Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17229


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Full Text
ATTD LTIV -- H'uMEEO t*
j--------------------_ -
pb t capital e i.r:vHi:s omh: vio se paca
Poi tres atetes ndiantadoa...............
Por sois ditos idea.............x. .
Por um enoo ideu.................
Cada numero avulso, do icesmo dia. .... ........
PORTE
CtfOOO
124000
230000
#100--
19 EE FE?EBEiaO DE
PAHl DENTRO E FRA DA PROVINCIA
Pot seis mezes adiantadoa.........*.....
Por nove ditos dem................
Por uoq anno dem................
Cada numero avulao, de diaa anteriores..........
130500
20000
27,5000
100
Propttafce tft Manoel Jtouctra ttt -tarta i Silbos
O11 Srs. Amqde Priaee A C
de Pars, stto os uosso-* agente*
e\cluivoi de uuouncos e pu-
bllcacdcs na Franca e Ingla-
terra
PARTE OFHUU
ELMM1MAS
SERV1G0 PARTlCULAd DO DIARIO
RIO DE JANEIRO, 18 do Fevereiro,
1 hora da tardo (pula linha terrestre).
Fci comeado secretario da capitana do
porte do Rio Qrande do Norte, Aasgusto
Cezsr da Silva Jnior.
Fallecen o conde de Iguass Pedro
Callara Brant, cmmendadr daOricm
de Christo e Gra Cruz da Imperial Ordero
Rusfiana de S. Estanislao.
SESO DO CENTRO TELEGRAPH1G
04 IMPHENSA
PARS, 18 de Fevnreiro.
O Duqti de Montpencier, considerado
cumplica de D. Isabel II, exraioha de
H?Bj>ariba, fui exilado.
BUENOS \YRES, 13 de Fevereiro.
A cornmissao de limites com a Repblica
Argentina terminou 03 s%us trabalbos, e re-
greesou.
SANTIAGO, 18 de Fevereiro.
Daram-se no Chile 145 casos de cholera-
morous, dos quaes 47 fataes.
LIMA, 18 de Fevereiro,
A tidade da Iquique fui (,ussi
vorada per um incendio.
SSo incalculaveis os prejuizos.
toda de-
BIO DE JANEIRO, 18 de Fevereiro,
s horas da tarde, (pela linha terrestre).
G governo sustou o processo dos verea-
dorsa da Cmara Muuicipal de Sio Borja
no Rio Orando do Sul.
Falleceu o Conde de Igaaas, gen-
til-I omem ua I nperiul Cmara.
Foi nomealo secretario do c a pililo do
porto do Rio Grande do Norte, Augusto
Ce::ar da Silva Jnior.
A t..xi do cambio sobre Londres,
y0 d. v., foi boje 243/4 d. por 10000
rei.ervado 247/8, firma.
INSTRCCO POPULAR
O*
xtacz0vausa9s. uml
luesai;:::
DE
PORTUGAL BAZIL
PELO
ConseT&eiro Joao Manoel Pereira da Silva
i
((' on tinufiga o}
1). i^neju* descendin de ra?i frun-
ces k ; ct.- a-ie eorc aoi priuceza de Saboia ; re-
c- oeu ern n'.a corte e nos e>asestidos, coneedeu
Enpried.ide*, enir/te^os e privilegio! a maitosn}-
rsa frauceze, e trras a emigrantes estrangeiroa
do norte que prefenram fiar-se em Portugal
Soeeuiiea> paraas guerras da Terra Santa
scendmtes de D. Alfonso Heuriques prom,ve-
ram rel>icjs particularmente com liaocese D. Af-
03SO III lora iiiUos auuos es'.abeiecido era i'rau-
ca, e amado a familias iinporU.uces francesas.
Trouxe em sua companbia numerosa corte. D. Ui-
ni s, bbu filho, educ ido por sabios eetrangeiro, ao
organisar a universidade de Lisboa, que dpoi* M
trinsferia para Coimbra, uttrahio a sen cusinj
maitos es'rangeiros. D. JcSo I doposara-se eum
niaa princesa normanda da casa rt'gia de Inglater-
ra, e coneedeu trras e pnviiegiot a nobres nor-
mandos e flamcDgos para se fjzarm ein Portugal.
Niodeviam coneurrer todas t*ta circunstancias
jM.ra se mi/dficarem os costumes, hbitos e a*pi-
rac.-s nacionaes, e ao me.-ino teinpo aiterar-se e
modificarse a liogua pe.a counerio do lautos e
tio ?ar.ados idioicas ? Nao devia a liogua tender
a maior correccao e perteivo, fl;ibilidade e pro-
piicdaJe para ac-.-mpaubar *t> proj-reas.s inceisaa-
ti di naci, o eipiimir as novas neeessidades e
vieissitodrs, por que passava o raiiBHidepeodeoie,
aitcnomo, e que se toroou eu.prebaja^dor, nave-
gador, coi quittador ? .
Eip.ndo na segainte eonf.-rencia TBbtoria do
rjjfenvolvimentoda nacuualidade portuguesa, tra-
ti.remos igualmente de injatrar a marcha da iagaa
pira se apreciar \jovd' porque.eiia safoi forman-
do tornandc-soaotinoroa, disianciaado M e seps-
rt.da-M da aDaiaua, oum r.p'i igul aj do
n>vo reino creado solidifiealo jel ambioioe geuto
di Aff aso Henriques, prio eipirito patriatteo e es-
forc's valeroso* dos seus natura*, e pera fortuna
que laca orno desde o principio, eos coadjavoa a
hivantar orna obra tio grandioaa, como era a inde-
pendencia e a liberdadf da patrii,.
II >
Felicito me per ter emprihencido eate (pr*o de
bistbiia naciona'.iJele, ngna e litlsvatura. O
4CB,eurao extraordinaria de ouvintea que tern at-
trabdo, o benvolo aeoibimenco (la impren*, todo
l*ov* que se comprebende gen.lmente ina Mili-
ade c impo:taudi.
(Ccntwa,)
overno da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 29 DI JAHEIBO DE 1888
Aeto* :
O presidente da provincia, tendo em vista as
propostas presentadas pelos bichareis Joao Zefe-
rino Pires de Lyra e Pedro Aff juso Ferreira, de
conformidade com o edital dd 13 de D.zembro
ultimo pira a construccilo 0 exploracao de um en-
gouho central de typo invor, no municipio de Pal-
mares, nos termos do art. 16 da lei provincial n.
1860 de 11 de Agosto de 1885, e considerando
qne mais vantaj isa a proposta do bacharel Jo&o
/.'ferino Pires de Lyra, tesolve quj com elle se
contrete a construeco e exploracao do mencio-
nado engenbo, mediante as aeguintes clausulas :
1.* O bachartl Joao Zeferino Pires do Lyra, por
si ou com o auxilio de agricultores, s us ussocia-
dos, obriga-se a construir e explorar no municipio
de Palmares, desta proviuuia, um eogcnhi central
de typo maior do cueto de seis ceuto* cootos de
ris, com capacidade para safrejar trinta milhdes
de kilogramuiaa de cannas, no mnimo em cem
dia* uteis..
2.* Os macbinismns o apparelbos sei i > os mais
modernos aperfeifoados de modo a poder-se
ohter das cannas a maior porcentageal de assu-
car, a juizo da cormoisslo oom advde accordo
com o presidente da prov:ucia.
3.' propoueute obriga-se a dar cometo s
obras do engenbo tres meses depois de feita e ap-
provado o exame de que trata a clausula ante-
rior, e a coaclnil-as no praso de um anno, a con-
tar da data da assignatura do contracto.
4 Serao sobmettides 4 approvacio do presi-
dente da pr.-vincia, dentro de noventa dia* depoir
da i...igu.l'ira do contracto, o plauo de todas as
obras proyectadas, os desenbo* dos apparelbos, e
descnpclo do processo do fabrico do assucar, a
planta do local e os contractos feitos com os pro
pnetarios fornecedores de cannas ao engenbo.
5 8c rao aceitas pelo contraetante as modifica-
coes que forem feitss pelo presidente da provin-
cia nos trabalbos preliminares a que se refere a
clausula anterior, depois de ouvida a commissao
dn rngt nheiros de que trata a cendico 7* do art.
16 da lei n. 1860.
G" O proponente on seus associsdos snjeitamse
multa de cinco cont* de ris :
I So as obra* do engenbo lj forem concluidas
dentro do praso estipulado, cubendo aos fornece-
dores de cannas urna indemnisacae pelas bu,s
safras, salvo caso de f ire maior.
II Se deixar de funccionar o engeoho por es-
pato de um anno, salvo o caso de forca maior.
Us casos de torca maior serio justificado* paran-
te o presidente da provincia.
7. Os direitos e obrigaco-a entre o proponente
on seus assoeiados, os plantadores e fjroecedoret
de i\ nnas serao regulados p'-loa cjntra.tos entre
elles celebrado* o uscripUrados.
8a A provincia concorreri, a titulo de empres-
tan com a quantia de duzentos centos de ris.
em apatices de juro de. see por cento ao anno,
como anxilio da construccio do engeolio.
Os respectivos juro* serSo reco'bidas pelo propo-
nerte e eos auuciadoaaoTbesouro Proviocial no
fim de cada semestre.
9.* O pagamento dessa quantia ser feito pela
provincia em duas prestaeo.s igaaes, sendo a pri
meia quando forem apresentados os conhecimeu-
to* de embarqne, factura e apolics dos seguros
dos materiaes ; cuj is documentos serao endossa-
dos ordem e ficiro archivados no Tneaouro
Provincial, eomo canelo da quantia que recebe-
real o propouente e seus associados ; a segunda
sur paga depois que se acharem oa materiaes no
lugar .em que estiver se conatruindo o edificio nma
vez reconbecido por quem o presidente da provin-
cia indicar o estado do* macbinismos e a sua con-
formidade com o* planos e deseo bos approva-
dos.
10 A provinoi i teri bypotbeca sobre o enge
nho, terrenos e dependencia* do masnio, para ga-
ranta de sqas apatices, ficando, poim, o engenbo
e dependencias livres de qnseaquer impoitos pro-
vincia es e muuicipaes, exceptuado o da exporta-
cio do assucar.
11 A provincia ter as obras um engenbsiro
fiscal, de nomeacao do presidente da provincia,
com a gratificecao annual de 2:000j0u0, a qnal
correr por conta do proponente e seus assoeiados,
logo que c mecar a construeco do engenbo.
12.* A amortisacio das apoliccs, de que trata a
con.iico 5* do artigo 16 da lei n. 1850, ser feita
a raza) de des p;r cento antiualmeute, e por *or-
teio, logo depois de colbdas as safras, ficando li
vre ao propooeute e seus associados faser maior
amortisacio com tauto que dentro de oito annos, a
contar da priraeira am>rtisacio, estejam regatadas
todas a* aplleos constaute* do t-mprestimo.
13. O contracto resultante da presente porta-
ra s poderi ser transferido a agricultores, prece
dendo appr^vaco do presidente da provincia, com
r r ncia. PuJora j, porm, o proponente e sen* asso-
ciados incorporar c -np ejustrneci' e cxpl .rac > do eageuho e depoi* que
estiver ella legalineut: constituida traoshrir-lbe
todos o direitos e i,bri;ac5es do contracto* prece .
dendo igualmeuteappruva(io do presidente da pro
vinel*. _
14. OT)roponeuta prestar 'ao Theaouro Pro-
vincial fitoca que garanta a imp.rtancia dos jaros
q ie a provincia tiv.T de pagar pela emissio de
suas apolic s, podenJj dimiuuir a ref.rida fianc i
medida qne a divida dimianir.
15. Nenbum dividendo ser pago ante* de se
rem satisfeitos os j iros das apolcea enrittidas pela
provincia e a quota da respectiva amortisacio de
que trata a clausula 12*.
16* Qiai-aquer duvidas que sj snacitarem entre
o presidente da proviucia e o propouente e s> us
aasociaJos serio difinitivameate decididas por dous
arbitros, nomeados um pelo meserj) presdante e
outro pelo proponente.
N>a*o de detaccordo, cada nm dos arbitro*
apreaeutari para desempatad jr urna pessoa e a sor-
te decidir.
17* Pela infraccio de qualquer das pre*eotcs
clausula, aiui d j diiposto na clausula 6, verifi-
cada sobre represeutacio ou iuforma(io Jo en^e-
obeiro Bacal, impura o presidente da provincia,
administrativamente a malta de 5O0J a b:00Jt.
sendo smeate udmittido recurso pira jniso arb
tral quando o valo; da multa erceder de um cunto
de lis.
18.* O prop mente obriga-se a ascignar o res
p-c'ivo contracto dentro do pruzo de 30 lias, a
contar da data da presente portara, sab pena de
ser considerado cadaco o dito c uiracto.
19.* O va or do contracto Asado para os fios
legar*, na imp rtancin de 60J:OO0s).
. 0 O proponi-ne obriga-se a faxor ais forue
cedores de canoas a* (eguiate* vantagens, afim de
ntereasal-o* na i mpresa e eorresponder assim a i
pensamento da le :
I t agar nm prtco iixo de 8*, pelas 100 arroba*
de caoLns, e dar mau, durante as tres primeiraa
safras, metade dos lauros do eagenbo central, de
poi* de de intid' s juros de sete por oento de
um eapitai da imp irtuucia somente ile 100: J0,
as despesas de custein e fretr* ue sssuear s'usuun
e da quarta safra po- diaote, doB terc-i* d- *e
lucros, liquidados do modo aeima dit\ para s-iem
devidido, tanto no ptimeiro com i no segundo cas ,
pelos forneeed>ras de cannas, ua razio do furue-
oimeuto de eada um.
II A contratar por c ota da fabrica central e
de accordo com u* plantadores de canoas pes* as
baoilitadas para eninnar praticameule o cultivo
aperfeicoado da caatiii d assucar, at o de augmeu
tar a prodcelo de suas propriedades e a porceu-
tafetg Meoanna das tjesma* canoa* ; pago, porm,
pelo agricultor o servico que a cada um prestar o
pr fesaional cjntractado.
III A mandar vir tambem por conta da fabrica
ob instrumentos aratorios mais modernos para se-
reno, cedido* aos plantadores de cannas, fornece
dores da fabrica central pelo preco dd casto.
IV A continuur a faser aos fornecedores de can-
nas as k-antagens da presente clansnla si, fiado o
prazo do *eu contracto di forneeimonto qaizerem
reooval-o.Jiemetteu se por cp'a ao inspector do
Theaouro Provincial.
O presidente da pr ivincia resolve demittir o
bacharel M auoel Claudio i de Mello e Silva do car-
go de promotor publico da comarca de Floresta.
Communicou-se ao inspector da Thesoararia de
Fazenda e a> jais de direita da comarca.
O presidente da provincia em oxecocao da
lei n. 2 395 do 10 de Setembro de 1873 resolve
nomear Manoel Joaqnim Be-seira Terra-Secca, pa-
ra o posto de capitao da 4* compaubia do 37- b.i-
talbu do servico activo da guarda nacional das
oomarcas de Taquaretioga, Bom-Jardim e Limoei-
ro, em snbstituicio de Qeminiano Teixeira de
Abreu Peixoto, a quem se conceden giia de paa-
sagem para a comarca do lirejo.Hommunicou-se
ao respectivo commandante superior.
Oficios :
Ao presidente da provincia do Ciar. En
additamento ao telegrarnina que em reposta ao de
boje dirig a V. Exc. peco a sua attenca> pira
le* desta provincia ns. 1,355 e 1,393 do 6 de Mar
r;o e 2 de Maio de 1879 as qaaes deverio existir
no archivo da secretaria dessa presidencia e tra-
tam da locacio dos talhos e compartimentos do
mercado publico de 8. Jos.
Ao inspector da Tbesiuraria de Fasenda.
Bemetto a V. S. para o* devidos tff-itoe, a inclu-
sa copia do telegqamma do Ministerio da Querr,
de boatem datado, attinente ao abono de tres me-
ses desold ao capitfio Antonio Jorge Moreixa.
Ao director do Arsenal de Querr.Ao com-
mandante do corpo policial desta provincia mande
Vine, entregar as palas qne se acham nesse arse-
nal, remettidas p;la intendencia da guerra com
destino ao dito corpo. Commnnicoa-se ao com-
mandante do corpo de polica.
Portara* :
Tendo o Dr. jais de dreito, presidente da
junta apurado do 2a diatrict >, me representado
que hootem deixoa de proceder aos trabalbos djs
apuracio da eleicao, ltimamente bavi a para'
membros da Assembli Legislativa Provincial
por taita absoluta do* objectos de expediente, fao*
sontir Cmara Municipal do Becife a extranhesa
de serxelbante facto e recommendo providencie,
com Iba compre, de modo a evitar a reproduc-
cao de falta tio censuravcl, no dia 21 do corren-
te designado de novo, para ter lugar a referida
apuracio.
- Sr. agen'e di Companbia Braxileira de
NavgaC'O a Vapor, mande transporta/ a carte
por conta du Ministerio da Guerra o 1* sargento
cadete Diocleciano de Araujo Cesar "sus mu
Iher Francisca Araujo Cesar e filbos Alfredo de 2
ann >s de idade e Ambrosia de 7 meses
Mande tainoem transportar na ineama confor-
midade o 2* cadete Joio Lucio de Castro.Com
municou se ao brigadeiro commandante das ar
mas.
O Sr. srereata da Compaabia, Peraambncaua
de Navegacio manda na primaira oppoctunidade
conceaer passsgem de r at a Babia, a Julia
Mara de Albuquerqu,: por conta das gratuitas a
qne o governo tem dreito e bem asii a nm filho
menor de seto sanos.
EXPEDIENTE DO SECHETiHIO
Offieios :
Ao inspector da Thesonrstia do Fazenda.
O Exm. Sr presidente da provincia manda rem t
ter a V. S. duas ordens Jo Thesonro Nacional
b na. 1 e2 assim como nma portara de liccn-
ua concedida ao praticante desta tbesouraria Joio
Francisco de Oiveira Qodoy.
BXPEDIENTB DO DU 21 DB rF.VSBBIBO DB 1883
Actoa :
O presidente da provincia,' attendendo ao
que reqii-reu Jos Tneophilo, mandador das ofi-
cinas de espingarderos do rseual de Querr, e
tendo em vista a informacao da Tbssouraria de
Fasenla de 18 do crrente, n. 40, resoive de ac-
cordo com o dispisto no decreto n. 2881 de 1 de
Fevereiro de 1862, abrir sob sua resp insablidade
um crdito na importancia de 145/600 verba
Armamento do Miuiatero da Querr, exercicio de
V86iJ -1887 ; afim de occorrer ao pigainento dos
jornaes do peticionario, relativos aos meses de No-
bro e Dcxembro do anno prximo passado.Be-
metteu-se copia ao inspector da Tbesouraria de
Fazcuda.
O presideuto da -r ivincia determina que se
faca n devida rectifiugio do titulo do delegado
aomeado a 18 do corrento mes, para o districto
1,erario do Itamarac, o qusl ehma-*e Franc-
co C rdeiro Falca. Brasil. -R.-motteu-se o titulo
em cubstituifio ao inspoctor geral da I istrucci.'
Pubiics.
O.presidente da proviucia resolve, de con-
formidade com u proposta do Or. ebefd de pilicia
em offloi- n. 62, de bontem datado, elJmrar Ma-
noer Ferreira Lopes de 8 queiri, do cargo de sub-
delgalo do 1' districto do termo de Onricury.
Comcoun.cou se ao Dr. chafe de pdici-i.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o secretario do presidio de Fernan-
do de Noronha cspitio Manoel Accioly de .Uoura
Qondim, resolve prorogar por 60 das, pronsoria-
mentc o sem v nci neotoj a licc.ifi i em cujo goso
se ach para tratar de sua saule.
O presid Mifi da provincia resolve nomear
o bacharel Loureaco Oa'tauo do Albuquerqu
para exercer o cargo de promotor publico da Co-
maica de Floresta.Fizeram-so as devidas com-
manicacSes.
Oltic o :
Ao Dr. Antonio Ricardo dos Santos, l
vice presideute da provincia do Paran.P. lo
fico sciente de tiav< r V. Exe. na mesma data,
depois de prestar juramento parante a Onmara
Uaueipal d asa capital, assumido a sdmmis'ra-
cio d asa provincia, ua quaud.de de 1' vice-
presiJente.
Aprsenlo a V. Etc. meas protestos de estima
e cousideraci '.
Ao brigadeiro commandante das armas.
Pica V. Esc autorisado a c>n elcr, de accordo
com a iutorinaci) do bmtem, sob n. 126, baixa do
servico do txercifo, mediante eubstiluicio, a
aosp<-ncada do 14 batalbio de lutantana Jos
Frsuciscn Pereira.
Ao iuspectur da Tncsouraria de Fazenda.
Coinmuaeo a V. S. p.raoa fins convenientes
que o cidadio Joaqunu Cimero L us ue Albo
querqoe, eu> 17 du crrente mes, assumio o exei-
c.ciu de offi i >l xterno da secretaria de polioia,
para o qual foi nouie.dj por decreto do 3 de O -
sembr rondo.
Ao mesmo. Becommendo a V. S. que
mande p .g-ar a Field^u Broihers a importancia da
subvcuco para lase* do falacia desta Presiden-
cia, curr spuudeuie aus meses de Outubro a De-
zembro du anuo prximo passado
Ao i-ngenh oro eoc.rreg ido das obr-s milita
res.D aeorjo com o oroau-euto na importancia
de 617*' 8, au Veto auu'Xi ao .tfi o di V. S
te 14 ic Novembro dudo, sob o. 172, utorSo-P ,*
man lar , oiiar ci ds 14' batalbio de iufaotana e a enfe
.nana militar, vilto achar-se a TbVsouraria d
Paseada b di itada pnla ordem do Th sonro Nt-J
conai, u. 20d, de di daqueile me*, com o u cess
sano crdito para occorrer s despesas.F.sej
ram se as duvidas communicacoes.
Ao inspector do Th souru froviucial. N '
teiuaos da ana lof .rmauio d 14 do correutu, o
6 mande Yac. pagar ao administrador da Casa
i>ten
provincia
da guerra,
cirnrgiio do
de-Datencio, Agostinbo Becerra da Silva Caval-
eanl-', na importancia do 87*660 proveniente da
despesa ttita com o asseio e limpnsa da mesma
t,'ire, durante os meses do Novembro o Desem-
bro d anno psseado, a qne alinde a inclusa cun-
ta.Communicou-se ao eliefe de polica.
Ao in itnoDa accordo com o officio desta
presidboca de 28 de Maio do atino prximo pas-
sado 4 que trata Vmc. na informacio do 14 do
corren'", o. 21, antoriso-o mandar entregar ao
tbesoaret.o da Santa Casa d* Miser cordia do Be-
cife, eommendador Joaquim Feppe da Costa, a
quantia de 810*000, producto do beneficio da 21*
parta da lotera xtrahida a favor da mencionada
Santa Casa.
Portara :
O Sr. ageute da companbia
navegtcjU a vi por faga trausportir
das Alago is, por conta do ministerio
no vapor Marques de Cuxiai, o 1'
orpo -do saude do exercito, Dr. Pedro Defino do
Aguiar, qn fui trausferdi di guarnifio desta
provineisjpara a daquulla.OrSciun se ao inspector
da TassourarU de Fazen ia para mandar sjustar
contas ao referido 2* cirurgiao e communicou-se
ao brigadeiro commandante das arma*.
ESPEDIESTE DO SECSETABIO
Offieios :
-A director da Bibiiotheca Nacional do Rio
de Janeir.i Do ordem de S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia transmiti a V. 8. as informaces,
em iriual, prestadas pela cmara municipal e
Boin Joiisclho sobre o assumpto do ques'-ionario,
que aobmpanhou ao olH.no de V S., do 12 de No-
verana e 1885.
*- Aoadmiministrador dos crrelos.De orlem
de S,:Bxe. o Sr. presidente da provincia sirva-se
V 8. devolver os mil passes impressos da Compa-
ulna di Ferro Carril de P.-reambuco que lhe toram
remettidos por esta secretaria afim de seren res-
tituidos aquella companbia em virtado da modifi-
caoi da clausula 9* do respectivo contracto cons-
tatito da p.rtaria da presidencia, de 11 do corren-
te, visto ter-se providenciado para que os c-rtei-
ros dessa reparticio tenham livre transito nos car-
ros da mesma coinpanhia.
Ao juiz municipal e de orphios do termo de
Antio.Tendo sido por despacho de hoje
a d'-sisteucia que fez Joio Baptista do Ama
serventa vitalicia dos ifficios de contador
tidor dease termo ; recommendo a V. S., de
do Exm. Sr. presidente da provincia, que de
rciida-le com as lei* em vigor mande abrir
curso para provimeufo dos citados offieios.
BXPEOIESTS DO DIA 23 DB JANEIRO DE 1838
Actos :
0 presidente da provincia attendendo ae qne
requeren o Dr, Mithcus Vaz de O.ivejira, inspec-
tor da hygiene, resolve c inesd -r-ili; 17 das de
licenoa com ordenado 43 provisoriamente sem
vencisaentos, nos termo* do decreto n. 247 de
1862, para tratar de sua sau la oude ihe eon-
vier.
O presiJente da provincia resolva designar
o Dr.. Ignacio Alcibiades Velloso para servir o
cargo de inspector de hygiene durante o impedi-
mento do Dr. Al a tli cus Vas de Oliveira.
Quicios :
--^As hripndeiro rimm*nin*a "-*" "'
SigaMe rrExc. Har as suas orden* para qae ao
dn 27 do oonente, s 12 horas da manb, se acbe
postada nma guarda de boara em frente ao edifi-
cio onde fuaccioaa o Instituto Areheologico Per-
nambuesno, afim de solemnisar n'aquelle diaa
sessi> magna en anniversano da resUnra(io
desta provincia.
Ao presideute do Tribunal da RcUfio do
Recite.Transmiti a V. Exc. copia do aviso do
Ministerio dos Negocios da Justica, datado de 19
do Novembro ultimo, afim de que na conformida-
de do deerato u 1,458 de 14 de Outubro de 1854,
seja eiiciminhado o recurso de Tertuliano Antonio
d- ilcuczes, instruido com os documentos e infor-
m*ces exigidas pelos artigos 3 e 4* do mesmo
decreto.
Ao Sr. Jos da Silva Loyo Jnior, cnsul da
Repblica do Uruguay.Accusando reeebido o of-
ficio de 21 do corrate, em que o Sr. Jos da Sil
va L yo Jnuior, consnl da Repblica do Uruguay.
me participa baver, na mesma data, passado o
exercicio das fu uceo .-s consulares ao Sr. Visconde
da Silva Liyo, visto ter da ausentar sa tmpora-
mez recommeuda o Ministerio dos Negocios da Jus-
tica s autoridades que Ibe bo subordinadas que
sejam admittidas em juiio e na* estacoes e repar-
ti5es a que se refero o art. 11 do decreto n. 863
de 17 de Novembro de 1851, as tradceles fetas
na conformidade dos urts. 12 e 13 do inesrao de-
creto.
O que commonico a V. para seu cooheciment>
e devidos effeitos.
BXPEDUUITB DO SECSETABIO
Offi.ios :
A o agente dr. Conpanbia Brazileira de Na-
vegacio a vapor.Da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia aecuso o reeebimento do offiv-io
era qne V. Exc. declara que o vapot Mandos cha-
gou dos portes do norte h je s 6 horas da manbi,
brasileira de e seguir para es do sul amanha s 4 horas da
tarde.
Ao director gvral da Reparticio das Obras
Publicas.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia remetto a V. S. um exemplar impresa.
do relatorio da c-raraissao incumbida pelo governo
imperial de estudara diffusio applicada a canna
de assucar.
Iguaes. A's engenheiros fiscaes das estra-
das de ferro do Recife ao S. Francisco, Limoeiro,
Ribeirio, cogeohos centraos, director da Colonia
Isabel, as Aesociacdes Commerciaes Beneficente
Agricula e ao engenheiro das Obras Publicas Qe-
racs, Sociedade Aux liadora da Agicultura re-
mettenJo 50 ejemplares para distribuigio conve-
niente.
Ao gerente da Companbia Ferro Carril de
PernambucoO Exm. Sr. presidente da proviu-
cia, inteirado do que V. S. expoe no oficio de 20
do coi rente, e tendo providenciado conveniente-
mente, manda devolvcr-lbe vista do accordo as-
signado a 19, 3248 passes impressos dos fornici Jos
no principio do cSrreote anno, por baver o admi-
cistrade* dos Ccrreos utisado em objecto do ser-
vico pjblico 48 dos que Ibe forem remettidos.
nior, qu ', nesta data, don coobecimeats d'assa oc-
curreacia s estacoes competentes. Renov ao
-r. cnsul as seguraujas de minba perteita esti-
ma e Jistincta cousidera^ao.Fiseram as devidas
communicacS s.
Ao iusp-ctor da Toesonraria de Fasenda.
Rematto a V. S para is devidos effeitos, copia
do aviso de n. 11 desto mez, n. 4b, expedido pelo
Miaisterio da Marinha, approvando o acto desta
presiden lia que mandn abonar dous meses de
sold ao lteoeatj Raymuulo Froderici K da Costa Rnbim, que tem de seguir para ,a pro-
vincia d.P.auhy, afim de exercer o lugar deca-
pito do porto.
Ao mesmo Remetto a V. 8. para os devi-
doo effeitos, eopia do aviso de 10 do corrente, n.
55, expedido 'pelo Uinisteno da Marinha, appro -
vanio tres crditos absrtos, sob responsabilidad.'
desta presidencia, verb Corp) da Armada
exercicio de 1886a 1887, e exgindo que as allu-
didas importancias fiquom' comprebendidas no cr-
dito de 3:56!>t78o, concedido a essa Thesoararia.
A> Dr. juiz de direita do 4* districto crimi-
nal da comarca do Recife. Sciente do que me
declara V. S. em oficio de 18 do correte
mez, iransmitt >lbe, em original, a pe tifio de gra
Q* do sent auiado Jos Joaquim de Carvalho e a
eertido de seu processo que f>i ministrada pelo
conselbeiro presidente do Tribunal da Relaeao,
naca de V. S. prestar a competente informacio,
visto ser o nico documenta que falta para ios
trni.* u recurso de grifa d'aquelle sentenciado.
Com a informacao deveri V. S. devolver-me a
retenda pe'.ico e certidio do processo.
Ao inspector do Theaouro ProvincialDe
piefereucia mando Vmc. pagar a Jos Luiz Caval-
sante de Albuquerque, ex porteiro do Qymnasio
Peruambuuino, os veocimeotoa que Ibe* sao devi-
dos relativamente aos meses de Abril a Junbo do
anuo prximo passado, visto que era empregado
por contracto que f i reeeeod.do.
Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do
Recite ao S. Francisco.Para cumprimento do
aviso circu'ar do Ministerio da Agricultura Cm-
merno e Obras Publicas de 11 do correute, remet-
a me Vme. ao mais curto espaco possivel as se-
gu.ute informaeio.
Qaal o capital garsntido dessa estrada de fer-
ro, -.iincrimina lo eco aeces ou quaes [uer outros
tl!U s.
Qual ototal despendido por esta provincia at
31 de Desemoro ultimo com a fiscalisacao por par-
te du governo.
Q i .1 a* quantias paga* semestralmeote pela
provincia em virtude da garanta de juros su da
subvenco.* kilomtrica* desde o primeiro paga-
mtiuo i ttectuado at o correspondente ao 2o se-
mestre do anno de 1887.
Mulatit mulande a fiscal da de Limoeiro, Ca-
sanga, Uln la, ttibairo e Ferro Carril.
Ao di/eec<>r engenbeiro em ebefe do protn
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 17 DE
FEVERE1BO DE 1868
Affonso Monteiro PessSa. Sira, median-
te recibo.
Agostiobo Ferreira do Amar-ala Silva.
Icforrae o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Campanhia P-rna nbucaca de Navega-
{2o.Encaminhe-se, pagando a supplican-
te o porto no Corraio.
Bacharel JoEo Gomes de Barbisa Al-
m>ida.Eocaraiohe-se, pganio o suppli
cante o porte n repartido dos Correios.
Joo Correia da Cuoha Ribeiro. Eoca-
minbe-se, pagando o peticionario o porte na
reparticio dos Correios.
Joaquim Vicente de Paula.Deferido
com offi:ii de boje ao Sr. brjgadeiro com-
mandante das armas.
Bacharel Salustio Lamenha Lias do Sou-
za.Sim. _
Secretaria da Pre^ideu^a do Pomao
buco, em 18 do Fevereiro de 1888.
Pelo porteiro,
Arthur Machado Freir P. da Silva.
Rcparlico da Polica
2* seofSo. -N. 144. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, em 18 do Fevereiro de
1888-Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Ezo que foram bontdm recolbidoa Cssa
de DetencSo os seguiat-s individuos :
A' minha ordem, Cyrillo Martina dos Anjos,
Joio Antonio ca Silva, vindos da provincia da
Babia, condsmaados por crirae de moeda falsa.
A' ordem do subdelegado do 1* districto da fre-
guesia de S Jos, Joio Antonio Magalhies, Ralis
da Silva Carvalho, por dis.urbios ; Antonio Pau-
taleio do* Santos e Joio Antonio Nepomuceuo,
por crime de ferimentos.
A' ordem do do 2 districto da Boa-Vista, Fian-
riamen'e desta provincia, tleclaio ao Sr. Loyo Ju-g .cisca Joaquina dos Santos e Aotocii Mara da
de
res-
gam.eutu_.ia i
CISC)i
:omaa c
piaura geral leoum
gaueut
G'reuier :
- A.. u.a .
urespaco da pr
pry
a.- ferro do Recife ao S. Frau-
Vmc. que com a poaaivel
lormnfdea exigidas por est*
Dr* uibro du auno p-aasado,
4 requisioiu du Eim. prest
uaulu 4) posicOes hklrouomi-
des e Villas desta provine a e
a da directns desae prolou-
direita, jaise* substitutos e>u-
cia.Em rvuojde 4 du correute
Conceicio, por embriaguez e disturbios.
A' ordem do de Apipucos, Rober'.o de tal, por
embriagu-'z e disturbios.
O Dr.jnis municipal do termo da Qloria de
Qoit deu-me scieocia de ter no dia 14 d'oste mez
pela* 5 horas da tarde prendido, em flagrante, a
Angelo Rolim de Souza Moreirs, por ter ferido
levemente a Vlanoel Currea de Vaeoncellos.
Contra o delnqueme se est procedondo nos ter-
mos da lei.
En oficio datado de h utetn communicou
me o capitn Manoel Hugoliuo Pereira Uiraldes, ter
n'aquolia data assumido o exercicio ds cargo de
subdelegado do 1 districto da treguezia da j*-
Vista, ua quulidade de 3 suppleute.
Tendo ouvido o Dr. delegado do Io districto
da capita acerca do facto publicado na Gazetha
dn Jornal d- Becife, de 16 Jo correute, sob a epi-
graphe Requintadx malvadez, foi-mo pelo mesmo
delegado informado o segumte :
Pausando na rna Imperial, no domingo, 12,
d'este me*, o individuo de nome Jos Antoaio ce
Maris, coohecido turbulento e aquista, e que j
cumpno des annos de sentones no presidio de Fer-
nando, em completo estado de embriaga z, .rmaio
de urna faca de ponta e proferiudo palavras obsce-
nas, foi por isto admoestado pt-lo inspector
qnarteirio Antonio Quilherrae, que t ve ein
posta ser aggredido e esbofeteado.
R'sist ndo Jote Antonio ordem de prisi que
Ibe tora dada por aqaelle inspector, este apitou, e
correndo em seu animo duas pracas do destaca-
mento deaarraaram o criminoso e procuraraoi eou-
duzil o Casa de Detencao, ao que oppondo-sc
aquello desordeiro abri loeta com as praca* da
qual resultou sabir elle com urna ligeira cscriuc i
no teroo externo da arcada superciiar esqu rda c
duas lig iras echtmoses, urna sobre a palptbra su-
perior e outra sobre o inferior do olho esqu->rd ,
conforme a vistoria a que precederam os Drs.
fiama Lobo e J -e Flix da Cuoh : Meuezes
Deua guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lean,
muito digno vicepresidente da provincia-
O chete de poli a, Francisco Dotnin
gueg Ribeiro Vianna,
--------------- a
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 18 DE FEVEBEIBO
Vitante Cosra comprir o despacho da junta.
Mara Rita de Moraes rimectel, Faustina
Theresa Leite e Agostinbo Antonio Bis
po. Ao Sr. Dr. doria provincial para uumprir o despacho
da junta.
Pudre Antonio Jos de Araujo. --Rgis
tro se e tayau-ae- as notas.
Jos Elias de Oliveira, oontaa dasObr.s
Publicas, -iusta-o Mermond Filho, Mari
francisca de B*rr-->8, J s S. Marques de
Siuza, ny.omi io Alvo* da Silva e Mi.
noel Mara de Suusa Guerra. Iafrme o
Sr. Contador.
StlvjDo Bent> Zidane8 Entregese
pela porta.
Q1R10 B2 PERMABUeO
RECIFE, 18 DE FEVEREIRO DE 1888
Metrospecto poltico
POL1TCA PAETICCLAR DOS ESTADOS
EOBOPECS
(Contimtaco)
Exceptuando a Franca, a poltica interna das
nat-Oes occidentaes nao apresentou durante o
anno fados de grande interesse para o chronista.
Na Inglaterra continuou o marquen de Salis-
bury frente do governo. Acontecen" assim
porque o nobre tory nao passou pelo desgosto
de ver faltar-lhe o apoio dos liberaos unionistas
O ministerio formado aps a ultima derrota
cleiloral do Sr. GladstoDC tinha em Dozembro de
1886 ficado incompleto pela sabida inesperada
de lord Raodolpho Churchill. Completou-se
logo em Janeiro pela entrada do Sr. Goscben,
liberal dissidente e pelo que se diz habi- "
lisslmo linanceiro, para chancellara do thesou-
ro. Nem lord Hartington, nem outros liberaes
de tradigao, taes como o marquezde"Lansdowne,
governador do Canad, e lord Nortbbrook, qui-
zeram fazer. parte do gabinete conservador, pos-
to que se mantivessem decididos a sustntalo
no poder, em odio poltica irlandeza do Sr.
Gladstone.
O novo ministro nlfcstmha cadeira no parla-
mento. Propoz-se a deputado por Liverpool,
e foi vencido no pleito 'por um dos liis do pro-
gramma gladstoneano. Esse contralempo dei
xou o Sr. GosChen e o governo seriamente em-
barazados. Remediou se tudo, alinal. O re-
presentante de urna das circumscripces de Lon-
dres, lord Algernon Terey, renunciou o seu lu-
gar na cmara dos communs em favor do mi-
nistro derrotado, que ento pode ser fcilmente
eleito, grasas a um acto^de abnegar-o e enthu-
sasrao poltico pouco generalisado mesmo em
paizes mais quentes e menos pratcos do aue *
pacata Gr-Bretanha.
0 Sr. Goschen nao foi o herdeiro universal de
lord Churchill as dignidades mnisteriaes, por-
que lhe nao licou pertencendo o lugar de leader
do governo na cmara dos communs. Essa
honra passou do seu antecessor na pasta das
inancas para o Sr. Smith. ministro dagoerra,
que foi desde logo nomeado primeiro lord do the-
souro, passando o marquez de Salisbury para o
forelgn office, em substituico a lord Iddes-
leigfi, fallecido jiouco depois de se haver dispofi-
ln :i al.anilnnar a Vda pub!CaL __________
Em Marr-o passou o ministerio bntanico por"
cova modificaso. Determinou-a a detnissao de
sir Michael Hiks Beach, o qual cangadoe doente,
quasi ceg, segundo se dizia, foi obrigado a dei-
xar as arduas fuuccGes de secrelario da Irlanda.
Substituio-o no laborarioso encargo um sobrinho
do chefe do gabiele, o Sr. Balfour, que seraos-
trou homem decidido e enrgico, mas que, ape-
zar disso, nao conseguio fazer ma.s que o seu
antecessor no exercicio da misso que lhe des-
linaram. As medidas repressivas nio tornaram
mais pacifico o povo irlandez, quu, no flm do
anno, coniinuava, como antes, agitado, impa-
ciente, quasi em plena revolta.
Os negocios da Irlanda monopolisam ha muito
toda a aclividade parlamentar da Inglaterra, que
esquece por elles as mais urgentes neeessidades
locaes. Este facto profundamente verdadeiro,
constiluc um dos mais fortes argumentos era fa-
vor da opinio do Sr. Gladslone e dos que, como
elle, se mostrara convictos de que esse prejudi.
cial estado de cousas s pode desapparecer, nao
pelo emprego da forca bruta, era pelo cercea-
mento de franquas civis, mas pela aegao pro-
vidente de urna poltica mais consoante com as
justas aspiracCes de urna populagao opprimida,
c que procura por todos os modos sacudir o jugo
que lhe impozeram.
Nao o enlendcm, porem. assim o governo tory
c os wbigs que o poiam. Com effeilo, em
quanlo o velho chele liberal levanta, por assim
dizer. a bandeira do home rule, e declara que o
nico modo de acabar com os crimes e agitagoes
da Irlanda 6 atlender aos reclamos dos seiis na-
turaes ; lord Salisbury opina que o salisfazer as
ambicOes dos irlandezes seria condemnar a In-
glaterra a ficar'ligada a urna comniunidade na-
cional" que jamis deixar de ser-llu; hostil. Ac-
crescenta que o remedio ate ha pouco lempo em-
pregado contra as desordens da ilha irma nao
passou de agua de rosas, que necessono domi-
nar os desordeiros pela energa da repressao,
impr-ihes o respeilo s leis (sis Jis aue elles
odeiam, e diga o mutiilo se com razo ou sem
ella I) pela certeza e severidade do castigo.
Por outro lado, o marquez de Hartington, o
mais noiavcl dos lilieraes dissidentes, explica a
sua coadjuvaQao ao ministerio conservador |ielo
interesse que a unidade bntannica lhe inspira.
Afrraou anda utua vez em gosto.u'um banque-
te presidido era Londres peloSr. Biight, que essa
unidade seria fatalmente prejudicada, se vin-
gassera osprojectos do leader do partido liberal.
Assegurou o nobre marquez que em toda a sua
vida parlamentar nao esposara causa mais justa
do que essa que o levou a separarse doSr. Gla-
dstone, embora os tacos de amisade e anliga
co'laborago que o prendiam ao denodado chefe
poltico.
Grafias ao modo de pensar de lord Salisbury
e dos liberaes que o acompanhain, a longa e tra-
balhosa sess;:o do parlamento inglez em 1887 foi
quasi que exclusivamente consagrada, c sem re-
sultado or em quanto apreciavcl, i solucao do
eterno problema irlandez. As meadas de re-
pressao at ah empregadas pelo ministerio nao
tinhain dado resultado algum benfico, ao con-
trario, os castigos e exaeses roraoi acompanha-
das dos moiins de Belfast e d'outrds localidades.
A's perseguicOcs respondeu o famoso plano de
catnpanha, que tanto einociouou urna paite da
opinio na Inglaterra, e que nao passava, toda-
va, de urna convenci celebrada entre os chafes
da liga irlandeza e os rendeiros para estes nao
pagarera aos propietarios o que llies estivessem
davendo. Tal convenco foi consider

\-'

-




e-y ____.. ____________. -
i. nio obstante, sendo rigorosamente
cumplid;. Hl
Nestas condtf,6es, esforcou-se o goverao por
obttir do parlamento a celebre lei' da iiorca,
Meve-a, bem co.no conseguiu que foise vo-
i o b 11 agrario, especie de complemento do
Laiii Acl gladstoneano, mas to impotente como
para xtinguir a perpetua lucia, e longo e
encarnicaco combate dos proletarios ila velha
Eria contra as exigencias do landlordis mo ini-
""plaoavel. Mas que difficuldades teve o minis-
j a vencer para que Yisse coroados 03 seus
esforcos legislativos,alias de todo inuteis, como
a historia e fados recentes cstii por i?ual de-
monstran lo!
Foi nenessano, antes de tudo, reformar o re-
gulameato da cmara dos communs pura bur
lar o sjstema obstruccionista dos deputadps
irlaodezes, que j haviam alcancado p^longar
por modo extraordinario a discusso da respos-
pota ao discurso da cora. O projeclo dessa
reforma bi approvado ao cabo de tres sema-
nas por entre calorosissismos debates.
Impugniram-n'o to forte e persistentemente
aquelles coutra quem fra concebido, que hou-
ve seesOei dos communs que duraram :!i horas
sem hiten upcao
Vencida essa primetra campanha ministerial,
apresenton-se consideraco da cmara i bil de
coerci- Notos, posto que demorados debales
te deram nesse momento, por isso que preten-
diam os opposiciomstas que o projecto da le
agraria entrasse antes do outro era ds:ussiio.
Foi o Sr. John Morley, o infatigavel liberal gla-
dstoneano, a seguada pessoa de seu chefe as
lucas da iribuna, o primeiro a disputar tal pre-
ferencia uta contrario aos intuitos do goverao
Este triunipbou anda nessa questo de ordem
chroottogica.
A tfnmrira leitura do 6 // de coerco inostrou
desde logo o que poderiam ser as outras. Taes
leituras en de costume fazerem-se no parlamen-
to inglez sem grandes disperdicios de eloquen
cia, quasi como precnchimento de simples for-
malidade. Pois a do indicado b 11 pi-ovocou
sesnas inc rivelmente tumultuosas, quasi revo-
lucionario era Westinister! Os Jdeputados ir-
ladezes, como era naturalissimo, procuraram
demorar por todos os modos essa primeira par-
te de um expediente legislativo por odio a elles
imaginado O goverao inutilisou-lhes os esfor -
jos. obtendo o encerramento precipitado da
discusso.
0%preji'dicados com semelhante medida re-
voltaram-s: profundamente contra ella.
O Sr. Gladstone atacou vivamente essa pres-
so exercida pelo ministerio com a eumpli-
cidade do presidente da cmara, sahindo im-
mediatameile do recinto desta, acompanhado
de todos os seus amigos, liberaes e irlande-
zes, no meio de acclamacoes e vocifuracoes que,
confundidas, formavam um infernal tumulto-
O syslema da rolha permita senos a ex-
presso ha muito acreditada n'outros paizes,
j;ra urna novidade e um escndalo ante as
tradicoes parlamentares da Inglaterra. Foi,
nao obstan e, emprcgado diversas vezes no cor-
rer dos art entes debates sobre o bil de cocr-
580, por cuja passagem o goverao fazia so-
bretodo questo de vida e morte.
A grande lucta do parlamento foi acompa.
uada fra del le pelas interdiccoes de nuetings,
pelos conflictos entre a polica e o povo e pelas
' dfeussdes acrimoniosas dos jornaes, que, entre
Outros asst mptos irritantes, se oceuparaa com
( |iersistencia da verdadeira ou falsa cumplicida-
de" ao "Sr. l'arnell nos assassinatos ha tempos
1 '1 un:nntti Esta, com as suas agitacOes, foi anda repeti-
mos, objec;o principal da politica ingleza du-
rante o anno. decorndo.
As granees festas do jubileu da rain ha Vic-
toria e as reuniOes barulhentas do Tral'algar-
Square, excluidas as questOes diplomticas,
eis as nica? diverses a essaiconstantejprgoccu
picio dos espiritos na Gr Bretanha-
(Conlinua.)
liario de fornainhiicoDomingo 19 de Peverciro de 18
rjSerenados es animes, mas sempie contrariado
em >ua intuitos e vendo acabranhades os co-reli-
gionnrios, voltou cidade nata! e dediooa-te i
advocacia, onde logo alcincon renome.
ro quando tffectuou c seu primeiro casamento
com D Mara Ermelind* Pereira, virtuossima
senhnra, do quem teve mu.toe fiihoi, dea quaes
res'am vivos apenas quatro.
Jjina'ieta vidente eotregon-ie s lnetas da im-
prensa da provincia, na qual conquista; sem diffi
culdade o primeiro logar.
Ctief de polica*m Santa Catharina, quando j
era cbi-fe en're os seuu amigo* polticos, toi con-
quistando a poder de immenso trabalho as posi-
ces que oceupau coa muito brilbo e bonrades.
Era mais larga arena, o De. Maooel Eupbrasio
teria asaumido lugar bem saliente na nnssa poli-
tica. Para assim diier a ana graade oarreir* ia
agora comer,ar, porquanto quem como elle diapu-
nha de grandes dotea oratorios e da pujanza da
paavra ttm, esa pases de inlluencia parlamentar,
vastes horizontes diante de si. Na Cmara dos
Depuladoa fes ama vea frentj e com vantagem ao
mm.ftal Rio Baaneo, que deesa refrega leven
senaivd recordsclo. E' bastante agreste o tal
deputado, diste elle, seas tem muito talento. Con-
viria leval-o com geito.
J entilo estava este em franca opposicio ao
gabinete 7 de Marco, lamentando comtodo que a
sua d dicac2o* a antig s ebefes o levasse a guer-
rear ministerio Uto notavel.
Esse mesmo preconceito o fasia pronnooiar-se
de modo antipathico na grande quest&i da abol-
cao, qliando entretanto elle alfor.iara tods os
seus escravos e a ca la instante concorra para
hbertaces.
Via se que era um g anie espirito, preso como
Prometheu a duras e cruciaotes rocbaa por ap r-
tadisaimos grilbes, que oem fasia esforco por
deepedacar, effeito da disciplina qne alias bus-
cava exigir d.s sena e applicar em sen eircnlo de
aecao.
Para qne o Dr. Mano I Euphraaio tomaase a
verdadeira posico a que tinha direito por sua ca-
pad.lado e talcot .8, t-.llava-lbe n eaphera de r.ttri-
bni^O s em que cem cava a exereitar-se, a grande
escula de contar ti comsiga
Foi quando a m .rte e arrebat: u deste mundo.
Jxa orna grande recordaci a quanroe pu-
deram conhecel-o de perto e aprecial-e em seu
d- vido valor moral e iuteilectual.
Casado em segundas nupcias cem outra filha do
veneran'lo Vieconde de Nacur, a Extna. Sea.
O. Altee Go-imiritis, teve dessa senbora quatro
filbos, 'os quinas daus men. res vivos.
Quando i-utr u para a poltica tinba bena de
f. rtimii. Morr'-u, senio pobre, pelo menos c->m os
seus havert'S mnito e -mnito redusidos. Entre-
tanto, ao partir para Pernambueo, como que pre-
v. nli a m;rte, deixou todos os seus negocios
liquidados, satisfeitos todos os seas compromissss.
HISTORI1 DO HR.4ZIL
CARTAS DE ANCHIETA
(Continuacao)
Tornei depois a visifal-o, e pergantando-lhe por
sua lic) a repetio toda, disendoque a mahr pune
Esto so amas duas irmi, que aqui sernpre oo-
vem a doutrioa, coufessam-se ecommu .gam muito
a miud ', s quae i deu Noaso Senbor esforc, mxime'
a nma dellat, de quem os meamos contrarios nos
contaram em particular que querendo o que a ca-
ptivara tel-a por manceba, nunca o consentio nem
com affages nem com ameaQas : basta que deter-
minan mat il-a, ao ~que ella se offerecou de boa
vontade por nio senbor para o por p >r obra, impediram-n'o outros
seus parent-'S, d.st-udo que a deixassem, que a
toriihiii.ni a retentar es cbris'oa, o com sao a
deixou.
Ti-qtini neete ponto pam que de tudo se d glo-
-ri* a Lrosss, u qual anda das malheres brasilicas
tem qu m de irrado queira recebar a morte por
guard-.i castidade.
Ven lo o prrre M"el da Nibrega os grandes
trbale c inqiietacuo de toda esta capitana
cosa os c iitiimo acureoa doates contrarios, e a
multa justica quj ten de sua puto, se decermi-
non encommendar-se muito a N nao cienhor e ir a
trr.tar pazes com elles, si eates p>vos dos portu-
gueses quisejaem abi ficar entre elles e elles vi-
rcm e, havendo assim c mmunicaci e concordia ;
a sendo j4 lassados dona ai noa on mais que N"sso
Senbor lbe d isto a sentir, c faltando s.mpre op
p rtunidade, ag ra qtiir Deas abrir caminbo para
isto, e qne, iodo l am barco a sabT destaa mu-
Iberes captivas, foram mui bem r c-bidoa deles, e
souberam como os can rarios ccnbeciam ca nois.-s
desejos de peses e como s s levantaram muitos lu-
dios entra ni outros: pelo que desejam que se
eff-etueni as pases, mxime aabead) qne os padres
bao de hir morar eo.tr" elles, dos qaaes ba muito
que ten n'ticia, assim por info m .^o a do muitos
escravos dos ebristafls, que daqui fugem o Ib'as
levara, eomo dos seus meemos, que nos cutros im-
pedimos a eates indios nossos discpulos qu" nio
oomam nrm matem; pelo que moatram grandes
desejos de nos ter comsig", para Ihes ensiaar os
filbos. E' e;t. amt nuticia de graud alegra
para toda esta trra e m.nto maia pura nos ou-
tros, que esperamos que por all se nos abrir al
suma p->rta para se ganbarem inultas almas ao
Senb r.
Agora esto appirelbados djus navio?, em qoe
bavemor de ir o padre Manoel da Nobrega e eu
por interprete, por falta de outro melbor, porque
os mais irmSos sio mandados Bb'a a tomar or
dos, onde i3m em qne empregar seus talentos
em servico de D mas.
Q-ierendo oe contrari. a dar r.fens que c ve-
nham, bavemos de ficar em anas trras, e cxn is-
to eaperames que ter algnm soce/o esta eapica-
nia, que arda d.lles lio infestada, que j qnaai
nao pensam es b .mens airao em o. m > ae bao de
ir e d-'ixal-a e juntamente ae podero amaussr e
sujeitar estes n isaes indias, para ce poder faser
algum proveito em suas almas, e assim nos m a
moa Contrarios, n is qoaea se lanoari agora est<-
pequeno funlauento, sobre o qual depois se pode-
r edificar grande obra ; e quando maia nio fos-
ae, j poderia ser qne por all se nos abrase al
gema porta para ir mais presto ao c)
Estamos j de caminbo para esta jornada, en-
tregando-nos Divina Providencia como bomena
morti dutinato, nao tendo mais conta com morte
na Canana;*, o que realisaram ; mas tendo ido ata-
en) vida, que ----.mil flIM, VjUC t,U III U ll/l IU1I0 K'OI I uc IIWU
Cbristo Nosso Senbor e preveito das almas, qu
INTERIOR
Dr. anel Eapkraslo
(Do Paiz, da c3rte)
J se ptsuar va nio pouc.s das, desde que o
tel^grapbo ios e nmnunieou o quasi repentino fal-
lecimento do pri sidente de Prnambuc e anda
se as disaip u a viva impr> reao despertada nesta
corto por ti) dolor ta noticia.
E' a melbor preva de que n Dr. Manoel Eu
phraaio nic era um h vulgar, com) ba tantos, sobretodo entre coa ; nem
pausaremos a ningjem estrauheis, afianzando que
usa mnrta pr iiuzi. mais abalo as carnadas da
eociedade b'kzilt-ira, do qne tem provocado e pro-
vocar a do nao p nc.s figardea, sabidos eatre-
tanto s mais alt>s poeoes e at por veses, aos
cooaelbos ds c ..
Se isto se d nesta capital, onde h i tanta des-
pre c-opaca) de tu lo, c e soccosos se superpoem
cem tanta -apides nos aos outros, abatan io I g .
o intresae e o sentimentu, por mais vigor mente solicitadla qu tenbain sido, im\giue-se a
cemmocio qie experimentar toda a pruvioeia do
Paran, em que > Dr. Manoel Kuphrasio era o
centro, em torno a qual gymva toao um grande
partido poli 'co, que, atteuto a >s seas moviaientos
e det-rmiu-i;o .-, neUe deposiuva a mais absoluta
mir) estava pausando e fallando omsigo aquellas
cousas, desejando que sua alma fiase para o co.
Quando lbe vim a declarar o myaterio da Encar-
uicS), mostrou grande espanto e conteutamento ;
e fallando palavras affec'uosas de amor de Nossa
Senbora, nunca mais so olvidou nem do myateru
nem do nomo da Virgem.
O oomede Jesas teve mais trabalho em reter, e
para isso chama va jous fi-boa e netos, qne tambem
nos rogavamque o baptisassem ; uosdisiamB tisai mea avd, para que nao v sua alma ao tn -
feroo ; e outrosBaptisai mea psi, para que v
sua alma para o co ; e assim cada um com o qne
poda o ajudava.
O que mais se lbe imprimi foi o mysterio da
Resurreicio, que elle repeta muitss veies disendo
Deas verdadeiro Jesas. que sabio da sepultara
e subi ao co, e depois ha de vir muito irado a
queimar todas as coasas.
Finalmente, depois de ter sufBeiente eonbeci
ment das verdades da nossa santa f aborreci-
mento da vida paasada, com muito grande des-jo
do bap'ismi levamol-o 'jmjdia igreja, para onie
foi com seus pea, auatendo se em um boroio e aja-
dado da un netm par um moa te cima, asss as-
pero para aquella ida le ; mas n errando ardnr da
.im Java torca aos membros j desfallecidos.
Chegando 4 porta da igreja o assentamos eu orna
cadeira, onde estavam seas padriuh christiis a esperal-o.
Ah lhe toroei a diser qu-.' disieaj adianto de
todos o qoe qaeria : e elle respondeu com grande
fervor qoe qaeria ser baptisado, e que toda aqu -I
la noite eativera pensando na ira de Dens, q->t-
bavia de ter para queimar t jd > o mundo destruir
todas as coasas, e ie como baviamos r suscitar
todos ; detestando tambem so a vida passada, di-
sendo que por falta de conhecimento da verdad*
comer carne humana, e lisera oatros peccadoa no
tempo da sua mocidade, mas que agora todo isso
aborreca, e que bastava que as almas de seus pas-
eados estavam no inf-rn", mas a ana quena qoe
/osae para o co a estar om JeBua, de qaem todos
os presentes davam gloria a Deus.
Pasendo-se-lbe pois os exorcismos am poaeo an-
tes da bencao da agua omipu a chorar e esfregar
os o!h a moi pensativo : e a causa dieso depois di-
rei, oomo elle me contoa.
'Baptisado e f ito todo o officio, toraamos a as-
sental-o em saa cadeira, diseodo-be os seus pa
driobos e outros que estavam presentes que se ale-
grases, pois de novo era nascido ; e como lbe dia-
sesaem stas|netos que se fosse, perguntoae He muito
tspautado para onde?
Parece que pensou nio bavia maia de tornar da
igreja, mas que d'all subira ao co, e tendo vol-
tado sos casa com- fou a chorar, e seas fihos e
netos com elle.
Ao outro da, tornando dos para este collegio,
fui despedir-me delle e disse-me, s- m lhe pirgua-
tar, qoe ouoca se bavia de esquecer de suas pala-
vras ; dizeodo-me maisMu alegre estou porque
ha de ir minba alma ao co, e por isso chora va eu
bontem quando me baptuavam, recordando-me de
meus pas e ava, que nao alcamcaram esta boa
vida qne eu alcancei.
Com isto nos despedimos delle mui consolados,
deixando-o recommendado a seuj padriohoa.
Maravilhas sio estas que sabe fazer a summa
bondade de Nosso Senhor c-.m seas escolbidos. tor-
nando este de tanta velhice i infancia e innocencia
do baptismo, e em tempe que j elle pareca mais
m nio qu- velh j, sem ter oceupacao interior nem
elle comprou com sua vida e morte.
Nos sanfr a sacrificios e oraces de V. P. e to
dos os noaaos carisaimos irrnos des* jamos e pedi-
mos muito ser encemmuodados a Deas Nosso Se-
nbor, para qu- nos c grao*, com qoe conhecamos
t cumpramos perfeitam-*ute sua santissima von-
tade.
Deste Collegio de Jess, de S. Vicente, hoje 16
de Abril de 1563 annoa.
ilinim'is Societali* Jetu.
JOSSPB.
(Contina).
UCViSTA DIARIA
cnfibbea e n euas 'm>-lbores esperanzas.
B ";n>.,/>rHi:'0'- P.,U _Blb'* .T-.rTTl.!11"111 ^laT*piitii qae%ta^7t~neossari
era, tanto se lhe imprimi no coracio.
Poneo tempi yo le viver naturalmente, e parece-
nos que Dens nio lbe dilatavaa vida ama at
cbi gal-o a esta hora, em qu-- recebesse vida de
grcil, para ser participaute da eterna. A D.us
seja dada a gloria por lud -.
Partindo a'nlli vetamos pela praia buacand al
mas perdidas e desamparadas dos escravos dos
ebristaos, que estio guardando suas lavooras e
achamos em diversos lugari s cinco ou s i e algu-
mas em extrema uecessidade de medicina eapiri-
tnal, urna aqu, outra ahi, em p-ibres cabaoas met-
tidas pelas selvas, ocdr fazeuiseus mantimentos;
e a nos eonf.-.aam is de roda a saa vida, porque
nunca o baviain ieito, s ndo ja de mui tonga idade,
e naugramos juntamente.
A doua inoo eotea ba jtisa roa, que si Dens Nos-
so Seubor uio os (ora buscar d-at maneir, nio
si si achariarxi m'rada para vida eterna, jm
des qu^oa acbaaooa com -juia menina de meaos
idade que ele, em orna choca da praia junto de
um buque muito ao cabo e com p .na esp. ranea
de vida; e -b do deile que uio r ebrialij o
qu- o qu. ria ser, condusiaul-e a um rio, onde
terebrando nos de S. Felippe quando b ptiaou e
eUuucbo, o uiett-dios no ru e o baptisamos cha-
mando-< Peiippe.
Est s pequeo* manipalos colbem-ie p>r estes
Caminbof com as-i traualho e canaafo, calores e
chovas.
birva-ae de todo Jeaus Christo Nosso Senhor,
qoe com iramenso* trabslbos de sua vida e morte
uos audon buscando, que da todo ealavamos per-
didos.
Desta outra banda do uorte teoso* o* contrarios,
iuiuiigos tambem deates nosso* indios, dos quaes
muiUs Teses lenhj encripto.
Eaie* parece que teem jostiea contra os portu-
gueses, pelas muitas u.ju.iicas e aem-rasdea qoe
Jeles teem s-mpre recebid e por isso os ajada
aempra a divina juatica, porque veem mui a miudo
por div. rsa* partes, por mar e por trra, e sempr-
levam escravos cbrisiios, matando o* atritaM hj-
m as ; e agora, no lempo que estes indios se le-
vantaram, deram em urna* tasendas, unsarame
mataram maia de 40 ebnstios, tanto escravos como
filbus dos portugueses, e de eovolta tres mulher-
caaadaa da* me.neas, nasa das qaaes Ibes fugio
de noite naa e as outras toram levadas, teosos
no ola de que sio vivas.
mais a- iO mius, qri> amt das usis pro aiuien'ea
qnadadea do ten chefe era > culto r'u amizad ,
pdenlo qu -m lbe mciecesee o nome de amigo
contar cooi o seu incanaave' apoio, sea e>h>rc/ <
mais dectJul sua bolsa s^mpre aberta, tade, at
nio poueas vete e compiomettime^to do seu
neme.
K quiud as c usas na. cb-gavam a ist:s ex-
tremos, qua ita estima dedicava aos co-rcligio-
nsri'.s, quan o dsejo de servir a tod .8, a todos
con'entai !
Tamb m iBuita li-grima bem sincera cah r de
dh s pouco i fetos a chorar, e do puto de bomena,
ba u.ailo a:..o'unj-nh o o vieissitudes da Surte,
sabiro | ou,euii s suspiros de dr e angustu. t
Nio roo f el. u o Dr Manoel Euparasio cio-
coenta aouca, pois nascca a 16 de Agosto de
1839
PeiUncia i f wmlia mala importante da antig
comarca de Jorinha, os (J fri iti.s lavos te p^riiitisc.- a ead pateme u sd -t que o baviam de diatln-
gair na earr- na polticaenerga e perstveranca,
trava^a de a fijo,a ti im al i.
Fi'ho da udade de i'arauagui, era com filudas
saadaJeo qu- l.ilava da Ba infancia, all rio
-tranquilla e i, egieui- nte paseada, uo amor quede
dicava mil e du gi ito commoveute com que.esta
O guiava.
Palo .utrel soami n'ode Casamentos entre piren
tei, ak ato; u oeui un er>a< z* o fiat.uieno familiar
de twtinho que, resiaimd. aos aunos, Causav* e*
uant i t-ui qu- m uovia appiicado a om verdadeiro
atbi.ta
E qiand i ib- nb-erv-vam isto, soltava ama
d'aque la* garg.lhadaa franca, sonoras, aigen-
tlnaa que deuuociavaia a aiucerUade do sen ca-
rcter.
Acabando o carao de humanidades em 18)7, o
Dr- Jn-oel uphiaaio f i eatudar direita ua Fa-
CBidad- du Mite, que tiequeuiou tres annos mm-
terrotn idamti.t., viudo t,>,mHT .e na de 8. r'aulo
li, coin a idade de 21 auno*,
lutado eilio a farai.agu atiron se poli-
e toi p< r tal modo perseguido pela* ailver
,, que re vio forjado a xilar-se por algnm
eiido Vicusaa de aetos de vo-enc da qoe
rMto tuus-m mib s partido* e que duraot bas-
laaSB>Ji'sp-i iisV- puuca u,fl iencia uvtiam s> bre o
seaWxIo de icr a* cousa* publicas.
tnturlttues ssollciaes Por p-rtana da
presidencia da provincia de J^J corrente, toram
exinerados dos cargos de delegados djs termos de
Nasareth, ti;m Conselhj e Ouricury, os alferes do
ojrpo de polica Manoel Jote Ferreira da Qosta e
Deocleciano Peixoto de Aleacar e o teoedt* P> dr,
Alexandrino Correia de M-llo, por serem os seas
"" ,:^U* I" "'! '"'tel 1" ">mn *T -
For portara da mesrna data foram n, meado*
o alferes Igascio Veapasiano Augusto Ferreira e
cidado Amerieo Vespocio de Andrade para os lu-
gares vagos de delegado e 2." suppiente do termo
de S. B,oto.
Walnr ala Boa Vlajla-Nesaa igreja, do-
rante a actual quareama haver sermea aos do-
mingos, comecando de b.je, polas 6 horas da
tarde.
Informan uos qae na mesara igreja serio ee
lebrados, com toda a pompa do caito catholico, oa
act js da Semaoa Santa, para o que estio envidan-
do esforoos o digno vigario da parocba e ajua da
irmandale do SS. Sacramento.
Prado l'rriin mbursisao Sealiat se bo-
je, no i'rado Pernambacauo, a 4* corrida de cavsl-
los, eomeeando s 11 horas do da.
Sio estes os pareos annunciados :
1 Consolscio, 800 metros : 1 premio 100J, 2
premio 2U<5, 3* entra a livre Inscriptos 8 caval-
l.s. Palpites Tangible e Tempeitade.
2o Dr. Jos Usorio, 1,020 metros : 1" precio
200*, 2" 1004, 3" entrada livre. 1 iscriptos 3 ca-
slloa. Palpite Tupy.
3* Olympio Lnup, tres premios, objectoa d'ar.e.
Inscriptos 3 cavallos. Palpite Laid.
4* Comendador Msia, 1,600 metres : 1 pre-
mio 1504, 2" 304, 3. entrada livre. Inscriptos 4
cavallos. Palpite Talman
f>* Dr. Jeltrio, 1,000 metros : 1* premio 1504,
2 304 Inscriptos 2 cafallos. Palpite Diva.
6 Prado Pernarobucano, 1.600 metros. la
sciiptns 2 cavallos, Io presaio 40'4, 2 1004 Pal-
pite f lati.
7o Capitio J. J. da Bocha, 1,^00 metros. In
script.-s 3 cavalloa, 1 premio 2004, 2* 1004, 3
entrada livre. Palpite Tupy
8 Supplementar, 1* premio 1304, 2 50f, 3
entrada livre. Inscriptos 5 cavallos. Palpite
Faitea.
A C'jmpanh'a Ferro-Carril far um servic) es-
pecial do b.ndi at- O hypodromo.
iienuaiclsisiO Sr. Dr. Oliveira Eacorel, 2
promot r onblico da c-pital, apreaentoa denuncia
eontra os individua a s&gaints :
Olympio Mirqaes da Silva, por ter no d 24 de
Jaoeiro prximo paseado e na freguesia do Pozo,
praticado um fenmento na ptasoa de Levino Jote
de Uello.
Joio Augusto Romauode S, conhecido por Joio
Mangaba, por ter no i a 21 de Novembro do anno
prximo pt-sado e uo lugar Estrada do Maduro,
fregu, lia da Qrsz-t, assasainado Joio Uouteiro da
Ro ha.
Francisco Barman lo de Mello, como autor do
moho feito em casa de Mara da Paa Antonia do
Monte, uo (li ".'0 de Janeiro prximo passado, na
r g i -a J.l Oraz*.
Jos Anf nio dos Aojos, Antonia Jos efe Lima,
Salustiaao Ferreira B .st. s, Man el de Sant'Anua
de Oiiveira, Aotonio Velbe, Manoel Mulle e .eve-
rino Qoucalves da Silva, com responsaveis pelo
roubo praticado em casa de Francisco Cecilio Per-
nandea da Silva Quima/ies, na noite do da 24
para 25 de Ootubro do anno prximo passado, no
lugar Koi-riubo, freguesia da GraOa.
Itslnaoienlo Por senteuz* do Dr. juis de
direito do 2.* districto criminal datada de 11 do
corrente mes, foi cjud innado a p rda do empreg..'
uiulta enrrespondnote 6 meses e cusas, grao
mximo do art. 129 4.* do coligo criminal, An-
tonio Caetano da Silva K-iiy, ex-inspectr da
-.besouiaria de faz nda.
Cmara Municipal de IpojoeaEm
sessio de 31 de Janeiro ti j Jo, a cmara muuieip.l
de Ipoiuca elegeu para o corrente anuo : presiden-
te, o oapito Mantel Ueraciito de Al~uqueique e
vice presidente Joio Jos da Costa.
a*srlame*slo leve..'s 5 biras da tarde de
14 do corren e mes, na cidade da Gloria do Qor,
toi preso em fltgraute Angelo Rohm de S asa Mo-
reira por ter fendo levemente a Manuel Crrela de
Vaaeonc-los.
ve crlmeTendo seieaoia\o Sr. Dr.
del-gad.. uo i* aiaiiicto desta capital de\ae Faus-
tino Jos do Nasctmento, euj i ea la ver forl retira-
do do rio Capibanbe, na Torre, has la sillo a,asajir
nado, interrogada Felicia, amasia de Faaatin] cha-
gou a evidencia de ser verdadeira
que a
boa depois na meaaia canda afim de gaardal-a, oa
ilbs de Suassana, o referido Gonzalo voltoa s,
JeeUraado a amas a de Faustino que este, haven-
do bebido tres garrafas de vinbo, o qae se verifi-
cou ser iiexacto, atirara-se ao rio e morrer afo-
gad*.
Corpo de polica Haotem, tarde, o cor-
po de polica, pochado pelo sea eommsodaote, o
Sr. ten nte-cjronel MAoel Goncalvea Pereira
Lima, fes am pssseio militar, percorreodo diversas
roas das pirochias da Boi-Vista c Santo Anto-
nio.
O corpo Bpresentoa-se com bixarri, marchando
com ordem e regularidade, e teudo as pragas os
respeativos armameutoi e fardameatos hrsidos.
Un lalllerarlo UU suca Jnior
No dia 8 do corrente este club tuoceiooou, haven
do el< icio para nova director a, a qual ficoa assim
compota :
PresidenteArthar Fiock Pinto.
Vic--presidenteIsmael Marqnes da Silva.
1.* secrtt|ricTheodo.-o Jos da 8ilva Braga.
2." secretario Virginio J j da Silva Braga.
Adjunto da secretaria Jos Fraucisc Martins
Sobrinbo.
Bibliotecario Joio Loprs Machado Primo.
Adjanto da bibliothecaAlberto Fiock Pinto.
OradorGraciliano Martins Jnior.
Viee-oradorJoaqiim Tbiago da Fouseca.
ThesooreiraD. Mana O. t ires Ferreira.
_ Cmmiaai) de legislaciiL-op ildo Pires, Gra-
ciliano Martins Jnior, Thsodoro Braga, Joio Ma -
cbado Primo e* Jos Martins.
Comminio de revisio de theses Alberto Pia-
fo, Virginio Br ga e Lais de Frauca.
C immissio de avaliaze8 e peritoa Dr. Carlos
Porto Carreiro, Francisco Pires e Joaqnim Tbiago.
Commissio de cootas Graciliano Martins, Is-
mael Marques e Mtnoel Amorim.
IrmsudS'ie da ras No dia 12 do cor-
rente, reu.io-se em mesa geral a irmandade de
Nossa .Senbora da P.z d-t Afogados, afim de ele-
ger a n;va mesa do auno compromisaal de 1838 a
1889, sendo este o resaltado :
JuizFalgencio Jos Joaquim Cavalcante.
EscrivioManoel Landeli.io Marques Becerra.
Tbeaoureiro -Eatevio Laurialo Coelho da Silva.
Procaradir geralToomar Domingnea Tavurei.
l'rocuradorecBtrthlomeu Valeriano da Silva
s Jie Antonio Pinto.
Msanos Antonio Jos Das, Joao Baptista
; Estevas de Sonsa, Joaquim Eduardo Ferreira, Ma-
noel Gonzilves Ribeiro, Jos Francisco d Silva,
Satyro Jos da Pas e capitis Joio Chryaoatomo
de Albuqui.iqac.
Nesta oecasiao echando ee pi-esente o Rvd.u. vi-
gario couego Simio de Azeveto Ctmpos, Li por
este off rtado a Nossa Senbora da Paz, atna rica
capella de oaro e ama palma do mesmo me'.al era-
vejada de brilhantes, todo no valor de um cont
e azentos mil rie.
A mesa regedora pentnrada com esta prova de
atteuclo por parte do Rvdra. vigario, t-ntregou-lbe
a carta patente como irm-Xo bemfeitor, e por una-
nimidade do votos foi lai (ido na ac'.a um voto de
louvor ao mesmo off ranle.
teuulAea aociaes Hi boje aa seguin-
tes:
Do i'lub 24 de Jauh), s 10 horas da rnanb,
em ussembla geral, para diversos assumptos.
Do Club da Cana Verd, s 9 horas da ma-
no, para a eleizlo da directora o aons social
de 1888-1889.
Da Clab do3 Gastrnomos, a 10 h .ras do dia,
para diversos negocios.
Do Centro R-publcano, ao meio dia, para elei-
Zo da aova com nissio executiva.
Do Ncleo artstico Abolicioaista, s 10 horas
do dia, para elelcio da nova directora pira o au-
no social de 18881889.
j Mont -Po dos Typographos de Pernambu-
eo s 10 turas, da maubi, cm su i sede roa do
Coronel Saassuna o. 41, 2* andar.
Da Mi tr;a Progrtsao Pernambucano, s 10
boras do dia, em saa sede, para em assemola ge-
ral tratar de negocioi diversos.
Or'glnaea Dous originaos da Italia quita-
ran tornar-so celtbres depois de mortoa.
Um delles, Francisco Taddei, veterano das guer-
ras da independencia nacional, falleceu em Cre-
mooa. No testamento, pedio que os seos restos
mortaes fossem levados ao cemiterio em um carro
puxa*re> par cavallos biancoa, e acompaobado por
baolaa d: msica tocando kymnos patriticos. S
fui respeitada esta sua aenriinHa <. ut-jo.
ou.ro, francisco Aarrigo, carpiateiro, fallecen
em MiilSo aos 63 annos de idade. Viven s-mpre
vida pauprrima. Mas, ao morrer, deixoa am
testamento declarando que ajustara alguna milita-
res de libras no intuito de ter um enterro rieo.
Com efF-ito, fei traospottado o sea cadver ao
cemiterio em am carro de 1* classe, acompanhado
por u,i:d rosos lacsios, pagos com o diobeiro do
finado. Oa restos mortaes desean sao em urna se-
pultura de concesso perpetua, magnficamente
adornada.
Aayl de engeiadoajIaaugaroa se em
Roma um oovo Brephutrophio oa asylo de engei-
tados, e a proposito desta inaagurazio pablica-
ram se dados interessaotes acerca dessa infeliz
classe de crianzas.
Em toda a Italia, o numero dos oogeitados re-
eebi los nos asylos sobe anaaalmeate a 23,0101
S os asylus da capital receberam no anno de
1887 uns 1,140 engeitados, quo unidos aoa 3,814
qoe j all existiam, formaram urna populacio de
4,954 engeitados.
A mortaiidade mnito diminuta nestes asylos
italianos; em Rima nio ptssa de 11 por cento,
algirismo quatro vezes interior ao da m jrtalidade
dis criaucas as erches francesas.
Nava TorpcdelraFalla-so muito na la
lia de ama nova torpedeira, inventada por um
operario de Leorne, por nome Luis Petri. Nao
e pode navegar debaixo a'agua, como tambem
pode passar debaixo das leles metlicas dos na-
vios de guerra pira collocar o engenbo explosivo
debaix. da qailha do navio inmigo. Quando des-
cnberta pelo laimigo, podo desapparecer da super-
ficie do mar em poueos segundos, e voltar tona
d'agua por meio de movimeatos simple segaros.
Tem seis metros de comprimen ti e am metro e
meio de dimetro, nio movida por vapor, e, en-
tretanto, parece qae ch-ga a urna velocidade de 5
a 6 milhas par hora. Eu apparelbada de modo
quo se conserva no fundo durante meta hora sem
perigo para a ti ipolaya>.
O mioistro Bnu mandoa chamar o inventor
para examinar a saa torpeieira, qae j tem pare-
cer favoravel de ama commissao techuica.
8
i
Cotnmercio n. 40, do movis e mais objectos de oso
domestico.
Belo sgente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ra estreita do Rosario n. 36, de gneros de es-
tiva.
Polo agente Pinto, s 11 boras, na roa Marques
de Olinda n, 52, de movis, louzaa, vidros, etc.
Quaita feira :
Pelo ag ate finto, s 11 horas, na roa Marques
de Oiinda n. 52, de tecidos diversos.
Pelo ageote Brito, s 10 1/2 horas, na roa d S.
Joio n. 17, do eatabelecimento ahi sito.
Usas fnnebres-^ua] celebradas :
Amanhi :
A's 8 horas, na capilla de Apipucos, par alma
de D. Amelia de Asevedo Neves; is 7 horas, na
matriz de S. Jos, por alma de Eugenio Pinto da
Costa.
Terza feira :
A's 8 turas, em Santo Amaro das Salinas ena
matriz de 6. Jos, por alma de D. Florencia Ma-
ra da Conceizio.
Paaaageiro* -Sabidos para o norte ni va-
por naciooal Manot f
Majir Agostinbo Loarenjo Porto, Candido de
Araujo Coutiub, A. Libato, Dr. Gonzalo de La-
go Fernn les Bastos, saa senbora e 1 criada, Dr.
Antonio Thomaa Carneiro da Cunhs, Jos Thomas
Carnciro da Cunhs, Alexandre Rosa Coelbo, Dr
Adolpho 8. Cavalcante e saa seahora, Alvaro
Oeha Cvales nte, saa senbora e 1 criada, Rogo
rio Ferreira da Silva, beverioo de Souza Montei-
ro, H. Nierneyer, Miria Am -lia Gomes da Silva
Rosa de V. A. O.iveira e 2 filhos, J. J. Vollemei'
der, Jes Pinto de Moora, Aflonso Saraiv, sna se-
nhora e 1 criada, Joio Aihayde e 1 filha, Mareio-
nillo Beserra, Arsenio Pinto Leite, Daniel Sydney
Luis Antonio dos Santos, cadete Antonio I. de Car
valbo Costa, Augasto Vas Coutinho, AagtfHo A.
Portella Filbo, Joio da Silva Monis, Florencio J.
Meoezes, Jos Alves Pinto, Honorio da Silva Mo-
raes, Antonio^ Joaquim d s Nevts, Paulo Damiio
da Silva, J.ii Cruz, Josqnim Pereira de Castro
Barbosa, J t Aotonio Carvalho, Francisco Pi-
nbeiro e saa senbora, Luaia, Emilio Gtesteira esua
seahora, M :na, Maooel Egnjas 6 saa senhora
Jos J aquim Siqueira de Mello, Manoel Jos For'
reir J luior, Antonio Jos Alvea, Argemiro Cu-
aba, Francisco de Saltea Nascimento, Victorino
Antonio, Vicenct i Oom s, Edoa-da Mara da Con-
ceizio, Jos Femnd-s de Frenas, Emilio Joaqnim
da Silva, Satarnina, Isaac M Ule, Salvador Rosa
e AnIr Amuelo.
lasa de Oeiene.ioMovimcnto des rr -
os da Casa de Deteozio do Recile no dia 17 de
Ftvereiro de 1888:
Existain-108; eutraram 18; sabiram 17; exis-
tem 419.
A saber :
Nacionaes 382, mulhere; 11; strangeiros 7;
escravos seotenciados .6; i i -o, prv eiaadr. 1;
idem de coirr^cao 12 Total 419.
Arrazoad.oa 381.
B>ns362; docutes 19.Total 381.
Movimento da enfurmaria :
Teve baxu :
Jos Andrade de Soasa.
Hoapllal Pedro IIO movimeoto deste
hospital oo dia 17 de Fevereiro, foi o seguinte :
Entraran .............. 18
Sabiram................. 15
Faileceram............... 2
Existem................ E31
Foram visitadas as enfermaras p ba Drs. :
Ferreira Vel'ow, ni i c>mpare.'eu.
Cysneiro, s 9 l\2.
Barros Sobriub >, a 7 1/2
Berardo, s 111,2.
Viv-.-iro3, i 9
Malaquias, s 8 li2.
Ponto*!, s 9 1(4.
Eatevio Cavalea>rt, a 8 l|4
Simoes Barbosa, na.) eompireceu.
Cirorgiio dentista Noma Pompilio, i 9 bo-
ras.
O pharmaceatieo entroa s 8 1/4 c sabio s 4
da tarde.
O ajudarte eatrou s 7 hiras da manni e
u.,hio s 5 da tarde.
Lotera da provincia-A 3a parte da He
lotera pelo novo plano, cajo premio grao-Je d-
100:0004000, em beneficio da Santa (Jasa de Mo
sericordia do Rectfe, se extrabir no dia .. d>
corrente ao meio dia, na igreja de Soasa Senbora
da Conceizio dos Militares.
lieteria do ParaSis o novo plano da
lotera desea provincia :
1 Premio de
criacfss. Reside praga Conde d'Eu,
d. 28, 1.a andar, e tem consultorio ra
do Born-Jesns, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia a 3 horas da tarde,
aoeitando chamados em qualquer d'esses
logares. Telepbono n. 381.
O Dr. Castro Jess medico e operador,
consal'as das 11 s 3 da tarde, ra do
Boro-Jess n. 23, 1." andar. Residencia
Travessa dos Remedios Passagem, porto
n. 7.
Occallsta
Dr Ferreira, cora pratioa nos priooipaes
hospitaes e clnicas de Paria e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horas ao
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O Or. Barros Uaimarae
Pode ser procurado em seu esuriptoro a ra
1. de Marco n. 4, 1. andar.
O Dr. Alilet tem o seu escriptorio de
advocacia, na ra Duque de Casias,
n' 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Monoel da tilu & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pbarma-
ceuticas, tintas, drogas, productos ohimi-
;a e medio-amentos homeopticos, ra de
Mrquez de Oiinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do Mrquez de Oada n. 41.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e officinas de.carabina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do'
Capioaribo n. 23. Neste grande est.ibele-
uimento. o primeiro da provincia ua:: ge-
nero, comprase e vende-se maieires
de todas as quaiidades, sena-so madeiras
de conta alheia, asm como se prep.tram-
jbrs de carapina por machinas e por pre-
go sem competencia Pernambueo.
4
*
airecioria da* ooraa ae eeaserva-
r>io ses por loaUoletim moteorolonico do
da 17 d Fevereiro de 1888.

Horas o a -a 30*
-a ft
6 m. 23-2
9 28-
12 28-9
8 t. 29'1
fi 27- -9
Baromotro t
0*
760"62
76l60
7tl>18
76li-5c^
7KO"6
T.-nsio
do vapor
17,71
20 79
19,74
20,1*8
21.36
o
as
B
a
85
71
67
67
75
I CUJpDl alliin UlUXiUiadO ,00
Dita mnima22*,50.
tvaporazAo em 2a orasao sol: 6,r*6 ; soru
bra : 3-,3.
Obnv-1">,5.
Direcoiu do vento : ESE do meia n >te at aos
30 minuto* da tardo ; SE at mua uoite. -
Veloojdadu mediado vente; 2",60 por segundo.
Nebuloaidade media: 0,52.
Boletim do porto
8
M.
M.
M.
a.
Oa
17 dt Fevereiro
18 de Fevsreiro
Horas
8 7 da manhi
157 da tarde
8- 3
221 da manhi
Aitur*
2.-16
0-82
2.-18
0" 1 a.
1 a a >
2 > a 1:2004
4 a 6004
5 a a 3004
y a 1204 para a desena tr 1*
9 a a 60J para a dezena do 2*
9 a a 304 para a d-iea do 3*
V9 a t 604 para os doua ficaes do 1'
79 a a 604 para os deas
un teb do 2*
79 a a 304 para os doua
finaes do 3*
720 a a 304 para 0 termin. do 1-
720 a a 304 para a termin. do 2*
2 approx de 6004 para 0 1*
2 a a 3004 para 0 2*
2 a * 1804 para 0 3*
60:0004
6:0001
3:00)4
2:4004
2:4004
1:5004
1:0804
5404
2704
4:7404
4:7404
2:3704
21:6004
21:6004
1:2004
6004
3604
1724 premios no valor de 70 por cento 134:4004
Os nameros premiados pelos doua ltimos alga-
riamos nio tem direito terminazio simples.
Caeo as terminaef>< a de primeiro e segando pre-
mios sejam iguaes, paesario os premios pela ter
mii azlo deste ao numero im mediatamente supe-
rior.
Esta loteria (qae dividida em 6 series) com -
pe se oe 8000 biihotes de 24 em trigsimos de
800 ra; cada um.
Os premios sio pagos integralmente it 6 me-
ses depois da respectiva extraeco. Os bilhetee
lotos, ioutilisados, oa qae cont-nbam na face qual-
quer declarazio estranba a sea ibeor, oa s m ta-
lo de forma a nio se poder conferir, nio serio
pagos, nem se attentier reclamazes per per
das, sabtraczio, oa qualquer outra causa.
As extraccoes sio fetaa em edificio publico, e
fiacalisadas por autoridades nomeadas palo go-
vt-rno provincial.
Cemiterio polticoObituario do dia 17
de Fevereiro:
Manoel Marques da Silva, Portugal, 45 annos,
(tasado, Boa-Vista ; tubereulos pulmonares.
Luis, Pernambueo, 13 nuces, Qraz-i; eclampsia.
Mara, Pernambueo, 5 annos, Santo Antonio ;
8arare pao.
Alfredo, Pernambueo, 11 annos, S.Jos; hemo-
ternese.
Juvenci, Pernambaco, 6 meses, S. Jos ; con-
rulsoes.
Jos, Pernambueo, 3 meses, Boa-Vista; eclamp-
sia infantil.
Julia da Orna, Pernambaco, 19 nonos, solteira,
Boa Vista ; dysenteria.
Ixidora Mara do Rosario, Pernambueo, 71 an-
nos, solteira, Boa-Vista ; infecto purulenta.
Laura, Pernambueo, 2 annos, Boa-Vista : con-
vulso.-s.
Jt,ell*ea fct)ectuar-ae-tiio:
Amauba :
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, na roa do
igario Tenorio n. 12, de terreno.
s-fi
c-l pelo agente Qusmio, s 11 oras, na roa Mar-
1 evidrnei de ser verdadeira a-tfotiei\ p lo_Fques de Oiioda o. 19, de esteiras de carnauba,
.te hoot- m, fasendo prender onoalo Frao \ Terca-ferra :
cisco de araaja Cjsta, lodiaadf como autor da | Pelo ageote Brito, i 10 1/2 horas, de movis,
mort depois de interrgalo, ^remeiteu-o para a koaeas, vidros e am pre lio.
casa de deteozio, 4 diapoaieaolio Or. delegle do
2* distncto, por venflaar qae > tacto se deu aa
tregesia da B a Vista.
O >avlo liaba ido dos Coalbcs\no dia 12 com
Faustino eos anta canoa ano. de Wtarem polka
falo agente Martina, s 11 horas na roa de
Santo Amaro n. 37, de movis, loucaa, vidros, etc.
Pelo agente P.slana, ia 11 horas, na ra do
Boin Jess o. 33, do estabeleeimento ah sito.
Pelo agente llusmio, s 11 horas, roa do
INDICARES OTIS
Urdiros
O Dr. Lobo Moscoso, ds volta de aua
viagem ao Bis de Janeiro, oonntia m
izercicio de sua protissio. Consltuas das
10 a 12 horas da manhi. Especialdadee
iperacSes, parto e. molestias de sen horas *
neninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Brrelo Smpalo d consultas dt
meio-dia s 3 horas no 1.' andar da cas
> ra 10 Bario da Victoria, n. 51. Reai
iencia ra Seto de Setembre n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1"
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro.
O Dr. Alvares GuimarBes obegado da
corte, dediea-ae medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coraco,
pulino-)*, ligado, estomago
e intestinos, e
tambem s oonrulsocs e outras molestias oa I "do, s na sessio de 1879, nio prensamos
o Sr. coaseheiro *Joo Alfredo
vi
Para responder, desdo lotro, aos doas alticcos
artigos publicados no partid) lib'.ral do Jornal do
Rtcife, comecaremos boje as oossas observazoee,
apreciando s>! tem, ou nao, o Sr. conselbeiro Joao
Alfredo ideas adi'-.nNdas e fir.-aes sobre a qiestao
do elemento strvil, qu" aetaiwaesrte preoecupa
todos oa espiritoa, e cuja boluzio ni) se p !e de-
morar, ssb pr-na de p/ejudie ir groa .emente aos
ver Jadeiros in'er. sea da patria.brasileira.
O honrado Sr. csnselbeiio Jooo A'fredo foi, nao
ha coutestal-o, o mais serte e iotemerato auxiliar
qae enconlrcu o Viacinde d-> Rij B.-ano para,
venecnio todas as difficaldaies, kyar a efi:ioa
rea lei r>e 28 do Setembro de 1871, o paao mais
adiaa'ado que se tem dado no Brasil, pira lavar
a Ter S. Ex:, renegado esse honroso p^SEado?
Nio, decididamente nio Na tribuna do s nada,
quando tero opportonidade de manif-etar sn eo-
bre o assump'), nesta ci.1i 10 e na corle, quando
felicitado pr sociedades abeticlMistas, o diatincto
senador pernambucano moatrou-si' sernpre coha-
rente com os principta3 que sustentara no gov r-
no, qaaado uVile fisera parte.
E ainda em fina do anuo pisando, ao discutir se
ao senado am requerimeato do Sr. senador Aato-
nio Prado, viram tolos que o Sr. Joao Aifredo
pio expontaneamente tribuna deciaiar que es-
tava de pleno accordo com o ilustre ez-mioistro
da agricultura, que entenda dever e partido con-
servador, que extinguir o trafeg de africanos e
libertara o ventre escravo, dar a altima palavra.
sobiea queitio, e que, si na prxima sessai o
goveroo nio te moatraeae dispist: acompanhar
a vontade nacional, dilatando 3 maia possivel a
almr-jada solacz", elle ni) teria duvida em <-ol-
locar-se em oppos'.cio, pora.ue assim campria um
dever de patriotismo.
Mas pntio est o Sr. Joio Alfredi .-ni contralic-
cio comsigo meamo, desde que prometteu apota
ao ministerio, depois da currada da Sr. conse-
lbeiro Portella, dixem oa sena aecusadores.
Ni i seria a objeczio. O illastre chefe con-
servador promett-a continuar a disp3nsar sea
apoio ao ministerio, mas sem prejuiso de euas
ideas e 8. Exc. eoteodia, e quaoto a nos perita-
mente bem, que nio era opportuno aventar a ques-
tio da emaocipazio, antes do, pela matricula, se
cenhecer o resaltado produsido pela nova lei de
28 de Setembro, e foi isso justamente o que de-
clarou mais tarde, diseutiado o requerimeato a que
j nos referimos.
Contradictorio seria o Sr. conselbeiro Joao Al-
fredo si, depaB de ser chamado o Sr. Portella ao
ministerio, deelaraese prestar apoio ao govorno a
todo transe, embora no momento em que podes-
Bem ser realisadas ss s as ideas, fossem ellas ati-
radaa margo; e isso provavelmeae o qoe de-
sejava o articulista que S. Exc. fisesse, qae fosse,
como tantos outros, atirar-se valla commum.
Feiixmeate assim nio soccedea. O illastre se-
nador pernambucano tornoa logo saliente que ci-
ma dos. seus sentimientos pessoaes, sabia collocar
a fidelidade s ideas e o amor ao progreaso da pa-
tria.
Quem qoer que teoha aeompanhado o movimen-
to poltico do paiz ver que sio ds ama exactidio
mathematica os factos a que acabamos de refe-
rir-nos.
Nio tem razio o articulista qaaado diz que
como documento aathentico exhibimos um artiga
da Cidade do Rio, em que se elogiava ao Exm.
Sr. conselheiro Joio Alfredo.
Citando algamas pBlavraa d'esse artigo, nao
tivemos em vista senio apresentar urna opiniao
insuspeita em favor do cavaiheiro a quem defen-
demos.
Documento authenticos sio 03 documentos offi-
ciara por nos citados, e com os qaaes provamos
sertm incootestavois os grandes servizis presta-
dos ao paiz pelo Sr. eonaelheiro Joio Alfredo, e
tanto que o articulista d'elles se nio oceupoa, pre-
frriodo torcer o noso peasamento, fingir qaa nos
nio bavia entendido.
Feo modo de discutir esse I..,
Ojuiso externado pelo Dr. Sjlvio Romero, o
maior pessimiata que este paizpossue, e com tan-
to afn aproveitado ex adverto, porque so trata de
urna opimio contraria ao Sr. conselheiro Joio Al-
fredo, nio tem a mnima importancia. Igual jui-
tem f Jimuln.lo eaae escriptor contra todos es
estadistas brasileiros. Para o Or. Romero, o Bra-
ail s ter um poltico qae preste quando impor-
tal-o da Allemanba.
A citar o articulista o juiso d'esse senhor so-
bre Zacaras, N.buoo e lautos outros liberaes dis-
ti netos ? Mas, s para o Sr. Svlvio Romero todos
os grandes horneas, que este pas possaio e p>
ene, ni) passam de una pigmeos, o que dina elle
do Sr. Lais Felipas ?...
O 8r. eonaelheiro Joio Alfredo, diz o articulista
nio eonhrce nada d administracio, un taciturno
cujas ideas ninguem eonheeej eotretanto no 8e-
f\:
~r
' r
f


Guari de PernambueoDomingo 10 Fevereiro de 1888

t/

m**i Isag, 8. Exe. diaenMo as sania diffices
e importauCoa quos.oej qud so agitaran u'tsaa
casa d > parlamento, e discuti -as de modo a ser
applaniida e apoiade palos mais distinctos e illus-
tres ce llegas seas !
Astim que S. Eic toman parte t.'eese anno
aas seguales discussoea : prorogativi do orca-
meoto isesso da 17 de Junho); emisslo do papel
moeda (sesso de 7 de Julho) ; orcamjnto do m
pena (t.esso de 13 de Agoato) ; orotmento da
gricul ura (sesso de 17 de Setembro i
Ab, 3m todos esses discursos, o Sr. coaaelheiro
Joo Alfreda uio diitou de propagaar par todas
ai d u. adantadas, mostrando que acia de pe-
quenincs interesses partilarios sabia collocar o
engrane.ecimeuto e o progresa > da patria.
Qaerc qaer que qaixer Terificar a euctido do
nosaa acert, poder t.iel-o facm r.to cnsul
tando o annaea respectivos, o eato s era qne
preciso ;or os olhos serrados las, para contestar
os mritos da Sr. c ntelheiro Joo Alfredo, para
desconhecer os seas sentimeatos patrioti jo.
Agort.', para concluir, cremas que nao levar a
mal o redactar do partido liberal, que, asando do
notos distilo de ouriosidade, lhe pergunt< mos :
Cerno membro da asaembla d'esta provincia,
como de patada geral e como senador qaal foi a
questo que ja. discario o Sr. conselheiro Laia
Pelippa...
Recife, 17 de Fevereiro de 1887.
Um conservador.
Ao publico
Constando-nos que nesta cidade acba-se oflere-
cendo venda carimbos de borraeba imitaco, em
tempo avisamos qne os nicos e verdaOeiroa sao
preparados e feitos palo inventor americano o Sr.
8. T. Loogetretb, no Bio de Janeiro, como j po
dem atteatar diveraaa casas commerciaea e eata-
beleeimentos pblicos, quando eatramoa em 1881
esta industria, pas este reside a 17 annos na-
quella sede, e sendo responaavel por qaalqaer fl
t, tem aqai a noasa casa para responder como
agente, a venda das tintas, etc., e bSo a catea que
de memento desapparecenj, deixando-nos a ver
estrella!.
Do systema privilegiado de vulcanisar conbe
somente ao Sr. 8. T. Loogstreth a pilma.
Para isto convidamos aos Srs. Drs. em dirsito,-]
medicina, pharmacruticos, droguistas, correcto
rea, eatacoes poatae, estradas de ferro, theatros,
collegios e as familias a vir munirem se de um
objecto ntil e necessario, a prreos commodoa
AGENTES
D. J.Sevc &C.
.>!l-Rua Bario da Victoria39
Pedido
raso
rwttsm A PEDIDO
Les Chambres des Dpwts aii
?ingtime stele
On j irrivera, voaa verrea da motnt ceux qui
vivront ancore daa lea premieres annea de 1900.
Ce que l'on appelle le progre par un cbarmant
eupbminme qui n'a que letort de dir exaetement
le centntire de la veril, marche paa de gaur.
Le jour viendra e la politiqae ne sera plus
qu'une qnestion de bieps. Les runious electo
ralea ne choisiront q'- des representante jouia-
sant de jarrets solides et de poings muscolenx.
Ua article de la conat fntion aera ainai concu :
Nut ii'est diput s'' ne justifie de cennaissan-
ees apprcfondiet et varii'et dan les nobles arts de
la savate, de la boxe e' du latn.
Voici X pea pri ce qae sera une cance du
corpa legislatif dar. cet age heureux :
0 thesoureiro da roiandade de
Y S. da Luz. ao publiao
O abaixo aaaignado, tbesanreiro da irmandade
de Noasa Henhora da Las, erecta na igreja do
Car i o, declara as publico qae a mesma nada de -
ve da presente administradlo, com tudo, ee al-
eaem acjalgar credor aprsente sua canta no
praso de 3 das que ser immediatamente paga
pelo m5Bmo thea urciro.
Recite, 18 de Fevereiiro de 1888.
Joaguim Gaspar L'.ilo,
Thesoureiro.
Le priiden prt. i place ao fautenil. II est un-.-
heare et demie. Lecture est denn da pro.
verbal.
Le cit.yen Oros Loulou, membre de la gauch*
modre : Je dt nsnde la parole pour un fait
peraonnel.
Le pr.-identPar -a, citoyen.
Le citeyen Gros Louloui demanderai d'aborl
l'aasenible la ] imissiou de bonrrer ma pipe ?
Le prldent co sulte l'Assemble. Ala maja
rite d'une voix l'bu'orisation est refuse. L'ora-
tear remet sa bouff rde dans sa poebe c-n grom
melant :
Malhetir .' des manieres II continu : Je
disais dc-.c, mes paita coeurs (scurires) qaec'tait
un fait prreennel <;ui vons valait ma gracienae
prsence 'cctte tnb: ue. Voila ce dent il a'agic
Hier je sais ali anx aains (Rumeurt gauche).
Permettez Anx bai. quatre aoas.
(Triplt salve d'app udissentt).
Le citeyen ministre de la jaatice qui ca'a dans
le nex depuis le jonr o j'ri refut de lu piter
nne ebemise blancbe p ur le jour de son grand
rata, ee iaet b. nager i "re deux eaux et me flan-
}ae nne aaeeade, lcheii.cnt, sana crier gare....
e bois un conp 1
(Pro/ende sensaton).
Eh bi-n je le demasi a toas les he ames de
bonne foiqai ee^cnt d ni cette enceinte ; vou
eoonaissez tous mon harrear d l'ean t loui, oui)
horrear eneje erois Qartage -ir vons tiua '
'/Ipprxoai'on genrale)
Est-il permu un ministre de mcaniser le pao-
vre monee en s'abritant derrire sa digni'. ? (non,
non). Pouvons noup tnlrer pas l, semb'abl-s agissementa ? ?? J'ai l'bonneur de
dpoaer fur le burean la propoaition suiv-snie :
< L'as.iemble indigne de la condaite da citoyen
ministre declare la troaver msavaise et paase
l'ordre dn joar. *
Le citeyen Gros Loulou revenant sa place est
vivemeut felicit par aes col'gues, l'baiasier lu
tape sur e ventre.
La propoaition mise anx voix n'eat pas ado-
pte.
Le citoyen Gros Loulou : Je proteste Pour
tate rponse le citoyen ministre excate an cava-
lier seul auesi triomphal qa'chevel.
Le citoyen Gros Loulou : Je vsb te faire dan
ser, moi
Le pn'sident : Citoyen ministre, permettea moi
de vous faire observer qae si le cite yen Oras Loa
Ion voua mange le nes ne sera bien fait. Ne pour-
riez voq pas manifester votre joio d'une tacn
m /na bi-uyante.
(Tres Men sur plusieurs baes.)
Le cit yyen ministre : Perme ta boite (Bires
et applaudisstmenU tur un grand nombre de baes.)
Le prsilent, tii raa chango sa chiqas de jone.
Les qaeitcnrs se dchaasseat em signe de d-
tresae.
Leprtsident : Citeyen ministre, je vaos rsppel-
le k l'or.lre, avec inscrption au procei verbal !
Le citoyen ministre lancant eou soalier la tete
da prailent : Attrappa ca, vieille bqoille !
Un mimbre de f extreme droite : Cest scanda-
leux.
Un mtmbre de ["extreme gauche : Qui est ee qui
te demande i'heure qu'il e*t ? Cbinoia de para vene?
(Stupew).
Tate la droitse leve indigne.
Le tumnlte est k sao comble. L'bonorsb'u
membre de l'exiime droite recoit dix sept coops
de pied. Lea pcrroqacs volent en l'air.
On eutend nn brnit strident de Innettes casses.
Une jeane dpat des colooies profite de la
bayarre pour dvorer l'oreille d'un stnographe.
Les bninaiers fombent snr les combatants coops
d? balis.
Pea :\ pea le calme se retablir, qoelques genis
sementi trjublont senls le silence qui rgne dans
l'enceinte.
heprsident : Citoyeos, de ptreils scandalea
sont indignes d'one asaemble qoe.Mi reapacte.
J'avais promis de piyer le vio blanc & U asrtie, je
11-'en fe ra ren.
(Explosin de protettationt.)
Le citoyen minitlre Cest moi qui le paisrai.
J'ai de i ronda.
(2onnerre d'applai dissements tur loui les ban-t)
Le citoyen*ministre est port en triomphe par
tes col legues.
La sance est leve. Les repraentanta se s-
parent en chantant le nonvel bymne natiooal :
Vivski t.s xigcbs.
II est troia bearea.
N. H.Qaelqoes vagues cadavreajancheut le
parquet.
Le coir on lira dans une Agence Havat de l'po-
que : La sance o'aujourd'bm a t r>3latiVemeut
calme. On a'valne qu'a vingt cinq le nombre
dea merfg.
Ne serait ce pas k ce fameax tal de nature
riont p .rlait sa s:cle deroier certain journahste
ncmm Jean Jacquet 1 ? ?
Barn G. J. d'Herpent.
Perganta!
Peiguuta se a Illma. Caara Municipal,
v: teo oa aeus guarda-fiaoaea para insultar
,a pesBoaa qae psatsaai ao p dellea, ou ae
para liscaliaar as rna e oa eatabelecimtn
loa ciuiojeroiaes'
I^to com o de Santo Antonio.
Qii'-m Vaeja saber um
Insultado.
Atten^o
O abaixo aasignado fax aoiente ao pnblico em
geral e aos eos amigos em particular qae desde o
dia ITdest mez deix.a de serempregado des Sra.
R. de Drusina & C.
Aproveita a occaaio de agradecer ao Sr. Ri-
cardo de Drusina o maito fino tratamento qie sem-
pie Ibe di pena-u dolante os cincos annos de sua
actividade ao mesmo estab lecimeuto.
Recife, 18 de Fevereiro de 1888.
I'tcenfe Ftrrtira tinto-
__--------,----sCaaMfc------------'
Tenlemonho euponlaneo de asa
diatlnrla fncultativo.Repblica do Salvador
Sonsonante, 20 da Junhode 1881. Srs Lanman &
K-mp, NeW-York.Amigot t tenhoret: Fa muito
tempo que hei deixada de escrever Vs Sa. para
dar-Ibes os parabens pela excedencia e eficacia de
saas medicinas.
Mais de dea anus h* que as recelto can maito
bom xito, e multidio de daentes qae 8 ffriam da
garganta, do peito, d; ayphilis. de rheamaamo e
de hepatitis, bao recobrado sua saude com o auxi-
lio aellas, tolos creio qae bemdirio o ame do Va.
Ss.
tiirvam-se aceitar esta manifestacSo coma ama
prava do alto mrito de que grxam saas especiali-
dades, e coma urna a nostra de gratido pelo bom
que hao futo bumanidade.
Teoho o praser de eabecrever-me.
Oe Va. Ss. muiti atiento criada.
Adol.-ho Caldsbok
Medico e'cirurgi&o
5
O publico nio deve faser uso seno de mdi
camentos coihecid s, daqucllea enjo valor se acha
prcclamado por tima longa experiencia, e qae nia
se oceultam sob o nome dos fabr cantes.
Grande num/ro depihdat an'inevralgicat devfm
sem qae os pocotes o saibam, a ana eficacia ao
sulfato de quina. Depila qne a celebre fabrica de
Palietier oa dae Tres Firmas decidiose a por a
quinina venda em pequeas '-apsuiaa com o nome
da inventor, as p asoas qae s ffrem de nevralgitg,
dores de cabeca, eoxaquecas e rheamatismos re-
nanciaram aos remedios secretos e exigem as Cap-
sulas de Polletier, que cff-re;cm toda a garanta.
Casa Feliz
E
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 37 39
DE ANTONIO A 8ANTOS PORTO
Aas 100lOOO#000
Venden da 2 extraccio da 11* lotera extrabida
hontem, 13 de Janeiro, a aorte de 1:0004 n. 1891,
a aorte 5001000 n. 3123.
Tem exposto venda os sens feliaes bilbetes
garantidos da 3.* extraccio, a beneficio de Santa
Casa de Misericordia qae ae extrabir breve-
mente.
f.,r;
Cliaica medico cirurgica
DO
Df, Alfredo Gaspar
a aliia.lePartos, molestas da FKoboia
wat*.
Ri a deaciana da Imperara a. 4, 2. aodsr
M Telephenen. 26.
Podemos assegurar (3}
Infelizmente barn cumnium, na corte o
nesta provincia, ama molestia terrivel, co-
ndecida pelos nomes de tsica, conaump-
cio, doenca do peito, etc
Mo pretendemos firmar que o Peito
ral de Cambar, descoberta do Sr. Soares,
de Pelotas, cura todas as tsicas, porque
at boje tem sido impossivel curar este
molestia, quando chegada ao ultimo perio
do;porm, podemos assegurar qne todos
os doentea que usarem do Peitoral de Cam-
bar, no primeiro e segundo periodo, lego
achar&o, com toda a certeza, grande all
vio e depois a ana cura comoleta, por raeio
de am tratamento prolongado e persis-
Une.
c*eitoral de Cambar nao limitaba ana
a :c3o beoet-a s doenjas do pei'o : cura
tambera amitos defluxos, bronebites e toa-
ses que, as mais das vezes, quando des-
presada* sao a causa das afiV jfos pulmo-
nares.
Este poderoso remedio acha-se venda
em casa dos agentes e depositarios genes,
os Srs. Francisco Manoel da Silva & C,
roa do Marques de Olinda o. 23, e
20500 o frasco, 13)5000 meia duzia o
240000 a duzia.
Aguas alealinas tvlneraes de
Mondar!z em Pontevedra na
Hespanha
KSPECIALI 1ADES PARA
Molrstias do estomago, taes eoma : dispepsia,
gastra'gia, catharro chronico do estemagr-, ulce-
ras simples.
Molestias dos intestinos, taes como : eofarta-
mento do figaJo, ictericia, clcalos billarea, diar-
rba chrouica, ele etc.
Molestias das vus orinaras, taes como : alias
teses aricas, cathirro vesical, dinbetes saccarina,
albuminuria e g>tta.
as anemias, cblor sis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e outras muitaa molestias.
As aguas alcalinas de M'ndarix naacem da ro-
chas graoiticas na temperatura de 1<4* centigra-
d- s, aio claras, incoloros de ebeiro parec lo nm
ponca aos de ovos cosidos, sabor alcalino, prodo
xindo uji ligeiro sabor picinte na oceajiSo de to-
saar-s. Ellas sao clasaificadas no numero das
alcalinas e bi-carbonatadas de e da
E nico depositario em Pernambuco o Sr. Anto
nio Affonso ims estabelecido 4 roa Viaeondn
de Qjyanna n. 1.
Silreira
ADTOGADO
i do Imperador 39
LADO DO CAES
A tres das mala oa menos desepparecea da car*
teira do abaixo assignado ama peiicaa com ana
assignatura, contendo inclusas quatro letras na
importancia de 5:0004, sendo tres de cont de
ris eada ama a ama de 2:0004, sacadas por Jos
de Almeida Rsbella e aceitas pelo finado Victori-
no de Almeida Rab lio, do qaal ae proeessa in-
ventario na cattorio do eacrivo Olavo, e como di
tas letras e<5 tenbam atilidade para o sacador, ro-
go a pessoa qae as tiver achado as queira restituir
ao abaixo aaaignado qae lbe ficar agradecido e
mesmo recompensar. Recite, 16 de Fevereiro
de 1888.
Lvdio Alerano Bandeira de Mallo.
CAJUrHin
Ittestadosjde enras de rheuma
tlsmo
Do Dr. Adalberto Eipidio de Albuquerque Fi-
gueiredo (juis de direito).
Do Dr. Diogo Carlos de Almeida e Albuquer-
que.
De Joaquim Hercolano Pereira Caldaa Jnior
(empregado publico).
De Joaquim Tbeodoro Cysneiro de Albuquerque
(agricultor no Cabo).
De Joaquim Lacillo de Siqueira VarejSo, (em-
pregado publico).
De Charles Lynch Reed (artista mechanico) de-
pois de longo tratamento medico.
Do Dr. Jeronymo de Albuquerque, depois de es-
gotadoa os ontros depurativos c.nhecidos.
Do Dr. Herminio Francisco do Espirito Santo
(jaia de direito no MaranhSo) rheamatismo com-
plicado de paralysia.
Do Dr. Francisco Augusto da Costa.
De Liberal H Vidal e Manoel Moreira da Costa
(negociantes no Ria Grande do Nort) rheumatia -
mo qae dureva 20 annos cm ama aenhora de 60
annoa de idade qae resistir a longo tratament
medico.
De Francisco Carneiro de Albuquerque (agri-
cultor).
De Luis Lino de Albaqaerque Lyra (morador
em Limoeiro). ,
De Manoel Paulino Vieira de Mello (iparador
em Limoeiro).
De Deocleciano Ferreira dos Santos (profeasor
publico) e de Joaquim Cypriano da Silva, aobre
rheamatismo de qae solTria a malher d'este, ha
cerca de doua annos e qae resisti a Salsa e Ca-
roba.
De Rufino Jos Feraandes de Pigaeiredo, (mora-
dor nesta cidade) -aobre rheamatismo, qne nao ce-
deu a tratamento medica.
De Joio Alfredo Martina Ribeiro (empregado na
Tbesouraria de Fazend-).
De Francisca Manoel de Sonsa Oliveira (senher
da engenho Jassir).
De Manoel Bernardo das Virgens (morador nes-
ta cidade) sobre rheamatismo chronico em ama ae-
nhora de 73 annos.
De Antonio Aureliano de Mello (morador em
Itamb.
De Ernesto da Silva Araojo Gu'marles (mora-
dor nesta cidade) sobre rheamatismo qae nao ce-
dea a Salsa Parrilha.
Da Joaquim Antonio Lopes Lima (negociante,
morador ru do Viseonde de Pelotas).
De Hermenegfdo Cclbo da Silva (ch-.-fe da Es-
taca o de Cinco Ponas).
De Antonio da Silva Ramos sobre rheumatia no,
que impeda de andar a am v-lho de 73 annoa.
De Valeotm Antonio Pereira Vinagre (nego-
ciante na Parabyba).
De Francisco Santiago Accioly Lina (agricul-
tor).
De Antonio Marques da Silva (agricultor na
Victoria).
De Manoel Alfredo Becerra (morador no O' de
Ipojuca) sobre rheumatismo e paralysia qne nao
cederam e diversos medicamentos.
Da Antonio E y si) Au tunes Ferreira (morador
nesta cidade). .. --_____ ____,-.
Do Dr. Manool Inuocencio Pirra de Figneiredo
(jais de diieito no Cear) sobre nm caso de rhea-
matismo gottoso oa deformaote, carado com doas
frascos de Ca/rubta.
De Carlos A. Gomes (commandante do vapor
Para.
A' venda
EM GROSSQ E A KETALIIO
No escriptorio de Firmiuo Candida de Figue-
redo.A' ras de Marco n. 9. Livraria Fran-
cesa.
Na granda pbarmvia o Hrngiria f raucez dos
Srs. Ferreira Irmao toria n. 25,
E na pbarmacia ConceicSo de Manoel Alves
Barbosa, Suceessor.A' roa do Marques de Olin-
da, n. 61.
Dr. SimOes Barbosa
Cnioa do Dr. SimSes Barbisa, Espe-
cialidades : partos, molestias do senhoras
e de eriangas.
Consultorio ra do Mrquez de Olin-
da n. 64 uousultas Urde.
Residencia Espinheiro. Ra de Santo
Elias a. 8.
T*leohone n. 213. .
EDITAES
Cog-ac Brazilc o
Fabrioado por A. M. Veras 4 C. o^m
odas as regras prescriptas pela acieocia,
e de pureza e sabor idnticos ao .cognac
estr^Dgeiro. O Cognac Brasileiro ama
excelleate bebida, o melhor uc.tar qae
se pode conbecer.
Acha se na fabrica e
teia, re8laurants, cafs,
desta cidade.
Ido experimental-o I
em todos os bo-
bilhares e vendas
Francez, geographa e
piano
Urna senhora perfeitamente habilitada,
desde longo tempo dedicada ao ensino da
lingua francesa, (methodo pratico), geogra-
pha e piano, dispondo ainda de tempo,
offerece aeus servieos s Exmas. familias.
Para informacSes, dirijam se ras do
Darlo da Vict ria n. 10, loja.
Ocolista

)
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
luta, ex-ebefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de ineio dia s
3 horas da tarde, no 1,' andar da casa
n. 51 ra do BarSo da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela roa da Saudade n. 25.
'ma malher d Austria
Perto da Idea de Zillingderf, na Aus
tria Baixa, vive Maria Haaa, ama mulher
intelligentoe industriosa, cuja historia de
Boffrimento physico o ulterior alivio, conta-
da por ella em pessa, de iateresse s
mulberes. Eu era empregada, diz ella, as
ides de urna lavoura. Trabalho exoessivo
dea origom a drea de cabega acotnpanba
das de desmaios e vmitos, at que por ul-
timo n3o podia reter no estomago alimento
oa bebida. Vi-me na necessidade do ficar
de cama por algumas semanas. Achando-
me am pouco melhor com o descanso e
socego, tratei de me dedicaV ao trabalho,
porm cedo fui atacada por ama d6r no
ado, a qaal dentro de pouco tempo pareca
que se eapalhava por todo o mea corpo e
palpitava em todos os membros. A isto se-
guiose urna toase e falta de resprajlto at
qae por fim nSo poda cozer, tive portan-
te de pela segunda vez me retirar cama
e segundo julgaei, pela ultima vea. As pes-
soas de minha amijade disseram-me que a
minhavez se estava aproximando e que eu
n3o vi vera senao at epocha da as arvo
res se revestirem outra vez de verde. Por
essa occasiSo aconteceu que um dos folhe-
tos da MSi Seigel uie veio s m3os, Li-o
e minha cara mSi comproa-me urna gar-
rafa do xarope curativo da M2i Sagel que
tomei de accordo com a presoripcSo, e
mal tinha acabado de tomar ama garrafa
quando comecei a sentirme melhor. A
minha ultima doenca prncipiou em 3 de
Junho de 1833 e continuou at o dia 9 de
Agosto, dia em que comeoei a tomar o xa-
rope. Cedo comecei a trabalhar am pouco.
A tosso abandonoa-me, e nSo experimen-
tei mais liifficuldades na respirado. Acho-
me agora completamente curada. E abi
quam feliz bou Nao tenho exprets3ss bas
aates para mostrar a minha gratido ao
xarope curativo da Mi Ssigel. Devo
aqu dizer agora que os doutores do nos-
so districto mandaram distribuir annancios
prevenindo o publico contra esta medicina,
cHzeae~"qae
gente foi iaduzida a destruaos folbet08"5er
gel maa agora, quando se pode apanhar
um d'elles, guarda so como urna reliquia.
Os poneos que escaparam sao pedidos em-
prestados para 1er, e p meu techo-o em-
prestado a distancias d seis milhas vol-
ta do noaso districto. Tem vinde gente do
desosis milbas distantes d'aqui a pedir me
que lhes compre a medicina para olles, isto
por uhnrom qUB foi lia qae me carn e
por se qaererem afflrmar de que compram
a artigo verJadeiro. Mara Haas.
Acha se venda em todas as boticas
e lujas ds mediiina em toda a parte do
mundo, e em casa dos proprietarios, A J.
Whita, Limited, Londres.
Depositarios na provincia de Pernambu-
co por atacado: Francisco M. da Silva
& C. e Faria Sobrinho <& C, na cidade de
Pernambuco.
Vendedores por retalhi?, na cidade de
Pernambuco, Bartholomeu & C, J. C.
Levy C, A. M. Veras & C, Bouqua-
rol Frres e T. S. Silva; em Palmares, A.
C. d'Agaiar ; e em S. J io da Igreja No-
va, J. A. da Costa o Silva.
O Dr. i Thomaz Qaroez Paranhos
negro, commendader da Imperial Ordem
da Rosa, juiz de direito especial do com-
mercio desta cidade do Recife, capital
da provincia da Pernmnbuoo p.-,r Su*
Mag8tade Imperial e Constitucional o
Sr. D. Pedro II a quera Deus guarde
etc. etc.
Faca saber aos que o presente edital virem ou
dellc noticia tiverem qu|por parte dos administra
dores da maesa fallida de Mourijjr C. me t'oi di
rgida a peticao do theor seguinte :
PeticScIllm. e Exm. Sr. Dr. jais do com-
merco. L-ip s Reis 6t C, administradores da
massi fallida de Maura & C. vem apresentar a
cla8sificac3) dos crditos da mencionada masaa e
requerem a V. Exc. que se digne mandar passar
editaes para seren intimados os intercalados afim
de reclamarem os Beus direitos dentro do praso
legal, aob as penas da le. Pede defermento.
E. R. M. Recife, 15 de Fevereiro de 1888 Oa
administradores, Lopes Reis db C. En liquida-
cao.
(Sellada com urna eatampilha de 203 res lega-
mente ioutilisida).
Segando se eoatinha e declarava|em dita]petic5e
na qaal profer o despacho do theor seguate :
DespachoComo requerem. Recife, 15 da Fe-
vereiro de 1888;-JkfonenepTO,
ClassificacSo dos credidos da massa fallida de
Moura & CCredores cbyrographarios, Lopes
Reis & C3:197*000, Costa Carvalln 4 C
5:616/360, Herdeiros de Manoel da Silva Santos
3:763W60, Jos Pereira de Axenedo-60*300,
Antonio de tal (caixeiru)15*800, Victorino Dj-
miogu-s Alves Maia 3:000*000, cnsul de Por-
tugal3:400*000.
Consta mais am credor a fl. 336 v. qae nSo se
apresentou (Antonio Bellarmno dos Santos) por
ter bavido engao no nome porque quem appare-
cea foi Joaqui n Fernandas do Monte, como cre-
dor de dominio na importancia de 2:500*000, o
3nal propoz pelo juno do cive1, a competente accSo
a massa qae se em defendido.
O cr. dor cnsul de Portugal, devedor de cas-
tas a que fo foi condemnado no juizj do civel;
esss qaantia aiaia nao se acha inteiramente liqui-
dada, Deixa de a=siguar o administrador Cnsul
de Portugal, demandando a massa. Recife 15
de Fevereiro de 1888 Lopes Reis & C. Em li-
qaidaolo.
Sellada com ama eatampilha de 200 ra. legal-
mente inatilisada
Segundo se continha e declarava em dita classi-
ficaco de creditis cima copiada.
_ E em virtude de meo dsspacho proferido na pe-
ticSa o raspee ti vo eacrivo faz passar o presente
edital por cuj> theor chamo, cito e hei por intima-
dos os credores constantes da relaco supr afim
da no praso de cinco diaa conta'dos da data da pu-
Jalicacio deate comparecerem ante este juizo e
opesentarcm as reclamaces que por ventura
tenbam com relaco a seus crditos, sob as penas
da le.
E para que chegue ao conbecimento de todos
o presente ser piblcado pela imprensa e cutio
da igual theor affixalo no lugar do coetume do que
ae juntara certido aos autos.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, ana 16 de Fev T.;iro da anno do N >no
tienhor de 1888.
En Jos Franklin de A'eocar Lima.
Thomaz Garcet Paranhos Montenegro.
scalvcs di
Pe-
DhlLRACOES
e i
1 l[
IGUAiiiSSU'
Ur. Paes Barrete
PROMOTOR PUBLICO
Advogado
E
Dr. Silva Ferreira, medico e parteiro, com para
tica em varios hospitaes d'Europa naa especiali-
dades molestias de senhoras e da p-lle, d consul-
tas na ru da Cadeia n. 53, 1* andar, de 1 a 8
da tarde, e reside na ra do Conde da Boa-Vista
n 34-1.
Telephone n. 412
Catr3^^=aX=^rr
I
{}

MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Balliiazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos ergios respiratorios e das
tenhoraa.
Presta-se a qua'nner cb'tmado para
Cjt* da caoital.
ATUVO
Todos os chamadas de vero sur fingi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, roa da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sna residencia.
Lotera do Para
A 5.* extraccio "da 16.' terS lugar no
dia 20, pelo novo plano de 120:00 $000.

Dr. Coeliio Leite
Participa a seas clientes e amigos qae
tem seu consultorio na ra Duque de Ca-
sias n. 57 Io andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os dias e
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portuguez n. 14.
2.' seeco. Secretaria da Presidencia de Poi-
nambaco, esa 16 de Fevereiro de 1888.
Por esta secretaria se faz publico de conformi-
dade com o disposto no artigo 157 do regalamento
aonexo ao decrete n 9,420 de 28 de i.oril de 1885,
o edital abaixo transcripto pondo em concurso com
s prazo de 30 dias o ofticia ds contador e partidor
da comarca da Victoria.
S;rviudo de secretario,
Eailiauo E. de M-:11j Tamboril.
O majar Mgttd dos Anjos Alvares dos Praz juiz mnniptpol ^f|?htJa-Orq eiercicio da cidade
e comarca da Victoria, provincia d Pernambu-"
co, em virtude da lei, etc etc.
Faso saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem e a quem interessar possa
qne de coofbrraidade com o art. 1' do deereto n.
3,322 de 14 de Julbo de 1887. rica marcado o pra
so de 30 dias a contar desta data para o concurso
de pravimento dos officios de contador e partidor
desta comarca, vago pela desistencia do respecti-
vo serventnario Juo Baptista do Amaral, convido
aos pretendentes do respectivo orficio a apreaenta-
rem seas r. qaerimeotos dentro do praso de 30
dias a contar desta data co no dispSe o art. 1- du
decreto n. 3,322 de 14 de Julbo de 1837, combi-
nada com o art. 7- do decreto u. 9,344 de 16 de
Desemr.ro de 1884.
Faz mais saber tambem aos pretendentes que
sens requerimentos devem ser instruidos com exa-
me de suffHieoci*. de confjrmidale com o Jispoato
no decreto n 8,276 de 15 de Outubro de 1881.
E para que ehegue ao coobecimento de todca
mah lei pasar presente qae ier affixado no la-
gar mais publico do c stume, e delle ae extrabir
copia para ser remettida ao Exm. Sr. Dr. presi-
dente da provincia para o fim indicado no art. 157
do decreto n. 9,420 de 28 de Abril da 1885 com
declmelo do oa di affixacio e pablicacSo do
presente edital, o qae ser certificado pelo p rteiro
dos auditorios como determina o art. 153 da cita-
do decreto de 28 de Abril de 1835.
Dado e piasado nesta cidaie da Victoria, aos 7
de Fevereiro de 1888.
En, Bellsrmioo dos Santos Bulcio, eacrivo,
qbscrev. Miguel dos Aojos Alvares dos Pra-
seres.
Era o qae se continha em dito edital ao qae me
reporto e don f. O eacrivo, Bellarmino dos San-
tos Buleo.
Certifico maia qae pelo porteiro interino dos au-
ditorios me foi entregue a certido seguinte :
Certifico que afExoi a parta da cmara munici-
pal desta cidade, boje, o edital convidando preten-
dentes ao officio de partidor e contador deata co-
marca. Ct-referido verdade don f.
Victoria, 7 de Fevereiro de 1888.
O porteiro interino dos auditorios Jos Alves
Pereira de Oiiveira.
Era o qae se continha em dita certido, a que
me reporto e don t.
Victoria, 7 de Fevereiro de 1888.
Sabscrevo e assigno o escrivo Bellarmino dos
Santos Buleo.
Camp-m 117120
Oitan.s. J Pereira <,!,366ft
Mxite-iC"ctl do AP" 73- Viuva Lssserre 30560
1 Dito n 63. Rosa Gonoalves de Jesas 177*600
Becco do Goncalves n. 10. Rosa Gon-
oalves de Jess
Madre de Deus. Irmandade da Madre
de Deus
Dit n. 1 Dr. LioV-rj G*om
SUva -
Dita n. 36. Francieeo Machado
droas
Torrean. 20. Jorquim Baptista No-
gaeira
Praca do Commercio n 2. Dr. Pedro
de Araujo Beitro
Dita o. 4. Joanoa Baptista de Araojo
Tinoco
Dita n. 6. Maria Miquelina de Sam-
paio
Dita n. 13. Luiz Poecb
Dita n. 24. Mosteiro da S. Bento
Dita n. 26. O mesmo
Domingos Jos Martina n. 13S Viuva
Lacerre
D. Marir Cesar n. 2. Irmandade da
Santa Cruz dos Csnoeiroa
Alfandegan. 2. Irmandade de Sanl'Aa-
na da Madre de Deas
Dita n. i. A mesma
Forte do Mattos n. 8. Luis Goncalves
da Silva
Dita n. 10. Viuva de Manoel Goncal-
ves da Silva
G-mmercio n. 2. Dr. Pedro Beitro de
Araojo Pereira
Dita n. 6. Antonio de Azevedo V'ila-
roaco
Dita n. 4. Antonio de Azevedo Pereira
Dita n. 40. Herdeiros de Jos Fran-
cisca Mamede de Almeida
Dita n. 42. Viseonde de Louvres
Dita n. 44. Gaspar Antonio Vieira
Guimaraea
Dita n. 46. Herdeiros de Aotonio Fran-
cisco Branco
Dita a. 48. Amenoo de S e Albu-
querque
Travesea de Alvares Cabral n. 3. Mos-
teiro de S. Bento
Santo Antonio
Marcilio Das n. 41. Henrique Bernar-
des de Oliveira
Dita n. 37. GertruJes de Barros
Dita n. 51. Jos Francisco Pimenta
Dita n. 141. Manoel Martina Lopes
Livramento Irmandade do Livramento
Dita n. 3, Capella dos Prazeres dos
Guararapes
Dita n. 5. Ordem 3* de S. Francisco
Duque de Caxias u. 29. Ordem 3* do
Carmo
Florentina n. 5. Thorr Rodrigues da
Cunha
D.i.-i a. 9. Nicolao Rodrigues da Cunha
Lima
liba do Carvalbo n. 7. Tito Avelino
de Barros
Dita n. 16. Maria Francisca de Al-
meida Gomes
Dita n. 37. Herdeiros de Jcs Joa-
quim Dias Fernandes
Santo Amaro n. 8. Francisco Alves
da Veiga
S. Francisco n. 45. H rJeiros de Hen-
rique Gibson
Ditan 47. Os meemos
Dita ii. 49. Oa meemos
Dita n. 51. Os meEmos
Dita n 70. Maria Joaquina Vianna
Crespo n. 20. Herde-oj de Francisco
de Paula Corroa de' Araujo
Deque de Caxias n. 52. Capella dos
Prazores dos Guararapes
Ditan. 39. Antonio Jos de Magalbes
Bastos
Travessa da ra Bella n. 8. Joo de
Sonza Lina
Imperador n. 12. BarSo de Aracagy e
outro
Largo do Paraso n. 18. Manoel Ro-
drigues de Mendooca
Dito n 20. Herdeirus de Jo de Fon-
seca Telles
Dito n. 22. Antonio Correia de Vas-
>_<0Dcellos
Caea^Vifite Dd-fra -ffjfe'IDu'fo'H
254*400
752*624
82*800
35*280
9*600
893*400
. 63*240
6*440
65*280
584*080
275*920
311*2*80
77*230
60*880
5e*560
38*160
39*600
116*600
554200
111*840
53*740
53*740
47*010
46*080
314200
99*420
44*160
38*400
61*920
103*680 -
911*680
53*344
38*400
96*960*
71*040
23*140
19*680
19*680
242*200
422*440
31*200
31*200
31*200
181*70
29J*080
445*440
313*360
65*040
194* 00
756*480
15**20
33*600
83*600
Eduardo Gadaolt ){
Retratista
Alfiler, ma strfto da Vicio
rt si. ti, 1 andar
lacumbe-se da execnc
trabalbos concernentes
sim como lecciena em deaenhos
ra.
Leonor Porto
Roa do Imperador
1 andar
{
a. 4
Contiena a ezeentar os mais difficeis
taurinos receidos de Londres, Parir,
Lisboa e iio de Janeiro.
Prima to peif icio de costaras, em
brevidade, modicidade em precoa e fino
goato.
i
Dr. Mello Gomes
iedico parteiro operador
24-Boa rga flo RgsariB-24
Onde tem sea consultorio e residencia, receben-
do chamados e poJttido ser procurado qaalqaer
hora do dia e da noite. Dedica so- com especiali-
dad- aparto*, molestias de senhoras, febret, syphi-
fit, affeocSespiitmonaret t estreamento da uretra.
TELEPHONE 374.
Df. Carpir Lsita
MEDIO
torio i ra Duque Caxias
boras da tarde, e deata ora
residencia roa da Santa
leatias de
326
eseuhosas e cria-
O procarador dos feitos da faxenda pro-
vincial, tendo ecebido da SecfSo do Con-
tencioso do Tbesouro Provincial, a relacSo
abaixo transcripta dos contribuales do im-
posto de passeios execuUdos em frente de
seus predios, constantes da mesma relacSo,
e que deixaram do pagal o no tempo com-
petente, declara ac uies>aea contribuiotes
que Ibes fica marcado o prazo de triota
dias, a contar da publicaco do presente
edital, na conformida e Jo disposto no art.
53 da lei n. 1891, para r. olborera a im-
portancia de aeus -dbitos m Tn souro Pro-
vincial, certos de que fiado o referilo pr.>-
zo se cobrar ezecuti ament.
Recife, 15 de Fevereiro de 1888.
O procurador dos feitos,
Miguel Josi de Almeida Pernambuco.
Recife
Ra de Tbom de Soasa n. 12. Ma-
thtus Gome Feroand a 99*360
Dita n. 11. Jos Jorge Pinto 145*410
D.ta n. 'b. Ordem 3 de 8. Francisco 137*200
Dita o. .29. Jos Antonio Ferreira 93*120
Dita n 39. Custodio J >o Alves (ji-
maries 141*120
Dita n. 41.'Aotonio Joaquim Lucre da
Costa 226*520
Bom Jess n. 13. Antonio Carneiro
Lisboa 69*600
Dita n. 15. Herdfiroa de Jo quina
Maria Pereir- Vunaa 720O0
Dita n. 21. Antonio Henrq'ie Rolrl-
us 71*520
Dita n. 25. Valeriana Manso da Costa
Reis 65*200
Dita o. 27. Augusto Cahors 70*(>e
Dita n. 35 Herdeiros de Francisco
Antonio Duio 52*800
Corpo Santo. Irmandade do Corpo
Santo (igreia) 221*760
Dita n. 10. Maria Joaquina de Oliveira
Rita Maria Firmina de Almeida 73*1
Dito n 38. Hermenegilda C. da Fon-
seca Soarea 31*920
Dito n. 40. A mesma 50*400
Dito n. 42. Isabel Mara da Fonseca -
.Soarea 230*400
Dito n. 14. Joaquim Lopea de Al-
nnida 141*600
Dito n. 20. Albino da Silva Leal 70*320
Dito n 34. Joaquim Jos da Casta **e
Pinheiro 66*000
Dito n. 30. Joaquim da Silva Castro 76*080
Travessa do Arsenal n. 3. Dr. Bento
Jos da Costa 75*600
Caea do Ramos a. 2 Viseonde de Ca-
maragib e Baio de Muribec 470*890
8. Josi
Vidal de Negreiroa n. 63. Maria Tbeo-
dora d'Aasumpco 59*520
Dita n 126. Antonio Alezandrino de
Salles Datra 56*640
Dita n. 124. Joaquim Farnandes Vian-
na e Grnilhermino F. de Carvalho 56*640
Dita n. 102. Lua Franciaco de Mandes 47*280
Dita n. 48. Auna Lourenca "Real 46*800
Ditan. 52. Ordem Terceira da Carao 48*480
Dita n. 64. Antonio Joaquim de S:nsa
Ribeiro 160*600
Dita n. 69. Julia Seraphim da Costa 132*960
Ditan 71. Aitonio Jos Arantes 109*200
Dita n. 73. Francisco Joi Dias da
Costa 37*920
Dita n. 75. Lais Ferreira de Al-
meida 32*160
Dita n. 74. Joo Jos de Carvalho e
filhoa de Roaa Tbereza Mazimiana
Costa 56*400
Dita n 78. Filbos de Manoel Jos
Baptista 45*600
Dita n. 81. Custodio Antonio^ Soares 76*320
Ditan. 84. Benedicto Joa Daarte Ce-
drin 45*6C0
Dita n. 85. Custodio Antonio Soares 57*840
Dita n. 87. Padre Luis de Araoja Bar-
boaa 33*360
Dita 91. Os menores Manoel e Fran-
cisco 2/3 e Vicente Moreira da Sil-
va 1/3 44*640
Dita n. 93. Filhoa de Joo Rodrigues
de Moura 56*600
Dita n. 110. Anna rsula de Oli-
veira 87*360
Ditan. 116. Dionisio Goncalves Maia 118*280
Dita n. 154. Antonio Jcs de Souaa
Ribeiro 78*000
Dita n 156. O mesmo 49*920
A-Mumpco n. 48. Antonio de Aaevedo
Villarooco 21*120
Domingos Theotonio n. 5. Hermene-
gildo Jos de Alcntara 36*0:0
Dita o. 28. Herdeiros de Joo Pedro
da Rocha Pereira 18*000
Dita n. 42. Os meamos 23*400
Dita n. 49. Josona Maria da Trin-
dade 42*140
Dita n. 56. Jos Ver i ss ira o dos Anjos
e Msci< ira & Daarte 56*640
Ditan. 21. Jeronymo Jos Ferreira 218*400
Becco das Carvalhaa n. 1. Joo Jos
da Silveira 307*;0'J
NoKoeita n 1. Ordem Terceira de 8.
Francisco 158*400
Dita n. 46. Irmandade de S. Pedro 92*:C0
Travssa de S- Joa o. 4. Franeiaco de
Souaa Reg Mosteiro 19*920
Dita n. 6. O mesmo 21*600
D>ta d. 8. Seraphim Clemente de Sou-
aa e Silva 21*600
Dita n. 10. Francisco da Silva Reg
Monteiro 21*120
Dita n. 12. O mesmo 20*400
Dita n. 14. Miguel Francisco de Souaa
Reg 38*240
Dita o. 16. O mesmo 38*240
Dita n. 18. O mesmo 38*210
Dita n. 22. Francisco de Soasa Reg
Monteiro 79*200
Acouguinhos n. 26. Maria Antonia da
Purific-aco
Padre Flonanu a. 3. Anua Joaquina da
Silva ti
Boa Vista \
Imperatris n. 15. Fchppe Nery de
Barros Wanderrev
Dita n. 17. Marcionillo da Silveira
Lins

: f;


















H


!
Ponto Vu.h n. 22. Dr. Cbriatovao dos
Sent s PavloHn.'
f,n% Vf ilu a. 118. Jos Ferreira da
Coats
Dito n. 8. Dr. SymphrJno C;sar CjU-
tinho
danto C ra n. 1 Francisca Pereira di
Silva
Dita o. .. Irmandaie da Santa Crui
Dita n i. Hrdoiros de Pedro Ignacio
Baptiza e Jos La Perreira
Frac* d> Conde d'Eu n. 13. Candido
Quedos Cvale.inte
Hospicic n. 11. Zafera) de Almeida
Pinto
Dita n. !i7. Clara Carolina da Pon-
te ca
Dita n J l. A meaini
Dita o- 15 Thoreaa C. da F n^o a
Dita n. 59. Mauoel Gomes Viegas J-
nior
Dita n. S!6. Df- N*bor B.Carneiro Ca-
valcaote
Cita n. 32. Justino J.-s de Souia
Campos
Dita n. 4. O mesmo
Carnario n. 15. Hardeiros de Antonio
Joaquim de Carvalhj Asevcdo e
outro
tari de PernaoibucoDomingo J9 de Fevereiro de J888
293*280
825*120
125*880
63*200
1-789*120
840*000
12*960
29*760
101*280
102*720
106*120
56*880
125*760
51*160
70*080
36*880
De ord m do Illm. 8r. inspector, faco publico
qns no di i 23 do crrente, pelas 11 boraii da mi
nhH, se reeebern propoat.s ptra o forueci ment de
jir. pediii de remedios prcc.soa cofei oiaria do
presidio de Fernando da Nironha.
Thesoutaria de i/aseoda de Pernambucw, 18 de
Fevereiro de 1888.
O secretorio,
Luii Emygdio Pinheiro du Cmara
Obras publicas
De ordem do I Im. Sr. engenbeiro director geral
dai obrat publicas, e confirme u ord m dS. xc.
O 8r. vicu presidente da provincia, du 16 do cor-
rente, faijo publica que no di? D^de Marcj vio-
doiiro, ao meio da, nesta repartilo, recebe-se
Dropostas em e rtaa fechadas e competentemente
selladas, para a execucio de reparos do pootilho
da estrad i de Luiz do R-'ii m Santo Amaro das
Satinas, oreados em 805*805.
O orcainento e maia cjnd-'css do coatrato se
acliam nesta secretaria para serem examinados
pelos preteadentes.
Secretaria das obras publicas de Pernambuco,
17 de Fevereiro de 1888. ,.
O tngenhairo rcer.-ti.ii i
Luis Antonio Cavalcante de A'buqcerque.
SR. J
Sociedade Recreativa Javentade
. De ordjm do 8r. presidente, convido todos os
socios quu em sen poier tem obras da bibliotbcca
desia see.edado-a cntrarcm cora ellas at o da 26
_do crreuie, e bem assim commuoico que at o dia
11 de Marco prximo vndouro >f:a ene nudo 0
expediento da bibliotbeca.
Recife, 18 de Fevereiro de 1888.
Ernesto Risas,
Bibliotbeeario.
publicas
Ordentliche Hauptversammlting.
Kitlwoc b dtn 22 februar 1838.
Traktandeu laut 20 do.r Statuteu &
Aufoabme neuer Mtgliedei.
Das Directoriura.
De ordom do Illm. Sr. Dr. inspector geral, fsoo
saber aos seobores profeisores pblicos, contem-
plados nai portaras da presidencia d.t provincia,
de 18 de Janeiro ultimo, e publicudas uo Diario
de Pernambuoo de 17 do correte, que Ibes 6ea
marcado o praao de 60 diap, a coatar di 6 deste
mes, para assumirem o exerccio de suas novas
cadeirae
Socreta-ia da Iaarrucca'o Publica de Pero
O secretario,
Pergeotino S. de Araujo GjIvuo
COMiEr.lO
TELliGIl A?1?IA*
Servigo da Ageipia Ilavas
LIVERPOOL, 17 do Fevereiro.
A6SCAR .'Calmo.
O lo l'ernambiico n. O. veade-se
lt/S por quintal.
ALGODO:SoaCealado.
O A1R de Pernarubuco vesade-ae
r.13.118 d. por libra.
\ endita lo da OsOOO fardos.
NEW YORK, 1/ do Fevereiro.
ASSUCAR: Apaiblco.
O FA1H REPIN1NG e Pernamburo
vende sje a 4 3/4 c por libra.
Agamia Havas, filial era Pernarnbuio,
18 de Fevereiro de 1888.
Elosa com uereiiel
COTAga OFFICIAES DA JUNTA DOS COK
RKCTOBE8
Rtcife, 18 de Fevereiro de 1S8S
Accoes do banco de crdito real do Permimbuco,
valor ret.lizado de b0*000a 110*000 cada urna,
(ex-dividendo).
Cambio sobre Pars, avista 389 rs. o franco, do
bureo.
Na hora da bolsa
VenJeram-s? :
25 accoes do banco de crdito real de Peruam-
buco. (
\> rremd.nti*,
Augusto Pinto de Lomos.
i O secretario,
Pedro Jos Pinto.
De ordem do Ilirn. Sr. eogenheiro director geral
das obras publicas e coutjrme a autonsacSo de S.
E'c. o Sr. vice-presidente da provincia, de 10 de
corrente, faco pnbcj qmi no da 29 dsto mea,
ao meio dia, nesta reparticSo recbese propostas
em cartas fechadas e ompatentemente selladas,
para a execucio dos repare a da ponte do Tabyba,
na estrada do Limoeiro, oicados em 1:092*50j.
O orcamento o maia :ondic5es do contrato
acbam-se na secretaria decta reparlioSo para se-
rem examinadjs pelos prelendeotes.
Secretaria da repartilo das Obras Publicas de
Peraambaco, em 18 de F.vereirod' 1888.
O engenheiro secretario
Luii Antonio Cavalcanto de Albnquerque.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. iospector. se declara que
nesta repartico pagara se 'odosos dias, oj bilhe-
tes de costura do Arsenal V. Querr, relativos a
1* e 2 quinseuiis do mes de Uutubro, 1 do me
de Novembro do a me prximo fiodo, e 1* e 2" de
Janeiro ultimo.
Thesouraria de Fazenda Je Pernambuoo, 17 de
Fevereiro de 1888.O secretario,
_ Lua Bmygdio P. da Cmara.
Gapella da Estancia
De ordem do irmio juis da irmandadj de Nos-
sa Senhora da Assnmpcao da Prontt ira da Capel-
la Imperial na Estancia do Henrique DiuSj convi-
da a is irmSos da mesmn a:lmiltidos dentro <*oa
quesitos do artigo 5 do capitulo 2 do compromiso
que rege a mcema iroaodade para comparecer)
no domingj, 19 do corrente, pelas 10 horas da
manbS, na mesma capclla, a im de realisai -se o
que jfoi deliberado as reuoides anteriores para
amelhora da mesma, t, tamoem tratar-sc sobre
oatros negocios da (-apella.
Recife, 16 de Fevereiro de 1888
O secretario interino,
Pir.-iiino da Costa Paiva.
Giai Piirata ji] H e Fs-
8
O Qymnasio Pernambncano contrata com quem
melhores condic5.' cffereeer, o forneci'nento de
gneros alimentares, abaixi mencionado i, que se-
io deprimeira qualiJadp, c fornccidoi por meio
de vajea diarios, remettid >s pelo eetabelecimento
ao fornecedor. O contracto cnra' (pelo tempo de
seis meses, a contar - por isso os concurrentes devero upresentar suas
propostas em carta echada at 3 horas da tarde
do dia '8 do corrate, determinando o preco, por
kilo, do cada genero, e por garrafa, sendo liquido :
Manteiga ingles, dita franceza,; assucar de 1>,
dito de 2*, caf muido e de caroco, cha verde u
preto, arroz, touciubo, masba pira copa, massa de
tomate, cebles, :>lbos, (inolbo) comioho, pimmta
do Rein:-, sal, (ai) vinagre, carne secca, fari-
nha, (cuia) foiji, ftsaia) phodph.Tos, (mace) sa-
bio, bucalbio, batatas, ovos, (cento) cocos seceos,
aceite doce, palitos oc dcote3, (maye) tijolo para
facas, vassoura, velas de carnauba, vinho figueira.
O scretari --,
Celso Tertuliano F. Qiintella.
Recebcdoria de rendas
internas geraes
Inspoalo dle ladartrlaa e proflaadea
O administrador da recebedoria fas publico que
finda-se no fim do corrente mes o praio para pa-
gamento, livre de multa, do imposto de industrias
e profissSss, relativo ao primeiro semestre do exer-
cicio corrate de 1888, depois do que ser cobrado
com a multa de 10 0/0.
Recebedoria, 15 de Fevereiro de 1888.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
A. E. C. P.
Aaaoelaefto doa empreaadoa no cont-
niercio em Pernaoibaco
Matriculas
Commnnico aos senbores socios qua acham-se
abenas at o dia 29 do corrente, na uossr. sede,
das 6 s 9 horas da coite nos das nteis, e das 10
s 2 horas da tarde nos dias santificados, as mi
triculas das aulas desta aseoclaco.
Sieretaria da Assochco dos Empreados no
commercio em Pernambuco, 14 de Fevereiro de
1888.O 1- secretario,
Ildefonso de Freitas Pi heiro.
8. R J.
Obras puulicas
De ordem do Illm. Sr. eugenhoiro director geral
das obras publicas e du confjrmidade com a au-
toiisaco de S. Exe. o Sr. p.-enideote da provincia,
de 10 do corrente, facj publico que no dia 29
deste uiez, ao meij da, nesta reparticSo recebe
se propastas em (Mrtas lechadas e competente-
me.ute selladas, para a execucli dos reparos de
tres p^ntilhoes, na estrada do Praxereg Venda
Qrande e rcconsfroccSp da ponte dos Guararap s,
na estrada de Muribvu-i, osprineiros oreados em
511*566 o a seguuda em 893/550. ___
Us i rcimeutos c mais cou iic3^s do *5fitrato
ecbam-se na secretaria dfsta repftffffJo'para se-
rum examinados p. jos ^cian^mO^
-erara das oli/as uab icas, 13 de Fevereiro
de 1888.
O eaMnbejro seerelario
Luis Aotonio Cavalcante de Albuquerque.
':i:ri........
3amburgo......
Lisboa e Porto.....
'riaciuaes cidades de V.rl'.i-
*"'.......
Iba dos Acores ....
Sew-York.....
480
216
389
43
218
223
226
223
2*050
1ocledadi> Recreativa Jnvcnlnde
SesB&o magna em commerr.oracAo do nono anni-
versaiio di bibllotheca e sarao Wmostral om 4
de Marco.
Convites p ir i este sarao, nos domintro*, as
tercas c sextas, na secretaria da sociedade ; in-
cressos para os socios em mj do thesoureiro, to-
dos os dias. Previne-so que nlo sao admissiveis
aggregad is.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventudc,
17 de Fevereiro de 1888.
O 1" secretario,
Manoel Joaquim Baptiats.
DO
Capital
BRASIL
SO,000:000
dem reallsado 19,000:000^
A caixa filial 'esie flanco funeciona ra do
Ceu.mercio n. 40, saccu, 6 vista ou a mazo, cen-
tra os seguintes correspondentes no cstrangeir.-:
l.ontlrea e Parla
Hamburgo.......
S"""---.......) Deutsche Bank.
ureraenie........(
Frankfurt s/ Main j
Antuerpia.......) Biu.quo d'Anvore.
Roma.......p'.^l
qeuova.........t
aples.........I
Millo e mnis 340
cidades de ;ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Vlaiaga........
Tarragona......
Valcnci e cifras
.-idade a Hes-
panba i ilhas
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dadea de Por-r
tugal e ilhas.../
Bueno8-Ayrcs... .)
WoilttVJdo.
*>aYork.....
Banca Genrale
iigeucias.
Banco Hyptteeario de
Espaua e eu-tS agen-
cias.
Banco do Portugai
suas agencias. .
li.
English .-ink of the
_-rPr8^ljioiteif.'
Q. Amaiuk & C.
Compra saques lobro qunlqucr praea do impe
rio c do estrangeni.
Recebe dinbciio em cinta correute de mov
ment com jumara iazo de 2% >'-o annoe por le
truB.a praeo a juros convenciouados.
O gerente,
William M. Webater
Obras Publicas
Do ordem do Illm. 8r. engenbeiro direetoi ge-
ral das obras publicas e de conformidade com a
autorisacio de S. Exo. o 8r. vicepresidente da
provinea, de 9 do corrente, faco publico que, no
dia 27 deste me, .8o meio dia, nesta repaitigao,
recobe-se propostas em cartas fechadas e cemp-
tentemento selladas, parB a execucio da obra de
reparos da ponte da Duaa Barras sobre o rio Ama-
^agy, orejada em 6:576*120, scrvindo de base o
abate de 5 0,0, offerecido na nltima arrematadlo,
que foi considerada sera effeito.
O orcamento e mais codicoes do contracto
acham-se nesta secretaria para serem examinados
por aquellcs que pretenderen) arrematar a mesma
obrs, de accordo com o que disroem os arts. 70
73, 89, 90, 92, 97 101, 106, 115 e 116 do regu-
lamento V 20 de Junhi do anoopassado.
Secretaria da repart,io das obras publicas d
Pernambuco, em 11 de Fe'ereiro de 1888.
O engenbeiro secretario,
Lniz Antonio Cavalcante de Albuquerque. -
obras publicas
De ordom do Illm. Sr engenheiro director ge-
ral das obras publicas e de cooformidade com a
autorisscao de S. Exe. o Sr. vice-presidente da
provincia, de 10 do coi rente, faco publico que no
dia 29 deste mes,, ao meio dia, nesta repartico
recebe-se propostaa em cartea fechadas e compe-
tentemente selladas, para a txecuca-) dos reparos
das pontos do Caxaug, Caiar e S. Joao, todas
na estrada do Limoei o, orcadoi os da primeira
em 653*200, os da segunda cm 309*120 eos da
terceira em 699*660.
Os oicamentcs o mais conditoes do contrato
acham so na secretaria desta reparticSo para ae-
ren examinados peloj pretendentas.
Secretaria d repartivao das obras publicas, cm
13 de Fevereiro de 1888.
O engenbeiro secretorio
Luis Autonio Cavalcante de Albuquerque.
ia
za
De
agua c faz em Oiladi
AS.SEA! CLEA GERAL
Sao convocadn os Srs. accionistas para se reu-
nirem em sesaSo' de assembia geral ordinaria, r.o
dia 29 do corrente, ao meio dia, no salao das ses
sdeB da companhia de trilbos urbanos de linda e
Bebcribe, afiot de cuvir a leitura do rotatorio da
directora, julgar sobre as conUs da companhia e
o respectivo parecer da commiselo fiscal, eleger
um director im lugar do quo fdr excluido por sorte
como mandara os.estatutoa e a cornmisso fiscal
do aino vindonro.
Recife, 16 de Fevereiro de 1888.
O director gerente,
A. Pereira Simos.

Co\ panliia i eJificacao
Cornmuuico nos s>:i,bores nciionistas qug a di-
rectora em eessSo de hontem, esolveu o lecolhi
ment da decima e ultima prestacao do capital
desta companhia, e marcou o praco de 'O dras,
contados de hojt 9 de Margo viudooro, para
dito recjlhimruto.
Recife, 10 do Fevereiro de 1868.
Ji. Menezet.
Gerente
Obras publicas
tCetaeito do i'.wtieur
U 18 0E FEVEBEaO DS 1888
A Auoeiac&o'Commerctal Agrcola, registrn os
precos abaixo, pagos ao agricultor, por 15 kilos
Usina Pinto T . 2*700
Colonia Isabel: . . 2*800
TurbinA pulverizado. . 2*200 a 2*300
Srsnco 3. superior . . 2*700 a 2*800
3.' boa . , . 2*500 a 2*600
3. regular . . a 2*200 a 2*400
1*700 a l*8tKi
Vtascavadu purgado . . . 1*540 a 1*600
a broto. . . . 1*140 a 1*260
Retome .... a 900 a 1*000
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
CacAn (kilo) ......
Caf boro (kilo).....
Caf rcstclho (kilo) ....
Cachaca (litro).....
Carnauba (kilo).....
Car.'.cos de algodao (kilo)
Carvao de pedra de Cardil (toa.)
Purinha de mandioca (litro) .
Folbas de jaborandy (kilo) .
Genebra (litro).....
Mel (litro)......
Milbo (kilo'.......
Taboadoa deamarcllo (dusia) .
450
215
00
6y0
400
80
280
12
10*000
SO
300
200
40
50
10*CC0
C'ot*r;ii i algodtlo
BU 18 DE FEVEREI<[> DE 1888
Manteve-se a cofaco de G>500 para
orto do serto.
o de 1"
fntradaa de assucar e ulgorlao
lloviinento banearlo
assira, 1S de fevebbibo oa 1888
PRAQA DO RECIFE
Os banco) conservaran) h .jo u mesma toxa de
hout-m, 24 5/8 d. sobre Londres, achanjd p^uco
dnli.-iro.
Em papel particular h uve traosacfSes a 24 3/4,
mas ao ttebar do dia oa bancos r-.cusuram tomar a
este ilgarisuno.
PR\y\ DO RIO DE JANEIRO
As ecac s foram 24 5/8 e 14 3/4 baucario,
haveud? negocio cm papel particular a i'4 13/16 e
24 7/8.
As tabelhs expostas aqu fotam estas ;
Do Loboc a BM :
-jndres ....
3ri......
talla.....
Samburgo .
^jrtngal .
-"ew-Jfork
Do IltTBBlIlCrOSAL I
SO d .i tinta
145/8 U 5/8
86
m
216
389
389
-183
216
2*050
Dias
1 a 17
1 18
1 18
1 15
1 15
HEZ DE FEVEBEIBO
ASSUCAR
Entradas
Bircscas.....
Via frrea doCaruai. .
Aunnaes ......
Via-ferrea de S. Francisco .
Via-ferrea du Limcero .
Somtoa .
ALQODO
Entradas Dias
Baicacss...... 1 17
Vapores...... 1 17
Via-ferree de Caruai 1 a 18
Auimaes...... 1 & 18
Via-ferrea de S. Francisco 1 4 15
Via-ferrea do Limoeiro. 1 15
Saceos
57.018
9.689
6 868
60.791
25.629
139.990
-Sacona
2.848
1.471
500
7 973
1.455
5.781
20.133
;adres.
UO djv t vista
24 5/8 :/4 3/8
Porto .
l c dades
386
al
216
de Por tu-
389
389
483
218
826
;!*050
Somma .
Vapor despachado
Vap. nac. Maucs, para :
Ceai :, 145 fardos de xiiquc e 13 caixss com
176 1/2 bylos de rap.
Maranho: 103 barricas com assucar branco,
300 saccas cm tariuba de mindioca c6 caixas
com 223 1/ : kylos de rap.
Para : 150 Saces, 5 barricas, 255/2 o 295/4 com
assucar branco, 102 saceos com u ilbo, 100 pipas
com agurdente, 8 caixas com tajeado nacional, 5
caiioescom doce c alados cera vinho dj iuru-
beba.
Mauos: 128/2 barncap, 150/4 ditas, 103 barri-
qniubas e 18 giadcs com netucar branco, 2(10
caixas com sabao, 6 pifas; 10/10 e 130 barris do
5 com agurdente.
Carreg, diverses.
Va vi os despachad*.
Berca nac, aUariiibo XlV, para :
Santos: 2.000 sacos com asaucer branco e
3.500 ditos com aseucar uiuacavi.do.
farreg. Pereira Caro.iro & C!.
Pat. din. Harrieth, pira :
..Pelotas : 6u0 soceos, 1.270 barricas 50/3 e 75/4
com asrncar branu.-, e 300 b-irricas com asEUcar
maseavado.
Carregirm Poreira'Carnereo & C.
Vavios a carga
Barca portugaeza Nono Silencio, para Lisbou e
Porto.
Barca neruegucuse flon^eoenen, para Estados-
Unidos.
Barca portuguext Lopes Daarte, para Lisboa e
Porto,
Barca nruegucuso Pro/essor Nordeuskiold, para
EUtodoa-Uuidos.
Barca amcricauu Olus'ee, para New-Yoik.
Batea sueca Jacob, para Canal.
Barca norueguense Qlitner, para Liverpool.
Barca noruegueoso Polyearp, para Liverpool.
Barca norueguense Hooding, para Estados Uoi -
dos.
Barca amcrican Charles Lews, para Ntw York.
Bngue ingles Admiral Tromp, pira Rio Qrande
do Sul.
Escuna inglesa Percy, para Liverpool.
Escuna inglesa Stoordfish, para Pelotas.
Lug.tr nacional Loyo, para Rio Grande do Sul.
Lugar foruguea kei-ito, para liba de S. Miguel.
Lugar ingl. s Ftorence, para Estados-Unidos.
Lugar allemo Dj Capo, para Canal.
Lugar allemo Lena, p^ra Canal.
Patacho portugus Dous Linios, para Lisboa e
Porto.
Patacho allemao Ora ,para Pelotas.
Patacho iugles Web/> Qirl, para Canal.
Vapor ingles Heririeth, pira Liverpool.
Vapor austraco Szeahenye, para santas.
Vavios descarga
Barca americana J. H Chaiwich, feno.
Barca norneguense Dux, carvSo de pedra.
Barca norueguense Norge, carvao de pedra.
Barca noruegueus' Soltd, :arvj a pedra.
Barca norueguenso Columbio, carvSo.
Barca Doraeguenso Progreu, carvSo.
Brigue sueco Frito, varios gener. b.
Briue ingles Talbot, bacalho.
Lugar ing cz7'ersia, varios gneros.
Lugar ingles Freulig, carve.
Lujar ingles Paragero, bacalbio.
Lugar ingles Vidonia, bacaibio.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
Patacho aiemao D. Pedro, xarquet
Patacho ingles Edina, earv&o.
Patacho ingles B.nij Marg, bacalho.
Vapor ingles Wattrlio, carvao.'
Vapor inglez Mercedes, varios gneros.
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro director geral
das obras publicas e de couformidadn c un u au-
torisaco de S. Exe. o Sr. vico- presidente d, pro-
vincia, de 10 do carrete, faco publico iju uo dia
29 deste mes, i.o meio di, nesta ropartico rece-
be-se propostas em cartas fechadas e compet n
teniente selladas, para a ex- coeSo dos reparos d K
pootes de Nmaretb o Tapinaas, mi estrada de,
riaiareth, e construccSo de um boeiro em Campi-
a da VasFouru, na estrada do, LJW-vir'V* opados
bTaV-primtir m 386*-i?0," da segunda em ....
491< 50 e a do tcrceiri cm 414*.
Oa orcameut s e mais coudicoes do contrato
acham se nu secretaria desta repaitico para se-
rem examinados joi-.s prct- n le.itos
Secietaria da reparticSo das obras publicas, em
13 de Fevereiro de 1888.
O engenier-- secretario
Luis Antonio Cavalcanto de Albuquerque.
* Na barca norueguense Hording, carregou :
Para o Canal, J. II. li.iwel 60U tacis com
44.001 kilos do olgudttu.
Na barca portuguesa .Vboo Silencio, carre-
garam :
Para o Poito, C A." Ba bosa 50 sacos cora
3.C00 kilos de polvilbo.
Para Lisboa, P. Carneiro & C. 1,000 couros
salgados con 1 ,000 kilos.
fara o iniertor
Na escuna inglesa Swordfish, carregaram :
Par* Pelotas, Amorim Irmaos i C. 625 saceos
com 46.875 kilos de asEucar branco e 125 barricas
com 13,505 ditos de dito.
No patacho diuamarquez Harriet, carrega-
rain :
Para Pelotas, P. Carneiro & C. 130 barricas
com 13,520 kilos de assucar branco.
Na escuna al'em Ora, carregou :
Para Porto-Alcgre, J. da Cuoha BeltrSo 140
aaccos com 10,500 kilos de assuc ir branco.
Nj vapor austraco Stecheny, carregaram :
Para Santos, Amorim Irmaua & O. 450 saceos
com 27,000 k.loi de assucar branco e 750 ditos
com 45,000 ditos de dito maseavado ; P. C-irnero
& C. 1,000 saceos com 60,000 kilo, de tusucar
braco ; H. Borle & & 10 sacos com OJ kilos
de assucar branco e 180 ditos com 10,800 ditos de
dito maseavado.
Para o Rio de Janeiro, P. Carnoro & C 3,000
saceos cam 120,000 kilos de farioha de mandioca.
= No vapor trances Ville de Siacei, carrega -
ram :
Para Santos, J. M. Dias 150 saceos com 9,000
kilos de assucar branco ; F. Vieira 443 saceos
com 26,580 kilss de assucar brancj, 1,557 ditos
com 93,420 ditos de dito maseavado, 49 ditos com
2,840 ditos de dit) braneo c 951 dit s com 57,060
ditos de dito maseavado.
No vapor nacional Alanos, carregaram :
trrenflam e na Sania Cava va ae
KUintea prcdlim
Ra do Imperador
Sobrado n. 24
Ra Imperial
Casa terrea n. 151
Visconde de Albuquerque
dem n. 61
Ra dos Burgos
dem p. 21
Quadro da D-'tencao n. L
Oito o.S
Ra do Marques do Olinda
L ja do sobrado n. 53
Roa do Vigario Tenorio .
2<> andar o. 22
8 ditj dem
Ra da Mocda
Casa terrea n. 47
Dita n. 49
Ra do Amorim
dem n. 64
Ra da Madre de Deus
dem n. 10
Ra do Vigario Tenorio
1 andar n. 25
2a dito idem
3 dito idem
83*333
25*000
22*000
12*'i00
6*000
6*000
83 333
15*000
12*000
25*000
25*000
30*000
20*0t0
3ii*000
25*. 00
20*000
THEATRO
Qainta-foira'23 di Fevereiro
* 8 l|l liorn-. da notte
Grande 8 nuil esnectcilo
p.lo eiDn?nte Ilusionista do Paria
DI. FiBS Mil
que tem obtido completo sucuossi nos procipaes
tbeatros do mundo om o coacurso da swl< bro e
sympathica sybilla
> detr.i
/itnejo
)9 03 es
hora de
classica,
eein appa-
11
o mais lindo, carioso e instructivo
prctaculoB dividido em tres partes,
magia elegante o de alta prestidigita;
ec us humiristicas de grande illunSo
tes).
Esforcos meotaes c provas de grande memoria
instantnea p -la sybille. Misa Rosioa
k uin encantada
ultima ereasto de grande uuriosidade. Easaios
pniticos de rypnotismo e
Fasusiacion humana
experiencias pilpitantea que pirecem latir contra
b- leis da nutureza.
PRECOS
Camarotes de 1* ord^ui.............. i) ,",i >i 11
Ditos de 2>...................... 12*000
Ditos de 3'....................... 6*000
Ditos de 4*....................... 4*li0')
Galera de i..................... V*0o0
Cadeirai de 1.................... 3*000
D'tas de 2*....................... '2*00)
Platel........................... 1*000
Pamiso... ..'..................... *5O0
Esta importante tuncoS) terminar cerca d -.s 11
h .r, para os esoectadores alcau^arem os bonds.
Depois do espectculo baver trera at Apipu-
cos.
NotaAs pes.-oas que d'Sejarem marcar luga-
res podein faselo todos os dias no tbeair.i Santa
Isabel.
London V Brasilia ISank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por tolos os vapores sobre ss tai-
xas do inesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Oapellistas n. 75. Uo
Porto, ra dos Inglez -s.
Norte M & Nrai
L_^K*Jcr^X X *c\.aA_*
:OOO.oo'u de libras sterll
AGENTES
Adiimson How k C.
em casa do
SR. JOHN II BOXW'ELL
26 Ruado Commercio 26
oa
Seguros contra Fogo
EST 1803
Edificio8 e mereadorias
Taixas batxas
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. t8,0O:O00#003>
AGENTES
RBOWNs A C.
N. 5-RA DO COMMERCIO--N. 5
COVIBA FDEO
To LtverDool k Lonfloii & Gthi
INSURANCE CDMPANY
Blackbarn, l\eedhaio k i.
Ra do Commercio n. 3
'SEGEOS
MARTIMOS C?)M\ fogo
c ompaahia Phenlx Per-
nambncana
RUADO COMMERCIO N. 26, Io ANDAR
Companljia c frepacas
CDNTHA^O^a
NOETHERN
de Londres e .lberdeeo
Posigao fin.inctira (Dczembro de 1885)
Capital subscripto 3.000,000
Futidos ct-aroulados 3.134,3-18
Kecelta annual:
Do premios contra fogo 577,330
De premios sobre vi ias 191,000
Do juros 132,000
O AGENTE,
John H. Boxwell.
L\DEM1SAD0RA~
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabetecida em 18S5
CAPITAL ,O00.W)O|
SINISTROS PAGOS
He 31 de Dezembro de issi
Maritimos..... 1,110:000^000
Terreslres..... 3I6:000$000
44Ra do Commercio44
idem de 18
23CJ234
Oe dia 1 a 17
dem ds 18
Mercado
Recife ruinase
11:2094618
l:9906t'0
3:007iG61
!
13:140*218
Hualeipal de **. los
O movimento deste Mercado uo da 17 de Fe-
vereiro foi o acniote:
Entraran) :
25 bois pasando 3,895kilos, sendo deOliveira
Castro 20 dito* de 1, 2 de 2* e 3 de par
ti oslares.
1217 kilos de peize a 20 ris 26J340
50 cargas de fariuha a 200 ris 10.1000
18 ditas de fruitas diversas a
30U rs. 54f)0
12 tabolciros a 200 ris 2*400
(0 Sainos a 200 ris 2*000
Foram Decapados :
28 columnas a 600 ris 16*800
20 compartimentos di farioha a
500 ris. 10*000
20 ditos de comida a 500 res 10*000
611/2 ditos de legumes a 400 ris 24*600
36 ditos de fazendas 14.1400
19 ditos de suinos a 7(0 ris 13*300.
11 ditos de iressu.as a 600 ris 6*600
10 tainos a 2* 20*000
4 ditos a 1* 4*00J
A Oiiveira Castro & C:
51 tainos a 1*
Edna............ Via-ferrea de Caxang.
Emanuel.......... Hcrmann Lundgrin & C.
Fbrence ..'.,...... Juhoston Pater C.
Frita............. Hermann Lnndgrin & C.
Freidg........,. Bowman & C-
(ini............. llerm.O Lundgrin & C*
Gltuer........... J. H. Bjxwell.
Glengarry......... A'ordum.
Importaco
Patacho inglez Borny Mi.ry,
17 do
entrado
crreme, e con
'.nautt Baxu i
I'auftn Ja liraudega
skm*s* os 20 a 23 db r.vaitauo oa 18.8
Assuear retinado (kilo) ....
Assucar bmuco (kilo) ....
Assucar maseavado (kilo)
Alcool (litro).....
Arroi com casca (kilo)
Algo-dio (kilo) ....
Borracha (kilo) ....
Couros seceos salgados (kilo)
2(0
150
80
160
60
366
900
400
de Terra Nova em
signado a Jobnston Pater, manifestoa
Baoalbo 857 Kqut, 1,326 bjrri. e 1,060
meias ditas, ordem-
liaXpBrtnciio
bmcfb, 17 oa pxvraarao oa 181 8
tara o exterior -
No vapor ingloi Ben ieih, earregaram :
Para Liverpool, 3. Needham & C. 1,500 eccos
com 112,500 kilos de aasuear maseavado ; J. Sor-
gos 3.000 saceos com 225,000 kilos de assucar
maseavado.
No vapor ingina Aust-rliti, carregou :
Para Liverpool, J H Boxwell 2,000 saocos com
150,000 kilos de assucar maseavado.
No vapor ingles Mercedet, carregaram :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 4 000 saceos
com 280,00o kilos de assuear maaoav'ado; J. Id.
Oas 1,120 saceos com 80,000 kilos do assacar
maseavado.
rento
Foi arrecadado liquido at boje
Precos do dia :
Carne verde de 240 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Somos de 560 a 640 ria idem.
farinha de 20J a 28J ris a cuia.
Milho de 240 a 32 l ris idem
Feijo de 640 a lf.00 idem.
Para Maraobo, F. C.>nce>vao 100 barricas com" Htfndimento do dia 1 a 16 do cor-
11,200 kilos de assucar branco ; P. Mireira da
Silva 300 taceos com 13,500 kilos de farioba de
mandioca ; J. M. Oas 6 caitas cem 232 kilos de
Para Cear, J. H. Dias 13 caixas cjm 176 1|2
kilos de rape.
Para Para, Fernandes & Irmao 5 ca'xag com
580 kilos de doce ; A. K da Costa 5 barricas com
460 kilos de assacar refinado ; M. Amorim 40
barricas com 1,520 kilos de assucar refinado ; M.
J. Alves 300 barricas com 20,l3 kilos de assucar
branca; Amorim Irmaos & C. 50 pipas c ira
24,000 litros de agua.dente; V. da Silveira 20
pipas com 9,600 litros de agurdente.
Para Mano.-, Amorim IrmSos & C. 50 barris
com 4,b00 litros de agurdente ; Albnquerque *
Filbo 25 voluntes com 654 kiles de assucar refi-
nado e 6 pipas com .,880 litros de gurdente.
No biate nacional Bom Jess, curregaram :
Para o Natal. E. C. Beltro & Irmo 12 barri-
cas com 12U kilos de assacar branco
Na ba caca Flor de Mara carregaram:
Para Wamanguipe, E. C. BeltrSo & Irmao 2
barricas com 140 kilos de assacar brunco.
Dcve ter sido arrecadada oestes
tus a quantia de
54*000
219*840
3:290*220
3:510*060
Beadimentoa pblicos
mbs de ravaaBiBO
Atfandega
Benda aera.
Do dia 1 a 17
[ilesa ce 18
Honda provirn.-i.il
Do dia 1 a 17
dem de 13
543.105*160
52:560*593
109.290*858
11'.91*3*555
595:665*753
121:284(413
Somma total 716:950*166
Segunda secedlo da Aifaudega, 18 de Fevereiro
de 1888.
O thesooreiroFlorencio Domingues,
O eaef da secesoionstem.
atecebedoria (eral
Do dia 1 a 17 29:951*966
dem de 18 4:621 a81
34:573^947
Meeekealoria provincial
Uo dia 1 s 17 31:771^430
Maadi uro publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 76
rex.-s para o consumo do dia do boje.
Sendo: 69rees pertencentesa UiiveiraCastra
te C, e 17 a divereoa.
EmbareacSes surtas no porto
em 18 de Fevereiro
-N'AGIONAES
luvios con8roArAwos
Ipojuca........... Companhia Pernambucana.
Loyo.............. Loyo & Filho.
Lusitano.......... Maia & Resende.
Mariubo XlV ..... Loyo & Filho.
M'irnbn IX....... Luyo & Filbo.
Mandab......... Compaahia Peroambucana.
* Manoe......... Vieconde de Itaqui do Norte
ESTBANQEIBAS '
AVOS COHSraSATABtq
Adinial Tromp....' A' ordem.
# Austerlrts....... N. J. Lldistone.
Aureola........... A'ordem.
Auihor .'.......... Samuel L. Jobnston.
Bertha........./.. Hermann Lundgrin & C.
Bolgen.......... ilermann Lundgrin ft C.
Bondeveneu....... Hermann Lundgrin & C.
Bertha Anderson... J. H. Boxwell 4 C.
Jonansa ...._...... Juhoston Pater k C.
Bony Mary........ JuhnStun Pater 4 C.
Charles R. L.wis... A' ordem.
Coluab.......... Wilaou Sons A C.
Ch-rles Coa....... N. J. Lidstone C.
D. Pedro.......... Pereira Carneiro & C.
U ua Irmaos....... Silva Quimaraes de C-
Daisy............ Uenry Forater & C.
Dux.............. A' ordem.
Da Capo.......... A* ordem.
Etbel ............ Blackbur Ncedhan & C.
EnearmcSo....... Amorim Irmaos & C.
Eoiinus......... Fonieca Irmaos 4 C.
Hsrnronia
Hirriet...........
Hovding..........
HenrietbH........
Hugh Fortcscue....
Inventsy.........
Jacob.............
J.H. Chadwic.....
Lopes Duarte......
Leaoder...........
L a u..............
Lepreaox .........
Mispah...........
Maui Scammell
Mercedi s........
Novo Silencio......
N irge............
Ora..............
Olusteo...........
Percy............
Persia.......>....
P. N-.rdeutkold. ...
Polyearp ...........
Progresa.........
Paragero..........
Sequel............
Swordfisb.........
Sod....*..........
Sambum.........
Specdwell
Ileriiiiuii Lnndgrin 4 C.
A' ordem.
B>rstelmann 4 C.
Blackburn Netdbao 4 C.
Johoston Pater 4 C
A' ordem. *
Hermann Lundgriu i_\ C.
Pi-rcira Carneiiu 4 C
Alo rim Irmaos 4 C.
Jobnston Pater 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
A' ordem.
A' ordem.
J. H. Boxwell.
Billar Oiiveira 4 C.
Wilsjn Sons & C.
Herma;.o Lundgrin & C.
A' ordem.
Mendes Lima 4 C.
Foneeca Irmaos & C.
A' ordem.
J. H. Boxwell.
Wilaou Sons 4 C
Johnston Pater 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
Li vi amento 6e C.
BIii kburn Needban & C.
W. W. Rbilliard.
Ssecheoye......... Jobnston Pater 4 C.
Trias-.... .*........ Henry Nuesch & C.
Tbomas C. Seed----- A' ordem.
Talbot............ Johnstou Pater 4 C.
Ventas........... Amorim Irmaos & C.
Vidonia........... Rlat-kburn Needhan.
Ville de Macei.... Augusto Labille & C.
Welsh Qirl........ Jobnston Pater 4 C.
Waterloo y..... Wlson Sons 4 C.
O sigoal indica ter a embarcacao sabido.
Vapores a entrar
MKZ DB FETEBEIKO
Hamburgo .... Petropoli......... boje
Sul........... Ortnoque.........amanea
Sal......... ^rit;ido ........... amanbS
Liverpool..... Marer.......... 22
Norte......... Espirito Sinto..... 23
Europa....... Eve.............
Ntw-Yuk.... Paroeiwe .........
Sul....:...... Pernambuco........
Europa....... Ville de Cear.....
8ul.......... LaPlata........i.
Vapores a sabir
23
25
26
28
29
HEZ DB PKVKBEIBO
Santos e esc. Petropolis......... 20 2 b.
Santos c esc Ville de Macei----- 20 j 9 b.
Bordeaux ... Ortnoque.......... 20 & Ib.
Montevideo .4iianca........... 17 s2 b.
Csmossim... Pirapama......... 23s 5b.
Buenos Ayres Slbe.............. 23 as 2 b.
Aracaj e esc Mandahu.......... 24 s 5 -b.
Norte....... Pernambuco....... 27 is 5 b.
Santos o esc. Ville de Cear..... 29 sSh.
Hoviniento do porto
.Vauios entrados no dia 18
Baenos-Ayres37 diar, barca inglez Lepret.ux
do 769 tonelt das, capillo E. J. Broaw, equt-
psgem 13, em lastro ; i ordem
Macei16 horas, p.ir iaglce Mercedes de 1416
toneladas, caarmandaute W. M.Tei, eqojit-
gem 23, carga varios generes; a B xwell
& C.
Navios sahidos no mesmo dia
Man-s e esealaVapor nacional Mandos, com-
mandante Wadglinton, carga varios gneros.
Bio Grande do NorteHyate nacional Bom Jetvt
mostr Clementinu Jos de Maoedo, carga \ s-
rios gneros.
Macei Vapor ingles Amterliti, commandaids
James D. Fraaier, carga varios gneros.
f
/-

i
11


Diario de Periiambuco ^Domingo 19 de Pevereiro de 1888

Companbla de Segaros
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. Hua do Bom Jeau X. 9
SECiUKOSMAKirivlOS E TERRliSTtES
Ne;o8 ltimos seguro a nica compmhia nrsta
pracaque cauced.- aos Srs. segurados isempco de
oagaui u:a de piemio cm cada letiioo bdoo, o que
equivale ao descont aonual de cerca de 16 por
ecuto en Uvor dos segurados.
Companhia de edic.fao
C;mriUnico sos senbjrc* accianist^s, possuido-
rW d*s secos de nmeros ab-iixi, que findou han-
tem o iriiaeira prazo r que refere-se o art. 8 dos
:statut>s, que por toica d> mermo artigo lhes i
mareada nova prto de 30 diva, contados du hcj*
a 23 ds Fevereiro viudooro, para ruilisarcrn a
uoDa p-sUcJo, mediante o juro de 12 t'|0 o
1:200 1 ht por aceaa.
633, !ll a 970, 1216 1255, 1446 i. 1465. 1586
i 1596, 1703 1715, 1716 a 1725, 1816 a 182%
18G1 a 1865, 1991 A 19H5, 1856 1860, 557 4 &81,
618 6>!, 648, 123K 145.
Bteite, 24 de J.ne.ro di 1888.
Kxardo Mueses, Gen oto.
CIIARGEIRS
martimos
re* Mimrnii:^
LINHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Hortemard
K' esperado dos portn d< su I
no dir. 20 do correte, seguinda
-depois da demora do costume,
apara Bordeauz, tocando cm
ilakar e Lisboa
Lembta-se sos senbores passageros de tuda,
as classes que ha lugares reservados para cal
agenciu, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15%" em favnr das fu
milias cvmposta de 4 pessoas ao mohos e quepa
garem 4 pastagens intoiras. .
Por eicepcilo os crudos de familias que torna-
vera bilh.-tes de proa, gosatn tambem 'este a bati-
mento.
Gs vales postaos so se di at s dia 17 paso* I
de cantado.
Paracirga, passagens, cncominundas 4 frote : Iracta-sccom o
panilla Franeoza de Navega
cao a Vapor
Linha quinzena) oritra o H'vro, Lis-
boa, Pernambueo, Bahia, Rio do Janeiro t
Santos
0 vapor Ville de Car
Cumman lanto Lseney
Espera-se da Europa do dia
28 do Fevereiro leguiodo de-
pois da demora uecessari
para
B.hia, Rio de Janeiro o Santos
Roga-se sos Srs. importadores de varga pelos
vapores desta liuha, quein.rn apresentar se dentro
de 6 das a cootar do da d:-ctrg>i das alvarengas
qualquer reenmacia concerneute a voiumes, que
porveotura tc-uham seguido para es puctos do sul
afim de se podercm dar tempa as providencias,
necesariaa.
Expirado o referido praso a comp&nhia nSo se
respoocab'Iisa por extravos.
Para cra, pnsaagens, cncoxmrndas e diobei-
ro a frtle trata-se com o
AGENTE
Augusto Lbil le
9 RA DO COMMERCIO-9
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE E L
Rio de Jaueiro, Mantos, Rio
Grande do Sol, Pelotas e Porto
Alegre
0 vapor Ai-lindo
Espera-se so dia
0 de Fevereiro
dos p ros cima
e seguir depois
da demora do cos-
tante para es mes-
_acima indicados,
rga, cnccmmenda
s e passageros para
AtgRsle Labille
9_ i HA DO COMMi-; lOYii7~M4IL STEAM TAKET
COMPAP
O paquete Elbe
E' esperado da Europa no dia 23
do correte e seguir depois da
demora neceas ria para
Rabia, itio de Janeiro. Monte
v leo e Ruenos-Ayres
Vapor La Plata
esperada do
su!M odia 29 do
correte e seguir
depois da demom
nocessaria para
Lisboa, Yi> c Southampton
Reducida de passagens
Ida, Ida t voUu
V -~outii:ipton 1* ciaase 28 42
A' Lisboj 1* classe 20 30
-Camarotes reservados para os pasaigeiros de
Pernambico.
r*ar8 passagens, fretes, etc., tracta-se c to
AGENTES
AiuorimIrmos &C.
N. 3- UUA DO BOM JESS N. 3
r* O O. J. 9 c 99 R O.
i* f 8 8 1 S" 0. 0 B" 1 a. 0 5 9 -1 53 B s 0 R s 0 b; f j-0 B r I5 B n.> s-g
^ 0 ^ i - s H > o. a B 0 w se 81*
a O iif o 0 1 5 0 S 0 0 o.' *9 -B 2. 0 B C ;--
* 1 ~. -. - _ 0 B 0 5 ^ B (5 B B S> " TF3
Is # . , sr-
2 "2 \ M f *J O . 5
s 00 H- ic o> 5 Ol
1n B a. C- O, 0. 0. c 0 r
n A 0 a a o ?
B R s > > S S
s er D O* 0 5' 0-2. er a O ?=?B ra 3
z: y v - ~
* 1 rft l'l
3 B 0 --s $ -*
a 1 Directamente a o. a O. 3 ?.
O-1 R para Europa do Rio da Piata. er 1 ? o* 3 0 . o -. 0
o" So.
m 5 ? *o M _ 8
5 S. to to e O eo 9
* n 0. a. o. 0. O. S-
S" a SI 1 ta S se se >
- 0 B> B R * er O "
0 n o- O O 0 0 ""2
0 3 0 ! 5
0 3 - ?
si So
2 33 c te -1 10 en
1?5 B* 9 (-P B o. r. S B 0. * o. R O. a 2 a
'i 0" 0 O 0 0 O " 5-s
B 5 5 ?
m - 0
."iKt;;ifeia Hraileira deslave-
%a$o Vapor
PORTOS DO SUL
Vapor Espirito-Santo
Conimandantc o 1 tenent* Cario An-
tonio Oomtt
E' jrr!radt> dos portes do nor-
te :ol;i 23 de Fevereiro e de-
rpois da demora incispensavol,
^seguir para os prftN do sul.
Kecioe camoem carga para Santos, Santa Cs-
thariD', Pelotas, Porto Alegra e Rio Grande d
*".il, frote modic .
Para carga, passgens, cncommendas e valore
. ata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTO N 9
COHfAXHI* PERK1H>IJCNA
DE
vaveaafSo Costciraoor Vapor
PORTOS DO NORTE
l tralyin, Natal, Macan, Mouor, Ara
"tfy, Cear, Aearaha 3 Camotiim
O yapor Pirapama
Commandante Baptitta
Segu no dia 23 de
Fevereiro, Is 5 horat
tarde. Recebr
gaat c dia 32
EncomoMndM pasaageas e dinbeiron afrete at
1 3 he ras da tarde do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Ces da Ctmpanhia Pemambuenma
n. 12
m-s portes
Recebe Rr
os mesmos portos : a tratar eos
PEREIRA. CARNEIROiS C.
N. 6.RA DO COMMEROIO-N. 6
lm andar
coiPANiut reu\tHaiciKi
DE
\avegac5o costelaa por rapor
PORT03 DO SUL
aeei, i enedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Cciomandante ^Ibuquerque
Segu no dia 24 dt
Fevereiro as 5 horas
da tarde-
Recebe carga at s
dia 23.
Encammeiulas, passagens e dinbeiros frete at<
4s 3 boras da tarde do dia 24.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhirt Pvmambucana
n. 12
Leilao
De nma casa terrea, movis, ele.
O agente llritta aotcrisido por urna familia que
retira se para a Europa, vender segniote :
Urna casa teirea no centro di tirreuo, com ter-
rajo nos tres lad.s, 2 sal, 4 quartoe, cosioha e
2 qoartos (ora, cacimba e Bomba, sita ra das
Creonlas n. 28, freguezia da (iraca.
Era seguida vender os movis, a sabir :
Ujia icobilia de jaearaod, 1 santuario, 1 cama
francesa e 2 cclxcea, 1 eo'om ila, 1 mesa de juntar,
1 goarda louca, 1 marquisa, 1 mesa de jugo, ca-
deiras, loucis, 1 relogio de parede, jarros, eandi-
eiros, l.ucss, vidros, trem de cosiobaf 17 ps de
craveiros, quantidade de terramenta para caldei-
reiro, eoutros objectaa.
' Jerga feira 21 do corrent
_________A's 10112 boras .____________
LeUo
De mov is, louca, vidros, espelhos grandes,
jarros p-ra flores e objsetos de electro-
pate.
A saber :
Un piano, 1 serafina francesa, 1 sof e 4 ca
deiras com palhioba do encost, 2 contlos com
tampo de pedra e 18 eadtir^s de guarniC/Sa, tudo
de Jacaranda, 2 luttrea s gas, jarres e vacos para
fl>res, CdSticaes e maogas, 2 espelhos grandes dou-
rados, quadros, j irdiuciras, langas para cortina-
dos.
Duas camas de Erable formando urna cama para
casal, 2 can nudas, 2 jardioeiras, 2 teilets, 2 ma-
chinas de costura, 1 cama para menino, 1 berco
de balaustre, ipuquesdes.
Uo goardo-louca euvidrsoado, 1 aparador de
armario, cadeiras de jenca, 1 relogio grande, pir
celana para cha e juntar, eopas. clices, compotei-
ras, cadeiras altas e baixas para menino?, 1 car-
rinbo para enanca, jardiueiras, mesas, cadeiras e
muitos outros movis existentes no armasem da
ra Maiquez de Olinda u. 52.
Agente Pinto
A's 11 horas
Terca feira 21 do corrente
Leilao
de urna casa terrea com grande terrina, chaos
proprios, com ocrea de 900 palmos de trente e
^ e 500 de fundo, na ru de S. Pedro n. 1, o'4eua
Fri, em Beoeribe, perto da casa da Sr. Flavio
Ferreira Cato.
Quinta feira 23 do corrente
A's 11 boras
Agente. Pinto
Era sea armasem, ru Marques de Olinda n. 52.
Leilao
De urna c*sa terrea n. 161 a ru 1 de 8. Miguel, fro
gcesia dos Af gados
. Qu tita feira 23 do-corrente
A' II horas
Ra do Li.p -r-ijlor n. 22
O agente 8tepple competentemente autorisado
levar a leilao a casa cima, i ra de S. Miguel n.
164, freguesia de Afogados.
Qualquer iofoimacao o mesmo agente dar.
V
Na Loja das Lfslras Aiues
Duque de Caxli
TelBiB 211
Aviso
Ka raa da Un;3o n. 54, precisa-se fallar a as
8rs. Antonio Julio de Senna e Goelhe Irmao & C.
A' roa Duque de Caxlaa u. O
avisos diversos
Precisa-se de nma ama para coainbar e
comprar para casa de pane* familii, preferindo-
se de meia idade ; a tratar na ra da Guia n. 5,
1 andar.
Aluga-se casas a 8AIK.-0 no boceo dos C has, junto de S. Qoncallo : a tratar na rva di
mperatri n. 56.
- Alu ;a-se o 2-
nova de Santa Rita,
gas : a tratar na mesma.
andar da tasa n. 31 da rus
tem b:ns commodos, agua e
Pede-se ao 8r. Antonio de Paula e Mello
que veuba ra do Cabug n. 3-A a negocio.
AMA Precisa se de urna para cosinhar,
para casa de pequea familia tJna ra Direita n.
64, 2- andar.
I
Leilao
TERQA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A'a 11 boras
Na rn Estreita do Rosario n. 36
O agente Modesto Baptista, eompetentcmeote
autorisado tara lcila do seguinte :
Ao correr do iarlello
De grande qusntidade de latas cam manteiga,
ditas com lsg-stioho, ditas de debrada, ditas de
ostras, presuntos, caixas cam pimeotas, presuntos
de barril, palitos pira denle, queijos do sertao e
outros generas de estiva.
Em seguida
O mesmo agente vender 1 boa espingarda para
caca, pecas de borracha para espatos, relogios, 1
cama para meniuo, 2 marquesas, 1 carteira, 1 es
tanto, 2 lavaUrios, 1 mesa de 2 gavetas, copos,
8goa-fiaiida, oleo orlas-, tnico, 1 relogio de pedra,
1 jarra, 1 mesa de pinho, canieiros para kerose-
ne e jarros.
Agente Pestaa
Antes de seguir para a comarca, de onde toi
natneade promotor, o Dr. Lonreooo Caetano de
Albuquerque, necessario e mesmo conveniente
a'seu-carcter de magistrado que appareoa roa
a Aurora n. 121.
Vende fnsendas finas por todo preco e d des-
cont a quem comprar de 20/ para cima. As
Exime, familias nio devem comprar em outra
loja sem primeiro verou mandar buscar asamos-
tras que se do sem peohor. .
Fazendas de novidade
Tecldosi do linbo bordados com 'r v< >i
quadros, fasenda muiro largae da linda corsa
8i:0 rs.
Seilsas de Maco, preto e de todas as cores
lis 1 ou de listas a 800, 900 e 10C0.
Velludo preto de seda bardado ou com lista
de aetim a 4C< 0.
700,80o"e* JT-0 Pre, 6 detdBB 88C6r'
Elsiaitne de corea o com listas cor de crem
a 500 rs.
U-galo paro infestado paraveetidos a 360
e 400 rs.
Linn bordado, nma t cor 240 rs.
VelliKinlio preta e de todas ai cores com
ccotas a 1/800.
Uenda bespanhola com bicca, preta ou branc
pe seda.
CAssasi Nanzoc pudras miudiohos a 280 rs.
Crochel branco e de cor, desenhos lindos
para cortioadoa a l/uOO.
OrinaldaM com rices veos de Blond a 8,
104ol2000.
, J^R oe quadros, pairOes novos a 320, 360 *
400 rs.
Mimo dos Alpes fa renda de listas assetinads
a 300 rs.
Retnelas lavradas do lindas eores a 240 rs
FualAo branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
4 largurss a 700 e 1*1000 su
Criado e ama
No Espiubeiro ra de S. Elias n. 10 precisa-se
de um criado e urna amapaia cosinhar, umbos que
durmam em casa.
A tratar na ra da Madre de Deus d. 5, arma-
sem, de 10 s 4 da tarde.
D.-claro que vendi a taverna sita ra de
Gervasio Pires n. 139, livre e desembarazada de
qualquer debito ou onus. Julgando-se alguem
credor queira apparecer ne praso de tres dias.
Recite, 17 de Fevereiro de 1888.
Miguel Marcelino da Costa.
Diarios e jornaes
Raogel n. 63.
compra-se na ra do
Negocia-se orna venda cm Afolados, ra Direita
o 19, as pessoas que pretenderen) dirijam-se a casa
confronte n. 24, que achara com quem tratar.
Tcrca-feira 21, deve ter lugar um leito de mo-
vis, Iones, vidr-s, crystaes, quadros e muitos ou
Iros objectas existentes no armisem da ra do
Mu |'i z de Oliudu 11. 52.
Quaria-feia 22, o de f.zondas, miudezas,
castor e charlte para esledos.
Quinta-feira 23, o de boo predica, sobrados
e casas terreas, de coufarmidade cera o annuneio
em entro logar dcsta columna.
Asrente Pestaa
Leilao definitivo ,
De-um exoi lente terreno com 600 palmos
de frente e cerca dt. 800 de fuudu, cum
urna mo^oifica ca imba e bom banheiro,
com uiuithS arvores fructferas, anneza
aos fundos da casa do Sr. Manoel Fer-
nandes da Costa.
eguoda feira 'O do enrrente
Ao rnoio dia em ponto
No armazem ra Vigario Tenorio n. 12
O agen-e Pestsna, far hi'ao por mandado e
assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orpbids, do
bom c arbarisado terreoo, com cacimba e baobeiro,
pr-r,encent aa inventario do fallecida Manoel
Duarle Figueireda, o qual ser entregue polo
maior prei;o que se obtiver.
Leilao
De 2,000 esteira de palba de cam.ba
Segnodafeira o do corrente
A's 11 boras
Yo armazem ra Mrquez ele Olinda
n. 19
O agente Oosmlo, far Icilaa de 2,000 esleirs
de palha de carnauba, em um ou mais lotes a
vontade dos compradores
Leilao
De 200 latas com manteiga ingleza de um
kilo.
Sf linda feira. tO do eorrentc
A's 11 horas
No srmazsm da ra Mrquez de Olinda
n. 19
Por Inlervenro do agente
Gusmo
Leilao
De 5 carteiras, 2 mesas, i prensa e banca para
copiar, 1 banco para prensa, 2 armarios, 2 appa-
radores, 2 estantes, 1 balco, 1 mesa de pinho,
1 batane* grande com pesos. 6 bancos para car-
teiras, 1 cideira com rosea, 1 machias para lim-
?ar facas, 1 grande oeulo de alcance, 1 lavatorio,
papeleira, 3 veoesianas e ma's objecios de es-
criptorio.
Terca feira 91 do frrente
A's 11 horas
No 1. andar do tobrado da'rva do Com-
mereio n. 40, pnr cima do Banco Inter-
nacional, entrida pela ra do Torre
O'agente Guamc, aotcristrln far leilao dos
objeetos cima descriptos e por esnta e rUco de
quem peireacer.
Leilao
De moris, loncas e vidros
L'oostando de 1 mobilia de amarello com 1 ef,
2 cadeiras de brroos, 2 ditas de balaceo, 2 eunso-
los, 6 cadeiras de guemicfo, 1 espelha oval, 6
quadros, 2 etagers, 1 Up.^te para sof, 2 ditos
para cama, 5 j-rros finos, 8 esearradeiras 1, par de
lantemas, 1 caodieiro para gas, 6 bailas de diver-
sos tanaDbos, 2 camas francesas, 1 tuilet, 1 lava-
torio, 1 cab'de de columna, jarro, baca e perten-
ees para lavatorio, 2 cabidos de parede, 1 colxSo,
meias commadss de amarello, 1 banca de ama-
rello com 2 gavetas, 2 aparadores de amarello, 1
marquesa, 1 mesa de jan ar, cadeiras avulsas, 1
mesa de cosinha, louca de janiar, dita de almoco.
copos, compoteiras, bacas grandes de zinco, ditas
menores, 1 taboa para enganimado, 1 jtrra, 1 pote,
trem de coaiuha e outros iiuitos movis.
Terca feira, 11 do corrente
A's 11 horas
Na casa n. 32 da ios de Santo Amaro
O agente Martina competentemente autorisado
far leilJo de todos os aovis e mais objeetos exis-
tentes em dita easa.
AO CORRER DO MARTELLO
De urna armsc3o de amarello envidraba-
do e diversas bebidas alcoolicas existen-
tes no estabelecimento sito a roa do Bom
Jr-sus n. 33, outr'ora da Cruz.
A'S 11 .HORAS
Terca feira 21 do corrente
O agente Pestaa, auUrisado vender a referida
srmafo e mais bebidas existentes no estabeleci-
meuto cima mencionado.
Leilao
De predios
A saber:
Do sobrado de um andar e s.tao, n. 44, 4 ra
da Roda, que rende 4V000.
Da casa terrea n. 5, na travesea da Baixa Ver-
de, em cbilo prepno, que rende 224000 mensaes.
Quarta-feira, 23 do corrente
A's lt horas
Agente Pinto
Ra Mrquez de Olinda n. 52
Loja de fazendas
Quem quizer comprar urna loja do fazendas no
melhor panto da cidade : dirija-se ra Duque
e CnxiHS n. 47 que obter iotormac9;s.
Bramante de
perior qoalidade.
Haclnpolo americano Lisias azues cora 4
e meio palmos de largura a 6/500 com 20 varat
garantidas.
* ls;odo americano mato largo e snperioi
para lences a 5/5C0 a peca, mais estreito a 3/600
e 4/000.
cultas e cretones escuros, claros e rniudi-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 240
ris.
Linho* lisos e de quadrinhos a 100, 120, 160
e 200 rs.
Almas do Reeife
vJAIogu-se o sitio denominado das Almas, na Es-
trada do Maduro; a tratar com o procurador do
p itrimanio, ra Direita o. 120, das 6 s 10 bo-
ras da manh, e das 3 s 5 < Ao commercio
O abaixo aesignado lendo no Diario do. boje um'
communicada dosiSrs. Souza Travsssoa & C, o
qal declarava que desta dat de ser seu cobrador, a dias que o mesmo j tiaha
deixado por sua expoutsoea vontade, e declara que
o nico dinheiro quo recebeu foi a quantia de
f 0/000, que entregou sos meemos Srs. e que estes
lhe pagaram sua commisso, ao que elle de d/reito
tinba a receber.
Recite, 19 de Fevereiro de 18S8.
_________, Constantino de 8. Brrelo.
Engenho
Traspass>;-se o arrenda ment do engenho Jar-
dim, do termo de Serinbom, e vende se a safra
para ruis de 2,500 pies, perto do porto de embar-
que ; tambem vende eq a boiada, burrama, carros.
' um dos prlmeires engenbas do termo de Seri-
nbacm, quem o pretender pode eotender-se no
mesmo engenho com o rendeiro.
Brim
320 rs.
pardo para roupa de meninos a 300 e
Leilao
Agente Britto
Da urna armacio, utensilios e grsnde sartimen-
to de gneros de prmeira qimlid-.de e estrsogei-
ros, existentes no estab. leoimento de mol hades
ra de S. Joa n. 17.
A' 10-1/2 horas
Leilao
De cha/lote e castor para sapatos, faseodaa e
niudezas, taes como chitas, agodoes, baptistas,
cretone.1, brins de cores, collarinhos de linho, cha-
les, setim branca e de cores, las e chapeos para
bomeus e senhoius.
nana reir ** do corrente
A' 11 hora e-n ponto
Agente Pinto
Raa do Marques de Olinda n. SS
Eiu continuado
Ums carteira, 1 fiteiro, 1 secretaria, 1 prensa
para copiar cartas, 1 relogio de parede e outros
movis.
Agente Pestaa
De bons predios
Qnlnta Jeira 23 do corrente
AO MEIO DIA
No trmszcm ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, competente-mente autorisado
o por couta eiisco de quem pertencer, vender
no dia e h ira cima mencionados, o sobrado de 1
andar sito ra da Nogueiran. 23, cornos commo-
dos s'gu uta :
Audar terreo, 2 quartos, 2 salas, eosioba, quin-
tal e c cimba, reudendo mensalmento 20/000
Andar siipen'or, 2 quartos, 2 salas, 1 saleta, co-
sinha e quintal coin cacimba, reudendo 30/000
mensaes, terreno proprio.
Urna grande casa com salea ra da Palma
ns. 90 e 92, cam acommoda;djs para tres fami-
lias independentemente, reudendo mcnsalmente...
60/000 e em terrena proprio ; esses predios serio
vencidos pelo maior preco que se obtiver, es quses
pelo seu bam rendimento cbamam a attecco dos
Srs. compradores.
Leilao de predios
A saber : O sebrado c'um aodar e sotodarua
da Aurora o. .'37, em trente a pente de Santa Isa-
bel, con. grandes accommodacoes para duas fami-
lias por ter co.iinh* u > pavimento terreo e no so-
lio, san e quartos grandes, com agua gaa e es-
goto, e rende acto mente 1 272/
Urna casa terrea da ra da Uoio n. 56 com 2
salas, 4 quartos, bunheiro n outros roelhorauentas
necessarios o que rende 50 /.
Quinta feira 8 do corrente
A's 11 horas
Ha ra Marques de Olinda n. 52
Agnte Pinto
A o commercio
Os abaixo assigoados participara ao respeitavel
corpo commefcial desta praca e a quem mais pas-
ea interessar que desd; .'1 de Dezembro do anuo
prximo paseado se echa dissolvida a sociedade
que tinham no eetabeiecimeoto de molbados sito
roa do Dr. Feitosa, outr'ora estreita da Rosario
n. 9, e que nesta praca gyrou sob a razio social
de Pocas Alendes de C, ficando t^do o activo e
psssivo da extincta sociedade a cargo do ex soeio
Antonio Joaquim Meodes e Pocas e o ex-socio Ju-
lio dos Res Pires pago e satnfeito de seos bave-
res atea prevate data, bem cama desonerado de
qualquer compromisso wf rente a mesma extincta
firma.
Recite, 15 de Fi vereiro de 1888.
Antonio Joaquim Meodes e Pocas.
Julio dos Res Pires.
Florencia Mara da Concelco
Rr.#I. Lua llobcllo, du i. fnulbor, filtaoo, ir
maos, sobnoh s e mais prenles, tendo de mandar
resar ama missa na terca-feira 21 do crrente, s
8 horas da manha, na igrrja matriz de S. Jos,
stimo dia do passamento de ana seuipre cborsda
mii, sogra, av e parenta, convidam para assis-
ti|*a aos pareles e amigos da finada, antecipan-
do-lhes seu eterno reconhecimento.
Juan Paea Harreto
Jos Paea Barrcto, Lanrindo Paes Barreta,
Constan!iuo S Barreta, Joia Paes Barreto, Olym
pia Paes Barreto, Belmira Paes Bsrreto, Eulalia
Paes Barreto, Antonia Paes Barreto, Delsulina
Paes Barreto, Augusto Soares de Figuelredo, Jos
Felippe de Parias, Cecili: Cavalcaute de Albu-
querque, Cecilia Paes Barreto, Mara Tberesa
Paes Barreto, Francisco Xavier Paes Barreto,
Jos de Castro S Barreto, Constantina S Bar-
reto, filbos, georos, oras e netos do fallecido Joio
Paes Barreto, maodam celebrar missaa na capella
de S. Jos da Boa Esperance, stimo dia de seu
fallecimento ; para este acto canvidam aos paren-
tes e amigos do finado, que ter lugar no dia 20
da corrente, s 8 horas da uanha, e desde j se
confessam summamente gratos por este acto de
caridade e relieiio.
Eugenio Pinto da Cosa
Joio Pinto da Costa e sua familia, agradecen-
do a todos es seus parentes e amigos que acampa-
nharara -ultima morad os res os mortaes de seu
extremoso Albo Eugenio Pinto da Costa, convi-
dam os. bem como a todos os amigos do finado, a
assistirem a missa que- mandam reaar na matriz
de 8. Jos, s 7 horas da dia da Brrente, pelo
que desde j se coufeesam eternamente teconbe-
cidos.
mella de Avedo
I k aniversario ,
Antonio da Silva Neves convida acs B--U8 pa
rentes e amigos para assistirem as missas que
roaoda Celebrar na i^r ja de S. Francisco e na
capella de Apipueos p.-r alma de sua idolatrada
esposa D. Amelia de Asevcda Neves, seguoda-
feira 20 do corrente mes, s 8 horas da manh,
1- anniversario de seu iufxusto passamento, e
desde j se confesea grato A todas aa pessoaa que
se digoarem compare -er u esse acto de religiao e
caridade
Casinetas escuras imitacia de casemiras a
500 rs.
Baela azul encorpada para ronpa de banho s
700 e 800 rs. '
t>an de quadrinhos, paJroes novos, a 300, 3.0
360 e 400 rs.
Crepea de liadas cores a 500 rs.
Lenco brancas e de cores a 360, 1/200(1
l/5t0adutia.
Toalhaa felpudas e alcoxcadaa a 3/500 5/ e
6/000 a duzia.
Melaa de cores, brancas e croas para senbo-
ras, homens e meninos desde 2/800 at 6/000
melhor qual idade.
Encbovaes para baptisados completos a
105 12/000.
Cortinados bordados pura cama ou janella
a 6/ e 7/000.
Panno da Costa, de quadros ou listas a 1/200
o cavado.
loalhado lavrado, lindes desenhos a 1/200
el/500.
Oosrdanspos a 2/000 a duzia.
Especialidades
L.uvaa de seda ou pelica a 2/000 e 2/500.
Bieos brancas e r de reme, matizados a
2/000, 2/5C0 e 3/000 a peca eoin 11 metros.
Conta* lapidadas paraenfeile de vestidos pre
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordados, babados e entremeio de fnstao t
transparentes a 300 rs. a peca com o metros.
EapartilItOM cotrai,^ e americanos a 3/500
4/, 5/ e 6/00.
Crande qu-intidade de chitas em retalhos que
vende se por qualquer preco.
siicii 8 retratos aierras
Plntadoa a oleo, com rica moldura e cordes
por 25/000; estio expostos signos retratos para
o publico e as Exmas. familias verem o quaoto
sao lindos e baratos e fcil a qualquer pessoa ter
um em sua sala de visita.
Para eneommendar bastaote manda
um pequeo retrato em carto de visita, nio im-
porta que seja antiga, disendo a car dos olhos e do
cabello cliega um lindo retrato desejado.
Agencia de artigos americanos e carimbos de
borracha.
Na Loja das Listras zoes
Jos Augusto Dias
a juros
Precisa-se da quantia de 500SC00, dando se
juros : a tratar.na ra Velfaa n. 36.
Farfillflflnarcosaigoft
Cbegou a prmeira remessa do precioso farelto
de carofo de algodio, o mais barato de todos os
alimentos para animaes de raca cavallar, vacsum
auino, etc. O caroco de algodio depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na"
Inglaterra elle empiegado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farelbs
que sao mnito mais caro e nio sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no Becire coutFras;a Bocti
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
hados : na ra do Raogel o. 63.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, ra
o Mrquez de Olinda n. 23.
MOLESTIAS do PET
HYPOPHOSPHITOS
OD^CHURGHTX.L
O D' Churchill, autor da descoberta das
propriedades curativas dos Hypophos-
phltos no tratamento da tisica pulmonar,
tem a honra de participar aos scus collcgas
mdicos, que os nicos Hypophosphitosi
reconbecidos e recommendados por clle
sSo os quo prepara o 8r. Swann. phar-5
maceutico, 12, ra Casliglione, Pariz.
Os Xaropes de Hypophosphitos dej
Soda, Cal e Ferro vendem-sc em frascos i
quadrado tendo o noine do D" Churchill
no vidro sua ossig natura no envoltorio e
na tira de papel encarnado que cobre a rolha.
Cada frasco verdncioiro leva alcm d'isto a
marca de fabrica da Pharmacia Swann.
Vendem-c em todas as Pharm
W0STAJ5,_______
P*- *5LRY
Veode-se im toda i oirts
Criado com urgencia
Precisa-se de um eriado de 14 snnos de idade
para baixo, para o servico de campras e manda-
dos!; a tratar na ra Velha p. 36.
Declara filo
Os abaixo assigoados previuem a todos os seus
dtvedores, que deixa de ser sm cobrador o Sr.
Constantino de S Barreto, ficando sem effeito as
contasque tem cm seu poder o mesmo senbor pa-
ra proceder a cabrsnca.
Recite, 17 de Fevereiro de 1888.
Souza Travassos & C.
I'rofessor
Antonio Pedro Carmiro Leio contina a leccio-
nar em cssas particulares as seguintes materias :
lingua nacional, iugua francesa, desenbo linear,
goographia e arithmetica. Para tai fim, pode ser
procurado ra do Hospicio o. 83.
Cosinheira
Na praca da Boa-Vista o. 32, 1- andar, precl
sa se de urna.
Maduro
SEM RIVAL
O sorprendente vinho Maduro, puro, sem mis-
tura alguma, proprio para mesa, acaba de chegsr
nova icmcssa.
Sem querermes depreciar asqualidsdes puras dos
Tinaos diariamente aonunciadoe, podemos garantir
aos DOS806 fregueses e ao publico em geral, que o
vinho Maduro de nossa especialidade o nico
capas de urna boa nutricio, conservando todos os
requisitos da bvgiene, como um dos prineipaes a
fater urna digestid fcil, alimentando os glbulos
sanguineos, priucipaes motores da s&ude da huma-
oidade.
Em OBRAS DE VIME ninguem compete com-
nosco : temos
Berro Condecaa Costurelraa
Faqnelros
Pspeleiroe e balaios para roupa soja, asaim
como cestas para compras, de todos os tamanbes
Em TAMANCOS DO PORTO
tambem ninguem compete : Para bemene sio so-
berbos, mas para senboras sio sorprendentes.
SEMENTE8 NOVAS
de hortalizas e flores, temos sempre em todas
os vaperes, a eseolha mais rigorosa que desejar se
possa
aa Estreita do Rosarlo n 9,
junto Igreja
Pojas Mendes J G.
Luis Csrdoso Pinto
O abaixo aesignado precisa s. ber se existe uesta
cidade ou seus arrabaldes o subdito portugus
Luis Cerdoso Pinto, viudo para esta cidsde em
1845, natural da provincia de Beira, biapado de
Lamego, Ireguezia de Barr ; a pessoa que son-
ber sonde existe esse senbor, far o favor de com-
nunicar ra Imperial n 90.
Miguel Jos Barbosa Ouimaries.
AL
T
h
Compauuia de ensilarla
O eommandante e cfBciaes desta eompanhia
m r.dam resar na isjVc ja de Nots i Senhora da Con-
ss ci dos Militares, no dia 20 |do correte, s
7 1/2 boras da manb, urna missa de 7* dia, por
alma de caba de esquadra d> mesma eompanhia
Manoel Leite da Silva, em attenecio ao seu bom
romportamen'o e estima de qoe gosava de seus
U rinres e almaradas.
4N PATERSON 8r
N.44Rua do BrumN. 44
'UNTO A ES f A(!A0 DOS B0NDS
Tem para vender, por pra o mdicos, as segoi f-'s farragans:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Criyacos de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, dem, dem.
Bancos de ferro com Berra circular
Qradesmento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalba.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de paadora
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-89 de consertoB, e asssBtamento de ma'niaismo c
rrabalbo com perfeicSo e prestes.
exociutais sas>



iario de feraa*uuco~ Domingo 19 de Fcvereiro de 1888
Uwneltdo pe* bupwtorta Sonido Eygne do Imparto Ce Bras&,
Dores do Estmago, IPympe.paia.
<4
o
&
Pernio ^^C_------------fc*-^ ll*
de .6,800 xrT^^ I WJr A* ""
B LAROCHE Phpmoutic7^-l-,,' PARS, VIENNE, NICE, ata.
O Quina-Laroche nao i um qualquer prtporio, porim 0 multado de irabalhos qn-
rnmriMM Wtor as mait altas recompensas do Estado. O
esto a* a uv na mm
mismo
ferrugino.
-,

ET




38Ra de Imperador38
Nesta gr, nde pharmaoia avia-se receitas o pedidos cora promptidlo,
)>~solictude e modioidade.
As prescripf 5es en ingoas estrangeiras sao lielmenle
despachadas
O pharmaceotioo pernambuesno JOS FRANCISCO BEITENCOURT
convida os dioicos desta ciliado que queiram honral-o cora sua confianza
para qaalqaer trabalho profisiional e ao publico. Garante se a mais atten-
c osa e conscienciosa execucilo.
Esta casa recebe seus productos cbimioos e drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encommendadas para sen
roeeituario.
ESPEMIDADE
lam (13 Gainr, Guaco s Bal fe Tola
Preparado pelo pbarmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
d 3 ama eficacia verdaderamente maravilbosa as molestias dos orgias
respiratorios.
Bronchiles, aslhma tosse, convalsa, etc.
::
CHA PRETO de pri eir qualidade.
DE MAMADEIRAS um grande sortimento.
SABONETES INQLEZES de ptima qualidade a precos sem compe
tencia.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cuidado
per ama frmala inglesa, especial para escripturaclo mercantil e repartieres
publicas, seeoa de presea, perfeitamente preta, nlo corroe ai. peonas, nSo
deposita e di i opia.
SNDALO de MIDY
Apprortdo jmJb Jnatm i'Eyglene do RJo-do-Jtneiro
Supprime a Copahiba, as Cubabas e as InjecgSes.
Cora om 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
eficacia as aTec?oes da bexiga, torna as urinas claras por meas
turvas que sejo. Deposito em Pars, 8, ra Vivienne.
E PARA ACABAR!!
Tecidos de phantasia para vestido, a 200 e 240 rs., o covado.
Setinetas, idero, o que ba de mais novo, a 240 a 280 rs., o dito.
enda da China, branca e de edr+s, a 240 e 280 rs., o dito.
Las moderna}, a 320 e 360 rs e dito.
Nansoes de edres firmes, a 160 e 200 rs., o dit.
Merinas de cores, duas larguras, a 500 rs., o dito,
dem preto, a 800, 13000 e 10200, o dito.
ietins Maco, preto e de edres, a 800 e 1(5000, o-dito.
Casacos pretos para senbnra, rica n ente enfeitados, a 255000 e 353000.
Mantilhas brasileras, a 54500, orna.
Ficns pretos e de cores, a 41000, 53000 e 63000 ; sao gandes.
Tapetes avelludados' lindsimos, a 123000 e 163000, um.
f'ara as Exinas. nolvas :
Grinaldas e veos de seda, a 93000 a 123000.
Colchas de crochets, ricas, a 93000
Guarnieres de dito para sof e cadeirae, a 83000.
laques e rspartilhos baratissimos.
Setins finos, a 13000 e 13200.
Damascs e popelina branca, a 900 e!3400, o .-o*a/t'.
Ooardanspos de linho, a 23000, 33000 e #000, s duzis.
Atoalhndos bordados, a 13200, o metro.
Pecas de esguilo para caaaquinhos, a 43000.
M*dapol2o americano, a 6/00*', 24 jardas,
dem pelle de ovo, a 63500, 24 ditas.
AlgodSe superior, a 33000, 43000 e 53000.
Completo sortimento de caes miras.
Cheviots preto e asnl, a 33000, o covado.
Csemiras de cores para costames, a 23500 e 33000.
Camisas inglesas para homem, a 363000, a doma.
Serculas bordadas, a 123000, a dita.
Lencos e lindas caixinhas, a 13800 e 33000, a dita.
Meias inglesas para homem, a 23500, 33600 a 53O00.
E muitos artigos que Be veodem com grandes abatimentos.
As vendas em groeso teem o descont da praca.
* O di A D K
Pereira & Magalhes
SCCESSORES DE
Cariiniro Ja Cuaa & C.
5ra Duque de Caifas 3

ADWNISTRACAO :
PAR*, sjsUvard Montsaartre,tMX
PASTOHia digestivas fabricadas en,
vichy com os Saet extraido* da* Ponte*. sao
degoeto agrtdTel eaaua acc&oosrtaooo-
. ta a Atta e as Digesta Unten*.
SUS K nssr PaM MSHOS. "----- i-------- *--.i------r-----1 jir ni intsmasTlsSu
Asm evitar a* taHtaotm **** m tato* a* producto* m
aianoA x>a. oomp. x> viohy
m Pllkailliacia ukiM tm cua ARISMEWDT k HiP. I,* lll ;
61)1 ER KOICH' V. M. ra.Cni.
MIMNil
Ra 1 de Marco o. 6.
Part ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sen
Mjlabelou;; nto de JOIAS cora mais ama secano, no pavimento terreo,
ooid espec i.lidades em artigos de ELECTR-PLATE, convidam ai
Ei.-cnas. faniilias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabole-
ciiiientc, onde en> ontrarSo nm riqaissimo sortimeoto de joias de onv* -*
prata, peroles, brlbantes e outras pedras preciosas, e relogios de uro,
prita e nikel.
O artiges que recebem directamente por todos os vapor sio
eie-.-utados pelos mais afamados especialistas e fabricantes d Europa .e
.Entadoa-UnidoB.
A par das joias de sabido valer acharlo urna grar.de variedad-.
i objectoa de ouro, prata e elreiro pate, patprs para pr. a-utes Oo
_ju n.ciitog, baptisado8 e .Qtiversariea.
Nen> eiu rels^ao ao preyo, e era oaaW-tie, os oblatos cima
mi Lciobadcs, enconirurlo concurrencia n'eata praca.


/


Pao tentelo
Melle & Biiiet aviaam ao respeitavel publico
que todas as teryas e sextas reirs teem este aa-
boraio pSo ; i na larga do Rosario n. 40.
Semenie de carrapate
Compra-se sementes de carrspsto na fa-
brica de leos Vegetaes, roa da Aurora
n. 161.________________________
! i'Oes de cousas
Licoes de oonsas, aeha-aa 4 venda na livrana
Indostrial i roa Baro da Victoria n. 7, a 600 rs.
cada esenplar.
Cosinheira
Precisase ds ama perito cosinheira, limpa e
sem vicios, paga-se bem agradando ; na roa da
a ror a n. 37, 2- andar.
Professora
Urna senhora competentemente habilitada pro-
poe-se a lecciouar em collegios e casas particula-
res as sfguintes materias : portuguez, francs,
masica e piano : a tratar na rna Marques do
Herval n. 10.
CRIADO
Precisase de um criado, menor de 14
anuos ; na ra Duque de Caxias n. 42,
3." andar, por cima da tvpographia do
Diario.
Atiendo
Cha preto
O Carlos Sinden receben nova remetsa e vende
por menos da que oatro qaalqaer ; na loja do al-
faiate roa Bario da Victoria n. 48.
Sement de carrapato
Comprase s mente de carrapato ; na ra do
Hospicio n. 79.
Cautelas do Hoote Soecorro
Comprase e pagase bem ; na roa Direita n.
26, dss 9 s 3 1[2._____________________
Vinho ni uirisci
Pro pilo para ni o a
Acaba de chegar ama r, meten da nova cclhei-
ta. Para evitar qaalqaer altefacio, o reeebedor
resolvea vtn iel-o no sea eBtabtlecimento. Em
barra de 5. e de decim, em garrafoes de 25
garrafas o em garrafas (de 60 para cima). Precos
mnito commodos e da-ie o competente descont :
na roa do Amorim n. 60.
Attenco
Hadante Faany Silva, convida as
Ezmas. familias a visitar seu atelier de
modas e costaras, <; participa que aoaba de
receber de Pars, pelo vapor Vtile de Ala-
ranhao, um escolhido sortimento de sedas
pretas, foulards, de cores,broches, peroalles
e 18 e outros tosidos proprios pars casamen-
tes, bailes, theatros, passeios, visitas, etc.,
capas dolmsns, pellerines,com vidrilbos, de
todas as cores, especialmente furta-cor,
guarnieres, palmas,-eofeites de vidrilho de
todas as cores, para vestidos, tudo por
precos rasoaveis. Receben tambera os co-
nhecidos espartilhos da afamada casa de
Mme Vertus Sceurs, de -Pars o muitas ou-
tras i.ovida es Continua a confeccionar
vestidos para cfaumentos, passeios, visitas,
theatros, etc., etc., sendo os precos de
103000 para vestidos de percalle ou linho.
123000 de 11 e 20300Q de seda.
LUTO EM 24 HORAS
Roa do Bario da Victoria (antiga Nova)
n. 15, I. andar
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E- um alterado to >-flicaz quj extirpa completa-
mente lo syatema a Escrfula Hereditaria, e aa
affecedea que tem afl'umlade cora aa eufermidades
contagiosa*, e aa occasionadaa pelo mercurio. Ao
mcamo teiMjxi vitaliaa e enriquece o aanguo eom-
muiifcanuo ama accao sauda/el ao organismo e
rt-jureueacendo o ayatema lntefro. Esta grande
Medecina Regeneradora,
* composta com a verdAdeira Salflaparrllha de
Honduras, dos Iodos de Potassio e de Frro. e
outros ingredientes de grande potencia e virtudes
curativas, cuidadosa e scientificameiite preparados.
A formula goralmente sonlieclda da proflaso
medica, e os melboree mdicos receito a Salsa-
i'Aitr.iLiia do iMt Avnu como um
Remedio Absoluto
para as enfermidades occasionadaa pelo estado
vicioso do~*aiiKue.
Esta concentrado ao grao mais alto practlcavel,
muito mais Que qualquer outra preparacAo da sua
cla?3e, que pretende proporcionar iguaes effeitos, e
por tanto a medecina mais barata, assim como a
melbor para purificar o sangue.
PEErARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA
Lowell, Mass., E. V. A.
A' venda as principaea p^armacv e liroyariaa.
Alaga-se barato
Sua Visconde de Itapnrica n. 43, armasem.
Ra de Bom Jeins n. 47, 2. andar.
Roa do Baixa Verde n. 1 B.
loa do Corredor do Bispo n. 18.
lVath-se na ra do Coinmercio n. 5, 1* anclar
essriptorio de Silva animarles & C
Aluga-se
as segaintes casas : a da na do Lima n. 30,
grt nde casa com agns, gaz e apparelbo ; a da rna
da Fundicao n. 10 ; a tratar na lytographia de
J. Pu.cell, 4 rna Marques de Olila a. 8.
Aluga-se
o 1' sndar de n. 27 i roa Vidal de MegreiroB ; o
2- de n. 66 e o t* de a. 18 i roa de Marcilio Das ;
o terreo do n. 27 e o 3' de n 3 rna da Penba;
o 1' de n. 27 4 ra de Lomas Valentinas ; o 1* e
2- de r. 16 ra de Hartas ; o terreo, 1' e 2-
de n. 84 4 rna estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 4 roa da Viraclo ; 1 4 travessa da Hora ;
26 e 28 4 rna de Nones Machado, no Espinheiro,
com bons commodos ; a tratur na rna do Hospicio,
numero 33.
Ama
Precisa se de una ama para cosinbsr ; na ra
de Pedro Aff jdso n. 70.
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar e
coaiohar om casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa-se i'e una ama para coainhar ; na roa
Mrquez de Onda n. 56,. 2' andar.
Ama
Offerece-se nma para cosinbar e outros servicos
de casa de familia tu da rapaz solteiro ; a tratar
na rna Nova de Santa Rita n. 35.
Ama
Precisa-se de urna ama para coiinbar e de nm
criado ; a tratar na rna Marques do Herval nu-
mero 37.
- Atiendo
Cofres prova de fogo
O Carlos Sindpo, 4 rna Bario da Victoria n.
48, loja de alfaiate, receben de consignaclo e
vende sem competencia. '
Alaga-se o 2- andar do predio n. 27 4 rna do
Imperador, com grandes commodos e agua; as
chaves para correr, ao andar terreo
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e estabelecimeotos, deaenbos
lindos e precos baratos ; vndese na fabrica Glo-
bo, 4 rna larga do Rjsario n. 28.
Para cosinbar
Precisa-se de urna ama psra coainhar,
sendo boa ; no 3. andar do predio n. 42
da ra Duque de Caxias, por cima do
Diario de Pernambuco.
Criado
I-reoisa-se de um criado para compras, manda-
dos e mais servifo de casa de familia, que seja
matiiculado ; no caes daCompanhia n. 2.
Boa casa
Aloga-ae a da roa Imperial n. 159, com todos
os commodos e bem preparada, asnlejo na frente,
ladrilho de mosaico, lastre e randels, estneada,
quintal murado e dependencias ; a tratar no 1-
andar 4 rna larga do Rosario n. 22.
Excellente pasto para
anim?es
No engenho Comportas, sito na comarca de
Muribeca, oode ba o melbor pasto possive! e capa-
cidade para admittir grande numero de animaes,
recebem-se para criar e refazer bois, cavallos,
etc., mediante a paga de 11000 mensaea por ca
befa, obrigando-se qnem os recebe a mandar cu-
ra!-os de qualquer enfermidade que elles soffram !
quem qaiser dirija-se ao mesmo engenh) ou a roa
da Imperatri* n. 30, 2- andar.
Pcrdeu-sc
orna pulseirs de prata oxydada, feitio de chave,
na segnnda-feira, da ra da Conceiclo at a do
Eangel : quem achau queira levar 4 ra Mrquez
de Olinda n. 6, quo ser recompensado.
iHjiiuiiiiiol ypsra-
Oleo Florea
0 mellior para o cabelle
Oleo Flu a
YENDAS_____
Vende se urna casa na roa das Creouks, na Ca-
punga, com duna salas, qoatro quartos e tres co-
piares, cozinba externa, qaarto para criado, dito
com banbeiro e outro para despejo, cacimba com
boa agua de beber, eom bomba de repuz', jsrdim
ao lado, e bastante terreno com fructeiras, terreno
proprio. Tambero se vrndem os trastes, a tratar
na mesma ra n. 28.
Boyal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou .-gurdente de canoa,
para fortificar o corpo-
Vende-se a retalbo nos melhores arma-
zens de enalbados.
Pede ltoyal Blend marca Tiado,
cujo Dome e emblema sao registrados pars
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
4rligus para acabar
21
de cores miudinbas a 240 rs. o co-
las de core, 4 320
padrSes, 320
Roa do Imperador numero 3
Livros de jorisprudeneia, direit?, litteratora,
sciencia e religilo, livros para iostrucclo primaria
e secundaria, livros em branca para escriptura-
co commercial, tinta para copiar e para escrever,
de diversas cores, artigos para escriptorio e diver- ,
sos objectos de gesto e pbantasia, papis pintados 11udro8'
para forro de salas, quartos, restanrants, etc. Crotones francezs, brancos, de cores e escaros.
Encaderna-se com prestes* e segranos, merca-! Alem ,d? g'8nde sortimeoto de outros artigos
se com nitidez cartes de visita e imprime-se com
Setioetis
vado.
ortimento completo em
360, 500 e 640 rs. o covado.
Qorgorinas de cores, lindssimos
400 e 500 rs. o covaJo.
Metim trancado, mi^gnificos padrdes, de 360 re.
o covado.
Bramante do duas' larguras pnra Ieo^oes, 500
rs e metro.
Dito de quatro larguras, muito boa fazenda, a
11200 o metro.
Dito de iiobo, francez e inglez, de 21 e 21500
o metro.
Atoalbado 1 ivrado para mesa, desenbos lindos,
a 11500 o metro.
Ouardanapos com franja, 21500 a dusia.
Zefires de cores, neste artigo completo e va-
riado, de 200 4 800 rs. o cpvado.
Merino liso e de todas as cores, a presos di-
versos.
Dito lavrado, magnifica fizenda, 11 o covado.
Marin preto, esplendido o sortimento e gran-
de redcelo no pree/>, de 800 rs.. 1100), 11-00,
11500, 11800 e 'l o covado.
St tinetas franc zas, lrsas e de todas as cores, a
400 rs. o covado.
Baptistes de cores e nanzuks, padroes lindos,
200 rs. e 280 o covado.
Sargelim de todas as cores e prego reduzido.
Crinoline para torro, branca e preta, toda de
.
perfeiclo qnalquer trabalho typographico.
Pregos mdicos
Una do Imperador a. V3
IC
t"
Para evitar falsificarles com referencia ao co-
obecido fEITORAL DE CAMBARA, deve exi-
gir-se este preparado com a firma do auitorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando a ro-
Iba do frasco e a marca da fabrica nos involtorios,
rulada pelo nome dos agentes e depositarios
geraes em Pernambuco Francisco Manoel da
Silva & C 4 rna. do Marques de Olinda n. 32.
AMA
Precisa-se de urna ama pura casa de pouca fa-
milia ; a tratar no armasem de pianos e msicas,
4 ra do Imperador n. 55.
AMAS
Aviso
Emilio Billion, Engenheiro Mecnico, engarre-
ga-se da montar novos apparelbos, dos melhores
fabricantes franceses, e os mais apperfei coados,
pelas condicoi'S e precos seguintes :
O assucar ser fabricado pelo systema Bro-
ebeton e Billion ignal ao da Usina Pinto.
-- Oarante-seno mnimo / de assucar cris-
talluiado de todos os jactos, e 10 -/, com moenda
de represslo, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
O trabalho dos apparelbos aera por 24 ho-
ras, se aproveitarlo os edificios existentes, com
pequeas reformas; os propietarios darlo todo
material, como : tijoloi, cemento, cal, aris, ma-
deira, etc. ficando por conta do empreitorio todo
mais trabalho.
_______Pre^o da* Ualnaa
T.
a
s
M
sa o
100 tonnel.
125
150
*0 .
I
j
3
2
B
I
9.000 k
11.250 .
13.500.
18 000 .
u
110
140
168
225

110:0001000
130:0001000
150:0001000
180.000100U
Precisa-se de orna para cuidar de crianzas e
outra para engommar ; na rus das Creoulas a. 2
B (Capungs).
Ama para engommar
Precisa-se do urna que bem desempe-
nhe este myster, tendo cademeta, no 3.
andar n. 42 da ra Duque de Caxias por
cima da typographia do Diario.
Fabrico de assucar
Mn< IiIomiuo (loo fnl rirnnlo* Doean
Biewari a c. de fllaaiow
Constrncclo da mais moderna e aperfeicosda e
de grsade duraclo.
Moenda com prestlo bydraulica de Stewart que
d a melhor expresslo cmhecida at hoje.
Caldeiras com econnmiaador, especialidade des-
tes fabricantes.
Fornalhas para queimar o bagafo verde em di-
reitnra da moenda.
Os apparelhoa de Vacuo e Triplo sao d syste-
ma moderno, como tambera as turbinas ou cen-
trifugo.
Ornamentos e mais ioformscoes em casa d
I
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:
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3

1

Paraqualqoerexplicaco, dirijrr seo* Usina
Aripibu u Usina Bosque.
sssansnaaBBnsnnsnnnnfj
CHEGARAM OS CELEBRES
CASAMOS
1 l llemauha
DE
CARLOS BRAND-
MULLER
DB
HARZ
DEPOSITO
Rus do Ia>per^dor D. 22
4lu?a-se
prr 141000 mensars a casa terrea rna da Atni-
zade (Capanga) n. 80, c;m duas salas, doos quar-
tos, cacimba e quintal arborisado ; a tratar na
roa Velba de -anta Rita n. 14, sobrado, das 8 ho-
ras da saribfi ao meio lis. e das 4 4< 6da tarde.
Browns & C.
Ra do Commercio n. 5, 1* andar
Cosinheiro e engommadeira
Preciss-se na ra do Visconde de Coyanna n.
207 (Manguinho) de ama boa agoamadaira e um
perfeito cosinheiru.
Loja de machinas
A' rna da Penba n. 9 A tem exposto 4 venda
relogios r.mericoDOS e machinas de costura de
dona pospontos, assim como concertam-se, trocam-
se e comprara se. Ha nm completo sertimento de
bombas novas, e concertam-se tambera motores e
machinas a vapor, por prres mdicos.
Fabrica de
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
tle UlYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
i mllePRC'JST, Sucr- & Genro
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que nos impassivel mencionar, mas que se ven-
dem sem reserva de prefo : na rna do Crespo n.
21, loja de Qlivelrs Campos & C.
Novidades e phaiitasias
21
Vesites de seda, merino e casimira, pretos, en-
feitados a vidrilbos.
Sedas de cores, padroes modernos.
Crep de cor para ce berta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim do todas as cores, finos.
Seda branca para calamento.
Veos e capellas, oovidade.
Meias brancas, de cores e arrendadas, para ho-
mens senboras e enancas.
Caaemira de cores e pretas, e panno preto
aanl.
Cortinados bordados e crochet.
Colchas dem.
Cortes de tueto psra clete, e seda.
Esteira para forro de sala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos : na rna
do Crespo n. 21, loja de Oliveira
Campos & C.
Livranicnto & C.
endem cimento port'and, marca Robins, de 1
ualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Boas vaccas de Ieile
Vende-se tres vsecas de leite, em Sant'Anna de
Dentro.
Aos sapateiros
Ubegou nova remesas de trm>.s, cera e escalas
eos negociantes Tamancos a SZf e 341 o cento ;
a imitar;Jo do Porto 701 o cento : s ca rna do
Livracsento n. 19.
Soecorro a velha
A morsdora de becco do Bernardo n. 51, anda
se faz lembrar s almas caridosas, que nao se es-
quecam da protecelo qne sempre Ihe cflspensa-
ram.
Empreza geral de Mu-
danca
Alngam-se carros de molas, proprios para trana-
p rte de movis, marmrea, esrelb-s e mais ornu
mentos de casas de familia, botis e istabeleci-
mentos pblicos, para toda e qulquei parte da
cidade e seus suburbios e arrabaldes, por procj
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobrrga,
outr'ora do Aleenm, n. ii.
Cadciras lejunco
Na ra de Rcm Jess n. 49, armszem, vende-
se cadeiras de junco, novas, do acreditado fabri-
cante Thonet, pelo preco de 661 a duzia, 4 ellas,
que se esto acabando.
Mobilia de janeo
Ctmprs-seama asada em bom estado ; na rna
do Lima n. 13, -m Santo Amaro.
L Perfume nutico dos Vlnfeos ou sobra) __. ,
dSieoo................o.l00raaoo. a00fs-
J. Rancio aEaaeneladeCagnao.oalOOtnuooa 500(c
. Perfumear*todoaosUcoreac* 100 trasooa 300 Ir.
i. EaeenoladeRbumoniUTariaoalOOIrasooa SOOn>
BaraaiTABioa la Pcrnambueo >
S'R-AJT- i*. DA SILVA So O
Cosinheira
Caixeiro
g Precita-se de um caixtiro com pratica de ta-
verna ; na ra ettreita o Rosario n. 9.
Precisa-se de urna perfeita cosinheira, paga-se
grande ordenado, prefere-so preta ca branca e |
ue dorma na casa
quf
21,
trhta-se na ra do Crtfpo n I nhm, vendem Salaxnr
I Olinda n 82.
Cosinheira
Preeua-se de ama que cosinhe b< m, para casa
de pequea familia, que durma em casa ; na roa
Jo Conde da Boa-Vista n. 24-P.
Cautelas do liante de Soecorro
Compra-se cautelas de quslquer joia en bri-
ibantea, paga se bees : na iie. da Independen-
cia n. 22,_ loja de rele joeiro.
Cognac fine champagne
Aoalysado pelo Lia. 8r. Dr. Caroeiro da Cu-
i& C., 4 ra Merqu< z de
A FLORIDA
Receben grande sortimento de polseiras ameri-
canas de 4*000, 51000, 61000, 71000, 83000 e
101000, o par.
dem para menina, a 41000, o par.
Bicos brancos e de cores de 2, 3 e 4 dedos de
largura, a 21000, 21500, 3100-), 31500 e 41000, a
peca,
dem cor de ceme, a 31000.
Porta-cmbrulhos americanos.
Invisiveis dourades e prateados.
Lindos leques transparentes de 2/000, 31000,
41000, 51000 e 61000.
Lindas lavas de seda de todas as cores de 21000,
21560 e 31000, o par.
Luvss de pellica a 21500 o par.
Encbovaes para baptisados, de 81000, 101000 e
121000 at 161000.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios smericanes, a 21500.
Oleo Florea.
Lindas pastas, a 500 ris, HOCO e 21090
urna.
Lindos brothes, a 21000 e 31000, um.-
Linha de machina n. 50, a 800 ris. a dnzia.
Bicos de fil branco, a 21500 e 3000 a peca.
Lindos bicos de (S.-es, gesto moderno, a 31000
e 41000, a peca.
Lindos bicos de cores com 3 e 4 dedos de lar-
gura, 41000, a peca.
dem de linho de cores, a 21000, 21500 e 31000,
a peca.
Bicos grip para correr babados, a 11000 e
11500, a peca.
Lavas de seda para meninas, a 21000, diversas
cores.
dem para senhora, a 21010 c 2500, o par.
dem ecm palmas de missanga e de seda, a
2500; 31000 e 31500, o par.
Oalea e bicos de vidrilho, gosto moderno.
L'odas rosas de vidrilho preto para enfeitar ca-
sacos e capas.
Cantas lapidadas para enfeitar vestidos, grana-
da, brooseadas, prateadas e douradas.
Mascsras de aassa, seda e cera.
Ci llarinbos e peitos de seda para senhoras, fra-
seado urna gravatinba tambem de seda.
Fivellas de molla, americanas, para calca e ccl-
lte.
Sem competencia
Pannoa de crochet para cad ira, a 803 tie.
dem dem p-ra sot4 a 11000.
dem dem nara cadeira de braco, a 11000.
Cortinados brancos de crochet, com 4 jardas de
comprimento, a 161000 e 151000.
Pannos de crochet, cor de creme, o que raro no
mercado, a 251G00, o par.
Timlosinhos para criancas, de fuatlo e cambraia,
bordados, a 31000.
Lindas bonecaa francesas, a 31000.
Bordadts de cambraia e faetSo branco, peca a
6C0 rs., 800 rs, 11000, 11300 e U5G0.
v Para a qoaresmp
Franjas eom fideo de sida vidrilbos, o metro
a 11600.
Oales e palmas c m vidtilhcs, 3 dedos de lar-
gor! o metro 210^0.
Colarinbns e punhos de Seluloid".
RA DUQUE DE CAXIAS N. 1033;
arhosa k. Santos

i
I



Diario de PernambucoDomingo 19 de Fevereiro de 1888
ELIXIR
VEGETAL
FORMULA
/
rT~aT~S>a
ANGELINO JOS DOS SANTOS ANDRADB
Approvada pela Inspectora Geral da Hygiene Publica do Rio
de Janeiro em 20 de Julho de 1887
---------- *-------------
Este depurativo de grande efficacia as molestias syphilitfcas e impureza do sangue. Para raaior garanta da eficacia deste medicamento, abaixo
publica- se grande numero do allestados.
O uso deste Elixir muio recommendado no tralamento geral as molestias das senhorase a prova est no bom resultado que tem obligo aquellas
das Exm". Senhoras que deile tem usado.
Atteslados dos Illms. Srs. Doutores em medicina : Dr. Joao Maria Se ve, Dr. Francisco Jacintho Pereira da Molla, Dr. Jos Joaquim de Souza,
Dr. Lu; Victor Hornera de Carvalho, Dr. Joao Ferreira da Silva, Dr. Joao Bastos de Mello Gomes, Dr. Ildefonso Pereira de Azeredo, Dr. Antonio Baptista de
Me raes, Dr. Manoel Falco de Azevedo, Dr. Joao Uexandre Seixas e Dr. Virgilio Tavares de Oliveira.
estado dos lllnstres cavalheiros que tem felto aso vantajosamente deste remedio :
i Capital de mar e guerra Jos Avelino da Silva
Jacques, aserlOerl
2 Dr. Mi juel de Figueiia Paria, berlberl
3 Capital) Florencio K.d ignea
dn Miianda Franco, berlberl
4 Jos di Silva Rolrigas N?es, berlberl
5 Joaquim Feeelon Delgado Borbs, berlberl
6 Manoel Pinto da Costs, berlberl
7 Joio Francisco Ttaim berlberl
8 Manoe da Costa Alys, berlberl
9 EstevSo Alexandrs Jos D rnelUs, berlberl
10 Ziean:ae da Costa I>ilSo, berlberl
11 Antonio Das de Almeida C sti, berlberl
12 Kuno Susano Gajo d Miranda, beribrrl
13 Antoni j J Ferreira R tinador, berlberl
14 Aricti.ha Maueel dos Santos, berlberl
15 Jos A rtosa C irrcii Qaiao, berlberl
16 Ane-1 Coriolan da M U, berlberl
17 Tito M da i Frer-, de Barros, berlberl
18 Alfonso Ligjrij V>ll berlber
19 Ursulin OfiniodcT.'iresGallinlo.bfr.ben
20 Thom<:; D.tivo do- Sant --. berber
21 Codidn Francisca Maoia F--<, betlberl
22 Francisco Teizeira Barbosa, berlberl
23 Joa da Silva Nevea, berlberl
24 Urbano Jos Carneiro, berlberl
25 J s Luz de Franca Torres, berlberl
26 Manoel Arquelo Silva Costa, berlberl
27 E'ysio \lb rt<> da Silveira (em
P8:oi de tus familia), berlberl
28 Pedro Tertuliano da Canba ( m
pessoa de sua familia), berlberl
29 Conaelb-iiro Alexaadre Bernardina dos Res e
Silva (em seo ficimvo), escrfulas.
30 Alberto Agripino 8eiia estomago.
31 Alcides de Aquioo Fonseca, g mma no naris.
32 Alfreto A. de Vasc-ncellos, rbeotnatimo.
33 Aagu t de Castrt-, irit'S oo olho direito
34 Arrear ila Silva Regde, cbagas.
35 Alfredo Bessoni, rbeumutima e escrfula*.
36 Angoste Osar Pereira Caldas, erupca de
pelle.
37 Austricliano de Torre* Gallinfe, rbeumatis
tro a dartbros
38 Adolph) Marques dos Santos, idem, ideen.
39 Antonio Jos dos Res, rbeuaiatism i.
40 Antonio Das Ferreira, iJem.
F4I Annibl Casado L'ma, gouorrha chronica.
42 Antonio Luis do i-iaoc, escrfulas.
43 Antonio Castro Monteiro, rheunatiamo.
44 Antonio Al ve? 1a Silva Junio', idem.
45 Antonio Aq lilino Campos, rheamatismo agn lo.
46 Antonio Goncalves Cerqaeira Fontes, cancro
na nretra.
47 Anti io C. Xavier da Silva, rbeosaatismo e
dartbror.
48 Augusto Leopoldo da Silva Neves, escrfulas
49 Alt-x .ndria Mara dC neeicao, rbeumatiemx
50 Au*. nio Ferreira de Lima, idem.
51 A'iolpho Cunba, eropigtos
52 Artbur Haba da Cuaba, rmpigeng e darthros.
53 Antonio Ja Costa Moreira, nevralgia.
64 Adriano A atunes Dantas, iocbacSo as pernas.
55 Antonio J s da Fonaeca, dartbros.
56 Antonio Gome* de Si, rbeumatismo.
57 Albino Jos Ooncalves Diniz, syphilis.
58 Antonio Floriano de Mello, idem
59 Antonio Pinto da Silva, babees nc libidos.
60 Aareliaco Jos dos Santos, /crida ulcerosa no
naris.
61 Antonio da Silva, cancro horroroso.
62 Antonio Francisco da Costa, coracao.
63 Dr. Argiimiro Aroxa, rheumatismo.
64 Adolpbo Machado, idem.
65 Antonio Horacio, idem.
66 Antonio Mcnelio Caetano de Guarni (em pea
soa de sia familia), fl res brancas.
67 Antonio de Sonsa, dr assistica.
68 Antonio Fradiqne (em pessoa de sus familia),
fl >res brincas.
69 Antonio Pedro de Souza Soares (em pessoa de
sua tamiia), degenoiac&o no sangue,
7 I Alvaro 1). Dias Ferreira, exostose.
71 Antonio da Si va Ramos Neves, dores agudas
tas pernas.
72 Affonso Monteiro Pessoa, escrfulas e bron
cbite.
73 Alfredo Moreira, feridas no p.
74 Augusto Pontea do Amaral, escrfulas.
75 Tsente coronel Apolinario F. A. Maraohso,
empigens.
76 Antonio Jos Rodrigues de Sonsa Filbo, tu-
moies.
77 Arlbar Antones Dantas, rheumatismo.
78 Augusto Carlos Noronha, grande enfermidade
na perni..
79 Aff. nso Taborda, rbeumatismo articular.
80 Dr Affoiso Obndense Ribeiro de Souza, eru-
pcio de ]jelle.
81 A ir pito Tnaoctnuio Poggi, estomago e la-
rynge.
82 Antonio Ferreira Dloiz (em pessea de saa
casa) ataques estericas.
83 Ben- vides Barntto do Rosario, rheumatismo.
84 BernarinorAlves N iva, idem.
85 B-'nto Jote 'ereira, idem
86 Bernardino da Costa Campos, idem.
87 Belisario Alvea de Brito, syphyiis.
88 Bernardo Augusto Soares Leite, empigens.
83 Bemvenuto C* val cante de Mello, empigem de
mi carcter.
90 Dr. Claudio EL-iJio de Frsitas, empelo de
pelle.
91 Candido Dias,' em om seu escravo sypbilis e
figado.
92 Carlos Vau-der-Liodeo, rheumatismo.
93 Cufsy Juvedal do Reffo, enfermidade chronica.
94 iJaoddo Manoel dos Santos Mendonca, rheu-
matismo. >
95 Caetano da Silva Atevedo, syphilie.
96 Caetano Gomes de Almeida, rheumatismo.
97 Carlos Lopes Guimares, idem.
98 Domingos Jos Ribeiro Soares, idem.
99 Domingos Jone R idrignes, for^a de sarrgue.
10U Daniel Peroira do Santos, erupcio de pelle.
earactei de morphea.
111 Emilii Roberto, darthros.
102 Eipidij Acyoli de Barros, rheumatismo.
103 Emilio Pereira de Aranj., diversas molestias
104 Eupbrosino Rodrigues da Couto, rheumati ji >.
105 Epaminondaa P. B. A. de VaaconceUos, idem.
106 Eduardo Floro de Paiva, inflammacao dar
throsa
107 Flavio X. Sons Fonaeca, ulceras.
108 Francisca Ferreira Brandio, rheumatismo.
109 Francisco de Sonsa Duarte, dem.
I JO Francisco de Siqueira Paasos, dartbros
111 Francisco-Cecilio de S. Guimaries (em urna
preta de sua casa), gommas oo joelbo.
112 Francisco Miguel Rodrigis, rbeumatismo.
113 Felippe Nery Guimaries, sarnas e tumores
111 Franco Martins Nngneira dos Santos, sai-uas.
115 Francisco Jaborandy de Moraes. feridas sy-
philitieas.
116 F. da Asis Cebo, rbeumatismo.
117 Flix Joa Marques Baealbao, darthros.
118 Feliz Pereira de Arauj >, gommas e bobSes.
119 Francisco Rodrigues dos Santos, rheumatismo.
120 Fernando Magalhes da Silva, empigens cor-
nicas.
121 Fenelon Borba, rbeamatismo.
122 Francisco de Mello Cavaloante de Albuqaer-
que, incommodos na nretra.
123 Francisco Rodrigues da Cunba, cancros e bo-
boes. .
1. i Franciaco da Costo Forras, paralysia e
asthma. _
125 Francisco Jos do Reg Mello, rheumatismo.
126 Francisco Goncalvea Guiaaaraes, idem.
127 Alferea Francisco de Albuquerqoe Pajuaba,
incommodo no naris.
128 Francisco Jos Pereira, sypbilis.
129 Francisco Jos Dias Hobrinho, blemrrbagia.
130 Tenente Francisco Evaristo de Sonsa, figado.
131 Felismioo Lourenco da Silva Araojo, nevral
gia na cabeca.
132 Francisco Paes de Lana, rheematismo.
1 3 Francisca Florinda do Rosario, escrfulas.
134 Francisco da Silva Miranda, hemorrboidae
com perdas de sangue.
135 Floriano Gomes dos 8aotos,(em pessoa de sua
familia), menstro e dyspepsis
136 Fausto de Barros Beaerra, eropc&o cutnea.
137 Francisco Nogueira de Magalbaes, escrfulas.
138 Francisco Martins Gomes, ernpcao de pelle.
139 Francisco Ferrao Castello-Branco Jnior, fe-
ridas de man carcter.
140 Gabriel Peregrino, rbeumatismo.
141 Gaspar Augusto Soares Leite, idem.
142 Dr. Genes Martina Fontes, dem.
143 Gustavo Wertbeimer, idem.
144 Henrique Adolpbo do Rjgo, sypbilis.
145 II Ttencio'Enas Vieira de Amorim, borro-
rosas feridas.
146 Uostimsno Carneiro de Moraes, rheumatismo
e inflimmacao de olhos.
147 Ignacio Pinto de Agoiar, sarnas e pannos.
148 Ignacio Troyano de Jesns Bandeira, ourina
de sangue.
149 Ignacio Rodrigues de Carvalho, gonorrhi.
150 Jos Claudio Dubeux, rbeumatismo.
151 Jos Mana da Costo Carvalho, idem.
152 Jos de Sonsa Bras, sarnas e empigens.
153 Jos de Sonsa Aguiar, rbeumatismo gotoso.
154 Jos Pedro Velloso da Silveira, em pessoa de
sua familia, irritacao oo pulmao.
155 Jos Francisco dos Anjos, (em pessoa de sua
casa) loncura por suspeosao de parto.
156 Jos Antonio da C sta, nevralgia.
157 Jos Ricardo Dias Fernandes, rbeumatismo
agudo.
158 Jos dos Santos Selva, idem.
159 Jos de Castro Monteiro, erapoao de pelle.
160 Jos Caetano da Silva, idem.
161 Jos Pedro de Lim, escrfulas.
162 Joao Marques de Sonsa, rheumatismo.
163 Joio Bernardo do Reg Valonea, idem.
161 Joao Francisco Monteiro, syphilis.
165 Joio Ferreira dos Santos Jnior, pannos pelo
corpo
166 Joio Di vid Biptista, tumores syphil ticos.
167 Joio Baptisto Fraoca, rheumatismo.
168 Joio Lourenoo Pereira da Costa Borboleta,
idem.
169 Joio Henrique da Cruz Ribeiro, molestias
typhilticas.
170 Joaqaim Jos de Sonsa Oliveira, rheumatismo.
171 Joaquim Mantino de Figu redo, rheumatismo.
172 O mesmo em urna pessoj, de sua familia, so
ffrimento do estomago por antojos.
173 Joaquim de Soasa Silva Cunba, rheumatismo
e outros males.
174 Joaquim Jos Ferreira Peuha, rheumatismo.
175 Joaqaim da Costo Dourado, Jnior, idem-
176 Jerooymo da Costa Lima, idem.
177 Julio Cesar Ottoni, idem.
178 Jovinmoo Manta, idem.
179 J. F. de Castro e Silva, idem.
180 Jos B itelho Pinto de MesqaiU, empelo de
pelle.
181 Jos Ferreira da Porciuncula, rheumatismo.
182 Jos Soares do Reg Villela, sarnas e gonor-
rba.
183 Jacintba P. C. de Asevedo, rheumatismo.
184 Joio Augusto Costo, darthros.
185 Jos Moreira Braulio Filho, rheumatismo
chroaico.
186 Jos Pestaa dos Santos, bubio recolbido.
187 Joio Nun=s Ferreira Coimbra, gooorrha.
188 Joaqaim da Silva Netto, cancro seeco no braco.
189 Joao Ferreira dos Santos, gomma sypbilitica.
190- Joio Feliciano do Nasci aento, rheumatismo
agudo.
191 Jos Pinto da Cunba Teixeira, rheumatismo
chroaico.
If2 Joio Alfredo Victor de Moraes Sarment,
empigens e gonorrha.
193 J ovioo Cassiano Maja, e Silaa, rbeomatismo
Sottoso. ,
e.-ooymo J. Figucir de Mello, molestias
syphiliticis.
195 Joaqaim Domingaes da C. Braga, darthros
syphiliticos.
196 Jos Carlos Msrinho, anemia e rheumatismo.
197 Jos Silvestre dos Santos Pereira, idem.
198 Joio Antonio do Nascimeoto, paralysia.
199 Joio Silverio de Sonsa ( em ana cunhada ) in-
flammaclo ni figado e paralysia.
200 Joanoa Candida P. Barreto, irregularidade e
ataques histricos.
201 Jovelino da Cunha, rheumatismo muscular.
202 Jos Verissimo de Azevedo, anemia e he-
no irrhoides.
203 Joaquim Jos Maia, estomago e rheamatismo.
204 Jos Gomes dos Santos, cancros venreos.
205 J. io Baptisto dos Santos Almeida, rheamatis-
mo e cancro molle.
206 Jos Joaqaim da Costa Pinto, infUmacio nos
olhos.
207 Joio Marques de Piobo, anemia e ferda can-
cerosa.
208 Jos Vieira da Fonseca, erupoio de pelle.
209 Joio Verissimo do Reg Barros, rheumatismo.
210 Joio Hermenegildo da Silva, idem.
11 Joao Cavalcante de Araojo, dr sciatica no
brac.
212 Joaqaim da N. Pedrosa, iuffammacio de
olhos e rheamatismo.
213 Jos de Faria Machado, rheamatismo gottoso.
214 Joaquim Odorico de Arauje, gonorrha chro-
nica.
215 Jos da Silva Neves, ecceira nos testculos.
216 Joao Jos da Silva (em urna filan), paralysia-
nas pernas.
217 Tenente Jos Antonio Albuquerqoe Pedrosa,
molestias syphiliticas.
218 Joe Joaquim de Frei'as Tavares, erysipeU
chronica.
219 Jos de A. Costo Pontos (em urna senhora ),
formigueiro as pernas.
220 Jos A1 ves, rheamatismo.
221 Jacintho Augaeto dos Reis, rheumatismo
agudo.
222 Joaquim G. Asevedo Silva, iuchacio na*
pernas.
223 Jos Affonso Ferreira, gommas e escrfulas.
224 Joao Fernandes Baptisto, yns e catbarro na
beziga.
225 J. Nunes da Silva, gonon ha chronica.
2.6 Januario Sonsa Silva Serudio, estomago e
tosse.
227 Major Justino R da Silveira (em urna peseSs
de sua familia), funda chronisa.
328 Jos de Moura Iglisias, syphilis e herpes.
229 Joio Pereira de Mendonca, gonorrha e can
croa venreos.
230 jovioiaao Cordeiro Lina, inflamaeio nos intes-
tinos.
231 Joi Maria da Silva Fernandes, escrfulas.
232 Jo> Luis Goncalvea, syphilis na laringe.
233 Leopoldina Maria do Nascimeoto,hecnorrboidas.
234 Luiz Carlos de Almeida, ddres agudas sobre o
peito esqoerdo.
235 Dr. Lindolpho Corris de Araujo, engorgito-
meato as g 236 Lola Marques Vieira, iritis nos olhos.
237 Manoel da Araujo Costa e S, erupcio de pille.
238 Manoel Jorge Arantes, tumor no pulmio sobre
o coracio.
239 Manoel Alves Pitlo, escrfulas.
240 Manoel Jos Fernandes, rbeumatismo.
241 Manoel Augusto Mesqnita, rheamatismo e dar-
thros.
242 Manoel Pesada Ferreira, ulcera sypbilitiea.
243 Manoel Filgueira de Menezes, syplilis.
244 Hdame Freir, diversas molestias.
245 Maria Freir de Lima, rbeumatismo.
246 Manoel Francisco Teixeira, syphilis.
247 Manoel Leoncio do Reg Barros, molestias sy-
pbiliticas.
248 Manoel Rodrigues, estomago e nevralgia.
249 Manoel Goncalvea do Reg Barros, molestias
syphiliticas.
250 Miguel Manoel da Silva Cclho, iritis nos
olhos.
251 Maaoel Francisco dos Pasaos, gomma no torna-
sollo.
252 Manoel Francisco Fragoso, darthros nos ol-
vidos.
253 Manoel Scares Neves, bronebite.
254 Manoel Jaouario da Arrada, impureza do san-
gue.
255 Manoel Joaquim Vieira. rheumatismo.
256 Manoel Tavares da Costa Martins, ulcera na
garganta.
257 M' alerta no nariz.
258 Manoel Joaqaim Pereira, estomago.
259 Mximo Rodrigues dos Santos, feridas sy-
philiticas.
260 Manoel de Araojo Neto, empigens.
261 Manoe 1 Vieira Neves, rbeumatismo.
262 Alfares Manoel Feliciano Ladislao dos Santos,
ddres agudas na cabeca com iosomnia.
263 Mara Olympia de Oliveira Cyrillo, erupcio
m lestia contagiosa.
264 Masoel Pinheiro de Mendonca, rheumatismo
no f it>.
265 Maaoel Joaqaim de Mello Reg, escrfulas.
266 Melchiades de Sonsa Santa Rosa ( nm urna
pessoa fiavida), estomago.
267 Nona Pedro de Alcntara, rbeumatismo.
268 Pedro Leoncio Rodrigues, dores pelo corpo.
269 Pedro Alexandrino de Mello, erupcio sypbi-
litica.
270 Pedro Borges de Cerqaeira, escrfulas e para-
lysic
271 Philomeno de Vasccncellos Chaves, rheama-
tismo.
272 Paulino Bernardino Oliveira, escrfulas.
273 Paulo Luis Alves, syphilis.
274 Pedro Barbosa da Silva Netto, orchites.
275 Pedro Alexandrina Machado, grande inflam-
macio na orelha esquerda.
276 Pedro Alves Barbosa, exostose na cabeca.
277 Ricardo Fonseca de Medeiros, escrfulas e
rbeumatismo.
278 Rodolpbo M. de Serpa Brandio, inchaco no
tornosello.
279 Raymundo Lino dos Santos Gouveia, darthros
na perna.
280 Ramiro Antonio da Costa, rbeumatismo agudo.
281 S .tyro Cordeiro, erupcio da pelle.
282 Sebastiio Joaquim do Reg Barros, molestias
sy biliticae.
283 Tbeodomiro de Asevedo, ataque de asthma.
284 Tranquilino dos Santos Castello Branco,
.' rheuuiatisme.
285 Tnomaz A-nello Leal, paralysia e rheuma-
tismo.
286 Thcmas Jos de Olinda Campello, inflama-
eio no estomago e as gengivas.
287 Tbomaa Ferreira da Canba Jnior, erupcio
de pelle.
288 Thomas Espiuca, gommas no corpo.
_'9 Tito Jos do Couto, formigueiro na perua.
290 Ulyases da Costa apila, anemia e glndu-
las na cabeca.
291 Victor Gon.alves de Sonsa Beirio, inflamaeio
na pe.rna.
292 Virginio Cirneiro L-io, rheamatismo.
293 Vicente Silv. rio de Sonsa, idem.
xwxooaa de xj^^ob.
Os adultos tomarao quatro colheres de sopa pela manb e qualro a noite. As creancas de 1 5 annos tornara orna colher pila rnanha o outra
a noite e ds de 5 a i i annos tomarao doas colheres pela manh e duas a noite. Oevcrao tomar banhos, fro ou momo pela rnanha e a noite. Resguardo regular.
Encontra-se venda na drogara dos Srs. Francisco Manoel da Silva & C, ra do Mrquez de Ulinda n. 23 e phaimacia Oriental ra estrella do
Rosario n. 3. _____________^___^__
VinJio e Zarops u Dusart
AO LACT0-PH0SPHTO O cal
Approvadr. pela Junta dHygiene do Ri*- O Ueto-Photphato i* eal, que entra lt composiyo do VIMHO do XAWOFBJ
de DL 3ART, o mee" '.camento mas poderoso que se conheoe boje pvra resto-ararl
cis MCH de certos docntee. I
Ojni oda e eudir^iU1 os ossos das cream.* oc/iifio. toma activos e vigorosos
5 A di cenles rooUds.e lyrriphaUcos e os ju^ 3 achiJ fatigados emconaeqtwiicia|
rpelo cr
lenco ada
c a gestac&o
oeL*fo-P'iosphafo di eal a mi-.airado a ama, e as mftee cp;e eriao oe fllhoa
torna u leite ruis rico, mais nnfaivo, e preserva as creancas da diarrlia de wtra
inoleaUas, que st declarao ave inte o crescimeuto. A oWicao opera- e sea (agar al
tireanca, sem que apparecS** johvu1io .
10 viiNMO w o XAHOPt de Lacio-Pho^hatt i* eal de OU8ART despertlc o
nppetite levant&o se forcas doe cohvalescentet -leverp ser e ni-regados em Vdos
\m caaos ea que o corpo mu ano su achar /. ou e^haurid f Beooslto m PsVW a. ra Vivienne
Atten^o
Veode-se urna arm>cio envidrcada para quem
quis' r principiar quaiqu. r negocio, por baralo
prefo ; nu roa estrena do Itosarie n 23.
Viiihos da haiTeira
finos
Caren vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PABA MESA
Genuino do Lavrani a 600 rs. a garrafa.
Na mercara de Manoel Crrela V C.
Praca ate CaMaae d'Kas si. 1K
Atteii(o
grageas de Ferro Rabuteau
Laurttt do Inttituto de rVs/isa. Pnmio ds Therapeutiot
O emprego em medicina de Perro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas da Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plida* Coree, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das crianc-at, Depauperamento e Alteraco do eangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 a C grageas dor dia.
Nem Constipaiao nem Diarrbea, Asimilafo completa.
Elixir de Perro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix da licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
Hit Umt explicado dotalhadt acompanht cada fresco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN A Cia, da PARS, que se
eneontra em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.________^^
ELIXIR DESOBSTLENTE
eptico de Gervo
Eup
Preparado pelo pharmacentieo
JOS' FRANCISCO BITTENCOURT
O (Jervao tem urna aecao desobstroente extraordinaria para oa incommodo
o figado, bago e estomago, conforme o desereve Dr. Mello Moraes.
Um grande numero de pessoas que tem usauo dee considera-o infallivel.
Levados por estas informacoas e por maitas experiencias presenciadas por
jos jnesmos apresntamos aos clnicos e ao publico em geral, um Elixir dest plasta
ie um sabor delicioso e de au efinito verdadeiramente benfico para os pobres deapep-
Os proprietarios da Pharmacia Ceutral
DEPOSITO XTA PHARMACIA GEITTRAL
N. 38 -Ras do Imperador N. 38
PERXAMB<0


MARCA DE FABRICA
w
M 10 rSMB|>SU CHWiSIW UCTaMOSrWTEKCHAUX
ntmimiflnisTiTR n a utconctiromi6B>aERfs
EJgSIKaSia EXPO RT AT I O N fSSm

VINHO
DO
3r Gabanes
KIN-CABANES
O Vinno do Br Cabanes, submettido k
approvacSo da Academia de Medicina de
Parts, foi rcconhecldo como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Carne], qae d ao
sangue torca, vi'jor e energa.
Os Snr* D" Trousseau, Curard e Vel-
peao, professores da Faculdade de Medicina
de Pars, o receltam todos os das com o
melhor xito as mulheres enfraquecidas por
excessos de toda especie, trabalho, prazeres,
menstntaco, edade critica e amamentaedo
prolongada. ~E extremamente eflicaz contra
o Fastio, Ms digestoes, Dyspepsias, Gastritis,
Tonturas e Vertigens.
D resultados maravhosos nos casos de Anemia. Chlorose, Pauperismo do sangue, Bsteri-
lidade das mulheres, Flores brancas, Perdas seminaes, Impotencia prematura, Bmmaarecimento
geral. Tsica pulmonar, Febrea tercas, Intermitiente, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O Vinlio do 1' Cabanes, pela energa de sua accSo cordial, desenvolv as torcas, activa a
circulando do sangue e multo recommemlarel para as convatlescenoas.
Faz cessar os vmitos to frequentes durante a gravidez, augmenta a seereco do leite nos
nutrizes e d extraordinario vigor as criancinbas de mama; gracas a iniluencia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano noa casos de Diabetes, Affecco da mtdua, Hysteria, Epilepsia,
Rachitismo e em geral, em todos os casos em que 0 preciso recorrer um tnico poderoso, que
d vigor e restaure as forcas dos doentes.
Como aperitivo substitue com grande vautagem os lquidos perniciosos corio abslntbo,
vermouth, etc. i? um preservativo apreciado pelos viajantes e marlnhelros, como anli-cpide-
mico e antidoto da ebre amareUa. Vomito e outras Molestias trpica..
Deposito geral: TROUETTE-PERRET, 264. boilerar Voltaire. PARS
Depsitos em Pernambuco : FRAN f. da 8H,va e C- e as principaes pharmacias,

HOJA. Para stlter as contrafaectes, t M dan
acceitar as arrafas qui Imrtm incrustadas no ridro
tt patarras : Vinho do D* Cabanas, Paria, e
sobre os rtulos, tiras de papel que envolrem
lrgala a a marca de fabrica,
a aaaignatura do ~
baes e o sello de
da Unilo doa Fabncantea.
le fabrica, ft, y


'.


Azeiles
de coco e de peixe, em p< rcio e a retalho ; ven-
dem Joio Ff rmra e\ C, 4 rna do Baogel o 65.
Vaccastourinas
Vende-se Ir. s vaceaa t urinas, sendo doaa pa-
ridas de penco timpo e urna prenbe, garante-se a
qaalidade ; a tratar e ver, na roa da Saudade a.
15, portio de ferro.
Vrode se a taveroa sita ra Jervssio Piros
n. 13!, "em afreguesada, boa p>ra principiante e
com cemmodo para pequea fnnulia.
EngrDhu Pavo
Vende ae o mginbo PavSo, silo na comarca do
C>bu, niea legua distante da eaucao de Ipojoca :
a ti alar na ra da A'egria n. 46.
Veoda de sliii
Fende-se on permuta se por predio nesta eidadi
om bou sitio eos b.a casa, maitas fructeiraa,
esceilt-nte baobo do rio, boa agua de cacimba
exieosao de tt-rrt-oo para baixa de eapios, .todi
morad ooa freote, c<.m p> na. e gradeamrnto, con
caiBiobo de ttrro e eatacao junto ao dito sitia n<
Porto da Madeira, conbeeido p. lo sitio do Joa.
8rlleiro, junio ao Dr Ernesto de Aquino Fonse
Ca ; quem preteodt-r dinja-se i proa da lnde
pend> ncia n 40, drs 11 huras ka 4 da tarde.
DE
WOLFF& C.
14-i i ai' i i
Afate milita Hliccido estfcel*sMn-
lo eucBotr r o reopeitavel pub'ic maia
variad e eor|Iet ortimeuto de JOIA9
receFiidMs semprr dirtctatisent- dea stseJho-
re r Isa-icataftesj da Kiropa, e qu 3 priman*
pela apsaimato ornto do manda elegante.
Kie* deaasim ampletoa, lindas pulsel
rao, alllnetes, rolla de oura crav. jadasi rom
brllliantes, u peralas, anneis, cacoletas,
betaea e autraso mils n tif t proprio
dea le generes.
ESPEIALIADE
Em relegts de uro, praia e ntekeladas,
para bom a, se n bar a e m* nios dos mais
acraltados fabricantes da Europa e Ame-
rica.
.-ara todos os artices desla casa garan-
tc.-ssts a boa uualidado. aisim como a md ci-
da<4*> nos preces que sao srm rompetoea.
^Vsta casa tambem eaneerlas-se qual-
quer obra.de ouro ou paratas e tambem rele-
gio* de tyualsmer qauslidade que arja
4--Kua do Cabug--4
-El
M
. I I
I .
' /
-
VERDADEIRO
ELIXIR D" GUILLIEI
Tnico Anti-Catarrhmt e AwH-BiU*
rTmaradop: PAUL O A GE
Ica^e-si
a taverna da roa Iaoperml n 133, com poneos
fondos, propria para principiante, "o motivo da
V. oda f a ir ao compra lor ; a tratar na mesma
ras n. 68 A, Ufana.
MOLESTIAS
DO USADO
DIGESTOES
dlffceit
fHCUMATISMA
GOTTA
iHarmateotlca 1' elasu, temar en i
rri.* FACui.nXna i>B i-ahi- ..._-
DRIOD PBOPRIBTABIO DE ESTE; MEDICAMEIITO
rillS.t, raa O trsaslla-Uiat-Carasfci. thllS
Man de mnw oiwio de uteceuo pro-Jo emna
inuunUTil Jo Elixir S Oulllla ; 4 oMu-aaiaiiia ">
ononca a ni< tualtlBi er prec* ** Plu>-
aaatoaa Dapuratlvo ....
IXrou/lr au falrtfs**m
exigir kraw Eiulr a tslQu Cada garrafa niTite oa oataa Br ctahmid (riTnrt)
Ijllilli m PamanaXie i Ir- J*Wts. |
FEBRES
CONTAGIOSAS
Fluxoet
oo fF.iro
MOLESTIAS
das Mulheret
e as enancas
&
opOO^Oftjt
evitada
D Airrnos, Chavos
Virus, Ulceras
FELO
DEPURATIVO CHABLE.
Su Uta m ratraaiui O salsarM
Onde ( encentra rttna
stMlOMUl.
r e
'*"> Viw***
iCHAB^
VARIS
GOHOmiEi, FLORESbrvma*,
PkinDAS SCMIKAES,
ESCOTAMEHTO, StO., M.
araiTO de feiki chabu
Em codal at oeat y. i
Pkarmo**** vW-S


8
iai
rio de Pernain taco-- Doiuiugo 19 de Fevereiro de 1888
UTTERATUR
DEMEI'OIIDEYTE
PGB

a
V
2.-IIL2 BLAVE7
xxu
ALMOCO DE RAPAZES
fCont*u~accIo)
!3sn Stefano nao tuba ido exagerado,
qatndo elogiou o aeu Vozinbeiro.
Aquelle italiano tinba as bellas tradi-
jra da coziuba frauoeza, que, segando a
confissao dos priucipaes gistronomos,
primeira cozinha do mundo.
* O amobytrJo fez-lhe galbardamente as
nonras : ora um eob rbo garlo e estava
oom um grande appctite.
Sevcriaa coma com as pontas dos den-
tea. Por muito senhora que fossi de si
moBma, o abalo que reoebeu, era muito
yide para qua ella tivesse recuperado o
tangue fri. Iuternamente dava grasas
so niarcuez pela sua veracidade, que em
OV.trb (rcumetanciaa teria achado grosaei-
ra. Aquella parecenga inaudita entro, a
ecntra-raestra de mies Ellen Fergusson, a
ieferida de Joao L yraud, e aquella Theo-
craPii fazia lho febre Uua vez seore-
ta, urna voz de alm turaula, gritava-lho :
c Esta Andrea e a. filha do principe, a
innocente victima do duqua da Urboio,
ella que qualquer dia, amanbj, talvez boje
mesmo, ba de vir reclamar te a su parte
da horaaga paterna I
Assini, pois, fot com urna satisfagio real
que vio chegar o fim daquelle almoco in-
terminaval, e, depoia de haver felicitado
mestre Baptista, despedio-se do marquez
pensam*oto reservado, um olbar, ua pa-
!larra. Arrependia-ae algumas veses por
ter posto em contacto aquellas duas crea
tcras, e, se tivesse camprehondido, p r
tida de Metoo, que a irraS da Guido, aquel-
la desconhecida, levava oomsigo toda a
sua vida, nio lbe teria por certo dado a
casa de Miss Eller, como lugar do asylo.
Mas o que eatava feito, estava feito, e era
preciso tomar urna resolugao O essencial
era nSo perturbar aquel e candor do vir-
gem Foi por isso'qua Joao Leyraud,
cuja delicadeza talvea parega um pouao
subtil, se abstovo de ir casa de Miss Fer-
guasn.
A modista espercu alguna dias. Mas as
semanas passaram, e, como a irmB Anna,
nada via cheg r.
A principio aquella demora pareca Ihe
singular, inexplicavel ; depoia o seu amor
proprio, o seu capriubo excitado pela es
pera, transformaram-se am desejo menos
platnico, e Miss Ellea achou que elle ia
se tornando impertinente. Finalmente, no
dia em que, com toda a esperanca, perdeu
toda a illuaiio, exasperada oom tanto des-
den), quiz ao meaos conheeer a causa
Espreitou os passos de Andrea, vigiou as
suas sabidas, seguindo lbe a pista com a
prudencia e a obstinado de Triooche ou
de um Cucoiet. Por meio desta espiona-
gem adquiriu em breve a certeza de que a
11109a fazia frequentes visitas ao aatelien
da passagcm d > Elysa des Boaux Arta,
que l pasaava todas as horas que o tra-
balho Ihe deixava livrea, e qua todas as
vezes de l sabia com a fronte Iluminada
por urna doce al'gria, e como que trans-
figurada.
Foi*para Mias Ellea urna decepcSo cruel,
mas que Ibecausou menos tristeza que des-
paito. Que JoSo alo araass, era pouca
coua afinal; gragas a Deus nao era elle
o nnico hornera bonito, e o ardor amoroso
quo a sua recor Jacio tinba despertado ncl
la, nao corra ris;o de apagar ao por falta
de alimento. Tinba muito onde esaolher,
a iaSamioavel modista !
Os pretenderles nao faltavam, e. entre
Come Sin Stefano a acoiopanhasse at
ao portilo, ella fingi quo voltava directa-' elles, havia um certo .Mauclerc, rapagao
mente para casa, o disse ao coebeiro que bem ap-ssoada, que desde alguna dias -
a lavaste ra Monoeau.
Mas logo que voltou a esquina da Ave-
n.da Montaigne, na directo do Arco do
Triuropho, griEou pela portiahola.
Para a ca3a de "miss Ellen Fergus-
son, ruj da Paz.
XXIII

PLANO MALLOGRADO
Os lcitorea sabem co:a qua boa gragaa
Andrea, recomraendada por Joa Leyraud,
tinha sido reeebila em casa de Mis* Elleu
FerguaOD.
Havia entretanto naquelle acolhimento
de Misi Ellen Fergusson um pensamento
reservt.do. A modista esperava que o pin-
tor fos.e mais dia menos dia reforear a
sua confirmagao escripia par urna recom-
mendaoSo verbal. A carta do pintar tinha
desperado n'ella a fibra da recordacSo.
Das suB relago*es epaemeras com acuel-
le bello rapaz, o setf coragao tioba gur-
dado cotio que m perfume, cojo aroma,
meio evaporado, aquelle bilhete, apezar
de mu.to insignitiiante, tinha viaao revi-
var. Aquella bilbete eia evidentemente o
prologo de uma visita JoSo deva ir ; er*
inevitnvel. Esperava-o eatisfeita e alegre,
e Ancri, nao preciso dizel o, sentiu a
influencia d'aquelle contentamento. A gen-
te boa, quando espera.
Misa Ellen esperou em vio. Joao L y-
raud .mava Andr, nao com aquella febre
de MDMfSel fugitivas, de que at agora
tinha feita um escudo contra todos as mu
lberes em g?ral, e contra Ellen em parti-
cular. Amava-a puramente, nobremente,
para sempre, para toda a vn. Sotre
aquella fantasa do uoia hora e aquella
ternura de sempre, elle nao admittia um
1
apunhalava da sua j&nella com olharea as
sassinos, e que, para approximar-sa della,
vel-a, fallar Ihe, tinha encentrado este ex-
pedienta, tSo novo como ruinoso : comprar
um chapea todas aa manhas.
O tal Msuclerc era solteiro, e nio hava
duvda verdadeira sobre a sigoificaclo da-
quella orgia de cbapus !
Nao ; Ellea nao se inquietava, pois, que
JoSo a n3o amasso O qua a inquietava,
a off.aB, adaspeitava, que elle aatasse
outra mulier, e qm essa outr fosse exac
tamente aquella delambida que, para Ihe
ser agradavel, tuba recebido de bragos
abertos, o cem a qua) elle sem duvda an-
da esoarnecia a estupida boodade
Mas Joo er ioaccesaivel: conservara-
ee prudentemente, ooTardemente, dizia el
la, fra do abante do eua artilbaria. A
sua ra va nao podia uK-ancal-o. Por isso
vollou-80 contra Aalra, qu1, innocente,
nSo suspeitava da explosao que a pro-
duzir
Elk-n omprejjou tod^s os indos _p*ra fa-
zel-a expiar aa priuitivas bondaws. <-
duzia a aos inais in.Tios trabalbo3: nao ta
via trabalbo repugasnto que ella nio tives-
se de f ser.
Andrea nada co aprehenda daquelle re-
viramc-nto da sorte : mas reaigoava se,
Andrs nSo estava na offiuina. A pa-
tra tinha pedido em termos muito seceus,
quo despejasss o quarto contiguo ao della,
para ir oceupar urna agua fuitada, e ella
estava faaendo a raudanca.
A entrada da princeza-oi um aconteei-
mento. Apszar de Miss Fergusson sera
sua modista, nao tinha posto os ps em ca-
sa della, e era aquella a primeira vea que
Ihe transpunba a porta. A modista cora-
prchendeu pela sua pbyaionomia, qua a
princeza tinba um motivo serio para sahir
dos seus hbitos. Correu ao seu eecontro,
com chusmas de perguntas nos labios. Mas
Soverina nSo Ihe deu taropo da ir interro-
gar.
Preciso lalhr-te com vivacidade, o a
sos.
Vamos para o meu quarto, respon-
deu Ellen que fi re ja va um bello mysterio.
Urna esoada de car-col punha em com-
municacXo os aposentos particulares da
modista com a offioina. Indo na frente de
Severina, ella dizia consigo :
Se a minha nobre ama faz sua ha
milde serva a bonra do a visitar, quo pre-
cisa d'ella I Olbo vivo I
Quando cbigaram saleta que precede
o quarto de dormir, e depois de fechar a
porta, a princeza perguntou:
As paredes ten ouvidos ?
Esta tinlia, dioso Ellen designando o
tapamenta que separava a saleta do quarto
de 'Andrea; mas cortei-os, accrescentou
ella com um ssrriso mo.
Bem I Espero quo nSo tenhas esque-
cido, que fui seoipre ba para ti, boa at
fraquoza, e qua a tua fortuna actual de-
ves a minhas liberalidades.
A Sra. princesa bom sabo que nao
.ou ingrata.
Pois bem I A minha fortuna, mais
do que a mioba vida, est as tuas mSo*.
N'esse caao a sua fortuna corre tanto
risco como a sua vida.
Aasim se quizares ligar-te a a mim
contra o inimigo que nos ameaca a am-
bas.
Qu-uo quer quo soj t, e tambem meu.
E eu conbeyo esse inimigo 1
Fazes mais que o oonheoer. -. Est
em tua casa.
Em minba esa Ora esBa I juro-
Ihe miaba aenhora...
Nio jures! Nao podas saber. E'
urna das tuas costureiras... Andrea.
Ell-.-.u abri os olhos, nos qu oa Severina
pod lr urna pasmo que nao era fingido...
Como ddveras ? exclamou ella :
aquella vagabunda sem" nome, Bem familia,
sem tecto I
E' Andrea, j disie I Nio tea no-
me... r.>zao de mais para procurar um 1...
E o nome que ella ambiciona, sei eu
qual .
E em voz baixa, como se receiassa que
a parede ouvisse, atirou no ouvido de Ellen
o nome de L?onati.
A modista deu um pulo. Comeceu a
desconfiar da raz3o de Severina.
Duvidaa T proae^uio a princeza cada
vez mais baixo. Eu quera poder duvidar
tambem 1 Mas como negra a evidencia T
Lembras te d'aquella enanca, a qu-m o
principo dasKou motada dos aeua ha urea 4
Poia bom essa bastarda, que eu julgavX,
morta, ou pelo menos tambem perdida, per-
dida, que seria impossivel en:ontral-a,
ella.
O fim da visita de Severina appareoia
claramente aoa olbos de miss Fergusson,
sem s: queixir, ssm perturbar, mesmo por que espera va tirar d'ella um duplo pro-
urna fcllusao, o 6ocago de Jo8o ou da Gui-
do, com o olbar voltado para o horiz >nto
ra iant do seu prximo oasamento, qua
poria termo aquella triste prevoncSo.
Tal era a poai(S3 respectiva de Ellen e
de Andrea, quanJo a princeza Leonati se
lembrou de ir visitar a sua antiga criada.
O qua Severina quera aemear, nio podia
cahir, como se v, em terreno mais bem
preparado.
rOLHETlM
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RIGHEBORG

Qii\ri part:
Q HQ5Q 32 HECAD33
((Jontinutolo do n. 39,
XIV
Meus amigos, respondeu o patrio,
terei oocasiao de ver em breve o pai Ao
selmo, elle sabara os sentmentos qua os
opera -ios de minha casa tm a seu resp'ito
e ass'guro Ibes qua ello sar extremamente
aensival a boas recordsc5:S que conacr-
vam ilelU. De mais elle nao so af .stou do
bairro para sempre, ha de voltar e terJo a
aua visita.
Ni quella ot-caatilo deram seta horas c
ouvi" se imu iriiatanunte a sinela annuo-
cianc o o comeco do trabulbo.
Os operarios que eaperavam o s^m da
8net;i no pateo o na ra,' as proximidades
da fbrica n6o tarlaram em espalhar-se p -
las odicinas.
As :u:L-!inas j estavam osmtnovimento.
E:o um abrir e fechar do Tolhos todo
agariaram nos tastrameutos (Fe trabalbo b
aob a vigilanei i do m:ctre e dos contri-
mesti' traba Ihar.
'4'.;r ib proprias mos o
Desde o dia em quo o Sr. Ltonnct se seu castig raaw duro e titira a" vez s te-
^jhs mos'.raH.j g,-^ -ij dale par a mulh-r jg,, ,.,. larr n
Us Ih- tinba s^g.-i^figadu a sua vocUde, a si-1 Dcitava se cedo > vaot>?a se tar ie ;
NBsc3.o'tnh< n !j a n sc.i eD!ro os doua tnjn noit.
Mas, iaso
quera mais
u.\j bastava, o Si'. Lionnet
Iat'dramente disposto a perdoar agora e
mesmo a fazr esforcos para esquecar, que-
ra que a mulber se arrependesse profunda-
mento das 6uas palavras e dos ssus actos,
o expriiflisse o aeu arrepeodiooento.
Mas, infelizmente, percebia de mais que
ella de nada se arrependia o q ta o arre
ma. |
E o Sr. Lionnet dizia de ai para si
trioteza e aEedume :
Nesta mulber n". i ha
soflfra, pj8, at o fi-u o o.atigo
dM

a bom ;
a quo a
coniemjei.
Diia aqaillo o i.:feiis, mas aoffria hor-
riv si sea filho quj agora ih; dava tantas sa-
tisfayS.'s, quinto outr'ora lbe deca ioquia
tacchs o contrarisdade, tena desgoa
vida.
Como dissemos, a Sra. L'onnet j nao
sabia, n3o que o mariio a tivesse preso,
era iot-'iramente livro pelo coutrario j mas
como j nJo sivessj o direito de manl-r
por a carruagm, r pjgaava-lbe apparecer
a pe na ra.
l)-.;,ij d-i hive-r rciniio 30 oo Boberana
no bairro, dopiis de ier humilbalo co-u o
aeu luxo iaa -bni-i as iaul!i-r-3 dos n -g
ciaotca e fabricante viziaho, tioba m Jo
do olbar c >o sorriso; L-onicoj desaa gao
ta que im&ilbrar.i.
a i era estimada, boa o s.bia; aantis
qu* se barisw de regesrjaf co a o sau des-*
valimeuto e pareci lbe travir os earoasuus
ds gante io bairro.
' Com tu lo, p"ra sabir de caap ou de Kn-
duu, bastava pii-o ao marido; ma& iaao
teti* sido un acto de sab^isaao, urna bfl
. .c/u. El! sab netter s humilliar
i: Os u iatra. i .. orguio probibi..-
Ih'o.
Pref.ria iver no &? ^tjsllfiito, na sua
EOiUc, na oi.avbWfj existencia,
reer o froto, rre^meuio.
veito: vingar se de Andrea e p6r uro ele-
vado prejo ao servigo que a princeza ia
solicitar.
Comprehendo-a, dissa ella. A tal
nira inco nmoda o quer que a ajuic a
fazel a desapparecer I Sabe que me arris-
co a muito n esse jogo ?
Quena nao se arrisca n&o parde nom
ganba.
Pro-iso anda saber...
Vai mi*|lia casa esta abite. D^r-
te-hei peubores, que, espero, te satisfago.
Mas d'aqui t l toma sentido 1 e que a
vbora nao dos escorregue por eutre os
dedos I
* Es tej tranquilla 1 Tenho mais in-
tsresse n'itso do que pareo, disse com
msldade a modista.
E' fazendo passar Severina pela cacada
commum a todos os mora loras do predio,
desceu b para a loja onde M*u;lere es-
tava comprando o seu deoimo tercero cha
peo.
Tot tinha j nos labios um madrigal,
quando a porta se abri e deu passagem
i William Smitb e a Mlle. de Valneiga.
Atraz d'elles appareceu o marquez de
San Stefano. Maualerc engoUo o madri-
gal e tocou em retirada.
Ah o nosao caro Sr. Mauclerc i
esolamou alegromente o marquez.
Dapois a meia voz,- guisa de um clien-
te dando urna ordem :
Eatao, em que alturas vamos T
Vai indo Sr. marquez 1 Como v,
estou na pruca o nao bao de passar vinte
e quatrj horas Bem que ella se renda
disoricao 1
E' um grande estratgico, S. Mau-
clero 1 disse San Stefono no tom "em que
Bonaparte dizia Estou contente com
sigo 1 i
E em quanto Mauclerc sabia o marquez
foi ter com William e Suzma, que havia
levado a casa de misa Ellen Fergusson,
para escolbor o enxoval, como Ihe pro-
loettera.
. i Vamos, minha filha, disse elle a
Mlle. de Valneiga, peca, mande vir o que
deseja.
E' que, r.-spondou Suzana, n3o que-
ra escolber nada sem Andrea, e em vao a
procuro.
E' verdade, onde est ella T porgan
tau San Stefano.
O nome de Andrea fez saltar dos olbos
de misa Fergusson urna scentelba de odio
que o marquez apanbou no ar. Tinha
visto Soverina entrar para a carruagem
porta da casa. Aquella coincidencia pare-
oeu-lhe exquisita.
Trama se alguma oousa contra esta
rapariga, disse elle oomsigo. Chego a pro-
posito.
Durante este tempo Ellen mandou l
cima, ao sota->, urna costureira procura
de Andrea. A costureira voltou s.
Andrea nao est no seu quarto, (liase
ella a miss Fergusson. .. Mas encontrei
em cima da mesa esta carta para a se-
nhora.
Elian tevo um mo presentimento. Pe-
gou na carta e leu com admirado.
f Ouvi tudo, minha senhora. Ha de par-
miltir-mo que eu Ihe poupo o iacommodo
de faier-me desapparecer desapparecendo
ou antes. Andrea, a
Maldigao I esuapa-mo I murmurou a
modista.
Mas, sentiudo pos r sobre ella o olbar
inquisidor do marquez, cboramingou :
Oh que ingrata urna riesgragida
que reoolhi o adoptei, que tratava como
filha !. E abandona-me.
Ab dase Suzana com trst>-z.
resentio a cilada, disse comsigo
San Stef.no. Agora os grandes mcios 1
XYIV
ONDE BEAPPABECE EXCELLENTE LUOBANO
Miss Olea nSo ndmittia que se discutis-
sa as suas ordena ne n que se demorasse
a sua execucao. Tioba dito na vespera a
Andr que mudasae de quarto no dia se-
guinte bem cedo e julgava que a mudanca
estava feita desde pala manhS. Foi por
isso que aquella pergunta da princeza :
c As paredes tem ouvidos ? respondeu
do 2* andar para o sotao, atravez da del-
gada parede do seu quarto tinha ouvido,
senSo tudo quanto disseram a modista e a
princeza, pelo menos bastante para .com-
probender que ae tramava entre as duas
loulheres alguma oousa contra o seu soce-
go e mesmo cootra a sua vida.
Andrea, apezar da sua timidez natural
era mulber da reselucSo. Nao besitou.
Acto continuo, escreveu as poucfts liabas
que j conbejemos, espreitou a sabida de
Ellen a de Severina, subi sua mansar-
da, eolloc u a carta em cima da mesa,
bem vista, desceu n quatro e quatro a
escada de servico, para nao ser vista, e
sabio pala outra porta que d para a ra,
chamou o primeiro carro que passou e dis-
se ao coebeiro:
Passagede l'Elyae des Boaux-Arta,
n... E depressa, pago por hora.
(Contina)
coquttte ou'pira juncar o sollo por onde
tem de passar alguno ento vietoriado, po-
rm cuja magestado iaferior a do mais
iosigaificanta magnolia ?... Comtudo ellos,
tio perversos, araam e sabem guardar
santamente em seu coracito o rosto da mu-
lber querida, e porque nos nao nos har*
mos de amar com um amor sinceramente
retribuido ?... Ab I... s benvola una-
mos os nosaos destinos 1...
Eu te comprehendo e acredito na_
tua sinceridade, iouco phantaaiasta, qaa
nao ta cansaste de me deleitar com aii tuas
expreasSos do raaia puro affecto. eu te
amo porque so que o ten primeiro beijo
foi depoeto as orvalbadcs franjas do meu
"vestido eiivalia pela avidez de tua delica-
da plumagem que hojo ainda nao compri-
mentaste a minhas ricnea essas lourinhas
que v3o fing'r que n2o sabem ser eu o teu
nico ideal. Olba.. conohega-ta a raim
e v aquella Magnolia... Aiodr. liontew
dorma embalada n'um borco e hoja j do-
seja roubar-to dirigindo te, de l temos
olbares!. Repara tambem para aquella
Tulipa... tem a minha idada : arabas naa-
cemos com a mesma Aurora e apezar de
sermos oompaaheiras de infancia ella quer
gozar das tuas caricias. Ab 1 nao te riaa
dos meus devaneios... Amo-te muito para
rae resignar a parder-to. Nao partengo ao
numero daquelas que nSo comprehendem O.;
que soseja a affeigao e que julgaru ser tal
sentimento urna couaa va <> tao t'util que
pode ser divididas en'ra muitos. Cuita-
da-'... Nao vi aquella Rosa ost&ntadfl
todo o seu primor ?.. t'ois bem, cias
bonteai tardiuba eu vi chegarem-se a ella,
u^u de cada vez, tros do > taus comp-mbe-
ros, ao3 quaes ella igualmente distribufo 6
me de suas ptalas... e a todos elle fez
protestos de amor '...
Querida Violeta, eu oreio no que me
dizes, man aquella Saudadesinba qua, em
vez de preciosidades, traja um vestido t2o
alvo e to simples, pertencer tambem ao
numero das que nao amam e qua fingam
amar ?
' Ab nao... aqualla pobresinba t2o
linla e tao joven ainda boje chora o aban-
dono do seu amanta, que, depois de ter
roubado coitadinha o socego e a tran-
quillidada de sua existencia, voou para
nunca mais voltar, talvez. Quando a tar-
de o Sol recolbe-sa aos seus aposentos
a tira da descangar dos labores de um dia
em que larga destribuio todo o calor de
seus raios, ella espera qua a Aurora do dia
seguinte, rasgando o negro veo em que se
acha envo'to O Firmamento, vonba anana-
TAfiIMDES
Variafdes
(AO AMIGO DB. A. OL N'DESSE)
Um dia em que a Naturaza revest la
dos seua mais bolles adornos e ostentando
as suas mais deliciosas e luxuantes gallas,
havia erguiio do seu leito perfumado e te-
pilo o Astro Rei, que ia aclarar com seus
raios vivificantes des le o dourado s.'11.1o
onde alga o eolio a preciosidade da deoo-
ragao at a immuada enxuvia ende o cri-
minoso esse doente a quo a Humanidade
era lugar de desprezar deva mitigar -os
s. diriman tos dulcificando Iho a alma, pnri-
fijando-lhe a coascencia e amenisando lbe
o carcter passa as mais amarguradas
horas, que, em vez de tora 1-o um arre-
pendido, fortificara Iba, pela ignorancia e
ausencia de conselhos, e rancor contra a
Sociedade que o estygmatisa, eu passeava
pensativo e mudo pelo jardim de urna mo-
desta casinha campestre aspirando o ar fres-
co e suave da man ha e apreciando o de-
posito faito pela nauta as ptalas das Ai-
res.
Via paasarem rpidamente diante de
mim alegres descuiJosos un sem numero
de elegautes e maviosos cantores que pas
sando aqu e all e beben Jo, a largos tra
goa, o nactar suavissimo da libardade, ea
travam ternas epopaas Creagao.
E eu caminhava cabisbaixo idealisando
talvez magnficos gozos futuros e srchitec-
tando uma ventura cojo comego r3o esta-
ve looge, quando prepaasou ligeiramente
minha vista um mimoso Colibr que se
foi pausar no calix de urna violeta que sa I ciar a volta do ingrato, que desconhece,
ostenta va bella e garbosa entre as dems curtamente, o amor que a tenra Saudade
Sa bem que houvessa entre ambos um
certo constrangimento e quo o mogo se
mostrasse menos expansivo, Alberto teste
muohava mai a mesma affeico e a mes
ma ternura.
.Algumas vezes a Sra. Li-onn t abragava
Alberto, apertava-o febrilmeate de eacon-
tro ao coragao e beijava-o com urna espa-
cie de furor.
pendimento nao poJia eatrur uaqu-lla ;l Alberto soffri tambem com aquella si-
tuagao, mas, conformando se com a volita-
do do pai, nada dizia mai e nao fazia a
espoios.
O oegi.i n;^ nao va Amelia, seoao nsa
borat de i f iga->, ou q'uado a encontrava,
por fcaao, errando 93 toe o)3"nt.a.
Nunca s f ll.var.
Pt recia qua tre *)I"S.
mor lia os loncotee-Agiti
O que a fazia '.bomffmo eram
-., dur.o.ta as qunes
bav o travessiro.
oa remor-
aos, mas j luo etsr cu : ia casa e ser
obrigada a r-i^'nii-.'.: a sua inpotendia.
Duraste di p-.saiva longaa, horas s,
feeheda no seu gabioote. Em que podia
ella pens.r ?
A sua uai'a saiisKglo, a kOs nica ale-

A i v^zes, oamaio, a "Sra. Lioauet.fi |gt on conversar como tilho quando este,
avs um longo oiuat ao m.riJo, eos ar d* depois dn t*rojTnar o bou trabahio do di'-,
quera implorara. 'lbe podia dar tlgune instante*.
i40_eoor tantativa, para conseguir ama re-
jonciliagao. Era-Iba prohibido.
Sabia, alera disso, que o marido afio p r-
doaria mulber, sauSo qu*adu della partisse
a iniciativa para'isso.
A Sra. Lionnet evitava tallar a Alberto,
daa Sras. do Pruiorin, do b .rio de Lu-
broa e sbrete lo de Gonoveva ; o mo-
go guardavu a mesma reserva; ver-
dade que o pai Ihe tinha recommeadado
expreasamentc, qua deixasse sua^nii ua
ignoran ia completa dos ucant^ojpeatos,
quo se tinlnm sucjedido rpidamente, nos
ltimos tamp-oa.
A Sra Liouaut polia l'.-o sabido, pelos
j ira.,s, qus nao Ihe ioopediam Ue ter, mas
uuuca gostou de leitura ; se bo'u que o ma-
rido fosse assignante de diversas folhaa
lunas, nom sequer liaba o trabluo d" as
abrir.
Nao sabia, portauo, que a sua amiga, a
coudoisa da frmorio, o a antj Carlota
Ltellier e o borao do Lubroo liaviam sido
presos.
Ignora va, igualmunta, o qua tiaha acn
taoiio a Genoveva, desde qa-, a bavia ex-
pulsado do sua casa.
M>s o qua Iba importava Genoveva?
dS1o poda pensar aa sua victima sem t r
oalafrios de furor.
E' ella, aquella Diiaavavel, que foi
causa da tudo iato I exclamaba ella
E s ntia despertar lbe o odio, nv<8 vio
lento do que nunca.
E aocr.-scenUva, angeado os e.:it*B '
Ob I com que alegra eu s*b<-ri que
ella murreu de miseria om um pardit-no
iiif'.-cto ou em oima de un mntelo de im-
mundicie 1
BaBUva que a imagem da moga se apra
srnt.tE8) diiuta dos otaos, para que fossr
logo accommatiida, por um tremor ner-
voso : as feigSas decompunham se-lhe, o
olbar toma/a-lhe urna oxprosailo t.-rrival e
a mulber dava rugidos roucas, :o animal
feroz.
Eutao vomitava toda a especia de im
prec^gao, aowldigoava a pobre menina e
votava a todos os negros demonios do o
faroo.
Na tinba dvisado de reparar, que, ha-
sem hesitar : < Tinham bontem ; j no
tm.
EngaDara-se. A moga costoreira tinba
esperado a hora do descango para pniierar
aaasssissaawMainaMiinnnnnnMnaMaMaaaawpsjjB
via cerca de um mfz, o Sr. Liounet ja au
viva atormentado pelas inquietagSes e que
a sua grande dr bavia serenado.
Com certeza, psnsava ella, consigui
saber o que faito de Genoveva.
Por outro lado, as frequentes sabidas do
negociante, acompauhado por seu filho, des-
perlavam-lne grande curioaidade.
Duas ou tr-s vezas na semana, pasaa-
vam a noite fra.
0.ide iam elles ?
Com certeza dara muito dioheiro para o
saber.
Odiosamente, oom indiffarenga o como
macbinalmeute, a Sra. Lionnet interrogou
Alberto a tal reapeito :
Vamos jHitar e passar a aoita em ca-
sa de amigos da racu pai, respondeu laco-
nic mente o moga.
A Sra. Lionnet poiia ter perguntado
quera eram esses amigos do marido, qua o
con vi.la vn-B tao frequentemente ; mas n3o
insista. ^ N
Perc^bia a reserva da Alberto e adivi-
ohava que elleseguiuiaatrucgdes de seu pai.
E, dapois, ella queria parecer iudiffrea-
te a tudo quanto poda fazer sea marido.
Um dia, durante o almogo, o Sr. Lion-
net teve, para com Amelia, certas atten-
goes, que indicavam qua a bus irritagao se
tinba .p.izigu -do muito.
Como aos dias antacedentes, nao lbe di
rigia a palavra ; mas a Sra. Lionnet per-
uebeu, que O marido nao Ihe evitava
olbar, quo estava commovido e disposto a
r>8poaderltie, se ella lbe dirigissa a pala-
vra.
Uepeudi, pois, apenas della fazer der-
rd r o galo.
O Sr. L'oaa t esperav ud impulso do
cor'gao.
Co u os olbos, Alberto animava a mai.
M*s um falso amur proprio dte ve o. im-
pulso o a pdavra nos>labios de Amelia.
O Sr. L'oujil foi primairo que se le
v.utou da mes, .deixaudo Alberto com a
mai.
Conversaran ambos por momentos e de-
poia, como o mogo se levantaasa tambara,
u Sra. Lionnet disse lbe :
Arfbrto, era-me agiadaval dar boje
uin p'as' io da c&rrusfcm ; siato que esse
paaeio" me havia de f**;r malto bem. Pe
de .pois a tau pai, que mande por a car-
ru-igaui p.ra mira.
O mogo tratou lugo de dar a couhecer o
desejo da mai ao Sr. Ltounet.
Eli% Bres-oa me po lia t-a*r esse pa
dido, di|gfl gouiaute, mas em todo o
Casa, uflWL.'djaT a tua mai que o cou-
p e?i 4* ju^,urd"n8.
Logo quej. Alerto lbe traosmittio a rea-
pOBU duJMdo, a Sra. Lioanet chamou a
flores.
Curiosa oente me approximei occaltaado
me as folhagans de um laranjal qua fica
va perto e ouvi o seguate dialogo :
c Ah l linda Violeta, consente-me ao
menos que sugua o Dectar de teus labios
ou que esparo delirante o perfume de tuas
trancas. deixa-me axtravasar de jubilo
banbando as miabas asas na suavidade de
teus vestidos l... Deixa me possuir te e
gozar desse puro sentimento a qua cha-
mam amor os bomens, esses misaros
animaos que vivera roubando a aossa li-
herdade e o primor de tuas g las para de
pois de um dia, de urna hora, de um in-
atanto mesmo, de admiragao nos desprezar
e at jogar em um canto da seus aposen-
tos i E quantas vezes, ao oscurecer, ero
vez das bemfasejas azas dos nossos pa3,
que deviam trazar-nos pao e abrigo, vimos
approximar-se de nosso bergo ama barbara
mo que, depois de enclausurar aquellos
quo eram nossos nicos defensores, vem
apod rar-se de nos, que ainda nao sabemos
voar e que mal balbucamos aa primeiras
notas de um simples hymno ? 1...
Quantas vezes as tuas irmis, quando
mal tem destendido o manto que as envol-
ve, s^o colhidas para ornar o peito de urna
criada, peuteou-se o vc-'tiu o aeu mais rico
trajo de passeio.
Alberto acompanbou-a at carruageoi.
Em p, diaule de urna janella, o Sr.
Lionnet vio a mulber subir para o coup e
um sor riso passou-lbe pelos labios.
Quando Alberto veio ter com o pai, este
Uisse-lhe i
- Parece-me que, para fazer um sim-
ples passeio de carruagem, tua mai vestio-
83 com demasiado luxo. Estou convencido,
quo ella ra fazer urna visita e qua so di-
rige ra de Presburgo, casa deasa mu-
lber, que se fazia chamar condesaa de Pr-
morin. Tua mai nao descoofia da s rpre-
za pouco agradavel que a espera. Mas
preferivel que ella saiba, antes par outros,
do qua por ni, o que era aquella misera-
vel, de quem ella tanto gostava e que jul
gava a sua mclhor amiga. Ser urna li-
gao severa, dada sua vaidade, e ao seu
ridi m!o orgulbo. Possa aproveitar-lha essa
ligao e torual a mais circumspecta, aa es-
ecilla das suas aoiizad.s.
Depois de tar fi:ado pnr momentos cala-
do, o S Lionnet cootinuou ;
Creio que chegou o momento de fal-
lar a tua mai de Genoveva ; autoriso-te
portauto agora a dar-lbe parte de tudo
qu.into aoouteceu do feliz neta da Sra.
marquesa de S^ulieu, dt-sde o da em que
tua irm s ufastou do nossa casa. Tu sa-
b^s, Alberto, eom que coudn,oes eu podara
o -rooar tua mai ; urna ceconeiliagao nao
p le realisar ae entre r.s senao quaudo
eiia eativur sinceramente arrependida do
8"U procadimento para co.u a- menina do
MfUllo, e neate sontido qua tu lbe de ves
fallan E' preciso qua ello mostr des jos
.le tornar a ver aquella a quam tanto fez
sofrer, atira de Iba pedir perdao das suas
uijusligs para com ella e UgrimaB que Ihe
fez leriaiuar.
A Sra. Lionnet entrou urna hora depois.
Estava toda transtoraada pallida como
urna murta.
O negociante nao se tioba eogauado, sua
raultier tuba do ra de Presburga.
Tiuii couversado com o porteiro da casa
e tiab* subido bonitas cousas a reapeito da
tua querida amiga.
Pn cipitou-so no quarto coma Iouca e sub
suiuio logo o su aob:rbo vestido por um
ron pao.
Quando socegou um pouco mais, mandou
haiaur Alberto, que toi logo ter comedia
Fixn io oa olbos no mogo, disse-lbe :
Fui ra da Presburgo.
Ah I disse elle.
Soube l cuusas tspantosas. Sabes,
Alberto, que a uoudessa de Prmorin era
espiona e fui presa, e nio como espiona,
Ihe consagra. Ah!... um peBsamento
me acudi agora iraaginagao, velando a
micha alogria mas n3o... nao pos-
si vel quo tu tao teruo e tao delicado sejas
ingrato... eu estou convicta de que nao
fugirs s avahas caricias.
Obrigado e te assoguro qua padea
co.fiar em mim. A m3o que te colher
deves tambem prender me porque eu nao
me afastarei de ti !
E eu vi entSo, o Colibr delirando mer-
gulhar o seu bico no perfumado clice da
Violeta todo fremente de prjo de amor.
>.......'.*
N'sao urna chuva intempestiva obrigou-
me a fugir do jardim com a al.o viva-
monte iiDprea8ouada, e asrim como o re-
Iho Abbade do im mortal Juaqueira que
< vendo desabar o mundo de suas crengas
(i s de tocar Ihe a aza vaporosa de urna
o avezioha trmula a experar arramessan-
t doa Biblia exclamouOh Natureza a
nica Biblia verdadeira s tu !... eu vol-
tei para casa convicto de que os paseares
e as A iros, ato a Msica e a Poesa da
Natureza sao os nicos symbolos do Amor
e da Falicidade.
J. Thiago da Fonseca.
1837.
mas cerno cumplice de um crime de assas-
sioato ?
Sei, minha mai.
Sabes que o seu verdadero nome
Carlota Litellier ? Que n5o tinba o di-
reito de se chamar coadassa de Prmo-
rin ?
Tambem sei aso, minha mai.
Sabes quo esse amigo da condessa,
que se chaya o bar&o de Lubron um ita-
liano chamado Paolo e que esse Paoio, de
quem te dizias amigo, foi preso tambem co-
mo aasasaiao ?
Sei, minha mai.
Assim, Alberto, tu sabias tuao isso e
n3o me dizias nada 1 Porque T
Receiava raortifieal-a.
A mai encolheu os hombros.
Bem v, querida mai, continen 0
mago, bem v qua Geaoveva nao se enga-
ara, dizando-me quo desconfiasss da Sra.
de Prmorin e da tilba, as quaes ella adi-
vinbava duas miseraveis o bam v tambem
como eu tinha razio em ouvir os conselhos
de Genoveva e de me conservar prudente-
mente afaatada da casa de Carlota Letal-
her.
i A mai e a filha viam em mim, urna
praza fcil de empolgar. Em Nice, duran-
te alguos dias, coafeaao que estiva subju-
gado, f .seiuado. E, engaada como eu, a
minha m tambem nao desconfia va, que
se r.pesentava diants de nos urna mons-
truosa comalia. Ah ha de convir que
Genoveva foi, nesta circumstancia, o meu
aojo da guarda; foi, gragas saa perspi-
cacia, sua affaiy&o por mim, que eu nao
c.lii aa cilada, que me tinham armado.
A dra. Lionuet, preza de urna agitagSo
singular, batia com o p com impaciencia
febril.
Genoveva, ainda Genoveva, sempre
Genoveva, disse ella com voz cavernosa,
porque me fallas dessa criatura odiosa ?
P rque me permitlo hoje fallar-
Ihe nella. Querida mai, depende s da se-
nhora fazer voltar a pas e a felieidade a
esta casa l
Ah 1 aira ? E o que dero en toxer
para isso ?
Ter melhores sentmentos para oom
aquella que a senhora educou e amou na
sua mfauoia. O seu filho lh'o pede, mi-
nha ini, reconbeg* as injustigas que fea a
Genoveva.
Nunca! nuno exclamou a Sra.
Lionnet, com o olnar em fgo e a vo ea>
tridente.
Ab 1 aiiuha mli, dase Alberto eom
tristeza, eotio uae quer que meu pai per*
ila e esqu-g* ?
iConiit
Typ. do Diario roa Daqa
'U*
-


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t


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