Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17239


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Full Text
/

l

i)
ANNO LXV NUMERO 98
PARA A CAPITAL E LIGARES OVDi: Vi HE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados................ 6)5000
Por seis ditos idem................ 12)5000
Por un anno idem................ 23i5000
Cada numero avulso, do mcsmo da..... ... 100
DIARIO DE
Os Srs. Amede Prin-
ce & C, de Pars, sao
os nossos agentes ex-
clusivos de annuncios
e publicares na Fran-
ca e Inglaterra.
TEtGRAMMS
ssavic: pabticuiab so iilsi:
s RIO DE JANEIRO, 1 de Maio, s 4
h ras e 15 minutos da tarde.
Ha na Corte numero .suficiente de de-
putado> para a abertura da Assembla Ge-
ral Legislativa.
# O uonselheiro Prado, ministro da agri-
eultqfB, declarou honteni ein um banquete
que Jhe fra offerecido eni .S. Paulo, que
resignara o cargo de ministro do gabinete
10 de Marco, continuando porm a pres-
tar ao ministerio apoio incondicional.
IHSTRDCqO POPDLAR
18 GUINDES lnmcHs
ANTIGS B MODERNAS
KAS
Scienas. industrias e artes
POR
XIV
O vapor
(C ontinuag a o _)
A vlvula de seguranga, que se usa eni loilas
is machinas vapor, consiste em uraa lampa
lltallica que fecha a caldeira e est tixa por
um piso collocado na extremidade do urna ala-
vanea horisontal. O dito peso foi calculado de
modo que possa ser erguido pelo osforgo do va
por, quando esltadquire forga tal que inspire
receio de explosao.- m- a temperatura da forna-
llia subir de mais e entao o vapor adquirir urna
tensio que pode ser perigosa por causa da pres-
s9o Jo mesmo vapor, a lampa metallica ergui-
da, porque o peso collocado na extremidade da
alavanca horisontal nao pode com aquella pres-
so: como a caldeira se abre nesse ponto, o va-
por evade-se livremente para a atmosphera e
nao ha perigo algum de explosao. Descido o
vapor, em virtude deste escoamento parcial,
sua tnso ordinaria, a vlvula torna a cahir,
sob a presso do peso, e a caldeira fica tapada.
Bate orgo importante para a seguranca das
machinas a vapor, isto a vlvula de peso, foi
imaginado por Diniz Papia. em 1681 .o applica-
Jo pelo mesmo, em 1707, a urna machina a va-
por, como meio de obviar explosao da cal-
deira.
MACHINAS MARTIMAS
Inventada que foi a machina a vapor lisa, a
industria humana pode dispor de um novo meio
de forga e nao tardou em dar-lhe todas as appli-
caoGes que um motor mechanico pode receber.
A machina vapor foi appllicada navegagj.
a lo omoco por va? frreas e por Gm aos tra-
halhos (.a agricultura, o empregn da machina
vapor para a propulsa*) dos navios foi, chrono-
logicameute. a primWra daquellas applicarOes :
trataremos pois desta em primeiro lugar. 0
emprego de velas e remos como meio de nave-
gagao, tem multas veaca graves iaconvenientes.
A vela e os remos sujeitam os navios a um andar
demorado e algumas vezes penoso, atrazado por
vantos contrarios, e parado pelas calmaras.
Por este motivo sempre se desejou o poder dis
por, a bordo das embarcus. de una fitrea mo-
triz propria, indopen lente dos elementos exte-
riores ou do Iraballi.) Jo bnmem. Pelos meiaaos
do stcnu passado, a dcscoberta da machina a
vapor (brueceu a navegagao o motor desejado
de ha tanto lempo. Acabava a machina vapor
de ser inventada e comecava apenas a Irabalbar
as fabricas, e j por toda a parte se procurava
utilisl-a na navegacSo, aflm de sub*tituil a ao
remo e as velas. Conitudo o fu/.er-se tuna ma
china a vapor, propria para a propulsiio das em-
oarcacOes, tinha praticamente mutas difltculda-
des, de sorte que se passou muitissimo lempo
antes da industria humana conseguir eapplicar,
com seguranca a economa, a foyea do vapor ao
serv, o da navegagao em nos emires.
Panio foi o primeiro que se atreveu a appli-
tar B Torca mechaoica do vapor i navegacao.
Com > cima se vio em 1707 installou elle um
barco, [ icnavegou no Fulda, a prlmeia machi-
na de uavegacfto vapor, fruclo do genio do
homem.
Em 1727, Joo Dirkens, e Jonatbsn Hulls em
1737. ambos machinistas inglezes, propunham
que -: applicasse navegagao a machina a va-
por, tal (pial era ento
11 mesuro projecto era feilo em Franca, em
1753. pelo padre Guathier. sabio conego de Nan-
c\. Pastado pouco lempo, era 1760, un clrigo
do canino de Berne chamado Genevois, insisti
sobre as vantagens qoeofferecia a machina de
New emen com meio tte propulso de navios.
Mas uPssa o.pocha a machina de Newcomen era
lema ia im nte imperfeita para tal servico.
fConwia^
PARTE OFFICIAL
Cioverno da provincia
EXPKDIENTK no I>IA IBM ABRIL DE 1*39
Aci
O presidente da provincia, ein execuro
da le n 3!'' de 1873, resol ve ooinear o Cidu-
Tibutiin de Miranda Madel da
0i. capitao da 13* see-
a da guarda nacional da comarca
pin substituto do capitao Auto*
irvalho que obteve inia de pai-
in para a comarca de Olinda Communioo -
snperior.
o presidente da provincia resolve. de con-
lorn I (I., mu a proposta do Dr. rh -fe de no
licia em officio de 11 do corrente mez. n. 366,
crear urna delegacia na parochia da Luz do
termo de Pao d'Alho, a qual ter por limites as
do dislricto da subdelegada do mesmo nome.
O presidente da provincia resolve, de con-
formidade com a proposta do Dr. chefe de po-
lica em officio de II do corrente mez, n. 366,
nomear para os lugares de Delegado, Io, 2o e 3o
supnlente do distncto da Luz do termo de Pao
d'Alho na ordem em que vSo collocados, o ma-
jor Justino Epaminonda da Assumpgo Noves.
Braz i.'arneiro da Cuuha e Albuquerque, Jos
do Reg Barros e Albuquerque r Joo de Si-
queira Paz.
. O presidente da provincia resolve, do cou-
formidade com a proposta do Dr. chefe de po-
lica em officio de 11 do corrale mez, n. 367.
nomear para os lugares de subdelegado, 1", i' o
30 supplentes do d'stricto da Luz do termo de
a ordem em que v.io collocados, o
capitao Thom LeSo de Castro, Jos Mondes
Carneiro da Cunba, Raymundo Nonato Crrela
de Barros e Francisco Manoel de Lyra Paz, em
substituigo dos actuaes, que flcam exonerados
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o 1" tabellio do publico, judicial
e notas, escrivo do civel e annexos da comar-
ca de Nazrreth Franklin Alves de Souza Paiva,
que se acha iinpossibilitado. em consequencia
de molestia incuravel, de servir pessoalmenle
os referidos olcios, a juizo da junta medica,
?ue o inspeccionou de accordo com os artigos
04 e 195 do regulamento expedido pelo decre-
to n. 9120 de 28 de Abril de 1883; e confor-
mndole com o parecer da mesma junta, orde-
na que se expegam ordens uecessanas para que
o supplicante tenba-fuccessor de conformidad
com as disposices em vigor. Remetteu se co-
pia ao jniz de direito da comarca.
Oflcios :
Ao tenente coronel comniandante das ar-
mas interino. Faca V. S. seguir para a provin-
cia do Cear o alferes Alfredo Pretcxtato Ma-
ciel da Silva, transferido da Escola Militar da
Corte para a daqueila prorincia. e bem asslm
o cadete do 2- batalbo de infamara Joo Au-
relio Los Wanderley, afim de matricular-se na
respectiva escola, conforme solicita o presidente
da mesma provincia em telegfmma de 13 do
corrente mez.
Ao Dr. chefe de polica interino.Tendo
no dia 2 do correte .wz tentado evadir-se da
cadea da Villa de Boirr Conselho o- presos Mar-,
tinho e Laurentino. conforme participou rarrtr
respectivo juiz juiz de direito em officio datado
de 3, recommendo a V. S. que providencie para
que nao se repitam fados dcsta ordem.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Communico ." V. S.. para os lins convenien-
te, que no dia S do corrente o promotor publico
da comarca ae Pao d'Alho. bacharel Joaquina
Pedro Cavalcante de Albuquerque. interrompeu
o exercicio d seu cargo por motivo de moles-
tia, sendo na mesma djto substituido interina-
mente pelo tenente Joo Francisco Paes Barrero,
nomeado pelo juiz de direito.
Ao juiz de direito do 2o distrielo criminal
da comarca doRecife. -Declaro a V. S. que pelo
meu officio de 30 de Margo lindo, resolv o as-
sumpto de que se oceupou V. S. em 8 do cr-
ranle Jmez, cabendo-lhe, se o entender conve-
niente, dingir-se ao goverao imperial, o qui-
nao faco por nao encontrar din ida na doutrina
que sustentei.
Ao inspector interino do Arsenal de Ma-
rinfta.--Mande Vine, receber os 12 sentenciados
de marinha que se acham na Casa de Detengo
e tem de seguir hoje para o presidio de Fernan-
do de Noroiiha* fazendo os acompanhar at all
pela escolta que os trouxe da corle. Se cssa
escolla fr insufhxiente para conduzir ditos sen-
tenciadas da Detengo para bordo, convm que
Vmc. providencie para que seja ella reforgada
at a bordo, cerlo de que somente aquella es-
colta deve seguir os referidos sentenciados.
Ao inspector do Thesouro Provincial.A
Manoel Xavier Carneiro de Albuquerque mande
Vmc pagur, nao havendo inconveniente, a quan-
tia de 1:322-3698. j deduzida a responsabilida-
de do estylo, a que tem direito como arrema-
tante das obras de reparos da ponte sobre o rio
Duas L'nas e do pontilhSo do Calende e de con-
formidad com o certificado que a este acompa-
nha, passado pela repartigo de Obras Publicas
no 1.* do corrente.Communicou-se ao director
gerai de Obras Publicas.
Ao eommandante do corpo de polica.
Devolvo a Vmc. a petjcao do soldado do corpo
sol. seu commando, Dorotho Jos da Silva Rol-
do, ex-musico do 9. batalho de infantera,
dirigida ao Exm. ministro da guerra, alim de
que venha a mesma petigo por intermedio do
eommandante das armas.
Ao director geral de Obras Publicas. A'
vista da informagSo de Vmc, em officio n. 38
de 12 do corrente, autoriso-o a contractar com
Jos Silvino de AU'uquerque Maranbo a exe-
cucao e reparos de que necessita a ponte do Ta-
hyba, em Pao d'Alho, orgados ora 829*150, me-
diante o abate de 5 por cento sobre o orcamen-
4o.Communicnu se ao inspector do Thesouro
Provincial.
Ao mesmo -Approvando nesla dala o or-
gamento annexo ao officio de Vmc, sob n. 41,
de 13 do correle, autoriso-o a chamar concur-
rente obra de reparos necessarios no boeiro
sobre o riacho Noss e o aterro da i urva de Ca-
xilo, na estrada da Victoria, servindo de base o
referido orcamenlo total de 649*000.
Ao Dr. juiz de direito da coma'rca do Bom
Conselho.Sciente do assumpto do seu officio
de 3 do corrente mez, recommendo a Vmc que
providencie no sentido de dar-se andamento
formag&o de culpa do criminoso Laurentm i.
Jue, na occasido em que tentou evadir-se da ca-
sia dessa villa, ferio a Francisco Ign.xio de
Paula Gararaba.
Muatis muoti'di* ao juix municipal e de
orphaos do termo.
Portaras '''tL
Determino Cmara Munrcipal de Scri-
nhaem, que expet;a as devidas ordens. alim de
proceder-se nosse municipio, no dia 25 de Maio
Vindouro, a eleigo de um vereador em substi-
tuigo de Prmeuio Hisb-rto l'ereira. que inudou
de domicilio, visto nao ter -ido realizada a que
foi marcada para o dia 29 de Jareo lindo, pelos
motivos expostos em ofQ-io que me dirigi a
31 do mesmo mez o 1." juiz de paz, Joo Manoel
de Mesquita Barros Wandi rley.Communiou
se ao juiz de direito da comarca.
O Sr. gerente da i.ompanhia Peraamboca-
na de Navegai;o mande dar passagera de proa
al Aracai a oaquim de Santa Anua, por coma
das graiditas a queogovern tem direito. na se-
gunda viagem deste mez.
0 Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de Navesag o faga transpoitar ao presidio de
Fernardo de Noronlia.^ior conta do Ministerio
da Manuh.i, II sentendados da arma colta que m acomna-ilia. viudos d corte cien
aquello aestioo. r'i s" m neceaaarias
communica m
o Sr. -i re o Companina Prnambnca-
n;i i,, o ire Noronho. por conti ao Ministerio la Guerra,
Josenha Hara de Mo in M rii.de um ano
idade, mulher e lilh lo soldado 4oo Hizana
Odoriro Pestaa, de qu trai i a portara de 12
Comnranicou.se ao commanJantc
das armas ,
0 Sr. superit ndeote da estrada d
do Recife ao S. Francisco d passagens de
e volla, por conta da provincia, da estagao
Cinco Pon'as d> fiamel^eira. a quatro pr.
do corpo de polica providenciando igualmente
sobre o transporte de dous sentenciados que
d'alli veem requisigao do respectivo \juiz mu-
nicipal-Expedio-se ordem ao eommandante do
corpo de polica para mandar aprsenlar as re-
feridas pracas ao Dr. chefe de polica.
EXPEDIENTE DO DR. SBCBETABIO
Oflicios :
Ao 1 secretario da Assembla Legislativa
Provincial.De ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia remello a V. S.. para os uns conve-
nientes, o balango.da receita e despeza do exer-
cicio do 1887 a 1888 e o orcamenlo para o de
1889 a 1890 da Cmara Municipal de S. Jos do
Egypto.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia transmiti a V. S um exem-
plar da resolugao enviada com o seu officio n. 37
de 13 do corrente, a qual foi sanccioiada sob
n. 1985; e dedaro-lhe que foi publicado sob
n. 1986 o decrelo dessa Assembla approvando
posturas da Cmara Municipal da Escada.
Ao presidente do conselho fiscal da Caixa
Econmica e Monte de Soccorro.-O Exm. Sr.
presidente da provincia manda comrauoicar a
V. S. em resposta ao seu officio n. 1267 de 19 de
Margo lindo que nesta data encaminlrou o que
V. S. dirigi ao Ministerio da Fazenda de 9 do
mesmo mez, n. 1264.
Ao 2." secre'ano do Club Lilterario da ci-
dade de Caruar.O Exm. Sr. presidente da pro
vincia manna declarar a V. S., em resposta ao
aeu oflicio de 10 de Margo lindo, que recebeu e
agradece o diploma de socio honorario desse
club que Ihe foi conferido era sessao da mesma
dala.
Edital :
De ordem do Eim. Sr. presidenle da pro
vincia e de accordo com o disposto no art. 157
do regulamento annexo ao decreto n. 9,420 de
28 de Abril de 1885, fago, publico o edital, abaixo
transcripto, pondo em coocurso com o prazo de
30 das o provimento dos oflicios de 1. tabellio
e escrivo de orphos e annexos da comarca de
Jaboato.O secretario interino, Manoel Joaqum
Siloara.
0 Dr. Antonio Henrique de Almeida, juiz de
direito da comarca" de Jaboato etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
d'elle noticia tiverem e a quem interessar possa,
que estando vagos os oflicios de 1." tuln-llio pu-
blico, judicial e olas, escrivo de orphos. resi-
duos, capellas e seus annexos. em consequeucia
de haver sido aceita por por portara da presi-
dencia da provincia de 4 do corrente mez a desis-
tencia que di-Iles fez o serventuario vitalicio
Augusto Xavier Carneiro da Cunha, acham-se
em concurso ditos oflicios, creados na ausencia
de le especial, pelo decrelo de 30 de Janeiro de
1834, que regula a materia; pelo que convido
os pretendentes aos mencionados oflicios a apre-
seniarem seus requerimenlos dentro do prazo
de 30 das, a contar da data da affixaco oeste,
como dispe o decreto n. 3,322 de 14 de Julho
de 1887.
Outrosim, fago saber tambem aos pretenden-
tes, que seus requerimentos devora ser instrui-
dos com exame de suficiencia e mais documen-
tos exigidos pelo art. 210 e sens paragraphos do
regulamento a que se refere o decreto n. 9,420
de 28 do Abril de 1883.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
raandei passar o presente, que ser affixado no
lugar do costume e delle se- ex Ira 11 ir urna cOpia
para ser remetlido ao Exm. Sr. presidente da
provincia para o fin indicado no art. 157*do re-
gulamoito citado, com declaraco do da da
affixaco r publicago do presente edital, o qne
ser affixado pelo Jrorteiro dos auditorios como
determina o art. 153 do mesmo regulamento.
Dado e passado nesta cidade de Jaboalo, aos
9 de Abril de 1889. Eu, Joo Francisco Regis
Valois, escrivo interino, o escrevi. .4n/ono
Henrique de Almetdu.
Certido Francisco Lourenco de Ges e Vas-
concelos, porleiro interino dos auditorios da,
comarca de Jaboalo, em virtude da lei. etc.
Certifico que affixei na porta da casa da C-
mara Municipal desta cidade, hoje, o edital con-
vidando aos pretendentes aos oflicios de l. la
bellio do publico, judicial e notas, escrivo de
orphos, residuos, capellas e annexos desta co-
marca, de que trata o mesmo edital.
0 referido verdade, dou f. Cidade de Ja-
boalo, 9 de Abril de 1^89. -0 porleiro inierino,
Filimisco iMtirncn de Ges e Va*roncellos.
E mais se nao coutinha em ditas pegas que
vo fielmente copiadas do proprio original, ao
qual me reporto. Dou f.
Cidade de Jaboato, 9 de Abril de 1889. Eu,
Joo Francisco Reges Valois o escrevi e asigno.
O escrivo interino, Joo Fransco Reges Va-_
lote.
EXPBDIEXTB DO DA 16 DE ABBIL DE 1889
Actos : ^
0 presidente da provincia, tendo em vista
a inforraagao prestada a 2 do corrente mez pelo
juiz de diieito da comarca de Garauhuns sobre
o requerimento de eleitores do. distrielo de paz
de Pal me ira. resolve designar a capella exis-
tente no respectivo povoado para reunio dos
referidos eleitores; tica.ido assim sem effeito a
portara de 15 de Setembro de 1888 na parte em
que designou o edilido onde funecionou a escola
publica do sexo masculino do mesmo distrielo
Fizeram-se as necessarias commumeagoes
O presidente da provincia, tendo em vista
o que requereu Josepha de Godoy c Vaseoncel-
los, professora da cadeira de ensino primario de
Alaga de liaixo, tendo em vista a informago
n. lo. de hontem datada do inspector geral da
fnstrucgo Publica e o allestado medico exhi-
bido, resolve prorogar por trez mezes, com o
ordenado a que tiver direito a licenca ultima-
mente concedida peticionaria para tratar de
sua saude onde lhe convier.
Oflicios :
Ao presidente do Para. DevolfO V. Exc
conforme foi solicitado no final de -eu oflicio de
8 d i correte, n. 1560, os 104 inclusos trigsi-
mos da 2" parte da 24" lotera dessa provinciae
que se achara inutilisados com a letlra B (an-
gada pelo thesoureiro das loteras, nos termos
do mencionado officio.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Com a informago junta por copia, sob n. 31<>,
de 14 do corrente, prestada pelo ei;genheiro das
oblas militares, transmiti a V. S. as inclusas
netas do gaz consumido durante n mez de Margo
.do, com a iUuminagao do Arsenal de Guer-
ra Respondeu-se ao director interino do Arse-
nal de Guerra.
Ao director interino do Arsenal de Guerra.
Providencie Vmc para que sejam caiadas e
barrad i- com pielie as paredes dos xadrezes das
fortaleza.- do Brum e Buraco, como medida hy-
gienica, segundo solicita o eommandante dasar-
u'.as intenao em officio n. 798 de 13 do cor-
. Communicou-se ao eommandante
das a '.as.
ir do Thesouro Provincial.Eih
i,, di -lo no oflicio. unto por copia, de 8
te-, a. 15K), dirigido a esta presidencia.
pela lo Para, remelto a Vine, para
os de anlia de 8 n j >s <>ito trigsimos na 2* pane da
ii" o. provincia de que ir
' em officios ns. 98 e 102 de H e
ilrao.
"s mtilisados cojn a letlra B lan-
gada : nesta
ia!a oforme
foi solicitado i: i
Por
Os Si da Companhia Brasiteira de
OT-FBIRA 2 DE MAIO BE 1889
M^WMMMiMBMMMMMMMiMM^l^^i^11aiaai
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados........f .....
Por nove ditos idem.......".........
Por un anno idem. .. .............
Cada numero avulso, de dias anteriores...........
13*500
20^000
260000
.5100
RNAMBUCO
Trcprkdade de Manoel 3tyitfima de tforia # StMjzs
Navegacjl,
cia do i
o alferes]
gusto del
Escola M|
sua mulfi
res e lilU
, Vapor fagan i. transportar provin-
a, por conta do Ministerio da Guerra,
2 batalho de nifantaria Carlos Au-
icida Soares, que val frequentar a
ar d'aquella provincia : e bem assim
Eatephania Candida de Oliveira Soa-
Jos com x anuos de idade, Mara
com 3 ai >s, Olintho cora anuo e meio e um
criado di orne Basilio. -Oflciou-se ao Inspector
da Tiloso ana de Fazenda para mandar ajustar
coolas ao eferido alferes e communicou-se ao
command He das armas.
Os I s. agentes da Companhia Brasileira de
Navegacft a Vapor fagam transportar provin-
cia do C( -a por conta do Ministerio da Guerra,
o alferes > 2 regiment de cavallaria Alfredo
Pretextat iaciel da Silva, que para all segu,
de ordem lo ajudante general do exercilo.
Mando*-f I Vfefseuraria do Fazenda ajotar con-
tas ao re 'ido official e communicou-se ao eom-
mandanK las armas.
Oa| s. agentes da Companhia Brasileira
de Naves o a Vapor fagam transportar pro-
vincia di Cear, por conta do Ministerio da
Guerra, o cadete Arthur Hennque da Silva,
que ora v gera da corte para aquella provincia
aqu des ibarcou, a 8 do corrente por estar
doenle. jramunicou-se ao eommandante das
armas.
Os S a. agentes da Companhia Brasileira
de Naveg; fio a Vapor fagam transportar cor-
to, por coi la do Ministerio da Guerra, o soldado
particular^0 sargento do 2 batalho de infanta-
ra Joao Vasco Cabral Neves, que para all segu
alim de cursar a escola geral de tiro.Commu-
nicou-se ao commanda.ite das armas.
Os te. agentes da Companhia Brasileira
de Navegarao a Vapor, fagam transportar a cor-
te por conte do ministerio da guerra, no vapor
Mandos, aVictoria Leite de Assumpgo caos
menores JtSo com 3 anuos de idade e Amista-
do cora 3 mezes, mulher e tilhos do soldado
Francisco Leite d'ssumpco, pertencente ao 8o
batalho de infantaria. -Cramnicou-Se ao eom-
mandante das armas.
Os Srs. agentes da r'ompanbia Brasileira
de Navegacao a Vapor, fagam transportar cor-
te, por coula do ministerio da guerra, uo vapoi*j
M'inos, Hosa Mara da Conceigo, mi do sol
dado Manoel Teixeira Lucas, que para all se-
gu, e bem assim um seu irmodenome Jos
cora 12 annps, de idade.-Coraraunicou-se ao
commandacte das armas.
Os Srs. agentes da Companhia Brasileira
de Navegacao a Vapor, fagam transportar a cor-
te, por conta do mtnislcrio da guerra, as pra-
gasemais presos constantes da relago junta
por copia.-Communicou-se ao eommandante
das armas.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco, mande dar transpor
te de ida e volta por conta da provincia, em car-
ro de 1 ctasse, entre as estages de Cinco Pon
tas c Escada, ao engenheiro da repartig3o das
Obras Publicas Manoel Pereira Brando Jnior
que vai examinar a ubra de reparos do ponti-
Iho do Anjo, era SerinhemComraunicou--o
ao directo1- geral de Obras Publicas.
EXPED!:.NTE DO DR. SECRBTABIO
Oflicios :
Ao Dr. juiz de direilo do 2" distrielo da co-
marca do RecifeSua Exc. o Sr. presidente da
provincia manda cpmmunicar a V. S., que no
seaclfn-cioarl37-cto'-ll do corrente mez, profe-
rio hoje o despacho seguinte :
Ao director do Presidio de Fernando de Noro-
nlia para salisfazer a requisigao.
Ao inspectar da Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda
remetter a V. S. a inclusa ordem do Thesouro
Nacional n. 61 de 6 do corrente.
Ao director geral das Obras Publicas.O
Exm. Sr. presidente da provincia ficou inteirado
pelo officio de 13 do corrente, sob n. 39 de ha-
ver V. S mandado lavrar termo de recebiraento
ddinitivo da obra de reparas no raio sul da
Casa de Detengo, de que contratante Niceas
da Silva Gusmo vista da informacio do en-
genhero Antonio do Rogo Notto.
---------------_?------------------
UBSPACHOSDA PRE SIDKNCIA DO DIA 30 DE
ABRIL DE 1889
Edmundo Lopes de Mendonca. Enca-
minhe-se. devendo ser pago na reparticao
dos eorreios o competente porte.
Eneas de Alme.da Pedrosa.Sim, pa-
gando as comodonas.
Francisco de Hollanda Cavalcante de
Albuquerque. Informe o Sr. di ector ge-
ral das Obras Publicas.
Herculano Raymundo Alves das Neves.
Sim, pagando as comedrias.
Major Joaquim de S Cavalcante de
Albuquerque.Informe o Sr. director ge-
ral das Obras Publicas.
JoSo Marinho de Araujo.Sim, me-
diante recjbo.
Tenente Melchiades Freir Diniz.In-
formo o Sr. eommandante seperor da
guaida nacional da comarca de Pao do
Alho.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, 1 de Maio de 1889.
O perteiro,
F. Chacn.
Bezerra, sendo afinal preso em flagrante e reco-
mido Casa de Detengo.
Da vistoria a que fez proceder a mesma aato
ridaJe, verilicou-se ser grave o ferimento de
Jaeintho e leve o de Antonia Mara Joaquina da
Conceico.
Procedeu-se a respeito nos termos du lei.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo,
muiro digno vice-presidente da provin-
cia. O chefe de polica interino, Daro
Cavalcante do Reg Albuquerque.
Thesouro Provine!*!
despachos do dia 1 de maio
de 1889
Jos da Silva Loyo Jnior. Cerlitiquo-se.
O mesmo.dem.
Major Fabio Velloso Freir.dem.
Officio do provedor da Santa CasaInforme o
Sr. Dr. contador.
Jos Mauricio de Alencar e Jos Francisco Flo-
rencio de Souza. Registre-se e fagam-Se as de-
vidas olas
D. Margarida Julia Ferreira Machado c admi-
nistrador da Casa de Detengo.Haja vista o Dr.
procurador fiscal.
Antonio Nunes da Cruz. Informe o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria Provincial.
Henrique Florentino da Silva >anriago. Pa-
gue-se.
Officios do Dr. 1" secretario da Assembla Pro-,
vincial Informe o Sr. Dr. contador.
Oflicio do director das Obras Publicas. dem.
Officio do mesmo relativo a Antonio Pereira
da Rocha.dem,
Reparticao da Polica
2.a secylo.N. 43GSecretaria de Po-
lica de Pernambuco, 1 de Maio de 1889.
Iilm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que toram hontem recolhidos Casa de
Detengo os seguintes individuos :
A' ramha ordem, Antonio Correia da Silva
aguardando coramunicago ofltcial-
A' ordem do Dr. delegado do i" districto da
capital, Candido Jos da Silva. Joanna Eugenia
da Coneeigo, por disturbios e Manoel Antonio
dasChagas, por disturbios minha disposigo
A' ordem do subdelegado do 1 distrito da
freguezia de S. Jos. Joo Augusto Pereira, An-
tonio Francisco de Assis, Joaqmm desafio dos
Santos. Joo Ferreira de Lima, por disturbios
minha disposigo ; Cosme Damio, Manoel Fer-
reira do Nascimento. Laureutlno Ferreira Ouca
e Cypriano de Souza Vicgas, por embriaguez e
disturbios.
A' ordem do do 2- dislricto da freguezia da
Boa Vista, Filippe da Silva, Pedro Alexandrino.
Veneranda Mara da Conceigo, por embriaguez
e disturbios e Jos Candido da Silva, por distur-
bios e uso de armas del'esa.
Pelo subdelegado da freguezia de Santo Anto-
nio, foi (emettido ao Dr. juiz de direito do 2-
dislricto criminal, o inquerilo policial proced
di contra o individuo de nome Dionisio Manoel
Ferreira, por crinie de ferimoiitos
inuuica o subdelegado do districto de Be-
I. n. que hontem cerca de 6 1|2 horas da tarde.
no luwr CampoGrar.de, dsqu.lle districto o n-
div.duode nome Thom G.ingalves de Souza, es-
pantara e ferio com urna fouce a cabega de An-
tonia Mana Joaquina da Conceigo.
Aos gritos da victima alli corapareceu aquel-
la autoridade acompanhada de pracas do desla-
eamento e dando voz de priso ao criminoso,
esie resisti e ferio anda com a refenda fouce,
a praga do nome Jaeintho Candido Francisco
Recebedoria Provincial
DS8PACHOS DO DIA 1 DE MAIO DE
1889
Alfredo Alves da Silva Freir, Domin-
gos Manoel Martins, Jos da Silva Loyo
& Filho, Torres & Irmaos, Alfonso Fer
reir Baltar, Manoel da Cunha Lobo, Ma-
noel Alves Barbosa Successores, Francis-
co Ribeiro Pinto Gruimaraes & C, Anto-
nio Sampaio do Xascimento, Marcolino de
Souza Travassos, Caetano Cyriaco da Cos-
ta Moreira & C, Gonoalvcs Coimbra &
C, Maia Rodrigues & C. Jos Rufino
Climaco da Silva, Jos Augus.'o de Fojos
Correia, Viera & C, Souza Lopes di C,
Vi eir & Silva, Emilio Martnez, Amo-
rim & Cardoso, Augusto Octaviano de
Souza, Francisco Joaquim Antunes, Ar-
celino Lima & C, Oliveira & C, Otton
de Barros Wanderley & C., Soares & C,
Euzebio da Cunha Beltrao & Irmao, Braz
Januario Fernandes, Francisco-Antonio
de Britto 4 Filho, Joaquim da Costa Mo-
reira, Maia Sobrinho & C, Deodato Tor-
res & O., Victorino Marques da Fonaeta
e Pinto Saraiva, & C Sim.
Carlos Lourcnyo Goib8~"& C. e Pinto
Alvea & C.Xndetcrido em vista das in
for macos.
Luiz de Franca, Amancio de Barros e
Manoel Francisco do> Nascimento.Defe-
rido em vista das ihformacSes.
Antonio de Souza Oliveira, Isidoro
Bastos de Oliveira, Antonio Geraldo do
Reg Barros, Manoel ergentino de Sou-
za Vianna, Joao Flix da Rosa e Jos
Paulo Botelho Informe a Ia seccao,
Manoel Bezerra Cavalcante de Albu-
querque.Cumpra se.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 2 DE MATO
Industrias notas
Na publicago dos traballios da Assembla
ProviuGial nao raro ler-se petiges em que, ora
sao solicitados privilegios, ora simplesmente
dispensa de impostos, para o estabelecimento de
novas industrias ou arles nesta provincia.
Tambera nao raro vingarem somente as pre-
tensoes desse genero, quando patrocinadas por
pessoas de valimiento poltico ou social. De sor-
te que umitas vezes nao a utilidade publica
ou o proposito de melhorar 6 nosso estado in-
dustrial, que motiva o deferimeuto de semelhan
tes petig6es, geralmente o patronato, quem
uesses negocios ludo faz de bora ou de rao para
a provincia.
Nao quizeramos, que assim fijase. Tratndo-
se de restriegues a crear em favor de um ou de
poueos, como no caso de privilegio, fazendo-se
concessoes e favores, como no caso de isenges
de irapc >tos, deveria haver extremo escrpulo
as deliberages legislativas.
Os privilegios esto condemnados e a expe-
riencia tem-nos mostrado quanto prejuizo tem
soffndo esta provincia em troca da manutengo
de privilegios. Ordinariamente a industria pri-
vilegiada descanga descuidosa na inercia, que
decorre da falta de concurrencia e permanece
estacionaria sem receio da competencia do pro-
gresso.
Muitas vezes a explorago da mesma indus-
tria, que podia ser cora vantagem feita por di-
versos exploradores e em diversos pontos da
provincia, (ica reslricta e limitada por causa do
privilegio.
0 consumidor deixa de ter a abundancia e a
perfeigo dos productos, o desenvolvimento in-
dustrial -reduz-se, e a riqueza proveniente das
rendas publicas e privadas deixa de ter o seu
natural incremento.
Todas as vantagens. que o privilegio pode
trazer sejam aproveitadas, mas sera os grandes
inconvenientes, certos e inevitaveis a que anda
apegado.
.as novas industrias o artes e mesmo as |
existentes na provincia, que ainda se nao acham
era prosperas condigfies, sao certamente mere-
cedoras de todas as attengoes dos poderes p-
blicos.
Animal-as e fomecer-lhes os nieios de desen-
volvimento e prosperidado condigo para au-
gmentar de futuro a receita publica e o bem es-
tar dos cidados.
1 A animaran e incentivo em caso algum evak
traduxir-se por privilegio, que, entibiando aaa-
dustria privilegiada, prejudica o seu aperfesa*-
raento a desenvolvimento.
Outros uraitos meios.nos suggere a scieard*.
econmica para dar s novas industrias a forra,
animago e esperanga necessarias ao seu eal-
belecimeuto e progresso.
As isenges de imposlos durante algum I
po. quer para os productos, quer para os i
dos em que sao aquellos manufacturados, ados.
lamentos de recurso? com as devidas segwah-
ea8 e rautellas. estabelecimento de premias e
vantagens em favor de quem melhores e aaar
quantidade de producios apresentar, eis ah di-
versos incentivos diversos meios de favorecer
industria sem os inconvenientes do privilegia.
Anda assim imprescindivel generalisar ca-
ses meios, tirar-lhe o carcter de favores pta-
soaes para destruir a immiscuigo do patroste
poltico na prosperidude publica ou privada.
E para i -lo snfficiente estabelecer eatfca
que podero gosai de lodos estes favores a de
quaesquer outros as industrias ou artes nko ca-
nhecidas na proVincia. e que aqu forem estafce-
lecidas.
D'ahi euPdianlo a Assembla Provincial bou
ter mais de oceupar-se com as muitas peticfcs
que cada amu > sao lhe dirigidas para patrodssar
ou privilegiar industrias, que se dizem nona,
ou que verdadeiramente o sao.
Ha l.em pouco tempe anda urna medida dV
grande alcance foi decretada pela Assenddt
Provincial o que j est produzindo resultada
praticos em favor da industria do caf.
Premios foram eslbeiecidos para queix po
vasse ter, em estado de fructificar, um certe as-
mero de cafeeiroa e consta-nos que ha quem p.
requeresse o premio. proVando possuir o Mar-
ro de cafeeiros, exigidos pela lei proviactaV
que trata do assumpto.
Nada de individualidades.
Porque motivo se ha de conceder ao capar
lista A a faculdade exclusiva ou pelo meaof ia
deada de lavores para a explorago do fabra
de qualquer cousa?
i E' porque esse capitalista leve a lembrafflT
Pois bem, se nao se cogita nicamente dela.-
vorecer o individuo, mas sim a industria taaa-
brada, deem-se, concedam-se favores que fadfc-
tem o estabelecimento da nova indusiria,
que-entretanto lique esta ligada a este ou i
le individuo.
Assim se verificar progresso industrial xm.
sacrificios, ou prejuizos para os consumidores
para os que intenlarem explorar as mesan* ia~
duMrias.
LWSTRIAS
Proremo de constriM-rao -m Cl
go.(iminlio de ferro funiri
de Thonom. Apparelbo de drwt
da rom freio a u tuina i leo para
vn vidat
Os Annales des tiavaux publiques nos ce
nicam um processo enger.hoso de constrnqjaa
ompreeado em Chicago.
solo de Chicago e formado de urna caada
de argila alagadiga. firme na superficie, aos
raolle proporgao que se vai cavando *er-
reno.
Essa carnada de arga ( sobreposta, su
margens do lago Michigan, a um lago de vua
que se estende a grande distancia; de sorte
que a parte da cid,, te situada nessa regias
absolutamente edificada sobre um lago de lasa,
e, todava, ahi que se encoutrara edificios de
seis c al dea andan?, alopetados de mercado-
rias.
Muitos ensaios sem duvidn foram fertos pira,
aliual adoptar-se um methodo razoavei decau-
struccilo sobre um solo lo rao.
No'comego contenlava-se a dar cerca de 3
centiraetros de largura aos tmbasamentos do*
macissos de construeco de cada lado daswe-
de, quaesquer que fossem as cargas e a resis-
tencia do terreno; mas, em consequencu de
muitos accidentes que se reproduziram, reso-
veu-se construir de modo menos emprico epro-
porcionar a largura dos pedestaes aos edifica
s cargas. Procurou-se estabelecer debaixo dos
edificios urna estacada geral, de argamassa de
0m80 a i metro de espessura.
Este processo nao apresentou tambem resul-
tados satisfactorios, e actualmente construe*
sobre pillares isolados de modo a concentrara
cargas sobre corto numero de pontos do seto e
dar ao rodap de cada pillar urna largura eai
relago coro o peso que supporta.
Como, por outra parte, importara reduziraa
maior medida possivel a espessura do massco,
alim de se poder alojar adegas cm baixoaeat.
serse obligado a pheirar profundamenie os
solo, recorrou-se ao segtjinte processo muito -
genhoso. Depois de feitas as escavagoes, es-
tende -se no lugar de cada pillar urna cunada
de argamassa de (KiS a 0,50 de espessura e
de coinprimento apropriado carga que tem de
supporta r: sobre esta carnada deposita-se om
leilo de rails jle ago, distanciado de 0",lS a
O,^ de eixo a eixo.' Esses rails, que teaao
mesmo comprmento da base de argamassa, fd
collocados em toda a largura dessa base. Scare
o primeiro leilo de rails, colloca-sc outro trau
versalmente. depois terceiro, e muitas vezes at
quarto. E' alera disso. fcil proporcionar a re-
sistencia ruptura do raassigo da constrecca
ao esforco de supportai-a, porque pode-se apam-
ximar os rails uns dos outros at licareaenj'
contacto. Chega-se assim a dar a um pillar aaas
base solida de o a 6 m"tros de largura sem es'
ceder para a construego urna profundidade dr
30 centmetros
Como ascargis actuara sobre pontos differeu-
les mister que as paredes do edificio es tejas
slidamente ligadas entre si: tambem deve-fe1''
reforcar todos barrotes dos soalhos e muitas ve-"1
zs cercase todo o edificio, por meio de tus'"
cinta de ferros chatos que formara urna vpria--7
deira virola.
Calcula-so a largura das coustruceoes basea-'o
do-se sobre urna carga de 4o 000 kilogranaBa''
por metro quudrado ; admittio-se at a carga de '
20,000 kilogrammas. e. excepciona!mentf, dr>d
35.000 kilograinnias. '' I
Calcula-se a carga do terreno razo fie }
kilograminas por metro quadrado do p;.vneaa."-!
depois o peso proprio da conslrueco, suppOfc*'
que o soalho inteiro nunca recebe todo seu d*lq
ximo.
NesluS aondici s o ,'luiento do solo nao abt^'S
de geralmeile de '.0 a 12'centiraetros e
ir.uio fica completo no cabo de tres anno


i*^






2
Diario de PernambucoQuinta-feira 2 de Maio de 1889
i
I -

V-se neste processo nova applicagao de ferro
na construcgo, o qnal, alliado arsumassu
podo dar excellentes resaltados. Estes dous
productos da fabricacio humana oflerecem real
mente a vantagem de foroecer aos constructores
elementos pereitamente rabeados e sobre ca-
a resistencia podem contar em urna medida ab
solutamente definida.
E' sabido que existem na Suissa muitos ca-
minbos de ferro funiculares com fortes rampas
em que tracgo apampe poruRRutra|e*o agua. Esse svstema vta^ra^m O^ambaeneem
Terrifet, no lage-d Ganaara.
Conslruio-se ultinianaaote urna linha deste pe-
lero no mesmo lago, dmb sobre a margem'fran-
ceza, como acabamos de saber por urna nota
communicada aociedade dcengeiiheiros civis,
E' a primeira estrada detferro deate genero
estabelecida em Franca. Elle ligo o caes dos
navios a v.;por, que so achamano lago, cidade
de Thonon.
( om 230 metros de compriraetlto, dos quaes
86" 50 em curva, vence um differenga de nivel de
46 'metros, o que faz urna inelinago media de
20 centmetros por metro.
A linha, que s comporta urna via de um me-
tro de afastamento com cruzamento no centro
percorrida por dous-*vagoQs ligados unir si por
um cabo de fio de ago ; um delles, u wagn que
parte do alto, convenientemente cheio-de agua,
serve de motor para fazer sabir o segundo.
O cruzamento eftectua-se sobre urna curva as-
gas assentuada e no viaducto.
Urna parlicularidade technica, que leve urna
solucao protica muito favoravel, o cruzamento
do cabo pelas rodas do wagn que sobe na occa-
iao em que deixa a via de cruzamento.
Os carros teem 23 lugares. O seu peso, com-
prehendido a carga mxima de agua, atlinge 11
toneladas ; or conseguinle, o cabo soffre urna
tracco de cerca de 2.400 kilogrammas. E' es-
tablecido para supportar um carga de ruptura
de 40 toneladas, de sorte que a margeni de se-
guranga e muito consideravel. Esse dado c de
.um modelo especial, que anda nao teve multas
aaplicases.
E' formado de um ncleo de 19 nos de aso, co-
berto priraeiramente com urna caranda concn-
trica de 16 los, e depois com urna de 24 fios. A
, sccao desses los uao circular : e tal qae os
los justaponm-se exactamente e nao deixam ne
uhuin intersticio entre si: a superficie extrema
* absolutamente cylindrica e lisa como urna
rarra de ferro redonda de sorte que a usura
umito menor e melhor repartida, o que nao
acontece aos cabos empregados ordinariamente
e que sao formados, como sabiao, de vanos
nos cylindricos enrolados em torno de um eixo
e cnamo.
A agua que serve de contrapeso fornecidaem
quantidade sufficicnle pelas abastecidas fontes
de Thonon ; accumulada em dous resrvatenos
subterrneos que podem conter 400 metros cu-
Lieos deste liquido, o que garanta urna reserva
paro tres (lias de servico activo em casos decon-
certos na distribuigo ne agua da cidade.
Os agentes de seguranga foram largamente
revistos, porque essas estradas de ferro teem
um freio automtico que funeciona em caso de
ruptura do cabo, e um freio de alta forga : esses
ireoi apertam rodas dentadas qae engrenara
com urna haste central, e garantem a seguranga
completa dos viajantes dessa estrada especial.
E\ demais, grecas a perfeigo serapre crescente,
iotroduzida na fabricago dos cabos, tanto de
ac coao de cnamo, que se pode hojeinstallar,
por assim dizer, conUoda a seguranga, a estra-
das de ferro funiculares com fortes declives. Se
additar-mos a essa qualidade especial da machi-
na principal os freios automticos de que actual-
mente dispeni os constructores e que satisfa-
zem a todas as condigoes de seguranga comple-
ta, achar-ie-ha muito natural a execugo de pro-
jeclos que poderiam, nao ha muitos annos, ser
considerados inexequiveis. O freio automtico,
especialmente, de que se servem com tanta van
uuzem as estradas de ferro, os ascensores e quasi
todos os meios de locoraogo, acaba de ter ap-
plicagao nova em um apparelho destinado a sai-
vagaoda vida das pessoas em rasos de incendio.
TFessa carta em que a imaginago refagioa-se
na moldura a represenlagao geographica, se
nem sempre 6 verdadeira, ao menos veros-
mil. Nao ha mais bosques, nem indios, nada
mais que a topographia. Mas, romo uhimo ves-
ligio da legenda, destaca-se ao norte do Ama-
zonas o quadrado azul do fabuloso lago do Pa-
rim
O quarto painel oecupado pela carta do Sr.
Levasseur, convenientemente corrigida nos erros
qae lhe apontaram. E' aqui o logar para dizer-
se que nao 6 o actor da carta o culpado dos er-
ros que n'ella veera, e sira os documentos olfi-
ciaes brazileiros que ou sao deficientes ou sao
demasiadamente abundantes, e contradictorios.
Assim, duas cartas brazileiras igualmente offi-
ciaes, carimbadas ern as armas mandadas am-
bas fazer por um Exm. Sr. consel/ieiro tal, mi-
uistfo da agricultura, da guerra ou de outra
qualquer cousa, eontradizcm se poc tal modo
que o pobre geographo, embaragado entre duas
opini&cs de igual autordade, parece que tomou
a media, conforme a salutar disciplina philoso-
pbicae... errou Os que o incriminan! por
isso nao pensara de cerlo que das oaces civi-
lisadas o Brazll a nica que nao se oceupa ef-
licazmente em fornecer de si informagoes seo-
^raphicas exactas.
A carta de Levasseur tem innovagoes que
mostrara s progressos feitos diurnamente na
cartograpbia. O relevo e accideutago do solo,
com aindicago comparativa das altitudes da-
las por tons graduados de colorido e illumina-
gao a partir dos Andes, a invenco to simples
e racional de Slicler, de Leipzig, para represen-
tar o mar por aguadas azues graduadas de lom,
informe as profundidades, os medianos e pa-
rallelos trocados em curva, etc.
Os trocados das erradas de ferro so prolon
gados at os pontos extremos das de-radeiras
noticias de inaugarages. O Brazil. finalmente,
narece na carta do seculo XIX to difireme do
da carta do seculo XVI como o individuo adulto
-e parece com o embryo primitivo.
E quera pela imaginago lhe acompanhar o
desenvolvimento vagaroso atravez dos seculos
nao podera deixar de experimentar essa vaga
-ympathia que senlem os bilogos acompanhan
do interessadamente a evolugao de um organis-
mo. Sympatuia.. e mais que a curiosidade,
o comego da affeigo.
Da exposico orna vez passada, dos relatnos
nao lidos. das cartas observadas curiosamente,
nao dilficil dizer o que mais eflicaz como
propaganda; Na memoria dos homens que vm
de tange e vo para longe ficar sem duvida a
impressao singular dos cahoclos ni e das ser-
ras de ouro, timbradas de escudos arrogantes,
como viso das priineiras eras do imperio ame-
ricano de mi! e duzentas leguas de extenso
Ser fantasa, mas sempre seralguma cousa.
Pars, 29 de Margo.
Domio da Gama.
mais viva mais rpida que a representagao des-
criptiva, imaginativa.
Neste tempo em que os conhecimentos tm de
se&auiiridos rpidamente pela necessidade da
immensa preparagao scientifica, que todo tra
balho de algum valor exige, e forte e vivamente
para que a memoria de fado perdure e nao se
extingo obliteraba por acquisiges posteriores,
naturalmente a impresso material da imagem
a mais proveitosa e duradoura.
; treanlo poaaa nos diariamente por diante
rtdr oltatB to grande numero de imagens que c
impresaionabilidade para ellas diminue.
O hotneni que a principio mirara curiosamen-
te toda estampa que lhe mostraran), e examina-
va atiento os mnimos detall geographicos
das cartas que lhe cahiam sob os ojhos. acaba
por fatigar-se disso e torna-se indifTereule ao
que lhe nao interessa directa e immediata-
mente.
Esse horaem o typo vulgar das ctvilisacoes
adianladas, es*e homem o fraacez, o inglez, p
allemo, a nacionalidade pouco importando, con-
siderada apenas a educagao intelectual e a sua
fadiga sensitia, nervosa ; o homem de estu-
do, que estuda constantemente, lcnde, experi-
mentando ou mesmo contemplando, na3 horas
do felfa; o viajante caado de ^er consas,
com espirito sobrecarregado de impressoes
por classificar; o visitante de exposigoes,
cuja percepgo embotada chega a suppor seme-
lhantes cousas inteiramente differentes e que v
paca ter visto.
Para essa gente que compora a maioria dos
visitantes do Campo de Marte em 89. a nossa
exposigao de materias primas e artefactos de
pequeo valsr industrial passaria dcsapercebida
ou seria incluida no stock de imprssoes das ex-
posigoes congeneres, se nao houvesse urna de-
monstrarse mais sensivel e pratica da nossa in-
dividualidade, to accentuada nacional e geo-
graphicament'.
Esaa demonstrago foi o Sr. Eduardo Prado
que lembrou-se de fazel-n, 'encommradando ao
Sr. fluguennin, especialista em trabalhos desta
natureza, a rroducgo fac-similar d<- quatro
cartas do Braz para a sala de entrada do nosso
pavilho.
As cartas so pintadas a gonache em paineis
de tres metros de largura sobre quatro de altu-
ra, e nellas o effeito decorativo allia-se admira-
velraente ulilidade pratica.
A primeira urna carta portuguesa que vera
com o n. 9 no Atlas de Kuostmann e assim como
o n. 8 desse importantissimo Atlas, pode ser
attnbuida a Vaz Dourado e datada da segunda
metade do seculo XVI.
E' urna cousa soberba de mo gosto esthelico
e da ignorancia geographica. O que priraeiro
se vi1 na carta sao os escudos de Portugal e da
Hespanha campeando orgulhosos beira dos
ocanos Atlntico e Pacifico. Depois a vista se
embaraga na inliiiidade de liobas que irradiara
de varias rosas dos ventos, sumptuosa e violen-
tamente coloridas e se enredara confusamente-
Depois miram-se os grupos de selvagens n
pintados com cores naturaes em varias scenas
no raeio de bosques verdes sem perspectiva,
roda de immensos lagos onde nascem todos os
rios. O contorno das coatas apparece em segu
da cruelmente deformado, como urna calumnia
atroz contra o Creador dos mundos.
Os rios pela sua largura so verdadeiros bro-
gos de mar, que daria/n navegago livre at as
O apparelho dos Sra. Evrard & Cornevin teria
talvez applicagao muito mais pratica n'essaa es-
tradas ; e bem assim, aps algumas modifica-
gfjes preparatorias, talvez, que esse apparelho
podesse ser applicado as estradas de ferro de
fortes rampas de que j fallamos.
suas nascentes fabulosas. E as designagoes 'aq^ de ver estimada e venerada urna lingua,
LETTRAS E ARTES
O Brazil na exposigao
(Gazeta de Noticia*)
Da mesma sorte que de um organismo estu-
dado as diversa- filiases da sua forraagao e des-
envolvimento. o conhecimento de um paiz nun-
ca se fas tao bem como quando elle pde ser
mostrado em varias pocas da sua evolugao ate
o estado presente.
A geographia histrica permitte esse estado,
que vai do simples para o complexo, do infor-
me ou apenas indicado para o precisoe correcto
de represenlagao, da mancha de tinta langada
aa tela para a figura complet e expressiva
A historia de urna nago toraa-a tao lembra-
da como a sua represenlagao geographica; a
historia secca e morta, abstracta; s os ho-
mens de talento, os imaginativos podem revi-
vel-a c dar-lhe corpo.
Tal qual tratando-se de um homem todas as
deecripgoes e estudos nunca valero o seu re-
trato, e melhor anda os seus retratos em varios
tempos da sua existencia, as descripgoes ver-
baes de um paiz por mais acompan hadas de es-
tatisticas, por mais discutidas, raciocinadas e
ulgarismadas que sejam. nunca produzem a nii-
presao que nos fica na memoria physica de um
contorno preciso de costa sobre ornar, de urna
placa de tinta cor de rosa ou verde recostada
pela linha caprichosa dos rios, escurecida pela
sombra das montanlias, pontuada de cidades e
villas, carimbada de nones de vibruges nostl-
gicas.
A repreaentago visual sempre mais forte,
de urna ingenuidade peregrina. Para as bandas
do sul urna bocaina de mar, que parece ser o rio
da Prata, chamase modestamente rio de agua
doce.
Esse monstro gcographico e o Brazil dos de-
gradados e dos aventureiros, a trra de myste-
rio, longinqna e i'-ortifera, defendida pelo infi-
nito mar desconhecido, rodeada de cachopos
trairoeiros, povoada de feras c serpeles terri
veis e de homens feras mais terriveis anda, a
trra sombra apezar do seu sol resplandecentej
E toda a cor e lodo o ouro prodigalisado na sua
represenlaco fantaciosa nao conseguirao fazer
mais auspiciosa e tranquilisadora a solido si-
nistra dessa vasta extenso de mundo inexplo-
rado.
A segunda urna carta hollandeza do Brazil
no seculo XVII, destacada do Atlas de Bluiue,
edigo do tempo. J ah vem feita a divisan em
capitanas, os nomes sao mais numerosos, ha
mais verdade na costa minuciosamente recorta-
da. Mas as montanhas do interior ainda offere-
cem urna aberta fantasa as suas cadeas de
montculos lloarados ao sol tropical ou ao ouro
nativo, de um lindo cQeito decorativo sobre a
trra rosada.
Vem depois a carta hespanhola de Juan de la
Cruz y Olmedilla, datada de 1773. O original
desta carta urna maravilha de grovura. Como
era moda no seculo XVIII fazer molduras sump-
luo.-us pira lodos os assumptos, a carta seria
soDrecarregada de ornatos. Mas o Sr. Hugue-
nin, de accordb com o Sr. Prado, suppnmio
grande parte dos ornamentos em monogram-
mas, escudos de todos os governos coloniaes da
America hespanhola, pendentes de grinaldas
sostidas por genios, moldara de flores e fructas
tropicaes etc., e deixou apenas as armas da
Hespanha e de Portugal e a decoraco do titulo.
Esta machina engenhosa. imaginada pelos
Srs. Evrard apparelhos, invernados al boje, por sua simpli-
ciilade, seu pequeo volume e, finalmente, pela
sua applicagao prompta e fcil.
O apparelho compOe-se de mu caica metalli-
ca redonda com 85 miliraetros de dimetro, con-
tendo urna bobina na qual eorola-ae urna fita de
ago chato, muito branda, muito flexivel, e de
resistencia tal que pode supportar, sem receio
de ruptura, o peso de mais de 100 kilogram-
mas. Vinte metros da fita sao enrolados na bo-
bina que pode gyrar sobre um munho concavo,
iixado na tampa da caixa.
A face da bobina possue ua sua circumferen-
cia urna dentadura helicoidal na qual est en-
gredado um parafuso sem tira. A inclinago da
rosca d'esse parafuso calculada para que urna
presso determinada dos denles da roda contra
o Hiele do parafuso, faga gyrar este, e permita
conseguiniemente, que a roda gyre e a fita se
enrole. Na extreraidude do eixo d'esse para-
fuso sem lira est fixaJo um com quatro bracos,
eyrando em um cylindro que faz coipo coma
caixa. Nos quatro intervallos dos bracos esto
alojadas livremente quatro pequeas raassas com
o feitio de sector.
Urna tampa comprime essas pequeas massas
no cylindro.
Estando o apparelho ligado por raeio de um
clchete ou de ama ligadura a um ponto qual-
quer pela sua argolla, a pessa ou o fardo qae
tem de descer ligado a ontra argolla lixada
na exlremidade da fita de ago, que coraega a
desenrolar-se iraprimindo um movimento de ro-
tago bobina. Este movimento transmute
se muito amplificado ao parafuso sem lira e,
por consegrante, s quatro massas, que, por
effeito da forga centrifuga, comprimem-se contra
a parede do cylindro no qual girara.
Da presso"das |mas3as resulta urna resis-
tencia que se oppe ao accrescimo continuo de
celeridade de rotago dos orgos enr movimen-
to, porquanto essa resistencia cresce na razio o
quadrado da velocidade das massas, e por con-
segrante da descida do fardo. Ha, porta uto
n'isso urna regularidade automtica, que ga-
rante a conservago da velocidade da descida
em urna medida conveniente pa quer probablidade de accidentes, Em resumo
tem-se um regulador Megy applicado ao freio
formado pelo resvalamento dos denles da roda
contra o filete de parafuso sem fita.
Um botosinho, anlogo ao de um decme-
tro de algibeira, permute enrolar novamente a
fita, gyrando em sentido retrogrado
A roda dentada guiara ainda o parafuso
neste caso, e seria necessario um esforgo con-
sideravel para enrolar a fita. Para evitar este
inconveniente, a tampa da caixa tem urna pe-
quena abertura atrave da qual pode passar a
extremidade do eixo do parafuso sera (im. Du-
rante a descida, est collocado um pequeo ob-
turador sobre essa abertura.
Durante o enrolamento da lamina metallica,
para ornar e collocar o apparelho no seu ponto
de partida, o parafuso re peludo e nao engrena
mais com a roda
Como observou o Sr. Chancelle, presidente
dajsociedade da industria universal, qual foi
ap'resentado esse apparelho. importara muito
fazer ensaios cora elle, para reconhecer se si
nao poderia ser applicado as minas.
Realmente tem-se muitas veies, ejn certas ex-
ploragoes, de descer cestos em eamrnhos de fer-
ro francamente inclinados, que se descollocam
constantemente, e nos quaes retera-se os cestos,
por meio de [correales, enroladas em torno de
um tambor.
!! i II p
OOVERTUW
Quando pens na riqueza da lingua que
fallamos, e que tanto tem sido pelos scio-
los estragada, affigura-ae-me ver herdei-
ros dissipadores enbanjando os groseos ca.
bedaes legados por*eusweng08.
Bem ser'que, por mais opulento que
seja espolio, pode haver falta de um ou
outro objecto, mas falta que nem por isso
diminue o real valor dos bens deixados.
E' rico, opulentissimo o idioma por-
tngnez; seus laiores, o sanskrito, o
rabe, o grego, e principalmente o latim,
tanto o locupletaram, que causa do ver
desaproveitado e malbaratado esse Atta-
lico thesouro.
Quasi exclusivamente circumscripta ao
Brasil e a Portugal, nao cuidam os gran-
des directores d'aquellas nagSes de fazer
conquistas no terreeno litterario, impondo,
nao suas armas, mas sua linguagem.
Em vez de invadir, somos invadidos: e
at parece que temos honra e prazer em
adoptar nao s usos e costumes estranhos,
esquecendo e desprezando os nossos, mas
a linguagem dos que por outro modo n2o
nos podendo avassallar, por este nos pro-
curam conquistar.
A Franca, com habilidosa estrategia,
impoz a lingua franceza ao mundo diplo-
mtico: fa5am o Brasil e Portugal urna
le, prescrevondo que-todos os funeciona-
rios da diplomaeia empreguem nos paizes,
em que representarem a respectiva na-
cSo, a lingua portugueza.
NSo o fazem os inglezes com a sua lin-
gua verncula ?...
Se nos quezerem imitar esses paizes,
onde tivermos representantes, escrevendo
e fallando a sua lingua, os interpretes au-
xiliarSo o-diplomata, quando este a igno-
re, como succedo com os reproentantes
do occidente entre os povos orientaes, e
outros. Sabcm por ventura tedos os nos
nosso* cnsules a lingua dos paizes, onde
dirigen) o consulado brasileiro ?
Mas... ne sutor ultra crepidam.. Vie-
ram estas considerag5es de poltica trans-
cendente, motivadas pelo desejo que tenho
que tanto o merece
Disse eu que ella rica, que opu-
lenta, e que urna ou outra palavra, que
lhe falte, nao lhe diminue o valor intrn-
seco.
Temos exemplo no vocabulo ouvertura,
gallicismo intragavel. Nao existe feito j
na lingua portugueza termo proprio para
denominar a peca de msica, com que se
abre um concert.
Abertura absolutamente inapplicavel,
por ter signrfica??^ especiaos, que nao
podem convir ; por consequemeia indi8-
peasavel um neologismo.
Eu aprsente o seguinte : Protophonia
(de proto, prefixo grego, que d idea de
prioridade, j>rtwiero,com o suffixo phonia,
de phon, som em grego).
Nao temos j, para significar o concert
msico e instrumentos a palavra sympho-
nia, formada tambem de dous vocabulos
gregos ?
Fique, portante, banida para sempre a
dissonante ouvertura, e substituida pelo
expressivo termo protopbxmia.
Fechei esta abertura ; (ouvertura) assim
quizessem os nosses diplomatas fechar
aquellas suas repugnantes aberturas, de
que usam na linguagem technica, substi
tuindo-as pelo subsUntivo preliminares, ou
outra expressio adequada, mas porta-
PABVBHU
Tao deanecessario o emprego do vo-
cabulo estrangeiro, havendo na lingua ver-
ncula palavra que pereitamente o tra-
duza, como indeepensavel a creacao de
<*reaee de um termo equivalente ao do
idioma estranho, quando nao o tenhamos
no nosso vocabulario.
O termo francezparvenest nes-
te ultimo caso.
Chamara os francesesparvem aquel-
le que, de origem obscura, DO Nda, CHE-
GOU, por capricho da Fortuna, alta po-
8cSo pecuniaria.
Nao ha em portuguez palavra que ex-
prima este conjuncto de ideas.
NSo pode, portante, ser mais justifica-
vel a creacao de um neologismo, que
arranja as circumstancias por aquello vo-
cabulo indicadas.
O parven sempre empregado m
parte; sempre considerado un filho da
Fortuna, indigno dos favores da densa
cga.
E' de duas
A simples soletracSo das syllabms d o
verdadeiro sentido e traduccSo, isto ,
rico do nada; que o que quer diz r
parven.
Nao vejo que se possa com urna s pa-
lavra melhor exprimir o complexo de
ideas encerradas naquella expeselo fran-
ceza. Merecere a honra de ser approva-
do como perito algebrista de vocabulos ?
Dil-o h2o os sabedores. <
Db. Castro .Lopes..
o menor numero de pala-
vras, com que em portuguez o traduzem
os lexicographos^Jhos da fortuna ;
mas em vista da explicacSo que acabo de
dar, (e que a da Diccionario da Acade-
mia) nao bastam aquellas duas palavras
para bem se comprebender o que um
parven.
Entre nos brasileiros formn o povo
nm neologismo, (s quanto ao sentido)
empregando a palavra felizardo, para
dar idea da pesson que feliz sem mere-
cel-o
Mas esta creacao popular nao satisfaz
ainda, por ter o inconveniente de ser vo-
cabulo homonymo de nome proprio de ho-
mem, nao exprimir a idea de individuo,
que do nada surgi opulencia.
Ha tambem outra expressao do sentido
do parven francez e um larangeira.
um pao de larangeira. SIo, porm tra-
dceles, qne s cm estylo familiar se em-
pregam.
Vou portante apresentar um termo in-
teiramente novo, que em minha opiniSo
verte com toda a exactidSo o parven
francez.
Eil-o : Plutenil. Ser elle tambem um
parven entre os vocabulos da lingua por-
tugueza ?...
Pens que nao ; e comecarei a justifi-
cagao mostrando que o formei de urna
palavra grega, e duas latinas.
Plutenil, applicavel aos dous gneros
graminaticaes, engendrado de Plteo
(ser rico, em grego) e (preposicio latina,
que indica origem, de) e do substantivo
indeclinavel n (nada, em latim).
(tentado por 4eapeitm -*n
pregando esta epigraphe em seu edictorial de
ante-hontem a Provincia eutendeu dirigir cen-
suras ao Exm. Sr. Dr. Innocencio Ges, que
acaba de deixar a administrago da provincia.
0 fundamento de taes censuras era ter S. Exc.
sanecionado como le um decreto da assembla
provincial, que approvava posturas da Cmara
Municipal da Escada.
Suppoz a Provincia que o Sr. Dr. Innocencio
Ges sanecionara o referido decreto por ter sido
assim publicado no Diario de 18 do raez lindo.
Fazendo a devida a justiga a redaego da Pro
viuda, queremos crer, que somente para t"r
motivo de dizer o que disse do Sr. Dr. Ges, foi
que nao quiz considerar como um simples en
gano a publicagao do tal decreto pelo modo por
que se 10 no D-ariode 18.
Engao da typograpliia ou da secretaria, que
enva os autographos, poderia ter sido, menos
dar lagar a supposigo de que ao espirito escla-
recido do Sr. Dr. Gees faltasse o conhecimento
das disposiges legaes acerca de suas attribui-
S&es para arrogarse a pretenso de sanccionar
ceretas da assembla, que approvam posturas
municipaes.
A explicago encontramol-a em ura trecho do
edictorial da Provincia de hornera, que diz :
Nossa imprensa partidaria tem o ranesto
contagio dos extremos, perfeito systema de in-
coherencia : Acha sempre bom o que fez o cor-
religionario, mo o que praticou o adversario.
Poi sera duvida sob a inlluencia deste meio
qae a Provincia explorou a publicagao do refe-
rido decreto para ferir o Sr. Dr. Ianocencio
Ges.
Nao o conseguio, salvo para quera nao conjie-
cer o carcter do hornera que ha pouco tempo
sentava-se na cadeira presidencial. A secreta-
ria da presidencia tirou informagoes acerca do
que dizia o artigo da miada e enviou-nps
para publicar essas informagoes, as quaes se
attribue a typographi; do Diario o engano na
pualicago.
Achaodo-se j inutiJisados os respestivos au-
tographos. nico documento que tirana todas as
duviJas, deixamos de parte essa questo inci-
dente para tornar bem patente que as ceusuras
da Provincia ao Sr. Dr. Innocencio Ges nao ti-
veram real fundamento.
Eis as informagoes da secretaria :
O Sr. chefe da 4* secgo, tendo era visla o
artigo publicado na Provincia de boje, sob a
epigraphe- Umattentado por despeada-, infor-
me, com urgenria, sobre a parle do mesmo ar-
tigo que se refere sancrao e pidilicacao, como
le da provincia, de urna postura da Cmara Mu-
nicipal da Escada.
Secretaria da presidencia de Pernambuco,
30 de Abril de 1889.O secretario interino, Ma-
noel Joaquim Silveira.
Cumprindo a orden de V. S., tenho a in-
formar, visto correrem pela secgo. ora a meu
cargo, os trabalhos referentes sanego e pu-
blicagao de leis, que S. Exc. o Sr. Dr Innocen-
cio Marques de Araujo Ges nao infringi a dis-
posigo do art. 13 da lei de 12 de Agosto de
1834, porquanto o decreto da Assembla Pro-
vincial, approvaodo a postura da Cmara Muni-
cipal da Escada, foi mandado publicar como lei,
sob n. 1986, e n saneciouada, conforme V. S.
ver d > original remetiido pela mesma Assem
bla, ao qual fago acompanhar a respectiva car-
ta de lei.
Si o Diario de Pernambuco por oceasio da
publicaco da referida le, declarou o contrario,
nenbunfe culpabilidade cabe a esta seceo que
lhe remetteu copia fiel da referida carta de lei.
Aproveito a oceasio para apresentar a V.
S. o officio da Assembla, solicitando informa-
goes sobre este negocio.
E' de meu dever declarar a V. S. que a es-
ta secgo veio ura empregado da secretaria da
mesma Assembla. em nome do Exm. S-. Baro
de Itapissuma, indagar si com effeito linha ha-
vido engano da parte da typographia do Diario
ou si desta ou d'aqueha re|rtigao.
Nao Uve duvida alguma em acquiescer ao
pedido de S. Exc, mxime tratndose de um
negocio que convinha elucidar, alim de evitar
Juestes que sem fundamento sao hoje levanta-
as.
Alm disto, convm ainda dizer a V. S. que
em ofiicio ao digno 1" secretario da Assembla,
em resposta ao que foi dirigido a V. S. a 13 do
correte, tornou-se bem saliente que o referi-
do decreto foi publicado sob n. 1986 e nao sane-
cionado.
4.* secgo da secretara da presidencia de
Pernambuco, 30 de Abril de 1889.-4. Gomes
Leal. .
AMrmbiCa Provincial Funccionou
hontem sob a presidencia do Exm. Sr. Baro
de Itapissuma, tendo comparecido 29 Srs. de-
putados.
Adiou-se pela hora a discusso da acta dases-
so antecedente, havendo orado os Srs. Barros
Barreto, que mandn mesa urna emenda, e
Jos Maria.
Passou-se ordem do dia :
Adiou-se pela hora a 2* discusso das emen-
das ao projecto n. 94 de 1888 (orgamento pro-
vincial) tendo orado os Srs. Ulysses Vianna, Jo-
s Mariano e Ferreira Jacobina.
A ordem do dia : 3a discusso do projecto
n. 36 de 1887 e continuago da antecedente.
* uioridadeN polica* Por portara
da presidencia da provincia de 30 de Abril ulti-
mo e proposta do Dr. chefe de polica de 29 do
mesmo mea foram noraeados :
Para o lugar vago de subdelegado do distncto
de Santa Cruz do termo do Brejo ocidado
Pedro Ferreira GuimarSes.
Para o lugar de 1* supplente do subdelegado
do districto de Jacarar do mesmo termo o cida-
dao Francisco Lucio de Miranda, emsubslituigao
de Francisco Barboza de Siqueira, que foi exo-
nerado. ,
Para o cargo de Io supplente do subdelegado
do districto de Tacaet do termo de Caruar o
cidado Luiz Francisco do Reg Maciel, em su-
bstituigo de Martinho Gomes Uezerra, que foi
exonerado.
Para o cargo de Io supplente do subdelegado
do 1 districto do termo da Escada, o actual J
supplente Joo Ramos Chaves, em substituigo
de Francisco da Rocha Luna, que foi exone-
rado.
Adjunto de promotor-Foi por porta-
ra da presidencia, de hontem datada, nomeado
adjunto dos promotores da capital o acadmico
Joaquim Thiago da Fonseca.
ipojuca-Foi hontem inaugurada a estago
telegraphica desta villa, melhoramento ha bas-
tante tempo reclamado.
D'aquelia localidade recebemos hontem o te-
legramma que em seguida publicamos :
Os ipojucanos comprimentam a impreasa
pernambucana, pela inaugurago da linha tele-
graphica nesta villa. >
Congratulando-nos com os ipojucanos, agra-
decemos-lhes a lembranga.
Beunlo acadmica llavera hoje s
11 horas do dia urna reunio dos estudantes da
Faculdade de Direito, no edificio da mesma,
para tratar-se dos festejos commemorativos do
da 13 do correte mez.
Eatudantea de preparatorio*Reu-
niram-se ante-hontem os estudantes de prepara-
torios, sob a presidencia do Sr. Alfredo Cam-
pos, para deliberar sobre os festejos que se
devem fazer em commemoracao da urea le de
13 de Maio.
Ficou resolvido, por proposta do Sr. Joao
Evangelista Vianna. que se realisasse urna
se3so luterana, sendo eleito para presidil-a b
Dr. JoslsidcroMarins Jnior, para orador ofli-
cial o Sr Paixo Vieira e para angariar dona-
tivos a seguinte commissao : PaixSo Vieira,
Clemente Silva e Ephren Esdras.
Circo ChilenoCom grande concurrencia
de espectadores, realizou-se ante-hontem neste
circo o beneficio da interessante criauga,
Ulna
do Sr. Honorio Palacios e conhecida pelo nome
de Estrella d'Alva.
O espectculo foi variado e corren bastante
animado, sendo os artistas calorosamente ap-
pluudidos pela bou execugo que deram s par-
tes de que se incumbmtra.
A beneficiada, que trabalhou admiravelmente
no trapesio. recebeu muitas ovages e alguns
presentes, agradecendo no final do espectculo
s pessoas que assistiram a seu beneficio
Para hoje est annunciada nova fanegao, sen-
do variado o seu programma.
Enpaneamento e fterlmentoAnte-
hontem s 6 1'2 horas da tarde, no Iuj0n- Campo
Grande do districto de Belm, o individuo de
nome Thom Goncalves de Souza espancou a An-
tonia Mara Joaquina da Conceieo e ferio-ana
cabega com una fouce.
Aos gritos da victima campareceu ao lugar do
delicto, acompanhauo de pragasdo destacamento-'
o subdelegado respectivo, que, dando voz de pri-
so ao criminoso, resisti este a ella ferrado com
a mesma fouce a praga de nome Jacintho -Can-
dido Francisco Bezerra, sendo finalmente preso
em flagrante Thom Gongalves que foi recolhido
a Casa de Detenoo.
Da vistoria procedida nos olendidos verificou-
se ser grave o ferimentada praga Jacintho e leve
o de Antonio Maria.
Fallerimenio -Victima de febre de mo
carcter falleceu n'esla cidade, no dia 28 de
Abril prximo lindo, Joo do Reg Lima JuBior
filho do Sr. capito Joao do Reg Lima, digno
comraandante geral da guarda cvica.
Muito mogo ainda, pois apenas contava 15 an-
nos de idade, era o finado dotado de excellentes
qualidades e estimado por todos quantos o co-
nheciam.
Nossos sinceros pezames a seu extremoso pe.
Ra do HoftplrloO estado em que se
acha o calgarnento da ra do Hospicio reclama
serias providencias, por parte de quem competir,
no sentido de ser quanto antes reparado; pois
alm de haver abatido em differentes pontos,
existe no centro da ra, junto a sargeta que fica
em frente aos predios ns. 14 e 33, um grande
buraco, devino a falta de alguns parallelipipedos.
Se nao concertaren! logo o calgarnento, pode
resultar mais algum desastre, alm do que se deu
ante-hontem com urna carroga que ficou quebrada
e na ra os objectos que conduzia por ter o ani-
mal que a puxava prendido urna das patas no
buraco que alli existe.
E' urgente o concert do calgarnento.
Servico militar -Esto designados hoje
para superior do da o Sr. major Serra Martins
e para ronda menor um official de cavallaria.
A guarniro da cidade dada hoje pelo 2o
batalho de infantaria
Existera 38 Dragas em trataraento na enfer-
mara militar.
Foram hontem despachados pelo Exm. 8r.
tenente-coronel comraandante das armas os se-
grales requciiraenlos:
Ir sargentos Alfredo Brrelo e Joo Jayme
Pessoa da Sllve'ra Como pedem.
1 sargento Silvino Manoel de S3uza.Inde-
ferido.
Cabo Jos Pereira de Miranda.dem.
Est sendo pr-cessado por crime de deOo-
ramento o soldado recruta Antonio Carneiro da
Cunha.
Foi devolvida ao 14" batalho de infanta-
ria. rubricada por S. Exc, a escusa do servigo
do exercito do ex-soldado Manoel Moreira dos
Santos.
Foram nomeados os Srs. capito Joo Jus-
tiniano da Rocha, tenente Leobaldo Augusto de
Moraes e alferes Pedro de Barros Falcao, para
presidente e vogaes do conselho de investiga
gao a que vai responder o soldado da companhia
de operarios militares Emiliano Jos de S
queira.
Funeciona hoje o conselho de guerra a que
vai responder o soldado do 14 batalho Loiz
Fernandes de Oliveira.
Mortal idade Xo cemiterio publico de
Santo j maro foram sepultados em Abril :
Conos
De 1889 360
De 1888 334
De 1887 308
De 1886 267
De 1885 302
A media dos enterramentos foi 12 por dia.
Os dias em que houve maior numero de en
terrameutos foram : o 2 do mez em que se de-
ram desenove, 15 em que houve desoito e 9,
17, 22, 28 e 30 em que se deram deseseis.
Os dias em que houve menor numero de en-
terramentos foram : 24 em que houve trez, 15
em que se deram sete e 23 em que houve'oito.
CnbineK- de Leiliiru Intructlva e
Recreativa fiamelleireaiie O movi-
mento desta sociedade ltimamente foi o se-
guinte :
Frequenlaram a bibliolheca 98 visitantes. Sa-
hiram para lei tura dos socios 140 obras e entra-
ram 98.
Houveram as seguintes offertas :
Pelo Dr. Francisco Brederodes : Les errants
de nuit, por Paul Feval, 1 volume, brochado :
Bibliolheca Universal, 2 volumes; La raison du
espiritisme, 1 volume encadernado.
Pelo soeio benemrito Anstricliano de Anara-
de : A Provincia, jornal; O Binculo, jornal, (as-
signaturas).
Pelo autor Joo R. da Silva Duarte: Sonetos
obsoletos, 1 folbeto.
Pelo tocio benemrito Ribeiro da Silva : His-
toria da Hespanha, por C. Lisboa, 1 volume :
Theatro Alegre, trez fascicnlo, 1 folheto.
Pelo Sr. Samuel Farias : Caneces, versos por
V. Brederodes. 1 folheto.
Pelo socio professor Sebastio Brando : Can-
tos do Desterro, versos de G. Adolpho, 1 volume
brochado, a Lanterna Mafica, jornal.
Pela secretaria da presidencia : Relatorio com
que o desembargador Oliveira Andrade entregou
a presidencia ao Dr. Innocencio Marques de
Araujo Ges, 1 exemplar.
Pela directora do Club Luterano Barreirense:
Os seus Estatutos, 1 folheto.
Pelo Sr. Audifax Lima: Vinte e cinco de
Margo, jornal, um numero especial.
Pelas redaegoes : Diario de Pernambuco, Jor-
nal do Recife, 0 Sport. Echo do Pcvo, Philartis-
ta. Rebate, Jornal do Povo, Seis de Outubro, Re-
cife Ilustrado e Lidador, Santo Anto.
TransferenciaFoi transferida a solem-
ne ioauguragp da Bibliolheca Iafantil do col-
legio do professor Julio Soares de Azevedo, para
o dia 12 do correte, em virtude de ser vespera
do Io annlversario da aboligo no Brazil.
Directora da* obrai de conaerva-
cao do* Porto* de PernambucoReci-
ta. 30 de Abril de 1889.
Boletim meteorolgico
Horas
6 m.
i
12
3 t.
6

Barmetro a
0
7-39-44
760-60
759-92
758-05
758-57
Tenso
do vapor
20,92
22,62
23,64
22.88
22.93
i
-o
a
a
9%
76
71
71
79
Temperatura mximaSl^OO.
Dita mnima 24,25.
Evaporago em 24 horasao sol: 6".6; som-
bra: 2-.8.
Chuva0-,7.
Direcgo do vento : NE de meia noite at 9 ho-
ras e 35 minutos da manh; E, ENE e NE al-
ternados at meia noite.
Velocidade media do vento: 1" 89 por se-
gundo.
Nebulosidade media: 0.45.
Boletim do porto
2 *
E
B. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Dia
30 de Abril
1 de Maio
Horas
1047 da manh
1-59 da tarde
it12
o24 da manh
Altura
0-,37
0-.42
2-.16
Reuaiftex *ociaeHa hoje as segra-
les
Do Gremio dos l'rofessores Primarios, s 11
horas da manh, em sessao ordinaria.
Da Associagao Medico Pharmaceutica Pernam-
bucana, hora e lugar do costume.
Do Club LUterario Martins Jnior, s i horas,
na sede social travessa das Flores n. 3, em
sessao ordinaria.
Domingo:
Do Instituto LUterario Olindense, s 10 horas
do manh, Da sede social, em sessao do conse-
lho director.
Do Monte-Pio Typographico de Pernambuco.
s 10 horas do dia, na sede social roa do Co-
ronel Spssuna n. 41, 2o andar, era sessao ordi-
naria
JLelloe*EITectuar-se ho os seguintes :
j- Hoje :
Pelo agente Silveira, sj 11 horas, a ra
do Imperador n 49, de urna casa terr.ea.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 81, de arraago e muitos gneros ahi
existentes.
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do
Boa Jess n 45, de um piano e varios mo-
vis.
Amanh :
Pelo gente Gusmo, s 11 horas, ra das
' eoulas naCapunga n. 2B, de movis, urna
vacca lourina com criare muitosontros 'obiectos.
Pelo agente Pestaa, s II horas, ra "Larga
do Rosario n. 18. da armagao e mais acces-
rios do estabelecimento ahi existente.
Pelo agente Britto, s 10 1,2 horas, ra
do Raogel n, 48, de fazendas. miudezas e mo-
vis.
Ca*a de RetencaoMovimento dos pre-
sos da Cusa de Dcteng'o do dia 30 de Abril de
1889.
Existiam 475; entraram 16 ; sahiram 13 ; exis-
tem 478.
A saber:
Nacionaes 434; mulheres 21; estrangeiros 23.
-Total 475.
Arragoados 427.
Bons 409.
Doentes 17.
Leuco 1.Total 427.
Nao houve alterago na enfermara.
Foram visitados os presos desle estabeleci-
mento por 171 pessoas, sendo 56 homens e 113
mulheres.
Bovpltal Pedro II O movimento deste
estabelecimento de damdadc, no dia 29 de Abril
foi o seguinte : l ..
21
",
600
respectivas enfermarlas
Entraram
Sahiram
, Falleceram
Existem
Foram visitadas as
pelos Drs.:
Moscoso s 8 li4, Cysneiro 10, Barros Sobrinho
as 6 1)2, Berardo s l, Malaquias s 7 3|4. Pon-
tual as 9, Simos Barnosa s 10 1|2 horas.
0 Dr. EstevSo Cavalcante nao comparecen.
0 cirurgio dentista Suma Pompilio s 7. 1[2
horas.
0 pharmaceutico entrou s 8 l|2 da manh e
whio s 4 da tarde.
Oajudante do pharmaceutico entrou s 7 11
da manh e sahio s 4 horas da larde.
Lotera do Cram-Par-A l'-parte da
i8* lotera, dessa provincia, cujo premio grande 6
6U:0OO600, -era extrahida no da 4 do cor-
rente (sabbado).
Cemiterio PublicoObituario do dia 30
de Abril de 1889 :
Salusliano Jos deJJesus, Pernambuco. CO an-
nos, casado. Boa-Vistfi: bronchite.
Guilhermina Maria da ConceigO, Alasoa?,
33 annos, solteira, Boa-Vista ; febre amarella.
Manoel, Pernambuco, 2 dias, Santo-Antonio ;
espasmo.
Marcionilla, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista ;
tuberculose.
Clotilde. Pernambuco, 10 mezes, Santo-Anto-
nio ; rachitismo.
Maria, Pernambuco, 1|2, hora, S. Jos ; asplli-
xia. I
Jor^'e, Pernambuco. 3 diap. S. Jos ; ttano.
Theodora Maria de Soza, Pernambuco, 25 an-
uos, casada. Boa-Vista; metro enterite.
Jos Augusto Cavalcante, Pernambuco, 22 a:i-
nos, solteiro. Boa Vista; tubrculos pulmonares
Anua Maria da ConceigSo, 50 annos, solteirn,
Boa-Vista: anemia.
Jesuina Henriqueta Rodrigues de Almcida,
Cear, 64 annos, viuva, S. Jos; febre typhoide.
AmeliaMiria da Conceigo, Pernambuco, l
annos, solteira, Boa Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Leopoldina, Pernambuco, I anno, Santo-An-
tn ; convulses.
Joo, Pernambuco, 7 dias, S. Jos ; convul-
ses.
Maria Aurora, Pernambuco, 6 annos, S. Jos;
tsica.
Manoel, Pernambuco, 2 horas, S. Jos; tetan3.
res
sao
no
o e

**

UM POUC^ DE TUDO
0 programma da festa da abertura da Expo-
sico apresenta variadas distracges. Como se
sabe, esta festa tera lugar a noite.
O conjuncto da Exposico, a torre Eiflfel e o
zimborio central, bem como os jardins, serio
brilhantemente Iluminados a renques dega? e
4,000 fogos de Bengala.
Do extremo da ilha de Saint-Lonis ilha e
Grenelle haver urna festa fluvial; as pontes e
os caes sero tambem illuminados.
Ao mesmo tempo queimar-se-hSo fogos de ar-
cio na Ponte Nova, no jardim das Tulherias e
na ilha de Grenelle. Para a illumiraagao o
Campo de Marte, pontes e caes empregar-se-ho
100,000 bales.
Durante a festa fluvial e os fogos de artificio
ter lugar a illnminago da torre, com fogos de
de Bengala multicores, fontes luminosas de tres
actos d'agua ; a cscala do Trocadero, a fontt?
Saint-Vidal collocada sobre a torre e o jacto de
agua do jardim central funecionaram toda a
noite.
A retirada aux ffambeaiuc. que compreliendera
eipecialmente os couraceiros, bombeiros e gual-
das dos jardins de Pars, partir da cascata do
Trocadero. Atravessar a ponte de Irene. s*
guir ao longo do terrajo do jardim central e
atravessar a grande galena do palaeio das di-
versas exposigoes para entrar na galera das
machinas.
Esperase que o governo militar de Paris
aprsente 15,000 homens, cajo desfilar, ao cla-
ro dos archotes, offereeer aos espectadores
collocados nagaleria do primeicoanaar um es-
pectculo seguramente novo e pittoresce, ma
msica militar abrir a marcha do cortejo, se-
guida de duas outras mais. Quatrocentos tam-
bores e pfanos seguirao estas msicas.
Segundo toda a probablidade as sociedades
corees, reunindo crea de 500 a 600 pessoas, al-
ternarara com as fafarras.
Ficou nomeada outra commissao para estudar
os prograramas a seguir depois do dia de Maio.
#**
A Pacific Steam Navigation Company acaba
de fazer acquisigo de um novo paquete para a
linha de Liverpool, Brasil, Rio da Prata e Paci-
fico.
Este paquete, que recebeu o nome de Oruba,
mede 150 ps de comprimento sobre 49 de lar-
gura, tem 5,8000 tonelladas de arqueacao, e foi
langado ao mar pelos fins de Margo, cem ptimo
sucesso. As suas ihachinas de trplice expan-
so sao de forga de 6,400 cavallos.
Tem accommodaces para 150 passageiros de
! classe. 90 de 2 o 650 de 3'.
O paquete desenvolve urna velocidade media
de 16 nos.
#*
Na secgo de economa social na expo^igo de
Paris futura, deve figurar urna torre de prata,
construida por urna das casas bancarias mais
importantes da capital franceza.
Com o Hm de attrahir a attengo do publico
sobne a quantia elevada, qual se eleva o seu
haver social, acbouum meio engenhoso. O seu
capital, avallado em oito milhes, ser repre-
sentado por urna columna de pegas de um e
cinco francos, medindo sete metros de aitura,
por mais de um metro quadrado de base.
#*#
As moscas sao insectos da ordem dos U
que, sem serem venenosos por si mesmos,
. algumas vezes de temer, quer quando estao
estado de larvas, quer quando tem adquirido
istado perfeito. .
Como larvas, as moscas invadem as substan-
cias alimentares e penetrara algumas vezes nos
orgos do homem. All
No estado de insectos perfeitos, alm de =ua
importunidade proverbial, ellas podem torna
perigosas e determinar accidentes temivei^t.
o que acontece quando sao nutridas com mate-
rias animaes era va de decomposigo e que
do pousar sobre certas partes nuas do corpo,
ahi inoculara as substancias ptridas de que -
patas e sua tromba esto unpreguadas. O,


Diario de PernambucoQuintarfaura 2 de Maia de 1880


<*

.
-
fomento, a pstula maligna pode produzir-se nes-
las condicOes, e muitas especiee de moscas sao
os ag 'ntes desla ternve! inoculaco. E' sobre-
tudo durante o verao e na visinhanca dos lusa
reg onde se conservam restos de aniraaes, mais
ou menos alterados, que este perigo de temer.
O eclipse total do sol. de 28 de Dezembro se-
r perfearaente visivel na visinhanca da embo-
cadura do Oyapok, territorio lirasileiro. onde
varias coramissCes estrangefras tero de armar
observatorios portatcis para observacSo e estudo
do pttenomeno. Entre os astrnomos ja delibe-
rados a emprehender semelhante observacao
eonta-se Pietro Tacbini, o eminente director do
observatorio de Roma, o qual. segundo consta
de carta particular sua, aproveitara o ensejo pa-
ra visitar o Brasil. Taccbini sobretudo cele-
bre nos annaes da astronoma moderna pelos
seus estudos de spectroscopia. sciencia qual
tem feito dar passos notavets.
Acaba de construir-se na cidade de New-York
um motor pnen matico para umyatch. E' prvi-
do de urna serie de tubos de ferro, cujas estremi-
dades vo dar debaixo d'agua, onde se abrem.
Estes tubos sao divididos n'uma sene de cama-
ras cheias de agua e gaz. Por mcio de urna fals-
ea elctrica se disparam em successao rpida o
contedo destas cmaras e a forca causada por
estas exploses contra a agua o que d movi-
mento embarcarlo. Ao que parece, tem-se
feito experiencias que este modo de navegado
praticavel.
Pode se dar um movimento contrario abrindo
certas vlvulas na extremidade de cada cylin-
dro. A faisca elctrica que causa a corabusto
gerada em dous electrodes que se alimentara e
regulam automticamente e esto arranjados em
pares de tal modo, que em caso de qualquer
transtorno o electrode fra de uso substituido
automticamente pelo outro. A correte elc-
trica fornecida por urna batera de armazena
gem.
. #*#
E' facto conhecido que as bastes da car.na de
assucar podem servir a fabricaco de papel de
primeira qualidade, e, visto o singelo trabalho
cbiraico ou mecbanice que exigira tal indus-
tria, a Revista Scientifica manifesta sorpreza pe-
la falta de iniciativa dirigida n'aquelle sentido
quando em tamarilla quantidade se tem desen-
volvido, por um lado a produeco da referida
gramnea e por outro o consumo do papel. No
emtanto, d noticia de haver um industrial em
Nova Orleans Walter Forber, exhibido naquella
cidade bellas amostras de pap 1 branco fabrica-
do com libras de caima. A porcenlagem da
produefo sobre a quantidade de libras ernpre-
gadas aflgura-se bastantemente elevada para
incitar o novo ramo industrial.
A origem do so.-vete parece remontar a era
antiqusima, como a primeira tentativa para
gelar artificialmente os lquidos e sumnios dif-
fluenles.
Vem do Oriente as primeiras referencias
conselago do leite.
O primeiro processo consista, como natu
ral, cercar de gelo os vasos que eontinham os
lquidos ; mas em breve se foi aperfeicoando a
arte dos gelados, e cabe Italia o passo mais
vigoroso neste sentido. No meado do seculo
XVII constitua j urna industria a preparaco
de gelados, e Vatel imprimi lbe todo o impulso
que o requinte da arte pode comportar.
Ficou releinbrado o celebre pudin gelado em
forma de ovo, que este grande cozinlieiro apre
sentou n'ura jantar de Conde, a que assistia Luiz
XIV, e mais relembrado linda porque foi o ul-
timo dia de vida de Vatel, que espontneamente
a ella poz termo.
A ssumptos militares
O coufllcto
Rebentou, effectivamente. como esperavamos,
o conflicto entre os Srs. tenentes coronis Anto-
nio Florencio Pereira do Lago, commandante das
armas interino e Feliciano Caliope Monteiro de
Mello, commandante do 14 batalhao de infan- Manoel Joao de Amonm.
#
Sob o titulo um negro enxertado em branco
encentran os n'uma conceituada folha europea
o -eguinte, que vem patentear mais urna curiosa
applicago do eoxerto.
Eis o caso:
Ha das, tratando um preto em Leipzig, os
mdicos julgaram apropriado aumUr varias
porcOes de pelle tirada a um branco. na negra
pelle do seu doente. Estes fragmentos foram-
se tornando negros a pouco e pouco. ate ficarem
da raesma cor da pelle em que se achavam met-
tidos
Este facto singular, levou os mdicos a expe-
rimentaran! o contrario, enxertar a pelle de um
negro sobre um brauco e no lim de algumas
semanas essa pelle comela a tomar-se mais
clara.
Em menos de quatorze semanas torr.a-sc to
clara queja se nao podia distinguir Ja ou'.ra
INDICACES TE1S
tana.
O motivo desse acontecimento desagradavel e
de consequencias imprevistas pelo azedume que
se vai notando entre os conflagrados, tanto mais
lamentavel quantoe certo que deu seentre dous
amigos de infancia, ambos officiaes superiores e
de patentes iguaes !
Lamentavel na forma e no fundo pelo modo
brusco e descortez porque foi resolvido o inci-
dente e mais lamentavel ainda porque o Sr. l-
ente coronel Lago tem falta absoluta de razo t
Expondo, sem odios nem prevencoes, os acn-
tecimentos a que alludimos. acabaremos, esta-
mos convictos, por demonstrar, evidentemente,
as autoridades e ao publico que a razSo est da
parte do Sr. tenente coronel Caliope.
Ao primeiro choque entre as duas autoridades
seguio-se, imraediatamente, outro incidente, que
por ter sido resolvido primeiro do que o de que
nos alludimos em o nosso pequeo artigo publi-
cado neste Diario de 26, a elle nos vamos re-
ferir.
E' sabido que o Sr. tenente coronel Caliope,
desde que commanda, adopton cm suas ordens
do da, o systema seguido as da reparticao do
ajudante general, dando a cada trecho a epigra-
phe que Ihe 6 relativa.
Em a sua ordem do dia n. 201 de 22 do cor-
rente, disse o Sr. tenente coronel Caliope :
Condescendencia no servico.-
Levando presenca de S. Exc, o Sr tenen-
te coronel commandante das armas a parte do
111. Sr. major fiscal, de 17 do corrente, cobnndo
a do Sr. capito commandante da 2* companhia,
do mesmo dia, relativamente ao facto de nao ha-
ver o Sr. tenente J. J. A. ao deixar o commando
do dita companhia em 29 do mez prximo pas-
sado, cumprido o disposto na ordem do dia re-
gmental n. 10 de 16 de Julho do anno passado,
tive em resposta o officio abaixo transcripto e
que fago publicar, alim de que jamis te repro-
duzam neste batalhao actos de condescendencia se-
mrlhantes que s trazem prejuizos para o servico
(1) e acorocoamento insubordinaco de offi-
ciaes como o Sr. tenente J. J. A.
Quartel do commando das armas de Pernam-
buco, 20 de Abril de 1889.Illm. Sr.Devendc
o capito M. A. P. G., desse batalhao. no acto de
receber o commando da 2' companhia do tenen-
te J. J. A., que entregou-lhe o respectivo material
pelo mappa-carga, exigir as relacOes de que
(rala V. S. em seu officio de 17 do corrente, sob
n. 114, e no caso contrario dar immediatamente
parle porescripto dessa oceurrencia ao major-fis-
cal. o que anda nao fez. apezar de decorridos
10 dias, ao mesmo capito cabe censura por essa
falta, que teria sido sanada em tempo, se tivesse
procedido como Ihe cumpria, a qual s agora
Jue o lente J. J. A. se acha addido ao 2* bata-
lo e com parte de doente desde 20 do passa
do chesou ao meu conhecimento.
Deus guarde a V. 8.Illm. Sr. tencnte-coro-
nel Feliciano Caliope Monteiro de Mello, com-
mandante do 14 batalhao de infantaria.
(Assignado).-plutonio Florencio P-reira do
Lago, tenente-coronel commandaute das armas
interino! '-
(juera, sem odios nem prerences, calmo p re-
flectido. sera ter os ouvidos e o cerebro prenhes
de teias de aranha. ler essa ordem do dia. su
convencer sem torturar o espirito, que a ron-
descendencia no servir foi do capito M. A. P. G.,
por nao ter dado immediatamente parte por es-
cnpto daquella oceurrencia; isto de ter o te-
nente J. J. A. deixado de fazer entrega no acto
da passagem do commando da companhia, das
relaces de que trata a ordem do dia regimen-
tal n. 10, de 16 de Julho de 1888.
A ordem do da de 22, que s foi publicada ao
batalhao as 4 horas da tarde, era no da seguid-
le, s 10 horas da raanh, exigida por copia
pelo Sr. tenente-coronel Lago !!!
O que prova essa rapidez cora que S. S. teve
conhecimento daquella ordem do ilia ?
Responda quera souber.
Caligvla.
il) O gripho uosso.
i
Esposa do Sr. Joaquina da Silva Car-
neiro.
Esposa do Sr. Dr. Manoel do Nasciraen-
to Machado Portella Jnior.
Esposa do Sr. Dr. Ignacio Joaquim de
Souza Leio.
Esposa do Sr. Alexandre da Fonseca Fer-
nandes.
Juizes por devocilo
Os Ulms. Srs.
Mdicos
Dr. Cerqueira Leite, tem o seuescripto-
rio aberto ra Duque de Caxias n. 74, das
12 as 2 horas da tarde, e desta hora em dian-
te em sua residencia ra Bada de S.
Borja n. 22. Especialidades molestias
desenhoras e criaucas. Telephone n. 326.
Dr. Joaquim Lomeiro medico e partei-
ro, consultorio ra do Cabug u. 14,
1. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
no Monteiro.
Dr. Castro Jess medico e operador.
Pratica a lavageiu do tero quando e co-
mo aconselhada. Conanltas das 11 s
3 da tarde em sua risideneiu ra do
Bom Jess (antiga da Cruzi n. 23, 1.'
andar. Telephone n. 389
Dr. Barretto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no l.J andar da casa
ra do Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 54. en-
trada pela ruada Saudade n. 25.
' r. Ribeiro de Britto d consultas de
meio dia s 3 horas da tarde, no 1. an-
dar a ra Duque de Caxias n. 46, poden-
do ser procurado para chamados na sua
Te8dencia ra do Hospicio n. Si. Te-
lephone n. 303.
Dr. Alvares Quimaraes, chegado da
c8rte, dedica-se medicina em geral, e
com especialidade s molestias do cora-
cSo, pulm5e8, figado, estomago e intesti-
nos e tarabem s sJFeccSes das enancas.
Reside praca do Conde d'Eu. n. 28, e
tem consultorio na ra do Boai-Jesus
BomJardim
Infeliz comarca, que. depois de achar-se no
goso de plena e geral tranquillidadp, vio inexpe-
rtamente levactar-se dos antros infernaes o ge
nio do mal e coraecar o seu reinado de devasta-
es!
E que horrores nio era de esperar de um ente,
que foi gerado criminosamente, sendo mo filho,
mo irmo, mo esposo, mo catholico, se catho
lico pode ser um atheista. mo commerciante e
mo poltico !...
Depois de se ter uslo um chaveiro de demis-
ses de autoridades criteriosas. depois de ver-se
os proprictarios despejados de suas trras, de-
pois de presenciar se a desertencia de ac$oes ci-
veis e orphanalogicas por meio do terror, depois
de ver se ainda, "prisoes arbitrarias, prec-didas
de espancamento, depois de ver-se mais, os ti-
lladnos se dtrigirem ao presidente da provincia
solicitando garantas para suas vidas e propne-
dades. depois de verse tambera, os proprietarios
de engenhos intimados para em 24 horas deixa-
rera suas Ierras e casas, sob pena de ntervir a
polica munieiada, depois de verse os cidados
pacficos serem ferrados a andar com duzia de
noraens armados para garautia de sua vida, de-
pois de ver-se, para maior terror, ser transpor-
tado da igreja para a cadeia publica, um tronco
legendario, com prUo at para testculos, depois
de ver- o sangue a correr no slo, por occa-
sio do prisdes illegaes. nio fallando nos insultos
que os testas de ferro fazern pela imprensa aos
cidados orueiros, v-se, na Assembfa Provin-
cial, apparecer umprojecto de suppresso desta
comarca !!'. E quem o responsavel por toda
essa aluvio de cousas alm de rn dos deputa-
dos do districto. de quem oceupando-me sinlo
grande incomraodo E' sera duvidaaquelleque
The coiiferio poderes dscrecionarios para perse
guir a quem Ihe aprouvesse!
E quando assim nao fosse. nao teve a necessa-
ria previdencia para acautelar-se de um indivi-
duo que fazia questo de vida e raorte pelo po
der policial. Oppondo embargos ao projecto de
suppresso d esta coman-a, erabora sejain des-
presados, me persuado que o presidente da pro-
vincia nao deixara de tomar na devda considc-
raoo o que vai por esta comarca se passando.
(antiga da Cruz), n. 45, onde l consul-
tas do meio-dia s 3 hora. Telephone I A altitud' enrgica dos deputados da oppo;o,
sobre os factos que se dao em Bom Jardira ; as
puhliraocs que se lazem, tudo reclama serias
n. 381.
Occullsta
Dr. Ferreira. com pratica noa prir.ei-
paes hospitaes e clinica de Pars e LM
dres, consultas todos os dias das V
horasdao meio-dia. Consultor;) e resi-
fses i rve Irftrga if Ff,Qar;.'.- b ?*)
.%dTOf.ldOS
O bachard Witruvio Pinto BaruUtrm,
pode ser proc'.ir/ n. 31, 1/ andar.
O Dr. H. M.ot mudou
torio de advocada, para a
dor n. 46, 1- andar, sala da frente
Serrarla a vapor
Serrara a vapor e o
providencias dos poileres competentes.
Bom Jardiui, 7 de Abril de 1889.
Nicolao Amonio Duaite.
O seu ascriplo
rua do Impera
Eleiqo
Das pessos que tem de concorrer para a
festa da Teneravel imagem do Senhor
Bom Jess dos Falsos, neste anno de
1889
Juizes po ele53o
Os Illms. Srs.:
j Negociante Clementino F. d* Farias.
Barito de asa Forte
inu dri earaphu \ Major Jos Elia6 t. .
Negociante Manoel Jos Parneiro.
Frei Fedro da v urificaco Pacs e Paiva.
Commendador Luiz Antonio Siqueira.
Comniendador Luiz Jos da Silva Gi-
ra ar Se 8.
Joo Joaquim da Costa Leite.
Tenente Antonio Jos de Souza e Sirva.
Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva.
Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca.
Negociante Jos Peixoto da Fonseca.
Odorico Cmara.
Pedro Ginge.
Negociante Joaquim Fernandas do Monte.
Negociante Domingos Cruz.
Negociante Antonio Joaquim Vinhas Maia.
Negociante Matheus Austin.
Tenente-coronel Pedro Osorio.
Negociante Francisco Jos de Sampaio.
Antonio Jos Teixeira Lima.
Tenente-coronel Francisco de Miranda
Leal Seve.
Dr- Jos Mariano Oarneiro da Cunha.
Affonso do Reg Barros.
Emiliano Ernesto M. Tamborim.
BarSo de Itapissuma.
Dr. Gaspar de Drummond.
l)r. Cornelio da Fonseca.
Manoel Dias da Silva.
Juizes protectores
Os Illms. Srs.:
Flavio Jos Bezerra Cavalcante.
Joao da Cunha Vasconcellos.
Tenente-coronel Francisco Boletreau.
Depositario geral Manoel Goncalves.
Dr. Joaqnim da Costa Ribeiro.
Desembargador conselheiro Quintino Jos
de Miranda.
Frei Jos de Santa Julia Botellio.
Negociante Pedro de Azevedo Ma a.
Dr. ArgOlo Ferrao.
Juizas protectoras
As Ex.mas Sras.
D. Leonor Porto.
Filha do Sr. Bartholomeu Valeriano da
Silva.
Esposa do negociante Negreiros.
D. A'exandrina Xavier Rodrigues Cam-
pello.
Esposa do Sr. Dr. Alfredo Gaspar.
Esposa do Sr. Jos Fellippe Neves da
Silva.
Mordomos
Os Illms. Srs. :
Manoel Goncalves Ferreira da Silva.
Negociante Manoel Moreira Ribeiro.
Negociante Jos Vctor Pimentel.
Mestre de msica do Arcenal de Guerra
Marcos Evangelista.
Negociante Manoel Martins Torres.
Negociante A. Verissimo Marques.
Negociante Argemiro Pedro da Silva.
Negociante Anjelo Raphael.
Negociante Manoel Joaquim Goncalves.
Negociante Domingos Antonio Silva Beirao.
Negociante Antonio Martins Gomes.
Manoel Victoriano Cesar Bulamarque.
Antonio ("amiro Campelo*
Capito Joao ? edro Costa Moureira.
Negociante Affonso Ferreira Baltar.
Negociante Henrique Baltar.
Frutuoso Gonsalves Ferreira.
Jos Mara.
Negociante Antonio Jos de Meirae Silva.
Negociante Domingos Gongalves Villa
Verde.
Dr. Manoel Silva Pontes.
Comendador Joao Fernandes Lopes.
Negociante Joaqun Mauricio Goncalves
Rosa.
Negociante Andr Maria Pinheiro.
Negociante Manoel Luiz Ribeiro.
Negociante Manoel Ferreira Bernardin".
Mordomas
Exraas. Sras.:
Esposa do Dr. Caetano Pereira de Brito.
Exma. esposa do capito Bello.
Esposa do Dr. Mello Gomes.
Esposa do commendador Manoel Silva
Maia.
Esposa do Dr. Matheus Vaz de Oliveira.
Baronesa de Tacaruna.
Esposa doDr. Materno.
Esposa do Dr. Cicero Odom Peregrino da
Silva.
Esposa do Dr. Barros Guimaraes.
Esposa do Sr. Agripino Lima-
D. Joaquina Chaves.
Esposa do Dr. Francisco Sampaio
Consistorio na capella de Nossa Senliora
dos Afilelos 24 de Novembro de 1888.
O secretario, Joaquim Candido Santos.
O vigario, Zeferino Ferreira Velloso.
Vo illm. Sr. Dr. Augnto da
Costa ornes
Como pai, no posso deixar de vir do
alto da imprensa agradecer solemnemente
ao distincto medico Dr. Costa Gomes, pelo
bom tr&tamento e desvello que teve para
com urna filhinha minha, que suecumbiria
infallivelmente de urna febre mterite, se
nao fosse a solicitude deste medico, prin-
cipe da sciencia, que com suas acertadis-
simas receitas livrou-a de tombar to cedo
campa. Sei que com isto vou ferir a
modestia do Sr. Dr. Costa Gomes, utas
desculpe o mesmo senhor, pois que, s
nasce do coracao de tim pai que via finar-
se sua querida filhinha, e hoje a v riso-
nha e bella, aprendendo a beni dizer o
nome Costa Gomes, que Ihe deu nova
vida.
Recife, 25 de Abril de 1880.
Antonio Cruz.
k
i 4~
3QCX
Mudanca
A. Laberty, promovendo a muaaca de seu
eslabelecimento da rua do Cabug para a Praca
da Independencia n. 34, tem transformado dito
estabelecimento em oncina de relojoana e lune-
taria, ande poder, com todo o empenho de sua
arte, corresponder a todo e qualquer concert
por mais exigente que seja, por achar-se prvi-
do de artefactos concernentes mesraa arte;
podendo, portan, continuar a olTerecer a seus
numerosos freguezes e amigos seu presumo,
certo de que par da sinceridade acharao rao-
dicidade nos precos.
O leilao rua do Rosario
n. 18
Vendo no Diario de Pernambuco o annuncio de
um leito da armago e gneros do estabeleci-
mento rua Larga do Rosario n. 18, previno s
pessoas a quem sso possa interessar, que esses
bens se achara penhorados por mim na execu-
co contra Manoel da Paixo Ramos, cujos autos
pendem de appellaco. A venda annunciada
nao pode ter lugar, rauito principalmente nao
sendo autonsada pelo juiz da execuco.
Recife, 1 de Maio de 1889.
Antonio uilhermino Santos.
Ao Illm. Sr. Dr. Carlos Bit-
tencourt
Gratidao
Venho do alto da imprensa curaprir um dever.
SolTrendo ha annos de um estreitamento da
urethra e procurando cural-o em minha provin-
cia natal, Rio Grande do Norte, me foi impos-
sivel.
Vindo, porra, para esta capital, consegu
restabelecer-me de to atormentadora molestia,
sendo operado pela eloctrolvse, devido ao zelo
e pericia do Ilustre Sr. Dr. Bittencourt. Reti-
rando-me para a minha provincia, pwfejtomon-
te restabelecido, cumpro un dever agradece i-
do Ihe: pege-lhe desculpa se com estas linhas
ofTendo a sua modestia.
Recife, 21 de Abril de 1889.
Stlrmo Ernesto da Silva Costa.
m si
BainbuN roroadas
Como taes^podem considerarse as felizes rau-
lheres a quem a natureza ha dotado de profusos
c ondulantes rigos, pois a coroa da belleza phy-
sica 6 indubitavelmente um formoso cabello.
Para conservar semelhante thesouro para au-
gmentar sua belleza e seu volume, para -suavisar
e perfumar as undosas trancas ; para communi-
car-Ihes o brilho e a ductilidade da seda; para
impedir sua queda e para protegel-as contra a
destruidora mo do tempo, nao ha nada melbor
que o Tnico Oriental, o qual nao s realisa o
anteriormente exposto, seno que alm disso
produz e estimula o crescimento do cabello as
cabecas mais desprovidas deste egregio adorno
da natnreza.
noel Gomes de i
Juizas -icao
As Exmas S-.
Ros.
.\ de Francisco dos Santos Kaeco, caes do ; Juizi icio
Capibaribe it. 23. Este gr.ir.i-; asebalo-JA Exina. espo.-. e^oe.ant*
cimento, primeiro da provincia B"
genero, compra e vende inadeuas de. todas
as qnaidides, serra madeiras de contu
aiheia, assim como prepara obras de cara-
pina por machinas e por precos sem dom
petencia/Pernambuco.
Drogara
Furia Sobrinko & 6'., droguista por ata-
cado, rua do Mrquez de Oimdan. 41.
Francisco Manoel da Silva tarios de todas as especialidades phanna-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
caa e medicamentos homeopticos, rua do Esposa
Mrquez da Olinda a. 23. Maia.
Dr. Ma-
Guima-
Viuva do Sr.
Esposa do Sr. '
r3e8.
D. Anna Siqueira Gome Ferreira esposa
do Sr. commendador Luiz M. Gomes
Ferreira.
Esposa do negociante Antonio Serafina da
Silva.
D. Camilla P. da Silva.
do negociante Paulino Oliveira
A o Sr. Zozimo Zenaide
(lates que Me esqueea)
E' falso ter en dito ao Sr. Zenaide ser
eu o autor dos artigos que no Diario de
fgruambitco tem cscripto J. Dutra, de
Bom Jarim, como este senhor affirmou
ha dias na Provincia.
Como prova de semelhante falsidade dou
o testemunho do distincto pharniaceutico,
o Sr. Souto-Maior e o digno escrivao da
collectoria geral, o Sr. Heleodoro Cabral,
alm de muites outras pessoas que pre-
sianciaram a amistosa conversa, que a res-
peito se deu entre mim, e o Sr. Zenaide,
e nao inUrpellaco que eu eu nio acei-
tara.
No mais, saja feliz o Sr. Zenaide.
Recife, 1 de Maio de 1889.
Jote Climaco do Etpirito Santo.
Advocado
0 bacharel Materno de Carvalho mudou seu
escriptorD d* advocada, da rua Duque de Ca-
xias n. 83 1* andar, para a praca Pedro II n.
andar.
MEDICO HOMEPATA
Dr. Ballliazar da Silveira
Especialidadefebres, molestias U
das criancas, dos orgSos respirsto- '. >
rios e das senhoras. / \
Presta-se a qualquer chamado para
ora da capital.
AVISO
Todos os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabino,
rua do Baro da Victoria n. 43,
onde se indicar sua residencia.
* viso aos aossos leltores
Os nossos leitores que visilarem I aris
durante a ExposicSo j sabem que pode-
rao lar os ltimos nmeros recem-chega-
dos do nosso jornal que em casa dos Srs.
Amde Princc & C, 36, r a Lafayette,
quer da sala de leitura pelos nossos cor-
respondentes estabelecida na exposicao
no Pavilhao da Repblica de Guatemala
cujo conunissario geral dignou-se de por
graciosamente urna sala com varanda
disposicSo dos mesmos senhores.
Para se evitar .qualquer conusao, .os
nossos amigos que quizerem receber a
sua correspondencia em casa dos Srs.
Amd rince & C, devem mandar diri-
gil-a rua Lafayette, n. 36, por ser a
sede do servico especialmente organisado
para sso.
--------------^--------------
O Sr. Dr. Luiz de Araujo
Tenho emprSgado em minha clinica
o Peitoral de ambara, do Sr. J. Alvares
de Souza Soanes nos casos de molestias
broncho-pulraonares. eolhendo sempre re-
sultados muitu satisfatorios.
Posso mesmo, em virtude desses bons
resultados, garantir a efficacia deste me-
dicamento, principalmente quando estas
nffecctfes tiverem tomado o carcter de
chronicidade.
Isto verdade e o juj;o sob a f do meu
grao.
Anta (provincia do Rio de Janeiro), 18
de Agosto de 1888.
Dr. Luiz, Jos de Araujo Fho
Vias urinarias, molestias do tero,
opcracSes elctricas
su. :*:,::: sittzoust
ESPECIALISTA
com pratica de pams e londrcs
Eslieitamcnlo da urethra corados ra-
dicalmente pela eleclrolyse, sem dr;
hydroceles sera injccgo (cura radical);
feridas e ulceras chronicas, com garan-
lia de cura rapil i pedias da bexiga,
fstulas c bcmorrhoiuas; syphilis. jio-
normas, pelo methodo das instillaces ;
moleslias da garganta e do peilo pelas
athmospheras medicamentosas. Con-
sultas e operagoes das lias 3 horas da
tarde.
RUA DO MRQUEZ DE OLINDA N. 34,
2" ANDAR
Residencia na Torre
tivo vegetal.
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approvado pela Inspectorio Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficacia as mo-
lestias syphiliticas e impureza do sangue ; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem corado radicalmente muitas pessoas ac
commettidas da terrivel molestia beriben.
MODO DE USAR
Os aaultos temaro qintro colheres das de
sopa pela manh e quatro noite. As criancas
de 1 a 5 annos tomaro urna colher pela manh
e outra noite, e os de 5 a 11 annos tomaro
duas colheres pela manh e duas noite. De-
vero tomar banbos fri ou morno pela manh e
noite. H esguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srss
Franciseo Manoel da Silva & C., rua do Mrquez de
Olinda n. 23 e pharmacia Oriental rua Estili-
ta do Rosario n. 3.
O autor deste preparado poae ser procurado
na rua do Baro da Victoria n. 37, onde ser en-
contrado para dar toda e qualquer explicaco
que for precisa.
Cuidado com a falMiflcacoe
Beriberi
N. 59
Illm. Sr. Angelino Jos dos Saplos Andrade.
Pernambuco, 16 de Julho de 1883.-Tendo sido
acommettido em Maio prximo passado da ter-
rivel moles tia beriberi, reconhecida pelos dis-
tinctos mdicos os Illms. Srs. Drs. Teixeira, Pon-
tual, Adrio e Andrade Lima, osquaes raeacon-
celharam que com prestesaffizesse urna viagem
por mar, como meio mais prorapto de melhorar
o mal que rpidamente se ia desenvolvendo
Atacou-me semelhante molestia com dormencia
desde os dedos dos ps at aos joclnos, appare-
cendo mais a inflaramaco as pernas cora in-
sensibilidade e dorraencia, tambera as raaos,
tendo grande cangaco, nao s no andar como
tarabem subindo e descendo escadas e desani-
mo geral em todo corpo, carninhando de tal for-
ma a molestia a galope e sem recurso para em-
prehender a viagem recommendada pelos ditos
facultativos : queixando-rae a um amigo do meu
grande mal, me aconselhou que, sem perda de
lempo usasse do seu preparado, que nao s tem
obtido vantagens nesta terrivel molestia como
em outras. ao que resol vi-me a tmalo, pois
gragas a Deus me tem sido de grande utilidade
pois apenas com duas garrafas me julgo salvo
de to horrivelsoffrimento, pois tenho a satis-
faco de Ihe communicar o grande effeito do
seu dito preparado que tao til tem sido a hu-
manidade soffredora.
Recommendo aquelles que tiverem tal moles-
tia que s pdenlo encontrar allivio de urna gar-
rafa por diante.
Poder Vmc. fjzer uso desta minha carta co
ao Ihe aproover, ncaudo certo de que serei au
dos primeiros propagadores do seu preparado e
poderoso remedio para esse mal que ltimamen-
te tem afQigido a humanidade.
De Vine, atiento eobligado.Estevo Alexan-
dre Jos Dornellas.
& 60
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade.
Tendo urna pessoa de minha amizade sido
atacada da terrivel molestia beriberi, reconendo
a sciencia dos mdicos, os quaes Ihe aconselha-
ram que sem perda de tempo fosse para Olinda
tomar banhos salgados, estando por espaQO de
tres mezes com o uso dos banhos para ver se
terminava a molestia rebelde, nao ceden a cousa
alguma, estando por esta forma desanimada, re-
solveu a regressar a esta cidade. Chegando ao
meu conhecimento a grande nomeada do seu
elixir depurativo do sangue, recorr a elle a
pedido da mesma pessoa, com tanta felicidade
que com duas garrafas aumente, acha se ella
completamente restabelecida. Depois de ter
gasto quantia superior a trezentos mil ris, veio
restabeiecer-se com a bagatella de 10*. Per-
ianto dou-lhe os meus sinceros parabens pela
sua feliz descoberta que to til tem sido a hu-
manidade soffredora.
Destas poncas linhas que s contm a pura
verdade poder fazer o uso que Ihe approuver.
Recife, 22 de Janeiro de 188t>.
Manoel A. Silva Costa.
N. 61
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos Andrade. -
Recife. 17 de Janeiro de 1883. E' de meu de-
ver participar-lhe que tive .o mais prmpto e
vantajoso resultado com" a applicaco que liz do
seu elixir a una minha filha menor de 5 annos
de idade.
Ella sorTria de degeneraco no sangue e com
urna garrafa ficou restabelecida.
Pode V. S. fazer o uso que Ihe approuver des-
ta minha declaraqo. .
Sou de V. 8, amigo obrizado e criado
Antonio Pedro de Souza Soares.
(Estavam selladas e reconliecidas a5 firmas
pelo tabellio).
Entre amigas
Como passas, minha amiga i
Vou indo bastante adoentada; ha al-
guns dias que vejo-ine atormentada por
urna forte tosse, que me desespera.
__Ora, isso cousa que nao te deve
dar cuidado, principalmente se tomares o
Peitoral de Cambar, de S. Soares, que
o melhor remedio para as enfermidades do
peito e aquello que mais proinptos resul-
tados opera.
O Peitoral de Cambar vende-se em
casa dos agentes Francisco Manoel da
Silva & C, a rua Mrquez de Olinda
n. 23, e as prineipaes pharraacias e dro-
garas da capital.
Surdez
Urna pessoa curada de 23 annos de surdez e
zumbidos nos ouvidos por um remedio simples
enviar gratuitamente a descripeo a quem o
desejar. Nicholson Stgo del Estero 1260Bue-
nos-Ayres. ___________
fc---------- iJAJt-JU1'
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, for-
mado pela Universidade de Maryland nos
Estados-Unidos, tem aberto o seu consul-
torio, na rua BarUo do Victoria 18, Io an-
dar.
Consultas das 10 s 4 horas da tarde.
Dr. Firmo Xavier
Medico e operador
D consultas das II as 2 horas era seu con-
sultorio rua da Imperatriz n 30 1- andar <
tem sua residencia na cidade do Cabo, onde po-
de ser procurado das 6 da tarde as 9 da raanh.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico,
ocuUna, ex-chefe de clinica do
Dr. de Wecker, di consultas de
meia dia s 3 horas da tarde, no
Io andar da casa n. 51 rita do
Baro da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Residencia rua Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela rua da
Saudade n. 25.
AVISO A NUESTROS LECTORES
Los de nuestros lectores que vayan.-ai
Pars mientras la Exposicin, saben ya*qa
podran leer los ltimos nmeros de nam
tro peridico recibidos sea en casa dado*
Srs. Amde Prioce j ., sea u
el gabinete de lectura instalado por dicho*
corresponsales, en el Pabelln de la Republir
ca de Guatemala, en donde el comisario
general d Guatemala ha puesto graciosa
mente a la disposicin de dichos &&.
Amde Prinee y C, una sala con
terrado.
Para evitar toda confusin, los amigo-
nuestros que se hagan dirigir la correa
pondenca a la casa de los citados Srs*.
imde Prinee y C debern hacerlo
36 ru Lafayette, en donde estar espe-
cialmente organizado ese servico. (2)
| Bacharel Antonio Witru- t
vio Pinto Bandeira ,
< Pode ser procurado rua do Imperador < >
j | n. 71, 1 andar | \
Apas alcalinas mineraes de Hon-
dariz em Pontevedra, na lies
panlia
ESPECIALIDADES
para molestias de estomago, taes como: dispep-
sia gastralgia, catharru ctirunico do estomago,
ulceras simples,
Molestias dos intestinos, taes como: enfarta-
mento do figado. ictericia, clculos biliares, diar-
rha chronica, etc., etc.
Molestias das vias urinarias, taes como: dias-
teses-uricas, catharro vesical, diabetes sacariaa,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlorosis, psoriasis, prunigos,
dores artrticas e muirs muitas molestias.
As aguas alcalinas de Mondariz nascem de ro-
chas granticas na temperatura de 180 centgra-
dos, sao claras, bicolores de cheiro parecido nm
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, pro-
duzindo um ligeiro sabor picante na occasio de
toraar-se. Ellas sao classitcadas no numero
das alcalinas e bi-carbonatadas de soda.
Estas agua* acliam-se venda no estabeleci-
mento do Sr. Antonio Affonso Simes, sito rua
Visconde de Goyanr.a n. 1 (quatro cantos), em
Boa-vista, e no escriptorio do Sr. Joo Ramos,
a Praga da Independencia n. li.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiali-
dade de molestias de senhoras e creancas.
Consultorio e residencia rua da impe-
ratriz n 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TELEPHONE S. 226
H
erm.
Petersen S C gr.
Reichenstr 29/31
imiiuHi.o
Participara aos seus numerosos amigos que
para facilitar aos compradores de ultramar tem
completado em sua casa um rico sortimento de
amostras de todos os artigos allemes, o que re-
commendam aos seus amigos que acabara de
visitar a Europa.
EDITES
0 Dr. Manoel Caldas Barrete, juiz de di-
reito da comarca especial de Palmares,
por Sua Magestade o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edita!
de 20 dias de pregao e tres pracas vi-
rem, que por este juizo, lindos que e-
jam os ditos pregoes e pracas, tm de ser
arrematado a quem mais der e maior lan-
ce offerecer, no dia 23 de Maio prximo a
1 hora da tarde, na casa da Cmara Mu-
ucipal da cidade de Palmares, em audien-
cia especial do juiz de orphaos, o arren-
damento, por um triennio do engenho Ca-
ntorisinho, sito no termo de Agua Preta,
moente e corrente, motor a vapor; a re-
querimento do Dr. curador geral de or-
phSos, tende por base a avaliacjlo annual
de 1:6005000.
Nao se admitte licitante que nao esteja
legalmente habilitado com nanea idnea.
E assim ser o dito engenho arrendado o
quem mais der e maior lance offerecer na
da e hora cima indicados.
E para que a noticia chegue ao conhe-
eimento de todos, mando ao porteiro do
juizo affixe o presente no Jugar do costu-
me. e que passe a respectiva certidao.
Eu. Pedro Severo da Costa Leite, es-
crivao, o escrev.Manoel Caldas Bar-
reto.
E mais se nio continha em dito edital
aqu fielmente copiado, ao que me re-
porto e dou f.
Palmares, 11 de Abril de 1889.
O escrivao,
Pedro Lucio da Cesta Leite.
O Dr Joaquim da Costa Ribeiro, juias de
direito do civel desta cidade do Recife
e seu termo capital da provincia de
Pernambuco por Sua Magestade Impe-
rial e Constitucional o Senhor Dom Pe-
dro II a quem Deus guarde etc.
Faco saber, aos que o presente edital
de citayao com o praso de trinta dias v'-
rem ou delle noticia tiverem, que por par-
te de Walfrido Carneiro da Cunha Miran-
da e sua mulher me foi dirigida a petiSo
do theor seguinte:
Illm. Exiu. Sr. Dr. juiz de direito do
civel.Walfrido Carneiro da Cunha Miran-
da e sua mulher D. Maria Carolina Ribei-
ro Miranda consenhores e copossuidores
da propriedade Brum, sita em Casanga,
freguezia da Varzea, a qual, apesar de
ser de natureza divisivel, tem sido pos-
suida em commura, querendo obviar os
inconvenientes resultantes da communhao,
vem requerer a V. Exc. digne-se de man-
dar citar os respectivos consenhores a sa-
ber: baro de Muribeca, Dr. Francisco
Pinto Pessoa e sua mulher, Dr. Joao do
Reg Barros, Dr. Manoel da Trindade
eretl e sua mulher, tenente-coronel Fran
cisco Goncalves Torres, Pedro Francisco
de Paula Baptista e sua mulher, Joaquim
Francisca Ribeiro e sua mulher (estes com
a devid venia por serem sogro e paes
dos supplicantes), Jos Rodrigues Bara-
cho e sua mulher, D. Francisca Mrgari-
da Gestiner Plesseman, madame Melanie
Schlasser, Romana. Maria da Conceiao e
seus fiihos, Francisco Lins Caldas, e Pe-
dro Lins Caldas (este menor de vinte e
um annos) ttodos moradores na freguezia
da Varzea, Jo3o Alfredo Thom e sua mu-



'1




Diario de PernambucoQuinta-feira 2 de Maio de 1889
fcer, moradores actualmente em Ponte de
Oeko*, e bem assim os herdeiros da lina-
dk D- Anua Joaquina de Miranda Brto,
eajo nomes e residencias os supplicantes
gaoram, o Dr. curador geral de ausentes
e tutor do menor, afim de na primeira
saafienca deste juizo louvarem-se e ve-
as supplicantes louvar-se em peritos
fas procedao a divivo da sobredita pro-
aneoade, de accordo com os ttulos que
m inaplicados deverao apresentar naines-
aa audiencia para serein juntos aos autos,
oendo a citacao para todos os termos
dfeaecSo at final julgaiuento, sob pena de
reretia, e as despezaa rateadas na forma
lelas. Os supplicantes requerem outro-
sb V. Exc. digne-se denomear curador
a He ao menor, e mandar que o escrivao
a ajeen) esta for distribuida passe manda-
de pora citagao dos supplicados residentes
fiara da cidade e carta de edictos para os
- residentes em lugar incerto e nao sabido,
aneando da e hora para a justificacao
ee aasencia pedem a V. Exc. deferinien-
. to. E receberSo merc. Recife 20 de
Marco de 1889. Reg Baptista estava sel-
lana eom urna estampilha de dusentos res
egarlamente inutilisada.
E, oada mais se continua em dita peti-
^io aqui transcripta, a qual sendo por
a examinada nella dei o despacho do
1te*r seguinte: Distribuida. Como reque-
ra; e para curador in litem o Dr. Luna
Freir Jnior. Recife 23 de Margo de
1889. Ribeiro.
E nada mais se continha em dito dcs-
atao aqui copiado, em cumplimento do
aat sendo a referida petic3o aprusentada
a* distribuidor do juizo Horacio Pires
Garri este a distribuio ao escrivao Pedro
IWtuliano da Cunha. Sendo por este de-
. [jando da e hora para a inquiricSo das
twtemunhas; c tendo os supplicantes pro-
vado a ausencia dos referidos herdeiros
da aada D. Anna Joaquina de Miranda
frito allegada na peticao supra transcripta,
escrivao de meu cargo me fez os autos
eaactusos sellados e devidamente prepara-
das Belles dei e profer a minha senten-
ca d theor seguinte: Julgo provada a
aurencia dos herdeiros de D. Anna Joa-
qM de Miranda Brito em lugar nao sa-
bido, expeca-se o edital para a citacao
se o praso de 30 das. Recife 15 de
Abril de 188U. Joaquim da Costa Ribeiro.
E nada mais mais se cotinha em dita
mislia sentenga aqui transcripta cm cura-
nento da qual o escrivao de meu cargo
fea passar o presente edital de citacao
bdb o praso de 30 dias pelo'qual se cha-
a e cita e hci por citados os referidos
herdeiros da predita finada D. Anna Joa-
qazaa de Miranda Brto por todo conte-
dada peticao supra transcripta.
E para que ciegue ao conhecimento de
tadae mande: passar o presente que ser
jaaEcado pela imprensa e arfixado no lu-
pa* do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife
aaal dias do mez de Abril do anno de
1389. En Pedro Tertuliano da Cunha es-
cofia e subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
*? SecgaoSecretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 27 de Fevereiro de
1889.
IVjr esta secretara se faz publico, de
aaaaormidade com o aviso do ministerio
a amperio de 10 de Fevereiro de 1864
ee eos termos dos arts. 52 e 53 do Dccr.
b_ 3,059, de 17 de Abril de 1863, fui ra-
lo hoje, nesta repartiyao, o titulo
i seguida transcripto de James Dick,
passado pela igreja do Kaat London 7"-
tk/, sito em Burdett.
O secretario interino,
Monoel Joaquim "Silveim.
Eu abaixo assignado Williaiu Eustaco
Tbb> tabellio publie i da cidade de Lon-
dres, por nomeaeo real dcvidainentc ju-
TBBatBtado e cm cxcrcicio, pelo pre
martr. certificado, que as asignaturas que
aera Archibald Brow e Joseph
& Jlawis ", escripias ao lim da eertidan
ee se acha aqui annexa sob o selo de
mut fiado, slo authenticas e respectiva-
-acace de propra letra do Revd. Sr. Ar-
eU&ol Geikie Broun, ministro e pastor
de East London Tabernacle, e do Kcvd.
ma verslo fiel e conforme da referida
certidao, e que em virtude do exposto as
citadas afsignaturas e tradcelo slo dig-
nas de toda a f e crdito, tanto nos tri-
bunaos de justica como fora dos mesmos.
Em testemunho do que para fazer cons-
tar onle couvier e para todos os effeitos
. passo o presente que assigno e lago
sellar com o sello do meu dito officio em
Londres, aos 5 de Novembro de l>88.
Veritas.W. E, Venn. Xot Pub.Reco-
nhego verdadeira a assignatura supra do
William Eustace Venn, tabellio publico
desta cidade, que liguei com os documen-
tos ns. 1 e 2 rubricados e numerados por
roim, e para constar onde conver a pedi-
do do mesmo, passei o presente que as-
signei e fiz sellar com o sello das impe-
riaes armas deste consulado geral do im-
perio do Brasil em Londres, aos 8 de No-
vembro de 1888.Barao do Ibir-mirim,
cnsul geral.
Traduccao
Eertitica a presente que m officio so-
lemne celebrado esta tarde pela igreja do
East London Tabernacle sito em Burdett
iload, foi o Sr. James Dick aceito pelo
ministro e membros da mesma igreja pre-
sentes pela mesma occasiao como minis-
tro do Evangelho de Nosso Senhor Jess
Christo legtimamente autorisado para sse
cargo, que os referidos ministro e igreja
lhe desejam todo bom xito, bengao e fa-
vor divino em todos os seus trabalhos pas-
toraes, ministeriaes ou missionarios onde
quer que tenha de annunciar o Evangelho
East Lonnon Tabernacle, Burdett Road
Londres, aos 5 de Novembro de 1888.
Archibold G. Brown, pastor do East Lon-
don Tabernacle.Joseph S. Marris, pas-
tor da igreja de Levton, lente de theolo-
gia, collegio de Harley.
Visto, e designo o 2o official interino
da 4* secgao para registrar.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 20 de Abril de 1889.
(> secretario interino,
Manovl Joaquim Silceira.
Pagou 6#890 de emolumentos e addi-
cicnal de 6 | do registro.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 27 de Abril de 1889.Chacn.
Reg. a fls. 134 do livro 7o de Provi-
soes do Ministerio do Imperio. 4a secgao
da Secretara da ("residencia de i'ernam-
buco, 28 de Abril de 1889.
O 2o official interino,
Jote Gitirana.
5.* scelo. Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 29 de Abril de 1889.
Por esta secretaria se faz publico, de
ordem do Exm. Sr. Dr. vicepresidente
da provincia e nos termos do 2o do art.
Io da lei n. 1,901 de 4 de Junbo de 1887,
que, tendo-se concluido por meio de laudo
de arbitro desempatador, a questao de ava-
liacao do material da empreza de illumi-
narao gaz desta cidade, tica aberta
a concurrencia, com o prazo de seis me-
zes, contados da data do psente edital.
para contracto da dita illuininacao, me-
diante as seguimos clausulas da citada le:
| 3. Nenhuma proposta ser recebida
sem que o proponente com ella aprsente
documento de haver feito no Thesouro
Provincial deposito da quantia de 25:000-5
em dinheiro ou apolices da divida publi-
ca, para garantir a aceitaco do contracto,
no caso de ser preferida a sua proposta.
4. O deposito, a que se refere o pa-
ragrapho antecedente, nao ser retirado
pelo contractante senao lindo o contracto e
servir de caucao para os pagamentos de
inulta c riel compriincnto das clausulas,
que forem estipuladas no mesmo'.
5." O contracto s peder ser feito
com quem inelhores vantagens offerecer
na concurrencia.
S 6." A nao ser no caso do paragrapho
antecedente, a actual empresa nao ter
preferencia a qualquer outro propouente.
$ 7.o O novo contractante ser obriga-
do iiidemnsac3o, a que a provincia
sujeita por forca da clausula decima ter-
ccira do contracto cm vigor, devendo dita
indemnisagao ter lugar ds accordo com
easa mesma clausula, e tirando o material
c obras da empieza liypothecados pro-
| 9. O prego da illuminagao, quer publi-
ca, quer particular, nSo poder exceder de
260 res o metro cubico de gaz, fazendo-
e urna reduegao de mais de 30 |0, para
os estabelecimentos de caridade e benefi-
cencia, e repartigoes publicas.
jj !().' o -v-te'iia lietrico, si for mais
conveniente, 'optado para a medi-
glo do gaz.
| 11." A luz ser clara, brilhante c iscnta
de substancias ustrnnbns, que possam pre-
judicar a Ilumina .r> e a liygiene publica.
| 12. A intensidade media da luz ser
equivalente a de dea velas de espermacete,
das que queimaui sete grammas por hora,
correspondentes a 120 graos mglezes.
| 13. As horas de illuminagao publica
serio fixadas pelo presidente da provincia
no principio de cada anno, nao podendo
ser em numero menor de seis, nem maior
de dez, devendo neste caso haver urna
reduegio no prego do gaz correspondente
ao acrescimo de horas.
14. O contractante ser obrigado a
ter na provincia un representante com
Sleos e Ilimitados poderes para Iratar e
efinitivamente resolver as quest3es que
Empreza do Gaz
Aviso
A empreza de illuminacito a gaz desta
cidade por seu gerente, tendo visto no
Diario de Pernambuco de hoje a publica-
gao do edital em que a presidencia da pro-
vincia chama concurrentes para o novo
contracto da illuminagao mediante as clau-
sulas no mesmo enunciadas e sci-vindo de
base para a ndoinnisaean da empreza
actual a quantia de '.)!IH:777-S:^, pjr
q un n to foram aval atlas pelo arbitro desein
patador as obras da mesma empreza,
quantia essa que dever ser paga pelo
novo contractante, vem pelo presente
aviso, e para evitar duvidas futuras, de-
clarar que dita avaaco nao pode servir
de base para tal indemnisagao, por ter
sido llegal e irregularnvmte feita, bem
como que contra ella j protes ou, quer
perante o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, quer perante o juizo dos feitos da
fazenda, tendo sido intimado do mesmo
protesto o Dr procurador dos feitos da
Fazenda Provincial, como representante
da provincia.
E como quer que deva era tempo op-
se suscitarem, quer com o geverno, porteo fazer valer seus direitos contra
quer com os particulares, neatido spitos i ,jyn, da direito for, deliberou fazer a
todos os seus actos as lcis e
regulan
tos e jurisdiccao do tribunaes judicia-
rios ou administrativos do paiz.
| 15. O contractante ser obrigado a
collocar e construir sua custa um i>u
mais gazometros, se houver necessidade,
nos lugares que o presidente da provincia
designar, e a iutroduzir todos os mclho-
ramentos que durante o prazo do contrac-
to se forem descobrindo, nma vez adopta-
dos na corte do imperio ou em alguma ca-
pital da Europa.
16." 0 pagamento da illumnagio pu-
blica e particular ser eito em moeda do
paiz, sem atteneao oseillagSo do cambio.
17. O contractante peder organisar
companhia, a qual ticar subrogada era
todos os direitos o obrigaeoes d j con-
tracto.
18.* Para as despezas com a tiscali-
sago do servigo de illuminagao o contrac-
tante concorrer annualmente com a quan-
tia de 3:OOOi50 Thesouro Provincial.
% 1U." O presidente da provincia esta-
belecer as multas e mais condg*es, no
intuito de garantir a boa exccugo do con-
tracto, quer eom relagao a rllumingao pu-
blica, quer coin a particular. /
Faz-se publico, rioalmente, que o novo
contractante ter de pas;ar actual cm
prpza, conforme o 7" cima citado, -
quantia de 994:917^528, de accordo com
a avaliagao feita pelo arbitro desempata
dor em 18 de Marco ultimo, visto deduzir-
Se da de 998:777->528, total da avaliagao,
a importancia ds 3:8<0:JO00 paga em-
presa em 1860, proveniente de <>2 canos
de ferro, 5 columnas c 5 bracos com lani-
peoes, collera.o.- fu do perimetro do
contracto.
< > secretario interino,
Miii'il Joaqui.i .Silvcira.
sp
S. Joseph Stephen Marris, ministro e pas- vincia at que esteja realisada a iudemm-
ter da igreja de Levton e professor de # ol< Pe0 n,enos depositada a respect.
Aeetogia no collegio de Harley, desta ca-
ptaL E certifico anda mais que a tra-
iacfao que va i aqui annexa de igual for-
COHHERGIO
Revista do Mercado
RkCIFE, 1 DE MAIO DE 1889.
O novimenlo foi itisignificanle, nolando-se
cfnas Inosaegees no mercado de cambios.
Bolsa
OrttCOES OKFlflAES DA JUSTA DOS COR
EliTOKES
Recife. K Senouve cota cao.
O presidente,
Cundido G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux
Assucar
Qb peros pagos ao agricultor, por 15 kilo?, sc-
a Associajo Conimerciai Agrcola, foram
serauies:
i800 a .1:00
20 a 2*2(HI
lodtl a 1(IK>
UO a IrtO
1*300 a U400
wado purgado
bruto .
As entradas verificadas at a data de hoje
i a 63.141 saceos, sendo por -
casas
Tapare*.....
aenaaes....
TSa-ftirea de Caruar.
T-ferrea de S. Francisco.
TSa-eriva do Limoeiro
Somma.
20 07o Sarros
"t ',08 "
4.830 *
33 300
2.519
63 1'
Cambio
OBbanr.es ountiveram a taxa de 27 d., i
jeado, pr: dodui. saccar a
BKU.
Mat p luaram-st pequeas
k dea
a i
va importancia.
^ 8." O prazo do contracto nao
exceder a 3(; annos.
pode
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TABELLAS AFl'IXADAS


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L2S
DECLARACOES
S. K. G.
toi ij-laili' Rrcrcntia Coninacrcial
Soiree triiiievlnil em ."i lie Maio
Ossenliore? s..eios i[ue queiram tirar corniles
pira eta soiree dev .'i pijcuralu cm poder ('o
1- secretario
Ingressos coi o recibo, do mez de Maio,'os
quaes podem ser procurados em poO do Sr.
ir.i'soureiro.
Agregados uo .-ead nitem.
Si-cieiaria da Scutiiiiadv inerealiva Commer-
cial. daAbril de IUH0.
O I >eei-e.:ario
Ar.iujo Goimares.
Gompanhia Alagoana
de fiaco e tecidos
Convidamos aos srnfeores ?alfs:ipofes do-ia
companlua para dt^ a.-cordo com os Vis. 9 e 10
dos estatutos, at o Oa 10 d- Maio prximo fuiu-
ro. realisarem sea quinta entrada na raido le-
lo 0,0 do valor de suas actes, no Banco Inter-
nacional do Brasil em Pernam!)Uco. Macui, 22
de Abril de'1889.
Os diredores.
..' .'.- (Vivir Mai'itedo.
I (unario i*, dellarvalbo.
Propicio ?edroso Barrete.
Conros
Coia-se os salgados ecos j 375 ivi.-.
Afaaroke
Cola-se a 880;X), por pipa de 48 lilros.
Aiiool
CoU-xe a 163001 par pi|a de i80 litros.
.11 r l
Cota-S0 a 500i)0 por ]'i|a ile 80 litros.
l*:ui(i ila alfamlcsa
pniaento publicagao para scieneia dos n-
''u ressados.
Reeife, 1 de Maio de 1889.
George Windsor,
Gerente.
Gompanhia de Edifi
cacao
tfiiicmbla ,-cral extruordinaria no
din H de Maio de 1889 em esui-
nirnto ji ordinaria marcada e nn-
uuaclada paraemic mismo ia.
Para attender quanto possivel aos inte-
resses da companhia e communidade
dos Srs. accionistas, resolveu a directora
da companhia que, em segnimento as-
sembia geral ordinaria que hoje annun-
cia-se para o dia turo, reunase urna extraordinaria, no
mesmo local era que se ha de effectuar a
ordinaria. 2?e**ft assemblca extraordinaria
descutir-se-hao a conveniencia ou nao con-
veniencia da lquida^ao da companhia, se
gundo a proposta do parecer assignado
pela maiora da coinmissSo fiscal e publi-
cado nesta folha no dia 5 do crrante inez,
e a possibilidade ou impossibilidade de
do resorganisar a companhia segundo o plano
gerente, distribuido em avniso pelos Sra.
accionistas, o qual ha de ser pelo mesmo
apresen; ado official mente na reuniao or-
dinaria do da 8 de Maio prximo futuro.
Chaiua-se a atteneao dos ."Srs. accionis-
tas para os i.; 7.- e 8.- do art. 15 da
le n. 3150 de 4 de Novembro de 1882.
Recife, 24 de Abril de 1889.
Ricardo Menezcs.
Gerente
1." si-cea. Jei ri'tiirii di: pi'C de vt
Por e.-ia secretaria se fez publico que se i .,-<.
nt'sia repuiticio, alim a ser entregue ao inte-
ressado, depoi de satisfeiios us di-.Mdos diivi
ios, a paleul do coronel coinnuuid.<(itia su|>ori
da guarda nacional da comarca de Limoeiro,
Simplicio (lonralves dos Santos, nomeado por
ileci Uto de de Mareo ultimo.
Munoel Joaquim Silveira
Secretario inieritio.
Matriz de Santo Anto-
nio
Capel Imiia
A mesa regadora ii irruiavel irmaiidade do
SS. '-acrauenlo fia .nutriz it Sanio Antotio d-
la od a de, precisa i*ontraeiar a capellana da
mesma rmandaile, para o qiie convida a qual-
aner seriiio/ sacerdote queqoeim se i-ncarregaf
lia mi'Sfii;i e.xpeoania. ;i i'iilefid r >i eom o irmio
jiii-. Ileui'i'p; Cenia) Brrelo di' Al mida, roa
do liuperadjr i. 18, das '.i horas da imiuli lis 2
da tarde.
Consistorio, 1 de Paiooe luso.
Jos Valia ', Andra ie
(SCI'ivo.
fiiijiH'i'lai sociedade
DOS
Artistas Mechan icos e Libe-
raos de Pernambuco
De ordem dadireSoria. convido a todos os
no-so- consocios no ttoso de seus direitos para
a asreajWa treral sexta-feira -i ilo corrente, s
7 Iwra dn noile.
Il'-ife. de Maio de IMD.
Jos Ca si ..
. 1- secretario.
Arsenal de Guerra
O conselho de compras deste Arsenal, recebe
propostas no lia 4 do corrente, at li horas da
inanha. para a compra dos artigos seguintes :
Algodozinho com 82 centimetros de largura,
metros 710.
Algodao em rama, kilos 5.
Aniagem, metros '-o.
Baixos a sax em sib 2. **
fiaixos a sax ein do 2.
Bombardao em unb 1.
Bombo com cora Imperial p re e maceta i.
lionels de servico interne, 00.
Bonels de sargento ajudante qoarlel mee>lre i.
Bonets com gallo para msicos 27.
Bnm escuro de linlio trancado, metros 1.730.
Bornaes de bnm para vveres 247.
Caixa de folba para livro mestre 1.
Caixa de rufo com porte c baquetas 1.
Candieiros de folha para parede com reserva-
torio para kerosene 6.
Canudos de folha para inferiores 26.
Cantis do folha pintados 247.
CinlurOi's com fi^rrageos l7.
Charlateiras para sargento ajudante e quartel-
mestre. pares 2.
Charlateiras para msicos 27.
Cadeiras de jaca aud i.
ordoes de 15 verde para inferiores 26.
Correias de sola para cantis 247.
Correias de sola para marmitas de 1 praca, pa-
res 247.
Correias de sola para marmitas de 8 pracas 48.
Correias de sola para capotes, temos 247.
Correias completas para mochilas 247.
Chamin para candieiros 12.
Clariuetos de bano em sib 4.
Chicaras e pires de louca, casaes loi).
Facas para cosiuha 3.
Grvalas de couro de bezerro envernizado 200.
Galao prateado de 1 frizo, metros 4,32.
Galo prateado de 2 frizos, dem 3f<.88.
Guarda feixos para carabinas a Clomldai.r. 200.
Guarda feixos para mosquclcs dem 17.
Hollanda de forro, metros 137.
Lata d" folha para aparar '-af 1.
Lala para caf em p, al 10 kilos 1.
Lavatorio de ferro pintado com perlences de
louca I.
Marmlto de folha para rancho 8.
Moringues de barro co. pratos 10.
Marmitas de folba de 1 prai;a 247.
Marmitas de fo ha de 8 pracas 48.
Mochilas oleadas com laminas 247.
Oleados para paiol I.
Ophiclides em do 2.
Palas para cinlures 217.
Patrooas eom eartacbeiraa 217.
i ratos de metal para musir, pares 2.
Pratos fundos de louca 13o.
Pratos rasos de louca 135
Panno mesc'a para msicos, metros 80,10.
Panno escarate fancez, dem 3,40.
I'i si Oes 3.
Beloeios de parede, americanos 2.
Hiipjinta de elia'o em siol.
Hemos ile pmli > para canoas 2.
Reposleiro de panno com corda imperial 1.
Saxophoiie eir. sib 1.
Siixophone em nnb 1.
Saieos de brim para murmilas ile 8 proras 48.
Sacros de algodao tronc-do para coar can1 36.
S;iiatos de como do bo'rr, lares 4,838.
Sa.'velim de cor. metros 6,70.
T.illiep's de ac 10o.
Toalhas de algodaosinho trancado de 5 'metros
de co n primen to e 1,30 de largura, para mesa
de rancho 19.
Toalhas pequea* de algodao trancado para lim
pur luue.i 63
Trombones a s;ix 3.
Trompas a sax 3.
Ornas de folha par caf, we torueira 5.
Nao sero totoadas em cuusideracfio as \\vo
poslas que no forem feit..s de accordo eom o
art. 64 do legulaineulo de 19 de Outuhro de
1872.em duplcala, com ri'terencui a um so ir-
liffO. mencionando o nome do proponei.le, a in-
iHcacSo da casa eoninei eial, o preco ile cada ar
tino, ? numero e marca das amostras, declara-
io expressa de sujeilar-.se a multa de o "/., no
caso de reeusar-se a assigoar o contracto, la ni
como as de que tratam os arligos 87 e 88 do ci-
tado rejmlamenlo.
As amostras relativas as fazendas cima
acham-se nesta secretaria para sercm examina-
this pelos propuqenles que deverao apresentar
as ilemais proiiostas.
Os pratos que Coran concedidos pelo conse-
lho seo iniprorogavcis.
Secretaria do Ar>enal de Guerra de P< rnara-
bu'.o, l de Maio de 1880.
i) secretario,
7twe / rUMCiteo Ribeiro Machado.
SANTA CASA
CASI* P1H.1 IMail
ua fia Moeda n. 40. armazem 240*000
Hileiu do Vigario Tenorio n. 27. I-ja 2'i(i000
dem dem u. 2. 2." andar I8WOO0
dem idem idem. 3.' andar ISO .KJO
dem idem n. 2'i. i." andar ''MaOOO
dem do Mrquez de Olinda. sobrado
n.44 2:l-'liMX)
dem do Boin Jess n. 20. I. andar 240OO
dem de Domiogos Jos Martms n. 136.
loja e 1" andar 4005000
dem de Thom de Sooza n. 14, 1" andar iW-MK)
S. Lourenco da Malla casa terrea GOOOO
Ra do Marque/, de Olinda n. 33,
sobrado 1.200-5000
dem do Padre l'ioriano n. 63,
casa terrea 2004000
dem de S. Ileulo n. 3 em Olin-
da idem 240*000
Bstrada de Paniameinm silio MOJOqq


8
SI
Li
fo
1'
'acm[
Cola se a 6600 o de Ia sorte do serto, fe-
chando o mercado bastante (irme em vista da
lo do cambio.
A exportaco feita pela alTandega neste mez
at o dia 20, atliiigio a f.007.319,3 kilos, sendo
1.960.728,5 para o exterior e 136.791 para o in-
terior
As entrarlas verificadas at a data de hoje so-
bem a 18 370 saecaa, sendo por:
2.370 Saccas
1684
SoBio
rfw. r
a ultima hora
o rnpel part calar.
as,
Baracas.
I Vapores .
i 'nuoaes .
rrea de Caruarfl.
Via-ferrea de S.l'ra:'
I Via-ferrea de Limomro
So ama.
3.317
889
2.026
6.084
18.370 Saccas
RUANA ? 20 HK ABRIL J l MAIO DE 189
Vide o Diario de 28 de Abr
\avios carga
Lugar nacional Zrqttimha, para Pelotas.
Vapor inglez De wp, para Liverpool.
Vapor iuglez tespidee, para Liverpool.
A'avlos a descarga
Barca sueca Eiba, carvfliv
Barca nacional Marn Angelina, xarque.
Barca iioruegnense Mm^na, carvao
Barca hespanhola Cotutttnaa, carvao.
Barca norueyuense Dagmar, carvao.
Barca nacional Msriauninha, xarque.
IViica iugleza Roseof Drcon. carviiu.
Barca BOroegueose nvmai, carvao.
Barca noruegeuse Ultbtra. >-arrao.
Barca aoruegnease Fortuna, carvo.
LL'ar ingleS Blanche, liaealho.
Lar portuguez Temeraria, xarque e gorduras.
Patacho bespanbol oceii Para, xarque.
Patucho hollandez EuneWi. xarque.
Patache nacional loes* Cocreia, varios gneros.
In|(orlaco
Vapof inglez Kathteen e.lirado de Pololas 0
escala em 20 de Abril e consignado a J. II. lox-
well, manifestou :
Barris vazios i 3!0 a diversos.
Caf 30 saceos a Pereira Camejro i C. Cou-
ros 1 caixa a Joaquim da Silva 'arneiro. Ce-
vada 8 saceos a Costa & MeVirus, 12 a Pereira de
Faria & C. Colla 2 barricas aos uesmns 10
ordem.
Farinha de mandioca 3,743 saceos ordem,
1,000 a Pereira Carneir k C, 1.000 a Paiva
Valente & C. F< os a Cosa Fernan-
des Foges de ferro B volamos a Miranda &
Souza. Fumo 10 volumrs a Fsnaty Rodrigues
k'., li a Almeitla Mactnd A C. 7 a Pereira
de Faria *
Lingnas 2 bar: !a Hedeiros.
Pipas vasias 435 ordem, 2S0 a Pereira Pinto
t C, 500 a Amorim Irmos & C.
Saceos vazios 46 a Browos 4 C.
Vinim .'ni caixas a S. Basto. Amorim & <'..
Xarqoe 1 003 fardos a Ofiqumi .la Silva l^ar-
iii.'ii' 2C .: Cosa A Medeiros.
'j^portaco
NCCIFc, 30 UK ABR'. I>K 1SS0
Para o aSerim
No*Sapor inglez esptrdt -. i arregarara :
IVr.i Lv. pool. P. latrneiro A C 842 aaccea
com f>2,lJu Kilos de enrocos ( algorlilo F.
Cascan Filho 369 saceos com 2o,8.'( > kilos de
assocar mas.-avado ; J. H. Bo.wvell 1.121 saceos
eom 84.073 kilos de assm ar masivado : (. de
Mallos Jrmaos 242 saccas com 18.0-ji kilos de
algodao. 38 s;iccos com 3,3<"0 kilos de cera ve-
getal e i caixas com 32 litros de agurdente.
No vapor inglez De Boy, carregaram :
Para Liverpool, J. Paler & i. 963 saccas com
72,547 kilos de algOBUO.
So vapor inglez Dumiuore, carregou :
Para Liverpool, H. Fernandos 400 saceos com
:0,000 kilos de assucar masca vado.
No vapor aenio Santos, carregaram :
Para llaraburgo, P. Carneir 4 C. i,000 cjuros
salgados com 12,000 kilos.
Para o interior
No vapor nacional Arlindo carregaram :
Para io de Janeiro, II. Burle 4 C. 230 sacras
rom 10.331 kilos de ak'odo ; Paiva, Valente *
i; 20) saceos com 12.0o0 kilos de assucar mas-
i avade.
No lugar nacionalZeguinha, carregaram :
Para Rio de Janeiro, J. .->. Loyo 4 Filho 3.300
saceos com 210,u00 kilos de assucar hraaco.
No vapor allemiio Montevideo, earregaram :
Para Sanios, J. J. Moreira 600 saceos eom
36 000 kilos de assucar inaseavado e 120 ditos
eom 7.20) ditos de dito br neo.
Para Rio de Janeiro, H. Burle t C. 300 saccas
com 37,828 kilos de algodao.
No patacho nacional J. Concia, carrea m :
Para Rio Grande do Sal, A. Gaimaraes 300
barricas com 48.408 kilos de assucar branco.
No vapor inglez Kathieen. carregaram :
Para Cear, Costa 4 Medeiros 3&! saceos com
farinha de mandioca.
No hiale nacional Camelia, carregaram :
l'ara Ci-ar, Maia 4 Rezemle 2,400 saceos com
farinha de mandioca.
Na barrara I, Elitabeh, carregaram :
Para Ciar, Maia 4 Rezenile 600 saceos com
farinha de mandioca ; \>. Valente 4 C. 1,000
saceosfeorn farinha de mandioca.
No hiate nacional Bom Jess, carregaram :
Para Aracaty, P- Airea 4 C. 12 harneas com
844 kilos de assucar blanco e 20 ditas com 750
ditos de dito masca vado ; Fernandes 4 Irmo 10
: "30 kilos de assucar mascavado.
ate nacional />. Antonia, carrega-
ram :
Para Camossim. Maia 4 Reiende 300 saceos
com farinha de mandioca.
Na tanaca Aurora 2.' carregou :
Itera Cear, M. M. rieses 30 barricas rom $,000
kilos de assucar branco.
Na lancha Isolnu, carregou:
Pata Maragogy, J. Raphael 3,000 litros de sal.
Rcntliucntos pblicos
Ma DK MAIO
Alfandega
Rcn.la gerai
Do dia i
1.a pra^a
Pela inspectora desta Alfandega, se faz pu-
blie, qne, s U horas do da 4 do corrente mez.
sero arrematadas em praca a porta desta repar-
tijo as seguintes mercadorias :
Armasen) n. 2
Marca diamante 345 no centroUrna caixa
n. 6, contendo H2 kilos de rtulos de mais de
urna cor. abandonada aos direitos por Joo Be-
zerra C, viuda de Liverpool no vapor iuglez
Sehotar entrado em 15 de Marco do corrente
anuo.
Armazem n. 7
Marca B N 4 CTres fardos de ns. 2 e 4, con-
trntlojsaccosjwdhos de caiiharaaco. viados de Li-
verpool do vapor inglez Scholar entrado em lo
de Margo do correte anuo.
Marca J FTres ditos de ns. 5 e 7 contendo
saceos velhos de canhamaco, total 6 fardos pe-
sando liquido 2,910 kilos, viudos de Liberpool
no vapor inglez Actor, entrado em Abril do cor-
rente anno, abandonados aos direitos por Julio
Fuerstemherg.
3.* seccao da Alfandega de Pernambuco, 1 de
Maio de 1880.
0 chafe,
Domingos Joaquim do Fonseca.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector* desta re-
partico, faco publico que no dia 2 do corrale
mez paga se a classe de professoras de 1.a en-
trela, com relaco aos seus vencimentos do
mez de Maree prximo (indo, que deixararn de
receber no mez de Abril ultimo por insuIHciea-
cia da renda.
Pagadora do Thesouro Provincial, 1 de Maio
de I880.-O escrivao,
Alfredo Gibson.
teiJTlaiia da inwtruccao mlilia I
Prazo de 90 dias
N. 75.Faro saber de ordem do Sr. Dj. ins-
pector' geral, ao professor puhlico Telesphoro
Lopes de Siqueira. removido para a cadeira de
Salgueiro, que lhe Mea marcado o prazo de 90
das, a contar de 23 de Abril prximo lindo,
para assumir oexercicio de sua nova cadeira.
0 secretario,
Pergentino Sarqtoa de Araujo Galriio
\ rsenal de Maririha
para o
AliMamcnfo de voluntario
batalhalo natal
De ordem eo Illm. Sr. capito-lenenle Rodrigo
NuiodaCosta, inspector dede arsenal e capitao
do porto de.-ta novineia, lato publico que. em
observancia ;i circalar do Mihisierio da Marinha
n 381 de 21 de Marco ultimo, acha-se abertQo
ali-tumenlo de eidados >as circumstancias de
lereui praca no batajbae naval, percebendo cada
um. aleindos respectivos veneimeiitos, o premio
de 400, de couformidade com o art. 3- da lei
n. 3:67 de 21 de .esto de 1889.
Inspecco do Arsenal de Marinha de Pernam-
buco, 3 de Abril de 1889.
0 secretario,
Antonio da Silva zevedo.
tienda provincial
Do dia 1
37:761.47 ii
3:647*574
Somata loiai
i
31:4095280
de Maio de
Scsunda secfio lia Ali'andega,
1889.'
0 tliesourciro Flerencio Domingues.
O che fe da seccao Cicero B. de Helio.
Hccchcdorla Geral
Do da i
661433
Companhia de Edificaeao
Asaeiiihla guraS ordinaria em
8 de Maio de 1889
Tendo a maioria dos Srs. accionistas de com-
panhia de Kdiueago que eonrorreram convo-
csicao da assembla geral ordinaria marcada, por
ordem da directora da companhia. para o iia2
do mez corrate, resolvido que tul assembi :a se
nao podia por Ilegal effectuar nesse da. visto
nao haver decorntlo anda lodo o prazo de um
mez determinado pelo art. 16 da lei n. 3150 de
4 de Novembro de |S82 ; resolveu a direcloria
que Pcasse romo se nao foni bita a convoeaco
annunciada para aquelle dia 22 e que se fizesse
publico que se devem os Sis. accionistas reunir
em assembla geral ordinaria no dia 8 de Maio
prximo futuro, s II lloras da manh, no es-
ci iptorio da companhia, Praca Pedro II D 77,
l andar, assembla esta em que se ha de tratar
de tudo que segundo a supracitada lei, e os esta-
tutos da companhia leal cabimento nella.
Chama-se a attenco dos Srs. accionistas para
os paragranhos 1. 2, 7o e 8o do art. 13 da cita-
da le n. 3130 de 4 de Novembro de 1882.
Recife, 24 de Abril de 1889.
Ricardo Menezes.
Gerente. \
Secretaria da presidencia de Per-
nambuco em 20 de Abril de 1889.
5.a seccao.
Por esta secretaria se faz publico rara
conhecimento de quein interessar que o
Exm. rir. presidente da provincia manda
em cumprmento da lei n. 1917 de 22 de
Marco ultimo, chumar concurrentes, com
praso de noventa dias, contados da data
do presente edital, para a exploraco de
dnze engenhos centraes, sendo seis detypo
maior o cinco de typo menor, 3ob as ba-
ses constantes dos artigos l.- e 2.- da ci-
tada lei, concebidos nos seguintes termos:
Art. 1.- Pica o presidente da provincia
autorisado a contractar cora quem n: ino-
res vantagens offerecer a fundacao e ex-
ploraco de onze engenhos centraes sendo
seis de typo maior e cinco de typo menor,
sob o plano^ondicoes e auxilios constan-
tes do artigo 1G da lei provincial n. 1360
de;i885.
Pregos de dia:
Carne verde de 160 a 480 res o kilo.
Carneir de 720 a 15 res idem.
Suinos de 560 a 640 res idem.
* arinha de 3; 0 a 640 res a cuia,
Milho de 400 a 440 res idem.
e:* de 800 a "OJidem.
.Hatai!uro publico
Neste estabeleciment foram abatidas para o
consumo de hoje 89 rezes perlencentes a diver-
sos marchantes.
Vapores a entrar
ME/. DE MAIO
Sul........... Santos...........
i-ul........... Orenoque........
Liverpool..... Sculptor.........
Norte......... Alagos
Ifcccelicdakria provincial
Do dia I l:40ol23
Ilecifc Drainage
Do dia 1 353^177
Mercado Municipal de s. Jone
O movimento deste mercado nojdia 30 de Abril
foi o seguate :
Entraran) :
36 bois pesando 3,271 kilos.
262 kilos de peixe a 20 res 5220
oi 1/2 cargas com rariuha a 200
ris I0900
17 1/2 ditas de fructas diversas a 300
ris 3500
4 ditas com milho a 200 ris 1*200
6 laboleiros a 200 ris 1*200
10 suinos a 200 ris 2000
28 raatutos com legantes a 200 ris 3J600
Foram oceupados:
27 columnas a 600 ris 16i200
i escriptorio a 300 300
26 compartimentos de farinha a 50o
13000
29 ditos de comidas a 300 ris 14300
72 ditos de l.-gumesc fazcndasa400
ris
18 ditos de suiuos a 700 ris
9 ditos de l'ressuras a 600 ris
38 talbos a U
Rendimento dos das i a 29 do cor-
rente
Fot arrecadado liquido at hoje
28800
12*6 K)
3400
76 3000
199*840
5.435*680
5:635*440
Europa
Euroiia......
>ul..........
Europa......
New-rorb
Europa......
>ul..........
Sul..........
Norte........
EquaUur.........
Sorata............
Untaos...........
filie de Montevideo .
Cearense.........
Trent.............
lite..............
Alliancu..........
Pernn'mbttco.......
8
10
H
12
.
14
Vapores a sabir
MEZ DE MAIO
Bordeaux Orenoque........ 2 as
aniburgo ... Santos............ 3 as
Montevideo .. Sorata........ 3 as
Sul.-......... Alagos........... 4 as
Montevideo .. Equateur.......... 3 as
Norte........ Mandos........... 8 as
Montevideo.. Ville de Montevideo. 9 as
Cear e esc... Jaguaribe......... 9 as
Montevideo Trent............. lias
Antuerpia.. Elbe.............. 12 as
New-York ... Allianca.......... 14 a*
Sul.......... Pernambuco....... 14 as,
fantos e esc. Advance.......... 17 as
3 h.
ib
2 lk
5 h.
ih.
a h.
4 h.
5 h.
i h.
4 h.
i h.
3 h.
i h.
Hoviuicnto do porto
Navio entrado no dia 1
Mac.au8 das, hiate nacional Adelina dos .'
de 70 toneladas, mestre Manoel Francisco M
teiro, equipagera o, carga varios gneros, a
Manoel Joaquim Pessa.
Sahidos no mesmo dia
New-YorkVapor inglez Dunmore, com
te A. Campbell: carga assucar.
Rio de JaneiroLugar nacional
tao Antonio Duarte Raloa; carga assu
PelotasPatacho Sueco Almina, capitao i. l
re; carga varios gneros.
Rio Grande do NorteBarca oorueguense Madon-
na, capitao S. Nicolaisen; em lastro.



/


Diario de PernambueoQuinta-era 2 de Maio de 1889
D

l 1.' Dos de typo maior dous lerilo fun-
dados no municipio do Bonito e os outron
o de Iguaraaa, Ipojuca, Calo e Muri-
keea. Os de typo menor serao fundados
os nnini pios de Itamb, Bom Jardim,
Victoria, Jaboatao e no valle do Amaragy
4a comarca da focada.
| 2.- Serao considerados de typo maioi
a engenhos centrnes que inoercm em cem
dias de vinte e cinco a trinta millioes de
kSogramuias d<: tann. e e typo menor
w qhe durante o mesino tempo :noerem
ie dose railhocs e quinhentoa mil kilo-
rrammas a quinze milboes de kilogrammas
Art. 2.- As conceuS para a findacao
e exploracfto dos engaitos d<: que trata o
artigo antecedente so poden; > ser feitas
agricultores que residan) n- soua onde te-
aham de se esiabelccer as respectivas fa-
bricas, exceptuado o de Ipojuca que pede-
r ser contractado com o ic<|iie:eute Joa-
qcrm Ignacio Pessoa de Siqueira.
O artigo 16 da lei n. l>liO, de que tra-
ta o presente edital, eassini concebido :
Art. 16. Fica o presidente da provincia
aatorisado a coutractar com o commerci
ante da praca do Recife Jos da Silva
Loyo Jnior ou com quem melhores van-
tagens offerecer a fundacao e exploracao,
esta provincia, de qual o engenhos cen-
Uaes com capacidade para sane jar catL
de 25 30milh8es de kogrammas de^;;.,
Monte de Soceorro de
Pernambueo
41* lelle de Jolas
Este estabelecimento fara leilao no dia lo do
Maio por intermedio do agente 'Martins, em
sua sede, ra do Bom Jess n 32, as II horas
da uianha, dos objectos que nio fortn regata-
dos at a vespera, constantes das seguintes cau-
tellas, vencidas de Agosto Noveinbro dt 1887;
a dinheiro de contado :
1V997 I Volta de oom rom medalha. 2 pulsei-
ras, 2 cordes, 1 traneelim. 3 pares de
briacos, 1 alfiicte, 2 aunis, S mcedi-
nhas ouro de lid, urna salva de prata
de lei.
15818 1 Crtente e cete para relogio, 1 par de
argoles, 1 allinete de ouro para retra-
to e 1 meda'ha ouro de lei, relogips
de ouro.
tjtt33 l (torrente de ouro com cabellos para re-
bgio, 2 pares de brincos, 2 dttoc de
rozetas, 1 cordQo, 2 voltas de tranee-
lim, ouro, teteias, 3 bolees. 2 encasto
res e i annel ouro de lei, 2 mot-diunas
de ouro, doll.irs, 1 relogio de ouro, 1
paliteiro, 3colhcrc* pava da, de prata.
16302 1 salva pequea, 1 Ligellu, 1 copo. 17 co-
lheres para sopa eli ditas para cha,
mata baixa.
16433 1 Escriv:..!ii(ha. prata baixa.
fM58 i v !.. aro. conlcndo brilliantc.
14699 ti Uoiov* ir ..uro rom brilhantes.
18708 1 Uelojlio il .uno ie le:.
It7:.; I Druclie di; ora com camaphon de co-
ral, i irreale o sinete de utiru para re-
fOfil.
3NTO
LARGO DO ARSENAL DE GUERRA
(oinjianhia eqnestrp, gymnasliea, acrobtica,
coreographica. japoneza, fiinambulesca. equilibrista farelica e
H
aona sendo cada qual do custo de......
XhOOOiSOOO ou oito com capacidade
para safrejar cada un de 12 milbSes e
^oinhentos mil a 15 uiilhoes de kilogram-
maa de canna sendo nesta hypothese o
emto de 300:0000000 sob as seguintes
ooadicoes:
1.* A provincia concorrer com a quan-
l de 200:000,5000 no Io caso, e de____
lOtkOOO^OO no 2o em apolices ao juro de
1 "^ para cada um desses engenhos, sen-
da os juros pagos ao portador pelo propo-
MDte ou por quem tomar a si o estabcle-
ebaento dos referidos engenhos e recolhi-
dne ao Thesouro no tim de cada semestre.
i* ^pagamento ser feito pela provin-
cia ni duas prestacoes, a primeira q turn-
eo forera apresentados o conhecimento do
embarque, factura e apolice do seguro dos
srurteriaes cajos documentos sero endos-
aados ordem e ti carao em poder do
Thesouro 1 rovincial em cancao da quan-
que receber o contractante, a segunda
depois que se acharem os mesmos mate-
riaea no local em que f'Or estabelecida a
Sibrica.
3.* A provincia ter hypotheca sobre
sodas as fabricas para garanta de suas
ptdiee8, sentando, porem, durante 10 an-
os, o assucar nellas fabricado do imposto
de exportacSo e ouiros "quaesquer provin-
ecft oa municipaes que existam ou forem
creados posteriormente.
4.* A provincia ter durante as obras
engenheiro riscal por ella nomeado
eujt:< ordenado ser pago pelo proponente
en por quem o substituir.
3.a A aroortisaeJEo das apolices ser fei-
ta a razo de 10[0 annualmente, a con-
tar do anno seguinte ao em que tiverem
ensecado a trabalhar os referidos enge-
abne, icando livre ao pr']Huiente o direi-
t de fazer maior amort/sacao se assim
He eonvier.
Far-se-ha urna emissao de apolices com
adkaaala de sereiu resgatadas annual-
eate e por sortio.
V" O contractante nao poder fazer
SJ de seu'contracto seaio a agriculto-
1.a O proponente ou quem eontractar,
tt obrigado a apresentar ao presidente
A* provincia una planta dos apparelhos
m aaehinismos mais aperfeicoados desti-
aados aos engenhos, a qual ser appro-
vada depois de ser examinada por urna
ocamisso de engenheiros, nomeadn. pelo
aocsmo presidente.
8.1 O contractante dar annualmentc no
Tfcesoirro Provmcial nanea dos juros que
tiros- de pagar a provincia pela emissao
appficada das apolices aos ongenhos cen-
tracs.
O secretario interino,
yianoel Joaquim Slvcira.
um mmmmi
DO
JB Jct\.vAo>o jul
1 apila!
9 .>!: O 0
lern reallsado l.oo:000
A eaixa filial deste Banco funeciona
naa do Commercio n. 40, sacca, vista ou
apraao, contar os seguinre-s corrasponden-
!e no estrangeiro.
LONIK)N..(Banco Internacional
. do Brasil,
> { London office.
( London A C'ounty
( Banking Company L."1
PARS......(Banque de Pars k de
(
Bamburgo-.']
Beriim...
Bremen
Fraakfurtl
anrMain...)
Antuerpia..
Basn.....u.
Senara......i
Sapoles.....I
M3Soemais>
340 cicla-i
desde Ita-'
Sa.......V...'
Madrid......
Barcelona ..
Cdiz........
Mal*ga......
Tarragona .
Yalen ca e
entras ci-
dades da
Hes pa nha
ilhas Ca-
narias......
Lisboa......
ffcrto e mais
cdades de
Portugal e
Pays-Bas
Deutsche Bank.
Bank d'Anvcr.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
BnenoB Ay-
Baaco e Portugal e
suas agencias.
* The London & lliver
Plata, Limited.
Mon tevido
BovaYork. G. Amsink & C.
Compra saques sobre qualquer praeja do
perio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conte corrente de
nwfimento com juros na raz.0 de 2 % ao
boo e por letras a prazo a juros conven-
sioDndos.
O gerente, I # Wetther.
Sal i. prata de lei.
167ii 1 Adtn-to de oui'o, conleiflr, l pulsciral
1 broche, 1 par de rozeias crav>']auas
de ):i!hantes e diamantes, 1 volta de
ouro eontendo 1 peca cravejada com
brtihautes diaftmntes.
1674o 1 Annel de i'O.o com um brilhante peque-
o, 2 briiaules ob-papcl, 1 allinete
.'om 4 ditos e 3 lubins, i ulli..etes, 1
pulseira. 2 medalhas, 1 volta de ouro,
i correntes para relogio, 1 cordo, 1
benlinno de ouro, i cruz ouro de.lei, 1
moeda de ouro.
16747 1 Corrente de ouro para relogio e 2 tran-
celins, ouro de le.
16758 1 Corrente de onro para relogio, ouro de
lei
16777 1 Trancehu ouro de lei, 1 emblema do
Espirito Santo e 1 figa, ouro baixo.
16810 i Boles de ouro com brabantes.
10804 1 Relogio curo de lei.
1S810 1 Volta de ouro, 1 medalha, 1 relogio, ou-
ro de lei.
16838 1 medalha de ouro de lei com nix.
168o!) 1 ulseira de ouro com brilhanles e sa-
{byras.
rano lim, 1 volta de dito, t moeda de
ouro com laco, 1 pulseira pequea, ou-
ro de lei.
16858 1 Volta de traneelim, 1 rozeta, 1 annel
ouro de lei, 2 pares de brincos e 1 cruz
onro de lei.
16862 1 Cordo, 1 medalha 3 anneis, 2 botes,
1 teteia, ouro de le, 1 par de brincos e
1 annel. ouro baixo.
16873 i Traneelim e 1 liga, ouro de le.
16875 1 Relogio ouro de lei.
16878 1 Traneelim e 2 relogios, ouro de lei.
16883 3 Pares de brincos. dito de rozetas, 1
cordo e 1 annel ouro de lei.
16893 i Pares de brincos era vejados de brutean-
tes pequeos.
16898 2 Pares de brincos, 6 anneis e 3 botes,
ouro de lei
16907 1 Medalha com diamantes, 6 botOes com
perolas, ouro de lei. 24 garlos, 24 ca-
bos com lacas. 2 pares de trinchantes
tudo de prata de lei.
16911 1 Pulseira. uuro de lei.
16915 1 Anel de ouro com 1 brilhante.
16922 1 Laco de. ouro de lei.
1693112 Comeres para sopa, prata bai\a.
16939 2 Broches, 2 pares de brincos. 1 dito de
roseta, i traneelim, 1 medalha e 1 livela,
ouro de lei.
16940 2 Voltas de traneelim, 3 ttelas de ouro,
I pares de .osetas, 3 anneis. ouro de
le, 1 bracellete com coral, ouro baixo.
16947 I Traneelim. ouro de lei.
16932 I Annel Je >nro com 1 pequeo brilhante
e 1 pai" de brincos, ouro de lei.
16933 1 Par de brincos, 1 volta de ouro, 6 an-
neis, 1 teteia, ouro de lei.
16979 1 Corrente dupla com medalha para relo-
gio, ouro de lei.
16984 1 Pulseira incompleta, 1 volta de ouro, 1
cordo, 1 medalha, 1 altinete, 1 par de
brincos, ouro de lei.
16983 1 Relogio de ouro para senhora.
16987 1 Aunel de ouro com 1 brilhante.
17031 1 Traneelim e 1 cordo, ouro de lei, i
cruz, ouro baixo, 1 salva e 2 casticaes
deprata.
17032 1 Paliteiro e
12 colheres para sopa, de
prata.
i Re
17041 1 Relogio, curo de lei.
17042 1 Corrente para medalha (para senhora),
1 pulseira, 1 par de brincos e i dedal,
ouro de lei, 1 relogio de ouro para se-
nhora.
17l'38 2 -llinete?, 2 pares de brincos, ouro de
lei.
17062 1 Annel de uuro com brilliaules pequeos
e 1 relogio (de senhora) de ouro.
17082 1 Correte e medalha para relogio e 2 an-
neis, onro de lei.
17099 1 Relogio de ouro de lei.
17102 1 Par de rosetas de ouro com brilhantes
pequeos c 1 graflnpo de ouro.
17112 1 Crreme para relogio, I par de brinco,
2 anneis e 2 relojios. ouro de lei.
17113 1 Relogio -. ouro de lei.
17114 3 Traocelius, 1 cordo, 1 redoma e 1
eruz, ouro de lei. 1 cordo de ouro
baixo.
17117 1 Relogio. ourode lei.
17131 1 Par de osetas de ouro eom 2 brilhan
tes, 1 cruz com dito, 2 anneis com di-
tos e 1 lio de peredas.
17161 1 Par de botes, ouro de lei.
17164 Pulseira. 1 allinete, 2 trancehns, 1 cor-
do e 1 medalha pequea, ouro de
lei.
17167 1 Corrente e sinete para relogio, ouro
de lei.
17185 1 Par de rosetas de ouro com 2 brilhan-
tes, 1 annel com 3 ditos, 1 cruz com
dito, 1 fio de perolas e 1 pulseira com
diamante, ouro de lei.
17^39 2 Pares de rozetas com brilhantes peque-
nos. 1 eruz com ditos. 1 pulseira, 1
volta de ouro com medalha, 2 cerrentcs
para relogio, 1 volta de tranceltt e 1 re-
logio de ouro para senhora, ogro de
lei'.
17264 1 Crreme para relogio. ourode lei.
17269 2 Correntes, 2 medalhas de ouro para re-
logio, ouro de lei.
17270 3 Plsenla, 1 medalha e 1 dcjlal de ouro
de H.
17280 2 Pulseiras, I volta de ouro, 2 botes c 1
alfineite. ouro de lei.
172-4 1 Traneelim. 1 par de rozetas ouro de lei,
2 colheres para sopa e 1 dita para cha,
de prata.
I7.!H) i Traneelim, ouro de lei.
17297 1 Par de rselas de ouro com 2 brilhantes
e un botan rom 1 dito.
17:io:i 1 Pulseira. 1 alfiaue, 2 pares de brincos,
1 luneta, 1 traneelim, 2 anneis ouro de
lei, 1 gargontilha, 1 pulseira e I alfine-
te, ouro baixo.
17304 1 Altinete. 1 pulseira, 1 par de brincos, 1
dito de rozetas incompleto ouro de lei,
4 colheres para cha.
17310 1 Par de rozetas de ouro com 2 brilhantes,
1 cruz de ouro com ditos pequeos,
1 fio de perolas, 1 vapor, 1 paleiro, 2
casticaes pequeos, 0 colheres para sopa,
7 ditas para rM, de prata.
1"323 1 Cordo, 1 aliaete. 1 par de: zetas ouro
de lei.
17324 1 Traneelim, 2 voltas de dito, 2 pares de
rozetas. 1 annel e 2 moedinhas, tudo
ouro de lei. .
17325-1 Corrente para relogio ouro de le, 1 re-
logio de ouro e 1 figura de prata.
17336 1 Volta de ouro de lei
17338 3 Pares de brincos, 1 dito de argoles, 1
volta de "ouro e 1 medalha ouro de le, 1
colbeira de p:
17342 1 Pnlceira ouro de lei.
17344 1 Broche de ouro :oni brilhantes.
17350 1 Corrente dopla para relogio ouro de le.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
EMPRESA E PROPRfEDADE DE
0N0KI0 PALACIOS
I O ** 13
Qainta-fetra, 2 de Maio de 1889
\IAGMFICA E KXPUXDIDA FI.XCCA0!
TRABALHOS NOVOS
Alta novidade japoneza
AESGAM DE DESMANCHAD
TraLalho de grande effeito e que tem sido muito applaudido em todas as
capitaes do norte c snl.
Toma parte n'este espectculo toda companhia
Esplendidas entradas de cJowns !!
Hilaridade geral!
< amaretes com
Cadeiraa .
Gerae3
PRESOS
5 entradas
UJdOOO
. 2,4000
15000
O secretario,
K P da Rocha.
Sociedade Auxiliadora da
Agricultura de Pernam-
bueo
Consejho administrativo
SESSAO EXTAORDINAKIA
De ordem do lllm. Sr. gerente ficam convida-
dos todos os Srs. membros do conselhn adminis-
trativo,] para comparecerem sessSo extraordi-
naria que dever verificarse no dia terca-feira
7 do corrente mez, para orgamsacao das secces
consultivas e apreciaco do modo pelo qual se
pretende dar principio a colonisajo n'esta pro-
vincia.
A reunio ter lugar a I hora da tarde do ci-
ma citado dia, na sede social ra da Umao
n. 52 bis.
Recife, 1 de Maio de 1889.
Ignacio de Barros Barreto,
Secretario geral.
Pecle-se aos Senho-
res consummidores
que queir a m f az e r
qualquer communica-
jaesta feitano eserip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
. Os nicos cobrado-
res externos sao os Se-
nhores Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Mano el Antonio
da Silva Oliveira, e
quando ibr preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Todos os recibos
desta emprezadevero
ser passado em tales
carimbados e firmados
pelo gerente, sem o que
nao terao valor algnm.
George Windsor,
Gerente
Cumpanljia IV Seguros
cohiba rose
NRTHEBBf
de Londres e Aberdaeu
Posigao finanecira (Dezembro de I885y
Capital subscripto 3.000,000
Fundos aecumnlados
Reeelta annual :
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
3.134,348
577,330
191,000
32,000
O AGENTB,
John H. Boxinell.
SEGUROS
MARTIMOS COWIU FOGO
Companhia Phenlx Per-
nambncana
ItUA DO COMMERCIO N. :18
Companhia de Segaros
AGENTE
Miguel Jos Alves
>. 9na do Bom Jetum !* 9
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Restes ltimos seguros a nica companhia
aesta praca que concede aos Srs. segurados semp-
o de pagamento de premio em cada stimo
inno, o que equivale ao descont annual de cer-
ca de la por ccnlo em favor dos segurados
Companhia
Seguros
Imperial
|DE
contra Fogo
SEGUROS
CONTRA FOGO
The Liverpool & London & Globe
sl-cbbws, mmu &:.
Ra do Commercio n. 3
London & Brasil ian Bank
Ivimited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai-
zas do mesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. Ne
Porto, ra dos Inglezes.
INDEMNISADRA
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
__^ Estabelecida em IH.-
CAPITAL 1,000:000^000
SINISTROS PA
At 31 de Dezembro le i 884
Martimos.. 1,110:000^000
Terrestres. ,316:000$000
44Ra do Commercio44
EST: 1803
Edificios e mercadoriaa
Taxat baixas
Pronipto pagamento de prejnizos.
CAPITAL
Rs. 16.000:000400o
AGENTE
Biioii.-tK k C.
N. 5RA DO COMMERCION. 5
SElil'RO i ONTRA FOGO
Roval Insurance Company
de Liverpool
CAPITAL fc .000:000
AGENTES
R. DE DRUSINA&C.
13lina Mrquez de Olinda13
Obras publicas
De ordem do lllm. Sr. engenbeiro di-
rector geral, em virtude da autorisacao de
S. Exc. o Sr. presidente da proviucia de
15 do corrente, faco publico que no dia 5
de Maio prximo futuro, ao meio dia, nes-
ta directora, recebe-se propostas em car-
tas fechadas, competentemente selladas,
para exeeucao dos reparos de que necessi-
tam: o boeiro sobre o riacho Moss, e a
Curva do ( axito, na estrada da Victoria,
oreados em 649#,00< >
Q oi5amento e mais condicoes do con-
tracto acham-se nesta secretaria, onde po-
dem ser xaminados pelos Srs. pretenden-
tes.
Para concorrer praca cima dcverSo
os licitantes depositar no Thesouro Pro-
vincial a quantia de 32-54O, equivalente
a 5 [0 do valor do orcamento.
Secretaria da directora geral das Obras
Publicas de Pernambueo, em JO de Abril
de 1889.
O engenheiro secretario,
Luiz Antonio Cavalcante de Albuquerque.
MARTIMOS
Pacific S;e m Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAX LINE
Paquete Sorata
Espera-sc da Europa at o dia
5 de Maio e seguir depois
da demora do costume para Val-
'paraiso por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, passa^eiros, encommendas e di-
aiieiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons & C, Limited
14RA DO COMMERCIO14
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E' esperado dos portos do
sal :io da 2 de Maio,
do pois dademo-
ra ilo :.'. uoie para bor-
deanx, locando em
Dakar e Lisboa >
Lembra-se aos Srs. passageires de todas as
classes que lia lugares reservados para esta
agencia, quepodem tomar era qualqner tempo.
Faz-se abatimeiito de lo 0]0 ev.\ favor dast-
miascomposi.'s de i pessoas aomcuei e que
pagarem 4 passagens inteiras.
Por excepcac, os criados de iauilias que to-
marem bilhcics de proa, gozam tambem deste
abatimento.
Os vales postaes so se do at o a 30 pagos
de contado.
Para carga, passagens, .: mmendas e di-
nheiro a frete : tra'a-secoiu o a GENTE.
O paquete Equateur
Commandante Moreau
E' i'spe-ado a Europa no
dia i Maio Je e segui-
r depois da demora ne-
cessaria para
Bahia, Rio de Janeiro, Buenos-Ayres e
Montevideo
Lembra-se aos Srs. possageiros de odas as
classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em quatquer tempo.
Previne-se aos Srs. recebedores de mercado-
rias que s se attender a reclam;.' Oes por fal-
tas, nos volumrs, que forem :- onliecidas na
occasio da descarga, assim como t!i*verao den-
tro de 4H horas a contar do ia di descarga da
alvarengas, fazerern qualquer luinaco con-
cernentes a volumes que porventura lenham se-
guido piraos portos do sul, aflm de poder-se
dar a tempo as providencia? necessarias.
Emle paquete* ao illnmtiiad A
lux elctrico.
Para carga, passagens, ce romendas e di-
nheiro a frete: trata-se com n
AGENTE
AiigtsteLabille
O Ra do Comm -co 9
Companhia Brat-iU-ini de
Navegacao V apor
PKTOSDOSUL'
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do norte at
o dia 4 de Maio e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
'portos do sul.
As encommendas serio recebulas no trapiche
iarbosa at 1. hora da larde do dia da sabida
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O vapor Masaos
Commandante o 1<> tenente Guilherme
Waddington
E' esperado iios pertos do sul at o.
dia 7 de Mam e segmndo depois
da demora indispensavel para os
portos do norte al Manos.
As encommendas so serao r:cebius na agen-
cia al i hora da tarde de dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6=Rua do Comtnercio=6
1 andar
Red Cross of Steamers
Vapor Oearense
E' esperado dos portos do Para
* New-York at o dia JO de Maio
e seguin'i depois da necessaria
demora para os portos cima.
Para carga e encommendas Muta-se eom os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater efe G.
RA DO COMMERCIO N. 15
United States and Brazil
M. S. S. C. J.
O vapor lllianca
j ^-^^nafc ''" esperado 'los portos ao
sul al u ciiu 13 de Maio
o qiial depois da demo-
ra nccessjna seguir
purii ii
Maranho. Para, Barbados, 9.
Thomaz e \>w-Vork
Para passagens carga, eucon;:-. r.-is e di-
nheiro a frete, trata-se : eom o- ^GENTES.
Ovapor Advance
E" esperado os portos do
norte at o dia 16 de Maio
o qual lepo;? da de-
mora oecessuria seguir
para :i
Bahia. Ro de Janeiro e lanos
Para carga, passagens. encou s e di-
oheiroa lrete : trata-se eom os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
V andar
..............
Royal Mail Steam Packet
Companhy
O paquete Trent
Commandante W. Clu -prnam
Espera-se da Euro] a ... o dia 10de
Maio, seguindo depois da demo-
ra do costume para
Baha, Rio de Janeiro c Manto
O vapor Elbe
Commandante Armstrong
E' esperado do sul no tlia 12 de
Maio, seguindo depois da demora
'necessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo, Soutlininpton e
Antuerpia
Reducgo de pttstagtns
Ida Ida e colta
A" Lisboa i classe 20 30
A'Southampton i classe SS 42
Camarotes reservados para o.-: passageiros de
Pernambueo.
Emquanto vigorar a quartotena imposta na
Repblica Argentina, aos vapores e na\ios pro-
cetes do Brasil, os vapores tiesta companhia nao
aceitarlo passageiros nem carga para Wenos-
Ayres.
Para passagens, fretes, eacoir.; -ata-se
com os
AGENTES
Amorim Irmos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
'
CHARGEURS REUNS
Corapanbia Franceiea
DE
.VavegaeSo a vapor
.^inha regnlar entre o Havre, Lisboa,
Pernambueo, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor
Ville de Montevideo
Commandante Viel
E'e8perado da Europa at o dia 7
de Maio, seguindo depois da in-
dispensavel demora para a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carga peles
vapores dest> linha, queiram aprsenla dentro
de 6 dias a contar do da descarga dasalvarengas
qualquer reclamajao concemente a volumes que
porventura tenham seguido para os portos do
sul aflm de se podei dar a tempo as provi-
dencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
responsabilisa por extravios.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete: trata-se com o
AGENTE
Angoste Labille
S-RUA DO COMMERCIO 9
Rio de Janeiro
O vapor Arlindo
Segu em poucos dias para
o porto cima o vapor na-
cional Arlindo.
Para carga, encommendas e pas age-iros, tra-
ta se com
Pereira Carneiro &C.
6RA DO COMMERCIO6
"~ J 1- andar
__..................................._._...............
(BPHUVA S, FU.V4UBI X'.t .V
DE
\avegac5o costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
Pamhyba, Natal, Maco\ Mostor, Araea-
ty e Cear
O vapor Jaguaribe
Commandante Monteiro
Segu no dia do 9 corrente as
S horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 8.
Encommendas, passagens e dinheiros frete,
at as 3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRD?TORlO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Lisboa e Porto
Lugar portuguez Temerario, recebe carga a
frete para seguir o mais breve possivel ; a tratar
com Amorim Irmos & C.
LEILOES
Quinta-lena (2 de Maio) o de estantes,
mesas, cadeiras.mobilias, candieiros a gaz, pre-
suntos e inultos outros artigos.
Leilao
De- um rico piano novo de itaps, 2 cadeiras de
piano e 1 cobertor capa, l mesa com panno,
2 estantes para livros, SO pecas de papel forro
de sala, i serafina, 1 mobiha e muitos outres
movis e lindos candieiros a gaz kerosene.
Qtiinta-feira, 2 de Maio
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 4o
Em continuacSo
Leilao
de um carro de i rodas, coberto (proprio para
eonduccao dos Srs. juizes nos prados), i carro-
cnha com carneiro, 60 ps de plantas, crotons,
roseiras e outras multas plantas, cadeiras avnl-
sas e presuntos.
Agente Silveira
Leilao
Da
casa terrea ra do Tuyuty n. 4
(antiga da Lapa)
Qninta-feira de Halo
A's 11 horas
O leilSo ser effectuado, na mesma casa
O agente Silveira por maindado e com assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juiz.de ausentes e a re-
querimento do lllm. Sr. cnsul de Portugal t
com sua presenca levar a leilao a referida casa,
espolio de Manoel Passos Gomes, tendo a casa 2
portas e 1 janella de frente, 2 salas, 3 quartos,
sotao, cozioha externa e quintal ao lado.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Segundo leilao
Da arraaco de amarello envernizada e envi-
dracada, 1 dita Ingleza. balama, pesos, medi-
das, candieiros, encanamentos, registro de gaz,
repartimento de madeira, 1 grade de ferro, ar-
mario para garrafas e as seguintes mercadu-
ras :
Nove garrafas com vinho Bordeaux, 9 ditas
com champagne. 48 ditas com vinho Madeira,
13 ditas com vinho Moscatel, ti frascos com
ginebra de laranja 48 garrafas com viuho do
Porto, rotulo encarnado. 3G ditas con vinho do
Porto, sera rtulos, 21 bules brancos e de cores,
1 sacarrolha, 1 deposito pequeo para cha. 1 re-
logio de purede, 1 cartcira, 1 mocho e 1 mesa
redonda com pedra.
Quinta-feira, 2 de Maio, s 11 horas
Na tavcrm a ra do Imperador u. 81
O agente Gusmo. autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do ouiiiiercio e a
requerimento do Dr. curador fiscal damossa fal-
lida de Oliveira Silva*1'., levar os objectos ci-
ma mencionados a segundo leilao cm razo dos
compradores nao terem tomado conta: sendo que
o comprador da armaco e utencilios que Ray-
mundo Pereira de Magalae, allega ser de me-
nor, e no poder comprar, e o dos de mais gene-
ros Antonio Maciel, senhor de engenho eni Pal-
mares, por nao ter apparecido, e nem o seu com-
panheiro Pedro Bezerra, empregado aposentado.
Leilao
De urna raobia de Jacaranda com 12 cadeiras
de guarnicSo, 4 ditas de braejo, 1 sof c 2 conso-
los com pedra, 2 laucas o pertences para corti-
nados, 1 lustre para gaz, 1 tapete para sof, 1
cama franceza Dar casal, 1 toilet, I lavatorio
com pedra, 1 cabide de columnas, 1 cpula para
cama, 1 mesa elstica com 6 laboas. 1 guarda
louca, 2 aparadores torneados, 1 quar'inheira de
columna, 12 cadeiras de junco, 2 cadeiras deba-
laneo, 1 sof. 1 guarda comidas, 1 banca com
fiveta. 2 camas de amarello, 1 mesa de amarello,
ban:o- para jardim, trera de cosinjia e outros
objectos.
Sexta-feira, 3 de Maio
A's 11 horas
Na casa sita ra das Creoulas n. 2 B, ni
Capunga
roRINTERVENCAODO
Asrente Gusmo


i
r
^'rr^m9v?i&M^m$


Diario de Pernambiico Quinta-feira 2 de Maio de 1889
i


I
i
I

JLeilo
Agente Britto
De fazendas. miudesas. perfumaras, 1 rom-
moda, espetaos, earteiras, malas, lavatorios, me-
sas, estantes, 2 cadeiras de balanco de junco, 6
ditas de junco, 1 armacao de amartillo envidra-
cada, flteiros, balanzas, jarros, louca, vidros, be-
bidas, quadros, bandeijas, 2 vaccas tourinas gor-
das e prennes.
Seita-felra. S do ?frente
A't 10 lj2 horas
48Ra do Rangeln. 48
Agente Pestaa
Leilo
Da armacao de amarello enverntada e envi-
racada. halco com pcdra, balancas, pesos e
medidas, lustre de vidro, registro* encanamen-
to para paz, empanadas, deposites para vintio,
u.os para agurdente, rtulas e outros muitos
objectos.
Sexta-feira, 3 do eorrente as H horas em
ponto, no estabeiecimento sito a ra Larga do
Rosario n. *8.
0 agente Pestaa vender por conta e nsco
de quem pertenccr a armario e mais objectos
cima mencionados.
Leilo
De urna escolente vacca tourina com cria
Sexa-feira 3 do corrate
As 11 horas
Xa casa a ra das fjreoulas n. 2 B na
Capunga
Por occasiSo do leilo de movis, toncas,
etc^. etc.
Por intervenc&o do
Agente Gusmao
Grande e variada exposleao de
plantan e arvores '
EM LEILAO
Constando de :
Camelias, magnolias, azaleas, jasmim do Cabo,
nanuch, hortencia vermeiha, roseiras novas,
lyrios. dalias e outras murtas vinbas e arvor-s
fructferas.
Segunda-feira 6 de Maio
A's f 1 lloras
Pellorre, horticultor francez, recenlemente
chegado da Europa e estabelecido previsoria
mente ra da Imperairiz n. 6. faz leilo por
iutervencao do agenta Pinto, em lotes a vontade
dos compradores do seu esco'hido e variado sor-
timento de plantas diversas, em estado de seren
transplanladas e existentes na loja da ra da
Imperatriz n. 6.
Convida aos pretendentes examinar sua so-
berba colle'cao de plantas, as melhores que
eem sido apre-cntadas nesta cidade.
AVISOS DIVERSOS
Aluga R ou vende-s- o sitio do Mondego
a. 153, ra Visconde de Goyanu : a tratar
com L. de Monee Goma Perreira.
Aluga se a casa torrea com sot* no paleo
do Terco n. 8, e a do beca) do Dique n. 21 por
12*000 ; a tratar na ra do Pilar o. 56.
Alaga se o sobrado n 40 a na da Roda,
com bons conimodos e mutto fresco, todo pin
tado de novo e forrado a p^pel as salas ; a tr.i
tar na ra do Cabula n Ib. toja.
Precisase de una boa copeira ; a tratar
na ra daSolcdade n. 81.
Vrnde-se a casa n. 79 a roa da Impera-
triz ; a tratar na ra do Imperador n. 69, so-
brado. _____ ______
Violeta
Recebemos lindo sor .miento em bordados
e ntremelos de cambraia victoria transparente,
e fusto, a in ros baratissimos conforme amos-
tra leques transparentes o que ha de mais lindo
OOO um. ditos de setineta para senhora e me-
nina 2* um, ditos de papel para menina 500 rs.
um, bicos de linho brancos cor de creme alie
t200aneca, golas com vidrilhos pretas e de
cores 500 rs. urna, pulsen-as espressas para se-
ubora e menina 50 rs. o par, broches de phan-
tasia 500 rs. um : na loja violeta ra Duque de
Casias n. 65.
Barbosa Lima & C.
Meor depurativo vegetal lodado
do medieo Quintella
Este notabilissimo depurante que vem
precedido de tSo grande fama infallivel na
cura de todas as doencas syphiliticas, es-
crofulosas, rheumaticas e de pelle, como
tumores, ulceras, dores rheumaticas, os-
teocopas e nevralgicaa, blenorragias agu-
das e chronicas, cancros syphiliticos, in-
flamables viceraes, d'olbos, ouvidos, gar-
gantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples on diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por s.i-
turay^lo mercurial.
Dao-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas cora
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont cm casa de
FARIA SOBRINHO & C.
Ra Marque? de Olinda n. 41
Engrenho para arren-
dar
Arrendase um engenho boni d'agua, distanle
urna tegua da cidade de Jaboalo, com extensas
trras e matas para safrejar at 2,000 pes de
assucar ; a tratar no caes 22 de flovembro n.
77. taverna________^__________________
Pulseira
ria noite de sabbado ultimo, do circo Chileno
no largo do Arsenal de Guerra at a ra da
UniSo, perdeu-se urna pulseira deouro com urna
chapa cravejada com esmeraldas e perolas ; ro
ga-se a quem a achou e a queira restituir o obse-
quio de o fazer na ra da (Jnio n. 59, que ser
generosamente gratiliendo.
Professora
Urna senhora competentemente habilitada,
prope-se a leccionar em collegios e casa? par-
ticulares as seguirles materias : portuguez,
franrez, msica c paoo ; a tratar na ra Vis-
conde de Alhurmerine n. 20.______________
Aproveitem o cambio
Carlos Sinden receben pelo ultimo vapor gran-
de sortimonto de camisas inglesas de superior
qualidade, assim como camisas te raea, de i e
merino, metas de diversas qualidadea, assim
como grande sortimento de vestuarios para me
mnos,que est vendendo por precos em com
potencia.
O novo ;nez de Maria
Dedicados N. S. da Penha. um lindo volume
coutendo todas as oraec*s para o niez de Maio :
venda na linaria de F. P Bouletreau, ra do
Imperador n. 46.
Vioh puro de Santarem
Da Quinta do Barral
Chegou a pnmeira remessa deste especial vi-
aho para o Armazem Central de gneros alimen-
ticios a ra do Cabug n. 11. o qual se torna re-
aommendado pela sua pureza e boa qualidade,
manda-se em cusa dos distinctos freguezes livre
de frete, para qualquer ponto da cidade.
Ra do C amiga n. 11
Telephone "n. 447
Joaqnim Uiristovo 4 C.
3^
Carimbos de borracha vul-
canizados
Maior fabrica em seu genero, e nica
no imperio, que fnrnece carimbos de borra-
cha em seis horas
DE BfiKMANH \ HILIPSON
Ra do Imperador n. 6") Io andar
' j f m' i
S Q- ". n :' r^ '
'l r
' 1 i 1

Prospectos e informacoes en-
viamse a pedido
Encomendas fora da capital s se effec-
tuarao viudas aconipanhadas com o im-
porte ou pr intermedio d'uraa casa com-
mercial desta prac*.
Especiadades: carimbos com e sem
data. Nceebwr, marettMki em (Iom cores,
lapiseira.-. autoniatos. rel"gios, etc., com
cari'pbos de borracba. como se v no cli-
ch acma.
30c0 (ais'batuta do que em ontras fa-
bricas do su! do Imperio.
TRABaLIIO" GARANTIDO
E' o melhor
Est reconhecido que o melhor e mais
seguro especifico at hoje conhecido para
combate:- as molestias dos orgaos respira-
torios o Peitoral de Cambar, de S.
Soares, de que silo agentes e depositarios
gerae& os Srs. Francisco Manoel da Silva
* C, naa Mrquez de Olinda n. 23.
?^^??a
a


m
0 me/fir dentando
<-5
B1W Ha
*iupi r-.;d! con
Gd o Hialina
GRANDE LIQ'JIDACA
NaLojacias Estrellas
S6---Ro Niie le fiftxis-S8
TelephM
Este bem conhecido estabeiecimento ac- b
de passar por urna grande reforma,
ende ligado mteriormente coru a
casa contigua do n. 58 no intuito
de serem despachados todos os seua
freguezes com mxima brevidade
possivel, reBolveu fazer grande II-
qaldaf o de todos os saldos que
ficaram de balando, por menos
50 |c do seu valor, cujos artigos
passamos a demonstrar:
rtico de le
EsguiSo, peca, a 30500.
Madapolao com um metro de largura de
14 por 7,5000.
dem idem americano de 84 por 5000.
AlgodSo marca T, especial, muito largo,
de 70 por 5*000.
Bramantes, pecas, por 70000.
Atoalhados, liados desenhos, duas largu-
ras, a 10 e 10200 o metro.
Guardanapos de 40 por 20000 a duzia.
Estopa de linho para bordar a 500 o me
tro.
Bramantes de linho com 11 palmos de
largura a 10500 o dito.
Lencos brancos e com barras de c6r a'10,
e 10200 a duzia.
Toalhas de fustSo, qualidade superor,a
30 e 40000 a duzia.
Cretones para coberta a 240 rs.
Colchas acolchoadas, brancas e de cores a
20000.
Lences de bramantes a 20000.
Chales escocezes a 10000.
E outros muitos artigos que deixam de
ser mencionados e que se vendem com
igual abatimento
Tecldos de alta uovldade
PARA VESTIDOS DE SENHORAS
Linhos pardos para .'vestidos a 300 e 320
Sedas com quadros e listras de 10800 por
800 rs.
Setins de seda, todas as cores, de....
10200 por 500 e 320 rs. ,
Merinos lisos, todas cores, de 500 por
240 rs.
Tuaile de Vichy, de 240 por 160 e 80 rs.
Nonsuks, desenhos novos de 240 por
120 rs.
Cretones claros e escures com lindissimot
desenhos de 440 por 240 rs. 1.800
PECAS!
Merinos de quadros, grande variedade de
padrSes, de 500 por 240 rs.
Mimos dos Alpes, de 640 por 240 rs.
pechincha .'
Fustoes de er, de quadros e outros dse
nhos muito lindos, de 500 por 160 rs
Sedas Felippinas, de 500 por 200 rs.
E moitcs oatros tecidos para vestido,
em algodao, linho, 12 a sedas que se ven-
$?*>"* -.*
? ?*"
Engenho
Arrendase ou vende-sc nm enjenho moente
e correte na fregmzia da Varzea : a tratar na
ru do Vigario n. 31, primeiro andar.
Vac
cas tourinas
Vende-se tres vareas toonnas, de b6n quali-
dade, po" ter stu dono de se retirar para fra
da capital : na roa da Saudade n. 7, porto de
madei-a.
t
D. alaria da Puritlearo Pcrrira
de Cinunsaa
Jos Gemioiano d Araujo Pinheiro. seus ir-
mos i cuobadas, mandam rezar missas pelo
eterno repouso d'alma de sua sempre lembrada
uiii e sogia, D. Manada Purilii h o Pe re ira de
Gnsoiao, na igreja da Sania Cruz, as 8 horas, e
na oapella do rn^fiho Covas, t& 9 horas do dia
BPgonda-feini 8 do comente trigsimo dia do
failociirenio, e pa esse acto de relHtiao e ca-
ridade. MrvMaai ledos os seus parales e i-
po?, i' intcnpwii i'.sdHRi sua cnilirtao.
Pechincha
Yende-se um piano de fabricante ir glez, em
perfeito estado ; a tratar na ra da Imperatriz
n.W-A.__________^__ ____
Terrenos venda
Gontinua-se a retamar por precos baratos o
sitio da esquina do beeeo o Fnndfio na estrada
de Beberoe, com ajaUaf tructen-as e agua de
beber : trata se na rea da Canta Cruz n.52, on
em Beberibe com AJBaio ie Barroi.
Tfaria s>*t'pltn ca Cnn-'-clro
:.:i/. -!c Paula. M-n;: ioaquoa de
Pauki I.UU.U Josepba de i'^ula. Ulnas da falle-
cida Mu :a Josepliada Omcrio niandai.
-ua ah a, no dia : do rorrete,
nn matriz Ja Boa-Vista, as 8 1 i horas da nia-
'!: seu passamento e con-
lieci'ios da fallecida
para ssisuntn c.-se vic de reHriao e
earidade aatetrip; lo j os seus agrade-
c men'
ra
t
Manoel Martn* Rilteiro
Por alma do tinado Manoel Marjs Hibeiro,
manda rezaruma missa no stimo (lia 4 de Maio,
as 7 horas da manha, na igreja da .-'oledade.
Jos Francisco Ferreira e sua familia, e aprovel-
ta a opportonidade para convidar a toios os p-
renles e amigos do mesmo finado a comparece-
rem no mesmo acto; agradecendo desde j a
dem como o mesmo abatimento de 50 j._
Confeeeio
Vestidos feitos de Casemira ricamente
bordados de 800 por 50 e 300.
Ditos para armar de 60, 80 e 100.
Ditos brancos bordados em cartSo, alta no-
vidade a 80 e 100.
Guarnieres de colariuhos e punhos para
senhora por 10 e 10200.
Capotas (preparadas na corte) de 200 por
90 e 100
Gollinhas e punhos para menino de 3 a
8 annos.
Vestuarios e roupinhas para criancas, por
50, 60, 80 e 100, e Jersey, casemira e
de brim.
Saias bordadas a 20 e 30.
Enxovaes para baptisado com collares ele-
trieos por 50.
Luvas de seda meio braco e qualquer ta-
manho a 10500 o par.
dem dem de Escocia a 10 e 10500.
Sobretodos impermeaveis de borracha de
700 e 800, por 300 e 400.
Capas e pellerinas de cachemiras ottoma-
ua ricamente enfeitadas de vidrilhos a
250 e 305.
dem idem de renda, seda, damasco e
gurgurao, tanto para phantasia como
para commodidade a 380 400.
Velludos de seda e algodao de militas co-
res.
Gazes de seda.
Ricas rendas hespanholas de seda, algo-
dao e linhe, com um metro de largura.
Setins Maco de todas as cores a 750 e
800 re.
E muitos outros artigos de confeccSes
como sejam mantilletes de blonds, sahidas
de bailes, leques transparentes e de phan-
tasia, e outros muitos mais, que se ven-
dem com o mesmo abatimento de 50 "[.
Para Boaaeas
Casimiras inglezas com duas larguras, de
30500 por 10200.
Ditas cor de caf e azul, de 20500 por
800 rs. '
Cortes de seda para collete, de 120000 por
30000 e 30500.
Ditos de velludo e fusto a 10 e 10200.
Meias inglezas com fio de seda, de 120
por 60000 a duzia.
Patetots, de 70 por 40000.
Camisas com um pequeo toque de mofo
a 10600 urna.
Collahnhos, modelo moderno, a 50000 a
duzia.
Camisas inglezas com collarinhos e pu-
nhos, sem collarinhos e sem punhos a
360000 a duzia.
Brins pardos de linho a 240, 280, 320,
360 e 400 rs.
Dito branco de linho n. 6 a 10200 a vara,
indos cortes dp casimira iugleza, de 60
^ 80, 100 e 120 a 40, 60, 80 e 100000.
Sobretudos impermeaveis de borracha, para
homens, de. 700 e 800 por 300 e 400.
Ccroulas francezas, de 380 por 24000.)
a duzia.
Paletots 'e seda, completos de feitos d
casemira. malas para viagem, e' boleas e
tapte e un completo e variadissimo sor-
timeLto de cheviots, casimiras francezas
inglezas, pretas e de cores de padrSes in-
teiramente novos e que se vendem com o
mesmo abatimento de 50 j0 de seu valor.
Hetalhos
Aproveitem a grande quantidade e
pelos precos, em sedas pretas e de c6res,
gorgorSes, setins, las, merinos, zephyros,
linhos, chitas, madapoloes e algodSosi-
nhos.
E lauitas outras pechinchas que s se
encontram na
Loja das Estrellas
56, 58Ra do Duqae de Casias--56, 58
REDUGCO DE
21-RM PO CRESPII-21
OLYRA CAMPOS & 0. te-do de reoeberbre.
vemente um sortimento de artigosnovos de altanovidade, resolvern*
fazer urna gTande reducc,o nos presos dos artigos abaixo menciona-
dos, para os quaes chamam a atten^o das suas Exmas. freguezas.
Linhos para vestido padrees modernos a 160 rs. o covado.
Crotones francezes, cores claras, a 260 rs. o dito.
Merinos de cores, duas larguras, a 500 rs. o dito.
Ditos de cores, lavrados, de 20000 a 10000 o dito.
Las de cores, desenhos de cachemira, de 900 a 600 rs. o dito.
Merino de quadros de 320 rs. o dito.
FustSo branco de 400 e 500 rs. o dito.
Mursolina branca para casacos a 500 rs. o dito .
Zephir de cor, listas e quadros a 500 rs. o dito.
Ditos arrendados, lindos gostos, a 600 rs. o dito.
Ditos de listas arrendados, alta novidade, a 800 rs. o dito.
Btamines arrendados, de c6res, de 800 a 500 rs. o dito.
F16r de Italia em quadrinhos, a 500 rs. de 900 rs.
MursoKnas de c8r, de listas, a 400 rs. o dito.
Cortes de cambraia bordados transparente e tapado, de 150000
e 200000 por 90000 e 120000 cada um.
LinSo, padrSes em quadros, a 440 rs. o covado.
Sanzukes padrees mimosas, de 280 rs. o dito.
Percales miudinha se pannos finos, a 200 rs. o dito.
Merino preto fino, de 20000 a 10000 o covado.
Setim Maco de todas cores, a 900 rs. o dito.
Brim fino pardo para vestido, a 400 re. o covado.
Cambraia Victoria transparente, fina, a 30000 a peca.
Mantas hespanholas, de seda preta 30000 urna.
Espartilhos, o que ha de melhor, de 40000, 5000, 60COO
70000 um.
Fichs de cor arrendadas, de 13000 um.
Capinhas hespanholas de cor a 20000 urna.
Fichs de seda, muito lindos, a 30000 um.
Sargelim diagonal, todas as cores, a 240 rs. 0 covado.
Casacos de cambraia branca bordados, a 30000 e 4000 um.
Luvas de seda, todos os tamanhos, de 20000 a 30000 o par.
Lences de linho do Porto, a 45000 um.
Ditos grandes para cama franceza, a 60000 um.
Colchas de cor, de 20000 a 50000 urna.
Fichs, sortimento completo, de 20000 a 60000 um.
Lencos de linho com barrinha a 20000 urna duzia.
Camisas francezas, de 240000 e 360000 a duzia.
Meias cras para homen, de 40000, 50000 e 60000 a duzia.
Ditas brancas cras e de cores para senhoras.
Ditas brancas cras c de cores para eriancas.
Chambres de cretone, de 50000 e 60000 um.
Cortes de casemira de cor, de 60000 a 80000 um.
Cortes de fustSo para collete, de 10OOO,_ 105OOe 20000 um.
Camisas inglesas de franella, 13 pura, a 50000 urna.
Alm de outros artigos que deixamos de mencionar.
21-Rua do Crespo-21
AO AMOSTRAS
Telegramma
Vejara e admirem!
S o 55 ra Duque de Caxias pod
vencer pelos precos que abaixo mencio
namos.
Amor da China, novidade em padrSes,
200 rs. o covado.
Fustoes brancos a 360 e 500 rs. o ca-
vado.
Velbutinas de todas as cores a 800 re. >
covado. E' barato!
Cas jos e capas para senhoras, o qu<
ha de mais novo e barato.
Cortes de seda, padrees lindos e preco.-
razoaveis.
Madapolao com 1 metro de largura i
60 a pe9.
Zefiros a 80, 170, 200, 240 e 400 n.
o covado.
Ditos bordados a 800 rs. o covado
Tecidos arrendados a 400 e 500 re.
covado.
Brius de cores a 320 rs. o covado.
Cortinados de crochet, cousa chic >
preco barato.
Cambraia Victoria a 20800 a peca.
Dita batista a 120 re. o covado.
Sargelins de todas as cores a 200 re. <
ce-vado.
Guardanapos bons a 10800 a duzia.
Las modernas a 240, 280 e 320 rs. <
covado.
Rendas hespanholas a 20 o metro.
Luvas de seda a 20 e 30 o par.
Espartilhos eouraca a 40, 50 e 60 um
Merinos pretos e de cores, urna vari
dade immensa em precos e quididades.
Setins de.todas as cores a 800 re. o co
vado.
Toalhas felpudas, grande reducSo en
precos em vista da grande quantidade.
Enxovaes parabaptisados o que ha d*
mais moderno e por pouco proco, 1O0OOC
Colchas de crochet muito chic.
Camisas inglezas com e sem collarinho
Atoalhado para mesa a 10 e 10800
muito fino.
Collarinhos e punhos de linho e algod.1i
e por proco barato.
Babados e entremeios, grande sort
ment.
Madapolao pelle de ovo por 60 a peca
Esgutilo pardo e chumbado a 400 rs. <
covado.
Urna grando variedade em lencos.
Gravatas e meias para homens.
Cretones para coberta o que ha de mai
barato e bom.
Mantilhas de renda a 50 urna.
Leques de setim muito chic.
Linn bordado com quadros a 800 re. (
covado, muito bonito.
Chitas escuras e claras a 240, 280
320 rs. o covado.
Cretones trancados, finos, a 320 rs. o
covado, para acabar.
Casemiras de cores e pretas um grandt
sortimento em qualidades e precos.
Casinetas, o que hade mais bonito, a
400 e 500 rs. o covado.
Tapetes grandes e pequeos por proco
razoaveis.
Crinoline preta e branca a 10600 o me
ro.
Brins pardos a 320, 400 e 500 re. .
covado.
Cortes de vestido de cachemira com vi
drilho o que ha de gosto.
Ditos de linn para vestidos bordado
E' barato.
Cambraia branca, bordada, o que Ha dt
mais gosto e por preco razoavel a 80000 >
peca.
Dita com salpicos a 40 e 50000 a pee;*
Colchas argentinas a 60000 urna.
Dit:: 30 40 e 50000.
antes de algodao e linho de todo
Alm do que acabamos de annuncia:
temos urna quantidade de artigos que s<
vendo-se. se acredita, pelo que pedem qu
comparecam.
Do-se amostras sem penhor.
Setinetas lisas de todas aa corea a 4C
rs. o covado. Sao muito largas.
Roupa feita e por medida.
56 RA DUQUE DE CAXIASM
FIBMNBESDAIEVEDOIC
Aoeommercioeao Remedios homeopa-
publico
gerat, que nenliutna responsabihdade teen., Hamburg0 pelo vapor Cmnpmal da ca'sa deKar(
dbitos contrahidos em sen uome em qual- ^ m ra ^ 0JDleriOT da provmcja.
' di '
Carlos de Arruda C. previnem ae respeita-
d
em .
em dbitos coiitrahidos em sen nonie em qual
auer tempo, por quaesquer de seus eraprega-
os ou socios componentes da firma, que sao res-
ponsaveis pessonl e particularmente por aquel-
les que tenham contrahido para seu uso. e com
os quaes a casa absolutamente nada tem a ver,
como de seu mirado.
Recife, 30 de Abril de 1880.
Carlos de Arruda A C.
thieos
Gosinheira
Precisase de una boa rosinheira : na
do Conde d'F.u n. 'i, segun-'o andar.
piara
pela variedade dos' remedios, em vidros de es-
meril fino, com 30 e 60 grammas de remedios,
de alta e baixa dyn.
AL-oul de 60 e 80 gr.. opcdeldoc, de Bbns,
Bell, Sulf, rnica, Ruta, etc.
Tint. de rnica calendule, vidros sorlidos de
10 a 200 grammas e rolhas de cortica.
Tarteiras para algibeira com 40 tufbos de re-
medios. 0 motivo da venda para quem man
dou-se vir estes remedios deliberar ir para Eu-
ropa. Para vel-os e tratar ra Duque de Ca-
xias, loja de frragem n. 46.

HIDICil DE FEK1
BRONZE
DE
CARDUZO IHMAO
104
de
nssea-
Roa do Baro do Triumplio lis. 100, 102/ e
Deposito ra do Apollo ns. 2 e 2 B
Ten para vender o egainte:
VAPORES de diversos fabricantes para fogo directo ou para fogo
tamento.
MOENDAS de todos os tamanhos.
RODAS d'agua.
RODAS de espora e angulares.
CRIVACOES de differentes tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
LOCOMOVEIS de 2, 2 1/2, 3 e 4 cavallos.
ARADOS americanos.
MACHINAS de descarocar algodSo.
VARANDAS de ferro fundido e batido.
BOMBAS de todas as qualidades com o respectivo encanamento e finalmente
todas as ferragens precisas para a agricultura desta provincia.
ENCARREGAM-SE de qualquer concert e mandam buscar por encommen-
da, mediante ajuste previo ou urna mdica commissSo qualquer machinismo.
CONTRACTAS fornecimento de apparelhos para usinas- garantindo a boa
qualidade e bom trabalho dos mesmos, o que podem provar cm o bom resultado
obtido com as duas USINAS montadas ltimamente a saber:
Sania Filonilla e Joao Alfredo
Vendem a praso ou a dinheiro com descont.
A
ROBERTO WEISS ^ ^^enoenheiro e constructor
FRANCFORT S/MENO ^T CAMKi*8 rra<
Eslabelecimenlo especial por fornecimento de caminhos de
ac transporlaveis, c ixos monlados completos para posico e manpijo e rado
assim como
CADE1R1NHA COM RODAS. VAGONETES, DE
TAIPAES LOCOMOTIVAS, GRAS, ETC.
Pan uso : agrigola, planlacScs, rmajeft?, minas
niuslriaf, selvas e campos militares.
EXPORT!
etc.
Peitoral de Cambar
de S. SOARES sempre toi, e ser o principal remedio para as molestias do larynge,
bronchos e os pulmoes.
A bronchite, asthma, molestia do peilo, rouquidao, coqueluche e qualquer tosse
sSo perfeitamente curadas com o verdadeiro remedio PEITORAL DE CAMBARA',
de S. Soares, approvado pela Exma. Junta Central de Hygiene Publica do Brasil,
premiado com duas medahas de oaro, e rodeado de valiosos attestados mdicos e de
innmeros de pessoas curadas, tanto nesta provincia como em outras do imperio.
Precos: frascos 20500, lj2 duzia 130000, daaia 244000.
Vende-se em casa dos unicosagentes e propnetarios geraes Francisco Manoel
da Silva dt C, ra Mrquez de Olinda n. 23.


Diario de PernambucoQuinta-feira 2 de Maio de 1889
PHOSPHATINA FALIERES
0 melhor Alimento
Para as CRIANCAS
abib, e. avenui victoria, r.
WHstos es todas u jrtncifaw fUraadiL
F1DIUA0 6ER1L
4LUNP4TERSDKSC.
4MM 8AR40 DO TniPM4
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixas fundidas e batidas.
Tai xas batidas sem cravacjto
Arados.
Grageas Demazire
Approvadaa p
CASCARA SAGRADA
Inspaotoria da Hyalene do Br*
I00URET0 FERRO CASCARA
O miLim activo do XTerrug xnoeoa
Nao prodnzindo a frsalo da Ventre.
Verdadero Remedio
Contra a Primio de Ventre habitual.
Dew)6to fifm: PMRMQUk 6. DEMAZiERE, 71. JMRM fe WH,
Bm Anontuo FRAM- M. da SILVA O"".
Pan
Vinho Xar op e &. Dusart
.40 LACTO-PHOSPHATO DE CAL
Appro-rados pala Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
O Loeto-Photphato d cal, que entra na oom pos icio do VINHO a do X ARO PE
da DUSART, o medicamento mais poderoso que se conhece boje para restaurar
as torcas de cortos doentes.
Consolida e endireita os ossos das creancas Rachiticat, torna activo!: e vigorosos
oa Adoi-?scentes molles 0 lymphaticos e os que M achao fatigados em consequencia
de rpido crescimento. Facilita a cicatrisacao da i cavernas do pulmao nos Tsicos.
8endo administrado as mulheres durante a gravidez alias atravessao todo o periodo
da geatacau sem a meoor fadiga, sem nauseas, sem vmitos, e dio a luz a creancas
fortes e vigorosas.
O Lacto-Photphato d cal administrado s ama e as m&es que vTiao os fllhos,
torna o leite mais rico, mais nutritivo, e preserva as creancas da diarrha e de outras
molestias, que se declarao durante o crescimento. A dentico opra-se sem fatigar a
creanca, sem que apparec&o convulsoes.
0 VINHO e O XAftOPK de Lacto-Phosphato de cal de DUSART despe.-Uo o
appetite e levantao as forcas dos convalescentes e devem ser empregados em todos
os casos em que o corpo humane se acbar fatigado ou exhaurido de forcat.
Deposito em Pars, 8, ra Vlvlenno
E' de admirar!!!
Os presos abaixo mencionados
Jauto do Louvre
Um lindo corte de vestido com bordado por 104000.
Um covado de batiste muito fina a 240 rs. E' barato.
Urna peca de esguiSo de algodUo com 10 varas por 34200.
Urna rica colcha imitacao de crochet por 65000.
Urna peca de bico matizado por 25500 e 35000. S vendo.
Urna duzia de camisas allemas por 355000. E' pechincha.
Um bonito corte de setineta com guarnicilo por 65500.
Um covado de 12. Amazonas a 440 rs., imitado de seda.
Um covado de cachemira de listras, ou lisas, a 15200.
Urna aahida de baile com bordado a 15000.
Um covado de percale, cores fizas, a 200 rs.
Um covado de tecidos de fantazia, ultima moda, a 500 rs.
Um corte de casemira ingleza por 54o00. E' barato.
Um metro de renda hespanhola, todas as efires, por 35000.
Urna duzia de seroulas de bramante por 154000-
Um covado de linn matizado por 500 rs.
Um fich de 12. o que ha de melhor, por 65000.
Urna peca de madapolao americano, com 20 varas, 65500.
Um paletot de gorgurina, imitacao d seda, por 45500.
Urna linda colcha de damasco de aigodao por 65500.
1 Jm covado de zephyr, o que ha de bonito, por 200 e 240 rs.
Um espartilho couraca com bordados a 55500.
Urna guarnicao de crochet com matizes por 75000.
Urna duzia de meias inglezas de 95000 por 65000.
Urna duzia de lencos, em caixas, por 25500.
Um covado de merino liso, duas larguras, por 440 rs.
Um paletot de seda palha por 7 500.
Urna camisa de rlanella americana por 55000.
Una peca de cambraia Victoria por 25800.
Urna peca de bordado muito fino por 700 rs.
Urna peca de cambraia bordada por 4->000.
Um tapete grande para sala por 13 .'00.
Um covado de sargelim diagonal por 200 rs. E' do melhor.
Um covado de fustao branco por 360 rs. Sao bonitos.
Um par de luvas de seda, todas as cores, por 25000.
Um covado de cretone, cores claras, a 240 rs.
Completo 8ortimento de regatas, punhos, collarinhos, entre-meios, leques,
tractos, bolsas, costumes para banhos salgados, bicos lisos e brancos, reupas feitas
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases cientficas
e phjsiolojricas para o flm de
ciar os cabello
(
ex-
e
Sa
Officina de alfaiate
ra Primeiro de Marca n.
20
CASA DE
AMARAL
U- B l'-A'N
'
c
N U- B I A I
NBIM
LOJA do cifiomo

Antigo estabelecimento de ferragens
DE
FERREIRA GUIMRAES- & C.
86Km Duque de Caxias86
(fi>ranl>e soxtimero teferragens, entelaras,
t muitos ontros artigos a saber: ,
Cobre emfolha.
Ferro sortido.
Cimento Portlant
e outros marcas.
Bombas de ferro e bronze
Ganos de ferro e chumbo para
encanamentos de alta pressao
Machinas e vapores
para aigodao.
Candieiros elctricos.
I Foges econmicos.
liste estabelecimento fundado em 1851, tem na sua
longa existencia a garanta mais segura dar os que pro-
curar em honral-o com a sua confianza.
SEM COMPETENCIA
Descontos do costume
a
fi***"^ Elixir, F* e JPasta. dentirioios ^#
. sos
RR. PP. BENEDICTINOS
da ABBADIA de SOULAC (Gironde)
DO HAOUELONNE, Prior
i Meilathas de Ow.ro: Bruxelles 1880 Londns 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
IBVE5TADO l4
JO SNNO I 9 / O
O uso miotidiAiio do Elixir Dentricio
dos RR. PP. Benedictinos, com dose de
alfraoi.is potta com apiia, preveni e cura a cae
doH denles, einbranquecees, fortalecendo e tor-
nando as penpivns perfeitamente aadiaa.
Prestamos am verdadero sarrieo, assi;rna-]
landn ao* noaxos lettores est antipo o utilia-
sinio |.reparado,o melhor curativo e o nico
preservativo contra as AfeccSes den-
tarias, j
Agente geral: SEGUIN, BORDEAUX
Acha-m em todas ai bou Hrtumtriu, Phtrmac'm Dntriti.
Pelo Prior
Fierre BOmUASB
GRAXA LIQUIDA IMPERMEAVEL\
EMPBEUA-8E 8F.M E8COVA.
O magnifico LUSTRO tiesta (rraza[
conzerva-se dorante una semana,
teja qual fr o tetapo.
un L mUHAL oLOSS Gomma lustrosa tlastica para as Betunas das Senboras. I
APPLICA-BE BEM ESCOVA8
PASTA UNCU0SA, em caixas de tolha de landres, tal qual\
entregue ao Exercito Inglez.
THI NUBIAN MANuri COMPT, L*, 8*9. MotiB' Lint. LONDRI. O*
Agente, geran em PERNAMBUCO :
Quimaraii e\ Peritun.
los, restaurar
a cOr, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mento.
Esta apurada e excellente preparacio,
sem duvida o melhor remedio at hoje
conhecido para os diflerentes defeitos da
cabelladura, merece a intima attenco de
todas as pessoas que tm tido a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o seu emprego intelligente tem-se
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porem nao
sempre, a propria calvicie, tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegne fazer parar a queda
do cabello*; emquanto que para opentea-
ao das sennoras, o objecto mais til
mais agradavel que se pode empregar.
PREPARADO PFXO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
A' venda as lojaa de armarnho e per-
roroartas.
DEPOSITO UERAt ,
Aluga-se
o 2- andar da casa ra da Aurora n. 81, junto
a eslaco da estrada de ferro de Oiinda, com
grandes commodos para familia, gaz e agua en-
canados ; a tratar no escriptono de SebastiSo
e Burros Barreto, ra do Bom Jess n. 16,
primeiro andar.
Aluga-se
o pavimento terreo do predio sito a ra do Bom
Jess n. 15, proprio para escriptorio por ter gra-
des, gabinete, etc.: a tratar na mesma ra n. 4,
escriptorio.
-Aluga-se
a casa sita a ra ViscoDde de Goyanna n. 68,
com agua e gaz, tendo bastantes comaiodos para
nde familia: a tratar na ra Velha a. 87, das
boras da manb s 4 da tarde.
Aluga-se
e a. n
JM^U B I A N
MV.su>ar<

Em oses ra ..odor
i*S ":
ll
as Pernimiaf b e Cabclieireirop
;i o do xtranc-fcir!;
r0t
Mi
=^
m
cris
rsBi>ARAO<> com nsa,"THO
3c*j5k.3?"> Pci-fuirix8t.a
co la Paix, Q, PaSlS^
mi aaT~ m m Sua*
i
o seruado andar do sobrado n. 187 da ra Coro-
nel Suassuna, com 2 salas, 5 quartos, cosinba
fra, tendo agua e gaz encanados ; a tratar na
ra larga do Rosario n.48.
Aluguel barato
Baixa verde o. 3.
Becco da Bomba n. 8 loja.
Baixa Verde ns. 1-C.
Ra Viscoude de Itaparica n. 43, armazem.
Ra Vital de Negreiros n. 43.
Ra do Bom-Jcus n. 57, 3o andar.
Ra do Coronel Suassuna fquanoi n
Largo do Mercado n. 17, loja.
Ra do Coronel Suassuna, quarlo n. A.
A tratar ra do Commercio n. 5,1 andar,
escriptorio de Silva Guimares k C.
B.
Ama
HUSREAES!
59Ra Duque de Caxias59
ADMIREM
Cortes de cretones em cartSo com figunno e enfeitos, a 8|J000.
dem de oachimiras bordadas, a 25^000, sao de 400000.
Setim preto, a 1)J000, 1^200 e 10800 o covado, verdadero Maco.
Grosdenaples pretos, verdadero Len, a 20200 o dito.
Merinos pretos, duas larguras, a 500, 800, 10000 e 10500.
Mantilhas pretas, a 10200, 30000 e 50000.
Casacos de cachimira pretos, a 300000.
Fil bordado, a 800 rs. o covado, para veos e enfeitos.
Velludilhos de todas as c3res, a 800 rs. o dito.
Zefiros do cores, a 80, 100 e 160 rs. o dito. L
Linons de cores, a 200 rs. o dito.
Tecidos diversos em cores, a 240 e 300 rs. o dito.
Fustoes brancos bordados, a 360, 400 e 460 rs. o dito.
Lindas setinetas, a 200 rs. o dito, aproveitem.
Cretones magnficos, um metro de largura, a 280 rs. o dito.
Chitas, bom sortmento em cores firmes, a 200 rs. o dito.
Rendas austracas para vestidos a 500 rs. o dito.
Cambraias bordadas, a 40500, com 10 jardas.
dem Victoria, a 20500 e 30000, com 10 ditas.
MadanolSo superior, a 60000, com 24 ditas
AlgodSes nacionaes, a 30000 e 30500 com 20 ditas.
Ricas guarnic5es de crochet, a 70000 e 80000.
Toalhas de labyrintho para baptisados a 250000 e 300000.
dem grandes para rosto a 40000 a duzia.
Ceroulaa de bramante, a 120000 a dita.
Meias inglezas superiores a 30000 e 50000.
Camisas inglezas e francezas a 300000 e 360000.
Cortinados bordados a 60000 e 80000 o par.
Lences de bramante a 10800.
Cobertaa de gaga, don panno a 20800.
Redes superiores, a 100000, sao de 150000.
Pannos para mesa a 10100 e 10400 o covado.
Atoalhados bordados, a 10200 o metro.
Bramantes de aigodao, a 700, 900 e 10000 o dito.
dem de puro linho, a 10600 o dito.
Casimiras em cortes, a 20OOC, 30000 e 50000.
Sargelins diagonal, a 200 e 220 rs. o covado.
As vendas em grosso tem o descont de 14
Precisa-se de urna ama para comprar, cosi-
nhar e mais serviros domestico?, -para casa de
pequea familia : (rata-ge na ra velha de Santa
Rita n. 89.
Ama
Na ra de Santa Rita n. 83, ainda se precisa
de duas amas, sendo una para cosinha e outra
para carregar meninos.
Ama
Precisa se de urna
Caminho Novo n. 56.
ama de leite : a tratar no
Ama
^Precisa-se de urna ama para engommar:
tratar na roa Vidal de Negreiros n. 128.
Ama
Precisa-se de urna ama : na ra Bella n. 45.
Ama para eng-om-
mado
No sitio n. 5 da estrada de Joao Fernandes
Vieira, se precisa de urna ama para engommar.
Canleas do Monte k Soeedm>
Compra-s cautellas do Monte de Soeeorre dt
qualqueijifloia, brhantes e relogioe; papra-sr
bem na Fraca da Independencia n. 22, k>ja df
reJa^oeiro.

ASTHMA & CATA3RH0
Curadas pelos CIGARROS ESPIG
OppresMeH Tone Defluacos Sevr algias
LICEHCIADOS PSLA UMPECTO!* D HYOIEKI DO IHPKIUO DO 3RAZIL
ASDlra-se a fumaca que penetra no pelto. acalma o systema nervoso,
acao e favortsa as rancedes dos oreaos respiratorios.
Venda
facilita a expector;
atacado, J. ESPtC.CO
m, na St-Lazare, am Parta. Bxija-ae ata aang--
AnutMo FRAMCc M. az SILVA O. o" rrmcjv n">*" u.a-
A VaBDAD/BA
AGUA de B0T0T
' o nico Dentifricio approvado
pkla ACADEMIA M MEDICINA os PARS
0 melnor calmante contra a Dore de Dentes
Resomnriendado espatolalmenta com os Pfbu de BOTOT oom Quina.
liara oa ouldadoa da Seooa.
, Parte, leaMaiaaw Drafartat, Pin fatal
PEREIEA & HAfiALHAEJS
Attendte
respeitavel pa-
bouquets do
Jos Samuel Botelho avisa
buco que ainda continua a fabricar
mais. afamado gosto, para casamento u outro
ouafquer acto, assim como capellas mortuarias
de perpetua; a tratar na ra Nova n. 20, loja de
miudezas, ou na ruada Cadeia do Recife n. 43,
loja de selfeiro.
Peeisa-se
de urna ama de leite que seja sadia ; na ra
imperador n. 44, ou Saudade n. 4.
do
Engermos
Arrendam-s os engenbos Cachoeira e Bocea
da Matta da comarca da Victoria, a tratar na ra
do Imperador n. 50,1." andar.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira que seja perita
e nao saia ra, para casa de familia ; a tratar
na ra do Cabug n. 14, 1 andar. d meio dia
at 2 horas.
Barbeiro
B um
da Imperatriz nMO.
Precisa-se de um official de barbeiro
na ra
Attendam
Urna senhora perfeitamente habilitada a lec-
cionar portuguez e francez assim como todos os
trabalhos em bardados e flores de todos os gos-
tos e especies, offerecf-se para ir a casa das
familias que nao quizerem mandar suas fllhas
para as aulas ; assim como tambem ir residir
na casa de alguma familia abastada que queira
para mais commodidade de suas fllhas. Aflian
ca-se conducta honesta, prudente e moralisada:
quem precisar pode dirigir-se ruado Baro da
Victoria loja de fazendas Pariz na America nu-
mere 16.
Cozinheira
Prmsu-se de urna ama que cosinne oem^ara
casa de pequea familia, que durma em casa
dos patroes; na ra Conde da Boa-Vista n. 24-F,
portao de ferro

Agostiliho & Irmos
Collar de Ouro
m-a aum t C*ii< u-a
Como itzessemos una grande reforma em o
nosso estabelecimento, tizemos tambem reduc-
co nos precos de nossas joias de ouro, prata e
brhantes. Pedem a seus amigos e freguezes a
virem comprar lindos objectos com pouco di-
nheiro. ompra-se ouro, prata e brhantes em
obras Bervidas, e paga-w ben. VMKxrumtf
rtftagUx., utttt < aoro e prata C3ML&Mie.*<_
A Opiniao
Nesta typographia comprase o n. 1
lha intitulada ^Optniao, de 1880. que
ou nestac cidade.
da fo-
publi-
AOB Sj. PnCPJUXTAE. 03 de CAVAILOS
urgub:^tg stevens
O u. tof caralloF
pcloib-'o. : ruado e o uico
o para curar ti.das
e uu.^sqiic ? MJOt c. flljpc.!f?t; i3 toda a aaiu-::a. 40 sanos de
ptimo oav,-.uauo exitc em toaas es cor-
rirtn.s, narps v, nos ;>rn:;ipaefl estabeleci-
mcotoi le c-*v:Ulas em :.-j-laterra e Europa.
Nuico ilgHBfeB. F mlstcr cxporl-
m--i)l" Id liara licat convei!t:i!o do sm valor.
.ras can* a co!'u''C!cntes indicarees
para o aeu i,m/*ff70 em portuouez
V.irfF-"'* preparado p.r H. R. bTCVC^S, ::: Jico-ajUrinAn^
9. Park Lae, Loi:d: >.-% InglaternJ
IttaaiUriw en Pernaw:v:c : i'!Ur* M. a> SUTl kC*
UM
REMEDIO!
HFflJlEL
eir. todo o caso de ;
RHEUMATISMO ^
Impurezas o Sangac, Ernpgdes, Escr-
fulas, lcens, Stpnllis
e toda affecQao de natureza
eruptiva ou venrea
SLSAFABBlLflA
DE BRISTOL
0 Remedio de Familia por excelencia I
A FLORIDA
Gal8es, palmas e rosas de vidnlho.
Bicos de seda e de aigodao com sem
vidrilho.
Mantilhas de seda e de aigodao.
Con tas lapidadas para vestido.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a 3)>000 e 44000
a duzia.
Bordados de camb ai a tapada a 400, 500
600 e 800rs.|apeca.
dem com 3 e 1[2 metros, de qualquer
argura a 1(5200.
Lencos de linho em caixinhas a 34000 a
dita.
Meias para homem, duzia a 44000.
dem para senhora, duzia a 44000.
Lindos leques transparentes de gaze a
34O00 um.
Grande sortmento de porta-retractos de
pellucia.
Finas pulseiras americanas a 4->, 64 e
84000 o par.
Ditas de phantasia, gosto moderno, de
24500 a 3(5000 o par.
Cortinados todos de crochet para cama a
124000, 174000 e 194000 o par,algum
de cores.
Ditos para jan ellas a 74000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800 e
14000.
Ditos para sof a 24000.
Plastons e regatas de gosto.
Espelhos com tres palmos de comprimento
a 4(J000.
Capellas com veo para noiva a 64000 e
8(5000.
Lindos enxovaes baptisados a 84 10# e
124000.
Toucas de setim para baptisado a 34, 4(5 e
54000.
Grinaldas e ramos de seda, o que ha de
melhor.
Renda hespanhola de diversas cores.
Bicos brancos e de cores a 24000 a peca.
Ditos de seda brancos e de cores.
Lindos ramos de flores a 44000 um.
Collarinhos e punhos celluloide.
Grande sortmento de fitas modernas.
Baleias a 280 rs. a duzia.
Extractos e leos de diversos fabricantes.
Linha de machina, claque, a 40 rs. o car-
ritel.
Pastas a 14000 e 24000.
Porta-lettras e porta-sedulas a 24000.
Arquetes para chapeos e chapelinas a
14500.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.
Luvas de seda, cano comprido a 24000
par.
Ditas de seda para creanca a 14000.
Dita para moca a 14500 o par.
Grande sortmento de jarros para toilette,
sanctuario e consollos.
Lindos lencos de seda, gosto moderno.
Grampos dourados para segurar cabellos.
Ditos ditos para enfeitar cabeca e segurar
chapeo.
Espartilhos para creanca a 44 e 4)5500.
Ditos para senhora a 44, 4(5500, 54000 o
64000.
Grande sortmento de sabonetes de 200 a
14500 um.
Estojo com faca, garfo e colher, proprio
para creanca.
Bengallas com flauta a 14500.
Meias de 13 para homens e senhoras.
Ljajhn, douradaa para taaar proniWt
Lindas fitas para ficha a 2J, 34 e 4400b
o metro.
Lindos leques de setim para casamento.
Grande sortimento de leques de setim e
de papel de todas as cSres.
Suspensorios americanos a 24000.
Lindos desenlies para talagarca,
Finas car te ir as para algibeir de 1, H,
3 e 3(5500 urna.
Ra Duque de Caxias e. 103
tfoBOadopela Inspectora Oerai
de Hygiae do Impeiio doBrai.
XaropeZed
(Di C0DEIHA e TOLO)
O ZaVOM Zed emprega-se COOBa*
Irritares do "Pato, Tone des TUtm, Hat*
amvulsa (Coquihuhc),,Bro*Utes,Cma*klt1a\
Catarrhos e Insolarnos Persisttnttt,
FAJOS, r Droaot, s sai fl i Haas)
Attenco
No araoazem da ra 4o amnri o *X, nui*
se seperior finho efe Qies palo aiiwf;ca pen^o k.
75 o garrafao de 3 caadas (voltando o casco).
A ene ante? que se acabe.
Terreno
Bou. para coudelaria ra Mrquez do Her-
val 80 e 8Si; para ver, na caaa ao pe, e trata:
na ra Mrquez de Oiinda n. 25. Tem cocheira





:
-



8
Diario de Pernambuco-Quinta-feira 2 de Maio de 1889
Modista
Ma miOes reabri sua caga demodis-
balda por quaesqui r figuraos da moda.
ia a moda, por pre Oa razoa-
la Imperatriz u. 68.
Papel de forro
do sala, gabineie e corredor, esplendido sorti-
mento na livraria Contempornea
Quaqros
com bellissimas oleographias. obiectos para
adorno de sala e par.t presentes, tuno encontra-
re na livraria Contempornea, ra 1 de Marco
amaero 2.
Malas de via^ena
par.i roupa de seniora e de homem, propria de
camarote e -andullo de ferro, boIsaa|Chipelei-
ra?. binculos, etc. etc. artig n uTIfek bous o
baratos na livrari Contempornea.
Instrumentos de msica
fara 1>_
,2e6
tempo ra
Ao Sr. Luz Forreira
da Cruz
Pergunla se U Sr. Lu/. Fereira da Cruz
quaudo quer pagir a sua letra, raneada de-de
Agosto do unno prximo pascado, como endor-
sante ? ser porque seu ad\osado aconselhou
aue o senher nao tem direito de-pagar? pois o
ono s descontou pela sua Urna |>or dizer o
tal advogado que o aaobor razia parle da Rima,
tinha apolicfs e cavallo do I'rado. Explique wle,
tribofe.
Oarvo
Vende-se na padaria de Mello Riset a 406
ra. a barrica ; na ru i Rosario n. 40
Libras ster inas
Vende 'orio de Pereira Carneiro
&C. ra i/ ci n. 6.
WIISII
hestra. -aixinhas COfll
ara enanca : n livraria Con-
VENDAS
Vend-se un sitio com boa casa de viven
da e mais duas casnhaa no jugar da estrada
nova ci Beberibe (Agua Fra) contendo um boai
parreiral e arborisado com inuitas fruclei as de
diversas qualidades ; a tratar na ma Duque de
Caxias n 30; paduria dos Si*. Beir-. Almeida.
' on no mesmo sitio com sen propri'etario Jos
Falipne da Fonseea T; borda.
Vende-se ou perinu-
ta-se
Na villa de Igmrassft, lia quatro lejrois da
cidade ue Olinda, vendein-se quatro casa' ter-
reas, sitas ra dos Fcrreiro?, sendo duas de
taipa e duas de pedra e cal. tendo urna dessas.
a que faz esquina com a ra dos Prazeres, 95
palmos dt frente, urna tavprna com duas portas,
e a competente artnaco. em um ptimo ponto
para negocio, e compartimentos para residencia
e hotel; sendo as outras tres ruin bous commo
dos para familia; situadas ein frente dessa, cer-
cadas dcarvoredos e de posicao fresca e salu
bre ; assim como negociase' tambern urna co
cheira que lica contigua a estas casas, urna dili
gencia era perfeito estado, e 6 carados que faz
viagens de Olinda a Iguarass, planta? de ca-
pim, cercado, etc ; oupermu-a-se porusia casa
terrea sita na cidade do Kecife. ou sitio em un
arrabal;1-- perto da cidade. Quera pretender di-
rija-se ao caes 81 de Xovembro numero 24, ar
mazeni de pinho.
Para g-anhar diidieiro
Vende-se, livre e desemba/acada de imposlos.
e em bom local, a arinnco e utensilios da ta-
Terna do largo do Forte do Mallos n. i" -casa
da esquina) que foi do fallecido Manoel dos Pas-
eos, bem afreguezada no relalho, aluguel mdi-
co, prxima do desembarque, c garaBte-se fiear
urna das priraeiras fregnezia de estivi : a tratar
em Fon Je Portas, ra do Pilar n. 6.
Camaean
Bsse inico, composto de productos puramen-
te vegetaes, se tem recommendado, e mesmo ae
imposto ao consummo ubhco, para o cresci
ment do- cabellos e como seguro ohstaculo ;i
cal', ice.
iVHie-se dizer que o mau seguro remedio
para as molestias canillares-, sera entretanto pro-
du/ir trataraento tardo, c antes fcil e prompto.
sob o modo i:ais s ;ave desejar.
E" i louieo americano de Camaean hoje urna
perfumara geralnienle acceita. e apphcada coni
vanlagem para o amaciamento, crescimento e
conserrteSo dos cabellos, alem do benfico ef-
feto para obstar a calvice e extinguir as caspas
D'ahi a vanlacem do tnico americano de Ca
macan, preparado com hervas iqdiyt-nas, o que
por si so o recowmenda ao uso os toilettes.
Vende se as principaes lnja e arniazera de
miudezas e na imperial drogara de Fraurisco
Manoel Silva 4 C.
Rwal Blend marca VIADA
Este ex..cliente Whisky Escocez pre-
erivcl ao 'ognae on agurdente de cana,
para fortificar o corpo.
Vende-so a retalho nos melkores armu-
zens de molhados. #
Pede RotiI Bleud marca Vladu,
cujo nome ma s3o registrados, par
todo Brasil.
BKOWS6 & C, agentes.
FOLPSTIM
SEM MAI
POli
Carimbos de borracha
Vende-se por corainodo preco urna offl-
eina muito bem montada, c com todos os
pertences, para fabricar carimbos de bor-
rocha, inteira r,->vidade, por ter os mes-
mos diversas applicajoes, trabalho este
ainda desconhecido nesta cidade, e no en-
tretanto, oe ranito resultado para quem
quizer auferir grandes lacros, obligndo-
se o vendedor a dar, alen de diversos
eatalagoa roa todos os esclare-
elmentos as Inslruecos. para
fabricar os referidos earinabos
rom toda pe re 1 cao. sendo o motivo
da venda ter o seu dono de rctirar-se para
fra do imperio; inforniaeles na typogra-
phia deste Jarnal.
Vende-se .
um estabelecimentirde molliados. dos melhores
em retalho ra do Itangel n. 33, e una cocliei
ra d vaccas tou-inas especiaes, sendo duas com
duas hezerras, e urna, com seis mezes de barri-
ga, e um cava II j andador: garaute se a chave
da casa a quem comprar e d-se a freguezia pa-
ra o leite : a traiar na ra do Rangel n. 53. A
causa destas vendas o proprietario ter de reti-
rar-se para Europa.
AO TORRA DOR
Lima Coutinho & C.
43RA DUQUE DE CAXIAS43
Defronte da Praelaha da -
dependenela
Este novo estabelecimento intitulado
AO TORRAOOR- vende sem competen-
cia, como as Exmas. fiamilias poderSo
analysar pelo seus prejos.
Lanzinhas de quadros a 60 rs. o covado.
Ditas de ditos a 200, 240 e 280 rs.
Merino de quadros, bonitos padroes a
300 rs.
Ditos lisos onfestados a 480 rs.
Baptista e nanzuch linos a 140 e 240 rs.
Mariposa branca e de cores a 240 rs.
Chitas finas cores fixaa a 200 a 240 rs.
Ditas forlaidine a 240 ra.
Cambraia branca bordada a 4)5600 e
45800 a peca.
Dita Victoria, fina, a 20800 e 30500 a
peca.
Seda de Jap3o, lindissimos padrSes a
206 rs. o covado.
Dita da Persia, lindos padries, a 180
rs. o covado.
Sargelins de todos as cores a 160, 20q
e 240 rs.
Setinetas lisas, largas, a 360 e 400 rs.
Merinos pretos finos a 800, 10000,10200
e 10500.
Colchas para cama a 10800. 20000 e
^OOO.
Cortes de casemira de cor a 20500 e
80000.
Casemira preta, duas larguras, a 10800
20 e 20200.
MadapolSo superior eom 20 varas a 40
50000 e 50500 a peca.
Dito americano, superior, a 70200 a
pega.
Bramante de algodSo para lences a
700 e 10000 o metro.
Dito de linho superior, cera 10 palmos
de lagura a 10600, o meti.
Guardanapog de linho e algodSo a 20 a
duzia. *
Toalhas felpudas a 30 e 40500 a duzia,'
Atoalhadoa para mesa, lindissimos pa-
drees, a #200 e 10800 o igetro.
Dito trancado, alvo, a 10000 o metro.
Lencos brancos com barraje cor a 102QO
a duzia.
Ditos superiores, de linho e algodlo, a
20200 a duzia.
Enxovaes para baptizados, completos, por
todos os preces.
Entremeios e babados bordados por todo
prego.
Bicos de todas as cores para enfeitc de
vestidos.
Baleias eobertas e descobertas.
Arcos cobertos para anquinlia.
Camisas brancas para homens e meni-
nos.
Ditas de meia para homens e senhoras
Manda-se fazer roupa por medida e d-
se amostras de todas as fazendas.
Lima Coutinho & C.
bcnon
aomAism__
P<** OLERY erdMa erc bU a oirto
Engoako
Veude-seocngenho Pagao, distante tres le-
goas da es'acfio da Escada menos de tres da
staeao da Victoria. 0 engenhVoode safrejar
2 000 paes de assucar, as trras eslao descansa-
das, tem bstanles rarzea e bom cercado, moe
com o rio Pinipama. a casa de cildeira e de li-
jlo e podra, a i asa de purgar c a de vivenda
sao de taipa. Este engenho l>eni -onhecido
pelo bom assocar que fabrifa ; o.ihui pretender
compraio pode dirigir se a iesino engenho
on ra do imperador n. 81. 1 andar.
Vende-se
a taverna sit ra do Hospicio n. 6. a qual tem
commodos para familia o alugael barato, o
motivo da venda se dir ao comprador : a tratar
na mesma.
paulo fai&sshgk:
TRm& 5PA.RT2S
SO NO MUNDO
(Continuacto don. 0 7)
CAPITULO XI
ma Moriario Impre ila
Pedimos terapo para reflectir, se
ohor, disae P-dro. A sua proposta pn-
-ece nos digna de exame, e sobretudo a
-naneira por que acaba de iallar-me m-
pressionou-nog favoravelmente, nilo lhe ot:-
_ culto isso. Smente assim primeira
vista, e antes de ter pensado mais fria-
mente, mais demoradamente no seu otT.s-
reci ment, para nos um de ver de leal-
dade declarar-lhe urna cousa.
Qual 8enhor ?
A nossa usina n2o deve ter a impo -
tancia da dos senhores, e a nossa Ibrtura
nao nos permitte empregar nov > capitaes
' no negocio que...
Sir James nao o deixou proseguir.
Nem urna palavra mais. Sr. de
ves, disse elle. Nos aceitamos a sua casa
tal qual est pelo equivalente da n<
nao queremos que a nossa sociedade lb.es
ouste um ceitil. lato, devo accrescentir
com toda t lealdade, foi-me imposto por
Jonathan Pierce. Nilo lhes pedimos Bs-
alo que reconhecaia^o contrato soci.i!
yamos lavrar, e qna publicaremos, a
uinte clausula: qu, depoiu de expli-
cacSes por ni* fornecidas. os senhores con
e': as somos homens de
bm ^.loamos julgado a nossa c
P061 'I de privilegio, indei
den;
nhor, ist
;-.er e boa vontade.
O americaa#deixon-os, pedindo-lhes au-
torisacSo para faltar frequentemente e dan-
do-lhes o seu endereco no liotel Conti-
nental, onde estara todas as manhas, at
s dez horas, As orden* do Sr. de San-
ves.
Mal tinha decorrido una hora, Pedro
chegava ra da Ferme e contava ap Dr.
Leval a extraordinaria aventura que aca-
ba va de passar-se em Belleville. %
O que sobretudo teve o cuidado do nao
oceulur ao seu amigo foi a impressao pro-
funda e agradavel que havia prodnzido
nelle e em Adelia a franqueza leal de sir
James Pembroke.
O Dr. Leval reflectio.
As informacSes de sir Kelly sobre
elle sao o que pode haver de melhor, duise
ao cabo de alguna minutos de silencio.
A sua proposta parece-me extremamente
feliz para o mea amigo. Nao poderia
mostrar-m'a ?
E' fcil. Nos o convidaremos um
dia deates para jantarmos juntos.
Aceito com immenso prazer. Ma8
peca-lhes antea o sen projecio de contra-
to social com os senhores, porque elle com
certeza tral-o redigid. Tragam'o ama-
nha a esta hora, para discutinnol-o.
Com muito gosto.
Conversaram demoradamente sobre aquel-
Ie facto tao ines[>erado, to feliz para a in-
dustria, que, longe de desenvol^r-se des-
de algum tempo. periclitava, ao contra-
rio, cada vez mais.
Essa nssociac&o, com certeza, insurlan-
do-lhe um sangue novo, restituir-lhe-hia a
vitalidade que Uie ia faltando, feria para
Pariz o attractivo da novidade, mas urna
novidade artstica e barata. Alm disso,
comprehendendo os americanos a publici-
dade de maneira to intelligente, havia
grandes probabilidades de que a sua^unc-
cao com Pedro e sua inni loase a fortuna
para estes.
Quando tiver mais intiraidade com
sir Pembroke, disse o Dr. Leval ao sepa-
rar-sc do seu amigo, pergunte-!he qual foi
o operario que deseuhou o tinteiro.
Pedro estremecen.
- A!i .' nurraurou elle, nao ten ha re-
ccio !.. Nao deixare de fazel-o.
No dia aeg'.iinte, cddo. o Sr. de Sauvea
apresentava-se no lotl Contiaental, onde
sir Pembroke oceupava um dds conforta-
veis aposentos do segundo andar.
O seu nome deyia ter s do dado ao por-
teiro pelo americano, |ois o^o que Pedro
perguntou por elle disseranffhe.
- Q (^ivnlheiro o Sr. di
Sim, sen! imdeu o engenhei-
ro.t
Muito bera. Queira entab acompa-
! nhar-me.
Alguna minutos depois o ascensor dei-
xava-p porta do aposento de sir James.
Este, sentado n'um pequeo salSo que
preceda o quarto de dormir, lia junto a
urna mesa, em cujo centro, entre jornaes
e bvros, via-se um bule coberto com a sua
capa de velludo, um verdadeiro bule in-
glz ou americano e algans sandwichs.
James Pembroki- recebeu Pedro com ex-
traordinaria cordialidade, e at com urna
certa emoeSo, que o irmlo de Adelia n3o
soube explicar a si proprio.
Entab! disse-lke elle depois de ter-
llie apertado enrgicamente a mSo por di-
versas vezes, reflectio, e traz-me resposta
favoravel, como eu desejo?
Nao lhe trago cousa alguma, res-
ponden o Sr. de Sauves sorrindo. Ainda
6 cedo. Que diabo .' Nos os francezes, pas-
samos por gente apressada e impaciente,
mas eatou vendo que aomoa urnas tartaru-
gas vista dos senhores, os americanos.
Se soubesae quanto me preoecupa e
me afflige essa questSo de honra!... A
ponto tal, que nao oceulto absolutamente
ao senhor e me entrego nteiraraentc
sua discricSo.
E nSo o que pode fazer de peior,
atirmo-lhe... Venho hoje para pedir-lhe
o seu projecto de contrato social. Sub-
mettel-o-he a um advogado, que ao mes-
mo tempo meu intimo amigo. Elle o exa-
minara, e urna tarde destas, quin|a-feira,
por exemplo, o senhor far-nos-hia a fineza
de ir jantar em nossa casa com elle, afi*
de conversar sobie o assumpto.
O que ser para mim urna grande
honra, que aceito de tolo coracb. Quan-
to ao contratft^Bocial, a cousa muda de fi-
gura, w
Como assim ?
Nem sequer pasaou-me pela idea re-
digil-o.
Ah! .Mas tem entretanto algumaa
ideas a respeito, nao verdade ?
Nao, tSo pouco. A vontade formal
de sir Jonathan, de accordo nesse ponto
conunigo, que -aceitemos tudo quanto
lhes aprouver pedif nos.
O Sr. de Sauves estreraeceu.
Aquella extraordinaria delicadeza im-
pressionar-o at o fundo do coracio.
Os senhores nSo me conhectm, bal-
bucou H
O americano sorrio bondosamente, mas
nao sem urna pontinba de malicia.
pois n3o disse elle. Um la-
cladlo dos Estados-Unidos possue sen.
ja/ormaeoV muito completas sobra as pes-
soas com quem deaeja entrar em nogoei %
assidn
A LOJA MAIS BAUATKIRA
PARIZ NUMRICA
AZEVEDO, IRM.aOA
16Ra do B. da Victoria16
200 Tdephone -200
Tendo recebido directamente da Europa
grande sortimento de fazendas e modas o
que ha de mais novo e preeos sem aom-
petencia.
A saber ;
Capas de surah, senda e merino.
Renda preta, diversa8 qualidades.
Etamines, pretos, de 12 e l seda.
Damaaa de seda pura.
Merinos pretas de 800, 10000 e 10200.
Crinoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as corea, a 200 ra.
Bramante de linho a 10500, com 10
palmos.
Toalhaa para banho a 10000 e 10500.
Chachemiras com 2 larguras a 800 rs.
Ditas de l e seda 2 larguraa a 10000.
MadapolSo trancado a 90000 a peca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito cam8eiro a 70000.
Dito B6a-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fichs de la e seda 10000.
Brins de linho ciea fixes a 600.
Espartlhos couraca a 40000 e 50000.
Colchas de fust&o a 20000 e 30000.
Capellas para noiva com veo bordado a
60000.
Toalhas de c6res para rosto.
Rendas, comprimento de saia a 10500.
Renda de 12, preta, para quaresma.
I'ano verde para bilhar.
Tapetea para sof a 130000.
A verdadeira esteira para edito de sala
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama a
100000.
Chitas de cores a 200 ra.
Cretonea com 2 larguras a 400.
l Baleias com forro a 390 a duzia.
.Ditas sem forro. '
Seda do efires a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbtina de quadro a 800 e 10900.
Guarnic5es, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixaa com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flanellas de c8res para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite"
Grande sortimento de chapeos de sol.
Setineta para coberta a 600 rs.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustSo de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
Leite puro
Jsa estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio lo
go depois das casas novas da direita, vende-sc
todoa os das leite puro de vaccas marinas eda
trra, garante-ae a qualidade do 1 ite.
Pao centei
Mello 4 Riset. avisara ao respeitJvef; publico,
que todas as tercas e sextas-feiras, tenj este a-
boroso pao ; ra larga do Rosario n. 40.'
iWercearia
Vende-se uma mercearia das melhores nos
arrabaldes da Boa-Viata ; paia informaeOes, na
fu do Socego n. 33. taverna.
Para jornaes
Papel formato Diario, abo folhas 7*300
Dito dito Jornal, 400 folhas SOOO
Ditodito Provincia. 400 folha? 4*500
Vende-se na fabrica Caxias.
Pedro fieou sbitamente muito paludo.
Ha talvez consas na minha vida que
o senhor ignora, sir James, disse. Cousas
que a honra obriga-me a communicar-lhe,
sobretudo se nos tornarmos socios.
O que Que uma accusacSo tSo
monstruosa quanto ridicula pesou sobre si V
Mas a isso, Sr. de Sauves, todos estilo ex-
postos em Franca.
Entab o senhor sabe. p
Sir Pembroke raostr u oa jornaes amou-
toados ao lado do bule, e, afastando ara
dellcs, destacou-se-lhe o titulo.
Era a Gazeta don Tribunaes.
Sim, disse elle, depois de ter estado
com o senhor e a senhora sua irma, quiz
conheccr por mido a questSo em que es-
teve envolvido, e da qual me fallaram em
Nova-York nicamente para me affirma-
rem a sua absoluta honorabilidade. Pois
bem, passei a noite a 1er, e hoje estou sa-
bendo que nao ha senhora mais admiruvel
que a, Sra. Chaniers, homem mais pura-
mente honrado que o senhor, Sr. de Sau-
ves, pessoa alguma no mundo cuja amiga-
do se deva ser mais orgnlhoso de possuir
e cuja mlo leal se aperte com maior pra-
zer.
Pronunciando estas palavras, sir James
Pembroke estendia a sua larga mSo, aoli-
citando a de Pedro.
Eatc nao heaitou.
Todo o aeu coracao impellia-o para
aquello homem, cujo olhar, cujo gesto, cu-
jos sentimentos sobretudo eram tXo leaea
e t2o bona.
At quinta feira, disse-lhe elle ao
despedir se.
E' o Dr. Leval a pessoa com quem
jantarei, nao verdade ?
Exactamente.
Ahiaest outro a quem desejo conhe-
cer. NT: i sei porque, mas elle produz-me
o effeito de pai de Jonathan, o pobre Har-
ry Rerce, n honesto e to deainteressa-
do. D'ga-lhe que cacarrego-o de jredigir
o contrato de sociedade. E accrescente
que, feito por elle, assignal-o-hei com os
olhos fechados. Ora, juro-lhe que ser a
primeira vez na minha vida que tal se
dar !. .
O senhor co!Ioca-me n'um embaraco
terrivel.
Nao, nSo se atormente. As pessoas
boas compreheniem -se entre si, sobretudo
quando tem o bom senao de n&o metter
intrusos nai suas relaeSes.
E o Dr. Leval? d6se o Sr. <1
Oh! esae. .. se to
ressem cun elle, seria bem inuti! a
mmta feira imme^kta recebia a casa
Sempre novidades de Pars
REVOLU9AO DE 48
A' ra Duque de Caxias n. 48
N'este estabe'einento de fazendas
nSo s co8tumam annunciar a realidade,
como tambern vendem por menos 30 "/o
do que em outra qualquer casa, como j
havemos provado aos nossos freguezes.
Nansuk de todas as c6res a 120 rs. o
covado.
Cretones a pYado, fazenda especial a
240 rs. o dito.
Setineta preta eom pequeo defeto a
240 rs. o dito.
Merinos pretos a 800, 10000, 10200 e
10500.0 dito.
Cambraia com salpicos brancos e de cores,
a 40000 a peja.
Setins de todas as cores a 800 rs. o co-
vado.
Cortinados para cama a 60000 o par.
Capellas com veos para neivas a 80000
uma.
Espartilhos de couraca a 30000, 40000 e
50000 um.
Saias bordadas, novidade, a 30000 uma.
E8gui3o com duas larguras a30200 apega.
Fichs de retroz de todas as cores e pre-
tos de 10000 para cima.
Pannos de crochet para cadeira a 10000 e
para sof a 20000 um.
Algodaosinho com 20 jardas a 40000 e
40500 a pega.
MadapolSo Boa-Vista, verdadeiro, a 50000
a peca.
Merinos lisos e de quadros a 200 rs. q
covado.
Cortes para vestidos em carto, novidade,
a 70000, 90000, 100000 e 120000 um
Mantilhas pretas de seda a 50 e 7$ nma.
Zefiros encorpados com 70 centmetros de
largura a 240 rs. o covado.
Renda da China a 240 rs. o dito.
Lencos de cSres, imitacab de seda, a
10800 a duzia.
Organd, fazenda de phantasia muito lar-
ga, a 400 rs. o covado.
Sargelim de todas as cores a 200 e 240 rs.
o dito.
Enchovaes para baptisados de todos os
pregos.
Brins de linho de cores fixas e garantidas
a 60 o covado.
Bramante braneo para lengs a 800 rs. o
metro.
Toalhas para rosto a 200, 300, 400 e
500 rs. uma.
Cobertores finos de 12, com pequeo sujo,
de 5*000 par 205O um.
Cortes de fustao para colete, garante-ae
as cores, a 10OO um.
Cambraia suissa de 140000 por 70000 a
peca
S oa Revoluto de 48
HENRIQUE DA SILVA MOREniA
E' vender barato
Feijaoa 1$000 a cuia.
Farinha a 500 rs. a dita.
Batatas novas a 8$ a caixa e
160 rs. o kilo.
S quem pdde vender no Largo do mercado n.
12.
Gomes Perreira db G.
Vende-se
uma ou duas (avernas a vontade do comprador,
bem afreguezadas, ra Imperial n. 279
Boa armacao
Vende se uma armaco de amarello, nova,
balco, cabides, bancas, armacOes inglezas, lus-
tre, encanamento de gaz e registro, um cofre de
Milners, do estabelecimento de fazendas, sito
ra do Rangel n. 13-A. com ou sem as mercado-
ras, garantiodo-se as chaves ao comprador. A
casa i st dcembaracada deimpostos.
da ra Belleville o seu hospede ameri-
cano.
Roberto que fazia o seu ultimo anno em
Louis le-Grand, viera expressamente pas-
sar o dia em casa de sua tia, e Georgina,
toda vestida de branco, com um laco de
setim contendo difficilmente os seus admi-
raveTs anneis negros esparsos sobre os
hombros, esperava o estrangeiro, de quem
se 'allava quasi exclusivamente havia al-
guns dias, estando por isso muito excita-
da a sua euriosidade de menina, cheia de
vontades e caprichosa.
A's setc horas em ponto elle chegou ; o
jantar era para as sete e meia.
O Dr. Leval, que desejava vel-o logo
que elle entrasse, estava j no salao com
Adelia, Georgina e Roberto, quando Pe-
dro foi ao encontr do americano, que
transpunha o limiar da casa.
A impress2o do advogado foi excellen-
te, tao boa como a que sent ram Adelia e
Pedro.
Durante todo o jantar nao se fallou se-
nao na America, nos seus usos c costu-
mes.
A familia de sir James foi tambern as-
sumpto de conversacSo.
Elle tinha tres filhos, dos quaes o mais
velho, da idade de Roberto, tratava j da
ana vida.
Aqui oa rapazes coinecam tarde a
luta pela vida, disse elle. Animam nos de
mais. Nao os acostumam a pensar e a
dingir-se por si proprios, o stlf-governe-
ment, como na nossa trra. Elles custam
assim a orientarse e a formar o seu ca-
rcter. Confiem-me por alguns annos este
bello rapaz e vento o que farei delle.
E carta de engenheiro para cuja
conseeujSo elle estuda ? disse Adelia, que
via com terror germinar no olhar de Pe-
dro urna idea de consent ment e de ap-
provaefo.
Oh! elle estudar ao mesmo tempo
para reccbel-a quando voltar, nSo tenha
receio. Benjamn, o meu rapaz mais ve-
lho, trabada e estuda ao mesmo tempo...
Pena que eu nSo possa levar tambern a
menina Georgina.
escutava o americano muito sera,
com os seus grandes olhos extremamente
abortos, sem dizer palavra, mas enthu-
siasinad* pelo que ella contava e pelos
seus modos.
Minha mulher que ficaria contente,
ella que sempre desejou rilhas c que nun-
ca teve senao rapazes. E meu socio en-
tab E' doudo po 'S e adora os
meus pequeos !
l sou ? perguntou o
A Loja das Lstras Aznes
' RA DUQUE DE CAXIAS K. I
Vende mais barato
Fazendas pretas
CaehCBlf ras arrendadas de duas lar-
guras tecido novidade, a 20000 e 20500.
Merinos pretos infeitados de pura Z
a 800, 10000 e 10200.
Crep inglez paraenfeitos de veato:
a 10200.
Rendas hespanhola de seda a 50000.
C-orgorao de seda pura de 20000 a
40000.
Velludos de seda, lisos, cona
e ramagena, a 40000.
Velludilho bordado a contas,
desenhos a 10600.
Fil de seda bordado a 10200,
Veos e mantilhas com rendas a 4JO00
e 50000.
Capas e visitas, de gorgorito, de rea>
das ou cachemira, enfeitadas a rendas cok
vidrilho a 250000 e 300000.
leos de seda com lindos desenfem V
40500 a 60000 a peca com 10 metra.
, Teeldos de novidade
Cortes de vestido bordados, em
tSol de lindas corea a 100000.
Vestidos brancos bordados para
vas a 180000.
Teeldos arrendados cores creme, i
azul celeste e branco a 400 rs.
Linnos phantasiados, tecido com i
ta lr.rgnra a 500 rs., em listras e
dros.
Kletins de Maco, todas as eees e
mais salmo, lilas e bronzeado a 800.
Campraias brancas bordadas a4J0Q6
a peca.
Gvizes de seda com fios prateaos e
douradosefires: rosa, azhl e creme, a
10000.
MadapolSo trancado, peca com 26
varas a 60000.
FAZENDAS ESPECIAES
Baistes de cores finas a 136 c
240 rs.
Chitas finas claras miudinhas a 800 e
240 rs.
Cretones franceses, verdadeira a
520 rs.
Moran de listras azues muiaaa
lao fino largo com 20 varas a 60000.
MadapolSo americano muito
sem ,omna a 80000 a peca.
Bramante de 4 larguras a 700 t
10000 o metro.
Guardanapos superiores a 10800 -
duzia.
Cortinados bordados a 50500,10C*-
e de crochet a 100000.
Croehet para sof c cade ras de bzx
eos, um completo 60500, para sala.
Mosquiteiros americanos orna ar
macSo a 120000.
Alcatifas para forro de salas e gabi-
nete a 10200.
TECIDOS MAIS BARATOS
Merinos de duas larguras, 'qualqa-?
cor a 440 rs.
Linhos lisos e de quadrinhos a 90 e
100 rs.
Bieo braneo e de cores desde 608
a peca at 20500.
Colchas de fustao de cores a SJKK
e 30000.
Toalhas acolchoadasa 30000 a suzk.
Luvas de seda, bordadas, qualquer oaV
a 20000 e 20500.
Leques de pennas e transpareaSea
de 10f)OO a 60000.
E muitas fazendas que se d por qaa.-
quer preco.
D-se descont a quem comprar e
200000 para cima, ;
Troca-se a fazenda vendida se por faal-
quer motivo nao for de muito agrado pasx
quem for comprada
s das Listras zoes
Loja-
rica, quando a gente nao casa muito crian-
ja, depois absorvido pela febre dos ae-
gocios.. Ento, passa muito bem, nao ha
meio de oceupar-se em outra cousa... Mas
que bonitos olhos tem voc, Georgisat.
Preciso que me d o seu retrato, paraqac
eu o mostr a minha mulher.
A menina corou de prazer ao reeebef
comprimento.
E, levantando-s immediatamente da
mesa, desappareceu sem dizer palavra.
(guando voltou trazia uma larga phot>-
graphia, em que a menina Georgina ap
parocia admlravel de semelhanca, com ob
seus impenetraveis olhos um pouco daros,
franjados de seda, as anas sobrancelha*
adoraveis e o seu pequeo rosto ji ti
gracioso e bonito.
Aqui est, senhor, disse 'ella a sir
James.
Este admirou a imagem e mais ainda a
belleza do modelo
Depois, voltando-se para a menina:
J pedio permissSo a mamai pars.
me fazer este bonito presente ? perguntoe
elle.
Ella distendeu os labios desdenhosos.
Nao preciso, replicou, sou es a
dona.
Adelia corou, ao passo que Pedro diai
severamente, muito baixo, esta nica pa-
lavra :
Georgina!
Ninguera insisti, e o Dr. Leva! apre*-
sou-se a fallar em outra couja.
Tendo Georgina e Roberto se "tecolhsdt.
aos respectivos quartos, o advoghdo foi
quem no salSo conduzio a conversacao pa-
ra o negocio que a todos preoecupava.
Tinha preparado o contrato social que
lhe haviam pedido, e acautelando os in-
teresses de seus amigos, havia usado en-
tretanto na cbpfecjSo desse documenta a
consciencia jBa delicadeza que podia-ee
esperar de uta homem como elle.
Sir Pembroke, declarou elle ao eo-
mecar, o Sr. de Sauves e a ra. Chaniers
incumbem-me de dizer-lhe que o seu ofe-
recimento de sociedade por elles aeito-
Por essa razio, e conforme o desejo man
nifestado pelo senhor, redigi um projec/
que aqui est: pedimos-lhe que- tome co-
nheciracnto delle, e quando o tiver estu-
dado, no3 communicar o que pensar so-
bre elle.
Est eatudado de antemao, senhor,
disae elle, e aceitamol o tal qual se acha
redigido, com a condicSo, ponm, de tpe
a clausula por mim pedida ao Sr. de Sau-
ves, concemente a nossa honorat
esteja mencionada.
las n. U.
'
4-


Full Text
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