Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17242


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Full Text
AMO LXV
NtfM*fcf) 101
9*

I I
:-JL-

PARA A CAPITAL K LLCARES OVDI1 VH E PACA PORTE
Por tree mezeB adntados............... 60000
Por seis ditos dem ................ 120000
Por um auno dem................ 230000
Cada numero avulso, do niesmo dia..... ... 0100
7
DOMINGO 5 DE MO M J889

PARA DE.\TRO E PORA DA
IOVIMCIA
Por seis mezes adantados ....
Por nove ditos idem- M .
Por um anno idem ...
Cada numero avulso, de dias anteriores
130500
200000
260000
0100
DIARIO DE PERNAMBCO
Tropriedade de Manccl Sfyeirca de Varice S 3%jcs

TELEGRAMMAS
::
tOUW
isnso mmm so
MACEIO', 3 de Maie, s 11 horas da
manh?L
Hontem foi aborta serventa publica a
pon i. ia embarque e desembarque no por
to de Jaragu.
Este mclhoramento, que lia rauitos an-
nos era reclamado, um dos que se de-
rom administraba do Exm. Sr. Dr.
Aristides Augusto Milton.
NATAL, 4 de Maio, s 2 horas e Dimi-
nutos da tarde.
Chegou hoje aqu o paquete nacional
Alagos < segu agora para essa cidade.
RIO DE JANEIRO, 4 de Maio, s 4
horas e 10 minutos da tarde.
A Cmara dos Deputndos nao funecio-
nou hoje. tendo comparecido 54 deputados
e> destes 52, que apoiam o gabinete e 2
(-.oposicionistas.
Foi nomeado presidente da provincia de
Minas Geracs o Dr. Manoel Queiroz de
Mattoso Ribeiro.
Foi agraciado com o titulo de conselho
oDr. Antonio Goncalves Ferreira, deputo -
do por Pcrnamhuco e ex-presidente de Mi-
nas Geracs.
Foi nomeado juiz municipal e de or-
phSos do termo de Plores em Pernambaeo
o baeharcl Manoel Joaquim Machado J-
nior.
O Senado funecionou hoje e procedeu a
eleico dsi mesa que ficou assim consti-
tuida :
Presidente, o conselheiro Paulino Jos
Soares de Souza.
1." Vice-presidentc, o conselkeiro Luiz
***>*.4 Htm- u&>. ; '^
2.a Dito, o ennselhe;ro Top Rodrigues
de Lima Duarte.
Secretarios, reeleitos, o Bara > de Ma-
manguape e Joaquim Floriano de Godoy.
A commissao de resposta a Falla do
Throno foi a neguintc: Silveira da Motta,
Francisco Belisario c Franco de S.
Fallecen o Bunio de Maraui (conselhei-
ro Joao Wilkcns de Mattos, ex-deputado
geral pelo Amazonas e ex-direetor goral
dos corrcios).
motor de forma helicoidal. Em 1768, Paucton,
engenheiro francez, propoz que se substiluissem
por hlices as rodas dos nano Em 1803, nm
macninista, oriundo de Amiens, chamado Car-
los Dallery, havia adaptado duas hlices a um
pequeo liarco que comeeara a construir no rio
Sena, em Paria, para ver se resolva o problema
da navegaco por meio do vapor : rnasfaltavum-
Ihe os meio:) pecuniarios para levar raais longe
a sua tentativa.
Muitos machinaras, tanto franrezes como in-
glezes, oceuparam-se, depois de Dallery, de sub-
stituir pala hlice- as rodas de ps ; e foi o fran-
cex Delisle, capito de engenheiros, que demons
trou com a maior evidencia, por coosidrrdes
theoricas, a superioridade da hlice s rodas de
ps.
Em Inglaterra, os constructores Smith e Re-
ne fizerara as primeiras experiencias felizes
com urna hlice.
A disposicao actual da hlice, isto a hlice
simples de urna so revolucSo foi ensaiada a pro-
posta por um constructor de Bolonha, chamado
Fredenco Sauvage. Infelizmente este homem
nao pode executar as suas experiencias em urna
escala sulficiente.
Fredenco Sauvage falleceu em 1837. em Paris
n'um hospital de alienados. Comoestivesse en-
cerrado em urna Malo de Bolonha, por causa
de dividas, assistia da janrlla as experiencias
que fazia neste porto o commandante do Ruttler
navio Inglez, construido eui Londres, para ex-
perimentar o sysema de hvlice simples, que o
proprio Sauvage bavia imaginado. Este espect-
culo, to cmvl para o inventor, altcrou-lhe a
razan
O primeiro navio francer a vapor a hlice foi
construido no Havre, em 1843, por M. Normand.
Deutao por diante nao tem a hlice .cessado de
ser preferida pela marioba franceza." Presente-
mente em loda-* as naedes martimas do mundo,
a hlice quasi qr.e desthronou as rodas motrizes.
Todava nos piquetes a vapor, que trabalham so
nos ros, nao e fcil ~ul>-1 itmr as rodas pela h-
lice ; de modo que se pode dizer, para resumir
o que se disse precedentemente, que a hlice
hoje o meio propulsor geralmente usa lo para a
navegacio martima, e que as rodas de pus sao
o meio propulsor usado na navrgacSo fluvial.
(Contina)
parte orriciAL
ipcrlo
INSTRDCglO POPULAR
\s i;iamis
ANTIGS E MI IERNAS
Seocias.
AS
industrias e artes
POR
FK29IXR
xiv
O vapor
(Continuadlo)
A 10 de Agosto de 1817 o Clermonl,
0 Liermoni, grande
n.. uo vapor construid o \*>r Fulion, foi toncado
ao rio de Leste em Nova-York. Este navio, que
taha a autor pane das disposicoes mecbanicus
que anda boj*: se usam, decidi o adoptar-se a
navegaco a vapor no Estados-Unidos Nos di-
versos Estados da l'ni fio americana a manaba
a rapor fez, dentro em poucos, grande progres
sos pela inspirarao e esforios incessantes de
Fuilon. que falleceu em Nova-York, no anno de
18I.*>. c deixon sua p itria a causa mais pode-
rosa da sua prosperidade.
A Europa nao tardou em aproveiter a deseo
berta oe Fultoo. Em 1812 um constructor, cha
mado Henrique Bell, estabeleceu no Clyde. em
H-c.'iia. o primeiro barco a vapor que fez er-
vieo regular na Europa : chamava-se Cometa, e
eslava construido a seneUnnra do navio de
Fullon.
Da Gr. Brelunha passou rapii'menle a nave-
_aco a vapor para os outros paizes da Europa.
Viote annos depois da sua modesta estrea aa
Escocia, liana a marinlia a vapor, tomado entre
lodas as nuyOes um incremento. Os ros do
continente cobriam-se de barcos vapor epouco
depois estes barcos sulcavam tolos M mares do
mundo. Hoje em dia a inarinha vapor tende
a fazur aesapparecer a marinha de velas, por
motivo das vautagens praticas. da economa e
rapidez proprias deate genero de motor.
\-machinas vapor consagradas ao servido
da navegagao sao de ranos systema-. conforme
a :i Mi, un do meio de propulsao que se adoptar.
E* pnis ne x'ssario, antes de f.illannos dwajd-
teujas de machinas vapor usadas na navega-
!;/./. algumas palavras dos apeutes propul-
!
I sam-se lous principaes meios para propellir
a barcos vapor, a saber : as rodas de ps e
I ice.
O us-i das ro.;as de pus remonta j a urna ep<>-
cjw tnnitu reui<.ta. Acba-se eNialatmiexcripti)
latinos a tlescripco de rodas de p-, mo-
las, por beis, e trabalh,ndo nas jangadas, m
DOS navics. Papin usava. emseu barco de I7C7.
de lua roda c ps como meio n opuisoe.
navio a vapor do marquez do Jouff oy, emLySo,
and neto de igual systema .de rod;:s.
iopiou para os seus "a,"0s o uso de
rodas uiotnzcs, e desde enlao este i-y-'tema te n-
i longo tempo, de nm modo exclu
os e navios a vapr.
\ b- liii- de mvenco muiaT mais rcenle.
i malhematico Daniel Berooulli fallou,
i vez, de se ap>licar aos navios um
Ministerio do I
Ministerio dos Negocios do Imperio.lo de
Janeiro em 20 de Abril de 1889.
Ao ministerio dos negocios a meu cargo foram
apresentados varios requerimentos em que se
solicitam os favores cpnstantes do decreto legis-
lativo n. 3,151 de 9 de Dexembro de 1882, com-
binado com a disposicao do paragrapho nico
art. 2. da lei n. 2 34"de iO de Outubro de 1887,
alim de construirem-se habita^Oee para operarios
e classes pobres.
Mcconhecendo a falta de elemento* indispen-
wci* MHatayiitaw gaverno a formar opinio
seeurt "More materia, jPor .ua natnreza muito'
complexa, julguei conveniente uo deferir desde
j a pretenc&o dos supplicantes, aguardando
dessa inspectora o resultado do cstudo syste-
matico que opportunamente dever apreseutar,
de accordo cora as determinacoes que se contm
no tinal do presente aviso.
O problema da pobreza em todos os tempos^e
particularmente no nosso secuto, mui difhcil
seno insoluvel; e para attenuar o rigor dos de-
safortunados tem se recorrido a paliativos e
nada mais. Entretanto, a consciencia christ
no Hrazil. como nos paizes europeus e nos Esta-
dos-l.'nidos da America, se mostra commovida e
at inquieta rom o crescente pauperismo das
classes operaras, cuto salario, em geral, apenas
chega para viver mal e militas vezes para tanto
nao basta. A sombra da idea generosa de pro
teco a cata classe, embora movidos par outros
intuitos mais praticos, alguns proprietarios de
offici'ias consideraveis cotistruiram, para seus
operarios, junto del las, casas commodas e hy^ie
nicas e a baixo alu.-uel, d<> que excmplo mais
notavel o fundidor Krupp, em Essex.
As vai.tagens que taes proprietarios tem co
lhido em reiago produeco dos seuj rntalwilri
ciraeutos sao muito differentfc. das que podem
piometter os concessionarios ou n-qO: rentes aos
capitalistas a quem tenham de recorrer.
Como est declarado na le, 6 doplo o fin das
eraprezas constructoras: forn-cer liabitacao a
operarios e a classes pobres. Embora diftVren-
tes uns dos outros, todos, em awat, dependein
do crdito, pelo que, mal se contera c semnre a
preco alto, tendo por esta causa sido frustrados
mtiftus projectos philantropicos no sentido de
conseguirse que o operario forme o seu tirca
romeo de de.-peza e o observe.
Aoscillayao do salario, e despegas superve-
nientes e imprevistas desarranjam os clculos
anda dos mais econmicos ; nestaa condicOes, o
crdito qce podem inspirar por seus preceden-
tes o seu raelhor a|K>io e extremo recurso. As
facilidades ou vantagens que ao inquilino eraba
racado pode fazer, e effec ivameotc faz, o pro-
prietario particular com difuculdade se cense-
guiriam de uraa empreza, aiuda que favorecida
pelo Estado.
A estas considqragoes accrescente se outra de
maior valia, c j experimentada nos ensaios fei
tos era outros paizes a da repugnancia quasi
invenciD'1 por parte dos opranos em submette-
rein-se a um rgimen domestico com restncc6es
inevitaveis de sna liberdade : o que succederia
nos typos de projeciadas habitages collecti-
vaS.
Considerada a questao aofa o a-pecto econmi-
co nio se deve esquecer que a despeza que mais
a\ulta na m.inutencAo do operario a iia ali-
raentacao, e tamhem a qui- miis irapo ta para a
effeciidade e augmento do seu salario Fixar,
pois. em tabellas o aluguel da casa, como era
varios decretos jJoi pralicado, uno assciru
rar a promettida baraten, que niuit < depende
da distancia que separa as habitaeoos do lugar
do trabdlho ; e este ponto nao so tem imporun-
cia econmica como moral, e tanto que institu
ce.- semelhantes illudiram s esperancas de
phiiantropos l>em intencionados, viudo outros,
Se quem nao cogita am, a tirar proveito das ca
an destinadas a favorecer os pobres e os opera-
rios.
Se vale a experiencia dos povos mais oppri
mi los pela pobreza, sobrara razoes para nao
ion1: ir, por eiuquamu, nos erapregos que. apoia-
I: i -MianL.res fav-res do Estado, se propo-
nli.on .o- los aulidos cora o proposito de re-
munerar os capiUes empresados. Antes, rae
parece que, fra da ni.riativa piedosade institu
oes de beneficencia e da ousadia desinteressada
da caridad* consta, a mais effica das proteccoes
aos desfavorecidos da fortun i. dever-se tria oan
ler o principio tutelar da concurrencia na in-
dustria da cunstrucc/io de nabitaoOi-fl para todas
as classes sociaes, obse vados rigorosamente o
precettos hygienicos c i_- dpon{0es muoici-
paes convenientes.
Apwr do que llca exposto, tendo o legislador
m.niifado o pensameuto de resguardar, tanto
quanto possivel. os operarios e classes pobre da
avidez dos uronrielaiio especuladores, armando
contr:, ella -raprezas privilegiadas ; e ao inesiao
tempo pareceudo que, para esta excepcao na le
geral, preponderou a conveniencia de fazer des-
aparecer da capital do Iraperi os de;iomioados
cnicos, tidos como insalubr.-. 'rmitas vezo?
con i o focos de nfeceo, onde se diz hahitarem
opranos e pessas pobres, cumpre ao governo
zebir a execucao da lei, impedindo que si-ja bur-
lado o seu espirito, afim de garantir o reswiadQ
qu se espera das eraprezas que em rirtode della
se organisarem.
Neste intuito, ser indispensavrl. anli de ef-
fectnar novas concesses conhecer o co*tuo do*
local em que as eraprezas tenham de levantar os
respectivos enlflcios, bem assim os planos e or
jmenlos das obras, fixando previamente em re-
gularaento que na conformidadc do i 2. dr
;rt. L" do citado decreto de 1882 compre' expe
dir. alera de outras bases : os presos do aluguel;
a prohibicao de admittir a empreza como iuqul-
linos pessas que nSo forem operarios e. pobres,
verificadas essas coodicfcs por nm fiscal do go-
verno ; e a obrigaco de alienar o predio ao lo
catario pelo prepo antecipadamenle determinado,
no prazo e mediante as pretagoes preestabele
cidas. passando-lhe a propriedade com os favo-
res concedidos empreza.
Hoja, portento, V. S. de mandar proceder
pelos delegados de hygiene, mediante questio-
nano que organisar. ao rcense-amento da po-
pulacho de todos os corticos existentes as fre-
guezias urbanas, cora a maitr discriminago
possivel, quanto aos habitantes : da naturalida-
des sexo, idade, estado, profisso, designacSo
da officina ou casa de trabaiho, renda ou pro-
ventos, etc.; e quanto s habitaces : ioealidade,
averiguaco das respectivas condiedes bTgieni
cas, cora a declaraco motivada de seren ab o-
lutamente imprestaveis ou nocivas sade,
e das obras indispensaveis para poderem ser ha-
bitadas.
Deus guarde a V. S. Antonio Ferrttra Vianna.
Sr. inspector geral de bygiene.
Mi Isterioda Fazenda
CUKS ) DAS LIBRAS ESTERLINAS
Ministerio dos Negocios da Fazenda.Rio de
Janeiro, 24 de Abril de 1889.
Vista a lei n. 401 de 11 de Setembro de 1%6,
que mandn recet-er as estaces publicas e r.ns
paganaiitos entre particulares as moedas de
ouro v 22 quilates na razao de M por oitava.
Visto o regnlamento de 28 de Novembro do
mesmo anno, que, para execucao daquella le,
fixou era 85890 o valor do soberano ou libra -
terlina:
Visto o decreto n. 2.004 de 24 de Outubro le
1857, que, aps o decreto de 29 de Julho e
1849, renovou ou estebeleceu taes disposicoei:
E ouvida a secro do conselho de Estado dos
negocios da fazenda com cujo parecer S. M. o
Imperador houve por bem conformar se, por sua
immediata resoluco de hontera, manda o mes-
mo Augusto Sentar declarar que as libras ester-
linas devora ser recebidas pelo seu valor lega,
tanto as estaces publicas, como foi determina-
do por aviso de 16 de Novembro de 1888 e se
tem praticado, como nos pagamentos fritos pe s
meslas estaces c anda nos que se realizaren
entre particulares.
O que communico a V. S. para os devidon ef-
feitos.
Deus guarde a %J>.Joo Alfreda Corrmodtj
OfwVajr-Sr.-^oAselpeif geral da* re.fas pu-
blicas
Idntico directora geral'da cootabili-
dade.
Consulta a que sf refere o arito supra
SenborPor aviso do Ministerio da Fazenda
de 26 de Marco ultimo houve V. M Imperial por
bem ordenar que a seccio de fazenda do conse-
lho de Estado tendo viste :
A lei n. 4 1, de 11 de Setembro de 1846, que
deu oitava de ouro de 22 quilates o valor de
41, e declarou que este valor 6 obligatorio nos
pagamentos entre particulares;
O regnlamento de 28 de Novembro do mesmo
anno, expedido para execucao daquella lei, que
fixou o valor do soberano, raoeda ingleaa, em
MINO;
i-, mais do decreto n. 2,004, de 24 de Outibro
de 1837, que mandou executar a lei de 1816
para o effeito de scrcm recebidos as estaces
publicas do imperio os soberanos pelo seu valor
tixado;
Consultasse com o seu parecer sobre a obri
gaySo em que se achara os particulares de rc-
ceber as ditas moedas por aquelle preco :
Depois de ltenlo exame do assumpto, a sec
cfio vera respetosamente submetter Vossa Ma
gestade Imperial o resultado do seu estudo; e o
farcngindo-se aos precisos termos da questao,
segundo a formulou o nv-of loriado aviso do Mi-
nisterio da Fzenla.
Tratndose de saber se os particulares se
achara na obrigago de receber era pagamento
a in.ieda metallica ingleza isobcranos e meios
soberanos), parecen seceso iadispensavel pro-
ceder, embora resumidamente, apreciago das
lei* que, entre nos, lera disposto cora respeito
ao padro da moeda c por ra modo o tem feito.
Foi a lei n. 59, de 8 de flntubro de 1813 que,
provendo sobre o >tebelecimeuto na cidade do
Rio de Janeiro de um banco de circularlo, pri-
meiro regulou o nosso padrS monetario da se-
guinfe forma:
i." Na receito e despeza das estacos publi-
cas entraro o ouro e a prata em Larras, ou
em moedas naciooaes c estrangeiras. a dous
mil e quinhentos ris por oitava ae vinte e dons
quilates;
2." As moedas de meia onca de ouro conti-
nuaran a ser cunhadas sem que nellas se im-
prima o valor nominal.
Para boa execucao desta lei foi expedida a or-
di-iu de 18 ae Outubro do mesmo anno. onde
sel:
1." As moedas de ouro o de prata nacionaes
e estrangeiras sero recebidas pelos valores no-
minaos marcados na seguiute tabella era con
formidade cora o padro monetario tixado no
art. Io da lei, e adoptado entre o ouro e a prata
a r.laco do valor indicado na mesraa tabella;
s
inevitavelmente tel-o-hia feito por modo exprs-
o taxativamente.
Mas decretando que as moeda de ouro de 22
quilates igem dizer se nacionaes se estrangeiras/
sero recebidas as estacos publicas, compre-
liendeu, sem a menor duvida. no entender da
seceo, urnas e outras.
Tendo de executar a lei de 1846, o governo
expi dio para esse tlm o decreto n. 487 de 28 de
"ovembro do me3rao anno, onde se l:
So leinpo proscripto no art. Io da lei n. 401
11 de Setembro deste anno, sero recebidas
as moedas do ouro e de prata nacionaes e es-
trangeiras abaixo declaradas, na razo de 4000
por aapa de ouro de 22 quilates, observada en
tre amt)0= os metaos a relacSo de 1:155/8 na
forma que se egoe.
Releva notar que. autes da expedido deste
decreto, a secejo de fazenda foi ouvida sobre
estes dous pontos:
Io Estebelecer a relaco entre o onro e a
prata ;
2 Determinar as moedas estrangeiras que
conviva admittir na circulaco.
No parecer da seceo foi affirmado que, man-
dando a lei de 1846 que as moedas de ouro sc-
jam recebidas na razo de 4 por oitava e nao
rost ingiudo a circulago s nacionaes era claro
que tinha facultado o curso lgalas estrangeiras.
Tambera em o mesmo parecer foi ponderado que,
sendo o tlm da lei de 1846 dispor os meios que
tendam a fazer cessar a inconstancia do cambio
em sua maior escala e habilitando para isso a
moeda metallica a t ntrarnos pagamentos por um
valor que Ihe den, proporcionando ao do merca-
do, 6eria imprevidente se limitaste a circulacao
s nacionaes, que sendo em pequea quantidade
nao satisfaziara ao intento a que elle se propoz
Fina mente, ouvido o conselho de Estado pie
no foi approvado o parecer da seceSo, decla-
rando apenas dous conselheiros. que tambem o
aporovaram, que votaram igualmente pela ad-
misin na circulacao da moeda de ouro donomi
nada Ongas i* Hespanha, por sor muito conheci-
da nos mercados das differentes partos do mun-
do, incluidos os do Brazil.
O, decreto de 28 de Novembro, expedido de
confcrmidade com o parecer do conselho de Es
tad subsisti ate que apparecou o de 28 de Ju-
lho de 1849, expedido por execucSc da lei de 20
de Setembro de 1847.
(Jra, por esta lei o governo foi autorisado a
manijar cunhar moedas de ouro de 20# e 101, e
moedas de prata de }1 diuheiros, dos valores de
U. 15 e 500 ris.
Nlo obstante, o citado decreto de 28 de Julho
reza assim no art 3o:
A disposigao do artigo nntreedente nao
extensiva as moedas de prata nacionaes camba-
das at agora, squaes sero recebidas as es-
tactJes publicas pelos valores que Iheu deu o de-
creto de 28 de Novembro de 1846; ficando revo-
cada* todas as outras disposirOes do mesmo de-
creta.
Conseguintomente, foram por este decreto ev-
cludas do curso legal as, moedas estrangeiras
talas pelo de 28 de Novembro.
permanecern) ns rousas at a expedi-
do aeretff n-.004 e-24 de arhatOde-t
18^7, no qual se diz que, attendeudo ao que dis-
pe a lei n. 401 de 1 i de Setembro de 1846, re-
jan recebidas as estacSes publicas do imperio
as moedas inglezas, denominadas- soberanos t
mem soberanos hcando nesta parle restabeie-
cid a disposicao do decreto n. 487 de 28 de
Nowmbro de 1846.
Ilformando ao poder legislativo, disse o mi-
nistro da fazenda no seu reatorio de 1858:
c Cumpre-me darvos conta neste lugar da
2* As moedas cujos valores nao'vo desi-
gnados nesta tabella, sero tambem recebidas as
referidas estacos, mas smente no taso de se-
ren acompanhadas de guias da Casa da Moeda ;
por onde conste autnticamente o seu peso,
toque, e valor niminal correspondente O raes
mo se praticara a respeito das moedas cujo poso
e titulo se acharan m eriores aos que na tal>ol-
la Ihes corrcsnoudeui.
a tabella de qu- se trata csto comprehetidi
das por suas deno ura.ices nao s1 mosdas d>
Brazil sonrio tambem portuguezas, inglezas,
Ir.uu-jzis beapanteitaa e americanas (Esiads
Uaidvis).
Es'o rgimen preval c -u nada menos de 13 i
no<; isto ". ilesde 181.1 ate 1846, eui que foi pro-
mnlgada a lei u. 401 de U de Setembro d>- l^'.f-,
contendo a winualt) djsposico :
De 1 de Jan-iro lo 1847 em diaute. ou an-
tes, se for possivel, sero recebidas nas estacos
publicas as moedas de ouro de 22 quilate ::
razo de 44 por oitava e as do prata-na razan
que o gowroo determinar
Comparada- entre si estas duas eis, o que re-
gala irrecus ivetmeole, no entender da seccao,
e que a de 1846 nao revogou a de 1^3', mas lio
somonte, por motivos que nao vera ao caso to
mar om considera^o neui to pouco pronunciar.
sobre ellos opinio. alterou-a, elevando o valor
do ouro de 22 quilates de 2>500 al por oitava.
Com effeito. se outro fra opeusarueoto do le
5i-|.idor se mirasse a mais do que elevar o pa-
o das mocadas de ouiode 22 quilates a 4*000
por citava, isto se quizesso "xoluii do curso
legal as moedas estrangeiras, adnnltidas pela lei
de 18.13, segundo o padro por ella determinado,
ronulgago lio decreto n. 2.0O4 de 24 de Outu-
ro Jo anno passado, que mandou receber nas
cstices publicas do imperio as moedas inglezas,
denominadas soberanos e meio soberano.!, pelo
valtr de 8^890 aquellas e 44i5 estas. Era urna
medida geralmente reclamada, que anima o for-
necinento aos nossos mercados de urna moeda
perfrila, conhe ida eadmittida em todo o mundo
comraercial e poupa a despeza do seu arunbo,
licuado a casa da moeda mais dc^embaracada
para cunhar o ouro e a prata em barras e tara-
bem o cobre, logo que houver a autorisaco
aciraa pedida.
Desde ento tiveram novamente as moedas
inglezas (soberanos e nietos ^beraoo) o curso
legal igualmente com as moedas de ouro nacio-
nal de ** o 10OOO
Somonte em 1867 surgiram duvidas a pro-
posito da execucao do art. 9 S 1." da lei n. 1,507
de 26 de Setembro, que auturisou o governo a
mandar cobrar era moeda de ouro, pelo valor
lega', 15 ". dos direos de iraportagao.
Duri-la a seejo de fazenda foi seu parecer, e
com elle se conforiuou o governo, que o decreto
n. 2,004 de 24 de Outubro de 18o7, esteva de
accordo com a lei de 1846 quando equiparou
moeda de ouro nacional os soberanos e meios
soberanos.
Em presenca do estudo das nossas leis e de-
cretos altinentes materia, pensa a seceo que
so Ihf reste dizer se, oacionalisada a moeda es-
trangfira. o mesuw curso legal ou forgado que
Ihe foi daJo nas .esteces publicas, impc-se nos
paga nonios entre particulares.
Como se nao bastasse a decrelaco do curso
breado nas estaces de arredaco, para'd'ahi
couduir-se. em um pais de rgimen parlamen-
tar, pela nbngaioredade aos particulares, a lei
de:'l$46, no Hnd do j cilodo art. I., dz*o se-
guinie :. Es'a disposicao ter lugar nos paga-
mentos entre |iarticulares
Isto vale a conlirmacao do art. 1." da lei de
1831 on le se dispe que as moeda; nacionali-a
das estaro quer an servigo da receita do Estado
(arrecidacn), quer na despeza (pasamento).
Oiisoante co.u esta intelligencia dada le de
!'|R, inauifest.iu-s.r o ministro da fazenda, no
reatorio aposentado em I47 ao poder legis-
lativo, no artigo que *e inscreve : Exccuo
da lei de -.1 de Soti-uibtO de 146.
Ah diz o ministro : Era virtude deste auto-
risdcoo, pelo decreto de 28 le Novembro do
anno Iludo, se or lenou o gyr0 toreado s se-
guuites moedas do ouro. (Sao as da tabella re
lerida). .
Limitar smente s moedas brazib-iras a fa
cuidad.- de eutrarem nos pagamentos gao-
seria de corto contrariar a satM-toria da le ci
teda, que em apoio do panel chimon circu
cao os metaos pobres.
Assim que o estadista que referendou a le
do S4 foi o proprio que. execuiaudo-a, orde
dedou e gi/ro forrado da moi-da metallica coui-
prehendida na tabella que acomp.mhou o de-
croio expedido a 28 de Novembro aaqielle aira i.
A seceo poda entrar om .miro ordoin de con
siderayes para mostrar que o decreto de IH->7
contm providencias geralmente reclamada : ni
eumaliair urna moeda conuecidajc admm.da em
o .nundo coinmcrcul, son embargo do
incoiiv. nionte, cujas oau-18 al is sao idiisitorias
c COmtnuna a toda a monda metallica i_ de ler
um valor crtente menor do que o leiwl.
B o conclusao, a aeceto e waimd do con-
selho do osudo de parecer, que, lendo o d.>creio
n 2,004 do 24 de Outubro de 18.7 ordenado, i'
accordo com a lei dt 11 de Seiorabro de 1846,
que Mjuui recebidas nas esiacOes publicas as
miedas inglezas deoouiiuaili soberanos e hm'Io
auberanoi reatabetoceado nesta parte o decreto
de 2S de Novembro de '846, acbem-ae os part
colares na obtigagaa de recebe- taos moceas em
pagamento pe o preco (ixado por aquella decreto.
V. M. ImiHriat resolver como t'Or raelhor.
Sala das conferencias da scelo de fazenda res Qe Souza declarou que concorda va com e
do conselho de estado, em 3 de Abril de 1889. tyoto dos domis membros da seceo de faxenda
M. Pinto de Souza Dantas.fafayttr Rodregues Resoluco-Gomo parecePetropolis, 23 de
Prrara. ____ Abril de 1889. Com a rubrica de S. M. o Itye
0 Sr. conselheiro de estado Paulino Jos Soa- rador. -/. Alfredo Carreta dr UHveira.
Governo da Provincia
REL4TORIO com que o Eub. 9Sr. Dr. Imaoeeuclo Marques le
%raujo Cioes, preideate da provincia de Peraaa-
buc-o. pasmn a adminislraco ao Exm. Sr. Dr.
Ignacio Joaquim de Souza Lefio. 1." viee-prest-
dente.
(Continuyao)
i Art. 3. | 3. a Autorisa-se ahi a Cmara Municipal de Caruar para da*
abate a Francaco Pereira de Sobral Campos ex-arrematante dos impostos da fre-
guezia de S. Caetano, no exercicio de 1885 a 188t, de accordo com a autoriracSo
decretada na lei n. 1,882 do 1." de Setembro de 1882.
c Isto vai de encontr ao art. 52 da le do l. de Outubro de 1828, que diz:
Nao poderSo (as cmaras) quitar coima, nem divida alguma do conseibo, pena de
nulbdade e de pagar o duplo e constitue um favor pessoal, fra das raias da com-
petencia legislativa.
No mesmo caso se acha a disposicao do 9.' assim redigido :
Fica liquidada a responsabilidide da nanea de 4:208C>00, prestada por Joa
Municipal oe foyanna, com o pagamento por elle feito
Pires Vergueiro Cmara Mu
a dos dbitos da mesma cmara a Joaquim Jos da Costa Leite, Jos Paulino da
Costo Leite, JoSo Mauricio Wanerlcy, Bellarmino de Aquino Lopes, engenheiro
t Francolino Americo de Albuquerque, na importancia de 3:168(5440.
Alm de quitar-se a differen$a, impoe-se Cmara urna compensacao, que
pode nao estar em seus interesales, j por nao terem sido reeonhecidas as divida
mencionadas, j por outro qualquer motivo, do qual s a Cmara pode avaliar.
Outra disposico da mesma natureza, porque importa quitacito ou perdo
de divida certa e incontestada, encontra-se no art. 15 (d3posic5es permanentes)
n'estes termos : Ficain dispensados da multa e aggravacab a que esto sujeitoa e
(v mais com direito ao abate de 3() [0, os devedores de impostos o rendas referentee
aos exercicios anteriores, que liquidaren] seus dbitos dentro do primeiro trimes
tre do ejercicio de 1889
Apesar do carcter provisorio que decorre das ultimas palavras, foi este
artigo incluido entre as dispoeic^es permamentes, parecendo que descuido da re-
daccilo appliea-bc elle smente aos exercicios anteriores ao actual. Entretanto, per-
manente ou provisorio, viola preceito expresso de lei, e influira perniciosamente noe
clculos da receita municipal, so fosse adoptado como regra, animando os coatr-
buintes a aguardar tito ratajoao abatimento no comeco do exercicio seguinte.
Art. 3." 7." 'este paragrapho autorisa-se a Cmara Municipal do
Recite nava aforar a Thomaz Espica o terreno a leste do Palacio da presidencia,
afim de edificar um theatro modelo com as coudicoes qne julgar conveniente.
Nao pdenlo p al'oramento dos bens da Cmara ser feito senao em leitito
publico, como est consignado no artigo 43 da !ci do 1." de Outubro de 1828, a
dmposicSo deste 7. tem nicamente -o alcance de favorecer a Thomaz Espine*,
libertando-o da concurrencia publica, embora com menos precos e transgressao de
proceito tito claro e de impedir que a provincia faca acquisieao do dominio til, ou
para aproveitar o terreno com algum edificio adaptado para repartieses publicas, ou
para conserval-o como logiadouro publico, na esperanca da construccilo de urna ter
Cira ponte ligando os biiirros de Santo Antonio e Recife, e edificada junto ao jar-
dim dn Palacio do Governo em direc^ao ao largo de Arseual de Marinha.
Accresce que n2Q_ liquido o direito, receutemente conferido a Cmara
Municipal pela lei n. 3,348 de 20 de Outubro de 13tf atquaato nao forem indem-
niaados a provincia e o Estado pelos melhoramentos e- bemfeitonas feitaa.
Art. 3." I 4.. Autorisa-se a Cmara Municipal de Nazaroth para pagar
f de preferencia 40 Centro Litterario Recreativo Nazareno a quantia de 1240908,
4 de custas que Ihe foram doadas.
Deve ser bem accentuada esta interveneio tifo directa quab nociva da As-
semblca Provincial na economa das cmaras municipaes ordenando Ihes que paguen
de preferencia a cortos credores, que podem nao ser os mais lquidosnem ns maii
antigos, especialmente tractando se de dividas oriundas de custas judiciaes, tolvas
prescritas e cujo pagamento quer impor-so a fina forca. Diante de taes exemplos
bem tarde chegar o reinado da autonoma municipal, por mais que se ache ella
burilada na legislacSo do paiz. E nao se pense que essa disposico singular e
sotada, apparecendo na resolucac como resultado de urna distraccrto legislativa, nao.
Nada menos de 17 outras de idntica natnreza, algumas adubadas com a pena de
re8ponsabilidade, figuram em diversos artigos, como vai ver-sc :
4. n. 12. Cmara Municipal de Pao d'Alho. Custas iudiciaes, devende
ser, antes de tudo, paga, $ob pena de re$ponsabidade, a quantia de 1:427)>780. de
que a cmara devedora ao coronel Joaquim Cavalcante de Albuquerque, e maia &
de 5625970, ao Dr. Marcolino Ferreira Lima e a de 4605000, ao advogado Jos
ITrancisce ires Barrete.
| 9. n. 13. Cmara Municipal de Xazareth. Custas judiciaes, pagando-ee
200iJO00 de custas deridas ao juiz de direito da comarca, 22950J, ao oficial de
justica (andido orreia Dantas e 120i}000 ao promotor publico.
10.* n. 10. Cmara Municipal de Bom-Jardim. Custas judiciaes, inclusive
a quantia de 8970510. que dever ser paga ir. preferencia sobjfena de responsabili-
dad*, ao escrivao do crime 'arlos Ferreira da Silva.
12." n. 20. Cmara Municipal da Victoria. Custas judiciaes. pagando-ee
de preferencia o que se deve a Manoel Rodrigues Mauricio, a Jos Mara de Oliveir
e ao Dr. Joao Vicente Pereira Dutra.
c 15. n. 11. Cmara Municipal de Jaboatio. Custas judiciaes, devendo
ser paga de preferencia sob pena de responsabilidad* a quantia de 4OO0OJH. ao ex-
escrivao Manoel Vicente da Cunha.
" 16 n. 7. Cmara Municipal de Muriboca. Custas judiciaes, pagande-se. de
preferencia ao Dr. juiz de direito da comarca de Jaboat. f
" 17 u. 7. Cmara Municipal deIpojiica. Custas judiciaes, devendo ser paga
de preferencia sob pena de responsabilidad a quantia de 3000000, ao escrivSo Je-
suino Jos Ferreira. I
" 18 n. 11. Cmara Municipal da' abo. Custas judeles, sendo de preferen-
cia, paga ao escrivao Clarindo Ernesto Lins, 5000000, e ao esenvab ( hrispiniaao
Buarque de Macedu, 3OO0QOO, por cont* do que Ihe deve. .
" 20 no 11. 'amara Municipal de Oamelleira. Costos judiciaes, devendo-ae
pagar de preferencia o que se estadcver ao ex-escrivao Herculano Theotonio da Su-
va Ominarles, na importancia de 6665200. ,
" 22 n. 9. Cmara Municipal do Rio Forraos-.. Castas judiciaes, pagndose
de preferencia e integralmente, sob pena de responsabilidad ao tenehtc Jos Ignacio
dos Santos a quantia defl28<)0Ol)O. _
" 25 n. 10. Cmara Municipal do Bonito Custas judiciaes, pagando-ae de
preferencia o que est a defrer uo escrivao Jalo Granes da Silva.
'' 29 n. 12. (Jamara Municipal do Brejo. Custas judeme*, sendo de preferen-
cia paga ao Dr. juiz de direito a quantia de 34950 e cujo pagamento j foi autorisado pela lei n. 1896, de 4 de Maio de 1887.
" 32 n. 11. amara Municipal do Linneiro. ustas judiciaes, sendo paga
de preferencia a quantia de 2000000 ao escrivao Hermino DeltinodoNascimento Lima
e 1780700, devidas a Manoel Bernardo Gomes Silverio.
" 40 n. 10. Cmara Municipal de Cimbres. Custas judiciaes, inclusive, a quan-
tia de 1:0000M), qra1 de preferencia deve ser pagai ao escrivao do crime Eduardo
Antunes de A b-iquerque M- lio, por cout de 5:1400115, de custa=, que Ihe dere-
' lora a mesiiia cmara. .
" 48 n. 8. Cmara Municipal de 'abvob. Custas judicu.es, Feudo paga de
prefertnoia a quantia daj33.l#22, que a amara est a dever de custas ao escrivao
do crime, capitao Autoi io .los de Andrade.
Como se- so'do que ah fica transcripto, a Assembla Provincial u>urpa as
attrbaifSu da- Cmaras, impSe-lhes pagamentos determinados, marca preferencia de
credores, ate n. m.-aina classe dos credores por' custas judiciaes e vai ao extremo de
decretar a r spmsabidado das cmaras que desobedeccrem a esss extravagantes
ordena E' at onde p>de chegar o refiname to do principio interventor, notando-se
aoaa pezar que seaapre se maaHesta em casos do interesse individual, nao podendo
ao menos aoobertor-ee com o manto da utilidade publica.
" Resulto de todas as dispos^Va, postas em evi lencia, que no orcamento
municipil foraaa orf.;ndidos varios precito- conetitucionaes, revogadaa algumas leis
nanea e cicada* novas attribuigSes pira 33 -aunaras e at para seus presidentes, a
que Ihe sao usurpada* outras.
" No tocante ao augmento le despeza surgem no orcamento n-vos srvi^os e
uo vos einpreg.)* que podem ser dispensados, assim como augmentan) so ordenados
e salarios, jde hn reinaneradores, cv.no o dcin.>jntra abunlauteinentc a aflloencia ee
pretcnd".ite* quando appareco um vaga.
" E' de meu devor assignalar este accrcscimo de despeza pvra ficar consig-



.:



Diario de Pernambuco---I>Qmingo 5" de Maio de 1 M)
L
do Keci
!
ludo que as nnaiicaa do municipio do Kecifu foran sem piedade immoladas no
mo altar, e talvez em iomeoage vhm>h idelo., ora jqae forem saorifieadas con
tituicSo e as lei, como ficou cima evidenciado.
" .Assim |ra as diversas reparticoee raunicipaea foram creados os seguintes
lugares: i ...,-
-'' Dou8 collaboraderes na- secretaria. 2:400000
Um thesoureiro 2:8000000
'' Dous escriven da receita 5:6Oi50UO
" Um adjuntfttaW advaaM. .... l:2Qi00
" Dez guar Macs...... 9:0^000
" Um ajudMtfe t eMenlftm.......2:4PJ00
"Umdeaedaata.........1:28#000
" Um raedwtwdo tadouro dcArmial ..... I:a0000
" Um aimkaiotrador do. mercado da Boa-Vista .... I:200t>000
Um guank^ito.......... mtmo
ligOOftKlO
Lticoes provinciaes a quantia de 208 meosaes,
cando entendido qne nte tem direito a- paga-
mento de excessos ou extraordinarios por quul-
quer titulo que allegue, a nao ser pelo .previsto
na clausula 7., nein pdp invocar eui seo favor
caios fortuitos ou de forca maior
Um pedreiro
Dous tango tan es .
Um servente a 2^000
Um dito a 1*500.
Um pedreiro a 2*000
7200000
540*000
720*000
32:110*000
os vencimentos o os
t.
iBBe&ttSffats.'s
0 presente conlracto durar por espaco de
quatro annos. a contar do I." de Maio vindouro,
e
a
~csi^a,Pcaiaiabqco, i<> de
AdffMN* *mce*a Jtorou* ift raujo
Get.
- Ao director iotOfiu* Arsenal de Guerra
-Tendo o Ministao ^Guerra doterminado
era portara da 30 de Janeiro ultrjio, que sejam
tranofcridos da e^ da rc-
f^Q*JO remate ar^l^iaao* <****(*#
" Alm do creae&o des tes lugares foram augmentadas
alarios dos scguintes :
t Ao procurador ea Cmara mais 2 "i, sobre a arrecadacao, que po-
* dem ser calcuiail'>8 Como na lei de 1887, em. 7/500*000
" Augmento no ordenado do advogado ..... 800*000
V Dito no do socitodor........ 200*000
" dem no do advogado dos presos pobres. ....
'dem no do solicitador dos presos podres. .... 300*000
** dem no'do--medido da Casa de-Deteneao. .... 400*000
** dem no do engenheiro. ....... 40"*J00
-' Ideii no do ajudante -do mercado de S; Jos 300$()0O
11 dem no administrador do matadouro do Arraial '. 300* " dem no do administrador do Cemiterio da Varzea 100;>(H0
M 'dem nodo administrador do cemiterio d S. Lourenco 100*000
* 'dem de500 na diaria do servente da afericlo. 16'"._J00O
11 'dem nos vencimentos dos fiscaes. ... 100*000
' dem de 500 rs. diarios no salario de um servente do matadoro do
Arraial. ...... 180*000
" Irle 500 rs. diarios no salario de- seis serventes do mercado
de S. Jos. ........ 1:085*000
' dem as diarias dos pedreiros do cemiterio do Recife 730*000
& dem as diarias de cinco serventes ..... 851*001)
*' dem na diaria do servente do cemi erodio Arraial 182*000
14:!>8-)000
" Sommam, portanto, o augmento com > pessoal a quantia de 46:408*000.
" Alm do augmento proveniente da creacao de novos lugares e da elcvacZo
;.aos veneimentos dos actuaes empregados, no total do 46:408*000, consigna o orea-
-mento vrba para servicos, at agora dispensaveis, e que podem, sem inconveniente
*er adiados para melhores dias.
" Assim resolveu crear:
H Um laboratorio chimico municipal.
** Um necreterio .......
iy:7*e*000
12:DOfy>000
' Somma.
31:730*000
(Contina.)
MMfl do dia 20 bb abril de 1889 gados do espectculo, que serte de sua confian-
Actos : ya c nomeacao, e como aceio do estabelecimen-
0 presdeme da provincia a'.tendendj ao to, todo sob a llsealisaete do administrador do
fue.requereu Joaquina das Mercs Ferreira pro- theatro ;
fessora da 2 cadelra de ensino primario da fre- j t. a dar at o mez de Agosto uro espectculo
foezia doSS. Sacramento da Boa-Vista, e tundo
em ala a informadlo n H0.de ;7.do corrate
aez do ins|>ector geral da Instrucco Publica,
resolvv conceder a peticionaria a gratilicaco de
uops servicos, de que trata o art. 126 do rega
lamento de 18 de Janeiro de 1888, visto contar
-.ais de o annos de efleetiio exercicio no ma-
gisterio publico.-Coimnunicou-se a<3 inspector
eral da br-druecte Publica.
0 presidente -da provincia, attendendo ao
rae renuereu Sphigema Maria de Almeida Go-
jea, professora da cadeira de Venentes e tendo
embista a lagruiayao n. 83do inspector geral
da Intflrucco Publica, resolve conceder a peti-
ciotraria, a contar de 7 de Vari'o lindo, dous me-
aes- de Ikenga com ordenado ^tera tratar de sua
saude onde le osovier.
0 presidente da provincia, resolve exone-
rar, a pedido Emilia Gitirana Santos ikt lugar
;de professora de primeiras lettras do presidio
de Fernando de Noronha ; e nomear para sub-
-*tltuii-a Mana Adelaide do Castro Lacena. Gorn-
.inuaicou-se ao inspector da Tliesoiaria de Fa-
xenda e ao director do presidio de Fernando de
Noronlia.
Oficios :
Ao presidente da provincia do Cear-Bogo
a V. Exc que se digne de providenciar, para
.que me seja n-inettida urna certidao do accordo.
^ue confinuou a sentenca proferida em 8 de Ju-
ibo de 1866, por decisao do jur\ do termo de
Acarv. provincia do Hio Grande do Norte, e pela
qual "foi condemnaoa a ti'. Joseplia Maria da Ow-
eeiv+o a pena de prisao perpertua, da qual n
terpo/j-eciurso de grata.
Ao 1" secretario da Assembhia GeralRc-
inetto a V. Exc. para fazer constar a Cmara dos
rs. Depaiados por interessar a eleic-ao do 10*
districto desta provincia o oflicio junto em que
a maioria da mesa eleitoral da parochia de S
r-iejanoda Raposa deu-cunta ao juiz de direito
de comarca de seu procedime nto no di a da clei
rao, abandonando o collcgio eleiteral depois di-!
cvnliecido o reuiiado da ekicte e levando com-
sigo os livros epapeis, sob pretexto de achar-se ment0 dosoriginaes.
caaeta rom a invasode gente armada, o que'
nao Roba razao de ser depois de apurada a clei-
sabida a vota.io d: amlnis os candidatos
que nao ser contado no numero dos men^aes,
em beneficio da Santa Casa de Misericordia,
combinando-se com o conselheiro provedor iless
estabelecimento a ueya do repertorio do lh que
dever ser preferida.
A presente concesso nao priva o governo de
fazer outras, especialmente a compartidas regu-
larmente orgauisadas.
M'U'itis iniiiadi* ao administrador do, TH Santa Isabei e ao inspector do Tlieatro SwQ
Isabel.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Re-
metto a Vmc. copia das bases nesta data assig-
nadas, afim de que mande lavrar contraen por
qaairo annos. a contar do (' de Ma prximo
viadouro, cora o bachure! Migael Faria para a publicacae do expediente das re-
partieres publicas no Diario de Pernamburo e o
mais "que constar das alludidas bases.
Bases a que se refere .o oficio cima :
ir
O coniraclaute Miguel de Figueiroa Faria
obrigido a publicar no Diiirio de Pernambuco
jue Be acha sob sna exclusiva administracao e
gerencia, todfts os origiBaes que para esse fim
Ihe fdrem remettiaV)s pelas repartice$' provin-
ciaes existentes e que forem creadas.
O que for expediente das ditas reparticOes
ser publicado sob o titulo Expediente e os
annuncios. avisos e todos es outros origi MM
semelbantes sob o titulo Avisos olciaes.
2.'
Obriza se o dito contractante a publicar sob o
tiiulo Communicado oficial qualqaer artigo
que m defeza da administracao geral ou pro-
vincial, lbe seja enviado pela secretaria do go-
venio, de ordem do presidente da provincia.
Nao compromette porm, o pensamento poli-
tico do Diario de Pernambuco, qne poder discu-
tir os actos da administracao em termos mo to-
cados e comedidos. -.
3*
As publicagoes serte sempre feitas era prazo
nunca guperior ao de 48 horas depois do recebi-
fiO e
Ao inspector da Tliesouraria de Fazenda. j repartigoes provinciu
Remello a V. S. as inclusas cuntas relativas a ro|aco que lbe fur env
galerno.
A remessa dos destinados .para o interiore
para fora da provincia ser frita pelas respecti
passagens concedidas em vapores da coni|ianhia
Pernambucana de Navegaco Costeira, na im-
oortaacia total de 7MOD. para o lim a queal-
fude sua nformacij de 25 de Fevereiro ultimo.
106.
n.
US
4.'
O segundo contractante fornecer diariamen-
te duzentos excraplares do Diario de Pernambuco
ciaes, de accordo com a
iada pela secretaria do
vas repartiles.
Ao mesrao.- Communieq a V S. para
iins convenientes, que na peticiio de Fraga Ho-
d d, de que trata o seu oflicio de 13 de
Marco lindo, sol a. 124, profer hoje o despacho
seguinte :
Nao podendo jior ora determinar-se o res
ponsavelpelo desfalque da farinha. deque se
^awxaui os supiiicantes, sejam ellas intimados
para entrar com a dlcronca notada.
.la governo nao cabe a obligarte de iiidem-
sal-os : Io porque o desapparecimento podia
dar-se a bordo do vapor, e nenhnma prova fez-
se do contrario : 2" porque ainda qoando fbsse
bra de empregado poMico. seria este e nao o
governo o responsavel pela indemnisaco do
daino causado.*
Ao eugenheiro encarregado das obras mi-
litares.- Remetto o incluso aviso do Ministerio
da Guerra de 3 do corrente, acompanbado dos
papis relativo ao material existente na fortaleza
de Itamarac e que tem de ser removido para o
Arsenal de uerra, sirva se V. S. de dizer o que
Ihe parecer.
Ao mesmo.Remello a V. S. os inclusos
apis concernentes aos reparos necessarios na
fortaleza do Brum. afim de que, nos termos do
aviso do Ministerio da Guerra de 8 do corrente
seja modificado o projecto dos alludidos reparos
de accordo com o parecer da directora geral
das obras militares.
Ap mesmo. Respondo ao oficio de V. S.
de 43 do corrente sob n. 310 autorisando-o a man-
dar proceder aos reparos precisos na fortaleza
do Brum. oreados na importancia de 256*918
segundo consta do citado oficio Fizeram-se as
aecessarias communicagoes.
Aos membros da directora do Theatro
Santa Isabel- Communico a Vv. Ss. par os fins
convenientes que nesta dala profer o seguinte
despacho no requenmenlo da directora do Club
Dramtico Familiar :
Sei:do conveniente que o Theatro Sunta Isa-
bal, em w z de co i-ervai->e fechi do. delerii ran-
do-Fc e l' i ii:indo-se iruitil ao lim para que des-
tinado. uLi.i suas portase attraia a populaco
desta capital, avii a de distnrcOes por meio de
efpeciaciilnsescolhidos.'-'oncen'o liceni*a ao Club
DraniiiiicoFamiliar, em defenmento presente
eticio. piia dsr urna represenlucio ou
como pede, durante o corrente anuo, indi
dente da ccninbiicao de quarenta miris que
costuma se iobrar por qnaiqui r esrnclaculo ou
concert sem funuameuio em lei ou regula-
menio.
Fica porem, o Club obrigado :
i. a fazer as despezas geraes com os empre-
0 presidente da provincia poder impor mu-
as de 10 i 100 por qualquer infraego, con
l
forme sua gravidade
6."
Mo trabalho mencionado nas clausulas ante
cedentes, receber o segando contractante a
quantia de 6005000 mensaes.
7."
Obriga se tambera o segundo coutractanle a
imprimir todos os trahalhos avulsos das actuaes
repartices provinciaes, inclusive as que j te-
nliain sido publicados nas columnas do Diario
.'/ Pe: nninhuco. fornecendo o numero de exem-
plares que Ihe for pedido, mas licando preveni-
do que tratando-se de trahalhos que se fazem
annualmente para o servigo das repartisOes, o
pedido nao poder ser de quantidade excedente
ao necessario em um exercicio.
No primeiro que for feito fixar a repartigo
respectiva o numero total dos exemplares ou o
presumido.
0 contractante nte ser obrigado a fornecer
mais de 300 exeaplares de cada relatorio ou
broebura que tenha ao menos cinco folhas ty
pographicas ou quatro paginas em formato 4." e
oito em 8..
8.
Se maior numero Ihe fr exigido, o contractan-
te ter o direito de receber a quantia de 103000
t>or cada folha typograhica do exemplar, se o
excesso nSo passar de 500 exemplares,' a de 133
se attingir a mil, e a de 17*500 se for de mil e
quinbentos.
Assim, por um relatorio de trinta folhas tyno-
graphicas, por exempla pagar-se-ha mais 300*
pelo excesso de exemplares at quinhentos, e
mais 450* at mil. As tabellas e mappas nao
sero contadas para o effeito desta clausula.
9
O prazo para entrega dos avulsos impressos
ser calculado na razo de tres folhas typogra-
phicas por da. As segundas provas sero re-
riftas pek repartido que houver enviado o or-
gin;:l para a typc^graphia, c o lempo COfis imido
na reviste nSo entrara era conia. As provaa
remettidas sero acompaa das de um livr..
em que o enipre|jado incumbido da reviste p;;s-
sar recibo designando o dia e a hora
trega.
10.
O segundo contractante fica sujeito a lumia de
20* a 200*. por c da iiifracco do prseme con
tracto na parte relativa impresso e entrega
dos avulsos.
11.*
0 segundo contractante receber pelo traba-
laco inclusa par copia, faga Vmc. excluir os re-
feridos menores d'aquella companhia e remet-
tel-os para a corle disposic^o do ajudante ge-
neral do exercito.- acompaohados das respecti-
vas certidOes de assentamentos e guias de soc-
corrimento.
Aa.^MMottr eral dn instcete publica.
AUnndendo ao que requereu a alumna mestra
titulada pela Escola Normal,.Benvinda de Souza
Castro Ftitosa, recommendo a Vmc. que a ca
deira de ensino mixto de Gamelleira de Buique
saja provi'ia por contracto, que ser elfectuado
com a referida alumna meslia.
Ao commnudanto do corpo de polica.
A' vista das instantes solicitaces do juiz de di-
reito da comarca de Tacarat, mando Vmc
completar e iefo'-car com 10 pracas o destaca-
mento d'aquella comarca.Oficiou se ao juiz de
direito da comarca de Tacarat. '
-o director geral deobra- publicas. ufle-
recendo Jos Vicforino de laiva, em policio do
17 do correte,..exacatar as obras.de. reparos do
que carene o pontiihao do riacho di Lama na
villa de Agua Preta, mediaote o*bate de 10 por
cenlo no orcainenlo de 1:426*150 superior ao da
3 por cenlo prtposto no de 11, sobre a qual
Vmc. informou em oficio de 13, sob n. 140, re-
couimenlome que mande contractar com elle
os alludidos reparos nas condices expostas. -
Comniui*cUT3e ao inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Ao iuspeeti.r especial de trras publicas e
colonisacn. Remetto a Vmc, para sua scien-
cia e direceo, cpia do oficio que em 13 do
carrente dirigi me a Cmara Municipal de Qui-
pap acerca de trras devolutas existentes no
municipio, no lugar denominado Oratorio, eom
a Bateaste de meia legua mais ou menos.
| Ao juiz de direito da comarca de Salguei-
ro.Recommendo a Vmc. que rae informe se o
vereador do municipio de Salgueiro. Miguel e-
reira de A raujo. mudoude residencia.
Ao vice presidenta da cmara municipal
de.S. Jos do EgyptaDeclaro a Vine, que tive-
ram o cnaveoieate deslino o bataneo e orea-
monto euviados com o seu oflicio de 20 de Mar
go lindo.
Quanto segunda parte do citado oficio, fago
constar a Vmc. que nao ha incompatibilidade no
exercicio dos cargos do vereador e delegado de
polica, segundo dec!ar de Maio de 1873: p-utaido as-ira o vereador Jos
Manoel de Dous, qu^ dologado de ptiliria.
exerc-r as funec-jes de presidente da c
municipal.
Portaras:
Determino cmara municipal do Rrejo
que expeca romnnnirirfiriiinm juizes de paz e
dasjlmais providencias do eslylo alkn_ de
que se proceda nesse municipio, no dia 17 de
Junho vindouro, eteiete de um vereador em
subslituico do lente Florencio'Jos de-Albu
querqiie'Civalcante, que falleceu, segundo rae
participou o viee-presidente dessa cmara, m
oficio de 3 do corrente mez. (lommunicou se
ao juiz de.-direilo da comarca.
Os Srs. agentes da Compaabia Brasilena
de Navegicte fa^am transportar provincia do
Cear. non coala, do ministerio da ierra, o'
cadete Joo .larelio Lins Wanderleyi que aai
inatriciilar-se na Escola Militar alli existente, se-
gundo declara o cominandante das arma9 inte-
rino em ollicio n. fS de 16 do carrente mez.
CoramuaieoO se ao commandanle das armas
interino.
O Sr.< gerente da Companhia I'ernamhuea
n-y Snvegaijte mande dar passagem a r nU4
Araoatiy. no" vapor qoe segu parao norte a 22
do nanele, ao bacnarel Jos Camillo Linlnn-s.
por oon I a das gratuitas a que o governo tem di-
reito.
cveEDMXrn do db. secretario
Oflicios :
Ao 1 secretario da Assembla LegisUtivu
Provincial. De ordem de S. Exc. o >r. pfesi
dente da provincia transmiti a V. S.. paia os
lins convenientes os inclusos oficios da caara
nronicipal da Pedra.
Ao mesmo.De ordem de S. HJxe. o Sr.
presidente da provincia-remetto a V. S-, afim de
que no digne da submetter considerar; oteM
MaeanWea o ornamento da rei'eiia desvza
para o exercicii de 1889 a 1890 da caniaramu
nivipal do>'Recife.
Ao mesrao. De ordem de S. Exc. D Sr.
presidente da provincia remello a V. S., para
o tira de ser presente ao conhecimento e delibe-
raco dessa Assembla, a inclosa coala, aa im-
portancia de 814000 relativa a passageas, por
conta !o provincia, em vapores da Companhia
Pernambucasa de Navegaco Costeira, visto nao
lia ver crdito na le do orcamnto para o respe-
ctivo nagamento, conforme declarou o Thesouro
Provincial em informa<;es de 27 de Dezembro
prximo passado, ns. 606 e 6'7.
Ao presidente e mais membros d jonta
reuisora de jurados do termo de Bom Conselho.
S. Exc. o Sr. presidente d i provincia manda
coramunicar a Vv. Ss., para os devidos effeitos.
que deu hoje provimento ao recurso interposto
por Joo Paulo de Miranda, lente Manoel de
Mello Tenorio de Albuquerque, Antonio Ferrei-
ra de Mello, Jos Joaquina de Freitas, Nifticio
Lopes Lima, alferes Pedro Simo da Silva, Vi-
cente Guedes Cavalcante Netto, Joo de Figuor-
rdo Lima, Antonio Tenorio de Albuquetqne..
Jos de -ssis de Carvalho Cavalcantee Louren-
go Milito de Albuquerque, da deciso pelaiqual
essa junta excluio-os da listagera! de jurados.
Ao engenheiro fiscal da eslrada de ferro do
Recife ao Limoeiro. O Exm. Sr. presidente da
provincia deu hoje o devido destino aos docu-
mentos que acompanharam o oficio de V. 9. de
16 do corrente, sob o. 12.
Edilal :
Por esta secretaria se faz publico para conhe-
cimento de quera interessar que p Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda em cumprimento da
lei n. 1917 de 22 de Marco ultimo, chamarcon
currentes, com o praso de 90 dias, contados da
data do presente edital. para a explorante de 11
engenhos centraes, sendo 6 de typo maior e5
de typo menor, sob as bases constantes d03 aDB.
1" e 2 da citada lei, concebidos nos seguinfes
termos:
Art. 1*. Fica o presidente da provincia autori-
sado a contractar com quem memores vantagens
offerecer a fundagao e exploracSo de 11 enge-
nhos centraes sendo 6 de typo maior e 5 de ty-
po menor, sob o plano, condices e auxilios
constantes do art. 16 da lei provincial n. 1860
de 1885.
1 Dos de lypo maior 2 sero fundados no
municipio do Bonito e os outros no de Iguaras-
s, Ipojuca, Cabo e Muribeca. Os de typo menor
sero fundados nos municipios de Itarab, Bom-
Jardim, Victoria, JaboatSo e no valle do Amara-
gy da comarca da Escada.
% 2. Sero considerados de typo maior os en-
genhos ceutraes que moerem em 100 dias de 25
a 30 milhes de kilogrammas de canna, e de ty-
po merior os que durante o mesmo tempo moe-
rem de 12 milnes e 500 mil kilogrammas a 15
milhes de kilogrammas.
Art. 2". As concesses para a fundaco/ ex-
o dos engenhos de que trata o artigo an-
tecedente ? po I i feitas a agricultores
que residam na zona o..de lenham
ln lecer as respectivas bricas, exceptuado o de
Ipojuca qne poder aer contraeulo com o re-
queren i Ignacio Pessoa de Siqueira.
o art. 16 da le n. 1860, de que trata o pre-
Bente enitsf, assim concebido :
Art. 16. Fica o presidente da provincia auto-
rizado contractar com o commorctaitic da pra-
5i do Recife Jo< da Silva Loyo Jnior ou cora
quera melhores vantagens off-iecer a fundacte
eexpioracte, .neata provincia, de 4 en.
s com capacjdade para sa fre jar ca la um
de 25 a 3o milhes de kilogn minas de caima
sendo cada qual do rusto de 600:0" O* ou 8 com
capacidade para safrejar cada um de 12 milhes
e 3 O mil a lo iBiliioes de Kilogramroas de can-
na 30#> nesta hypotheae o ouslo-d",308:eW
sob as.geguintes condicjtes:
I*. A provincia concorrer com a quantia de
200:009/ no 1 caso, e de 100:000* no 2 era
apolices ao juco de 7 %'para cada um desses en-
genhos, sendo os juros pagos ao portador pelo
proponente ou por quem tomar a si o estabele-
cimento dos referidos engenhos e recolbidos ao
Thesouru no fim de cada semestre.
2'. i) pagamento mmito pela amjggm em
duasprestaces, a pmmr'na 'ga-idt/Orlffl.apre-
stsutados o conhecimito do'-e:iiqn)p(e, feliira
eaaoli'-e do seguro'djs .mairiia^nlujoj doru
meatos sero endossa.loa -ff/nlni e licarlo em
poder do Thesouro Proniaolul e nucte da
quantia que recelier.o eoi; a nefanda
depois que se achasnm o.~ taeb!iio*vulestees n<>
loci^lam que for esMaelecida^ fatea.
3*. A provincia te .liypoiheca sobre toda* as
labJMM para garanfia dtrnuas apolftea,Hla-
.lo, porm, durante 10 annos, o assucar nellas
fabricado do imposto de exportacao e outros
quaesquer provinciaes ou raunicipaes qqe exis
tam ou forera creados posteriormente.
4*. A provincia ter durante as obras um en-
genheiro fiscal por elle Horneado cujo ordenado
ser pago pelo"preponente bu porquera o subs-
tituir. ,*-
3. A amorlisaco das apolicea ser feita a ra-
zo de 10 % annualmente, a-contar do anno se-
guinte ao em que tiverem comecado a traballiar
os referidos engenhos, Meando riv e ao pre-
ponente o direito de fazer maior aaiortisao se
assim Ihe convier.
Far se-ha umaemisso de apolices com a clau-
sula de seren resgaladas animalmente e por
sorteo.
6*. O contractante nao poder fazer ccsso de
sen contracto ino a agricultore-.
"'. O proponente ou quem contractar, ser
obrigado a presentar ao presidente da provin-
cia urna- planta dos apparclnos ou machinismos
mais aperfeieoados destinados aos engenhos,. a
3ual so ser approvada depois de ser examina
a por urna comiuisso de. engenheiros, no-
meada pelo mesmo presidente.
8\ O contraetante dar annualmente no The-
souro Provincial Manca dos juros qne tiver de
pagar a provincia pela einisste apolicada das
apolices aos engenhos centraos. 0 secretario
interino.-Manoel Jnuqnim Biheira.
AoSrJDr^onudrp'^aBttarj^
clasinforrria'cOes
joao Lins Cavalcante de Albuquerque.Infor-
me o Sr. Dr. contador.
_--------- ? ------------
Recebedorla Provincial
DEPACH08 DO DIA 2 DE MAIO
DE 1889
Manoel de ,Oveira Aowrim.-CerUlique-se.
Maia Sobrirrt 4 CA secgtear os de
vidos lins. I ...
Manoel Portella da Silva layla.-Informe a
1' secj;ao.
Seixas AC, Crispim Gilorrio, LesbSo Estoves
& C Jos Nicolao Ferreira. BaUrmino Louren-
co da Silva. J 'a'IUkn Ferreira d> Uarjos.
quii Mvi d i Sfv Jnnior; Antonio Augn-
Leraos C, Jos Duarte l'reira, G
Louren-o &.,artinVegas te C, H.A. Le
4 C, Manoel Joaquim da Cruz.Sun.
Livramento C, Marcohna llennquela
<:onceico. Joo Soares C, Luiz Francisco
Gonzaga, Victorino Alves de Souza. Informe a
1* scete. ,.-,/.
Antonie-Lasalvia, Jos de Araujo Veiga & C,
SalvadprPires k C. Indefendo em vista das in-
formacOes. ,.
Fnmitivo lourenco de Freilas Amaral.cer-
toque-se o que constar.
4
Domingos Jos da Silva Manir, ,l,ri1an0
Rodrigues do Passo, Santos \ Irmao, Preale &
C \ntonio Jos da 'osla Araup, Antonio Pprei-
rVde Ollveira Maia, Bernardiuo Ignacio Guima-
res, Bened;cta .Maria dos Prazcres, Jovina Can-
dida de Mullo GnimarJes. Jote' Rodrigues Bay-
ma. J^is Alves Barbosa Informe a 1' setete.
Manoel Jos.; Fcinaades.-A' lsec(;ao para es
devidos" Mns. ., ,. .
Rocha Pereira 4 C. (2) Marganda Lrsulma da
Silva, Oliveira A C. Manoel Jfts bornes, Usta
Imite, Rea & C, Franklin de Vasconcelos Lima
& C.-Sirn. -
Manoel da Costa Ramos. Papoula Irmao,
teo Joaquim de Azevedo Guedes. Indefendo.
erfl vista das informaces. .
Jos.'-Correia da Silva.-Quanto ao exercicio
corrente nada ha que diferir ca vista das infor-
maces.
DESPACHOS
DA PRESIDENCIA
MAIO 1889
DO DIA o DE
Antonio francisco Gutmaraes Barbosa. In-
forme o Sr. inspector geral da Instrueco Pu-
blica.
.?unaEW-ia de Oveira Ramos.Sim.
Capilo Alei\ Rvdfi^ieB de Moura. iim.
Argeiniru-Guiliieiiniia Poiloaa Breckeiifeld.
Sim.
Antonio Peroim ds Roclia. Informe o Sr. di-
rector geral de obras Efyncas.
Alteres Antonio Joaquim Coelho los Santos
-tRequeira Thesouraria de Fazenda o reli-
cioiameiUo da divida.
Capilo Amonio F-runcisco Correia Lins. In-
forme o Sr. coniiuaudante superior da Guarda
Nacional da comarca do Rio Formoso, tendo esn
vista o d'-spacho de 1 de Noverabro do anuo pas-1
sado.
Ruruiieza de Arauragy. -Como requejv
Francisca Emilia-Spencer Netto Sup.
Francisco Alves de Azevedo.-Declare emque
lempo requereu.
Fielden Brothers. Renuttido ao Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda para mandar pagar
de accordo cora a sua informante n. 160 de 24
de Abril lindo.
T.-neiit Heniiiqne 'Yirneiro de Almeida Se-
gundo oonsta do aviso do Ministerio da Fazen-
da de 23 de Abril Mudo, fui indeferido o reque-
rirnento >L, supplieante.
Joto Pedro de Araujo.-Aguarde requisicao
do juiz municipal de Goyanna.
Joo Lins Cavalcante de Albuquerque. Defe-
rido com o oflicio dirigido baje ao Sr. inspector
do Thesouro Provtoeal.
Joanna Augusta de Albuquerque Jacome. -
D se.
Capilo Joo do Reg Lima.Concedo tres
nejas.
Lenidas Ferreira de Mendonca. Sim. pa-
gando as c.irQKdorias.
Capito Mairoel dos Sainos Pimentel.-r-Sim.
CapitO Mauo'-l Torquato de Araujo Saldanha.
Siiu.
Manoel lio Na.- *? nento Vieira da Cunba.Nao
pode ter lugar o que- requer o supplicaote.
Raymundo Olympio Pacs. -Deferido com ofi-
cio de hoje ao "commandanle das armas inte-
rino. .
The Great Western of Braz.il Railway Limi-
ted. -Nesta date autoriso o Thesouro Provincial
apagar a quantia de 2*040 relativa passagem
do engenheiro da repartic^o das Obras Publi-
cas, Francelmo Amenco de Albuquerque Mello :
sendo snbmelda dliberago da Assembla
Legislativa Provincial o restante da despeza na
importancia de 27<490.
Vrttor ,'ngelode Almeida Res. Dse.
Secretaria da Praaidencia de Pernambu-
co, 4 de Mnio de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
itcparlifo da PaUcla
2.* secofto.N. 448Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 4 de Maio de 1889.
-Illni. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem reedhidos Gasa de
Detencjlo os aeguintea inditiduos :
A' minha ordem, Antonio Visso, Manoel Bal
testeros, a requisicao do governo de Buenos Ay-
res, Joaquim Correia de Araujo e Joao Francis-
co de Almeida ornes, como vagabundos.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Semeth Calafate, por disturbios.
A' ordem do da freguezia de Santo Antonio,
Manoel Jos de Sfflfta e Jos Muniz de Farias,
por disturbios.
A" ordem do do 1 districto da freguezia da
Boa Vista, Quiteria Mara da Conceico, por
embriagues e offeea* a moral pubhVa e Fran-
cisco de Moura Marinho, por disturbios mi-
nha disposico.
Hontem por volla de 5 1|2 horas da tarde,
no lugar Feitosa, do districto de Betem, travan-
do-se de razes os individuos de nones Fran-
cisco Antonio dos Santos e Numeriano Antonio
do Espirito Santo, 'lillas resultou sabir Nnme
riano, ferido cora una facada, em um dos bra-
cos, evadindo se cm seguida.
O subdelegado do districto tomou conheci-
mento do facto e procedeu-se a respeito nos
termos da lei.
Pelo subdelegado do 2- districto da freguezia
da Boa Vista, foram remettidos ao Dr. juiz de di-
reito do 4 districto criminal, os inqueritos po-
liciaes procedidos contra os individuos de no-
raes Bernardino Antonio de Souza e Antonio
(andido de Souza, pelo crirae de ferimentos
graves na pessoa de Jos Bento de SanPAnna
Hoje pelas 4 oras da madrugada manifes-
tou-se incendio no predio n. 26, sito ra do
Imperador, onds tem escriptorio a Companhia
Recife Drainage
Comparec mmediataaiente ao lugar do ni
cendio que foi extincto momentos depois, sem
maiores esforcos da companhia de Bmbenos,
e das indagaces a que proced parecen me ser
proposita!.
Prosigo em- diligencias e do resultado dare
sciencia a V. Exc.
Deus guarde a V. Exc.Mm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
muito digno vice-presidente da provin-
ca. O chefe de polica interino, Daro
Cavalcante do Reg Albuquerque.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 3 DE MAIO DE
1889
D. Amelia de Barros Leal. Ao Sr. Dr. conta-
dor para mandar liquidar.
4
p. HernHinda Amelia de Araujo Ri'eiro -
Informe o Sr. Dr. administrador da Recebedoria
Provincial.
I) M.vin la de Souza Costa Feitosa.-Haja
vi la o Dr. procurador fiscal.
Lmz Antonio Cavalcante de Albuquerque. -
dem.
Ollicio do Dr. procurador dos feitos. sobre o
nne allega Mauoel Jos de Araujo.->*' seceso do
Contencioso para eaiisfater a reqsico.
Francelmo Americo de Albuquerque Mello.
Joa
i
I'IIIO?
da
Correspondencia do Dario de
Pernambiaeo
VILLA DE S. BENTO 30 de Abril de
1889
Contina acephalo o carg) de adjunto do pro-
motor puWico des'.e termo, causando grav era
baracoajuslica criminal, porque, residindo o
Dr. promotor publico na site da comarca, em
diateu ia de 108 Wiiometros, ne.n senpre u Dr.
juiz mtiniefpal encentra quera se preste a e.vr-
OOf O cargo do adjunto ud lioc,O qual, alem de
gratuito; odioso!
' Os supplentes do juizo municipal nao estap
completos ; falta o terceiro. cuja nomeacao re
eaMudo nv c-apito Beiiniro Guilhernie de Azo-
vedo, deixou de prestar juramento, o que im-
porta nao aceitante do cargo.
A dejegacia da polica val sendo exercida pelo
primeiro supplente, faltando 08 segundo e ter-
ceiro,-; o deligado elleclivo.
E por mais esfonjos que empregue o cidauao
J.'de Oliveira i inira para bem deserapenhar
funccOeide seu cargo, nao pode fazet-o, porque
nao vive do cargo, e es seus negocios o obrigain
a afastor-se do termo, levando o exercicio, por
nao ter quera passa-o !
A' perdurar esse estado anormal, a adniims-
irac-io da justica ser manca, e em tempo nao
mu r moto, este termo ser theatro de factos
criminosos u!ar:nantes, a.vbta dos preludies re-
presentados nesses ltimos dias !
O uso de armas defezajiomoa-se univcrsalnes-
t moflicipio ; e se outrora, quando os nossos
lilbos cornpletavara seis annos, er ra obsequia-
dos com ura rosario comprado no dia de Nassa
SenUora da Boa-Morte. presentemente o mellior
presente una faquinhadu importanria de.du
Benlos ris, a q.ial o peckurrutho tea> c cuidado
de despontal-a e mettel-a em urna bainha, pan
ser conMKinheira inseparavcl do quarlo, qwr de
dia-, quer denoiteV.
E nao sao poucas as desgracaa que se tem
sueei^dido por amor dessa condescendencia cri-
minosa e incivil de certos pais. os quaes esque-
cidos dos deveres jurados a face do altar, em
vez de mandar educar christmente os seus fi-
Ihos. os anima a ser perversos, ministrando-Ihes
armasboraicidas. as quaes. algasias vezes, tuai-
se voKado para os proprios que as forneceramj
A povocao do Calcado, deste municipio, e
parte do districto policial de Caobotinho, mais
parece U">n praca d'armas, do que una povoa-
eo de laboriosos agricultores, mxime nos dias
de fcira. que sao aos domingos.
Grandes o pequeos, vemos e mocos, einljm
todo o>jenero masceltno nao pode separarse de
urna bkuda, bera aliada e descontada.
Prelcndendo o subdelegado em exercicio Ma-
noel Goncalves de Mello, cortar esse abuso, re-
quisilou do > delegado de Ganhotinho algumas
pracas para tomar as armas, ornamento dos fe-
reirs do Calcado, e sendo =atisfeito, as refendas
praoas lizeram urna colheita importante.
Todo corra na santa paz, at que, sendo va-
rejado ura apaniguado de Candido Ladislao de
Azevedo, este reuni gente simada e pretendeu
aggreuir os soldados e retomar todas as armas
apprehendidas, o que nao levou ante, como
vulgarmente se diz, por causa da attitude enr-
gica do commandante da patrulha
E no emlanto. Candido Ladislao um mogo
intelligentee illustrado, tanto assim que j teye
assento na assembla provincial desta provincia
e fea* figura !
O nosso povo do serlo o mais pacato e mo-
rigerado da provincia; mas dcil aos conselhos
levanta se quando um cabera estonteado o cdo-
duz ao abvsrao.
Oessaram as chuvas e as plantages restn-
tom-se dessa falta, e era vez de chuvas appare-
cia a maldita peste da lagarta, a qual ra anni-
quilando as lavonras antigs, aa quaes loram
plantadas em Fevereiro e principios de Marco,
e as que forana plantadas no corrente mez.
Ha plantadores que esto com as raaos a ca-
bera, esperando que a Divina Providencia nos
mande chuvas, nico remedio para i-xtincgo da
peste das lagartas
No dia 25 do corrente, pelas dez horas4a noi-
te, fallecen, de tuberculoso galopante o capito
Carlos Elysio Pesssa de Albuquerque, escrvo
de orphos desta villa.
Accommettido do mal cm Dezembro do anno
passado, n > pode resistir a forca do mesmo,
apezar dos desvellos da familia e dos recursos
mdicos aqui existentes.
Militou sempre nas fileiras do partido liberal,
e deixou em extrema pobreza urna numerosa
familia. ,
A trra Ihe sea leve.
Tambem falleceu no dia 26, s onze horas da
noite, Salyro Rosas de Oliveira Jardim, eximio
artista marcineiro e entalhador, deixando na or-
phandade numerosissima familia, legando-lhe
soraenteum norae honrado.
Succumbio a urna hepatite ulcerosa, a qual
zomoou dos recursos mdicos desta villa e da
capital.
Paz a sua alma.
Um acto impensado ereprovado foi saneciona-
do pela lllma. Cmara Municipal desta villa na
presente sesste ordinariaa creacte de urna
feira no sitio Olho d'Agua dos Pombos, deste
municipio!
A criafio de feiras em lugares, cuja necessi-
dade palpitante tem razo de ser por causa da
commodidade dos povos, mas nos lugares onde
essa necessidade nenhuma, em vez de comrao-
dnlade dos povos, antes se torna um valhacoutc
ile cachaceiros o criminosos e maisjum da rou-
b i i a agricnllnra.
NoBiaa condices se acha o Olho dignados
Pombos. o qual nao passa de um sitio sem poli-
ca, s. o bao tantea, e onde ser impossivel en
contrar-s- um cidadao capaz de exercero im-
planle lugar de fiscal, accrescenrto, muito es-
peeialraeate que demora a seis kilmetros da
pm"oacte do Calcad i eadezoito desta villa, eom
los ahundaniissimos.
E' de inteira justica que a lllma. Cmara re-
nten'o seu accordo, supprimindo a reir
do Olho d'Agua dos Pombos, e ter feito um be-
uelicio real aos seus uiunicipes.
Estamos em vesperas de perder o a$ude pro-
vincial, o maior e inais'uti! "deposito d'agua t
municipio.
Se o governo nao ordenar prompto.e imme-
diato, repars perder a provincia cerra de....'.
12:0WiO00, podendo remediar esse prejuizo cer-
to cora dous ou tres contos de ris I
Outr'ora, pir causa de quantia inferior a cer
mil ris, ficou deslmido um outro agude que
existia no lugar do actual, e o governo foi obli-
gado a construir novo, custando i:6000001!
Ainda nao foi convocada a segunda ou antes
a primeira sessao do jury deste termo, no cor-
rente anno.
Innmeros presos, espafhados nas diversas
cadeias i e Pesqueira, Caruari e na Delengte
deasa'cidadc, esperam seus julgamentos intil-
mente.
Pedimos ao Exm. Sr. Dr. Lii/. Zacharias, juiz
de direito interino lesta comarca, que altenda
s necesidades de tantos infelizes, os quaes de-
sejaiu saber a porte que os aguarda.
As escolas publicas do municipio estte des-
provido3 de movis ; por mais de Orna vez tem-
se reclamado essa salutar providencia^ transcen-
deole neaessidade que dever ser promptamente
saiisi'eita, mas at agora esperada intilmente.
Qneconceito flcar fazendo d nos o estran-
geiro que visitar as escolas publicas do munici-
pio ?
Vonhara miris para as nossas escolas pub'i-
cas cuja importancia nao exceder de um con-
t do ris.
Ka dia 28 do corrente. depois da missa con-
ventual, o prestiinoso cidadao Jos Manoel Pa-
checo e sua digna consorte, levaran) pi bap-
li*mal a adulta Maria parda, com vintc e Ires
anuos de idade. nascida era arreirns e liber-
tada/.era virtude da urea Ici-de 13 de Maio do
anno passad.v
Foi U'o acte imponente, p a nao ser o casa-
mento, permanecera csssa creatura como neo-
phita.
At outra vez.
.1 Franca actual
Jlenrique Heine disse igame : Ha tres ecu-
I de que um honrado e maduro prussiano nao
se livra : a morte, o c ibrador das taxas e 4*
classe da Agua Vermelha ; -referia-se a essa
largamente distribuida condecoradlo.
Por outro lado Pirn, um poetasso do secuto
passado, tambera disse qne nada linha sido,
nem sequer nombro da cademia. O facto
que.em Pariz. dentro de curto prazo, dillic.il sera
livrar se um homeni de una pasta ministerial,
pois que a democrtica mana de continuas mu-
dancas tem dado ao paiz vate e quatro minis-
terios, de 1871 para c.
Pode se allegar que, de cerlo modo, islo um
progresso sobre um anhquado systema de for-
mar se gavernos lo fortes que nada os po3ia
derrocar a nao ser una boa revoluco. A tarefa
dn opnosicte hoje cousa que se assemelha ao
jogo dos nove posinhos: aprsenla se urna mo-
pte e l cabera todos os rnapequins minisleriaes.
Enlo o presidente fazenJo-se de simples ser-
vente, repe em p os taes manequins, s vezes
edm algurna altcraco. e o jogo torna a correr
ajomlente.
O novo gabinete ediiieado pelo Sr. Tirar i-
erne'quatro homens que foram presidentes do
conselho, e quasi todos os ou|ros j lizeram par-
le de anteriores ministerios. 0 nico realmen-
te distiucio peraonagem o Sr Freycinei, que
tem os dons da elasticidade, da condescendencia
e da conciliacte, mas que nao cliega a inspirar
contiuca c respeito.
Foi terceiro candidato quando os rs, Jules
Ferry e Sadi-Caruot eram competidores presi-
dencia. Cbegon se at a crer que elle poderia sa-
bir eleito, por causa da fcil idade com que pro-
pUettsava docunw a cada um dos parudos em
particular. Agora o director de ura gobneto
especie de almagdla poltico.
Consta este do Sr. Rouvier. um convicio Ferry-
ista dos Srs. Tirard, Spuller, Jaurs, .Constos,
Fallieres e Faje, que sao opporlunistas, e de dois
radicaos, os Srs. Thcvenete Yves Guyot; a cor
Dredomiuanle, porm, opportuniSla.
Todava ha a notar que os.moderados qm- e:t-
traram nao esto muito f i rifles em suas oppies*
emquanto que osVadicacs-esto algum tanto inj-
o >r. Tirard, por ex&)>
bdfdos de opportunismo ;-
plit. que recruta novico e aue muitos incie
de opporlunisla. Se um gabinete inglez fbsse
composto de Whigs condescendeotes e de Radi-
caos moderados, sso nos daria urna idea esacta
d*esla ultima nava tentativa do presidente para
goveraar a Franca. E' bem possivel que os op-
porlunistas que adheriram sejam denunciados
pelos correligionarios, por se ligarem a horneas
da extrema esqnerda, e;que os Radicaes percam
sua1* p jpularidade, quando forem vistos lado a
lado cora decididos Ferrystas. Portento certo
que o novo ministerio \ilgum tanto rachilico de
nascenca.
Os prognoslicos, com ludo podem falhar o ba
dtias boas razes para que o governo possa com
pletar os nove mezes, que a vida media dos mo-
dernos ministerios da Franca.
Em primeiro lugar existe em Pariz um des Jo
geral de cousa que se ass< melfia a urna tregua
jwlitica durante a exposicte.
E" iadi*pensavel ao bem xito d'essa empresa
quotiit dVsta vez !*arit sf ja o grande nudez-
ron* de* slsitantes strangeiros, sempre prorap-
tos a despejarera o seu dinheiro nas algibeiras
dos logistas, e dos donos de hoteis e de casas
de pasto da capital. Nao virao de cerlo se tive-
rem de receiar nova commuoa ou um assalto ao
poder por qualquer general Pretoriano, ancioso
de reeditar um 2 de Dezembro ou um 18 Rruma-
rio, A caraara, pois, representante d'estc ?enii-
mnte, tal vez tolere o novo ministerio e ce:: 'a
que este presida ao prximo festiva! do i a>
mercio.
Outra e mais- solida razo, por isso uic-t./
talvez menos susceptivel de influir, que o o
gabinete re|iresenta muifo equitativamente a
nio de todos os elementos" polticos da Franca,
que nao sejam monan liistas, imperialistas, Bon-
langistas ou socialistas.
Todos os seus membros sao dedicados o de-
cididos republicanos.,, Istodeveria ser suflicien-
te quanto ao que diz respeito cmara Mas
infelizmente os bornes sao constituidos de tal for-
ma que em geral mnimas divergencias de opi-
nio o* exasperam mai* do que os maiores anta-
gonismos de ideas. Vemos isto diariamente -a
Inglaterra. A creatura mais odiada pelos glads-
tomanos nao Lord Salisbury. que sobre todas
as quesles delles difiere ; sim o Sr. ham-
berlain que radical adiantado, e que delles nao
discorda em cousa alguma, excepto noli'-: -
Rule.
Um radical francez, do tuesmo modo, detesta
um opportunista, embora este tanto Ihe tenha
conced do que quasi nada mais Ihe resta conce-
der. Tambem devemos levar em conta a influen-
cia das ambices pessoaes.
Os nossos postos ministeriaes sao reservados
para um circulo limitado.
Os nossos homens sao urna e rauitas vezes
ministros, mesmo em idade bem adiantada de
maneira que os mocos, membros salientes do
parlamento, sabem que pouca probabilidade ha
contra to vigoroso veterano e de to exuberan-
te vitalidade.
Em Franca dase o contrario. As pastas tm
sidoespalhadas to largamente queninguem po-
de considerar-se ao abrigo de urna offerta.
Isto manten vivaz e alerta a ambigo pessoal.
Uos cincoenta opportunistas, pelo menos, dirte
que se o Sr.Tirard quizesse que o seu'partido loa-
se convenientemente representado, poderia ter
feito urna melhor escolha, e idntico seutimento
prevalecer no animo de outros tantos radicaes.
Portento, nte pode baver certeza de que, por
existirem no novo gabinete homens dosaois
grupos, receba este-n apoio daquelles dois par-
tidos repnbicanos. Se o gabinete cahir, entte
a Franca, naufraga n'uma crise que pode nao
poupaa o pp'prio presidente.
-E'indubilavel queo desejar actualmente do-
minante nao de ter una associaco de obscu-
ros administradores polticos, repurtindo entre
si s peixes eos pies, mas sim um director, um
hornea.
O presidente Carnot tevee talvez anda te-
nhaama opporlunidade nica. Podia formar
um gabinete de homens de trabalho, gabinete
coiiMituido de senadores ou de gente forado
parlamento, e solicitar da cmara um voto adjn-
terim de confianpara qnea exptsigo cao fosse
perturbada, arenando, como alterna iva. com a
inmediata dissolugo para que a Franca antes
de Maio podes se decidir dos destinos da rep-
blica.
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O Sr.Carnot, porcm, parece seguir o exem-
plo do Sr. Gvy. bo desejo da wer da ni si-
derfeia ama siihples cabeca de aoparato, maito
ornamental sem duvjda, mas tambera a mais
intil peca da nu do estado.
O perio de suraateinte+WCji. at certo
ponto, gravissirao. em frertte dftoulangiris-
mo effereceodo aos parisienses urna espeei i-dc
dictadura democrtica, emquunto que os socia-
listas, .por outro lado, araeacam descer rua.
Perigos destesnaoso para serem conjurados
por meras formulas e ligeiras mod'MeaijGes no
kaleidoscopo ministerial.
Nem um dos horneas novos conhecido f6ra
de Paris excepto o Sr. de Freycinet. e esle tem
urna reputacao de tuflo quanto quizerem | ara
com todos, raaj com certea nao excita o ap
f plauso, nem a confinnca nacional.
Esta situacao da Franca, um seculo depois da
grande revolucao, faz notavel contraste coc os
'.fenticos triuinphaes que saudarara aquello aeon-
tecimento, e com o louros aiuda boje prodiga-
lisados aos seus hroes pelos radicaes do dia
presente.
O Sr. Renn, com sen costumado sceptic'snro,
indicou a moral a tirar, duendo ao Sr. CaHetie.
o novato acadmico, que ludo quanto existe de
bom na litteratura frunceza pertence ao seculo
XV1TI, e que o XIX so tem dado pinturas de
monturas, orgias de naturalismo, e obras
to disformes que nao podcrao viver. Este afa-
aue a Vctor Hugo e escola romntica urna
ucha getada para os seus admiradores.
Demais n.io se pode negar que tudo quanto
ha ile melhor, mais elevado e mais durudouro
najitteratura francesa, acha-se divorciado das
violencias, dos metliodos revolucionarios, quer
Das ledras, quer cm poltica ou navula social.
A revolucao venceu urna fas'-inaco natural
sobre todos, porque um pavo cheio de ardor e
de genio, de repente e de um salto, passou de
um rgimen de despotismo barharo, embora
dourado, a urna condicao de liberdade selvagem
e de esplendida -uerra.
O contraste foi tao dramtico aue abserveu a
attencao Uo mundo. A Inglaterra, comtudo.
mosmo era 1789, havia attingido, depois de se-
culos de desentrolvimento, urna, plataforma raui-
lo mais elevada de liberdade e progresso do que
* a Franca da mesma poca. .
At hoje os Direitos do homem no paix'm que
a plirase fii inveitada, sao menos perfeitos do
que entre nos que nunca acclamamos taes pa-
lavras. Um inglez tem maior seguraac^ coutra
a oppre^sao judicial ou a brutalidade policial do
que um fraocez, a menos que perleoca a faccSo
no poder.
O nosso direito de reunio publica e a nossa
liberdade de imprensa estao muito melhor ga-
rantidos. O povo inglez nenhum desojo tem de
despedir o seu parlamento, nem d.e por as suas
liberdales a merc de um hornera.
Em Franca, cada partido vencedor usa do po-
der, por sua vez, para perseguir os adversario-;
os despojos pertencem ao vencedor.
t, Irmas de caridade sao ensotadas dos hosoi-
taes porque fallara de Deas aos moribundos ;
frades sao expulsos por dar cnsino as mancas
com a biblia. Sao estes os resultados de cem
annos de succossiv.u revoluees. A.liberdade
ainda nao urna deusa, calma, bellae sculpiu-
ral, mas urna biounal de orgias parisienses
ama furia branlindo chammas.
Em 1789. em 1830, em 1848. e ainda era,870
tevese o diluvio de ideas novas e de liomens
novos. No Egyiito. como em outrs partes, as
inumlnres feriilisam. mas e:n Frauda a? mars
sao como a< do mar as aguaspolHicis trazem
sal, e o resultado n infecunatHade. Nem urna
^ so benfica instituie.io pode ser attribuida a
1789. a revolucao nao den luz fructo algara.
ou antes, os que della nasceram sao : a espa-
da e o foeo, a ruina Vermelha e a violceo das
leis. Nao se ve hdje em Paris ser.o exaspe
raaos republicanos divididos por mesquinhas
brigas, amentados por u:n lado pelo socialismo
as ras, e por outro por um seneral que am-
biciona reproduzir Cronwell e Bonaparte, e ex-
pedir da Cmara, com a applauso do povo. os
representantes eleitos da Franca.
XcoIogiKMo iadispensaveis
pic-mc finglez woiNiQCK (frante*).
Nao possiyet agradar a todos; cada natela
o seu modo espacial de ver e apreciar as cousas;
o ue pamoMbom, para outros nao presta.
Com. osles neologismos, que vouaqu: forjan-Jo.
cohforme posan, o mesrao acontece: uns tem
apologistas e defensores, outros adversarios e
oppositores.
Publico urna palavra nova, formo-a com todo
o cuidado, buscando os melhores elementos;
procuro tornal a euphonica: mostr que mil
veres mais expressivaque o intruso barbarisrao ;
e quando pens que ha de o vernculo represen-
tante do pensamento ser aceito e bem receido,
ahi vejo os estacionarios torcerera-lhe o nariz,
e dizerem Nao ocho boa, nao sympalhtso com a
nova palacra, ele.
Que hci de faier ? Lembro-me entao de
que Victor Hugo se me nao engao, disse que
n homen t a c-iant Simule.
Ora. os neologismos sao individuos inteira-
mecte descootiecidos, apprecelin pela primeira
vei, saocmvw nota*:.nao admira, portante qu^
as criancas homens os estranhem, e Ibes voltem o
rosto.
O remedio ir fazeodo apparecer com a maior
frequencia possivel, e tornar famili ires os taes
uovos personagens, para que assim Ins percara
a antinatoia a$ criancas etrahonas.
Qu indo aqui nest' bello Rio de Janeiro, em
teinpos idos, havia entre as familias lacos mais
estteitos de sincera amisade ; quando a Tijuca,'
Aodarahy Santa Thereza, Cosme Velho e outros
suburbios nao estavam ainda transformados em
luxuosas cidades, ornadas de ricos palacetes,
cora grave prejuizo da saude publica pela de-
vastado das florestas; em sunima, quando, ha
meio seculo, essas familias se n-uniam para urna
dlversao campreste naquelles lugares, era cos-
tume escolber cada om a especie de vianda, com
que contrihuiria ; ou, o que menos veies succe-
iiia. dar a sua quota em dinheiro. Chamava-.e
esta excursao familiar, assim organisada,Conta
do Porto.
A Conta do Pfto de outr'ora o Pic-nic de
hoie : mas Deus ne livre de restabelecer esta
velharia... Demais, estou propondo neologis-
mos, e aquella locueo ja um archaismo.
Sera mais prembulos Conrescote pode e
deve substituir o tal Pic-nic inglez ou Piqt'niqte
francuz.
Ah que se livesse sido eu o da idea de- in-
Iroduzir o termo Ptquenque O que se nao
diria?!. t talvez se lembrassem deachal-o
semelhante ao dmmmtiro de um dos utensilios
case ros proprios para criancas... Mas como
inglez, e mais que tudo porque foi adoptado
pelos francezes, Picnic ou Piquenique e ptimo.
E:n pnrtuguez, desde seculos que existe a pa
lavra escote, a qual significa qumhao dado por
cada um pura a despeza : temos a palavra tam
bem portugueza convino, festim, festa familiar
(de convivium, ii, latino. Com estes dous ele
meatos se forma muito natural e eupnonica-
mente : Concescote: termo asss expressivo da
idea que nao traz lembranca cousa alguma ri
dicnla ; somente cara ora e por isso talvez as
criancas o es'ranhem.
Dr. Castro Lops.
Dmo d(JRynmbaco:>rjPootfego 5 de Malo 3
(Do Tmes .
PERNMBOCO

nao que'
VAUEDADES |
Kstiirio ce raheca
Jse vo ala
y
banlo aquellos na-
Ba$Clfwh Bank of Rio de tlaaeiro
(Unltpd)
Capital do Banco era 50,000
acoes de 20 cada urna 1.000,01)0
uapital realisado...... 500,000
Fundo de reserva...... 140,0(0
BALANDO DA CAIXA FILIAL EM PERXAMBCCO,
EM 30 DE ABRIL DE 1881'
Activo
Letras descontadas........ 68:911*940
Emprestnos e contas cauciona-
das................ 548:0101780
Ledras a receber......... 456:9733330
Garanas e valores depositados X15:9804780
Mobilia,etc., do banco...... 2:73iS9io
Diversas contas.......... 644:5604870
Caixa................ 723:8024780
moros de rua, bou? e tcadiciouaes amo "os, era
que os nossos avos figoravam em larga e>cala. e
que tinham ivariavefaente iot.i;pilo.uo a groja
ou a sova do fBm *!
A conquista da mullioi* amada roTes!ia-se, n'a-
quelles+temaos, do iiiniculdfes que ja nao in-
commodam os pratendon-s desoje.
Era cercada do espinaos com urna /-orda de
martyrios' e de tropeos innmeros como todas
as emprezas arriscadas.
0.naraorado que nao fosse sagaz estova no
nratto sera cachorro.
Para ver sua ella, trancada em casa a sete
chaves e guardada pela bengala de um pai se-
vero com colete de ganga e borloques, era pre-
ciso puxar polas ideias o desenvolver planos
complicados.
Ver a ponta do nariz roseo, ou um olho, nm
olho so della, atravez das grades de pao da ja
nela, j era um grande favor da sorte.
Elle chegViva em casa, contente, radiante de
prazer. e dizia aos amigos:
Vi-a. Coitada. corno me ama !
E que maior prova de amor, na realidade. do
que vel o jadella, mesm" por detrs da grades !
Quantas nao pagaram caro esta ousadia !
A bengala, o colele de ganga o a severidade
pau-..ia foram pouco a pouco desapparecendo
com o andar dos lempos !
A mull r voio para a rotula, pnra a sacada..
E" o periodo dos namoros obrigados a violaa,
e em que as sovas so amiudam.
" -jo ja nao ha narr.orudos.
A sagacidade, os planos complicados, o mar-
tyno o o violao do pretendente desappareceram.
cmo elementos iouteis, dianle da facilidade com
qn" a raulher encontrada por toda parte.
O arinarinlio, o salo de baile, o poni do
bon-l. a na do Ouvilor, a cadeira de tlieatro, a
jaro-Ha do ilealisia, os sorvetos do Paschoa! que-
braram o encanto de. pomo do Jardim das Hes-
pridos que tinlia a mulher.
E a cifra dos casanwntor tem diminuido.
Ha sujeitin.ho que, quando osla em um bpud,
anrovi'ila to lasas vanlaaens do nickel de tosto
ou de dous, como se aprovuila at o ulumo golo
no bolequim a cauequir.ha do cafe do tres vin-
ten<.
Dir-se hii que tal proccdim'nto o resultado
de urna tabella comparativa entre as solas de
sapatos que se gatam e o dispendio de3Ses ni-
ckel s.
Etloinora, supponhimos. no n. 20 da rua
de
Ao'aceno de um pasageiro. o conductor puxu
o cortlio do timpanc e o brmd pura junt ao
n. 12.
O passageiroapeia-se. .
Em voz de' 'apeiar-so lambem o sujertinno
deixa o carro seguir, para abrigar coooductor
a f;izer Soar do novo o tmpano junio a sua ca-
sa, qqe 'lisia da do ou'ro quando muito, uns
trinta pas.-os.
E si o cornhiclor. ou por distrabidiV, ou i^o."
amolado, o ijni- i maii :...;u-a!. n"io ordena ao
c.:lioiro que paro, o -rguo o chafK'-o
de sol, que |aiec '< r o'ti-
para esso Rio com o cabo em fO iclio.
en '.xa-ono cor", i a do bond
e. z$,
E ata t!;t. ttin, !l i', i:.
E .o apciar s iHor, c::
ollia para ''''e l!l' sobreci
se llfc! dico-sr :
. So :no Azor segunda, vou il
me i companhia p v.'v.
Outro.-: fazem o.mesii.0, :. ".. poVqu'quoirain
es, rciai:r o nii'. 'I com i espi ::'' um li
ma-
. lera por norrr.i i .- guiute .
E' melhor ue em : ,
melnor oslar donado qr
O ben ; ra a porta, me
: o pcwi'u.
exigir fe asp rara:
luando i noite reg
do ihearro ou de algum forrobodn
\ iem. quando qoi-r 3,.,
casa, a primeira cousa que indaga < a egumre
i'assa o bond prla p
2;2:U";9SI40
Passiro
Contas oorrentes
simple?.....
Depsitos a prazo
nxo com aviso o
p-te. .1617:2934,100'
Lrttni- apagar..........
Titulo* m cauro e deposito. .
Diversas contas..........
2.780:957 S420
1,889:68844*0
11:003 4280
335:9603780
544:3VS920
2.7809574420
S. E. A O.
Pernafibuv. 4 de Maio de 1889.
Henry K. Gregory, manager.
J. K'F.ddoures. aecountant
:m votos
196 -
180 -
reunido o
RE VIST 4 DI \ RA
V**>4MlrlctA junta apuradora dess'e
di.-iri' to pro-edeu no dia 1 do corrate a apura
gio dos votos dados aos differentes candidatos
na oleu.aoque leve lugar no dia 22 do Abril li-
do, enjo resultado foi o seguinle :
r Joao Augusto do Reg Barros
Cunsetheiro Maroel do Nascimento
Machado Poriolla
Coronel Apolmario Flore ulino do
Albuquerquo Maranho
Nao tendo nenhum dos candidato
quooiente eleiloral. Jpi marcado o dia 21 do cor-
renlo para proaeder-so a 2 escrutinio.
A<-raIl<-t l'rolnrial Nao hQflVe
hontem sosso por tereui comparecido apenas
19 Sis. denotados.
A reuniSo foi presidida pelo Exm. Sr. Barao
de liapi-soma.
Nao havendo expedieote foi dissolvida em se-
guida ".
' Ario da presiden*!Por acias de 21
de Abril 'indo :
Foi designado o lbalalhao da guarda na-
cional do Recif para a elle ser aggregado o
capitao da extineta guarda nacional Herminio
Egydio de Figueirodo.
Foi nomeado Vital Marques da Silva para
o posto depi!5o da 1- eofflpairtiia do 66ta
laluio daguar.la nacional ile (HMla. em sub
sluioao de Kraucisco de Figuciroa Faria que
nao tirou patente.
Foi iiemojdo izidoro BaHoho O zar para o
nosto ite cwpito 'la i* companhia do 66" bata-
Iho da guanla nacional de Olinda em substi-
tuirlo i Jos Avelino Rodrigues da Silva que
o!>!"'.e passageni para o Recife.
Foi desisnado o Io corno de cavaltaria da
Parda nacional para a elle ser aggregado o
tenoute da guard. nacional lo 4" corno da co-
marca] do Cabo Manoel Jos do Sant'Anna
Araujo.
Foi nomeado o alteres honorario do exerc
to Manoel Cantono Vieira da Paz, para exercer
interinamente o lugar de adjuncto do Arsenal
de Gu"rra:diirante o ira edimento do elleelivo.
- Foi exonerado, por ter sido nomeado juiz
municipal, o bochare) Lourenco Caetauo de Al-
'<]\v do cargo de promotor publico de
Floresta, c aoioeado para substituil-oo bachart*!
Domiogos Alve- de Vacoacellos. ,
- Foro :i nomeado^ era vista do resultado do
lente, havido pralos cargos deJ"
uo l'hosouro Provincial: o.icliarel
Frixeira Lins de Barros Lorilo, Joo
edeiroi o Candido Alfonso Sil
litio Jiao Folix Percira
aado 'i- leriao de Palmares e
i par;. substituiLo loio franeiseu Hemo-
;i exonerado :.Ha.
Manoel 1'.. li-
bre sua mesa. Ahi os Srs. Dr. Akcedo
Marrsfos e Peroira do Reg, a convite de seus
collegas e interpretando d senthneoto que '!omi-
nava o pessoal da Thesourararia de Fazenda,
protferiram oalavras congratnlaorjas, pelo me-
recido gulardo, que o digno Sr. inspector rece-
ben do gbveroo imperial
Cofflprimentamos muito cordialmeute o Sr.
commrndador Manoel Antonio ardoso
Entrada de ferro de Carnar Ja
por duas vezes foram encontrados gramaos de
ierro collocados por maos malfazejas na junta
de ora dos trilhos do kilmetro ireze dessa fer
io via, e s por felicidade nao deu causa essa
malvorsacaoadesoarrilhamentosdequepoderiam
at resultar a perda da vida de passatreiros e
empregados.
Tumbem ja n:lo a primeira vez que pessoas
mal intencionadas, e s por espirito de perver-
sao atiram pedras sobre os lrns, sempre na
altura dos Afogados, e cejos prajetis j tem oc-
casiooado contusOes em pessoas que se sentara
do lado em que elles penetrara.
Cumpre, portanto, ;.que a autbridade corape-
tenle providencie era ordera a evilar esses abuj
sos que reduodam era detrimento a vida e se-
guranza publica.
Abaxo publicamos, em toda sua integra, os
dons artigos do regulamento para a flscaisacao:
da seguranza, cooservacao e polica das estra-
das de ferro, approvado pelo decreto n. 1,930,
do 26 de Abril de "887, nos quaes incorre todo
aqdelle que, por qualquer modo, embarazar o
trafego rtas estradas ae ferro.
Ellos :
^rt. 96 A possoa que de proposito collo-
car sobre os carris algum estorvo ou destruir
qualquer parte essencial da estrada, on por
qualquer rao,o provocar accidentes, aiuda que
estes sejam evitados por acto alheio a vonlde
do dclinquenlo, so tire ri a pena de um a oitoan-
nos al^m da reparac>o do damno causadu es-
trada de forro. Se porm resultarem contu-
s6es, ferimentos ou mortes, alera de sottreras
penas decretadas nesie artigo ser processado
como autor de taes contusOes, ferimentos ou
mortes.
Art. 97. A pessoa que para qualquer fim,
derrabar matos as visinbancas da estrada de
forro devora fazel o de modo que nao obstrua
os trifhos.
O infractor ser sujito as comminacOes do
artigo antecedente.
Prinelpio de incendiolloutem pelas
4 horas da madrugada manifestou se incendio
no proaio o. 26 sito a rua do Imperador, onde
tem escriptorio a Companhia Recife Drainage.
0 Sr. Dr. chefe de policio compareeeuimme-
diaiamente ao lugar do incendio, que, momentos
do|K)is foi extincto senf*maior esforgoda compa-
mua de Bombeiros.
Das investigagO.s procedidas parece que foi
proposita!.
l-'allecimentoHon'ein s 91/2 horas da
inantia. fallcceu n'osta cidade, victima de urna
congesto pulmonar, o intelligente estudame
Juo Alfredo de Figueiredo, natural d'esla pro-
vincia e contando apenas 24 annos de id;.de.
Ao seu enterro, que leve lugar hontem mesmo,
corapareceu grande numero de collegas e aun
eos que o estremecan) usaudo da palavra na oc
casio de ser o f"retro collocado na catacuraba o
Dr. Alberto de Rorros Falco de Lacerda e o
acadmico rloriano Honorato Riheiro.
Paz a sua alma.
Serrico militar Eslao designados hoje
para superior do dia o Sr. capitao ajudante do
14" batalhao e para ronda menor um ollicial d
ca vallara.
A gunrnico da cidade dada hoje pelo 14
batalhao de ml'antaria e araanh pelo 2 da raes-
ma arma.
Na enfermara militar existem em trata-
mento 42 pravas.
Foram pedidas ao 2o batalhao de infantaria
as guias de soccorrimento do Sr. 2o cadete 2o
sargento Jone Armando da Cunha e do soldado
Armando de Olvera, que se destinom a escola
do Cear.
iisiiiiii > BeneOceiite don OfllelaeN
da i-iinrda nacionalReuuio-se no dia
30 do passado o consclho d'esta sociedade em
sesso ordinaria e depois de lida e approvada a
acta da sesso anterior, passou-seao expediente,
que constou de duas propostas, que foram de-
clinadas para a commisso do syndicancia, e
dous ollkios, sendo um do Sr. alteres Angelo
Gomes dos Passos, podindo. per motivos justos,
a sua emmaco, no que foi attendido, outro do
Sr. capitao Relisario Poruambuco, requerondo
urna essetnblca geral. para tratarse de negocios
sociaes ; sendo este declinado para o Sr. presi-
dente d'assembla geral.
Depois de outros trabalhos o Sr. pmsideote
coovidou aos Srs. socios, a comparocerem na
de social nos dias tercas-feiras s6 12 horas
da tarde. aGm de receberem seus diplomas. E
nada mais havendo a tratar foi levantada a sesso
hcando marcado o dia 7 para nova reuniSo.
Reviita Illntilrada Recebemos o n.
545 d'esta importante e conecituada revista qae
se publica na corte do imperio sob a direccSo
do Sr. Angelo Agostini
Agradecemos.
Transferencia de andieneia Foram
transferidas das sextas para as quartas-feiras
as audiencias do juizo municipal' do termo do
1 l'hilartista e por elle distribuida como
numero especial relativo ao ultimo d Abril.
ThoolooQ.fiMre, redactor 'O Phartista,
Aaripteo, Pornamhuco, 46 metes, Boa.Vista.;
*>"rrhea.
Joo, Peimamb,-45 dia*,' SaotOoAhtonio;
Circo CtaUeno-llaer hoje. oeste ciroa fraqueza congenita.
dous espectaculoa, um a tatde e outro Anoite; Joao da Silva; rfernambuco, 50 aaaosi,,soln?ifo,i
sendo em ambos executados novas variado!. cBu-Vista; aaeite.
nabalhos. tmbelina Pereira, P6raambucl>,'40tono, sol-.
Recrcatla (Miierclal -*- Realisa-se teih( Ba-Vis\a; tuboroulos pulmonares.
boje a noite o sarao trimestral que esta socieda-
de costuma proporcionar aos seus associados e
para o qual foram destribuidos muiloscoaviied,
n5o poapando a actual directora eiforcos para
dar todo brilho a festa de hoje. 4
A julgar pelos saraos que lem dado a mesma
sociedade de esperar que o de hoje esteja bas-
tante animado e concorrido.
Agradecemos o convite que recebemos.
Recrelo Uraunliro Vlctoriense
Esta associaco, ltimamente creada na cioade
da Victoria prepara-se para levar a scena emil
8uaestrea, o apparatoso dramaPUtieuo nos-
0 comprovinciano Ribeiroda Silva.
Gonsta-uos que o Recreio para montar essa-
pega com o capricho que exige, nfio tem pou-
podo csCorcos.
Recreativa uventude A banda mu-
sical d'esta sociedade ir hoje a tarde a passek.
ao arrabaldeCapunga diweodo para isso to-
mar, s 4 1/2 horas, um bond especial-na rua 1*
de Margo,
Facada -Ante-honlem por volta de 5 1|2
horas da tarde no lugarFeitosa de Belm trava-
ram-se de razoes Francisco Antonio dos Sanios
e Numcriano Antonio do Espirito San'o, que
sabia forido com urna facada em um do* bracos.
Ambos fugiram.
Comptoir lnrtii ticipando das magnificas festas que se reali-
sam em Paris nos dias 5 e 6 de Maio, inaugura-
gao e abertura da grande Exposicao Universal
de 1889, illuminar-se-ha as noiles destesdias,
hoje eamanha, a frente do seu escriptorio, rua
do Imperador n. 38, 1 andar, solemnisando as-
sim como legitimo representante da industria e
commercio francezes. o maravlhoso certamen
do progresso e da aclividada humana, expostos
a admiracSo do mundo.
Lellao de flore* Tendo Mr. Peliorce do
se retirar na prxima semana para a Ruropa.
far, como j se vedo anouncio em ouira secgo
Ivez GarnjBr.iFranga, 48 annos, casado, Boa
Vista ; gaslro-enterit.
Um fulo, Pernaraburo, S. Jos.
Ptees, c que tirAa. attribuido faJsametrk: '
e nlhe- hbitos de intempornea.
No entanto os. jumes tfecidiwm que o
'tesuufor tinta oVaposto dos- seas beiMFcotiifl'1*
saiyedoria e pruflencia e prcmuBciaram' van >,;
vftedicfum, validando pura e simp'eHiente'/ '
o testamento do Sr. Barfcer.
publicado, teilao de t5das as plantas, que ainda
existem no seu estahelecimento rua da Irape-
ralriz, havendo ainda muitas plantas bellas o
raras,
E' o caso de nao perderem esta ultima occa-
sioos amadores c colleccionadores de plantas.
icreo de 8, go de S. Jos podem-nos que chamemos a at-
tencSo do respectivo fiscal para urna malta de
caes que por all vagueiam e que costumafh
avancar para as crianr-as que vo paraa escola
Rennide* MocieMHa hoje as seguiu-
les:
Da Artstica Pedro Americo, s 11 horas do
dia, no Lyceu de Artes e Ofli:io~. oara trataese
de negocios urgentes.
Do Instituto-Litterario Olindense, 3 10 horas
da mrnh na sede social, era sesso do conse-
llio director.
Do Monte Po Typogranhico de Pernambuco,
s 10 horas do dia, na sede social rua do Coro-
nel Suassuna n. 41, 2 andar, em sesso ordi-
naria.
nirerSoria da obra* de conwerra-
cdo doi 1'orSoH de Pernarabnro-Reci-
fe. 3 de Maio de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas i- t
1^
6 m. 25"-8
9 26"-9
12 28-9
3 t. 28-3
6 27"-3
Barmetro a
0
760-37
761-17
761-08
759-15
760-22
Tenso
do vapor
23 08
23.34
22.47
21.54
20,02
13

3
94
74
7o
73
Temperatura mxima29,25.
Dita rainima 25,50.
Kvaporaco era 24 horasao sol: 3-.0 ; i som
r>ra: 1-.9.
Chuva21,-6.
Direcgao do vento.: SE e SSE alleraados atfi
5 horas e 15 minutos da mahb.5: vfvel de"
NK a SE at 11 horas e 55 minutos ; K al meia
noite.
Velocidade media do vento: 2-20 por se-
cundo
Xeb'.ilosutade media: 0.78.
I Boletim do porto
2 r 3 i"3 3 iL 2 0 = Dia 3 de Maio 4 de Maio 1 Horas 0 -50 1? tari-6-31 -036 da manh 635 Altura
15. M P. M. B. M. 9. M. 0-.55 |-,26 n-,74 2-.30
"nieaosiraria ** Fo*end: .ln 111
di Faz?
telegramma j publicado, con a com
I ofdem 'i;: I
.-i bonita mai
, por par' los-
^eram portada Thesourana. onde.
le viva alegra receberatn seu re-
dc-o at o seu gab'
elle eaControu muitas flores tspa
Cabo, cooforme so v do edital publie do no lu-
gar competente.
santn oleoM -Os Revras. parochos podem
desde prover as suas inatrizes de Sautos
leos sagrados este anno pelo Exm. e Revra.
Sr. hispo do Cear, mandando bscalos no se-
minario de Olinda.
Pt-Kta da aboliro em Olinda 0
primeiro anniversario ca abolicao da escravido
ser soloraflisodo em Olinda pela seguinte for-
ma ; inaugurarse ha o monumenio commemo-
ralivo que ahi est sendo coostruido por uifia
commisso popular, sendo a festa acompanha-
da de urna grande pass/eata fonnada por dma
marcha aux flambetinx do sonhoras vestidas de
branco esquadrftes e batalbfies patriticos, e to-
d^is as sociedades aboliciomstas que pugoaram
pela grande causa : e finalmente de um grande
fgo de artificio, caracterstico, e mandado fa-
zer especialmente pela Companhia Trilhos Ur-
banos de Olinda pelo eximio pyrotechnico na-
cional Leoncio Fonseca. A inangurago do mo-
numento ser s 5 horas da tarde, soguindo-se
os demais festejos. 0 trem em que tero de
seguir do Recife. para Olinda as priraeiras auto-
ridades e associagocs abolicionistas, sor tirado
pela machina S de Maio t talmente refeita pelo
mestre da oflicina da companhia Mathous F o
raut e, nosse dia tambera inaugurada. A cida-
de achar-se-ha illuraina la a giomo sendo que
eslaro onfoilada.- as ras por on lo lera de pas-
sar a pastala. Para dirigir os festejos das
ras foi aoraeada urna commisso composta dos
Srs. Dr. Joaquin Al ves do Albuquerque, Jos
de Moraes Guedes Alcoforado. professor Jos
Canudo da Silva Pessoa e capites Fortunato
Sampaio e Jos Duirte, ficanda incumbida esta
commisso, toda de roembros da grande com
missao popular, de ioraoar commissOes par-
cues era cada rua segundo publicaco que de-
pois f.ireiuos. Da distribuics da solemninade
da iniusuraco do raonumeulo osto incumbi-
dos os Srs. desembargador Domingos Antonio
-iv.- Hiboiro, Dr. Jos Auslregozilo Rodrigues
Lidia, l)'. Jos VicenM Meira de Vasconccllos e
e;:^eri'ioiro Antonio ereira Simos. Todos os-
le-' fe-iojos serax) o dia 12 de Maio, por ser o
da .11 MvTi.ic :o do muB'dpio.
CwraiiKituienioAo p.issar hontem, pelo
Campo d 3 'rmcezas. o trem quo da estacSo
do Arco, parti s 5 horas e 18 ininnts da tar-
u o no or Liuiislo Borgos de Meno-
jes d Meuezes e morador
l'arai/.o n. 5.
T menor embarcado n'aquolia esta-
r di trem em movimento de-
o fe com tinta infeli-
Mhindo, loi apanha^'o pelas rodas
[Qo'ult que o inaiou inslantain.aa.cale.
do deplorara.
...d < de Sanio Antonio loraou co-
[.ucodo transpona- o ca-
Ti-eae Primaveras-Ten
na n rti os da ratea
-- r Marcelino Cteto. rem-Ucunos nOOe
tor d'O i'hilartutii 1 seguate redil
Com a melhor bou voawde publica
mus.
Ilinrin de Prrnimbaro. pedimos
itii|0P o iiniici.i dada com retaco a valsa
Tie.

noso cplh ga do reda.-cao.
Mandada publicar na Europa por intermedio
da casa Prealle 4 C., a valsa cima proprieda
tiendeEtTectuar-sc ho os segrales :
Amanh :
Pelo agente Piolo, s 11 horas, rua do
Imperatriz n. 6, de vinhas o arvores fructferas;
ao meio dia, do engenho Resgate, na comarca do
Bonito, e predios diversos.
^elo agente Silveira, s 11 horas, rua do
Imperador n. 45, de terrenos e raateriaes.
Pelo agente Guarnan, s 11 horas, rua Mar-
-qutz de Olinda n. 48, de um caixo com sellins
inglees o mais pertences para os mesmos.
Tur\'a-feira:
Polo agente Pinto, s 10 e 1/2 horas, rua da
Imperatriz n. 4, de movis, qnadros e vidros.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, rua Mr-
quez de Olinda n. 44, de um piano, movis e
vidros.
mmis raneareSero celebradas :
Amanha :
As 8 horas, na igreja da Santa Cruz e s 9 na
eape.Ha do engenho Covas, pela alma de D. Ma-
ra da Purificarlo Pereira de Gusiqo: s 8 ho-
ras, na matriz da Boa-Vista, pela alma de An-
tonio Pereira da Cunba.
PawaaicetroSahidos para a Europa no
vapor allemo Sanios :
Augusl Koch, Antonio Pereira, Eduardo Mar-
ques ilontciro, sua senhora e 1 filho, Antonio
Jos Corroa Jnior. Joo Moreira de Souza e
Antooio Martins Leite.
Casa de DetencaoMovimento dos pro-
sos da Casa de Detencao do dia 3 de Maio de
1889.
Exisliam 472; entraran! 9 : saturara 7 ; exis-
tem 474
A saber:
Nacionaes 428; mulheres 20; estrangeiros 26
-Total 474
rracoad08 425.
Bous 404
T)oen
otes 20.
Lou*a I.Total 425.
Nao houve alterago na enfermara.
UoNpilal Pedro II O moviinoriio desto
estobelecimento do. darilade, no di? 2 de Maio
foi o soguinte:
Entraran) 24
Sahiram 20
Fatleceram 3
Existem 599
Foram visitadas as respectivas enfermaras
pelos Drs.:
Moscosos 8. Berardo s 10 34, Valaquias ->
10, Pontual as 9, Estevo Uavaloante s 8 1|4
horas.
Nao eompareeerainos Drs.:
Barros Sonrinho.
Cysneiro.
SinoM Barbota.
0 cirurgio dentisU Numa l'ompilio s 8
horas.
0 pharm.iceulico eotrou s 8 l|4 da mansa o
sabio s 1 t|da tardo.
Oajudanie do pliarmaceutico ontrou s 7 1|4
Ja manh o sabio as I horis da larde.
Lotera do rasn-Paru-A 1 m
i*' latera, dessa provincia, cuja pn wle
MWQOOO, era extrabiaa no dia 7 do cr-
lente (terca-fvire).
l'4-uiiterio dPuhlico -Obituario do dia 3
de Maio do 1889 :
1. IVimambuco. 1 anuo, Ba-Sisla; en-
Icrite.
Maroollino, lVruambueo. 10 mezes. S Jos :
-nio.
Mafafda, Pernambuco, I dia, Boa Vala t fra-
quoza cougeaila.
Mara, rernambuco, 3 mezes, S. Jos: onlero-
calile.
A cidade do Porto'foi fondada noianno
de 417 de Ch^iato-ipetos sucvop, egftddo
a opiniSO do padre Agbstinhd Rebeilo"da
Costa. Estas povos vindos do norte da
Alremanhii, juntos com 4 alanos, godos,
vndalos e selang*?, invadirairttoda a Ita-
lia, Franca Hespanba, apoderando-se da
Gailiza, onde terminaram tte suas conquis-
tas.
Persegaidos pelos alanos, qne tinham s
cado COtn:a Littitania, refugaram-se as
margena- do "rio Doui o, reforcaram-se em
um alcaatilado monte que-, lhe fica ao
norte, e afhi erigiram um casteHo 'for-
tifieado com largos e altos mures, para se
defunderem dos seus inimigos.
Ampliaram depois os seus muros e edi-
icram habitacSes para as suas tropas
Gattrum novuwi, para a distinguir de Gale
Cattrum antiquuui. povoacao queche Cea-
va fronte ira, (hoje Villa Nova de Gaia).
Succederam-se depow1 mttJtasTevelucSes,
at que Leovigildb, rei dos godos, entran-
do pela Galliza, conqoistou Braga e pas-
sou ao Porto, assenhreando-se da cidade,
qne ficou pertencendo aos godos at estes
serem eXpulsog da Hespanha pelos moros,
a quera o traidor conde D. Julio entre-
gou a sua patria. A invasao doS raouros
acontecen no anho 716 e Abdelaeim, que
entrou pela Galliza at s margena do rio
Douro, tomn todas as cidades e villas
situada* neste continente.
No espado de tres seculos teve 'esta ei
dade fres differentes senhores : os sue-
vos, quo a fundarm, os godos que a con-
quistaran!, e os mouros que a senhorea
rara at ao reinado de Y). Alfonso I Je
LeRo, o Cfholico, que a retotaou em 820.
U^uerendo depois Abde/raman, rei de Oor-
dova, reconqu8tal-a, foi destrocado por
Hermenegildo, ao qual D. Affonso ttnha
feito conde desta- cidade, junto fegue-
zia de CarapanhS, onde eorre um peque-
no rio, que tomou o nome do Rio Tinto.
depois desta' famosa batalha.
Tanto foi o sangiie dos moufos, que''ahi
se derramou Logo depo s sahio de Cor-
dova, Almansor, capitSo rabe, com um
poderoso exercito e, apenas avistou os
muros do Kor'to destruio a cidade, redu-
z ndo-a a um montSo de ruinas.
Assim ficou solitaria, despovoada e er-
ma at o anno de 999, em que entraram
pela foz do Douro uns fidagos gascSes,
com ama poderosa armada, para expnlsa-
rera os mouros das trras que elles pos-
suiam.
Apenas desembarceram na parte sep-
tentrional do Douro, dirigiram-ae cida-
de arruinada, reedificrain-n'a mais am-
pia e forte cingida de robustos muros, e
deixand nella urna escolhida guatnicao,
foram combatendo'debaixo da protec^ao
da Mai-de Deus, a expulsar do resto da
provincia os barbaros que a dominavam.
Derara por armas cidade a imagenvde
Nossa Senhttra com o filhinbo no peito,
collocado entre dous torreSes, com as let-
tras Cvita Virgini.
As armas forra gravadas no anuo de
1012.
D. Alfonso V e D. Fernando I, para
preiniarem os servieos dos distinctos fida-
gos gascoes, derara a D. Moninho e seus
successoras o titulo de tondes do Porto.
**
Um tear de systema novo e devido ao
Sr. Augusto Cesar di Cunha Moraes, seu
inventor, est sendo feito as officinas da
Eiupreza Industrial ortugueza, era Lia-
boa, sob a direccao do mosmo senhor, para
figurar na prxima exposicao de Paris.
Do jornal francez L'industrie textile
transcrevemos a seguinte noticia, que
knuito honra o nome portuguez :
t Tear systema Moraes. Este novo
tear rene urna grande simplicidade, o
poder triplicar e mesmo quadrupcar a
produccao dos mais ligeiros teares conhe-
cidos na exploracao.
A base em que se funda est muito in-
telligentemente assentada.
A lancadeira nunca abandonada e po-
de attingir urna velocidade de 300 a 400
pancadas por minuto, sem que e produ-
zara per'nrbacS's no fabrico das fitas a
que o tear destinado.
Um tear, oceupando apenas 3 metros e
meio de largura, por 70 centmetros de
fundo, pode tecer ao mesmo teinpo 12 fi-
tas, fabricando mil e quinhentos metros
de excellente fita.
O inventor, quo obteve j os privilegios
em Portugal, Franca Inglaterra, Suiasa
e Blgica, est hoje associado com o Sr.
Dr. Lima Mayer, para a exploracSo no
e*trangeiro, porque em Portugal o autor
reservou para si* o exclusivo da industria,
tendo em construccao urna fabrica, que
em poucos mezes deve funecionar as pro-
ximidades do Porto.
IHD1CAC0ES DTEIS
Mdicos *
Dr. Cerqueira Leite, tem o seu eserrpttf-'; '
rio aberto rua Duque de Caxias n. 74, das
12 s 2 horas da tarde, des tabora era dian- >'
te em sua residencia rua BarVi de S.
:Bdrja n. 22. Especialidades molestias*
Sesenhoras e crianas. Telephonen. 326.
Dr. Joaquim Louieiro medico e partei-
!r, eonsaltorio -rna'do iCabug,,in. 14^0
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencia -
no Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a iavagera dr. nter quando e &y
(no aconselhada. Consultas das" 11 as
3 da tarde em sua risidencia roa do
Bom Jess (aatiga da Cruz) n. 23, 1.a
andar. Telephone n. 389
Di: Barretto Sampaio d "consultas de
meio-dia s 3 horas no 1.a andar da casa
rua do Bavao -da Victo si a, n. 51. Resi-
dencia rua Sete de Setembro n. 54, en-
'trada pela rua da Saudade n. 25.
< r. Riheiro de Britto d.consultas, m
meio da s 8 horas da tarde, no 1." 4a*"
dar a rua Duque de''axias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados .na sua %
residoneia rua do Hospicio a. 8-1; Te-
lephone n. 303.
Dr Alvares Guimaraes, chegado da-
'cc-rte, dedica-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coca-
cao, pulmSes, ligado, estomago e inte*ti;
nos e tambem s affecc&es das criancas.
Reside praca do Conde d'Eu, n. 28, e
tem consultorio na rua do .Bom-Jesus
(anltiga da Cruz), n. '45, onde d consul-
tas do meio-dia s ;3 horas. Telephoae
n. 381.
O Dr, Simplicio Mavignier.Clnica me-
dico cirurgea. Especialidades: melestias
puiraoEares e parios. Buh Mrquez de
Oliddr n. 27 1. andar. Consultas das -
11 s 2 h >ra.- e Casa Forte (P090 da Pa-.
nella) das'6 s 9 horas da manha- e da
tarde.
Oecullsta
Dr. Ferveira. com pratica nos princi-;.
pae3 hosprtaes e clinica de Paris e Lon- '
dres, consultas todos os dias das 9
horasdao meio-dia. Consultorio c resi-
irfM i ww Lftrga d P"Ba>0 9- 20
..drogados
O bachcirel Witrwcio Pinte Bandeiraf
pode ser procurado rua do Imperador/
n. 71, 1. andar.
O Dr. /f.-'MiZe'fnudou o seu escriotc
torio de advocada, para a rua do Impera
dor n. 46, andar, sala da frente.
errara a vapor
Serrara a vapor e officina de caraptma"
de Francisco dos Santos Macedo, caes ib
Capibaribe n. 23. Este grande estahele-
cimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra e vende madeiras de toda
as qualidades, serra madeiras de conta.
al hela, assim como prepara obras de caca-
pina por machinas e por precos sem dom-
petenciaPernambuco.
Drogara
Faria Sbriho& C, droguista' por ata-
cado, rua do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
cas e medicamentos homeopticos, rua do
Mrquez de Olinda n. 23.
ITBLIC UMS 4 PEDIDO
Nazareth
Se a todos os pas que testassem presi-
diase o mesmo cuidado pelo comportamen-
to futuro dos filos, como fez o Sr. Bar-
ker da cidade de Dover, nao s teria tao
a niiudo o espectculo de fortunas labo-
riosamente accumnladas e estupidament
esbanJHdus Entretanto o Sr. Barker foi
exagerado as suas cautelas.
E' o caso. O Sr. Barker resida em
Dover (New Hampsaire) nos Estados-Un
dos, onde adquiri grande fortuna, e ao
morrer fez testamento minucioso para
qne o filho Hiratn nao a estragasse.'
Dcvia elle ter as suas raz3esl para se
precaver da pnidi^ilidade do herdei o e
disp a que Hir.1.11 Barker somente rece-
heria a raada annoal do 5,000 dollars,
corea de I0?00 'ma cndilo do nao
s embriagar. Satisfetendo essa condi-
^an no tira de 10 annos, receberia 250,00i>
dollars, cerca d Todos
annos, como ama sav tce-
nata rceeberi;; cora a
condier no se embria-
racsnia
Sur .
oiuo de razao,
tra a validad" do
que o pai,'quando o redigira.
no uso normal das suas facilidades
1 protesten con
and-,
estava
ran-
Na Provincia de 30 do mez findo, vem publi-1
cado um artigo sob o titulo a^.ima, no qual ata-
ca-se a probidade pessoal di honrado verendo:
da Cmara Municipnl deXazareth it. Herculano
Bandeira e a miona da mesma Cmara de que
taco parte.
Solidario em todo o procedimeuto desse dis-
ttucto cidado as ultimas sesses da Cmara
Municipal, discordando, porm d'elle, que diz
nao merecer resposta o tal artigo, cabe-rae o
dever de expdr ao publico e especialmente aos
habitantes deste municipio os tactos occorndo3,
alim de poder-se julgar qnem conspira contra os
interejses municipaes e principalmente contra o
cofre da mnncipalidade.
0 autor do al ludido artigo altribue ao Dr
Herculano Bandeira e minora a intensas de
um tribofe na arremataco dos impostos munici-
paes, e, arvorando-se em preceptor do moralida-
de, em apurado estylo gramraatical, condemna
os actos praticados pelo mesmo vereador as'
rereridas sesses da Cmara Municipal
Quaes foram esses actos 7
Diz 0 articulista :
1. haver o Dr. Herculano requerido ao procu-
rador da Cmara, apresentasse as contas da re-
ceita e despez, o livro de talOes e o saldo exis-
tente no cofre municipal:
2. ter-se opposto a que fossem adrnittidos a
licitar unpostos, conforme propoz o Sr. capitao
Manoel Dionisio, quaesquor pessoas tem previa
nanea e habililacao exigidas pela lei de 1 de
Outbro de 1828.
Bata esta simples exposicao dos tactos para
julgar se onde estavam os tribofeiros.
Baiba agora o publico :
1." que4) procurador da Cmara cunhado do
Sr. capitao Manoel Dionisio, presidente da Ca
mar :
2." que a proposta acceita peta maiona da C-
mara e referente licitacto independente de
previa fianca, foi aprsenlada pelo presidente da
Wman imraediataueuie depois de ter esta jul-
pido iraprestavel a Ranea offerecida pelo lici-
tante Jos Coclho, empregado subalterno da C-
mara, pois exeree o cargo de cobrador, a quera
atina! mandou o Sr. capitio Manoel Dionisio en-
tregar o cubicado ramo!
Emende o articulista que a exigencia de presta-
co le conts e exhibigao do suido do corre em
poder do procurador foi una injuria raaiorin da
Cmara. |iorqne esta, segundo declarou o Sr.
eajutao Manoel Dionisio tem confianca no seo.
procurador, entretanto devera ser por esta 1;
ma conlianca e pelo parentesco existente ei
esse fnoccionario e o presidente do I
quando nao fosse pelos motivos de convenio;:
publica, e que a maioria da Cmara nio podia
deoentemente hesitar ura momento em saua-
fael-a.
A falta de contianga no procurador que
scppunha nao ser guarda fiel dos di:,heiros u ...
coniribuitiles. teve a solemne conrmacjio da
niiiioria da Cmara que no com
guinte sossio'.
Iv a altitud. u-
lno o da mino;
municipal e [
e qnafira de IrisOfi
O;: 1 .1 nao ser a propria
ni. <|ue (iodo louvar o sou pa.
- audidos fados. -
ila sua original censura,
os nossos agradecimentos.


I
o
l




Diario de PernambucoDomiiigo 5 de Malo de
1889

Prque oio declarou tambera que a minora
da cmara representada pelo l)r. Herculano re-
damou contra a nomeacao do Sr. Jos Coelho
pan o logar de cobrador vencendo a porcenta-
gam de SO"/. sobre a reinita arrecadada, quan-
4o sera autorisacao Legal nao 6 licito a cmara
prever empregos e crear despezas ?
Nao houve nisto igual injuria cmara ?
Si quizessemos retaliar diriamos agora que
dos desagrada ver que o procurador da cmara
acensado de haver edificado nesta cidade urna
casa nio tendo outros recursos alui dos venc-
mentos do sen cargo, que no mxime pode che-
gir a 490*000, que a receita municipal na im-
portancia de perto de-7:000000 se esgota sem
nm beneficio para a raunicipalidade, que no
exercicio fiado gastou-se 700*000 com o con-
cert da cacimba da Bomba e quasi igual quau-
a con uns reparos na casa do acouguc, e fi-
nalmente 08 clamores geraes da populaco con-
tra a edilidade.
Que seja para o articulista tudo isto grandes
litlos do mrito e patriotismo da maioria da c-
mara municipal, que a louve e a exalte, nada
loe oppomos.
Que nos injurie, urna desconsideragao ao bom
senso publico, multa coragem.
Os dinheiros pblicos para nos, minora con-
servadora, sao un patrimonio sagrado e na sua
defesa nao recuaremos nunca.
O cofre da municipalidade nao deve ser una
ai xa de segredos, e por mais que o procurador
da cmara mereca do Sr. presidente e vereado-
res da maioria liberal ba de estar muito ahaixo
i'essa instituido e do municipio que tenbo a
honra de representar.
Nazareth, 3 de Maio de 1^89.
Pedro Jos de OUceira Mello.
tssassinar para roubar
O publico vai borrorisar-se ante a exposieao
3ue passo a faier do acto cobarde e negro, so
igno de vis scelerados, praticado pelo major
Carlos Leito de Albuquerque, e pelo capito Joao
Guilberme de Moura Coutinho, commissionando
-nminosos de morte para assassinar-me.
Felizmente escapei de ser passade pelas ar
tas homicidas dos assassinos por ter eu na
vespera da noite em que fui procurado por es-
tes seguido para essa cidade do Recife.tendo,
porm, o alarma e o susto substituido a serena
tranquilhdade do meu lar domestico.
Para tornar autlientica, desde logo, a mioba
exposieao, e antes dos neoessarios commenta-
rios. passo a transcrever o officio do delegado
de polica de Bom Jardim ao Or. chefe de poli-
ca, communicando o facto criminoso, officio
enia copia tenho.
Bis o officio :
Delegacia de polica do termo de Bom Jar-
dn), 29 de Abril de 1889. Illra. Sr. E' do
neo dever lew ao conliecimento de V. S. o se-
guiste facto, que se deu ltimamente nesta co
marca e acerca do qual estou procedeudo a ri-
goroso inquerito policial :
No dia 23, a noite, do cadente mez foi a po-
icia chamada pela senhora do Dr. Jos Climaco
Jo Espirito Santo, para o fin de garantil-a con-
tra dous sujeitos armados que dizendo-se por-
tadores de Joo Alves Perera de .mujo Camel-
lo, rraiiam deste urna carta para o referido Dr.,
p indagando, se este se achava em casa ou se-
guido para al urna parte, recusarara-se eutre-
gar a fallada carta, n.Io obstante o pedido da
sesma senhora. Residindo o mencionado Or.
fora desta cidade e j sendo a hora muito adian-
tada quaudo esta de]ega-ia recebeu o chamado
daquella senhora, nada poda conseguir sobre a
orocedenrj desses dous sujeitos, a nao serem
aje-turas, alias consideradas por raim sem
'andamento alguin que as justificarse.
Alarmaba e assustada familia do sobredito
Dr. leve de transportar-se para casa do tcuente-
coronel Mauoel de Farias Maciel, onde anda
permanece at que seu marido regresse dessa
adade para onde havia seguido na vspero do
referido dia 25.
No proposito de chegar ao conheciraento do
alludido tacto, eslava com a raaior reserva e
prudencia como o caso exiga, procedeudo a al-
lomas indagacOes, quando na sexta-eira 26 do
eorrente na povoaco do Surubim foi preso um
individuo de nome Jos': Alexandrino de Aluiei-
4a coobecido por Duda, que procurava aggre-
dir a diversas pessoas, tendo em sea poder urna
-arta abena do capito Joao Guilherine de Mou-
COIIERGIO
Revista do Mercado
Recife, 4 i>e maio de 1889.
Foi pequeo o moviraeute.
So mercado de cambios pesco foi ieilo.
fus ootros mercados uaosofTreramalteraeao.
Bolsa
aBTAgGES omi:uE8 da jlsta dos uob
UBTORES
Recife. 4 fe Maio de J889
Sao houve eotafiao.
o presidente,
Candido :. G. Alcoforado.
O secretario.
Eduardo Oubeux
Cambio
Os bancos maiitiveram a laxa de 26 i 4, achau-
oipoucos tomadores.
Em papel particular pediram os saccadOres
27, exigindoos beos 27 1.8.
Ba falta de papel.
So Rio a taxa naneara era (feral continuou a
ser 26 7.8. olTerecendo o Internacional 27 sobre
i filial de Londres.
Houve uegoco eiu papel particular a 27 1/8,
txigiado os saccoderes, depois de meio dia 7
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TABELLAS A1KIXAD
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t^otlo
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A exp iiii |h-I;i alfandega neste mez
o di.
As
Barcacus
Tapores -
4nimae
j co-
5.382
ra Coutinho, morador no engenho Jundiahy,
deste termo, dirigida ao Sr. Jos Nilo, residente
em Serra Bonita na visinha provincia da Para-
hyba.
Semelhante carta cm poder de um individuo
armado e suspeito, despertara a attencSo do
subdelegado d aquella povoaco onde j era co-
hecida a noticia do facto a que me refer ci-
ma, e essa autoridade inmediatamente remet-
teu-me o preso bein como a dita carta.
Esse individuo que lora logo reconhecido, j
pela senhora do Dr. Espirito Santo, j pela cria-
da da casa, e j finalmente, por um morador
que reside as proximidades da habitaco do
inesmo Dr., e em cuja venda beberam elle e o
outro agurdente com um dos dous sujeitos, que
se inculcavam portadores de Joo Alves, inter-
rogado perante o Dr. jui municipal, com assis
tencia do Dr. promotoi publico e diversas pes
soas gradas desta cidade coufessou o seguinte :
Que criminoso de Jmorte praticada na pes-
soa de sna propria mulher de nome Joanna de
tal, cm Dczcmbro do anuo prximo lindo no lu-
gar Serra-Verde d'este Vermo ;
Uue com effiito foi em companhia de Jos de
tal, conbecido por Jost Grosso, criminoso de
morte n'aquella provincia da Paran y ha, casa
do Dr. Espirito Santo, no dia e hora iudicada ;
Uue I'oran a casa do Dr. Espirito Santo fuer
um trrico em sua pessoa, que do engenho Jun-
diahy, onde elle e seu companheiro, Jos Grosso,
estiveram sahirain com direcfco casa do ma-
jor Carlos Leito de Albuquerque, a quem en-
tregaram urna carta do capito Joao Guilberme :
Uue o maior Leito recebeudo a carta nada
dissera a elle respndeme, mas chamou de par-
te o seu companheiro e com este conversava
baixinho;
Uue so teve conhecimento do tim que os trou-
xera casa do major Leito, e d'ahi casa do
Dr. Espirito Santo, por lhe communicar Jos
Grosso em caminho;
Uue o servido de que tinliam sido eacarrega-
dos nao foi feto, porque elles chegando casa
do Dr. Espirito Santo, e encontrando sentada na
porta urna mulher, que pareca ser a senhora
do inesmo Dr., e perguntado por este, a quem
tinliam de entregar urna carta de Joo Alves, lhe
foi dito que elle uo eslava em casa e sm na
roa, e dizendo-lhes essa senhora que podiam
deixar a carta, elles responderam que a carta
devia ser entregue pessoalmente, porque ti-
nham ordem para levarcm logo a resposta ;
Uue retiraudo-se ambos foram urna venda,
onde beberam agurdente, e depois do que, sen-
do elle respndeme convidado por Jos Giouo
para emboscar o Dr. Espirito Santo no caminho.
em urna raoila de muya mu-, prxima casa,
elle respondente noaceitou o convite, pelo que
voltarain para o engenho do major Leitio ; pas-
sando Bovamente pela porta do Dr. Espirito
Santo, aura de ver se o eucontravam para fazer
o servico ;
Uue chegando no engenho s 11 horas da noi-
te, o major Leito per^untou-llies immediata-
mente se liaviam feito o servico. e elles respon-
deram que nao ; ao que disse o major zangado
forte desgraca, pago com o meu dinheiro e
nao acbo quem me faga um servido ;
Uue do engenho do major elles seguiram
para Surubim com destino a Serra Bonita, pro-
priedade do Sr. Nilo, para quem levaram urna
carta do capitao Joo Guilberme de Moura Cou-
tinho aflu de que i aquella propriedade lhes
fose dada a morada :
Uu a ^art* que o capito Joo Guilherine es-
creva a Nilo, falla desses bois, que elle res-
pondente devia trazer para o engeoho d'elle ca-
pito Joo Guilherme, mas; -que isso nao
verdade, e sim urna declarago falsa para que
elle respondente nao fosse preso em caminho
como suspeito.
Da inclusa copia do auto de perguntas, a que
foi submettido o criminoso, ver V. S. a coulir-
mayo de todos os pontos supra referidos, bem
como que no engenho do capito Joo Guilher-
me achara se homisiados diversos criminosos de
morte.
Esta ultima circumsiancia de bastante gra-
vidade e constue urna permanente ameaca
seguranza de vida e de propriedade, das pes-
soas que rcsidem as visinbany'as do engenho
deste capito.
Se a esta circumsiancia se juntar a cousidera-
cio de estar esse capito ein questo de trras
com scus visinhos, V. S. poder mais ou menos
Via-ferrea de Caruar.
Via-ferrea de S. Fraiuiseo.
Via-ferrea de Limoeiru
Somma.
900 .
2.094 .
6.404
18.&37 Sonsa
Assacar
Os pacos pagos ao agricultor por 15 kilos, sc-
-undo i Associa^o Comraerciai Agrcola, foiam
os seguiules:
Bancos..... oi200 a 3800
Someoo..... 24100 a M2O0
Mascavado purgado 14700 a I48"K)
bruto. 14600 a !4>70
Helame..... 1*400 a U.i'Ni
A exporlaci*. feita pela alfandega neste mez
ate o dia 2, subi a 133. 00 kilos, seudo 11.250
para o exterior e 121.930 para o iuterior.
As entradas verificadas em Abril lindo, ja co-
iihecidas, soliera a 86.738 saceos, sendo por :
Barcadas .... ii.VV-> Saceos
Vapores..... ......
Auimaes.... 2 408
Vi.-.-ferrca de Caruar. 3.068
Via-ferrea de S. Francisco. 34 304
Via-ferrea do Limoeiro 2.333
Somma.
C.7:18 Saceos
"o uros
oia-se es salgados seceos a 375 ris.
Agm arde me
Cota-se a 88*000, por pipa de 480 litros.
Alcool
Cota-se a 163000 por pipa de 80 lilros.
Mel
Cota-se a 50*000 por pipa de i8o litros.
Pauta da alfandega
4BIUNA i'M 6 11 DE MA
Assuca- retinado (kilo) .
Assucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kiloi
Alcool (litro).....
Arroz com casca (kilo;
Algodo (kilo) .
Agurdente......
Borracha (kilo) ....
Couros seceos salgados (kilo)
Couros seceos espichados (kilo)
Couros verdes (kilo) .
Cacao (kilo).....
i af bom (kilo) ....
Ca restolho (lulo) ...
("achaca (litro).....
Carnauba (kilo)
Carocos de algodo (kilo)
Carvo de pedra de Cardiff (ton
Farinha de mandioca (litro)
Folhas de jaborandy (kilo/
fienebra (litro) S .
Mel (litro)......
Milho (kilo......
Pao Brasil (kilo) ....
Taboados de amarello (diuiai
avaliar da necessidade de urna providencia <\w
faca desapparecer os elementos que constituem
essa ameaca, afim de que mais tarde nao se
dem factos de consequencias lamentaveis.
Agora inesmo acaba de chegar a esta cidade o
subdelegado de Serra Verde, o Sr. Joo Alves,
com quem o predito capito Joo Guilherme est
em demanda de trra, pedindo garanta para
sua vida, que est ameacado por assa-sinos, re-
sidentes no enuenbo desse ultimo
Apresenlaodo a V. S. o que acabo de: e.xnr,
rogo que se digne de determinarme o que deva
fait* no iuteresse de, sera motivar certa expo
raco, garantir a ordem e se;;uranea publica e
individual u'aquella localidad^.
Conforme. 0 secrelario, Jonquim Francisco
de Anuda.
Est, bom, narrado o sangrento 'testado, que
contra mim foi mandado exerular por raaos lia-
beis,por criminosos de morte affeitos a sacia
rem se no saogue dos seus semelhantes.
Peco permissao ao publico para no presente
artigo nao mais escrever os non.es dos que me
mandaram assassinar, pela invencivel repug-
nancia que me inspirara os que- ntatam para
roubar, como na presente hypotlh'se. Estes sr-
ro de ora em dianie por tnim designados pelos
os. 1 e 2, conforme a ordem ein que se ai-iram
escriptos no principio deste artigo. Assiui sao
designados os calcetas.
O publico est sem duvida ancioso por saber
qual o movel de semelhante crirae. Passo n di-
zel-o:
Por forca da minha prolissio- fe advegado ke-
nbo sido um obstculo a que o n. 1 receUi itos
pobres e mdufesos consennores da propriedade
Sapucaia foros que estes rro devem lhe,caus:-
sympathica com a qua< eu rae tinlia felizuu'Bte
identificad desinteressadameulc. A ambigio
des'e de8vairou-o ; e, julgaudo preciso fazer uvv
desapparecer do patrocinio destes ufelize* para
del les haver dinheiro. nao recuou ante o eu-
mulo da violencia ante o meu assassinato;
era preciso matar para roubar ; e n plano de
sangue toi formado, e inundado executar.
Anda, por forca da minha prolisso de advo-
5ado, tenho frustrado os planos deinvaso do pai
o n. 2, Bernardo Gom"s de Moura Coulinho,
que a ludo se presta ordem/lesie. proprie-
dade Poco Redondo, do meu eonslituinte e ami-
go, o capilo Joao Alves Camello de Araujo Pe-
reira, e o n. i, que tem viveiro de sicarios,
presin ao n. 1 os tace inoras que este pagou
para assassinar-me: era preciso matar para
roubar.
Deus, porm, que vela com inlinita bonda.le,
sabedoria e jusl'ca, pela surte das victimas e
que pune os reprobos, livrou-uie da euihoscada
assassina, e raostrou-me os assassinos, qu* de
vom ser punidos.
Cumprirc com o meu dever, indo arrancal-ns
em nome ii| lei, dos seus antros, e atirandn os
sanego jienal.
Antes de concluir devo declarar, que da parle
do Exm. Sr. presidente da provincia e do Dr.
chefe de polica tive as mais solicitas e prora
ptas providencias que o caso exigk-
Recife, 5 de Maio de 1889.
Jos Climaco do Espirito Santo.
------------------------------i^----------------------------
I tamb
Moeiedade proli-clura ila iiirporaio
minien i Podra i*rela
Srs. redactores. Rogaraos-lhes' o obse-
quio de fazer publicar as seguintes lirih.au
nss columnas de seu. conceituado Diario.
O conseloo- desta sociedade, julgaudo
do seu dever rcunir-se extraordinariameu-
te no dia 20 do eorrente, com o iku.de
acolher en sua sessao o muito digno so-
cio honorario o Exm. Sr. Dr. Joao Juven-
co Fcrreira de Aguiar, fez-se convocan, e
sob a presidencia do 1." vice-pres.dentc
Joaquina Fraucisco Jayiue Gal vilo, prece
dida as foimalitUues do estyllo e com a
asistencia de avultado no de socios, foi
aberta a sessao.
Em seguida, a convite do Sr. presiden-
te toinaiam assento a sua direita os ao*
gumtes Sra. socios honorarios: Drs. Joao
io dk 1839
220
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86
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2011
70
60
M
IDO-JIKM
.\avlo* carga
Vapor inglez lk Bmj. para Liverjioul.
navios descarga
BaQuajMicca Elba, carvo.
Barca nacional Mara .\tvj-hiui, virque.
Barca hcspBBbota C carvo.
Barca BOrnegoense l)wjinar, carvio.
Barca nacional Mirianitmka, xarnne.
Barca inglesa So ofDetm, carao.
Itarcanoi-uegueus Firmad, carvo.
Barca ooroegense EltiUra, arvao.
Barea norueguease Fortuna, carvo.
Lcar ingle Blanche, hacalho.
mruguez Temeraria, xarque e gorduras-
Patacho tiespanbol lovn Pura, xarque.
o hollandez Engetta. xorque.
inportacio
Hiate uac.ional Adelina dos Anjus, entrado de
Macao, em t do audante. e consignado a Atno-
rira Irmos 4e C, manifesteu.
Algodo em rauu 26o saccas.
Borracha 9 barricas.
Ora de carnauba !.'? sa-os. Dita de ab< Ma
2 sacecs Couros racesa salgados 142.
Sal 3,120 litros a diversos.
Vapor inglez Sculptor entrado de Liverpool >
I.i.-boa era 3 do amianto e consignado a John-
ton Pater Carga o Liverpool
Aro 6 volumes a W H illiday & C., 6 a Miran-
da Souza. Ancoras de ferro :t a Beltro
Costa. Arcos de ferro 301 feixes a Antonio I)
C. V'iauua, 211 a Fcrreira iiuinaries C 243
a Miranda ir Souza, 326 a Vctor Neesen <5t C
Arroz 1 130 sac-'os ordem, 10 a Aiiiorun linios
& C, l'PO a Fcriiandes A Irmos, 200 a Doinin-
gos Cruz C, 100 a l'emaudes da Costa St ('...
50 a Domingos Ferreira da Silva & C, 400 a S.
Xogueira & C. Amostras 3 voluntes a diversos.
Agua mineral 43 caixas ordem, 30 a .Medeiros
Irmos & C, 3 u Ramos Geppert \ Alpiste
13 saceos ordem, 20 a Souza Basto Ainoriiu &
C., 10 a toares & Fernandes.
Barras de fero 140 a W. Halliday i C, 53 a
Caldoso & lruio, 29 e 50 feixes a Miranda Souza, 738e 54 a liis c Sanios 280 a Viairaa
Castro de C
Batatas 50 cuixasa Goncalvcs Roza & Fe ruin-
des, 60 a Torres i lriuio." 100 a Blackburn >'e
edliara. Biscoutos 9 caixes ordem. Barri-
!lia 30 tambores a Fernandas da Costa & l... 5
ordem.
Carvo de pedra 203 toneladas aGreat Wos-
lern of Brazil. Calcados 1 caixo a Pal va Oli-
ve! ra C, 1 a Costa Campos A C, 7 ordem, I
a Cesar Lopes > C.,1 a Tiioinaz de Carvallio *
C, 2 a Francisco 1!. da Silva C. Crreme de
Ierro 1 a Beltro & osla. Cidra 100 oOrxal a
Souza Basto Amorim A C, 30 a Soares Fernn
des. 50 ordem, 100 a Paiva Valente A C. I
a Ramos Geppert A C. Campeche 6 barrica- a
Antonio Jos Maia I',. Couros 1 caisao a Kei-
reira Goimares C. < hapos 2 caixes a lia
phael Das A C, 1 a J. Christiani. 1 ordem.
Ceneja 45 barricas ordem. Cognac 30 caixas
a II. Burle. 15 a Oliveira Silva A C, 15 a JJo-
mingos Ferreira da Silva A i'.., 15 a Paulino de
Oliveira Maia.
Cobre 35 volumes a CardosoA Irrao. Cha 14
caixas i: 2 grades oiil-m. Canos de ferro 23 e
19 feixes a Alian I'aterson & C, 40 a Carduso
A Irino.
Drogas 2 vnlumcs a Rouquayrol Frcres.
Ksteiras 2 lardos a Manuel da Cuulia Lobo.
Estopa i fardo a Machailo & Pereira. Estanto
8 barricas a Alian I'aterson. 11 a Cardoso A Ir
mo. Enerado 1 fardo a Machado Pereira
En.xadas barricas a vv. Halliday A C, ( a I).
II. da Silva A C, 3 a Res A -autos.
I'olbas de ferro (JO a Albino Silva A C, 6 a
Alian Palerson, 12 caixas B W. Halliday A C.
Fogareiros 208 a A. D. Carneiro Vianna, 200 a
Ferreira Guimares A C, 6 a D. Rodrigues da
Silva. Ferro gusa 10 toneladas a Alian I'aterson.
Ferragens 1 voluine a C C. da Costa Moreira,
1 a Albino Silva A C, 30 a Keis A Santos, 48 a
Ferreira Guimares A C 4 a Alian Palcrses, 2
a llamos Geppert A C. 14 a Miranda A Sooza,
45 a Vianna Castro A C, 2 a A. '. Carneiro
Vianua. 12 a Cardoso iV Irraao. S a W. Halliday
A C. 54 a A. Piulo da Silva, 5 a l>. II. da Silva.
12 a G. de Mallos limaos, 2 ordem. 2 a Angelo
RaphaelAC. Familia 1 caixa ordem. Folhas
de Flandres 20 caixas a A. Silva A C, 80 a Ai i
tonio P. da Silva.
Genebra 40 caixas ordera. Craixa 4 barri-
cas a J. Joaquira Alves 4 C. (inger-ale .'! bar-
ricas aos mesinos.
Louca 57 glgOS a Jos de Macedo, 121 e 10
birrics ordein, H e3 a Manoel J. Pereira, 85
S'gos Domingos Cruz A C. l-iulia 32 caixas a
noel Collaco AC, 15 a Ramos Geppert A C.
Libras sle.iiuas I ciixa a l-'.'rnandes A Irmos.
.eite condensado 10 caixas a Guedes de Araujo
v Filho. Lona 4 fardos a J. A. da Silva Santos,
3 ordera. 1
Massas alimenticias 10 caixas a A. Rodrignea
da Costa. Maehinismos 3 '-aixas a A. Silva -
C;5 ordem. llovis 12 caixOes a A. D. C.
Viuuna. Merca lorias diversas 1 caixa a Fran-
cisco Manoel da Silva A C.,3 ordem. a C
panliia de Vilc I a Prente Vianna ii:.
3 a W. Halliday C, 3 a Manuel Collaco
iaNunesFon la Ramos Gepper
C, 1 a Leite Basto C, 1 a Frederico & C. Ma-
Juvencio Ferreira de Aguiar, Lourenco
Bezerra Vieira de Mello o vigario Julio
Mara do Reg Borros.
Foram em seguida praposta, aprovados
e (poclamados socios eflfctivos, os Srs. i
Dr. Diogo Velho Cavalcante de Albuquer-
que Sobriuho e Manoel Cordeiro Leitao-I
de Afelio.
Pelo digno socio presidente da directo-
ra, o Sr. Santos ^ves, foi requerida a
leitura do art. 43 dos estatutos; feito o
que, o inesmo Neves propoz ao conselho,
para que fosse elevad a socio benemri-
to o Cxm. Sr. Dr. Juvencio de Aguiar,.
nio em attenyo sua posico social,
mas tambem pela efficiente prova que
acabara de dar, faaendo a importante
offerta da obra do direito composta de -18
volumes nossa bibJiotheca.
Sobmettida a proposta em discusB&o, foi
aceeita e unnimemente approvada, e, na
uiesuia occasio, proclamado e expedido o
respectivo deplouuu.
Aproveitando a occasio este benemri-
to cavalheiro, obtendo apalavra, fez-se
ouvir com a eloqueucia que todos o lhe
rccoulieeem, e agradeeeu tamanha manifes-
layao lie considerajao e apreco que aca-
bara de receber; e, depois de tallar so-
bre diyersos assumptos, terrainou, desejan-
do a esta associacSo os maiores efluvio
de tito grandiosa iniciativa, qua provei-
tosa e til ao futuro daquelles que procu-
rara chegar ao fim da. missao que emprc-
ienderam.
Durante algum dos intervallos, a msica
fez ouvir o som mavioso de escolhidas
pejas do seu repertorio.
Por cota tbrma, nada mais havendo a
tratar, foi encerrado a sessao, levantando
o Si. Santos Xeves, enthusiasticos vivas ao
benemrito socio Dr. Juvencio de Aguiar,
a todos os socios honorarios e corpora-
9&0 musical Pedra Preta, que foram ge-
ral e calorosamente correspondidos.
J hoje nao sentimos a falta da ob-r*
do direito : nao s interessa o seu proven-
to, como veio dar maior estimulo a pug-
nar pelo augmento progressivo de nossa
bibtiotheca, certo de que contamos com a
cooperacae daquelles que, sem sacrificio
podein prestar o seu valioso apoio.
De pooco a pouco se divulgara os bene-
ficios que provem da iniciativa da corpa*
racSo musical, grajas elTusiio dos seus
dignos socios ; como seja a fmidacfto de
urna escolla nocturna, nesta cidade a inistal-
laeo do sociedaderecreio dansante etc.
A escolla frequentada por vinte alumnos
completamente desvalidos, e deste, seis
ou oito se preparam para fazer exame mi
fim do eorrente anno.
Ainda reunindo-se hoje o conselho em
sessao extraordinaria foram proposioo so
cios eroctivos desta corporacio, acceitos e
pniclamados os seguintes Srs. : Deinetri"
Turares do Espirito-Santo, Nicolao Mar
uues c major Joao Alvares de Carvalhr
Cesar, e socios honorarios, <> Fxm. Sr.
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lciao, Dr.
Daro Cavalcante do Reg e Albuqucjuc
Dr. Flavio Ferreira da Silva Mm-aja, ma-
jor Cic-uucnes Liopes de Siqneira, bene-
dicto O ctschel, Eugnio Goetsehel, Max
Kiniise, Antonio Ferreira Guimares, An-
tonio Dnarte Carneiro Vianna, Garlos Pri-
mo, Fclix Bey e Nicolao Allresi.
teries para eegeouo 34 volumes e [K-jas aos
hurdeiros do Bowraaun.
Uros para a er Irada de ferro 820 volumes e
pecas ao Dr. H. V. Pederncira.
Objectos paraesgulo 1,883 volumes e'pecaa'*
le.ile Draina^e.
hilos para i;az Cti volumes a empresa.
Oleo de linhaca 4 tambores a Alian Paterson
11 a Ferreira Guimares C, 3 barricas a J.
A. Silva Sautos, 25 a Francisco Manoel d? Silva
C.
Ptriciices para ttilbos de ferro 113 feixes a
Cardoso < Tinao. Tinenta 10 saceos a H. J
IVrni.ni. 10 a Ferreira Rodrigue^ A ". Perfu-
maras 2 caixas a Joao Ramos Presunto 3 cai-
xas a Goncalvcs Rosa A Fernandes. 5 a Carva-
Ibo C, 3 ordetn. l'apid 30 lanos e 10 cai-
xas a H. J. i'erraan, 15 lardos ordera, I caixa
a > aciano C. da C. Moreira.
Hilo de eiiihrtilho 2 fardos, a onlein. Trcgos
3 barricas aC. C. da C. Moreira, 10 a A. 1). C
Vianna.
Salitre 100 barricas a Ferreira Guimares
AC.
Saceos vasios 2 fardos a J Fuerstcnberj.
Touciuho 1 caixa erdem. Tinta I barrica
a Ferreira Guimares C.
l'ecidos ilivursos 44 volumes a Rodrigos Li-
ma A C, 11 a A. Vii ira A C..9 a Narciso Maia
* C 37 a (jiicalves Cunba > C, 7 a Silveira
A C, 1 a Mauoel da C. Lalw. a A. de Brilio
A ti, 51 a ordem, 2 a Luiz Antonio Sequeira, t
a O. Janlui C. 1 a ou/.a No^'ueira, 3 a J.
Luiz Teixelra, C a F. Lauria < C. 1 a Campos
AKerreira, 2 a Joaquim AgO'tiobo C, I a J.
v. Das A t'.., 2 a Pereira de Magalhaes C, 2 a
nodriza -.e Can albo AC, 12 a Machado Pe-
reira, 3 a Fernandes Silva & >'... I a V. de A/.e
v.ilo A ('... 25 a Albino Auioriin. I a Bcruet *
C, 2 a Ber ardiuo Maia C, 3 a L. Maia
AC.
Trillios de ferro 553 a Cardoso Irino. Ta-
xas de ierro 'Jt aos incsraos. Tintas 2 caixas a
Miranda A Souza, 00 tambores a J. A. da Silva
Sanios.
Vidrns 2 caixas a W. Halliday A C.
Vinlio 1 caixa ao director da Colonia Isabel.J
Whisky .15 caixas a H. Flecher.
Carga de Lisboa
, Azcite 5 narria a J. J. Alves, 20 caixas a Fer-
nandes ,\ I;;nilo-, I a Santa Casa de Misericor-
dia. Azulejos 15 caixas a J. da Silva Saiguei-
ral. Agua mineral 1 caixa a Martius Vicgas.
Carne era conserva 1 caixa ao mesmo.
Rana _' caixas a Lopes Araujo, 2 a A. F. da
Costa i barricas a Pinto > C, i a Martins
jjge^ja. Batatas 20,2 caixas a J. 1. Alves A C,
W a Guimares A Valente, it a Lopes Alheire
A ('.., 3o a Ferreira Rodrigues A C 10 a Abran
les A C, 50 a Alves da Costa A Filho.
Carvao animal 15 barricas a J. da Silva Sal-
siK'iral. Ceblas 10 caixas a J. I. Alves C,
SO a Lopes Alliciro A C, 2J a Con gal ves Rosa
A Feiunides, 20 a Paiva Valente A C, 40 a Sou-
za Rasio, Amorim A C 50 a Ferreira Rodrigues
A C, 53 a Lopes Araujo, 13 a Araujo Castro *
C, 30 a Guimares Rocha A C., 10 a Paulino
de uliveira Maia C., l"a Lopes de Magalhes,
20 a J. R- de Carvalho, i5 a Gomes A. G. de
Miranda. Chourieas 2 caixas a Ferreira Rodri-
gues ii <". Cal 25 barricas a Lopes Araujo. Con-
servas V caixas a Gomes A. G. de Miranda.
Dorm deiras 1 caixa a Rouquayrol Frres.
Fei.'o 20 saceos a A. N. D. Figueiredo, 50 a
Soasa Basto Amorim A C,
Pomas de louro C saceos a Joaquim Pelippe
& Miliar.
Livros 1 caixa a Ramiro M. da Costa A C 1 a
F. V. '.olit.vau.
Ladrillios 61 grades a A. 1). Carnero Vianna,
\:\ a Pereira ile Axevedo Irmfio.
M .irio I caixa a Rouquayrol Freres. Massa
de I'.mate 2 liarris a Jos da Silva F. Lisboa.
l'aicta-lalsas I caixa a Nuues Fouseca A C.
Tainco 1 sacco a Guimares A Valeute.
Sanlifilias 200 caixas a Silva Guimares A C.
Vinagre 2 harria a Santa Casa de Misericordia.
V'mlio 9 pipas 2 i e 50 barris a Amorim IrinSos
* C. i i 2 e 30 a Soares do Araaral Irmos,
4 2 c 0 a J. B. de Amorjm, 6 pipas e S2 barris a
Dymio^os Crai A C. 3 e 40 a Ramos Geppert
e 20 a Paiva Valente C, 2 barris a
Yiega>. ti a Albino Cruz & C, 2 a A. P.
,a, 1 a J. B. lavares, 10 a Joaquim
Felppe A Aguiar, 10 a Arantes v C. 34 a F. R.
Pinto Guimares C, U a Pocas Mendes A C,
Congratulamo-nos com mais estes asao-
ciados por tao segnificante acquis9ao.
Itamb, 29 de Abril de 1889.
A directora.
Lrmbranr* da laoocentc VlrgHatst
1,1 n. fallecida, no Mo (irstnde d*
morte, a de Hato de 1KW3.
Morrer vida quaudo ura'alma
Que s respira innoceneia,
Principia a -xisteucia
J formada para os ceas ..
Assim tu, eriaoca linda,
De todos rao estimadas
Foste apenas transportada
P'ra viver aus ps de Deus !...
1889.
Thoimz.Cacaleante da Silveira Lint-.'
Aviso a nuestros lectores-
Los de nuestros lectores que vayan a
Pars mientsas la Exposicin de 1889, e-
tan ya avisados que podran leer los nki-
mo ejemplares, recebidos en Paris, de
nuestro peridico, en la oficina de nues-
tros corresponsales los Srs. Amde Pria-
oe y !"., 36, ru Lafayette, donde pueden
hacerce dirigir toda sa correspondencia,
pedir informes, dar rdens de compra,
etc.
Pero, avisamos a nuestros compatriotas
que ademas- del servicio instalado en su
oficina 36j ru Lafeyette. los Srs. Am-
de Prince y C. han orgonizado un oro
gabinete de lectura y de informes en la
Exposicin- misma, en el Pabelln ds la
Repblica de Guatemala, en donde el Sr.
comisan, general a puesto a la disposicin-
de dichos Srs. una grande sala cou ter-
rado. '
Aconsejoraos vivamente a nuestros ami-
gos lectores que vayan a Paris, de hacer
una visita a la casa Amde Prince y C,
tanto en. su residencia, 36, ru Lafayette,
como ea sh instalacin en el Pabelln, de
Guatemala de la Exposicin, que resalta-
r, ser por el hecho- de las extensas aeta-
ciones de nuestros corresponsales, el oe*
tro de reunin de los numerosos estrange-
ros piesentes en Paris.
(1)
m. sea
A t>.i!;:i;> da vida
E' mxima da ^ue- ni o asfaltar o inkniio,
antes que este tenlta lempo de concentrar as-suas
llRas para o ataque.
O mesmo -appticawl na lucta diaria comas
enferraidades. Se b-.-in que a Salsaparr>llia de
Bristol, aotagoflist uue poORU moles'ias
mortaes podein resistir, leva a cabo a sua obra
curativa e rege ludom, muito raais depivssa
3U.1U lo ella usada logo no Cutnccoda roolesl:
o que quando esta j se aclia imtranhada no
svstema.
"As escrfulas ijw nao se teeni arraigado pro-
fiindaiuentc n.is carnea, ou atacado os ossos, se
lesvaBncem romo p->r um encanto sob.a sua
mgica influencia; Miecedofldo o mesmo rom as
molestias cutneas, alfecco do ligado e des in-
leslinos e rins. tr/spepsia, neuralgia e rieuraa
tisrao.
Porem tenha-se entendido que quando a lucia
entre as facultades physicas e a enfermidade,
chesa a |iont>> de tornar una batallw- entre a
vida c a morte, to terrivel quo duvidosa ao
parecer,-^ Salsaparrilha de "ristol p-xk; aina
assim ra.-smo fazer pender a batanea era favor
do doente.
O naufrago da hunianidade encontr seinpre
una ancora de salvamento neste hy^ionio au-
xilio.
Acba-se venda era todas as principies bo
ticas e tojas de drogas.
0 a Vicente Marques A '., 3 a H. B. de Oliveira, 15 a Paulino de Oli-
veira Maia. 20 a Sania Casa de Misericordia. 30 a
Antonio R. Malheus Ferreira, 5 a Rapbael Dias
C, 2 a Salazar C, 00 a Cnnlta Irmos. 1 a
Joo Fernandes de Almeida. 25 e. V> caixas a E.
M. le Barros. Dito branca 13 barris a l'aiva Va-
lente A C.
. x jo r t a rao
hKCIFH 3 HK VIVI l>K l'N.V
Para o eximen-
No lugar por.uguez Teiwtrio. carrogsi
rain :
'ara o Porto, A Martins A 2 barricas com,
450 kilos de assucar branco. 1 dita cora 50 ditos
ile farinha de mandioca e i) yariuf -s coi 135
litros de agu.intente.
Paro o Menor
No vapor nacional Maoas. carrerea :
Para Rio de Janeiro, M. Menezes 100 saceos
com 6,000 kilos de assucar branco c 00 ditos
com 0,000 ditos de dito mascavado.
No hiate nacional D. infanta, earrega-
ram :
Para Pamahyba, E. C. BeltrQo A lrmao 5 bar-
ris cora 480 litros de agurdente e 15 barricas
cora 525 kilos de assucar refinado.
Para Camossim. E. C. Beltro A Irmo 22 vo-
lumes cora 1,680 kilos de assuca'- branco e 27
ditos com 1,702 ditos de dilo mascavado.
No cter Jnijuarary, carregaram :
Para Natal, E. C. Beltrto Irmo 10 barricas
com 580 kilos de assucar reliuaxlo.
No hiate nacional Adelina, carregou :
Para Cear. Joo Ramos 1,800 saceos COffl fa-
milia de mandioca.
No hiate nacional Dous Amigos, carregou :
Para Cear, J. Ramos 1,300 saceos cora fari-
nha de mandioca.
No hiale nacional Flor do Jardim, cara--
gou :
eara Cear, J. Ramos 900 sacos cora farinha
de mandioca.
Na barcaca Slcina, carregaram :
Para Parahyba, F. Cosa A C. 20 barricas com
1,200 kilos d assucar relinado.
Kendifticnlo publico
tfVJ. DE BA10
Alfandega
Ren.:.i geral:
Do dia 1 a 3 73:740*071
dem de 4 30:2:15*818
Renda provincial
Dodiala3 7 409*019
dem de 4 4;3894832
103:975*889
11:798*851
Somma total 115:774*740
Segunda seccSo da Alfandega, 4 de Maio de
1889.
Sthesoureiro-Florencio Domingues.
chefe da seclo Cicero B. de Mello.
Reccbcderla Geral
Do da 1 a 3 4.432*563
dem de 4 3:700*307
8:122*870
Rceehcdoria provincial
Dediala3 4:422 i 563
dem de 4 353*524
AoIUmv-Sr. Dr.- Carlos Bit
tencourt
Gratido
Venho do alto da imprensa curaprir um dever.
Soffrendo ha annos de um estreitamento ila
urethra e nrecurando cural-o em minha provin-
cia natal, Ri Grande do Norte, me foi mpos-
sivel.
Vindo, porm, para esta capital, consegu
restabelecer-m de to atormentadora molestia,
sendo operado pida ^loctrolyse, devido ao zelo
e pericia do illusie Sr. Dr. BttenOurt. Reti-
rando-rae para a roinlia provincia, perfeitamen-
te restabeleciilo, compro uiu dever agradece -
do-lhe; p< co-ihe desculpa se com estas linh.is
oliendo a sua modestia.
Recife, 22 de Abril de 188ft-.
Srfrwo Ernesto dfr Suca Costa.
Aviso aos nossos. leltores
Os nossos leitores que visitarem Pans
durante a ExposicSo de 188& j sabem
qne poderSo 1er os ultime exemplares do
nosso jornal chegados aquella cidade no ee-
criptorio due nossos correspondentes, Srs.
Amde Prinee & O., 96* roa Iiafayette,
onde poden mandar dirigir q/ialquer cor-
respondencia, pedir quacaquer informac6"c5_,
dar ordens de compras, eto..
Alm d'isso, levamos ao oonbecimento
dos nossos patricios que afora O'servico esta-
belecido no escriptorio da ra Lafayette,
n. 36, os meamos Srs. Amde Prince A
(.'., acabam de organisar 'juna sala de lei-
tura e de informacScs na Exposicao mes-
ma, no pavilhao da repu'liGa de Guate-
mala cujo commissario geral dignou-Se de
por graciosamente urna vasta sala com
varanda s ordens dos eossos correspon-
dentes.
Aconselkamos inui vivamente aos nos-
sos amigo e leitores qoe se acharem em
aris, que visitem a casa Amde I rince
ji C. na sua sede social,. 3t>, ra Lafayet-
te, bem cerno na mtaBnajk) que possue na
Exposicao-no Pivillio de Guatemala que
ha de ser,, gracas s extensas rela9Ses dos
nossos ccurespondcntes, o ponto da re-
unan dos-numerosos esraagelros residen-
tes em P&ris* <
\
Mudanca
Foi arrecadado liquido at hoje 56'J* )
Precos da dia:
Carne venlo de 280 a 480 reis kilo.
Carneiro de 720 a 800 reis idea.
Suinos de 500 a 640 reis dem,
Farinha de 5u0 a 720 reis a *ia.
Milho de 440 a 480 reis dem.
IV> de800 a i*20J idera.
W aludo uro publico
Neste eslabel''cimento foiam abatidas para o
coasumo de boje 98 ix-zes pertencentes a diver-
sos marchantes.
Vapores a eairar
VEZ 1>E MAIO
Norte..... Alagotis........... i;
Eurona ... Sorata............ Europa Equateur........ 0
>ul....... ... M-nos........... 7
Europa New-York. Y3le dr Montevideo . 8
... Ceatemse......... 10
Europa... ... Trcnt............. i?
>ul....... ... Elbe .............
Sul....... ... Mlianra.......... 13
Norte..... Pernambuco....... 14
Norte..... ... .-Idratt?.......... 16
I 'apores a sabir MEZ DE MAIO
Montevideo . Sorata............ 5 as 2 h
Montevideo - Equateur.......... 5 as 4h.
Sol......... Alagos.......... 6 as ;. h.
Norte....... Mundos----.'...... 8 as 5 h.
Montevideo . VUU- de. Montee ideo. 9 as 4 b.
Cear e esc Jaguaribe....... 9 as 5h.
Monlevido . Trent............. 10 as 4 h.
Antuerpia. Elbe.............. 12 as 4 h.
New-York Alltanca.......... 14 as b.
Sul.......... l'eiwunbuco....... 14 as 5 h.
Cantse esc. Adcttnce.......... 17 as 4h.
Recife IIraimase
Do dia 1 a 3 737*370
dem de 4 37*894
3:452,57^2
775*2M
Mercado Municipal de Jom
0 movimento deste mercado no dia 3 de Maio
foi o seguinte:
Entraram :
28 bois pesando .'(,775 kilcs.
847 kilos de peixe a 20 ris 16*940
23 cargas com farinha a 200
Movimento do porto
Navios entrados no dia 4
Santos 6 e*cala 7 dias, vapor alletnSo .San/os,
de 1,780 toneladas rommandanie J. Posch
niara, eqoipagem 51, carga varios gneros ; a
Rorslelniaun C.
Swansea-48dias, barca norneguense Morrig.
de 369 toi ciadas, capitao 1. Taarvig, equipa-
gem 9, carga carvo de pedra; a Wflson Soas
&C.
Pelotea 38 dias, escuna alloma Bernkard la-
hann, de 130 toneladas, capilo H. E. Schoo-
ne. equipageni 5, c-rga xarque e farinha; a
Maia > Rexnnde.
Londres16 1|2 dias, vapor inglez Buccaveer,
de 762 toneladas, comuiandantc wson Bar-
kiM'. wmipagem 5, carga os tclegraphicos:
Companhia Submarina.
Sahldos no mesmo dia
Hamliurgo e escalaVapor alleniao Sonto, com-
raaudantc J. l'oschman, carga rarios gene-
ros.
RussiaVapor inglez Le Baij, comnandaute
Robert sliaw, carga algodo
Terra- Nova -Barca ingleza Carpasian, capitae
Lawrie.em lastro. ,
LiverpoolVapor inglez Eudid, coramandimte
Joha Ledward, carga varios gneros.
Savannah-Bar:anoruegueuse Guiare, cap
M. Christiansem, em lastro.
I
A-. Iiaberly. promovendo a modanca ttV-s
estabelecimeiiio da ra Jo Cabug para a Sra^a.
da indepeudeucia n. :J4. tem transformada-dito
estabeli-ciinen'.o em afbeina de relojoana e ran ;-
tari,. arle, correspnoder a todo e qualquer concert
por mais exigenie que seja. por achar-se prvi-
do de alefactos tonceraentes inesma. arte;
pudendo, perianto, continuar a offerecer a.sens
numerosos frega*zes e amigos seu prestime.
certo de que a pan da sinceridade acaro rao-
licidide nos precos.
f
*
Jis 1*600
6 atlas de fructas diversas i 300
ris 1.4800
15 Bbolemii a 200 ris 3*000
8 suino-; : H>> nHs L*6U
28 matlas com legmnes a 200 ris 5*60>
Foram oceupados :
27 columnas a lifjo ris 16*200
1 escri|rtorio a 300 ris 300
26 coinparmefljbs de farinha a 500
res 13*000
28 ditos de comidas a 500 ris 14*000
79 ditos de leguiuese fazendas a -MO
res 31*600-
17 ditos de suinos a 700 ris 11*900
9 ditos de Iressnras a 600 ris 5*400
31 tallios a 2* 62*000
187*940
Rendiiuento dos das I e2do cor-
rente 374*74*}



Diario de Pernambuco---Domingo 5 de Maio de 1889

\l
)
AVER&AOE AlMA DTDO
E8 o que cm data de 10 Je Junlio de 1838 escreveu o reputado clinico
Sr. Dr. rias A. da Silveira, residente em Barra Mansa, provincia do Rio de Janei-
ro, em relacao a um precioso preparado, que" grande tao accitacSo encontra hoje na
America do Sul.
t OPeitobalde Cambaba", importante preparado do Illm. Sr. J. Alves
de S. Soares, de Polotas, possue propriedades balsmicas pronunciadas, e exerce in-
fluencia benfica em todas as affeccoea catharraes, principalmente as do apparelho
respiratorio e genito-urinario. As affecc3es catharraes do larynge, dos broncliios e da
bexiga, quando primitivas, ceden! promptamente ao uso reiterado do Peitoeal de
Cambaba'.
As scerecies muco-purulentas, symptomaticas da tuberculoso pulmonar,
moditicam-bc vantajosamente, tomando aais desenibaracado o campo da hematose
pulmonar.
E', portanto o Pkitbiul de Cambaba', um heroico meio preventivo o
um auxiliar no tratamento da tysica pulmonar, tao irequente no Brasil.
Em nossa longa praticu temos tirado extraordinarios resultados da tintu-
ra do Cambar, no curativo das tundas recentes, obtendo quasi sempre uniao por
primeira intensao, pelo que deduzo que o PeiToBaL DE ( AMBABa' eucerra principios
altamente anti-scepticos, virtudes therapeuticas procuradas, hoje, para combater-se
as molestias da causa parasitaria, como soem ser a maior parte das affeccoes uroitcho-
pulmonares e genitourinarias.
UMA HBIL OPERABAO DE CIRUR-i g 3. Nenhuma proposta ser recebida
GIA sem que o proponente com ella aprsente
O embaixador americano em Vicua, doeumcuto de liaver feito no Thesouro
Mr. Kasson, tem commuuieado recente-! Provincial deposite da quada de 2J:00O>
mente ao seu goverpo uina descripclo jn-'em dinheiro 011 apolices da d*d publi
teressante da nota^cl operacao cirurgica', para garantir a aceitacu praticada, ha pouco. pelo professor Bill
roth, daquelia cidade. Por certo, a cir-
cumstancia parece maravilhosa; mas
verdade que a citada eperaeao tinha por
fim a remoeao de quasi a terca parte do
estomago humano. Executou-se a opera-
cao e restabeleceu-se o paciente, sendo
esta a primeira vez que urna tentativa de
tal genero tivesso tido bom xito na histo-
ria do mundo. Aquella facanha scientitica
manifestou-se n'um certo caso de cancro do
estomago, doenca que geralmente vai
acompanhada dos seguintes syinptomas :
O enfermo carece quasi inteiramente
de appetite; sentem-se como que um pe-
so sobre o estomago, e as vezes uine sen-
sao de uvazio no meaino orgao, a qual
causa um mal estar indisivel ; e urna es-
pecie de materia gelatinosa accumula-se
junto aos dentes, acompauhada de mu gos-
te desagradavel, principalmente pela ma-
nha. A nutricio, demorndose no esto-
mago, augmenta eiu fazer desapparecer
aqueile no estar; os olhos ticain rodea-
dos de um circulo lvido, e o seu branco
toma urna cor amar el lenta ; e as 111 aos e
ps tornam-se viscosos, achando-se cober-
tos de um suor fro.
O doente sente-se sempre caneado, e o
somno nao lhe d repouso. Algum tempe
depois, torna-se nervoso e irritavel, e o
seu espirito nao v sendo tristes presa-
gios.
Quando se levanta bruscamente de urna
especie de tontura na eabeea c urna sen-
sasacao de syncope, e cahiria se nao se
apoiasse em alguma cousa. Ha prisao de
ventre: e a pelle passa sem causa do
calor ao fri. O sangue, espesso e pesa-
do, circula sem regularidade.
Em seguida, a nutricao passa com diffi-
euldade e frequentemente rejeitada, ora
deixando na bocea um gosto agro e amar-
go, ora um gosto adocicado. A estes
symptomas ajuntam-se quasi sempre as
no e.sso de ser /.referida a UM propos'.a
-i.0 O (.-psito, a que se refere o pa
ragraplio antecedente, nao ser retirado
pelo contactante senao lindo o contracto e
servir de caucSo para os pagamentos de
multa e fiel tomprimciito das clausulas,
que forem estipuladas no mesino.
5. O contracto s- peder ser feito
com quem melhores vantagens offereeei
na concurrencia.
6." A nao ser no caso do paragrapho
antecedente, a actual empresa nao ter
preferencia a qualquer outro proponente.
7. O novo centractante sera obriga-
do indeinnisaeao, a que a provincia
sujeita por forca da clausula decima ter-
ceira do contracto em vigor, devendo dita
indemnisacao ter lugar de accordo com
essa niesina clausula, e ficando o material
e obras da empreza hypothecados pro-
vincia at que csteja realisada a indemni-
sacao ou pelo menos depositada a respecti-
va importancia.
8." O prazo do contracto nao poder
exceder a 30 annos.
I U. 0 prego da illuminacao, quer publi-
ca, quer particular, nao poder .exceder de
260 res o metro cubico de gaz, fazendo-
te urna redueco de mais de 30 <[, para
os estabelecimentos de caridade e benefi-
cencia, e reparticoes publicas.
10." O systema mtrico,"si fr mais
conveniente, ser adoptado para a medi-
evo do gaz.
11." A luz ser clara, brilhante c isenta
de substancias estranbas, que possam pre-
judicar a illuminacao e a hygiene publica.
% 12. A intensidade media da luz ser
equivalente a de dez velas de espermacete'
das que queimam sete grainmas por hora,
correspondente a 120 graos mglezes.
5 13. As horas de illuminacao publica
ser fixadas peto presidente da provincia
no principio de cada anno, nao podcodo
ser em numero menor de seis, nem maior
Empreza do Gaz
Aviso
A empreza de illuminacao a gaz desta
cidade por seu gerente, tendo visto no
Diario de PernaudMco de hoje a publica-
cao do edital em que a presidencia da pro-
vincia chama concurrentes para o novo
contracto da illuminacao mediante as clau-
sulas no mesmo enunciadas e servindo de
base para a indemnisaco da empreza
actual a quantia de 998:7770528, pjr
quanto foram avahadas pelo arbitro descm
patador as obras da mesma empieza,
quantia essa que dever ser paga pelo
novo contractante, vein pelo presente
aviso, e para evitar duvidas futuras, de-
clarar que dita avaliaciSo nao pode servir
de base para tal indeinnisaeao, por ter
sido llegal e irregularm-nte feita, bem
como que contra ella j protes ou, quer
perantc o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, quer perante o juizo dos feitos da
l'azenda, tendo sido intimado do mesnio
protesto o Dr procurador dos feitos da
Fazenda Provincial, como representante
da provincia.
como quer que deva em tempo op-
portuno fazer valer seus direitos contra
quem de direito for, deliberan fazer a
presente publicaeao para ciencia dos in-
teressados.
Reetfe, de Maio de 18>9.
Gixirge Windeor,
Gerente.
\<1 mi ni* i rae fio dos Crrelos de
Pernamhufo. 1 de Halo de
HH9.
llelacSo da correspondencia registrada sem v-a
Ion que existe n'esta reparco, por nao t-c
rem sido encontrados seus destinatarios.
A Imeida & C.
Antonio Brasilino de Oliveira.
Alexandrina Soares de Aliueida.
Amando Rodrigues da Rocha.
Alfredo Semprez.
Adelaide Pastora do Espirito Santo.
Auna Mascarenhas.
Benjamn Rodrigues de Freitas Caraciolo.
C. Luiz M. Miranda.
Cosme Moreira Martins.
Caciano Jos Leile.
Dclmira Maria da Cooceicio.
Francisco Agostiaho Fernandes de Queiroz.
Francisco Antonio de Oliveira.
Francisco Salgado Braz.
Fernando Aflbnso de Mello.
Francisca de Borees Jess.
Goncalo Ladislao de Aguiar Menezes.
Goocalo Ladislao de Aguiar.
Guido Gomes de Seuza.
Gervasio Rodrigues Costa.
Heuriqueta Geralda das Mercs.
hebei Amelia da Silva.
Joaquim de Almeida Gomes.
Joaquim Pinto Machado.
Jos Cosme de Oliveira.
Jos Ellseu Sezino de Almeida.
Jos Cordeiro da Silva.
Jos Barbosa (Baro de Limoeiro).
Joao de I.avr.
Joao Lopes de Lima.
Joao lavares de Soma.
Joo Francisco Traa.
Jlo Corroa da Silva Jnior.
Joio Francisco de Arroda Falco.
Jonnna Maria Xoyueira.
Jua Maria da Coccco.
Jnstiniana Val ntina dos Sanios.
Luiz Dionisio Duartc.
Luiz de Castre Gonsalves.
Miguel Felicia Bastos da Silva.
Mauoel Fernaudi's S Antunes.
Maooel dos Santos Vieira.
Manotl Leite de A.auio.
Maria Rosa Amelia da Silva.
Mana Lopes.
Olvmpia LagesMariano.
I. A. Rgnier.
PbUomeru Savio.*
Samuel Florenrio Correia de Aimeida.
(JiDbelinfl Dios.
Vicente de Almeida Pinto.
0 2" offical,
Antonio Dubeux.
5a seegao. Secretaria da presidencia de
Pernambuco, 3 de Maio do 1889.
Por esta secretaria so faz publico que o
Exm. Sr. vicepresidente da provincia, de-
ferindo hoje o requerimento da Baroncza
de Amaragy, resolveu que seja de trinta
dias o praso marcado no edita! de 20 de
Abril ultimo para a apresentacao de pro-
postas referentes a fundacSo de onze en-
genhos centraes nesta provincia na confor-
midade da le n. 1971 de 22 de Marco
anterior, contado o dito praso daquelia
data.
O secretario interino,
Hanoel Joaquim Silveira.
Gompanhia Alagoana
de fiaco e tecidos
Convidamos aos scnliores subscriptores desta
companhia para de accordo com os a>ts. 9 e 10
dos estatutos, at o da 10 d: Maio prximo futu-
ro, realisarem .na quinta entrada na razao de
1<" 0/0 do valor de suas ac^oes. 110 Banco Inter-
nacional do Brasil em Pernambuco. Macei. 22
de Abril de 1889.
Os directores,
Jos Teixeira Machado.
Jos Januario P. de Carvalho.
Propicio Medroso Barreto.
palpitac&es, que fazem suppr aos doentesjde dez, devendo neste caso haver urna
que elles soffrem de urna molestia do co- J reduccao no preyo do gaz correspondente
ra$2o. Quando o fim se acerca, o jiacien- ao acrescimo de horas.
te nao pode re ter nutricao alguma, por
<[ue a passagem dos intestinos ou cerrase
completamente ou ao menos est quasi
cerrada.
Mas, ainda que esta enfermidade cer-
tamentc assustadora, os afligidos datiuel-
les symptoma devein tomar animo, por
que de mil casos ha novecentos e noventa
e nove nos quaes os enfermos nao tem
cancro algum sent simplesmente dyspep-
sia, doenca que o verdadeiro systema de
tratamento cura infallivclmente. O re-
medio mais seguro e mais efScaz o xa-
rope curativo de Seigel, prepara3o vege-
tal que vendem todos os pharmaceuticos e
boticarios do mundo inteiro e os seus pro-
prietarios, A. J. White, Limited, 17,
Farrington Road, Londres, E. C. Este
xarope destre a causa do mal, expulsan-
do-a radicalmente da organisaeao pliysica.
Depositarios na provincia de Pernam-
buco por atacado, Francisco Manocl da
Silva A C. na cidade do Recife.
Vendedores a retalho, na cidade do Re-
'cife, Bartholomeu & <* J. C. Levy C,
A. M. Veras & C, Rouquayrol Freres,
Faria Sobrinho & C. e T. S. Silva; era
1 almarcs, A. C. de Aguiar, e cm S. Joo
Adrogado
0 bacharel Materno de Carvalho inuduu sen
sias n. 85 audar, para a prara Pedro II 11.
1 andar.
agradave
Utilf
O Peitoral de Cambar, alin da sua
utilidade na cura das molestias broneho-
pulmonares, posBue prazer agradavel e
bem tolerado pelas creancas, em cujas en-
fermidade tanibcm se applica com gran-
de proveito.
EDITAES
<> Dr. Lu/. Salazar da Veiga Posos, juiz muni-
cipal e de orphos d'este termo do Cabo, da
comarca do mesmo nome, por Sua Magestade
o Imperador, a quem Deus guarde etc.
Fago saber aos que virem o presente edital e
relie noticia tiverem que nesta data foram
transferidas da sexta para quarta-feira as au-
diencias ordinarias d'este juizo.
E para que chegue a noticia a todos e a quera
interess r possa inandei passar o prsenle edital
3ue sera lido, ailixado no Ingar mais publico
'esta cidade e publicado pela imprensa.
Cidade do Cabo, em ;i de Maio de 1889.
Eu, Clarindo Ilermeto Lina, escrivao, o es-
crevi- (Assignado) Luiz Salazar da Veiga
Pessoa.
Est conforme com o original : dou f. Era
supra.O escrivao, < larindo Henneto Lias.
Imz Salazar da Yeig'i l'essoa.
5.* seceo.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 29 de Abril de 1889.
Por esta secretaria se faz publico, de
ordem do Exm. Sr. Dr. viee-preaidente
da provincia e nos termos do 2o do art.
1' da le n. 1,901 de 4 de Junho de 1887,
que, tendo-se concluido por meio de laudo
de arbitro desempatador, a qnestao de ava-
liacao do material da empreza de illumi-
nacao gaz desta cidade, fica aberta
a coaenrrencia, com o prazo de seis me-
zea, contados da data do presente edital,
para contracto da dita illuminacao, me-
diaste aa seguir tes elavsulas ds citada le:
14." O contractante ser obrigado a
ter na provincia um representante com
plenos e illimitados poderes para tratar e
definitivamepte resolver as questoes que
se suscitaren], quer com o governo,
quer com os particulares, ficando sujeitos
todos os seus actos s lea e reguhunen-
tos e jurisdiccao dos tribunacs judicia-
rios ou administrativos dopaiz.
15." O contractante ser obrigado a
collocar e construir sua custa um ou
mais gazometros, se bouver neeessidade,
nos lugares que o presidente da provincia
designar, c a introduzir todos os melho-
ramentos que durante o prazo do contrac-
to se forem descobrindo, urna vez adopta-
dos na corte do imperio ou em alguma ca-
pital da Europa.
lt. O pagamento da illuminacao pu-
blics e particular ser feito em moeda do
paiz, sem attencao oscilIacSo do cambio.
17. O contractante poder organisar
companhta, a qual ficar subrogada em
todos os direitos e obrigac;ocs do con-
tracto.
$ 18." Para as despezas com a tscali-
saco do servico de illuminacao o contrac-
tante concorrer annualmentc com a quan-
tia de 3:000i0 Thesouro Provincial.
I 19." O presidente da provincia csta-
belecer as multas e mais condiyoes, no
intuito de garantir a boa execucao do con-
tracto, qner com relacao a illumineio pu-
blica, quer com a particular.
Faz-se publico, finalmente, que o novo
contractante ter de pagar actual em
preza, conforme o 5 i" cima citado, s
quantia de 994:917)5528, de accordo com
a avaliacito feita pelo arbitro desempata-
dor em 18 de Marco ultimo, visto aeduzir-
se da de 998:777:>528, total da avalia5o,
a importancia da 3:860)5000 paga em-
presa em 1800, proveniente de 202 canos
de ferro, 5 columnas e 5 bracos com lam-
peos, collocados fora do permetro do
contracto.
O. secretario interino,
Manotl Joaqun tilvcira.
DECLRALES
sxra
LARGO DO ARSENAL DE GUERRA
Companhia equestre. gymnastica, acrobtica,
coreographlca, japoneza, funambulesca, equilibrista facelica e
mmica
EMPRESA E PROPRIEDADE DE
H0N0&0 PALACIOS
K
Domingo 5 de Maio de 1889 Domingo
Dois esplendidos e variados espectculos
Principiar s 4. 12 e s h 1|2
ALTA NOVIDADE EM EXERCICIO DE
1
1
A.
tumi
QLE SE REAIJSARA' NO
Dia 5 de Maio de 1889
1 Pareo-Cunnoiaru 800 metrosAnimaes da provincia que ainda n3o tenham ganho
noDerby nesta ou maior distancia e nos outros prados do Recife, em distancia maior
de 8-50 metro:-. Premios 250* ao 1*, 50* ao 2* e 25 ao 3.
Lucifer.....
Marat......
Guerreiro...
Zambo......
Cerbero.....
Ferrabiaz2.
Yilhge......
8Fidalgo ..
9!Phebo. ...
lOjPo Brazil. .
HjBijou.
12 Kiss-me ...
13iGranito.....
14Novidade ..
15Bonaparte..
Rodado -..

Alazo caxito
Castanho
Alazao......
,Baio.....
Mellado.....
Rodado
Caslanbo
jHosillio......
Castanho
Russo.....
Bodado. .
Castanho___
Bodado .....
Pern.
35
n
55
53
55
50
55
53
55
53
53
55
55
53
55
Azul e ama re I o-----
Grenat e ouro ....
Azul e branco......
Violeta e ouro. .. ..
Grenat e ouro.......
Verde e amarello ...
Azul e branco.......
Grenat.............
Grenat e creme.....
Marrom e encarnado.
Azul e branco.......
Encarnado e branco..
A.. |
Coudelaria Demcrata.
A.M.
F. R. R.
A. N. F.
P.J.
D.J.
Coudelaria Ca>baribe
Coudetena t de Itmhe.
H.R.
Coudelaria Hodetlo.
Coud. Dous Amigos.
E. Barbosa de Oliveira.
Coudelaria Leal
B. G. S.
2o ParenVl ocldatle1000 metros Cavallos nacionaes at meio sangue. Premios : 300*
ao 1*. 60* ao 2v!30Sao3.
i Mandarim ..
iiAymor------1
3|Maestro......
i i Corcovado. .
Saltarelle.
Recife ....
Douro....... 6
6 Rosilho.....|S. Paulo.
5 Castanho ...
5 Turdilho ...
i Castanho
5 Zaino .1.....
> Castanho..
Alazao......
Rio de Jan.
Paran
Rio de Jan.
54
51
-i
51
54
53
54
Violeta e ouro......
Rosa e prelo........
Encarnado e preto..
Azul e ouro......
J. Bastos.
A. M.
<:. J M.
Coudelaria Pavsand.
Coud. Internacional.
S. P.
F. P-
Gymnasticas!!
Equilibrios !
Mgicas!!
ESTRELLA DO MAR
ERTRELLA DO SUL,
ESTRELLA DO NORTE,
ESTRELLA DO BRASIL.
ESPECTCULO PARA RIR
Onde os palhacos faro as suas sempre applaudidas entradas.
PRI-CJO*
Camarotes com 5 entradas.....l0f)00
Cadeiraa.........20000
Geraes.....' 10000
O secretario,
B. de Siqueira.
Pareo Proapertdade850 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham
nho em nenhum dos prados do Becife em maior distancia. Premios : 250* ao 1, f
ao f e 25* ao 3-.
!
ilutan........' 4
2Potosi......! 3
3 Armstroni'... 5
4Thrl.a..... 5
5 Sneca..... 0
6 Lindness .; 5
7 Bei de ouro..| 6
8 Fanfar...... 6
9 Guajarara .1 4
iopu.......: 5
11 Pirurac .' 5
12 Orange i 5
Russo......"ern..
Castanho....
Preto.....
|CastanhoI
Russo Dcdrcz'
Baio .'.. ...I
,Ca.staulio .
'Baio daca...
Baio.......
Zaino.......
Rodado...
Castanho
53
55
55
55
55
55
53
53
53
55
55
55
Branco e encarnado..
Grenat e ouro.......
Azul e branco.......
Amarello e azul.....
A/.ul e branco........
o n
Preto ouro e escoscez.
Aiul e encarnado..
Preto ene. e ouro.
Coudelaria Mondego
Bostock.
F. G. S.
B.
M. Pessoa.
Coud. Vencedora.
F.G.
R C
.|M. V. dos Santos.
K. H.
Jos Luiz de S. Filho
A. J. e G. A
4. PareoHUUkKDE premio imi;>uio\\l -1.800 metros Animaes de qual
1:0005000 ao 1, 200*000 ao 2 e 100*000 ao 3o.
Diana. .
Vesper. .
Ernani .
Josephus.
Aspasia
quer paiz. l'reaiios
Alaza
Zaino
Castanho
Alaz ...
Franca ... 49
Inglaterra. 52
a 59
Franca. . 37
Inglaterra. 49
Azul e ouro.......
Duro e branco____
Bosa e preto.....
Escarate e azul___
Escarate e ouro...
Coud. Internacional.
Coudelaria Eraulaco.
P. C.
M. Guimares.
G. V. C.
3.
Pareorvic
Premios:
de PrrnHmfeuco 1.609 metrosAnimaes da provincia.
2504000 ao I-, 1105000 a 2* e 25*000 ao 3.
Etna.......
Monitor......
Colibr.....
Mouro.......
Pegaso.......
Provinciano
Arumary.....
Castanho . Pcrnamb . H
Ilusso ... . 54
Castanho. . 9 31
Alazo..... 38
Rodado..... H
Alazo...... 34
A. caboclo.. 56
Ene. ebonet azul...
Rosa e preto.......
A' marojo........
Amarello e branco.
Violeta e ouro......
Azul e grenat......
Violeta ouro......
I. Oliveira.
Coud. Pernambucana.
Sooza Fradique.
A. F.
Coud. Capunga.
A J. Moraes.
F. Siqueira ; Bastos.
6. Pareo C'olaco 800 metrosAnimaes da provincia que ainda nao tenham ganho
no Derby nesta ou maior distancia e nos outros prados do Recife em distancia
maior de 850 metros. Premios : 2304000 ao 1", 50*000 ao 2 e 25*000 ao 3.
Celestial confraria da San-
tissima Trindade
A eomiuisao abaixo assignada, nomeada pela
mesa regedora. para tratar da Testa do nosso
padroeiro, participa aos nossos carissimos ir-
tnos eirmr- e ao respcitavel publico, queten-
cioua fazer com o maior esplendor as nove
as, festa e procisso. A comraissao espera to-
da a coadiuvacao dos iosso? carissimos irmos
e do publico em ((eral, alim de levamos a elTei-
to os nossos desejos, do qual vamos dar princi
pi seguuda-feira 6 do correte. Outrosim, con-
vidamos aos carissimos innos ijue teea lillios
e quizerem acompanhi.r a procisio, como figu-
ras alegricas, alim de trazel os ao nosso con-
sistorio para tomarse as medidas da vestimenta
Consistorio em mesa, 4 de Maio de 1889.
Presidente
Mauoel Ferreira.
Thesoureiro
Rcdolplio O Guedes de Lacerda.
Adjuntos
M3noel Goncales Agr.
Joio Caocio de Siqueira.
retario
Cento Maaoel de C. Amar&l.
PROJECTO DE MSCRIP$AO
Para aS.a corrida que dever ter lugar no
dia tt de Maio de 1889
l. PAREO IIarHoaia )00 metros. Animaes da provincia que nSo tenham
ganbo n'eata ou maior distancia. Premio : 2503000 ao primeiro, 50^5000
ao segundo c 25i5O00 ao terceiro.
2." PAREO 1." de d^nlll*1.100 metros. Animaes nacionaes de menos de
meio sangue. Premio: 3<)0?>000 ao primeiro, 60$000 ao segundo e
30|J000 ao terceiro.
3." PAREO Iaapreasa Pernaaibucaiia 1.200 metros. Animaes da provin-
cia que nao tenham ganho em 1881 n'esta ou maior distancia. Pre-
mio i 300)5000 ao primeiro, 60^000 ao segundo c J05000 ao terceiro.
4." PAREO Internacional 1.200 metros. Animaes cstrangeiros de 3 annos.
Premio: 600)5000 ao primeiro, 1900000ao segundo cGO^OOOao terceiro.
5. PAREOFerr Carril1.200 metros. Animaes nacionaes que nao tenham
ganho n'eata distancia. Premios: -HiOrJOOO ao primeiro, 80^000 ao se-
gundo e 40)$000 ao terceiro.
6. PAREOPrado Pcrnanabncano l.S0<> metro.-. Animaes de qualquer
paiz. Premios: 800:5000 ao primeiro, HJOjOuo ao" segundo e 80O00
ao terceiro.
7. PAREO Destreza 1.600 metros. Animaos da provincia. Premio:
300^000 ao primeiro, 150)5000 ao segundo 30)5000 ao terceiro.
Observac/Vs
S serao aaeitas para cada.pareo quinao propostas. Cada enveloppe dever
conter urna s proposta, e caso appareca mais de urna, a ser acceita a primeira
3ue for lida, sendo recusada a proposta que no vier acompanhada da importancia
a inscripcao
Nenhum parco se realisar sein que se inacrevain animaes de tres proprieta-
rios differentes.
A inscripcao encerrar-se-ha terea-feira. 7 do corrente s 6 horas da tarde
na secretaria do Prado Pernambucano, a ra do Imperador n. 83, Io andar.
Recife, 2 de Maio de 1889.
O SECRETARIO,
Francisco de Souza Reis.
V e r c i n g c-
o
o
Ashverus.... o
Biscoutinho . o
Viuho Branco 0
Ocano-. .. o
Bon-jour..... 8
Leao do Norte 0
R......... G
Armstrong... >
Pitt...... i
Tupan...... i
Jatob..... 5
Cognac. .. 6
Castanho .
Melado ... .
R c. pedrez.
Baio.......
R. pedrez. .
Rus.-o.....
Zaino......
Castanho. ..
R. pedrez -.
Preto........
Zaino .....
R foveiro.
Alazao.....
Russo......
55
Peroanib.. K
53
53
* 35
a 55
58
55
a 88
53
t 35
a a
m
)'

Preito
e branco.
Grenat e rosa......
Branco e azul......
Encarnado c branco
Grenat.............
Branco e azul.......
Branco e azul -
Grenat e ouro
i. L. S. Filho.
Coud Capunga.
M. G. M.
M. M
T.'de Oliveira 4 C.
A.
M. G. M.
J. L. de S. Filho.
T. G. S.
K. M.
Coudelaria Mondego.
.?.'
Bostock.
7." Pareo imaroiia Periiuuiliit:na
nio tenham ganlrn em maior distancia
ao e 2351(00 ao 3o.
1.200 metros Animaes da provincia que
no Derby. Premios : 2501 ao 1", 503000
Go m o r-
niug.......
Poto<......
Cndor .....
Florete ..
General......
Rodado. ...
Castanho ...
Baio.......
Castanho ..
Rosilho... .
Pernamb . 56
a 34
36
m 36
54
Prelo onro e escossez
Grenat c ouro.......
Azul e branco.......
Encarnado e branco.
Branco e preto
R. Cardoso.
Bostock.
R. C.
M. L. J.
J. B.
Os animaes inscriptos para o 1 pareo devem achar-se no ensilhamento s
9 horas da manhS.
Os animaes inscriptos para os outros parcos, deverao estar no ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tiver de correr-
O expediente desta corrida encerrar-se-ha sabbado, 4 do corrente, s 3
horas da tarde.
A venda de poules eneerrar-se-ha 20 minutos antes de cada corrida.
HORARIO
l.o pareo.....
2." pareo ....
3. pareo.....
4. pareo.....
5.* pareo.....
6. pareo.....
7. pareo.....
Recife, 2 de Maio de 1889.
Companhia de Edificaco
Assenabla geral ordinaria em
S de Malo de 1899
Tendo a maioria dos Srs. accionistas da com-
panhia de Edifleag&o que concorreram convo-
eacao da assembla geral ordinaria marcada, por
ordem da directora da companhia, para o dia tt
do mez correte, rwolvido que tal assembla se
n*io podia por ilegal i fteetuar nesse dia, visto
nao havntolecorndo ainda iodo o prazo do um
terminado pelo ait 16 da lei n. 31S0 de
4 de Novembro de ls82 resolveu a directora
'.-s otno se nao f>ra feita a :cvcenco
11 horas e m
11 > e 50 >
12 > e 40 *
1 > e 30
2 > e 20 >
3 e 10
4 > c >
O Gerente,
Henrque SchuteL
annunciada para aqueile dia 22 c que se izesse
publico que se devem os Srs. accionistas reunir
em assembla geral ordinaria no dia 8 de Maio
prximo futuro, s 11 horas da manh, no es-
criptorio da companhia, Prara Pedro II n. 77,
1 andar, assembla esta em que se ha de tratar
de tudo que segundo a supracitada lei, e os esta-
tutos da companhia tem cabimento nella.
Chama-se a attenco dos Srs. accionistas para
os paragraphos 1, 2, ; e 8o do art. 15 da cita-
da le n. 3150 de 4 de Novembro de 1882.
Recife, 24 de Abril de 1889.
Ricardo Menezes.
Gerenta
y




6
*Drario^^^natmbHco--DoBAi2,f 5 de Maio de 1*889*

_
- *
la nspe
5, que, as
i arreraa
tifio as segn
2.u praca
ta Alfandega, se faz po-
^ts do da 8 do corrale me
praca porta des repar-
"dorias:
Vrmazem n 2
Marca diamante 548 no centroUrna caixa
a. 6, contendo 112 kilos de rtulos de mais de
ama cor, abandonada aos direitos por Joao Be-
terra <* C, vinda de Liverpool no vapor ingl,ej
Scholar entrado em 15 do Marco do corrente
anno.
Armazem n. 7
Marca B X & CTres fardos de tos. 2 e i,tto*
tendo saceos velhos de cauhamagt viudos d*Li
verpool do vapor inglez Scholar entriido em J5>
de Marco do correte auno
Marca i FTres ditos
saceos velhos de canharaaco
sando liquido 2,910 kilos J
no vapor inglez Actor, est
rente anno, abandonados
Fuerstemberg.
3. scelo da Alfandega tfpTwtlwbueo, 4 de
Maio de 1889.
SAKO IVXESVACI05L
DO
Capital *0,OOO:O0O
Ideai realf ado 1 .000:000
A caixa filial deete Banco funeciona
ra do Commercio n. 40, saeca, vista ou
apraeo, contar os segukrtes corresponden-
itrangairo.
N..
"7 contend
i-fardos p<~
ite Liverpool-
Abril' to cor-
itos por Julio
Hambiirgo.
Berlim......
Dominis JwnUm dn
M?Uar.
_,u
S. EL,Vi
Haricdadr Beereatita _taa**aer Soiree trimestral em 5 de Maio
O seahores sucios que queirap tirar convites
para estasoiree dewm procurados em poder do
1- secretario
Ingresaos com o recibo do rnet de Maio. os
quaes podem ser procurados erf poder do Sr.
tbesoureiro.
Aggregados nao se admittem.
Secretaria da Sociedade Recreativa Comftier-
cial, 23 de abril de 1889.
O 1 secretario
-rauio Guimares.
Matriz de Santo AAt-
. nio
laprlifliiia
A mesa regedora da lieneravel irroaodade do
SS. "acramento da matriz d. Santo Antonio des-
ta cidade. precisa coutractar a capellana da
mesma ir:..iidade, para o que comida a. qual -
quer senhor .sacerdote qne queira se cqpartgar
en mesara capellana, entender-*- com o irmo
iux. Hcnrique Ce.-iliu Banrtode Alineid. ra
do Imperador n. 48, das 4 horas da manha s 2
da Urde.
Consistorio, 1 de Vaiooe 1889.
Jos Ma ia de Andrade
Escrivo.
Inspectora especial de trras e
coloalsaco
De ordem do Illni. Sr. Dr. inpertor, fago pu-
blico que recebeui-se pruposias m i artas fecha
das at o dia II do conenie, a? 3 horas da tarde,
em que sero ahertas na preserva dos interes-
sados, ou dos seus bastantes procuradores, para
conduccao" e alaentaco de tmmigrantes que
chegarem a esla cidade.durante o resto do anno
financeiro de 1889, sob as seguidles condi-
c6es:
1."
A proposla para a conducc/io de imraigrantes
que deverao ser recehidos a bordo uo vapores
e conduzidos com suas bagasen. al a hospeda-
ra no sitio denominado Jaqueira, sera inleira-
ment<- separada da proposia para alimemacao
do mesuios immigranles- na atferida hospe-
dara.
2.'
Os precos para alimemacao deverao ser calcu-
lados ae-crirainadament- por dia para ca.la ira-
raigrante adulto, de 3 a 10 annos. sendo para os
menores de 3 annos o sepico feito gratuita-
mente.
3.'
O estado ornecer ao contractante a ho-.peda-
ria devidamente montada e cora todos os perten-
ces de cosinha.
4."
O contractaute que for preferido, receber por
um inventario por elle assignailo todos 06 objec-
tos que oxistirem na hospedara, c concerneotes
ao material de cosinha. pelo qual :car respon-
savel para o que dura as d< vdaa garantas, uo
acto de assi:nar o coutracto.
5.'
A olimentacao dos immigrantes ser fornecida
de accordo com o programma que se acha na
inspectora especial, e podei ser examinado
pelos interessados das 9 horas da manhfi as 3 da
tarde.
Outras quasquer informacOes serao dadas na
mesma inspectora especial a ra do Imperador
n. 34.
Em 3 de Maio de 1889.
Oesrripturario.
Manoel Jonqu m Ritmos Jnior
Companhia de Edifi
caco
Awrmbla (ral extraordinaria no.
dia s de Maio de. l*&0 em weaiil-
nirnio a ordinaria marrada e an-
uunriada para eaae n-smo dia.
Para attenderiiqanto possivol aos inte-
resses -. da companhia < communidade
dos Srs. accionistas, resolveu a directora
da eompanhia que, em seguimento as-
.-embica gteral ordinaria que hoje annun-
ca-se para o dia 8, de Maio prximo fu-
turo, reuna-se \pa& extraordioara, no
mesmo local em ordinaria. Nesta assembla extraordinaria
descutir-se-hao a conveniencia ou nao con-
veniencia da liqidacao da companbia, se-
gundo a proposta do parecer asaignado
pela maioria da commisslo riscal e publi-
cado nesta folha no dia 5 do correnU; mez,
e a possibilidade ou impossibilidade de
do resorganisar a companhia segundo >) plano
gerente, distribuido em avulso pelos Sre..
accionistas, o qual ha de ser pelo mesmo
^presentado otcialinente na reuniao or-
dinaria do dia 8 de Maio prximo futuro.
Chama-se a attenco dos Srs. accionis-
tas para os 4.-, 7.- e 8.- do art. 15 da
lei n. 3150 de 4 de Novembro de 1882.
Reclfe, 24 de Abril de 1889.
Ricardo Menezes.
Gerente
PARS.
(Basco laternacional
i do Brasil,
London office.
( Condn **: County
( Banking Company L.1'1
(Ban4nc de Pars A des
( Pays-Bas
Deutsche Bank.
h
Bremen
Fr an k furt
sur Main...
Antuerpia..
Boma........
Genova......
aples.....
MH3 e maio
340 cida
des de Ita-
lia...........'
Madfid.......
Barcelona..
Cdiz........
Malaga......
Tarragona .
Valencia c
outa ci-
da des da
Hes pa nha
e ilhasCa-
, narias......
Lisboa......
Porto e mais
cidades de
Portugal e
ilhas.......
Buenos Ay-
res .........|
Mon tevideo
Nova York.
Bank d'Anvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e sitas agen-
cias.
Baneo de Portugal
suas agencias.
The London & River
PJata, Limited.
G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualqoer praca do
imperio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de
movimeato com juros na razao de 2 /0 ao
anno e pr letras apraeo a juros conveto-
cionados.
O gerente, Hittiam M Westber.
MffiOS
.
Companhie de Messa^eries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Com mandante Moreau
E'esperado da Europa no
din 5 Maio de e segui-
r depois da demora ne-
rjpssana para
Janeiro, Buenos--Ayres e
Mtmlovido
Lcmbra-se aos Sr^. passageiros de todas as
classes qac ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer tempo.
Previne-se aos Srs recebedores de mercado-
ras que so se attender a reclamaooes por fal-
tas, nos vuiumes que forem reconhecidas na
occasiao dfe-descarga, assim como deverao den-
tro de 41* horas a contar do dia da descarga das
iivaren*--., fazenem qualquer ,r,eclamaco coi-
ceroentes a volraes que porveatura tenham se-
guido paraos pnrtos do sul, afim de poderse
dar a tempo as providencias necessarias.
Baha. Ri
Ele paquete ao illumii
lux eleeCrloa.
ladon a
Para f-arga, passagens, cncommendas
nheiro a fretc : trata-se com o
AGENTE
Augisie Labilie
ft Ruti o Commercio
e di-
f<
RedCross of Stemers
Vapor Cearense

E' esperado dos pdrtos do Para
e New-York at tdia lde Malo
e seguir/depeis dneeessSira
demora para oft portes Cima.
Para carga e encommendas trata-se com o*
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater db G.
RA DO COMMERCIO N. 15
(OMPUIOt PEB>AMBI *-VA
DE
%avegaco costclra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mobcot, Araca-
ty e Cear
O vapor Jagnaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia do 9 corrente s
5 horas da tarde. Recebe car-
a at o dia 8.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
CHARGEURS REUNS
Companhia Fraacesa
DE
Xavegaco a vapor
...inha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville de Montevideo
Commandante Viel
E'esperado da Europa at o dia 7
de Maio. seguindo depois da in-
,dispensavel demora para a
Baha, &o de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores destH linha, queiram apresentar dentro
de 6 das a contar do da descarga das alvarengas
qualqner reclamacSo conderaente a volumes que
porventura tenham seguido park os portos do
sal afim de se podei dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsanilisa por extravos.,
Para carga, passagens. encommendas e di-
nheiro a fre! trata-se cim o
AGENTE
Aligaste LabiliV
y RA DO COMMEECIO 9 a
~Ro\ al Miil Stam Pace^
Conipdnhy
O paquete Trent
*>. Coaitaandaute W. Chopmam
Esperase da Europa at o dia 10 de
Maio. seguindo depois da demp-
, ocstume.para
Baha. Ro de diaheiro c Mantos
O vapor Elbe
Commandante Armstreng
E". esperado do sul no dia 12 de
Main, seguindo depois da demora
'necessana para
S.rVicente, Lisboa, Vigo, Southampton e
Antuerpia
Reduccao de jfttiagens
Ida Ida e roltp
V Lmif te fc l 30
A^Soutnarnpton P classe 2 i 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Emquanto vigorar a quarentena imposta na
Repblica Argentina, aos vapores e navios pro
tefes do Brasil, os vapores desta companhia nao
"aceitaro passageiros nem carga para Buenos-
Ayres.
Para pasiauens. fretes, encommendas. trjta-se
com os
AGENTES
A.morim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JosusN. 3
Em contimia^So
De mobilias, pianos; gtda-loueas, toilets.
ieBs, lavatorios 'qti'MmeirM, looc'3,.vidros,
J*bidas e diversos ps de caco-e \1deiras's-
i *"% iSTE^VEN'CAO*^ AdESTF,
'Tsala
rande tt varloda *poslco 4c
plantas e arvores
EM LEILAO
Constando de:
Camelias, magnolias, azaleas, jasmim do Cabo,
nanuch, hortencia'verraelha. roseiras aovas,
lyrios, dalias e outras ir.uitas vinhas e arvores
fructferas.
Segunda-feira 6 de Maio
's If lloras
Pellorce, horticultor francez, recentemente
ebegado da Europa e estabelecido provisoria-
meote a ra da Imppratriz n. 6. faz leilao por
intervncao do agenre' Pinto, em lotes a vontade
dos compradores do seu esco'hido e variado sor-
timento de plantas diversas, em estado de serem
transplantadu? e existentes na loja da ra da
Imperatriz n. 6.
Convida aos pretendenles a examinar sua so-
berba collecio de plantas, as melbores que
eem sido apresentadas nesta cidade.
Agente Silveira
Leilao
De terrenos e materiaes
Segunda-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 46
Oji,'Pnle Silveira, or mandado e, com'assie-
tiicfi d6 fftm. Sr. Dr. juiz'dp-mstites. a re
querimento do Dr. curador de ausentes, levar
a'lifao os terrenos e materiaes, espoln de Do-
minos Marques Barbosa, africano.
Um terreno-no lugar denominado Maduro, na
entrada do Dr. Feitosa, em Santo Am|ro! das
Salinas, tendo de largura 17 palmos e de fun-
do 250.
; Um dito no mesmo lugar, com 20 palmosrde
largura e 250 de fundo. i
Um dito no mesmo lugar, -anborisdo, -com 32
palmos de largura e 300 de fundo, e es .mate-
riaes de urna casa de taipa existentes no tercea-
ro terreno.
Em contionaeo
ojmesmo agente levara a leilao a meia agua n.
fia ra de Christovito Co!ombo."freguezia de S.
Jos, em terreno proprio. _____
0 engenho S. Miguel e terras'do raesmo.
As trras em que est constituido o engenho
ouza. __}
As maHa? denominadas Pitonga.
Urna parte do'^ngenho Tobatinga.
Para os festejos do dia 13
Vende-se balOes oe cores, lisos e crespos,
coto bonitos desenfios : a tratar na encarlerna-
:ca dobecco diCongregafao. _.
Leilao
De duas partes de um'sitioe
casa no Rio Doce
Qnlnta-fclra S do'corrente
r A'S 12 1 i RORS EM P0>T0
. Na Cmara Municipal de Olinda
. 0 agente Stepple, por mandado e assistencia
do Exm Sr. Dr. juiz de direito de orphos da
comarca de Olinda e a requenmento de Jos da
i'osta Meirelles, consenhor do sitio com casa de
vivenda, no lugar Rio' Doce, levar a leilao as
duas partes do raesmo sitio pertencentes aos me-
nores Jos e Antonio, filnos do finado Joaquim
Jos de ^ant'Anna.
Os Srs. pretendenles desde j podero ir exa-
minar dito sitio.
Leilao
espe-
Leilo
Do engenho Ssgate, na comarca do Bo-
nito, com casa de vivenda, dita para la-
vradorea, corrente e moente, servibdo
de base a,oderta de ^L.^OO^OOO
Segunda-;eira, 0 do corrent>i
Ao meio dia
Na loja,da ra da Imperltriz n. 6
O agente Pinto levar&Rovamn^B a leilao, por
rf,;.nd;i(l.) e en) presera do Exrn. Sr. Dr. juiz
d direito especial do commercio, o engenho
Resgate, pertenrente massa fallida de Jos Ta
vares jjnheiroj isto -a reqnerjmento docdmi
nistrador referida massa.
Em coutinuayao e era ontro da, que ser no-
vamenie anunciado, vender, o 'mesmo agente
una casa c as dividas activas da mesma massa.
_.
Leiao
va da ra do Caminho
m chao? proprios, ren-
da casa terrea alta r|o
Novo p. 70, edilicadaTa
dcndo'5no*annuaes.
Urna casa e sitio, com 800 palmos de frente e
1.000 de fundo, no Barro, propriedade que foi
do fallecido Jas Theodoro Gomes.
Um sobrado de um andar na ra Velba n. 82,
rasa de esquina
egiinda-faira docorrete
* i ^* '" i
Ao meio.qja
Na loja da ra da. Impera-iz n. G, poroc-
casfllo do leillo de ntros predios
De bons movis, importante piano
lho oval, quadros, porcelana;
crystaes e electro-plate
-. Quinta-feira, 9 de Maio
A' 11 hora
Constando de :
Urna linda mobilia de faia com encost de
palha cora 12 cadeiras de guarnico, 2 ditas de
Bracos, 1 sof e 2 consolos com pedra, 1 impor-
tante piano forte, 1 cadeira para o mesmo 3
quadros com moldura fina a olographia, i es-
pelheoval vidre bissout, 2 pares de etagers, 3
pares de jarros finos, 1 par de lanternas; 1 ta-
pete grande para sof, 6 tapetes para portas, 1
carao frnnreza para casal, 1 toilet fino com pe
dta. 1 banca para calieceira de cama, 1 lavato-
rio com pertencas. 1 marquezo, 1 corrtmoda, 1
cabide_de columna, 1 titu de parede, 1 lavatorio
cem pedra, i lampnrina desusprnso. 2 qnadros.
2!quailros, 1 par de jarros para toilet. 1 mesa
elajtica.. i iianla-louca de gosto. {gnArdaico-
naas'. moaeriro, 2.aparadores. 1 quarlinheira,
RjtjUadros, l resfriadeini cora columna aprq
irida, 1 mfettigraflde de Idro, 12 cadtas de
unco, 1 lavatorio de amarello, i lindo appart-
ho de porcelana parajanlar, 1 ditopara almo
Ve. .Copos, clices, garrafas, compoleiras, porta-
^Ipeiio, heoreiro, tafheres, garfos e colheres de
:elecfro-pate, bndeijas c jairas d'dito e muitos
ootros objectos, que estarao patentes no acto do
leilao.
0 agente Gusmo. autorisado por. urna famj-
lia que mudou-se, ta leilao dos objtctos aci-
ha descriptos. os quaes se tornam recormen-
'(lavis por se acharem em ptimo estado dc|
eooservaco e seren de gosto.
O abaixo assignado n5o querendo mostrar-se
indifTerente s maneiras delicadas e Ihanas que
de bom grado Ihe prestou o Ilustre clnico desta
cidade o Sr. Dr. Viveiros de astro durante o
infeliz periodo da doenca de sua esposa, veto
manifestar do alto da mprensa ao tal. ntoso me-
dico r sua gr tido.
Becife, 4 de Maio de 1880.
Maneel Joaquim Pereira Jnior.
A o commercio
O abaixo assignado declara ao publico e es-
pecialmente ao commercio, que associou ao seu
cstabelecimento de fazendas. ra Prneiro de
Mareo u. 21, a contar de 2 de Janeiro do corren-
te auno, seu irmao Bernardino Jos de Oliveira
Campos, ce ntinuando a usar da firma Oliveira
Campos & C.
Recife, 2 de Maio de 1889.
Antonio Jos Oliveira Campos.
Gratido
nga-se
o segundo indar do sobrado h. 87 da ra Co-
ronel Sua.-suna. Ct m Sdlas.ii quartos, cosinhi
fura, temi agua e uuz encanados ; a tratar na
ra larga do Rosario n. i8. __''
-4-
AVISOS DIVERSOS
Leilao
Confraria da Vencravel San-
ta Rita de Cassia
CoUeflo eprcnlaliu
De ordem do conselho administrativo c para
execuro do art. 66 do no3so romi-rouiisso. con-
vido a'todos os nossos irmos para no domingo.
5 do corrente, pelas 0 huas da oanh, compi-
recercm no consisto-io de nossa igreja, liara o
fim de uonstituirem o colleglo representativo e
elegerem o coBsellio qne tcm de administrar
esta confraria no auno compromissal de 1889 a
1890.
Secretaria da vcneravel confraria de Sania
Rita de Cassia, 2 d" Maio de IM8!'
o secretario,
los de A. Costa Ponles.
A rsenal de Marinha
Companhia 3rasileira de
Navega^ao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Alagoas
Commandante Jo2o Mara Pessoa
E' esperado dos portos do norte at
o dia 6 de Main e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
portos do sul.
As encommendas ser&o receidas no trapiche
Jarbosa at 1 hora da tarde do dia da sahiaa.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
rea trata-se cora os AGErTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor IVJanos
Commandante o 1 tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do sul at o
dia 7 de Maio c seguindo depois
da demora ntispeusavel para os
portos do norte at Manos.
ka iriconiincndas so serto recebidas naagen-
c a a' 1 hora da e do da da sabida
Para carga, encommendas, passagens e valo-
'3 tratase com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
ti-=Rua do Commercix>-=^S
Io andar
fl.ii .inho.
United State*!ao Brazil
M.S.S.C. J
O vapor Allianca
E' esperado dos portos -io
sui at o dia 13 de Maio
o qual depois da demo-
ra necessana seguir
Hra o .
Para, Barbados,
Thouiuz e \ew-Vork
Para passagens carga, encommendas
nbeiru a frete, tr.ita-e rconi os- AGENTES.
Ovapor Advance
E" esperado dos portos do
norte at o dia 16 de Maio
o qual depois da de-
mora iec'jssaiia, seguir
para a
Bahi a. Rio de Janeiro e Santos
Phra carga, passagens, encommendas e di-
oheroa tret" :r.ita-'secom os
AGENTES
*.
di-
De movis, quadros, espetaos, louca. vidros,
objectos de electro-plate. tapetes e esleirs para
'forro de sala, carneiras. livros e muitos outros
movis de casa de familia.
A saber:
Uiu:piano forte novo, cadeira para o mesmo,
Umobili com 1 sof. 2 consolos. 2 cadeiras de
braco e 12 de guarnico. i qtiadrop dourados, 4
jarros para flores. 1 esleir para forro de sala
grande. ; tapetes aveludados para forro de sala
e quartns. 3 carneiras, 10 tapetes de porta, ditos
de sof. 2 capachos, etagers. albuns. i jardinei-
ras. fyrk a HT"i*3ilJ[2b'*
Urna cemmoda>2 fam*s.'-i*ttei de cama,
1 sof. 1 mesa redonda, t cabide. I cadeira de
palha. l.atarhina de costura. I mesa com 2 ga
veas.
Una mesa elstica, 1 guarda lour-. :> appara-
dores. 1 guarda-comida,'! quartinhetra. 12 cadei-
ras de junco, 2 apparelhos para cha e jantar.
garrafas," compoteiras. frorteiws, copos, clices;
bndeijas. 1 lindo apparelho de porcelana cora
fio-es e frisos dourados. 1 aalheteiro. 1 porta-
guardanapos. 2 paliteiros. objectos de electro-
plate, jarros de faiance cobertos de rame, i
bancadas e muitos outros movis existentes no
Io andar do sobrlo da ra da Imperatnz n. 4.
"^Terca-telra, Tde Maio
O agente Pinto levar a iellaopor conta d'uma
familia que segnio para a Europa, os movis e
mais objectos cima mencionados existentes no
t" andar do sobrado da ra da Imperatriz n. 4.
O leihjo principiara as tO 1 2 horas.
Aluga se o sobrado n 46 ra da Boda,
com bous commo.los e muito fresco. Iodo pin-
tado de novo e forrado a papel as salas ; a tra
lar na rui do Cabuga o. 16, loja.
Aloga-ee um sobrado no Chora Menino,
pertoda ponlezinlti, cun commodos para grande
familia, tendo agua do B*eribe e gaz : a tratar
na casa de azulejo junto do mesmo sobrado.
Alutra-se o 1 andar do sobrado n. 18 no
pateo do Terc.0, tendo 2 salas, 2 quartos. trra
jo e cosinha : a tratar no 2 "andar com o pro-
prietario.
recisa-se de um caixeiro de 12 a 14 an-
nos, para taverua, dando fiador de sua conduc-
ta ; na ra Imperial n. 16i.
Ayso
r
O abaixo assignado, senhor das casas
rs. 16 e 18 na de Nuues Machado, no
Espinhelro, protesta contra qualquer
compra que de ditas casis se faca, visto
como se acham letigiosas. c trata de pro-
var o seu legitimo direito perante o Tri-
bunal da Relaa cursos ate o Supremo Tribunal de Jus-
tiea.
Recife, 3 de Maio de 1889.
Francisco C. F. da Silva Gruimaraes
Engenhos
Arrendara-se os engenhos Caehoeira e Bocea
da Matta da comarca da Victoria, a'tratar na ra
do Imperador n. Bft, 1. andar.
Atheriu ifrusicaJ
Nesta sociedade acha-se fuoccionando a aula
de msica destinada aos meninos, ilhos pro
tegidos do? respectivos socios.
lo commercio e ao
publico
Carlos de Arroda ft C. previnem ae respeia-
vcl corpo cnnimercal desta praca e ao publico
em rraf, que nenliunia n^spnnsaoilidde teen;
em dbitos eontrahidos em seu nnme em quai-
3uer tempo. por quaesquer de seus emprega'
09pu socios componentes da firma, que sao re?-
pim.-aveis pessoal e particularmente por aque-
les que tenharn conrahido para seu uso. e coro
os quaes a casa absolutamente nada tem a ver,
como de sea contracto.
Becife, 30 d Abril de 1889.
Carlos de Arruda & C.
OTl0ES,B10NGlf
Irrita?ao do Peito e da Garganta
Contra casas aJMutes. a pasta peitobaLo c.
-AROPE do RAFE de OELAHORENlEn, de PARS
r.o&suem um.. efficacia ln.al;.ivc3 orilleada pe!;
ucrr.bros da Academia de Medicina ae Franca....
contendo opio nem Lo v.: ac saes de opio tar i
como Morphina ou Ci.delna, cssos productos mi
^:strSo-se com oollmo xito c SCCTirtBCc ;-.'
sriancas solTrendo de ffa-aeuu Cof.ctc:3.:-,
Depsitos ns Pharmaciis do Hundo inteiro-
Atten^o
(*%* i
No a-aiawjn da rya do Argorirp i}. *<), vene*
s aperior *lfho da mw pA B&txo pt*p-1-
1 i o earrafao de 3 caadas (voltando o casco)
A elle antes que se acabe.
Aproveitem o cambio
Carlos Sinden recebeu pelo ultimo vapor gran
de sortimento de camisas inglezas de superkr
qualidade. a*sim como camisas de meia, de la e
Tieriid.. meia de diversas cualidades, asaim
como grande sortimento de vestuarios para me-
ninos, que est vendendo por precos sem cora
petencia. ____ __________
Bibliotheca Escolar
O abaixo assigHado. professor publico con
Iniciado, do novoado do Cabocio, em Petrolina.
tendo ollido permissao da iustincco ptfblica
por despacho de 10 de Janeiro desieanno, (tara
rddar una bibliotheca escolar, vem resneosa-
menc empetrar de rodos seus-ilJisfres co'Hegas.
dos senhores livreiros. das tvpograpW** ede
todos os senhores amantes das letras, em favor
da|referida bibliotheca, i graca de concorrerem
coa suas obras. Espera qu ser alteadido. o
que muito lican. grat a todos.
Povoado do Caboclu. 17 de Pevgireiro de 1889
Genesio Libanio de Anlonieiro.
Sania Casa de Miserierdi;
do Recife

AJuga-se
na ra de Marcilio Das, sobrado n. 45, as se
guantes casas :
Ba da Auiizdc n. 30; Capunga.
Traversa dal'nndicaon. (2, Fra de i>ortas.
Travessa do1 orpo Santo n. II.
-!
Alug-a-se
I De um
Agente Pestaa
Leilao
Aliolai
para o
Fiato de volunlarloM ..
Iinlallbo natul !
De rapito-tenente Rodrigo
Nono d Cosa, inapet-tor de. te arsenal e capitio
do pojo desta provincia, faco publico que. em i
rvpacia circular do Ministerio da ilurinlia
n 581 le 21 de Marco ultimo, acba-se aberlooj
alistaiiento de dd circumstani.'i;.
terein pr. naval, percebendo cada
um. ; Hiniinentos, o premio
de 1 d> le
D.-I de 1889.
In-MicccSo do de Marinha de rernam-
0 secretario.
ionio da Silva .izfvrdo.
fie. S e. ra Navisjation
Company
STRAITSOFMAGELLAN UNE
Paquete Sorata
R-p-ra-se da Europa at o dia
o de Maio e seguir depois
,da demora do costume para Val-
para i so por
Bulla, Rio de Janeiro e Montevideo
Para ca-sn. passageiros. encommendas e di-
iheiro a frete : tratase com os
AGENTES
Wilson, Sons \ L Limited
14REA DO COMMERCIO14
Vaporhiglez Bennare
E' espirado do Rio de Janeiro ati o
seguir depois
da demora do costume para, o C?a-
ra.
Para carga tratase com o
Consignatario
John H. BoxweIJ
Riva do Commercio n. 26
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
V andar
Lisboa e Porto
Lgar
fretei
jrluguez Temerario, recebe carga a
seiinif o mais breve possivel; a tratar
com Aaorim Irraos i C.
LELOES
Segunda-fe::a. G do corrente. s lo e 1 i
horas. Seve tec lugar o leilao de plantas linas,
no armazem do sobrado da ra da Imperatriz
n. i.
Ao meio da, o ]q engenho Resgate. na co-
marca lo IteRito,pertencente massa fallida de
Manoei T;;>ares Ptolieiro, beia como outeos pre
dios.
Terca-feira 7 dew ler lugar o leilao le bens
move- de elec-'
tro-plate. : objectos de easa de fa-
milia ettirteriJi dar do sobrado da roa
da Imperitriz ii. 4.
QuajU-iura 8, o de Hueivias. chapeos, miude-
zas, errag ,\i> n:. -tmazem da roa da
Bom Jess n 45
Leilao

De 1 caixko.cot.'.endo sellin.; pitra cavalleirus
rabichos, bi -
loros inglcZe?. mantas, estritiO.-. encbugMores
de ac para cavallo, grosas de fivelias, fios ama-
rello branco. liaba para e!le:r
para mallas e seBios. !9 prlles de couro
para cerro, n outras
Negunda-frlra 1 de laio
A's 11 horas
No armazem ru: Marque: de Olinda
n.48
pi.Tn<>. mobirnf loocas. vidros e muitos
ou'ros objectos que sei-Ao vendido -jo correr
do man elfo, pe^ rr de .-. jtrejnr n> chaves
do arniazeai.
Ten-a-eira, 7 do corirnlc
A's 11 horas
No araiazeiu ra Xnrqf ijz de Olinda n. 44
O agetiteTestanj renm raumexcellenie piano,
1 cadeira para o mesmO. 1 aiobi'ia de jtincorom
pedra c encosio de p;)!lmuV, 4 toilet de Jacaran-
da, 1 cama de dito. 1 espeho oval. 1 rflesa els-
tica com 7 UibOiis, 1 guarda louca. 1 cofre proya
de foso, 1 cama do^feimfcotnalaslro de rame. 1
ira, 1 cama de ;jii;iivJIo, I ih<-ar. i malas
para vagem, 1 apparelho para jamar. 1 dito
jura aimoco 2 sementinas e inuitj -i..ros. ol
preb'i's '> ac'o do lerii
ierao VKMUDO- AO COKIIER 1)0 MARTELLO.
L i'lao
De bous movis e um exclie.tte nitino. Ii
vidlOS IflUO OUtnis jiie serio vei.
uo oorr /!u.martci.-. ,
4)uarta-fclra>. H do forren i c
As 11 lior;;-
>o i' andar d i J> aa Diq::i t.
Caxias
Pelo agente Mirtns
eA;
lkos, parto, e de m Ta-
L, com rph
Qiiirta-fcir;!. 8 do corr* n .
\ 1 hora <-m poni
Xo edificio do (Jamara Municipal de U/im
0 Bfi i'.'1'., por m:in
do Exm. sr. Dr. juk de dit-ei
querunenle da Dr. Jo- Tcenle Mi'i f
r.\ de Vasconcello. inveritaMttntc dos bens
Rnadocoitmel Jeao de S CuTakante de Albu-
qu'-rque, levara a leilao :
Urna parle du engenho Itapissuma.
urna casa muilo fresca e com bons commodos,
b-mho salgado na porta : para informagocs,
maj Duque de Caxias n. 41 ^ roja.
Remedios honieopa-
ticos
Vende--e poc menos de 50 i' do preco desta
cidade. urna ambulancia hamopathica" vinda
defcmburco pelo va or Campias, da casa de
Kart Oite, mui propria para o interior da pro^
vieta, pela varicoade ilos remedios, em vidros
de esmeril fino, com :10 e 60 grammas de reme-
dios, de alta e baixa dyn.
Alcool de t0 c 80 gr.. opodeldo-j de Rhu*.
Biel, Sulf, rnica. Bula, etc.
Trrt. de rnica calendule, wdro,s sonidos de
10 a 100 grammas e roihas de cnica.
' <.arteiras para algibeira rom 40 ubos de te-
medios. O motivo da venda para quem man-
,d0U'Se vir estes remedia, deliberar ir para Eu-
ropa. Para velos e tratar, a ra Duque de Ca-
xias, loja de ferr trena n. 46.
Ao commercio
O abaixo assijjaUo retirando se pare l'orlu-
g I, declarn que deixa como seus procuradores
ios Sis. element G. NeUo. Albino da Silva
Unto e. Jos Nicolao T. de Araujo, n* forma em
que licam collocados. Outrosim, pede desculpa
de. pela presteza de sua viagera, nao ter-se des-
pedido |io.i;almi;iiie das pessoa de sua ;nu-
zade, nl'erereiidoseus limilados presamos onde
seaehar.
Recife, 3 le Maio de 1889.
Amonio Jos arvalho Junio:-
Engenho para arren-
dar
Api la -" ::m engenho bom d'agna, distante
Mita lean da rdadu de Ja!>'.t.io, com extensas
-. si'frejur t 3,090 pftes dje
m iraiar no tres ti de Hovetubro n
Commendador Ella* Bapliolu
da Silva
A junta administrativa mandara celebrar a
igreja de N. S. do Paraizo, Dlas 8 horas da ma-
nila do dia 10 do corrente, "urna missa cantada-
pelas edaccridas da casa dos exposlos por alma
do bemfeitor commendador Elias Baphsta da
Silva, anniversario do sen .fallecimento. fon-
vida, pois, os amigos e prenles do fiMirrdi'
para assistirera. a esse piedoso acto.
Secretara da Santa Casa de Misericordia d--
RfCtfe, 3 de Maio de 88.
O escrivao.
Pedro. J{yli-ira*:i de-Sumu ^..
H^aa ESHaWBmPUMHa^HaWBJJF
.
O. Hara da Pui-il-iicau Pereira
de (iu*mao
Jos Geminiano de Araujo Pinheiro. seus ir-
mos e cunhadas. maudam rezar missas pelo
eterno repouso d'alraa de sua sempre lembrada
mai e sogra, D. Maria da Purilicacao Pretra de
Gusmo. na igreja da Santa Cruz.'s 8 horas, e
na capclla do engenho-Covas, s-9-heras do dia
segunda-feira (i do corrente trigsimo dia do
fallecimenlo. e paia-esse acto de rego e ca-
Tidade, convidara todos os seus prenles e ana-
anteciaan desdfjj sua grajjlo.^.
-

f
Padre
Amaro Jo* de Olinda
areelloM
DIA 11 DE MAIO DE 1889
4. anniversario de seu pafsanierro
Seu dias correran apressadamente como e
relmpago porque a m^o'do'Senhor tocouc.
Saudade de seas pois.
Celebrara se missas na matriz de S Pedro
Maihr, S. Francisco, S. Benio e em Itamb.
mw'imw-tsiGxgssammmmBBwmr-
t
ll< rmiiMla lll-.iniiu:i
professora da aula pratica e as alumna-
iiicslras d> .'> e4- auiK's-tlaEscola Normal man-
datn reza urna unssa por alma dcsuapre;.a-
da discypula, collega e amiga. Ilirmindu llluai-
nala Garria, no di i 8. do corren le mez, pelas 8
horas da manh. trigsimo dia de sen passa-
luento, e para assislir a esse acto de iidjaiao e
ckiidado convidaui aos nurenes e amigas da
tinada.
:3sf.MsaHiatea
Ji..
SANOALOi
*Pronto tm frtt fHttttnm i
Supprlme a Copahlba, es Oa-
bebas e M Inleoooee. Core em
8 horas todo qualquer oorrimeato.
(T da malor efficacia nat afleeoOee dt
bexigz, torna as urinas claras por
mato tareas qat sejao. Carta
capsula leva. Unpresso em
negro o nome...........
DepotKo em Parta, 8, Rae VivitBDe.
III I
r
Ai
Maria
o Pereira da Cimka
Amelia da Cunliu. e m-us hlbos toiiii-
am a seus prenles e i ra assislir:
missa qne por alma de seu esposo e par msni
rezar na matriz da Boa-Vista nodw 6 do corren-
te, s 8 horas, 2." anniversario do seu pai
mento._ ^
at
A niobio Kgvdio de Barros < afcpllo convioa
a eus [(dientes' e amigos para assistirem a urna
missa que manda rezar na matriz da Boa
por alma de sua prirnii, Arma Elza do riego
lanos, s 7 horas da ma: gunda-fea
6 de M de sen passament.



"^^I
Diario de JPemambucoDoniimro 5 de >Maio de 1889

.
DE

I)
*
HERMES DESOUZA PEREIRA & C.
S?33$SSC3.S&
Acaha de reabrirrse esta importante pharmacia sita a. ra do JVJarquez de Olinda n. 27, trepis de ter
pssado por urna transformacao completa. Esta em condicoes de satisfazer todo e qualquer pedido, nao so concer-
nente manipula cao do receituario, como a venda de preparados nacionaes e estrangeiros, dos quaes a casa se acha
rigorosamente sortida.
Esta casa sendo por demais conhecida pela sua seriedade, os seus proprietarios esperam do distincto corpo
medico e da populacao em geral, a contijmacao da proteceao que sempre Ihes dispensaram, para o que empenham
a reconhecida lealdade com que costumam tratar os negocios de sua profissao.
xxpeaxvxDes idos soxxz^a. &3^xxxy^& c. successores
da Junta t Hygiene
do Rio do Janeiro
ItecoK+pcnsa de 19,900 francos ao Lar oche
APPROVQSO
da Junta Hygiene
de Rio da Janeiro
OURO,
Bls Medalias:tiMJHO
to. ff rSHfeii r1^infrriffig^gya^^*niriB^^
Aperiente Tnico Febrfugo, este producto de O mesmo Ferruginoso muito recornmendado contra
um sabor .i^radavel superior aos vinhos de quinquina a Decoloraco do Sangue
contra as Afeigoes do Estomago, Febres antigs, etc. quencias do Parto, etc. -
Chloro-anemia, as Conse-
paris, ao aa, oronot PnaruaJ*
Par* trtamtn, *npia tur* mt
Molestias do eatototaro- e dos
intestinos,' molestia* do fieado,
dispepsia, indimettes, clicas,
nauseas, diarrbea,v prisCo do
ventre, mita de appetfte, incom-
modos denota da comida, enxa-
qaecas e dores de cafcoya cbroni-
cas, rheiimatismo e nerralgias,
molestias da pelle, molestias pe-
ridicas das sennoras. e, alm
destas, militas outras nferaiaades que se
classiflco debaxo de ama lafinidade de
nomes, todas porm, oriundas da mesma
causa, a saber; t
Desairan jos dos oreaos de di-
grestSo e assimTlayKo,
donde provm a imparen e o enfraqaeci-
mento do sangae, com a debIHdade e con-
gesto de todos s orrfac ritos do sys-
tema.
Procurem-ee
AS LULAS CATHARTICAS DE AYER,
rumi aradAf rau>
DR. J. C. AYER,A CA.,
Lowell, Mass., Bst-Unidos.
.-
A06ERAI
iuutrimsnitc.
U~m JttBAO1)0 TR11PH0-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas (Tagua.
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
E' de admirar!!!
Os presos abaixo mencionados

IQPOOOOQOOOq
[ELIXIR ANTI1RV0S0 POLYBROMORADO
de BAUORY, Phaimaceutico do i> CJaase.
Sata Elixir, que conten em ca o .mposicSo os bromuretos de poUaaio, de sodio
de unmonia, parfeitamepte combinauos, de um sabor agradavel e sempre
tonudo cen prazer, mesmo pelas pessoas, que teanfio um estomago delicado.
Numerosas experiencias vierto confirmar a sua immensa emcacia contra a
T""'1*' *" Bnx*n*ca. /gitacio durarle n caite, e as Palpitaooea.
calmando immediatamenle a xeitabUidade nervosa. /vrr..iiitra-se tambem com
grande vantagem as oonvulsde* das creanoas e as sennoras que soflrem de
9mPm2?1?m' desmaloB att*ques(de ervos. Empegado cop7enieoiemente,
ato fcJixir um auxiliar poderoso -l-.medicina contra o hysterisoso, a epilepsia
a a danaa de SSo Guido, k dc^s de 2 at 4c- lheres por 1a, pela macha e tarde.
D*P**i*o: Bm PAR1C, 8, Rno Vivienne, e as principie* Pharmactot.
0OOOOOO00QOO0O900l

59Ra Duque de Caxias59
ADMI1EM
Cortes de cretones em cartao com figurino e cnfeitos, a 80000.
dem de caehimiras bordadas, a 250000, sao de 400000.
Setim preto, a 10000, 10200 e 10800 o covado, verdadeiro Maco.
Grosdenaples pretos, verdadeiro Len, a 20200 o dito.
Merinos- pretos, duas larguras, a 500, 800, 10000 e 10500.
Mantilhas pretas, a 10200, 30000 e 50000.
Casacos de cachimira pretos, a 300000. -
^il bordado, a 800 rs. o covado, para veos e enfeitos.
"elludilhoe de todas as cores, a 800 rs. o dito,
efiros do cores, a 80, 100 e 160 rs. o dito.
jinons de cores, a 200 rs. o dito.
Tecios diversos em cores, a 240 e 300 rs. o dito.
FustSes brancos bordados, a 360, 400 e 460 rs. o dito.
Lindas setinetas, a 200 rs. o dito, aproveftem.
Cretones magnficos, um metro de largura, a 280 rs. e dito.
Chitas, bom sortimento em cores firmes, a 200 rs. o ditc.
Rendas austracas para vestidos a 500 rs. o dito.
Cambraias bordadas, a 40500, com 10 jardas,
dem Victoria, a 20500 e 30000, com 10 ditas.
Madanolao cuperior, a 60000, com. 24 ditas
Algodoes nacionaes, a 30000 e 30500 com 20 ditas
Ricas guarnicJJes de crochet, a 70000 e 80000.
Toalhas de labyrintho- para baptisados a 250000 e 300000.
dem glandes para rosto a 40000 a duzia.
Cerouks de bramante, a 120000 a dita.
Meias inglezas superiores a 30000 e 50000.
Camisas inglezas e francezas a 300000 e 360000.
Cortinados bordados a 60000 e 80000 o par.
Lences de bramante a 10800.
Cobertas de ganga, dous pannos a 20800.
Redes superiores, a 100000, sao de 150000.
Pannos para mesa a 10100 e 10400 o covado.
Atoalhados bordados, a 10200 o metro.
Bramantes de algodao, a 700, 900 e 10000 o dito,
dem de puro liho, a 10600 o dito.
Casimiras em cortes, a 20OOC, 30000 e 50000.
Sargelins diagonal, a 200 e 220 rs. o covado.
As vendas em grosso tem o descont de 14 r0
PEREIRA A HAfiALHAES
Junto do l. o u v r e
Um lindo acorte de vestido com bordado por 100000.
Um covado de batiste muito fina a 240 rs. L' barato.
Urna peya de esguiSo de algodao com 10 varas por 30200.
Urna rica colcha imitagSo de crochet por 60000.
Urna peca de bico matizado por 20500 e 30000. S vendo.
Urna duzia de camisas alleqs por 350000. E' pechincha.
Um bonito corte de setinetacom guarnicao por 60500.
Um covado de la Amazonas a 440 rs., imitacao de seda.
Um covado de cachemira de listras, ou lisas, a 10200.
Urna sahida de baile com bordado a 10000.
Um covado de percale, cores fixas, a 200 rs.
Um covado de tecidos de fantazia, ultima moda, a 500 rs.
Um corte decagemira ingleza por 50500. E'barato.
Um metro de renda hespanhola, todas as cores, por 30000.
Urna duzia de seroulas de bramante por 150000-
Um covado de linn matizado por 500 rs.
Um fich de 12. o que ha de melhor, por 60000.
Urna peja de madapolilo americano, com 20 varas, 60500.
Um paletot de gorgurina, imitacao de seda, por 40500.
Urna linda colcha de damasco de algodlo por 60500.
Um covado de aephyr, o que ha de bonito, por 200 e 240 rs.
Um espartilho couraca com bordados a 50500.
Urna guarnicao de crochet com matzes por 70000.
Urna duzia de meias inglezas de 90000 por 60000.
Urna duzia de lencos, em caixas, por 20500.
Um coKaio de merino liso, duas larguras, por 440 rs.
Um pafetot de sd palha por 7500.
Urna camisa de naneHa americana por 50000.
Urna,peca de cambraia Victoria por 20800.
Urna peca de bordado muito fino por 700 rs.
Urna peca de cambraja bordada por 40000.
Um tapeta grande para sala por 130000.
Um covado de aargelim diagonal por 200 rs. E' do melhor.
Um covado de fustao branco por 360 rs. Sao bonitos.
Um par de luvas de seda, todas as cores, por 20000.
Um covado de cretone, cores claras, a 240 re.
Completo, sortimento de regatas, punhos, coilarinhos, entre-meios, leques, ex-
tractos, bolsas, costumes para banhos salgados, bicos lisos e brancos, reupas feitas e
Officina de alfaiate
Na roa Prmeiro de Marco b. 20
Telegrsaima
V>jf>m e admirem!
S o 55 ra Duque de Caxias podt
'Jf^er nejos pracoe que abaixo mencio
ios.
,or d& China, imvjdade emnadrSes, y
Pniftffes brahos a 360 e 500 rs. o ct
Velbutinas de todas^as cores a 800 rs.
&^di
rs.


AMAR AL Se C
Professora
Urna senbora competentemente habilitada,
propoe-se a leccionar em collegios e casas par-
ticulares as 8eguiKles materias : portuguez,
francez, msica e piano ; a tratar na ra Vis-
conde de Albuquerque n. 20.
Terrenos venda
Continuarse a retalbar por precos baratos o
sitio da esquina do becco do Fundo na estrada
de Beberbe. com multas fructeiras e agua de
beber ; trata se na ra da Santa Cruz n. 52, ou
em Beberibe com Amaro de Barros.
&&&^&^&&&&&<

tnico mnmm regenerador
VMHOdoUOHANNO
Quina, Coca, Extracte de Carne e Hypopho$ph>!o
aee*mineT5-ifi*-n nos casos qae neoissitifc tnico para reconstituir e resonerar
O orgac.niu arrninaoo por molestias, oxcessos. nanireza do clima Anemia, Chloroal.
Amenorrea. CacHexla, Pluxo brat-^o. que tanto arrulno a sauuc das mulaes,
Pokrena ds Sangrne, rraquesa geral, sebliidade, etc.
,V*7ZZi7, Drosaiata, 50, Booi&vard de StrasTMura*, asi PAEJ!"
Alcateo G-uyot
Pharmaneatico. 9, ra Jacob, Pariz
O GOUDRON GUVOT servo para pre-
farar Agua rto alBatro a mais agradavel.
O GOUD ON QUYOT tem sido expe-
r.iceiitado com p-rand..- xito nos Hospitaei
da i ranea e H-spanhanaaoufermidades dos
nos CA' 5 da BEXIQ4
-
O GUOniON QUYOT crnstitno na f.
apoclia dos mor s .., tempos ua pidiuias >,
a bebida a mais hygiei ,
---------33&-
E absolu&mont indispentcvel
exigir a Firma
JZGCRIPTA KM TRES-- CORE*
Fabric
As CAPSULAS QUYOT contem ale
i tro i'.v Nuruapa puro. As doses sao de duas
a quaro capsula; no momonto das rjfoifSea.
AsCAi>6Ui.AS QUYOT recommendia-
so as onfomiid.Tidos sep'uintes :
T88SA3 TE??AIK
T1SISA?, &T0r4iiTAS. ASTHMA
corado, E
,Qas^os ^c^paaMrr,
ha.de maw'Tio*o-e^batatr;
^^.^'^J^^^'^os ejresof
Madap*o, pam 1 mtru de lara^a i
-Zefiros a 80, rr0-,-e0; -240 e 400
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado
Tecidos arrendados a 400 e 500 rs,
covado.
Brins de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic i
preco barato.
Cambraia Victoria a 2^S00 a peca.
Dita batista a 120 rs. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 rs. t
co-vado.
Guardanapos bons a J08OO a duzia.
Las modernaf a 240, 280 e 320 rs. t
covado.
Rendas hespanhola* a 2 o metro.
Luvas de seda a 2 e 30 o par.
Espartilhos couraca a 40, 50 e 60 um
Merinos pretos e de cOres, urna vari
dade immensa em precos e qualidades.
Seti8 de todas as cores a 800 rs. o oo
vado.
Toalhas felpudas, grande redcelo en
precos em vista da grande quantidade.
Enxovaes pacabaptsados o que ha d>
mais moderno e pof pouco preco, 100000
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com e sem collarinbo
Atoalhado para mesa a 10 e 10800
muito fino.
Coilarinhos e punhos de lmho e algodfc
e por preyo barato.
Babados e entremeios, grande sort
ment.
MadapolSo pelle-de ovo por 60 a peca
Esgulao pardo chumbado a 400 rs. <
covado.
Urna, grando variedade em lencos.
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mz\>
barato e bom.
Mantilhas de renda a 55 urna.
Leques de setim Hiuitc chic.
Linn bordado com quadros a 800 rs.
covado, muito bonito.
Chitas escuras e claras a 240, 280 i
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. .
covado, para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grana
sortimento em quididades e precos.
Casinetas, o que fiado mais. bonito, :
400 500 rs. o oovado.
Tapetes grandes e pequeos por precoz
rfl.i);'ve8.
iaoline preta e branca a 10600 o m*
r. .
Brins pardos a 320, 400 e 500 rs. .
covado.
Cortes de vestido de cachemira com v*
dnlho o que ha de gosm.
Ditos de linn para vestidos bordador
E' barato.
Cambraja branca, bordada, o qae ha di
mais gosto e por preco razoavel a 80000 i
peca.
Dita com salpicos a 40 e 50000a peca
Colchas argentinas a 60009 urna.
Ditas de 20, 30, 40 e 50000.
Bramantes de algodao e linho de todoi
os prejos.
Grande sortimento em fichas de core*
e pretos.
Grinaldas para uoivas.
Luvas e leques para noivas.
Bicos de cores muito chic
Alm do que acabamos de annunciai
temos urna quantidade de artigos que s
vendo-se, se acredita, pelo que pedem que
conrparecam.
Dio te amoatraa sem penbor.
Setinetas lisas de todas as cores a 4"*
rs. o covado. Sao muito largas.
Roupa feita e por medida.
55 RA DUQUE DE CAXIAS&
m im
-DE-
___
0 M^IS EXQUESITO
DOS
Perfumes do Toucador.
r
Perfuma o Corpo 9
Vivifica a Monte
NO BANHO.
Superior a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de scu
aroma e a durabilidac de
sen perfume
SO LEH{0.
Aluara-se
o 2- andar da casa ra da Aurora n. Si, junto
a estacio da estrada de ferro de Olinda, com
grandes commodos para familia, gaz e agua en-
canados ; a tratar no escrptorio de Sebasfe
de Barros ftarreto, ra do Bom Jess n. 5,
primeiro andar. -
Aluga-se
o pavimento terreo do predio sito ra do Boa
Jess n. 13, proprio para escrptorio por ter gra-
des, gabinete, etc.: a tratar na mesma ra n. 4,
escrptorio.
Alugue! barato
Baixa verde n. 3.
Becco da Bomba n. 8 loja.
Baixa Verde ns. 1-C.
Ba Visfonde de Itaparica n. 43, armazca.
Ba Vital de Negreiros n. 45.
Ba do Bom-Jesus n. 57. 3 andar.
Ba do Coronel Suassuna (quarto) n B.
Largo do Mercado n. 17, loja.
Ba do Corono I Suassuna, quarto n. A.
A tratar ra do Commercio n. 5, i- andar,
escrptorio de Silva Guimaraes & C.
Ama
Precisa-se de urna para cosinbar; na pateo
do Paraizo n 16. taverna.


Ama
Precisa-se de urna ama para coeinhar: na roa
dos Guararapes n. 94.
Barbeiro
Precisa-se de um official de barbeiro na ra
da Imperatriz n. 60.
AFLORIDA
sem
de porta-retractos da
FERXAMIESDEAZEVEDOH'.
As OAPS USGUYOT sao hranoas
e cad& urna lava imprcfan1 om preto a 6rma .
Oosinheira
Preri?a-pe de una boa cosinheira; na
do Conde d'F.u n. 32, segundo andar.
praga

. Casa L. FRERE, 19, ra Jacob, PARIZ
l^2* Atleodite
cf blico^ue anda continua a fabricar ouquets do
ma8j^i;i(io posto, para casamento ou outro
qualq%cio, asfim como tapcllas mortoaria
d 1 .crpetua ; a Halar na ra Nova n. 20, loja de
roiudezas, ou na ra da Caileia do Becife n 43
tojadesellero.
GalSes, palmas e rosas de vidrilho.
Bicos de seda e de algodao com
vidrilho.
Mantilhas de seda e de algodao
Contas lapidadas para vestido.
Franjas de seda co|m e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
Coilarinhos para homem a 30000 e 40000
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400, 500
600 e 800rs.|a peca.
dem com 3e 1(2 metros, de qualqtrer
argura a 10200. *
Lencos de linho em caixinhas a 30000 a
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senbora, duzia a 40000.
Lindos leques transparentes de gaze a
30000 um.
Grande sortimento
pellucia.
Finas pulseiras americanas a 40, 60 a
80000 o par.
Ditas de phantaaia, gosto moderno, de
20500 a 30000 o par.
Cortinados todos de crochet para cama a
120000, 170000 e 190000 o par, algimi
de cores.
Ditos para janellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800 e
10000.
Ditos para sof a 20000.
Plastons e regatas de gosto.
Espelhos com tres palmos de comprimento
a 40000. r
Capellas com veo para noiva a 60000 a
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100 a
l^/UUO.
Toucas de setim para baptisado a 30, 40 e
50000.
Grinaldas e ramos de seda, o. que ha de
melhor.
Renda hespanhola de. di versas efires.
Bicos brancos e de cores a 20000 a peja.
Ditos de seda brancos e de cores.
Lindos ramos de flores a 40000 um.
Coilarinhos e punhos celluloide.
Grande sortimento de fitas modernas.
Baleias a 380 rs. a-duzia.
Extractos e leos de diversos fabricantes.
Linha de machina, claque, a 40 rs. o car-
ritel.
Pastas a 10000 e 20000.
Porta-lettras e porta-sedulas a 20000.
Arquetes para chapeos e chapeh'nas a
10500.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 20000
par.
Ditas de seda para preanca a 10000.'
Dita para moca a 10500 o par.
Grande sortimento de jarros para toilette.
sanctuario e consallos.
Lindos lencos de seda, gosto moderno.
Grampos dourados para segurar cabellos.
Ditos ditos para enfeitar cabeca e segurar
chapeo.
Espartilhos para creanca a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000 a
60000.
Grande sortimento de sabonetes de 200 a
10500 um.
Estojo com faca, garfo e colher, proprio
para creanca.
Bengallas com flauta a 10500.
Meias de 1S para homens e senhoras.
Linhat dnuradaa para tasar crochet.
Lindas fitas para facha a 20, 30 e 4000b
o metro.
Lindos leques de setim para casamento.
Grande sortimento de leques de setim e
de papel de todas as cores.
Suspensorios americanos a 20000.
Lindos desenlies para talagarca,
Finas cartfiiras para ahribeira de 10. Si
3 e 30500 urna:. ? '
Ra Duque de Caxias n. 103
I
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira qUe'Seia perita
e nao sala a ra, para caa de familia -a tratar
n.aa do Cabu^ n- 14> andar- Smeio dia
at 2 horas.


8
Diario de Peraambu co- -Dotiiiiigo 5 ;




Papel de forro
de sala, gabinete e corrffcr, esplendido sorti-
mento na livraria Contempornea.
Quauros
com bellissimas oleographias, objectos para
adorno de sala e para presentes, tudo encontra-
se na livraria Contempornea, ra i- de Marco
numero 2.
Malas deviagem
para roupa de senhora e de hometn, propria de
camarote e caminlio de ferro, bolsas, cnsipelei-
ras, binculo?, etc. etc. a'rtigos muito boD3 e
baratos na livraria Contempornea.
Instrumentos de msica
para banda e orcheslru, realejos, cajxinbas com
1,9: pecas, pa:.. munj : na.hvrai4a Con-
tempornea. *
Se soFres porque qoeres
USA E TONVOfcEB-TE-HAS
CUK^ ADRAL
SEM DIETA
DAS
Molestias de pelle
SYPRILTICAS.
, Dartfcros, samas, ulceras antigs, ini-
pingens. bobas, gommas, cancros, rheuma-
tismo c morpha.
Com os prodigiosos
XAROPE E UNOUENTO
DE
Hydrocotile Calasans
Applicaclo fcilUso fem perigoEf
feto.s promptos, dieta razoavel.
Coulra fados nao ha argumentos
Estes remedios s3o os mais commodos
do mundo. Envia-sc gratuitamente, pelo
correio, direcc/es para uso d'estes medi-
camentos admirareis.
Preco do ungento 10200 o frasco.
Preco do xarope 30000 a garrafa.
Preparados por Calazans & C. Phar-
macia Imperial, Baha.
Deposito no Reeife
Francisco Manuel da Silva & C.
Ra Mrquez de 01 inda n. 23
?o Sr. Luiz Ferreira Catitelb^do^Mont de Soeeim
A Opiniao
Kesta typographia comprase o n. 114 da fo-,
a intitulada A Opiniao, de 1880, que sofpubli-
da Cruz
Pergunta se ao Sr. Luiz Ferreira da Cruz
c,uando quer pagar a sua letra, vencida desde
Agosto do anno prximo passado. como endos-
sante a ser porque seu advogado aconselhou
3ue o senber nao tem direito de pagar ? pois o
ono .6 dcsconlou pela sua tirina, por dizer o
tal advogudo que o senhor fazia parte da (Irma,
tinha apolices e cavallo do Prado. Explique este
tribofe.
OOOOOOOOG
Contra
FALPlTilJES SOFFOCigOES
PERTiJBBASOES o CIRCIUClO
IITEE^ilfHCIAS 1STIMA
a todos o incom sumos conMdeniioe come
- pivjuilioa du
MOLESTIAS DO CORA^io
0 *MMm Montclnin o tmprti dn
rancios Antimooiaes
:D^'FABJL,jL^UD
Lal3rX /aDC-ocr fiu ituiirmia ./ Medicina
ie r+rt*
RIUA-E A aMlGMaTVWl
fcucsro ni: re- Eicn. 7. m aa-ma. fub
la PtrnirOmcn ; FlAM M .la s LVa A C*.
Attendam
Caa senhora pcrfeiamente habilitada a lec-
cionar portuguez e fran az assim como todos os
trabamos em bardados e Adres de todos os gos-
tos e especies offerece-se para ir a casa das
familias que nao quizerem mandar suas Ribas
para a.- aulas; assim como tambera ir rendir
na casa de alguma familia abastada que qneira
para mais commodiiladr de suas filhas. Aflian
a-so conducta honesta, prudente e moralisada:
quem precisar pode dirigirse ruado Baro da
Victoria !oja de fazendas Pariz na America nu-
mero 16.
Comprwe cautellas do Monte de Soeeorrc d>
qualquer joia, brilhanles e relogios; pag.vst
bem na Praca da Independencia n. ti, loja df
re'ojoeiro _
Yinho poro de Sanlarem
Da Quinta do Barral
Chegou a pnmeiraremessa deste especial vi-
aho para o Armazem Central de gneros alimen-
ticios a ra o>Cabug n. 11. o qual se torna re-
Dommenddo pela sua pureza eooa qualidade,
manda-se em casa dos distinetns freguezes livre
de frete, para qualquer ponto di cidade.
RiiadoCauugn. 11
Telephone n. 447
a Joaquim Ghristovao i C.
-*
se^n
cehineha
Vende-s
perfeito estado
n. 58-A.'
piano de fabricante inglez, em
u tratar na ra da Imperatriz
>arvo
Vende-se na padaria d%Mello Riset a 400
rs. a barrica : na roa larga do Rosario n. 40
?i
Libras sternas
nde se no escriptorio de Pereira Carneiro
ra do Commercio n. 6.
En gento
Arrenda-se ou vende-se um engenho moentc
e rorrele na freguezia da Varzea : a tratar na
ra do Vigario n 31, prim'" andar.
Machina
Vende-se urna de forca de
dez cavallos a tratar a ra de
S.Rita n. 71.
Xeu^ope e IPastei
aeSEIVAoePINHEIRO MARTIMO
unMitt pt *** t *n*m*
fha
ou nestac cidade.
BEDU FUERES
Constructores a Ham, Franca
Representado por EbbHo Bil-
ln, engenheiro meehanleo
(PEBNAMBCCO)
Assenlamenlo completo para engenho cen-
iraes e Uzinas pelos processos os mais aperfri-
coados.
Moendas e repressiio mltipla.
Corte-canoas vertical, systema Bedu.
Biffusu, circulare rectlinha. dito Bedu
Djf?u??o continua do bagaco dito Perret.
Pomos para queimar o bagaro da diffusao,
dito Bedu.
Filtros mechanicos a til trumao mltipla.
Turbinas centrifugas (economia, limpqua e
trabalho rpido).
Em geral todos os apparelhos os mais moder-
nos e os mais aperfeicoados para o fabrico de
Hssucar.
N. B. Uor. Kmilio Billion fazciido urna via-
gem de Ti mezes na Europa, duraute a sua au-
sencia dirigi as cartas e pedidos a casa Bedu
Fra.-a Ham, que fornecer plantas, orcamen-
tos etc.. e por qualquer negocio urgente in'or-
mar-ge ao Sr. Eugene Chaline : 2i ra do Ccm-
laefao, Reeife.
2|500
Vende-se o frasco do Pcitoral de Cam-
bar, de Souza S lares, em casa dos agen-
tes e depositarios geraes Francisco Ma-
noe! da adra, ra Mrquez de Olinda
n. 23.
-^ a
Caixeiro
lTecisa-se de um caixeiro com ortica de mo-
Ihadu-j; na ra de S. Jorge n. 131.
Popular ba 30 annoa, 6 o
praparado oom a verdadotra
SatVa da Pinhatro, extrablda
pato vapAr d'agoa, logo depois
da cortada a arrore. Cora os
daflnxoa rabaldaa, a
asarlppaa,
chita, molaatlaa da gar-
ganta e ronquido*
sm FAmm. a. Rw riiuaj
. a inaamal FUma*
FOLFTIM
Agostinho k Irmos
Collar de Duro
a- \uM a* c**<* a-A
Como fij!88CiDO urna grande reforma em o
nosso ostabelenmeato, tlzomos tambem reduc-
cao nos procos ()< nossaa joias de ouro. prata t
briihantes. "Pedciu a seus amigo* e freguezes a
virem comprar lindos objectos rom pouco d:
nheiro oapra-se ouro. prala e brilhauUs em
obra* HarridM. paga ar lu. flim&mkm*'**
T Cozinheira
Precisase de urna ama qtio cosinlio eiu, para
casa de pequ na familia, que durma em casa
dos patrOes : na na Conde da Boa-Vista n. 24-F
portiio d(- ferro
Para ganhar dinheiro
Vende-se, livre e desemba/arada de impostos,
e em hora local, a armatao e utensilios da ta-
verna do largo do Forte do Mattos n. 17 (casa
da esquinal que foi do fallecido Manuel dos i'.is-
308, bem afregpezada no retalho, aluguel mdi-
co, prxima do desembarque, e garaBte-se flear
urna das primeiras freguezia de estivi : a tratar
1 m Fra de_Portas, ruando Pilar n. 56.
Camaean
Esse tnico, composto de productos puramea-
i'i vagetaes, se tem i-ecommcndado, e mesrao se
imposto ao consummo i-ublico. para o cresri
ment dos cabellos e como seguro obstculo
cal vi ce.
P6de-se dizer que o mais seguro remedio
para as molestias capillares, sem entretanto pro-
duzir tratamento tardio, e antes fcil e prompto,
sob o modo mais suave desejar.
E' o tnico americano de Camaean hoje una
perfumara geralmente acceita, e apphcada com
vantagem para o amaciamento, crescimento e
conservagilo dos cabellos, alem do benfico ef-
feito para obstar a calvice e extinguir as caspas
D'abi a vantaeeiu do tnico americano de Ca
macan, preparado com berras indgenas, o que
por si s o recommenda ao uso nos toilettes.
Vende se as principaes lojas e armazem de
miudezas e na imperial drogara de Francisco
Manoet Silva 4 C.
A Revoliigao de 48
\' m* Duque de CaxJas 4S
NAO CREIO QUE HAJA COMPE-
TENCIA DE PREgOS
Neste mnitn acreditado cstabelecjiaen-
to de ^fazendas finas e moda^. como j
teem provado aos seus freguezes, que ven-
dem por meflbs 3 \ do que em outra
qualquer casa, continuam a offerecer as
mesrnas vantagens.
Merinos de qi^adrog e lisos a 200, 240 e
280 rs. o ce7do.
Hada alsaciana (fentasia) padrSes escolhi-
dos a 280.r8. o covado.
Zefiro.s de quadroo modernos a 120, 140,
300 e 240 rs. ocovado.
Cachemiras lies e de quadro (coiabuui-
Sb) a32rs.
Organdis (fapenda de fantasa) a 400 n, o
covado.
Nanzuks multo finos de 120 a 240 rs. o
covado.
Algodfiosinho muito largo e bom, a 30, 4#
e 5(5 a pessa.
Fichs de IB de todas as cores de 1*,
10500 e 26 um.
Cretonc8 claros e escuros a 160, 200 e
240 rs. o covada.
Loques transparentes a 20, e de papel a
500 rs., para acabar.
Lindos cortes em cartSes com aviameatos
a 60, 80 e 100 um.
Camisas de taeia (pechincba) a 10 10200
urna.
Toalhas de cores para mesa elstica 50
urna.
Camisas francezas de linho puro de 40
por 50, urna.
Brim branco a. 6 a 10600 a vara.
Madapoln americano com um metro de
largura a 60 n pessa.
Brins de linhos de cores finas e garantidos
a 600 rs. o covado.
Bramante trancado duas larguras a 400
rs. o metro.
Atoalhado de linho a 10500 o metro.
Cortes de fustao para colete a 10 e 10500
um.
Toiletts para baptisados. muito finos a 100
e 120 um.
Espartilhos de couraa a 40 e 50 um.
Cachemiras de 13 pura, claras e esttras a
20 o covado.
Setins de todas os cores a 800 rs. # co-
vado.
Cortes de cachemiras finos a 40, 50, 60,
70 e 80 um. .
Lenoaa de cores, imitacao de soda, a
10800 a duzia
Esguiao de algodao, duas larguras, a
30200 a pessa.
Colchas de crochet com palmas de cores,
para noivos a 100 urna.
Capellns com veos a 8-5 urna.
S na Revoluto de 48
HENRIQUE DA SILVA MOREIRA
Te nde-se
Piris e Jjndre.
A 1 ;-.-i;i Mack (rn1 c*rtselesi"!t's!,!nosi
ir f i'ioiiihaMi nni BTwt man.il.ftuo rf-
: niil i pror-ur-totiMJO ara laanho delIclKo e
cli-alro. oniuaex,Uit.nua'!i'toiar4or.
t'.?i.-j Pu*.; MMk frft de au.!> ivorfal.
3f..i anal c PiDiii't m rull\. ?, oni-j n*frM-
;'!'. snpari tJfrliM|ftBf am> conhTf'at*' 1.'.;.-..
Vendei la*aaafiiaHiMeia>,aroB*-|
pj [|ta< '.,'. l t-i :i i' t;ini)dtf.|
i:n;ca.rie.-lnv:fal.: !l. MA'X. lm ''J
irnlM ta. HaWMaMaK U-J i.'J.ltijiC
SEM MAI
POR
HUAYJk PaVmTX
A FAIaHA DA COURACA
(Contiuua;!lo do n. 10 0)
CAPITULO I
Ltmsi' da patria

Pela primeira vez a physionomia impas-
ir%> de sir Jonathan deixou ver urna emo
9S0.
Dir-se-hia at que os seus olhos, raais
briihantes, humededkm-se ligeiramente.
Mas os verdadeiros artistas sao as vezes
to orgulhosos das suas obras!...
Ella est realmente parecida, tal
qual deixou-me adivinhal a a sua photo-
graphi ? perguntou sir Jonathari com a
voz nrvamente calma.
Ri..h<;rto olhava demoradamente, profun-
daaieti; para a rapariga, maa como pin-
tor tambem, tal vea ainda mais qae como
primo.
Como maravilhoso! exclamou elle
fiaalmente; como a cabega resalta viva c
real! E que poaigan graciosa e chcia de
naturalidade !... Quanto colorido, quanta
lmi!...
Jim, insisti sir Jonathan, evidente-
mente lisongeado ; porm ella, a menina,
-como r>cha-a?
Roberto examinou-a novamente.
-^ E' Georgina, disse elle cmfim, c de
seme'.hanca perfeita,- excepto os olhos.
- Ah elle sao ofltos, entretanto!
Sim, e esplndidamente bellos : mas
nS tihn a docura scismadora, .1 gravidade
humifa destes. S2o msis duros, mais im
penosos sobretudo.
Ah! est bem certo disao *?
Q oijkw de Pedro olhou com certa ad-
nracSo para- aquolle que lhe fallav:i
Muito certo, respoodeu elle, e esti-
ma muito Georgina para que confunda ou
esquiva urna linha do seu rosto, um deta-
lhe da sua physionomia. E' urna encan-
tadora menina, cujo corarlo perfeito, e
que, ao contacto de sua mai, tornar-sc-ha
tao boa e to dedicada como ella ; mas,
por eraquanto, a meiguice nSo a sua
virtud*- favorita.
l8o ha de vir depois affirinou sir
Jonathan muito convencido.
Sim, apoiou a Sra. Kembroke, por-
que ella tem, ao que parece, a quem sa-
bir assim.
Passou-se para a sala de jantar.
Durante toda a tarde o assumpto da
conversacio foi a familia franceza, t3o Ion-
ge de Roberto pela distancia, tSo perto
pelo coraefio.
Sir Pierce observava muito o mancebo
e tallava pouco.
Dir-se-nia que estudavaaquello de quem
ia ser profesor e tnlvez amigo.
CAPITLO D
Klr JoMiban ar*i>rre
No foi dous dias depois, mas no dia
seguinte mesmo, que Roberto de Sauves
comegou a part I bar os estados de Benja-
mn Pembroke.
S Jonathan, cuja jnstrucelo pareca
multo profunda, excepto todava quanto as
linguas antigs, que nao conhocia, oceupa-
va-se cffectivameiite muito com os dous
rapazas.
A sua vida, alias, na qual ua>> pareca
poder ter lugar nem urna listraclo, nem
um prazer, partilhava-se entre a direcySo
interna da usina, o estudo o a pintura.
Tinba volrado sua fleugraa glacial,
mas verdado'ra fleugma americana, uni-
forme, eoastaato e qae consa alguma pa-
reca poder jamis alterar.
O processo de contrafacefio, ou an-
tes, a idea de que urna nodoa era (aneada
no nome pur8s,imo do seo* pai, disso um
dia Benjamn a Roberto, com a photo
grahia de sua prima, a nica cousa que
tem feito baitcr n seu corceo, at entao
quasi nior-'
O processo, admiito. E natural.
Mas a ghotograhia de ama .nenina desc<>-
nhecita?.. Porque? confesso que nao
comprekeDdo.
Minha m5i fez exaaCtanwnte a mesma
reflexo que tu.
Ab o que rcsponJe-u f-ir Jona-
than ?
Que O. Geoi. cciuj^
J.nentc coia un?. Iriclsitiha ^e: :ir'
rebauida na Luiziania por um acceV
febre amarella, qiiando t'nha dozc 01 tre-
um estabelecimento de molbados, dos melhores
em retalho a ra do Rangel n. 53, e urna cochei-
ra do vaccas tourinas especiaes, sendo duas com
dnas becerras, c urna com seis mezes de barri-
ga, enmeavab andador; garntese a chave
da casa a quem comprar e da-se a freguezia pa-
ra o leite : a tratar na ra do Rangel n. 53. A
causa deslas vendas e o proprietario ter de reti-
rar-so para Europa.
VBiSXY
Rojal Blend marea VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-sc a retalho nos me.lhorcs arma-
zens de mol hados.
Pede Roy al Blend marca Viado,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
ze annos. Essa menina, que meu pai co-
nhcceu, foi sempre a grande paixao da
meu primo, mais velho do que ella cinco
ou seis annos.
Acho a cxplicayao admissivel, isse
Roberto. Sao os olhos della que elle pro-
vavelmentc den a Georgina. Porque nSo
um oihar nascido na imaginaeao de um
artista aquello com que seu primo favore-
cen o retrato. Aquellos olhos sao muito
expressivos para que nao tenham sido vis-
tos por elle cm algucni.
Sim, silo os olhos da ma.
A presenga de Roberto cm Nova-York
foi um beneficio, tanto para Benjamn, co-
mo para elle proprio.
Urna grande amisade nasceu logo entre
ob dous rapazes, os quaes deram-se reci-
procamente as qualidades que lhes alte-
vam e que ellos pos su i am mutuamente-
Mas foi Roberto, sobretudo, quera, sob
a calma e perseverante direccSo de sir Jo
nathan, via a face artistica da sua natu-
reza desenvolver-se extraordinariamente.
Esse dom, tao pariziense e tilo encan-
tador, applicade industria, tez logo ma-
ravilhas.
O mancebo nao custou a coinprehender
o invento de sir Pierce, do mesmo modo
que o do Sr. de Sauves, applicou toda a
sua intelligencia com o fim de conaagrar-
lhe as suas aptj^Ses de artista e foi bem
auccedido. \
Dentro em pouco sir James, que estava
em constante correspondencia com Pedro
de Sauves, encantado e extremamente sa-
tiafeito com os extraordinarios progresas*
de seu fillio, enviou-lhe modelos adoraveis,
feitos exclusivamente pelo joven Roberto
Sir Jonnthan ensinava-o com grande pai-
xao, emquanto aoffrtada como todas as
suas impre.-isdes
A' medida que accentuavam-sc os pro-
gressos de Roberto, sir Pierce impcllia-o,
dirigia-o niaravilbo.-amente, trabalhando
tambem para collocar-sc altura do man-
cebo c nao deixaf -> na ignorancia das des-
coberUs scientificas modernas.
Scntia-se muito orgulhoso do seu disc-
pulo.
Anda mais do que de Benjamn, que,
alias, fazi.i-lhe honra tambem.
(U'indo reuniam se os anrg>s no sallo
de sir James, si/ Jonathan arranjava eem-
prc as cousas de modo que Roberto fallasse,
fosse eacutado e apre-ciado.
Entlo, quando va que achavam-n't
ntelligente, amavel, instruido; quando a
sympatilica natureza do fillio d^Pedro
produzia o sen effeito nos estranhos tfue
nao tinhaiu vi?to ainda, entao d^Shar
calino e sumpre t5o insondavel de Jona-
than apreaentava curtas chammas.
Boa armac,o
Vende se urna armaro de amarello, nova,
balco, cabides, bancas, armacoes inglezas, lus-
tre, encanamento de gaz e registro, um cofre de
Milners, do estabelecimento de faiendas, sito
ra do Rangel n. 13-A. com ou sem as mercade-
ras, garantindo-sc as chaves ao comprador. A
casa est desembarazada de impostos.
LIQUIDADO
Ricas capas e manteletes de rendas e
vidrilhos,. vestidos feitos, sedas, ottoma-
nes pretas e de cor, velludo broch, gase,
chapos e capotas.
Abatimento de 30
Ateller de Modas e Costuras
DE
Fanoy Silva
15-RA BARAO D VICTO
1." andar
Telephone 93
l.
Qostaria de Roberto?
Nao se pode dizel-o.
Sir Pierce nao deixava jamis adivi-
nhar as suas impressoes, e muito menos
con ti iva-as a quom quer que fosse.
Nao tinha tornado a fal lar de Georgina
Chaniers na presenca de Roberto, e este,
desde que sabia que sua prima despertava
erajseu professor urna rcoordaeo lao do-
lorosa, tao pungente, tambem nao se refe-
ria mais a ella.
Sir Pierce, limita va-se, sem nunca es-
crever, e por intermedio do seu socio Ja-
mes Pembroke, a mandar menina pre-
sentes sumptuosos.
Georgina, enthusiasinada pelo seu mys-
terioso amigo, por aquello nababo desco-
nhecido, que mandava-Ihe tudo quanto po
dia desejar o seu orgulho, mettia sempre
ama cari'
Roberto.
o jet
liaft
ama cartinha^lra elle as que escrevia a
Sir Jonathan recebia a das raaos de seu
discpulo, corria-lhe os olhos com o rosto
muito indifferente; mettia -a depois n'uma
carteira preta que nunca o deixava, sem
que nma palavra, um gesto ou um simples
raoviraento physionoimco permittisse prc
sentir a impresso experimentada.
Havia perto de dous annos que dura-
vatn estas eousas, quando urna tarde, em
um dos banc ia do bosque, Roberto e Ben-
jamn trocavam confidencias de rapazes.
Comquanto a sua vida fosse austera c
a sua conducta muito reg dar, a mulher,
aenao no preaeute^o* tirnos no futuro,
preoecupara-os e nao poda dxar de ser
o assumpto da couvei-sayao.
Depois de torera fallado dos seus gos-
tos, dos seus desejos, das suas aspiracSes,
o que querinm e" o que procuravam, Ro-
berto soltou de repente um grande sus
piro.
O que tens tu ? pergunton Benja-
mn.
Nada, menos que nada at. E nao
teuho tal vez o direito de dizel-o.
Oh! a mim, tea amigo?...
E cousa tao intima, tito delicada !...
Razao de mais.
Pois, como todo o artista, eu vi um
da as longnquas regios do sonho e da
imag^inayao urna apparisao muito alva, mui-
to loura, muito meiga, um poueo como mi-
nha ta Adelia, que para mim o typo da
perfeiclo humana, entrar- nal minha vida
para nunca mais sabir della. A esa mei-
ga noiva eu aria todas as forcas do meu
coraeil". *iihi liii Oh! sim, at
loncura. Ma, sobretudo, protegel a-hia.
aprehendo o liomem se nao como o
tor, o director, o s;nhor. A mu-
lher deve ser a amiga, a consoladora, a
inspiradora. Uim cousa. pura, sublime,
A LOJA MAIS BATtATEIRA
PARIZ N'AMERIC
AZEVEDO, IRMaO & .
16Roa do Bt da Victoria16
200 TelephoneO
Tendo recebido directamente da Europa
grande sortimento de fazendas e modas o
que ha de mais novo e pregos
potencia.
sem com-
% saber ;
Capas de surah, senda e merino.
Renda preta, diversas quaHdades.
Etamines, pretos, de 15 e tt seda. .
Damass de seda pura.
Merinos pretas -de 800, 1*000 e 15200.:
Crinoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200'rs.
Bramante de linho a 40600,- com 10
palmos.
Toalhas para banh*.a 10000 e 10500.
( hachemiras com 2 largaras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000.
MadapolSo trancado a 0OOO a peca.
Dito fifebo a 70000 a dita
Dito fjRiseiro a 70000.
Dito Ma-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fichas de 11 e seda 10000.
Brins de linho coi es fixes a GOO.
Espartilhos couraca a 40000 e 50OOO.t
Colchas de fustSo a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado a
60000.
Toalhas de cores para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 10500.
Renda de 12, preta, para qnaresma.*
^ano verde para blbar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira esteira para forro de sala
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000/
Chitas de cores a 200 rs.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de eres a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutna de quadro a 800 e 10900.
GuarnirSes. pretas, de vidrilhos.
Bicos de soda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40090.
Capachos de ceo.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite'
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
A Loja das Listras zoes
A' RA DUQUE DE CAXJAS N. 61
Vende mais barato
Fazendas pretas
Cachemiras arrendadas de duas lar-
guras tecido novidade, a 20000 e 3)f500.
MerinOs pretos infeltados de pura 18
800, 10000e 10200.
Crep inglez para enfeitos de veetide
10200.
Rendas hespanhola de seda a 50000.
Ooigoro de seda pura de 20000 s.
4000U.
Velludos de seda, i-os, com pintas
c ramagens, a 40000.
VelludJiho bordado a contas, lindos
desenhos a 10600.
Fil de seda bordado a 10200,
VOS e mantilhas com rendas a 40001
e 50000.
Capas e visitas, de gorgorao, de ren-
das ou cachemira, enfeitadas a rendas com
vidnlho a 250000 e 300000.
Bieos 'de seda com lindos desenhos de
40500 a 60000 a peca com 10 metros.
Tecldos de novidade
Cortes de vestido bordados, em car-
lio. de lindas corea a 100000.
Vestidos branco? bordados para noi-
vs a 180000.
Teedos arrendados cores creme,rosa_
azul celeste e branco a 400 rs.
Linhos phantasiados, tecido com omi-
ta largura a 500 rs., em listras e qna
dros.
Setins de Maco, todas as cores e
mais salmao, lilas e bronzeado a 800.
Cambralas brancas bordadas a 40OOC
a peca.
Ciaizes de seda com nos prateados e
dourndos^cores: rosa, azul e creme, s
10000. /
Madapolo trancado, peca com 21"
varas a 60000.
FAZENDAS ESPECIAES
Batiste* de cores finas a 120 a
240 rs
Chitas finas claras miudinhas a 200 e
240 rs. '
Cretones franceses, verdadeiros *
320 rs.
norlm de listras azues madapc
ISo fino largo com 20 varas a 60000.
MadapolSo americano muito largo,,
sem ,omn a a 80000 a peca.
Bramante de 4 larguras a 700 e
10000 o metro.
Cinardanapos superiores a 10800 a
duzia,
Cortinados bordados a 50500,70000
e de crochet a 100000.
Croehet para sof e cadeiras de bra-
um completo 60500, para sala.
Leite puro
'Na estrada de Joo remandes Vieira, sitio lo-
0 oVpois das casas novas da direita, vende-s-
todos os dia leite poro de vaccas tourinas e da
trra, garntese a qualidade do leite.
Pao centeio
Mello & Biset, avisam ao respeitavel pubbco,
que todas as tercas e sextas-feiras, tem este sa-
ooroso pao* fu larga do Rosario n 40.
Para jornaes
Papel formato Diario, 300 folhas 7oOO
Dito dito Jornal, 400 folhas 5JJBJ
Dito dito Frovincia. 400 folhas 'tSS00
Vende-se na fabrica Caxia?.
gabl
Vende-se
urna ou duas {avernas a vontade do comprador,
bem afregui-zadas, ra Imperial n. 279.
delicada, que existe nicamente para o
lar e nao ae mostra nunca fra.
Muito difficil de encontrar, creio eu,
disse Benjamn rmdo-se.
Ests vendo, meu caro, que das incon-
scientemente razan s ideas que expend
sobre as racas, e que discutamos outro
dia : tens o typo de verdadeiro rabe, com
o teu fino perfil moreno e os tens olhos
negros; pois bem, tens tambem as ten-
dencias dessa gento e um pouco as suas
theorias sobre as mulheres. Mas quem
te impede de realizar o teu 60oho?
Ah nisso que consiste o lado de-
licado da minha confidencia !
Vejamos, eu nao te trahirei.
Sei disso perfeitamente. Minha tia
Adelia deseja que eu seja o marido de mi-
nha prima Georgina. E essa menina, a
quem entretanto estimo profundamente,
nao -'-. nao ser jamis a que entrevi nos
sonhos de ouro da minha adolescencia.
Entao nao te casas oom ella. Afina!
de, contas, tens apenas dezoto annos, ella
doze, e muita cousa ha de passar-se antes
que estejam ambos no caso de compare-
cer presenca do cura e mai re.
Sim, mas os desejos de minha tia
nao mudara; se inculcal-os sua filha,
esta tornar-se ha, apezar de tudo, minha
mulher. &
Ah! por que ?
Porque minha tia criou-me como se
fosse minha verdadeira mai; porque con-
trahi para com ella urna divida do cora-
cao, de honra e dereconhecimento, que
a minha vida inteira nao lhe pagar. Se
ella entende que eu devo fazer a felicidade
de sua filha, se ella o espera, se conta
com isso. o meu dever dar lhe plena e
inteira satBacao. E que farai.
Mesmo a despeito do teu gosto ?
O que 6 o gosto, Benjamn, diante
do dever?...
E's mn grande coragao, Roberto, e
como te admito!. .
Exagera, tenho o sent ment da gra-
tidau e grande amor por aquella que foi
to boa para mira como minha mai morta;
e nada mdb> Em meu lugar farias. a mes-
ma cousa!
Benjamn nao teve tempo de replicar.
Um ligeiro ruido fez-se ouvir do lado
do raassico, atrs do qual achava-se collo-
cado o banco onde eotavam os dous ami-
gos, e sir Jonathan appareceu.
otaria all ha muito tempo?...
O,i vi ri a sua conversacao ?. ..
O javen Pembroke, que tinha grande
estima por seu professor, e que repeta in
cesantementc quo elle nunca havia men-
tido, pergunton-lh o.
Sim, respondou francamente sirPier-
cos,
Hosqiliteiros americanos com ar
macao a 120000.
Alcatifas para forro de salas
nete a 10200.
TEC1D0S MAIS BARATOS
Merinos de duas larguras, qualquer
cor a 440 rs.
aLlnhos lisos e de quadrinhos a 80 e
100 rs.
Blco branco e de cores desde 60f
a peca at 20500.
Colchas de fust&o de cores a 2000'
e30000.
Toalhas acolcho&das a 30000 a duaia
I.nvas de seda, bordadas, qualquer cV
a 26000 e 20500.
Leques de pennas e transparentes
de 10500 a 60000.
E muitas fazendas que se d por qual
quer prego.
D-se descont a quem comprar de
200000 para cima,
Troca-sc a fazenda vendida se por qual
quer motivo nao for de muito agrado pars
quem fr comprada
Lojas das Listras Azues
ce. Ouvi-os conversar e quiz saber que
fallavam. Os mestres tm um pouco esse
direito, nao ( verdade?
Sobretudo um amigo como o senhor,
meu primo, retorquio Benjamn.
Jonathan ficou impassivel. Ao cabo de
alguns segundos proseguio:
Ouvi sobretudo as ultimas palavras
de loberto.
E o que diz o senlior a ellas r
(ue elle tem belvs e nobres senti-
mentos, que deve tratar de conserval-os
toda a sua vida.
Approva-o antSo?
De certo, com todas as forcas da
minha alma.
Os seus grandes lhos pardos brilharam
com intenso clarao. Pareca dominado por
emocao que estava longe de ser lhe habi-
tual, a elle sempre irapasivcl como urna
estatua de marmore. r
Mas dentro en pouco o soberano imperio
que tinha sobre si mesmo pareceu recon-
quistar os seus direitos, porque a chamma
das sur.s papillas apaaon-se, a sua phy-
sionomia revestio a expressao habitual de
fleugma indifferente, e foi com a voz raais
cajiua do que nunca que disse ao seu p-
rente : i
j Bsm sabe, Benjamn, jque a satisfa-
go do dever curaprido o que proporcio-
na as maiores alegras deste mundo.
A partir desse dia, o gelo de que se
cercava o* americano rito fnndio-se longo
disso.
, Dir-se-hia, ao contrario, que elle con-
centrava-se mais ainda, se era possivel
mas a sua solicitnae pelos dous discpulos,
sobretudo pelo fimo do Sr. de Sauves,
augmenton de modo evidente.
l.'in da que Roberto estava mais palu-
do que re co8turae,sir %Jonathan disse-
lhe : -: i
O senhor trabalha de mais. O ex
cesso em tudo faz mal. E' preciso distra-
hit-se.
Como mu falla assim, sir Jonathan,
pe'rguntot meigamente Roberto, o senhor
qae nao tem nunca urna hora de disfrcelo
ou de lazer?
' Oh! eu sou unBSk a minha vida
eslii terminada, emquHmqne a sua co-
meta. Esta um tempo esplendido hoje;
dfijsCa com Benjamn para tras da casa ;
l encontrarlo urna pequea sorpreza do
seu professor.
(Continuar-ue-l^
_______________._________________
do ni'nw.ra Duque de Caxias n. 43.
f
.

I
i -
*


Full Text
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