Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17223


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Full Text
liA
- ^--------------------------
PAA A tlWTAJL E I #B rm*J. I'OIII
Por tres mezea dilatados............
Por seis ditos dem............... IspOO
Por um rnoo idem................. 23#000
Cada Quinero avulao, do mesmo da............. 100
|)ropre2>aZ>f t>t Maiiot /igucira ot Jhxxa- # sIIjoj
!
'

TELEGRAMAS
SEffllgO PARTICULAR DO DIARIO
NATAL, 11 de Fevereiro, s 4 horas e
15 minutos da tarde.
Aqu chgou h>>jo o paquete nacional
Para, precedente do norte.
Segu boje mesmo para o sul.
r, I
EfNfP U AGENCIA HAVAS
LOiDREvS, 11 de Fevereiro.
O givernador g-rul do Canad acaba de
ef noiceado Vue R.i das Indias.
LONDRES, 11 de Fevereiro.
Segundo avisos de diversos lugres a
Rtssii mobilisa a sm artilharia.
PARS, 11 de Fevereiro.

O .rsenaes da Italia acbam-se n'este
momcit) em completa a divida le.
DUBLIN, 11 de Fevereiro.
Mr. Paruell vai pj-dir a derogaclo das
leis de cocrcao na Irlanda.
VIEXNA, 11 de Fevereiro.
Urna circular do govvrno ru9so aos seus
r&prasentantes no estrangeiro faz obser
Tsr qa? a sita silo da Bulgaria actualmente
contraria ao trat do de Bcrlim.
Agen ia llevas, filial em Pernambuco,
-11 de Fovereiro da 1888.
SERVib
COMO TELEGBAPHIG
DA IMPRENSA
(Para o Diario de Pernamb\uo)
S. PETERSBRQO, 11 do Fevereiro.
A Russia esl prepar .o a mobilisacSo
4a saa artillara.
ROMA, 11 do Fevereiro.
Os rs-naes italianos tnrbalham activa-
mente no preparo da m nico es de guerra.
LONDRES, 11 de Fevereiro.
O Sr. Prnell trat* de preparara revo
gac?.o do co- rciti .n bil, c
8. PAULO, 11 de Feverairo.
o Penha do Rio do Peixe, os fazen
di iros, acoiop .n!i..du3 de capangas, accom-
metteri-n a forg i publica, sendo assassi-
nado o delegado de polica.
Em seguida ca arootiot.dos peroorreram
a villa dando tiros,
10 DE JANEIRO, 11 de Fevereiro, s
4 horas e 50 minutos da tarde (pela linba
terrestre }
. Fui rameado director das obras milita-
res da provincia da Parr.hybs, Jlo Gan-
d* o de Oliveira Cruz.
I C- rr< m aqu boatos de que o conse-
Ikeiro liandeia de Mello pedio demissao
do caigo de pr: si tente da provincia da
Baha.
HfSTRPCylO POPDLAR
lACijaUSs. umu E
IITEfiATISA
DE
PORTUGAL E BR4ZIL
Cun^lheiro Joo
PELO
Manoel
Pereirada Silva
(Co*tinuas& o)
Aff...1'1 Jl nrique a eoneeguio ettrahir a seas es-
tados loovorros de franceses, allegaudo soa ascen-
dencia Em paga garantio-Ihcs trras e privile-
gios ; np-oveitou-ae igualmente de auxilios de
rasad )u normando*, ingeses, francos, flaioengos t
ilfili i qoe aguiam por mar para a Terra Santa,
e fue Hit: .luo asna eaosa meiiante favores par
tiesisres.
Pd! asi n tomsr Santarem, Lisboa, Cintra, e
iavad) r o Alemttjo, depon de dominar a Beira e
pacte d* Eatreoiadura, expelliodo daili os mouros.
Coosid lou-sc ero maiio corto eepaco de tempo,
lio poderoso que se sproveiton das brigas e dea-
ordena que se suscitaran no reino de Leao e Cas-
tells, ivr cansa de pretenso* s ao throoos resp di-
vos, pin declarar saa patria iadepca ente o pro-
tlernai-se rri.de Portag.l. Coasegoio da-papa de
Boma ama soa declaraco formal a fita da ser re
eooa(ii'i e retpeitadeeotan novo soberano, oosa-
prome:tendo-seD Alonso HeoriqaeS eoisiaerar
oeaef j do ciithohei.sso como sea seabor snSsrsan.
a pagsr-Ibeeot qoaiidade da sakordiaado as*
ii o snoual esa dinbsiro.
I mise: e, fttimtfl, a Mslsltiass porto
guuia, ao principiar o scalo XII, pelo3 doas meios
revolaos e conquista ; o primeiro empregado
contra LeSo e Castella, e o segundo con ra o-
iD&aros pjssuidores do solo meridiunxl da pinin-
sola. Para melbor garantir a segoridade do aovo
reino, transferir Affjus<> Henriqaes a capital da
Qaimaries, que fra a sede do feudo de sea pas,
para Colmbra, como loes I mais apropriadj s no-
cessidades do sea governo.
Pasaou tranqnillamente a corda portuguesa, por
morte de D. Aff oso He;iriques, para sea til no
Sancho I. Tanto este srg'indo mooarcba, c>mo
scua descendentes at Aff >r so 111, poderam nSo t
conservar illes.i a independencia do pas, e rea-
peitada peloi visinhos, cerno continuar para o sul
as conquistas contra trras de mouros, de modo
qne, cem annos depois, oceupava o reino de Por-
tugal tu Jo o si lo at os confina dos Algarves, situa-
dos beira do Ocano, e de frontu das costas afri-
cauue, comprebenlendo o sea estado a* provincias
do Douro, Tra dos Montrs, Beira, Eatreinalura,
Alemtej. e Algarves, com ainda boj<< as possuo.
Conh cid a origem e nascimento da nacionali-
dade, cumpre examinar a lingna que fallavam os
povos p rtuguiii's.
Pensa-se cem a algum fundamento qne a lingaa
primordial, de qu procedera os varios idiomas
tallados na Europa nos tempoa antigos, durante a
idade m^di, e na epocba moderna, fr a sanekri-
ta, ou ariana do mar de A ral. Nt morpbolugia,
on estructura e conttraccii grammaticaes, mais
anda qoe na phonologis, o nataresa dos sons
dos vocabul a, que p r mi io do estado aeaiada
e da comparacSo respetiva das linguas se desco-
brem sua origem e affia'dades. Mil clrcumstancias
inexplicaveis, o tempo, as relac^s, o isolamento,
as neeessidades da vida, aa guerras, todo concor-
re para modificar os idiomas, alteral-os, e distan-
cial os nos dos cotros, embora procedidos da mes-
ma estirpe.
(Ccntina)
PARTE 0FF1CIAL
ovitdo da Provlacla
DESPACHOS DA PBK8IDBNC1A DO DA 10 DE
FEvEREiRO DE 1S?8
Antonio Brandio Cavalcante.Informe o Sr.
regador do Oymnasio.
Arthnnio Vieira Nao poje ser attendido em
vista do disposto no art. 83 o seguiates do regola-
ment de 18 da Janeiro findo.
Albino Fernaodes de C.Sim.
Antonio Minervino de Moara Soares.Con-
cedo.
Antonio Jos da Costa Arauj .Indefciida.
Antonio Joaqaim Marques da Silv.Doferido
com oflicio de boje ao Sr. brigad< iro commandante
das armas.
Beltrio 4'CoiU.Sim.
Fieldtn B'OtberaHoje dirijo me ao Ministerio
da Guesra sobre a presente peticao.
Oa mesars.Informo o Sr. inspector do Tbesoaro
Provincial.
Francisco Ignacio de Paiva.Paase portara na
forma requerida.
Bacbarel Flix Jsynre Fernandos Bsrros.Eu-
caminbe-se, pagando o supplicante o porte na re-
par ti c3o doscorieios.
Qaldino Jos Burity.Informe o Sr. comisan
dante superior da guarda nacional da comarca do
R cife.
Jos A?elino de A'meida.Sim.
J-ronymo Jos Boatoff.Hojo dirijo-me ao Mi
nisterio da Mariohi a respeito do qus reqoer o
sopplicante.
Bacbarel J So Landelino Dornellas Cmara.
Concedo.
Jos do Reg Cavilcante Silva -Nao pJe ser
attendido em vista do dispoeto no art. 83 o re-
guiutes do regnlamento de 18 de Janeiro findo.
Maucel Francisco dos Santos.Hoje dirijo-me
ao Ministerio da Jaatica a respeito do que reqoer
e aoppli ?anfr.
Manoel J ? de Paiva Pinto.IafosSM o Sr.
inspector do Thesunro Pioviacial.
Miranda & Soosa.Sim.
Paulo M. Pereira Monteiro e Jos Pereira de
Arauj .Rcnicttido ao Sr. inspector da TUesoo-
raria de Faxenda para encaminhnr a peticio junta,
ama ves satisfeita arxigeocia constante da soa in-
fnrmacj de 26 do Janeiro ultimo, n. 6S.
Sirapbira J ruyui > da Costa..Dirija-se Tbe
soararia de Faxenda, que est autorisada a efiec-
tuar o pagamento solicitado.
U'bano Cavalcante de Soosa Alboqoerqoe.-
No p .o ser attendido em vista do dispoato no
art. 83 e segaintcs do legalameato de 18 d Ja
neiro findo. ,
Secretaria da Presidencia de Pernam
buco, em 11 de Fevereiro de 1882.
O porteiro,
F. Chaon.
w m y..
isapos
Or|i
HeparlUo da Policial
2* secjo. -N. 118.Secretaria de Po-
lica de Pernacibuoo, em 11 de Fevereiro de
1888 -Illm. o Esim. Sr. Participo a V.
Exc que foram hootem recolhidoa Casa
de Detenc&o es seguint- s individuos :
A'miuhi crd-m, M :? el Francisco dos Santos
conbecido por Manoel Sui, e Manoel Tneotonio dos
Santos, est- come sentenciado no termo de I -rob
e aqu-ll.' como criminoso no de Olindn; Andr
Jos de Saut'At'.nn, c. mo alienado viudo di Muri-
becs, t que tenba o convenieste destino.
A' ordem do Dr delegado do 2.* districto da ca-
pital, Manoel Paulm* Prateroa da Cunha e Mara
Francisca G.mes da Cpnceic&o, por embriagues e
disturbios. a
Croas prov.cacSea de desordeiros contra dois
italianos que occopavam o Urgo da matris em Li
moeiro interrasados no lucro que Ibes proporcio
nava um realejo e znsmorsma, produriram na lo-
caliadc, d> puis do 10 horas da noite do dia 2 d .
csrrente, ceno incidente que largamente tem sido
explorado em correspondencias e teUgrainoas com
o tim de fser detmerecir na confinc. da adminis-
trado o delegado ds podcia cap'tao Aoteaio Jote
Pestaa que, v.cal e ifii-Hlmente me hi prestada
esclarecimentoa sobre o tacto, auas cireo.oatancias,
e tambem sobre o modo porque se agiiam alii us
paixdes no sentido de censt-goir se o eff-ito dese-
)ado.
O cffi.-io que junto p 1 0,jia restitoe acs tactos
a sna naturalidad*:, eorrendj a cargo das autorida-
des judiai o procedimento n'tenor.
Deus guarde a V. Ex:.Illm. e Exm.
Sr. Dt. Ign io Joaquim de Suuza Leo,
muit-j digno vLe-preaidente da provinoi,
O chite de poli a, Francisco Domin-
gues Ribeiro Vianna.
Copia.elegacia de p liciajdo term jie Limoei
re, 7 de Fevereiro de 1888.I lu Sr. Uomprin
do a ordem de V. S., passoa iuf rmar ciienmataii-
ciadamente qoaoto occorren oesta cil-.de na noitc
dtf oa 2 do torrente, ri-lmivameote ao espanea
ment que discm fer toffrioo os n-gociantes Au
gusto M.rcnl Vas Cerqninno, J t Aogusto Ro-
sndf, Antonio Gualdo Ct* ho e Tbomas Soares de
oFinc irado
Estando os^tUianos Franciaeo Feliaono o Anlo
nio Elitier, tocando realejo e apceseutando um pe-
qneao cosaoransa o patao da Matria ao tenainsr-
ae o sVg de vista da festa ji so,0>pois dais 10 bo-
nsdsDi
dir.m com pe irad.s d.sendo que baviaao de ac
wm
at pelo amor de Oeus, qun mo Ibes fisessem esae
mal, mas apesar d'isto a aggressSo centinuou at
que sendo forido o de nom3 Antonio, pediram o
auxilio da polica. Comparecendo nesse mimenro
a randa, (leu o sargento qne a commandava, JoSo
Pereira do Araojo L ma, vos fe orisao ai indivi-
duo de nome Serspo Campos Forreirs, autor do
furimento ; este tritou de resistir, fasendo esfs
para evadir-se. Nessa occasiito ebega o negocian-
tV-portng'ies Augusto Marcal, oppondo-se do modo
mais inconveniente a qne se eflsetaasse a prisSo
de S.'rapiSo, tentando tomtr o preio co n gritos e
intuitos a polica, a vista do qo-t o sargento deu-
Ihe tamb-m vos de prisio. Presos ambm, ao con-
frontarem easa do negiciaate Jos Cl'imentioo
(.onh cid > por Zumba), a qual tica no mesmo largo
da Matrii, sppareceu este oppondo se prisio de
Au rusto, duendo que prestava fiaoca e que o pre-
so d'alli nao seguira. O commandante da rond*
respondeu-lb qae sim, mas que o preso nao po-
dia deixar de ir a presenta da autoridad?. In-
sisiindo Z liaba em nao deixai o preso seguir, e
notando o sargento que o grupo erescia, augm 'li-
tando a t.t-iluc i, e que o numero de pracas tor-
nava se insuficiente para manter a prisio, apitou
Corr moiediatamenle com as outras prscas que
estavam no qoartel e encontrndome com um gra-
no numeroso no meio do qual Z mba e ontros in-
dividuos ;ii:avam inconvenientem-nt^que a poli-
ca nio :ra capas de levar o preso, informei me d >
mesmo 7, i-nba e do sargento oque se tinba passa-
do e disse ao primeiro, que acceitav a firic mas
que o termo nio poda ser lavrado al i na calcada
e sim em mioha jasa, garant ido-1 be eu que Au
gusto naca soffreria e qne elle ateo poderiaacom-
panbar co. a aua gente se quisesse. Todos os
mena esForcos, porm, toram bildados, ontinu in-
do com seus assecla* Ziuiba, a gritar e a maltra-
tar a polica.
Chog eotio o escrivo de orpnios Hrminio
Delfinodo Naseimento Lima acjmpanhido d- ou-
troi. vociferando 1o,'j contra a policii, gritando
igaalmente quo esta ui > h ivia de conducir o preso.
Nio obstante, com prudencia, de ivo fis Ibes
sentir que isto nio era pojsivel, que era indis
pensavel que o preso tosse a mioht casa para la-
vrar-ae o termo do Sanca e mais formalidades le
gaes.
Exaltatsm-se anda mais o Herminio e o Zum
ba secundados pelos caixeiros des te e de ontros e
por capangas cujo num-ro ji tinha augmentado,
continuando a insultar a polica e a gritar que
ella eraincapas de coudosir o preso e que este t
snbiria d'alli depois de correr muito singue. O
negociante Augusto M .real, vcnlo o coofleto im
miiente tomou me o braco e disse vamos, sabi
immediatumentecom ele e maia tres pracas, mas
quando a:i outras iam descendo a calcada da easa
do Z'.jib-i para me acompannarem, ebega ootro
grupo cotopoa'.o dos negociantes Antonio Geraldo
Coelbo, Jos Augusto Rosado d ; O.ive ra. Tno-
max Soares de Figueiredo e outros patricios d'el-
le, caixeiros e trobilbadores, os quaesrranindo-
so ao grupo do Herminio o Zumba aggrcdiram a
forca giiando a polica pona para condnsir o
Augusto, estando a m iur parte o'olles armados
de facas e cacetcs. Travon-se eotio a Iota saba
do della fi-ndo levemente o negociante pirtnga-s
Antonio Geraldo Coelbo que qun apoderar-ae do
sabr da praca Coriclano de Siqneira Galvio,
sendo presos em fl igrani o mesmo C-oelb) e Ja-
cintbo Jos Casteibano que de faca em punho tea-
toa arrancar o preso Augusto do poder das pracs
que o goardavam. A >:i immediatamente inqne-
ritos contra os d=hnqu:ntes, os quaes tiveram o
conveniente destiuo no praso legal.
Nio exacto que o negociante C'elno estivesae
incommuuicavel em uu.a enchovia, foi conservado
em custodia na inelnor prisio, sendo abi visitado
at mais de 2 horas d noite por seus amibos en-
tre outros Salviano Bindeira ra Ferreira Brsga e Viriato do Soccorro
Nio mo consta qne tivease havido outros feri.
mentos alem dos de Coelbo, ao m?nos ninguem
mais appnreceu pira ser vistorado a o pr^prio
Coelbo desde o da segninte ao em que se dea o
confl oto que paseis pela eidade, havendo rid
salto assim como o Augusto por terem prestado
I raspa provisoria.
Deus guarde a V. 8 Illm. Sr. Dr. FrancisTo
Domingues Kib.iio Vianna, mulo digno ebefe de
polica. O delegado da polica, Antonio Jot Pu-
taa
Secretaria de polica do Pernambuco em 11 de
Fevereiro de 1888 Polo secretario, Frauciico
Qera Ido da Siloa Barroto.
The so uro Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 DE FEVEREIRO
Maria Cavalcante de Albuquerque Ro
cha, offi-io do Dr. pro'tirador dos f-itos.
Domingos Antonia da Silva Beiriz, Jos
Ribeiro rfa Fonseca Braga e JoSo Jo=6 de
Helio e Antonio Ferreira Ribeiro. -Infor-
me o Sr. contador. ^
Candida Mura da ConceijXo. Salala
9a a exigencia resultante das iofo 0)890'-s.
Pret do cerpo de pe lirio e contas das
obras publi-ai. Exa:n1nom-se.
Prxedes da Silva Qusmao e Antonio
da Silva VJora Sarmenti. Certifique-se.
M:Qoel Jos do M^gilbies Ao conten
ci sj para cumprir o despacho da junta.
Miria Ji-nn.i Fiuza de Sauz., Campa
nhia do Beb ribe e H*metro Mucel Silva.-Heja vista o Sr. Dr., procurador
fiscal.
A Iministrador da Casa de Dutenr-So e
pret do oorpo de polica. -P-goe-se.
Antonio Jos dos hantos e Carlos oi
Man.Ao Sr. Dr. administrador da Recebe
loria Provincial para os deviJoa tina.
aiARlO B2 PEagABBE0
REaFE, 12 DE FEVEREIRO DE lt88
*etro*i>eeto poltico
POLITCA PAitTlCULVK DOS ESTADOS
EUU' PEU8
( ontinai(io)
A commisso de inquerito parlameutar en-
celara apenas os seus trabalhos, quando em
virlude de revelaces fuitas perante o tribunal
correccional, se soube que as cartas escripias
pelo Sr. Wilson dama Limousin baviain sido
subtrabidas dos autos a que estavam annexas,
e substituidas por outras.
tsse novo episodio do erabrulbado processo
das condecoracCes teve desde logo as suas con-
sequencias parlamentares : deu ensejo a urna
aierpellajao na cmara dos deputados. 0 Sr.
Douvilk:- oaillefeu pergontou ao governo.que
providencias tomara para satisfazer a opinio
poTica, mais offendida que nunca pelo facto
que se acabava de dar. Respondeu o ministro
da justica com a promessa de fazer o que jul-
gasse acertado, logo que o tribunal competente
se pronunciaste sobre o iuci dente das cartas
Essadilacao, embora curta, nao agradou aos
impaeientet. Foram aptesenladas diversa mo-
gOfs, pedindo a averiguagio hnmediala do
caso. Volou-se, todava, urna ordem do dia
pura e simples, porque o presidenta do conse
I lio dcclarou a tempo que o seu collegao Sr.
Mazeau tinha exigido naquelle mesmo instan-
te as desojadas informaces de quem era obri-
gado a fornecel-as.
Taes e to compromeltedores foram os escla-
recimentos ob'idos, que o governo resolveu de-
mettir o prefeito de polica, Grognon," cujas
pcyes pas8aram a ser exercidas pelo Sr. Bo-
urgeois, at ahi director da administrago de-
partamental e communal no ministerio do in-
terior.
Ao mesmo tempo o procurador geral de Pa-
rs pedia a cmara auctorisaco para, embora
aberta a sesso parlamentar, proceder criminal-
mente contra o deputado Wilsob, como com
promettido no facto da alludida subtraeco e
substituigo de pecas constantes do processo
instaurado contra o general Caffarel. Aquel le
deputado nao quiz defender-se ante a cora-
missao encarregada de estudar a procedencia
do pedido, e a qual foi de parecer que o reque-
rimento do procurador geral devia ter deferi-
mento; por quanto disse o respectivo rela-
tor6 necessario que os Tactos que ahi se re'c-
rem nao sejam um s momento levados conta
do rgimen republicano, quando nos aceres
centou -temos o direito de proclamar bera alto
que elles esto em contradieco manifesta com
os principios de dignidade, honra e absoluta le.
aldade, que sao da propria essencia da re
publica.
EAfectivamente, a auctoiisagao foi concedida
por unanimidade, pdese assim dizer, porque
apenas tres votos a recusaram.
As accusagOcs de que era alvo.o Sr. Wilson
atringiram moralmenle o presidente da repbli-
ca, desde que este nao manifestou por um acto
publico que nao pretenda amparar ogenro com
a egide da sua auctoridade e das grandes syni-
pathias de que gosava no paiz. Depois dessa
votaco da cmara, a demissao do Sr. Grevy tor-
neu-sc urna necessidade geralmr-ntc reconhecida.
Elle, porem, ou porque'nao comprehendesse
perfeitamente a gravidadodasituaco, ou porque
esperasse ver o sentimento publico modilicado
a seu respeito,nao se mostrou a principio se-
riamente desejoso de dcinittir-se das altas tun-
egoes cuja dignidade a fraqueza de seu coraco
de pae estara de certo modo comprometiendo
A cmara procurava um meio de obrigal-o a
dclib.Tar-se n'essc sentido. Esse meio cncon-
trou o o Sr. Cleuicnceau. O chefe da extrema
esquerda dirigiu urna interpcllagao ao governo
acerca da situaco poltica. O Sr. Rouvicr pedio
o adiamento da respectiva discusso, dando como
fundamento do seu pedido a necessidade de que
a converso da renda, qne se eslava effectuando^
terminasse sera abalo nem comprometimiento da
situago (inaoceira. 0 interpellante nfio tten
deu ao motivo allegado. Exiga, ao contrario,
que os debates comecassem n'aquelle mesmo ins-
tante, porque arguraentou o governo careca
de auctoridade para vencer as difflculdades poli-
ticas do momento p^lo que estava dando ao paiz
um triste espectculo de anarchia.
A maioria dos collegas do Sr. Clmenceau
deu-lhe razo rep'ica. O adiamento foi repel-
lido por 317 contra 328 votos. Ante essa derro-
ta, para que a dircita havia concorrido com todos
os seUs membros, menos 10, o ministerio de-
miltiu se desde logo, urna vez que iizera do
adiamento questo de confianca.
0 que mais esperara o Sr. Grevy ? 0 que
Ihe cumpria fazer cm to difficil emergen-
cia ? Negar a demissao solicitada pelo gabinete
Rouvier, pedir a sua sem demora ao parlamento,
e, na forma da lei constitucional, commetter ao
mesmo gabinete a plenitude do poder executivo,
em quanlo os representantes da nacao nao ele-
gessem novo presidente. Nao o entendeu assim.
Procurou, cm vez disso, promover a organisaco
de novo ministerio. Nesse sentido chamou ao
Elyseu diversos homens polticos, todos quantos
pode suppdr capazes de auxiliarem-n*o nessa
tenlativa improlicua. Offercceu a presideucia do
conselbo aos Srs. Freycinel, Goblet, Floquet,
Brisson e Clmenceau. Nenhum qui; acechar a
confianga com queeram. por igual, distinguidos
Todos acharam o peso dessa honra superior 6
fe-reas communs. Os dous ltimos dos chama
dos ao palacio presidencial disseram com a m-
xima franqueza ao Sr. Grevy que nj era sim-
plesmente ministerial a trise que se havia decla-
rado, que era presidencial tambera .
Pois nem assim o presidente da repblica se
viucom animo de tomar urna resoluco deliniti
va e prompta I As suas hesitacoes impressio-
naram toda a gente, e desgoslaram de modo pro
fundo aquel les mesmos a quem antes penalisara
a posiQao triste em que de repente se havia adia-
do um homcm contra o qual a Franca neotiaraa
falta pdera argir at alli, alem da especie de
soliiiariedade qu^, levado por sentimuntos de
familia, havido assumido em relaco 4 conduela
do marido de sua lilha.
Depois d3 urna conversaco que teve no dia
22 de Sovombro co/n o deputado e jornalista
Henry Marct, o Sr Grevy manifestou, a Anal, o
intento de demittir-se e de cncarregar o Sr. Ri-
bot, que patriticamente acceitava a incubencia,
da organisag.io de nm ministerio que presi-
disse transmisso dos poderes presidenciaes.
1 novo, mas ao proprio ministerio demissionario
pretenda elle incumbir dessa missao Cbegou
a autorisar o Sr. Rouvier a que declarassc offi-
ciulmente qu a mensgem de demissao seria
apresentada ao parlamento no 1 de Deze.nbro.
Mas rto dia marcado annumiava o presidente do
conselbo acamara dos deputados, segundo com-
municacao que horas antes re&ibera, que o pre-
sidente da repblica havia mudado de opiniio,
pelo que o ministerio scconsiderava de novo
demittido.
O Sr. Grevy dava aos seus contemporneos
admirados um espectculo oada coacordante
com % boa f republicana e os sentimenlos patrio-
ticos que sempre Ihe foram attribuidc-s '. repre-
sentava o papel de nm funecionarig qpe se -nao
resigna a perder os crditos e a dignidade do
emprego. Haveria tal vea injustiga em suppl-o
subordinado a um pensamento msnos digno ;
mas a sua altimdc inexplicavel, as fluctuaces
da sua vontade auctorisavara, embora os prece-
dentes de que podia honrar-se, juizos menos fa-
voraveis.
Era entretanto impossivel que esse estado de
cousas se prolongasse por mais tempo. As c-
maras assim o comprehenderam, volando simul-
tneamente urna ordem do dia por forca da'
qual a sesso de urna se prolongara at s 6 e
a da outra al s 9 oras da noite, para espera-
rema conirauBicagao gvernamental promettida>.
Essa enrgica rcsolugo acabou por decidir o
Sr. Grevy. Sabendo o que se havia passado no
parlamento, ollc auctorisou por escripto o minis-
terio a declarar alli que o presidente nao pensara
um s instante em abrir conflicto com a repre-
sentago nacional e que no dia subsequente dara
a conhecer ao paiz a resoluco que entender de-
ver tomar, por meio de urna mensagem di-
rigida caraira e ao senado. E dessa vez nao
faltou promessa.
0 parlamento recebeu a 2 de Dezerabro a to
esperada demissao. A assembla nacional foi
convocada para reumr-se no dia seguinte era
Vcrsilhes, alira de dar substituto ao Sr. Julio
Grevy.
Antes de referirmos os incidentes que prece-
deram a eleico do novo presidente da repblica
franceza, vejamos como os monarchistas tenta-
rara aproveitar, pira a satistago de suas aspira-
ces, a crise poltica porque a Franca Uvera de
passar.
(Continua.)
INTERIOR
l
DISCURSO PRONUNCIADO PELO CONSKLHE RO
AN'TOS'O PA JO. NA SESslo 9E 21 DE
JANEIRO hZ 1888.
O Sr. Antonio Prado (movim n'o de at-
rencSj)Sf. presidente, o discurso proferido na
sesao de nonr-m, pelo nobre deputado, autor do
requerimento em discnssSo, obri;un-me a vir A tri-
buna para cfferecer-lho prompta contestacSj.
O modo pelo qaal o nobre deputado fun ls;nn-
tou o su requerimento pat- ntcou o 5m principal
do seu diacutao: deicobrir um supposto desaccor-
do entre os principios qna tenbn sustentado a res-
peito di in leb'.ti in'ervenco da forca publ:ca na
prisio de escravjs fgidas, e o proe.edtmento do
-idminietrador da pr .vincia a esac resp iio.
A 8itu-.c.) em qu collocou se o nubre deputado
tem toda a applicacS) ao principio do quod v -lu
mu fucile credimut; en'retanto, ser-ms-ha fcil
lecBOnstrar o erro das suas apreci.coea.
Nio ha deaacc ird-i entre o modo porque eu en-
caro a misco da aut:ridide, mu a tuaes crcum
stanciaa da provincia, com re be i 1 a fuga dos es-
cmvoa das fas-'ndas, e o p oceiim n*o da adminis-
iracao, com vista dos factos que toem sido apou-
taduS como provas dess desaceordo.
Apoio, Sr. presidente; tolos essea acto?, e, se
estivessa em idntica posicio, nao teria procedi-
mento diverso.
O que tenho sustntalo, qner na tribu.ia do Se
nado, quer as cilumnis edictoriaes do Correio
Paul stano, j.u a intervenctlo da f jrc publica,
para p.eni.-r escravos fgidos ou para impedir
besa tuga, Ilegitima e improficua,salvo o casi
Je amcsoi de perturbaclo da ord.-in publica eu di
seguranza particular dos scnbores dos escravos
(Apoiados).
O Sr. A NogneiraAp>>ado, ahi j nao ha in-
teresa'' inlividusl, ba interease pnblic.
O Sr. Antonio PradoA illegitimidade da in-
tervencSo da foro* rub'.ica na prisa de se avos
fugido> decorre da nataresa da propriedade si-rvi;;
a sua improfictiidade resulta da impoesibilidade
mxt-rial de conseguirse, por esse -jieio, o fiui que
se 'em em vista.
A propriedade servil, senhores, consiste no di-
reito que tem o senfor de exigir dotscravo a pr. a-
ti-c.'i 1 de e. rvie 3 ; a girantia que o Kj'aioTjff-re-
ce a eses propriedade a de assegurar ao proprid
tario o direito de exigir do esciavo a preataciwd is
MrvMS a que e'le obrigado p..-la sua condiei
aervil.
E1 claro, porlanto, que q'iaudo o eacravo recu-
-a-s A prectcl) de-STvicu aband na a fiszenda,
o emprego dos m^ s l-gies p-ira obrigal-o pjn-s
;aci) do serv.foj incumoa exelns'vsmentc au pro
on 1 6., ,!ior. (A;J0 ado do Sr. C. S>l!e.-).
K esse um onua da sna propriedade.
Nao diversa a situaco rto pioprietar^o de
ju Ijurr iir.m iv. i. Nesto CdSO, o Eat-do girautc
igualmente o direito que tem o proprtirio ao
Asa da sua propriedade; mas a-, pela eonlico
do immovel, o proprietario nao podii josar da pro-
pri.-dade, 1 icuuibe. por Ventura, ao E tadj a obri-
^acSi de {,61 .. 10 ejndicJj de se prestsr ara fiua
1 que se deit'na ?
Quando o predio ameac-t ruina, 'iir' -se o pro-
paUfio autoridad-, para que ella iut-rvenhi
.asegure- he o gosj da propriedade ? ( luuo bcra
Jo Sr. C. Salles).
S..s mesmas c u i^o. era o proprietario de
escravos; elle tem o direito d exigir a pree'acao
de s rvic.09, O Estado garar.te-lha o t-Xrcicio deaae
lireito, mi o emprego d is mei s para que elle, sr
i'jrne efijetivo iucumbe exulusivami.-n'e ao proprie-
tario.
O Sr. A. Q >eiro3 i um -p .r' -.
O Sr. Aut.nio ^radoEstes pr-nJpiosjur!dic39
nio pod-in ser contestados, principalmente em urna
-.saembla comporta qmsi que em aua tutaliuade
1 j'KCOUultOJ.
Assim, pti, resu'ta do que tenbo dito a s"guinte
.ouclusl.: quo o Estado, que a autotidade, que a
torc p'.b'iej, o oodum iu!erVT para obi-ig .r o
agravo & prestacSo de s-rsico.'; e, por coaae-
guinte, que a in', rvenci da torca publica dle-
ptima para a prisio de escravo fugif >s
A este prineipio, Sr. presidan'.'', eu reconbeco
las tx-epc5-s; a primoira, quaud da fugadis
es-ravos resuda ama aui-ac.i de pc'rturbacaa da
ordem paolica ; a seguuda, qoaado o srnhor, no
emprego dos meios coercitivos au trabalho, facl-
talos pela le, en ontra um perigo para sm seu-
ranca particular
8&0 estes, Sr. pr-sid-nte, os principios que tenho
vistj respeitados com poucaa exeejc5-, qae na 1
p alem Mtt imputadas responiiabil.dk Je do hon
rado admin trador da prjrmcia o> quadra dffioil
qa> atravessamor.
O honrado d putado do 7' districto, que em pri-
meiro lagar piocur iu mostrar a sapposta diver-
gencia de opiuio entre o rador e h boniado pre-
sidente da provincia, trat u principalmente de
la tactos, para eodfirmatr sua aaseryao : d -s oc-
cunencas havidis no municipi > de Araras, em
u na fas na, e dos acoactc.meatos de Campias,
oestes a.timos das.
O honrado depurado republicano, analyasndo
aqu<-lies faetn, procurou Oemoustrar que o presi-
leute da piovincia indebiuim-ate autorisava a ra-'
t -rvi-nclo da forca pubica p-ra a prisa do escra-
vos fagidos ou para impedir-Ibes a fuga, contra-
riando por este nodo a livw mxptaaa dt mov-
ment emancipador, que felizmente manifesta-se
deaenvolve se n 1 provincia de S. Paul.
O bourado depatado qu hoateq oceupou ti
brilbautemente a attonfo da "easa, tiatoa dos '
mesmos tactos, porm p.ra mostrar itfteramate
o contrario, ato que o presidente da provincia
deixa correr revelia os interejses, os direitos dos
fasendeiros; que a sua iaferveaclo nio se teta
manifestado quando necessaria e exigida peW
luteresae social e pela garanta dos senhores da
eacravo?.
O Sr. J. L -bato : Apoiado, quanto a ultima
parte, e nio apoiado, quanto 4 prim-ira.
O Sr. A. Prado:Eu podia refatar o diseurso
do nsbro deputado pelo 7 districto eom as psla-
vras do nobre deputado pelo 2 districto, assim
eomo podia mostrar a improcedencia das censuras
dei{0 com as popriaa aecuaac-'s daqoelle (muit3
bem da maioria) ; e, deste confronto- de opinioes
oppostas, eu concluira pela improcedencia das
urnico s de ambos. (Anotados da snaioria.)
Mis, nao me soe-orrerii desta reeano,'ecami-
narei os taetoa com ell a for\n exp stose cme-
se devana, para mostrar qu-i tanto o nobre depu-
tado pelo 1' districtj, cjud o nobre depatado pdo
segando, nio tm ras >.
(VIuito bem do Sr. A Nogueira.)
Sr. presidente, o qae se deu no municipio de
A oras e que despertou as censuras do nobf* de-
putado pcio 7 districto ? ^S
Achava ee na sua faxenda, no municipio de
Araras, a reapeitt-vel fimilia do Sr. bariti. da fti-
tinga, que estava atisonte, 'qusado algaos escra-
vos aa fazenda d;.ram exigencias desairasoidas
quanto ao rgimen do traba.bj e quanto s eondi-
(,'es de aua lib.rtaca quo j ibes tinba lido dada
generosamente p;r aquella fazendero.
Sobresaltada crn este facto e em vista da atti-
tude dos escravos, poasoa da familia do !3r. Bario
de Ibitiuga tel-grapliou a este honrado cidadi..
que 60 ach .va euo Cainpiuj.s, comoiunicando-lbe 1
occorrido, accreacentando que os escravos esta-
vam revoltosos.
A mesmo comoaunioacaj teve a aatorade d*
Campias, do delegado do pooia da Araras.
V, p ranlo, V. Exc, que o facto foi traadc
ao conbecimeuto da anloridade exactamente eos
condicao juatifieativa di ereepcio qu se da ao
principio da illegitimidade da intarvenoio ds fr-
9a publica pira a prisio de escravos.
Verificou-se, depoia, que eram infundados oa
receios de urna s die'.o ; mas, as circumstancias
que aeompanhavam o tacto da attitnde dos esr,-
v. s, achando-jc alli urna respeitavel tmilia com-
posta de muitaa senboras e enancas, justificare
plenamente a providencia tomada pela aiitoridade
de Campias, de fazer seguir para aquslia fasen-
da um Conting-nte di prac ig, para g rantir a
vida daquelUs peasoas qoe se julgavam ameaeadas
c evitar a perturbaca d ordem publica no mu-
nicipio.
E' ver.iade, Sr. prcaiieote, qUe nio se tratav?
de escravos, mas de libertos condicionalmente ;
ent:etaato, tamben) verdade que a torca remet-
lila para a eidade de A-aros nao foi incumbida
de eff.-etuar a prisii d-a auppostos eacraVos fa:
idos, mas de g .rantir a segarauei das psssoaS
que se achavam u. faznia, e da ordi;m publica,
se por ve o tura fosso -me .cata.
Oceupou-sj tambjrn o n ibre deputado, ropre-
sentantep:!o 3- districto, doa aoonteeimento'da
Campias. '
Sr. presidente, precia > q,ue se suba q te oa
accnteci.ne.iioj de Cunpa.u aj tiveram pjr ori-
gem a prisa 1 d es.-ravu fugidjs. Alguus.tar-
oul utos da uell.i cidoi ; d 'jrespeitacam um agen-
te da forf a publica .pe se ach .va'na estacio da
estrada do ferro, ao qu .1 d.ram j
de cap'tao do matto, originand >-p
qaeno disturbio, que i u em reaaltadj a prisio de
um dos turbuleiiros p lo cipitAi uollatiuo, com-
mandante da forct e que so 'ach >va na estacio.
Oa turbulentos ten'aram tirar o preso ds mioo
dos saldados, que 03 repelhram sao tasarem l"fC
das armas.
Apesar da re,iat*neia do3 parWrBdores da or-
dem, afosca esnae^ui 1 conluai^.o preso at i
cadeiu, onde foi leeolhido. A .1 rsajtarata oa des-
ordeiros, por vesos atacar a eadeiaj laocando, pe
dras sjanellas J; edificio e a jautinell'/qae
ficaram feridas.
Esta aituacio prolongoo-se potJ
durante as quaes o delegado do pdaf
mandante da forca tiveram aecesiilada do empre
gar toda a pru'denoia e le f ;j,-r v.ijgr o rigor da
disctpua militar para impedir a reteji das sol-
dados coutra 03 ataques Joo desordeirus.
Sem t-rsa prudencia, por certo qae teria havido
derramamento do sanuc. Ootr autoUdale me-
n.a prude ;te, di re uosme, mais enrgica, teria
iutimaio o grnoo qao apedrejava a eadeia para
que se retirasse, sob pena do .emprego da forca
pub.ioa.
Ao pasao quo Ut. euec u. t 1-grammas toram
dirigid.s ai p.ej ente da provincia a chefo dflppi-
licia communicondo o occ^rlo. O presidente re-
eebeuvo primeiro t''!ejys^ S'*" 5 h->ras da tarde.
tlfi;i Je foier s guir
eidade, com o au- .
quo os telegram-
oa qi-r,to a necastidals
Jua 'j c-ab-e que estavam
.-.cas Je liui b :m mnniciadas
por un ufieia! eu rgicj (nm
pridof de deverea. Todo uto justifica o adiameu-
ti da rem saa d 1 forca para o dia seguate.
O que oecorreu durante essa niita,*n eidade de
Camp'nas, in "t* q 1 o contingento'de f-ir^a alti
existente bi.s'ava para impedir oa disturbios to-
vi.los, se a au'orila.e ooi.al n"o quizeaa*evitar
o .-mprego de m tdidas extremas que darii.mata re-
sultad 1 o ierr .mamento de singue.
Prefiro ter de referir-m asa prudeaeia, a ter
Jo lastimar ^ empeg > das medidas rr mas. Vi,
portauto, V. Ere., Sr pr-siJenre, qae os fac|>8 90-
corridos em Campia* uo ju3tifieam as Ceosa.-a
que se tem levantado contra o procedimento d
administrador da provincia.
Nio preteado justificar t 'dos oa aetos dala agen-
tes da admiuistraco n is localidades dsu'aterior,
omo,.tpor exemplo, algumaa prisSos dt escravos
fgido uas estscoes das estradas do foreott.
r presidcote, o que paro se njta Uail|HH
taneos actuaoa di provincia, e sobetuJoas cir-
eiimstanoma especialiasimas ds eidade de Csspi -
as, que estes factos, qu- conatituem axoepoSes,
uo aejam m-.is frequenr.-s ; SibretUdo, aoi des
ser m-tivo de nrgu.ho a calma e a tianquillida-
de eom qae em geral ss est operando na provin-
cia a trausformacao do trabalho. (Apoiado df>'!
C. Sailes)
Como ji disse, oa altimoa acontecimentos de
Campias uao tiveram origem oa prisio de 1
vos fugidoa ; con8?guiutemes*8, si. mor
tes todos 03 commeotnrioa a qoe tdn di
por paite doa que, como eu, enbadeass
publica incomp -teate parajsffectuar sisa
salvos os caaos de exc ped > a qu ji ref
O Sr. C. Salles di um aparte.
O Sr. . Campias relacionaai-SJ com outra.i auaa de
lacio qu-i ail exiat-m era actividajsj, de longa
data, e quo ni > deviain ter o apoio do blondo re-
presentante do 7* dia'rioto, uruamento do partido
repob ieaao (.poiados), que Se distingan pela mo-
deraedo das suas iJ>s e p lo modo patdoo a or-
drm com que fu, em geral, a saa propagaada ;
e, se me permitnsae o honrado depatado, eu Ihe
ped'ria para nesta questio ouvir os conselbo pru
dentes a 1 seu uob.-e e iliustre amigo, reaideat
eidade de Piraeieaba.
O Sr. P. da Moraes E' tio prudente con
(Bisadas).
O Sr. Aatoait frado Oo qa Unno dito com
relaeio aos taetss qae o honrado lepiftmf*
E a d /mingo, c
uti tem espeei
xdio da ,tg.-l
mas
d.-st
Oil
o e
I

I


I
I

t o-Dnnng 1.2
peto 7.o d .- ;.iri *5"^
trar que i prndente i* provincia empr'^ *-
bitament" a farsa publica ae priiio de eaeravo
oa asa-modo eet em conerwstiecAo
M os p-Dcipiu* q/M taaba auatentado re
>, remita a i'aata*tencia das aiiasHtsfroioea.
sara, gatas l presidente, aos fte q
forara ap sentada? pe nobre depnUdo, repre-
entente polo 2.*dittrreto, para ehegar a condo-
nos iajteriimente contrariai aqnellaa que Preten_
leu f car o nobre aoputado, a aa*aabj da*
responder ; ialo pava demonstrar tare tsyeas-
iknte da provincia ntoatewvaa, alo eiaaaga *
torca publica, para pa*a*sr M? iagle*,dei-
xaodo de rarantir a eatarioadii aarvi atardece
publiea e i. aeguranc* *avrtica**r do iasendHa.
Referi ee o nobre *-**taa>a, ew ntimein*agr,
aoe aconte imentos da l^aca**.
L)ise S. Bzc. que, pasar 4a gta^daia* atase
acontecimotos, o hnwio paaiderjoada srinoi
eonstrvou se inert, nfa im ai pi Maaaaia ne
costaras para cobibir o abasos que aM occorre-
ram.
Sr. prenideate, o nobre deputr.do, qoe preoccu-
pou-se tunto eom a mioha auppoeU divergencia
com fhoorudo presidente d provincia, eequeeea-
' m de qne de suas palavras resultava a mais for-
mal diverj,iuit*, aris sotsaiue uuuuusaoft} d
procedimento tido pelo honrado diputado pelo 1.*
diitricto, i Sfc De. A. (jueirox.
O Sr. R. LobatoXas cu nao ditM isao.
O Sr. A. I"raa... coas reluc aoa acontec-
meatos r*aacicaba. O qae nos drae o nobre
ttepstasxo pilo I. distrieto, p*r oecasieo de retirar
O asa reqriaento de informaceaT
. Em aix da bancada liberal, declaro qne es
taima satisteitos com o procedimiento de honrad?
preatdeute b provincia
fporadM da bancada conservadora).
anoierei responder melbor ao nobre depata-
do pelo 1." dietrieta, Itader da opposiclo liberal,
4o que coc a* palafVras insuspeitaa.do nobre tfo-
p a tasto, repreeentaate pelo 1 dietrieto.
O Se. A. (iteirosbzucarei mea mofa de pen-
sar, e qi e diese eonfirmarei.
Q ir. A. PraiMO nobre depatado polo 1.a dis-
trieto fi ) aais correcto potaivel, poie nenbuma
censura peie aer "feita cota ju*tic,a ao presidente
da provincia, petasen procedimento a reapeito da
occurreac ih de Pirueteaba.
Receben do uta telea-amma do jois de direito
d aquella ti LadA o preaideite da provincia fea mi-
mediataaeate seguir para all una* turca, em trem
especial, cbogando ella a lempo de evitar que ee
reproduzis em as seenas que se haviaes dado n'a-
quetla ioade. e qae motrvaram a ezpedicao deste
telegrama*).
A"o aeilKi tempo recebe* o presidente da pro-
vincia om telegramma di respeitavel cidadao, o
Sr. Bario i* Resend*, diatincto cbefe da partido
conaervado n'aqaella cidade, carcter respeita-
vel, digno Je todo o crdito, no qual reprodoaH a
messaa ojtiria dada pile jais de direito, e indica
va oorw ele ana ardadlo d'aqoelte lugar como o
mais apto para eaercer, nae circuoMtancias em
que achava-te a tocalidade, o cargo de delegado
de polkia.
tj. Etc. i amediatssente fes esaa nomeacae, e
coamaakftii o ao* acto, por telegramma, de mlo
e o delegado de polica entrn logo no ezercioio
anas furctSee.
V, porUioto, V. Exc. Sr. presidente, qne o pre-
sidente da provineia tomoo todas aaorovideucias
que era poiswel para a trmpo acudir urgeneia
as circamiitaneias, na cidade de Piracieaba.
O Sr. A. UnsHSb procedeu da mosma f6rma
no eaeo di fAmpcnaa, e ei ah a differenca de
n.sso proeelimento em reloeSo a esses tactos.
O Sr. A ]Jrad*A respeito dos acontecimentoa
de Campias, j*4s>a que dava-se urna crreanrsUn-
ci* especial; n'aaueHa eidade eatava destacado
um eootingente de 97 pracas de Knba, parf-ita-
mente iconieiado', ao pasto que na cidade de Pira-
cicaba e hitvia torva de polica e em peqaeoo
numero.
O 8r. A- HagoeiraOj tetegransmas nao psdiam
fore dwmoilo explicara ; deixavam ao arbitrio da
s>dminis*Tt.cia
O 8r. SuItSo JaniorA autorrdade podia msn-
ter a-oriecn com os alemeatos-de que dispanba.
O Sr. A. radbO nobre depata Jo pelo 2- dis-
trieto reftria-m taabem aos aconteciinentos de
Campmas, |Mra mostrar qne, neaie caso, o presi-
dente d pruvineia dfeixo* de t mar M providen-
- elas neeemariBS e que neste, como no caso de Pi-
rameaba, tmirou-ee notavel a sa iuaccio, deixan-
do correr i rrve4U 4-j is cuidados a segnranca
dos ciiiadioj e a garanta d-.-o seas direftos.
Has, Sn fTOsrdeote, o qne eu t-nha para dixer
eom refaci a est parte do disearso do nobre de-
putado. j ncou dito oa resposta qae dei aodicar-
to do nobre depurado peto 7' distrieto.
O nobre depatado pelo 2 distrieto tere princi-
palmente per fim mostear que o honrado presiden-
te da prorinsta acharase em urna posioo vacil-
Isnte e isssViiirivet atie medidas relativas s ques-
tes deesen ros, coso qu coacto pela- attitaie
asauntida pvo orador nessas questes.
O Sr. R. Liobata !fia apoiado ; nao foi isso qau
eu disec.
x O^r A. r-Vadr> nobie dopatado por mais de
oma-sys *** oa o pr^sicrente da proviocia nao
garantida et-garsne* publica on partion-ar dos fa-
aeodeirus, assim como os seos direitos sobre os es
cravos.
Has, quam os faetaa qae o nobre depatato apre-
seatott par ustitear eesaa suai pr posicoes ?
Coa re1aoi( 'a-M de Piracicaba ji a assomola
vi* qae-e prusiieate da provw-ia tomou todis as
providaocias nesesfariaa.e qae a fjrcn publica nao
foi all preacler scraWs fgidos, mas manter a or-
dea.
No so -ie Gempin-s, eatranho a qaeslo Sus-
citad* pela i>rieildo esera7os fagidoe pnla forca
pubWea, ae as proviJ-acas t malas nao forasi
acertadas, o qtw tetiho contesta Ij, e#rt) qoe nao
po9>a duier il acc*da presidencia qualsuer jofla-
enei*d)s sasM eonselbis a esse reepeito, ao'so
mute p i.ivpeadwcia quo careterisa os actos
da"amibirc,ceno poique a2o se ira'.ava di
prrao J acrevo fugrios.
Em g*e tactos, p-rtanto, bcu o nob*e depa
' tai* sa estniho conaseito sobro o proaedi
menlado swsfai, u ji iiietradorda provincia ? Se
elle eiMtaa, porque nb> sai apr sentados aos co
nbsteisjijsai'hsau ass-mbl e aqji disentidolT
jo^rta, pr.^* serjiejust>; apronn;ia de
sea um-tqiiJra difti:ilim% e, nes-
nsat iseias, a5o e pusive qoe todos os ac-
U a*uM**,euoio nti-jam ira do aleunec da
Cria*, 4jt>< :ooUaniosejulga d-pois dos fscos
0 et toraiB praiicatoa s-m esse el---
,a*S Tapr5iaci, rieren io-ie attender diffi
euWdad-n"a,rar peas i i lonco na3 locilida-
des piraag'-at"s4aadminstracao.
Ao naara epatado e afijan que s provincia
de S. Wau sava em uia citado do vird-dz-ra
an-arebia, qsa se/ar-cua nubhca tara comple-
tamos** nm*aa.da, quai a oriem pabca corra tc-
do*os'djBM|tria> p'ngOd...
O Sr. R L,,bato\poiado, iso ea de.
Sr. A. I'rad .. qu'? buvia comple;a ausea
BSfariC'i pabca ou particular.
nsV-suqy, a nome do bros da provincia
r'uo ^ -o pro'.esto contra casas proposices
do nobre d--putad >,
(MSito be.n Ja mxioria).
O Sr. G*'lb>\ qji.-iio de tactos.
- O Sr. A l'.ado-Quaes sio os factos ?
En -iesrjo que os uobra-s depaudos mes apra-
feotrr,. v
Todo os t.\ ib (,bervaiuos o morimnto generoso
easuseipa'lor, qa^ abala a tociedade, e, entretanto,
'Has moi. j f^ram praticadas, e de quantos
aiit-s grave 4 i6a us no res depu'ados co-
at, o3corr.dos em coasequencia desa re-
. o nobre depatado o que se di na pro-
S PaM ua o que boa ve em txlo os
ver* qu temo motivo para orsulharmo-
da s guraJja cou^que o pausiisus proiedcm
Ka giranJ ica* obra da tmojiformacal do traba
Ma\
dntilbo 4inJa boje, em urna publicacao
^^H^ki) eenador do imperio disse que hou-
se morte Tx P racic>ba.
OSr. ti L nwE se nlo bou ve, foi porque o
"^J&* Lr.pXi*6MOnde est4 a prova T 8o
i,
uio Hr-doPra coaprovar quill
li*.-r e-qo* est4 na conseienea de
pjeaa eilar mnit- tactos.
^^^rei o tet.ioanWo do mea ncbr-i amigo,
ciJade ae Te -, e chele do partido
aSjuaMp looali 'nde, nnde torafn ma-
fia 3U de arco de 1887 mil e oitocen-
a,vade nao xist.- um 6; eto todo
menta, e nie coasta qne nm
nJonado as faaendaa, onde coutinaam a
\r vl..u-,l AireE' exacto.
Sr. Au .mo PradoE uto se operoa *s-
ordW) e dV
roe-bra collocado na dura neceisidade de aegar-lbe-
o moa apoio.
Depois d'eisa minha declaraco, foi a
na requerimento de urgencia para disciHh '"[
projeeto sobre a abolilo do elemento servir.
Poderte, Sr. presidente, haver davida sobre o
mea moa de votar sese requerimento?
Nao tinha en declarado, franca e positivamente)
qae esteva de aocordo com o governo quinto 4
conveniencia de evitar a diieuiso da materia,
nos ulti nae diaa da sessao, o sobretodo, de nao
presentar psojeaa do sentido de adiant'ir a sola-
ejw deanilaa obaamastaV
atar da provincia (apoiado dsjak S a paialb aalisawia pedia deacobrir contra
asan), qsse nao tana imrjedisMaavao no> asa-** contra a urgencia requerida.
inquilidade publica !
O mesmo tem-se dado nos municipios do Rio
Claro, de Capivary, de Porto Flix, da Sorocaba,
emfim, em quasi todos os municipios da parte
agrcola man importante de S. Paulo, onde a
trantformecio do trabalho tem se feito aem per-
turbaco da ordeno, com perfeita segaranoa e per-
manencia do trabalho noa estabelecimentoa agr-
colas.
O km. Castitn bas, ias adepenaWemente I
O'* Anaab PsaL Crrayas pnsaencia e
ti no-amad
cula produaa o seas effaVff(aasto bem dsx jmissM).
Poderei m anrusaso de ter comoaettido um erro
que
tos.
O aV. CassimoNao pJsr impedir.
O Sr. Anaa i?sar^aay asrosa, Sr. pie
sam ksvada ps useeasrad* 4a rtspaaW ao dla-
cario do nobre deputado, autor do requerimento,
na parte em que procurou mostrar o meu procedi-
mento contradictorio, qaando, nos ltimos dias da
sesao legislativa, occapei-oe, na cmara vitali-
cia, da questio servil.
ate q Ttffhrs dtfsMtado flw"il"i**ssBe oa snnaes do
senado, antas da me faser aemelhante nerepseao,
vera que, defeadenlo cao*honrado ex-prnefenae
da preuMiav 8r. Coad* d Paraakrva, das cea-
auras injastaa qoe la* format dirigidas em urna se
protentae" de tasendairaa d. Campias, pala
falta de provideacias por occasao das primeiras
fugas em masa*-4e> escraTO d'aqne4le manicipio,
tivw oyuwlWLiiAsaade rDoacia-aa eom tuda- fram-
quoia a resoeito da questio do elemento servil.
Eatao disse- s/ie apoisna a polMasVs aiuta-
teriB, deixando d acsapaobar aquelloqo oso
pabacu n'aaa soto, aaa 'elle jamis se podsria.
Ti mariir aaasadisssio cea as opinioes qae anas
bLLiaa nnoaaam rbasmhnaa
O acto eeconiaa depois raaaelie roe bj*
cenvenoem de que nao oommetti erro algum e for-
taleoem-me na convicfo de ter procedido acerta-
da mate.
Son conservaaor, sigo os principios d'essa escola
poltica, e, segando elles, os governos somonte
duium sjsasrww infuiina depeis- d'erra eetarem
amaduracidaa aa conaeieaeia nacionaL Ora, tra-
tando-se de reformar un* lei que pouco mais de
um anuo tiaha de existencia, cejo resaltado imme-
diato, a veriSesa^fo do numero dos eseravos eii*
tBote n> paas aem ao meaes era conhecido, seria
pmdeate da parte de aa conservador qierer qaa
o governo de seu partido promovesse desd logo,
de prompto, a reforma d'essa lei? (Ha nigua
apartes).
O lactae que oooorraram poeetsionaente a
attiode qoe assami no Senado, a'ecsa qnasUo,.
savam por nae querer adiantar a solucSo da ques ijuatificam o plenamente meu procedimento do eutlo.
tinsjr entre nm povor' Carnaval .
e(lWasafrtpubli- da, oom sai "on
1-------- .'> -a IJ,
I paaviottea qup se
n> (Aparlda:
hende V.'Exe., Sr. ptosident,"' qoe
posicao n5o fcil, nem coajmuda'; qae, no
em que me oolloearam Oaprioeipios, exis-
leo espinhos, bastando para caracterisal-a a con-
ideracSo de que ella obriga a contrariar precon-
ceitoi inveterados o qae existem em todos os
partidos, no partido conservador e no no partido
republicano. *
Eu me julgava, portanto, coa sJamm direito a
beaefolencw do nobre depatado pelo 2. distrieto,
qoe, Salresaato, pretenden apresante*-me ooaaauo
espaaatedsjrat ambicioso politioor -
O Sr-. at laabatoNao apoisom, nio diaa tas>.
uem era nasas d'issso.
to nos ltimos dtasr da sessaV, e aates de se
coaaece* oa resultados denaitivo da matrtesrt
encerrada ea 30 de Mareo 4 WS7f ma* aceres*
ceotai, les-aa-io iidian'e a iniuba franquea, que
eatava oooveactdo da necessidade indecliuavel de
ae adiantar a solacio 4a qussto, e qne r o g<+-
verno aa ssamo legislativa 4o asmo segninto-oie
prsoedesae consona aa. minha cenvieco, ves-
Toltandea provincia, n4o ma enrreguei ao dea-
caneo pofMtca, so qnal liaba alguo divCTto, depaia
4 qaasi tasa assaaa de tMbsaa laenatantw. long
dea meas ntoresses e dos caaamodss da miaba
vida particular; ao contrario, vim collocar-me de
aovo no terreno da poltica, esforoando-me ao
lado do migos do ooare duputada, e tal vea coa
asa switjotto, em favor da prapagaada maia aabre
O Sr. Aatenio Prado-9a. pajeasmate, quandai^jo os bailes puaeos da pHaataaia,
anunciei-a*aa tribuna do 8aaa'daaaie a qaatta honteno, nos tbuatus ds> VarissiWk
aer vil, deaaaaai positivamena tn& aa o
na eessaa da
iseg
Na parachfa de Santo Antonioaa do Baro da
Victoria e Via.conde da Inbama.
Na parochia de S. Josa Nova de Santa Rita.
Na proebia da Boa-Vistaa da Imperatris e a
praca Conde d'Eo.
as tres noites do carnaval serao Iluminadas
a gas as roas da Inperam, Baro da Victoria e
Tisconde de Inhaiaa, baveudo mais na primeira
Mcos elctricos, am tadaa esta* tocara bajada*
ssarciaes em eoretaa preparado adrede.
lloj', amauha o depoa* de aavanh rapetir-say
caaMcada*
4*S*aa
aatonio
solacio defiaitiva d'essa quesao, estara na oppo
sicSo. Nao tenbo que rceuar um s passo, urna
s llnha, do terreno em qae colloqaei me n'aquella
oecaiiio ; entretanto, eatou iatimameate conven-
cido ie que a reforma ha de ser feita pelo partido
conservador e pelo actual ministerio, porque, em
pTeesarea ees* ssasreesaeoee' os opsenaa oassaesra,
no sentido de apresaar-se a soIuqi da queatao,
goverao algum podar manter-se testa dos nego-
aios pblicos sem que arrece a baadaimv da aman-
cipaco dos escravoj. (Vlaito bem, da* baaaadua
oasrvadoraa republicana)-
V par tanto V. Exc. Ss. preside ate, qud a miaba
posiySo est perfeitsmeote dennista.
Agora, perguoto ao n>bre depatado : Qaal a.
aaa poaafto u'eata qneato d elemeato aervtl ?
Com quaa est o aobre dapta4> ? Ea cm> o
se* .itgao amigo e casfe, o Su. canaalaeira saotair*
da Barros, que asaba de daolarar-sa abolimoausta,
oa ost4 con o grupo do partido liberal, a caja
batato se. acha o disiiaceo pauata, a Ss. LAr. Pruu-
oisco da Souia Queir ,z, segundo o qaal a ioisia-
Uva particular iaoompoteuta para resolver a
qp^sta, diveado e partido Uneral agaaedae a ua
aseoocia a poder para reaolvel-a?
O Sr. A. Qiwrua Baspoaderoi em tempo a easa
parte do disearso le V. Sta. tasabas*.
'citaiaa e decora-
e loa, para
as folias do earnava, i.j .:: Qee'am hoje, as ae-
lintes roa :
Na paiochia de S. Fre Pedro GoncalvetS de
O. Mara Cejar.
*e
a* E'provavel, em viciadas
ea aaticdadaa
PERBA1BG6
lkeUlra ata* Jaia
aoTras^H (la vupar o
uaniemca
(CVjirrntsajT^)
>
Ptr
flle-
soc-
soc-
41 Aiiibwl Bayinuatl dos Santo, triado ;
eido : oecevTO familia.
42 Dwmtrrgos das Ris e Silva, criad; safvo
corrido.
43 Izaias Maoedo de Eitna, criado j salva
corrido.
4i JLuwel lotoio d Soaza. criado ; salvo: soc-
corrido.
45 Leoncio M. de Souza, ociada ; kvo s soteor-
r(1- ra i 1
4Q Marjal Mflrf.ira da Sarta Piulo, criado ; salvo:
soccorrido.
47 Serer Aulooto da Sorra, fogttista ; salvo :
soccorrido. i
48 Jos Loa PaiM fgaie>ta ; silvo : soc-
cofrido.
4t> .\Hlomo PfafKisotT de Jasan, fogwsto ; al?o :
soctorrido.
50 Jos6 Gorreia Lima, ojtrista ; sat: seceqr-
rido.
51 Pedrc Thomd.) Castro Araejo, fbgtiista; salvo:
soccorrido,
52 Casimiro G. da Silva, foguista ; salvo : soc-
corrido.
5' Cecilio Ignacio do Rozarlo, foguisla ; salvo :
soccorrido.
5i Cleraentiuo Poreira de Lima, fogataia; aalvo :
OCCM'ridl).
55 Mitnoel Jos Toixetfa, fogimta.; salva i soc-
corrido.
56Joo Alvos Moaiz Falco, carvoairo salvo :
soccorrido.
57 Joaqun Percira da Uaa, carvoeiro ; salvo :
soceorTido.
58 FreJerico Corro do iNascimentOa, carvaeiro ;
salvo : soccorrido.
59 Joaquiui Muniz do odairo3, carvoai.ro ; salw:
soceorrido.
6 Fraooiaco Feniaudes diAisk, carvoeiro ; salvo:
soccorrido.
Recapilulac.o dos^Lipolaata*
Salvos
Falla "ido*.
Tolal

PASSAQEIROS
D l Fraucisca li.iptisla da Silva Pereira. leaente ;
salvo.
I Antonio Ferreira. salvo ; soccorrido.
3 Januariu F. de Sanl'Anna, salo ; soccorrido.
4 Amelia TapeMa. fallecida.
5 Alfredo E. Uamalho, fallecido.
Do tora
6 Guilheme Bumester, salvo,
7 Antonio Candido, cabo ; fallecido.
8 Leandro E. S. Tocantins, estudanle ; salvo :
9 Mauoel Dias, fallecido.
10 Joj staaroroB. salvo ; soccorrido.
II Lisaiidro ii. C Torres, tachigrapho ; fallecido :
soccorros a familia.
12 Albino d'Aranjo Guimares, salvo.
13 Heunque C Uraune. Io lenle ; fallocide.
11 r. Manool Carlos d'Azevedo Bibeiro, medico ;
fallecido : soccorros familia.
15 Victor Hugo de Paula, lente; salvo.
16 Joa'juim Ignacio d'Almeida, imperial mari-
nhjiro ; salvo: socenrrido.
17 Mauoel D. Braga, imparal mariulwiro ; fal-
lecido
18 Sabino do Mallos, imperial ma>rmiro ; sav:
soccorrido.
19 Sara Alila, salvan soccorrida. ^
20 Custodio d'Oliveira, fallecido.
21 Alamoua Arabo, fallecida ; soccorros fa-
milia.
*" 1% Raymundo de Souza Lima, soldado ; salvo soc-
corrido,
i Mafia Feruaude Amorim, mnloor do mesmo ;
salvo : soccorrida.
24 U.iyniuudo, menor lillio dosmesmos; fJlecido.
25 Jos Pernandes Koilrigues, salvo: aoctourrido.
20 Mauoel llibeiro dos Santos, saldado; sulvo:
SmVCCorru.lo
27 Maria A. da Conceico, imilbw do mesmo;
salva : soccorrida.
28 Sobastiaisa, menor litha dos mesiuos ; fallecida:
29 Joao Casairo Baiboza, soldado ; salvo : soc-
corrid.
30 Maneer P. S. Twga d'OIrvoira, soldado; sat-
vo r socrorrido.
3M tteniique Louren^tj de Lima, soldada ; salvo :
soccorrido.
32 Joaquitu Marlins Con-a, caxeiro; fallecido.
33 U. Auna SerzedeUo C Linio, fuJlcciiluu
34/3*> 3 Filaos moiiores da iiresma seohara, falle-
cidasa,
37 Joao Dvliu Michelete. salvo ,- soccorrido.
38 Luiaa GtMx^a, multier de mesmo ; falecnla.
39 Julio de Frcitas, salvo.
40 Julio Rubarlo DauJopu. s^lva.
Dn Maranka
Moura IIios, esludaule
Henriquos, esluJanlo ;
, fallecido,
fallacido :
41 Antonio de
42 Cacaceuo
soccitus taoiitaa.
43 Jos Jerwiymo d'Araujo Crela, osladanle ;
fallecido.
44 CoiisUiocio de Yilheua S. Brito, esladante;
faectdo.
45 Aarao A. da Reg Brito, estudanle; salvo :
seccorridt.
46 Jos Marcdiio, salvo-; soccorrido.
47 Joaquiu Raymuitdo Ifres, estudaute; salvo :
soccorrida.
48 0: Lena, do tooora Ribeiro, salrt.
19 I). Lliaude Moura itibairo, salva.
50 L-.na tilba meaw da maguta saiihora, falleciia.
5i Jos Borges LeHo, 2* toirento ; saJvo : soccor-
rido.
52 Agrcola Everton Pinto, wpitae ; sah-o.
53 Jos Aatoaio lio Souza, oacbinista; sah'O :
soccorrido.
54 Joao Bapiisi de Soirw, imperial; fallecido.
55 Laxuecnia Guiseppo, fallecukt.
Do Cear
5ti Padro Vsenle Salazav da Cunaa, salvo.
57 PadtveJos Barboza 58 Joan Uatboza Sobriuba, salvo ; soccorrida.
591 B. Maria de Sampaio Barboza, mulher do
mesmo ; suIt : soccorrida.
60 Antonio du Stivovra Pontos, salvo ; soccorrido.
61 Alfonso Fcrnaudes Vioira, salva,
62 Carlos Antonio da Silveir, salvo.
63 Jos Saboia Albirqnerquo, salvo.
64 Antonio Francisco de Miranda, salvo ; soccor-
rido.
65 Francisco Gtiilftorme da Silva, salvo ; soccor-
rido.
66 Mauoel Gomes Pi met la, salvo ; soccorrido.
67 Jos Aaselmn d'Oliveira. salvo ; soccorrido.
68 Gailheraaina M. da Conceico, mulhor do
mesmo ; salva : soccorrida.
69 Foirsbelta. filha dos mesmos; salva : soccor-
rida.
70 Luiza, Riba dos mesmos; salva: soccorrida.
71 EiiL'ilina, filha dos mesmos; salva : soccorrida.
72 Raymuudo, lilho dos mesmos; salvo : soccor-
73 Mauoel, filbo dos mosmos; salvo : soccorrido.
74 Luiz, liiiiu dos mesmos ; salvo : soccorrido.
75/77 o ftlhos dos mesmos ; fallecidos.
78 Jone Viceule d'Oliveira, salvo; socorrido.
79 Sua mulher, fallecida.
80 Manoel Felicissirao d'Oliveira, salvo ; soccor-
rido.
81 Um menor, lilho dos mesmos; fallecido.
82 Joaniid Maria da Silva, sua mulher; salva :
soccorrida.
83 Um menor, lilho dos mesmos; fallecido,
84 Pergeulino da Cosa Lobo, fallecido.
85 Adolpho da Costa Lobo, fallecido; socerros a
familia.
86 Jos Virialo de Medeiros, major; fallecido :
aocorroa a Caiuilia.
87 Jos Catvalcauli da Cunta, fallecido.
88 i). Maria do E S. da Cunha, sua mulher; fal-
lecida : soccorros familia.
89 Dainio de Figueiredo, fallecido ; soccorros
familia.
D Rio Grande do Norte
90 John Eveus, martimo ; salvo: soccorrida.
91 Jos Francisco Malheus Ferreira, Commerci-
aule ; salvo : soccorrido.
92 Joao BaptUa SiaioneliFiltw, salvoi soccorrido.
93 CacUu l'iaio, >n \o.
94 Jwat}utm. MarcelUno rreire, fallecido ; soccor-
ros familia.
95 Autetira Pinto Lapa, fallecido; soccorros J*a-
mlia.
(Contnua)
rido.
e clubs que se tem auuuneUdo, qae a mascarada
correspooda expectativa pub'ica, qoer no modo
deapreaentar-se. qoer no espirito que deaeuvolva.
i* Illtilra<;<>A Livraria (ojotas, ao largo
de Saldanba Miriobo a. 4 acaba de receber e distri-
buir a aeus aasiguuotes o 1 o. do jornal A Illiu-
traijSo, qae satra ao ae* 5* sano, publicada eo Pa-
ria, de qoa director asUi a Su. Maaiaaa Pina, e
jereate ea Portugaie Brasil, o 8r..David Coattaai.
A Intm;aa distribuan, eos Lbbia aqui ene
RuMc Janeiro nos diaa 1 a 15 de cada me. O soa
^ruad formato, o sen auaaare de p*gm;s>, a b i-
les do so -. papel, o cuidad) com qu esaolhida e
tratada a parte liateraria, tado tem coutribaid
para A llliuiraflo aja aoje aa'raviiUqae entra
em todas aa casas, e seja apreciada our tolo*
aataa* asnasaa ajeliaa-aatoae as builas-lattvaa.
A' Livrari Qaita*gradecmoe. a oSert qae
oa fes de am es -'molar.
38 tlberasisa Pooeoaai> da visita ca-
noaioa feita em Janeiro pncaiao fiado pe > Il> d.
proviaor do b:p*io, A'cedtas;u Dr. Luis Praaeie-
o>de Araojo, s-fvegaaaias de Qaasabira-e Uuaa-
aeiraa, na Parhfba do Norte, foram paseada tre
cartas de lib -rdade aa pvimeira fregoenia, e na
sofT'in'i. ei uceen te e cinco.
Regislramos cem praser aeaeihsoatee netos, elevea aobrmoJo aoa diattactos eavalhoiroe qae
os praticaram c al o merecedores do* otaiores ae-
mtcs.
Fanre WlcolayLemos no Jornal do Cora
tercio de Lisboa :
Sai tbeatro Jo Oymnaaio tove lugar boje a pri-
meira recita e:n que tosaae parte o babil presti-
digittisox Dr. Fure Nicolay e ana sobrioba misa
Kosiaa.
AsM8tior>s ao esp?ctaculo e vamos dar noticia
da impressao que elle n a deizoa.
Como prestidisitador, F*uro Nicolay hibilissi-
ao, tea.o exrcut&do sartes perfeltomeote no/aa.
Q satis trabalbos torsm sujieriores aos quo vimos
a*r ax?catade8 por Hermano.
Morecem especial mcuflo : as moedat viajantes
e at allianras, e sapericr a estas sooicIih. que iaous
aafaWMMlal publico, foi a das borboteas.
A naturalidad* e elegancia com que h.i execu
tada aerv-oria, por ai s, para dar uome a um
prestidigitador.
c.^.... .. pr..n.-,.-i.. a^. a aV i i, aaaa
creanca formla e e'egaute, qaa mostrou possuir
urna runomoroic* paadigiioaa.
Fanre Niculay distribaio siguas bilbetes euo
bruno, psdiodo s peasoaa presantes para eio
cada u o, e*ravrea ea dkmi e?e qunas.^uer cida-
deBda Ensopa oa da Aaariea.
Varioa chisteaos preaentaa etcaeveram nomss
cuso estes : Froixo de E-p*dn CiaU. o Aldeiu
das Cabras"! Recomidos estes bilhetes em nu na-
no de ojuouenta, miss Rocina dase todo oa turnes
eUi eacriptes, aem se enaar, repstialo-oa depcu
salteados.
Foi muito spplaudiJn.
jt^uio-ae nm eaa4a de magaatisaio. Ur. 2s ;-
eolay pedio para aubirem ao palco aois cavalheiroa
Eiti-ido pieaeo'cs varias m'dicoa cvnbacidos,
noobum le, porque um jocoso quo eatava n'orn ea-
maro-a te spresenvm ea teriaca ts.es, que o.paalico
iho fes justica, pateiando-o. D poia d'cte<, apre-
aentaram ao ontros tres cavaibeiroa, que, pelas ia
doa, er bem deacoajheecdoies da scieaoia. A po -
tar de contrariado coa iata Mr. Nicoiay ojugoe-
tiaca mia Roaina esa mete aegaodo, obriganJo-a
depiis a execuUr varioa exercicios, o que ella f*
petavitarntinte. .Sigui-te a iato o ter o babil pres-
tidigitador levado sua sobrinha a nm estada de.
eaiaWpsi coapleta, deapwcando-a depaia ra^sada-
osuate.
Anda antea de terminar, Fauxo Niaolay peda)
a una das peasoaa pealantes, paae as deixar wg-
nctiaar, oque tambom fui fcito com tara habili-
dad .
O publico applaudio-Q, sssisa, como a mise Re
ana* deveado aaaaahi, el, rea toarle o segundo
e uiwa espectculo om qne tomaa pacte eass
artistas, oa prim"iros, no sen genero, qae tqai teesa
Viudo. Faurc tcolay ejecutan novas tortee t
alta magia.
C lora, no aalaq, toroovaai-e varios grupos
de medica e jornaliataa coubacid a, cosameatado
o que tioaam visto e elogiando o Dr. NicoUy.
Em rsiuuu : m recem ver-ae, e provav-d que
Qymaasio se encha amanh tanto como boje.
Eamelat-L'ma commiaeo do Club Canta-
eaUscj Viscomie delnliaunta procurou-nos hoa-
tem e incumbio-nos dj, esa ucyae do mesmo Club,
distribuir por familias pobres 50, quaut-a qoe
salvo* da que colheu para oa festejo* da ra Vis-
eo ade de Iohama.
' Agradeocado a cou&aaca e louvaudo a aceita-
da deberscAo de aaccorrer oa neeeseitados, em
das de fasta geral, temos a diter que assim use-
mos a diatribaieio:
A' 1). M'quUin, boceo do B.-rnarJo o. 24 5000
A' D. Laura Victor, rus do Mangue a. 26 5*000
A' D. Maria A itrao, Varase 5*000
A' O. Joaaaa Piros, ra de Santa Rita o.
13 5*000
.' D. HermelinJa Sette, ra Viscoade de
Albnqaorque n. Ci 5000
A' D. Aona Qalvo.rua I-np.-rial, adiante
do bceo du Lima, lado da ferrovia 5*030
A' D. Silveria Refina de Jetas, ra da De-
tencio a. 11 5S00O
A' D Jcanua Francisca Tavar.s, roa da
Roda n. 15 5*000
A' D. Maria M. do Kaseimeato Pires, pa-
teo do Terroo o. 6G 5*080
A' O. Januana da Cmara Vascsncellos,
ra da Asaumpcao n. 74 5000
atviSTA BlAUli
Cmara taaaietpai a asceifeEia o
offioio que, em 8 aj correute, dirigi vau corpora-
cao ao Exm. Sr. Di. Ignacio Joaquina de Soasa
Leio, digoo vice-presidente da provincia em res
*ota ao ajue a. Exc. Ibe dirigir eommunicando
o atilecima Ur. lanoel Kuparlsio Corris.
< Cmara M Fevare.ro *&*>*.
S. 8fila, e Exm. Sr.A Cmara Intra-
pal de V. Ese. ea dae comaaniea a dotroa ocih
de bavar bMlaesa u dia 4 do eerseaM a 10 l/U
bisas da manai o Exa. sr. Dr. M. Eupbeio Cor
rea, at intao presidente desta provincia, em res-
pos fas scente a V. Exc. de que, nao otutant -
ter reeemdo auto ollsio ne da t 11 bxa e 80
a atoa 4* da, lago qaa ave aetuw de tan eau-
stari maaHirmijf T, fes fseaa' oao deata ca*a- .>aa, Lurauea da .i4 e Aliu^aa]ae, Daodato
r e iaar soabaaiairaem funeral como a x .rea- |.(*auc*iv* 1'orr^a, J u Itufiuo Uliaaaa. da Silva,
ticipacae qae tomou na dor de er lr- ] A A, Prateaas^tomej de
t/iar.r.t'l' e em aa ooos >o ae Qoje acaba ae coasig-
rrf u'u aa voto da eiee-ro per pela aaa a
qu' acaba da a-ts-rir de tato a tantos braailauas.
Dea gurd a V. Exe Illa, e Exm. Sr. Dr.
Iguacio Joaquia de Souxa Lii, M. D. vice-pre-
aidtfate om ext-r^icio.Jaoqunn Aires dafeneeca.
vice-preai teuie, Maaeel Uoafalana atarii ira Gasta,
ti. sstaJhB^jfajaso da Roca*, Tito Lisio
,i 1 coparticipacfto qae tomoo na dBr de per 1er-
se a#*l*liltl.....Htiaad** trfo jasticewoa- <
Club ta FaiHfrftiei Esto ciab, cuja
sede a ra do Jsvrdim, organisou o seguate iti-
nerario, para os dias 12 e 14 lo correte.
D>a 12 : raa do Jardim, largo do Forte, Vidal
de Negreiros, Marcilio Dias, Livramento, Daquc
de Caxraa, 1* de Marco, Imperador, Cruzes, Praga
da Independencia, Cabuxa, Barao da Victoria,
Mrquez do H rval, S. Jlo, Cinco Poutaa, largo
do Fvrte. Jardim, a recolher.
Di 14 : ra do Jardim, Domingos Theotonio,
travesea e ruade S.Jos, largo da Penba, Viaconde
de Iobaoma, pmca Pedro II, Dr. Feitoaa, largo do
Carino, Paulino Cmara, Matoiae de Albuqu-.rque,
ponte Pedro II, Dr. Jos Marunno, A icomo Car
aniro, Santa Crus, Viaconde de Pelotas, praca do
Conde d'En, Imperatrit, Viaconde do Rio Urano,
ponte Iaab/, Joio do Reg, largo do Paris-,
largo de Saldan ha Marinbu, Triocbeiras, Coronel
Suauuna, Lomas Valentina, Chriato'.ao Co'ojjbo,
Jaidim, a rvcolli-r.
orle repentina\uti-liont.'m, a 6 horas
da Urde, fot condundo para a Casa de Detencao,
ordi-in do Dr. chefi' de polica, o subdito ingles
J. Bixlear, que, embriasado, lora apaohado em
urna ca'cada na roa da Uniao, o ida eativera du-
rante quaai todo o da.
Ao cbi-gar Casa de Detengac, fallecen repen-
t n m:r.te. ,
Avisado pelo telephone o Dr. delegado, do 1*
disU'i'to, mandn esta autoridade convidar os Di.
Vieira da Cnnba e Jos Flix, este medico da po-
lica o aqueite do estabelecimento, para verifica-
rea o bito.
Ca effeitn, estas facultativos, presente o mes-
mo Dr. delegado, examinando o cadver, reco-
nbeceram ter odo a can-a da morte ccogestao ce-
rebral c nseentiva embriatcoea e insolaclo.
Na occaaiao do exam-* o Dr. delegado ioterro-
gon o subdito ingles Th unas Davex, qae disse
couhe'-ei aquel'e estraageiro, e deciarou chinar-
se elle Juub Bxtear, ser natural de L.v-rp i 1 e
iripolante de uros barca inee'ndiada em -'anta
II len*j chegado m urna outra barca ha 8 dias
mais ou menos, e que, fintear sat-miava-ee uni-
Camenta^ em beb las alcoolicas, recusando qaal
qui r outra alimento.
Occorrrncia do liloatelroNa teccao
coiapi-tente jautamente com a parte diaria do Sr.
Dr. cb' fe de polica, pnblii-amoa o afficio do dele-
gado de polica dwL'aoeiro, Sr. capitaq Jos Pea-
la na, relativamente as oceurreocis* alii ha vida* na
n >ne
PBrlhs a atteacao doa nottoakitares par* eaaa
oflicio, que cabalmente dea trae as aecusaeSsa lti-
mamente publicadas contra-aquella entorilado.
HevUla Iituatrada-U corte recebemos
bontem o n. 4S2 desta excellente revista publica-
da pelo Sr. Angelo Agostini.
Eapectaculow de mgicaHija e ter-
Ct-feira do carnaval nm amador da arte mgica
percorrer eos um carro garbosamente enteitado,
as principaet mas da capital exeeutando varias e
escolhidas sortea de prestidigitaoo, eacamotagem,
cbimica divertida eto. Dar elle preferencia at' '
ras quaaativerem adornadai.
lulas da pn da frs;ueoaia da Boa-
VmlttrFica transferida paca quarta-feiru 15 do
coi-reatas* meamaa, horas e. lugar do costme a
audinajajn deste jaito, que dara aa effectuar na
terca-fiaira, 14.
Ttt>aatiT;~ do Vtarja Eaereveram da
C'iaaii, era8 de Jaaairo fiada, ta. Jornal do Com-
raavaiada aaa*:
iatni cbagou a 3t de Deaeaabra, de regreaso
das cabeceiraa do Xiog, a commisso allerni di-
rigida pelo Dr. Carloa von dea Steinen. Teado
pirtido, a 28 de'Julho, deata cidade, aeguio pelo
Rio Manso, Marzago e cabeceiraa de Cayab at
Parnatinga, e d'alli at certa altura, levando o
insauo ruio da viagem de 1884
< Tomou depoia a di recejo leste afim de al-
canzar as canaceira rio Paenitateale-Bitovy,
atraveaaando eata rio cerca de dita legus cima
do porto ao qual, ha tres airaos, embarco i para o
Para. Continuando no m s no rumo, chegou a
commiaa&a s cab'ceirat do Colis-iu, apea tras dita
do viagtra, d'aJli aeguictt pea-a o netete, acajn-
pou a 13 33' 7" latitude sal.
Saque!! paragem achou a commiss3 iudi-
cios da proximidade de indios e, depoia de reco-
nkccimento minucioso, deseeu o rio em cau*a de
casca de jatsb, cntraaao a 2 do Oatubro, aps
deas dias de viagem, em comnanica(ao com os
sclvarjcna.
< Visitou a c.-mmissao tre. al-leas ra Balkaki-
ria e ama de Nahugua, M-kioak, Anit, Jau
lapeti, Camajuri e Framaby, naa quaua obteve
rica colleccio de artefactos, petrechos e uten-
silios em traca de f,:n-a bc-iIh, roupa e tetas
que 08 indios muito aprciam. Os indigents
trataram os e splor adores .co'.o a misado e con-
Sanca.
Ao passo qne o sabio D.\ Caiks, eapectaiista
da parte ethmologica, ]tes grande colheita neste
ramo, o Dr. Pe Ir o Voggl, eocairegado da parte
geographica e goologiea, determinou a latitude
lougitade de multas localidades, entre as q iaes as
due aldeias, It-vaatonio as meamo tempo, coa ad-
miravel minucicaidade, a carta doa terrenos erica
P Tcorri i is, qae, depoia do publicada, ser muito
til proviocia. _
Pela sua parte o Dr. Paulo Enfenreisb, ia-f
a.ubi Jo das inveatlg 1,0 a antbropologicas, COU-
trbauo lsrgarne.it! para o estado cabal dista esps>
cialidade, tiraadj pboto.;rapiiias na i s de maitos
indios das aldeias boaieaa emula-rs) masdeaa-
meros.s paishgeoe de lindo aspecto. O primoroso
I--3;..iiisti, Ouilherme \r.on dea Steincu, c.'acorre
r com deseub .a magaincos para a obra qae o L)r.
Carlos pobicar ua Allemanba.
A ccmtaistAo foi acomoa-ili*ia na aoa loaga
viagem pelo alferea Lait P.rr-jt e quatro artesa
io S o-.ttihi-) i
Excurao H. Tron* A.ompaahilos
pelos Viscondes de Ni oa-: o lotta Maia, fes b. il.
o imp-ra ior, a 28 de Dezcmbro, urna excuraSo a
S. l'i' >p z, sabL l'j do I vina s s 11 ds manba, era
bares de vapor, e tenia regressado i 5 da tarde.
) Mediterrneo esteva tra.uqaiUo e magoiaeo
tempo.
O passeia desperlou a saa magestado a re-
cordacab do drama Os marinkeiros de S. Tre-psz,
oatr'./ra representado noa theatros do Rio de Ja-
neiro, e a> qujal, tiiJi"o.s aplaua>t coo^aistou o
ii a o eminente actor Ploriudo
Si. Tropea aatiga cidade da mu estreita* e
t.rtuoias, na qual apena* existem duas indastrias :
a da pesca e a da fabnoacao derogas. Em poico
mai8 de urna btua sarcorre* sua mageataia as
principaes localidades.
Conta-ae all que o galh.'fjiro S. Tcopet, tenia
ecffrido martyrio, foi laucad i al mar em frgil bar-
qoiuh i na companhia de um cao e de uta gallo que
deviam devorar-lhi aa carnes torturadas. Surgi,
porrn um aojo, n oa animaeientercecidoa volaram
junto do suppliciado at que a briaa, cuuipiice das
ondas, Ibe arrastou o crpo para o glpbo em cajas
margeosati aeaeptada a citUde que guarda o
nome do aaato, Testilo o cao/u do gallo desper-
tado a multido. urna matlbec do povo, de nome
Celerioa, preatou aa deaavja aortal de S. Tropee
grandes honras, nio inferiores a qne ainda hoje
ao all prestadas memoria do santo, e conais-
tem em toda a aajaj de demonatra^osa ruidosas,
que durara cinco dias e outraa tantas noites. E'
a lenia.
O golpho de S. Tropea dos maia bellos do Me-
diterrneo e viaitam-u'o constantemente ostran-
geisos que taabom co.'tu-uam cootemplar o de
Santa Mxima, que Ihe fio a prximo.
Conferencia iutornaciona! do* aa-
nrarea Foi asaiaiaaado em Londres, no Forei-
ng-Office, em 1) de D zombro de 1837 na stima
e ultima aesao da canfereucis. o seguate
, Protocolo
Os aaaixoa asaigaadas, delegados da Allemauaa,
da AuBtna-Ilaogria, da Blgica, da Dinamarca, da
Hespanha, da t'rnoca, da Gra-Iire'.anba, da Italia^
dos Pases Baixoi, da Riaaia e da Suecia reaai-
ram-se em Londres, em 24 de Novembro de 1837,
para estadax aa bases de ama convenci relativa i
aap^reaso dos premias na irporta^ao dos aaiu-
eares.
Em aeguimento a delibera$oea coustantes das
actas das sesso s coacordaram com oa principios
exarados norelatorio da commisso.
Para dar a taes principios uina appii jacio pra-
tiea, o presidente da boutcreaiia comaiunicou-ihes
um pr.jscto de convenc', que cites examinarase
c.aprom ttein ae a aubmettel o a approvacio dos
reepectivo8 governos, peliudo-lhes qjie aoUs do
di 1' de Marca ae dignem de declarar aa .-overae
de 8. M Botannca, ai adberem acs prinoipioa
do dito projeeto de coavencao, o qaal \-j.tr anaexo
ao preaente protocolo.
Na caso affirtaativa, cada governa at a mesaia
data commumear ao do ti 34. Brttauotc* um prs-
jecto indicando aa bas -s da applicacib do systema
de imposto sobre as quao'idales de ajsucaretpro-
duzidaa Dito projeeto dever mencionar dcatre de
quaos limites e em quaes casos uaar-sc-ha da sa-
ubarmetria assim couia si para consegair-se uai-
fermidade est dispoato a adreittir o metbode
traa ez geralmente usado ao c;mmorcio 'Je varias
iivcaes.
o qoe dii resceito ao artiga 3- do projeeto da}
c jii vt'uci i, os delega "loa fraocezes, ju-gaudj qae a
rgimen proposto para a Blgica nio presenta
para a extinc;a dos premios as g&r&ntias de qae
devem cerca-ae aa altas partes cantractantes fa-
jera acerca de dito artigo as maia completas re-
servas. Os delegados da A'-'emanha, da Austria-
Hungra, da IIospai.ii.i, da Italia, doa Paizee-Bai-
xs e da Russia adberem s rose; vas. feit&s jtnjj
delegados franceses.
Fa-ito om L odres em 11 de D xembr de 1867.
:

-
-


enry de Wurias
O. M. Kuaedy
Jordn
rtuefatan
Uu Jardin
Langa
Amouio Batanero
Plonan
V-ik -k Pittarias
Esebanzier
Kim.u-ky
Oaow
F. (i. Walpole
Jaraghen
Uaillanai
UeSraet
Dapny de L-aa
R. Sans L-roy >
T. Catalaoi
lieiger. j
Van de Vea.
Dicksoo.
^~
Aonex i ao protocolo de 19 de Doxembro de
1887.
Protesto de convenci.
Aa alias partes contractantea, desejsndo aesegu-
gurar a sup^reseo total dos premias ostensivo^
oa d stsrcados proporcionados aos asaacarep ex-
portados, resolveram celebrar urna eonveojo a
para este fim tem nomeado para aeua pleaipoten
curios :
(Ver es *mei no Diario de i de Janeiro}
que depuis de trocar aoau.-s credenciaea e acaaj-as
em boa e devida forma concordaran nos ariiopa.
que aeguem :
Art. 1
Asaltaa partea coctiaetautea coaiprsaie'.Seui-aa
a promulgar ou propor s respectivas assersalaM
legislativa, mndidas que garantem completa e ab-
aointameute que nao ser concedido premio algara
oatetuivo oa deatarjado a exaurtsQio dos 'T'iti-
rea.
Art 2
At altas partea contrastante eoajnroaHjtt*-ie
ad. vas aaserabls
ifUut
O c
chegar a n dos preaic
I" IMH


BtHo Je Pernainbiicoftig(> 12 Fevereir n de 1888
iua>sria as fabrica de (Hucoses
e"andettit ada extracao rio easeear do meia.
, Art.
Achando Bl||i* em oondicoes diversas ao
ponto de ito d applieaco do tyatrma de imp-
8 i nao bas*i prcdnada.o rgimen nutuaimHite eetabelecido
qa 'lie niao pooler ser miutido medanlo -
que:ia ; mas depende tambem da aeco propria
da sgaa uo mar e da aeco estimulante da part-
culas aalrnusfjie esta sgao, evsporandi i?, depo-
sita sobre a pella.
Eu vi, di o Dr. Broch-inJ; maitaa vesea crean
cas f a aerea extenso paaaeioe, caminhando amas
veaea palomar, outraa pala araia. Piados al-
gn petantes depois dete brinquedo que osfsti-
Biodificacpi'a.setruint.a : A qoantiditcki da taxa" gava (fuma maneira noiavel, tiahsm o p rubro)
\
i


sera abaixi da de 46 francos a 25 (ar cain kdoa
de asocorl ge que for posta em vigor a presente
convenci. A prise en churge dei jabnquts aban
ntt ter eUvada de L50 a 1700 grmins.
Art. 4
Sern igualmente admit idos "na eonvrnco os
altados, ou as colonia e poaeeasoca eatrangeraa
das alta prtea cuitracantea, que embora n>
adoptem O y-dema mencionado no artigo 2* nao
tm mpaatn sobre oassuor on qne se comproooet-
tam a vio conceder sos aBancarea brutos ou refi
nsdas que v.nham a ser expostados diswback
restitnico nem descarga do taxis iu de iiuauti-
dades.
Art 5
No eao de om Estado qt* neje nao tem taxa
s*breoancar querer taxal amover eetabelecer
ditas taxas sibre as quntidlJfs de assucar pro-
doaidas* dpatinadas ao consumo cu nao coaaentr
neDhum drawbaek, leelitaico nem decarga de
direitoa cu iti-.ntidadea.
Art. 6
, Aa altas partea contractant> communiear-se-
bo reciproenmente a Ici promulgada ou que ve-
uh&m a ser promulgada no reapectivos territo-
riop, relativamente ae objecto da presento con-
vei.cao.
Art. 7*
0 Estadi que nSo toman m parto na presente
convenci tuo recebidee a adherirein a anas
catip'ilacoos si aasim pedirem. Dita adheao ser
notificad'; p ii va diplomtica ao governo de Sua
Magi-staii iritanneae por este aos maia governes
signatarios lu convencao.
Art. 8
Aa catipuUcoea da presento convenci appli-
can.-ae a coloalxa ep; atest s de Sua Mageata-
de Britannic* excepto s segointes : Iudias-Urien-
taee, Canad, Teira-Nova, Cabo Natal, Nova
Galle do Sel, Victoria, Qaoensland, Taamann,
Australia do Sol, Australia C'e'dental e Nova
Zelandia.
Comtudo as estipu!ci da prcs;nte cenvenco
applicar-se-bao a qualquer urna das colonias on
poaaeatoea : urna cuum radas a partir da data na
qu&l o governo britann". o bou ver notificado a adhe-
ao de dita colonia ou .aaeasea as maia potencias
cootractantC:.
Cada urna das colonia'. :u pcesesses cima de-
nctr.inadas que houtej- ; -herido preacnte con-
vencao conserva -O^-dreito de retirar-ae d'ella
da meama forma que s potencias contractantea.
NcasO'ii uias-i colcnisa oa, poiBeesota de
que te trata dt'aejcr. .-tirar se-i^a convenci o go-
verno britanrfotMi' 'tenoiificar dito desojo i ou-
tras potencias coeJE^tuntes.
E 9;
A pr.a-'ue c^uve.^io sera posta cm execucao a
partir do....
Ella vigorar i : an'c de annoa contadas
d'aqaelle dia, e caso i "nhuma-il'.a altas parte con-
tractantea tenha n litado, doze irezcs antes de
Sudar dito pci'iodo de dea annoa, aaa lutenclo de
f azercestar oi refji 'otivo efftitos, ptrmanrcer em
vigor por mais um mam c asaim para diaute de
anno cm anuo.
No caso de urna d > poteueia signatarias de-
Dunciur a cenveoco dita di'BtinciecSo e ter ef-
feito a sea rcupeita.
Art. 10"
A presente convenc > ser ratificada e aa rati-
ficasoea trocutaa cm T/rudrit no prazo de....
miz s ou mai] cedo si < r pcaaivel.
Visite idos sau BmaMN i Monitor
da Km'yr .f": j >, folba de Bruxellar, cxemplar de
1 de Janeiro, comeos i ser publicado om traba-
lbo de M. C. Hygiu i'urey debaixo do titalo :
Vint? annoa nc Branl.
No mesma cxemplar foi transcripto o aviao-cir-
cular o v.u que o Sr. m. :tro da juatica recom-
mendou a iiotoridadaa policiaca 'que diBpenaem
protcccSo ac iinmijraat' > recern-ebegadoa, acres-
centando o Monitor : Esta .circular faz a
e multo quent-s ; ette rubor o eat calar persistiam
todo o reato do dia. Creancaa augeita* a etmti-
pa r te logo que m-ilhassem os ps, praticavam asaim
p r conseiho meo, e com grande aatiafaoao aun,
acharam ae muito bem. E' um modo de ruvoloco
agradavel, que considero como muito aalutar em
certa angina ebrunicas n em certa* moleatios dos
bronrhios prnpria da infancia.
Nao teoho neceaaidade du diser, que este meio
uo deve ser empregad > em um* praia lodenta ou
c iberta de seixiub )g nem inosmo em urna praia
arenoaa'maa fria do norte da Franca.
A atbmoephera maritim tem, sobre o orga-
uiomj da oreanoa, orna aeco ti) intenaa, tio
effieaz como a agua do mar.
Qaaodo urna cranla toma banbos de mar, a
agua do ocean) acta sobre ella apenaa durante
um lapso de tempo auito limitado em cada da';
a atbmoephera martima, pelo contrario, ac!t obre
o aeu organismo d'uma maneira inecsaante, durante
o dia e durante as longas hora da ooite.
A agna do mar acta pelo seo contacto obre
o iuvolucco cntaac*; o-ar do ocano exerce ao
niesmo tempo a ana accAo vivificante sobre a pello
e sobre a mueeoaa broebica, cuja natnreaa espe-
cial e a cxt*a4o considera ve I dio logar, na idade
infantil, a importante pbecwcxu a de eatimolacao
o ahsorpcSo pulmonares.
Mai pora-, mai dena temperatura mai constante do que a athmoRpbera
terreaire, inceaaxntemcnte renovada pela brua e
ventos qoe reioam obre a coataa, a atbmiaphera
martima acta sobre todos oa orgios e modifica
pn fundamente toda a iuaece da economia.
Ella tonifica a pelie e a mucon.
A intemidadeda loa, tao notuvel naepraias do
ocano, exerce um papel conaideravcl n'esta cati
malapao geral.
O apetite, contnoamentoexcitado pelo ar sal-
gado, que a creancaa respirara aern cessar, trna-
la maia intenao ; aa funccOea digeativa ganham
em actividades regularisam-ae.
< O ar do mar eat longe de cauar naa erean-
ca urna sentacAo de fro tao deeagradavel e ta >
perigosa como o ar freaeo do Interior daa trras.
Secca e refresca, mas nao provoca a toas? coxo o
faz ette ultime.
Acontece com o ar do mar a meama conaa, qae
com a agua do mar qae nulhi, mas qne nao cons-
tipa tao fcilmente como a agua doce.
* Urna ou'ra propriedadeda athmospbera mar-
tima, bm digna de attencao, a aeco tnica c
-vivificante que ex-rce, como a agua do mar, aobre
o systema muacular.
asirectortat dan obra ae naerva
eCo alen porteaBoletim meteorolgico d
dia 10 de Fevereiro de 1888.
operares, parto molestias da seirborao 4
meninos, liua d Gloria n. 89.
Dr. Brrelo Sampnio Ai, consultas d*
tnoio-dia s 3 horas no 1. andar da cas
a ra I Bario da Victoria, n. 51. Resi
ciencia ra Seta de Setembro n. 34,- en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Joa Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no*|
Montoiro.
O Dr. Alvares Quiviar3es ehegado da
corte, dedica-sa medicina em geral, e
com eapecialidade s molestias do ceraoSo,
pnlmSaa, figado, estomago e intestinos, e
tamban s uonvulsSese outraa molestias as
enancas. Reside praca Conde d'Eu,
n. 28, 1. andar, e tem consultorio ra
do Bom-Jesos, n. 45, onde diariamente d
consultas do meio-dia s 3 horas da tarde,
aceitan lo chamados em qualquer d'esses
lugares. Telopbone n.|381.
O Dr. Cattro Jess medico e operador,
cnsul as das 11 s 3 da tarde, ra do
Boirt-Jesue n. 23, 1. andar. Residencia
Travessa dos Remedios Passagem, portSo
n. 7.
Ctale* medica
O Dr. Mathem Voz, de volta de sua via
gem, contina no exercicio de sua profis-
Horaa
I
Uaroa'.-jtro
0
Taa3o
do vapor
o
m
o
a
a
03
6 m. 26-0 759>36 20,79 82
9 279 -76150 80,70 74
12 30-3 761-19 21,85 68
8 t. 30'1 760 "36 20,46 65
6 27'-4 <6056 19.38 73
lemperstura mximad0%75.
Dita mnima25,00
Evaporaco em 24 baraa a > ol: 6,>1 ; aoin
bra : 3,1.
naior honra ao governo do ttrazl, conatitnindo a
melh:r prora da eua b->a ventad'', alias manifes-
tada rm tudra ra aeu act", de .nimar o immi-
grantes, tacilitando-lbea me i la de eullocaoao.
Tambem nc Monitor >deu noticia M. L. Ilen-
velmane da crnce>io frita peto Sr. ministro da
agricultura ti M. B. Vanaase para funi.cao de
um nu-lei colonial no municipio de Porto-Peliz
da provincia de 8. Paolo, sendo formado o mee-
mj ncleo por inmigrantes belga;. Applaudindo
esta* res ihiclc, da qaal ae ocetipumm tudaa as to-
lha-i de Bruxe:las, fz sentir M. Hiovelmana quau-
to convniaqiie comp>triotaa aeua spBBsMSMS na
proximidade do projeetadu eatabe'ecimento urna
casa de exper a;io qie Ibe aervieae como interme-
diaria.
Machina a vaporL-ao no Diaiio Po-
pular de S. Paolo :
Tivem'3 rccaaiSo de ver h-nt m, ae meio-dia,
na OrJem Tercetra do Carmo, em rennio provo-
cada para este fim, urna pequea machina de va-
por, para estiada de ferro, obra Completa, com-
primeoto de cerca de meio metro, altara propor-
cional e tend i orna por nma, em miniatura, todas
aa pecaa muito bem teitaa, trabalho em parte ma-
naal e em psrte e fundicSo.
I', se ver funcemar aonacbins. Rennidoa es
convidadas, loi poato fogo f rna'ha e dentro em
pouco o peqo;uo manmetro comecoa a marcar a
pretso do vapor. Quando eata foi soATciente* o
apito deu igual de partida, ou vio-te o barolbo
doa piatona e aa rodas prlncipiaram a gyrar, ad-
quirindo urna, velocilade determinada.
A torca desta rnnebma, tio intereaaante e com
leta, a que nao taitn mna l peca, com aeua em-
>1 -., ana caldeira, parafuacs, tornciraa, canoa,
valala de negnranca, etc., etc., a forca desaa
aac-biua d ]>ara mover trta on quatro machina
de costara.
Foi moit.i admirado este trabalho de paciencia,
todo de ferr-, d- Sr. Antonio Gener< ao Prestes,
natural do Tatuby, sen-lbei>o, residente acata
CapiUl.
'admrra\el a exactidao mathematiea, c m qne
esse homtm reduzi > aa oecaa accommodadaa ao
vapor, e a trestao deste cembinada e determina-
da plo ptjeno manmetro, qae exclus'vameu
ta de sua imencia.
Este anisa obscuro, cnefo de familia, paoper-
imo e laborioic, foi um dos que trabalbaratn no
assentxmen'o daa otBcinaa da Liuba Uirocabana ;
de urna tenacidad* keroica de espirito e de urna
vocacao brliitsim p^ra a mecnica, a qoe ae en-
trega uae herua vagas do aeu laber qoctidiano.
Na renn'G.j bavia boaaeoa entendidos na mate-
ria e fornm tedea onanimea m admirar a obra
correctisimi do Sr. Antonio Gen-roso Prestes.
Huello A; i diecaetoea polticas irritantes,
honve em P.'ih um dadlo a capada entre doue
deputadb:, i.mboa aonrjamante couhecidoa lo par-
limcnto bi:rjcaro pe'03 seus prsvadiastmos talen-
ta, es Sra. JJr.sttlgi e Literaly.
Ilcavv dicr* sataqaes. ao ultima dos quaeaLi-
turaiy aoccimbii. O gJjie dj adversario absio-
I!te iuteirarcente o crneo.
A esp isa do infeliz duelsta, sabendo da moite
de aeu marido, ntenton tuicidar-ee. O aen estado
era gt a ve.
Jnriiel Isla dcsapparerldo Urna vi-
vissima pmccj reina presentemente naa rodas da
iroprensa de Londres, em cooaeqoeucia do deaap-
parecimeetc myateneso de um jornalista muito
popular, o Sr. Archibild Me Neili.
Mac-N'.:il abandonara havia poooo* da a Pars,
em csmpaoliia de outfo jornaliats, Jtm i Smitb.
Amboa deviain embarcar no Havre a bordo do va
por de Fclkeatnne. Des minutos antes da partida
do vapor S;iith oenveraava anda eom Mac Neill.
Depoia disao eate dcsapparecen comp.etameute.
A onica lE.ruiaco e o un>co vestigio qae rea
tam a aeu r;pe.ito e um telegramma por elle diri-
gido aojorr al Sportman comaauuicando que
faltara sabida dj vapor.
.s deas lados da Mancha n polica tiabalba
acrivamcntn procurando deacobrir oa vestigios do
popuUi isaiao Jornalista. "*
.4 aeco don kinhu do sanar asan
en-nucnnA accio pbyaiologiea qae os banbo
do mar ex;rcem sibre as creancas CJtttplexa ;
C03ip'-s do canjuncto daa seco; qoe ex-rcem
a tire ellas ;s agentes, quo eompoem a medicacio
aritima, c qae sil a agua e o ar do mar, o logar
dajtmia
Tod-.i as pjss.aa que vivem beira o oeeano,
aaiem Ojh u ;uss^io qoe se experimenta, quaodo
asenta moihado ooaa sagna do ntar; ditfare da
scuiacite qie ac rxperinunta, qaaodo ao eat iso-
-i > com igaa daca.
Este p M-m -ii > dependa da lentido com qae se
~o dan goa salgada, da sabtrteio
meo:i r ,. Chova2,"'6.
Di reces o do vento: SE de meia mi te a' 2 ho-
ras e 54 minutoa da manb ; ESE at 4 horas e 40
minutos ; E al 6 horaa e 8 miontoa ; E cem pe-
queas interruptora de ESE at 6 boraa e 40 mi-
nutoa ; E at 10 boraa e 42 minutos ; ESE at aos
8 minutos da tarde ; SE al aos 42 minutos ; ESE
at 2 boraa e 15 minutoa ; SE at 3 horaa e 5 mi-
nutoa; .ESE at 3 boraa e 32 minutoa; 8E at 4
hora e 5 minutos ; ESE at 4 horaa v 58 minutos ;
SE at 7 horas e 20 minutoa ; ESE e SE alterna-
do at 11 bcra e 25 minutos ; SE at meia uoite.
Velocidade media do vento: 2",60 por segando.
N9balosidade media: 0,76.
Bnletim do porto
fia SI Di Horaa - Altara
3. M. P. M. H. M. P. M. 10 de Fevereiro s 11 de Fevereiro 953 da manha 355 da tarde 10-24 126 da manb 0,-57 2,*53 0.-38 3,-45
silo, para o que ser encontrado de 11 no
ras da manhS s 2 da tarde na ra do Ba
rao da Victoria n. 32, 1. andar e em ou
tra qualquer hora ra da Princesa Isa
bel n. 6.
Oeenllata
Dr Ferreira, com pratio nos principaes
hospitaes e clnicas do Paris e Londres,
d consultas todos os dias das 9 horaa o
meio-dA. Consultorio e residencia a ra
Larga do Rosario, n. 20
O a>r. Barros tinloiare
Pode ser procurado em seu escriptorio a ra
1." de Marco n. 4, 1." andar.
O Dr. Milet tem o seu osariptnrio de
advocad, na ra Duqne de Casias,
n- 50, 1. andar.
O rogarla
Francieco Monoel da Silva C, depasi
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticns, tintas, drogas, productos chimi-
co8 e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez do Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C, droguista por
:tacado, ra do Marques do Oiiada n. 41.
aterrarla a vapor
Serrana a vapor e officinai de campia
de Francisco dos Santos Macedo, caes do
Capibarib-j n. 23. Neste grande estabele-
cimento. o primeiro da provincia nesto ge-
nero, compra-Be e vende-se madeires
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, asbim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre
co sem competenciaPeraambuco.
ka prximo pasaado, por oecasi de son anni-
rereario natalicio, a eiiadedo Rio,
NiDgnem poder dixer que ellaa foaaem escrip-
ia* por algum fetichista. Eii-aa :
"oi o ministro Joto Alfredo qoem ruicroc a
mwotxK do sssiiio. procurando tornal-o urna ver-
Jtv, e neata ccnstellada aona da adaninistracio
publica ficou beira do horizonte, como a estralla
vesper, o aatro de amor, esaa nsTiTuraZo erraia-
sma, rapecie do purgatorio sem padecimetrtos, on-
de as almas infantia daa ultimas carnadas' sociaea
a parificam para bemavenloranca social, o aaber-
o amor do trabalho, da honra; ricoo o asylo dos
tanuioa DiavALtooa.
O Lyceo do Artes e Officioa, ostra ieatitni-
0f> moraliaadora deve multo ao miniatto Joo Al-
fredo ; IIXB ro O GXBHPL0 QUB DESOE ISlIo TOOS
es nunsTBOa taltoos b raiaioTAa aneonuas, pbo-
TT%ZSD0 AQUELLA VABBICA DB OFEBABIOS PBOFIO IB,
ISS .
D Institatc dos Sardos Mados, tambera ama ini-
tituico utilissima, merecen por sua vez a atten-
cao da consclht'ir > Joo Alfredo, e em seas reia-
faiond notar oa melbo/amentos qne lhe
erain indispenaaveis, pedia S. Exc. ao parlamen-
o qne o aotorisaiie a reeonetrnil-o.
Para o Instituto doa Meninos Cegoa igualmence
ae yolvcram as vista de S. Exc, e nos seas re
lat*ros expoz sempre com a raaior clareza e pre-
ciadlo quaea os aeaa defetoa e os meioa de extin-
guil-ca, enesrecendo muito a neceaaidade de dar
elasterio ao enaino profiaaionr.l.
Basta aa palavras que acabamos do eacrever
passXjas'.ifjcar a segainte pergant :
*- Qaal o ministro do impenoque meihores ser-
vicn tenha prestado ao p iiz ?
5 no ao, entretanto, eaaea aicos qae poscam
ser rtlembradas. Hivcmos de apresentar outr.s,
igualmente importantes, ns artigo seguintn, e qoe
profam aaciedade ser um estadista du elevados
mritos e de grande patriotismj o eminente ehit;
conservador, embora a grita cintra elle levantada
por inimigoa pequioiooa e invejosoa.
Reife, 11 Je Fevereiro de 1888.
Un coatervador.
conaegninte nSo tem defeza possivel a aggressSo
foifa para a tomada de Augusto.
O plano, repetimes, fo< poltico, ehegtndo a
campanba da calumnia at attribuir se embria-
gue ao diatiucto delegado, qoando por todoe aa-
bidoqoe O cap ti o Pestaa nunea foi, nem dado
a semelbante vicio. S- o Sr. Jos C.'tmentino
sobrio, ha'de sel-j tanto.quaoto o capit; Pea-
tana.
Sabemos que a especnlajo bade c-ntinuar por
toda a formai, e j brje o taaparctnl Jornal o*o
Recifc annnncia a soltura por habeos corpue dos
outros doaa criminosos, Serapio e JHciutho, am-
boa presos cm flagrante, o primeiro no acto de fe-
rir a nm italiano e o aegaado com a faca de ponta
em punbo aggredindo as pracaa que gaardavam
outro preso Comprebcademos a manobra, parm
temoa f que a ve.-dade ba de acabar eamagando
a calumnia.
Nos cumpriremos o nosao dever, deamaacarando
a peraeguicio politio movida contra o diatincto
capito Pestaa, qae bonra o carg> qae exerce.
Sea crime a sua dedicaco partidaria o o sea
valor politieo. -
Themis.
11 de Janeiro de 1888.
CAJRBEBV
O mlhor e mais procer do depurativo, appro-
vado pela Junta de Hygiene Publica da corte,
aotoriaado por decreto imperial de 20 de-Jambode
1 83, empreado com a maior effieacia aaa* rheu-
matitmis de qualquer aatureza. em toeaaas molet-
tias da pelU, naa leuchorr a (flores branca) nae
gonorrheas, na ctthma, nae bronehite (saleatiaa
das vise respiratoria) naa diff rente* formas da
typhiles e em gerl em todaa a* molestias octaaio-
nadaa pela impureza e alteroslo do aaogu-,
A acieneia, aa experienciaa acientificaa e. papu-
lares e aa prodigiosas curas, qae tem prodazido o
Cajurubeba, fazem-n'o o depurativo actualmente
mata procursdo e preferido a qaalqaer outro, por
nSo c.nter aubatancia algoma perigosa ou preju-
dicial .
COMUNICADOS
' "" ,. ^., ... i _,
O Sr. coaselheiro lao Alfredo
ttlona InueSre>r celebrada :
Terca-feira :
.* A' 8 boraa, na Soledadc, por alma de D. Ma-
ris da Conceico Vioira ae Amorim Maris.
Paaagrlroa Sabidos pira o Cear no va-
por ingles Portuenie :
Alfredo Salgado, D. Virginia Saldado, D. Ste-
phanea salgado e D. Mana Gsorgina de Mello.
Sabidos para a Europa ao vapor americana
Pinanee :
Jos Colares Moreira, A'cx J. Duff e Math U.
Stuart.
Oueracea clrnrglcaa Foram pratica-
daa no hospital Pedro II, no dia 11 do corrate, as
aeguintes:
Pelo L)r Malaqnias:
Oscheotomia indicada por urna volomosa ele-
pbantiasis dostaerotos e penis, pesando 5 kiloa.
Uie'.hrotomia pelo proceaao do Maiaonneuve in
dictda por eatreitamento fibroso da urelhra.
Pelo Dr. Pontoal :
Extracco de bala de revolver da regia c?rvi-
vical posterior.
Uretbrctomia interna pelo procesao de Maisou-
neuve, indicada por eatreitemento da urethra.
Pelo Dr. Berardo:
Enucleaco do olno direito pelo proceaao de
Bonet indicada por alteraci do olbo e opbtalmia
sympatca.
Caaa le iseieasiaeMovimcuto dos pre-
sos da Casa de Detenco do Becie no dia 10 de
Fevereiro de 1888:
Existtam 145; entrarais 6 ; sabirasn 11; exis-
r.em 437.
A saber:
Nacionaes 403 ; mulberet 12 ; 'strangeiros 10";
escravos aenlenciadoa T; i i..... prucessado 1;
idem de correnlo 4.Total 437.
Arracoadoa 377.
Bona 353 ; doeulea 24 Total 377.
Movimeuto da enfermara:
Tevebaixa :
Francisco Antonio da Silva.
Teve alta :
Manoel Joa da Costa.
ceaatterlo pnlrtleaObtuario do din 10 de
Fevereiro :
Joaquim Pinto de Lemos, frica, 60 annos, sol-
teiro, Boa-Vista; xnenriama da aorta.
Antonio Joaquim Das, Portugal, .4 annos, vio-
vo, Boa-Vista ; leaio cardiaca.
Jovelina, Peroambuco, 2 annea, S. Jos; febre
eruptiva.
Romualdo, Pemambucc, 1 anno, Santo Antonia;
eonvnlses.
Jos, Peruaabneo, 2 annoa, Grac* ; eclampsia.
Feliciana Mara da Conceico, Parnambnco, 28
annos, rolteira, Otaca ; tubercnloae.
Um teto. Pernanabueo, Bot-Viata.
Mara, Pernambaeo, 15 diaa, Boa-Vists; quei-
madaras.
Mara, Psrnasnbneo, 6 asno, B a-Vista ; toaae
convulsa.
Francisca, Pernanabueo, 8 mezss, Bsa-Viata;
gastro entente.
Joaquim, Pefnambuco, 2 annoa, Boa-Vista; febre
verminosa.
Maria Joaquina do Carosa, Pernambaco, 23 n-
nljr, solteira, Boa-Vista; lano cardiaca.
Joa Mauricia de Sant'Anna, PTnumbuco, 48
annoa, viuvo, Boa-Vista ; oiarrba.
Joa Goncalves do Naacimento, Pcrnimbuco, 33
sanos, sirieiro Boa-Vista ; diarrba.
1HD1CAC0ES OTIS
mmtmm
O Dr. Lobo Moeeoto, de tolU da
eiagem ao Bio de Janeiro, conntia n
ozercicio de sua profissSo. Consltuas das
10 s 12 Jioras da aanha. Especialdades
Para noa doecmpSnhirmoa do eompromiaso, qae
tomamos, de mostrar ser o Sr. eonsalheiio Joo
Alfredo nao um homem de apoacados merec mea-
toa, como o pintara os sena detractores do Jornal
do Hecife-i mas um )doa estadistas de maior pulso
qu aoaaiiB o pai, privjiamoa da tempo vagar.
Fase i-o emotn artigo seria, alo a fastidioso
para o leitor, pelas grandes proporcoes qae lhe
dev r.acos dar, eomo deixr inuoiopleja a__
tarefa de quebrar os dente* maledicencia, difater
calar o xnvejoeos dot meremenlot alheioi alm
do que queremos f trtar a coriosidade do articu-
lista do Jornal do Recife, para>termoa por nosaa
vez, o direito de exigir reapoata a nmas tantas
nterrogitcoea, qne havemu de formular sobre o
cbe.fe a qae obedecern es illaatrados redactores
o'easc orgo da in preoaa parnambucana, que nada
teem de fetichistas.
Ante?, porm, de qoaeaqaer cbaervscoj dove-
mos protestar contra a interpretaco dada pelo
nosso autogoniata a>s palavras qae escrevemoa no
ultimo couHnaoic-.do qae publicamos neate Diario.
Nao dissemoa nanea, e seriamos injustos se o
disaeasimos{ qne o honrado Sr. conselheiro Joo
Alfredo a ao ealicntava por servcos prestados
iuatrucco publica.
Atruiauos aempre e continuamos s afSrtsar,
, qae, alm dos oatr ;a, tnha aido objeco constante
de anas locubracoea ease ramo da sdministraco
publica, sem dovida o maia importante, e qoe bem
cuidado, maia ba de concoirer para o progreaso
e engrandecmsoto da patria brSsilera ; e tanto
iso verdade quo fisemoa notar qae S. Exc.
discutir aempre com a maior proficiencia todaa
aa questota quo ae tem agitado no paia e sobre-
ludo a da aubstituico do trabalbo eacravo, que
a'ctuaim-.'utc o maia importante doa problemaa a
resolver..
Mas, qoando a*da inatraeco publica houvesse
ae oeeupado o ilustre estadista pernambucano,
ao .-ra mereced t de encomio, desde que in-
itruindo o povo augmentova a tua felioidade, com1'
diz o proprio articulista citando alheia pbraae ?
E' um estadista aem idea, obsenro, nnllo o
Exm. Sr. Joo Alfredo, mas tem concorrido com'
o maior eaforoo e dedicaco para instruir o povo
braaileiro I
Asaim bom nao ter idis, excellente ser nnl-
lo e obscuro !
Mas quaea aoesaes aeivicos ?
Vamos disel o, em vista doa documentos authen
tico de que fallimos, e que merecern) urnas pa-
lavras de mota do redactor do partido liberal.
Sabe-ae qu aps a reforma do eatado servil
em 1871, cauta ao ministro do imperio de cnto,
Sr. e naelheiro Joo Alfredo, tudo qoanto de gran-
de fez o gabinete presidido pelo inmortal Viscon-
de do Rio Bianco, afora a revogaos doreeruta
ment, na pbrase cloquate de Jcs do Patrocinio,
redactor da Cidade do Bio, republicano adianta-
do e, portento, satrem de toda a auapeico.
Aaaim que a 8. Exc. se deve a creaco do
aeylo doa meninos desvalidos, utilissima instijui-
vio, onde as criancas deaprovidas de recuraos vo
recetar instrueco, tornar-ae cidadoa atis i so-
ciedndo e S patria.
O Lyceu de artes e cfflcios receben asaignsla-
dos beneficios do Exm. Sr. conselheiro Joo Al-
fredo, e tao til easa insutuivo, to boas serv-
pos presta, qoe depoia de 8. Exc, e seguindo o
exemplo, nenhum ministro do imperio, mnitoa
areilas orroligionarios do irtiealists dos ponto tus
ti, epigrsphe qae acaba de ser condemnada, dei-
xou de prester-lho a maior attencao, de conoorrer
pra que tivssse todo o posaival incremento.
Antes de paaaarmos adianto nos ha de permittr
o contemporneo que tranacrevamoa as aeguiate
paiaf raa, cojoiadas do artigo de aaudaco, qae ao
digno perna abtase dirigi, ao dia 19 de Desem-
Atteutado policial de Llmoei ro
AJ^ruvincia de 10 do corrente em artigo edito-
rial, sob o titalo cima, qaalifica de caso gravisai-
mo o ottentado qoe diz ter sido commettido na ci*
dade do Limoeiro.
Fasemoa justica s ntencoes da ilustrad:; re-
daeeo, maa pedemos aasegarar-lhe que foi mal
'nfraraa, e maia oa moujs sabsmos por qnem.
Entre os principaea reapoasaveis peh que oc-
correa na cidade do Limoeiro, na noito de 2 do
corrente, figura o Sr. Jos G'ementino, om doa ca-
racUfea mai falsos qae onhecemos, e esse se-
uhorjpcm est decorpaado a verdade, serviud-
ae das rela^oea de commerciaotea deata cidade
que c.rtamente por nao conbecerem-ne tal qual ,
aoreditam em anas informaedes e a ellas teem da-
do curso.
Em vez de cenanraa, o digno dolegado do Li-
moeiro so merece elogios pela attitude correcta
qae sonta manter na oceurrencia de 2 do corren-
te, sstvando o principio da autoridade, qae por
plano poltico preteodia-se desmoralisar !
Aaaasentamos que os commerciantea, signatarios
dos teJegrammas de 3 do correte, nao comprehen-
dam qne esto sendo instrumento.' de odioa parti-
darios, preatando-ae a exploracOaa doa Srs. Zum-
ba e Herminio, que logo collocaram-ae na sombra,
apesor de promotora da desorden e de terem cita-
do envolvido no conflicto, cuj i principal responea-
bildasle Ibea cata. Nao obatante escondem-se,
latroa, e atirem i ractatos inelnerien-
tes sTraugeiros II
Realmente qual a causa do conflicto ?
Foi, notorio na cidade do Limoeiro,- ter Jos
Clemeotino ae oppoatoa qae Augusto compsrocesae
presenca da autoridade, para lavrar ae o ree-
peetivo termo de flanea e aer immsdiataaiente poato
em liberdada.
'uaiClcmf ntino, pretendendo que o preso nao sa
hiaae de aua calcada, e querendo qoe abi mesmo
ae lvasete o termo de fiases, cortamente sabia
qae i asa nina exigencia deaarraaoad, e poi, aob
a appnencia de proteeco a Auguato, aeu fim era
desmoralizar a polica, e quera sabe se tambe:;
comprometter os patricios de Angosto, nm dos
quaee forte competidor do seu commereio I...
E ato tinto mua veroaimil quanto certo
que tendo elle e Herminio aido oa iniciadores do
conflicto, ni qaal ae acharam envolvidos eidadoa
brasilriros e portngnesee, s estes figuran como
tendo aido eepaoeado? e foram oa qne maia ae com-
prouitter im !
Peior qoe os adversarios sao os falsee amigos.
Se Jet Clementino apenaa qnizeaae favorecer a
Augusto, sabeado que o crime era afiancaveL
auoinpauhira o seu amigo casa da autoridade,
conforme esta lhe propos, e all lavrado o termo
de flanea, com elle voltaria no gozo da liberdade,
aem baver aofifrido cousa alguma, o que lhe garan-
ti por v zea o diatincto capito Pestaa, desejoao
de 'Vitar o coi.fl.cto.
Mas nao; a priao de Augusto foi apenaa nm
pretexto; jvlgaram chegada a cccaaio, qae ha
muito eaperavam, p.ra explorar o aentimento de
naciooalidade, em favor de seua planos politices
Poie qoem tem recursos legaea para a a llura
immediata de um amigo, cerno na bypotbese acon-
teca, eatsndo a autoridade prompta a aceitar a
flanea, emprega a violencia, a nao aer para com-
prometter ?
E' claro qae nao. O plano foi poltico e oa in-
strumentos escolbidoa foram os negociantes portu-
gueses.
A autoridade camprio o aen dever. Declaren
que ae-ltava a flanea, qae o pieza nada aoffrerio,
deu-lha o braco ediaae ao Sr Jote Clfmentino qne
tambem o acompsnhasse ae quizeaae; nao poda
aer maia correcta e nenhuma cu'pa tem qae, ne
aatisfeitos Com tuao sso, uggredisscm a polica
com facas e eacetos para tomsr-lhe o-prcao !l
Ceder diaote da forea aeria covardia, seria a
desmoralisaco da antoridade, e esta quo digna
e enrgica nao pedia conaentir em tal.
Entretanto ana interveocao at ao fim foi no
aentido de scalmar os animas, mesmo depoia de
travadt a lata. .-'<5 o que na%> fea e nem devia fa-
cer foi mandar que oa aol Jados entregasaem o pre-
ao aoaaggreaaores da foro.
Esta a verdade, e aer aecnaado por conflictoa
deasa natureza, maito honra ao digno delegado
do Limoeiro. O de ver daa autoridades de certo,
aer prudente, mas nao pode ir at so p -uto de
consentir que seja um preso arrancado do poder
da polica, por paisanos arasados de cacetes e fa-
cas !!
Suppo.-.hamos, para malhor aalientsr a verdade,
que s pristo de Augusto tivesse sido Ilegal ; por-
que os aeaa amigos nao reqaereram immediata-
mente o hatea* oorpus, sendo come o jais de di
reito liberal a maito liberal ? Nao era iato me-
Ihor do que provocar um conflicto ?
Qusndo o legislador estataleoeu o recurso do
habeai eorpm loi juitamente para garantir a I
PLBIJaCOEaS A PiUiO
Pao d'Alho
O abaixo aasigoado, enearregado da feata do
iniiagroaso martyr S. Sevarino, reaiisada no dia 5
do andante mez, na capella do engenfao Rimoa,
de.ta fregnesia, vem pelo presento, teatemODhar
do alto da imprenaa a aaa eterna gratido todas
aa pesaej, desta e de outraa localidades, que
contribuirn! para a dita feata ; s irmandadee,
que ai dignaram comparecer para abrilhantal-a ;
-ao Bvd. couego vigario Kusewetter e aoa demaie
Rvds. aacerdotea que a aeaiatiram, inclusive o
prrgador, eapito-capello conego Martina; ao
digno aoperintendente da ferro-via do Limoeiro,
illuatre redaeco do Diario de Pernambaco,
Sociedade Philarmoniea Peo d'Albeaae, e, final-
mente, proprietaria do referido engeoho Ramos,
Exma. Srs. O. Maiia Antonia do Rege M:ilo,
pelo acolhimento que me diapenaon.
Pao d'Albo, 10 de Fevereiro de 1888.
Jos Dirdu Padilha.
-gsataoiar--------------
Para evitar duvidas
O tenen'.c Joo Soares da Rocha, empregado
u'Alfsndega d'eata provincia, declara pelo pre-
sente nao ae entender comaigo a parte da polica
publicada noa jornea de bontem, ende se le ter
aido rccolhido Caaa de Detenco o individuo de
nomo J..o Soares da Rocha,
Recife, 12 de Fevereiro de 1888.
Tcnente JoSc Hoare da Rocha.
Conquistaa sanitarias
N. 382.
Mlton disae em nm de aeaa mslhores sonetos :
A paz tem euaa victimas
Nao menoa celebradas que a guerra.
As victorias que a Salaaparrilba de Briato), tera
dianamcate alcancado pelo espado de triuta e co
co'annos, pertencem easa classe ; e teem occa-'
alonado a derrota e exterminaco de qnaai todas
as molestias humanas.
Aa affeeedee ssttt fulosas, foram aniquiladas, oa
cancros extirpados, oa abeesaoa, as eruposs dea-
arraigadas, aa affeceoea do figado deavaoecidas, c
sabjugadaa rpidamente, todaa aa ^desordena pru-
duzdaa ptla condico mrbida dus aecrejoja e da
corrapeo do aangoe.
Centenares de casos desesperados, como aquelle
de i Alejo Rodrignes, de Santiago, cuja liogoa,
bocea e msculos fnciaea hiviam deaapparecido
quaai completamente ; ti verano u, rraultado
triumphante, e bem aabido que eco maia de vinte
mil caaos, aa enormidades externas maia malignas
foram permanentemente curadaa com a Salaapar-
rilba de Briatol.
Achate venda cm todaa aa priucipaea batiese
e lojaa de drogas.
A malher intelligente, e quj uocb'-oea arte dif-
.ici'i daa raras delicadezaa femfbinaa, sabe bem que
importancia tem para aaa talleaa urna cutis fina
e freaca, e por isso que ella emprega diariamente
a Agua de Kananga do Japdo, da caa Rigsud a
C, nao ib para lavar o rosto, maa tambem noa
banhoa parciaea e geraes, por que o principios
bygienieca diata Agua do s carnea immensa
firmesa e um perfume delicado persistente, o qne
oo se obteui cem nenhuma outra preparaco.
Aoa noaaoa leitorca, que cochecem aa Peptonaa,
ana compoaico e aua aeco, 8er por certo agr
davel o conhecimento ae ama obaervaco maito
curiosa :
O Sr. F. soffrendo, bavia des annoa, de nma in-
flimaco aguda do estomago, que nao lbo deixava
um momento de repsuso, achava se impossioilitado
de digerir os alimentos mais ligeiros e soflria bor-
rvelmente. Depoia de ter recorrido, bem o menor
reaultudo, a nm grande numero de medicamentoa,
tomou o Vinho de Peptona de Qhapohaut, e no fim
de doua meaea achou-se curado radicalmente com
eata admiravel preparaco. >
Hoje nao acensa o menor soffrifnento, digere fa-
eilmente todos os alimentos, e afirma que foi o
V nho de Peptona de Chapoteaut qae salvou lhe a
vida.
Um doa prbfeaaorea da Facnliade de Medicine
foi quem acooselhoo-lhe o uso deata raed i cacao.
berdade do cldado centre s priao Ilegal, e ser' Suaasuna.
G. (i. 1.1.
Clab Caravalcsc) Ca-
yalheiros da poca
Este Club pretende sahir, rica e primo-
rosamente vestido, de sua sedo actual
ra do Coronel Suassuna n. 110, nos dias
12 e 14 do corrente, s 3 horaa da tarde,
percorrendo as roas segointes:
Dia 12
Coronel SuaasunaPeixoto Mrquez
do HervalFloresPaulino Cmara Lar-
go do Csrmo -Estreita e Larga do Rosa-
rio Cabug Bar So da Victoria-Ponte
de Pedro IIImperalris Visconde de
Albuqucrque Velha Santa Crus BarA >
de S. Botja SoledadeDcao Faria -Ger.
vasio Pires -Conceico (parte)Rosario
Visconde de Pelotas Conde d'EuHos-
picio ~FormosaUniSo AssemblaAu
rora- (parte; Ponte IsabelPrinoezas
ImperadorPrimeiro de MargoDuque
de Casias (parte)Visconde de Inhama
Largoo e ra da Penha -Livramento
Mai-cilio Dias (parte)-S. Pedro-Coro-
nel Suassuna.
Dia 14
Corone! Sanssuna Peixoto Largo da
matriz de S. Jos Terco Mar cilio Dias -
Travesaa e Largo da Penha Visconde da
Inbauma Duque de Casias Coegio
Impersdor(parte) Primeiro de Marco (par-
te)Ponte 7 de SetembroAlfandega -
Madre de Deus EncantamentoVigario
- Corpo SantoCommercio fhom de
SonsaBoro Jess (parte) -Marques de
OlindaPonte 7 de SetembroPrimeiro
de Marco Duque de Casias (parte) Es-
treita do Rossio (parte -Larga do Rosa-
rio -Cabug -Baro da VictoriaPonte
Pedro* II-Dr. Jos Mariano Volha -
Sania Crus -Visconde de PelotasImpe-
ratrisAuroraPoete Isabel -Joao do
Reg Largo do ParasoAodaSol -
Marques do Herval -J3. Jsjsto-Coronel
Pareceres medico aebrs
ca to Calntaneba
Dr. Corlo Frederico dot Santos Xavier de Ate-
tado, cirorgio-mr da armada, do conselho de S.
M. o imperalor, em informacao ifficial ao Mmia-
t-rio da Marinha disae quo o Cnjurubiba tem pro-
dazido cxcellentes resultados no Hoapital e na cl-
nica civil e hija medicamento aceito por todos
oa cura de diveraaa modalidades mrbida.
Dr. Pedro A'hay de Lob> Moscoso, cirorgio-mr
da Guarda Nacional do municipio do Recife, 1
cirurgio bonerano do corpo de aaude do exercito,
inspector de aaade. do porto de Pernambaco, me-
dico do Hospital Pedro II, ttestou ter tirado nona
resultados com o emprega do Cajurubeba em mo-
lestias da pelle e em rheumatiamo.
Dr. Praxede Gome de Souta Pitonga, ci-
rurgilo reformado do corpo de aaude do exercito,
medico do Real Heapital Beneficente Portuguer.
atteatou que tem obtido exeellentee resaltad, a com
o Cujurubeba e qoe o prefere ao zampe de Ricord
ioduretado.
Dr. Joo da Silva Ramo, medico pela nniverai-
dade de Coimbra, considera o Cajurubeba com o
maia prempto e effieaz de todos oa depurativos co-
ndecidos, quer nacionaes, quer etrangeiroa, na
cora da syphiles, do rhtumatitmo, da molesti da
pelle.
Dr. Manoel Duartede Faria, medico pela mi-
versidade de Edimburgo, e
Dr. lUefomo Theodoro Martin, medico na pro-
vincia da.Babia, teem applicado com sommo pro-
veito o Caju7ubeba no rbeumatismo e em qualquer
um dos graos da syphiles.
Dr. TrtSo enrique da Costa, medico da en-
fermara de marinha, empregava na clnica civil e
na enfermara o Cajurubeba com magnficos, resul-
tados na typhilu e no rhenmatismo.
Aitesiados de fura de stneleaSlaa
de pclle
Do Dr. Gervasio Campello Prea Ferraira (des-
embargador) sobre erupeo quo resisti por mui-
to tempo a trataments medico e cbagas naa p r-
naa, que impediam de andar ha oito annoa, urna
doente.
Do Sr. Joa Caetano do Medeiros (morador em
S. Anna) sobre dartroa e feridaa.
Do Sr. Cleofaa Bardominano de MeJeiros (em-
preado no commercio) aobre dartroe e que reais-
tiram a tratamento medico.
Do Sr. Abdo: Lustoaa de Vaseoncellos (socio
da firma Arraia Luatoaa &. C.) aobre empingem
e rhenmatismo.
Do Sr. Cosme Auguato de Almeida (artista, mo-
rador a ra doa Prea, 119} to'ore oleeraa na gar-
gtnta.
Do Sr. Theopbilo Xavi'r Cavaleante de Alba-
qarrque (empregado publico) aobre ncbaeo das
petase, considerada falsamente por um facultativo,
cono aynploma de molestia do coraco.
Do 8r. Joaquim Soares de Pinho (.besoarerro da
Th'souraria da Parahyba) aobre empigena, cora-
das em 15 diaa.
Do Sr. Joo Procopio de Colonha (artista, mora-
dor no roes da Panella) aobre ulceras de mo ca-
rcter.
Do Sr. Januario Goocalvcs Ferreira Peixoto
(moiador em, Seriohem) aobre molcatia da pelle e
t-iy-ip' l'i, que duravam a 16 annoa.
Do Sr. Hanoel Florencio do Horaes Pires (em-
pregado na Tbeacuraria de Fazeuds) aobre ulcera
na perna, coneiderada incuravel.
Do Sr. Rogaciano Olympio de Oliveira (despa-
chante na Alfandega da Parahyba) sobre erysipela,
que durante 2 annoa aflgia peridicamente o
paciente.
(ConUna)

V venda
BM 6BOS80 E A BETAIHO -
No escriptorio de Firmino Candido de Figue-
redo.A' ra 1 de Marco n. 9. Livraria Frao-
ersa.
Na grande pbarmacia e drogara fraocesa dos
Sra. Ferreira Irmo & C.Ba do Baro da Vic-
toria n. 25,
E na pbarmacia Conceico de Manoel Alvea
Barboe, Sacceaaor.A' rna do Mrquez de Olm- -
du, n. 61.

V
MEDICO HOMEOPATHA
Dr, Ballliazar da SiUeira
Especia dadesfebrea, molestias das
erianvaa, dos orgios reapirataries, e das
enhoras.
Proala-ae a qualijuer. chamado -para
ion da capital.
aviao
V
Todos na chamadas deveo ser dingi-
) dos pbarmacia do Dr. Sabino, rea da
Baro da Victoria n. 43, onde ee indicar
aua residencia.

Dr. Simes Barbosa
Clnica do Dr. SimSas Barbosa, Espe-
cialidades : partos, molestias de aenhoras
e de criancas.
Consultorio ra do Mrquez de Olin-
da n. 64 consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
Residencia Espinheiro. Raa de Santo
Elias n. 8.
T<>ltrhone n. 213.
8
(
i
Oculista
:
Dr. Barreto Sampaio, medico oeu-'
lista, ex-chofe de clnica do Dr. de
l Wecker, d consakas de meio dia is
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santibeados.
Residencia raa Seto de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Lotera do Para
Corre amao'ha
A 4.* extraupao da 16.a ter lugar no
dia 13, pelo novo plano de 120:000|J00O. .
Dr. Sdva Ferreira, medico e parteiro, eom para
tica em varios hoepitae d'Europa aas especiali-
dades molestia de senhoras e da palle, d consol,
tas na ro,a da Csdeia n. 53, 1* andar, do 1 a 3
da tarde, a reaide na ra do Conde da Boa- Viata
n 24-1.
Telephone n. 412
Leonor Porto
Raa do Imperador a. 4&
Ia andar
Contina a executar os mais diaaci
fiurioos recebidoa de Londres, Pan-,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em peif ir;o de costaras, em'
brevidade, modieidade em precoa e fino |
gosto.
una i


uv
riieo---Domiogo 12 ie Fwceiro de 1888


fe
Mcnco
Offertce-*e aa freguesia da Eeada uia cigeuho
ae gtaa ie v*nt**;em para ama uaiaa.
Este < ngana> et qaaii oculto, ou de j mur-
ro, porque o tea proprieta lio nao tes recursos
para fat Jar grandea lafraa, o qnal dista da eata-
cao da linead poueo maia de tagua.
8a e tteauio de ama legua de un mareo a
outro-dt neo a ponte confinante).
O rio Sibir corre de sal a noite pelo meio de
auas vai eas, que aio por este lavadas em cada
nverao. .
E' a'Madante d'agas, podendo afr foros di) qae poder dispor, qaoto se queira.
ConWm msttas virgeos cu grande abuniaucu,
onde ie tnjonrram utas madeira* de eoostuc
Tem ercados fetUs e p^r faaer para o gado qo
ae quiscr creer ou refaser.
A caa do eugenbo, de porgar, eocamamenta,
assentaicootos, dctiLcaj, estut., etc., todo esta
eollocadj debaixu de um caixio no m.sn aliohi-
meoto oiedindopalmo* de frente e de fundo,
aja* p.redea alo dobrada teitas de pedra e cal.
A coarta assenta em fortes teeourae sobre
groaaaa l.nbss, umaa sobre oatraa, em ponto ele-
vado.
Tem <)asas de vivenda soff.iveis, algumas feitas
a tijollo e aom terrajo ni frente, nnt grande es-
rib.ria de paredes dobradas de padra o cal, s.n
sslia extinta p.'r nao ha ver i'cravos em dito coge-
na* caa grande de bagado.
Qaando se declara *er de grande vaatagem a
aquisics* deste engenbo para sr nelle aseenUda
ama ai na, nao sa exagera, j por qae aa obras
Mita curtidas podem ser be-n aproveitadaa pra
as que se teuham da aocreeoer, como por qa s?
acba es:e collocado no entro do um valle estanco
rodeado de outros engennoj que Iba fieam l.ini-
trophe*,os quaes sj : Sibn, U-iderval, Forqui-
!hs, A. iiliae, California, Tejupaba, Jatoba, Jsss>.-
rai. Sibii da Serra, Uniao, Caehoeira, Bcledadc,
Auuaada, Alliaoca, Canu Escuro, Capindi i o S.
Vicente.
t 16 engeuho, em-eojo centro fies o Je qua
e trata, qoer par eT ser de grande utilidade
aara a o.in que por ventura se hoovrtso-de en-
stroir, .iendo cetto que o intuito de qum disto
eogitou plantar cannas para voodel as na
tabrica, cedeodo todo mal na forma do qce f>r
possivel cootiactar.
A qoom tal negocio eouvier, deiebe carta nesta
fypogrsphiH indicando sua residencia, p*ia ser
procurado, coin eodereeo o 8r. Jo3 Lope* Alba-
roj ra da Imperatru u. 42.
l ben da hnuiaidade ()
E' fcil reconheeer as propriedad*s"cu
ratlvas do Peitoral de Cambar des-
aabartu o Sr. S. Soarea^ile pelotas, con
tra 08 catarrhoi, bronehit**,*ben>optyisia3 e
oatroa estados morbiio* da membrana pul-
monar*, e a sua poderosa eficacia nos va-
rioa perios periodos de tyi:a.
Sob a influencia d'este poderosiasimo re-
medio f se cessar oa cscarrds do spuo
* as eEpectorar,3i8 sangaiuolentas ; dissi-
pam se aa tossea inais rebeldes e tambera
deesapparecera as oppreasdes, dores pcito ii sltoracSes da vos ; psuco a pou.o
deaenvolve-se appetite, reappardOe:u as
forcas perdidas e, n'uoaa palavra os do<-o-
M expeirimentam ama mndanca muito no-
ta vel e, por assim dizer, torna ai vid !
Os nicos agentes depotitarios geraea
Francisco M. da Silva & O.
Casa Feliz
E
PRAC-'i DA ISEPESDENCIA. NS 37 39
>E ANTONIO A SANTOS PO'.ITO
Ao 10iOOOtt>00
Vend'.u da 2.' extrarcio da 11 loteria extrahida
b u em, 13 dn Junriro, a sirte de 1:000* n 1891,
a sorte 500*000 n. 3123.
Tem exposto venda oa seas felises Dtnetea
arantiilos da 3 extraeco, a bi neficio de Sanu
aa d Misericordia que se eitrabire b.eve
minte -^
r.OMMRBnft
lUI.KftllAWH
Serm LI\rERPOOL, 9 de Fevereiro.
AS8UCAR -Calmo.
de Peroamboco n. 9, veade-sc &
J|/> por qulaial.
ALGODIO:Sumen t do-
i MR de Pernambnco vende ae
a 6 1 I 1G d. per Ultra.
Tesadas do da 9:00 Carde*.
NEW-YORK, 9 de FeTfreiro.
ASSUCAR:r Apallsleo.
FAIR REFIN1NQ de Peraambaco
% ende ae m i t e. por libra.
Agcmia Havas, filial em Pernambuo,
10 de Fevereiro de 1838.
IIoImh coiii irrciat
- rOTAOS COH-
BKCTORKS
Retdfe. 11 dt Feoerero < 1808
AlgodD de 1 sorte, 6J400 px 15 kilos.
Jaiabic sobro Lisboa 3 dv. 114 0/0 de premio,
I particular.
i nres;d'.nt<*,
AugutJ Plato do Lfmoa
i) frtrrrotano. '
P.dro Josa P...to.
llovirueutu batucarlo
ncm 11 db Fsvaaaiao db 1888
LAQA o recipe
Os biincos qaizeram bejd saccar tioente a 21
7/8, a caja t >xa nao appareceram temudoros
Os piirticalares pediram 24 15/16. havendo, po-
rosa, no correr do dia, neg.cio a 25 d.
O mevimento foi limitado, facbndo o mvreado
am poueo maia firme.
PRACA I>0 RIO DE JANEIRO
Nao ti uve ahoracao no mercad teiulo eido
t.s cota;es de h je as aeguintes :
Baocario, 24 7/8 e 25 d.
Particular, 25 1/16 escaseo.
4.a tabellas expostas aqu focan ee.ii :
Jo LoiiDoa Raas :
Mm Sute ti SitnDro
asna des Ceelboai n. SO
Aceedendo aos desejos da algans amigw e pas
do familia qu", ba moilo, insiatem oommigo par<
reaiabelecer o antifro o b;m eonbecido eo'lrgi
Sete de Setembro quo foi :*redo a fechar em
virtade de aioha nomeaeio de protessor de fran
ees para Escola Njrmal, e jirincipalmenu por fl-
ta de um collega que me ptidease auxiliar e subs-
tituir na direc?lo da mesmo estabelecimeato, ro
.oh i reabril-o por t-r encontrado urna peaeoa as
eoodTcOia exigidas.
Aisoeiado ao D'- Jote Augusto de Oliveira ba-
tante conlvciiio a'esta capital pela sua Ion,: pra
tica de eisino, creio poder assegurar aos tatefi'a
sad >a tida .n.ntia, qoer relitivamfnte parle
disciplinar e moral, qae ao aproveitamtnto rea*
dos alomaos.
O collegio Seto a Setembn qie de 18S0
1885 apree -ntou oos pxamea laitM nos lyenu c
facoldades do imp rio um rrstado suprior a
aeiicentas approvaedas, esp ra eacoutrar nos Sri.
p8ia de familia aquella eouiaaaa e aceitacSo qo
sempre Iho mereceu, principalmeua conat tuiio
como boje se acba.
Em temp < serio publicados os estatutos e ben.
aseicn oquidro dos prsfessores, que desde j4,_ga-
rantifliis ser- in dismiis babitadis desta capital.
Secife, 8 de Fevereiro do 1888.
O bacbarel iianaei Barbota de Araufo.
Aguas alcalinas miaeraeM de
Hoadarlz em Pontevedra na
llespanha
BSPBCTALrOACES PABA
Mol. atina do estomago, taes eomo : dispepaiB,
gaetra gia, ca (barro ebrouico do estomaga, k-f
ras simples.
Molestias dos intestino, taes como: enfurta-
ment do gaJo, ictorcis, calclos biliart, :lir-
rba cbrouics, ele etc.
Molestias daa vas urinarias, taes como : das
teses aricas, catharro vesical, diabetes saccarina,
albuminuria o g'.tt.
as anemia, cblorsis, psoriasis, prunigos f
.loros artrticas e entras muitus aulcstias.
As tgoaa alcalinas de Mondaria nasccm de ro-
chas granticas na temperatura de l1)* conngra
d s. aio c!aras, mcolores de ebeiro parec iu um
pono aos do ovos csidoa, sabor alcalino, pro lu
sindo um ligeiro ab )r pi nto n occaio de t.'1-
mar-ae. Ellas Ao daseificadas no numero dar
alcalinas e bi-carbjnatadas de soda.
nico depositario em Petnimbuco o Sr. Anto
do Affouao HimO a cstabelecido 4 raa Viscond.i
de Goyaona n. l~
-----------------------aa*
Dr. Coellio Lcite
Participa seas clientes o amigos que
tem seu consultorio na ra Duque de C.i
xi-s n. 57 Io aDdar, onde srr BOOBtrado
de 12 s 3 du larde todos os di,.*
reside provisoriamente na ra do Hospital
Portugus n. 14.
'------------**;-------------------
Ur. Mello Gomes
par 'iro peraJor
24-Raa Larea d.o Rosario- 21
Onde tem seo consultorio e residencia, receban-
do chamados e podendo ser procurado 4 qialq'i-'r
hora do dia e da noite. Dedica ae cm espec-iali-
dade a partos, molestia deienhorai.febret, typhi
tU, afieccoespulmonares eestreilimento da uretra.
TELEPHONE J4.
Ciinlea medleo-elrargle
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Especial i Ja deParto, m)leaUs de aenbotaa
Tianeas.
esideaeiaRoa da Imperatria n. 4, 2. anda
Telephonc n. J26.
221
2*020
W d. d VflO
.^ondrea....... i 7/8 24 5;8
"iris........ 362 38)
.:*la........ a . 3i
3ambar0 ...... 475 478
214 216
2/0:0
'.Jo Iimaoicioaat,:
sfj HO ala 4 t-id
<., ndriiV...... i 7/8 ?4 5/8
Pana. ...... 382 385
dalia........ . 385
Sftmburpo...... 475 47b
wisboa e Porto..... 213 215
pies eidadaa de Poi (
iH- ...... 20
Sew-Y tk..... 0-M)

9avHaauaa Oaskj
' ' ;P oiu
. . U Vi !4 5/8
385
386
4 6 478
dea de Porto- 211 a 216
. . 221
224
Iha da Madeira ....
Neir-Vork ......
aJoapite d aasuear '
11 DB PEVBBBIBO DB 18S8
A AtsoeiafAo Comm'.retal Agrieota, registrou os
precoa abaizo, pOsT'-s so agricultor, por 15 kilo :
Usina Pinto..... 2/700
Colonia Isabel..... 2*80 I
Turbina puiveriaal ... 2*200 a 2*MX
Bisnco 3 superio.- 2*700 a 2*S0o
. 3. boa ... 2*500 a 2*600
3.' regalar 2*200 a 24100
toarnos...... 1*700 a UHOU
Masoavado purgado 1*54) a l*SO
broto. 1*200 a 1*260
Ketasae...... UO a 1*100
Colar-ao Irt al^edAo
n 11 ni favaaBiao de 1888
O de 1* sorte foi negociad;, na wzio de 6*400
por 15 kylos.
Kntradus de aisuca" e alfjedsta
SUSB DE FEVBBBiaO
AtiSUOAE
Entradas t)ias Sacona
Barcacas 1 a 10 38..'39
Via frrea deCarnai. 1 a 11 7.318
Aoimaes...... 1 11 4 776
Via-ferraa de 8. Francisco l 8 3-1.369
Via-fcrreado Lai.ciro 1 i II 16.478
S.>mma
ALOODO
97.680
Entri-daa
BascachS .......
Vapores......
Via-ferre de Caroai .
Animaes......
Via-ftrrea de t. Francisco .
Via ferros do Limoelro.
Das Saccas
1 i 10 2.247
1 10 1.471
1 a 11 386
1 a 11 5 022
1 i t> 396
14 9 3.363
12.833
eV iMa
Vapores dea p acba Aos
Vap. amenc. 'FiUanee, para :
Uaranbo: 10 saceos e 60 barricas cora ss-
sucar branco, 70 saceos eom farinba de mandioca
o 7 barricas cam sebo :
P.r : liO sacaos, 6 barricas, 80J/5, 1.530/4 e
10 grades coca a,.uc*r, 100si,ceo rom farinha d_-
inandioc*, 80 pipa e 90/5 c.-m aguardante.
Nt'W-Voik : 272 f.rd s do courinbos.
Carreg. diversos.
v
Vap. iiig. Portoens, >, para :
Liverpool : 4 050 saceos coc assadnr maocava-
do
Carreg. Jhnatou P.ter C C
Vap.Jog. General II ibcrts, p-rn ;
Liverpool : 12347 rceos com asaacar moa-
vado.
Carr'g. J. H. B>vW II.
.\avios deapachadas
Barca iog. lleasio .Vl;kn%m, para I
Sandv Uotk F. O. : ,9 ( 00 sacios ecm tasucar
mascavadoi
Carreg. L jo 4 Filos.
Eac. noroeg. S crdrup, para ,
Rio Orando do Sul ; 4 25/4 e 25 barriquonhas com ss:u.-ar branco, 30
saceos e 70 barricas eom estuca, marcavndo, 150
pipas (ai agurdente.
Carreg. diversos.
Barca inu. Ranavols, .Jara :
Para: 100 aaeeor, 5 bar iea?, 751/2 e 1100/4
eom aaauc-ir rauco, 1.500 eaceoa eom milho, .93
pipis e 150 iairu J^ o.bi sgoarenu-, 10 pipas
um alcool, 48.290 tjolloa de alvcaaria batida e
1.4 0 cali-; eom anto.
Carreg. difarsos.
I*aula Ja AlfaaJ*-^*
IMuai oa 13 a 18 de pavBBCiao oa lsc8
A.aaoar relinadti (k,iu> .... 2(0
Aasdcar brauco (kiu) .... 160
Aasuear oaascavado (kik, 80
rllnias operativas da nii elgel
Contra ccnatipacSo, nascSo do tigra-
Jo, etc.
Oessemelhante a militas outras me'ii'i-
as oathartiuas, flfltaa pilulas Dio f..zii
com qae urna pesaoa ae sinta peior antea
do ao sentir oielhor. Produzem o seu r;
teilo com brandara mas completamente,
n&o sendo acompanhado de accidentes
desagradaveis, taes como nausea, aper'Asi
Jo ventre oto., etc.
As Pilulas Operativas da Mii Seigel alo
o, medicina de familia a maia til qui &"
tm 'dcscoberto. Limpam as eatranlias de
to iaa aa substancias irritantes, deixando-as
m cAndiyio saudavel. SSo o rnelhor rc-
nedio q ie existe contra a peste das nosaas
vidas constipadlo e inac^So do fgado.
Es4a>a pilulas ioapedem febres e toda a
a rte do d*"^" pelo simples facto da
pi-.llirem tola a mnteria venenosa daa en-
'ranhas. Operain com vigor, mas suave-
mente o sem causar d6r aguma.
Sa una pesaoa apanhar um resfriado e
a ameagar a oa febre, e sentindo dores na
cabeca, costas o raembroa do corpa,"Infla
ou duas daes das Pilulas Operativa* da
Mai Seigel expedirSo o resfriado, mpe
dindo a febre.
Lingua grossa asompanhada do -ua
gosto aalobro, a causa de materia impu-
ra no estomago. Umas poacas dsas dns
P'Iulaa Operativas da Mi Seigel limparao
o eatomuge, removendo o mo gosto, r-s-
taurando o apetite e com elle trar b
ade. --w.
Muitas vezes succede quo doenc ou
alimento meio apodrecido, cansa nauaoa c
diarrhea. So se (impar as entranhus d'esta
isopurezA com urna dse das Piltilos Ope-
rativas da MAi Seigel, estes effeitos dos--i
gradaveis desapparecerSo, resultando boa
attde.
As Pilulas Operativus da Mii Seigel im-
p-dern os toaos tffeitos que produzem o
omer e bcb. r em ezesso. Urna bd-i do*e
ao deitur da cama torna urna pessoa kub
e inclim-da pira o trabalho do dia aa?
guite.
Como estas pilulas sao cobertas -I urna
ramuda de assucar toroam-so com agrado.
O gosto desagradavel taocommum a mnior
i-.rti da pilulas dcst-i forma evitiTdak
Acham-se venda em todas as boticas j
loj >s" de medicinas, em toda a pnrto d,i
mundo o cas<>8 dos propri-t irios A. J-
White, Limited, Londres.
Depositario* na provincia de Pernatubu-
co por atmaio: Francisco SI. da tJdva
dt 6. o Faria Sobrinho A C u. cidaSe d
Recife.
^ended^r-a pir rn'ollio, na eiiade do
Recite: B.rtholomeu C. J. C. L y
A 0 A. M. Veris & l, BouaAr-l
Frrcs, e T. S. Silva, em Palmares, A- t.
de Aguiar o em S. JoSo da Igreja ^.rva,
J. A. da Costa eSilva.
Dr. Csrpird Lsita
IK1IICO
Tem o seu aalinterIi i rm Duque de faana.i
i. 74, daa 12 i.-- 'i bor- da tarde, c deeta r,i<
em diaoto em aua residencia ra da > al<
-.'rus n. I.
Bap^eimi ti i'i*n "-'ias de e,;ahar it<
ya.Telophone i. 82tt _r,
Alcool (litro) ....... 160
Arroa com casca (kilo) .... 00
Algodin (kilo)...... "f .3G0
Agurdente e...... r sp
Borracha (kilo)...... 300
Couros seceos, salgados (kilo) . 4tHI
Coaros aeccoa e pichados (kilo) . 450
Couro verdes (kilo) . 215
Cacao (kilo)...... . 4(i0
OafO bom (kilo) - ) \)
Caf rearolha (kilo)..... 400
Cachaca (litro) ....... 75
Curuabc. (kilo)...... S)
Car-icoa doalst"*5-.- (kilo) . -6 vi
Carvo de peJr^ W V*T\9 (to^;j . 16*000
Fairinha deman li- Polbaa da jub-r-.o )y (kil ) . 3 MI 200
'icnebra (litro)......
Mel (litro)....... 40
M;u*o (kilo*....... rO
Taboado rte aa^rllo (duna) 16JW.0
navios a carga
Barca- portugus* Novo S-Unii/, paru L'sboa e
Porto.
Barca aornrcaeuse on'iereiieii, par &td..a
Uoido. ^
Barca portogura i l*'pet Duarte, para U oa e
Porto.
Barca niierici.n i akefidd, para Estilas Cuidos
Bare* ioglesa Bertha Anltraon, para &ifadoa-
Uaidoi.
Barca aiaerieina LUlian. par IcarYoik.
Barca noruega use Profetsor Nurdeiukiold, para
Eatados-Uoidof.
Barca aoifricon Olus'ee, p>ra Ntw-Yoik.
Bar ja U','i.o~i Marimho XIV, p.ra S^-nl js.
Baica su."cu Jac.b, para CaBaL
Bngae ingles A'.miral Tromp, pira Rio grande
do Bol.
Eteuna luglesa rerey, para L'.vitpooI.
Lugar o cton:.i I-Oyo, pira liio Glande rfo Sol.
L^ar n-eioaal Z-qnnha, para Rio G.-aada -!j
Bol.
Lujrar rortagu-s lento*, para liba de S. Miga. I.
Lugar iogl s FOi-mce. p.ra En!d a Uui*>..
Poiacba in.iiD.'.rqu.:s Barritt. pura Peloaa.
l'-ineb -.Bcricni.o riint* Hartn, par N w-
Y-.k.
Patacho portugus Dout Irmios, D.iri afaaWi
Porto.
Patacho ullcmio Ora ,para Pclot-;*.
Patacho ioglea Welth Girl, p ra Cini!.
Cognac Brazlei o
Fabricado por A. M. V-ras <% C. C'ta
odt.s aa regras prcecript.-.a pela sciencia,
e de pureza e s>bor idnticos ao cognac
eetr-Pgciro. O Cognac Brasileiro urna
orcellente bebida, o melbor nctar que
se pode conierer.
Acba se na fabrica e em todos os bo
teis, rostauranto, cafs, buhares o venda;
deata tidade.
Ide experimental o!
I!
IGUAittSSD'
Dr. i'aei llarreto
PROMOTOR PUBLICO E
Advogado
EDITA-ES
O Dr. Joaquim da Costa R beiro, juiz de
direito do civcl desta ciiade do Re-
cite e seu termo, capital da provincia
de Pernambuoo, por Sua Mag-at-.d-- I n
perial e Constitucional o Sr. D. Podro
II, a quem Deus guarde, t.:
Faco saber aos que o presente edita! viren ou
delle ootieia tverem que na aa lien. j deste ja-
so do da 18 do correte ir a prac-i pira i.rre-
laatacio pelo tempo de 6 aoo&s o aluguel de todo
o predio n. 2 sito A ra do Cabug da fie^uexia
de Saoto Antonio dcsta eidade, ficaodo o arrema-
tante abrigado a pagar meoselmente o alagad e
a dar Dador idneo ou garanta de outra esp t-
pelo total dos meemos aluguets, corrvndo as dcs-
peas de decima, uonuidades e concert por
tonta do* respectivos cooaouh ,res e terviodo de
base da arrematacSo a quantia anoaal de......
3:9(164740, pr<-eo per qVanto te acba aluga-lj to-
do o predio, cojos alugoeis vio a praea publica
de arrematHoo a n qu- rimmto do* cooseuhorea
do dito predio Ernesto k L"opjld>>, com eitacio
dos demais conoenhorea J.ii.) Jos V arqne, Fre-
derico Moutmho, Eroeato Barbosa de Oliveira,
Francisco Gurgel do Amaral como procarador dos
herdeiros de'Joa Peres da Cruz, Joa Jjaquim
C.ieira de Mendonca cc-mo procurud >r dos h r
deiros de Villa Vi-rd-, os quaes nada opp>serara.
'E psra que ebegue a noticii a tod -s mandei
passar o presente edital quu ser i.flizado no la-
gar do costume e publicado pela imprenaa.
Dado e passudo nesta eidade do li-j.-f a .a 11
de Fevrrciro de IStS Eo, Folicieaino de Ai?-
vedo Mrllo, cscrivo Ss eacrtver e aubd reV*.
Joaquim da Costa Ribeirc.
O Dr. Jos Antonio Carr-ia da Silva, ca-
valheiro da Inperial Orden de Chtisto,
juia de direito doJ orpbilos da comarca
de Olitdn, por Sua Mag.-.at ide o Impe-
rador, a quem Deua guarde etc.
Paco saber aos qae o presante e lii-.l de 3' iraca
v.ruoi, qoe DJ dia "3 d i eorrent.i, dep.ij di ko-
dieacia, o porteiro interino dos audit.noa, trar
em praca publica U: veada e >.rrt-mat^caO| a
qui-ni in.,1 5? e u.e-h r iniiCi ofFcr< eei >-. bjm ee-
guiutu :
Um sitio no lugar Sal^a i-.h). eom c.si de ti-
jollo aicdnlo diu i-*sa ll iw-tro. e 70 eentisaetro*
le frente CjIi i^nn1 Iba i-, ifiMd moa p.iia'1 nu|
fundos (cid usslrtM !* compr iqem i e 3 ff l-.r*
cura, com 'i aulas, 3 quitrn< e 1 gabinete, a pu -
i d 1 qoarto e ea>iub. U aiti > niel- 120 br
Cs f.-eule ni Oitrrda ii>- O.md< 86 M fjn i.,
ua estrada de La-a do K -go h jn lo dito sitio
co-apr. hendido entre i-s duar estradas, av..lindo
por 00/000, perlcniente o rn-iui i sitio ai.-s n.e
note* b s do finad-, (initio tenrnte J.aquim
(i .nc-ilvea Mart'n, e v prBV'a por d. pr- c^-lo d
r. jira de direit > da 1' vara de arj>>>il>a da ei-
dade do Ho de Janeiro, paasado a ri-QU r-in-'i'n
I I
Para .\ew-York, P. t;,jj A fiMul ,v*
sacco com 225,0Oj kilos do avsucar oi^tc-vado.
Nabares tmuricai-.a I/l'tan, cu r.^ ift-n :
Paro Nw-Y rk. H. Korat. r i C 55*1 saceos
com 31.250 kilos de aasuear uiaecavado.
No vapor americano Finanee, carregaram :
Para N w-Ynrk, Abe, .Si.iuAC S.OOlpole
de cabra ; U. Burle.^ C. 20), pelli-s de cabra ; II.
Lindgrio A (J. 28^17 pelies d-j eshra.
Para o inUruir
No patacho ingles Swir/ifish carregaram :
Par' Pc'o'-s, Amorim Inwos et C. 675 barricas
com 68,052 kilo* 8,357 dito* de dito m sc.iv id ..
Na barca uscio iil Marinho t carregaram :
Para Saut..*, P. Carueiro & C i.O'JJ saceos
com 6.1.00J kilo* da assucar miscavado.
No vapr ainenoiuo Fiaattce, carregaram :
Para Para, E. Barbea 500 barricas com 30.0.10
kilo* de asaacar branco ; A. R. da Costa 100
aaccoa o m '7,500 kilos da asaacar branco ni
Oarricas com 450 ditos de dito reti.m.'o ; Amorim
Iriaioa i C. 15 pipas com 7,*i0 luioa de alcool c
45 dita* e 40 narria om 25,440 litro* de agur-
dente; E. il Beltrj Innao AX,/4 bairica* coin
5,976 kilos de assocar branca; I* Carueiro i C
10 saccoa eom firinlia de miudioca.
Para Mnraobao, J. Fontelie 70 saceos com fa-
riuh i de maodioca.
No vapor nacional Jaeuhype, carregaram :
Para Peoedo, C Rtbedo C. 10 barricas com
450 kilos de asacar brauco.
No hiato nacional Deus le Salve, carrega-
ram'-:
Para MosMr, P. da Montes 1 barril om i'
litros de agurdenle e 7 ditas ton 420 litroB de
mel ; Martina Viegaa & C. a'4 Oaiava* cm 192
litros de genebra.
Beaiiiuaruto!* publioos
na dn rcvEBalko
Bl;iulja
do Or. Joie Manoel de. C istro, tutbr do* m irnos
monsres.
Convido pois a.'S pretendente* aa, referido sitio
h comparecer* n)d/a e lopir cima indicados,
afin dt t. r logar a aliuJida arrtai ita^Jj.
E para qa-i chegae ao cinhecimenio de todo*
n-.aodei paasar o presente, que acri sffizado no la-
gar ds coatioe e publicado pela impronsa.
Dado e paasado nesta cidad du Olinda, aos 9
de Fevereiro de 1888.
En, bacbarel Francisco Lina Cuida, escrivjo o
subscrevi.
JotAnt nii Correia da Silva.
DELRACES
Co panhia 4 eiifieacao
Cominunico uo seubor. s i crji.iuiatas qu> o di-
nstorta em sesco de b ntero, icsdven oieolhi-
mento da dcima e ultima p-vstacj do capital
dests companhia, c iii-rco'i o praso do 30 di.is,
poutados de bij-> 9 de M,irc' viudooro, para
dito rccjlh-'n.-nm
Recife, 10 du Fevereiro de 1888.
R. Afenesei.
(}ere ule
Estrada (le ferro de Ri-
b-iro m Benito
Nao t-ado .ouiparo-o uumero suffijieu
to dos Sr*. accionista* para conatituirem
a 7 d crranla a assoiuCi geral c-invo
oada, de novo s.to coorididos .13 S-.' a:
cionUtai desta empreza para segunda ret-
n'o no dia 5 di proxirno futuro, 1 rj-
rss do dta no c8TptTri(T,-n qud tom porfi-o
approvi.i;5o dascontaa, '-leifli dos mernbrcs
da asserubla g-ral, e da cotnmissSo fiscal,
o se prooscir us qu^lq ur nu-acro de
aocionistas qu.> ennu-trecerena.
R cfj, 10 V- ver,'ira do 1883
Jos Billarmino Ptreira de Mello.
Director secretario.-
t slrada de ferro de WMim ao
Boniki
..V--.-0
' M
|> r dc!ib rasji -ii ita-i1., sao eh.madoS ./a
Srt. hc iji.i-'a.- deata riupre**, pira o. prtao d.
60 lias a couur do dia > d* revtraru prximo,
rejliaarfin a 10* entra*!* 10 /. do auaa ac-
(;o.-a, tiia fe rao du arl. 9- ij e.tatutos.
it-cife, 31 di J.neiro B- 1SS8
Jos B-.-llarin-.no Peroir. de Mello,
director secretario.
Kenda teral
o dia 1 a 10
(da de 11
Renda provmoial
!>> dia 1 a 10
Idea- de II
350* 41103
44:756>165
67 0161915
7.690.577
395:2604*68
-------------- 74:707-492
< lnb CoStcIl de Onro
Peiearrari oa roas *a e -i.-ie. cmoda co.tuioe,
a UfS diaa de caronVH-, eo-n in '- a pompa dsvi-
d ; e uo trje-to d>*trib'i'
lisin do 11,-tin ; e eaavi^i :. I*p* r ilnnj >jue
qiiz-rem liuurar c-'in sana pmseiic/aa. cu u bch
tl qae so acha gr;nam i'..-, ,-reparada com
emband-iramrnto pela coinmissii.
'refcident-, Ma-ioei G unes doi Praaer e.
I* tecrv'.iio, KrmiiCO iott 1 Hit..
Theaour. no, JcA 1 l>: Jcaus P^oroa.
1* procurador, RiSno Joto Vicente.
Fisca1, )'-.( Jo:i'|iiim d.ia Rea.
2- procaridor, Ntwpe J. s da ilva.
j !e do C'ub Caatelio de Ou.-o, raa do Pilar
o.93
O 2" .'i-eielario,
ilanoel Mcdt'.roj ie Aibuquerqne.
76 1/2 dito* de legumes a 400 re* ir'O S600
36 ditos de f.cod.s 1 U '
19 d.t>s de (too* 70 ris 13J900
11 dit ;a ..ie frc*a.i.- u liOO res i54'>>>0
6 f*lhos a 2 12t0"'
4 dito* a U 44'HJl
A Oiiveira Uastr. a U.;
54_talu^s a U 54iii"
Obras Publicas
De ordem do Ilim. Sr. eng*nbe:ro director ge-
ral das obra* publicas e de contormidade com a
autorisacSo de S. Etc. o Sr. vico-presidente da
pro*ln-ia, de 9J|*> corrente, faoo publico qae, no
dia 27 deate me?/ ao meio dia, neata repaitioio,
recebe-ee propataa em cartas fecbudaa c cempe-
teotemente selladas, para a ez-cucao da obra de
reparos da ponte di Duaa Barras sobre o rio Ama-
ragy. orcao* em 5:5764120, aervindo- do base o
->bate de 6 0,0, offerecido n* nltima arrei^atacio,
que foi considerada s-m effiti.
O oroam<>nto o maia condiedes do contracto
fecbam-se nesta sjeretana para serem examinados
por aquellos que preti uderem arrematar 11 mesma
obra, de accirdo com o que -diapojm os aits. 70
73. 89, 9), 92, 97 101,106..115 e 116 do regu-
lauento de 20 de Juohodo annopassado.
Secretaria da repart ,So das obras publicas de
l'criiambuc-o, em 11 de Ferereiro de 1888.
'" O engenbero secretario,
Lu a Antonio Cavalcante de Aib-iquerq ;e.

DO
BR4SIL ,
4J:tpUal
;O,0OO:000^
lieui .-e.i!sad> 18,000:0004
A caixa filial il'e-e nco raueoiak a rna do
Coa>nerdo n. 40, cacea, via(k ou a piaso, cca-
lia os s^guiulea correepjndentes no ee'rangeirs:
L .nro*......... */N. M. R-.ithchi!d & Sons.
De Rctbechild t-Frres.
tl..Ul-)01 o.......
.-terlim..........
:iremenie........'
irV.inkf'.lrt */ Main '
Antuerpia.......'
,:|.: 1...........
jeooi'u."..... ..
japolr*.........
VI ao e maia 340/
cidades de Ita I
lia------........ /
lladnd..........>
arceloiia.......j
Cdiz...........I
halaga........f
rnrrajji.lif......'.
V.ilenci c oattati,
jidade i j i
pauba '. iihas I
' '...ii .ri-ii .___/
L.i^i>oa.......\
*oito e mai* ci-.f
lajea de Pjt
tugal e iiias. .. 7
ri^ci.oa-Ayre.a... .)
vluntevido......
W.va York.....
Oeutae.Vj Bauk.
Bir..3-j,' ifAavnr*
r*

Biimc- Oc-ieralo e soas
og :.c.-'.


Banco Espaa cias. Hypctecaric e ru,.a *g de a-

Banco de Portugal e
su'.a ageuciaa.

Englisb Bank of the Ri-
tet Piase, Limited.
O. Ainsiuk a C.
Compra saque* sobre qualquer praca do impe-
ij e di estrangeri.
Recebe dir.beiio ca cout. corrente de movi-
n.-.,to c-m jur-'r;i iKS&n de 2% ;o nono e pjt le-
ra o a ('ra" a oroa convenc Maoop.
O ge-rent,
Wiiiian: M Webator
.. C0NTE FQ50
le Unip k Lnlu k
HTSURA2TCE COMFAUT
Blackbarn, Necdham & &
Ra do Commcrcio n. 3_________
Londoo Ht irasliaa Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos oa vapores sobre as ci-
xas do int-sin-i banco em Portugal, sendo
.ero Lisboa, ra dos Oapellistas n. 75. No
Porto, ra dos Ingleses. )
Je ve ter sido arroeadaa oeai.s
dik* a quautia de 2114060
tWndiuieufo do dia 1 a 9 do cor-
rate 1:825/74)
Foi arrecadado liquido at hoje 2:036>8OO
- Preco* do da :
Oarue'verde d- 240 a 48' ria u kilo.
Oamcir. de 720 a 800 cis dem.
Saino* de 560 a 640 ris idsm.
rarinha de 20) a 28) ililbo de 24 I a 240 ris idesn
Peijio de 560 a -64<> idnm.
EmbareapSes suri.a no .torio
em 11 le Feverelra
WAC10N4ES
BUVIO* C'JS.IOMATARIO*
'Jiqui........... Copopaubia Pernambceaaa.
Ip-jnca........... C-mpinliiu Peiuambaeana.
Loyo.............. Loto & Pilho.
Mariuhj XIV..... Loyo & Pilho.
M^rinbB IX....... L yo ce r'ilho.
Zquiuba.......... Lyo & Filbo-
E8TRAMGEIRAS
CONSIOHATABIOS
A' ordem.
A' ordem.
H-rmaun Ln-idgrin 4 O
Wilson Sons 4 C.
A' ordem.
N. J. Lidistone
r'ereira Carueiro & C.
Hermano Lqnigrin a C.
ilcnniinu La'idgrin & C.
Hcrmaun Luod^rio 4 C.
J. II. BoxweilAC.
Johaston Pater k C.
A urucm

Silvia............
Trias......._, ...
Tuomis O Seed...
Ventad..........
Wakefield........
WelshOirl.......
Warterloo........
Bli.ck'iuru Needbaa 4 C-
leury Nuesth Ar. C.
A* ord.-m.
Amorim Irmaos A' ordem.
Jobnston Pater 4 C.
Wilaou bous 4 C. t
HAVIOS
Ag es Bartoc......
Admira! Tromp....
AllcmacnU.......
A'..lie...........
# Alvina..........
Auaterlitz.........
B.saie Markham .
Bertha.............
B Jgi-u..........
Bjudereneo .......
Bertha Aoderson...
Jonauza ..........
Charlea l. L-wis...
C-tumb.....-..... Wilaan m .ca d) C.
O Bienal indica ter a embarcaco sabido.
Vapores entrar
HEZ DE FEVEBEIBO
Eur:pa...... Mag'llan ........ hoje
SuI........... Vttte de Uaranhao boje
Norte......... Para............amanba
Sul......... Trent............. 14
Eorcpa....... VUle de Macei.... 15
Estados-Unidos AUicnca........... 16
Sul........... Mandos........... 16
amburgo .... Petropolis......... l
Sul........... Orenoque -.'. ...... 19
Norte......... Espirito Santo------- 23
Europa....... Tamar.......... 24
8nl.......... PerTwm'ueo........ 26
Sul........... La Plata.......... 29
Vapores tt salir
MFZ DB FKVBBEIBO
Montevideo.. Afjgtllan..........boje s 2 h.
Havre...... Filie de MaranMto.. boj? s 2 b.
Sul......... Para............. 14 s 5 h.
utbampton. Trent..........\.. 14 Ib.
Peroaodo ... Oiqui........... 14 s 12 b.
Sautiaeesc Vil e de Macei.... 16 s 5 b.
AKoaea........... 17 s2 h.
Manaes........... 17 5 h.
Petropolis......... 19 2 b.
I Santos e esc.
S.irlc.......
. Saut.s a csc
Bordeaos ...
Sul.........
Bueno* Ayres
Norte.......
Soatbaaptoo.
'.
Vapor ingles Ediolor, para Liverpool.
.Yavo* descarga
Barca oaricina J. H. CAaduiicit. fe librea oocuegUtinaf Dux, carvo de podra.
Unr.-a ncru gumac Norge, earvJo do ilaa.
arca iioruei;ut-oae StAld, iarva pcdr
iirea ncruegaruac C'olumOio, curvio.
Barca noruegueu. Prugrets, carvi.
Brigue sueco Frita, varita genero*.
L^ar ingles Leender. bHC.Ibo
Lujar iog es l'ersia, varios genr-ro*.
Lugar ingl s Sumbeam. b.ca.hio.
Patacho aikmlj D. Pedro, xirqae
Patacho ameri.an Oatsg, l.innh.i le.tr)ij,
Patiieh loiiaodcz Trias, v>rio geiiero*.
Patacbu oglea Si'ota, b.ci:hic.
PutHCho lugli -E'htl, bacalno.
Patacho ingl^r. Bdtma, <: rvao.
v"upor ioirlc Wulerl o, oarvsVt.
, Gxpartaesla
iwcir-. 10 ob rr.vratno db In-
*aru o ewerior
No rpor ingles General Robsrts, earrrga
nm :
Par'Uverpoj!, J. U. B-.wol' 1,000 aoa cam
75,000 kilo? r inascavada ; i;, l ds Ro-
cha 178 sazcod tfo 1335-1 kilos de arsnear mas-
cavado.
Nc vapi.- ingl-a Edh'or, carregaram:
Para Liverpool, J. r^t. r it C 3,700 c*o
oem 277,600 k los de usan *2r,
No pat.clijingle Ir*e/a G Para Liv.-rpb!, J. Pite: i. C ,0~0 *** oom
120,000 li'Ioa. Jo Ktaotar mascavsdr.
N barca nonieg'iense JL?, oarr.-go-i
Para o Caual, \1. Coi ha 400- taieoa eom
SOJfOOJ kilo* do ii'Qt-.r aiee'i;-,arto.
Ni b>;: .-neofe Pr "ordeus-
kiold, carregaram :
Bomma total 46?:967a760
So^und aeccio da Alfand-.-ga, 11 de Fevereiro
de 1888.
1 O taeaonrriroFTnrencio Dominyae*.
O chote da aecoSoto se-a.
Kecefeeorla (ral
o da 1 a 10 19:>37M9e
Heas de 11 2:ll5tl31
21:752*329
)o dia 1
uta o* (1
Berebedorla pro vinel ni
10
21:201=728
4J1084
-i re
- dia 1 10
ida* dt U
l>ralBa*;
5:2804183
698*419
2I:2a7i812
5:9784602
Mercado Banfclpnl de lose
t) aovisnooto deste Mercado no da 10 de fe-
vereiro foi o aojuinte :
Kocrarasa :
23 boa* peonad* 4,243k.los, sendo de Oliveira
Castro 161/2 ditos del' e 16 1/2 de pnica-
888 kaes de per a 20 ro^ 174660
60 tarspsa aa Cariaba a 200 ris 10*000
24 dita* Ct irutUs diversa* a
100 ca. 7*300
12 tahoaarris a 200 ri 2*400
8 Unas* a S00 r*u 1*600
Poras* oeenpado* :
28 cotasnaaa a 600 ria 16;800
31 eosapartiment' s "> farinha a
."iOO ria. 10*600
30 ditos 4* comida a 50X) ris '10*000
Cupo............
D. Pedro..........
U-ua Irmaos.......
Oaisy............
Dox.............
Kthel ............
Eucarn.-co
A' ordem.
P,-reira Carnuiro 4 C.
.SilvaGuiDares St O.
Haury Porstcr & C.
A' ordem.
Btackbum Ncedbao 4 C.
Amorim Ir-naos 4 C
Ortnoque
Espirito Santo...
Tamar..........
Pernambueo......
La Plata........
19
24 s
1 b.
5 b.
24 s 2 b.
27 aso
29 1
h.
b.
latios i enlrtfr
Adelheid......
Coaslauce......
Daily..........
Preidig......
Perm ... ......
J. CStanforc*. .
Mette Johanne..
Rio Grande do ul.
Terra Nova.
Ba! ti more.
ihmburgo.
Antoerpia.
New-Yoik.
Cadix.
*> I
Eonnus......... Pouaeca Irmaos 4 C.
Samuel P. Johustsn & C.
Via-ferrca de Caiangi
Jobnston Pater d O
H' rmann Lundgrin 4 C
Heory Porster.
Hermano Lundgrin 4 C*
J.H. B-xw-ii.
J. H. BxCvdl.
HermHun Luodgriu 4C.
Uirriet........... A'ordem.
Hovding.......t. B'.rsteloiun 4 C.
HeunethH........ Blackbarn Ne*dniu &C.
jscob............. llsrm-inn Lundgrin oj U.
J. H. Chadw.c..... Prreira Carneiio 4 V
Jessi'1........... Bo.-stelmann 4 C.
Lillian............ Heory Por*ter C.
Edicl.r..........
Edina...........
PLreoco.........
Prit.......;....
Pinance........
Orid ..._.........
Oeueral Robert*
Oltner------......
Hanrooia .
Lopes Uarte....
Leandcr.......
Lina..........
Mispab........
Novo Silencio...
N -rge.........
Ora...........
Olustec........
Percy..........
Persia.........
P. N.rdeuikiold.
Portuens ....
Polysarp......
Pvegoe**.......
Raiiavola......
* Birla*........
Ata.rim Irmios 4 C-
Jcbuston P**ar 4 C.
A' ordem.
A' ordem.
B.lfar Oliveira 4 C.
Wils.n Hons 4 C.
Herma-.n Luadgfin Jt G.
A' crdem.
Meo des Lima 4 C.
Fon seca Irmilcs 4 C.
Av ordem.
Jobnsrou Pater 4 C
J. H. Boxwel.
Wils.y Bous 4 C
W i l son Sons 4 C.
Fonaeca & frmo*.
A' ordtm.
Beqnel..........
Sw.irdlsh......... A' crdem.
Soerdrup........ A' ordem.
Solid.............. Liviamoutoi O
Bombeas........ Biackburn Secdsaa 6t C.
Moviment do porto
Navios entmdot no dia 11
Rio de Janeiro-6 12 dias, vapor ingles
tAusterlilt, de 1,076 toneladas, eont-
manJanto Jamea Fraaier^oquipagem 23,
em lastro, a Lidstone.
Buenos Ayres por Montevideo -12 dias,
Tapir ingles Henretta H do 1,468
tonelajes, etmm..ndaa:-j Pa'ul Va*s, eqai-
p?gem 26, eno lastr, aBU>kbaru Nee--
dham & C.
JS *3 Sahidos no mesmo dia
Macei -Vapor ioglez Generxl Roberts,
co'jjmatidanteGreo Qeaik, carga ausucar.
Liverpol e escalaVpir ingl-z Portaen-
s^, commmdent- F. Hervof, carga
varios gen'oroa.
N:W Y-rtk e eaoala Vapor americano Fi-
nan .-es, oommandante E. C. B 1 er,
carga varios generas.
Rio,Grande do Sul -Escuna aprueguenso
Svcrdrup, capitao O Oesoo, carga
nsBucar. -o
Estados UnidosBrigae allemlo *Sirius.
capitl J. D. Mata, carga assucar.
New \')ik-Barca inglesa B-'SSsiMarkim,
capitio Jjioea Fulkhaio, carga assa-
oar.
Rio QraLdc do- Norie- Pata-ho dlemao
Alvina, capitao H. F. Wtriib, em
lastro.
Rio Grande do Norte Hiate n*cionl
*Correio do Natal, mestre Jar-
dea de Moura, carga varios gene



!\
r.
J
Diario de PernambiteoDoiiiiBgo 12 de Fevereiro de 1888
Cmnpanljta fce Seguros
contra fogo
NORTHRN
de Londres e Abetdcci
Posi$ao financtira (Dezembro de 1885)
Capital Bubsoript.. 3.000,000
bandos aiM:unmt-... 3.134,34$
Recelta auniial:
'Da prcu.ios contra fogo 577,330
D> premios sobre vi ias 191,000
Do juros 132,000
O AGENTE,
John H. Boxvrell.
Cumpsnhla d Seguros
AGENTE
Migad Jos Alvcs
s.i-ira tul uos mahiiivios ETEituEsniEs
Neaie* ltimos lejurcn a U'iii cuaipaubia n''eti
prcoi que ci>iiced>: *x S*, aegaradoe simpado de
i paga rr.r ;<> do premio fin cada stimo auno, o qur
equivale ao deseooto snnual de cerra de 5 p.>r
ceatc em favor dja segurados.
IWliTliir
9:000.00 de libras sterll
AU2ITT23
Adamson Howe k C.
oro c- -a r'o
SR. JOHN H BOXW'ELL
26 Kua clu Comnicrrio 26
l\dk\isaboSa~
MARTIMOS E TRR* STRES
ElabcIecMa CAPITAL 1,000:000^
MSI* i ROS PAGOS
Ate 31 de Dezembro de 1884
larttloos..... M.0:600(000
Terrestres..... 3I6:000$000
44 -Ru TmSos ~
martimos tmm fogo
Conipanh S'henJx Per-
sa m bu cana
P.IUDOCOMMERCION 26, i" A.NDAR
THEATRO
DE
TAMIEIADES
NOVA H\MBIJH(0
QUATRO SUMPTUOSOS BAILES
Com mnirirai aem ella*
Na8 N0ITE8
Do sachad.-, domingo, segunda e terca-
feira
11, 19. 1S e 14
DIRECCO DOS SA1.ES A CARGO DO AC-
TOF. LYRA
Diroccao da rr.heftra de JOS' TiVA-
RES DE MEDEIROS
que exhibir peca* doa inelbore ancorca como Ot
-itl e cu'r s, alem di.s lindos pecas extrabidas
Je l*s opei a*.
O jardn se ach BliMaiasda a g orno, e o tbea-
iro bem cciao ai d-mais aubdivi-Vs do vasto es-
iiolecimeiito da NOVA IlAMBUnVJO, se acbam
ie. i'^mtut don r .J *
O iugreeso cuai 1*000 pars dama* e tava-
Uioiros.
hendo a entrada pela rna d Florentina n. 20 r
<. s d. Santa Isbel d. 1.
BlFFFiTS
Qut o gran le B ff-t da vaU e tumptu^sa sec-
eso dos i>cn'i'i qoer es xisfrnt pavhde* so acharn pi-uviios di indispinisvel a
restaurac,:t das f^re-ts, e o seivi;o a cargo de pes-
;-l dikcto, i>-.da d>ixar a "enejar ao maia exi-
gente visitante.
O* nilhues, jogot di bo'a croo as domis di-
vii cuta d. cas, i.l offn iai iiebhuma alteraba-'''
de prt eos no horaue, durante os di.s do
Carnaval de 1^48
NO THEATRO DE VARIEDADES
Da Nova HaQ.i.urgo
f
ODIPimi DE EDIFICAQA9 .{wi
Tcm sempre a ven
da:
Tijolos grossos commnns
Ladrllbos diversos
'Silos qnadrado grande
Ditos loralo inglez
Tellias coniiDDns
Tijolos tnbal?rfts de diver-
sos foriMtos
Teilias fntncezs
Cristas para Mmn<\
Cansos, curvas e cotovel-
los t diversas diaien
jes
Para vendas c ea-
coiaeadas exciusva-
mente no es cristo rio da
companhia no largo de
Pedro II, n. 77,-1.'a
dar, las 9 horas da
manila s 4 da tarde.
Telcphone 358
1ML STM PAf
MYkV
0 paquete Trent
ssperado do
su! ata o da 14 do
correte e seg\iir
itipois da di mi.rb
aecesaaria par*
Lisboa, Ygo e Southampton
Reduc}*) de paaaagem
Ida Ida e voUa
28 42
20 80
Camarotes reservados para os passigtiros de
' i'eriMiobuco.
fira passagens, fretes, etc., tracta-so os
AGENTES
tmorimlrnios &C.
<; 3- RA DO BOM JESS N. 3
A' "on'bsinpton la ola sao
| A' Lisboa 1 claaae
2
11
o a.
a
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9S
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3
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Seguros contra Fogo
EST: 1603
Edificio* e mercadoriu
Taixas laucas
I'rompto pagamento de prejuizo
CAPITAL
Rs. ie,00:00(40
AOEltTRS
b n o w s N. 5RA DO COMMERCIO-N. 5
irrriiilsm se saNmiU (aia ust e-
gaiMle preiilws)
Kan do Imperador
S .braco n. 24 83#333
Ra Imperial
Caw tae n. 151 25*000
Visconde de Alboqerque
:.cm 61 2-2/000
Roa doa Burgoa
0 .12100
Mjadr.) ^n)eteoc3 n. 1 6000
Dtto n. 3 6(I00
Roa do Mxrqoes de Olnda
L j do S .biado n. 53 83 :333
Uaa do Vigario l'euoru
and.r o. 22 I50()
.;-dir3:d.m 12*000
Ra da Mofds
.\"to :wwa n. 47 2i00(i
.>.:a ... 4) 26101^
Ra d Amirira
1 ;rm t. 64 30/000
Ra da M.i :ie de Deas
i :cm ii 10 EOJOvO
Roa do V'ig.ria T.n.i o
: andar n. 25 3OJO00
_ dito idem i'5|' O1)
:.< dito ideni < 20*000
PROJEGTO DE INSCKIPC iO .
Para a qnarta corrida que ter lugar
Doning, 19 de Fevereiro de 1888
1. prco Ccnsolnco800 metros. Aninoa-es da provimia que ainda nilo te
nliam gan. Premio : OOAOOO so primeiro, '20(5000 ao teguodo e o terceiro livra a
entrada. Entrada 100000.
2." pareoDr. Jos Osorio 1,020 metros. Animaos nacionaes.
200000 ;o prirntiro, 40^000 ao segando e, o torceiro livra a entrada.
20000..
3.* pareoOlympio Loop Andares Genderoen rilers2,040 metros,
n.ios : ao primeiro, so seguclo e terceiro objectos de arte. Entrada 20|>000.
4.* pareoCommenitor Maia 1,600 metro. Aniataes da provincia. Premies :
150)5000 ao primeiro, 300000 ao segundo e o terceiro livra a entrada. Entraba
150000.
" pareo- Dr. Beltrao 1,000 metros. Egus da previncia. Premios 1500000
ao primeiro, 3O0JO ao s-gundo e 0 tcroeir^ livra a enirada. Entrada 1500. 0.
'8 2.
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Directamente
para Faro-
pa do Rio
da Prata.
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2* 3
O *
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;irtigs para acabar
21
Setioet s decores miudinbas a 240 ra, oc-
vudo.
otmeittii cmplito etn ISs da ^fs, 320
a,
Com podra, 12 CBd:- comida, 1 sarta com ,">'dr, 1 relogp i- paredr, .
qoedro grandes, 1 i; a ihth- ir, apparr Ii a para )
cha e jintar, copos, v.i:.Vs, ,a j u, I
filtro e J gnrrafir^ : 1 s-rviQ. d- i h- ii -p!al
para cha, 1 bandeja "t>i gr. ;e e e*lv.,c n; ma- ,
tsi, colbercs, talberee 1 gaiboteirs..
Objeco* asulxoa
Bancos de jardim, mesat d* f.-rro c^m-pedias,
escadas de abrir, i rolo d ferro pra calcar ras, g^ r,,,0 e 6je rs () eftM^
1 roo.nbo de pedra graude e ouhos wuitos cbjie Oorgorinus d vores. liauisBaioi entoes, 30
,0'- 400 e 000 rsy o covado.
Quinta felra r dO COrrente Mctim trancado, msguifiojs padrSis, de. 360 th.
Na cssa da ra do Visoonde de Goy^nna o ovi-do.
n. 64, casa d sqitina, em frente a fa-; Bramaote de .loas largaras pars,leafM, 500
u i i < rs o motro.
briea de chapeos Dto d uatr0 Ia mmta bes fenaW^
O agente Pint.>, anior;s,do p-ir orna familia qoe j o 0 mpir,,
retira-ae para Eun.p. |,v-r a leio es movis e Dt0 c ,,,. fraDces c : d 2 ea#Wl,
mais obj?ctas cima cut-nunnados, es quaea aeuam- 0 metro
"% R^/arSSr* o b,od a, ;-1 /sht rT-0 psra'ne?a'de6CDhS lhldon
L^Sfellr "at P,M"gem?",B ft8 ;d,uari>, c m franja 2*C) a tata.
Zenros de core, ueste artigo, e c>nxp!eto e va-
riado, de 20O 800 rs. o covado.
0 leilo principiara a 10 1/2 bcias.
Em etntinua^ao
Ao meio dia
Vender o metmo ugenc a r- ferida cbm e sitio
todo aibjiisid", com Kgna, gax e mais beafeitc-
nas.
Daas Mecas
carneiro teaio
menino.
A's 2 boras da tarde,
jurlnas, 1 burro para rarroca, i
o 1 cavaib pequeo f-roprio para
Merino iiso e d? todas es coros, a preces di-
ver sus.
Dito avrado, magnifica f zonda, 1"* o.cavsd',
M rii. prc'o, c isplcud;d.i o sutscnto o gran-
d-rtdneco n> p'rc>, do 800 rs.. ]i000, 1*:0',
1*5(0, ij|>.'00 4io covad .
Sctineti-s ftoucoxaf, im-.i o de t. dunas cores, a
H 0 ra. o IJnptis'es d>: (-oos e n^nzuka, psd.-ois linde?,
2(0 rs. e 280 o c 1v^do.
*.'
o. E
m o
3 -
o <
N
A
K
o
a O
MISOS BlfERSO
Precisase de una ama pira coainbar e
comprar para eas de p.oca familia, prcleriado -
fe de mcia idide ; a tratar na ra da Guia u. 5,
1 andar.
Prtciaa-seoe uina ni.lber que 1 aiba lavur e j
cugemmarmuilo bem. roupa de h n.em e Sinbora ;|j
a tratar uj Cimuiiij N'.-vo o. 128 Na misma '
Casa precisa-se* de nica ?'nhrr:i portuguesa, do "I
idade, que emenda detijns os arruj>s de mu a
casa : a (rutara quslqnei hora pela munba at ss i
10 boras, au a Bail.
Precisa-si; le urna inu'b .r >j; bea c nducfai
para nma casa de maito p^aco trubaibj : na ma
da Matris da Be Vista n 3.
Premios :
Entrada
Pre-
6
Animaes de qualquer paiz.
o terceiro livra a entrada.
nacibnses. Pre-
a entrada. Entra-
parro Prado P'.rn*inbu.:f.no 1,600 metros.
Premios : 4OO0CK.O ao jriroeiro, 10000JO ao segundo o
Entrada 40$000.
7. pareoCpitio J. J. Roc>a1,000 metros. Animaes
iojs : 2000000 a-i primeiro, 400000 ao segundo e o ter-seiru livra
da 200000.
I OBSEIVA^A
A inscripcSo est aberta o enuerrar-s ba no da 13 do corrente, s 5 horas
da tarde, no i r-ido.
- Neoliuiu paree se r< izar sem qu- se inscrovam pelo menos tres animaes de
Cetapc^.a Uratllelra de .\ave-
". gan & l'apor
POKTOS DO NORTE ^
0 va^or Manos
! Commandante I- tmente Quilherme
!Dr-, Waddington
E' esperado dos portos do su I at
'4 dia 16 de Ptvereiro, e.seguir
depois la demora iudispeniavel,
oar8 os porf'-. donerle .< Wa-
nftos.
Para carga, passageus encoma>eud*s e val -res
tracta-ae na agencia
PRA^A DO CORPO SANTO N. 9
AMA P.i-L-:sa.Ea a un-., pura comprar l
mais Ontros servidos leves de casa do f-milia ; na
ra do Cjtuveil > 11. 9.
Aloga a- o. terceiro audar o. b' i ra do
Imperador, est asseiado.
A um borne d idade, de bcjia costames e
sem familia, dd se alimcntacSo, casa c pe..neoo
ordenada em (soca de *ervi^>e leves ; dirija se o
pretendente ra Ja Ro-'n n. 54
Alogt-so o 2- audar da cssa di rus larga
dj Rosario 11- 37, equina defrente da igrrja : a
tratar no pavimeuto terr-a.
I)
YXTA
Sare!iin de t.ji, ;..- c ,ei e prcc,o leduxido.
Criaoliae para Lif, trauc c preng, toda de
qiwdrtB.
CielcoiB franciz-s, braucos, di coren e escaros.
Alera 'ie glande s'jrtinient;! c cu ros hrtigo
que nos impssaivel mencionar, cas que se ven-
ii m sera reserva de preco : na raa d: Crespo n.
21, laja de Oliv. r (lampos & C.
Peras do Bio Grande do
Sil
Vendem Cosa <&
Fe mandes.
-M O .OHilIRsr-S
Reeife
IrVVlSO
i-uRTOS'DO 3L
0 vapor Para
proprieiarioa, differmtes, exaepto o 2., 5., 6. e 7.* psreas que se realizarSo de con-
formidsde romM art. 54 do cdigo de corrida.
KecifV. 7 tU F#TeT *le 4888......i- r.
O GERENTE
Marcolino Rodrigue* da Costa Jnior.
Coiopanhia de edifico ao
C- mmu'i'r sos s-'iih .re.' r.cci mist is, i/oisuid>
reedasa(ce-s ri-i i.uamos 11b. x 1, que ti ni iu h.m-
tcm o pric.rir'i praso a que relere-se o art. 8* dos
estatuto, o q >e por torca d > meimo artigo Ibes
marcadu SS>V pi-so d 30 di!, contadoa de beje
a '3 de Fvreir vir.dju-o, para nalisarem a
nona pn-aT-ei, nuidiaiite o juro do 12 0(0 on
1:2<'K) iis pir aceito.
(n:I, OM 970. i6 i 1265, 14*6 i 1455 1586
i 1595, -.'.O; 41715, 1716 A 1725, 1816 1825,
1861 a ltC>. 191 19S*5, 1856 1860, 557 581,
618 62!, 641, .AW i 1245.
Recite, 24 dr J nem> d- 1888.
K: cardo M Commandante Antonio Ferreira da Silva
E' sperado dus portos do nor-
te at o lia 13 de Feverei o e de-
pois da demora indispensavel,
seguir para os p-*/>s do sul.
Keceoe tainoem cargo para Santos, ^anta (ia-
inarina, Pelotas, Forto Alegra e Rio Grande d.
T-**/!. *"> noaic -
' Para carga, passgens, encommendas e vsrinre
tratac na agencia ,
DO CORPO SANTO N 9
PRAGA
{SuifflOS
THEATRO
. u RE DA FOLIA CHEGOU
Sabbado, domingo, segunda e terga-feira
Oualro eaplendiilos sa*l-M sle sil-
r.is
O.IASDB FOLIA, SDJtPTUOSA FESTA
AO PRAZER, MORREU O SiPLEEN
Sylj.bides de (acantas mil
RepUtas e cu (citadas
..... *st.....
Reservados, botequios
Msicas corntoeritid-is
E crio.s ni 1 cbnifrius.
l-Of II! Flll.1taillt.i.<
DK
Kafegacio Ccxttcira por Vapor
Fernando de Noronba
O vapor Giqui
i Comm.u>.nte Monteko
* ~f
*;"" ..'iJs'~">,
:>4^
Segu no dia 14 dr
F ven iro pelas 12 bo-
ras da manba.
Recebe carga ate o
dia 13.
aras da manhl do dia da
'ioi;-..noi o dsnS' m'-s, qu- a vida sssim.
0 nia stsp.... romper'o iinci> do 1 ensuio
. ja ouvert'jra a9rai:d Duqnetasegaiudo-
? as
'Jddi i.b >* de.-!imbr.-iites
'ValSS vrtiginoss
P.l k- dn .-
^ho,k f.i-^ites .
G M (e : M"i)
Mu sorteia
MittMnie u p. igr^i) .. ; nWr.i. gratoitsmente
. ...-/biido.
Preco ao paladar de (Oda*
< avalhen. s
Pars 4 bailes Para 3 ditos. Par 1 dito 6*000 5*O-)0 2*000
1 IV'IS Para 4 bailes Pasa 3 ditcs Para 1 ditj . 3*ao 2*000 1*000
'latasrotes retervudos para familias c,m 6 eolra-
das 8*000
Eo;orerneudas 00 ctf '-ry, m das e n* buhe-
t ria.
Coaitear as 9 e termin s 2 horss.
J r"gulaaieato da polici i seri observado rigo-
rjsataenta.
Iatirvill-j de 5 minuir.
Jjlgimento, ateia noite.
E morto o spleco
ViVA O CARNAVAL
SBBb
Passago..sat as 10
sabida.
ESCRIc^lORO
caes da C'ornpaathla Peraaabn
cana o. I -
l-nucd SUles i jirasil S. & f.
0 nw Allaifl
.cpcra-se de > .* r -N'ows,
tS o dia 16 o Fever- iro o qoal
seguir epo da d.-ntoru ae-
,s>r' p^im
lEahlaTwio de i anelro e Santo
fura carga, pnasagens, e encorrirnend.is tracta-
"j c-m o*
AGENTES
ieery Mr 4 C.
8 -- RU/. DO COMMERCIO NI
/ n-idjn
faciiic LStcaffl ^avigauon ijoaipau j
STRAIT8 OF MAGEIaLAN LINE
Faqnete Magellan
E' esperado da
Europa at o dia
13 de Fevereiro, e
seguir depois da
lemora do cosa-
me para Vslparal.o scu escala por
Baha, Rio de Janeiro e Monte
Tfdn
p..ra Oarga, pa'a?e:roe, ene muiendas e inodei
SO a fr'r't, U-'>.-ic eo
AGENTES
Wllson nona dk J., Limited
NT. 14 BA DO COMMERCIO-N. 14
liba de S. Miguel
Logre portuguf* Veriti$ r>cebe earga e frete ;
s tratar com Amorra Irm
I ORPANIilE OENHEN. Ii
l\VE% n.iKITIMEli
UNHA &D2NSAL
0 paquete Orenoque
Commandante liortemard
E* esperado dos pcrttis d> sul
no die 19 do crrente, seguindo
depois da demora do eos turne,
para Rordeaui, tocando em
Sal-ir e Lisboa
Lcmbra-se sos senhores uassageiros de toda
s classes qu ha lugares reservado para esu
tgencia, que podem tomar em qualquer lempo.
Fas-so abatunonto de 15 % em favor das fa-
milias imposta de 4 pessoas so mci>os e que pa-
garen] 4 psstagens mteiras. i
Por eicepvSo os criados de familias ,que torns-
rem bilbetes de proa, gosum tarabem U'este a bati-
mento.
Os vies postaes s se die at dia 17 pasoS
de convido.
Para carga, passagens, encommendas < dinh?ir
frete : tracta-e com o
AGENTE
4sguste Labilie
9 UUA DO COMMEIUJIO "
omj.anbla Franceza de Navega
cao a Vapor
Linba quinzenal antre o Hvre, La
boa, Psrnambuco, I5ahia, Rio de Janeiro t
Santos
Oyapoi Tille ae Macelo,
CommnndaDte Lencr.uun 1
B* esperado da Enro^^
at o dia 15 d> Fever- ir, ae
guindo dep,s da in-ii'^er.
aavel demora pura a Ha-
bla, Salo 'te Ja.sT>sT.
e Maloa.
nVjga-se aoe 8rs. unpertadores do carga p !'>*
vapores desta linha,oucnti MSTCSCOUr dcutxo de t
das a contai do da descarga das aivareng..
quer reclamaca cuncornentc a voluntes, qa^ po
*~if*T- timitn iT7~trl" paeaas pirf'* <; se.Uau
de se p. >i'rum dar ". tyiapa.S jii. '.-j i-* n; ,< r
sarias.
Espitado o ref.'iiao pr.-:- u cjmpa.i:.;'.mi n f
i-sponiiViiliga pos extravos.
Para cargii, pa. sagens, eiicyminendas e dir.lu ir. i
a fete : trata se coro o
* 0 vapor VUla" ifiMaiaiMo
Commandante Brant
Esperase doa partos do sul
ie; dia 12 de Fevereiro ?egunde
depoia de indispensavel d m >
ra o atVBE tocando em
uanoA.
O" VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condnz medico a bordo,* de marcha rpida
s offereee ezcellentes commodos e ptimo passa-
dio.
j As r assagens poderilo ser tomadas de *uUmoA>
Recebe carga encommendas e passageiros par
os quae tem excel lentes accommodar;5ea
Pars carg, passagens, encommendas dinhe ir
a frete: trata-se com o
AGENTE
Augusta Labilie
S RA DO COMMERCIO 9
liba de S. Miguel
O i_'-.r portugus Vertid seguir sem alta
e.n 15 do corrente. Para o completo da carga
trato se cem Amorim Irmacs Se C.
tELB&
Le5 la o
No armazem c'a rita Mrquez de Olinda
* n. 19
Coostand :
Dj bitongas, papel de < ores, novis, loucas, vi-
Aros, rspelboe, quadros, diversas qualidades de be-
bidas e muitits outras mercaderas.
Segunda felra, 13 do corrente
A*S 11 HORAS
POR INTERVENgO OO AGENTE
Gusmo
Leilao
Vende-se um rico
vestuario todo de ca-
se mira escarate, bor-
dado; aimniita^o dos;
que usam as LanFudei*\
ras da Maia e as de;
Vianna do Castel/o, no
Porto e em Lisboa.
E' cheg'ado a pou-
co e vende se barato.
Quem pretender com-
prar dirija-se ra
Duque de Caxias n.
14, 1. andar.
Feijo
Tho. Just. psttieips ao comroc-rcii) em gcral o
aos seus frrguezes em. particular que no dia 4 do
' corrente despedio o sou caixeiro Francisco Sirr.-
p'ici > PVncira da Cesta.
I 4o coniiiiercio
0 abaixo assignado celara que rou.prou o es-
i '.<'<: irrento de mdhados sito a rus Duque de
Casias ii. 2, pertcr.cunte a Jos Cordetro do Reg
j Pintes, l.viu odesembaracado de t^dos es anos.:
Reeife, de Fevereiro d.! 183.
Manocl Soidciro do Rege Ponte*.
e phatasias
21
pete, en-

"
Vende-se em p-.rco ou a retalho ;
Pedro Affjriso n 58, antiga da Praia.

n ra-de
Vrsiti s de seds, mciin c cnsemiru,
feitados a v.idrHhos. "
Sedas oc cores, phdroes modornes.
Crep de c5r para c-bein.
(Jombraia bordada, branca e de cor.
Manteletes prctos.
S.tiin de todas as cores, fino?.
Seda br--.i-.ca pera csjsmentc.- .
- Veos e (apellas, novidade. j
Mcias braucas, de cores c arrc'uJudae. para bo-
mrns senhoras e crigucas.
Cusemirss de cores e prttas, e aano preto o
azul. %
Cortinados bordados c crochet.
Colcha dem. -* ..
fortes aa rosta? p-.ro ocete, c seda:
Ea'eira para'forr.i de sala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos na ros
do Crespo n. 21, loja de Oliveira
* Campos & C.
Borracha para limas
I dva prime-ira qualieade, vendem Lopes, ilugalhaes
i C Socccssorcs de Josto Tcixcira & C-, assim
como tem sempre um completo sortimento de
obras de vitsc, de sperfeiciado gosto, e que vea-
dem por prec; -.s sem competencia ; na roa da Pe-
nha n. 8.
.
Da easa terrea c m
isconde de Gnyanna n
Vis.
proprtf s,
sotao interns da rus do
. 61, idificsda em chics
com grande sitio, srVi.redoB, lutadas.
V-
vivcr 8 para passarc8,'sgua, gas e muitas outras
b:rxteitorias.
Quinta felra IO do corrale
Ao meio (lia em ponto
Agente Pinto
Na referida casa e por occi.-io do leilo dos
m-.veip, icuca, vidiO", objectos de electro pate qoe
principiar As des e mcia Horas.
Os pri tendentes d > referida casa podem vel-r.
Udos os dias eteis das 5 s 6 hiras da tirde ou
eooDpiirec' udo an tem d : liilac.
-4 ----------------------------..... --------------------------'-------------
Do taiveie, crystaes, quadros, csprlhos,
im
' ean pate.
a gaz e objectos de el-^ciru
A saber :
Um piano f.irta d Steiuw J fjt S ios, 2 esdeirss
p-vra pianos, urna eM.i/ dt mostea, mu mobilia
c m I s- fiS, 2 consol., 2 ciideiras de bracea e 12
i.- gtiaruitjw, 2 Cele r.s d#b*tanco,t 1 fardinci-
(m, 2 t|,iadros uoura us grandes, 2 espelbjs gran-
de*, umldura d Uia'a, jarros e vasos pnra Aires,
cortinados, tapetes do portf, candieiro gas de
eiyst.il oom 3 bieoi e ta etc, forro de sala e qosr-
tc'S.
I'rlmelro qnarlo
' Toi.let e lavatorio de Jacaranda com pedra e es-
p;-lho, 1 guarda ves'ido cun espelhos nss duas
portas, 1 git irda-rnup e 1 c.iina de ferro com
lastro de ai.
sx-arui do qssarlo
,Um: cama fraueesa de mogno, 2 mesas de ca-
ma, 1 guarda Vestido de tnogno obm fl-itoes ("bra
de e-i'aihci, 1 com moda do mogno, 1 lavatorio
tambero de migoo com mciJura feita uni,
Terceiro (asirlo
Um guara ri.iip'-. da Jacaranda, macico, um
guarda vestido, 1 eonimods e 1 banca forrada de
pao o.
Mala le costurn
Um mobilia de junco com 1 sof, 1 divn, 1 me-
sa'- o 10 cadenas de gu-rnicAo, 2 eadeirss de ba-
, icio i i ecetNite, -*as-ii.biii-> do costura,
1 d;'a dV u 3 -, ;e'f-i.i, ui aas c caiiiras.
Uaottcrio grsi.'ie de Jacaranda, obr de gosto.
1 Lanterots c candn lr.^s p .ra kcr>:on..
ala fe Jantar
Urna mesa (tuca com **'abj^s, 1 apparador
Graede exposipo de novidades
ALIVRARIA PARISIENSE
7 A -A RA 1 DE MI RfO -7 A
Mais urna vea recebeu.de encomnienda especial o que ba do mais novidade
em Pars para brinquedos de carnaval, como spjaro :
Animaux decores Phoquea blsuc Grenonillea Cocottes^Satjci88oii8
RatonaMirlitons Crecelles tambonrineaS&bots-Poissons -Fruits Oiguons. To-
do c^m fioissiroo p de arr Grande novidade!!!
P de arroz do cores szulr- verde amarelloencrnado -violeta.
Explendido sortiinento de bisnagas
Com p de ouro prata ciaraanto e p de arroz.
Biznagas francesas
Cm finis3mo8 esfract is (especBdade )
Ditas de.borrnclia cora torneiras.
LWRARIA PARISIENSE
7 ARA 1 DE MARCO-7 A

nico representante) da reputada casa de crnstruccSlo MaHolle PlDgUCt
do Snt Qusr.tin-Frauea tem a honra de participar aos llusfrirsimos senhores de enge-
ohos e outros interessados qu ten.o baix^co ccnsidera-velrpento os preces do diversa
moteriss primas em Fraotja cri-se habilitado a fornecer macbinS7 08 da mesma qoal
dade que os dr a Uiinas : IVora ConeelcSo, Pinto ero Ribeirao, Colonia Isa
bel Usina Uantlelra de lp juca e parte da Usina irlnlb, etc., etc.
P..r prev" 8 ^U'10 roal8 reduzidos, em corid^Ses das mais favorates e con
garant de rendlmento. %
Thoduls 13ro heton crto da intellig^ncia dos IIIdjs. senhores de eogenhos que
podem certifisar to elle* mesm<,s dos resultados promettdo* e obtidos pelas usinas que
transforrrou ou oonstruio em Peroambaco, sendo mais vsnajosas' a tado o que se tea
stabelecido nesU provincii i.t luje.
c7^j S QLU G AO C 01R R E %
AO CHLORUYDRO-FMOSPMATO D CAL
i _asaass tHirsss as lassasrtisatatssj^ adoptado por todos os U
^ m*m,mim*wH4hka***crimpu, ruti*, Dv*n*m*i.
,GOIl
i.
un i



i


I
0
DUrio de PernambuiM>-Dottp@o 12 de Fevcrcir de 1888
Caixeiro
Prec?aa-ne i'c n mico d* 12 14 nnos de
idade, paru caixeiro de taverna ; na ra do Hos-
picio n. 6.
Mm\ de Cambar (3)
Descoberta e preparosla de Alvares do S.
Soares, de Pelota
Apprpvaco pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica, nuctorisado pelo governo imperial, pre
liado com .i medalhaa de ouro da Academia Na-
cional de Pars e ExposiSo Brasileira Allarai de
1881, e rodado d valiosos atteatados mdicos e
de muitol ootros do eaaoaa curadas de :tose,
simples, brenchites, aatbma, rcuquido tisiea pul-
monar, coqueluche, eicarroa de sangue, 'eteu
Precos nas agencias : Fraseo- 2500, meit;
dusia 13/000 e dp.eia 24/000.
Precos nas tub-sgencias :fraseo 2/800, me
dusia 15/0<>0 e dusji 28/000.
Agentes depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C, ra
Marques de Olinda n. 32. __________________
Aos seohores de enge-
nta
Urna pesaos, habilitada offerece-se para enainar
primeiras lfttras, principio de francez o de geo-
graphia ; a tratar na livraria francesa, ra Pri-
men o de Magreo n. 9.
Avisa aos sentares de eoge-
nho
Theodule Brocbeton, uuiej representante da
cooheeida casa Marialle Pinguet, em Franca, ofie-
rece sena servicia aos senhor?s do engenho para
mootagem do engenhoa centraos, retn acoes, dia-
tillaeSes e transformaces, p r precia os mais
commodus ; para'qoaesqoer iiifonnaces ou trato,
quci'Hin dirigir-se casa do Sr. August > Labille,
ra do CBimercio n. 9, oe ao Sr. Eogeoe Cha-
une.
Maduro
SEM RIYaL
O sorprendente vinbo Maduro, paro, em mis-
tura alguma, proprio para mesa, acaba de chegar
nova rcmeasa.
Sem querernos depreciar ae qualidades puras dea
vinhos diariamente annunciados, podemos garantir
aos aosBos fregueses e ao publico cm geral, que o
vinho Maium de nossa eapecialidade o nico
capas de urna, boa nutricao, conservando todos os
requisitos da bygiene, como um dos principaes a
fazer urna digett&o fcil, alimentando os glbulos
sanguneos, principaes motores da saude da huma-
nidade.
Em OBRAS DE VIME ninguem compete com-
noaco : temot
Berros Condecas Costareira
Paqnelron
Papeleiros e balaios para roupa snja, sssim
como cestas para compras, de todos os tamanhee
Em TAMANCOS DO PORTO
tambem ninguem compete : Para homens sio so-
berboa, mas para aenhoraa eSo sorprendentes.'
SEMENTE8 NOVAS
de hortalizas e flores, temos sempre em todos
os vaperea, a eacolha mais rigorosa que desojar se
posan
ua Estrella do-Rosarlo n. 9,
junto Igreja
Pocas Hiendes & C.
Atten^o
Hdame Fanoy Silva, convida as
Ezmas. fam ilias a visitar sea atelier de
modas e costuras, o participa que acaba de
recebar de Paria, pelo vapor Ville de Ma-
ranho, um escollado sorumento de sedas
pretas, foulards, de cores,broches, percalles
e la e ou'.ros tenidos proprios para caaameo-
tos, bailea, thcatros, passeios, visitas, etc.,
capas dolmans, pollerines,com vidrilbos, de
todas as cores, especialmente furta-cr,
guarnieres, palmas, erj'eitcs de vidrilho de
(odas na corpa, para vestidos, tudo por
presos rasoaveis. Receben tambem os ce
nbecidos espartlbos da afamada oasa de
Mine Vertus Secura, de Pars e muitas ou-
tras noviHades Contina a confeccionar
vestidos para casamentos. passeios, visitas,
theatros, etc., etc., sendo os precos de
106000 para, vestidos de percalle ou linbo,
120000 de II e 200000 de seda.
LUTO EM 24 HORAS
Ra do Bario da Victoria (-ntiga Nova)
d. 15, 1. andar
0^


-
Pao tentcio
Melle & Biset avisara ao respeitavel publico
que todas as teryHs e sextas teiras teem este sa-
boraso po ; ra larga do Boaario n. 40.
Sement de earrapate
Compra-se gementes de carrapato na fa-
brica de leos Vegetaes, rna da Anrora
n. 161.
Sementes de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantidades;
na drogara de Francisco M. da Silva & C, 4 ra
o Marques de Olinda n. 28.
Empresa geral de Mu-
danza
Alugamae carros de molas, proprios para trans-
porte de movis, marmrea, espelhos e mais orna
mentos de casas de familia, botis e estabeleci-
mentos pblicos, para toda e quulquer parte da
cidade c seus suburbios e arrabaldes, por pre^o
commodo ; a tratar na rna do Padre Nobrega,
outr'ora do Alecrim, n. 24.
Professora
Urna senbora competeatemnte habilitada pro-
poc-se a leccionar em collrgits e caaas particula-
res as segumtes materias : portugus, francs,
msica e piano : a tratar na ra Marques do
Herval n. 10.
Em particular aos que soffren,
Becommendaosoa os verdadeiroe aunis elctri-
cos, evita nevralgias, deres de eabeca e alguna
ontros incommodos aos cuidadas ca casa de con-
franca, Pedro Antunes & C., ra Duque de Ca-
zias n. 63.
Especialdade para pelle
Ll'c antiphelico contra as nllemcoes dapelle:
vendem Pedro Antunes & C, roa Duque de Ca-
las n. 63.
Vinhos sem confeso
As Pilulas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A exporlonci do tempo, nppllendo as Plalas do
Dr. Ayer, ten dado approrafBo oni os resultados
obtidos com n mesma. II mala de quantum nnnos
quo estas Pinnas obtlveram nma popuUridade uni-
versal, que nenhiuna outrn raedeein purgativa tem
podido nvalisar.
As Pii.ul.vs do I)B. Ayrr. purgara rompleta-
mentc o ventre com suavidade, e estimulan* o or-
ticam os orgaos digestivos e assimUat\ros.
As Pilulas do Dr. Ayer
enram Indlgestao e impedimento, e evitam multas
serlas c a mlmlo fataes, eufermidades, motivadas
po_r aq>cllas 4esordeus.
Para, as doencas do Estomago, Flgado e Iii,
cujos syiuptomas sao as Knrerraldades do Polie,
Ardor e Peso no KstoniHgo, Manaen, Males,
J>nrea de Oabeca, Hlito Ftido, Febre Hulosa
a Clica, Dores do estomago costas e espaduas,
IncliacSea Hydroptca*. etc., nada n' allivla
com sagnranca c proniptldlo como as Pilulas no
Im. Avra; as quaea sao do grande utilidad* no
curativo das Hrmorrhoidas.
Como remedio domestico n&o tero egoal.
PBEPABADAS PELO
DR. J. C. AYER x CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda nas principaes pharmaclas o drogaras.
Alnga-se barato
Ba Visconde de Itapnrica n. 43, armaxem.
Ba do Bom Joans n. 47, 2." andar.
Ba do Rosario n. 39.
Kua do Corredor do Bispo n. 18.
rrab>-se na ra do Coinmercio n. 5, 1* undat
esiriptorio de Silva GuimarSes & C.
'r
Alga-se
seguintes casss : a da ra do Lima n. 30,
grt nde casa com agua, gaz e apparelbo ; a da ra
da Fundicao n. 10 ; e o 3' andar do sobrado I
ra do Imperador n. 26 ; a tratar na lytograpfia
de J. Parcel), ra Mrquez de Olinda n. 8.
Aluga-se
e enrrnfaa
Em quinlosi, ancorrtaa
Verde e Fieueira.
Collares e Maduro,
Porto e Madeira.
Museatel e Buccllos.
Uva Branea.
Cal nova de Lisboa.
Azeite do Dooro, puro, em latas prquenas.
Ladrhos em mosaice de Lisboa, bonitos
droes.
Vendem Cunba rmeos & C.
3 1 = Madre de upa. = 34
Precos sem competencia
o 1 andar de n. 27 ra Vidal de Vegreiros ; o
2- de n. 66 e o 1' de n. 18 rna de Marcilio Dias ;
o terreo do n. 27 e o 3"- de n 3 roa da Penca-;
o 1' de n. 27 ra de Lomas Valentina* ; o 1* e
2- de d. 16 ra de Horras ; o terreo, V e 2-
de n. 34 ra estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 ra da Viracio ; 1 travesea da Hora ;
26 e 28 rus de Nunes Machado, no Espinhero,
com bons commodos
numero 33.
a tratar na ra do Hospicio,
Alugv,<
se
o 3 andar da ra estreita do Rosario n. 32, com
muitos commodos e muita fresco ; a tratar na njjltf
da Imperatrs n. 1S, 1- andar.
Atlen^o
Cofres prova de logo
O Carlos Sindeo, ra Baro da Victoria n.
48, loja de alfaiate, rectibeu de consignaco e
vende sem competencia.
.Aluga-se o 2- andar do predio n. 27 ra do
Imperador, com grandes commodos e agua; as
chaves para correr, ao andar tc-rreo
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e ettabelecimentos, desechos
lindos e precos baratos ; veade-se na fabrica ftlo-
bo, 4 rna larga do Rosario n. 28.
Para cosinhar
Precisa so de nma ama para cosinhar,
sendo b6a ; no 3." andar do predio n. 42
da rna Duque de Casias, por cima do
Diario de Pernambueo.
Criado
Precisa-se de um criado para compras, manda-
dos e mais servioo de casa de familia, que soja
matiiculado ; nj caea da Companhia u. 2.
Chapeo* e rhnpcllnas, alta no vi
dadle, reeebtdos de Paria pelo vapor
francez Ville de Haranluio no
atelier de Mme. Panny lita, a roa
do Barfto da Victoria n, 15,1 andar,
telepbone n, 1I.
Boa casa
Aluga-se
pa-
Tpicos do dia
Bisnagas com r.0- do o, r.-.toH^ P a:rn. al-
gnrm en aoodeloa aovas, a tambera cm extraes? ;
rrande sortimento receberam Pedro Antunes ft
C, rna Duque de Csxias n. 63.-
Gantelas do Monte Soecorro
Comprase e paga-so beta / na raa DireiU n.
26. das 9 s 3 1|2.
Aviso
Emilio Billion, Engenbeiro Mecnico, engarre-
ga-se de montar novoa apparelbos, dos melbores
fabrican tea franceses, e os mais apperfeicoados,
pelas condicoe i e precos seguintes :
O aasDcar ser fabricado pelo systema Bro-
eheton e Billion igual ao da [Tena Pinto.
- Garante- jo no mnimo 9 "/. de assncar crii-
tallisado de toctos os jactes, e 10 /. com moeada
de repressio, augmentando os precos abaixo de-
clarados.
O trabalho dos apparelbos ser por 24 ho-
ras, ae aproveUrio os edificios existentes, com
pequeas reformas ; os proprietarioa daro todo
material, como : tijolos, cemento, cal, aris, ma-
deira, etc. ficando por conta do etspreitorio todo
mais trabalho.
__________Pireeo dsya Uaiaaa__________
x
i"
7. -
3
B
II
8*
100 tonnel.
125 <
150
200
S
a
E
5
9.000 k
11.260 .
18.600.
18.000.
110
140
168
225
sae.
(ngoHiinadeira
Na ra da Alegra n. 2 ngomma lo eom
feijo e limpesa, o preco razoavel.
o 2- andar da casa k ra da Aurora n. 81, junto a
estac&o da estrada de ferro de Oiiada, as gran-
des commodos para familia, gaz e agua encannda'f
a tratar no escriptorio de atbastiao de* Barros
Barreto, ra do Bom Jess, aatiga da Cruz, n.
16, 1- andar.
Ama
Precisa se de urna ama para
de Pedro Affonso n. 70.
coBinhsr;' na ros*
Ama
Precisa se de nma mulher de meia idade e de
boa conducta, para o servico ioterno e externo da
jasa de urna senhora : a tratai na roa Baro da
Victoria n. 58,1- andar.
Ama
per-
Precisase de
raa
por
CRIADO
3. andar,
Diario.
um criado, menor de 14
Duque de Casias n. 42,
cima da typographia do
ilteHc
cha pr O Carlos Sinden receben nova remeaaa e vende
por menos do que outro qaalquer ; na loja do al-
faiate rna Bario da Victoria n. 48.
Sement e carrapato
Compra-e mente de carrapato ; na ra do
Hospicio n. 79.
Cosinheira
Precisa-se de ama que coainbe bem, para casa
de pequea familia, que durma em casa : na raa
do Conde da Boa-Vista n. 21-F.
Soecorro a velha
A morador do becco do Bernardo n. 51, ainda
se fas Icmbrar s almas caridoaas, que nao se es-
qwcam da protreco que sempre Ihe dispensa-
Prec8a-se de urna ama para comprar e
cosinhar em casa de familia : na na Du-
que d Casias n. 14 se dir.
Aluga-ee a da ra Imperial n. 159. com todos
otreommodos e bem preparada, azul-jo na frente,
iadrilbe de mosaico, lustre e randellas, estucada,
quintal murado e dependencias ; a tratar no 1
andar ra larga do Boaario n.ffi.
w curam!
Sem dieta e sem modifi-
eaeoes de costantes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Brsnco n. 14
Esanina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
macentici, Eugenio Marques
de llollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da
CSrte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Paria.
Elixir de Imbiriblna
^ Bestabekce os # dyapepticos, facilita as diges-
toes e promove as'ejeccoes difBceis.
Vinbo de ananas ferruginoso e
quinado
Para es chloro-anemieos, debella a hrpoemia
intertropical, reconstitu os hydropicos e beribe
ricos.
Xarope de or de arnelra e nan-
lamba
Muito rcommendado na bronchito, na hemopa-
tys-, o nae toases agudas oo ebronicas.
Oleo de lesladus ferruginoso e ras
ca de laranjas asnarsas
E o primeiro reparador da traqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas amo -peridicas, preparadas
com pererina. quina e Jaboraady
Cura radicalmento as tebres intermitientes, re-
mittentca e perniciosas.
Vinbo de Jurubeba simples e tam
bem ferruginoso, preparadas
em viniio caj
Efficazea nas ioflama^oes do ligado e bac das oucbroD'cas.
Vinho ouleo de capllarla e quina
Applicado naa convaK-sc< i>chb das parturientes,
tierco ante-febril.
0
Wi CSEQuS
em ponto de jiialba, bordados e lisos, diversas
cores ; tambem receberam Pedro Antones & C,
i ra Duque de Caxiss n. 68.
Cog-nac fine champagne
Analysado pelo lia Sr. Dr. arueiro da Cn-
nhi, -fendem Salazar
Olinda n 32.
Oleo Florea
0 mellior para o cabello
Oleo Fiot a
al
Chegun a primeira remeaaa do precioso farellc
de caroco de algodSo, o mais barato de todos os
alimentos para animis de rafa cavallar, vaccuin
suine, etc. O caroco de algodSo depois de ex-
trahida a casca e todo o. oleo, o mais rico ali -
monto que se pode dar aos anim es para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle emnrsgado (com o mais telis re-
sultado) de preferencia aonilho o outroa farelbs
que s3o mui'o mais caro c nao sao de tanta sus-
tarfeia.
* iratar no Beclfe comFraca Bocha
Jos' dos Res Gomes Jnior
chamado ra Formos n. 31, a negocio quo n2o
ignora.
Alugael baratsimo
Aluga-se a 8/ dous quartos gran es da casa n.
15 rui de Santa Bita Velha, tratar na mesma.
a
TIT I Tfl
*w
Na Loja das Listo Aues
A' ras> que ele Casias n I
Telgoie 211.
Vende fazendaa finas por todo preco e d des
cr-nto a quem cemprar de 20/ para cima. Aa
bimaa. familias n&o devem comprar em outra
loja sem pnmeiro ver ou mandar busear as amos-
tras que ee dio sem penhor
Fazendas de novidade
linbo bordados com rii bu
muito larga e de linda coro* a
crem
II
2.
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Feitor
Precisa-so de um feitor para tomar conta t'e
um sitio com grandes baixas de capim, mediante
ordenado, ou dando-se-lbe interesse nas mesmaB
baixas ; a tratar na rur. de Pedro Affonso n. 58,
antiga da Praia.
Precisa-ee de nina
Capibaribe n. 36.
ira
boa cosiuheira
no caes do
VENDAS
Francisco Maaooi i Silva &
RA ro MRQUEZ DE OLINDA
Ama
Precisa-ge de nma ama para connhar e de um
criado ; a tratar na ra Marques do Hera! na-'
mero 37.
AMA
Na raa da Alegra d. 14, precisase de urna ama
para todo servico domestico.
A mm a
Precisa-se de orna ama para cosinhar -
ve8sa dos Pires n. 5 (Geriquiti).
na tra-
Vende se urna casa na ra das Crooulas, na Ca-
punga, cem duas salas, quatro quartoa e tres co-
piare, ooxioha ex'erna, qaarto para criado, dito
com banheiro e outro para despejo, cacimba com
boa agua de beber, com bomba de repux jardim
ao lado, e bastante terreqo com fructeiras, terreno
proprio. Tambem aa vendem os trastes, a tratar
na mesma ra n. 28.
Pistn
Tecldos de
qoadros, fazeuda
8(0 rs.
Sellas de Macu. preto e dn' todas as corea'
liso ou de listas a 800, 900 e lWuO.
Velludo preto de seda bordado ou cem lista
de setim a 4fG( 0.
Birln infestado preto e de todaa as corea
700, 800 e 1*000.
Elawnlne de cores e com listas cor de
a 500 rs.
Esgui&o pardo infestado paravestidos a 360
a 400 ra.
linon bordado, urna t cor 240 rs.
Velliiiilnhu preto e de todas as cores com
contas a 15800.
Bernia hespanbola com bicco, preta ou branca
pe seda.
Cassas Nanzuc padrees miudinhos a 280 r.
Crochel branco e de cor, desenbos lindos
para cortinados a 14000.
Cirlnaldas com rica veos de Blond a 81,
104 e 12*000.
Las de quodros, palroes notos a 320, 360 e
400 rs.
Mimo dos Alpes fazenda de listas aesetinada
a 300 rs.
Weilnelas lavradas de lindas cores a 240 rs.
Fusio branco a 320, 360, 400 e 500 rs. qua-
lidade superior.
Fazendas diversas
. 4 larguras a 700 e 1*000 su
Ttlaa azuea com 4
6500 com 20 yuras
Itraznanle de
perior quaiidade.
Hiulapulao americano
e meio palmes de largura a
garantidas.
Algoilo americano muito largo e superior
para lenco-s a 5*500 a peca, mais estreito a 3*500'
e4*000.
.ulitis e cretones escures, claros e roiud-
nhos a 200 e 240 rs.
Cassas indianas de
ris.
cores a 160, 200 e 24/
Llnho* lisos e de quadrinhos a 100, 120, S*
e 200 rs.
Brina pardo para roupa de meninos a 300
320 rs.
Casinetas ecurss mitacas de casemiras a
500 rs.
Baela azul encorpada para ronna de banho a
700 e 800 rs.
Las de quadrichos, padrees novos, a 300,3.0
360 e 400 rs.
Creps do lindas cores a 500 rs.
Lencos brancos e de cores a 360, l*200'e
IjS'V.O a duziii.
Toalbas felpudas e alcoxoadaa a 3*500 5* e
6*000 a dusia.
alelas de cores, brancas e cruas para seho-
ras, homens e meninos desde 2*800 at 6*000
melhor quslidade.
Enrbovaes para baptisados completos a
10,5 e 12*000.
Cortinados bordados para cama ou ianelU
a 6* e 7*000.
Panno du Costa, de quadros qo listas a 1*200
o ovado.
alnado Iavrado, lindos desenhos a 1*200
e 1*500.
Cluardanapos a 2*000 a dusia.
Especialidades
Amas
Precisa-se de duaa amas, seodo urna para cosi-
nhar e outra para engonmar e mais servieos doij
casa de familia de duas pessoas ; a tratar na rna
Duque de f aiiaa ns. 93 95, loja.
Ama para eugonimar
ama que bem desempe
tendo caderneta, no 3.
Precisa-se de
nhe este teyster,
ram.
110:000*000
130:000*000
150:000*000
180:000*000
Para qualquer explicasio, dirigir Se ni Uiin
Anpiba n siaa Bosque.
Attenc.o
_ O Oymnasio Pernambucano precisa de um co-
linbeiro ; quem ettiver nas eondicJSer, dirija-se ao
ineemo e procure enteader-ae cea o respectivo
egedor.
Espera merecer a sua con8an$a
Paramis inlormacoes dirigirse ao Sr. Angosto
.abiile, raa do Commercio ou ao Sr. Eugenio Clia-
ine, 21 na srnia rn, Beeil<>,
O Chnelo Torco acaba de receber um esplendi-
do sortmento de veris, de entrada baiza. propri-
101
Carnaval
co acaba de recel
. verniz, de fntrac. ,
os para bailes passeiatas carnavalescas.
_ N- 10Roa do Bailo da|,VictoriaN.
Vinho nwiirisca
>ropio para mena
Acaba de chegar urna n measa da nova cdhei-
ta. Para evitar qualquer altera fio, o reeebedor
reeolveu vendel-o no sen ratabelecimento. Em
barris de 5 e ais dcima, em garrao;s de 25
garrafas e em garraf-s (de 50 para cima). Precos
muito commodos e d-se o competente descont :
na ra do Amorim o. 60. *
andar n. 42 do ra Duque de Casias por
cima da typographia do Diario.
EosImo particular
O professor Jo3o Valentim Ferreira Bastos con-
tinua a leccionar, nao t em casa de sua residen-t
cu, como em casas particulares, as materias que
constituem a instraeco primaria. Mensalidades
adiantadas.
N. 15-Raa de Santa Rita Velha n.
15
ia Coacclco Vlelra de
. ABaarlsa Miarla
Jereuymo Pereira Maris, Josquim Hiieto Ma-
'uaats" M ^l, *?*'' Erod* Ro" Ca-
u2.L al M"U, M* aos Santo.
BsatOB e seas Albos .gradcem todos os parrn-
tes e amigos que se digunam acomp.obar patli o
semiteno publico os resto* soertaet de sua presada
ijii e avo, Man',1 da Ccnceicao Vieir* de Amorim
ICans; de novo convidara para assistir as mi*-
saa que BMmdan rezar sa 8akdade, no dia 14, as
t! horai a manlii, pelo que desda ja so eenfenan
i gratos.

AttenQo
Precisa-se de um bomem moco e robusto para
servico braoal, debaixo de coberta enchuta, que
lea e eacreva alguma cousa, nao tendo familia
d-se dormida e comida, e tende-a que se sujeite
a morar perto do trabalho. Eige-ee informaco
de seo procedimento por escripto. O ordenado,
conforme eeu desenvolvimento, perfeicSo no tra
bslho e intelleetaalidade; quem se jolgar em
condices dima-se so Taino do Commereia ao
Largo da Penba n. 2, que achara jcom quem tra-
tar, at s 10 horas da maulla.
Scg-un do andar
Alaga -se o 2- andar da casa ra 1 de Marco
n. 17, antiga do Crespo, conten do um grande so-
tSo a tratar na lea|
Cntelas drient de Soecorro
Compra-se cautelas de qualquer joia ou bri-
dantes, paga se bem : na praca da Indepebden-
eia n. 22, loja de relojceiro.
Caixeiro
Precisa-se de um mes*jo de 12 4 14 annos, para
praticar como caixeiro ; na ra da Imperatria nu-
Vende-ie um em perfeito estado por preco com-
modo, a tratar n* ra Duque de Caxias n. 42 pri-
meiro andar.
Excelente negocio
Veude-se a antiga e bem conbtcida gengibirra
do pateo do Terco o. 52. O pretenden ter di-
reito importante reeeita, a melbor at hoje co-
oheeida.
Os^proprietarios desta muito estabelecida e acre-
ditada casa, teem o praser de participar aos seus
aniigos e fregueses e da Ezmas fam i las que ac
bam de receber pelea ltimos vapore e das pri-
meiras fabricas da Europa o mais completo e mo
derno sortimento de chapeos de sol do todas as
qualidades e precos baratiasimos l... Quem j
vio destes preces ?... -
Chapeos de tetim, para seobora, lisos e bordados a
contas, seda frooza, gesto* modernos, de 6*000
a 12*080.
Ditos ditos sedas linas e lavradas, com lacos. de
4*000 a 10*000, V
Ditis de setim, para crianc, liaos e bordados,
rendas e biecs, de 8*000 a 6*G00.
Ditos de seda, inglezes, franceses e suiesos, mo-
derna, de 8*000 a 12J000.
Ditos de cores para baaos, de todos os tamanhos,
de 1*000 a 4*000.
E muitas ontras qualidades, que -vrndem em
groeso e a retalhe.
Fubricam-se e concertam-se chapeos e bengalas
am meia bcra.
Pedidos pelo Iclcpnone u. l a
Jos' Ferreira & C.
RA BARAO DA VICTORIA- 15
Livraniento & C.
veadem cimento port'aud, marca Robins,
ualidade ; no eaoa do Apollo o. 46.
de 1'
para limas, de superior
ra da Guia n. 62.
Borracha
qualidade ;
vende-se na
15
Aos sapateiros
Chegou nova remeses de iormaa, cera o escalas
aos negociantes Tamancos a S2* e 34* o cento ;
a imjtacSo do Porto 70* o cento : so na rna do
(iivrasaento n, 19.
mero 1.
Por 22$0>0
Alagase a casa n 26 da roa de 8. JoSo, com
bona commodos, bom aantal, cacimba, e est lim-
pa j s tratar as ros Duque de Ca*as numero 85,
laja..
C-fceiro
JZTZ?'" ? 2? aizoizo da 12 14 annos,
que fashs prat.ca dasKasas e sus ffitor di
3* nT* 5 aa na ds Viajase de Albsqner.
Fabrico de assucar
Mnchiaismo dos fabricamos Doean
iiewsn ft c. de filasajow
Unslrucco da mais moderna e aperfeicoada o
de grande doraco. *
Moeuda com presso hydrauiica de Stewirt -,ue
da a melhor expressao onhecid at hje.
Csldeiras com eeonnBil8dor, espccialidadn dea.
tes fabricantes. '
Pomalhas para queimar o bagaco verde em d-
reitura da mocada.
Os apparelhos de Varaos Tripla Efluito sio de
syetema moderao, como tambem a turbin
centrifugo.
Oreamento e mais informacoes em casa de
Browns & C.
Raa do Comroarcio n. 5, 1* andar
Cosinbeiro e eogommadeira
PreciM-se na raa do Vizconde de Gnuu n.
80T (Maoguinho) de urna boa engommadira e um
perfeito ooeinseiro.
ou
Fabrica dsa
PRODUCTOS EN0L0GIC0S
fle LYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
l mllePRQUSTrSucr- & eenro
FLORIDA
Vende por precos que
admiran.!!!
Chapeos, chap -linas
e gorros p ra senhora
e meninas a 5#0, que
em outra qualquer par-
te venden, por 9$000
e a 15#000.
103
Lavas de seda ou pelica a 2000 e 2*500.
Hcon braocos ccr de creure, o matizados a
2000, 2*500 i 3*000 a peca com 11 metros.
Cuntas lapidada paraenfeite de vestidos pre-
tas e de todas as cores a 500 e 800 rs.
Bordadas, babados e entremeto de fostao e
transparentes a 300 rs. a peca com 3 metros.
Esuariiibos couraca e americanos a 3*560
U, 5* e 6*1 00.
Grande qaantidade de chitas em retalbos que
vende se por qualquer preco.
pcia k retrates airas
Pintados a oleo com rica moldnra e cordoe
por 25*000; estilo expostOB alguna retratos parb
o publico e as Ezmas. famiiias verem o quantf
sao lindos baratos e fcil a qualquer pessoa ter
um em cua sala de visita.
Para enrnmnendar bastante mandar
um pequeo retrato em carto de visita, nao im-
porta que seja aotig, dizendo a cor dos olhcs e da
cabello (hega um lindo retrato desejada
Agrncia de artigoa americanos o carimbos de
borracha.
Na Loja das Listraa Aznea
Jos Augusto Dias
Azeites
de coco e de peixe, em pcrc2o e a retalho ; ven-
dem Joao Ferreira & C, ruado Rangel o. 65.
Atten^o
Veade-se urna armt.cSo envidracada para quem
quiaer principiar qualqutr negocio, por barato
preco ; n ra estreita do Rosara n. 23.
Engento
i fsrnme .cntico dos Vlnhoa oa sobra)
deMcdoc...............osloortMoogr200'11
i: Buncio .u Esa ancla e Cogngo, os 100 fruooa
3. Perfumea para todo os IJooraa os 100 rntcos
i. EsseucIaaeRhur.ioucTafia, os !00raeoo
50C
3O0ft
KM
eooin
DProslTARios tu Pernambueo i
FRAJT" *A, PA SILVA. Se. O
Fabrica Apollo
Declarase ao publico qse o 8:. Hercalano Bsp-
tista de Carvaibo deixiu de ser ertearrega io das
Kbrsnnas desta casa, desde o da 23 de Janeiro
resino pa asado. Beeife, 9 de fercreirn de 1888.
acal* mixta particular, ra Mar
que ii llerval n. I I
As aulas drsta escola pnneipiaram a funecio-
oar no da 9 d Janeiro ; ensioa tmbem a me-
ninas todas as qualidades de transhj de age
Iba. Recebe peusiomstaa e mel pensionistas.
PERFUMARA te Rl&AD e Ca
Fornaosdorea das Cortas da Haapaona,
da Oraola a da Hollanda.
SABONETES EXTRAFINOS
preferidos pela olasse- elegante.
Oleosos e cheirosos, tornSo a pelle
assetinada.e.dissolvidoan'agua.forrofio
um yardadeiro banho da Ielfe. Os mais
recommendados saa :
Saboneta ae Kananga do Japo,
Sano/n miranda.
Saboneta de Alfdce,
Saboneta de Me lat da China.
Dep-uito em PARI3 : g, Ra TiTisnne.
Vcnde-se o engenho 8. Gregorio, dis ante nma
legoa da esta {So do Gamelleira, erm ferragem e
";>p r nnvos, boas matas, e ropor^io para safre-
jar 2,500 paca aannaei. Est arrendado por....
2:000/ par asno ; a tratar ta> casa de Tavaree
de Mello, Oesro & f.., no Corpo Santo n. 15, pri
meiro andar.
Vinhos da Garrafeira
Finos
Caree vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paseas.
PARA MESA
Genuino do Lavradio a 500 ra a garrafa.
Na mercearia de Manoel Correia & G.
Praca do Conde d'Ea n. IB
Ven urna armsvao de amaretlo e t<)da enridracads,
quatro grandes fiteiroa, um balco envidraeado
aora asa fiteiro, ata b^a rotula de mes portas e
vidros, propria para qualquer cesa de familia ou
"oja. dcue fiteuv s para ponas e bakoes ; a tratar
ero o agente Modesto Baptiata, iim streitk do
Kceario n. 86.
Rojal B-jend marca VIADO
Este ezcellente Whisky Eacocez pre
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo-
Teode-se a retalho nos melbores arma
zens de molhados.
Pede Hoy ni Blend marca Vlado
cujo nome e emblema sSo registrados para
todo Brasil.
BROWNS 4 C., agentes.
Venda de sitio
Vende-se ou permu'.a ae por predio nesta cidad i
um bom sitio o a boa casa, muitas fructeiras,
ezcellente banho do rio, boa agua de cacimba,
exteneao de terreno para baia de capim, todo
murad onn frente, com portSo e gradeamento, con
caminbo de ftno e estacSe junto ao dito sitio, nx
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio da Jo2n
Selleiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse-
ea; quem pretender dirija-te & prsoa da Inde-
pendencia a- 40, das 11 horas is i da tarde.
Attenc&o
Vende-se a tavema sita i roa da Gervasio Pi
res n. 13, sea afregnpaada, baa para principian-
te, o som commodus para pequea familia.
1
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*
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do frauifeic*--4Mntfig<> 12 de Fevcreiro de 1888
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A LA REINE DES FLE'JRS
RunaMes Hoyos
L T. P/VEem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHECTH
48- Rttd Dp e CaiiaMB
Esj^BdilH sormnt k fazendas fiaas
vJortt-8 do se.la, liadas c.of>, para ooUte, a 6)$G00, um.
Sedes da liatr*i, lindo gustos, a 1^300 o oovado.
Sitios da cdres, lisos e de liatriahas e quadros, a 800, liJOOO e 1#'200 o oovado
bit..s uiarsvilboso, de istias e qusdio, a 320 o 360 s o oovodo.
Damacs de algod2o, lindos padrSne, a 240 ra., o covado.
Esplendido soriimento de cretones de qaadros, listras e flree, lindos padrees, a
320, 360 e 400 r. o covado.
FustSes branoos e de cdres a 360, 400, 440, 500 e 600 ra. o covado.
Merinos, ljndas cdres, a 700, 800, 1*000 e 10200 o covado.
Cachemiras acolaboadas para vestidos, a 500 ra. o covado.
L5 do qaadros e listras, altima moda de Paris, a 320, 360, 400, 500 o 600 ra.,
covadoi
Merino preto, completo soriimento. ^
Dito sssotinido, a 10400, 10600, 1*800, e 20000, o covado.
Cuii'pleto sortimento de zepbiros de listras e quadros, lindos padroos, a 100,
120, 200, 240 e 28a rs., o covado.
Cortea de cretone cora enfeites, coa 18 covados por 60000.
Grande sortimento de col-has de coros o brancas, a 20000, 2#)00, 30000,
40000, 60000 e 60000, urna.
. Lindos lpqii"8 de gaze de seda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de quadros, de seda, o mais lin^o e moderno que se pode desejsr, a
10600, o covado.
ntremelos e buhados bordados e bicos de cdr por barsto preco.
Camisas francezas, brancas, para hoaif ns, a 2000, urna.
Completo sortimento de casemiras, pr^as e de cdres, a 20000, 20500, 30000,
40000 e 40500, o covado,
Loques de papel regatas, milito lindos, a 500 rs., lira.
Muitas oatras fazendaa de gosto, quefiom a presenta das Exmas. Familias e
respeitavel publico poderlo apreciar.
Henrique da Silva Moreira
ALLAN PATEKSON fr C
N.44--ILua do Brum-IT. 44
UNTO X ES fAA0 0S BONOS

**.
Extracto de Corylopsis d Japao |
PERFUMES EXQUISITOS :
Eonqurt Zamora -- Anona da Beugale
Gvon'.a de Chine
Stephania t'Austroiie
' HeiPolrone bl.ine Gardenia
Eauqstt t i'Ani.u .Brise de Nice Ecuauet oe Keino des Prs, ote.


ESSEMC1AS CONCENTRADAS (Vrttf) QUAUDADE EXTRA
Depasitoi aas priucipaes feriumarias, Pharmastas e Ua>eareiro* o* *'
rillllGU GEIII1L
38Ra do Imperador*-58
Nesta gn nde pbarmaoia avia se receitaa e pedidqs com "promptidao,
fsolicitude e modicidade.
As prescripi'o"s em nigoss eslraigeiras so fielmente
despajadas
. O pbar^oeutico pernambucaoo JOS FRANCI8CO BBTTENCOET
couvida os clinico8 esU eidada que ^aeiaaaa honr*l-o oom aua onfiaBca
para qualquer trabalho profissional e ao publico. Garante sa a mais atten-
ciosa e cooac-ien: iosa execucSo.
Este oaaa Moebe aeus productos ebkaioos drogaa directamente
das elhuros casas da Europa, especialmente encommendadas para sea
receituano.
ESPJSO
Preparado pelo pbarmaceatico JOS FRANCISCO BETTNCORT,
de ama eficacia verdadeiramente mnravilbosa as molestias dos orgaos
respiratorios. .^
Brenchiles, asthma Usse, cdvolsa, ele
:o:
."

CHA PRETO rf pri elra qualidade.
DE MAMADEIRAS uii grp.noo sortimento.
JABONETES INGLEZES de ptima qualidade a precos sem compe
ton ia.
Tinta preta para e8erever--inilteravel, fabricada com muito cuidxdo
por urna formula inglrza, especial para escripturacSo mercantil e re^artigSse
publicas, secca de pressa, perfeitamente preta, nSo corroe as peonas, nao
denpita e da opi
l?y
Molestias Nervosas
Gapsul^s do Doutor Clin
Laureado da Fculdade Medicinable Parit. Premio Monty
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as llolestias, as de Cerebro e contra as afleccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, PalpitacSes do Coracao, Epilepsia, Hallucinagao,
TonttiiraS; Hemicrania, Atteccdes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitaefio.
Urna explicatio detalhada 'jomptnh* tada Fnaoo.
Exigir. Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN C'S
de PARS, que se encontrad em cata do Droguista et Phamaceuticot.______
Purgativo Julien
C0NFEITC VEGETAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRF
i Approvado pela Ju*tA cential m^Hygie: pubuca do Braztl
lisie purgativo txddivamente ve^etul se aj.resonta sob a orma e m confeito agra-
davel, que purgace*n suavidade se o ov'.nov inconimodo. E' admiravel contra ao a,fefcS*
do ttoma'jo e do >ju io, a ictericia, bilis, pituita, nauseas c gaiet. O seu eUeito rpido
e benfico na mxaqueea, quando a culeca, est pesada, a bocea atnatga, lingua suja,
falta o appetite t a comida repugna, as indianas de ventse causadas per inflatnmaco
intestinal, pois nao irrita os orgaos abdominaes. Ernfira* as medettias de pelle, usagre e
eouvuLtb* da infancia. O Purgativo Julien r^o!veu o difci'. problema d6 purgar s
cream.-as que nao acceilam purgativo algn, pois o pedem como se fosse urna pastilha
de chocolate sabida de cohfeitaria.
Deposito em Paris, %. Rna Viviennc, bds |7lscipaes rnarmacias e Brofarias.
E PARA ACABAR!!
T-ciios de phMitasi.i para vatido, a 200 24U rs., q covado.
Serii.etas, idem, o epo ha de wais novr, a 240 a 280 rs,, dito.
Renda da Chine, brsnva o &* cor**, a 40 e 280 rs., o dito.
Las modernas, a 32U e 3>J ra t .$jjJ*i'-
N*nsoes fe crrs firmt-s, a 160 v-fSD^:- -, ditj.
M-rics de cores, rfuas Urgur:.t-, 500 rs., o dito.
lem prclo, a 800, 10000 0< oU.
tietius Maro, preto de dre, n S0O CasacoB prtio-s*p*r senfiar*, ;i ... Mantilbas braaiiir*8, a 50500, ama.
Fi':h8 protos e de (rea, a 45000, 5000 e 60000; sao grandes.
, Tf.teB avcMudados- lindisai'^Je, a 1J4U0 e 160000, um.
* rara a MM* Mttks :
GrmsiMs o veos de seda, 90000 o 120000.
Colchas de crochets, rie*4, a 90000
GuarnicSes de dito para sof o cadeiras, a 80000.
Leques e t-spartilhos boratasmas.
St**ins fiaos,'a 10000 e 10200.
D .m&scs e poptdioa braraea, 900 61^400, covado.
Guardanapoa de linho, a 20000, 30000 50000, a d.a.
AtoaUAds bordados, a 10300, o metro.
Pet-s de egaiSo para caea|aio*os, a 40000.
Madapolab americano, a 600t'< 24 jafdas.
Tdem pelle de ovo, a 60500, 24 ditas.
Argwa* txrpvrwT, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento d casimiras.
Chavii te preto a azul, a 30000, e covado.
C,anr.iru8 de cores p*ra oostames, 2*500 e 30000.
Camisas iuglezas para homem, a 360000, a duzy~~
Srt-oiae bordadas, a 120000, dita.
Lencos e ld.s eaixinhas, a 10BOO a 3000, a dita.
Meias Dgl. zts para homem, a 2-J500, 5*000 e 50000.
E multas artigos qua 6a veadem com gran es abatimentos.
As vendas em grosso tcem o descont da praca.
A f-IA J> B
Pereira & Magalhes
SUCCESSORES DE
CmHa & c. "
d Castas 5
Tem para vender, por ;rci_ o ruweos, as sogui '- ferragau:
Tachas fundidas, batidas o caldeadas.
Criva^os de diversostamc.nl^.'..
Rodas de espora, dem, .ietji.
Ditas angulares, dem, idea.
Bancos de ferro com serra eircolv
Gradeamento para iardim.
Verandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de- lindos xaedei s
Portasd fornalba.
Vaporea de for^a de 3, 4, 5, 6 e 8 eavallos.
Mocndas de 10 a 40 pcllegadaa de paasuiura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se-tteconcertos, e assentaasento de raachksmo o execttaia o**
crabalbo com perfeicao e presteza.
nPerfumaria- Oriza
L. LEQHAND, PARS, rita Saint-Honor, 207
(9\
PERFUMES CONCRETOS
nVENfO SCIKNTIPICA COM DIPLOMA DE INVIWgXO BM FRANCA B NO ESTBaIJOBIBC*
._____. ,8 Ierfujriea Blido* da Ees.-Orza
rrefiaraM or ntio di ni xtctw um, lotum *m |ra ii conctnira-o i uiTididi -t nUo twcaaccl
o encerrados, debaixo da forma de fpfa ou l'autilha. dentro de frasquinhos u
ndmhoMfia, de lenr coms&. fe- Lpi+Perfutnes nao se enprio epdemZ
substituidos por outros, quando estiverem gastados.
Tm a enorme vantagem de communicar o chairo aos objectos pstos em contacto com ellas.
Stm OS molhar e sem OS estragar. BAST* ESFREGAR LEVEMENTE PARA PERFUMAR IKSTANAHEAIIEIITE
tod qualquer Boui* Branca, Papel eto eto
M^PKaluMli^AM,'^r2,G,,>ABS I "SS62 Sta^*-. f'* <" forte
o CaUlogo dos Permu, cem os presos.
'
-




TINTURARA
'iS-Rua de Matliias de 4HrUq^rqe-25
(antiga raa das Flores)
tu:
CLEMENS KUGLEt
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
Tuga e limpa. com a maior perfeicao toda' a qualida-k de estofo e faieodsi
mi peca ou cm obr.s, chapeos de fsltro ou de palhs, tira o rrofo das i.sendas ; todo
O trina* TJita preta as ttrcas.e aatia-feiraa o de efir o Javagem-tocUt s.ais.
GariiTO la
S9 rna Buque
E O osslmante por excelencia que supprime a dor e prooura
o somno tranquillo e natural nos casos de
NEVUAJjOIAS GOTTA RHEUMA
TSICA FEBRS
SxiglTaFlnn*:'
Fabrica casa FRERE, 19, roa Jacob, gARIZ
WiWigTvvtifWWWW'liW *
BilStSaiaSfiiUiMHaaaM
ELIXIR DES0BSTEOTE
Eupeptico de Gervo
Preparad pelo pharmaceulleo
J0SEV FEANCISCO B1TTENC0UET
O GervSo tem urna ai>c3o desobstruente extraor inaria para os incommodc
Jo figado, bo e estomugo, conforme o rieserevi Dr Mello Moraes.
Um grande numero de pesan squ. f*iu j Levados por esias infnrmii^O^a e por uiuits experiencias presenciadas p*
aos mesma apresentamos aos clininos e uo publioo em geral, um Eligir desta plant:
le um sabor delicioso e de u-n cfFf'to verdaderamente benfico par* os pobres despsp
'Mos, spleneticos e aquelles que soffrem do figado. -
Ob proprietarkis da Pba'arsn Central
DSFDSITD 1TA 1?KARX*TAGIA. C2ITTRAL
N. 38 Ra do Imp-ra^ur N. 3'i ,
FERNAMBU^O
Chiorose, Anemia Catharro pulmonar,Bronchlta ehronlcq,
Mttmrt'o da Bexiga, Phsica, Tosse conoulsa, Oysptpsa, PalUer
Pardas seminos, Catharro amigos a complicados, etc.
amansara IXhmUb. i, os laui, aas prtBoiraaa rtaaiaaaiHw;.
[
!
DE
WOLFF& C.
N.4-IA DO GWA'-N.4
\este muito louhecido estabeleeimen-
to cneaner.r respeitavel publico o iiihm
variad e eeznpieto Norttuento de JOiASi
reeebidas sempre din-ctanaent data meltio-
re fabricantes da Kairapa, e qos priman
pela apurada gaata da mundo elegante.
Rica* iidereeos completas, lindas pnlsel-
ras, alflnelew. \-oltaa de aura cravejadas rom
brilhantes, ou percas, annefs, cae ole tas.
batSea e antros mullos artigas' proprie
dea te generes.
ESPE JALIDADE
Km relagie de murs, prata e nieb.eladas,
para hom.ns, seaberaa e mrnios das asis
acreditadas fabricantes da Europa e Ame-
rica.
. Para todos es artigas dearta casa garam-
te-e, a ba quali&ae, anslm como a modiei-
iade nos precos ue *0 'esa eompetscia.
NVasa casa tamben coacerta-sc qual-
quer obra de oro au prata e tanibeni relo-
gios de qualquer qualidade que seja.
4Rita do CabugM


BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUBA RPIDA E CERTA PELAS ,
Gottas Liyoniennes
TEOUETTE -PERRET
Com CREOSOTB.it PAJA, ALCAT&AO de N0BBQA e BALSAMO 0e TOLO
Este preparado, infallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Vias
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efflcaz.
o nico medicamento que alem de r.So fatigar o estomago, o fortifica, reconstitue e despert
o appetite ; duas gottas pela manh e tarde bastam para triumphar dos casos mais rebeldes.
DEVE-SE EXIGIR O SELLO DA UNIAO DOS FABRICANTES.
I
Deposite principal: TROUETTE-PERRET, 264. benler* VoHain. PARS
Depsitos em PernaMbuco : fRAM M. da silva e C* e as principaes pharmaeias.
PH IK & i
Ra 1' de Marco n. 6.
Part ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sea
estabeleciinto de JOIAS eem mais ama secoHo, no pavimento terreo,
com espi:c:i:.l.icde8 em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias seus numerosos freguezes para visitar seu eatabele'
cimento, endo en> ontrarao nm riqaiasimo sortiyeato de {oias de our i
prata, pprolas. brilhantes e outras podras preciosas, e relogios de aro,
prata e nikel.
Os artigos que recebera directamente por todos ob vapvr sao
ezecutados pelos mais abados especialistas u fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de subido valor acharSo urna grande variedade
fo objectos de oiro, prata a ejectro pate, proprios para presentes "de
Sfksamentos, baptisadoB e aniversarios.
Nena em relacSo ao preco, e nem qualidade, os objeotos aura
mencionados, encontrarlo esacurrenoia n'esta praca.
asan
SNDALO oe MIOY
Apprormio f*to inta 'Hygiene io Rlo-i&-Janlr9
Sappritae a Gopahiba, as Gubebas e as IaJecoSes.
Cara r>m 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
elicacia as aiTecQdes da bexigi, torna as arinas ckrae par m&si
Uxrvas que sejo. Deposito Parla, 8, roe Vi
lBfiH


s
-
iaro tfe triamkl Doiiii^o 12 de Fefffeiro de 1>88
TTERATIIE-
deme ros de\t;
Poli
EMtLE 3LAYET
XIII
CAMINHO DE PABIZ
C Continuando)
Luciano poz sus noli ao torrente da
aventura e as aprescntago'as fizeram 88 no
dgyida forma. Mas o duutor interveiu re-
Ram; udando a Mme. do Brecourt silen
co reponso.
Minha senhora, uicua setihore, dase
entlo o raarquez, nao ha remedio senao
confirmarrao-nos cora a ordem. A senhora,
aqu tom jornaes... o os senhores carta...
Jeguem urna roda do whist, o menos ren-
doso do todos os jegas o maia hygieni-
co... i julgarei do resultado.
Valrcorin, Wilaos Sratb, o marques d
Valoeigo o Luciano scutaram-sc i mesa do
whist Suzana cntrego se leitura do
Fgaro. Mas inerrourpeu a ao cabo de
algn minutos.
h I disse ella, aqu est uma noti
pia que ba do ciusar um grande deegosto
a prinejza Leouati I
A este nome de Liona'i, San Stephano
apurn o ouvido.
12 o quo diz essa noticia ? pargantou
Luciano. k.
Diz que o assassir.o do prracipa fu
gio das galos do Civita-Vacchia !
Mas isso hiato"* antiga observon
O marques. Easa evaso teve lugar ha
oais de dous mezes. Estes jornaes frn-
geles 1 Andam sampre atrasados, quauio
se trata do noticias estr-ngeiras! \ estas
horas 6 provavel que o (ingrvido estoja
oatra vez de eorrente ao p.
- Parece que nao... julg*-s', pelo que
diz o jornal, quo morreo afogado quorondo
iugir nado.
" Tanto acbar para elle 1 diasa ban
Brecout, de William Smitb e de Val-
morim e de coroprimentar o marque de
Vslneigr e sua filha, afastou-se de Bob e
do Dr. M.ltei.
XV
O Fill HA VIOVEZ
fereoe ceder-m, depois de ter feito for'.i Do lado da crianga eslava
tana...
S'.tfauo, cora urna voz profunda, porque
devea: ser urna cousa horrorosa as gales.
Antes mil vezos a morte.
Morte ou nlo, dissi Valmor'ro, ^.a.
princesa ba de recebar un choque muito
dolureso.
Gostava eutao iuUto do roan.io i
__ Ea un culto, urna adorag.to Cho-
rou-o durante cinco anuos.. E ha poueoa
mezes qae, vvltahd definitivamente para
Pariz se resolveu a tirar o lucio e a eu-
trar na socio aade. Na prxima quinta
fcira reabre os seus sal"*. E' un verda-
deiro acontec mcuto, que, dtvo diz-1-0,
kbrcvi-iu a minha volta.
.'.__ E' familiar da princesa, Sr. coud ir
__ T. nho essa honra, Sr. marques...
83 laa agradavel assistir o caso levan-
tar di una estrella parisiense dspouha do
mim '
__ Trei muito prazer, Sr. Conde.
__ Onde dever mandar o convite T
Ao Hotel o Lauvrc.
Algumas boras depois, chegavara es
Ijffc, de Lyao. O marques de San Ste-
fado deapediu-se affectuosamente dos aeus
hospedes.
__ br. raarquez e Sr. dootor, drta Mine.
de Brecourt. completamonto restaboleci-ia
da ua indisposiglo, trm qudrn terei
gr&nde prazer om retriouir-ihos em Pars a
ua cordial e Lrga bosptalidade.Nlo Ibes
digo, portento, adeus ; mas at a' vista.
At vista espondou San Ste-
ftno.
E depois de pertar apertar a mao
de
Por mais fiza, tempera que tivesse Se.vn-
rina, por mais inacuessi* 1 que* a sua alma
fosse ao reraorso, urna reaccao violenta se
operen n'ell* depois da morte trgica do
principe o da prisa da Banedetto. Teve
medo. E quarenta horaa depois tomava o
trera para Paria.
L chegando, Saverina diriglost sua
pequea casa da ra nao a tinba deixado: :.lii viva, dcecuiio-
sa e tranquilla das liberdades de sua ama,
esperando sem multa impaciencia que ella
voltasse, ou que a chamarse a-> i /vlizie.
Havia mitoa mezes que refl;ctia madura-
mente, o o seu aff cto por everina, aquella
affecto ceg que a tiuha levado a tntos
comprom8S0s vergonbosos, tinba sabido
muito diminuido d'aqucllas rcfl-x3.'s. Lin-
go do corag&o.
Nao tinha bks r*in->rsos que a princeza,
iDeb tinha os mrmos recios que ella pelo
luturo : e media o perigo que havia p.ra
ella om viver por mais teaipo em uro p
de cumplieilade permanente, cum urna
oreatura que mais da menos dias p da
ser reclamada pelo banco dos reos.
Per seo, quando Severiaa tbegoa, esla-
va r.aolvida a rroper, a libertar se d'a-
quella solidariedade.
A's primeiraa palavraa trocadas, a prin-
ceza aiivnhou o que "so paseava na alma
da criada. E como senta a respeito de
Ellen as meamas apr hentS e, as mesmas
dosootifianjas que Ellen senta a sau res
pvito, leu immidiatameute no sen jogo-
Querea deix-me ? pergantou ella
bruscameute.
Nao teria essa idea, res ondeu Ellen,
se o prolongado silencia da s'mhora, o seu
embrgo ao ver-me, ao me fizessem
acreditar que, d'-spedi'ndo-mc, ia ao eueonr
tro dos saui. des>-jo8.
Isso faz honra tua perspicacia, mi-
nha filha! Fizaste as tu as contas ?
As minbas contas | Psgo-lhe, mi-
nha senhora, que queira explicar -se. .
E' intil rodeijs catre n3 Sabes
cousas que nem a tua a)mbra deve saber
e qu-* devrs esquecer. En quanto ava-
liza e teu slenuio t
Vrjo, cosa prazer, qus
rec rda da minha dedicagao
servg>s l Mas n&o a mim
faz.-r Ibes o pregj.
Ten? algara projaeto r
Com a sua pvrmissao, pretend esta-
.lece.-aie.
Estabele:er le Em Nova-York, sem
duvia.
Nio, miiba ttahara, em Pariz.
Euj Paris !... aurmnron Soerina
visive luiente contrariada, porque sonhava
em pfir o ocano entre ella e a sua terna
Arici.;. Mas tu ua? onbec-s ninguem ara
Paria 1
Pega p rdXo 6enhora, m-s aprovei-
tei estes ultinos mu.
Falla!
A seabor* sabe qni s n urna hwbil
costurara, proseguio Ellen; muitas ve
tm me a honra de diaar qu5 eu tinh* d>>-
dos de fada A senhora princea nunca
quis ouira costuraira, -jutra modista s a ana criada grave, j dava-so b^m com
ella, porqua todas as aiulheres tinbam cin-
mes da elegancia, e era tila qnem lbea
lava o tom.. .
*E' verdade, dissj Soverina, iropa
ci-'ie com aquella sstueios* tagarellioe.
Ha, n. ru da Paz, no. centro da
el g-tucia, ui eslabeU-cimento muito bem
areguesao, qu-- o propri-tarij actual of-
Depois de ter feito Lrtuaa! E' da
bom agiuro! E por quanto?
.(Jh I por urna miseria I Cinooenta
mil francos 1 ja
8e ve ria nada disse sobro a enormidade
da som na. Ha cousas que nunca se pa-
gara caro, o a discripgao de Eilen era u aa
a'essas.
Bom disse ella siinpleameate Pasas
amanha por oaaa do Sr. Berthier, meu
notario, la Castiglione. Ello dar o
dinh Ellen nao aohou ama palavra do agra-
decimento para aquillo que considerava
um re .ebimento previsto, um ganbo legi
tranquilla.
Quem podara, revelanio-lhe o niysterio
do seu nasciraenta, impeliil-a na va das
rea vindicaos *s ? Quem -conhecia aquella
myst<-rio? Zifilra nicamente.
E Z ffi-a ja nao era u ua ameagt I A*
lea que destino l precipita.
Partaato, que Iba restava fazsr T Ter
paciencia, esperar que um acaso providen
oial, qu ihe permittisse aprosent-.r aquella certilao
do bito, que a duviai^zoc vinte vezis mil-
lionaria 1 N'esse dia, se tivesse vonta le
podala conquistar o muudo 1
E emquantn esperav.-., era pracisa ar
mar se para essa commis^a ; era preciso
timo. E ratirou-se sena dar um signal d." Llesapp&recer do firaiamoote pariziense, do
g!s, oomo o tmulo, na* restitem aqueM' O Sr. L-yrand disse a Frauciaco
tra-mestra do Misa EU n, Mlle. Audr se-
gu-rao com os cartn. Parece, pela pro-
va, quo nao ba outra igual em Pariz.
Vamos ver isso... Francisco foi ca-
sa do Sr.
mas.
Leyraud, saber des program-
b senhora se
e dos raeus
qic compete
VIGI1MA.S E ALG
POR
EMILIO DE RIGHEBORG
no
r.iBTI5
saudade, sem um aperto de mSj.
Eis como, cinco annos depois, Joao L'.V
raud p6Je dizer sua protegida Andrea,
que a casa Fergusson era urna das pri-
moiras c das mais consideradas de Paria.
Da r ja da Pompe, Scverina transpir*
teu se ao oartorio de mestre Berthier, na
ra CotigMone.
O notario recebeu-a com todas as atten-
g3es duvidas a urna cliente do tao gran le
nome e de to grando fortuna.
Tomaram conhecimento do testamento.
As clausulas erara formaes. O principe
deixava todos os seus bns, movis o im
movis, princeza, sob ama reserva as
sim concebida : -^
S a Providencia permittir quo se i
ooatra a crianga do sexo ieminino, que o
duque de Urbano, entregou, na noite do
16 de D'isembro, ao Sr. Lugrano^ do Reg
gto da Calabria, metade dos raeus bous
rev rterZo de direito a essa crianga. Cju-
lo cora a ternura da minha querida mu-
ll i- para cumprir esta piedosa vontade.
Essa metade dos meua b ns elova-se
a diz ujilbScs, e representada por duas
minas de ouro no Ural e por vinte po^os
de petrleo na Ponsylvania. Desejo que,
at o dia em quo estejm perdidas todas
as esperang s de encontrar se essa crianga,
isto cmquanto o atiesta lo da sua mort-
nao ir apresentado em bda e de vida for-
ma, os meus pogos c as minhae minas*3o
sejam cbj 'cto de venda nem do transac-
gao alguma, e que a miuha viuva reoeba
unicamento o seu rendmento. Confio a
exposigao o o emprego dos rendiraentos
aos boca cuidados de mostr Berthier..
t Quanto outra metade dos raeus
bens, que consistera ero trras, villas ou
palacios na Italia, em ttulos e valore so-
bre diversos bancos europeus, fioa lugo
no dia s-guinte ao da minha morte, iu-
teira disposigSo da princesa. r
. Como v, minha senhora, diasa mes-
tro Bertbier ao terminar a leitura, o texto
preciso. Nao ba falsa interprotaglo pos-
si v-1. Entra desde j na posse daa trras
e das villas da Doliste, cm Como ; alo pa-
lacio sobre o Canal-Granje, em Venes ;
e dos valores em carteiru. Quanto ao res-
to...
Fica sob sua guarda, e teoho a astis-
faga a de diz r que nao poda estar em -
Ihores mSoa.
En.h !-m i de hondado, princesa.. .
e crea, qu or mais liaoageira que as|a,
urna reapoosabilidade de que desejo oxi-
n,.r-ra; quinto antes.
Mao ser por minha causa que isso
se den ore, e qae a outra matad* djfta
triste herang* cao encontr promta'roeiWa
sua legitima herdeira.
Como menta a infernal treatura Co o
dosejava tor entre as maos aquella bastar-
da Ja aorte e mandal a reunir se aquello
honrado idiota, cujoa remoraos e posthuma
teruur Ihe fazia a perder seis railho-s 1 E
como, jurando em vos alta, com lagrimas
de crocodilo, cumprir o voto suprema do
principe, ella jurav* do si para s em vos
baix, readquirjr aqunlbs des mill:3as, pr
fa$ et nefas >.,
JsUP'
qual quera sera estrella, para bnlbar, mais
tarde, com fulgurante brilho 1
A ambigao daquclla mulber sem patria,
era. reuuir um dia nos seus s*!8'.s as cinco
partea domando: da e oomsigo, qai o
oelhor era primeiro ir estadal as, no lugar,
para tr mais certcsa do as dominar, i o
por-lhca a sus vontade.
Cons&groa cinao auno? aqueles cstudos,
aquellas vagens, apreniendo linguas, ob-
servando os co8tumos, preparando enormes
dttilhes sobre as oousas e Sobro os indi-
viduos.
No'.ieiaa insertas a peso d ouro nos jor-
naos dos diversos paizes, e reproduzidas
pelas folbas parizenses, transformavam a-
qu.'lla excursao do espionagem em devota
romaria aos lugares santos, em piedoso re-
colbimen'o, coua o to de *tirabir a mise-
ricordia do Deus todo po eroao,. sobre a
alma do infeliz Leooati.
Por isso, qiiande voltou a Pariz, vinh
precedida de urna reputegao de que Arte
misa e a horoina da Malabar poder 8-hiao
mostrar ciosas.
Valmorin e a sua gente fizeram o resto.
Um da soab*-se qus aquella viuva in-
coasolavol, tirando o veu do laclo, tinba
comprado um magnifico palacio na ru Mon-
ceau. Depois viraro n'a no bosque, em
sobornis arruagsm, afifejtando no sea tra-
ar ana predilecgao pela purpura, que a fez
chamar a princeza rermelba. Finalmente
no momento em- qu j tomamos a en30ntral-
a, cm todos os ciaba, em todos os salSes,
no meio mais aristocrtico, as diversas
carnadas da colonia estrangeira, cubiga-
vaua-ao o convites assim concebidos :
A prinoeza Lajnati est em casa na
noite de 24 de Marga de 188...
Ha concert Danga-se.
que elle mesmo os ira buscar casa do
gravador, o que s cinco boras estara
aqu.
Ah disse SaVerna com alegra,
logo qua o Sr L-yrand ebegar, introdu-
za-o.
A criada a do e Voltou ao cabo de al
gana minutos, precedando MU:. Andrea,
uosso antigj conhecimento, e a quem pela
rcommeadagao de Levrand, misa Fergus-
son tinha feito o mais cordfal e solicito ac-
lhimonto.
Entrando no toucador, a moga, a quem
a desgraga havia tornado tmida, aontione
entretanto voutade. Parejea lha que se
achava em um m;io que Iba era familiar.
Essa illusao viaha-lbe doa quatro quadros
suspensos p .redo, e qua nao erara u-
to-
tros senao as quatro vistas das Ba!
madas p:lo ano, o retocadas por JoSo
Leyrand.
(Contina.)
UREMDES
XV
UM RESUSCITADO
;
Os convites tinbam j sido
quando ama incuba, ao despertar,
ria, folhe-nlo es jornaes na esperanga
de encontrar n'ellcs alguma picante indis
aripo^o relativa ao seu baila, soub pelo
Figano da evasao de Benedetto Z iffira.
Foi um choquj terrivel. Ella lsongaa-
va so de ter acabado para sempro. com a
lucta, e eis que a lucia ia recoroogar Jul-
gava que s lbc restavam cnzas do seu
pasr-ado funesto, e eis que d tava da repent-. urna Lisca ameagadora I
Centenario de 19 89
A BKSTABAflAO DA BAST HA
O centenario de 1789 reclam;.va natu-
ralmente a restauragao da Bistilh, a ce
lebra priso do Estado ; por isso, apenas
se cogitou da-prxima expoaigo, em Pa-
riz, comegarara de surgir os projectos ne-
te sentido
A principio procurou-se un meo de re-
edificar a Bastilb, quando nao no pro-
prio lugar em que se acbava, ao menos
muito perto da claasica praga, o que era
possivej. atterrando se o cbnal Saint-Mar-
tn ; mas esta vi^inhanga tinha seu perigo;
a evocagao perda o seu carcter < histo-
riio pra revestir-se de um outro pura-
mente poltico >.
Proeurou se tambem collocar a^Baatilbi
no pruprio local da Exposigao, ms, ao que
parece, nao era empresa muito fcil.
Os Srs. Calibert e Ferrusson, depois de
mil tentativa* e pesquisas, resolveram fa
zer da raconstituigao sonbada urna empre
za complatamentn solada, inteiramente
particular e indepetlento quer de goverao
qu r da poltica.
Tiveram a felicidade de encontrar mes-
mo ; a orla do campo de Marte um vasto.
terreno, que arrendaran! por tres annos o
.no qul recon8ttuiro,- em seis mezes, lo-
distribuidos- do'o qaarteirao da Bastilha t Sevo,' em 1789, e re. onstituirara o nao sobre
panno pintado, como so podnria suppor,
mas, sobre nm verdadeira arcabougo de
pedra com verdadeiros relevos.
O terreno taro oerca de um Bectare de
superficie. Foram cropregados dous mil
esteres d raadeira, mil metros cbicos da
pedra, alvenaria e cascalbo e com mil sac-
COB de gesso.
Agora, a ra baint Antoine, a Bas
tilha, nao decoracao de theatro, mas rea-
Foi no meio destas angustias que o dallidade absoluta, talvez absoluU de, mais,
fatal chegou. (porque a legenda quasi sempre amplia a
Desde a vespera palacio eatava em re- historia.
O fid.lgo portaguz tinha que occulUr a
..ili ..ar a sua
tola
tarde, o
com um
fumava
D MQ53 HB 51EGADC3
(Ccntinu-yio o n. 3fj
XI
timo sientan o barA.a de Mesase
\ ob sgentes agarraram a immediata-
mente.
Iepos de ama pequea tentativa d re-
iftencia, Carlota dexou de defeuder.
EstiTa agora como aparvalhada-
__E o bario de Septmo I exclamou
ella, sem saber o que dizia, prenderam
tambem o barao de Septmo ?
Ha 'de encontrarse com o seu oum
plica, na presenga do juiz formador da cul-
pa, responden o commissario de polica.
Este anda nao sabia quo o assassiao de
Sosthenes de Prmorio nao ttfria qoe pres
tar contas jusfiga.
Carlota Letcllier p dio ao magistrado
que a deixaase ir o eutr) qu.rto para mu
-dar do vestic'o.
J?oi li.e recusado eaac favor ; pSJ das mandar buscar ama capa pela criada,
que Ih'a poz por. cima do vea#J0 d: baile.-j
Os agentes levaram a.
NifTgucm Iho dirigi a palavia, riera
palavra do piedade, nem um aigua
syaipatbia, nada. ..
Antes de sahir do saiao, Cariota L't!
.lier darae jou sobre o marquez de l'rmo
fin e sobre a multilao dos seos convida-
dos, usa elbar feroz o c*rregadc do odio.
Nao tove mesmo a saiiaayio de ocotir a
ssZo da filha apertar a =ua.
STOocilia rola, eatorcia-sc ij ch> com
uma trisa do ervos temed
Od sl5.-s desp jsram se em un luomen-
10 a fiearam apenas, junto da moga, algu
mas pessoas que, chias de couipiis, Ihe
pt(>8';aVttm cuidadci e uo qusriam dri
xa.-", sem tentar, ao menos, consoUl a.
Digamos qae o Sr. de VarsgbS, rrasta-
do 4 forca pela ta, tinha si Je um dos pri -,
aoiroa qo ttsaappareceram.
sui v-rgtmha qu"
aventura.
Nesae di, pe -ia havaada
b*raj de S pilme attio de casa,
charuto na bacca. Sab'mos que
muito, q'uaai que constantemente.
To;dou urna arrug;m e foi ao bosque,
procurava diatrahir-se ; nlo era a sua pes-
aoa que p.iasav, era o seu aborrecimen-
to, u u shorreusoouto t=rrivel, que amea
gava transformar se em tpleen. Ora, nes-
te dj o Sr. de t.-.pt ne eslava mais abor-
recido do que uuuea.
Havii alguna teropo, como se todos se
1 tiveascm combinado, qu- oa ciedorea per-
seguiam o com tnearugamento feroz e#
seasa m..ni. mcamo, tinha recebido a viajr
ta de justiga que Ihe nlo deixava a raen#
duvia so&re uma p-uliora prxima. A
penbara era .a queda .oopUt, a ruina c
era i.npossivel evitar a cutastropbe.
Alguna das ant.s -nes tinha ido procu-
rar a aondessa de Pnfciiin e havia Ihe pe-
Vologfto. Uirf'exercito de operariosffuba-
Ibava n* metaraorphos daqaelle adoravel
ninho prisense em u a palacio das mil e
ama noi:es.
Eram cinco boras da tarde. Severina,
refugiada no sea tmealor, o uaico apun-
to que havia reservadoj cliaaiou pela cria-
da. /
J mindarara casa de Miss Ellen
Ferguson buscar o meu vastido pergun-
tOU ella.
Venho de ia. minha aenbora, a coa-
U alguna mi'baies
: antiga amante ti
'..u-nti qu nao.
i rn-suo se sabia
iuba sido posto de la-
ve mi un o. I6) fa
i rir, mas
una
o
diJo qu ^e .
de francos ; m*s t
nha-lhc respond io
Aqui-IL mall r
kibbflB>.
O ant:o es'roi
do, des:ona?a:n
sa-o encoltier os houbros, f^z'. i
irriu.vu-0 ao mesmo tempo.
Nao iguorava que nesaa noite mes no a
condesas dasa u > baile, por o:caeiilj do
casamento da filha, e que nao tinha tido a
kmbrangu de o cravi-iar, entr.-tanto, tinha
ilgumai raz8 s par* acreditar que Cecilia
(araberc era sua liih..,
Qunto mu* o Sr. de S p'ne mergo
iava nss su:s rifljxS^, maia a saa irri
t igao iUgmentava.
Assim, ab-ndoaavam o, dcpresatam o,
j nao era nada, o sm papel na vida esta-
tra acabado a bsm t cabado ; era como se
ji tivesse oataado de viver.
E pens&va, nlo sem azedume :
Aqu est o reverso da me lalha, ta-
do nesle mundo acaba asam.
Cestiauou a passaar o seu jiborresimeq-
to e o teu mo bumer at a siis horas.
Eotao mandn erobora o 00*1'* entrou
o restaurante da venid* do B*#qu>de
olunba c inandou .T^jr o jaotar.
Mandogayir vinh.'ii fiooe, licores capto
sos, procurava embriagar-so, maa, por mais
que tizase*, n.\o coaseguio>>em meBiuo
at rdoarjisk e lodos >a pormenores de uma
vida co issgrada s mais vergonhosae des
ordena, fri0*.vaifi-s roe na memoria oom
uma lacid-'S sem piedade.
Encostado a urna janella, fumaado o seu
charuto, vio deslr diante doa olhoa cava-
|#fllirs mntalos cm oavalioa de prego,
ci.rrui.g-ns dentro das quaes homens etmu-
lhi-ros tlegUtes converitavam alegr..mente.
Mu toa dasso frHquent^'iores d> buque
haviatsi sido em ouiro tempo, seas cowp i-
uheires de divertiraento. Mis sabia H4U0
uenhum dlles quexoaia recordar-so d-i^pas
sado, Bpertar-lbo sm&o, reconhecei-o. Por
fin de coutaa, tinba tambom elle agora sen-
timentoB de affeigao por alguem '/ Traba
chegalo a noite, os bicos do gaz pra^xam
de iiUtaneia em distancia.
Sahio 1 o restaurante e dirigiese o Arco
do Triumpho.
O rodar dos csrr&agms, as gargalbada?,
as uolas estridentes de uma orchestra de
baije chogavam-lhe aos ouvilos.comr boj
mur.-i ario confuso e iosupportavel. Apres-
sou o passo e euibrenbou se peas ras mais
silentiOias.
Cbcg u ao baul.var 1 H US3 nann e pa
roa diaue do urna casa.
All havia uma so ie.ale ou an(4a um
aposento onde sa jogava el a jdesnamente.
De S p'lm-3 conhecia o jogo bavi* mui-
to tempo, tinb.a algumas vezes gmho n'ra;-
d--s quanti .s ; mas outrs vezas tinha per-
dido quautias anda maiores.
Tiniia (ido a paixlo do jogo e aindsi nao
esta vi livro della. VascalbsM-qs. bol* os o
encoiitrou des luizes. v
Eotrou na rap:Iuo;a, deitou dezluizoa
uo p.iimo'Vorde e eeperott com a ianpac^i-
bilidede de UjO hornera sobro quem sfcJ-a-
mogS-ts do jogo j nJo produzcm O menor
eflfutJ.
Perdeu.
Dir-se-bia qu> oaparava sao, d-ixcu
sala 1 Ao tranquillo oomo tinha entrado, se ni
pronunciar uma palavra, sem que no rosto
fro o a-.-notasse a menor "lt Era uma pequea quaniia que elle ac-
bava de perder, maa para o dia seguinte
nao Uto restava nem uma s uaoeda Sle ou-
ro.
t Quando se ashoa no bsulevard, ohou
em redor de s; com olhar sombro a. sima
tro c, em ujj dos. balsos, a rolo apertou a
coronha do um revolver de grande cali-
bre
Eram ap-nas des hor s.
Mas onde havia j ir 7
Pcnsou que o roelhor que tiuha a* fazer
era roltar p.ra a casa V
Quando o bario de Sptimo voltou a ea
quina das ras de Rcher e de Trvirf, nlo
vio doua homens que all esta vam as ob
servaglo o quando ntrou porta da cas
em que eaorava, nlo rio tambom dous ou-
tros noraens quo ae escondiara na sombra
de am portlo.
Pedro, poroootoa o bario ao criado,
o qu j hado aovo?
Nio sei do nada, Sr. bario.
lito veio ninguem?
Quando quert^a representar, por exera-
plo, a celehre prislo do Estado, fazem-a
pesada e negm, com .s suas trras altas
e o sou aspecto terriv-1.
Pea, eil-a ah, a Baslilha, e Ul qual
era. As modi tas foram tao bem tomadas
que as parte do edificio, encontradas em
mos de collecconadorea ou de demol lo
res, portas velhas, pedras, ferragens, etc.,
foram poetas no seu primitivo lugar. A
actual Baatilha parecer pequea, pos nlo
- maia alta do que as oasas vizinhas, mas,
Nao obstante, interessar ivamento com
as suas oito torres accessveis, ameias,
besteiras e as pontea lvddigas qua a ella
davaoi acesso no tempo em que estav
sob a guarda do govsroador da Sunay.
Todos far'lo a volta das plata-rmas, to-
doa visitarlo o subterrar.-.0 em qu eram
encerrados o presos parigosos, a prisao
qussi confoi't>vel em qua o Duque do Si-
chelicu expirou um pouco cruelmente as
suas faltas da :uo sidade
A ra Saict-Antona curiosa co n suas
oasas de telhados p.mto. galos, letreiros
bizarros com a orthographia do tempo, a
hospedara t Lioa d'Or a t verna c dea
Enfants t de Bacchus, o famoso hotel da
Mayenne, a esa do Bom Diabla, o carto-
ro do escrivlo publico, etc. O que d&
sobretudo a esta adrair-vd exhibgaa um
caraoter verdadeiramente grandioso slo os
monumento: a igreja de Santa Mara,
que anda hoja existe, consagrada ao cul-
to protestante ; a parta do Arsenal, que
leva da praga ponte levadiga d.t Baati-
lha'; a porta Santo Antonio com as suas
bellas decoragSes allegoricas : a Frsnga
e a Hespaoha dando-so as mos, a esta-
tua do Hymineo e o busto de Luiz XIV.
o todo 5G monumentos e casas. En-
tro estas ultimas, ver so-ha, no meo dos
movis do tempo, trabalhar a typographa,
o teco lo e o escrivlo em costumes aotcn-
ticos.
Tulo e.ufim dever contribuir para que
se acredite verdaeiramente transplantado
em pleno sculo ultimo
Era tambem impostivel misturar o sa-
grade ao profno e cunverter a igreja Saia-
te-Maric ao culto catholco. Deste edifi-
cio apenas conservaran! o aspecto exterior,
era mus u do snculo XVIII. Os pintores
J .cob e Suint-Genos foram encarregados
de appropriar as cinco capcllas, de modo a
que se veja cora a illusSo da realidade.
O pateo a Trianon ; a subida^jb) pri-
m iro bailo em 1782 ; o capitlo' 'Garnot
eob a sua barraca de campo era 1784*; o
sallo do Mae. Roland em 1788, emfira,
L tu le preparando a saa evasao.
Entre estes episodios do seculo passado
sero expostos todos os objectos que ae
pole adquirir ou que os collecconadorea
quizeram emprestar.
Qrossa somma j foi consagrada a eata
reaitaigao do um dos mais interesantes
pootoB de Pariz cm 1739.
Os dous crganisaiores s descansarlo
quando nlo tiverem mais lados teehnicos
de que langurcm mo, a o simples detalha
que se vai 1er, dar uma idea da con-
scienc'u com a qual elles executam o tra-
balho.
.Nlo ple haver to grando agglomera-
gli de easas sem os gatoa que andam
pelos telhados e pambas qua avoacem de
uma chamin para-outra ; pois bem, j es-
to sendo eduuados gatos e pombos para
familiarisarem-se com o local.
Apenas =q noti em. tudo ist^- m ana-
clirouis 1-0 quo os historiographos de Paria
sentrara ; a monumental porta da Con-
ferencia quo nlo se achava parto da Bas-
tilh;.: mas sobro o caca que anda conserva
o s-u nome.
Oj organisadores dosculpam ae d'zando
qae precisavam de uma porta para a sua
exposiglo, e psrdoar es-lhes-ha o haveram
escolhido a mais bella das do Pariz.
R produsiram n'a tal como era por oc-
cesilo da entrada solemne de Heurique
III.
A inaaguragao des'.e muieu do aeoulo
XVIII realizar se-ha no dia 1 de Mao pro-
xi no. *
O 8UCC830 que ob'.evo, na exposigao da
Turin, igual reconsttuigaa io uma aldeia
italiana com SCU casteilo, suas igrejas, fa-
bricas e herdades de bom augurio para
o resultado a qua tem direito a nova Baa-
tilha.
HWu
r<




-
Nieguen1, senbor. Apenas nm sujai-
to desoub^bWo porgantou tKt porUiro, a
qu& horas tiuha o"sohor o costume de vol-!
tar para ca.
Acho essa sujeito curioso e iudiscre-
to. H. cartas para mim ?
Nnhumfi #r. baria.
De Sepe oe ^rr^g >u o sobr'oHio.
Iinh. cacrpto a muitas p^ssois, para
Ibes dar a nbccor a si'^aglo critica era
qua so ochava c, em lugar de aiudrem em
seu auxilio, como tinha espirado,nem rae'-
tno Ihe respondium.
Est oem, disse elle em voz caer-
nosa. 1
E eetrou no quarto, metteo os ps as
chinadlas, tirou o sobrtlulo e o casaco o
vestio um chambre.
Em seguida foi para o sallo, acendeu
um cbaiuto c estn "U-a: em am oanap,
para se entregar novas o tristes refle
xS's.
Dccorreram vinte luinatos.
D-. repente o b.ro deu am pulo, como
89.3c*b.8eni de o acordar do repente, ap-
plcou o ouvco, di pas 1. van'.ou-so.
B-ticua con f>rg- a por( do aposento e
cono, sem duriJo, nao abrissem cora bas-
tante pr^asa, cs yot /rt6 ^,r,^a '
Abram, cm conf da le.
- Hsm iliss-i de Septlnc. que se tor
nou lvido. ,
O criado, muito assustado, precpitoa-se
no a!lo.
Sr. bario, disse elle g nte da po-
lica.
Ah 1
Sio, nlo sei, quanto?, talvez que
des.
CootlriUavam a .baior e, p'la segunda
ves, a mesiaa voz diste :
Abra -o, em n0*rae da le.
Maa j o bario tinha recuperado o bou
aangu-. fro e, tasando.afargo per aa con-|
a rvar tranquillo :
Pedro, disse elle, quando s-? d uma
ordem, cm nomo da le, devemos obede-
cer ; v brif e diga a esses senhores que
estou prompto para reoebel-os.
Instantes depeis am commissaeo^de po-
lica, oingindo a faxa, penetrod no salao,
escoltado por dous agentes, os outros ti
oham ficado n> oamaia e no patamar.
O bario tinba o sorriso no labios.
O senbor o bario Alfonso de Sep-
lomo ? perguntou 0 magistrado.
Sim, senbor, sou o bario Affmao de
Sajiljie, ruapoodeu elle, nelinando-se com
grar^. O Sr. commieaario de poloia apro-
senta-se oP*ome da le, seret por acaso o
sem o saber SMC oonapirador perigoso 7 Se
ae trata de faswr ama basca om minha casa,
ni me appooho por modo neoha
cumpram to mia*to.#
effeotivamente, a primitiva nlo tinha se
po vinte e um metros a cima >> s la.
Sr. de Septeno, em virlule de nm
mtndado do prislo, expedo contre o ss-
nbor, venho prendel-o.
Sim ?
Queira preparar-sa para me seguir.
Meu DeuS, disse o bario cora tom
desembaragado, mas a causa que exigi
um mandado do que o senhor portador,
entao muito gr*ve, Sr. fommissaro.
Assim o ureio.
Diabo I verlo cm mim um assas-
aino ?
Talvez, Sr. bario.
__Oh I oh I dase do Sept ne ; olhe,
que se nlo tives.e a '.anscienca absoluta-
mente tiaoquilla, apaohava um gran lo
susto.
E pos-se a rir.
Mas tornan lo ao subitamonte muito se-
rio: "...
S.r. commissario de polica, continuou
elle, Deus me preserve da fa'ser r'aisten-
oia h-i e acto de rabelllo cootra a auto-
ridade, vou seguil-o, pago-ltie apenas que
palacio de Saulicu; mas nao tinba perdid
mu.o com isso, porque a marquesa havia
dado ordem p ra quo, quando elle se apre-
aentasse, fosse a que horas fosse, Ihe res-
pondessem qua ela tinh ido fszer visitas,
acompanl ada pela net?.
O b ;."' ia Lubrun uoha ucarcaao ama
entrevista, em sua casa, a Grruder, s seis
horas-
Depois de terein conversado dos nego-
cios, oa dous espo s duviara ir jantar a am
res*t urante da moda e passar juntos o resto
da noite, so nada os obrigasse a separar-
se, iiQt s da hora 3 n que os boulevards se
tornam desertos.
Qruler, quo tinba sempre muito que fa
zer, nao era de gran Je pontaalidade. Com-
tudo, chegou qoan-la davam seis horas e o
sea cumpliue achou que o devia compri-
tueat .r por issa.
Coaversaram durante meia hora, a rea-v
peito das su.s operag3:s fructuosas, do prc-
siuio- .:asameu:o do bario, com a rica har-
ieira da Sra. de S-.ulau e de outras coa-
sas ainla.
Como a- marqnezi voltaass da novo psra
4el

'
-

lk-
utos, o tempo necessaria para vestir outra
roups.
Sim, Sr. bario, fico esparando.
De dep- ne entrou logo no quarto, dei-
xou a port. abffrta 2 vista do magis-
tral o dos agentis despio o chambre, que
atirou para cima de uina-^cadaira, Feito
isto, approximou-83 do Icito. J uaa o po-
diara ver da sla
Quaudo chegara pasa tipba posto o re-
volver na meainha de ojbeaeira ; triam*n-
ta e sem que a mSo Ibe tremesa-?, agarrou
na arma, encostou o cano fronte direiu
ef^l fogi.
Ao ruido da detonagao, o commjairio d
polica o os seu agsutrs pre.'iptfsram-s:
no quarto, ebrio de fumo. (
O bario eslava atendido de costas.
. Urna onda de sangue corria-lha por uma
hOrrivel ferida.
O commissario inoliaoa-se aobre elle e
examioou o.
Jnaolaziao menor raovimento.
Estava inerte.
O magistrado levaofou so c disse grave-
mente :
Escapa justiga doa homeus I
xn
saris)***
O bario 4e Lubron tinha recebido, de
manbl, muitas Cartas, vndas de paizes es-
trangeiros, e havia cons-grado grando par-
te do dia a responder aos seas correa
a que] pondentes.
Nlo Ihe tinha aido possivsl dirigir se aa
tefi* a hondada da mo conceder tres mi-Ja itela da discOsslo, os dous patifes n-
fam do que ellcs cb..mavam a sua doudice
"mansa.
A proposito, disse da repenie Gru
der, s-b 1 que por occasao d i visita que
Ihe fia, para lh ^presautar a iac;. dos D i:
vot, c;u que ella mordeu lia bem, a,ajar-
queza fez me de repente esta pcrguu* :
Conboce Pedro Daras&o ?
E entlo t
- Cjatei Ih) o qoe se tiuba paasaao e-
tre a velha e ou e nem eu nem e sonhp
.compr^bendemoa o -qua ella 0queria diaer,
oom.esta p-rguata en g.aatca: t conbeao
Pedro Dra*83 ?
Com effiito, Qrud.cr, nunca eopre-
hendi essa perguuta.
Foi se npre para mim am enigma,
comtudo neata manhl ouv fallir pela se-
gunda vez, no tal Padro Daraaae.
Ab I disse o bario, arrsbitaado a oro-
Iba.
Imagine que essa in lividuo, que nlo
sai quem era, liaba desapp crecido havia
mais d-' si-i* mtzes.
Todos Ps das apontecem deatas cou-
aaa. E depois ?
Hootem noite, en contri ram-lho o
cadver no Mamo, m Najen, o escuso
le Ibo diz-:r era qui estado dj c!ecom|
glo e putrefacclo elle eslava, depois de re-
sidir s-ia meaea no reino das taiihae.
Irra, Qruler, vol faz-mo calafria
E oom effeito o bario trema.
-
(Conantr-Be-ka)
Tvp. do Diario, ra Dnosle Cal Jas a. tt


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