Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17226


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ilUHIV IuKBIO 28
PARA A CAPITAL imjgahe* o.\di: Vi *E PACA porte
Pur tres mciea adiantadoB............... 6)5000
Por seis ditos dem................ 12(500J
Por u;u fiDUO dem................. 230 Cada numero avulso, do rcesmo da........ ... #10J
HEM 8 BE FfiFEBEIBO DE li
PAUA DEXTflO E FR X DA PROVINCIA
P,t seis necea adiontados..............
Por nove ditoa idem......*...........
Por um anuo idem.................
Cada numero avulso, de das anteriores..........
130500
20A000
270000
0100
y)xo\>x\ete te Mmtl Jignrira te -tarta Sfs

Oa Srs. Amcdre Priaoe C
de Pnrls. sflo os nonas agentes
exclusivo a de annuneios e pu-
blicaicdcs na 1"ranea e luglu-
lerra
TELEGRMMAS

mm O AGENCIA HAVAS
HSA'.ST REMO, 14 do Fovere'ro.
A molestia de S. A. o principe herdeiro
da Ailomanha s-guo u u curso normal de
urn carcter bastanta satisfactorio.
ROMA, 14 do Fevereiro.
O ministro da Instrucco publica pedio a
sua d .'misslo.
BEltLIM, 14 de Fevereiro.
O R-chstag votou em segunda leitura o
projfdo de renovar;-!.) da loi contra os ao-
CK^JS.S.
ROMA, 15 de Fevereiro.
A pjcia espera apoderor-se dos autores
dos robos comujettds n expsito do
Vaticaua.
Odbjectcs que foram rcubados t o to-
dos grande valor.
Ageuia IIivas, filial em Pernamboco,
15 de Fevereiro da 1883.
Generoso Ramos Fernandas de Carra-
lho.Ioforme o Sr. inspector geral da
Istruiv3o Publica.
Dr. J. A. Barros QuimarSes.Encaroi-
nhe se, pagando o supplicante o porte na
repartigo dos Correios.
Joaquim Soares da Silva. Tendo o Dr.
chefe de polica, segundo declarou, exigi-
do com urgencia ao delegado do tr.no de
Iumbc informado s quo o h.bilitem a re
solver sobro o destino que deve ter o sup-
plicante, nao ha poron o que defeiir.
Tcnento Jos Barbosa da Cunba Moura.
Indererido, viato nlo constar da Secre-
taria d'esta Presidencia existir a vaga a
qne allude o supplieante.
Jeronyrna Francisca da Roeha Paula.
A' vista da infrmajiio nlo pio ser at
tendida.
Lu.'g-ro da Anunciajao. Sim, pagan-
do as comedorias.
Manuel da Silva Faria.Informo o Sr.
inspector da Tbesouraria do Fazenda, de-
clarando tambem, quaes as dividas, relati-
vas ao servico inclusive o de peasoal, que
nao foram, ainda pagas por .falta de cr-
dito.
Maoocl Cavalcante Lins Walcacer.In-
forme o ~'r. Dr. juix de direito da comar-
co d) Cimbres.
Martinho JoSo Torres Rol i ai. Sim.
Maria Joaquina Barbosa l\f agfclbSos.
Sim, com ordenado.'
Rodolpbo Pires de Carvalho O suppli-
cante nao ple ser attendido em vista do
disposto nos artigas 89, 90 a 91 do rgu-
lamento do 18 de Janeiro fiado.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 15 de Fevereiro de 1888.
O porteiro,
F. Chacn.


i
SERVICU DO CEHTriO TELEGRAPHIGG
Di IUPAENSA


(Para o Diario de Pernamluco)
BELGRADO, 15 de Fevereiro.
A Bulgaria cbamon s armas as suas tro-
pas.
PARS, 15 da Fevereiro.
O Sr. Lion Saje ministro da instrucc3o
publica pe lio demissSo desse cargo em
eousequencia do desabordo com os seus
collegas.
OONiTAHtINOPLAf 15 d* Feverei-
ro.
' A Turqua acreditou como sea delegado
junto ihi goveroo da Bulgaria Kamil-Pa;
ubi.
A Ensata nritestou contra essa delibera-
Ao.
ROMA, 15 de Fovereiro.
Da cxposicSo do Vaticano furam rouba-
dos varias preciosades por ladrees deseo,
nbeciilos.
LISBOA, 15 de Fevereirj.
S' M. o re D. Laiz I soflVe de urna
leucocytbemii.
BERLIM, 15 de Fevereiro.
O ii-iiehttag allemao proregou o prazo
de exeeucSo da lei repressiva contra o
os se j i alista s.
NEW-YORK, 15 de Fevereiro.
A Xoglaterra ebegou accordo com os
Estados-Unidos oerca do conflicto sobre
pescaras.
LONDRES, 15 de Fevereiro.
. imprensa de Londres desapprovou aa
allian;<\ franco russo.
itIO DE JANEIRO, 16 Je Fevereiro, s
4 horas e 30 minutos da tarde.
S. A. a Princeza Imperial Regente asso-
ciou-i e libertacao de Petr< polis.
Continuam inalterados o precoi do
caf.
A tasa do cambio ^obre Londres,
i 90 i. v., foi boje de 243/4 d, por 1)5000.
PAITE MflCliL
Severa* da provincia
DESF.CH08 DA PEE8IDMHC11 DO DA 14 DE
fFvERElBO DE 18
Antonio Martina Aires de Carvalho. -
Indferido.
Reparllco da Polica
2 seccao.-N. 128. Secretaria de Po-
lica do Pernambuco, em 15 de Fevereiro de
1888 -Illm. e Exm. Sr.-Participo a V.
Exc quo foram bontem recolbidos Casa
de Detengo os seguais individuos :
A' minha ordem, Maneel Joaquim de
Almeida, por disturbios.
A' ordena do Dr. delegado do 1. dis-
tricto da capital, Vicente Jos de Miranda,
Cyrillo Marques do Souza Coutinbo, Jos
Francisca Con Ja -JoratMt EaatargU H-
meterio da Silvcira, Manoel de Souza, Jos
Antonio de Maria, Francisco Preira de
MsgalbSes, por disturbios e Clodoaldo
Francisco Pojas, a disposiclo do Dr. juiz
de direito do 2. districto criminal.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Rocife, W. Gil, a requerim:nto do cn-
sul ingles.
A' ordom do do 1. districto da fregue-
zia de S. Jos, Joaquina Tbereza Maria de
Jess e Joaquim Sabino da Trindade, por
disturbios.
A' ordem do do l.t distrioto da fregue-
guezia da B6a-Vista, Damao Aotuoes Gui
aitri.i, por disturbios e offensas a moral
publica. *
A' ordem do da Ba-Vugem, Nicolao do
tal, que diz chamar-so Nicolao M dlairo,
por crim de furto.
O Dr. delegado do Io districto da cap
tal por cffl io de hontem, trouxe ao mea
conbecimento o seguinte :
Ante-bootem pelas 7 1|2 horas 3a noite
e no porto da Torre, do districto do mes*
mo nome, da fregueaia de Afogados, foi
encontrado o cadver de um bomem de
cor branca, que representava ter ;0 annos
de hade.
Conduzido o oadaver para igrej all
existente, compareccu o Dr. Joa Flix da
Cunha Menezes, que proceden a compe-
tente viatoria, e declarou ter dado oausa
norte -aspbixia por sub.mers3o.
O subdelegado respectivo prosegue cid
diligencias para verificar a identidad*] de
peasoa.
Ainda ante>bontem p.l.s 5 1(2 bor.s da
tarde, foi preso no chafara da ra do Mar-
ques do Herval, om individuo que sob o
pretexto de b;ber agua abri um dos hy-
drantes o fez perder grande quantidade
d'aquella substancia.
Preso eese individuo e quando j ia em
camioho da ra de Mathias de Albuquer
que, varios cutros pretenderam tomal-o do
poder das pracsa que o coaduziam, pelo
que travou-se lu ta, da qual resultou a
priso dos desordeiros Jos da Vera Cruz,
Raymundo Jos da Costa Alecrim e Jos
Joqin de Sant'Anna, que'foram recolbi-
dos a Casa de Detenco, sendo tomada do
primeiro urna faca de ponta.
Hontem por volta de meio da, e na*Es
trada Nova de Caxang do districto da
Magdalena, Jos Mariano, ferio com urna
facada a Jos Henrique, evadindo se logo
em seguida.
O subdelegado do districto tomou conbe-
cimento do facto, fea proceder a vistoria e
abriu o competente inquerito policial e de
hgencia a captura do criminoso.
Hoje cerca de urna hora da madrugada,
e na ra do Vigario Tenorio da freguezia
do Recife, fui t'erida com quatro facdas,
Paulina Gomes da Silva, a qnal sendo con
duzida para a 5a estacAo- da guarda civi
oa, foi abi interrogada pelo subdelegado
respectivo, a quem declarou ter sido sen
offensor, usa praoa do 2* batalbao de in-
famara, cojo nome ign< ra.
Aquella autoridade, mandou-a transpor
tar para o hospital Pedro II afim de ser
tratada, e abriu sobre o facto o competen-
te inquerito.
H-ntem pelas 6 1|2 horas da larde, o
trem da via-ferrea do Caxang, ao sabir
da estayio dos Quatro Cantos eamagoo aa
peinas do individuo de nome Antonio Ma-
noei do N^scimento, na occatiSo de querer
este subir para un dos carros daquclle
Irem, estando o mesmo em rtiovimento.
O respectivo subdelegado tomou conho
cimento do facto, faz transportar o offendi-
do para o hoapital Pedro II afim de ser
medicado.
No da 7 do correte, o delegado do
t*ro:o de Caruaru', aoompanbado do Dr.
promotor publico, do escrivSo e do respec-
tivo car -ereiro, f z a visita na caeia pu-
blico, onde encontrou 16 presos/ sondo :
6 sentensiados, 5 pronunciados, 4 indicia-
dos e 1 processado.
Ncnbuma reclamado fizeram.
Deus gurdela V. Exo.Illm. e Ex.
Sr. Dr. Ignacio-Joaquim de Souza Le.lo,
muito digno vi.-opresidente da provincia,
-Odete de pob'^ia, Francisco Domin-
guet Ribeiro Vianna.
1*


Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DU 15 DE FEVEBEIBO
Companhia de estrada do f-rro do Li-
moeiro, offi.io do Dr. proeurador dos fri-
tos, Manoel Monteiro Correia de M-lio
Silvestre Antonio do Souza.Informe o
Sr. contador.
Laiz Fclippe dos Smtos Porto. Jnte-
se copia das informales.
Raymundo de Fre tas Padlha e coronel
Joaquim Maximino Pereira Vianco. Cer-
tifique-se.
Camilla do Carmo Torros. Ao Sr. por
teiro para entngar os tres attestados jun-
tos, com as devidas notas nesta mesma
petiySo, que voltar, afim do supplicante
dirigir sa ao pagador.
Marticho ,Jo) Torres Rolim. Cum
pra-se a portaiia de licenQ*, iazendo-se
as notas competentes.
Recebedorla Prevlncial
DESPACHOS DO DA 15 DE FEVEBEIBO
Francisco Xavier de Carvalbo, Moraes
& Marques, Calixto Jos de Mello, Ma
noel Machado Brandao, Jote Francisco
Rio Lima. Informo a 1* scelo.
Carlos Oi-man, Anna Jos dos Santos.
Cumpra-se
Paulo Franch & C. A' Ia secgSo para
s devidos fina.
H
DIARIO BS ltltlfilBDCV
REFE, 16 DE FEVEREIRO DE 1888
ReArospeeto poltico
POLITCA PABTICCLAB DOS ESTADOS
BDBOPE8
(Continaa^aoJ
As folhas reaccionarias hariam feito um grande
barullio de plirases em torno de um incidente
a que os proprios republicanos deran importan-
cia superior 4 que realmente tinha. Em que
parte do mundo c sob que regimem poltico
deixaruni j de ser registrados fados de lamen
tavel perverso moral ? Qual o parlamento onde
os Wlsons e os d'Andlaus sejam especies des-
conlieridas? Qual a administraco que se nao
tenha visto dbrfgada a castigar um CalTarel?
Se a repblica5 podesse excluir a possibilidade
dos actos illicitos, extinguir o crime por urna vez,
chegar-se-ia por ella a provar a desnecessidade
de qualquer goveroo social, o que urna con-
cepcao incrivelmente absurda, por quanlo a
existencia de urna sociedade sem um poder di-
rector, sera um centro de convergencia de todos
os esforcos, cousa to incomprebensivel como
a idea de um circulo sera circumtcrcncia.
Os conservadores queriam tirar o mximo
provcilo da perturbago poltica para que ha-
viam concorrido. Nesse designio, auxiliaram os
radicaos na derrota de ministerio Rouvicr, cuja
moderaco tanto elogia vara pouco antes. Em
face de um ministerio demissiooario c do presti-
gio da autoridade presidencial diminuido, o po-
der execulivo da repblica nao se poda dizer
na plenitude de sua forga.
Eis urna excedente occasio para tentar mais
urna experiencia! disseram entre si us monar-
chistas. Se conseguirmos augmentar a anar-
chia do parlamento; se consent rem que passe
mos da discussao dos individuos para as das
propinas nstiiuigOes republicanas; se estele
cerraos a confus:o de todos os principios; se
abatermos a constituicao no meio da desordem
geral, quem sabe que brilhante luz saliir para
nos do immenso cabos ?
Assim, na sesso de 21 de Novembro, o de-
putado imperialista Jolibois apresentou na c-
mara um projeclo de reforma constitucional.
Segundo a proposta, o chefe do estado devia
ser eleito, nao mais pelas cmaras reunidas, mas
nomeado directamente pelo povo, .por meio de
um plebiscito; isto 6, devia por-se em pratica a
doutrina bonapartista, adoptada pelo conde de
Pars. Nao tinha o principe Jeronyrao Napoleo,
o mais curioso de todos os candidatos, dirigido
na vespera una carta ao seu amigo o bario
Dufour, em que ainda urna vez agitava a ques-
to da reforma constitucional, insistindo na sin-
gular idea, que tal vez o acora pan he at a cova,
de que o imperio, como elle o entende, ou antes
o napoleonismo, se fdr um dia estabelecido, con-
stituir a mais selecta das repblicas conhecidas
e por conhecer? Os amigos do principe Vctor
nao quizeram car atraz, e eis porque o depu
tado de que fallamos, cerlo do apoio de toda a
dircta, appareceu repentinamente com o seu
projeclo, cuja discussao devia ser immediata,
segundo os desejos que da tribuna manifestou
Foram os bonapartistas os escollados pava
dar o assalto, e era de direito que assim acon-
tecer, porque ninguem raclhor do que lles
sabe como se annulla urna conslituigao e se des-
troe urna repblica. Mas o golpe de estado de
185S te ve consequencias demasiado tristes para
que nao deixasse na alma da Franca urna im-
presso to profunda, que ha de ter o valor de
terna advertencia.
A i"' iposta Jolibois cabio redondamente.
Eoioo.voltaiam-se os realistas para a extrema
esquei^i. e pedirara que ella viesse em soccorro
dos s/j intentos anti-constitucionacs. Acudiu
ao cltwnado um nierabio daquelle grupo, o Sr.
Michuf' t, que, liavia tumpo, apresentara um pro-
jecto ,;' reformada lei fundamental da repbli-
ca, e i -' aprovoitava agora o ensejo que se lbe
offereiif^ "*ai requerer que a sua proposta, ador-
ratrid' TSi. archivos do palacio Bourbon, fosse
in c >-....:: discutios. A direita applaudiu
rervoro?.iracnto o rcquerimento. Os mansos
politices da conscrvacSo social nio tiveratn re
ceio o q'iio paz os viesse ainda urna voz con
soriadoyom o ruis desgrenliado radicalismo,
em collaboraco offectiva na obra da desordem
e da anarchia com um desgarrado da extrema
esquerda, por sso que a maona desse grupo
tere na occasio o sufficicnte bom sonso para se
mostrar francamente hostil urgencia tio fra
de proposito requerida pelo deputado Michelin
A cmara tambem negou essa urgencia por
grande maioria.
Em torno dacousliiuico amcagada dera-se de
modo espontaneo a concentraco republicana,
d'outras vezes to baldadamente promovida por
meio das mais sabias combinacOes.
Cortcorreu grandemeatc para esse resultado
um discurso enrgico c eloquentissimo do Sr.
Ribot. Esse discurso dcixou veraos mais cegos
esquordUts, aos mais fanticos deraolidores toda
a vcnjaJa da siluago. Lovuu-os a comprehen-
d.r qac, so naquelle moifiento so a constituico
mantinba todo o seu prestigio, era ella a pro-
pria repblica, e que portanto todo o republi-
cano Sincero tinha o rigoroso dever de defen-
del-a,.de collocal-a superior a quaosquer discus-
soes provocadas pelos seus naturaes c intransi-
gentes inimigos.
Perderam, pois, os rcacionarios ainda urna
vez o seu latini. Esta exprsalo, posto que vul-
gar, (i no caso cabidissiina. Como notou urna
folha parisiense, o resultad mais evidente do
sombro embroglio em que por mais.de um mez
se viram om Franca a magistratura, a polica, a
imprensa, o parlamento, o ministerio e o pro-
pino chefe do estado, foi precisamente a de-
monstraco da impotencia a que ae acliam redu-
zidds os mouarchitas frsncezcs e do completo
descrdito das theorias qu<; apregam. Nao ti-
veram de oerto nunca ensejo mais favoravcl,
occasio mais propicia, para, tentar um eslorgo
BC/iq, pu ilns. i^rtiilarum-aa. eruatbdo, i ilttute* aucrru
{jornaislica, aos artigss-de fundo violentos, son-
sionistas, e a expedientes parlamentares iorpro-
licuos.
Mais ameacadores que os. dynasticos de todas
as especies cstiverara, nos ltimos das da crise,
os revolucionarios de Pariz. A candidatura do
Sr. Julio Ferry presidencia da repblica irri
tou-os profundamente. Houvc meelings na sala
Favi c noutras sals. Fallou muito a Sra. Lui-
za Miguel e diversos m'guelistas. Houvc grita-
tana falla na praca da Concordia e as imme-
diacfcs do palacio Bourbon. O Sr. Paulo De
roulde entrou nos corredores da casa legislativa
em companhia de certo Eudes, ex general da
Cominuna, e ahi comecou a apregoar que o sangue
correra era borbotos, se a odiada candidatura
triumphasse. 0 festejado auctor dos Cantos do
Solido fallava por to extraordinario modo em
nome da Liga, dos Patriota?, de que era presi-
dente honorario. Succedeu, porem, que muitos
dos consocios lbe retiraram a3 credenciaes, pre-
cisamente por considerarom que elle fazia mau
uso da honra que lhc haviam conferido.
Alero disso, a mesa do conselho muaicipal da
grande cidade conservou-se em scssSo perma
nente, enviando delegacoes cmara dos depu
lados, assumindo as proporgoes de urna comis-
so de salvago publica, urna vez que no concei-
to dos honrados edi, a patria corra ilumnente
perigo ante a maior ou menor probabilidade da
eleigo do mesmo Sr. Ferry.
O bom senso da grande maioria da pppiilaco
parisiense evitou as ms consequencias de tantos
eto phenomenaes despropsitos. O goveroo
empregou, a seu turno, toda as medidasnecessa-
rias para que a ordem publica nao losse pertur"
bada.
Tdde, portanto, reunir-se em paz a assembla
nacional, e cleger o actual presidente da rep-
blica. A escoma do Sr. Sadi Carnot para a mais
alta magistratura do seu paiz constituiu ampia
eorapensaco dos pequeos desgostos por que o
povo francz acabara de passar.
As candidaturas miis cm evidencia na memo-
ra vel eleicao dp 3 de Dezcmbro eram M dos Srs.
Ferry e Freycinet. Em vista, porem, da diver-
gencia de intencOes entre os membros do con-
gresso, s ao nome illustrc e honradismo de
Carnot eslava destinada a gloria de obter a maioria
de votos exigida pela constituigo. Desde que
aquellos dous candidatos comprehenderam sso,
pelo resultado do primeiro escrutinio, desisti-
rn! inmediatamente das suas pretencOes em
favor de urna eleico que na verdade nao poda
ser mais feliz, nem mais satisfactoriamente aco-
llada na Franca e no cstrangeiro.
Nao obstante, s muitos das depois da sua
entrada no Elyseu, pode o novo presidente ver
constituido o prime meagao ^ sse ministerio, presidido pelo Sr. Ti-
rard, e, do qual lloarara fazendo paite alguns
membros do gabinete anterior, apresentou-se no
dia 13 de Dczcmbro s cmaras, s quaes foi lida
a uiensagem presidencial. Tanto esta, como o
progamina do ministerio, excluiam todas as ques-
tes irritantes da poltica, para recommendarem
ao parlamente as medidas de alcance immedi-
tanioiiU' pratico, para indicarem aos partidos um
ca.npo neutro, favoravcl unio de todos s re-
publicanos, na discussao dos simples negocios
administrativos.
EnVclivamente, os ltimos das da sesso extra-
ordinaria de 1887 foram consagrados *votacao
de urna leioncernentes relages comrncrciaes
existentes enlie a Franca e a Italia, bem como i
regularisago de outros negocios de ordem se-
cundaria.
As cmaras encerraram-se a 17 do ezembro,
depois de tercm sido concedidos os crditos pro-
visorios pedidos |wIo ministro das finangas."
Poucos das antes do encerramento tinha o Sr.
Julio Ferry sido alvo de urna tentativa de assas-
sinato no proprio recinto do palacio Bourbon, O
auctor da tentativa, um tal Aubertin,'era monos
um criminoso que um louco, como se veio a co-
nhecer. 0 facto causou no primeiro momento a
mais profunda indignago, principalmente por se
suppr que o infeliz Aubcrtta, tivesscsido um
instrumento do3 rancorosos inimigos polticos
da ex presidente do conselho. v Nao foram gra-
ves os ferimentos produzdos pelo revolver des-
carregado queima roupa contra o Sr. Ferry.
0 distiocto estadista recebeu, durante os dias era
queesteve de cama, pravas inequvocas da estima
que lbe votam os seus concidados, embora a di-
vergencia cm que muitos passam estar com as
ideas polticas por elle professadas. Entre essas
to numerosas quodiguas manifcstagOes no-
taremos a seguinte ;
Pars, 11 de Dezembro de 1887. Fenhor.
Os abaixo assiguados, membros do circulo dos
proletarios positivistas, honram-seemexprimir-
vos a intima iudignaco que sentiram ao saber
dpattentado deque hontem fostes victima na c-
mara dos deputados, e esperara que esse acto de
rcvoltante brutalidade nao tenha para vos la-
mentaveis consequeijcias. Instrumento ceg de
de urna imprensa licenciosa, o criminoso que ten
tou contra a vossa existencia, acreditou, sem de-
vida, as odiosas calumnias com que se ha pro-
curado desnaturar a ordem das relages diplom-
ticas t|uc mantivestes cora a Allemanha. A es-
te respeito, os abaixo assignados tcera por dever
declarar que approvam plenamente toda a op-
posigo que fazeis ao patriotismo declamatorio e
turbulento, e os esforgos quer fendes empregado
para conservar a dlgriidado, a nobreza e virili-
dade austera do sentimeulo nacional. Accresce
que os abaixo assignados sentem como vos a
necessidade da.constiluigo de um goveroo forte
c enrgico, e, por todas essas razos, fazera ar-
dentes votos pelo vosso prompto restabeleci-
mento e pelo progresso da legitima preponde-
rancia que excrceis no partido republicano.
(Continua.)
INTERIOR
III*TOllI 1 DO BRAZIL
CARTAS DE ANCfllETA
(Cjntiuaada do o. 28)
Do Irm&o Jet ao Padre Hestrc Dioao Laynez,
Prepsito Geral. De 8. Vicente, 10 c/. Abril de
1563
(Trad. do caatelhano pelo con?gj Januario)
Pax Chriili.
Um anuo bu, e paasa, que ae (acreven d.-ata Ca-
pitaoia pelo mea de Marco, de 1562 a V. Faterai-
dade do que fi-m oa irinaos em seus ministerio*.
a servico de Nuaao Seobor e aoccorro d-ataa al -
usas: reata dar conta d) quo maia sueeedeu re-
guodo manda a aantt obediencia.
Haa cartas pastadas 61 maoca de que fie-iva-
moa na casa de 3. Paulo de Piratininija com al-
una estndantes ujssop, e f.rancir ?, occopando-
uoa eo ensinal os, e na dootrin* doa indios,
junttuient'i com 19 eacravoa dos chria'ujs, em nos-
sos coetumxdos miaisterioi espirituaes, iustraindo
e prepjraud para o baptismo os qae nio t&u \z-
piisados, confcaaando os-que j, e ajada*io-oa em
anas enfermidadea corporaea, curandj-os, 8a)grsn-
do-os, e aeudindoos, mxime 00 t-rop. de morr^r,
para que consigam o fien de sua crescSo; o uto
:i s oceupsmoa esperando aempre oa embates J.,s ini-
migos, de urna parte dos contrarias des tea c ra qaem
vivemos, e de outra dos nossos meamos, qae esto
espavoridos pelo mediterrneo, esmo muitu8 Vizes
t nh ) eacripto ; e destes nossos temiiin js mais p >r
serem ladr s de Casa, e baver muitos nnoa que
u03 l a tmet>cadj com guerra, matim 1 a qu es
tamos em Piratininga, que fronteira dellcs, o
como chave das povosc.a des chr>.tajs situados
oestes portos de mr.
11; ven 1. pois estes indios morto muitos das chr's
tica portugueses iva diversas tempoa e log :res pr
suas terraa onde inm a resgat^r suas cousa, coxo
c atuiae, accreacentaraoi eg m-.t.iiid 1 catroa ebriatt, um d?s quaei era hj-
uie n mol virtuoso, que se confeaaava e commuo -
gava quasi du oita cm oito das, coj* mulber, que
era india da geracSo dest>-s iuO', e tiulia muitos
irmioa e prenlos entra ellcs, na> era oun-.s ami-
ga de Noaso Senbor, continuando os trestnos exer-
cieios que sea marido, confeaaaudu-se por inter-
prete, e commnngando muito miado.
ta, que cutio i em compaobii de eeu mari-
do, d-p.is da-mjrfe tornan ij saui triste para 08
christSos, com alguns sena escravos e i odios de
Piratininga, que a .m sempra acompaubinlo, f .1
pr. s 1 e dttid. d. s seus m-srooa pelo piincipal de
ama ald.i-, oara qae os chris-3?s he d.sjcn res-
gate por ella, e entretunto tel a por manceba, por
bavi:r sido mulnfr d portuguer, o que e!lca l.n
por srande honra
Mas ella que tinba culro eccheeim oto e am.r
de Deua N meo Seuhor e de sua santa t, se tinba
determinado antes mor.-er que era tal Cunacntir,-
amda qao Ih" toase preciso matar-s? a si mesma ;
e foi o caso, que aqaelle dia em que a prenderam
sabio de noite da caaa dos indio? secretcmente, e
nunca mais appareceu, post que f jase muito pro-
curada: pelo quo tllfs meamos diz m que acrc-
riitsm que se enforeoa, oa se la >cou em algum rio
p.r ittj consentir cm ser manceba de algum in-
fiel.
Mas a coa paree? que cllea msemis a mataram
oelo mesmo caso, e depois lancaram casa fama ; e
p rque tinhamos mu bem conhecida saa innocen-
te vida da muitos annos, qae frequentoa os sacra-
mentos em nossa casa, nao podemos pensar cutra
cousa, nem crer qao havia Noaso Senbor de per-
mittir que qaem to bem vivera aoropre, no fim de
su* vida so p'rdesse.
Acabado isto comecaram logo a apregoar guer-
ra contra Piratininga, qual j tinham na vonta-
dc e a muito tempo, porque esta gente tio car-
niccira, qsc paraca impossivet qae possam vi ver
s?m matar.
E ainda que ellas determinavam faxel-o mui se
cretamente : tedavia den-nos aviso Nosso Senhor,
porque castigando-nos noa nao matasse; e au se-
guinte dia depois da viaitauio de Nossa Si-nh r ,
iv m s uviso par um indio, que tinha sua g^nte
tintre nos, o qual aparttndo-ae do* malfeitores veto
u. rn-ndo por outro camioho a noa facer apres-
tar.
Muitus particolaridadc bavia que contar, que
*e pasaarain oeste caso; mas tosente dire as
g.and-s mia^ric rdias de qae Deus usen para com
hosco, das qaaea a principal foi mover o corac) d-
muitos indios dos noaaoa CMtechum-oos e chnstSos
, o s *ju lar turnar armas contra os eeus ; os
quaea, abida a noticia e verdade da guerra, vie-
rais de tete ou oito at.. sidos, a metter-ae comoosco, nai tolos, mas t-
mente aqaele que amara a Deus, e elle quia es-
colher pan nos dtfeoderern da foren dos ioimigos
carniceiros ; e era de maneira que de noite coa-
lachos Tinham tremendo de fri (que entao ca
o-ui grande) a_chamar porta da villn*\nao por
medo que tiveesem dos seus, ma forjados, costo
parece, pelo poder de Dous, ecm saber qoasi oj
fasem. .,
Outios mis!uraram-se c m elles, pensando
eua grande raultido, nao podesaem rcaiatn
poueos que estavam em Piratininga : outros
ve, qae ni) podendo m tttr se comnosco afim
os tumarcm de sbito, so esconderam pelas silvas,
nao os querendo sjndar, e depois de pnaeados com
as cableas quebradas para sus terraa, se uniram
o nos.
O que deu maiorea dTi nstr r5 :i ii c'm isto e
.unjo do Deus toi Martim Aflmao, principal de
Piratininga (de quem m muilaa cartas :euho fei-
to meacao), o qual juntou logo 11 d>. a sua gente,
que estava rprtidA por tres aldeas pequeas,
desmanchando suus casas, e doixaudo todas aa
suas lavobraa para serem destruidas peloa inimi-
gos ; e era tanto o cuidado que tinha da todos oa
portugueses, que nunca outra sonsa fez em cinco
dias que cstivt'Ji ,s & ep n do combate, teoZo
dar Iba avisos e eaforcos porque eram mui pon-
eos, e destes muitos tolbidos e enfermos : pregan-
do continuamente de noite c de dia aos seos pe-
las mes (como seu coatamc} qae dotendessem %
igreja que os padres baviaiu feito para os entinar
a elles ea seus filbos, qae Deus ihes daria victo-
ria contra seus inimigos, que to sem raso Ibes
queriam dar guerra : e ainda qae alguns de seus
irmioa e sobrinhes ficaram cm urna aldeia sem os
quercrem seguir, e um dellea vinba juntamente
com os inimigos, e Ibes manion incotir grande
medo, qae eram muitos o h.viam de destruir a
villa, todava teve em mais o amor do cas outroa
e dos ebristaos do que o de seus proprios sobri-
nhes, que tem em conta de filhos, levantando loge
bandeira carra todos elles, e ama espada de pac
aiui pintada e ornada de peanas de diversas cS-
res, qae lignal de guerra.
Cbrgando po'8 o da, que foi o oitavo da Visita-
rio de Nossa Senhora, deram de m .nha sobre Pi
ratininga can grande corpo de inimigos pintados
e empluma ios, e com grandes alaridos, aos quaes
aahiram logo a receber os noaso; discipalos, que
eram mui pouces, com grande esforz, e os trata-
r m bom ma', sendo cousa maravillosa que se
acharara c eoeoDlravam s fl:chaas irmoa com
irmaos, primos com primes, sobrinbos com tos, e
o que mais 6, dons filhos, que eram chrisioa de-
testa vam com d jaco contra seu j>ai, que era con-
tra nj : de roaneira que pareco que a mSo de
Deas os aparten asaim o os forcea, sem que ellos-
0 entendesa'em, a fsserem isto. As mulherea dos
portugueses o meninos,ainda dos meamos indios,
reeo'beram se a maior parte delas nesaa caaa e
igreja, por ser um pouco mais segua e forte, onda
algnmes d&3 mestizas estavam toda a noite em
i.racao com velas acesas ante o altar, e deixaram
as paredes e bancos da igrej bom tintos do saa-
guc qae se tiravam com 88 disciplinas, o qual nac
davido qae pelejava mais rijamonta contra 08 ini-
migos do queas fi.'chaa e arcibuaes.
Tirciam nos em cerco dous dias neate, dan-
do nos aempre combata,feriad 1 muitos dos nosaoa
indios, e anda qao eram de 1 chadas pe igosal,
neuhum mo,reu por boodade do S-'nhor, poia-qa1)
se recolbiam Dossa casa, e ahi os curevamos do
corpo e da ama, e assim fizemos depois, at qae
.1 to Ho sararara. Mis dos inimigos foram muitos
feridos e alguna morios, d'eutre os quaes foi um
nosso catechumeno, que f.-a quasi capito dos
mos, e qual sabendo que todas as mu barca se
haviam de reeoiher a nossa casa, e qu: ahi bavia
m 'iis qae r-.ubar, veio dar combate pela ceroa de
nossa borta, maa ahi mesmo o achou urna flacha,
qae lbe deu pela barriga e o mituu, d-rndo-lhe a
paga que ele nos quera dar pela doutrina que
Ihe haviamos cnsinado e polas odas obras que Ihe
tiubamos ieito, tondo-o j curado, e no tempo que
estava comnoseo a elle e a eeus irmaos de feridaa
mui pingosas de seus contrarios.
Ao segundo dia de combato, vondo-so mui fori-
d jo e maltratados e perdida a esperauca de nos
poderero entrar, deram-se a matar as Vaccaa dos
christos, e mataram maitaa, destraindo grande
parte dos mantimentos nos campis, e puzeram'39
a futrir j 1 sobro tarde, com tanta presa* que nao
esp.rava pai por fiha, nem irmo por irinao, esa
cujo alcance sahiram oa noaaos discpulos e toma-
ram dous delles, um des qu-.cs quizeram ter pa-
driuhos 03 padres chamados por elles, dizeudo que
o haviamcusioado e catcebisado, quesera sen es
cravo ; mas pouco Ihe aproveitou, poia eom no
dar conta disso Martim Affonso lbe quebroa logo
u el) i com saa espada de pi pintada e em-
plumada, que para iaeo tiohi j erguida com a
bandeira,e aa.-iui fes pira omnxno apartar-ae aos
seus, que to injustamente viobam para o matat
e a coi ootroi, si Doua o permitissc.
Do. 019 disso fez Deas Nosso Senhor omitas
mcr-.i aos nosoa dis'ipulos e a r.;, on dig.ren
ti assates que os m;migos noa vinham fazer pelo
caminaos, eos qaaea soiriprc levaram a peior ; e
porque cg inimigos haviam levad) u.uit. a dos que
estavaui esparzdea pelas aldeias a .tes qae aa pu-
dtaae r-c U r, e os ti hax em suas trras qoasi
como captivos, para quo n) fiasen)-por n-, jun-
i.r na' UQ8 poucoa de nossoa dicepuios christos
e cate-chmenos com tres portuguezes, e entrarfm
qu'.ti 20 leguas pela trra dos malfeitores, e troa-
xemra quarents oessoaa, homena, mu'hcres o me-
ninos, 03 mais dellcs chnstios, dos quaes uns ti-
iham seus fihos em Piratininga, oulros suas mu-
Iheres e algiiaas acus maridos.
-Mas nao os tiraram Unto a seu' silvo qao nlo
f^ssem "3altado dos inimigos, ainda que p:r sea
mal foram morios tres d- ll.-s, e outros deitaram a
fugir, deizando morto um nenia) innic-nte bapti-
sado, e umujsso discpulo com tantas Hozadas e
to porigosss, que ninguem julgou que viveate,
tcido-.-e por melhor merc do Senhor escapar com
a vida quasi sem cara e to brevemente, que' mais
p trece qaa obr-u o Senhor da vida do que outra,
qualquer medicina, por ser este um dos melhore
christ e qae se tem feito n'esta trra e mais ami-
go das cousas de Dous e o que mais pelejt por de-
fender os christos, fioando depois de sut lauda
quasi inesp:radaa 6Ubiracomgranie couhecim nto
da mer-. que lbe fu Nasso Senbor e Coni propo-
sito de melhor vida.
~Eita guerra foi oausa de muito bcr para os
nosaos antigog discpulos, os quas sao agora tor-
eados pela aeceajidadeadeixir totas as suas ha-
bitado a en qu i se haviam esparaido e recolhe-
rem-ae todos a Pirati'nga, quo elles mesaos eer-
car>m agora da novo com o portuguezes eesti
segura do t di o embate, desta maneira podem ser
ensinados as cousas da f, com> agora se faz, ha-
rendo continua doutrina de dia s mu heres e de
noite aos horneas, a que coocorrem quasi lo los, ha-
vendo a d leside qae oa obrigaa entrar na igreja ;
tem ee j biptisado casado alguns deil-s, pro-
segue-so* mesm* obra co : esperanza de maior
fructo porque ettf-8 noteem para onda te apartem,
sent inimisidos c-m os seus, e eetanjo sempre
juntos de na, cjoo agora eito, ni poiem
deirar'de tomar 09 coatumes e vida christ, ao
menos pouco a pouco; coma j sa tem combado.
Parece n s agora qae estio as portas abarlas
nesta capi'-'-nia par* a conversa i dos gentos, si
Di us Nosso Senhor quiaer da maneira com que
id*m pcatoi debain d jugo, porqa* para esta
genero de gente uo ha m-ihor pregaco do qus
espada e vara de ferro, aa qual mais do qae ea
nenhama entra necestario quo so cumora o
eompelle eo entrare -. Vivemo agora nesta es
perano*, ainda que posto? em pango, por estar tad*
a trra levantada,; e como tio Tadrig do cata,
em ead di > veem atsalUr-nea pelas fataada* e
eaminho, _.
Entro outros bena qae a divina bonade *
i
t.


Diario de FernambucoQuiuta-icira 16 de Fcvcreiro de 1888

tirar desta ga rra, toi uro que be baptixaram Ja-
daratn a bem niorrer al gaos escravos dos portugue-
ses, que dettti povoagoi m intimas noi viersm
dar aeeorro, nas ja depoit da acabada a coalenda
oa q isas enfi -mirara da gravea febres, e acuda-
do a ob tangsr ach vara os uaa que tinham noine
Bornate de cr ristios sem.c ser, por grande detcada
de )oh teaai.ret; oatros qae em toda a ana vida
nanea baviati sido caafessados, nem entinados naa
coutas que hiiviam decrer e obrar, e aatim tnriam
uorrido si por catea meios nao Ibea procurasse Deus
* sus tulvaci-a, levando 01 a Piratminga, onde
peta graca du Seohor leem 01 iranios grande vi-
gilancia eobro eatat coaaaa.
Tambera dus indias, qae por farca hsviam aido
levil >s doa sim, regressaram algnns para nos, e
parece- de mu tus que oo vinham mais que a boa-
car caataUaciO, porque dentro de poocoa diaa mor-
riam recebido o boptismo, tanto Innocentes Boato
adnltoa .
QHorrea Unr lem o noo principal, grande amt-
g e protector Martim Affouto, o qaal depoic de ie
haver feito n migo de sem proprios irmJos e pa-
rantes por ara ir de Deut e da aua igreja e depon
de l.ie haver dado No.ta Senboro victoria de seus
inimig:e,ettaai> elle com grandet propositte bim
determinada .. defender a caus doc ehristios el
noaiu caaa dn |S. Paulo, que bem conhecia ter
cido edificada em cua trra por amor dollu i de
teus rfcos, q> a dar-lhe Deas o galardio de sum
obra, dando- he ama doeuo d.' cmaras de tu-
gue, na qual amo nao bouvesae signal de melliona
mandn cbamir um padre quo tadoa os das j vi-
siUva acaran a ; coifctsou-se e no outro din e
tornea a recoaeiliar com grande aentimento do toa
vida pateada ido nic ha ver bem guardado o que
navtaes eds.nado, e ista com tanto tent e uudu
reta que nao precia haaum do Brasil.
Fet um tes'amento e ds;zou recommendado
na caulher e Slhjt que seguissem notas, palavras
e doutnna; o em dia da Satividade de Mosto Se-
chor Jetos Consto morrea, para oatcer em vida
nova de glarit, como esperamos (I).
Foi enterrado em nossa igreja com mnita honra,
aeompaohand- os todos os enrielaos portogaezee
cam a cera de bu contraria.
Ficou toda a capitana oom grande tentimento de
sua mirte, p-U falu!qa.i senrem, porque esteje ra o
que sustenta*. tod a os ontr,s, conheeendo cedbe
Mito obrigad .rpelo traba quo tomou em defen-
der a torra; irais que todos creio que lhe de"
uc ot d comf ahta, e por isso determioou dar-lhe
em conta nio t de bemfei or, mas aindad; fan Ja-
dor conservad -r da casa do ijiratining. o de
noseai vidas porque bavendo elle ajudano a
fjela eom seat propriat mite ha vendo nos
aindado a sustentar logo em principir do tna lun-
dacio, quando nao havia portugueses alguna. af;ora
oquis facer D.-u nosso detensor, e doc em toa
mo vida de des irmos, que uo t .mpo da guerra
os achavamos m Piratininga, e todo o mais povo
dos portugueses ; e p i cm suas maot, digo, |MW
ue qoasi todoi 01 daqadla c marca, que se r.rco-
Iheram cooonojeo, dopendiam delle ; e Ci quecoste
eontentir na miliadi dot spu (com elles mal pen-
saran)), pouco bouv ra de facer cm uoj matare
comer. ... i
Creio que bssta isso para dar-lne a eateaonr a
obrigtQao que tomo todot de o euc;mmenjar a
Nosso Senhcr.
Prasa su Divina Bondade denoa abrir pirta
p.ra ce fazer algum proveifonaconversao de tanta
centilidido qu- ba nesta torra. _
TemoB proseguido em nossM costumadot mioia-
friot de duutnnat o confittet com ot indiot e et-
eravai. assim em Piratiaing como em outros lu-
gares maritimes, oceurrendo a ornas o outrat par-
tes B^undo as necessidadet pretentee, do que
s-mprc se co'h algum frneto : pr.-g.ndo Uoai.(m
o Mate Hatjael da N-brega aos pottuguccet, em-
nregauJo nestes e n'oatrot trabalbot em tervioo
de Deus Kotao Scnh r. a sale, que ana divina
bondade te di.-na c .uiiuunicar-lhe, a qual ao pre-
tente 6 niui'.a, mais do que eaoeravamos que fas-
se. fecundo as jraves cntermidaUes em que eslava,
jomo Ti se ter sabida pelas csrtas autenorjt.
iemd;to seja o 6enh;r em seos done.
Nesa quareema se ten coccorrido a villa do
iSautos, que a priucipal habitacio desta capita
ni* Cf>m um eaeerdoto e um irmao interprete para
h dontrin t e confissao doa escrav e, onde estue-
ram quiuc dial lneote para poderes acudir a
outrat partos ; doa, que di-sdj manba ata grande paite da noits
iie oceupavam in c: ufioioes, fawndo-aa doatriua
ia mauba e iv tard-; a todot os homent e mu he-
i-et qu.ut.s vinaim; o de nutte em especial sos
escraVJB. L gu que souberacn que eramot ebega-
loa psr.i os e,.-iiHr i coofetsar, concrrreu grande
wultidao deiies das ftsendas com grandes des-jos
i dkafetaar-ae. K o actthac que, coma nao ia-
jem ttsai de mi.it.- c rt.zias, uem haver respci^i
Tnsia q i- 4 sua devocao, pouco ce Ibes d si esra-
tooaeancidos, ti t.m s nejessidade do somno ou
,j ^fs;rn s. cou^ssaraai muitos delice nis 15
c'ia's' quo aili ittiveatftl, em muito proveito de
ca.s aimas : e coun n*> twatci tantos embara-
4Se nm cuco do mas qo d; servir u ceus ne-
bo'res, n'go'is delec ja cas.dos gunrdando b.m,
ees'im-.no cacito as leis do matrixooio, on'ios
oltiroa vnc-iidj mu:t ,3 e i.nfroc di tentacoea
dadiafccc cneainadoc od.nl) muito crdito no
que Ibej encinan -, ala d.ivi !o de antep.il ot a
CM so.ih ros, > quaes commummento cada v.-c
tois .' .t.'uiraj.'.m com divorsos gneros de im-
ledimeoTos, com o qae ui) podom a'm querom ad
oittir 0 reme li > un so inclinam u dar ibos o i
companhia, c ase m reeorr- m a outroc moios, q>e
laea cicattirem U chapas BO tima, donando den-
tro e en e c rr.iva, qoe penetra at as entra
oh'C. Alguns ba cymtado'Tiae" ee coqtesssni c
cmioigr-m aaiuJ- i ..' n*-o com os podtet, i-
guio-i.i na tu lo i a parecer c saudaveis couceltac
pera sta alas.
Oibi> o'os l Santos, onde te c fetaot grande parte doc ecra-
vot c wnlberet ::oip rtoguecoc, que S cempn-
M'.is ocViUs que seusmarilos, voltamos a esto
lilcW de S. '-'cente, o d'aqui pirtimot logo a
Catro lagee i-b.:iHj lanhaem, teit ou seto le-
r,;, rea praiii, q io fron'oira doi indiot que
agora ae levantjrtot, onl ta-nnem se mudaram
r ,r* uwrar c m c'uristoa dat alieiat de inrli a,
nataud h.'guas dos malft .res, que tambm vi-
nham sobo <\i Ha povoaoio, e agora teora e.eas
ioitas 'e novo junto aos portaguesee, deiejauJ^
ifren-niio. e binticadoi; m .s por falu de iu-
Icrpf d ii.''. s i lo fas-r ao prtctmln ; e neeta
sill temos estad-, utta parte da quarpsma^occu-
uad h i noi i'' -m s oxercicies de ensinar e c^n-
f;ssar cihircs a escravo, e noite e de dia, com
a ,> p.irm luesc-lado de muita i
uj'udj.r a diligencia que ten os eseravos m
acudir dai fa*. ula em q w eatao dt-rraaecdo*, a
e-nfe*ari-:..-s |oa 11 b ira vu lado tecnj em gu. r
dar es aten lanniotoc de Deas.
E-it-.o < tecisdioc deqaefaUa e^ta um, que
freio -ai d c oto e triata amioa, ao qual to-loa
M que ha tu 'i tempo que o eouhecsm dio tetie-
ciaab) do baver tecopra vivido i q-ierdla te
|Uj c r bee m, assim com os stus coioo
cso i nos3'is p i tugueaoa. Outra vec que fomos
isjaetla villa p-U festa da Co.ceicXo de Nosca 8r-
. chora, a qaem 6 aedieada. a aua ig.eja, Ullamos-
lie ou-; o tpvriniaoa baptiaar paca qae toa alisa
* as r.o pordeaae, mas que p r futao nio podanos
entinar iho oqu era nettsario por taita de 'eo-
po e MIC ostivene preparado para quando v.ltss-
e.>moe. I' 'g e';o 'ant.i eom esta noiie.a, como
Viuda lo o, e tve a Unto em m-maria qa ago-
n. qns.od i vi >* e lhe p.-rgontamoi si quera lor
cb'ris e, r.spoideu cm multa al.gria que aiu. e
qo- ji d. ed .nti-o ettava eaperaudo.
Tomu'lo-o p.i entre mi a e eomecando a ec-
s;or-lli' as e esas mais esseociaec da notta I,
p'naavi.noi ^ae ji ui pudesse ter tino em nada
p;r sai grande ,oie-, por tor j perdido o ver e
euvir, i c ua m* nbr. t todot piuco maiaqoe os ot-
cci soborto* coca ptlle iou ti enrugada ; mas foi o
contrato, que > que a multa idade Ibe negava,
auppria nolle a grande vouLd e doaej" que tioha
de *r libristS^, mxime depoic que Ibe deuios a
entender quanto i neilo, e de tal maneira tom n
o iioaUe enin'nuii.s que nio m*- reaardo, entre
mt.itcc que se tmi inatiuido pequeos e grandes,
Ui ch>.do tal dieposicAo e promp'idio eomo nesle
vciao. Dando II pois a pr meira lioio de#er uta
to Drot tado pdberoa, q'ie creon todee ac couccb,
Uu, logo se Ibe ..sorimio na memoria, disend > elle
) qae Ibe rogava uiuiUs veces qae ciiasse ot man-
titcaatoii para suiteatacao de todot, mea qae pen-
cara qu- na trovcs eram este Deas ; porm go-
rc cjae sabia htr uutro Den* verdadeiro soOro
tcktsi c.aiai, ,oe a rile rogara chamando-o
Dina pai o D as iilbo ; p rque dos nemes da 8an-
ti TriiKiad' eatei dous tmeute iie temar, pelu
fjeio de qoe t- idea d.ser em aua liogua ; mai
O Espinio Santo, p-ra o qual nuoca acbamoc vo-
ecbulo proprio, um circumioquio baatante, ajncii
qoi o oiio caba oomcar, aabta-o comtado cre'
oxea Bot lhe diaiiinoa.
(GooUd.)
Dtaembro^ de 1562.
PERRAIBUCO
Hrlalorle m ( tmmliico tlr tacrorrec
nfragoa d vapor Baha > em Per-
ii a ni buco.
[Ctntinnatfio)
_________Da Parahyba *
96l]a^ida^Mari.r~da Coaci^a, criada ; salva:
soccorrida.
97 Jou Gualbsrt da Cosa, commercianle; salvo:
soccorrido. x
08 Manool Rodrigues de Paiva Sobrinbo, estuJan-
te; salvo: soccorrido.
99 Manoel l. Sequeira Cabral,-salvo: soccorrido.
100 Vicente B. do Nascimenlo, criado; salvo : oc-
corrido.
101 Antonio B. d'Almeida, salvo: soccorrido.
102 Bernardo Joaquiui Gomes, coraraet-ciante ; fal-
lecido: soecrros fanoilia.
103 Avelioo Freir, salvo.
104 Fraucisco Ribdiro Possa. sa'vo,
105 Flix Ferrizolhi, salvo.
lOi Tarqiiiuio Barboza, salvo. t
107 Epiphiiiiiu Vicente, fallecido.
108 Francisco Gomes Marques da Foaseca, com-
merciaute ; fallecido
109 Octaviado Augusto de Magalhes. commerci-
aule; fallecido.
110 D. Mara ClemoatioaM. von Schostio, fallecida.
111 Julio von-Scbosliu-iilho, fallecido.
112 Jos Leal, esludaote; fallecido.
Ilofapiiulacao dos passageiros
Salvos 66
Fallecidos- 46
Tolal^ 112
CamnatesSo de aoecorros ao naufragaa da
Tapar alatli* a em Pernambnco
BKCK1TA
Subscrip'ore
Amoriai IrinSot & C* 2O00O0
Poreira Carneiro & C 200*000
Meades Lima & C. 200*000
Livramento C 200*000
Redacto do Jornal O Paja do Rio de J.n iro. 2o0000


Eoglish Banck of Rio de Jan- iro
Banco de Crdito Real de Peruambuco.
London & Br.-zilia Banck.
Coinpanhia Phenix Pcrnamiacana.
Companbia Iodemnisadora,
Compaobia Aaphitrite.
Maia& Reseode.
Anirade Lopea & O.'
Borstluaou iS C
R. H. Conoolj & C.'
J. H Boxuell & O.
JuhDtton Pater dt C."
Henry Forater & C.
Rodrigues Lima & C*
MaDoel Ferreira Bartholo.
Sauuders Brothers & C*
Lmz Autouio Sutju-ir.i.
Henriqua Burle
Viscoude do Meotjana.
Vison te de Tabaiioga.
Manoel Joao d'Acorai.
Jus d* Silva Laja & Filho.
Luis Duprat.
Jos J>4j do Amotim.
Hjppolito t'ede(aeiraa,
W. W RobiUiard.
Luiz J da Silva GuimarRei.
bilva Guiinarcs & 0.*
Brow.ia 4 C.a
Aagute Libille.
Baro de Pctrolina.
Gonjalwea Pinto <& C.*
Abe Steine O.'
Wihon Soos & G.
Nyueier Cabeu & C*
Hertaaa Lundgreen.
Carlos L. Goiacs.
Beruct & C-1
D. P. Wild & C.'
Camer Frey & C*
lieruiau Petersen & C *
Goiu-.-s dd Mattos Irmiios.
Moubari Hub r & C.
ll-'r-ii-.D Stolzembacb & C.a
Baltar IrmSoa & C
ViS'joude do It.qui do Norte.
Bailar, Oli/eira d C.
Mochado Lapes & O.*
100*000
100,)000
100*000
100*000
100*000
100*000
10t*000
100*0U0
100*000
100*000
100*000
l00*tXX)
ooswo
i0-*000
100*000
10:*000
100*'J00
100*000
100*000
"50*000
5oo:o
50*000
30#000
50*000
50000
50*OOU
50/JOOO
50*000
50*00J
O#0>X)
50*000
50*000
50*000
50*000
50*U0J
50*'J00
50*000
50*000
50*000
50*000
5O*0OJ
50*000
50*000
OjOOO
j0*0j0
50*000
50*000
S. P. JobnatoD & O.
J. Rigby
Cerdoso & IrmSo
F. R. Pinto GuimarJea & C.
Sooiedade S. Vicente de Paula
Oamond P. Cox
P. A. Cohn
H. Nueach d C\
Sulzer, Koffmam'd C.
Henrique Bernardea d'Oliveira
Francicco Ferreira Bailar
N. J. Lidston ~*~
Joaquina da Silva Salgueiral
Carlos Alberto de Menezes
Amorim d CarJozo
Maitios, Cordeire d C-
J. M. Lacy
Jos J. da Costa Maia
Engeoheiro Valle
M. Rozando I. de Alineida
Bario da Nazareth
Augusto Octaviano de Souva
Alfredo A Ivs Martina
Antonio P. Casneiro da Silva
Tbeod. Christianscu
W. M. Webv>r
Albino Narciso' Maia
J. A. Tbom d C.
W. jweucen
Jos Velloso Soarea.dC'
Poklman d C4
Sebast.&o do jarres Brrelo
JoSs do Re* Luna
Prente Vianna d C-*
Ferreira GoicaarSs d C
JoaquLn da Silva Cervulho
W. B. Telgrapho Corapany
R. de Drustna d C.
Salazar d C. '/
M. da Cunta Lobo
Seixas
Cunba Irmaoc 4 C*
Jote de MaccJo
Fernandes Inultos
Manoel dos Santos Araujo
Sjuza Bastos, A-uoriin d C*
Alfredo Libba
A. Liica Campos
Burle d C*
Ernesto Brotherood
Ernesto Amorim
Jos L. Bourgar.1
Redacc&o da cGazeta de Noticias t
reabro
Antonio Rodrigues do Souza
Caetano Prats (naufrago)
JaSo Jos Marques
Meuron & C*
J. H. Counoly
F. J. Hardiog
Gregorio Gomes Maia
Miguel Jos Alves
Henrique Saraiva
Manoel oa Sanios Villana
J. Laguiu d N. Uartery
Pedro de Miranda Veras
W. Hallilay d C.
J. Howe
Jo'io Carlos Gutierres
Augusto Piuto de Lomos
Charles Pluym
Eugcne Chalina
F. de Souza Rea
Antonio Sampaio do Nasciaiento
F. F do Brito
Jos RiaaKto 4a Costa.
Anonywo-ix
Fi-ancisuo BlfcrTi de Andradt
F. li Caris.:
U.iuio Jardiu & C.a
Francisco Manoel da Silva.
Maia Sobrinbo & ^ *
Feliciano P. Puntual.
Albino Silva & &*
Manoel Cruz & C-*
Mendes Jnior.
Leal d Ira.ao
P. J. Pinto.
Reis d Santos.
Miranda, Alves d C *
Miranda & Santos
Pertira Pinto
Ferreira Rodrigues d C.
Soares .lo A ni. ral d C*
Paiva Vume & C.*
Joao Fcroanjej u'Almeia
Augusto de Figu ..irdo d *
Domingos Crua.
do Rio de
(Contnua)
50*000
50*000
i 0*0011
50*000
50*000
60*000
75*000
43*000
30*000
25*000
25000
25*000
25*000
25*000
5*000
25*000
20*000
20*000
20*000
20*000
205000
20*010
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
0*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20* ,00
20*000
20*000
20*000
20j000
20*000
20*000
20*u00
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*000
2v*000
20*000
20*000
20*000
20*000
20*00
20*000
20*000
20$J00-
20*C00
10*000
lOiOOO
10*000
10*000
10*000
n*ooo
10*000
10*000
lt*000
100000
10*000
10*000
10SJO0
10*000
10*000
10*000
10*0^0
10*000
I0*0o0
10*000
10*000
10,000
10000
10*000
lOiOOO
10*000
10*000
10*000
lOiOOO
10*000

Kt.VISTA DIARIA
uturiilacleit iiuiicisec P^r portara
da pnoiJenciu d< pruviacia de 14 do correte e
prop *:.i do lo,-. cbaU de polica de 10 e 13 l.ram
uouj'ead.) :
bubJelegio do 3- districta do tt-rmode Qamel-
U ira (S. Jos di Eitrema) o cidaio Ignacio Ca-
valuaule P^^s Barreteo, em snbstita.cio do bacha-
rel Jote Uiva'caate l'acs llarrutto.que pjdioeu-
Decadla.
Par* oj lugares do l- e 2- ccppleatefMo delc-
gadi do termo do Leopoldina os cidad&os It.y-
muuio ia 'iliv^ira e Silva e Kjlaiuo de Oliveira
L'oba.ut, aetaal 3-.supp!eute, ein substituidlo de
Uf uro da Costa Ar iujo e A a irada Baptista de
Aranjo.
Par i 3- su pente do metmo delegado o len-
te Josa Fram-isco HalsatiaM Cranj.
Iu:luMirlat e proiities Termina no
Kji do eetreaHc uijc u praso de pa-amt>uio doiui
p.sto de ii'iustrias e profiseet, referente ao 1'
seuiettro do actual esereieio. U.'poiii desta epochn
ser cobra i' peta lie.eb-doria ie Hendts Interoas
(iera.s coui a mutn de 10 0|(
Kma->iin-ul.> Au e-h. n'ej, eerca do 6
e 1)2 bers da nonte, um tr< ui^da ferro vi(j do Ca
xaugi, uo lugar G.pui.gi, esung1 u embaa as per-
nee ue Man el Auonis do Nuscimento, boinem
r de 60 aiiuoc de idade e mectre dot traba-
Ibadorss do assacar ni cata doa Srt. Jos da dil-
v Loto (Si Kiiho.
8;bre o Beata divergen as epinioes. Dicem an
qne o lafrlis, qno era ptssagelro de 2' ciaste, fui
emporr do por uutrot pastageir. a e eabira, acudo
apaubado p :lat rudas dos vebiculot. Dicem U-
iros que elle tentara deseer do trem estando este
em moviotento, e 4110 foi devida a essa impraiea-
oia o desastre.
A' polica compre abrir inquerito a respeito e
descubrir h trrdade.
O arrio que o pobre bornea) foi recolbido ao
bosp.tal Pairo II, onde falleoeu uioa bora depait
de dar ntrala aili.
t-'a<-*Ua Entroa para o hospital Pedro II,
sotr-buntem s 8 norat da nouie, o pardo Josed
Paula, afim de ser tratado de um ferimsato de fa-
ca, que, da ele, lh- toi futo por um individuo
qae elle nio eoanecea, em llanto Amaro das Sa-
linas.
O ferimeufo foi considerado leve.
Compaania Perro CarrilO Sr. eoge-
Dh'uo ti. Augusto Muet dirigi nct a teguinte
c r s: .
Fiiculisayio da Companhia Jetrro Carril de
i'erna'hbuco. em 15 de Feotretro de 1888. liimi.
Srt. Hei'Otorea l^'Waa-*" o gereute decta coa
paabia, de uo quererem algaos dos passageiroe
qae atinsam se Jos carros da mesan.., se confor-
mar com as dispusieres do regnlaaoento vigente
reativac eos v.' ime* qae podrm ooudatir eomsi-
go em ditoa carros c opporam aa vesec resistencia
matrrial acs cuuductores que pagnam pela oocer-
vaucia de taca dispocicora
Por oairo lado tcubo recebido ata i tas quei*
zat de paasageirua, qoe aecotam ot mesaaot coa
doctoret de rteaJaceeo adatittir eaa raaos de na-
lureza e diineuses regalamentarus e a' bulsas da
viagem, a pretexto dd h-.ver pira mi os edrroc
de bagageos, que alias rooi'co ou n nhum srvico
pres<%in em tats casos e uio ot prestarloemquan-
to as suas vixgens uo forem amiuJaJ.ia e a coia-
psuhia nio diep.u-r di estafos c de entrega e
receb'Diento no centro da cidade.
a E' de aappdr que a gereacia teuba valiosos
motivos para quenirn ; ntat as qaeizas do pu-
blico nao sao destituidas de fundamentos. Ellas
j tiveramfcbo m imprenta c teohi presenciado
par vetea, eert a conduct 'ret, exageraada :;a Or-
dens qae d^viara ter roeebiJo, reeiinren psctS-
geiros qae trasU'o ern^iU'bos nss Cireur.isUccias
regulameatares de qae cima falle., teoio qoe,
por dans vecr-5, ti ve de mtervir ptra promover a
aimissao dos passageiros recusados.
Acho, p ruuiu, que para evitar abusos de
ambos os lados, eouv.uieute que cada p,rto sei-
ba p>rf itm- nlu o direito que Ibe assiste O pac-
ssgeiro nio p ia con latir comsigo v.iu.no que
nio possa cullocar cobotbincis no espioo qtie
lhe destinado, orinas eirregtd as, mat-riai.x
pictivas, mu obj.iv.to que ine mu,Je os caais
passagejros, roa* dentro de tae'a tiaaltet e c
{et v6 le levr o qu qicer.
E' o que se d-prebende do art. 26 Jo .egu|S-
inen:o de IH du Outubro d: 1875 qje regula a
initeri* e cujo tb?or o teguinte.....
Art 2o. E' expressamente pr.b-bido :
% 1 Viajar nos carros transportan la comii-
gi volumes qo4 uio possam t r col locad a sob os
banzos no paco destinado a cada passageiro.
}2 Trazer nos carros armas torrega J .s pd
materia* explosivas.
% 3." Ciiiduair eoniaigo auiaya ,.u qu.esqoer
objectoa qne incomcaidem ot d.mait passag.or .
4* Entrar nos carros nao -auJ.i d-ocuV-
meute vestid >, ou em estado de etaSriaguoi.
f 5a Fumar nos carros que nio sejam para
isto destinado!.....
Talvra estas explioacea pocsam tac alguna
til.Jade para ambas at partee o paseageir,
qae precisa traaer oomsigo cert volamea e na.
deve cer privado da regala que .. regalamiqto Ib
concede, maa nio p.le l'fr mus longe csut
exigencia a a capoiih.i, ana nio luera em r ca
car pattageiro certa eom vi.la n'arn freta mais
qoe duvidoao naa cireo nstaneiaa actua.-a.
> Por isso, peco-lbel que te dignem de ad mil til
as em o h>m eonceitaad* ralba. De V*v. !Js
ate.Henrique Augiuio Milet, ecrgenhetro fiscal, >
renairrila*Horneen pela msdragmda e aa
roa do Viir.ne Tenorio, fregjecia dn S. Prei Ptodr
Q.noalves, urna prtca do 3- batalbi) de infantaria
ferio eom quatro taeadat a Paul'iio Qomsc .1a Sil-
va, a qual declarou ao aubdetegado daquella tre-
guetia nio coubacero teuofteaaor.
Esta sutoridade mandoo-a reeolher aa aocpital
Pedro II e abri ioqaerito sobre o faeto.
TurSulenlos Na s-guuda-f.'ira as 5 1|2
horas ds tarde toi preso no cbataric da roa de
Marqu.a du H-1 val, um indictioo qae pietrxtan
do ter Uagaa.
Quando ia em csminbi) da roa de Matbiaa de
Albuqaerqua, varios ostros pretendern tteaal-o
do poder das prS(Si quo o Cjidusiam e Ues lo-
ra n presos, depois de lula.
Hacblnlinotj de Dncan Htniari &
C de Ciatgow N'outra scelo d. ate Dia-
rio vai publicado um annuncio dos Srs. Ilrowu 9e
C, acerca dos macbinismos fabricados pelos Srs.
Dncan Stewart 4 C., de (Jlasgow, par cogeahoc.
Sobre taes apparelhss, em carta de i de Janei-
ro fiado, carta que nos foi inostra.ta, uiz o ge-
reuta do engenbo central de Kia Branca tBtsr
muito satisfeito, pois que sao ellos per i '03.
Taes machinismjs completos cusiau. :
Para faterem at 0 saceos de assucar crisUli-
ta'Iopardii, 2,500.
Ums atina completa, inclusiva coberta, colam-
as, lus elctrica, distiliaeio, rxSo d'oora e levan-
tsmeato do edifieio, salvo a alvenaria ; para fa-
bricar at 150 sacras por dia 16,01)0. -
Urna usini maior, as mesinas condifocs, para
fater at 350 taceos por dia, 28,000.
Lita OperarlaEsta associacio rene se
00 dia 19, a.* 10' boraada manb. em assembla
g.-rHi, para tratar do aseumpto de interesne gera'.
Prolungaosetilo de *. Fraudico-Ea-
crevera nos o seguiute :
Dignem se Vv. 8s. de, pelo stu c-nseituaJo
Diario, chama.- a atten$3o do director do protou-
gameuio da via-ffrrca do Reeif* a S. Pran^i&co,
00, de quem competir providenciar, para um fae-
to, que aaquello proiongami-nto se repelo eom tj-
;uma freqsencia em pn-juiso de iateresses parti-
culares. "
< O trech 1 da estrada, qas firma fa 3 seccao
entre Caohotinhp e Qaranhuns em diver.-os pu-
to, marginiJo de terrenos de criaoao.
S ucee do que, nio bavendo cerca, muro ou f-
so, qne separe do leito da via-ferrea aju-ll-'s ter-
renos maia de ama res, ao atravetsaros trilboa,
tem tidoesmagala pelo trem.
Se os grandes propietarios, pelas condigoes
favoraveia ds fortuna, podem aoftrer remelhantes
pr^juitit, outro tinto nio te di com ot pequeos
criadores, pois, faz-Iba differenfa a perda de urna
rea.
< Ou ee considere por este lado en pelo da per-
urbacio, que 01 esmagamentos occasionam, re-
tardando trens, como tem aoocedido e piel en Jo
at dar lugar a descarriloamento e desastres,
cunvio providenciar.
A' tado isto accrcsce, que o governo esli n
.brigacio de indemnizar aos proprietariot, cojas
reces sio etmgadau, mu tas vetes por impruden-
cia oa impericia doa maebinistas
8e anda nio bou ve quem reclamaste, nem
por isso a reclttmaco deiza de ter um direito.
Pecam, Srs. redactores, providencias para
qae eesae teatelasnte facto, pois os criadorec, tam-
ben pagam rmpostos e devom estar segu ct e ga-
raatidos contra a damnificafio publica de tuaa
propriedades.
a. A a recrate e o" saato padre-
No Seculo de Milio encontremos a noticia de ama
mistio especial eonfiada pelo governo de S. A. a
rugente ao nosso ministro jauto do Vaticano e da
qaal s agora tari o paia ooobeeimento, porque
ella nio foi knouneiada em nenhuma falha de
Brsiil.
E dis-te que o rgimen constitucional o reg
men da publicidade I
Eit o que dia a referida folha :
< No dia 14 do corrente 'Janeiro) o SS. ptdre
recebeu cm audiencia particular S. Ezc. o cava-
Ibcuo Soasa Corris, enviado extraordinario em
mistio especial de S. M u imperador do Brasil.
Introducido com as formalidades do estylo, o re-
ferido envisdo proferio a seguinte allocucio :
a Santissimo padre.
t 8. A. a princesa imperial regente doimper o
f s-me a insigne honra de confiarme urna elevada
e nova missio especial, da qaal venho desempe-
nbar-me com a mxima satisfacio..
a Sua alteza encarregomme de apresentar a
Votaa Santidade a mitsiva daa tenborat catholi-
cut do Brasil, qva se reuniram sob os seus piedo-
sos auspicios, para exprimir Vossa Santidade as
anas (mais cinceraa telicitacOet por occasio do
glorioso jubilen sacerdotal, que o universo inteiro
celebra jubiloso. As senborac braaiieiras fazem
outrosim os votos mais fervorosos pela conserva-
ci da preciosa existencia da augusta e sagrada
e.tsoa de Voesa Santidade.
c Deponho as venerandos ps de Vossa San-
tidade os testemimhos de profundo espeito e dedi-
caciio filial, que acompaobam a representado da
regente do imperio e das senborss ^athslicas do
Brasil, implorando a bencio apostlica de Vossa
Sai.tidade para a familia imperial e para a nacSo
brazileira.
O -S. padre respondeu nestes termos : a^w
Secsibilisa-n-noe, Sr. ministro, asprovasdede-
dica^o que ainda receotemente nos teatemnnha-
ram o imperador e a imperatria do Biasil cas qoe
acabis de dar me em nome da regente do imoerio
e das damas catbelicas do Brasil.
Taes sedimentos de amor filial nos sao bem
csnbucidoc e sempre nos comprazemos em consta-
tal-os, pois que a tamiliz imperial uo; tem dado
sempre constantes provas do seu espirito de conci
liaco e de respeito para eom a igreja bem coma
da sua dt voihcilo e sentimentos enri-tos, que lau-
to tem contribuido para manter a f no vasto im-
perio onde ella foi collucada pela Divina Provi-
dencia.
< D.sdo a independencia doBrazil nenbumadiver-
gencia grave se interpoz jamis eutro o imperio e
a Santa 6, o nos assim o devenios rucoohecer,
asaeguraiido que procuraremos manter sempre as
boas relafes que tanto r. cosij-in o nosso coracao
c mo chele da igreju nui-.crsal.
1 Por isso, ao eelebrur o nosso jubileu e quando
de todas as partes do mundo recebemos as maiores
demonstra<; s do amor e da veneraco dos posos,
desejames dar ao Brazil um particular leilcmunho
da nossa affei^ao paternal a prtpotito da eman-
cipando dos ercravjs.
A princ sa imperial regente desempeuha urna
grande enobre musa/ durante a au. encia lameu-
tavel de aeu a igusto p*, pelo restabelecimento de
cuja ssude tVsMaOS votos ; ella pode contar atas a
nossa soheilude, porque esta nunca lhe fallir,
ble, pois, Sr. ministro, o interpreta fiel dos nos-
sos s ntimentos de viva grutid) pe!a& fclicita<;oes
que nos trazos em seu comee 110 das damas ca-
tbolic-is do Brazil.
Transmitti igualmente i S. A. a priucea im-
perial regente a bencio apostlica que nos lhe con-
cedemos de todo o dosco coiacoo, o. ni >.a 1 ao eeu
angnslo esposo, laulii imperial ou tadaaaaeaa
brasil t i rs
Clnts Inieriindoaal de Bsala.
Como o primero esteve esplendido o baile carna-
valesco dado na t.-rca feira ulliica por essa dis-,
tincta socieJade.
A concorrencia foi enorme e selecto. Muiias
senboras trajaVam ricos e elegautes toilettes .de
phxntasia, BjbreaabinJo dentre todas as que tra-
ziam M le. C D (cigana), Mil.-. L. (i (marg.-rida),
Mlle. A. D. (polichinello), Mile. C. Q. (grega) e
Vllie. A. 0. (signan).
App-.receraiu alguna miscaras de espirito, que
intngaram a Valer.
Dancou se animaoamenie at 3 e 1|2 horas da
ma.ih, retiran io-se todoB ot con/idados nenhora-
dissimos pa dv licadez 1 com qua tinbam sido tra-
tados pelos dios cavalleircs |ue dirig m a festa,
e que se devein orgulbar de haver conseguido, <-m
'Vi curUi lapso de tempo, dar duas i' 111.10 o tao
brilbantes c.mo poacas tem se realisado nesta ci-
dade.
Poi so dirigimos lhes noscas felicitaccs.
AntiKoit entstitelecimenfos Catii, to-
cldade. anonTua Consta nos quo em
poucoa diaa aqu chegar, vinJo da sal, o tr. F
Lumay. repreaeutataute geral no imperio dd impor-
tantissima tabriea de machinas cuja firma serve
do titulo i essa noticia.
-Temi j construido na provinciano Rio de Ja-
neiro, onde. r-~sde, as granoes usinas, hssucarciras
de Purez<, Rio Coaito e Monte Alegre em Piraci-
cab, ede S. Jos de Lesnis, acaba de eontractar
mais duas, Tres Irmds e Uiractma no municipio
de S. Fidelie, e parece qae wein para a idntico, para que aos consta dispor de inuitas vmi-
tageus al-..-:n da garanta de boa ex--cn{ 10 de qu-.i-
quer trab-ilho qae offerece urna casa de posigao sa-
licpt.', que ccupa a grande ca^ Cail no munJj
maniii .c"or .: .
Dir'aate cu 1 curta estada nesta- cidade o Sr. F.
Lumay poJer ser encontrado cm casa do s.u c.r-
respjal'-nti-, o Sr. Tbeod.'Jutr, 11. 2, Corpo S-into.
Cuminists de limitesDo urna cartn
cccnpta p^lo tcnente Nicols Menenies, offieial
que acompauha a commistio de limites argentino
braziieiros, da qual chele o counet Qarmendin.
oara a Nacin de Buenos-Ayres, cm 25 de
Desasara ultimo, extrahimos o seguate :
a Entre os ros quedeviam ser explorados, co-
mo trouteiros do Brazil pilo lado d^ete, conta-se
o Chopo, cujas cabeceiras toc-no o Chance e Pi-
qury Guaz. O Cbopin desagua no Ignaz e o
Chapec no Urognay.
O tio Santo Antonij Guai de Oyarvide Ya
nygads que aeompssiht o I^u.z, comer ie direc-
HUBcnta com o Chapec. Ene sebi-sc mais para
Este do que o Cbopin. O rio dos Pi-ixi a tambem
corre no metmo rumo em relacJo ao Chapec.
Oesconfiava-se que o Santo Autooio Gusz-
do Oyorvido t-im-uva rumo para o bul, e una-Be
aos s IV.ix'.'S seguindo o Uraguay. O corjucl
Garmenlia commissionou-me para explora!-o, e a
2 da Novembro puz-me a caminho com nm cabo,
um swgastOi uoi picador e um moco de 15 ancos.
a Cbcgamoa ao paesode Belannino depois de
15 leais de marcea e aili acampamos. Puseuio-
nos de novo em marcha, aiirinio picada p- la mar-
gen .'o rio cm um immenso monte do taqudras.
Assim prossguimos adiaotanJo orna legua por da.
No da 13 acabaram-se as provisoes e comecamns
a aiimentr.r-nss com folbas de palme ras com as
qnaec prepara vamos ama espacie de sopa.
A penosa marcha continuou at 0 da 17 s 8
e 35 minutes da mauha em qua o picador cabio
dejoiaiado pela fume e pelo cana-..; .
Dep-is de \h haver proporcionado os prima-
ros cuidados, diixei-o entregue a um dos soldados
or 11 and 1 que nos accmpanhaasem logo que pn-
deesim, e continuamos a caminhar. O rio ji nao
era mais do qen um atroio, o que me tazia" presu-
mir qoe Pin breve ebegariamos euaorigom. A
escolta, extenuada, desanimava freqii-ntem.'nt.
< In possibilitad>M da seguir costeando por cau-
sa da espeeaur''Cada vec m-.is pronunciada do
monte, ordenei que abrissemos csminbipla agr,
que nos dava pela cintura. Depois da sudar e"rca
de um legua deste modo, notei tastos du ca-
Vallo.
Faltavam nos seis horas do dia atuta e ca -
a.inb'.m;.s na dirac^io da estaucia 01 povoacio
que nos era indicada pilo rasto dos animaeg, ne-
gando em pouco tempo i estancia de um Sr. Pa-
ria. Aili fis-inoi provisto de vveres; vieramjun-
tar -se do novo a nOs o enfermo e o seu guarda e
depois de dospacharjum recado para o corou I en-
prebendemos a nova marcha a 20.
Dona das depois eslava na fonte de Santo
Antonio Guas do Oyarvide, qae nio teuio um
extensa banbado, anido a outro quo coutin aguas
do Chapec ou Pequiry Guat. Ambos os banha-
d .s sio alimentados pelas vertentes de um monte
que assim divide as aguas qae correm para o Igua-
s e para jJJruguay ,
Carta a do PapaO papa dirigi duaa car-
tas autograpbas ao Sr. Sadi Caroot, em resposta
is duas cartas, pelas quaes o presidenta da rep-
blica francesa commuuicava-^ne a sus eieicio e
assocaa-se as festas do Jubil 1.
O Santo Padre, nessas cartas, fas votos pela
prospendade e grandeza da Franca ; agradeee ao
pr. Bidente da repblica as suas f ;letaces e os
seutim'nlos de veneradlo exprimidas em suaa car-
tas, e participa urna alegra daa declar .50 -s fa-
voraveis do Sr. Caroot sob.e s boas relacoac da
Franca com o Vaticano.
Leo XIII termina, atsegurando ao presidente
da repblica francesa o apoio do Vaticano e en-
viando-lbe seus vates para o bom xito de ana
mistio.
S*reeaa do aaaatcarO Sr. engaabairu H.
A. Mita*, aetaal gerente da Sociedad Asxiliadora
da Agricultura, dirigis-nos aseguinte e ioteres-
saote carta:
Sooiedade Auxiliadora da Agricultura de Per-
n tabuco, em 11 de Fevereiro de 1888.
Srt. redactores.Na data da ultima carta, que
Ibea dirig ,em fins do anno prximo paseado e sa-
bio a lu no Diario de i da Janeiro, ja haviam de-
corrido 12 das depoic do eneerramento do < Inter-
national Hogar Congress, e fora publicado o pro-
tocolo da ultima tessio, (19 de Desembro) com o
projecto de Convenci apresen tado relo Bario H.
de Worms e adoptado para ser pelos siembros da
conferencia submettido a cousideracJo dos respe-
ctivos governos.
A despeito do sigillo, que ditos membros se ha-
viam comprometido a guardar acerca de auae de-
liberaceJ, foram cenhectdas, maito antes Ja pu-
olic -i) offieial, as principies disposiooes do pro-
jecto e as reservas estipuladas pelos delegados de
varias na(oea. Por isso, nenbuma sorpresa causou
a mesis publieacao ; sascitoa, porm, em Francs,
grande celeuma por parte dos representantej da
industria asaucarcira, qne altamente ce isursma
attitude temada na conferencia por Mr. Sans Le-
roy e seus collegas e acens >m o seu gov.rno de
querer sacrifical os s exigencias de seus concur-
rentes estraugeiros. 0 Journal det Fabricanls dt
Sucre, eom quanto os acompanhe nestas quenas e
recriminao.'8, de algama forma justificadas palae
U-ndeuciaa livre cambistas do presidente do conse-
iboMr. Tirard, persiste em ter o passo dado
"pela conferencia de Londres em couta de manifes-
(afio platnica, determinada polo dosejo de agra-
dar a Gra Bretanha, mostrando disposiuio para
recooduzr a industria asaucareira s suas eoudi-
cSes naturaes, e nao acredita que entro as diver-
sas potencias productoras do asaucar de beterraba
so possa estabelecer concordancia acerca dos meios
pratiecs do realisar se m-lbante dtidratum.
A coiicesei feila ll-!g:i, n.i art. 3o do pro-
jeelo da aonvt-avio, de cc.nserv.ir um systema de
imposto que, segundo as maia autorisadas opi-
nioes, presta-ne a um premin disfarcado snperior a
dec milho s de francos (4.000 contas,) ou cerca do
100 fr. (O*) por tonelada mtrica, e ss reservas
que sobro este ponto expre.-sarom todos os delega-
dos, com exeepc&o apenas do da Diuamarc*, t.zem
presentir es difliculdadea'quo apre^enta s desejada
entente, o junta? aos factos incontcstaveia, do nio
existir aiuda proreso sufficicntemente exacto de
calendar o rcnlimenio de qaalquer atsncr.r bruto
ein refinado, e de nise acnarem aa diversas na-
coes productoras de aasucar de beterraba em cir-
cums'ancias iguaes, que lhes pcrmiltam arostar
fr nc-.mente acincurreucia, tornam provavel, para
a 2- 5 de Abril, a apparifao de diili -uldadcs taes que
dettrmiunio o completo muligao do emprebeudi-
mento.
Pela menos, esta a opiniio geral dos jo:n-.es
especialistas ; ao paeso qne o grande jornal da
City o limes considera a facilidade, cem que lo-
tos os delegados aceit ram a idea fundamental da
suppr- s-ao dos premios, p -.eso agigantado para a
eflectividade da mesma suppressio; c tornando
bem patente, quo o go?erno ingiez nao se compro-
ineten a estno.-l.jcor direit. s couipeusadores, exal-
ta eom a p rsps;tiva da ealvacJo de urna grande
industria britannica, sem qj- lira alguina dospi^u-
eip.os do Ffe Trade.
IVlo que me t >ca, aciio qae o Times apressa-se
domis em cantar vict ria; creio qae a conferen-
cia aesuearcira, do 1?87 >5S nauliagai-pos mes-
u : uachopos que as precedentes; e que o gover-
no de S. M. BritauD-a ter de re.-orreraoB dlrei-
tot compensadores, ei quizer salvaros seus re.ia-
kres e plautadorcs coloniaes.
Aja Como for, em ambas as hypotheses, o resul-
tado nio po;e d.-ixar de nos ser favaravel; pois
trar uveessariameote ui-ia a'ca permanente de 2
sen. pelo uiuiios ni prego do quintal io nosso asqu-
ear.
Por serem bssante exteosos, nao ioelua na pre-
sento carta o'proiocjlo de 10 de D-sembr iro p;0-
jeelo de oonvencio ; os quaeo todava r.-melto-lbes
em separado para publica!-os cm outra eci,ao do
Diario (*)
J4 est concluida a safra da bcerrabs cm todos
os paizes da Europa ; e o resultado ficul patea-
teou un dficit superior ao de 300 mil toneladas
eom qu.' couuva-so em Dezcmbrj.
Com tudo, sen outro motivo >i.psrcntt> alm da
especulacio, os presos sofieraia em Janeiro urna
depresao susivcl, que, a dar-se ciedito aos nlli-
mos tole^rammas da Ageneia flavas, os quaes Jao
ao nosso U5.-.U0 r bruto, na data de 3 Jo crrente, a
ectugao de 13 >ch 6 d. cm Lir.rpoil c de 5 cenia-
ru a\ t- w Y'jrlt, teria ai*> de 1 szti. 6 J. em
rail g:l) uospre^js do Desembro edevia trazer-nos
c urna baixa do 180 a 200 ris. Enretanto, a
qu-iiafr.i de dOOris o cxplica-se perfeitamenle
pela rcpentio^nlpa do cambio, que coincidi com
a realisacao cm Lo:idre3*U3 empresiimo destn .do
ao pagimcato da estrada d-s fciro de Carangola e
a coliocdfio dos re p -divos tuudos a disposs3o
do Sr. eonteihciro Belisario.
O cuibio ja attingi 1 a ootajao de 24 d., ai>on-
tadn cutr'ira por 'i. Ex?, para bis. s de nvo pa-
drao monetario ; -xc-deu a e cb;g.u a 21 'ti e
25 I 7 '
Na sci se com esta t xa de cambij, ha t so tos
auoos (dea pele mcno.) dcscouhecida nas uossas
pr.igas de eoca reio, os tazeudeitcs Je caf ain-
da iucrain. K'gu.nii couaa ; tenbu, p raj, teda a
c 11 21, que a iiumens^. tnaioria de coisos :c:iu-
res de eogcubss, a d speito d-i screm relativa-
mente favoraveis 03 pr.-co.. d;s rn -rcud s cr.su-
uii lores, uaa recupiTam c;m ella os gastos ca
produeyo do seu genero ; e, entrecaute, est se
asioalhand 1 quj brevo toremoa o cambio de 27 d.
13I0 6 o esaucar soffrendo nova baixa do 160 oa
2(0 ris.
Custa-me acreditar, qno o Sr. constiheiro Be-
sario (j que de dous annps pira c S. Exe. eom
os seus eaiprestimos directos e indirectos, arrorou-
se era regulador doc nossos cambies) nos queira
facer m .is este mal ; p ii anda tenbu pr escale a
u.emoria o seguintc irech do discurso prouuncia-
de na cmara por S. Exe. ns sessao de 6 de
Ajsio do 1886.
A deprcjiseSo da papel-moeJa deseca a 40 %
e ainda bojo est em crea de 30 0t0 ; estabele-
cer, piis, brujamente a mudanf.i de valor, fasec-
o soli.r o p.r (.-o da iid--.Ii J tao baxo at \ir as
par, siria alterar todos os valores, perturbar to-
das as relac'.'s existentes c causar grande depres-
sao era todos 03 gneros da ioisi exportas!'.
s Nao possivel que a borracha, que o slgodo,
o assocar, o caf, o mate, o xurque, todos es rra-
doctoa nachoaes emSm, pissam siffrer urna bai-
za de 30 0|0, sem prsdiizir immensos pfejuiaos uio
s para a l.ivoura e o cotnm-rcio com ella rolacia-
ui Jo, com para as industrias. As fabricas-quo
temos, eo creadas na maior paito s inora da
Jepreeiovao do papel moeda; o que iuflaj sobre os
gneros de iaipjrtic1o como urna aggravacio de
impjstos ; esbjs fabiicas teriaic de quebrar infe-
lismento ou do s iQ'rer gr-iuJe.i:u'-j si os valorea
dos generes similares importados fossrm alterados
sbita e bruscamente. .
Leinbro-me, porm, qae em 133 i S. Exe. preten-
da conseguir o chimado melhjramenta do nosso
m-.io c'rculaute, isto a ule 1 da cambio, por m :o
de retiradas succeaslvas do papel mouda e em 1887
abandouava iuteiramenje esta pretendi, alias r-
reaiisave', para apegar se ao prje:so mi) irecto
e eifieaz dos emprestimos ezternos, mai i fea tan-i o o
proposito de alterar ds 27 para 24 d. o pa iiao mo-
netaria de 1346 e manter o cambia naqaella altu-
ra par in-io de Bancos Regalador s (outro so.iho
nrealisavel nas a;i'iaes cireumstaucias da paiz),
qua substituiran] s nossas scdulas .da Tbesoaro
uotas banearias cauversiveis a vista em maeda ras-
tal I i ca.
V-so dabi. que 3. Exe. nao repugna (pelo me-
noaem assumptos eeoucmicu e fiuance'ro'),muler
de planes e opiuioes ; pelo quo nio acho impossi-
vel qoe S. Ex}, te*lo fciro subir o cambio cima
de 24 sem determinar grandes transtornos n* of
ficii.aL'isal (por cauca da subida doa presos do
caf em 1836 e dos da assucsr em 1887 e tamben
da augmento das tazas adoane'iras) se deixe eede-
sir ag.ra pela perspectiva gloriosa (para os ce-
g.s), do restabelecer a circulabas metallica oa
peeudo metallica, tio almejada pelos capitnl-tas
naeiouat'S e estrangeirac, nio maia oom o padrio
de 24 d alv de seus les. j js em 1887, e sim ao
pirde 27 como em 18461
L"vautar a taxa do cambio at 37, naa coasa
mmlo euslosa, em circumstaaoias de safra avnlta-
da e bous precjjs nos saerw dos de cansa ao, para
quem dispe de autorsacoes pora largas operaeoes
de crdito, sean especificacio que prohiba os em-
prestimos externos. Maia difficil seria mantel-a
naquelias alturas, em presenca da corresponden-
ce depressio dot precos locaec doB gneros de ex-
portacao, qne Ibea dave corcear a prodcelo; poia
nio se pode arranjar todos os anuos, em Landre,
fari ou Berlim, quarenU ou Eiucoenta mil eoo-
tos para neutralisar a tendencia pira a baizi fi-
iha do constante desequilibrio de aoasa conta in-
ternacional, maa nio indiapensavel, para con-
quistar a gloria de ter reatabeieeido o padrio de
-
i

N

"I
t
i\
(*) Sahio n Diario de 12.


ari't t PcrnamhncoQuinto-fcira 16 Fcvercr; de 1888
I
(
% ~


I
>
' 1818, .mateutar aquella tRi* p>t mu'to
basta B o, ou o> BaBW* re.rulad.re*. (uj uo ue) a quora
ficar'itregue eatatarefa. E' perap-ctiv* ten-
tadora I
E' vrdade, qne o* roostrcs da sciencia asceve-
ram, e quom tero algum utJtudll de 6uan;as oi>
deixin. de eompnbal-oi oeato po o, que nii
pode ama ni ci conservar eiraalaaii netalliaa,
oeui de nota converaiv -U ca metal, quitado t o
Mt vi> de ngra taMosfeJoiriio* di bilaneo fie
sass tian*ecoes interneciouaes, e proclainnm o
etabileeiraento dd equilibrio unqo-.-lla canta pre-
lmiaai ind'spenaavel de qualqii.-r teat.mem par
o reatabolecimento da circnNcio metailica ou mix-
ta ; mas quid *d< N4o Ber tambem certo que
c* iffei: la das lea econmicas depeniem do am-
anete V Ura, uoasaa ciroumatan is ais alo a
mesma.i doa pases da Europa; p-i-tnnto, o re-
ultad >i uao aerio necessariamento o nnno-ii
E' aigumeute opbistieo, pois a lei que presid;
a coctervacao on perda Coi mitaes preciosos o!u
de applicacao restricta, niaa aempre s.rve para
tbemae ae diacuraoa no parlamento e de ioterli
nhidag e gaselilbas ni Jornal do Commtroio^fi maiti
folbaa iifSciaea ou officoaaa, e para traser em du-
vida a opiniio publica cmquaoto ae eruto os B>in
coa em i stores e te r-ntoeu b"annaa aa preclaio 6-
nanceiro, que dep' a do 8 annot de astabilidade
ter coiar guido restabelecer a fixidado do naas,
meio circuanle !
Nio padeee ouvida, para qu. m enfeude do ria-
cad>, qne, permanecendo, como de soppor per
mi'i.e; ai anda por omito lampo aa nosst.s circuira
tanrias eeonomicHB, que oio poJem aer modadae
repentinamente, e tom ellas a oeceatidaue de aatia
tazer nnaalmeute no catran^iro, alai do paga-
mento (lu gneros o mercadoriaa que importamos,
oa reau tintes d doa juaca de nesaa divida cx'crna, das garantiaa
cancediilHa a estrada de trro e eugcnboa eootraea,
das cmt ras e maia dtspetas do guverao no me
rior, e f uelmente da a reroesaaa correepndente
ac lucrjs doa capitaen c negociantes cstraneeirob
que ctstao, a fixidade aera de pauea curacSo; 3
ou 4 mili -a tal ves menor, lindos os qcite- o bno-
co lr-ie ba obrigado, cemo ba sido o bsneo do
Brasil, Bal circumstoucia* alia maia fvoraveia, a
pender a convertibihdade de suaanotas portal
ta de ouro no reapectivn cofre.
A objacci) grave aern duvida ; tnaa oio tantfv
qne posiia fater recusar quem nao leve duvida eia
accresenatar is immenaaadiflijuldadrs da traoafor
Bgfio co trabalbo as do otis atrevido emp-tben
dimeato financeiro. R' -pender, oa alguem por
elle, qu i t.iea previto peaaimistai ns.o tem ca-
rcter ile certeaa, roa o que pertence ao tetar
est aeupre aujeito a coii'ingenoias imprevistas, e
aa circo Esteme podetri irour-ae favur vea; nlio
de que (mas ieto perifuae e nao ae cu afeas-) em
todo o caao, outrns c"io oa que na "ccaa'io do
'raeA carr' gario i ..o a responsabilidade daa fi-
naneas do Pas. Apr :s moi la fin du monde lisia
Luit XV o bem ama i j a madama Du-Barry !
Em rcaumo, a lav > nao aa indiiatriaa raseiraa
ten h>j razosj do sobra para receiareio, ni) l-
meute a v. Isa do c.i nbio de 27, a qual o Sr. ccose-
Itaeiro H -iiaano, em aa disaurao da 6 ia Agosta
de 1886, ieclarava o,; ir-sep r Uw deacarretar Ibes
imm'ns's prejuizos, e quaai roint comaleta; mas
a persas jucia do m- ^.uocambiiduraot'i itlguna ao-
noa.isto a repitic^ eia scala tal ve decapla,
daa des;reas de 1875, logo qua declinar o preeo
dos nonos gneros u m merca os de, eaniamo. DU
talan avtrtite catum !
Alludi. mais acim*. aos interlinhados, ;aretilhas
e noticias Uudatorias, que o grao le Jornal da ra
do Ojv. r t m semprj k disposicio dos governoa,
obre tu lo quaudo est-a inarebam no aontido daa
ympathiaa capalista- o abolicionistas da respee
tiva redaccio. Pjo ac ra lic*oca pari ajuntar
aqu' com elle ama pequ is eonta, qae ea.b>ra ape-
nas tenba uin mea de data pea me oio a ter anda
saldado.
O red ictor daa Noli iai variai pnbl-eadus no
numero do 11 d paasao i d'aquella tolha, riacando-
me aem a menor cerimouia do numero dos vivos, e
attribui jd- a i meu preami ti ho o Dr. H A. de Al-
buquerciue Milut a paterp -ale daa carUa que de
ves em quando dirigo a Vv. Ss aceica dos diversos
asaump'os relativos a ii- iiatr.a naaucareira, cen-
aura-u reste presupppato p r ter dito no final da
carta que aabio no Diario do 4 de Janeiro, que ae
aiada v gorasee a taxa do Oaaabi que o Sr. conse
Ibeiro Beliaario acbou qu.ndo tom m eonta da casa
da ra (io rJacrarceato, para caatigo doa peccadoa
doa de vi dores, o preco local de 10 kios de assucar,
correspe odente a cot&cio de l acba. p>r quintal
ingles, nao aeria de 1*734 e aim de 2J264, e ac-
crtaceota. jagando cem toda a p'obabilidade mel-
tft c m ieto urna lanca n'Atrica.
De naneira que, te o houveite tido a dita defazer deprimir a taxi cam-
in que ac/iOH ao lomar eonta da coaa aa pa do
Sacramlo, a alegra dos productora drveria ma-
nifettarte na razao directa da progreti&o descen-
dente de: ntima toxa Desean o thermomelro docam
oio a teto ciea o cumulo da abattanca do... papel
tem vahr. Dar ae-ftia eistSo rama de papel por
quintal de auucar e afelici'iade seria sem par...
pira os deved.ra.
Mal ea'isteito com este gracejo, de mo gosto
em asauuipt" tai aerio, e que aenota a comple'a
ignorancia em que fas o Varias (jaque assim d<-
domiaa b a ai proprio) acere do mecanismo dos
cambios, e referindo ae a opiniio, que auatentaiem
1877, n> coogresso sciontifico do TlsWH na So-
ciedade de Economa Poltica de Paria, de que a
enorme depreseio do cambio occasionada pl* guer-
ra d Paraguay teve cooaaqueociaa benficas para
a prodiicao e riqueza nacional, ausim como jara
aa rendas publicas, ach que Milet Fi ho (o suppos
to autor da carta) parece da mesma escola que o /I
nado Mlet pae(eale eeu creado), da: qua se o de
vedor paga as auas dividas em moeda q le vale me
c .i que aquella que reerbeu, lucra na traosarcio
i .tn oreji'izj do credor ; que oio ha vislumbre de
justica no favorecer o devedor em daiano do cre-
dor ; que todaa as flictuacSea do papel, seja para
mais Bij.i para menos, aearretam lacro para onae
perda )>ar* ootroa ; que no rgimen do papel nada
ba esti.vel nem a guro ; mas que o papel tem um
padro legal e dever do Estado a/orear separa que
uinstri ment das trocas que lancoua circulacAo se
aproxi ne daquetle typo inicial o mais possivel, apr o
veile a quem aproveilar, etc., e fioaliaa com este
: jec- i'.o em contraeccio formal cana a ror parte de
suaa upreciacoVa anteriores. O Sr. conselheirt
Belisario e o Vanas sabem porm que sais i verdade
que a laixa do cambio acrrele lucra para uns e
perda para outros. Jerdem tods!
Si en moraaae oa corte, nao tiveaae obrigaco a
qnc m; tomasbem o tempo e tiveaae nm jornal a
utiuba dispoaivio, talvea me deaae o trabalbo de ir
oppon lo justificados embargos ao* deapropoaitos
que jrande Jornal est atirand > diariamente ao
reepeilavel publico, aob a reapoOaabilidade de sua
redaccio, ea aaanmptoa aociaea, econmicos e fi
nanceiioi. Taotoa sio elle, que a tarefa s* na
pesudisHma, maa poderia ter algumi utilidade.
Aqu, de nada servira ; poucas peaaoaa ro-
es bem aquella folha e o que se eacreve nio
reprodusido na certe, nem logra grangear a atten-
clo dos fliminenaea.
I'r sao, a nio ter aido atacado directamente
pelo r arias, toria deixado patear aa iic.ibeiencia
e deapripoaitoa da notic.a por elle dada ne Jornal
de 11 do pasaado.
Exi.ite, no c.-.ebro do Varias, perfeita eoofasio
entre oa tffeitua daa amiudadaa fluctuacSea do
cambio e oa da permanencia da taxa abati do
pidri normal, entre o valor do papel, on de qual
qaer noeda que nio a>ja de curo, eui relaeio a
este, t o valor da meama m eda para aequiaij io
do geral daa riquezas ou utilidades qc.e cl:a pode
propordonar.
' f or causa dcata coufasia, que o Varias, de-
pjia u coofeesar, o qae alias nio padece duvidas,
que ac floctuacsacarretam lucroa pata una e per
daa pt r* lutroa, acaba por desmentir aa e diser
que con a baixa todos per den, aem comtndo ex-
plicar n io como nem porque.
E' astabilidade doa valorea lo.-aes doa gcaeroa e mer-
cadoriaa importado* ou exportados, fiba das ni-
c'uaci^ s do camb o, oerturba todas as trauaac(5o*
que du l>nga ou de |ierto relaciaoam le com taes
precios, e n ata c utoruii lado mal geral. Maa
applicaro mismo couceito aoa effeit03 da perma-
nuncit. da taxa do cambio abaixo do par, e diaer
que e(nj elle niogoem lucra, denota completa igno-
raDci* ca mocaoismo dos cambios edu valeres de
<-.mpri da moeda em relaeio ao qae ss pode obter
cjti | lu.
O rijnrtador que soandou para Liverpool ama
tooela lt oe assucar, que 1 i vendida na razio de
15 sel. por quiotal, e por eosisegniata pode d'irpor
de nm naque de 80 ;ibraa, ou 27 libraf levando asa
canta a* despea&a no mercado consemiJor, estan-
do o cambio ao p.r de 27 receor pe sen saque
969^976, ao paaso que vigorando o dti 18, qne ti-
veaos 3 que, (olitando con a perauneocia do cambio a 18
tmon ;! para nnva remeas dando ao vendedor, par cada
r i lo a.io, J#264, em lanar dos 1*1508 qne corres-
pond'in ao cambia de 27.
Si eata d'Bereoca nio (natitue lucro, e lucro
muito acnsivel para o exportador e o productor,
ni) *e oque se deve eotender por loero !
U i--ae-bi, talvea, que esto lucro do productor
ficar inutilieado palo oaaicr casto da prodoeeio) j roal do Bruxcllaa, que temos i vieta.
resultante da baixa ? Maa perfeito engao. A A rup-ura doa diqu-s de Hoang-Ho, i
cambio, is*o
O d.-sgnc ido ji de outra ves tentara suidar-ae
dorante a v ^em.
nsinndiirftea *aa ChlnsA horrorosa
eataauMB daa innunda^dea da China, de que o
telcgr..tibu nos dea ama paluda noticia, foi muito
maia t<>rrivei do qae tu Jo que se pode imaginar,
segunde ama correspondencia particular para um
experiencia tnostra-noa, que o cambio, a'o 6 o
preco dos aaqu's, a acto aensivelmente aobre o
valor da ooaaa moeda local em reUc) ao ouro, ou
aquillo que i ae pode obter com ouro. O pro-
ductor poderi pa^ar maia caro os gneros e mer-
eadoriaa impartidas deq'ie pr ventor* nae, maa
niio experimentara augur, uto algum as priocipaea
verbia que formaos o cuato da produccao a ren-
da da torra c edi6ciOJ ai joroaea da operarios,
os vveres de prodcelo nseional etc.
O'est'arte, s p-rinaasDC da cambio dj papel
n.o.-da abaixo do par, oa, em termos maia amplus,
poia abraugem tamb-m a n eda de prata, a exis-
tencia n'um ptis qualquer le un cireulacao ano
nefaria depreciada em relajlo ao ouro, cooattae
alli verdadeira proteefio para a exportacio e tudo
que com ella telariona-se. E o que o oroprio
L-roy Henilien vio-ae obngadt. a recoohecer, no
artigo que publicou na Reoista dos Dous Muios
em Abril de 1886, ae me ni engao, embora at-
triboisse a semelbante prtteccio carcter mera-
mente teoip rario, pir ter da deaapparec r cedo
ou 'arde com o provavel augmento do preyo doa
j'iruaea, renda da trra c gmeroa de pro loccio e
consumo local : cumprindo notar, que tal augmen-
to ainda nic ae verificon na India, nem aqai, nem
us Austria e na Kuaaiu em al igsi crcumstan-
riaa.
Qoe a custcccin nouhum oais qualqu r de ama
< ireti'scae autnoma depreciada em relafo ao ou
ro traduz-se all por um impasto cobrado de tulas
os cousumidorea de geneoa e mercadoriaa impor-
tada a beneficio da exportacio e de tu Jo qae com
cata relaeiuna se, ji tinh tido apoatado, embora
em termoa menoi claroa, qu r na Aostria quer na
Rosaia ; e Sir Ocscben, o actual ministro da ta-
scada de S. M. Britannica, aposentara a da,
crab ra aob forma dubitat, em sua obra aobre
>a cambios estrangeiroa ; maa, o tacto nao attra
hira a atteucaa doa economistas. H'je, porm, de-
p iie qoo a depreciacio da prata em relaeio ao
onro (20 ou 22 /) diU lugar a apparicao doa ce-
reaea da India nos mercados earopoa, opiniio
crreme, aceita por todos M economistas que tem
estndado a questio dos cambios.
lato pisto, sendo acontentavel, como mostrei e
Evei na mioba memoria iid no congresao do
rre com algariamos de procedencia offieial, qie
a guerra do Paraguay detormino*j entre nos um
periodo de proaperidade, a ponto de, logo depoia
d'alla conelnida (1870) venficar-se u-n augmento
de anaia d> 80|* as reccitas publicas, qu-i um
ojeos de 6 annis tinbam paaaad i de 57 para %
mil c ntoa, ato paaao que a expoftac) sub de
140 mil conloa para 00 mil e o commercio geral
de 272 para 370 mil conloa, n-nhumt ootra ex-;
plioacio era io.ii pl.u-ivel, quo attnhair es ere-
saltado subvencia proporcionada a lavoura da
exportocio pelaa difTerenf a d* cambio, que de
1863 a 187J exceden de 330 mil contoa.
So o Varias tem outra explicacio melhar, apre-
sente-a; at entio mantere a minba.
Qdanto a hypotheae do cambio tero, e por con-
seguate do qualquer mo.di de ouro oj .-aque
permittiado obtel-a npreetiotar quantidade infi-
nita de papel moeda, aimplUmeute absurda,
preauppoado a ceasacio completa de toda e qual -
qaer eipirtacio o meamo ie roUces cim o exte-
rior; poiaem quanto bouver transaeces que pa -
asm toroar o estrangeiro uuaso devedor, mil iis
de n ssa moeda corroaponderii aempro inaior ou
aua ir peso de ouro ; ma*, anda meama no caso
iaposaivel figurado p:lo Varias nio se dariam rea-
mas dv: p.pel in icdu pr um qastttaj de aaaucar,
que na bypotheae t aerveria pira o cooaum >,
nem o papel seria sem val.r, poia srrviria p.ra
adquaicaa de tudo que se pie obter aem ouro,
iato de tido que a exiate o nio importado do
estrangeiro.
Nito rindo, SraredactorVa, p^indo deaculpa aoa
i-itcres do Diario pela maaaada que o Varias
obrig u me a dar-lhe* e deixando para ontri oe-
cauai a refutacio da incumbencia attr:buida ao
Eatado p lo Varias de munter artificialmente o
valor do papel em relaeio ao uuro, e dn maia al-
gum p;ut) de que nio tenlio podido oceupar-me
boje.
Son com estima e conaideracio da Va. Sa. ve-
nerador e amigo obrijado. Hmrique Augusto
Milet.
Conceaao craluUa de trra*A'
presidencia da provincia de Matto (4roaso deela-
rou o Ministerio da Agricultura qne por nio ter
Boaventara da Motta enmprido as claoan.aa da
uoneeasao gratuita de trras aevmutaa na iecaii<
dade denominada Taqnaral e situada n* zona de
10 legaao limitrophe com a repblica do Paraguay
nio pode a.- attendido o pedido do coucesaitmario
para que se lbe d titulo definitivo das meama*
tama.
Com o fim de promover a <:ultura e o povoamento
das senas mitropbes do Imperio com territorio e-
tringeiro, au:-risou a lei de 1859 a concessao gra-
tuita de trras aaqoellas parageus, acodo tmente
neataa circumttancias que trraa oacionaes podem
ser transferidas a titulo mi> oneroso. Seria Otil
rever as eonoegso-a desta oatnresa para declarar
eu rio Ama-
rello, toi cin 28 de Setembro. Asaim que a noti-
cia chegou a Pekio, o imperador encarregou um
alto tuucconario de ir ao local do sioiitro e enviar-
(he um relatoria circumstanciado.
Do relatono dcate funcciuoario v-se que a 6
paite do terrotio da provincia de Houan, a que
ch&mwam o jardim da China e tem 700 kilme-
tros de oomprido por 650 de largo, asta agora con-
vertida em um lago vastsimo. As extremidades
daa torrea doa pagodea oa doa telbadoa, emerginoo
d'agua am um e nutro ponto, sio os aicos signaos
qu i mnream o sitio oodo ao dosenvolviam cidades
importante* e muito populosas.
os campo* e pelo mato divagara, inaameros
desgranados aem tato, aem pi, aem asyio, tre-
mendo d i trio ou morreado de forae ; e entre ellea
muitoa qne ha apnaa tres meses possuiam rique-
zas.
A* innandaedoa comecaram nos suburbios de
ri,.if jnr tu, urna das maiores cidades da provincia,
e em poneos instante* as solidas margen* do rio,
quo eram f irmuda* de podra, tijolo, lage e cimen-
to, tormo dcarruidaa n'uma largara approximada
de legua e meia. Nos diatretoa de Cbing-chaw e
de Eb en-cbow mais de 8 (100 aldeiaa foram aub-
mergidaa em alguna miuut js, e como a catastrophe
eceorr-u de noite, poucos campanezea ae puderam
salvar.
Para se empreen jer bem a gisndesa do de-
aitre, bastara Set que um territorio muito maia
vaato e mais populoao que o principado de Gal-
les, na Inglaterra, desappareceo do mappa da Chi-
na, e cita bojo substituido por nm enorme lenca:
daga*. Avallase o numero dos nurtcs em cen-
tena* de miibares e o dos iufelizes sem asylo em
muitoa milodes.
O imperador sabendo do desastre envin para
a* victima* 9^0,000 franco*, e o theiouro imperial
daa* veses eata quantia.
No numero das cidades importantes quo deaap
parec-ram citam-ae Cbing -haw, Wei-a, Cbong-
mu, Yeuliu, t'u-Kio, 8i-bii, Taia-ohow, Cho-cbia
kw, Tai ktng, Tai-ping et Ymg-chow, esta ulti-
ma da provincia de Nyan bway.
A ruptura doa diques de Hoang Ho modificou o
curas do lio e.o muitoi pontos.
Ha dous mese* realisou-se outro acoutecimen'.o:
as aguas do Hoaug-Ho j oio vio desaguar no
mar. Caraos no meio daa trras um mmeoao lugo,
semelbante queile que, segundo tradiccio na
China, ji enstio quasi no meamo sitio,"e qaefoi de
algum modo cantusado, obrigando a correr entre
vastos caea e que ae chama agora rio Amarello.
As desposas das reparac.-s a tfiectuar em con-
sequ ocia da cataatropbe, aio avaliadaa pelo m-
nimo em 90 milh a de francos, e nio ba certeza
de f aser eutrsr o rio uo seu leito
Eutre aa ne Jidas aconselhadas pelo consslbo do
imperio pira obter us fundos neceasarios para a
execncio daquella obra gigantesca, figurara a aua-
pensio da compra de armas c de muniooes de guer-
ra, o pagamento de ama parte daa tropas em arroa
em ves de dinheiro, e o lanoameuto de taxaa aap-
ptementare sobre certOJ artigo* de aso g*ral.
As tropas seio i mpregadas nos trabalhos, que
hio do ser muito maia dispendiosos, porque o* ma-
teriaca oecesaanoa s se encontram as partea
maia looginquas do imperio.
Electro iinaaaa Ac.tj dos eleetro-imans
asaigoala o Eleotrician um verdadeiramento mona
iruoao, construido nos Estados Unidos, onde se
faz aempre todo graudioaamea^te, como eabo-se.
Foi am efiicial da engenbeiros do exercito norte
americano o majar W. K. King, quem tevea idea.
Elle mpreguu dous canhds Rodman de 15 pol-
legadas (3i' a.; cahbre), reunidos culatra contra
cuistra ; uavoiveu-os em 6,410 metr-.a de fios con-
ductores empn gados para n torpedo* ; ecte com-
prmento seii levado mus tarde a 9,660.
A eleetrici i..d i f..ruadla por um dyoams da
30 cavallo* e ubtem-se effaitos admiraveia.
Aioda uao ae poderam execatar aenio algumss
experiencias preliminares, e a fore* deste electro
imau nio poderi *er exactamente m dida, *enio
quando se lbe tiverem dado aupportua de urna so-
lides cm relaeio com aa suaa dimencdes.
Eotreti'ito, no estado actual, amento com 6440
metros de fio, pdi>-e verificar que 20 homens sio
impotentes para deslocar um triibo de ferr collo-
cado siibre a boca doa eauboes, quando a corrente
pasaa ; obttvese am pbenomeno muito curioso.
Urna bala pesando 145 kilogrammaa, coilocada
na pey i, violentamente expeilida no momento da
passagem da eo.-reute, entretanto ella nio sabe de
Oe..,. a a. ih a-t y wtp i. **. --, f '
mauc o-cil!au lo como nm pedsco de panno man-
tido par urna violeuta c irreute de ar sahindo da
pee*': o poso da segunda bala ajuutado ao primei-
ra, nio impede o etfeito.
Conta-so quando a enorme machios eativer cum-
pl tu, ubter reaultadoa uotaveis.
Actualmente, este electro-imau pasar man de
45,000 kilos, e entretanto a sua cooatruccio ter
aido tu pauco diapendioaa quanto possivel, poia
que nio oompnheude senio duas antigs pecas de
artilharia e cabo* de torpedo* l.a de sor vico.
EotBCtto nieteurologic Urna estacio
Pinke, Cyrillo Alves Praieiro, Jos Mara de Pi
nbo, Lais Antonio da Rocha, Amaro de 8 Bar-
reto, Qaldino Rodrigues do Nascimento, Venan-
cio, Julo Americo, Pranciaco Torrea, Antonio
Vleia de-Lima e Dr. Mmoel Vietor Pernandea
Barroe.
tMreeu.ria daaj obras ao roasrrva-
cilo to* porloaBoletim meteorolgico do
dia 14 d Fevereiro de 1888.
Horas Baroroshro a 0* 760*65 Tensao do vapor > o m o a o 03
6 m. 24 2 17,54 79
9 2609 762-11 20,79 83
12 29- 1 7622 20,58 69
8 t. 30--6 769">5e 19.65 61
6 283 76112 19,71 70
Leopoldo Jos Felippe Santiago, e como interes-
sado Thomas H linea, com o copital de SS 130/,
sendo o fundo em commandita de 50:000/'para o
commercio de drogas, productos pharma euticoa e
mtinipulacio doa meamos, k ra Bario da Victoria
o. 25, dests eidade.Seja archivado.
De Marcolin Goncalvea de Asevtdo e Autonio
Luir da Silva Branda, asaociadas sob a firma de
AseveJo & C., reclamando contra o registro da
marca de Santos & C, sob a seaominacio < A flor
das florer e pedindo qao sejam suspensos os
effeitoa do registro ; visto terem de propor accio,
afim de provarem posae mais antiga. Apresen-
tem coitidio de estar ajuiaada a accia sobre a
pasee anterior da marca registrada son o n. 212.
Nada maia havendo a despaebar, o Illm. Sr.
commendador presidente eicerrou a aeaaio s. 11
horas e 1[2 da manbi
Temperatura mxima30*,75.
Dita mnima23*,25.
EvaporacJo em 24 horas ao sol: 8,!8 ; i tom
bra : 8",1. <*
Cbnva1,"7.
Dircccio do rento: ESE de meia noite at 9 ho-
ras e 23 minutos da manbi ; SE at 10 horas e 15
minutos; ESE at meia nuda.
Velocidad media do vate: lra,84 per segundo.
"Nenalosidade media: 0,84.
Boletim do porto
U
i*
_ 3
i. *>
M.
M.
M.
Dia
14 d< Fevereiro
a >
15 de Fevereiro

Horas
023 da tarde
6-18 <
0-87 da manbi
6-41 .
Altura
0,-52
2,=32
0,-50
2,-05
a eaducidade dquellaa cujsa clausulas abi estio Tntteorologica tn crea a eu Werchojaotk, na re-
de todo inobaervadaa Esta neceaaidade ji toi re- g'io a late do Lena, em um lugar que as carta
mperio maso iudisam como o polo

ccabecida em documento ofScial. Nio ha razio
para que se mantenbam na potse do terrenoa na-
cionaea peaaoa* qae nio aa preoecupam de oa co-
louisar, haveudo alias aceitado a obrigacio do o
faser.
Trat> porte par ata ferrestaLama
no Jornal do Commercio da corle, do 8 :
Effectaau-so hontem na sal* da directaria da
estrada d,e ferro D. Pedro a reuoiio dos repre-
a-!i tantea das estradaa de f :rro da pr-vi .iis da
R o de Janeiro, 6. Panto e Minsa-Qeraes, para a
urganisacao du regolnmento geral para transporte
par vas terreas e unifonnitayio das condicoes re-
gulamentares para a ppticacio das tarifa, ten do
comparecido oa Srs. eommeudadures Chaves Fari.i,
presidente da Companhi Macahe Campos, e Ma
noel Guiibenoe daSuvera, director da Companbia
de Oeste de Minas; Dr. M. Rodrigues Baptiata, en-
gf nbeiro gereote da estrada de ferro Sant'Aaoa :
commendador eagenbeiro Walter J. Hammcod,
repreaente da Companbia Panliata de Vas Frreas
a Fiaviaes : Francia Eduarl Fenn, auperintendea-
te da estrada de ferro de Minas e Rio : Joaqun)
Pmto de Mora'-s, inspector geral da parte provin-
cial e representante da Coinpanhia Mogyaua de
Estrada de Ferro, e Dr. Ja.-intbo Machado de Bt-
teoeourt, chefe do trafega da estrada de forro D.
Padro II.
Tendo o Sr.director des:a estrada exposto o fim
da reuniia pedio sos collegas presentes que iudi-
casaem um meio que julgaiaem maia conveniente e
pratieo para levar a effeito os fias da reuoiio, e de-
clama qne se lbe fosse periaittido, lembraris a con-
veniencia de commetter-ie o estudo de orgaoisaeao
sajaj regulamentoa a urna comisisai especial que
anida a que ji existe na estrada D. Pedro II, com-
pjsta do chefe do trafego, Dr. Jaciutho Machado
de Bitteucourt, do chefe da cooCabilidade, Dr Jos
Ca/raiho de Souaa, do aju lae do chefe da linba,
Dr. Joi.a Baptiata Mara de Lacorda, trabaiba-.-
aem conjuntamente para u presentar o i respectivos
pn j -ctos que deverio aei- poateriorineute discu-
tidos.
Sendo approvada eata iroposts, foi Bornead* a
aeguinte commiaai) : Dr. Antonio Pauto da aiello
Barrete, pn-sidenie da Cuopaubia F. Leopoldi-
na : Dr. Hermille Alves, repreaentunte da E. F.
d'Oeata de Minaa : Francia Elwarl, Feun, anpe-
rintento da E F. Minas and Rio ; Dr- Ignacio W
da (i. Oanhraoe, represen .ente da E. F. 8. P.nlo
a Rio de Janeiro ; Dr. Joaquina Miguel Ribeiro
Lisboa, representante da Companbia Mogyaua de
Etrdas de Ferro : W. J. Hammond. representan-
te da Comptnhis Fsuiiatn do Viae Frreas e Flu-
viaes.
O Sr. Hammond pedio c apenas por estar actaal-
menta muito oceupado-c fiidirfra da tite, pelo
qne nio poderia comparecer frequentemonte i*
nunie*. Foi attendido < ten pedido.
A comoiiasio i-ixta carne car i brevemente oa
aeua Uabaiboa.
Terrlvel *SrasaBm--0 ateamer Umbra, pro-
cedente de Hora York, Moa Qaeoalaodia a no-
ticia de am terrivel dram i oceerrido durante a va
a
geni.
Um pasaageiro ds nacitralldade ing'eaa e cha-
mado Charles Cotia, atir u ao mar o mais novo de
seus -lbos. begnidamaui e, de nm aalto enorme,
precipitou-se naa agaa*. Afogou-ae immediata-
mente.
Charles Ccfliu commetf ;u o saa crime quando o
navio ia oa altara da eoat a irlandesa, em preseoca
de sua mnlber, da* asas dentis filhos e de am cu -
nbado. Ddraote a noite precedente dera tas
mu her todo o dinheiro cae trazia consigo taile
edoiirtco de 16 sch, poder eentprar aaaocar^ quinbeoU* libras tterlinai.
iaotbdrm?a do
do fri na As
A maia baix i temperatura, que tioha sido ob-
g-Tradae-n W'erebcjantk, cm urna aerie de ob-
aervacSea qua,abraogem douaaaooa, lemos no Bul-
letinde la Socielmtcorologique de Franca, que
tinha sido em Ueaembro_.de 1871 de 65,2 cent-
grados, o que repreaentava a maia baixa tempera-
tara at eutio observada no globo.
Nos 3)15 do mes de Jaueiro de 1883 o thermo-
melro de alcool da nova estacio indicou ama tem-
peratura de08", a media do mes de Janeiro, toa-
do sido de52,7 a maia baixa que tiuba sido ob-
servada.
Keduzindo i escala do thermometro de ar a iu
dicaco do thermometro de alcool referida (tber-
momotro verificado ao observatorio pbyaico cen-
tral de S. Pcleraburgo), aeba ae para o valor do
mnimo eo> grao* du tnermometro de ar76 -.
ttmutpicra de latndlreai Sobre a at-
moapbera de Londres lemos om am jornal o se-
guiute :
Sir Dougas G.lton, cm ama conferencia dada
no Partees Museum, chama a attencio sobre o aug
ment que iin de anuos em aunot os nevaeiroa e
a tumaca em Londres.
Ver fica-se que a cbnva qae cabe na eidade
contm duas veses mais impurezas do que a reca-
bida pelo medidor.
Quanto aos remedios propostos, derramar tor-
rentes de electricidad-; ni atmosphara, por meie
de balde* oa de papagaioa (cirftvrAants), pare
cem de urna execucio to difficit, quanto diapen
dioaa.
O remedio para tal situacio tanto mais dse-
javcl, quanto depois doa Bltimos dados reconbe-
ceu ae que cada dia decerracfto em Loodiea cua
ta aos seus habitantes ama tomma de 192,000 fran-
cos (76:800( 00) de gas eansun do alm do consu-
me habitual.
Lellftea tL'ectoar-sc-hio .
Hoje : t
Pelo agente Pinto, ia 10 1/2 horas, na roa Vil
conde de Qoyanna n. 64, de movis, laucas, vidres,
predios e anima es.
Pe i asente Guarni, a 11 horas, i roa Mar
quiz de Ouda n. 19, de movis, laucas, vidroa,
etc.
Amanhi:
Polo agente Silveira, s 10 1/2 horas, i roa do
Imperador n. 81, de movis, loooa e vidroa.
MI .asta (nnelires be rao celebradas :
Amanhi :
A's 7 horas, matriz da Boa-Vista, par alma de
D. Joanoa K aa Pereira Quita irftea ; s 7 1,2 h)
ras. na matriz da Boa-Vista, por alma de D. Ma-
ris P^eeidonia de Barrse Suva.
Sabbado:
A's 9 horas, na capeiia do engeoho Arpib, por
alma de Joa Vicente de Moura Cavaleanta ; s 8
boraa, oa matriz de 8. Jos, por alaaa de Jote Ao-
tomo Pereira da Silva ; a 8 boraa, na Ordem 8*
de B. Francisco, por alma de D I Jalma Esmeral-
dina Moutinbo Perdigad ; t 7 borat, na matriz
da Boa Viata, per alma de Joaquina Antones d*
Oiiveira Juui r.
rassaielros Sahidot para a Europa no
vapor trances Vxlle ds Buranhao:
Mine. Lencease, Francisco Augusto Noaet, An-
gosto Ooocaives Feroandes, saa teohora e 2 fi-
lhos, Francisco Ramos da Silva, Prudencia Fran-
co da Trindade e Oecrge Cabensli.
Babdoa'para o anl no vapor nacional Pord :
Dr. Manat Joaquina dos Santos Patury, Joto
Qoncalves Torres, ana aenborae 1 flho. Dr. A.
Peixato Aguiar e 2 filhoa, Len Maset, Francisco
OpertkcAea clraralcaa -Foram pratica-
das nc hospital Pedro II, no dia 15 do corrente,
as ssgsjMtja :
PelflOf. Pontual :
Amputacia da perna diraita pela metbodo cir
calar elptico reclamada por gaogrtna da pero1'.
Urftbrotomia interna pile procesao de Mfciiou-
neuve indicada por eatreitameoto da urethra.
Pela Dr. Eatevio:
Ei.ibio pelo esmagador de palypo fibroso do
otero.
Uta de DetencoMovimento dos pre-
loe da Caaa de Deteneo do Recite no dia 14 de
Fevereiro de 1888:
Exis/Liam 444; cntraram 14 ; sabiram 14; exia-
tem 444.
A saber:
Nacionaes 414 ; anlberec 10 ; atrangeiros 8;
scravos ent.enciado* 7; i leen processado 1;
dem de coireccio 4.Total 444.
Arracoad a 376.
Bina 352; dcieutea 24Total 376.
Movimento da enfermara :
Teve alto :
C>ctano Pereira da Silva.
Foram bont-. tn visitados oa presea deite (ate-
bele:imento por 144 peaaoaa, aendo homens 43 e
mulheres 101. .
Uoapltnl Pedro IIO movimento deate
hospital nu dia 14 de Fevereiro, foi o seguinte :
n'raram............... 19
Sahram................. 6
Falleccram............... 1
Exiatem................. 515
Foram visitadas aa enfermaras polos Drs. :
Ferrtira Velloso, j 8 horsa.
Cvaf.eiro, s 12.
Barros Sobriobo, s 7 1/4.
Berardo, nio comparecen.
Vive:ro3, nio comptreceu.
Malaquia, s 8 1[2.
Pontual, s 11.
Eatevio Cavalcaoie, s 9 ]|4.
SimSes Barbosa, s 10 1|4.
Cirurgiio dentista Numa Pompilio, nao compa-
recen.
O pharmaceatico entroa s 8 1/1 e eahio s 12
da tard*.
O ajudaote entroa s 8 horas da manbi e
sabio a 11 da tarde.
Lotera daprotincia -A 3* parte da 11
lotera pelo nevo plano, cajo premio grande de
100:000^000, em oeneficio da Santa Caaa de Mi-
sericordia c\o Recite, ae extrabr no da .. do
corrente ao meio dia, ha igreja de Noasa Sen hora
da Conceicao da* Militares.

(fflftOlUGA JUDICIARIA
Jiiutu c ouimercial da eidade do
Recite
ACTA DA SESSlO EM 9 DE FEVEREIRO
DE 1888
raXSIDEKC A DO IIXH. 8B. COMMBKD.OOR 'STOBTIO OO-
mbs db itiaaaDA lal
Secretario, Dr. Julio Quimar&es
A's 10 horas da manhi declaroa-se aborta a
aeaaio estando presentes t>g Srs. deputadoa Olinto
Baatoa, commendador Lopes Mchalo, Beltrao J-
nior e Pieneiredo.
Lida, foi approvada a acta da seaaio anterior
e fez-ae a leitura do eegninte
xpanrasm
Officio, do 4 do c.rreut, da junta doa correcto-
rea deta praca, enviando o boletim daa cotacoes
offiaiaes de 80 de Janeiro a 4 do presente mes.
Para o archivo.
O n. 2 do Jornal dos Economistas.Arch*e-se
Diarios Officiaa de na. 23 a 27. Sejam ar-
cbivadoa.
Foram distribuidos rubrica o livros segnin-
tes :
Supplementar do diario n. 1 de Joaquina Agos-
tioho 4 C, diario o copiador de Soasa, Bsato
Amorim & C., dem, dem de Gomea liveira &
C, diario de Lopes, Magalhies &. C, copiador de
Olinto, Jardim & C.
DisrCHOa
Peticoea :
De Antonio Leonardo Rodrigaes, para qae se
registre o conhecimento do imposto do cffieio de
c rrector geral deata praca.R"gistre-se.
Da Fernandes or. Araujo, commeruiantes da
villa de Piranhaa, para qae te registre a noaea-
cia de aeu primeiro caixeiro Mauoel Fernaniea
Scixas Seja regutrada.
De Pimenlel Pereira de C, para qae seja archi-
vado o contracto de sociedade em oome collectivo
qae sob dita firma celebraram Fraocisco Joaquim
Pimenlel Pereira e J ,o Pimentel Pereira, eom o
capital do 5.443f63) para a coutiuuaci) do com-
mercio de mercearia, roa do Dr. Feitosa n. 47,
desta praoa. Archive-ae na forma da lei.
De Bemfica & C, para qae se archive o con-
tracto de sociedade em nmi.o collectivo qae aob
dita firma celebraram Raymando Bernardo de
Lassou e Henriqae Bemfica da Cuoha Porto, com
o capital de 33 948J33U para explorar oa produe
tos da engeoboca Bemfica, uta roa Real da
Torre n. 1 deata eidade.Seja archivado.
De Francisco Bamoa da Silva, Eduardo Wat
burg e Jos Antonio de Ba'ros (uimaies, para
qne aa archive o contracto de sociedade em nomo
collectivo que celebraram sob a firma Franciaco
Ramos da Silva oi O, com o capital de.........
47.016*820 para commercio em grosao e a reta-
Iho de celoados nacional e estrangeiro, nesta pra-
oa, Praca da Independencia na. 11, 18 e 15.
Archive-a*.
Ds directora da Companbia Indemniaadora,
para que se archive o balacea e a relaeio dos ac
cioniataa. Pago o aello das folbaa do balanco e
da ralaoao dos accionistas, urcbve-ae.
De Francisco Joaquim A'-ves, Joio Pereira de
M. ndoaca, Jote Q-ancalvea Moreira de Mend nei
e Joio (lomea da Silva, para que seja archivado o
diatraeto da firma M'ndocci Primo C da qual
retirou-se Francisco Joaquim Alves, ficando oa
demais tocios de posae do activo e do eatabeleei -
ment de tascadas, aito raa Duque de Canea
n. 83 e obrigados p. lo pasaivo ti sociedade, qat
om ellea contina sob a meama firma.Archve-
se na turma da lei.
De Manoel Domioguea Das e Antonio Alves da
Silva, idem, quanto so contracto de sociedade d
capital e industria tob a firma de Manoel Domili-
gues & C oam o capiUl de 11 960*250, para o
commercio de fasetidas, roupas feital, calcada,
pbapoa e outra* mereadonas, na eidade de Tim-
bauba, desta provinciaArchive-te na forma da
el.
Do Ferrelra Irmio C, dem, quanto ao on-
tracto de sociedade em camm-ndita qae sob dita
firma celebraram como solidarios e pbarmsoeutico
A'fredo Jos Ferreira e Ladislao Jota Ferreira, e
como commanditariot Ernesto de Leopoldo, de caja
firma sio socios Ernesto Jos Felippe Saotiago e
INDICARES BTEIS
Medlcoa
O Dr. Lobo Motcoio, de volla de tut
viagem ao Rio de Janeiro, conntia nc
oxercicio de sua profiaslo. Consltuas due
10 s 12 horas da manliS. Especialdadet
jpera meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas dt
meio-dia s 3 horas uo 1.a auaer da cusa
j ra 90 BarAn i>a Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Sete de S.-tembro ?. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joaquim Ltmreiro medico e parteiro
Consultorio na ra do abug n. 14, Io
andar, de 12 s 2 da tarde residen da n
Monteiro.
O Dr. Alvares Quimar&es chegarfo da
corte, dedica-sa medicina em geral, e
com especialidade s molestias do coracao,
pul tu'M, fgado, estomago e intestinos, e
tambem s convulsoes e outrns molestias aas
crianr;a8. esida prs^a Conde d'Eu,
n. 28, l. andar, e tem consultorio ra
do Bom-Jesus, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tardo,
aceitando chamados em qualquer d'esses
lugares. Telepbone n.,381.
O Dr. Castro Jess medico e operador,
consultas das 11 s 3 da tari ra do
Boto-Jess n. 23, 1. andar. Residencia
Travessa dos Remedios Passagem, portao
n. 7.
OlTUliMn
Dr Ferreira, com pratica nos principaes
hospitaes e clinicas de Paris e Londres,
d consultas todos os das das 9 horas no
meio-dia. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario n. 20.
O Or. Barros auleaartiea
Pode ser procurado em seu escriptorio a rus
1. de Marco n. 4, 1." andar.
O Dr. Milet tem o seu eseriptorio de
advocada, na ra Duque de CaziaS,
n 50, 1. andar.
llrotnrin
Francisco Monoel da ilo-x & C, riman
tarios de todas us especiali iades phsrmn-
ceuticas, tintas, drogas, productos chimi-
oo8 e medicamentos homeopticos, ra dr
Mrquez de Oliuda n. 23.
Drosraariss,
Faria Sobrinho & C, droguista por
atacado, ra do MsrqueZ~tie Oliuda n. 41.
serrarla a vapor
Serrara a vapor e officinas de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibaribo n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia nesta ge-
nero, compra-se e vende-se madeirts
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de eonta alheia, asbim como se preparam-
obras de carapina por machinas e por pre-
go sem competenciaPernambuco.
Em qnsnto para entres ama cadeira de mioiatro
apenas nm meio p*ra aogarier clientella e firmar
nfliicncia, foi para 8. Ese, hmra lhe atja, ama
offiu-'na de trabalho.
E por aso que nos d.i ver qae adversarioa
pauco grn.rosos, faiehando os olhoj verdade, des-
presando oa dictamea da justica, nio cesaam de
precurar amesquinhar os grandes merecim'entos do
emrito estadista, do filho illuatre deata trra, que
o estremece.
Continuaremos.
R-cife, 15 de Fevereiro d 1888
Um conKruador.
~~TMMDHICADOS
O Sr. conselhelro Joo Alfred
ra :.. 4
Sempre solicito em favoreceros estab U-cimentoa
de educa cao, o honrado Sr. conselheiro Joio Alfre-
do, logo depois que foi chamado aos conselhos da
corda ereon, no IostitutoCommercial da corte, duas
cadeiraa, que eram urgentemente reclamada*, urna
de caligraphia e deaenho linear e oatra de econo-
ma poltica, applicada ao commercio e induatna.
Decretos na. 4,669 de 7 ds Janeiro de 1871 e 4,684
de 28 do mesmo mea e anuo.
Occupando-ae do assampto o Ezm. Sr. Bsrio do
Bum Retiro, no relatono qae, como commissario
do gov roo apreientou em 5 de Abril de 1871,
dase o seguinte:
Tendo sido felizmente j satisfoito com a crea-
ci das cadeiras de economa poltica applicada ao
commercio e indastria, e de caligrapbia e dse -
nho linear, ma das suioass mais UBOBarres hb-
caasiDAoaa do saaiso rao rio dos ej-tabulecimentos
dista 03DKM etc., etc., (anuxo E do relatono do
ministro do imperio1871).
Em 1872 ditia Umbt-m o Sr. Viscoade de Sapn-
cahy, no mesmo carcter de commissario do go-
verno :
Antes de concluir ci posso deizar de con-
gratular me com V. xc pelo provimen'o da ca-
deira de economa poltica, tIo hecissaria ao u-s
Tuero, na peste* do m na abaliaado me3tro deaaa
acienca, prataasor emrito de urna de noaaaa Fa-
cilidades de Direito, profunlo ltterato, dittincto
urisconaulto. a
Temos, portauto, que, c.-eando eassa sadeiraa
segundo a abalisada opiniio dos Srs. B. de Boro
Retiro e Viscoode de Sapucahy, o Ezm. Sr. conse-
lheiro Joio Alfredo prestou assignilado servido
cauaa da instruefia, o para preeucbel-as nao foi
procurar iicnhuui protegido felis, maa mafru aba-
litados e profusores emritos.
O que dis a iito o reiaclor do partido liberal.
N*t facilidades de meliciaa notara-te taita ab-
soluta de objectos neceasarios ao eitudo d'easa im-
portante seieocia ; o Sr. Joli Alfredo, porm, nio
se dem irou em mandal-os vir da Europa, e asaim
qae boje possaem a corte o a Baha excelentes
gab.m-ti'S e laboratorios.
Nio teria 8. Etc., asaim procedeado, feito gran-
de beneficio causa da iustru-ci ?
Foi tambem o Sr. eooaelheiro Joio Alfredo
quem foa a reforma das faculdades, nio para es
tabelecer o direito de t&o aprender, como fes o
Sr. Leoncio d: Car/albo, mas para obrigar oa
alumnos a se prepararen! me.bcr, deada qae toman
mais rigorosas os respectivos exames. (Decretos
n*. 4,675 de 14 de Janeiro e 4,80* de 22 de Outu
bro de 1871).
Mas alo to l eiset ot servicot prestados a tao
importante ramo da administrado ; outros mait ^
reftrente* iustrucclo primaria, e qaci mais im-
portantes, provam bem o concato, que temos por
V' see formulado, sobre o Ezm. Sr. eooselheiro Joio
Alfredoqae foi am do* ministros qae soubertm
tomar ao aerio a aoa misado e que, pelos seas es I
tudos e amor ao trbalo-, mais beneficios fiseratn
ao pait.
cena revoltaule
O Jornal do Recife na saa local de hontem e sbb
a epigraphe cima relata, de moto inverosmil, o
i'ucto occorrido sote hontem, na rump-i du doca do
'lid-a do sul do Arsenal de Vlariuha, eutro oa ca-
traeiros, Amaro Ferreira Qom.'a e Miguel Victo-
rino Nunes.
Nio foi slmplesmeute urna alteren co o que boa-
ve entre esses dous, individuos
Um dellcs, com um caaivete de mola, em puobo,
procarava ferr ao entro, qoanlo o illuatre Sr.
inspector do Arsenal de Marinia, sendo avisado >
presenciando a qunsi cansummaciio de ura crime
i
tes destacar urna praca que ae aehava de guarda
no Arsenal para impedir que, (.tactivamente ti-
vess-m outras conaeqaencias a luta que aili eatava
travada.
Cbegando a praca ao lu r, e sem qae houvcfse
necessidade, deu com o abro em um dis conten-
dores, o que nioruvu:!ou, someote as peaioat que
se acbavam do lado ezterior da grade da docs, mas
aoproqrio Sr. inspector, qu3 verberou, com vehe-
mencia, aemelhante procediment.'.
Nio foi, porem, este um caso novn.
Muitas vetes tem elle se dado, aem crdem das
autoridades; mas estas nao podem ser responta-
bilisudas peles excessos da forca publici, mormen-
te, quando nio e-t acompaubada de seus snperio-
rea ou das propriaa autoridades, a cuja disposicao
ac acba.
O honrado ;r. insp-ctor do rienal de Marinbs
tem bastante criterio e coobece b?m aa normas do
gervica, para ni> dar a ordem, que.dis a referida
local {ora cuuprida pula praca do 2o batalhio de
infantaria.
S. S. que foi victima de urna explosia dessaa
patriotadas que, em qualquer occasiio por aqui ap-
parecem, poia que teve de ouvir em vosea des-
cpmpossadas censuras que nio lbe cabiam nem po-
diam ser tai tas, se houviatd calma, respeito e co-
nbeci ment do faeto.
O Jornal do Recife, poe duvida sobre ter sido
dada pelo Ilustre Sr. inspector a ordem de espsn-
car os catraeiroa; maa deade que nao tinha, coma
nao pode ter, certeza del?, nio devia, ucentaar
que o mesmo Sr. inspector c seu digna irmio, o
in&jor Risa pres.'.-.ci.vam ama scena de maleadet
Hroce que o Jornal acceitou tambem aem a
precisa calma a iufarmacao qae lhe deram ; e tanto
asaim que relatando o tacto dis quo as pragas
estavem cumprindo ordens do Sr. inspector, e ao
cesrai tempo da que o caraet'ro de nome Mi-
guel vndo o que succedia ao seu companheiro, so
sahio do bote depois que as pracas promeUeram
nada fater-lhe.
Ora, si ss precas estavam cumprindo ordens nio
podiamjazer promessas ; e ei as fez, como affirma
o Jornnl, claro qua nio tinham taes orden* ; e a
vtrdade que tendo urna praca, ae excedido, den-
do em um dos bomena, com o sabr quando seu
dever era prendel-e e e usarjde ana arma, si fosse
ag?reoidoja fora castigada com priaio.
Ha umita facilidade, aeno conveniencia em no-
ticiar-ae qualquer facto, por mais ins'gnifieante
que si-ji, condemnande^j inconscientemente a
quem n'elle nio-tere parte.
E' um \e;o como qunlquer outro.
Mas descanse o Jornal do Recife : O Sr. capi-
tio teuente Augusto Cesar da Silva eat muito
loog-a de censaras, principalmente, ignaes a de
que se trata, assim como deve acbar-se conven-
cido de que o ilustre Sr. Dr. Francisco Phaelanta
da Cmara Lima, digno advogado dos catraeirosi
nio ter motivos cenia para lonval-o, por baver,
em tempo, alvo um hornero do punbal assassino.
Recife, 15 de Fevereiro de 1888.
Epaminondas.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamaaaaaaat
riLiacoEs a naga
Cidade do Llmoelro
Somonte em attencio ao publico darei ama bre-
ve tesposta ao acervo de inverdades qae contra
mtm publc-u o Sr. Dr. Adelino Filbo as solicita-
das do Jornal do Recife de 14 do corrente.
O artigo do Sr. Dr. Adelino nada cantem de
novo ; apenas urna reprodcelo daa accuaacSea
calumniosas, que j me tem aido feitas anonyma-
tnente, por causa, das oceurrenciaa hav|Hs na
noite de 2 do correte, cuja rerpinaabilidad de
certo nio me cabe e tiaa aos desordeiroi. que ag-
grediram a forca. S. 8. nem ao menos esteve pre-
sente ao conflicto, e, portanta, claro que suas
asaevetacoes basram se em informates suspeitas,
dos ten* constituintes e da Zumba e Herminio os
quaes foram oe promotores da descren..-.
A verdade do occorrido consta do mea officio de
7 da erren te. esciip'o na eidade do Limoeiro e
pnblieado no Diario de Pernambuco e Jornal do
Reefe de 12 do correte. Ah fia o histrico fiel
de quanto ae p.isaau e convido o Sr. Dr. Adelino
Filbo a demouatrar a contrario, nio com palavra*
e insultos, anas com provaa.
Para dar um i icia da corag m com que o Sr.
Or. Adi-lno firma inverdades, basta-ma tornar
saliente qae o Sr. Dr. Adelino nio duvidou affir-
mar, no final do sea artigo que dos inqueritos nao
consta ter Augusto Margal Vas Cerquinko sido
prao ntm prestado flanea alguna nesse dia I
Entretanto 8. S. mwmo tem em sea poder a
certido de ordem de priaio de Augusto, que lbe
maodei dar a reqnerimento sea, e igualmente sa-
be, que logaste fi solt por ter prestado flanea.
Servio de fiador Jos Clementino Beserra de Mel-
la e foram teatemaubaa de abono Joa Poreira Ce
aar e Joa Maria Ferreira Braga, tendo o termo
aido i
aoae
agnado na preae.nca de maia de 50 prs-
Appello neste ponto para o oroprio Sr. Dr. Ade
lino, eerto de qae 8. 8. rio osari conteatar-me
s b saa p .lav.a de hoora. Se o fiser compromet
ta-me a mandar publicar o respectivo termo da
fi.tnc'..
Tambem falsa a affimativa de ter tn manda-
do arraatar A'igneto e acr*dito que este nio te
prestar a cauhrmal a, da mesraa forma qne Se-
rapiio, que o 8r. Dr. Adelino dis ter aido espan-
tado pela torva, confeasou, nio ( a mim crina ao
Sr. Dr. jais de direito por occasiio de responder
o habeos eorpus, ua ter snffrido ferimento algum,
tKuto aseim, qae esta aa'oridade nio mandn pro-
ceder viatoria. ..
A prova de qae us ferimento* de Antonio Oe-
raldo Coelho nao foram grave, conforme aiada
fallamente dis oSr. Dr. Adelina qae o proprio
Coelho logo no dia eegninte andou paaieiando naa
ras da eidade de Limoeiro e veo aa Raerte as-
aiatir ao casamll
t a imprenss
cientemeote ezplica-
consciencia de qae eom-
r e nio me detvierio desta senda
as calumnias e os insultos dos mea inlmigoi.
,dnfciw/o*i,emia.

--





Diario le i'emambueo lagazelra
Joaquim LelU e o vigia.
Todos os entes pelo facto de existirem
formando am systema organisade por um
aator infinitamente subi, tom sen fina qai
jusca, seu destino que cuaaprir.
Eu estou buscando e cimpritide o mea ;
porn de cabera erguida, pois i Jis ne-
gras cSo me fuztlara o espanto I
Ulo- a primeara ves que um typo oo-
copa-te de mea nome do jornal Provincia
sob a capa de vigia -r julganio assim
prestar bons servidos aos tampas tujas.
Esta desgvc,ado, soto familia 9 sena no-
me, voio na Prov)ncia de houtom coto
urnas rabiscas tuto nojentas como o proprio
sentiaicnto que as ditou. Felizqiente sou
bem conbecido por alguas bomens da ele-
vada consideracSo, iuclusive o Exra. Sr.
Dr. Gon.alves Ferreira, para quem ap-
pello.
O ciualifi.sativo que aquelle desgrnalo
d ao meu respeitavel amigo major Espi
redilo de Siqueira Campos s est de ac-
aordo com o misero vigia > qua s vive
pescando em aguas turvas. As qualida-
des cvicas e moraes do major Eiperidiao
estilo muite lm das do botooudo vi
gia qua nenhum prestigio gosa neste
aiundo.
E ne continuar oocupando-sa de mi.11,
descubra a lata qu arrebeato-lbe ao
dente 1.
RecitV, 15 de Fevereiro do 1883
Joaqium L

Prevcnpao ao publico
Nada maia coudemnavel que a ignorancia 1 !
' assim que podemos claseifiear o procedim>'U-
:o irre jalar que teve boatem, para eam uai seu
fregus, nen tosi oa eaixeiro de um* luj* do cal-
jados, represcutada pe flrawCosta, Campos
* C.
Pasiivel com a esperltza do tal, o fregu mos-
trava ne altamente des-joso de realisar a compra
de ana calcadas para uin seu cemoanbeiro, quan-
do, na occasilo em que offerecia, pois o preco pe-
dido ei-a onerogissimo, fji inopinadamente sgjre
dido c;m a'goin-.s palavras tdc*s, proferidas por
aqaello energmeno, o que provocoa geral indig-
naco aos que se acbavam all presentes. Ditas
as pakivias, e, vendse cffeudilo, sem quo para
iaao de forma agum% tiveaso concorrido aquelle
fregus, de U'n modo eneigic.-', porm honroso,
lamenlxu aquella f Uta de polidea e pobreza de es-
pirito, sendo cntio apoiado pelas pessnaa prsen-
se, .....
Agora ss.im prvenido o publico, s licito cm
etmagir estas cabera que t primam era offeoder
a todoii, anda ineaino seui as coubecer, ficar, em
tempo, avisado para quando tiver a desdi ta de ir
all cemprar. Cromos assim tornar i atente* os
sostuoie* tacanhes daqoelle ente vi! que, psra a
desmcrasbcao da elesse eommetcial o vergonba
de seos patricios, aeoberta se com o honrado no-
me deCommerciaute.
Recife, 16 do Fevereiro de 1368.
Um observador indignado.
O aba ceden liberdade sem condico alguma, ao seu ea-
eravo Zrferino, e com preatacao de doua anuos de
servicc a todos os uutrea se us escravos ra nu-
mero de viate e dous, conformo participon a res-
ectiva collectori.
Tiiboauba, 13 de Fevereiro de 1889.
Francisco Cabral de Mello Caf aleante
Ao commercio
O abaixo ass'gnado, nico rcsponsavc-1
da firna Olivcira Marques & C, pelo pre-
sente declara qua nesia dota vendeu o seu
estabilecimento de molludos sito ra do
Vigario n. 2l, livro o desembarazado de
todo e qualquer cnus que pessa apparecer
ao Sr. Antonio Mont>-iro M-r.ios.
Se alguem se ju!g>r com direi'.o a qual-
------.-----i;.r-..>.a<1 mmira fij.-Lo no praXol
de oiio dji.s cjutar de linj.
Recife, 10 de Fevereiro tta 1-83.
Jvs Marques de Mendi'-c,*.
Dr. 3 Iva Feneira, medio e parteiro, com para
tica em varios buspiaes d'Eur-p nai ispe-ciali-
dadea molestias de senhoras e da p He, d consul-
tas na rus da Cadeia n. 53, 1* andar, de I as 3
ja tarde, e resiie n ru* do dude oa B;a Vista
a 24-1.
Tf.l>-phona n 412
Carnaval de 1888
Esteve melnor da que dos ltimos annos; app<
receram algumss alluio.1;, clubs em qnantidade,
velhos, novos. porm deites, ao no.so ver, o quo
msis so distingui foi o c'i b Corda. Ao nosso ver
fji o que mnis cemprebene eu todos oa dictamos da
grand" f.ata de Momo.
Menino ela criacJo, homem pU ainceridade,
velbo peb moralidade, fm aeu programma, pelo
que no i foi bemquisto e acolbido por todos.
Honra, pois, ao club (!ord, por to completo
triampho ; e fosemos voton pela sua protperidade.
Um apreciador.
Aioda boje b inf iz nenio individuas,
que sob pretexto de ccmmercio e mascara-
dos com o titula de t commorciantes > jus
tificam palos saus aetOS o consoito qua os
antigos juristas port g \ zas faziam du
commen'iaota a quo dnvam o no ue carao
teristico de traiiuaob. a
Tal 89 pode denominar certo typo, que,
abasando da inexparieicii do una seabo
ra viuva, prevaltcia-se de sua p-osiylo do
gerente do Caf Ruy para engordar
e ao niesmo tempo couslituir credor^s a
apaniguados seas, *-.! is as de vi las excep-
c8s.
E foi tal o arranjo, qua atin de contas
a proprictaria do cetabelecimento vio-se
forjada a vendel-o, pausando o g-r.-nta de
parco a por-iueiro.
Sao curiusis as contis e bal-mjos, que
esse gerente apresentava, e qud nos foruin
mostradas, podom servir de modelo a bem
forgicadas espertases.
Iiavemcs da trazel-as ao publijo .ti n de
que o commercio tique conbecendo que n
e de quut capaz esse c exemplar >
pr'pos'o de u a casa commercial, que,
a seiaelhanQa do procu*ador do que A\* o
poeta e que pro.-urava p>ra si, admiaistra-
va o Caf Riy, emboliiando os ren lmen-
los o carregaadu no passivo ts dividas,
que contrabia.
Proseguiremos.
O vsiuho
Elti|;fio
nOMMEBflO
lioNn coii ih-icjI
C07At;K8 FFIC1AKS DA JOSTA OOS COB
KPCTOKKS
Rrctt. 15 de Fevertlro de leti
Acedes da cumpaabia dos tr.lhoa urbanos do Re-
cife Olinda e Beben be do valor de 2COJ0O0,
ao piir.
Jsvmbic sobro o Rio de Janeiro, 5 d|v. com 1|4
0,0 ce descont, bontem.
Jambie sobro Un.irc 9J d|V. "i 3(4 d. por 1>000,
do tunco.
Jambio s-obre l'uris, i vista 387 n. o franco, do
banca
Na hora da bolla
k'eniitram-se :
15 ai-co s da companbia dos tri boi urbanos do
Recife i Olinda e B beribr.
.'?fferecrara Vender Coiprar
12 apolices nrovinciaes da
valor de l:U00i de 7 OA 1:010> 1:0.0*
*i res-d me,
Augusto Piato de L. ir.os.
i) e^rMnrio,
P.dro JjtPatO.
ilovimcutu bsuctari
arene, 15 i>a Favaaa ao na lott
MtAgA oo Huelen
Os bascos principiarais boje C- a a tnesmi t.ia de
-ontem, isto 'i 3,4 d. smre Londres, ictir.udo
odos, i 1 hora da tsd, para 21 5/8, a Cbjj taxa
fbaraa. pouco diubeiro.
O Eo;iisb Bai k tecboi com tabella de 211/2.
Emp-p-l p-itiealar houve algumas oj.r.vooa,
tutes de 1 hora da tarde, a -1 7,8 e 24 3/1.
Dep is duque la hpra ui.stiaiain os bincca
. ntadi de c mprar a 213/4 ; os saccmtjrcs, po-
., reliraram-bc do meicadj.
PRACA DO RIO DE JANEIiO
A taxa com que oa basten abriram j foi u de
24 7/8 c bo'.Xkndo logo para XI 3/4, eu Jitp,i-
,ao de lacear. -
Hcuv tando, entretanto, tt-r havido procura a 0,1.
Aa ta'xillas expostas aqu foiam estas :
Do LoSdo ?as :
dos devotos que t.n du festejar o Glorio-
so Santo Ai Ionio, na cnpella dos Af
dictes no dia 13 de J mbo de 18^8
Juix por cleicSo
Antonio Duarte Pdreira.
Juiz pur eleicSo
D. Autoni i, espjn do Dr. Santa Risa.
Juiz'S por dovsgSo
O Srs. :
N'-gociante Job L'pes Alboiro.
Major Leopoldo Borgei (Julvao Uolda.
Francisco A ra j j
Jd Domingut Maia. i
Agripino Lima.
De. Aunes.
Jos Simplicio S Esteves.
Joao Ilircano Barbosa.
ileleudoro C- de Oiivtira CorJgem.
Julio Lecadas.
Juiz.3 por ilevceaj
As Exmas. aras. :
Espoaa do Sr. Bento Freitas Quimarites.
D. Felippt, esposa do Sr. ten^nta di3pk-
cbante Costa.
Esposa do Sr. Dr. Anlooio de Pdreira Si
iL-3ea.
Esposa do Sr. Dr. Felippe
Faria.
D. Mara Tberet^ Rbcllo
Baroceza de Xazrretu.
Esposa do Dr. Forr<*r.
Kppjai da Sr. Virijlio Jos
Esposa ao ar. aranoe
Jnior.
Mordooics
Oj Srs.
Inspector do Arsenal do M riuba, capillo
lente Augusto C-n-.r da Silva.
Tenente-corouel Fraa isco Faustino de
Brillo.
Pulicarpc R.nns de Jess.
Vicenta Nunes Tarar s.
Gerenta da Companbia Drainage.
Clementioo Lima.
Contador do C.rreio, Dr. Pires.
Jos Luis de Mello.
Lourenco da Cunhi Ribiro.
Dr. Fulgencio Infante do Albuqucrque
Mello.
Mordomat
As ExraiiS. Sras. :
Baronesa de Morenos.
D. Mara d< Pinho Borges
rJsposa do Sr. Irineu Coelbo.
Esposa do Dr. Coutinbo.
Filha do Sr. coronel J. Maximiano Pereira
Vianna.
Esposa do Sr. cnptao JoSo da Cunln Ma-
galhScs.
D. Abilia.
Esposa do Sr. Hrmes Fcrnandcs.
Esposa do Sr. conselbeiro Jc2o Silveira de
Souza.
Esposa do Sr. consclhairo Agui.r.
Filha o Sr. conselheiro Luiz Correia de
Queiroz Bares.
Esposa do Sr. Halliday. -
Esposa do Sr. Dr. Chormout.
Juiz bcmf.iitbr
O Sr. BarSo de urju.
. Juiza be me i I ora
A Exma. Sra. Viscondeisa de Tabatinga.
Consistorio da igreja dos Afilelos, 11 do
- everciro de 1884.
O secretario,
B. d Souza Bandcira.
O vigario Zeferino F. Velloso.
^sataanm------------------
Ciazctllha do peitoral de aaaca-
hiiitu e oleo de flgaao de la-
callio.
O c-ditir do jornal sa servir fazer inso
rir esta Gaze-tilbas na e/cao de aeu no-
mo ou em outra qualquer de interessn
editori*! nunca entra os conimunieados,
pedidos ou anaunebs. O numero cm
que esta Gazetilha vai marcada devo appa-
rceer aempre na inecrcio.
Falla a arte. Srs. Lanman & Kmp,
Niw Yoik -Amigos o senhores : Conti-
nuamente arqu jad) por urna enformiJade
uta na garganta, re-ultado de minba
vida artisticA, e sem esperances do melbo-
rar, decioi a fakeff uso do su to conhe-
cido p-it'jr.-ii da anaouhuita juoto cois o
seu'tambem tilo conhecido oleo da timado
du bacolho, tudo por in iicagSo dos afa)
na;f;s Drs. D. Juan Z piola o D. C. ros
ti-itiquicr, aos qu:es per lio -l.z indica-
i.! possa dizer ufanamente qua Ihes devo
i vida, o como consequenoia forzosa, a
manutencio de meus tilbos. \
Sirvam cuta* liubus como prova de gra
tiiio pra V. S. e es Srs. Ranquier e 'Lx-
piola, e contera com o *p-eyo e boa vonta-
de do
Dj V. S. mt. att.0 venara loro criado,
Doroteo Olaoarra.
Bragado, R. A. de Abril do 1878.
62
mlaeraes de
rostevedra na
Agnas alcalinas
Mondarlz em
Uespanha
E8PECIALI0ADE8 PARA
Molestias do estomago, taes eomo : dispepsia,
gastralgia, catbarro chroaico do estomago, ulce-
ras simples.
Molestias dos intestinos, taes como: enfarta-
ment do figaio, ictericia, clcalos biliares, diar-
rb* chrouica, etc etc.
Molestias das vas nrinarias, taes como : das
teses aricas, catbarro vesical, diabetes saccariua,
albuminuria e gotta.
as anemias, chlor; sis, psoriasis, prunigos e
dores artrticas e nutras muitss molestias.
As aguas alcalinas de M >ndaris naseem de ro-
chas granticas na temperatura de IS" centgra-
dos, s8o caras, ncolores de cheiro parec lo um
pouco aos de ovos cosidos, sabor alcalino, prndu
lindo ujo ligeiro sabor piC'into na occaio de to-
mar-se. Elias sSo dasoificadas no numero da*
alCHlinas e bi-carbonatadas de soda.
nico depositario cm Petnsmbuco o Sr. Anto
nio Alfonso Sim:s cstabelecido i. roa Visconde
de G-yanna n. 1.
IGUAiiiSS'
Dr. Paes Uarreto
PROMOTOR PUBLICO E
Advogado
r. Coeliio Leite
Participa a seas clientes e amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de Ca-
xias n. 57 1 andar, onde ser encontrado
de 12 s 3 da tarde todos os diss e
reside provisoriamente na ra do. Hospital
Portugoca n. J4,
--------~------_
Altencao
du FigUeilG
R beiro.
da Motta.
391
48J |sxj
v^uooa e Porto ..... Sil as
*rincips>cs cidades de Porta-
gal........ . . 224
Iba dos Acares .... . . 2X7
(Iba da Madt-ira .... 24
Se-Vork...... 2;0u
E' a -to do caridade ensinar os que nio
s.bera oque devem fax-r, sobr-tulo q'ian
do se trata das criauvas. qie consti
tuem u algria do l.ir domesi:e, e que
iiiis tarde a patria eliamr ao seu s-rvi
^O. Aquelles qn virom scus filhos deb:ia,
p-llidos, ijlDpbatloofj acoas. liiunos que
uiinistrein a ess<* crianya* o Xropi dj
quina ferruginoso do Grimauli & C, como
o noico remedio capaz do reetitdir In a
eV rosada dss fices, a vivex, a degri.
propria da Jad' N u. mais f>cil, por
te as crcatifas tomam con ^pr zar este

i
11 il UJ
UUIC'O
Tcm o u eacriptor-.o ra Oucjuc de Caxia
a. 74, das 12 s 2 boras du tarde, e d.-stu h..n.
m (u.iii: ua tua rcsiduucia i ra da Qkuta
-'rus n. 1.
Espeei.-uida lesti iva de sseu'iorai e cria-
cas.Tolophouc i. 326
Offerecc-se na freguesia da Escada um ccgccbo
de grande vantagim para urna uziua.
Este engenb>ol quasi inculto, oa de fo :o mor-
to, poique o seu propnetaio nao tem recursos
para fundar grandes safras, o qual dista da esta-
(o da Escada pouco mais de legua.
ba extensa de orna legua .de um marco a
oatro de seis pontos cou6nantc3.
O rio S'ibii corre de sul a no. te pelo meio de
uas vaneas, que sao por eate lavadas em cada
invern.
E' abundante d'agus, podendo safrejar, com
forca de que poder dispor, qu>nto se queira.
Conten maltas vir^eos em graui (.l^rii lancii,
onde se m:ontram tnuilas miluirus de cuustuc-
cSo.
Tem cercados faites e por foier para o gado que
se quieer oreer ou refacer.
A casa do cegeobo, do p'irgar, oncaxamento,
assentaacuto<, destiUv^o, estula, etc., tu lo est
Collne3do debaixo de um cando oo ui sino hlinb i-
mento meoindopaln.oj de .ente e de fundo,
cujas paredes sao d hrad.-.s leitas de pedra. e cal.
A cubeita aso uta em fui tea t-s-jurai sobre
grossas luih-is, urnas sobro outrus, eu poutj ele-
vado.
Tem casis de viveoda soff.ivei.', algumts f itas
a tijolloe com terrco nt f.en'e. un grande es-
tribara de parede) dobradas de p.-dra e cal, sen
salla extinta p r nio ta ver ieniv.j emdito enge-
uh i. casa grande do bigC>.
Quanjj te declara ser de grandfl vantagein a
aqnisicao deate engenbo para s- r i-.-:le asseutada
urna usina, i.o t* exagero, ji p r que aa bbras
n lie couti as qU9 SO tenbaiu da aecr- seer, aun pir qn b
acba este cutlocado no c>utro de um valle c.-t-nv
rodviado de cutros rus;euhos qu ib: fi.-aui l-un-
trephes, os quaes tio : Sibn, U'iderva), Forqui-
!ha, S. tlias, (jxliioruia, Tijup.ba, Jatob, Jussa-
r-il. S'bu du Serra, Un il.i, Cachocira, Si.lejde,
A'uisado, Ailisi'Ci, Cauto Escar.', Capiuda e S.
Vicente. *
Sil IGengenhoa, un euj i c-ntro ca o rio ru
se trata, que t por si ser de grsnio utilidade
para a u*ina que p:r v uijia s-> houci-sa^ d cm
fruir, sendo ceilo que o intuito de qu^m disto
cog toa, t plantar cann-is pata ve.ui.li-s na
pocaivcl Wjut a:t,-.r.
A qaeurtal negocio Convier, duche carta nesta
ypogtaphii iodieando sja reeideuei*, pata ser
procurado, com euderefo ao Sr. Jone Ljp s Albei-
ro, ra da Impcratnx n. 42.
Cclarao de tssucar
EH Lb 0E rxTCBEIBO DE 18SS
A Associafo dommtrctal Agrcola, regtsrr. u os
jrecia abaixo, pig. s ao agricultor, por 15 kilos :
2170-J
Usina Pinto
Colonia Isabel. .
Turbina pulvria 1
Di neo 3 saperio.-
3.* boa .
3. reu ur
S. menos .
Hiaeavado purgado
Drill j .
ttame .
2b
2J2tX> a 2Oo'
21700 a 2St
2^0-Jd a 2o>i
22tKJ a SiM
I/7 a {.&*>
1>4) a IfVttJU
UM) a li.'ti i
1 AOJO a llitfcj
-amdrea.......
r^sris........
lia........
daasbcr,;o......
fortugaJ......
Sew-fik......
Do IsnauAcioflAi.:
L*ondrea.......
?mra. ......
itali. ......
asoalbur,;......
isboa e Porto. ,
rincipo i idaijc de l'jta-
V1........
Scw-Y..k......
Uo Eiousb liiaa :
90 i.'h d vista
. 4 Sf D W
8o
480
ano
W9
3-^9
403
218
2*050
( ol ivila Ae algailu
ES 15 OE FKVESEIBO D8 1838
Forsm veudiJuS alguna l.ii.-a do de 1* sorte do
sertio a 6>ji-0 e do de y mna a Gi4 0 p r ift
k/los.
rml'iiil i. de miurar e al^ad.io
MEZ DE KETiaWIBO
AfSUCAK
Entradas Oas Saceos
?recas...... 1 a 14 43.1.0
ia frrea deCaruai. 1 15 7.BG3
Auimaes...... 1 15 5 712
Via-ferrca do 8. Francisco I a 11 45.i8'J
Via-ferrca do Lm.eiro 1 11 l'J.S44
13arca arrer. L iaa, para :
N.w-Yo k : 11 701 saec s cen assucar masca-
vado.
Ourreg. Ileory Forster A C.
Lag. nae. Ziiumb, pan : .
Lisboa: 100/1 barricas c in atsucaT brsnc->,
.W) saceos 200 barricas e 10.)/-' ditas com aseu-
Car masca vado. -S
Porto : 1 ti-'.O saceos com aau:-ar innscava Jo.
Carrcg. divirsos.
Pat. amer. \^naa Baitm, pars:
N-W Yoik: 7.1:0 saceos coji aesucar mases-
va do.
Carreg. folio & IrinJo.
i'atilu la iira'nl-r-^
SLM.UA OB 13 X. 18 DE PUS/KCtBO UT, l$-&
(Vide o U ario de l o cv.reiro
Lotera do Para
le. L lugr no
10:0J KK)
A 5.' ^xtracsao d 16."
dia 20, pelo novo plano d)
Amor maternal
a's mais de familia
Aoabimos de 1-sr no importante joma
que v a lux da publicidade na capital do
Imperio O Paix > a seguate publicagao,
que, sem mais commentarios, qui trans-
crevemoa :
< Dizia NapoleSo I que, < educando-sr
a mulher preparava se o futuro. >
i E de facto.
< A mullicr o principal motor do des-
euvolvimento humano. Quanto mais vir
tuosa e iilustiata lr, melhores e mais
bem educados scrSo os homens.
< A mai a sentinella vigilante que
vela a vida precioaa da cri.inyat acompa
nbando a, desda os primeiros vagidos at
o momento cm que, teito bomem, trans-
po3 os bumbraes da vida real.
< E quantoa desgostos, e qua torturas
angustiosas, os de urna mili quo v seu
Albo ainda p -queaino, sem ter expressoes
para dizer o qu sent e, todava, gemeu-
do, chorando sob a itifluoncia de um in
comraotlo que, muitas vezes, sabido a
tempo, poderia ser debeltado ?
Quem so rocorda destas situ&cBes
criticas, tao communs ap viver de urna
ni, is a o poder deixar de curvar se res-
pcitusametiie i.ntc a mu'.b-r -a peraonifi
cai;ao do vot irncnto, da i>bcgiCHo e dos
mais puros o grandiosos scutimentos que
se j'.hukiu no coralito humano '
s E como refl-xo desse muito respeito
qae temos par ella, dirigimo-nos rgora s
mais de familia, s delicadas educadoras
da futura ger-jao.
s Mais do que as p -ssoas adultas, as
crianzas estilo sujeitas as toases, deflusos,
oonstipacSes o cu tras affeyros congneres,
pela sua dbil comploico e delicada
rg-.nacao, j pela sua curta idade que
n2o Ibes pertoitte o esquivarom-83 da um
golpe d'ar, por templo, ou d'outro qual
quer des.uido.
s Todos aabcm o que scout;ce neste
caso.
s A enanca, um dia, deita-se com .
voz pouco alterada e uini tossrsinba in
sigoi aut- que, aos proprios pata, paita
de8per.-ebiJ3 ; depois, oo 'dia 8"guinte,
j aquelles pequeos indicios agfrravam
se, ve mi be tima febricolusinba, itflooma
se-lhe a garganta e dabi urna angina cu
garrotilho, C um moiu^nto.
t Gluma se o in-vlico, quando, s vezes,
dSo h3 mais r-medi i para a doenca, c
aquella iiinojent-i crian luna, e^p^ranja
fago-ira do una fann iut-.ira, desapua-
re^o repeotinamenle 'irisando 03 piia im-
mersos na raiis acerba dor. .
Oh I in2'S, p .ra .ui.ii escreveroos,
letnbraivos que a Providencia nunca dcix!>
d- s>-'.correr qttem a ella confio,
a E esta pres lieocia omnipotente, neste
CR8-), manesta-ss noPeitoral da Camba-
r-remedio cxcellfnt*, quilo milagroso
para as mol-ss'iis dopoito, germinadas, a
nior part d.s vexasy na criando, por um
deseUhto da natureza dos quo dcixamos
ap iDlotdjOS,
Co.-r-p'i.i, po:8, o -Peitoral do Can
bar e t-.-n-is preveni.'o a eventUtlidadc
terrivel de vos verles plisados de vssos
iilhoa.
Aquelle remedio ser mais un auxi-
liar do nosso devotamento, do vosso amor
maternal.
lh'or.
Casa
PRAGA DA INDEPENDENCIA N. 37 39
DE ANTONIO A SANTOS PORTO
AS .OOiOOOSOO
Venden da 2." extraecio da 11 lotera extrahid
hon.cm, 13 de Janeiro, a s.-rte de 1:000*1 n. 1891,
a sorte 500/000 o. 3123.
Tem exposto venda oa seus felises bhetes
Srantidos da 3 extraccao, a beneficio de Sant
sa de Misericordia^que so extrabira'breve-
m n'e
i
Ocolisla
Dr. Barrero Sampaio,1 medico cen-
luta, ex-chefo de clnica do Dr. do
Wecker, di consnltas de meio dia is
3 horas da tarde, no l.o andar da casa
n. 51 i rita do Baro da Victorie., ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
V < Residencia ra Sete de Sctembro n.
) ( 3L Entrada peU ra da Saudade n. 25.
Dr. Siaies Barbosa
Clnica do Dr. Simo-s Barbosa, Espe-
(.ii'.lidaics : partos, molestias de senboraa
e de crianzas.
Consultorio raa do Harenes de Olin-
da n. 64 consultas do 1 a 3 horas da
tarde.
Residencia Espinheiro.Raa de Santo
Eli. s n. 8.
T-l-nlione n. 213.
MEDICO HOMEOPATHA >
Dr. Ballhazar da Silveira
Especialidadesebras, molestias das
enancas, dos orgaos respiratorios e das
geohoraa.
sta-se a qa&lnaer chamado
da capital.
para
AVIVO
) ^ Todos r.a chamadas devero ser dingi-
| j das pbarmacia do Dr. Sabino, raa da
llarao da Victoria a. 43, onde eo indicar
sua residencia.

Dr. Helio Gomes
- .t
Medico parteiro -operador
24-Eua L^rga flo Rosario- 24
OnJe tem seu consultorio e residencia, receban-
Jo chamados e poiendo ser procurado i qnatquer
bora do dia c da n lite. Dedica se coin especiali-
dad* a partos, molestia de sealioras, febres, ry-phi-
is, offecedespulmonares e estreitamento da uretra.
TELEPHONE 374.
QtosTC Bfazei o
Fi*bricdo por A. M. V-^ras & C. en.
odas as regras presciipt.s pela bcienoia,
e de pureza e sbir i Icntieos ao cognac
"Sr-ng-iro. O Cognac Brazilero urca
excelleoto bibi la, o mclbor noitar cjue
se poto conhecer.
Acha se ua fabrica e
teU, r .'siaurants, cafi,
desta cidad.
Ide experimental o I
Leonor Porto
em todos os bo-
bilhares e vendb
S.inma
ALGODAO
Eatrkdaa
B.iicac a...... i
Va? rea...... i
Via-ferre deCaruai 1
.taiaMea...... i
Vi-f. rna de S. Pmnciaco 1
Via frrea do L inoe.ro- 1
S'.mmi
Dias
i U
i U
a 15
i 15
i 11
i 11
146.960
Saccas
2.773
1.471
4H>
5 ll'i
731
4.71
15.)-'6
SU di" vista
:.i,S.4 3/B
Sc'ti
480
10
3fl9
y
Vaporea Icapachada*
V;-. nsc far, p*ra s
Rio d. Janeiro ; 710 saceos coas sanear bran-
c, ^90 dito coji atsucir maseavado, 76 saceos
com coco (frueu), 4 birria de 5 cem agurdente
e 1 cai>i< cid etpjnadore.
Rio (rinde do oul : 25 c.ias com cajnrubeba
Carreg. dircraoa.
Jr-. 4
-.otO
Vap. nac. >G q'i>, pra :
Peinando a* n rouh-i : b.rricas e 7/2 ditas
e-in aucar baac, C8 oacci s com aatuear masca-
vado. Ifr7 fafJasj Jo xarque, 415 aaceas Com f.ti-
a, uh* de maoJiocv 37 tareas'cosa cafo, abanicas
lom bolacha, 9 cii.i eoiaiiabij c Vi .'ataa cm
fumo.
UBrrrgqjdivrflKat,
90 du
u CiStu
a. ondrea
farif.
.".ava teapachatlaM
Lug. amer. Jcstie H. tic goj, par :
4 !,.-1 1/4 [ tstadoa Uoido, : 1.000 taceos coa auucar
3>S 391 i aseavado. A-
. -atreg. Bor.te'.nan &U. ^^
envos t carga
Barca portuaex tfouo SiUns:o, para L'aboa e
Porto.
l)rea noro-gueoe Bon-levenen, para Eitadcs-
Unidoa.
llrea pjitoga-.x ly>pcs Duorle, para Liaooa e
Port).
Sarta) niTii-'.-n-nse Proftssir Ntirdeu&ktold, p.ra
E.itaJo.U."! 1;-.
Barca americau. Ulusfee, n ra Ni Yui.
Bsrca nacional Marinho XIV, p ra ititoa.
Barca cueca Jacob, para Canil.
Borc noruegoenae Ql\tnert para Liverpoil.
Barca uoruegaersa Polyearp, para Le'verpe '.
torca n rueguense Uovd'htj, para Kstalja iJ
doJ.
BrtgBK iuglcz Aimiral Tromp, p-.ra Rio Qraqde
do Sul.
Ecanj glrt* Fercy, psra L'verp>ol. ,-
Lg.r n^wnal hoyo, pira U>o Qtande do Bul.
Lugar rortogU'S Verltas, par lh*de S1. Migad.
Lo-gar iogl a F.ortnce, p.ra Estad s-U^Ho*.
Caracho dinimarqU' z Tarrie.-p-ra PetrMM
Patacho portugus ous JrmSos, paro
Porto.
Piitaeb) allcnj Ora .pira Pi-lot<.
Patacho ingles WfWi Sirl, p,r Cni.
Vapor ingle Htnrifth, p.ra Ltvvrpooiv'
Vnp .ringle Ans-rlUt. para L'.v,r,oJt.
V'.ip r Irauc s Vi l: de iUc. j.r\ !;o c S-o9.
\UV OS d ISAi'gaT
Barca amniciua 1. II Chafuith, I
iica ourue^ueuae Dux, eaivao
Uarea or o guease -Vu-y"
Barca noruefuens -j'.i -J:,:.
Burea norneg.iente Coiamffi ,1,.
Barca norucg.iena-- l'r
Br-gue su :co FrUt, Val
IJri^ue ingles Talbot, L
Lujar toglea L-eander,
Lil jar ing < z t'ersia, v
Lugar ra Lugar ingles treidig.
Lujar ingle faragel
Lujar ingiez Vidoma,
I.^ar i:.giez A'trro'v, b.ea.ti)
Patacfo ailemao D. Pedro, ur.jue.
Patacho ameri.'uuo aisy, t.riubi -lu tri^o.
Patachs boilaadez Trias, v-rioi gencroa.
10vpfta<;iii
aaoira, 14 os ritvt-RKiao ua 1^'8
I'ara o enertor
No vapor iugl'z Edis'or. carregaram :
Par Liverp.ol, P. Viauua & C. 272 aaccaa com
15/8 kilos de aigodo.
. No vapor ingles lien ie h, carregaram :
Para Liveipool, P. Cascao a Pillu 1.51-0 taceos
com H2,5t kilos de aiaucar maacavado.
Para o interior
= Jo vapor frsncea P;e de Uacei, carrega -
rain :
Para Santos, Maia & Reaondc ICO aaccaa rom
6,0 0 kiloa de aasucar branco e 400 ditos com
24.000 ditoa de dito nnscva lo.
No vapor americano Miemft, carregaram :
Para o Rio deJaaeiro, Maia a U-ieuae 1,-00
saceos cem fariuha demand-.uta.
No vapor uaciooal Pard, carreg n_:
Para o Ru Grand do Sal, M. A. tioncil vs da Admiial Tromp....
Silva *5 caizsa com 300 frascos de Cbjurub.-b.
No hiato nacin il Deas te alve, carrega-
ram :
Par Aracaty, Fernn jes 4 Irmi j 4 barricas
com 240 kilos de aaancar refinado.
No hiate nacional Amb-osio, canegju :
Para Paiabjba, A. Barbosa VO saceos com
3,750 kilos de assucar brauco.
Hatd"uro publico
Foram acatioas oc Matadouro da Cabanga 62
retes para n conenme do dia do hoja.
Sendo: 44 rezas perteucentrsa OuveiraCastro
te C, e 18 a diversos.
iiuibarcavoc* onrtaa no porto
ena 15 de Fevereiro
-\aCIONAES
KAVI08
Iptjjaca...........
Loyo..............
M.riuhiXlV.....
Marinho IX ...
Manda L
: COSEIOBaTABIOe
C:mpaubia Pemambucsna.
L-yo & Filho.
L- yo & Filho.
L yo 4c Filho.
Companbia Pernambucana.
Rna do Imperador 11. 45
Io andar
Coutii i a rxetutar os maia difficeis
fi?uriiioa recebidos de Londres, Parir,
L'-u i e ti de Janeiro.
Frima em peif ieSo de costuras, em
brevidade, modicidadc em precus e nao
gosto.
Cinica uiedico-clrurgtca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Especial idadePartos, molnstas de senhoias e
-riancaa.
ResidenciaRus da Imperatnz n. i, 2,* u, '.r
Telephone n. 226.
_____EfcLRACOES
Capitulo Concilafao do Lavraii
Ciovido a ti dos os membros capitula; es a com-
pirecerem a seseao de abertura dos trabalboi to
corrente anno, sexta feira 17 do correte, s 7
horas.O seeretarii,
G. Sant Marta, 32.
Speedwell......... W. W B biliiard.
Szecbenye......... Johnatcn Pater & C.
Trias............. IJenry Nueath & C.
Thomas C. Seed.... A' ordem.
Talbat............
Veritas...........
Vidonia...........
Vil le de Macei....
Wakeield.......
WelahOirl........
Waterloo.........
Johnston Pater & C.
Amurim Irmoa & C.
Rlaikburn Necdhan.
Angoste Labtle & C.
A' ordcoi.
Jcbnstun Pater & C.
Wilsou liona & C.
Diuhcfiro
BSCEBIDO
London & Braailian Batk....... 1,100.000*000
Raneo Internacional............
Engluh B.ck.
BXFEDUIO
P.lo vsp. nsc. Para
Mace.....................
R> da Vanetrj..............
500 0oNi000
100000*000
20,101*000
6i'00*.00
Lisboa c Uo dU 1 a 14
Mam -c 15
Beadiuisato* publicas
uta na ravEasiao
Aljandeya
Renda geral :
419.056.725
Ti 227*193
l-i.d* provincial :
Do ai. 1 a 14
Iden d 15
81.477 785
8 883 Gi
471.281*218
93.361*431
Sorcmi total r>4:ol5/G4J
Seganda seccao da AlfanUega, 15 d; Fevereiro
de 18*8.
O theaonreiroFlorenc'o Dom'.ngues,
O caefeda so-colo se a.
Ueceaedorla {.eral
Do dia 1 a 14 23::09*12'J
Idees 4< 15 2.371/776
ui -------------
26;080*905
Patacho iiiglti* E'htl, baalho.
Patacho ingirs Edina, CarvAo.
Vapor in^le Wtderl o, carvSo.
erckedorla provincial
Ua) dia 1 > 14 21:t469
(dom a 15 1:820,977
Oo dia 1 a 14
lisj) da 15
teclfe nralo*a
8:019IO7
' 1:418,805
26:387/446
9:437*832
ESTRAXQEIRAS
C0SSIONATARI08
A' ordem.
A'lrmacuia........ llrinauu Lodgrin & C.
Abille........... Wilson Sons & C.
Austerlita......... N. J. Lidistone
Aureola ..........' A' ordem.
Auihor........... Samuel L. Johnston.
Berlba............ Hermann Lundgrin A C.
BJgen........... ilermann Luodgrm A C.
Boudevenen....... Hermana Lundgrin & C.
ertba Andcrsoo... J. II. Bozwell & C.
Johnston Pater i C.
A' trdem. T
Wilson Sons db C.
A' ordem.
W. W. Robilliard.
Pereira Carneiro 4 C.
Silva Griiiir.uraes de C.
Ilenry Forster & C.
A' ordem.
A' ordem.
Blackbern Ncedhan & C.
Amorim Irmoa & C
Fonseca Irmaos 8c C.
Samuel P. Johnston & C.
Va-forrea de Catanga.
Florence.......... J .bostn Pater & C.
Fril............. Hermann Lundgrin 4 C-
Fraidig.......... Hcwmsn & C-
Grii......."...... Herm.un Lundgrin 4 C'
Glituer........... J. H. B-twell.
GKigirry......... A'ordem.
Haruouia........ lieimaun Londrin 4 C.
Htrriet.......... A1 ordem.
Hovding.......... Borstelmaon 4 C.
HennetbU........ Ulaekharn Needhan 4 C.
Uugh Forteseue----- JohutlOB Pater 4 .
li.rminn Lundgrin ^ C.
Pereira Carneiio 4 C.
Uoratelmann 4 C.
Am rim Irmoa 4 C.
Johnston Pater 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
A' ordem.
B-ltar Oliveira 4 C.
VVilaon Sons 4 C.
Herma:.n Lundgrin & C.
A' ordem.
Meu Jes Lima 4 C.
Fonseca Irmoa 4 C.
A' ordem.
O aignal indica ter a embarcacSo sabido
Vaporen entrar
HBZ DE FEVEBEII10
Estados- Unidos All.cw,*......
ionanza ..........
Charlea K. L wis...
Columba..........
Capo............
City cf Aberdeen ..
D. Podro..........
U u Irmaos.......
Daiay ....'........
Duz..............
Dimure.........
Ethel .............
Enearn cao.......
Bi'ziuus.........
Ediclor...........
Ediua............
Sul........
Hamburgo .
Sul........
Sul.......
Norte......
Europa___.
Sul........
Sul........... La Plata
Mandos
Petropolis.........
Orenoqiie.........
A rlmdo...........
Espirito Sanio ....
Tamar..........
Pernam". uco........
boje
buje
18
19
'20
23
24
26
Jacob.............
J. H. Cbadwic .. ...
Jes to M. Qregor.
Lopes Uarte......
Leander...........
La.............
MispsJi.........
Maud Scammell ....
Noy Silencio....,.
N.rge..........f.
Ora ...'...........
Oiusteo...........
P"7........
Persia.......... .
Santos e esc .
Santoa o esc.
Norte.......
Santoa e cae.
Bordeaos ...
Sol.........
Buenos Ayres
Norfe.......
Southampton.
Vapores sabir
MIZ DE FKVEBEIBO
. Fi.e de Macei....
Alianca...........
Manaes.....,.....
Petropolis.........
Orenoqu/t..........
Espirit Santo......-
Tamar............
Pernambuco.......
Lo Plata..........
16 s 5
17 s2
17 a 5
19 i 2
19 1
24 s 5 b.
24 a 2 b.
27 si h.
29 1 11.
b.
h.
a.
h.
h.
Navios i entrar
Adelheid..........
Conslance.........
Daily.............
Ferm.............
(i. C. Stanfor'd.....
Mette Jobanne.. ..
Nar..............
Rio Grande do Sal.
Terra Nova.
Baltiaoore.
Antuerpia.
New-York.
Cdiz.
Rio de Janeiro.
P. N.rdetkio!d. .
Polyearp.......... J. H. B.xwell
Progresa......... Wilson Sons 4 C.
Paragero.......... Jobnatuu Pater A C.
Seqnel ............ A'ordem.
Swordfisb-......... A'ordem.
Solid.............. Li vi amento & C.
Samb.am......... lll.tkbura Needaan de C.
.iiovlmcuto do porto
Navtot entrados no dia 15
Terra Ncva-32 das, brigue ingles 'lalbot, de 137
toneladas, cfpito R. S. Putt, equipagem 10,
carga b .cabio ; a Johnst. n i'ater C-
Trieate o escala28 das, vapor austraco ze-
chenti, da 1119 toneladas, cemmandaote Got-
thardi Gotee pe, equipagem 'i7, carga vario
gneros ; a Johnston Pater C.
Liverpool e escala20 diaa, vapor ingles Author,
de 885 toneladas, cominaodante Jamea Everett,
equipagem 26, carga varios generes; a Sa-
muel L. Johnston.
Navios safidos no mesrno dia
N F. Willey, carga aasnesr.
BahiaLugar ingles Dunure, capito R. D. Csr-
n'irn, carga bacalha.
NtW-YoikBarca americana Vfakefield, capillo
W S. Cocwoll, carga aesocar.
Nw YorkLugar americano Jet'e M. Qreggcr,
capitio Geo M. Dow, carga assucar.
Obsrvaselo
Procedente do Havre fondean no LamarSo o
vapor francs Fifis de Macei, o qual somente
amanh entrar para o ancoradearo.
Fnndearam igualmente no LamarSo um vap
I ingles procedente do sol, orna bares, e um lugar.
llEEIffil

* -
t.





Diario de Pcrnaidnett--- 5
1
Recebdora de rendas
internas geraes
iMpualo de ladurlrlaa e r>rou6es>
O ada.in:atra.ior da recebederia fas pubej que
finda-se no fim do corrate mes o praio para pa-
gamento, livre de malta, do imposto d>' industrias
e proEatoes, relativo ao]primeir:> semestre do exer-
eicio cor reata do 18P8, depoisdoquo ser cobr.ido
tom li multa de 10 0/0
Kcebedoria, 15 de Fevereiro de 1888.
Alejandre de Suuza Pereira flo Carmo.
\ *
Cmpanilla I edilicacao
Comrouuico sos senhores accho'etis qui a di-
rectOria eo'i seseiio de hmtem, resalveo, oree, hi-
ssenti da decima e ult'ma p*estaco do capital
delta cirupaubia, e mirco.i o pr-.i) de oO dus,
contados de huj-j & 9 de Mure viudouro, para
dito r 'U >!UIQ)Olo.
Reufe, 10 du Fevereiro de 1888.
B. ienetu.
(Jrenlo
labras publicas
De ord.'in do Illa. Sr. engenbeiro director ge-
ral dat obras publicas e de conformidade COQ) a
autora* ?ao de S. Eze. o Sr. vice-presidente da
provincia, de 10 do coir- nte, faco publico que no
di 29 desie mes, ao m*io dia, neiita repart > lo
recebe-se propostss e n < art-is fechada* eesmpe-
tentcmeute asilada, para* ejt.'cocij dol reparas
das pontos do Casanga, Criar e 8. Joj, todas
na estrada d> Liinoei. o, orc-.doi los da primsira
cm 653^200. o< da segn la ex 309/120 e os da
tereeira cm Ga*o60.
Oa oi(:imentcs e roaia coudicojs do contrato
acham ai na secretaria desta repartilo para ac-
re n examinadas pela pretendemos.
(secretaria A* repartieio das obras publicas, em
13 de Ferereiro de 1868
O Dg.-ulieiro secretario
Luis Antonio Cavalcante de A'buiuerque.
!-
Obras Publicas
' De ordem do lira. Sr. engenbeiro director gi-
ral das cbias pubcaa e i:c c ulrmdvlu tSDi
antoritacij d> S Esc. o Sr. vice-presidente da
prorin-'ia, de 9 da corrate, faco publico que, no
da 2i' deste wt, ao ineio dia, nesta rcpailica},
receb. -f propostas em carta* fcchxdas o cempe-
tenteDiente selUdaf, para a. ex cueaj da obra de
reparos da ponte d: Duas Barras sobre o rio Ama-
isgy. oreau* em 5:57o4120, s.-rviu-io de bate o
abato, de 5 0,0, cfferecido na ultima arreroataeao,
qoe fji cousid. rada m eff it>.
O crcam r,to e mais c ndryea d> contracto
tcbnrn-se uesU secretaria pura seicm tx-tci.i ..ios
por aq lllcs que pretendorein arrematar a m-ini.
obra, 73, 8H, 9>l, 92, 97 101, 106, 115 e 1)6 do regu-
lameu'o o 0 de Juub>do annopassado.
Societaria da repart,ao das obras publicas de
Pernanbuoo, cm 11 do Fercreiro de 1888.
O cnsenhtiro secretario,
La Antonio Cavalcante de Atb'iqueiqje.
Thesouro 11'rovincal
De ordem do Illra. Sr. Dr. inspector desta re-
partirn, fajo publico que no da 10 do corr nte
in> s paga-se as usases seguintes :
Prctcssor. s de 1 enirarnii ; na dia 16 profea-
soras de 3. ; ns d'a 17 de ." c do da 18 as de
1* eotrancia, ludo Ctm relaci) ao mes de Janeiro
prxima (iodo.
Fagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
aco, em 14 de Fever.iro de 1888.
O eserivo,
Silvioo Antonia Uadrigu<-g
N. B. Os p-gMDtntos principiam as 10 horas
da inanb c tirminam as 2 da tarde.
" BANCO IKTEBNAGIHAL
DO
BRASIL
Comp^nhla de Seguros
f i&iVtfait U piska
AGESTE
Mig-url Jos Alvcs
(. j-aaa do-Bom Jeo-.
SEOUKOS MARTIMOS E TERRESTRES
Nesies ltimos seguros a unid compauhia nesta
pruca que concud-: ans Srs. seguradas isempcio de
pagamento do pieirio em cada stimo anno, o que
equivale ao descosto annual i cerra de 15 por
eento em favor dos segurados.
Companhia de edificio
Qu'nta ftira 16 do correnU
Agente Pinto
AO MEIO DIA
Na casa da ra Vitconde de QryaDna n. 64
Por ocast3o do Icilo de movis e da referida
eass.
Capital
20,OOO:00O
~*
Obras publicas
Da ordem do Ilim. Sr. eng.-nhviro diiector gcre.l
das tr*s publicis c contorme a autorae-ao de S.
E'C. o Sr.. vice-pretidentu da prcvinc-ii1, de 0 do
corr nle, f jjo p .'u. ci que no da it9 deste mes,
ao meio dia, nesta reparii',1i recebo-se propostas
em car :ua f.'ihid>.s e cjmp' (ntcnvutia te la.at,
aira & eseooco dos r^pro* da poote do T-byba,
ua estrada da Lisas*-ir.', creados em l:092>5O'.
- O ornamento e mais tMst\8ei da contrato
acbam-ie na sueretaria desta reprt!io para s.-
rem eliminad s pslos pretendentet.
Secretaria da ro>rfcao da Oorxs Publicas de Halaga.
Pera&nibuco, em 13 de F-ereirjd 18?8-
O engenheir teere'ario
LoU Aotor.i) Cavalcante de A'bnquerqw.
Obras puolicas
De erdeo) do Iirm. Sr. engrnheiro director grral
.3 obos pcbli'-as u de co ;t'i:-i'\ '*!' com a >.u-
ta isaco de S. Es o Sr. p-eside.:t le 10 deste uiz, ao un.i j d:a, nesta repartivo recebe
se propjsias em cartas techadas e cempstente-
soeute seadat, para a rxecuf i) dos reparas d
tres p.u ilijO s, na estmda de f'rne.r-t Venda
'iaiidc e recousfru' vij da ponte das tuararaps,
na cftrnda Je Munb-c-i, os pri n-iros orvadl em
>lU.o>i e a s-guoia em893.:55).
O* ieitteuto3 e mais cmtic s do contrato
sebam-sj na aacretaiia dista reaarticlo para se-
rem cxnninados p-los preteulentes.
Secretaria das ob.as pub icat, 13 de Feverciro
de 1888.
O engerbeira teerelaiio
Luis Antonio CavaKaiite de Aibuqucrque.
trrrfl'Jam su na Manta Cana o e-
gn>nie< pre
dem reaUaJ fiS,000:00*
Acaixa tilia! .i ere Banca funecionft roa do
Coo.meri.io n. 40, sacca, vitia cu a piasn, con-
tra os aegaintea erresondenies no estrsngeir-:
l.ontlc cn e I'uiU
ilamburgo.......
Perlim.........) DcuUcbe Bauk. ~"
tremente........[
Frankfurt s/ Main
Antuerpia.......
M'l...........
genova.........
MUMtVl.........
Mliao e mais 340
cidades de Ita
lia............
Wadnd..........
Uarcelanu.......
Cadis...........
Commanico aos senhore* i*cci )uidt .p, possuido-
res dt* acedos de nmeros abiix >, que tindou hon-
tem o primeiro prazo a quo relere-se o art. 8* dos
estatuto, e que por torca d metmo artigo Ihes
mareado novo praso de 30 dias, coatados de hoje
u 3 de Fevereiro vindouro, para realisarem a
nona prrstacio, mediante o juro do 12 0(0 ou
1:200 ris'pjr trvao.
633, 9)1 a 970, 1216 1255, 1446 A 1455 1586
1595, 1703 4715, 1716 1725. 1816 A 1825,
1801 A l6r>, li91 195, 1856 A 1860, 557 4 581,
618 A 62!, 648, 1230 1245.
Kecite, 24 de J.nciro i 188S.
liicardo Mtuiz.s, Gerente.
SARiimOS
DE PREDIOS
A saber:
O sobrado de nm andar e totio da m d'Au-
ora n. 87, em frente ponte Santa Isabel, com
grandes accommodacoes para duas familias, p r
ter cosiuba no pavimento terreo e no solio salas
e quartos grandes, com agua, gas e esgto, e ren
de actualmente 1:27200 >.
Urna'casa terrea da ra UoiJo n. 56, com 2
salar, 4 quartos. banbeiro e outros mclhorcmen
(es ncuessariot, e que ronde 50 50 0.
Quinfa (eir 23 do corrate
A's 11 horas
Agente Pinto
En sea armHzem ra Marques de Olinda n. 52.
LeiluO
Bu&qaa d'Aavors.
Bnuco Genrale
ucencias.
rarragonF.
Valenci e cu're.e)
.iJaJe ; k les
paaba '. i.has
Canarias
Lisboa.........\
Porto e mais o.i- *
dades de Por /
tugal e iibas... I
Buenos-Avres... .)
Montevideo......
Nova York.....
Banco HjTSM tecario de
Espaua e iU. S ageu-
ciat.
Uni'.'o Je Pcrtugai
MsM agencias.
liua do Imperador
S-abrado n. 24
Ra Imperial
Casa terrea n. 151
Visconde de Alboqa-rfjne
dem n. 61
Ru dos Ilu-gos
dem n. 21
Juadro da D-tencSo n. 1
Dito a.
Ra do Marques de Olioda
L ja do suhrado n,,53.
Ra da vgano l'enorfo
2* andar n. 22
3 dito i i n
Ra da Moeda
Casa terrea n. 47
Dita n. 49
(ua do Amiri.n
dem n. (4
Ra da Madre de IKus
.em n. 10
Ra do Vigario Ten-rio
1 andar n. 25
2' dito idem
ndito idem
83333
25000
2/000
12*'I00
6*0 6*000
83S333
15*000
12*000
2'*000
25*000
30*000
20*0t0
3i'*000
25* 00
2 Obras publicas



De ordem do Illm. Sr. rngenheiro d rector geral
das obras publicas e d i conformidide c un a au-
Tarisacii de S. Exc. o Sr. vice-presiden'e da pr*-
nncia, de 10 do ca rente, fco publio que no dia
z9 deste mes, > o arrio dia, nesta repartija rece-
be-se prapostas em cartas fechadaa e competen
temente selladas, par* a exrcucio dos reparos dae
platea de Nisaretb e Tapinast, na estrada de
.Saaareth, e construceio de um boeiro em Campi-
aa da Vi>seoura, na e,trida de Limociro, oreados
os da primara em 385*170, da segunda em ....
91*<50 e a do terceir^tm lstsV
Os oriamcnt a e rr.ais coudicoes do contrato
acham-Bi) na secretaria desta lepaiticio para se-
ris exsiainados or s prrtendentes.
Secretaria da re^articJo das obias pua.cas, em
!3 de Fovereiro d,s 1888.
O engenier; secretario
Lu:s Antonia Cavalcante de Albuqnerqne.
;
Cng8h li-i'i'.: of tbe Ri
v-jr PUte, Limited.
(i- Amsiuk & C.
Compra saques sobre qudquer prac-i do impe
rio e do estrangeri.
Recebe di&heiio em cinta correte de movi-
meato com uresra laza-a de -j!q ao anno o por le
tras .a praso a juros conveuciooadot.,
O gerente,
William M Wohrter
"u Brisll & Mercantils
9:000.000 de libras stcrll
AC-21nTTES
/VdaDson ilowie k C.
em crea do
SR. JOHN II BOXVVELL
26 Ra do Conimcrcio 20
SEG im s
MARTIMOS contra FOflO
COBipaahia Phenlx I'cr-
n.inibiicana
RUADO COMMERCIO N. 26, 1 ANDAR
GOlPiHHU DE
Tcm scraprc a ven-
da:
Tijolos grossos commons
Ladrlhos dTvwsos
Ditos quadrado grande
Ditos formato inglcz
Telhascomoiuns
Tijolos tnhnlrf res de diver- !
sos formatos
Telhas francezss
Cristis para cumieri
(laaos, curvas e ealo\e!-
los t'e diversas dien-
siles
Para Yendas c en-
comiendas cxclns'va-
incntcnocscriptorio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77, 1. an-
dar, das 9 horas da
mamila s 4 da tarde.
Teleplione 358
Seguros co.itra Fogo
EST: 1803
Edificio e mercadijrias
Taixai baucis
Prompto pagamento de prejuizoi
" CAPITAL
R. 16.000:000*000
OESTF.S
n k o \ > s A C.
N. 5-RUA DO'COMMERCION. 5
Cmpanljta ift Sguros
COITTHA 7DG3
NORTHERN
de Madres e Aberrfeea
Posqo Qnrtnctira (Dezcmbro tic 1885)
Cspital subscripto 3.000,000
Fundos accurnul*do8 3.134,343
Reeelta annual:
De premios contra fogo 577,330
D-i premios sobre vitas 191,000
De juros 182,000
O AGESTE,
John 11. Boxwell.
J\I)U\IMS ADORA
MARTIMOS E TERIi' STRES
EsUbc!eclda m INS.
CAPITAL 1,000:000!
SINISIROS FAGOS
Al 31 de Dezcmbro de 1884
Martimos..... Ultt:'
Terrestres..... 316:
44- Rui do Co nmeicio 4t
Vapores nacionaes
EMPREZA NORTE E L ..
Rio de afanis o, Manto, Rio
Citande do Knl, Pelotas c Porto
Alegre
0 vapor Arlindo
Espera-se ao dia
0 de Fevereiro
dos p-.rtns aeima
e eeguiii dtpois
da d.mora do cs-
mico para es mes-
mas pert 3 ucima iodicaiios.
Recebe carga, ericemmrodss e passageiros para
os meemos poitus : a tratar cc-a
PEREIRA CARNEaOfe C.
N. 6.RA DO COMMERCIO-N. 6
/ andar
< Ol 1 A Mili: OK8MKN9.4i.fi
ElfB8 HARIVIHK8
LINHA MENvSAL
0 paquete Orenoque
o tu manda ule .Hortemard
L' esperado dos portos do sul
no dIr. 19 do crrente, seguindo
depois da demora do costume,
para Bordeanj, tocando cm
oakar e Uboa
L. .ibra-se aos senhores pussageiros do tuda
as caseos que ha lugares reservadas para rstt
i cenca, que podem tomar em qualqoer tempo.
f'az-se abatnneuto de 15 0/o em favor das fa-
milias composta de 4 pessoaa ao m?ioa e que pa-
carcm 4 pasagens inteiras.
Por excepto os criados de familias que torna-
rem bilbetes de proa, go-iio tambem d'este a bati-
mento.
Os vales postaes s se das st | dia 17 paso9
de contado.
Para carga, passagena, enecmmendos edinb?ir
a frete : tracta-se com o
AGENTE
tasle Lahilie
9-RA DO COMMERCIO-9
Compicila Uradlelrade Xavc-
gaeSo a Vapor
I'OUTOS DO NORTE
0 va;.M>r Manos
Commandante I- tentnt Guilhetme
Waddington
' esperado dos portos do sul at
o dia 16 da F.vwreiro, t seguir
oara os portea do nerte at Ma -
nAcs.
Para carga, passagens e:itoa-aneadas valn
tracta-sc na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
De movis, espelhos, qubdros, lavaterios de mar
more p>.rn barbeiro, chicaras, pratoe, bacias, ori-
nes, talherea finos, colberes, cepos, clices,
CtNSpoteiras, jarros, figurst de trra cota, tos>
Ibas, eolebss, rcdis, manteiga inglesa em latas,
cetveja allern?, genebra de diversns quididades,
erperadinss e muiros outr.'s obj ctos.
Qalnta-feira, iodo corrate
A's 11 herss
No armazem da ra Mrquez de Olinda
. n. 19
'-- Psr Intervenr&e do nenie
Gusmo
Pede-se ao Sr. Antonio de Peula e Helio
que veoha ra do Cabuga n. 3-A a negocio.
Precisa-ee do -ja.a ana para cosinhar, outra
pura engnoiroar roopa de senbora, e ontra para
andar com urna crianca na ra da M.tru da
B-aa-Vista n. 9. y_________
sHt Precisa se de urna para cosinhar,
para cssa de prqueoa familia ; na ra Direita n.
64, 2- andar.
1 Ces de congas
Lioies de cocshs, acha-se venda na livrana
Industrial ra Barao da Victoria n. 7, a 600 rs.
cada exemplsr.
a juros
Precisa-se da quaotia de 5(ibsC00, c'ando se
jaros : a tntir na rita Vrlba n. 36.
Criado com urgencia
Precisa-se de nm criado de 14 anuos de idade
para baizo, pira o servido de compras e manda-
des ; a traiar na pa Ve-iba n. 36.
13
Leilo
a er o M V. H c X IB O.
H > 0! a 3 a, 3 ir m 8 3l3
-5 1 s*> 1 1 s. l s 1?
S>" M IlJf a. o > 8 1 m 1 ce o 1 o a. o. a S s m a o m 1 E? 5' o s cr O ?2 - D" t. H > o. o 3 "-
?2. !S o 2 a ** 9 s -p o f B=5 o -X
o a O Q. /O ou Se V
18 9 o. f* o "* a.*
s> I f S ?2- a. 3 i B SB 3 p a r
l-o " " . " sr
- S SS3 lil a. 00 o. o t Q. O a. 3 8- Blg-S .5 >
5 2 = SE SS s > > es Ss
3 o- 5* 9 O (o 5" cr 2. er IB o
Ci3" V S mT
s s Bpg
o K> f t^ o
S 2 e> 5? Oireetamente Q. o. a o. 3
i--o -a para Kuro-pa do Rio er > er S
11 da Prsia. <5 w Z a a. s i
er * So.
El ,_ CC ^ ^_ P- s
B9 . to a> O CU CO
n O. a. Ck. a. o. - o. *- r
S" a 9 o (D a s o"S
Sm e ei * s S I ** > cr D n o-
o o a1 o o O o i -^
9 2 o B S
o g - p
si
2 ** o S' ^9 i* "C M ^D S o
o. (O a. a. O. CL .O C3 0 >
a A o s I :
o o C o C 3 * se s> > er ai
:? r 8" o o o - i?
S ; ;5
1 ce -
l'niiet! Sutes k Brasil i Efe C
0 ni jur Al lili ira
Da rasa terrea erm sotdo interna da ra do
Viseonde de Qojanna n. 61, idiScda em ekaVoa
proprios, com graodo aitio, arv redes, (atadas,
viveires para passarcs,*agua, gas e muitaa cutras
b> u.fi tunas.
luinia feirn 10 do crtenle
Ao meio dia en> ponto
Agente Pinto
Na referida casa e por occacio do leilo dos
m-veis, louc, vidic, objectes de electro pate que
principiar a des e meia horas.
Os prctendentes d* referida casa podem vel-a
todos os dias utris das 5 s 6 Liras da t .rJ ou
compsrecrndo so acto do Icilfto.
L
quadros, espelhos,
objectos de electro-
De movis, crystaee,
candieiros a gaz o
pate.
A saber :
Ua piano forto de Steinw^y ic. Sons, 2 cadeiras
p.ira pianos, urna estante de msica, orna mobilia
om X sef, 2 codIos, 2 cadoiras de bracos e 12
de goarnicao, 2 cadcims de balando, 1 jardinei-
ra, 2 quadrjs douiaJ.s grandes, 2 espclbos gran-
des, qtoldura diurada, jarna e vasos para fl res,
cortinados, tapetes de gert, caudieiro gas de
ciystal com 3 ticos e ta. etc, forro de sala c quar-
tos.
Prluiciro qnnrlo
Tuillrt c lavatorto da jicarand coai pedra e es-
pHh:>, 1 guarda vestido eon espelhos as duas
portas, 1 guirda-roupi, e 1 cama de ferro Cum
lastro do rame.
Segando quarfo
Urna cama frauceza, de inogno, 2 mezas de ca-
ma, 1 guarda vestido to mrguo com flji- s, (obra
de entalbc), 1 commoda do mogno, 1 lavatorio
tsmbein de mogno com moldura feita a ino.
Tercelro quarlo
Um guarda-roupa dj Jacaranda, macico, nm
guarda vestido, i commoda e 1 banca forrada.de
panno.
Sala de cotiinra
m mobilia de iiuiec coca 1 sof, 1 divn, 1 me-
lae-.', relo.io e i-staute, 1 machina de cosfuru,
1 dita de uS>, perfe'ita, messs e caiiiras.
Uuioratcrio grande de Jacaranda, obra dcg'sto.
LaDternaa e csndiviros para kerosene.
Sala de Jsalas*
Urna mesa elstica com 6 labias, l spparad r
cota psdia, 12 cad:-iras de guarnicio, 1 guarda
comida, 1 mesa cem pedra, 1 reloglo de parede,
quadros grandes, 1 quartinheira, apparelb.-s para
rhejiutar, copos, Ci-licee, ganatas, bandejas, 1
filtro e I girrafeira ; 1 s-rvics de electro-plate
para cha, 1 bandeja oval grande c calvas de me-
tal, colberes, talberes e 1 galheteiro.
Objeetoa aiiiioa
Bancos de jnrdim, mesas d btTO cem pedrae,
estadas de abrir, 1 rolo de ferro pira calcar roas,
1 moiubo de pedra grande e outros muitos cojee-
ios.
Quinta felra IG do correte
Na casa da ra do Viaconde de Gynoa
n. 64, casa de esquina, em frente a fa-
brica do chapeos.
0 agente P.nto, aUloritado por urna familia que
rctira-se para Europa, levar a leilo oa movis e
mais obj- ctos cima mcocii nados, es quacs achara-
se em bom estado de crnserv.-cA-i.
A's 10 horas e 6 minutes partir o bond da li-
nliada Uagdalroa, que dar passagem gratis acs
c.nt un entes ao lento.
U leilo principiar a 10 1/2 horas.
Eoi continuado
A meio dia
Vender o nfimo ageote a rferida cata e sitio
lodo oibirisado, com egua, gas e mais bemfeito-
nas.
A's 2 horas da t-rJe.
Duas vaccas tourinas, 1 burro para carroca, 1
carneiro eellado c 1 eava'l j pequeo proprio para
me u i no.
_i i ti i ^ *>"~" *__' ____* ~~ *....... -~
Agente Silveira
Leilo
De movis, loiicas, c vidros
Sexta /eir 17 do correiite
A's 10 1|2 loras
No 1- sndar da iua do Iiup^rador n. 81
Utra irriporlrnto mobilia completa de jtearand
a Lai XV, 1 ezccllenta piaou, l ir., ze ihsIic, 2
asures, 1 ptima con rajda d-.- T'nhatic, 1
*r*ra-M de -N.- ff -Ncwse ^j, ^ i MnjK frnl:. t j,rroB d, ve-rs js, buV-s.
FeverMro o qual Vld,., 0 maisn..ve:s pat.-uu-s ro sel do leilo.'
EGISIOS
The LiveriBOl k Liioi & GHhI
UTSUHA1TC2 -COMPAUT
Blackbarn, Xeoiliaui & 0,
Ra do Coramcrco n -1
Londorr& Brasiliau Bank
" limiled
Ra do Commercio n. 32
Sa?ca por todos os vapores sobre as ci-
xm do raesmo banco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos 0pellit*s n. 75. No
Porto, ra dos Ingl<-zes.
at o dia 10 le
seguir jcij's d d-mors no
pal a
Baha, lo de Janeiro e Saotos
Pura carga, passagens, e encooiiuendas tracta
ie cem os
AGENTES
neary hnkr & C.
RA DO COMMERCIO- N.b
1 anda*
H 8
LE1LUB&
Quinta-fira, 16, s 10 1/2 hors em pooto
deve ter comeeo o lei!2).de boa* movis, finos
cijgtscs e (.hjctos de electro-plate, da cssa da
ra Viseonde de Of.yanna n. 61.
Ao meio din ffeciuar-so-ha a venda do iikido
predi.i com todas as tuai b'uif.iioiia e edificado
e he'lao
De ama casa terrea com grande terreno, oblo
proprio eorr> ceiea de 900 palmes de frente e
cerca de 500 palmos de fondo na ras Je 8.
Pedro n. 1, n'Agus-Fria da Beberibe, perts da
casa do Sr. Flav.j Fsrrn'ra Cati .
O agiete ilviira, devidumtnte i.ut r u-.lo por
ama familia que se r. tra pira lora da provincia
levar a lciiao a> coir.r ao martello os obj.cios
cima rxpfcificadrp, iranpp.-.itadas de Olinda para
o 1*andar da ma ao Imperador a. 1.
Pede-se aos senho-
res consumidores que
queiram faz^r qual-
q u e r co mm unicago
ou reclamacao, seja
esta feita no escripto-
rio desta empreza
ra do Imperador
n. 29, onde tambem
se receber qualquer
eonta que queiram
pa^ar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os
Srs. Hermillo Fran-
cisco Rodrigues .Frei-
r e Manoei Antonio
da Silva Oliveira e
quando fr preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho.
Na anzencia tempo -
raria do abaixo assig"-
nado todos os recebos
desla empreza dere-
ro ser passados em
tales carimbados' e
firmados pelo Sr. Sa-
muel Jones sem o aue
nao terao valor al-
gum.
George fVmdson,
GERENTE.
Aviso
Emilio Killion, Engenbeiro Mecnico, engarre-
ga-se da montar no vos apparelbos, dos melborcc
fabricantes franceses, e os mais appcrfeicoados.
pe'as condic. s e precos seguintrs :
O a8sucar ser fabricado pelo syetema Bro-
cheton c liillion igoal ao da Usina Pinto.
- Oarante-se no mioimo 9 */ de assucsr cris-
tallisado de todos os jactes, e 10 "/, cem mecada
de repressao, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
0 trabalho dos apparelbos ser por 24 h>
ras, ee aproveitarao os edificios existentes, com
pequeas reformas ; os propietarios daro todo
material, como : tijolos, cemento, cal, areia, ma-
deira, eto. ficando por conta do empreitorio todo
mais trabalbo.
Preco la* l Minan
Menino
Precisa-se de um menino de 12 14 anuos da
idadr, de boa conducta, para caca de ramilla : na
roa liiachu'.llo n. 32.
Aliso aos senhores de euge-
nho
Tbeodule Brcclielon, uni representante da
conbeeida casa Marialle Pinguer, em Franca, efie-
rece seus tervicis aos senhores do engenho para
montsgem de engenhos centraos, reliaces, dis-
tillucSes e transform'-.cosj, p r preces os mais
commodos ; psra quaesquer informscos ou trato,
queiram dirigir-se casa d.> Sr. Angosto Lsbille,
ma di Commercio 9, ou ao Sr. Eogoce Cha-
une.
SVIOLEST&DO^EITi
O D'Chnrchlll, autor da c'escolierfa das
propttedados curativas dos Hyjjophos-
phitos no tratamon'o da tsica pulmonar,
tem a honra de participar aos seus collega
mdicos, quo os nicos Hypopaosphitos
reconliecido3 e recommcndado.s por elle
sao os que prepara o Br. Swann, p'jar-
maceulic). 12, ra Castiglione, I'ariz.
Os Xaropes de Hypophoaphitos de
Soda. Cal e Perro vendem-so em frasco?
ejurufrarfos tendo o nomo do D* Chnrcbill
no vidro, sua a*iqnatum no envoltorio
na lira de papel encarnado rpic cnbr i a rolha.
Cada fraso verlaeiro ieva alcm d'isto a
marca de fabrica da Pbarmacia Swaoo
Pende Inaie eu aolTrelN Uaai o melhor remedio, que o PEITUBAL DE
CAMBARA', e veris como vosso softrimento des-
apparece. Vende-3e na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na previncis, Francisco
Manoei da Silva & C. ra do Mrquez de Olinda
u 23.
Slarla Poamitlnnia de narros
e Silva
Frujcieeo-Antonio Bandera de Mello, sut idii-
llier, filbos e genro convidum s-m paren tes e ami-
gos para assistirem a uina misas que mandam
celebrar pe) re-ponso eterno de sea cara ami *a
Maria Possidonia de Barros e .Silva, a qual ter
lugar no dia 17 do corrente, s 7 i|2 horas da da,
oa matriz d-i Boa-Vista ; prot'slaudo o seu eter-
no reconhecimento^t todos aqueiles que compa-
recer- m a este acto de religio e caridade. .
Antuiio de Bargos Ponce d L*on e sua ma-
iher Ma: a Leopoidna Poncc de L.'on, convdala
as pessoas de sua am zade para assistirem a ama
missa ; ae mandam celebrar no da 18 do corren-
te, s 8 horas da manlul, na matriz de S Jos,
por alma de ten p.ezadu sogro e pai, Jos Anto-
nio P^reira da Suva.
D. J, nmn Roa Perelra Calina-
raen
u^mAP ifeWrS1 i4Wrra^ftfirrV!?,WJa5A
de Franca Pereia OaimarSes, O. Anua Beatriz
Pereira Guimares, muito agradecen) aos seus
prenles e amigos que r.compaobaram os restos
mortaes de ana idolatrada filha o rma, D. Joanna
[.'osa Per-ira GuimaiVe, -na ultima u orada, e
es convidara para assistirem ss mismas qn por
ba alma mandam resar na matriz da B.a Vista,
s 7 horas da manb do dia 17 do cerreot, stimo
do eu f-ll-cimeof-.
< 9
i2
32
- s
13
100 tonuel.
125
150
2C0 .
o
5
9.000 k
11.250 .
13.500 .
18000.
S2
ES
110 sac.
140
168
225 .
u
< a

c o
2
110:000>000
lS0:0Oi)000
' 150:000000
180 OOOiOOO
visos uunm
--------------------------
Precisase de urna ama pura cosinhar e
cinpr^r pira casado pouca familia, prefeiindo-
ee de meia idade ; a trtar na ra da Guia n. 5,
1 andar.
Pr para una tass ds n uito piuto trabalbj ; na ra
da Matriz da Boa Vista n .__________________
Aluga so o tercero andar n. 5
Imperador, est usseiado.
roa do
Aluga-s? o 2- andar da osa da ra larga
do Rosario n 37, esquas defronte da igrrja : fc
tratar no pavrreoto terreo. ^^__^
Aluga-ae casas a 8UOO no becc dos Coe
has, junto de t. Qoncallo : a tratar na rva d.
(mperatris n. 6S. _______^_^___
~~~A!u a-e o 2- andar da esta n. 31 da rus
nova de Ssnta RiU, lem b ns CJtrmodo, sgua e
gaz : a tratar na meeur ,
Para qualquer ezplicaco, dirigir se ni Usina
Aripib i-u Usina Bosquo.
Teiioral c Cambar (3)
Descoberta e preparai;n-> ;lo Alvares de S.
So-rrrs, do Pelotas
Approvada rxOa Exina Junta-Centre.I de Hygie-
ne Publica, auctorisa'lo pelo governo ioipena, pre
miado cnni as uicdalhas de ouro da Academia Na-
cional 1881, e rodeado de valiosos attratados mdicos t
de muitos outn s de essaas cu.-adas de :tos3e,
simples, bronchites, astbma, rtuqui.il} tis:ca pul-
monar, coqueluche, escirros de singue. e->c
Precos as agencias : Frasca iOD, meii-
dusta lSfOOO e cr.sia 240l0.
Precos as fub-> gencias : Frasco 25S"0, meia
dusia 15000 c dusi t 23(.0(>.
Ageutes depositari"8 geraes netta provireia
FRANCISCO MANUEL DA t-ILVA & G, i ra
Marques de Olinda n. 32.
PRODUCTOS EH0L0GC0S
t mito PROUST, Sucr- & Genro
L yerfumo anantioo dos Vruhos ou sobral
de Me.oo...............os ICO frocos \
i. Rancio u EsaenclaMCagnao,os 100 basos
S. Perfumea r-anrcdooe Licores oa loo frascos
. Ssaancla Je HhunaouaeTafia. os 100 frasees
200tc
eoob.
300r.
600 U.
SKPesrTAUos km Pernfxmhtvo
rBAN- M. DA BU-VA. O. lilnliua lloalinbo Perdlffio
Jco Perrfra M utinbo, I Jalioa da Sonza Mou-
tinho, Kodolpho Pcrdigo e eeus iraos, Adolph
Moutinbo o sua mulber (ausentes), Frederico
Moatinboe sos mulher, Alvaco Moutinbo e sua
mulher (ausentes), Joi da Osta Bastos e toa
mulber (?uscntesl, Rita Vieira Perd'go (aen-
te) e padre Luiz Yieira P-.rdi.-ao (ausente), agra-
decem a trdoa oa reus pn ei tes e amigos o os da
finada que se dignaram scompanbar o resfos
mortaes d: sua mui prrzsda fiih-, m>, rma e
cuchada, D. Ilalina M-^utinho PerdigSo ; c de
novo cnvi'r.ra para assistirem as missss que
mandam celebrar na erdem terceira de 8. Fran-
cise.), s-ibbado 18 do eorre-nte, pelas 8 heras da
inai.hji, setimo dia c'o seu pasamento, p'.lo que
anteeipam s*n etrr.n reconheci.ncnto-
5^
^\^)<
Amelia de Acevedo Xere
Antonio Jos de A evedo e sua familia c.nvt-
dsm seus puentes esmig'S para assistirem a
missa que mard.m reearssbbido 18 do corrente,
s 8 horas da manbS, na|matriz de Santo Anto-
nio, per alma de toa idolatrada filha, Amelia de
Azevedo Nevcs, 1 ai.n v>-rs>ri > do sea falleci-
mento, fonfffssan lo O desdi ji reconbfci los.
Joaqun Aiiluaea ile uluelra
Jnior
Joaquim. Aufunes de Oliveirs, sua mu'her e ti-
ln mailo agradecni a tolas as peeseas que se
dignaram acsmpunhar sua ultima mirada os
rrstos mertaes de seu sempru I. mbrado h> e ir-
mo, Josqnim Aotums de Oliveira Jnior : e de
novo as c.nvi Ja assim como a todos os seus
p>rintcs c arnig s jtara assistirem a missa qoe
per alma do ddcsioo s.-n filbo, mandam resar na
mtris da Boa-V sa, pelas 7 h^rss da manb do
di 18 do camote, stimo o seu falleeimecto.
JoaC Vicente ue Hoara la>ni-
etnle
Vicente de Moura Pcssoa Csvloante e Herme-
1 nda de Siqneira Cavalcante, ferid ;a no mais in-
timo d'alraa peo j,a:issmeotJ do seu pr'zaduflho,
Jet.Vicente de Sioura Covblcantp. convidamjaos
seus psrent. s e amigos para sstistirem & missa
do stimo dio, que per alma do mesmo mandato
resar no dia 18 do cerrtnte, s 9 horas, na capilla
do engtnbo Arip.b. pelo que desde ja se cnica-
sam efeinainer.rc gratos.
Lula Crdeno Plato
O abaizj atsignado precisa 8; ber se rzisfe nesta
cidsde cu seus arrabaldes o subdito portugus
Luis Cerdoso Pinto, vindo psra esta cidade eo
1845, natural da provincia de Beira, bispado de
Lamego, reguezia de Barr ; a pessoa que sou-
ber aonde steto es se Knbor, f^r o favor de com-
-cunicsr rea Incperi.I o 90.
ieuol .Its Barbara OnimarVs;




i
\

m :
M

Diario, de Peroambucoquiuta-feira 16 de Fevereiro de 1888
*
Maduro
SEM RIVAL
O sorprendente vinbo Maduro, pora, aern mis-
tar alloma, proprio par> mea, acaba de cbegar
nova r< meaaa.
Sem iiuerermoa depreciar aaqualidadea paral de*
vinhoa diariamente annoncadoe, podemos garantir
toa noaio fregueses e ao publico em geral, que o
vinho Badaro de nona esnecialidade o nico
capas de orna boa nutricio, conservando todoa M
requiait :a da bygiene, eomo nn> dos priocipaea a
fuer ama digeatao fcil, alimentando ci glbulo
sanguneos, principaes motores da ande da huma-
nidade.
Em OBBA8 DE VIME niDgoem compete cem-
noaeo : temos
erro* CoBsera Contnrelraa
Faqaeiro*
Pspeliroa e balaios para roupa stija, sssim
como ctstae para eompras, de todos os tamanbti
Em TAMANCOS DO PORTO
tambem ningncm compete : Para bemens sio *o-
berbes. mas para senboras sao sorprendentes.
^ EMENTES NOVA8
de bortalicas e flores, temos sempre em todos
os vapores, a eacolhs mais rigorosa que desejar se
posea
Ra Estreita de Rasarlo n. 9,
Junto Igreja
_____Pogas Mendes&C.
Cosinheira
Precian-se de nma qne cosise bem, para casa
de pequea familia, qne dnrma em casa ; na rna
do Conde da Boa-Vista n. 24- P.
DENCASdo ESTOMAGO
DIGESTOKS DIFFICIIt
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Perd Je Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debilidad* das Crimncas '
CURA SSQ-JRA A.PIDA PELO
ELIXIR GREZ
TOMCO-DIQESTIVO
eom Quina, Coca Pepttina
Adoptado em todos oa H os pita es
MEDALHAS AS EXPOSIQES
PilIS, r. U Brnjre.34, i em tH u Plural ciu.
rtigos para acabar
21
Setioet s de cores mindinhas a 240 rs. o ne-
vado.
-ortimeoto completo em lis de core, a 320
360, 500 o 640 rs. o covado.
Gorgnrinas de cores, lindissimos padroes, 320
400 e 800 rs. o covado.
^ Ifetim trancado, magnficos padroes, de 360 r.
6 covado.
Bramante de doas larguras para lencoes, 50J
rs o metro.
Dito de quatro largura, muito boa fatenda, a
l*200om9tro.
Dito de linbo, francs e ingles, de 2* e 2*500
o metro.
Atoalhado Uvrado para mesa, de en bu lindos,
al500 o metro.
Guardamano com franja, 2*1500 a duxia.
Zefire de cores, neste artigo completo e va-
riado, de 200 800 rs. o covado.
Merino liso e de todas aa cores, a preces di-
versos.
Dito lavado, magnifica tizenda, 1* o cavada.
Marin prelo, esplendido o sortimento e gran-
de reduccao no preco, de 800 rs.: 1*000, 1*.00,
1*500, 1 00 e 2i o covado.
Setinetas francesas, lisas e de todas as cores, a
400 rs. o covado.
Baptisfei de cores e nunsnks, padroes lindos,
200 rs. e 230 o covado.
Sargelim de todas as core* e preco redmido.
Crinolini para torto, branea e preta, toda de
quadroa.
Crotones franceses, brancos, da cores e escaros.
Aleo de grande sortimento de outros artigo:
que nos impossivel mencionar, mas que se a en-
d. m sem reserva de preco : na na do Crespo n.
21, loja de Oliveira Campos & C
Novidades e ohanlasias
21
Vesitei ele seda, merino e casemira, preto, en-
teitados a ridrilho.
Sedas de eores, padroes modernos.
Crep de cor psra coberta.
Cambri.ii. bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim de todas as cores, finos.
Seda branca para casamento.
Veos e ca pellas, novidade.
Meias brincas, de eores e arrendadas, para ho-
mens senhoras e enancas.
Casemira de cores e pretas, e panno preto o
azul
Cortinado bordados e croebet.
Colcha dem.
Cortes de tuatao para c/.lete, e seda.
Eateira pt.ra forro de sala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeo : na ra
do Crespo n. 21, loja de Oliveira
Campos 4 C.
EosIdo particular
O professer Joo Valentim Ferreir Bastos con-
tina a leceiooar, nio i em caaa de sos residen-
cia, como en. casas particulares, aa materias qne
constitoem a instruecio primaria. Menaalidados
adiantadas.
N. 15-Rna do Santa RiU Velba n. 15
Cautelas do Moni de Soccorre
Compra-se cautelas de qualquer i oa cu or-
lbantee, paga se bem : na prac da Indepeuden-
cia n. 22, Toja de relojoeiro.
Caixeiro
Precisa-se de nm menino de 12 eliannos, para
pratiear com) caixeiro ; na ra da Impera tris nu-
mero 1.
Compras por atacado
O I'el toral de Cambara
tem preco e ipeciaes psra a fuelles qne compra-
rom grande* pore&es. Distriboem-so impreaaos *
quisa os pedir, contando a* eondicoe* de vendas :
na riia do Marques de Olinda j. 3 drogara do*
nicos sgentiis e depositarios grrae
Francisco M. da Suva & C.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta-
verna ; na rna etreita do Rosario o. 9.
Ao comroerco
O abaixo uasigoado declara ao publico o ao
cominercio que nesta data coooproo i Sra. D. Ma-
ris Alvos de Lona e Silva sen deposito lito
rna di Concordia d. 146, li'vre e desembarazado
de qualquer mus : qnem se jolgar credor apr-
sente se no piaso de tres di**, Rodo < s qnseii nio
se attende a : ecl-mncio algosas. Recite, 11 de
Fevereiro de 1888.
Beraphlm Corre ia de Aran jo. .

1


Aviso
Compra,**, vende-se, trocs-se e eonoerta-se
toda e qualquer machina de costar, asno) como
concerta machina* movida* a vapor e motores a
gaa ; na ra da Pcnha n. 9 A.
Pao Latelo
Melle & Bise aviaam ao Tespeitavel publico
qne toda* as teros* e *exta* reir teem este sa-
boroso pi ; i rna larga do Rosario n. 40.
Semenie de carrapate
Coropra-se sementes de oarrapato na fa-
brica de leos Vegetaes, ra da Anrora
n. 161.__________________________.
Sementes de carrapalo
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C., ra
o Marques de Olinda n. 23. ______
Cosinheira
Precisa-se de urna perita cosinheira, limpa e
sem vicios, para-se bem agradando ; na rn* da
Aurora n. 87, 2- andar._____________ --=
CH EGA RAM OS CELEBRES

CANARIOS
4'i lleaaaafca
DE
CAHLOS BRAND-
MULLEB
DEPOSITO
Bar do Imperador n. 22 .
Professora
Urna senhora competentemente habilitada^ pro-
poe-se a leccionar em collegios e casas particula-
res as seguintes materias : portugus, francs,
msica e piano : a tratar na rna Marques do
Herval a. 10._____________________________
Roa ngommadeira
Na ra da Alegra n. 2 engomma-se com per
feici) e limpesa, e preco rasoavel.______________
CRIADO
Precisa se de um criado, menor de 14
nnos ; na roa Duque de Casias n. 42,
3. andar, por cima da typographia do
Diario.

Atiendo
Cha preto
O Carlos Sinden receben nova remeisa e vende
por menos de que outro qualquer ; na loja de al-
taiate i ra Bario da Victoria n. 48.___________
Semenie de earrapalo
Compra-ee s mente de carrspato ; na rna do
Hospicio n. 79.
Gaulelas do Monte Soecorro
Compra-M o paga-ie bem ; na rna Direita n.
26, da* 9 8 li2.
Vinho mourisc-a
Proprio para m*>aa
Acaba de chegar nma r meas da nova c Ihei-
rsclveu vendel-o no sea estabelecimento. Em
barris de 5* e Je dcima, em garrafSes de 25
garrafas o em gsrraf-s (de 50 para cima). Precos
muito commodos e d-se o competente descont :
na rna do Amorim n. 60.
Attengo
Precsa-*e de um bomem moco e robusto para
aervice bracal, debaixo de coberta enchuta, qne
lea e rscreva algnma couaa, nio tendo familia
di-se dormida e cernid, e tendo-a que se sujeite
a morar perto do trabaibo. Exige-se informscio
de aen procedimento por escripto. O ordenado,
conforme *eu deteavolvimento, pirfeicio no tra
balbo e intellectualidade; quem *e julgar em
ecndieoe dirija- *e ao Talho do Commercie ao
Largo da Penba n. 2, qoe achara com quem tra
tn, ate 10 horas da maohi. _____________
AttenQo
nadane Faooy ilr, convida as
Ezmaa. familias a visitar seu atelier de
modas e costaras, e participa qne acaba de
receber de Pars, pelo vapor Ville d Ma-
ranhUo, om escolhido sortimento de sedas
pretas, foulards, de cores,broches, percalles
e l e outros te^idospropros para calamen-
tos, bailes, tbeatros, passeios, visitas, etc.,
capas dolmans, pellenoes,com vidriihos, de
todaa as cores, especialmente farta-cdr,
guarnicSes, palmas, enfeites de vidrilbo de
todas, as corea, para vestidos, tudo por
precos rascaveis. Receben tambera os co
nbecidos espartilhos da afamada oasa de
Mme Vertus Soears, de Pars e muitas ou-
tras novidades Contina a confeccionar
vestidos para cssamentos. passeios, visitas,
tbeatros, etc., etc., sendo os precos de
10000 para vestidos de percalle oa linho,
120000 de 15 e 200000 de seda.
LUTO EM 24 HORAS
Sa do Bario da Victoria (antiga Nova)
p. 15, 1 andar
Pulseira perdida
Perdcn-sc no domingo a tardinha, no principio
da roa da Imperatris, urna pulseira de ouro com
as iniciaes de perolas A S R : quem a tiver cha-
po podera entregar, na pharmacia i ra do Mar-
ques de Olinda o. 27, que ser gratificado.
AS
Enennidades Secretas
BLCNORRHAQIA8
GONORRHEAS
PLORES BRANCAS
OORRMHENTOS
isoentes ou antigos sao curados em
poneos diaa am aegredo, sem rgi-
men nen. ttiini, se.n cncer nem
molestar os ogios digestivos, pelas|
e injecggo de_____
KAVA
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientificas
E Physiologicas,
para o
Toucador.
Atlengo
Cofres prova de fogo
O Cario* Sinden, i roa Bario da Victoria n
4S, loja de slfaiate, rectbeu de on*lgoacio e
vende sem competencia.
DO D0UT0R F0URHIER
Cada Nalt Um gravad*
ftiilh l OUlfl, FtTB ltS5
I
l0i aM
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
DeTolve, eom o brilho frescura da Jnrentnde. ^o
cabello g-rlsalho ou braaoo nma rica cor ntu-
nl, cwtanho ou prelo, como se desoja. Pelo >eu
nao, ao cuaco claro ou roxo pode dar-ae um c8r
escura, a groasura ao cabello fino, emquanto que
frecuentemente cora a oalTloic, poreinpem sempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a creacer Tlgoroament. Reprime o pro-
reaso e cura a tlnha e caspa, curando quasi todas as
doeueas peculiares do pericraneo. Como Cosmti-
co para aformoaear o cabello das Senhoras o
Vigor nio tem rival; nao conten amelto on tint-i al-
rnma, loma o cabello suave, brllhanle e sedoso lia
nparancia, e commonica-lbe nm perfume ilelioado,
agTadivci e permanente.
PBEI'AKAJ)0 PKI.U
DR. J. C. AYER e CA.,
I.owell, Mass., l. U. A.
A' venda as principaes pharmadaa e drogara*
Aliiga-se barato
Sua Visconde de Itapnric'a n. 43, armase*
Bus do Bom Jess n. 47, 2. andar.
Ba do Rosario n 39.
Hua do Corredor do Bispo n. 18.
Tratk-se na ra do Commercio n. 5, 1* andas
es Tiptorio de Silva Oumaries & C ..
Alaga-se o 2- andar do predio n. 27 i rna do
Impei-addr, om grandes commodos e ligua; as
chave* para correr, so andar terreo
Papel pintado, ingez
Para forrar sala* e estabelecimento*, deseoho
lindo* e preco* barato* ; vende-so na fabrica Glo-
bo, rna larga do B ario n. 28.
Para cosinhar
Precisase de urna ama para cosinhar,
sendo bda ; no 3." andar do predio n. 42
da ra Duqae de (]xias, por cima do
Diario de Pernatnbueo.
Criado
r recisa-se de om criado para compras, manda-
do* e mais servico de caaa de familia, que Bija
rqaticolado ; no cae* daCompanhia n. 2.______
Chapeos chapellna. alta no*I
dade, reeebldo* de Parla pelo vapor
francs Vllle de Haraobio, no
afeller de avene, fannv MUta, u rna
do araoda Victoria *>. IS. 1 andar.
lelepbone n. 191.
Cognac fine champagne
Analj*do pelo Um. 8r. Dr. Carneiro daCo-
nb^, venden Balasar Olinda n 82.__________________________
"Oleo Florea
0 melhor para o cabello
Oleo Floi a
Boa casa
Aluga-se
as seguintes casas : a da ra do Lima n. 30,
grtnde casa eom agus, gsz e appareiho ; a da ra
da Fundicao n. 10 ; e o 3- andar .do sobrado a
roa do Imperador n. 26 ; a tratar na lytogrsphiB
de J. E. Pq cell, rna Marques de Olinda v. 8.
Aluga-se
o 1 andar da n. 27 i roa Vidal de Vejrreiroa ; o
2* de n. 66 e o de n 18 4 ra de Marcilio Das ;
o terreo do n. 37 e o 3a de n 3 i roa da Penba;
o 1* de n. 27 i rna de Loma* Valentina*; o 1- e
2- de r. 16 i ru de Hortaa ; o terreo, 1- e 2-
de n 34 i ra estreita do Rosario ; as casa* de
n*. 35 rna da Vracao ; 1 i travesea da Hora ;
26 o 28 i rus de Nunes Machado, no E*Dnhe>ro,
com bona commodos ; a tratar na ra do Hospicio,
numero 33.
e
s

Alnga-se
9
"S.
5'
I
-i

o
5
<
re
" ^^
Si

Feitor
o 2- sndar da casa A ra da Aurora n. 81, junto a
es lacio da estrada do ferro de Olinda, com gran-
des commodos para familia, gas e agua encanada ;
a tratar no escrptorio de tkbastiio de Barro*
Barreto, A rna do Bom Jeiu, antiga da Cruz, n.
16, 1- andar. _______________
Ama
Precisa se de urna ama para
de Pedro Affmso n. 70.
coainbsr: na ru
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozichar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisase de urna ama para eosiobar em casa
de familia ; na ra Demingos Jos Martin* nu
mero 104.
Ama
do Psrsiso n. 14.
p eran!
Sem dicta c sem modifi-
cares d costnraes
Laboratorio central, ra do Viaconde
Rio Brsnoo n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
maceilieo Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiciie da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
ludustria de Pars.
Bllmlr de tmbtrlhina
Bestabelece os dyspeptcoa, facilita as diges-
tes e promove as ejeccoes difficeis.
vinno de ananas ferrnslnoso e
* quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hvpoemia
intertropical, roconsttue os bydropicos e beribe
reos.
Xarope de flor de arnelra e mu
Muito rcommcnd.d*o*r** nchite, na hemepa- \ na'rua Vidal de Negre.ros n. 86.
tyse e as toases agudas ou ebronicas.
Oleo de teniudun ferrnsrlnoMO e ras- \
cas de laranjas aaaria
E' o primeiro reparador da traqoesa do orga- j
nismo, na fysica.
Plalas ame peridica, preparada ,
rom prrrrlnn,i|iilnu ejatiornnrly
Cura radicalmente a* tebres intermitientes, "O-
mittente* e pernieiora*.
Vinbo de Jurubeba simple e bem ferrna;laoao> preparado*
en* viniio de caj
Efficares as inflamaedes do figado e baco agua
da* ouchronleaa.
Vinbo tnico de apilarla e cjnlna
Applicado as convalesceucas das parturientes,
tierco ante febril.
i da Silva & C
aun. i j JH.atttU.E/j UB UL.IISUA
Ama
Precisa-se de urna ama de meia idade que aoja
boa cosinheira, para caaa de duaa peasoaa ; na
ma Vidal de Negreiroa n. 134, pateo do Terco.
Ama
Preciaa-ae de urna ama para coiinhar e de um
criado ; a tratar na ra Marques do Hereal nu-
mero 37.
AMA
Preciaa-ae de urna ama que compre e eoainbe,
para cas i de penca faroi'ia ; na ra do Marques
deOliodao. 48, 2' andar.
AMA
Na ra da Alegra n. 14, preeiaa-se de nma ama
para todo servico domestico.
Preci*a-*e de orna ama para coiinhar ; na tra-
vesea do Pires n. 5 (Qeriqoiti).
Preciaa ae de nma ama para o servico de caaa
de familia compoata de dua pessoas, marido e
mulher ; no largo do Cirmo n. 9, 2- andar.
Amas
Preciss-se de duas amas, sendo nma para cosi-
nhar e outra para engommar e mais aervioos de
casa de familia de dnas pessoas ; a tratar aa rna
Duque de ('axis* n*. 93 95, loja.
Ama para engoiumar
Precisa-se do urna que bem desempe-
nhe este royster, tendo caderneta, no 3."
andar n. 42 da roa Duque de Celias por
cima da typograpbia do Diario.
Am e criado
Precisa ae de ama nm* e de um criado
caaa de familia : na roa Pormosa n. 37.
par*
Fabrico de assucar
innean
arblnlsmo doa fabrlcanio* D
lewar dt C. de OlasKow
Consirucci- d* mais moderna e aperfeicoada c
de grtude doracio.
Moeuda com preatSo bydraulica de Stewart ene
di a melhor etpreasio c.nbecida at h je.
Ca'deiras com econ^misador, eapeeialidade des-
tes fabricante*.
Foroalhaa para qtieimar o bagaco verde cm di-
reitura da moenda.
Os apparelhos de Vacuo e Triplo sio de ayste-
ma moderno, como tambem aa turbinas ou cen-
trifugo.
Orcamentoj e maia informscoea em caaa de
Browns & C.
Ra do Commercio D. 5, 1* andar
Cosinheiro e engommadeira'
Preei*s-*e na rna do Viaeonde de Ceyaona n.
907 (Macguinho) de ama oca engommadeira e tai
perfetto eoemheiro.
Aluga-se a da ra Imperial n. 159, com todos
os cemmodoa e bem preparada, rul jo na frente,
ledrilhe de mosaico, lustre e randellas, eatuoada,
quintal murado e dependencia; a tratar no 1 *
andar rus larga do Rosario n. 22.

al!
Cheg,u a primeira remesaa do precioso farelk
de caroco de algudSo, o mais barato de todoa os
alimente para animaca de raca cavallar. vaceum
suine, etc. O caroco de algodao depoia de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o maia rico ali-
mento que ae pode dar aoa animues para oa forta-
lecer e engordar com admiravel rapides.
Noa Estados-Unidos da America do Norte e ne
Inglaternt elle empregsdo (com o maia folia re
soltado) de preferencia ao milbo e outros farelloe
que sio mui'o mais caro e nao sao de tauta *us-
taacs.
A tratar no Reelfe ramFraaa Borba
Alugeel baratissimo
Aluga-se a 8t dona quart.s gran les da casa n.
15 k rus de Santa Bita Velha, tratar na meama
1
'a
so
|
g
I
8-8-1
A-a 5
5" 2.
S B 2
2 i 3
1 W o
B S.
_ o
P 3
S'i
a
0=l
DO
53
H
(/)
Pr cisa-se de um feitor para tomar centa Ce
nm aitio com grandes baixaa de capim, mediante
ordenado, ou dando-se-lbe interesse as mesmaa
baixaa ; a tratar ua runde Pedro Affcnso n. 58,
antiga da Praia.
Caixeiro
Preciaa-ae de nm caixeiro de 12 a 14 enooa :
L' MAS BABATQ
Ka Loja das Listtw A'aes
A' rna Duque de Caxlaa n. 61
TelgH 211
Vende fatendas finas por todo preco e da des-
cont a quem ermprar de 2 para cima. Aa
Esmns. familias n.> devem comprar em outra
Jeja aem primeiro ver ou mandar buscar aa amos-
tras que se dSo aem penher-
Fazendas de novidade
Tecldoa de linbo bordados com mi o
qaadro, farenda muito larga e do linda caros a
8C0 ra.
Keilna de 'Macu. preto e de todas as corea
lia i ou de listas a 800, 900 e 10.0.
Velludo preto de seda bordado ou cem lista
de te-im a 4*0(0.
Ilirln infestado preto e de todaa aa cores
700, 800 e 1*000.
Etamlne de corea e com listas cor de crem
a 500 ra.
Eagalao pardo infestado paraveatidoaa3(>0
e 400 rs.
Linn bardado, urna c cor 240 rs.
Vellndlnbo pretr e de todas aacorea can
contas a 1*800.
Renda bespanbola com bieco, preta ou branca
pe seda.
Cassaa Nanzuc pudrSea miudiuhoa a 280 ra.
Crocbel bronco e de cor, deaenbos lindoa
para cortinados a 1*000.
Grlnalda* com rices veos de Blond a 8*.
10* e 12*000.
V&m de quadroa, palree novos a 320, 360 e
400 rs.
Mimo dea Alpes fasenda de listas aesetinada
a 300 ra.
asesnelas lavradas de lindas cores a 240 rs.
aVtsaiao branco a 320, 360, 400 e 500 ra. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
Bramante de 4 largursa a 700 e 1*000 su-
perior qualidade.
Hadapolo americano Listas azues com 4
e meio palmte de largura a 6*500 com 20 varas
garantidas.
Altjodao americano muito larga e superior
para lenc-s a 5*500 a peca, mala estreito a 3*500
e4*001.
(.lillas e cretonea escures, claros e miudi-
nhoa a 200 c 240 ra.
Cassas indianas de cores a 160, 200 e 240
ris.
Linho liaoa e de quudrinboa a 100, 120, 160
e 200 ra.
Ilrlm pardo pura roupa de meninos a 300 e
320 ra.
Caalnelas escuras imita;3a de casemiras a
500 rs.
Baela azul encorpada para ronpa de banho a
700 e 800 r.
Ln de quadrinhoe, padroes novos, a 300, 3.0,
360 o 400 ra.
Crep* de lindas cores a 500 ra.
Lenco braacoa e de corea a 360, 1*209 e
l*5i0aduza.
Toalbaa felpudas e alcoxoaas a 3*500 5* e
6*000 aduzia.
JBtelaa de cores, brancaa e cruaa para senho-
ras, bomena e meninos deade 2*800 at 6*000
melhor qualidade-.
Enebovaes para baptisadoa completos a
105v12*000.
Cortinados bordados para cama ou janelra
a 6* e 7*000.
Panno da Coeta, de quadroa ou listas a 1*200
o CDvado.
aloalbado lavrado, lindos deseuhos a 1*200
e 1*500.
Gaardanapo* a 2*000 a duna.
25
b-SEw
Empreza geral de Mu-
CiaBROS KDIOS
de GniMAULT e O
Phain.ao!iaticos em Parla.
Amittido na nova
pb*rmaco.a ofaial de Franca.
Approtado Pa* Junta central de
Hygibmk do Brazil.
liista aspirar a fumaos dos Cigarro*
inri! oa para lser esa pps recerem com,ile-
tmente os maia violentos ataques de
Afthma, a Tos ntraota, Souquiddo,
Extmcfo da oos, Neuralgia facial,
Iniomnia, e tambem oombater a Titica
anjngea.
Cada siolo lava a marea oa fatarloa, a
irosa a o **Uo da O i IMADLT Oa.
PABI8, 8, Rx Vlrienne, 8
s ha raiNcirXs HAStuaua.
ks sapateiros
Cbegon nova remesas de frmxs, cera e ccalas
aos negociantes Tamancoa a 32* e 34* o cento ;
a imitaclo do Porto 70* o eruto : a na ra do
Livrsnoentn n. 19.
Eacola mina particular, rna Har-
ojar-a do nerval n. lwl
Aa aula* desta escola principiaran a f oneci-
nar no da 9 do Janeiro ; anana t o.bem aa me-
muaa todaa aa qualidade* de traba*boa de agu-
isa. Recebe penaionistaa e meio pensionistas.
Soecorro a Tclha
A moradora do becoo do Remardo n. 51, ainda
ae fas lembrar s almas c-iridoaas, qoe nio so es-
quecam da prottecao que eempre Ibe diapenaa-
ram.
fiSIO SEGLO DE BOM XITO
42 Premio*
ALC00L H0RTEL&
DE RIGQLfiS
RgCOMMENDABO
aojas ZUu8tr&v9des Medicas
contra
InlgBstOts, Duros tt Estomago
de Coracl, de Heno, de Caneca, etc.
ItsMom DURANTE m CAIORIS
PTIMO TAMBEM PARA
o TOUCADOR eos DENTES
arande rreaervatlTo em tempo
Fabrica em LTAO
O, Oonrm (THarboavillm
Casa em PAR8, **. "* Richer
Sagt-ee 9 nome de
ti SanKMNwo I rRAN- at da SILVA a 0>.
i m taba m Ma rkiraasu* t annria.
Alogam-ae carros de molas, proprioa para traoa-
p rte de moveia, marmrea, eareihoa e maia orna
mentoa de csaaa de familia, hoteia e ratabeleci-
rr.ento* publico*, pera toda e qu.-lquei parte da
cidade e aeua auborbioa e arrabaldea, por preco
commodo ; a tratar na ra do Padre Nobr<-ga,
outr'ora do Aleciim, n. 24.
AtteiKjo
O Gymnaaio Pemambucaoo precias de uro co-
ainheiro ; quem eativer as ondicoer. dirija-ae ao
mesmo e procore entender-so com o reapectivo
regedor.
VENDAS
Vende se urna caaa na ra das Creculaa, na Ca-
punga, com duaa salas, quatro quartos e tres co-
piares, cosinba externa, qoarto para criado, dito
com banheiro e ootro para despejo, cacimba com
boa agua de beber, com bomba de repux >, jardim
ao lado, e bastante terreno com fructeiraa, terreno
proprio. Tambem ae vendem oa trastes, a tratar
oa meama roa n. 28.
Feijo
na ra de
Vende-ae em p-.rcio ou a retalbo
Pedro Affonao n 58, antiga da Piaia.
FLORIDA
Vende por preces que
admiran)!!!
Chpeos, ehapf linas
e gorros p ra senhora
e meninas a 5'' 00,qne
en outra qualquer par-
te venden, por 9$000
ealfijOOO.
103 "Boa Dmme He Caxias103
Especialidades
Luvaa de aeda ou pelica a 2*000 e 2*500.
Bleoa branooa ccr de crema, matizados a
2*000, 2*5C0 e 3*000 a peca com 11 metros.
Cunta* lapidadas paraeofeite de vestidos pre-
tas e de todas aa corea a 500 e 800 ra.
Bordado*, babadoa e entremeto de fuatao e
transparentes a 300 rs. a peca com 3 metroa.
Eaparlllboa couraca e americanos a 3*560
4*, 5* e 6*100.
Brande qoantidade de chitas em reialhos qne
vende se por qualquer preco.
Aracini8 rtate Micsii
Plntadoa a oleo> com rica moldura e cordca
por '5*000 ; eatSo expoatoa alguna retrates para
o publico e aa Exmas. famiiias verem O quantc
sSo lindos e baratos e fcil a qualquer peasoa ter
um em cua aala de visita.
Para enconansendar bastante mandar
um pequeo retrato em carto de viaita, nao im-
porta que seja enligo, dixendo a cor doa olhoa e do
cabello chega um lindo retrato deeejado.
Agencia de artigoa amcricanca e carimbos de
borracha.
Na Loja das Liatras Azaes
Jos Augusto Dias
Azeiles
de coco e de peixe, em pcrclo e a retalho ; ven-
dem JoSo Ferreira & C-, & ra do Baogel n. 65.
Atten Vende-ae urna armxcSo envidracada para quem
quiser principiar qualquer negocio, por barato
preto
p roa estreita do Rosario n. 23.
I
PASTMS PEITOiUES
Ct SUCCO D'ALrftCE I LO URO OEREM
fle &&IMAULT S C*1, Ph" ea Pars
Admlttido na .ion phirmaeopU oflellld Frtnea,
*pprortc!opeliJunttotntrtlde Hylitnedo Iran.
Soba formad'um eonfeito delicioso,
tomado com prazer, tanto pelascrean-
;as, como pelos adultos, estas pas-
tilhas contm os dois principios
mais calmantes e knffensivos em
materia medica. Empregam-se
com o melhor xito contra:
Toase, Molestias do Paito,
Definas, Catarrho-Epideaico,
Catarrhos, Ronqnidao,
Doencas da Garganta,
Bronchites a Coqueluche.
pars, e. rus vixrnBirirm
a nu pnmcieAiz amanera

Viohos da Garrafeira
Finos
Carc> vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passas.
PABA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. agarrafa.
a mercfaria de Manoel Correia 4 G.
Praca do Conde d'Ru n. 15
Boyal Blend marea VI4D0
Este escolente Whisky Escoces pre-
ferivel ao cognac ou gurdente do canna,
para tortifisar o cerpo-
Vende-se a retalho nos melhores arma
zens de molhados.
Pede Hoya I Blend marca Vlado
cujo nomo e emblema aSo registrados para
todo Brasil.
BUOWN^ & g agentes.
Venda de sitio
Vende-se ou permuta se por predio nesta cidad*
um boca aitio coi b >a caaa, muitas fructeiraa,
excellente banh3 do rio, boa. agua de cacimba,
exteoeSo 3e terreno para baixa de capim, todo
murad ona frente, com porti'i e gradeament, com
caminbo de ferro e eetacao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da JoSo
Selleiro, junto ao Dr Ernesto de Aquino Fooae-
ca ; quem pretender dirija-ee praea da Inde-
pendencia o 40, des 11 horas s 4 da tarde.
Livramcnto & C.
vcudetn cimento port'and, marca Bobins, de 1>
ualidade ; no casjr do Apollo n. 46.
Vende-se
o eatabelecimento de miodeas a ra do Livra-
mento n. 23, btm afregooaado; o motivo da ven-
da por ineommodoa de sade: quem pretender
dito negocio dirija-ee meama luja, daa 6a4
horaa da tarde, que achara coa quena tratar.
Attenc&o.
Vende se a taverna sita & ra Jervasio Pires
n. 139, bem afreguesada, boa para principiante o
coso ccmmodoH para pequen f-mila.


i

v

v.l
J


Diario de PernamftmwIfcuintitfeirm 16 de Fevcreiro de 1888
ULULAS DIGESTIVAS DE PANGREATINA!
de DEFRESNF,
Pharmaceutioo de i' Glatie, Forneeedor do* lloipitae* de Par*
II!...........lili fc|
A Pancreatina cmpregada nos hospilaes de Paria, o mais poderoso i
d gestiv, que so confleca, vuto como tem a propriedade de digerir ti
tcrnar assimilaveis nao smerte a carne e os corpos gordurosos, mas I
lambem o pao, o r.mido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos aumentes, altcracBo, ouj
ausencia do sueco, gstrico, inilan.matj, ou ulceracCies do estomago, cu I
do intestino, 3 a 5 oilulas de Pancreatina de Deresno depois da co-i
B:ida, sempre alean<,um 03 melhores resultados o sao por .o piescriplas]
p?los mdicos contra as segualos aUecco*4
Gastralgia^
Uleeracoos cancero?
Enarmidadc.-j do figado. **
Eza "a atjrecimeato.
Falta de appetit. Ariemir\
Ms c^ge-V.es. Diarrhea.
Vomite i. Dysenttria.
Flatulencia estomacal. Gi.stritea.
Somnolencia dcpcis^copier, i vrniitosqiaco^panh:;-!! a r;r
PANCREATINA DEFRESKZ eon (raaqoinhos com a doe-> de 3 a 4 co!h
radazinhns depon da comidi.
Eoi casa de BEF..1ESN2, autor da Peptcrn, PA&IS, e ,zi toa u F
A M VERAS&C
MEDICAMENTOS FUNDAS E TIMA
'* < JMA5 AS QUALIDADES
Especial dade (leste estabolecimento
EixP 6 liiilP til J
riiutci
38Ra do Imperador38
- Nesta gr nde pharmseia avis-se receitas e pedido com promptidaV,
*Ccitllde e m;div I N
As {Ti sf%tes ea Ungiros cstfangMras &> MftMta
O pkMBMKtuko i. rnambu.ituo JOS sTtAHCISCO BETTENCOURT
convida os cl! i ^s : para qnalqtmr tr*l-,i>o prnasatsaal e i-o publico. G :r,me ao a o-a:* altear
t)6-i II COS 'T. i : 14 POjS O.
Esta casa recebe anta producios bfc|*i es o drogas directamente
dss mlb,r<-s casas d* Europa, c*p -.\A orate en^cm mondadas para sea
Elixir dentifricio
Cintra a carie e amollecimpnto e dores de dent.
Y.nho, xaropes e piiirias de joruheba
Grande sortinento do pendas, pastilh&s, granulos e pilulas dos melhores fabri
cantes europeus e americanos.
Gr.i ide ccHcccAo de aleoloides os mais modernos e rarca.
Aguas roif>cr*ca do tedas as qaalidades.
Para photographia e hoatoeopathla
Al oI rectificado e desinfectado, cbirai lamente paro.
A Pharmacia Ameri.-an. trm urna scelo hon ce .p*thica onde se encontrar
ftlm dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios habene
manicos mais acredita los, cKrtwws, vidros avulsos ce todos os tmennos, glbulos
inertes e medicamentosos, tinturas de plantas indgenas e exticas.
Receba medicamentos directamente de todas as fabricas da Europa e America.
Medinalac^o por procos commodcs c a qualquer hora do dia e dj noite.
ALLANPATEKSON & G
.44-Sua do Brum--IT. 44
t]
mm

redituarlo.
ESPfifMLBADE
pyopara4a pelo pUrrauceutieo JOS FRANCISCO BETTENPOItT, m*}
do un i affekefa v> radeiramcnte uiitraviihosa as molestias dos orgaes
respir t lies.
Bronchiles, aslhnia loss, man, ele
:*>: -
CHA PRETO ** pri IjE MAMA.'EIltAS ui> granoo sortimento.
SABONETES INGLfcZES do ptima quilidado a precoz sem coropo-
t.'n ia.
Tinta pret* pra escrever- -in.-ilterivtl^ f^biieada co.n muit.i cuidado
por non fonrula infinta,' esp-'i^l p.ra esciipturajao mercantil e reparticoea
publi'.?, BOeca de. prese*, p^tf-iU^ncetj pr<;ta, 0H0 same as peon-.s, no
rirposi'n e d opW

..^<

/
aa
MIOBHOOL de CHAPOTEAUT
O Morrhuol contm lodos os principios que entrao na composicao do oleo de
figado de bacalno, excepto a materia gordurosa. O oleo, como sabem todos,
desagradavel pelo seu jheiro e seu sabor, muitas vezes rejeitado pe** estomago e
provoca a diarrna. O Morrhuol pelo contrario bem acceito pelos doentes, e
actualmente, nos hospilaes e em todos os estabelocimentos de caridade, ena clnica
civil, os mdicos felicitao-so por ter encontrado no Morrhuol um medicamento,
quo desparta o appetite, acata com a tosse e os suores nocturnos, restitue
aos tit ico3 as eflres perdidas, angmenta-lbes as forcas, memorando consulera-
velmente o seu estado. O Morrhuol, que as creancas tomao sem a menor difficul-
dade, modifica pron.pamente a sua constituicao, quando ellu sao debis e
lympoaticas e sujeitas a resfriamentos.
O Morrhuol, que um preducto em tudo ditTrente dos chamados extractos
de figado de bacalbo, encoutra-se encerrado em capsulas redondas, cada urna
das quaes representa 25 vezes sea peso de oleo escuro, que os mdicos
recontocem ser o mais rico de principios activos.
X
PARIS, 8, Ru Vivienne, em toda* ai Pharmacia*.
/
e a .
o tr-'
TINTURARA
' %5--Rm de Malhlas de Albuquerque-25
fa liga roa das Flores)
DE
CUMENSIKUGLER
SUCCESSOR DE
Olio Sclineider
Tu ? e liopa com a maior p'-rf i;2o toda a qm li.'ai! de estofo e fasrndas
i u ra (.b; chap.?. .!o fe! tro uu d p:!iia, tira o n6f> das f t< nd.-s ; todo
) '; frito por ntwo ^c irachinismo aperfeicoado, : boj coabatdda. "V
Tiql i pn ta osa t roas e e ata -f ;v,.a e da .r e ivag^.n todos ts d.s.
'i
SUSPENSORIO MILLERET FUNDAS MILLERET
l^gP<
Elstico, sem Cordes
Pura evitar as Contrafbaasa
A Caam SCilleret rtcommnd* v
mu S'uttdan anatomiems
iMtr a marca de Immlor ImjfHmia ~ fundas inrialtfi; par- I
rm cada niprntorto. i amltr ti hemtat aiubrm.ti.rai ai nalt'
yfflGH nara Vnf~lta*M i tSffll
Teadoi hMK-ot ,iK <\ leda. OTTBiS PIBA A BABBI6A l 9 OHBlbU.
MILLERET, LE GONLDEC, Succemtor, -40, ni J.-J. Rousseau, PJLHI3
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMAGIAS
EIJXIR DESOBSTUEXTE
Eupeptico de Gervo~^\
I reparad* pelo pharmar.eafico
JOS' FRANCISCO B1TTENC0URT
O GervSo teo ama c^So ctesobstru^nte ^atr. par os incommodc
to figado, bacp e estomago, confort)*' O i< str D>" Mello Mora?s.
Um grande: r.u.: ero -! peas.-: Be i ocsider.-p infallivel.
Levados por estes ufi>rm>v% e por rositas xp^riencias prpsrnciadas pe
os meamos aprcaontamos aos dtW*M so publico em grral, um Elixir drata platt
tle < sj. r delicifso*rde uta bet^efijo pars op>brcs dcspjp
tices, pleaati:os e aqudles qn*- ?< ffi ra do ligado.
Os propri-tiiioa da PbH*mK(ia Central
S2FC21TC X'TA ?HTiMr\r^U SS2TTxUL
N. '69 Rus dd lo pTh r N. 3S
PEiL\AMBU<0
NBIAN
B I A N N B
GftAXA LIQUIDA IMPifUfAV
:EM*ECi A-SS St-M ESCOVAS
O roagnico LU8TRO d'e.ia o raza]
con rva-as dnrants urna amana,
maja qual f6r o um.
BALMOAL GLOSS Goman lustris tUslict par* ot Ballimu mal Sinboru.i
APM.IOA SCM ESOOVAi
PASTA UNCTUOSA, oaixa* O /olb a dasdraa, taJ oail
i Binm ao Bxercito lagltz.
ni mubiam m uun cowh.' i>. a a. iiv um, lonoim o.
imii m i-cu namb
OuimarMa A Par
XAROPEd reinvillier
Lauc-aado pela Academia da Madlolna olO
0. Cara/r^raasUfl-loS. lloara .t?!^0
O Ktoaphsto do 0*1 >1 a substancia mineral mala ttmnant-i do organismo e toda ves qps saa
OaaSdada noryal almlau; esuiu i:ujaa'fcccao cranles gravo.
Mais de cinco mi! cura, a mor parte 'wlilfcada pelos Hrpp;sorc9 e Mellcoe daa Kaculoartes
I Ibrao oDtidS ultimame^lc e fizer&o com jue o Xarop ! roma o espocltlco ra;i!s r.oguro oouia a Tnica pulaonar, BroaoHlt> cbroDi^a, AnfiMl.
AacblUaiao. Br'.^lids-Se io OrcA..lim. C x<'.yoiti dv ir Ke.in.vlit.-jr dmlaiatraQo
I dtarlaau-iiie as c^au.-as [aulllta a dunU^iu o o crcadincntoitis.' mes e aiuas de leus toraa (
' Mi<3 tst&x; mpede a 'xf.i o Qiedi dos denlus to troquestw depota preaos.
OarMitu: rbirauta VISiBro ra, 8. Placa dala SUadaletna, 9MMXX.
Em Pernal, ba: FltAN" SL aa HtC.A C", prfsrtara Pntrmaoai Dnmma.
CABAR
T iii.s de pi irUB<< para v-.atito, u 2U <'2H)r'., eovaro.
S lii 11, e, i i" qn^ ba d > recia novo, h 210 a L'b'i/ra., o dito.
(. nd da Ciiiii', !.. u ii s cor s, a 210 e 1'80 u., i^jto.
Ls ni a -'i >:iJ ra o i .
N.uso-s de tr 8 Irori, a 160 e 200 r*., o ait .
M'rini J'C [fres, dnai krgnrs, a 500 ra., ifo.
1 tan ..t.,, .-. bO, 1500=J 102U, dii...
S>tins 5Ja o, preto e o- tur*, ;. ?0fl 1j5(j00, '< dito.
Casaccs pr^-ios pru seaiwr., rica reme nCaariu*, a 254000 o 3i$00.
Mantihaa brasil- ir s, |J500, a
Fi'd.s prtoJ o d- 16.18, 400t), 5OC0 < C000 ; sao gr?ndeg.
Tapetes avil!u-l-dss- lindiaim i, 1-5^0 n 1 ($0O>), um.
-ara as Bxma.s. uolvas :
Gringas e v.s de seda, a 9.-'0^0 12^.'00.
CuU-haa de cjocets, a*j ^OO
GaarniySci da ilit j para 8\:s, a 840'JO.
Laques e fespkrliihos barlioi S.-tUia fino-, a lOOp o 100.
O rtaaca c JJO|j-iir,i< b:>.:>, ;. 'J 0 elJ14i|9f 4**j>jia 1 u. -
Gu.-.rdanapa d^ liubo, a 20.X), 3^000 y. 5/S0O, i dusia.
Atoalbadia b^ria-.-s, a 12U0, o wetr*.
Pecas do esgifUo para casaOTnhos, .-. 44(K)0,
Mtdapolao aaa?ricin>, a 600< 24 j-rdas.
dem pelle da ovo, a 6J500, 24 d.tnaj
Algo-f rop.fl; r, a 3,>oeO, 4*J> ^XK).
Comj;rttj 8urtiin< uto 3a cas^ri-iras.
Cheviot! prijo e aiui, a ijJtOOO, o cbvado.
C se miras do t8res p.ra costures, '.2iJ500 e 341000.
- C*ir.is.'8 ing'ezaa p:a KojBem, 36S0OO, a. duaia.
S-miI'5 oordUdas, a 12;j'J00, dita.
I^saooa o lindas c.axinliiis Metas ingl nk para aoa>m, a a(fcOO, 3000 e ^OOO.
' E cuit'.s aiti:s que se V-ndein gran lea abatiraectes.
Aa venia3 em groeso teeiw o deaoocrto da prac<-.
o j a i i:
Pe reir & Magalhes
SUCCESS0RF.S DE
. Cabul M CttK,
53 rna Duque lo t'x.as h&
UNTO A ES fA^AO DOS
Tem para vender, por prcu o mdicos, as ecguj : -s hengaan;
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crivacos de diversostamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, dem, idem.
Bancos de ferro com eerra circular
Gradcamento para jardim.
Varandaa de ferro batido, i
Ditas do dito fundido, do lindos medek* <
Portasd fornalha.
Vapores do forrea da 3, 4, 5, 6 e 8 cavailos.
Moendas de 10 a 40 polcgadas de paadora
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de maobmiamo o executam adat- '
rrabalbo com perfeiclo o presteza.
Y
DE

WOLFF& C.
N. i-li DO CABGA"-N. 4
.
Belleza Hyffiena Saude
Maro* renristndfl
LTIHA fMVIOAOu DEPARADA C01WIME 03 PBOCESSOS SC1ENTIFIC0S 08 MAIS APERFEIQOADOS

?rodtrotos
SUPERIORES
B
aos
AJON, Perfumista, 62, B*de Strasbourgr, PARS
SvtuUrlHtB Pernsmbuoo :rBAI~M. (a SUYA C* K AS PRIXC1PABS CASAS DE PKBFDMAR1AS
H9*w**vit* iiT*iTnw'i ***m<* vt m w mmmi fiwi
MLTINA
Exlraclo de Irfeu, cevada eayeia germinadas
Pro,. r,.ao pela Maltioe Mannt' *21 25 II- rt Ir-.et Blcomsbury
Le C
i pprovadas pela Juota Se bygicue la ffeetc
A HALlINA iqiiv a 30 z-s i. i- piso em disstese e de 3 a
6 vezes era poder diaet si : a qu .iqui r tutro preparado doote genmo.
A MLTINA tem merecido; 6 de ouro e.n. div.rsss expo*]3es e
tem urna i ei il gao orine na Eur ., EaU es Uoidcs tanto qu9 foi preciso in-
corporar urna compa^hia com grandes (apiiaes para s tiafaZcr o consumo sempre
crescente.
Chama-se att*-nc> dos diatinctos iv ta ciJad.: para os ioiporti.nUs
piep MAL'l'INE ManufacturiBg Co.npary. Todos os pro iu..U s medieamen
toaos sao mis faciiaiante los em combn*cfo com a Maltina, ainda mais sao
lev.dia a toirento circulatoria e prompta.ceuto s\o bsorvidos produaindo effeitos
immediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTIMA pepsina e pancreatina.
MALTINA pbopphato d ferro quinina o strychnioa.
Oleo de figado de baealho com le> pepU.ni8f.do.
Oieu de figado de b oalbao com leite peptonisado combinado coa bypopbospbi
ta de soda.
Extracto de carne peptonisado.
Alimento eoluvel destinado a obviar a oecessidade de digerir leite de vaoca.
O leite eontido nesie propardo esta digerido previamente pela pancreatia.
Veniie-se na pliarmacia Central
38 Roa do Imperador 38
PERNAMBACO
: da Hggien* do Imperio do BratU, adoptado cora grande
ato de laaawi pei< lu Parla, cura os P|lma> Ortp,
V'esie uiuto oukt-cido eatabeleelmeu-
o ene ou tr r reapelia vel publico mais
variada o completa aartioaenta de JOIAS
receliidaa sempre directamente das melho-
res f.corteantes da ttarepa, e que primam
pelo apurado gosto do manda elegante.
Ricos r.dereeos completo, lindas pnlsel-
raa, alHnetes, voltas de ouro eravejadas com
brilhiintes, ou per-olas, aunis, eacoletas,
botffes e outros multas rticos proprio
dea te generes. .
ESPE lALIDADfT
B^'sa relogio de ouro, prata e nlelceladoa,
para homrns, senhoras e meninos dos mais
aero litados fabrlrantes da lurepa e Assse-
riea.
Para todos aa artigas desta casa garaia
te-st, a bda jualidade, a%slm eomo a mod ci-
. Jai-* nos preces que sita sem rompetceia.
Vc-sta easa tambem coneerta-sc qual-
quer bra de ouro ou prata e tambem rea-
nlos de qualquer qualidade que soja.

4-Rua do Cabug-4

jhh I i
Ra 1 de Narco n. 6.
Part ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado seu
cstabeluiiu.tuto de JOLAS com mais urna seccSo, no pavimento terreo,
com especitiliades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias seos numerosos freguezes para visitar seu estabels
cimento, onde emontrarao um riquissimo sortimento de oas de ow
prata, peroles. brilhantc3 e outras podras preciosas, e relogios de uro,
prata e nikel.
Oa" artigos que recebem directamente por todos os vapor sSo
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A p'-i' das joias de 6ubido valor acbarao urna grande variedad.'
(e obiedtos de ouro, prata e el-.-ctro pate, proprios para presentes de
Cs&inentcSf b>ptisados e anniverasries.
Nem em rclacSo ao prego, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo oonenrrencia n'esta praca.

e
Atum TitUril

rlasfpss*
11;> mato de aa aaa' pe' Medie
, Catorro puUnmmr, mrrUaem do pono, das Wat
araurkwsda
AREVOLUAO
48- Bna DllH S CaiS-48
Esplendido sorlmenlo de tondas Anas
vjort-.s de seda, lindas cores, para cllete, a 660O, um.
Sodas de listraB, lindes gestos, a l^OO o covado
Solios de cores, lisos e de lisiriob -s e quadros, a 800, 1000 e 15200 o aovada
Ditis roaravilboso, de listraa e quadroe, a 320 e 360 rs o oovado.
Damacsda algodao, lindos padiS s, a 240 rs., o covado.
Espb-nriiio sortimento de cretooes de quadros, listraa e Adres, lindos padrSes, a
320, 360 e 400 re. o covado.
FnstSes bramos a de cores a 360, 400, 440, 5Q0 e 600 rs. o covado.
Merinos, lindas efires, a 700, 800, 10000 e 10200 o covado.
Cachemiras acolebo&das para vestidos, a 500 rs. o covado.
Ii3 de quadros e listraa, ultima moda de Paris, a 320, 360, 400, 500 e 600 rs,,
covado
Merino prato, completo sortimento.
Dito assetinado, a 10400, 1,J600, 10800, e 20OQO, o covado.
Completo sortimento de aephiros de listraa e quadros, lindos padroes, a 100,
120, 200, 240 e 280 rs., o oovado.
. Cortes de cretona eom enfeites, cora 18 novados por 60000.
Grande b. rtimeuto de colabas, de cSres brancas, a 20000, 20500, 30000,
40000, 0OOG. e 60 i00, urna. mattmam,
Lindos lequ^s de gaae de seda, ultima moda, 60000. '
. Cachemiras da quadros, de seda, o mais liarto e moderno que se pode desejar/a
10600, o covado.
Eotremeios e bbdos bordados s bieoa t> cor por barato prego.
Camiaa franca, brancas, para homens, a 20000, ama.
Completo sortinv nto de casemiras, pretal e do cores, a 20000, 20500, 30000,
40000 a 40500, o covado,
Lequee de papel regatas, omito lindos, a 500 rs., um.
Muitas outras fasendas de gosto, que coa a presenca das Exmas, Familias a
respeitavel publico poderlo apreciar.
Uenrique da Silva Moreira
~1



8
'eniani >imu --Qunta^feira 16 de Fevereiro de 1888
inTERAIBE
DENTE POR DE VTE
P^iB
SLIILS BLAVS
XVIII
d m
O TBIMfBO DO
DBj. MATTEl
(

pobre
sa



i

/" Con tinu a c So )
Saverina nao pola reprimir un mou-
meati) do violont sorpreza.
Ouvindo estas palavras, proseguio
San titefano, fiquei tilo admirado como a
senhera est 1 Em vao proourei convn-
celo, faz-r-llie eouoprehender que me era
impoisivol satiafazer os seas desvies. Obs-
tinv;'.-se era responder-me: E' preciso
ssim preciso para a miaba salvado
eterno, pira o seu descanco na trra 1 Co-
nheg > aloi disso urna paUvra que a far
vir, inda que ella cstivesse na mesmo es-
tado ara qua estou. E es3 piLvra T
pergtntei eu. -Christina 'munnurou ello.
E pardea os sentidos.
A' prinerza quasi acontecen o mesmo.
Vrja, pela na eraog&o, conthuou o
marqnz, que o desgranado nao me tiuha
engaiiudo, lamento o tanto mais, quanto
me deraorei em reandar lho a minba men-
sa ge 01.
Entao, balbuciou Saverioa,
diabe?...
O pobra diabo morreu 1
Morreu. Entretanto, estiraava
ber...
Saber impossivcl agora... Mas
venh vel o, se nao receia que n vista de
um cadver lhe sej* omito penosa.
J- Sou forte, vamos.
O marquez fel-a subir dous jind ares, in-
troduzio-a em um pequeo quarto as aguas
furtadas.
Debaixo dos lenges desenhava-se um
vulto rgido. A' cabeceira o aos ps da
cama, havft dous cirios. A' cabec.ira
rexava urna irraa" de catidade. Em una
poltrona dorma um hornera, como e esti
vessf> fatigado por uira longa vigilia. Era
o Dr. Mattei.
San Stefano approzimou-so da dina,
e decobrio a cab^a de un cadver. Dx
garganta da princeza escapou um grito
abafdo Naquelle cadver, emque a vida
pareca inda respirar, tiaba reconbacido
Benedicto Zafara. ,
Inebriada por umi alegra selvafcem.,
que um iudifferente poderia tomar pr es-
panto, mcrgulliJU o seu olbar do .haronas
naquelle olhar apagado 1 Ah 1 aquello es-
pectculo qac o mtirquez lbe dava gratis,
ella '.el o-hia pago bem caro. Ella cheirava
aquello corno com delicias' Cheira tio
bem o cadver do um inimigo morto
O i 3: ua labios murmurtvam :
Pobre hornera horrivel Sira, re-
conhego-o .. um nntiga servidor do
principe, meu mai id '
M=3 a sua alma riiz:a :
Final tente tiualmente.. arrebon
tsate, mi sera vi-1 '
Quando o marquez e a princesa sahiram
da cmara mortuaria, a iroaa de caridade
tirou pelos ares a sua tonca, e o Sr. Bcb
pois era ello -exclamou alegremente, com
risco de acordar o morto :
Foi embrulbada a pobre senbora !
Ora I dase pbilosopbicamente, os
vermes ciada foram mais.
XIX
O DOTE 0E SUZANA
Seria muito pouco, dizer que Severina
eslava radiante. rfur>Bt> o trajeato para o
seo palacete; rao era alegra que senta
era delirio.
Por mais idiffirect) qu
trar-se diante do perico que poda vir-lhe
de Benedetto, por aminores razos que in-
vocaste para d'Bsirouhr lbo a gravidade, a
su iodiff-ireuca nao e:a ainoera, as suas
rasoes nao resistan a um ezame serio.
Viva, som o coafosssr, em transes perpe-
tuos, em urna apprenheusla sena treguas,
ob um susto desesperado.
Por outro lado, tendo eabanjado, Seve-
rina cobicava a outra pirto que eslava om
deposito, quo sob as vistas vigilantes do
diestro Berthiei esporava o seu legitimo
dono, a flba poriiJa de Loonati. Essa fi-
ihi existira ? quando existisse, sabe-
ra do seu direito qualle fortuna princi-
pesca? Quem poderia esclarecer a sua1
ignorancia? Quem poderia por se procu-
ra desea sombra, toraal a pela mao, loval-a
preaenga desse thesouro e dizer-lh; :
c Este thesouro teu! Benedetto, s
Benedetto E Benedeeto j nao existia.
Sabio do seu palacio apprebensiva e
com o coragXo cheio de angustias, voltava
triurophante e coa o corsgao desanuvia-
do.
Lord Wilmoro etit a espera da Sra
princesa no salo, disse a criada grave.
Ah 1 vein a propasito dis30 Severi-
na com um sinsulsr sorriso. Agora, nos
dous, meu caro R-ginaldo.
Aquella sorriso significa va quo estava
disposta a fazer faoo ao inimigo.
A satisfagas de San Stefano, por ser
mais concentrada, era por isso era modos
viva que a da princeza. Quando ella sabio
o rti.-.rquez, com urna expressSo quasi sel-
v. gom, exclamou :
Afiual 1 Posso afiacl trabalbar luz
do di.
E rpidamente sub o ao quarto onde
aquella comedia fnebre sa tinha represen-
tado com um xito quo tanta honra trazia
aos talentos de Matt.i.
D mtor, disse-lbe, um collaborador
incomparavel I Esta experiencia de um
excelente agouro para a outra que prepa-
ramos e que devo ser decisiva. Compa-
rada com ella, a de hoja urna briacade-
ra de crianzas... Vamos, atira-se cora
vontade ao tr-balho. E lembre-se que tem
apenas algumas semanas para o concluir.
Hi do estar prompto, respondeu
M.ttei sem se inquietar.
Kiuo mandou-lhe o volumo das De-
lizj T
Re-.ebi esta manha o aviso do quo
tiuha chegddo a BlfaglO do LyJo.
Vai tudo pelo nx-l'.or. Vamos, e co-
ragem, meu caro Mattei.
O doutor sabio e San Stefano disse a
Bob:
Sr. Bob, foi casa do Sr. William
Smitb, ao hotel de CastelU ?
Foi, Sr. marques. Segundo as suas
ordeoa, esporei que o Sr. S.aith s.^hsse,
e logo que o vi desapparecer na esquina da
ra Ricbeleu, lancei a carta na caix do
port iro e fiz me aa largo, antes quo me
visse. De esto, vettiio como estava des
afio a quom quer que fosso, que me co-
nhecesse.
E' uin bom servidor, Sr. Bob. Mande
appareluar u carro: vamos sahir.
E' preciso nao acreditar que San Stefa-
no se oceupava exclusivamente' oom a
obra tenebroea qual pareca ter dedicado
a saa vida. Sahi* multas vezes de oasa,
envolvando se por sua vontade na multidao
pariziense, ia ao Bosque, a cavallo pela
manha, e de carro tarde, frequentando
o espectculos, fazeodo curtas cpparc3--s
no Club, na hora das grandes partidas,
dobrando-ss s exigencias mundanas, das
quaes Valmorin se torna o seu ciceroni,
oom urna satibfa{o que nunca se desmen-
ta. Era um dos frecuentadores do salSo
da Sra. de Brecourt; a conversscio d'a-
quella mulber velha, espirituosa, sceptica,
a quem urna molestia oruel nao alterava

FOLHETIM


o bom humor, e que, sentada na poltrona,
assittia, sorrinde, s alegras dos outros,
as qoacs nao poda tomar parte, tinha
para o marques um encanto attraben11,
urna seduijao indifiaiia.
A syrapatbia respeitosa que senta pela
mai, transmittia-s, como uma corta fami
lariJade protectora, ao filho.
Dirertia-so om fazer cbnvetsar Laaian^,
e, todas as reses que se aohavam juotos
fallavam nvariavelmente n'aquollo famoso
e triste processo (ihavires, ni qial o man-
ceba tinha representado um pouao o papel
de Deus ex machina.
Escuta va com vizivel interesso a narra-
dlo das p38quisas de Brecourt, que sft-tor-
nara lubitamanta tdvogido d'aquelle de
quem fura nuousador; o tinha tentado fu
sel o sabir da prisao antes de termiuar o
prazo da pena. Admirava a energa de que
elle tinha dado prova no ouraprirarnto d'a-
quelle acto do njustjs, pagando com a sua
bolsa, seguindo a pista com a paciencia e
com o faro de um cao da oaca os antece-
dentes do -pobre diabo. Colhia todos os
detalhes do inquerito que William Smitb
tinha con luzido com nm zelo ta iqtelli-
goat'', e no qual a innocencia e a gran-
deza d'alma, di Chavres tinham brilha
do como a luz do da. Elle proclamava,
na sua consciencia da boinem honrado,
que os dous amigos, assocndo-s^ para
aquella obra de rehabilitadlo, lolum con-
quistado direitos estima e mesmo o re-
conhecimeuto de todos os espiritos e di
todos os corayo s generosos.
N'aqu He da, o marquez, sanhiudo da
avenila Montaigne, tinha dado ordem ao
seu cocheiio para conduzil-o casi 4o
marquez de Valneige. a quem n2o va ha
hlgum tempo.
Sjii Stefano senta apenas uma ternura
modiocro por aquello vellio, que a iafeliz
paixao pelas cartas tinha conduzido raen
dicidade, e que faza soffrer sua flba,
aquella i-Jitconta o meiga Suzana, o des
gosto da sua incuravel loucura. Mas es-
tima William Smitb, e aquolles t,ue esti-
ma vam o americano, nSo po.lam ser-lhe in
diff^rentes. Aprcssava o momento em que
aquellas pesquisas prolongadas das quaes
ella conhecia o panto da partida e a ori-
gem, so desvendass )in.
O marquez de Volmeiga morava com sua
flba na ra Chassi d'Antio, em um mo-
desto quarto de um hotel do ter :eira or-
dam.
Aquelle oavalleiro erranta do tapete ver-
de, o cortezao incorrigivel do deus azar,
nao tiiih-i perdido o habato do jogo.
So se acbnva bem as tascas, a ante-
cmara da casa da tavojagum. Sa tlvesse
movis scus, nao turia repou30 senao quan-
do os vendeBse para ir tentar a sorte.
Assim quo San Stefano entrou n'aquelle
cubculo, enuontrou o velbo inclinado so-
bre uma roleta de salao.
Seja bemvindo, marquez, diss o Sr.
de Valneige sem so mover.
Ah ah I respondeu aleg.emonto San
Siefaao, sempre perdendo.
At morte, accrescentou o velho
agarrando n'uraa centena -de luizos, creio
quo posso dizer: eureki!
Faco-lhe os meus comprmentos E
a menina Suzona como rai ?
Muito bem. Esta no seu quarto com
uma amiga. Veu chmala.
Nao a incommodo. Qutudo sa cas T
Ah I marqus, tenho muito medo que
a minha pobre flba au fique para tia I
O que diz? Par eco me que o Sr.
Smitb...
Sr. Smitb um rspaz honrado, e
por elle ser honrado que Susana nao se
casar.
E' ent&o o Sr. S-uith que recusa
c&sar-se ?
O Sr. de Valneige meneou a capeja
com um ar de que quera dizer: nao
iaso.
Sabe, disse elle, a condicSo um pou-
co romanesca que Suzana exigi para esse
casamento. William aceitou-a.. A tjr-
tuu a prinspio Un foi favoravel... Do-
rante alguna dias, em Moaaoo, ebegamos a
acreditar que a banca o enriquezcas:. Po-
rm ella dtsandou com tal violancia, que
em algumas horas reaiquirio o que tinha
deixado levar, e cora o luaro d'esse pobre
Smith todas as suas economits, t ida o fru-
cto da oinoo annos de pacientes vigillias e
panosos traballios !.. Entretanto elle nSo
se deu por vencido... E na outra se-
mana, depois de haver reunido os saus l-
timos recursos s para ir dar fortaleza
do Sr, Blaoo um assalto supremo.
E entio T
Entilo T Honra oo corajoso desgra-
nado Voltou hontem limpo do todo, at
do proprio relogo I E falla em tornar a
ir para a America, afina de tentar a sorte 1
E o senhor, um hornera intelligente,
deixa qua elle commetta essa loucura I
Como impedil-o?
Dando lhe Suzana, amanhit, boje
i jo modi.. lamente.
Desojava muito, mas Suzana nao,
tem doto. William!nJo ten um raal. Sa-
ria ca ter compasko unir esUs du*s mi-
serias. /
-Ei Providencia, nao oonta com ella
para cousa fJguma, Sr. marquez ?
San Stefano nao tinha anda acabalo
a phrasa quando a porta a'uriu sa e Wil
liam precipitou-se como um louco no
quarto.
Mou Deus I O qm tem? exclamou o
Sr. de Vahieiga, amedrantado pelo olhar
arregalailo e a phrsionomia decomposta do
sou futuro geuro.
Fallavam da Providencia, creio mur-
mur. u o americano deixanio-se oahr sobre
uma poltrona. Ella existe !... Laia.
O Sr. de Valneige toraou o papel qua
William Iba estenda, e, pondo a luneta de
oure, ultimo vestigio da sua antiga opulen-
cia, teu em vos alta :
< Senhor, antes de morror, venho pa-
gar a divida de reconbecimanti qua con-
trabi para comBigo.
c II* cinco anno3, uma sentenya infa-
mante enxovalhou-me ; gragas a si, pule
lavr-me d'essa mancha.
c Aceite estes duzentos mil francos co
mo recompensa da honra que o senhor roe
restituiu.
Recorde-se de Chavieres com o mes-
hora
t', quasi incrdulo, de seu palpara o mar-
quez e do marqu'z pira William Smith.
Vendo em todos os labios um sorriso de
adhesSo voltou para a porta do seu quarto,
dizendo :
Vera minha amiga: Sabes o que me
psrgunt* este louco de William ? Pergun-
ta-me se quero ser sua niulher 1 Respon-
de lbo.
A amiga de qua o Sr. de Valneiga pou-
co antes tinha fallido a San Stefano appa-
ecu na porta.
Vendo a, o marquez tove uma espacie
de-deslumbramento ; e muito paludo mur-
raurou era contoraplac&o esttica :
fheodora Pia I ,
XX
O DlSTE DE LADY-WILMOBE
A amiga de Suzanna de Valneige, os
leitores j adivinharara,era Andrea.
Porque crcumstencas, Andrea, que de3
da a sua fgido Monte Cario, procurava
fazer desapparecer toos os vestigios da
sua existencia, se aehava no palacete da
Chauss; d'Aotiu ?
Por um destes acasos til o raquentes em
Pars, que poeni em prosenga do repente
as pessoas mais interess.'.das em fugir urnas
das outra a.
Sazanna com aquella liberdade da ma-
neiras que tinha trazido da America, e
que iam perfaiiamento com os hbitos ca-
seiros de bou pai, tinha ido s, desos do
lunch, fizer uma visita a Mma. de Bre-
court.
Ao cabo do uma hora, dospediu 83 da
doante, e voitava para casa, quando iia
esquina da ra Paix o do boulevard dos
Capucins, o seu carro tevo da parar. De
repente o olhar de Suzanna encontrou o
olhar da costurcira; fcaram interdictas
quaado se leconhaceram, e dos seus labios
escapou, com ontonagoos difT:rentcs, este
grito :
Suzanna !
Andrea I
O primeiro movimento de Andrea foi
bater em retirada e perder so na multidao.
Mas j a mo de Suzanna lhe havia agar-
do no pulso e puxava a com meiguice pa-
ra si.
(Contina)
mo sent nento quo na minha ultima
recordo-me de William S.aith
A carta cabiu -.i maos do Sr. de Val
neige. I .
O que diz a isto, Sr. marquez 7 per-
guntou William. r
Digo o mesmo qua o sefihor, meu
caro Smitb, respondeu San Stefano, que
ha uma Providencia.
Quer dizer que me aconselha aceitar.
Do mesmo modo que eu aceitara.
Duzentos rail francos I rep;tiu ale-
gremente o Sr. de Valneige. Duzentos
mil francos I... Ah ah I ah vamos-nos
rir 1... e o Sr. Blanc nao tam mais senao
ver como Be porta.
Senhor, disse severamente San Ste-
fano, se o nosso amigo Smith ti vasele
dar emprego tSo condemnavel a essa dadi-
va, eu lhe dira : d essa dinbeiro aos
pobres' porque, emprt-gando-o em tentar
a sorte, ira, aaevero-lh>', contra a voi-ta-
ds secreta de seu bem foitor fallecido !
Entao quo se ha de fazer destes du-
zentos mil francos 7 porguntou o velho
contristado.
SerSo o dote de Suzanna e o peuhor
da sua felicidade. Neste momento, uma
gargalhada fresca e lmpida estalou no
quarto immediato, e pouco depois Suzanna
entrou no salo. William Smith correu
para ella e com um olhar cheio de ternura
disse-lhe : Se quisor dentro, de quinz) dias
ser minha mulher !
A moga ficou alguna instantes interdic-
ta. Parecia qm ni o poda acreditar em
tanta felicidade. Passeava o olhar hesitan-
YAHIEMDES


in
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RIGHEBOURG
QtIMTJl P.sRTK
'DMOQa DSHECApa3
(Continuicao do n. 37)
XII
Frtafte
Arermessou a arma cem um movimento
de furor.
Jn oao Iba era ul o nao quera qua o
jti.ee ntrassem com ella.
Mas anda uma vez, o qiw havia de fa-
v ser, o que havia de tentar?
Sej oraos cussdos, pensou ello.
Eira gil, tinha boas p rr.as, poli* esca-
par cora uma fuga rpida quando mesmo
tivense de pussar sobro o corpu daquelles
que o prender.
Sao l.esitou nai8.
Com um Bulto de tigra atrou se para o
pateo e deitou a correr.
Prendam-o I prendam-o I exclama-
raai os agentes que dSo tinham tido tem-
po psra o agarrarem, ma* que comtudo
.deitnvam a correr atrs delle.
Infelizmente para o fugitivo, naquelli oa-
cas-o, o commissaro de polica ontrava no
portHo da casa escoltado par ama brigada
de sientes.
O b*r8c cabio no grupo e no primeiro
impeto derribou quatro ou cinco bomens,
mas foi agarrado pelos outros e em menos
terojio do que necessario para o escre-
ver, foi derribado, lev utado como um far-
do ( levado para a carruagem, onde j es
lava Gruder com algeraas nos pulsos.
Havia pelo monas duzenlas pessoas na
rus.
Nlose sabia o que tinha motilado aquella
dupla prisao : mt>s como toda a geste de
tinha corametti io s o trplice assassinato,
um dos curiosos disse de repente :
Estes dous salteadores sao cmplices
de Pranzini.
Aquellas palavras vparam de bocea em
bocea.
Victoriaram o commissario de polica e
os Agentes, e quaado a carruag3m pacto a
trote, os dous miseraveis feram persegui-
dos pebs clamores o pelas assuadas da
multidao.
XIII
r A prisio de Ca.-lota Letollier, confessa
de Prmorio, e a do barao Paulo de Lu-
bron tizeram grande baruiho, todos os jor
naes f.illaram nisso, dando a onbecer ao
publico, sempie vido de novas comino-
(,o:e, o quo ellas prapros conseguiam sa-
ber com grandes diffi.uliades, porque os
magistrados encarregados da formccSo do/
dous procesaos cumpri m a sua missao o
mais secretamente possivel.
Cooitudo sabase qua Cariota Lotellier,
que S'-m direito fazia sa chamar coniessa
de Pimotiu, era accus&da de cumplicida-
de no crima do assassinat >, commettido na
pessoa do conde Sostheaes de Prmorio,
que o assassiuo do conde, antigo amante
da bella Carlota, era o bario de Septeno,
cese temivel espadacim, despresado por
toda a g:nta honrada e quo tinha feito sal-
tar os milos, quando ura commissario de
polica tinha i Jo prenddl-o.
Ao meaos, dizUm a'gaos, o misera-
vel teve a coragem o lser justga pelas
suas proprias mos.
Mas por essa cria: de que a justica se
oceupava de n >vo, iepois de ecorridos
mais de dezoito naos, um couteiro cha-
mado Frederi.o L pret tinha Bdo oondem-
I n^do a galea por toda a vfa.
Assim o pobre couteiro no era crimi-
nosa ; tinharo aocusaio, julgado e conJem-
n*do um innocente 1
Apiedavam-se da sarte do desgrayado
Lopret. o tota a impreusa e a opinio pu-
tolma reciamavam a sua robabilitacSo.
I'aoravs-se como o b.r3o da Septme
tinba perpetrado o crime, como tinha podi
do escapar s investigagr s da justica e
conseguida Uwt oondemnar um innoaente ;
mas tudo aso se sabiria pelos debates do
tribunal.
Aquelle prooesso oom certeza, seria um
dos mais interosBante.
Por isso todas as .anriosidades estava
mente com o barao de Lubron, pre30 no I pugnaacia era preseoea das ousadas machi-
mesmo da e quasi mesma hora que a nacSes do bandido italiano.
Psris se oioopava muito entao eom as tres I Tivmente excitadM^V^
nuliiflres assasiinadas na roa Montaigne e, ge K 3CCupavam raui com a condena
coso se julgfcMa aiod qae Piansint B&<:>t Prmorin, ceapavam-se maito igual-
sobarba condessa.
Havia um auno, sobretudo, que o barao
se tinba posto muito em evidencia ; tinba
adquirido numerosas sympathias e mesmo
alguns amigos, por isso omitas pessoas que
elle tinba sabido engaar oom as suas uia-
neiras polidas, com a adulacSo, a lingua-
gem bypoorita e insinuante, fijara muito
admiradas.
Pois que 1 o barSo de Lubron, esse bo
mera da moda, esse mogo elegante, essa
encantador e bonito rapaz que parecia le-
var uma vida exemplar, quo as mis da-
vara por modelo a seus filaos, de quem
procuravam a convivencia, se enooatrava
em quasi todos os saldas parisiense?, o ba-
rio de Lubron era um misaravel assaasino T
En possivel ?
Mutas pessoas nao quinara acreditar ; o
svmpathioo barSo devia ser victima de um
depbravel erro o em breve recebara or-
dem de soltura.
Como se v, no se sabia qua o italiai.o
Paolo tinba substituido o barooa Lubron ;
nlo se sabia qua o assassiuo de Pedro Ds-
rasse era um aventurero italiano, .Paolo, e
igaoruva-se igualmente em que ci'u ia in-
fama o falso barao de Lubron fruto cahir a
marquesa de Saulieu.
O tribunal gdardava os seus sigreios.
Mas preciso uissr que no d seguinte
ao da prisao do assaasino da Dsrasse o
marques de Prmorio tinha ido prdouiar a
Sra. ta. Saulieu o que depois de urna Ion
ga conversa oom a sua bella amiga, tinha
feito una visita ao ministro da justica.
Ora, depois de ter ouvido o Sr. de Pr-
morio, o ministro tinha esoripto pelo pro
prio punbo ao pro jurador da repblica, p.--
diodo que se empregasse muita pwdonoia,
reserva e discriglo na formagio ooj proaes-
80 de Lubron.
Era preciso evitar, Unto qusota possi-
vel, faser escndalo em volts do nome da
marquesa de Saulieu e ser muite.sobrio em
iaforraa^o-8 aos joruaes.
O Sr. Bertrn 1 d l'Ossrae, enearregado
da fonrtagao do prooesso de Lubron, raa-
gistraao de rara inteiligencia, espirito de-
licado e cnlto, hornera de grande coragao,
conformava-so com o desejo do ministro e
mostraa-se tanto mais reservado o disote-
to quanto conhecia a marquesa de Saulieu
o era amigo do marques da Prmorin.
Tiuha ouvido o visoonds de Morulla o
estudiado o prooesso com cuidado, o qae
at eerto ponto Ib* era faoil com asyre/e
lagSsH que o genro da Sra. de Saulieu lbo
foros lia.
Tinba tido calofros de horror 3 de re-
Era ontra causa celebra para e tribunal
do jury_.
Decididamente o anao era l.rtil em
grandes scelerados.
O assa8Bno de Darasse nao tinha pas-
saio anda senilo por dous interrogatorios
com alguns dias de intervallo.
A' prmeira quo comparecen perante o
juiz formador da culpa, como este nlo lhe
fallases era da marqueza de Saulieu, nem
dos esposos Drivot, num da falsa Lourenga
de Mrulle, mas nicamente no assassinato
coramettido na villa das Brisas, imaginou
que sa nao sabia absolutamente dos seus
manejas crimiaoios o que por isso poda
negar enrgicamente ser o autor do orime
da Nogent-sur-Marne.
Foi o qae elle fez tendo na fronte o ru-
bor da indignaglo.
Como poda ser accusadojde assa3Buato,
elle o baro do Lubron ?
Era victima de um orra, de um enga
no
Ouvia fallar de Pedro Darasbe, pe* pri-
roeira ves.
Evidentemente, visto qua o tinham pren-
d io qua alguem o aecusava ; mas nSo
compreheniia nada daquillo. E exclama-
va :
Mas para que, com que fim, eu, o ba-
rSo do Lubron, tgria commettido seme-
Ibante crioae T
O juiz formador da oulpa podia confun-
dil-o immediatamente.
Mas deixou-o fallar, protestar -pela sua
innocencia, e sem mesmo diser que elle
usava um nome qua nao lhe pertencia,
p5z lira a sessSo, dizenio-lbo gravemente :
O senbor nega, est oo sea papel ;
mas convido-o a reflactir e accreseento :
tome oautcla 1 Nao conseguir nem trans-
viar, nem illudr a juatiga, isso lhe im-
possivel. A pessoa. que tardamente de-
nuneiou o crime Lioi testemuoha delle ;
mas vo-o entrar na orilla das Brisas, vio o
em seguida sahir da propriedade por uma
porta que d para o caminho que fca d
margem do Mamo, carregando o cadver,'
ao qual o senhor atou podras e que em se-
guida lanoou ao rio. Anda uma ves re-
licta.
O preso sabio do gabinete do magistra
do, persistindo em negar.
Mas quaado o Sr. Bertrand de l'Osa-
raio o fe comparecer de novo sua pre-
senga o italiano tiaba refiautiio ; confes
son ter matado na villa das Brisas um ho
mero quo nao conhecia, um malfoitor que
se tinha iotrodusido na propriedade, acora-
panhado por ura oaiuplioe qae alem disso
A doeupa de D. Boseo
(Do Fgaro)
1 da Janeiro de 1888.
D. Bosco, o moderno S. Francisco de
Salles, a quem tresentas mil criangas de-
vora annualmente a existencia e a instruc-
gKo, est a expirar.
O Figuro, pela peana eloquente do seu
collaborador Saiot-Qenest, conhoce este
grande vulto e cu quiz fazer uma visita
uma o talvez a nicaa esta hornera hu
millo e caridoso, cuja morta ser um luto
geral em todos es seus estabelacimeatos
disparaos pela mundo iotaro.
D. Bosco mora no instituto da ra Cot
tolongo, em Turim, onde mil criangas e
j iveas pensionista so educadas e pren-
dem o offi io ao qual sa destinara.
Apresentei-ma pelss 10 horas da manha
em casa do prefeito D. Duran o quo, com
a sua affabilidade habitual, pz-se s mi-
nhas ordens para todas as infarmagSas que
eu desejasse obter.
Disse rae com tristeza qua D. Bosco es-
tava gravemente doente e que nao havia
esperangas de o salvar.
Era a bora da consulta.
Quaira desculpar-me, disse-me D.
Durando, venero nosso pobre doente.
Creio que nao poier f !l r-lhe ; era todo
caso, venha, deixarei eutre-aberta a porta
do quarto e assim podar vl-o.
Acorapanbe o man interlocutor e entra.
raoj em uma antecmara em que estavam
os dous mdicos Drs. Fissere e Albertolli.
Aquelle, a quera me dirig, raspondeu-
me nestes termos:
D. Bosco est perdido, j nao temos
esperanga de o salvar. Sotfro de uma car-
dio-pulmonar, o figado est atacado com
complcateos na medula espinbal qua trac
a paralyaia dos membros inferiores; j nao
pode fallar. Os rin o os pulmoos osta af-
foctados e bam v que nestas oondigSes
nao podemos a'imentar a menor esperanga.
Mas a qua attribuo tudo isto ?
c A nenhuraa causa directa, mas o
resultado ncessante, era continuas inquie-
tagoos. D. Bosco morra de ura excesso de
trabalbo, nao cabe, extingue-so. *
Alguns jovans padres esperavam com
anoiedade naquclla antecmara, cujas pa-
redes sao ornadas de simples quadros o de
muppas indicadores das cento e ciacoenta
0811101,338 fundadas por esta apostlo da
caridade.. Ao-lado do seu retrato, est o.
retrato a oleo de sua mai, mulher sublime
do Villaouova d'Asti, qua abandonou a
casinba para acompanhir o filho a Turim
e ajudalo na fundagSo do seu primeiro es-
tsbelecimentb.
Os dous medios entraram no quarto
com D. Durando e eu entrevi o doente.
A consulta durou 20 minutos. Quando sa-
hiarno, D. Durando disse-me qua D. Bos
co, sabando que se ochava alli um repre-
sentante ds Fgaro, quera vl-o o agrade
cer-lhe as palavras eloquentes do joma!
em favor das suas obras. O Dr. Fissere
abri-me a porta, recommendando-me que
nao obrigassa o doente a falar.
O pobre religioso e*sra estendijo em
uma simples cama do ferro,- em um quar-
to que pareco uma cellula. Cora ura sem-
blante bae meigo proaurou sorrr; os
olbos fixavam-so em mira com ternura.
Estendeu me a mao com esforgo e lenta-
mente apertou a minba. Os labios moviam-
se como se quizessem drigir-me a palavra
Appliquei o ouvido e percib um sopro de
voz que mo dizia : Obrigado pela sua
visita, agradega ao Fgaro e reza por
mira. >
Santo homem Em sua humillada pa-
dia-rae que orasse por sua intengao !
Saba quo j nao ha esperanga, mas con-
tina sempre benevol nte, quasi alegre,
esperaodo a morta eom tranquillidade.
Nao podia desviar o meu olhar do seu,
porem roceei fatigar o doente e retrei-me
profundamente comnoovido, pensando na
quilla sublime existencia que salvou da
miseria e do viic milhSas de criangas.
D. Basco naseeu em 1815, era Castel
nuavo d'Asti ; conta, prtanlo, 72 annos.
A sua vida tem sido trabalhos e sacrifi
cios. Sem recursos, sem um cntimo, co-
megou a sua obra na idade de 25 annos,
recolhendo 10 criangas. Hoja tem 150 es-
tabelecimeutos qua abrigara 3000,000
criangas.-s os dous iustitutos do Turim
reebom 3,000.
E c-.ta obra immensa do philantropia s
vivo da oaridade, da a da.
Quaes sao os seus recursos ? pergun-
tei a D. Durando.
Um s, caridade publica, respon
den-ma ell epora simpiicidade. A providen
ca nos sustenta. D. Basco pensou no fu-
turo.
Desde alguns annos tomou um collabo
rador qua s-rapre o tem acompanbado. D
Rua-Mcchille. A este cabera a tarefa de
dirigir os mil e quinbentos missonarios e
tolas as criangas espalnadas pala Italia,
Franga, Hespaoha, America, etc.
D. Busco aioda pode viver alguns dias,
algumas semanas, talvez dous mezas, como
poda tambera morrer amanhS.
A sua morto ser ura. luto geral entre
liberaos e clericaes. A opiniao unnime
Com elle desapparacer o grande apos
tolo da caridade I
j
tinha feriio o malfeitor em estado legtimo
de defeza.
E repetio ao juiz foruudor da culpa o
que tinha dito a Genoveva, isto como
tinha desooberto o trama dos dous malfei-
tores e tomado a resolugSo de impedir o
roubo e provavelmenta tambera o assassi-
nato da moga.
O Sr. Bertrand de l'Oieraie conhecia
aquelle cont, porqua no seu depoimento
em que tinha desvendado todas as pauta-
ras do italiano, o Sr. de Mrulle tinha en-
trado nos mais minuciosos pormenores.
Tinha descripto Paolo apresentando sa a
Genoveva, que sabia ser a nota da mar-
quesa~de Saulieu, como defensor e salva-
dor, afira de se fazer amar por ella e ser
aeu esposo.
Depois deste primeiro trinmpho, o plano
do rciseravel era evidentemente dizer
marqaeza que Genoveva era Lourenga de
Mrulle, sua neta, o que seria confirmado
pelo Sr. e pela Sra. Lionnet, e Paolo dei-
tava assim a mao immensa fortuna que
oobigava.
Felizmente o amor reciproco da moga e
de Hanrique Merson tinha posto obstacuh
aes proje.tos do bandido.
O visaonde de Morulla tinha tambera re-
velado ao juiz formador da culpa que o
duello do j ven architecto cora o b .rao de
Septeno havia sido pago p .ra matar o
mogo. '
Era resuTBO, o Sr. Bertrand de l'Oae-
raie estava perfeitaraente informado. Na-
da, absolutamente nadafiaava na sombra.
Paolo tinba querido apoderar se da fortuna
da Sra. do S .ulieu, o para conseguir os
seus fias, depois de ter assassinado Pedro
Darasse, tinha feito tudo, tinha tentado
tudo.
Comtudo 9 magistrado escutou o preso,
como bs nada Boubesse, e este pdie acre-
ditar que saldra branco como a nev das
aojos que o seguravaoi.
Cesaon de fallar.
Eotlo o Sr. de l'Oseraia perguntou-lhe
por que motivo em lugar da lhe dizer a
verdade na primeira ves qu9 tinha compa-
recido sua preseoga, elle tiuha adoptado
o syatdma de negagao absoata.
Porque, reepondeu el, quera evi-
tar a menina Genoveva Liaonct o des
gosto de ser chamada ao seu gabioete. E'
sempre extraordinariament. desagradavel
para uma mog* ter que patssr mesmo co-
mo testemunba por um longo interrogato-
rio.
Pois bem. Entretanto preoiso que
se faga a las aobre essa drama da villa das
Brisa.
Disse-lha exactamente o que se tinba

.
paseado aa vill., senhor, e se ouvir a me-
nina Lionnet, ella ba de confirmar as mi-
nhas palavras.
O senbor nao sabe que a menina Ge-
noveva Lionnet deixou a casa de sen pai '
Igoorava, senhor.
Ah 1 ignorava ? Pois bam, fca-o sa-
ben io. Mas eu sei agora onda est essa
moga e araanha ella ha de fazer aqu o seu
depoimento na sua presenga.
Entao o senhor araanha ter a provs.
de qua no sou um assassino e que se raa
tei ura mdfeitor na villa das Brisas foi em
estado de legitima defeza.
Pois bem, veremos.
O juiz formador da culpa tocou urna
campainba.
Os guardas de Pariz appareoeram e ia-
varam o preso.
Na p lacio de Saulieu tudo estava eco.
festa.
Depois de tantos anno3 de scffrimentu
como que sa semia agora todo o prego d;-
felicidada di que sa gosava. >
J nao bavia lagrimas. O sorriso esta
va em todos os labios. E como se ama
vam I como erara doaea as expansoas do
coragao as conversas intimas t
Para o pai, para a roa i e para a av,
Lourenga era o futuro. Tudo para ella.
As suas alegras, a sua feloidade, seriara
as alegras e a felicidade de todos.
Junto da mai, entra o marido e a filha,
Gib.'iili toroava-sa pouco a poico o que
ella era em outro tempo. A sua saude n&c
inspirava o roonor cuidado. A obacurida
de do cerebro tinha desappareoido comple-
tamente e recupera va a graga e a honda
de.
JLiit.s vozes, em contmplago dianta
dola a flba dizia lhe :
Ah I ra-raai, como tu s bonita sira,
tu s bonita e mais.bonita do que tua fi-
Iha ; mas anda lk nao tenho inveja disso-
Laurenga fallava assim com u na ex
press&o de ternura adoravel.
A mSi sorria e responda :
Ah 1 minhi querida, tu no diras
isso se te visses como te vejo I
A marquesa pareca ter vinte annos me-
aos era-viseonde, que tinha cortado *Aar-
ba, j nao dnha a apparencia do um ve-
lho.
Dorota estava maravilhada com aquella
mudaoga e alegre e rejuvenecida tambera,
disia ao velbo JoSo :
Ora veja o que a felicidade 1
- (CWmuor-sefia)
Tjp. do Diario, raa Duque de Caxiaa a. t.


.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EC42HYXT4_K13GCT INGEST_TIME 2014-05-21T22:33:28Z PACKAGE AA00011611_17226
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES