Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17248


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Full Text
ANNO LXV NUMERO 107
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I!-
ns
PAti A CAPITAL E LlIRE OVDi: NAO SE PACA PORTE
Por es meaes acUantados.......4
Por neis ditos idea.........
Por am anno idem....... ,
Cach. numero avulso, do mesmo dia.....
60000
120000
230000
5100
DIARIO DE
DOMINGO 12 DE MAIO DE 1889
PARA DENTRO B FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiautados ....
Por nove ditos idem......
Por um auno idem... -. .
Cada numero avulso, de dias anteriores
13*500
204006
26*000
0100

Trcpriedade de Mantel 3n$u iroa de ^aria Fifyos
TELEGRAMAS
SS37150 mmw so au::s
KIO DE JANEIRO, 11 de Maio, as 5
horas e 30 minutos da tarde.
Houve hoja sessao na Cmara, teodo
comparecido 107 deputados.
Procedendo a Cmara eleicSo da esa,
foi este o resultado
PresidenteBarao de Lacena oom 67
vosos.
PARTE OFFICIAL
,*t*M
Obtiveram votos para a presidencia, Co-
mes de Castro 43, Alves Araujo 2, Penido
2, AiWrade Figueira 1, e Monteiro Man-
so 1.
Vice-presidentes: 1." TristSo de Alencar
Araripe, 2.* JoSo Ferreira nho, 3. Carlos Peixoto de Mello.
Secretarios: 1. Jos Luiz de Almei
Nogueira, 2." Luiz Antonio Moreira
Mendonca.
Supplentes 1 Alfredo Corra de Oliveira
e Simplicio CoeTlio de Resende.
Depois da eleicSo da mes seguio-se a
da commissao de respoeta Faa do Tkro-
no, que ficou assim constituida : Majjoel
Antonio Duarte da Azevedo, Innocencio
Marques de .Araujo Ges e Jos Lu Co-
Iho de Campos
RIO DE JANEIRO, 11 de Maio, t* 5
horas e O-minutos da tarde.
Em sessao do Senado o conselheiro Jlo
Alfredo, presidente do conselho, declaren
que ainda nao tinha dado conta cmara
Kepartlfo da Polica
2.4 eccSo.N. 479Secretaria de Po-
vitalicia da recomposicao ministerial effecstlicja de Pernambuco, 11 de Maio de 1889
toada em principio do anno corrente, por
nao estar ainda constituida a cmara tem-
poraria a quera, segundo os estylos, devia
eesa coramunicacSo se* feita em primeiro
lugar.
Tratando da poscSo do gabinete, de-
claroo ainda S. Exc. que o ministerio s
continuara no poder, ou deixal-o-hia pelos
meios constitucionaes,
SSB7i;C IA A&SXCZA SAVA5
*
DUSSELDORF, 10 de Maio.
J
Cioverno da Provincia
OSSPACHO8 DA PRESIDENCIA DO DIA 10 DB
MAIO DE 1889
Amelia Garmelina de Souza. Aguarde con-
curra.
Major Antonio Pereira :la Rocha. Informe o
Sr. director gcral de Obras Publicss,
Antonio Jos de 8ant'Anoa Informe o Dr.
juiz de direito de 2 districto criminal da co-
marca do Becife.
Floriano Rodrigues do Passo.--Informe o Dr.
juiz de direito da comarca de Jaboato.
Francisco Alves de Azevedo.Na* ha petigo
nem documentos que se refere o suppicante,
na secretaria desta presidencia.
Isabel Candida lavares (a ra^y-g intnrmp
Sr. inspector giWaTmstruccao Pblica.
Tenente JoSo Carlos Mendes Informe o Sr.
commandante superior da Gnarda Nacional da
comarcado Recife.
Jacques Bonnefond e ootros concessionarios
da estrada de ferro de Agua Preta. -Os couces-
sionarios apresentem novos estudos visto como
os de que se trata, foram innpportumente apre-
senlados.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
eo, 11 de Maio de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
-------30^"-----------------
Cnverno do Blspado
ordem do Exm- Sr. governador do Bjspa-
*~iro que no dia 13 de Maio prximo, lut-
ado na secretaria diste binado em lio
cftmgfcm ao primeiro anniversario da lei da
redeaipfao dos captivos ueste imperio, fago
scieqfe a todo clero secular e regular ,que pelo
mesmo motivo na missa desse dia, d-pois das
oracfeu>rescripias se d a oracao Progratia
rummttmt a qual se acha logo em seguida a
missa votiva da SS. Trindade.
a QtfLrosioi, communico, de ordem do mesmo
Exrt. e Revm. Sr. governador do bispado, aos
Rvds. parochos desta capital e superiores das
ordens religiosas, deem suas providencias para
que no mepciouado dia 13 de Maio. as matri-
zes, as igrejas dos conventos e capellas filiaes
das parochias, repiquem os sinos festivamente
pelas 6 horas da manh, meio dia e 6 da tarde-
Soledade. 11 de Maio de 1889.
O secretario do Bispado,
Padre J. A. de Luna e S.
Declarou-se urna grve estro os opera-
rios dos diversos estabeleciraentos d'Es
sen.
Estima-se hoje em setenta mil o numero
dos grevistas.
Houve um conflicto entre as tropas en-
earregadas do mantimento da ordem c os
grevistas.
As tropas foram obrigadas a fazer uso
das armas. Houve tres mortos e cinco
fiando*.
PARS, 10 de Maio.
Mr. Constans governador do Indo-China
foi chamado a Pan's. Mr. Piquet j foi
nomeado p*ra substituil-o.
Agencia Flavas, filial em Pernambuco,
11 de Maio de 1889.
IHSTRBCgiO POPDLAR
AS I.R VMlKS IWEMjES
ANTIGS K MQDKHNAS
NA8
Scienaas. industrias e arles
POR
xrv
O vapor
(C ontinuacao)
N&osem motivo que se faz sabir o vapor
dos cylindros pelo cuto da chainii. Este meio
toma grande pane na vaporisagin fia agua, e
por isso augmenta a fo'ca da machioa. Bata
injeceo continua rt'uma torrente de apor no do
cano da channa m liva pB ctivameote a tiragem
desta i hatnin ; iwta flO re de i ra|mr expeilf
e leva inressunteuienie diani.- i,- -i n ar qm-
oceupa o cano Jj itliami 'r ; por i |u> i>ci.i
pela ii.Ira ixtr-iin i..oe. ist > ( |,, f,> .
sao coiiiinii nieilii* i\mI d'ar ; a lirage n da f i nalli.i
extraurdinana O I s' v
men'e pela infl n-in-i de -a e i i u
nu-i ; de 9'ine q e u can 1 >
das caan< mai- a v i- >i. i nai !n
looim t.^'i-. & i ii Ti il p >
eorreiit" d'ar para in .ni t a e. na
Uta, airave dos ce u e ir-1.- i > q ie i fu n
teai de penorrer pal Iit To a n.'.o da i.
engenlioso nrliOcio do <'miio sufllilorio, u qjal
remcdiou maravillisainuute ai). i defeito.
(i.cmltHua)
Illm. e Exm. Sr.Participo a V". Exc.
que foram bontem recolhidos Casa de
Detencao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Pereira do Carmo, pre-
so por criine de furto, e Maaoel Anizio, como
vagabundo.
A' ordem do Dr. delegado do l' districto da
capital, Domingos J>s Machado, como indieiado
em crime de ferimentos, Rufino Ferreira da Cos-
ta, por disturbios e uso de armas defeza.
A' ordem do do districto. Benedicto Anto-
nio Goncalves, por embriaguez c disturbios.
Communica o subdelegado do districto de Ma-
cacos que anie-hontem, pelas s horas da noite
no lugar Bomba daquelle districto, altercando
Anrelino lose Joaquiui com Demetrio Ferrtira
do Nascimento. e apparecendo na occastao Ma
noel Jos do NascimeiHo, com o im de apasi-
gual-os, aconteceu sabir ferido com urna care
tada o mesmo Manuel Jos do Nascimento, por
Aog^liuo, que luarou evadir-sc.
O offendid foi vis tu nado pelos facultativos,
que consideraran] leve o ferimento.
Procedeu-se a respeito nos termos da lei.
O delegado do teimo de Nazarelh participou-
me terem sido capturados os seguintes indivi-
duo? :
Pelo subdelegado de Alaga do Carro, Justino
Evangelista de Araujo, per crime de furto de
cavalos no termo do Pilar, na provincia da Pa-
rahyba ; Floriano Francisco de Moraes, pelo de
morte, no de Nossa Senhora do O', em Ipoiuca;
Jos Dias, contiendo por Jos Camund, pelo de
roulw de cavaos no mesmo districto.
Pelo subdelegado de Carplna, Jos Virginio
Guedes. criminoso em Timbaba.
Pelo do di*lricto de Nazarelh, Jos Francisco
da Silva, conhecido por Jos Mogeiro, tambem
criminoso alli; e pel de Anglicas, Isaias Jos
Ferreira, preso em flagrante pelo di? ferimentos
leves na pessoa de Joanoa Mara da Conceicao.
Acerca deste facto procedeu-se nos termos
da lei.
No dia 7 do corren te, pelas 4 horas da tarde,
no logar Gomes, do termo de Palmares, foi en-
contrado o cadver de um homem de cor bran-
ca, que reconheceu-se ser Pedro Jos da Costa,
conhecido por Pedro Xavier, alli morador.
Das diligencias procedidas pela autoridade
competente, chegou-se evidencia de que a mor-
te fia natural.
Deus guarde a V. Exc.IHra. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
milito digno vic%presid-,nte da provin-
cia. O chefe de polica, Adulpho de
Siy.eira Cawlrante.
Th .onro Provincial
DKM'ACHUS D DIA 11 Dt MAIO DE
1889
Tlio tai Ait''o Guimaraes e Mmo-l Jjs
F Peira la ikista.- Iiiforme o Dr. cuitad ir
Ben ne rito Jo da Cosa.<>rlilkje fe,
I). H n in la I Souza Castro Feitosa.Informe o
Sr Dr conitdoP.
J 10 Soaies Raposo.Volte ao Sr. Dr. con
t.d' r.
ffarto do Limoeiro.Informe a seccao do con
te,M io-O.
M proerrad r nscaL
ll -fbcdorla Provincial
DBflPACBOH IMi DIA 11 DE MAIO DE 1889
l.vra, l.i'/. de Morae-- Gome* Fer-
^-" ur n Amphiirne, Aitonio
r r > '> 'r'i" i 'Si' '|;i it"
,-.. i; ...ii ili'-.i d ih.c '
I j .. .i ... d i-
: liulo e A bi P
..i

ii le-. ?Mi.
DIAK10 D PEpAMBCO
MAIO D 18S9
, .: >. qiMlificsr de pro
,uiva um eolbga da impren-a
K7J, que. h|6s abolicao do
. o in.itor aconlecimenlo que
e.-ic seculo pderia registrar, em honra da naci
brazileira, seria o da abolicao da escravidao,
accrescentando que si uSo deveria ler por teme-
raria a affirmaco de que no scalo vindouro o
paiz nSo tea um s individuo, sobre o qoal
pesasse o es t y traa da servidlo.
Efectivamente, essa grandiosa reforma que
iniciou-se parcialmente n'aquelle anno ao esfor-
co ingente de Rio Branco, teve o seu complemento
em 13 de Maio de 1888 energa de Joan Alfre-
do, realisando o Brazil urna das mais perigosas
reformas socaes, sem abalo nem perturbacao.
Em boa hora comprehendeu o povo brazileiro,
que nao poda por mais lempo conservar um
uti-poutdetis, que o isolava do mundo cirilisado
que Ule fazia urna exceptan entre as nacOes.
que lhe era urna causa dissolvente, moral e eco-
nmicamente considerados os seus eeitos.
Esta comprebeoso mesmo expo*-a o Sr. con-
selheiro Saral va eloquentemente as seguintes
palavras : Achei me na terminacao da guerra
do Paraguay entre cincoenta mil brazileiros, que
estavam em contacto com os povos vizinhos, e
sei por confissao dos maij Ilustrados delle,-.
quantas vezes a institulcSoo diosa da escravatu-
ra nos vexava e nos humilhava perante o estran-
geiro. Pode perguntar-se aos mais esclarecidos
dos nossq* concidados, que flzeram essa cam-
panlia, si elles ao regressar nao desejatam ar
deirte*ntc ver iniciada a reforma do elemento
senrH,- e si se deve ou nao em parte a elles o
mais poderoso impulso que a idea adqvirio ues-
tes ltimos tempos .
E sob essa orientacio, chegado o momento ge-
nesiaco. foi consagrada a asairaco, que tornou-
se um facto, de que ae gloria o paiz e que ser
pra sempre o releve do desinterasse e do pa-
triotismo dos brazileiros, cqjo solo1 j nao ba-
nhado senSo pelas auras vltiflcanUs da liber-
dade.
D'esse fai'to o dia de amanba marca o primei-
ro anniversario, ao mesmo tempo que na rcvolu-
cao chronologica dos dias completa um anno da
publicacao 4a lei monumental, que limpou da
face do Brazii o traco negro da escravidSo, que
lhe offuscava o brillio.
Amanlia o Brazil todo, pois, cobrir se-ha de
galas para rememorar o facto c afirmar a data
que ora constitue urna p: gina laminosa de sua
historia.
Si a extinecao da escravidao, que assim ope-
rou-se no mundo, um evento grandioso, a aboli-
cao do elemento servil no Brazil, que lhe pdz o
remate como urna das aspiracoes generosas que
foi dos seus pensadores, nao cousa que lbe
possa ser indiferente para deixar de rejubilar-
se este Brazil, grande pela extenso de seu ter
ritorie #tlor-ewda pela enerosldade de seu
povo. quando lhe volta memoria o acto que
praticra, a renuncia que flzera de um legado
inconciliavel com os seus sentimentos, em urna
palavra, o apagamento da mancha hereditaria,
que lhe empannava a face, tornava-lhe incerto o
futuro e mais ainda, abatia-lhe o nivel de povo
livre e civilisado entre as demais nacoes.
E rejubila-se, porque assim externa o que de
grande tem o lacto de converter-se em lei posi-
tka o principio moral da liberdade da pessoa
humana* este simples titulo, tanto mais quanto
nessa conquista lbe foi precursor a espontanei
dade popular; e, ao passo que esse facto assig
nala a aspirago satisfeita do povo, deixa ver
que fra obtido tal resultado sem annullacao nem
avassallamento de ninguem e por entre flores e
na calma do cumprimento de dever-s para com
semelhantes, que a natureza dignifleara cora a li-
berdade e s a forca abatera-os com a escra-
vidao.
O imperio do Brasil, dizia o general Mitre, era
urna democracia com cor-a de rei, que repousava
conslituciooalmente, como a nossa Repblica, so-
bre o principio da soberana popular; e hoje
ao proclamar a soberana do homem livre em
igualdade de condico, urna sociedade equili
brada, que cinge urna cora de luzes inextin-
guiveis, como as estrellas do Cruzeiro do Sul,
que marcam as horas da noite no co do nosso
bemispberio.
S este concato do Ilustrado publicista ar'
gentioo eleva a nacao, que d'elle loi objeclo, e
lhe faz a apotheose. E, pois, si o Brasil agora
rejubila-se e expande-se em hosannas, tem para
jsso inteira razo.
O 13 de Maio completa o 7 de Setembro.
E'a liberdade poltica nteirada pda liberdade
civil.
Esta epopa de energa civica, de mascu'a co-
ragem e de uiagnanimo desinteresse. traballiada
em collaboracao do 'hrono e do povo, a seu
tao credora das honras que lhe estn prepara
das, das efltafiee qne levantam no peito pe.-
nambur.iHii. e uiuanlil tero de objeciivar se en
deminisiracr- mu llformes ueste turran onde, a
idea propulsor.! mai se aceeii'uou e vio a lu/.
da vida o prol gomsHi da respectiva mln c.. .
A tal no*lu i ii i ,! --K-ia-se 0 Diaria dr '''
nambuco. e (OMi i un Inicia ile cra^ao tada
ausonn-ir ii r ii le niM,uni>'Uto Ja redeuipyi"
dos captivo-. ,.j p :m-iio auniversario se cu...-
meuiora.
I ACI\A la DE H.U0
Trova e luz
(ldiuudo jt. D- IIAKKI-CA)
I
No alto do firman ii i o,
Nos infinito" s. ni los,
Marcha a phalaii^e das trevas
Q le a in'te I' rila eOilUZ ;
aqaelle bando n.^reiro,
Fugiodo ftfio, agouiero,
IKa alai umlias do co,
VoJ no doi>o O v moa
Qut) soltam r jos lamentos
Vendados de negro veo.
RNAMBUCO
grande cidade viva
iBsolo parece entao I
im mais a vida nullula
>s peitos da muitido !
>s fundos antros, oceultos,
ao surgindo negros vultos
le passara por sobre nos:
a coruja bate as azas
> tecto das velhas casas
mtando com rouca voz.
ingem lentos, compassados,
s sinos da cathedrat...
ispondem longe, distantes,
I echos em funeral:
ia noite I.. hora tristonha
que o mundo todo sonha
Gpm nesadelos de horror!
qi noit^ hora que geme
TOluca,"pafpta e treme
0 desgranado com a dor !
filencio t... Meu Deus I que ouco
r entre as brumas d'alm ?
tranhos gritos, horrendos,
laucados nao sei por quem !
Anreios, lirados, gemidos,
Do fondo d'alraa partidos
Em calafrios de horror ;
Que desgranado que agora
queja, trmula e chora
9as vagas do grao terror?
Oh seres que vos finastes ^
Oh manes do* meas avs! %
ue alaridos sao estes
uc surgem d'ahi de vos ?
fundo da cova aberta
*lgum cadver desperta
r"ra soffrer pena fatal ?
Ou as entraulias do Inferno,
as profundezas do Averno,
Ha bordis em saturnal ?
Terminai estes bramidos
Serpeles de perdicio;
N'este silencio dos vivos
o derramis corrupcSo I
Has, oh Deus sera poseivel
Algazarra to lerrivel
ascer nos orbes d'alm I
to! nao creio I tudo sooho.
Ou supplicio atroz, medonho,
rffre um ser chamado alguem f
i
Tal como a corea que fugaz, matreira.
Paran torga, d'um caminho beira,
E a vista engolpha n'ampldo sidrea ;
Eu, forasteiro, viajor nocturno,
Mergulho a vistano vergel soturno,
Onde persiste terreal materia.
Alli, bem nerto, desprendido a meio.
De rude choca no ferrenho seio,
Claio sinistro se derrama em volta ;
E aquelle brado que mui longe ouvira,
Resurge anda, mas. depressa expira
Do louco vento na feral revolta.
Marcho e transponho do tugurio a porta
"8 auando o solo de granito aborta
phanlasma que surgi de p :
s adoraos lhe~*cingido os bracos,
Horrivel tanto nos sngrenlos traeos.
Que a mente foge espavorida atl
Xo vivo cbammejar dos fundos olbos,
Que d'alma bem traduz, nos vis escoraos,
Do negro desengao, o rude choque,
Eu vejo, e na vSagem cavernosa,
O golpe da miseria tenebrosa
E lhe fallo com voz de bronzeo toque :
Oh I tu, que vejo do soffrer as garras !
Oh I tu que ruges ao lamber das barras
A carne viva, ^pitante, na !
Quem s 1 me digas sem suar, custo,
Diz- me teu erial sem tremer de susto,
Olhando o ceu que sobre ti flucta.
Retine o ferro da cadeia bruta,
O corpo treme do*puxo na lucia;
Resiste o ferro ; cambaleia e cahe!...
Depoi nao marcha pelo chao lodoso
Passa de rastro, reptil nojoso,
E assim, medonho pela porta sahe!...
L fra, ruge da tormenta a forja t
Ento terrivel na fremente gorja
fra confusa do phantasma a voz :
Quem sou ? exclama s erguendo a fronte
E qual sarcasmo, muito alm, no monte
Somente a hyena respondeu : Atroz I!!
Quem sou ? nao vedes do vapor a massa
Que to neRrenla pelos ares passa,
Ao rijo golpe do voraz tufSo?
Oh I mar terrivel que tremis de furia !
Que frgil barca na fatal lamuria,
Das brancas aguas se abysmou no chao ?
Riso sinistro por seus labios corre,
Pragl maldita no sidreo morre,
E a voz mais rouca, se destende assim:
Eu sou nos ares o vapor que passa,
No ar fala ; mas, aqui ?... desgraca !
Me caamo escravo, sou escravo. sim I...
IU
Que raio de luz to branco
L-vanta da noite o veo ?
Que melodas sao estas?
Que se de>pegam do co ?
A uaiureza com galas.
Risonha, clea de fallas
Parece cantar tamlieiu ;
E as llore- abnndo o seio, .
ReCi-bein uiHI vivo arm'io
To grato licor d alm
Que vejo, meu D-us ?. q e ouco ?
Na j do ci, mas da U na,
I) vo.c- ,r, um s liy.nno
Ketu.nlia ilo valle a sena I
Oh I nao sei que vago encuito
Me prende com eulevo tanto
Me amina com tanto ardor I ..
Mas o meu peito transborda,
E a nenie nem se n-corda
li qnadro negro do iinnur I
N tante, alli. beni^perto ,
H o: n um cori>o ii i i'Mo :
i-, 2 cute
K lo i nuai:
i, i i loa,

r !! o llill I
i ... : I.'.
t cuile
,i .i ,i o brillio I .
i, ni siuto.. -n livre,
i .ue a luz B 0 mar I
S. u e i OirtO .indoiiiina
Q .I ia no iir I
ti ., iui li/endo, as correotes
U-' bravo Uraedo os d ntes
S. i. i ii-.iii MNaukM mil I
Eum raii le luz po-saiite,
beixuii entrever distante :
Ltberdade / em co de ail.
A escravidao no Brazil
(alfbedo de cabvalho)
Hoje, que o Brazil inteiro se regosija solemni-
sando o primeiro anniversario da le humanita
ria que entre nos poz termo a essa iniqua insti-
tuicao, que por tanto tempo perdurou, como op
probio da nacao c vergonha nossa, eremos ser
occasiao opportuna de recordar ligeiramente a
origem e o desenvolvimenlo ''a escravidao no
nosso paiz; as miserias e horrores, que ero lem-
pos idos soffreram os captivos, e os noines d'a
quelles homens compassivos que primeiramente
ouzaram, affeontando a opinio da '-poca, aberta-
mente pugnar em prol da raca ignobilmente de-
gradada i elasse de irracionaes.
Anda nao foi dado aos nossos historiadores o
averiguar a poca, em que foram intradiuidos Os
primeiro3 escravos Begres no Brasil. Bitretau-
tode presumir que ja com os primeiros povoa-
dores, aportassem algns ao nosso paiz. Com a
iutrolucco da carina de assucar, foram monta-
dos varios engenhos, prncipalmento na capita-
na de S. Vicente, e certo que nelles trabalha-
vam escravos negros. E al se pretende que a
caravlla encontrada por Martin Alfonso de Sou-
za, em 1531 na Bahia, e por elle tomada a seu
servico, depois de fater desembarcar os escra-
vos que transportava, j se empregasse no seu
commercio.
D. Joo III as doaces de capitanas em que di-
vidi oJirazil (1532-15351, conferio aos donata-
rios poderes extraordinarios, mesmo de morte,
tambera sobre escravos, sendo provavel que j
ento existissera na colonia portugueza na Ame-
rica.
Com o desenvolvimento da cultura da caima
de assucar, e consegu o temen le dos engenhos, a
metropole, desejosa de promover esta industria,
facultou por al vara de ;9 de Marco de 1549, a
int oduccao de escravos africanos de Gui e da
ilha de S. Thom, em numero de 20 a cada se
nhor de engenho montado e em estado de func-
cionar, mediante o favor da redueco dos di
reit08.
Mas n'aquella poca j ha va quem prevsse as
consequencias perniciosas da escravidao. pois
ento escrevia da Babia o padre Maooel da No-
brega ao padre Prepsito, do collegio de Lisboa,
3ueixando-se deesa introdueco de escravos e-
ros na nova povoaco.
Porra foram mais fortes, que as justas ponde-
races do insigne jesuta, o intpresse pecuniario,
a avidez de lucro e ambico de riqueza. Os ne-
gros continuaram a ser ratroduzdos nao so na
Bahia como em todas as capitanas. A' propor-
Siio. iue decresciam os bracos dos escravos o-
ios, avolumavam-se as remessas de africanos.
0 governo da metropole, utim de satisfazer as
exigencias dos colonos, que continuamente re-
clamavam reforcos de escravos africanos, chegou
a conceder a diversos e a companhias a faculda-
de, e at impor a obrigaco de introduzir um
certo numero de negros no Brazil. Entre outras
a Companhia de Commercio do Grao Para e Ama-
zonas approvada por Alvar de 12 de Fevereiro
de 1682, obrigou-se a metter na colonia 10.000
negros em 20 annos, a razo de 500 por anno.
afira de serem vendidos a 100*000a -peqa da In
ii a na phrase do alvar.
E' uotavel que escriptores eminentes, espintos
illustres e phuantropicos dos seclos XVI, AVII
e XVIi. ao paso que pregavam solcitos contra
a escravidao dos indios, por attentatora dos di-
rectos do nomem, da lei natural e divina, aconse-
Ihavam francamente a introdueco de negros
africanos, como escravos, por serem superiores
aos indios nos duros trabalhos da raineragao e
lavoura.
Permittido, autorisado, e at promovido o com
mercio de escravos africanos para o Brazil, eram
estes infelizes introduzidos em maior ou menor
numero, segundo as necessidades dos colonos e
o interes-e dos importadores. Que quantidade
nao foi assim arrancada de suas trras para vi-
rem servir de vis al imarias ?
Quantos nao pereceram as guerras fractici-
das, que o trafico fomentava na frica ?
No primeiros tempo coloniaes, a populacao
do Brazil leve por principaes elementos a raca
branca nos europeos, a vermelha nos, indios e a
negra nos africanos.
Em pouco tempo estas tres ragas se raesclaram
dando lugar a um cruzamento variadiBSimo na
descendencia das mesmas. De sorte que pelo
principio de direilo partiu sequtinr ventrem, e
I*consecuentemente pelo da pei-petuidade e heredi-
ariedade da escravidao, que aflectava toda a des:
cendencia de mulher escrava, ainda que o pai
fosse livre. mulliplicou se em breve a escla-
vatura, sobreiudo quando ainda se mantinha
como legitima a dos indios. Esta instituicao
odiosa e maldita achara assim alimento para
o seu desenvolvimento: indios e seus descen-
dentes, africanos e seus descendentes, todo o
cruzamentos destes entre si, e com os brancos,
contribua para augmental-a, concorrendo igual
mente com fot le contingente a importaco.
Essas mltiplas u ai oes entre as diversas ni-
cas, tiveram por resultado que kM escravos
individuos de todas as cores, desde o negro at
o quasi branco, como foi reconhecido formalmen-
te no alvar de 16 de Marco de 1773
A raga reputada a mais nobre e superior abas
tardava-se, com manifest prejuizo para si, e
sem vantagem para as demais, nao s por causa
do damiio que provinha do cruzamento. como
principalmente pela condigo universal a que
essa desceud ncia escrava era reduzida e degra-
dada.
o escravo era um imtrvmenlo de trabilho, urna
machina inac essivel a qualquer educagao intei-
lectual sendo que mesmo da religiosa pouco se
cuidava.
N'gava.i.-se-lhes todos os direitos, todo os
sem i mentor, mesmo os de familia, e redozidos a
comiicao de coiwa eram os escravos equiparados
aos irracionaes. Denominados, mesmo oficial-
mente pecas, folegot vms, eram mandados mar-
car com ferro ardente ou por castigo, ou anda
por xignal como o gado.
Sem consideragc na sociedade, tendo perdido
at a cniscieucia da disnidade humana, o escra
vo ;n-abava quasi sempre por acrealtar que elle
nao era urna ereamr.i igual aos demais nomens
iiviis. que. rasponeo mais que um animal, e pro-
cede., id ii. rnn 'ade rom essa errada crenga,
cou^equinta m ao-
Altrumas vezes o odio a vinganca o excitavam
a crueldades, fahi o levantarem se os escravos
por ve/.e- msiinviges; outras tomavamo
expediente de fugire... e iuternavam-ee pelos
mallos, pode ecnido i-onstituiam os chamados
qulom>>o< uu- .,.. d s Palmares tornou-se
exn-noaiin uie um.. el n i historia do nosso paiz
,\ uc i'e-se- ni. iaes buscarara por termo
a., c .piiveiio wiii i i..n i" >e.
R cebido e ni.....i .zulo no Erazil como cousa
Ir a n enrame i" ue e e a vos negros foi entre
no- M'ur.il -ii.iv.-.neine eslabelecldo, atpro-
i d pe o noverno, que por elles
c i ,. entrada, auferindo assim
_i.. h' i*
auraej da metropole como as
e um .. lam-eivavam a escravidao
il ,iie e aiiolisse em 1785 ados
ni ouos lius do seculo passado Comeca-
ran. so i i.miaras pri neira medidas coocenien-
te nngil-a; em i76i foram declarados li-
vres touo.- aquellos que fosern levados a i oriu-
gal. e por alvar de 16 de Janeiro de (773, fo
abolido a escravidao do Reino.
Ento comegaram a fazer-se ouvir vozes hu-
manitarias condemnando essa intituigo abjecta ;
o Papa'Bonifacio XIV. em 1741. reprovava da
modo geral a escravidao; os quakers pregavam
abertamente contra ella. Aphilosophia oceupou-
se tambem com a questo, e demoostrou a rai-
quidade dos homens em reduzirem um seu se-
melhaute a objecto de propriedade.
0 ;rand.' Montesquieu cousagrou parte de sua
immortal obra. Esprit des Lois, a causados cap-
tivos. Na Inglaterra algune espiritos altamente
philantrophicos, como Wilberforce, Buxtou, Pitt
e Fox, conseguirn! chamar a attengao do i vo
e do governo para to grave questo.
Em 1792 a Dinamarca encela va a grande cam-
panha do abolicionismo, aecretando a abolicao
do tranco de escravos; a Franga seguio-a era
1802, e em 1807 a 6r Brctanha tomou a si a in-
gente tarefa de obstar esse commercio nefando,'
aproveitando se igualmente d'essa cruzada hu-
manitaria para melhor firmar o seu dominio nos
mares, descupavel procedimento, diz um Ilus-
tre escriptor,que aproveitava to nobre fim, cau-
sa to santa.
Ainda em principios do presente seculo o com-
mercio de escravos para o Brazil era licito e man-
tinha se com plena garanda das p oprias les.
Com o incremento progressivo que levava a co-
lonia,' augmentava consideravelmente a importa-
cao de negros africanos, e o abolicionista ingle
Buxton estima em 79,000 o numero dos que an-
nualmente entrevara no Brazil e em igual quanti-
dade o dos que pereciam as guerras africanas
por causa do trafico e dos mos tratos durante
transporte e de desgostos e nostalgia.
Zumbando da vigilancia dos cruzadores ingle-
zi's. affrotitando o justo castigo que os ameaga-
va, es netrreiros continuavam a abastecer os nos-
sos mercados cura mil liares d'esses infelizes.-
Forrado pela Inglaterra o governo portugus
accordou. em 1810, em limitar o commercio de
escravos e prometteu a sua gradual abolicao.
Com a declaraco da nossa independencia t
governo inglez.fortemente empenhado em levar
a cabo a gigantesca empresa da extinecao d'este
ignobil commercio, entrou em ajustes com onas-
cente Imperio, desojando mesmo a abolicao da
propria escravidao no Brazil.
As ideas liberaes da poca, a opinio o favo-
recia ; diversas memorias e escriptos contra o
trafico eram publicados entn.
Aos 22 de Novembro de 1826 ajustou-se entre
o Imperio e a Gr Brelanna urna coovengao, na
qual o trafico foi equiparado pirataria, e se con-
ferio Inglaterra o to cobicado direito de caita
e basca das embarcaces suspeitas de o exerce-
re ni.
Nao se fizeram esperar providencias com pie
mentores a este ajuste: o Cdigo Criminal de
1830, pune o delicto de reduzir a escravidao pes-
soa livre, a portara de 21 de Maio de 1831, ex-
pedida pelo ministro Manoel Jos de Souza Fran-
ca, declama Ilcito o trafico, e mandava resti-
tuir liberdade os escravos Importados apezar
das prohibices.
Consagrou so j ento o principio, que todo
aquelle que piasse o solo brazileiro era livre, 9
Juefoi formalmente confirmado peloaviso u. 188
ei856.
Fazeodo se necessario reforjar a legislago
por deierminages especiaos, foi promulgada a
lei de 7 de Novembro de 1831 declarando livre*
todos os escravos, vindos de fra, que entrassem
no territorio ou porto do Imperio, e comminando
aos infractores as penas do Cdigo erimioal art.
17.
A poderosa Albion continuava com exigencias
extraordinarias a pedir ao governo brazileiro
novas providencia sobre o trafico, e constantes
e repetidas complicagoes, nascidas do modo ar-
bitrario e contrario ao Direito das Gentes pelo
qual trata vamos cruzadores ingleses as nossa*
erabarcages, conduzirjm celebre queetao do
Bill Aberdeen.
N'essa pendencia o governo do Brazil nao re-
cuou ante sacrificio algum afim de sustentas os'
direitos de soberana, a d'gnidadc e honra da na-
cao sabindo emfim victorioso da cootenda.
Entretanto, apezar dos esforgos dos inglezes, a
trafico connuava a floresoer, ebegando em 184t
o numero do* escravos Importados a 60.000.
Mas as grandios s les de 4 de Setembro do
1850 e a de 5 de Junho de I85i concorreram in-
gentemente para a extinego d'esse commercio
ignobil, por forma tal que em 18o6 o proprio lord,
Palmerston considerava extinelo o trafico ne
brazil.
Comegou se ento igualmente a tratar da abo-
ligo da escravidao. Urna longa serie de deba-
tes as duas cmaras, innmeras propostas hu-
manitarias cooperaram fortcmenle para qoe e
benemrito Visconde do Rio Branco encetasse,
com a lei de 28 de Setembro de 1871 a aboligo
gradual da escra va tura no Brazil.
0 movimento que tomou, de ento para ca, a
gloriosa campaonado abolicionismo brazileiro,
terminada hrilhantemente com a lei de 13 d
Maio de 1888, demasiado conhecido e seria
ocioso querer recordal-o aqui.
13 de Maio
A' briosa inocidade acadmica do Recift
IMITAgAO
(JULIO 80ABE8 DE AZEVEDO.)
Musa, oh musa! Nao ouves quem te adora ?
Porque adepta nio te pede, implora,
Envia-lhe expresso.
Nao posso, diies tu ; oh I para mim tormentos.
Quena descrever m'eus pensamentos
Saudando aAoolicSo.
_ *
Qniera ter linguagem apropriada
Coberta de mil flores, enurinaldada,
Fra fallar, deste nome ;
Que cin indo d'authenticas figuras
Desenhava com esplendidas pinturas
Seu brilhante renome.#
Mas... como a natureza me negpu
0* dotes, que a Cames e aos mais dotou
Orgulbo-me em diser.
Que o infante, o adulto, o ancio,
De vera sempre festejar a AboUc&o
Na meta do saber.
Abolicao -este nome venturoso,
Que nos tirou do septro tenebroso
Apootando-nos a luz ;
Foi ella o scintillar d'aura estrella,
Que se gravou na histeria amena e bella
Na trra da Santa Cruz.
Foi ella, que, forjando qual Vulcano,
Seos raios, sacudi no cenoro humano
Eternos sustentculos ;
Um ponto culmihante eacandescento
Exposto pelo Ser Omnipotente
P'ra vencer obstculos.
/oi emfim aAbllelo um bem celeste,
De que, nosso Brasil hoja se veste
Debaixo d'um oso d'aaii;
Poi ella que woceu iiaumeras eras,
Foi ella que esmagou todas as esperas,
VietorUado o oruil.





Diario de Pernambuco--JBeming,o 12 de Mam-de I *M)
A nwert; la escravatura
brasileira
i
O acontecTnento todo faustoso e pura-
mente nacan! que o dia d'amarrha te-
corda, e faz vestir de galas desde o pala
oio do Monarcha at a choupana do plebeu,
sobremaMMA p >^Pf^n^ft^IraNI
tissimo e>tnipdi^t(M amMBosaftrfivnnda-
jamento imm<-daan pac
eas e rismams dmm -<>*"-
ndatabeamm
iraiat inafc*

rial.
J assiamdejfhdiima completamente do
obscurantismo tcaii'<9.dc um. pianadi.v
glono qunsmignamuim noo*kavinJegaai,
pela foajavdnwseuwmjpammo a*>
ganancia monetaria, restaos, portante,
naquelle grande dia, talvez o maior do
aeculo desenove pela supremaca do ani-
versario que elle exprime, darmos as
mais ampias e cordeaes demonstrares de
regosijo, pois beta sabernos aquilatar qn ti
o valor intrnseco o inestiraaval idessa
transforraacAo social, que ha um auno i-e
recificoua dohomem escrav para a do
hornera iivre. Patria de verdadeirus mu-
mas esoravisadas que foi, j ella boje se
coBverti'ii en patria de personalidades
iguaes em direitos adqueridos e constitu-
cionaes, e, pj>8, milito nos devoraos lison-
ja oom essa evolucao pacifica i que tor-
aou a nossa vida em geral de pessoas
sem distinccoes condicionaes e odiosas de
cores ou ragas, e, sobretudo, sem que ju-
mis tenliaiana de permeio a nos uns en-
tet infeiizes, uns instrumentos eesenciaes
do-trabalho forcado pelo azorrague, aendo
apenas considerados cousas, e quado mui-
to antomatos.
Brancos e pretos, pois, j se ppdea
contundir na arena das latas e labores
iaceasantes da vida pela vida, e se dis-
tinguindo pela sua collocacao oictal, in-
teilectualidade cultivada e merecimetito
pessoal.
Muito ao contrario do que nos tempos
idos, anda ha um anno, quando o Brazil
entia-se atrophiado em todo seu desen-
volv ment progressivo de accao, e ist por qnalquer lado que se o observasse,
a&o 'hoje em estremo lisongeiros todo
as seua elementos de properidades.
Sera mais esse ponto negroa eacravi
dio em sua bandeira de paiz constitucio-
.. nal, quo taut>a macular ne largo perio-
do de-tres longos seeilos, sem-mais i essa
uvem espessa que o obscureca aos olhos
i mundo civilisado, o Imperio da Sant"
Cruz, esse leo indmito, j hoje repousa
tranquillo sombra agueira dos louros que
colhera nessa I uta de huraanidade que se
travara dos fracos contra os fories.
So nisto, principalmente, estao demons-
trados luz meridiana os salutares effei-
tos de t|o decisiva victoria do nosso Par-
tomento, disputada eia sua convocacao d/
188s, a para cujo combate a palavra ser-
via de armas, as rl tres de projecti e os
applausos de estampido.
Com a civilisadora lei de 13 de Kao
de ls88 sfbriram-se familia Bnatleira
a partas do porvir de par em par para o
sea mais esplendoroso engrandecmento.
1 onailiando pronunciadamente os radi-
caos interesses da Igreja com os do Esta-
day acolhida por quantos mais- cogitam do
bem patrio, essa urea lei satisfez lodos
as necessidades mais imperiosas/ e aspira-
eoes mais nobilissimaa desta xbeneoada
i aesga de trra americana.
Anda era sea noviciado, pode-so dizer,
pareraj mesmo ssim de horisonteu Jaros
de todo ponto pronaettedores, pela, sua
dude territorial,
vitar o
CotlS,
eral
Circula o lioaia ile ana um-f-yn Imtfo d%min-
qmwwsmmleziiMBliApfoiwa i.^r.uamnu1.''-
4*Prohi>Hc6o do trabo tiitmor. na totMa*mammWm Sainoa. ...CpolaVil
2 Fisaci^.iU Od inioi^Q, dJe,JdJaparar'i pecas importantes ;. lu respeito.
aftutfssftlos meiwreHto^briCar Urna 6 um lelegraiu na de 31 ule J;
3 Fixacio de um rainimo d- horas de traba- ido uo cnsul alleinao em Apa,
Ihopordia para os menores. Be-iioqwd- o-elunoe.ller Ihe oaaer
4 'coliibica dee emprearos menoraaiaa* .iiio a-.udiiwiio n'iili mi a -iihunnir -*
raulheres em industrias particularmente nocivas- i^et a jurisdiccao dos seus respacii
a saude on p-nyoMas. e ijue o protexto du cnsul iugkx a tal
5 Restrircao do trabalhoda noite para os me- respeitu tem todo o rundanniito.
ores e pora as ii.ulli.ri's. Faz llie ver tambem que a sua prodamacao
5 jj^jnA. ^^iu() lia^gj^veii^eiue liuu-, ^ipiip^iiy^-estulaaHB^ia AiliiaHmaiakti
j li mUu f m+m
^Kaam* rtifiiin i->Jii|a-- 0fSimtjwfisu .
>;'' iNigpjSbii'it' i#'*#|f**10 w*1-^
dia J9 de Abril houve all urna grande re-; a coalissao de 'yie dilucilujpie se.eui;uninirao ^j:^ jrt _,-. sv- a
naval, no dia 30 uakjffwburle l*op.*eHo1i>re^ak d^provincia or tanto a-nor ao ira- ap'^. do- grupo3>ra^a,e da Socie-
de Muio urna pnnde parada industrial, | balbj. dotados de inielligencia robusta e boas dade Oandade de b. Joao evangelista,
<|ual j esto uscrjpkw mais de 70:00-) intenefies, |r ge um carcter in.|uebrantavrl- fundada na Parahyba, pela xma. Sra. D.
' e honesto no eumorimento de seus arduos de-
veres.
os.
INTERIOR
0 relatorio apresentfdo por S. Exc. A-sem-
Maria de Sonza Gayoso.
Atacada nos ses, priqcipaes reductos,
.ubi*,.. -
um ilTi. S{HHI
dtftwal >
QS3wm''i' HMpie,' i
No dia se^uintc o general ftoalanger reerbeo
multas cartas de Franca, d i Blgica e du Itgia-
ierra, e foi visitado por varios jornallas.
A companhia dua eamiuhos de f'Tfo do Su
dueste, para dar um.i pro va de estima i o gene-
ral francez tinha posto ,>ua dis|o%ic um
trein especial.
Aora que o general se arba em Londres, pa-
rece-iios interesaante repro luzir o qne. dizem,
alguna dos priucipaes jornacs inlozes arespeito
da sua saluda d Bruxelas e da sua rhc^ajda e
peniJO--II.ii na inarlaterra.
ruiniserio dos negocios estrangeitos man-
dos aotlicar ao eneral Bouranger as coodigoes
rom qoe pode -ser penuituda a sua. oslada em
Inglaterra.
O Jteiy Telegruph diz que nao-de ve oensurar-
se o* governo beiga feia,preei|*taro com que
quiz deseaibaracar-se de tim hospede to oom-
pioinettedor como (H> general Boulauger.
> 0 goverao. contiaua o .jornal m ,'lez. tao
sensatam irta dirigido pelo rerLeopoldoII. ieve
an es de tud )-alva_'aar.lar a iibeadadr ootisli-
turional do paU ; a un .i-isa tH'lir i goiu de urna
idierd.ide iliiuiiada a o lireito extraordinaria u'crdade territorial, esta peit.td.1, as instHuiedea.sao uaaemialincnte po
nossa zona entre sul e norte jazia em do- palarea MUM periaosaroeate demoeraticas.
i i ,j a* ;mt,;/ia/io ., n Mas a p isicao lopographica e a siluarn poli-
ploravel estado do inactividadc, porque cLd4 ^^ uai) ^ pei-uitlem abrir, aos re-
om bice, um embara50, um quer que
foaae^-lhe embargava os passo*, Ihe sopi-
tava a vitalidade.
D'ahi provinha que ao euveav de caiai-
nbatv retroceda, e sem que podaase pro-

t
i:
sart pan que urna commaesao
a fa'ia aaiia* et*^.)-**-
lo canil I "ate Puea yroper oa meioa pura as erm-
i luir da mam ira mais econmica ; porm nada
eslA anda deliniiivainenle resolvido.
Reina mude agitacaoeai inglaterra-iB* eacia
huiheira >lo- condados de Lancassre, Vork, Dcr-
by e Notiingham.
JoUa-so una xnLni rrbeitM ummni ,Qa
propnetarios deejaram que a situacao actual do
uiao^do ni lliei4xxseoiiao eWvarem o) sala
i ios; e os opi-rarios Insistem em que esjes se-
jam auHWHKi'do com 10 "'. Tem havido fre
quelites reuntCies dclles, as quaes toai sempre
mantiJo esta ex
A reuniao que bouve a 23 da Abril cm.Notlin
gliam, na qnal ealaxamrepresentad s .'00 OfK)
tinneiros, de.-idio una givve para x'9 iU; Junli >
prximo, se Ine niio for concedido uuiiiugiiieuto
de 10 / nos seus salarios.
Como se v. o bocwIMBO nao durme ni Eu-
ropa.
0 Mrquez de Salisbmy proferio a 23 um
grande discurso no comino cousrvadar du Bns-
lol; procurou prindpalme .te ilemoustrar a ne-
cesinada de augmentar a mirinha de guerra
bnlannica lira de alistar, a qnalquer iuvasao
straageira ; disse>|ne erdade que a Gta-Ure
iailiu iiianio i] rolaces muito a(ui-a\ei* com
odas as potencias, mas a situacao da Europa
pode nuiil.ir sbitamente, e noslas cuiijife
impossivel crear um gov. rno nglez autnomo,
que ptKleria abrir a umaaimadaiuiiuiga.Ob por-
tos da Irlanda.
0 general Boulanger chegou a Loadre* a 2i
de Abril As 3 1/4 da tarde, descuajare indo na
estacan Ch iriiig-Cross, onde o evperavam urnas
2:0!)' pessoas, quasi lo las fraace/.as.
\j sc'ih iras a lorn ivam-se co n roinilhole- de
ca\os encarnados, distinctivo que muilis ho-
mens levavam M lapolla d"S casacos. Como se
sabe, o cravo a flor pre lileila yVjgener.il.
Ao enirar o Irem na eetaoaOi resoaram gran-
des applausos.
A mull lo que estava fora appiaudio tain-
b'in, haveodo, porm. mullos proieslos As se-
nlioras cercaram o general cenlxegaraniUie as
llores. ,
Boulanger vuihaexce^aivamenie paludo.
Era visivel que fazia esforoos Imioious para
dnmintff ar. mas o soirmiicn o d va sor pro-
fundo. Euertivameule o bmmbk) tinha enjoado
muito na travessu >lo canal, c aimla llie durava
0 enjo.
Iiojwirt dirigo-se, com os seus :inH>o, era
trena dearberto, seguido de urna looga lila de
cahs. para o uotei Bnslol.
Quaudo a carruageiu d > goncMl pasava a
custo por entre as Mita compactas do multiduo
que se agglomcravu pa a i ver, aJgWM mockards
raueczes doram-lhu morras *
B >ulanger jantou com os seus amigos o nao
receben pessoa alguina
Atea
lajaacnc
'swaailpi
nnbat. o
iilafa
lem oaajBjaaa's oa-itt-
ns i liiajiMaMa contra a
dtMifi a>ranalar em ge
-slaftpdiiL.joo autori-
uiaaa\,ajwaa>ti|iimniai.m>>a>aiiaja||a P"1'1
isnnrck ao novo cnn-ul em Appia, o Sr.
Siuobol, nomeado oin sub-niuicao do -r. Knap-
Se, ola em que se declara que o procediuionlo
e>le ultima>durLnte us couOtclos de.Samoa foi
iHJu-lilicavel.
O govenio |iruss'iiio mandou proceder a urna
>1UM
PA 4 eaMaio do 1S89
de
ama
Uulk
liifui uam
narioaailos
Mlmw ihmiii;*-
..A crise cmiiiHTcial e ttn iwumu. Wberbado a :r*u>-i d'/aUk ;itBTliii.-i<, contina
2vida. s> ni gmi.|4>s oapinui^M duarliioiMr.
preco haj\ojd b r.*.-ii. o de uatatis. pro-
ps de ('X|Mi*a>M,oatai[i W* c.naw* ataj-iornienle ciaarH'h i pelos aifn4Hes. sao
cousas deieniiiiianles il'osta crise, que atraves>a
a provincia.
Foi encerrada {a ultima, gvaaee .da Assom-
aerjlItajMlaiwa Provincial,
O grupo liberal unido-ao grupo conservador
dissidente, obteve a maioria de um vol, e foi
Os inspectores sao encarregaifos de veriticar
se os livrus pros' ri|.tos p r contrarios en-
eorporago das provincias polacae.ua ru toram elTectivamenlo haiulos das bildiotbecas
popula, es
K for.un dadasordeiis para que sejam severa-
mente |iuuidos os conlraveiii .re-.
Pnimee itaisoa
Foram convocados os e-la los ier.ios para se
reunirn no dJh 3 > de Abril anu de di.-culirem
a lei que confere a regen ia do remo a rainba
Enana.
.laatria ilmiaiin
0 iiuraTO das p-ssoas >nie adlieriram ao con-
gresao caJholica, sobe a 1.30o, eatindo repre-
aentadaa. todas as familias da nobroza hisio
rica.
Os adherenle; scrao dislriuuido. polas, sec-
ges qui oreparem os trabalhos.
A assetnfelea pienaria do eongrsso nao far
seno ratificar as decisQes tomadas.
Acabou a 24 de Abril a greve dos tramways.
em, Vietuia d'AusIria depois de graves tumullos,
im que iulerveio a forca armada, bavemlo car
gas de cavajlaria e de bayoneta, e grande nu-
mero de Tridos.
E-lao presos muitos dos turbulentos.
0 correspoudenie do Standard em Berlim con-
sidera grave a siiuaco da Austria em con.-e-
qoeocu da agitacao ante-semtica se. nao forera
lomadas imineuiaiaiiiente medilas de ropresata
enrgica.
0 Figuro diz que a mperatrfz da Austria, IXS-
1) I. cujo oslado de sailde se U-m aggravado es
Us dtant habita em Wie-badeii urna casa reti-
rada, e nao quor ver ninguem.
Olbettfpmt desiueiiie os tristes boatos cer-
ca da saude da imp^ratriz izabel.
KiiNNia
O Tim's nao acredita que aesqualra russa va
prximamente visitar os portos fraapezes, por-
que o czar nao que, que a marnlu russa ligu-
reemooosa algutna que pareca urna manifes
lagao poltica.
Segundo anonada um desnacho.de S. Petera-
burgo para o Times, o incidente, occorrido com
as bombas explo.-ivas em Z iruh dou em resul-
tado a descolic-La de um vasto trama dos nihi-
listas, que leniavam aasagsjnar o ciar por oc
casiao das Testas da l'asclia, foram por iss.
presos numerosos imiividaos, entre os quaes se
contam muitos officiae* de arlillieria.
Com elfeilo. ha djtaa que andam cnrrfcndo na
em telegrammas e noticias boatos
bla Legislativa Provincial e um -ios mais im- diminuida pela cit. Ij. de 18.it e pela de
portantes, que tem sido produzidos na publica 4 de Setembro de 1850, a escravidao per-
adminislcacao desUi provimia. jeu SUA -jca fonte o nascimentocom
Tilaana i*atnda*.Oeinieiea* pnWico ah a& C^.] achaqMniu.kdas u bvm desenvolvidas. Se S. a lei ae ae.-oetenanro ae ion qae veio
E\c. uaac.B,Hfuio que a Asaembiea IVoviaejan**'PPor '" exceptan ao antigo principio
coiTiiapnade.-*; sena esfumados des. jos. omae Dir. lajiaaao ictrtiu seqw'tur vntrtm.
saiisnmar a, aw:os3jda*les publicas, a culpa u&o Essa lei a que esto asso.iados o glo-
e de erlo do administrador, que soube e pro-
cuionanui|'ctr o s'u.iiever.
O Sr. Dr lun-i 1.1 Ptmaianujco relira-s- pa*a
sai paatuncmunut.il 1 com ajenasciencia deque eiai assume o partido conservador, veio at-
soul.. cmn^ir os sena djame* e i^nsponOer fe-tar a k,^ de vst,8 do immortal Rio
iaiMa...no G>vwoo lrauenal, coltoiio dos ,, ., .,
,.rT..:___.i..: I Jraneo e seus destemid.
rioso nouie de-Jtabel e a briosa posicSo,
que na reaolrte do qu a &>
appl iusos e consideracao de seus amigos polti-
cos, na brilh-inte carreira de sua admiuistraco
uesta provincia, assira como cercado da estima
o gniidio d'aqnelles que se interessarp pela
prosperidad.....st.i provincia.
0 nartuluajU*utkiulor seuU uuj vacuo com a
e S Ex,c, uoim, em compensaco S.
isso bastante para que a Assembla liz-sse leis \ roiirala >
de axaancan. prejuduiaes aos interesses da pro lixc. cenirvpnndrn esiiiua.' apreco e couside
viucia, feruido a i'.ou-tituicao do Imperio, e toda-1 ra^io-de 1 o0-1.0 seu* ainiuos polticos,
eivailus de um partularismo inlrene. A'-m,aiib.i A. Exc. para a provincia de
Depois ile inaudilus esforcos para obter as leis l'ernamliu de orcamenlo (air.i o auno c rrede o pira o Mel Filhn
vniilouro, o h ai ad > prosideine da proviu. ia | Foi um grande auxiliar que S. Exc. encontrn
Dr. Almeida Poniauibu-o qoeroijdo governar'em sua id-ioni*iraco.
Dcdailo de iiio-llig ue.ia muito esclarocla, a
par ile muila ui>desiia a sua affibilida ie attra-
hio Ihe muios e d> diados amigos.
Es;orcn!o ir.ibalhador, cumprio com laencao
e dislincci) os devores .le seu cargo, o a sua re-
tirada bastante sentida elos entregados da
secretaria.
Os seus amigos particulares e polticos oque
lesrjam, que em breve accnn os cargos da
alU. adiiimisliacao. que lem ju- |mji tscujB me
i'ecimontos.

r, retrogradava.
Grigautc adormecido e extenuado, e mes-
mo assim ferido em seu orgullo o em sua
autonema pela escravidao, o Brasil, uin
dia orguea-se, recdvjnm alent e pode
em um s impeto, rpida como o.pensa-
aentor,extirpar de si aquella onfermidade
do pn^eade, queitanloo impeda de seguir
1 ovante a um futuro prospero e crvilieador.
Sem que tenhimos mas a in vejar as oa-
* dios pessoacs de- toda Europa culto, es-
polbo em que com raaao e por emulacSo
aos miramos para a vida mesmo mais ma-
terial, cuiapre-nos agora e sempre bem-
dizermos do. Brasileiros que pon bous ti-
ionto- e laafraeaO) em vanados asammptos
-potio sociaes, nos legaram a lei do 12
lV de Maio de-1888, a.qualr,alm.do quanto
deixei consigoado.. attestar em todos os
lempos o espirito humanitario qoe a cada
am dettes piuwdio quandt a coafecciona-
ram.
Bem vljam, pois a Sercaissima Prince
zu Imperial D. habd, a Redemptora, ca-
sto Rrfjent*, que, por um desses rasgos
de abnegacSo patritica, por om desses
lances decisivos e 'factores dos maiorea
aeroismos, sanecionou aqaelle preciosissi-
mo documento de sua nunca desmentida
dedicarlo a causa dupla da IbUyio do
Criutijicado e do Irupirio d BmtU., e >cus
, denodados* coB iboradores que bem eafor
cad-tuieate a epadjuvaram para uta taoi.
konrosissimo d&ideraium.
E sejam, finalmente, as expansivas ma-
jtifest .'.oes d contentamento do da, de
amanlia um ie*teaunho eiuiberante da
noVs-i eOQfid raco e do nosso. reapeto,
ribjitadoB estreHacidamente no altar di*
Patria, em homenagem de reconhecimen-
to a quellc8,. e mais a quantos directa ou
mnsaio indirectamente, conoorreram. com
anas luzes intallectuaes para a efficacia da
Libirtnqao di escr ivitura BrMtira,
eom o que, prnci-jalTueate, se recomrnen
daram as o acSes binceras dos presentes,
e aaduiTayo expuntoiiea dos poateros.
Kecife,12 de M.io du ia9.
A. G- de G< mnxo Lobo.

*
KtVIVfA LMAMIIV
minaa*.
maSjamral su omhi>.
o convite,
111a confer mi.
i 00
"ao ieuiacM1 uioi-l COIU le.-pel
aHamtf-41.* i-l.ncis.
;j preparataiia
compreheode oanuis scguiuu* aoatos :
O
das
pai
de *
fugiades polticos esta larga liospialidade que
encoulram na Inglaterra e nos Estados Unidos
OS exilado-; daUMUS as upililes.
Os lacunvnimlos da prusenca do g.iieral
Ji mlaager v duvj ia, se lioulmger livesse laanifesudo o de-
sejo de levar urna existencia tranquilla, o go
verno- lena podido sem perigo conceder-Ibe a
hospitaltdwfe-tjne elle fora pedir Beigica mas
Boxc4las*tfnuiio porto de-Parw e "de Berlim
para que a proseiica d'uro agitador oomoogeue-
r (olerais dizer, quaoi no resrrvu, que o ge-
neral toaiauger etainvito bem receliido em In
glalcrra, e caat elfeuo, sern Hllicil diser quan-
di que salva raras oxee, cues a Inglaterra
s nao iiretiMi, da mejlior voutade, a receber
Jiospauoireiftenta qualquer refugiado poltico-
Heeeaeu.com igual cordeaiidado J.uia. XVIII,
1 '..o ij- x. Luiz ftwppo, Luis apo eao, Mzeini.
Me.Mei.'ii.J aossata, Ledru-Uilliu, T*lleyrand,
Cbaieaubriand e tan-os outros.
Pe-o quedizr'sp.iio ao g>-neral Boule.iger,
oJiegu-elle a Loudres nina mora uto propicio,
:-io na eslauao em. que todos peasatu em di-
vertir-se ; sendo assim, o sea eavallO'Uegrft e o
U !)v 1j>ju ras. Todos aiquell*6iqeaoa vrilaram aoa ulti
moa aunos deixaram-nos outras tantas desil-
imAea.
Hinioamiy por agora, A mao cptnbridades
rmlare8,littenariason-artisticas. Temos nfio ha
duvula, celebridades de theatro, mas t esto
bastante usadas, c dilli-ilnonie a sociedade de
Londre.* stipportaria um novo Balalo Bill.
0 prodigios ja deratn o que timiama dar, os
proprios res zoulores cahiram em desoco : O
general Boulmiger chega, pois, no momentoi op-
portuno.
' Se sonber guiar o barco ter em Londres um
xito, linlbaute.
Duem.que o genrale um bonito hoit.cn) de
quem as iiiuIIjoj-os gustara. Nao ha dttvidat de
que ser recebtdo cora eBlbusiasmo em Ascot,
no Pilado de Crjstal e n'outras partes.
A curiosidade "do publico sera lauto maior,
;|uauto novo sobr,: des iUs pessoas qae oavem
aliar rr'ete-, oao sabem a qae que dia ve a sua
pupularalade.
O Miu-nmg Pea declara que O genaral Boulan-
gnr encoiitrxrj na Inglaterra a ao*piUlid ideque
loilos os francezes nota veis all teeni encoalrado
idus que a. Inglaterra nada tereque ver com elle.
O potoicos fraoceze.-t devem conveneer-fe de
qoe envuram "ara Londres o general Boulan
ger e aao-o boulaa^uu>.
. D'esio laj da Jaucia, coutinua o Marning
/'as, s descjauos u na eousa : que o< oeisos
visinlws (acaui piclicameirte e com felicidade a
suaexposigao, c enconirem. no ouio.uno nina
lioa occusiao para por era orrfem o seu parla
U'ijtO.
Caeta qoe lodaa as noibili-lades orleanisias
,-o ii ninrao a i0 de Main em R>h uond por oc-
CaS.&o das luda- do comiede Pars.
A'lrmaaba
D* 187" .iI.hI.i cn-i.lT :v 1 no 1
ff .1 ..1 .uni, a vi-i',,i da .nula |n>
1 Awm ./. 1 ni 13
,,....- 11: ra 11 Cifra
d8'8,7*7 0ilO' arco- e n.leul.i .pie 110 lira de
IH! .-il-ivel tntwaa de.........
1,8*1.614000 mnrroa.
A|M.i|i..rc 11 1 .r scappmxi na adata la con
., 1 do no-oc o de S.u'i
Hi ipr do Bi-unrck ".no eh.ido rm pOr*m relevo n be a at-enedo en-
o- tuliim leu ee Ki'ilim e d.- L aiilr'.-, e em
.tiiteai urna iiutu-ie ciiooliaiiora.
novo Lin Mr*(WO;ullmiimen!ei|istril>uidn,
mestrii mais coa v-z a eicftu mol.-i'ola das
4iiotrncc6e#-qne o ehaneeHer liaba dirigidn as
.miprensa. .
de tentativa de a.-sassinio contra o imperador
da Biissia. ,
Etes boatos lm sido desmentidos pela im-
prensa oflicial de S. Petersburgo nas o Time?
ha puuYOS dias publicava um telegrammsi con-
firmando ue o incid-mle das bombas de lorien
deuein resultado a dcscoberta de urna vasta Oon-
juraco nihilista, a qnal tiuha por fim principa"
assassiaard czarOBrauteas festa* da-Pmclioi
.0 mesmo jornalooBlirma unoticia j desment
>ia. da complicidade de grande numero de offi-
oiaes de artilheria.
De Petersburgo parliripam que o czar w acba
doente oom urna grandexciUoao nervosa
ttervta
Ha divergencia entre a regencia*oniira6terK>
da Servia no tocante ao regresso da rainha Nar
talia Belgrado.
Os niembrustdo gabineteso lodos pelo regres-
so da raioha cinquanto que o* regentes sao de
parecer que se devo ganltar tempe, pete menos
at que o mfe Milaa so haj- UabUuado a sua nova
siluaco e abaudone iiileiraunnte as veleidade
de inierferir nos uegoeios do estado.
Diz se que este ad recebe/ .Smyoa. .lelegram-
mas que ie annunciavara o prximo regresso
do sua irrfirr". desislira de proseguir na sua
viagem pelo onente e lomara todas as disposi-
ces para vollar.oovaraeaie a Belgrado. Aceres
centa-se qua os regrales, ao constar-ltaes isto, Ihe
euviaram um telegramma a pedir-lhe que cnti-
nuassem a sua *'urse. porque a presenca si-
mu 'laflea, produzir fatalmente um gra* c peno*o conflicto,
ouruia se que o rei Miln regressara breve-
mente a Belgrado, onde se demorara, um mez:
depois icompiinhar seu littioo rei Aloxandre
exposijo universal de Pars.
A rainha Natal aao voltari para a Servia
senao depois,que os, regantes lue!d*seceai!que/
pode vir. i
0 jemal Srliear de Belgrado diz queoiex-re
Miln entrou lia das. 110 mosurira de Jeruletn,
onde prestou juramento de consgrala sua vida
a Deus, afim de chegar a ser cora o tempa pa-^
triarcha de todos os aanajfoa.
TurajHia
l'caMud do gram-sulto ordena a partida da
missao turca destinada a Zanzbar, c que coov
posta de Abdelkader emais'quatro personag*n\
mas a sublime Porta dejmente que esta missao
v encarregada de facilitar em Zanzbar a obra
dos illemaes.
0 incidente do Prevesa, qne consiterava en'1
cerrado, reabri se ; a Italia exige que a govetv
nador de Jan i na visita lunnediatameiie 9 con-
sutalKmo era Prevesa. A sublime I*artaires-
pomre Ihe que est prompta a
sita mas s depois do ramadan isto d'allia
mais cincoenta das. Parece gencia da Italia provra d'um novo incidente oc-
corrldo em Benghazi entre o cnsul ilalana e a
antoridade turca.
Egypto
De Suakim informara que os derviches repel-
lirara as tropas anglo egypcias que estavam
cnn viada de Suakim urna forte expediento militar
para rechassar os derviches e completar as con-
strucees da for^ificaco.
Xanr.Uutr
u doutor Peters. allemao, obegou no dia 20 do
corrente a Zanzbar no vapor Jftlieo.
Tinha querido desembargar o'oro porto do*
Somalia, mas.estes ameaoaram matal-o, se tal
lizesse.
Hait
A legacao da repblica do llaiti em Pars
com.nuficou 4 impreiisa dessa capital em tele-
grainraa oflicial aauunciando que as tropas go
vernani'-ntaes alcain;aram um importante trium-
pho, em resultado do qual ocruparam algumas
povoaces que estavam em poder dos rt bel jes,
notneadamento Verrettes e Petite Riviere n? de-
parlamento d'Artibonite ; tudo faz prever o pr-
ximo fim da insurreieao.
BNaado*.sjnielaM
Avalia-se em 50:000 o numero dos colonos
que, com.aeu- gallos e bagagens, Invadirn) por
lodos os Ti ios o Okloliama, ajSora awrio co-
loni-acaaj por um decreto ilp pranidanm dos E--
tado-Unidos. A inwasao realison-sa no dia l>
de A ti! ao mei 1 da. Do estado de Texas o
fort. loza- do terri'o 1 Coixim enva-
Ap zar do--;.
dina iiiuiiiie .0 .['.i-io. .. rte -i s col i-
n .s ia 11 ar nados ata" a< t leales.
A oci up.ico do toriii.no de 'iklohamn. pe -
arro'. elTi-etojiu se, inais paeific in
di que se 11 r -11:111. h.mve apenas algumas
rixa- A I pulOcau do novo Estado calculada
em 00:000 I......
De lodos o- i. oio-; do- lisiados Unidos c-t'io
cbog W-Y'.i'k linui. r.Si-HUiias |ies para a<-is!r as l'osl.-s do uleuario da pb'C;1n
do WashinglOfl para |.i. axli-ni.- da repblica.
Vai ah tambem o general Horrisoe, pre.-ul
roii-hiu ion .lmenle, co iced-u a prorogaco que
a presidencia Ja Assembla Ihe decl-u-ou neces-
sana para se .-om-luir a \oaca > d aquellas leis
0 pn-sidenle da Assembla e o lelatordac- -m -
mi-.-ao de fazo,id 1. ionferenoiai-.ini con< o Dr.
Alm 1 la Peni amlico a reapeite das r^f. rid 1-
le.s. ohegando 8 accor lo sobro as me lulas que
deviain passar afim de seren saucciotwdas essas
lelf.
Quaudo, porm. rieman as leis de orea 1 tenia
para a sauocao. e.-tavam lo 1 li.ias do uielida->
e disposicoes incooveniau'es, illegau* e con-
t anas aos iatrresaes di urotinoua. qne 10 Bn
Almeida Perna idiuco vio-se na conligencia de
recus.ir-llies sanecao, produzindo razes tao >
derosa- e convincentes que us orgos di opposi-
cao i5oa*rdiiriiu-se em fazer-lies anal ye e con
leslac.io senas.
De corto, quaudo a raaioria de urna asseinbla
combina com um presidente adversario a pansa-
iem de Jiaa k i de orcamoiito, deve ter a (brea
precisa para reaiisarnmtunpramisso conUahdo.
Faltar a esse dever, ou 6 urna deslealdade. uu
d-nolu i|ue a as-eml>!a nao tem o prestigio w-
ce.ssario para reatinar medidas, que sijemne
inenle coraprometleu se decretar.
As leis nu sancionadas pelo presidente da
provincia sao en grande nu.iieio, bies foram as
amainas* de reaeco e poltlicagciii, fivore- pos
soaes e infraecOes de leis, qde a Assembla
cooiposla do duas faeces procuran! e.-labelecer
em pniveiUtde seus augoa-p .lilious.
l'ara u-rem amigos de coiijia 10a 11; snaftaria
da Assembla aaosentaram o ollii-ial-maior, dis-
tinrto coii-i"vailor. verdadejlpo: era genro do
Barao de Gnaar. Chefe liberal, eom o ordenad 1
de 3;000i0u0 sanases, tea lo upeius o anuos .lo
.-ervicos.
Lroaciararfl o amsuense com todos os venc
Mantos.
Para o majan de mam' d-ai iior foi noamajip um
liberal txallasio.o Sr. Huilrigo Salles e para o
liiL'ar i\f am/nuens(> o >r. Ve gi Cdirai, pro
primario do Cosuiopolit", jornal paniographien.
que lem ascaadalisado o pnldico d'esla cipial.
Nao bastando esto e^banjatnento dos dinheiro-
publicos, augineuiaram o uumero d >s co itinuo?.
sendo nomeado o lesla de ferro do Cosmopolita,
um Sr. Olyupio Limi.
0 qu "^ia. de notavel, porm. qw* o Cosmo-
p.tita iusuliaia atrozmeate aos deputauos.can-
se -vadores Dr. Domiuns Olyinpio Braga Caval
cante e raa|or David Freir da Silva, b-m oomo
ao diasi/lenie majpr Gama Costa, ullitido aos
liberaes, ?em que a oouuiiissao ''e polici* lo-
uiasse provideucias ooWra soinelliaute escn-
dalo.
Os legtimos interesses do comniercio e da
proviii -ia fora 11 postergados ma as disposices
da- leis orgamentarias.
Foi bem aeceita pela populagio d'esta capital
a dennoaijo dM sancrxo i< referidas leis.
Eot oujisequencia d'ef-e acto i'o hoorano pre-
sidente da praviana Dt. Almeida Pcraanabuco,
1. partido conservador do Para deliberen fazer
S. Exc. urna solemne martifestaco de apreco e
constderacao.
No da aprasadrt o povo reunio-m, e precedido
de bandaH* de. mu-ica desfllou a marche aux
flambeaux, precedida dos conservadores mais
disCiHctos, qae foi-aai audar S. Exc.
Dando nolieia d'esse.facto o Diario do fire
Para, exprime-se do modo seguinte :
E Xl'l.KNl )II)A VIANIVKSTAI, Al I
A-justa homenagem prestada pelo partido
conservador ao Exia. Sr. Dr. IVraambaco fui
coroada domis feliz xito.
* Dir-se-hia que a populaco desta capitalan-
ciava-por pretexto para- fazer publico seu
reconlieciraeulo ao honrado administrador.
Feliz iileia tiwram o roprncnlapii" dn par-
tido conservador, traznndoao seio da populaco
paraense os senliraenlos de iusta congratulaco
que; corno intoressados pelo bem desta torra,
bertminavara em seus coragoes pelo acm verda-
deiraineatei patritico e heroico, traduzido pela
nao saoceo. das luis manipula'las pela maora
tf assembla ao mando do sub chele do par do
Ubml, o conserheh-o Tito, de notabilidadei era
lodo o Imperio.
A's 6 Imras da tarde, 00 lagar indicado no
convite feilo pelos representantes do partido.
principiou alTIuir em massa o povo, licando den-
tro om breve repleta a prava de Sant' nna ande
tocaviim diversas bandos de msica, sohiudo aos
ares, de quando em. vez, bastas girndoles de
foguetps.
A's 8 or* desfllou solemnemente o prestito
aos- sons harmoniosos das bandas de msica, e
MS gritos festivos do eBlhusiasmo deliraakv que
Lsaadavam com vivas a pessoa do- illusLre Dr.
Pctruarabuco e spas preclaras virtudes.
Em frente ao palacio da presidencia S.Hxc,
ordenar eswTn' mente victoriado.
O povo dalegou seua poderes as possoat de
conspicuos cidadaos, representantes da mais
alta niivarchia social, para-levaren a-8. Bxo. aa
suas fcb>ibnes, como justo, tributo atestada ao
piesidente sabio, justo e honrada quo acabava
de salvar a provincia do abysmo cavado pela
ganancia soidida de um ban.10 inconscieatc de
polticos aventureiros.
Foi orador dessa commisso o illuslrado e
eloquente-advogado Dr. Piock Romano.queiem
phrases arrebatadoras, traduzo o sentimeOipo-
pular, sempre solicito em prestar.homneagem
aos verdadeiros propugnadores dos interessea da
couununh'ie O illustre orador historiou a actos
da benemrita administracao do Sr. Dr. Per
iianibuco at aquella dala, burilando em alto re-
levo o bem que elles se liga, de modo a con-
vei-tot os c n poderosos factores do nosso en-
graiideritieato.
S. Exc. o Sr. Dr. reraarabaco eoramovido,
agradecea em plirascs repassadas do sentimentq
puro e santo dos homens de conscipncia e f.
S. Exc. faliou verdadeiramente inspirado ar-
rancando a cada momento ao numeroso audi-
torio e\|ilose.- de arrebaiaiueolo.
Koi offerecido a S. Exc. una rica egereva-
nhmha de prata cnm a inscripeo :
0 par'tdo rmsermidor do Para rramhectdo ao
Km*. Sr. Dr. Miguel Jos de Almeida fenum-
buco.
Uispersou se a oasaeata na aielbor mdem pos-
si \ el.
F. assira qu osinio publica costuma arcen-
tusr o mu veredtctuM.
Emba- u para a corte, onde vai tomar as-
0 senador Siqueira
ajff
De domingo a domingo
Ouve-se de todos os lados, para, onde se
Ivolte, um surd e longiquo murmurio
de preces que se elevam aos paramos in-
finitos, dn ngradecimeato confusos bon-
dadn suprema
Uo fund* das chnupanas, onde o liber-
to reterapera as suas toreas pn lado dos
entes, que estremece, desprndase um
cntico aos levotalos operarios doB-m.
Faz 11111 auno am inlia que o Brasil todo
sentio-sn pr>o de um delirie ndeacr pti-
vel de urna lo..cura, inc onparavel, ao ver
calnr sobreasen berodiiQ solo, Inxori
e fci-t!, os feixes corrascantcs d>s rai
da L benlade.
Kaz mu anno a;nanli3 que aiaa raes se
cularmentc jungida infamia e vergo
nh.i, arrancn dos s.-us pnlsam > ul'-inio
lo das ignoiniosas cadeias.
Faz um anao manhl que a rmignanitmi
Princesa Imperial uni seu aorae augusta
e aureolado por outras glorias, ao maior
feito que o Brazil registra am suas doura-
das paginas.
Nao me era possivpl, apezar do aec-
raulo de trabalhos qUe me roubara todo o
tempo, nao me era posnvel, dizia eu. era
face destas unnimes manifestacoes que se
projectam, conservar surdo a esse concei-
to maravilhoso e mudo e iadifferente, dei-
xaado passar a opportudidade de, jais
uina vez, dizer tudo o que pens relativa-
mente, ao tacto que se commemora.
Ha- phenomenos, no mundo social, qoe
abalaiu e agitara tanto o individuo que o
tornara presa de sentimentos desencontra-
dosmixta de- entbosiasmo e receio, fer-
vor e timidez.
Rompo, porm. es diques de aiiuha co-
vardia o tito rejubilado o sol vivificante
que: hoje Ilumina a minha Patria.
auxiliares no
noinero dos quaes se acha o actual presi-
dente do conselho, de quem raui i susuei-
taaiente, na Assembla de S. Paulo, fallo
no termoo seguin'.es o depubulo ie|oibli-
cano C. Sallas :- bomeiu publico quero- "
presenta iiicontestaveliuinte no seu par i-
do a influencia mais poderosa na'regias do
norte (1888)
Confrange-nos o cornea, p-rm, 10 ver-
BMB que ainda ">emoria d'aqiielle bene-
mrito e venerando bi-a>ileiro nao foi jus-
tamente apreciada por todos que I1S0 fo-
rara depr as flores de sn'.ilina agradecida
ao tmulo d'aquclle que nunca transigi
no terreno das su s idas.X
*
Desnudadas, desprestigiadas as institai-
coes pelo venenoso phiitro da escravidao,
o povo brasileiro julgou chegauo. o mo-
mento de arrancar do seu seio tao corrup-
tores gernens. /
Foi em virtude d'essa posicio, da tena-
cnlade apresentada piar todos aquellos que
desinteressadamonteilassentaram pray nos
arraiaesd nboUcionsmo, que realisoa-se
110 dia i; de Maio/de 1888 o naaior acon-
t toria.
Unidos n'um s peusaiaento os subditos
ti a sobnrana cercada do prestigio do eon-
selhoro Joao Alfredo que tem no coraco
dos lirisileiros um salientissimo lugar, de-
ra/ai ao mundo o exemplo de paz derriban-
do de clmfce, |ima arvore cujas ratzes es-
tavam no lando das consciencias dos usu-
rarios.
&
?
da eoufeJeracu.
^mV
Estodando a evolueS histortea que deu
cm esultado a promulgaclto. da luminosa
lei n. 3,353j vemos que quatro .sao os pe-
riodos em que se pode dividir a historia
do abolicionismo :aquelleqne se estetide
desde os nossos primeiros passos para a
liberdade at o anao da 1831 em que se
consideran Ilcito o trauco ; d'ahi at
1868 dessa data atoa sanecao da le de
28 de Setembro dnl87l, e desse,periodo
at o di 13 de Maio.
O .primeiro germen da redempeao dos
captivos -foi implantado no sol* brasileiro
pelo notavel padre Manoel da Nobrega
que, monatrando a inconveniencia, da in-
trodcelo de negros cscravisados, decla-
rou ser isso larga fonte de immoradade
e ruina.
Desde j preciso assentar urna verda-
de c a esta- provincia cabe o principal pa-
pel na cruzada em pro! dos escravos, pri-
mizia que ella deve reivindicar.
Foi aqu que se attestou a coragem da
raca negra na defeza dos seus direitos,
4oi em Pemambuco que se fundn a cele-
bre- repblica dos Palmares, asylo dos
epprixnidos ique nao podiam supfrtari os
harroarea aqueaoegaeira e a selvageria
dos senhoves os condemaava.
Essa aggremiacao que comedera pori 40
acnos, segundo afflrma Ayres do-. Casal,
chegou a possuir urna popuJacSo de 18 a
20,000 membros.
Trcsiforam os pnneipaes faetores que
concorreram para o movimento repressivo
operado em 1831:urna monumental Me*
moria escripia por Maciel da Costa (1821);,
O diixjirso de um viajante (1823) e a.re-
presentaqao de Jos Bonifacio, traducida,
para i> 1 nglez em 1826, anno em que o
Brazil a'urna concordata orna Inglater-
ra equiparou o trafico a pirataria.
Os abusos cresciam, porm, extraordi-
nariamente e o governo brasileiro resol-
vea em 7 de Dezembro de 1831 reprimir
a especulaclo infame da carne humana,
dando forca a Port. de 21 de Maio do
mesmo.anno, no qual declarou se Ilcito o
trafico, mandavaae restituir liberdade
os irapfei Udos e protessar os infractores
como incursos no art. 179 do Cod. Crim.
Desta data em diaate comevou a agitarse
os.espiritos. .
Diversos eseriptorla iniciara ra a cam-
panha gloriosa da emancipacn dos ne-
gros.
A pai-tir de 1863 que so preeipitou a
corrente volnmosa das id s a^jn iciouistas
a
i'j a af>di cao
a eacravatura
I
ab"ii';ao a ea<-rav;tiira era urna
lo-ce-sidade urgente* visto como c-ta era
oui i'biao iiivcncivel 110 caminho do bem,
uiua bairciia ojiposta o desenvoiviuiento
da iiiilusiiia, a produceao da riqueza pu-
blica e privada.
Todos os economistas, desde Adnm
Smiili (J)e l-i richrsue des ivituiis), Say
(En nouard (Uroit industrie!) e Chevalier (Eco-
noinie) reconliecera ; a veraeidade d'essa
asseryao Gustavo Molinari diz que a escra-
vidao retarden os progressos da civilisacao
e dea aso a que a Economa Poltica, accordo com a Philosophia c a Moral. nVi
hesitasse em proscrevel-a.
* V
*. *
Paremos aqui. Nao quero me aliongar
n'essas consideracoes : a outros esse en-
cargo.
fel minha parte entoi hymnue festivos
Liberdade o sado os invictos, e, deno-
nados hroes a quem a patria, risonha e
vestiva, agradece tanta abnegacao, tanto
sacrificio, tanta dedicacao.
Carlos.
REVISTA DI\RIA
Te-Oeam -Entre as differentes manifesta-
coes que terao lugar nesta cidadecom o patri-
tico intuito de soleinnisar o primeiro aniversa-
rio da. pron)ulgicao da urea lei que extingui
a escravidao no solo brazileiro, tera lugar ama-
nh 1 hora da tarde na igreja matriz da Boa-
Vista uim- otame* E^flew.4pjc popiniciativa
do digno Sr. Io vice-presidente, o Exm. Sr. Dr.
lgnac o ioaqujm de souza Leo, era celebrado
ern a^ao de gracas por tao grato annrversario.
Para.- esta solemnidade foram por S. fiso. ex-
pedidos muitos convites, e estamos autorizados
em nome da administrayo da provincias ciinvi"-
dar nesta noticia a lodas as autoridades civis,
militares, ecclesia>ticas furtecionarios pblicos,
corporaces, associaies abolicmaistas. etc., que
por acaso no cheguem a lempo os convites que
loes toraui ender.cados.
Agradecendo a delieadesa do convite que re-
cebemos, apenas'diremos que este pretto que
rende o honrado administrador o Exm. *r. Dr.
Ignacio Joaquim ao primeiro anniversprio da
urea lei de 13 de Maio de 1888, revela n ais urna
vez os seas elevados e obres sentimentos.
Tambem sera i-i'lebrado naj^ejai(oV S,
em Olinda, oulro Te-! eum pelo 11:.-mp motivo!
Tango-Pela casa edictora "rea* 4 aca-
ba de ser publicado um bello tango para piano,
ue se intitulaNao bula cometa.'-,, fpMposici*
o Sr. Alfredo de Arh/querque Gaa.
Agradecemos aos edictores o offerecimento
que nos fueram de um exeiuplar.
AuNFinnia Provineiul Nao ^ouve
hontem,. sessb por tefin comparecido apenas
15 Srs. deputados.
A reuniao foi presidida pelo Exm. Sr. BarSo
de Itapissuma.
aQ.Si. tf secretario proceden leilura do se-
guinte expediente:
Urna peticSo de Joaquim Francisco de Mello
Santos requerendo o pagamento .de 30.5 de cus-
tas que lbe deve a Cmara Municipal do Re-
cite A' natraarirmdeorciawte aiMwripal.
0 Sr. presidente oomeou aos Srs Estevo de
> Burras Lie e Da*ira* Pootuai para irem as-
ejB)t,Qoda K. aobai que vai ser dado pelos
Srs ai-aitpmiciis Ho Recife em regosijo pro-
muhjavio da tei de Udo Maio de 1888.
EmM*/uida dissolwu-se a rcunio.
Jactan da presidenciaPor acto da pre-
sidencia.di* 27 de Abril ultimo :
Foi aberto um crdito da importancia de.....
57730, verba do 12 Arsenaes do Minis.
terio da Marinba, ejercido corrente, afim de
oceorrer ao pagamento da gratificacao extraor-
dinaria concedida pelo aviso do mencionado Mi-
ni-torio de 20 de Feyereiro lindo ao mestreda
oflieini de calafates do Arsenal de Marinba
Fausiino dos Santos Costa.
Por actos de 29 :
Foi declarado, era additnmento portara de
23 do mesm> mez qne in'crina a nomeacao do
enceuheini Gregorio Tbnuiiiaturgo de A/.evedo
para exerrer o "arjio de lineal do engeabo cen-
tral de Seriuh.lem. de que 6 contractante Gaspar
de Menezes Drummond.
; Foi-nomado Joiio.Nunes dp Oliveira para
posto oe Ciipito da 5" companhia do 23" bata-
lli il. inrmiaria da guarda nacional da comar-
ca do Caruar, etn subsiiiuirao de Antonio Fer-
n irtd.-s na Mana ijup mudou de residencia para
Tin .1 .1 I llisl.'le '. .
Fot iiniiir-ado M-nod Alve- de Olivoira "'oyes
. 1 l" -"mpaDhia .Jo >"'
li 1 de mlaui ira da guar.'a nari Rada
n a do fiara Inris, til sutistil .1 -
uenl na c.i.Ti.ia viiaticia. ~
He I -. di Te d 1 part lo conservador do Para, qne marcha ram com \ {,>r<;a de vapor e
o eu embarque U\ muito conmr.Wo por celeridade de pensument.
olifeos o nar-. K, 1Slj.-, 0 )r i{r,,ll(ij .Inior n'uma
innl .ros. iiue i'iu uirt vapir .11 e 011/..1 ilr Mi-I ,. ... /'_...vi l,l,.
.,A ir,Un,il,iu,.iii,. ,.,i,l. i.aeii 1.10 p rom du-is' niemori.1 (A tmeraviaao no ISruzuj muu
AS %Z a 'l^bl., cail. en, lli-uxollas clecmrou^ f.anca.nen- <
,| 1 v.mo n.no al MaratMao. t0, sbertameite abo! eionista:
- A no iie ..i 1 ue s. Kxe, o r.-Br, Alm -i la g lS(j D (:[\y?v, u'um nelatnrio
Pcrnamb..... par-i pre KlrMfe de P.-cium ,..... .,,.,..,.,,
lumuia lmva de oonli.iiic.1 ao disiiocio e h .ur.ido nilini- ou ao ni nistro da ag a, pngnou re-
ij tiad.ir, a i| o.o em ni.iiieuio de Ma inspira- slidamente pela emafteipacao dos e.seravos
Governo Imperial conlUl os il^jmo: .los esuecHlraeiite peh.s da ime&o.
.....l.inlii oi'iiiii/tla f 1 _
Em 18Gi>, a 7 do setembro, prerendeu-
P
cao
ia importante provincia
Nao t> tno- 0.11 vista dispensar lonvafea o en-
comios S. Exc, porm a verdade nos imp6e.se fundar urna soe edade emancipadora,
no praso lega
Foi ir. Rom oMen do a qua
rivi r direili'a licnc.i uc didn ulliinameiUP ao
jiiiil un.n: I] ye bai!iarel,Jo8
E dio G.'iiciilyo .1,011".
Ht'oluc6M' iii naniinnoilai T Da
,\ |)U-
A A--siiibta Legislativa Provincial de Per-
narauco resotve .
\
f
1
-
r-
h


Da*iB-4e >PeciHib*itto^^Doonn^illl2.de
3

.*
Art. nico. Pica extensiva jubilaco do pro-
fessor Francisco .i SiItw Mitin l o dlsposto"* V
lei n i90*rie19 de, SAerabro de KA.
Revogaifase*dis|v,sii,oes em eoaiAirio.
Payo da Aseemblea Legislativa Provincial de
Pernainbtfco, i9 de AbrU te '889. -Harao it
Catar, vce-presidrnte. Jat Marn de Atbn-
merque r-M-llo. i. secretario.Prmnti*R> Hute-
lante da Camira Lxmi, !." secretario.
Vol Assembla Legislativa Provincial.
A pre&mte resoluyao, torna ido extensiva ja
Miaco do>professor Francisco da Smu M mola
O dispon-na le n. 190, de 89 de Setembro de
1888, alea de inconveniente, inconsiiturional.
E' inconveniente porgue oupraa* provincia
cotn despea superior que legalmente obri-
gadi.
E" inconetltacional porque, sondo esseexcesso
de veii' tinentos ama verdadeira mere* peni-
niaria, excede das attribuiroes das assemblas
provinciaos a coneesso de taes ineres.
Jubilado esse professor por acto de 29 de De-
zemiiro do anuo prximo udo, nao |>de ser Ihe
conr.edid, no rgimen do regulamento vigente
da IiHirijegno Publ.ca le 18 de Janeiro le 1888,
a gratitrrMeao ordinaria smente devida a pro-
fessmvs jubilado* com 7 anuos de effectivoser-
vido e qm a de que trata a presente resnlueao.
As asseiab'es pmviuciaes compete legislar
80hr>'a;i i-eiiiay s de. empreados provincia''-.
mas ile molo geral e uniforme, sem o favor pes-
soal ou relativo a p-erveoiuario determinado.
Centhm4bprafeBaur aavejaaliref.-re-iie esto
resoluco* .eiio* 'le effcl4e exen-icto. pefi
cebe, alem d o ordenado de 2:0000 9 a -rali
cacao de mrito na importancia de 5S0'K)0
ma 'na la computar em sua jubilaran por arto
d'est.i l'n-si leaeia datado de 30 de Janeiro ul-
timo: e sotnv tais vaiMafPffc o augmento di
graiilicivio ordinaria de 8001000 tomento de-
vida a pi'nfe-S'Te-i jubilados com 27 anuos de
servir i elTei-livo. e favor p ir su.1 Miaren odioso,
incoo veniente e ineonsiiiucio ial.
Pal.ieio da freiirfiHMtia fe 'ernamhnro. 7 de
Maio ile 188. Igniriu Jwigatm de Souza Lean.
A assembla Legislativa Piovbu-ial de Pernam
buco resol ve:
Art. Io Pica 1 presidente d'i provin ia anin
BBdu a conlrartarrom a companliia da -irada I"
ferro le R orino a Bonito a construre. o de um
ramal d* esla ia le ferro, que pai "lo do en
I ifler ouii'O ponto
sr
genli 1 Pe Ira Pirm > 1 de qu d j
da e-tra.llrajf *r iais-eiv(iieiio .pas*e a- conducir o- trnplios. symbolos p aV b.mdeiras
povoa I >s de Be o le- vi e Lage Gran le e termine
na poviiacao de B dein m Capoeira.-.
Art. i A co i-piuliu d ira Boiueco aet estud"S
do novo ramal manque faca o eoinrse to, e aua
tro moles, depois os .presentara ao pre i lente d.i
provincia pira s reiii a,iprovalos. terminara .1
rain lo'is anco- d 'i tildo-, e lic.n-'we.d^l 1 coiiiiinnln.i u auxilio ki
lomi'tiieo d'd 1 p.ii'a a eon-li'UCvio li estrada O
Rilie rao a B0111U.....la le protiucial 11. 1 o53d
25 de JulllO le I8S3.
Art : Kic.i 0 .ir -1 lente di prtivinefa autoii-
sa.i.. a eiilefl'ler--e co:n a CMpaMlfa' da estrada
de ferro acini expre-sa e de aCCOido ibea1' .'
directriz pas-ea "Slra a 110 povoado detioinmado Cabet
leira.
Art. i Ficam n'vogadas as tispasicOes ent
CO di ario
Paco da As-enio'.'a Lei-lati*i PiO'iueial de
Perii.iubue:>, -7 'I- Abril d> {8^9 Harao de
Caiai'. i-e presidente lmt Mir a foAlbwfwr
qif Metto, {'<''< 1 ino.-^hWCBW Ph'\elantr dn
Can iru umu, i secretario.
Wte a A-.-eailJ' L'^>ial'va Provincial.
A oresetile resilugao aulorisutido o contracta
com a e- traila de ferro de Itiliei 1 ao ao Bonito para
a construir, i.v de 1111 ramal que |rlinlo do en-
genlio Pe ira Fi tn-, "ti dM*uylqiJiir outro punte
d'a'iuella e-tr.el qj mais coiiMunnte for pa*sc
nos pov.ii.Kts Beifi te vi e La^ie '? m te a tenni-
n ir na 1 orfaca de Mtm em Capoeiras. com
quanto leolM i>o- abjeetb a realisayao deirn me
Ul ira;:ieuto mateiiai paia 0 provincia. 6 inciBVf-
niente, pwtawiineme a seos lnlrr.*e aitenti
O olios Fe^ii lante da o'irigacoein que lira a pro-
vincia. ciJBIMURl:' P' la Mjbvi-o^ao kilomtrica
de que traa o art. 2. de 9:000! 00v igual a de
qu- gosa a!wpn-sa com"a qAIaatoripadoo
coniraeoe mn-tanie da lei provincial n. 1.8-*J
de Z5 d- J\M\o de Vi.
Na d tlicil h tu .cao tinanc ira em que se acha
a pio'.incia, luVid-llie recuisjs p*ra-oc;urrer
a su 1 despezas inadiaveis, no refriiuen emfim de
dficits 01 (faimotunos, ser de pom-o acert jur
meniar lieos, a argos rom o contracto emanes-
taoao qu.il^inhtTen'ea snhven;lo kliomefrtra.
De nais seieio o mclilOrilDeiito de que trata
esta resoluto am ia nal da estrada de ferro do
Rilieirao ao Hondo, estrada, que segundo o dis
poafi n art > 7o 1" da 'ei n. :!.U97 de i% de 5a-
reaibro de 1888 tert de posar d-i garanta de
jun- d 1 U-tado, id povern finpena! que cabe
cunt r das vantagens do cintrarlo d'esse ra-
mal que, tfuando catis'rair. Bcaf sendo una
dependera d'aquella estrada.
Palacio ifcPr*s'lenr;a de Pernambuco, em 7
de Halo de 189. ^Ignacio Joaquim de Souza
Lewi.
Autoridad*** policiaes Por portara
ia |.resid->u*ia da pr vinciade 10 e proposta do
Dr chele Je polica de 9 do correte forain 110-
raead> s : 4 .
Pa.a Ingir de ;1" supplento o" deiegano do
termo de tWrieury o ciladao Antonio Xogoeira
da Sriva, era substituidlo de Joaquim Pitiheira
da iha. qu- fot exonerado.
Para o luar rayo de sub felegado do 4 dis-
trico do termo de Ouricury, o ciaaJao Manoel
Francisco de Gouveia Ferraz.
Para o lugar de f supident* do mesmo sub-
del -'al' o ladao Marcos Satyro de Alentar em
8ub-titui(,ao'te Joo Lopes \ieira que foi exo
nerado.
Para o rogar vago de 2 suppleate respectivo o
rjdltii IrrBtT Goin;.ilves Hezerra.
Para o lagar de 3 supplente do referido sub-
delegado, o c dado Sabino Lopes Vieira, em
substit.isao de Antonio Nogueira da Silva, que
foi exonerado.
Para 0 lugar de subdelegado do 2' districto
de Grvala* o teueote Jos Paulino Pereira da
Costa, em ^ubsiituigao de Joe Al ves de Albu-
qoenpi'. Hue. solicit m exonenarao.
Para o cargo de 2 supplente do subdelegado
do 2 distado do termo de Gravat, Jos. L;ns
de Araujo. em substituivo de Joaquim Antonio
da Silva Mello, que inudou-se do districto.
Pu'a o tugar de 3" supplenle do mesmo sub-
ieegado< o cidado Joaquim Lins de Araujo Fi-
.ho, em suistiluisao de Jos Hennque Bezerra,
que f.illeoKU.
Para o lugar vago do Io districto do mpsmo
tero.o o cidado Joaquim Antonio da Silva
Mello.
irande reata daabolifoi-mOlin-
da-Kis o programla da festa que vai reali-
sar se na antiga capital desta provincia em coai-
memoracao da urea le de t3 de Maio de 1888.
devendo, segundo j noticiamos, ser inaugurado
por to faustoso aconieameoto um mouumeato
commemorativo, pnmeiro que sctrguenoim
perio :
Coinecar a festa hoje as 5 horas da maulia.
oor urna salva de 21 tiros, toques no clarim e da
banda musical 13 de Maio, em f.en;e Est tu
da L-berdade que se achara velada sobie o seu
oedestal no lar^o do Carino.
A's 4 horas da ta"le formarse ha, em
frente da igreja do Bom Fim, o giaade p eatite
cvico, deve do para esse lire ^e renniri-m. ot
essa hora, na casa do Sr. professor Jos Candi-
do da Silva Pessoa, todas a.i sennorus trujadas
de branco, que terio de formar a guarda de
honra por uccasiao do desvfla.i.en'o da esta-
tua ; assiin rumo, no largo da igreja, todos os
continirentes. batalhoVs e esquadroes que for
marao o gr.inde prestito.
Constituido e>te, desfilar, a 4 1,2 hora,
pela raa d.) Bom Fim, ladeira da Mi
Q.iatro Can'os, la'eir da Ribera ma
tiento, ra 27 de Janeiro u pateo ti. S. Podro em
direcgo a pra$ii "a Aboli *>. ondr formar
grande parada, fazendo as senbons alas ea.
tomo do raoiHMn nto.
A's 5 l|2 h.ir;is di arde, impn-'.'rivel .
te eera aeotatua 'lnsvtrvdada pelo Sr presidente
da irranna rnrnmi-^'io oopular, O Ex 1, Sr.
embar^a-lor Bii.in.o> .votonio Alvts Riheira
fendendo ao ar em aen. ontinno un 1 edr
sa gyttu lofa de fogwel baodi
msica.-, pnseutis. Indas ,t nina, 0 liyinnona-
cional e o hyiwi 'bid ionista.
Em acto continuo fir se io uuvir os illns-
res oradon-s que se. a harem mscripios.
A"s 8 hora-, em pmto ra atacado o foto
de artilicio expressamenie prepirado pt-o Sr.
Li^oucio da Fonseca e cujas posas priacifa
sao:
10 luar eetrellado.
IA palmelfc colorida.
3 A bomba luminosa.
4As diamaatinas datas!
Os intervatlo* serao* prenehHos por mor-
teiros rodas de roar, flaunns e gjrandotas
congrve.
Na pega final, toda de invengo do Ilustre
ryrotfchnico pernambuoauo, foi empr gado todo
o esmero e naturalmente magestoso iert e vea
effelto.
Em seguida ao fogo, destilara o p-estilo.
com excepcao da gnarda de honra das Exmas
Sras. pelas ras da cidade que se acbarem eti-
feitadas e iliuminadas.
As sociedades abolicionistas quer de Olin
da, quer do Recife, assim como as principaes
autoridades provinciaes e muuicipaes, corpora
ct)es scienlificas e povo, -te, far-se-bao repre-
serttar na festado primeiro municipio da pro-
vincia, que se vio livre da escraviao, pela pn
meira cidade que commemora as grandes datas,
atim de lite dar tolas as solemnidades e abri-
Ih mtaiucnio de que o ella merecedora.
Amanha formarse ha de novo um grande
prestito, as 6 horas da tarde, no largo do Bom
Fim, alim de percorrer as ras da cidade que
anda nesse da estiverem ?nfeitadas e Ilumina-
das. -
A commissao encarregada das solemnida-
des com que se teui de iuaugurar o-monumen-
10, na sua sessiio de quinta-feira ul'ima elegeu
as seguintes commissdes de recepeo das socie
tladtw, corporacOes e autoridades que se digna-
rwi compare.', r sna festa :
Por parle da grande coumrissao rfomonumen
to, os Srs. Drs. J. J. Alves de Albuqaerque An
ionio Esttvau de liveira, Bernardiito de Sen na
Das, capito Francisco de Alencar e alixto Jo-
s de Mello.
Por parle do Club Abolicionista Olindense, os
l'hns. Srs. Francisco Amonio Gomes de Matio-,
Dr. Esievo 1 avalcaule de Albuquerque Dr.'
F'assos Neto e c.a|iites Jos Guillienne da Silva
II 1. le e J 'lo Francisco a Lana Jnior.
ia dn abuiiro da cidade do
Keife Eis opiogiamma dos f'Slejos do Io
Butverbario da aboh^-o do Basil, promovidos
netas exlinclas sociedades abolicionistas desta
ca; Heje
>'s 10 horas da iraahf convidado o povo
ieunt'-se 1 m frente do los iluto rrweolugiege
1I11I1 incorporado as sociedades .b'-liciomstas

une all se ach m recolhid .s. rara o tlieatro
Santa Isaliel. preced lus de nina tianda de mu
sica cedida generosamente pelo E\rn. Sr vice-
niesi lente da provincia, cliegados ahi lera Iu
liar, lo em gunla a cen- unta d.. suJemne
disinbllicno das -ni-dalllas que o benemrito
Club Cupua- mido Cunli ir expressamenie
para c.uiMieiu.inir o giono-o feto da extineyo
la es.ravido no lrasi.. Ness, aeciaito sera
execuiaio pela niu-n a da pohcia o hym o es-
.pecialmei le compo-io pelo distincto maestro
Elias Po npilio.e oli-rccido ao Ciuli Cuuim.
Ti-rmniadii esle acio, si-guir o prestito em
proii utr'ura Entrada dos Afll dos, coriduzndu a pe
dra qu dpu da cereun ma religiosa de seu
b nzimeuto, tem de >er co locada na casa qi e
a i servio ue abrigo aos infeliz' s escravisadns
pie liiihatn 'le e 1 baicar para a tetra da Pro
mis-'o en!>usea de liberdale ; depois do que
vollara 0 prestito at a estacan do Irem d" Olin
.la, a ra da Au r>, onde ficarao depositadu^
as lialldetra- e o- tro.ila'os.
A's 4 hutas la lard/ pariiro para a velha ci-
I ele de- nula, em laal expraaao, todas as so-
eicladi'i aliuliciou'stas BOm as suas baudeiras e
irophos. ilim de as-i-tirem inauguiaco do
rn inumenio que essa cafada mandou erigir em
tioina ahul.ijo do Bra-il.
Amanha
Ao loque de alvorada. sero dadas sal-as na-
cionaes no largo de Santa 1 ruz, donde o povo
reuiihlo s sociedades abolicionistas percorrer
as 4-rlncipaes ras da cidade em pas-eio npt
mi, para saudaro 1" aninvers trio do grande dia
lo resuru'imeuto da nova patria, dispersando -e
o' prestito em frente Associaco Commer-
cial.
As II horas r"a anhi de novo convidado o
povo a reui.ir-se. na ra dolmperadi r, em fren
te da typogtaphia d'A Provincia para ir com as
sociedades abolicionistas, levar os retratos dos
benemritos abolicionistas, Joaquim Na bur e
Jos Mari mno para a Cmara Municipal em cujo
salao de honra sero educados os ditos retratos
e a sistir sesso magna qae a mesma cmara
celebra em commemoraco abolico do Brazil.
A' noite, haver 00 theatro Santa Isabel, um
i spect'Culo em honra lei 13 de Maio, cotn a
comedia drama, escripia expressamenie para esse
lira, pelo mu distincto r antigo actor r. Tho-
maz Espiuca, denominada OClub Cupim e a lei
IB d> Maio, allusivaao ingent" raoviinento .aboli-
cin isla subterrneo que tanto fez. estremecer
os fumigerados neg-n-iros desta provincia.
Terca-feira
A's 4 Moras da tarde ter lugar a ceremonia
do recoHlimeolO das baLdeiras, dos tropheus e
dos -ymboos ao Instituto Archeologico que as
soc-.dades abolicioaistas irao buscar, no Thea-
tro Santa Isabel, para onde irSo, quando vierem
de Oliada, e nessa o .-casino ter lusar a entrega
de limadas raedalhas commeraorativas que o
:'Jub Cnpin lera a satisfcelo deoffoncerao mes-
mo Instituto, terminando assim os festejos abo-
licionistas.
As sociedades abolicionistas fazem um appelto
ao generoso corumercio desta capital, para fe-
char osseus estalielccimentos durante os 3 dias
de festejos e convida a toraarem parte nesses
festejos todas as sociedades c corporaces exis
tentes nesta cidade sfliiae* nao pode ser in-
differente a grande e humanitaria data da liber-
tario dos ecravisados.
Club Carnavalesco Calad*re*
Tiuibem esse Club tomar parte nos festejos do
Io anniversario da le que extingui a cscravi
do no Brazil, e para isso organisou o 9eguinrp
fiTOstramma:
Amanb, as 4 horas da tarde, ter lugar urna
salva de 21 tiros e tocar n'um crelo, porta
da sede, a banda de msica 8 de Dezembro e
pilas 6 horas da tarde sahir o Club, precedido
da mesma banda em passciata, marrar au.r flam-
betnu. pelas seguintes ras :
D. Maria Cesar, Guia. Guararapes, Pilar, Bom
esus, Commercio, Vigario, Cadeia, Ponte, Cres-
po, Imperador (a comprimentar o Jornal do Re-
afc, A Provincia e Gazeta da Tarde), Campe das
Princezas, Aurora, Ponte, Nova, Cabug, i.ruzes,
(a comprimentar o Diario de Pernambuco). Onvi
dor, Larga do Rosario, Eatreita, (a comprimenUr
o Jc-rnaldo Pavo), Caxias, Lrmmento, Direita,
Terjo. S. Joo, Suassuna. llortas, Estreita do Ro-
sario comprimentar o Bitiocato), a reeolher se
A ra de D. Maria Cezar onde tem sua sede o
Club. Catadores, achar-se ha enfeitada e illumi
nada tendo-se eocarregado dessa misso os seus
distinctos socios honorarios Manoel Moreira de
-onza, Jactntho Ribeiro da Luz, Joaquim Rumos
da :ruz. Albino da Silva Brito c Francisco Af-
fon'O dos Reis
0 C'ub convida a todos os seus socios, as clas-
ses conimercial, artstica etc. etc. a tomar parte
em sua festa.
E' de esperar que seja atieudido
EteetieocMO O Sr Dai:io Paes Brrelo,
ex-ageatc de parada do prolongamento da es-
trada de ferro de S. Francisi-o nio foi exonerado
do nesmo cargo a bern do servido publico, como
por engao noticiamos, ha dias. .
p,ir apartarbnrullnNa quinta-feira,
uo districto de Macacos, pelas 8 NOTM da min-
ie r o lugar Bomia. allereaado Auifulin- las
Joajoim eom D-metrio Ferrara do Niseimeuio,
.p{i .r.feu e fpi apazigual os Manoel Jos do
jim-nto. mas leroc qpa cacelada do printei-
ro. qu: -e evadi.
FI' o caso : por ben fazf-r mal ha*
O 1 titainoso poz-s. ao fresco
cadver No dia 7 do corrente, 4 I
da tai-te, no logar Goaea. de Pabuarea, f<. en-
contra lo o cadver de Pedro Jo -i- da Costa, co-
ii!ie---id por Pedro Xavier, all mo ador.
h oo--e qie ruortn Foca toda natarul.
Captura* O Sr. deteupido de poii ia de
Na:-.are.1. cana de conrmwcar
d,.| ; de Alagtxi do t>irrc oram eapUH
dou-rm ; ividuos pe.o crime de turtodV co.
p pelo de morie < pet subdelegad* le t.ar-
pia doi loiiro- tiel).- eriales de te i.i;
Urrx.cn nalliUkr-EsIt-o di
superiores do da a guanneo os segutno', 1-.
ollrciaes : hoje, o maji.r Alves ; aManha o ca-
pitao ajudante do r4-# batali o de nfantana ;
e no dw 14 o major Serr.. Martms. Para muda
BM'.aor os subalternos de cavallaria.
A gaarnicao da cidade dada hoie pelo .
baralbo de infanlarta, e amanb pelo ik* i
me*naajma.
Lima, foram noineaos os Srs. capito Januai'io
4a Silva Assutupco, tenente Francisco Teixeira
4eCarvalbo e alteres Joaquim Qmrino Viilarim,
conforme a parte dada pelo Sr. tunate secre
tario -do cominaaeo daswrmas. -
Obteve 10 dias de dispensa do servico o
I* sargento do 2. balalhao de infamara Joa-
quim Candido de Castro Marques.
No requerimento do cabo de esquadra Jos
Francisco dos Sanios e soldado Antonio Fran
cisco de Araujo; deu S. Exc. os seguintes des
pachos : ao primeiro, o supplicante s pode ser
escuso do servigo do exercito a 17 de Julho do
crreme auno, de aecordo com a disposico 3*
do art. 27 do decreto do i. de Junho de 1884;
e ao segundo, o supplicante so tem direito ao
pagamento do premio de seguuda.prvstaco de
voluntario, por estar coraprebenaida no aviso
circular do Ministerio da Guerra de 31 de Mar-
ra de 1882.
Aos corpos da.guernicao foi hontem pedi-
da urna relaco nomuial dos oflic.aes addido- e
em que destino se aeliam.
Nova polka-Com o titulo13 de Maio
acaba a Exma. Sra. D. Elvira B. 1 raguzo de
cumpr urna bonita polka para piano dedican-
no a ao Exm. Sr. Dr. Jos Mariano Carneiro da
i.unh.
Ao editor o Sr. Antonio Jos de Azevedo, em
cujo e.-tabeleciincntj se encoutra a vuuda a re
fenda po ka. agradecemos o mimo que nos fe/.
te UU exemplar.
Bmpruaunrlii-I julguda impiocedeu
te a denuncia dada contra o Revd. arcediugo
Dr. Luiz Frauciscode Araujo praiile o toro un*
filial ecilcoaslico.
Na eccao coiiipelenle rai a setirenja que de-
cretou a ot>sprouuucia, e para sua leilura con
vidanm aaUaaajAu dos uosso- leitores.
Club do ltideale-E-la sociedade
carnavales u couverleu-se em beneliceuie, por
deliberarlo tomada en. sessao douia 10 do cor
rente.
Ncleo ArtUiirw Teudo de fazer parte
ila procis8ao riMca, que ter lugar ..maulla, pe-
de esta sociedade o coinpareciiuento dos seos
ssoriado- pelas 10 horas do da.
Collegio Julio lloare de Aievedo
He.ili-a se hoje a luau^ur.^aj ila biblioineca
infantil desse esUbeiecimeuto Iliterario, Cons-
laudo de una sessao liiteraiia as 11 lio.a- da
maulla t i'xposico da estatua da liberdade em
ligura viva; das 4 horas di tarde em di.inte.
O iliyiio .iireetor convida a todas as sociera-
des litl-raiias e ao corpo acadeiuioo para as.-is
tencia do acto, ra do Viscoude de Sussuira
11 34.
BiMpado Na secretaria episcopal amanha
lia feriado, seudn porS. EA*.r Sr. auvcrnadur
do bispailo ordenado que na m.ssa .1,1 mesmo
de se d a 0r.1r.ad Progruliaru/n uctiam, beui
como que os templos repiqu 111 os smos festi-
vauruie pelas 6 horas da lUaiih, ao meto dia
e s 6 .1.. larde.
Ulucursoa de .1 !<-. MeadeaTendo
sillo edrlados os discursos do nlu-trado Sr. ] f-
ves Mentes, pela livrariaAntonio Mari.. Pendra,
de Li bua. acaiiam de chegar Lirmia Cou-
leuiporauea desta cidade al^uns exempkire ila
mesma obra, cuja leitara se recoinmeiid.i por
sua eiU'liCK), assim com.) a respectiva acquisi
gao iui|>uc-se pela circumsiaiiciade ser un ver
dad.'iromimo de mpiV.-sj,,.
Prulaiigamenlu la entrada de fer
-o lo M. Ir.oiriMo ealrada de f>r
ro de Caruaru' -Por portarias do reanetl-
vo director e engenliei,-o em chefe, duradas de
1 do crrente, loram'conceHidas lioncas de 3
dias, com ordenados, aos telegmpht tas de 1.'
cl.isse do Prolongamento de S.' ranciseo Joo
Ulbaldo da Poniunaula e Jeroormode Perra'e
Mello. -
Ao auxiliarde escripta e de desenno Flix
Arequiuda Lieutier, designado pura servir no es-
criplorio lechnico do l'angenneiro, foi marcada
a diana de 5JI0OO, pro labore.
' No da8desasee una grande harreira que
demora no Prolongamento eutreas estacoas de
S. Joo e Garanhuns >; desse desastra 'resulten
apenas ear lerido levemente um irabalhador.
0 .respectivo engeirbeiRx,ancuiBjirioda reeo
stiucyc das obras da 3" seces. qae rompre-
henJe aquelle trecho, providenciou logo Como
me cumpla, e lalvez que, uevida a rsse inci
leiiie. \\do pessa anda ser rral erlo o nadaejo
daquella liiha no dia 34 do correnle, como es-
tava projectado.
- Ficou de neohum effeito a re coi-Hualo au-
xilia-de escripta Carlos Pires de Maga Hies Bre-
ves para o escriplorio do engenheiro residente
do Prolongamento. sendo elle exonerado e re-
movido para aquelle lu^ar o auxiliar incumbido
do archivo da secretaria Hermenegildo Henrique
Teixeira, de rujo servico ficou encarregado o
amanuense da mesma Carlos Maxtins do Reg
Barros.
FallaRecebemos e agradecemos a offerta
!|ue pela secretaria da presidencia do Para nos
ui feita de um exemplar da fallacom que o Exm.
Sr. Dr. Miguel Jos d'Almeida Pernambuco, dig-
no presidente daquella provincia, abri a as
sembla pro'vjncial em 2 de Fevereiro de 1889.
Ti-acuabaeinNo dia Io do corrent foi
n'essa po\oar;o fundido um C:ub Histrico Be-
nericente. sendo composta a respectiva dirrogad
do -Sr. Tbom Ribeiro, presidente, Octaviano
Almeida, secretario, e Tertuliano dos Prazeres
Lima, thesoureiro.
0 Club mantem urna escola nocturna com fre-
quoncia regular, e distribue modestos soccor-
ros de beneficencia pessoas necessitadas da
localidade.
A sede do Club ser installada em urna casa
de propriedade do >t. capito Joo Goncalves
da Silva Brazil, que eraciosamente a oertou
para esse fim.
Woeieddde Recreativa duventade
A banda da msica dessa sociedade ir em
passeio cidade de Olinda amacha pelas 4 1/2
horas da tarde, e na mesma cidade
urna passeiata.
RegiMro ci 11- -Durante o mez de Abril
lindo focara registrados em Olinda e Beberibe
29 nascimentos e 19 bitos.
Hadas O Fgaro noticia o apparecimeoto
das toilettes parisienses de vero. Nos Campos
Elysios ad mi rain-se de can ha as toilette* a in-
glesa, de alpaca, muito leves e curtas. Com o
calor vir o linho. Depois do aJmoco v-se a
vestido d" foviard ou surab coberto de rendas
cruas ou pretas. Estes vestidos sao sempre
muito simples e de forma muito achatada. Em
uus a tnica, voltada, abre sobre urna saia de
rendas; n'outros a saia redonda, franzida ou
empregada, forma harmomum, e guarnecida
em baixo de bordados ou ruches de rendas.
> Os corpos sao compridos com a cintura de
largas filas atadas ao lado ou atraz. As mangas,
sempre afuniladas, compridas e justas ao punho.
Nao vai bem com esta toilette a jaqueta, gene-
ro alfaiate, que propria s para o cosiuine a
ingleza ou para o vestido absolutamente direito,
sein taumure. eve usar-se pelerinas com turn-
ias veltas, como uaaram os cocheiros; ou a
echarpe de nossas avs, negligenlementu lanza-
da sotir;' os hombros.
Os 1 hapos usados de manh so de pabia,
com -andes abas muito dimitas.
Orno ornamento domina a lldr simples a
papoola, a aiargarida e meuio o (bao. A folha
tata taiiitieni adiuissivel, e os grandes lucos
de ti.as amontoados sao amdi a inelhor orna
:n- '.;o.
A gorrt affles, eom ou s-m fitas, muito
Upada a UirV. Sio ote de. tule e ve.u
do i-o 11 ir ti de flores da r
a ( 1 nfoa ar g.. d uii"i fo ji md 11 irenlo.
Vapor Blbe-
aabb.'O, pe'" qn 0 i 1 mM: porto
amt'h
Conpaaha de Batmbelroa d 3e-
ife Cli -: em ) o quarlel d'etli
briov ictu que, roi DO .nino ao
den'e esta com grande iirilh 'titt.-mo deco.ada
para os festejos da lui ii abaNcba.
Meri c- str vimtudo,
Aawoeta-aala >o BupH-|dm
Coaauaerc** te Peraaaabueo PMenk
Na enrermaria militar existi*m-cm ment 48 piucas dos eorpOrfda guarnigo.
l'ura syudicar do tacto prattcato naiswite'ikdiracloria desea importante asnooiaeao solein-
de 10 do corrente ra do Imperador, .por ~
pracas do 14.- batalbo de inlantacia,. Bob s
rdeos do Cadete Manee! Alves de Alboquetqucj
oir o l" aaitiaersaiio da lei tquedinguteh
asoa villa no\ Brazil, fuaedo Una rande ilta-
minacAb na frente daJn**pecliva dese, Iniiemllor, no'dia W austemozi
' Netse mesmoidiaaera inaogdradoo estndar
te da assoeiaco.
iMrrcioria Man brax 'de eonnervn
c do orlo de Pemaraavurolleci-
e, 10 de Maio de 1X89.
Boletim meteorolgico
1 1.....1 1 aaa
Temperatura mxima30*,00.
Dita mnima' 2;iu.!5. '
fc. vanoraeo em 24 horas ao-sok 8*18 ; soat
ora: 3-2.
Chuvanulla.
Direcffto ilo vento : SE de meia noite at :j
horas e 38 minutos da manh; ESE at 6 horas
e :tOmiuuioe; i ate 8 lloras e2&minuios; SE
at meta noite.
Velocidade media do vento: 2" 3S por m
gurdo-
Nebulosidad.' inedia: 0.19.
Koleiim do porto
.
Horas 0 c S8?
le*
H
. 6 m. 23^4
9 28*-9
12 29 6
3 t. 8-9
1 !7 6
Barmetro a
0
761-08
762"J)7
761-51)
7W99
760-.'G
Teneo
Wo vapor
o
i
a
3S
18,33
20.8
17,811
1766
17,96
87
67
59
59
6*
i 3 Dia Horas 1 10 '< lnr'l" 7-23 1 49 da manh 7-34 - Altur;
P. M B. M Y M 9 M 10 d Maio 11 de Maio 2-12 0-65 4' 21 0-70
hartos Bflkiaet de a9. r7 a 1 6.-*-8ejaiii archi
vados, i
Disiribmo-se i rutmea o livre diarlatde 1'e-
drOscrio do.*fienaeira.
O Sr.- ixnaim^idado'- presidwrtte le'cieniia
noa.a-b.iinif do ralxaiio Jort-Jos da Sirreira e
0 regslro ila no invirin de J.kid Vi de Curvabm.
a rnpjario.eato-ile Maaaet'daa&jFaniaaeVg. E
monx-oU. f>or desrmch 1 da uiosirftdata, Adolplm
Guedes Jardini Aleofer.ido, tneiiihro da commis-
sao fia.-l da Comoanhia- do'Btiberibe, em sVuh
stituiso de Joaquim Alves da Fonseca, qae- re-
urou-se desta oidude'
DBSP10MOS-
Peligoes':
De Jos da Silva Tliuribio. Ricardo Rodrigaes
dos Santos 1 e VenuncH dos- Santos Rosas., para
que i-e archive o coinracto de suoiedade eta no-
luuicoilecvo para Ola os daaa primeiros e em
ciiiBitiandiia para ruin o lerceiro. sob a tirina
Silva, Rudrigues 4 C, oom o capital ile 6:000 sendo 1 o tunde em eomm .nli'a d'- A:00# para
o co.iiinereio de gearros de estiva aesla praca,
ra da Restauracin. 7. Archive se, na for-
tua da lei.
De Aiuerico Neito Firmiano de Montes, corre-
tur (.'eral da praca de Man-io, solicitando sua
exmMTiicjio,Sausfaca o,parecer fiscal.
. i)e Antonio Gouralves Das & C, pata que se
regisire a uotne.ico de seus caixeiros Antonio
Fi.Hieisi-. .lo> Suata* e Joaquuu ta Siha Ramos.
Registre-su.
Ue J'o Antonio Gozeade. idem de seu eai-
xeiro Keiiviudo orreta ue fiozende Reg,
dem.
Do ii.i'-uhi, para que se d batea ao registro
la nouieagj 1 le sen ex-caix.iro Alfredo Codio
I" Muraos. Como reqoer, pago o sello da
b.nxa.
De Jof CoRtolio GeaaalwM Guimares, pe-
dio* 0 registro da n iineaci. .le seo eaixeini
JiioGitieaire Lima-Gui.i.ntus Ha fernra re-
ipiepi.1.1.
N'ila uiais biivfndo a d.-spaawar, o lllm. Sr.
prcsnieate vucerrua a ses-o s 11 horas-do
da.
Dirdgirto d'geqnito >0sf5rsVmuatloreg dr> naaif>,' profeseen, di+^ores de0 collegio, Dr."
Adtonio Jeaquinvide'Barros Sobrrfl'hd'e'0"pri-
dente da commissao commendador Joaquua>LtUl
pes Miichado.
Retfc, irde'Mafo de l1.'
Joaquim'topes' Macftade.
MaiioeliGomes deMatios.'
Jo^'Marypies Aeaui- Ribeiro.
Jos Frarfereco de Goes'Cavalcatite.
Manoel Joo de Amorim.
Miguel de Fignerda^aria
Pedro Jos-Pinto.
O Arcediago Dr. l.ui/ l'raaeiaco- o
de Araujo ao l'uhliro
Dowunm mottijleat el vmficaPr humititet
sublitat. I. Reg. II9 e 10
A JSgreja e a soriedade desde-nruito-esperatn
anciosaB 'a deciso delinitiva de urna questao
KravisMma, que o anuo passade foi disentida'
mis columnas de um dos orgos da impremar
des'a capital.
A Bgreja nao podia e nern defia ficar nueda
diunte d'aquelte deploravel-acontecimento, urna
yez que, infelizmente, um de seusMi.inistros era '
indiciado como uutor de't&o hediondo crime1.
No intuio-nlH rhi'i-ar ao cmibtcimento da ver-
dade, S. Exc. Reveis, o Sr.- Bigps DrocCsano,
mandou insta urarer.;/p ecclesiastiro desia ti..-, se, adra de que, recos
t.inioiifci a iiinucciicia do sacerdote denunciado,
fosse e-te resiabeb-cido no conn*iro pnblico, ou,
provada a -ua cnmmalidadi*. fosse punido se-
gundo o rigor das lets cannicas.
Embiiru a cau a s'ive'-e.affecta fusticec-
cl-sistica.;|iii, cm tudo, -:"iJ
(
1
' I
I
\
1)
-.
i

i
4
\
, piTtnittrdo ao ,espo0, .
idi.la us^sirnpor seu procurador in- *
por intermedia do.
ttcitaeM hiteciuar-se nao os sKUiiiie|
Tetia-feira :
Pelo agente Martina, s II horas, ra do
CoroneliSuassuoa n. 22 de movis, jarros e la-
leles.
Pelo agente Pinto, s 10 1|2 horas, ruado
Bom Josus n.45, de um piano e cadeira, movis,
vid ros te.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas ra Max
quez dv. Olinda,de urna caixa com .cbiuis av
ladas.
MlHMaa funebreMSero celebradas
Segunda feira':
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela .(ni.
le Anlfinio Ferreira de Aguiar
Terca-feira
A's 8 horas, no convento do Carmo pela alma
de Luiz Alves da-Le.ssa Pimeutel; s8 lioras, na
matriz da Boa Vista, pela alia do Dr. n ti mi
Francisrio Correia de Araujo; s 7 horas, na
igreja du Terco, pela alma de D. Therez.t de Je
mis da Silva Bastos.
PaaniiKelro -S.ihidos para os fjort .s do
sul no vapor Hicn.n,,l S. Francisco :
MaHles, Ovidio Fe-reira da Silva. Viconle
Alves de Aguiar e Jos Feliciano da Silva.
Vana ll- UelenriUiMotlinciuo dos pre-
-os da Clisa de Detenyo do dia 10 de Maio !'
889.
ExistiamSOO. (ntraramJJ; sahiram 17; exifn
tom488
A saber:
Nacionaes 4'i2 ; mulheres 21; estradgeirofl 25-
-Total 488
-> rrayiKidos 433.
fions-414.
Doentes 18.
Loucot 3.Total 430.
Movimerilo da eafermario
Tiveram balsa :
Thomaz Ro'thd Lins de Albuquerque.
Jos Pereira da Silva.
Te ve alta :
JooGddino Mor.eira.
Hospital t*edro II O movimou-.o. desfi
estabeleciment de darfdade, uo dir 9 de. Maiu
foi o segninte :
*3
16
i
601
respectivas euierraaru.s
Entra ram
. Sahiram
.FalleCerara
Existem
Forajn visitadas as
pelos Drs.:
Ferreh-a Veloso s 9, Cysneiro s 10, Barros
Sohnnhos 7J|4, Berardos 10 1|2, vialaquiae
s 9 l|i, SimOs Baroosa s 10 3|4 horas.
Nao compareceram os Drs.:
Pontuaf.
Estevo Cavalcante.
Moscoso.
O cirurgio dentista Numa Pompilio nio com-
pareceu.
O pharmaecutico entroa s 6 Ij2 da manh e
sabio s 2 dalarde.
O ajudante do pbarmaceutico entrorf s 7 1|2
da manila e sahio s 4 horas da tarde.
Lotera do Ciro ParaEis os premios
da 2.* serie da 28.a lotera do Gro-Par, .\-
trahida em 11 de Maio de 1889
7%4 60:000*000
M| 8:0uMO0
738 31K)000
51 1:280*00.)
2032 1:W*09
avnsaanebai
7963 600*000
796S- 60ii*000
. 863 300*000
S6T, 300*00
737 180*000
738 180*000
Esto premiados com 600*000 os seguintes-
nmeros: .....mam *
983 1236 4025 6659
Esto premiados com 300*000 os seguintes
realisar oumeros :
737 liffi 1538 5023 5493
Esto premiado* com 120*000 os seguiutes
iiumerQs: .-. !
7961 7962 7963 7965 7966 7967
7968 7969 7970
Esto premiados com 60*0o0 os seguintes
nmeros:
861 862 863 865 866 867
868 869 870
Esto premiados com 30*000 os seguintes
nmeros': _,
731 731 733 734 735 736
737 739 740
Todos os nmeros terminados em 64 estao pre-
miados com 60*000, excepto o da sortc rande
Todos os nmeros terminados em 65 esto pre-
miados com 60*0-0, excepto o da sorte imme-
diata
Todos os nmeros terminados em 38 estao pre-
ipiadoa mn> 30*000
Todos os iiufliefos tcrtCiuado? em 4 estac*
premiados com 30*000. excepto os terminados
Todos os nmeros terminados em 5 estao
premiados com 3j*000, excepto os terminados
em 65. .. .___.
A seguinte luteria corre no dia 18 de Maio
com o plano de 120:0001000.
i.uierin do uram-Puri- A 3- parte da
.-8' loteria, dessa provincia, cujo premio srande e
i2n:iM>d m, era exlrabida no dia lSdoeor-
reote (sabliado).
Ctumetxto : ncia dos f
lo celebrados no tin-atro Sania Uafcel
eui Mili innisavao ao primeiro aiiniversaiio da
I i qj- extingui a'-': e dos ;.
enar-s liara a 1 cal.- nao do grande con
certo que en favor do mie.- - Sr. Eoclides Fonseca, promoveram as MU
diHlini tas di-cipulas. nao pode ter lugar o mes
mo concert no dia 16, fie nido transferido para
o dia 21 do correte mez, como vero os leito
jas da publkacae qae vai em outra seceo
; filial C^JKA-Mil rg
IVogramma
jloi r--*iH'j.H i:i>' realizar a tnoci-
ilaile .rult-mirii olim de aoleiuni-
sur o I" anaiaeraario da le 13 de
Maio.
> onsiarAo os Te-tejos de t es parles; 1* urna.
kenn->sf; ;- um concurso liti-rario; 3* um
grafll baile...
Piimeira parle
. A-kermesse n*idi.v.r-pe ha no jardita do Cam-
po .11.- Piiiieeii.is. 1 in os das 13. I4.' 15 do cor-
ren e. Iii-3 h-Tas..|a ,'arde s 7 da nojie; e
para-e*-ie fi.u serao .1 iuud -3 barracas prno-J
ros a e elu.a iteoie ot' o|llada*. -
E.-'iis lianm'a- de-bao.
i-til '? : 13 le M-.i...
Laicraes: lOdeAlirl. i,
25 de Marro.
11 de Ag.-lc.
28 eleilil.rn.
d das r.-tas gluiio-i para as conquistas da li-
b-rdade.
Emjsida barraca llavera duas comroissoes,
unta ie -cultura.- e outia de cavalbenos. as
.panes dii ig rao iodo u ooviineuio tafala.
Forain ikMiieail. s a- -.eguiutes commissoes :
Bir-ata i3 di Maio: A.s Exmas. Sras. DD. :
Cel'i'iuat Ro iri^ues. A^geiUi.a Pialo. Julieta
t'^frueiio da Cuulia,. E-lier Carneiro da Cunha,
CeN'sie Fonseca.
Cavalbeiros u Sr>.: Jos Antonio Pinto Ju-
111 r Peil. liaiol, Antonio L Rodrigues, Lycur-
gi N. I'a oplooa e. Al i redo da S. Loyo.
Barraca 19 ae Ab i. As fiamas. Sras. I'D.:
Mara Rila Ril."iro. I-ab. I Piulo, Mara da C.
Corry'a oeOuv ira. Goilliermina Gomes de Mat
|oe,. ,\lariaKL GOes Cuvalc*nte e A.aalia Pr.'i-
tas. ;
av-lheiros os Sr-.: Joo da C. Ribeiro, Pe-
dro Pinte Jnior J s G. de Mallos, Rodol|.tKi
Silveira. Alliert"Dias.
- Barraca 25 tii'JJjifO: s Exmas. Sras, DD:-:
Frauii-ca Oliveira Aodrade Amelia O. An
druiie. Marta O. Andade. Maria Carneiro M011-
ieiio,lriiicis a C. M mieiro,
CavalheiKis os Si : Bulholomeu Portella,
Eduo-d.'de Vaenac.'ilu.. G.-rvasio P. FerTei a
Lenpild* Oliveira ndrad-, OswaldO Macliado e
Jos 0. Ar/drade.
Barra.-a II le Agosto A- E\mas. Srs. DI).:
Maria Fragoso, Mari. Coelho. D'Iaiira Costa.
Mura A.; (JT'dy VaCenceilo- e Amia Sa/nfiaio.
Cavallieiros os Srs: : Jos 'Coelho da Siha.
Jerooynio E. Miranda "Castro,1 Pacifico do* San
tos, Solidonio Leite, Farias Neves e Junas M.
Va^coniellos*.
Barraca 28 de Setenibro : As Exmas. Seas.
DD. : Carolina Dubeux, Sophia Da>'en, Mali-
na N'edbam. Joseplnna Needham, (Uatic Bu-
prai e Aliee Daprat.
Cavallielros oh Srs. : Francisco Leal, Pereira
Juoior. Jos da Silva Loyo H.to, H.-orlque An
tunes, Mimoel da C. Ribeiro- e Soares B-ando
Jnior
0 producto liquido da kermesse sera applica
do ao passeio publico 13 de Maiu.
[Segunda parte
O concurso lilterario versar sobre o rhema
i3dcMuio-e ter lufjar no da 14 podas 8
horas da noite no theatro Santa Isabel.
A commissao julgadora* compe-se dos Srs.
Drs.: Jos J. Seabra, pn'sid-ate, Clovis Helvila
qoa, vartins Jnior, Arthnr Orlando e Alfonso
Olindense.
Terceira parte
Finalmente em o dia 15 trmiflaro os feste
jos por ota grande baile no .-alSo do theatro
Santa Isabel, honrado com a pre*senca dos Exms.
(|uiri54o das tesieHiuwhas v, por intermedia do
Mrek Dr. Promotor da'iu*iig,'.frzer repergun-
taa, n-qaewrcjuiitnr docHinentos-que podessem
esclare.Mam verdade 1
Depmeram 99 i-stemuiihas. todas dajstfea,
sendo 7 do processo. 9 itrfarmantes e 13 referi-
das, ali'm do fwnuso-anlo (lefergvntas da affen-
I dida. que durou dous dr** e una noite I
Dehtarmii -->e .le|.ornrais 7 testemuDhas teftrt-
ilas. que nao qaiz< apte-ar de lOirmada's sob as penas ra lei.
De-i o, sem duvula, ao rrescido numero1 das
tesieiB!nilw> e a .-. us longos depoimentos-, cinco
irrezes f.'nnu neces-ario- para serem ellas "in-
quiridas I
Mar es>r- motivo o processo toniou-se exces-
sivamenie volunio nas da foriiiai.-ao a tulpa f*
Envenado o proeefeo e tendo eu respondido
ao laierrogatoriu, apresentei as razOes de minha
defesa:
Na afireciari
paafe coi
mesma-e oom ,,s testemunh-js. como tarflb._
daasat entre si 4>? rrgoidr) contra mim nes-e tenebroso plano de
lSaaaayJiO, em que se proeurou inventar'factos
e nn un isln cki.s que lornassem crivel a negra
imaattafo ; mas d.-nenhum verilicou-sea prova
d- Bajaos a falsidade da allegaco. Assim, o
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ureciaro do processo mostre as prlci-
nifadicc-s, nao suda offendida comsigo

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qae tica preval cen m nos autosacoM-Y-orOPtr,
Ao os cbatnai'H contra-indines em fator de mi-
nha umoceittia ; p d- leiiho o direito de invocar"
em met a opam 0s med precedentes,o conceitO
nunca enfiaq n-i'i to de-que tenlio gozado ante a'
Bgreja e a scciedde visto como foi sempre -
es-e, lat.to im doU'rina da-EgreJa. como na ju--
nsprudenci.i-los uiivos cultos, um argumento
valioso em favr.rdo- acensados, principalmente
quandti entra rsies nao Be aprsenla prova pre-
cisa e roirli>tii
Asi razo- s ,ie minha defeza foram' anda cor-
tilMieadas eom documentos* qu junlei em cou-
lirmac^u e mnlirnnocencia.
rVa ser esta decretada, faltava somente a pa-
tavra Bolonsada daEgreja. o seu juiioMSUspeito
e im|raicial.
Ariri.il- S. Exc. Revma.. o Sr. B;spoDiocesano,
levado un' menle pelos saos principios de se-
veaa einll-x vel jusirga, tendo diant de si a .
conscieiicia Deus, e as leis qne regulam a pr-
senle-causa ordeno nos autos senten^a favora-
v"l ao suct*rdotu que tra aleivosamente aecusado
eaM autor do enorme crime.
E-tu sin*enea, que botiTa ao meritissimo juiZ'
jnlgalor, .--ia lirniada em ruzOes solidas, basea-
da em pro\a-. nieontestaveis, tiradas dos preprios
autos.
Pelo que ipof8,0 agora dizer com o.mcJyto
Dr. S. Ago tinho : omn toqunta e>t, chusa fi
Mttii est : fillou a Bgreja, est decidida.a questao,
E, liara qu? possam repetir isso mesmo todos
aqueiles que amam a jusitea e reconhecem a
verdade/otfereco a apreciactio do pblicd sen-
-aio e iinprcnd n sentenfa infra transcripta,
qiH'diri'iiio a questao.
Beid'to seja Deus, qua protege aos oppriimV
dos, dio conseriie os homehs consegnirem tudo
quaetb querem, B zomha de seus planos estultos
> injustos. Bemdtto seja Deus que foi o meU
Protector forte neste combate e me salvou em
lempo .las garras perigosas de perseguidores
gratuitos. Exquixiri Dominum et exavdivit me ;
et ex mnibus ftbulationtbus meis erip'wt me : eu
procw ei 4io Senker e elle, me ouvio ; e HtYou-iil "
iodos a minhiK tributacoes. Ps. 33.
Antes de assignar a presente publicarlo, pre-
vtiteco ne da oppdrtunidade para agradecer do
iuthBo (Palma a todos aquelles que, dorante
esta questao, mantiveram sempre joizo favo-
avel a meu reopedo, e nao se Meixaram em-
bar pelos botes da maledicencia, mas respeita-
i.'.ram os crditos de minha repuiacan, adqui-
ridos durante quinze annos de vida sacerdotal
i-empre illibada, e aguardaram o resultado de-
cisivo da futa. Sito, eu Ihes sou eternamente
grato e me lisongeio em declarar-Ihes que os
considero roeus amigos, mas amigos fiis e de
li ados ; porque assim como a virtude se prova
na Iribulacao e o ouro no fogo, assim lambi-m a
amisade sincera e leal se conhece na adversi-
d>de : Omni temport dig 1
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GHftOWCA JUDICIARIi
*na a l^siuercial da eidadie do
Reeffe
ACTA DA SESAO DE 9 BE MAIO
DE 889
VR8SIDSNC1.V, DO 1LU. SB. COMMEITOADOB ANTOMIO
COMES I1K MIRANDA LEAL
'ecnnrio l)r Julio Gmmaraes
A's 0 horas da maali dec-.aron-se aberta a
lo presentes os Srs. denutados ulin
ou M adiado, Baltro
Jnior i; do.
Lida, foi approvad a acta da precei:ente sesso
" a milura dr- ^ejrajB"*"
EXP'DIBNTa
Oflii'ios :
De 4 do corrente, da junU do^ corretores
deala lrac.i, rcmeitendo o bole.lia da ctaves
ufliciaea de 29 de Abril a 30 de Maia. Para 9
archivo.
PrograaMma das soleaaaldades
o assentanteato da pn meira
pedra do paaseio pnblico 1S
de Halo
Na segunda-feira, 13 do correnle. s 4 horas
da tardo, t>e reunirio na capella do Gymnasio
Peraambucano todos os parauymphos e mais
pessoas que se dignaren] comparecer l'e-:a
inaugurar dos trabalbos do passeio publico, e
logo que*. aehe presente o l-xm. Sr. rice pre-
sidente dfa prov.ucia.se proceder ao acio reli-
gios.. da benco da pedra, offiViando o Exm. Sr.
goveniador do bispado, acompaubado do seu
dero.
Cocluida a ceremonia e antiguados os ter-
mos, ser a pedra conduznla em solemne pro-
cis>Soalb largo do Hospicio pelo.s paranym-
phos, os Exms. Srs. Joaquim Jos do Oilwipi
Audrado (on-elhetro Quiutino Jos de Miranda,
Birao de Casa Porte, coronel i'urbiniano de
Aquino Kooseca, commendador Antonio Gomes
il. Mi'uii la Leal, conselheiro Joo Siiveira de
Si.ubr. Bar;o de Ilapiseuma eDr. Jerony no Tbo
u: da Silva.
O '<-esiiio ter a aeguinte ordena:
Os eoH' giaas de ambos os sexos formaro as
1 alas, sendo acompauhadas pela bun
(Uosna Jos menores do Arsenal de
Gu .Ta, .
1 KUn.las se comporao dos club abolicic
seguidos pela bauda musical do A eual
u MaaaMtta.
Asier.eiras.de todos os convidados, autori-
dad, s vis, militares e eclesisticas, parauym-
pb-.s 1 comiajt tures da pedra.
Peonara o prestito urna guarda de honra de
111*1 l loo s da gnarnico desta cidade.
Clt ^ n tose ao largo ito Hospicio, no lugar
o para o asseuumento da pedra, o pri-
meitoserretariolerio termo respectivo ; depois
do que S. Exc. o vio* presidente da provincia
collorar o pedra na cavidade devidameute pre-
parada, disrolvendo-se a rennio logo que forem
pioiendosos discursos peloa oradores inscrip-
tos
A
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1*
1
1

9r. vire presidente da promcia, enmmBwrim- ff,vter m nyaaWer comprobrttur. Prov. XVtt 17. -
te das armas, chele de polica ios|iecti>r do at
seual de Marioha, presdeme do Tribunal da
Relago, commissao da Assembla Provincial,
corpe consular e muias pe-soas granas.
Todos estes trabalbos sero geralmente diri-
gidos pela commi'slo central acadmica, com
posta dos Srs. Baplist de Medeiros. presidente;
Tranquilino Leitao, secretario ; e Duare.Perei-
ra, tbesnureiro.
Recife, i de Maio de 1889.
( secretorio.
Tranquil no Leitao.
Recife, 10 de Mam de 1889.
Arcedago Dr. LuiztFfiitcUco de Arauf)
Peticao.
Exm. e Retm. Sr. O Arcedago Dr. Laii
Fraucisco de Araujo, a bem de seu direito, pede
a V. Exc. Revma. -e digne mandar que o Revd.
Esi rivoi da cmara ecclesiastiea Ihre d por cer-
tido o theor da seateuca proferida por S. Exc
Revma., o r Biepo Diocesano, 110 processo iffs-
taurado no foro ecclesistico desta diocese coa-i
ira o supplicante.
Nestes termos
P. a V. Exc. Revma deferimento.
F R M
Recife, 0 de Maio de J88t.
Arcedago Dr. Imz Francisco de Araujo.
Despacho.
Dse. ,
Soledade. 10 de Maio de 1889.
Padre Dr. J Thomdu Silva, Governadr*
do bispadc.
Certidao da sentenca.
Valeriano de Alleluia Correia, Prpsbyt.ro secu-
lar e Escrivo da cmara ecclesiastiea, etc.
ertilico que a sentencii.de que trata esta pflj
tico da forma e tiii*or BPKufnte :
In nomine Individua' Sanctissima Trinilatis.
Vislos e alleul.uueule examinados esles autos,
verilica-se :
Que o Arcedago da s cathed.-al de Olinda, Dr.
Luiz Francisco de Araujo.. rovisor do bisnade'
e deile Governaiior em e\rrri< io por au-encia
nossa, foi diflamado pela grave impritaco dft- -
ler deshone.-tao a Maria Amena de Ara, jo, con-
rangiiiuea sua e alilbada dr. 1 b iaaoa : de te|-a,
depois de deslinm stada, fi-tio rasar rom Paulino
de Brido Araiij", oc-uliaiii'i di a au e o S- cto>
ao nubente, que de tal a'te calilo em engao ;
Que essa grave impuu'y o divnigou so com
mximo eslrofnlo de nMicidade e lomou uran-
Oe vulto porq.je, realisa'o o r, sano uto de Pau-
lino de Bruto Araujo com Mara Am lia de Aran-
jo foi esta repudiada por aqu'lle. logo na mt
nb segninte ao casamento. 1 eclarando o nu-
lM*nte sem rearrva que encnirou a consorte
violada e gajvida ; uurqne n proprio recusado
do difloramento jala mi. ,:-?e do as-
.-umpio lo alto dn |.ilion., i,,e.i -al ie.-Oliu-,
da, no intuito de def no.-r-sc, ,a iiidml.iQlaMe'par -
que iialiiHiite ealiin o assuiiipi.i no douiiaUda
impreusa, onde fui tratado sem reseDvaa* e-coai
a inaior acrimonia;
Que vista da diffamaso 11 b ica d4'COt&-
mumcacu reo-toda do vigario gerallnterino,
conego Dr. Joaquim Graciano da Acaua.aB-3
primo e dever de verificar a
1
a
I


I

"I
Diario de Pernambuco
delictuoso fazendo inquirir, om as cautelas
aconsemadas pela prudencia eci materia tao de-
licada, a propria ooendkla ou cumplice do d-
bete ; (fls.)
Que havendo ella, nesse ioqut rito informativo,
confirmado os boatos, largamente espalbados,
da autora do crime, contra o Arcediago Dr. Luir
Francisco de Araujo, mandamos, por Portara de
4 de Juitto do anuo lindo, proceder contra o in-
diciado no foro criminal ecclesiastico, pelos de-
lictos-
Primeirode ter desvirginado a sua consan-
Cinea e afiliada de chrisma, Maria Amelia de
aujo.
Sefundode tcr promovido o casamento dclla
ara o ttm de occnltar o dcbcto. mas eom dolo
ue levou o nubente a repudiar a consorte, ex-
pondo assim o sacramento do matrimonio ao
perigo de nuMidadc e es nubente- a e/rnvanies c
fraudes damaos.
Terceirode ter abusado do lugar sagrado
ara prodozir a sua defeca sobro assumpto im-
'' pudieo e que do pulpito nao podia-scr tratado
Km gravsimo escndalo.
Que suspendemos ao dte Arcediago do cargo
de Goveraador do bispado, mandamos ao Pro-
mo'or eclesistico denunciar dette e demos ao
Goveraador em exerricio todos os especiaos e
ecessarios podares para a fonnacao da culpa,
reservando entretanto nossa jurisdiccao ordi-
naria a final sentenca, vistos a magnitud* da
causa, a posicao do indiciado e os gracissima* m
Uresses rttigtosos tulla envolvidos, (tls. 4).
Que eBectivamente foi dada a denuncia pelo
Promotor da justica ecclesiastiea de cooforui-
dade rom a nossa Portara e segundo o Direito,
e que intimado della o acensado oppoz a mais
fbrmal negacao, quanto a autora do deliramen-
to de Maria Amelia de Araujo, contestando tan
bem qualqoer responaabilidade criminal no ca-
- amento da offendida e na defesa que de si fez
na S Cathedral.
Que nao obstante ter sido o processo iniciado
tt oficio, pretendeu Paulino de Brtto Araujo,
ir seu procurador, sem constituirse p rte na
rma de Dir >Uo, ter permissao de acompanhar
e termos do mesmo processo, o qu Ihe foi con-
eedido pelo juiz formador da culpa, com res-
IriccOes (fls. 16), e que si, em virtude dessa con-
eeeeao, alguoia inlerveacao indebita houve ao
processo, nao constituio essa intervencao aJgu
oa irregulandadc substancial c que importe por
qualquer modo nullidade no feito ;
Que tanto a justica, como ao acensado foram
concedidas aa maiores franquas e amplitudes
ora a aecusacao e a defosa, sem coarctar-se
ien despresar-se, na formacao da culpa, algum
Belo de illucidar a verdade, nem oppor-se pa-
fadeiros s narrativas as mais lougas, prolixas
mesmo impertinentes de mutas das testemu
ibes, cujos oepoimentos nimiamente verbosos rc-
vellavam aturada prepararao,
Que por meio de exame de peritos juramen
Edos verificoo-se o parto de Mara Amelia de
Araujo e qne a concepto do feto dveria ter ti
C lugar de 11 de Novembro a II de Detembro ;
. 17.)
Que, Analmente, corren o processo todos os
tramites legaes. nem se acba inquinado de al-
|sma rregularidade substancial que embaracar
poasa o scu final julgamento; *
E assim verificado
Considerandoque as causas crimes nao bas- trar na casa do Arcediago e retirar-so
tam, para determinar a ceodemaacao.dos reos,
ea Kttneitas, indicios ou probabilidade da ac-
cio delictuosa, portn que Tndispenstvel a cer-
usa da autora do crme, certesa producida por
prova plna, como ensina o Papa Innoeeocio 111.
e qual, fallando de reo sosp-itado de crune gra-
ve, assim decretou Propter solara suspicionem,
qmameis ufiemeiitem. nohtmus illum de tam graci
crimine eondemnari(cap. Litterasf, de Praes.) e
provas mais claras que a luz meridiana, (Just
Oxl. de Probat), e porque por direito natural
a&o permittido con-lemnar com perigo de in-
Mistica, sendo prefervel deixar impune ao de-
lirvquente a impor pena ao innocente.
Considerandoque quinto ao primeiro delic
te de que acensado o Arcediago Dr. Luiz Pran
ci-co de Araujo, isto a violaco de Mara
Amelia de Araujo* nao se encontram nos au;o-
proras plenas ; porquanto : o aeccus.ido oega
eoaocoafcsa o delicto, nao ha instrumento
que comprse a autora, nem apparece urna e
tstemuuha que afume de sciencia propria sa
ter da perpetracao do delicto pelo acensado.
Otas todas se refereni ou aos boatos ou as pola-
Tras e deciancoes da offendida oo cumplice ;
sendo cerlo que:
Quanto aos boatos por si nao conlitueni pro-
va algutna, nem podem perianto dar veracidad*-
aosdil das testeinunbas que nelles se eslri
bam.
Quanto as amrm:i$oes de Mara Amelia de
Araujo, realmente tenam mximo valor no caso
verteiite si fossem >rons*antes, uniformes, nem
fos-.-m debilitadas por coatradi<-oes, versatili-
dades, raverosimelhncas e leviandades, da par
te da offendida como succede, embora tratan-
do 6e de cousas dei'cadissimas e em que deve
ra haver a maior cisodee e amor a verdade. da
parte della.
Com ffeito Mara Amelia de Aruujo con
tradirtoria nos 6eun ditos -porque no interro
falorio informativo afiiraia com juramento que
mtmea suspeitou mos destejo da parte Ao acauado
para com ella ot o dh do deflorameiifj e qu, ten
do-su dado o tacto delictuoso no dia 19 de No-
vembro, embora se d.norasse at o dia 2ti (do
sesuiomes). nao te ce relaees Uii >tis com o Ar-
tediago senao no dia 19; mas depois no interro-
gatorio de processo aflirma o contrario, isto ,
eendo i antes do defaraiivulo, como tmm-
n dyois, o Arceiiag'j tombtt algwnas liberdades
eoo, H'i. as ijHaes consistiam em abraco beijot,
earinhoi, c que, por nm quatro rezes depois do
defiormiunto teta ojutitamciUo com ella -(fls. 6.
14 e m.
Nem esta tao palpavel contradiccio pode ser
explicada ou atle:iuada de sua importancia pela
eircumslancia, pela depoente allegada, de acbar-
ee, no inquarito, perturbada com a im'xptvada
ebegada do juiz e mais pessoa qu<' o comna-
nhara n para a diligencia porque ella propria,
a depoente, quem aflirma que aquella allegada
pertorbacAo neo Un ttrou a contetencia de ten ju-
ramento, pois temprt que responden durante o m-
quriU comprehendsv o alcance de saos declara-
ces, Uve eonscncia plena do que dase no referido
nquerito e prettou toda a attencao leitura fetta
pelo Etrivo desse seu depoimenlo, de modo a nao
deixar escapar urna s inexactidao. (fls. 262)
Nem realmente se pode adnttir esquecimen-
tos ou equvocos sobre (actos to recentes e que
deveram terimpressionado fortemente aquella a
quem dizem respeilo.
E' anda contradictoria, mas taaibem verstil
porque, depois de ter affirmado com juramen-
to que ioi o Arcediago o autor da offensa e de ter
confirmado isto mesmo a seu consorte, nao tre-
pidou em negar redondamente a autora do fac
to em carta de seu punbo c assignatura, na qual
aflirma que o acensado nunca a offendeu. sempre
a rttfxUou, e que t sua declarado contra elle
UA DU FALSO DO QCAL tlDiK FBRB0. (fls. 391)
B anda maisporque depo deescrever *
assignar esta carta que diz ter escrpto e dado,
nio porque fosse tetada por amisade, compaixdo,
pena ou medo, mas smpl'sment porque elli o
Arcediagul lh'a dio, como se l em seu depol-
rae;:to dwla, (Os. 255) aespejadamente aflirma,
nesse mesmo depoimento, (fls. 258) qub rass.\
CAITA PALTOG A VUIDIDE.
E' alm disto inverosmil em suas aflirmacoee
porque diz que, depois do dia 19 de Novem-
bro, teve mais uns quatro ajuntamentos com o
aecusado, nao em dios consecutivos e sim interca
lado e no gabinete da casa dellv Arcediago. (fls.
162) mas aflirma depois que ausentan te da casa
do mesmo Arcediago no dta 'ti iomevmnmez de
Novembro, nao ha vendo portanto das bastantes
para esses ajuntamentos nao em d>as consecutivos
t sim intercalados (fls. 7 e 289).
E' leriana porque tendo escripto Manoel
Joaqun Botelho, nomem viuvo. com q-iem en
tabotou casamento, dizendo-lh* em carta de 3 de
Setembro ~de o dito por nio dUo. vd amar outra
muJker, nao me escreva nais= (ft*. 36, desfajen
do d'estarte o tal casamento projectado, entre
tanto retoma as relacfies amorosas com esse
mesmo individuo. faz-*he ci^naes que revelam-
Ibe a continuar ao de sua correspondencia ; (fls.
36) mas depois disto outra vea eecreve ao tenaz
pretendente:=fN nao Ihe escreva mais porque
perde o tempo, (Os. 36) para voltar inda, depois
deste seguodo e formal desengao, a Jar alten
cao ao desengaado, como affirma de sciencia
propria a tesiemunba Anna Mara de Souza, que
faz a importante ex do? cao seguinte:
N j mez de Novemhro do anno pausado
(tempo em que Mara Amelia de Araujo esteva
resida do em casa do Arcediago): de meio dia
para orna hora da tarde, estando ella teetemu-
nba com- seu irmao Aureliaao na porta de sua
casa, que prxima do Arcediago. por ser na
mesma ra e 4 pequea distancia, vio. com seu
irmao Aureliano, Botelho fazer signa! para D.
Mara Amelia, que nesga occasiao esteva na
varanda do sobrado da casa do Arcediago, ti
raudo do bolso urna carta e mostrando-a 4
mesma Mara Amelia, sendo que em seguida
este desappareceu da varanda, presum ndo ella
testemunha, que nese momento D. Mana Ame-
lia desceu a escada do sobrado, porquanto ella
testemunba vj Botelho na mesma occasiao en-
com
Doming
o 12 de Malo de 1889
Re
COMERCIO
vista lo
Rkcikk. 11 IHtlUI DK 1889.
O movimento foi aiadl pequeo, limitndose
a trausacffle no m-Tca'k) de cambios.
amito.pouca demora, tornando ifcpoKlogo es
a<-to -Matinao appareeer -D Mara AmcHaw
varanda do referido sobrado, e, pi-rguotando ella
tstemuuha por meio de eignal, si ella Maria
Amelia bavia recebido carta, e6ta responden
negativamente rtndo-se,... que o ultimo na hito
que presenciou de Mara Amelia cotn Botelno
teve lugar na igreja de S. Prancisro. no mez de
Vareo; que perguntando por essa occasiao
a Mara Amelia porque estata eUa anda i.ao-
rando com Hotelko, Ihe responden : deixe cossf
nao sabe que eu gotto delie f (fk. 312 e seg.)
Ora qiiem por forma tai se contradz, em cou-
sas para si de tanta actu.ili'fade; quem mostra-
se to verstil, inverosmil, leviana. inronstante.
muta ve I. em patarras e actos ; continua a dar
aUencAo a uro nomem e declara francamente que
assim fat porque gasta ielle, quaodo est detiniti
va-nente emprazda para casar-se com outro;
quem nao tem na devida coma a senedade. re
cato, sisudez, propros da muttier honesta, da
donzolla psdorata, prudente; c >m certeza nao
pode merecer em suas palavras aquella fe neces-
sara para produzir a ronvkco da verdade;
Sendo assiio : tambem rio produtem f os
ditos de quantas tostemur-has dspOetn por ouvir
dizer delta.
Considerando anda que, mafl lo bastaesem as
preiuicpciM da cnminalidade pura iniposi-.-.
de pena, as causas crimen, na ous-< vertente
nem essas existem ; porquanto.:. si ha no pro-
cesso circumstancias diversas que indiciam com
vehemente probabilidade o aecusado como o au
tor do delicto, outras circumslancias existem em
contraposico que dao probabilidade igualmente
vebenKiMe da innocea,'!a delle.
Com efleiio do preces-- coete, por aflirma-
jaoda propria o (Ten lida. .jue o Arcediago muitas
vezes jogava cartas com ella, no. seo gabinete
particular, delie, ficando ambos a sos, a horas
mortas, at depois de se hiver reselbido e acom-
modado toda a familia residente na companha
do aecusado, (fls. 259' sem que entretanto elle
se prevalecossedessas oerasioes propicias, aza-
das, para perpetrar o delicto. circunstancia es-
ta que oro va bastautemeute que o Arcediago
trata va cem respeito aquella sua consangunea
e protegida. n*m andava possuido e dominado;
de paixo libidinosa
existisse, b&o poda
perigo.a emergencia de occasic- prxima, nem
tem verosimilbanca que A>:pMn se desee o de-
licto na forma indicada.
Na verdade inv- rosimil que tendo o aecusa-
do resp".itd.. a^alla sea consaruin.a em oc-
casioesa/adipirarihuear dalla, sem lestemu-
nhas, sem perigo de ser 6ururehenaido on mes-
mo suspeitado do deiieto, e ajnda mais. rundo
ao seu alcance iK'ocurar e proporcionar-se es
tas occasioes no dia cm que no sejf animo en-
trasse o damnado intento de violar i virgindade
daquella sua prente, escolhesse, ou se preva-
locesse daquella hora, logo depois doalmoco;no
seu gabinete, quando sua irm viuva, ra soirinha
mee* muito amiga e apegada oom Marta Amelia,
seus sobrinhos, tuda a sua familia em fm estova
disperta, expondo-se assim to imprudentemen
te ao perigo de ser sorprehendido ou euspeita-
do com gravissimo escndalo de seu propnr- lar,
onde era tldo por pai e chefe, devedor dos bons
exemplos ; nao : isto nio verosmil, tanto mais
quanto o aecusado nesse dia (dezenoye de No-
vembro do anno passado) tomou parte na ban
ca examinadora de latim na Faculdade de Di-
reito do Recite, julgou efectivamente as pravas
dos examinandos, para o que era necessano ler
partido de Oiinda logo em seguida ao almoco,
o qual teve comeco .s oito horas e meia e fopis
sistido por toda a familia (fls. 252, 261 e.1t2).
Alm disto conste dos autos e coufessam Ma-
noel Joanuira Botelho e Mara Amelia de Aran
jo que ells se. trvaram de ralacOes amorosas
com aquella confianca de quera espi'rav., chegar
a casamento, como se v das cartas juntas aus
autos, mautendo-se tal correspondencia mesmo
durante o tempo em que Maria Amelia estere
residindo com a familia do Arcediago, na casa
deste, como ccnJfessa Botelho (fls. 36) e indo
alm desse tempo, depois que ella voltee casa
materna como aflirma de sciencia proora a tes
temunha Anna Mara de Souza fls. 312 e 3i3i
chegando a franqueza dessa mutua rorrespon
dencia amorosa mesmo a permittir a Bjtelho es-
crever Mara Amelia o sejuinie : -deram aoo-
ra para nos expreitar, attim quando /o' potstvel
Vmc. dar as cartas na cerca ; (doc. fls. 57) cir
cumstancia este que longe de abonar o recato
da oflndiua, a faz suspeiter de procurar lunar
para encontrar ao seu amante c entregar-Ihe
cartas s escondidas, poden lo bem ter sido vic
tima de s.ia imprudencia, ticando innocente o
aecusado.
Considerandoque a fatua essa favoravrl,
em geral, ao aecusado, o qual se conduzk) sem-
pre desde os primeiros mas de seu sacerdocio
ate o dia nefasto da diflamjco por este facmde
que aecusado, e assim publico e reconheci
do, e affirmam as testemunnas do processo, e
que nem constilue opinio pubra d>-sfavoravel
i innocencia ess rumor Imantado em (Minda e
no Recife, tanto mais quanto factos anteriores e
posteriores mostram, que para levantarse gri-
te Deseas cidades, as ras, as pracas. na ira
prensa, e cobrir-ec alguem de improperios, de
injustas aecusaces, at du ameacas, nao Se
precisa de averiguar a verdade, purm bastam
as suspeitas mesmo infundadas.
Considerando que quanto ao segundo delic-
to, isto ,^r?er promovido a realisacao do casa-
mento de Mana Amelia de Araujo com Paolino
de Bntto Araujo. com o fim de occultero-delic
to mas com dolo que levou o nubente a reini
diar depois a consorte, conhecido o erroevi-
deneia-se:
Primeiroque nao foi o aecusado quem lera-
brou e procuroD esse Casamento, porm sim o
conego Dr. Joaquim Graciano de Araujo, como
elle aropro confessa e a nubente confirma (fis.
91 e 236..
Segundo-que nao crvel que o acensado,
hornera nlelligente, instruido, criterioso e pro
dente, sem ter pcnlidoo luine da razno.cooce
besse a estulta esperOoa de occultar o delicto
commetlido.emdezenove de Novembro, (do qtali
delicto resuKou a gravidez- com um calamento
realisado emd<'ie.gete de Mai) do auno seguin
te. ou quasi seis mezes depois da conceprao do
feto tanto mais sendo o nubente le familia que
guarda, como preciosa heranca, es melindres da
honestidad,;, os estmulos dn honra.
I'erceiro que o nnbenleftO foi victima de
algum dolo, visto que scube dos boatos contra
a integridade da uanotvaedo exame medico
que a declarara grvida, pois o facultativo que
a examinen diz que communieou ao conego Dr-
Joaquim Graciano de Araujo que hav-a gntvidrz
do sexto mez, ficnwh <> dito conego intrirado oom
pletamente de todo o nccorrido no exame, (fls. 23
Graciano confessu qite receben essa communica-
co do dito facultatiiH, e a tratuauttio ao nubtnic
e ao pai aette (fls. IOoj.
Quarto -que os rmbpsles attribuidos ao eccu*
*ado como Betos, alteirameote empregados. pa-
ra contrastar os boatos que ja orram mundo e
desconceituar o parecer medico to iiosKivn.
aflm de levar o nubente realisacao do ^a^a-
mento. nao tem fundamento; aem us diseres t
diligencias eom que rocurou abonar a un
cofisangoinca e protegiii^ Ihe podem ser imptr
tados a m f. e intento de enuanor, oo ^0 or
que sena ncccdaib? inaudita pretender o a*-'
cusado sobrepujar com os cre.litos-dc; suaspa
lavras, neste ponto vesivelmvnte iacompeten
tes. a declaraco medica que at'.ftava o (acto
da gravidez "e conflraBBva irrefragavelmeirte.
aqueles anteriores boatos quanto a violacao da
nubente. mas tambem porque o aecuad nao
iMniia pensar que tratava com horaens que po
diara ser tidoscomo de^sado, mas antes sa-
bia bem que tratava oom bomas crlc iosos e
principalmente que tratava com o conego Dr. |
or. tasto mais quanto o aecusado aflirma que
boa fot a sua intenco e assim parece evidente,
pois era o seu intento contrastar os boatos es-
palhados contra si.
Considerandoque si essa precipitacSo pre
cisava de expiacn, esta i foi satisfita bastan
te com as providencias de nossa Portara de 4
de Julho. (fls. 5)
onsiderando, finalmente,que de quanto te-
mos dito e do mais que dos autos con^ta(e alle-
gado foi pelo aecusado em defeza, (fls. 331 e
seg.) tica evidenc;ado que a imputaco com que
foi aflamado e aecusado nao ficou provada;
O absolvemos, julgando improcedente o pre-
sente processo, e mandamos redurr a silencio
a presente causa, interpondo a nossa autorida-
de ordinaria e decreto judiciario e sem mais ef
feito quanto decretad" haviamos em noesa por-
tara de de Julho do anno lindo:
Assim julgamos (usando de especial faculda-
de que nos foi concedida pola Santa S, para
julgar a presente causa, mesmo achawlo-nus fo-
rana diocese. coroonos acbamo), leudodiante
dps noesos oHios Deo*. fonte de toda -i justica:
D.'ida nesta cidad de Taba<. da diucese de S.
Paulo, aos 30 de Marco de 1889.
t Jws. Rispo de Otnda. .
E nada mais se continha em dita sentenca,
que bem e fielmente fiz copiar do propro or-
uinal, a que me reporto, e vai esta sem cousa
Jue nuvida faca, por mim conferida e con certa-
a : do qne don f. Subsrrevo e assigno.
Palacio da Soiedade. 10 de Maio de 1889.-0
E- rivo da Cmara Eccleeiastica, Padre Vale
rimo d' Mleluia Correia.
-------------->^se90-------------f
Grande concert musical
A? i'.iscipulas do maestro Euclides Fonseca.
que esto proroovende-Ihe um concert, avisam
ai pessoas que se dignaram deacreilar confites
para o raesaio corverto. marcado para o dia 16.
?ue nao pode elle eftVrtuar-s. nesse dia e sim a
1, porque leudo escomido o theatro, e sendo ne
cessario proceder-se all certos reparos conm
sejam o assoalho de toda a platea e outros nao
r>odem estes ser exceptados seno depois dos
test- jos que vo ter luaar no mesmo metro nu
dia 13 do corrente e no; sequenles.
As mes-mas discipulas declaram que as pes-
soas que enviaran) ot conviies sio as competen-
tes para recebar as respectivas espoMbs.
Para evitar confusoes, declaro que a pergUO
ta que sob o titulo cana fui feita hon'eiu na
pagina do Diario d Pernambeo. nfio.sn en-
lende commigu, que nao fuuocionei na deleg*
ca a qne all se alludc.
Cabo. 12 de Maio de 18.
O eserivao.
Clanndu Hermeto Lint.
Seguro martimo (Jo vapor
V'ille de Victoria
H. Burle rogam s companhias de seguro
aqu establecidas que tnham segurado qu.e-:
quer mercadorias embarcadas CUM destino a
?se poSfO n. '"ex de .l-zembro,.de. 188i no>a
por francs VilU a Victoria, Ala..comp;uihia dos
Chargeurs Reuns, rortiido a pique no ancora
douro de LisN>a a 24 le Dezombro de 1884 jwk)
enmurando inglez S Uan se dlrjam aos abai
xo asoignados. no preso de 8 dias. alim e tere
os esclarecinentos precisos sobre a qnot;'. que
Ihes toca da indemuisac/io concedida aos segu
radores pelo governo inglez .
Reoife. 11 de Maio de 1889.
H. Burle B
rVYEKMDE ACM A M TUDd*
Eis o que em'data de 10 de Junho de 1888 cscreveu o reputado clnico
Sr. Dr. ras A. da Silveira, residente em Barra Mansa, provincia do Rio de Janei-
ro, em relacSo a um precioso preparado, que grande tSo aceitacSo encentra hoje na
America do Sul.
O Peitobal dk Cambara', importante preparado do Illm. Sr. J. Alvea
de S. Soares, de Polotas, possue propriedades balsmicas pronunciadas, e exerce in-
fluencia benfica em todas as affecc^es catharraes, principalmente as do apparelho
respiratorio e genito-urinario. As affecces catharraes do krjnge. dos bronchios e da
bexiga, quando primitivas, cedem prompt.imcnto ao uso remredo do Pkitobal de
ambara'.
t As secrecOes uiucu-puruleutas, symptoma ticas da tubercaios pulmonar,
modificam-&e vantajosnmente, tomando mais dteeealbaracjado o eampo da hematose
pulmonar. '
E', portaulo o rioiTKU.vi. i Camraka" mu hereJot) moo preventivo e
um auxiliar no.trataiaemo da tysica pulmonar, too irequente no Brasil.
Em nossa longa pratica teios' tirado extraordinarios ; resultados da.cintu-
ra do Cambar, no curativo dan finidas recentes, oblendo fjua-si sempre uniSo por
primeira intensSo, pelo que doduzo que o Peitoral DE ambara' encerra principios
altamente anti-scepticos, virtudes therapeuticas procuradas, hoje, para combater-se
as molestias da causa parasitaria, como soem ser a maior parte das affeocoes broncho-
pnlmonares e genito-urinarias.
egHrsnfa
O Sr. Joo Alfi-inlo Quintal nada tem que ver
cora a rv.mraissao esperta que illicitamente a* da
angariando donativos para lata dos e-tudantes
de preparatorios; porm faz parte da e.-nmis
sto rerdadeira de angariar donativos pelos col-
leg;oo.
Paixo 1 ieira.
Hom Janlim
Am partido liberal
Tendo visto no Jornal do Hrcifede 7 de Abril
11 prximo passado a noro aio do chefe p ilitico
desta comarca, feita p<'lo directorio en!:o J. :
Hnrnr em aeu none e em nome dr nove tai-
gos qt<' me aoompnnliain, que anda nao ?s
merpceu de minha c nlan>J,a o mt-:i disti;icto
amig.' raajor Carlos Leitin de Albiij. "qu {.
por isso 2o tenho aecc9iUade de nadar ,'e
chefe.
Com a declararao que fago nao tenho em vis-
to irotostar ao \ enerando coronel Maciel.
Rom J;irdim.."! de Ahril de 1889.
Joo Francisca de Mello.
no itio e _
. atufar*-
O uso da Salsaparrilha^le Rnstol, tem efe-
ctuado casos admiraveis de sezoes, lercans, fe-
bres biliosas, calofros, febres remitientes c ou-
tr.is melestias causadas pelas nocivas exbalcOes
do terreno r das aguas estagnadas.
Refervm se casos occorridos nos valles do Mis
sissipi c do Ohio e em todas as parles da Cali-
fornia, para os quaes, depois do se haver cm
pregado infructiferameuteos tlenles dos tnedi
co3 os mais experimentados, este grande restau-
rativo e conservador da saude, nao smente des-
alojoo a molestia, como tamtiein regeneran com
pletamente o doente, dando Ihe segundo disse
um individuo que se havia salvado das garras
da morte, nova vi Ja, meo vigor, e tornando-o
ir.vulneravel contra os eB-it >s da malaria, expo-
sicoes e todas as mais influencias perniciosas de
um clima in-alubre e doentio.
Para a cura das molestia- Alcecosas e erunti-
veis o nica C derradeiro remedio iiifallivel.
Acha-se a venda em todas as principis bo
ticas e lejas de drogas.
Passeio Publico 13 de Maio
A commisso encaminada de prauover a
eonstrucco do Pass.ci) Publico 3 He Maio re-
olvendo inaugurar oHicialmcuie os tr.-tlinlb->-
desse grande iiielhorainento, com a collocacao
da primeira pedra no dia 13 do corrente, asi
lloras da tarde, depoti da bvafto que lera lugar
na carH-lla do Cymnasio l'ernaiiibucano. tem a
honra de convidar pa.a essa soli-mnidade as aa
m. svo iuaiigura^5o do
*> -I rommenorativo
meato en
da abollei
eaa Oiinda
A commissao abaixo assignada. encarregada
das solemnidades, com que se deve inaugurar
o monumento commemorativo da abolicAo, na
cidade de Oiinda, tem a honra de convidar to-
das as associac&es, corporaces c povo pernam-
btteano, para que se dignem d-- abriihantar com
a sos presenca a esse acto, que so realizar no
dia '2 do corrente, s 'i horas da tarde, no largo
do i.armo daquella oidade. E desde ja anteeipa
os seus agradecimeatos a todos que a allende-
rcm.
Recife, 9 de Maio de 1889
Domini/os Antonio Aivet Ribeiro.
Jos Vicente Meira de Vasco*c*Hes.
Jos Atistreyesitlo Rodrigues Lima.
Antonio Pereira Sinwes:
------------^--------------
Hipstila* l al versal le 18*
Segundo a carta que nos eserevem nos-
sos corrcspoudentps, os Srs. Amdce
Prince & C, o Pavilhao do Guatemala
onde elles acabam de organisar urna sala
de leitura de todos os principaes joraaes
das Aniericas do Centro, do Sul, das An-
tilbas e do Extremo-Oriente urna cons-
truecuj) de raadeira muito bonita.
Este pavilhao acha se situado i direita
da Torre E:ffel, pelo lado direito e de-
fronte da parte cental do alacio das Ar
icriilades ecclesiasicas.rivisemililans. as cor fes Liberae^. Est perto' de todas as sc-
B5*^fSS?^!lf.'i?!!!?2h2IJ!!?,? "'3e8 das Repblicas Americanas e do Im-
perio do Brasil cujoe riqiisaimos palacios
nao de constituir, por sem duvida, urna
Clubs Abolicionistas c os ranresenfauies do mu
^ierio e :'.- riasses dos artistas mtfiuidcos i
ober.ies.
. A coramisso eon&qndo- no bstos-a povo.pet- 'das maiores attraeeoes da. Exposicao.
uiiMiburtmo dv iun<^ fcaieiitWa civwma esp -Aos nos'sos patricios recommendamos
^rad.Smetitos. ******,lc** i* t,,,eBSl encarecidamente que vieitem no Pavilhao
I'.ecife, 10 de M-iio di- 1889.
loaqa'.M h>pes Mach"lo.
Manuel taimes le Mullos.
Jui Marques Arana Rtbeiro.
Jo-itUttmciteodt Gees Cmrtiamte.
Migiifl de Figueirna i aria.
.Mrin'/ Alio de Amorim.
Pedro Jos Vint>.
nymlm
Pro^ramnia
el-
qtra
Joaquim Graciano do Araujo, que alindecii
terroso, atad, perspicaz, naturalmente des-
confiado, cauteloso e sempre temeroso de cm
bustes e otadas; e assim : que se Paulino le
"rifo Araujo. seu pai. e tambem o entogo Dr.
Joaquim Graciano de Araujo. cattlnm em erro,
foram oertaaiei;!" victimas das mesans appa-
renctoa que illmlirara tambem ao aecusado, mas
nao virtfinas imbecis de embustes que sciiam
se ni2 fus sem ioaJmissiveis, Das glesa -y c que, n
t
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TABELLA
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ConsiiterandVv--qoe, qHnto ao terceiro delicl
isto ,ter abusado o !u:,'ar sagrado ara rr
duzir defeza soWe esanmoto Impdico i: que do
pulpito nao poda ssr tratado sem grav!*.-ino
escndalonao ha ne^arque houve precipico
da parte do aecusado. porm que e:;i face do aba
lo que Ihe devia in toral mente causar aquella
nefasta imputacau tao depnmeute ao acensado.
ha antes erro a'desculpar, do que eriuK a }>u
Barracas .... 8.3M
Vapores...... ......
Animaes.... -tt
Via-ferrea de Caruar. IJll
S'ia-fi'irea de S. tltmseo. 7 366
Vie-ftrrea do Lirooeiro 31
Hacaos
Soman.
i;.S6 Soceos
A^nardeale
Cota-se a 80*000, por pipa de H*' tros.
Alcool
ver.das, l\"3')'Ht por f-pa
I.: iS-) -
Ultimas
lilis.
Hel
>)ta se a 8MQ0Q or pipa de 0 iro?.
Coiiro
A cetefo dos salg&dod repta 37o r.-is c dea
verde; iTi ris.
Mudan;;! (Jo residencia
) .proesor de inglez Mr. J. D. Dick,
LottdnJb) avisa ao seus discpulos e
:is ilemais pesapas desta cida^e tcr uu
dad 11 sua residencia para a ua da Con-
quiea n. O, onde pude ser procurado
para occionar pratic.wnonte a ngua in-
o obstante esta altcra-
ifHf contina a mantor regatermeafe
curso que, pai cneiiw di; ii:a hngna, ti-
nlia abrrfe no Io andar da cMisa n. 4
ni-i Estrejta do Rosario. Outro fim, que
tambem se presta a locc: ;-r.ar as Exmao.
Emilias om s..s.a partcularea ; devendo
o iut ress dos so dirigiroin aos !-ga:-es
cima indicados tratar cotn o luoatno.
Uarea nefBOgwwe 0Mbra,'SFvto.
Harn uoroteguense Fortuna, rjr\i.'j.
Laar ingleai>/jjo^', Iwc.Utio.
Lvar portngnez Temerario, mrqoc e gordarM
Patacho tiespanbol tmen Para, xarqo .
PetacJto holfandez 'Cugttta. .virque.
lm|orl;t<:io -
Berea nore geeose BMat, ent.-ada de M
d era 11 doccrretitcecoiisisnR'ln 11.' r.nr:i-
to A C. manifestoii:
Carruo de podra 53f> tcncladai :: con i^na
ujrioSi
DA WACGCBAyZODABIBUOTHECA IM-'ASTIL
FBBBAKBOCaSA
N. 34Ra do f.WoceffoA* 34
Bcmin^'o 12 do corrente, pelas II huras da
inaiih, sera soleu.nemente inaugurada a liiblio-
thera do collegio Jubo Soares de Azevmto, con-
stando de urna sessao litteraria, a qual ser hon-
rada com a presenta de varias sociedades Ilite-
rarias, familia? e cavaihriroe que para este fim
foram espontneamente convidadas.
A's t horas Ja farde do mesmo dia, ser aber-
ra a bibliotlKva em exposicao, ifiilmenle o mu-
ses do cofTeffo, no qual sr a,:liai)) trabalhos ar-
ttslicamcnte preparado?.
Sobra um tlnono capricluisameiile preparado
estar nina linda manea de 8 annos de idade.
et'".";;:i;mente vestida syinboUsaudO a--ESTA
1 LA DA LIRERDADK.
E' de certo um quadro subiime e diano de ser
asreciadn de perto pelas Exens. fan.ilias, pnn
cipslmeot! & noite, pelo efleite das Inzes dt: c-
re dilIVrer.tes.
Ko da seguinte, 13, sabir em paaseiala a
mesma figura em um carro atinado llores ao
povo. alin de ir compnmentar o Exm. Sr. vice-
presidente da provmcie, percorrendo assim a?
s quatro fregoezias da cidade.
-; O direc'.jr pede a coadyuvar;"; j da briosa :no
eidade acade-nicu e 4 is fexm.is familias, visto
nao poder por si s levar a eftVtio estas anas ini
dativas, dignas de um verdadeird patriota par
isto estebelece o seguinte :
Entrada senil jOO ris, nari o producto ser
applicado aos fe?tejos c!a tuisseiata o eogm -nto
da bibhotbera.
DOMING l'J DO CORRENTE
!>*. I bora da larde da nollr '
fiu lio otottHo n. 84
cuat&a...... 500 R>;:s
};. bilhetc.- estln venda no mesmo oaMegj),
aesles tres dias sexta-feira, sabbado e domiuiro,
quaiquer hora do dia.
encarecidamente que visitero
de Guatemala a insta!lucilo dos noeeos
correspondentes, Srs. Amde Prince &
C, de vida ao obsequio do Ilustre csm-
m:s3ario geral do Guatemala.
O abaixo assignado testa-
menteiro e inventariante de
Jos Goncalves da Fonte,
tendo este deixado em verba
testamentaria cincoenta mil
iris para cada um dos seus
alhados que se habiJitarem;
a\isa-os pelo presente para
que no praso de 5 dias cm-
pare^'m eom suas certidoes
de baptismo para serem de-
vidamenl e attendidos as
respectiva partilhs que vao
ler lugar no respectivo iuven-
I tario per ante o juizo da pro-
! vedoria, cartorio do eserivao
V eiga.
Recit'.s0deMaiodel889.
Hamo de Casa Forte
Renda provincial
lio da i a 10 28 131*906
t'til e agradavel
>J Peitora! de Cambar, alm da sua
utiidade na cura das molestias broncbo-
pulmonarce, possue prazer agradavel e
bem tolerado pelas creancas, em cujas en-
forniidadofi tambem se applica com gran-
de proveito.
dem de 11
2:;:C3*99V
ao.trfwo
Hcmma total 335:6961995
Segunda scccSo da silfaaJcaa, 11 de Maio de
1880.
o iesonreiro Herencio Domingues.
0 chefe da seccJo -flicaroB de n ello.
Rreebedorla -eral
Lh> lia 1 a 10 ('.'..;>o-ii:i(
dem de 11 2:OS85io
27 ditos de comida- a 300 ris 13J5Q0
70 ditos de legme*e fasenJasa MO JM
ris 28W0O
17 ditos de suinos a 700 Mis 1U900
9 ditos de fressuras a 600 ris
W tainos a U
'i 100
60JO00
Rendiment dr.sdias I 9do
rente f ''
cor-
r
- -i .
187i80
1:726*680
:
U.UftMWi

- 1 ? 1 ?
X

B X 8 8'f'S-l ifi
'r.tr.i.i.i- riticad.is at a dii'a de hojei >>-
j.ok" jaccas, sendo pw:
A
Barcadas
Vapo" .
-"ca de ..
Tia-f-rre-i de S
Via-fem* deL
Botaoi
Os b-mces cor.
no b'icao. saccan
16 5,8, acbaado pi>
Pape; particuLir f<
O mercado fechou
icia
Ko Uto f'Cbei
Iid'^-kI? 1
i .Ji Saccas
46
t.9 J
.'i i i
f

i "lo i
,.m.
." ir, por 16 lulos, se-
Agrieola, fcram
10
pureaie
biuto.
r.-nuo
- V.--VI
'
a iii/u-
.. i'('

i*8u
156KI
me
::do-. ...
inte-
sende por
l'aiila da alfacdega
saaaea i r. l.'j x 18 w. majoJbx <8S3
Assucar re&nad (kilo).....
Assucar branco (kiloj ....
Assucar mascava !o 'kilo) .
AIcool (litro; ......
Arrox com casca (kilo) .
Algodao (kilo) ....
Agurdente........
Borracha (kilo)......
lauros secec-s slica ios (kilo) .
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros veriles ikloi.....
Cacao lulo] .......
Cafe hom
>'..:' r.-S'.olI.O ',ki
achaca 0
: imitaba '.:..) .
lo) -.
arvio de Cardift" Un.)
rariulii tora :"- .
Kolh.i.- ile kilo .
beuebra (litrc ...'..
VI -1 ti ......
.......
iu.Bra .....
falHiu .; (dusuij
. 220
20
86
3 0
50
3-0
180
800
3.4
410
192
400
450
350
80
260
16
tC siKH)
88
360
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70
M
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I'JOOOO
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ram:
x>or(a Bkcjfb 10 ue mwo os 1889
Para o extfitor
apor americano AtUnfa.
Hecebedorla provincial
! i>b dia 1 a 0 9:50394
liem de II 20.U088
carrega-
Irmao & B. 1,:W7
>*-
irgt
dala de boje, -o J' i c;
wi-afe
i
farca hese
|:arc;i n
B in.'i i Rwen):"
^jeatie uegu:Ooe Frenad, carvao.
:. u Se.w-York, Medeiros
pellos le cahra.
- No lj-jr per<0f{uei Temerario, rarrega
rain :
Hura o Porto Leite Bastos A C. 1 barrica cem
33 kilos 'le assucar Minado : 1 dita -v; H
ditos ii> fariuha te mandioca.
Par i o intcrir.
No vapor nac.ona! Una, i\, ..,-u :
Car. Rio d- Janeiro, J. H. Br-v;<<:, Jo ..ipas
com 8,"0 irros de agaardentf.
No *apor iiacionai S. Fra wro, .ir.-.-.-a-
ram
pan> Pencdo. M. A. leona A '.'. '> barricas com
300 kilos de assucir reliaado ; '. 1 de Alujar
l i'ixa diC'-iae ilva 100 borricas e 50 pceos com
15.444 ktlus ile assuear borneo.
.Vi iiite nacional Slur do Ji;d:n, Carre
con :
sra l'."nr.V M. tteoetes 13 kirri- com 20
de niel.
Na barcac.i Almerinda, eerre^aram :
Para vlarei.'Krn ,n u-.- 1 inio 10 barricas
en 1.000 kilos de a suoar mase va lu
a oareaca Carrcio tk Mudan, carrearon :
t'-ira ;im J. Baraja jUUfJ un f.irinliti
.m'i -'-'"i.
Iteai41ekci8 pu
Ma DC M.M0
Ufan
o arri'c;'riado liquido at lioje
Precos da dia:
Carne verde de 160 a 480 res o kilo.
Carneno.de <20 a 800 res dem.
Suinos d .500 a 640 res dem.
ariiiha de 360 a 720 res a cuia.
Milho d 640 a 800 res dem,
i de 800 a ft dem
1:914/160
lleclfe Dr.iloaxi'
tsr dia la 10 2.141*35:;
fd-.m de 11 318*H-'
9:?0:#03l
1:459*797
para:
B.0U0Q0
al....
N'le..
Sul...
Europa
Norte..
Sul.. i
Norle..
Europa
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lio da : i"
lien: ili 11
26.-.8S

Blaiilm
Pelo vaporsac^cul >. Fran '-
Autuerpiai _
... Itio e esc ..
Mutadiuiro p.iiiliiu \ v York ...
Ne-(e e-tah'. le : idas para o \Santos e esc..
mwumo de boje !'H : s a di ver- i autos e esc.
, irchaalea. ; Maoeos e esc.
Rio e esc
ayrea a entrar
MEZ DE MAIO
.... Elbe ............. 13
.... l'ernambuco....... 14
___ AUianca.......... 16
___ Ville de Pernambuco 16
.....\dc mee.......... 16
,... Muran 'ido......... 17
.... Para............. 23
.... Im flota.......... 25
Horrad Ua>ii|,.i u- M. tom j Montevideo
i: i -:'7,."-:ij v diaiOdeMaki
neguinte:
Iranun :
88 bois pesando 3.9W dos.
814 kilo3 de peixe a Wrta
'. J carsas com farinha a 898
r:s
i o h com feijSoa 20 ris
I frucUs diversas.. J vi
Vapore* a aaklr
MBI DE MAIO
-. F.lbe.............. 12 as \ h.
.. Pernambuco....... 14 as 3 b.
. Allmnra.......... 17 as ib.
Vtlk de Pernambuco 17 as 4 h '
Adrancc ......... 17 as 4 b.
MarankHo......... 17 as 3b.
Paro............. 23 35 j h
La Piala..........25 as 4 h
111*880
Koviuoipulo do porto
Xavlos entrados M din 11
New YOike-scala 30dias, vapor inulez
5i800
400
303.209 095-
89 tal 108 n i*
ti 881 t GOt re
tneQtos ."'
ris
'.a-
rtnse, rte 889 toneladas, cemmandante i. G.
H>ii*.h, e.|uipa:rtMn 30, carpa varios teneros; a
1 Un -i n l'jter C.
Car i'tF :C Mus.b.nanorueguens BenrSt By>i>n
364io.i 11 la-, icmiui!>d.iiit-A. K. Ny-iieen.
''! iioa^e 10 car}?, curvan > : etlnr; a VV-
son oas C.
Salidos no mes rfa
i:... ala V..|hk na'in. i; :iKi I coui iiandaiite S qniu da Silva ten-r ra. ga
"H> WleOs
. Ebb, capi aol' OissO,
Ii300
M71K1
isoo
8*800 i
5*000
.
1
^

i




I
Programma 4a testad patriar
rha S. los la Agona, erecto
o coaveoto de Soasa Seahe
ra lo Carato do Recite.
Domingo. 4J do crrente, pelas 5 boras da
manha, haver missa rejada, cm teiiyo de to-
dos os nossos charissimos irmaos e devotos;
as II horas (mirar a missa cantada, sendo pre-
tador da tribuoa sagrada o digno Frei Augusto
da inmaculada Conceico Alves ; qoite, ha-
ver ladaiaha solemne e scrmao, o qnal sera
pronunciado peto me>mo prenador.
No dia seguate, as 1 horasdodia, haver mis-
sa cantada ao Senhor llotn Jera! dos Passos.
A me?a regedora con vi Ja a tod03 os charissi
mos irmaos a comparecereiu em nosso consteio-
rio no dia e hora ja mencionados, alim de abri-
Ihantarem mai? o acto.
Consistorio em mesa, 10 Maio de 1889.
0 secretario,
Jos Mauricio de Alencar.
PILULAS OPERATIVAS DA JLAI
8EKKL
C O N T E A
Constipaoao inaccao do ligado, etc.
Dessemelhante a militas outras medici-
nas catbarticas, estas pirlas nao fazem
com que urna pessoa -; siuta peior antes
, de sentir melhor. Produzem o seu effeito
\ com brandura mas completamente, nao
sendo acompanhado de accidentes desa-
gradaves, taes como nauseas, aperos do
ventre, etc., etc.
As Pillas Operativas da Mai "eigel
slo a medicina de familia a mais til que
se ten dcsc <*>crto. Limpam as entranhas
de todas as substancias irritantes, deixan-
do-as em oondicao saadavel. Sao o me-
lkor remedio que existe contra a peste da
noseas vidasCoiwtipacao e inaecSo do
figado.
Estas pilulas impedem febres e toda a
sorte de doencas, pelo simples facto de
expallirem toda a materia venenosa das
entranhas. Operam oon vigor, mas sua
vemente o sem causar dCr aJguma.
Se urna pessoa apanbar um refriado e a
ameacar ama febre, e sentiado dores de
caneca, costas e membros do eorpo, urna
on duas dses das Pilulas Operativas da
Mil Seigel expedirao o refriado, impe-
dindo a febre. c
Lingua groBsa acompanbada de nm gos-
to salobro, e a causa de materia impura
no estomago. Urnas poucas doeee das Pi-
lulas Operativas da Mai Seigel limparao e
estomago, removendo o xno gosfo, res-
taurando o apetite c ooin elk trar boa
saode.
Muitas vezes succede que doenca ou ali-
mento meio apodrecido, causa nausea e
'k drrha. Se ae 1 impar as entranhas d'cs-
-1 ta impurc-i eom urna- dse Operativas da M Seigel, estes effeitos
desngrdaveis desnppareeerao, resultando
em ba gande.
As Pillas Operativas da Mai Seigel,
impedem os ms efffiitos que produ
zem o comer e beber em excesso. Urna
bt dase ao d- itar da cama torna urna
pessoa hbil e inclinada para o trabalbo do
dia seguinte. '
Como estas Pirulas slo cobertas de urna
mamada de assucar tomam-sc com agrado.
O rosto desagradavel tao commura raaior
paite das pilulas d'csta forma evitado.
Estas pilulas recominendam-ee especial-
mente as mulheree, podeudo e:npregar-sc
para facilitar toda obra da natureza, e
para remover todas casas obetruccoes que
sao a causa de tantas doencas a que esta
sujeito o avxo no mundo inteiro.
Achani-se venda em todas a boticas
e lojas de medicinas, cm toda a parte do
mundo e cm casa do* proprietarioe A. J.
White, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pemam-
fcuco por atacado: Francisca M. da Silva
C, na cidade de Pernambuco.
Vendedores retalho, ua cidade de
Pernambuco, Bartholomeu A C, J. C.
Levy & C, A. M. Veras & C. e T. S.
Silva; em Palmares, A. de Agriar e
era S. JoSo da Igreja Nova, J. A. da
Costa e Silva.
'I
Recife, 10 de Abril de 1889.0 advogado,
Mati'rno de Carvalho >
(Estava devidamente sellada com urna estam-
puna de 200 ris devidamente inutilusada.i
C nada mais se continba em dita peticto aqui
transcripta, na qual profer o meu despacho do
theor seguinte:
Como roquer, e opportnnamente se far a
nomeaci) pedida.
Recife, 11 de Abril de 1889.-Ribeiro.
B nada mais se continlia em dito meu despa-
cho aqui transcripto, em cumprmento do qual
o esenvo de meo cargo Fehcissimo de Arevedo
Mello fe passar o presente edital de eitaco
com o prazo de JO das, pelo qual se chama e
cita, e nei por citada a tuda e qualquer pessoa
que se julgue com direito puceessio da refu-
nda Pnilomena Augusta Duarte por todo o con-
tedo da peticao supra transcripta |
E nara que che guc ao coohecimento de todos
mandei passar o presente, que ser )>uhlicado
Diario de Pernambuco-Domingo 12 de Maio de 1889
D
presente, qu<
ffixado no lu
car do tostuine.
aos
fi papsar
pela iin prensa e a
Dado e nassado nesta cidade do Recife
11 do raet de Abril do auno de )$89. <
Eu. rVHcisSHBO de Aiev do Mello, ecrivo,
fiz escrever e subncrevi.
Recife, il de Abril de 1889.
Joaquim da Costa Ribo.ra.
Escrivao Reg Barros
Peante o Sr. Dr. juiz substituto dos
feitos oa ftzeui.i, Jos Salazar da Veiga
Pessoa, m rendor cn\ praia publica nu
dia 17 do corrente mez de Maio, pela
11 horas da manha, depois da' audioncia
do mtvrao ju3,.j)s bens seguintes :
I iua casa terrea, de tijol e caf, sita
roa da igreja da povoa;a'> de Boa-Vriagom
n. It, com 2 portas e 2 janellasde frente,
2 salas, 6 quartos, cosinna externa e J
saleta, quintal em aberto, pelo preco de
1:45840U0, pertenc^nte a irmandde de
Nonsa Scahora da Boa-Viagem.
Urna casa terrea, de taipa, a ra da
Matriz da povoacao de S Loureaeo,
com 1 porta e 1 janella de trente, 2 quar-
tes, 2 salas, eesinha fora, edificada em ter-
reno foreiro, pelo preco de 150OOU, per*
teocente a Joo Pedro de Barros
- ,l_"ma casa terrea com rancho ao lado,
sita no lugar denominadoIpotinga fre-
guezia da Varzea, com 1 porta e 3 ja-
neQas de frente mais 1 porta no oitao,
com 2 salas, 3 qoartos e 2 cosinhas, e o
rancho cuberto de telha e edificado ero
terreoo foreiro, pelo preco de 10f000,
pertneente a Antonio Francisco dos Pra-
Eeres.
m rancho coberto de telha, sito no
lugar Barre iras de Canaragibe, freguexia
de S. Loo renco da Matta. mediado 21
metros de frente e 18 de fundo, com 2
qusrtnd das extremidades do mesmo ran-
cho, tuio de taipa, pelo preco de 10U#.
pertneente a Jlo Francisco BorgOB.
Urna- casa terrea de tijolo e ca n. 97
sita as Areias, freguezia de Afogados,
com 2 portas de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, coainha externa, edificada.em terreno
foreiro, pIo preco de SOifr'JOO, pertn-
eente a herdeiros do Francisca Romana
Moreira da osta.
Urna casa Wrea e olera sita no Canal
dos Remedios, freguezia de Afogados,
tendo a casa 1 porta e 2 janellas de fren-
te, cora 2 salas, 5 quartos e cosinha, tudo
de tijolo e cal, e a olaria em muito bem
estado montada sobre pilares de pedra
e cal, e coberta de telha, pelo preco de
TaOOQ, pertneente a Antonio Caldas
da Silva, CHj'i bens acham-se penhoradns
e vilo ser vendidos para pagamento da fa-
zenda nacjonl e custas.
Recife, de Maio de 1889.
O solicitador da fajeada nacional
utz Machado Botdho.
L It 1 II A
1EBIT CLUB
PERNAMBUCO
M
isa
A
QTTE SE REALIZAR
!fl 5
Domingo 12 de Maio
SI""
DECLARAgOES
EX OQITION UNIVERSAL DE 1889
Segn nos escriben nuestros correspon-
sales, los Mr Ale Priee j C.
?1 Pabelln de Guatemala, en donde han
organizado un gabinete de lectura de los
principales peridicos de las Americas del
Centro, del Sud, de las Antillas y del Ex-
tremo-Oriente es una construccin de ma-
dera, d^ las mas lindas.
Esta situado dicho pabelln a mano
derecha de la Torro ele Eiffel, del lado
derecho y en frente do la parte central
del Palacio de los Artes liberales. Se en-
cuentra a proximidad de todas las seccio-
nes de las Repblicas de Ua Americas y
del imperio del Brazil, quienes han cons-
truido palanios que rivalizan de riqueza, y
3oe ?eru una de las mayores atracciones
e la Erpi-icion.
Encomendamos particularmente a nues-
tros compatriotas que visiten, en ol Pa>
le-n de Guatemala, la instalacin que han
lucho nuestros corresponsales, Ara. AM-
te PriBee y C gracias a la amabili-
dad del seor comisario general de Gua-
temala.
EDITAES
O Dr. Joaquim da Conta Ribeiro, juiz de
irc'to do citd deMa cidade do Recife *
seu termo, capital da provincia de Per-
mmiuco, p-ir ->''i iagmtode Im/mrial t
Gom*titi'cion guem ku* guard, etc.
Furo eaber aos que o presente edital de rit..
cao com o t-razo de 30 d as virem on d'ellc n^ -
iicia ti ifiii, que : tend p lorw io escrivao que este snbscrev', l>. Mara
Joeepiu Lopes, casada cr>ia Fr.ncMco Xavier de
Carvalho. intentado aejao tii-'iin. Aonuota l>uaric >ar,i haviT des'a os
Otenos, valotes .' i)in!i<'i;os que Ihe loram da-
dos c doad ocio frarldo d'ella autora, na qua-
lidad< 'i r, iuio novator de 137*400,
moi-d'-! brazil':. tai.ibeni r.iada no valor de
*8SBS3S m >n k w eoereado a causa
seus termo1, e >l pois de arraznada aaaJ por
amb-'s lis p m del-
xarlur --'. P'lo que me dirigi
a aut ra u pet 1 thei r seguinte :
. u i. S.. !>.-. joiz do civel.O. Ma-
na Joeph:i L qUP que move a
VU | u^u^ta Duarte.
^p'i ros conhe
rpq,. d aue se ,l\s.
iim i
!o queii (iii r ij
, Ja rff '
irici "
K. P M.
1.a jerr. _- Mer re tarta da s>real*leBi
rl le rirnmfcro, S Por esta secretaria se Taz publico que aclia-se
Bosta tvpartijaa, alim de ser ctitreguc ao iute-
n!?-ado. depoi- ile psos os devidos direitos a
patete d<) tenente coronel coniraanjante do 71.*
balalbao de infaularia da guarda nacional da
comarca do Limoeiro, tenente. Joao Nepomuceno
da Silra, nouieado por decreto de 30 de Marco do
corrente anno.
Manoel Joaquim Silveira
SccreUro interino.
Irmandde do Divina Espirito-
Santo do Recite
Do ordvtu Jo inno juiz convido a lo irmao conjunctos e supplentes, sorteado3 em
tntaagwul de 2 de Setembro do anno projmo
passado; e bem asslm a todos 03 memoro? da
mesa ivgcdora, i comparecerem em nosso con
sistorio. domingo 12 do corrate, pelas It ho-
ras lo ta tomar-scconhccimentoe deliberar-se sobre
assumptos de grande impor'ancia para esta ir
mnndade.
(iwsitorio, 10 de Mai- de 1889.
O escrivao interino,
Antonio Magalhae* da Silva.
>om#>
Pello*
i VHiur
i lid
C*r avetu-
m**nla
rrsrlel*artoa
l' pareo
uuia 900 metros Animaes da provincia que nao tenham gaalio nesta
raaior distancia. Premios : SOJ ao i, 60* ao t e 154 ao 3
ou
Boiaxinha..
otoni. ....
Marat.......
Piorrot......
SlTrolna--------
M-parte ....
Flautita ..
Rio da Prata.
Oranfe.....
10 Cacique.....
Rojal.......
Gui.....
Lindaess
Bonaparte.
Good- mor-
ning.....
B
5
5

5
6
5
5
1
i
6
3
Roas nedret
Castanno
Rodado....
Baio.......
Castuubo
Alaziio.....
Castanbo...
Cardo ....
Castanbo .
Alaio......
Russo......
Russo pedrez
Baio.....
Rodado ..
Pernamb
:6
56
56
5S
56
N
56
56
54
54
56
56
56
56
Encarnado c branro.
Grenat e onro.......
Encarnado e branco.
Preto e branco......
Rosa e ouro......
Eocarnado e branco.
Preto, encara, c ouro
Encarnadoebranco
Rosa e preto '.......
Verde ............
Azul branco.......
Branco e encarnado
56 Preto, onro e escoseei
J. M. B. Cavbante.
Bostock.
Coudelaria Demcrata..
Condelaria Progresso.
R.
Jos L. de S. Filho.
Coudelaria Musical.
F. L.
A, E. G. A.
P. F.
Coudelaria Musical.
C. A.
Condelaria Vencedora
R. G.I.. ,
R. Cardos
rasa de BeotlMea Rlder*. Premia:
e ao 2.
%ORTK
t parco-1 "de fstik* -1,100 metrosAnimaes naeionaes de menos de meio Bangue. Pre-
mios: 300#aol. 604 aof e36#ao3*
Moncorvo
Cometa .
Ayiuor .
Alpha ...
Favorita..
Hamlet...
Rodado.....
Alazao......
Castanho
Alaza dour..
Zaina.......
Atezo......
A t ^
S. Paulo . 51
I 54
54
54
54
' c W
Azul, brancoe ene... ,C. Femandes.
Violeta e ouro
Preto e grenat ...
Eocarnado e branco..
Violeta e ouro .....
Violeta eouro......V
Coud. LczoBraiikira.
A. M.
K F.
Mai a A Cbrvsostonio
Coudelaria Cruzeiro.
1"Ptci larfa rrfamfcTdw 1,100 metros. Animaos da provincia que ainda
nao tenham gaoho n'osta ou maior distancia este anno. Premios : 300* ao i, 6W
ao e 304 ao 3
Pareo Princesa Isabelcorr}da
Objectos de arte ao 1.*
3/
Danga na corda pela Joven BMTRF.LLA DO
4s
Pareo JoaO Alfredo------ Corrida rasa para AMAZONAS Premios;
Objectos de arto a 1.* e 2.a
O
Jogos Icarios pela FAMILIA 4 4POAKZA
Pareo Jos jMurianno:Grande Steeple Chase (emrf
MtlhalS) por AMAZONAS. Premios: Objectos de arte a 1. e 2'.\
FAMILIA JAPONEZA.
Pareo Joaquim- NabucoCorrida rasa de tiemtimtm mich.
Premios: Objectos de- arte :ai 1."
S"y.......
Florete ....
Cndor. ..
FLiutista..
Mouro......
Monitor
Good- m o r -
ning.....
Azamor___
Atheu.....
Snoca .....
10
4. PareoHaPPli
Baio.....
("^itanho .
Baio.....
Castaaho
Alaz&o
Russo ....
Rodado ...
Mellado... -
Castanno .
H.' pedrez..
Pernamb. 54
c 54
9 60
a 54
. 56
( 54
c 54
a 54
54
54
Rosa ... ....... .
Encarnado e branco
Grenat.............
Rosa e ouro......'-
Eocarnado e ouro .
54 Rosa c preto
Encarnado
Verde e ouro......
Encarnado e branco..
F. C. Rezende.
M. L. J.
R. 0.
Coudelaria Musical.
A. F.
Coud. Pernarabucana.
c branco Rufino Cardoso.
J. L. S. Puno.
A. F. C.
U. Pessoa.
corrida.
IJtt metros. Animaos de qualquer paiz nao inscriptos nesta
Premios : 60W a I.", 1204 a 2o e 604 a 3.*
Meroveu
Gallia ..
Risettc .
B:azil..
Cinira..
Aspasia
3 Castanbo Inglaterra 57
1 Alazao..... 59.
5 Zaina .. R. de Jane. 54
Alazo..... Franca 37
4 Inglaterra. 57
3 53
Verde e branco.....
Ouro e branco.......
Azul e ouro -------
37 Vtere"*flMreilo...
1
Azul e ouro.......
S0 i>are>-*'e-rro Carril 1,200 metros Anirnaes naeionaes que nao
anno. Premios : 4004 ao 1 804 ao e 404 ao 3."
E. G.
Condelaria Emulado.
Coud Brazileira.
C'ud. Independencia.
P.J.
Guimaraes & C.
tenfiam ganho neste
Mimosa.
Mandarim
Maestro.
Corcovado .
Douro.....
Alazo...
Rufino..
Turdilho. .
1 jistanho..
Alazao...
S. Paulo 48
r-4.
c 54
R. de Jane. 52
54
Coud. Parnamerim.
I. Bastos.
C. J. M.
Azul e grenat-----
Violeta e ouro
Rosa e preto........
Encamado e preto... [Coudelana Paysandn.
Preto e grenat--------F P.
6. Pareo Prada Peraaabacaa t^OO roetro3.-Animr.es de qualquer paiz.
8004 ao !, 1604 ao 2 e 804 ao 3.
Premios
IjErnani.....
t Salvatus.....
Hamilcar .
Stephanic ..
Vesper.....
O.Diana .....
7lCastiglioni. .
Zaino.....
Alazo......
Preto.......
Castanbo....
Alazao.....
Zaino.
Inglaterra.
Franca ...
Inglaterra-
Franca
54
52
54
50
53
48
54
Encarnado e azul.
Azul e ouro.......
Ouro e branco
Azul e ouro.
P. C.
Coudelaria Cruzeiro.
Condelaria Exigencia.
F. Corrvia.
Coudelaria Eraulaco.
Coud. Internacional.
7." Pareoesisreaa 1,600 metros. Anirnaes da provincia.
ao 2- e 30# 10 3.
Azul, grenat c branco Coudelaria Cruzeiro. '
Premios : 30H ao l>, 1504
Oberon .. ..I
'aifaz.....|
Monitor. ...i
Templar.. .I
Arumary.....
Artindol*. .<
5 jBaio......
!> Castanho
5 Russo .....
5 .Rodado.....
5 Alazao.....
5 Castanho
Pernamb..
54
54
54
54
54
54
Azul egrenat........
Azul listrado.......
Rosa e preto......
Violeta c ouro......
Azul, branco c grenat
i R.
JJ.
Coud. Per.ianibucana.
J. F. P.
F. Siqucira Bastos.
J R.
Glub Carlos Gomes
l
dial
.rao mensal
lera lugar 00 d 18 c. sarao leste mez.
Ingresaos aos ssubore socios na forma do
costume.
Secretaria do Club Carlos Gonica, 8 de Maio
d.; 1889.0 secretario,
___________________ Andr Costa.
Thesouraria de Fazenda
De ordera do Illm Sr. inspector c de conlor
midade com a ordem do Thesouro iSacional n.
l de 24 de Abril n-cenlemente lindo faco pu-
blico qne foi esta the>ouraria habilitada com o
necessario crdito para pagamento da divida de
exercicio Bada de que < redora a companhia do
B-b'rilH*. ni iu.jMirtiiiici de 5460>.
Recle. 9 de Maio de 1889.
O secretario,
Dr. Antonia oxt de Sant'inna
S. It. C.
Asseuibla gcral ordinaria
EI.KICO
!! o'iii-ni tn M'n tici s <>- -i-tili rw soriivi a reuiiimn -;; doiaingu
12 do c irr'-ii'i a 111 < ouviivm a 1 tura do
relatur< i.e el. frrem Bo*tn funecionarios pnr-a
a 'liiec'"ria.
Secp'tari 1 da Miciel ule Recreativa Comincr-
cial, 10 de Mni.de 18x9.
) i nafrotatin
r.iuu Giii
(*) M'tado por amador.
OBSERVARES

achar-se no ensilbamcnto
fl
Os anirnaes incriptos para o primeiro parco devem
9 lj2 horas da ruanha.
Os animaos inscriptos para, os outros pareos devem achar-se no. ensilhamento
ama hora anteo da determinada para o pareo era que tiver de correr.
^8 forfaits serao'recebidos ate sabbadn. 11 do corrente, as 3 horas da tarde.
O animal inscripto em mais de um pareo que deixar de correr no primeiro,
nao correr no segundo.
Qualquer rcclami^ao sobre corridas ilever ser apresentada por escripto
directora.
HORAlilO
Kiic-rramento da venda de pouies
2.
3."
4."
0.
a."
7.
pareo.
-Ub.50
12.40.
1.20.
2.10.
2.).
3.40.
4.30.
x:>DaEgs
o*
IdsIiio An'liej;>j p 6e<
phic ?mnmm
,.f,; r:, |( .1. -rr< 'it <4 horss
de, mine ;" i '-i*'"' em -- ao eslr
ria, afim i'..... r 'H'dad* "
n
0> t.
Entrada e arohi bancada
Hntrada, rirchibancada o enilhamcito
(Cartees de familia at 5 peaaoas
'Lamento......
lili' renga para archibancada -
9 de Maio de 1888,
Corridas
m,
")0
1 30
2.20
H. f>
50
.40
l*00->
2-50OJ
35000
55080
25OOO
lrt0
l
\
Oue se realisar
^-J'.L
Em commeniora^ao do graadt. acontecimeato
UBBRTACAO M PATfflA BRASDLBIRA
Com o concurso da companhia
DO
ILLM. SR. 3HCO0NnO3aXa 3PA.3AJGXQS
PROGRAMMA \
Abrir a festa urna salva de 21 tiros, ao meio dia em ponto
1/
GRANDE MARCBA EQESTRE

Mnale) por
Peoe9 pela
^

e2.
O HOMEM PROJECTIL

i-,
Observat^es
O programma detalhado ser pubcado em odijlo especial do Sport que app
recera na vespera da festa.
Nao ha convites.
Entrada geral
Archibancadas
Os cartoos annnaes n&o dSo ingreeso
PRE^O
e.....
y.
.
. 15000
..... 25000
O GERENTE,
EXHUIUB NCHITTKL.
i--
OBRBY CLUB
PERNAMBUCO
Para a 12.a

3.
8.'1
aa
A realisar-se em 19 de Maio de 1889
HUA CONSOLA9AO 904 aaetros. Anirnaes da provincia que an-
da nao tenham ganho no Derby n'este ou maior distancia e nos oft-
tros prados do Recife, em distancia maior do 850 metros. Premios
2505 VMVM-~-X)MNH;M l.OOO Metras. Anirnaes de menos de meio san
gue. Premios: 3005^00 ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000
ao terceiro. ..... ^. .
^\^ls%PR08PERIDADE .Sf metros. .Anirnaes. d%rovincia que
anda nao tenham ganho em neuham dos prados do Recife em maior dis-
tancia. Premios: ?O500O a-primeiro 505000 ao segundo e 255000
ao terceiro.
Vkfc*-? INTERNACIN AL .# metros. Anirnaes de qualquer
paiz. Premios : 5005000 ao primeiro, 10*15000 ao segundo e 505000
ao terceujo.
*%*%PROVINCIA DE PERNAMBUCO !.' metros. Anirnaes
da provincia. Premios: 2. UdoOO-ao primeiro, 100d(X)0 ao segundo o
255UX) ao terceiro.
VMft sangue. Premios : 3005000 ao primeiro. 60dO"H ao segundo e 0#000
ao terceiro.
IVtrM -EMIILA&xO SStamM. Eg>as da privinciH Premios:
20O5')'> A riineira, 4<'50i'>' segu da e 2('5 9MWM IHi'BlsSA PERNAMBUCANA SAO los. Xnimaes da
vine. <| e rao ti-nharu ganho no Derby, nest;. -ii itm->.- distancia.
unos: '"> vXki ao primeiro, O-VNiOa segando c 2i>:y>0 ao terceiro.
(^bsTVJI^M'S
-Iih terc.i-fer>i, 14 d corrente, s > da tarde,
. -. praca d*; Sldanos Marinho n. 2, 1." sndajL
O GERENTE,

m>v
hai
A insc--pc*"i
secretaria c l)
Henrique SckuteL
Arse
i
iV -i
'ir da :"i"i
i -r. Brasil
i--i ir -i eaaa solemnidad
i to'ies os socio- da lasBteto
el lade.
> ti ria 'lo !"-i'ul0, 11 d> -1 ii
Raptila.;;
Io
i
'i
O G' i;
Francisco de Sattzn
Pern-i-ubiico DeFi)} flj
v.
I^orurar eos bi-
h tu de 13 do
. w ai .i.a s 3 horas.
MuiOd
O u> rente,
Bnnque Schntel.
I
Rcgo aos M-..
13 doantanlo, o f.iv.
retara d
lie -U;iV ve
ra? da tard '" i!
tli*lnnici
be
De ordem
Nano da Cos;:
do porto de '
ob^ervanrin i ir-il i
n ."xi de 2t
Hli-tailieli'o
i! (ir >
ii nii>nul
. ,o- ,
I t ti" Ir
Im -|ii rriio '^ "'
niij
liar
Futrada de.ferro Jiecife

Caxai
ir i.
^k^AvSso ao publico
' ,' 3 M..io ic" a tabella
i rui i .is r,., spri
l, ii

:i Je -\:
-). i ;
|ii\ i i i. ii :;. .i.
<} \'\ Ii. :i Ii
,i i ni il in m- seh
1 Hiede I8H9.
el 18
-.9
laote a
6 a con-
tOHt 4u
.izetedo.
H. Fi
ir'


f
I
I
I
6
Diaria de^iPeiwtah^ HN9'

S^iiDi^h-v I30W Mr
Que aboli a estjravidao no Brazil
coava meaKHV'A de s/bjcc. o k. vic-iKiinBWi d* i'iovmciAii
^ mais aulrt^bsi<)3 aiiin.lorel < DraBtJBtleO.
RiaeOfrenar cv^wnThaiiai '
actos, e 1 quadro.e apotheo.-e. intitulada
exhibirlo a
**n DranrVafeb
comedia drama em 4
O
&
&E! T-KZK WS JMO


PBRUOllflEM l0 (LUB
ttulos de g u vm ka *
Dr. Jos Marian'ioSanta 'Htliarina ...
Dr. Bartoe Sitbrinho $. caulo '.....
JoSo Ramos ear .... '
Nuuia PompilioMatM-GroESo '
Guilhenue Pinto Peroanibuco. '.
Nano da FonsecaAliigons ... -. '
l'IKM) %UK\% MI \( O .111:( II4M
Commendador Azcvedo .
Coronel Zuza .
Dr. Julio de Castro
O subdelegado Z .
Manoel, escr vo .v^
Jorge, moleque ......
Rita, e8am. ......
D. Felicia ... ...
0 visinho .....
Povo, pret"8 de aiu'>< s s scx'S, polica, inu% ea* foguo.tH.s, etc etc.
A scena passada no Uecte.
DENOMINACA<) I)' tfrAfTOS
1."A par ila para o engolillo.
^-**/Hicn cornos pela negra. ,
4.*A ini o o filho.
A.A le. de 13 de Maio. *,**** '
O scenari > di qnadr-- d 2.a ac'.' rojn-c*, parto-purior
assim como a apotheoae 'lev d i ao irabalho <1^ cyyio artista
(RISPIM DO AMORAL. .,
Fiada m:nn^imdraaia }ela*p..tiiev.s> DE
AMADORES.
Sr. Lino
" yrne
" A. Moraes
" Mello
" Ferias
" Haptista
'>
. Sm-.->8. Garvalho
" Tabyra
" Thebaldo
' J. G' " Joaquina
" Lyra
D.' R. Manhonca
* Brittes
Sr Julio
f a-tla* rja
dos telhados,
13
u
O MISE EN SCENE est a cargo do Sr. l'homaz Espidea.
Bonds para todas as Imitas. .* |
Reservan) se as e- onneudas al / .lia, \' ..o ib< o d*.
PKKCOtt DO CSTUM
- .
LARGO DQUaR
A GRAXDITIP.WHIV
ei-jietrv, ryfluiMra,
coreograjihiea, japoneza, fiiuaihn les. i. fii'ihrisf/^^'a t* nimia
EjMlf RgSjL E EW^CtO W
n-DOMNGa 12-
4 e 1[2 da larde-f 8
NovidaiM
as funccoes
ESTRELLANDO MAR
Pelas joven*
^UL, v
v
V
ser exeeutado difOcll e
arrlseadlssiaao
."-i
U*A. DO WKfY^
Secretarla da prealdMa-
lSdMtote
.Haic
%,' iteecAo.
da d Peri
ISS
De ordem do ftjk. %t tr. vilfc-pfcsHlantffa
que ao prcvinien%W#odpoafle lFtdbrlli5*>
annexo da comarca de JaNoatio concorreram os
Srs Joto Francisco Regs Valois, Jos'arlos de
Souza Ijodo, Fraaclsro LeoviKildo de M**m/mm-
que MaranhSo, Floriano Rodri/uea do Pawo
Joo Gonsalves dos Sautos Junio'
0 societario intwini-
( Manoel JoMSMNMrira.
Companhia de diifca^ao
* Assembla geral extraordinaria
Nao se havi-ndo lionleni reunido o numere e
accionistas requerid< pelo |.4# do art. 15-da Ipi
n. 360 de 4 de Novembro 4eMMk^dem*&*tm-
vnco pela sumida vez e d ordah tfa iwatwia;
os genitores acciontas i renrnn-se nm
seiybla eral extraordinaria do dia 15 do eor
reate mez. n 11 horas da mantia, no escrip*rio
di companlua. a pruca l'ed o S. n. 77.4- an-
dar, para o< fas designados nos annuncios da
1.a convocacau detti mesnja sess&O extraordi-
naria.
Recife, ^dkiio de 1889
Ricardo Menezes.
Gereoie
.........
3.a praya
VOO DO NIGARA
AO CWGQWl
AO.CIR(X) M^'
Pela inspec'oria de.-ia Alfun'laga|f so faz pu-
blico, que as 11 horas do dia 14 oponente iez.
MTita arreniuiada> eni pfacu a p'la do Trapl-
cln AlAuniegado lia rao ilu Livram. ufo as segflin-
les mercadorias :
Trapiclie Bro do Livrameuto /
Marca JAA PV&C ein haixo48 pipas de vi-
udo coininuin, i.i diiiilo de cai>aciiU4rei)da orna
80 litios, eapat'iila l lo'a I .'l.(lil) lilron, qoel.ia
le *> U e linunlo legal M.3iiO lilros, viudas da
Figueira em 9 de hril de 1888, no patacho por-
t .guez Fimny.
Marca JAA SG&C eni haixo 23 pyi.is conted-
do vinhil i'iimiuuiu, medio lo dec.ipai-iila'lcC.la
una 473 litros, QBuaajdii le lotal n Si'i litros
iu. hra ile 1 / e liquido legal 10,707.litros,
Hh'in.itlem. dem.
Mesina marra1(1 harris de if conteni Vlnbo
OMiuiuin. nii'dimlo d' ap.icnl...le lotal 9o0 liiros.
quehia de "-. e liquido legal 882 litros, ideut.
dem, dem.
Matea quadrado lASn> ct-nlro30 Larris de 5"
Miileiido violto roiliitiiiHi, lll'diiiilo de eap^cida
le mis *4 litios, lapin idaik- total 2 520 litro,
quehrade 20 e liquido legal 2,470 luios,
vimios ile L'shoa em 27 de Abril de 1888, ho
vapor ingle/. Villedf Sunl.1. .4 ,
Marca ART tO pip..-, de*inagrRXoa:mu .
medin.io de i'aphCiihhl cida pipa *041it-"-. ra-
pacidade lotd 4 6i0 litr.s. qnidjr.i d>- 20 e 1 -
Suido legal 4,548 litro-. vinla> de l.i>bo em 9
e Jiilhu de 1888. 110 KapOKjjagln Autliur.
MarcaA P R A I barril d dccioiu-vtBJr<
ariajiio. dem, i-'ein, dem.
Marca A R M F-. Uta .aoj Mo, dito
Tray-aa dX,rgo,d4 ralea,
Marca,JH A 00 brtis^-df ttuimo, ^>iU;rdi
viiho coramum, rajiac>d%le .ile cadaj^u 83 Ji-
tros, capacldaile total 4 0 li(r>s. quelira. de. 20
/. e hqaido li gij. 881 litro*, vimio- de.Ustoa.
em 15 dr Mam de 1888, no vapor fraucez VUte
de iMfid.
-Marea J (Id (9 pj|Ms conU;ud \inl oc ra
muio, caputid de d-- raii una 469 litros, Capa-
ci iade lotal 8911 lino-, quebra de 20'/ '"
ipjido legal 8.781 miui, vjixljs de Li boa em
25 de Mo de lf>88. irtt' ^a|H)r jnglez Stfiolar.
Matea A G 4 pipas epnjrJndo viuho iora>
muiii. iiii-iiiouo de.rqt. ciiluiie-eada urna 485 li
iros, capa, ida le loi.il 1 94Q,liLrps, qudura dd 20
/. e liquido ie^aj 1 902 iitrua. i.lem. dem, dem.
Mesma uaica 8 barns de.quinto eontendo
VH*bo*ninmum. njijidu de,.Ca|iacidaile cada
um So Idios, capa. i lie 20 e liquido'Ical',667 Hios, iJem, lcm,
idem.
Ma-i a J A A e embatxo ? V A C. 41 pipas
coiilend* viidu. i-.ikiinum. ;.i. dmdj de capacida-
de Cada um 1 475 litius, capacuiade to>iil 19A75
loros Mebra da 20 por cento e liquido legal
19.086 liires viudas da Figicira em lo de.Julhp
de 1888.no luar iwcimial ZeifUtnha.
Marea,J A \A e eu.baix)u S,G & C. 12 papas
coniendo iniui ouiujum,. mvdin.lo de. cap.x\
d.de cada urna 475 litros, rap litros, quehra de. 20 por cento e liquido lega'
>,586 liiios, dem, idem, idem.
Me-mi marca 2> barriada 5 coolcndo vi-
nho conirnuin. mediud de capacidade cada um
90 litros capacidade total 2,2 0 litros, quebra
de 20 por unto o liquido Is^al2,205litros,idem,
idem. idjeni.
, Meania marca 10 haris de dcimo conJeuoo
vinoo coinuium, innJuido d1, capa, ida de um
45 litio-, capacid de toiaj 450 litros, quebra
de 20 porceoto e liquido legal'441 litros, idem,
dem, dem.
3* sccrao da Alfandega de PernaubufK). 10
-Je Maio de 189.
0 cljefe.
niUed^ States and Brazi
M. S. S. C.
O vapor Ufanea
E' esperado dos portos 00
sulai odia 16 de Maio
0 (pial depois da deino-
;fa necessana seguir
tara o
H;urairho. f*rfc flarbados, S.
Thomaz e Xe-Vork
Tara passagens carga, eticoiuaii tulas e di-
nhfiro ifrete,tratase : iom os GENTBS.
O vapor Advanbe*
E' s|M*radu dos portas do
norte at o din 16 de Maio
o qual depois da de-
mora 'iieaessaiisi seguir
para a
Cabra. Hio de Janeiro Sanios
l'ara carga, ';iassay^-n>. enconiniendas e
iheira *n>\e"-tiirtii-"'<<" ^ ~
- AGENTES
Henrv Korsier & C.
XRila 'li (''imiTunc'uiN
I* an.lar
" A KfK r K 'STBEiJfTS m
friHiri./n
"f
B
Cmaro te 1
Padeiras .
Gomes .
$ vas*-
B.de
~
Serr UartaKd*
S de Maio ue ISSV
N. 77. -Bepfdra, de r. Dr. insijeclor.gtiaH
da instrnefto pwwieo. e em virtude d actos da
presidencia da provincia de 4 e 6 do crranle
mex, faco ,Hber as professoraa publicas Fraor
cisca SeraplH regrina Cavalcante de Alhuqnerque. Mara Fran
cisca de Harms e Mara Barbosa de Araujo Fre
tas, que fo.ain removidas: n prinnira pata a.
cadeira do <'XO masculino de S. Fr. Pede>GqB-<
salves do Rflcife : a segunda, para a d#"!
mixto da estrada nova de Beberib*;; a terSE?J
Sira a de Cjambijra: quarta para a1 mixta
eCapoer*.; 9-xd: marcad? para a pvawM
o prazo il- 30 ii,- e p ira as a*umtes o prazo
de 60 dias. para assumirem o ev.TCicio de snas
novas ra lejiis. '
0 secretario,
_____Ptrgen'ino 3trtvvi de Ara/y* G*tv4o. -y
Tribunal da Hela^oj
De ordea) teJ5v Exe 0: rj presi-
dente da ReiaGfco, foco pu 1 designa-
do 0 dia 15 d| fvocrqnte ,qa dia p;.ra
ter lugar ocaott requen .nocldo/i.s
caeato Reg, que pret r r ge bali-
tado a exercer a pronjsao |n < lo.
Secretaria da.ftalarao j ... dis-Maia
de 1889 -O secreCwio
__^____^^^^^ Viifi-lo CoelhQ.
Recreativa Magda-
leneta:>e
De ordem i* direciuna, enva* sa Midinan
socios qnte a virem reots a| cart%M da"'
gresso p.ra o norao do 'dia- af df
-ocial. das 7 as 9 hora* da notte.
0 1- aecretario-
M. Coates
Senresaarla: da p rralden
de rfrnK*fto. S d*> Mato de
i a S., woeraaesidaMo da pooyincia
zer publico,-para conlvcnwMo de
qwm interessar, ooe, segundo o aviso do Mutis
iertoJ069*i*s da Manaba de 29 de Abril
ultimo, 4$ O gard nao assiste direito o pagamento i> qwrido
'- Cacmo ^)q3C>4* pelo* wrvicos do
lado no. Arsrtiakiie Mannha des-
nifMU era vista dotdfeurto.n. 8453- a de
Margo t 1882. rieloqb^iJn' neaolvido in-
Sri|ne-aqta:lb petiq^ Icasdo ,4em elTeito
Tie* a- 30'* de "> ePwfMD df a. anap.
0 secretafw termo.
Manriel Joaqnim Silveira.
' 1
tSitfwtetegaria^ trictode iVlacacos
Ne?ia subilelpgaeia acha se depositada um
Mvalki aedre aoprehendido ero poder de Jos
Fraiici**) daSJIvj, cpnhecidsipr t^iBpoitobu.
AlftMto.Gitirelt.
Gajfl||ete Portu^uez
de Leitura
be orden do iUm. Sr. presidente, coovido'to-
dos o- .-enhore membros do coaselho dclibero-
Scomparecp-em na sede social, pelas 11
' do dia 12 do corrala, para, em at.-sau
exiraordinara. tratar-se da ppase e resolver se
,mw aseuuptos importantes
Racife, H de Maio de 1809. #
O 1: .fecretaro
AJoo- MWS* de Soviza
lioyaiMaiLSleam. Packet
Companhy
O vapor Elbe
0 o m 111 a n ii an te Armstrong
111 K' esperado dosul no dia .12 de.
^l/i^s. Mai0> "Kumdo depoia da demora
gjjJjg'nocesJaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, Soutbimpton e
Antuerpia
Reducqo de pansagena ,
Ida (Astok
>' Lisboa 1 classe 20 30
A'Souttiampton i-classe 2 t 42
amaretes roser*ade- para os passageiros de
Pernaibuco.
Emiiuanlo vigorar a quaren'ena impoctana
epublica Argentina, aos \apores e navios pro
cetes do Brasil, os vapores dsta cpmpanhia uo.
aceitarlo passageiros-neaa carga para Buenos-
Ayres.
Para passagens, frele, encommendas, trata-se
om os
Amorim Irmos & C.
N. 3Kua do Bom Jess^N. 3
CitUrttlAXA PKBNASaiCAHA
I DE 9
Savegaato aslelfa por vapor
\M fomoio e fliiiiliiN'
O vapor Pirapama
GatEcalho
rwo -da 16 do orrente as 5
dfl matlM'.' Rppfte carga at o
tard*rdo dia 14.
Pernanibucanu
14.
Passagens
Ao Gaet da
Compan/ti
di
vatorio com pedra, 1 tapete para cama c icabrae
de columna.
Urna mesa elstica de amarello,.1 guarda co-
mida, S'aparadores, I sof de a'uiareuo, 6 cadoi-
ras de f^
deira c
meza d cosinha, 1 trem de cosinna e outros
muitos bjf etos.
Terqa-feira 14 de crrante
A's H horas
No 2 andar.do sobrado n. 22 da ra do-
Coroael Suaestmai, 'antigajde Hortas
O agente Martins competentemente antorisado
por urna familia que se r tira para tora da clda-
de, far leilaodoa xa-ltentes movis existentes
em dito sobr. do,
Ao correr doinartello
dous rnezes
Constttnsinha
Udav mimosa'%alsar tiara pianno rottpdSdCati
do festejado profesor. Can*dy|iino>tt6ta.a-ve'
jUuCo.4diiaideainareiro, 1. jarra, 1 ca- tj| ftooo exenptarnas segmntes oasae:
detalanco de amarello, louca, vi-dros. 1 ^ Krtise Rua-Primelro oe Hangw;
Denlo MCfcudo Ra Nova.
Lenidas -Ruanda Imperatriz.
Azevedo Hurao da Victoria.
Daarte Imperatriz
Todos os movis lera apenas dous mezes de
uso.
Agente Burlaina^ui'
Leila
Qulnta-felra i do eorreaite
A'a l'horas
No arraazem ra do Imperador n. 45
De um sobrado ra do Bom esiis n. 48; em
solo proprio, rendendo l:3o04000. onde est
estabelecido o Sr. Abrantes com armazem de
vveres.
0 agente cima, legalmente autorisado, ven-
der em leilao o sobrado ra do Bom Jess o.
48, em solo proprio: os licitantes podem exa-
minar o referido sobrado
m continua^ao
ue ventler um bomtoappnfflho parajantar. de
porceltwna douraoa-jToni hamtis pmluras, e ou
tras pecas, prata tina em (a 1 nos. paliieiros, unm
rica mesa, obra toda enta'hada jaros, e.jjdie.i-
ro. guarda vestidos, guarila-loiica. mubiliils^al
gumas fazendas e diver-os artigo; irrt-.loive 50
barris de qninfo de idilio-4r!iico *ei"Hal de
boa quahda ^anien armazem dorejeruio agente a ra-do
iuiaiaBdpr n. 45.' .,
VTT -.
..... 11 1

CUHA CERTA
fie (odas *s Affeno** panA-jan
CAPSULAS
CREOSOTADA^
icDr-FOIJEHIEEl
v
^
B14 y rrmlna>
BXUJ^a a tS*F*i4 DS
KdvMTu nM*aa
.*
rwuf'X
\t I
J! .>
Fddos aquel es uue sofr-IJ!
'> pviro.deverp experimentar
1.1 1" DsU'.S do Dr FotTRNtER.
i
pso .as
Det"Mtutfiae
Htl'^'CIl
, ..v a
Ktacho do Padre
rTPvin'*-se que o co proprietario do engiTiho
Rm'rtio do Padre, sito em AifuaPreta. que quer
n*nder- a *ua parte, e demo wnionie t sexta +
parle. a*t.beinfeitowas que xzr4t-Ho acham-
se en; terreno que nao pertence' ao engenho.
tomirtinhi
lK
\avr;n;')o a vapor
.iahs! regular entre o Itrfe, Lisboa
rVrnautbuci., Hahot, l<> d Janeiro 1-
O, vapor
Viite dePernambuco

AVISOS DIVERSOS
< '(tiniiuMidanM ieb.ira r*
K'esiMirjiio 4a Europa at odia
It Maio, seguindo depois da
l;speits;e.e.l demora.; paja a
a, Rio de' Jauojn> o Mantas
' MojaaWaos Srs. importadores 4r oar^i oelas
> le 6 dias contar do da'descarga das alvarengs
!parei'ri:da<,toaiiK*K-ui*!a *t)hiMxmu<
11 iiveuiiir.i ii'iihain seguido para os.-portos do
-ni aliui de se podei dar a tenipo .gs prov
leucias necessarias.
Expiradju o referido prazo a eompnnhia> nao se
'ipamwwisa por extravos.
Para caiga, passagens, encommtadasi e di-
dieiro aaTete : trata-se com p
AGENTK
\w*\\s\? Liihitie
UA IX) COMMICRQIO 9
'9
-K
Companhia Brasileira (Je
Nav^egagap ,,)?apor .
PORTOS DO-9UL
O vapor Pernambuco
I Commandante Antonio Francisco de
Almeida
E' esperado dos portos do norte ate
o dia 14 de Maio e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portes do sul-.
As encommendas serao recebidas no trapiche
garbosa ale 1 hora da larde do dia da sabida.
Para carga, passagens, encommendas* vale
TBlrota-se cora os .GENTES
PORTOS DO NORTE
O vapor .tylaranho
[Conunandairtfc o e&pit&o de fragata Pedro
Hyppojyto Duarte
E' espiado dos portos do sal at o
dia J7 de Maio e seguindo depojs
da demora indispensavel para 05
portos* do norte at Manios.
As enfoinineiidas so sero recebidas na agen-
Ca al i hora da tarde de dia da sabida
Para carga, encommendas, passagens e valo-
rei trata-se com os ___
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua da Commerck>=6"
1 andar
LEILOES
COVPA.\HIA
PRRVtUBltAM
DE
Vavrgaco costelra por vapor
Para Fernando de Noronha
O vapor Jacuhjpe
Comroandanto Esteves
Segu no dia 15 de Maio s 12
horas da mauh. Recebe carga afe) o
dia 14.
Passagens at as 10 horas do di da sabida
BSCRJPTORiO
Ao Caes da Companl'i Pernumhucana
u. 12
coanaiAA riiM.^AMus cana
DK
avegaco coser ir a por Y,; por
Rio de Janeiro
(Directamente i
O vapor Una
Commandante Scraphim da Silv*
Segne em poo-os dias- pap
o porl.i arinju o. vapor na-
cional Una.
Ainda recebe alguna- carga a prancha, a tra-'
lar no
ESCRD?TORIO
Ao Caes da Companhia Perntmbucana
n. 12
Terca-feira, 14, deve ter lagar o leilao de
bons movis, um piano novo, louca, vidros e
ilo-oulrosobjifctoa.lv}armazem da roa do
Leilao
De urna caixa com 60 pecas de chita ava-
riadad'agua fialgada.a., bardo o vapor
r SCOLLAR. ,.
Tera4eira b 14 do corren te
A's 11 horas-
No armazem ra Marques de OHtida.
n. 48
0 agente Gusmio (ara leao por conta e risco
de qieqi pr|i^rla umacaixa com chita ava-
riada horda ek> vapar Scollar.
Leilao
De ora piano forte e novo de Raps, cadeiras e
capa para o inesmoi 1 mobilia com Isofa 2 con
solos, 2 cadeiras de braco e 12 de guarnico, 2
cadeiras de balaa,candieiras a gaz, jarros para
flores, e8t>e'hos ovaes, esleir, forro de sala, ta-
petes e esrarradeirae
Um santuario, 1 guarda roupa, cam.ar de ferro
e de tnudeira. 1 lavatorio, i mesa com gaveta, l
loillet, mesas de abrir, pegas de papel para for-
ro de ala. 1 seranhitia, 1 caixa rom msica, 1
esiat.t'- envidrai-adu, 1 mesa para escript.no. 1
mesa para j-inlar, i guarda I uca, 1 apretador
i sof. 12 cadeirus.le guaruigao. 2 de bal-ngo.
I tK-5. P> "-fllia^ ja,itur, copos, clices, garrafas
Un re-- raaeimscora Sssento de pao.-l filtro. 1
rehtgio e muiu s ouiros movis de casa de
inia.
Terya-feija Ki i o correnie-1
Agente Pinto
No sobrado dn Yua do Bm Jegua n 45
O leao principiarp s'10.1.2 fvira d*,maaa'i
or sereui muitos os lotes.
. Aligase um sobarbo t;n ra Meniwi
perto da poutziniia, ooui coiiiinod ts para g ra id*
faimtia, leudo agua dp.JIcbcribe e ga%: a Iraiac
:m cttia te azulejo juntado uiesmp sobrado.
i" Pre'isasprde urna cosinieira ;tna ua da
OaaWiJH. _^___
Precisa se de urna p, ssoa qne saiba portu-i]
guez, frncez, piauo e msica para um enge
uho pcrlo desla idade ; no beeco da Penha n-
8, segundo andar.
M*-i-reisa-se de-wtira p#a costtia?:
na Iruvess ilo F^rrriro.*ti. (l: .


M
r- rkeiuraM pata al.ibnea VeU.loiMp
os fwFdade.i as .haruL...-. fJor.de Cop~oi, Kegmifci
de la Heina, avisando aos .apreciadores.
Sa ra da Pontr- Vellta n. 33fa-se com para fora cin pertigiQ, lava sa c ngmma.-e.
Tamben pieii-a-se de ulna senhora vid va ab
snlteira, de idade, que seja houeeta e de b&tis
coslumes
0 a haixo assignado declara ao corpodo
cammercio ea-queiu ioien-ssar possa, que arre-
matou em audiencla dojuizo do couintepcio as
di1 idos da masa fal'ida de Marques & Silva, em
3 de Abril do corrate, e esta procedendo a co-
bratwa. i *
Pliies Adelina.di rJosta Don.
Engenho a arrendar.
0 Eanandnb, prximo a estecao de Jabonluo,
muito bom d'agua, e he popoo^oonstruido. 1em
extensas Urra e matas.para*afreiar al 2,0ti
9ies de asaucar ; a tratar na ra larga do Ro-
sario n. 37.
-
i Cvnaaendadar Man.Hl loo Na
rhNdo l'<4
D. Margarida Julia Perrera Machado- convida
a todos os seus, pnenles e aos amigos do seu#' *
firfado nt'rtdd, o comun-ndad r Manoel Jos Ma-'1
ehaV'lo, a'assirtireut as Bnssas que munda cele-
brar naigreja do cmvento de N. S. doCrtB0. >,
por alm do m. sino finado .- 8 horas da manha
de la d* correrite. 1 ainiversariu. A todas as
pVssQaso/np-'MTe flwreni n candoso ob-eqMiode-
asistir i. eaa misas, 'jirotesta gratidau e reoa ri
iiheriinnoi".
^^BataWaa^^Bava^BUI^BaBaWaBBBB,
Confraria de N. S. da Luz '
bt*1
i
'-
Alfig isq

a casa terrea de azulejo n. 12, sita ra da
Aurora, com grandes commdos, sotSo e jnel
las para a fronte j a tratar'-na orara ^le-Pedro
2." n. 73. 1 andar. -
Movis austracos
aBaaaaaaHBaMMaaaNMai
A' roa do Margue*-de L01inda. a. -1
Vende-se movis as*rBt-r*;;taat dpj-gTOfo
como em partes, dos BfirtsTicos modelos que i'm
vindoa esta provincia, e por pncos muito re-
duzidos, para liquidaba de-facturas ebem-as-J
sim *
Sobrado
Aluga-se o 2 Andar do sobrado .rua de Do-
mingos Jos-Martina n. 138. com muitos -com-
mc do para grande famia e jjor prego comino-
do, em bom estado de ac'eio, o qual 6ca con
,frtm"e>ao fondo do armazem de Oarneiro Viao-
nap.a tratar na ra doMarquez-Sde Olinda nu-
mere 84.
Liii All- leima Pimtnl-1
i Deordi-iu da'ines aouiiiiislrattva e de accordO'
i'oin alguMs aungos e seus conivauheiros d'aite,
convido a todos os nossoa confrades, parentes e
dentis amiuos do finado irmao e.onfraile I.uiz
Alvej Lessa Pimenlel, a assislirem a Aisla de
ieq*tem que pelo eterno descanso de na ai ca
se HiaiKlu.celi'brnr no dia (4 do corrente. pela*
8 horas da iitanh, no convento de ?! S. do (".ar-
mo, trigsimo da de seu fall.ciuienlo, con fes-
sndo-se loiios-desde jasumm.mente agradeci-
dos p r este acto de canda.le e reiigiao.
Secretaria II de Mio .de 1889. O seerelano,
Ar:hiniio Vteira.
aaaaaBBBBaaBBrBBaBBBBaa
t
* ,
-.
TAer<>Ku
- ^

Ue Jmiu da Silva
Bu ton
Manoel Francisco Bastos, seus innaos, irmas
e sobrinM; ainda-soba pre-s3o da mais acerba
dor, veem agradece do intimo d'alma a..s*easi
parentes e amigos que acompanharam ate o ce-
miterio publico os restos raortues de sua preza-
da e senjpre lembrada i.roa e ta Thereza de
Jeaua da Silva Bastos-, fallecida a 7 do corrente.
e com epecialidade ao Sr. Francisco Agr; e
de novo coavidam aos seos prenles e amigos
para assistirema mise que pelo repou-o de sua ,
alma fazem celebrar terca-feira 14 do corrente.
selamotiiade seu nassamento, s7 horas draa-*
in, na igreja do Terco. Por este artd de reli- '7
i'io e cairidfide'se ,'rmfessam acradeeidnf. ..
n
Bnlo
t
..
PdlHHH I
Gasa terrea
Aluga-se uam magnifica, tasa tewea. com
bons commdos ra da Ventura. (Capunga) n
24, a tratar na mesma na. ao^llio justo-a7pon
te da fallecida D. Candida Lasserre.
Alug-a-se
.
a ca*a.terrea travessa dos Gaararapee n. 2, a
ftar na.rua do Mrquez de Olinda n. 54.
Cofres de ferro
dos melbores fabricantes que tem viodo a esta
provincia, como sejam Milners e outros fabrican-
tes.
Todos garantidos e de verdadeira seguranca.
prova de fogo.
\o araaazeaa importador de
Carneiro Van
AVISO
Os refinadores, desta cidade avisara aaa seus
freguezes e amigos que a contar do dia 15 do
crranle em diante, os pregos do assucar reflna-
do sero os segnintes :
Severfano da
ruta
. As filhfis, nptos, genros e oras do fallecido
Bento Suveriano du Eonseca filia, agradece a
todas asi pessoaa que acompanharam os restos
mortae? de aen. prezado. pai, avd e sogro, de
Oliada i estaco" das- Cinco tontas, c dahi ao
a^iecbi Pereira -Grande, aonde inbnmou -se; e
de novo convidan as pessoao de asa amiaade e
do fallecido, assim como aos parentes p*ra as-
sistirem as missas aue teem de ser rezadas por
sua al'ua quinta-feira 16 do corrente. as 8 horas
da manh, na igreja do Corno Sanio, pele que se
confessam eternamente gratos.__________
.
t
u
'iijine atomacueira
Amelia Jacobina -Romagueira e seus filbos Au'
gusto. Jaysse e Julia Romagueira acaban do ter
noticia do passameoto deseusogroeavo, Jay-
me Romagueira, pelo que convidara seus, ami-
gos e do finado para assistirem as missas qne
mandara celebrar na matriz da Graea, s horas
da manbi do dia 13 do corrente, e deae ja se
confessam agradecidos._________
m

l. 44500:-
2.' 34800' '
3. 3*200
A relamo :
1. kilo .. 320 rs
(L 28'-.
3. 240
Esta al tere gao apena* originada pelos a
tuaes pregos do mercado.
Os refinadores.
Ao
commercio
N6s abaixo assigaados. participamos ao corpo
cmmercial desta praga que vemieuios o estabe-
leciinento sito rea Viscond rt* Inhaflu.a n
31-A ao Sr. Justino Lopes de Aaevt-da. ncaodo
elle de |K>sse d t ido o activo e obligado p lo
pas-ivo, e ns.sem respov-sabilidade aluunia rio
mesnio 'w ; rcdco 'U>- > o dia 30<1p Ab.il
prximo passadav Kecif* iMe Mato de 188!*.'
__ '> leteira dr Magi-lf:ias A C.
A
* a* i
Leil

ao
Do bow movis c junco amarollo e pao
carga, jarros tinos e tepetea,'
Constando:
De urna linda mobilia de junco rom wenato
de paliha rom licaiU-tras u> uarniclia, ditas
de. i.ragos, 2 Hilas d* balance 1 >fa 2 runsofcs
com pedra uwwaae, 1 jurdMM'ira de ca
1 bon-to tapete para Suf, 2 lanternas, 1 para* da
jarro* finos, I relogiude parade, 1 espreguica
deira, 2 escarradejraa de ponellana, 1 cama
franceza fmgindo jacaraada, i Hnjo toilet. i la
) abaixo Kva Portugal
pormotiv* ,, u
eommerci i .,n
aos Srs. Phu qu'ia
Antonio ho ra, pro
o oe asin para se riespe
H os iinigos e fn-gueas.
Hrcii'e, 41 ui
drf M nd
t
S

Pedro Goncalves da Racha, Francisco H. de
Carvalbo Gonsalves da Rocha e seus lilhos con-
vidam aos parentes e amigos para assislirem as
missas qne "aa^riam rezar na matriz de Santo
Antonio pelo repouso de sen estremecido filho
e irmao, Pedro de Camino Gonsalves jda Ro-
cha s 8,horas da manh do dia 16 do carrete,
elimo da seu passamci i._______
t
V. Crrela, do
a r aojo
. Q tpnente Pedro Bezerra Cavalcante Maciel,
comida a todos os amigos c parentes do hnirdot
si-u amigo Dr Antonio Francisco Correia de
Araujo. para cssilinin a uina missa no da 14
.do corr. ate, 8 hers da njash na maiiiz da
la. 3- aniiversario do falieiimeBto.
aawaaaaBaaaaaaaKBver: -
t
Ao commereio
_ Os alt., \os imm
Curiar,. Braga t C, < t.ilt. lecidos na E),
de Af'god s ii. ii (iu** ihafolveram
sarw'd de r tu. : u, so o eocie Anlouio Btfelho
da Camura Braga, p ga 0 s.;iist>itu de seu pitai e lucros licand o Activo e Passivo a cargo
do socio Jnsc de S- usa Nunes Braga.
Recife, 8 de Maio de. 48.
Antonio Botalho da -Samara Braga.
P. p. Antonio Jos Dias.
Atoui SfeTreltre de Agaiar
A Banjue-- de Cao: ,n:i manan r-aar nidia
a i 8 co ;f da man na motril
i >a Vista, urna unssa por alma de sen cu-
Feieii,. de Aguiac, fallecio em
du Wun t n Ferrelr. da
CVi2 O enenfe Jut.qcim -R-ipti.-ia d. Cunccico, e
1 Aiiloiiu de> S. tilos i.ii i.-a.
Ik Irn u. Hiendo, pas e luis
ti; do dOJ
l'i. ido- ge ii |, \ir ooi ui..er;ooci-ea\er
de ,-ua lUlilcl, lilliaeiun*, a s-u ultimoju^'K0! .
ividi.ui a iodos para iosisttrem a uiissi que
se deve celebrar par sua miecco, no sutimo da
do-cu pas..meato.(15 cioewr. ente;, na igreja de
Kibeira-.., as 8 horas da manh, pelo que se ton-
fei,sam deade j, por esu- aqto de rellgiao e ca-
ria^de^eterimmenteagrao^ci^Oi^^^^
j.


.

)


Diario-4b PemaoihHcoDomingo !2 de Maio.de 1889
_____ DE
HERMES DESOUZA

PEREIRA
& C.
Acaba de reabr r-se esta importante pbarmacia sita rua do Mrquez de Ojiada n. 27i depois de ter
passado por urna transformado compJeta. Est em eoodicoee de salisfozer lodo e qualquer pedido, no s concer-
nen te manipulaba* do receituario, como a venda de preparados nacionaes e estrangeiros, dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida.
Esta casa sendo por dentis conhecida pela sua seriedade, os seus proprietarios esperan* do distincto corpo
medico e da populacao em geral, a continuacao da protec^ao que sempre llies dispensaran*, para o que empenham
a reconhecida lealdade com que costumam tratar os negocios de roa profissao.
xxoe^aiwcss rao sarare-A. ^K^osxoajv. & c. successores
p~3ia litisi m
PEITOEALdjCEREJA
Uto Dn. Ayer.
Aj nfermiilsdes aai* tolpnxw da rarmiiu
co. piilmCr. opdin,damcn< dwnvlviu-w.
doonia^dAffi,
traite oom o -remtd
daa mis Toases
if r-'nplK-nte *e
VUrnla). O lU.frl-
nprocamente o resultado
BronehltJa, Affec-
Petmvii de Cambar
le S. SOARES sempre ioi, e ser o principal remedio para as molestias do larynge,
bronchos e os pulmoes.
A bronchite, asthma, molestia do peito, rouquidlo, coqueluche e qualquer tosse
to perfeitaiuente curadas com o verdadeiro remedio PEIT0RAL DE CAMBARA',
de S. Soares, approvado pela Exma. Junta Central de Hygiene Publica do Brasil,
premiado com duas medalhas de ouro, e rodeado de valiosos attebtados medico* ede
mnumeros de pessoas curadas, tanto nesta provincia como em outras do imperio.
Preyos: frascos 20500, 1|2 duzia 130000, duzia 240000.
Vende-se em casa dos unicosajeentes e proprietarios geraes Francisco Manoel
da Silva d&C, ra Mrquez de Olinda n. 23.
mMMlllWi
'*

njecqo

I Uniente ra
GRAGEAS
CveaMM. Cutooa
mtmtita f ,-ro. tmim4 \
somlrto. Itrebeathiiu. *
? BAM#aHTBI, forio as prinieirs* ^oe obtiTer* ipreajV cW--_
a m*m> iW) qs WW>r no Hospitaea. Cirip, aa tmitastlaa ssasilTIil.
sla raiml-ia *em iaflisr OB aatowagoa.ma*s.4silcada.
A INiSOgO rtOfSTIK -Mr.rr. r-scnmniendada cono o
i r**js X a 8Q.9* O. ;
| CAPSULAS THEVENOT
Tratamento das doencas do peito
a todos os degros.
I Alcatrdo.
Alcatro Creosotado e Toli.
lOtOformiO (Ether iodoformado).
I Creosota odoformada.
Creosota as Tala.
Oleo de fgado de bacalhu creosotado.
Balsmicos creosotados.
ri
Depositarios em PERNAMBUCO : FKAXTco JO. da BXX.VA V C*.
cran;wdiVi-m trro
Peitoral detytiyido Dr, Ayer
r;u*M paro o ur mi .a ut MceasMade.
perdaoe ora, pq. Ita, |*k m moltos caso.
am*eria oi::p.iti#clmi Por tanto ni-,
"T P^fi'Wrapo Fro*,, op.rlmentando
**y*fn'?,<*l* '''"* OPttwia lomar
*<<>". reir.edi.mata cario e activo em
Sfl>fco, alMvtdto wm dnvMa alcuma
O.PMRHUIU M CKRCJA w bs. A-WK.
I>R. J. a AYER A CA.,
**** t.-llid08.
BRAJ.
i
-DB-
Mirray Human.
0 f^IS EXQUESITO
DOS
Perfumes do Todcador.
Professora
Unta enhora tint-renN-niPnie habilitada,
pro|ioi'-M' ,< i,n ir n rollfffioH e casas par-
hpularea mal-na |ior(uguez,
fr-if /., : mo ; .i tratar na ra Vie-
(ofnli- ile \, ui- n. 20.

GalSes, pa'mas e
V\mm
roaas de vi'lnlho.
e de algodo coro
sem
Al o ^a-se

'
Os GRANULOS afnetr'^snos- do DPAPILLAUD
aonatituaia o Preparado ferrnclaosa
"* "J ipcc*o palai summidadas madicaa cora aaito ha owia de
ao ANNoa
Contra a Anentim, OUroae (Pales couleun), Anrrmlgia*. Affe^Oea Ja> feUe
RCLATOFUO FAVORAVtL POR PARTE DA kOADEMIA DE MEDICINA DE PABIZ
*"*** y C4<,a fft'co "ome *> ** Moumnter Jb 1.. Va pillan,!.
Deposito amirPlarmacla GIGOK, 7. roa Coq-Hp Em Pemanduco : FRA1" M. da----------
o 2- andar da casa ru rta Aurora n. 8t, junto
a cslagao da esimda de ferro de Olinda. com
grandes rominodo para faoiilia, gaz e a;;ua en
ranados; a tratar no escriptorio de Seltastio
de Barros Brrelo, ra do Bom Jess n. 4t,
priiueiro aDdar.
DmornsB, -Anemia Cinarraoulmonar Bronchiteebrouica
amarro .--.a tiexisa, rhttsica, Tosse conouisa, Oys.iepsea Potle-
mnm seminaes, Cathjrros anigos e complicados, ote "
SAolaatlaa de pell
KUXIR DEPURATIVO
CAZENAVE
SILVA C*.
l(DOBpa|
i Btrir
ulUmas

b
mm
ooncroltUs da aclencia aiodem
renovador
I oom suocesao nu aeguintes
deporatlvo e renovador do angue
Becrorolae.

- oleaua*
Pityrlaais,
Prurlrto,
que
ratol tantea
loraoflee,
Paorladi,

RUNJOIvO DE SINOS B B-KON^B
DE
UM M CRUZ MESQJTA
66-r--ruta do Baro do Triumpho--66
Tem para vender o se quinte:
aehlnas de iiahe pera fazer espirito de dostillar e jeatillar.
Vlamkie|Me de obre do antigo e novo systoiaa coro esquan* marapa.
Serpentinas de eobre e ds atanho.
Cacapa^aW de cobre.
VaJsa^ taixos ( ealdeiras de cobre.
Bomba* da^ todas as qewlidades de repaeboa, epiaotee e continuas.
Torne! ras de bronze e madeira de todos os tamanbos.
I CaWaBS-bjraabwjtdtfclimnbo c (lefejTO.
Itcparlidejru. pas.-atleiraa e pa^i.maAc.^p A^ fajai j j afapeMJaV
Cnfcre em lencol e arruelas.
Sola ingleza e.do Rio.
C'ndinfaos patente c de lapis.
Sinos de- 1 libra at 110 arrobas.
E trnii tos otrtros objectos
ENCARREAM-SE de qnalquer poncerlo c obras de eacommanda, garan
vaa}e presteza, perfeico e pceyoe mdicos papa o que tem.pessoalJiAbilttado.
"wTOBB a praso ott dinheirotoom descont.
' Farta, 8,Rna Vlvlenno," cu prlaeip. rarmadat k Braz.
*<
UancMe atb Mentarla U Iire* l laewk i* Iriill.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidaie
Cura das Pebres
f VtWHPS-i"**OSSIAN HERY

St's A^fiadfaf.d> ,M:dtM di Au, Zntt utitintiso u :gxcoll ii ^haroteit.
' '2? BCni'io: n'fs.ypr erctlPnata, a QVXWA
e Irr,'l*.''''':: '"-' 'IS} prvoc^^i^idfcTaweritaowih^q.attiMrae^ij-atiw
HitiH. 4wir. MtHf arineai! Vonsti!.ir,lc friten*, i".
'FAHI9>, **! & FJIHTUER, 43, ra d'Amsterdem.
Uji ti jro. an miii'K'-.'O.i-o .- raeaV" Bl'da stvA* o..
1 -ii.mjaBee.
BRONZE
DK
k
CAR HOZO f IRMAO
Roa o Baro do Triumpho ns. 100, 102 f .04
Deposito na do Apollo ns. 2 e 2 B
Tem para vender suiole:
VAiOE de eMe-erso ubricanteapara'ifogai dk-eeto oo para foeo de aseen-
edaaMteto.
MOENDAS de todos os tamanhos.
RODAS d'a-rua.
RODAS <^e espora e angulares.
CKIVACOES de diffeientes tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fand d ..
LO.OMOVEIS de 2. 2 I/l\ 3 e 4 cavallos.
ARAD- >S aiaeneas
IIA '111 N'AS de deseai sobj- a|$edan.
VAKANDAS -'e fcr
BOMBAvS det.i.l- as qu;,l,l:,a s ,, o respectivo encanamento e tin.ilmente
,.todas as frTrat-ene pivciw p ra a agricultura, desta provincia.
hX''AHKh(r M SE <[ tfiialqner conrerto o mandat bns-ar por encommen-
, *W me'lt-.nff ajwtf prewo n urna m.alica cnimissao OjualqueT mavhinismo.
CONTRAC1 A sent do ap.^relhos uara nslaas, gnmntindo a bf.s
naJidade e bni traba;lio dn, mesmoe, o q.. p.adera provar com o b.n resultado
obtido com as duas LSlNAf) montad..* ninu mente a saber:
Santa FiJonila v Joo Alfredo
Vendem a praso ou a dinheiro com descont.
I
E' de admirar!!!
O .i presos aliaixo mencionados
n n t o do l. ouv r e
m lindo!coi-te da vestido com b*irdad< por O#O00.
Ura oovado de batiste muito fina a 240 rs. f barato.
Urna paya de esgaiao de algodlo cem 10 varas por 30200.
Urna rica colcha imitaylo d crochet por 6j$000.
Urna proa de bico matizado por 2&00 e 3^000. S vendo.
Urna duzia de camisas allemas por 355000. E' pecbjncha.
Um bonito corte de setineta com guaxnicao pop 6^500.
Um covado de 12 Amazonas a 440 ra.r imitayo de seda.
Um covado de cachemira de lisuras ouiisa,.a'3^900.
Urna sahida de baile com bordado a 1#000.
Um eevado de percale, cores fixas, a 200 rs.
Um covado de tecidos de fantazia; ultima moda, a 500 rs.
Um corte de casemira ingleza por'6^500. 99; barato.
Um metro de renda hespanhola, todas aseres, por 30000.
Urna dezia de seronlas de bramante por t5#O0O-
Um -covado de linn matizado por'500 rs.
Um fich de lfi, o que ha de melhor,' por MQOOt
Uan peya de raadapolao americano,' -com 20 varas, 65&00.
Unrpaletot.de> gorgurina, iuiitayao de, sda^ poF-4i&00.
Una- linda ooleba de damasco de algodEo por 6(J.ri00.
Um oovado de-eephyr, o que ha de benito, por 200 e 240 rs.
Um espartilho couraya com bordados a offiliO.
Urna guarniyEo de erochet com matiee por 7jKXK).
Ume duzia de meias ingleza? de 9-J0OO por 60000.
Un duzia de Jenyos, em caixas, por-20600.
Um covado de merino liso, duas larguras, por 440 rs.
Um paletot de seda palha por 7500.
Urna camisa de> flanella americana por 50000.
Urna peya de cambraia V ictoria por 20000.
Urna peya de bordado muito fine por 7-00 rs.
Urna peya de cambraia bordada por 40000.
Um tapete grande para sala por 180080.
Um covado de sargelim diagonal por 200.rs. E' do melhor
Um ovado de rosti braneo por 360 rs. Sao bonitos,
Um par de Javas de seda todas as cores, por 20000.
Um covado de eretoae, cores elaras, a 240 rs.
Completo sortimento do regatas, punhos, collarinhos, entre-mcios, leques, es-
tractos bolsas, costirmes para banhos salgados, bicos lisos e brancos, roupas feitas o
, Officina de alfaiate
M ra Pr.ii.'rH de M^ n. 20
.4*4 PR
Aluga-se
o pavimento terreo do predio sito ra do Bom
Jess n. 15. proprio para escriptorio por ter gra
des, abmt'te, etc.: a tratar na mesuia ra n. 4.
escriptorio.
Ahignel barato
Hua de S. Amaro n. 14.
Baixa vente u. 3.
Becco da Bomba n. 8 loja
Baixa Verde ns. l C.
Ba Visfonde de Itaparica n. 43. armazem.
Ba do Coronel Suassuna, qnarto n. A.
Largo do Mercado n. 17, loja.
A tratar a ra do Coinmercio n. 5, 1 andar.
escriptorio de Silva Guiniares 4 C.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar; na ra
dos Guararapes b. 94.
Ao commercio
0 abaixo awaiaio retirando se psra Portu-
g I, dt-cloia qaedeixaeomo seus procuradores
aos Srs. Clemente' G. Nelto, Albino da Silva
Brlto e Jos Nicolao T. de Araujo, na forma em
que licam collocatlos. Ouirosim, pede de-culpa
de, pela presteiaesua viagem, nao ter-se des-
pedido pessealmenle das iieesoas de sua ami-
zade, offereseodo seus limitados prestimos onde
se achar.
Recife, 3 de Main < Antoiio Jos i arvalho Jnior.
Bicos le seda
vidnlho.
Mantilhas Jh seda e de algodo.
Coutas lapidadas, para vestido.
Franjas de setk con e sem vidrilho.
Ri.-nda hespanhola.
Collarinhos pacft-homem a 35000 e 40000
a duzia.
Bor lados de camb aia tapad* a 400 500
600 e800rs.?a peya.
dem com 3 e 1[2 metros, de qualquer
argura a 10200.
de linho em caixinhas a 3-5000 a
Yinho paro de Sanlarem
Dk Quinta do Barral
Chegon a prnnpira?remessti deste especial vi-
nho para o Armaa^o Central de gneros alimen-
ticios a roa do Caimg n. it, o qual se torna re- .
jommeodado pela sua pureza e boa qualidado,iin'JC*ractos e 0'*,
manda-* em caflados dratinctos freguezes livre' Uinha de machi
Je frete, para. (fMfqoer poato da cidade.
Ra du O'al.nr{ a. 11
Telepfcone n. 447
.loaqain Chrslovao L
Trihole
Pede-se a erte fiDcbarel ou abrogado, que se
enearregou de dewoBtsr urna lettra dizendo ser
o acceitaute, commissarie, e>0'end8sante socio
de urna finaestaBeJecid* u-'unia raa desta ca-
pital, a ambos estacan, mujto bom, yenba expli-
I car o que dizem^s mismos, dizendo qnando V
S. ganboo dinhws na-clttma corrida do"' rado.
j e se nao o iser eia^kar-se-li* ao publico este
I tribua ao4igndo
i 0 jmz da partida.


Accoes entre amigos
Cbovida-^e ao pesenidor-da-bilbete n. 6 du
rafa do uui cavaflo na. pnvoaca de AUiania que
apreseute o n-feiide ailhete, aliui derereber o
cavado em questo.
JEngeobos
AMAIi
C.
0
Arrendan-ae as .enlioS'Cachoeira e Bocea
da Matb.d*comar do Imperador n( 50, .'^ndar.
ApTOveJtem o -cambio
Carlos Sinde recebes pelo ultimo vapor gran
de sortenlo de-caeiisas inglezas de snperioi
qualidade, asenn.eomo.camisas de meta, de la e
meiino, meva de diversas qoJi.lade. asein
como grande sortimento de ^estuarios para me-
ninos, que 'esta veodendo por precos sem com-
petencia.
13^

Purgativo Julin
3
COMMTO V&1AL, LAXATIVO E UEFBIGEBANTB
contra PRISA O DE VEHTRE
Appbotado pela Junta OBfntA*. de Hyciene publica do Brazil
Este purgativo rxclutmameni* vegetal se aprsenla sob a forma de um oonfeito
gradavel, que purpa c^ni snavidade sem o menor incommodo. E' admiravU contra
as aftcfdm do tMomuyo e do /I/m, a ictericii, bilit, pituita, nauseas e gazes. O seu
efleito rpido e benfico na nxuoueen, quando a cabefa est pesada, a bocea
amargm, Imoua suja, falta o nj.petite e a amida repugna, as ichacoet la tentre
causada per iH/iamm(/{-<( intestinal, pois nao irrita os ortfios abdominaes. Emflm,
as moleetim de elle, usagre e couvulsesda infancia. O Purgativo Julieu resolveu
e rtifflcil problema de jiurpar as creaucas que nfto ao itain purgativo aiguu, pois o
pedem como se fosse urna pasulha de chocolate saluda Deposito m Paris, 8, Ra Vivienns, e as principaei Fdannacias e Drogaras.
jnaj--

ttendite
Jes fltmoel BaMbo avisa ao respeiUel po-
blico que ainda continua a fabricar bouquels do
mais afamado, asle^ para casamento ou outro
aualquer.aeto.e^ajm como capailas iiiortuariaf
de perpetua; a tratar na ra Nova n. 2, loja d.
miudezas, ou navruadtr Cadeia do Becife n. 43.
loja-desalleiro.
mmoH
iiaola lodaa.a0.oatm palo aea
. .pc.-nmo,c*ii3to.
m m TOJXRtTE DE L01DBES
Oe ATKINSON
Sravcl para ra"rferar o mi a rizar a
lie e pa.. j.raEiJdTol nealha i
mea par o lon^o* Artigea novoa
prrpnraiiea pelea Inventoras oxoluat-
mu< itW.
ffloanft-a-M a Caa c' letfo 01 .Vajt-
XM t Bf.o.-/l(s
J.IC iTKlNSOM
M, Od Bond Stieet, Londree
amtk .* fHru-a Un. '& ^br.inca"
tobw irtra Lyr* da naro "
n iaJf. n toudide.
Lenyus
dita.
Meias para homem, duzia a 45000.
dem pura senbora, duzia a 40000.
Lindos leq-ns transparentes de eaze a
30000 iim.
( rande sortimento de porta-retractos de
pellucia.
Finas ptilseiras americanas a 40, 60 e
801 XI .. par. '
Ditas de phantasia, gosto moderno, de
2->.")()t a 30(100 o par.
ortinados t .dos de crochet para cama a
12OOO, 170000 e 10OOO o par, alguna
de cores
Ditos para anellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800 e
10000
Ditos'para sof a 20000.
Pla.-tons e regatas de gosto.
Espelhos com tres palmos de comprimento
a 40OOO.
Capella? com veo para noiva a 60000 e
90000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100 e
120000.
Toucas de setim para baptisado a 30, 40 e
50000.
Gnnaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor. ,
Renda hespanhola de dioersas ores.
Bicos brancos e de cores a 20000 a peya.
Ditos de seda brancos e de cores.
Lindos ramos de Afires a 40000 um.
Collarinhos e punhos cerraloide.
Grande sortimento de litas modernas.
Baleias a 2*' rs. a duzia.
ractos e leos do diversos fabricantes,
ina, claque, a 40 rs. o car-
ritel.
Pastas a 10000 a 2*000.
Porta-lettras e porta-sedulas a 20000.
Arquetes para chapeos e chapenas a
10500.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Lavas de seda, cano compridoail20OOO o
par. (
Ditas de seda. para, creaaca a 10000.
Dita para moya a 10500 o par.
Grande sortimento de jarros para toilette,
sanctuario e consollos.
Lindos lenyo de seda, gosto moderno.
Grampos dourados para segurar cabellos.
D.tos ditos para enfeitar cabeya e segurar
chapeo.
Espartilhos para creanya a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 e
60( Grande sortimento de sabonetes ,de 200 a
10500 um.
Estojo com faca, gario e colher, proprio
para creanya.
Bengallas com flauta a 10500.
Meias de la para homens e senhoras.
Iwwbas/aVowadast, para ***-* i>rhet.
Lindas fitas para facha a 0, 50 e 4000b
o metro.
Lindos leques de setmT para casamento.
Grande sortimento de leques de setim e
de papel de todas as cores.
Suspensorios americanos a 20000.
Lindos desenhos para talagarya,
Fina carteiras para algibeir de 10j 2f
3 e 30500 urna.
Kwl)ii|i.e A Opiaiao
Nesla typografthia compra,*e o.n. 1.14 da to-
ma intitulada A Opiniao, de 1880, que se'publi-
on nestac cidade. ,
PAPEL MGOlLfr
mSTARDA EM F0LHA8 pin SINAPISMOS
Usada ao mando iatelro.
NADA LE
VEBDADEIRA
qne nao leve
FIRMA
atrs
O mala
simples,
o mala
commodo

o mala
effica
dos
Revulsivos.
EXIGIR
' MARCA
para evitar
Coatgafacfem.
-oi^^^sfes^^sa
-J^.E2ZO
89
roaiA.24
^?V
X ID IL I A i.
*^C--3 1a CUHAO, fAUAL
w..*-'. v..,,,,. 4i.. -# a> .war
_ ?.. .. ...-. t*.,.^, !..., 0M-tr f-*T'"M *-". *eaw aMM ,. n,:rn\t,*. ae /., mii.-
|na mu prlMit>M ~m~w >aw.BUXl ^,uf>Tt u
-tli.< *lL iiu e >at... >raa>u
constipa rs e .,
CAR0PF ^T"
PARS Pharr- VJ w
*i
tyisse. IfAtUM, t as a* m
1 m i .eirvui) n.uicaa Or
. nB BMIaJtT
*> nueeu moa na non'i
' ttu JUiroe* mmu fu 11111
-i-urn a . rlK__________SlQSITOS Btl i.

Perfuma o Corpo B Vivifica a Monte ' .
NO BAtMHO.
Superior a Agua de Cofa-r.ia pela delicadeza de sea aroma e a durabilida.ie de seu perfume MM
NO LESQO. ............................. .....___ --~
*.

sWajap


i
b*'
9
.4
Papel de forro
Diario de Pernambuco-Domin^o 12 de Maio Je 1889
de sala, gabinete e corredor, esplendido
ment na livraria Contempornea.
Quadros
sorti
com bellissimas oleo?
adorno de sala e para p
se na livraria Contempe
numero 1.
Malas d
rapias, obiectos para
resentes, tudoencontra-
ranea, ra 1- de Margo
e viagem
de homem, pronria di;
ferro, bobas, cnapelei-
artigos mnito bonsc
lemporanea.
Instrumentos de msica
{ara banda c orchestra, realejos, caixinhas coni
, 2 e6 pegas, para cit nca ; na livraria Con-
tempornea.
para roupa de senhora
camarote e caminho de
rae, binculos, etc. etc
baratos na livraria Conl
A 2.0500
Vende-se o frasco do Peitoral de Cam-
bara, de Souza S res, em casa dos agen-
tefe e depositarios geraes Francisco Ma-
aoel da Silva, ra Mrquez de Olinda
n_ 23.
Se soltres porque queres
DSA E CONVENCEK-TE-HAS
CURA UADli AL
e
SEM DIETA
DAS
Molestias de pello
SYPHILITIC.AS
Darthros, sarnas, ulceras antigs, im-
pingens, bobas, gommas, cancros, rheuma-
tismo e morpha.
Com os prodigiosos
XAROPE E UNGENTO
DE
Hydrocotile Calasans
Applicaco fcilUso sem perigoEf-
fetos promptos, dieta razoavel.
Contra Tactos mo ha argumentos
Estes remedios sao os mais comniodos
do mundo. Envia-se gratuitamente, pelo
correio, direccSes jara uso d'estes medi-
camentos admiraveis.
Prego do ungento 1)5200 o frasco.
Prego do xarope 35000 a garrafa.
Preparados por Calazans & C. Phar-
macia Imperial, Babia.
Deposito no Reelfe
Francisco Manoel da Silva & C.
Ra Mrquez de Olinda n. 23
Cosinheira
Prccisa-se de nma qae cosinhc bem e nao saia
a ra ; a tratar na ra do Cabug n. 14, primei-
ro andar, de meio dia it 2 horas.
Alimento Criangas
?ara remediar a fraqueza ias rrlanras, desen volver
t- suas forras e iireserval-os las docnris da tdade
KM os principaes Mdicos do Pans. memliros
oa Academia c Medicina de Pars, receitao con
ptimoeiito o verdadeiro
Xacabout Arabas I* Oetaacrenlor, it Valia
Esteagrndavelalimentc^compOstocomsubstanctah
vecetaesDulrltivaseroruile<^oras noma tuda.e, pelas suas proprledades analpticas,
ax;ltioraacomposlc5ooleltedassonhoras.iueama-
aentao. c acorda as foi-cas lnguidas do estomago
SI, na TiTifii, Puis. Dtm a ttiruriu i luto eottlre.
Coziaheira
Precisa-se de urna ama que cosinne Dem, par
casa de pequea familia, que durma em casa
dos patroes; na ra Conde da Boa-Vista n. 24-F.
portao de ferro
Ag-ostinho & Irmos
Collar de Ouro
a-* mam a< c*a a** -a
Como fi2essemos tima grande reforma em o
nosso estabelecimento, lizemos tambem redc-
elo nos precos de nossas joias de ouro, prata t
onmantes. Pedem- a seus amigos e freguezes a
virem comprar lindo* objectos com pouco di-
nheiro. ompra-se ouro, prata e brilhantes em
obra servidas, e pai$a-ae bem. i'-nocert*u
rfltogi*. ofcfac e OBI e pt*ll Cj*:uA.M FOLH^TIM
SEM MAI
POR
- paulo Dwmon
A FALHA DA GOURAGA
(Continua cao do n. 10 6)
CAPITULO IV
O ootro 'torio de Fedro

Na falta da tua Georgina, restar-te-
ha urna irm., disse Adelia ternamente a
jovea governante, j reconfortada por
aquella affeico tito calma, to intensa e
to meiga.
Pobre Susana, pensou a Sra. Cha-
mers vendo a rapariga afastar se. Est
enciumada... muito natural,ella estima
tanto Georgina. Mas isso fal-a soffrer, e
o'aeu chime nao mostrou-lhe sir Jonathan
Pierce sob cores muito favpraveis, na ver-
dade. Essa iropresso desapparecerquan-
o desapparecer o soffrimento!... Sir Jo-
nathan, apezar do que ella diz, parece-jne,
ao contrario, um grande coraco.
CAPITULO V
Pompn perdido
Ni|dia se^uintt, cerca de duas horas,
a Sra. Chaniers conduzio sua filha casa
Aaatole, ariiu de proyar a \as toilettes
de noivaij.
- latroduz itra-n'as no pequeo salo de
provas, dimite do grudejmych, pelo qual
tem pasrtadn tudo quanto ha de rico, ele-
gante e belo em l'.inz.
D. Clotilde fez lhe maravilhae, mi-
nha senhora, disie o Sr. Monteret a Ade-
lia. V. Exc. vai tcar satisfeita E' in-
crivel e gosto e at o talento da sua pro-
tegida.
Ento continua satisfeito com ella?
Attendam
Urna senhora perfeiumeote habilitada a lec-
cionar portoguez e francez assim como todos os
trabalh8 em bardados e Adres de todos os gos-
tos e especies, offerece-se para ir a casa das
familias qae nao quizerem mandar suas Alnas
para as aulas; assim como tambem ir residir
na casa de alguma familia abastada que queira
para mais commodidade de suas Alnas. Afan
ga-sc conducta honesta, prudente e raoralisada .
quem precisar pode dingir-se ra do Bario da
Victoria loja de fazendas Pariz na America nu
mere 16.
Viva o treze de Maio
Grande sorti ment de ballOes de papel para
illuminacao, a preco mdico, na ra Duque de
C;ixias n. 113.
Engenho
Arrendase ou vende-se um engenho moente
e torrente na freguezia da Varzea : a tratar na
ra do Vigario n. 31, primeiro andar.
Engsnho
Airenda-se o engenho Riacho d'Antas, distan-
te legua e meia da estacaqHe Timboass, bom
d'agua e de trras e tem Mants lavradores :
a entender-se com o proprietario no engenho
Bcmfica, visioho ao mesmo.
aos r., >koVixtaaiorf ecaw tos
UNGENTO STEVENS
O nico substitulndo a cauterlsacao dos cavallos
Ilo foro. Estt maravllhso preparado o nico
remedio verdaderamente efOcaz para curar todas
e quaesquer ABii|lii ttt tutu U aitUt. tateraeiata tt
fiNiDia e DlilKafSM 4t Uu a uUrm. ao usoi de
ptimo o continuo azlto em tedas as cor-
rl, e ao* principase eetabeleci-
mentoe de cavalloa em Inflaterra e amropa.
Nunca delxa nodoa alguma. F mlster experl-
m nta lo para flear convencido do seu valor.
Vende-M em cnixoM com tu competentes sdicapee
para o scu empreoo. em portugus
Uaicianu prtp.r-.do por a. STBTENS. m -aico-nUnaaa,
Ptrk Um, Lom>m (InflaUml
ht-tttrm ea Perntmtuoo : ru& a. ti SU.V1 eC
Professor e destilador
Um hornera de idde, acostumado a ensinar
crianyas, offerece se para ensinar em eneenhos
ou no m.itn ; atratiir na ra dos Prazeres n. 39.
Na mesma casa offerece seus senicos um perito
destilador ; ambos do attestados de suas habi
litarOe?.
Ama
Ha ra .filia de Santa Rita n. 89, precisa-se
de urna ama para comprar, cosinhar e faser os
demais servicos de casa de pequea familia.
" bbhoWechoI-
PARA OS FESTEJOS
DE
13 DE MAIO
Vende se na ra do Barao da Victoria
n. 61.
Loja do Souza
Ao commercio
Os abaixo assignados scientilicam ao corpo
commerciai desta prafa que nesta data dissolve-
ram amigavelmente a sociedade que tinham no
estabelecimenlo de molhados sito ra Viscon-
dc de Camaragibe n. 6, a qual gyrava sob a ra
zao social de Silva Lopes, retirando se o so-
cio Affonso Lopes Dagnaisser pago e satisfeito
de seu capital. Picando exclusivamente a cargo
do socio Jos Ferreira da Silva todo o activo e
passivo da extincta Arma.
Recife, 9 de Maio de 1889
Por procuraco de Jos Ferreira da Silva,
Antonio Ferreira da Silva.
Affonso Lopes Dagnaisser.
A o publico e ao com-
mercio
Nos abaixo assignados declaramos que dis
solvemos a sociedade que tinhamos nesta capital
sob a razo social Mayrinck & Irmacs, retiran-
do se o socio Jos Carlos Mayrnrk Monteiro de
Andrade pago do capital com que entrara para a
firma nos termos do distracto feito, c registrado
na junta commerciai. Todo o activo e passivo
da Arma, constante de um resumo de bataneo
nesta data, Armado por todos os socios, lie rao
a cargo dos socios que continuam com a socie-
dade e a mesma Arma, sem responsabilidade al-
guma para o socio que se retirou.
Recife, 7 de Maio de 1889.
Jos Carlos .Waynnck M. de Andrade.
Alfredo Carlos Mayrinck M. de Andiade.
Jeronymo da Costa Lima Jnior.
Cada vez mais.
Que prazer me d o senhor com
estas palavras !
Conheces entao essa D. Clotilde ?
perguntou Georgina Sra. Chaniers quan-
do o Sr. Monteret afastou-se.
Um pouco, sim. Ha alguns mezes,
encontrei-a no ho hospitaljde Lariboisire,
onde vou frequentemente visitar os doen-
tes, como sabes. Clotilde que urna pobre
orpha de pai e mai, pareceu-rae entao muito
digna de interesse. Cuidei della, empre-
guei-a aqui ; e tu vs o que o Sr. Mon-
teret acaba de dizer-me a seu respeito...
Mas por que fazes essa pergunta?
E' que os teus olhos brilharam como
se j gostasses muito dessa costureira.
Nao falles nella com tanto desdm.
Clotilde, apezar do seu abandono e da sua
profunda miseria, soube conservar-se ho-
nesta. Tomei-a sob a minha proteccao, e
consagro-lhe de fado grande interesse.
Alguma cousa toa que soube met-
ter-se no teu coracao, com certeza!
M!... Tudo te sorri, todos te afa-
gam e adoram, e s cruel para as ou-
tras !... Como isso feio e que deagosto
me me das com semelhantes sent mea-
tos .'...
Georgina nao teve tempo de respon-
der.
Abrio-se o reposteiro e appareceram
duas mo(as: urna trazia delicadamente os
costumes alinhavados, o corpinho pregado
a alfnetes, as saias leves, que fluctuavam
e cobriam quasi todo o scu corpo, era a
aprendiz ; a outra, loura, alta, franzina,
muito elegante, anda emmagrecida pela
sua estada em Pariz, tanto como pela sua
recente molestia no hospital, lancava em
Georgina um olhar muito humilde, com-
quanto curioso; era Clotilde.
Sem embaraco, e talvez para dar urna
lico sua caprichosa filha, a Sra. Cha-
niers abracou a contra mastra.
Bom dia, minha querida, disse ella
muito affectuosainente; o Sr. Monteret
acaba de coininiinicar me que voc est
fazendo grandes progressos. Parece que
se vai tornando habilidosa como urna fuda.
Que contentaiuento me d isso !.. .
Entao, minha senhora, flvtAQ p.-iga
dos meus esfor^os, e mclhor am.i.. do que
pedia desejar!
Aqui est minha filha Georgma Chi
niers. Ella estmal a-ha tambem quando
a cunii cer.
A pbysionomia da noiva de Rob rto
tornon-se ao mesmo tempo muito iecc.
muit orgulhosa que desmenta absoluta.nenie as
palavras da Sra. Chaniers.
Voltou as costas para a costureira, a
Caixeiro
r Prccisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de molhados, de idade de it a 14 annos; na ra
da Ponte Velha n. 77.________
BEDU FRERES
Constructores a Han, Franca
Representad* por Emilio Bu-
lln, ensenhelro Biec]ianf4>
(PERNAMBCCO)
Assentamento completo para engenhos cen-
traes e Uzinas pelos processos os mais aperfei-
coados.
Moendas e represso mltipla.
Corte-cannas vertical, systema Redu.
Diffuso, circular e reclilinha, dito Redu.
Diffusao continua do bagaco dito Perret.
Fornos para queimar bagaco da diffusao,
dito Redu.
Filtros mchameos a iiltraco mltipla.
Turbinas centrifugas (economa, limpeza e
trabalbo rpido).
Em geral todos os apparelhos os mais moder-
nos e os mais aperfeicoados para o fabrico de
assucar.
N. R. -OSr. Emilio Rillion fazendo urna via-
gem de 3 mezes na Europa, durante a sua au-
sencia dirigi asearlas e pedidos a casa Redu
Frre8aHam, que fornecer plantas, remen-
los etc., e por qualquer negocio urgente infor-
marse ao Sr. Eugeoe Chaline ; 24 ra do Com-
mercio, Recife.
VENDAS
Vende-se
um estabelecimento de molhados, dos melhores
em retalho ra do Rangel n. 53, e urna cocbei
ra de vaccas tourinas especiaes, sendo duas com
duas bezerras, e urna com seis mezes de barri-
5a, e um cavalb andador ; prante-se a chave
a casa a quem comprar e d-se a freguezia pa-
ra o leite : a tra'ar na ra do Rangel n. 53. A
cau9a destas vendas o proprietario ter de reti-
rar-se para Europa.____________________
Telegramma
(Particular do Diario)
36 enancas ve.-tidas a jockey, sendo Derby,
Campo Grande, Prado Pernambucano, uniformi-
sadas pelos ltimos costumes, surtidos por ce-
dro Antunes & C, Acam bem interessantes ;
elle- antes que se acabem : na ra Duque de
(axias n. 63.
Chapeos de sol
Para seahoras e mocinhas, pretos e de cores,
o que ha de mais gosto, poueas amostras ; na
casa Pedro Antunes 4 C, ra Duque de Caiias
numero 63. ___________
Vende-se
um bom estabelecimento de molhados, livre e
desembaracado, proprio para principiante por
S'-r de pouco capital ; a tratar no Arraial com
Moreira da silva & :., ou com Antonio Vasco,
no Encanamento. >
Carvo
Vende-se na padaria de Mello & Riset a 400
rs. a barrica na ra larga do Rosario n. 40
Vende-se
em Olinda urna casa terrea i ra do Aljube n...
com commodos para penca familia ; a tratar na
ra 27 de Janeiro i>. 2i, na mesma cldade.
Remedios homeop-
ticos
Vende-se por menos de 50 "/O do preco de6ta
cidade, urna ambulancia homeopatbica, vinda
de Hamburco pelo va or Campias, da casa de
Kart Ottc, mu pronria para o interior da pro-
vincia, pela variedad? dos remedios," em vwrps
de esmeril Ano, com 30 e 10 grammns de reme-
dios, de alta e baixa dyn.
Alcool de 60 e 80 gr., opudeldo.- de Rhus,
Riel, Sulf, rnica, Ruta, etc.
Tint. de rnica calendule, vidros sonidos de
10 a 200 gramolas e rolhas de < ortiga.
Carteiras para algibeira com 40 tubos de re-
medios. 0 motivo da venda para quem man-
dou-se vir estes remedios, deliberar ir para Eu-
ropa. Para vcl-os e tratar, ra Duque de Ca-
xias, loja de ferragens n. 46.
A Revolugao de 48
A' raa Daone de Casias 48
NAO CREIO QUE HAJA COMPE-
TENCIA DE PRECOS *
Neste mnito acreditado estabelecimen-
to de fazendas finas e modas, como j
teem provado aoa seus freguezes, que ven-
dem por menos 36 i0 do que em outra
qualquer casa, continuam a offerecer as
mesmas vantagens.
Merinos de quadros e lisos a 200, 240 e
280 rs. o cevado.
Seda alsaciana (fantasa) padroes escolhi-
dos a 280 rs. o covadb.
Zefiros de quadros modernos a 120, 140,
200 e 240 rs. o covado.
Cachemiras lisas e de quadro (combina-
cao) a 320 rs.
Organdis (fazenda de fantasa) a 400 rs, o
covado.
Nanzuks muito finos de 120 a 240 rs. o
covado.
Algod&osinbo muito largo e bom, a 34, 4)5
e 55 a pessa.
Fichs de 1S de todas as cores de 14,
10500 e 20 um.
Cretones claros e oscuros a 160, 200 e
240 rs. o eovada.
Leques transparentes a 26, e de papel a
500 rs., para acabar.
Lindos cortes em cartSes com aviamentos
a 63, 80 e 100 um.
Camisas de meia (pechincha) a 10 a 10200
urna.
Toalhas de cores para mesa elstica 50
urna.
Camisas francezas de linho puro de 40
por 50, urna.
Brim branco n. 6 a 10600 a vara.
Madapolab americano com um metro de
largura a 60 a pessa.
Brins de linhos de cores finas e garantidos
a 600 rs. o covado.
Bramante trancado duas larguras a 400
rs. o metro.
A toa! hado de linho a 10500 o metro.
Cortes de fustao para colete a 10 e 10500
um.
Toiletts para baptisados, muito finos a 100
e 120 um.
Espartilhos de couraca a 40 e 50 um.
Cachemiras de 12 pura, claras e escuras a
20 o covado.
Setins de todas os cores a 800 re. o co-
vado.
Cortes de cachemiras finos a 40, 50, 60,
70 e 80 um.
Lencos de cores, imitacao de seda, a
10800 a duzia.
EsguiSo de algodab, duas larguras, a
30200 a pessa.
Colchas de crochet com palmas de cores,
para noivos a 100 urna.
Capellas com veos a 80 urna.
S Ha Revoluto de 48
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
*
Machina
Vende-se urna de fbrea de
dez cavallos a tratar a ra de
S.Rita n. 71.
Para os festejos do dia 13
Vende-se balees oe cores, lisos e crespos,
com bonitos desenhos : a tratar na encaderna-
gao do becco da CongrcgacSo.
WHISKY
Royul Blend marca YUDO
Este excellente Whisky Escocez pre
fcrivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melbores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Blend marca Viado
cujo nome e emblema sao registrados par>
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
quem medir com os olhos de alto a baixo, observou Adelia e ella o que pode haver
de melhor.
A fizenda, sim! mas o feitio?... E'
muito pesado, muito corriqueiro.
Ainda nao o experimentaste.
Estou vendo-o.
Consentio no entanto em deixar vestil-o.
Era to elegante, tao bonito quanto pos-
si vel, com longas pregas direitas, quealon-
gavam a pequea estatura da moca.
Horroroso, repito-Ihe !... exclamou
ella exasperada. E este corpinho!... De-
testavel!.. como me assenta mal !...
Mas urna maravilba! disse a Sra.
Chaniers.
Era, com effeito, de peau de Sude, da
mesma cor de perola que o vestido, e cin-
gia a moya sem apresentar urna prega,
nem um defeito.
Urna maravilha, repetio ella, paluda
de raiva, eis o caso que foco da sua ma-
ravilha !
E arrancando-o dos hombros, com risco
erguendo a cabeca impertinente, e come-
jou a despir-se um pouco nervosa.
O coracSo de Clotilde confrangeuse.
O que fiz eu a esta moca ? pensou
ella. E' a primeira vez que me v$, e des-
agrado-lhe assim de chofre. Que iufelici-
dade Eu que desejava tanto gostar
della!...
Georgina tirara o vestido, e o seu cor-
po franzino e moreno desponjpva de um
fino collete de setim branco, pareciendo,
apezar disso, desaceitado, sobretudo ao
lado da belleza loura e resplandescento da
costureira.
Com infinitas precancBes, Clotilde ves-
tio-lhe o corpinho por acabar.
A senhora est me incommodando !
disse de repente a moca malcriada. Meu
Deus, como desageitada !...
A orpha sentio algumas lagrimas subi-
rem-lhe aos olhos.
um
pouc
Ce),
Baten talvez tremendo
disse ella, muito baixo.
A menina Chaniers nao responden e a
prova continuou.
O co8tume era feito de um adoravel tt-
cido de seda branca, enfoitado c nn pe-
queos e lindos bouquets ligado entre si j
por largos lucos de setim azul.
de ferir-se nos alfinetes da prova, ras-
gn-o em pedacos, atirou-o ao chao e pi-
sou-o a pea.
Clotilde conservou-se impassivel, mas
grossas lagrimas rolavam-lhe pelas faces,
que t'iihain ficado muito paludas.
orno que a senhora quer entao o
corpinho ? perguntou ella com voz que
Os tufos, uro pouco cheios,como o* que proctuwa em vio mostrar firme. & tal-
usava a Delfina na aurora da sua muciaa.le i v ? ^^ ""to mol,e i ,he de8"
e da sua belleza, as.sentava:n sobre un
saia transparente de rendas brancas.
agr U "
Georgna, defronte do espeiho, sem vol
O corpiuho de extensa ponca, fazia pa-! tar-se, va a costureira, entu mais bella
recer o corpo de urna flexibilidade e ajdebaixo das suas lagrimas, alia, elegante,
cintura de moa elegancia extraordinarias, I com o seu porte de rainha, o sen longo
emqua^to que o dec.ite quadrado, creado i pscelo fino, que surga do ruche de renda
de um dos deslumbrantes ruche, que se de seu vestido preto, sustentando, com a
vm em todos os bellos retratos de Bm-
cher e de Fragonard, alargava os hombros
A LOJfA MAIS BARATKIftA
PARIZ NAMERICA
AZEVEDO, IRMaO & V.
16Ra do B. da Victoria16
200 Tdephme-200
Tendo recebido directamente da Europa
grande sortimento do fazendas e modas o
que ha de mais novo e procos sem com-
petencia.
A saber :
Capas de surah, sonda c merino.
Renda preta, diversas qualidades.
Etamines, pretos, de hl e 1S seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretos do 800, 10000 e 10200.
Crinoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200 rs.
Bramante de linho a 10500, com 10
palmos.
Toalhas para banbo a 10000 e 10500.
Chachcmiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000.
Madapolo trancado a 90000 a peca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Dito B8a-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fichs de l e seda 10000.
Brins de linho cies fixes a 600.
Espartilhos couraca a 40000 e 50000.
Colchas de fusto a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado a
60000.
Toalhas de c5res para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 10500.
Renda de l, preta, para quaresma.
i ano verde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000.
Chitas de cores a 200 re.
Cretones com 2 larguras a 400.
Baleia8 com forro a 390 a duzia.
Ditos sem forro.
Seda de cSres a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000:
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
GuarnicSes, pretos, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dito para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite'
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setineta para coberto a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fusto de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
JLeite puro
Na estrada de Joo Feraandes Vieira, sitio lo-
go depois das casas novas da direita, vende-se
todos os das leite puro de vaccas tourinas e da
trra, garante-se a qualidade do leite.
Pao centeio
Mello & Biset, avisam ao respeitavel publico,
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
0oro80 pao; ra larga do Rosario n. 40.
Para jornaes
Papel formato Diario, 500 folhas 7*500
Dito dito Jornal, 400 folhas 5*000
Dito dito Provincia, 400 folhas 4*500
Vende-se na fabrica Caxias.
Vende-se
de Geoigma perwra-a
um peuco estreitos.
D todo aquello branco florido de cores
paludas a belleza morena d
Chaniers deatacava-se muitu fina e muito
delicada.
Ou e >iuo lindo exclamou
lia, duplamente satisfeito.
Apezar de toda a su vontade 'i'
tranar nm<;.t nao cneoniron timo ,.
a fazer, nma Cnica a >l ngii.
Mas na i p le o mvia > irnn
bios a um s riir*..... i ii
H
ivr -
nem toes ao un i un
v.,vao.
Vejamos o ontru ve-i do, [ .
Era uiu boatUme de ci-bemira
pira as paaaeoa ve-per m ia <
iban.
Georgina nao pode deixar de declara j
horroroso, de mo gosto deiestavel.
Foate tu quem escoiheu a fazenda,
h isie da mais esplendida flor, a sua cabe-
ca mira e a'tiva.
AijuellH belleza soberana, loura, rosada,
deslumbrante, tto fferente da sua, exas
lesde o coineco da prova.
+ > nento, em que os olbares in-
- n. 'lmnieriiliziaiu he a que
.ra i.'ii deaaprawara semeihan-
>i GiMiig.na exaspenu-se ainda
EpIoSK) 'le t id".
i i, iliu i i-Ha. o tec' . ;..i contrario, unuto b>>m o.
,u>- a roz U 'a indecencia ..
dea francos os corpinho
u c>nados duque isto.
ii i, disse Adelia, ordeno-te
N
oiheu os hombros, arrebatando
i que pronunciava aa suas
v'rai*.
.1 ii gas por ventura que estou dispos-
ta a siippjnar ist-> ? disse elia. Uuia si-
ngada que nunca fez nada provavelmente,
urna ou duas tavernas a vontade do comprador,
bem afreguezadas, ra Imperial n. 279.
e, sob o pretexto de que a favoreces com
a tua caridade, son eu sem duvida que
vou pagar-lhe as despezas de aprendiza-
gem Ah! mas esto engaados!... Que
ella atomanque os vestidos das outras, se
isto Ibes apraz... A mim nao. Quero a
minha antiga contra-mestra, a D. Clemen-
tina. Essa conhece o seu officio. Mas
este aqui !... Urna estragadora de fazenda
e mais nada !...
Furiosa, ella tinha-se tornado a vestir.
Acendiam-se as chammas nos olhos en-
tristecidos de Clotilde, que conservava-se
de p, immovcl e gelada junto porta,
mais branca que urna morta, mas conse-
guindo, forca de vontade, nao responder
urna nica palavra quelle desacato.
Adelia, que conhecia perfectamente sua
filha, sabia que qualquer observace, qual-
quer resistencia, qualquer intervengo mes-
mo, severidade ou ternura, apenas conse-
guiran! em tal momento exacerbar a sua
colera desesperada.
Assim, tanto por prudencia, afim de nao
provocar uio escndalo intil, como por
fraqueza maternal, Adelia reaolveu ca-
lar-se.
Levou a mo aos olho. >
Ah infeliz rapariga murmurou
ella, no meio das suas lagrimas, que co-
racao tena tu 1 E que desgosto me causas!
A aprendiz tinha-se retirado.
Leve me presenca'do Sr. Monte-
ret, minha querida Clotilde, contiuuou ella,
voltando se para a pobre costureira. Tu,
Georgina, espera-me.
Dirigiram-se ambas para o gabinete do
chefe da casa.
No corredor Adelia attrahio a orpha a
seus bracos.
Perdoe-lhe, disse ella meigamente,
apoiundo os labios non cab los louros da
raoc*; ella foi sempre muito amimada, e
deve ter um pouco de ciume de voc; e
cousa o,ue ba de pasiiir.
Basta, ininlia querida senhora, mi-
nlia bemfeiioia, nunnurou Clotilde,j n-
ooufortada por es>as amistosas p avias ;
ella sua t ha, pode despedacir ine o co
: O, nao Icubrar-me-he; nunca d U.
ina eiiio para estnual-a, coiuo um
l'i -.U he ..
A Sra. Clnniers, involuiitariameiit.'-,
apertou-a nvamele nos bracoa; mas nao
responden; vinh.i alguem.
Adeus, ni una querida, di-se olla en
voz alia, continu a ter corageiu, voliarei
breve.
No gabinete do chefe da casa Adeli
contou a scena tai qual acabava de pas-
sar se e nao hesitouem aecusar franca nen
te Georgina de colera ciumenta e nao
pouco justificada quanto possivel.
A Leja das Listras zoes
A' RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Vende mais barato
Fazendas preta
Caehemlras arrendadas de duas lar-
guras tecido novidade, a 20000 e 20500.
Merinos pretos infeitados de pura 11
a 800, 10000 e 10200.
Crep inglez para enfeitos de vestido
a 10200.
Rendas hespanhola de seda a 50000.
OorgorSo de seda pura de 20000 a
40000.
Velludos de seda, lisos, com pintas
e ramagens, a 40000.
Velludilho bordado a contas, lindos
desenhos a 10600.
Fil de seda bordado a 10200,
VOS e mantilhas com rendas a 40000
e 50000.
Capas e visitas, de gorgoro, de ren-
das ou cachemira, enfeitadas a rendas com
vidrilho a 250000 e 300000.
leos de seda com lindos desenhos de
40500 a 60000 a peca com 10 metros.
Teeldos de novidade
Cortes de vestido bordados, em car-
to, de lindas corea a 100000.
Vestidos brancos bordados para noi-
vas a 180000.
Teeldos arrendados c3res creme, rosa,
azul celeste e branco a 400 rs.
Linhos phantosiados, tecido com mal-
ta largura a 500 rs., em listras e qua-
dros.
Setins de Maco, todas as corea e
mais salmao, lilas e bronzeado a.800.
Cambraias brancas bordadas a 40000
a peca.
Ci'Jzes de seda com fios prateados e
douradoscores: rosa, azul e creme, a
10000.
HadapoISo trancado, peca com 20
varas a 60000.
FAZENDAS ESPECIAOS
Batiste* de cores finas a 120 a
240 rs.
Chitas finas claras miudinhas a 200 e
240 ra
Cretones franceses, verdadeiros a
320 rs.
Morim de listras aznes madapo-
lo fino largo com 20 varas a 60000.
Hadapolo americano muito largo,
sem f,oran a a 80000 a peca.
Bramante de 4 larguras a 700 e
10000 o metro.
Guardanapos superiores a 10800 a
duzia,
Cortinados bordados a 55-500, 70OOC
e de crochet a 100000.
Croehet para sof e cadeiras^bra-
cos, um completo 60500, para sala:
Hosquitelros americanos com ar-
ma?ao a 120000.
Alcatifas para forro de salas e gabi-
nete a 10200.
TECIDOS MAIS BARATOS
Merinos de duas larguras, [qualquer
cor a 440 rs.
Linhos lisos e de quadrinbos a 80 e
100 rs.
Bico branco e de cores desde 600
a peca at 20500.
Colchas de fustn de cores a 20006
e30OOU.
Toalhas acolchoadas a 30000 a duzia.
Luvas de seda, bordadas, qualquer cor
a 20000 e 20500.
Leques de pennas e transparente!
de 10500 a 60000.
E muitas fazendas que se da por qual-
quer preco.
D-se descont a quem comprar de
200000 para cima,
Troea-se a fazenda vendida se por qual-
quer motivo nao for de muito agrado para
quem fr comprada
Lojas das Listras Aznes
Nao devia antes de tudo preservar o fu-
turo da orph, que lhe fallava to singu-
larmente ao coraco?
E, sem mesmo dar por tal, to profun-
da era a sua nascente afieico pela peque-
a abandonada, poz a n todas as suas
miserias, todas as suas desolacoes de mai
infeliz.
O Sr. Monteret era um homem de bem,
excellente pai de familia tambem.
As mogas dessa idade sao s vezes
to exquisitos !... disse elle discretamen-
te, Quanto sua protegida, nao tenha re-
ceio, minha senhora, este ligeiro incidente
nao a desfavorece absolutamente no meu
espirito e talvez at a avoreca um pouco.
E' que todas as freguezas nao se parecem
com V. Exc, minha senhora, e as nossas
pobres contra-mestres supportom s vezes
muito crueldade-----
Entao queira de ora avante mandar
confeccionar as toilettes de minha filha por
D. Clementina.
Est entendido, porm ella perder
com a troca.
Oh! tonto peior para ella.
Clotilde foi chamada alguns instonies
depois pelo Sr. Monteret.
Ento, minha querida, disse-lbe elle,
com um bom sorriso, parece que tivemoe
urna fregueza diflieil...
~ Um pouco, senhor, redarguio ella
com voz trmula de emoco.
Voc foi muito paciente, mnito cal-
ma, nao verdade ?
Oh! fui, sim, senbor.
Ento continu e nao se preoecupe
com o resto... Mas para outra vez, se se
der a mesma cousa, veuha prevenir-me
inmediatamente. Isso raro, felizmente,
sendo as nossas damos geralmente bem
educadas; mas emfim acontece.
Nessas occasioes mostr um sangue fro
de gelo e nao se atormente com o mais.
Fez um afago paternal no rosto da cos-
tureira e maniou-a para dentro, dizendo-
Ihe :
Voc una boa moca, trabalhadora
j wa, mas nao se esqueca de qne a
vida i iIuvi uara todos. Assim, pois, acal-
t cuica isuilio, que vejo to con-
> tenha animo.
: stas palavras de aniraaco a
o >c ticuu triste e desolada todo o
Y;1. -
Na offiena, como ella era muito meiga,
a -ies|,e.io da sua rpida mudanca de po-
Mifii,). todas ascompanheirasmoairavam-ae
suas aungas.
I Continuar-at-ha)
r
"Typ. do iHario ra Duque de Caxias n.


Full Text
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