Diario de Pernambuco

lyrica de STTHs^' Uma apopluxia o fulminou,
agonisando aixma tneia hora.
Toda Lisboa licou impri-ssioaada com a morle
de breludo, ameuidade vidamente apreciadas. Por sua iniciativa cania
rara eiu Lisboa militas das priineiras notabilida-
des Ivricas, laes como a Patli, a Erna Xeva.de, a
Van Zandt, a Serabrich e umitas outros suniiui-
dadesniusicaesj^ sua qualidade de raprea-
no nnoca apac as suas uiaueiras li lalgas c
metas vezes ^oArfu perdas pecuniarias, iuipor-
tanles para condescender com pedidos inspira
los pela beualirtticia. Eramiuitoactivo, e como
lavrador foinumpos Valdez um dos mais escla-
recidos da sin provincia. Eslava' appareuMft
por consangnnidaile cora/diversas casas titula
res. como a dos condes de Bomlm, Pcnalva
ti" Al va B outras.
Eu cousequencia da morte de Campos Val-
de/., o gnannJainoinear uma coutntes'ao para
dirigir o tnnnn| BCarlos, composta dos Sis.
Augusto Mach-adfJnMalrcsor.
Coincidencia notaverr'iineus dias antes de
(lampos Valdez chegar a Pariz. liuba fallecido
no Grande Hotel daqulla cidade, (onde o nosso
compatrieta morrea) o Sr. Mapleson, emprezano
do ler MajeMy Tliealer de Londres, em qae-etv
lava escripia a distiueta cantora Regina ("--icini.
que tambera nossa patricia. Ao fnueral de
Campos Valdez assistio em 'Pars todt a colonia
pertagneta, que neste momento alli muito imi-
inerosu e importante.
Alguns.canteres que estiverom aqui era S.
Carlos ttimaram parte lio servico fnebre.
tul titeo do fallecido que fra uofvado p"la
Associaco Industrial para uhi exercer um em-
prett jato a seceo |i-tagaeza da Bxposico
i ni versal, ebugou justamente a Pars qtiando
seu pai acabava de expirar.
FaUeceuein Lisboa, ha poueos dias o coro-
uei do corno oe estade-maior e pardo reino Jay
me I^archer, director das eenstrneces civis no
ministerio da marrana e fiscal do governo junto
Companhia das Aguas. Era um engenheiro
ii!Oito liabil e um'carcter respeitabiHsmo.
S. M. El-Rei, em deaonstraco de sentimento
pela marta de S. A. R. a princeza Carlota Euge-
nia, irina do rei da Succia, resolveu tomar lulo
pelosjiaco de quatro dias.
XVio est areliivado, coa^j se disse, o pro-
cesso do roubo no couvente dos Grillos, que-
pende no l.u districto criminal. Vito se pedir
algumas inforiuacoes ao Real Archivo da Toril-
lo Tombo, dupois do aue, vai ser duda querella
contra os spaosles autores do roubo-. e viulaco
do fretro ondojazia a ossada da raipba 1). Lu
U de Gusmo, mullier de el-rei D. Joao IV.
I)o re.dorio e cantes da gerencia da direc-
eo do Monte Po Cera! no auno de itito, consta
o estedo de crescente f-rtMiperidade a que lera
ebegado este iiup.trtante e~tabeleciment>.
ElS alguns esclarerimentos :
O monte pi contara em 31 de Dezembro ulti-
mo > 726 socios, e 1 -KM pensionistas, aos quaes
pagava penses na importancia total de 128 cou-
tos de reis atantes.
i) sen renda permanente u aquella dala era de
2.->:ii:0713074 O atigmeulo deste fundo no anuo
de 1888 foi de 209:9i4X8b8.
O moviinento da caixa econmica dirante o
anuo de 1888 foi muito consideravel, e demons-
tra bem o justifica do crdito que o Monte Pi
Gerftl contina a merecer do publico.
Eis os algarismas representalivos d'aquelle
moviiuento :
BcposMes ere 'M de Bca mbro
de 1S7 8.8lH):C593 Itecebldo em 188S 18 (98:144 5720
Juro.- ca,u[alisados uesaeanno 2433091483
Na ullima sesso o congresso oceupou se da
discusso e approvayo da these:
Um .tribunal arbitral ternaria mais dilTieeis
anerras entie oseslados t
Em caso aflirmativo como deve organisar-se
esle tribunal ?
Esowhese-era; daTOais^rafiortantes do-pro-
giamma do congresso, Fru seu'Wlaloro Sr
11. Man/, y Ksp; da. illuslrr caihedrutico da
Uaiversidade de Madrid, que aposentara as s*r
guintes couclnses i
Propongo, por lo-tanto, al Con.qwssa do ju
risconsultos le Lisboa,, que convoque para el
ano de 1890 un ingreso al que sern invitados
para que-envien suts represenlanteslos gobier-
nos d. Portugal, de Espaa, del Brafil y de to-
das las Uraanlicaa Ispino nmericanos, p'araqu
coa pionas fucuitadea formen un alto tribunal
internacional, el cual har un cdigo por el que
saidebaa regir las naciones cauligadas pan la
|K.z. y anteiul cual se someten todas las dtiftren-
cias iulei nacionales de SUS respectivos pases.
(Jnicluyo rogando al ongresn jurdico de
Lisboa no tenga en cuenta U ii-isi^nitieancia teI
autor, sino lo grande de la idea, y hacehdo eo-
tusiastos votos por el xito feliz de los trabajos
encomendados tan docta assembla, y porque
la resolucin de los leiHUsomoUdos su alta
deliberacin Heve consigo un groe adelanto pura
la vida del derecho y de la humanidad.
Apresen,ou urna emenda o Sr. l)r. Calixto: o
Sr. Dr. Fciuaiiifez Va I lie lel'eiideu o principio
da avbilrageui internacional xplicou o seu vo-
to o Sr. De. Torres Campos, o o Sr. Dr. Garlos
/.. Pate Coelho eneaTecoum-importancia o al-
cance da these, e alvitrou a idea de um novo
congrassaijurdico internacional, em Madrid.
Fira(ivot.idasan'.oni:luses, com umu:medi'-
licaclo do Sr. IMnto J)i'iiot leude aida'tallado
ns Srs Dr-. Matht-us dos S-utos, Manoel Anu
ga e D. Frutos Martnez-.
Os Srs..Condes de Bornay e a legayo de Des-
palilla em Lisboa olVere.csraiT asple'ndidosibnites
aos-oongi'ussratas,' sondonjdvnddo o'primeiro
Mecepces. primeiraiMentodo mi rastro-da jus-
liga.e dcpois do nunistio dos -iw^ucios esiran
geirofl,.rmiram os n>utir-(>ssi nogoi-ios eslrangeiros aoCailiai'iz em grata mu
viveuciai.. mautnlina. .Jo^ouse, conversn-
.- e toiniMt-se ifb, lermiaand com uma lauta
ceia. Tiarram uma dgresso lluvial, fe Iba*.falle j, a a mais carhihosu hospitalidade
en tude, os digaosijanconsultaabuapaubrjee.
Lj.
FISASfAS E CMMEKGIO
. JJespeta
AdmimstragSo, pes-
soal e e8criptorio 14:406*060
Peonas d'agua 4:469*830
Conservaco dos ma-
nanciaes -i:609|9G0
Con-se r vacfiodas
obras 4:3o0:i40
Custeio das bombas 4:7i;<300
Despeaneevwtuae* >:431300
Despeaos gerees -1.110*230
Saldo
COMPAIiAV'AO
Btceita
siniestro
%:8oo4
I(M f*?3tK)0
110:57U860
IU:>42*--20
108:010*310
114:109*690
Dejspeza
semestre
o6:023*(r0V
3ii:73lftiNl)
40:4266260
31:743*090
.{|:0i65*t0
::.'.:(i'.M 020
Saldo
79:018*70
Em ata I
del883
I lem 188*
dem 188)
dem 1886
dem 1887
dem 1888
.Em icuali
te 18H3
Mein 1884
dem 1885
I ."ni 1888
dem 1887
dem 1888
Cu igual
de 1883
dem 1884
dem 889
dem 1886
liem 887
I !enilX
semestre
40:8653960
63:192*320
70:148*600
79:7973130
76Cy 466
79:til8fi87
Rucife, 3 le Xovembra de 1888.
Grwttimm Octavio da-Cruz Mttrtins,
Direeior-caixa.
IfalaneeCe da rcecdst e sltvspeza
oi*(linai*ia a .'ik'Miv de 1*
de \ovembro de i 88 a 34
de tbrfl de 188
Recata
de penuas
Era Pariz lallma-se na-ciuisso de um novo
einpresliuM russo de 4 tf+, destinado eonvi-r
sao de aigaUU emprestimos de a ". Parece
que a ope aco de 1.200 milhes de francos e
ser apreseliada antea do li;n leste mez, pela
casa IIjtli-chil I. fazendo-sea sol,s,-ripean igual-
mente na Altemanha, Uelgca e llollaoda.
Na praca de l.isbo conlinuava abundante o
numerario s. laxas de 4e 4 l;l '.
-lem da converso das obngac5es da> icom-
panhia das aguas, constava estar conlracUida a
das ntwi^.e i'"- i(e 3 por filo lo illanej Nacio-
nal L'Uruiuariiio. ao typo de 4 12 por tente,
Crcmns que auibnsus'operacos serao rea lisa-
das na prxima sema na < as snbscrip'es ex-
tusivamente limitadas aos portadores das res-
pectivas obrifacoes de 3 por ecnto 'que se pre-
temlera conw.'tir.
Neui au,ompanhia das aguas, uem o Banco
Ultramarino vo emittir valor superior s obn-
gagOes existentes e le 'suppor que a quasi
tetiilidade des possuidores annua a converso
que lite sera proposta, eque estar em harmo-
na com a.situaeo actual do nosso mercado.
Foi notavel o resultado do concurso para as
obrgaces de 4 1/2* da cmara municipal do
Porto, que Iratou a venda de suas obrgaces
d'aquulle typo a 89 a 263, qaasi aopar.
Previramos ijue esta operayo seria Miada
em ptimas condfjos, mas o prego foi anda
mais brilli.iitiv do rae ^speravamos.
O ,'Hib! ico do Dorto trra e sempre,1 tete uma
pradiloccn espacial pelas oarigecdesi tnunici-
pacs, e aiKtu se explica o ter h.ivido bancos
que offerecessem por ellas um prego superior
ao que. alcangan s; obriga^-6es do governo.
Em cambios 'houve raovimento regular, no
lando-se. m.iis- procura para cheques sobre Lon-
dres e Pariz. U.cambio do Itio sobre Londres
continua a descer. cotaudo-se hoje a 26 8,4 d.
contra 27 12 da semana anterior.
Cambios
Papel
33 1/2
33 3/16
332
12
336
219
2I
871
335
42 7 8
42 38
Heve dos trabajadores nas mina de car-
a Westfalia tomou proporges i.-sustado-
grevistas j*>passa
Dinheiro
53 3,8
53 3,8
529
532
217 12
219 1,2
863
532
43 I 8
43
Tolal
Dadnada a sabida em saques
27.730:663*293
18.606:183*435
Ficou existiode em 31 de De-
zembro de 1888 9.144:479*860
E u se i'.llimamente nova direcc&o, segn
do a |iraxe aonaal, Bceado eleilo |)residentedel-
la o Sr. Augusto Jos da Cunlia, par do reino,
director da Casa da Moeda e lente da Escola Po-
lytechnica.
O conselho superior de itistruego publica
i^st elaborando o rcgulamenlo para os lyceus
feraininos.
O Diario do tioc rno pubcou o relatoiio da
Sra. D. Alice J'e.-iana Coelho, que fra ltima-
mente por commis-ao do governo, visitar aquel-
les eslabelecimeutos na Inglaterra, Frauga e
Suissa.
O cardeal patriarefia le Lis! t foi reeebi-
do fTectuosamentepel i Summ i Pratnice, o qual
ordenou que o conde Francesco di Cotti e dous
fmulos licassem ao seu servico durante a sua
estada em Roma.
Est prorapto, secundo ouvi, o projecto de
regnlameoto do trabalho dos menores ua in-
dustria.
J fu apres Mitado na cmara dos paras o
d i de ganara approvaodo a
pr posta liara .-e elevar um monumento memo
ria do marechal Duque de Sald. nha.
O Sr. Tli imu Htbeiro pedio que se levanlasse
oulro ao primeiro uque de Palniella. '
O Sr. D. Luiz I honrando a memoria do seu
antigo uie.-tre e amigo o fallecido conselbeiro
, Autonio Jos Vale, concedeu viuva e fllhos
Eslava jubilado.' deste erudito professor o poderem continuar a
Londres 90 d.
cheque
Paria 90 d.
cheque
Allemanha 90 d.
cheque
Madrid 8 d. v.
Italia, cheque
Hollanda 90 d.
cheque
vo
ras. e o numero dos grevistas jeMnssa de
300:0. Esta sr ve tora eonsoquenci6' graves
liara as industrias metallurgica*. e at para o
uivimento dos oarainhos de ferro. At agera
purera, esses aconlecimeutos nao tiveram gran-
de influencia sobre a -siluago das Bolsas ale-
nlas : mas se contnuarem, as Bolsas ho de for-
cosamente resentirse da falla de movimaito
das grandes companhias que explorara a indus-
tria de metaes, e da diminuigo do rendimento
dos caaiiulr >s de ferro.
Uma crise, embora parcial, seria muito grave
ueste mi .le-nto pura a Allemanha, porque as
carteiras dos Bancos e banqueiros estao sobre
carregadas de valores ndustriaes de toda a es-
pecie e as pracas alternad ton apparecido como
compradoras no eslrangeirj de grande quanti-
dade de valores internacionaes.
Est slo provsdo pela cotaco muilo alia das
divisas eslraiigcras na Bolsa de Berlim e ate
pelas remes-as de ouro que se fisemn na Alle-
manha para a Hollanda por ter o cambio sobre a
Hollanda ultrapassado o goldpoint.
*#*
O servigo orgamenlario das dividas luudadas
dos estados europeus exige a respeitabilissima
quantia de 578.680 contos da nossa moeda ao
cambio par, para salisfazer aos portadores de
a plices.
A proporgo cnlre a despena total e o servico da
divida varia entre 3 0 (SoissaJ e 35 ",. (Portu-
gal). Natiiilidade o servigo da divida publica
representa 27 % das despeas orgamentarias de
todos os estados da Europa.
No Brasil o servigo da divida de cerca de
30 % da despea total.
Recebido
d'agua
Arvecadagfio de cha-
farizes
Reodimentos. dive
sos
31:3099O
53:813*770
17:5785010
Somina
12ir89;j770
Ihsepesa
A d ra i n i s t r a g- o
e pessoaldo escri-
ptorio 23:063 590
Conservaga') dos raa-
nauciaes 1:520*120
C oH' s e r v a g. a. o das
obras 3:.")7U*87H
Costis das bouibas 104H*340
Despezas eventuaes 984a4IO
Desperas geraes 3:432*110
Pennas d'agua 7:381 000
Soturna 30:385 4 40
Saldo 74:5115330
COM AKACAU
1, eccitil
Eoii igual semeslre
de 1881 a 1-84 110:857*600
dem 1884 a 883 li:i:9l-9#70
(dem 188 a 1886 117:144(190
dem 1886 a 1887 H4:fM7S690
ldeu-1887 a 1888 121:63 1*650
dem 1888 a' 1889 124:8!6B770
Thspeza
Em igual 'emestre
de 1883 a 1884 42.-40B4944
dem 1884 a 1883 39:473-51)60
dem 1883 a 1886 34:62155;>0
Uem 1886 a 1887 28:836*330
dem 1887 1888 33:120*230
dem 1888 a 1889 50:385*440
Saldo
Em iyual
de 1883
dem lr"84
dem 1885
dem 1886
dem 1887
semestre
1884
1885
1886
1887
1X88
1889
6":4:jO*956
74:4604040
82:322*640
82:827*840
88:540*420
74:511 J330
dem 1888 a
Becife, 1 de Maio de K89.
Craciliano Ociado da Cruz Mattins,
Direclor-caixa.
Coa.pai.bia do B.'b ribe
%l):j*..'e do Roo! fe
BALANCETB DA RECE1TA E DESPKZA ORDI-
NARIA DO SKMESTRK DE Io DE MAIO A 31
DE .TUBBO DE 1888
Iieceitti
Recebido de pennas r
d'agua 36:5;r0*190
Arrecadacao dos cha-
lariJtea 47:097*7n0
Rendimentos diver-
sos 10:461*800
---------------- 114:109*690
REVISTA DIARIA
Eintenho C'enlrafMDa Secretaria da
Presidencia foi-nos remedido o seguiole acto
para publicar:
5.' Secgo. Palacio da Presidencia de Pernam-
buco, em 25 de Maio de 1889
O vicepresidente da provincia rosolve consi-
derar sem effeilo a eoncurreueia aberla pelo edi-
tal de 20 de Abril ultimo, ao qual se refere o de
4 do correte para a fundaca de onzo encnihos
contraes, de conformldade com a lei provincial
n. 1 971 de 22 de Margo d'esle anno visto ter ve-
rilicado, jue a puhltcaco do edital de 3 do cor-
rente,reduzindo o iwaso da concurrencia a trala
dias, nao acompnhoua do citado edilal de 20 di-
Abril, pelo qual forara marcados noventa dias
para a apresentagao de propostas de cidadaos
que pretendiam contractpr i conslru-gJo de al
guns desses engenhos, dando isso lagar a recia-
macbes.
Resolve, outro sim, abrir nova concurrencia
com o praso de trinta dias. de conformidade com
o edilal de hoje. Ignacio Joigmm de Soiiza
le~o.
trios da prcniflenria da provint-ia
- Por actos de 7 no correute :
Foi suspensa, nos termos do art. 24 n. 3 da lei
de 19 de AMOS de 1834 e art. 7." da lei n. 105
de 12 de Maio de 1840, a publieagodc urna reso-
laco da Assembla Provincial relativa a auxilio
a alguna engenhos entraes
Foi nomeado Antonio Pacs da Silva Rosa para
o posto de capilao da 4." companhia do 57 bala
Ibo de infamara da guarda nacional da comar-
ca de 6 iranhuns. em substiluicao de Maaoel Pe
reir dos Santos Rocha, que fallecen.
Foram nomeados delegados de hygicne das
cidades de Timbauba Pau d'Alho, "Nazareth e
Goyanna, os Drs. Nereu Macario de Moraes
Guerra, Antonio Cavalcante Pina v Flavio Bre-
derodes Pessa de Mello, na ordem em que vo
collocados, em substiluicao dos Drs. Manoel Xa
vier de Moraes Vasconcllos, Nereu Macario de
Moraes Guerra e Bellarmino Correia de Oliveira
que nao acceitaram as n luieaces anteriores.
Foi nomeado delegado de hy^iene da cidade
de Pesqueira, o Dr. Manoel Xavier de Moraes
Vasconcllos.
Foram nomeados :
Francisco Isidoro Tito da Lima para o cargo;de
1." supplcntc do subdelegado de Riacho do Mal-
te, em substiluigo de Joao de Barros Lins, que
mudou-se do districlo : Francisco Rufino Ferrei-
ra-para o de subdelegado do districlo de PrCgOl-
gas, em substiluigo de fosa Pcreira Bastos que
soiicitou exonerai o; o alfares do corpo de po
liria Olegario da Luz Caataralli para o lugar va-
go de subdelegado de : apoeiras do termo de Bo-
nito e o ente do corpo de policia Manoe! Fer-
ira da Silva, exonerado do de subdelegado de
N.ssa leonera do O' de Goyanna, para o de de-
legado do termo de Buique.
O Dr. Cato PradoPelo telegrapho tive-
m os bontem a triste noticia de que, victima de
febre amarella. fallecer na madrugada de an-
te -boatem o Exm. Sr. presidente da provincia
do Ceart, o Dr. Antonio Caio da Silva Prado.
Iterado a menos de dous anuos assumido a
i adminstragao d'uquella provincia^ foi o Dr. Caio
j Prado .um aduiiuistrador. incansavel, promoven-
I do por todos os meios ao seu alcance o desen-
j volvimeoto da provincia e curando quanto era
i si caba do bem estar dos seus administrados,
! como bem promtenos ltimos meses na quadra
atllictiva poique eslava pass' vincia.
Bctnraeco ainda. era dotado o Dr. Caio rado
deum carneter amavel, mas. ao mesmo tempo
i--ooi*o!aDa sewiergice quaado era necessariosel-o:
jo.uaiwmwquaiijiKieg eslaa qU(V a|,iadas a um C3pjril0
recto e desejoso de tuser se.r.pre juslica, Ihe
grangeanuu, apegar da male.licencia, estima de
todos os iwmens amantes da provincia do Cear.
Oceupou em sua provincia natal, S. Paulo,
dlerentes 'argos pblicos e era membro da
importante 1'ainilia.do Sr. senador Antonio Pra-
do. Ministro da Agriculiura.
O seu enterro leve lugar hontem as 9 horas
da manila, sendo como diz o telegramma. geral
a consternago.
Partelo Publico 13 de Maio -'onti-
nuamos a dar conheciinenlo das esportulas pa-
ra esse passeio.
Quantia j realisada 1:300^000
Teneute-(Mjronel Pedro Osork) de
erqueira 30000
Dr. Francisco do Reg Baptista 30000
Dr. alaquias Anlotiie Goni-alves 505000
D. L'mbeiiiia Alcoforudo .'0000
Jos Leopoldo i ourgard 20i000
Somma at 25 do crcente 1:700000
A noticia anterior carece de rectificacSo, visto
ler bavido oraiss*) em umsobrenome de uma
uas senhoras nella couteuipladas, sendo a offe-
reota a Exina. Srat D. Joauna Francisca Rosae
Silva e mo 1). Francisca (losa e Silva.
Prolonua Diento da exlrada de
IVra-o de Ko I-'i-i neiseo e i-Mi. i!a
le ferro de < ai iijin -Por equivoco dis-
i-mos houleni qae'em outra secgao a nublica-
do o edilal para forneciment de materiaes De-
cessarios a es-as estradas durante o semestre
de Jnlho a Dezembro vindouro quando SJioje
que o podemos publicar, e para elle chama-
mos a atlengo dos interessados T
i:\--i!-iiii<- Hro para- o* pdanietaa
lomos hoptem obsequiados pelo Sr. acadje-
aiico All'ousu .1. de Oliveira Sflbriidw'coiiiJum
exemplar do precioso livro, que acaba de tra-
duztr, escript .pelo afamado professor de piano
A. Marmontel, intitulado Con seibos de um
prole-sor solire o eusino lechnico e esthetico
do piano.
Este livro, que se oceupa da arte classka e
moderna do piano, deve ser lido e meditado nao
s pelos professoros como tambera pelos alum-
nos de piano.
0 iraducior precdelo com as seguintes linlias:
Dous fins tive sempre em vista ao enipre-
li(-iider este buuwlde IimIkiIIi.. : primeiro, o amor
que. Icono pela arte, propagar a verdadeira firma
di> .eusino dopinno, que, falla de artistas con-
scieuciusos. com raras excepges, permanece
em completo abandono entre nos; segundo, o
impulso dadonha poueos airaos pelooieu Ilustre
mestre e umiuo Francisco de Paula Gomes, a
quem oifereco esta insignificante obnniaalim de
melhor facilitar o ensillo lechnico do piano, que
como profes.-or moderno lem-se moslnido propa-
gador intrpido da verdadeira escola moderna,
aiiezar das guerras infructferas1 que se Ihe tem
feito.
Quem tiver certo conliec.iiiiento de tirar a
ver ludeira sonoridale du instrumento, e da ver-
dadeira escola, reconhecer l>go primeira
vista que este livrinlio ser de grande utilidade
mocidade, porm leertos ignorantes preten-
ciosos clamaro dizendo : Tudo isto um
absurdo urna utopia
Sao estas judiciosas palavras qne o provecto
Marmontel dirige aos seus discipulos profes-
soros :
A vos, caros alumnos, cuja alTeigo cons-
tante, inalteravel appbcago. lem sustentado
uiiuha vontade. coiilortado tninlia- errergia nos
raros momentos de desfallecimento, eu dedico
esle livro coran-urna lembranga c como uma
ullima prosa de-syinpathia paterna.
Vos encontrareis i'clle, sob uma nova for-
ma, os coDBclbos que oceuparo essas oras d-
estudos sempre muilo curias nosso comento
reciproco.
" Quiz recolher era algumas deslapaainu< o
fruclo de urna experiencia de mais de cincocnla
anr.os, resumir obwrvacOes que aproveitarao
talvez uesta nobre carreira do proiessorado a
3ual se applica cada dia mais apezar de seus
esgostos passageiros
Era materia de theoria musical, eu creio ser
d'aquelles que nao tem abusado do direilo de
escrever, e comtuo lerei pago o exercicio com
o prego que contera. Mas de raeio seculo con-
sagrado ao eosipo, me permilte fallar de todos
o- melhodos. como vos tem sido permillido veri-
Qcal-os.
- Sabis alias como nos conservamos sempre
longe do partido tomado de escola, conteuan-
do-nos em prestar a nossos estudos o cuidado,
a conseje icia e a \ untado.
Os principios de impurcialidade que lenho
em vista em meu eusino, os acharis noste ro-
lme, producto intimo e directo de minias
obsenages pessoacs.
Este um livro de boa i'.
Este livro acaba de ser publicado nesla capi-
tal, havendo sido impresso ntidamente na lyps-
graphia Boulilreau. a ra do Imperador.
Agradecidos pelo mimo que nos fez o Sr. Oli-
veira Scbrinho.
Viwla panormica da K^powieo Parix -A Livraria Boulilreau, ra do Impe-
rador, acaba de receber varios exeraplare- da
vista da Exposigao de Pariz, em Porluguez,
trabaiuo minucioso >.'muito inleressanie. em
porluguez e impresab' n aquella cidade, upple-
mento de L'Exposio de Pariz.
Agradecemos a ollera que nos fez de um
exemplar.
Vapor >eiuEsse vapor deve chegar ama-
nha a nosso porto porquanto so piWe sabir do da
Bahia hontem.
Recrcalia Ma|i;ilaleiieu vos particulares, resolveu a directora deste
associaco transferir para i prxima quarta-
feira. 29 do corriente, a reunio dansante que
devia ter sido realisada hontem,
Ti-iliiinnl do Jury do ReeifeAinda
nao pode ser insiallada a 3" sesso ordinaria
d este tribunal.
Hontem compareceram se.-sJo prepaloria 26
jotaes de faci e foram sorteados os seguintes
supplentes :
Freguesa de S. Fre Pedro Gongaives
Carlos Barbosa Primo.
Dr. Silvino Cavalcante de Albuquerque.
Antonio Pinto Bezerra de Azevedo.
Fceguezia de Santo Antonio
Dr. Joo de Barros Cassal.
Antonio Pereira Lopes.
Joaquitu Antonio Ribeiro.
Antonio de Sa Leitfo.
Altillo Jos Bezerra Cavalcante.
Joo Antonio da Silva Pereira.
Freguezia de S. Jos
KcmveiHito Concia Cabral.
Ago.-tinho Bezerra da Silva Cav-alcante.
Fregticzi da Boa- Vista
Tenante Joo Paulo Rosa Cesse.
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Dr. Aulmiio Germano Rcgueira Pinto de Souza.
Jeronvmo dos Santos Teixeira.
Tbomaz Teixeira Bastos.
Manoel Joaquim Peuna.
Francisco Augusto de Araujo.
Freguezia do Poco
Arthur Silva.
Antonio Floriano do Reg Barros.
Jos Burle.
Amonio Joaquim Meqdes Bastos.
Continuara multados em 202000 por cada dia
de sesso, os seguintes jurados notificados, que
sem causa justificada, tem deixado de compa-
recer :
Argemiro Pereira da Silveira.
Carlos Halfday.
Hermillo Francisco Rodrigues Freir.
Hertues Dia- Fernandos.
Joao Francisco de Oliveira Santos.
Dr Joo Carlos Ballhasar da Silveira.
Joao Francisco de Oliveira Santos.
Tenente Jos da Cruz Sinlos.
Jos Joo de Amorim Jnior.
Mano. I Gomes Ferreira de S Leilo.
Dr. Manoel Caelano de Albuquerque Mello.
Manuel da osta Albuquerque.
balostiano JFi aricisco Mart.ins.
Tbom Arrea Arxa
Auausto Pinto de Lemos.
Alfredo Soares de /izeveo.



i



*w

Diario de Pewiambuco-T^go 26 de Maio de 1889
3

Christovao do Reg Barros.
Diogn Baptista Remandes.
Francisca Landelino da Silva
Dr to* Aliwao de PirUa,-
Joao Baptista (ioagatwfi fcima.
Jos Faustino Porto.
Jos*Mquiw Diw Fcrnandes..
Dr. Alberto Aagireto-.Garlo*letrama Menrtqnps.
Dr. Eihamlo Augusto deOhveira.
Dr. Jonqaiiii Ferrwra Claves.
Joaquina Cetulio de Azevedo Souza. t
Manoel *aquim de-Miran'' Souza.
Antonio Meuelio Cordeiro de Gusmo.
Euclides de Aqu no Konseca.
Francisco fiattarias de Moraes.
Capito Angosto Frederico Pereira de Carvalho.
Joo Rrbeir Montarroyos.
Joo dlennqne 4a Si I va
A jeso foi adiada para amanhSJs 10 horas
ttergipr A l*aRecebemos hontem
folhas de Araeaji alcanrando^ 8 e (te Macei at
24deste mez.
Por acto de 1, foi exonerado, a bem do
servico publico, o amanuense da secretaria do
Siverno de sergipe Antonio Alves Teixeira de
uretra.
Por acto de 6 foi removido o porteiro da se-
cretaria do goverao, Jos uarteesa de Araorini,
para o lugar, vaso, de amanuense 4a 2 seccao
da inania secretaria
Por acto de igual data, foi nnmeado Francisco
Telles uarte para enarcar o lugar de continuo
do Tlie-ouro Provincial.
Por acto ainda da mesma data, foi removido o
comino* do Thesouro Provincial. Brflarmmo
Elizianu do Amparo para o lugar de porteiro da
secretaria do goverao.
, Em Macei, depois de.lida a-fallapresi-
dencial pelo Exm. vicepresidente. D-. Joio
Francisco Xogueira Castello Branco, inslallou se
nodia 16 do correntea* sesso da 27' legisla
tura provincial.
A mesa, eleita cm seguida iustallayo; ficou
assim composta :
Presidente, Dr. Manoel Messias de (usmo.
i vice-presidenie, lente -oronel Macario das
Chaga* Rocha Lessa.
2- dito, Dr. Jos de Barros Accioly Lins.
1" secretario, Dr. Manoel C.lementino do Monte.
2 dito^ capit'io Francisco Frederico de Cer-
queira V'alenle.
Kra exoneradon bacharc Nicolao Tolentino
da Costa Jnior do cargo de promotor publico
da capilal conforme pedio, visto ter sido Hornea-
do pivfessor de grammatiea franceza do lyceu
provincial.
Para o referido lugar de promotor publico foi
nomeado o badiarel Amenco Firmino de Mo-
raes.
Foi a 2:! recomida aos cofres d; Thesouro
Provincial a quantia de 15:2i.'t6". importancia
nao s do alcance em que se achav para com a
fazenda oex-ihesaureiro do consulado de Jara-
gu, capito Clarncio Juca, como dos juros da
mora. No mesmo dia foi requisitada ao Dr. )uiz
municipal da capital a soltura do mesmo ex-
thesonreiro
Victima de urna leso da aorta, suecumbio
a 2' em sua propriedade. s 7 horas da madru-
gada, o Dr. Rosendo Cesar de Ges, depois de
sei- inezes de solTrimento.
Se-rvlro militar Eslo designados boje
para superior do dia o Sr. major Serra Martins,
e para ronda menor um subalterno.de cavalla
ria.
A guarniyao da cidade dada hoje pelo 2
bata'ho de infantaria.
Nienfermara militarexistemem tratamen-
to 33 pracas,
. Recolhcn-se hontem do lermo de Ouricury
o destacamento do 2 -laUao de infantaria. sob
o conmnalo do Sr. alferes Manoel Belerophonte
de Lima, o qual foi substituido por um out:o do
14" aal'iao da mesma arma.
Foi inspeccionado de saudeje julgarto pre-
cisar de 60 dias para seu tratamento por soflrer
de bronchite sub-aguda. o Sr. tcnente do li" ba-
talhao de intratara, Jos Joaquim de Aguiar,
que .lever ter era vista o aviso-circular do mi
nistono la guerra de 13 de Outubro do auno
findo, publicado na ordem do dia da reparliyo
de ajudante general, sob n. 2213.
Foi despachado um rc'uerin ento do sol-
dado do 2" batslhao de infantaria, Antonio Go-
mes do Nascimento. nos seguintes termos:
Como pede, devendo ser influido na vaga
do 2" cadete SevennoCoutinhoPadillia, que em-
barca para a Corte na primeira opportunidade .
Foidevol.ida ao 2 batalhfto de infantaria.
rubricada por s. Ex.. a certidao de assenlameo-
to da ex praca Joao Bapti*ta dos Si itos.
Circo Chileno O especlacu O ,que teve
lugar antehonem em beneficio da tociedade
Monte Pi Popular l'eniainbucano n'este circo
foi um dos mai lindos que nos tem dado o Sr.
Palacios, nao s pela v iriedade de trabalhos co-
mo pela perfeita exocugao dos trabalhos.
Hoje lunera dous es cedacillos, um larde e
outro a noile, sendo o da tare em beneficio
da Associaca dos Einpresad o.- do 'omniercie.
(iraade rulo e fe-i ment Hontem.
por volta de 8 hora- e meia da noite, um grande
rolo travou-se na ra I de Maio enire seis in-
dividuos, havendo bofetees a valer, e puchando
os contendores uiinal por facas.
Apezar de nao chover na occasiao. qua^i todos
tiles estavam molliadus por se acharen", debaixo
de formidavel ajuacn nao Ibes valeudo pa v
evitar a chura '.s formidaveb tonca que ira-
ziam, em substituido de suarda chuvas.
Muitas pessoas acu ver se conseguia.T. terminar o barolho, e entre
ellas o guarda eivi.-o i. 4;. de nonie Marianno
Francisco, que. perseguindo urn des valenies.
que estav de faca em punbo, foi por elle feridn
no braco esquerdo. na rua uque de Caxias.
0 criminoso, que ne> fui conhecido. evadise
nesta rua, nao s: sabe (orno.
Quanto aos oulros... evaporaram-se.
O Sr. Dr. delegad.) e tomou conhecimento do facto.
Club litterario nicsii^ Jimior
Sob a presideueia do Sr. Jos Francisco M;:rtins
Sobrinhc, funcciorna esse Club no dia 2' do
correte, em sesso ordinaria
Lidas as chronieas tbram ellas approvada?.
Em seguida teve lugar o jury histrico do
MTMQagem general Jo Ignacio de Abreu e
Lima, sendo promotor o Sr. riu odoro Jos da
Silva Braga e advoga lo o Sr. Dr. Carlos Porto
(arreiro. Depois dos debates foi nomeada urna
comraisso para dar parecer sohre o persona
gem, rendo relator o Sr. Olympio Kuzebio de
rroxellas Galtao.
Sobre diversas iheses disertaram o.- Prs. Al-
berto Fiock Pinto. Jos FraaeiMO Martins So
bnnho, Aogusto Victo Harns, Ir.uicisco Pi-
res Ferreirae Olvmpio GalvSo
O relator da cmmis-io de certamens apre-
sentou nm parecer sobre os contos exhibidos
por diverses so.-ios, sahindo v. ixedor o Si.
Francisco Pires Ferreira
Foram sorteados chronistas os Srs. Francisco
Pires Ferr.ra, do car*) primario e Angosto
. Victor Martins, do curso secundario; sendo
lambem sorteado para o jury histrico o perso-
nagpmAffonso Hemiques. que lera como pro-
motor o Sr. Vital Modesto da Silva e como ad-
vogado o Sr. Au.'iisto Vctor Martins.
Nao navinlo maisiie que se tratar o Sr. pr-
ndente encerrou a -sessao.
ecreuti%ja 4npliionea Eslasocte-
dade rene -se be c 00 luga' do costume. cm
.essao extraordinaria de asstmbla goal
eeveati*a Cnanirrcil Realisa-se
boje na re* pee ti* i sede rua de Marcilio imt
n. 32. o aro extraordinario que esta socieda-
de proponiona nos ius convidados e associa-
dos.
A actu .! diicfloria nao tem poupado esforens
para dar iodo bnlho a festa de hoje, que de\e
estar ni'. i nina la e concurrida, a julgar pe-
las ante:; re^ qut tem efoctaado a me-ma o-
ciedade.
Agrj''-emos o delicado con're que nos l">i
envi;
"alIf'fiiwaeaito-Na eidadede Olinda,onde
resida jlleceu u< dia 23 de Abril ultimo, victi-
ma 'i alocante I. Theadora Marui
Ferrt.< !--sla prounciae que contavu
Ude.
dr orpbso Na constamia
i do jury, continuuro as au-
-er a- lercas-feiras, mus
mai hora, passando esta a ser
****-
Tolentino da Fonsia, presidente ; Antonio Gal- Iss reahnwile desattrow, ^orajoe ora poro
lindo, secretario : Anizio T. de Souza, tbesou-" que abdioa os. sena direitos dasco-aonivel dain-
reiro; Francisco Xavier Franco, adjunto
Joan A. Bruno, Aureliano de Lnu, Aotunio L'.
liioseflouonio Corrnio, procuradores.
RaaAra ftaat%-0 Sr Dr. Antonio Jos
da Costa Ribeiro, Ilustrado advogado do nosso
foro, obsequion-nos com um fometo contendo
as ratees nnaes que, na qualidade; de udvoaa
do apreseniou por parte de seus constuintes
commendador Jos Pinto de Oliveira e outros
residentes no Rio de Janeiro, na accao ordina-
ria que os mesmos movem, perante o juizo- es
pecial do commercio desa capital, contra o Dr.
Jos Goncalves Piato.
Agradecemos a offerta.
Kortiiicacoo commnnicado que hon-
tem foi publicado sob a epigraphe-A inmigra-
f3o assignado pelo Sr. Dr. A. J. de Albnqner-
que t'aes.e uo pelo Dr. J. A. de Albuquerque
Pies, como por engao sabio.
< or hitiitina Acadmica Amanha.
as 2 horas da tarde, haver na Faculdade de
Direito, urna reonio dos socios reorganisado
res da Corybantina Acadmica, ulira de eleger-
8c a respectiva directora c a commisso que
ten* de confeccicnar os estatutos tratanflo-se
tambem do que disser respeito a mesma socie-
dade.
uireriorla dao obra de iiiirva-
rao doa Porto* de PernambueoReei
fe. 24 de Maio de 1889
Boletim meteorolgico
|-o
Horas 2 =% H Barmetro a O Tenso do apor a 1
6 m. 23-4 762-56 19,35 91
9 26-8 763-86 21.81 82
12 29 2 762-90 20,77 67
3 t. 29 4 761-32 21.79 71
6 27-:i 761-83 22.36 80
Temperatura mxima28.75.
Dita minima 23".00.
Evaporacao em 24 horas-ao sol: 5-.7 ; som-
bra : 2-4.
Chuva-19",0.
Direcyao do vento : SE de meia noile at 3
horas e 23 minutos da tarde : ESE e S alterna-
dos at 7 horas e 13 minutos ; S at 10 horas e
38 minutos : N\V at meia noite.
Calmara durante 1 hora pela manhae 3 horas
noite.
Velocidade media ao vento: 1",47 por se
gardo.
Nebulosidade media: 0,56.
? Boletim do porto
11 11 i Dia Horas 1 27 da tarde 7 37 210 da manha Altura
r. M. 9 M. P. M. 21 de Maio 25 de Maio 2-12 0-.92 2-.10
beliaoEllec.uar-se ha o seguinte :
Amanha :
Pelo agente Gusmo, s H horas, rua Mr-
quez de Olinda n. 48. de diversas qualidades de
papel, miudezas e movis.
91lanN fnebre Serao celebradas :
Amanha :
A's 7 1|2 horas, na igreja do Livamento. pela
alma de D. Luiza Maria do Espirito Santo Villa
Nova; as 7 horas, na igreja da Santa Cruz, pela
alma de Hosa Maria de Jess Mendonya.
PnwajEeiroM Chegados da Europa no va-
por inglez 1m Plaln :
Frederico Willian Donel, A. Augusto de
Souza. Antonio de i arvalho. Pedro Antonio da
Luz e Jos Lopes Ferreira.
Chegados do sul no vapor nacional Ser-
gipe
Manoel Francisco de Oliveira, Hgitor de Souza,
Manoel Souza Mainara, Max Eorlz, Gaspar G. C.
Postes, Jos Vieira de Mello, Valentim Lo|ies,
Antonio Esleves, Joanna Maria da Conceiyo,
Dr. Jacintho Teixeira e um sobrinho Lucinda
Malina, Albino Diniz, 1 alferes, 31 pracas de
polica, 2 mulheres e 3 presos.
Sahidos para o sul no vapor inglez La
Plata
Abdon Lombafd, Maximiano S. Baltar, sua se
otnra e urna sobrinha, Jos Tliom de Franya,
Manuel Jos de Pinho, sua senhora e nina lilha.
Manoel Dias da C. Lima. G de Oliveira Coelho,
Antonio Francisco da Costa NfUo, Manoel M Go
mes Jnior. A. Neulete e sua senhora. M. Ivins,
Elvira S. Juan e duas tilhas.
Sabidos para o norte no vapor Pirnpama :
Ricardo Soare.s Ramos, C. Pereira commen-
dador Joaqtiim Jos Ignacio Pereira. Dr. Jos E.
Pereira. 1 lente Apirodisio F. de Barros, Lyra
lavares, major Honorio C. Martins, major Jlo
Maciel da Costa, um lilho e um criado, alteres
Manoel Quinlino dos Santos e um criado, Manoel
Izldio da Silva e Joaquim Silveira Borges.
Caaa de OricnroMovunento nos pre-
sos da Casa de Detenco do dia 24 de Maio de
1889
Exis'iam 439 ; entraram 7 ; sahiram 10 ; exis-
tem 436.
A saber:
Nadme* :l!K>; mulheres 22; eitrangeiros 24
-Total 136
Arrayoados :W
Bons 370.
Doenie- \<<
Loucas 3.Total 389.
Movimento da enfermaria
Teve baixa :
Manoel Sahrino de Lima.
Uopitai Pedro n-O movimento f'este
estabelecimento de daridade, no di? 23 de Maio
foi o seguint'.-:
Entraram 18
Sahiram 20
Falleceram S'
Existem 636
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.: <
Moscoso as 8 i\i. Cvsneiro s 9, Barros Sobri-
nho s 7 3[4. Berardo s 10 1|2 Malaquias s
8 3|4, Pontual 8 3|4. Estevo Cavalcanie s
as 9 3|4, SimOes Baroosa s 9 1|4 horas.
O cirurgio dentista Numa l'ompilip nao (m-
pareceu.
0 pharmaceutico entrou s 8 Ij4 da manha <
ahio ? 3 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s / 1|4
!a manha e sabio s 4 horas da tarde.
tirando lotera > Paulo-Por te-
legrarama recebido hontem sbese que a ex-
tracyo d-sta lotera foi transferida para o dia
4 de Junho prximo, por se ter extraviado urna
ivmessa enviada para a Europa.
Lotera do airswn-ParA-r A 3' parte da
8* lotera, dessa provincia, cujo premio grande
6tl:00;000, -era extrahida no dia 29 do cor-
rente quarta-feira).
Cemlterio Publico-Obituario do .lia 24
de Maio de 1889 :
Joa Clemente Lemos Bastos, Pernambueo. 69
annos, casado, Graya : erysipela
Antonio Lopes llodrigms. Baha, 64 annos,
viuvo. Boa Vista: pneumni'.
Ro/.enda Maria da Conceicao, Pernambueo, 27
annos. solteira. Boa Vista ; febre perniciosa.
Belmiro Apbrodisio Rosa Lisboa, Pernambueo,
20 annos, olteiro, S. Jos; insufliciencia mitr d.
Maria de Paula Nasi imenlo. Pernambueo, 40
annos. solteira, Boa-Vista ; tubrculos mesen'e-
ricos. .
Maria, Pernambueo. S. Jos; atrepsia.
Kr.iie isco Alves de Lim... Peruambinv MI
annos, casado1, Graya ; repentinamente.
De domingo a domingo
da
da
com i
. ne*nedeto de Beberibe Alguns
deTOtos : festejar eeso Santo em sua
capella .!o Pono da Madeira do refendo povoa-
do ; e para promoverse a fe
tituida urna .commisso caioposta dos Srs. Jo supplementares.
NO da 22 teve lugar a primeira rcunio dos
jurados que tem di funecionar na aolual sessflo
do Jury. .. .,
i orno sempre. pou^o,(,pni sldo a1l,p|i
compenetrados da verdadeira importancia dessa
inslituicao. vo exercer o mais sagrado e nivio-
lavei de todos os direitos e realisar a sup-ema
a.^pirayao dos povos (ulio-.a qual e. conciliar a
represo dos Crimea com a garaatia das libcr-
dades jiublicas. .
Cansa seria lastima ver-se o quasi completo
abandono em que se acha o Jury, cujas sessoes
s se eflectuom apa inaumeras convocEye*
conBCienaa.
Entretanto, forya confessal-o. o Jury ,.pela
sua, organisayo eminentemente democrtica, um
penhor da seguridade publica.
Rossi. em seu Tratti de droitptna (pag> 66)
diz ser elle a consequencta da vida praliea das
bnayOes livres e Berenger, na sua obra JuMict Cri-
nuntUf (pag 25; affirmaque em todos os esta-:
dos constitucionaes, sabiamente regidos,a insti
tuico do Jury o complemento das leis funda-
mentaos e a garanta de todas as liberdades.
Na Inglaterra as clasjes medias sao as nicas,
verdade, chamadas para fazer parte do Jury
diz Jourdan, porm a qualidade de jurado para
o inglez um direito que o poder procurara em
vo usurpar.
Devido a causas mltiplas, porm. no Brnzil
essa instituiyo tem sido mal comprehendida
pela populayo que, smenle com muita repug
nancia, como nos diz J. de Alentar, exerce to
nobre direito.
As instituiyes nasccm, como os inventos ar-
tsticos, da necessidade.
O Jury, porisso, nao temoutra origem. Desde
o comec da reonio de familias em tribus, es-
tabeleceu se, como meio mais conveniente para
decidir a querella, ejulgamenlo dos factos por
aqueUes que Caziam parle da coilectvidade.
Esse problema, porm, cujas bases sSo encon-
trada nos mais antigos usos, foi resolvido, antes
dos outros povos pelos inglezcs.
Antes do self goveniement o povo inglez indi-
rectamente creou o seifjudjement.
A primeira forma da instituiyo do.Jury se
manifeslou, ainda que mal delineada, no grande
assite. (Meyer).
Este tribunal, diz-nos Joseph Bey, smentcno
reinado de Henriqae Illehegoua ter competen-
cia tanto no crime como no civel.
Houve na antiguidade instituiyOes judicial as
que mostram os primeiros delineamentos dessa
luminosa creaco da democracia representa
tjva.
As assemblas populares em Alhenas, osju-
diccx selectt per tortilionem, em Roma, lanyaram
os primeiros alicerces desse importante edificio.
As tribus germnicas inqueslionavelraente ti
veram grande parte na concluso dessa obra.
Tcito (de ntortbus germanonimcap. XI) nos
diz que aos magistrados e principes competa a
resoluyo dos pequeos negocios, ao passo que
os assumptos importantes s podiam ser decidi-
dos pela naySo: de minoribits r-ebus principes, de
tnojoribus omnes consultant.
Sem essa'^oderosa intervenyo da coilectvi-
dade, iiIiiiiimiIii na represso dos delictos e na
protcccSo da innocencia, as inimizades entre as
familia's teriam infalvelmente produzido o anni
quilamento da nacionalidade.
Era nos plaids, isto as plaata m jura, de
que faziam parte os cidailos encarregados do
julgamento, e os interessados, que se decidiam
as queates mais importantes.

#
Com a sua divlso, os Germanos levaram aos
paizes invadidos os seus costumeseos seus des-:
cendentes eslaheleceram slidamente suas insti-
tniyes precipuas.
Os Francos levaram-n'as para as Gallias, os
Saxonios para a luglaterra, cabendo, porm aos
Anglo-Saxonios a gloria de tel-as aperleiyoado.
Milito embora Blakstone allirme ser a origem
du Jurv contempornea da sua nacionalidade,
pens de accordo com Jourdan que Franya
pertence esse direito, nao obstante concordar
mos que a Inglaterra o paiz que mais soube se
apropriar da utilidade d'essa instituiyo.
m\
At Hugo Capelo '987 996) era um principio
dominante entre os Germanos que todo hornea;,
considerado livre, s poda e devia ser julgado
por aquellos que Ihe eram iguaes.
O feudalismo, porm, tudo'destratado, extin-
gui esse uso, para em seu lugar plantar o di-
reito do mais forle, a suzeraia do barao que
possuia a plenitude do poder judicial em loda a
ex'enso dos seus dominios.
A Revoluyc-, fazendo aquillo que a Monar-
chia absoluta ternera ou n3o quizeia fazer, res-
taurou lo iodispensavel instituiyo.
A Asseinbla Constiluinte, aps a memoravel
noite de 4 de Agosto, apropnou o Jury s exi
gencias da poca, eslabelecendo, sobre os des-
trozos dos antigos, Iribunaes de primeira c se-
una instancias e de cassayo.
I'ifelizmente, porm, neni sempre elle tem sido
o modelo da Justiya e de Direito.
Para ser o Jury a vlvula por onde se mani-
festa a soberana nacional, e representando a
parte da nayo encarregada de velar pela exe-
cuyo das leis que fixarh os direitos e as penas,
deve-se concluir que o maior criterio deve exis-
tir em sua organisaco.
Comtudo. os* legisladores tem procurado, ames-
quinhando-o, julgal-o urna funeco que se exer-
cila e um cargo que se oceupa.
*
*
A nossa legislayao considerando o Jury nm
onus (tanto que estabelece mullas, quando
principio de direito que o Estado nao pode coa-
gir o individuo a usar de um direito que lhe
inherente como cidado) tem concorrido para o
descrdito da instituiyo. visto como em vez de
conseguir, pela obrigati.riedade, a sua elevayo,
rebaixou-a, anniquilou-a.
Se ainda nao houve quem se atrevesse a pro
por que o cidado nao poda deixar de votar,
porque motivo se ha de aceitar, cegamente, sem
protestos, a doutrina da compresso para um
direito poltico to sagrado como o do sjf
fragio ?
Alm d'isso para que essa incomraunicabili-
dade (que por ficticia, irrisoria), [que offende
conseiencia humana, apta para defender se
dos ataques do suborno ?
Huirs muitas anomalas concorrem para o
que tejos visto : urna invencivel inditTerenya
fiara o exercicio de um direito, garantidor da
iberdade e sustentador da ordem.
* *
Reforme-se a instituiyo antes que desea ao
ultimo grao, ou extinguamol-a.
E- preferivel a um povo nao ter Jury, a teta
(como pos) viciado em sua essencia. araesqui-
libado em seus effeitos e nullilicado era seus jul-
gamentos.
Carlos.
PUBLICMS 4 PEDIDO
Elelfio da f t" dlntriclo
E' publico e notorio que, por cao haver c'ie-
gado ainda o engeiiheiro nomeado pelo goverao
geral para dirigir es trabalhos de dem ireayo doi
ncleo colonial de Suassuna, cujo inicio foi or-
denado com urgencia, fui convidado pelo hon-
rado administrador da proviocia. Exm. Sr. Ba-
ro de Souza Leo, para incumbir me des~-e ser-
viyo.
Acceilandoo encargo, tenho anxiado a admi-
nistrai-o e inspectora especial de trras e col
nisayao nauta provincia, com a maior dedicayo
e lealdade, sem preoecupar-ine se desempenho
os meas deveres iroli-sioiiae-. dominando ad-
versarios ou amigos, porque tenho sempre por
norma antepr o interesse e o serrico [lublicot
ao meu descanso, s I utas c intrigas paMidarias
Ora, se assim pratico e se o meu procedimen-
io'at boje ha sido continuamente correcto, nao
possoadniittir, por nao ser verdade, o que o es-
criptor da columna destinada ao Partido Liberal
publicou no Jornal di Uecife de hontem, sob U
epigraplie cima, acerca do resultado da eleiyo
de 21 do eo*reat, quando alBrraoa que todos os
0/*QOI foram empreados pelo g.ivernn, ate os
emprego* d< Colonia Suassuna, para eleger o
Exm. Si: conselheiro Po'trlla.
Desde 7 do correte que me acho tsta dos
trabalhos de amanase at hoje a minha autono-
ma lera sido conservada illesa sem nenhuma
cxigeniia da a Iminislrayo du da Dspectoa,
quer oora relaco distriliuiyao e e::eeuco dos
trabalhos, quer'rom retacaa euiprcs-os."
All existem conservadores, lioeraes, republi-
canos, iiidifT-rentes, aiheus, ultramontanos, li-
vres e libertos, e, sem indagar das crencas de
neiilinin quando aduiilto nc servico, tamtoem^no
quero saber se e ou nao adversario o individuo
que. por negligencia ou impericia, excluo dotra-
balho.
E falsa, portanto, a apreciayo do esenptor
quando se referic Colunia Suassuna, e tanto
7 com um'.pessoal que^Uingio.a 33 homens no
dia 15, apenadespendi 1431050, coma consta da
I* feria: o -que prova uaotiavergasto intil
mente, como sena, se os empregos fossem
creados por causa de votos
Demais, o meu carcter e os meus precedentes
dtaern' que eu nao me prestaria n servir de in-
strumento a quem quer que foesoiaara, sob a
capa de liberal*auailiar. a derrota detum corre-
ligionario.
Aproveitando o ensejo, e, para que o meu si-
lencio nao d eorpo a alivosia dos maldraentea,
pois me consta que algaus costumados a julgnr
os outros peloB seus proprios sentimentos, dizem,
puridade, que me acbo convertido, que j nflo
sou liberal porqne hei prestado serviyos Aadmi^
nistrayes adversarias, sendo tKr lias larga-
mente recompensado, fyo tambem publica esta
declmelo:
Os serviyos que tenho prestado aos adminis
tradores desta provincia foram todo pelo bora
publico e em attencao a elles, pessosrknente. que
m'os pediram.
Ao goverao nao fiz favores emrrrbem nao m'os
fez.
A' esta situayo sdevo remoyes, preteriyes
e por antiguidade urna promoyo, quando esta
me caba legalmtnte por merecimento, e o ha-
bito de S. Bento de Aviz, depois de cerca de 21
annos de servico activo ao meu paiz, quando a
le exige apenas 20.
A nomeayo para a Escola Militar do Cear
nao solicitei, e se acceitei-a principio foi nica
mente para corresponder confianya do meu dis
tinelo companheiro e amigo enentccoronel
Mallet, director da mesma escola, nao obstante sa-
ber que nao me adviria. por isso vantagens e
rnuito menos podesse essa nova commisso dar-
me merecimento para conquistar accessos por-
que cada dia que se passa, mais me convenyo de
que o ment por si s nao recommenda n'este
paiz em que vai diminuindo o numero dos carac-
teres serios e honrados cconsideravetmentc aug-
mentando o dos intrigantes e aduladores, que,
em falta de merecimento propno, se agarram ao
patronato e por iaao pensam que todos somos
uns.
Da provincia no recebi at hoje gratifteayo
alguma pelas differentes commissOes que desem-
penhei, e nem siquer por ellas agradecimento of-
licial.
A nomeayo de fiscal interino da estrada de
ferro do Recife Olinda, foi para raim urna sor-
presa, devendo-a smenle ao meu Ilustrado mes-
tre e amigo Dr. Barros Guimares que lemhrou
se de oblel-a do Exm. Sr. desembargador Oli-
veira Andrade, contra a vontade de muitosin
vejosos ; e os vencimentos inherentes ao cargo,
pagos durante cinco mezes incompletos, foram
por conta do cofre da companhia, de accordo
com o seu contrario.
A commisso ilha de Itamarac foi lembran-
ya do honrado administrador Exm. Sr. Dr. Inno
cencio Goes, por julgal-a necessaria aos interesses
do Estado, e a ajuda de custo de 150000 para
despezas de viagem. por conta do Ministerio da
Guerra, foi legal, assim como a que mandou abo
nar-me para a miuha viagem ao Cear, que ficou
sem effeiio por ter ainal resolvido nao acceitar
os cargos para os quaes fra nomeado.
Da nomeayo de fiscal interinadoengeaho cen
Ira! de Serinhera s tive conheciim-nto pela par-
tid payoofiicial ; nao a solicitei.
Posieriormente soube que para ella lembrnu o
meu nome o Dr. Barros Guimares.
Devo accrescentar que se nenhuma recompensa
pecuniaria tive pelo desempeHho das outras com-
misses, algumas das quaes bem penosas, em
compensayo deram-me innmeras provas de
consideraco a de contianca na ininha exigua
aptido prolissional os administradores com
quem serv.
A essaionlianya retribu sempre com a maxi
ma lealdade sem visar interesses nem trahir a
minha conseiencia, e assim me obriga a proce-
der o meu carcter de homeui publico e a minha
dignidane.
i-ortanto, se nao pratiquei acto algum do qual
se infira a alludida conversao, e si tenho vivido e
vivo smenle dos meus parcos vencimentos, se-
gue-se que sahirei da provincia to pobre como
era quando ella cheguei, e que smenle no con-
ceito dos imbecis ou maldizentes poderei ser
suspeitado em minhas crenyas polticas.
Bem se v o que sou. como poltico e como
funccjonarD publico: a intrigae a maledicencia
ser tayo de quem tem tido por norma o dever e por
alvo a salisfaco que produzo cumprimento d'es-
se dever. ,
Recife, 2 de Maio de 1889.
G. Thaumaturgo de Azeredo.
e segu-
at a sa-
nosia responsabilidade pela nerfeiyo
ranea da mesma, darii ywstaneMW
fra futura.
Respondemos, que certos da peafeiyo da neis-
ca obra nao dutidnriamos aceitar BuaTesponsa-
bilidatfe, mosicorescentamos,logo, queiissouada
im[rtava pasa fon prazos dos pagamentos do
nosso contracto.'cujo pontual cumprimento a
esse respeito exigamos, noqueaquelles Srs. na-
quella occasio de bom humor; franca e expres-
samente' conoordaranr, dlzendO'tros est' ireilo.
(Textual.)
Km outra o -casio voitaodo nos a tratar do
assumpto pediram-nos que aguardassemos a
chegaua do Sr. comm-ndador Loyo que eslava
para regressar-do Rio de -ianeiro.
Por ultimo declararam-no*. que esperasseraos
at Setomnro, que era quando darum como re-,
cebida a Usina.
Ento rcconhecen.:o. que tinharaos 'necessida-
de de recorrer a justiya, antes detaser, pro-
curamos a interveiico dos outros Srs. directo-
lores ; sugerimos a idea de serem ouvidos os
[Srs. accionistas, propuzemos e instamos at em
carta dirigida aos proprios Sis. Pereira Carnei
ro & C, pela nomeayo ,!e arbitros, e disposios
at eslavamos a aceitar o que elle? iodicassem,
urna vez que fosse pessoa idnea, cima de toda
a excepeio ; tudo poreni foi baldado I
O publico comprehendi;quu nao podemos dei-
xar prejudicar-nos, tondo nos conseiencia de lia
vermos curapriao pontualmcnte nosso contrac-
to, e at {alomis do que aquillo a que csta-
vamos obri gados.
Recife, 2-"5 de Maio de 1889.
Cardoso c Irmiin.
Conesfme grato.
De Vs Ss. obrigado. Fortunato .rPmhewo,
proprietana.n praiicipal redactor da Mate,
^Recifei 23. de Maio de 1889.
---------------U.------.
D"e6pedkfe
Jos Tavarr de Medairos retirandstse teoipo-
rariamente p;un a cArte do mperin,' pede .oes
culpa aos seos amigos e collegas por nao dospe-
dir se pessoalmente de todosaquiUesquBo.hon-
raram.com suas amisades, e offerecenuo-lhes os seas tnMtados prestimos
all, ou aonde o destino lhe cobduzir.
0 mesmo julganada dever nesta cidade ou
fra d'ella, porem aquelle que se julgar seu cre-
dor poder desde j aprseotar sua conta *
de ser sasfea.
atiin
Cardozo A Irmo ao respeita-
Tel publico
Estabelecidos nesta cidade coro fundiyo de
ferro nesde 18&4, temos tido durante esse tempo
contractos de grande valor con: diversos.
Jamis su-cilou se questo por falta de cum-
primento de nossos deveres. c nao nos consta
que haja pessoa alguma, dentre as que ho tido
Iransacyes coranosco, que se queixe de nossa
casa.
Entretanto vendo-nos hoje obrigados a chamar
a juizo urna companhia composta de negociantes
importaoies desta praya, julgamos.de nosso
dever tornar publico os motivos qoe a isso nos
obriga m.
Em 17 de Fevereiro|de 1888 contractamos com
o Sr. commendador Jos da Silva Loyo Jnior o
levautamento da Usina Joflo Alfredo, Jioje per
tedeente companhia a quem o dito Sr. com-
mendador cedei os seus direitos de concesio-
nario, e que succedeu-lhe tambem as obriga-
yes dos contractos, existentes.
Na directora da companhia licaram os Srs. Pe-
reira Carnciro & C. e Jos da Silva Loyo 4 Filho
ua ausencia do Sr. commendador Loyo, mas em
relayo aos negocios da Usina, s com os Srs.
Pereira Carneiro & C. nos entendemos.
No contracto, que celebramos, ohrigmo nos a
dar a Usina prompta at 3n de Dezerabro do
annofindo, sujeitando nos a urna multa, seo nao
lizessemos. sendo a companhia obrigada, logo
que chega^sem as ferragens a* porto de Goyan-
na, a dar prompta adestrada urna locomo-
tiva e vagoes para as conduzir ao lugar onde
devia ser levantada:! Usina, sem o que nao teria
a romoanhia direito a reclamar desta -multa.
Em 16 de Junho foi d'aqui a primeira bareaca
com machinismo, e al o lim do dito mez foram
mais treze, no mez de Julho Imam 12. e do Io a
13 de Agosto foram 9, sendo que s no da 14 foi
que a locomotiva poude chegara explanada con-
de zindo ferragens.
Por esse motivo s em tios de Janeiro eslava
a Usina prompta para moer, o que veio rea'isa1-
se somonte em 18 do- mez segrate por falta
d agua o que era ainda daoarigayo da compa-
nhia fernecer.
I'rincipiou ento a mosgem da pouca canna,
niv! existia nos engento* Btoro e-Boa-Vista, pois
se outros engenbosatada tinham caimas que po-
(feafam ser mnidus, era todava impossivel a
conducco das mesmas por nao estar prompta a
estrada.
FabrScou-e cerca de 200 saceos de assucar do
melhor que tem viudo ao mercado e 155 de assu-
car de mol.
O macbinismo durante os poucos dias de moa
gem trabalhu com toda a regularidade sem em-
barayo algum, e sem que occorresse o rainimo
incidente, oque foi presenciado pelo Sr. Dr.
Nelto. engenneiro da eajpresa e por diversas
pessoas e familttts, que foram visitar a Usina e
assistir aos trabalbos.
A empresa era obrigada a pagar-nos......
280:000000 da se-uiate forma : 50:000*000 na
assiynatura do contracto; 5n:000i000, mando
aqui Chegaseem os coohtsimeatos de ^embarque
a>9 ferragens ; 100:ii00#000, trinta dias depois
de haverem -llegado ao lugar d.i eoustrucyo:
20:000*000 trinta diandepoM que a usina traba-
Ihasse sem embarayo algum, outres 20 OOOiOIH)
aessenta das e finalmente 40:000OO0 em urna
letra a 12 mezes com o juro de 8 ac anno a
contar da data em que a Una funccionasse re-
gularmente.
'As tres prinieiras preslayes fo un satisrertas
pontualmcnte. mas infezm-nte o mesmo nio
aronteceu quanto as outras e quantoja importan
cia de 4M32 450, saldo de urna conta de encom-
mendas. deque s Ovemos a coannnlSao de 5%,
e que devia ser pana logo queentregassenws os
conhecimentos e a fuctura original, e de tudo
estamos no desemnolso.
Diversos tm sido os pretextos invocados pelos
eretra Carneiro C. para retardaren! o pa
gamento do que nos Jevido.
Urna vez manifestando nos o pensamento de
A o publico
O Sr. Manoel Martins Campos, que se
acha com effeito edificando duas casas na
rua da Casa Forte, veio no Diario de Per-
nambueo de 23 do corrente com um artigo
em cujo final l-e o seguinte.
Agora, porm, que Martins Campos,
tendo obtido permissao para continuar na
editicaao mediante caucSo, affirmam-lhe
que pretender n2o s destruir a obra fei-
ta, prev.ilecendo-se da noite, como at
offendel-o em sua pessoa, vera por este
meio responsabilisar o referido Manoe
Ferreira Cruz, nico nimigo que tem nes-
ta cidade, por qualquer damno que soffrer
na referida obra e em sua pessoa.
Em resposta tenho apenas a dizer
seguinte.
Acho-me cm Pernambueo, ha quarenta
annos, que se completarlo no mez vin-
douro, .e sou morador na Casa Forte ha
trinta e quatro annos. Longum mortalis
oevi spatium. Pois beiu ; nesta tao longo
periodo nunca tive inimigos, nunca soffri
processo de ordem alguma, nunca ques-
tionei mesmo com quem quer que fosse, e
finalmente dos meus sentimentos e do meu
carcter podem dar eloquentc testemunho,
nao s o commercio, cujo corpo sempre
en pertenci, como o publico, e especial-
mente os moradores da freguezia do Poco
da Panella, onde, como j disse, sou mo-
rador ha trinta e quatro annos.
V-se, pois, que s falla assim quem
tem inteira conseiencia do que ; v-se
ainda mais, que as linhas transcriptas do
artigo de Manoel Martins Campos, nSo
encerram mais do que urna aleivosia, con-
tra a qual, nao posso deixar de protestar.
Eu disse cima, que nunca tive inimi-
Estreltamento da urethra
Ao illm. *r. Ds. Carlos iiellcn-
court
O abaixo assignado vem pelo presente agra-
decer ao distincto especialista Dr. Bettencourt a
importante operaeio que lhe praticou u'unres-
treitamento da urethra que o acatiranhava ha
mais de dous annos Vendo as inmensas curas
l'eilas por este Ilustre doutor re-olvi-me a pro-
cura! o no seu consultorio, onde fui ha dias ope-
rado pelo electrose, aps cuju tratamento acho-
me perfeitamente curado
Recife, Maio de 188!).
Joaquim Mitoniv da Fonseca Galcao.
gos; e realmente nilo cont outro desaffec-
to que nao seja Manoel Martins Campos,
3 a razSo vai o publico saber.
Martins Campos est edificando as al-
ludidas casas com gravissinio damno para
mim, visto como tal edifiuacao prejudica-
rae em luz, ar e vista para o predio que
meu, e onde habito; e alm disto dimi-
nue consideravelmente por outros motivos
o valor de meu predio.
Xestas condicoes eu fiz o que todo ho-
mem sensato deve fazer; usei do direito
que me pertence, e' que me ogarantido
pela ei; sto oppuz embargos ditas
obras. Inde ira>!!
Concilio ainda urna vez affirmando em
nome dos meus antecedentes e do meu ca-
rcter : sou incapaz da intencao. que Ma-
noel Martins Campos me empresta, e
sempre certo que elle mais meu inirai-
go do que eu delle.
Possam pois estas linhas valer como um
solemne protesto a aleivosia, que por esta
forma combato.
Recife, 25 de Maio de 1889.
Manoel Ferreira da Cruz.
assim qiie,teaao.comecado>08 trabalnos aadia.' que poucos.dias funecionara a sina e que a
.Vio ha escndalo nem inepcia
da parte do Birlo de Souza
Leo.
A censura forgicada por Giro destituida de
todo o fundamento e mero producto de des-
pinto.
O prazo para a concurrencia dos engenhos
centraes provinciaes dtvia ser lixado a arbitrio
da presidencia, e era direito seu estendel-o ou
restringil-o ao tempo necessario.
Ninguera dir que 30 dias nao sao mais que
suflieientes para que os agricultores da provin-
cia conhecessem o edital, a se preparassem para
apresentar prepostas, como fizeram
Bem v Cit que nao se trata de concurren -
cia a emprestimo externo ou de cousa que pre-
cisasse ser conhecida na praya de Londres
ou pelos lavradores da China.
Civis fez urna proposta infeliz por si ou em
nome de outro, como costuma, e d'ahi o des-
peito- .
O que se considerara escndalo e inepcia da
parte do digno Baro de Souza Leo seria Iludir
a boa f dos proponentes, annullando a concur-
rencia, aps a abetura das propostas e o conhe-
cimento que lera boje o raatreiro Ciis das van-
tagens offerecidas pelos concurrentes.
De outra vez Civis apresentaria proposta van-
tajosa com certeza. Aprenda suacusta.
A Victoria nao Bcara privada de engenho
central pelo facto dos seus agricultores abri-
rem mo do direito concurrencia.
Cicm seria ca> az de sub-tituir propostas urna
vez por si rubricadas ?
Nao eremos qae o honrado Baro de Souza
Leo o seja.
A Lavoura.
Illms. Srs. redactores do Brari de Pernambueo.
Debaixo de minha responsabilidade da jornal
lista, pey a Vs. Ss.que se dignem dar publici-
dade as seguinles linhas, sendo mais um favor
que agradecerei a Vs. Ss.
A Gazeta da Tarde de um desses das gritou
contra um projecto, cujo numero nao me lem
bro, dizendo que era urna grande patota e que
aa seguin'e numero tratara d'ellc, interrogando
a si mesmo da seguinte f ma :
Haver presidente que sanecione tal patota?
No da seguinte como promeiteu, calou se e
depois continuou a calar-se e tudo hoje si-
lencio.
Isso Offl e-cand i'o da Gazeta da Tarde, que
egundo nos informam a- ha se vendida aos-
ialfot e potentados do partido liberal.
O projecto -du urna enorme patota, ioterias da
provincia, fiendoo Ihesou-eiro livre para fazer
o que be* entender sem que o prei lente da
provincia tenha gerencia na la! patota.
Comojornalista tratarei em meu jornal de rao
infame patota apatnxoada pela maioria liber I
da Assembla Provincial.
Eis o favor qoe pey hoje aVs'Ss.Srs. re-
dactores du Diario de Pernambueo.
E.-se favor Vs. Ss. nao azem s a mira e aira
a causa publica.
Aviso aos nossos Icitoree
Os nossos leitores que visitarem Pars
durante a Exposicao de 1889 j sabem
que poderao 1er os ultimes exemplares do
nosso jornal chegados aquella cidade no es-
criptorio dos nossos correspondentes, Srs.
Amde Prince & C, 36. rua Lafayette,
onde podem mandar dirigir qualquer cor-
respondencia, pedir quaesquer informacSes,
dar ordena de compras, etc.
Alm d'isso, levamos ao conhecimento
dos nossos patricios que afora o servico esta-
belecido no escriptorio da rua Lafayette,
n. 36, os meamos Srs. Amde Prince &
C, acabara de organisar tima sala de lei-
tura e de nformacSes na Exposicao mes-
ma, no pavilhlo da repblica de Guate-
mala cujo commissario geral dignou-sc de
por graciosamente urna vasta sala com
varanda s ordens dos nossos correspon-
dentes.
Aconselharaos raui vivamente aos nos-
sos amigos e leitores que se acharem em
1 aris, que visitem a casa Amde l'rince
i$ C. na sua sede social, 36, rua Lafayet-
te, bem como na installacao que possue na
Exposiyao no Pavilhao de Guatemala-que
ha de ser, grayas s extensas relacoes dos
nossos correspondentes, o ponto-, da re-
uniao dos numerosos estrangelros residen-
tes em Paris.
IVicaula
a c i: i. i: b k i:
j Bamba o Sab
Brevemente
QUE
ESFERMTADE E' ESTA QUE
NOS ACOMMETTE?
Como o ladro que .nos ataca noite,
ella acommette-nos s oceultas. Os afligi-
dos desta doenca tm dores de peito, de
lados e, algumas vezes, de costas. Nao
querem fallar, e sentem necessidade de
dormir. Percebe-sc na boca um sabordesa-
gradavel principalmente pela manha. Os
dentcs cobrem-se de urna especie de ma-
teria viscosa; e o appetite desapparece. O
paciente sent como que um grande peso
no estomago, e, s vezes, urna sensayao
de vazio no mesmo orgao. Na boca do
estomago ha muita fraqueza ; e a nutricSo
nao produz satisfayo alguma. Os olhos
erapanam-se ; e as niaos e os ps esfriam,
e tornam-se viscosos. Algum tempo depois
principia urna tosse/ secca no comeco, e,
em seguida com urna expectoracao esver-
dinhada. O doente queixa-se de um can-
cafo interminavel, e, quando procura dor-
mir um pouco, nenhura allivio sent. Logo
depois. o enfermo torna-se nervoso e ras-
civel, e o seu espirito nao v senSo tristes
presagios. Ele sent vertigensurna es-
pecie de tontura na cabeca quando se le
vanta sbitamente- Ha prisao de ventre ;
a pelle torna-se secca e quente alternati-
vamente ; o sangue acha-se espesso e iner-
te ; a cor do branco dos olhos amarellen-
ta; e a uri ia quasi nenhuma e muito
corada, deixando um deposito no vaso. O
affligido muitas vezes obrigado a vomi-
tar os alimentos que toma, e estes vmitos
deixam-lhe na boca um gosto urnas vezes
amargo e outras vezas adocicado. Este
estado de coisas frecuentemente- seguido
de palpitayoes do coraco. Enfraquece a
vistado doente, e elle parece ver nodoas
diante do* olhos, sentindo um grande can-
cayo e debilidade. Estes symptomas ap-
parecem cada um por sua vez. Dizem
que o teryo da nossa populaySo soffre da-
quella enfermidade sob alguma das suas
formas. Indubi avelmente, os mdicos sem-
pre s'enganaram sobre a natureza da cita-
da molestia. Alguns trataram-n-a como
afiecyao do ligado ; e outros como doenca
dos rins; mas nenhum tratamento conse-
guio cural-a, porque o remedio devia ser
susceptivel de obrar harmoniosamento so-
bre cada um daquelles orgiios, e tambem
sobre o estomago. Nos casos de Dys-
ppsia (sendo este o verdadeiro nome da
enfermidade) todos os citadosorgaosdesor-
denam-se ao mesmo tempo, e procisam de
urna medicina que possa obrar sobre to-
dos elles simultneamente. O Xarope
Curativo de Seige! produz um effeito m-
gico em esta elasse de padecimentos dando '
um allivio quasi inmediato. O Medica-
mento vende-se por todos os Pharmaceu-
ticos e Boticarios do mundo inteiro, e pe-
los roprietario8, A, J. White (Limited)
17, Farringdon Boad Londres E. C. In-
glaterra.
Depositarios na provincia de Pernambu-
eo por atacado : Francisco M. da Silva & C.
na cidade de Pernambueo.
Vendedores retallio, na cidade de
Pernambueo, Bartholomeu O, J. t Levy
& C. A. M. Vera. & C. Rouquayrol Fr-
res, Paria Sobrinho C. >: T. S. Silva -
em Palmares,. A. C. de Aguiar; e em 8
Joao da Igreja Novah J. A", da Costa e
Silva.
.
i
1 if^Bl



i


Forjas, cores, sangue novo e rico, msculos e
Jos vigorosos sao as primeiras mamfestaces
seosiveis e Tisiveis do uso da Emulsao de La-
aran 4 Kemp depois de um periodo de enfermi-
dade, demaeraco, fraqueza e empobrecimento
do sangue.
E' por isto que a Emulsao de Lanman A Kemp
considerada como a inelhor de todas : na sua
composicao entrara os mclhores e mais puros
elementos, e o Oleo de Figado de BaCalho que
forma sua base o mais puro e rico que pode
produzir a Noruega, onde os agente.* da casa fa-
bricante fazem ;i i-scolha cora especial esmero.
Experimenta: e fiareis c
i
Diario de PeniambucoDomingo 26 de Maio de 1889
Dr. Alfredo (aspar
ilEDICO

Operador, parteir-i trata cun especiali-
dade de molestias de senlioras e creancas.
Consultorio c residencia ra da impe-
ratriz n. 18, Io andar.
Consaltas de 8 as 10 da mahi.1.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHOJE N. 226
Corretor
Necessita-se de urna pessoa que se quei-
ra encarregar da yenda de um artigo pre-
vilegiado para o allivio da surdez. E' um
encargo de grande vantagem e de muito
pouco trabalho. Quem pretender pode di-
rigir-8e por meio de carta a caixa, de cor-
reio n. 1233 em Buenos-Ayres.
Entre amigas
Como paseas, micha amiga V
Vou indo bastante adoentada ; ha al-
guna das que vejo-me atormentada por
-urna forte tosse, que me desespera.
Ora, isso cousaque nao te devo
dar cuidado, principalmente se tomares
Peitoral de Cambar, de S. Soares, que
o melhor remedio para as enfiermidades do
peito e aquelle que mais promptos resul-
tados opera.
O Peitoral de Cambar vende-se em
casa dos agentes Francisco Manoel da
Silva & C, a ra Mrquez de Olindn
n. 23, e as prineipaes phannacias e dro-
garas da capital.
Ao publico
Manoel Pereira de Figueiredo Tondella
declara que do dia 15 do corrente em di-
an e patsou a assignar-se.
Manoel Pereira do Amoral londella.
Aviso a nuestros lectores
Los de nuestros lectores que vayan a
Paris mientras la Exposicin de 1889, es-
tan ya avisados que podran leer los uiti-
mos ejemplares, recebidos en Paris, de
nuestro peridico, en la oficina de nues-
tros corresponsales los Srs. Amde Prin-
ce y <""., 36, ru Lafayette, donde pueden
hacerce dirigir toda su correspondencia,
pedir informes, dar rdens de compra,
etc.
Pero, avisamos a nuestros compatriotas
que ademas del servicio instalado en su
oficina 36, ru Lafayette. los Srs. Am-
de Prince y C. han orgonizado un otro
gabinete de lectura y de informes en la
Exposicin misma, en el Pabelln de la
Repblica de Guatemala, en donde el Sr.
oomisai o general a puesto a la disposicin
de dichos Srs. una grande sala cou ter-
rado.
Aconsejomos vivamente a nuestros ami-
gos lectores que vayan a Paris, de hacer
una visita a la casa Amde Prince y C,
tanto en su residencia, 36, ru Lafayette,
como en su instalacin en el Pabelln de
Guatemala de la Exposicin, que resulta-
r, ser por el hecho de las extensas rela-
ciones de nuestros corresponsales, el cen-
tro de reunin de los numerosos estrange-
ros presentes en Paris.
Remedio soberano
O Peitoral de Cambar, de S. Soares,
cura de urna forma admiravel qualquer
rouquidao e perds de voz.
Os agentes
Francisco Manoelda Silva &^C.
Ra de Mrquez de Olinda n 23.
EDITAES
o1'
Herm. Petersen & C.
Reichenstr 29/31
II IMDI R.O
Participara aos seus numerosos amigos que
para facilitar nos compradores de ultramar lem
completado em sua casa um rico sortimento dr
amostras de iodos os artigos alleincs, o que re-
commendam aos seus amigos que acabara de
visitar a Europa.
Dr. Firmo Xavier
Medico e operador
D consultas das li as 2 horas em sea con-
sultorio ru;i da [mperalriz n 30 lu andar e
tem sua residencia na cioade do Cabo, onde po-
de ser procurado das ti da lar !< as 9 da manb.
COMERCIO
Revista do Mercado
Bstiure, 25 i>e majo de 1889.
O movimeuto na piara liraitou-se a poueas
'ransaec/ies no mercado de cambios.
Bolsa
oeTAgOES officiaes da junta dos con
RETORES
Recife. 23 ne Hato rie J889
Cambio obre Porto, 90 d/v. 97 0/0 de r-remio,
parcular, h ratera.
Cambio sobre Londres. 90 d v. 27 d. e do han'
26 13/16 d. por 1*000.
o presidente,
Candido G. Alcolbrado.
0 secretario,
Eduardo Dubeux
Cambio
A taxa bancaria continua a ser 2G 3 i. rcali-
zando-se alguraas trausaeces a 26 13 10. reser-
vadamente.
OLondon saecou a 26 3/4, pagamenlo na en-
trega at o Um de Julho, a opao do tomador.
Houve pouco negocio em papel particular a
27.
No Rio n5o con-tou allerac io a Igum
TABELLAS AFFIXADAS
> y-. 1 p. 5" s -3 a %
5? a o 00 3 o. o g cr c 3 N o. 1
c s e- 65 o s -i
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E.
5.* seccSo.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 29 de Abril de 1889.
Per esta secretaria se faz publico, de
ordem do Exm. Sr. Dr. vicepresidente
da provincia e nos termos do 2o do art.
Io da lei n. 1,901 de 4 de Juoho de 1887,
que, tendo-se concluido por meio de laudo
de arbitro desempatador, a questao de ava-
liacao do material da empreza de illumi-
nacXo gaz desta cidade, tica aberta
a concurrencia, cora o prazo de seis rae-
zes, contados da data do psente edita],
para contracto da dita illuininacao, me-
diante as seguinte8 clausulas da citada le:
| 3. Nenhuma proposta aera recebida
sem que o proponente com ella aprsente
documento de haver feito no Thesouro
Provincial deposito da quantia de 25:0005
cm dinheiro ou apolices da divida publi-
ca, para garantir a aceitacao do contracto,
no caso de ser preferida a sua proposta.
4. O deposito, a que se refere o pa-
ragrapho antecedente, nao ser retirado
pelo contractante senao rindo o contracto e
servir de caucan para os pagamentos de
mulia e fiel comprimento das clausulas,
que forem estipuladas no mesmo.
5. O contracto s poder ser feito
com quem mclhores vantagens offerecer
na concurrencia.
| 6." A nao ser no caso do paragrapbo
antecedente, a actual empresa nao ter
preferencia a qualquer outro proponente.
| 7. O novo contractante sera obriga-
do inderanisaco, a que a provincia
sujeita por for9a da clausula decima ter-
ceira do contracto cm vigor, devendo dita
indemnisacAo ter lugar d^ a;cordo com
essa mesma clausula, e tic-ando o material
e obras da empreza hypothecados pro-
vincia at que este i a realisada a indemni-
>ac3o ou pelo menos depositada a respecti-
va importancia.
5 8." O prazo do contracto nao poder
exceder a 30 annos.
5 9." Opre^o da illuniiimcao, querpub-
c*, quer particular, nlo poder exceder de
260 ris o metro cubico de gaz, fazendo-
e urna redueefio de mais de 30 |0, para
s estabelecimentos de caridade e benefi-
cencia, e repartieres publicas.
Cota-se
15 kilos.
Algodo
o de 1* sorte do terto ;i ti 5800 por
A exportacao feita pela alfande^a nvMe iikts
at o dia 23. itlingio a 1.OH.Col kilos, >.mlo
831. lli para o exterior el~23i para o inte-
rior.
As entradas verilicadas at a data de boje, so-
liera a 10.316 saccas, sendo |wr:
10. O systema mtrico, si ffir mais
conveniente, ser adoptado para a medi-
9S0 do gaz.
11. A luz ser clara, brilhante e isenta
de substancias estranbas, que possam pre-
judicar a illuVninaciio e a hygiene publica.
12. A intensidade media da luz ser
equivalente a de dez velas de espermacete'
das que queimain sete grammas por hora,
correspondentes a 120 graos ingleses.
13." As horas de ilhtminacao publica
serao fixad.is pelo presidente da provincia
no principio de cada anno, nao pudendo
er em nomero menor de seis, nem maior
de dez, devendo neste caep haver nina
reduc9ao no pre9o do gaz correspondente
ao acrescimo de horas.
| 14. O contractante ser obrigado a
ter na provincia um representante com
plenos e Ilimitados poderes para tratar e
definitivamente resolver as questSes que
se suscitarem, quer com o governo,
quer com os particulares, fienndo sujeitos
todos os seus actos s leis e regulamen-
tos e jurisdiejao dos tribunaes judicia-
rios ou administrativos dopaiz.
15. O contractante ser obrigado a
col locar e construir aua eusta uin ou
maisgazometros, se houver neoessidwde,
nos lugares que o presidente da provincia
designar, e a introducir todos os melho-
raraentos que durante o praza do contrae
to se forem descobrindo, una vez adopta-
dos na corte do imperio ou cm alguma ca-
pital da Europa.
| lt. O pagamento da illuniinacao pu-
blica e particular ser feito em nioeda do
paiz, sem attenclo oscillaco do cambio.
17. O contractante poder organizar
companh;a, a qual ficur subrogada em
todos os di re tos c obrga$8es d- con-
tracto.
% 18." Para as despenas cem a fiscali-
sac;ao do servido de illauin&c&o o contrac-
tHiite concorrer annualmento com a qnan
t-.a de 3:0005000, que scr2 recolhidos ao
Thesouro Provincial.
19. O presidente da provincia esta-
belecer as mnltas e mais condi^oes, no
intuito de garantir a boa cxecucSo do con-
tracto, quer com relacSo a lhunincSo pu-
blica, quer com a particular.
Faz-se publico, finalmente, que o novo
contractante ter de pagar actual em-
preza, conforme o 7" acia citado, s
quantia de 994:917|)528, de accordo coa
a avaliacao feita pelo arbitro desempata
dor em 18 de Margo ultimo, visto deduzir-
Se da de 998:777$52S, t.-tal da avaliacao,
a importancia de 3:8(305000 paga era-
presa em 1860, proveniente de 202 canos
de ferro, 6 columnas e 5 bracos cora laiu-
peSes, enllocados fora do permetro do
contracto.
O secretario interino,
Manoel Joagui.n Silveira.
O Dr. Thomaz Garccz Pavanlios Monte-
negro commondador da imperial ordem
' da Ron. ,/'"'-- de direito especial do com-
aureio ieMu cidade do Recife, capital da
priiriii'i" de I'crnamlmco por Sua Ma-
gettam o Imperador a quem Dc.txs guarde
' Faro saber aos que o prsenle edilal vircm,
00 dlle livereni noticia, que por parte ile (ion
calves, l-iiiiios & C-, aie Toi dirigida a petico
do tlieor sehuinU':
Peiiiiio -illin. e Exra. Sr. Dr. juil do coinmer-
cio. Dizctn Gongalves limaos A <:., em lijllida-
rfio. i|Bc querera protestar como protestara para
mlerratfipcra prescripc;o das stiiuiiies leliras
siui'adas nsta praca pela lirnia suiplieante :
Tres leitras rarCKlaa eui i de Ueicuibre de
I88' a praso de 6, 9 e 12 m -zi-s, aceita mr An
tomo Fernandes l'eixoto Bocal, cada uraa da
quantia de 8235070. e ainda outra da quuiuia
ue z:618-9lK) aOSila pelo mesmo Antonio Fer
naudes P.'ixoio Itjzal era 29 de Abril de 1884,
a praso dr lies ni--/.e<:
F-ria ontiji lettra doaCfilu de Joai|U;n Jlracia-
no ile Alliuquerque L'elii !! qu oilia ilc.. ..
S: I44MW, saccula en 8 de i.'.-zciubru i>: 188,1
a praso ilc8 mezes.
Outra lettra da qnantia de 4905390, do acei- vincia chama concurrentes para o novo
te de Placido Cavalcante de Albuquerque Duar-
te, saccada em 10 de Dezembro de 1883 a pra-
so de 8 mezes.
Outra lettra da quantia efe 2:0335300 do acei-
te de Joao Pereira do Nascimento saccada era 6
de Novembro de 1883 a praso |de 8 mezes.
Outra lettra do aceite de Joao MarinhcrFalcao
(que negociava para o Cear), da quantia de
4:9545160, saccad a em 29 de Outubro de 1883
a praso de 12 mezes.
Utru lillra do aceile de Antonio Carioso da
ilva da quantia de 3MH30. sai-eaila cm 17
de Outubro de 1883 a praso de 8 mezes.
Outra do aceite de Antonio Jo.- Lima da quan-
tia de 3:1345600, laceada era B*de Oatubno de
1883 ao mesmo praso.
Outra do aceile de Vicente Andr da quan'ia
de 4:3135130, saccada era 3 ic Agosto de 1833
a praso de 12 meses.
Ouira do aceite de Maclulo & Irmao da quan-
tia de 1:0005, sacada a 28.de Agosto de 1383, a
praso de 12 mezes.
Ouira do acceile dos mesmos Machado &4r-
mio, da quantia de 4O7J30O), saccada a 28 de
Agosto de 1883 o mesmo praso.
Ouira do acceile. de Joo Raptista de Figneira-
do, da quaulia de .':()000 0, saicad.a a 15 de
Junbo de 1883 a praso de 12 mezes.
Outra doacceite do mesmo Joo Baptsta de
Figueiredo, da quanlia de 705610, saccada a 15
de Junhode 1883 ao mesmo praso.
Outra do acceile de Framifco Manoel de Bar
ros Ribeiio, da quantia de 6:4955120, saccada
a l de Marco de l>-84 a praso de 8 mezes.
()::tra do acceite d-; Jos Barrclto & C, da
qn; ulia de 1:4915100, sai cada a 28 de Jan -iro
de 1884 ajBraso de 6 mezes.
oitia ao aceite dos mesmos Jos Barre'to i
'.: ilaquinha de 1:49I51"0. saccada a praso
nove mezes, requere) que lomado po:- termo
o seu protesto para que nao pi-escrevain os di-
reitos dos supplicantesa liavcnrmo principal das
inesmas letlras cora os respectivos juros dos res-
pectivos acceilantes, seja o mesmo protesto in
limado, e porque se actiem os suppcados cm
lugar incerto e nSo sabido, requerem a V. Exc,
se digii marcar dia e hora para ter lugar a jus-
lil'naco, prOscgoluAB-se nos ulteriores termos e
que nejara entregues as lettrag aos suppltcaiiles
alia!. Nesles lerun s. Pede a V. Exc-. di-li-rb
ment. E. R. M. Recie, 23 de Maio de 1889
J. Jse de Abren. Sellada legaltnenle, na qual
di-i o despacho do llieor segnlnle:
lii-spa-lio. I). Como pedein. D csrri?5o
designe dia Recife, 23 de Maio K' 1889.
Mmentgro.
E mais se nocontinha em dila pelico e des-
pacho aqnl Copiado.-', V por loica de -tejliesiiu)
despacho foi a pelico apresentada ao (jf-lribui-
dor do juizo que a distribua ao escrivan E nes-
to Silva, que lavrou o termo de protesto dj Ihcor
seguinle :
Termo de protesto.Aos 23 de Mai> do 1889,
era mea curtorio peanle mira e as icsteir.ulna
infra assignadas. compareceram os suppliraoln
por seu procurador Joaquiui Jos de Abren e
por este foi diloque reduzia a termo o protesto
Constante da petiyo retro que ofTereca como
parle deste em que depois de lido assigno. Eu
Erneslo Machado Freir Pereira da Silva J.Jos
de Abreu.- Francisco Manoel de Almeida J-
nior. Iunocencio G, Chaves.
E mais se nao contiulia era dilo lermp de pro-
testo aqui, copiado,
E leudo os justificantes produziilo su is teste-
manflas, que depozeram eonveuieiiiemeiile acer-
ca do allegado na pelico no principio desle co-
piada, o respectivo eserho sellando e prepa-
rando os autos, ra'os Si eonclu os. nos quaes
profer a senlenca do Iheor seguinte :
SenlencjaVistosJulgo procedente a jusllli-
caco. "mando que se expegara os editaos pe-
didos cora o prazo de 30 das.
Cusas cx-causa. Recife, 24 de Maio de 1889
Tilomas arcez Paranhos Montenegro.
E mais se naoeontiuoa em dita seotenca aqji
copiada, cm virlude ila qual o reqi'-elho eseri-
vo, fespasar o prsenle edilal pelo ihi-or do
qual chamo, cito e hei por mimados os ju-iiti-
cados constantes da pelico no principio deste
irapsftriflta, para que comparecaiu anta esle jui-
zo, a|legando provan.lo o que fr abeiu de
seus direilos, dentro do prazo de 30 dias con-
tlos da puhlicagao desle.
E para que chegue ao eonhecimenlo de lodos,
inauJei passar o prc-sonle ednal que ser iu
liliejnlo pela iiuprensa e allixa lo nos lugares do
eosiume.
Uado o'passado fiesta cida le do lio ife de ler
naipl.uce, 25 de Maio de I89.
Sub-crevoeassigno-Erneslo Machado Freir
Pereira da Silva.
Thonutz Gtiiccz ttntiilms Mnnlninjiii.
Empreza do Caz
Aviso
A empreza de
contracto da illuminacao mediante as clau-
sulas no mesmo enunciadas e servindo de
base para a indemnisacjlo da empreza
actual a quantia de 998:777|?528, por
quanto foram avahadas pelo arbitro desem
patador as ob,ras da mesma empreza,
quantia essa que dever ser paga pelo
novo contractante, vera pelo presente
aviso, e para evitar duvidas futuras, de-
clarar que dita avaliayao nao pode servir
de base para tal ndeniuisa$I<>, por ter
sido llega! e irregulurni-.nte feita, bem
ell
S. R. C.
ocledade Becreatlva Commercial
SarQ extraordinario em honra a nova di-
rectora em 26 do corrente
Scientiflcamos a todos os sennores socios que
os convites e ingressos acbam-se em poder do
Sr. thesoureiro da sociedade, e assim como so-
cio algum pi der ter ingresso sem assignar a
res [lectiva cota. agregados nao sao admissi-
: vais. >
Sala na sessVs da commisso promotora, 20
de Maio de ISS. A eommisslO
Manoel Ferreira.
inoel J. Ribeiro Jnior.
MhiiocJ Eazebio SimOes.
exldc
iliuminaco a gaa desta
por seu gerente,
tendo visto no
I Mario de 1'r.ruainlnuo de lmje a publica-
fSo do edital cm que a presidencia da pro
i
Jarcacas.
Vapores .
mmaes .....
.'ia-l'errea de Caruar.
VTa-frrea de S. Francisco.
'ia r-ri a deUraoeiro
Somma.
i 323 Saccas
i;;i .
4.760
930 .
763
1 SM
10 5i Saccas
Couros seceos espichados (kilo, .' 410
Couros verdes (kilo)..... l'.'i
Cacao (kilo)....... UM
(iil boa .kilo) ...... mh)
Cal restolho (kilo)..... MX)
Dachaca (litro)....... 80
Carnauba kilo)...... SM
1 arocos de algoduo (kilo; ... 16
Carvo de podra de Cardiff don.I 165000
Farinha de mandioca (litro) ')0
Folhas de iaburandy (kilo' 300
Genebra (litro...... 200
Mel ilitro)........ 70
Millio (kilo........ 120
Pao Brasil (kilo)...... 35
rabeados de amarello (duzai hhwoo
Assucar
lis oreos pagos ao agricultor, por 13 kilos, se-
cundo a Associarao Coauncrcial Agrcola, foram
os seguintes :
Brancos..... 35300 a 45000
Somtrao 2200 a 25300
Mascavado purgado 1*800 a 25OO0
brnlo. 15700 a v.>
Ketame ..... 1*300 a 15600
A exporlaiao, IVita pela alfandega ncsle mez
at o dia 33. suido a 2.448.303 kilos, sendo....
M9.-338 para o exterior e 1.498 971 para o inlc-
rior.
As eniradas verilicadas at a data de boje, so
bem a 41.302 saceos, sendo por:
Ifanaeas .... 14.122 Saceos
Vapores..... .....
Animaes .... 638
Vi.i-ferrea de Caruar. 2.463 .
Via-frrea de S. Francisco. 23 U:
Via-ferrea do Limoeiro . 876
s s
z S 5 .
-- u fe +m
5 s
5 o
f*1 S l'
'l-S:! 5
' 3
I 1
s
*
* w -
_je --i__*
c-
Ei *
i



Somma.
Agnardenle
Cola-se u 805000, por pipa de 48.' litros.
Aleool
Cota-se a 170i000por pipa de Md litro.
Hel
aila-se a 70*000 por pipa de 480 litros.
Coaros
A cotaclo dos salgados regula 383 ris e
verdes 203 ris.
Dinheiro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Mandah, para:
Portos do ul
Pauta da alfandega
(MANA I 27 DK MAIO A 1 DE JUKH0
DB 18S9
ar retinado (kilo).....
Assucar branco (kilo) -
Assucar mascavado (kilo)
Aleool (litro) ......
*rroz com casca (kilo) ....
I0 (kilo)......
agurdente........
Borracha (kilo)......
Couros seceos salgados (kilo)
\avio* carga
Liuar portugus Temerario, para o Porl...
navios descarga
barca nacional Mara Angelina, xarque
Marca nacional Mirinnuinlta, xarque.
liaren norueauease Fortuna, carvo.
Rarca norueguen Barca norue^uense Leciugxtmie, corri.
Patacho hollandez Engettu xnrque.
Palaelio uorueguense Amarantli, carvo.
Patacho americano laniel G., graxa.
Patacho nacional Moni, xarque.
Patacho hollandez Murgaretlia, xarque.
Patacho hollaudez Aflene, xarque.
rmportaeio
Vaporinclez Editor, entrado de- I.iveipo.d e
pscala era 24 do andante e consignado a jjios-
ton Pater & C, manifestou :
Carga de Liverpool
Aveia 10 fardos a Figueiredo Cosa i G.
Arcessorios para machin.is de lecidos i caixa
i ordem. Alpiste 2o sacco-a Jo4o Fernandes
.!e Alracida. )a Ferreira Kodrigues & C. 10 a
Figueiredo Cosa C. 10 a Guimarfies Rechi &
41 .'6J Saceos c 20 a Jv>aquira Ferreira de Carvalho & C.iO
i ordem.
Arroz 400 saceos a Taiva Valente 4 C, 23 a
C. Sinden, 400 a Joao Fernandes de Alnieida.
100 a Figueiredo Costa & C, 100 a Fraga Rocha
& C, 100 a Ferreira Rodrigues C, 1,775 or-
dem. 25 a ^ares do Amara I Mfciaos, 300 a Do-
mingos Cruz C, 25 a Guimaraes Rodia A C,
30 a Joaquira Ferreira de Carvslho & G., 50 a
aIvi-- l rans. 100 a Sonsa Basto, Arnorim C.
Agua mineral 10 barricas a Fernandes lrrnos,
20 a Medeiros Irmaos C.
Arcos de ferro 2 feixe- a Miranda Sonza,
dos 56 a Wi'liam Hallidav & C 100 a Albino Silva
1C.
Batatas 30caixus a ouralvesROsa 44'ernan-
des, 50 a Mi s.-.-dhara '". IforrilhaSO
tarabores ordem.
BiscouloS caixOess Soares A Fernandes, 10
a ordem, 3 a GarralLo & C, 0 l"aclitio .fe Ol-
vela Maia & C,
Barias de ferro 223 e 3'i Ulan Pater-
son 4;C, 349 o 104u Al! Silva C. i eO
a Miranda A >ouza, loo e 73 a ^ illiam lialliday,
153 e 5 a ordem, 1,230 c f,0301a Ferreira Guima-
233 raes 4 C, 20 barras aos Herdeiros Bowmanu.
213 Cha 17 grades e 1 caixa ordem, Cabos 14
H3 voluntes a Jos Joaquim Al ves C.
310 Chapeos 1 caixio a AQonsoOliveira{4 C, 1 a
180 Francisco R da Silva, 1 a Samarcos 4 C, 1 a A.
386' Fernandes, 1 a Bruno da Silva Carvalho 4 C., 3
150 a R. Druzina 4 C. Carvo de pedra 23 tonela-
800 das a Cardse 4 Irmao.
354 Cerveja 50 barricas aos consignatarios, 20 a
..OuOOOO
Soares Fernandes, 35 ordem, 20 a Ferreira
odriirac 4 C.
Chumbo 1 caixa a Albino Silva C
- aleados 2 caixes a M;.a Rodrigues C., 1
a Ferreira liarlio-a 4 C, 1 a Francisco 11. da
Silva A C, 5 a Tilomas n Carvalho A C.
C.as pata jof,-os 2caixas a Guiuiaraes 4
Carnoso.
Conservas 64 caisaa ordem, 33 a Soma
Basto, Amonio A C, 23 a oares Fernandes.
Goku 23 to'neladas a Cardoso v Irrao Cidra
100 misaa a BoDinguoa-Cras C. Cobre lo
voluines a Ferreira Guimaraes 4 Canela 20
caixa.- a SousaBasto, Amoriin 4 C.
Ciiupag para fogao20 a Miranda 4 Souza,53
; reir Guimariles 4 C.
Canos de ferro 6 eaixas Courpanbia Beheri-
l)i-, 30 amarrados a o-den.
Drogas 3 voluntes a R mquayro! Fre es, 9 a
nr.lern.
Eslanlios 3 barricas e '.}) eaixas a ordem, 1 a
Comes de Mallos Irmaos, 17 a Manoel dos Santos
Viiljea. 3 harneas a Ferreira Guimaraes C.
Ksiira i fardos ;i ordem. Elastic1#l caixa a G.
Wyclisnianii. Cexofre .10 barricas a Miranda
A Sonza. 20 a Prente Vianna4 C. 20 a Ferreira
Guimaraes hd:iy & C, 20 a Gomes Dejarle Carueiro Viauna.
Folhiis de ferro 65 a Alian Palerson 4 C 30 a
W. II aliiday 4C, 78 a Res San!..-. 20 ,( Per
reir Guimaraes 4 C. 77 a J. Holnis. 65 a Anto-
nia Ro. liguas de Son/a C. 20 a i.anldso 4 Ir-
maos. Fio 8 fardos a.dem I :i Ferreira GnJ-
marfles C. Po^reiros ti ao London Itadt
Feno 13 fardos a A'x>\. l-'ollias de zim. eai-
xas vrdem. Ferragens i tolumes a X. J. I.i-
dstone, 2 a Prente Vanna 4 C 1 a .Nones l'ou-
-eca C., 28 a Cantoso < Irmaos, 2 a Alian Pa-
lerson 4 C 9 a Miranda 4 Souza, 22 a \V lial-
liday 4 C, 7 ao Loudi.ii Uank. 3 a A. f!. de Souza,
1 a Manoel dos Santos Vil laca, I a Reis 4 San-
tos, 21 aos Herdeiros do Bowniann, 3 a Antonio
Duarte Carueiro Vanna, 6 a J. de Azevedo AC..
34 a ordem, 1 a Manoel Collico *., 50 a Vianna
Casiro 4 C, 41 a Ferreira Guimaraes 4 C Fo-
zis 2 barricas a \V. lialliday 4 C. Folhas de
flandres 50 eaixas a A D. Carneiro Vianna, 70 a
Gomes de Mallos A Irmaos. Farinha 1 caixa
ordem. Dita de trigo 2> barricas ? Ainorim Ir-
maos 4 C.
Genebra 1 bani! a Iones Irmaos, 25 eaixosa
Soares Fernandez.
Louca 40 barricas a Domingos Crjz 30 gigos ordem. 17 a Joaquiui Ferreira de Car-
valho C, 33 a J. de MaeeJo. |.iidi:i 6 eaixas
a Francisco Lauria & i., 18 a Sello '.ampos & C,
13 a Gofnes -de Mallos Irmaos, 6 a .Nenes Fon-
seca d> C.
BECLMtJOES
Obras publicas
De ordem do Illtn. Sr. engeoheiro director ge-
ral, fago publico que no da 28 do crreme, ao
meio dia. ne-ia reparticao, recebe-se propostas
em cartas fechadas, compe!e:ileinenle selladas,
para execucau dos reparos de que necessilain o
lioeuo sobre o riacho Jossn e a curva do Caxilo,
na estrada da Victoria, orelos em 649*000.
(I lictame devela, para o-ler c.on-orre,-
praca cima, depositar no Tliesunro I rovincial
a quanlia de 324430.
S'cretaria da direc'oria feral das Obras Publi-
cas de Pernambuco era 14 de Maio de 1880.
O engenhi-iro secretario
Luiz Antonio C. de Albinjiieiriue
V
eueravcl irmaodade
DE
SriiIu Ci't-iitii na snitlri il<> ti, Cumi*
ELKICA'I
De ordem da cesa regedpra e por despacho
do Rxei. Sr Dr. juiz de dtreitn d pro vedo; ia.
convido u to los os ruo* profrs.-on-s para se
reunirein era nos-o consistorio no dia 27 do c ir
rente, s 4 ho-as da tarde, allin i> era assemblea
,'eral cleL'er os novos linic. ioiiarius para o cor
rente cxenicio de 1X80.
Consistorio da veiieravel rniandade de Sania
Cecilia, 23 de Maio de 1889.
O secretario
. Amaro Joaquira do Espirito Sar.to
IrtnanduJe das A'ma: da
matriz do Oorpo Santo
De ordem da mesa regedora. eoovido a lodos
os irmaos de.ta veiieravel irmandade para coin-
parei.-erem ein nosso consilorio no dorainso 26
00 Corrente. pelas II horas da niauh. alim de
reunido- em mesa senil, Indar-te da fuadacSo
do bospiod da irniatulsde e de outros assumpics
imporlanles Scientilicando que sendo esto a
quarta c-onvocacao. funccioiiar com o uunu.-o
de irmaos Que comparecer, eu fisto do despa-
cho proferido pelo Ksm. "Sr. Dr. juiz de capellas
e:n 14 no corrente mez.
Cnn-i-torici di irmandade das Almas, em 23
de Maio de 1889.
0 escrivo
F. os':i.
to tedie ao S. Francisco
como que contra ella j protes ou, quer
permite o Exm. Sr. .residente da pro- EslniM J1 IclT.l l\ PemaiTlbUCO
vincia, quer pr^nte o juizo dos feitos da
fazenda, tendo '-> intimado do mesmo
protesto o Dr curador dos feitos da
Fazenda Provincial, como representante
da provincia.
E corso quer que deva em tctnpo op-I
portuno fazer valer seus direitos contra
quem de direito for, delberou fazer a
presenta publicncao para scieneia dos in-
teressados. '
Reeife, 1 de Maio de 1889.
George Windsor, Gerente.
^!2S^^rr ^
Pelo presente sao convi-
dados os Srs. accionistas des-
ta companliia a virm rece-
ber naestacao de Cinco Pon-
tas o 51. dividendo, relati-
vo ao semestre (indo ,em ;31
de Dezembro ultimo.
Escriptorio da superinten-
dencia. Cabo 24 de Maio de
1889. Velsljood,
____ SUPERINTENDENTE.
Companhia Santa Thereza
Aba(*cciot'a d'agiia e gaz a
cidade de olinda
Sao condvidados os Srs. accionistas a se reu-
nirein em assemhla ge ral" ordinaria no dia 8 do
mes seguinte, alim de julfareursobre as con-
tas do anuo lindo, ouvireui-.a leitura do relato-
rio, e resolveren! Bobre a proposta da directora
no sentido de ser levantado ura emprestimo
para a conslruccao de obras novas. A reuniao
?<: elTectuara ao meio dia no escriptorio da Com-
panliia de Trilhos lili nos. na ra da Aurora
Recife, 24 de Maio de 1889.
Jos Ferreira Bailar
Presidente da asamblea geral
\
Obras Publicas
De ordem do Illra. Sr. engenheiro director ne-
ral e era \ ilude de ordem da presidencia da
provincia, de 13 do correte faco publico que.
no dia 31 desle mez ao meio dia, nesla directo-
ra. recebe-se proposias em carias fechadas,
competentemente selladas, para execucio da?
seguintes obras :
Reparos da coberla do edilicio da Escola vo-
lelo. orea los em I:40iil7(l.
dem da ponte sobre o rio Pirapama. no Enge-
ibo Novo do Cabo, orejados era '1095920.
dem da ponte de S. Joan, na estrada de Pao
J'Alho, oreados cm 1:64i453i-Ai.
O licitante dever de|iositar no Thesouro Pro-
vincial quan'ia equivalente a 3 / d valor de
cada um dos orcamentos.
Secretaria da Directora Ceral de Obras Publi
OU, IC de Maio de !?.
O enfenlieiro secretario,
Luiz Antonio Caralcaute d'Albiujuc '/''
Recebedoria Provincial
O administrado'- da Recebedoria Piovincial,
na forma do reyulamenlo de 28 de Maio de 1887,
las publico para couheciraeuto dos iiiteressados,
que dentro de 30 dias uleis improrogaveis, co-
udos do 1 de Junlio prximo, dar-se-ha prin-
cipio por esla reparticjau a cobranca, livre de
mulla, dos imposloa abaixo declarados, de que
trate a lei n. 1884 relativos ao 1- semestre do
exercicio corrente de 1889
Recebedoria Irovincial de Pernambuco, 23 de
Maio de 1889.
Francisco Amyntlias de Carvalho Monra.
3 O uiultiplicadKis'por 10 sobre eslabcleci-
menlos a retalho.
20 0/0 sobre o valor locativo dos estabeleci-
mentos industriaes desta cidade.
10 0 0 ideal Ideu idem fora da cidade.
200000 por pessoa que empregar capitacs era
descont de letras.
1: ' -rias.
12 0/0 sobre escriptorios, earlorios e cor.sul-
torios.
2550 por tonelada de alvarenga ou canoa.
Dcima urbana.
-'i 0/0 sobre a rcud,a dos bens de raiz perteu-
cenles corporacoes de n>So mora.
80 rs. por litro de agurdente on aleool.
i ompauhia de borabeiros.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo do Recife
Asscmbla geral de eleicao
Convido a lodos os nossos carissimos irmaos
a se reunirein em nosso consistorio domingo 26'
do correte, pelas II horas da tnanba, alim de
eregermos os funecionarios da n va mesa rege-
donr, que tera de administrar a nossa irmanda-
de dnianie o anno coinpromissal de 1889 a 1890.
Consistorio, 23 de Maio de 1889.
O secretario do couselho,
Domingos Jos Antuncs Guimaraes.
Para Rio de Janeiro, J. 11. Roxwe.l 500 sacias
com 41.508 kilos de alimdao.
No vapor nacional Para, carregsram :
Para Baha, J. G. da Cunlia Perne a barricas
com 400 kilos de doce ; A. Guimaraes 500 saceos
com 30, Para Rio de Janeiro, C Ai. da Silva 1,01X1
saceos com 00,00 kilos de assucar branco ; T.
de Mello Genro A C. 494 saceos *om 29.640 kilos
de assucar branco e 127 dit.'s cora 7,6 0 dius
de dito mascavado.
No vapor nacional Sergipc, carregon :
Para Babia. M. F. Martins 140 barricas com
14,6"4 kilos de assucar branco.
No va'ior nacional Po-a^ama. carregaram :
Para Ceara, M. A. de CeOfM A C. 10 barricas
cora 00 kiios de assucar refinado e 2i saceos
cora 1,440 ditos de dito mascavado.
Rendlmcnto |iihllcos
Mfc2 DE SUQ
Alfandega
ris 3U600
10 ditos de sainos a 700 ris 11*200
s ditos de rres.-uras a 600 ris 4*800
-J lallios u i j uooo
Retidimeiiio dos das 1 23do
rente
cor-
178*000
4:443*480
Ren.Ia ceral
Do dia I a 24
dem de 25
386.093*711
16.722*423
Renda provincial -
Oo di 1 a 2V .57.8i0925
dem de 25 2.590*292
G02:81('36
60 431*217
Somma total 663:217*333
Segunda seccile. da Alfandega, 23 de Maio de
1889.
8 thesoureiroFlerencio Donngues.
ebefe da seecio Cicero B. de Mello.
Recebedoria Geral
Do dia I a 24 34:287*962
dem de 23 2:688*630
Foi arremedado liquido al IiojP 4:624*080
Pregos da dia :
Carne verde de 320 a 480 reis o kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis idem.
Suinos de 560 a 640 reis idem.
arinlia de 509 a 720 reis a cuia.
Milho de 800 a 900 reis idem.
1 ":;ao de 800 a '20J idem.
Matado ro publico
Neste cstaDelecimento forain abatidas para o
consumo de hoje 89 retes pertcncentes a diver-
sos mordanles.
Vapores a entrar
MEZ DE MAIO;
Norte......... Para------A.......
Ville de Cear.....
Neva.....I........
Ilambarg. j.---------
Espirito Santo.....
Lissabon .r........
36.976*592
Recebedoria provincial
Do dia I a 24 18:0983210
dem de 3 924*303
19:020*551
Recife Dralnage
Do dia I a 24 5 8H734
Idem de 2' 142*969
isxportaco
Bscira 24 de maio os 1889
Para o exterior
No vapor allemao Hamburgo, carregaram:
Para Hamburro, F. Salgado 4 saceos com 240
kilos de caf ; Pohlmann A C. 1,831 couros sec-
eos salgados 22,212 kilos ; C. M. da Silva 468
couros seceos salgados cora 3 616 kilos
No vapor inglez lleUnder, carregou :
Para Liverpool, C ~P. de Lemos 300 fardos
com 40,000 kilos de trapos velhos, 6.000 saceos
com 360,000 kilos de carc eos de algodao e 20
barri8 com 10,000 kilos da cobre velho.
No lugar ponuguez Temerario, carregou :
ftu-a o Porto, S. Brito Arnorim 100 saccas cora
7.726 kilos de algodao.
Para o intertor
No vapor austraco Skduza, carregou :
5:95**70.'!
Merend Mume.ipul 0 movimeuto desle mercado no dia 21 de
Maio foi o segu
Botreram :
22 DOS pesando 3,416 knos.
813 kilos de pei.v a 20 ris 10*300
8 etrgta com farinha a 200 ris 3*000
3 diU.s com feijito a 200 ris 600
2 ditas com milho a 200 ris 100
9 ditas de fructas diversas 300
ris *j00
22 uiboleiros a OOtl^ 4*400
12 suinos a 200 ris
23 matulos com legumes a 200 ris 4*600
Foram oceupados:
30 i/2 columnas a 600 ris
escriptorio a 300 ris 300
24 compartimentos de fariuha a 500
ris 12*000
24 ditos de comidas a 500 ris 12 OOO
79 ditos de legumes e fazendasa 400
-ul...........
Sui...........
-ul...........
Mil...........
Europa.......
Europa....... I Me de Baha \..
Europa....... Campias ....
Vapores a sabir
MEZ DE MAIO
Rio e esc ... Para............. 26 as
Antuerpia ... eca............. 26 as
Havre e esc Ville de Cear...... 27 as
Norte........ Espirito Santo..... 28 as
Hamburgo ... Hamburg......... 28 as
Batiiaeesc... Sergipe......... 128 as
-autos e esc. Lissabon.......... 29 as
Santos e esc.. Ville de Baha .. .. 29 as
Sul.......... Campias......... 30 as
26
27
27
28
28
30
3 li.
3 h.
4 b.
5 h.
4 b.
4 h.
4 h.
4 h.
4 b-
.Hovlmento do porto
Navios entrados no dia 25
Soulhampton e escala16 dia-, vapor inglez La
Plata, de 2049 toneladas, commaodante J. D.
Spooner.requipagem 103, carga ranos gneros;
a Arnorim Irmaos A C.
Baha e escala -10 dias, vapor nacional Sergipe.
de 411 toneladas, commaudante Joaquim An-
dr R. de Mallos, equipagern 27, carga vanos
gneros ; a Pedro Osorio de Cerqueira.
Rosario de Sania F. e escala21 das, vapor in-
glez BeUendere. de 1770 toneladas, comman-
daoie Duncan Fnuer, equipagern 29, carga
vanos gneros; a Blackburn Needham A C.
Pelotas21 dias, patacho suecco Amor, de 158
toneladas, capitao P. C. Brandl nan, equipa-
gern 6. carca xarque ; a Maia Rezende.
Baha5 dias. escuna uorueguense Sverirup, de
148 toneladas, capilo 0. Olsen, equipagern 6,
em lastro ; a Ainorim Irmaos & C.
Navios sonidos no mesmo dia
Camossim e escalaVapor nacional Pirapama,
commandante Francisco Carvalho, carga ja-
ros gneros.
Aracaj e escalaVapor nacional Mindah, com-
mandante Alcides de Albuquerque, carga va-
rios gneros.
CanalVapor ingles Victoria, commandante Ja-
mes Harrison. carga algodao.
Santos e escalaVapor ingles Ha Plata, com-
mandanle J. D. Spooner, carga varios gneros-

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J
Thesou raria nVFazenda
Forutiiueuo ao presidio de
Fernando
De ordem do Illm. Sr. inspector, fago publico
que do da 6 de Junho prximo viodouro, pe-
rante a sessao da jimia desta Thesouraria que
comecara as 11 tioras da manha, serao abertas
as propost.isque at o dia anterior (o) forem
receidas, alim de ser contrariado, comquem
melhores vantagcns offerecer, o foraecimento de
gneros c artigo* para o presidio d*: Fernando
hrftoronha, durante u semestre de Julho a De
zembro (leste anuo.
Essas propostas licvTm vir devidaraente sel-
ladas c techadas; ("S proponentes requerero
previamente a esta Thesouraria provan-Jo que
sao negociantes nial rulados e se adan qui-
tes relativamente an imposto de industriad e
profisses do ultimo semestre, e declarando que
se obrignm a entregar os referidos gneros e
artigos no mencionado presidio.
Oulrosim, nao serao aceitas as propostas que
contrvercm artigos nao mencionados neste edi-
tal; ero tam.ieui aquellas cujos presos estive
rem snjeitos a abatimenlo ou descontos. por isso
que os mesaos preces deven ser invariaveis.
Os |irditos gnu-ros e artigos sao :
As3ucar mascavinho. kilo.
Arroz pilado, idem.
Assucar branco retinado 1" sorte, idem.
Aletria, idem.
Araruta, kilo.
Alcool le :t6 a 40 graos, litro.
Arame.'kilo
Agua raa, litro.
Algodo trancado azul e msela, metro.
Ac/> quudrado ou milito, kilo.
Azeitc doce, iitro.
Algodiiosinho, metro.
Algodo trancado de listras. idem.
Agulhas para corlaras, papel.
Arcos de Ierro sonidos, fi-ixe.
rame de lati, kilo.
Arilhmetica de Castro N'unes, urna.
Botes de osso som dous furos, caixa.
Barbante, kilo.
Boi vivo, um.
Bacalhu, kilo.
. Banha de porcu, idem. *
Brira pardo de algodo, metro.
Cha byssoD, kilo.
Caf em grao, dem.
Copo de vidro, um.
Camisolas de brim. idem.
Ditas ile algodo, idem.
Ditas de forca, idem.
Carvao de pedra para ferreiro, kilo.
Carlas de A B C, urna.
Colleccao de traslados, idem.
Cordas de croa, pega. *
Cobertores de l encarnades, um.
Ditos de dia oscuros, idem.
Cabos de Hanilha, kilo
Cabo para enxada, um.
Chapeos de baeta, um.
Cabos d Cairo, kilo.
Colla da Babia, idem.
Cobre em folha, idem.
Caivete lino, um.
Cira branca em vellas, kilo.
Ditas em brandroes, idem
Caetas de pao, duzia.
Chamins patent, um
Cabo de linho de todas as dimensoes, kilo.
Doutrina Christ, urna.
Dcce ce goiaba, kilo.
Encamis, um.
Envelopes in folio, um
Ditos para oflicio, idem.
Enxadas de 3 l|2e 4 libras, urna.
Esteiras de palna, idem. .
Estanto em verga, kilo.
Esteiras de palha para cangalha, urna.
Feijao sacca.
Farinha de mandioca, litro
Dita de trigo SSSF. barrica.
Dita de tapioca, kilo
Flele de cores, metro.
Fumo em latas, kil".
Folha de Flandres. nma.
Facas de ferro, duzia.
Ferro inglez sueco sortk! >, kilo.
Fios de vela. idem.
Grammatica porlugii-v.a de C. Nones, urna.
Dita deAbilio, idem.
Geometra. iJcm.
Geographia, idem.
Gomma laca, kilo.
Gomma arbica em po, iJem.
Dita em canteo, idem.
Giz idem.
Hostias, una.
Historia do Brazil, idem.
Incens, idem.
Kerosene, lata.
Lences de algodo. um.
Lacres, pao
Lixa esmeril, folha.
Limas sortidas, duzia.
Ditas de desbastar, urna.
Limates -ortidos, idem.
Lapis de borracha, duzia.
Ditos de Fabcr pretos, idem.
Ditos de carapina idem, dnzia.
Linba bra.ica n. 20, carritel.
Lences de linho, um.
Limates e limas sortidas, caixa.
Lapis de cores, duzia.
Litro 1" de leitura, um.
dem 2." de leitura, idem.
idem 3* de leitura. idem.
Manleiga iqgleza, kilo.
Manteiga franceza, idem.
Marraelada, idem.
Manuscriptos, idem.
Mangaes de Ierro para carroja, um.
Macarrao. kilo.
MadapolSo, pega.
Milho, sacco.
Oleo de linbaca. litro.
Marmitas de Folha, urna.
Ocre Dmarello. kilo.
Papel ahnasso pautado fiume, resma.
Dito cariao mala horro, folha.
Pedros para escre\er, urna,
Paos de jangada para balsa, dem.
Ditos grosms, idem.
Pavios para candieiros patent a gaz, dem.
Palha de carnauba para chapeos, urna.
Pregos de ferro sortidos, kilo.
Pennas de ago Perry, caixa.
Pregos franceses, kilo.
Piche, barril.
Sabio amarello, kilo.
Systema mtrico, um.
Sola, meio.
Sal de cozinha, litro.
Tinta azul da Prussia, kilo.
Tinta prcta, litro.
Toalbas de algodo, urna.
Taboadas, idem.
Telhas dezinco. ident.
Vidros para vidraga um.
Verde cliromo, kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vuk* hrance, idem.
Vinho faesourn? ile piassava, uma.
Vel: '- kile.
(arque, idem.
Biesouraria de Fazeuda de Pernambuco, 20
4.- Maio de 1889. ....
0 secretario da junta,
Dr. Antonio Jos de Santa Ama.
Diario de PernambucoDomingo 26 de Maio de 1889
iMiM m
QUE SE REALIZAR
Ouiiia fer.i, 30 de Maio
\m x
O
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m
Pelln
^Vnliini-
I lid.
0
Cor da veatt-
menta
5* ron rit' n ros
Io pareo-Harmona- 000 metrosAnimaes da provincia que nao tenham ganho em 1889 nes
ta ou uiaior distancia. Premios i 250* ao Io, 50* ao 2 e 25* ao |)
Jatoha.....
Tupy......
Gui.....
t'otosi.
Bonaparte
Mignon
Viliage....
Sneca .....
Et chin.....
Pombo Preto
Alazo .....
Baio------
Russo pedrez
Castanho-----
Rodado .....
Zaino.....
Mellado.....
R. pedrez...
Castanho..
Cachito.....
Pernamb
56
56
56
56
56
52
56
56
56
56
Grenal..............
llosa..............
Verde ............
Encarnado c ouro ...
Azul e ouro.........

Encarnado.........
Amarello e azul.....
Ouro e branco ......
Ene. ,branco e azul.
Codelaria Progresso.
F. C. Rezende.
C. A.
Bostock.
R. G. L.
P. S.
H. M.
M. P.
Coudelana Emulaco.
CoudclariaVictoria.
2." Pareo Inieraaclomal1,400 metros.Animaes de qualquer paiz que nao tenham ga-
nho em 1889 nos prados do Recife. Premios : 400* ao 1, 80* ao 2." e 40* ao J.
Stephanie ..
Coupon.....
Apollo .....
Asmodeu
Vanda .....
B;azil......
Castiglioni. .
Castanho
Alazo------

Castanho
Zaino.....
Alazo
Zaino.....
Inglaterra.
Franca ...
R. da Prata
Inglaterra.
R. da Prata
Franja .
50
54
52
54
52
50
54
Azul e ouro......
Ouro e chumbo.....
Branco e ouro.
Encarnado eouro..
Verde e amarello.
Azul egrenat.
F. Correia.
Joo Elizio.
Alfredo Dalliday.
A.F.
C"ud. Independencia.
Candelaria Cruzeiro.
3 PareoDedreta 1,600 metros. Animaes da provincia que nao tenham ganho em 1889
nesta distancia. Premios : 300* ao 1., 60* ao 2. e 30* o 3. .
Monitor..
Mouro...
Templar.
Bugary..
Russo .....
Alaste.......
Rodado
Pernamb.

54
54
54
54
Encarnado e branco.
Branco e amarell o -.
Encarnado eouro-.
Grenat eouro........
Coud. Pernambucana
A. Taques.
J. F. F.
Luiz PereiraJ& C.
4 pareoFerro Carril-
1,600 metros Animaes nacionaes at
400* ao 1." 80* ao 2. e 40* ao 3.
meio sangue. Premios :
Mimosa......
Saturno.....
Mandarim- -
Minerva
5 Corcovado
lAlazao--
Castanho ..
Rusilho.
i Don rad lilla.
Castanho...
S. Paulo 48
54
54
* 48
R. de Jane. 52
Azul, branco e grenat
Azul e ouro.........
Violeta e ouro.......
Azul e grenat.......
Encarnado e ouro -
Coud. Parnamerim.
Coud. Internacional.
J. Bastos.
Coudelaria Cruzeiro.
Coudclaria Pavsand.
o.'
pareoSupplementar -1,600 metros.Animaes de qualquer paiz que nao tenham ganho
nesta distancia. Premios : 600* ao 1., 120* ao 2 e 60* ao 3."
Diana..
Aspasia
Ernani
Mastn .
Fagot in
Alazo...
Zaina
Castanho.
Alazo
Franga -.
Inglaterra
*
Franga .
48
48
54
54
54
Azul e ouro
Eucarnado c ouro.
Azul e ouro........
Coud. Internacional.
Guitnares & C.
P. C
Coud. Pernambucana.
Coud. Internacional.
6.' pareo-Io do Julno (Handicap) 1,400 metros Animaes pelludos do paiz. Premios :
Hamlct.....
Favorita ....
Moncorw)...
Ophir ------
Vucalno.....
Recife
Arumary.....
Cometa ...
Avmor .
Alazo.....
Zaina.......
Rodado .....
Turd. negro
Alazo......
Castanho
Alazo.....
lCaslanlio
300 ao I". 60*
S. Paulo
R. de Jane
Peruaub.
S. Paulo .
ao
Vti
69
\x
M
r.0
62
30
54
62
2 c 30* ao 3
Azul e grenat......
Violeta e ouro.......
Azul, branco e grenat
iiianco e bonet verde
Azul e ouro.......
Verde e amarello...
Violeta e ouro .....

Preto e grenat ......
Coudelaria Cruzeiro.
Maia A Cbrysostomo
Coudelaria Cruzeiro.
Coudelaria Venturosa.
Coud. Internacional.
S P
F. Siqueira A Bastos.
Coud. LuzoBrazileira.
P.V. ^
' toreo -Iraprcimii fcniambliraiiii
ptos para esta corrida. Premios
1,200 metros. Animaes da provincia nao insen-
: 250* ao 1, 50* ao 2o e 25* ao 3o
Barnve-
General. ..
Pirrara.....
Cogna*-.....
Cadete......
Biloutra-----
J-parte-----
Rei de Ouros
Flautista....
F rete.....
Boyal.......
Fausto.....
Rolilo ...
Rov........
Marat......
[Castao
Itusilho
Casianho
Russo
Rodado .
Baio ..
Alazo...
Castanho
Russo .
Alazo.
Baio ...
Alazo.
Rodado
Pernamb.
52
54
54
54
54
52
54
54
54
54
52
54
56
52
54
Ouro e branco.......
Branco e preto .. ..
Encarnado e branco.
Grenat e ouro.......
Encarnado e preto.. -
Encarnado e hstrado..
Branco............
Encarnado e ouro
Encarnado e branco. -
Azul e branco.....
Grenat............
Encarnado e ouro-----
Azule amarello.
Coudelaria Emulago.
J. H.
F. L.
Bostock.
P. H.
Jos L. Souza Filho
Fredcrico Guitnares.
Coudelana Musical.
M. L. J.
J. Saldanha.
J. B. W.
Coudelaria Progresso.
Antonio M. Pereira.
Coudelaria Demcrata.
s y
(*) Montado por amador. .
OBSERVARES
Os animaes uerintM para o primeiro pareo devem achar-se no ensilhaucnto
1|2 horas da manli. /
Os animaes inscriptos para os outros pareos de vera achar-se no ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tiver de correr.
Os forfaiU serao recebidos at quarta feira, 29 do corrente, s 3 horas da tarde.
O animal inscripto em mais de um parco que deixar de correr no primeiro,
nao correr no segundo. .
Qualquer reclamaeao sobre corridas dever ser apresentada por esenpto a
directora.
HORARIO
Encerraracnto da venda de poules
Corridas
Companliin de Edifcacao
Assembla ge ral extraordinaria
en vista da resolu-
:er,il extraordinaria,
De o'-dem da directora
tao tom; da em asscmbb'-a
hoje effectuada, na nial foi resolvida a conve-
niencia da liquidacoda iomn nhia, convoco os
senhores accionistas r< mirern se em assem-
bla eral extraordinaria io lia 10 de Junho
vindouro, ao meio dia, i riptono da compa-
nhia, praca Pedr* 2/ u. 7" 1 andar, nfirn de
tratarem de aceordo con. lo art da le
3150 de 4 de Novembro tle 1882,. dos meios
de liquidal a e indicarcm o m deve ser adop-
a Previno aos senhores accionistas que em fage-
Jo disposto pelo 4 do art. 15 da \a ^c.Uda,
taa necVssidade do <"PaTn,0,o??nJTr
de accionistas que represente dous tercos do ca-
pital social. taaa
Becife- 23deMa' tSo Menezes
Gerente.
1.
2.a
3.
4.
5."
6.
7.
pareo.^ll*.O......12*.
12.40.
1.20.
2.10.
2.55.
.-5.40.
4.30.
12.50
1 30
2.20
3,6
3.50
4.40
IP^aOSQDOS
Geraes.......
Entrada e archibuncadu
Entrada, arcliibnneada e ensilbameirto
Cart3e8 de familia at "> pessoas
Ensilhamento.....
Differenga para anhibancada
1^000
2*000
3*000
55000
2*000
14000
Keeif,25deM.iodc1889. ^ 0 0**
Francisco de Souza Rcix.
S. R. M.
Kfledade Becrealiva noeldade
"Deordemdolllm; Sr. presidente, convidos
senhores socios a romparecerem em nossa sede
.1 A t .______... .'.o % hrkrna fin tardo
real Hmiern r Brnuil Kail*'''
Aviso
Pelo presente sao convidados os senhores ac-
cionistas a vi rem "-eceber no escriptorio central
=go Kc^m'X' ta4ho rde, a vigsima distribu^ das canteras de juros
UU1111IIKU *U UU U"I H i**v -----"----.
afim de reimidos em nssembla geral. tratar-se
de negocios urgente.- da mesma sociedade.
Secretaria da Sociedade Becre*tiva Mocidade,
3 de Maio de 1889. 0 1 secretario
Ponci&no Pereira Lene.
correspondentes ao semestre Gn^o em 31 de De-
cembro de 1888.
Escrip'orio central, 25 de Maio de 1889
Jason Rigby
Superintendente.
1)10 DI) CArt
corrida
rgraxnm.a da
QUE m MAMABA
Demingo, 26 de Maio
fuiz Juizcs de chegadaDr. Francisco de Souza Res, Dr. -los A. Rodrigues LimaeDr. Thomaz de Carvalho Soa-
res Brando.
luiz de distanciadoJoaquim do Reg Barros.
tfuir.es de arebibancada Dr. Jos Alves Lima, Dr. Joo de Oiiveira, Dr. Francisco do Reg Baptista, Fraii-
cisco da Costa Foffo, Dr. Estevao Cavalcante, Eugenio Oon$alvcs CascSo, Hermes Dias Fernandes e Dr. Luiz
Antonio '"avvalcante.
Iuzck de raiaAdolpho Mendes Torres, Henrique da Costa Carvalho, Dr. Argemiro Alves Aroxa e Jos de
Pinho Borges.
Illiz de pesagemProfessor Francisco C. da Silva Fragos".
XOIUl'lt
Idadott
PoIIom
\alurnliilH-
det
Peo*
Cor da YCMtfmeuta
Proprielarioii
1 PareoEnaaiu(Ia lurma)-800 metros. Animaes da provincia que nao tenham ganho premios nos prados o Recite.
Premios : 200OOO ao 1", 58301)0 ao i" e SOOOO ao 3"
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
II
l
13
14
lo
Mi
Aracahy......
Bismarck....
Cognac......
Stuart.......
B.........
Zambo.......
Vinho Branco.
Boa Vista.....
Thisbe.....
Pierrot ......
Pedreira ....
Bilontra.....
Bostock......
Arreda......
Boval........
Pitt.........
5 annos
4
5 .
5
6
4
4 >
5
3
5
5
4
4
4
4
5 -
Russo......
Rodado -..
Russo .-
..'. Pernambuco
Rodado ......
Castanho.....
Russo.......
Baio.........
Pedrez.......
Baio........
Russo pedrez.
Baio.......
Castanho.....
Russo..
Zaino..
5j kilo
-o3
So
55
55
53
53
55
50 >
55
55
53 .
53
53
33
35
Amarello c branco.....
Ilranco v azul marinlio
Hi ira ra do e ouro .
illanco e encarnado
Grenat e branco.......
Azul e branco..........
Branco e encarnado ...
fr m
Verde e amarello......
Grenat eouro.........
Grenat................
Azul e encarnado .....
Preto.................
Encarnado e branco...
J. F.
F. G.
Bostock.
J. C.
Jos Luiz de Souza Filho.
F. R. R.
M. M.
F. C. F.
A G. S.
Coudelaria Progresso.
Coudelaria Progresso.
P. H.
D. P.
Coudelana Musical.
S.B.
2o ParcoImprema Pernambucana1000 metros.Animaes de menos de meio-sangue que nao sejam da provincia.
Premios : 300*000 ao 1", 705000 ao 2o e 30*000 ao 3
Cometa.......
Favorita......
Moocorvo...
Aytnor-----
Recife......
Alpha.......
5 annos..
6
4
5
5
6
>=
.Mazan. .
Zaina ..
Tordilho .
Castanho -

Alaza .
S.Paulo........
Rio de Janeiro..
S. Paulo.......
c
Rio de Janeiro
S. Paulo.....
55 kilos.
58
53
37
57
54
Rosa e preto...............
Encarnado e branco.
Coudelana Luzo-Brazileira.
Maia & Chrysostomo.
Casemiro Fernandes.
S M.
S P.
Ojalma Mucura.
3" Pareo-Velocldade
------1000 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho em maior distancia nos prados do
Recife. Premios : 2500O0 ao 1", 60 00 ao 2 e 25*000 ao >
1

3
"
ij
7
8
11
10
11
l
Atam6r.....
Canfor___a-
Potos .. .
Dublin.....
Bonaparte. -
Barnave -----
General.....
Roca ni hule .
Pirra pa.....
Rei de Ouro
Cvctone.....
Sneca ...
o annos..
5
5
4
5
4
5
4
5 -
4
4
6
Baio..........
Rodado........
Castanho......
Cardao .......
Rodado .......
Castanho .....
Rosilho........
Cardao........
Castanho......
Rodado .......
Russo-pedrez..
Pernambuco
55 kilos
3o
B
55
33
55
53
53
Azul e branco...........
Encarnado e ouro.......
Azul, encarnado e branco.
Azul c ouro ...........
Ouro e branco ..........
Branco e preto..........
Encarnado c preto........
Azul e ouro............
Azul e amarello......
Jos Luiz de Souza Filho.
.R. C.
Bostock.
M. L.
R. G. L.
Coudelaria Emulago.
J. B
C. P.
J. O. B.
F. G
S.B.
M. N.
4 PareoOertrea1300 metrosAnimaes da provincia que nao tenham ganho n'esta distancia no llippodromo. Premios
300* ao 1", 70> ao 2 e 30* ao 3*
Traviata......
Good-morning.
Mouro........
Monitor.......
Advance e.\-Pi-
rapama......
Florete.......
Templar......
ti annos.
5
7
5
6
5
3
Rodado.
a
Alazo...
Russo -.
Castanho

Rodado...
Pernambuco
54 kilos
34
54 .
5i
54
54 .
54
Encarnado e branco
Amarello e branco.
Encarnado e branco.
Encarnado e branco.
Escarate o ouro.. .
i. *. *.
R. Cardoso.
A. TaquesT
Coudelaria Per .Nicana.
M. P. S
M. L. J.
J. F. F.
."i" Pareo-Trllna Crtoanoa1.609 metros-Animaes nacionaes at meio sangue. Premios: 350*000 ao i",
80*000 ao 2." e 35*000 ao 3."
u
Bisel le------
Douro
Cometa...
Minerva
Mimosa
Mandarn.
Olga .-.....
Favorita
5 annos...
6
5
4 >
3
5
4
6
Zaina.....
AlazSo

Douradilha.
Alaz.....
Rosilho.....
Caslanha. .
Zaina.....
Rio de Janeiro... 32 kilos
34
S. Paulo........54
49 .
46
34 *
i51
Rio de Janeiro .154
Azul e ouro..
Azul branco e encarnado-
Violeta o ouro...........
Azul < grimat.........
Encarnado c branco......
Coudelaria Braza ira.
F. P.
oudelaria Luso Brazileira.
Coudelaria Cruzeiro
Coudelaria Parnamnir..
J. Bastos.
M. M. Pontes.
Maia 4 Chrisostb

0 PareoProcrenno-900 metros- Animaes da provincia que ainda nao tenham gasto uesla ou maior distan: OS
1889 u'este prado. Premios : 230*000 ao 1",60*000 ao 2 e 23oOO ao 3"
U I
i
3
i
'i
i
7
8
9

l
19
14
II
16
Cndor......
Vinho Branco.
Tupinifiuim...
Boldo.......
Tupy.........
I.indnes......
6 annos..
4
4
6 .
7
5
Baio
Russo .
Rodado
Baio ..
Peniamburo..
. .,>" kilos.
!53 -
,33 -
'35 .
." .
33
Encarnado e branco.;.
Grenat e ouro.............
Rosa....................
Rosa e branco.............
R.C.
M. M.
L. J.
D.F.
F. C. Resende.
Coudelaria Vencedora.
7 Pareo-Enslo-2a lurma-800 metros.Aninia.'s da provincia que nao tenham ganho premios nos prados do Recife.
Premios : OOjOGO ao I", :0>00fl ap 2 e 20*000 ao 3o

Horisonle.....
Fcrrabraz 2%.
Moc.........
Bonjour.......
Pleiade.......
Marat.......
Traviata......
Barra.......
Fausto......
Tupa..........
Biscoutinho
JasHiim........
Estranbolico.-
Mignon.......
Bourgalez.....
Rio do Peixe...
5 annos.
3
5
5
4
5
6
o
6
5
5
4
5
3
5
Alazo.
Baio..
Zaino.-
Cardao
Rodado..
Russo.
Alazo.
Pedrez......
Baio........
Rodado .......
Rodado-pedrez.
Zaino........
Rodado........
Melado........
Peniambucu ... ".'i killls. Encarnado e preto........ J. B. C.
so P. J.
ss Grenat .................. J. B.
ss A.
. 53 Preto e branco ............ A. S. P.
50 - Encamado e branco..... Coudelana Democre '.;..
. 88 S. #..
Si . Encarnado e preto .. ..... f'K.-
* 8a Azul e branco............ J. B. V
55 . Encarnado e branco........ I. M.
* 55 - u J. B. Cavalcante.
. 53 Azul e preto......,....... S. A.
55 . Encarnado e pelo......... F. L.
5' Azul e ouro............. P. S.
oo Branco e encarnado ....... E.A.
35 Rosa c branco............. C. D.

(*) Montado por amador.
OBSEIWArA;..-.
Pede-se aos Sr. promnetark o obsequio de terem acra animaos s 9 horas da manha no ensilhamento,
visto como impreterivolmcnte ser ciunprido o horario.
Os animaes inscriptos para os outros pareos devem acbar-se no ensilhamento 1 hora antes da determinada
para o pareo em que tm de correr. ,
Os jockeys que nao estrerem matriculados na secretaria do llippodromo nao poderao correr, cumonnao-lnes
apresentnr as respectivas lernetas na occasiao da pesagem.
< < jbrfmti serao recebidos na forma do artigo 62 d<> '
HORARIO
Corridas
1. pareo
2. >
&
4.
r>.
3.
7. i
odigo de Corridas. IO
11 horas
11 . e 50 minutos
12 e 40 .
1 . e 30
2 e 20
* 3 . e 10
4 > t
Recife, 24 de Maio de 1889.
O secretario, Jos Euxlaquio Ferreira Jacobina.
0


I
I
7
*S
I

Diario de PernambucoDomingo.26 de Maio de 1&89
LARGO DO ARSENAL DE GUERRA
EMPRESA E DIREC^O DE
HONORIO PAlAClW
Te re, a f eiraKfai lllio^ Terca- feir
Depois que a (fainc*aifciawhvio J
pecas do seu vasto repertorio, tta principio wAiarocao, rta*siu
88 dignou conceder a esta o^wmclfc.
A commisslo pede aos seus irmilos e ao respeitavcl pubiici .que sendo esta
a ultima funccSo que nesta epoclia d esta companhia, nao deisem de mais urna vez ir
apreciar as digna oaaoclaMfapao tanto ornam a companhia Paineles.
AO IKC01!1 AO CrRCO!
A's 8 1 \c2 horas
Cadinho para fundicao, um.
chomba em lencol, kilo.
Conooeiras de .marello, metro.
Caioorga, pelle.
Cachafo vennelia, metro.
Chafado cobre kilo.
l)it*4B latao, kilo.
Dita de ferro, kilo.
Cal preta e branca, litro.
Cabo de linbo. kilo
Colla da Babia, kilo.
Copos de vidro, uro.
Ciscadores, um.
'mitB,barrica de 180 kilos.
f'lwiii iiigln n, urna.
Crt,4ilo.
i atastM pan papel, caixa.
Caoeau aV wmm iflna, *aa.
n. 1, urna.
. -4 e 2. urna
mm.
[>t
Ci
Coa

Hmtts
na
PARA A CORRIDA
A realisar-se nodia 2 de Junhode 1889
1 ^^9 CNSOLACAO -SO metros. Animaes da provincia que nao
tenham ganho no Derby. Premios: 2505000 ao primeiro, 50)5000 ao
seguado e 25^000 ao terceiro.
1%%%% 25 DE MAIO OOO metros. Animaes. de menos de meio san-
gue que nao tenbam ganho no Derby nesta distancia. Premios:
300)3000 ao primeiro, GOiJOOO ao segundo e 30i5000 ao terceiro.
VM^IA PROVINCIA DE PERNAMBUCO I.?* metros. Animaes
da provincia. Premios: 250)5000 ao primoiro, 1500000 ao segundo e
. 255000 ao terceiro.
4.' ^VSi'fcS PROGRESSO -1.S01 metros. Animaes at meio sangue.
Premios : 4005000 ao primeiro, 805000 ao segundo e 405000 ao terceiro.
. ^V&'fcS IMPRENSA PERNAMBUCANA l.SOO metros. Animaes da
provincia que nao tenham ganho no Derby, nesta distancia. Premios :
300flOQO ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000 ao terceiro.
$%k%^S VRADO DA ESTANCIA 1 *4M medros. Animaes nacionaes
at meio sangue que nao tenham ganho m Maio de 1889 tiesta distancia.
no Derby Premios : 3505000 ao primeiro, 705000 ao sejrui do e 355 ao
terceiro.
.' Wfct& PROSPERIDADE 1H> metros. Animaos da provincia que
nao tenham ganho no Derby, em raaior distancia em 188;'. Premios:
2505000 ao primeiro 505000 ao segundo c 250000 ao terceiro.
Observacoes
Os pareos 25 DE MAIO, PROGRESSO c PRADO DA ESTANCIA nao se
realisarab sem que se inscrevam e corram pelo menos 5 animaes
A' directora reserva-se o direito de alterar a ordem dos pareos na organisae&o
do programma.
A inscripcab encerrar-se-ha segunda-fe ira. 27 do corrente, s 6 Loras da tar-
de, na secretara, do Derby Club, praca de Saldanh Marinho n. 2, 1." andar.
O GERENTE.
Utnrique Schutel.
Prolousament d*tradii de
ferro do Reelfe ao Sao Fran-
cisco e estrada de ferro do
Reelfe Carnarfi.
De ordem do 14m. 6r. director e engenheiro
em chefe, fago publico, para eonbecrneiHo d
todos os interessados, que no da iS do mez vin
douro. as I i horas la manba, neste Escriptorio
Central, ra da Victoria, sero reeebidas e
abertas propostas apreeentadas para forneci-
mento dos materiaes, constantes da rclacao abai-
xo transcripta, neeessarios as diversas diviscs
destas estradas de ferro durante o semestre Julho Dezembro vindouro, e cujas bases para
a recepgao de propostas serao as que se se-
fruem :
1." As propostas sero entrenes em carta fe-
chada at a data e horas cima indicadas esbel-
tas nesta mesma becasio peratrte os nropanen-
tes qoe se acharem presentes.
2." Deverao ser selladas e a ellas juntarSo os
propenentes um cootoenmento de deposito da
quantia de 100*000 feito na thesonraria destas
estradas.
3.* Os proponentes preferidos deverao com
pletar a nanea de 300*000 para garanta das
obrigagoes que eontraliirem.
4 Os gneros fornecidos, que nao forem de
primeira qualidade, ou nao estiverem de ac-
cordo com as amostras, serao devolvidos, cor-
rendo as despezas por con la do fornecedor.
5.' Os gneros sera entregues no almoxari-
fado, livres de toda* as despezas de carrelo, en-
caixotamento, vasilharr.e, etc.
6. A concurrencia estabelecida para cada
artigo, de sorte que polem ser preferidos uns
de urna proposta, e outros de ootraa.
7.* Os gneros pedidos e nao fornecidos, se-
rao comprados em ouira qualquer parte por
conta lo remecedor, .licando este responsavcl
pela differenga do prcro. ele.
8. Os pagamentos sero fei'os mentalmente,
mediante contas aprese otadas em dnae vias, da-
tadas e assignadas pelos fornce dores.
9." Cumpre, finalmente, aos proponentes,
quando entregare su; propostas, exhibirem
as amostras dos artigo? que se propuzerem for
necer, obligando,** os puoponentes preferidos a
deixarcm ellas em deposito neste escriptorio,
at que se linde o prazo do respectivo forneci
ment, quando smente lhe= sero restituidas.
Secretaria do prolongaine.ito da estrada de
ferro do Recife ao San Francisco > estrada de
ferro do Recife Caru,-t, 4 de Maio de 1889.
0 secretario,
X. G. de Gustnao l>bo.
Rflar-J'' t'uis materines neeessarios para forneci-
atft/0 m eerSQM dicude* deltas estradas 0 se-
mestre de Juliio Dezembro de 18XH
Areia


larios de tabio, um.
as, urna,
ma, kilo.
metro.
>-.i Da. barrica de 180 kilo?,
o Je ferro, idem.
> de r reo, nm.
la, kilo.
Dito redondo, kilo
Dito quadrado, kilo.
Dito de Milo, kilo.
Alcool, litro.
Antimonio metallico kilo.
Almotolias, urna.
Algaravises para forja, um.
Alvaiaae de zinco, kilo.
Dito de chumbo, kilo.
rame de cobre, kilo.
Dito de latao, kilo.
Dito de ferro, kilo.
Dito de ac, kilo.
rnica, gramma.
Argollas de lato para quadros, doria.
Azul ultramar em p e em masso. kilo
Azeite de peixe, Miro
Airua raz, litro.
Acido muriatico, kilo.
Dito sulpluiriio. kilo
Acido ntrico, kilo
Alicates, um.
Adrabas de ferro, urna.
Ditas de lato, urna.
Alavancas de eOrie. kilq.
Alargadores de ajo, um.
Ditos para tubos, um.
Alavancos de unha. urna.
Azul da l'ru-s a, kilo ou pao
Borrachif em lencol, kilo
Dita Faber (labiales), duzia
Dita dita cni lapi*. um
Barbante lino em novello, kilo.
Dito sroaao hleovkilo.
Dito lino de cor, Klein, kilo
Bocaes para candieiros. um.
Breu, kilo.
Bandi'iras de lino, urna
B ron si lio. kilo
Bacia-iragailie, urna.
Borradla para piltias ,tiitio. mu
Barricas le barro, umi de 8<> kilos.
Baldes de Plantlre', um.
Boles de ferro para cortinas, duzia :
Bar. a de ferro ingles de I 'i", kilo.
Dil.:,(le dto de 1/4" kilo.
Dita de d.to de 1 1 >" 1 4".-kilo
Da le (litl) de S"X l/ ', kilc.
DUa dedo de i 1 V" 'A 1 f. kilo.
Dita de d to de 1, \' s- 1,4". kilo
Dtta de i'uo suero de '", kilo.
Dita de dto de 1 ir-'', kilo.
Baldes zincado (cacanibo). um-
Bandeira imperial, urna. .
Brochas para pintura, urna.
Caderudas em branca, urna
Ditas de pomo, orna.
Canos de ferro, kilos.
Ditos de coin, kilos
Ditos de cbJaVo. kilos.
Cobre em lencol kilos.
Dilo velho, kilo.-.
Compassos. um.
Ditos de ferro, um.
Ditos de latao: um.
orreta de sola nacional de 2"' a 8" de largura,
metro,
Dita dita ingleza idem metro.
Caivetes finos, um.
Ditos extra-tinos,_um.
Canloneirog de ferro, kilo.
Cadeados paledte, um.
iarrinbos de m&o, um.
' Ditos para estagio, nm.
CaliindariBS-fwiWftl, um.
Ditos para 4#90 um.
CorduS de linh. kito.
i era preta preparaVi.flkilo.
Ce.if joi a papis,SHna.
Candieiros, um.
Cocos esmaltados, nm.
Corrente de latao, urna.
Chlorydrato de ammoniaco, kilo.
Cartes para bilhetes de passagem, milheiro.
Caixas para pilhas telegrapho, nma.
Chapas de impressao, ama.
Chaleira de Flandre, urna.
Cordo vcniielho para quadros. metro.
Dsticos para mercadorias, milheiro.
Dobradicas de ferro, par.
Dila 'de latao, par.
Escovas para carro, urna.
Enchadas de ago, urna.
Enchs para carpina urna.
Ditas para fuzil, urna.
Estopa nacional, kilo.
Kstaiiho em verga, kilo.
Envele pes para oficio, um.
Knvellopes oficio quadrado, um.
Ditos Jilo ompriitos, um.
Ditos para telegrammas, um
Esquadros de uiadeira. um.
Espadador de primas um.
Dho de palha, um.
Elos de ferro, uro.
Esmeril kilo.
Esponja, kilo.
Esptulas para corlar papel, urna.
Escurradeiras, nma.
Espelhos para gaveta, um.
Estiradores. um.
Ferro inglez, kilo.
Dito em barras, kilo.
Dito ile vergalhes, kilo.
Dito de chapas, kilo.
Dito sueco em barras, kilo
Fio de vella, kilo.
Foices, urna.
Fio de rame, kilo.
Dito solado algodo, metro:
Dito dito-seda, metro.*
Fioamarello paracorreeiro, kilo.
Ferrolhsi de ferro, um.
Dito de latao, m.
Foluas-para *erra mctallica, urna.
Fecbaduras de lata.1, urna.
Dita de ferro, nma.
Ferro de cava, um.
Folhas para pagamento, urna.
Fitas para leiegrapho, roda.
Ferro gusa, kilo.
Kolhas de landres, urna.
Gomma arbica (frasco), kilo.
Dita dita (kilo), kilo.
ilumina gutta, pao.
Dila lacea, kilo.
Giz, kilo.
Grelhas de ferro para machina, kilo.
Cacheta patente.
Jarros, um
Jarro de agathe, um.
Jarra com "torneira, nma.
Kerosene, lata de 16 litros.
Lanternas para signaes,uma.
Lixa francesa, folha.
Dita-esmeril; folha.
Limas sortidas de 6" 8" 10" 12" 14" c 16" urna.
Li para pavio, kilo
Livro M F, um.
Lfempeoes para armazem. um.
l.imates sortidos de 6" 16" um.
Lona, metro.
Lacre encarnado, pao.
Lupis.Faber preto n. 1 4, um.
Dito dito bicalores, um
Dito de graphile, nm. /
Llmpadores de iienna, um
Livro copiadores, um.
Dito formato almasso tcom 300 folhas). um
Dito com 500 folhas, dito, um.
Livro registro de bilhetes, um.
Dito de mercadorias. um.
Lino para bandeira, um.
Livro de pedido um.
Lanternas para armazem. urna.
Livro de receta de estarao. um.
Dito de registro para cunta do governo. um.
Lavatorios e pertences, um.
Mat tullo de cravafo, um'.
Dito para hritar podras, um.
Dito de aro para ferreiro, de 1 1|4. um.
Dito de lito, de 2 1|2, um.
Marres v. mairetas, um. ^
Martellu de bilro, urna.
Mealhar, kilo.
Mesas para escripia, urna.
Machados (patente), um.
Matta-borno cyliiidnco, um.
Moites, um.
Mappas receitas de estaro, um.
Ditos de ditas de conductor um
Ditos de telegrammas transmittidos, um.
Ditos de ditos recebidos um.
Martello para serralheiro, ura.
Malhos de 4 kilos, um.
Nankin. pao.
Notas de remessa de dinheiro, urna.
Vivis de bolha dar, um.
Dito pata escala de superelevago um.
Oleo para apfiarelho telegraphico, vidro
Dito de mocoto, litro.
Dito de nhaija. kilo. .
Dito de mamona* litru.
Dito de coco, litro.
Dito purificado, litro.
Oca amarella. kilo.
L>ifa amida, kilo.
Prussialo de potnssa ama re o, kilo.
Pregos de cobre, kilo. y
Ditos fraocezes sorttdos. kilo.
Dito.de rolla para qindros. duzia.
Parafusos de ferro (sortidosi cabera escariada e
redonda, grosa.
Dilos delalio, grsa.
Dilo cabega quadra para madeira, um.
fiche litro.
Pilhas Lcclanch completas, una.
Pos pretos (marfim, kilo.
Dito de cadinho. kilo.
Dito preto (cortical, kilo.
PranchOes de po carga, um
Prensa para copiador, urna.
I'icaretas, urna.
Picadores de bilhetes, nm.
P.;pe| .illicial, fulha. '
Dito almasso ordinario, resma de 80 cademos.
Dd" para impressao, folha.
Dito chiiirz^l'olha.
Dito aliiiasBoboin. resma de 80 aderos.
Dito 'le dito superior, resma de 8" cadernos.
!>'" paru claiono, resma de 80 endernos.
lu" para cartas (formato :i:inistroi eaixa t l
cadernos.
Dito para ditas (particuli're?) caixa de 20 ca-
dernos.
Dito sen; l'un liso, nidCO.
Dito de dilo quadriculado. metro.
Dito le dilo lela, metro
Dito de dito quadrieuldo em panno, metro.
Dito inipi rmeavel (arailes e pegenos), lolha.
Dito s ceaoie. (ulero idem), folha.
i'ito.iuatia-l'orro, folha.
Dilo para emhrullio, caderno de 10 folha
Plvora, kilo.
Vas le ac cunhado, urna
Dila para'machina, urna
l'avi'.s n.-. I 2, 10 e 14. duzia
l' de carvo, kilo.
Imcams para agua com corrente. ura
Pendras de rame, urna
Paral'iiM's para eorreia, um.
Palhinli.kp para bancos, kilo.
Pinit-is paca giimum arbica, um.
Pinho de Rig- em pniuchoes, nm.
| Peonas Perry n. 150, caixa de 100 peonas
Pclles de marroquim, nma.
Pennas Mallat n. 12, caixa de 100 peonas.
Ditas Gainbeitn, caixa de iO-peonas.
Ditas Roude, caixa de 100 peonas.
Dita de desenaa, caixa de 100 peonas
Pedra pomeS, Jto.
Percevejos de obre, dusia.
Pincois para copiador, um.
Dito para trago, nm.
Dito le desenbo, uro.
l>ito para telegrapho, um.
Pasta de oleados, um.
Pechadores de vidro, um.
Pegadores para papel, um *
Pratos de vidro, um. "
(juiri ;pao),um.
Quarlinhas, urna.
Ilebites surtidos (ferro), kilo.
ItelagOes de telegrammartiiiiwuawiikitmm.
Dita dita recebidos, urna.
Rehiles de cobre, kilo.
Resumo de ponto, uro.
ltaspadciras linas, urna.
Rolo pata machina de hiHieles, um.
Haspadeiras extra-finas, urna.
Roxo trra, kilo. i
Regoas Anas chatas, urna
Dita para desenbo, urna.
Rouge para po'lir, kilo.
Rebollo* commum, um
Dito de esmeril, um.
Relogio de parede, um.
liesfriadeiras com torneira (grandes c pequeas)
urna.
Sal ammoniaco, kilo.
Seccinte fezes, kilo.
Soda, kilo.
Sola ingleza, kilo.
Sulpbalo de magnesia, kilo
Solfa ingleza (imilagoi. kilo.
Sida forte, kilo.
Sabo. kilo.
Sndalo, kilo.
Sabonetes, um.
Sinetas urna.
Serrotes patente, ora.
Sobresaleotes de matadlono (cylinilrico), ura.
Tal&o de excesso de passagem. um.
Dito detagagem. um.
Dito de mercadorias pagas, um.
Dilo de ditas a pagar, um.
Dito de animaes, um.
Dito 4e resalva, um.
Dito de passe de | classe, um
Dito de dilo de 2' classe, um
Tal5o de guias, um.
Talao-de telegrnmmas transmittidos, nm.
Tal-ii de talegrammas recebidos, nm.
Talo de armazenagens, um.
Talo de rendas divarsas, um.
Talfiff de assignatura*. un.
Tinta.azul da Prussia solida e liquida, pao ou
vidro.
Tinta carmim extra-lina, pao e vidro.
Tinta sipia, pao e vidro.
Tinta trra de gimo, pao e vidro.
Torce lio, um.
Telhas de zinco conforme o cumplimento, urna.
Telhafe de wdro.uma.
TijoloB refractarios, um.
Toalhiis.li(lpuuas,.nma.
Tira lnhas finos, um.
TonieirS de eslcuho. urna.
Tesouras linas para papel, urna.
laxa le ferro, kilo. C
Taxa de cobre, kilo.
Trenas de fio .metallico (Ir 10". iOm: 30. 30'" o
urna. ,-
Tornos de bancada, kilo.
Tubos de Lilao para caldeia, kilo.
Tubos de vidros para niveis de ealdeirn r outros,
um.
Tubos de borracha, melro.
Trados de rosca, um.
Tijolos francezes, um.
Tijolos ingleses, um.
Taboap de uitibo de r.iga, conforme as dimen-
soes, dzia.
Taboa> do amarello. conforme as dimenses.
duzia
Taboas de pinho branco, conforme, as dimen-
ses, duzia.
laboas de naso, duzia.
Tinta para apparelho lelegraphico, vidro.
Trinca, kilo.
Tinteiros do vidro, um. ,
Tinta preparada, kilo.
Tym pao um
Tradoi para carapina, um
Tinta Belle Rose, vidro.
Terra de Sieae em p, kilo
Tima azul ou verde em p, kilo.
iu'a carmim extra fina (mauriiii liquido, vidro.
ma pifia Blue Black liquido, litro.
Tinta coinmunicativa. litro.
Tinta de impressao, kilo.
Vas-ouras americanas, urna
Vassouras de piassava. urna.
Vassnuras de timh?-uma.
Vi Iros |iara carro de 0.6G" x 8.530; de........
0,66i'X 0 0l. ura.
Verniz, litro /
Verde garrafa, kilo.
Vcrgalhao.de ferro inglez (roligoi de 1/8", de
14 de 1/2 de r de 2 3/4" de 1 1/2, de 2", kilo.
Vergallio de ferro inglez (qnadradoi-de 1 1/4"
de 1", de i/E" de 1 4" de l/K de 3 4 de : 8 de
.'i 8. kilo.
Verguetas de zinco, urna.
Vaso d a^'ua .para copiador, um.
Vergalhes de cobre, kilo
Vergalhes*emborra, kilo.
Vergalhes de ac quadrado. kto.
Vergalhcs de ai-o it-dondo de 1 4. de 12" kilo.
Verdete em p, kilo.
Vilros brancos QMBi duplos, um.
Vcllas-straxinas, kilo.
Vellas para carro, kilo.
Zinco em lengol liso, kilo. ,
Zinco Hoionfol..perforado. Lile
Zinc;) em barra, kilo.
Zarcao, kilo.
Secretaria do Prolongamenlo da estrada de
ferro do tiecile o S. Francisco. estrada de
ferio do Recife a Garuar*. 24 de M&io de 1889.
secetario,
.1. G. de Gsinio Lobo
Companhia Brasileira de
Narega^ao Varoor
P0KT0SO03UL
t>vapor Para
Commandante Antonio Ferreira la Silva
E' esperado dos portos do norte at
o dia 20 de Maio e depois da de-
mora indhspensavel seguir para os
portos do sol.
,As ncosamendas serio reeebidas no trapiche
JarJiosaatei hora da tarde do dia da sahida.
ftUBPBBrga, passagens, -encommendas e valo-
8B-oe ^GENTES
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante < arlos Antonio Gomes
E' esperado dos portos do sul at o
dia 87 de Maio e seguindo depois
da demora indispeasavel para os
portos do norte at Manos.
As encommendas so seraorecebidas jiaiapen-
c ia at 1 hora da tarde do dia da sahida. i
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-sc com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Commerco=:6
1 andar
CHARGEURS REUNS
Companhia Francesa
DE
Vaves.-iro a vapor
-jinha regnlar wtre o Havre, Lisboa-,
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville do Cear
Commandante Lainey
Espera-se dos portos do sul no
dia 26 do com-nte, seguindo
depois dn wdispensavel demora
para o i Havre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e olterece excellentes commodos c ptimo pas-
sadio.
As passagens pode/o ser tomadas de ante-
mao.
Offt'recendo-se mais aos viajantes para Pais
bilhetes de caminbo de ferro do Havre a Paris.
Itecebe cama, encommendas e passageiees
para os quaes tem excedentes accornmoilages.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete s tratase como AGENTE.
0 VAPOR
Ville de-Babia
Commandante 'oux
E'esperado da Europa at o dia J8
de Maio, seguindo depois da in-
dispensavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro c Santos
Rogarse aos Srs. imporladores de earoa pelo.-
portwdesia dinha, queiram apresentar dentro
de 6 diasa contar do da descarga dasalvarengas
qualquer rectamatao coiiceraente a volumes ipu
porventura tenham seguido para os portos do
m\ alira de se podei dar a lempo as provi-
lencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
resporisaDilisa por extravos.
Para carea, passagens, encrwamendas e di-
nheiro n frete : trata-se com o
AGENTE
Aguste Lahille
9 RA DO COMMERCIO -9
Companhie de Messa^eries
Mari times
LINEA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Morean
E'esperado dos portos do
sul no dia 2 de Jnnho.
seguindo depois da demo-
ra do eos ume para hor-
ileaux, tocando era
Dakar e I.ishoa
Lembra-se aos Srs. passageires de todas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, rae podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 0(0 em favor das fa-
milias compostas de 4 pessoas ao*menos e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por twcepgo, os criados de familias que to-
marem bilhetes de proa, gozara tambero deste
abatimento.
Os vales poslaes s se do at o dia 31 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete : tra a-secom o GESTE
United States and Brazil
m:is..s.c.
O vapor Finance
i E'esperado'des- portordo
Brte ateo dia 3de infiri
o qual depois i da de-
giora necessaria neguirt
fiara a
Kahki. Rto le Janeiro e trato
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiroa Irete : irata-se com os \
AGENTES
Ovapor Advance
E' esperado dos portos ao
iHil ate o dia 6 de Jmho
o qual depOis da demo-
ra necessana seguir
para o
Hararnkfio. tar*. Barbados, *.
Thmaz e \ro-Vrk
Para oassagens carga, encommendas e di'
ntieiro a frete, trala-se : com os GENTES.
Henry Forster &C.
8Rita do Conimercio8
1* andar
Pacific Ste m Navination '
Company
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Potosi
Espera-se da Europa ate o dia
2 de Junho e seguir depois
da demora do cos-tume para Val-
"pacaiso por.
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passageiros, .encommendas e di-
heiro a frete : irata-spycom os
AGENTES
WIsoh, Soiis i Limked
14RA DO COMMERCIO14
LE1L0ES
Quarta-feira (29) (leve ter lugar o leilo de
movis, louga, vidros. quadros e'espelhos exis-
lentes no sobrado da iua 'da Gloria n: 140, em
que resida a Sr. Francisco Jos Leite. I
Leilo
De oo resmas de papel grande branco e azul
para embrulho. I caixa com agua mineral, meias
decores para senhora e meninas. tOOduzas de
carriteis de linha preta sortidas, balanra decimal.
i lustre de 2 bicos para gat carbnico, toalhas.
colchas, redes, mohnias novas de junco.fl piano
do fabricante Tranchanl, t dito de Blondel. guar-
da nuca, aparadores, mesas elsticas, espelhos
candieiros, jarros, louras, vMfos e minios outros
objeclos que serao vendidos sem limites.
Seminda-feira 27 de Maio
A's II horas
No armazem rita Marque' de Olinda
n. 48
Por interven^ao do
Agente Gusmao
Leilo
de
Um piano forte de A. Bord.
Urna raobilia com um sof. 2 consolos, 2 ca-
deiras de bragos e 12 de guarnicao. I mesa re-
donda. 2 cadeiras de b'alango i relogio de i>e-
dra, 1 dilo de pndula bom" regulador. 2 ser-
pentinas con) lanternas, 2 casticaes e mangas.
I espelho. 4 quadros. 4 jarros para flores.
Urna secretaria de raiz de amarello.l espe-
lho grande, i :ommcda de Jacaranda, i.touca-
dor. I Ihear, l tadeira de halanco.
Urna cama. 2 berros, 2 marauezas. 1 espelho.
1 bidet.
Urna inobilia de amarello
Urna mesa de jantar com lampo de podra, 1
galbetfiro, lonja para cha e jantar, copos, cli-
ces, garrafas, compoteiras. talheres. colheres i
sof, 3 censlos. 2 cadeiras de bracos, 12 de
guarnicao, mesas, cadeiras e muilos outros mo-
vis de casa de familia.
Qiiarta-feira. 2U do eorrene
Agente Pinto
no sobrado da esquina daTua da Gloria n. 140
onde morou o Sr. Francisco Jos Leite.
Gonfraiiiai da ven^rave) San-
ta Rita de Cassia
(i collcffio representativo desta confraria ele-
gen no dia -'i do corrente o consclho que tem de
administrara mejraa confraria no anno compro
missalide IHSfJ i i*9', que ficoa assim consti-
tuido : cogedor, major Jos Elins deOliveira ;
snb rededor. Bentt) Manuel de Castro Amara 1 ;
fiscal, Vicente Jos da Silva : secretario, Jcjs le
A. Cista l'miU's: fiel, tenentc Ma:eel Domingues
da Silva ; 1 agente, lenle Alt-xamlre dos San-
tos Silva : 2- agente. Sebastian Pereira Pinto ;
conselheiros: 1 leneate, Antonio Arthur Mo-
reira de Wonrtonra; 2 Kranciscu Antonio de
Oliveira e Silva : 3" Antonio Alves Vilella : 4-
Henrique da Costa Carvalho : .! Antonio (.'arlos
Barroroeu dos Sardos : ti rapilo I.ibanioPresi
dio de Carvalho : 7 Joaquim Jos de arvalto ;
8- Joto Goucalves dos Santos Jnior : !) len-
te Felippe Santiago loares Ga'indO : 10' Ma-
noel Augusto de Melle Reg ; II' Lydio Porpu-
rario Santiago de Oliveira ; !2- Manocl Martins
aa Cruz.
O secretario
Jos de A. Costal'onles.
Bahia
O paquete Nertlie
Commandante Jezegabe!
E" esperado da Europa no
dia 4 de Junho e segui-
r depois da demora ne-
cessaria para
Janeiro, Buenos-Ayres e
Montevideo
Lembra-se aos Srs-. i passageiros de todas as
classes que ha lugares reservados para es'a
agencia que podem tomar em quatemer lempo.
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias roe s se attendera a reclamaces por fal-
las, nos volumes. que forem reconhecidas na
occasio da descarga, assim con .dcveaSo den-
tro de 4H horas a contar do dia da desenrga das
alvarengas, fazerem qualquer reeinmaco con-
cernentesa volumes que porventnra tenham se-
guido para os portos do sul, alim de poder-se
dar a lempo as providencias necessarias.
KtU-s paqncK". tiiio illuminnduN
luz electrtca.
Leilo
Biirli
)
Agente ouriamaqui
QUARTA-FEIRA 29 DO << (KBEKTE
As 11 horas
De bons sobrados ra da Aurora h. 9 e
l*oiu-Jesus n. 48 em so!l\ |u-oprio|
0 agente cima legalmente aulorisado vende-
r em leilo deliniltvo o sobrado de 2 andar--
em solo proprio ra da Aurora u. !'e um dte
ra de om-Jesus n. '18. oiideU^n estabeleci-
menlo o Sr. branles, reudendu l:3o0 ; vende
r mais um bo:n terreno com 2 frentes c 2 casa-
ns. 2 e 4 ra da Hora no Espinheiro.
Os Srs. pretendentes podem examinaros dito.-
sobrados e casas do becco do Espinheiro.
Leilo
Para carga, passagens, encommendas
oheiroa. frete: trala-se com o
AGENTE
Auffi'steLabille
9 Ra do Commercio
e di-
9
De engenhos. partes e de mntta en Tab-
comarca de Pitii^b
Quarfa-felra 29 do correle
A' 1 hoia em ponto
No edificio da Cmara Municipnl de Olindo
O agente Stepple por mandado e assistenci:
do Exm. Sr. r. juiz le direito de orphaos e
ausentes, a requeriniento do w. Jos Vicente de
Meira Vasconeellos. inventnrianle dos bens do
finado coronel JoSo de S Cavalcante de-Albu-
querque. levar a leilio
Tres partes do engenlm Ilanirema.
Tenas e engcnho'S. Miguel.
As jarras em que esta constituido o entenho
Souza.
As niaitas denominadas Pitanga.
Urna parle do engenho Tbatinga.
MARTIMOS
Companbia Bahiana de a-
veg^ao Vapor
Macelo, v'ia-Nova, Penedo, Araca-
j. ;;tp,r.cia e Bahia
vapor JSergdpe
"'mmamlante Rebollo
Segu para os porto" cima
no dia a da tarde.
carga. p;i ;icommetii!as e linliei
ro a frote trata-se con
A<
Pedro Osorio de CVnjueira
17Ra do Viyario 17
Rojal- Mail Steam Packet
Companhv
O vapor Neva
Commandante G. M. Ilicks
E' esperado do sul no dia, 20 de
Maio, seguindo Japo da demora
necesaria para
Lisboa, vigo. Nonthamfwlon e
AoiHr|la
ReaiKCM) ce passagens
Idn Ida r rallo
\' Lisboa 1" classe "iu t :!"
KSoitOamplon i? classe *- 43
i amaroti's reservad s passageirosdf
Pernambuco.
Emouanto vigorar a cuarentena imposta na
Repblica Argentina, aos vapores e navios pro
cetes do Brasil, os vapores desta companhia nao
aceitarlo patagairos oem carga p?.ra Uuenes-
Ayree.
Parap:i?Higns. frotes, encommendas. trata-se
AGBTOB8
Aniorini Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JeausN. 3
Leilo
Das dividas da massa fallida de Alborto
Roilrig es Branc>, na importancia de
67:18,535:>
Quort'i-ir-r 2,9 do corrente
A'S H'lliilUS EM PONTO
No armazn! a* travessa do Corpo Santo
n. 27
0 agente Pestaa far leilo por mandado e
assisteacia do E.tm. Sr. Dr. jiiiz do commercio
das dividas cima menci nadas.
ATISOS DIVERSOS
Aluga --e o terceiro andar do sobrado ra
do Impuradi.r a. 6 : a tratar na lithograpbia
ma .Niurquez de Olinda n. 8.
Aluga-*e o :- andar da casa ra larga da
io i:. 37. esquina m fronte i.i Igreja; a tra-
tar nojuivimentn terreo.
Alujase o : andar do predio n. 39 ra
da Imperatriz, contendo 2 salas 4 quartos, um
grande solio com diversos miarlos e agua ; a
tratar na loja do mesrao predijo.
Prertsa-se de urna ra; na> roa da
l'uio a. H
Vndese terrenos bem JocasadoSno Ca-
juciro (Magdalena) ; a entender se na ra de
Piyyaml n. 7, taverna.

i
I,






Diario de PernamhucoDomingo 26 de IHaio* de 1&8&
^"^^

FDCAO BE SN08EBR0NZE
E A REALIDAftE!
SOSRYfMO
(JUNTO AQ LOVRE)
di:
LUIZ Di CRUZ MESQITA
(>>-4"ua do Baro do Triumpho*66
Tem para vender o segninte:
' Ifhtani dti OflJSC paraif.izav e.-pintode-dertHlar o reetillir.
Albi fiel lirniiann de abre e de-ieataiiho.
rapf a > abre.
Tai aa, taixoi g.gasrieiras de cobre.
ll!M*J>aS'di; tuda** qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Torueiras de bronzia niadfira-dc todo ostamanlws.
fut de cobrsy dejchumbo e de ferro.
Rfiar*Idelaa>>>passadirw.e escumadeiras de cobre e-de serr -estanhado.
Cobfe em.Ittn^oi siarruelas.
Mola ingleza e do Rio.
C;mI1aiom patante e delapis.
Maos de 1 libra uta 110 arrobas.
R inultos otitros ENCARREGAAl-S de qualeuer oncerte- e* obras-dVeneoBmeada, garan
tindu pwsteza^ perfeico e'precos mdicos, para o que tem pessoaJ habilitado.
4 V121WW a praen dinieiro com-desr'>ato.
Jttlt
.._.*
Cachemiras lisas a 1#M>0 o covado.
Cachemira de listras a 10200.o dito.
Cachemira mesclada a 800 ra, o dito.
EsquiSo de algodao a 30200 a peca.
Gazes arrendada a 500 rs. ex covado.
Las Amazonas a 44'1 rs. o dito.
Merinos lisos a 440 rs o dito.
Cortes de vestidos cm cartSes.
Capellas para noivas a 70500 urna.
Sabidas de ba le (tecidos em 12).
Zephyres de quadro a 200 e 240 rs.
Colchas de fustab a 20000 um.
Se ti ni Maco (todas s cores).
Baptista de cores a 160 e 20rs o covado.
Cortinados bordados a 605< 0 o par.
Rendas hespanholas a 30000 o metro.
Baleias pretas a 240 rs. a duzia. ^
Setim do Japao a 240 rs. o oevadd.
Colcha de damasco a 85O0- un
ColchaB de- crochet a TiJOOd-uai.
Guamicao de crochet com matizes.
Colchas de cores a lo800 urna.
Panno da Costa a ,10000 e 10200:
Guardanapos de linho a-2020 a. duzia.
Toalhas felpudas a 304 0 a dita.
Cobertores de la a 10800 um.
Camisas inglezae a 3600 a duzia.
Algodao branco a 30200 e 30500.
MadapolSo americano a 60500.
Rrim i pardo a. 280 e 300m. o-cayado.
Ficas c reiroe. ail0OOO.
Lences de bramante a 20000 um.
Cretones a Derby Club a 240tb. o covado. Cobertas de ganga a 30000 urna.
Guarnic2o de crochet a 70000 urna.
Oambraia bordada a 40000 a peca.
Dita Victoria a 20800 a dita.
Sargelim de cores a 200 e 220 rs o covado.
Camisas de flanella a 40500 urna.
EsguiSo pardo para roupa a 360 rs.
Bramante de algodao a 10000 o metro.
Atoalhado bordada a 10200 o.dito
Cachemiras de quadro a 280 rs. o covado.
Paletots de eeoV. palha a 70500 um.
Leques de setim branco a 60000.
Popelina branc a SCO e 10OXX).
Etamine bordado a 500 rs. o-eovado.
Lene/ >s brancoa a-1 $200 o 10800 a dnzia.
Paletota de alpaca preta a 40500.
Leques transparente a-.205OOi.um.
Paletota de brim pardo 40600.
FnstSo branco lavrado a '360 rs. o covado.
. ; .
*
GONSTPAgOrS e MOLESTIAS do PEITO
TlPHL0G.ST.C0 gR |A^fl
PMftl&PharmMci* BlANT, 150. ru r Rhroti, PA*19.
Percales de cores fixas a 200 rs. o covado.; Setineta branca lavrada a 500*rs.
1 nntaarvurtm maioa* de *.s rMoimen'Hn ba mal 6a SO 4*aaa
f xxaort imutr oraw* r.'Cnawlo pwumi < ovr^M.
** winii nai cara oontrm o* Prre ri|e>. BWSwissi t
mu tm mm*m Para ae ailjlr a Brocen tos **
i a ualruaun ixan bitbj -fu inmuc .
PSITOS Bkt TOBA o US PH:ni;i rH FHahUaCIA.
ILU I II
iaawaanoag*.:rr-'-
LiCMiiaiN.pili iupcttrii i I]*n< Isanta-i Sni
QUINA E FERRO
Chiorosey Anemia, Debilidade .
VMHBg D^C8S HEMRYI
-. S>tlt.da^im!**KkJS:iasdt>9arit,-2c!iffct0itiif.ll9Mf:cJa *->AoBarta
.. ic i- rointsot -rosla t roncado dos doue Inicos por esccllcncta, a Qtrx
o u TV.-.". fcO. .->"- i ::.\ : -i arecurto m bilaanojiiu '.-onir.-i a < hl-fose. Oii'es
>./....(#. ItruiJtrj. i!:>re* 'rfWfCrtav Voiftitui^m fintea*, d''.
UiatU, IK.rn i FCURMSR, 43, ra d'AmsteroHm.
!>< iiiiaD'i< Mvunaim IVAICr'M. a lf.v,\ .,
Espartilhos cnraca a 50000 um.
Crepc preto (inglez) a 20000 o covado.
Luvas de seda a 20000 e 20500.
Semillas de bramante a 150000 a duzia.
Guardap para homem a 60000.
Batiste finas a 260 rs. o covado.
Bicos preto de seda.
Toalhas para banho a 10500.
Grande variedade em Extractos,
banho salgado, sobretodos, duble-capas, casemira, .brioa brancos e boleas.
lioupa por medida
20Rua.Primeiro de Marco20
VAHA DB (o\nnr.
AMABAL & C.
Rsgatas de cores a 10000 e 10500.
l'aletots de alpaca de cores 40000.
Bicos de cores a. 20000 e 20500.
Paletots de gorgurina a 40500.
Guarda p para senhora 100000.
Bramante de linho a 10800 o metro.
Velbutina de cores a 800 rs. o covado.
Merm-preto de todos os prejos.
tnicos, entremeios, bordados, roupa para
?3IXlB'MrCABELLO,
DE AYER
PrcpariMl u- BQfcrluwwa arie t iflcaa
*. phyfiinbagitn* *ara o m de
besosMar o esvbeMns .restanrar
a-efts%ampedir a iuedst,* promo-
ver en v*9 e ato4a te srcscl-
mealo.
Ksta-aasradii e *xaeilaepMpor;n;ao,
m.-iu ituvida o inelhos ruaiedio at<- hoje
ooaheoi(U>'para os.djOertntas dofeitos da
abtUaduia, mcEece u liima attsu^ao de
todas-as fxissosa que m sido a-inielici-
tlade porder r-m parte este nsais rico
ornaaMOBoaastural 4a pliysiwiioiniu.
Cow i *e wpregw mteJUgcnts tora-se
obu'KUuU* wsuttadoa alsenle so rpren-
dinlts. Em pinitos casos, porfm nao
cmpre, a propria cablertela sidowu rada
l^rwianfiitementc.
Sempre se consegue fazer parar a queda
dui ebrllcm; emqctant upm para o pe rutar
uo das enfloras, o objecto mai.- til s
mais agsadasel qne se pode empregar.
PRKP I!AIM l I'KI.'l
DR.-.J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Kst.-Unidos.
A" venda as tojas de armarinho e per-
fuarlas.
DEPOSITO GKKAJ
- -r-. ,w
-DO
ESTOXA90!
i
-F. DO
TI & ASO.
'jflnmniism
PBMME5T8"f8WBES
sO'O melhor Purgnnte.e.oJBiemedi*
vaaifl cfficaz contrai os ditoai malc;
Regularizam a Digfcti
PUR1F1CAM' A'BILIS
e curam radiculm^pte
___AVISPE PS1A.
Canteilas do Mwnle de Sdccorre
Compra-s cantellas do Monte de Soeeorro de
qualquer joia, brilbastes e letapos; paga-ae
bem na Praga da lndepeadanciB c. 22, loja d
relajoeiro

Engenbos
Arrendam-se os engenhos Caetoeira e Bocea
da Matta da comarca da Victoria,-* tratar na roa
Agostinho S Irmos
Collar de Ouro
Alu^a-se
o i'andar da ru.i lu lloifct n. 17. coai grandes
coiiioui los e fin !),):( e-Uuiu de ixiQscrracao,
sondo a sala d;i fnrDM lunada a papel ; a tratar
na ra do wgel n. 65.
Alusra-se
c sobradinho no beeeo do Quiabo n. 61 (Afoga-
dos), caiado e pintado de novo, com quintal
grande, cacimba e diversos ps de fructeiras : a
tratar Da ra de Murcilio Dia n. 106.
*****
GRAGEAS?
JECQA0
J^alastaa a Frna
59 Ra DiKjue de Caxias69
ADMIREM
Cortes de crotones em cart2o com figuiiuo e etrfcrtos, a HfiiMXf.
Uem-it r^mbim'iras bordadas, a 2b&QQOf sio-do 40j>000.
Setim preto, a 15000, 15200 e 1*KX) orado, verdadei'ro Macao.
Qrosdfcaaples protos, ivurdadeiro Len, a 25200 o dito.
I'M'hk'is pretoa, dxias lardaras, a 00^ 800, 15000 e 15500.
JLirrtilhas pretas, a 1*300,. 3500.') e 55000.
Pasacos de oacbiinira pretos, a 39|O00.
FiW> ixnd&; a 800 rs. o covado,- panguees e cniertos.
VellucUllios>deiodas'aicres, a 800 rs. o dito.
Zctiro* dt eres, a 80, 100 e 160 rs. o dit.
Unons de cores, a 200 rs. o dito.
Tecidos diversoe em cores, a 249 e 300 rs. o dito.
Fustoes -brancos bordados, a 360, 400 e 460 rs. io dita.
Lindas setinetas, a 200 rs. o dito, aproveitem.
Cretonss m.'i^nicos, um ioetro de largura, a 280 rs. o dito.
Chica, bota -sortimento em> cores firmes, a 200 rs. o dice.
Rendas austracas parajrestidos a 500 rs. o dito.
Camt)MuasK>Fdadaa, t 45500, com 10 jardas,
dem -Victoria, a 25500 e 35000, com: 10 ditas.
Madapolao unperior, a 65000, com) 24 ditas
AlgodSes naoionaes, a 35000 e 35500 com 20 ditas.
Ricas guarnieres de crochet, a 70t0 e 8500^
Toalhas de labyrintho para baptisados a 255000 e 3Q500U.
dem grandes para rosto a 45000 n duzia.
Ceroulas o"ft bramante, a 125000 a dita.
Mcias inglezas superiores a 35"00 e 55000.
Camisas inglezas e franoetas a 305000 e 365000.
Cortinados bordados a 65000 e 85000 o par.
Lences de bramante a 15800.
Ccbert.is de ganga, dous paonoa a 25800.
Redes, superiores, a 105000, sao de 155000.
Pannos para mesa a 15100 e 15400 o covado.
Atoalhados bord dos, a 15200 o metro.
Bramantes de algodao, a 700, 900 e .15000 o dito,
dem de puro linho, a 15'00 o dito.
Casiiuiras em cor!es, a 25O0C, 35000 e 55000.
Sargcns diagonl, a 200 e 220 rs. o covado.
As veoxlas em grosso tem o descont de 14 ?[t
MASALEAES
CAPS
lcrrtA cbIi '.ninctarn WKfn 4t lma0^M $rult.
ILSS-o
d.e ISavaressa
Ftvparncao uliriiaa mtticMi oontx mr
ZICOZ Urna cain !*-.
UTAS*. M*T
Mi

o -r^i-Ti^naol -fu r*r% it'bu i-*e> -it tttr. ana
xwKmtsnmsxmm
. a.Ca*Mftav CSt> ,
mtMmhla Ftrro, taoarao J
Aicatrao. r?rsnrnis. r BKSHBHSaTOBSttBttV ansr
aaKUUfit FORTN, for*o *a prjnnim -,( obtin. >fWSacMai iisjliis
d >nfcrBii jVSMlj jim *ri jptamm d.k Hospitat. Cnriri aa aal
cnals ri.lda *n laUfar oa Mtomagn aaala da I loa loa
tlNUCoioronriN i ajaatpajWXWi omh o -omatomi-S S n*n3n.
um ftm i>ii > rasJf a. a SE.7A a g. pciatsar<.irai
Cilio rose. A atmia,~ Catear r o pulmonar, Bronchite chronca,
Mtnarro na texiga, Phtisiea, Tosse conoulsa, Dyspepsia, PalMe-
9raas semina es, Datharros amigos e complica/ios, eic
Como fzesemos urna grande reforma em o
nosso e9tabelecimento, tizemos tambem reduc-
go nos precos de nossas joia de ouro, prata e
iriliantes. Federa a seus amigos e freguezes a
virem comprar lindos objectos com pouco di-
nheiro. ompra-se ouro, prata e brilhantes em
obras servidas e paga-se bem. Consertam se re-
logios, obras de ouro e prata commodamente
Coznh^ira
Precisa-se de ama ama que cosine nem, para
casa de pequea familia, que durma em casa
dos patres; aa ra Conde da Boa-Vista n. 24-F,
portao de ferro
Aluga-se
um sitio na estrada de Joo de Barros, com
grandes commodos para familia e mais depen-
dencias, junto a esticao do Principe e linha de
Fernaades. Vieira : pura sformacao, roa da Preno em terapo aos intt asados que as obras..
Roda n. H. i "acninas e utensilios do referido cogtnho estao
- bypotbecados a mim.
Recife, 23 de Maio de 1889.
A o publico
Constand qne o Sr. Bernardino Gomes de
f'arvalho quer negociar o engenho Aracuagy,
Aluja-
se
a casa terrea travessa dos Guararapos n. 2 : ;i
tratar au ra Mrquez de Olinda n. 54.
Alugue barato
Ra de S. Amaro n. 14.
Baixa verde d- 3.
Becco da Bomba n. 8 loja.
Baixa Verde ns. 1-C.
Raa Visconde de Itaparica n. 43, arraazem.
Ra do Coronel Suassuna. quarlo n. A.
Ruados Gmirarapes n. 94^
Largo do Mercaao n. 17, loja.
A tratar a raa do Commercio n. 3, 1 andar,
esenptorio de Silva Guimaraes A C.
JooCarneiro Rodrigues Campello.
Ama
Precisa-se de urna ama para engoinmar e mais
sewfoe de sisa, drpeqwna fmia ; fia priica
da Boa Vista n. 32.
Ama
Xa ra da Matris da Boa -Vista n. 26. primeiro
andar, precisa se de urna ama que cosinhe bem,
para casa ac pequea familia.
MBI
M i i| a. u
Ama
Precisa se de urna ama que saiba erosionar : na
ra Imperial n. 17.
Quadro
A iitg-o i stabeleciiueiito i de ferragens
EERBEIRA 0MAEAES & C.
86--Rwi Duque de Caxias86
ratiHe stmmta toferrageit, cutelartas,
e mnitos ontros axii^oe- a saber:
Cobre em folfaa.
Ferro sortido.
Cimento Portlant
e outros marcas.
Bombas de ferro e bronze
Canos de ferro e chumbo para
encanamentos de alta pressao
Machinas e vapores
para algodao.
Candleiros elctricos.
Foges econmicos.
Este estabelecimento fundado em 1851, tem na sua
tonga existencia a garanta mais segura dar os que pro- ]
arar emhonral-o com a sua confianca.
PRESOS SEM COMPETENCIA 'i
\ f Descontos do eostume
oom bellissimas oleoraphins,
dorno de sal;* e para prsente*,
*e ua livraria Con tem pora atsa, ra
numero 2.
obieclos para
'mo iincoatra-
de Margo
CURA CERTA
te te4*8 aa Affecyie*. pahm.JU'e
Todos aquclles que sofecm
iopeito,.d9vin experimentar
las Ctpsula do Dr. Fournibb.
lteuosltsnoa em Pvntmtuioa:
paxRcisoe a. a* sil* a o.
Pede-se a este
uir o cordo de ouro.
M. T. A. S.
ao menos vecna rastf-
Tribofe
PerguBta-se ao Sr. iuiz Ferreira daiCru2, hoje
Manoel F. '
nao.
da Cruz 4 C. se pagou a sua letra ou
E' tempo bastante
0 Sr. Jovino Tavares far o especial favor de
satisfaz** aquclta coiafirHs<.oqne nao anora,!,,,^^ femi|ja e qDe-durma easa ri trata- na
pois se asim nao o iizi-r declaramos minuciosa-' -
mente por esla folha.
Praga da Concordia n. 1
Gosinheira
Precisa-se de urna cosinheira para casa de
i
ra Duque de Caxias d. 48. loja.
Encabo
Arrenda-se o engenbo.Riacho.4*Antas, distan-
te legua e meia da estacao de Timhoass, bom
d'agua c de trras e tem i aseantes lavradores
a ntender-se com o proprietario no engenhc
Bemfica, visinho ao mc.-mo.
PAPEL RIGOLLOT
UOSTARDA EM F0LHA8 para SINAPISM08
INBISPENSAVEL HAS FAMILIAS
E AOS VIAJANTES
Usada ao mando ioteiro.
NADA DE
VERDADEIRA
nao leve a
FIRMA
O mala
simples,
o mala
commodo
e
o mais
efficaz
dos
Revulsivos.
EXIGIR
asta MARCA
para mwUmr
Contrafacf.
A" viadM am fritas aa Pharmarag
DEPOSITO GERAL: AVENUE VICTORIA 2*
PABI8
CAPSULAS THEVENOT
t*l Tratamento das doencas do peito
^"-^Vt J a todos os degros.
If&L Vr i Alcatro.
| Alcatro Creosotado e Tolu.
lOOformiO (Ether iodoformado).
Creosota loaoformaa.
Creosota e faia.
Oleo ae gao ae acblhu creosotado.
I Balsmicos creosotados.
U\
Dpotario PERNAMBOCO : US- BC. OA SOTA A Ola,
de FQADO FRESCO de BACALHO, NATURAL MEDICINAL
Prascrlpto desde 30 annos, em Franca, Inglaterra. Hespaaba, Portugal, Brasil,
RepubUcas Hispano-Americanas, pelos primeiro. medaos, do mondo, r-qptra u
oolMtlu da >. T6ie, Orlanoaa franmlnaa, Tunom, Zrropeoali da Folla,
roaaoaa fracu, riftreo branca*, etc. O OI*o ds Bacalada da BOBO O mais
rtoo em rliwipiM tim. vDnx> sOMBirra im frasoos TRiANOULARia.
lai/*-M I0*rt t Mtqwut* SELLO AZUL s EsaUs Fraasat.
****** i EtoGG. 2. ru. GaaUoUoaa, PARS, aa a> m Munli
Purgativo Julien
0NFEIT0 VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISA O DE VENTRE
Approvado pela Junta central de Hyc-iene pubuca do Brazil
Este purgativo exetuvamente vegetal se aprsenla so. a forma de um cenfeito
agradavel, que purga com suavidade sem o menor ncommodo. E' admiravbl contra
as aifaopa do eitomago e do figado, a ictericia, bilis, pituita, nauseas e gatee. O seu
effeito rpido e benfico na tnxaqueca, quando a eabeca eet petada, a boeca
amarfjm, hngua tuja, falta o appetite e a comida repugna, as ichofes Ae oentr
causadas por inflammucao intestinal, pois nao irritaos orgos abdominaes. Emfim,
as moleatiae de pelle, usagre e couvuleoesda infancia. 0 Purgativo Julien resolveu
e difficil problema de purgar as creancas que nao ao iiaro purgativo algn, pois o
pedem como se fosse urna pastilha de cbocolate saluda de confeitaria.
Deposito em Pars, 8, Roa Virienns, a as principaas Pkarmacias e Drogaras.
Sobrado
Aluga-se o 2" andar-do sobrado i ra de Do
mingos Jos Martins n. l-'!8. cun mullos comino-
dos para g:ande familia e por preco comuiodo.
em bom esfids de as-eio. i< quil Rea confronte
ao fundo do armareai de Caraeiro Vianna : u
traiar na roa HatqwM de OliuJa n. 34.
ATKINSON
PERFUMARA INGUZA
Excede todas u outraa pelo sen
perftiTue exquisito.
EA DE TOILETTE DE LONDRES
DE ATKINSON
IncomparaTel para refrescar e snaTimr a
pelle pela iutxrediTel escolha de
[.Pnames para o-lenco. rticos hotos
preparados pelos Inventurcs exclusi-
Tamente.
Encontra-ee em CtsM de todo o* Hteo-
eiintts e FaDricante$
|. A E. ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres
Maro* de Fabnca Urna aV*a tranca "
Dbn ama ** Lyra de ouro
osa aodertco na totabdad*.
Hotel Primavera
18 Ra da Roda 18
| 0 proprietario desse estabelecimento, Jos
Bernardo da Silva, chama a attenco do respei-
: tavel publico para incumbil-o de encommendas
de jantares.
Fornece-se comedorias para casas particula-
res a precos commodos :
Feijoada
Carao de qualquer forma
l'cixe W9
Frigideira W
Ver para arr
Aos amadores da boa
pinga
Oarmazem central de gneros alimenticios
ra do Cabug n. II. avisa que diego a segun-
da remessa do puro Sautarem ; a elle, antes qne
se acabe! I
i:*t;>
m mmmn
igpa.
Taiscaa fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cra/acao
^ Arados.








Mi


8
Diario de Pernambuco-Domingo 26 de Maio de 1889
>
I
l
IAIS DE 10:000 CIRAS
10STS SO mUHATISKO
DORES E DeDENTES
PBEPAKADO NICAMENTE
POB CALASANS & C.NA BAHA
Medicamento heroico contra os rheuma-
tismos, inchacSes, dores acatcas, nevral-
gias, dormencia, etc., empregai.do-se em
fomentacSes sobre os lugares affectados
Cura o beri-beri, as paralysias e as dore?
de dentes.
Todos Ob frascos levam direccBes par
uso d'este medicamento admiravel.
Prego 15200. Descont de urna duzia
em diante.
DEPOSITO NO RECIFE .
Francisco Manoel da Silva & C. ra
Mrquez de Olinda n.23
AlimentoiCriangas
Para remediar a fraqueza las criancas, desenvolver
as suas torcas e preserrul-ns ios ioincas da Hade
tenra, os principan Medicas do Pars, menibros
da Academia Je Medicina a."- Pars, recullao com
ptimo cito c verduJ''lro
BacaHout lis araba i Brlfuyfrmntnr, i Tari
Este agiMdavel allro3Dto.com pflsto com substancias
regetaes nutr ti vasefbrtaU.cc'!oras divdese na eco-
noma tuda, e, pelas suas proprledades analpticas,
melliora a composlco do lelte das senhoras que ama-
mentao, c acorda as forras lnguidas do estomago.
51, ra Tirieut, Pira. Deposit nis ftirairiu do ludo eittlro.
Angelo Tavares que venhai RT?T~lT r(,Hl?R17C
ras suas duas cautelas da Cixa Ecouo- DHiUU F AXSliMXluJ
Ferdinando ierreck, pintor pela academia
do Vienna d'Austria, a pedido de diversos pais
de familias previne ao respeita\el publico que
d licOes de desenlio, pintura, paisagens, figu-
ra?, etc.. a nquarella e a cleo ; a trat; r na pao
lographia alterna ou na loja de joias de Joseph
Kiause 4C.
Qi
p
M
fuereis curar-vos i
Se queris curar-vos da vossa tosse ou
da vossa rouquidSo, tomae o Peitoral de
Cambar, que ficareis logo curado.
Os agentes,
Franchc Manoel da Silva & C.
Hodie iiiihi eras tibi
O Sr. Francisco Raposo Falco, 3- ofiicial do
correio, nao quor restituir os movis nem pa;ar
o valo/ dos mesmos, nao se lembrando que t si;1.
transaeco desde que foi demeido. talvez frito
esteja muilo longe para ficar* no oslado que ja
esteve.
Exp<
jerimentae
A bronchite e a coqueluche curam-se
maravilhosamente por meio do Peitoral de
Cambara, que se vende em casa dos agen-
tes Franeisco Manoel da Silva & C. e em
todas as boas pharmacias e drogaras des-
4a capital.
Experimentae !____________
Cura-se fcilmente
As inflaminacSo do larynge cura-se f-
cilmente com alguns frascos do Peitoral de
Cambar.
Os agentes,
Francisco Al. da Silva & C.
Attengo
Faltando pascar um resto de aeces dos ani-
maesDouro e Vanda fica esta transferida para
correr com a ultima lotera extiahir no raez de Junho do rorrete anno.
Discursos
do multo eloquente orador conego Mvcs Men-
des, receben a iivrana Contempornea.
Precisa se de urna ama para cosinhar eque
durma na casa do emprego na ra da Concei-
ro n. 1. 1 andar.
As accoes entre cavalleiros. rujo premio o
urna egu, ficam transferidas para correr com a
ultima lotera de Junho do Para.
*omns^_
Vcnde-se em toda sirt
FOLPCTII
SEM MAI
POR
paulo nmm:
A FALHA .DA COURACA
(CoutinuacSo do n. 117)
CAPITULO IY
O dever
Talvez tenha razSo. Tanto mais
quanto, com a ndole de sua rilha, ella
nao amar nnnea homem algum, -nem seu
primo nem outro qualquer, a ponto de
morrer pela sua perda.
Ao passo que elle, Suzana, se amar
urna moca, boa e honesta, como nao ser
duradoura e firme a sua paixSo ?... Tal
qual Pedro/por toda a vida, sem um en-
fraquecimento, sem um minuto de olvido.
Suzana suspirn.
Farei o que a senhora qaer, decla-
rou lia.
EntSo dize a Clotilde que eu sahi,
^^ e dese"com ella para o parque, onde a
r leixars ssinha ao cabo de alguns iu-
tantes, sob pretexto de que precisas ar-
, ruinar a c^sa. Ou eu estou muito jenga-
nada-,- ponto espreitando occasSo de vel-a e de
fallar-Jhe. Os apaixoaados sao todos
aasim!
Um quarto de hora depois, Suzana
descia para o parque, acoropanhada da
orphS.
Urna immensa e profunda ruga cavara-
e entre as sobrancelhas delicadas da
joven governante.
to baixo, olhando para Clotilde,
ella inurmurava :
O acaso ssinho nlo faz destas
cusas Oh forcoso que eu o saiba '
NV nm de aigumas voltas sombra das
gnmdei arfares, ella disse protegida de
YIIO F.XAR0PE de QIIIAe FERRO
U RIIAUIT 0-, rh~ Parll
ptttmd! MU Jmitt i Hytlim 0* h-d-Jmtln
. Qracas mus proprledades tnicasrepa-
radoras, estes preparados produiem os me-
lborw resultados quando empreados contra
S aacssUa. a ehloro. a leooonba. as dasor-
dn da B*natniato, as oaimbraa do ato-
mago, oonsecutlTas a essas enfermldiides. o
lTmpkaUamo eoutras molestias provee leo les
da pobraaa do langnt. Excitando o appeUtc,
estimulando o organismo, e reconstitu ndo os
osos e o singue, o vinho o Xajrcpe do
QUINA o FERRO do QRUtAULT o Cv desen-
woiptm rpidamente as creancas debis e as
mocas paludas e anmicas, cortao os llgelros
aecestos de reir, tupprmem mor tas mto*
4 os tuorii nocturno*. So da malor efneada
tus diarrkas rebeldes, neultso s marcha das
eonvalescencas dirtcsU s sustenUo os oelMos.
MWtmWimM iwMIanot** "
uns srnrn m emmm m. oaLiBiiSo wtsao-
Sao oorro oorm m foorlcaoso do celebro
nrarA a pbilitibk.
KM PARS, S, UVA. VrVIBNNR.
I.ui/.a Marta do Espirito Mani
Villa >oa
Vicente Fcrreira fessoa Villa Nova e seus
Ihos, Francisca Maria da Annunciacao e sua lilha
\nna Maria de Medeiros Lima, padre Severino
Jos Villa No*a e suas irm*, agradecen do in-
timo d'alir.a a todas as pessoas que prestaram-
Ihes serviros e obsequios durante a terrivel do
enea de sua sempre chorada esposa, mi, filha.
irma e aniada, Luiza Maria do Espirito Santo
Villa Nova, e que se dignaran: assistir e acom-
punhar o seu enterro ; e de novo as convidam a
assistirem a missa do stimo da, que por alma
da mesma finada ser celebrada no da 27 do
corrente mez, na i^reja de N. S do Livramento
dcsta ctdade, s 7 4 2 horas"da manha, agrade-
cendo a todos desde j.
AprovciUndo a opportunidade, agradecem
tumbem a sodedad*1 Philarmonica Pao lense
o seu coinpan cimento ao enterro.
I
m
Constructores a Ham, Franca
Representado por lomillo Bu-
lln, eagcnhelro meehanr^c
(PEBNAMBUCO)
Assentamento completo para engenhos cen-
traes e Uzinas pelos processos os mais aperfei-
goados.
Moendas o represso mltipla.
Corte-cannas vertical, syslema Bedu.
Difluso, circular e rectilinha, dito Bedu.
Ditusao continua do bagaco dito' Perret.
Fornos para queimar obagaro da diffusio,
dito Bedu.
Filtros mchameos a liltracao mltipla.
Turbinas centrifugas (economa, lirnpeza e
traba I ho rpido).
Em geral todos os apparelhos os mais moder-
nos e os mais aperfeicc|dos para o fabrico de
assucar.
N. B. 0 Sr. Emilio Billion fazendo urna via-
geni de 3 mezes na Europa, durante a sua au-
sencia dirigi as cartas e pedidos a casa Bedu
Frres a Ham, que fornecer plantas, orcamen-
tos etc., e por qualquer negocio argente infor-
marse ao Sr. Eugene Chaline ; 24 ra do Com-
mercio, Recife.___________
v Araruta iogleza
Acaba de cheear para o armazem da Estrella,
no largo do Paraizo n. 14.
Engenho a arrendar
0 Cananduba, prximo a estaco de Jaboato,
muito boin d'agua e a pouco reconstruido, com
extensas trras e matas, para safrejar at 2,000
paes de assucar; a tratar na ra larga do Rosa-
rio n. 37;______________________________
Farelo de carolo de
ido
AO
Convite
s
55
familias
os prejos abaixo
alg-t
J conhecido como o melhor c mais nutritivo
alimento para animaes : vende-se na ra do
Bom Jess n. 38, i andar.
asa terrea
Capil JoA I.f lie Bodovalbo
A viuva e filhos do capitao Joao Leite Rodo
valho convidam os seus parentes e amigos
asM-tirt'in as missas que no dia 29 do corrente
raez, maridara celebrar na igreja do Carrno, s
7 horas da uianha, por alma de seu sempre lem
orado esposo e pai, fallecido no dia 30 de Abril
ultimo. Por ele caridoso obsequio confessam-
se ffmtos desde j.
f
Rosa Maria de Jess Icndonca
J Ao Francisco de Mendonca, Rita Maria de
Menduuga Figueiredo e Jos Francisco de Figuei-
redo ronvidam os seus parentes e amigos para
assislirem as missas que mandam clebrr no
dia 27 de correte, s 7 horas da manba, na
igreja da Santa < ruz, l- anniversano do passa-
mento de sua prezada mai e sogra, pelo que
dtsde ja se confessam summamente rc:onbe-
cidos.
^ToiuT^KvaresirJrtovuTrTc^pck^pr^^
pede a todo? os seus parentes e pessoas de sua
amizade o obsequio de assistirem a missa que
manda rezar na matriz de N. S. da JJscada. por
alma de seu inado irmo e amigo, Joao Leite Ro-
dovalho. no dia 9 do corrente mez, s 8 i/2
horas da mauha trigsimo dia de seu passamen-
to. Confessa-sc eternamente grato por este acto
de cjridade.
1
Instrumentos demusica
para banda e orebestra, realejos, caixinhas com
1, 2 e 6 pegas, para enanca ; na livraria Con-
tempornea.
Malas deviagem
para roupa de senhora e de homem, propria de
ymarote e carainlio de ferro, bolsas, cnapelei-
-as. binculos, etc. etc. artigos muito bons e
baratos na livraria Contempornea.
Aqui est um sitio encantador, onde
a sombra profunda e h frescura ado-
aavel. Daqui a senhora sentir os aromas
finos e suaves* destes canteiros de helio-
tropos ; descanse neste banco. Nlo se
aborreca. Scisme. As mocas tm sempre
no tundo do corajSo algum pensamento
delicioso que fal-as pass-.r horas agrada
veis. Eu vou tratar do arrumar a casa
e vbitarei daqui a bastante tempo.
Abracou-a ao pronunciar estas palavras
e voltou para a casa, situada soffrivel-
mente longe, porque o parque, desde
muitos annos, tinha sido augmentado.
Clotilde, encantada, feliz, esquecendo
quasi o cruel sacrificio que se havia im-
poeto para com Roberto, acompanhava com
os olhos a sua nova amiga Suzana que
retirava-8e, costeando os massigos com o
seu andar elegante e rpido.
A orph3 sentia que estimava tanto quan-
to podia estimar o sea coracao aquellas
duas mulheres to boas, e que a envol-
van:, tanto urna como outra, dos arden-
tes effluvios dos seus olhares acariciado-
res.
Adelia era entretanto a sua grande ado-
racao, o objecto do seu culto; porque tu-
do na Sra. Chaniers attrahia-a, encanta-
va-a, enebia todo o seu ser de urna ne-
cessidade de expanso sempre prestes a
transbordar.
Por Suzana ella experimentava j um
outro sentimento menos profundo, mas en
cantador tambera; sentia que araal-a-hia
antes como ama irmS mais velha. urna
companheira e urna amiga.
E depois, sena a verdade ou urna llu-
s3o da sua iroaginacJio ? Encontrava no
rosto moreno da joven-governante muitos
pontos de contacto com a encantadora ap-
parigo que tauta luz e alegra fifern qr-
rar na sua mocidade abandonada : Mag-
dalena de Boves. v
Ah! se soubeste que, como ella com
a religiosa, Suzana achava-a parecida com
Pedro!...
Um ruido mAto leve arrancou-as suas
reflexSes. *
Ergueu a cabeca, ainda fatigada, do en-
cost do banco de ferro, em cujo bra90
apoiava-se, e olhou.
Os ramos do massico vislnho afastaram-
se suavemente e appareceu o vulto adorado
de Roberto.
Ai da pobre Clotilde! o seu corajSo
cerrou-se.
Roberto nao era de facto smente o amor
exclusivo do seu cor9So que vinha ao seu
encontr, mas tambem a crul realidade
que approximava-se com o terrivel sacri-
ficio a fazer.
Fechou os olhos, nao ousando fital-o no
Aluga-se urna magnifica casa terrea, com bons
commodos, ra da Ventura (Capunga) n. 24 :
a tratar na mesma ra. no sitio junto ponte
da fallecida D. Candida Lasserre.
Criado
Quem precisar de um criado para todo servigo
de casa de familia, qui-ira procurar na ra Pedro
Affonso'n. 82,1- atdar.
Papel de forro
de sala, gabinete e corredor, esplendido 3orti-
iiento na livraria Contempornea.
VENDAS
Vende-se duas casas de tijolo, sitas em
Sant'Anna de Dentro, sendo o ar o mais sauda-
vel que ha em nosso arrahaldes,tendo a estago
d Saut'Anna mui perto da via-ferrea : a tratar
ha ra Paulino Canura n. 19, 2- andar.
Vendc-se 4' pranchOea de outicica, tendo
26 palmos e mcio de comprimento, 4 pollegadas
e meia de^xtenso ele meio de largura ; a
tratar no pateo do Terco n. 18, 2- andar. Ven-
de-se barato.
Breti
marea
F
Veude-se em barricas a 30 r.=. a libra
mazem da ra do Araoriiu n. 00.
no ar-
Vejade-se um bonito
na Direita n. 22.
BurrinhoN
burrinim : a tratar na
Vende-se
duas vaccas com crias novas, qualidades boas,
e urna garrota tourina, sendo as duas urna tra-
gada c a outra da trra : na estrada de Joao de
Barros avcrna n. SO-A,'junto arapella. Scom
a vista.
Vende-se
um estabelecimento de molhados ra doltan-
gel n. 53, e garante-se a chave ao comprador : a
tratar no pateo do mercado, taino do commercio
n. 2, com o dono
Vinho particular
No armazem da ra do morim n. 60. vende-
se o que pode baver de melhor pelo mdico f-re-
o de 7MO0 o garralao de tres caadas, voltan-
o o casco.
rosto amado, recciando deixar-se vencer
pelo encanto soberan-i ijiie lhe nspirava o
nancebo e perder a coragem de cumprir
o seu dever.
Seutio, porm, que elle approximava
urna cadeira do seu bauco, e depois, muito
suavemente tomou as suas a mao adora-
ve I que pendia iuerte e apertou-a frene-
ticameote, demoradamente.
Roberto, teotou ella murmurar, que-
rendo esquivarse, supplico-lhe!...
Entlo, disse elle muito t^axo, co-
nhece agora o segredo doloroso ^que me
mataba, vio minha prima, e se a conhece,
deve comprehender que n&o posso amal-a,
que nao a amarei nunca...
Nao, disse ella com voz que Droctt-
rava tornar firme, nao vi, nao senti, n2o
comprehendi senSo urna cousa ; D. Geor-
gina c filha de minha bemfeitora, daquella,
Roberto, que lhe servio igualmente de
m3i. Dar-se-ha caso que queira deses-
peral-a, oppoodo-se realisacao dj seu
mais caro desejo?...
- Mas a voc que eu amo, miaba
querida Tilde. Voc, a nica no mundo
que fez-me adivinhar o que era o affecto
santo, exclusivo* e absoluto que devia en-
cher o corajSo do esposo para com aquella
que usa o seu nome e torna-se mi de seus
filhos. NSo comprehendo um lar de que
voc nao fosse a rainha... Urna familia da
qual nlo fosse voc a Vaiz e alma, se'r-
me-hia inpifferente, senao odiosa. E' vo-
c que eu quero para companheira do des-
tino, para confidente, para amiga... Voc,
e naojoutra qualquer. E se nao senp'r. o
que eu sinto, se recusar me, se afastar-se
de mim, morrerei de dr...
NSo, Roberto, voc calnmnia-se. ^So
moriera porque tem urna alma le{ e v-'
lorsa, capaz de aceitar o dever no. que
elle tem de mais austero'e de mais'gran-
dioso... O amor absoluto, nico... um lar
onde duas creaturas formara urna nica...
os filhos que sao os dous coracSes reuni-
dos n'hm s... as confidencias, as consola-
coes, a amisade fiel, a proteccSo do ho-
mem, o devotamente infinito da mulher...
Que sonhos celestesconstitue tudo isso!...
Mas cima de todas estas cousas... muito
mais cima, mais longe, ha a voz que gri-
ta em nosso intimo, que pode calar-se nos
grandes alvorocos da alma, mas que faz-
se novamente ouvir imperiosa e cheia de
zelos as horas de solitaria reflexSo, a voz
que diz : E' o bem, ou o mal. e que
a nica que d a paz ou d o remorso.
E' a ella, mea Roberto, que se deve obe-
decer sempre. A mim, hoje, a despeito
da paixio nica que sinto por voc, a des-
peito das suas supplicas, da sua dor, das
alegras divinas entrevistas em sua com-
Pede se atteuc21o para
mencionados :
Cambraia cm salpicos a 4J000 a pega.
Rendas hcspanholas a 1|J o covado.
MadapolSo americano a 6\5, 7^ e 85000.
Renda da China, novidade, a 240 re.
Amor da China a 200 re. o covado.
Zefiros a 160 e 20 re., cousa chic.
Espartilhos, grande sortimento.
Guardanapos a 1(5600 a duzia.
Capas para seohoras, novidade.
Fustoes brancos a 400 e 500 re. o ce
vado.
Linn 1x>rdado a 800 re. i covado.
Toalhado para mesa a 15 o metro.
EsguiSo pardo a 400 re. i covado.
Babados e eatremoios, grande sorti
mente.
Colchas muito bonitas a 2,j000. .
Enxovaes para baptisados, finos.
Merinos pretes e de edres a 500 rs o
covado.
Cortinados para cama a 65000.
Las a 240, 320 e 500 o covado.
Luvas de seda a 25000.
Crinolines a 400 re c metro.
Cambraia branca a 25800 a peca.
Grinaldas para noivas.
Setins de todas as cores a 800 rs- o co
vado.
Cortes dt cachemira, c uaa chic.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. c
covado.
Collarinhos e punhos grande sortimenti.
Cretones para vestidos a 320 re. t
covado.
Toalhas felpudas, grande reduccSo en-
pregos.
Camisas inglezas com e sem collarinho
Mantilhas pretas.
Brins para roupa de criancas.
Setins de quadro, em cortes, gostos no-
vos e pre$os commodos.
Batistas a 120 rs. o covado.
Cretones para coberta a 500 re. o co-
vado.
Tecidos arrendados para vestidos, cou-
sa chic, a 400 re. covado.
Tapetes grandes e pequeos.
Bramantes 1 sos e trancados a 00, 15
e 15200 o meto.
Alm do que fica mencionado, temos
mais outras pechinchas que s vista se
pode acreditar.
Da se amostras sem penhor.
55RA DUQUE DE CAXLAS bt
FER\V\DESDEAZEVED0 4L
Vende-se
um estabelecimento de molhados, dos melhores
em retalho ra do Rangel n. 53, e urna cochei-
ra d vaccas tourinas especiaes, sendo duas com
duas bezerras, e urna com seis mezes de barri-
ga, c um cavab andador ; goranlc se a chave
da casa a quem comprar e d-se a freguezia pa-
ra o leite : a tra'ar na roa do Rangel n. 33. A
causa destas vendas o o proprietario ter de reti-
rarse para Europa.
_________________________________________1_______________
Movis austracos
A' ra Mrquez de Olinda u. .4
Vende-se movis austriaoos, tanto' em grosso
como em partes, do mais rico modelo que tem
vindo i esta provincia, e por pregos muito re-
duzdo-. para liquiaafo de facturas ; e bem as-
slm
Cofres de ferro
dos ittelliores fabricantes, que tem vindo a esta
provincia,* como "sejam : Millners e outros fa*
bricantes. Todos garantidos e de verdadeira
seguranga (prova de fogo). No armazem im-
portador de Carneiro Vianna.
A Revolugao de 48 \
A' r<*a Duque de Caitas n. 48
NAO CREIO QUE SAJA COMPE-
TENCIA DE PREgOS
Neste mnitn acreditado estabelecimen-
to de fazencL..- Unas e modas, como j
teem provadci ao sems frugneze, queven-
dem por men^s 33 '[,, do qne em outra
qualquer casa, coutinoam a offerecer as
mesmas vantagens.
Merinos de quadros e lisos a 200, 24<> e
280 re. o cevado.
Seda alsaciana (fantasia) padiftc* esc.olhi-
dos a 280 rs. o covado.
Zefiros de quadros modernos a 100, 140,
200 e 240 rs. o covado.
Cachemiras lisas e de quadro (combina-
gao) a 320 re.
Organdis (fazenda de fantasia) a 400 re, o
covado.
Nanzuks muito finos de 120 a 240 re. o
covado.
AlgodSosinho muito largo e bom, a 45000
e 55 a pessa.
Fichs de 13 de todas as cores de 15,
15500 e 25 um.
Cretoues claros e escuros a 160, 200 e
240 re. o covada.
Lequea transparentes a 25, e de papel a
500 re., para acabar.
Lindos cortes em cartSes com aviamentos
a 65, 85 e. 105 um.
Camisas de meia (pechincha) a 15 fl 15200
ama.
Toalhas de (ores para mesa elstica 55
urna.
Camisas francezas de linho puro de 45
por; 55, urna.
Brim brauco a. 6 a 15600 a vara.
Madapol3o americano com um metro de
largura a 65 a pessa.
Brins de linhos de cores finas e garantidos
a 600 rs. o covado.
Bramante trancado duas larguras a 400
rs. o metro.
Atoalhado de linho a 15500 o metro.
Cortes de fusto para colete a 15 e 15500
um.
Toiletts para baptisados, muito finos a 105
e 125 um.
Espartilhos de couraca a 45 e 55 um.
Cachemiras de 12 pura, claras e escuras a
25 o covado.
Setins de todas os cores a 800 rs. o co-
vado.
Cortes de cachemiras finos a 45, 55, 65,
75 e 85 um.
Lengos de cores, imitagao de seda, a
15800 a duzia.
F.sguiao de algodo, duas larguras, a
35200 a pessa.
Colchas de crochet com palmas de cores,
para noivos a 105 urna.
Capellas com veos a 85 urna.
S na Revoluto de 48
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Cofres de ferro
Carlos Sinden tem para vender cafres de su-
perior qualidade..mais barato que em outra
qualquer parte : na ra BarSo da Victoria nume-
ro 48.
panhia. ao seu lado, ella diz-rae que urna
Cousa deve dominar, sobrepujar tudo : E'
que me sacrifique, se preciso for, pro-
tectora adorada, bemfeitora abencoada
que foi buscar-me n um leito do hospital,
fez-me tanto bem, e, alm de tudo isto,
deu-me a sua amisade. NSo comprheudo
ainda bem o que sinto por ella, um affec-
to t3o ardente, t3o profundo, t2o grande,
que uSo posso dar-lhc um nome. Mas o
qire sci perfeitamente que a minha vida
pertcneo-lhc, que preferira morrer a cau-
sar-lhc um segundo de dr ou de desgosto ;
e que, ainda que cu tivesse de fugir para
a cxtreiuidade da trra, ella nao soffrer
jamis por minha causa.
; EutSo me abandonara ?
Sim. E .irei para t2o longe, que
nunca mais voc me encontrar.
Mas voc nao fallava deste modo an-
tehoa-tem; e proporcionou-me t2o grande
fecidade !... Sabia entretanto que minha
familia quera fazer-me contrahir um ca-
samento que desesperava-me, e aceitava,
nao obstbate, o prazo lie um anno que lhu
pedi. Consinta anda nisso, e minha ta
ama-rae tanto, que comprehender o que
se passa no mea copa^Jto, pouco a pouco,
sem soffriment nem decepgSo para ella,
e ha de ser a prime ira a desligaP me ds
minhas promessas.
Porque ella 6 boa o quanto se pode
ser. Mas soffreria, e cu n3o quero que
ella soffra. Ella qnr dar-lht sua filha,
preciso obedecer-lhe. .
Mea Deus!... muwnurou o filho de
Pedro oceultaado o'rosto as mSos, per-
del-a, Clofilde .*.. Sou muito desgra-
cado!... -'
.NilO'me perdeni. Estarei sempre
junto de'voc .pelo pensamento. "A dor
do sacrificio nos reunir* Lembre-30 do
met sonho. .
E um bello da voc se casar
sen turno...
1 -Oh! isso nunca !
_ Incfinou suavemente a encantadora ca-
beca e poz-se a chorar.
V perfeitamente. que o sacrificio,
para voc tambem, e superior s suas for-
jas, disse elle perturbado por ver as la-
grimas de Clotilde, mas hesitante e j
abalado, tSo imperiosa era nelre, como na
moca, a Idea da dever a cumprir.
E' verdade, sim, disse a orphS com
simplicidade, soffro horrivelmente, soffroa
ponto de morrer de dor, mas soffreria
mais anda idea para.o futuro, de que
nao havia procedido como devia E es-
tou plenamente convencida de que, mesma
teliz a seu lado, usando o sen nome, tal
idea me perturbara a ventura do coracSo
e o somno das minhas noites. 'NSo, por
por
ISKY
Boyal Blend marca YIADO
Este excellente Whisky Escocez pro
ferivel ao cognac ou agurdente de cana
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca 1 lado
cujo nome e emblema sSo registrados par*
todo Brazil.,
BROWNS & C, agentes.
Lingaas seccas do Rio Gran-
de do Sul
Vendem Costa 4 Fernandes ra do Commer
co n. 28; Reoife.
A LOJA VLAtf BARATEM
PARIZ N'AMERXCJ]
AZEVEDO, IRMaO & v.
16Ra do B. da Victoria16
200 Tdephone200
Tendo recebido directamente da Europa
grande sortimento de fezendas e modas o
que ha de mais novo e precos sem com-
petencia.
A saber ;
Capas de surah, senda e merino*.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de 1S e 1S seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 15000 e 15200.
Crinoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200 re.
Bramante de linho a 15500, com 10
palmos.
Toalhas para banho a 15000 e 15500.
Chachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 15000.
MadapolSo trancado a 95000 a peca.
Dito globo a 75000 a dita
Dito camiseiro a 75000.
Dito Boa-Vista, verdardeiro, a 6#000.
Fichs de 1S e seda 15000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos couraca a 45000 e 55000.
Colchas de fustao a 25000 e 35000.
Capellas para noiva' com veo bordado *
65000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 15500.
Renda de 1S, preta, para quaresma.
Pao verde para bilhar.
Tapetes para sof a 135Q0.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 15000.
Camisas de flanelia a 55000.
Cortinados de crochet para cama a
105000.
Chitas de cores a 200 rs.
Cretones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro. '-
Seda de cores a 800 e 15000.
Extracto Rita Sangal a 25000.
Velbutina de quadro a 800 e 15900.
GuarnicSes, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presente.
Rendas hespanhola a 45000.
Capachos de coco.
Lavas de seda a 25000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite-
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setneta para coberta a 600 re.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
Vende-se
urna rica mobilia de Jacaranda, muito elegante
e propina para noivos, preco commodo; para ver
e tratar na officina do tenente Dionisio, no pateo
do Paraizo.
cousa alguma deste mundo quero dizer a
mim mesma: Tomei, roubei minha bem-
feitora o marido que ella destinava sua
filha... Ah! Roberto, vejo-o nos seus olhos,
voc que estima tanto essa mai adorada,
pensa exactamente como eu.
E' verdade, balbuciou elle desvaira-
do, sol 11 cando tambem.
Finalmente, murmurou ella, encon-
tr o tal qual o amo, ral qual o quero...
Agora, continuou ella, abandonando a ca-
beca fatigada sobre o hombro do mance-
bo, console-me por seu turno, falle-me do
dever e da honra, mitigue a dr da horri-
vel chaga da minha alma, porque sinto-me
verdaderamente desgrasada renunciando
nossa felicidade commum !...
E poz se a chorar ingenuamente, silen-
ciosamente, mas sem dissimular o seu des-
espero, sentindo claramente, com a intui-
9S0 ntida de certas mulheres, que cousa
alguma conseguira jamis arrancar do co-
racSo de Roberto o sentmento do dever
que lhe havia voltado, e que dominara
tudo entSo An si, at mesmo a idea de per-
del-a.
No massico em que se achavam occul-
tas, Adelia e Suzana custavam a conter
as lagrimas e a sua admiracSo por aquella
moca tao generosa e tSo leal.
Como ella o amava !...
Adelja, extasiada, nao va, nSo compre-
hendia, nSo d'stinguia outra cousa.
NSo me engaoei: aquello herosmo,
aquelle respeito quasi sobrehumano pelo
dever, aquella delicadeza que impelle-aao
sacrificio, quu matal-a-hia talvez, tudo
aquillo' de Pedro... delle s...
Vamo-nos embora,-disse de repente
a Sra. Chaniers sua companheira. O
meu coracSo est- quasi estalando de ale-
gra... NSo sei o que sinto... Devia estar
desesperada, porque urna da/ duas, Geor-
gias ou Clotilde,' h* de ser infeliz... E o
que experimento alegra, mas urna ale-
gra indefinivel, por achar aquella pequea
tao divina, tSo leal, to boa... Oh ella
nSo soffrer por minha causa, nSo, ju-
ro-o !..,
Oque vai resolver?... perguntou
lhe Suzana olhaudo par a casa.
NSo sei anda. Drei provavelmente
a Roberto que ouvi tudo...
NSo, nSo faja isso... Espere anda
alguns das...
Mas elles" sofirerSo durante esse tem-
po... .
E possivel; pornf amar-se-hSo mui-
to mais e serio mU vezes mais felizes de-
pois !
Entilo o que queros tu esperar ?...
Todas as ideas chocam-se-me na ca-
beca, estou como douda. Preciso pangar
Leite puro
T
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio lo-
go dppois das casas novas da direita, vende-se
todos os das leite puro de vaccas tourinas e da
trra, garntese a qualidade do leite.
Pao centeio
Mello & Biset, avisam ao respeitavel publico,
que todas as tercas e sextas-teiras, tem este sa-
boroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.
Para jornaes
Papel formato Diario, S00 folhas 74500
Dito dito Jornal, 400 folhas 54000
Dito dito Provincia, 400 folhas 44500
Vende-se na fabrica Caxias.
Superior queijo do Serid a
500 o kilo
S no largo do Mercado n. 12, Gomes Fcrreira
& C. Successores.
'i
e reflectir... Mas em nome da affeicao
que me tem, conceda-me o que lhe pe-
co !...
A exaltacSo de Suzana causava espanto
Sra. Chaniers.
Os labios da joven governante tremiam,
intensa pallidez cobria-lhe o rosto sym-
pathico, e um largo circulo azulado dese-
nhava-se-lhe, em volta dos olhos leaes e
bons.
Farei tudo quanto quizeres, disse
Adelia, mas sopplico-te, acalma te.
Promette-me calar-se, durante alguns
das ?
Sim, absolutamente.
Fingir prante Roberto e perante
Clotilde nSo ter ouvido cousa alguma ?...
Jnro-te que sim.
Mesmo se vir Roberto soflrer?
Elle vai ser tSo desgracado!...
Julga acaso que o desespero alo
tempera as grandes almas, como o fogo
tempera o ajo ? Veja Pedro !...
Tens razSo.
Ah! Roberto filho delle, lembre-
se disso. Do valoroso mancebo nada ha
a temer... desde que falle a houra.
Sers obedecida. Pediste-m'o em no-
me de nossa amisade. O que posso eu re-
cusar a urna amisade tao dedicada e qae
jamis fraqueou?
Oh! obrigada !... obrigada !...IIa de
ver que uSo ter que arrepender-se !...
Que queres tu dizer?... Causas-me
medo !...
. Calle-se Nao procure comprehender
e ainda menos adivinhar, porque nao lo-
grar. D-me carta branca. Lembre-ae
nicamente de que a amiga de toda a ana
existencia, e que daria por Pedro e pela
senhora at a ultima gota do seu sangoe,
quer velos todos felizes e vai trabalhar
para isso. Peco-Ihe oito dias para chegar
ao meu fim, nada mais. Sei demasiado
tempo para nos, que por tantas angustias
temos sido devoradas ha dezoito sa-
nos ?.'... Daqui at l nS se preoecupe
commigo, doixe-me proceder como enten-
der, sahir noite, se preciso fr, e at
partir em vagem...
Faca com que ou outros, sobretudoac-
crescentou ella com um olhar faiscante de
odiosobretudo Jonathan Pierce ignoren
ode estou, o que faco, e crea no boa
xito,
J jurei... Mas promette-me que as
minhas nquietasSes, a minha iguorancia
nSo durarSo mais de oito dias, porque rao
alvorocas com estes mysterios; promettea-
me, alo verdade ?..,
1 Vontmutr-se-ha_______
Typ. do /H/nTrua Deque de Caxias 11. tt
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1


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31


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17259


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Full Text
1
ANNO LXV -'NUMERO 118
ni i i j
PAR, A CAPITAL E LlfiiREN 0\DE XA- SE PACA PORTE
Por tres meses adiantados............... 6^000
Por seis ditos dem.............j 12)9000
Por um anno dem................ 23i>000
Cada numero avulso, do mesmo dia. ... 0100
DOMINGO, 26 DE MO BE 1889
1 1 ---------------,'
PARA DE.VTRO E FORA'DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem.......,........
Por bm anno idem.................
Cada numero avulso, de dias anteriores ..........
260000
0100
DIARIO DE PERNAMBUCO
r v
Trcpriedade de Sfrlarwd 9%gueirca de Varice 3nM)c$
. *
Bogamo* uos noMM a-.isnanKn
q ue ae arh o ni ni alra.o o obsequio
de mandarem abonar sua* Hwlgna*
taran at o flm do corrente mes
para evitar a unipeiiNo da reme s
ano principio do mez eguinte.
TELEGRAMAS
uoti;o pastillas so 2s
M
%
V,
RIO DE JANEIRO, 24 de Maio, s 3
horas e 36 minutos da tarde.
Effectuou-se hontem na Secretaria do
Ministerio de Estrangeiros a reuniao dos
deputados da maioria.
Compareceram 58 deputados e 5 commu-
niearam adherir s resolucocs que fossem
tomadas.
Declararan: os deputados presentes, que
aooiavam o gabinete sem restriegues.
A Cmara est tratando em 2.a discus-
sio do projecto de fixacao das f oreas de
erra.
Est na tribuna, defendendo o projecto,
0 deputado Passos Miranda.
FORTALEZA, 25 de Maio, s 7 horas
e 11 minutos.
Acaba de fallecer, s 3 horas da madru-
gada, o Dr. Caio Prado.
Seu enterramento ter lugar s 9 lio.
ras.
BELEM, 25 de Maio. s 1 horas e 50
minutos da tarde.
Na segunda-feir.i. 21 deste mez. prova-
velmentc no palacete da Assembla Paraen-
se, realisar-sc-hn um snmptuoso baile otfe"
recido ao Exm. Sr. Dr. Miguel .los de
Almeida Pernambnco, ex-presidente desta
provincia, c*roo prora de estima e consi-
deracSo em que lulo nr=ra capital.
Grande numero de- convites teem sido
expedidos para esse baile.
FORTALEZA. 25 de Maio, s 3 horas
e 50 minutos.
Falleceu hoje as 3 horas da manha, victi-
ma de febre amarella S. Ese. o Sr. presi-
dente da provincia.
O enterro de 8. Ese. .-ueetnar-se ha s
9 horas do dia.
A consternacao geral.
a faisca na outra extremidade daquelle longo con-
ductor.
Em Inglaterra, a commogo foi sentida no
mesmo instante por dous observadores separados
pe) rio Tamisa, e a agua do rio formava'parte
da cadeia conductora. At se couseguio inflam-
mar alguns lquidos espirituosos por meio d'uma
corrente elctrica que alravessava o rio. Tam-
bera se avnguou que a rapidez da passagera do
fluido elctrico eum fio que tinha 13:276 ps
de comprido. erainstantea.
Estas bellas experiencias despertaram o en-
tbusiarao de todos os physicos da Eurbpa e con-
duziram nos a tentar outras indagagoes. Em
Franga. Nollt modifica de muitos modos a famosa
experiencia de fcyde. Mostra que a lrma do
apparelho nao tem influencia afguma no resul-
tado. Musschenbroek reconheceu depois que a
experiencia falha quando a superficie exterior da
garrafa estiver l.umida.
Watson, em Inglaterra, prova que o cboque
mais violento quando o vid ro mais delgado, que
a forca da descarga augmenta proporcionalmente
com a extensao da superheie do vidro, e que
sua intensidade independente da forca da ma
china elctrica que a provoca.
Outro physico inglez. Revis, pensando que a
agua contid'a na garrafa e a raao que sustinha
esta, representavara tao smente o papel de con-
ductores, substituio a agua por chumbo em grao.
I :na t'olha de estnho, cobrindo a garrafa at
certa altara, substituio a raao. Deste modo fo
possivel assentar a garrafa em um supporle de
madeira sem que pessoa alguma a suslivesse.
Foi por esta serie de descobertas successivas, e
depois de se haverem substituidos folbas d'ouro
em vez do chumbo em grao, que a garrrfa de
Leyde recebeu a forma que hoje se lhe d.
Todos os physicos da Europa tinham debalde
trabalhado para dar a explicago theorica da ex-
periencia de Leyde. K ao illustre Franklin, phi-
losopho e sabio americano, que a sciencia deve
a analyse dos effeitos deste instrumento. Eis
como se tem explicado o phenomeno depois das
investigacoes de Franklin.
Quando se p6e a garrafa de Leyde em commu-
nicago com o conductor de urna machina el-
ctrica, que produz, porexemplo fluido positivo
este fluido pasr-a para a? folhas d'ouro, ou, como
se cos'uma dizer, para a armadura interior da
garrafa.
(Contina)
PARTE 0FFIC1L
overno da Provincia
DHSPACH08 DA PRESIDENCIA DO DIA 24 DB
MAIO DE 1889
Adriano Augusto de Almeida Jordo.Certi-
fique se o que constar.
Bacharcl Caetano Alberto de Castro Nascimen-
tj.Informo o Sr. cngenheiro tiscal da estrada
de ferro do Itecife a S. Francisco.
Empresa de Kibciro a Bonito.Encaminbe-
K, pagando a supplicante o porte na Repartirn
dos orreios.
Felrppe Moreint la Cruz.Prove os requesitos
Icgaes.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co. 2 de Maio de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.

::::::: ::sss,:: bms
MADRID, 2 de Maio.
Hontem na Cmara dos Deputados a
sessao foi das mais tempestuosas.
A maioria dos deputados ficou milito
sobreexcitada contra o presidente da C-
mara, o qua! abandonou a cadeira presi-
dencial.
Um decreto real acaba de suspender a
Mtalo das cortes.
MADRID, 25 de Maio.
- O gabinete presidido por D. Sagasta
acaba de dar sua demisso.
S. M. a Rainha regente recusou conce-
ilel-a.
Agencia Havas, filial* em Pernambuco,
25 de Maio de 1889.
\
INSTRUCCft) POPULAR

\S GRANDES !>VE\{0ES
ANTIGS B MODERNAS
XAS
Sciencia.. industrias e artes
POR
xv
A electricidad*
! Continuarlo)
passados alguns dia.-. o padre Nollet submet-
leu mesma experiencia os religiosos do con-
vento d Cartucha. A commogo foi sentida si-
multneamente por todas as pessoas que com-
puoham a cadeia.
Toda a gente se admirava da rapidez prodi-
giosa com que o fluido elctrico se trausportava
de um a outro ponto. Tentaram medir a veloci-
dade de transporte deste fluido. Em Pranca,
Lemonnier, membro da academia das sciencias
em Paris, fez, neste intuito, grande numero de
experiencias.
Em urna dellas, urna pessoacollocada na extre-
midade d'um conductor de 350 toesas senta a
commogo no omento preciso em que va luiir
!l e partir ao da Polica
2.* seccao.N. 528Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 25 de Maio de 1889.
Ulm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
Detencao os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recie, Sabino Bento de Aquino, Ma.
noel da Luz Amaro, Pedro Constantino
dos Santos, como vagabundos e Josepha
Maria da onceigJLo, por oflfensas a moral
publica.
A' ordem do da freguezia de Santo An-
tonio, Leopoldina Manada Conceicao, por
offensas a moral publica.
A' ordem da do 1 districto da fregue-
zia de S. Jos, Carolino Je Araujo Silva,
por embriaguez o disturbios.
A' ordem lo do 1. districto da fregue-
zia d.n Boa Vista, Clemente da Silva, por
crite de furto.
Ante-hontem, s 7 1[2 horas da noite
um individuo eujo nome se ignora apode-
rau se de um sacco com farinha do esta-
belecimcnto de molhados de Manoel Go-
mes da Cunha, sito a ra de Santo Ama-
ro n. 8 da ireguezia de Santo Antonio, e
sendo perseguido por um empregado do
mesmo estabelecimeuto e por Joao Fran-
cisco Alves de Almeida, conseguiram es-
tes tomar a farinha na ra do Barao da
Victoria, onde foi ferido com urna facada
o braco esquerdo de Almeida, pelo la-
drao.
O criminoso corren emdirecSo a ra de
Paulino amara, e ahi ferio ainda com
urna faeada a Goncalo Xavier Qonzaga, e
continuando em fuga, ganhou a ra de
Santa Rita, lancou-se ao no, conseguindo
afinal evadirse.
O Dr. delegado do 1.- districto da ca-
pital, tomn canhecimento do facto, fez
proceder a competente vistoria, declaran
do os peritos que eram leves os ferimen-
tos.
Deus guarde a V. Exc.Illm. c Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provin-
cia. O chefe de polica, Adolpho de
Siqueira Cavalcante.
Engenhejros Luiz Antonio Cavalcante de Al-
buquerque, Francelino Acuenco de Albuqucrque
Mello e Joo Jos Fermmdes da una.dem
Oflicio do commaudiinte do corpo de polica
relativo ao alferes Severiano de Siqueira Bar-
bosa. Informe o Sr. Dr. contador.
Carlos Sinden. dem.
Joao Chrysostorao Pereira da Silva e Jovino de
Carvalbo e Cavalcante.-Informe o Sr. Dr. admi-
nistrador da Recebedoria Provincial.
Smilio da Silva CostaHaja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal
Offlrio n. 29i do administrador da Casa de
Detencao.Ao Sr. Dr. contador para os devidos
nos.
Freitas lavares 4 C. e Antonio Carlos de Ar-
ruda Beltrao. Informe o Sr. Dr. contador.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 24 DE MAIO DE
1889
Magalhaes & Motn, Maia & Resende, A Au-
Susto da Silva & C, Correia Lobo 4 C, Galdino
os Burity, Manoel dos Santos Araujo, Manoel
da Silva Jogueira, Jos Antonio de Mattos, C
Pluym 4 i'., Vicente Costa ., Jos Rodrigues
Macieira, Viuva arol C. Pinto Ferreira *C.
JoquiraCosta 4 C, Manoel Gomes da Cunha *
C, Neesen 4 C e Costa Pereira C>im.
Jos de Almeida Rabcllo e Fcrnandes & C
Informe a i secg.o.
D. Francelina Joaquina ae Souza Res. Di-
rija-seao Thesouro Provincial.
Francisco Antonio de Magalhaes Bastos.De-
ferido em vista das informacoes.
Joo Marlins 4 ('., Manoel Silva C, Joo Car
doso de Figueiredo 4 C. : ouza Rocha *L Bel-
t'o Herdeiros 4 C, e Manoel Gomes da Cunha
4 C.ludeferido em vista das infonnacoes.
Abilio de Araujo Cesar, Manoel da Cunha Bran-
do, Barbosa Ramos C, Joaquim Martins dos
Santos, Leal 4 Irmao, Viuva deMa.ioel Francis-
co Marques C, Luiz da Cruz Mosquita. Joao
Baptista de Moraes, RibeiroGuiraares a C, Fe-
lippe Holmes 4 C, Mello C, Antonio Fernan-
des 4 C, Manoel dos Santos Araujo. Cardoso
4 Irmao, Antonio Ignacio do Reg Medeiros,
Fonseca & Irmos & C, e Caetano Ferreira Coe-
Ibo.Sira
Germana Maria de Souza, Jos de Mello Sal
gado, Manoel Pergentino de Souza Vianna, Ma-
noel Gomes dos Santos, Emiliano Alexandrino
da Silva Santiago e Marcolina Hcnriqueta da
ConceicoDeferido em vista das inforraaees
Francisco de Azevedo CPrejudicado em
vista das informaces..
Manoel Joaquim de Mello Regu, Artfbnio Her-
bosa da Fonseca, Lourengo Gomes Ivocopio e
Silva Almeida.Indeferido em vista das in-
forraacOes.
Thesouro provincial
DESPACHOS DO DIA 24 DE MAIO DE 1889
D. Anua Eliza de Oliveira Barros Regstre-
se e facam-se as devidas notas.
Ollicio ao Dr. Juiz substituto de Olinda.Ao
Sr Dr. contador para os devidos flns.
DD. Maria Emilia e Silva Guerra e Malhilde
Alves Guerra. Ao Sr. thesoureiro para atten-
der em tempo.
D. Francisca Ludovina Ribeiro Bacellaj.Ao
Sr. Dr. contador para fazer as devidas olas.
Thoraaz Espiuca. Informe o Sr. Dr. conta-
dor.
J5
Joaquim Pires da Silva.Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Ji>lo Rodrigues de Moura.dem.
O paquete inglez La Plata, chegado hontem,
foi portador das seguintes noticias, alm dis de
Portugal e Hespanha que publicamos sob ,i ru-
brica Exterior:
Franca
Celebrou a Franc em perfita tranquillidade,
e com grande luzimento, as suas grandes festas
naeionae-. a do centenario da reumao dos Esta-
dos Geraes e da abertura da exposico univer-
sal.
Apezar das datas que aquclles dois actos eram
destinados a commemorar, os partidos adverso'.
repblica abstiveram-se muito sensatamente
de qualqucr manifestacao que podesse pertuibar
as diia- festas. cujos resultados nao podem dei-
xar de ser origera de engrandecimento moral
para a Franga, e de augmento de prestigio des-
ta grande naeao perante o mundo civilisado.
Apezar dos governos monarchicos nao have-
rem participado officialmente na exposico uni-
versal, de todas as nacOes foi erande o concurso
de gente que foi assistir inauguraco d'aquelle
collu.-sal certamen das industnas humanas. Es
pera-sc que elle venha a ser visitado por inn-
meros viajantes de todas as pontos do mundo
conhecido, e s da America se preparara para
isso enormes raultides.
Apenas a serenidade com que se celebraran)
aquelles dois dias festivos foi perturbada pelo
attentado contra o Sr. Carnot, attentuilo que deu
lugar a que aquelle personagem recebesse nao
s do povo fraocez, mas tambem de differentes
chefes de estado e governos estrangeiros, felici
tac-es, por ter licado inclume, e as maioresde-
raonstracOes de apreco pela respeitabilidade do
seu carcter.
Entre os primeiros telegramraas que o presi-
dente da repblica recebeu neste sentido, figu-
rara os do re Humberto e do Papa, ambos em
termos muito amaveis.
0 presidente da repblica chegou a Versailhes
no da 5, centenario da Reuniao dos Estados
Geraes naquella eidade depois das 2 horas da
larde.
Depois do desfilar das tropas da guarlico o
presidente foi para o salao dos Estados onde,
conforme o programma, e-t ivam reunidos todas
as autoridades e os coritos constituidos.
O Sr. Lereyer, presidente do senado, disse no
seu discurso :
Os representantes eleitos da naco inclinan
do perante o seu chefe livremente eeito, e veem
prestar homenagem aos grandes morto*, aos
quaes devenios a lilterdade .
Terminou convidando o Sr. Carnot a levantar
a voz para incitar todos os francezes a conces-
sOes mutuas e combinaco dos esforcos para
acabamento da obra nacional, cujas bases eram
laucadas pelos gloriosos unlepassadns.
Em seguida tomou a palavra o Sr. Carnot, pro-
ferindo o seguinte discurso :
E' com emogo profunda e o coraco repas-
sado de gr.itidiio para com o- antepassados, e
cheio de esperanca no futuro, que saudo como
primeiro magistrado da repblica, no palacio da
antiga monarchia, os representantes da naco
franeza em plena posse de si mesma, sentiora
dos seus destinos, e em todo o resplendor da
sua forca e da sua liberdade.
O nosso primeiro pensaraento nesta reuniao
solemne deve elevarse para nossos avs, para
essa immortal geraco de 1789, lilha do seculo
XVI, a qual forca de coragem e de perseve
ranea, custa de todos os esforcos e sacrificios,
nos eonquistou o bem de que todos hoje gosa
mos, e cuja preciosa heranca transmittiremos a
nossos filhos. Nunca o nosso reconhecimento
nem o da posteridade podero egualar a grande
za |dos servicos prestado* por vossos avs |
Franga e ao enro humano .
Depois o Sr. Carnot esbocou a situaco de 1789
e os desejos do paiz ; exnoz em resumo os im-
mortaes principios de 1789 coordenados na D'"-
claracio dos Direitos do Homem; .consignou
a admiravel perseveranca com que hbssos avs
consummaram a sua grandiosa tarefa. sem se
deixarem abalar pelos temerosos obstculos ,
prospguio dizenlo qu a Franca condemnada a
sustentar contra o mundo antigo urna lueta gi-
gantesca, atravessou lempos dolorosos, em que
todos os partidos cederam successivamente a
arrebatamentos para sempre lamentareis; u
raerou os benelicios que a Franca actual deve
Revolucao, a qual fez brotar n'um dia os gpr
mens fecundos accumulados por um trabalho
dez vezes secular^ abri nma era nova na his-
toria, fundou a sociedade moderna, e creou a
Franga democrtica; a fundayao da repblica
veio coroar a obra imperecedora comecada a um
seculo, o fin que a Franca aevia attingir depois
de bastantes abalos e de crueis privaces; boje
a Franca rompeu definitivamente com o podT
pessoal de um homem, seja qual fr o titulo que
ella tome ; a5o reconhece j outro soberano se-
nao a lei deliberada pelos eleitos da nacao : tal
o resultado adquirido por um anno de traba-
lho, de poltica, de rellexao e experiencia
Depois de nova homenagem tributada aos ho-
mens de 1789, o presidente Carnot dirigi a se
gujnte axbortacao a todos os francezes :
O-que somos, devemos quslles a quem vi-
raos glorificar hoje, e que nos legaram admira-
veis exemnlos, nos quaes devemos saber mspi
rar-nos. Estejamos promptos para concluir a
sua obra ; sainamos adiar os ntimos impulsos
generosos dessa grande epocha, e elevemos ci-
ma das mesquinhas paixes, das quesles de
partidos, das contendas de escolas, sob a egide
da repblica, que o direito constitucional;
busquemos no espirito do apaziguamento, de to
lerancia muda e de concordia, essa forca irre-
sistivel dos poves unidos.
O seculo glorioso que celebramos n'esla gran-
diosa e pia ceremonia, deve ser coroado pela re-
conciliaco de todos os francezes na commurn
paixo do bem publico, em nome da liberdade
da patria.
A Franga ter sempre assira o seu lugar na
vanguarda das nages.
Honra a nossos avs de 1789!
Viva a Frauga Viva a repblica !
0 discurso do Sr. Carnot fui muito applao-
dido.
O discurso do Sr. Mline, presidente da Cma-
ra dos Deputados signiticou, como o do Sr. Le
Royer, os desejos de apasiguamento e os votos
de que a naco .-aiba defender do poder pessoal
as esnquistas de 1789.
0 biino de Versailles dirigi urna allocugo ao
Sr. Garhot. dizendo que o clero de 1789 partilliou
o desejo de reformas que animava toda a Franga,
e tomou parte no raovimento do qual foi depois
victima.
Mas apezar das perseguiges no cessou de
dar provas de abnegacao patritica, tanto como
de constancia na sna f.
O clero actual professa os mesmos generosos
sentimentos.
Nao esperamos nunca a igreja e a Franga
as nossas afieiges nem as uosses resas.
0 hispo terminou prestando homenagens dig-
nidade de carcter e cq/reccao de proceder do
Sr. Carnot, que se impe ao respeito de todos os
partidos.
Depois da recppgo o cortejo foi para a galera
das balalhas, ond' se servio o lunch, de3cendo
depois todos ao parque para assislirem aos gran-
des fogos de aguas.
0 Sr. Constans, ministro do interior, ordenou
que o discurso pronunciado pelo Sr. Carnot em
Versailles fosse affixado em todas as communas
da Franga.
No dia 6, o presidente da repblica sahia do
Elyseu em carruagem coberta, levando comsigo o
presidente do conselho de ministros ea coronel
Brugre, chefe da sua casa militar. *
Al'raz sejjuiam outras carruagens c^OA,jjjojj|p-
les de pampo e di versos.unccionarW. *
As carruagens caminhavam vagarosamente, por
causa da enorme muitido que eslava postada na
ra.
Ao chegarera ao ngulo da ra dos Saussaies,
ouvio-se a detonago de um tiro.
A carruaaem do presidente parou O Sr. Car-
not chegou-se a urna das portinbolas, e olhou
para fra com curiosidade, sem manifestar abalo
algum.
Approxmou-se da carruagem um individuo e
disse : Atiraram contra vos, Sr. presidente. Vi
va a repblica!
O Sr. Carnot inclinou-se, sorrindo.
A mullid..o rompeu as alas de guardas poli-
ciaes, e acercou se da carruagem gritando :
Viva a repblica! Viva o Sr. Carnot!
Entretanto alguns populares cercavam o bo-
rneo que disparara o tiro, e mimoseavam-n'o
com socos. A polica tomou a custo conta d'elle,
metteu-o n'um carro, e levou-o parado commissa-
riado do bairro.
A muitido quera impedir a marcha do carro,
e soltava gritos de Morra I Com dimculdade
o criminoso passou inclume.
2(o commissariado, a principio nao quiz dizer
auem era, afirmando que no tivera a intengo
e matar o presidente, mas sim a de chamar so-
bre si a altengao publica, porque tiaviara sido
repellidas em todas as estages officiaes as re-
clamagOc- que baria feito contra injustigas solTri-
dat.
Allnal dis-e chamarse Joao Nicolau Pernn e
forneceu os outros elementos da sua ideati-
dade.
J. N. Perrin foi sargento do 3. regiment de
zuavos, do qual teve baixa em 1877.
Depois disso foi para o Panam, onde se demo-
rou pouco, voltando a Franca e obtendo em se-
guida um emprego no Senegal.
Regressou d'esta Icolonia em 1884 J ento
era t'.do em conta de homem irrequieto, insubor-
dinado, e descontente com tudo.
Em 1886 dirigi ao ministerio da marinha urnas
cartas com ameagas de morte, a polica proces-
sou-o, mas o processo nao teve seguimento.
Foi depois empregado como guarda de arma-
zeas do Estado na Martinica, donde foi transfe
rido para a Guyana, poi motivo disciplinar.
Tendo sido muito beneficiado durante a viagem
pelo commissario do navio V-nezuela, e tendo-
lli jurado eterna gratido, mais tarde em trra
insultou e aggredio este oflicial.
Foi por isso preso e mandado embarcar para
a Franca, devendo Hcar a disposigo do ministro
da marinha.
A respeito do motivo que determinou a sua
transferencia de Mirtmioi para a Guyana, o Sr.
Gradet, antigo governador n'aquella colonia, con-
tou o seguinte ao redactor de um jornal:
Na Martinica, Perrin. sendo guarda de arma-
zera de 3' classe, foi reconhecido romo culpado
do desvto de objectos pertencentes ao Estado,
depois de um iuquerito administrativo.
N*essa occasio foi proposta a deraissio d'elle
ao ministerio da marinha, e foi suspenso por dois
mezes.
Nao tendo havido ainda no fim d'esse periodo,
deciso do geverno Perrin continuou sem exer-
cicio. mas recebeudo o seu vencimento.
Entretanto esteve empregado como caixeiro de
um botequim.
Por esse tempo, tendo urna discussSo cora um
capito de artilharia,insultou-o. Este queixou
se aos seus superiores hierare.hicos, porque Per-
rin tinha a graduacSo de sargento.
0 Sr. Gradet pumo o culpado com 60 dias de
priso, e deu parte do caso aominisiro, que trans
ferio Perrin para Guyana.
Esta punigo, e o facto de o quererem agora
mandar servir n> Senegal, sSo o objecto das re-
clamagoes que Perrin tem feito, o que, por nao
serem alteodidas o levaram, segundo elle diz, a
disparar um revolver contra o presidente da re
puiilica.
Perri tem 26 annos, casado e pai de tres
tilhos. E' um homem alto, de feces muito
accentua las e usa barba toda creseida.
A maugurago da exposico realisou-se con-
forme o programma.
O r. Tirard. presidente do conselho, manifes-
ttfu no'seu discurso que o resultado ultrapassa
as esperaiicas. o que demonstra ser a Franca pa-
cifica e apjixonada pelo trabalho.
0 Sr. Tirard agradecen a todos es estrangeiros
que tomaram porte naexposigo, eaos governos
que secundaram a iniciativa particular.
A Franca acolhe com alegra o estrangeiros
nao v n'elles rivaes, porm sim collaboradores
para o bem estar da humanidade e paz do
mundo.
o Sn Carnot, disse no seu discurso quea Fran-
ca celebrou no dia o a inaugurago do grande
seculo.it hoie gwntemplamos a obra preduzida
pelofseculo de trabalho e progresso.
audemos os trabalhadores do mundo inteiro :
encontram aqu urna trra hospitaleira, vero de
que valem as calumnias, vero a Franga prose-
guindo pacificamente a sua obra de progresso.
E' nestas festas do trabalho que as nages se
podem approximar. *
0 Sr. Carnot a^radeceu em nome da Franga a
todos os collaboradores da exposigo e decla-
ran-a aberta.
No caminho e entrada da exposigo o presi-
dente da repblica foi objecto de entliusia^tica
manifestago.
Era tal a muitido que a carruagem presiden-
cial teve de iffti psso.
A entrada ao presidente sob o zimborio cen-
tral foi saudada por applausos prolongados.
Aehavam-se presentes quasi todos os membros
do corpo dip'omatico.
S nao cstavam representadas a Austria e a
Russia.
O espectculo do grande simbario era maras
vilhoso pela diversidude Jos uniformes u trajo-
de tolas as nages.
Os discursos dos Srs. Tirard e Carnot foram
muito applaudidos.
O enthuiasmo continuou durante a visita
atravs das sccges da exposigo, e redobrou na
galera das machinas com urna immensa accla-
raacao.
Todos se descobriram e agitaram os chapos
0 director geral da exposigo apresentou ao
presidente os principaes expositores e os cheles
dasrsecges.
Quando o Sr. Ca-no entrou as secges ]es-
trangeiras, comegando pela da Russia, foi sau
dado com gritos calorosos de : Viva a Russia !
Viva Carnot!
0 Sr. Carnot recebeu nago ingleza da expo-
sigo um acoihimento particularmente caloroso,
sendo saudado pelos expositores inglezes com
hurrahs enthusiasticos.
Deu urna volta^especial para visitar as secges
dos Eitadosnidos da America do Sul, que to
mam parte oiliciaimente na exposigo.
Depois d'um lunch offerecido no palacio das
Bellas Artes. foi?visitar a exposigo agrcola e
hortcola no caes d'Orsay, e ent seguida a expo-
sigo das colonias francezas flna esplanada dos
invlidos, demorndose muito tempo na secgao
argelina.
Tanto no caes d'Orsay como na praga da con-
cordia, a immenas mullidas saudou sabida o
Sr. Carnot com um entliusiasmo iadescriptivel.
O Sr. Carnot recolheu-se ao Elyseo pelas seis
horas da tarde, tendo sido acclamado pelo povo
em todas as ras do transito.
l"ma commisso enorme passou toda a noite
na praga da Concordia e beira do caes desde aj
lha S. Louis at Grenelle para presenciar a festa
\eneziun:i eo magnicas illuminaflfgjpo Sena.
Foram queimados tres fogos de arncio sendo
brilliantissiiao o seu resultado
A suire terminou com o esbrazeamento da
tone Eiffel por meio de fogos de bengala, o que
causou admirago geral.
Reinou completa ordem nao havendo nenhum
incidente desagradavel digno de notarse.
O tempo conserva se bom.
Na recepgo deploniatica de 8, es representan-
tes estrangeiros foram unnimes em reconhecer
o excellente xito da exposigo.
Os directores geraes da exposigo tomaram
as providencias necessarias para activarem as
installages.
Parece certo que para 15 do Maio todas a3
secges estarao promptas e accessivtis de dia e
de noite
A imprensa franceza comega a oceupar-se me-
nos do general Boulanger, e parece qye em
Franga tal assumoto pernea muito de seu inte-
resse, e que a attengo publica se volta de pre-
ferencia agora para outros assumptos,especial-
mente para a exposigo universal.
Nao descerra, porm, o seu mandato a com-
misso dos nove senadores, encarregada da ns-
trueco do processo que corre perante o senado.
Por ordem do presidente della, o Sr. Merlin,
foi preso o anarchista Sandey, que viva n'uma
casa da roa Compague Premiere sob o falso
nome de Dubois
Em casa do preso e de um to dell, foram
passadas buscas rigorosas.
Parece que o genera! recrutava os seus agen-
tes em todos os agrpamelos polticos, desde o
oiiorchismoatao monarchismo mais intransi-
gente.
A verdade que elle tem sido o instrumento
de todos os inimigos da repblica.
O tribunal correccional declarou se incompe
tente na maior parte dos processos intentados
contra diversos jomaos pelo Sr. Quesnay de
Beaurepaire.
Este appellou da deciso.
O altrrtnbucal de iostica decidi apressar os
seus trabalhos afin de terminar a instrueco do
processo dentro de l.'i dias.
Se neste praso a commisso instructora con-
firmar a pronuncia do general Boulanger e dos
seus co reos, o alto tribunal deve reunirse em
Versalhes no melado de Junho.
A c immisso do senado j comegou a formu-
lar o libello contra o general Boulanger.
Segundo se diz, parece que neg a existencia
do attentado contra a repblica, mas que insi-
na na ver indicios bstanos da existencia de
urna conspirago, para que o processo possa ser
submeltido ao |ulgaraento do jury.
Boulanger regres.-ar mvncdiatame.nle para
se apresentarao tribunal.
ltimamente foram .ouvidos pela commisso
os Srs. Granel c Laikroy ex ministros radicaes.
Tanto um como ouiro declararam que na ma-
mada noite histrica estive ara em casa do Sr.
Laguerre, e que 11 t se tratou de obstar a elei
gao do Sr. G Ferry para presidente da rep-
blica.
Nos circuios do senado assegura-se que a com
misso promotora do alto tribunal verilicou fac
tos comprometledores para o general Boulan
ger e considera se como certo que o accordo
de pronuncia ser votado por unanimidade.
Blgica
Por decreto real foi instituido na Belyica um
conselho de honra em cada regiment do exer-
cito, tendo por misso julgar os factos imputa
lados a officiaes e que, sem importarem direc-
tamente in-truego do regulnmeiito disciplinar
as leia p"naes, sejam aitentatorios da honra e
da dignidade Ma corporago.
O rei dos belgas, a pedido da Iuglaterra,
enviou convites a toda* as potencias para se
reunir em Bruxellas urna conferencia interna-
cional contra a oscravaiura no continente afri
cano.
Espera se a re mareado a data da reuniao da conferencia. Pa-
rece que a Allemanha nao concorrer sem que
o programma seja rigorosamente fixado de ante-
raao.
As sociedades antiesclavagistas inglesas tam-
bem receberam convite para um congresso inter-
nacional contra a escravido. coogeesso que, por
iniciativa do cardeal Lavigeria, se deve reunir
em Lacoma no dia 3 dia Agosto.
I _
Nuiftaa
0 governo da confeoVacao suissaacaaa de in-
correr no desagrado do Sr. de Bistnarck, guc lhe
despedio um dos seus raios pHa voz do aeu orgo
ofcioso, a Gazeta da Alemenlut da-Nort^
Um inspectordetpo'icia aikraaofoi apuohalado
em Rheinfelden, na Suissa, era flagrante ae'.o
de organisar espiongem.
As autoridades prenderam-o e o governo suis-
so, depois de o ter tido alguns dias na cadera,
expulsaram-o do leiritorio da confederacSo.
O caso passou-se pelo modo que vamos re-
ferir.
Em Fevereiro ultimo entraram em relagoes
epistolares o sobredito inspector, que se chama
Wohlgemuth, e serve em Mulhouse, com um al-
faiate, tambem allemo, e pertencente colonia
socialista refugiado na Suissa. O alfaiale pedio
200 francos por mez para exercer a espiongem
entre os seus patricios e correligionarios, e
wohlgemuth fez-lhe urna primeira remessa de
280 francos acompanhada de urna carta, em que
se lia urna phrase que deve traduzir se por :
E agora evitai a todo o transe. Ve-se pois
que a misso nao era simplesmente a de espi- *
nar mas tambem a de provocar a agitaglo dos
socialiitas allem. para se fazer disso depois car-
ga ao governo suisso.
O alfaiate andar, porm de m f no negocio,
e nunca tivera intengo de atraigoaros.seus com-
patriotas. Combinou se com doas destes. e tra-
tou de attrahir o inspector de poficia ao territo-
rio suisso, com o pretexto de trataren) dos por-
menores de servigo de que elle era incumbido.
0 ponto ajustado para o encontr foi a eslago d
caminho de ferro em Rhinfeldensobrea manreai
esquerda de Rheno. Wohlgemuth cahio n lago
e, quando entrou na estago em vez do alfaiate.
encontrou dous agentes policiaes com um man-
dado de priso.
Imagine-se o desapontemento do inspector
allemo. e a ira do chanceller, quando soube do
caso !
Tem havido troca de notas diplomticas entre
os dous governos. Parece que o allemo exigi
urna explicago da Suissa mas tambem o gover-
no federal, pouco disposto a ceder, manda pelo
seu representante em Berlim representar ao ga-
binete allemo contra o facto de se querer exer-
cer, p.ir conta delle, espiongem no territorio da
coofederacao.
A Gaseta da Allemanha do Xorte sahiu-se com
um artiga muito enrgico, em que allega que o
tal Woblgemath fra a Ruinrelden, a convite das
autoridades suissas. qw lhe haviam offerecido
esclareeimenlos sobre os manejos dos socialis-
tas DaAIsacia, e falla de satisfagao devida pela
Suissa Allemanha r.olo facto da priso do ins-
pector da polisia.
Tambora aquella l'ulha ameac. iiue. selal sa-
tisfago nao fra dada, a Allemanha tomar na
fronteira precauces contra a acgo funesta dos
agitadores sociaustas refugiados na Suissa.
A imprensa suissa unanimerae em incitar
o conselho federal a que tome as providencias
convenientes eoatra os manejos da polica pol-
tica allem.
i Todos os jorna.es sao concordes em negar que
Wonlfceanid0fbase chamado a Rheinfelden pelas
autoridades suissas, p. dizem que o goveruo de
seu paiz. apezar de lhe haver sido por vezes re-
provada a maneira franca pela qual presta hos-
pitalidade aos refrigerados polticos, comtudo,
certo que tem internado, at expulsado emigra-
dos, quanJo o proceder destes ha aconselhado
essa providencia.
A opinio publica est excitada na Suissa, e
pede ao conselho fedjral que proponha moditi-
cages no cdigo penal, que estabelecam casti-
go severo para os funecionarios estrangeiros que
no territorio da confederago precederam por
modo de que nao ha exemplo". senao nos regunens
mais severamente conde.lTnados pela historia.
Morreu ha dias em Zurich, na Suissa, to conde
Ladislu Piater, celebre patriota polaco, exilado
por elTeito dos acontecimento polticos de 1830
e 1831
O conde i later tem lugar eminente na his-
toria da Polonia. Nao cessou nunca de de-
fender os seus infellzes compatriotas e de luctar
pela causa da justiga.
Depois de viver por muito tempo em Paris,
foi assentar morada em Zurich. onde se oceupa-
va de assumptos de historia e de letteratura.
Fundou o museu palaco de Rapersned.
0 conselho federal decidiu expulsar uns doze
individuos compromettidos no caso das bombas
explosivas de Zurich.
Italia
Nao foi definva a resolugo tomada pelo go-
verno italiano na jnargem do mar Vermelbo,
aproveitando para isso as circumstancias favo-
raveis que lhe creou a morte do negus Joo "da
Abyssima.
O assumpto ficou apenas adiado, e o Sr. Cris-
p, nao era homem que se deixasse vencer pela
opinio do resto do gabinete, a que preside.
onstou que o Sr. Crisp queria mindar oceu-
par Asmara e Kerm, e de -que iam ser manda-
dos 3,000 homens para Massuah.
E' verdade que em Italia encontra oppqsigao
cm muita gente, e al de assentar dominio co-
lonial, pela perspectiva dos sacrificios de di-
nheiro e gente que demanda.
Mas o Sr. Crisp muito persistente nos seus
designios, tem empenho em mostrarse politice,
andar e emprehender, para ganhar importaneia
perante o seu patrono Bismarck, e, alem disso,
tem perante si um lerrivel dilema: ou abando-
nar Massuah, o que hoje nao seria multo airoso
para elle nem para a Italia, ou alargar aoceu-
pago, para que as tropas italianas possara sa-
bir daquelle becco, em que se metieran).
A segunda parte do dilema falla melhor de.
seu amor proprio, e tambem ao espirito do rei
Humberto, que, se affirma, e incita a que prosi-
ga na obra da exposigo colonial.
Est portanto na o~dem do dia em Italia o as-
sumpto do alargamento da oceupago na Abys-
sima.
O Sr. Crispi, vencido no conselho de tumis1 *
tros pelo voto de todos os collega-, e tendo tido
que aceitar-lhes o parecer para evitar urna nova
crise ministerial, trata agora por todas as'rormas
de promover urna forte corrente de opinio em
favo.' daquelle alargamento.
Assim tem couseguido que as sociedades de
geofrapliia e as cmaras do commercio protes-
ten) contra o pensamento de se conservar limi-
tada a Massuah a oceupago, que tantos sacrifi-
cios tem custado.
A laes protestos veem untar se varias cartas
publicadas era jornaes, e em que''viajantes,
homens do mar e officiaes militares preconisam
as vantagens que devem resultar da oceupago
de Asmara e de Keren ; e al urna si-ciedade de
amigos da reforma penitenciaria sahio a campo,
a oedir que n'aqu-dla reuio se estabelega urna
esiago para degradados, com os quas se fun-
dem colonias penaes, dando se-lhesjirmas para
a defeza e instrumentos agrcolas e sementes
para a cultura do solo, e,ponao se all apenas
urna pequea Kuarnico para gurdalas.
Os jornaes afeigoados ao governo fazem-se
ecco d'estas manifeslagee corroborando as for-
tnente ; mas ha urna outra corrente de opinio
em sentido contrario, a qual aponta os perigos
a que a Italia se expe adianlando a oceupacao
era territorio de povo manifestamenlo hostil, e
sob a acgo de um cl-ma to pernicioso aos eure-
peus.
Effectuou-se a 7 de Maio na cmara das depu-
tados italiana a interpellagio ao governo, a res-
peito da questao da frica.
.-<;
<
i

n




Tf:7"

2
I


Hoov* bstente denvtnr; de _
em declarar se habilitado para rcspoi'det aquel la
interpellago, o que alguns jornaes preteirdein
ser devido a estar elle bastante embarazado com
o caso.
Dintt oa que a discusso provocara
urna crise ministerial, nao por urna votaco con-
traria ao jroverno, mas revelando a diseussao
que ha entre os ministros no assunipto de que
se trata.
O Sr. r-iin>nt"P"' ^ ntnrpyU-iaao-so-
bre os asipil'te Wmm*. re*aa*a1f**-
raco de -aj oaweintaM na|ue*PB*r
urna conejfla. *Qt> oraa^re9'irterpaiainteP*e-
tiraram .aasuaa*aiogls!s, a*o lia nado mma
nenhuniangiiei
A camttwios^lipitalos a-pedido de mtuaaro
da guerra^e- d*-8r. C)ntapi. eeasouiem veteado
nominal,.par 7t'vato*eantr*iae tone* em con-
sideracao**aprpia Mutitavt urunnquaaalo
Sarlamenlnh afaaiartfto dotudatorio
a guerra. ,..,,.
Annuncia-se a visita do re Humberto II, a
Berlim, para os flus de Maio, affirmando-se desde
j que urna grande parada se realisar por esta
occasiao. ....
O deputado Cavallolti dirigi urna carta ao
iornai-i toda, deJIilo, propondo, que no da
da entrevista em Berlim do rei Humberto com o-
imperador Goilberme indas as associagOes de
moeraticas italianas dirijam aoicomanssario ge-
ral da esfOtisO unversal de Pariz um tele.-"
gramo exprimindo o pensamento nacional da
Italia de rsyinpathia para com a Franca.
Sao dwuienlids* as informages da Opmtone,
que o governo francez fizera ao Vaticano urna
promessa qualquer com respeitu ao restabereci-
mento do poder temporal do Papa.
E' no dia 9 de Juitho prximo que se inau-
gurar* em Roma a estatua que os ilaluuos ele-
vara para perpetuar a memoria de grande phi-
losopho Giordaco Bruno, o martyr da sciencia
que foi ha sculos supplieiado na loguoira.
Na sesso de 10 da cmara dos debutados, o
Sr. Bongbi sobre a miseria da ponulagao de
PoBtlles, disse qne um acto ecouoiro nao
imputavel ao governo; sustentou que, se nao
est itl celebrado com a Franca o iniciado de
eoinmercio, a culpa toda da Frange, e nao do
governo italiano, ouja poltica estrangeira nada
tem quo ver com tal toago ; deploro que o
mal estar econmico eirva de pretexto para agi-
taces facticias ; declarou que o governo pensa
ter cumpridu o seu deverpromovendoaallianca
com a* potencias centraes, porque esta allianca
f
Diario de PernambucoDomingo 26 de Maio de l 89
Bnrreranto-o governo vai-se vendo obrigado
a (.a* Ui re m. obras, aue-uo **o urgentes, e ?m
salarios a IraLalhadores que nfio trabalham.
grossas quantias, cem que. pedera resgatar
o contracto com a enmpanhia do norte or-
ganisaco de urna companhia, que neni 480-cob
ios poder por ao servigo da agriculiura viaico-
la, costar ao estado, b que amesraa agricultu
i a paga inbuks. muito mais do que todo csse
capital f .
Umvii ildici, aamo v#a>!... Escotado di*.
ni a' aaanBaes to4o'tftes TacMatem eoMawaaaaani|
satraaa-- e( ha mate- oo laewos apaiaaaado per-
v indo de themas para a rheterica i
dos reare rentantes-les diversos iatemaaes que
estao en: tonflicte poraalpa da*#s*'eruo. di-
ga-se a- vtrdade, poisa lodos estes antaaon.s-
Foi um trabalhador sempre incansavel, a. qiim4.residir-^l9*mesma morada que tem habitado at
otil aos iateresses da. italia, sean todava des-
conhecer por isso o direito dos outros povos,
<:o 1:0 o provou a respeilo da queslo dos Bal-
kans.
Manta S
O papa dirigi urna carta em latim ao tantea!
Gibbuns, nrceoispo de Baitiinore e prelado dos
Estados-Unido.' na qual elogia os esforgos, que
os bisos uraericanos tenr-teilo em favor do
restabelecimento do poder temporal, e as suas
manifestuces contra os actos do governo ita-
liano.
Um notavel pregador romano, o padre Agos-
tinho de Montefeltre, terminando ha dias urna
serie de conferencias que pronunciara na igreja
de S. Carlos, procurara urna chave de ouro para
fechar a sua obra oratoria.e achara que a melhor
de que -poda servir-se para conquistar as syr
pathias do auditorio era urna peraco em que
pedissr a bengio do co, para a juventude, pa-
ra o esercito e para o rei da Italia.
Assiuj oraticoo, e houve ingenuo* que vi-
ram as jihrases do Ilustrado presbytero um
echo dos desejos do Vaticano de vir as boas com
o Quirinal, entrando com elle em acconlo a
respeito da unidad italiana.
Taes illusocs dcpresa se desvanecern!, por-
que Leo XIII acaba de mandar reprehender
pelo OBfeal vicario o pregador. queinpocou as
oeocaos ce'esles sobre o rei. que o Papa consi-
dera expoliadas do 6ea dominio temporal.
Este laeto. reunido ao de ter sido o bispo de
Cremona obrigado pela curia romana a retrac-
tar se do alto da sua cadeira na s calliedral.
das opiiies qiK" oinittio l'um folbulo, londen-
tes icomiliacao entre a santa s e oj reino da
Italir. iudica liem que no Vaiicano pr^valeceui
anda a.- ideas de intransigencias.
Embora se veja alli que imposeivcl coose-
gtrir-se a reslauraeo do poder temporal, pre-
lende-.-e, comtudo, conservar sempre bem pro
nuneiada a atlitode d- procesfo, para qu** si-
lencio e o abandono do asfomplo nao pos.-am
um dia ser ullcgados como motivo paradencrip
vio. A osle plano obedece tanibem por certo
a convocaco dos congres-os catltolicos que es
to funenonando no INrtn, em Madrid c em
Vienna d'Austria.
O Papa l'elifiitou o Sr. rarnol. presidente da
repblica francesa, por ler sabido ill-so do at-
tentad* dvqaa ntaaiaaMnte foi alvo.
Em data de II d/> eonvnM M mercudos es-
trajigeiros inaaiilluii ~r mu boa siiuarfio. (>
dinheiro em IjOOdres licava a I o/S. em Berlim
a 1 3/4 e em ariz a 41/4.
mop, que bem se poderanHer evitado em vez
dos ammpra reno aera futo com prnodescias
pouco pensadas.
Istotanaiilas-gr-es on aotis- clmmagtotqa-
da qwTstt sobrera I tam I o o Porto-e ji se.-vai re-
llectindo de um mooo funestj em outros pontos
do paiz.
lima folha ministerial diz que talvt o parla-
mento seja encerrado nos primeiros d;as deJu-
nbo. Ser, supponhamos 8 de Junho.
a sciincia portugueza deve bons servioos.
O Sr. Latino Coelho, lente proprietario j1* Es-
cola Polytecbnica. assumio a direegao d soMid
mmealoyica do Vum u X; conal dehiskbu m*
gar qoe vugou por ter fallecido o Sr. Dr.-Qailii.
O director da Beneficencia razi/cira eto Por-
tugal resolveu solemnisar o primeiro aBniversa-
rio da abolicao da escravaiura no Brazit, convo-
cando urna assembla extraordinaria hoje (13)
a 3*aasML*e invw>aaie riarai naaea 4wso
liliaiudia-adadaAi CMMa; far-se h* dist
desente- .lu-wai- .talava'njntaki
idaMMMlD inaaavradMio> reiratodas fi
farifnrlr de
para, o que a coi
antar daa
Mbretente. Ecui sapaada jdiavrtela ja
atetia'bnizilwnuttetel fiauganca.
A atfia oatealaatcoauii'rm a cao
t*. ii ala- agraaniid*' o -.-principe real D. Cario*
com o jn-ao de cavalleiro da ordem militar de S.
Bento de Aviz.
Promettem ser esplendidas as festas que
devi'in reulisar-se em Evora, \i,n cocasiao da
visita deSS. MM. e AA. aquella cidade. As pes-
soas reaes chearo Evora no dia 19, depo'
E.Uiuo* t'u-Ui Maio.. 4NtUart..e nos de um -mez para se fechjrem es corte*, e
ainda apenas se discuti, a lora as queslOes das- toiidades civis e militares, commiwo dos feste-
EXTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Peraambitro
PORTUGALLisisOA, 13 ui .maio ng
1889
l'arliiiiiL'irtarifmo e grwes estao -en I para o
ao>so .rgimen actual ooaM o celebrado pin y
torut ajuia Joveaaos.
Os eoimnereiaaie- de vinhos na cidade invic-
ta 'Wiaililo que SCgadr CotimsIO das e jiiipi
nhias Vincolas do norte peiar qee o prani-
ro, porque esta nu lem de ser submeitido ,i sane
gao paiiaineulartreagio fecbaadu csal.uadamen-
te os s'-us armazeos pela segunda vez,u desecado
bou '"! iitii.ii s de operarios, que o governo
para evitar d'sturbios mandn imioedialamente
admitiir ao aenijo das obras publicas, median-
te salarios gua- ou superiores aos que tinham
nos armazeii.- le Villa-Xova re Gaya, elevando
se j acerca de ria mil os op -.'virio- aUmittidos,
o que ra custar carissimo ao (hesouro. porque
as obras em que fbram arrumados os operarios
e matlas despedidos peles sera hamaaitari -
patrOes. nao so urgentes, sendo por coosegain-
te, um dispendio sobre posse este com que os
cofres do estado sao agora sobrecarregodoa pa
ra se garantir a ordem publica e desviar damen-
dicid;e!i (- (I InaiollOS da l'jine aquella pobre
gente, ijae as -im ;-.-t i .- rvin.io de jogaeiee tus
i ruin eio poltico au nailuxiade.-iri.'--nln-iosqne
p6em e dispem eoruo senhores feudaiu, dasub
stcoeia i!e centenares i centenares de familias
proletarias !
E' u cierno conflicto do capital e o trabalhu, u
ponto de iaterrogaco meduobo que j se vai
wnrfflan I" por toda a Europa, e tem de ex-
plosir u'uma soluc.ioforjada lalvcz no alvorecer
do seclo XX.
Deixando esta qnesto para os socialistas da
boa le, e para os socialistas poroificio, registr-
mosos fados, para que o leitor se nao enfaile
com as consideragGes qu1: elles estao sugge-
rindo.
O orgao la aasoaato comiaeaciaJ dn Parto,
(iizia ante hontem qu>j o -om.nereii) d'aquella ci-
dade maatm im firmexa a attitude que os ac-
tos do go remo na qu stu vincola llie impo
Kram.
m i na da Rcgoa dirigido a um jor-
nal de Lisboa, dizia. a uiesma hora, que o Dou-
ro continua/frf e resolvido a em pregar todos
tioi i-\'."emos para manter a companhia
vinicuia do IJouro.
Urna folha da capital, com o excefleate crite-
rio que a distingue, eommentaai n'a :
Couu resu lado 'estas firmezas opposlas a
gente di o nipanlua do norte annuncia meelnnj<
no Pinho em favor dessa companhia, ao mes-
mo tem|o que a gente de Gaya prometle outros
nueliiiip eontra ella nos concelhos prximos ilo
Porto. Tal o estado da questo, que, eviden e
mente tende a exae.erhar-se e nao a serenar,
porque coraeca a porlia de maiiilestaces
contra o eontraclu de 13 de Marco .
K pn segu:
Os elfeitos econmicos da grite accenluain-
te. Navios que nao podem deaearregar p"
tarem os armazeus fechados, despedem as In-
polacoes.
Os barcos do Douro eslo na sua a
amrralos por nao fere.n fretes. Tem deixad
ile ir a cidade centenas de crrelos, por fa la d--
carretes. Ao masan lempo em Atemquer, (a ian-
coenta kilomeir,)s le Lisboa) vende-se i
tinto a 29 e a o res o litro e da-se o vinbu
braoco e em Vianna do Caslello o lavrador su-
jeita-se a recebar a M800 por cada pipa !
tristes rcsipc/isabihdadeB do governo (tis do pa-
gamento dos 449 contos aos^ herdeiros dos ami-
gos caixus ilo contracto do tabaco esabo) opro-
jecto idos tribtmaes dos arbitros avindoros). Ao
cabo de mais de um mez, apeoasnpassa na c-
mara nos depulados um projeclo. sobro o qual
nao ba opioiOes divergentes fundamentaes e
que nao suscita intransigencias partidarias.
Como se pode esperar que, no escasso mez
que falta, o governo possa apresentar, ea cma-
ra discutir a proposla acerca dos cerotes, a pro-
|wsta equitativa sobre o cominercio Iivii dos vi-
udos, a proposta da reocgmisaco da inarinlia,
a> propslas troloniaes, a da relormado recruta-
uien'o, e que leona por ohjectivo de di iiiuuir a
riniyracoe.i fazel-a convergir em provito di-
recto da nacionalidade ?
E' crvel que ludo isto se e^ude e discuta no
breve espaco de um mez ?
Que se resolvam estes problemas nrav.i*simos,
e essenciaes a vida e a prosperidade publica e.m
tic curto praso ?
As propostus vi rao ultima hora e vdtar-se-
ho s canastradas, que o systema a que o
governo 'actual tem costumado a" sua nuioria, o
que anttg.miente s aconteca aos proJDCliculos,
is!o aos projectos de lei que aprovuitam a
individuos e a certas localidades.
A questo dos vinhos de crev qne perma-
ne?a irritante e arneacadora como ust neste
momento ; a questo dos ceieaus.t;auliem de
espetar que se nao resolra : a mariuha de guer-
ra licara remissa, e o uosso imperio colouial
Meara anda por mais tempo aere da primei
ra ambKo aventureira que intente relalhal-o ;
a questo do rt'crutameiito permanecer adsln-
cla lei vigente que um vespeiro de vexames
odiosos, e a da emigrago continuar no aiesuio
pt1, em detrimento da agricultura nacional tanto
no continente como nas possessOes portuguezos
da frica !
Em troca que nao haver tempo de cumprir. li se dos->
curado grandemente ; na interpella^u) do Sr.
Lopo Vaz sobre o pagamente dos 449:0005 aos
representantes das caixas do tabaco, tene toma-
do parte glande numero de oradores, de um e
oulro lado da cmara. Ha pertu de 15 dias
(na minhn de 29 de Abril) Ihes dizia eu que a
queslo licara esgotada; pois apenar disso
ainda os debates nc concluiram. Cusa a crer.
mas exacto.
O que se teiu feito -on tieraeiar esta questo
com oulras que tainbem eatao survunk de pre-
texto para iusinuaces reciprocas c hostilidades
fe roses.
Xa rainha de 29, se bem me pecordov fallei-
Ihes do pedido que fez o Sr. Fuschini. depuulo
li.iijunadO'(eM|uerda dynasiica) de uiua serie de
e>"larecimentos sobre a concesso do caiuinim
de ferro de Lonreoyo Storqaes. A inviinmsu pnv-
gre^sista'apoderoo-sr da quvftte. vicram ca-
mira e foram traoscriptos no Diario do (jitverna
os documentos extraordinarios, pronoimnacsque
at eulo nunca tinham sabido dos limbos da
secretaria da mnrintaa e ultramar. Eutrelies
os dous.memorndoos, referendados pelo mi
nielroAle enlo. o Sr. PinheiroCUai'as. enm ia-
tertrallo de 24 horas, ara .qo ac.esiipulavam
clausulas diversas, em summa. (ira acervo de-ir-
regularidades taes que se levuulou celearaa
grande, assumindo agora este assuaipto propor-
(;es de escndalo, e propoti;es laes que cora
este escndalo restropectivo se lem procurado
atabafar o efleito-que eslava prudn/oido a ques-
to do pagamento das indemuacoeti los taha-
eos, que a opposico persiste em qualilicar de
llegal e immoralissima.
A crise iinminente que se esperava por'caosa
das declaracocs do actual ministro da mannha,
o Sr. Ressuno Gaicia, dis-ipou se >orque este
ministro rectifico as laes declarados**, dupois de
ter sido hoslilisado com ceria viulencw polo Sr.
.Navarro. Feita a rectilicai-o, ou murnd- hunit-
ble, as \uritlales taaibcm retiraran.u sua apre
ciaco e dulcilicaram a sua critica em Tefcren-'
cia ao Sr. Hessano (jarcia. E a queslo prose-
gue. pondo os ministeriaes o Sr. Cnagas na ber-
linda. Dos debates tem-se apurado, creio eu,
que as pi-orogartes de prazo feitas companhia
no eamtobo de ferro de Lourenco Marqaes. a
quem foram feitos. bem como outros favores no-
taveis, a pedido do Sr. Antonio de Serpa e ou
tros cavalheiros. que representavam aqui a oom1
panhia na qualidade de seus directores : parece
pois que o Sr. Chagas foi con ido. na pbrase
pitoresca dos orgos ministeriaes ; mas apara-
se tambera que mais tarde nao sendo j minis-
tro, toi nomeado presidente da direegao da mes-
illa companhia, insinuando se que para o ser
leve aecefl benelirarias em numero suicient
para estar nas condices de exerceresse impur-
tante lugar. Se as receoeu de mau beijada em
troca de favores e condescendencias anteriores,
ou se comprou as a' cues liberadas com o fruclo
das suas economas e do seu trabalho, nada te-
nbo que ver com isso. pois s registro aqui o
carcter de personalidades irritantes que tem
tomado a qaeslo, com grande dispendio de jii-
cardias e facecias tendentes a menoscaba." o ca-
rcter de um publicista digno de nspeito por
justos ttulos.
Seja qual for o valor das aceusacf.e- mullas
que teetn vindo superficie oeste escabroso as
sumpto. ceno que o governo lem lirado d'elle
grande partido para desviar a attenco do que
eslava em BCena, e ainda est, mas j sem inte
resse e preterido por este novo. Se o governo,
ou o Sr Mu ianno de Carvalho preparan este re-
-ultado, s o Sr. Fuschini levanten a antiphooa
ile seu molu proprio ou nao, pouco importa :
n;.- a verdade que este oulro escndalo, o du
Loarenco Marques, vera enllocar a opposicio
serpieea na defensiva. A carta la 6 las mais
habis.
E assim quera abrir um jornal prograasiat, o
que eocontra sao agarosaoes aos regseraderca
em verso e prosa a proposito da queslo do ca-
ininho de ferro de Lourenco Marques : passni
do ablr outra folha diaria, mas rege aerado ra, s
adrar in proposito da questo dos 449:000*. As ralbas
progressisla absteem-se j da defeca e -o ata-
cara. As folhas regeneradoras atacan a fundo
na queslo dos 449:000 e fallara o men*j que
podem na dos favores companhia de Lourenco
Manques e trapalhadas subseqnentes.
O ministro das obras publicas, Sr. Eduar-
do Jo>0 Coelho, apresenlou ha dias um projecto
de le autorisando o governo a despender at a
quantia de 150 contos de res (fortes! nas obras
n-cessarias para a construeco do colleclor da
zona baixa da cidadi'. na parte comprehendida
entre o caes do Sodr e a ribeira de Alcntara.
Qumdo a cmara municipal de Lisboa executar
o coojoocto das obras ndispeesaveia para o
:i,ii"i i eSKOto ii npasa da cidade, para o que
foi autorisada pela carta de lei le 13 du Abril de
1876, a contratar um erapre tina taartisavel no
periolo m ixima de "j0 anu is. a duspesa, a^ora
n'altaada pelo governo, sera encontrada nos pa-
gamentos que Um sao prescripios na nenmi
la de le.
a trabalhos do caminh > de ferro da Beira
Baixa v;io muito adiaotados. Por estel dias de>
v n Bear concluidas as obras desde Villa Velha
Alpedrinha. As machinas j alli lazc-ni
vico.
lia poueos dias falteceu repentinamente o
Sr. Dr. Francisco Antonio I'ereira da Costa, aba-
ts ado jcolouo, paleothnoli'go, que era director
lo n u-eu da I- 8Cola Polyiechnica e professor
de mineraloga oesta escola.
neje, e que perlence onea real.
Noticias dos Acores dizera que tem conti-
nuado alli os tremores de trra, especialmente
uaa-llias do Fugal, Pico e Terceira, tendo havi-
do'aiguus muito fortes.
I Faz agora, pouco mais ou menos, 27 anoos
3ue houve alli urna serie violenta de tremores
e trra, que terminou pela erupeo de um vul
cao submarino entre as Ibas Terceira e Gra-
" sa.
~ Terminannwa 30de Ata* aasseses do
gfiai tflonjsTi's-o Jurdico. '-Kwsa sesacuteam apre-
dae atntadas propostu^dat-aaradanennaiSS. MM.
ilo- o AA., ao iiiiniatro-da:jostica4.st! praadenlcs e
aro rio-Ssatto Algala? -secreiarios da meskKendas dswsayearc0es,
o pedia^enutorinfAn entademia Kealodas^ssaMias oaprensa de
Lisboa.
Urna grande dVputaeee docongnasso foi no
da seui.'ite apreseutart-^as ? nun iiapiina ? a SS.
nho de ferro aguardariio SS. MM. e AA. as ao-
jos e todas as pessoas que o diMejarem. Dcpois
dos cumplimentes seguiro SS- MM. e. AA. com
as suas comitivas pura a Se, ondeo iu-i. arce-
bispo de Renga,, acompanhado do calado o digni-
dades eeclu.siasticas. aguardarlo os Kaes via-
jantes, eanlando-se em seguida aun Te-Dema a
graude instrumental.
Xa pona do Bocio estar levantado um grande
arco triumphal encimado pelas esiajas duAgri-
cultura e do Comuiercio.
Dj S saliir) para a casa do Sr. Dr FVancis-
co Eduardo Barabona Fragwso, a qual. segundo
as praxes, licara sendo o paco real durante a es-
tada da lamilla real em Ewm.
Depois senvir-se-lra o aimoco.
.\'s ;i horas ilu tarde, reo-peo oflicial; s 4
a familia real sahir para a. praca de Tomos, on-
de BSteO adornados os respectivos camarotes.
Uepnis da sabida da tourado, jantar de gala
de 40 lalherns e em seguida ao janlar, SS. M.
e AA. si-guiro para o passek)-pandeo, que esta-
r illuin.iMdo luz elctrica.
No dia 2i>, antes do abonuo, a familia real ir
visitar os conventos, e mais alguus iintiumenies
MM
da cidade.e de
sao do Muuro,
da 21 havera
no Roco, de
Inores racas.
Este tam
em ultimo lugai^c,
cessorio a exp.wic.'
ca! Para quejiLr
outros -spetUa
tiros leen tu
i
ocoseguiiao na exenr-
ue do Braganga. Na
i exposigo pecuaria
s^colhidos ontre us ine-
eiproaramma, enllocando.
kor* d'teuore muito ac-
..ria, tem inli'iita gra-
o proram'uu. todos os
jpMiiecar pela corrida de
"^ipCritancia a signilica-
gao:
A di re riio doSyl^fltfl fe de Ierro de Sol <
Sueste atlixaruisS|&eajk que se -prouielium
bilbetes de-ida v'.Wdfiro-nw^faltar grande cian-
curreucia iSmlinBWWJi,f| W\ Serterio.
Chegou a Lirfwpa>ij>te nitioia de ter fulleci-
do n.qieiiti;jiiineijprAn l'aris, onde acabava de
chegar, oSr. Aaftir.a^jjle Caiapos Valdez depu
lado progres^jffrporS Tliiago de Cacf m e Al
cacer do SaSlligo^niprezario do real thea-
tro de S.^jfhfAtdUmv e^ivalheiro fra a Pa-
riz para e-'cnpujr
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