentos de agricultora, e as soas
tentativas nesse caminbo sao dirigidas por agen
tes do governo; este, alm disso. crea escolas
para as criangas, servicos mdicos para as di-
versas tribus. Finalmente, est admittido qoe
qualquer indio pode adquirir oa direito8 de ci-
da o dos Estados Uoldoa medeante abandono
da sua sjtuagao especial na tribu, as depreda-
g-.'s commeitidas pelos brancos as possessOas
dos indics sao compensadas por aanoidades.
Em somma, os americanos puzeram em pra-
tica a mxima *que mais fcil sustentar o in
dio do que combatel-o. > Na realidade os
Pelles Vermelbas, nao custam todavia muito ca-
ra ao tbesouro. Organizaram se a tal respeito
quadros que nos permittem inteirarmo-nos so-
bre o asBumpto
Des Je 4 de Julho de 1776 ao fim do anno de
1886. arepartigo dos negocios indianos despen-
den urna somma total de 233 milh-s de dollars
para por em execugo os tratados assignados
com os indgenas, isto para assegorar o paga-
mento das annuidades e para cobrir todos os
encarg03 qoe incombem Ccnfederago em con
sequencia deases tratados.
Desde o comego desse longo periodo de mais
de um seculo, as despezas annuaes teem aug-
mentando sem cessar: em 1871. por exemplo.
apenas altiogiam a 2.200 dollars: mas em 1804
passam a 116.000, em 1818 a 505 0C0. A pro-
re-.-o contmua e o alttarismo eleva se a......
2.300.O9O cm 1840, a 3 043 000 em 1855, a......
4.600.UOO em 1867. No anno de 1879 as despe-
zas subiram a 5.206 000 dollars ; e finalmente,
as soramas descendidas para tal fim pelo ibesou
ro no anno de 1889 tem sido de mais de seis mi-
IbCes de dollars.
Comprebeode-se tal augmento : em conse-
quencia da paciticago. isto dos tratados im-
postos aos indios e da situago de dependencia
em que se os collocnu, se forgosamente indo
zido a prover ao su.-tento delles, e cresce in
cessantemeoteo numero deasas tribos que sao
forga encerradas em territorios muro acanbados
para oseo temperamento de nmades. E, le i
disso, nao tem a Confederago interesse, sob o
ponto de vista simplesmente pecuniario, em por
em pratica a mxima qoe citamos ha pooco I
Dorante esse mesmo periodo de 1776 a 1886,
as guerras contra os indios foram muito dispeo
diosas, a comegar pela guerra de 1812 e por
aquellas que tiveram de sustentar contra os Crel-
os lila k Ha3ck e os Seminles.
Pdese calcular qoe tres quartas partes pelo
meaos das despetas militares dos Estados-Uni-
dos sao oo teem sido fetas em consequencia das
lutas a sosteotar contra os indios; montam,
pois, a om total de peno de 700 milbOes de dol-
lars as des pesas cansadas por essas revoltas, ali
s multas vezes legitimas, dos Pelles Vermelhas.
Demais, ao numero das nattons indianas tiza-
das, ou melhor, encerradas em territorios de li
miles restrictos, so cinco se contam que nao ape-
pellam para os aoccorros da Confederago.
Sao as qoe seden >minam as cinco tribus ci
vilisadas: Chocalaws, Chksawj, Kreckss e
Seminles.
Os territorios qoe occopam estilo situados na
parte leste do territorio indiano, tocando a fron-
inira oriental do Missoorisol-occidentat e do Ar-
kansa?.
ssas na^O^s qoe formam no conjuncto urna
popolagode 63.000 almas, teem ^overooa cons-
iitucionaes regulares; a soa cnnsti uigo inspi
ra se de perto na dos Stalos Unidos, mas,com
grande peaar oesso, nao podemos dar aqji orna
ideia d'ella.
Entre esses indios, a iostrocgo est bastante
desenvolvida e a cultura, bastan e cuidada; es--
sitoago, i orm toda excepcional, e em suin-
aa. assimilan le em certa proporgo os bi nti
ciosda civilisago, o nl o nao foi feto para
p'Of>p*rar oesse meio novo e admitido para a
'acta pela existencia contra o branco, lu-'ta em
qoe eocoutra a exliocgo de sui raga.
FLTAStAS E G011HlO
SO notavel jornal de Bnog:s Le Mestager de
tariz oceupaado-se do estado linanceiro a Por-
tugal, escreveo o que segu :
Segundo informagOes muito precisas e mui-
to exactas que acabam de dar-nos pessoas que
tiveram de eitudar de perto a aituago linanceira
de Portugal, podemos affirraar que melhoraram
consid.Tavelmente n'estes ltimos tempos, o-
negocios d'este paiz. E3ia cnae do mercide
portaguez foi exaggerada de proposito ou mal
compreheiidida na sua naturezu.
Apresentaram a como um resultado de um
mal orgnico que attingia as proprias raizes da
riqueza nacional e conduziria rpidamente o paz
sua ruina ; e ha aqu um grande erro. A crisa
econmica e Qnanceira de Portugal um fado
de ordem passageira, no mesmo na realidade
seno o resoltado da crise linanceira no Brazil
Portugal paga a quasi totalidade das suas im-
portages com a3 exportagOes de da para dia
mais importantes qoe elle proprio laz para o
Brazil e com as enormes remessas de dinheiro
da muito rica e moito numerosa colonia porto-
gueza residente no Brazil.
Este anno, o cambio do Brazil sobre Londres
tendo baixado at 14 (laxa anormal que ba mu
to se nao via) acontecen fque todos os capitaes
transmissiveis da colonia portogueza, assim
como as grandes sommas provenientes da venda
dos productos portuguezes no Brazil, tiveram de
ficar parados e nao deram eotrada em Portugal.
N'este momento ba mais de 150 milhoes espe-
rando nos Bjocos do Brazil um cambio mais fa-
voravel para 3erera laucados no mercado portu-
guez ; e sao esses 150 milboes que de repente
faltaram economa nornal d'este mercado.
Em circunstancias anlogas, ainda que pro
venientes de causas diversas, a repuolica Ar-
gentina, paz de resto rico, suspendeu o paga
ment dos seos compromissos no estrangeiro.
Portugal fez exatamente o contrario. O governo
e o commercio fizeram face aos eeus compro
missos pinto Intente a dinheiro. A melbor pro-
va disso a estatisti ;a da importago do ouro
oa Inglaterra durante os 7 mezes d'e.-te aono.
Esta importago compCe se assim :
Importago do ouro
Dos Estados Un des
De l'0-tu.'.i
Do Austria
Da Franga
Da frica do Sul
Do Brazil
Todos os outros paizes :
188.472,475 francos
84 240,250
77,726 300
36.721.300
32,827,950
30 955,900
a Ailemanba, Paizes
Buxos. 3elgica, Hespanha, Egypto, China, Ja
pao, frica O.cidental e repblica da America
do Sul, nao enviaram seno 74,718,925 francos.
Vc-se pois qoe Portogal, ao qual se attribue
urna situago econmica muito abalado, de
pois dos Estados Unidos da America, o paz que
enviou as imais fortes remessas de ouro para a
Inglaterra, satisfazendo assim plena e fielmente
todos os seus compromissos no estrangeiro E'
necessario accrescentar que n'um momento o
ouro attingio om premio de 40 %. Este alto
premio nao assostoo, no entanto o commercio
portuguez.
As suas reservas de ouro eram enormes, e
e3t provado qoe, se fosse preciso, Portogal po-
deria ainda fornecer o duplo do ouro que man-
dn oos ltimos mezes. Hoje, todos os seus
compromissos com a Inglaterra esto liquida-
dos pagas as grandes mportagOes de trigos ;
as remessas de papel brasileiro sobre Londres,
comegam, apezar do cambio, a affluir oe mer-
cado de Lisboa ; e desta forma Portugal nao tem
oecessidade de exportar ouro. O agio sobre a
libra sterlina deseen a 15 0/0.
Por ootro lado, a rolbeita do trigo, do milho,
do viabo e do azeite excellente. se juntar a
isto qoe o partido republicano est desorgaaisa-
do a om ponto tal qoe algons dos seos ebefes
mais irrequietos ee expatriam para o Brazil e
qoe outros rompem cem o partido, com certo
barulbo, pode se realmente afirmar que Porto-
gal comega, emfim, a sabir dessa crise contra a
qual to vaientemente loctava ba tempos. *
TRANSCRIPCES
(Contina)
Legalidade
(Da Oazeta de Noticias)
Restaorada a legalidade pelo golpe de 23 de
Novembro, eoleoderam os polticos dos Estados
qoe por soa vez tambem deviam aproveitar o
lu Jo revolucionarlo desse acto para deporem os
goveroadores. Dos governadores j as deposi-
ges vo passando para aa intendencias munici-
paes, das qu.es orna, a de Caxamb, p-otestou
hoje por lelegramma contri o que enlende ser
urna violencia. Por este andar temos qu a res-
laurago da legalidade no centro prorocou a
anarchia dos Estados.
J dissernos que lodos aqu.'lles que tinbam
urna parcelia do poder e que adberiram ou ap-
ilaudiram o infeliz acto ae 3 oe Novembro, coi
ocaram-se fra da leealidade.
Q jusi todos os Estados, representados pelos
seus governadores e ;espectivos ongressos,
alias bem dispnsales pela natureza ae sujs
fancgOes de se manifestarem expressamente a
fivoi- ou contra, para provarem a sua autonoma
apressaram-se em enviar telegrammas congratu
latonos
Os acontecimento3 de 23 de Novembro collo-
caram todos esses adberentes n'uma posigo
difficilima, qne lhes far sentir a traqneza e a
leviandade do seu proceimento.
Mas as deposigOes por meio de arrnagas e de
motins, como .esto sendo feitas, constituem
jambem por si urna nova illegalidads, mais fu-
nesta pelas soas consequencias do qoe pelos
seus effeito? immediatos.
Se e em nome da legali lade qne se prepara e
leva pratica esse despencameato de governa-
dores eleilos pelos respectivos congressos ; se
em oome dos intuitos da revolugo de 23 qoe ae
exige s sabidas desses magistrados, emo
preciso condemnar da mesma maneira e da
mesma forma os congressos estadoaes, qoe nao
cumpriram a lei e ee tornaram cmplices da il-
legalidade sanecionada e defendida pelos gover
nadores.
A prova, porm, de que oo se trata de ama
qoesto elevada de principios, e simplesmente
de fazer poltica perturbadora, qoe se amotina
o povo, iucitando-o a actos irregolares, e deixa-
se de Udo a le, coja fiel execogo o nico
meio regular de resolver esta qoesto, qoe tanto
agita o espirito publico.
O argum- nto de qa* 03 congressos estadoaes
f>ram geralmeute eieitos pela vontade dos go
ernadore, a ler de ser tomado em considera
gao a ilegitimid>de da eleigo dos govermdo-
r s, deve tambem ser appilcado ao coegr ao '.:
ieral, coja eleigo foi leita pelas mesaus uor-
mas e com tgual lioerdade de voto.
h' precio que naja lgica, mesmo na anar
hia; se a MDerania dos Estados abandona a
ln para langar mi de recosos tumuitaa-io-.
nao nos pare te qoe Bquem mus garantidos do
qoe os dep lo-, aquelles qoe os vo su tti n r.
Com tae.- lujvim 'tilos q-iem mais s II sao
o* prop-ios K-iados, e files poleri respon ler
que cada u.o govern se coma melhor entend-.
At ceno ponto seria razoavel essa resposta.
qu^ ca la um, alera de se governar como melhor
emende, segovernaste tambem com os seos
proprios elementos.
Desejariamos muito que nos disses^em ge
en nome da legalidade que a forga armada da
guarn'go dos Estados tambem intervm nessaa
tept>si;6'3, aceitando 03 seus comrnandantes
cjmmisses que nao lhes foram designadas pelo
poder competente.
A03 homeos que restabeleceram o rgimen da
lei nos pergontamos se o fado a qne allodimos,
que se est reproduzindo com tanta frequenca,
nao nm jrrave symptoma da anarchia que pre-
tendiam evitar.
Se as depos.ges que se tm feito e pretendem
fazer representaisem a sati3fa?o de exigencias
oopuli-r.'s, ellas se teriaca dado logo que os go-
vernadores e os congressos acceitaram a dicta-
dura, e nao depois que foi restaurado o rgimen
da lei.
Com a preteogo de defenderem e manterem a
autonoma dos Estados, os perturbadores o qoe
esto fazendo cimentar a anarchia, investindo
a forga armada de funrg6e3 que sao contrarias
sna ndole e organisago.
REVISTA DIARIA
D. Pedro de Alcntara Realisaram-
se bontem, na igreja de Santa Cruz, as solemnes
exequias promovidas pela confraria do Senbor
Bom Jess da Va-Sacra, era homenagem me-
moria de D. Pedro de Alcntara.
Decorada fnebremente, com nm importante
catafalco ao centro, a igreja apresentava nm
triste aspecto, symbolo da magoa que a todos
os brazileiros causou o desapparecimento do ve-
nerando cidado que foi Imperador do Brazil.
Selecta e numerosa foi a concurrencia de pes-
soas que enebiam comnletameote o templo,
acbando-3e presentes o Re.din. governador do
bispado, autoridades civu. militares e ecclesias-
tteas, officiaes da guarda nacional, corporagOes
Chis, confrarias e irmandades.
Esse acto foi um testemonbo solemne e pu-
blico do culto sincero que boje se rende a D.
Pedro de Alcntara.
Ajada de cuate Pelo Minis'erio do Inte-
rior foi decLrado ao governador do Estado da
Parabyba, por telegramma de 7 do correte, te-
rem direito a ajnda de costo os representantes
da nago na sesso extraordinaria, que foi con-
vocada.
Igualments foi o mesmo governador autorisa-
do a abrir o respectivo crdito para pagamento
dos qne se acbassem no Estado eo solicitissem.
Blanor de MedeironAmanh segu no
vapor Bebenbr, com destino a Penedo, esse
nosso estimado amigo, qne all digno gerente
da Empresa de NavegagSo Pluvial do Baixo S.
Francisco.
O Sr. Bianor de Medeiros acompanhalo de
soa gentil esposa e de sna respeitavel mi.
A todos deseiamos a mais feliz viagem, e
abr gamos ao bom amigo, cujas qualidades apre-
ciamos.
UanireataraoHontem a tarde a mocida-
de estudiosa do Recife, precedida da banda mar-
cial do 2 batalho de infantera, realisou urna
passeiata em regosijo pela nomeago do Dr. Mar-
tina Jnior para cargo de director da nossa Fa-
culdade de oireito.
Chegadus residencia deste fallou em nome
dos manifestantes o acadmico Tbom G:b-on.
qne interpretando o sentimento dos seus colle-
gas saudou o Dr. Martioc Jnior, que em phra-
ses eloquentes e inspiradas, agradecen a mani-
fes.ago que to expontaneamente lbe era feta
por seus discpulos.
03 manifestantes na volta, dispersaram-se na
Praga de 17, depois de erguidos muitos vivas ao
manifestado.
Faculdade de DireitoFoi este o re-
sultado dos actos de bontem :
Ia serie
Alfredo Ernesto Vaz de Oliveira, simples-
mente.
Augusto Leoae, idem.
Manoel Alves Pires Tojal, idem.
Antonio Regino do Ama-al Filbo. idem.
Maooei Caetano Leone, idem.
compannla PernambaeanaPor or-
dem do Sr. governador do Estao foi transferida
para o da 18 do correte a sabida do vapor
Goyanna para o presido de Fcnando de No-
ronha*
Carta PantoralAgradecidos neza da
offerta, registramos o recebimeoto da Carta Pas-
toral que dirigi em saudago aos seus diocesa-
nos S. Exc. Rvdma. o Sr. hispo desta diocese
d'Olinda Dr. Joo Esberard.
E' orna pega de importancia correspondente
aos roi Iliterarios de S. Exc. Rvdma., cheia de
uogo evanglica e brilhame de conbecimento
das lettras sagradas.
Canalno Becreatlvo Pernamboca-
noA's 61/2 horas da tarde de amaob reu-
mr-se-ba esta associago em sna sedo roa da
Conccrdia n. 73, 1- andar, para deliberar sobre
eteresses sociaes de grande n-geacta, e que de-
mandara a presenga de todos os assoclados.
tremi Becreatlvo O de Seteaa-
broRene se boje esta sociedae para tratar
da eleigo de sua nova directora qne tem de ad-
ministraba nos annos 18911892.
Faileclmento No engenho Japarandoba,
de Palmares, no dia 11 do correte ceden a lei
da morte, rendendoo espirito ao creador, a con-
sorte do Dr. Pedro Affonso Ferreira, a qual, ba
algnm tempo, trazia a saude compromettida.
A excellente Scnhora era um p-ototypo de vir-
tudes, cojos efflivios faziem o encamo do sea
lar, onde o esposo e os tunos desfructavam ama
atbmospbera de amor e dedicago inexcedivois-
A pranteiada finada era filha de visconde de
Rio Branco.
N088O3 sentimentos ao consternado esposo, a
cujo petar nos associamos.
ermao de carldadeH ije. por occa-
sio da sissa das 11, na matriz de Boa Vista, o
reverendo vigano da fregnezia de S. Jos padre
Jos Machado de Mello, proferir nm aermo da
canda Je com o fim de promover entre os assis-
lentes ama collecta em beneficio da sociedade
de S. Vicente de Paulo.
Essa solemoidade feliz idea de ama commis-
sao de dierentes senhoras da nossa melbor so-
ciedade, e qoe tiveram-n'a no intnito de minorar
um pouco a? miserias de nossos irmos desva-
lidos qoe tem naque)la sociedade om constante
soccorro bem dislribuido.
Chemu-D) Estado da Babia onde acaba de
prestar exames do 3* anuo da Faculdade de Me-
dicina, che^on o nosso intelligente co estadano
Joo PaunoMarques Jnior, rilho do major Pan-
ino Marques ex administrador da Capatazia da
Alfandega riest1 Estado.
'Felici amol-o.
Para o Klo de JaneiroA bordo do
paquete nacional S. Snlo-idor segu boj" para o
R;o de Jqi-ko o S'. Dr. Jod Geraldo B zerra de
MDf 7. -s. a qoem desejamos prospera vi. gem.
Canantento cItIIForam l -.o boje no
jnizo de casam otos da 1' vara os seguales pro-
clamas :
Segundos
De Joaquim Jos da S .nt'Anaa com Josepha de
Mello Casado, sulteiros, residentes em Afolados.
De aITitiso I ifm'e de Albuqaerqne Me lo com
Anoa C"-sar de Alm-ila Pessoa. Elle, solteiro,
resi.ieiue em Afogalos; ella, viuva, residente
em S. Jos.
Curso annexo-Foi este o resoltado doe
exaurtb -a preparatorios procedidos hoatem no
coreo annexo a Faculdade de Direito do Recife


*





iialmn


' -.*..

+sm.
Diario de Pernambuco Domiggo 13 de Dezembro de 1891

'
Geograpia
Bermiodo Ribeiro, distinceao; Jos lgaacio,
Bftro Alejandrino Pereira ce Mello. Maooel Ma-
ra a Joas Faovier, plenamente; Jaio de A-
orase Lima, Artaur Fausto Boelbo e Demetrio
Basle Pili", simplesmeate.
3 inhabilitados para a prava onl.
Litim
laao Beltro de Andrade Lima, Jaaquim Fon-
aeca Nuaes de Oliveira, Manuel Nogaeira de
iusia, Vital Modesto da Silva Mello, Vicente
de Paula Cavalcaote, Joao Ferreira da Araujo
blica do sexo masculino da mesma villa, regida
pelo professor publico Maxiiniao Ferreira de
;oota sob a presidencia do respectivo delegado
Iliterario e servindo de examinadores o meamo
irofessor e a proessora da mesma villa Mana
llsar/nia de Carvalbo e Silva.
O resaltado foi o aeguinie :
l." grao
Joo Alves da Costa. Jos Alves da Costa Cou
lo e Ridolpno Vidal Guimaraes, muKo adianta-
ilos; Mauoel Francisco de Sanidla, J080 Baptista
ie Oliveira, Jos Alves de Oliveira e Silva, Mar-
eo e Luis Ferreira Miciel Ribeiro, plena- lias Ferreira da Silva e Felippe Manoel de Oli
ate; Antonio M. Ramos, Anastacio Antonio | veira Jnior, adiantados.
freir Valeaga, Julio Maranbao, AdolpboC. C
beiro e Jo3 Francisco de Barros Almeida,
un plmente.
Francez
melia Lacete da Silva Oliveira, distincco ;
Osear Faicao, Jo Pereira Vianna e Jos Mjreira
Bastos, plenamente.
"3 io.hi.bili ados para a preva oral
Portuguez
Antonio Costa e Roque da Silva, distinego;
Joao Alves Pontual, Ja;- Maciel Vieira Naves,
BermelinlJ Caneca e Vicente Games, plena-
mente Jos Agostinho da Racha, simplesmeate.
libii.tados para a pro i.
' >'} mesmo curso amanh ao meio dita co-
tejar a 1* chmala de kisteria universal e a
> ae anrtsusSM a;: 9 oras.
CfegadaDa recresso da capital federal,
tfeegaram anle-boni-rai os nossas amigos Dr.
Jos Diniz Barreta e Maaoel Barbaino Uci Ca-
Ica '
foseas saudades.
Supremo Tribunal FederalEm ses
So de 21 de N.vembro ultimo heuv. os segua-
Oeixou de comparecer 1.
2o graa
Jas Felippe da Oliveira, adianlado.
Deixou de comparecer 1.
Na da 30 do mez passado. no Pago da ,n-
tendencia Municipal da villa do Aliinbo, tiveram
lugar os exames das alumnas da escola publica
do sexo feminino, regida pela professora publica
MariiEugenia de Carvalao e Silva, so a presi-
dencia do delegado luterano e serviudo de exa-
miaadores o professor publico Maximino Ferrei-
ra de Soasa e a professora da cadeira.
O resultado fot o segrate :
i grao
Varia O'ympia Amaml e Mello, muito adianla-
da; Lu-iov-oa CauJida de Moura 2 Anua Alves
de Meara, adiantadas.
2 ?ra
Maria Ferreira de Mello e Mara Xavier de
Ornen?, rnao adiantadss.
Na lia 7 do crrente, na aula da i" escota
panuca do ?exo feoaiaino, da f egaezia de Santo
Antonio, peraoie a commwsao examinadora,
aasla do delegado iliterario o Ulna. Sr. Dr.
tas Jai/amentos e diairibuifiao que isteressam .1khristuv! i Brackaakeld, do professor AlDerto
e-ssoas deste E.-tado :
Revista commercial-N. 37. Recife. Rea Jas
Joaqu'.QJ Ferreira Barbas, Bac, Manoet Rolri-
oes Lima. Concedida a revista por 6 valos
entra V e passando a julgamenio i causa, res-
abelfxeu a senteoga da i* instancia, reforraida
a deciso recorrida pulas mismos votos, contra
os sotos dos Srs. Andradt Pinto, Casta Barradas,
HWtrm Barros e Fr;n 'isco Fina.
Agsravo deinstrumca;o N 12. Rcife. Ag.
D. Julia Anglica Pires Ferr ra. Ae. a f izenda
nacin?! por seu procurador. Nao tomaram co
becimento por ttr sida aprestn'.ido fura do
yrazo leg--.l, p. r uaaaimiiade de votos
DstrlbuicO s.Aggravo de instrumentoN.
l. Pernambuco. Ag o procurador da Rep-
blica do BUado de Pem.uDuco, Ag. Sebastian
Lopes Guimaraes. Ao Sr. Andrade Pinto.
Dr. Carnelr da Cuaba A bordo do
Manos tornou a esta cidale o Ilustre clinico
Dr. Caroeiro daCunba, que achava-se na capital
federal.
Club Hazart-Esta sociedade i hoje (13)
o seu espectculo mensa! cam o drama Amor
H titeas comedias : Pariz oa roga de
7. Lima e Aniitheses de Ribeiro da Silva.
Deve se' urna agradavel noite para os Capun
gaenses esta que o Club Mczart vai Ibes pro
porfianar.
Sociedade Dramtica Kilbun de
Taima -Re-lisa-se boje no Tueatro Chalet, eir
Caanla, o e3nectacal i mnsal desta sociedade
levaada a scena c anparaicso drama em i acto;"
denomina!a:ora';o de Ma.-io,nc-iro.
Sos iutervallos tocar&o -s bandas de music:.
Barda lo al e Arsenal de Guerra.
de as mesmas bandss taca
ria na apreciavel arrabalde que so >cba adorna-
i no te ser profusamente lluminado.
-mi'ia- o espectculo sercom orna soir'?
i -.u.gurala o sala de hjora da socie
' fsive-i depai1 do p Eticlo e da soira tren;
v ie8.
ercearla! ougarou-se hoat^m. na rur.
sn Barao da Victoria a. 1, o importante amr.
da generas alimenticios dos nossos activas e
tonra^ios amigos S-. Jos F*:nandes Lima & C
jlon-. i e lamosamente, i \m
pred.ri eoostroi lo e cora t
ia, a no?a m :eara 0 o merior e o m ils
-.a.-itj que no genero p
. cidade.
s espacosc s b 0 seodo o da fren-
gnodo
, aojo para oa
i ultimo ;
: sacias do arma-
: d .: am i-
j deveras L?,a a
js e re-
:ros.
i de | sea? (roe fo-
boatem felicitar os dk*aos proprielanc
:. mercear D i melboramcnio cora
.. .
Examen primariosNa d'3 2 do !
lj ia do res:ectivo delesado
res o profes
C Ha S n o~ c c prafe-
v mes das ala-
;. publica da povoao de
litado 1 i e:
3. .
; [a Paes de Lona,
.
5." gl
', la*Pes-
Pao .. do Rega 1=..
ianlalas.
i.- gr.o
, muito adiantada.
Varia Annnnck.-
i% d Si i i li i ^
jHo oa I c rreole ra escola do sexo
regila pelo p-a-
I
uiimnos da cc-
. tos:
3- -
. v las BIjSJO c!e M
2.- ..
c fcf Eugenio de Te-
tado B
1.- eta
Jo ,-juJm de
imo de Sozi lia
lo Bar :, muito i
V C ;.:", Alanso Ramos dos
:v i
O lido ije-o d-legado liltaru-i;.
nodo de examioador bJoiodeOli-
sor da cari
No /rente tiveram logaros
a mixta da es-
b la proessora Mi-
ria S sr.n lo o acto presidido
; \ a rano e strvindo da exam'.na-
sor H.norio da Casta Monteiro e a
"i/nlrssora da cadtira.
G resultado fo. o seguate:
i.- grao
Joanna Philomena o'Aibu uerque, rauito aUat.
Sata.
%; g-o
Octavio da Cunha Cavalcanti, adianta lo.
3.- grao
Teie3phora Cy^neiro Baodeira de M:llo, ap-
MOtada com disiimc. i
Na dia 5 do correute, sob a presidencia do
apetitivo delegado iliterario servindo de esa
sioadur o professor publico Felippe de Soma
bdot a prtfesaora da ca:eira Amelia da Paz,
ti*r*m logar os exarae? das aluiiuas da escola
arto de Galiirlijs, cuja resultado oi o se-
2.- grao
Valentn do 0' Pereira, Mara das Dares da
.Paciencia, Marcionilla F. de Paula, Josefa C. da
Srtva-e Claodemira T. da Cruz, muito adiao
No dia 7 do correle, tiveram logar os exa
ase- da escola publice do sexo masculino do pe-
Toado de Tres Lideiras en Igoarass, regida
pelo professor Manoel Jos Martins.
O acto foi presidido pelo respectivo delegado
QUerario, servindo de examinadores o obredito
proteesor e o cidadao Ursicino Agripino de Al-
tarrOm.
Foi este o resultado :
i.- grao
Jugo* Soriano do Nascimeato,M*noelFran-
dos Santo, Jos Presidio de Albertim e
hidoro Jos da Silva, muio adiantados.
No dia 30 de Novembro ultimo, no Paco da
ote?.dencia Municipal da villa do Altinho, tive-
lugar os exames dos alomos da escola pn-
da Silv MiranJa e da paf.ssora la cadera D.
Ameiia de Uo'aes Queutal. tiveram fugar 03exa-
nao ai alomas* aeguintes:
Io grao
Emilia Dencker da Costa, muito aianlada e
T.iefczi Aoactetados Mir'.yrios, Suprela Joa-
auir,a tos Sanios, Leopoldina de .Vbuqj'nru; e
Jaanna Den.k-r da Co:ta, adianladas.
2 grao
Jo'.La Isabel la ;jsta e Emilia Lipes de Al
meida, muo i i Julia Aquilina dos San
tos, alaria Joaejuiaa ucs San'aj. II >'mo
Carvallo e Mana d'AtnuuciaQao Ferreira, udian-
tadas.
3 grao
Ihus, Francisco Cavalcante e Ignacio Ca vajeante,
H. Oias e Bernardino Ges, Jorge Belem e Mi-
guel de Souza, Porlirio Nogueira e Vicente Por-
to, Antonio Giagiasiro e sua senhora, Henrique
Bandeira. Francisco Pires de Castro, Francisco
Alves de Lina, tenente Jos Taomaz Libato de
Castro, Maihlas L. de Olive.ra, Vicente dos San-
tos narros, 1 praca, irmes Cecilia Paulina e Eu-
geuia. Dr. M T. da Si Antunes, Antonio Gomes
Veras, Dr. Arisiides Ros, Claudio de A.Lima,
Dr. los B. da Costa, Antonio E. Waadorley,
Caetano S. Hrraagenes Pmheiro, Dr. Manoel
Mara Scsinbo e Joaquina Fe*raz de Meoezcs.
operac6e ciruraicac Foram pratica-
das no bosplial Pedro II, no dia 12 do correte,
as seguio'.es:
Pelo Dr. Arnobio :
Eitirpacjio de sarcoma da peraa direita.
Pelo Dr. Berardo:
Enucleagao do glob* oeufer pelo praceifo de
Boaet, rec amada par ophtilmia eympatica.
Pelo Dr. Vieira da Cunha:
Bxtraec&o de k:s'.o seroso da reg a aratidia
na direita.
Cava de Detsacaoiovimeato dos pre-
cs da Casa de DetencSo do ReClfe, Estdo ce
'ernamboco, eir 11 de Dezembro de 1891.
Existiam 31i ntrou 3, sahiram 9, exis-
te i 308
A saber :
Ncionaes 280, ciulhres 9, eelrangeiros 19.
-Total 308
Arracoados 27o.
W4.
Doeotes 7.
Loucos 4.
- Total 273.
Movimento da enfermara.
Tiv ram baixa:
Aijtoni Ji.-'Nvncs.
Valeniln Alves Sabiao de Oliveira.
Lotera do rao Para--Sis os premios
ia 12* parte da 7. lo!-ra do Gro-Para ex
-.rahidaem 12 de Dezembro de 189t.. recebido pela
C3?a do Ouro:
AaeliaCavaleaoie so Albuqu;- ra Mana Ferreira e tarcioniila Justina Games,
approvsdis plenamente.
No dia o do correte mez, na sala da esco-
I; publica do sexo feminioo da povoafifta de
Tracuahem, re^iaa oi'la professora Mua Ly
da Pessoa Gu''-s, e peranie acommissq exa-
mina O a compos'.a do delegado liiteraiia, do
prof^s-or Jjj L.ao dos Sanios Bszerra e da
professora Ja cad;ira, tiveram lugar os eximes
das alumaas habilitadas pela respectiva profes
ora. O resultado foi o teuinte :
Io grao-Bibiana Aurelia Uo Sa-ramento,
Phiiamena Maria na Conc-igio. Ana Baria de
Soasa, muito aianiaia- ; Deoliola Mi.)
Carmo, Pnilomena de Mello Santiago. Bal
reza Barbosa de Alboqoerqoo, Ja-;
dote de L ma e Maria Freir de Aadrade Ljj,
alian! las.
2* g-uaBibiana Aarelia do Sacramento e
Deo!. I armo, i liantadas.
No dia 7 do correte, nj escola ubhca do
laoemL^gJo deC ubetia o. reg
da w Antonio G. Eustaquio Gaara-
as, proceden se ao exame da um aiomoo, que
pelo mesmo professor foi dado por lubiiitado.
q Bxaouaadora foi composta du delega
lo i.t srario cidadao i-> Alexandre Beserra, do
examinador peto mesmo delegado nomeado, i*l
iadao Firmino los da S.lva Burgos e do pro-
fessor da c <1<; ra.
O resu U d) do mu foi o segoiote :
I. graoFedro Alva '* liautado.
'i ezaaws dos alo di iota publica
nixte da I goesia ue S. Jas, publicados hca-
2.' graoMax m.no S.'rpa da Silva GusmQa,
diaotado.
O Pblalelinta -Fo-am llantera di-tribui-
as. 11 e u d i, correspon-
Jo mez pissado e lo actoal.
rcervleo i eirHoje 9 saper de i
o Sr. capitao Le icio, e a l i
o a inbalte ro do bat
O II .;a I gnarnica
fs ctdade.
.irme n. 3.
Araana 6 soperior do "fia o Sr. capito
Hagalbies .: far n ronda de visita um suaai-
terno Ja 11" baialttao.
O 2* batalbao de Intantaria dar a gaarnica
;rme n. 6.
lsuaeM*rta do S.* dmtrlcto mariti
aso-Re II Dezembio
a met
."I!
3C0:00000
8.8 30:000000
80 6 10:000*000
3S2I 4:000*003
7838 4:000i000
Esto premiados com 2:000*000 os seguintes
nmeros:
127o 3634 422! 70 i t 70H 77-3
Eslo premiados com 1:000*000 os seguintes
nmeros:
i ti 1060 1824 2026 3170 4255
479 4782 3752 S734 9183 9oiO
Arpooxi.HAgoEs
6513 2:000*000
tiSio 2(900*000
8i7 1:2005000
849 1:200*000
8013 600*000
8017 600*000
!
oras '.ro c. > Tei: do vapor' S a
- - . a
19 20;
9 27,a :S9'57 19 Di, 71
12 :58-81 _ 20 7
3 ! 8 a 757-48 19 71' TU
6 :58*38 21,01 77
ii -26,-1-0.
:!< CO
E\ : ao sol 8 ; a som-
sra '^'j.
i ioterropefies de
at 10 hoi. i 8
alte
do venioS "33
. ,43.
rio porto
I!
M.

Dezemb
M. II
M.12
M-12


1-03 da larde
7-18
1-17 da manila
8-03
2-17
0.-52
2-,22
0,-38
Amauna:
Pelo ag-ote Pin1.". > 11 horas, a roa o Bam
Jcsns c. 45, de fus'.oes brancos de cores;.
Terja-feira:
i. I, agenta Pestaa, s 11 horas, amado Sebo
n BO, da movis, piauo, lougas, vidros. ec.
Ptl Bteple, s 11 1|2 horas, a raa do
Icpsrador n. 39. de urna caso terrea.
P; >o ageate Martins, ao meio dia, roa 15
de Navmraro, de om sobrado de 4 andares, e a
ra do Inperador,' s 11 horas, lie um outro te
2 andares.
Xiaaaa rtznefcrsaSero c?leb-?.
Amanhi:
A's 7 horas, na matriz da 88a Vista, pela mala
do tenante Manosl Antonio Vitga.
Terga feira :
As 7 hora?, oa matriz da Boa-Vista e s 8 ho-
ras no cemiterio publico, oda alma de D, Ame-
lia Octavia de Godoy e Vasconcellos ; s 8 1|2
hsras, as matrizes do Corpo Sanio e Rio For-
moso, e na igreja de Santo Amaro das Salinas,
pela alma de H nriqoe Jos da Cunha.
PaatfagelroH Chegados dos po/tos do
norte no \aocr nacional Beberibe :
Alexandre de Sauza Nogaeira, sua seohora 6
lilhos, 1 sobrinbo e 3 criados, Dr. Francisco da
CosU Maia, Dr. Jos Bernardo de Mede:ro>, Dr.
Pedro Velho de Albuquerqoe Maranbao e 1 me-
nor, Joao Pinto de Oliveira, D\ Vicente S. Pe-
reira de Mello, Dr. Miguel A. Nogueira de Sou-
za, Dr.Joo Carlou da Silva Guimaraes, Vicente
A.daFansca, Luis J. F. de Oliveira, Bernardo
de Almeida, Joo a Pedrosa, Manoel Francisco
do Naseimeato, Thomas Percy, Gregorio de H.
Periqui'o. 1 cadete e 3 pracas.
Sabidos para os portos do norte no vapor na
cional Manaes : _. _.
Dr Vicente S. de Carvalno Reiva, Francisco
de Brillo Lyra. Apolinario A. M.Heoriqnes, Adol-
pbo Eugenio Soares e 1 fllha, Carlos de Lemos e
Gaparlno de Lotos, t praca, i saalher e J li-
Estilo premiados cun 600*000 os seguintes
nmeros :
all 6312 6513 6513 63i6 6317
6518 6519 6320
Esto premiados oom 400*000 os seguintes
nmeros:
142 443 144 5 4i6
447 449 480
i premiados com 200*000 os seguintes
nmeros :
8011 8012 8013 8014 8013 8017
8018 8019 fftttO
Todos os nmeros terminados era 14 esto pre-
miados com 2(HJ*000, excepto o da sorte grande.
Tudos O numeres terminados em 48 esto pre-
miados com 2O*OuO, excepto o da sorte imme-
ludias os nmeros terminados em 4 estao
premiados com luOiOOO, cisepto os terminados
em 14.
Todos es nosseros '""aiinado em 8 esto
iremiados com lo*tWO, excepto os terminado^
em 43.
A segninte lu.riacorr3nodial9dfi Dezembro
de 1891 tem o plano ie 250:100*000.
H nenio de caridie, do dia 11 de D
ate :
teresses que nao sejam a interesa de sua perso-
nalidade.
Nao ha, portanto, obrlgagao de obelecer para
commetter latrocinio no theatro da uerra ; mas
oppOr louvavel resistencia como dueito de affas-
lar para longe a ambicio descommunal dos que
almejam alcangar grandes vantagens pessoaes a
casta do sangue humano, se:n todava perigarem
a vida de seus eus, que alias ficam em reserva
para no um se locuplelarem e saborearem os
despojos da guerra !
Mas o que o direito em sua verdadeira ac-
cepo com applicaQo a guerra ?
O direito em sen justo valor segundo pens,
o principio que sendo applcado a cargos oceur-
rentes nao pro luz offensa ou como melbor se diz
geralmente: quem usa de um direito a mu-
urn offeode.
Ora o objec'.o da guerra diametralmen.e op
posto a paz e soseg dos povos, levando o ieuapo
am m-tar e morrer e apoderar se do aibelo sem
Jeixar pedra sobre pedra ; lago nao ba direito
da guerra, mas um mvdonno e bovoroso crime,
u esta e nao oulra sua legitima e verdadeira
acepgo.
O Bssassioato publico pela pai de marte, se
nao se esparce com a mesma extensao lo parco
sanguinolento da gnerra, comilo idntico no
fumo, no qual a v.ciaa moolala sem auxi-
lie netn deleza, o que torna o faci mais olise
do que o morticinio da guerra, ludo isto assen-
:uado em premlssa Ja le humana que lo lo o
da se revoga deaois de prolu:ir graves e irr*-
paraveis damnos.
Aqui cabe dizer coromo disse um sabio inspi-
rado cercado de carai.mras phalangsdo genti
lismo, antes de Cnristo 760 annos.
Ai dos que esiabelec-m eii iaiqoaes. es
revendo esvrevem injustigas para opprimirem
os pobres em juizo e fazerem violencia aos fra
eos lo povo.
Ejs como en termas de viva e profunia inspi-
raglo de sabedoria foram con -talonadas as leis
iniquas a 2631 annos attingindo o secu'o cor-
reata,
Eis igualoente urna viva condemiica da?
leis iniquas, taa iniquas com asq-jh estatu a
pana de morte; requime de selvajeta na dzr
ae outros sabios criminalistas darepaiaQaa ry-
solada que foL*o en rea-tir para exltalos at
aos ceas, e nao fasei-os descer ao nivel da t-ar-
pe institui^a da pena de ni a-te.
O que mais resia no tocante ao EOppasto e ini-
quo direito da guerra e do assassinato publi-
co 1
O assa3sinao particular; mas e te na sua ma-
x'ima parte levUo ao previo Daaodato dos p-'
aerosus que almejam vilmente iate.-esses pes-
soaes de occasio pa'a se fazerem mais po.Iero
sos e tmidos dos cairos homens: corrompen lo
03 fracos do povo com miserav rls lona
at om pungentes ameagas. p-ra darem mo.-te
violenta aos que sao apoataaos p?los man laotes
sem que estes eoH.-im por tal torpe: i castigo al-
gum, antes se cons'.ituem osiensivanj-'.r.e defen
scre3 do3 maniatarias, embaracaodo a prova e
a aeco daiu^tic eesteolendo as per
grandes sal6?s faseado interessante B^ara !
E' sssim que faram a?s i a na s
vez en Paroameiria lados os Gibingos e Pere
ra Hamaca. lavares --bafe do partiao lioeral na
ponu; aa Bia-Vista, Castro atraz la matriz, Men-
dos na ra do Aragaa, Maga!b&es ni da C
gao. Regs e Bode em S. Jos, roubo e tentativa
*ie osorta por iaceoio ca roa do Llvrameato.
Gonzaga no Bc:a Largo, D P. na llia no Pina,
iotme na ponte d- San:a Isabel, D i
phixuda em toalhas na ra da Pa;
Gaima'aes v. i do impc-ador. Costa Ramos na da
Rangtl etc., e de Pontes a fora, ta m.......
le,cada Oa iem cjta-Uru, na viva
>o le um saoio es;ri.tjr D-ajiieiro. Qoal pj
rem, das daus sicarios, o instuic-o. o ruanlan'.e
tu maadatar.o .'
social, coatinumos a perscruter os mun-|conio o senhor poude ouviiltaes causas, s*
dos sideraes o nada podemos descobrir. ns0 8er pela bocea daquella exrn. ?
.
"aro
tea
CIO
14
62A
11
3
24

S vemos a inquietac&o, a iacerteaa, a
duvida e a constante indagaco do que
poder ser o dia de amanha.

O CoDgresso de Pernambuco, aps ata-
nosaa lides, encerrou os seus trabalbos,
dando por rinda a sua misaSo no correte
auno.
Esse facto passaria despercebido se
nao fossem os commentarios de toda a
especie, que a respeito delle ouvimos de
diversas opinoes.
Dizia um que era Congresso o smcus
sanctorum. o Tabernculo da Lei, ao passo
que outro mais iiiflammado, epierendo ver
subrertida a ordem poltica, declarou,
com ares de propheta, que a ultima vez
que os paes da patria se reunem, porque
porque o imprevisto o elemento de vida
do povo brasileiroo paz das sorprezas...
E nesso andar iramos mnito longe sa-
boreando os boatos..
E a propasito : o Boato Loje a great
attraction, o facto culminante pari que ss
voltam todas as attengSas.
O cidadao levanta-sa calma e tranquil-
lamente do 83a leito, tendo aiada no ce-
rebro o entorpeoimento do somnoe ja ama
peasoa de sua familia lhe murmura ao
ouvido :
Olba, F., sabes o que ros isse c
criado ?
O que foi ? pergaota o pobre tasl
acordado aiada.
Disse que oitut'oum seu companheira
dize.r que o patrio deste for.a informada
por um amigo, que lhe constivi baver um
negociante recobido uai telegramaia cm
que constava haver receio3 de trise :n;
uiaterial...
Ora m.s que embruluada ?
de contas ni o ha cada de positivo, porque,
ninguera vio, mas todas, por escila, ou
virara dizer. Maita bem, passemos adianta.
Ao alnv.co, quaodo mal temos posto actividade os rg33 degluiiuativos, bata
a porta uaa amigo que nos vem desniar
uma serie infinita de hoitos qae efiaal nao
passam de .. .boatos.
Sahimoa para a ra e em cada esquina
encontrarao-nos oom o alta personagam, o
Coronel Boato ( Uaronel porq-ie oa r :
blica co laa octros titaloa nooiliarch
que oSo 03 da guardi da Sr. Barre" .
Parabybi).
Portento, nada mais cvi-.lep.to, spe-car
do roa'n esquivo e mentiroso ao 1
-, do que <> boati, que & hoje
mi-ador ce t^d-s os espiriios, qu; au
sabem a qaantaa andim, porqna
separar o jaio do t:igo, isto o 'o a'o, da
noticia verdadeira e seria.
Na poeta o Boato
(Continu'a).
SPORT
Poram visitadas;

l;i.
sa as lo 1 2.
ir o as 11.
Lima s 9 Ii5.
ppe s(' l,i.
us o Pessoa as 10.
3 10.
Arooblois 8 Si.
iDa s 9 ;''.
1: 13J
O cirargiao dentista :\u:ua Pomnilio eat-ou ai
8 boi
armaceetteo antroa al 8 ii::ora- 1
1 as 3 horas
0 sjudante do pharrnaceatico cntroa i 8
5 dal rde.
Laaaersa ao ssaracuo A 7 scr:e
-.remio ?r
. a po dia 16 ce
. E*do do %lra*as-Pr*
'- 12' .7* lotera, deste Estado,
-:o frraote de 120:000. ser ex!.-;:
ie abro (safcbadoj.
Centitcrlo PuSllco b.tnariodo dia 11
bro:
1 Harta das Nevos, Pernambuco, 33 anaos,
o, S. Jos, Ispcemta.
J. iathoddSego U Inoter, Pernsmbu.:o, 40
auno Eolteiro, Baa-Vis'a, cy.-rhose do ngado.
na Margarlda C. Pernambuco, 2 aaoos.
:. Boa Vis'.a, tubrculos puimoaares.
Pernambuco. S mezes. S. Jo30, tela
no I* fantil.
Victa-ia, Pernamba'o, 1 aano, Graga, febre
palustre.
Jl-rii, Pernambuco, 2 di:s, San'o Ailamo
lade,
Solustiana F-ancisca C. P.rnirabu-'.o, lo au-
no-, soltffiro, Boa-Vista, mberculos palnoiires.
Ci liria f> Coaceico. Pernambaco,
i, iioi Vista, dyarrha.
J ao Caraeiro, Afnaa, 80 anoos, solteiro, Boa-
Vista, velhice.
JRISPieEnCIA
Prado Peraambucaao
O Tralo ao Lu^ca ruaiisi boje a sua 8." cor-
rida.
Dew ser urna reumi'o impi'iaote, pois isso
Bugorsm o programma a inscripcao qu
rectora em sua solictale poude aasegor
oomo coraplemeatc lo seu programmi.
Eis os nossos palpites :
1.' p-reo PiauhyRio 2;* pareo0*t&ViDtradorTOibe.
3.' pareoTor|;"doFav.iritaDiavolo.
4. pareOCaui yPoi-)>i-Gerfant.
5 o p-reoVt-ios NapolitaoeTaereeopolis.
6.0 pareoPirataAryFlan'.ista.

Na Siud-bo(k do Ja; k y Onb f ram inscriptos
os seguintes productos di coodelana alante Ale
^re :
Carvioa. Traiiabae [tatya. Blbos de Vioi '. e
pelloaa: II i-: lapidoe Qieenie e
losenoe, filbo de Rapiio e A Weser. Cigaoa, Diamante, JarJineira, Veso vio,
Meteoro, Morgado. Rilogio, Afnesaa, Brasil <
1 .i ato, por Ftasjae: e egaas p;:iu las.
Estes animae*, oaacidos noestade da Babia,
pe-ten:em ao Sr. Manuel R'heiro daS:lva Laes,
propretario da coodelaria Diana.
O Sr. F. S:hmidt comproa ro criador francs
Sr. P. Anmont o cvallo de 3 aiinas Floral por
Bordar anstrel e Pienr d*. Uai, animal glorioso,
que desde Junho ultimo tem corriJo 11 venes e
sabido sempre victoriosa, atelo canpetido_es
da ordem de Ermack., Clamart Guize e oalros,
todos vencedores de grandes premio.
O heroico Floral 6 des'.iuado a coulelaria
Santiago Villalba.
ElII) DA SEtt\3r~
da
A possib^lidade do crina ?. a dif
Ociencia dos melos, e a pena
de mor.
V
E' intuitivo qne por maior que seja o empenbo
da vida civil, ninguera tem por sua vautade obri-
gago de morrer as peta veutade de outro, por
mais que exijam as circtarostancias, p:rqoe a
nica coadifiao a qua cada um deva obedecer ab-
solutamente, iM primereM aeprema lei de
propria conservacao, coja tonta da verdades en-
cerra evi ipnteawnie t atwohit* aegtcio do sop-
po.-to ri.reiio de matar.
Partindo d'esta radiaste feote, certo ajae pela
a tcoservaco tado se alcance a prosptra, qne
sem ella impossivel se alcancar couta alguma;
lago uinguem tem ebrgpo de morrer nem di-
reito de mitar, senao par vicio satnico radicado
cm principias oppostM conderanadas pela moral
e recoobecides pel cooeieocia de cada am.
A guerra poTtanto, orna flagrante e escan-
dalosa violacao de direito de conservacao, o
malor e mais borroroso da todos os crimes se
me permfitido pelo o digno leitor classiflcar,
direi que, a guerra om voluntario a horrendo
suicidio coNctlvo, om degrao da sub>da para
arrematada laucara a antro de descida para o
inferno I
Os que partem nao voltario de sua jornada,
daixando em miseria o caro penhor da vida ; os
que nao parteas, fleam na mxima pacte inutili
sados s-.m recursos, sem bracos, sem pernas,
sen orelba e Bem nariz, ero disforme e horrenda
catadora esnsolaneea pao da caridad* em castigo
de seu? erros de aberraeto dos preceltos nata-
raes que devisa onrator a dcsptlto i* eatros ia-
Revista da eolfaboracao
POR
Nema & Ignotus
SMMARlo : O qaa ser o dia da aran-
nhS ?ncerteaas e duvidas
Jihil'.O ei^cerraroonto dis
trabalbos do Congres30Tem-
poraria ou definitiva essa sc-
paracao?!O Boao elevado
altura de principioNa pon-
a!..Novidades polticasO
maravilhosotelcphono de D. X
Ultima palavra em materia do
boat)A aionarchia restaura-
daEm tempo de guerra
Troeos miadosNao ha peste
peor do que a falta de troco
O suppl.cio de Tntalo
Harrivel 3tua5oTem 13 Li
berdad no portoEsquadrilha
para o NorteO Aquidaban
para e Recife M.autenQSo
d-, ordemQuid ?Justa In-
menagem O novo Director
da iTaculdade de Direito.
O qne ser o dia de amacha ?
Que astro presidir desenvoluglo dos
phenomeoos soeiaes n'este pedaco de trra
chamado Pernambuco ?
O que succeder com a progressiva
accumulacao de electricidad- na athmos-
phera j bastante carregada ?
Que estragos causar a tempestado pres-
tes a desencadear-se ?
O qua ser o dia de amanhi?
Estas e outras Derguntas repetidas a
cada passo nao encontraran! anda ama
resposta decisiva e formal.
Tantas e tSo diversas sSo as correntes achara me ao p do tdephone de D. X.
A semana find-a foi um escrinio
vidades polticas.
inagotadas todas aa sorpresas rpa-a. sa
nns, esplorado de cab > > < oa
federal c c3*adaos, o^ reporten d
ao tr pidaram eia proclamar a ino-
narch:a ena loma de c?uiia gento 00
se em ial cuidaeae, cortamente oae .
ao mais profundo dos iocub s.
o dizia ira d^s taea :
Aoabo a^.ira m-'smo d er a
le3'ramma recebida peo Baco e
qual se- lha commaaica ter o Ma
Desdoro, rio intuito de exercer vindicta
sobre os seus rltpositorts, a!cda o grit-
da resttoracSo i throno, .- saber da >*o
tieia do passamemt qa
abrigar* a :;. lar s dias longe da
idolatrada.
Oatro diz'a :Vi, com e
a trra ha de comer, em mao de
insuspeita, o segana despacho te
phi: 1
Rio etc.. .
Ladino, Ouro Preto, outro, ru
pital seguidos psva massa prodxmrim
moiistrch-a. Kathusiasiai, delirio. M-n-'i-
g nu jl1nieases reclamando D. 'Ai
imperador. Reima paz.
B.
Aiada um outro mensageiro de novida-
dea prcteud'i'i taa er nos crer que o com-
mendador 7. o o barao jVh.ivam tambara
racebido polo tioelactrico a commanica5Sa
afra :
Rio etc...
Parabens, parabens. Estamos d cima
Naufragan, repblica baixios monarehia.
Tr pol q'o pasjjgciros salvos rteo'hidos
bordo n') tebastian'st'i. 3at*feitos,
agradec *cs protestara gratido eterna. Paz
e tranquilidad:;.
C.
Mas o que houvo de mais hnmoris
tico em meio de tudo isto e que nos tez
rir d3 doer do cachaco, foi um desses
taes mercurios de oovidades diser-nos
as bochech s o por entre urna aerieda
de capaz de illudir aiada o mais sea-
briado cabocloque D. ', cijo marido
ae acha co Rio a ata de arromxfSo, fal-
lara a aqiella pelo tdephone (! ?) n^stes
termoa :
1 Querida do miaba alma, \3staa no
quiquagesimo co da felicidade. Imagi-
na que bontem tai restaurada a mouar-
chia cse regim in poltico a qua asmpra
obadeci e que sempre tive em conta do
nico, verdadeiro e capaz di fazer teu
maridiuho um.... adviabi.... um....
barbeiro effectivo da Oaleia d'esta padjLca
trra, o que nos assegura um futuro des-
cancado, urna velhci abitad inte.
Apos onvirmos esta lada nha, medimos
d'alto a baixo o tal Ful me que assim nos
failava e lhe dissemos :
Mas... o senhor mente despejadi-
mente Telephone do Rio para aq-.i ? !
Basta, senhor ; nao estames para piihe-
rias.
O retenio novellista, porm, era das
Arabias. O que nos havia da diaer elle:
Pois fique S tbendo que estes ouvdos
ouviram pereita e distinctamerate ipsis
verbis et virgulis, estas meamas patarras
que lhe veaho de reproduzir, porquanto
Estou lhe m-.iifo obrigado.' E se
he dia ser eu que einquanto D. X. escu-
tava o marido este seu criado segurava-
lhe na mo para que o choque auditivo Iba
fosse simultneamente trausmittido?...
Basta, senhor! neste caso o senhor
ouote pelo corai'o.
Estas e innmeras chaJaq-is foram ba-
rateadas pelos quatro cantos d'esta formo-
sa Veneza a proposito da restauracao da
monarehia, chalacas que muito deram a
resmoer eertaa cacholas estreitameate
coofjrmadas 1 que s aearam o rti
nao estar mais vivo, para elle proprio com
o seu ureo sceptro enxotar d; dentro de
sua casa esta corja do republicanos
como ouvimos de um vingativo e audaz
sebastianista qu3 nunca havia s.do repu-
blicano.
An p;.s0 que outros qi ostsntavam,
at a ve-pjra ci'essas pnicas noticias, a
carapuyas phrigiaa j iam tratando de-
viral aa palo ares30 e do prega- lhes no
pice urna ooruasioha quando felizmen-
te soberam do englo em qae se iam
abyamando.
Em tempo de guerra...............
#
*iS setta p-agas q:e, em priscas era3,
devastar.'m o paiz d iiio causaram taato damao ao povo de
?har q-ianto a qaa actaa'meiti nos af-
flige. .
A p.s'.e ceifande indistinctamsnts
bous e mus, ^randas o p-;q'iea)S, novis
a azadas, michos e torneas, caucasianos e
monglicas, americanos ee.hiopes, Unjan-.
lo a desolaoSo o o uto no aeio da urna
familia, da um estado, da urna nacSo ; a
:rra essa byena famgerada de fan-
_-es hiantjs a devorar infartamente vidas e
vidas,trazendo o c-p'.ivc ro, o Baque, a
ruina, a perdiyao ; a secca cizimando
oov&ajoes inteiaa, crestaedo o planto e
implantando a misej'a e o crime nao pas*
--am de oinharias, do frivolidades ara-.e a
atro calamidado o ie ora as victima.
Tado quinto mu, tudo qaanto aca--
reta cam conno-uenc^as funestas e ator-
mentadoras s5o palla irnagem da ma:s
calamitosa de todas w privayoesq'ial
-. da falta de troco* miudoi qu; nos oollo-
c-im as criticism ., :.>s de um
T.m-alo, de nan Sys iho, da om Ixian e
mtras condemaados aa Averno par san-
teo;a do sobarar 1 do O'yrapo.
Raalm suppcio poda ser con
1 rado .- 1 d 1 um p 1 r familias que afa-
nosamante Ubura nouta e .i '-'. rsabida
Uruggle for Ufe para assegur s meos
de subsistencia a sua pros e qu \ en-
trs* em ama merc^iria manda separar os
a mantos iud.:p:Gsaea a v.da e na o:ca-
silo do ajuste le oontzs m vi na dura
o i-./.'-'., '. lis re o balclo por-
que o tr. taberneiro nao tem troco para
- ia 1 5 menores notas que ei:e rece-
bO em re1 uitada da tra'i'.iho li.vo ? !
yin c.-v. -i'i i cofre .. / tirioso
>;.n, das afanosas
aquellas si more a'u te lan as de
otttentos res, ;, '' r'.s t '', n ',$
xi.bruptic:amsnte las tran-
, 1 >Z -ommer i -0=
Onde p .ir ti ji
aqueaj sedlas
e o c abra ?
tm qaa mundo, em q ie e3ira la se es
a moedi razx do ..'< > q ~ mtas
1 -. -
n*.-i tamos
meaores mas o o ; 1
> q-i
que
que se crusam no nr que a ningnem
dado descobrir, prever o que advir.
Profundo trahalho subterrneo mina,
lenta maa continuamente, oa aliceroea de
ooasa querida patria, e j se ouvem como
prenuncios do cataclysma, certos rumorea
vagos e ainda bastantes aurdos.
Como astrnomos interassadoa na dea-
coberta doa pbenomenea que ae reaa
rea no firmamento de n esa vida poltico
quando ella oom o auriphone cosido a ore-
Iha direita recolhia a boa nova do seu cha-
ro metade que tmpre fora monarchista
e tanto que partir para all ao tempo da
Repubc em basca de urna cocacjio.
Ms, senhor, tudo isto muito bo-
nito pare contar ae....
Lembre-se de que cada apparelho tele-
phonico tem apenas orna bosioa e estando
esta em tal ocoasiSs oocupada por D. X.
T
i
/
aud&des causam a vi -. q:i? s-.-m ia tiai
esposto a morrer a m'ngoa c m .
00 bolgo, e o alimento a vista ?
Entretanto esta interrogajSo j v%<" en-
contrando resposta aa g sy is 1 '->
qua j vSo pardeado ajobiana p ; aaia
da q'ic sS? naturalmente ditadc: resta
trra em que sa resoira as sua va 3 auras
taz e tranquillid 1 /
E' bam, porm, qua os sen i's ne-
gociadores do suor do povo, teabam em
mira qne nSo ha fra 03 na defeza de um
direitoa que, qaando esseo L'o en-
jauladocoasogu'r, -?:n insana i -, que-
brar as grades da su* prialo, esfaimado
auno se aoha, e rijar a juba eai d'aquel-
le que he cahir as sanhudas garras.
#
Libertas quies-.rd tam-n bradavam alguc
.visionarios .o verarn ijadas no teiegrapho
ptico as flimmulas correspondantes aos
nmeros oo-ll n icadores d< entrada
em nosso parto da canboieir.i Libtrdade.
Est salva a patria !
Vamos entrar ao dominio da... hga*
lida'le.
E por entre sonitai ao o o'Socanta-
vam em tadas as caoas a derrota do3...
deieterios.
Is aoc SIGNO V1NCS8 diziam out_os
jenuflasadas acto sa bsndeirnhas multi-
cares do campanario do Espirito-Santo e
parodiando o impera lor c it'iolico que ti-
aha o dom da prever futuras victorias.
quem ser a Constantino Magno
que reoo har 03 louros promettides por
aqueile vasa da gaerra que all es'.
guiza de urna interrogajJo espbiugetica ?
O tempo o dir.
O tele rraph 1 aoninciou-nos qu urna
esquadriiha nacional sob o m-tndo de alta
patente na marinha, viaha ao norte man-
ter a ordem e que o Aqaidab zn estacio-
naria neste porto.
Mas, aqu entre nos, onda que a or-
dem est alterada ?
So a esquadrilha v:e3se fazer ama via
gem de reureio, urna viagem de instru-
cco, etc transeat, nenhum commentario
poder se hia fazer, mas teada por fim
manter a orem... nao se parcabe.
O Boato que a a encarregou de decifrar
esse enigma, devorar intrincado.
#
A mocidade estudiosa do Recife, pondo
de parta a poltica execrante que eatiola
e esterilisa, que abre um abysmo entre os
lilhos de urna mesan patria, foi hontem
saudar o seu Ilustrado mestre Dr. Mar-
tins Jnior, por sua nomeacSo para o
cargo de director da Faeuldade de Direito
do Recife.
Apreciadores, como todos os brasilei-
ros, dos talentos do distincto pernambu-
cano, echamos justo o prazer de que ae
aoha possuida a mocidade estudiosa, por
ser coUocado oa directo da Faeuldade,
um mojo que se fez por si su, o que deve
aas seus. eiforcos e aos seus merecimen-
tos o avantajado lugar qne oceupa no
meio das notsbilidades qae ornamentnsa.
a sociedade braaileira.
I
/



Diario de Pernambnco Domingo 13 de Dezembro de 1891
MEMORIAL


A
-
Cortes de vestidos
Em cachemira
Voile de I*.
Batiste.
Le van Une
Recebeu um chic sortimento a
LOJA DO GOELHO
S Roa da Imperatriz
Sodas! Sedas!
Acabam de retirar da alfaodega um esplend
do sortimento em sedas pretas e de cores, ver
dadeira novidade
Domingos Coelbo* Soares
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
(jersevs
para senboras, meninos e meninas, novos mo-
delos.
Recebeu a
LO i A DO COELHO
Roa da Imperatriz n. 56_________
Capas modelos
Em se la. reoua e cachemire, recebeu um pri-
moroso sortimento a
LOJA DO COELHO
o Ra da Imoeratriz
Passemeimries
Cuarnijes para vestidos.
Gales de Srda
Gales de mrhos.
Gales de la.
Recebeu a
Loja do Coelho
5o, ra da Imperatriz
Espartillios de madame Yrlies
debroados a pelucia e setim, os mais commo-
dos at hija ccnbeci03-
Recebeu a
LOJA DO COELHO
36 Rea da Imperatriz
Ruches a Princeza de Galles
Sao lindos os que recebeu a
LOJA DO COELHO
JRua da Imperatriz 36
Sabidas de baile
Ecbarps de r oda de Urcxe las.
lantiilias hespannola?.
Funs di seda.
Recebeu a
LOJA do COELHO
Ra da Iraoesalrtz n. 56
Leques e ventarolas
Em gaze, rila; e piernas,
necebeu a
LOJA D} COELHO
3i Kua a a Imperat iz
Pelos ltimos paquetes
RECEBEU
l! !II*.1 111 SIS

a.
* S
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s
ti

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cs.-i s; *8
S= =. O 1
a a. M X
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0* B

Of
e-a c
2^' *
a =.
3
-

ex
o
a
Collarinhos, grvalas, camisas de pbanta ia e
perfumaras, etc.
Mesas para jogo e para fumante?,
Elageres ehinezes e dourade
Cacbepote.
S
Au Paradis des Dame
Cortes de vestidos
Em sedas, 12, e cambraia, branco bor
dados grande sortimento recebeu
Ai Faias iles Dan
PRESENTES
E' tal a variedade, qua se pede nada
comprarem para tal fin, sem primeiro vi-
sitarem
An Paradis des Dames
CHAPEOS B CAPOTAS
Alta moda em Pars retirou da AlfaD
dega.
Au Paradis des Dames
Capas, visites e pele-
rijucS
De seda preta e de renda o que ha de
mais chic, recebeu.
Au Paradis des Dames
Fabadas a modas
Esplendido sortimento imposaivel de
decrever se tun recebido de Paria.
iiPai
Ra do Barao da Victoria 38
sDe:a.A.s
Brancas, pretas e de cores para grande
eacolha.
An Paradis des Dames
Medalhes de bronze
Como HATE NOVEAUTE' o Bazar
da Boa-Vis;a recebeu urna riquissima e
linda colleccao de medalhZe quadros e
medalMes araadla, de bronce e que pro
duzirao o maor effeito para a ornamenta-
do de alas e boudoir$. E' a pnmeira
ves que esses objectos d'arte vem ao nosso
marcado.
Ectra as diversas allegorias, que os re-
feridos medalhoes representam notam se
do Aojo da Guarda, e as d versas florea
tymbolisadas por elegantes figuras feme-
ninas.
Ao BAZA DA BDA-TISTA
isto a great attraction do high Ufe per-
nambucano.
88 Roa da Imperatriz 88
Liaba Receben um lindo sortimento de linhas
de seda em mimosas cores proprias para
fazer crochet caxios e sahidaa da baile.
Gales dourados
Fitas prateadas e honradas, a ultima novidadt
para enfeitt de vestidos, grande sortimento de
Utas de cbamalote em todas as cores e larguras,
recebeu o Basar da Boa-Vista a ra da Impera-
trizn. 88.
BRINQOEDOS PARA Mm
O Basar da Boa-Vista, ra da lmpe
triz n. 88, recebeu um grande sortiment
de brinquedos, bonecas, camas e mobilia
para bonecas.
'Vedalhoes de Biscuit
Tem um lindo sortimento de objecto*
proprios para adorno de Salas e enfeite
de toilot e o que ba de ma:s benito o de-
licado para fazer um presente, tud<> e:r
tino oscuit.
Alfredo Lopes dfe G.
Velocpedo;
Velocipedes para aiversos tamanhos
com rodas de borracha.
CADS1RAS
Cadeiras com encost da lona, magu*
deas pora viagem.
Alfredo Lopes db G.
Fitas e nielas para vestidos
Grande sortimento de ritas em todas as
cores e quslidades, veas lonradas, pre-
tas pardas e de ai7eraas caresete,.
Gh especial
Recebeu nova remessa do acreditado
: especial marca BULL D0G.
llua da Imperatriz n. 88
LHcec Lopes fi? G-
T$l$pfeoi8 214
Carao de preparatorio!
O hachare! J. Thiago da Fonseca lac-
ciona om collegios, e casas particulares a
jeguintes materias : Portugus, Francs,
Inglez e Historia.
A tratar n'eata RedaccSo, ou em su* re
iedencia ra da Palma n. 57.
PLBLICACES A PEDIDO
Recebeu
anee.
Charutos de Habana
nova remessa a Livraria Contempo-
Recebeu Florida
Bicos de fil com um palmo de lar
gura.
dem de seda preta com 2 palmos a
mais.
1Q3-BU Datos e Ganas B.-103
Recebeu Florida
Rendas com 70 centmetros do largura.
tOd-Roa Duque de Caxias103
MU DEVfi CMfl
artigo* de chapelaria ou flores, plumas,
reos, gr ses, rendas, etc. efe., sem fazer
urna visita
Chapelaria Raphael
onde se encontra sempre tudo quanto,
nesses artigos. ba de melhor o raaia mo-
derno.
2 Bia fl Buro ia Victoria 2
Raphael Dias & Ca
IHBICACOES OTIS
ictneos
Dr. S Pereira, raa da Imperatris n. 8,
d consultas medico-cirurgic&s todos os di a
las b> ao meio dia, menos n)s domiagoi e
lias santificados.
Contuliorio medico cirurgkoDr. Sim-
plicio Mavignier, de volta da Capitel Fe-
deral tem seu consultorio, ra da Cadeia
a. 27 1. andar.
Especialidade Molestias pulmonares,
tabres e da pelle.
Consaltas *e 12 as 3 da tarde. Cha-
mados por escripto.
Telephonec 392.
Dr. Tacares de Mello, medico pelo Fa-
cvldade do Rio de Janeiro, d consuitai
das 12 s 3 hor.is das tarde, no largo de
Corpo Santo n. 15> i." andar: receb*
chamado a qtralquer hora na sua residen
cia em S. Jos do Manguinho n 4. Teie-
phone n. 575. Especialidades : molestia
de pelle e siphilis.
O Dr. Lobo Moscot d consulta em
sua casa ra da Gloria n. 39, das 10
horas da manhS 1 da tarde. Achando-
ge fra do servigo publico offerece-ae para
acudir a qualquer chamado com prompt-
tao para fora da cidade. Especialidades,
operacSes, partos e molestias de senhoras
e de meninos.
Dr. Joaquim Ltrweiro medico e psrtei-
:o, consultorio ra do Cabug n. 14.
i." andar do 12 s 2 da tarde; residencia
ao Monteiro.
Qeealisvtas
Dr. Ferreira, com pratica nos princ
paes hospitaes e clnica de Paria e Lod
dres, d consritas todos os dias das '.
horas ao meio-dia. Consultorio e reai
dencia ra Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barreto ampaio, occusta, d cod
mitas de 1 s 4 horas no 1." andar 4.
casa ra Bar2o ca Victoria n. 51. Resi
dencia a ra Seto de Setembro n. 34,
entrada pela ra da Saudade n. 25.
Drogaras
Faria iobrinho & C, droguistas por ata
eado, ra do Marques de Olinda n. 41.
Francieco Manuel da Silva & C, deposi
:arios de todas as especialidacaf pharma-
ceuticas, tintas, lrogas, producto chimi
eos emedicamento homeopticos, ra de
Marques de Olinda n. 23.
Iniprcvsc de iuuIiih Tlageas
durante 33 aanos na repu-
baacas do Rao da Prata, Para-
guay, etc., etc., e os uhlmos
93 anuos no Brazll
Os poDres, os indostriaes e
os negocian.es gostam mais que
os ricos, que suas cidades e
villas sejim bem admiuistra-
das por suas municipalidades
e que a ordem e a moral, ba
ses da felicidade de um povo
abi reine e nao a patolagem,
to commum no novo bamis-
rheno.
/. Van-lhlle.
Terceiro artigo
0 mercado de Porto-Alegre e a sua muid-
oalidade
I
Conforme j4 refer, o dia seguinte ao da mi-
nha visa ao Pispo diocesano, toi consagrada a
p-rcorrer o mercado, que achet magjitico,
porm, qnasi em e.-tuto de aound-.ino, sem du-
vida devido urna falta de conbecimeuto do
bello e do til.
Mus tarde, ioformando-me da moraia do pre-
sdeme da municipalidade, consegu saber que
era es'ai.cieci(lo com ph:raiacia na ruado (je
neral Tavares, para onde logo me dirig.
Na i oostdoie est-angeiro e desconSecilo, fui
amawlmeottr rectbi'lo e convidado entrar
para o seu aabinete.
Urna vez ah. expuzo flm de miara visita :
Compnmentei o por possuir a toa capital !o
bellos eliflcios, o mercado, o palacio episcopal,
o p-ii,-' da lilendencia Municipal e tantos outros
lazendo entretanto notar, que o primeiro delles
necessilava de alguns reparts.
Respondeu me elle:
'aqui ai^uui tempo elle licar um pouco
mais bello desde que se proceda coiiitroecfto
u'um primeiro an lar, sobre o rez de cliausse,
para a qual a Assembla Provincial ac'.onsou a
gaslar-se 10J:OOOOOO esperando mais tarde,
eiu propria votar outres Cem.
Tornei-lbe entSo:
Sr. presidente, ni3 parece que em lugr le
embellezar, vao destruir o edilicio ; pois, a sua
urchitectura nao permiile o menor accrescimo.
Seria roeihor piutal o, reparal-o bem. Ne
nhuoia utra cjusa.
Has. ssebor, retruciu ell: cn ja esta-
mos coiLiprumeitios com os arcbtecius, M.'.
Scbimidll e outro coliega seo, para dar cornejo
a obra.
E, tnesmo, lodos os vereadores sao accordes
nesta resolu.o, aiem de que a mpreosa da ca-
pital, excepto o Jornal do Commercio que KUir-
doa silencio, chmente nos lelicitou.
- 0 Sr. veio muito tarJe.
Sr., repl-quoi: melhor tarde do que nuuca,
pois nina \ez feta a construccao, na ha mai<
reme lio.
A' vista disto desejaria fallir com toia a ca
:cara reunida em sessao e desde ja, senbor, pe
po vos que a convoquis.
Disse, die: Hoja mesan a convocarei e
amanb, t hora, devereis comparecer, djsse
ell-.
Initil seria transcrever aqu todo o nosso dia
logo, passemos portaoto sesso da cmara.
Ni da stgu'nte, hora indicada, achavj me
no meu podio como um bravo.
Te do s os vereadores estavam reunidos no
grande ia o d'u iiencia.
A' este lempo, o Sr Antonio de Aze*edo Li
i), procurador da intendencia Muaicipal, veio
commuoicar-me que eo era ja esperado.
Ao entrar no saio encontre o presidente sen
lado, leudo a seu3 la les os de mais membros e
acbei me de p ante urna balaustrada de uiadei-
ra, como um reo prompto a oovir a leiiura da
scoteoca, da qual depende a sua coad^mnacj
00 salvaco.
O presideote abre a sessao e dirige aos verea-
dores urna pequea aliocu^io, na qual relata a
';onversacao qce cu com elle tivera uo seu gabi-
nete, termisando por apresentar-me.
Um dos aiemhros, om homein j ido-o, levan-
tou-se e per^uotou bastante zangado:
Qaem este hornera?. este est-angsiro
que to audaciosamente quer introaietter-se
com os nossos negocios ?
Por meo turno eniao, fjllei:
' Senhore, um estrangeiro verdade; mas,
os amigos, os protectores e os defensores das
bellas arles, teem o universo por patria; e os
.grandes artistas sao compatriotas de todo o ho-
rneen de pensar recto e lacero de coraco.
Permitti que vol o diga: neste paiz, os des-
tinos artsticos sao regaos pela extenc&o do
local.
Dedicado, corpo e alma, tenho sido desde
os meas mais verdes annos a essa arte verda
lei-amente divina, que tem, ha tantos seclos, o
ses tirono na Blgica, principalmente na mi-
rfha cidade natal (nver?). o berco do Raphael
flsmeogo, Pedro Paulo liubens, la onde as mu-
sas s&i fervciosamenti adoradas, e que, de tem-
posfmemariaea tea sido o bergo dos vares
nais iliustres e mais doutos, qoer oa impreasa
(Plaotyi, quer na arte d serralheiro (Qainle
Vetzvz), ^ce, para obier a mao de urna douzella
se tornou un dos pnneipaes piotores do sca-
lo XV.
Alto deflt'g lameos ntabilissimos, nisce-
rata en Amtrs saJiss jesutas como Bolaodos e
1 Papemorocius, aatores da famasa onraActus
San orunu o famoso JsstusLtspus, reitor da un -
rv.da le du Louvain, o pintor Jordaens, mes'.re
de RubeGS o giavudor Bdellnk, Van Dy k e seu
mestre. Kuoeos que escolbeo essa ciade para
a soa residencia ; la falleceu e jiz sepulto oa
oasilica de S. Thiago, qoe 6 om verdade ro mu
seo de bellas artes.
Suas cinzas e as de toda a soa familia ainia
dormem, na p-z do Senbor, sob o fri marmore
oa capella que editicoo e eonqueceu com urna
magnifica e ineslinnvel estatoa de marmore de
Carrara, representando urna MaterDatorosa. obra
do grande Miguel Angelo, trazida de Roma pelo
proprio Roneos e tambem um precioso qoadro
representando toda a soa familia.
Na m-ma igreja jazem igualmente outros
tantos vul o no aveis, pintores e i luan-ropos
celebres, como por exemplo, um Van Baeeo,
Schu't, um Cornjlius Liunschot.
Esta famosa baslica d?. S. Thiago. to cali-
bre por sua belleza artstica, mj foi offerei-ida
per s.ns no:>rei conselheiros (Edilis,) em plena
sessao, no cargo de coiservaior rteste famoso
Museum, cujos preciosos tbesouroi me foram
dados a guardar sob mioba responsabililade.
Fortanto, nasci e passe a mor parle de mi
nba vida no seio das bellas ares.
E. nao posso tolerar qoe igooractes se met
tam a faltar uo qoe nao conhecem. (a)
Assim, pois, ssiste-m- aobiigagSo de nSo
dei ar sem -'efesa a cau^a das bellas-artes um
immenso e potico dommio do espirito hamaco
D'amanua em d.an'.e comejare a publicar
urna polmica entre mim, a ugus'a cimara e
seos a iher- n'.es, aiira de mostrar ao publico
qoem de r s dous aoraca urna boa causa, quem
visa um lim digno de luuvor ou de censura.
Cumpnmentei reipeitosameste a '.Ilustre cor-
poraco e rerei-me.
Dirig-me para a rcdicjo do Jornal do Com
tercio e l encontre felizmen'.e o 8r. Porto Ale-
gre proprietario e relacior em ebefe do orgSo
em quesiao, no quai conteioque se passara entre
mim e a muoicipalidade sobre o aue elle mu
disse :
Mr. Van-H lia eo compartilha com as suas
idea? e desde ja pooho graiaitaaeote sus dis
rosio as columnas co meu jornal, emquanto
durar a questo
Agradec o 1-bseqoio e retirei me para casa
onde (h'gatio dei (onego coofecf&o de om ar
tigo que loi publicado no dia seguate.
Eil o:
IHPBESSUES DE JIISnAS VIAQEKS, ETC.,
ETC., (A) _
Primeiro artigo
Introdcelo
Caro lei'or, antes de comegar a Darragao das
imprecas qoe me tem iaueailo eslandade, ca-
pital da futorosa proviocia do Rio Graode do Sol,
to celebrada nos aooaes deste vasto imperio
americano por seas felos heroicos, na defesa de
seos foros e prero/auvas, deixu noirender nos-
sos preiios verdade.
E' ja tonpj de a reapsitar. IIj. milbares de
anti) que se liso g-ia e .-v.- iigm >.
Poetas e oradores, romn etas e historiado-
ras, quasi tolos teem sido cumplises destes cri
mes.
Paucos sao os eacriptores de qoe nao aos
esvergoabames.
E' raro encontrar um livro, ou um simples
artigo de jornal em qne nao poliuiem a aiuli-
gSo e a Tientiro.
Os quatro seclos das artes e da arebiteda-
ra, sua tilba, nao produziram que monumentos
de baixeia.
Qje nasca, pois, o quinto, e que esse seja
consagrado verdade.
A lisonja de :o os 03 secul03 banio e.-ta nu
gusta alaa ao co, e a moileza e a currupcSo do
nossos cos'.omes a repellio las cortes e do seio
dos povos. e o ttrror de que no3 sentimos pos
sidos nao a deixa descer ao (ando de nossos
corajes.
O' cscriptores, coja comciencia ainda se nao
crysiailisou pelo sceplicismo, apello para v3.
Em vossos livros, em ?osso3 artigos, como
qo" se vos houvesseis compromeitido jior um
juramento solemne, nao prestis culto senao
-Verdade.
Nao entoels lonvores seno ao verdadeiro
mrito, nao vos suoordmes promessas qun
degradara, qa-^ deshanram ; nao almo-jleis a in-
telltgencia e a cons .encia vondendo o proluctn
de vossa pena s ruins paixes e s mas causa Antes de louvar o podero dos res, dos rcos.
dos grandes da trra, indagai primeiro se elle.s
gio iinos de loufores e se Dio ofjrem___nao
vos avilteis encomiando-os f
Se estis destinados a gloria por vo-fa illo-
traolo e por vossos talentos, lembrai-vos que
urna Im^.a que esccererdef, se no extingotri
mais; o que pede um dia, vir enpauar es br.-
Ibos de vosso renome.
i.etibra:-vo8 que a posleriiade hcs lera, e
em sea juizo iaexorsvel vos lngara ao dsprezo
e a abomiosgdo se vos tiverdes prestado como
instrumeolo.
Nao, o genio o mais preciceo don com que
Deus brindou a creatura, nao pode ser tranfor-
mado em vil mercadona em objeeio apto es-
pecubgSei iodigoas,
Dexii a seia dos epy.'.nristas, deixai o fio
reotiuo M-.chiavel, Darettm, de Arrozo, es lauros
coihidos na mentira, na calumnia e noescandalo.
Ha no coraco do homem Honesto, um que
se indigna coaira um to repugnant- vicio, iu
t5o itn. bl f.-aqueza do carcter humano.
Antes de anrardas a lume urna prome3sa. re-
flecli fe a pederis comprir; ap-ecai o facto
em suas aedu'c.C-. pesando maduramente o-
seus resultados em Uce dos ioteresses de um
iodivinuj dos nteresses da eociiade, a quem
devets ensinar e guiar com a vossa ligfio o vosso
conseibo e matg do que isto com o vosso exex-
plo na pruiici do ocm.
A -os cabe na ierra urna miaso divina, a
d'insiruir a da moralisar, porisso teades a
gloria e a immortalidade.
Suas palavras e&o sagradas e seu silencio
pode importar orna coodemnago.
Vem apello aqoi um facto histrico.
Um coniuistaaor, amante da loria, porem
ma's vido de renome, admi-ava-se de qua um
hornera virtuoso, que o povo rejpeitava nao fal-
laste de seos triumphoa em seos esenptos, e
ioterrogou-o n'estes termo9 :
Porque os bomeos mais sabios de meo
reinse calam aote minhas o.-nhantes victorias ?
Principe, Ihe responden o ancio :
Os sabios fios seculos por vir d-os-hio a
po3terldade. E inclinanJc-se respetosamente
relirou-se.
< Como se comprebender o amor da patria,
aeja ella erubora adopiiva ?
Pelo -interesae, pelo amor qae ella aos des-
perla e que os p'i vamos pelo oosso desinte-
resse individual utzeado ihe a verdade em udo
e por ludo: nao -- lisooge-ando os erros, mas
c-usura 1 lo os abusos que se presta reaes servi-
dos A humauiada.
E' dever de patriotismo a propaganda a f -
vor do commercio, da industria agrcola : traba -
Iho manual, das arles, especialmente no Brazil
onde, como disse em um artigo, apenas comecam
e qne por conseguinte cumpre animal-as zelando
o pouco que se possue e defendendo-aa a todo
transe do aqu?, que Ibe queiram dirigir espa-
cola.oas ainda que de vantageus pecuniarias,
mas, de fu es tas consequeo:ias moraes.
E qoe importa que um juio imparcial passa
cITeoder soaceptibilldades mal entendidas quan-
se trata ie 01a objecto de publica utilidade e
benefloio?
Ssiraogeiro como soo, mas dedicado ao Brs-
ziL preso ao povoe a seas moaarehas pelos lagos
inquebraveis da gratidao, pens canpnr um
de^er de lealdade diz indo com franqueza o que
pens com reupeito sus iostiiuigOiS, civilisa-
-,o, progresso e riqueza.
Fui assim que rivalisando com o mais oa-
triotiJO'de seus filbos, sem araliar acnticios
de toda eapecie, qae me baii peia grande im-
prensa da corte contra o infame peridico, que
all era publicado 3i.b o tituloCarjaiw,at
forgal-o a suspender sua impre&gio
Me parece, Sra. eacriptores,, que sao quali-
dades bem raras essas que assim se patenteam.
sem ter jimais solicitado era nada receber nem
do soberano e nem dos grandes do naiz.
Dizer a verdade prestar ano grande servigo
e eate para que sejiacoei'.o sm desvanec memo
por om paiz qoe almeja oa foros de civilisado,
nao precisa trazar o cuobo da nacionalidade.
Tanto mais valor deve ter, qoanto certo,
que nao foi a peso de ouro qoe o elogio ou a
censura foi tragada pela penna desinteressada
de um escriptor.
Mas, vollemos ao bello mercado, onde nos
encaatellaremos para lutar at a ultima, defen
den lo-o da nefasta resologo, verdadeirameale
singular, da cmara municipal, deqoerer levan
vaatar um primeiro andar sobre o (errago deste
monumento publico o nico que, de pois do pa-
lacio episcopal, possue a capital Ja proviucia,
em aymet-ia, elegaocia e valor, archiciPtODico.
< Deotre o nometo infinito de atlazeres de
qoe nos vemos cercados, de nossos esiados e vi-
sitas aos diversos eslabelecimeotos pblicos,
qoer geraes, qoer provlneiaes, e dos particula-
res da industria e do commercio, como ainda dos
que se consagrara edacago publica, merce-
nos este a preferencia e lomamos todos os coi
dados, damo-nos a todas as fadigas, fazeraos
pessoalmeute todas as pesquizan e exames oe-
ces3arlos, porque neste paiz, digamos a verda-
de, nao se 1 ie confiar em nmgoem, e nem
contar em certos casos, seno com o proprio es
forgo. especialmente em facto da tanta monta
como o de que nos occapamo3, pois tratase
nada nais e nada menos do que a profanie'.j de
um monumento puhlico.
Como amigo que soo do bello e do mil,
como entnosiasia do sublime, caDe-ite o dever
de oppor-ma com toda a franqueza contra e3sa
infeliz idea do d 11 coostlho mame pal, qoe vem
patentear a toda luz: que fazem parte deste cor-
po administrativo, senoores sem a precies capa-
cidade e intelligeacia para corresponderem dig
mente aos votos de seas concidad03, zelando
ao menos pelo asseio e belleza da capital, cojos
ioteresses foram em boa f confiados i soa dis-
crip;o.
Peosaraos com Miguel Chevalier, que o
verdadeiro patriotismo censura os abusos, pre-
ga p.-oi da jastiga, da industria, do commer
ci e da cons rvago aos monumea os, que en-
bellezara om paiz, 01 orna cidade, defeadenlo
os cunta os actos de vaudaiismo qae ameagam
desiruil-os... O patriotismo, eotendido de ou-
tro malo, como o comnrehende o Becalo, isto
o interesse individual sobrepujando o ioie-
resse publico, oo somente una aspirago
(goista, mas om seotimeoto mesquinbo torpe...
um patriotismo de contrabando 11
Podaramos accresceotar mais que : o ver
dadeiro patriotismo aqoelie que gera solda-
dos com os quaes pode a patria cootar nos seas
momentos difii:eia.
Para provar o que tomamos peito defen-
der, demo nos ao trabalho de visitar incgnito
ora des quatro torrOes que embellezam o enlu-
ci. Pois bem ; o que encontramos all?!
Um pequano espago dividido por taboas mal
ajuntaJas, em trea si'cgoas ou quartos, qae a ca
mar aluga 204000 mensaes cada um, cu 604
pelo pequeo es jago, pelo torrao, que nao tem
eeqoer urna eb las commodidades necessarias
vida i sem agua, sem gaz, sen quintal, sem oo
tros objectos iodspeusaveis.....
Enlim, gala absolutamente abi encontramos
a nao ser alguna operarios italianos jogaodo car-
tas, praguejando, gesticulan lo, comosoe aconte
cer entre jo^adores da mais baixa extraego as
fras espe.'aucas.
E isto em pleno dia 11
Em vez do irabalho o jogo pa-a pas3ar o
tempo I...
A limitamos, porm, por um momelo, qae
a municipal] Jale consiga evantar o 1 andar, o
qoe detorpara, que degradar para aempre
aquella importante edificio ; qaem ir alugar
cada um desses cortigos, que abi pretenda esta-
belecer ?
Quera pagar 20 ou 25000 nensa-s de alu
gOjl por um desses pequeos quartos, que nao
poJero ser banitados senao por nomens soliei-
roi, os quaes para minorar o alio alogoel, ico
rim em cumnium aos t-es ou quatro '
A' quem? perguntames anda ?
Qual ser o homem honesto, (s homem pois
po^sivel que urna familia ahi possa residir),
que queira oo que poasa habitar esses cubiclos
jesprovidos de todos os commodos. mesmo 03
mais iiidispensaveis 3oaeconomia ?
N'Obom f Para exprimir au francaroenle, a
cmara municipal enganou-se ; pensando em-
beleur a capital, pensindo tirar um lu tro, a
degradar com essa ed.licago, que nao s*"-
mais do que um asylo para o vicio, para nao d-
zer: ale mee pira criminosos.
Reflictam o illustrea vareadores da capital
maduramente sobre as funeatas consequencias
que hao de iufelizmea'.e 8"brevira essa sua re-
solocao, tornando os responsaveis nao s pean-
te seus conc'didos, que Ihes conliarsm a hon
rosa raisso de salvaguardar os loteresses do
muaicipio, de velar pelo seu bem estar e segu-
ranga individual, como anda assiate-ibes a stric
la obrigaco de velar pela moralizada publica
que a ordeno, da socie'adp.
A prejeetada construegao de um andar sotre
o actual edificio, seria um excaraeo ao bona
gosto, urna profanaco as bellas artes*, urna
ameaca au otila e soo'etudo moral.
A nica cousa.a aproveitar-se cum a tal con-
9lrucgo, sena a da oferecer as autoridades po-
liciaes, um asylo seguro, um lugar certo. oude
po lena encontrar ou aatores de quasi todos os
que se pratico.33e na cidade e sua cir-
coi i -i-iritanga.
Oa ajaartos do mercado cffareceriara umedi-
l!c,i-t! espectculo, um sitio dado, onde se re-
oairiam o pe.ores specimeos da vagabunda
g'tn. do jogo, oa prostitoigao, da crpula social
emfim.
D -pois de publicar muitos artigos 203 quaes
ninguno re?pondeu, aoparece em scena o ?a
bioa Kosseriiz, grande conhecedor das be lis
-.res, (cuitado), n'aquelle tempo redactor da
tiefjr'.a e antigo proprietario do Deostcbe
L ituog iie Porto Alegre, que cabio desastrosa-
mente gracis s prooigal dades do seu dono,
;ne muao apreciava os pra3ere3 dos epyouris-
Us.
Esse homem que jamis precisava de dinhei-
ro (sic) mas qae apezar disto alogava ;-ua peona
a qut-ra melhor o pagava, declaroo em um otos
seus artigos puollcados na Reforma cao obs-
tante o barulho de Van Halle, uo Jornal do Cum
mercio, eo Kosseritz, posso assegurar-ves que o
mercauo cari como seu prim iro andar.
Dias depois, respsndi directamente no Jornal
do Commercio da mesma cidaa'e :
impresses de minhas viagens, durante, etc.,
etc.
polmica
A controcgo de om sobrado sob*e o bello
mercado publico, que uo aprsenla r.enbuma
cmico d iue para habitar orna familia honesta,
torno a diier, sena um escarneo s bellas-artes,
urna tfTmsa ao bello e ao til e urna ameaga
moral.
A nica cousa que com tal construccao se
s Hiena aproveiiar. era o offerecer a polica um
abrigo certo, onde poderla encontrar os autores
de quasi todos os crime- que se praticasssm na
capitil e seus arratoaldes.
Reunir-se-biam all os peiores specimens da
vagabuudagem, da jcgaiioa, da prostitoigo, da
crpula emfim.
Mas, que nefasta lembranga foi a da cmara
municipal quando pretendeu construir e a da
asieabla qaaodo vi toa 100 centos de res para
essa construegao, cujos conpartimentos preter
da alugar por pregos elevados ? .'
O areopago grego, onde brilbaram Pericles
e Soln, votava sommas enormes, mas, para o
embelleaameoto de Alhenas ; ao passo que aqu,
a assembla provincial, arrastada pelas eioqueo
tea pnrases do conselheiro Silveira Mariin3. vota
ICO .-ontos de ris ou mais para a profanadlo de
um to bello edificio !...
Quem o poderia crer ? I
h' urna prova de que S. Exc. semelhanga
lo conselheiro Joio Alfredo Correia de Oliwira
na quegtao da famosa sala do Extrnalo do Id
panal Collegio de Pero II. (qoe na combaie-
m03 e de qoe mais tarde fallaremos), nao conbe
ce nada quanio s bellas arles e ao sublime etc.,
etc., e'c.
Esta resposta foi lida e coramentada com in-
teresse pelo publico e com a publicado ae maiB
ootros arligos, a questo foi julgada.
Nio foi profanado o helio ediOtio t
Silencio profundo e spessas tretas reinavam
no campo dos mimigos : '.es morts ne repon-
dent pas I !
De.xemos, como j tive occasio de dizer, os
corpes dos vencidos, expostes em pleno dia, na
arena, aos sarcasmos do puolico !
Ms, que combate! 1 todas as forgas reuni-
das ; a municipal.dade, a assembla e a impren-
sa, contra um velbo de 79 annos. ento.
Combat, e sei qoanto me cestou
..... un le lo'uoir
contre d'autaots danemis
a la fois.
ser adiado 6 nem orna incgnita a descobrir
ba a resuelto iodo previsto e prompto; aegoir
simplesmente os boos ex- mpios.
O bom senso, lllms. Srs. presidente e mais
membros da cmara municipal, diacerniodo en-
tre o til e o bello, significa sempre um pro-
gresan porque excloindo os mos hbitos e cu-
rao 10 os iLelboamenlos reclamados, nos impde
o dever de nSo aos delxarmos amistar ntlos en-
ibuaiasmos de momento, por ideas irn ilactidas.
que conduzem semp.-e resultados desastrosas,
como por exemplo a celebre questo da con-
strueg o de um outro andar sobre o mercado.
Aconselhamos a remogo daquellas immaa-
das barracas e taboleiros que multo afeiamo
pateo do mercado, sobsti 11 udo o perteodas ele-
gantes, em dispc3igo geomtrica que procureai
onvergir pura o centro, onde da mais urgente
uecessidade a construccao de um cnafariz, fran-
co s necessiiades de estabelecimenios aaqoella
naiureza.
All, deve tambem residir um fiscal intelti-
gente e honesto, que saibacnmprirseus deverea,
e que nao constata a pratica all admillida, de
cuziitiarem os italianos os seos macarrooi ,
como a malor parle dos lazaroni, em pleao
ar, all em pleno mercado.
E' mo !... eonegrece as paredes do edil-
cio, al^m de espalhar, no anblente o chairo acre
de l.-nha queimada.
A' este respeito, c mercado da bella cidade
de Pelotas, ple servir de modelo ao da capital
da provincia, como ainda respeilo da sua llu-
i'jiuago gaz, etc., eic.
Hu'a'ii ouvidas as minhas reclamags, fa-
z'-udo-se por em execuco os melboramentos
que eu lidia apontado, bnlhaado elle agora sta
todo o expleclor de sua creago.
N1 seu genero o primeiro do Brazll, se na
da America do Sal. Certameate o nobre conse-
II eir Barao de Lucena engaoou se quanlo pro-
clamava o mercado de Pernambuco superior ao
do Rio Grande do Sul.
S Exc. arraslalo pelo ardor patrio'ico, sea
infida, pensava nab-lla baslica de Nossa Se-
nhora da Penha e... confundio-se.
Qoanto a este ponto S. Ex-, tem razo.
A baslica eui qnestvo sem luw la urna mag-
niea ercacio, mas, permiti^-se me qae em pri-
meiro lugar, eolleque a igreja da Candelaria, 1
futura caihedral da di-icesa ao R o ae Janeiro.
A' Peoha. cabe o segundo lugar, assim como a
matriz de Campias o terceiro.
Sao ellas tres magnficos monumeclos do?
quaea o paiz pede orgulhar-se.
Quanto ao sabio arcinecto desta baslica
(Nosaa S.nhora da Per ha), e os digc.s missio-
uanos c puchmhos, que abi sao esiab-iioido*.
a essa pleiade de dignos filbos do pa'.narcoa S.
Francisco de Assis, o unco modelo de iodos oe
santos.... o nico que ma;s se ipproxiiou le
Redempior crucificado, que recebeu os s yernas
8 (grados de sua doloro3a paixo, r.Os f.Haremos
oenoia.
Sobra el!e--j por oc"asio da nosaa visita em
liorna, no anuo d- 1862, aoa augustos doi \ t(
Vaticano, sua eminencia b cardeal Antonel, em
urna larga conferencia, assim se exprimi : o
veraadeiros m ssionarios Ja no Brazil to 0
capochinhos que irabalnam pro Deo e por amor
da homanidade, emqoan'.o que os jesui as, o
lazaristas e outras '.antas ordens que ah vao ia-
sla iar-se, fundara collegios. escolas, sao pagos
pelo seu ;raoa ho ; ai mesmo as irnafies de cari-
dade, es-as glorias da'ordeno de V.cen'e de
Paula, que apezar de nao receherem .ranles
sommas sao com tudo remuneradas. De sorie
que sao elles 03 nicos que teem a cidade pat
divisa.
Filha de Jess Christo, descida com elle dot
seus trra, descoohecida da auugoidadi egos-
ta- .. eo vossado
V3 aignificaesgraga e al.gria,n> aoi3 or-
gulhosa oo ambiciosa, nao sois interessaia e
uo pensaes Jamis, em uz-r malaalguem!:
Car.dada... tu vos admiro !!
Heureux eslui qui a la charit, il est fort, hihi-
1, et ricne ..
Caros leiiores, de-culpem-me se entro em tas-
tos detalbea, mas, sao tantas as cou3is qa- te-
aho a dizer, que sempra me alfosio um pouco
ponto principal.
Querendo terminar este longo artigo, depoii
de ter bem pesado ospro e oscontra,de-
po'.s de ter estu lado escrupulosamente a questo,
posso nronan:iar-me sem receio de errar:
O mercado de Po-to Aleare, 00 seu genero, i
o primeiro do Brazil.
Antes de comegar escrever sobre esta beKi
cidade necessario que Tis'te o sea importante
commercio, industria, sob'etudo a assucareirs.
algodoeira, bellas artes, etc., etc., para poder
dizer francamente a verdade, pns*ado com Boi-
leau :
Quand voos ecrirez evitez la baasese
L'siyle le muios noble apoarlmtsanoblesse.*
Caros leitore?,sana adieu ao revoir !
Pdraamboco, li de Dezembro de 1691
Jos Van Halle.

AO DR.
.aSSS
Coosoia-me, porm a idea da qua :
Vainere sins peril
C'est tnompier sana gloire.
Os proprios vereadores da cmara municipal,
vierara visitar-me e agradecer o interesse que
lio desinteressa lamente eu tinha tomado
pela capital em pirticalar, e pelo bello e pelo
til em geral.
Cada um djs joroae da cidade, at mesmo
Kosseritz com a su: Reforoa. todos elles,
goardaram o mais rigoroso silencio.
O presidente da cmara deu a soa demis3o,
juntamente com alguns vereadn-es mais.
Assim, terminou a lua, o resultalo do cern-
ea. .
Aproveiiaodo a benevolencia e a boa disposi-
gSo em qua estavaao os aoimes dos vereadores e
novo presidente da municipalidade, bem como
do povo. publiquei um artiga, em que apcn'.ava
os malhoramentos a fazer-ee, no qual fui atten-
dido.
Eis abi alguns dos seus tpicos :
A assembla provincial entendea em 3ua
alta sabedor! e com urna generosidade digna
de applausos, que dever a aotorisar a intenden-
cia a despender al cera contos de ri3 para me
inorar e embellezar o magnifico mercado.
De accordo com a resolagSo legislativa.
Se pcdessemo8 dar um conselho a essa res-
peitavel corporagao, dir-lbe-iamcs qoe deveria
aproveitar essa avaltadissima somma mu me-
Ihoramentos pblicos da mais a-gente neeessi-
dade e qoe implicum seriamente com 03 precei
los da hygiece
Fanaaios desde log desapparecer do3 por-
loes de entrada, aquelles ignobeis e repugnantes
mictorios, nao s pelo que ctles teem ae immun-
dos, como pelo daraao e de-agrado que causam
is sua.s aspby*iaaie3 exhalagOes ammoniacaes.
Aquib uao s nauseabundo, repugnante
vista e ao olpbato, nocivo suude, indecoroso
e cffensivo a moral publica.
Porque nio se segae ad instar o exem-
plo da municipalidade da (6 te. mandando con-
struir beira do rio, nos lugares de maor fre
qaeocia. latrinaa publicas com canacidade ne-
cessaria para o servigo da 15 ou 20 pessoas, e
com os commodos nscessarios a e->a oruem de
edificaces, a qae ordioanament-' se d a forma
de chalets ou de kiosqaea .'
Disso resltariam \antageos uomsnsas para
o publico, comegaodo pela suppressao da fazer
de cada e-quina u;u miciorio, o ]ue emporcalha
aa ras, inteccioni as casas, escandaliza o pu-
dor das familias, que s&o omitas vezas obrigadas
a recolierem se de suas jinellas, e qae at di-
ticulta o passo aos transentes, e que provoca
justo clamor e censura queiles a quem incum-
be velar pela conservago dos edicios, das pra-
gas, das roas, de tudo quaoto enteode com os
melboramentos materiaes do municipio, o bem-
eatar dos monicipes, a saude, a moral e aos
boas costumes.
E este um melhoramento que nao pule
:::::::":.. :::::::-
Na aoa pessoa e na de seas ir-
maos, es felicito ao sea veneranda
pai, o emrito conselheiro Dr. Joo
Alfredo pelo ;ea auniversario na-
talicio de hoja.
Recife, 13 de Desembro de 1891.
Parizto de ValUdan's.
a^-
'^SS
Proramma da festa de No*-
sa Sehora da Coneeicao
em Tij'
igipio
Hoje 13 do corrente pelas 4 horas da
madrugada, urna missa rosada em mtencXt
doa devotos, e ao romper do dia, urna
salva e diversas girndolas de fogaetea
annunciarao que chegado o dia em qus
se festeja a gior.osa Virgem da Coneei-
cao
A' 11 l|2 horas do dia entrar a festa
com a missa do conhecido maestro Santos
Piuto, regendo a orcheatra o distincto pr-
tussor Britto Novaes, cantando os solos
habis cantores.
Ser pregador do sermSo o eloqueatt
padre Souza Lima.
Finia a festa, nova salva, diversas gi-
rndolos de foguetej e baleos sobirao a*
ar, e a tarde, no adro da igreja se faro
o a vir duas bandas de msicas marciaea,
hivendo diversos divertmentos.
As 7 horas da noute cantar se-ha una,
ladainhi depois do que ser arreada *
bandeira que com todo o esplendor per-
correr as ras do povoado indo recolher-
se em casa do Thesoureiro.
Trena
Haver oa seguintes:
Do Recite pora Tigipi s 11 horas da
manhS ; 4,20 e 6,20 da tarde, voltaude
s 9 e s 10 da noute, alm dos trena da
horario.
A commisslo.
Dr. Nero Guerra
Medico operador e oculista, ex rhefe de di-
oica opbitalmalogica do Dr. ttoara Brazil, coot
tonga pratica no exercicio d'essa esoecialidade,
receniemeote ebecado da Capital Federal; da
c nsoltas na roa Duque de Caxias c. 46 de l as
3 boas da tarde. Residencia oa roa do Hospi-
cio n. 4(3.

J

k

I


Diario de Pernambuco Domingo 13 de Dezembro de 1891
\.
Boa acquisi^o
Yende-se ou permuta-se por casa nesta cidade
om sitio na estrada nova de Afeua Fria do Bebe-
ribe. perto da estaco da Eacrozilhada, cooten-
do casa com bons commodos para familia, mais
duas menores e (odas estao alegadas, cercado e
plantado, tendo nm parreiral, cj^ueiros, sapoti
seiros, larangeiras, frnclapSo, romeiras e ootrat
frocteiras, boa cacimba cDm agua potavel e ter-
reno para plantaces de hortalizas ; a tratar na
ra Duque de Caxias n. 30, padaria.
As molestias do peito podein ser a conseqoen-
cia de fadigas, de desg( stos, e de excessos de
todo o genero, mas Dodem tambem provir de um
vicio berediiario. Q jaique: que s. ja a causa,
necessario reanimar as forjas do aoeole e res-
tabelecer o appettte, porque, como diese o Dr.
Bennett, o enfermo, que consegue comer e
dormir, digere bem e assimila os alimentos, tem
vencido meio camiabo .
Este resoltado consegue se com o Xarope de
lacto-phospbato de cal de Dusart, que, reg
larisando a digesto e acuitando a assimilaeo
dos alimentos, torna estacionarios os tubrculos
e contribue para a cicatriza cao dos que j tenbam
completado a sua evoluco.
Os fabricantes de capsulas ao balsamo de co
pabiba, vencidos pelo sndalo, nao ousam mais
confeesar que sen producio a base de copah
ba ; cootentam-se de indicar un nome de au-
tor, -mas nao o contedo do medicamento ; os
iovens devem recordar-se que nao ba seuo o
Sndalo de Midy para curar depressa.

Oculista
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Pars, com pratica as clnicas
de Wecker e Landret, d consultas de 1
8 4 horas da tarde ra do Imperador
n. 63, 1. andar.
Os abaixo assignados tendo espontneamente
deixado de serem empreados dos Srs. Goima
raes & Valente, vem por este me>o agiadecetco;
aos mesmos senbores as maneiras cavalbeiro-
sas que sempre Ibes dispensaram.
Aproveitam a opportuoidade para scientiricar
aos seus amigos, que actualmente acbam ee es
tabelecidos a ra Mrquez de Olinda n. 50 sob a
firma Menezes, Schiappe & C.onde speram re
ceber a continaacao de suas orden?.
Recile. 10 de Dezembro de 1891,
M.inoel Menezes.
Artbur Schiappe.
Ao commerci
Os abaixo asignados declaram ao cor
So commercial desta praca que em data
e 7 do corrente compraram aos Srs.
Ramos Ferreira 4 C. o seu estabeleci-
mento de seceos e molhados sito a ra
Mrquez de Olinda n. 50 livre e desem-
barcelo de qualquer onus.
Recife, 7 de Dezembro de 1891.
Menezes Echiapp & C.
ina patarra relativamente as
molestias dos pulmes e da
garganta-
Toda a vez que os pulmes se achem
enfermos, pode se com toda a certeza di-
zer, que o doente adiase a borda d'uma
eefermidade incuravel, e o primeiro passo
para to perigosa situacSo a toase.
Torna se pois da maior importancia, o
atalhar-se para desde logo. Se perguu-
tardes como isso se possa realisar ou con-
seguir, responderemos, com o Peitoral de
Anacahuite, o qual extrahido e prepa-
rado do tueco balsmico d'uma arvore do
Mxico, cenhecida desde ha muitos teca
ios pelos Daturaes daque'le paiz, como
remedio poderoso e santo para todas as
enfermidades dos orgaoa da respiraco.
Esta admiravel preparaclo, corar a
couercig
Bolsa Commercial de Pernam-
buco
rTAQOE8 OFFICUK8 DA JUNTA DOS COR-
RECTORES
Prafa do Recife, 12 de Dezembro ds 1891.
AccOes da companbia do Beberibe do valos
de 100/ ao preco de 90/ cda urna.
Cambio sobre Londres 90 d/v 12 1/8 d. por 14
do banco.
Na bolea venderam-se:
32 Acc5es da companbia do Beberibe.
O presidente,
A. M. de Amorim Jnior-
O secretario,
Candido C. G. Ale. forado.
Cambio
PRACA DO RECIFE
Os bancos saccaram francamente a 12, e offe-
receram a tarde saccar a 12 1/8 para 1* mala e a
12 1/4 para o fim do mez.
Papel particular foi passado a 12 1/8 pela ma-
nca, e cfferecido a 12 3/8 para to te. exlgindo os bancos 12 i/2 ao fecbar do dia.
PBACA DO RIO DE JANEIRO
12 em todos os bancos, constando transaccOes
a 12 1/8 bancario.
Cotaces de gneros
A88CCAB
Para o agnsutior
3raneo por 15 kilos,
dmenos dem idem- -
Mascavado idem idem
Broto secco ao sol idem idem
Rtame idem idem .
usinas idem idem .
Mercado moiio desanimado.
4/000 a 4/600
3/300 a 3/5(0
2/900 a 3/100
2/500 a 2/70
2/100 a 2/300
3/800 a 4/500
A exportaco at 10 do corrente consta de..
4270 saceos e 5503 barricas de assocar branco,
pesando 558.981 tilos e 83.291 saceos de asso-
car mascavado pesando 6.16}.425 kilos.
Algodo
Cota-se nominal a 10/800.
At 10 do corrente foram exportadas 4993 saccas
de algodao pesando 374.475 kilos.
Borracha
Cota-se nominal a 32/000 por 15 kiloe.
Carocos de mamona
Cota-se a 1/900 por 15 kilos.
Conros
Seceos salgados na base de 12 kilos a 570 ris.
Verdes nominal 350 ris.
lia grande procara.
Me
Por pipa de 480 litros 60/000 ba falta no mer-
cado.
tleool
Por pipa de 480 litros de 210/C0O.
Foram esportadas at 10 do corrente 25 pi-
pas.
tosse dentro em poucos das, e at mesmo
as vezes em poucas horas, alliviar a
aatbma, curar a inflammajao mucosa do
larynx e bronchios e impedir a tbisica.
Em contrario aos peitoraes e xaropea
fabricados de fructas e de outros ingre
dientes mais, na sua elaborada e delicada
composicSo nao entra nenhuma partcula
de Acido Prussico, o como igualmente se
acha livre de Antimonio, ingrediente este
que abundantemente se encontra na com-
posicSo dsquellea outrosnao produapois
nauseas de qualidade a'gjma.
Como garanta contra as falsiflcacScs
observa se bem <(ue es nomes de Lanman
& Kemp venham estampadas em letras
transparentes no papel de livrinho que
serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se a venda em todas boticas e
drogaras.
150.
Ao tommtreit
Os abaixo assignados fazem sciente ao
commercio ou a quem interessar posba
que em data de 7 do corrento vendern;
aos Srs. Monez-'s Schiapp & O. seu esta-
belec mecto de seceos e molhados ra
Mrquez de Olinda d. 50, rieando a nos-
so cargo toda a liquidacao do passivo do
referido es*abelociraento.
Recife, 7 de Dezembro de 1891.
Ranas Ferreira & C.
Festa do Monte
Queira o clrigo Juvenal esclarece o
publico, de que constar a teste de Nossa
Sechora do Mont3 cue annuneiou para
iO de Janeiro de 1S92, p.r ser tmpo de
la !...
A sua testa, ser semelLante as de 1889
e 1890, qe constaram apenas de.. .missa
rezada ? !
Se assim o clrigo Ju?enal nao pro-
cede bem engaando 03 devotos do Nossa
Senhora do Monte.
E, pos, se delles recebe dinheiro para
a festa, cjmpra com o sea dever, e nao
illuda a huruanidado com... missa re-
zada 1 !...
Se, porem, a euu festa.. missa rezada
em tempo ole la... destinada a pago-
deiras, fogoetes, fandangos e etc., o cl-
rigo atsim appiica mal o dinheiro dado
para a festa !..
V sabendo ..
Ntssa Senhora do Monte nao precisa
de festa... em tempo de la, para que
seja a sua igreja frequentada com fervo-
rosa derocSo ; basta annunciar que a 10
de Janeiro de 1892, a igreja da Excelsa
Virgem, estar aberte aos fiis devotos,
que a concurrencia ser, dez mil vezes
maior, que a das suas lestas de... missa
rezada !...
Applique como lhe cumpre as contri
buicfis dos devotos; faca com a precisa
decencia a festa de Nossa Senhora do
Monte, e submetta-se as ordens que rece-
beu do Superior da Igreja Peruambucaoa,
a quem pedimos providencias para conter
;.s ventanas do clrigo Juvenal, que pre-
cisa, em nobreza, exercitar actos de hu-
mildade.
Recife, 10 de Dezembro de 1891.
Joao do Monte.
Dentaduras artifciaes
Sob pressSo elstica, e cpressao pneu
natica svstemas novissimoB ueste Estade
pelo cirurgiao dentista Numa Pompilio,
roa do Barao da Victoria n. 54 Io ao
rdadas 8 horas da manh2 as 4 da tarde
Agurdente
Por pipa de 480 litros 125/OtO.
At 10 do corrente foram exportadas 212 pi
jas.
Carocos de algodo
Cota-se a 500 reis por kilo.
TABELLA DAS ESTRADAS DK AS8DCAB B AL
GODAO
Mez de Dezembro
Entradas
larcacas .....
Vapores......
mimaos.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
idem do Limoeiro. .
Somina
Dias
10
10
ti
10
7
y
Asso-
car
Saceos
55652
566*
5651
32567
23804
123338
AIro-
do
Sacas
1591
192
294
(12
4316
6508
Importaco
Vapor nacional Macaos, entrado dos portos do
sal, em 11 e consignado a Pereira Carnero e C,
maoifestoo :
Carga do Rio de Janeiro
barrocas 10 estrados a ordem.
Caf 40 saceos a J:aquim Ferr n de Carvj-
Ibo C.
Calcados 1 caixao a C. Campos e C
Drogas 2 ca xas a oniem
Foges 5 volomes a \V. Halliday e C.
Hercadorias 2o volomes a ordem.
Preges 2 caixas a Beltro e Costa.
Panno de algodao 35 volomes i ordem. 20 a
Ferreira e Irmos, t a Albino Amorim e C, 6 a
Kodrigoes Lima e C, 22 a Goccalves Cuoba e
C. 10 a Macbado e Pereira.
Rooba 1 caixa a Carvalbo e Irmaos.
Carga da Babia
Charotos 2 caix -8 i ordem.
Chapeos 2 calzas a A. Martios, 1 a L. llaia e
C. 1 a Francisco R. da Silva eC.1i Alves de
Brillo e C.
Fumo 2 volumes a R. de Drasina e C.
Fio 40 saceos a Joo Francisco Leite.
Hercadorias 3 caixaa a R. de brusiaa e C,
Panno de algodo 1 volme a A. Lopes p C.,
25 a A e Cardoso, 1 a Silveira e C. 2 a Macba-
do e PereUa.
Barca portogoea Triwiipko, ntrala do Rio
de Janeiro, em 9 e c nsignada a Amorim I-maos
e C, manifestoo
Farello 600 saceos i ordem.
Biportaeo
UClfl 10 DB DEZKMBBO oa 1891
para o rzurtor
Na barca inglexa Helena Isabel, para o Ca-
nal, carregaram : mmm nnn, _
Pohlman C, 5.0CO saceos com 375,080 kilo i
de assocar maecavado.
Na barca ingleza Donglas, pira New-York,
carregaram :
H. Forater & C, 1,003 saceos com 75,000 kilos
le assocar mascavado.
No patacho portogoei Pereira, para o Por-
to, carregaram :
M. Lima C, 145 saccas com 11,349 kilo de
algodao.
Competentemente autorisados os encarregados da Primeira Lotera Extraordi-
naria do Recife, de 500:000(5000 integraes, nica lotera que nlo dividida em ae-
ries e que por tanto aanuncia o que ella se comprometiera a pagar
O DOBRO.
No caso de transferencia
Tudo mais asneira, a lotera est vendida e corre absolutamente no da
VESPERA DE NATAL
R.st m poucos bilhetea na Thesouraria.
Os encarregados.
ARTHUR & DESIDERIO.
N. R. Oremos que o publico nunca coafundio esta lot.eria; extracto por
urnas e espheras, nica verdadeira.
A's victimas das febres
O elixir antifebril Cardoso. appro
ado t-m 21 de Margo deste anno pela inspecto
ra geral da junta de hygiene do Rio de Jane.ro
vem hoje anresentar-se i uumanidade Boffreio
a do cundointeiro, como taboa de aalvacSo que
o infeiia naufrago lbe enviada por mo oani-
poteate.
O elixir antl-febrll Cardoto, appLca-
io ea muitissimos casos de lebres, tem corar
por milagre, levantado do leito da dor a comple-
tos moribundos.
Este remedio, com posto gmente de vegetae.-
nteirameote inoffensivo, ainda mesmo oa mal
r.imo.-a e tenra crianca.
As ser.horas, no estado de pandas, on no pe-
riodo de incommojs naiuraes, podeca U3ar sen
reeeio algnm.
Este elixir j bem conhecido de alguns Srs
mdicos de todo o paiz, o mais aegoro e prora
pto remedio contra as febres, e com especiulida-
de coutra a febre amarella, erysipelia e bexigas
n qoaiqaer qoalidade.
nodo de usar
A*s crlancaa at om anno 8 eottas de 2 ero 2
oras em urna colber das de sopa ebeia d'agut
'ra.
De um aono a tres 12 gettas; de trei a dez 20
^ottas; de dez aonos em diante 30 gottas
0^ Sr. clnicos podem augmentar oa uimioui'
at 60 f.'c:;a? por dose.
Recife:
Compannia de Drogas c Productos Cnimicos.
Santo Antonio :
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosario
a. 35.
Pt;arcar.cia Oriental, roa Estreita do Rosaru
1.3.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa da B.irao m
Victoria n. 14.
Paaruacia Marti as, roa Duque d Caxias D.
48.
Vendas em erosso p a rctalfin.
DEPOSITO GERAL
ftaa Estrella do Rosario n. 1?
PEB\AMHt I
N. 145.
Cidadao Manoel Cardoeo.
Recife, 7 de Abril de 1890.
Tenbo a satisfacSo de scientificar-vos que ti ve
occasio de empregar as pessoas de doas filtii-
uhas minbas o vosso Elixir antl-febrll e obti>e o
mais sausfatorio resollado, pelo qde em nomc
dos que scffrem, vos felicito pela vosso maravi-
itiLso preparado Elixir anti-febril.
f'odeis fazer desta o uso que vos approuver.
Son com estima e consideraco de vos atiento
criado obrigadissimo.
JoSo Tolenlino Ribeiro.
N. 146
Cidado Maaoel Cardoso.
Mi posso me conservar silencioso d'.ante de
om pro.ngio qoe acabo de presenciar o qoe me
fez admirar o qoaoto ebega a scieaciado bomem
estando um meo lbinbo soffrenlo de orna terri-
vel febre, e ama pessoa leinbroo me qoe o seo
Elixir era o nico recorso que eu poaeria en-
contrar e logo me dirig a casa de Vmc. e pode
adquirir um fraaquinbo do grande e progioso
recuedio e applicaodo 2 doses vi logo o effeito
desejado, e para fazer ver o que elle era dei alja-
mas doses a um meo visiobo que estava com
urna niba com bexigas esta leve as com pou:a
u.-r- e moitas boas qoe ja se acba salva, e pole
se dizer qoe deviuo ao grande Elixir anti febril.
E' este mais om facto que Vme. poder re-
gistrar para conhecimento dos incrdulos.
Recife, 27 de Agosto de 1890.
Her-ulano Barbosa de Miranda, morador na
travessa do Maduro a margem da linha do li-
mo.iro.
E-"-v^cu selladas e recenbecidas as firmas.
as.
nesse mesmo dia, na forma do regulamento em
vigor.
Secretaria 'o Tbesonro do Estado de Pernam-
buco, em 5 de Dze<>-bro de 1891.
Serv uno de secretario,
Jos Anastacio da Silva Guimarcs.
Gremio dos professo-
res primarios
Assembla geral
(Elicio)
De aezordo c:m o disposlo nos estatutes de.-ta
sociedade e de ordem do cidado presidente,
convido todos os socios a se reuntrem na sede
ocial, s ti horas da mat.hi de domingo 13 do
corrente, afim de proceder-se a eleigo do con-
selho qu^ deve dirigil a no anno de 1892
Secretaria do Gren.io dos Prjfes.o e* Prima-
rios do E:tado de Pernambuco, 15 de Dosem&ro
le 1891.
0 1- secretaria,
J )V>niano Sin "i'-
Thesouro do Estado de
Pernaaibuco
Ds ordem do Illra. Sr. Dr. inspector deste
tbesouro faco pobli :o qiie no 'lia 14 do correte
paga-se a classe ds proieasoras de 3* entraacia,
rom relac.40 acs seos vencit3ent03 do mez de
Novemtiro* uliirno
Pagadoria do Thesouro 3o Estado de Per-
tarabuco, !2 e Dezembro de 1891.
O eacrivo,
Alfre.io Gibson.
Dr. Mello G mes
Medico operador parteiro
i 57Ra do RarSo da Victoria57
| (DEFBONTE DA RADE8. AMARO;
| Onde tem consultorio e resf-
' dencla t podendo sr encontrado e
[ recebendo enamados a qualquer hora
[ do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
[ lias de senlioras edos pnlmOes, syphis
:: em geral, cura rpida e completa e ope-
! racOes de eatreltameatoa e mais so!ri-
[ mentos da uretra.
Acoda de prompto a cnamados ara
. fra, a qualquer distancia.
Telepbone n. IOS
BECLAMCGES
Para o murtor
carreearam :
V. da Silveira, 70 barricas com 7.270 kilos de
ssucar branco e 30 ditas com 3,120 ditos de
dito mascavado.
P. Carneiro & C, 675 barricas com 69,525 kil03
de assuoar branco.
J. Bailar C, 3 barra com 270- litros de
agurdente.
J. da Silva Carneiro & C. 20 pipas com 9,209
litros de agurdente e 2 ditas com 920 ditos de
alcool.
Para Ro Grande do Sul, carreearam :
M. de Miranda Lima, 250 saceos com 18,750
kil .8 de assocar branco e 50 ditos com 3,750
ditos de dito mascavado.
C. L. Gomes & Fooseca. 200 saceos com 13,000
kilos de a8sucar branco e 200 ditos com 15,0C0
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Javuhypf, para Cear,
carreearam :
M. Borges & C, 4 brrricas com 240 kilos de
carvo animal.
J. Bahar & C, 10 barricas :om 1,000 kilos de
assocar oran-o.
Para o Natal, carregar-am :
E. C. Beltrao & 1 -mo, 10 saceos com 500 kilos
de assocar branco.
Para Macao, carregoo :
A. Barros, 20 oaixas com 460 kilos de sabao
No vapor i aciooal S. Salvador, para Rio de
Janeiro, carreearam :
Moretra & C, 350 saceos com 21 000 kilos da
assucar mascavado e 150 ditos com 9 000 ditos
de dito branco.
No vapor nacional Manos, pa-a o Para,
carreearam :
M. Borges 4 C, 4 pigas com 1,880 litros de
agurdente.
No biate nacional Fenus, para Maca), car
rettoa :
11. Rabello, 10 barricas com 650 kilos de assu
car branco.
No biate nacional Bom Jess, para o Natal,
carregou :
M. Amorim, 10 caixaa com 80 litros de gene-
bra, 5 ditas com 40 ditos de cap l e 10 barris
com 600 ditos de vinagre.
Na barcaga Feliz Sociedade. Dar Maman
guape, carregou :
Julio Braga, 50 caixaa com 1.00J kilos de
sabio.
Na barcada Amigada Verdade, para Maco,
carreearam :
A. D. Simes 4 C, lOgarrafes com 160 litros
de genebra.
Pauta da Alfandega
TTi DI 7 A 12 DE DEZEMBRO Id'831
395
616
80
293
275
182
126
14300
197
550
510
300
14450
30
133
400
1*000
800
14200
De ordem do Br. Dr. inspector se faz pu-
blico que nea.a rrparlicfio sero acceitae al a?
11 horas de 15 do correte, propostas m caita?
fechadas para o oruecimento dos objectos ne.
ces3i.ri03 ao ^ypeJieate desta reparticao, duron-
te o rxercido de 1892.
2 seceo da Alfaudcga de Pernambuco, 7 de
Djzembio de 1891.
Feliciano Postea!.
O ccn>ellio da Ijlejdeacia Municipal do Re
cife faz publico a qjeui possa interesar, que no
d;a 15 do corrente, ao crio da, ir ^m praca
por meio de pregao. a parte restante da ca-a
terrea n. 19, sia no becco do Tambii, fregoezia
da Boa Vista, que foi desapropnada por uliiida-
de publica, parte esta que rnede 4 metros e 60
centmetros de largura, com 20 metros e 50 cea
ttmetros de fund.
A praca se realisar no mesmo logar em que
se acba o reerido predio, com issislencia do in
ledente commtssario de etificac&fl, e a off-vta
mais vantajo a Bera submettida a approvaco co
cjnselt.o monicipal.
Sicretaria da le:.n l-ncia Municipal do Reci-
ta, 11 de Dezembro de 1891.
Dr. Manoel Pinto Dmaso, presidente.
Francisco Faustino de B-ito.
J So Walfredo ue Medeiros.
Alio Jos da Silva.
Jos Xaviar C. de B. Campello.
Dr. -ugusto da Costa Gomes
Joaqaim Jos Ferreira da Rocba, secretario.
Ue ordem do lilm. Sr Dr. inspector int**
rio deste tbesouro, fago publico qoe no dia 17
do correte ira praca perante a junta de fo-
seada di-ste raes ni j tuesouro, o fornecimento de
alimentagao e dietas aos presos pobres da casa
de delencio desta cidade, relativo ao trimestre
de Janeiro Marco do anno vindouro, serviodo
de oase a diaria de 440 ris ; e bem assim o
fornecimento de medicamentos e utensilios ne-
cessarios a enfermara daqoella mesma ca-a.
doiante o exercicio prximo futuro de 1892,
serviodo de baae o respectivo formo ario.
Oa seobores t>ocurrentes se deverao habilitar
Carnauba (kilo' ... 533
Cera vegetal (talo)...... o*
Canna (li'ro)....... 220
Cal (litro) ........ 10
Carvao de Cardi* ton.) 30;0O0
Parinna de mandioca (lito) r to
Genebra (litro)...... 436
Graxa (sebo) ...... 483
laborandT, (em folnat vi lo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) 14466
Mel aitro)........ 90
ilho (kilo..... 60
oqdspnato aecai da lina Rata (tone-
lada) '........ H40fi0
Pelie de cabra (ceuto)..... 1454000
Pelle de carneiro (cento) .... 1454o00
Sement de ccrnaba (arroDaj 46
Ma (meio)....... 34650
Sement de carrapaleira (kilo) 126
ratajoba (kilo)...... 40
Taboas de amarello em praocboee
(duna)........ 1004
ReadlMentoa poblicoa
BU DB NOVEMBRO DB 1891
AlfanHega
Renda geral i
Do dia 1 a 11 369:5354637
dem de 12 31.4804340
Alcool (litro .....
Ugodao em rana tkilo) .
Arroz com casca rio) i .
Assucar retinado (kilo) .
Assucar branco (kilo) .
ssucar mascavado raijo) .
Bagas de mamonas (kilo)
Borracha de leite mangab. (kilo)
Cachaca ........
Conros seceos espichados (kilo) .
Coaros seceos salgados (kilo)
Couros verdes (kilo) ....
Conrinhos (um)......
UU-OC08 de algodao (kilo) .
Carrapateira (kilo) ....
Cacao (kilo) ......
Cef bom (kilo).....
Jal restolho (kilo) ....
Caf moid (kilo) .
Renda do Estad
Dj dia 1 a II
dem ue t2
94033/0(14
3I:733;936
Soturna total
401 015/977
121 7664940
526:7824917
Segonda seccao daAlfindega de PeruamDocc
12 de Dezembro de 1891.
O thesoureiro,
Florencio Dommgoes,
O chefe da seccao,
Feliciano Placido Pontual.
Rceetoedorla do Estado do
Peraatvouco
Do dia 1 a 11 23t83z4182
! 4<:383<.871
Reelle Drainafic-
tcdaiail 2:608i084
idem dr 12 554478
2:6634562
KoTlmento do porto
Xavios intrads no dia 12
Tenerife10 dias, vapor inglea tCastle-
field, de 1485 toneladas, com mandan
te J. J. hing, eqnipagem 21, em las-
tro a J. H. Boxwell A C
Cear e escala7 das, -vapor nacional
Beberibe de 391 toneladas, commao-
dante Fabio Biso, equipagem 30, carga
varios gneros a Companbia Pernam-
bucana.
Entrada de Ferrj Sal de
Pernambuco
Forneciiiunto de Janeiro a Junho de 1892
Oe orden, do Sr. director engenheiro
chele interino so faz publico que at s
duas horas da tarde da 10 do corrente.
recebem se propostas na secretaria desta
estrada para o fornecimento, por contra-
cto, dj semestre de Janeiro a Junio do
anuo Vip.douro dos artigos consiautea ;i
relacao que ser facultada ao exaiao dos
interessad' s na aire: ca desta me ua es-
trad-i ere Cinco Pontaa.
U.h propone&tes deverao apresentar-se
resta reparticSo tora cima :::dic:id4
trayendo 6uas proposti* m cart. i schada,
devidamentc selladas, datadas e. assigia-
das c-.-m os preyoe, e.-criptis por exten-
sos e sen emendas, ras.::;;- o cou-i qu-r
duviia foja, acbmpa^bando as, tanto quan-
to possive., das respectivas am tr s,
principalmente dos art'gos coj qualidade
oao esteju c^pressa. nr. relacSo ac;ma re-
ferida.
Para ser admittido coaourrencia cad^
propoaeote t.r na thesourana da estra-
da um deposito da quantia de 1005000,
perdendo o dlreito de ievantai-a aquelle
que, prefera para o torneei ment de
qualquer artigo, recusar ss a assignar o
contracto dentro do praso de o:t > dia?
conu dos da data em que houver recebi-
do o aviso que para t.l lira Iba for expe-
dido.
Na agencia desta estrad* em Cinco
Pontas, encontrarlo os propoaeDtes os
oodelos os impretsos, livros etc., e se
prestara) as intorma^oes neeessarias.
Para garanta da boa execacao do
contracto depositurao os contractantes no
cofre da estrada urna quantia fixada pelo
director engenheiro chefe de accordo com
a importancia do fornecimento contra-
ctado.
Secretaria da E-.trada de Ferro Sul de
Pernambuc-. Palmares, 2 de Dezembro
de 1891.
O secretario,
Victal'ano P. Rieiri de Souza.
a Secretarla da anta Ci
.riioru altiicun e on
predio*t
Ra co iacaniamento loja n. 11
Ra do Vigario n. 27 1.* audar
dem iiem dem, 2 o andar
Roa do Amorim, armazem n. 26
dem idem n. 64
rtua da Lapa, sobrado e loja n. 8
Roa da Mjeda. armazem o. 37
Compannia Pernarabucana. loja n.
ina de Mi
aegulntea
304001
<5*000
154000
1000
:t0400U
204000
204000
154001'
30
Navio* sahidos no mesmo dia
Philadelphia u.rca noiencana Mary .
Ruesell eapitao W. Nichols, carga as-
sucar.
Veossuciaharca inglesa cVigil capitSo
Jobu Cbalk, em lastro.
Mercado Municipal de %. lose
O >.? mtnio deste mercado no dia lid
Dezembro foi o segoint : tntraram :
39 1/2 bois pesando 4 321 tilos.
949 K>los de peUe a20 ris 18*980
4 cargas com farioba a 200 -. 4800
17 diUs de froctas diversas a 300 ra. 54100
3 cargas com galmnas a 600 ra. 1*800
1 canea* com galinhas a400rs. 4400
24 1/2 columnas a 600 rs. 144701
6 somos a 200 rs. 14200
42 taboleiros a 200 rs. 8/400
50 compartimentos com farinba a 600 154000
30 ditos de comidas a 500 rs. 15401 o
113 ditos de iegomes e fazendas a
400 ra. 44200
15 ditos de sumos a 700 rs. 10450t
8 c*.itos de fres3aras a 600 rs. 44801
10 ditos de camarOes a 200 ra. 241C0
45 talhos a 24 9u4t0
243*830
Recdimentcs de 1 e 10 do corrents 2 44S450
2J389380
Precos do lia :
Carne verde i*. 3 f> a G4'J re* o kilo.
Sainos de 560 a 640 ris idem,
Carneiro de 640 a 800 ris dem,
Farinha de 320 a 403 ris a cuia.
Milho de 280 a 320 tfir, idea.
Feiio de 14 a 14200 idem,
Vupor: a cutrar
Thesouraria de Fazenda
O con>>elbo para o forneciment) de gneros as
pracas, orragens a cavalhalas, dietas ao Hospi-
ul Militar, receoe proposlas no dia 21 do cor-
n-nte, as 11 horas da macha, no qoartel general
do cocnoiando do 2- districto militar, onde fonc-
cionara o do con^elbo para contraciar o forne-
cimento dos alludidoj generes e mais artigos
eoostautfs da ralacao inra, duraate o 1 aemes-
trede 1892
Arroz pilado, kilo.'
Assocar rehaado de soperior qoalidade, kilo.
Dito, dito de 4a qoalidade, kilo.
Dito, dito de 2a dita, idem.
Azeite doce de L:sboa, litro.
Alfafa, kilo.
Araruu, dem.
Ameiii pa-.sada, idem
Alelna, idem.
Agurdeme de cana, litro.
B'alho de Ia qualidade, kc.
Batatas inplezas; idem.
Bolachas, k lo.
Bicoo'.oi, dem.
Bolach;n!iij, dem.
Borrachos, om.
Caf em grao, kilo.
Caf moido de superior q eldale, idem.
Cha vedi hyaon, kilo.
Dito p eo (yaou, dem.
Cognac li::c chaupagoe, li.:o.
Carne s.^cca do R o C-ande co Sal, kilo.
Di; verde coa osso, iaeu>.
i1 : dita sem os-o, i'.em.
Dita dita de carneiro, idem.
om dil.i ce porco, dem.
Capitn, k!o.
Cri dos, ".:o.
Cauelas linas, tzin.
Cootane; a | officios, una.
C : i oaito?,
Uarv i eetai, barrica.
w k kilo,
:.!:.. oe Caoello u'a,
o p r caval o, ura.
E pp timbrados para officios, cento.
;. supeH i ., le, litro.
ii i, > u .i11 ide, i-
[Vijao p:>o ou mulali-bo, i lem.
r; a go, um.
F u :tas. i loas baajnas ou auas iDraajaij, rajo.
Farello, k !o.
Fc-rra ora, u
i tabadi -io laia, kila.
i 'ai;:.,'o-', dem.
'i mpo< de metal, ns. 0, !, 2 3 leo, cento.
G I i, orna
a :.(iu ou 'ero.
Li Fal m n i. uuzia.
i.i i e Cu:.s cores, dczia.
Liv! c>s ;.:: ressas, c nto.
I. hti .
i. I C!l.
Lixaae differentes qualidade?, I
,. .. coioerlo de roopa,
licarra i. kilo.
M--'-i!'s mgleza di Ia qua:i.ade, k.lo.
Milho, kilo.
Medicamento? mra cavalbcda, numero.
Mata bor. o, folha.
Marmelada, kilo.
Maizena, idem.
j?oh um.
Pao, k.io.
Pap-l roseo timbraio para offiios, resma.
p.p"i almaBSO paulado de Ia 'ualidde, idem.
Pap^l liso, idem.
t'enr.a- Perry, ce.xa.
Pr.p^i de &0 uohas para mappas,
lino parlo de linho, ciao.
Pasas, kilo.
Peixe. kuo.
Phosphuros de segoracsa, m:so.
Queijos de Minas, ura.
.-al, litro.
Sabo amarello, kilo.
Sapolio, um.
Sanguesas^s appli^adxs aes doenies do hospital
aos externos, uaia.
Temperos e verdura--, raQo.
Toociono de Minas, kilo.
Tinta Blue-Black bciao.
Da carmesim, frasco.
Talarim, kilo.
Tj?llo para aca, um.
Vioagre tinto, litro.
Vales impesos. iarios,
Vimgre branco, litro.
Vinho do Por'o de pupprior qualidade, litro.
Dito de dito de 1 qualidade, dem.
Dito Figueira, idem. i__
Vas'oor.H fle piasava, doila. .. .
Velas eioile, mago.
Ditas de rera,k:lo.
Alvaide, kilo.
Altas iDprtsjas, ceolo.
Baixa- impress*.*. iiem. >
Banha de p .reo. kile.
Csl prea, dem.
Uta branca, idem.
Knveloppe.- par fcioscom 0,-2iX 0,*o9cento.
biios com 0 -35X 0 "24. idftn.
Ditos cim 0 -34X' "'2, idem.
Ditos com 0,-40j^ 0.15, idem.
oinma V.a. kilo.
Livros paulados para pharmac.a com 200 olhas,
om.
Diios para recetluario, 200 folha?, idem.
Ditas para almozartfado 200 'ulnas, dem.
Oilo de pape; corre. iOO falbas, idem.
Di.o dno coronne, 200 lolbas, idem.
Di'.o dito almasso, 100 lo.na-, idem.
Mappa geral de dietas, cento.
Dito parcial de dietas, idem.
Dito de movimento diario, idem.
Dito de pbarmacia, idem.
Dito mesologico, idem.
Oleo de liohaca, caada.
Pise, dem.
Papel de 60 linha?. para mappas, folha.
Dito de 45 liobas para mappas, idem.
Pincel de caiar. um.
Papeletas impressas. cento.
Pasta com lombo e pooto a cooro para archivo
com 0 ">25X 0,36X 0,-14, om.
Bita dita dita com 0 -24X 0-32X 0.-12, idem.
Dita dita dita com 0.-255-J 0 3bX 0.-09, idem.
Dita dita dita com 0>18><0-24X0,-06, idem.-
Dia dita dita com 0-36X 0,-25X 0,>J4, idem.
Seccan.e, kilo.
Tinta sardinna. garrafa.
Dita scarlate, Stepbens, frasee*
ZarcAo, kilo.
ConlicOes
MEZ 3EDEZEMBBO
Sol.......... Entrerios.......
Europa..... Campana......
Sul.......... Iris...........
Eoruea....... John Eider......
Norte........ S. Salvador.....
Bol.......... La Plata......
Sol.......... Magoas........
Sol.......... Seguranca.....
Eorop:....... Tatuar.
Norte.....
Europa ..
or a......
Sul........
Europa..,..
Braz
Edxclor........
Espirito Santo..
&a anhao......
CJyife..........
13
13
13
13
13
15
16
17
42
20
23
28
30
31
Vaporea a ablr
MEZ OB DisZKMBRO
Europa......Entrerios.......... 13 as
Sol......... Campana......... 13 as
Sal......... S Salvador....... 13 as
Sol......... Beberibe........... 14 as
Eoropa......La Plata.......... 15 as
Norte
Norte
Sul...
Sol...
Sol ...
Norte
Sol......... Cllde. ..
Alagos........... 16 as
Seguranca........ 18 as
Tamar............ 19 as
Braz............ 20 as
Espirito Santo..... 28 as
aranhao......... 30 as
31 as
3 h.
3 h.
5b
4 b
1 b.
5 h
2 b
2 b.
5 h.
5 b
5 b.
2 b.
as, (olba.
centro.
1.a Todos os gneros sero de 1.a qoalidade e
os fornecedores deverao salisfazer os pedidcs
deniro dos prsioa marcados nos respectivos con-
tractos, eatregaodo os gneros nos qoarteis e
hospital e depositario na Thesooraria de Faien-
da urna quioua como ciuc>>. qoe sera arbitcac a
pelo conseibo de fornecimento.
2.a As propostas deverao conter a declaraco
expresea de sujeilar-se o propooente malta de
5 / da importancia a qoe mootarem os numeres
dos artigos qoe forem acceitcs. se deix.arem de
comparecer para assienar o respectivo contracto
dentro do prazo que fr marcado elos jornaes.
3.a S poiero concorrer ao fornecimento os
candidatos que se habiliaretn na forma do art.
18 do decreto n. 7685 de 6 de Maio de 1830.
4.* Da falta de tiel comprimento de qoalquer
das obrigacCes cootrauidas, os forneepdores ca-
ro sujeitos a pagar a multa de 25 do vilor
dos gneros e artigos rejeitados por ma qoalida-
de oo nao recebidos em tempo, obrlgaodo-se
alm d'i.sto a sobstitoirem nos oa a pagar m
continenti os que forem comprados pelos eorpos,
sob pena de malta de 10 a/,. do respectivo valor.
5.a Os concurrentes sao obrlgados a apresen-
lar as amostras dos gneros oo artigos, qoe fc-
rem jolgados precisos pelo conselbo.
6 a As propostaB eer&o aprestntadas em dopli-
cata at s 11 horas do referir o dia em qoe alli
sero aberlas e aparadas em presenc* dos pro-
poaeat?8.
7. Oa fornecedores que requererem a resci-
sao do seo-contracto e forem atteodido3 ficario
sujeitos a mulla de 10 % sobre o total do forne-
cimeoio do semestre anterior.
8.a Finalmente, nao serio acceitas as propos-
tas qoe contiverem artigos nSo mencionados
n'este edita!, nem lambem aquelles, cojos pre-
cos estiverem sujeitos a abatimeoto oo descoolo,
por isso que os mesmos precos devem ser iova-
riaveis.
Toesooraria de Fazeoda do EslaJo de Pernam-
buco, 3 de Dezembro de 1891.
O inspector.
Alejandre ie Stuza Pereira do Carm.

fl
j
imfm~~l


Diario de Pernainbuco Domingo 13 de Dezembro de 1891
DO
CAMPO GRANDE
+
PROJECTO BE NSCR1PCA0
Da 10.a corrida realizar-se domingo 20
de Dezembro de 1891
':,
-->
PAREOHERMINIO DE FIGU2IREDO-1.0D3 metros. Animaes de Per-
nambuco que n3o tenham ganho noi prado3 do Recifa at 30 de
Agosto de 1391. premios: 20D5090 ao primeiro, 40)5000 ao segn-
e 20iSOOO ao terceiro.
t.* PAREOAUGUSTO SILVA 1.100 metros. Aniuiacs de Pernambucj.
PBEinos : 2505000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 255000 ao
ter ceiro.
.D PAREO -LOPES VIEIRA1.300 metros. Animaes pangas at meio san
gue. pbemios : 300^000 ao primeiro G05000 ao segundo e 305000
ao terceiro.
*-* PAREODR JOAO DE SA1.000 metros. Cavallcs de Pernambuco
que nao tenham ganho em 1891 nos prados do Kecife, e eguas
do Estado, premios : 205000 ao primeiro, -05000 ao segundo e
2^5000 ao terceiro.
*.' PAREO-LIVINO L)E 0ARVALHO= 1.200 metros. Animaes de Pernam
buco qye nao tenham ginho em distancia superior a 1,000 metros
nos prados do Recife. premios : 3005000 ao primeiro, 805000 ao
segundo e 305000 ao terceiro.
*.* PAREO -HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE-//A.V/5/C4P1,609
metros. AnimaeB de qualquer paiz. PREMIOS : sOC'jJOJ ao primeiro,
2005(00 ao segundo e 805OC0 ao terceiro.
*. PAREO -ANTERO DE VASCON JLLLOS 1.050 metros, avallo de
Pernambuco que nao tenham g.-nbo era distancia superior em 1891
e egu&s do Estado. Premios : 2005003 ao primeiro, 405000 ao
segundo e 205000 ao terceiro.
.f PAREO DR. ALMEIDA GNHA 1,000 metros Animaes de Pernambu-
co que nao tenham ganho n'essa ou maior distancia at 3) do Agos-
to da 1891. premios : 203">OJu ao primeiro, 4050U0 ao segundo e
205000 ao terceiro.
O/Serva^es
De accordo com o art. 5.* do cdigo de cnidas nao poder.to ser inscriptos
nos pareos Augusto Silva os animaes jfannty c Piramon ; Lopes V.eira es animees
Granada, Siroco, Veloz, Theresopolis, NpoliUr,o, Cora e Gaileu ; Dr. Joao de S,
egui Ida; Livino de Carvalho o animal Berlim ; Antcro de V^sconcellosos animaes
Pyrilampo e Maranguape ;
O animal vencedor no pnreo Livico de C.rvi.lb.o nao contar Victoria.
Nenhum pareo se realizar sem que se nscrevam ps!o renos cinco animaes
de treB proprietarios differentes.
A inscripcao encerrar-se-ha terca-feira, 15 do crrante, s 6 horas di
tarde ca secretaria do Hippodromo a ra 15 de Novembro n. 55 1. andar.
Chama se a attencao dos Sis. proprietarios para a ultima parte do srt. 3 do
cdigo de corrida.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 10 de Dezembro de 1891.
O SECRETARIO,
Augusto G. da Silva.
BOM NEGOCIO
r
Comprar bilhetes da Piimeira Lo'eria ixlr^or-
diara do Recife de quinhentos coritos de re:s in-
tegraes, que corre a
M de Bwmbr e

e receber o DOBRO si Tiao correr.
OS ENCARREGADOS.
Arthur 8? Desiderio.
BANCO DA B* SA
Capital Reis 1,500:000^000
Dividido em 15,000 acedes de 100:000 cada urna
. RUA DO VIGAMO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Gommercial
DE 1 A 2 DA TARDE
Compra e vende ttulos com cotacSo.
Liquida operacoes por conta de terceiro ou a prazo-
Faculta capitaes para comp-a e venda a dinheiro ou a praso de quaesquer
vitales otados na Bolsa.
Integralisa convindo capitaes de Bancos e cempanhias leconhecida utilidade.
Faz transferencia de operacoes realisadas na Bolsa a praao.
Auxilia liquidado de report e Delcredere.
Bealisa operacSes bancarias relativas a sua natureza.
Encarreg-se de incorporales de Empresas.
Levanta-se aprestimos.
Compra e vende meties.
Encarrega-se da compra e venda de assucar, algodao. etc. etc.
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
un mhk us i& mm

'
GR LOTBBU EO RECIFE
Cual o proletario qae nao se habilitar a tomar urna POULE dessa grande
corrida?
Com a quantia de 10000, para cima, ficar habilitado a jogar com os cem
nmeros dos seguintas bilhetes inteiros, assignando urna lista que so ach* em o es-
eriptorio do DIARIO DE PERNAMBUCO,
116.491
1.708
23 825
2.142
19.3-9
2.656
122.313
33.770
14.527
11.044
9.631
122.318
116.496
116.499
19.312
14.462
91.319
16.406
99.713
73.570
7.337
61.164
5.791
9.638
33.785
7.342
61.169
22.285
22.288
4.071
Usa tos uros los billetes
4.073
22.290
54.997
23.824
113 981
50.418
14.525
33 762
7.349
87.886
86.823
14.530
91.314
91.317
19.344
86.861
4.178
16.405
11.042
4.129
9.636
29.613
86.830
73.547
5.794
11.060
1.703
1.706
11.055
49.432
116.489
54.996
33.773
1.280
7.347
122.394
4.191
2.658
33.765
19.349
85.532
35.535
33.726
2.143
19.360
4.177
87.884
29.611
86.828
122.315
1.272
7.339
29.616
4.078
33.721
33.724
85.537
99.714
49.431
116.488
73.545
122.3*9
5.790
61.167
113.977
50.420
122.390
14.467
14.453
11.693
PERNAMBUCANO

QUE SE REALIZARA"
Jomingo, 13 de Dezembro
Principiar s II horas da man ha em ponto
\omc
3
C
=
*
Pello*
.\nt ii ra-
liU.
Cor tlu ::-
Proprietarios
l- pareo Inicio 1000 metros. Animaes de Pernainbu~o que nao tenham ganho premios
nos Prado* do Ik'Cife. Premio* : 200J ao l', 40i ao e 20 ao 3o.
R. da Prata *
Vigilante
R.mer.....
Caicaira.....
Pirahy.....
rlay........
Rodado.....Pernamb..
Casi un ho-----
Mellado.....,
Casiaalioi
Daio........I
Ali. cachito. -1
54
54
a
:v
51
51
i Joao Altes da Silva.
Aiul e encarnado M. S. Mala!
Branco, ene. e preto. 1 Coud. Prctuensa.
En:ar.iado e azul___IJ. V. Caval^anti.
Azul e encarnado ...|A. Albuqucrque.
Ouro e bra'co......./Liberato de Matt03.
2.' partoExperiencia 1000 metrosAnimaes de Perotmbuco que uo teoham ganho em
ruaior d:?laucia nes prados do Recife. Premier ;200000 ao 1., 40C0O ac 2 e 20000
o 3.
Pbaiis o..
Marojo 2*.
rntrio ...
Vingndor..
Tudo ....
Gala......
0e3pcta...
Castanho
Rodado. .
Baio..
Alazo.
Russo .
i'ernamb.
o [Aznl e encarnado____
b'6 i Encarnado e o.-auco..
Encamadee a zul.....
jEnearn. e bontt preto
JEnear. verde e amarel
lAzil e ouro em listra
i Violeta e ouro.......
.Mi
58
58
.y*
54
R. Cost.
A. M. Costa.
A. F. >eve.
Coud. 1. de Jucho.
L. Drommoad.
Costa 4 Fernandes.
3." pareo -Harmcnl 1.3C0 metros. Animaes puosas a: meio
2oOOOO ao 1. tOCOO ao i* e 25CO0 ao 3/
saogue. Precios
F3Vcrit3.....
Allante......
Fact-ira......
Torpedo
Diavolo.....
Zaina....
Alazo...
Rod do..
Castanlio.
Alazo...
S. Paulo..
Pernamb..
. S. Paulo. .
;.i
;,i
G
56
Verde e amarello------
Eic. Azule Braceo...
Azul, violeta e ouro...
A. C. de Albuquerque
0s3r.
Coud. Cruzeiro.

Coud. Provinciana.
4. pareoComprnuaro-1000 metro?. Animaes de Pernambuco que^no tenham gai ho
em cii-tancia sui,erior u'ete3 5 m^ze?. Premios: 200/000 ao f. WOOO ao 2'
e 20JO0 ao terceiro.
Malange...
Good m o r -
ning.....
Pharieu.....
arujo 2.* .
Potos......
Cauby ......
Mouro......
Despola____
Gerfaut.......
Russo.
Rodado...
Castanho.
Rodado...
Castanho.

Alazo...
Russo
Ziino------
Pernamb.. 56
B 54
. 5o
56
6
* 58
60
. 54
56
Terde.
Ene. e amarello.....
Encarnado e azul....
Branco e encarnado...
Branco, preto e ene...
Preto eouro.........
Ouro e azul.........
Tioleta e ouro.......
izule encarnado.....
Coud. 24 de Maio
R Cardoso.
R. Costa.
A. M. da Costa.
Silva & Ribeiro.
A. Marques.
Coud. Mjuriscana.
Costa & Feroandeb
Coud. Aurora.
5." Dareo Ferrocarril 1.350 metros Animaes nacionae?. Premios; 400/
1, 80000 ao 2 e 40/000 ao 3-
ao
lITheresopolis.
S.Cora........
3'Xapolitano
iiSirco.......
l Veloz.......
6; Diavolo......
Castanha
Zaina......
A'azj......
Castanho
Alazto.
Paran
S. Paulo..
a
R. de Jan.

S. Paulo..
.Si
N
H
5 i
54
9t>
Ouro e preto.......
Preto es.rlalo......
Azul e euro........
Azul, violeta e ouro.
A. Marques.
Coud. Temeraria.
*
Coud. Internacional.

Cood. Provinciana.
6. pareoConnolacfio 1000 metros.-Animaes de Pernambuco que nao tenham pa-
nno nremios e eguas des'.e Estado. Premios : 200/000 ao i*. 4000 0 ao 2. e
20f000 ao 3.o
Patchouly.
Galaor ...
Gala......
Ally......
Pirata.....
Vermouth.
Flautista...
5 Hu-.su....
5 IZamo...
Alazo...
Castanho
Preto
Tordilho.....
Castanho....
Pernamb.. 54
54
54
54
9 54
m 64
* 54
Encarnado e azul
Azul, violeta e ouro..
Ene. verde e amar...
Azul preto e ouro
Encarnado...........
Azul e encarnado.. -
Branco encarnado ...
Domingues C. S.
Coud. Provinciana.
L. Drummond
U. J. Alves.
J. G. C. d'Albuquerque
A. M. de Almeida.
X. A. Babia.

OBSERVAgES
Os animaes inscriptos para o 1." pareo deverJo achar-se no ensilbamento s
9 12 horas da manha.
Os ferfaits serSo recebidos at sabbado 12 de Dezembro, as 3 horas da tarde,
a Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao Se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patrdes, nao serao admittidos pesagem e serc
multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos Senhores accionistas de procuraren] os seus ingressos na Se
cretaria do Pradoa Ra Duque de Caxias n. 70. 1. andar.
Recife, 10 de Desembro de 1891.
O secretario,
J. Alves.
Fabrica de estopa
Os accionistas derta companhia sao convida-
dos para, dentro de 30 das, fazerem a segunda
entrada do capital, seodo na razo de 10 O/o
sobre o valor nominal das accOes. O pgamen
to leve ser feito no Banco de Pernambuco.
R.cife, 30 de Novmbro de 1891.
TDomaz C. Griffi:b,
Director secretario.
Cempanliia de Tnliks litas
do Recife a Clinda e Bebe-
ribe
ASSEMRLEA GE RAL
Por orderc do Sr. Presidente convoca-
do para o dia 24 do correte a asiem-
ola geral dos Srs. accioaistas afin de
apreciar o parecer da commissfio de con
tas, ouvir a leitura do ralatorio da direc-
tora, e eleger a nova directora e a nova
commissSo de contae.
Recife, 9 de Dezembro de 1891.
O Gerente,
Antonio Pereira Sinidei.
Hospital Portogaw
Assembla geral
S2o de novo convidados os Srs. socios
para comparecerem de mingo 13 do cor-
rente s 11 horas da manhS na sede so-
cial, am ds eleger se a junta administra-
tiva e commissSo de contas do anno vin-
douro.
Secretaria do HospiUl Portugus, 10
de Desembro de 1891.
Manod Lope Ferreira,
f--etario.
Aviso
Pela secretaria da Intendencia Munici-
pal do Recife so faz publico a quem possa
nteressur, qoe o Conselho Municipal em
sassSo da hontem, autora ju a contaeoria
a ir recebendo os impostos atrasados
d'aqoellesque e vierem pagar, em quanto
acontas dns s-us dbitos n2o tiverem
sido remettidH8 para juico.
lm 9 de Dezembro de 1891.
O secretario.
Joajuim Jos Ferreira da Rocha.
Arsenal de Marinha
Concorso
De ordem do Sr. capitSo de ruar e
guerra Francisco Forjas de Lacerd* ins-
pector deste Arsenal e capitSo do Porto
deste Estado, fago publico para quem in-
teressar possa, qne no dia 16 do corren te
mee, ao meio da, em urna das salas da
secretara da inspecelo, ter lugar o con-
curso para o provimento eAfectivo dos car
jos de escreventes das Directoras de
Machinas e ConstruccSes Navaee deste
Arsenal; cujea candidatos serSo os que
se inscreveram na secretaria desta inspec-
cio, em virtude do edital publicada nos
jornaes deste Estado em 9 de Novembro
prozimo rindo.
Secretaria da InspeccSo do Arsenal de
Marinha da Pernambuco, em 9 de De-
sembro de 1891.
O secretario.
Antonio da Silva Aztvedo.
Derby Club de Pernam-
buco
A directora desta sociedade convida aos e-
nhores accionistas a reunirem-se em assembla
geral extraordinaria no dia 20 do correte, ao
meio di i, afim de tratar-se sobre corridas.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, U
de Novembro de 1891.0 secretario,
G. Guimares.
Sociedade Monte-Pio Bom
Successo
Da ordem do presidente convido aos Srs. so-
cios para aom2.-o, t3 do eorrejte, s iu horas
do da. cocpireuerem na sie sucia'. aBcn de
assisiinm a a-sembla gerl o cunara, pira a
posse Ja nova ci'e. toria, que ttru Ue reger o
auno social de 1891 a 1892, recommennto
que nao altem os socios que para e:ia feram
eieUoa.
Secretaria da Soriejrde Monte Po B.im Suc
cesso, roa do Duque de CaxiK 37,10 de
Dezembro de 1891. ^>>-
secretario,
Tacmaz V.eira.
C. H. E.
Club Coaamercial Euterpe
Eu atoaixo as ignado, pn'eidente ao mesmo
club, \eno o estado de bandooo em que b9
acbava pelos seus consocios e mjtivos justes,
ebrigou me a trasportar os '.rustes do mesmo
club, da roa Bj:So da Victoria para a ra da 'm
peratriz n. 39, p,ra o que convido a toJos os so-
cios a cjmpartcerem damicco 13 do corren'.e,
s 4h-3r:s ta tarde, no 1- andar do m'.'smo pre-
dio para traUrmos to estado deploravcl em qu
se acha o me?mo club por abandono tos seos
bons sccios.
Declaro, pola, que a a.-semb'a funccicnE.-
com o numero de socios qu>; CDipareceren:, e
caso rTu comparega socio alcum entregarei o
mrsmo cluo aos focios accionistas e dlstlnctos
para os mesmos deliberarem di forma quen-
tenderem
Ilecife, 10 de Dciembro do IS9!.
__________ Al-ara Afinar dos Santos.
Sociedade
Capitular Concilia$ao
De crdem superior, aviso e convido a todos os
'ocios capitulares cesta Eociedac'e a comparece-
rem a sesro no d:a qusrta feirj 16 to correte,
s 7 hores ta nocte, para se proceoer aeleicao
des f.-uccionarios ouc teru de reger. o capclo
no fotuto anuo de 1892 a 1893.
Recife, U de Dezembro dt 1391.
0 secretario,
G. Santa Mar iba 32.
rnica
Barca portugueza Triun-
Ph
o
Recebe car^a a frece para Maracho e seguir
oestes poucos das ; a tratar cooi Amor;m Ir-
mos & C.
Coraiaobla Pcrnambucana de ^
Te{ta\fU>
.ta ccmpauhia cantera as seguiutes linha>
guiares de navegagao:
'' v j, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partinac
leste porto um F-aquete "a 11 e 26 de cada mez
S, com escala pelos portos de Macei, Pene
lo, Aracain, Estancia e Baha, sahindo desu
porto a 14 e :9 de cada mez.
Femando de Normha, partida no msiado a
MS.
Rio Fortnoso e Tamandar, sahida a 28.
Rio ie Janeiro, (tireclarataie) parte o paqoeU
ie 25 a 30 do mez.
Rio Grande o Sul, (viagem directa) sahe dt
5 2 10 :lo mez.
lodcs os paquetes sao novos, tea ezcclleDt.'
iccommodages para passageiros e para carga
* os pregos sao muito redazidos.
Os passaReiros encontram, apar do bom tra
amento, todo o conforto desejavel a bord
im paquete.
Os paquetes que tazem as 7iageB3 ao Ric >
'zueiro, alm de terem tudo o que se ecrontr
ios paquetes modernos, accresce que fas a va
e?m em qnatre dias e o prego de passagem
la (.* classe 60*000.
0 paquete empregado na viagem para o Rit
Srande do Sul e smente para carga, e tem (
ruado adequado a entrar no porto daqueo Es
Ado em qualquer occasiSo.
Recebe se engajamento de carga por quant)
ade lisa para todas as viagens.
Outrosim, a compaiibia expedir paquetes ei
ordinarios desde que baja carga para o enga
a nento completo de um paquete.
sen ono. da Comnaiihia Pernambucan
< i5
United States and BraziJ
M. S. S. C.
O vapor Seguranza
E' esperado dos portos de
sul at o dia l* de Dezem
bro seguindo depois da de-
mora indispeneavel para o
Haranho. Para, Barbados, A.
Thomaz c \ew-Vopk
Para carga, passagens, encommendas e di
heiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster o C.
8Rua do Commerc'O8
Io andar
Pacific Stm MbM Cu-
nan?
STRATTSOFMAGELLAN LINE
O paquete John Eider
Espera-se da Europa no
dia 13 de Dezembro e se-
guir depois da demora do
costume para Valparaso
com escala por
Baha. Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
metro a freie: trata-se com os
AGENTES
WilsoD, Sons (]., Limited
10RA DO COMMERCIO10
lonpl Pernaumncaa le ft-
Para Fernando de loronha
O paquete Goyanna
Commandante Pinto
Segu no dia l* do De-
zembro 3 12 horas da ma
nba
Recebe ca>ga, encom-
^ mendas, passagens e di-
nbeiros a frete. at s 10 horas da manh do
diajda partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucsna
u. 12
Boyal lail Steam Pacto! Geni-
O vapor Tamar
' esperado da Europa at o
dia 19 de Dezembro seguindo
Idepois da demora neceasaria
ahla, Rio de Janeiro e Santos
oara
?
Reducco de pataagen
Ida dcevotte
,l8>oa i* c v. i W <- -^
mptonl'claase s 28 U
amato b para os passageiros de
:amfcacc.
cm^endai.trata-s
AGENTES
aoriii rmos & C
S.3Bna do Boa JeaoiN. 3
ojd Brasieiro
StcccSo de naregaco
DA
BKPBEZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZLL
L NHA DO NORTE
O paquete Maranho
:ramandante Antonio da Silva Fer-
reira
V esperado dos
partos do sul ate
o dia 1 de De-
zembro e seguin-
to depo da de-
coora do costume p^ra
Parahyba, Natal, Cear, Amarraci>, Ma-
ranho, Para, Obidos e Macaos
As enconmuendas serorc:"r':.ias at 1 hora
a tarde do da da sahida, no trapich* Rarb03a
ao largo do Corpo Santa n 11.
..:. Srs. carregadores pe-.'imos a sua atleucit-
a a clausula 10 dos conhecimsntos, que :
No caso de baver alguraa :>: :lmacao contra i
sa, r'." avaria ou parda, deve ser et*
ipto ao ageste respectivo Ao porto a*
j, dentro de tres das depois de fiEi:-
: esta fo:r jc^pat^ra
ta de toda a responsabidade.
/' :, frates c es osmendas ~a
AGENTES
ira Carneiro h. C.
'-.'':.a O '',:. : ... 'Ao^aS
Rnsr
ijilii MmWm dii i-
PORTOS DO SUL
acei, Penedo, Aracaja' c Baha
0 paquete Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Rico
Segueno dia M do cor-
rente s horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagen3 e di-
nheiro frete at s 2 horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
LEILOES
Le i la o
De 5 pecas de fusto branco.
j 25 idem de .usto de cores.
De i idem de setineta.
De 7 idem de lecido lavrado.
parte da caixa o. 1.127 marca AL, C em baixo,
com avaria a'agua do mar.
Segaada felra, 14 do corrate
No armazem a rua do Bom Jess n. 45
A'S 11 HORAS
0 agente Pinto, levara a leilao por conta e
risco ue quem pertenceras fazentas cima men-
cionadas, parte da caixi n. 1 127 marca AL, C
em baixo, com avaria a'agua do mar, descarre-
gada de bordo to vapor inglez Mariner e vinda
de Liverpool.
Leilao
De movis, piano, loucas. vidros, paesaros, e to-
dos utensilios existentes no antigo collegio,
rua do Sebo n. 0.
Terfa-feira, lo do corrate
A's ti he ras em ponfo
O agente Pestena, vender por ordem da Exma.
Sra. Madame Ador, os movis seguintes:
Um excellente piano 1 cadeira para o mesmo,
1 mobilia de junco, 1 guarda looca, 1 guarda
pratos. camas para solteiro e casal, narquezes,
lavatorios, jarros, quadres, tapetes, relcg.os, can-
dieiros caz. 12 cadeiras de junco, 1 mesa els-
tica com 4 taboas. 1 apparador grande, 1 cama
de ferro, 1 aparelho de porcellana para cb, l
tbeatro, vistas, copos, garrafas e outros amitos
objectos que sero vendidos sem reserva de pre-
cos e a quem mais der.
Agente Stepple
3* Leilao
Da casa terrea sita rua de Santa Rica Velhi seb
n. 78, com porta e janella de frente, 2 salas, 2
quartcs, cosmba externa, cacimba, quintal mu-
rado, em solo foreiro.
Terc,a-feira, 15 do corrente
A's 11 1(2 horas
No armazem rua do Imperador n. 39
O preposto do agente cima, autorisado por
mandado e assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de
direito de orpbaos e ausentes, e a requerimento
do te8tamenteiro inventarente to espolio do fi-
nado Maooel do Nascimento Santos, levare) a 3*
leilao a referida casa, a qual vende-so por dispo-
sico testamentara e por deciso do Supremo
Tribunal da Relacao. cojo AccordSo acha-se na
cariono do major Olavo Ferreira.
2o leilao
Do sobrado de 4 andares e seto da rua do Tor-
res o. 14 e dous terrenos de marinha, sendo:
Um terreno de marinha n. 23b B, com frente
para a rua Imperial na estrada do Hatadouro,
com 165 palmos de frente.
Um dito dito n. 236 D, na estrada do Matadon-
ro. com frente para a estrada de ferro, com 90
palmos de frente.
O sobrado de 4 andares e sotio, s^b o n. 14
rua do Torres na freguezia do Recife.
Terca feira, 15 do torrente
lo telo ula
No armazem da rua 15 de Noveabro, a itiga do
Imperador
O agente Martins, far leao por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphaes, em sua presenca,
do predio e terrenos cima descripos, periea-
centes ao espolio de Viscoode do Bom Conse-
lho.
4* e ultimo leilao
Do sobrado de oous andares e soto interno n 16
da rua do Vicario Tenorio, de cons'.rucc&o so-
lida e terreno proprio, reode 900*000 annuaes.
Terca feira, i5 do corrente, s 11 horas
No armzzem n. 39 da roa do Imperador
O agente Martins far ItilSo pela quarta o ulti-
ma vez, a reque rmenlo do Banco de Crdito*
Real e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz substi-
tuto do juiz especial do commercio em sua pre-
seDca, do sobrado cima, o qual se acha hypo-
thecado ao referido Banco para eeu pagamento.
.




Diario de Pernambuco Domingo 13 de Dezembro de 1891
Leio
De cerca de 40 caixas com cerveja Salva-
tor em giraras e meias garrafas
Quarta-feira 16 do correte
a 11 horas
No armazem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
Jim lotea a vontade dos compradores.
POR NTERVENCAQ DO
Agente Gusuto
AVISOS DIVERSOS
Sao pdenlo se encontrar o Sr. Manoe!
Torquao ue Araujo Saldana, pede-se a este
.iennor que apparega na roa do Aiecrim n. 22.
Quem dar noticia do Sr. Jjao Marinno ua
Rocha Falco ; este sechcr fez urna bypotbeca
seis annos e na? se sabe noticia alguma onde
esteja ; a informar na ra ao Aiecrim n. 22.
Vende se o cava!lo Transclave, proprio
?ara corridas : a tratar na ra do Hospicio n.
77, com Jo5o Mctlhus de Mfleiros.
V. nde se portao de ferro, grades para cl-
isa e muro, tillas para jardira e terrajo, ditas
oara ponte, bandeira de ferro de arcada para
borta. dobradicas de chumbar, ferroibo de se-
garscja, rodas de camnl.o de mo ; no largo
lo forte das Cinco Ponas n. 4, lenda de fer-
eiro.
Alu^a se o sobra lo com soto n. 3 no caes
do Gazoxrtro, tem rouitos eommoo?, quinta
grande com arvoredos, esl caiado e pintado ; a
tratar r,a ra tas Trinehetras n. 17, loja.
Amelia Octavia ile -odoy [ Vftacon
cello
Jos Thecdoro de Grioy e Vasconcelos e D.
Maria Carlota de Plotoo Burees, mandam celebrar
misss na matriz da Boa Visia as 7 horas o na
capella do Cemiterio Publico ai 8 horas da ma-
nba dci dia (5 do c rrente 110 do dia do preroce
failecimen'.o de ton indilosa espora e filha
Amelia Octavia de Godoy e Vasconcellcs.
Pare este ac de religiSo e caridade convi-
dam os seus pa-eote? e amigos, pelo que se con-
fe-sni p'prnameote ft*:\o\ __________
ARMAZEM DO LIMA
(Fundado em 1824)
Precisa-se de cm cuixeiro com pratica ou
.-em ella de (averna ; a tratar r.a ra de Aguas
Verdes n. II, taverna.____________________
Sitio
Oplinii morada
Vndese nai sitio ca oovoaco do Barro, ni
alto daladeira, edificado agora, ccm racimo;
pande de muito boa asua, ca3a de banio, mu
rado e cercado, com multas arvcres fructferas t
proxiio da esta(aO das Aras; t-ata-se no larg
tiaPai n 15, em Atacados. _____________
Fiteiro
Compn-se um erarde Bteiro envidracado rom
repertion: 'tos, ou coia vitrina grande ; na ra
arao da Victoria ns. 34 36._______________
Farelo
Vende-te a prejo mdico, em crosso e a reta
1no : co armazem do largo do Corpo Santo ru-
JD-to 17._______________________
Ao con mercio
Nos abaixo a?si mos fue aesta dala !emo3 amigavelmente dis-
wlv.do a socteJade commercial que tintamos no
stabelecimenio de mlhsdo3 u ra Marciiio Diae
n. 74. e ,ue gvnva sob a razo social de No-
gueira da Silva & lrn ao
rera-se o socio Antonio fogselra da Silva
pago e satisfeito de seu capital e lucros, e isento
de toda a responsabilidade activa ou passiva. i
cando o ocio Joaqcita Nogueira da Silva de
pcsse doactivoeumco respoottvel peio passiv<\
Rale, 11 de Dezambro de 1891.
Antonio Nogueira da Silva.
Joaquim xogueira da Silva.
Jaju'
Compra se qua'quer porgSo na fabrica de vi
nho de c;.j, ra da Aurora n. lil das 6 horar
da mash 's? da tarde.___________________
Criado
Precisa-se de criado ; a tratar na ra do Pay-
sand r. 19
llrnr'qup Jomo da Cimba
D. Francisca Lina da Cunba Po to, Jo6 Anto
nio de Aimeia C'unha, L?onc;o Ribeiro Campos
d Vasconcellos, Custodio Ro-lrigues de Olivei
ra, sjas esposas e Olhoi, D. Aona Isabel da Cu-
nba Santos e seus ti!tn~, Manoel Angosto da
Cuohi e sua esposa, e habel Evangeliza de
almelda Andrade, cunhrda e fobnnrjos de HEn-
rique Jos daCunb., fallecido e sepultado no
Porto no d:a 15 :o m-.z passado, convidara acs
seus p trentes o amieoa i-;.r ssistirem as rws-
ue palo eterno dseme > d'alma do me^mo
fhado mandara celebrar aa t-'^a feira lo do
cor ente, s 8 1/2 horas da aacra, as matrizes
do Cv-rpo Santo e o Ro Fo-moso, e na igreja de
Santo Amaro du Slicas. Aotedpam Ibes o '
seus agradecim-otcs.
-
Os proprietariosdesteantigo e acreditado Armazem, reconstruido a capricho com lodos os
melhoramentos e accommodacoes necessarias do mais aperfeicoado systema, avisam ao respeita-
vel publico e aos seus distinctos freguezes, que se acham collocados as melhores condiees de bem
servir com esmero eperfeicaoao mais exigente pedido semreceio de competencia, tanto no asseio
como nos precos resumidos.
Encontra-se um variado sortimento m \inhos linos do Porto, Madeira, Malaga, Malvasia,
Muscatel aromtico, Bordeaux, Sanlerne, Chambertin, Genuino Collares, Pasto e o
llonriqie !:><> da i milin
Ciiaibra Guimaraes fit Sobrinho. 6ucce.-sori-s
deCunha Irmos 4 C, tendorpcebilo a intausto
noticia do passamento de teu boro e prealo pa
reate e amigo, H-.mique Jo^ da Cucha, fallec
donacidade do Porto, convidam os seus pa-
rantes e amigos, e os do tinado para assistireu;
missa, que por sua alma, maodam celebrar na
mitriz do Corpo Santo, s 8 i2 horas da mcnha
terga feira lo do corrent, tngessimo dia do j d
fallecimento ; 3elo que aniecipam seus cordeatr
agradpcimpntos. ____________
f
0 bacbarel Fra cm j ;.r u'.o Emcrenciar.o,
sua esposa e trio?, transidos de dftr pelo prem-
tu"o pa-samento d'.-scu prez;do 11 ho Aristides
P.ir:io Emerenciano, fallecido na capital do Re
Grand? do Norte, no dia 10 do Corrente, vm
convidar as pe.'soas de sua amuade para assis
tirem as missae quo pelo eterno repouso de s:;a
alma sero celebra'las ns matriz ile S. J s
qcarta-fe ra (16) s 8 horas, stimo da do seu
posparpfnto.
em cha verde Kysoa e Ferola,
cM preto Moxiing e Bull Braad Blexid, fiambres
novos e em cafo
Esplendido sortimento embolacliinhas deHuntlev &Palmers
/Vfricain, Riviera
[tatafias, Boudoir
aitre d'Htcl, oliln
'I
Alex
L/essert, Brazil
\_/rangc drops and Desserts
andra, Nurserj
oological, Trouville
mpire, Presburg
ifladcira, Palermo
Tenenle VanoT Antonio Viesr.
A vuva, Blhos, nt-tos, irmos e genro do tica-
I .-Lente Manoel Antonio Viegas, agradecem
;'"!.m:mente a todas as pessoas que ac mpauba
rim os seus restos mortaes al a sua ultima rao-
rada, e de novo vem convdalas para astist.rero
as missas, que pr alma do mesm rinaao. mun-
d^m rezar na igrf-ji matriz da Boa Vista, no da
14 o correntP. *s 7 tnraj na I loedas de prala
de tcda3 as qaalidades, antigs e modernas, de
2C00, lOCOe 500's., assim como toda a es-
pecie de moeda3 estraogeiras de ouro e prata,
paga se bom prej. Compra se tambem curo e
prata veiha ; ca relcjoaria David, ra do Cabu-
ga c. 14______________________________
Pataco es
Compra-se de todas as nac;oes ; na ra do Ca-
bag n. 9. loja de Augusto do Reg. _____
Pataces
Braseiros
Marcados 2*000 no centro, compra se por
ttciw prepo do queem outra qualquer parte: nc
armjaem a ra "o Commercio n. 4
Ama
Pre:isa-se de urna ama para cozinhar e lavar
que tu-ma em casi dos seus palrss; a tratar
no pateo da Santa Cruz n. 18.
^ma
Pre:i8a se de utna ama ; a tratar na ru de S-
Jer:e n. 59
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e cutro-
*0'-4 J-' aterncs, d*ndo conbeciraeoto de sua
cotftijta : ra da Aurora n. 67. das 7 s 6
tarde.
w
Criado
Precisa-se de um menino para case de familia
aa roe Augusta n. 182.___________________
Por 183
Aluga-se o 1- aadar roa de Loaras Valen-
tinas n. :iu ; ? tratar na ra do imperador n. 79,
ligraria.____________________________
Muita attencao
No becco d03 Ferreiros n. 6. precisa-se cora
urgencia de costureiras ja habilitadas em cos-
tura.
Ama
Para cosinhar, precisase de urna ama; na
ra de Pedro Alfonso n. 58, aoliga da Praia.
Ama
Feitor
Precisa se de um feilor; a tratar na ra do
Paysaod u. 19. __________________
Alten^o
CHEGARAM
os
celebres canarios
c. :::::^:::::
Do 11...-2, Allemach.
Fastearia Camargo. ra do
Precisa se de ama ana de meia idade, para
casa de duas pessoas, que cosinbe e faga todo c
servido da casa ; a tratar na ra Matriz da Roa
Vista n. 3.
Amas
J_jemon Wafers, Malla
J_talian macaroons, Maisena
JYIaltlock, Queen
i\_lbert. Supper, etc.
Champagne e cen eja das melhores marcas, cognac, licores, bem como urna variedade em con*
servas, legumes e ludo mais concernente a urna boa dispensa familiar.
Lindos presentes proprios para poca do
NATAL
Portanto de novo pedimos ao respeitavel publico e aos nossos distinctos freguezes, urna visi'ta
aonosso novo estabelcimento, no qual hao de encontrar a realldade em-tudo o que acabamos de
mencionar.

ti sai ana i g3
\.etelephonico3^3
X
Pepo-no ger'.
Imperador n. H-
Moedas brasileas
Compra se de SCO re.. 1*000, 2O0O no centre
a moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Ao
gusto o Reg.
Criado
Na tua de S. Joao n. 17, precisa-se deum
ador da conducta.____________
Tela para pi tura
BKtbenin Praile 4 C, a rea Barao da Vic-
lo.-i. n. 39.____________________________
Oificiaes de carpia
Precisa se de ofliriae3 de carpi-J ; a tratar na
ma do C )rxme*cio, armaztm n. 4. ____
Precisa-se de duas amas, urna para engom
mar.e cuidar de duas criancas, e outra para eo
Biabar e lavar alguma renpa, para casa de duas
pessoas, devendo ir para Olinda ; a tratar na
laja das Estrella-, ra Duque de Casias n 56.
Ama
PredMM de urna ama para cosinhar, pn-fere
se que durma em casa ; na ra Pedro Alfonso n.
53, 2- andar.____________________________
Criad l e ama
Precisa se de am criado e de urna ama para o
servico domestico ; na ra do Aiecrim d. 22.
Ama e criado
Precisa ee de umi ama pera cosinhar e en
,'onmar, e nro criado para servico doroeftico,
ambas pa a acora jannar urna Emilia ao Estado
do Espirito Santo, pagando-se Ifaea a prssagem :
a tratar na roa do aiecrim n. 22.
Ama
Ptecisa se de urna ama
:umero 2 C.
na ra do uibng.'
Cosmheira
Prec ;a-se de urna cosioheira para nquena
familja d ra de Fernn i s Vieira n. 24.
Cosinheiro
Pr-ci=a-=e de um cosinheiro : a tratar na ru>
de P?v-r-d n. 19
Cavallo rcubado
Rocharan do engeabo Tabocas, freguezia da
Luz, um cavallo de estrilara, castacbo andrino
l: de rato, grande, cabeca grande, ccm urna
estrella na testa, orelhas grandes roas bem eitas
um tanto corcunda para a frente, cabello grosso,
:om um lobinti. do tamaubo de um l'ir.o, de
baixo do queixo ao p da gargaota. ccm um oos
ps calcafio- sudador lebaix e galope em cima
da tL&o, castrado, foi comprado em Itabaiana a 3
mezes ponco mais ou meno1. Quem dellesouber
noticia exacta podera di-gir-se ao mesme enge-
nto oa arnaco Bom Je-us o. 4, esenptorio,
que ser generosamente recompensado.
A!ugtiel
Na ra Direita n 45. cobrado, alngam se a
casa trr^ea com quintal ecac moa n. 3 ra d-
Amizade, Capuuga ; o armaznn dac^saarua
Direita n 45, proprio ara deporto oufaon;a
fie cigarros, n.i,)defas, etc. ; a casa terrea com
neqoeno quintal, na travetsa ta Pindcba n. 5.
Recife.
Aeoco
Tando chegado um grande sortimento de ob-
jecto; para toilette, eaixiohas com nudca e
preparas para costura, o que ha de mais moder-
no edgosto; ricas csixiobss com pertences
para deseobo ; brinquedoa de todas as qualida-
des lio proprio para a festa, vende se
a vonlade oos compradores : a ra Mrquez de
O Inda n. 54 armazem importador.
Vende-se
1,'rna carroca de doas rodas enn boi para a
mesma, matriculada ; a tratar em Santo Amare
dc Salinas, estrada de Limoeiro, taverna cume
ro i> B.
Curso c e preparatorios
Pe8?oa pabilitada leccioai slguns preaarsto-
losr a tratar a ra da P; ma ::. 80.

II
Na ra do Hospicio n
51 C, precisa-se de uma
ama de menico e de uma
cosinheira, paga-se be ti se
for perita.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar e maie
servigo de uma casa de pequeua tautlia ; a tra-
tar no largo da Penba n. 6, estanelec.mento.
Amas
Prectsj-se de uma ama para cosiBhar e outra
para aojar com menino?, outra para engemmar
* oulros servidas ; a trati r na estrada nova d-
Caxaug, casa ue Arthur Basto?.
Ama
Graade Kestavraot
Rna Hadre de emn n. 3
(Centro do commersio, parto da Alfan
dega)
Tendo ate acreditado restaura nt pas
sado por uma completa raforaim, aoha-se
hoje naa melhores coudicSea d bem ser-
vir sos seus numerosos freguezes, bous
almocos, loncha e jactares acompanhados
de ezcellentes vinhoa de diversas cuali-
dades ;
Todas as manhSs, bom chocolate a hes-
rpan hola e papa ;
A's quartaa feiras, ostras cheias a por
tugueza;
Cervejhs geladas a qualquer hora.
D se comida por assignaturas mais ba-
rato que em outra qualquer parte.
Alugam se quartos e salas cotn bastan
te3 commodos para familias.
Precisase de uma ama para cosinbar ; na ra
D. Mariu Ceear n. 30.
Ao commercio
O abaixo arsignado, tendo vendido sua taver-
na stta ra Ti cm de Souza n. 2 ao Sr. Jos
Domirlguts. Iivre e desembaracitla de qualquer
onus, pede a quem se julgar cre:nr da me.-ma,
mp aprese'itar as contas ra do Commercio r.
26, no praso de cinco das.
ittcife, 12 de Deiembro de 1891.
________________Jote Antonio Correia
Afiihados do fallecido Ma-
ncel Fernardes da Costa
SSo convidados os atithaos do fallecido Ma-
noel Fernandes da CojIu para se hab.litarero pe-
rante o Dr. juio de direilo da proveioria at o
da 31 do correte, a receberera o legado qne
nes foi deixado oor tquelle finado. Recife, 12
de DezemDro de 1891
Criado
Precisa e de um :risdo para compras, man-
dados e mais servico de casa e jardim, p^ra casa
de peauena familia ; na ra de Fetnandes Viei-
ra n. 29.
Caixeiro
Precisas^ de um caixeiro com pratica de pa-
aria e que d iiadrr de sua cctducla ; na rta
D. Maria Cesar n. CO.
iaixeiro
Precisa-se de um caixeirc com pratica de mo
lbados ; na Eacruzb^da de Belem n. 6.
Acq
;ao entre amigos
A rifa de um cavallo caatanho, de 7 palmos e
esquipador. que devia correr rom a 3* lutecia
deate Estado do correte raez, fija transferida
para quandofor annunciada.
Patacdes brasiieiros
Compram-se pataces brasileirns fl qualquer
moda de prata, paga-te bem ; na relojoaria Da-
vid, ra do Cabug n. 14.
Moedas
Compra-se de qualque;
paiz moedas de ouro oa de
prata, paga-se por mais do
que em outra parte, na ra
do Livramento n. 10, loja
de ca'cado. Compra-se tam
bem ouro e prata velh?.
Fitas tarradas para faxas n. 80 com man
de um palmo de largara a 23o00 ren
o metro.
Qregos, galSes, trancelins e regentei
branco? e de cores, para enfeitar ve
tides e roupa de c canea, camisas, to>
lettes de sen hora.
Collarinhos para homens a 200 res un
Grande e variado sortimento de caixas a?
msicas a 24000, 30000 e 50000 ren
cada urna, proprias para presentes.
EsD-lhos mgicos a 50 reis um. Dosi
400.0 reis.
Espelhos com tres jalmos de altura, con
moldura de donrado fino, oval a 8000.
reis.
dem, idem a 60000 reis.
dem quadrados a 5$5O0 reis.
Ventroslas de palha branca a 11000 re
uma.
Leques ta papel a 500, 600 e 800 re.
Henda obicos de cores., branco, de ai
godSo e liobo do cores e pretos.
Bolsas e balaioa de palha, para compra
viagens e passeios.
Capas de la e c-iscmira para senhoras.
Perfumarias, leos, extratos, coBmeticoi
dos melhores abrigantes.
Qaloes, palmas e pingeutes de vidrilho
Bolsinhas para passeio, de chagrin e pe<
lucia.
Albuns de pellucia, couro e chagrin.
Variado sortimento de brinquedoa.
Pulceiras, voltas, carletas, anneis, c*
deias de plaqu americano.
Caixas de msica para presente a 7S00G
81010, 91000 e 12101.0 reis.
Meias, lencos, collarinhos e puohos par
senhoras e homens.
Oculos, pincenez, navalhas e caivetes.
Capellas, veos e ramos para casamento
Toucas e enzovaes para baptisados.
Corxetes em tita para metros.
GalSes brancos para roupa de criancas.
NA
FLORIDA
103-.oj Duque de Caxias- 105
Fabrica DE
Rna Hard da Victoria n. 65
Loja do Espelho
Madame Gerard avisa aos seus nume-
rossimos freguezes, que recebeu de Parii.
am grande e variado sortimento de pelli-
cas de primeira qualidade de chevreaax,
raede castor etc.
AOS

PASi LIQUIDAR
Charlte verdadeiro, qua-
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com lindissimoa
padroes.
Marroquim brar.co e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder-
nas e mais artefactos para
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto preco por harer
grande depsito na loja de
calcados ru do L vra-
mento n. 10
Costa Campos! C.
V
(

later~i



*
r



r

'f,



*r
1
Diario de Pemambuco Domingo 13 de Dezembro de 1891
B-
PETTORAL eu CEREJA
Do Dr. Ayer.
Ai eDfen'.tJadi'S mat. dolorosa* da gur^at .4
* to- ; tnv. ordlnariientc deaenvor
teedo por p<-nci]lo base"peq*?nar-i,rajosrcsult*'
dos nao sao IItucis de curar se prumpianuote ae
trafao com rvremedto o< nvenientc. Os Resfrl.
ados e a Tusaos dao reciprocamonte o resultado
de Laringitis, Asilunu, Bronchitis, Ader-
cao Pulmonar e a Tsica.
Todas a iUBlHas queteiu enancasdevom toro
Peitcral de Cereja do Dr. Ayer
em cha pura o usar em es de neeeeaHaale,
V peda '. un ai da, podi- em inultos caso-i
lar -c .ia.t cor MBjaenclai. Por tanto nao
aedi-vi perder lempo preelcxo, expcrtau-niaada
io '! sacada dnvldoaa, --itf que
-Iiodera do svstema e so arraiif
profacdamente, entao que se necesita temar
te, 'i remedio mals ceno e activo -ti
saff.-ii--,. acta remedio t ien durida a!vumk
4WW*a,~ ue OUtt o Dr. Avia. -
PRKTAEAIK> PELO
DR. J. C. AYER & CA,
Tjtroell, Mas, Est.-UnidoA.
IWP06ITO ORAL



RA1
i ac Bira
- : CADA
9
A 7' '

.... ,
' atfiila
*!'"
I : .....
.... u ..,i.; bu -
' -fia Cort rlvn ,' :-I .;.
- .
ara
A ?I:ir.-\ ilhnl ..-Tl .' .. -

1 Illarr viiha Ctrn : .-n-.n-c.
..." .;... ..':.
......' U .
.'. MM-n-rilfca ratara
i
awias-eemari
'. RnravllM C-'ir'W: ti de r.iu .'-
e ootros commentoa dcMtaaaa.
a Maravilha C.irntivr -
. -
. ri m
' IsraTflaia rrr',vn -r-roe,.'-Tro;::; te
-.:.': ..... ...aA -
_ A 9fara,*rfllha Cnratlrn f
< '"aval ''r.-.',
..... i ,< itauGe-i, I*-e*-n<,>:-, a.
2spe::adaes do Dr. Eas-ji::;.-;.
Rfccdi.~. Especficos,
;: puente Mnravilhoao,
Remedios Sjhilti<-s*. .
Remedios Vcternnrlaa.
si do Dr. Hnmplirey* Z'.', peTlr-a, ca*re as
- e niodo.lecui*ai-aaeLi j'i*. rvl*-
. u'irioou j
Hl "'IPHREYS' MEDICINE CO.,
209 Faltn !trcet, NEW YORK.
Dep>.ito geral na Compaa*
'. Drogas e Productos chimicoi.
Gorcate Francisco Macoei pprovado pela Ulufirada "anta d2 ;g.
Sysiete Putlicr. ia Corte.
Aactorisado por Decreto Imperial J
,oc.
ce tz ce
COMPOSICAO
de
i
firmino Candido de Figueiredo. f
~ 'I
E aprsgado com n maior efficacia no [fr
ttfraw de qnalqnex aatmaa^ |)^
laa =s molestias da pelle, as |L
. /..'ai ou Jlores trancas, r** fjj.
- ::rni-.eiito.- occn^ior-odospela impurc-a |j-
i> sar.gue, e final.nente BU difiere!. jgj
fCrmas da syphilis.
Dcse Nos primeitos seis dias urna
c Jher das de cha pela manha e outra
i noite, puramente ou diluida eni agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
,-es das de sopa para os adultos e aie*
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes devera ab-
st-r-se apenas do alimento acido e gor-
duro.-n; evem usar dos harihaa frios ou
morno, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO OZKTBAL
|: Francisco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Mrquez de Oiiuda
Pemambuco
# ____ ____ ^ L
Luiz Vernet levan
ta emprestmos de
qualquer quantia sob
eau^o a pedras precias* e
tambem compra e-im-
tellas do Monte de
Soccorro, cauqes do
Banco Popular, jo i as
e brilhantes,,
Pode ser procurado
na sua relojoaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manha. as 8 da noute
LIOWDACAO
POR TEMPO DETERMINADO
L,,OT
S. 13 Sil______________
Liquidaai< a os soguintes argtigos por pregoa queadmira na epoc'aa actual.
Casacos brancas bordados para son horas a 2*501) e 36 uin.
Vestuarios dt Jorsey o Malh* p:>ra meninos e meninas ce 6(5, 7(J c 85 um.
Percales brancas para vestido a 240 rs. o covado.
Wltocs Q3 rcmagera, lindos Gesenhis a 2-iO re. o cevado.
Ohitas escuras bom panno a 20 o covado.
Cretones de cores boa escolha 320. 36:) e 400 o covado.
Ditos modernos, ultima moda a 320 o covado.
Etamine de cores tinas de 400 e 500 o covado.
La de cortS, gosto de caxemira fl HO.' o corado.
Brhn pardo para vestio a 360 o covado.
Dito a iraitacSo e tustao para roupi de c.riancas a 500 o covadt.
Setinetas lizas francezas do CotUa as cores a 5^0 o aovado.
Fust3o branco tco, a 500 o covado.
Linn de oore6 ltimos desenhos a 640 o covado.
Mirin da cor, liso, 13 pura;; a 3^0 o covado.
Cretone liso de todas escores.
Gaserriras pretas diagonal fiua a 2.40C o covado.
Cheviots azul fino par* costurce ; S^OCO o covad".
Brins de cores para roupa de 360 e 500 ts cov^d.
Sargehm de to-.as ;.s Cores.
Bordados e er.tremeios baratiasires.
FlanelU decoras p^r.i vestido a 440 o aovado.
Alero d mirtos oarros f.rcigos e-ji i'azcadas que liquidamos por todo e qualqu
prego.
I

PEQUERAS PUMAS de RIUTER
Fijado cntinK**1**' cura-ne positivamente com e^(ae
pi) uls. EllaaaSo nm remedio purgativo ltrre de peri-
go pflra o hoBieo, tT-*a fraco, tAo bem' como ha^TaiUa
activo para o homcm maif forte, e nao conetipao de-
poie: pelaaccaogeralairradaa todonque as u^am. S3o
M pwkae eaiandartea da profioo medica dos Ealadoe
Urildoa. Sao as menores maia faci a tomar,
guarenta em cada frasco. v ^^
PARA
FLGADO
Sabo Curativo de Reutep.
Tiimoree, cravos, pelle vermelha, apra e oleosa Impidido ea
curado por o luain-grande de todos os aformoseadores da iielle, o
sabio Curativo de Reoter. Prodnia a pelle formoea, branca e
clara e mao brandas ; absolutamente puro, delicadamente medi-
cinado eiHemameate Incomparavel orno Moas para a pella
l'brmcomo d toucador, dotanhoe do quario das cnanau.
CAUTELA Nao 6 genclno sem cada envoltorio MtS%
mu rccis;rada da Barclaj & Cofc Mew York. ,
MOHCINAL
Y PARA 0
TOUEHE
TRICOFERO de BARfflT
o
TJma preparacSo elesaatc eilrrniamei*c perfuraada,
Biove todas as impurezas do caaneo, preservativo cou-
remov*
Ira calvicie e i
imr.---------------- ....
bello ciazcnlo; faz o cabello crescer es-
S.?o. brandoehermoso. InfaJivelpaTacurarernpeaea,
(eneas da |*elle, ga; *ulas e msculos, e cura rapid-
mantacorta;!uris. queimadaras, ferida. torreilnras. 4^ I
CAUTELA N-"> gennino sera cada frasca l
ter a marca re-jh-traua de Barclay & Co.t New York.
PARA O
CABELLO
A PELLE
ESTABEHCIQC EMiaOJ
XRO PE d R E UTER H? 2
Como Remedio da EstacSo Calmosa, Puriflcaiior do sangne, dlare-
tlao. e aperiente, nemnum outro appellidado depuratho ou sarsa-
psrilha se approxlma seqner so Yarope de Reuter No. 2. Combina
qaairo mandes pronrfedades em um so remedio, operando a um a?m-
po sobre os orjraos aic^vvos. o sangue, <>s i ms e as Iniestinos.
Abmlutameute netitrallsa e expulsa |>eks caaacs ltentluaes. rtDS
a poros da j/:!le. os germens nocivos, que fluctuara no sangue, na
nrlua e na transisraaao.
OMH.HOR
PURIFICADO!'
r*ARA.O
SANGUE.
DEPOSITAKI08 DESTE8 pkuDctos.A companhia o'e Drogas e Po-
ductoe chimicos.
Ba Mrquez de Olinda n. 23.

'


NOVO ESTAB aECIMEMTO
Reoebeu um lindo sortmento de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para senhoras.
de renda e de palba para senhoras e meninas.
de palba e de teda para criany-E.

para homens e rapazes, dos fabricantes FRANCEZES, IN LEZE S E ALLEMAE8
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
. FORMAS
de palba para chapeos de aecharas e meninas.
DexsTGOSDa ajo as
oretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores,
Plumas, Aigrette* eGrampos
para chapeos e entres artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone o. 560
^^^^^^MUMMM/MM^^^
SlNTRAPrEL
m
W^^lk

wMWM/lmm......
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor encllente, m^is efficaz para as
pessoas debilitadas do que os erx-uginoscs e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia^ do estomago, Glilorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho 6 recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s crianQas.
MaWBNei 9 di Drojrias I Froiucto Culmlcos; FABiA S03EIH30 i Ce tus tmicips P3:rn:tcia.
y.--
C3-I^^.C3-E_A_S IDE
FERRO TROUEH
Albuminato de Ferro e Manganez
CURA RPIDA e CERTA de
Venda cor ibeaM en Pars: E. TROUETTE, 15, ru ue5 lnwjMes-MnMall.
Deposos em FERXAMBWO : Comjianhla do Drogas e p; utluctos Chmileos
i na* pr <]ri;,ai't PharaiscisB r Di Lieeicadoi pela inspectora de Eygicao do Izrperia ti Sraiil.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Bebilidade
_____Cura das Febres
Prlx
Hontjoii
i
O. IlenriA
ViNHOS
TITULADOS
DE
0SSI&N HEBY
iteto da codala di lidelas di gari, Ziati nttiiizV.zo m gscola di gaarnacia.
A feliz reuniao. n'estc preparado, aos dous tnicos por excellencla. a OTTIWA
*5***S coasl!!uc um precioso medicamento contra a Chtoroee, Cores
[ pautaos. Anemia, floren branca, Conmtitult-Oem /reos, etc.
PARS, BMN & FOURNIER, 43. ra d'Amaterdam.
OaposlUrlos em Prrnamhmro l FRAH" M. da SILVA le O.
n.
Xaroipe akt
do Doutor SAINT-DENYS
Preparado por H. MAYAUD, Pharmaceutico
Mu Krller, SO e SS. Part
Socio da Academia ZUcicnal Inilii.tr,al, msrr.bro da Junta de Hjgiene
e Salubridade de Paril

MIDICAMENTO NOVO, ACTIVO, AGRADAVEL E QOE NONCA PR0DZ DORES DE ESTOMAGO
0 Xarope Anti-Nervoso do D' Saint-Denys hoja, p-arjaa s numerosas caras alean-
cadas nos Hospitae de Pari e da Franca, o rnais enipro^-ado, mais efficz, no tratamento da*
aflecc;Bes que, tendo o seo ponto de partida, no eritema nervoso, ezercem urna influencia terrT9l
sobre o organismo inteiro.
EPILEPSIA,
HYSTERIA,
INSOMNIAS,
TSSE,
CONVULS0ES.
NEVRALGIAS,
TREVOHES SETNIS.
RHEUXATISHAS.
ASTHMA.
ENXAQUECAS,
TSICA,
PEBRE.
FRAN" H. da SILVA 4 C- t Ul y^lpiei N321U t VKZ-'.v.
Kola-Bh-Natton
RICA M eAPBXA, THBOBR0MIVA, TANNINO, B ItATBftIA BXCAaMADA DA KCtx
T0WC0S EiSESCULmEHTE HEGEMERADOREi
Elixir A. Vinho liola-Bli.lVatton
Extractos (luidoi, Pasthas, Plalas, Essencia de Kola torrada
Vntem* productos experimentados com o melor xito nos bospltaes de Pars, desde 188* pelos j
Doutores Dujrdin-Bsaumetz, Hucharb, Dl'rian. Hai.i.f.z, Monnf.t, etc na Anemia, Onloroala,
Oearaleacenclaa lengraiai iltlciti. Febres (:jpqojs, lateralUntti, palidtu). Slarroaa pertlnaxes,
yaenteria, Diabetes, Albnmlnnrla, Pnoaptaatnrla. Exceaso de trabalho iijsin ia latilleetaal. ;
VSIAIIMACIA do PANQU de FRAMCE. 25, rae CoTBlllie:. Par: EmPerf.ambur: FRAW-M da SILVA fcQ.. |
GRAGEAS
K^T7"
de Copah/a, Cubtba
Ratanhia e Ferro, Bismutho |
tlcatro, Terebenthina,
INJECQO
Higinica e Preservacin
sem causar
accidente algum.
As QRAQEAS FORTN, forao as primeiras que obtiverara a approvaco da Aoademia
de medicina (1830) e que adontaram-se nos Ilospitaes. Curam as moleatias secretas,
mais rebeldes sem. fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQO FORTN sempre recommendada como o complemento da medieaco.
Derositarioa em Pemambuco : FRAH" 2.. da SILVA Se C*.
Ctilorose, -Anemia Catiarro r, BroncMtc clironlca.
"tharro ta tiexig, Pltlslca, Tosse conousa, Dyspeosia, Ft
?rp.as semjaaes, Gatharras anff^s o ccmplica'us. e&-
mofitto pa/t fi ;SAP8ULAS be SaHALO HITilir
da S-^T4StaC0^SSaVei'
I Prevaraogo -l73aaa 6 ss.'j 5:iaLS onr.-a ata
\ l- M0 es '.mesas Capsules ^nicnraatynsKis r'is.r.meirfCSinj HM Mtttccmi
nfr^ caJt(com tnstrr />"'* omap ttM pflM i MaMMaM) W* "* *-'-* d*:ro d-t tun pr.n&xa.
k sjtVAXs. *. 4e r-, ei. UVCBPOOL. MYAMI* ,\':SSKB WTMBB, mm LOTOaa.
\ ; '-1_^ _>_]___~.;"** ,*?_.".1 *!!''**** >"'A"'<*'"l^*', -
J5*lri
TRnAHROSGRAGST.rSUDEofDTRANCK
ft UClMEIJnOS PELACatEeiORIA
ApertentW.
..ERAL
Skwk% i
*a7#
DE HTOntSIE DB RIO DI JANEIRO
Aperientes. BatotnmchJSBI, Purgativos, Depurativos
9 Contra a Falta de mppetlte, a Obatrucgo, a Mnxaqneca, as Verti^ena
# as ConrestOea, etc Dose ordinaria: 4, a 3 graos.
* qesconllar das falslflcaeJts. &lglr o rotulo Junto lmpresso em francez
ec^leUraaaedc\a1nefentfeO0^0 M UM0 dOS FaUMCantBS
Em PAJUZ, Pbairmacla L.EROY, e em todas ms Plmproaclaa.
V$.
rONQlCAO BBBAL
LLANPATERSON & G
m 44RA BARAO DO TRIMPHO-44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravac,ao
Arados.
*&de fp?ss
AltEK'.A-CHLOROSE
. :* ) Jo nniodo,
: na ErnaoBia sem occasuir
. .. j sua cor. r
.. vigor a^eatario.
/ ila;c e t'alsificaces.
(H*H>| ..iric,40A-i2,RueSt-Lazare
iiiini i> imawifni
ATKINSON'S
O mtls admirado dos perlime. Os outro
J canr;m m qnanto que a "Bofla branca"* i
I de Atuiisom catuerra-M Bempre fresca I
a- fija ve.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Com fama desde dona aeculos, Wm dado
lagar a urna profnato de trnita$fei iein
valor. Empregar so a de ATKiiraox que '
a mais fina.
Teadem-ee em toda a parte.
y- L M. ATKZjTSOsT,
24, Od Bond 8treet. Londre.
^ AVISO CegitiaiM soneoto coa. o rolatio-
* eMBdo irul e inarelio a urea da "
fabrica na Ros branc*" com
o completo eodare^o.
^ ESCOLHIDOS stf!
o CO LU ce u. CO O Q < u. Ltl Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACLHAO DE LANMAN E KEMP REC02.I^XDAD<5 por dlstincto? Doutores q>:e Ihe dio a preferencia, o re-ccitam cada tlia para todas as doencas Pulmonares Escrfulas, etc., c o '. nsideram o mais puro e rico em FOOEK 3ICDICINAI. QUE SE APRESEKTA 0 PUBLICO o 1 > CO 33! O O CO
\p\ E MAIORES *
Liquidaco 4$ atj.
Libras sterlinas
de Aogaeto Rege
Veode-se na loja de jolas
i C, roa do Cabog n. 9.
Movis austracos
Acaba de chegar nm Fortjrceoto competo de
movis aost-iacos de todas as ceras e precos
qu" se Teodem a vontade dos compradores por
prej s moito redmidos para l;q--idago no pre-
sente mez : A ra Marqnez de Olinda n. 54,
casa impoitadr^ra de Antonio Duarte Carneir
Viaoia.
A FLOR DO BOSQUEa ra do Lj-
Tramento n. 10, chama & attengSo de seat
freg'i.ezcs para os artigos obaixo descrip-
tos, ejoa sSo uvendidos por pre9os resumt-
dissimos para fechamect ce contas.
Grande sortmento de botinas ingleaa
da diversas qualidadea a 95000, 10)5000 i
1160C0 o par.
Botinas para homens, das melhores fa-
bricas do Rio, por j-rejcB sem consp
enca.
Botinas de cordavSo, cocj salteiras obr
forte e elegante, fabricadas cspecialmect*
para as Exmas. Sras. normalistas.
SapatoB bfancos da setiai e duraqns
oroprios para as Exmas. SraB. noivas.
Esplendido soriimnto de botas par
montara, tanto de couro da Ru3sia prete
ramo branco.
Chancos e tamancoa portuguezeB par
nverno.
Botccos e cothurcoB proprios pftra cae*
Botinas nacionaes mpermeaveis, obr
solida e propria para o ieverno.
Lindo sortimeetc de sandalias de todas
as qualidadcs, tanto esirangeiras jcc
nacionaes.
Para creancas de ambos os sexos h
sempre cesta caca o mais completo e vtr
riado sortimento de botines, cothnmoi
focos e Espatos.
A FLOR OO B^QUE
10 RA DO LIVRAMENTO IC
Costa Campos & C.
MARAVILHAlRATVA
do cnrjiAz
Dr. Kumphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravlfia do Seculo.
APPEOVilDA LICENCIADA
pe!a Inspectora Crral do lycpne d
Imperio do Bra7.il.
A Mr.r-avilha Curativa renp-oprorncto
xi: ac Pisaduras, Machuca/Juras, Conius._.es,Tor-
;Kiurar(, CVirtJL :i -, Alliviaadr-*
estanca o feongae. faz para:- a ii;:aniniayio. redur
ncliaio. tlrao descorameax>, v fazearar a ferld*.
c A Maravilha Cnrafiva f allvkiprnmptoe
cura rpida para ^ueiniadurab. Escaldaduras, o
ViK-imaoura do bol, e bupeiior a<4aai<;uvroutre
remedio.
A Alaravillia Cara?vn IrirpataTel par
dns Puimoes. do Eatoaaco. cu a l'-jirarrhokiafiou.
Aimorrelmascura^nii'.'ce Di i ca iuin.
A >Iaravii|iarartTB jmaiitvioprompto
Sara l>ur de Denles, de OaTMio-, da Face, mcaa^ic
a Face e Ne\Talgla.
A Maravilha Crniivn '-(ronir-tn pronptc
e jirt-ciuso para Dre- rli^tucaca.-i, Altiju, lA Kgidez as Jiuitiis ou l'e.-nas.
A Maitvha Carativa ( o rrande reoedle
pata E**quln<-ncia. Anrrfiia, Amypialas tnehudasou
inflammadassempre seguro, seicpro JDcaz.
A Maravllba CVTSttra '- mnto ralo?
runio iiijei-co para o i at.irro, a Lpuif-rrlwa ou m
Flores Brancas, e outros coTlinfcAilfjp debilitantes.
A Maravilha Carativa 6 Impaga^ei paw
/urarUleeras.Chnp^saiiirT.1'". ^wrenjaa,Fanaii-
cloa. Caitos, Fre ir 'i inores.
A Maravilha Corativp. mncdlo prompte
.jara Darriep simples, e <.te D-arreoacaranlca.
A Maravilha Curativa "xtrllente as
EgTre)iariase Cavnllartcaa. por: Tort-^diiras. IX.res,
Picadurazl* Estol Bl DOKS, -acerayoes, *c

ESPECIALIDADES
T. JONES
UBRICANTE DE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENOB
O perfume mals dellotosono ii.uado.
E urna gr.irMe coUccJo de extractos para 0 lenco
da mesma (Si
Ua JUVENIL!
P0 sem mistura colmica alguma, para o roete
adherente e InTlslvel.
CREAM IATIF
Conserra-se em todos os climas; nm ensilo
demonstrar sua suporleridade sobre os outros
Cold-Creams.
AOUA DE TOUCADOR JONES
Tnica e refrescante. Exceliente contra ae
picaduras de insectos.
ELIXIR E PASTA. SAMOHTI
Dentlflcio antisptico e tnico. Branqoea os
dentes e fortifica as genglyas.
93, Boulevard dea Capo4s, 33
PttttfM
Papanta wa Hrnimbwm; la mniv at
Especialidades de Dr. Hurraireys.
Remedios Especifico?.
.'iiu'eIo MnraTiom,
Rrm.dios ST-rjilil^OH,
Remedio'*: Vrterinarioa.
O Manual do Dr. Humpbrcys l-*-! r-Gdnap aobfa a?
Enf erruMades e modo t"? car-il aa;- U*yratis, i*j
se ao sea boticario ou
Ht:HaUHEYS' MEDICINE CO..
109 Fttlton Btreat, KEW VURK,
NICOS AGENTES
Para vendas era groas* em Pe
nsaabneo
Faria Sobrinho k C.
DROGARA
A' Ba Marques d Glinda ft. 1
Constituijo
DO
Estado i$ Ftnm-
buco
Vende-se a 400 re*
cada exemplar, no
escriptorio do Dia-
rio.
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
ae escriptorio des te Diario.
Fructas
Laranjas doces e axedas, genipabo, abac
caja e limio, compra se em qualquer percho,
na fabrica de vinhos de cajo roa da Anrora
a. ill, das 6 horas da manha s 5 da tarae.
Casa
Aloga-se urna cii terrea com sitio ea Jaboa-
tao com biDho do rio, reedifleada e pintada de
novo, com commodo para grande familia, pan
ptnrar a festa on por acno; a tratar ha- rea do
CoBmercio n. 14, escriptorio.

V




Diario de Pernambuco Domingo i 3 de Dezembro de 1891
AOS FUMANTES
Deseja;s ni ter azia quando fiimaes?
Tjsae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados M1NHA ESPERANZA, quer picados, quc-r desfiados. Csae tambern o aromtico
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois dis o dir-nos-hei se foi ou nao til o conselho.
Gumpre notar que os Bygienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERAXCA situada na ra Laiga do Rosario n. 21 .
Um apreciador. _______
100:0001000
CEM CONTOS DE RES
Exlraecao em 9 de Janeiro de 1892
PLANO MAIS IMPORTANTE
ATTRAHEN
E' o plano daPrimeira Lotera Extraordinaria do Recite e
tanto assim queja vai serrindo de modelo.
Passamos a admiral-o:
PIANO
*
1 Premio de. 500:0000
1 dito de.....100.000^
1 dito de, .
_ ditos de 20:0000
i 2 ditos de. 15;OOO0
|2 ditos de 10:0000
5 ditos de. 5:0000
10 Premios de.
20 ditos de. .
30 ditos de. .
50 ditos de. .
50 ditos de. .
100 ditos de .
2:ooo0
1 :ooo0
5oo0
2oo0
1000
5o0
50:0000
40:0000
3O;OOO0
20:0000
25:0000
2 Approxima^oes de 10:000$ para o 1. premio.
2 ditas de 4:000$ para o 2. dito.
2 ditas de 2:000$ para o 3. dito.
7 Premios de J;000$ para a dezena do 1 dito.
7 ditos de 800$ para a dezena do 2o dito.
7 ditos de 500$ para a dezena do 3 dito.
1249 ditos de 30$ para todos os nmeros
cujos dons ltimos alg'arismos forem ignaes aos dous
ltimos do 1 premio.
1249 premios de 20$000 para todcs os nmeros cujos dous
ltimos algarismos forem iguaes aos dous ltimos do
2o premio.
1249 premios de 20$000 para todos os nmeros cujos dous
ltimos alg'arismos forem ignaes aos dous ltimos do
3o premio.
2o:ooo0
2o:ooo0
15:000,4-
lo:ooo0
5:ooo0
5:ooo0
20;000$
8:000*
4:000$
?:000$
5;600|
3:5001
Em 125,000 bilhetesd 16,867 premios!
Ebtas loteras e as da Baha nicas que sao extrahidas nos
dias marcados, e que se transferirein
pagara o dobro por cada bilhete vendido.
Alm disto tem depositado no Thesouro do Estado importante
sommaque constitue sua fian f a.
1,000:00$000
MIL CONTOS DE RES!
UlUU DO ESTIBO DI IAIIA
Extrajo *m 19 4* Bmufero 4o crrate anuo
Esta loteraj bastante conhecida e nao faz muito tempo
que deu para esta capital um premio de 100:000$000, alm de ami-
tos outros de J0:000$00e 5:000$000.
Suas extraccoes sao effectuadas em edificio publico e presi
di das pelo fiscal do Goyerno.
Todos os pedidos de bilhetes destas importantes e concei-ill250 premios de 20$000 para todos os nmeros cujo ulti-
tuadas loteras devem ser dirigidos a Thesouraria das .Loteras do mo algarismo for igual ao do ultimo do prmeiro pre-
Estado de Pernambuco, a Ra Larga do Rosario n. 9, 1/ an- mi.
dar. Se forem gimes as terminacoes dos trez primeiros premio
Bernardino Lopes Alkeiro. ou somente de dous passar a ultima terminacho do segundo para o
numero immediatamente superior, e a ultima do terceiro para o nu-
mero immediatamente inferior.
Os nnmeros premiados em virtudedas duas terminacoes do
prmeiro premio nao tero terminacao simples.
Sem prembulos :
Corre a 24 de Dezembro, VESPERA DO NATAL
e tranferindo paga-se o
DOBRO

OS ENCARRKGADOS,
Arthur^L Desiderio.
37:470#
24:9801
24:98011
Antiga fabrica Caju-
rubeba
Vende-se ama machina americana de aplainar
e out.-as de torturar, espremer fructas, et<:., ama
excellente caldeto de cobre estanhado para co-
ger no Tacuo, grandes depsitos de foiba par
alcool oa qoalqner mister, ama boa armacao in-
glesa, grande qnantidade de rolbas inglezaa
.iquidos e coitos outros obiectos, todo moit:
em conta; na roa Loiz do Reg n. A, Santo
Amaro, das 8 as 10 boras da manb e das 4 da
tarde em diante.
Sitio
Azeite puro de Oliveira
0 que ha de melbor neste genero, recebide
directamente, vende-se em garrafas, no arma
tem de molbados de Francisco Jos Loses Braga
(aotiga casa Mo reir t Irmao) ra Pedro Alfonso
mmero 45.
Telephone- 414
Vende se om sitio no largo do Mmtelro n. t
(oito da igreja) cem excellente caea de orr
andar, pavimento terreo assoalbado, bastante
arborisado, todo murado, cojo predio foi con e
trado a cerca de oito annos : os pretendeDU-f
podem tratar roa do Bom Jesos n. Ht loja d#
calcados.
C avallo
Vende se um ravallo roeso, andador de baixo
s esqoipar : na ra do Aiecrim n. 82.
Fabrica de gelo
igoas e limonadas gasesas dt
tedas as qoalidades
Soda water, ginger, ale, luno, iaranja, car
cao. abacaxic, granadina, grosellas, franboi*
bauailba, bortel-pimenta. etc., etc.
12-ACAES DO CAPIBAR1BE-1J-A
Gaf do Estado
Compra qu al quer por^ao
A
Companhia Industrial e Cora-
mercio de Estiva

FOLHETIM
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
(Continuar a u do n. S)
PELAS GRANDES ESTRADAS
O qoe seria, d'ella? Mo teria animo de
ficaralli... Entretanto tentoo reflactir,
vencer ana repugnancia... De que po-
da ella accu*ar Juliao, at aquella data 1
Ella teria difficaldade em dizer...
Muitas vezes ella via-se obrigada a pre
parar a refeiclo.
A molher de Placido ajadava quando
neo 8ofria muito.
N'essa tarde Bertina fea urna sopa e
servio Juliao que tomou-a gulosamente. A
pobre menina nem aequer tocou-a. Esta-
va com o coraySo triste e tambem oom um
pouco de febre.
Ella dase a Juliao :
J que tea pai e tua mSi foram para
o hospital podemos estar vontade ; voc
dormir no quarto dalles e ea fico no pe-
queo gabinete..
Elle nao responden. A noite ella
chou-se no gabinete.
Durmi, afina!, socegada.
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoces pre-
orivel ao cognac ou agurdente de cansa
para fortificar o corpo.
Vende se a retalho nos melhores arma-
ens de molhados.'
Pede Royal Blead maro* Vi id*
ujo nome e emblema sao registrados para
todo Brasil.
; BROWNS &C, agentes
Papel-forro
Grande remessa, inBoitamente vanada, em
;ores e desechos. Os precos T basta dar a se-
guate idea : de 340 a t000 a peca : na casa
especialista deale genero, roa da Madre de
Dos n. 30 (Recife).
__________________J. T. Carreiro.
alisia
Mais barato do qoe em ootra qoalqoer parte;
vendem
VIEIRA ft SILVA
yiua de S. Francisco n. 16
Pelo manlia levantou-se para preparar
o cat com leite a que estava habituado o
menino, e toa elle fasiam todas as von-
tades. Bertina s comia pao e aso quan-
do lhe davam.
Sano do gabinete.
Juliao j estava sentado na soleira da
porta, na sua posiySo favorita, aquecendo
se ao sol.
Bertina teve om presentimento e foi
examinar a cama e achou-a intacta.
. Drigio-ie a Juliao :
" Nao te deitaste ?
NSo.
Porque ?
NSo ti ve somno.
Alguns minutos depois sahij para ir a
offiema :
Tinha deixado almoyo para o monstren-
go e levou para ella, como costomava em
urna cestinha, um pouco de pao e touci-
nho.
A fabrica de tecidoB era mnito longe,
fra de SaintRny e Bertina s voltava
para casa muito tarde.
Ao meio da, ao toque da sin:ta.
fe-
cinas todas pararam Havia urna hora
de descanco. Os operarios foram para
Saint-Rmy. Alguns delles sentaram-se
pelos arredores, pelo caminho de Mauben-
ge, ladeado de arvores rejentement* plan
tadas e depositaram o a!mo90 sobre os j>-
elhos. Outros recebiam das mulhares
que vinham da aldeia a sopa aind* fuma-
gando e el les esperavam pacientemente
que elles aeabassem para tornar a levar as
colheres, pratos, etc.
No interior da fabrica; entre as oficinas
onde estavam installadas os teares e as
salas de limpeza dos estofos, tinham pre-
parado um refeitorio para as crianzas co-
locaias na usin3 pela Assistencia Publica.
Na fabrica de Laverjol havia um grupo
de vinte rapases da mesma idade. Esses
estabelecimentos nSo podem aceitar crian-
cas de menos de doze annos, porm as
agencias que tm numuro demasiado de
recolhidos fecham os olhos e sitisfaiem
assim a necessidade de collocayao dos que
lhes sobram.
Disso resalta ama vigilancia pouco cui-
dadosa e tambem abusos como o de obri-
garem as pobres creaturaa, das quaea mui-
tas nao tm des annes, a um trabalho dia-
rio de dose horas !
Bertina ia collocar-se todas as manhSa
em um canto do pateo em que tinha nota-
do que o ngulo de duas paredes fasia um
pouco de sombra, ae meio dis.
Sentava-se no chao, com a cestinha ao
lado, e almocava.
Quando acabava de almocar, descanca-
va all mesmo, exhausta pelo meio dis de
trabalho, e recuperando forcas para o res
to do da...
Laverjol possuia estabelecimentis s>
melbantes nos arredores, eo Dmontier
Beaufort, Ferrifere-la-Grande e Ferri la-
as offi- Pdtite, porm muito mais importantes e
que elle proprio dirigia. S apparecia
em Saint-Rmy de longe em looge, dei-
xando os cuidados da direccao um con-
tramestre chamado Mabillot, que era d
urna competencia rara, mas que todos os
operarios detestavam por causa da sua im-
placavel severidade e que os reolhidos da
Assistencia temiam pela sua brntalidade
sem limite.
Era chefe absoluta na fabrica, fasia e
Desde que chegara em Sainte-Rmy era!de asaistidos, composto de amas des me
a primsira aoite tranquilla qoe passava> ninas de oito a desesete annos de idade e
' E a fabrica gosava de tao bom concei-
to da direccao da agencia que muitas ve-
zes nao proceda s visitas de trimestres.
Naquelle dia Bertina acabava de sentar-
se sombra, no seu canto predilecto, e
comia, muito caneada, quando avistou no
tundo do pateo um menino que nao con-
hecia e que, tendo sabido do refeitorio,
passeiava com as maos no bolsos e espi-
ando pelos vidros quebrados o interior das
oficinas.
Era nm pequeo abandonado que havia
chegado na vespera.
Como rodeava o edificio pelo interior
havia necesaariamente de passar perto de
Bertina.
Podia ter qustorre ou qaiose annos.
Estava vestido de urna blusa a sal de ope-
raras, com bastante asseio, e de ama cai-
fa, da mesma fasenda, muito larga e mui-
to comprida. Na cabeca nsava um cha-
peo de palha "grosseira, de fundo cnico e
terminando em ponta.
Quando ebegou diante de Bertina parou.
Vo2 nao parece ter fome, diese elle
tratando-a logo familiarmente, como eos-
turne das enancas.
NSo, est iu muito cangada. Nao pos-
so comer, quera antes dormir...
O menino maneioa a cabes*. Dormir
durante o dia, depois de um trabilbo de-
masiado, tambem era, talvez, o seu sonho
donrado.
E teve pena de Bertina.
O recem-chegado tinha as feicojs inte-
ressantej, espertas, inteligentes, anima-
desfazia tudo, sem embaraco de especie das por dois olhos negros, vivos, qae es-
algama. A sorte daqu lies entes, tao di-'. tariam sempre promptos a sorrir, se a mi-
ffi;2is de mantsr na hnbi recta do traba-i seria nSo pazesse embargos a todos os
liii> e da probidade, dependa s delle, sem seus impulsos ; aquella physionomia tSo
que nenhuma fiscalizacSo da administra-1 animada c;bria-sa de ama mascara doloro-
cSo pudesse por em duvida as suas pala-;sa que impressiouava. S os olhos con-
vras ou revogar os seus acto. servavm um pouco a exprsalo do que
At ectSo nSo tinha havido queixa con- seria sua nataresa infantil, se elle tivesse
tra elle. s'do educado no meio des calorosas e con
fortaveis affaicSes da familia ; mas alm
dos olhos, tuio o mais exprima o abando-
ne, a sol ida j, a tristesa.
E apssar disso as suas feices tinham
urna grande expressSo de- doyara.
Sem davida elle tambem achava Berti-
na interessante, pois continuava a enea-
ral-a e sorria-lhe.
Bertina ia completar doze annos, estava
muito desenvolvida, alta e j era ama
moya.
Rosto de virgem, travesso, meigo e es-
pirituoso a om tempo. Candara e malicia
nos olhos maito grandes, pardos, de som-
branoelhas e cilios embastecidos. A fron-
te era de ama paresa admiravel e sobre
ella cahiam sempre, a despeito de seus
esforcoi, cabellos finissimos, negros como
as sobrancalhas e que o pente nSo apa-
nhava. Isso era o sea desespero, 14 no
sea intimo, e na saa faceirice nascente
julgava-se feia. Feia oom a vivacidade
expressiva de sut physionomia, o brilho
de seus olhos, o desenho ascentuodo e
orig.nal de seus labios, finos e polpudos e
o contorno distincto de sea rosto quasi
nada alongado. Feia com aquella tez
bransa e que ate, onde, apesar de todas as
miserias, de todas as privacois, todas as
fidigas, advinhava-se o ardor generoso e
exhuberaate da vida, em vespera do pleno
desabrochar.
Porm o qae impressionava Imais no
sea todo era um mixto de docara e de
malicia, de espirituosa iroaia, que pareca
irromper em um riso alegre, amenisado
ou retido logo pela bondade de ama alma
indulgente, meiga, incapas de ama of-
fensa.
Tudo isso estava anda em germen,
porque o sua vida de soflVimeato, como
oh infernos rigorosos, impedia o desabro-
char. Mas venha um pouco de solal-
guma affjicSoque a flor brotar esplen-
dida e incomparavel.
O menino perguntoo :
IIi muito tempo qae trabalhai na fa-
brica ?
Ha seis meses, pelo menos. Estivo
antes em casa de um tecelSo, depois de
ter estado em ama fazenda onde fui maito
infeliz, porque havia amas cranyas qae
me batam...
NSo te is parantes? Nem pai, naa
mSe?
NSo NSo sei o qae isso.
Ea tambem nao. Foi a agencia qae
te collocoa ?
Sim S\5 conheyo ella.
Como ea.
O menino sentoa-se ao lado de Bit-tina.
Voc nSo se incommsda, disse elle,
qae me sent a sea lado ?
Oh nao. Voc parece ser bom.
E t tambem me adradas muito!...
Sabes qae s muito bonitinhs !... Mas
estas tSo magra !...
NSo culpa minia... trabalho do
mais... E depois eu tenho medo... O
filho de mea amo um dia mata-me, tenho
certeza..]Pur isso, mesmo' noite nao
durmo, e pela manhS quando me levanto,
por nao ter descanyado durante a noite,
sinto as pernas moles, como ie estivessem
.ochadas... e durante as primeiras horas
ando com muita diffisuldade.
Entretanto ba crianyas que tm pai
e mai e qae sao alegres e felizes, cora-
d's e com sande. Nos vemol-as correr...
brigarem... e comer. Tm roupas muito
asseiadas, principalmente ao domingo.
Sim, ellas existem... mesmo em Sain-
Rmy.
Porque nSo somos nos iguaes a
ellas ?
(C
i
I
r.
225:00Q

'r
l
V
/
Tvp. do Ihum Ras Doq de Caziu a. *






Full Text
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