Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17217


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Full Text

X
ANNO IHT -- HMOO 1% '
P*BI X riMTIL E LTCiRES 0\E Vi O SE PACA POSITB
Por tres mezes adisntadoa .............. 6(J000
Por seis ditos idem............. '120000
Por um um idom................. 2 Caa-numero ovulac, do tresaio dis......... ... ($100
DOMINGO S DE FE7BBEIB0 DE 1888
PAHA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Put seis meara adisotados............... 13||500
Por nove ditos idem.................. 20000
Por neo anno idem................. 27#000
Cada numero avulso, de das anteriores........... #100
MUGO
*
propri&afcje *X Mauo *%ucia ot Jara k illjos
Os Sr. Ainede Prlac t C
de Paris. s5o os bmsoi agentes
exclusivos de anuncios e pu-
blieaed^s na Franca e Ingla-
terra
V
ELEGMMIAS
I
1
r
SFBVIGO DA AGENCIA HAVAS i
LONDRES, 3 de*iYever.>ro.
A polica d'esta tilad; prendeu cinco
t'-Jsiri.-. J ii\s de ttulos americanos.
ROMA, 3 do Fevereiro.
S. S. a Papa tconselhou aos peregrinos
irlandeses que proourassem urna ecncibacao
om o governo ioglez.
ADEN, 2 de Favereiro.
AL'unf. indgenas reataran! um offi.'ial da
guarnicSo ingleza. i
BARCELONA, 3 de Fevereiro.
E' esperada aqu S. M. a Rainha Re-
gente, quo ven assiatr partida para a
Am ri ;. do Sul do vapor da Exposieao
Fluotuau'.e Ue proiuotos hespauhes que
deve realisar se por estes dias.
BUENOS AY8E3, 3 de Fevereiro.
Fallece u sbitamente o coronel Cuenca,
chefo de polica n'esta cidade.
BUEN03AVTRES, 3 da FevereJ.ro.
Conforme j 85 aonunaiou ha muitas pro-
babildndes de qu^ o general Aniceto Arce
estoja eleito presidente da Bolivia.
SANTIAGO, 3 de Fevereiro.
A epidemia da cholea vai diminuindo
de da para da. II ja deram ae aqu 7
?bitce em Valparaso apeaaa 8.
PARS, 4 de Fevereiro.
Realisou se bontem urna entrevista entre
o Barac de Mohrenh<-J>, embaixador da
Rus9a, e o Sr. Charles FLquet, presiden-
te da Cmara dos Diputados.
Esta entrevista foi das mais cardeaes.
BERLIMj 4 de Fevereiro.
Foi adiada a reabertura solemne do Re-
cistg.
LONDRES, 4 de Fevereiro.
The limes anuumia que o governo russo
deve prximamente contractar um empres-
timo de 300 loilbSas de rubios, e que o go-
verno do Czar j est era negociaec-3S para
este fia) com diversas casas nanearas de
Paria.
MASSGUAH, 3 de Fevereiro.
As tropea italianas fcrlifi-Rm-sa .-.as p-
sito 's rooasittadM. O* -;!>yinfe avan-
(Jani.
VIESNA, 4 de Fevereiro.
O Sr. Krupp d funiieao d'Essen teve
urna entrevista com S. M. o Imperador
Francisco Jos.
Julga-se qus Hfa entrevista foi para tra
tar de uina importante encomm;nda de
pecas de artilharia que o governo austro-
hngaro tenciona axer.
PARS, 4 de Fevereiro.
Falla j; que vai ser dirig la ao governo
na Cmara dos Deputados urna interpdla-
g5o acerca do trafljo de condecora joes.
LONDRES, 4 da Fevereiro.
A esquadra inglesa no Pacifico fti au*
gmentad.
-
Agencia Havas, filial era Pernambuce,
4 da F-svereiro de 1888.
dou canhS.s Krupp, e pedio um crdito
de 50 rnlh3es para despezas de guerra.
PARS, 4 de Fevereiro.
Nada m Abyasinia.
Est entretanto immiuente um encontr
entro os xeicitos.
RIO DE JANEIRO, 4de Fevereiro, s
4 horas da tardo (pela liuh- terrestre).
Cir.ulim aqu boatos de que se acha
gravemente doente e enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario do Brazil
em Londres, Bario de Penedo.
Na altura do pbarol das Salinas, na
provincia do Para, naufr gou o navio in-
gles Favorita, queja de viagem do Liver-
pool para aquella proviaca.
A parda do navio foi total.
At agora, segunda noticias da Ba-
bia, a lista senatorial di eleicao que ge pro-
cedeu 31 do roes findo, compSvse dos
Srs. couselbeiros Pcreira Franco, Carneiro
da Rocha e Moura.
O caf de 2.a qualidade vende-se,
os 10 k'log./de 45630 40900.
O Stock de 234 f., estavel.
RIO DE JANEIRO, 4 de Fevereiro, a
6 hor i% e 30 minutos da tarde (pela linha
terrestre).
A taxa do cambio sobre Londres,
foi hojo de 24 7/8 d, por 1 000, 90 d. v.,
e reeervado 25 d.
As a polines geraes de 5 /# 8o co
tadas 9500000.
INSTRDCqo POPULAR
haciomidabe. lima z
ilIESAlIEA
DE
rOHTIUL E BRAZIL
Conselheiro Joao
PELO
Manoel
Pereira da Silva
Rf
-l

SEAVILD 00 CENTRO TELEGRAPHIG
01 S.
(Ps'.i o Diario ie Pernamtnie)
VIENNA, 4 de F*vercra-
O governo austro hngaro encommen
(Coa tinuacS o)
Do ai culo XII em liante fot que comecou a raiar
na Europa nuia athmoapbera mais auspiciosa. An-
da que soa governos biutaes da ebefea teutnicos
ee aegU'U a org nisaco poltica dos feudcs, isto ,
de mil peqneno soberanos, que te trucidsvamvmn-
tnamente, ama nova potencia sobrepujo i a todas
at influencias da trra, recouheci )a e aceita ge-
ramente, potencia espiritual, mus que se con ver-
ter pelo impalso (le Carlos Magno, em temporal,
e poaia asiim palavree mandamento moral ajan
tur o emprego das armas materises par coagir
pela fjica queon nao quizer obedccei-lhe a decUio
etpiriual.
Era o bispo de Roma, que. como succeator de S.
Pedro, se havia elevado a tbiara pontifieia e 4 co-
r* tempjral, e se conaiderava o soberano dos sobe-
ranos do occidente, como ebefe da igrej-t catboliea,
qus s= mtitnlava universal.
j icuito gaiibon a Earopa com o contacto do
douiiui j rabe iihs Hespaoba, pira rasgar as ire-
vas que a cobriam e pieparar-ae para um fataro
de eivisHcSo coocurrea igaal e poderosissimambn-
te com *ua LAuencia para apeifeifoameuto di
castnmes, propagacio das loses, rreonbecimeoto i
direito, nioraii.scSo da eoi-iedude, liberdade e
ignaldt.de dos bosaus, a msgnilica ioatituicSo'dj
papado romano, que no occidente preponderava,
abandonado o Oriente ao pontfice grego.
Era a forfa, a idea moral c-ntra as violencias e
brut' .9 da epocha. Atuparava o frauo centra o
forte, o pequeo contra o grande, os bumdes
contra os soberbos. Corvava res, senbores feu
daes, magoates, despo'ar, cooi o temer das penas
eapirituaes, esm o iufluxo da religo, com os sus-
tos que os soatbmas e i xc.onnuuhoes pr^dui am
uas consiencias, e que era.m poderosas arma da
igreja caiboca.
Quautos servioo* bumanidade nSo prestou o
enrgico pontfice Oreg. rio VII, r atttindo e com-
^auteodo os ebefes germnicos, que alardeavam
haver berdado a coii imperial da Carlos Magno,
e smbi-jiooavam subjugar om braco de ferro as
naeoes do occidente e o prtprio solio de 8. Pedro T
Ao mesmo tempo a igreja catboliea, por tneio de
seas sacerdotes de seus conventos, fomentava no
occidente o caito das httras proesovia a sciencia
do ensino, abriodo escolas por Ada a parte, e
guardando em deposito os tbesooroe da litteratura
e lmgoa latina, que podera salvar do seio das tem-
pestades polticas e das guerras barbaras que se
travavam !
No correr do scalo XIII, dos conventos passs-
ram-se para edificios pblicos as rculas de ensino ;
instituirn)-se universidades, como a de Paris em
Franca, Oxford em Inglaterra, Paqna em Italia,
Salamanca cm H-spanba, para se cultivaren) a
theoligia, os caonee, a jurisprudciicia, a medicina
e elgona ramos liUerros. Oa papas as iniciarme
por meio de breves e bufias, e a lingna latina foi
a nica admittida para es estado, ano bero mais
theologicos que lit'erarics e scientificot, comeca-
ram todava a prodasir os mais proveitosos tractos.
Esta ntoviiuento 'su espiritas ie foi poiteriormeo-
te derramando e mais tarde outras aoiveraidadej
foraminsiituidaa, c.mo a* da t^cimbra, Cmbri Jgc,
Valenca, Boloaha, Tolosa, N ipoles o Koma.
(CoBtiu)
PARTE OFICIAL
l'hesoaro Provluclal
DESPACHOS DO WA 3 OB FEVKBEIRO
Oireetor da Escola Ntrmal, iaspeet r da Iu<-
tracco Publica a Joio Ro.lrigaos de Moura.
lifoine o Si. ecotader.
Manoel Pigncii.!<> da C>i:iba.Pague-se.
Poutja ri* EcoU N irm-.l, atas Obras Publi-i?,
da secretarii da InrtrnccSo Publica e d* Hierbe-
doria Provincial Ao Sr. pagador para-os doviijs
fin-,
4 -
Trilhoa Urbanos do Rocife a Cixanga e Jem
L -nret.Pagae-se.
U.initin de Anjorim A' Reccbedori* Provin-
cial para enmprir o despicho da junta.
Companhia do B-.-b-nb t, Mara Rita de Mcraes
Pimentel, J. Jos Ribeiro, Hcrmelinda'Claudina
da Costa Carvalho M iute.ro i- C mpauhia H'iis -a-
tica de Hamburg).I .f .rm< o Sr. contador.
Per. ira Carotiro 4 U.Eutregue-se p'la porta.
Tbeodoro Jos Tavarea.Hija vista o Sr Dr.
procurad r fiscal.
----------------^----------------
*ecebedorla fi'rovloeiai
DESPACHOS DO DA 3 DB FEVEBElEO
AUrediDomingues M da SiWa He'riz, Henriqu.; Joi AI vea Rerrnir,
Mitheus Jos Gom s, arloa Ambrosio do Reg
Barroca.Iuforme al.* seecSi.
Jos Fioaa do OtiveiraI .forme a 1. seecao.
Antonio Gj)nr;alves Pinto. Deferido em vista
das informal, s.
Rocha Cbva!nan*e & C. Ao 8r. chefe d i
seecao para proceder do acoorJo c mu a soa infor
macSo.
Ssuoders Brothers 4 C. A' 1.* srccJ> p:r os
d-'vidos fin?.
MAS10 BE- PEBBA1CD
RECIFE, 5 DE FfiVEREI O DE 1888
Dr. Mancel Eaphraslo Correa
Aps dez dias de soffrimentos, falluceu hontem
pelas 101/2 horas da manua, no engenho S. Fran-
cisco da parochia da Vanea, o Dr. Manoel Eu"
phrasio Corra, deputado geral pelo 1.* districto
da provincia do Paran' e digno presidente da
provincia de Pernambuco.
A insidiosa molestia que o prostrou cadver a'
nada cedeu. Disvellos e cuidados incessantes
das familias que Ihe cercavam o leito, particu-
larmente as dos Exms. Srs. Drs chefe de polica
e Francisco do Reg Be rros de Lacerda, heroicos
esforcos dos llustres facultativos chamados a
medical-o; tudo foi impotente para debellar a
cruel enfermidade, que, se fez pausa um momen-
to, deixando entrever urna esperanca de cura, foi
somente para recrudescer clere e arrancar com
o derradeiro abraco a vida do inditoso doente.
O Dr. Manoel Euphrasio Corra era ain-.
da moco, pois apenas con tava cerca de 48
anuos de idade, sendo que 26 passou-os elle a'
trabalhar pela causa publica, a' que se dedicou
desde sua formatura na Faculdade de Direito de
S. Paulo, em 1862.
Era natural da provincia do Paran', ife cuj-u
assembla local fez parte em diversas legislatu-
ras, e a qual representou em diversas outras na
cmara dos Sra. (reputados, onde deixou nome
como homem estudioso e de taleoto, como ora-
dor correcto e bom disculidor.
Occupou tarabein o cargo de chefe de polica
da provincia de Santa Catharina, onde conquistou
sympatnias pela hombridade com que se desem-
penhou dessa ardua tarefa ; e, ltimamente, con-
fiando no seu nobre carcter e na severidade dos
seus pnneipios, bem como na sua Hustrajao e
criterio, o Governo Imperial o distingui com a
nomeaco de presidente desta provincia, cujo
exercicio assumio em 7 de Novembro prximo
findo, tendo a dala de 24 de Outubro anterior a
Carta Imperial dessa nomeagao.
Em pouco menos de tres mezes de adminis-
traco o Dr. Manoel Euphrasio Corra deu as
mais robustas provas dos seus dotes administra-
tivos, tocando em diversos servicos para corri
gil-os e melnoral-os. Principalmente a instruc-
So publica mereceu-lne a.s preferencias e sym-
patnias, e a reforma que fez, ha poucos dias'
nesse ramo da administracao. poz em evidencia
os seus intuitos e os seus talentos.
Dando segoiracnto ao pensamento do Governo
Imperial referente a' immigraeao para Pernambu-
co, o Dr. Manoel Euphrasio Corra prestou a
maior attenco a' esse assumpto e tinha ja'mui
to trabalho feito e ia pol-o cm pralica quando foi
colhido pela morte f
Nao chegou a iniciar a immigrago para Per-
nambuco; mas, quando essa idea fr realisada
praticamenie, o seu nome hade ser lembrado
pelos preparos. a' que deu elle andamento e cuja
gloria Ihe cabe de direito.
Outro motivo de respeitosa gratiduotcm a pro-
vincia a' sua memoria no que diz respeito a' en-
genhos ceniraes. Foi o Dr. Euphrasio Corra o
executor dos artg. 16., 17 e 18 da lci n. 1860 de
11 de Agosto de 1886. Foi elle quem contraclou
os engenhos cenlrae autorisados por essa le;
e os contractou com todas as garantas para a
provincia e com manifest proveito para a lavou-
radacanna.
Em substancia, nao se poda exigir mais de
urna administraeco que durou apeuas tres
mezes incompletos. E isso que, em bem da
provinoia, praiicou o Dr. Manoel Euphrasio Cor-
ra nesse curtissimo lapso de tempo, foi muito,
e em todo o caso o bastante para tornar sym-
pathico e respeitado o seu nome que hade ficar
gravado nos coraces peroam bucanos como de
um homem serio, de vistas largas e aspiraces
nobili8sim;is.
Seja-lhe a trra leve c repouse sua alma no
seio infinito de Teus.
O cadver do Dr. Manoel Euphrasio Corra,
s 4 horas da tarde, foi transportado do enge-
nho S Francisco para a cidade, viudo em um
rico cpclr. fune'ire tirado por seis cavallos,
Acompanhava o um piquete de cavallaria, e
formavam prestito diversos carros era que al-
guns amigos do illustrc morto o seguiam.
NaPassagem da Magdalena numerosos ami
gos, em seus respectivos carros, aguardavam o
corpo, e ao chegar este ao sobrado grande,
todos seeucorporaram ao prestito, que deslilou
para o eemiterio de Santo Amaro.
Ali formaram em brigada, previamente or
ganisada no largo do Hospicio, os 2.* c 14.
bafaihoes de infantera e a companhia de (aval-
lara, esU.ndo a brigada ao mando do Br. coro-
nel Buy,
Aochegar ali s 6 1|2 horas o prestito, a bri -
ggjda fez as continencias devidas a'ta posigo
do Ilustre morto.
O cadver Foi conduzldo para ucappella, onde
tiveram lagar os ltimos sufragios da igreja, aos
quaes assistiram numerosos amigos do finado,
crtTe os quaes notamos os Exras. Srs. Dr. Igna
qio Joaquim de Souza Lelo, 1- vice-presidente
em exercicio, o bispo diocesano, Dr. chefe de
polica, brigadeiro commandante das armas, se-
nadores, deputados gerae3 e provinciaes, conr
aules estrangeiros, desembargadores, juizes de
direito e municipaes, chefes das repartiges c
dflerentes empregados pblicos, oCRciaes de
trra e mar, e muitas outras pessoas da melhor
sociedade, alcm de avuttada massa de povo.
Aps os suffragios, foi o fretro conduzido at
ojazigoda familia do Exm. Sr. conselheiro
Joao Jos Ferreira de Aguiar, que graciosamente
o offereceu e ende efectivamente foi sepultado o
cadver.
Ao descer o atahudc ao tmulo, o Dr. Barros
Guimares usou da palavra, e em phrases repas-
-adus de profundo seotimento conseguio, era bre-
ve allocufio, signilicar o immenso pezar e a ge-
ral consternaco que acabrunhavam os coraces
de todos os amigos e correligionarios do iflustre
finado.
Salientando a divida de gratido em que tica va
constituido o partido conservador de Pernambu-
co para com a sai i' I os i > sii na memoria de quem
anda hontem oceupava o primeiro lugar na ad-
ministracao desta provincia, o orador declarou
que eslava convencido de ser n'aquelle momen -
to o interprete dos sentimentos do partido con-
servador, asscgnrando que a bandeira do seu
partido se achava enlutada pelo inesperado e
infausto acontecimento que acabava de riscar do
numero dos vivos o amigo leal e sincero, o
lombatcnte insigne, que na vanguarda dos ser-
vidores da patria e do seu partido nunca recua-
te os sacrificios, e em sua dedicaco parti-
dafia nao conhecia outros limites que nao fos
a le, a juslica e o seu patriotismo. ,
o terminar o seu eloquente discurso, o Dr.
Barros GuimarSes, recordando as elevadas vir-
tudes cvicas do finado, appellou para a impar-
ciahdade da historia, que opportunamcnte, na
ennmeracao dos llustres filhos da altiva provin-
cia'do Paran, havia certamente de rememorar
o nome do Dr. Manoel Euphrasio Corra, como
digno da ronsiderago e estima da postendade e
da gloria.
Eram 7 e"l|2 horas da noitc quando terini-
uaram as ceremonias, retiraudo-se ento os
amigos que foram pagar ao Dr. Manoel Euphrasio
Coaeia o ultimo tributo de respeito e estima.

ogo que foi espalhada pela cidade a dlorosa
noticia do fallecimento do Dr Manoel Euplu-asio
Correia, houve geral consternaco, lamentando
todos to inopinado acontecimento, que, espe-
cialmente para seus amigos, foi um golpe pro-
fundo que os abateo.
As repartiges publicas encerraram logo o seu
expediente e fecharam suas portas. Os estabe-
lecimentos do estado e provincia, bem como os
consulados e os navios surtos no porto, pozeram
em funeral os respectivos pavilhoes- Todas as
pracas da guarnido, e os corpos de polica e
guarda cvica e a companhia de bombeiros to-
maram luto. a
Os empregados da Secrelaria do governo re-
solveram tomar luto por 8 dias, e muitos amigos
do Ilustre morto procederam por igual modo.
A fortaleza do Brum s 6 horas da tarde, em
demonstradlo de pezar, sa'vou com 19 tiros.
A tlmt uta trumao tla\ provincia
Hontem, a' 1 hora da tarde, o Exm. Sr. Dr. Igna-
cio Joaquim de Souza Leo, l.' vicepresidente
desta provincia, assumio a administracao, visto
ter fallecido o Dr. Manoel Euphrasio Corra.
E'aterccira vez que S. Exc. oceupa essa ele-
vada posigo. Das duas primeiras tirou se com
bizarra; e, pois, de crer que agora siga o mes-
mo caminho d'antes trilhado, confirmando assim
os cus honrosos precedentes.
\o.iei:iJ Ua Europa
0 psqurte fraocea Sewgal, fundeado ante hon-
tem s 6 e 1/2 h iras da tarde no lamaro, truuze
li.t-io que alcaoc^m de L'sb.ia a 23 de Janeiro a-
i-, adianlaado aele das s traaidas pelo ingles
La Plata
Afora as de Porta?--1 constantes ra carta 'do
oosso correspondente de Lisboa, inserida na ru
nrica Exterior, vi as demaia noticias :raaidas pi lo
Iludido paq>ii te.
Hrspaoba
Eereveii-ios em 23 de Janeiro o nosso corres-
pondente de Lisboa aobre o visioho reino :
Dia-se que tem encontrado st-rias resistencias o
proj'Oto de einferencia, inculcado p.vo governo
hespauhol, afim do nella ser examinada a queatio
do Mttrccis.
E*--a conferencia to propja>a s potencias pelo
gabin>-te de Madrid, a pedido do proprio sulto
Muirj KSsau. Ebt. soberano o que principal
m.'fe pre- n le que aija abolida h prctecji. e .u-
sul ir que se oneede aos estrangeiros residentes
0"S estados inarroquinoi. En troca de tal cen-
crstao abrir se ba Marrocoi ao comm^rcio euro
pro, o quai ba de encontrar neate imperio oaimos
merca os p- lo Udo da remanera^o.
Segundo ae aflirma, oa governoa das principies
poteuci'is te m-se manifestado em bias disp-sn,o s
do dUcutirem as prop atas de Mu y Hasaao, e>m
tanto que.ilie cols uta rm sabstituir a autprilaJe
co-=ui'r (.ela ju isdiecio dos tnb-inaes mixtos
c ii i i at-.ui no Etypto e na Tun-sa.
N io rcatiigi, pjiCui, a Hcspauha o progrm-
ala da coufcreTiieia os ponto que o buIij d Mar-
rueca tinbi indicado, couviudo-lbe deisar prut-xlo
para aiacaa5i:s da om alcance pol.tu-u, que fariam
rmbaier-se a* legitimas reiviudica;oos da Heapa-
uba c >m a mbito a menos juitas de outras pj-
tencias acerca de Marrocos. Ora a Franca uo
quer si m lhi.uta Cuusa e, teru receio de errar, ae
poJo diser qje o goveruo fr.ncos s- apreaeuta no
uort da At'nca como rival d Hesjaihi por eu
aa da Argem.
Os direitis historios da Hespaoba sao iatiteu-
ttVeluvswte mais aouilaveis, e 6 opiaiio asseotada
que os besoanb's mais cedo oa mala tard- se ve-
r i obriaos a rateuder al ao Atlaa aa taas
1 io SBCosdar que a Franca uSo p^nse por ago-
ra, em al-rgar os piwua da Arg lia casta du-s
Ji.unnios, mas de orlo lo coeseutir aro a'gum
pr cid me.-.t i uaisaSiVO, qaa a H sjanha rfealise a
ii.4o h'tuiioa qu: avicutificamete, ae Ihe nio
pode recusar.
O que parece mais provave.l pois que a Franca
ba de crear serios embiracr>s a Hssp-tnha excepto
se esta lanc para intimidar aFiauc. e aliancar o sea desxde
ratum
Regressou de R de Armijo, e apresentou se immediatamente no pa-
co a dar conta rainha regente da affectuosa re-
cepcio qu-; Ihe fu o Sammo Pontifi -o.
O boto embaixador de Italia cm Madrid, conde
Torneille B uvalidi Vergano, perteace cmara
alta da Italia conta 52 annos e tem feHd a ana
carreira na dipl macia desde addido em C matan
tinopla, secretario na Russia e Grecia, e ministro
plenipotenciario as i-.tes de Belgradj e Bueha-
rest.
Ha poneos das teve urna enferencia rom o Sr.
Mor t a embaixado:~ de Franci.
A situac/i em Hespacha cada ves maia
precaria.
O Sr. Sagasta assumio o poder por oceasiSo di
morte de Affouso XII, porque enti o partido c u-
servador rconhecea que Iho era impossivel atra-
vessar a criae poltica em que o p-tis se acbav-i
laucado de sbito.
O e'r. Canva9 reconhecou o risco que as ineti-
toicoes cerriam, conservando se Ihe frente do
governo.
Porventora imaginara que talves Ihe r.ai fal-
tasaem as forcas para vencer todas aa raaist:'.-i
cas; mas, espirito claro como reeonbeeeu tam-
b -m qne todaa as questoes teem mais de urna face,
e que nem seotpre se examinan) completamente
sob todos os aspectos. Preferio, por isso, abando-
nar o peder desde logo a ter de o deixar arraatan-
do na ana qneda as institnic.'s qae tanto se ea-
penbra em restubdecer n> sea pais.
O Sr. Sagasta iceitou o poier emboas candi-
coes. |
Os conservadores retiraram-so confess&ndo a
sua incapacidade poltica e o pas poda esperar
que o partido liberal dtsempennaase o programan
com qui- ae recommen3ra consii' racit > publica.
D'sne que desempenbaria o aeu programma e essa
decl-iracio alimentou esperancas. Mas o tempo
tem corrido, e se de faci alguina conaa tem f i to,
ainda est l.nge do que prometiera.
As diffieuldad.'s ag>ra tio grandes.
O governo do Sr. Sagasta apoiado por du is
tracc-a diversas, formando o partido que se do
oominou fusiooista, mas em qae nao sa poudc ope-
rar nunca nina fusilo completa.
Os centralistas pendem mais para os conserva-
dores, e es liberaes n f rmistaa coosideram-se maia
sfjfins dos elementos democrticos. Se o Sr. Sa-
gasta ati boje pouiie eouserval os reunidos, est a
ponto de assistir sua separaco, e com ella a sua
qu ja ioevitavel.
O partido republican-i prusegae no seu trabalbo
de c-incentracSo, embora as tentativas se teaham
frustrado.
Assevera-ac qae a sentenca da Hespsnha na
mediscSo entre a Italia e a Colombia fav ravol
aos italianos.
Deve ebegar por estes das a Madrid, Ab-
deraaudsk, en/iadj extraordinario da corto de
Marrocos, aeulo portador de vano? presentes que
o sulto offerece rainha regente D. Mara Chria-
tina. S> de grande val;r artstico essas da-
divas.
Franca
- O- parlamsjoto (Vanesa asta aserto, ea erise que
se receiava nao se m mifestuu por em aaaafo, em-
bora se ri-ceio qne estale a cada momento. Pro
vavelmente no deba .e do orcamcuto ae apresentar
a quest-j polit ca, sendo ainda pouco fcil de pie-
vr se o governo do Sr. Ti.-ard poder manter-se
inco'ume. *
Deo-se ultimameute um caso no processo em
que se dis implicado o-Sr. Wilaon, qu.l foi o de
exonerar das funecoea de jaix de instraeco do
processo deaoroinado Wdsoa ao Sr. Vigneau, e
nio s foi concedida a exoueraco ao juis, se nio
qoe o sen procedimento vai ser apreciado pelos
tribunaes.
Dis-se que o nrnistro da ju8tic procedea assim,
por qoe o procedimento do jais toi menos canfor
rae s regras do decoio e digoidade dos mgis
trados.
O facto impresaionou o publiso, e a imptenaa
comee u a eccapar-se d.-ll-, com poaco favor para
com o governo, fasendo sentir qoe s agora lh
haviam ebegadoescrpulos, qne em outras :;a-
si3es nSo havia manifestado.
Na cmara das deputados o Sr. Falliere foi in-
terpelado com respeito a> decreto quo deatituio o
fasta, e resp-n-ieu nao sabf m a se por modo que
satisfix -sse a camars, mas forcoso reconbecer
qae o debate nio pros-guio.
O tempo poder esclarecer, maia tarde, o que por
agora parece um pouco escaro, porqaa ae e licito
salvaguardar pir todos oa modos o.decoro e a
digoidade da magistratura, grave attentar con-
tra os magiatrados em todaa as ciicumstaocias,
prineipalmi-nte no exercicio das suas.fauccSf, e
em proces*o que tem d -spertado tanto a att-'iicio
publica.
Fernando de La-S'ps dirigi ltimamente
ama ommuiiieacio Academia de Scicnsias em
Franca sobrd a ex. cuelo de om grandioso pnjecto.
O canal, qae ae est perforando deve permittir
livre passagem aos navios de nm oeeano para ou-
tro nos principies de 1690. Les3cps tenciona
abril-o 4 na vegacao antes de estar completamente
terminado, applcando o mesmo eysteraa qoe deli -
neara para-o canal de Saes em 1865, poca em
que urna opposicio pertinaz, poltica e aobretuio
financeira, am-acivi annaar a empresa tio aas-
piciosamente eocetada.
O canal de Panam ser franqueado navega-
ca i logo que pisaam pausar os navios da campa
nhia transatlntica. Bata transporte garante a
eompanhia om r n di ment snaual de aete milL.-s
de francos ; peimittmdo satisfasor todos as en-
cargos, distribuir am dividendo aos accionistas, e
garantir as despest.8 para a continuar j dos tra -
balboa. ,
O problema importaole, qne resta resolver
para abrir o canal a exploraclo intritima antea de
completamente perforado, depeude de ama serie
de obras de arte, que o engenheiro Eiffe se en
carregoa deexecut.r, o qual Lssseps -leclarou ttr
malta honra em. apreseutar ciuu sea dedicado
oollaboradur.
llalla
Tem chamado especialmente a attenco dos cir-
cu, a polticos o conflicto franca-italiano.
A 18 de Janeirg, o prestor ds Fluraoca partici-
pou ao coosal fr-.ac naquella cidade qae tencio-
nava ir no da 20 levantar os sellos postos noes-
eriptorio do consulado s bre os papis relativos
beranua de Husaeio-pach.
O c.nde de M ury, embaixidor da repblica
francesa junto do re de Italia, informoa disso o
Sr. Fluureos, o qual o incumbi immediatamente
de avisar a consnlti de que se aquella acto de
violencia se > ff.iCtoasse, o gabinete italiana tena
de earregai com essa reaponsabilidade-
0 general co*do MeoabrW, embaixadar de Ita-
lia em Tama, eve a 19 uu confereucia com o
miuistro dos negocios ettrangciroi. na qual atfir-
mou que o gov.rno italiana prohibir s autorida-
des d Floreooa qoalquer proooi i aaata de violen-
vi* coaira o sjsasalaio, pelo me o emqaaata du
rassem as aegociaces eo're os dous goveruos.
D-se p ac ere lita a estas affirmacSas, .e ci
te que a* aotondkdfs em qiissto, inspiradas se-
cretamente, reeorr. .i. a atgutn expediente peri-
goso, pelas consequ. nciaa que uj deixam da ser
funestas.
Entretanto dis a Tribuna de Roma qoe o iuci-
denle do eo.isul lo de Frang* em Florenca asta
leimiiiado a aprasimeoto dos deas pases, posto
que s ni teuba ainda fcito Dnhu caeio nrc al a tal respeito.
A Tribuna hffirma qne o pretor (jais de psx)
de Forenca s r tiansferido p- ra o ro'ra jagask
da mesma e:dade, c : c nsnl fr.....-es s ffrer sjssa
pena discipnLr ; aecrescenta qsjp o 8r. Orisy
annnncion este resoltado s issslms no usas*
Iho (ffectuado uo din 20.
For um r cente despacho de Msssaifc. asss-
sfa nao ser verdadeiro o b ato qae correa ata bastar
sido oecapada a Braca de Saat.
A brigada de reserva estacionada cas
receben ordem de embarcar cosa deatisw
soab.
O Sr. Crisp, presidenta do eonsefto e Ssaaa-
tro interino dos negocios estrangeiros, apn salsa
cmaro dos deputados, para seresa eoavatMsa
em Itis, os decretos qne prurogan os netaaaa tta-
tados ae commercio com s Frasea, a Besfsssssa *
a Suissa.
flaaia s
O Ooservalore Humano pubcoa o texto otm-
CiiSoS trucados n.tre o pupa eo sainiatra hraas-
leiro junto ao papa.
Leo XiII dase qae se achava pr fondisaesKe
penborado p. los test- monhoa de amisade qsw Use
da va a familia brasileira ; sjantando-qaa ac
nhum dias6ntimn;o grave se tmba dada talle a
Brasil e o Vatic- n i desde a proc-.mco da la-
dependencia do Br. sil, e qne era sea dever re
obecel-o.
O papa terminou dixendo que a regente cVeassa-
penha um grande e nobre papel na sralis sis
I .operador, pela enra do qnal fazia rotos sinceres
Assegura-se qne a Gri-Bretsnha aceita ess
principio a mediacio do papa nos negocios oa Ir
landa.
Leo XIII entrn c qae o melhor sacio de aus
tralisar a acco da Sr. Qladstone aceitares
principses p-nt-s de stn programas ; a*v*'.
* Inalalerra
O general ingles prosegne co sea trabis, i.
reprmir e de ceder. Ceden na qacsiu agraria
e ao qae se sufpoe prepar-se para eadVr na sanes
tio de slargar a dcscentraliaaeio administrativa
porque p>ra andar nrsT rnminhn n isspillsa ss
i lib- raes unionistas.
I Ns parte poltica qoe o Sr. marques de Sals
bury cppoe a mais tenas resistencia As oaaa a
Sr. Qladstone, e porque na Irlanda aa appareaciai
sao pacificas, o chefe ao gabinete c naerv.dor at
poder triamphar de todas ss diffieuldades. Kaa
licito, porm, soppcr qne aasim ssja, prqn- osV
raro succede que a disposicio das forcas inrU-
mentares se aprsenla de modo oanito diversa ds
qae se sappunba.
As anas questdes da Irlanda qoe a governo as
propSe resalvr, ama poi m'io da deaess*r>lisa-
co administrativa mais larga a oatra ama s
redacc) das rendas, nataralsaente dispVsa as
torcas -panamentares cm sentidos diversos.
trs que votnm s redneeio das isaissa. asm
sempre sao f vorav-.is a autonoma local, :r if
so os actos do governo p > (em por isto dividir sa?
torcas parlamentares p>r trm, que asa algnss
dos casos a maiorra I be falte.
Dis so ji que para ess-i caso o governo sacar
rer i dissoluei) da cmara, porqoe eataasle fas
mais pensavel ouvir a naci sobre a eoatenda
e conbecer se e la enva as cmaras repr ssastus
tes, em condico.s de se ggraparrm p >r saoita, aasr
ou o partido conserva 1 or on o Sr. Oladatoaa s>js
sam coatar com elementos seguros para gnvet-
nar:
Com respeito s relacoes externas o gasaasas
Salisbury defensor da pas, e emprrga tuaVas M
diligencias para a conservar.'
Quem formar parte da trplice alliaaea sana ti
tuila pela Allomaolia, Austria e Italia, pala *-
ser-se qae a Inglaterra nao pertarbarA eataa aa-
cos nos seas propsitos, e se ellas, i HisnVaa,
pretenderem contrapar a soa influencia A da Raa-
sis, a Iuglaterrs por sua parte representar pa-
pel de nem contrariar a Russia, nem asteen an-
cosa alhadas, e com o tomar esta posscao, pois
boa diser ae que ni> desagradar A fsanssA,
porventura proporeiouari a esta o esta-ja d.- le-
var por diante, seni> d tolo ao aseaos em parte,
os seas designios sobre a regio dos ffallttas
O marque de Salisbury pronanci a asa natavei
discurso n'nma reanio conservadora em Laver-
p I, allndindo a quea' > irlandesa, A sstaaeZs
eur' pea, que tai davidoaa se nos aprsente agora
O presidente do coaselho manifestou a eenvic-
cio de qne o partido dos nacionalistas principia
a desalentar perante a attitude enrgica do go-
veroo_ biitaqnico, compren.ndenda sfiaal aa po
pulai,oes que a desistencia no momento actual se-
ria intil e perigosa. O rgimen appKeado a Ir-
landa ha de outinuar.
So o parlamento provoeaase asna erise minisce-
rial, possivel pelo estado Je divisij rm qne se ra-
contram os partidos, o governo adiara par al-
guna tempo a dissolacio da cmara para provar
ao p*is os leaaltadoi benficos qoe prodasesa aa
Irlanda as novas Icis e a moderna administra
ci.
Passando a poli'ies externa lord Salisbury de-
ciaruu que o penalisava bastante ngnerra qa vai
rebeutar rom dolosos sacridd-s entre a Italia a a
Abyssima, nio obstante a tentativa eonciliadara
da Inglaterra enviando ao negus a misado Portal.
O re Joao repellio as p.-opostas de paz. qnal
parece ter bedecid i a cnselbos perfiio ca io-
seaaatos ; psrece-lbe tambero qas s Italia ront
gu vencer o inmigo para dtp ss da victoria
patentear a Europa a sa moderaeo e g neroji-
dade. Allodindo a staselo geral, qaa tio sobre-
saltados tras todos os nimos, lord Saliabory ex-
prime a firm-j C'iivicca. ie ser man.id a
pas, prestando a Je vi da bomeuagem aos esforcos
erop. egados pelos soberanos e gabinetes p.r
evitar nm catastrophe que ter ftiurslas ernaa-
q.-encias par a traiiquillidade das naco i. E'ass
opimao que neobuma potencia aisunnri a gravis-
aima respoosabilidade de provocar om confl:eto;
e em taes coud:c5es> pele considerar-se garanti-
da a paa por um periodo mais oa meaos tongo,
cooforme as circamstancias qae a neobosa aoUtzat
lcito determinar.
tilemanba
O imperador Qailherm, recebando no da S as
presideot. s das cmaras prnssianas, ma.iifestoa
esper>-.nca de mannteneio da pas e satisfa(io pela
bi situacAo financeira do Estado.
Por occasiic de dlscutir-se o ornamento da ma-
rioha, M. Cip-ivi, chele do almiraotado, deelaroa
ao Reicbstag quo no estado actaal da marinaa de
guerra allem p de ella faser frente a qoalqnar
adversaricseja qual fr.
Eap ra-se a pubticacio do decreto ordeaaads
qne a cnuttr de 1 de Abril prximo os j rana* da
'sacia Lo.-ena - em allemio. O d-ereto abrange todas as inscrip-
c5ea .publicas, mcluindo i dos monomeotos faae-
rarioa.
lu at ra n n narla
A mprensa austraca tem maniatado ana de-
cidida u Vontadeeoatra as interpellaed:s basts
pruvacaJaa oa cmara, e condemnado eouaplata
mato a 'iugu-geui nggrensiva del val toa mais
importantes da poltica do inperio aastro ngara.
< j irnaes alloma tentam tambsm demonstrar
a moa ven.enca e inopportanidade d -s protestos
e diacnaa.-a indiscretas, qae podem tornar mais
teosas ainda ss relacoes entre a Austria e a Bsala.
A Oavta Nacionat publicou am artigo a cate reo-
peito, coj i resumo se encentra nos jornaea fma-
eaaas, detsacaada a hbilidde da argumeaiaai
deciso da iingaagem, e o tom indepen taiitMI^H
que parees ter sido eecripto. Expoado a tOtiteda
em qae se co'iocoa o gabinete allemio sjtovocaade
inimisadu dos ruujpbilos da Taaaleitnau a, f*-
cil.Unio distiac&o entra OS ioierejs s psea-
liaies A Austria no Oriente os interesees aKasaaas,
o autor Hu-nymo do citado artiga, define ejeiis
principio incontroverso, feo a dastrnioio da ia-


2

d ejPBambucoDomingo 5 de Fevw^in* de 1888
' ____ '....... .___!______fc__. i.^i ___T.
fluencia runa na Bulgaria nio deve aer de- (oras
alguma o atenta poUtico doa manejue lo* aipo-
natas dat daus imperial.
A Allemanha, aobreludo, alo deva anjaitar-se ii
eontingeuciss da un conflicto cam a Russia nio
tendo proba sumadas de obter vantegena impor-
tantes e arnseandv>-ae en deaenlaca perigno de
ama guerra com a Franca, acceatuando par tal
anedo urna cataatropha geral, que nenhama van-
tagem proporcionara 4 Allemanha.
O imperte germnico deve ter todo intereMe
m que a Franca conservo sempre a S'.tn*;"vo pea-
ponderante de grande potencia m sqiillibriaeuro
pea, e a poiaibilidada de caoirabalancar coa su
aariohi a nfliencia que a Inglaterra pretende
fazer valer em todas a* o-ceaoes que offuraee en
hep de discjtir os aeauaptos oolooiaes.
O desenvolvimento cresoeate da torcas da
Frasca nia d;ve aueeptibilisar a Atieso inba, nem a
esta potencia cumpre presta* na conflicto ufe-
Uvelmente decisivo.
Nlnguem poder provocar a necessidade de unas
guerra com a Rutsa, porque ningucm podedemanB-
irar tambeio a nulidade da poase das Balkaus ob-
tida pela Aostria-ungra.
Se esta potencia estenlesse a su* preponderan-
cia Bulgaria, Raumelia, Macedouia o Constan-
sopla, vera augmentado ea amitos iniiho as o nu-
mero dos seas slavos, e constitoinlo-o. em princi-
pados autonoma, encontrara aoiapre n elles uns
elementos ce rebiliiiae discordia.
Attendendo a aptas eooaderaeoas, parece ao ar-
ticulista preter vT-que Russia e i Auatria com-
peta definir amigavelmenta a espheia dos seus
teressea.e a infl acucia da sua palitica n'easas
regioes, aiistinij pa missao civilisadora que
Ins incumbe, em ve* de porfiare em luctas este-
lis para^eteluirom mutuamente respectiva accio
sobre aquellrs povos.
A allianca austfo-allemi nia fai evidentemente
firmad Jcon Jo fim de permittir um satiafafia
aos intentos aggrcssivos de Pest.
Todo esto antigo, parece deixar transparece r
sme 4 Austria cjmpete entender-se amigavelmente
com a Rasaia as quettoet orientaes, que lio laor-
fiadanente ee debatem nos crealat diplomaticoSj
para nao contar mais tarde cam o auxilio proble-
mtico da Allemanha n'uma ^cccatiio de ruptura
daa hostilidades.
Bulgaria
Ha poucoa das anda, auppz-ae que robentra
de-novo urna revolieao na Bulgaria, e que seria
indispensavel talve a intervencio immediata das
potencias para manter na rdem aquelle pova va-
iente mas irrequieto.
O incidente foi, porm, apurado e explicada som
graves cempcacoes, recoobecenio-se que a causa
dos disturbios fra um celebre oupitao ruaso, Na-
bok.af, antigo official das guardas do Imperador,
o qual conseguir assalariar alguna manteoegr-
oa.0 offiaiaes blgaros descontentes para deseos-
baraarem n costa de Baurgat, pregando a revo-
lucio, e expiado o estado cricico do pavo blgaro
a maiores complcalo ;s internacionaea.
- As autoridades do pais foram prevenidas a tem-
po : o oapitio e a sua gente viram-se na triste
necessidade de fugir para a Turqua para nao se-
ren cxecntudjs, com) provavelmonte Ibes acante-
* Este aventurero Nabakaf tea urna historia li-
geramente romntica que em duas palavras se
poda narrar.
Antea de eocetar a ana interessante carreua da
eonstarador, servia par algum tempa, coma disse-
aos nC ejtcrcta rusao, e ha dois aunos formou o
extranho piojecfo di raptar o principe Alexandre
de Battenbaig para o condazir pnsioneira per-nle
Czar. A
Freton nrc navio, establecen-so nos arredares
de Baurgas com'o pretexto de orgenisar partidas
de caca com os seus amigos, e assim consegu
illndindo a vigilancia das autoridades, teuuir um
bando de moQteneriaos os qaaes teriam a seu
cargo atacar a esiulta do principe quando elle se
eiirigisse para Zimbali.
A combiuicio talhoa, p^rm, porqui alguna
trahidores prevenirara o principe, ficando ^abo-
k,f priaioatiro da sua victima at ser entregue as
autoridades mescavitas.
Alguna mexe> depois, sendo posto em ib ;r ia le,
voltaa Baurgaa, oceultando se em casa da cnsul
maso, e ta hbilmente proceden, que consigui
provocar urna rcvalta, apoderando-se ento da ci-
dade.
Derrotado pelos regimntjs blgaro?, que pu-
sjeram em debandada todos os conspiradores, fai
aovameote presa, julgado em conselho de guerr : o
eondemnado marte.
A regcnein p>rdoon !be, todava, para nao me-
Hndrar as susceptibilidades russae ; Nabakaf pro-
testen eterna gratidaa a autoridades blgaras,
as oo cuinprio a promessa, parque a su puan-
tasia de conspirar levan-o atentar agora nova ex-
presa tambem infructfera.
Todos estes factos de pouca importancia, porajue
represantam urna tcatativa de revolta immeimu-
jente reprimid i pelas autaridaiea do piis, forna-
eeran camtuia easejo par* os circuios p lilicoi
da Austria, Rn.s-.-ii e Allemanha, voltarem mais
ama ves a eterna discussa-a da saberania do prin-
cipe Fernando, qaa a Russia pretende a t-ada o
trsnss destitu '
Bem trat.! historia a d'esse povo eympa'.hico !
Accusaodo-o t.doa de querer olid quandi deve
S Russia, a palisa nao qu-T por seu turna piree-
bir tambm que a norm dos seus actas toui sido
am inquebmntavel patriotiama para caaservar a
indep adenca naciaail e as nstitnicts quo con
qniatou casa estarcs gloriosas. Sendo este o seu
- anic id al, como palera ser traidor ao siavuma e
4 orthoiviia ?
E curioso que a Russia, qaarendo educal-oa 4
na rain'ira, lhes eaviasss coma agentes os ','. u
m iiy. Krabel,Kintbirs eoatros, que nunca faram
alavoa nem orinoJ<>x;s.
Ultima me ate, eu.-oatrara'n-se prodama^C-as re-
volucionarias na E-cala Militar de Sutia.
A eaco'ta do principe Fernanda foi retorcida.
Receiava-se a todos o> momentos ama iuurrei-
Turqua
Parece, ou te') menos coaacca a espal'aar-se
ecm vitios de verdade, que a Rusxia ver dentro
em pineo reiluados os seus iesejes com respmto
ao hffastimeato do principe D. Fera&nlo -'. 1 Bul
garia
leto Ib estranbam, qmnto 4 irms, os peri-
dicos opposicionistas ; asa no fundo, a* medidas
adoptadas e que, na ilha de Madeira, foram rece-
bidas com grande satiatacao, como j consta por
telegrammas offi-iaes e particulares, no fundo,
como lhes ia diaendo estas po videncias nao tem
sido impugnadas pela imprensu.
Eis o tolagramma offioial exj adido pelo governo
em 17 d'este inex ao geveroador civil do Fua-
chal:
Eos conferencia, dos Sra. presidente do coose-
Iho, BAistie da taaande, pete* do reino e depn-
tidoe-iateroasadas pela Madeira resolvea-se o se-
guiste* :
]. Ordos par* m abrir a esecocsy das obrae
approvadas pela jauta consultiva e reparacaea dea
existentes o bem nseisn apracsar-se os estudos das
novas entradas para sna immediata cooatruccSo e
das levad i.
l. Faier eocommendas de cannaa de aasucar e
hensiine resistentes, afiaa de serem diatribuidos
gratuitamente pelas agricultores.
3.a Suspender por 5 annos o imposto de toaela-
gem na Madeira, preposta j apresentada as c-
maras.
4.* Permittir o pagamento das contribuicocs
atrasad >s em prestagoos eem juro no praso do 5
annos.
6." Propor a sospenslo dj artigo do cdigo
commercial 4cerea do eommareio do cabocagem.
6.a Autorisar as cmaras a saheitarem em o .me
dos contribuiut:a a annullacao ou reduccao da
eontribnicSo predial em todos os casos, ainda
qa indo os prejuizjs sejam sm-.'ute iodividnaear-
7. Conceder um subsio para pagamento da
polica.
8.0 Alteracocs do cdigo administrativo em
harmona com a iaformacao da commisso do iu-
qnerito e r. clamacoea dos pavos.
Eate telegramma assignado pelos Srs. Jos
Luciano de Castro, presidente do conseibo, Ma-
rianao de Carvalba, ministro da faseada, O. Lus
da Cmara Berae, Agostiaba d'Oraelias, Berra e
Moura, Gaocalves de Freitas, deputadoa Vieira,
Freitas branuo, Teixeira, Baodera Coelho e (i-a-
par Malheiro.
Fie u votada aote*hoatem ua cmara dos parca
outra mooSa de coufi tnca ao goveraa, anloga
quti se vatou na cmara dos deputados, por 60
votos contra 29. Na cmara alta, a discussio
cerca d. acitacao do pas tambem teo> sido mu porfiada. O autor da mo^So de eanfiaooa foi o
8r. marqnes de Rio Matar, que ss entrcteve a es-
grimir aasaahadamente contra o Sr Aitoniode
Serpa, ebets do grupo regeneador, sendo nao mo-
nos enrgica a r Na cmara dos deputados est-sa diseutindo ha
dias o projscto da le das licencia da contribuicao
iilduatnaL
Tesase ouvido alli tres discursos mnita notoveis
sobre o assumpt >, a saber, o do Sr. Marianno de
i'arvalbo, miuistro da fazenda, o do Sr. Julio de
Viiheaa, opposicao, e do Sr. Alvus da Fonseca,
deputado da maioria.
Esta discuaso proaette ser langa, porqaanto,
em cada da Iho consagrada apenas ama parte
da aeasio, sendo a primeira absorvida por tnci-
dentts varios, quasi sempre irritantes.
No da 19 reuna a ecminiasio parlamentar
de inquerito sobre as obras do porto de Lisboa.
Dcliberou elegar urna snb-csmmisaao para ius-
crever o campo do inquerito.
A soa-cammssao ficou compaata pelos depn-
'adoa Qanfalves dos Santos, Julio de Vilbeai e
Augusto Montenegro.
O cooselho superior das alfaodegas eiegeu,
par enaAmidade, para exereer nterin impute o
lugar da inspector gernl do servio > tocboica daa
Ifaad-'gaj o vogal elfjctivo do mesmo conaelbo
L)r. Fernando Mattcsa, lente da Escala Pely.;-
. huiea de Lisbaa e do Instituto Industrial e Com-
mercial, deputado da nae,ao e memoro da com-
missio executiva da vereaco muaicipal de Lia
b&i.
Chegou ba dias 4 Figncira da Foa o primeiro
combjio da caminha de ferro de Torres Vedras,
condnsindo o pessoal superior da coostrucc&o da
linha.
Ha poneos dias o Sr. E Juardo Guimaraes, di-
rector do Correio da Noite a ante-hentem o Sr.
Mrtioe de Paiva, empregado na eananlado {ranees
em Libb 1, toram ao tribinal da Boa H>ra ; o pri-
meiro a fim de deporcomotestemunh* na prooeasa
de iuquerito que eitA correado perante o joia-i do
3- distrieto criminal acerca dos ttulos da nactici
i'sca que se da tercm sido eapalhados como la-
vas pela Sr. Heraent empreiteiro das obras do
porto de Lisboa ; o s-.-gua j pira servir de inter-
prete aa ssasM Sr. Hroeat ao mencionada 3'dis-
tricto crimiaal.
J foram pedida3 antorisaco s s respectivas
casas do parlamento afim de serem cbamadoe a de
pdr no meama procesro os Srs. coaaelheiras Anto-
nio de Serpa Pim^ntel, Manoel Pinbeiro Ubagaa e
Antonio Mara B irreiros Arrobas.
O Sr. conselhciroBirrosGomei, ministro dos ne-
gocios estrangeros, conformando te oain a propoa-
ta do representante de Portugal na corte do K10 de
Janeira, nomeou para faserem parte da commissao
consultiva junta ao consulado u'aqueila cidade, os
Srs : Joaquim da Casia Rama-ha Orligaa prc^ji-
deate do gabinete portaguetr de le tura no Rio do
Janeiro, commaodaior Eatevo Jos da Silva, prac-
ldente do Banco rural e hypotheoario, e eommen-
ador Caeteno Pinhero da Fonseca, e effoctivos ;
Cioselheiro Manoel Silgado Zsuha, director do Ban-
co internacional, commendador Narcisa Luis Mir-
tins, presidente da Caixa de saecorros, e cammta-
dador Antonio Ferreira da S Iva. direc.ar do Ban
co rural, sappieotee. .u *3
__ Creio qu: ainda lhes nao dei ideia d> relato
rioe propostas spreieatadas ltimamente 4 cma-
ra dos deputadas pelo actual ministro da f-izen 11,
a Sr. Mariano ds Oarvalh Procurare! resumir-
mi*.
Comeea o r latorio recar-Jando o plano finance-
ro, apresentado o anno passado ao parlamento pelo
mesmo ministro e qoe te fu.idava na reorgauisa-
cao da l^zenda publica, fra as bases de um ioe-
vitavel augmento de imposto, acabaudo eom o dt^s-
riuelibrio excessivo eutre as receiUa e as despesas,
que, uas ltimos tres annos cannicos se approxi-
oara de 2100J cantos (fort-s), liquidar no anna
de 1886-87 um defieit do 9 600 contos, extiaguir
e dficit ordinario, etc.
K-gist* boj) o ministro da faxenla a eoodicli
A*Turq 111, segundo sa di, ser encarreada da 'de que, apeaar de tosas aa contrariedades suflFri-
'\
saisalo de fazer aeatir a sua poiicla de snaeraoa,
e que loga que a Porta comeea a drsempenbar
eas-. missao, ua> se conservar por muito tempo
oceup-.Jo o i.hrono da Bulgaria pelo priicipo que
actualaieute alli est.
C3*>rre*j>o*iicucIa do filarlo de
Pernautbueo
PORTUGALLisboa, da 23 Janeiro
de 1888
Artastou-3e ong* o asediaaima na cmara dos
deputadoa a diacusso sobre os tumultas manifes-
tados en divirsca pintos da paix coutra o tribn'o
das licencas, ou contra os impastes munieipaes,
porque diversas teem sido, as causas da sgitaoao,
ra r-al, ora filba de artificiosas man jw. 'esta
ves, como beapre succede, a oppoaico qnis tirar
a eardiaba eom a ma do gato, procurando ex-
plorar em sea proveita a acuentaada indis sasieXo
ana es povos teem para pagurem mais do que pa-
gavam principalmente para pagarem aquelles que
nunca pigaram impostas directos.
Do incenlio sedicioso que ia lavrando pelas pro-
vincias dava signal a rethorica da miuoria parla-
mentar, too n lo s veses o rebate com tal ancia
Como se tratasse de urna verdadeira coi>fligracSa
Fo-ea confeaaar pOtm que os malina nao foram
ta insignificantes que nao teaha havido martas e
feridos, tanto da paite dos populares como dos
agentes da farca publica obrigada a repriml-os.
Ao cabo poia da tautos discursos virulentos, a
amara dos deputados voton, na sesaio de 17 ama
saoc-ia de plena confiancft ao governo. Esta foi
mpprovaia par 90 votos e teve o 18 coutra.
Aa f jihan da o; pos cao ni-a registraran! esc
lesa lado, do que se qoeixaram amargamen-e os
rgaoa minijtermea. E aasim terminan, disem es-
tes, a pnmcira caapanba par .mentar tahimo
tilla, o qotarno mai* forte t a maioria mwS unida
do uue nanea estivetam
Qua.it 1 nba de Madeira, onde os tamultas
havUm, por altiino, astumido na aspecto real-
aeate si 10. o gov. rnj rtnniudo em conventculo
M deputa la e parea do reino que representan!
aquella diairieto > deliberoa um certo anmero de
ptovidenciaj dictaturialmente e transmitan pelo
telegrapha as suas retulocdes ao cnefe superior
da d minia t m cao da trie tal, sea outir o sarla-
saento qoe eot abarlo, como se os deputados ou
payes eteitis nao foasem todos representa ates da
naca, mas procurar1-
>f lastre I
aspanaes ds oada circulo
lae, sa coufirmam as esp-arancas eb;e, ila,s o auno
passado.
Em seguida dconta dos principa s artos do mi-
nisterio da tasenda na, gerencia hada, a saber :
ecjuvertao da divida interna de 3 por ceato, qa; se
rchlisoa em condicoes vantsjosas para o tbesoaro ;
contracto com o Banco de Portugal para eataba-
lecimento do Banco Emisaor e creacSa da Agencia
Financeira do Rio do Janeiro;revisSo das ma
trises ;annallaca dos coahecimeatos incabra-
veis de contribuicoes directas (o > valor de......
1.163:5374139;)regalarisaciadaservioo da con-
tnbiicia do regiato por titula gratuito ; reclama
o5es e recursos do eontencioea fiscal ;exeeucSea
fiscaes pendentescaixa dss aposentaces, etc.
C:m relami i sitaacao do pata, o Sr. miuistro
da faseuda pruva qoe no aono passado calculara
o d-fiait oidinario d'este anua cm 3 005 contos, e o
extraordinario em 2 200 cantos. Agoraoorcamenta
rectificado do ao'O spreseats os seguiores resul-
tados: dficit ordinario 135 cont >, dficit extra-
or '.mano 2.810 contos, o que demonstra terein as
prop atas financeiras, apresentadas o anno passa-
do, redolido o de^et total de 6.206 coitos e 3 576
que anda ser redosido a 2.915 contos por cessa-
rea aa despesas com o porto de L-iio.a Por con-
s -quciic-i, o actual e.xercicio a findar em 31 de Oa-
aembro Je 1588 leve deixar a deecuborto 2.915 cea-
tos.
Mas, prodoznde as operacoes cam os camnhoe
de trro do sol e bu ate, Algarve e porto de Le-
xoes 4 200 :.mi 1 de racetas, conolae-sc qae o exer-
cici) actaal deixar o saldo de 1 285 cantos. Para
0 ei-rcicii) futuro de 188889 o dficit ordinario
de 151 cootos e o extraurdinari 1 de 1.768 cantas,
pref-ndo o dficit tital de 1.91 contos.
Como d'este txercie.1.1 fie o saldo de 1 285 cau-
tos, cooelne-se q"e o dficit de 188888 se redosir
a 631 eontos. A este tario face o augmento do im-
puto de tonelgem, o novo rgimen dos alcools, as
vacaturas o sarment natural das receitas desde
1 de Janeiro corrate at 3U de Janeiro de 188S.
!> tudo eonciue o ministra que, nos annos oivis
de 1888 e 1889, eso ser preciso recorrer a nenhum
emprestimo externo, e qo no pas bastar emittir
as obrigco-s para estradas antorisadas o anno
pasead .
A primeira das pr-'pastas de lateada refere-se
qupsto dos tabacos, propondo o ;atabelecimeato da
re>e e jnstifieaodo plenamente propasta !
O governo empregna todos 011 modos para qoe
se conservasse o chamado syatema da hberdade,
manten lose o gremio ; mas .nao o conseguio, por
ser impoasivel estabelecer accordo entre todas aa
fabricas, e parque mesmo que esse acord preva-
lacesse, seria estabelecido assim o monopolio de
algaos, a ves de aonopolio de na s, sea aa
vantagens da concursa e do pravvel augmento
das receitas (lo thiisonro.
Clcala se, em vista de infermacoes dignas do
maior credita, que o consami de tabacos manipu-
lados no pais se el ivou em 1887 a 2.107:662 kilo-
gramos. Segaodo esses clenlos, a esta cifra
corresponde em 1.253 oontos de lucros ananaes.
A folha neceiisarla para aquella prodcelo paga-
ra de direito 3 305 contos. Lago o Incro annual
da rgie seria de 4 561 contos. Admittindo qoe aos
operarios 10 dessnm lucros correspondentes a 61
oontos anauaes, teriam anda a favor da rgie un
lacro auanal la 4 500 contos, susceptivo! ainda de
pande augmento.
O fabrica ie 2.203:000 kilogrammas de labaco
enstirs, pais, ao Estado 1.320 contos do lis, e
como o preeo dn venda de cada klla regala por
34.133,3 res, esees 2.200:000 kilogrammas do ta-
b*oo produsira 7.316:460(00J, qae, pagas todas
as despesas, darlo am resultada liquido de
6.081:687*900
O capital inicial preciso nao exceder da 7.20)
cantos, cajo juro e amartiaaco (a seis par cento)
cuataraa 432 contos doris. Sibre estas bases,
caloula-se q e no prximo anno econmico as re
ceitaf provaveis do tabaco exceders mais do 5'JO
contos de ri.i a verba tapposta na oroamento.
E' regalado sobre novas bases o imposto de to-
uelagem, em candijoaa igualmente favoruveis a.1
quer em cantr adicc-io com essa eepectativa.
Sealiso'i-se hautem, pelas i horas da tarde
a coUocsgo da primeira pedra do monumento que
se vai erigir, por subscrtpcao publica, memoria
do Ilustre estadistit Antonio Mara de Funtes I'e-
reira de Mello, na .'otnoda da Avenida da Ltber-
dade, sendo el-rei representado n'esse acto por S
A. o 3r. Infante O. AfTaoso, achtnda-se tambem
presente sea tio o Sr. infante D. Angosto.
S. A. R. o principa D. Carlos, a quem fra diri
gdo convite p-da commiasao do monumento, ficon
em Villa Vicoea e s a incommado de sande se po-
de attribnir a sna auseocia.
A cerimouia, a que assistiram tambem quisi
todos os ministros, os membros da cammissao,
mu 1 tos pares do reina e dputados, offieiaes de tr-
ra e mar, jornaistt a e grande numero de cidados
snbseriptore do msnaaeata projectado, consisti
apenas no lancam-'ato da primeira pedra, na exca-
vacaa aborta para os alicorees da mamaria. Nea-
sa pedra ia iatrodusido am cofre com o anta do
tbeor seguate :
Aos 22 dias do mes de Janeiro de 1888, rei-
nando sua magestade o re Sr. D. Luis, o primei-
ro deste ame nesta cidade de Lisboa e na praea
em canatruccao na Avenida da Liberdade, soban-
do se presantes os abaixi assigaad s e muitos
outros cidados, que nSo paderam assiguar o pre-
sente aato, foi collocada a pedra fundamental do
monumento que vai erigir-so por aubseripeJa na-
cional meaoria do que foi Aitoaio Mara de
Pontea Pendra de Mello, conselbairo e ministro di
eatado, como publico e perprtuo padro da just oa,
do reconhecimento e da eaiiade dos seus compa-
triotas pelas virtudes cvica*, singulares talentos
e patriticas servicos, que constituirn), honra-
ruin e mmortalisaram a saa proemiaen'.apersana-
lidsde do eidadio e de eatadista.
< E para coostar, a eammiseeo executiva da
grande cammissa central da homensgem a Footes
Pereirs db Mello, promotora da ereceo do raonu-
mento, resol veo mandar lavrar o presente auto em
doaa exemplaves, dos qaaes um fisa encerrado em
cofre metallieo m me.es > pedra fundamental, e o
outro entregue cmara municipal desta cidade,
para qua ella se sirva guardal-o no sen archiva.!
Oepoa deste acto, os pares e deputados regen:-
thesouro e aos ntereasca comajerciaoa da pais. Ej Jare3 foram ao eemiteria das Praseres depositar
substituida 11 tonelada de registro pela tonelada! ^u** cordas sobro o maneola do Fantea Pereira
bruta do eyaieraa Maorson.
E' fnvoreeido o porto do Funohal (Madeim) de-
clarando-oe livrea de todo imposto de tanelugem
por cinco anuos oa navios que o demandaram.
Por outra propasta sao regulados os servic03 d
caixa geral dos depasitos e cconamica portugn-'za.
A caixa geral fiea autorisada a recebar em tada
as suaa deiegaces depsitos destinadas 4 csapra
de ttulos da divida publica, aeces e obrigacoes
da'credita prodial e do baoco de Portugal.
Os e-ipitaei; em papis de crdito das misericor-
dias, casas-pas, hospitaes, asylos e nutras insti-
tulv 'a aeaeihaoias, serS-j depaeitados 111 caixa
geral, quo proceder cobran? 1 dos juras, abrin-
do conta-corrente eom cada um das depasitarios,
pagendo-lbes tres par ceato de jarpelos depositas
liquidadas.
Uutra proposta praeoga par mais um anno o
praso para a r vsJa das materias judieiaes.
Segao-se-lbe outra, de altiasima ioepartaocia,
qne se refere ao erren lamento das linhas do sal e
sueste e Algarve o oolonsacio do Alemttjo.
As linhas do caminho de ferro em qnestao serR
arrendadas por 40 annos completos, ohriganlo-sc
O arrendatario a pdr as linhas as melhorea cou-
dicoes para garantir o bom servlco, completando
a reda do sul e saeste, coneluinlo a liuha do Al-
garve, e pagando ao Estado as deapesaa at aqui
feitaa no valar a 2.600 contas de res. A erapr sa
garantir ao Estado o reodlmento das linhas da
sul e sueste no anno de 1887, inais 50 par cento
da augmento do producto liquida sobro esae rendi-
mentc.
A r-mpr-'S'i fica, para todos osefleitos, sugsita
4 legislacia i; :ral. sobre explcracao e polica do?
caainbos de ferro.
Sftao eFt.belceidae no Alemtejo, o no norte do
Algarve nao menas de 200 eoloniaa agrcolas de
20 familias cuda urna.
A empresa canoessiaaaria farnceer terreno (4
a 6 hectrea,) caaa, ntcu-tilos sgricolas, ementes,
godo do trahalh-i, moblws, adubae, ere., a cada
familia -ie etionos, que pagar o valores recebi-
dos em annvidad?i cam jora naa superior a 3 par
cento no anno, e em praso ni superior so da con -
ceseao. A carWsavo far-sena nos terrenas que
aa acbam incultos, sendo expropiados par ama
de publica aquelles cajos proprietarios, depois de
intimadas, na os queiram entregar 4 cultura.
Outra propoata refere se adjudicicilo em eos)
curso publica da exploras*a commercial do parto
de Leixdes p>r espiga de 60 sanas.
A empresa- aerportugneza para todos os effei-
tcs, garantir cam um deposito de20J cantas de
ris as ans obrigacoer contrahdas com o Estado,
pagar todas aa d-tspesas contractedas com a nc
toad empresa constructora, e tara tadas as deape-
sas qoe fontn uecessarias para a apropriaca de
porto de L"s s aas servica* comaereiaes. Con
atrnr se-ba caes aecstsveis. A.m disso, a em-
presa construir ana eaa*a o prolangamento at
Leixdes do misal do eaminSo de forro de Caiopj^
uha 4 AlfctnJi-ga.
As duas ultimas propostas, (7 e 8,) proptsm o
orcamenta exlraodioarto de 1818S') que mporta
em 1.76S oontos, aaim distribuidos :
Ministerio da fasenda 40:03050.10
Ministepo da guerra 188-.00 >OOO
Miniet.ru da marinha o oltrnmar SOOitiij.'l/JaH^
Ministerio dan obras publeas 24:>:00O40OV
e encerrar as contas do exercicio de 1881 85 f
Bat.aitim'fi propasta vem aeompannada de na-
tas multo iateressantes sobra aa li versas opera-
coea orc-tmeu'aos.
At agora, e j 14 vai q i .si decorrida um mea
de eeseSo parlamentar, p juca mais se tem feTto
de qoe discursar no diapasa das sentimental: la-
dos p Wiiicaa, e dar largaa desaffagos e deapeitoa
partidarios.
Os debates a qae s? presta a estas e outr.is pro-
postas de iniciativa gaveruameutal, ho de tcar
sea da vida para-os ultimas dias do praso legal
da sosetJT, o que trar caaaigo necessidade de
prorogafoes. O coatume. E tara o goveroo ain-
da alentos para ir vivendo at entila ? Eis o qoe
p rgontam os sena adversarios.
A iat> respande-lbe a impreusa ministerial :
< Os fundes portaguerna ficaram no da 20 co-
tados ea Landres de 68 3/8 a 58 5/8, ex-couaoo,
o qae, com o coupon, dara 53 7/8 a 60/8.
En Francfort, em 19, as obng-icss parta-
guezas da converso tinh i".n attingido a co'.ncia
de 501, 25 francos. Em Pars, no mesmo da, as
obngacSes portuguesa* de 1879 estavam a 592
frauc b.
< E depois disto, podem gritar 4 vontale
A respasta frisante e summaria ; produs ef>
feito. Entretanto, os senhore da governanoa fa-
tuta persuad ao saberano qae nenhura dos -ra-
pos da oppasicao est anda siifiiciectemeate or-
ganisado para aldir a heranca da pader, e per
isso. ficais
Al .[ 1 > p. uta os goveraantea actuaos tenbaa
ratoo, soria lingo de esaiacar aqa<.
E a sanie ie el-rei ? A acreditar no que di-
som aa fohas diarias, as melhoras de sna magos-
tado sil 1 muta s'.'nai veis e progri-lem, enbretu lo,
desde qae o soberano abandonan os sena aposeni 1
da ret-da chao do paco da Aja la, pausando a re
sidir na andar superior d'aquella vasto pa'*eio.
E' bom quo assim eeja ; e ainda qu nao f : J
tnteiramnta esta a expreisia da verdade, cam?
el-rei l os jarnaes, sensato que os jornaea fal-
lem assim. Mas o facto que desde qae o ac
commeteu om reafriamento na sna looga digres
sSo pelas provincias do norto no ultimo outo-.i >, a
s :u 10 de tua magestade nunca mait foi satsfac
tariae es ac icos nio Ihs consentem qne ssia do
paca. Assim teem passado.as grandes solemnida-
des c-natituc onaes sem qua el-rei apparecessn no
seu pisto, assim tem corrida os melhores espect-
culos lyricos d'esta poca tbeatral sem que o so-
berano, cuja intaicaa artstica tio pronunciada
oa veuba presenciar e applaudir como tanto f li-
ga va de o fassr o sen espirito delicado. Sia ma-
gestade a rainba, como esposa extremosa e exea
plarissima, no o tem deixido s ; raro que ap
p ir. e 1 1 m paa'ico a Sra. D. Ma"r/a Pa, approvoi-
t indo, s venes, as oceasioe em qae el-rei fies
despachando <:om os ministros, para dar ua bre-
ve pstete de carruagem pela Aveniia
Excusado ser duer Ibes qae geral o sent-
menta pir aquelle estada valetudinaria do rei, e
iato por mil e omt lasa qae seria ocioso ouome-
rar-lbes. Os que rao ao psc s recepooea, vol-
tam impressicuadoa coa o ar de abatimento que se
nota na pesioa da Sr. D. Lnis. Rafeie-ao mes-
mo qae toa magestade anda am tanto esmorecido
e qae, apesar de todos os etfarcav qae fax para se
mostrar anaido, trahe-se ama ves por outra dun-
do a perceber o estada do su espirita.
Entretanto, oa dioicos do paco, tratando o re-
gio enfermo com mximo disvello, nutren) as me-
ih ares esperances de Iba restituir o seu antigo vi-
do Mello. Amauhi resa-se urna missa por a'ma
do finado estadista n'uma das paroohias de Lisboa,
senda os convites feitos pela familia do fallecido,
i- cuj passamento passon o priaaeira anniversa
ro no da 22 do correte.
O tabeli'o de notas e antigo advogado nos au-
arios de Lisboa Dr. Jas Justino de An Irada,
pai das diitinctos artistas do tbeatra lyrico Anto-
nio e Francisco da Aadrade, fallecen ha ponis
das. Como era proprietario da theatro do Gym
nisio, os espectculos alli furaasnspensas pordous
das, N'-iqu-'llo om qae foi sepultado, o theatro
de B. Carlos fechan tambem. Aa funeral compa-
recern! artistas de todos os tbeatros de L:sbaa,
ama grande depntacSa da associaf: do3 tabel-
li i; s de Lisboa de qua o Dr Andrade fra am dos
fundadores, mnitas aeabros da impreasa e varias
(.utras p.wsaas de su .a relaces nu de sena filhaa.
O Dr. Jos Justina de Andrado fra em tempa,
em 1 lia >, salvo erro, sollega do par do reino Silva
Ferro na redaeca da Jiulig, falba diaria, na-
tieiom e pali ica.
Trabaibau ha nnnas com grande actividaie na
n -.o -inri; com o D: M ,u- a i] intinhn, em disai-
deneia, cam o Oriente da cande.de Paraly.
Era enrgica dseal Aat ey^rbrsado prafanda-
msnto cm questo M juri ncas. Oj seus coliegas ta-
boliies muitas vezes o i .m consultar as casos
mais difficeis.
sr admiravel a tenacidade cam que proporcio-
nan aos seus daos t has Aotaaio e Frau<":iaco Je
Andrade a udueasaa artistci para ana mastraram
decidida vocaco, prodigalisaudo-lhss abundantes
re! ara os nao s para o sen tirocinio em ean rv -
torios de primeira ordem, mas depas de artistas
feitos p.i a, se rodearem daquelle prestigio de que
ae 0S0 podo n'eaeiniir neass carreirt. Foram
seua praprios fi.hos qne um da Ihe pedram que
naocantinnasse a fazer-lhea remesaas p-cinia'ias,
parqae de sobra tinham ji olios pelo fructo de sen
ti-i.iiba com que occorre a tadas ia suas despetas
uessoaes.
Era u'in delicia observar, coma algumas vezas
observe! em S. Cirios esse esp-.-i de bemaventu-
BMffa ca.'iuhos* eom qua elle, do son camarote, na-
si3tio s represanta^a en qne uia ia ambas oa
seus rapases desempenhavam as partea de maior
rcaponsabilidade. Sa era im a qne centava, o
aulro irma, longe de tffwtar-se do pai e da mii,
da fanilia em fim, o que vul ;ariaaina > nos rapa-
xes d'agora, l estava no camarote de 2' ordem
a aeompanhal-os sfFectnosamente.
Esta f lie: Ja le paren dur u paneo temo-a. O
Or. Aadrade vira eprotd.-s os seas esf re h ; r-ja-
veoeeia na gloria Jos filhaa e estes pagavam-ltu:
som gratidaa ti .delicadas sacrificios.
A esponja da m art 1 apagn esse riaanh) espe-
ctaenlo qae se passava obsenr-toante, qnasi desa,
percebido n'am modesto ran,arote do theatro lyri-
e ', o elles, obedecendo tyranoa da tua protisaio
o! tan boje, esta naite mesma, ao palca, no Higo-
leto para cantaren com a PssKi un sna recita de
kapedida, que teada j sido transferida par causa
do funeral do Or. Andrade, sao pode aer nava-
m.ate adiada .'
As damas, d* nossa primeira so'ciedade prepa-
raram urna verdadeim fusta de Mares caras e gra-
ciosos brindes para victoriarem a dwu.
U'.iqui a dona dias estar cm Madrid. A' volts,
paseara por Lisboa, donde embarcar para a Ame-
rica.
Ser eattao que Adelina Patti reajisar a pro-
masa* que fea aquellas seonaas de eaatar urna
noita em S. Car ios em beneficio daa crtches.
No circo, da ra Nova da Palmi o celebre
-domador de foras Seeth qao ha tres noitet a sendo
devorada por aa dos seos lees, ficando eom urna
das mios escaagalhada, traa, alea de oita leoes
adultas, nos 12 de poucos dias, qne aud-un soltaa,
que se deixam afFigar pelas creancas a que tem
tido um suceeaso immeuto.
UIHTOBIt Bit BltZU,
CARTAS DE ANOHIETA
caba que sscaavsu o ib i\o joskh ao i-a ihe oeeal
DB S. VICBHTH O Io DB JDNBO Dn 1580
( Diario Official)
XI
(Contivuaco)
O anno passado eserevi pir duit vas o qne o
Sr-nh/ar teve por bem obrar neeta9 partes, onde
andamos na sal vacia das almas. Agora darei
canta do que qnerer sabir V. Uvuaa. para a
consolac&o dos irmos, qui desejam saber novas
de nos outros, cama coa outros desejamos delles.
1) 'pais da partida do padre Luis da Ora para a
Baha de Todos os Santos coa o governador no
mes da Jonha, um da depaia de S. Joo Baptista,
se foi o padre Manoel da Nobrega a Piratinicga
a visitar os irmaos, or qnaes depois qne chegou
da Bahia aiad i na i hivi i v'sitado por snas muitas
i nfermidades, de qne se estava curando, qne de-
pais que na pineo coovalesceu, sa parti logo,
paasan-ia assaz trabalho, par ter as pernas todas
(.bagadas, laucar sangne pela baeca, eos cuminos
serem mai speros e deapovoados, onde nao ha
coaversacio sina dos tigres, cujas pisadas acha-
taos muitas vezes fsescas, por onde passamos ; e
aecessiro onde se ha de pausar, faser-se a caaa,
ou por melbor dizar, a cabana de novo de paos e
ramos de pilmas, e bascar lenba para fazer tago
de noita, porqae nao ha outraa mantas para u
trio, qne taj grande, que s vetea somos torea-
dos aligar o fago mais de 12 rezos, e asaim pau-
samos a noite, e nella sem poder dormir, e o que
inelhor, que acoatwco s vezet nS-> ter fago, nem
na cabina, e pastar toda a noite no besqaa ao fro
e ebuva, oobertos snente do Divino Amparo, por
cujo amar isto se padsce ; juuti-so a isto os ho-
soens, qun par estes cmioboi desertos E sempre
acompanbam os caminbaates.
Depois de estar em Piratininga alguna-das,
aos aandou o padre visitar as puvoacoas daa in-
dios nosaos antigos discpulos, os qaaes como qae a
muito tenapa tomando os caatumes do demonio,
esto ji ff->?aadas a eete ruim mestre, qne.mni
panco querem aproad r deni outros.
Porque ainda qae ao principio, quanio estavam
todo* juntos sigua fructo se fasia oelles, mxime
as mnlheres o meninas, depasqae se di9prsar.im
por diversas partes (como pelas lettraa passadus
coasta) nem se pola acudir com a d lutrioa, nem
(o qoe peior) ellus a querem, e assim qusndo os
visitamos por suas aldeiaa, parte pelos ros parte
par trra, com odo pequea trabalho, recebem nos
como aot outros ebriat s partugueaes, qne qne
rea tratar, e reagatar com; elles ooao amigo, sem
ter nenhua-reapeto etvaoo de suas almas,
ou dautiina de seas filhos, totalmente remaittidos
fin seus antigos e diablicos costumss, eieepto o
comer carda humana ; iue por bondade do Se-
nhar'parece qne esta algama consa desarraiga-
das, entra estes a qnem ensinamoa^erdadea : qne
fatendo ainda grandes f atas na mat'ac de seus
iaimigas, elles e seua filhaa, anda os que sabiam
ler e eserever, bebenao grandes vinhot como
aatasaraa acosturnados ; ai nio oa comea, dSo
a comer a outros seos parantes, qoe de diversas
partea vem, e sia convoeadoa pira as fastas.
Todo Uto vem delles nio estarem ao|eitot, e
eaquaoto assim estiverem, difficil consa ser af-
fastal-os do jago de Satans, qae se tea senho-
reado. Prasa ao Senhar qne ohegue j o tempe
desojado, caao acanteceu aos da Babia, com cuja
convenio se podem notaos irmios consolar, e en-
tretanto rogar Nossa Senhar pela conversio
desees.
Nia dexa porm o Senhar de chimar algna
dellot qua tem escolhido para o sea reina, asaim
agsr a, ora de ama aldeia, orad'oatra v am alguna
a coufesaar-se, oatros a haptisar te e marrar bem,
e outros que nio podem vir, mandam a pedir re
media'de conBstio, outros trazem tena filhos in-
nocentes, de maneira qua sempre se colhs alguns
mauiculos aistnrados eom fleta t Labore, aasim
em Piratininga, coma quando o vamos a visitar
pelas snat alieiaa, e deatas taes viaitaco 's, qnando
outros nio achasse, se tira eato ."praveito, qae se
vadeoste por algnm hoaum coa caasagj e tra-
balha por amor de Notso Senhar.
Urna vez, depois de termos corridos todas essss
aldeiaa, partimos da ultima mu de manh, par po
der vir 4 missa, qae era domiogo, e am iranio sa-
bio adianto, o qual aasim por saber mal o cami-
nho, como pala grande escundio las nevoeirot,
qoe muito tempo do anno duram qar.ti at as 10
horas; e sia frigidiagiaos, pensanlo que cami-
nha va para casa tamon e caminha em contraro e
pardeu-ai*, andando de campo em campo, de valle
em valle, de monte cm aaout', sem achar caminho
at quasi meia da, que se deafez da toda o nevjei-
to, e Soaso Senhar encaminhou, sem ello saber o
caminha que levava dir.ta 4 casa, beu molbado
do fro, drvalh i e aasaz suido do trabilho, e mai
alegre no Senhor.
Contarei aqui da um manpulo, qu> pone sjdas
ha (segundo esperamos), se recalhea na granel
celestial: eate era na velbo, de mais do ce i
annos, que sendo -n arador em um outro lugar,
duas leguas da Pyratininga, com dia*eram oa
padres que ee viesae a Pyratininga para apren-
der as causas d i Deas, loga deixau quanto tinbs,
o fai o primeiro que comee aa a proval a, vindo
de asi asa a certos das a buscar da commcr com a
sus gente a outra lujar, que pelo amor de Deas
tinha dexado, onde tinh* suas rocas e fizan as,
e quando ha va do partir, vuha primeiro i g reja
dar canta a Nssso Senhar de sua partida, dizen-
do-lbe em sna lingua, posto de joelhas : Senhar,
en vou bascar de comer, hei de tardar tantos dias,
guarda-ine, qne nio me acantee i algum mal e
outras muitas coasas deeti maneira, as qaaes fal-
luvi c.im tinta timplicidade, fazia cam Dens
como failava con os entras, a qu-m Bempre pedia
(cenca quando bavia de r jornada; eotrnva
primeiro quo todos na igreja a dar gracia a Nosso
Senhor, o a dizer o coma tiuha viudo, como pro-
metiera.
B nesta f e aimplicidade permanecen sempre,
ouvndo cada da mi-ea, e pregando continua-
loonte a aeus filhos e netos, que tinha maitoa,
pira qoe foasem bu;, e crescem cm Deua, i:
goardas8em o que lhes cnainassem ia. Trazia um
bordao com urna cruz, qne ni ourroj Ih-s demoa,
e ti'aha muita f e esperanca, e quando ia fra,
aquelio era o seu arco o freas que lerava, c pelo
qual ditia qae o guardava Deui do mil, e dava
larga vida : o carta que era p :ra m iravilh -.r v-r
um limera de tanta idide, qae se espantavam
todos, caioo tanta vina, ser tio rijo e sia, que
pareca que cada vez se fazia mais manceba, o
qual toda (camo era verdade) el:e attribuia a
Nossa Senhor, e seus desej is nia erara outros se-
nil de estar com sea Pai, que assim ch-amava u
Deas. '
Oh ganda dqiais su ultima enfe'rrnidide, roca-
bida como dada da mi do Senhor, piude. nelte
toda a sua esperasea, e des-j a qae sempre teve,
chamando o sacratiasimo nam1! de Jess, at que
naa podenJo fallar a bocea, os olhas levan?.u
para o C6o, chiman! -a na c rui;2i, o qu' con a
bocea j nao poda e assim se fu para ell', que
tanto aaa alma desejava. Ueixoa em testamenta
a seus fi'.b s, que com elle estavam, que nun.-a se
cep&ntcsaem da igreja e da doutrina das irmios
como havia f-itn, o que cumprio muito bem am
de seas filhos, que desde menino se havia creada
com a duntrina dos padres, que enfermaoda de
una langa deenci. ia proatar se drpois de militas
vezea ee haver confessada, nos encommondou sna
mulber o filhaa p->ra qua vves'sa e marrease em
Pyratiningajunta da izrej como bavia vivido,
e pedio o Sacramento da Extremo-Unci ; e por
qua hauvasaa al^unaa pauca tardanea em lhe tra-
ser, tornoa-mi u dar p'essa, dizenda qu? viaaem
logo, pira que nio morrease sem elle, e acabaudo
de o receber cam muita f o devocaa, rogou aos
circaoatantes, qoe o e.i'^Mnmmdosaea a ms, e
d'bi a duas hars deu 8 alma, a Deas. Dttes
poda> cantar outros mnitos mais dos escravos, qae
por ser de geracia tai bestial, parece qao d
maior oecasiio de louvar a Deas, eom aua muita
t e grande conboeiment.i qae mastram, e amor a
Noaso Senhar. fraas a elle cea sna Divina Ban-
dado de chegar a tempe, cm que de dons a tres
Ineses de todos se t grande glora a Sua Mages-
tade, e aoa outros recebemos c .asalaria. Dexa
do cantar de muitoa, que Noaso Senhar na estado
de innocencia leva a ecn reino cada da.
Coma as inuteeres e eacraves dos partngnezi'S
te faz muit i f u >, e niato nos occupamis muita,
porque Ih-ss tio n'jcassaria a doutrina das cou-
sas da F, ao 013,1 as aoi escravos e aos indias ;
deatea se baptiaam e sa caa'essam mnitos, e se
lhes d estado de vida, casande-is, porque quasi
geral u castumi da trra, nio se Ihas di nada os
senhores que teem o seus escravos am .ncebadas,
e quereodo mais o servioa d'lles, qne a su1 sal-
vocio, nia teem conta cam a sua dautrina, e os
teem par saat fazendas espirgida* s-m oa fazer
vir igreja, e nia -1: oa iravilh ir aasim a maior
parte o'elles estarem rudes as consas da F, e
qoe mal sibem qua ba Deas, do m-iuein qne
tanta a negligencia dos senhorea, e nato tanta
a perdigan dos escravos, que temas por mai gran-
de proveita osenptrmas em sna doutrina.
Aqn em S. Vioenta ha sempre cancurso d'elles
doutrina o canfisses. E' mu- grande o con-
curs a das escravos utriusque texus, de noite e do
lia, a nprender a confessar-se, de maneira qn-
quaai tode odia se gasta em confistes, e se mais
interpretes hauvera, muita mais se confessavaa,
nao peqnena descanaolacia vel-at estar toda o
da e--p--randi na igreja. A outro logar de por
tuguezes, d'aqui seis ou tete leguas pela praia, se
acoda algamas vezes, onde se mostra mnita e
grande d-aejo do slvela de snas almas, porque
quasi tadja se coofeaaam e cammungam qnando
l vamos, e ou escravos nos nio dio vagar u, m de
repoaar aoite, posto qne muito antes da manhi
nos veem a pedir confisfio, desde eutio at noi-
te nio c-saamoa.
S ja o Senhor por tudo 1 aovado.
Tambem de ida e viuda se colhe algum fructo,
porque por toda aquella praia i-s'ia fasendasdaa
partuguezes, e sempre se acbam par ellas algnns
eacravoa enfermos morte, qne se coofeaaam, e
apreciatn bem moirer. Aqai se er leooa outra
casa, qne elles mesaos qnerem fazr par sua de-
vo(io, para qnando ot irmios l forem, e para
quando hauver algum eaferma, por sar logar sao
e aprazivel. 1
Aos engenhot de aasucar se pro v tambem cam
dootrioas e canfisso :a quanio passivel, de ma-
neira que toda a gante da Capitana recebe ser-
vica de ni ontros, a qnem elles correspondis
com o amor qae nos teem, o que maito se mostra
oeste segando caso.
avendo os dias pasta ios vagado o lagar de
capitJo-mr o ouvi lor desta Capitana, par e
aeabar o tempo d'aquelle qua o era, e nio prover
el-rei nem o Senhor da trra, foi neceasaro que o
povo os eleg- sse, e como nestes caos costumam
haver parcialidades, bandos, e desassacego na
trra, e tambem ae comee- va, porqae am pretenda
ser coin pouca razio, sem ser cannicaaenta elei-
to, par sa evitar o qae te tema, juntos todos oa
priucipaes da trra, ea que est o governo, ae-
cordaram de commum conseotimeato, que am pa-
dre da companhia sa achass; presente a tomar os
votos, porqae cessasse toda a auapeicia, porque
d'elie s eonfiavam ua. permttina faser-sa coasa
injusta, e pediudo isto ao padre Manoel da Nobre-
ga, se achn elle presente, de qae toda trra
quera ficar quieta e sacegada, creado qae elle
bavia vindo por vootade do Seuhor, eomo de
crer, porque foi pedido 00a aissas, oraooes jejans
e disciplinas.
Ds Pyratininga, ainda qae te sputassea oa
indios della, para viver mais livreaento aaa von-
tade, tolavia deixaram algnns,. mxime dos da
geranio daquelle velho de qae arriba te dase, os
quaes perseveraran! na f firmes, e confessando a
aiudo aquelles, que creio maitoa tio salvos, e *e
sal vario.
Alu? desta uaa povoaoio de partuguezes, qae
estavam tres leguas apirtsdot, se mndou para
Pyratininga por mandado da governador a instan
ca dos padre-, parqua estava em mui grande pe-
riodo dos iuinigus corpaxasa, dos qaaes estava j
espiada, par eamiaho que hsviam aberto pelos
bosques, donde tua trra temate cada da a vir
e destruir, oa ao manos saltear e matar alguna
delles, oa teas escravos, como costaaavaa, e mai-
to mais pelo grandisaimo pergo em qoe estavam
dos iaiaigos espirituaes, pelos quaea nio s es-
piada, mas salteada e ruubada eslava muitas Te-
ses, porque nio tinham sacerdotes qae Ihea ada-
ni airaste ot sacramentos, e ai oda qoe ea toas en-1
fermidadet ot socearriamos, e de noite par selvaa
muito espantosas ; todava sempre o daba lerava
muitos dos seos escravos, aoa qaaes mnitas vexet
nio se poda reasar qne primeira nio morrea-
tem.
Por estas cansas trabalharam multo oa padree
que te patsassea para Pyratioioga, onde tgora
esto, e_ muitos delles quasi a uj ai toa 4 voott.de
diapoaicoea dos pairea no qua toea as snat almas,
coofeaeando-3e o commuugando naa festas e do-
mingos do anno.
Ea snas aalhares e eseraros para loavar a
Deus ver o deeejo e fervor que te n ea aprender
duas vezes cada da, ensinados na sui llngna,
onde seibas declara as consas aais impartantes de
sua sal vacia.
F. pelo irmio Gregorio Serrano, qua ao presente
tem a sea cargo aquella villa, por saber a lingua,
ios Brazis, e coateesar a muitos a aiudo e tanto
qua se nio pie satitfazar s vezet aot seai de-
s-ajos.
Eit Pyratininga posta em frontal ra destes nos-
sos indios, oa quaes muitas vezos se ariainam
pelo pouca temar qae lea dos christios, e tanto
quo a ponaos dias vimos uns poucos em ama fa-
z -mi ia dos partuguezes, e levaram e mataran qua-
tvo ou cinco eacravoa, e de melhor vantade o ta-
ria-.n koj senhares, si os ajudaasem a iaa ot ou-
tros aeua pareotes, os quaes nia querem cont-atir,
parqne parece, eegundo mastram, que estimaa a
amisade e trato que t a com os portagaeses.
Por ontr* parte t o oa contrarios, qae ama
grande geracia daquella ling 1; e cattum s dcstet,
oa quaes estiatio porto, que em quatro oa cinco
dial se pal vir de suas trras.
Estes nunca cesaam por mar e por trra da per-
seguir aos christios levando os seas escravos e
maUoda-os, e a algaos delles meamos de maieira
qne sempre sa vive em continua inquietacio e te-
mor delles, mxime agir que pelos mattas aais
bravos, o maiitanhas mu esoantosas e deairtas
tm abrta camnhas por diveraas partes, aelos
quaes v|j| de suas trras a saltear as fazenlae
dos partuguezes sem haver qnem lhes impida.
Por estas causas determinaran! os moradores de
Pyratininga com alguns masticas, vendo qus nio
acuda a estes malas, fazer gqerra a um lugar dos
iiiimigos fronteiros, para que pudesaem viver com
alguma paz e sacago, e juntamente comecasaem a
abrir algum caminho para so p.dar pregar o Eran-
grlha aaaim acs iniaaigos, canao a estes indioi ta-
bre ia quaes j temas subido que par lumr s:. bao
de convertar, mas que par amar, e par ista se pre-
parase m to loa enf usando e commuogando. mais
zel >soa da hanra do Deas e dlata^ao amigos de seus proprios intreases : fai coa elles'
um dos tace dates das naeso.s para lhes dizer mis-
sa e pregar, e ir adiante levsnla a craz, e um in-
terprete para oa indias biptisados, que com el!?s
iim.
0 seu caminho deata nuneira : via primeiro
par um rio algunas jornadas com armadilhas, as
qnaes nia saa mais Cada urna qne o amago de
urna arvor*, mis tia grandes qua n'u na cabem
vinte a vate cinca peaa-aas com seus mantimentot
e armas.
Chejado3 ao panto do primeiro rio para ande
via, sahern fra deilis, e na 1 v-am a coatan por
qoatro .u cinca i r 1 c das ooaquss de e.ai mos
caminho^, e que ah dcacarregadas vio aeguicido a
jamad 1 a entrar rm outro to, que est j em
guerra cora os inimigos:
Pirtirnm pois da Pyratininga, onde eatio ;ssta-
vamoa ca4 qaaresma passain, dzendo o padre
cada da missa, c oregsndc-lhet antes de chegar
aos inimigos ; se tornaram a c ai'; ar a cominun-
gar muitos delles, fazendo igreja daquelles bravos
a espantosas maroa, c com ista Ibes deu -Mus
Nssa S;nhar granda Victo'ia, dittrainda o Irsgtr,
aem escapar mais qu 1 um s. senlo-lhea a cansa
mais fart; que at haj.- se tem vista nesta trra de
in m;g:a, c bem se parecen nos muitos destea in-
dios que morreram e foram frechados, e das por-
tugueses que loga aa entrar os tomaram quasi
todes e mataram tr>z, de maneira que s dez oa
dese hamens, com ajada da K.al Banleira da
<]iuz que o pudre trazia adiaute BU'raaa'.lo-os,
q i' iuiaram e assolaram o lugir, da qual viram
muitas inuaecntea, quo estio j mettidos co gre-
mio da santa igreja pelo baptismo.
(CoNrata).
'-
I
V
.' I '
KviSTA DIARI
tlsciedMde tnilliulma da Agri-
cultura de Peraambaeo Verifi^ou-se,
ante-haatem, a annuoeiala reuoiio eleitaal
das membros de dita Saciedada.
Acbanda-se presentes a terca parta dos sacias
eff.'Ctivaa exigida pele art. 51 dos estatutos o re-
presentada a terca parta da asaignatar.is ero da,
caastitui'-se a assembla geral sab a presidencia
do Dr. Paulo de Am irim Salgado e procadeu-se
a eleicio cuja resaltado o s-guinte :
Presidente da asseaabla gj.-alDr. Fr-n3iaco
do Reg Barvos de Lacerda.
1" vice-presidenteDi:. Ambrosio Machada da
Cuoha Cavalcante.
2o vice-preadente--Dr. Paulo de Amorim Sal-
gado.
GerenteEagenhero Hanrique A'igusta Mi-
let.
Secretario geral Dr. Ijaicio de Barroj Br-
relo.
Tbe8ourero--Engeuhero Antonia Pereira Si-
mo es.
Membros do c-naelhaadmiaistrativo :
Io Bario de Serinhiem.
2." Viscoade de Gaararap^s.
3. Dr. Ambrosio Micbado da Canba C cal-
cante.
4." Dr. Francisco do Reg Barros "de Liserda.
5 Alian Patersaa.
6." Caoseihiiro Luis Felippe de Saasi L30.
7. Cardoso 5k Irania.
8. Camm^adador Joio Feraaades Lapes.
9." Majar Laorcntina Jos de Miranda.
10. Dr. Paulo de Anarim Silgada.
11. Alfredo Alves Siinoe3 Barbasa.
jl'i. Engenhsiro uiuindo Feij da Mello.
13. Major Pedro Miliano da Silveira Lossa.
14. Francisco Antonia de Saaza tao.
15. Luiz Francisco ds Panla CaVadeante de La-
cerda.
16. ovino Ban leira de Mello .
TelesrammO cliefe do polica da pro-
vincia do Parau, em nome dos prenles e amigos
do finada Dr. Buphrasia Corris, teleg-apb/m ao
desta pravincia, respansabilisando-se por todas aa
despezas, incluaive a do tmbalaamameota da ca-
dver.
Esta nltima recammendacia, que j tinha sido
deseja das amigas do finado n 'ata provincia, nio
poude ser attendida, nio s pelo estado du cada-
ver como por estar elle sepultada j, quando anai
chegou o telegramma.
Ue*>raii|ue aa Tiesaurarla-Ha tem
a Sr. Dr. Joaquim Correa da iiveira Andrade,
juiz da direito do 2." distri;ta criminal, publican
aua aenteaca no pracesso instaarada pelo desfal-
que havido na Thesouraria de Faseada deeta
provincia, condemnando o Dr. Ednardo da Barros
Palcia de Lacerda no gri mxima do art. 17(1 do
cdigo criminal, e o sen fiel Fialho, no 4 do
art. 123 do mesmo cdigo.
O art. 170 eitali diz: Aoraprar-83 o om
pregado publico, consumir, extraviar ou consintir
qae outro se apropne, cinsuma ou extrave, ea
todo oa em parte, dinheiroa ou efFoitos pab'icas,
qae ti ver a seu carga.
Penas No gra mximoparda do emire-
ga, quatra aunos de prisia cam trabalho e multa
di 29 par cento da qoaotia ou valor dos effeitos
aprapri dos, can sum dos os extraviados. >
O art. 129 du : Serio julgados prevar.ca-
dores os erapregados pblicos que, por affaii;ao,
odio ou contempiacia, oa para promover iuteraase
peascal sea :
J 4. Tolfrarem, dlsaiaalarcm oa encobrirea
oa cri nes e defeitos offieiaes dos seua subordina-
dos, nio procedendo ou nia mandando proceder .*
contra elles, oa nio informando a autondadci su
perier respectiva nos eases ea que nao tenham
jurisdiceao para proceder on aandar proceder.
PenaeSo grao mximeperda do empmgo,
posto ou officio, com inhabildade para outro, por
ua anno. e malta correspndente a 6 meses.
A IIIuIrrAoDistribaio-se boatem o
1, do 5 aano desta revista, qne se pub'ica
Pars, e da qual e redactor o Sr. Mariano Pina.
Tem "a data de 5 do mes fiada '; e,'na frms, da
costune, traa esplendidas gravaras e baa ar-
tigoa.
Lltierlaco-Segundo telegramma particu-
lar, que nos tai por obsaqaio mostrado, o Sr. Ma*
noel Leopoldo Raposo da Cmara, abastado sgri-
aultor no Cear mirla, Rio-Grande de Norte,
para tolemnisar o 43* annivertario de teu casa-
mento, alforrion a todos oa seos escravos.
Foi urna bonita aeeio e qae dispensa qaakiaer
elogio.

.
.**

t,
por
II





'nanM&en
m

nmonatrativo do rend ment Sonsa Mchalo
1S88, comparado oomoih igual cae do J aa Porto.
DIKOMIKACIO DA RESDA8
Importado
Dir i to 3 de consumo .
Add.ccionaea deW %.
Augmento de l0%. ~.
Expediente de 5/o-
Armazcnagern ....._
Capataria......
Imposto do 40 Despachos martimo*
1888
Imposto de pharoes.
Dito de dcas .
1887
ExporlacSo
Direitonde 9/,.
Idcmd Idenfdij5/,. .
Interior
Sello por verbas. .
Dito adhesivo .
Imposto de transmissSo de 5
901:6701660
2:6s*78>tf
539*08
3:94.*293
12:418*1(7
3:569OSu.
550c0

Multas
Fuudo ie
Extraordinaria
emancipacSo.
Depotos
Deposito* de diversas origens.
ContribuicSo de caridada .
Somma.
7:140*000
1:478*4;
2:613*905
J
32:648*387
*
*
116*500
1:268 J64fi||
46:698*! 6
3:008*313
3:935*194
430:933*615
2lft:294*4*
43:038*9O
4:192*24"
8:63J
3:lS
*
5:340*0
1:280*281
1:262*118
*
68:444*935,
50*000
275*OtO
*
467*190
35:6l0*86V
3:380*279
3:467*761
DIPFIRESCAS.
1.023:693*289 8S4:889*I43
Para maU
470:737*015
i
*
*
3:7**413
8< 0*099
1:8(0*00
198*150
1:351*787
I
*
I
*
116*500
801*456
11:088*049
*
4(7*433
Para mate
4 filhas, Manos! NanTd
iiidos ptrt o sul no vip:>r nacional Ca-
4J pMJii da com-
212:597*00".
42:519*400
247*947
*
*
I
i
t
*
*
35:896*548
50*000
276*000
t
i.
*
*
371*966
*
Espidi da Silva Martiaa o
psoMs de ss 'suelas.
Cbpgadc da Europa no vapor francs Villt
de Roiaro :
Meroli Guisepe.
Habidos para o norte no vapir Pirapama :
R. Fiaber Dslsiel, W. Swdnsam, Aotoaio B.,
vigario Jos 'aulino de Andrade, Delmira Mana
da Cjoceicio, Dr. Calixto de Moli Tyer.
i^eliae~Kffoetuar-se-t5o:
Ainanbi :
Pelo agente P- Una, ao meio dia, na mi do
Vigario n. 2, da predios.
Terca-f.ira :
Pelo agente Martina, a 10 boras, em Beberibe,
de uai eatabeleciiaento de molbsdoa.
Pelo agente Silvcira, s 10 1/2 hora, no largo
de Pedro II n 6, de piams e movis.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ras estruta.do Jaario n. 36, de movis, toncas,
vidro, etc.
Mlaaas fnnebrcs-Serlo celebradas :
AmanbS:
A's 7 1/2 boras, na Ordem Terceira de 8. Fran-
cisco, por alma de D. Th-J. eza J. da Costa No-
guera ; s 71/2 boras, p-i ordem terceira de S
Francisco, por almi de D. Francisca Estanislao
da Costa.
Terca-feira :
A's 7 boras, na matris da Boa-Vista, por alma
do D. EnedBfc A. Serrano Travassoa ; s 9 horas,
Existen
Has enfermarlas
fcistiam <
Entraram
Tireram alta
Falleeeram
Existem :
as enfermaras
N03 dormitorios
18
3
15
8
13
60
63
33
4
87
2
35
2
33
77
o
Jse, a 101/2.
s 11.
Viv
Malaquil
PoBtua!
Esteral
Simos
Cirurgo dentista Nunas Pompilio, s 7 3/4 ho-
ras.
O pbarmacentitio entrn a 8 1/4 e sanio s 4
da tarde.
O ajudante entronas 7 1/4 horas da manh e
sahioi 5 da tarde.
Total 178.
Eacolas de instrueco primaria :
Foram frequentadas pot 11 alronos, inclusive 3
na dos cegos.
Casa te etenc&o Movimonto dos pre- i Ceiniterlo publicoObituario do dia 3
sos da Casa de Detenco do Beciie no dia 3 de de Fever<-iro:
Lotera da provincia A 3a parte da 11
lotera pelo novo plano, eujo premio grande de
100:000*000, em beneficio da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recia, se extrabir na di 8 ..do
correte ao meio dia, na igreja de Noasa Sen ora
da ConceicSo dos Militares.
Fevereiro de 1888:
Exisliam 124: entraram 6 : sahiram 6; exis-
etn 424.
A saber:
Nacionaes 396 ; ranlheres 9 ; 'strangeiros 7;
escravos sentenciados 7; iJam pruceiaado 1 ;
dem de correcelo 4Total 424.
Arracoados 38...
Bons 354 ; dueutes 26.Total 380.
Movimento da enfermara:
Tevs baixa :
Manoel Feliciano Gomes dos Santas.
Tiveram alta
na capella do cngeubo RibeirSo, por alma de D. | Antonio Gomes de Lima.
Mtria Poaaidonia de 3arros e Silva ; s 7 boras,
na igrejt do Espirito Santo, por alma de D. Ma-
ra di Costa Girio.
Asjj lo de Mendlctdade O movimento
deese catabalei'mento de caridade, dorante o mes
de Janeiro, foi o segninte :
HonKns Mulberes
Existiam 67 113
Entraram 2 4
490:7(.2*0141 291:957*866
RECAPITLAgAO
DEsomnAglo das bxsdas
Importadlo _. .
Despachos martimos .
Exportbalo.....
Interior......
Extraordinaria.....
Depsitos......
Total ....
924:884*998
8:618430
36:162*292
116*500
47:967*562
6:913*507
1.023:69 !*289
705:310*713
6:620*280
6: 707*0 \3
3*5*000
36:078*057
6:848*040
824:889*143
219:574*285
1:998*150
. *
I
11:889*505
95*467
233:657*407
t
i
34:544*761
*
*
Sahiram
117
7
Antonio Ferreira da Silva.
Candido Jos de Oliveira.
Hospital Pedro SIO movimeato deste
hospital no dia 3 de Fevereiro, foi o seguinte :
Entraram............... 20
Sahiram................. 12
Falleeeram............... 8
Existem................. 529
Foram visitadas as enfermaras pelos Drs.:
Motcoso, nao comparecen.
Cysoeiro, as 10 1/2.
Barros Sobrinho, s 7.
Um feto, Pernambuco, Boa-Vista.
Isabel, Parnambuao, 2 anuos, S. Jos ; eclam-
sia.
Mara de Maes Cantara Tamporal, P rnsmbu-
co, 25 innoa, casada, Alegados; tubrculos pul-
monares, i
Eofrtia Gnatanca da Conceicao Martins, Cea-
r, 78 annos, casad, S. Jos ; lesSo do corceo.
Idalioa Caetana Mondes, Pernambuco, 40 an-
nos, Santo Antonio ; molestia de brigth.
Mara Tiburcia dos Praaeres, Pernsmbuco, 56
annos, viuva, Baelfs ; fabre tvpboide.
Isabel, feruauajujo, 8 annoa, Boa-Viata ; ana-
sarca. %
Mara, Pernambuco, l anno, S.'Jos ; convol-
OJ8.
Martins Jos di Silsa, Pernambuco, 25 annos,
solteiio, Boa-Vista ; pneumona.
Joao Manoel do Carmo Santos, Sergipe, 36 an-
nos, so'teiro, Bja-Vista ; tabercjlos pulmonares.
Pedro Alexandrino de Araujo, Pernambuco, 5
meses, S. Jos ; sarampo.
Jjsepha Mara da ConceicSo, Pernambuco, 3
meses, SsntJ Antonio; rachitiamo.
Josepba Mara da Cmceico, Pernambuco, 60
annoa, solteira, Bsa-Vista; dilafacao da aorta.
PERNAMBUCO
34:753*261
2* seccao da Alfandega de Pernambnco, 1 de Fevereiro de 1888.O chele, Domingos Joaquim
da f'onstca.O escripturano, Od Ion Coelko da Silva.
SansasmenloHcntero, s 8 boras da ram correr para e.les um co montanhes, de ta-
noite, na rna do Berilo da Victoria, da parochia mnnho collossal.
de San i Antonio, om carro de passeio, cujo no
mero n3o foi visto, abalrooa e p por terrs, pas-
aando-lbe sobre o cerpe, o menor de nome Anto-
nio, filto do finado / ntonio Pedro de Souza Sea-
res.
O bo'ceiro, logo qne percebeu o desastre, fusti-
gou os snimses e parti deSfUiada, nao ce po-
dendo saber qua eccheiro pertencia o carro.
Q.O menor ficou bastante maltratado.
snoeiarao Medico-Pbarmacemllea
Recebemos e agradecemos um exemr-lar impree-
so dos Estatutus da Afsocaca) Medico Pharma-
centica.
AlfandegaTen do deixado bontem o exrci-
cio do cargo de inspector da Alfandrgt o Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de -'oush Leao, aasumio-o
interioameme o 8r. Jos Goncaives de Medeiros,
chefe de seccao deesa reparti.
FaDerlmenloDas constqoencias de urna
coDgestilo c rebral que o asealtara ba das, falle-
cen hontem o (ngetibeiro Joaquim Gcmes de Oli-
veira e Silva, xjodante do director das Obras Pu-
blicas I'rcvinciaes.
Era bomem de pnuco oais de 40 annos de ida-
de, e amito trabalhudor e honesto.
A' sn* familia aposentamos psames.
?dury de OllndaPelo respectivo jais dn
direito Dr. Jos Antonio Corris da Silva, foi con-
vocada a Ia seseo do jury desea comarca, desig-
nando* ~o dia 1 de Marco prximo, psra a suareu-
nio.
Prado Peraambucano Realisa-se,.
boje, CDin ennio as 11 horas do dis, a terceira cor
lida de cavados no Prado Pernimbacano.
Sao oito os pareos anounciados.
A companhia Ferro Carril iar um servico es
pecial da carros at o portodo byp dromo.
Ferro-alado KiinsoelroAlm dea trena
ordinarios da sua tabella, a Ierro- via do Limoeiro
expedirn hoje dous extraordinarios sendo um s 9
horas di. ruan do Recite ao rngenao Ramos, em
Pao d'Albo, outro do engenbe Ramos para o Re-
cite s 8 horas da ncite : afim de condnair osro-
meiros Peala religiosa- Na capella de Santo Ama-
ro das Salinas, celebra-se hoje, a festa de Nossa
Senhorit das Angustias, qne constar de missa so
lame s 10 horas do dia e ladainba s 7 horas da
noite, depois da qual ser arreada a bandeira.
A' tarde, no arraial da capella, tero logar al
gana divertimentos populares, tocando a banda de
msica da sociedade 8 de Dexembro. O largo es-
tar embaodeirado.
A' noite ser queimado nm bom fogo de artifi-
cio.
Slsrnaesi de laceadlo-Eacrevea nos o Sr.
cammandante do corpo de bombeiroa :
Srs. redactores do Diario de Pernambuco.
< Rogo a Vv. Ss qne su dignem inserir as 1-
nbas seguintea na sua conceitnada Revista.
' Tendo se dado, por falsas informacoas pelas
qnaes me dirig, qnando rgncisei o Regulamento
da Companhia de Bombearos um engao com rela-
co ao nnmero de badaladas nos sinos das igrejaa
por occasiao de incendio oeeta cidade, mandando
dar 7 para a fregnesia de Boa-Vista e 8 pera a
de S. Jos, quando 7 para esta e 8 para aquella,
o faco t oiente para quo nao se d algnm descon-
chavo em dirigirem-se as autoridades, commer-
ciantes e demais interesando qnando despertados
pelo referido toque qne, monda a conveniencia
seja avisado, contina a ser o meemo, isto 5 ba-
dalaae na fregoesia do Recife, 6 na de Santo
Antonio, 7 na de S. Jos e 8 na da Boa-Vista.'
Tal eng.uo nao deve ser levado minha res-
ponsabilidade, visto como cingi-me s ioformaco -a
3ue me foram ministradas e que aa suppus verda
airas.
Com a poblicacao da preseot: muito grato se
confesa a de Vv. Ss.
Fevereiro, 4 de 18S8.
Joaquitn Joo d'Aguiar, capito commandants.
Sueleo Arlfsjtlco ..bollclonlsilaE'
hoje, fi 10 boras do dis que esta sociedade cele-
bra a u sesso magna na sede do Monte Po
Popula- Peraambucano.
Depois do discurso offlcial do Sr. Dr. Feliciano
Andr dome, ser dsda a palavra aos oradare
das amosiacdes convidadas e por ultimo aa pes-
soas inscriptas que d'ella se quiserena utilisar.
Ser franco o ingresso a quem eativer decante-
mente vestido.
Clubdoa tsslronanoi- Algunarapasea
tendo orgauisade nm novo clob com o titulo da
Gsstrcocmos, Um a borra de participar ao pu
klico qne dito clnb p-rcorrer as rnas deata cida-
de nos das 12 e 14 do cerrente. A directora es-
t assiin r/raniaada :
PresidenteAristbea C. de Albaqaerqae.
OradorManoel A. de Magalhjta
1 aeeretarioFrancisco Rabello aoares,
2' di o dorico Alves da Silva.
TheooriroC^ciliaco J. de Siqueir.
ProcuradorElseo R. B. e Silva.
* usa BellasEm 30 do pastado esere-
Tem-ncs desta viMs noticiando o segninte :
Por occaaio de abrir-se hoja a cadeiaa fim
4a renetter-se cm preso psra Garaobuas, invw
tram '.odos elles sobre a guarda e depois de ama
lata diablica emque sabiraa diversos soldados
faridos, conseguirw evadir-a.
Tudas as diligencias empregadas no seotiio
s eaptnrai-os foram inatsis.
A autoridade competente procede na loras da
sai, tenso Bberto o iaoaerto policial s stseavst
Nao se inquietaram com isso.
Imprevistamente, p.rm, o cao salta a garganta
de Poulet, atira-o trra e comeca a devorar-lbe
ltteraimcnte a cara.
Trava-se ento urna horrivel Iota.
Poulet agarra o aniaal pelos gorgimillos e ton-
ta? a afastal-o ao meemo tempo que ia soltando rs*-
cinantes gritos de soccorro.
O cempanheiro estava sem armas.
Pode apenas manir-w de ama das botas solidas
que Poulet dcixara escapar e com ell i comecou a
bater rijamente na caneca do (So, que apeaar die-
se nao largava a presa.
Foi comente um quarto de hora depois deste
horrivel roaabate que o animal, espumando sera-
pre, fugio em direecio do Venss< t.
O pobre bomem levantou-se n'om estado lasti-
moso, com a face direita completamente devorada,
o olho perdido, e, detalhe horroroso, no logar da
Iota foi achado nm pedaco de carne, nm dos la-
bios de Poulet, que o ci despedazara.
Prestados os primeiros soccorr. s, Poulet foi en-
viado primeiramente ao hospital de Saint-Germsin
e em seguida casa de Pastenr.
AfSrmava-se, porm, que morrera ao ebegar
casa do eminente sabio francs.
O ci foi morto no dia segninte em Veneset.
A autopsia provou quo estava eom a raiva.
Ncs tres nltimos das vsgueava em ama grande
exteneio, mordendo varios aoimaes.
Beeonclliaedo Em um dos ltimos dias
do mes de Novcmbro findo, realisou-se em Bett,
ns Sardechs, urna deseas curiosas reconc l'.acoes
(paci), que, tanto na Corsega, como na Sardeoba,
extinguem os odios seculares, feroses e implaca-
ve's.
Esta reconeiliacao eelebron-se entre as familias
Morras Contre Barrai, Calviri e Deloger.
Na prsenos do prifeite da provincia, co snb-
prefrito de Nucro e de todas as demais sntoridadea
do local, renniram-sc na igreja os Milagrea as
pessoas que ccmpnnnam as duaa familias qne so-
lemnemente se reoonciliavam, e, diaute do paro-
cho da fregoesia, qne se achava no altar-rnr,
pronuncaram a formula religiosa do perdi, abra-
cando-se effusivameate cm iiegoida.
Os assistentes, diante de ata scena deveras com-
movente, derramavam copiosas lagrimas de satis-
facio.
No domingo segninte ao dia em qne se verificou
esta solemnidade, celebrou se um enorme banque-
te para o qual foram convidados todos os p-
renles e smiges das familias reconciliadas.
E diremos enorme, porque o jornal 'donde ex-
tractamos esta noticie, refere que se serviram nes-
te banquete dous quintaes de macarrio, des vac-
cas, qoatorse porcos, sessenta leildes, ties quin-
taes de pi, cinco quintaes de frnclaa e des hecto-
litros de vio bol
Proclama as de easasnenlOForsm li-
dss na matris de Afogades no dia 2 do correte
os segnintes:
Fabio do Nascimeato Goncalves da Lux com
Alexandnna Rosa de Panla Rocha.
Francisco Jos Lisbda com Salvina Galdina da
Annnnciacio Lisboa.
Franscisco Eustaquio Rodrigues com Leopoldi-
na Beatriz Ramos e Silva.
Antonio Beoto Froja com Mara Marques de
Lima.
sVHreelosrla das obras de eosseerva-
cao dos por loaBoletim meteorolgico do
da 3 de Fevereiro de 1888.
Boras
6
9
13
3
6
t.
26-8
283
28-9
80--0
28'8
Barmetro
0*
760-75
7ri2n24
76198
761>26
76197
Tenso
do vapor
19,04
19,40
19,09
19,47
18,61
1
"9
ta
76
67
64
62
66
Temperatura mxima30',25.
Dita mnima25,75.
Kvaporaeio em 24 horas ao sel: 6."8 ; i som
bra: 4a^.
Chavanulla.
Di recol do vento: E de rpeia noite at 7 boras
e 27 minutos da manh; SE at 8 boras e 21 mi-
natos ; E st 1 hora e 89 minutos ds tarde ; E8E
at 11 horas e 33 minuto; SE at meia noite.
Velocadade media do vento: 2,15 por segundo.
Nebmlosidada media: 0,47.
Boletim do porto
u
que deieubra Jguma connivencia, porqss cas* ay-
os preso* preparados psra- iV-
melhaeto torpre*. >
Caito SMrsMUsa caso strss
6*:--se esa Saint Oh asis, Pars.
1 Danta ftmi7>s P iiilpt a Qm>pfi**r
*sp*
qusndovi-
P.
S.
P.
6.
M.
M.
M.
M.
Dia
3 de Fevereiro
4 de Fevereiro
Horas
844 da manbi
S66 da tarde
91J
317 da maabi
Altara
Paseacef resCoegadoa da Eoraps no va-
por francs Senegal :
Bernsrd Lotb, Bseoa Laigin, Jos Csrdoso ds
Silva Pinto Jnnior, Josqsim Csrdoso, Frsncseo
Ferers Aatero, Ansa Joaquina dos Santos, Jos
Os|aisii Casaca Vanos, Francisco Fernsndes
Jnnior, Mastoel Qoncalve Lapes Jnior.
I no masara vapor :
Dr. Msaosl Csaaillo Ferreira Lsadim, Antonio
Aogusto r-sssia^^Bk A*thnr E. Dantas B.r
^^^^^H Lab Ensebio da
Etelatu-io da Ca amiiiio de Mecorros aos
uaafi-a;oM da vapor Baha em Per-
nanibueo.
Quando os bons senlimeutos de bumanidade presi-
iloni a urna idea, nunca os resultados podoiri deixar de
corresponder; tanto mais so sao inspirados por fatali-
dades como a do lainentavel naufragio do vapor brazi-
leiro' Baha na noule de 24 para 25 d# Marco deste
auno, a poucas mil has do lugar Pona de Pedras, ao
norte d'e&la provincia.
Temos bem viva a lembranca do quanlo foi pun-
gente a noticia que, na manh do da 25 d'aquelle mez,
divulgou-se n'esla cidado, do abalroameulo soffrido
pelos vapores Bahia e Pirapama, aquello
em viagem da Parahyba para Peruambuco, 6 este em
viagem de Pernambuco para a Parahyba.
A uuticia era dada por este ultimo vapor que,
arribando d lugar do sinistro, alleslava a importancia
do choque, pelas fortes a varias que apreseulava na
proa.
Do vapor Bahia nada informava ; entretanto,
o fado do Pirapama, (sendo de menor marcha),
chegar do lugar do sinistro sem apparecer o Bahia;
dava lugar a serias e muito serias apprehensObS.
A agencia da Companhia Brazileira de Na\egaco a
Vapor, fez seguir sem demora para o lugar do sinistro
o pequeo vapor Moleque ; e. na esperanca das
noticias que podesse trazer, e no receio de una catas-
tropho, as horas passavam-se sem que no horisonto
apparecesso signal do Moleque ou do Bahia
Esta demora, de minuto a minuto augmenta va a
anciedade publica, e com ella a idea de urna horrorosa
infelicidade.
ram tres horas da tarde; quando em frente ao
Caes da Lingueta fundeou a barcada Mai tha api-
nhada do gente que, desde logo, julgou-so ser de borda
do vapor Bahia.
Hffeclivamente eram nufragos por ella encontra
dos procurando sustenlar-se sobro o mar agarrados aos
fragmentos dispersos do vapor.
As seis horas fundeou igualmente a barcaca
Graciuda conduzindo mais nufragos encontrados
as mesmas condicOes, e as 7 horas da noute chegou de
Pona de Pedras o vapor Moleque com o restante
nufragos que poderam salvar-se ; estes, ob nicos que
approveitaram um bote do Bahia e aportaram
aquella praia a mais prxima do lugar do sinistro.
Soube-soenio detalladamente que o vapor Ba-
hia submergira-se perto da Costa em plena noulo,
dez minutos depois do choque !
Quem, como nos parlilhou do sentimento publico
desta infausta noticia quem, como nos presenciou o
desembarque dos pobres nufragos, feridos, extenuados
e semi-ns, ouviudo as suas justas lamentaces; nao
podia ricar indiferente.
Eis porque, na manh do dia 26 de Maro, com
aquello sentimento de compaixo innato no homem,
espontneamente nos encontramos, no empenho de obter
alguns soccorros para os prestar aquellos infelizes.
Era necessario obtel-os e prestal-os inmediata-
monte. I .
Urgiam, e, assim sem lempo para reunir-nos mas,
abracados ao humanitario desejo de sermos uleis. con-
siderrnoslos constituidos em CommissOes, cada urna
procurando corresponder tanto quanlo possivel ao seu
alcance.
As CommissOes foram: para oblar soccorros uo
bairro do Recife:
Jos Joo de Amorim.
Jos Mara de Andrade.
Manoel da Silva Maia
Luiz Duprat.
Para obter soccorros no bairro de Santo Antonio :
Joseph Kranse
Manoel Jos Machado
-s Olympio Frederico Loup
Frtncisco Gurgcl do Amaral
Para visitar e prestar os soccorros ao nufragos ;
Henrique Burle
Joao Jos de Amorim
Eugene Chaliue
Sebaslio de Barros Barreto.
Contavam estas CommissOes que os soccorros que
poderiam obter apenas permilliam auxiliar as mais ur-
gentes necessidades da occasiao, e nesta proporco
comecaram a preslal-os; logo, porem, conheceram
que o seutimento publico de caridado man festa va-se
to importante quanto era a importancia da cataslrophe;
o que resolveu as CommissOes a fundirem-se em urna
s, afim de regularizar as diversas funcedes que por
serem combinadas nao deixavam de ser destnelas.
Ficou pois representada esta Commisso da mi-
ne ira seguinte:
i
Presidente: Jos Joao de Amorim
Vico-Presidente: Manoel da Silva Maia
1. Secretario: Sebaslio do Barros Brrelo
2.* Secretario: Eugene Chalino
Thesoureiro: Luiz Duprat.
Vogaes: Joseph Krause
dem, Jos Mara de Andrade
dem, Manoel Jos Machado
dem, Joo Jos de Amorim
dem, Olympio Frederico Loup
dem, Henrique Burle
dem. Francisco Gurgel do Amaral
Hoje, reunidos e procurando conhecer exactamen-
te o resultado da nossa mis3o, devenios felicitar-nos
pelo humanitario e generoso sentimento publico que per-
mitlio-nos soccorrer uo s as pobres victimas salvas do
naufragio, como as familias das quo uelle perecern), o,
se a urnas e outras nao podemos compensar os tristes
resultados do sinistro, certo que s auxiliamos,
quanlo possivel, a venejr as primeiras ditficuldades
d'elle consequentos.
As victimas salvas do naufragio cujos nomes con-
tara do respectivo annexo foram:
Tripulantes. 46
Passageiros. 66
laceare o ao p jeteo de Santal
Cruz
Iilm. Br. commendador Luis Dip:
V. 8. de, a beas da verdade, tmpoade:
desta, o seguinte:
1 Se na occasiao em que den s* Wm^^^M
em urna casa no pateo de Santa Crui, b
dias, b^ave falta 'd'agus nos encannlientos di
(ompanhia do Beberibe;
2. Se abro-se algum bydranto e deirou elle <
dar agua;
3. 8e bauva alguma fa'ta da parte ca Comj
nhia do Beberibe no fornecimento d'xgaa.
Tendo V. 8. sido tiatemunba de todo o oea
do no referido incendi e tendo femada psrte era
carcter cfficial, aua respoata de grande valia
para mim.
Desde ja antecipo mena agradeca entes. De
V. S muito attonto venerador e criado obrigada
Ceciliano Mamede Aivee Ferreira.
Companhia do Beberibe, 1 de Pevareiro ds
1888.
Tenho muita satisfacao em responder a carta
de V S. de hoje datada.
A' primi-ira pergunta rr-spondo :
que nao bouve falta d'agoa nos encanuisn-
tos.
A' segunda,
que abriram-ae alguna hydrantes e todos da-
ram agua.
A' terceira,
que nSo bouve falta da parte da Companhia ido
Buberibe no fornecimento d'agna.
Esta verdade que teatemuih i e de qne don f.
Devo igualment-! dtelarar a bem di verdade
qne nm dos hydrnutea ni) f >i possivel adaptar o
8'and pipe e aendj b primeiro a que i ebagada.
dirigio-se a companhia de Bombriros, dea lagar a
demorar-pe um pouco o servioo; demora alias bvxa
compensada com a chegada de V. 8. qie solicita
no fornecimento d'agua e mnito dedicado ao bom
aervico da companhia de bombriros, maiii urna vea
a auxilioa e reconbecidamente o declaro.
Sempre agradecido subscreva me. De V. S.
muito atiento criado cbrigtdo.Luis Duprat.
lm. Sr. Dr. Ceeiliano Mamede Alves Ferreira.
Tenho a sitiar.c^o da re-ponder a carta supra
nos segnintes termos:
1. do hoove falta d'agna no hydi-ante que
forneeeu ;gua s bjmbjB qu? trab.lbari.m na ez-
tinecSo do incendio d) largo da Santa Cruz, na
noite de 28 de Janeiro ultimo; ao contrario a
agua foi sempre abundante do modo qne pernit-
tio que o servioo corresse conf toda a regalan-
dade.
2. E' verdade que devido sua reconhecida
boadade para cm as companhiaa de aeguro, V.
8. abri diversos bydrantca oollocadjs na cirenm-
visiabanca do local, c todos elles accosavam agua
em abundancia, o que foi toetemunhado por di-
versas pes808.
3. Nenbama falta bouve por parte d i Compa-
nhia d i Bfberibe. da qual V. 8. digno- gerente;
e tanto no referido incendio como em todoa.ostros,
que tem havidj, o zelo e aolieitncfe de V. S. sao
obj -oi que m'iito t-.m obrigado as conpanbas
de segures.
De todo quanto aqui tenho eseripto pide V. S.
fazer o uso que mais.Iba convicr.
Dieponba V. S. de quem muito grato de V. S
amigo obrigado.Joaqaim Alves da Fonseca.
S Total
112
As que consta lerem perecido c cuj'os nomes igual--
mente registramos foram:
Tiipolautos.
Passageiros.
i

l
46
60
Os soccorros em dinheiro recebidos por esta com-
misso como o demonstra a receiia, attingiram a impor-
tante quanlia de 32:6283)410.
Alm d'estes soccorros, recebeu a Commisso, de
duas respeilaveis Senhoras Pernambucanas, urna mata---
com vestidos e roupas que foi entregue, como desejavam,
s filhas do naufrago Jos Anselmo de Oliveira.
Recebeu mais para as menores Felisbelh e Luza
filhas do mesmo naufrago: do Sr. Alfredo Ducasble 18
photographias em grupo, das mesmas meaores, pelas
quaes ellas obtiveram 31:000; do Sr. Joaquim Fran-
cisco de Mello Sautos 42 volumes de suas poesas Pran-
tos d'Alma de madamo Chaline meia libra esterlina
em o uro, e da Sra. D. Isabel Villela um trabalho em
papel de arroz. Tambem dos Srs. L. Lack & Correa
recebeu a Commisso um valioso donativo de calcas,
colotes e palotots do casemira, e do Sr. Alfonso Oliveira
um chapu de palha, cujos objectos fizeram parte da
destribuico geral.
De dous anonymos dous quintos de bilhetes da 21'
lotera da provincia para o fundo de emancipaejio sobre
os N* 3.105 e 3.941, os quaes infelizmente nao tive-
ram sorle alguma.
A applicaco que a commisso deu aos soccorros,
por ella recebidos em dinheiro foi a que consta do re-
gistro da despeza e em resumo a seguinte -.
a 45 tripolanles salvos,
a 47 passageiros salvos.
a 4 familias de dipu-
tantes que perece-
rn) no naufragio .
a 12 familias de passa-
geiros que perece-
rn) no naufragio.
BESPEZAS
Roupas, chpense caiga-
dos .....
Services mdicos .
Excesso de hospedagem e
medicamentos pago
ao Sailors Home .
Telegrammas ....
Annuncios, aluguel de
urna jangada e outras
despezas aos Agentes
da Parahyba e Natal
Gratifica cao aos tripulan-
tes das barcadas
Marllia e Gra-
cinda .
Bote, procuraco, estam-
pidas, carro descon-
t de cdulas reco-
ladas ele. .
4:867$000
5:492^450
------ 10:3598450
3:4708000
12:1508000
------------ 15:6208000
DIVERSAS
647&740
62&000
59760
37&S00
106*900
1853*000
62*570 1:161*770
Rs.
27:141I220
( Continua)
mimm a pedido
A despeito das cabalas s ds asi vontade, prsse-
guem os transios da abertura do canal de Pasa-
ras, s s saude dos trabalbadores ais cesas de ate
Inorar.
Jaste resultado-a dc-vido so emprego ds qainina,
______________________________ ,qaeo* habiUntra doBsisof^^^l^^^B
Silva, Josa Passioi, Ag. atinho Sosres, -s^ars de d rceonbecin ento,*o- 8o/ e

Todos os trabalbadores, manidos das peqaeasa
capaulss com o nome PtUeUer, resisten) contra aa
febres, 0 rbenmatiamo s as eaanacoes deletsriss
qne ezbalam os pantanos.
Mnitas veses tamos fallsdo dos effeitosJienefioos
do Miiiatanl de Chapoteaos, osas nem per isso dei-
xaremos de pnbliosr a osrta ssgniats|4fas
c Ssfirendo aesds mnrto tempo de ama bron-
3Dite e desanimado pelo nenbum resultado de snc-
cessivas msdicacoes, qne ha vi a eassiado, tomei,
por consslho de aa medios, sais spenlas de Mor-
rhuol de Chapoteaut diariamente.
Desde os primoiros diss verifiqaei dL
da Uut, oessaolo das pslpitapoes, dess
ment dos aores nocturnos, ssfmento
appetite s reparacao de forsas sis ootavel
pode vastar sos nssns trsbslhos diarios.
Paras, 10 ds Outobro de 1886 O, Lis.
Porque me si ato en tiio
mi ser a re I f
TSa fracQ c tao kngoido ? Qu ser a
causa de thl azi e dores de estomago, de
tal acrimonia e de tal sabor desagradavel
na bocea ? Porque ser qne alguma ve-
zes sinto um apetite devorador e depois ota
dissabor tal por todas as comidas ? Porque
quo o meu animo to freqaeoiemente
irritavl, desesperado, melaacolicti e aba-
tida ? Porque que s vezes nos persua-
dimos de algutn perigo imaginario e- nos
amedranta qulquer rumor inesparsdo, tor-
nando-nos agtalos como se ama grande,
calamidade estivesse inminente ? O qua
sigoifieam estas desagradaveis mlmcoK-
oss dores de eabeca; estaB palpitabas vie-
ntas do corgao, este desasoseg fsbril,e
estes sucres nocturnos; este inquieto*
imaginativo somno que nao nos d repou-
so refrigerante, mas apenas lamentacSes e
pslavras inarticuladas e ob horrores do pa-
sadelo ? A resposta : Esjes s2o apenas -
os symptomas de indigasllo ou Dispepsia
o comeyo e prognostico de quasi todas aa
doanj-as humanas. Indigesta-- a '.'raquea
ou fa!taNi4>pder dos fluidos digastivos do
estomago pra'*-convertor o alimento em
substancia s udavel-para o propro alimen-
to do corpo. E' causada a maior parte
das vezes pela irri*gularida"!9 de 9t* oa
alimento improprio, falta de exrcicio sau-
davel e ar livre puro. Pode ser derivada
por affliccito menta!, o choque de alguma
grande calamidade. Tambem pode ser, o
muitas vezas aggravada e iotensifioads,
e nao originada, por fraqueza conse-
quente de applicaco mental intensa, de-
masiado trabalho pbysico, apoqnentaj-3es
domesticas, anciedade em negocios, oa dif-
ficuldades financeiras. Se o estomago po-
desse conservar se sempre em ordem, n3e
seria a morte jamis um assumpto de tor-
rivel anciedade tanto para os noros come
para os adultos, mas sim seria contemplad*
como visita do um amigo que se espera ao
nadar urna idade feliz e pacifica. Coarta-
do, o primeiro invasor hostil no dominio da
sade n felicidade a iudigestSo.
Ha por ventara algum alivio, algum re-
medio, alguma cara ? E' esta a pergunta
que* faz o infeliz padecenfe de dyspepsia.
O que se requer urna medicina que ra-
nov-i completamente o estomago, entranhas,
ros, e que preste assistencia prompt e
ligados e efficaz aos org2os digestivos, a
qae restauro aos systemas nervoso e mus-
cular a sua energa original.
Tal medicina felizmente obtivel. Nan-
ea na historia de dos -obertas medicas, co-
mo o evidencia a prova de ama duzia do
annos, se encontrn remedio contra indi-
gestSo tao rpido, tao seguro e to sor-
prebende nte nos seus resultados como e
Xarope Curativo da Mai Seigel, porm
hoje uto remedio modelo para aquella af-
fliccSo qaasi que universal em' todos oa
paizes cvilisado8 da Europa, Ass, frica
e America. Pblicos testomunhos arta*
particulares de officiaes de exercito, ban-
queiros, negociantes, capites de mvios,
mecbanioos, lavradores e suas mulberes e
filhas, todos confirmam os sesas podaras ott- .
rativos. I
Acha-se venda em todas os boticas,
lejas de medicina em toda a arte do man-
do e em casa dos proprietar;os A. J.
Wbite, Limited, 35, Farrindon Road, Lon-
dres, E. C.
Depositarios na provincia de Pernam
eo por atacado : Francisco M. da Sih
4 C. e Faria Sobrinho A C.-ysaa cid^
Recife.
Vendedores a retallo, na ^^H
Recife, Bartholomeu (t C.,^J. C
6 C, A. M. Veras t C, Ronq
res, T. S. Svi,emPalmi
Aguiar e em S. Jlo da Igreja
A. da Costa e Silva.
"
ra do
1


r
I

I I

1

I
iida
no da 30 Je D
me em dar fub!u:iJ>4 ao raeulta-
igi*dTdiU eleiolo, para que o pobiico fique
sabendo : _
Voto

Teaeate coronel Coastsutiao
reoente coronel Antonio Vistor
Dr. Moreirs Ai vea
Dr. Joaquim Antonio da Silveira
Joaquina Firmo
Dr. Joia Augusto
Leonard Cavalcantc
Dr. Olympio de Si
Boa C'onselbo, 28 de Janeiro de 1888.
Um votante.
90
87
9
2
1
49
31
7
Xota ilsi nantrieulu da escravos ma
trlealaaoeem SO de arco de *
JSscrevoii matriculados
L'bertsdjs.nesta municipio
Futrido*, fallecido* e mudados
Ezistem
338
153
23
ICi
338
A eidsde de 8. Jos est livre.
Ni din 2 de Fevereiro festeja-se aqu a cidade
Ivre
? --------------
Seciedade Carnavalesca
Liformam-nii que fdra orgaaisada ama socie
dado coai o tituloClub Sois de Desembro,a
qual tara de percorrer, nos tr^a das do prez uno
caraval, as raa deata oidade.
A iua directora ficou asim jrganiaada
PresidenteA atonio de Gasmo Ly.a.
TheaoureroFrancisco Moottiro Franca
Secretan oJos F. Seizas.
Oradorloio A. Braga.
Voltando -h je para Campo, na provincia do
Rio de Janeiro, onde retida e ez^roo a profissSo
de advogado, venho despedir me, por este meio,
do* amigca e collegas a quem significo mnba esti-
ma, offerecendoihes mena prestimos.
Recife, 4 de Fevereiro de 18i8.
Manad C. Ferrara Landin.
r.Mpnn
TELECiRAHHAV
Serviqo da Agencia Hava
LIVERPOOL, 3 do Fevereiro.
O mercado do assu -ar esa calmo.
O aasacar de Pernarobaco n. 9 vende-ao
13 scbiiiogB e 6 dinhdros por quinta'.
O mercad* de algo i5o tem estado
pouco activo, sendo porm sustentados os
precoa.
O Fair de Pernambuco vndese 4...
5 e 13/10 d. por libra.
* A* vendas do dia foram de 9:000 far-
dos. HHW
NEW-YORK, 3 de Fevereiro.
O meruado do aasucar est apathico.
O fair refining de Pernambuco venda-
se 5 cents, por libra.
Recife, 4 de Fevereiro de 1888.
Hslsa cornac resal
Corajosa, officiaks da jdnta dos coe-
BKCTOKB8
fltate 4 de Fevereiro de So8
Anolices geraea de 5 0/0, valor de 1:000*000
a 930QQo
Ditas ditas de 500* a 465*000.
Aeejee da uompaubia Uaina Pinto, d^nrsAor do
200*, ao par. ^~ '
Cambio sobre o Rio de Jjutero, 3 d|V. eom 1|4
0(0 de descont. /^
Cambio sobre Para, JtSi/v. eom 3|8 0/0 de des-
cont, s
Dito sobre dito, 3) d/v eom 3/4 0/0 de descont.
Cambio sobre Londres. 90 d.v. 25 d. por 1*,
particular, houtem.
Dito sobre dito, 90 d/v. 110 d.at da data e 25 d
por 1*000, do banco
Camino acare Paria, 110 i,' data e 3S0 ra. o fran
eo, do banco.
Cambio sobre Lisboa, 1(0 j data e 112 0/0 de
premio, do banco.
Descont oe istras, 9 0/0 ae anno.
Na hora da bolsa
Veudt rain-se :
3 asobeo geraes de l,l>j *.
1 dita de 500*.
60 accoea da companbia Uaina Pinto,
t ireod.n-,
Angosto Piulo de Lomos.
O secretario,
Pidro Jos Piuto.
Hovlmento b octariu
aaoira, 4 oa ravaasiao na 1888
PRAQA DO RECIFE
Com a taza nominal de 24 7/8, e Eoglish e o
Internacional offireceram aaccar a 25, diabeiro
prompto, lettras para a mala de 14, echando pou-
cos tomadores.
Papel particular foi pastad] a 25 1/16, sendo
o total regalar.
O mercado fechan bastante firme.
PRAVA DO RIO DE JANEIRO
A's cotacSe datadas de bontem, no meio dia, fo-
as aeguintea :
Rancario, 21 3/4 e 24 7/8.
Particular, 25.
As jabalas ezpoatas aqu foram. estas :
Do Lanos Bala :
_J1
v. nenoi ralueraes
Ka pratica de medicina eui pregara-su todos os
venenos activos, e todos ellestmeartnm irremiisi-
velmente a vida.
A salsapamlha de Bristol, 'vealmcote urna das
poucas preparaco-s ordicinaes, que ae podem con-
siderar como om remedio puramente vegetal.
Nao contm um grio jue s-ja de mercurio,
arsnico, atrichnina, bromes, iodo, uem nenbuina
ouira substancia venenosa que seja.
E de mus um antidoto contra os meamos e
cora ss enferinidadea proao.ai.1aa por ellca mes
moa. )
O mclhor qae est -a tabem faser matar urna
eoferuiidade aubstituiudo-a por oat'a j porm
I
rogramna
BlLASACOES
Da festa da Nissa S:nhii-a das Angustias
que se venera na capaila de Sauto A j a-
ro das Salinas, no dio 5 do corrent i
Sabbado, 4, ao meio dia, diversas gy-
raodolas f^nderao os rea annunoiaodo aos
fiis a vospera do dia em que se festeja a
excelsa 3 obors das Angustias.
A's 7 horas da Urde, ara haeieada a
band-ira da Saotieaima Virgena, sendo
tn
aubstituiudo-a por ou-a porftm a
salaaparrilha de Bria'ol, obra de acaordo eom h na-
turcia e uj contra ella, destruindo pira sempre |acompanhsda por distinctas senboras
ciin o aeu iffeito neutralisador, as causas das uio- tt-resaantes :ti> niaaa ao som da baudas a
leatiaa ulesroa-s, cancerosas e rap'ivei., regalan- )C|J (U Sjcie.lade 8 de DiZembro.
do o figado e o atomago, uau jo I* j i o vigor ao
vtntrc, limpando o tystrma de todo oa elementos
morbosos, re'tab;leeeodo o vigor corpjrco e a elas
ticidade mental, e robaaeccnlo cada orgio debi-
litado.
Tanto aa enancas como as senioras as mais de-
licadas a podem tomar sem susto al^um.
E' a adcora da vida dos frscoa.
Veode seem todas as prineipaea tojas de dro-
gas do oouedo.
Aos amadores do Carnaval
A bem conhecida loja de miadeaas Basar d-.
Recife 4 ra Marques de Olinda o. 11 (autig)
roa da Cadeis) receb'u grande e completo sorti-
mento de mascaras caricatas pira hmeos, s -uh >
ras e enancas, e grandea colicc-'s para clubs e
sociedades carnavaleacaa. VenJe-sepor pre})tu.-
dico qaer em prquenas cu grandes por;5 's; vale a
pena visitar o Baiar do Reeifi para ver o ineibor
sur limen ti de mascaras qui icm vindo a oato mer-
cado.
Tem grande so.timcnto de bisntgas a prrs tem
competencia.
No Bazar do Recife roa Marqncs deOlioda a.
11.
Fabrica Apollo
Previne-te aos devedores do espolio do finado
Antonio Pereira da Cuaba, que, tendo a viuva
inventariaate de prestar brevemente contas d c-
tivo e passivo, que eat sendo liquidado, S' rio
accionados os que at aprestado de contas uo
vieram saldar seus dbitos.
Dirijam se a Fabrica Apollo, roa do Visconde
de Camaragibe n. 79.
Turbina pul ver isa i .
rlianco 3* superior .
. 3.' boa .
\3. regalar .
S !! OOlIS ....
vi iacavado purgado .
broto.
(ttame ....
2*200 a 2*: 2*700 a '2*S0iJ
2*500 a 2*6'J0
2*2t>0 a 'i400
1*700 a t8iV>
1*540 1*600
1*200 a 1*30j
1*000 a 1*100
< otta^a Je algodao
M 4 DI rEVEIEltO DB 1888
Hoave cffertas de 6*350 para o de 1 sorte de
aertao.
t'aX ad: de aasacar e algodSo
MES OI JAJIKlaO
A8SCCAR
Entradas Das Baeaeji
Barcacaa ....... 8 31 162 425
Via-ferrea de Caruar 2 4 31 20.023
Animaea..... 2 4 31 13.278
Via-ferrea de 8. Francisco 2 30 147 276
Vav-ferrea de Limoeiro 8 4 81 8)015
Somm". .
AI-QODlO
Entradas Diaa
Sarcacas...... 2 4 31
Vapores ...... 8 A 31
Va-terrea de Caruar 2 4 31
Animaea...... 8 4 31
Via-tenea de S. Francisco 8 4 30
Via-ferrea de Limoeiro 2 4 31
Somma.
as DB VSVBBEIBO
A3SUCAB
Entradas Dis
Barcacas...... 1 a 8
Via frrea de Caruar. 14 4
Animaes.....,.144
"* BeSsasM .
ALOODAO
Eotradaa Das
Barcacas...... 14 3
Vapores...... 14 3
Via-ferre deCaruai lil
Animaea...... 14 4
4-8.017
fiaccas
3.232
2.741
1.159
9.606
1.918
10.575
29.234
Soturna .
Saceos
8.735
2.908
1 9i2
13.575
Saccas
574
512
116
2 312
3.514
Uoadrea
Paria. .
isaiia. .
Hamborg
Sortagat
tew-Vork
H djv vitta
24 7/8 24 5/8
82 385
471
218
Do Isrraauuciosui.:
ijondres.......
feria.....
talia-.......
rJamburg*......
Usboae Pateo.....
yincipses edudes de Portu-
TBl........
Sew-York......
Oo EawusB BtMK :
3^5
479
215
2*030
90 d vitta
24 7/8 24 6/8
382

475
213
33
38^
479
215
220
2*030
ina........
ia........
lamburgo......
-sb-ja e Porto.....
'riocipaes eidalan de Porta-
ft. ...... .
doa Acores ....
i^i^HBladeir.i
-York .
SO d/t vitta
U 7/8 24 5/8
3S2
475
213
385
385
479
215
280
223
220
2*030
Cotufas de assuear
4 DSj ravaasrao m 16
Frea naenlaa
Poram fechados bontem os dos navios seguid-
tea :
Barca noraeg. Professor Nordeokiolda, para
cirregar aqui, eom destino ao Canal* 4 erdem, as-
sacar a 80/.
Log. ing. .Carita, para carregar em Natal, osm
destino aos Estados Unido, aasucar a 18/6 e 5 %.
Vapor despachado
Vap. nac. iPirapamas, para :
Natal : 10 fardos de xarque.
Haeao : 15barricas eom aasucar braneo.
Mossor : 10 saceos e 15/2 barricas com assuear
crabeo, e 40 caitas com sabio.
Ceara : 110 fardos de zarqae.
Carreg. diversos.
\aiio despachada
Barca port Quiteria*, para :
Lisboa : 2 360 saccoe eom aasucar b.-anco, 900
ditos com aasucar mascavado, 2.003.couros salga-
dos, 83 ditos espichados, 10 barricas com farioba
de mandioca o 1/2 pipa coa agurdente.
Porto: 1.110 saceos, 6/3 barricas e 8/4 com as-
sccar braneo, 1.390 aaccas com aasucar mascava-
do, 201 saccas com algodio, 63 couros espichados
e 3 pipas com agurdente.
Carreg. diversos.
Pauta da alfoadega
suMAJia na 6 a 11 na Fvaaaiao na 1868
Assuear refinado (kilo) .... 2(0
Aasacar braneo (kilo) .... 150
Asaacar mascavado (kii-.j ... 86
Alcool (litro)........ 160
Arros eom casca (kilo) .... 65
Algodio (kilo)...... 360
Borracha (kilo)...... 300
Coa roa seceos salgados (kilo) 400
Couros seceos espichados (kilo) 450
Couros verdes (kilo)..... 215
Caceo (kilo)....... 400
Caf bom (kilo)...... 650
Caf reatolho (kilo)..... 356
Cachaca (litro)...... 75
Carnauba (kilo)...... 280
Carocos de algodio (kiio) ... 12
Carvao de pedra de CardiS (to i.) 16*000
Farinba de mandioca (litro) ... 30
Folbas de jaborandy (kilo) ... 400
Uenebra (litro)...... 200
Mel (litro)..... 40
Miluo (kilo)....... 50
Tabeados de amare lo (dnzi) 10040CO
\avis a carara
Pe n 4 1|2 horas da madrugada do dia
, ama .salva red e diversas gyrandoLa
darao sign..l da alvorada do grande dia
deaigaado para se entoar louvoros a Rii-
nha do Co.
A's 10 horas di niiinh.a entrar a feata,
revendo a orelics'ra o maestro Lidio de
Ohveira; tocando a meama banda de mu
sica lindas pegas e diversas gyrandoluf,
u.-na salva real, bem como um liado butilo
tendern os ares.
A' tarde, no largo da capblla, baver
trabalbos gymnasthoa por algn* artistas
que generosamente se prestam a ex^cu-
Utl oa, como sejarn, traposio, fe reio aerio,
barra fiza, luta japn- zi, palhayadas, eto. ;
fasendu ao ouvir toda tarde a referida ban-
da marcial
A'a 7 horas da noit? entrar a ladainba
oantada, oceupando a tribuna sagrada o
roui digno e distiooto pregador da capelie
i;np-risl Revm. Frei August i da Immauu
latM ConceiySo AI ves.
Finda a ladaiaha ser arriada a btndci-
rs e entregue futura juiza ; queiman lo-
se uro variado f-'g) arrit-'inl, -trab -,liij do
afamado artiata, Francisco Biptista.
A asc< nsao de um lindo aerstato con
clu;r-a so'omnidado da Virgem Brobora
das Angustias.
Escuna noru*gaoaso Soerdrup, para Ki> Graud^
do Sul.
Lugar ancioaal Lovo, para Rio Q.ande do Sal.
Lugar nacioaal Ziquinha, para lio Orands do
Sul.
PaVacho 'inarnirqu-:s Hurr'.et, para Pcloas.
Pntaebo americano Aynei Barton, para N w
Pa'acbo pirtugnes Dout Irmiot, para Lisboa e
Parto.
Vap ir ingles Plettey, para L;Vrrpeol.
Vapor iogles Clan .\tackiy. para L:v :rpoo'.
descarga
\avioe
Barca americana J. H Chadwieh, feao.
[{rea norueguensj Daz, c&rvo de p:-dra.
liir a uoru guiase Norge, carvao de pedra.
Barca uo'u- -.r-ieu v Salid, :arvj (i- pe Ira.
litrea noruega iio Columb'a, carvai.
Brigu- sU'.'co Fntt, varias ireuer s.
L^ar rortugu-s l'eritus, v ir oa g L;ar ingles Leander. bachio.
Li ;ar ings ."ersia, varioj g-ner a.
Lujar ingl z F.prenct, baealo.
L ir ingl s Sumbeam. b-.ci.ihAo.
Patacho ai. io.' D. Pedro, zarqae
Patacho ameritanj Daxty, furiuha de trigo.
Pa'ucbo bol laudes 2riat, v-rioi gneros.
Patacho iogles Si'vis, baalbio
Vapor iogles Portaenie, vanes generjs.
Vapor ingles Ediclor, varios gneros.
Importar o
Livrpcol e
a Jvbustou
Barca portagneza Novo Silencio, para Lisboa e
Porto.
Barca alleoii Siriut, para Estados-Unidos.
Barca inglesa Banavola, para e Para.
Barca noraeguense Bondeoentn, para Estados-
Unidos.
Barca inglesa Be:te Markham, para Estados.
Batatas.
Barca portugus i Lvpet Ditarte, para Lisooae
Porto.
Barca americana W'akefield, para Estadas-Unidos.
Barca inglesa Bertha Anderton, para Estados-
Uaidoa.
Barca americana LUUan, para aw-York.
^ssmcitaoi Agrcola, reastr<>B oa Ihliis noraeguense Proftuar Noritaikiold, para
agua ao agricultor, por IB kilos: Eitados-Unidos.
2*700 Brigoe iogles ^Isriral Tromm. para Rio Grande
L8A800 Sal.
Y .par iogles Ediclor, entrado de
est ala em 2 do correuto e c nsiguado
Pater & C, manifeatoa :
Carga de Liverpccl
Amostras 5 volumes a diversos.
Arros 50 saceos a Frrreira Rodrigues C, ioO
4 ordem, 50 a Qouyalv.-s B~sa & Feruandes.
Ann.s3 caizis a Aatooio Duarte Carn-iro
Vianua.
Ancoras de ferro 24 a Frauciaco B-telho de
Auirade.
Batatas 83 alita a Blackburn I eJham & C.
Barrilba 2) tambores a Feraandes da Cut.
*C.
Biscoutoa 15 caizes a Fran?ifC> tuedes dr
Aiaujo a F ib i, 6 a Domingos Fonoira da Silva
4C. *
Barras de ferro 105 a Miranda i .Soasa, 100 u
W. Halliday C, 60 4 ord.m, 265 e 92 feizes a
Re i s i Saut s, 948 e 3.1 a Ferreira Quimares
c C, 439 e 170 a Aotuoio B drigoet de Soasa &
C, 18 feizes a Samad P. J.husUn & C.
Choeola;e 1 caiza a Gsncalves R-sa & pr-
nandes.
C-ivo da I-idia 1 saeco a Jo-qiiu Fel'ppe &
Aguiar.
Ch4 2 grades aos meamos, 21 4 ordem.
Campeche 6 barra a Antonio Jos &L.ia & C-
Cbambo de mauicio 60 barris a Antouio Daai te
C-ir.ii.iro Vianna.
Cerveja 65 barricas & ordam, 15 a Joaqui.n Fe-
lippe h Agotar, 60 a.s eoosiguatarios, 80 a Paiva
Valeote & C.
Chapeos 2 canoas a Adolphe de FerraV), 1 a
Cbiistiani 4 C, la Maia Irmo & C.
Couinbo 10 saceos a Paiva Valente a C.
Calcado4l caixo a Ferreira Barbosa & C-, 3 a
Tbomas de Carvalbo 4 C, 2 4 ordem.
Cidra 25 caizas a Fraa^iseo O. de Araujo &
F Ibo, 10 a Paiva Vleme 6 C.
Cobre 6 volumes a Ferreira Quimaries k C.
Chapas para fogSo 30 a Reis & Santos.
sat P '^ fardos 4 ordem, 6 a P.rente Vianua
tls Luz Jos da Silva liu:uuias, 3J a
JulioTt Irmo, 10 a V. Neesea.
Euzadas 12 barricas a A'itonio D Jarte Carneiro
Viaaaa, 2 a Manoel Rodrigues da Silva, 20 a
Sousa Noga -ira 4 C, 21 a A. Silva 4 C
Envelopea 1 caira a R du Duaiaa, 4 C.
Ferro galvanisado 101 birras e 8 caizas a Rea
4 Saotis.
Fe.'tro 1 eaiza a R d- l>-usina 4 C.
Fugareiros 1.0 a Aib.au 6:1 Va a C
Fio 6 fardos a Gomes de Mattos Irmaos, 8 a A.
Duarte Carneiro Vianna.
Foihas de sinco 6 caizas a Francisco BjteJh i de
Andrade.
Ferragens 48 volumes a Fen-isa Gumarica 4
G 18 a CardosD 4 Irmo, 310 a Mi.anda de Boa
ia, 7 a Gomes de Mattos Iru--ia, 1 a Nunea Fuu-
seca k C, 2 a J. A. Veiga, 1 a Manoel Cardoeo
Ayres Successores, 3 a deis 4 Santia, 4 a Viauua
Castro 4 O, 86 a Albino Silva k C 9 a Prente
Vianna 4 C. 3 ordem, 2 a J. de AseveJo
4 C,
Farinba de milha 13 caizas 4 orJ.m, dita de
trigo 300 barricas 4 ordem.
Foihas de timares 34 caizas a Prente V'iaun.
4 C, 50 a Antonio Daarte Carneiro Vi moa.
Gravataa 2 oaizas a Cbristi ni < C.
Louos 82 gi^as e 20 barricas a ardes!, 43 sigas
a Joaqaim Ferreira de Carvalbo & C 11 a Ju>
F. da Costa, 22 a J.s de Macedo.
Liaba 3 e-iiois a Prente Vi.-.nna 4 C la
Netto Campos 4 C, 2 a' Maia Silva a C., 3 a Ma-
noel Joaqaim Ribeiro V C, 1 a Manotl C llco &
C, 1 a M.noel V. Nevea.
Lona 1 tardo a Gomes de Mattos limaos, 2 or
dem, 3 a A. D. Carneiro Vanos, 1 a Silveira
4 C.
L'ncoes de chumbo 10 volumes a Ferrrira Gai-
msrie. '
Mercidori.s diversas 1 vnlume ar Parete Van-
os e C, 1 a Gomes de Mattos Irmi.s, 5 4 erdem,
I a Jos de S4 L ito, 2 a A- 0- Carneiro Vianna,
1 a Ado'pbo Nsumaa, 2 a Amorim Irmos & C.
Mscbmiamos 6 vo'umes epec^s a Cerdoso i Ir-
mo, ditos c ferragens 88 volum?a o pecas 4 or-
dem.
Materials para encanamcutos d'agaa 25 vola
mes 4 Campauhia do Be-beribe, ditos para engeobo
827 volumes e pecas aos Herdeiros di Bowinann,
ditos para telcgra(h > 18 a B. Sabmsrine Tete
grspb Compaov.
Objectos para navios 4 caizas a Joi quim Al ves
da Silva SanUf, 2 a Belirio 4 Costa.
Oleo de ttabaes 10 harria a Ferreira Geimares
e a, 10 ejrdcoi, 25 a Franeisco Manoel da Sil-
va 4 C
Secretarla do ttli'iiiu Haalcal Ter
nambucann em 1 de Fevereiro de
lasa.
De ordem do Sr. presidente, convido aos senbo-
res associedos para comparecerem na sede desta
sociedade no dia 6 do carrete, as 6 1/2 horas da
tarde, para em aasembla gera, aerem, descutidos
os covos ratatatos, sendo aberta a sesso com o
numero dos s-icios que estiverem presentes, segan-
do a disposico dos estatutos em vigor.
O secretario,
Santino C. Pinto.
Arsenal dus Guerra
0 eonaelho eccnoinico das c> mp-.nhias de apren
dises artilces e operari s militares, precisa con-
Iractar o artigo s< guintes :
AUodozinbo, metros 585
Algod -siubo da 2 larguras, metros 90
Brim de linho cacuro trai.cado, metros 358
Zoar'e, metros 470
Brim branro de linho trancado, metros 36
B-.'to.'s pequeos de osso braneo 1,710
Bouesile qaartel 50
Meius du aigodio (parca) 100
Luvas de ac-c:u (pires) 30
Gravataa de s lia euvf misada 50
Lencos do chita 100
Cobertas de chita 75
S poder concorrer ao fornecimoato anaaa-
ciado pelo coosu ho, quem habilitar-ae previamen-
te, exhib ndo um requcnmeutq dirigido ao mes.no
conaelbi, locura-uto que pro/e hiver pago, c rao
negociauta estabelcuido, o imposto da casa c :in-
m.'.icial, relativo ao ultimo semestre vencido.
Os prcp neutea devt rao presentar auas propos-
tas, u6t.i secretaria, at s 11 horas da maoh do
dia 8 do corrate, sendo ellas em dup'-icata e em
cartas fechadas com dedarafSo expressa de sujei-
tar-so as seguintes condicdss :
1 No caso de uo aasignarem o contracto, pa-
gxrem a malta de 1< por ceuto.
2.* Sendo recusados pela comaisaio os artigo
contractadoe, man lar-se-ba comprar pelo pr. vo
do mercado, tcaado o uoatrautante ebrigado a in
demnisar, isto at irea vesea depois de que fien a
resceodido o cintrarte, pagando o contract&nte a
malta de400*000.
Todos ca artigos deverio ser de primeira quah-
dade-
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, em 4 de Fwereiro do 1888.
O secretario,
Jes Francisco Ribeiro Machado
Papel l caiza a Gomes de Mattos Irmaos, 1 a
G. Lapcrt St C, 1 ordem.
Pimenta da ludia 2 J suecos 4 ordem, 15 a 3. de
Drasina & O
Pa Je trro 15 feizes a J. de Atevedo 4 C.
Puaelias de ferro 65 a Ferreira Guimaries V
C, 18 a Miranda ce ti uta.
Sod-i eaustiea 30 tambares 4 or.i-'ir.
Salare 30 bariis ordi-ui.
Tijolos 22 caizas a A. B. F gman.
Tintas 52 v> lumes 4 ordem.
Tecidoa diversos t'J volumes 4 ordem, 3 a Mo-
uhar.i H ibcr i C,5 a Ciulo Santos ii O, 2 a
A:muida Daarte 4 C., 2 a Almeida Duarte oe C,
7 a Figueiredo 4 C, 63 a M.ebala & Pereira, 4 a
Olioto Jardim 4 C, 1UN. M.ia .\t C 4 a G.
Irm&is & C, 6 a B. Maia 4 C, 5 a F. L>uria &
C, 3 a Manuel Das da Silva GaimarScs, 2 a A.
Uaia 4 C, 2 Guerra oz Fernaades, 4 a Francis-
co do Asevedo 4C,7 a i. v noria t O,.3 n
K. dj Carvalbo &C, 2 a S.lveira 4 0,1 a L
Maia o C-, 3 a A. do Britto e C, 8 A S mtos e
C, 1 Beuto e O, 6 a Fernindes Silva e C.
Tuzas de ferro 6 a Card < o e Irmao.
Vidros 11 barricas a J. Araojo Veiga e C, 7
ordem
Vellas 4 caizas 4 o.-dem.
Carga do Porto
Albos 35 caoaatraa a Cuub i l.-mios e C.
Bagas 2 caizas a Per-.-ira Fats e C.
Cmacrvas 11 caixis a Fraaciaco Guedea de
Ar.i-.ij e Fiih .
Cordaa de liaho 3 fardos a Fe.-rer.
Cor Jas de linho 3 tardos a Ferreira (minara- s
C.
Ferrag'ns 7 volumes 4 ordem, 5 3 ViaoiaCas-
tio e O, 7 a Ferreira io.i-u.tra"s e C.
M-ssa de tomate 11 caizas a DomngiS Alvee
Maiheus.
I' ixe 2 barra a Miaoel J :uquim K b;iro c C.
Piantss 2 caizaa a J. J. de A'ooriui.
Pregos 1 barrica a Res e Santos, i a Ferreira
Gaimares e C-
Peueiras 4 ftrdos aos mesmoa.
Roipa branca 1 caiza a Antonio Pereira.
Rosarios 1 caizi4 ordem.
S. mentes 1 ca>n a Autoaio Daarte Carneiro
Vianna.
Torneiras de po 1 ca:xa a Aitonio D. de
Soaaa,
Viaholl.S e 1/10 a Aatoai LsitedeM.ga
naja Basto, 2/5 a Anfoui-i A, da Silva Reis, 3/10
ao Rvm. Jos G. de G .Horres. 40/10 a Netto
''amp..a e C, 4/5 e 18/10 a A. Rbeiro C Olivei-
ra, 5/5 a Antonio d s Santos Ciimbra, 1/5 a II.
da Silva M>reira, 3 birria a J So de Oliveira
Leite de Soasa, 1|I0 a Antonio i'ereirs. 10 caizas
a Sonsa Basto Aaiorim e C.
Carga de L:sb Amcstrss 1 v.dume 4 ordea. v
Azeite de Oliveira 40 cairas a J. F-rnandea de
Almeida.
Alfasema 5 sueca aos mesmos.
Batatas 25 eaiZaS a Paiva Valente e C.
Baaalni 1 caiza a Jis Gomes Ganches.
Bagas 3 barricas a Joaqaim da Silva Salguoi-
ral.
Coaaervas 33 caizas a JoSo F. de Almeida.
Castanhas 1 caiza a Se veri no c Irmo.
Cal 30 barricas a A. O Beato Borg.-s Ctmra,
50 a Guimares & Valente, 30 a Sousa Basto Amo
ru 4 Q. _
Cebdas 100 caizas a Silva Qaimares Si C, 50
a Ferreira Rodriguea & C, 20 a G n.cal ves Rosa
4 Fernandos, 5 a Jos da Silva Pereira Lisbs.
Calda de tomate 1 barril ao mesmo.
C'iminho 2 saceos a Just Teizra 4 C.
Cevada 5 barricas a Joo Fernaades de Al
meida.
Caapos 1 caiz-lo a J s Gomes Ganches.
Doce 1 caiza ao mesmi.
Ferro de engomar 1 caizao ao meamo.
Impressos 1 caizao a Lindelioi Rocha.
Liaba 3 eaizaa a Manoel Joaqaim Ribeiro & C.
Livros 1 caiza a Antonio Daarte, Carneiro Vi-
anua.
Legumcs 60 caizas a Domingos Ferreira da Sil
va k O
Loocj 1 caiza a Jos G. Ganches.
Maehin.i p;ra manteiga 1 caiza ao mesm9.
Objeetee da eortic* 1 caiza ao meamo, 2 a Aibi
no Crua ce C.
Queijos 1 eaiza a Jos G. Goocalves.
S-meoles 1 caiza a Domiugis Ferreira da Sil
va 4 C
S irdinhss 20 barricas aos mesmos, 50 a J. B. de
Carvalbo, 15 a Justo Teizeira 4 C 15 a Araujo
Castro 4 C, 15 a Lopes 4 Araujo, 100 a Paiva
Valente 4 C, 60 a Joaqaim Felippe & Aguiar, 70
a Ferreira Rodrigues 4 0,30 Sousa Basto Amo-
rim 4 C.
T jlos 120 grades 4 ordem.
Trigo 1 barrica u J. S. Pereira Lisi i.
Viuho braneo 15|5 e 2'|10 a Sousa Basto Asi -
rim 4 C.
Vmbo 10 pipas a Dom'ngis Cruz & C, 16 80t5,
61,8 e 20|10 a Sonsa B isS Amoiim 4 0',!, 115,
10,10 a Abraates 4 C-, 4 10,5, 10,10 e 1 barril a
Jos Gomes Ganches, 4,5 e 4il0 a Albino Cruz
4 C, 5|5 e 20(10 a Maia Sobriuh) di C, 115 a Se-
verino 6 Irmo, 10,10 a Joaquim da Silva al-
gueiral, 15|5 e IOjIO a G-tmaa de Mattos Irmios,
5,5 a J. P. B .telho, 30(5 e 30 caizas a Canha Ir-
mo, 2 ditas a Sousa Basto Am:rim r. C 1 ajot
G -mes Ganches.
Patacho bollaodez Triat entrado de Hambarg*
em i do correte e consignado a H. Nuesch e C ,
miaifestou :
Aleatrio 80 barris e 20 meios ditos a Joaquim
Alves da Silva Saotcs.
Brinquedos 1 csiza a Conrad Wacksmann.
Barras de ferro 1,485 sos consignatarios.
Cimento 1,760 barricas aos meamos.
Cerveja 150 caizas aos meamos, 2 a Feraandes
e Irmaos.
Candieiroa 1 eaiza a Jote de Araujo Veiga e O,
8 a C Wachsmaou, 1 a Deuda to Torres e C.
Ovadinba 85 gai raides 4 ordem.
Esseneias de vinagre 35 garrafoes 4 ordem.
Espoleta 1 caizao a Netto Cimp a e O., 1 4 or-
dem..
Linca 30 grades a- Fernandas e Irmios, 50 e
35 barricas e 1 eaiza 4 ordem.
;*
A Camura Uuncipat da cidade d
termo, em virtade dslei, etc.
Fas cor star aos Sra negocisntes eatabe
nomun'cipi^, qa em virtade do art.%2 das poa-
ta.ssm Vigor, c do art. 83 di lei proviucial n.
1,882 de 10 de Sefinfar j de 1886, qao nio pode-
ro ler seus eatabulecimentoa abartoa nes dias
saotificidoB, alm de doas horas da tarde, e n
dias uteis, alm de 9 boraa da ocio, a b pena
30*000 de multa e duplo na reincidencia.
Paco de Cmara Municipal de Olinda, 3 de Fe-
vereiro de 1888
Dr. J. Cavolcanle de Albuquerque,
Presidente.
Jote Marcohno da Fonseca Manginho
Secretario.
.--------------------------------------j--------------
Arsenal de Guerra
De ordem do I l.n. Sr. major director, distribue-
sc c-sturas nos dias 6, 7 e 8 do cjir nte mes com
as proprins coeturciras, possaidoras das guias de
ns 351 4 450, de oonormidade eom as crieos cm
vigor. ,
S:cc3o das costaras do Arsenal de Guerra de
Pernambaeo, 5 de Fevereiro de 1888.
Feliz Antonio de Alcntara
Alfe.ee adjunto.'
Provincia da Parahyba
do Norte
De ordem do Iilm. Sr. inspector desta reparti-
lo, fiCJ publico para coohecimento de quem in-
teressar, u < em v rta-le do du >:,:> no i fli -io do
Exm. S'. Dr. piobidruti: uv. Braviada >. 128 du 25
duste mes, receb-m-ae nesta ueima r'particao,
dentro do prazo d> 90 dias, contados de hoje, pro-
poBti'8 para ser contratada com quem melhrs
vantageus cff recer, a ei'raicao das loteras su-
toriaadas pelo art. 33 da lei provincial n. 815 .e
6 le Dezembro do t-nno Sudo, em biii-.fi :i i da
santa casa de mieerico'dia e das obras da inatiis
desta capital. 0 contratante, ser abrigado a ez-
trahir no piazo do tris anuos, dadati do con-
trato, sois ou citi loteras, anauamote, de cem
contoa du ria cad> urna, as quaea podeio ser
divididas em loteras de 60:000*000, 30:0^0*001
e 20:000*, nao devendo o pr-mio ao pab ico ser
inferior a 7" 0,0
Secretaria do Tbesouro Provincial da Paraby-
ba, 31 de Jaueiro de 1888
O secretario dajuuti
Luis Aranha de Vaecoticellos.
Novis 2 caitas uri-ro, lia Angosto Seizas.
Parafina 30 cairas a Casemiro Fernandes e C.
Phosphoros 95 cnixdea aos eoasgnatrfos.
Papel de e-abrolhj 1,600 pacites a.-a me;rn s.
Bofkai 1 fardo ordem.
lotin 1 fardo a Cour-t I Wackimani.
Traquea 3 atizas a C irvalbo o C.
Vidros 2 ciizis a Jos de Araujj V:ga e C-, 6
a Ceiiiad \V-ich;ininu.
Paquete francs 'e.-.eji. ntralo doi partos
da Europa, em 4,do cirreut o com gusto L .bule, m,;u f.-s.ou :
Aojis'ras 1 v.il'im) 4 ordem
Aaeizi? 8 eaixas a Cirvalhoe C., 10 a Dom;u
goe Ferreira dt Sivh eli"'
Az-nte a'oli.ira 10 eaisas-a Jo. Joaquim Ai
v>s c .
Chjcjlnte 1 caizio a Doaiiugoa Ferreira da
Silva e C.
C 'gn -iO caizas a Fernaa les u Irmaos, 10 a
Saizer Kuitf.aaun e C.
C-.-os rVBg 6 caizas aos OBjesiaM.
Cuch 1 unza ai Jor.rd do iis t'ernambaco. *
Champagne 6 caizas a J. Lisruin.
Ciaros 1 eaixiio a Ornead Warhjmann.
Clapu 1 a zVj a C'instiaai e O.
Joial 3 CaZ.3 E. GoelSUb.:!, I 8 J. K'MUSO e
O.
Maoteiga i sais is a O. Plovn e C.
Mercad.rii.s Jv-r.) .a 1 iniza a Orar id Waehs.
mann.
Objectoa religiosos i caiza a Nescord, ditos
para chpeos de sol 2 caizu a F.jocscj X.vier
Ferreira e C.
Papel de embru'hi 50 Lri-is a Joi Fernanda?
de Almeida. 40 a Soasa Basto A'oorim e C., 100
ao c osigoatario,
Pentea 2 ciizoes a Gom:a de Mattos Irmaos, 1
a Cinrad Wachamenn.
Papel 1 caixa a Carvalbo Cuuha e C-
Qaeij s 200 caizas a C. P.uyn o C-
Uoupa oraaca 1 caiza a iim4 Rodrigues, 1 a
Bsrnet e C.
Relogios 1 caixa 4 ordem..,
Tamoras 3 caixis a Ramos e C-
Vmho 15 pipas 50,5 e 50il0 a Can'ua 1.-inao3 e
C-i 4 barris a A- Fouquaaz Preres, 3 s J Loaret
1 ao Consol de Fr-.nca, 4 a C. Piuyae C, 4 a J.
Laguin, 1 a E. H nscbell sucoessor, 4 a G. L porte
e C, 1 a Pereira Ferreira e 0, 3 4 ordem. 2 a
B rnet e C, 3o caizas 4 ordem, 25 a Carvalbo e
C.
Vermoutb 10 caiza* Silser Kiaffmaaa e C.
. I]xpertatuli
aactra, 3 oa rzvfBBiao oa 1888
Para o exterior
No vapor ingles C7a Mackay, carrega-
ram :
Para Liverpol, J. H. Uoiwoll 1,00'' saccas com
75,020 fcilcs de algodio ; r". Carneiro 4 O 500
saceos com 39,000 kilos de assuear mascavado.
Na barca americana L'llian, carregou :
Para New-Y..rk M. J. da Rocha 543 saceos
com 40,7/5 kilos de assuear mascavado.
Nj lagrj americano -loue Botto.i, carrega
ram:
Para New-York. Julio & Irma 1,200 saicoa
com 90,000 kilos de asaacar maseavaio.
No vapor americano Nukafield, carregaram :
Para New-Yoik, P. Carneiro O 3.0J0 saceos
com 225,100 kilos de sssacar mascavado.
Na barca portuguesa Lopet Duarte, carre-
gou :
tara L:sboa, S. G. de B.-ito 4 prancboas de
amarello.
Pera o interior
= No vapor nacional Cimillo, earregaram :
Para o Ra G ande do Sal, F. M. ia Silva 4
C. 25 ciizas com 600 kilos de oleo de ricino ; F.
S. Macedo Sobriaho 185 saceos con 13,875 kilos
de aasacar braneo e 15 ditos com 1,125 ditos de
dito mase*vado ; P Carao ro 4 C. 200 aaccas
com 14 079 kilos de algodao.
Para' o Rio de Janeiro, B. C M. V.eira 1,500
cocos, fracta; S. G. de Brito 400 saceos com
24,000 kilo, de assuear braneo; F S. Macedo So
briuho 200 saceos eom 12,030 kilos de assuear
braneo.
No vapor nacisnal Pernambuc), carrega-
ram ;
Para o Rio de Janeiro, Meara Borges de C. 40
pipas com 19,200 litros de agurdente ; J. Bor-
ges 440 saceos com 26,400 kilos de sssacar brao
co e 5S0 ditos com 33,6X0 ditos de dita mascava-
do ; S. G. di Brito 300 aseos com 48,000
kilos de assuear braneo e 200 ditos com 12,000
ditos le dito mascavado ; J. M. Dias 800 saceos
com 18,000 kilos de assuear braneo ; A. Oliveira
4 C. 6 barris com 480 litros ae alcool ; A. F. dos
Santos 52 caizas com vinho jurabeba.
Na barca inglesa Ranavola, carregou :
Para Para, P. Moreira da Silva 30 p-pas com
14,400 litros de agurdente 100 barris com 9,6.0
litros de agurdente.
No vapor nacional firapama, carregaram :
Para Mossor, H Rabello 16 barricas com 9lO
kilos de assuear refinado e 10 saecos com 750 dito i
de dito braneo ; E. O Beltro de Irmo 15 bar-
ricas com 1,502 kilos de sssacar braneo.
Na barcsc D. Sinhd, carregaram :
Para Natai, E. C. Beit.o e Irmii 30 saceos
com 1,800 kilos de assuear braneo.
Readilucillos publicas
tas oa ravEBBiBO
Alfandeya
A companbia fas publico, para couli:ciii^^B
dos intpressadoa, que collocou no mea do Janeiro
prozimo paesado, as apparelho abaixo declara-
dos :
Recife
Huu do Bom Jess n. 59, apparelho n. 8044,
loja.
Ra do Amorim n. 17, apparelho n. 8,045, ter-
ct iro andar.
Roa D. Mara Ceaar n. 2, apparelho n. 8,016,
casa terrea.
Recife, 3 de r evereiro de 1888.
J. F. Maikintonb,
___________________________Gereute. _
%. S da i onceif) dos7 Miniares
De ordem do irmo presidente, eSo convidados
pela terecirn vez todos os nosaoa irmaos, afim de
se renaircm em mesa geni no dia 7 (terca feirs),
to consistorio da meama igr.j i. para preceder-se
a eleicao dos noves funecionarics que teeui de ad-
miniatral a no uno de 1838-4 1889.
Recife, 3 d-? Fevereiro de 1888
O secretar, o
____ Gci-cncio 8. leizeira.
(lunipaRhia de ediie^o
C-, mmanieo aos senhore tccijnist-s, iiossuiio-
res des accoes de nmeros au xi, que rin lu hoa-
tem o pricieiro prazo a que refere-sc o art. 8 dos
estatutos, e qae por torca do meemo artigo lh:s
marcado novo praso de 30 dias, coatados de luje
a 23 de Fevereiio viedouro, para re,ali(rem a
nona prestcina mediante o juro de 12 O|0 on
1:200 i-a por aeco.
633, 9ol h 970, 1,216 4 1255, 1446 a 1455 I86
1595, 1706 4 1715, 1716 1725, 1816 1825,
18G1 4 1S65, 1991 1998, 1856 1860, 557 581,
618 621, 648, 1230 1245.
Recife, 24 de Jineiro de 1888.
Ricardo Menezes, Gereute.
Clreal Westera of Brazii Railway
PROLONGAMENTO DE NAZaRETH
A TIMBAUBA
Previne se ao publico que na quarta feira, dia 8
do corrente, ser aberta ao trafego a esMcao ter-
minal de Timbiiba.
O horario do trem ser o segunte:
Chegada do Recite 1220
Partida para o Recife 120
Jaeon Regby,
Sup. rintendente.
Ucrebedorls eral
o da 1 a 3 ',:'>:V i. 2-i
dem de 4 2:429.917
6:027*845
(tecebedorla provincial
Oo da l 3 1:815*500
dem de 4 425*392
f. dia 1 a 3
l de a oa 4
lloi-ife
Urainase
'(414016
991..081
Diukcro
EieEDIDO
"Pelo vap. niC. Pirapama, para :
Maca 3........................
\lo3iior - :270i892
1:7354097
2.000^000
19.00'J*OCO
Hcrcad Municipal de -S
O aiovimcuto deate Mercado no da 3
vereiro foi o seguate :
Eauaram :
21 bois pesando 3,913 kloa, sendo de Oliveira
Castro 17 ditos de 1', e 4 de p>riieala-
res.
2018 tilos de peixe a 20 ris
4l cargas de farinha a 200 ris
12 ditas de frustas diversas a
300 ra.
8 taboleiros a 200 ria
9 Suinoa a 200 ris
Foram oecupada:
28 columnas a 600 ris
20 compartimentos ao tarn a a
600 ria.
22 ditos de comida a 600 ris
601/2 ditoa de legumes a 400 ris
36 ditos de fasendas a 400 r s
18 ditos de sumo a 700 ris
11 ditos de tressaias a > 4 talboa a 21
3 ditoa a 1*
A Oveira Castro 4 C.:
51 talboa i 11 '
Jos
ce Fe-
40*3(0
8*300
3*600
1*600
14800
16/800
10*000
11*000
2U200
14*400
I2a600
4600
3/000
3*000
54*000
Deve ter sido arrecadada oes.' < s
dias a quautia de 216*160
endimento do da 1 e 2 do cor-
rento y 409*220
Foi arrecadado liquido at hoje 625*380
Procos do aia :
Carne verde de 240 a 480 ria u kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sainos de 660 a 640 reda dem.
Taruma de 16 i a 28) ris a cuia.
Mimo de 24) a 280 ria dem
Feijio de 560 a 640 idein.
Matado uro publico
Foram antidas nc Mataaouro da Cabanga 91
rezes para o eOnacmo do dia da hoj.
Sendo: 72reaea pertenecntes a Oliveira Castro
* (5-, e 19 a diversos.
Vapores entrar
MEZ DE FEVEBBDIO
Sul........... Finance ..........
Europa....... Ta,ut.............
Europa...... Maatllan.........
Sul ...l........ Filie de Siaranhao .
Norte......... Para ............
Sul........... Trent.............
Estados- Unidos Allionca...........
Sal........... Afondo*...........
Sal........... 0renoque ..........

gmduhrl
b
9
li
12
13
14
16
16
19
23
Renda eeral
Do dia 1 a3
dem e 4
Ronda provincial :
Do aia 1 a 3
dem de 4
89.586*025
39.444*646
129:030*671
14:6104099
6.418.593
- 3.1:9381692
Sosaina total 149:959*363
Segunda seoeao da Alfandega, 4 de Fevereiro de
1887.
O thesoureiroFi >ningutt,
O ebefe da secc4o-4^^^^H
Moviuicoto do porto
Navios entrados no dia 4
Bordeauz e escala14 dias, vapor francs Sene-
gal, de 2,373 teneladas, commandante A. Mo-
reau, equipagem 124, carga varios generas ; a
Augusto Labille.
Havre e escala 24 dias, vapor francs Abeille
n. 3, de 45 toneladas, commandante Paulo Bi-
ch, equipagem 12, em lastro / a Wilson Sons
4 O.
Terra Nova36 diaa, patacho ingles Silvit, de
112 toneladas, capilo Albert E. Beavez,
eqnjpsgem 8, carga bacalho ; a Blaekbarn Ne.
edbam & C.
Rio Grande do Norte6 dias, hiate nacioaal Ge-
riquity 2, de 40 toneladas, mestre Joaquim Ho-
nons da Silveira, equipagem 4, carga couros
seceos ; a Manoel Joaqaim Pessoa.
Havre e escala18 dias, vapor francs Ville de
Rosario, de 1,555 toneladas, commandante Por
tier, equipagem 34, carga varios gneros; a
Augusto Labiile.
Sahidos no mesmo dia
Buenos-Ayres e escala Vapor francs Senegal
commandante A. Moreau, carga virios gneros.
ParaPatacho nacional Tabordt, capit o Felippe
RodrigueBMaia, carga assuear.
Cear e escala Vapor nacional Pirapama, Cim-
mandante Antonio Mara Ferreira Baptista, car-
ga varios gneros.
Liverpool Barca inglesa JSrmijna, espitio Evaa
Dovie, carga asaucar e algodao.
BarbadosBarca inglesa alaria, espita o John
Lenaw, em lastr).
MaceiLugar ingles Spark, eapiao R. Skao-
don, carga bacalho.
Rio Grande do NorteHiate nacional 4*rora II,
mestre Manoel Daarte da Silva, carga varios
genero.
03 avreVapor franeea Portera, commandante Le
ueo, carga varios genero*.
Alto marVapor ingles Noriemwn, eeamandante
W Laey, carga apparelbos telegrapbic
Rio Grande do Sol e eseala \
jmandacte Fraok C
\m

i \

*


Oi tic Peraanibuco-Doiuingo 5 de Feyeriro de 1888
H -
. .. L- '
"B"""?
PRADO PERNAMBUGANO
rogramma da terceira corrida
QUE SE EFFECTUARA' NO
Domingo, 5 do Fevereiro de
A's il horas da raanh
1888
Juizes de chegada. -Os Exm. Sra. brigadeiro Joe Clarinio do Queiros, Dr. Jos>Moreira Alvos da Silva, Dr. Carlos
Augusto Flores e Dr. Jcs scrio de Cerqueira
Juiz de partida. O Illa). Sr. capitao JoSj Justiniaao da Rocha.
Jwz de pesagtm.O hita. Sr. JoSo Alfarra. ^ ^J
Ju de ensilhament: O IUm Sr. Ctaaib Dabeux.' '
Jalan de arafcftoncuda. Os Illais Sr. Graoiliaoo O. a C. Martina, Franc.is.so I. Pinto, Jalo J,sd do Atnonm
Coomenlndor Lui Duprat e E. Ch.ne. >
Juiz do distanciado.O III.n. Sr. Dr. Francisco .le Soum R'*.
/mis eicarreoario aera** da rata. Ill.o. Sr. CoatiB-ndador Maooel da odia Mau.
,/u de .Kaa.-Oa Illma. 'Srs. Ignacio da C. Reg MonUiro, Joao Raposa, J. Needbara, M. B:rges a Jos do
Livramenlo o Eurico S. L^vy.
Na.
.'>umci
lelo, cien
Pello*

-VnlurolldM
dea
Peaoa
Cor da iMlImtnla
Propt Icinriu
-l-
P*roo-ionoiactto-800 metro.-Ai.ia.aee da provincia qoe ainda nao teohsm gaubo. Premios : ao l.o 100*, u 2. 20* e o 8. livra a entrada
i'crnainbuco ...
Cilio.........
Canario......
'--'eres.........
Voaclor........
Ira*...........'
Matapiruioa. -
ij'fSp'eicr......
8 Faisca ......
9 Ventana.... .*
8 anu os.
6
6
1
6
6
6
8
4
13*o.........
Rod-di.....
II./ ..-.. ..
Oveiro.......
Russo......
Baio......
Oveiro.....
Baio......
56 kilos.
56
56
56
56
56
66 .
56
64 >
Azul e brsuco ............
Encarnado e amarelle.. j...
Asul......................
Amare-lo.................
Azul e brsncv.............
Atol e grenat..............
Encarnado e asul.........
R-jia, ssol e braoco.........
Rosa e branco............
Wbcrtode Mello Reg.
M.tr.do Paulo de Albqutrque.
Y. M.
Mao el Jeaquim Caiuero Mou'.ciro.
A. B. C.
r. o.
1. G.mes Gauches.
Y. Q. P.
Osmundo P. Cox.
2 Pi.ieu-Progrcao- 1000 metros.
a unos. iCastuiibo i
-Animaes nsciouaes. Premios : 200* ao 1 40* ao 2-, e a terceiro livra a outrada
Baeaiat......
Athei.........
Ventana.......
Rio de Janeiro.
. ruambuco ....
Baio...
154 kila
166
64
Axul eooro................IC .-udtlana Pernambucana.
Prelo e encarnado..........I Antonio Alves de Arsujo.
Rosa e branco.............l'J.itundo P. Cox.
3* 1 arto-UI j snplo Lup. -Andares Grntlemeo riJcrs.320) metros-Premios : ao 1", 2o e 3 objectos de arte
DK
avegacSo Coste!ra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Commundante Monteiro
Segu no da 10 de
Fevereiro pelas 11 ho-
ras da maiin.
Recebe carga at o
'dio 9.
Paasng,. s at as 10 toras da marina da di da
sabida.
ESCRIPTORIO
fales da Compauhia l'ernamnn-
_________cana o. t__________
COMfA.XUIt PKK\AMI CSA
DE
WavegacSo eostelra por Tapor
PORT03 DO SUL
lacei, enedo. Aracaj e Baha
0 vapor Jacuhype
Coromandante Esteves
Segu no dia 10 de
Fevereiro s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
a 9.
KiiCjir.meudas, passagens e dinheiros frete at
3 horas da tard do dia 10.
ESCRIPTORIO
lo Cae da Companhia Perv.ambucana
n. 12
mkmmmm
ie
1 .Sana rcprcchc.
" biid......
Modonbo ..
Sang-pmeil
I'igareira ..
Wierj.....
i-clr.pjs. .
4 aunes.
9
8
6 '
8
7 c
6.
Ruda de .
Ca*tuho.
liua-i-. ..
8io.....
H .. ll .
;. ..v!j ..
Pernambaeo
Lfo eneamado o preto....
La^o tal................
L*co ssol e encarnado......
Laa/i asul,braocoeeocaruade
Laca encamado...........
i.aco amarello e encarnado..
L--oo azul e branci.........
Aigusto P. Me raes M. Pimeotel.
M. A.
Jos Cavalcaote.
Joo Luis Gongalves Fcrreira.
Augus:o C.utiubo.
Ur. L. Scbiimer.
Jos Francisco de Olivcira.
4. 'artelr. *'HCi1ck P.n
b
Voador........ 7 auooj
Tup;oaiiib.... 6 >
Beb ribe...... 9
Tupy......... 6
Njrocgn....... i *
II ..ji-.. .... 8
Oveiro........
Hala..........
rtustti........
Bate..........
Qaafaaba......
Preto ........
Cu1000 metrosAuiui-.cs da provinsia
P. roa albuco .
Premica : lO ao l-, 30* ao 2* e o 3 livra a entrada
56 kils.
56 .
66
60
56 .
56
Amarello..................
Axul e branco.............
Azul e branco.............
Azul e greoat.............
Branco e rosa.............
Asa! e branco ....... ......
Manoel J.aquiai Csrneiro Mooteiro.
A. B. C
Jjio A. de Mello.
Francisco Flix Guncalvea.
Vicente F. Salles de Meoezes.
Jos Francisco de Oiivcira.
5* PareoDr. Souia Bel -1000 mitresAnimaes da provincia.
.. Pernambuco .,
Premios : 150* ao 1, 20* ao 2 e o 3 livra a entrada
7 6 8 6 * unot.
Top Buij-aca......
Bj .....-----
Oveiru........
Ruase.........
66 kttt.
56
56 .
56
Amarello e encarnado......
Azul e branco.............
Ur meo, rosa e asnl.........
Azal a greoat........
Manoel Jos Martina.
A B C.
J. P.
F. Q.
6.. pirco Prado Pernnbucano100 m-troe. Aoimaes de qoalqaer paiz. Premios : 400* ao 1, 100* ao 2* e 50* ao 3"
liPach.....
SlZomby ...
3l Talismn .
3|B.igageirc.
8 aunas.
<; <-
8 a
6 c
"reto ...
I'jrdrho
A'a'.So..
Baio. ...
Rio Grande......
f'oi iiambuco.
56 kils. lAzuleonro ......
64 I llosa-a branco ....
56 lAiui e grenat.....
64 lEucarnad e preto
Coudelari P^rnambocana.
(upi'Ji Bernado loiu o C.
T. d<^Resnde Reg
S. B.
Paami.
7" FareoAfcollcfto-800 metres.Aoimaes nacional. Premios : 200* ao 1, 40* ao 2' e o 3 livra a e^tiala
l|3>tan ..
: I Nurui ga
3|Aabe .
3
5
5
unucs.
Preto.....
!J ltu_b j .
Paran.........|54 kils.
rN-ruambuco.....[58
54 .
Eucirn\do e braoco........1C011.I laria Peroambucana.
Br meo e rosa.............I Vicente P. 8. de Meneses.
Preto o encarnad}..........|Aotonio Alvea de Araujo.
* ompaaia.Fc'aacoza elfaToaj
eSo a Vapor
Linba quinzenl dntre o il.*-vro, Lia-
boa, Pernambuco, Baha, Rio rje Janeiro e
Santos <
o raiorTillB MmMi
Ooratnandante Brant
Espera se dos portes do sul
no dia 12 de Fevereiro segaindo
di*pois de indispensBvel demo-
ra o UtVBE tocando em
LISBOA.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Couduz medico a bordo, de marcha rpida
i offerece exccllentes commedos e ptimo passa-
dio.
As passagens poderlo ser tomadoa de suttemo.
Recebe carga oncommendas e paesageiros para
os quacs tem excellentes accommodacSes.
Par csrga, paesagens, encommendas diuheiro
a frite: trata-sc com o
(Tiijir iilfl Erarlo
Comm&adantg Portier
E' esperado da Europa
at 9 dia 5 de Fevereiro, se-
guindn depois da indispeu
savel demora para a B-
tala. Hlo Je Janeiro
e Mantos.
Roga-se aos Sra. importadores de carga p-ioi
vapores deata linha,quciram apresentar dentro de 6
diaa a contar do da descarga das arvarenga. |UI-
quer rcclamao toncernento volnmea, que po
vi-ntm n tenham seguido para os partos do sui.afin
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
aarias.
Expirado o referido praa a oomptuibiaes n e
rusponsabilifla por extravio*.
Para carga, paisagcns, encommeodase dinheir)
a frate : trata se com o
AGENTE
1* II r? a. 00 9 Q. cr 09
8B SJ 1 5 i 1 er 3 1 cr
m ~t w 1 ra a 1
ti* 1 cr. 0 Q. a o 3 1 a
g-| \ a 5 a 0 sr
f|I 3" a a a tf 5 X 0. a 0 8 0
i , 0, 0 0 2 Q. a> 0 *. 0 ? O
2 0 2 B> re
a. "22 a rft B oa a 0. "2 o. s a> s o.'
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tu ata Q. I 8* 8- a a s
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da Prata. 3 1
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?B
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Sgr
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g3
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Vi
~ Q.er
s =
g
5S
f radores, 2 consofos. 2 jarros, 6 cadeirai de
6 ditas para cri..i e;n, coismjdas, msrqu.
cas, yidrrs, qnadros o di versea ohjctas qau sor3o
vendidas ao correr do msrtello, por conta e.ordem
de ama 'amilia que mudou de residencia.
Leilo
rs
2
CBij)f.r.i.a
x :
CD O
De um salva vida, 1 bote graatle e seus
pertences
alvados da galera lngleza Gal-
ae
Quara-feira 8 do correte
Ao tneio dia
Agente Pinto
J. Cummins, eapitlo da galera inglesa Gal-
gate, iocendiada em alto mur na sua ultima
viagem de Calen ta para New-York com varios
gneros, levar a leilo, per aotorisacSo e presen-
ta do consol de S. M. britnica, cem cenca do
Sr. Dr. inspector d'Alfandega, com asistencia de
um cmp-egad.i da mesma -epartico para o fita
oomeado, per inte-rvonco do agente Pinto e por
conta e risco de quein pertencer, o bjtes e raais
perlences, salvados da mesma rafora, o existentes
na guarda-mora da Alfn^eg*, onda so < fivetua-
r o leilo eo da o hora eupra uienciouacbs.
Em contlnnaeo
ao outro leilii d; velaa, cabos e maia
aalvadoa da barca sllem Louitc.
uoricoeas

th
o* PareoCommendador Lula DH}ra-1000 metros Anim.ts da provineia. Premios : 1*0* ao 1", 20* i.o2 c 3 livra a entrada
PciT..........
Bt berilio......
Talismn......
Boiqae.......
Tur>y........
7 aunes
9 a
8 1
8
6
Baic-aca ..
Riiaso ...
A'asan...,
Picto -------
Baio......
Vernumboco
56 kiU.
56
56
56
66
Aaul e amarell?..........
Axol e branco...........
Encarnado e branco......
Atol e branco............
Grenat e azul............
Manoel Jote Martina.
Jo A. de Mello.
T. de R. Reg.
los Francisco de Oliveira.
Fnincisco Flix Guncalvea.
lra iiiera de .\ave-
gaco Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranhao
Commandante Jo2o Maria Pessoa
E' esperado dos porto do eul at
o dia 6 de -Fi vereiro, < seguir
depois da demora indispenaavcl,
.para os porta donGrtc at Ma-
nos.
Para carga, pasaft<:cns anco(i)ne!id*a f valeres
tracta-su na agencia
PRAQA DO CORPXJ SANTO N. 9
liba de S^ffigeT"
Logre portuuoz Ventas rccfbe carga e frete ;
a trotar i o r. Aiimrim Irmaos & 0.
Lisboa e Porto
Barca portuguesa Loprs Dnarte ncebe car-
ga a f.-ete ; a tratar ora Aroorim IrmSos & C.
Tersa-feira 7, deve ter lagar o leilo d mai-
cena, bisnagas, vinboj e movis existentes no ar-
masem da ra Marqaez d-' Olioda n. 62.
Quarta-teira 8, o das velas, cabos e m-.ie objec-
Us salvados da barca ailema Lonite, exiatentea no
armszem alfandegado Jos Luiz, bem como es
botes e mais pertenc.a salvados da galera inglesa
Galgate, existentes na gaarda-moria da Alfan-
dega.
Leilo
Leilo
das velas, cabos, molldes, baldes
e maisper(euce8 de navio, sal-
vados da barca alienta Lonlse.
QUARTAFEIKA 8 DE FEVEKE1RO A'S Ir
HOKAS
No trapiche alfsndegedoJoe Liit, junto
guarda-Diaria
Agente Pinto
J. Bahtios, carita) da bica ailema Louitc,
encalhada na noite de 21 de Janeiro prximo pas-
sedo, na praia da Cncoica'', em Itamarac, na
saa ul'iaia .riagem de Gonnto para Bostcn, far
leilD com aotTisseitj e em presenga do consu!
allemo, com lic-.iica do r. laapejtor da Alfande-
ga e com aasaCBefa) do etnpr rado da me^ma
repartico, p-.ra o fim nome^.., por intervei-
co do sgeau Pala o por cunta e risco do
quem ; ertencer, das velas, rabos, .moiloes, baldes
c mais pertcnces ra'vade-s da metma o.rca e
existeotes no armaz.m alfandegado Jos Luiz,
junto guarda mona da Aif..nd. ga. rod se .flu-
ctuar o leilia s 11 horas to da cima uito,
por- occasio do leiio dos botes salvados aa ga-
l'.ra ingleza Galgite, existentes na guarda-meria
da Alfaudeg..
Agente Burlamaqni
Leilao
Da Bareaca iossa Nenhora da
Ciraea
No caes do Ramos
Quinta feira 9 do crvente
A's 11 1[2 horas
O ?"nte c'ma vender em Iml'' definitiro a
barcaca Nossa Senbora Ua Graca. Ce 800 sac-
eos, em e8talo de navegar, com todcs os perlen-
ces, ao caes do Ramos, onde se' ach 1 ancorada.
Os Sre. pretend ntes desde j podero exami-
nal-a.
i
ttfl
OBSERVA.QOES
Mcatadopor ndteara.
Roaa-se aos Srs. prrprietHrios, dos aoimaes ioscriptos ni 1* parro, o
Os Sra. propietario podra mauoar p.ocurar scug cartocs de ingtcsao, de)-ck^is e criado at a vespera da corrida s 6 horas da. tarde,
DaFrado.
se receben)/or/ai< at o da 4 s 6 horas da tarde. '._.
C- Os bilbelee pira iegr. seo scham se veud* pel>s pr-eos dj oatuma 4 roa do Imperador n. 83, andar, at o da 4, s horas da tarde,
nss biiheteriaa Oj Pruc'o e em 11 3j doa coadoctor?s da ecmpanbia Ferro-Carril, no da da corrida-
A companhia F.rro Carril ter carrea extraordinarios, eom pequeooa intervallos, para o porto do Piado, d*a 10 horas da rnaana cm dianu-.
Rcife, 31 de Janeiro de 1888. 1*-
O GERENTE,
taver de ter os seas aoimaes no ensith*mento as 10 l/i horas da manh-l.
'
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior.
' ^fc
Estrada de Ferro d lecfe a Limoeiro
Festa de *. ^everlno na eapella do Eogeoho Ramos
DOMINGO 5 DE FEVEREIRO
Alm dos -reos ordinarios de passageiros, haverjm'.is ca seguintes de exeurso :
'I.K1J06 DAS riliSA-
liESS de ioa
VOLT*
da
2*700 Recife (partida ttanb)
2*7i*,|Eocruiibad*. ...
2*700! Arraial.....
2*200
14900
1*100
1*100
700
2*200
Macacos......
Camaragibc.....
S. L .ur 'lie; .....
Tiunra.......
Santa R 11.....
Engenho Ramos (ehegada)
Limoeiio (partidamanbi)
14*0|Carooo Grande .
1 i500Ligda do Carao .
11100 Car pina......
0 i'o d'Alhj -.....
Eogeubo Rain 8 (sjhegada).
1*800
1*500
IIOHATIIO
9.0
9.8
9.16
9.32
9.51
,10.12
10.23
10.46
11.0
8.15
8.35
8.55
Volts
Eogei.ho Romos (part.noite)
Santa Rita......
Tiuma.......
3. Loarenco......
Camaragibe
Macacos.......
Arraial.......
Enere s< I bada .
Recife ^ehegada) .
Engeobo Ramos (part
Pao d'Albo.....
O r pin a
noite)
9 10 Ligoa da Carro. .
10 lOJCampo Grande .
10.15 Limoeiro (ehegada).
1
8.54
9 7
9.J7
Carp.na (partidaUrde)
Traconniem ....
Nazarrth (ehegad-)
oaaBio
8
l>B
8.0
8.20
8.37
8.55
9.10
9.21
9 34
y.41
9.48
8.0
8.10
8 40
8 55
9.10
9.30
sumptuosa-
8.45
9.2
Naaareth (paridam^ nbi).
Trcunhem.....
Carpina (ehegada) .____
* Trem ordinario Oe paasageiros. ,
Os bilhttes de excarso entre Recife e Eogenbo Ramos do tambem direito a volta pelo trem
.rdiaario do pisssgeiros que partir do dito engenhj, s 4 40 minutos da tarde.
I O superintendente,
Jcuon Begby
1888
NO
Thealro de Variedades
DA
tfi-MIM
SERA
mente festejado com
Bailes esplendidos de
msicaluz e alegra
as noites de 11, 12,
13 e 14 do corren te.
Birecco ilo actor Lyra
Veja-se oprogram-
ma que sera publicado
Angosta Labille
p 'RDA^O COMMERCIO-9
Uniietf Sillas i Brasil i- i s.' D.
0 paquete Finan ce
E' esperado dos portos de sul
at o dia 8 de Fevereiro depois
da demora neconsaris seguir
para
naraoo, Para, Barbados, M
Thoinaz e Jew-1'ork
Paraearga, passagena.e te m ..-. i-u >dinfccir<
a frete, tracta-se com o
. r -News,
Fevereiro o qual
i djmors ne-
Dat casas coin sitio e aa '.-.das dependencia
a ra do Coromi Fraucisco Jaciotbo na.
9A e 11, freguezia de :.o^aa SenhorA
da Graca. p. rten-;eotes ao inventario da
tinada D Carlo'a, Bourgird d Castro e
Silva.
Segunda-feira, 6 do crvente
Mi' 19 hora em ponto
Na .geqoia norio n. 12
O agente Pestaa far leilo p ir mandado c
asaisteocia do Exm. Sr. Dr. jaia de orphos e mi
sentea a requerimeoto do Sr. Joao Baplista de
Caalro e Silva, ioventar'anre de asm 6-iada b-ubo-
ra D. Carlota Bourgard ele Castro e Bilva das
casas com sitio a roa do Coronel Francisco Ja-
ciotbo ns 9A e 11 eom toiiaa &a dependencias a
quem melhor offorta fiser pjdendo os Srs. pretea
denles desde j exami-.al-a.
Le'lao
i.o|. ra-se de
t o a 16 e
scguiri 'T
Babia, Mis de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e eneonunendas tracta-
AGENTES
HBfy F fsler k (].
.a- ra "'do commercio- h.
i audm
12*'e distribuido nc dia.
8. R J.
Nociedadle Beereara Juventad-
Sarao eamavaleieo cm 11 de Fevereiro
Os senbores socios que qnixerem tirar convites
^Hfe sarn, podem deixar soss notas na ae-
soeiedade todos os das, das 11 da
maulla iM di. tarde e das 9 s 11 horas da noite.
ac-M acs senbores convidados qua ne. sao
adaniafcivBza ihggregadoa. Ingressos em mi uo
ooreiro todos os das
retara la sociedad*) Recreativa Juveotude
de 1888.
0 1- secretario,
Manco! Joaqaim Baptitta
Recebedoria Geral
O administrador da Recebedoria de Rendas
Ger. s, faz publico qne at o ultimo, do mes de
Fevereiro' prximo viodonro se proceder, aem
multa, a cbranos o 1* semestre do imposto de
indastrts e pr nstoes do ezercicio de 1888 ; findo
o qaal ser cobrado com a malta de 10 |0 ; entra-
im, onvida aos dvedores do dito imp ato dos de
foros de terrenos de mariobs, dos de taxa de es-
crsvae predial relativos a; 1 e 2 semestres do
exerciciode 1886-1887 para que no referido mes
tambem oomparecam a mesma 'Reparticio, sfim
de satiafasersm o pagimento de seus dbitos, vis-
to iiae em Marco v.ndouro serlo as Sontas remet-
dai a Tbesoararia para sersm cobradas judicial-
mate.
Recebedoria Geral, 26 de Janeiro de 1888.
Alexanare de Soasa Peretra do Canso.
MARuiHOS
Patine Steam ^avigation lompany
STRAITS OF MAOELLAN UNE
Paquete Magellan
E' esperado da
Europa at o dia
12 de Fevereiro, e
seguir depois da
Jemora do cost-
me para Va'parai o eom escala por
Baha, Rio de Ianelro e Monte
video
Para eargs, pasMjeiros, ene.mmendat eiohdei-
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wllson mmuM dk ., Unted
niiava bl < eia^aaaiaa ----------
N. 14 -RA DO COMMERCIO-N. U 8. 3- RA
Copanhla Hab a na de navega
4 i ?ao a Tapor
PORTOS DO SUL
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj, Es-
tancia e Babia
0 vapor Sergipe
Comrnand;nle Sommarini
Segu para os p ros
cima no dia 7 di Fe-
vereira, as 4 horas di
tarde. Recene carga
nicamente at so 1|?
ia do reteridodia 7..1
Para carga, pasaagens, ehcominendas e diobei-
ro a f.-jt", trata-so na t
AGENCIA
?ifma do Vigario 7
(Hfiiinf hcs Nathens
R0Y I4IL STEifl PACEII
COMPASV
0 paquete Tagus
t'.' esperado da Europa no dia 8
do correte e seguir depois da
democa necease ria para
Macei, Babia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Rasaos Ayres
0 paquete Trent
esperado do
su!at o dia 14 do
corrente e seguir
idepois da demora
nedessaria. para
Lisboa, Vigo e Sonlhamp^n
Reduceda de passagens
Ida Ida e volta
A' iouthampton 1 classe 28 i i2
A' Lisboa 1 classe 20 30
Camarotes reservados para as passageiros de
Peraambncc
fara passagens, frates, etc., tracta-se
AGENTES
Amorim Irmos &C.
tsas N. 3
De movis, pianos, 1 nica qoadr.s, espelbna, jar-
ros, lonca fina para ric? e juntar, copas, ta-
Ihcres, colbercs, restos de bisnagas, resmas de
papel de cores, miudesas e (otros muites arti-
gue, proprios p8ra o caroaval.
Segunda felra, t* do corrate
A'S 11 HORAS
No armazem da ra Marques de Oliuda
n. 19
POR INTERVENgO DO AGENTE
Gusmo
Arrenda-ae o sitio das Jaqneiras, com gran-
de casa de vivenda, arborieado e cercado ; a tra-
tar no mesmo silio cu na roa do Conde da Boa-
Vista o. 9.
Em Beb ribe
Da aroiaco, gneros o pert-neea da tav-erna da
estrada do Cabanga, p.jVuacSo de Beber i be, em
om ou mais lotea vontade doa oupradjres e
sem r. serva de preco, para liquidar.
Terca-felra, 9 do corrente
A's 10 horas
Pelo agente Martins
-----------------------------------------------------------.
Leilao
De 20 canas com maiaeaa, 10 ditas com cognac,
5 ditas c >tn champadle, 20 caizas easn batatas,
1 caixa eom papel de cores, bisnagas e ouiros
artigos para carnaval.
Terca felfa 9 do corrente
A's 11 horas
Agente Pintti
armazem ra Mrquez de OtinA
n 52
Em contlnnaeo
Differentcs movis, carteiras, candieir i> a gar.
jarres p.ra flores, espelbos, rel-gics, copos, ta-
iheres, colh.TCd e scuitos outros artifes existente*
no mesmo armasem.
A!g->.-. casas a 8*'Xt. w unev,. oviaCce
oes, junto la A. Goe^ac : a. trabar rvaif
>apcratris ;
AVIA Na ra Augusta n. 280, precisa-so de
naia que saiba bem cesii:bar.
*H.lPrecisase de umae.jnimheira4.n0
largo do Corpa Santo n. 17, 3' andar.
Pceeisa-se de urna cosinbeira ; na Migdslc-
n -, aitio do commendador Barroca.
= Aluga-se o terceiro andar n. 52, roa do
Imperador, est asseiado.
Aluga-se o sobrado n. 4 > roa da, Roda,
com be na commodos e muito fresco ; a tratar na
ra do C -bug n. 16, leja.
Precisa-te de um criado para trahalbar em
um gibo : a tiat. r na ra do Vieconde de Goyan-
11a n.25.
AMA r/rcciaa-sc de orna, para comprar
e para curres Eervicos leves de caaa de familia :.
na ra do Cotovello n. 9.
Alug-se aloja do sobrado n. 39. sito ao
largo do Carmo, esquina da ra ele Santa Therea,
serviudo quer para um estabelecirneuto, quer. para
morada : a tratar na rus. Duque de Canas 'nume-
ro 31.
iVo
Leilo
Dec aro que vend o mee estabeleoimento de
funilaria a roa do Arago a. 6, livre e desemba- .
rayado de qualqner onus, Sra. D. Guilhermina
Heoriqaeta da Silva Matoso. Recife, 3 de Feve-
reiro de 1888.
Joe da Silva Chihaffe.
Precisa-ae de urna molber que taiba lavar e
en^ommur muito bem ronpa de bomem e snnhora :
a tratar no Omioho Novo n. 128. Na mesma
caaa prcdsa-se de urna aenhera portuguesa, de
idade, qne entenda de todos os arrsnjos de urna
casa : a tratar a qualquer hora pela manb at aS
10 horas, ou a noite.
Perderam-se tres andis de curo, entre a
casa n. 121, ra da Aurora at a entrada da ra
do Lima; snppoe se ter cabido da mo da pessoa
que ao sabir da casa nao te ve tempo pura proco -
ral-os. Gratifica-ce a quem tiver achado e os quri-
ra restituir : a tratar na referida casa u. 121.
Pede-se a pessea que por engao levou de
nm dos wagens'da estrada de torro d Cazeng-
no aabbado paseado, nm bahczinho de flandres
com direeyo para oCaxungA, centn!) utr.s rou-
pinba de um menino que pebre, o favor de man-
dar entrrgar d:ta baCozinbo. ou de mandar dar
informecoea u esta, xepeito, ra de S Bem Je-
ss, no Be jfO, J- andar, que aiem de se
he fieur ir.uiso e^radt'cido, ser recompensada,
'ruso queira.
k .. 1.
I, Br. Joe Francisco Pedrea) de Carvalho,
reodeiro do engenho Gamelleira, em Santo Antao,
. tsnha a bSidsde mandar pagar sua sobrinba,
orpha de pai e m3i. a renda vencida rm Malo de
1887, relatrvasnecte a parte, que < !la cous'-obdra
no dito eegeiiho, pois o senhor pgoD um dos
si us eredorw 10 ou 12:000*, e nao tem 109*200 .'
pa.a pagar queUa pobre menina. Recife, 3 de
Fevere-irp de 1888.
Francisco Alves de Moracs Pires,
Av e procarador da orpb.
Terca-felra, 9 do eorrente
A's 11 horas
Na ra Estreits do Rosario ?. 36
O agente Modesto Bsptista far leilo do se-
gninte :
Um mobilia de junco, 1 gaarda-comida, 1 mesa
elstica, i commoda, 1 cama de casal, 1 marque-
sao, 1 mesa de 2 gavetas, l'sof, 1 marqueta, 1 re-
tante, 2 lavatorios, loocas, jarros, lanternas, can-
iieiros, doceiras, 1 flauta, 1 berco de fetro, 1 jar-
dineira, 1 peca de oleado, copos, clices, qoadro?,
1 relogio de paredes, 1 Umparina, agua florida, oleo
or s ', tnico e diversas outros artigec.
Agente Silveira
Leilo
Terca-felra V dV eorrente
A's 10 li2 horas
Ao adargo de Pedro II n. 0
Um plano, 1 guarda Iones, 1 mesa para jantar,
macbina para costura, 1 jogo (gamio), 1 voltarete,
1 mobilia de Jacaranda, 2 espelbos grandes, 3 apa-
Precisa-se
contratar com urna pessoa qoe tenha habilitaco
sutfieiente para ensinar o francs e portugus com
perfico para fra da cidade, na comarca -de
Iguarasii, no engenho Per.edinbj : a tratar na
ra do Bom Jess n. 11, i .andar, com Capitulino.
de Gusmao.
Jaboatao
Antonio da Barros Cavalcantc, estabelecido
ra doloperaaor n 45. tecdo vendido seu e tn-
belecimento, convida a todos aquellos que sejul-
garem credores a vir receber anas contas na dita
casa, qoe recebar integralmente, e aquel les qne
nio se apresentarem no prazo de tres diaa perde-
rlo o diieito do debito.
Carnaval
O Chi "ioTarco acaba de rebeber, or
dido sotiimento de epatos de vernj^^^^H
baixi, preprios par bailes e pas.
valescae. "^
N. 10-Roa do Ba-





-

de Pernambnco--Domingo 5 de lo comroemo
Alfredo Pinto c C. avisa a qaem nteresiar
poMa qce nesta data ecmpraram a >oi Antonio
dos 8antcs o fstabelecirxento denominado Centro
dos Fomentes, toa Prooeiro de Marco n. 8, b-
vre e descmbarasado de qualqner cnu.
Becifo, 28 de Janeiro de 1888.
___________________________Alfredo PintotC
Borracha para limas
de primara qaalidade, vendem Lepes, Mdgalbaej
t C, Scccesscres de Justo Teixeira G., asim
como ten eempre um completo soitineoto Z
brai de virce, de apeirV^,,^ g0ito, que vrn-
'?2 por presos sern competencia ; na roa da Pe-
cha n. iu
Caixeiro
Precisa-se de nm menino de i3 14 annoa de
idade, para caixeiro de taverne ; na rr.a do Hos-
picio n. 6.
Mara ala Coala cirio
Coren:tndsdor Antonio da Silva Girio, M&ria
da Concf icio Ferreira Girio, Mano, 1 Domingues
da Silva Girio, Domingos da Silva Girio, Mara
Cbriatina Pereira Girio, Joio Joaqun Ferreira
Girio, Antonio da Silva Ferreira Girio, Mana
Leopoldina Ferreira Girio, Ist.be! da Silva Fer-
reira Girio, Antonia Liura da Silva Girio, Zul-
mira da Silva Pereira Girio, fiboa, oras, netoa e
netas do Maria da Costa irio, fallecida em Per
toga!, convidsm os eeus parentes e amigos a Re-
sistira as misa: s que por sea alma mandam cele-
brar na igreja do Espirito-Santo, terca-fcira, 7 de
corrente, pelas 7 horaa da manta, do que desde
j antecipam aena agradfcirnentoa.
t
Cntelas do flont de Soceorrol
Compra-te cntelas de qualqner i ,!n i u bri
Ibantes, pega se bem : u iraca a laBipsadea-
cia n, 28, lofa de flcjceiro.__________
Oleo Florea
melhor para o cabelle
Oleo Fio. a
larla
Poaatslosila ele Barros e
Uva
Antonio Gomes de Barros e 8ilvs, Mancel Go-
mes de Barros e Silva, Jos Gcmcs de Bsrres e
Silva, Francisco Gomes de Barres e Silva, Anto-
nio Jote Gomes Jnior, Amalia Eudoxia de Bar-
roa e Silva, Theodolioda Gomes d Barros e Silvs,
Mara de Barros e Silva, Losia Bai basa de Bar-
ros e Silva, Mara Gomes de Barros e S'lvn, An-
tonio Secundino de Barros e Silva, Joc Moreira do
Barros e Silva, Joio 8aptista de Barros e Silva,
cotn os eoracSea teridoa pela profunda dr veem
agradecer eom a maicr gratido es obsequies que
akes ficram as pessoas qne se dignaram acompa-
nhar os restos "nortees de ana presada espina,
mii, logra e av, e de novo convidara sos seas
parentes e amigos para essistirem a miasa do s-
timo da de seo fallecimento, t> qual teri lugar n*
da 7 do corrente, a 9 horaa da manba, na ca-
pella do engeobo K: bario.
f
Francisca da Soledade Buatorff da Costa, seus
tilbog, genro e notas, agradecen ai pesaoas que
se digaarsm acompanhar so a'miterio publico os
reatos mortaea de saa idolatrada filba, irm e cu- j
nbada, Francisca Estanislao da Coata ; e de novo |
aa convidam para assistirem aa miases que por
saa alma mandam resar na ordem terceira de S.
Francisco, a 7 1|2 boras damanbi de segunda-
fcira 6 do ecrrtnte.
ArtigsS para acabar
21
Setinetas decores miodinbas a 240 rs. oeo-
vsda
ortiasento c .mpKto em lSs de corea, a 320
360, 500 e 640 ra. o covado.
Qorgnrtnaa de cores, lindissimos padrSes, 320,
400 e 508 ra o covado.
Metim trancado, magnificoa padroes, de 360 re.
o covado.
Bramante de doaa larguras para Incoes, 503
ra o metro.
Dito de quatro larguras, maito boa fasenda, a
lJOOometro. M/v
Dito do linho, francs e ingle*, de 2,1 e 2*500
o metro.
Atoalbado lavrado para raer, deseosos lindos,
a 11500 o metro.
Gaardanapos com franja, 2ar00 a dosis.
Zefirea de coree, neste artigo completo e va-
riado, de 200 4 800 rs. o covado.
Merino liso e de todas aa eoret, a preces di-
versos.
Dito lavrado, msgnificaaxenda, 14 o covado.
Merino pre'o, esplendido o sortimento e gran
de redcelo no pree", de 800 ra.. 1*000, lfiOO-
1*500, 1*800 e i o covado. ,
8etineua francesas, Iras e de todas aa cares, a
400 re. o covado.
Baptistes de cores e nansuks, padroes lindos,
200 rs. e 280 o covado.
Sargelim de todas as cora e preco redaaido.
Crinolina para torro, branca e preta, toda de
quadroe.
Cretonea francs**, braacoa, da corea e escaros.
Alem de grande sortim ;nt3 de oatros artigo;
Ido nos impossivel mencionar, asas qae se ven
em sem reserva de preco : na roa do Crespo n.
21, loja de Oliveira Campos fik C
Novdades e phantasias
21
Vestf s de seda, merino e case mira, pretos, en
feitados a vidrilho.
Sedas de corea pidroee modernos.
Crep de cor para coberta.
Cambraia bordada, branca e de cor.
Manteletes pretos.
Setim de todas as corea finos.
Seda branca para calamento.
Veos e capeMas, novidade.
Meiaa brancas, de cores e arrendadas, para bo
mena senhoras e enancas.
Caaemiras de cores e p retas, e panno preto e
a sal.
Cortinado bordados e crochet.
Colchas idem.
Cortea de rosti para es lete, e seda.
Esteira para forro de aala, branca e de cor.
Alcatifa e tapetes grandes e pequeos : na roa
do Crespo n. 21, loja de Oliveira Campos & C.
Cosinheira
Preciaa-se de ara boa cosinbeira, para casa de
odquena familia : na roa do Paveando n, 19
Passagem da Magdalena._______________________
Carne de vitcllo
Tem sempre venda nos sabbados e domingos
o taino i roa daa Trincbeiras n. 45.
Pao tenteio
Melle & Bisst avisam ao reapeitavel publico
qae tudas aa torvas e sextas teirae teeos este ea-
boroso pi ; 4 roa Varga do Rosario n. 40.
Fabrico de assucar
N. H. Stasrt, representante dea 8rs. Dancen
Stewart & C de Glasgow, annuncia aos senhert s
de eogenbo e oatros interessadoe que esta prompto
a centractar o lev-ntamento de asina* completas
de qnalqacr tsmanbo, e tambem tornece machi-
Diimos para os engeabos existentes, etc. etc.
Todo ser do mais moderno e aperfeicoado.
As moendaa terio a pressSo hydraalica patente
de Stewart, qae augmenta aexpressSo considera
velmente.
As oaldeiraa serSo de fcystcma econmico e aa
tornalbaa feitas para queimar bagaco verde.
Orcamentoi e msis informacea em cs^bs de
Browns & C.\
Roa do Commcrcio n. 5, 1- andar
Sement de carrapate
Compra-ae gementes de carrapsto na fa-
brica de Oleo Vegetaes, roa da Aurora
n. 161.
Aviso

Eaedlna Anguila Serrano Tra-
tsaaos
Primeiro snniversaro
Major Mar colino de Sonsa Tra vastes e aens fi-
Iboe convidam aos aeaa parentes e amigos para
asis'irem as miasas que mandan rosar peloie-
ponso eterno d'alma de saa idolatrada espoaa e
e m4l, Enedina Augusta Serrano Trarassos, no
da 1 do corrente, 4s 7 horaa da manbi, na ma-
triz da Boa-Vista, 1* annivcraario do sen infausto
paasamento, pelo qae desde ji se confeasara eter-
namente eraros. _________________________
Hilario Urbano da Silva, da cidade da Escada,
declara que perden orna letra pagar, da impor-
tancia de 500*, qe em seo favor aceitn Joio
Francisco Regs, eca 80 de Setembro do anoc pas-
eado, ba dose meses, eom loro de 2 (!|0 ao mea, O
com o saqoe em braoco, para que ningaem faca
negocio com dita letra, e nem o aceitante a pague
Eacada, 22 de Janeiro de 1888.
Roa 'ngoaiffladeira
Na roa da Alegra n. 'J eBgomma-se com per-
feco e limpesa, e preco rasoavel.
CRIADO
Precisa se de aro criado, menor de 14
annos ; na ra Duque de Caxias n. 42,
3. andar, por cima da typographia do
Diario.
Pedido
n Ttaeresa 4. ala Coota Koaraielra
Antonio Bapliata Nohoeira convida aos seas
parentes e amigos para assistirem as missaa qae
manda celebrar na ordem terceira de S. Francisco
por alma de sua muito amada espoes, D. Tbereaa |
J. da Costa Nogoeira, na segonda-foira 6 da cor-
rente, s 7 1|2 oras, 1- anniveraario de sen paa-
ssmrnto, coafeaaandc-se deade j sammamente
grato aos qne ae dignarem comparecer a eaae acto
de religiSo e caridade. _____________
O abaixo aasignado pede & pessoa que sabtrahio
a sua carteira, que v restitail a com os papis
qae esto dentro, os sjuaes ce po^em servir para
nao do mesmo abaixo aasignado, que guardar se-
gredo ; pedendo dcixar em saa residencia, ou em
casa d saa mii, 4 roa d >s Martynos n. 156.
Maximino da Silva Gusmao.
Taaotaaaa Paulan!
Manoel Garridoe Manoel Garrid) Jnior con-
vidan) aoa atas amigos e os de T'-omar Pasini,
fallecido na provincia do Psr, pata assistirem a
xnisca qae mandsm celebrar na ig*eja do Livra
ment, pelas 7 li3 boras da u anb.l do dia 7 do
corrente, stimo do passameato do aen presado
genro e conbado Thooiaa Pasini, e desde J ae
eonfesaam gratos a todos qae ao dignarem com.
parecer a esse acto de religiio e caridade.
Atteucfo
Cha preto
O Carlos Sinden receben nova remesas e vende
por menos de qne entro qualqutr ; na loja de al-
taiate roa Bario da Victoria n. 48.
Ao commercio
Jos Antonio doa Sanios avisa a qaem interes-
sar poaaa qae nesta dati venden a Alfredo Pinto
& C. a loja de charutos, cigarros e mais objectoa
para fumantes, sita ra i Primeiro de Marco n. 3.
Recife, 28 de Janeiro de 1888.
JoU Antonio dos Santo.
Grande expsito de no\idades carnavalescas
A LIVRARIA PARISIENSE
7 A1 A 1- DE MARfO -7 A
Mais ama res recebou de eocommenda especial o qae ba de mais novidade
era Paria para brnquedos de crcava], como sejaro :
Animaux do eere Phoqaea Ws!acaGrenoralleeC'ooetteaSanciaaona
KalonsMirlitona crecellea UmboorioeaSaboU-'PorBaoas-FinitoOrgnons. Ta-
do ci>m finisaimo p de arroz.
Grande novidade!!!
P de arroa de coreaaaulverdeaasarelloeno*rnado violeta.
Explendido sortimento de biznagas i
Com p de ooroprata diamante e p de arroz.
Bis na cas francesas
Csm finisaimoa extri ctoa .eapecialidade )
Ditas de borracha com tomeiras.
LMtARIA PARISIENSE
7 A-RA 1- DE MARCO 7 A
Compra ao em grsodes e pequeas qoantidades;
na drogara de Franciaco M. da Silva & C, ra
o Margos de 01 inda n. 28,__________________
Empreza geral de M-
dan^a
Alngam-ae carros de molas, proprios para trans-
p- rte de movis, martnores, espelbos e mais orna
mritos de caas de familia, botis e mentos pblicos, para toda e qu-.lquei parte da
cidade e seos suburbios o arrabaldes, por prego
commedo ; a tratar na rea do Padre nobrega,
outr'ora do Alecrim, n. 24.
RemediG do Dr. Ayer
" CONTRA SZKS.
F." um tnico forto puramente vegetal, e,
polo conhecimento practico dos seus enTei-
tos, GAHAMTTbo como remedio certr para
as febres nmlignas. Estas desordens dc-
vem a sua origem a um veneno miasmtico
. que penetra no sangue pelos pulmocs, altera
o ligado e motiva as differentesclasses de
febres conhecidas por. Terciarias e
Quatrenarias, Internas, do Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
ientes, Biliosas, e Typhoicta.
O Itmrroio r>o T)n. Avun n?utrallsa o
veneno miasmtico c expele-o do systerna.
Nao -conten quinina nem Ingrediente al-
gum mineral; seguro e inoffenjvo, e
nunca l'alha so se usa segundo ao UirccQoes.
PEPARADO PFXO
DR. J. C. AYER e CA.,
I.owcll, Mass., I'. LT. A.
A* venda as prlucipaes plarmaclaa e
drogaras.
Alugnel barato
O 1 andar e soten ra do Csldeireiro n. 4
pintado e caiado, e com excellentea cemmodos ; a
tratar no largo do Kercado n. 12. ______
Alnga-se barato
Sua Visconde de Itapnrioa n. 43, armasem.
Raa de Bom Jess t. 47, 2. andar.
Boa do Rosario n. 39.
frata-se na roa do Commercio n. 6, l* andar
es iriptorio de Silva f)uimarea & C.
Aluga-se
Professora
Urna senbora competentemente habilitada pro-
pde-se a leccionar em collrgios e casas particnla-
rea as seguintes materias : portugus, francos,
msica e piano : a tratar aa roa Marques do
Herral n. 10._____________________
Soccorro a velha
A moradora do becco do Rernardo n. 51, ainda
ae fas Icmbrar s almas ciridosas, que nao se es-
quecam da frote cco que sempre lhe dispeosa-
ram.
Criado
Prccisa-se de um erado ; aa roa de Paysand
n. 19, Passsgem da Magdalena.
~l- Multa allfiico
Os abaixo assignadoa pievioem ao corpo com-
mercial e a quem interesaar possa, que JcSo Bor-
ges de M oraos nenhoma parte tinba no estabele-
cimento da raa do Livramento n. 7, que exclu-
siva propriedade dos abaixo assignadoe, qae pro-
testara faser valer seas direitos contra o mesmo
JoSo Borges de Moraea. Recife. SI de Janeiro de
1888.Casta Campos & C.____________________
Em partieolar aos qae seffrem
Recommendamos os verdadeiios sonis elctri-
cos, evita nevralgias, deres de eabeca e alguns
outros incommodos aos cuidad ;a da eaa de con -
Panes, Pedro Antones & C, roa Duque de Ca-
xias n. 63.
Cosinbeira
Precisa-se de urna coaioheira, teado boa con-
ducta, para casa de familia : dirija-so i raa do
Commercio n. 5, 1- asdar, eeeriptorio da frente,
das 9 horas da manbi aa 4 da tarte.
Espi'cialdade para petle
Lcite antipheco eoitra as aHeracoes dspelle:
vendem Pedro Antones & G ra Duque de Ca-
xiaTn.63. ___________________________
Cosinheiro e engoonuadeira
Precisa-se na raa do Visconde de (Joyaana n.
207 (Manguinho) de urna boa eagommade-ira e um
perfeito cosinheiro.
Boa casa
Alaga-se a s roa Imperial a. 159, com todos
os commodos e bem prrpurada, atub-jo aa frente,
ladrilhe de mosaico, lustre e randellas, estueada,
quintal murado e dependencias ; a tratar no 1-
andar 4 roa larga do Rosario n. 22.
Engenho
Traspassa-se o arrendamento do engento Jar-
dim, do termo de SerinbSem, e vende se a safra
para mais de 2,500 pues, perto do porto de embar-
que ; tamben) vende-se a boiada, barrama, carros.
' um dos primeiros engenbos do termo de Seri-
nbaem : quem o pretender pode entender-ae no
mesmo enajeabo com o rendeiro. ^^^^^^
Ao commercio
O abasto sawtgnado declara qne venden ao Sr.
Jos Gil Peres o sen hotel denominado Estrella do
Norte, sito 4 roa Tbom de Soasa n. 8, nSo ae rea-
poneabiltaaiido desta data em diante per debito de
especio alloma.
Recife, 1 de Fevereiro de 1888.
Manoel Alvea PHolo.
Vinhos sem coDeico
Em ejartatMo. asieoroiasi e srarraraa
Verde e Figoeira.
Collares e Maduro,
Porto e Madeira,
Moscatel e Bncelka.
Uva Branea.
Cal aova de Lisboa.
Aie.to do Deoro, paro, em latas peqienes.
LaaViabra em mesaico de Lasboa, austasa pa-
droes.
Vendem Caoba Irmaos ft C.
341 BfsMire de Best = 3 a
Precos sem competencia
Tpicos do dia
Bisaagas eom t de ooro, prateado e ai ros, al-
gamas eas modelos aOMa, o tasaaem aa extracto ;
rende aertimesto latanain Podre Aatuces ft
C, raa Dasats de Canias n. 68.
as seguintcs casas : a da roa do Lima n. 30,
gr: nde casa cem agua, gaz e apparelbo ; a da ra
da FundicSo n. 10 ; e o 3- andar do sobrado 4
ra do Imperador n. 26 ; a tratar na Ijtographia
de J. E. Pa'cell, 4 ra Mrquez de Olinda n. 8.
Alttga-se
Aileii<;o
Cofres prova de fogo
O Csrloa Sindeo, 4 raa Bario da Victoria n.
49, loja de alfaiate, receben de cocsignacSo e
vende sem competencia.
Aluge-se o 2- andar do predio n. 27 ra do
Imperador, eom grandes commodos engua; as
cbaves para correr, ooandar terreo.
Aviso
a'easa terrea com 8 qaaitos e 3 salas, com peona
d'agaa e bawheiro, e com outra casa unida, est
limpa, sita 4 ra de Santa Rita n. 89; a tratar
sarna Domingos Jos Martina n. 50.
---------------1-----------------------------------------------------------------
Aluga-se
o 1' andar de 27 ra Vidal de Vegreiros ; o
2- de n. 66 e o 1- de n. 18 raa de Marcilio Dias ;
o terreo do n. 27 o o 3- de n 3 4 roa da Penha;
o 1- de n. 27 4 raa de Lomas Valentinas ; o 1- e
2- de f. 16 4 raa de Hortas ; o terreo, 1- e 2-
de n. 84 raa estreita do Rosario ; as casas de
ns. 35 4 raa da Viracao ; 1 4 travessa da Hora ;
26 e 28 4 roa de Nunes Machado, no Espiuheiro,
com bons commodos ; a tratar na raa do Hospicio,
numero 33. _________________________^__
Alugei'se
o 3 andar da ra estreita do Rosario n. 32, com
inultos commodos e muito fresco ; a tratar na ra
da Imperatria n. 16, 1- andar.
Alugase
o 1- andar e sotSo do s.brado 4 roa doa Guara-
rapea n. 90, com 2 salas e 7 quartos, agua, gas,
quintal grande ; a tratar na rna Domingos Jos
Maitiuo u. 50.
Ama
Na roa do Marques do Hejval n. 61, sobrado,
precisa-se de ama ama qne cosinhe e lave, tendo
boa condneta.
Ama
Precisa-se de ama mulher de me i a idade" e de
boa conducta, para o aervieo interno e externo da
casa de urna senbora : a tratai na ra Bario da
Victoria n. 58, 1 andar.____________^___
Ama
Precisase de ama ama para comprar e
coaiohar em casa de familia : n ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir. ^^^^
Ama
Na raa de Santa Rita n. 83, ainda se precisa de
doaa amas, sendo orna para ca regar meninos e
outra para coefnbar. ^^^
Precisa-Be de ama ama para coiinbar e de um
criado ; a tratar na raa.Marqnes do Herval nu-
mero 37._________ _________^_
AMA
Na'ra da Alegra n. 14, precisa-se de ama ama
para todo servico domestico.
No oeeeo da Lingocta n. 2, 1 aodar, proeis
ae de Orna ama para cosinhar.
~Al^ai
Precisa se de tima ama qae cosiste e engomene
para duaa pessoas sem filhos, e qne dorma em casa,
4 roa da Conquista n. 29, oo> ra do Aseoran n. 66.
Amas
Precisase de dnas amas, ama para cosinhar e
ontra para engomsaar ; na ra do Hospicio nu-
mero 81.
Amas
Precisa-se de daas amas, sendo ama para cosi-
nhar e outra para engou mar e mais aervicos de
casa de familia de daas pessoas ; a tratar na raa
Duque de naiias na. 98 95, Iota.
Ama deleite
Preeiea-se de ama ama cem bom leite e sem fi-
lhos, na raa do Lima n. 1, co na rna Bario da
Victoria n. 45, ras 10 horas aa mel dia.
km para eogommar
Preciaa-se de ama qae bem desempe-
nhe este tiystar, toado caderneta, ae 3.
andar n. 42 a roa Dtrqoe < Gatiaa por
cima da typographia do Diario.
Cognac fiaretoqiagpe
Analysado pelo Iilm. flr. f. aasoaetta *Cn
nba, veodem Salasar & C, 4 raa Marques de
Olinda n. 82.
Caixeiro
Precisase de um rapas eom pratiea de moma-
dos e de conducta aaaaoada. para tomar eonta de
4ima easa,'visto sea donos*! desate; a tra-
tar na randa Palma a. 71, oo Mcdan. 9.
O Dr. Villa Nova, medico, fixando a saa resi-
dencia na cidade de Qaranhaos, c-flerece ao rea-
peitavel publico desta comarca e das circumvisi
chas os servicia de sua profiseS). Oaranhuas, 8
de Janeiro de 1888.
Papel pintado, inglez
Para forrar salas e ettabelecimentos, desenhos
lindos e precos baratos ; vende st na fabrica Glo-
bo, 4 roa larga do R serio n. 28.
Atteiipo
Urna senbora viova e sem familia, tendo as ne-
cessarias babilita^es, invrr-ce-se para ensinar
primeiras lettras 4 crian(as em um engenho ou em
ootra qoalqaer parta fra desla capital : os pre-
tendnntes deixem carta fechada ra Nova o. 69,
estabelecimento, afim de seren procurados.
Para cosinhar
Precisa se de urna ama p'ra cosinhar,
sendo bda ; no 3. andar do predio n. 42
da ra Duque de ('. xir-s, por cima do
Diario de Pernambueo,
Criado
I-'recisa-se de nm criado para compras, manda-
dos e mais Btrvico de casa de familia, que neja'
mati colado ; no caes daCcmpanhia n. 2.
Sement de carrapato
Comprase s mente de carrspato ; na ra do
Hospicio n. 79.
Cosinheira
Precisa-ae de urna que cosinhe bem, para casa
de pequea familia, que durma em casa ; na rna
do Conde da Boa-Vista n. 24-F. ^____
Cautelas do Monte Soceorro
Compra ce e paga-se bem ,- na raa Direita n.
26, das 9 s 3 1|2.________________________'
Cjsiahcir

Preciaa-se de ama cosinheira : no arg> do Pa-
raso n. 11.
PEITCi
Administrando diariamente urna Inieco
sobculana com o conteudo de urna scrliiga
de Pravaz (modelo X*> Brxm) chela de
EUGALYFTIIIALEBRUNl
CTJBA-SK
a Tisiea, as Hrotichites
JB OS
kttarrho8 pulmonares
A Encalyptlna nao contm morpUna
LE BRUN, Pharmaceutlco-Chlnlco
PABia, 60 a 5I. Faabourg MTontmarUre
47. roa Lofayette, PARS
Deposito em Pernambueo: tUt-1.4i SHU i
Goitnis s restos gara criangas
em ponto de malba, bordados e lisre, diversas
cores ; tambem reeeberam Pedro Antuues & C,
ra Duque de Caxias n. 63.
Perlumaria fle Rigaul e Cta
Fornecedores das r.drtea de Hesponha,
da Crela da Hollanda. -
8, Ra Vivienno, em Pars.
LEOS SUPERFINOS
Para o Caballo.
A taygiene do cabello sendo difficil
e complicada, os olees preparados
pelanossacasas**? ptefembae apre-
ciados pela alta' s.x Adade, por que,
n5o engorduraaio a calrga, toniao o
cabello tafite 8 brilhaute e do-lbe
urna forca extraordinaria, impeclindo
a sua queda. Recommendamos os
seguintes:
OLEO DE KANAHGA,
OLEO DE MIRANDA,
OLEO DE ME LA TI DA CHIMA,
OLEO YLAN6YLAN6
Recommendamos tambem a Loco
de Kananga e a Agua de Quina,
para limpar, refrescar e tonificar os
cabellos. Em PARS, 8,rna Vivienne.
Pede-se aos senho-
res consumidores que
queiraro fazer qual-
q u e r co mm unica^o
ou reclama$o, seja
esta feita no escripto-
rio desta empreza
ra do Imperador
n. 29, onde tambem
se receber qualquer
conta que queiram
pag^ar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os
Srs. Hermillo Fran-
cisco Rodrigues Frei-
r e Manoel Antonio
da Silva Oliveira e
quando fr preciso o
Sr. Antonio Martins
Carvalho,
Na auzencia tempo-
raria do abaixo assig-
nado todos os recibos
desla empreza deve-
ro ser passados em
1 aloes carimbados e
firmados pelo Sr. Sa-
muel Jones sem o que
nao tero valor al-
guna.
George Windson,.
GERENTE.
MMDEIRA-BOMBi
MONCHOVAUT
JL nica com vlvula, em que nunca
o lelte torna a descer
SUU H ITSTAl COM r*UHU TOMEUO
Boa morada
Alaga se nma casa cem bo'Jo, porto ao lado,
quintal com fruttes, logar fresco, rna da ven-
tura n. 14, Capunga ; a tratar na ra da Santa
Cruz n. 48.
-
VENDAS
Venda de sitio
Vende-ae ou permuta se por predio nesta cidade
nm boea sitio coa br.a casa, omitas fructeiras,
excellente banho do rio, boa agua de cacimba,
exteaaao de terreno para baixa de capim, todo
morad ona frente, com porto e gradeamento, com
caminho de ferro e estacio janto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, conhecido pelo sitio do Joo
Selleiro, jante ao Dr. Ernesto de Aquino Fonae-
' ca ; qaem pretender dirija-60 pra? da Inde-
! pendencia n 40, dss 11 horas s 4 da tarde.
uivramento & C. .
vendem cimento port'and, marca Bobina, de 1
anudada ; no caes do Apollo o- *&- ..
Emprego d' capital
Vende-te nma loja de faz- adas bem afregnraa-
da, em ama das me!horrs mas, ou admitte-so um
socio ; quem pretender dirija se 4 rus Duque de
Caxias n. 47, que i b'er esclarecimentss.______
Usdlhu
de Ouro
e
de Prata
Ljqudacao
i
Na-engenboca Bcmfica 4 rna Real da Torre a,
21, vendem-se boas vaccas tLurinas, roesticas '
da trra ; a tratar-na mr-ema.
Vende se um o up de iuxo : a tratar na co-
ebeira do Deodato ra da Imperatria n. 45.
-----
Viches da Gamfein
Finos
CarC vlica.
Madeira.
Moscatel. ,
Uva Bastarda e de Paseas.
PAEA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na m< recaria de Manoel Correia & &
Fraca do Conde d'Kq n. 1S
Royal Biend marca VI4D01
Este excellente Whisky Eseocez 6 pre-
fer vel ao cognac ou .'gurdente de caima,
para fortificar o corpo-
Yende-se a ret&lho nos melhores erroa-
zens de molbados.
Pede Koynl Blend marca Vlado,
cujo Dome e emblema sao registrados para
todo Brasil.
BROWNS & C, agente.
Aieiles
de coco e de peixe, em porfe e a retalho ; ven-
dem Joo Ferreira & C, 4 raa do Rangel n. 65.
Vende-se
ama casa teirea na travessa do Campo Alegre n.
2, freguesia da Greca, perto da ertacSo do Campo
Grande, com 2 quartos, 2 salas, coeinba tora, ca-
cimba d'agaa de beber, com pequeo sitio arbo-
risado ; a casa preco commodo ; a tratar no pateo do Collegio_n.
81, 1- andar, das 10 4b 3 horas da tarde._______
Fumo do Para
Vende-se na roa da Pefiba n. 25.
Attenco
OpbAo do D' IOUCHUT, lenta!
ragrefado dt Facoltade da edicroa de Paria el
sudan do Hospital da* crisma anftraus, do aen i
| lirro Hvt/tenm Infmnet* t
a Urna actuaaadaira lasan a oaoaUolasuaada 1
t deve tar aaaa Tal rula onda o lae uunoa i
1 a torna a itaawii : eate o principio da I
I MAtiADCiei* rOajCHOVAUT. a
Cosinheiro
Praoiaa.se de a cosinaeiro ; na roa larga do
Rosario a. 13.
Vende-se ama armt.cio envidracada para quera
qniaer principiar qaalquer negocio, por barato
preco ; o roa estreita do Boeario n. 23.
Engeoho
Vende-se o eogenbo 8. Gregorio, dis'ante nma
legoa da estacio de Gamelleira, eom ferragem e
vapor noves, boas maUs, e proporcao para safre-
jar 2^500 ps aanaaei. Ett4 arrendado per------
2:0001 per aaao ; a tratar em casa de Tavares
de Mello, Genro C, no Crpo Santo n. 1_5, pri-
meiro andar.
Bsa-viagem
X
Vende-se orna casa de taipa jento festsco,
com 3 quartoa e 2 salas, muito freses, o terrena 4
arrendado : qaem pretender dfrja^^l
rio da praticagem, de 9 4a 2,nos Afogadas ; a traUr ao pateo da Pan a. 82
qotareas tfaate, faa-ae soo negocie,
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MALTINA
tri
Extracto de trigo,- cevada e ayeia germinadas
Preparado pelX Maltine Manufacturing C Limited 21 e 25 Hart istreet Bloonsbury
Londres E. C.
Approvadas pela Jauta de hygiene da Corte
A 51 AL UNA equivale a 30 vesea o sea proprio peso em diastaae e de 3a
6 vezes ero poder diastosiuo a quslqu.-r cutro preparado deete genero.
A MALTIN'A tero merecido 6 modalhas de ouro em diversas exposi^Ses e
tem urna eceitajSo enorme na Europa e nos Estados Unidos tanto que foi preciso en-
corporar ama companhia com grandes capitaes para sstisfazer o consumo sempre
crescente.
Cbama-se a atten(So dos distinctos raadnos cVsta cidade para os importantes
preparadoa da MALTINE Manufacturing Company. Todos os productos medieamen
toaos sSo msis fcilmente sssimiiados em combinato com a Mal tina, anda mais alo
levados a torrente circulatoria e proraptamente silo nbsorvidos produziudo effeitOB
immediatos.
Lista dos preparados
MALTINA pura.
MALTINA pepsina e pancreatina.
MALTINA phoepbato di ferro quinina e strychuina.
Oleo de figado de bacalbo com leite peptooisado.
Oleo de figado de b calho com leite peptenisado combinado com bypopbospbi
to de soda.
Estrado de carne peptonisado.
Alimento soluvel destinado a obviar a necessidade de digerir leite de vacca.
O leite contido neste preparado est digerido' previamente pela pancreatina.
Veiile-se na pharmacia Central
8
31
Boa do Imperador 38
PERNAMBACO
V
Nova PERFUMARA Fxtm-ifna *
LINONS lisus, moito finos, a 240 tb. o covado.
BRIM pardo para roupa de crianca a 320 rs. o covado.
TOALHAS Mpudas, a 30500 4K 00 e 50500, a duzia.
BRAMANTE de algedfio de 4 largaras, a 800, 900 e 10000, o metro.
DITO de linbo de 4 larguras, a 10800, o metro.
PANNO da Costa de listra e de quadro. a 10000 e 10200, o covado.
ATOALHADO birdados, a 10200, 10503 10800, o metro.
ZEPHIRES de quadro, padrSes novos, a 200 e 220 rs. o covado.
ATOALH\UO trancado de 2 larguras, a 10200, o metro.
VELBOTINA3 de todas as cores, a 800 e 900, rs. o covado.
SETIM Maco de cSres, a 900 e 10000, o covado.
LUVAS de seda arrendadas, a 20000, o par.
LANS de quadrinhos, imitacko, a 120 rs. o covado.
FICHUS, imitacSo Se seda, a 20000 e 20500, uro.
LEQUES de papel, novidadn, a 500 rs., um.
PEKCALE3 miudinbas, oadrSes novos, a 240 rs., o covado.
LENCOS brancas e oom barra, a
10200 e 10800, a duzia.
., a 20000, 20500 o 30000, um.
>
I
A REVOLUCAO
48-lbU DHIIB ftl GUI-48
Esplendido sorlniento de faz^ndas Hilas
Gortea de seda, lindas efirea, para collete, a 60600, nos.
Sedas de listra, lindos gestos, a 10500 o covado.
Sities da cores, lisos e de listriohas e qoadros, a 800, 10000 e 10200 o covado
Ditas maravilhoso, de istras e quadror, a 320 e 360 rs o cov.tdo.
Damacs da algodio, lindos padrSee, a 240 rs., o covado.
Esplendido sortimento de cretones de quadros, listras e Adres, lindos padrSea, a
320, 360 e 400 rs. o covado.
Fiistfes braoses e da cores a 3S0, 400. 440, 500 e 600 rs. o covado.
Merina, lindas cores, a 700, 800, 10000 e 10200 o covado.
Cachemiras acolehoadas para v?stidos, a 500 rs. o covado.
L3 ie quadros e listras, ultima moda de Paria, a 320, 360, 400, 500 e 600 rs.,
oovad?.
Merino pmto, completo aortinsento.
Dito sssetinado, a 10400, 10600, 10800, e 20000, o oovado.
Coirpl -to sortimento de sephiros de listraa e quadros, liados pndrSes, a 100,
120, 200, 240 e 280 rs., o covado.
Cortes de cretog-e com enfeites, com 18 co vados por 60000.
Grande sortimento de cohbas de cores e brancas, a 20000, 20500, 30000,
40000, 50000 o 60:300, urna.
Lindos leques de gaze do seda, ultima moda, 60500.
Cachemiras de quadros, de seda, o mais lindo e moderno qae se pode deiejsr, a
10600, o covado.
Entremeins e babados bordedos e bicos de cor per barato preco.
Camisas francesas, brancas, pp.ra bouens, a 20000, ama.
Completo Bortimento de casemiras, pretaa e de edres, a 20000, 20500, 30000,
40000 a 40500, o covado,
Leques de papel regatas, moito lindos, a 500 rs., um.
Muitas outraa fazendua de gosto, que com a presenca das Exaias. Familias e
reapeitavel publico poderSo apreciar.
Hcnrique da Silva lHoreira
CAPSULAS
fft ATHEY- CAYLUS
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris.'Londres e New-York, para a cura rpida dos :
Corrimentos amigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgos genito urinarios.
OU Urna $xpliciSo dsalhid acompanha oda Frasco-
Exigir os Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Cio: de PARS,
que $e oeho em cata dos Droguista* Pharmaceuticot.
TINTURARA'
:!oi.ua de Matbias de \lbuquerque-2o
*(a* liga roa das Flores)
DE
.CLEMENS KUGLER
SUCCESSOR DE
Otto Schneider
Tinge e limpa com a maior perfei^So toda a qaalidade de estofo e faaendas
em P^C1 oi pm braBi ebapos de feltro ou de palha, tira o molo dae fksends; todo
o tralmlbo feito por m^io de irachinismo aperfeicoado, nt boje conhe:ido.
Tinta preta as tenas e sextas-futras e de cor e lavagem todos os das
COPYtOPSISDojAPAO]
I......- aeCOftfLOPSif de JAPli + p* s aiui. .. as COfiTLOPSIS i* JAPlt
.......CORYLOFSISitJLtlO j BBiuimu.. mCORYLOPSISioJiPf
^rntsMnSRLOPSIS':,) JAFO | t........nCORYLePSIS i JtU
vmm.......s.COITLOPSSsJAPAOpiiii......stMRTMPSileiJiPiO
T
GRAGEAS
*A
IJiMiMI
INJECQAO
mst'rU, nrsbinthlH. V LWbbVbBbbbbMbBsb* teHint sJfom.
AvsVMMMBfiSl JFOlV'oai. :urto a* prinMdrs qu oktiTenai a asjesPva tUwudtcma (1830j ^u- ptarajo-M aas Ho^itaas. Cnrim ats molestias nrsvsa,
ksiii rsbeldav **tu fatigar os lomgo casis deliosdoe.
A INJECQAO FORTN i aempre racnmmendada eomo o comptasMBS daBSlimisIs,
riLAJI* U. da SltTA ft O. SBS
X
af*
':&
.M VERAS& C:j
MEDICAMENTOS FUNDAS E TINTAS DE
<4 jTOPAS AtQUALIDADES |'l------r/5
PHARhlACE UTICOS
DUCTOI CHIMICO-PUABHACEUTKSB l
E6PECIAJJDA0ES MJTL
~3&
Especial dade desle eslabelecimeulo
B'ir B lluDitO U iMl
Elixir dentifricio
Contra a carie e amoliecimento e dores de dente.
Vinho, xaropes o plalas de jnrnl eba
Grande sortimento de peroles, pastilhas; granulos e'pilulas dos trelhores fabri-
cantes earopeus e americanos.
Grande colleccSo de alcoloides os mais modernos e raros.
Aguas miceraes de todas as qualidades.
Para photograpMa e homceopathla
Alcnrl rectificado e desinfectado, obimicamente puro.
A Pbarmacia American tcm ama seccSo bommopathica onde se encontrar
alm dos medicamentos preparados com todo aceio e segundo os formularios habene-
manicos mais acreditados, carteiras, vidros avulsos de todos os tamenhos, glbulos
inertes e medicamentosos, tintaras de plantas indig as e exticas.
Recebe medicamentos directamente de todas aa fabricas da Europa' e America.
Manipulado por precoa commodoe o a qualquer hora do dia e da noite.
CORTES de.fust3o para colotes
GUARDA-P para bomem a 50000, 60000 e 70000, um
GUARDA-PO para senhora, a 80000, 90000 e 100000, um.
CASf MIRA preta diagonal, a 20000 e 20200, o covado.
CAMISAS inglesas de flanella, a 50000, urna.
ESPARTILHOS americanos, a 50000 e 60000, um.
CAMBRAIAS bordadas, brancas o de cores, a 60000 a pega.
SARGELIM da todas as cores, a 240 rs. o covado.
CHAMBRES, para bomem, a 40500, 50000 e 60000, um.
MADAPOLAO americano, a 80000 e 70000, a peca.
GAZE5 arrendada imitar So de aeda, a 600 e 700 rs., o covado-
CORTES de setineta com um pequeo toque a 60500.
GUARNIQaO de uroch it, 70000, urna.
MERINOS preo e de c6res, a 800, 10000, 10200, 10500 e 20000. o cofado.
CHEVIOTS preto e .nil, a 30000, 30500 e 40000, o covado.
BOLCAS para viagem, a 40500, 50000, 100000 e 120000, urna.
GRANDE sortimento de bordados e ntremelos.
PECAS de bicos de cores, a 20500 e 3?000, urna.
SEROULAS de bramante, 150000, a duzia.
EXTRACTOS de drfferentes qualidades, a 10500 e 20000.
COMPLETO sortimento de camisas, colarinhos, punbos e gravatas.
PARA AS EXMAS. NOIVaS
SETIM branco n:oito fino, a 10000 e 10200, o covado.
POPELINAS do seda, a 700 e 800 rs-, o covado.
LEQUES de setim branco, a 60000 e 70000, uro.
FUSTOES brancos, a 400, 440, 500 e 700 rs. o covado
CAPELLAS e voa, a 80000, 100000 e 120000.
MEIAS brancas arrendadas, a 10000, o par.
PARABANHOS DOMAR
COSTUMES para homens a 80000.
DITOS para senhoras a 100000.
DITOS para meninos a 50000.
TOALHAS para o mesmo fim, a 10500, urna.
NA RA I. DE MAR(!0 K 20
DE
AiyLARAL & C
n*ee<


Peptonas Ppsicas
ob CHAPOTEAT
Pharmaooutico do X* OlstJBSM
i e '
ffnrmd' $m /uto d'Hygleno do Rio-de-Janeiro. EmpregUB\ mm
Hospitaes de Puris e nos de Marinha
A Peptona o producto de digestio da carne Ce vacca pela pepsina de Chapo riAOf
estreida de estomago do carnsiro e transformada em um alimento soluvel, Imme-
dUtamente assimtlavel, que vae ter a todos os portos ao organismo por meio da
eireulasao venosa, e alimenta os doentes sem fatigar-ibes o estomago.
O Vinho de Peptona de Chapeteaut pa isso indicado as molestias que
tesa por causa as tatos digessoss, aas axssooOes do figado, aos intestinos, as
gsustritea, na anemia, na chiorose; as moloatiaa de peito, na dysenteria
dos paizes quentes, as digutoes difficeis e laboriosas. Este Vinho amenta as
ersanfat, que nao sappertso a comida, augmenta a seerecSo do leite das psssoes
qeeerifio e tornan mais riee; fortifica os velhos e levanta promptamente se forcee
dos asnKsfsmwtss.
A Conserva de Peptona de Chapoteaut, que pode ser empregada interna-
mente e em clvsteree, tem o poder de alimentar durante meses os doentes mais
graves, como os tsicos, que nao possSo tolertr alimento alg
que soffrem da bexiga, des riso e da medalla esainhal.
os oancerosos, os
> de confundir as PEPTONAS DE CHAPOTEAUT com outros ftorintim
com sems do esmalto c vegetase fermentado.
Deposito em Pars, Ru ?trisane as prinipas
m
JE DAL! A DU HONRA
0 OLEO CHEVRIER
I Sulrinfll Pie Aleitrl*.
KSmnU u trurliAm do
i OLEO de FIGADO
K ItCAlll FERRUG1N0SS
S* iHlct prtptftcio ou* prmitU
dmni$trMr o Forro hm >.-#.
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A FHANCA B DASDROPA
MOLESTUirDO PErfO,
SFFECCOES ESCROFULOSn
l~ CHLOROSIS,
JLNEfGIA. DEBILIDADE,
TIMCA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE nTfilKOT. DO IMPERIO DO BBAZIL.
E PARA ACABAR!!
Tecidus de phntae p ra vestido, a 200 > 240 te., o covado.
Setinetas, idem, o que ba de mais novo, a 240 a 280 re., o dito.
Renda da China, branca e de cdrs, a 240 e 280 rs., e dito.
L3s modernas, a-320 e 360 rs o dito.
N,n8oes de cores firmes, a 160 e 200 rs., o dito.
Merinos de i-Ores, duas larguras, a 5C0 ra., o dito.
1 Jera preto,. a 800, 10000 e 10200, o di-o.
Setins Maco, preto e do cores, a 800 e 10000, o dito._
Casacos preto para Bcnbor, ricamente enfeitados, a 250000. e 350000.
Mantilbas brssileims, a 50500, una.
Fich pretos e de cores, a 45000, 50000 e 60000 ; sSo grandes.
Tapete avelladados* lindissimo, 120000 e 160000, um.
fara as i:xmas. uolvas :
Grinallas e voa de seda, a 9000 e 120000.
Colchas de crochets, ricas, a 90000
Gaarni;3cs de dita para sof e cadeiras, a 80000.
Leques e espartilbos baratisaimos.
Setins finos, a 10000 e 10200.
Damascos e popelina branca,, a 900 e 10400, o covado.
GuardanapoB de linbo, a 20000, 30000 e 50000, a duzia.
Atoalhado bordados, a 10200, o metro.
Pe$a de esgui&o para casaquinbos, a 40000.
MadapolSo americano, a 60CM'. 24 jardas,
dem pello de ovo, a 60500, 24 dita.
Algool superior, a 30000, 40000 e 50000.
Completo sortimento de casimiras.
Cheviots preto e asul, a 30000, o covado.
C-s'Tcin.8 de cores para costamos, a 20500 e 30000.
Camisas inglesas para hornero, a 360000, a duzia.
SerouUs bordadas, a 120000, a dita.
Lricos e linda caixinhas, a 10800 e 30000, a dita. >
Meias nglrias para homem, a 20500, 30000 e 50000.
E muitcs artigos que se vendem com granies abatimento.
As vendos em grosso teem o descont da praca.
1. O I A DE
Pereira & Magalhes
SUCCESSORE3 DE
&c.
5-rua Duque de tallas &9
CAJURUBEBA
MELHOR MEDICAMENTO DEPURATIVO
Approvado pela junta central d hygiene publica da corte, aotorisado por de-
creto imperial de 20 de Junho de 1883 e mandado in luir no furmul-rio do Hospital de'
Marinha e enfermarins per aviso do Ministerio da Marinha n. 1,523, de 9 de Outu-
bro de 18S5, com audiencia do cirurgiSo-mr da armada, que informou ter este med- -
camento prodazido ezcellentes resaltados no Hospital e na clnica civil, e empregado
actualmente pelos roelhores climicoa, como o mais enrgico e prodigioso medicamento
na cura radical dos rhenOMllsaiOS de qualqaer natareea, em todos as moles-
tias de pelle as leucor rhas (flores brancas) as differente formulas da
syphilis e em g ral em todas a molestias, occasionada pela Impureza do *a-
COMPOSICVO
Frmino Candido de Figueiredo
VENDE SE EM GRO SO E A RETALHO
P 9B Iti IV Jl li B II
A roa 1. de Margo n. 9, na Livraria Francesa e em todas as provincias.
SOLUCAO COIRRE
*//> f selh
AO CHLORHYRO-f*!OSPMATO DE CAL
todosos ue
Bscrorubu, MJeOlttsms,
> ees seeasliiuiua dopiado por todos os Mdicos da
islams oerei, Anemm, CklerosU, rutea. Cachea**, Bscrt
Oes estos, Cresetnata tima tas enancas. Fasto, Dwspsvsias.
hrt, COIRRE rk>. fl, m t ttmkt-WL 1
ELIXIR DESOBSTKEXTE
Eupeptico de Gerva
Preparado pelo pharmaceudlco
JOS' FRANCISCO B1TTENC0TJRT
O GervSo tem urna aecSo desobstruente eztraordiosria para o incommedo
o figado, bajo e estomago, eonforae o deaereve Dr. Mello Morae.
Um grande numero de pessoa que tem usuo delle considera-o infallivel.
Levados por estas informfec8a e por omitas experiencias presenciadas par
ao meamos' apresentamos ao clinicos e ao publico em geral, um Elixir desta plswfc
ie um sabor delicioso e de uu effeito verdad-iramente benfico para os pobres detpea-
iooa, splenetico e aquelles que soffrem do figado. 5
Os proprietarioB da Pha-maria Central
DEPOSITO IU PHABMAG1A CS^TTHAL
N. 38 Ra do Io-p-rador*-N. 38
fERSAMBCO

i






LITTERTllR
DENTE POR BENTE
por
2MILE BLA7ET
JOGADOR POR AMOR
{Continuadlo)
acentuou
Val-
Mine, de Brecourt,
morin.
Aquella bonito rsps cheio de attnn-
5838 para cora ella o filho familia.
O noss a|uigi Luciano.
E aqu lia formosa rapariga, elegan-
te e paluda, qua parece sonlur uo lado da
cadeira de rodss, cora ora livro abcrto
sobre os joelhoa, ...
A daraa de componhia.
- Exactamente; M'Io. Andrea...
Andrea. de que?
Andrea sam maU nada. Andrea tr*s
estrellas.
-- Que adroiravel creatura oxelamou
o conde... e coraprebenlo que Luciano ..
Cora tal Magdalena ralo, nao lhe
parece que devo ser agradaval fazar pa-
pel de Lazarr? .
Como elle a olba I
E cora que oluar sobarbo, indifferen
te, ell.. supporta Msn.aU* olbar I Deve ser
ara Lomera infeliz, se a ama,
A conversa foi incerrorapida, e a sua at-
tengSo desliada do pequeo draraa que se
estiva representando no jardira, pelo cla-
mor formiduvel que vinha de dentro.
A banca da roleta tiolia saltado, como
a do trinta-e-quarenta ; o os espectadores
enthu8a8mado8 queriara levar a William
Smi'.h era triumpho.
Mas o americano, fugindo aquella ova-
co ruidosa, sabio, levando o velho e a
moja, as suas duas sombras, e eclipsa
ram-se.
Chegado ao jardira, Suzana corren
como ama louca pra Mme. de Brecourt, e
lancou se em seas bracos.
Oh roinha sonliora, como estoa con-
tente dizia ella.
s E d'ouda lhe vera essa grande ale-
gra, roinha querida filha T
Williara fez saltar a banca duas ve-
sea, duas vezas, duas vezes, est ouvio-
do?
Ah I coroprehen io I M s alguna das
anda dessa felicidade, e Mlle. Suzana de
Valneige ser Mrae. Smith.
Nao core, mioha filha, prosigui a ve-
Iha, ter ganbo muito bam a sua felioi-
dade!
E dirigindo se ao americano.
Sr. Smith, diasj ella: est muito fe-
liz esta noite.. Para o castigar, o Sr.
marquez e Mlle. Suzana de Valaeiga fieam
para jantar coraraigo. Luciano, accrescen-
tou ella, ser tarabera do nosaoa, nao
verdade ?
Luciano ia responder afirmativamente,
mas um olbar de Andia, cuja significagao
s ello corapregendeo, deteve-lbe assira
nos labio*.
Desculpe me, minha mai, dase ella,
mais o Sr Smith j a tioha precedido...
e proaietti lhe foitajarmos esta noite a sua
victoria com alguDs amigos.
William Smith cabio das nuven-<, maa
nao se aniraou a desmentir o mancebo.
Vai, disae Mme. de Crecourt, mas
nao fajara loucuras Jur--rae que ters
jaizo. *
Oh exclamou algreroente o mar-
quea, fnzendo tinir o sacco, deixe a moci
dade divertir-se !
II
GO AHIJAD1
Layrnd, Tot Maullare, La Canaris o a
gorda All* nina, osfavara reunidos roda
da raesma meaa em un dos sumptuosos
sames do hotel de P*riz.
As relacSas cordiaes de Laciano de Bre-
court e de William Suith tinham por base
urna tro -a de sarvoo recprocos. D^poia
da ronde ranaglo de Caetano, Lciano, ator-
mentado pela riuvid, tomara a iniciativa
de TTm inquerito sobre as circuroBtanoias
em que o pseudo CntvireB e o verdadero
se haviara encontrdo ero S. Francisco.
Encarrcgara d'este inquerito ura opolcnto
banqueiro com quera entretiuha relc.c5es
coromcreiaes.
A missao pouco agr lava ao nabado ;
mas, nSo qnerenlo elle deixar de obsa
quiar ura diento importante, pQz aa pista
que se lhe assignalavu, achando iucowp*-
tivd com .1 sua posic'lo s<>guil-a elle mes-
no, o m&is astucioso e esperto dos seus
empregados.
Esta rafiro emrito era William Smith.
William Smith d-aempenhou esta mis
sao com gr.-nde satisfac2o de Luano de
Brecourt. Soube, cora argumentos irresis
tveis, deaenrolir a lingua do dono do ho-
tel onc'e Ohavires roorrera miseravel, po-
rm nao solado, era abandonado. Soube
que um viajante cujos Biguaes correspon-
diara sos do prisiooeiro de Newg.ite, ocou-
pava o aposento visinho ao da marquez,
quando este foi atacado de varila negra,
e -jue, sera temer o contagio, na occa-iao
era qae todos os criados, amedrontidos,
neg.vam-se 30 servico, collocou se sua
cabeeeira, e o tratou como ura irraao, at
os ltimos momentos.
Poi por .estas iodioacS^s que Brecourt,
juntando os seus generosa esforgos aos de
Lord Evandale, solioitou a soltura do pri-
sioneiro antes do haver terminado a pona,
e a alc&ucara. ,
conceder
boje
r.iiHa alguna diaa 'Vorae o
, ser ra breve minua nulher.
- C>m ffFiho, 83 u.l> rea iassi s rii
discreta, p dia que me dissossi 00oso coa-
ci i csses dous centiraentja.
Nao ha indiscripfXo n'igj).
Eutao, eu o escuto.
. Nos o escutaraos. ei:l miara a em
coro todos os cooviiados.
Ha tr:s annos, oj.aeuou William
Na noite d'atse ois, a que es antigos te-
riam chamado de fausto, e assignalado cora
um seixo branco, William Smith, Luciano
de Brecourt, o conda de Valmorin, Joo
Quando, algans anno depois, William
Smitb, que enrique.-era, veio a Pariz, onde
nao conbeoia niagusm, sua primeira vi-
sita t< rara Laciano de Brecourt. Este,
grato pela sua obsequiosa iotervencao, poz
se sia disp}sic3oJ e guiou pelas diversas
rodas onde tinha entrada, o vez com que
em muito pouco tempo conhecesse a vida
pariz'unse, e, cono eram da raesma idade,
mais ou menos, tornsr-.m-se logo os rae-
Ihorea amigos do mundo.
Uraa circunstancia particular havia,
desde o prin tipio, transformado essas ra-
la^Ses, que p,dum apenas 8:r de simples
conveniencia, em verdadeira intiraidade.
William Sa.ith nao cnegara s Franca.
Troux ges e eua encantadora filha Suzana, os
quaes, era consequencias de especulasSas
infelizes, complicadas oora perdas enormes
naa casas de tabolagera, das quaos o an-
cilto era frequentador assiduo, tinha encon-
trado na maior miseria as ras de S
Francisco, Este fidalgo prodigo era con-
temporneo e ura dos mais antigos ami-
gos da mai de Luciano; assim William
Smith, presentando se com esse patrono
e com o prestigio do servijo prestado, vio
abrir-se-Ihe de par em par as portas do
palacio de Brecourt.
Os dous rapazas, depois de se haserem
cbsdrvado e estudalo reservadamente, de-
pois d-; torera feito experiencia dos seus
genios, tinham tomado por norma, por
accordo mutuo, entregarom-ee aem iia-
cussao s anas mutuas tantasias. Foi por
isso qm William hav'u acceito, pouco an-
tes, cora tanta facilidad*, o papel inespe-
rado de araphytriao, dizsndo comsigo mes-
roo qu, se Luciano lhe destinava ease pa-
pel, que Kayia sera duvita alguma inte-
resse eerio
Estavim na sobremesa, e os cadveres
de viote garrafas de Rcserer cabidos so-
bre a toalba branca, entre os restos do
banquete, attestavam qua a batalha havia
sido seria L'a Can*ris disse ento a
William Smitb:
Nao o sorprehenderei seohor, diaen-
do lhe que en* cariosa.. Pois boro I
des java sabsr se verdade,_ como Lucia-
no nol o aifirraa, que ar sua paixao pelo
jogo nao tfm por movel smente o.odio
pelo jog i, mas tambem o amor!
E' verdade, mioha senbora, o amor 1
O mor par aquella que, se a fortuna me
Sritb, habitava eu un dos satis itrodatCoB
botis do S. Franuiaca. Ura francez, de
Valneige, ocuupsva cora ana fi'hi un dos
quartDs da raesraa casa tu: eu, l em cima
uo sexto andar. Muito orgulh s-s, quasi
pobres, cscindiam a su. miaeria ora ura
ou'dado cheij d? ciuraes. N'aqulla po
oa, eu valia piuca c.iuas, ua^. mil dors,
apenas. Mus os vizinhoa valia n ainia^rao-
n>s que ou. Esta^idi e a conscienuia do
que a oven fran eza nao rae via cora mui-
to mos olhos decidirara do mea destino.
Fiz a corte a MU?, da Valneige, o tres
raezes depois pedi a sua raa >. MU'. Sj-
z-na nao repcllio o meu plido, m:.s pe-
dio oito dias p.ra reflictlr. No oilavol
dia, quando voltei para saber da minha
sentenca, a.sim sa exprimi : Senhor,
diase-roe ella, j fomos ricos, muitos ri-
cos. .. mas meu pai era jugador e fui Mo-
naco que nos tirn tria a noasa firlun-..
O meu- cora^ao perteuce-lhe deste hoja,
mas a rninba roao s lhe pertoncer uo
'a em que o seohor ti ver arruinado a
banca de Monaco. Fco desta desforra a
coudicao do meu cas.ment, e se D<:us nao
m'. conca ler fioarej t Itoira. t
Achando a idi granie e generosa, co-
ceitei o pacto o dssdo ent2-j s tive uraa
idea fix : arruinar a b Mas, para conseguir era preciso lutar
cora armas igua a. Era preciso uraa gran-
de fortuna. Nada ma arredou do proposi-
to do a adquirir, nem as priva,oes, nem os
duros labarea Boj* valho ura roilliao e
quinlunt.s rail dollars.
Um mil >ao e quinbentos mil dollars I
disse Jlo- Leyraud "rregalando os olhos.
laso que se chama uraa fortuna I Mas
c banca tera devorado muitas, outras I
Anda nao- lbe disse tudo, prosegu o
o americano. Durante o dia trabdbava,
e a noite encerrava-me com os mais expe-
rimentados jogadores e cora os mais habis
calculistas dos dous mundos, que fazem de
S. Francisco o seu quartel general. Es
tudei os jogos de azar, as suas probilida-
des, as suas combinayS-s, os seus capri-
chos, as su-s re vira volt ts bruscas. Fi-
nalmente sei boje o que me importava sa-
ber.
(Contina.)
de pan poieraMft "ia uioa? k^Bii vjoc
ta
Tinharao3 afeliz Dente tSo piuio tem-
po, que quasi nunca podamos visitar ura
logar, qualqur laboratorio, murea ou es-
rjpla por mais de urna vez !
Podemos aiadu assim encentrar todas as
facilidades, havendo eonservadores, alguns
collagaa e directores qua nos entregaram
relatarlos raanaacriptos sobre os assuraptos
por qae n^s mais os 'u.t<-ressavamos 1
I wfi mais longo a* sua extrema deica-
d.'Z;'. Como na, ora gara!, n*.j poliamoa
volt&r segunda voz, maudavara nos os tra
balboa ao hotel oode residamos.
Quando visitavaao qualqanr hospital
mus-u ou (st:sb-.le3mento-, levacAmos um
quastionario manus.rpto, fixando os pon-
tos sobro que mais deslavamos ser infor
mados," o podemos asaira aproveitar rao-
Ibor o torapo. E temos eases quostiona-
i-io, c^mo ama das ma8 gratas reoorda-
c5ea 1I04 nossos eatudos em Vienna d'Aus-
tria e era Paria.
Tcriaraos feit > muito mais, com van'.a
O'Pnth'on em.^a 79
O Observatorio do lofafeta
D. Luiz, em Lisboa, so-
bro o nivel do ra:r. 96
A Fl-icha dos Invlidos,
era Pars 105
S. Pedro de Rima 132
A catbedral de Vienna 138
A cafhelral de S Petera-
burg) 142
,\ maior Pyraraide do
Egypto 146
A cathadral de limen 150
A cathadral de Colonia 159
A torre Eiffcld, era Pars 300 1
Pjr eatss r.ferncias avalia se
menti a estupenda altura da to.-re
E quera est 110 Porto, por exeraplu,
poder f-izer molhor Mea, ss imaginar qua-
trd torres dos Clrigos, postas urnas era ci-
ma ti -s oit'.ras, ficanio anda asira 8 me-
tros mais abaixo do que a torro E'ff'.l '".n
Paris I
Quera est era Lisboa, e con'uece a raa-
xi na altitud
.
s
s
l
clara
Eiffel.
com ura prtico rnonaraontal, 8reo do Tri-
pho ou anda com nlguraa copula gigantea
e artsticamente diaposta, mas qualqucr
deatas obras c;nstitue ura rnocuraento mais
ou menos grandiosa sera os intuitos scien-
tifioa com que construida a baila torre
Eiffel.
Nao admira tanb^ra que ae Ievantossem
duvidas e houvesso mesrao largas criticas
sobre_ a coiiatrucjlo de ura monumento
desta*ordem, mas a scin,ia e a industria
triurapharam o a torre vai tomando largo
incremento e levando a admiraco e o es-
pauto a todos os que Ihc estudam o desen-
vdlvraento, a simplijidade, a segursnea,
aa vantag3ns scientficas e attentam at nos
explendidos pauoramas que dilli se disfruc-
tara, e nos sorprendentes effeitos de um
logo, por exempl, lancado a 150 ou a
200 metros de altura e irradiando em todo
j espado 1..
Estamos convencidos da qua nunca sa
penaou era ver uraa ooisa assira...
e, a qa'- so eleva o. noaan
eb-
gora par* o paiz e para as colonias, sa ti-^ sorvatorio do infantJ D. Luiz, tacilmiote
VAfilEMDES
rOLHETBr
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO l RIGHEBORG
A eiposl^lo de ns en Pars
Entre os grandiosos trabalhos, qua se
preparara para a exposicao de 1889, em
Pars, presenta-so, em primeira hohs, a
torre Eiffel, que 141 metros mais alta,
de que o mais alto moDuraento do mundo I
Quando na, era Novembro do anno pas-
eado, na oompanhia do nosso distincto col-
lega, Dr- Jacques Bartilloo, a fomoa ver,
estava ella a cerca de 55 metros da altura.
Fomos tambem, par essa occaaiXo, ao
palacio do Trocadero, e d'abi podemos
apreciar o bello panorama, por onde ae es-
tendera as grandiosas oonstruoc.o'es, de que
a custo, pode fazer-se perfeita idea,'- lendo
ponas 8implices narracSes descriptivaa.
Na falta, por n, de gravuras, planos o
desenbos, recorreremos, sempre que nos
(5r nosaivel, aos fi tos comparaveis, rea-
lisados tanto em Franja como em Portugal
e n'outros psiz^s, o os leitores obterlo des-
te medo todos oa eleratntos de fcil apre-
ciaclo para melhor poderem formar juiao
a respeito das constru-'eSas, que se levan
tara para as exposicSes parpiaes.
Tivemos a boa fortuna de as poder ad-
mirar, quando alli f-jra js, para ver de per-
te as obraa da torre em ronstruccao, e por
isso as relumbramos com enthusiasmo.
Deixaram nos as mais gratas record a
c3as os momentos que paasamos no Cam-
po de Marte e no Palacio do Irocadero,
e lamentamos que nao fosse maior o dia
amo naste lugar
qua
est
vesseraos tempo o nos fossera dados os
raeioa mais iodispensaveia para remunerar
alguns servidos ; mas, com pezar o dize-
raos, nao nos foi p>aaivel realisar todos os
no8soa desejoa. Conseguimos obter, anda
faesim, variadissraas informbase bastan
tes documentos e publicado:s, cuja impor-
tancia poder avaliar-se pala serie de con-
ferencie, qua remo* revivando as nossas
sociedades scientficas, na Caraara Muni-
cipal e anda psranto o borneas mais com-
petentes, para que possira toraar em con
sideracao os resultados dos nossos eslu 11.
e observabas.
Nesta socyao do Jornal do Commercio,
porra, o jcupamo nos rauito especialmente
de tado o que diz respaito a Expoaiclj da
1889, indicando, dia a dia, as obras que
ae fazem, os productos que a-, preparara,
os povos que alli coneorrem, as festas que
ae projectam, os monumentos que se le-
vantara e a aniraacSo que se revela por
tota a parte.
E todo esse trabalho quo so observa
nos jardins do Troaadaro o Campo de Mar-
te, nos caes Debillx a gOraay, na Espa-
nada dos I validos e no^palacio da Indus-
tria aos Campos Elyseos, vai era tal mo-
vraeuto ascendente, que nSo fac' acora-
panbal-o e dar dalle urna pirfaita idea era
rpidas descripco'js como pitera fazar ee
para um jornal.
Mas preferimos antes alguna miroa'.da-
de e dar alguraas informagSaa coraplatas a
respeito de cada palacio ou de cada expo-
sicao parcial, do ijUe perdermo-nos era
apreciabas garaes, referindo nos urna
exposigao parcial, ora a outra, ora a
esta projecto, ora aquello, memorando
agara es productos e mais adiante as
construcc,5as. Nao este, por certo,
o melhor metbodo, e por ieso lim-
tar-nos-bemos a tratar de cada assurapto
iaoladanente, subdividindo-o mesmo era
tantos ertigos quantos forera os differentos
pontos de vista sob que posaam ser encara-
dos.
Puzemos em relevo, no primeiro artigo,
os lugares esc.Ihidos para a Expoaico ge-
ral e procuramos dar, no segundo, urna
ligoira idea das construccSas coloniaes e
hoje vamos r unir algumas informajSas a
respeito da torre Eiffel a que nos j refa-
Tmos e que est chaman Jo a attencSo do
mondo artstico o scientfico.
Esta monumental maravilha prende logo
a attencSo dos homeos mais competentes,
pela altura a que se eleva, qae verdadei-
raraente extraordinaria, collossal, fra de
tudo que sob este ponto de viet se tem
construido no mundo.
Melhor se ajuiza destas asser^Ses, cam-
para.nd>, e a comparaci neste caso, como
em todos, tera vantagans inimtaveis, por
que deixa no espirito pontos de referencia
bera claros, ideas bem defiaidas sobre a
realidada das cousas.
E8, portante, ulguos pontos do refe-
rencia :
A torre Notre Dame, em
Pars 65 metros
A torre dos Clrigos no
Porto 73
obtern ura ponto de referencia, imaginan-
do esse b. lio eatab^laciraento cora man de
2 O metros de tito !
E so a torra Eiff.-I causa vordadeiro
espanto p-1* sua altura, fz3ado eaqueaor.
a lendiria torre de Bib^l dos terapos pas-
sftdos, a monu.nartt'd pyramido do Egypto,
que tantas victimas causou, e o mais alto
edifi do do mundo, aoba do qual vae 141
metros, mior se toma a admiracSo, atten-
tando ua sua compl .ta simpli itladc e as
mais extraordinarias vantagens scientficas
que ofiF^race para differentes demomtracdes
astronmicas, physicas e meteorolgicas
Vdos sabara das"experiencias de Pas-
cal, o podem i'aagiaar, por aso, o prazer
com que visitamos a torre de S. Jaques
ena" Pars, qua nao pri.;a pela altura, pois
apenas tem 53 metros.
Conserva se, porra, como urna rocorda-
c3o histrica, ou ut's como homenagem a
ura hornera de sciencia, qu3 lhe deu a raais
eyrapathida celebridado o a roubou ao es-
quecmento, que envolve rauitas vezes o
que ha da mais bailo e de raais heroico.
Foi, do cio desta torre, que Pascal repe-
tiu as suas experiencias sobre a graoidaie.
E os trancezos, que l o alli a mais viva
ligao, o mais b-dlo ejemplo e a recordacao
mais grata, intentara repatir agora as ex-
periencias do Pascal e proceder a mais al-
guraas obaarvacSea nao menos importan-
tes.
Aa principies sao aa saguiatas :
ObaarvajSis raoteorologicas.
- Observabas astronmicas, demons-

QUINTA PARTE
D MQ53 3E BJSGADQ3
{Continua gao
VI
do n. 28)
enuncia
Dous outros homens, marinbeiros, -ien-
tro do ura barco, exploravam o leito do
rio, armados do grandes croques, qae raer
gulhavsm at o lando par* desoobrir e
cadver; tinham pensado em tudo: via-se
margom do rio ura caixao aberto, cobcr
to na parte interna por uraa sposa caraa
da da alcatro; uro: carro fnebre estava
ra rm, tinha, alera disso, trazdo de Paris
cbloro, essenciaa c leos aromticos.
Tinha chegado a noite e n5o havia ura
s curioso naa margeos da rio. Larar^m
archotes, mas como nao fjasem oecassarioa,
. nao os havi-ra accondiJo ; com effito, o
^ea atava muito par, e a lu cheia po
Je tata a luz sobre a paizagem.
Comtndo as pesquiaas dnravam havia
j bastante tempo o nao tinham dado ne
Bhura rraul'.adn.
O ijommisiario d-. p cia e oa homens
que o acompanhavara perdiam a pacienc.
eoganou T E
o cadver ?
Sira, senhor, raasmo aqui, reconhe-
50 perf^itaraonte o lugar, affirmon de novo
o 11.ojo de recados
Eqto as pedras que o deviam segu
Irar cahiram e elle foi levado pela cor-
reate.
Persista em acreditar, Sr. comoissa-
rio de polica, que o cadver nao foi leva-
do pela crrante.
Entretanto eases homens alo acharo
nada e o senhor mesroo v cora qua cuida-
do ellas trabalham.
t- Trabalbsm, com efiFeita, conscion-
ciosamente. E'-me permttido dar-lhes um
con8elho ?
E', com certez', diga.
Matinheiros, gritn o moco de reca-
dos, approxiraem-se da margem e procu-
rara debaixa dsae msssigo de seixos.
Os dous homens obedeoeram e continua-
ra m a procurar exactamente no lugar que
lhe indicava o pai Anselmo.
De repente uro delles encontrn um ob-
stculo que nao lhe pareceu sor nem raa,
nem pedra, nem lodo.
Ah disse elle, craio qua aqui e3t
qualqucr cousa !
Tirn inteiramenta da agua o croque
que trouxa um pataco de roupa que ha-
via arrancado.
E' o cadver, disse o outro, sinto-o,
mas est muito enterrado no lodo.
Oa dous homens uoirara os esforcoa e
ao cab ce alguns instantes uro oorpo bu-
mano emergi superficie da agua.
Bera v, Sr. cororoissario, bem v
que nao me tinha engaado, exclaroou o
pai Anselmo.
A vuva estava muito coromovida, ebe-
rava.
D?poii de nevos e panosos esforcos, os
aiariaheirosVoneeguiram tirar pira fora da
agua o cudaver que deixaram na relva.
Os agentes de polica tinham acoeadido
tree archotes.
*\) cadver incitado, decranoslo, apre-
entava um aspecto horriyal e horripi-
trago da rotagao da trra
Experiencias physicas, leis da gra-
viiade, desvio dos corpas, quandt, cahem.
Inspecg3o de largos panoramas sem
os incommodos quo ofTarecem os bsISas ou
as montanhas.
' Vista panormica de Paris e das cer-
canas, de dia e da noite, sendo verdadei-
ramente phantastica, eratpresinca das my-
riadea de lura 'S que Iluminara a portento-
sa cidade e todos oa eapagas da Exposi-
glo.
Deve accrescentar-se airada que o facto
de se subir a 303 metros de altura, cora
toda a seguranga e sera o menor incommo-
do, toroa-s?, por certo, uraa diverso dig-
na de mencionar sa, pois que nunca isto
pdie realisar-se nos mais afamados monu-
mentos.
Como obra de arte, a torre Eiffel ofFere-
ce um vasto campo para estudo e para in-
vestigagoas mechanicas e experiencias te-
chaicas de toda a ordem.
E pode imaginar se o rigor mathematico
com que deve ssr construida para resistir
ao vento, s tempestades o aos raios.
As oscllagSes. que este collosso pode
sofFrer e as coeficientes de corre-go, que
preciso ajantar-lhe, representara, sos de
per si, urnas das verdeiras maravilbas das
acieocias de rpplicago. E' maia fcil pre
venir os effeitos de raios, porque j sao
oonhecidos os procesaos, e trata-se apenas
de temar tedas as precaugSas que a scian
cia aconselba em taes casos.
Podo discutir se se a entrada principal
da Exposigao fioaria melhor caracterisada
e a r rafiaic e eram do opiniao que j
era tempo do acabar cora aquella traba-
lho ir u til
Vamos l, disse o commuatrio aoi^ todoi n" ondnveret,
pai Anselmo, est ba certa que nao i ntidos n'agna, parecem-ae.
laote.
O oj-nniissario disse vuva qu e ap-
proximasse.
Chegado iaquelle estado de decomposi-
estiveram
Comtudo,
Paulina Daraaee, depois do t^r esntempia-
do por instantes aquellos tristes restos, nao
heBtou em dizer :
E' meu marido, Pedro Daraasa '
R-conber-eu-lhe a estatura, oa sapatoa
que tinha nos pea e o que lhe restava da
roupa,
Reconheceu em seguida urna faca de vi-
rola que ae acbava em um dos bolsos do
morto
Emfim, declarou que o marido tinha as
orelhas, havia muitos anuos, urna argoli
nba de ouro.
As orcinas do cadver estavam horri-
ve'mente ochadas ; ap<-zar disse, e cora-
missario de poliaia pdie verificar a presen-
ga das duas argolas.
J nao poda existir a menor duvida so
bre a entiJade do morto.
Por ordem do magistrado metterao o
cadver no caixS), eapalhram sobre elle
essenciaa e oleo aromtico, depois oobri-
ram-0'0 com cbloro. O oaxle tai em se-
guida fechado e levado para o carro fne-
bre, que ia transporta! os restos de Pedro
Darasae para Paria, onde ficaria na Mor-
gue-
Mas o cadver nao se devia demorar
rauito naquelle lgubre estabeleciroento.
No dia seguinte, de manha, s nove ho-
ras, a vuva Darasse recebia autorisagao
paja proce.'er ao enterro no corpo de seu
marido.
vn
riimmlaaarlu de polica
No da seguiotj e raesraa hora, o Vis-
conde de^Mrulle, sempre com o seu traje
de mogo de recados, spresentava-oe no p
lacio de Saulieu e era recbido lugo pela
roarqueza, que se spproximoa delle, com
as ralos eitendidas.
Ah at que emfim, disse ella ; tras
me noticias de minha filha e de minha
net.V
Siro, Sra. marquesa.
Vio-as, como vio ellas ?
Vi hontem noite a sanbora viso: n
dessa e a menioa de Mrulle para Ins
aonunciar que a senbora marquesa estava
preparada para reoebel-as ; fiz-lhes esta noa-
naa nove visitaj; pasiarara urna boa noite,
dormirn) bem e quasi que j nlo senteo
cancaco.
Mas, eatao, senhor, parque que
as nao trouxe ?
Pense que a Sra. marqueza teria pra-
t't era reprocural as ao hotel onde se
acbam e quiz deixar-lhe a satistagao de
aer a senbora mesmo quem as tronxessa
para o palacio de Saulieu.
Eis abi urna ntango delicada, que
lbe agradteo, senhor. Pois bem, vou man-
dar buscar urna carru.igem e partiremos,
Urna mulher velha comoeu, nao leva mui-
to tempo a vestr-se ; em poucos minutos
estarei prompta.
Pejo Sra. marqueza aio-ia urna
hora d-i paciencia.
Mas, porque me pede urna bora T Se
soubes8e, senhor, em que estado de agita-
gao estou, desde bontam ; depois de tantas
violentas cemmogSiS que experimente!,
seot-roe como qae alquebrada, metti me
na cama muito cedo, mas n.to roe foi pos
sivel fechar oa olhos, leve toda a noite a
agradecer a Daus e a derramar lagrimas
de felicidad*. O senhor comprehende isto,
nao verdade ?
Comprehendr, Sra. marquesa. Se
me apreaento a esta hora tSo matinal,
porque queria prsvenil a da visita que vai
ter, daqui a alguna instantes, ae umeom-
missario de polim.
Vero aqu um commissario de po-
lica?
Sim, Sra marquesa.
Para que ?
Fara a ouvir, reoeber ns suaa decla-
rares. A justiga desoja ser informada
raeamo pela aenhora, acerca do procedi-
roento do supposto Barao de Lubron.
Ah verdade, ha isso inda...
Mas eu tago empenho em poupar essa in-
feliz, que conservo preea em minha casa.
Talvez que-o possa, Sra* marquesa,
se por consideragSo pela senhor* e pelo
nobre nome de Saulieu,.a justiga consinta
em nao inculpar o italiano Paolo senao
pelo crime de aasassinato. Neaae caso i
falsa L urenga e os esposos Drivot n9o
serao perseguidos, mas precia quo nao
se Iluda, Sra. ro de Paolo sSo criminosos o a justiga nao ob
deixar sacegados, torao qua prestar con-
ta da sua infamia.
A marquesa sn-prou.
Senta quo bavii de ser iorgosamonte
chamada, como urna das principaes teste-
O espirito francez, sempre no iotuito da
.sua vertiginosa propaganda, levouos con-
struir desde logo spv;i nens d'esta torre,
feitos de madaira, divididos era diffjrentes
Bymetricas e artsticas, e destinadas a jo-
gos das creangas I...
Sao as miies qua enaiaam como se collo-
cam as pegas, sao aa creangaa quo melbor
ae educara no goato artstico e alto as fa
miliaa quo admirara 08 modelos, que acom-
panham tae8 jagos, e todoB recebera infor-
roagSas. b3in projiaaa, sobre o maravilhoao
monumento qua o mundo inteiro vae admi-
rar I
A torre Eiffel, finalmente, deve.impor-
se, porque a apotbeose do saber humano e
a humanidade digna de um monumento
assim.
Falla-se da torre de Babel e da confusSo
daa lioguas, qua correspondo a essa poca,
segunda a tradigao; mas, nos seculos por
vir, raemorando-se & torre Eiffel, nao ser
tomada nun como um symbolo de confusao,
as como a mais brabante resaltante do
progrosao, qaa caractarisa todo o seculo
XIX,
Nao faltava quem dissesae qua a tarra
era demasiado monumental para urna Ex-
sigao que nao fossa to collossal como ella.
Mas as construcgfiaa que ae estilo fasen-
o para differentea expoaic5JS parciaos, at-
testara o soberbo valor artstico de todas
ellas, sendo ama para oa^trabalh'S dotro-
graphicos da cida ic de Pars, a cajo estu-
do nos consagraras cora verdadeiro inte-
resse nao menos er-thusiasraa.
E nada diato despertar a nossa curio-
eidado artiatica, sciantifica ou coramer-
cial T.. .
Nao haver algunas casas coramer-
ciaes que se reuoam e que alli se apresen-
tem ?..
Nao haver, ao menos, alguns ho-
mons da acacia que ahi exponham as
suas obras?.
Nao haver alguma sociedade scien-
tifica que tome a seu cargo a propaganda
para se animarera as nossas industrias e
as nossas sciencias ?.. .
Nao haver algura sabio portuguaz
que se inscreva, ao menos, para fazar al-
guraas confarenciaa a respeito de Portu-
gal?
E porque razio havemos de cruzar
os bragos ?
Desde abril do prximo anno de 1889
nao se receberao mais productos pora a
Exposigao, e n3 ainda estamos em Janeiro.
Temos, pois, noasa disposigSo, 14 me-
tes, teropo^sufficiente, por certo, para Be
organisarem difidentes productos e as res-
pectivas Memorias descriptivas, catlogos
pratcos e nao listas de nomei e de produc-
tos aero utilidade para ninguora, o no s
tero feito a maior parte das vezes.
Tambem ha tempo ainda para se prepa-
rar urna xposiccLo identifica, com o que
temos de melhor na scienota, na industria,
as artes e no commercio...
Di todos estes assumptos, porra, nos
iremos ocoupando, cora a urgencia que ca-
da um dalles mais reclame.
monlias neaae procesas criuinal, que havia
de fazer grande barulho.
Cou. a ltcenga da Sra. marqueza,
continuou o mogo de recados, ficarei perto
da senbora e sjadal-a-hei quando o magis-
trado a interrogar.
Sira, sino, obrigada.
Julgo de-ver prevenir Sra. marque-
za que nao dase urna palavra senbora e
menina de Mrulle a respeito da machi-
nagao de que a senhora foi victima.
Ab I fez bem.
Pensei qae, pelo menos, por agora e
sempre que se posta, oceultar lhes a cou-
sa nao devem saber de nada.
Obrigada, senhor, obrig.da ainda,
verdade, nao devero Babar. de nada.
O mogo de recados informou depois
marqueza do que se tinha pasaado na vea-
pera, primeiro no tribunal e depois no No-
gent-sur-Marne.
Acabava a sua narragao, quando JoSo
annunciou o commissario de polica, que
foi logo introduzido. O commissario era o
mesmo que na vespara tinha aasistido .
buscas m Marne e verifi'ado a identidade
do cadver, conforme as declaragas feitaa
pela vuva Darasse.
Tendo comprmentado a marquesa, disse
ao mogo de recados, assentando-se na ca-
deira qua lhe offerecam :
O Sr. substituto que rocebeu hontem a
sua declaragao a respailo do asaassinato
de Pedro Darasse, escreveu-lbe esta cna-
nba uraa carta, que mandou ao seu domi-
cilio, roa da Charone, para o convidar a
ir ao seu gabinete, entre as tres e quatro
horas.
E' provavel, respondeu o pai Ansel-
mo, que nlo v rus de Cbaroune antes
da bora que o senhor diz, mas, orno es-
tou prevenido para s tres oa quatro ho-
ras Rpreasnttr-me-hei no tribunal.
__ O medico que examinou o cadver
oa Morgue reconheceu que tinha recebdo
u na punhalada e verificou qae tiuh* no
peseogo sigoaes de estrangulagao; nao
pode, pois, existir a menor duvida .- Pe 1ro
Darasse morrea assasiaado. Comtddo, an-
tes de so mandar praoder a pesaoa qua o
sanbor aecusa como o assassiao, a justiga
quer estar seriamente fornecia de provas
e o senhor tora qu-? fornecer ao substituto
aquellas em que baaeia a sua deuuocia.
Pois sejs, Sr. commissario, esta tar-
Mkoel Fekreiba Ribe.ro.
de direi tudo ao Sr. substituto. E a nar-
raclo qua lhe farei ir juntarse declara-
gao da Sra. marqueza de Saulieu. O que
o senhor vai ouvir Sr. commissario, a
cootinuago e o complemento das gravea
revelaco.s que iarei justiga.
Sanhor, dase a marqueza dirigndo-
se a'o magistrado, o Sr. Anselmo vaio pre-
venir-me da sus visita ; sei o que o traz
aqui; o qua tem direito de exigir da mino;
sem que tenha precisan de me interrogar,
vou infrmalo do trama abominavel que
Foi urdido contra mira, a Marqueza de
Saulieu, cora o ti a de se apoderarem da
minha fortuna.
E a marquesa contou com que infernal ha
bilidade tinham sabido explorar os seus
sentimentos maternaes, e por que serie de
manejos criminosos, julgando ter echado
sua neta, tinha traeido para oasa u na falsa .
Laurcea de Mrulle.
E accrescentou, terminando:
Esta odiosa comedia foi tSo hbil-
mente represeatada, e a minha cegueira
era tal que, daqui a um mez, o autor do
trama, o BarSo de Lubron, asria esposo
daquella que eu julgava minha neta. A'u !
sinto calefrioa em tolo o corpo, e em peq.-
aar as consequenoias'que deviam resaltar
de semeluante casamento.
O commissario tinha esoutado muito at-
tontamente cara a gravidade da un jua
e sera ousar fazar a menor interrupgilo.
Apenas os raovimentos da aua pbyaiono-
mis tinham revelado a sua sorpresa e in
digoagao.
Todos os dias, dase elle, aeho-me
em preseng de raalf-torea endurecidos de
tod- a aa categoras, e, comtudo, tao gran-
de crme confuude-me. Esse hornero, quer
s*ja o Brao de Labren oa, como preten-
de a vuva Darf.sse, o lulano chamada
Paolo, esse hornero e uro dos roa orea mi-
seraveis que joais exstiram.
A seu podido, a marqueza enlragau ao
commissario a caatoira de marroquira
proto.
t
(Continuar-se ha)
Typ. do Diario, roa Duque ds Casias a tt,
i
r niBfti
ai--^s



Full Text
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