Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17208


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Full Text
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I



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^\S JU
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RNAMBUGO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NiO SE PAGA PORTE

PROPRIEDADE DElUNOEL FKEIROA DE FARIA & FILHOS
Por tris mezes adiantados>
Por seis ditosidem. .
Por ato anoo idem.
Cada numero avoteo. .
.**
61000
121000
241000
4100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DEPBUCAgES NA FRAN-
CA E INGLATERRA:
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Os Srs. Amede, Prince & C, resideales em Para, 34 rae de
PrcYeace. JJt
i
*m
PARTE 0FF1CIAL
Gsvcraoo Estada de Pernal
1891
BXPBDIBNTB DO DA 13 DB AGOSTO DI
, Actos:
O desembargador .ice-governauor do Estado,
teado em cooaideracao o qae expoi o D-. chele
de polica em,oficio o. l de 3 do crreme
resol ve, p r caxenieaca do servico publico es-
pedir o seguate
Decreto:
Art. 1 No termo na Boa-Vista taaveri mais
dous diselos de si bdelegacia com a denomi -
naci de Pontal ean Jatob, comprebendendo
o primeiro o territorio di margem do rio.S.
Francisco j logar Barra Nova* al os limites
do mesmo termo cota e de Petrolloa e para o
centro todas as blendas frouteiras a margem do
referido no at a fastnda > Barra> Bonita; e o
2* todo o territorV banbado pelos riachos Peri
quito e Jatob e sean coofljeates at a hienda
< Barra e o que banbado pelo riacho Jacar e
seas coafluentes ao limitar-se com o termo de
Oaricurj.
Art. 3. Ficsm revogadas ?s disposicOea m
contrario.
O secretario do governo faca publicar o pre-
sente decreto, expedindo as ordena e commoni-
caces necessarias.
O desembargador vice-governador do Es
tado, resol ve declarar que o cidadao nomeado
para exercer o cargo de membro da latendeocia
Municipal do Recife, em sobstituicao do Dr.
Sjphronio Euli- kiniano da Pai Portella, chama-
se Jos Xavier Ciroeiro de Barros Gampello,
e nao Jos Xavier Caroeiro Campe lio, como se
acba mencionado na portara de 10 do corren te.
Commonicoa-se a Intendencia Maoicipal-
O desembargadar vice goveraador do Es-
tado, de acord com a proposta coostaate do
oficio n. 323 de 10 do corrate ao inspector
geral da Instroccao Pablica, resol ve comear de-
legados dos di8trictos luteranos da paroebia do
SS. Sacramento da Boa-Vista:
i.* districto
Antonio Marcellino Regaeira Costa.
2 districto
Dr. Jos de F.-eitas Moraes Pinbeiro.
3* districto
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
4.* districto
Dr. Jao BaptistaRegoeira Costa.
5 distrito
Dr. Celso Tertaliano Fernandes Qaiotella.
6.* districto
Germiniano Joaquim de Miranda.
7 districto
Jos Lniz de Franca forrea.
8.' districto ", **
Maooel Joaquim S Ivoira Sobrinho.
O ciesemDargador vice-goveroador do Es-
tado, teudo em vista a propjsta constante do
oficio n. 333 de 10 do corrate do inspector
geral da Iustruccio Publica, retolve dividir em
. 8 districtos luteranos da parpchia do SS. Sacra-
mento da Boa-Vista, tendo os segulntes limites :
1.* districto
Comacar da roa de Gervasio Pires 00 ponto
. de interseccio da liona frrea de Caxang com a
da Cmpsania Ferro Carril (liana "remandes
Vieira), ligando-se n'ama recta da Compaahia
dos Trlbos Urbanos de Olioda e Beberibe na
mesma ra, segoiodo por esta mesma linda frrea
at a pjimeira entrada da roa a direiti e depois
de formar all nm ngulo recto proloogando se
at eacontrrr o districto de Santo Amaro das
Salinas.
Io districto
Compor-se i da parte do restante doaclnal 1.'
districto.
3 districto
Limitar-se a ao norte com a lioba de Casanga,
ao su I com a linba de bonls da Magdalena a
leste com a roa da Aorora e ao oeste com o lado
oriental da ra de Gervasio Pires.
4 districto
Principiar do lado occidental desta ultima
roa, desde a lioba frrea de Casanga at o pateo
de Saota Cruz, d'onde seguir pela roa do Bario
de S. Borja, lado norte e na direcco da linba
da Magdalena at a entrada do Chora-Menino,
abran yendo tambera ambos os lados das roas
que d'abi segu a a ponte graode da Magdale-
na ; da entrada io Chora Menino ira ter pelo lado
oriental da ra do Vis conde de Goyanna a liana
frrea de Caxang, ao sabir do Camiobo Novo e
acompaobando o lado sal desta linba em direc
ci ao Recife e terminar na entrada da roa de
Gervasio Pires.
5.* districto
Comprehender o lado occidental do pateo da
Santa Crni. roa deste nome, Lelo Coroado, Vis
coicie de Goyanna, desde os Qaatro Cantos at a
corva da linba da Magdalena e d'ahi por diaote
ao lado occidental da 'la.da roa e lado sol da
do Barao de S. Borja.
6. districto
Comprehender as roas do Dr. Jos Maaneo,
Ponte Velba, conselbeiro Agniar e do Visconde
de Albuquerque.
7. districto
C.'.aprehender os Coelbos alea roa de Maciel
Momeiro e todas as roas intermediaras inclusive
a de S. Goncalo.
8.* districto i
Comprehender ao lado sol da roa do Arago
praca de Maciel Pinbeiro, becco do Veras e ra
dt Imperalris. Communicoo-se ao inspector
geral da Iastraccio Pcblica.
O desembargador vice goveroador do Es-
tado resol ve n ornear o Dr. Jlo Mara Se ve para
servir interinamente o logar de ajudante do in-
pf ctor de saude do porto.
O desembargador vice-governado do Esta-
do resolve reformar no posto de cap nao o teen-
te da 2a compaobia do extincto 8* bstalbio de
iofantaria da guarda nacional do Rtcife Joao Car-
los Pereira e Silva.Communicou-se ao com-
mandante superior.
O desembargador vice goveroador do Esta-
do resolve reformar no posto de capltao oalferes
do extlncio 9* batalbo de iofantaria da guarda
nacional di comarca de Olioda, Joao Tiborcio da
Silva Gotmares.Commonicoa-se ao commao-
dante superior.
O desemba'gador vice-governador do Esta
do atteodendoao que reqaereram Maooel Figoei-
roa de Faria 4 Pilbos. pro o rielarlos da empresa
do Diario de Pemambuco e fado em vista a in -
formaco do inspector do Theiooro comida em
oficio de bontem n. 693 resolve ab i' om crdi-
to sopplentar d importaseis de 380*000, a ver
ba do $ 06 art. 2* de orcamento vigente, afim de
ter lunar o pagamento devido aos peiiciooanos
pela iaipressio de mil exemplares da constitu
cao ueste Estado.Remellen se copia ao inspe-
ctor do Tbesouro do Estad j.
Officios :
Ao Dr. ctaee de poli a.Recommeodo-vos
que me remetais copia do oficio que vos di-iino
o gerente da estrada de Ferro do Recife a Ca
xang, e que dea logir \o atteslado qae I be ra-
sas tes em 8 do correu e. dando direuo ao paga
ment de 607 passagena effect adas no mez de
frito.
Ao inspector da Tbesouraria de Faienda
Communico vos que em 27 de Janbo oltimo Ma-
ooel Ramos de Barros Matta, assumioo exercicio
interino do cargo de promotor publico da comar
ca da Aguat Bellas, na qoalidade de adjuucto,
visto baver dado parte de doeote o promotor
Francisco Torqoato Paes Birretto.
Ao mesao. Commuaico-vos qae em 4 do
cor-ene o juis ujuoiupdl do termo bachirtl M oost Joaquim Machado Jnior, nter
rompen o exntelo de seo cargo por motivo de
molestia.
Ao mesmo. Cetnmonlco vos que em 1 do
correte o joiz munici jal do termo de Taquare-
tinga bacbarel Fraacuco de F.irh C is'.ro, assu
mi intennameote o exerclcio da vara de direito
da comarca da mesma ileoomio; cao.
Ao mesmoPara os Has contenientes com-
munico-vo? que o D*. Praxtdes Coates de Soasa
Pitanra deixoo a 10 ao correte o exercicio do
cargo de inspector de saude do Porto, sendo
substituido pelo respectivo ajudante.
Oatrosim commaaico voqae para a vaga des
te nosneei boje o Dr. Joao Marta Seve.
Ao director geral das Obras Publicas.
Avista do qae loformastes em oficio de 7 do
correte, sob n. US, recommendo vos que mao-
deis por de novo em praca as obras de reparos
da estrada de Olinda coro o augmento de 20 */
noorcameoto de 46:641*100, que assim fica ele-
vado a 55 969*330. Cmmuuicoo se ao inspe-
ctor uo Tnesooro.
Ao commissario da guarda local de Becer-
ros.Por oficio de 3 do corrento consullastes-
me qual a intelligencia qae deve ser dada ao srt.
II do regula ment de 9 deOutabro do aono pas-
sado, urna ves que, existiodo oo qnadro effecti-
?o de forja sob xosso com mando ama so vaga
o Dr. jais municipal eateude qae apenas om
candidato se deve considerar habilitado, deixan-
do de, como taes, considerar as demais.
Em resposta declaro-vos que se dos procesaos
de alistaminto os pretendenies satistiserim as
exigencias egaes deveram todos ser conside/a*
dos habilitados, moito embora se trate de pro
ver ama so vaga oa qual, alias, dever ser en-
gajada dentro el les o que obtive- alguma das
preferencias de qoe trata o art. 8* do masmo re
gulamento, respeitada a ordem em qoe se acham
ellas estabelecidas, Qcando desl'arte pre ulicados
os demais candidato* em relaco ao ongajameo-
t na mesma vaga, nao obstaste a habilitaco
que Ibes uver de ser dada a vista da prova qae
tizeram e a)qaal se refere o citado art. 11 qoe
nao pode deixar de eotender-se subordinado ao
&>.
Petaras :
Os Srs. agentes do Lloyd Braxileiro dm pas-
sagem de prdi, por conta uo Ministerio da Jas-
tica, do porto do Recife ao da capital das Alag is
no vapor Pemambuco esperado do norte, ao cri-
minoso Bellarmiao Jos de Sooza qae para all
segu a reqolsico do respectivo ebefe de polica
e providencie qoaolo ao transporte das pra;as
de comes Mmoel Jos dos Santos e JoSo Jos
Joaquim de Ollveira qae teem de condosir o re
ferdo crmiooso.Provideocioase.
O Sr. gerente da Companhia Pernambncana
manda dar passagem de r at a Babia, na 2.a
viagem deste mez, a Manoel Mara Olympio de
Sdixas Borges, por conta das gratuitas a qae o
governo tem direito.
O Sr. director eogenheiro em ehefe da Es-
trada de Ferro Central miada dar passagem em
carro de i.* classe, de ida e volta ejtre as esta-
cOes do rlecifee Russinbasaosadado sueco Ber-
aardlno Lnnigrist, cammissionado pelo Ministe-
rio da Agricultura, Commercio e'Obras Publicas,
para examinar os difforentes pontos do Estado,
recados por vias-lsrrau pan ns qoaes paasa
convergir a ImmigracSo de subditos de sua na-
ci : correado as despesas por conta do mesmo
ministerio.
thUatit mulandis Entrada de Ferro Sol, ao
Boperintendeate da de S. Francisco e de Li-
moeiro.
BXPEDIDTR DO DB. SKCBta*D
Oficios :
Ao inspector do Tbesooro.De ordem do de-
sembargador vice-governador do Estado, cemma
nico vos qae, segando consta de participarlo do
commissario geral das guardas locaes em oficio
o. 639 de 7 do correte, fallecen em 4 do mesmo
mez, nesta capital, o tenante reformado do ex-
tinct > Jorpo de Polica, Joaquim Srvalo Vieira
da Paz.
Ao 1.* secretirio da Cmara dos Depatadcs.
O desembargador vice-goveroador do Estado,
manda remetter-vos em solocao ao vosso oficio
de 11 do correte o. 17, copia do cooveoio cele
brado entre o governo provisorio da Unio e doc
Es ados-Unidos da America.
Ao mesmo.O desembargador vice-gover-
oador do Estado, manda dedarar-vos qoe fica
scieote, nelo vosso oficio de 10 do correte, de
ter essa Cmara iniciado s seos trabalbos, pro-
cedendo se a eleico da mesa que tem de diri
gil-os.
Igual ao 1* secretario da Cmara dos Sena-
dores.
Ao procarador fiscal do Theaooro.De or-
dem do desembargador vice-goveroador do Es-
tado, remeti vos, como peds no oficio do boje
os documentos de ns. 107, em qae o Bario de
Bonito e outro3 iostrniram a pretengo do oxilio
em apollse para a foodacSj da osioa Pedrosa,
no eogeobo liba uas Flores, afim de qoe possaes
fazer lavrar a escriptara de bypotoeca do mesmo
engenbo; as quaes serio opportanamente devol-
vidas a e- ta Secretaria.
Ao gerente da Companbia Pernambncana.--
O desembargador vice-governador Estado manda
commonicar-vos qoe conceden permissio a Am-
brosios Fernandes de Sjoza afim de seguir para
o presidio de Femando de Noronba, para a com-
panbia de sea genro o pbarmaceutico Vicente
Goedes de Araojo Pereira, levaod comsieo om
filbo de oome Mmoel Artbor de Sooza Fooseca.
Mutalis mutandis ao director do presidio.
diSKert
InfofBe o
Francisco Bezerra, sentenciado, pe
rti-iaj da pena a qae foi oademoado.
o Dr. jaiz de dira>to do V districto cri-
mmal da marca do Re fe.
Vctor Leandro Pereira Leite, seutennado
pediodo pdr.i juntar documentos aos autos de
8 Secretaria alo Estado de Pemambuco,
em 23 de Setembro de lo91.
O porteiro,
Hmtter M. da Suva.
. \ Coramaado aperlor
Quartel do Uomado_ 8^* fc Wl^-jo.g
da, Naci isJ do municipio do Kecite, 6 arorianos, q
de Setembro de 1891.
Ordem do da n. 139
Para sciencia da guarda nacional sob meo
command.e effeitos necessarios, fajo publico
que o Exm Sr. goveraador do Estado, por por
tartas de 11 e 19 do correte mes, designen o 4".
batalbo de iofantaria, para a elle ficarem aggre-
gados os capities do 66* da me ma arma, da do
municipio le Olila, Maooel Joaqaim de Miran-
da e Jos Avelmo Rodr.goes da Silva.
Faco mais publico qoe o mesmo Exm. senbor,
por nutra portarla de 14, reformou no posto de
cauiao o aiferes da amiga guarda nacional, Do-
mingos Candido Xavier.
Jos Mara de Albuquerque Mello.
Coronel, coaauaandanta superior interino.
$*"
DESPACHOS DO DA 22 DB UTKKBRO
DB 1891
Abaixo assignados de empregados da Alfan-
dega, pedindo augmento de porceotagem qa*.
actualmente percebam.Informe o inspector do
Thesouro do Estado.
Compaobia Pemarobocana. pedindo pagamen
to das onta-i ns. 2 493 e 2,520 na importancia
de 814300 IWendo, com om" io desta data ao
inspector d Tnesourana de Fazenda.
Francina To les de Menezes, professora jubi-
lada ao Estado de S irgipe, p dudo para ser
aubmeitida a ospeccso de saude.Entregue se
o termo de iospeccio a peticionaria ou a pessoa
competentemente Debilitada.
Faostioa Mara oa Conceico, pediodo sologo
de soas peleona dirigidas a este governo em
qoejpedia para ser posta em liberdadeInfir-
me u Dr. juiz de dirt*ito do 2* distrflto criminal
da comarca do Rec f i.
Honiro H'liodo o de Sant'Aona, sentenciado
pediodo certMiu do terapo de sua prisio e da
pea a qoe foi cuoiemuado-I forme con or-
gencia o Dr. jais de direito do 2* districto crl
mioal d%R"Cif .
Heonqoe Alfredo de Almeida, pedindo para
maadar admittir ama nina em am do- collegios
de candade. I iforroe o p-ovedor da Santa Casa
de Misericordia du R cife.
Iialioi Lu-.ia do Re mandaradmittir na cooiia Saota Isib^l o seo
filbi Joo Al're.io i Reg
director da rolooia Sura Isab I.
Joaquim Na es Luis d> Sil va, ex praca da
euarda lo:al. pelia.io certiaj de es assea a
meatos na se rena do coinmaodo da referida
guarda. 'roviue iciado
Jovita Co kles de Mello, capitao da guarda na
ciooal, P'diudo pro'ogacio do p aso para pres-
tar juramento.umoo requer.
Repartlcio de palela
21 seoclo N. iOrjSecretaria de Po-
lioia do Estado de Parnambuco, 23 de Se-
tembro do 1891.
Illm. o Esa Sr.Participo aV. Eso.
qae toma hontem reoolbidos a Cata de
eteoclo os segaintes individuos :
h.' ordem do subdelegado da fregaesia
do Recife, Antonio Cardoso de Andrade e
Domingot Militto, como gatunos o turbu-
lentos, Auna Faoatioa de FraiUs e Rosa
Mara da ConeoioSo, por offensas a moral
pablica.
A' ordea do subdelegado da tregaezia
de Santo Antonio, Vicente Ferreira de
Lima, Caetano Luis da Silva o Antonio
Maaoel do Nascimento, por crime de
tarto
Hontem, pela aanbJ falleceu repen-
tinamente oo lagar Ipiranga da fregueaia
de Aiogados, o individuo de nome Joto
Ferreira da Silva, qae havia alli appa-
reoido ha poneos das ehegado da villa
de ranito.
O cadver foi transportado para o Ce
miterio Publico de Santo Amaro, onde
foi yistoriado declarando oa mdicos ter
sido' proveniente de ama lalo cardiaca.
Pelo Dr. Delegado do 2* districto
da capital foi remettido ao Dr. Juis de
Direito do 4 districto criminal o inqueri-
to policial proceiido contra Eduardo Ta-
varea unis, cocheiro da Companhia
Ferro Carril, sobre o tacto do esmsga-
ment da menor Mara Justina do Naaci-
aento succedido no dia 18 do correnta na
roa da Conceicao.
- No dia 12 do crrante s 8 horas
da noite e nos suburbios da villa de Ipo-
jaca, honve am conflicto entre os indivi-
duos Jos Ooncalves da Silva, Florencio
Clemente Pereira, Sebastiao Domingos
da Silva. Manoel Carlos dos Santos e
Jos Carlos da Silva, do qual resultou
sahirea os dona ltimos ftidos grave-
mente .
Dos delinqaentes a presen toa se volan
tariaaente a praSo no dia seg inte o de
noae Sebastiao Domingos da Silva, sen-
do presos no termo do Cabo, para onde
haviaa seguido, Jos Goacalves e Flo-
rencio Clemente Pereira.
A tal respeito procedease nos termos
do iuqaerit > policial.
No lugar Couro d'Anta do termo
de Caraar foi assassiaado traicoeiramen-
ta oo din 10 d corrate com am tiro de
pistola, o inspector de quarteirto Firmino
Ferreira de liveira.
Foi autor desse crime o individuo Ma-
noel Francisco Borba, cochee do por Neo
Caboclo, o nual conseguio evadirse.
Procedeu se as deligeocias da lei.
O alfares Loa Aureliano de Sant'
Anna assum o h je o eseroicio do cargo
de sob commissario do 8* districto d* 1'
regiSo da goarda local.
Saude e frateraidade.Ao desembar
gador Jos Antonio Correa da Silva, mu
digno goveroador deste Estado.O Chele
de Pobcia, Oaudino Eudomo de Bruto.
Ento contei o facto prujecto d lei. qoe fecbava os portos do Brazil
mmigraco aziatica e africana, e o illu.-tre de
potado por S. Paulo ter dado como razio para
nio acositacio d> projecto o fech -meato dos
portos bwileiros s immigracio tcoriaoa, por vir
esta da frica.
Sr presidente, depois de moito pensar dase-
me o sabio mest e : em vista dos profaodosco-
obecimentos em negocios inmigratorios que
tem revelado o S\ Martiobo Prado ba ah orna
grande descoberta scieatifica, e ueceasarlo qoe
S. Esc. revele ao mundo eta grande descoberta
para ter o Brasil a gloria de soa paternidade.
(Hiiaridade).
Mas, Sr. presideaje, looge de pedir ao lllastre
depuiado qoe d ab mnodo coobeci neoto mrlst
pego que naj por piedade, aon
acoriaoos, que teem preado relevantes servi-
cos a S. Paulo, urna patria que nao a dalles.
Sioto que o Ilustre depotado nio esteja presea-
te para dirigir a miaba sapplica.
O a, Sr. presidente, os acoriaoos. qoe estao
oa doce illusio de que aquello arcbtpelago bu
qnatro seclos perteoce ao coatiaente earopeu
e sio elles filbos do velbo Portugal, qoe d6r nao
sentirio vendo-se em um rasgo de eloqueocia do
iiiustre depotado atirados Costa da frica ?
(Riso).
S. Exc. disse mais, qoe falta va-me orlentacSo
poltica, pois, se ama das razOes qoe del de sos
teotar o eoveno, era fazer este orna poltica de
coociliacto, esta mliha ooioiio nao era verla-
deira porque a maioria da Nayo eslava em op-
posicio ao mesmo governo e por cooseqoencia
era ama illusio a poltica conciliadora.
Pergunto ao illoatre aepotado de onde tiroo a
prova da maioria da naci ser contraria ao go-
verno ? E si S. Ezc nao me responde, talves al-
gum amigo podesse vir em sen anx'lio e dizer
de onde S. Exc tirou a prova desta maioria.
Dm Sr. Depotado di om aparte.
O Sr. Joto de SiqueiraDiz o meo oobre ami-
go, depotado por Matto Grosso, o Sr. Azetedo,
que esta prova lira 8. Ex. nesta Cmara.
Mas. Sr. Presidente, em respeito mesmo s
decisOoB da Cmara, nio posso julgar que esta
sirva de base para tirar-se semelban'e prova,
por ter declarado em votacio solemne qoe nio
representava a Naci e isto o fez rasgando doos
diplomas de depotados por S. Paulo, sob p retes-
to de terem sqoelles diplomas soa origemem om
regulameoto vicioso e frauduleuto.
Felumeote para o pas ba este jolgamento,
em que a Cmara condemna a si mesma pois
este regulameoto Iraodalento, que tasto ella con-
demna, foi o qoe lbe dea nascimeoto fabricando
a eleicio de 15 de Setembro do anoo qae fia
don I (Apoiados e apartes.)
Assim o pais nio teri a responsabilidade do
modo de procedor da Cmara esqoeceodo como
tem esquecido os ioteresses nacionaes para s
decretar leis qoe atacam a individualidad s, que
se tornsram urna glora, um orgulho para o pais,
pelos seas servicos prestados I patria. (Apoia-
dos e cooteatacoes.)
Daudo se a eirenmstancia aegravantissima de
todas easas leis virem apunhalara Constitoicio...
e o facto raro de sermos dos, aqoelles que sos-
Per seis mezes adiantado.
Por nove ditos idem ,
Por am aono dem.
Cada numero avulso .
. >
131500
201250
271000
1110

COMESSO "IIMM
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSAO DE 8
DE SETEMoRO DE 1891
O Sr. Juo de Slqaelra-Sr. prosidm
te, por motivo de molestia deiiri de correr ao
appello do liostre depataJo por S. Paulo, o Sr.
Martiabo Prado, feito em seo ultimo discurso.
Accubou me S. Ezc. de ter feito aliotoes em dis-
curso qoe profer oeste ie:into. em def^sa is
accusicO'B por S. Ex:, a mim fn'a< qoaodj oc-
copou a tribu ia em o na cas sessoes passsdss.
Si accas. tivrts f-uo ues ailu-oe-. nio palera
eus ental as. poique s<>o oaturaluieote timiloe
o illosire dejuUdo, qumiolhedei um aparte
ameacou me cem um des(orco p^s- al
Mas, oo ultimo di-cur-o, o qae muito me Im
pressiouoo foram as ratOes la^as pelo nobre de
puia lo por S. Paulo para se uppor ao pri.jeclo
qoe apreseotei. f cQaiid os portos do B azil S
luimigri-cao i h oesa e ..frican*. Dizia S. Exc.
que os puVos tjruojS, que t^em preta io ser
vicos a S Paulo, uio p nieii> vir mala pa a o
Br.iiii, em nsu d p apreseatar img efiiuuuiimp. p ufju lam ole e
Ba ros.informe oLemlo, rn visia ijiu dirig iue o m u sabio e
lllustre mesire a ir Ci.-tro Lipes (rim-) e per
ouifi : iB'-- i as correo.es marti-
mas ierao ^-r i ,r. hipelago Jos Acores a
.osta da Af ic I i.soj Cor acosso o volcad da
liba de S i- en g^nie erupcio, tera aii-
raio o a cuiu/-g > u..s Acores todo inteirinho
sobre ocu4sn africaoo? (Hilaridade.)
A respoaU, Sr. presidente, foi negativa.
tentis a spoiarm o governo, os defensores da
Coasttub, e os qoe qoe qaerem o poder, os
opposiciMdsiae os seos estranguladores. (Apoia-
dos e corostacoes.)
Concloindo, repito o meo appello ao nobre
depuiado por S. Paulo, para que deixe em paz
os acoriaoos. (Hilaridade.)
O Sr. Moraes Barros di um aparte.
O Sr. Joao de SiqueiraQaando focao os por-
tos i colonisacio africana a asitica, fecbo-o
aos povos que teem a sua origem oeases conti
nentes, e nio aquellos que venham accidental
mente habita! os, colonizando.
O Sr. Moraes BarrosDisde que fecha os por-
tos i immigracio africana, fecha os is libas.
O Sr. Joao de SiqoeiraMas a immigracio
das ilhas dio africana, mas sim de origem eu-
ropea. (Apoiados)
O Sr. Moraes BarroPeco perdi, africana.
O Sr. Joao de SiqoeiraNio, seohor ; de
origem europea, e como bem sabe o nobre de-
potado, que me bo.iraeom seo aparte nem sem
pre o nascimento determina a nacionalidade. A
colonisacio as possessOes dos diversos paizes
da Europa dos continentes asitico e africano,
sio am proloogamento dessee paizes qoe nao
consideram os rilhos de seos cidados. embora
nascidos em taes possessoes, como tendo perd
do a nacionalidade de seos paes. (Apoiados.)
Mas o que tem isto com os Acores? (Riso.)
Sr. presidente, agaardo-me pare discutir esta
queslio qaando a commissao dar parecer sobre
e projecto que tive a honra de apresentar i C-
mara.
Por agora julgo ter desempeobado o meo de-
ver, dando urna explicacio ao nobre depotado
por S. Paulo, (suito bem ; muito bem.)
SCIENCIAS^E LETTRlS
A Idea de eutpabiltdade
POB
J. Parde
(Vertido da Reme de Deux Mondes pelo
Diario de Pemambuco)
III
O arrepeadimeoto a pena intima do
culpado qae se condemna por ai aesao;
a pena o remo: so imposto ex te normen
te so culpado, ooddemnado por omraa.
Qaando se acba om criminoso que se
arrepende sinceramente, qae soffre iate-
riormeate em virtade de saa faks, nio
dver-se hia punil-o se o abuso de seme
lhante precedente oSo fosse para recear
Ora, o qae o remorso ?
E' e dOr suigeneri, qae ea experimento
refl jetindo sobre ama falta de mea passa-
do e, imaginando que o meu eu actual
a eontinaacio do anterior, nSo obstante a
difFereLca qoe pede notarse entre am e
oatro.
Tal em resumo e incompletaaente
elaborada, a noci da culp.bilidade, que
por mais eatranba qoe seja idea da livre
rbitrio no meu entender, a que d pre
na sfctisfaoSo consciencia, se aocorda
com os principios suientifics e acha sua
oonfirmacao histrica na evoluclo dos sen
t meatos m traes tanto quaaio na daa m-
stitai;8<8 peoaes.
Praticamente, me parece, ella tom a
immeasa vaotagem de romper am lame
facticio, demasiadamente perigoso, entre
om l.y -oihise mataphisioa m>is oa me-
aos plausivel, porm cada ves mais oom-
bacida e ama idea moral, que intelismeo-
te, torna-se int-ffi:.* desd o mom nto
em qae cessa de aar aerta e incontesta
vei.
Oa noces fundamentos qae Ihe demos
estao ao abrigo dt qualquer ataque
aais serio que seja. A
soal oa facto da mesma forma porque
o a similitude social.
Com este fio conductor, fcil urna m
vestigaySo no ddalo das difficaldades offe
recia as pelas perturbases meotaes da
laucara, do hypnotismo, do alcoolismo, da
sinilidade, etc.
A' primeira vista poder se-hia ctr qae
as dass mencionadas condiefies se desen
volvessem na rasSo inversa ama da oatra
e qae qaanto mais se idiutificam comsigo
mesma pela crescente coheslo da coadu
cta, tanto mais se tornam dissemelhante
ao meio social.
Mas isso nao ieal; o homem am ani-
mal t o essencialmente social qae saa pro-
pria persooalidade se perturba com o iso
lamento, e se accentua abrindo se larga-
mente s iofl lencias, s sympathias, aos
esemplos do meio ambiente. Sua origi
nalidade se nutre com a sus impressiona-
lidade.
E pelo eatndo prolongado dos modelos,
qae oa sejam estas obras de mestres oa
creataras vivasqao o pintor crea o sea
estylo.
Tambem todas as coasas qae diminaem,
derimem e matilam oa paralysam inleira
mate nossa faculdade de aasimilacSo
sympatica (para com outrem, tem como
effeito parallelo por entraves a nossa idea
tificacSo comnosoo meemos.
A loucura que nos perturba o cerebro,
tambem nos dessaasimila e a soa mais or
diara aanifestaclo um egosmo extra-
vagante.
Talvez me objectem disendo qne se
assim a calpabilidade dos aalfeitores deve
ser, ea geral, mu fracs, porquan
te dando orov de sua insociabili-
dade, sua falta de syapathia da sua
dissemelhanca om a aooied'ade hones-
ta, ellos, podem ser reputados deaprovidos
de equilibrio man tal, da estab.lidade pes-
soal. Eu, pora, nSo reco parante esta
consequencia, no que diz respeito a ua
corto nuaero de aalfeitorea desequilibra-
dos oa meto loncos, mais dignos de na
hospicio do qoe de urna pristo.
Q'ianto a mor parte dos delinqaentes
am erro represntalos como seres parte
sea nenhum seaelhanca coanosco.
Elles synthetisaa comoosco, e ha sem-
pre n'elles algam amor oa algum respei-
to, consciente ou inconsciente.
Estes seres degradados fasem, por tanto,
parte, apesar de tudo, de nossa socieda-
dr, qae elles explorara e cuja espoliacSo
a carreira coa qae elles se despojaa de
saa individaalidade.
E' portento justo e lgico verse 'na
maioria dos malfeitores, nS doentes oa
enfermos, mas culpados qae devea ser
ponidos como taes, segundo o grao va-
riavel, mas nSo chimenco, de saa culpa-
bitidade.
Isto dito com vistas a espiritualistas
e positivistas, apezar de descoDheoer por-
que esta solacio d'um problema espiuhoso
poderia offender os praeiros oa merecer
a pecha de eoleticisao que oa segundos
lhe tem atirado.
Este eaforco para salvar a idea de cul-
pabilidade traburia, como o insiuoam oa
ltimos, am reato de espiritua'i-mo ou de
chriatianismo inconsciente e sobrevivendo
ao coracSo,co isa grave aos seus olhos ?
Eu acreditaria antes qae em saa obsti
nscSo ea querer destruir esta oclo taa
velha como o mando, anterior a todas as
pbiloaodhias e talvez a todos as religiSes,
ba a aceto de ua prejuiso inspirado por
ama concepeto theologioa da culpa e do
peccado.
Somonte, como o tenho demonstrado,
os tbe logos tiaham poderosos motivos
para apoiar a responsabilidad, moral so-
bre o livre arbitrio, e os positivistas nto
o teea suppondo como elles e de accordo
com elles, que, supprmido o livre arbi-
trio, desapparece a responsabilidade mo-
ral.
Volteaos ao sentido humano das cou-
sas, ao sea sentido aatigo e preciso, veja-
mos ah os culpados a qoem este epitheto
claro e nitido, sabe ; isto nto eatorvava
ea oousa alguaa e aos authropologistas
no esaae anatmico e physiologioo dos
criminosos, nem aos estatisoos no estado
aumeric) dos crimes ; asa tirar-se ha
todo o pratesto par os ataques spaisoua
doa oa as leviandadea de que per veses
ato objecto, e ficar aborto s suas ios
traotivas pesquisas teoaadas ea docu-
mentos interessantes,o acoesso de mai
tos espiritos d stinctos caja entrada lhe
e ser seapre eabaracada, ot. sea ai-
gama apparencia de razio, se se obstinara
eib negar a idea aoral.
A espeito de seaelhaote paradoso, as
doatrinas dos novos criminalistas se pro-
pagam por todo o mando e pela propria
Fraoca coa aaa grande e sampre cres-
cente rspides.
Couaa alguma mostrava melhor a oppor-
tu idade de aaa apparicto, a uo versali
dade da neoeesidade s quaes satisfasem,
sua verdade sob certas rela^Ses esseociaes
e a vaidad* dos traeos ligeiros atirados
contra ellas por seus advrsanos.
direit) de citaclo absoluto, e se tea
limites, quaes sio elles ?
A questlo foi discutida no Congresse
de Madrid em 1887 e o Jongresso de
Madrid nio a resolveu.
Citar oopiar e reprodazir, e si a ci-
taclo muitas veses ama homenagea
rendida ao escrlptor, pode teabem ser
am meio de saqueal-o impunemente.
Como autor, elle escapa critica, que
s poderia exercer se sobre elle reprodu-
aindo textualmente as passagena qae ella
iouva ou que censura.
Este direito nto poderia ser coates ado,
mas nto poderia estender se a ponto da
permittir a reprodac.to integral de urna
brochura de sensacto, por eseaplo, ea
seguida a alguaaa linhas ou paginas de
critica ; muito menos anda de ua livro.
Tem se prudentemente deixado aos tr-
bunaes o cuidado de resolver as questoes
desta natareza, man teudo se em reconhe-
cer o direito de citacSeB da critica.
Mas* nisso nio se limita a citaclo.
Pde-se, de ama obra de easino, sem
autorsacSo de autor, fazer extractos aais
ou menos copiosos de sea livro ?
O facto de sitar o tator, de indicar a
fonte de onde se atiroa o extracto prescre-
ve o ataque a seus direitos ?
E, em urna chrestomathia, pdese,
sem o consentmento de aator, reprodazir
trechos esxdhtdos de suas obras, de pecas
em verso, scenas, extractos de longo fo-
lego?
Estis olleccSes sto hnje to numerosas
como variadas ; as aathologias abuadam
e os fragmentos destacados, mltiplos a
variados que ellas cellocaa sob olhos dos -
leitores, teem por fim dar-lhesdo talento
de cada escriptor, de suas qualidades
ezcepcionaes, idea justa e ntida.
Assim considerando, ellas alo atis,
mas soa utilidade prevalece contra os di-
reitos do autor, e a hoaenagea que se
Iba rende compensa o prejaize que se lhe
se prejuiso ha ?
m.iscaip A proprietLde Iliteraria e
artstica na Franca e nos
Estados-Un i os.
(D. Diario Oficial)
O itra qu atlo nao manos delicada por-
porlquetudo c>mp<-xo nesta materia de
identidde pos-' urna propnedade qae s o de nome o
Este raramente o caso, mas o abuse
espalha-se por toda a parte, e o congresso
julgou que o consentmento do.'autor era
necessano para urna reprodcelo parcial,
que, na aaioria dos casos, era concedida.
Desde algaus ano os, as leituras publi-
cas entrama ea nossos hbitos.
Ninguoa mais tea coatribuido ea pro-
pagar o gosto por ellas do que o Sr.
Legouv, e, se ana folia iniciativa, nio "deu
z todos aeas malos o marzvh mi sdssase
de dicelo qae elle possae, tea poderosa-
mente favorecido a aadiecto de trechos
escolhidos de obras cartas e bea fettaa.
Ella fes mesmo nascer ama literatura
especial, sanetes e monlogos, em prosa
e ea verso.
Nio um ataque aos direitos do autor
apoderarse de trechos de suaa obras para
fazer leitura dolas deante de am publico
pagante? Si o talento do autor concorre
em grande parte para a afluencia dos ou-
vintes e para o saccesso dos trechos esco-
lhidos, o autor de a tes trechos nto tem di
reito a ama parte dos beneficios percebi-
des pelo proprietario da sala e pelo inter-
prete, e pde-se sem previo accordo com
elle esplorar a sua obra ?
Nes:e ponto, ningaem duvida ; porm,
ooae a duvida subsiste, qaandoa leitura
publica tambem gratuita e que os ou-
vintes baneficiaa aoralmente a obra de
am autor. A sto pode o autor replicar
qae o beneficio moral, que elle tira do
tacto de ser posta ea evidencia, nto com-
pensa o beneficio real qae lhe produsiria
a venda de sen livro. 0 oongresso aba-
teve-se de se pronunciar, julgando prova
velaeote, qae tambem todos os oavintes
ato compram o livro, e que a leitura pa
blioa pode levar ua grande nuaero dalles
a adquir! o, e que, feitos os clculos, o
autor ganba aais dio que perde.
Finalmente, para terminar as questoes
provocadas pela propriedade das obras Ili-
terarias, os congressos, principalmente os
de (ienova em 1886 e de Venes em
1888, disentirn varas vezea os lucros a
que tiohsa direito os autores e os edito-
res. Questlo delicada, porque, si o boa
soaso e eqaidade tornam idnticos seos
interesaos, urna vez concluido o accordo,
complicacSes podem apparece- e lm ap-
parecido, qae alteraa Z natareza de seas
lacros e cresa conflictos de internases.
Tambem, deisando sos autores o direito
de tratar o que melhor lhes convier com
seus eleitores, o Congresso de Venosa U-
aitou se a emittir o desojo de ver estes
ucros regulados por urna lei especial no
caso de falta de conveneSas particulares.
Submetteu igualmente a esame doa inte-
resados algans poatos miaaciosos, taes
como os seguiates : o editor, adquirate
de ama obra litterana, obrigado a pa
blical-a e a expr a veada; em oatros
termos, nto se poderia, por compra, con-
fiscar e suppnmir ama obra.
Nesta mesma ordem de ideas, si am
editor adquirate do direito exclusivo de
pabiicacto, cessa esta publicarlo, quer
voluntariamente, quer por iirpossibilidade
de contiuual-a, o ancor, reeotrado na posse
de seos direitos, pode oedel-os a -utro
' dit >r. O editor nio pode modificar o
texto do escriptor, nem o outor faer re-
toques onerosos para o editor ou qae,
mudando a naturesa e m.da obra, acar-
re tem prejuixos aos interesaos ommer-
ciaes deste al timo.
A As8oo9lo Litterana e Artstica,
nasoida em 1878 da iniciativa da Sooieda.
de dos Hamens de tfWuiil. nio limitava
seas esforcos s eluOv&r estas mltiplas
I qaestSes.
>:. .-rt


f
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V
I
>
.''

-



ibro.

-
isoWe a* iuh obrHUiilIM a*rt>.
a, appellaado paraaa mtMoiiiu .te* as
eriptorea de todo .as peinen,
*" u t\ji
forroa$ao de um (podigo casamusa da
proprieda.de liiterasia.
Attendendo os ..iaterssaes am cooflito
as difficuldailes a. aupperar, obteve
radea e serios saccess s, reaaindo, pe-
buss ideas moderadaa aabias, a AI
lemanha, a Be'gica, a Hespanha, a logia
trra, a Italia o Hait, o Luxemburgo, a
Saiasa, Monaco a a Tunicia, que aasigoe
Tana a c .avenlo em 1886, com a Franca
a convenci de Berna, consagrando as
ooquiatas foi tas pela activa propaganda
da AsaociacaoLitteraria e ArtiBtica Inter-
nacional.
Ella usa este .der-ae aos Estadoa-Uni-
ios, 4 Suecia, e a Noruega, Hollanda,
i A-. -8 tria e i Hungra, todos benvolos,
aos si a vos anda hesitantes.
Lcoitando-a-i as sol-icoes possiveis, s
ref*rm-smadnrecidas peo tempo e coa
sagradas por longas discussSas, adiando a
sxeoooS de ideas do tacuro daquellaa
que, amaoh.T sirio justas e verdaieiras
que \ o t&> p .ra um peque io numero
as que o grande ^numero que por lei
aind i nao as examinou nem as adcoittio
orno ideas ambientes, a asseciacSo litto
raria artstica, asentado emana em terre-
ao solido, trabalha para esteoder se e ga-
ahar para saa oaus> priateiramente os
Estados Unidos, oom elles e por et.es tod >
N4 Mando.
Conq lista laeMra e fojuida em retal-
tudas piri a qual preciso, junto a as
socaoSm litterarias americana-., am oego-
iador hbil, um advogado coa vicio e que
seiba meocir.
Nao poda faser mslbor do que ac
Ihenio para essa miesaoo Sr. de Kratry
Em 1836, tea pae, depatado e ooase-
Iheiro de atado, tora designad > pelo Sr.
de Oasaarin, otSo ministro do interior
para lanar parte da oommisalo presidida
pe* Sr. Donde de Segar, par do Franca
membro da Aoademia, oom o fim de
jadicvr as medidas nsoeasariaa a tomar
para meihorar a legialacSo em materia
Jitteraria.
A -m-asao oon&ada a sea pao era 1836
determino i o Sr. de Kratry a acoeitar a
que se lh: offere .'ia em 1889.
(Gemtimt'a).
?
Aramaaaeatos argentino
(Do Corrtio do t*ovo)
t).; >-:i i is uluuiauaenie chegados da Europa
anuuucum qa- a el-publica Argeauaa mandara
all j istruir 1.0 OjO espingardas.
O faio, -tn x, a p.-iineua vala, parece nalu
ral e simples.
O p.iiuico, porin, qoe aitento em qae a fra
temida te Humana nao comprebenae aioda, no
mou'io amado civilisalo, a aoiidariedde da
especi. ma* sim o.- aeaiimeotoi diversos de
Abel i- C'im. lem restricta oorigaco de ponde-
rar o f.cto- mormeole os hmeos que dirigem
se deetiotfs da BepiDca due Balados Unidos do
Iran

A lt publica Argeniiaa leve a maior parte da
pn..-p- idade s qoe atogio a incapacidad^ po
isca do ex imperio americano e dos ministros
qoe i-3'.i- -s.oluia.
Submeiuda. purm. a um borrivel traik, du
raoie o.pifW o em qu o B.azil se adap ou as
in-'.i uc .* democrticas, a repblica platina,
popoies^.emprebendedora e activa nao ene mi
trou uos capitalistas europeas o preciso e devi
doapo'.o para refundir o seo esterna Dancanu.
organjsaco admioistrati/a, e repara' os es ra
gos de nma terrivel crise econmica das mais
graves qje pode soffrer oto pan A Repblica
Argentina (i ;oo quasi aban-lona ia pelo. argn
ia-.o- qoe alem luodiram os seoscapitaes, como
qoe denunciando esie faci, que o dinaeiro sem-
br caoio e pruleote, pareca all jogado a pro
iu.r a crise qoe abysmasse a prosperdsde da
quee pan.
Ata boje nos consta qoe os capitalistas euro-
peos, s^us credores iue offerecessem capitaes
para reparar os desastres prodnzi ios e prose-
goirem as sonsas no seu gyro progreasivo, mas
mais proaeittt o vato. Ko dioneiro que se
appltcasje a este proposito nao e poda salvar
as somu)is j compromettilas, como (omeolava
a industria e o ro Dmercio de am pavo que oelo
tea arrijo e acvida e, se toroou digno al boje
i -naior coo^ideracao e sjtnpatbia.
Tj-Javja a velba Europa, que regaleia oa seos
sapiuea ao deseovolvimento malefal e intrllec
toa i da Rspubllca Argentina, acaba de Ihe for
necer as importantes sommas precisas para a
acqiiMco de 150,14)0 espingardas, despesa re-
hiivaoitmie coiorsal, e por completo improduc
tiva.
' bem evidente qoe os iadostnaes europeos
qoe contralaram o fabrico deaie armamento fo-
ram garan iUs por auem os poda desde ja pa
f ar e nao por o governo argeonno a quem al-
ia:i recursos, para despesas urgentes e uleis,
por o oa estado iosolovel.
Nao se ple al allegar que o faci tenaa orna
origem de pura iniciativa particular e oerc&n-
til, em virtude da importancia do crdito edo
somero de armas pedido.
Fabricante Igum europeo pode emprebender
se O' -lnanie {oroecunento sem tsiar previameute
abonado e garantido.
Eia garaalia, pon, nao rodando ir da Ame
rica, aurgio forcosamepte da Eoropa e cl oipre
ponderar Ihe os intuitos.
Com a ooilicaco^lo imperio allem>edo re
no itaii.no, a Europa creou ulqi si'.uacao Unpos-
sivel e violeaiissiuia
NjBmdo se rolo XIX qoaodo o proletariado
se orieota coosnenc .si.nemu e reclama a sol-
oarirdade iuaaaa pela impUoacao da juslica,
os H0eroos ihocratas alliam-S a plotocracia e
rani.in o militarismo, para aspnlxiarem estas
aspjragOs generosdJ. As monarcbas europeas
horronfliJa* com regoeracao militar o admiois
trativa da-R-tpublica Francesa, viram-se obrigo-
das a disp-n Jer, com as exigencias da loa paz
armada, qnantias fabulosas, com qae se de?e
rao as entrannas esses pases.
i'. M am leucnras com desperas improducti
?as. uu aos olnos ia-* geragoes futuras a Jar
pagsar os polticos contemporneos, como don
003 Va'rJdOS.
A realesa ante a idea democrtica e a plotocra -
eib "iie o principio socialista, ambos aliados.
sb' .t.m os 'seiis privilegios, e embora a tra-
dicj o es baoitos p^seam multo, a raso e a
ex -i: acia evMencam qual a solocao que s
im?6- pratico e josta.
A branca dea-ocraiica, forte e rica o pesa-
delt 'ia Eoropa mooarcbca. Todas as habili-
dad s .j umaiicas esbarraram ante o bom seo
so iierte pov eotregoe a si mesmo seo tutoras
Bori'.lbv.teseopiresHivas.
Ni'iguem esquece que enormes esforcos Bie-
nja k --aipregou par- faier malog.ar a comme
sajes i lo ceaienarto de 17o por meto da ex-
posc- univer.-al o Parii Todos 03 mpeci-
lo <., i-ain ante a energa e capacilade do po
to frau e e quanio uwu o ten pi rba;am em
ame-uuiuni- este c-iamen glorioso e paelneo,
sas us povo Ins preatavam fjmpaibia e Dri-
too. .1 expo-icao foi um su'cessy que im> 1
Aamocraea fraaeeia i admiracio e res pello da
lodo v' mundo.
a dipl mscia ear(>pa nao encootrava meio
alg u de poder deriruir a Franca regenerada
peU r- publica. A anota allanca resurgi para
Bova;.'-nie a.-phixiar o pilocipio liberal, qou
pri^redia o t;r'iava a Matas lUiii.
Q1 nipjraoib lew o seu Irabaino
em oom romo, surgi em t8 de flovurnoro de
r889 a incruenta e gloriosa Repblica Braeilei
ra, d*ixaudj os rus wrron*ados, hirtcs de odio
de suato.
i^^^^^^^H dilis-uciava elevar
intornaoional, ci eaw spjl a|#a^e sbmj fc^^aaUx aqu, sem
'atuto de protagrtffilMM aajMrea ^papjtato, aam oacaoirar orna aspada qoe a
- venisse, oasooraJaO grato e leal qae Ihe sa-
pfleoon a vida.
TjdjMkaa atteoo* da velba Eoropa converg-
am atiss para o Brasil.
A io>prea-a realeiga e plutocrtica dedi ou se
entao # depreciar os horneas eoasas d > joven
publica ; os va*8*los leaes foram aconaalba ios
a resistir a nova oedam de cooaa-; retira n se
tolos os capitaes dispooiveis e calcoiadame.nt-
se evitou a remesas de oatros ; eireularam. nsis-
lentes o boatos dt k-ack e da revotocoos emi
neales 00a estados, Hualmeote de guerra com a
Repblica Argentina por cansa da qaeiao de li-
mitas.
O sebastianismo europea passava o aol rar
ir a tolos os teas correligionario' e auxiliare 1
assaiariados at as damals repblicas; nao ba
garantas, o k*a k e a revolucio eminente.
E no enlamo a oriem prosegua em toda a Re
publica firasiloira, a prosperdsde crescia.
Esta 1 lea penetra va cruel no espirito dos mo
oarebicoa, como o espinha qae Ib- dilacerava os
lecidos e oa tortarava, aaioacaado-os de morte
ofallivel. .
Esqaeceu se a Repblica Franceaa, forte, para,
ao nascer, se tentar aniquilar, perturbar, pelo
menos, a democrapia braiilelra, lio patritica.
lao liberal e tao dlgiia.
O Brasil, poaaveata em trra americana, e,
no meio do Atlntico, levaota. se a figura mag^s-
tosa e altiva le Motiroe, obstan lo intervencao
reciproca do veitM sobre o novo man lo.
Mas na A ne i.-* ha vicios, p-econoeito1, t>a-
dicOes, odios, barcadas das civilices m euro-
peas ; ba saidadea, senllrxeutos. ambcO'S a lo-
men'ar. mis-ras a explorar, e quaa lo um bO-
*m oo un povo cahir na desgrac, todas as si
iu >c6es qae o levaatem me parecem acceitaveis
e dignas.
K Repblica Argentina 'em habis estadistas e
militares valeotes. Esta apeaas pobre e oecessita
de rerorsos.
Seria ama ioucura presomir qie palia ella
conquistar o Braiil a p la minos apoierar-se
iie todo 00 parte- do Urugu < j e do Estado do Rio
Grande do Sol.
ftf-a a Repblica Argeatina tem nasjuestao dos
Imites pretexto apparenie oara a lo lo ia iasiante
levantar coafliuto com o Brasil, e a Earopa mo
oarebica batera as palmas de satisfacao, ella 1
ooca da pai armada, si p r ventora visse a or-
dem da joven repblica branleira perturbada e a
eua pas e praaperidade destruidas. Este re vez
sena para as mooarchias j um grande iriompno,
pela demonstracao de qae as guerras sao inhe-
rentes s repblicas.
No futaro da Repu )Hca Brazileira este o orn-
eo ponto negro qos se divisa ao Q on son te e que
convm observar aliento, porque oode ser 00
accidente passageiro, mss Umbem pdle desen-
volver ae em terrivel temporal e compre prev
or o perigo.
Congreaao lo Bteiatclo ricuu.r ,^u--e
Qoutem is duas casas do Cougrasso.
SenadoNio foueciooou por terem compare
cido apena-1 7 Srs. senario'es.
A reuoiao f i presilida pelo Exm.Sr. Dr.
Jos Scnaito de Souta.
Nao boo've expelieme.
O S'. presidente decs roa dissolvila a reuno
coovdsodo os Sra. senadores a funcciunar em
c-jmmissao geral.
CmaraFunccionou bontem sob a presiden
cia do Exm. Sr. coronel Dr. Jos aaria, teoao
oomparecido 18 Sra. depuialos.
Foi l'da pprovada sem debate a acta ida ra-
lla autecedeme.
O Sr. secretario deu coata do segaicte ex-
pediente : a
Offieio um txemplar da reolucao one crea m secreu-
rias de estelo, compeieuicuiente referen Jaaa
como le n. 6.A archivar.
Ouiro do mesmo, rt-metteodo ui: omcio da
loleodeocia Municipal i Pao d'Alno, que repre
Kenia sobre a oeceasidade de aerem alterados os
limites desse 11 uuicipio.A'commisao de uivi
sao civil.
Oatro do iaspecur geral da instruyelo publi-
ca, remettendo om qaa iro do magisterio publico
primanov-A' qasm fes a reqniat^o.
Oulro do director geral das obras publicas,
devoWendo informada una peiicaj de Joao Bm-
tista Cabral. que reqoer o pagamen o de 1:1004
por excesso de o.-vico na barragem de barre
ras A' qoem fe a r-quisicao.
Pr ti.ao de Francisco Amaocio da Silva po-
fessor'publico de instrnccao primaria da 2* ca-
oei'a da freguezia de Santo Antonio rio Recife.
reqoereodo a grtificacio de 15 annos, de accor-
do cemo reaUronio de 1886A' comaissao
de in-truecj publica.
Ouira de Jos Gomes Ferreira ailaia, arrema-
tante do imposto de pedagio da barreira do Gi-
qni. requereado om abate sobre o preco da
arrematacAo.A' comrai sao de pei.c;s.
Passando-^e a or 1- a do da, foi, depois de
orarem os S's. E^'-^vao de Oliveira. Coelbo de
Moroes e Andrade Luaa, approvado o parecer n.
133, que nao aceita emenda feta no asando ao
pcojecto n.5 de iniciativa da camera, no senti-
do de aopprunir se o seu artigo 3*.
Por forc da approvaco d'sse parecer, deca-
roo o Sr. presidente que teado de sobmeUer o
aliudido projecto a commias&e de qoe trata o
art. 27 da Coostuoicio do Estado, cumpria a c-
mara eleger os membroa qoe com os doaeoado,
ao qual a mesa ia faser a necessaria communi-
cacao, devia-se rompor a mesma com mssa >.
Prcceiiiia a tetcaa e recebtdas 18 cdulas,
foi este o n-saltado :
Coelho de Moraes 10 votos, Ayres Bello 8. Mi-
let 3, Faustino Porto 3. Daviau Pontual I, Cesa-
rlo Ribeiro 2, AnJrade Lana, Prancisco Amji-
ia. Witrnvio Bandetra. Apoliaario lareuho.
Gaosianiioo Braga e Bitieocoort 1 voto cada
Dj.vendo -er de 3 o oooaero dos ekitcs oor
parte da cmara edanio-se empate entre os Srs.
sfiiet e Faostino Porto, a sorte desempatou para
ricar eleito o prime ro.
Expedio-se em segoida a communicago do
senado, convidando 0. nos termos do art. 32 do
Regiment, a eleger os membros que de sua par
te u-nbam de entrar na supra mencionada com-
mifsao.
App-ovoU'89 em seguida em 2* diacossao. o
projecto n. 22, que manda pertencer a comarea
de Paluares o engento S. Jos, tendo orado os
8rs. Milei, Constantino Braga, Apolioario e Mi-
let ouira vez e rejeitando-se um reqoenmenlo
deate para aer ouvido sobre o projecto a coui
mi?sao de legialacSo.
Eagotada a hora regimental, o Sr. presidente
levanta a sessao designando a segoinle ordem
do dia : discuesfio do parecer o. 139, 2* do pro-
jecto a. 23 e conUnoauao da antecedente.
TtMegrakiaaaaaM -S Ei;. 0 Sr. dexembar-
gador governador recebeu os seguales :
Gvaon.
Ao Exm gavernador do Estado.
Em lome partido boje reunido congratulo me
co-ii V. Exc. pela elejcao ao cargo de goveraa-
or deste EstadoSeraflm Vais.
Tracn.baem.
Ao desembargador Co-reia da Suva.
Associaodo me as manifeaiacoes dos hab tao-
laaies desta localidade, felicito a V. Exc. pela
sua merecida eleicio.O juix de direito, Manoel
Lima.
A lQtendeocia Municipal de Gam lieira ao
Exm. Sr. desembargalor Jos Aotonto Corris
da Silva.
Esta Intendencia felicita V. Exc. pela saa elei-
caa para governador deste Estado.
Castfraiailaf*es-Foram dirigidas as ee-
gu nies ao Sr. govercador;
Commando do f dsiricto -militar a S. Exc. -
N. 75o.-Qoartel general no Recite en 19 de Be
temoro de 1891.
AoSr, filtirana.
Dala 19. A
Sr. desembargador Jos Antonio Correa da
Silva, governador do Halado.
Ajcujo recebido o oaacio de 17 do corrate,
em que me parucipas.es haverdes sromido o
governo deste Estado, ia qualidade de goveroa
dor..psra qa>) foetea elaito, eai subsliinicio ao
illostre Sr. lurao dLac*oa.
0 Gongretso, cooQaada-vos esse elevado car-
go corresponden i atpiraclo dos pernambaca-
u, felizmente, os serv
i prestado na gesta? dos negocio* po-
1 gratulo me coa vos 30 por to auspicioso
aoaateclmeo'o.
S B le e nteruiiade.0 general de brigada,
Luz Hinque de Oliveira Ewbank.
N 1311Diroctoria do Aarseoal de Guerra
lo Esud-i de Pernambuoj, em 11 da Setetnbro
d 1891.
Acensando o vosso ofl'.io de 17 do correte,
em qoe me commuoicaes haverdes assu ai o
gove no deate Estado ua mesma dala, n-i niali
lada le governador eleito, venbo litawi 'o<
jm meo oome, e no dos offi ;iaes, empregidos
civia e artistas deste Arsenal, pela sabe loria
com que o patritico Coigresso deste Estelo
a n'ou o vosso passado de homem de governo,
justo e honesto, elevanlo-vos a eff^ciivldade
las altas fjnccfi :s de governador deste Esta o,
e u coj j exeruicio como del 'galo do governo
proviso io, e depois como vice-^pveroador nos
lestes sempre todas as pravas de vosaa distin :ta
con-nerdjao, e do v ,sso desejo dd das ju lar-
Smle e fraternidale.
Ao cidadao des mbargadsr Jos hlrtonic Cor-
reu d< Silva, digoo gov-rnaior -i .e Estado.
Coronel Franiiseo JosTixeira Jaiior, director.
N. 85 Inapeccao d) Arsenal te -uria'aa do
E'taoo de PernamOuco. em 19 : Seiembro de
1891.
Cilido desembargador Dr. J is \atonio Cor
ret da Silva, goveroa ler do Estado.Accd^o o
recebimeolo do ufli.o que me lirlgisie? em Jala
de 17 dj> vigente m:z, cominunic*nio-me que
naquei data bavis sido eieiio governador des-
te Ettado e assumtdo o exercicm do dito corgo.
Congratulaodo-me con a acertada escollia dos
r-p-eientantea des.e Estado, elegendo-vos go
Y-.ro-nlor, apreseoto-vos os meas protestos de
.ha estima e sub ia considerado, asegurando
vos que me acia eis sempre promplo a sstisfazer
as vossas reqaisico's leateates ao publico ser-
vico e ao vosso oarticnlr.a
Sia le e fraternua.a.Francisco Forjas de.
Ltcerda, capitao de mar e guerra graduado, ins-
pector.
Banco Bmioaor de Pernambuco, en 19 de Se
temara de '89!.
litan. Exm. Sr.-Tamos a sabida honra de
comprimentar e lelictiar a V. Exc. pela eleicao
pa a oci-rgo de goveroalor desie Estado.
Apro.eitando a opponuaidi'ie reiteramos a
V. Exc os nassos pr iies.os ua mais alta estima
e disttocta coosideracao.
Sande e frateroidade.
lllm e Exm. Sr. desembargador Jos Antonio
Correa da Silva, mano digno governador deste
Estado.
Banco Emissor de Pernambuco. Maooel Jos
da Silva Gounarns. vi ce, pres dente Jcse Mar
celioo da Rosa e Silva, secretario.
Ao Sr. Gitirana.-* secgo. 22 de Setembro
de 1991.
Cemiierio Publico de Sanio Amaro das Sal
as, 21 de Setembro de 1891.
1 lu. e B*m. Sr.NOs, abaixo as gnados. no
coBeratniando immruso com a sabia res^lceAi
10 GaasjRMM deate Eslalo, elegen lo vo5 go
vemador, vos felicitamos por tao acertada ele
r;ao. convictos de que este Eslado. tendo a sua
dirercao varao (ao conspicuo, lera -le aiugir au
mximo grao de prosperidade.
Saod. e f-ae- .idade.
Ilima Bsm.Sr. desembargador Jos Aitrnio
Co-r.'ia da Silva, moito aigao governador do Es-
alo.
O administrador, Asoeacio Minervino Me>ra
de Vascoocellos.Laz Maooel Viega*.A10
nio Luiz Caldas. Francisco Allomo M0^zes
Fiancisco Jos dos Sanios H .norato.
Ao S'. G.tirana4a secgio,
de 1891.
it de Seiembro
Premoiona pabl'ici interina da comirca d; Ca-
obatinbo, em 18 do Seiemb o de 1891.
C ia.U 1 Gove.-nad ir ommuoican4o-me toa-
la dala, o D juiz de direito da co.ua.'1, 11 -,
.m data de boniem, fosteis eleito goe. nalor
desie Estado: de umu dever enviar vos a-
minnas s^i ;eras -co igruulacs. f-.xendo votos
para qu-s a vossa admiuistracao sea aroaicia, pa-
ra o p o^r-aso in/ral e material, deste-E lado.
Siul'. e trate-aiJ tle.
Ao cida-lao desembargador Jas Antonio. Cor-
rea da S Iva, mano digno governalor dobla-
do de Pernambuco Olavo Correa Crespo.
*iodicungralDUt6e-3. Ec. O Sr.
gavera ido-- foi comp unenialo em palacio.
Pelo co pa dateati lo Gymnas'O tenlo a saa
freote o rei/edor, servinlo de ora lora Dr. Po
reir Gaimsiies.
P^l 1 gerente da Estrada de Farra Carril e da
di CaXaagi,
Pelo cnsul americano.
P.-lo gerente da Companhia Equiliva de Se
amana.
Por lodos os Srs intendentes desta capital
tendo a frente o respecuvo presidente Dr. D-
maso.
Ma comrnssao da Escola Normal composta
dos D-. Jesuino topea e p-ofessor Pedro Le-
mos.
Pelo iospectoria da Iastroccao Publica, seado
orador o Dr. Artbur Orlando.
Pela officialidadc do exercito e pela da guarda
local.
la Baviie ale flaicarai-Recebemos e
a^radecemoa a empresa Orion h C, a remessa
de um lbrelo comeado un bello apaobado des
(a opera que oi ante noaiem e sel o a depois
de amanbacantada no Santa Isabel.
Como09 precedentes das operas qne len su-
bido a seena naquelle ibeatra. e os quaes urna-
velmente nos tea remeilido a referida empresa.
o I ib o do Biile de Mascaras impoe se a
acquisicao dos apreciadoras do Lynco qoe
meJiame a insigntBcante quantia de 200 ris,
n'elle terao nm ptimo guia que os far perfei-
tamente ao facto do orlo e movimento do mel
lo-drama.
Para acquieicao do mesmo consulte-se c ao
nuncio inserto oeste Diario oa seccao compe-
tente.
Exerelclo Ante bontem o Sr. capito
F<-uaciso de Magalnaes, digno commaodaote da
Gu.rda Local, reamado toda a forc* em disponi
bilida-ie (ex com ella exercicio no Largo da Re-
pualica.
As pracaa moatraram-se moito dextras e bem
disciplnalas, o que moito abona o Sr. capito
Magalnaes que tem sido incansavel em implan-
tar a ordem e a disciplina 00 seio de seos com-
luandados.
o local do exercicio acudi crescide numero
de espectadores.
Fallec asteas o -Victima de aotigos pade-
cimentos faliec-iu Dootem em casa de sua resi
dencia a roa da lmperainz a. 33 D. ls .bel F.
Quintal Barros.
A fatal morbidez rebelde ao3 ltimos recur-
sos da scienia, e zombanlo dos nimios cuida-
dos da extremosa familia, cana de aliar a Tila
da mors aquella respeilavel murena, levando a
consternacao e a dor ao seio de seas dediialos
liihos, que se acbam mm.-rgos as mais pro
fundas magnas.
A entes, em o numero dos quae3 contamos oa
bous amigos Joao Fernandes Barros e Dr. Jos
Jinio Fernaades Barros, coraprebendendo a jo-'a
dor qae Ibes invade o- coracoes, apressntamos
us uossos 8inceroj seniimeatos.
O enierrsmeoto leve lugar bontem s 41|2 ho-
ras da tardo, aabindo o fretro do predio o ide
fallecen a deslitosa senhora, senda acompanhi
do ae cemnerio publlcj pe numerosos amigos
de sua fam.lia.
lervioo asatutsiriloje superior do di
o Sr. cap 5o Leoncio, e fax a ronda de visita
oSr. alfjres Oliveira.
0 U* haulbio do infartara dar a guarnico
da cidaae. ?
Uniforme n; 5.
, Preciaaasui-Foram !.Jo3 ooatem no jaxo
menlos do 1* districto, os seguiotes:
Segoados Dj Joo Antones Alces da Silva
com Laora da Pas Cabra!, solteiros, residentes
na freguezia ao Santo Aatonio.
De Antonio Emygdlo ?av-.-ea Calanbo com
Olio ia Ferreira da Costa, solteiros, residentes
na frrgoexu de S. Jos.
en a ae Car-
valln/. viftw residente na fre?nxia do Puco,
com Mara do Cirmo Eazebio SimOes solteirs,
residente na fre^'u-zia de -santo Amonio.
e Manoel Damingues da Silva, viuvo, com
Josepba Macla da C'uceicao, solteira, moradores
na fregu*ia de S. Jos.
M*airMa4ac0-A redaeco da Patria re-
aliza no domiago prximo, pelas 4 1/2 Doras da
tarde, no- largo Saldaoba Mirinbo, urna gr.nde
raanifestaco popular en ob --quio ao Sr. Dr.
Jas Mana de Alouqierjm M-llo por sos aul-
lle em referencia a ques'o de Rsligiko.
. Jos Me aibai-slar -S-r ooje execu-
ujpo oessa igr^h pela priaieira vez o novenario
do Senbor do Bim Pim, composic4j do maestro
Drazileiro M goel.dos Anjo* TVres.
Club Marcelllaio Cieto A 1'. '-binteni
proeede esse clob c!^;o le u^ nova dire-
ctora.
Esta flcou assim compnsta :
Presidente e vice-ditoMiguel Ramos e M u i-
co Luz.
SecretariosAlfredo Lorepa 1 Eduardo de li
vera.
Orador e vid;-litoLydio Lim-.-go e Luis del
d. '.
. i&tbecario e 1 --dilo Hsrrnhio Vauna e
J^.. Alves.
T 'so.rero-SaOiuo Luz.
A "iva directora sera enK -sada em sesso
de 29 do correnie.
Clretazaso alee mtemnorem Priaaiairiee
R- un-si- h je, ao meio da, ..-a n, .c-io em
sesso ordinaria.
Eipoaloo de.artes retroappcttvaa
Tea lo a boctdade Sios Artillas M ;c.i m. -.os e
Lioeraes di celebrar no da 21 de Novembre
prximo o 50 auniversir o da aui iostallago of-
fi 'l resolveo, para solennisar tao mpmoravel
daiz. lazer uau exposico de artes re.tr ispeen
vas, a quil lera o^ar 00 vasto salio das offici-
nas do Ly- 1 id irles a Oifi;ios, em con-.laso,
que des'.'ane ser maugurado oaqoell-s du.
ifiemelnanie exoosico, qae pefa pnmeira vez
lera iuar no Brasil, tem por tim especial pro-
pareiouar subsidio> para a historia das artes em
eernambuto, e aoau'm) tempo fenecer ele-
mentos le estado comparativo da arte aotiga
com a arle moderna, em suas variadas manites-
taCO-8.
Oseleneot s e^parsos, que apata- do coo-
dernavel iadiQereitissima aiala oas restam.
D movis artsticos e primorosamente traoa-
ini.los e de tantos oatros objectos de cermica,
oarivesiria, vid ros piolaras, tapecarias e oa-
tros pro lucios artsticos, quer perteacentes a es
tabelecimeotos pblicos, especialmente as re-
jas, quer a colleccionadores de antiguidades
e oa-ras pessoas narticularmente, con>Uluem
abundante material pi-a una bella e iuteressan-
te exposico, inteirauisate nova nesse genero,
entre nos.
Para levar a effaito t> patritico com me t ti-
ment, a sociedale nomeou ama commtsso es-
oecial, de cajo patriotismo e valioso con u so
espora a ac-eitaioo de seaaelbante incaaheo
ca.
Esta ommisso comaos se dos Srs. ro wi
Ibei.o Dr. Joaquim Correia de Araujo, Dr. Ay-
res de Alouquerqoe Gama, Jos 1- Vascooeellos.
Dr. HircuUiH Raos, Dioiei Berard, Felicua.
de Asevedu Cunes, com.o-nia lor Maooel Gw-
caives Aura, francisco lanicio Pinto, Dr. Joa-
luio Miu Crn-M ViHela. commendalor Ao
10110 Gomes le Miranda Leal.commeodado- V .
noel Jos da Silva Giimars^, Uvz ale Manaes
Gomes Farreira, Dv Josde Miranda Cario, ma-
ior Li7, Augusto ilivlh 1 Cintra, Fraacisco I.s
dos t'aasos Gaima jse Dr. Artbur Orianlo da
Silva.
A soclelide convicta de qu1 toda3 estes cava
Iri'iroa igoar-aebio de acudir ao appello que
fas -oj seus generosos seotiu-ntos de patrious-
ni. cjnvidam-os a comoarecem amanti i* 6
I/! rioras la ia"-de no ed.fi:o doLy.eo de A"tes
e i li ao*, tri n . dar se logo comoco aos traba
Ihos p eparaio'ios da -xposico.
PrjMBeaset .la flraoa-A conmiaso en-
carregad* pelo directorio da N jvo Partido Repu
Dlicano dos negocios eleitoraes do 2* districlo
oulicial da frguetia da Graca reane-se bajeas
6 im-as Oa lar Je na aede do Club Republicano
le Belm.
Caaeeria -Agradecemos a amabilidade que
para comnosoo tivfram as istia^tas seoboras
engarregadas do coocert vocil e instrumental
e n beneJto da familia Alfredo Gama remet
lea lo nos am cartao convite psra assistil o.
O coucerio ter lugar a 7 de Outaor prximo
vii 1 juro 094 satoes da palacio do gavera".
E" ae esaerai' seja mu'.to concorndo atteato
nao toOo que visa, quj snblime e grandioso
como taubem o minio iateresse que pelo bom
resaludo tem lomado aa dignas e humanitarias
promotoras.
tremi i.luerirl do Casto -Esta so-
ciedad rene--e ne prximo sarabado pela* 7
oras da noiteem sesso extraordinaria para dar
posse de bo aova directora.
m erirido Poeo-OsSrs. Prealle 4C
acabam du uos mimosear com orna linda valsa
p ra piaoo inspirada campos cao de D. Anua
Dieguea que a offere Jeo a saa mestra e amiga
D. Mara Mello.
Os amado'ee daa bellas e delicadas composi
cao mus caes naj se devem prestar a acquisico
de Os Seroes do Poco e para tal lim dirijam-se
ao e Baranda Victoria n. 09, onde a encontrarn a
venda pelo pre;o de. 1*000
Agradecemos ais Srs. Prealli & C, a remessa
de om exemplar que nos eovioa.
rae d'Aiaao Desta c dade remettem-nos :
A eemmissio nomeada na reooio convoca-
da pelo pa-iiio-goverrusia em 20 de Agosto ul-
timo, aprsenla ao soff agio doeleitorado de P
d'Albo as eleicoes do muaicipio os nones dos
segoinies cida los :
P efeito Tenente-coronel Jos Francisco Pi
nbeiio Ramos.
Subprefeito Capito Joaquim Correia de
Araujo Vasfoiiellos.
C mselbeiros moniriDaes
. Maior SebMiuo Aotoaio do R go Cavalcante.
Teneute-coronel Solero Marques de Araojo Pi
obelro.
Major Jas Carneiro da Motta Silveira.
Capito Jos L no Marques Baealbo.
Capito Maooel Barbosa Camello.
Juio Leoncio Alves Cavalcante.
Francisco Marques de Alboquerqoe Maranbo.
Aiferes Alfredo Jansen Goncalves Ferreira.
Maucel Lmz dos Santos.
Os commisaarios
Solero Marqujs de Araujo Pinbeiro.
Sebasi&o Antonio do.hego Cavalcante.
Dr. Ely 10 da Cuoba Moraes Piobeiro.
MmO'l Barbosa.
Augusto Correa de F goairedo Mello.
Coaaielo e fertaaeatoe A' Doite de
dia 12 ao correte, nos arredores da villa de
ipojuca d ffereetes individuos, travaram-se- de
razoes e chega.am por fim a om conflicto sao-
grento. eatnudo deste gravemente feridos Ma
noel Ca los do" Santos e J >a Carlos da Silva.
Dos deliogseatas apseseotoo se volontana-
m;ote aotoriaade Seoasuao Domingos da Sil-
va, Jos Goncalves da Silva e Florencio Ciernen
le Pereira, foram presos ao dia seguate no ter-
mo do Cabo.
lale-E n Carur, 00 sitio Conro
d'Aua, fu truicoeiramente assassioado no dls
10 o inspector de qnarteiro Firmino Perreira
de Oliveira por Maooel Francisco Bo ba, que
sobre o mesmo desfecboo om tiro de pistola.
O MMSMtM) rol evadir se.
Panaas-troe -iabuos para o sol no vapor
cici mal Alaoaa :
Jjo J s Vioagre Josepb Stanafiel sua mu
Iber e 1 lbo Mainel 1 C. F. Lima; Dr. Antonio
Angasia Cavalcuoti. Jilo Goimares, Maniel I-
aaclo da Mola, Cemeoiino.de Azevedo Cruz,
Amonio Vieira Lima, 21 pracaa e i cadete, J. E
W.'lfe e Snorrden, teen te-'Coronel Maooel Mar-
in-F. Soares. Caseiiro Cirolino, Joo Nepo
muc-00 Siqoeira, Tneopbiio N. Siqoeira, Lotz
Bullir. Dionizo de Almei la Costa, Gastn Du
prai. Navarro L as, Dominios da Silva Moa Vis-
la, J >qoim Barbosa de Me leiros, Maooel ae
Barros'W Sobnnbo, Nirberto V- C. de Figoei-
redo, F ancisco Perd.S) de O.iveira, guamo
Iber. 6 tilbos, 1 umn e 2 criados, Costodto Jos
gamos a Padre Jo- Cirios Mannbo.
lieliaea Ellectuar-se-nap 08 seguales:
Boje :
Pelo agene Martins, s 11 horas, roa Duque
de Caxias D. 31. de movis.
Peto agente Gasmao. s 11 hars, i ros da
Soledade o. 90, de movis, loucas e vldros.
Amanoi :
Pelo agente Mirtina, ii 11 bera?, no caes do
Pelaurinbo, de anas Darcacas armadas a ovale.
Pelo asente. Gi-rnao, ao meio da, roa Mar-
qu de O'inda o. M. daluma casa terrea.
atera ale atesaste do MarasUaae
Por leleitramma recebido pela Casa do Ouro,
este o resoltado da'15* serio la 5* loleria, ex
trahida a 23 de Setemaro
I9M
1500
2103
52
7711 <
Foram premiados com 3:000#000 os seguintes
aumeros:
215 1902 4772 6180
Esto premiados com 1:500*000 os seguinle.-
3.a meros :
1898 2307 3V37 #683 7672
APPBOXIMACOKS
iOOOooo
30:0110*000
13:000*000
6:000*000
6:000*000
18% 3:000*000
1867 3:*>0i000
1559 1-500*000
1561 1:500 000
2101 9001000
2104 900*0oU
Estn premiados com 600*0.0 os seguate.-
aumeros:
1861 1864 1868
1812 1863 1869
1863 1867 1870
Esto premiados com 300*000 os seguinte-
aumeros.
1551 1554 1557
133 1555 i-Si
1553 Ii36 1539
Esto premiados com 150*000 os seguintes
nmeros:
2101 2103 2108
2102 2106 2109
2104 2107 2110
Todos os nmeros terminados em 66 esto
premiados com 300*000, excepto os da sorte
grande.
Todos os numeras terminados em 60 esto pre-
miados com 300*000, excepto o da son., inme-
diata.
Todos os numeras terminados em03 estSo pre-
miados com 150*000.
Todas os nmeros terminados em 6 esto pre-
miados com 150*000, excepto os terminados
em 66.
Todos os nnmeros terminados em 0 esto pre-
miados com 150*000, excepto os terminidos
em 60.
A seguate lotera corre no dia 30 de Setembro
de 1891 com o mesmo plano.
Hoepital rearo ai- mov meato $de*.e
staDelecimenio de earidade, do dia 21 de Se
temoro foi o seguinte :
68i
22
11
2
595
respectivas eoferman 8
Exisam
Eulraram
Saniram
Faileceraal
Existem
Foram visitadas as
elos Drs.:
Moacoso s 8 3(4.
>sjrros Soonn.io 4? 7
Andrade Lima as 9 l;2.
Joaqmm Fel^ a; y l4.
foaual s 10 i|4.
Arnobioaoy.
Vivir iia Cuoha s P 3[4.
Bastos de Oliveira a- 10.
O '-irurgio deutisia Numa Pompilio entrn af
8 l|taoras
o uaarmaceutico entran as 9 1|4 horas da ma
'i e sabio s 3 oras da tarde.
0 ajutHnte ao pnaruiacentico entrn s 8
ia mantie sabio as 4 d4 tarde
botera lo Balad ao ram-Par.
A 6* serie da 47-lotera, deste Estado, cuj:
.remio grande de 250:000*, sera extrahid
00 da 26 de Setembro (sabbaao).
Cosera ao aaranhia A 16' sen-
ia 3' lotera deste Estado, cujo premio graod
i de 300:000*000, s-r exraoida no dia 30 dt
Setembro (oaarta-feira >
Cesatterlo ful 1 Ico -Obituario do dia 22
da Selemnro ae i 891 :
Smpl'.cio Hemeterio de F. Pernambuco, 66
anoo*, riavo. S. Jos, lesao cardiaca.
Maooel Kernandej da Cosa, Ponugai, 66 aono,
casado, Gaca, congenio cerebral.
Jjj Loiz Alves Vilella. Portugal. fi4 anno3,
as do. Boa Vista, congesio cerebra
Mana Victoria do- Simo-, Pernambuco. 82
aoios, v ova. Boa V>sia. senilidad^.
Candida Francisca MaoizFeijrt, Pernambuco.
50 aoDOS, viova, Boa-Vista iosuificieocia mural
Jos lgoar-19 Rabello C tra, Peraimouco, 7
aonc, Boa-Visia. vermes lotestmaes.
Luza Mana da Cooceico, Pernambu;o. 22
annos, solteira, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Mana Caelana Arantes, Pernamanro 30 annos.
casaba. S. Jos, tubercolos pulmn re.
Jaanna, Pe nambu"o 4 mezes, S. Jo3, eclam
psia.
Joo M Pires Falco, Pernambuco, 35 anno?,
solteira, Bn-Visia. lubereolas puimonare.
Jos Joaqaim de Sam'Anaa, Pernambuco, 45
annos, casado. Boa V:sta, eoterite.
Pedro Bezerra. Graca, paraly^ia geral.
Mara inte do Espirito-Santo, frica, 78 annos,
solteira. Boa Vista, diarrba.
Joo Ferreira da Silva, Peroambnco, 40 annos.
Afogados, apoplexia cerebral.
PERHAIBDGO
Companhia de Beberibe
Acta da asseafela geralrdlna
ria do anuo de 1891
Aos 24 das do mez de Agosto de 1891, 3> da
B^poblica dos Estados ndos do Brasil, a 1
hora da tarde, 00 primeara andar da casa 0. 71,
da ra 1S de. Noxembro desta cidade, presentes
44 seahores accionistas, representando 3439 ac-
edes com 452 votos, o commendador Albino Jos
da Silva, presidente da assembla geral, disse
que tendo recebido commuoicaco do Sr Loiz
Valeaca de qae nao poda vir desempenear as
funcc.6es de secretario, coovidava nos termos
dos estatales,a mim Aorelio dos Santos Eoim-
bra, para servir de secretario e declarara aberta
a sessao.
O Sr. Dr. Cfciliaoo Mamede Alves Ferreira,
gerente da '".ompanbia, usando da palavra disse
que apreseotava os relatorias da geslo dos ne-
gocios da Compaoiiia drame o anno social pro
ximo pasaado assim corno os estudos mandados
proceder para as novas obras, e como os referi-
dos relatnos achara se publicados uos joroaes,
pareca Ihe dispeosavel a so* leilura acbando-
ae 00 entretanto prompto a dar qoalquer ootro
esciarecimento qoe qaeiram os Srs. accionis-
tas.
O Sr. Dr. Pitaaga pedio a palavra e leu ama
tonga exposico em sustentaeo a proposU se
goiute:
Propoobo qae de accordo com a opinia do
Sr. eogenbeiro 0-a>l Brcwo, autor do projec-
to execotedo no Valle do oogeoho Doo Irmaos,
se proceda a estados mais aprofaonados nos ler
renos do referido Valle, e nos ana Ibe ficam pr-
ximos, para se coahecer se r-alineute existe oo
iros mananciaea que poasam ser incorporados
aos do referido Valle, e qae estes estudos sejam
f Uos dorante o periodo secco. qoe ae avesi-
nhim, e do seo resaludo d o Sr. gerente eo-
nbecimeeto a assembla geral e se resolver ro
mo for melbo* a bem dos interesses da Compa-
Recife, 24 de Agosto de 1891Dr. P. Pitan-"
ga.
O Sr. Dr. Mamede pedindo a palavra contes-
tn as consideracoes do Dr Pilan a, e moairou
qae os estados a qoe se refera a proposta ja 11
oham sido fetos e constavam do seu relatoio
e do no eogeonelro Devoto, pelo que a referida
proposta f6 visava protelar a mar.-ba dos aego-
cios da Compaobia
Usando anda da palavra diversas veies o mes
mo Dr. Mamede. Dr. Fioza, commeodador doo
l -na :io e Dr. PiUoga, diecatiram os negocios da
C npanbia.
O commeodador J0S0 Iguacio apresentou a se
gointe proposta:
Proponho qoe o capitel precira para levar a
effeit > as obras preciadas seja distribu lo em
i-oiej pelos accionisiaa qoe aa qeiserem acei
lar, sendo as acedes que oo harem assim dis
tribo*is, vendidas pela Companhia pelo va
lor oomioal pelo menos.'
aecife, 24 de Agosto de 1891.-J. I. Medeiros
Em segoida procedeo se a leitura do parecer
da commisso fiscal que assim concebido .
Sr- acciriQstaa da Companhia do Beberibe.
Cumprindo o qoe preceit ja o 2o do art. 36 dos
nassos estatotos examinamos a e criptaracSo
desta Companhia e o valores existentes, acban-
do todo da p<'rfeto accordo com es balaocos
apresentados pela nua digoa direcioria. que nos
ministran com a maior somm.i le boa vootade
te ios os e8clarecimeat08 precisos para qae po-
dessemos iuteirar vos do sea estado econmico
e rinanceiri.
N' aono social findo renden esta Companhia
253:93017 0 mais do qoe no an 10 anterior apenas
<:484J4iO, nao obFiante os cbafanzes e peonas
d'aKOa terem tido oan/meuti de 20:654^210,
resultado e -t que desaparecen por ler bavido
naverha rt>o meatos diversos o decrescimento
de 19:1491800. proveniente da grande redoccao;
qoasi mesxo cessaco dos Irrbalbos de penaas
u'agua, co no melbor vos informa a illostre di-
receo em -eu relatorto.
As despeaa attingiram a 125:7324010, mais
qae no aono am- cdeme 16 631J860, o qoe f-
cilmente se explica donde que se it nder a que
bou ve aogmemo de 3) 0 no costo do carvq de
oedra, excesso de consumo de combu-livel com
o fanecionamento da ma. bina americana, grao-
d-8 differanca de cambio, estados e explora-
ves, e finalmente asaentamento de orna nova li-
una de encapamenio na travessa denominada
Joaquim N.biico, oa Ciponga. D s duas cita
das sommas resuliou o salda 128:207*720 de
que foi applicaioao pieame.ito oe diversos gas-
os. entre elles o de 1265 .18 10, em Londres
com a amcr.isaco, divida e juros do 1 e 2* em-
p-estimos. Gasiou-se tambem aqui e em Lon-
dres pela verba obras novas com o es'udo
da cansa do ataque dos eocanamentos e com o
orojei-to dacn.ns'co dos novos mananciaes
1.799 38. e 15:813*52')
Tratando agora da juuaco desta companhia,
que sem dovida pro-relie um futuro mo.to lison-
geiro, devemos diz qoe a fal a da distribuico
de divideodos nao ueve aer moiivo de desanimo
para u< qoe nella tem os seos capitaes ; jrois se
alten ier-.e aos Shrioa compromissos contrabidos
para a realisago dis grandes e dispendiosas
obras du-aa companhia e as graves e constantes
: lli u.0.1 ii-s que tem embancado o sea deseo-
volviuento, aeremos forjados a concluir qu 1 em
vez de .-e Ungir semelbaote falta responsabili-
aade de sua dig ia direceo, deve aer ella consi-
derada como medida de prudencia e previsio,
por ser o orneo meio d'essa actuaiidade ser
manidd com to < a resp-itabnniade e crdito da
companhia, tantoa.oi como na Europa.
P fallamos, lembra a illostre directora quatro al-
viire?, como veris 00 seo relatario especial qoe
vos vai ser apresenlado.
Parece-nos, e assim declaramos em virtude de
dupos'cao legal que a isso nos obriga, que dos
Ivitree apresentados o mais aceitavel no estado
actual o terceiro. qne consiste na elevaco do
capital de l,5O0:u00*OJO a o 000:000*000, rece-
bendo cada accionista o numero triplo de aeces
do valor nominal de IOOIOOO, e considerada rea-
lisada a entrada de 50 %.
Afsim leremos 4 5 capital de 4 500:000i000. licando o? 500:000*000
.estantes paia serem emui '.i quaudo pre-
cisos.
Com elovago do capilal por esse moJo rea-
liaado seu, uu>..senttwlas e por cons-^guinle sem
mus directos e immediaios para os accionistas,
po lera a illostre direceo contrabir om empres
amo para a realisac&o das obras prcjectad38.
qoe no nosso parecer devem ser qoanio antes
levadas a ITeiio.
E- e .i-sumpto ci erande importancia acba-se
assim -uDaietudo vosea deliberaco, a qual
nao se deve fazer esperar, para que possa e3ta
compaobia com r- gulandacie e vanlagens pre-
eneber o Um industrial a que se propOe.
Senbores accionistas, sio e?te os esclareci-
meolos que nos occorre roioistrar vos e qoe jul-
games ufii lentes para inleirar vos do actual
estado desta companhia, e t-rmina do somos de
parecer que as cenias referentes aos negocios d>>
auno socidi cima mencionado, sejam ap.iro
vadas.
Recife, 1 de Juloo de 1891.
Joaqaim Alves da Fonseca.
Manoel Mariins Fiuza Jnior.
Fra cisco Gurgel do Amaral.
Posto a voios o pa.cer fiscal, salvo a segunda
parte e as emendas, foi oiianiraemen'e approva-
do, tendo se ab-tido ue votar a un.-..-loria e a
commisso fiscal.
Submeitida votaco a propoMa uo D-. Pitan-
ga, fui esta regeitada id teado (ido o voto do en
autor.
V. lada a proposta do commeudador Joo Ig-
nacio, f ji ella regeitada.
En seguida foi submettida votaco a segun-
da parte do parecer da commisso Bacal, e foi
approvada.
Passou se a proceder as tHees, sendo o re-
sultado o seguate:
Presidente da assembla geral, commeodador
Albino Jos da Silva, com 340 votos; sj:reiario,
o Sr. Fraociicu Jo dos Passcs Gaimaraes, com
310 votos; membros da commisio fiscal, os
Sr5. Joaqom Alves da F.rueca, com 3)4 voto-,
Francisco Gorgel do Amaral, com 340 votos ; e
Dr. Maooel Marties Fioza Jnior, com 338 voto'.
O Sr. presidente disse que em vista da resoln-
cao tomada boje e em 29 de Dezemoro do aono
prximo passado, era oeressano a crnfecco de
novos estatutos, e a assembla devia deliberar
como se devia proceder; a assembla decid'o
que o Sr. presidente nomeasse orna commisso
qoe. s encarregasse de tal incombencia.
O Sr. presidente nomeou para essa commis-
so os Srs..- Joaqaim Olinto Bastos. Dr. Jos
Marcelino da Rosa e Silva, Dr. Mano I Martins
Fiaza Jnior. Francisco Gu-g"l do Amaral e Dr.
Ceciliano Mamede Alves Ferreira, leudo sido a
oomeaco io ur. Jos Marcelino feita por odi-
caco do Sr. Olinto Bastos.
O Sr. presidente offerecea a palavra a qu- m
maisqaizesse propor, tratar oo disentir quaiquer
a8sumpto de interesse da companhia, e nao ba-
vendo quem d- lia osasse, foi levantada a s-sso.
E eu, Aurelio dos Santos Coimbra, servindo
de secretario, escrevi e asslgoo. .
Albioo J s da Sirva.
Aurelio dos Santos Coimbra.
IH80MCA THE4T8AL
Ua Baile de Maaearas
Foi ante boniem levada acea 00 Santa Iza-
bel a opera melodramtica de VerJi Un Billa
i o Masen era.
Esta opera, em qne o seu notavel compositor
mostra-80 capas de competir vantajosamente
com 03 mais elevados representantes da mui 'a,
romntico francesa, nao nova, o qoe porm
oo Ibe altera o valor com qu apreciada.
Representado pela primeira ves em Roma no
Theatro Appollo em 17 de Fevereiro de 1859, e
em Parla 00 da 11 de Janeiro de 1861, oBailo
i% Matck*ra merecer sempre un lugar s-
lleme, e M. de Rovray, uo obstante aa conce-
'.c6es gigantescas da escola meyerbeeriana qoe
nao poderam empanar o brilbo qae resolta des-
se bello iparWo de Verdi, assevera qoe essa m-
sica ama oes memores, escripias pelo admira-
vel genio qne oa facilidade da instrumentaeo
faz revalisar o seo Bailo 10 Masadera com o
-Barnero de Seviglia-do grande Rossioi.
Nessa peca, salieutam se como magesioaos e
de -Usuos grandiusos os trechos seguintes :
A romanza, de Ricardo no I* acto:
L medra oell'estasi
R.-ggiante di pallore- ; .
a aria de Benalo :
AUa vita che l'arride
Di sp -ranze e gloria piena...
a balista de Osear, qoe chelo de eotbiaiasme
advoga Ulrica:
Voila la terrea
Tronte alie sielle
Gome sfavilla
La soa panilla... ;
o doetto d" R' -ardo Oinca (2* ac.o):
Di tu se felele
1 flutto m'aspetta...,e
o quartetto final desse acto.
No S* actu rsiacam-se:
a aria
Ma dal.'rido sleUo divalsa, .
quaoao Amelia desee das eminencias escarpadaa
ao outeiru;
o daetto. com Ricardo, o feraatfo e oanor-
tato final escripto com vigor e enagestosiuade,
sendo coni-iderado ama das paginas mais bn-
lbantea da opera., pelo vigor do colorido e varie-
dad** do ryibmo.
No ultimo acto nada lio commovente, tao
emocionador, tao temo como a aopplica de Ame-
lia que, prostada aos pe de Ricardo pede-lhe,
nao mais como molber, porm corao mi, a gra-
ca e ver pela oltima ves o seu filhinho:

I
'.
Efe
^


'\
*
\
I
y


-ma prima id graxta
L'uo'icu ligit > mo
Avviaccre 1 uiio seno.
Igaslmente emoc oaadora a aria de Renal o:
E sei tu che macehiavi...
a qual se destaca ) trecho
O dolcezze pvdote I O memorie
D'uq ampleaso che mai noo se ublia,
en qae se derrama ama saudosa recordacSo pe
ios felizes tempos d'ou r'ora.
Sao dignos tambe u de meuco o tereetto, o
Muartetto da conjuraco, o allegro, do pagem :
Di che fulgor, che mosiche
* fioalmeate a cango, do mesmo,
Osear lo sa
Ma uol dir.

O ileserntaribo d ido ao Bailo ta Maschera,
pela Companbia Parodi fu o uaais aaiuucto-
rio po-sivl.
Acosf ida a ver eis<> opera representada por
artista' J nota, a oossa plati, mih.uJj. saino
satisferlissima com a execucio qou essa empre-
sa deu ao Bailo tu Masco .'a, qae repre
sentara ama ooite de successo para a referida
Cninpanbia.
O Sr yas'ini, encarregado do papel de Rena
!o, tirircu uetiniu ,iurote os crditos, qae como
aarytotio, tinha cooqutado desdeanoite de saa
estrea, no Fausto
Voz c:ara, timb -ana, fresca e agradavel, ges-
ticulado e j.igo sceoico perfeltau. nte combi-
nado?, pose legante e sem affeetaco .oJo pos-
sue o Sr. sassmi que toqui stiouavelmenle a
f gura mais saliente da Companbia.
Na c-cena em qae fe ido em saa honra, tem
diante de si saa mu.lier a qaem jalga u maco
iada por nm crime. Renato lamenta o ba*r o
seu amigo cravado em seu coragio a 06 e o
oppnbro na fronte, o r.Massini estere inva-
dido, btn como ta emociooadora aria do V*
acto, ja citadi e en que a almo, apaixoaada de
Renato se mostra saudosa d'esse lempo
Q jando Amelia si bella, si candida
Sul m.a seno brillavo d'amor.
A signora Ancarani, nao obstante o sen exa-
gero em algamas sceoas em que a situaco do
personagem que inte'p-etava exiga ceno com-
aediuoento nos gestos, desempenhju muito re
gnlarmente o papel de Amelia, chelo de Irn
dlffi eis e variaveis.
O duelo do 3 acto, em qae se acba duvid >-a
entre o dever e o amor, foi ventajosamente can
tado pela s'goora Ancarani, que esteve tambem
irreprochable na suppltca inicial do 4.* acto e
rae ]a referimos.
A signora Rastelli foi um Osear interessante e
gentil, revelaodo-se, o'esse novo genero, orna
artista apreciavel e concie.icio.-a.
Cantou com maita graciosidad? o
Osear lo sa
Ma ool dita
Tra la la la
La la, la It.
Foi *.ui applandida.
O Sr. Parodi. nao obstante j nao pesui' orna
voz rerdaiieiramente Je tenor, toterpretou cor-
rectamente o conde Ricario.
Cantou com multa elegancia principalmente a
romanzi :
La revedra nelfestesi;
e o duetto, com Amelia, do 3. acto, loando de
clara que o seu amor por esta 1*0 intensa que
te o coracao Ibe parasse no p.'ito anda assim
por ella viveria.
O Sr. Meloncelli (baixo) revelou inulta aplidao
ara o palco.
Lt e do emommodo qae o acommetteu no
Fatuto pode dar a sna vos toda a extensao e vi
Mr que possue.
A siguora AlDerti foi orna collecta rrica,
anta ido mai regularmente o duetto com Ri
cardo. ...
A scena que se passa no sea albergue rol bem
interprenda. m
Os demais artisUs foram sat;sfa:torlos aoxi-
liares.
O corpo de bailarinas esteve expleodido, sendo
mimosas e lindas as daosas qoe executaram.
O orebestra, a quem no -Bailo in Maschera
esta confiado importante papel, sabio se perfei-
tamente, sendo digna de saliencia a execocao
dada ao duetto de flautas com acompaobamento
de ha roa, do 4.* acto, antes da aria : Oh dolcezze
perdulte, e na qual o Sr. Codido Filho Alves e
signorioa Cerutti demonstraram os seos crditos
artsticos.
O mu en-scene, esteve muilo bom, e os coros
bem ensatados.
1 calculas o perig
porque eo p tasar em Pars,
Mas na > lembreaiM Ul e dise, fa!!a:
Iada te ama Lronor?
Nada ao teu amigo cala.

M POCO DE TDO
-

..
At ao presente conheciamos 1 liogua-
gem das florea e a do leque, mas ignora
vamos qae existisse a dos pbosphoros,
oisa que nos agora revelada pelos ame-
ricanos, daodo nos a segante amostra de
tio original linguagem.
Accender am phosphoco da maneira
asnal significa : son completamente ludif
fe rente ; nem gosto de ai, nem deixo de
gostar ; rremos con o tempo.
Accendoi o com rpidos o approximal o
com alguma lentidao do charuto quer di-
ser : se nio me corresponde j, j, dei-
xoa. .
Abrir a phosphoreira e fingir que nao
se encontrara os pboepkoros, significa:
atoa anoioso, e aguardo a saa reapoata.
Accender rpidamente vanos pboapho
.' ros, una aira dea outros, querdiaer:
cuidado que alguens nos observa.
Accender o charuto a laucar para o ar
a primeira baforada de fumo, quer tigni
ficar : mea amor ideal, sublime, plat-
nico.
Fingir que o charuto nao arde e mor-
del o na ponta, serve para perguntar:
quer v.r cear commigo ?
Accender um phuayhoro, atirando-o ao
chao e pisando o logo, quer diser: se ti-
yer e suffjcar o mea amor, mor erei
com certess.
Fingir se que se queima um dedo :
ao accender um phosphoro, significa
abrasou-me a alma.
Estregar um phosphoro na phcsphorer
ra sem o accender, quer diaer: Cruel, tem
piedade de mim! .c
Deixar cair a phoapboreira significa:
abaDdooaate-me, traidora!
E deste modo D p e continuar a'
heg-r a constituir um idioma, que de ve
ser muito iutere sante, aim, mas tea gei-
to de se pareew 0001 o dos macacos.
O Gregorio apree. ntou se ha das em
ama oaa* de oommercio, e, intarpellaado
o caxeiro:
= Precito fallar immediatamente com
o seu patrio disae el.e:
. Imposaivel reapondea eate, o patr&o
aorreu i a oito das.
__Ha* duas palavraa somonte !....
oas palavras -. lepetio Grogorio, to-
nando ntaa cadeira.
B* da Mosa Alegre, de Braa Paule:
DepoM W longa mmmi, dona amigos
icio o Felisbarto,
_ram-se boetem porto
ala i'O Psk.
Meu Felisborto, tem me tanto amor
essa to linda e bfia creatura.,.
Escuta e er no que te vou contar :
quasi que hoo'cm a sepultura
eative pobre a cavar.
Como assim ? oatina, sem demora,
o grandissimo tratante,
Ea loe dase: Leonor... vou para tora,
E a pobrd dusventurada
toda em pranto debulhada
(certesa de que me amava entSo obtve)
quis atirar se ra nesie instante,
com urna coragem farrea.
Vas, diae, alta a casa oade ella vive?
Qaal! Felisbsrto: mira em casa terrea.

A palavra feminismo est em moda,
appareoe em tolos oa vros, b^rboleteia
em todas as coiversacSes: o vocabulo
favorito doa psyjhologoa chic, genero
Bourget.
O que porai, o feminmo f que aen-
rido psrturbauta encerr esta palavra my*-
teriosa? qual o aegredo da sua rpida
fortuna e de que elementos vagos e dis
psrsos, da que finas e delicadas ensates
eilia syntbese felis?
Para o saber, leamos esta linda defini-
lo do fentin smo pelo Sr. Izard Rou-
gier, na Revista de Pariz e de 8. Petrt-
burgo :
O feminimo ... comodiaer sto...
talves a reauiUnte daa emos^ea e das
aensa'.S .'8 que nos aduea d mulner.
Disponham mil florea em um taboleiro
de verdura ; respiremos agora todas easea
hlitos, embriaguemo nos com es mil aro-
mas que se exbalam deaaaa mil boquinhaa
entreabertaa, desees gracioaoa regados des-
abrochados, desees clices mimosos; a
alma da fldr infiltrase cm naasa alm e
arrebata nos ao paraso.
Poia bem!
O feminismo o hlito estonteante de
todaa aa mulheres ; o rangido musical daa
mollea botiras, a voluptuosa ondulacao
doa vestidos, oa perfumea, que se evol vem
dos boat, das luvas, dos regaloa, daa um
brellaa, dos maravilhosos chapeos, verda
deiros doceis de gala que abrigam o aze -
viche real, ou o ouro rutilante daa comas;
o cryatal canUnte das gargantas femi-
ninaa, o carmim desmatado daa fscea vir
ginaea, o ardor daa amorosaa caricias ; a
alma da mulber qne abraza toda a huma
oidade, suscitando lagrimas e sorrisos,
agente directo da divindade que quer que
nos sejamos teste nua'i s de um pe-pita>
milagro de bilesa, da sorpresa e de
amor l
Eper> que os termos galantes em que
estas cousas aao ditaa sejamdo agrado das
minhas leitoras.
JJ
VIEMOR1L
SPORT
Do experiencias mandadas proceder pelo
governu francas acerca da resistencia do
cavallo tem-se chegado a ete resal-
tado :
Qae um cavallo passa 25 das sem to-
mar alimento solido, um vea que tenha
ba agua para beber ;
Que pode resistir difficilmente a p iva
co de agna por 5 das.
Que, embora receba boa alimentaclo
morro no fim do 11 dias, si Ihe faltar a
bebida.
Em regra, desde qne um cavallo paaaa
trea dias sem beber, absorve no quarto
dia 60 litros de agna em meos de trea
minutos.
O cavalk) que dorante 12 dias sub-
mettido a urna alimentaclo escasas, con-
serva sem embargo a forca necestana
para arrastar um peso de 279 kilogram
Na corrida do Hippodromo Paulistano,
realiaada no domingo 6 do correrte, o
moviment da casa das apostas chegou a
110:620*000.
L-se na Semana Sportiva de 12 do
corronte :
As sabida
Conforme noticamos, renniram-se sexta-
feira ultima, na secretaria do Turf Oiub,
a convite da directora desia sociedade,
muit. s propietarios do animaes, com o
fim de discutir-ee o melhor alritre para
remediar o defeito das sabidas.
Depois de renhida discusslo foi appro-
vada urna proposta do Sr. Cas.cao indi
cando que se elegesse por escrutinio ae-
creto nm proprietario que exercesse effeo
tivamente o cargo de starter.
Procedendo-ee ao escrutinio, foi eleito
o Sr. Santiago Villalba, que exerceu a
contento geral, segunla-feira ultima, as
fonccSee com que fora distinguido pur
seus collegaa.
O resultado do escrutinio apontou como
snppleafe do Sr. Santiago o Sr.Hen-
nque Joppert, que ns corridas do Turf-
l^lub assumir as fnnccfcs de juiz de
partida no impedimento do Uarttr effic
tivo.
Na reuniao tratou se igualmente, coioo
medida complementar, da IteraySo do
c .d go de corridas na part* referente aa
penas em que inaorrem oa jockeys por
desrespeito ou desobediencia ao arer,
fic^ndo resolvjdo que a directora se en
tendera com aa su.s oo-irmaa para que
fossem as ma tas pecunurias ora estabe
lecidas para esses dslrotos convertidas em
suspenses de 16 lias a 6 aiees, recanindo
ell.s sjbre os animaes quando oa jookeys
nao passam de simples criados na co
cheiria.
De Portugal tinha chegado ao Rio de
Janheiro o oaTallo Vence -or, de 2 aimoe,
naacido em Villa Nova de Famalioao.
E o primeiro immigraate portugoea,
da especie poro sangue, que aporU o
Rio,
Assim confirmo elle o fea pretencioso
nomo.
0AD81BAS
Cadeiras com encost da lona, magni-
ficas pora viagem.
filas e ivehs para vestidos
Grrande sortimento de fitas em todas as
cores e qualidadea, fivellas douradas, pre-
teadas, pretas e de aiveraas cares.
GAPELLAS
M!0-aTiaS.Iia,S
0 Ba-tar da tfla- Vista, a ra do Impe-
ratrii n. 88, ncaba de receber um lindo e
variado sortimento de cor&as, crusea e
corayoeni de lindas flores em rosas artifi-
ciaos, em porcelana e ferro. Essa colleccio
o que pode haver de mais moderno,
rico, e doliendo no genero
ialaios e Gestas
liranda sortimento de balaios para pa-
pis, costura florea, cartSes o porta garra
fas, proprios para viagem, compras e ou-
tros usos.
flua da Imperatriz a. 88
Alfredo Lopes efe G-
T.*lphoit$ U4
niBUs mn cqiipbab
artigos de chapelaria ou flores, plumas,
veos, g sea, rendas, etc. etc., sem fazer
urna visita
Chapelaria Raphael
onde se encontra sempre tudo quanto,
nesses artigos. ha de melhor e mais mo
derno.
Hia Jo Bifio i Yicliiria 2
Raphael Dias & C.a
ISDlCiCOES llS
O DB. MILET MO OU SKD B8CRIPTOIUO
DK ADTOOACU PARA A RA. 15 DR NOVEM-
BBO N. 34 (NTIGA do impzbadob)
Telephone n. 499.
Medleoa
Dr. Joaquim Lvuieiro medico a ptrtei-
o, consultorio ra do Oabagi a. 14,
." andar de 12 as 2 da tarde; residen; a
no Monteiro.
Dr. Tavares de Mello, medico pelo Fa-
el Idade do Rio de Janeiro, d consnitat
das 12 s 3 horas das tarde, no largo di
Corpo Santo n. 15, 1. andar: receb<
chama io a qualqner hora na sua residen
cia no largo da Paa n. 41, em Afogados
especialidades: molestia de pello e si
philis.
Dr. 8 Pereira, ra da Impera tria n. 8,
di consultas medico-cirurgcan todos os dias
las ti ao meio dia, menos n is domingos e
lias santificados.
Consultorio medico cirwgieoDr. Sim-
plicio Mavignier, ra da Cadeia n. 27
1 .* andar. Residencia Ra d'Aurora
o. 131. Telephone n. 392. Chamados a
qualqner hora e por escripto.
O Dr. Lobo Mosco di consalta ea
sua casa i ra da (ilona n. 39, das 1*
horas da manha i 1 da tarde. Aohando
se tora do aervico publico offerece-se pan
acudir a qualqner chamado com prompt;-
tio para fora da cidade. Especialidad* s,
operaces, partos e molestias de aenhons
a de meninos.
Oeeollatas
Dr. Fsrrsira, com pranca nos prme--
paos honpitaes e clinica de Paria e Loe
dres, d consultas todos es dias daa i
nras ao meio-dia. Consultorio e resi
iccia i ra Larga do Rosario n. 2.
Dr. Barreta ampaio, oceulista, di oou
saltas de 1 as 4 hora no 1. andar d.,
casa roa Bario da Victoria n. 51. Re*
denoia a roa Sato de Setembro n. 34,
entrada pela roa da Saudade n. 25.
Drogaras
Fana tortnho t C, droguistas por ata
iado, ra do Marque de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva el C, depon
arios de todas as espeoialidadef pharma
^euticaa, ttatas, droga, producto ohimi
:o* e medicamentos homeopatioos, roa di
MLarquea de Olinda n. 23.
Carao de preparatorio
O bacharel J. Thiago da Fonseoa leo
oiona em collegios, e casas particulares a*
*egaintes materias : Portognea, Fruncen.
Ingles e Historia.
A tratar n'esta Redacc&o, oa em sua t*
sidencia i ra da Palma n. 57.
A Sotre Dame de Parla
Previne seus numerosos fregueses que
j snhini'ii da Alt'aodega as guarnieres
da ultima moda, de ouro, de prata e ou-
ro e prata, seda e ouro e prata, capotas
inducimos para senhoras, matineia bor
dados, jagnellas de casimira e outros ar-
tgioa do bom gos:o escolhidos por mada-
me Rollet aot jal mente em Pars.
Ra do Cabugi n. 1 A
fUEMCACOES A PEDIDO
Aatu.'iio Esteva o de Olivelra o
pNilieo
Sioto que devo de um so go'pe, bater a cam-
paona de uiffjmacaoqoeuo c^vaide, euvolto no
Liso rime Felipe de Obveirm tem travado
contra m.m, nao obstante bafl o despretaJo.
de-dc u uomuo.o em que me eoaveuei do sea
carcter duplico e abastardad .
Depois de publicado od<:imo primeiro srti(?o
di serie, que aiod.1 coiitrJ eu pt-nso qae devo
sah.r do sil. nejo, quj me bavia imposto, p^ra
ir diser do alio ds mpreasa :
Esse io.Tidno.acoberudo com o pseu lo"J
mo Pelippe de Oliveira um ente asquero-
so e des iresivel, cojo eodUCto d vo ser evtlado I
Sim, asqueroso e despresivl, pjrqa^ nio fil
la a verdade ; vive 4o mexencu, da intriga e da
fslsida le 1
Decabido da conliaoca do Bxm- Sr. Qcveroa-
dor, a qaem dorante aigaui lempo aoube enga-
lur, s u despeno subiu de ponto, quando va-
me oomiiado lutendeute do Cuc ;i lo Municipal
de Olmiia.
Cnegcn mesmo publicar esenptos oBeasiiO*
a 8 Ex ; mas, agora, o soaj^ia e to:easa de
modo triste e vergWiboso, pars vf so recapera
a ioQjeiicia perdida.
Imprudente e insensato, uepols de barer ex-
peste a serios preju'sos iuteresses de terceiros,
coartados a su i guarda, declaron se ebee polti-
co, aosuiisaodo a a Imiuisir cao peblica, que
namralmente, quando por elle procu/ada, 0a de
recusar, com motivo, favores e coneessOei u
COifla
Que importo, pora, se o msinr prejuiu nao
delle, mas sim dus1 o^-ioeieUis ?
Metteo se na cabrea de Felipe de Oliwira.
qne havta de ser .befe poltico de Olinda ; a ito
nao Ihe opporia embargos, se reconhecesse que
ease Indivilao pretencioso era realmente b:m
intenrfonudo
Os fados, n'entroem pooco, me advert rao e
sos meas amigos de que sua influencia ea ma-
n -a e nefasta : zemos-lhe a necessaria resis-
tencia, e, dipressa, cho seu predominio poli
tico.
Qie culpa tenhj dos seas g-aves erros, ds sua
ma orieniacao 1
Clama qoe soaus deletenos t- -.
Porque ?
Q ie mal tenho eu e meas amigos occasionado
cidade de Olinda ?
Impedimos o ajardinamento da praca da Abo
lico, dt elle.
. E' falso, faliisaimo 1
A Intendencia, em sassao prendida pelo Exm.
Dr E-nesto'de Aquioo Foaseca, apenas exigi
que a planta do jard:m f>sbe molifica la, de um
la lo. pira guardar se a largura da roa, recom
uiendada as Postoras; e nesse sentide foi con-
cedida a licenga, por oninimidale de votos.
V- io depois ama replica contra o desparti da
lotendencia, e o presidente o mesmo Dr. Ernes-
to de Aqurjo Foaseca, foi o primeiro a m niif-8-
tar sea voto pira ser indefenda, como f;i lam
bem BOY unanim dadede votos, a replica deter
minan I )->". mus. por essa o'casia i que foss m
suppnmidos os me orios e iatn vis qae il i ;>'.li-
ta se projectava faier, den tro. do jardtm.
sto consta das actas (
Mas o -olor da planta, que en'enie nada va-
Ir-r.'Oj. a$ postaras mumcipaea, e que nao ba jar-
dim sem -mtetorioe lairina, saogou-3e
orna Intendencia (menos com o presidente
della) e abandonou a obra dizendo que adiou a
para ne'bo.es temos.
Accresceota atnda Felippe de Oliveira :
E alada nao ba muros das, para oa estar a
p lum-i ..r toda a serie de picardas, man tou a
Intendencia ab'ir um largo alicerce de am >
lance entre as duas aiH do edilicio da Ribera
sem ao menos diter ah vou. probibiodo comp'e-
lamente a venda d'agaa por ser tirado o accesso
do chafariz.
E a cada hora, anexar daa reclamacoes con
stante.s do alministrador do gaz metro qae -
des ja -er preveni lo, esUosendo cortadas e ar-
rebeniadas canalisajOJS da companhta por tra
balnado.es municipaes qu; andam em excava
i.O s e aterros pelas roas com o fim de mtlho
ral a.
Sendo qne, es'ando o Sr. gerente a fazer e-
lodos para o prolngamelo da lioba frrea at
PdOlisia como qoerem os accionistas e como
urgente, segundo aii o lilm. Sr. eogenbeiro Si
l'S, para que sejim abatidas as passageos. j
se jara e se propala que a lateo enca Municipal
na de levanta' neste sentido todas as difi ala-
des possiveis afim de que am tal melhoramento
nao se effectue I...
Em cada periodo urna falstdade.
Qjanto ao alicerce o qae boave, fot o segua
le :
0 mestre pedrero, eocarregado dos reparos e
melhor. mentes da Ribeira eoieadea, de si para
si, qoe coavioha abrir logo todo alicerce, e
;.ssim fez de manha, mas a tarde, antes das 5
bor,.8 adoestava restaurado ao primitivo esti-
lo, e restabelecido o accesso do cbafaris.
As dez horas da manb tive noticia dessa in-
conveniencia, e logo, censursodo o desacert do
mestre pelreiro, que pocha ter feto o alicerc .
sem ser dt nm t lance, recommendeiqaeacce-
l-r.issea obra.
Unir falsidaie est em dlzer qae os trabalh .-
lores da lotendencia corlaram e arrebentaram
i aoati8acoes da compaabia. Se o facto fosse
verdadetro FelipPB de Oliveira tera dito ao ge
: ente da companbia que reclamassa contra isso,
por meio ae officio, ao poder compet .-ate, como
fes a respeito do chafara da Rioeira.
Terceira falsidade.
Affiroa que a sntrnieocia val levantar todas
as d Inanidades, para a companbia nao prolon-
gar a liaba frrea al Paolista, pretextando que
:al -irolonname no aeceasano para que sejam
.b itidns as passsgeos !
Qual ser o intendente que levante embaraces
a um melhoramento dessa aatureza I
AQ tartufo!
Decididamente, nao se encontra quem falte
mais a verdade do qoe Felippe de Oliveira :
seu cerebro est prejadicado.
Coi tado-1
Ha multo qoe o suspeltava.
Cercado de ama triste camarilha composta de
individuos sem nome ssm prestigio, vive d
alt'ivoMB da lalsidade 1
Tem se dito qae somos deleterios, e estamos
em oetaccordo com os demais intendentes, o Dr.
Br i'-sto de Aqnino Fonseca e o coronel Jos Joa-
quim Antones; qae temos dissipa Jo o gordo eal-
do, que nos deixaram as Intendencias anterio-
res, etc., etc.
Saiba, porm, o publico qae so, por occasio
da demisso de am empregado da maoicipalida
le. foram divergentes dos nos?o- os votos dos
intendentes, Dr. Ernesto e coronel Antunes ; em
todas as demais deliberacoe' do conceibo da la
tendencia, tem bavido pleno e unnime aceordo.
c>mo consta ds actas
Para que, pola, o Urtuhsmo de chamarse nos
deleterios. exceptuando-e aqoelles Joas distio
dos cidadios, que sao solidarios comnosco em
iodo quanto bavemoa resolvido, aa Intenden
ca?
Ab! mentirosos e especuladores, quasto sois
ppqueninos e despresiveis!
NSo quero, nem devo fazer aqu o inventario
dos servicos e obras que a actual Intendencia
em e est prestando ao municipio de Olinda ;
elies esto patentes aos habitantes da velba ci
dade; e satisfaz me a idea de qoe, nao tendo
vindo fazer carreira poltica neste municipio,
hei-me esforcado para contribuir a bem da toa
prosperidade.
E' falso que bonvessemos encontrado gordo
toldo nos cofres raunicipaes.
Na data da,minha nomeaco a divida passiva
da muni-ipalidade era de 27:837*836, como
consta da Secretaria da Intendencia: portaoto,
era impossivel a exis enca do apregoado-gordo
saldo .
Fallam tambem em obras e servicos qae ize-
ram as Intendencias anteriores ; nao contesto.
E' certo, porm, que a somma com lies despen-
dida, eu verlBquei, de 805X840 ; e, para isto
mesmo, fui preciso sapprimirem se diversos
mpregos monicipaes, na importancia de......
1:500*000 I
Nem, ao menos, pagaram ottocentos e tintos
mil ris que deviam ao mlico, a qaem agora
se est pagando em prestaces meosaes t
E, nao obstante a precariedade das linancas
muicipaes, a Intendencia actual vai fasendo o
que pode.
Urna ultima observago.
Por forca de instantes reclamacoes minhas o
Esta. Sr. vice goveenador mandou entregar um
onto de ris, deduzdo da verba Soccorros pu
blicoj, para saneamenio de Olinda, dinbeiro
que immedialamente pissel para o procurador
ia Intendencia. Foi o nico recurso extrao-
dinario dado aos cofres monicipaes.
Pasme, pois, o publico de ver afa;iliiade
com que se falta a verda le e se pretende depri-
mir de horneas qne esto sapenores aos botes
dos calumniadores e miseraveis.
Olinda,. 16 de Agosto de 1891..
A Etteviode O'tveira.
Ao eleitorailo
Influenct do p>r algias amigos dse
j ibos em dar-me urna pr va da sua ded:-
cac&u, apresento-me candidato a urna ca-
deira no futuro Couselh) Municipal, cojo
pleito ele.toral te.i de ferir-se no da 30
do crrente.
No, miaba modest* posiyao politica te-
abo tomado por norma a maior firmes
oa* minbas conviccSea, ooadunaodo-as o
mais pjssivel com a observancia aos de-
vores que tem todo o poltico em bem ser
rir oisa partido.
asaim prooedi na ultima administra
oto da extinota cmara municip.l, da
qual immerecidamente e so polo favor dos
mena coireligionario do extinoto partido
hberal, fia parte.
Trabad wse da neg icios p .lit'cea qu
intiressavam ao m:u partido janais tre-
pidei em presiar-lhe os meas fraoos ser
vi0'>a, porem oaa ralacS' i qoe oJUprehiDdia >ts d;versos rams em
que estavam cotlocados os inter'essss' d
municipio, e portaoto o bem estar do
pavo, proourei sempre estada? profund*
men-:e as divursao qu-si5)i qae se susci
tava a, e sem me importar qua com a
minhi resolujo parfeitamente convicta
desgostasao a este ou aquile, nad* mais
eoxergava do que cumpri ment do meo
dsver, honraad > assim a cadeira que ocou
pava.
G < s meas actos esto perfeitsmeote
claros as aotas di ext acta cmara mi
n cip->l, que foram publicad -s, e sjjeitas
a> ex.m; de quem por ventura queira
faxe'-o.
Firmado oestes principios o seoip o re-
solvido a nao aUerar a norma de proceder
e conhecmdo mesmo que com a autoaomi
que v&o'ter os Cons'lhos M iniopaes, as
suas resoinoSis depeniem anda de maior
estudo, dedicauio e independencia, pira o
qae estnu perfeitambnte disposto, entreg
a minh.i oausa ao br oso eleitorado desie
municipio sat atasen lo mu de muito Oom
grado eom o seu verid>ctum
ttecife, 23 de Setembro de 1891.
lito Liio Sjares
De aproprlapo do engenho
Kihi
Foi honlem citada a proprietaria do engenho
BalnO s p rordein do Sr. Dr. Oliaia Cavaicante
j; se.xional. a requ-nm-oto do Sr. Dr pro u
rador ss< ciouai, pira lodos os fruina de um
pro seseo de desapropriaco por utilidade publica
eoi comprimalo do decreto n. 154 de 18 ir
Arii deste ao.io, rm que o governo ivniral de
te- nino'j a dfSiprop-iaco por necesstdade pu
Mica
Q i.i o ooi constou, qae se tratava de aUerar
formade desaoropriaci deteiminaia no de-
creto citado, reqjeri a copia auib-ntica, que vai
absixo transcripta.
Ou* o procurador seccional, como advogalo
por parte do.governo, julcasse coaveoieote subs
utar no reqaenmeaio urna p-.livra do decreto
por ootra. ati;n de facilitar o prucesso da desa
propiiaco, nio eos causn admiracao.
A cbiuaoa nao e vedada aos advogados, com
qaanio oo s-j i regular alterar a verdade, mas
juaoto ao juiz, qae tem o dever, como magistra-
do, de m most ar respeitador da le, narece-nos
que lne cumpas rectificar em sea despacho o e -
.ano do procurador secciooal, para poler ento
ordenar a e-ap'-op-iaca i; salvo se pretenoe
substituir no rgimen republicano os amigos jui-
zes dos feitos da fazeoda,escolhidos ntreos ma
gistra los de mais corill iuc/i do governo, pora de
cidir as questoes. em qu<* esie era parte e com
p :recia em juizo com a prova 'ella de sea direi-
to antes de juaiquer contestarlo.
E-a am resquicio do aotigo poder real das m i
narchias por graca de Deas com o direo ie
confiscar os bens dos sublitos, que pissou co n
aigam.s res:ric,6es as mooaribias representati-
vas ; p irqu a graca de Dea* aioda apparecia
para corrigir *>s erros di a -c.imcao dos povos.
e permanece ao goverao republicano sem que
liguen se .emor.isse de dizer, qae a interven-
g j de Deas se maaifestoa aa o: lasio da eiei
cao feila pelo Congresso Brazileiro.
O goverao acco nalaudo erros fin neeiros Aa
valoii-ou o papel m-oeda, qoe encomrou ao par
-*, deoro em pouco tem jo da coa ju'sta do po
ler, reduio o a qaasi cincoenta po* reato, con
sileraado-o agora to rola, qae nao o qu-r re
etn-r em pa^amenio dos impostos adaaaeiros e
com esia moela, assim desapreciada, que pro
lenle pagar desaproprlaco>s forcadas d beas de
rali, uoicosque bao de ter algum valor depois
* degnngolada leqas tratoa em seu discurso
o jeuut.i io Marines:, presdeme do Banco i
Renubhca
Este systema de adqoerlr propriedaies p le
ser muito vantajoso, mas pessoa alguma dir,
qoe negocio licito: mandal as avliar por em
pregados pblicos, aioda que honestos, p > cm
seos subordinados, sem se dar a o iacommolo
de as percorrer, abater depois arbitrariamente
cerca de viote por ceow no vator dado, esaolber
um desempatad iniqutdade, recolber a importancia em p saoreciado e tomar posse judicialmente.
Essa desapropriaco, se r reaiisada, ser
mais am acto do goverao diciai nal em pleuo
rgimen legal
Jalgamos por isso coaveoieate publicar o que
tem occorri-lo, para qoe se pos> i aprec r os
motivos de opposicao execuc-j do decreto
o. 154.
No principio do mes de Abril do correte ao
ao o governador do Estado, a manda lo do mi
oistro da agricultura, cousultou a proprietara
do engenho Bolboes se o quena tender, e tendo
receDido reapoaia negitiva, ex edio em 18 des-
se mes um decreto mandando ;a-,;r a desapro
priaco por necestidade publica, para augmemo
da Colonia Suassaoa.
Esse decreto causn grande eslranbesa as pes
soas, que conhecem o estado actual da Colonia,
rondana ba tres anuos ; porque anda se pode
alejar abi grande nmeros de emigrantes e j
eslava contrsetada a compra do engtuboSoc-
corro. qae demarca com Saassuna.
A maior parte dos emigrantes ebegados Co
lonia se (em retirado, com pouco te upo de de
mora, e o deoeavolvimento do esUbeiecimento
oto corresponde as grandes despezas fe las. e
se nao temos elementos para fixal-a;. acredita
mos qoe de vem exceder de quindenios cootos
de ris soba verbaColoalsaco.
Nao emillimos esia optnio sobre o pouco qoe
se tem conseguido fsxer para censurar os dele
ados da coloni.-acao. os quaes teem procorado
desempenharse bem da sua commisso.
A pestima escolha, porm, de immigrantcs, se
houve escolba, entre os quaen poneos eran i-gn
cultores, as repetidas mudaocas dos delegados e
seas sjudaaies, cada um peosanao de modo di
verso sobre o melhor svstema de admioistaco,
a politicagem oiervindo.como : acontecer em
lios 03 tratoalDo felos por empregado- demis
siveis, a falla de am plano estodadoe approvado
para ser execuiado, tem embaracado o drsenvol
vimeolo da colonia e dado logar a grandes des-
pesas improScnas em diversos servicos, entre os
quaes sobresane o da constraccSo de urna bos-
ledaria.
Pouco i tempo depois de aulorisada a despeza
com a rolomsago em Pernambuco, o governo
comprou a propriedade denominada Jajueira,
casa de residencia e dependencias, em om arra
balde da cidade do Recite a margem do rio Ca
pibanbe e junto a urna estacan a estrada de
ferro de Api,cacos, para abi coustruir un bos
pedaria.
Um architect) eslrangeiro foi eocarregado de
orgautar o pn jecto, u-turalme^te para se con-
struir um edicio mais bem ornamentado
Q lando a obra eslava quasi rondraa, (enlo-
se gasto muito com o pessoal superabuadaute
que as influencias polticas obriha.am a alan
n:-trac;io a aceitar, como se pode verificar pelas
foirias de pagamento, o goverao madou de plano
csolv-o transferir a hospedara pira o enc-
ono Soccorro. prximo a cidade de Jaboatao.
para o que fez a coapra deata propriedade por
OiOOOfoOi assim como a safra fundada po
Io:0o*0o0 afim de tomar posse e com gar logo
a cunstrueco do novo edicio.
Se a u-cilidade da Jaqaeiia tnba d-feiio ,
tambem tinha vantagens,come igaalmfn e se o
em Soccorro, mas estando qaasi coa .luida a
hospedarla da Jaqoeira, sem qae fosse j ligada
iosufhci-niepara accommodaco doi ejji antes,
qae caegassem a Pernambuco. nenhum mo'.ivo
na va para acoostraeco de novo edificio em Soc-
corro, e multo menos a urgencia, qne leterrni
BOS a compra da safra por 15.000*000. para
oOrigar o rendriro a entregar logo os edifici a e
os campos; mas o simples bom censo nao pode
lotar com a alta sabedoria do goverao.
No Ola do assentameato da primeira pedra do
daacio da nova bospedaria o governador, des
emnarfior Crrela da rita, pronancnlo um
Jisourso, disse felizmente esto acabadas as
muambas, qoe se fasta na coOjoti.
Bat franca e criterios tnifestacij, nij cia-
estada pelas p
loi motiv.d p'la
nsag >, o
ii)i rto-ioi-abH
Fj! II
io* hivi i
Nos nao
*ite
i^a,
loet
a fra
lOf esbaajaaaeoc
s para afirmar qae hoa
--am onirii: os mal e-tudidoi, nm .'xagenco
en coalas de d-Bp;zus. n proiid>le de um
fuueeiooirio puo>leu n3o pois ser at.cadaaof
n-ris -u*i> -Has e -6 i autor! lade i;jiligir pravas para affir nar paplicamente o^ue
iiss- o goeriia lor o que podemos, porftn*
jian'i: que na ciloni i houvn d-speza ,.oaom
nj-soal leonecoasario; raa ah como na jQqaira
i respoosanilade oo pode ser cora ju-t 51 im-
putida a aiomstrajo e sim ao governo e seos
inigos polticos.
E' tao pnblico e notjro o pouco desen volv -
mert-'o da cotona qo- hi poa'.os dias, a reiic-
ciii do D'ario de Pernambuco escreveu, a propj.
si tu da etiegada de ooze (aiamas ne inmigrantes.
ia- agora ritas iniciada a co'onutieao para etle
Ettado.
Nstas conllgOes e 8"nd i anda um ensato a
Mlonisaco em Pernambuco, era natura* a es
fanheza causada pelo dcieo n. 134; mae tendo
negado, em lias do m. z de Malo, o gereate da
Ijupanh'a Ib-tastrial A-sucar-ira, fundaua aa
''.apiial Federal, logo se soube qo-.l er' o aeasa-
uento d> g<.ve'n sobre a iiece.-sidade de con>-
nr-.r o ^ngeuho Buth.
O gerente da cjinoaohia requer u aogovii
dor do Estad > u aa coace-so de eig^on eett-
iral. com o auxilu de mil conlos para ser fu.
dado em trras do eocenho Bolhdes. E n -*
passageia por Pe'Qaiunnuo, viudo da BarOMO
en- teve occasio de veriflcir as vantagea*,>qjOO
offjre :ia para a cnrtstrocgo deum n-enh.!,cef*'
tr.l ama parte dan ierras de BulhO s, rito a) la
catre a estrada de ferro de Carn n o n-i Ja-
boato. Pou o tempo depois de m* .-negida ae
Bio de Jiueiro, o gove-no inaolou cansclur*
propietaria de Bullifoe- seo quena vender 1 e a
.-emposta oeifaliva foi a causa da expelice'do
letelo n. 154, que o-denou a desap.opnac de mais outras propriedaies.
Os -e-cretos, que rfgjlro as con censos de
engeohos cntraes sao aous : utn Je 15 >< Ou-
tubo de 1890 do *iro de Lucona eo outro de
31-de Janeiro de 1891 do les-mbirgador Z>rri
da Silva em favor exclusivamente dos propretanot
agrcolas para suprimir a trUercengo dos intense
d-arios.
A compaabia ao era proprietaria, nasa eslava
assuciada a algum proprietario ; o seu requeri-
meoto nao pu lia ser defer lo, porqoe nioestava
de ucearlo com os decretos ; ms o gervote exhi-
bi urna ordem em carta aoer'a do ministra da
agn ul'u-a e. abroquelado com esta armadora
galgou em pouco- das, todas as barn-tras op-
pasias pelos ilecret.is cit dos obtendo iafofHa*
C-s Tavoraveis das repartces pu^li n e ue
na 13 de Juoho o goveroalor expedm rrnern aa
f 1 -oi) do Botado para lavrar o cojt.-.u da
COcesso requema !
As jostas ex g-ucias feitas todos os ag icol-
lores para cumpnrem as dete'minac6's dos de-
cretos, foram juluadas desnecessarias tratndo-
se de urna companbia.
O governo central, nem a comoanbia, podan
prever, a visti das ordens expedidas, que che-
ga la do gerer r, o engenho Bulbfies aioda per-
t-'ncesse a proprietaria e foram obrigados a de-
clarar 00 contracto qae o engenbo central seria
fondado 00 ncleo colon al Suassaoa, deveodu
ricar comp-ehendido nesta expressio o engenho
Botnoes logo qae fo-ise desapropriado.
A confrootaco. que vamos fazer entre as clau
so as do contracto e os artigos dos decretos re-
guladores das concessO-s di eogeohos centraos.
p-ovar, qae o acodameoto determinado pela
carta abierta nao deu aos chefes das repani03S
o t-mpo indispetisavel para estadarem a questo
.Oica de informar.
O Art. I." do decreto de 15 da Oalubro esta-
tu que dez concesses sero feitas exclusiva-
mente aos p'oprietanos agrcolas e o contracto
foi celebrado com urna compaohia, que nem
agrcola era.
Os arts. i" e 3 conten as seguales disposi-
efia :
a-OOngaco do coocessioaario hypotbecara
sai propriedade ao Estado, como primeiro cre-
dor;
b -Ob'igico de provar, que os terrenos sen*
e de seus associaJos teem a extensao suflhi-nte
pira se poder fazer o fornccimento regular das
cianas;
cago das vias-ferreas a construir. Nrubuma
de-tas condigOrs foi satisfeila. aem exigida.
0 art 4." do decreto de 31 de Janeiro exige,
que 01 contra nos para 'oraecimeuto de canoas
sejam feitos por egcripmra publica e por lempo
oo inferior a 5 aonos.
Esta oo foi e oo poJer ser satisfeita ; por
que a compaabia nao se enienlea previamente
com os proprietarios cobereos de Saassuoa, nem
com os dos engenbos, qae esto situado pea
ca distancia.
A parte 3.* do art i* Jo con raco determina,
qoe a lerceira prestaco do emnr*iimos9F4 en-
tregue depois de rffcctuada a hypAheca da usina.
Desti obng<(o a companbia ser uispeasada.
O goverao oio ignora qae nao acceitavel urna
bypotbeca de edificios ou fabricas constrnides em
leneao ulh-10 e a companbia ba de allegar, que
per sua parte est prompla a fasel-a.
O mximo da importancia de emp-esiimcs m-
tonsados duzentos e cincuenta cootos e o go-
verao ubrigoa se a dar Compaabia seisceotos
cooios. Era um ; mi te que ao poda ser ex-
cedido, emqaaoto nao fosse rav gado o de-
creto.
Oonvem diser, que a Compaabia j cisio-
nara do contracto para coastraego de ama re-
tinara, com o aaxi'ii) do Estado de duzentos
cootos, feto 00 tempo do imperio, caja execu-
co foi sustada pelos goveraadores, sendo no
meada urna commisso para dar parecer soore
este e oatros con tractos dessa poca.
A commisso dea parecer em 14 de Abril de
1890 opinando co tra a execuco do contracto
para urna relinaria com auxi.iodoE-tiio.il-
caudo assim sem effeiio al a poca 11 admi-
nistrarn do Bario de Lacena, que (ex ama n-
novaco, maniendo o compromisso. por parle
do Estao, do enprestimo de dazentos contos;
ter portaoto a Companbia de recebar do Estado
doas emprestimos oa importancia de oitoceotos
contos, as ierras pro nettidas de Balboas pan
editicaco de om engenho central e, se verdade
o que se propalan, estradas de ferro felfa-- pilo
governo oa colonia para transporte das canoas 1
O governo jalgaodo-se moralme te obrigado
a justificar ama concesso de engenbo < eotral
urna companbia, declaran em om dos conside
raodos do decreto de 13 de Jji.ho :
que fez o contracto com a Compaohia Iados-
ira! Assucareira para construir am eugeobe
central no nacleo col. nial Su-iasuna Saassana,
< porque o gerente allegan cessSo de terreno feita
pela Unio para fundar o eogenoo
Qjem conbece o honrado gerente da Compa-
nbia, o D\ Arrula Beltro, sab* que a sua iala-
vra val tatito qu.oto um documento revestida
de todas, as formalidades legaes; mis ,,erait-
tido a um poder pablico tazer um contracto, li-
cando o Estalo obrigado a eaprestar seiscentos
contos, com a garanta da palavra lo gerente
de urna companbia para cumprimentis de urna
candiota essencial, sem a exhioigo de um do-
cumeiiio ?
Q.anlo mesmo a carta aborta fjsse consiae-
raua um documento legal, polla um ministro
m.-pr dos bens da U nao sem au o.ua.o da
Congresso ?
S a carta era om documento, porqoe nao
-. ou aunexa ao contracto i*
O decreto de 31 d-* Jmera asstgnado pela
deseinoirgidor Conoa da S.iva detarmica oara
eritar algu 13 abusos que estavam apparbcenda
o seguale :
Os proponentes > j obligados a pravar, qae
os terrenos por elie possuidos teem a extea-
s2o safB:ien.e para metale do foruecimento
relativo capacidade dos .pparelnos.
J nao era Pastante ser proprietario agrcola
para se obler urna coocesso era preciso mai .
provar qae as ter.as nossuidas liubam um tx
tensa 1 doiermioada.
Na reijccodste decreto hoavj o ceasuravsl
descuido de oo se cogitar ,'a posaibilidade de
vir a Pcroambui o o gerente de urna compaabia
poderow reqoerer a coocesso de am cogeabe
i-entrai com auxilio ao Estado.
A'.c *qui no., limitamos a prova', qoe os de-
creto! foram infringidos em todo* os seas arti-
gos ; agora, vamos n>s oceupar de por tm ei-
dencia a desharmonia euire os poderte da Unas
e do estado a a a neaca permae^me ao di.-etw
propr.elad-*, garantido em toda a sua pleni-

f:
i !
i




1
teosa de me
ahiaa u
diverso, como fcilmente se depreuende do ofli-
do a Intendencia da Cipiul Federal,
recusan lo conceder a ama companhia o d
de desapropriaeS), de cojj ofli:io ex ranimos os
seguintei tpicos:
Considerando, que a utilisacao forjada da
propridade particular, constitumdo ama
.meso do direito dominical s deve ser aaiuri-
sada not casos, om que directa e iadirecta-
mente se verifique o ben publico, seja com o
carcter de necessidade, seja sob o aspecto
'de otilidade ;
Considerando, que o melborameoto proje
ciado consiste principalmente em a coo9lrn-;
ci de nm grande edificio destinado a Hits
cemmerciaes e odustriaes...
Concluida essa d gressao, voltamos ao as-
sampto da dlvergenc.a entre o governo central e
o do Estado.
Aos colonos de Soassnna nao tem sido per-
mittido plantar canoas e seria ama incoheren-
cia comprar am engenho, desalojaros nacionaes,
abi eslabelecidos, habituados a este trabalbo e
substitu!-os por estnogeiros, pagando-se a pas
sagem e outras de?pezas, para faxer o mesmo
trabalbo, de que nao tea p.-atica alguma.
O governo esta va tao convencido da con ve
niencia de em pregar os colonos em cultivar ou-
tras plantas, que ten do comprado a safra de
Boassuoa por dose cornos d9 ris veodeu parle
por quat.-ocentos mil ris, e deixou o resto se
estragare, persistiodj oeste proposito, veodeu
em Junbo por quinbeatos mil ris a safra de
Soccorro comprada por quinze coutos.
E qoaodo o governo :en:ral accentaa por fac-
tos dessa ordeao a so:, resolucao de eao permit-
tir aos colonos a cultura da canoa, o governa
dor contracta um eogeoho central em Suassoou
para moer as canoas plantadas pelos coloaos I
Nao Be pode preso nir, que o governador do
Estado pretende revogar as ordens do govern >
central, sob cuja adminisiracao se acba a eolo
na, mantidas durante t < i aooos; a poitanto
bem evidente, que o motivo allegadomoagem
das cannas dos col osna exposicao de mot
tos do decreto de 13 de Abril foi am pretexto
para jusiicar a coocessao prometida,
Insistimos oeste poato*
Se ogoverno central tivesse tomido a resolu
(So de permittir aos colonos a callara da canna,
nao faria a venda fas de Soccorro a ceoto e se
tenia ris por carro, ten Jo de ser obrigado a
comprar mais tarde a sete e oito mil ris para
Ibes foroecer sement, sem guardar ao menos
as considerares devidas a om governador, qu
tinba sido de sua nomeaco; porqaaoto a venda
da safra de Soccorro foi reaiisada depois de as-
signado o contracto do engenbo entral de Suas
sana.
O gerente da companhia pratico na cultura da
canna. certamente nao conta com foraecimen
to de cannas plantadas pelos colonos, e princi-
palmente os do aorte da Europa, que jamis se
bao de adaptar a este trabalbo, e sino com a que
lbe ba de foroecer os n .cionaes, que o governo
alojar as trras desapropri.idas com a obriga-
cio de plantar canoas e vender a companbia
pelo preco estipulado no contracto, fei Oto abate
da renda da trra, que elles oceuparem. E cono
os engenbos desipropriar, indicados no de-
creto de 18 de Abril, nao sao safficieotes para o
forneciment de cannas em qoaotldade corres-
pondente a 600 saceos de assacar diariamente,
O governo ja cogita na desapropnac&o de ou:ros,
estando ja resol vida a de Camacary.
E nao ba de parar abi.
Assim, se rao desalojados os propietarios, os
rendelros e os hivradores, sob pretexto de ne
eetndade publica, sem que os auxiliares do go-
verno se dessem ao peqaeno trabalbo de ver a
lei de 9 de Setembro de 1826. nao revogada, que
especiflcou os casos de desapropriac&o por ne
ceuidade pub'.ica, entre os qaaes nao se acba o
de augmento de ndeos colooiaes.
A compaabia anda nao mandn faser os es-
tados preliminares de planta e nivelaraento para
poder orgarnisar o projecto das obras, nem tem
praios fataes, como se v em todos os contrac-
tos de engenbos centraos concedidos compa-
nbias, nem foi estipulada a onrigaco de flear
sngeita a urna Qscalisacao por parte do gover-
no ; pode, portento, comecir as obras qaaodo
bem lbe aprouver.
Podemos affirmar, que se a companbia fon-
dasse o engenbo ceotral em Suascuna. que tinba
motor d'agua ou em Santo Audr, coja compra
dii-se, que est amigavelmeote ajustada, e que
tambem tinba metor d'agua, lbe seria for-
necida todas as cannas dos engenbos Bulbes,
ar estas obaervacoea devenios
te de outras companbia*, de
temos noticia, da slaa Joto Alfredc, Agn-
Commer^ial, Timb, qoe nenbnma sub-
i recebeo, adquinndo por compra as tr-
ras, qoe Ibes sao necesarias quando oao po
dem chegar a um ac :orlo na questao do soppri-
meato e do preco da i cannas e, estamos conven-
cidos, neabama de las se hade prevalecer da
amplitade dada palo governo actual ao direito de
deupropriacao para obrigar os proprieurios a
Ibes veoderem saas Ierras.
Nao preciso faaei- o bistorico das innmeras
conces.-es do direito de desapropriacto feitai as
compaobias, sem precesso algam jastiBcaiivo de
utiiidada publica. Distando apenas a allegacao
da conveniencia para o fanccijnamento de seas
macbinismos.
fia pouco tempo uta contractante obleve auto-
risacao para desapr.ipriar toda a liba de Iuma-
raca, que coastitue urna fregaetia. O clamor
publico provocado p>r esta coucessao obrigou o
govern dor a l.miiai a aos terrenos necessarios
ao estabelecimento das fabricas.
Recapitulando o que vimes de expr pode-se
dadoiir as seguiotes coacluses :
1.* A amplitude dada pelo governo ao direito
de desapropriaco uullilicou o de propne.lade,
garantido em todi a sua plenitude pela Consti-
tuicao ;
1* Tdtdo sido Infringidas as lea no contracto
de um engenbo central para o ncleo colonial
Sua t su na, pode ser declarado sem effeito pelo
CoQgre8so do Estaao .
3.* O governador interveio em negocios tote-
raes, que n&o eran de sua competencia, seai au
ijrisacao do governo da Uoiao ;
4 A bjpotueca, exigida pelas antigs leis
provinciaes e pelos decretos dos governadores,
nao pode ser iffecluada ;
o O motivo para desapropriaco do engenbo
Bulbes nao a uecessidade publica allegada no
decreto n. 154.
Bulbes, 33 de Selembro de 1891.
Gervasio Rodrigues Compeli.
Certido dos eogeubos
Cerilico, em compnmento do desparti sopra,
que o tbeor do decreto a que se refere esta peti
cao o pegolnte: O presidente da Repblica
aos Estados (laidos do Brasil, resolve decretar a
desapprop.iacao, por necessidade publica, para
os servcos j creados, e desenvolvimento do on-
deo colonial de Saassnoa, no Estado de Peruam-
buco, das propiedades 'denominadas, Engenbo
Vtlbo, Buibes, Santo Andr e Sin:- Antonio
situados no referido Estado. Capital Federal, 19
de Abril de 1891 lercjiro da Repblica ManeeI
Deodoro da P.nsecaBarao de Lacena.
E nada mais se contmba no original, ao qnal
me reporto. Dou f. Sabscrevo e assigno. Em
tesiemaobo ne verdade.O tabelllo publico,
J. Moreira Alces da Silva.
Recife, 5 de Setemoro de 1891.
Intendencia
COMHERCIO
Bolsa Commerclal de Pernam
bbmso
ootacoss officliks da junta dos cor-
recto bes
Praqa do Recife, 23 de Setembro de 1891.
Aecoes do Banco de Pemambuco do 7aIor de
40*000 i 60*000 cada ama.
Obrigaces prefereociaes da Companbia Per
oambucana de jaros de 6 '. do valor deloO^OOO
ao par.
Na Bolsa venderam se:
100 Acces do Banco de Pernam buco.
60 brigaces Preferenciaes da Companbia
Eleivo muaiclpal
Instado por diversos amigos, apresentc-me
candidato um lagar de intendente no Cooceibo
Municipal d'esta cidade, na eleicao do ia 30 cu
andante.
Jalgo-me obrigado dixer aos Srs. eleitores
que, fazia eu parte da ultima admiuistracao d'a
qnella corporacao. conbecida enlo per Cmara
Municipal, qaaodo de sorpreza foi ella dissolvida
em virtnde da transformacao do rgimen de go
venir, o qoe me permitte cer conbecido.
Dorante o tempo qoe exerci as faocces de ve
reador, todo elle quasi do traD.JIioso commissa-
riado de polica, tenbo a certeza de ter cumpnd i
o honroso maniato na espbera de nimbas fracas
forcas e limitada inteligencia, procurando sem
pre, porm. barmonisar os lnteresses da mnoici-
palidade com os dos seos monicipes.
Assim, alm de cutros factos por mim all pra-
ticados, occorre-me mencionar os segaiotes para
os quies cbamo a attencao dos Srs. eleitoree.
Primeiro. O servido da matanca do gado no
Matadouro da Cabaoga esteva aeudo feilo illegal-
mente, por sso qoe o contracto respectivo lioha
terminado ce-ca de dous anuos, quaodo a ad
miniatracao de qoe ea faxia parte fot empossaua.
lumediatamente ecientirlquei Cmara d'ess-
fa:to irregular, do qual onginoa-se urna lacia de
ioteresses, qoe terminoo depois de mui'.o tempo
em favor da municipalidad*, rpso'taodo a ero
nomia anoual de Rs. 2I.0O0OO0 para os seos
cofres.
Segundo. O contracto das placas para a name-
rac&o das casas d'esta cidade merecen tambem a
de c: leln extoraao, tal ora o preco que
d'ellas ae exiga para execucao d esse servico.
Terceiro. O arrendameoto do Mercado de S.
Jos foi uina questao nao menos impor ante que
as duas cima referidas, pois qoe alm de estar
estipulado do contracto qoe o aireodatari. pa-
gana ao Banco do Brasil o qoe a Cansara devia
comoprop'io rendimento d'esse mercado, aceraseis
a circumsiao:ia de nao ser permitmlo na cir
cumscripcio de 300 metros em redor 'elle, es-
labelccimeotos de acougues, quitinda e ootros
de igual natureza, o que trazia grande vexame
populacao d'es s cidade.
Fix anda parte da commissao reviiora do or-
ccenlo :uui ipal confeccionado pela extincta
Assemblea Provincial em sua ultima sessao.
Resuliot d'esse trabalbo a redcelo de certas
verbas de receHa desproporciooalmente eleva
das, e a extioccio de outras novas, qoe multo
aggravavaua os ioteresses dos contribuales ; ex-
tmgui tan bem os noves emprego*. que ne-
nbuma necessidade autosuava e fui forja jo a dt
miuuir os vencimeoios dos iciuaes empregados,
mudos dos qoaes da miaba estima e considera-
cao, por ter provado que com a exigua renda or-
dinaria a Cmara nao poda ao mesmo lempo
irazer em da o pagamento dos seas terveotua-
ros e satisfazer os serios compromissos consa-
bidos, tees como Bau jo do Brazil, juros e amor-
tisacao de apolices.
Emendi descer estas minuciosidades nao s
para me apresentar aos Srs. eleitores, como para
que elies teubam conbecimento da mioba passa-
.e:i n'aquella corporacao. isio o que fui, e o
qoe sere, se por ventura (dr eleilo.
A miaba candidatura ex ilus-vamente indi-
vidual, basea-se na presumpeo que tenho de
jue os factos cima, s por i oonsliiu-m rel-
venles servico-<; e os Srs. eleitores oivelario a
miaba prelencao pelo valor que elles Ibes mere-
cer m.
Peco descolpa todos elles de n.'io os procurar
pessoalmente pelas d fiieuldades, que se me an
tolbam ; todos e especialmente i aqueliea que
sao meus amigos e i ciasse commercial de que
me orgolbo pertencer, solicito o sen valioso con
curso atino de que possa inninpnar na cleico
cima referiJa, manifestando por isso desde ja
os meus sincero agradecimenios.
Recite, 22 de Setembro de (891
Joaquim Alves da Fonseca.
edeb(
torstdo em prol do municipio dos servcos
que ene digno ciuadSo tenha que prestar.
Alguru eieitoret.
ios muitos eleitores do
cDiario e Estado de
Pemambuco.
Lendo as folhae scirra, a &presentscIo
de mea humilde nomo ao brioso e inde-
pendente eleitorado deste municipio para
ser & .fragido como conselbeiro munici-
pal no prximo pleito de 30 do corrate,
veaho pelo presente agradecer-Ibes a leus
branca espontanea que de mim tiveram,
ao a esmo tempo que declaro-lhea nao me
ser posBvel acceitar t2o subida honra em
virtude de ser do meu total accordo a
chapa presentada pelo governo par o
mesmo pleito e para o qnal peco entSo
aos meus amigos aprsente os seas votos
como se a mim fossem dados.
Recife, 23 de Setembro de 189!.
Dr. Lopes Pessoa.
Eleivo municipal
A honrada ciasse de mercieiros dignoa-
se de apresentar a considerecao do res-
peitave oorpo eleitcral desta capital, dona
de seas nSo menos respeiteveis oonsecios
para occoparem os cargos de intendentes
municipaes ; nos, porem, amigos de am
dos daqaella chapa, viemos por conta pro
pria, confiados no merecimnto do nosso
amigo, levantar sua candidatura
das cadeiras da intendencia municipal.
Esse amigo o Ilustre mercieiro JoSo
Alves de Freitas, em quem sobrara quali-
dades para bem desempenhar se no ezer
cicio do cargo se por ventara, como suppo-
mos ser, for bem acceita a nossa lem-
branca.
^-9-91.
Alguna eleitores.
ama
Tenente-corooel J
Tenente-coronel Francisco Goncalves Tor-
res.
Ilajor Alezandra Americo de Caldas Pa-
dilha.
Caetano Jos Groncalvea da Fonte.
Coronel Jos Rufino Climaoo da Silva.
Jos Antonio Vieira da Jnnha.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Diversos eleitores
Ao eleilorado
Com sorpreza vimos a lista dos candidatos
Intendencia Municipal, e o^-dc. sicerameote.
ver todas as classes represeotadas. fajando, pn-
rm, a dos padeiros, mxime qaaodo tem pela
frente urna companbia poderosa, tentando esma-
gal os.
E' nm oome aureolado por Bervigo9 reaes
causa demcrata; modesto, serio, intelligente e
(rabolbador, que faz honra a nobre clas-e a que
peitence ; nao lbe esquecaes o nome, qoe Al-
freda dos Santos Almeida, sobejameole conbe-
cido de todos vos ; sim, elle, ao menos, tem ser-
vicos e v.ler moral, e nao a recommendacao
c fficial, deixando o olvidado.
Si a ciasse dos padeiros e proletarios ti ver to-
do o intercSr aue cofiiamos, elle ser eleito.
Os trabedhadores eleitores.
Pernambncana.
O presidente,
A. M. deAmorim Jnior.
Pelo secretario.
Angosto Pinto de Lemos.
Cambio
PKAQA DO RECIFK
Os bancos adopteram boje a taxa de 18 3/fc
sem acbar dinbeiro.
Em papel particular nao bouve negocio.
PBACA DO RIO DI JANSIBO
U 3/4 em todos os bancos, sem tomadores.
Ha taita de papel particular para o momento
TAXA BAHCABIA
Os bancos briram e conservaran) dorante o
dia a laxa de 15 3/4 recusaodo saccar cima
desta laxa.
Banco da Bolsa
RECIFE, 23 DE SETEMBRO DK 189] .
Transaccoes effectnadas:
660 Lettras bypoibecarias
do Banco Emisror do
val jr de lOO^OO de ju-
ros de S "I, ao aoan 854000
390 Ditas nypotbecarias
do Banco Emissor do
valor de 100*000 deja
ros de 5 /. ao aono 854000
170 Ditas bvpolbecarla do
Banco Emissor do va-
lor de 11.04000 de juros
de 5 V. ao anno 854000
Ditas bypotbecarias do
Banco Emissor do vtor
de 1004 00 de jurn de
5 / so anno 85400
2 Ditas bypoibecariac. do
Banco Exissor do valor
de 1004000 de jaro de
5 /. so anno 854000
22 Ditas bypotbecarias do
Banco Emissor do valor
de 10O4C0O de juros de
5 / ao nono 854000
OITeieceram
30 Aceces do Banco Emis-
sor
100 Ditas (.oBanco da Bol-
sa
30 Ditas coBancc de Per-
nam buco do valer de
404000
500 Ditas do Banco Po-
pular
30 Accftjs da Compat ta
Mercantil Agrcola v.lor
realizado de 1004000
240 Ditas da Estrada de
Ferro c o Ri be i rio ao
Bonito do valor de 1004
7 Dliat cu Hippodromo
do CampD Grande do va-
orde)400
Vender Comprr
454000
454000
604000
104:00
1104000
704000
104000
165 Ditas da Companhia
Pernambncana do valor
de 1004000 1204000
10 Ditas da Companbia
Hotel Internacional va-
lor realisado de 804000 1004000
40 brigaces Prefereo-
ciaes da Compaabia de
Piacao e Tecidos do va
lordeJO04000 de jo
ros de 7 / *o anno
vencivel em V de Oulu-
bro 2204000
15 Obrigaces Preferen-
ciaesda Companbia Per-
oambucana de Navega-
cao a vapor do valor de
2004000 de juros de 6 V.
aoanno 2054000
Cotares e gneros
A8SUCAB
Para o agricultor
draoco por 15 kilos. 34400 a 34800
Comeaos dem idlos. ... 24400 a 246 0
aseavado dem em. 24000 a 24300
Jruto secco ao sol dem dem 14800 a 24^00
mto melado idem dem 14300 a 14500
A exporteco al 22 do corrate coasta de
28.670 saceos e 1683 barricas de assacar braoco,
oeeando 2.362.751 tilos e 23.304 saceos de assa
car masca vado pesando 1.658.055 kilos.
llgodio
Cote-se nominal a V4000, pelo de boas proce-
lencias.
At 22 do crrante foram exportadas 5.608 sac-
as e 500 fardos de algodao pesando 1.090.600
kilos.
Coaros
Seceos salgados m base de 12 kilos a 905 ris.
Verdes nominal 338 ris.
Foram exportados 16.858 couros.
Mel
Por pipa de 480 litros 604000 ba falta no aler-
tado.
Alcool
Por pipa de 430 litros 2C84C0U.
A exportacao at 20 do crrante conste de 310
pipas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 11040U0.
Foram
pipa
exportadas at 22 do corrate 1.422
tabella das entradas de as8dcar e al
oodIo
Mee de Setembro
Entradas
Barcacas.....
Animaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
dem do Limoeiro. .
Vapores......
Somma.....
Das
1 a 22
1
1 a
1 a
1 a
1 a
21
22
22
22
22
Assa-
car
Saceos
114
362
544
26oi
622
5269
Algo-
dao
Saccas
602
534
269
142
2011
1016
4570
Isnnortaeio
Vapor nacMHNl Comta, estrado de Porto Ale-
A o digno eleitorado do
municipio do Recife
Alguna eleitores da fregueria do S.
Jos, fasem lembrar ao digno eleitorado
do mnnicipi do Recife, que suffrague com
S3us votos o nome do digno cidad o
capitao Alezandre dos Santos Selva, na
prox:ma e lei {So do conselho da intenden-
cia, l2o deve ser desconhecido os servicoa
que este cidadlo tem prestado a cauca
publica, j como 1. supplento da subde
legaca, ja como particular, 4 unr distincto
cavalheiro, como negociante honesto,
par destas qualidades, intelligente, activo
gra e escala em 22 do corrate, e consignado a
Pereira Csrnero & C manlfestoa:
BarrU 150 a Pereira Piolo & C.
Cbocolate 1 caixa a M. Piato & C.
Conservas 1 caixa a Auguste Labille.
C mella 2 caixas a Pereira Ferreira A C.
Caf 300 saceos a Jos Bailar & C.
Carvao oimal 3 barricas aos mesmos.
Couros 1 caixo a Braga c Sa.
Liogoaa 10 caixas a Jos Joaquim Alves A C.
Maleriaes oara typograpbia 1 caixa a Jote Ma-
ra de Albuquerqoe Mello.
Mercadonas 1 caixa i ordem, 16 a Joaquim da
Silva Carneiro C, 1 a A. Labille.
Pipas 35 a Pereira Pinto & C. 206 ordem,
400 a Pinto Ferreira C 50 a Antonio do Bego
Lima. 60 a Coala Lima A C.
Panno de algodao 137 fardos a ordem. 32 a
Alves de Brito de C, 74 a Bodrigues Lima A C ,
1 a S. Mala A C.
Saccjos 2 amarrados a ordem.
PaUcbo noruegaense Susane, entrado de Mon-
tevideo em 22 do correle, e consignado a Pe-
reira Caroelro C, maoifestoo:
Graza 400 pipas a irdem.
Barca portugoexa Marta, entrada do Bio de Ja-
neiro e rim Irmaos Farrllo 5.000 saceos a David Ferreira Porto
Bailar, 3,000 a Ferreira Rodrigues 4 C.
Barra 150 ordem.
Pipas 170 a ordem.
Vinagre 54 barris a Joao F. de Almeida, 45 a
traga Rocha ti, 160 e 5 pipas Companbia
Industrial e Commesrcio de Estiva.
tiiporiacAo
non 22 db srrmsaoDB 1891
tara o exterior
No vapor ingles Mirchan, para Liverpool,
carrejroo :
V. Neeseo, 304 saccas com 22,120 kilos de
algodao.
No vapor americano Finance para NvW
York, carregaram :
Levy & Oelmiro, 19,445 pelles de cabra.
Para o tnterior
Ao amigo Padilha
Minhas congratala95es, pela declarado
que fizestes hontem ne- te jornal, agrade
oendo a toa inclusao na chapa appresen
tada pelos amigos do governo, p*ra a
eleico muoic'pal ; honrastes ten nomo
capitSo alezandre Americo de Caldas Pa-
dlh*, porque com taes enxertos a proprio
de quem procura homens, e nj p-sso-.s,
iriis comprometter iteus amigos vot.udo
em tal chapa, por causa de tua pessoa.
Jeremas.
Ao amigo major AflreJo dos
Santos Almeida.
Enlardados caro amigo
Por lacos do coracSo,
Paraso de delicias
Alegres nos sSo os dias
Em que unidos vivemos
Na mais estreita uniao.
No rizo como no pranto,
Sempie eot.os igunes ;
Se solt um ai sentido,
Amigo, so!tas mil ais,
Se eu acaso projectei,
T j nao trepidas jamis.
E-'s, amigo a doce vida,
Que a ros um Deusconceden,
Vida de gozos e riso-,
Lmpida, pura, sem veo :
Queira Deus que nos traam03
Uutro igual no ^uro co.
Jamis quebremos os lacos
Que ligem dous coracSea,
Fitaodo o meamo horizonte,
Sen tu: do ignaes S80Bac3es ;
Qaaes da !yr os mesmas crelas
Que t vibram s meamos sons
Estreitas nossu amizade
Sej sempre o nosso fm,
Pois Dcus a igou a ti,)
Bem como a {igoa a mim;
Sim, gozemoa, caro {.migo,
Vida tao feliz assim.
Reoife, 7 de Setembro de 1891.
Farizib de Valladares
pasta.
Chapa que submeCJemos a
approvacjk) do disto elei-
tor do do municipio do
Recife.
Para Prefeito
Dr. Jos Marianno Carneiro da Cunha.
Sub prefeito
Commendador Luis Jos da Silva Quima-
raes.
Conselheiros
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
L'oronol Corbiniano de Aquino Fonseca.
Commendador Joao Fernandes Lopes.
Commendador Joaquim Alves da Fon
seca.
Commendador Albino Jos da Silva.
Coronel Tit" Livio Soares.
Alberto Dias Fernandes.
Dr. Augusto
soa.
E'itre 03 preparados ferrngimsos aimittidoj
na iu--:; e que m atedeos n-ceitam conira a
anemia, iblorqse, finpaausmo, empobrccimen-
to do sai'gue. o F-iro Girai '. aporovado pe>a
Arartema re Medicina' re Pjtis se recomnienda
ihI :s -.:;i- i'j ii'K.-l>-s looi>'as e reconstiiuioies
ao mesmo lempo que fo'Oeee aos glbulos san-
2um-o: o ferro que lh rameute laxativa auxilia o organismo a de^em
bar..car-e das matorias obatructivas e nocivas.
Lopes da Assampcio Pes-
ise de Soasa, 90 caixas com 1 880 kil s de
sabio.
Na barc x 1 Flor de Maria, para Mamangaa-
pe. carresaram :
G. Barbo ja, 50 caixas com 1,000 kilos de
ssba 1.
Joao de Sorna, 20 caixas com 440 kilos de
sabio.
Pauta da Alfandeca
siausu o 21 a 26 di setimbbo
di 1891
alcool (litro ......
Ugodaa em nn a kilo) ....
fcrros com casca 0) .
\s8ucar retinado lilo; ....
issucar oranco (kilv) ....
Assacar masca vado -;sijo) .
Sagas de mamonas (kilo) .
Borracha de leite mangab. (kilo)
Cachaca ...
Couroa seceos espichados (kilo)
Coaros seceos salgados (kilo) .
Couroi verdea (kilo) ....
Courinhos (om).......
carocoe de aigodlo (kilo)
Carrapateira (kilo)
No vapor nacional Alagos, para Rio de Ja
aeiro, carregaram :
F. Cascao A Fiibo, 799 saceos com 47,940
kilos de assucar mascavado.
C. da Silva Guimaraes Jnior, 7C0 saceos
com 42,000 kilos de assacar branco.
C Peres u C, 31 saceos com 1,860 ki'os de
assucar brar.cG e 221 ditos com 13.260 ditos de
dito masca\ do.
P. Carneiro A C, 200 saceos com 12 000 Ei!03
ae assucar branco.
Para a Eibia. carregaram :
1!. F Lene, 1 barrica com 89 kilos de assucar
branco.
M. Cuaba, 60 barricas com 6,225 kilos de assu-
car branco.
Para Vi. loria, carregou :
A. Guimaries, 100 sancos com 6,(00 ki!o3 de
assacar branco.
No vapnr nacional Espirito Sinto, para o
Para, carregaram :
M. F. Martios, 111 barricas com 9,820 kilos de
assucar branco.
M. Cordeh-o A C, 200 barricas com 11,489
kilos de assucar braoco.
M. A. Sena A C 20 barricas com 1 320 kilos
de assacar etinado e 110 barricas com 8,870
ditos de diio branco.
J. Borges. 250 barricas com 17 850 kilos de
assucar brar co.
No v.pjr nacional Guaajr, para Babia, car-
regou :
7. Faria, 2 barricas com 30 kilo3 ne do;e.
Na barraca .Hara mi/ia, para Macei,
carreearam :
A. O. SluXies A C., 5|prris com 450 litros do
vinagre.
452
533
8U
t9i
246
117
426
U466
218
510
450
300
IA570
30
133
'Carvao de Cardiff (ton.) .... 58*000
Jacao (kilo)....... 400
da bom (tito)......14100
Cal reatoltio (kilo)..... 900
Caf moido (kilo)......1J200
Carnaoba (kilo..... 533
Cera vegetal (kilo)...... w
Canna (Uto)....... 220
Cal (litro)........ 10
Parama de mandioca (Uto), r 56
Senebra (tro)...... 436
Graxa (sebo)....... 483
laborandy (em folha) Vilo 10
Leite do mangabaira (kilo) 1466
del aitro) ,...... O
tfUho(kilo...... 90
Phospnatti de cal da ilha Bata (tone-
lada) .........mono
Pelle de cabra (ceato).....I57#o00
Pelle de carneiro (ceoto) .... 157*000
40
3MM
126
56
CorsnUol'io medico-cirargico
O Dr. Manoel Argollo de volta da Eu
ropa, tem provisoriamente consultorio ni
ra do Imperador o. 83, Io andar.
EspecialidadePathotogia e tractamen
to dos orgaoa do peito e do ventre.
Consa:tas das 12 a 3 da tarde
dias atis.
nos
Dr. Freilas Gaimares
Especialista em febres, molestias pulmo-
nares e de criaocas, di consultes de 11 a
1 hora da tarde na ra Duque de Casias
a. 55, 1." andar e reside no Cajaeiro n. 4.
Telephone n. 292.
Reelic iVraiaago
Do dia 1 a 21
'dem de 22
44.-4124148
287*764
44:699*912
ovimento do porto
Navios entrado no dia 23
Hambargo -51 das, logar dinamarqus
Karen de 242 toneladas, capitSo P.
Weetxel, equipagem 8, carga varios
gneros a Joto de Aquino Fonseca.
Hambargo70 das, barca noruega Spe-
kulatioD de 283 toneladas, capitao F.
C. Johannesse, equipagem 9, carga
varios gneros a Ramos G^ppert.
Liverpool e escala 20 dias, vapor ingles
Actor de 1034 toneladas, comman-
dante R ?. Lawson, equipagem 27,
eafga varios gneros a Blakburn Nee
dbam & C.
Navio sonido no mesmo dia
Santos e escalaVapor alternad
ni a, com mandante H Fanck,
varios generes.
Cata-
carga
Sement de carnauba (arroba)
soia (meio)......
Sement de carrapateira (kilo) .
Patajuba (kno)......
raboae de amareiio empranenoes
(duza.........
100*
Rcndiaaenios publico*
USX Da BBTBMBBO DB 1891
Alfantiega
P.enta gersl
Oa dia 1 a 22
dem de 23
930:.'6'.i971
S9.7654292
Reoda do Estado :
Oo tila 1 a t 132 716833
fdem U 2j 7 32i38
960 126,253
14,0.0394461
Somma total 1,106; 16H 724
Segunda sectao da Alfandega de Pernamoua,
23 ie Setembro de 1891.
O tbesoureiro,
Florencio Domingues,
Servii.do de ebefe da seceso,
Joaquim El viro P. Magalhaes.
Hecebedoria do Bstado de
^ernaBaoueo
Da ala 1 a 21 29-579*894
dem de 22 304*457
29:884*351
recado anJelpal de Jos
O movimsnto deste mercado no dia 22 de
Setembro foi o segninte -. Entraram :
44 boii pesando 5,629 kilos.
383 kilos de peixe a 20 ris 7*660
8 cargas com farinha a 200 rs. *6-0
25 ditas ae frnctas diversas a 300 rs. 7*50r
3 cargas com galuchas a 600 rs. 1800
cassn com gallinhas a 400 rs. *
31 columnas a 600 rs. (8/600
8 3uinos a 200 rs. 1*600
30 taboleiroa a 200 re. 6*0(0
46 compartimentos com farinha aBOt' 23*000
i5*5l(i
A's Tictmas das febres
O elixir suast-refcrll Cardoao, appro-
rado em 21 de atareo deste anno pela inspecto
ia gersl da junta ae bygiene do Rio de Janeiro,
em boje apresentar-se bomanidane soffredo-
-a do mando inteiro, como taboa de salvacio qoe
io infeliz naufrago lbe enviada por mao omni-
aoteote.
O elixir ntl-rebrll Cardoao, applica-
lo em maiussimos casos de febres tem como
por milagre, levantado do leito da dor a comple-
jos moribundos.
Este remedio, composto smente de vegetaes
tnteiramenie inoffensivo, anda mesmo na mais
nimosa e tenra enanca.
As senboras, no estado de pandas, ou no pe-
iodo de incommodos naiuraes, podem usar sem
eceio algum.
Eale elixir j bem conbecido de alguna Srs.
mdicos de todo o paiz, o mais seguro e prom-
plo remedio contra as febres, e com especialida-
de contra a febre amarella, erysipelia e bexigas
de quaquer qoalidade.
Modo de usar
A's criaecas at um anno 8 goltas de 2 em 2
horas em urna coiher das de pa ebeia d'agaa
fri.
De um aono a tres 12 gctas ; de tres a dez 20
goiias; de dez anuos em diante 30 goltas
Os Srs. clnicos podem augmentar cu aimio.uir
a^ 60 gotia* por dot.
Depsitos
Recife :
Compaauia de, Drogas e Productos Cbimicos.
Santo-Ai Ionio :
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosario
a. 35.
Pharmacia Orienta!, roa Estreita do Rosario
i.3.
Pharmiicia Alfredo Ferreira, .-oa do RarSo da
Victoria u. 4.
Pcarmacia 3Tiiv:, rna Duque d Caxiss n.
iS.
DEPOSITO GERAL
Vendas em grost-o e a rotalbu.
aa Estrella do Rosario o. 17
p.;.asASHi'to
N. 136
Recife, 20 de Ju'ho de 1891.
III i. Sr. Manoi-i Cardcso Jnior.
Nao posso deizar de levar ao tea conbecimento,
o re&nuado em mim operado com o uso do sen
pr. parado e inveuto- elixir anti febril Car-
3060.
S-n-fo accr.mmettiJo >Je febe intermitente,
orno, foi verifica jo por om Ilustre clinito d'esta
e e leccitao o-me ete, o sulfato, rio qual
-Ososm obier resultado, foi p^r nm amigo
; u iiidjcao o eu auinravel anii-fcbril que com
vircs tiquei completamente turado em 2
UJf.
A .ce le, pi?. o ffipu aeradecimenlo por tao
Jiei av<-l cura, ceno de que ismais deixarei de
:cn;elbar acs meas ,-migJS um tao importante
reatedi,': ror ser este j meio de lbe provar o
meu reconh;'cimento, autorico Vmc. a fazer d'es-
i o uso que .he ronvier.
Scu de Vmc. criado obrigado.Albino Gomes
Alves.
N. 137
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jcnior.
Soffreodo ba ii dias de urna febre de mo ca-
acter minba prima de oome Mana Jalia, de ida-
de de 5 aunos, depois de ter toncado mao de
-> ui-os medicamentos, sem tirar o minino resul-
tado, reeoivi comprar um frasco do sea elixi
anti-febril, e com tanta felicldade que no lim de
11 dias achava-se a pequea restabelecida com-
i.: lamente, pelo que paseo lbe o presente e au-
tonso o a fazer o u.-o que lbe convier.
Recife, t5 de Jalbo de 1891Jo Alfredo Qoen-
(al.
N. 138
Recife, 29 Abril de 1890.
Illm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.
Deciaro qne sabendo pelo Dr. Miguel de Fi-
goeiia, qoe o elixir aoli febril, com certeza era
remedio tn>a> para qualquer (ebre, qnal fosse o
sea carcter, resolvi-me a fazer aso d'elle, e foi
prodigioso o sea effeito, em nm doeote que ba 6
das tinba febre com carcter de intermitente, o
qnal em 3 das ficoo completamente regtabele-
cido.
Podendo Vmc. fazer u-o d'esta micha declara-
cao como bem lbe approover, que para ver-
dade, lbe soa sutnar mente grato.
Amigo venerador.Ignacio Barroso de Mello
N. 139
Cidado MaBoel Cardoso Jaoior.
Commonico lbe qae acbando se accommettidoa
de varilas tres dos meas lilaos, e lembrado, de-
pois de baver applicado vanos medicamentos
que nao prodaziram effeitos, recorr ao elixir
anti febril Cardoso de sua invencao, qae em pon-
eos dias re8tabeieceram se.
Cabe-me te.temunhar lbe o mea recoobeci-
mento pelo seo immediato curativo. Da presente
autoriso ilie a faser o oso que lbe convier.
De Vmc. atiento venerador obr gado.
Eocanamento n. 12Recife, 25 de Julbo de
1890.Adriano da Rocha Pereira.
N. 140
Cidadao Manoel Cardoso Jnior. *
E' com grande satisfacao que atiesto o valor e
a elcacia do sen prodigioso especifico contra a
febre; porquanto teado apparecido mea liitio
Gustavo com febre de carcter mo, e nao sendo
possivel ceder da sua iotencidade, resolv i con-
selbos de om amigo a applicar o sea especifico,
e com muito prazer mea vi desapparecer em 2
dias a febre, restabelecendo-se em seguida o
meo estimado filbo.
Pode Vmc. fuer aso da presente como lbe
convier por Ber a verdade pora.
Recife, 26 de FeveMro de 1890.
De Vmc. atiento venerador e criado.Victo*
rio Jos Saldaoba.
(Todas as firmas estad reconhecidas).
3l ditos de comidas a 500 es.
114 ditos de leguinc e faieudas
400 rs.
14 dii03 de saicGi? ;i 700 rs.
9 ditos de fressuras a 600 rs.
6 ditos e camaroes a 200 rs.
50 talaos a 2*
Readimentos de 1' a 21 do crrante
45*600
10*500
MIDO
1*200
.KOAuy
' 245*260
5-421*680
5666*940
Preoos do da :
Carne verde de 580 a 560 ris o kilo.
Sainos de 560 a 640 res idem.
Carneiro de 640 a 800 ris dem
'arinha Milito di' 280 a 32D ris dem,
Yeiiao de 500 a 800 idem.
Vapores a eatrar
MEZ DB SBTBMBBO
Sal.......... Esp to Santo..... 24
Europa....... Actor............. 24
Europa....... CwKro...... ..... 24
Kul.......... f manee........... 25
Europa........ Corsica............ 25
Norte........ Moranao........ 25
De Sorocaba
Declaro que soffri muito tempo, fazendo
aso de medicamentos sem resaltado e
asando tres dias apenas da ojeccSo M.
Morato, sarei com,letamente de umachro-
nica gonorrha que me tormntava.
Fa$a uso desta como onvier.
Antonio F. Fontoura.
Agentes depositaras em Pemambuco,
Francisco M. da Silva & C, roa Marques
de Olinda n. 23.
Europa....... Tomar.
Sol.......... ilratti.
26
30
Norte.....
Sul.......
SBl........
Norte......
Sal.......
Norte.....
vapores a saklr
MBS DB SBTBHBBO
.. Ktpinto Santo.....24 as 5 h.
.. Tomar...........24 as 2 b
.. Cintra...........25 as 8 b.
.. Finance........... 25 ai 5 h
.. artmkao......... 23 as 5 b
.. Brasil............ 30 a 5 h
Cara de callos
Callicida ^raaco
Infallivel preparado, eztrahe sem dor
em cinco das qualquer cali.
Sao innmeros os attestados qae con-
firmara a eficacia de.-ae preparado.
Por 2$QQ0fica se livre de tao gran a
imcmmodo.
Vndese em casa de
Guerrra Fernando d CBus do Du-
que de Cazias n. 47.
Manoel Collaco & C.Roa do Rosario
Larga n. 32,
O jais de direito JoSo Baptista Gitira
na Costa, encarrega se de contrair era-
prestimos com o Banco Emissor de Per-
nambuco, sob hvpotheca e penhor de sa-
fra, para os agricultores e commerciantes
residentes neste Estado e os da Parabyba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
mdica retrbuic&o; assim como en carro -
ga-se de liquidares amigaveis, em qarl-
qaer das comarcas dos referidos Estados.
Pode ser procurado em sea eacriptoro
ras do Marques de Olinda, sntiga da
Cadeia, n. 34, 1* andar, das 11 horas a
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
aos residencia, 4 roa do Bario ds Victoria
n. 5.
r


.



de Pernambuco Q
.-

I
*

*


i


LN rgioj.as inpurtanlissiiiiaspdra
3S enf{fimos
iie por acano visseis que no pengo
eminente vos acercava, esperareis volun-
tariamente qt.e o seu contacto inevkavel
voh privaase da vida ?
Se umagnnde e calamitosa innunda-
94i vos ameaijasse ; per ventura not.rieis
qusdos e tranquillos at que a inesma
voii viesse arrebatar ?Por oerto qu
rao !
sabis, pois, que se nao faieis cebo de
ama tosse, de um catanho, 01 de urna
dor de gargur.ta, isto podor-se-ha torna-
co fatal cuino um incendio ou urna oj
nnndacSo.
Caua um acicesso ou paroxismo violento
de tosse, um golpe que debilita e pros
ira vossa vida.
Sede pois prudentes e precavidos con-
tra o perigo munmdo vos inamediaismen
to do maravillioso Feitorl de Auacahuita
Em suas qualidadea calmantes e salut-
feras se encontra a verdadeira seguranca
e a propna vida.
Nem a tosse, nem as i flammacSes da
garganta, nem as constipaySes e catarrhos.
nem a aslhma, nem a irrita.So dns pul-
aSj ; finalmente neshuma ecfermidade
pulmonar, precursora da ihisica confirma
da, podem rcsiitir a sua poderosa influen-
cia curativa ; o se i poder immenso, o
seu valor iapagavel.
Como garanta contra as fasifieaeSes,
obsmve-se bem que os romes de Lanmar
& Kemp vecliam cs;a pados em lettrae
transparentes no papel do livrioho que
sene de envoltorio a cada garrafa. -
.cha se a venda em todas as boticas e
drogaras.
Dentaduras artificiaes &
Sob prsalo elstica, e preasao pnen J j )

:4 de Setembro de 1891
Oculista
matica sy eternas novissimos ueste Estado
pelo i-irurg.ao dentista Numa Pompilio,
roa do Bario da Victoria n. 64 1<> aa
rdadas 8 horas da manh as 4 da tarde
aa
Dr. Bastos de Oiiveira
Participa aos amigos e clientes que mu-
dos soa res deccia para a ra do Dr.
Joaquim Nabuco n. A, Capunga.
Telephone n. 355.
Btnlsdor Uk M urtnb*
Concerta-so relogies de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja, ehroiiumetros de
nnha, caixaa de msica, app&relhos eleo
trieos, oculos, binculos ceulos de alcan-
ce, jolas e iodo qualqner objecto teeden-
a arte mecbanica.
9Ra Larga do Rosario9
Curas de coqueluche
Sabiaete-iLedico-cirorgico
Dr. Pontual r,2o podendo comparece
ao seu consultorio diariamente como ser
:az preciso par. r gularidade do Bervicod.
consultas, reso-veu de accordo con o Dr.
Joto Kdngel altercar este servico na or-
De. Poatual as segundas, quartas -
sextas feiras de 1 as 3 > --as da t.irde.
Dr. JoSo R .r. ;A nns tercas, quintas e
sabbados de 1 *s 3 horas da tarde.
fl>-
iious iimagres
re-
111. Sr- D. Carlos.Tomei o seu
medio o Elixir M. Mo.-ato, e foi coin
que pude sarar das boubas que soffriu na
muito tempo e d scorocoava por nunca
melhorar, um mea visinho que tambem
sora, j largo a de tu .o que Iho receita
ram e est tomando o seo remedio.
Agradecido pelo remedio, lbe son obr
gadissimo.
Simtos.
Albino Jos Couto.
Illm. Sr. D. Carlos*Eu e todos de
casa, faz muito tempe que soffremos hu-
mores de boubas, cum diet, sem resulta
do. Fisemos uso a?ora do Elixir M. Mo
rio, preparado pjr D. Carlos e saramos
cota jletamnte.
O remedio alem de ser muito bom ain
da : m bota g';ito, pois as enancas be
di..il com facilidade, misturado com agua.
St.p.
Firmino Aguiar.
ilnias vezes til associar o creosote de al-
oatri.u de faia ao oleo de ligado de bacalhao no
traUneuto das affecc5es da larynge, dos bron-
<-li05, cbitos ebrouicas e nos catarrhos. EstaassociacSo
presenta grandes vantagens, mesmo na ausen-
cia de doenraequando se faz usosomente com o
fim le fortificar um peito fraco ou um tempera-
mento dbil.
E> tes dois medicamentos encontram-se reuni-
dos iiii oleo creosotado de Berth e as Capsulas
de berth creosotadas, onde o creosote de alca-
irOo de faia adiarse em dissolurfto n'um oleo
de fijado de bacaThao particularmente recom-
men lavel visto ser ubtido por procesaos que
fio os nicos que tem merecido a approvaclo
Ja f cademia de Medicina de Pariz.
Ft brica: Casa L. Frere, A. Cbawiokt f>,
ucC", roa Jacob, 19, Pariz.
Cuidado coma fais ificaco
Ai abo de verificar qoe o elixir ante-febril Car
-oso est sendo faisicado por algoem e em
-mar to nao descabro este alguem para coDtr-.
tile ntentar a respectiva accao nos termos d
ei, revino ao publico que tenna toda attencac
oara os fraseos qoe trazem o nome doanlor
Manoel Cardoso e do I ixir Cardoso, cajo depo
-to i na roa Estreita do Rosario n 17.
Recife, 6-Ip Abril de 1891.
Manoel Cardoso Jcnior.
Ao alean w da todos
]
Yendas a dinheiro com descont de
10 por cento
A Nova Espeaoca chama a attencSo
para o seguinte :
Todas as quintas feiras vender se ha
qaalqner mercadoria com o descont ci-
ma os saldes e retalhos por menos do
costo.
O grande aortimento das segnintes mer
sdcriae convida a aaerem urna experien-
cia.
Fitas, lequeu, sortimento de meias para
tenhoras, criaccas e homens, rendas bran-
cas, pretaa e de cores, bordados, aven-
'ais paracriancas, costumes de brim, ca-
:js de feltro, enxovaes para baptisedos,
comeas, relogios, preparos para vestidos,
arras, candieiros, lampariuas, gravitas,
joil'.rinhos, puahos, aberturas para cami
sas, botSes qe todas as qialidades, qua-
Jro, espelhos, boleas, artigos para pre
sentes, objectos japoneses, albuns e qua-
Iros para retrntts, preparos para borda-
dos, liabas brancas o de cores para cro-
chet.
E muitos ontros artigos de miudeaas e
mas qae ato diffieil ver.
A Notr Esperanza
3-lu Nac de Caxlas-63
Pedrc Antunes & C.
PELO PEITOHAL DE CAMBARA
A efficacia, sempre provuda, do Pei-
tor&l de Cambar evidencia-se de urna
maneira bri hante e concludente nos se
guintes casos de coqueluche, relatados em
atteatados da maiof valia cuja transcrip-
to em resumo passamus a fazer para
ttucidacao do publico sobre as virtudes
a'es te celebrado medicamento:
Tendo sido atac^dcs de coqueluche
seus netinhos Antonio e Dejanira, e sem
terem p idido obter allivio com o trata-
mento de seu Ilustre medico, deulhes o
conhecido Peitoral de Combar do Sr
Jos Alvares de S. Soares, e com quatro
vidros d'este efficas remedio fcaran com-
pletamente retabelecidos do terrivel sof-
frimento Maria Jus Rodrigues Barcel-
los. (Pelotas).
c Tendo sdoecido dois lhinhos do Sr.
Arsecio Cardoso de Aguiar, de coque-
luche, e atacados ae grande teb.e, em
menos de quattTo das ficaram radicalmen
te curados op o Peitoral de Cambar.
Urna !hi?fc>-. do intelligente guarda-
livroa Sr. Barros dos Santos, que tambem
sfFria de urna tosse convulsiva, acba-se
rostabelecida, devido ao mesmo remedio
(.Carta de Emygdi o Pinto de Oiiveira
de Santa Victoria do Palmar, Rio Grande,
j tiul).
t ... Empregaudo este importante me-
dicamento em urna nihinha de 5 annos
de idade, presa de urna terrivel tosse con-
vulsa ou coqueluche, durante dois meses
e depoia de applicados outroB medicamen-
tos, obtive o mais agrada vel re altado
para o mea coracSo de pai, at entSo af-
flicto pela crueldude da molestia de minha
thioha, dando lhe o afamado Peitoral de
Cambar, do Iilm. Sr. J. Alvares de S.
Soares, de Pelotas, e dois vidros apenas
produsiram to brilbante resultado.Jos
Carlos Coimbra de Goaveia, morador
roa Paula finto n. 25, ao Andaraby Grao-
de, Rio de Janeiro.
... O xarope Peitoral dt. Cambar
remedio efficaa para a coqueluche, pois
ti ve occasiZo de empregal o em famolos
da minha casa, qae se achavam atacados
d'aquella terrivel molestia e da qual fica-
ram, em poneos das, carados.Americo
Smlvatori. (Socio da fundilo dos Srs.
Manoel Joaquim Moreira & C, do Rio de
Janeiro).
E como estas, tem o Peitoral de Cam-
bar realisado innmeras oatras curas,
qoe comproyam em alto grao as suas vir-
tudes medicinaes, consagradas pelo mais
alto poder medico oficial do Brasil, a
junta central de bvgiene publica e qoe o
approvoa pelo governo geral, qae aucto-
nsoa a soa t'abricaclo, pela Academia
Nacional de Paria, e jury da exposicSo
brszileira AllemS, qae lbe conferiram me-
dalha de ouro de 1.a classe, pelos mais
notaveis mdicos d'este e oatros Estados
da Repblica, qae o prescrevem e recom-
mendam constantemente, etc., etc.
E' nico agente e depositario neste
Estado a Compaohia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos, s roas Marques de
01 inda n. 23, e Larga do Rosario n.
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de soa via-
gem Europa, d coasaltas de
1 s 4 horas da birde, no 1*
andar da casa n. 51 rus do
Baro da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia roa Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da
Saudade a. 26.
Telephone 287.
Dr. Silva Leal
edlco oeeuliata
Reccntement chegado da Karopa
oom pratica nos principaen hospitaes e cli
aicas de molestias de olhos de Pars, d con-
salta* todos os dias uteis das 11 s 3 ho-
ras da tarde em eeu consultorio, roa
Duqie de CaxiasO' 73 Io andar, entrada
pela Prega de 17, n. 73, (antigo Largo do
-olle^io).
Renideacia a roa BarSo de S, Borja n
16, Telephoae n. 507.
Chima tos por escripia, em seu cnsul
rio, residencia, e na pharmacia Martina
0 eoosetbo da luten-nci Monictpal do Reci
fe, asando das attnouices qoe le fo am confe-
ridas no g 6 <>a pwrtafia do -mveroador do Esta-
do de Peaiambuco, de 37 da Oezembro de 1889
resolvea levar em praca por venda o terreno que
Oca entre es predios -jS. i6 e 16 A, no 8* quar-
j teiro, Udo direiio, ra do R acnnelo, fregue-
, >ia da Ba-Visia, que tem a forma de um irape-
| to emede 18,00 metros de frente sobre 18,00
| metros approximadamente de fondo, avallado
'pelo engenneiro municipal em 400/000.
A srremataco era feta por pregao no paco
municipal ::o dia 24 do corrente, as i Doras da
tarde. ,
Paco da intendencia Municipal do Recife, 16
de Setembro de 1891.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Presidente.
Francisco Faustino .'e Bnto.
; Jos Xivier Cineiro de Barros Cimpello.
JoJo Walfredo de Med"iros.
| Dr. Auguato d Costa Gomes.
Dr. Joo Cirios kVlihazar da Silvelra.
Prnci~co Gargel do Amara!.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Albino Jet da Silva.
0 secr tario,
__________ Joaquim lote Ferreira da Rocha.
Dr. Mello Gomes j
Meo operador parteiro
I!
>} 57Ra do Baro da Victoria57
') (DEFBONTK DA BUAD2 8. AMARO)
Cmde tem consultorio e renl-
d unca podendo sr encontrado e
reebendo chamados qualquer hora
de dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senboras e dos pnlmOes, syphilis
eai geral, cura rpida e completa e o
raices de eatreltamentos o mais sor
montos da uretra.
Acode de prometo a chamados para
fra, a qualquer distancia.
Telephone n 193

H
Dr. Nune* Coimbra
ClnicaMedico Cirurgica
Especialidades: febres, partos, moles
tas de senhoras a de creancas.
Chimados a qualquor hora na sua re
lidonciaCaminho Novo n. 163, junto
dst-cao ; ou no seu consultorio, ra Mr-
quez de Olind n. 5(5, -n ie d consulta?
das 11 s i horas.
Telephoue n. 387
II
ADVOQADO
Dr Clodoaido Lopes
Eacriplurlo
Roa Eslreila do Rosario n. 4

Dentes
Termina a horrivel dor de dentes osande
i excellenta preparado de Manoel Cardte
Jnior.
As <&'-*' cae lhe tem sido dirigidas
pelos jo.._-o de miaor circolaclo, attestam
i efficacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs Francisco Manoel da
Silva & C, ra do Marques de Olind
a. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque
Oaxias n. 88.
Pharmacia Oriental, roa Eatreita dt
ttoaario n. 3. t
Pharmacia Alfredo Ferreira, ron de
Sarao da Victoria o. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes roa larga
io Rosario n.31*
Dr Bastos de Oiiveira
Medico operador e parteiro
Alfitnmento especial de elelto
res esirangelros do municipio
do Recite.
Freguezia di Santo Antonio
1.' SeccaoCom prebende os qoarieires i e 2
e fnnccionar no Paco da liten lela Municipal
do Re-ifrt, onte dev^ro votar os eleilores :
Benedicto Gueiscb-!.
Juao Alves de Freitss.
Paulo Jos Alves.
Paul Julien.
An orno tiatlnazar Alves de Preitas
3.* SeccuCinprcheole o; qaarteirOas 8, 9,
10 e 13 e fuoccionara ao Tneatro Santa Isabel,
onJe votam :
A .'olpbo K ..us>'.
Auriano ue Oiiveira Maia.
M x Kranse.
Gustavo Kiause.
4." SccjGompreueade os qaorteires 11 e
12 e fancciun<>r na Fculaj Je ue Oireito do Re-
cife, onde votim :
Jas G-.'iigalves Hor'ra de lleodoDCa.
J j.i Fernando da Silva Pinto.
6.'Seccao-Cotnp'ebenJe 03 quarteirfies 17,
18,19, 20. 21 e 22 e fanecionar ni Escola Mo,
dlo, onde vota:
Jofio GoDcalves Martins.
9.'SeccSo-Comprebeode os qaarteir0e3 30,
31 e 32 e funccionari na Escola Normal, onue
i votam :
Mdooi-I Pires Martins Fonseca.
Francisco Jos Lopes Kraga.
Recife2. SeicioComprebeode os quartei-
(Oes 6. 10,12. (3, 14 13, 16,19 e 22 e fonecioaa
ra no Arsenal de Mariuba, onde vota:
Floriodo Jote Bapthti.
Recife1.* Seccao "omprehende os quartei-
roesl.2, 3, 4, 5. 7, 8, 9, Ue21 e funccionar
no armaiem dj Compaobia Pemambucana, onde
votam:
Antonio Pacheco Dias Torres.
Joi Moreira de Souza Piimo.
Antonio Mooteiro Martins.
Antonio da Costa Mello.
R< mao Jos da S.lva Marques.
S. Jos5.1 SergaoCoraprebende os qoartei
rOes 31, 33 34 3> 36 > 37 e fraccionara na es-
ti'jao nova da estrada de Caraar, onde vota :
Manoel Alves da Silva Mata.
6.* SeccaoCompiebende os qoarteires 38,
39, 41 e 42 e fonecionar ra de S. Joo a. 67,
I onde vota:
Francisco Jos GoimarSes.
S. Jos,2di8tncto1 SecgaoComprebeode
os qaarteires 1, 2, 3. 4 e 5 e faneciouar ra
89 outr'ora Imperial n. 297, onde vota :
Manee! Martins Ribeiro.
Boa-Vista, distrcto3.' SecgaoCompre-
bende os qnartc-irSes 4, 9 e 10 e foaccionar
roa do Conde da Boa-Vista n. 27, oade vo'.am :
Antonio da Cmara Braga.
Jos' Goocalves Martins.
7.a SeccaoComprebende os qoart ires 19 e
20 e fuoccionara a ra Fernandes Vleira n. 48,
i escola do professor Machado, onde vota :
THEATRO
SANTA ISABEL
SOCBABE AN0NYMA
ARIOIV
ESTAgAO LYRICA DE 1891
hojeT} HOJE!
Quinta-feira 24 de Setembro
4.a RECITA DA 1.a SERIE

*H-
Ha trem para Apipucos e Olmda e bonds para todas as lihaa.
A's l|t horas em ponto-
Estrada de ferro
DE
PERNAMBUCO
DO
S. Francisco

Tem o sea consultorio i roa do Marques Ljao Fernandes de Azi-vedo.
de Olinda n. 1, 1. andar, onde pode ser
Srocuado todos os das uteis de 1 as 3
oras da tarde.
EDITAES
1.a seccao.Secretaria do governo da Estado de
Periiambnco, em 14 de Setembro de 1891-
EOITAL
Pelo presente edital se fu publico que se acha
nesta secretaria a peiicSo em qne Antonio Alves
Barbos i, capillo do extincio 67 baUlbao de
infamara da guarda nacional da comarca de
Ignaras so, pede reforma no oosto immediato,
anm do ser entregoe ao ioteressado para jootar
a mescia peticao prava legal dos requisitos ex-
Eresson no art. 68 da lei n. 602 de 19 de Setem
ro de 1850, acompanbada dos documentos exi-
gidos pelo art. 86 do decreto o. 722 de 25 de
Ootnbn do mesmo anno, conforme foi determi-
nado palo ministerio da justica em aviso de 31
de Jallo ultimo.
O secretario.
Francisco de asss P. Rocha.
2" dUtrtcto 1* Seccao Comprebende os qaar-
teires 1. 2, 3, 4, 5 e 6 e fuacciouar ra do
Capilo Lima n. 30, andar terreo, onde votam :
Manoel Joaquim de Soasa Motta.
Antonio Lopes da Silva Campos.
Domingos Fernandes Palheiroe.
Bento Jos Ferreira.
Fregoezia do Poco4. SeccSoComprebende
os qoarteires 8, lie 17 e fuoccionara na escola
publica de Apipucos, onde vota :
Joaqaim Moreira Res,
Paco da Intendencia Municipal do Recife, 23
de Setembro de 1891.
Dr. Manoel Pinto Dmaso,
, Presidente.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Secretarlo,
Edital n. 64
Pras > de 8 din
De ordem do Sr. Dr. inspector, e nos
termo* das lea faoaea, fas-se publico
que, iU 11 horas da manhl de 26 do cor-
rente, serlo ve adidos porta do arma-
sem tlfandegado Bario do Livramento,
onde foram encontrados, oa seguintes vo-
lumes :
Em consumo
Marca diamante DFS e B no centro.
Qaimie barris e vinte meios ditos, nme-
ros 141 a 175, contando manteiga, dea
carrajjados do vapor francs Parahyba,
rindo do Havre a 26 de Outubro prxi-
mo pjssado.
2a seccjto da Alfandega de Peraambaco,
18 de Setembro de 4891.
Servindo de che fe,
Joaquim Elviro Ptreira Magalhes.
DEGLARACOES

BfeOlcn
DR. TAVABES DE MELLO

formado pela Faculdade do Rio de Janeiro,
tendo-se dedicado com especialidade 4
therapeutica moderna das molestias de
pelle e syphilis, na polyciinica geral, a
cargo do Dr. Silva Araujo, onde servio
como seu ajudante ; da consaltas de 12 as
3 horas no largo do Corpo Santo n. 18 oa
andar, e recebe chamados a qaalqner hora
i em soa etidencia, largo da Pax n. 114
^"^__________*
4
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata oom espeeiaU
dade de molestias de senhoras e creanoa
Consultorio e residencia i roa da impe
atria n. 1S, Io andar.
Consultas di 8 s 10 da manhl.
Chamados (]Mr esoripto) qualquor hora
TMLKPHOn sT. 890
Le ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector deste
Tbesoiiro, e em vlrtode de auiorisaco do Ezm.
Sr. vice-governador deste Estado, faco publico
qoe no da 24 do corrente ir em praca o forne-
cimen.) de sestenta barras d<: madeira, para
serem entregues ao commissano geral dos guar-
das laxes deste mesmo Estado
Os eeobores conenrreoles deverao apreseatar
as soa propostas no dia supra indicado 4 junta
4e Faiienda, qoe para eemelhanie flo se reunir.
precedento carta de abono le dous negociantes
qae sv responraaiiisem pela effectiva entrega
das msinas, sendo ditas cartas sellada] e reco
nbecicas as Armas de seos signatarios.
Secretaria do Toesonro do Es;ado de Pernam-
boco, 17 de Setembro de 1891.
Servindo de secretario,
Jos Anastacio da Silva GoimarSes.
Companhia
Minerva Progresso Pernambu- *
Segunda convocacao
Nao se leodo reunido quorum legal na primei-
ra convocarlo, pela segunda ves convoco os se-
nhore aecioni3tas para ama assembUa geral
extraordinaria no da 28 do 'Jrrente, 4 1 hora
da tarde, na sede da compaobia ft ra da Auro-
ra n. SO, anm de resolver se sobre a reforma aos
estamos.
Recife, 11 de Setembro de 1691.
Eoge ilo de Mesquita Floren sola,
Dir< ctor, presidente interino.
Sociedade
Refnaria e Destila^ao Per-
nambucana
Em eamprimeato dos arls. 29 e 33 de seus
estaiotos e das disposicoes do decreto de 17 de
Janeiro de 1891. coavocamos aos senbores accio-
nistas a reonirem se em assembla geral ordi
?arla no dia 30 do crreme mes, ao meio dia.
no predio da fabrica da meema sociedade, afino
de Ibes ser presente o relatorio das operacOes
do anno Hado a 30 de Jnnho prximo passado,
acompaohado da parecer da commissao fiscal e
proceder-se a eleicao de dmtnistracSo e tlscaes
para o anno seguinte.
Peraambaco, 14 de Setembro de 1891.
Os administradores,
Joo Fernandes Lopes.
Jo Maria de Andrade.
Antonio do Carmo Almeida.
M WecreUrl d
erlcordla alniam
Catata de
sus rsjaliitea
Viga no Tenorio 1' andar n. 25 20*000
Burgos, terrea n. 21 1**000
Amorim araaiem n. 60 20*000
Encantamento loja o. 11 30*000
Roa do Vigarlo o. 27, l. andar -15*000
Roa do Amorim n. 62 334333
Becco do Abren o. 2, l- andar 10*000
Virayo o. 19. 20*000
Roa do Dr. Joao Miqnilioo outr'ora
do Sol n. 13 50*000
Roa da Lapa o. 8 JOOOO
Travessa do Ventara oa Capanga 83*333
Roa do Amorim n. 26 10*000
S. R. J.
Sociedade Recreativa Juwentude
Sarto bimestral em 11 de Ouiuuro
Principiara as 7 horas da noite em ponto e
Boda a 1 hora da madrugada.
Secretaria do coa?eao administrativo, 19 de
de 1891.
F. Lima,
1.- secretario.______
Hospital Portuguez
Premio de virtude
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de aocordo c.m a disposicSo tes
tamentaria do finado commendador Anto-
tonio Jos MagalhSos Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 5005000, a filba ou
' filho familia, natural da cidade do Recite,
'que pelo sen trabalhoho nesto tiver con-
corrido efficaimente para sustento de seus
paes, ou assistido a sea pai ou m&i, com
verdadeira dedicacSo e amor filial, duran
te molestia grave e prolongada ; chama e
concede o praso de 60 dias, contados de
boje, as pessoas qae se julgarem as con
dicoes citadas, para apresentarem na se
oretaria do Hospital os documentos com-
probatorios de soa pretencto.
Secretaria do Hospital Porto gues, 30
de Agosto de 1891m
Manotl Lopes Ferreira,
Secretario.
A.*VXS)OC
Do dia 1 de Outubro prozimo at de 31 de Marco fuiu o, alm dos trens ordina-
rios de passageiros, haver entre as esta,oes de Cinco-Pontas e Cabo, o seguinte trem
extraordinario para o transporte de passageiros e bugagens.
Trens extraordinario?
PARA O INTERIOR
EIAS Tias ( SlO SANTIFICADOS )
NOITE
Cinco Pon tas (partida)
Afjgados ....
Ba-Viagem .
Praaeres ...
liba.....
Cabo fchegad) .
H. M.
8.00
8.10
8.20
8.27
8.47
9.00
DO INTERIOR
DOMINGO E DIAS SANTIFICADOS
NOITE
Cabo (partida)
Ilha......
Praaeres .....
BoA-Viagem ....
Afogadcs.....
Cinco Pontas fchegas>s,
H. M.


*W



;|
6.00
6.25
6.45
6.52
7.02
7.10
Cabo, 21 de Setembro de 1891.
^ Wefs Hood.
Superitendente.
Banco de Crdito Universal
Capital subscripto Rs..... 100:000:000$
Gapital realisado Rs... 30;000:000|
.i
Caixa matriz no Rio de Janeiro ; Caixas Fi-
liaes em Londres, Pernambuco, Para, Baha, Santos,
Sao Paulo e Porto Alegre e Agencias em Manos,
Maranhao, Cear, Maceio, Rio Grande do Sal e Pe-
lotas.

i'

garanta
fo
Jo ao
/.ao
anno.
Filial d Pemambnco
RA DO COMpRCIO N. 36
Faz todas as transac^oes bancarias.
Compra letras sobre todas a pravas da Ameri-
ca e Europa e vende saques sobre as caixas e agencias
dos Bancos cima descriptas e tambem sobre o London
Joint Slock Bank Limited, de Londres :
Deeconta letras da pra^a e faz em prestimos sob
ouea ; e recebe dinheiro em deposito por
letras a prazofxoou em conta corrente as seguintes
condiccoes:
Em conta corrente de movimento sem juros.
dem, idem com 80 dias de aviso 4 jq ao anno.
Por letra a prazc de 3 a 5 mezes 3 % ao anno.
dem a prazo de 6 12 mezes 5
Recife, 14 de Agosto de 1891.
Capital Reis 1.50O;000^000
DhM do em 15.000 aqtfes de 106:060 cada ima
Ra do Vigario n, % esquina do largo do Corp
Santo
Edificio da Junta Gommercial
HORAv DA BOLSA
DE 1 A t DA TARDE
Compra e vende ttalos com oot.cSo.
Liquida operasSes por conta de terceiro a dinheiro on a praao.
Faculta capitaes para compra e venda a dinheiro oa praso de quaesquei
'itulos cotados na Bolsa.
Tntegralisa convindo capitaes de Bancos e companhias de reconhecida atilidadt
Fai transferencia de operacSe realisadss na Bolsa a praso.
Auxilia liquidacSo de rport e Delsredere.
Eealisa operaeoes bancarios relativas a soa natureaa.
Encarrcga se de incorporacSes de Empresas.
Levanta emprestimoa.
Compra' e vende metaos.
Encarrega-se da compra e venda de assucar, algodSo, etc. etc,
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. PEHTO.

I









BAFCO
OFltlL

LSSOODQH
**-aWA 18 DS HO JHE BBO-B
(aritiga do Imperador)
Empresta dinheiro, a cortos praaos, por cauyoea de mercadoriaa, letra*, titulo
aro e podras preciosas.
Bncarrega se da cobranza de alugaeis de cas*i, pagar impeatoa, por coata dr
tarceros.
Receb: dinheiro a premio, em conta correte de movimento, com aviso, pra*
tizo, e fundo de accumulaco (peculio).
Encarrega-se do recebimento de dividas, proa,
eoata de peBaoaa residentes na capital e no interior.
Deaconta ttulos commerciaea.
honorarioa e ordenado, poi
Companliia T'Ciiiis PaalisU
Convida-te aas sehures accionistas a reali
aarem a segunda entrada de 10 O/U nu lOiOOO
per accap, a o uia 30 do correa e mea, no es
riptoiio do d.recior ibeisureiro. roa do Bom
Je*us n. 1, aadar terreo, das ii as J horas da
tarde.
Director pe retarlo,
J. A. S-'iwa Jcnior.
Devedores *azenda
a Sonthampton i' claase 18 U
Camarotes reservados para os passageiros de
Prnambuco.
>ara pasaagecs, fretes. eocwnniendas, trata-se
;oa os _____
AGENTES
i morim Irms & C.
N. 3R"B An Rnn J*nsN 3
bODipaiy mmwau do n-
PORTOS DO SUL
SLS^^i^i lacci, Penedo, Aracaja e Baha
O paquete Jaboatao
Commaadante Pereira
Segu no dia 2a de Setembro
Por esta seccao se fas pobl^oque 8ca marca-
do o praso de 8 dias contados a dala do pre-
sente edital, para os abaixo declarados deve-
dores a Eshada de Ferro Central de Perotmboco|
ao exercirto
debito? arnig
aaerem, serao as respectivas coalas remetiidas
ao D-. procurador da Repblica par promover
a c.- ranea execotiva:
Jos Lopes Albeiroa Sobrinho lUMiab
r. Juao Zefenoo Pires de Lyra J:0;6*65
Lonrenco Alves de Sooxa 6W377
Seccao do Contencioso da Ttiesouraria de Fa
senda de Pernambajo, 21 de Setembro de 1891.
O *8CrplDrrO,
FlaVumo H Ribeiro.
Thesouraria de Fazenda do
Estado de Pernambuco
le ordem do Illm. Sr. inspector desta ttieson
raria. cenvido os a^aixo mencionados a vuem
requerer o pagamento das dividas de exercicios
lindos, de que sao credo-es e mand d s satisfa
er pela ordem da directo-ia de coolabil.dade do
Tbesouro Nacional de li do corrate roez sob
Fieloen Brothers 1: Jos Franjeo de Figueiredo Lima 46*67k
Jos Mara de Figueiredo Lima 31*116
Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
aambuco, 22 de Setembro de 1891.
0 secretario,
Jos Gomes da Silva.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
Tetado a junta administractiva resolv-
do mandar conatruir a ata lateral direita
do edificio que serve de hospicio de alie
aados na Tamarineira, continua a receber
propostas para a realissgao deasa obra,
(jaofoiiuii a escripcio e orcomento exis
tantea neata secretaria para seren consul-
tados.
Aa propoetas, que deverlo ser aposen-
tadas na sala daa seseos da junta at o
dia 29 de Setembro vindouro, pelas 3 ho-
ras da tarde, deverio tambem indicar a
maneir do pagamento, que ser feito
promptamecte, segando o que for con-
tractado.
SecreUria da SanU Casa da Misericor-
dia do Becife, 19 de Agosto de lc91,
O serivab,
Pedro Rodrigue de Sonta.
Sociedade dos Empregados so
Commercio de Pcrnaafcoc)
De orden do presidente da asaemb'.a ge
ral, doo seieacia aos senhores socios de que, a
pedido da directora, como loe faculta o art. 51
i 9 dos estatutos, se acba convocada ama sessao
de assaubla geral extraordinaria para o dia 27
do correte, as 5 horas da larde, na sede da ao
dedade, afim de retar se de interesses inadia-
veis da me-ma socied de.
Secretaria da Sociedade dos Empregados to
Commercio de Pernambuco, em 24 de Setembro
e!891.
Jos de Castro Mooteiro,
Secretario.
AOtNTE
i.
II
A'ipisle
yRA DO COMMEKUC-
.E1L0ES
Leilj
De movis, rpelho oval, quadros, louoas,
vidroj, diversas plant.s e ferramentas
pa-a jhrdir2.
Qulnla-irelra,l4 do corren te
Ais 11 horas
Na casa terrea ra da Soledade n. 60
CONTaNUO ,
De 1 mooilia de jacaraoaa corrpleta com tam-
po ae pedra, I e.^prlho oval, 7 quedos, 4 eta
geres, i pir de jai os. 2 figuras, 3 Linternas e
(arfcaes, 4 roangus de vidro, i cama frau:eia,
oe *marell, 1 guarda-vestido, 1 toil lie >e
mogno coro jarro e baca de porcelana doura-
dos, 1 oieia cusmoda de anurel o, 3 redomas
para santos, 2 marquezfiea fie amarello, 1 mar-
quexa, ; meia >:o mo a I Mesa rlig.ira com 4
t'r-oas, 1 guaruVkuga. 1 aparador, t lavatorios
de amarello. lougae para aluioco e jamar, conos,
canees, garrafal, com oteiras, pairiettiio?, 2 bi
Ibas para agua, 1 meca 2 cadeuas paro mini-
no. 1 rmauo com Da pedra p ra Mitrar, 40 vbtos com plan-
tas, as li!rrimtntj para jardim e mulos
oa os object03 de casa de fa > ilia.
O agente G urna i. autoris^do por urna faxilia
queretira-se pira fa do Es'.ado. far leilo dis
oDJectcs aciU'ii descriptus, os quaes t rQj ven-
daos sem reserva de preco.
ae S horas da tarde.
- Recebe carga, encommendas,
passayens e diaheiron a frete,
! novas o tarde do dia 24
ESCRDPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
n. 12_______________
Cempanhia Bahiana de Na
vega9ao a Vapor
Maei, Villa-Nova, Pendo, Araca-
j, Estancia e Babia
O vapor Guahy
Commandante Freitaa
Segu no dia 24
de Setembro.
para os portos
cima indicados,
as 4 horas da lar-
de.^~----------------
Para carga, passagens, encommendas e dinb i -
tj a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueira
17Ra do Viga+io-17
an
dar
Macel
Companhia
Ferro Carril de Pernaiiboeo
Obrlgace* fjarantldla
No dial- de Ootnbro comega o pagasneoto
dos coaooo8 o. 20. ao escriplotio da companhia, J
k roa Bario do Trum'pho.
Recife, 24 de Setembro de 1891.
Felippe de Araujo Simpis,
Gerente.
martimo*
Lloyd Brasileiro
POBTOS DO NOBTE
O vapor Maranho
Oommandante Antonio da Silva Ferreira
B' esperado dos portos do norte
at o dia 26 de Setembro, e se
guir depois da demora do eos
turne para
Espirito-Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a baldeiar no Rio de Janeiro,
para Santos. Canana, Igoape, Paranagua, An
tonina, S. Francisco. Itajabj, Santa Camarina,
Rio Grande do Sul, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serio recetadas at 1 hon
lo tarde do dia da sabida no trapiche Barbse
ao largo do Corpo Saalo n. 11.
Para passagens, frete e encoimneodas trata
se com os AGENTES.
_
Aos Srs. carregadores pedimos a sua Btteoc&i
para a claasoia 10 des eoooecimeatos, ane
No caso de haver algnma reclamaco contra i
companaia, por avaria oa perda, deve ser feu
por escripto ao agente respectivo do porto di
descarga, dentro de tros dias depois de final)
tata
Nao procedendo esta formalidade a companhia
a senta de toda a reiponsabilidade.
Para passager-s, fretes e encommendas tr
tase com oe ___
AGENTES
Pereira Cameiro& C.
6mmRua do Qommm-cuYS
lo andar
Leilo
De mov- is
Sendo : 1 piano forte, 1 <:ad ira para o mes-
mo, 1 mobilia de Jacaranda, medalhao duplo,
com 12 cadeirus de guaruica j, 2 oitas de bracos.
1 iofa 2 consclos com pedra, 1 espino oval, 2
candieiros belgas, diversos quadros, ligur; s para
consolos, 1 tapete para sof. Jarros, 1 camafran
cesa, 1 lavatorio, 1 cabide, 1 marqueao. 1 mesa
elstica de 4 tanoas, 2 apparadore.s, 1 quaru
nheira de columna, 1 caotoneira, 1 banquinha.t
m aa redonda. 1 titeiro para balea.) e ootros
muitos movis.
Qulata felra, 34 o crrente
As 11 horas
Na ra Duque de Caxiaa n. 31, mtig. ra
dss Cruees
O agente Martins fara L-ilio por couta de orna
familia q e se retira para fora da cidade, de to
dos os me veis exis.entes em dito sobrado, os
quaes serio vendidos
Ao correr do martello
Leilao
Da armaclo, restos de mercadoriaa e
utensilios di deposito sito roa
Imperial n. 290
Sexta feira d correte
A 11 horas
Por Inleiveojij do agente
Cusmao
M-iutvipai.'dtpui que
ebegar o tren qie pane do Becife
AO ilEIO DIA
O atiente sVtm*. sa'Orf'ado, far leilao por
uiandailo d^de de Olinda, em sua preseic. da casa terrea
aciina cnala, em Be.eribe de Batxo, edificada
cm (erreod propro. no qual exisiem tions co-
queiros e dus- roangu^lras.
Agente Pestaia
Leilao
De ama casa terrea fita i ra de Santa Rita n.
28, teudo um quaito, duas salas, cotinba e
quintal iiiu'-uo. readendo mensalmeate
liOO, a qual ,acb:- se piulada e caiada de
uvo, livre e drseiuDaraQ.ida de iodos e quaas
qin-r onu8. e da quinta parle da casa n. 76
luada Imperatnz.
Sabbad, 28 do correHte
A's 12 horas em ponto
No armazem sito Hravesea do Corpo Saolo
n. 7
Agente Pestaa
Le Ido
De tres macacos de ferro e urna prancha,
pertencentes ao espolio de Jo3a Oomes
Lourei o
Sabbabn, do correo le
A's 11 bcras
No a-maiem irwveasa do OcpoSaoto n. 27
0 anele Pestaa ven.:c autuns.do p^lo
Exm. Sr. Dr. juii de orpbos e ausei.tja e a r-
qcerimento da inveotariante D. Jotepha Pran-
cisc Loureiro os objectes cima mencionados.
AVISOS DIVERSOS
f
Batcbarel Joaquina CBonnc. dav
IIv Ble II*
Segn 10 aonive sarto
A familia doboado bacba'el Joaqom Gueones
da Silva Mello, esposa, mi, filbos, georos e
ora, preseates e aastnles, convidam aos eeos
prenles e amigos e aos do niesmo Anudo para
assislirem as mis.-as que frao celebradas no
convento de S. Francisco desta cidade, pelas 8
horas do da 26 co corrente. por occaao de s-
rem depositadas as ciozas do sempre p-an'.etdj
morlo em sua ultima morada Por esse acto de
caridade e religio, e pre o memoria d luel
le que em vida chareoa--e bacbarel Joaquim
Gueooes da Silva Helio, sua infe.iz familia con-
le^ca se rala c reronhe^i 'a.
t
Joaquim .nnelm de Sanfinaa
Caibanoa Mara da CjnceicSo Silva, een fl-
Ihas (ausentes e presentes) )ais, irmaos e irmis,
esposa, Hin e. soeros e cnohados de Joaquim
Anselmo de Sanl'Anoa. gradecem do ntimo
'dlma a todos os parectes e amigos que acom-
paabaram os restos mortaes do mesmo (loado
sua ultima morada, e de novo os convidam para
a mi3sa do stimo dia, qie ter lugar oo coa
veoto de S. Francisro sabbado 26 do corrente,
s 8 h ras do dia, pelo qne desde j se confes
sam PiTnampnte ifrd<;idfi. _______
Florista
Lodovina Conrado avisa ae suns amigas fre-
eoezas qne mudoOfe do l^rgo do Panizo pira
roa dos Qoaneis n. 16, por cimi da mu cari
Ribr.ro, onde contina apiiparar bouquWs de
flotes aruticlaes e naiora* s. e bande jas fiara ca-
sauenlos, baptados e offertas, e mais ifab^lhoa
de soa proBssao de Aurista.________________
Pharmacia
Precisa es de um pralirante ; na botica fran-
cesa o. 22. ra do Bom h sos.
t
i pan b Ir Per naa feca na de Na
vrit^io
Esta uempanhia mantem as seguintes linhar
regalares de navegac&o:
Norte, tocando nos portos da Parahyba, Natal,
Maco, Mossor, Aracaty e Portalexa, parad
deste porto om paqoeie a 6 e 21 de cada mes.
Sai, com escala pelos portos de Macei, Pene-
do, Aracaj. Estancia e Baha, sabindo desU
porto a 9 e 24 de cada mes.
Fernando de Norenha, partida no melado dt
mes.
Me Formlo e Tamandari, sabida a 28.
Ato de Janeiro, (directamenie) parle o paquete
de 26 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sahe o>
15 a 20 do mes.
Todos os paquetes sao novos, tena excellente
accommoda^oes para passagetros e para carga,
e os precos sao multo redolidos.
Os passageiros eocontram, apar do bom tra-
tamento, todo o conforto desejavel a bordo dt
um paquete.
Os paquetes que tazem as viageas ao Rio de
Janeirc aim de terem todo o que se en.-ontr
oos paquetes modernos, accresce que faz a va
gem em quatre dat e o preco de passageoi-
da 1.' clanse 60*000.
O paquete empregado na viagem para o Rk
Grande do Sqi e sioente para carga, e tem e
calado adequado a enirar no porto daquetlo Es
tao em qoalqner occasiSo.
Recebe se > ntajam nto de carga por quaati
dade lixb a 'odasn^ viagens.
Ontro- (impacba expedir paqoetes ex
traordiDauo dpsde que baja carga para o enga
amento completo de um paquete.
&<:?! dio, da Companhia Pernambucana
n. ii._________________________________
R yai Mail Steam Facket
Conapany
OvaporTamar
E esterado da Europa al o
dia 26 de Setembro seguindo
pois o demora necessana
ara
Baha, Rio le dimetro e 8a atoa
Rsuc^ao d
A'Uasaa feasee
Uaitea Staies and BraziJ
M. S. S. C.
O vapor Finalice
Espera-se dos
portos do sol at o
dia 28 de Setem-
bro e depois da
demora do cosi-
me seguir para o
Par*, Barbados. Tfcoaaaz e
.Icwlork
Para carga, passagens, encommendas e di
iheiro a frete: trata-se com os AGENTES.
O vapor Allianca
E' esperado dos portos do
nortate o dia 2 de Oo
(obro, seguindo depois
da demora iodiipeasavel
para a
Baha. RJo de famelro e Saattos
Para carga, passagens, eocoomeodas e di
nheiro a frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8fi'w do Carr.mtrc8
! andar
CHAR^EURS REUNS
Companhia
DE
faTogaeSo
-liha qurssnai entre
Pernarabuco, Uahia.
Sao toa.
Prn
a vapor
o Huvro, Lisboa
Rio de Janeiro *
O vapor Corsica
Commandante Le Bonrhis
Espera-se da Eu
ropa at o di 2">
de Seiembro e se
,'Uira dtpoi da
demora do cas tu-
rne po
Ida
Ida iti.
Baha, Rio de Janeiro e Santos
tioga-se sos Srs. importadores de carga pe os
rapares desta lnha,q7eiramanreBentar den'rt
le 6 das a contar do a\ descarga das alvare ar
lualquer reclamaco cencemente a voiume qu>
porventnra tenbam seguido para os part.a de
inlanmdese poder m dar a tempe as prov
leudas aecess^has.
Expirado o referido prase a companhia nao se
-esDonsabilisa oor extravos.
Recebe carga, eucommeadas e passaeiros
aara os quaes tem excellentes
Leilo
De duas barccas armadas a hy.ite, deno
mioadss Espardate e cFaroa, espo-
lio de Joao Pereira dos Santos Parofa e
sua mulher.
Sexta feira, ladi corrate
A's 11 horas
No Caes do Pelourioho, detronte do Lr
go do Corpo Santo, onde se acham an-
coradas.
O aconte Martins, levar a leilo por alvar do
Illm. Sr. Dr. joiz de direito do civel, oo estado e
logar em que se acham (em presenea do mesmo
jan), as duas barcadas cima, com todos os sen
perteoces, as quaeS fasem parte dos referidos
eapolios.
Os pretendentes podem desde j examinar as
ditas barcacas.
Aioa se o t-rceiro sndar do predio n. 39
ra da Imperatriz com bastaeles accommoda
cCjs, tendo atoa, om grande seto etir.50,
sia-'do opiado, piolado e lavado ; a tratar na
na D qu de. Caxias n. 60. loja, _______
Aluga se a casa terrea a roa da Roda o. 46.
com coi modos iarj urna peqoena faixilia ; a
traiar na ro do Cabog' n. 16._______________
Alogam re as casas terreas da ra CapitSo
Antonio de Lima os. !8e 22, com 2 salas e 3
qoatlos cada urna ; tratar na lithoi:rapbia a ra
terquez re Olinda numero 8_____________
Deteja se alocar a orna t x^soa todo o
sobrado n. 62 ra 4a Resisuraco, aoUga da
Guia, bairro 00 Recite. 0 andarterreo est des-
o capado e preia-se a um bom esttbelecimeoio
00 deposito, cono j foi da casa Burle e ontros;
na taverna defioote dlr se ba com quem te
tr^ta. ___________________
Na roa Nova n. 6, precisa e de nma ama
que compre e cosiohe com perfeicio, para casa
de homem solteiro.__________________
Uji coa ntn-iro e despenstiro cn^gado da
Europa e pretendendo se emprpgar. off rece os
seus servicos, dando prefereocia a casas iogle
zas, e d prova de ou* coodocta ; quem dearj*!
dtixt- ca'ta fechada no escriptono do IHono.
com as inician M. M.
David Gomes Ribeiro, Jicintba Joventioa de
Figueiredo Ribeiro e Dav.d Gomes Ribeir 1 Jo
mor, ag adecera do intirco d'alma a toJa> as
pessoas qne se digoaram acompanhar os restos
morta-s de sua presadissima blba, e de novo
coovid.m ai prenles e amigos para assistirem
a missa do stimo dia, que maidam ceKbrar oa
lertji do Divino Espirito Sanio, legonda feira
8 uo correle, pelas 8 horas da manb, e desde
j te ronfesiTXi ptt-rDnmnig agradecidos.
Criada
Precisa Be de nma criad para andar com me-
ni> os e mais servifios : na roa Mrquez de Her
Ydln. 41
Leilio
Da osa terrea sita roa do General Seara n.
2C, com 2 janellas o 1 porta de frente, 2 salas, 2
quartos, cuzioha, com sgaa e gas encanados e
quintal, rendende iti meoiaes.
De duas meias agaas i roa da Palma as. 9 e
9 A, rendrnde cada me 84 mtDsaee.
ttabbado. SB do corrente
Ao insto dia
No armnaem ra do Mrquez de Olioda
n. 48
O agente Guarni, aato.-isade-, fsra leil dis
casas cima meaciooadas, pdenlo oj compra
dores examnalas.
Leilo
Da casa terrea sita roa da Boda n. 11
Miado, 9 A do correte
A'S 12 HORAS
No armaaem da ra do Marquea de Olin
da n. 48
0 agente Gosmo, autorlaadO por mandado
do Exm. Sr. Dr. jais de direito de orpbos, e a
requenmeolo do curador do interdicto Manoel
Antonio Ferreira Braga, far leja 1 com assis
teocia do mesmo joiz da casa cima menciona-
da, podendo os compradores examinal-a.
A.gente Pinto
Uio
De 15 barrs e 20 meios com manteiga
alabado, B do correte
A's 11 horas
No armozem altndegado BarSo do Livra-
mento, perto da guardamoria da Al-
fandega
Leilo
De cerca de 40 csixas com cebollas em perteito
estado,, desea: regado do vapor Ville de Boe
nos Ayes.
ftabbado SB do correte
A's 11 nor.18
Na porta da A'fandega
for interveocao 3o
A gen le Ommao
Leilo
D 16 riuzia* ae marrcqnios bran avariados
d'a.oa do mar, vi dos de H^mborgo a buido
do vapor Qaapioas.
Sabbado *B do crcente
A's ti II huras
No armozem roa Mrquez de Olinda
n. 48
O agente GomIo, fai leilo po;- (coota e ris-1
co de qu1 m perteocrr oos marroquins cima
mencionados, em om ou mais lotes a vontade
dos compradores.
Em en ni nu: ci
De cm .= : ho e diversos presnos.
Leilo
De 1 casa terrea de tijolo em Beberibo de
Balso, junto estacSo do Porto da Madeira e
ediflcuda em terreno n'oprio teedo o terreno 80
palmos de frente e 3C0 de fundo.
Espolio de Aniceto Lopes Corris do Nasci
melo.
Sallado, 261 cflErnt8
Alugiiei barato
Aiugam-se as >egototes casas :
na VisconJe Itapanca o. 43 3.' andar.
Vii-conde Itapanca n. 43. armasem.
Largo do Mercado a. 17 com tolo.
Aamazem a Roa Pedro Affonao o. 46
Pedro Affooso, n. 46, A armaseui
Lombas Valentinas o. 4.
Travessa d> Carmo o. 10, loja.
Becce de Caropello n. 1.1 .* andar.
A tratar roa do Bom Jeeus o. 3.
Mana. Blas;dalena da Coala
Bocha
Izidoro da Costa Rocba e soa familia agrade
cem a todas as pessoas que ae digoaram de le
var a sua ultima morada os restos mortaes de
sua esposa, mai e sogra. Mana Magdalena da
Costa Rocha, e as convidam para assisrem a
missa que mandam reza- por sua alma na ma-
triz de S Jos, no dia 5, as 7 bojes da manha,
setmo dia do *eu falle ig>e nio.
Ama
Precias se de urna de meia idade para
casa de familia e que nao techa filhos
quem quiser dirija se a ra da Matriz da
Boa Vista n. 3, para tratar.
Atten^ao
Joaquim Luiz Tei-
xeira & C, avisama to-
dos os seus freguezes
e a quem mais possa
interessar que couti-
nuam a ter seu esta-
belecimento de fazeu-
das sob a denomina-
c,o de loja das E^t^el-
las em o predio n. 56
rua Duque de Casias
onde podem ser pro-
curados, certos de que
encontrarlo sempre a
melhor vontade em
bem servir a todos e
com barateza de pre-
cos fazem semelhan-
te declarado para
prevenir engaos que
jase te em dado pela
abertura de urna outra
loja em a mesma ra
esob a denominaco
de Estrellas do Brazil.
Acia
Precisa se de trai ama para cosinbar ; na ra
Pedro Affotiso n. 70.
Ama
Pao centeio
MeUo & Biset tenlo recebido nova remessa a.
naba centeio, avisa aos seas freguezes qn*
ntinuam a fabicar este delicioso pie cantad
olas as tercas e sextas-feiraa ; na na ara d-
osario B. 4 ____
Gabinete
Alorase o do andar de o. 7 da ra do Rao-
I, indepenentt, com porta para a escada ; a
tratar oo mesn o andar. ^^____
Placas
Para numeras de casas ac- bam de receber T.
Basto 4 C, rea da Imperatriz n. 78A, loja da
Boa Fe.________________________________
Cosinheira
Precisasse de nma coslobeira : oa ra Coronel
Soassona (AugnsU) n. MI, andar. ______
Criado
Precisase deam crudo : M loja das Esirel
las, roa Duque de Caxias o. 56.
Cosinheira
Precisa se de ama, que raiba cosmbar com
perfeico, prelerindo-se que do ma em casa dos
patroes ; a tratar n% ra da niao o. 5.
PATACES
BRASILEIROS
Marcados 1#000 no centro, compram-se por
maior oreen do mercado, assim como toda a es-
pecie de moedas estrangeiraB de ouro e prata,
per maior preco do mercado ; nartlojoaria Da-
vid, roa do fcabiga onmero 14.____________
Libras sterhaas
Vendem-se lib-as stertinas ; no escriptorio de
Pe.eir Carneir.j a C, a ra dj Commercio nu-
mero 0 .
A luga-se
Em Apipucos urna CdSa com 5 quartos, 3 sa-
l s boas, quartos para criado', asna encanada,
toda limpa ; a tratar oa ra Duque de Caxias n.
45 loja da Magnolia.
triado eopeiro
Precisa se de nm bom crudo copelro, que
spresmie atiestado de boa c induca e nao seja
tao tolo como ootros ; paira se b^m sendo titl e
perito coneiro ; oo becco o Pcrreiros n. 8.
Aiuga
se
Urna boaessa terrea s la i ra do Ho-picio n.
70. com S salas. 4 qoxrtos frrandes. eos nha.fra,
quintil e caaba, esta limpa a traiar na mes
na ma n. 81. .
Gales dourados
Fitas prateadas e 'louradas, a ultima nocidade
para enfeite de vestidos, grande sortioienle de
titas ae chamalote em iods as cores larguras,
receb' u o Basar da Boa Vista t roa da Impera-
Uit n. 88.____________________________
i T&{lo
Precisa-sede nm criado ; no largo da Pinna
n. 33, hjtel. ________________-
Araga-se
0 grande piidio o. 140 a ra Imperial,
prie para fainca.
Precisa se de urna ama para o servico de duas
cri.-DQ.J8, p-efere se n.enina ; a tratar na ra
Formosa n. 37._____________________________
Ama de engoromado
Precisa se de urna ama para enpommado ; na
ma de S. Jorge n. UO, segundo sadar.
Ama e criado
Precisa-se, & roa de Payjando n. 19, sendo o
criado at 16 annos.
Liquidacao de Fazenda^
NA
Rosa de Ouro
Amas
Precisa se de duas mas, ama para cosinbar e
engommar para duas pessoas, e oatra para en
gommare tratar dedoas enancas, devthde ir
para Olioda ; a tratar na loja das Estrellas, roa
Duque de Caxias n. 56.___________________
Ana
Precisa se de um i ami qoe eotenda per feita
mente de cosioba ; na ra Mrquez do Herva
n. 19, tatema^__________________________
Ama Je leite
Precisa-se de nma ana de leite;
roa da niao n. 5.
a tratar oa
Ama de cosinba
Precisa-se de ama ama qoe cosiobe bem e
nao darme fora, para casa de familia no Moo-
teiro ; a tratar na roa do Cabug i n. 14, de meio
da at 3 horas.
Precisa-se de urna ama para coainhar e mais
servico, prefere se crioula e qoe reja de meia
idade ; a tratar na ra do Livramento n. 1, so-
brado.
Aproveitem
Alnga se nm grande armasem ma do Bem
tica o. 31 -A, com sot&o, 3 granees salas, qointa
murado em todo, agua da Companhia do Bebe-
ribe, proprio para qualquer officina retinara oo
abrica, pela grande vantagem de ter urna cam-
boa qoe pasea pelo centro do predi >, dtodo
lugar a embarque e desembarque : a tratar
atraz da matriz de Santo Antonio n. ti.
Pataces
Bra ileinis

Marcados 2*000 no c- ntro, compra se por
maior prego do que em ootra qualquer parte : no
armazem a ra do era- ercio n 4.
peqne-
avaria,.
600
S9
Comp-a-se urna casa terrea qne coniecha ao
menos 3 quartos, S sa! s, cosioha externa e
quintal tcrJrivel ; a tratar na ma ds Alecrim
onmero ii.
imn
Precisa-se de om raix-iro com praticadefa
zendai ; a t, ata- na ruu Duque de Caxias n. 47.
-
Declaracao
pro
Precisa-se
Na Ponte de Ucboa o 3o precisa se de asa
bom copelro e de nos ama pan todo service, e
qoe durma eo eaea.
Os abaixo assitaoos declaram ao publico em
reral r ao commer i> iftstp Estado, qoe. oesde
11 de Frve-ii-o du coneote anno, dissol/eratu
au igavelmi oie a -ocif dafie que liaban no esta
beleument'i Ci mmerciai Desi villa que (.yrava
8tb a flrma V.:t> rio & IrmSo, retirando se pago
e satiar n.i de seo capital e lucos o socio Fran
fisco Ao. ca'o d< Cosa, hcaodo o activo e
todo passivo na capa a rargo e sob responsabi
i.dade o 8> que gyra a seo soa firma individual.
NossaSeobora do u' delp.)jaca, 13 de Selim
bro da 1891.
Victorino Virilsimo da -Costa.
Francisco *p< ano da Costa.
Atoga-se
A casa sita i roa oa Plma a. 37, propna para
uverna, e o>m comm ios pan familia.; a tratw
aa roa da Imperatriz a. 41, padaria.
Pecas de madapoln superior com
no toque de avaria de 11-5 por
e 8)9000.
A'godSosinhos fortes com simples
de 64 por 44500 e 44800.
Linons modernos de 900 ra. por
500 ra. o covadu, pechincba.
Voiles e'egantes, de novidade de 700 ra.
por 400 e 360 rs., sao inteiramente
novos.
Ditos muito chic-ks, diversos, de 4(0 ra.
por 280 e 240, isto sim!
Cachemira U e seda de 2d500 por
14500!
Setim de todas as cores e dos me Inores,
por 900 e 14000.
Branabte de 4 largaras para lencoes, de
1600 o metro, bom.
Completo e variado sortimento de colla-
rinhoa e puchos de linho.
Grvalas plastrns e lco, de seda, a
presos mdicos,
Luvas e meias de cores, todos os tama-
neo e cortinados bordados.
Vestidos de cartle, sao admiravelmeute
elegantes, bom ver !
Tapetes para sota, de 254 ^or 18a, do
104^74, ede8|porr4!
Cachemiras de cor e preta de 64 por
44000.
Faz-se roupa por medida, a presos sea
competencia.
Machinas de costu a
Acaba de chegar-nos urna remessa de
machinas para costura Singer, Original,
Progresso, Imperial, Expresso, de mao a
de p, com caiza e sem ella, que milit-
se recommendam pela elegancia, solid- m
o fcil id de com que n el las se pode tra-
balhar pela sua organisa^So fcil e com-
prehensivel.
Pedimos, portanto a toda a petsoa qae
tenba de comprar slguma machina, uten
siliu incifpersavel ao uso domestico, nos-
d a pretereccia, ceito de que encontrara
quem lhe d inatrucci^s necessarias para
trabilhar com as mesmas, aqui no depo-
sito, ou em casa do comprador.
25 Ra do Livramento 2>
Bento Campos & C.
H0HHA.C
itaa Sarqnex de Olinda u. 19
Armazem de cervefn, vi-
J
ihos, champagne, liccres,
cognac, agua mineral, ervas, etc., etc. U;ico
ieposito da afamada cer-
/eja Phcenix de Dortmund
i do chocolate Ph. Suchard
le Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
^ de charutos Danneman*
kC, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ; i-
as duas fabricasforam j.,e-
niadus com medalha de
Oujo na Expsita Un ver-
bal de Pariz, em 1889
\


V



y"


Diario de Pemarohuco Quinta-feira 24 de Sombra de 1891

SABAO RUSSO
Ma ae Ihot cenca preparada por
JUME PARAi>.EA.
APPROVADA PSLA FXM JUNTA DE HYGII5NE DESTA CAPITA!
nuaierocs certificad.! do medico distrito*
e da pesiots de todo o criterio atteitan e preci>Deam
o SABAO RUSSO para curar
Dore
Qaeimadona.1.
Navralgias.
Cont'ifSeB.
9 Darthros.
Emp'geo
Pannos.
Caspas.
ErnpcSas cutneas e mord-dara* de irsectn vereri' a .s, etc
A nica e .meluor AGUA DE TOILETTE, reuniado em s:
ledas as ompriedade das mais afamadas.
VNDESE Bi.s estabelecmentoa de Pe^ro Antunes 4 C. e
Hodolpho Antunes & O i ra Juque de Casias a. 63 e 65
Expinhss.
rbeiiasstioas.
Dires de cabeca.
Ferimeotcs.
Sardas.
Cbsgas.
Rugas
"^*"^^^l^^""na""JsjsjapBjwiBBaBa
O VIOLflV AIN C uto: mrnnt le VIOLET FUERES
Sb THUUH lPyrmiOhwt,a) UTSLMJITQAl.
onmmQ BYRRH
coi Viiki d tap
O BYRRH orna eluda cujas virtudes tnica tornou-se
escufjwlo assigualar.
Composto com vinbos velhos de Hespanha excepcionalmente
genernos, postos em contacto com substancias amargas indiciosa-
mente acolliidas, este Vi ribo conten todos os principios asmesmas
e nlo tm no estomago aquella acc5o corrosiva do alcool que cons-
titue a base da aaaior parte das especialidades offorecidas ao publico.
T&, ao nmo tempo, muito saboroso e absolutamente irrepre-
henniv<>lao ponto de vista hygienico.
0 BTSBH podo ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
doae da um clice de Vinho do Porto, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
EXFOSIQlo UNIVERSAL MC PARS fSSS
MBDaT.TTl d ORO (o mal alta, rooomuensa. oonoadlda)
aa out 4 flU- M- 4a Sil i ( nas principa* cua

TOSSE PERSISTENTE BRONCHITES, CATARRHOS
nOENQAS DO PEITO
F1NH0 OB RICA
fUfiA certa pelas
CAPSULAS COGNET
Eucalyptol
Charoi
? creosotado
*

ou
PIM0 AM4RELL0
Caes da Regeneraco n. 24
serrara hipar
DE
Climaco da Silva
M i'damos vir um carrega monto completamente sortido de prancbas da divsrt"*
Mnprimontos e larguras, desta madeira invulneravel ao cupim, e as intempereis d<
tempo.
Chamamos a at ten cao das compamias das estradas de ferro, engente*, cantrse,
e uinas. pois assim terlo plena certeza de que as madeiras empregadas em anas
obras terao grande duraclo
Em vista dos altos precos porque eetSo sendo vendidas as madeiras do paia, o
Tibores oroprietarios podem sem receio em pregar es'.a madeira, em obras tese roa
x ternas, que garantimos nao se anepedderem,
Deposito
lambuco
pars
VINHO
ONI-NUTRITIY
IJW.
GEAD
[COM OUINAj
^^ffiJK
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENgAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgAS.
Se acha nas principaes Pharmacias,
TalACOS BSPSCIABS
O fumo HYGIENICO preparado a capricho com
o fume especial da Virginia
O NICO
Qu offerece aos fumantes os excellentes e in-
-oomparaveis
OIGAMOS HYGIENCOS
O fumo ESPERANZA preparado com o
PURO GOYAZ
Especialmente forte e aromtico.
Vendem-se pacotes de 50 grammas a 200 ris
NO
DEPOSITO CENTRAL DA FABRICA
MNHA ESFERANOA
i
ti ABis Larga 4o Rosario21 A
Telephone 191
ANTONIO miCUCO DA CRUZ

AUMENTO
doa maiu agradaveia o do fcil digestao.
Seu oiiijirc'jro precioso para as criancag, dttdt
a idade de 5 a fi mezes, e mSrmente no momento
de dusmama-loi. Facilita a dentlco.
AitHCuura a Ma formafm do* omm.
Provm ou doto os defeitos ||e crescenc.
Pars, 6 Avenida Victoria e principaes Pharmacias de FrancU e Estrangeiro.
ASHTMA & CATARRHO
Cixrados pelos C.GARRDS ESPC
Oppre**8e Tobh* De/fnxo* A> r rit I y itt s
AP.'KOVADOM K LICKMCIADOH PULA i >' Vend. em atacado J. ESF-IC. 20. ra 8aint-Lazars em PAJUS. ji-te .'* asignatura.
UVADOH K LICKMCIADO PiLA 1 > -i'I- Cor IA OKCAL DR HVOIINF
m atacado J. ESPic, 20. ra Saint-Lazars em PAJUS- > j*-t*iU
Depouioi esi lodaa m pnnr,p,ie fbanDacias de Franca e do E-tnaxeiro.


0 59
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Oxfords de quadrinhoa a 100 res o covado !
Percales lindas crea a 2'0 e 240 o dito 1
Voiles novoa padrSes a 260 e 980 o dito.
.retoes finos de 360, 400 e 440 o dito.
Tecidos arrendados a 320 o dito.
Caasinetas padrBes de easemira a 500 o dito.
Caimiras frats a 2*000 e 21800 o dito.
Meias de cores para meninas a 2*800 a dusia-
dem cruas para bomen a 3*000 e 5*600.
Lencos brancos e de cores a 2*000 e 3*800 a dita.
Bramante de linho pura a 2*200 o metro,
dem de algodlo 4 larguras a 1*300o dito.
Fichas e mantilbas a 1*0.0 e >*2C0.
Para as Exmas. noivas



Cortinados riquissimos a 7*000. 10*000 e 14* 00 res.
Colchas brancas e d" cores a 4*000 e 4*500 res.
dem de crochts a 10*000 reis.
Qrinaldas e veos a 9*0C0 reis
Espartilhos a 4*500 reis.
Tapetes ps-.ra sefli a 16*000 reis.
dem para portas a 5*500 reis.
Setinetas branca bordada a 500 reis.
Damacs de seda a 1*1' 0.
Popelinas brancas a 900 reis-
Crochets para cadeiras a 1*000 e 1*200 reis.
Toalhas para baohos a 12*XX) a duata-
Idemnacionaes pata mesa, com 4 metros de comprimento a 7*000 reis.
Madapoldes americanos a 9*000 reis a pe(a.
Algod&o nacios es a 6*000 e 6*500 res.
As vendas em grosso t,em o descont de 14 por tiento.
59-RADE BE 1AXAS-59
LO JA DE
PEREIR V & M4G4LHAS
ltwv^ loo-Phosphataa *Oy
Tto *grmdrai tomar cerno o Imita.
Os n aCmadM luiaifuudo* Sospltre. iu recohhecldo e apprecindo 1
. ju digest hilidad, su wwompararel forca em principios reconstiruintes \
I eporativo'i (iodo e photpkoto de cal}.
A Emulso Defreane aoberana para fazer parar a totte, ss
' intlmmmmollm da garganta e do palmoam nos adalto:
Nenhnm especifico tem dado at agora resultados lio maravilhosos, nas
enancas, como a Emaliao Defreane costra a fraqnaia doa oo,
a aacrotala a nacida* dam oaraaa, esta emulso indispensaTe
ao deseavolvimeato do syxtema
MUSCULAR, OSSEO, SANGUNEO e NERVOSO
_, tJB I-RA800:
di o$ mtimot ntuttmthi que os d um litro d$ Oleo de Figado de Bajalkaa.
_________ ATAOABO EM PAJUZ :
INJECCA0 PEYRARD CALGER
1VAO HA
MAIS
COPAHIBAl
A uica no mundo qut> nao cuniem pnn.'ipio-a.ifji loxico oem caunico. < urdido realoienie em 4 ou diu. K.Uiono : Va___
Maicos de Argel lera eKprimeoudo a MnjeepOo Pourartt ":: Vr.So padecendo de bieonhorragias recentea oa
eewum. ii, entre oa auiea 80 baria maia de 10 auoot. 60 desde 5 aonos, to de.df I diu aie i anuos; o resultado maravilhoao loi
Mfnnte : 231 ora. radtra an*. C ou S das de tr.-itameoto. Segunda eiperimeoncao leita eaa Id Europeos : 181 euraa.
Eaa casa do mreokor M. FMI'a.18O. place da Capltote, n TOLOSA (Krauca) em todas aa nlniaaeiili i
DapoatWrlue em Parnainbuoo : rraa' Mt. da 8XXVA A Cu.
balsamo
sulfuroso de
LEBRUN
m
Balsamo de Tolu, Alcatrio, Acnito e Monoaulfuro.da Soda svuro
aera tasalUval da rMuAunca, ArtmcAio crtxtaea, CtiAarrc, Urynftt, Aprn
mam/rn m polU. Pan o modo de empreco conttiamr o iMoapset*.
rHtt, ntsBACU aXirtiL, l ka lulitr, an twdu as ssannat/as utt
JJss>oaitar1o em psautambuco : FRAStce m. da silva a o
MEIO- SECLO DE XITO ^ 51 PREMIOS
29 Medalhas ?p Ouro e Diplomas de Honra
ALCOOL DE RICQLSI
H8HTEU0 WKfTA
RECOMMENDADO
pelos mais Afamados MbiSgos
pama oSbuiA *
Indigest es,
Dores de Estomago,'
INDISPENSAVEL
durante a estatu calme
EXCELLENTE
TAkinHM pana a.
Toilette e os Dentes
ir a me Preservativo nos tempes de EpUlemia
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do Cnracflo. doa) Mervua,
da cuoeca. te.
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rrm*re: r o da l'nitt do Pakritantm
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El -tico, sem liftadaras, para vartecoedea, hydroceles. etc. I
Eija- , LS> OOBTZBXC
trtcKawon
Kabrtcante ne ti.sdas;
Una E'/anna-Har'-tt
" I.
P
Caiauuaxns
LAMMAM SOUQUE
oc PENHALIGON
Par tumo oolobre tur nocido a Cama Heal
I At>rt Inglesa 4 Bstranfrirai c ao :
litlOAlo: PENHALIGON 4JAVONS
I 3J. Sjinl-James's atreet, 13
Arates n PnVtSMtl: a*. S. to VA i O.
SeruD erie
o
T S'Ir q e dho po' folia de recorsos ;oe elle
fliix- ut- (ompiir sea palar.i ; oeo. qne nome
B deve dsi a tao* muro a poni df esrlart-ier.
/? VE^TIATIETRAS AOTJAS de
Eznna
^u m* un 00 eeiaao Irancoz
A Imimstravo : 8. aOULEVARD MOMTBIARTRE, PAR tal
TELESTINS. ira imuiii. Btaieii leiiga
GRAriDE G" LLE.lointii i Fig-oedilo-arilbetiUtrit.
HOPITAL, Boeifi i EsUaugo.
HAUTERIVc, ABccfci i Euoaift ti, laatrtlhi iriiaria.
Un cu, ctuo n^arra/aeienlo i fiscal,atoo oatr mm ftapraantajua
do filada. ^tSaa
AtaMisSaa PernamOuco a.mi A Kacklia ; f. I
t Mi frlKifeti rUrauiai et iMprtaL
Q
P
<
VIO0R DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases scientficas
e physiologricas para o flm de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mento.
Esta apurada e excellente preparacao,
sera dnvlda o melhor remedio at hoje
conhecido para os differentes defeitos da
cabelladora, merece a Intima attenco de
todas as pessoas qne tm tldo a infelici-
dade de perder em parte este mais rico
ornamento natural da physionomia.
Com o sen emprego intelllgente tcm-sc
consegnido resultados realmente sorpren-
dentes. Era muitos casos, porm mi
sempre, a proprla calvicie tem sido carada
permanentemente.
Sempre se consegue fazer parar a queda
doi cabellos: emqttanto qne para opentea-
ao das senhoras, o objecto mais utu
mais agradavel qne se pode empregar.
FBEFARADO PBXO
DR. J. C. AYER & CA,
Iaowell, Mass., Est.-Unidos.
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Samarlas.
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roleln*, Colera-Morbo, v.mltos...........
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'roup. TcMaoRouea, Difliculdudede Respirar
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externas, simples ou sangrentas............
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n<-a*Vaeaela de Omina. Ominar ce
"I"iatracfi oJors Prurito.
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.^vdropeaia, Acumnlac^es Cuidas...........
r.noo ele Mar, Nausea. Vmitos.............
Alaleaanacriavaiias, UalculosJou Pedra
QiNARAGOUCY
DA oxoeUantas resultados
sm todos os casos da ANEMIA i 0EBEUOAK ,
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OWBTIPCo m MREI t tUMlllk
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Hygiene Publica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSICO
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firmino 'Gandido de Fipeireo.
Empregado com a maior efficacia no
rhtumatismo de qualquer natureza,
em todas as molestias da pelie, nas
leucorreas ou Jlores brancas, nos
sofirimeiitosoccasionadosrK'la impurena
do sangve, e finalmente nas differentes
formas da syf hilis.
Ir NOFFENSVO ir
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Ra 1 de Margo n. 2
Sitio
Alnga-se um exeellente sitio todo morado,
com accommodages para erar de familia, com
agua e gaz, jardn), arv res fradferas, baixa de
canim e depeodeocias, oa Pas.-aeem da Magda
lena travesea da fabrica de fidcdo n. 46 ; a
tratar na roa Josquim Nabuco n. 26 (Capooga)
oo largo da Asseabla o. 17 (Recife).
ESPECFICOS
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
Em oso mais de 30 anuos, glmp.es. fufaros efll-
c.iw-. i> baratos Avenga nas Dntsarla^ e l'har-
macias principaes e mais gurami Ua do JlunJo.
n CURA
l. Febren. Congeelao, Ti.flaiwT.ii.c5et.............
i. Febre e Clica causadas por Lomhri*aa...
'">. C'jliea. Choros Iiisoinnia das Crinare*......
i. Diai^hea de Criancas e Adultos..............
V ItyNrnterfa, Dt'res de Barriga, Clica biliosa
6. Colerina, Colera-Morbo, Vomi(s............
7. Toe*tr* Constipativo. Ronquidio, Br-mchite.
8. Oor de Denle? e de Cara, e Nevrajrfa.......
y. I>or de Cabeca, Encnaqueca. Verdgeni.....
0. I)i*)epftja, Iudigost(., Prisdo do Ventiv.....
11. e^upuresvi.* da Kcera: Escassa oa Dcmo-
rada............................................
12. l.euiorrhf n. FloreBrancn-s Regrapn>lU8a
.. uruuwrrari'i riuii?Di-inm.-, r.i*i%. uuhun
1S. Croii, Tossekouca. Difflouidadede Jespirar
U. Herpes Erupc.6es> Erysipela.....
15. Kheaniatirinio. pr.ivsrbtuinail
16. Hecdes* Halelta, Febre intermii tente.........
17. Henorrhoida.4. almorrelmafi. lotenxsou
externas, simples ou sngrenlas............
1H. OpkftbaliDia* Olhos fracos ou lnflammadosi.
19. ('afftrrOi agudo ou ciironleo. Oefloso.......
20- Co Bf. A-rr/n- -vlracte dlmenltoet................
22. SprrHVio ..<' 'oh. Surdez ...........
23. Escrointu-*, Incoacoes e leeras.............
34. Debilidadc era, ou pbrslca..............
25. HylrBe*ii, Aruniulacoes l:uldas...........
36. Eujo de Mar,-aur;ca. Von los............
27. MalrntlaNoarinnrias, Calculo^ ou Hedra
2S. Impotencia DenI'J 29. CliRKPiubns na Burra, ou Aghta.........
0. Incontinencia de liurina.Ouriiiar-fien
Cama ........................................
31. lUenHtruai.^- alornao. Prurito...........
32. Moletstimn do Coracs, Palpitacoea- etc
SS- EpdeMla, Mal caduco. Gottacorat Badede
3t Diphtberia, Mal maligno de Garganta.....
35. Congeatdes Cbronira-., DfirdfcCabeca. ..
O Manual do Dr. Hnmphrej-s, 144 paginas sobre
as EnlVrmidadese o modo ri^ cralas, sed gratis,
cede-sc ao seu boticario ou
HMPHREYS HBDICINS OO.,
109 Faltn Street, NKW YORK.
Deposito geral da Compnhi
de Drogas e Productos chimicoe.
Gerente Francisco Manoel da
Silva.
Dse Nos primeiros nas diat nma
colher das de cha pela manha e cuta
noite, puramente ou diluida era agua
e am seguida mudar-se-ha para colhe-
.es das de sopa para os adultos e me-
tade para as criancas.
Rejlmen Os doentes deven ab-
ster-se apenas do aumento acido e gor-
duroso; deesa usar dos b:Jihos fros ou
momos, segando o estado da molestia.
D1NUT0 C1UT&AL
[Fraociaco Manuel da Silva G.
Orogalaiw
2S Roa Marques de Olina
Pernamboco
Luiz Veraet levan-
ta emprestimos de
qaalqiijer quantia sob
cau^o de ouro, prata
a pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, cautjoes do
Banco Popular, joias
ebrilhantes.
. Pode ser procurado
na sua relojoaria ra
do Baro da V ctoria
n. 53, das 8 horas da
manb,s 8 da noute.
Rojal
WEISIY
^pP'i'i'P-i 11 11mm*m*m
Blend marca V1ADO
Este exrtellente Whisky Escocea pre-
terivel ao cognac oo agurdente de canna
para fortificar o rorpo.
Vende se a reta.'ho nos melhores arma-
tcn d molbados.
Pede Roya! Biead marca Viado.
ooio nome e emblema ato registrados para
todo Brasil.
BROWNS & C, a.



I
::.
m


-

Fitas Iavradfci para f. xss a. 80 com mais
de um palmo de largara a 20UOO reia
o metro.
Gregoe, gal8ea, trancelics e regentes
bruos e de corea, para enfeitar ves-
tido 8 e roapa de c eanca, camisas, toi
lettes de sen hora.
GollarinhoB para homens a 200 reis um.
Granda e variado portimento de caixas de
msicas a 2O0O, 30000 e 50000 reis
cada ama, prcprias para presentes.
Upelhos mgicos a 50 reis um. Duria
1)50-'0 reis. ,
Eapelhos com tres palmos de altura, com
moldara de doursdo fino, oral a 86003
reis.
dem, idem a 60000 reis.
dem quadrados a f<$500 reis.
Ventanillas de palha branca a lf000 reis
ama.
Leques de papel a 500, 600 e 800 reis.
Beodas e bicos de cores, branco, de al-
godSo e linbo de cores e pretos.
Bolsas e balaios de palha, para compras,
viagens e pas^eios.
Capas de 11 e casemira para senhoras.
Perfumarlas, oleoa, extratos, cosmticos
dos memores fabricantes.
Gal3es, palmas e pingente* de vidrilhos.
Bolsinhas para passeio, de chagrn e pe-
lucia.
Albuns de pellucia, couro e chagrn.
- Vanado sortimento de brinqnedoa.
Polceiras, voltas, cacoletas, anneis, ca-
deias de plaqu americano.
Caixas de msica para presente a 7 $000,
8I0CO, 9$000 e 12|Ot.O reis.
Meias, leDcos, collarinhoa e panhos para
senhoras e homens.
Oculos, pincanes, navalhas e caivetes.
Capellas, veos e ramos para casamentes.
Toacas e enxovaes para baptieados.
Corxetes em fita para metros.
Gaitas brancos para roapa de enancas.
NA
FLORIDA
,0o-Bm Pague de Caxhs- ,05
Constituicao
DO
Estado d Ptrnaat-
buco
Vende-se a 400 reis
cada exemplar, do
escriptorio do Dia
rio.
Livros de recibos para
alaguis de casas; veode-se
no escriptorio des te Diario.
Manteiga fina
DE
Copenhagen
Latas de 1 j2, le 2 li-
vbras receberam Antonio
' Mello & C. a meihir man-
teiga at hoje conheida,
latas ama i ellas.
lia Mrquez de O.inda 72
Fabrica de geio
lias e limonadas gasdsas df
tedas as qaalidades
Soda water, ginger, ale, liman, laranja, cora
alo, abacaxis, granadina, grosellas, franboise,
etunilha, nortela-pimenta. etc., etc.
1 JACAES DO CAPIB ARIBE-1J A
Sabo de alcatro
Ha grande conveniencia em se osar este im
portante sanio em todas as casas de familia
tanto para banno como para lavagem de roapa
desinfectante, amacia a pelle e fas desappa
recer impingens.
Deposito a roa da Madre de Deas n. 10
FOLHETII
?msim^
SOHAO SS ITPSOH5K0
POB
v;
00 PORTO
DE
OfiliP
+- Um* alimenuciio reparadora, bom dirigida
bem aseimilacls, leva ferro suficiente para
regenerar o tangue dos anemios.
Beacmetb.
HOJE, que o upparelho digestivo, geralmeote debilitado, irritavel falto d*
occos gstricos, carece da mair energa e cuidados para a soa reparaclo orgnica, e
le neceaaidade laucar mo de nm preparado qne, regularizando lhe as funecoes sej
*o mesmo tempo um remedie-alimento, grato ao paladar e ao estomago, toleravel ate
>las peasoas que nao possam faser uso das dses moderadas e mesmo pequeas
loses de quina e ferr .
O VTNHO AODRIANO, compoato s de uvk escolhida das quintas mais finas
..o ALTO DOURO (PORTO), e observados na sua vinifijaco todos os preoeitot
ecommeudados pela therapeutica, finamente aromtico e balsmico, fortificante e
econstituinte, Veio corresponder perfeitamente aquella necessidade.
nicos recebadores neste Estado'
GUIMAMES& VLENTE .
6 Corpo-Santo 6
Primeira Lotera Extraordinaria
DO
u. 21
11 [DI f 1U
Fazends baratas que liquidamos pelos se-
ffiintes presos, e chamamos a attenc,o
das Exilias, familias:
Voiles de algodSo bonitos padrSes de 220, 240 e 280 o covado.
Jasemiras de 12 para vestido de 160 e 200 o covado.
Percalea brancas," fasenda fina a 280 o covado.
Chitas escuras e claras a 260, 280, 300 e 320 o covado.
Etamine de cores com ramagens a 280 o covado.
Ditas de cores arrendadas a 240 o covado.
Vestuarios de Jarcey para meninas a 6(5 e 85 um.
Dito a maruja para meninos a 45500 um.
Fronbas bordadas o que ba de chic. '
Indianas de cores para vestido e roapa de enancas a 280 o covado.
Fechos de cores lindos desechos e cores a 1000, 25000, 35000, 45000, 55000 t
65000 um.
Brim de cor para roupas e 400 e 500 e covado.
Casinetas finas a 500 o covado.
Chitas crotones e gangas para coberta a 320, 400 e 500 o covado.
Cortes de casemira de cores finas a 35500, 55000, 65000 e 75000 um.
Cheviots asul fino a 35000 o covado. .
Merinos de cores finas duas larguras fasenda de 25000 a 800, 15000 e 15200 o oov
Fostlo branco fino a 500 o covado.
Dito de cordio a 800 o covado.
Cambraia Victoria e transparente de 35500 a 55000 a peca. I
Toalhas, guardanapos, colchas, meias, punhos, colarinhos, lencos brancos e de corea,
camisas brancas e de flanella.
Cortinados de odres, fil e crock a 85000 um par.
Ditos brancos muito lindos a 145000.
Voiles lisos todas as cores a 800 o covado.
Bramante de linbo e algodlo atoalhado lavrado branco e de cor.
Madapollo magnificas compras, pecas com 2 varas a 65500, 75 85 e 95. sm
Merino preto, Use e lavrado a 800 e 25000 o covado.
Crep preto, ingles e liso.
Case re iras para costumes, pretaa e de corea.
Podemos afirmar que estas fazends alo muito mais baratas do que se veno
actualmente em outra qualquer parte. |
lia ra do Crespo n. 21
LOJA DO CAMPOS
RECIFE
grande a cceitaco que te m ti do esta lotera pelas mltiplas
vantagens, faz com que os encarregados garautam a sua extracto
infallivel no aia designado que
24 de Dezembro
VESPERA DO NATAL
O seu plano o mais vantajoso de todos os planos das loteras
vendidas no Brazil.
Alem do grande premio de quinhentos contos tem mais: um de
cem contos, um de cincoenta contos, e muitos outros de vinte coutos
quinze contos, dez contos, cinco contos, ete, etc.
()s bilhetes esto expostos a venda nasprincipaes casas de lote-e
ras desta cidade e na
THESOUURU
RA DO CABUG N. 3
1. ANDAR
Preco da cada bilhete rs. 161900 dividido em vigsimos de
800 reis.
O Producto da venda dos bilhetes vai sendo recomido men-
salmente ao Banco de Pernambuco.
A extraccao ser feita pelo sjstema de urnas e t espheras
o mais acceito pelo povo.
OS ENCARREGADOS,
Arthur & Desiderio.
i m mi i nii
OFFICINA M OOSTUflA
Modas, confecjSea e chapeos de alta novidade. sedas, surah, chammelote preto
e de cores Usos e Uvraados, matines, vestidos, saiaa brancas, robes de chambre, espar-
tilhos, leques, meias de seda, galSes, rendas, fitas, eofeites e gaormcSes para vestidos,
chapeos de sol e de chava, e muitos outros artigos de phantasia de bom gosto.
1 A Ra do Cabug1 A
Previne outrosim ao respeitavel publico que vende at ao fim do mea Setembr*
para fechar eontas, muitos retarnos de fase nd as e modas. -
Modicidade em breaos x
ANDR VALDS
PRIMEIRA PARTE
NO DESERTO
(Continuacco de n 215)
IF
A bella herJade, hontem risonha e flo-
rescente, h< je saqueiada, cadveres espar-
hss no solo e sentado a ama pedra um ho-
asem que cborava pela primeira vez em
ana vida.
POTEHCIA8 OCCULTA8
A pilfaagem fura fructosa.
O ssnhor e a aenhora nao tinham tra-
do para a Algeria causa de grande va
lar-porque a noivit deizara em Franca
as joiat e o enzoval, inuteis no deserto-
mas a propriedade era rica, e Qran-Cha-
eal poda aatismaer a avides dos seas ca-
maradas com e proc neto d'aqnella rassia.
Depois de terem reunido o que Ibes
convinha, prepararam as carrocas de tran-
sportar ferro e as carregaram dos despo
jos que mais lhe appeteceram.
Cada qual se apoderava de um cavallo,
e deizavam abertas as estribaras.
Emquanto isto, Clemente esquadrinhava
sem escrpulo as algibeiraa dos mor toa ti-
rando Ules dinheiro, papis, oarteiras e re-
logios.
Tudo isso pode servir, diaia Chop-
part imitando-o.
Prompto o carregamento, affastaram-se
com os seus despojos.
Os bandidos retiraram-se contentes, s
soffreram doas mortea.
Oa outros estavam mais ou menos feri-
dos, porm sem gravidade.
Eram aete e aete homens resolutos pe
diam anda faser maitas couaaa. ^
Oran Chacal marcou lhes urna entrevis-
ta, e separou-se afim de ir ter com a sua
victima.
Chegou a clareira, prestando attencao
afim de ouvir um grito, um appeUo que
lhe indioasse estar eiaa viva.
Nada pertjrbava e silencio.
Elle apeiou se do cavallo, e amarrou-o
a urna arvore.
O raptor, mquanto caminhava silencio-
so e paludo, lembroa se da regides cada-
vrica da pobre menina quando a levava
sos hombros e perguntou-se se nlo estara
mort.
Ancioso, apertou o pasto e dirigise
ao ponto em que a liavia deizado.
Sabito, a sua atteocSo toi despertada
por sons vagos que lhe obegaram aos ou-
vidos.
Fallavam-
Reconheceu timbra de vos de mnlher
depois de bomem.
Baizou se com reoeie de ser visto, e
pos se a espreita nc meio dos arbustos.
Seas olbus distinguiram a figura
Beatris.
de
Ella esteva de p, indignada, despe-
dindo coleras contra um bomem envergo
nhado e temido, que se conservara affas-
tado, nlo onsando approzimar se.
Miseravel 1 duia-lhe a mooa com vos
sibilante, dentes cerrados pela colera, esta
a recompensa dos mena cuidados, nSo
aasim ? Meu marido reoolheu-o doente
quaai n, morrendo fome....
Perdi, exclamara o infelis proster-
eado... Sim, son um miseravel, porm
ainda maia deagracado que criminoso, por-
que amo-a!
Cale se I prohibo-lhe que tal me re-
pita sa !
A la se desprendera das nuvens e da va
em cheio na clareira, banhando a rapari-
ga com a sua la argntea.
, Beatris esteva vibrante de indignaclo e
maravilhosamente bella, t&o bella que
Oran-Chacal, receiando ver sumir se a
quella esplendida apparic&e, conservase
immovel no seu escondrijo, devtrando-a
cem os olhos.
Com estupefacc&o elle reconheceu Cou-
trat, o fmulo que atraicoara o patrie em
seu favor ; e comprehendeu as causas de
terminsntes daquella traiclo. Coutrat qui-
sera, como se dis vulgarmente, roubar as
sardinhaa pila mo do gato
Apaixoai.do brutalmente pela soa bella
patra, tomara parte no rapto, tenoionadu
aproveitar-se da oircumatanoia.
Segua as trovas a Clemente, e qaaodo
este se retirara, fra apoderarse dajmoca,
que comecava a eair do aea estado estale-
ptico.
Porm ella desenvolveu energa em sua
presenca, esmagaodo o com a sua altiva
indignadlo.
'Gran-Chacal comprehendeu tudo iato
desde as pnmeirai palavras, e sem mais
hesitar, apreaentou se bruscamente.
O bomem te ve um movimento de indi-
sivel espanto.
Loja de fazends
DE
BEBNABBIMQ Di AZBVEDO
Ra doBarao da Victoria 61
N'este estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um completo sortimento
de tasendas finas, e de objectos de phan
Usa e de luxo, como sejain : gorgurSes,
sedas, linons, surahs de todas as cores
voiles Usos e lavradas, cachemiras e case
miras meias de seda, fie de Escossia,
ras, brancas e de cores, bolsas, extrac
tos, tnicos etc. etc., tudo por preces re-
sumidos, visto serem importados directa-
mente do eatrangeiro pelo proprietario
deste importante estabelecimento.
FDe ""
Vende-se nm fole novo, de 18 pollegadas: na
ra Luis do Rfgo a 14.
Balco
Vende-se nm pequeo balco com comparti-
mentos otemos ; na roa Luis do Reg n. 14.
.0 estado bypnotico em que o olnar de
Clemente mergulhara Beatris lhe tirara
toda a faculdade de reminiscencia ; nlo o
reconneeeu, e corren para junto do seu
algos gritando nervosamente.
Ah I Nlo sei quem se ja o senhor,
mas tras o traje de cacador das selvas...
Sei que gente honrada e generosa e
confio me ao senhor... Peco lhe que me
liberte deste malfeitor e me reconduaa
para junto de meu marido.
Coutrat tentara fugir mas Gran-Chacal
o visava com a carabina, e o ontro, tr-
mulo, nlo ousava moverse.
A's ultimas palavra, ouvio-sa urna d
naci. Coutrat cabio redondamente morto.
A senhora est vingsda, diase Cle-
mente, muito sorprendido ao notar que
Beatris o tratava como amigo, eaquecendo
o rapto.
Para se aproveitar deste estado de in-
ccnaciencia, elle acorescentou :
Queira ter a bondade de seguirme...
Vou leval a sua casa.
Ella coosentio e apoiou-se a seu braco,
at o poeto em que se achava preso o ca
vallo. Clemente galgn vivamente o se
lim, colocou Beatris na frente, e parti
com a maior velooidade que lhe permittia
vegeta co da floresta.
Quando raiou o dia, eJle reunio-se aos
seus cmplices, para a entrevista mar-
cada.
Cbegaram as carrocas cheias, e de um
relance a moca comprehendeu a citada de
que tinha aidu victima.
Aterrada, deaaton en-pranto, com la
mentaccB esolucos, chamando desespera-
damente pelo marido.
Em vio Gr*n-Chackl procuroa conso
lal-a, porque eUa se ezasperavt cada ves
mis.
O selvicola iembrou-se entlo do effeito
produsido precedentemente, e agarran
branles 8f C.
Parcipam a sena fregueses e amigos que re-
ceberam urna remesia de vinbo Collares, esco-
lhida pelo sen ebefe que se acha actualmente na
Europa ; assim como receberam tambem urna
remessa de vinbo de soa propria quima, deno-
minada Quinta da Bella Vista, nico deposite
fiesta c ida ic ; e tambem aseite de Olive ira, o
qne ba de melbor, e tem I venda em sen esta-
belecimento i roa do Bom Jesns o. M.________
\ntiga fabrica cajuru-
beba
Vende-se porco de ralbas bebidas, vinagre,
loas grandes depsitos de folhas de flandree
-em torneiras, machinas de arrolbar, espremer,
te., etc., bem como nm vapor de torca de qua-
ro carallos, urna excellente caldeira de :osef
io vacno, liqnidos, e muitos outros objectos ; a
tratar na mesma, das 7 s 10 hora da manta e
das 4 da tarde em diante ; na roa de Lns do
Reg n. 14, em Santo Amaro.______________
Vapoi
r e caldeira
Vende-se nm vapor de (orea de quatro cval-
os, qoasi novo, e urna caldeira de coser n > va-
cno ; em Santo Amaro, roa de Luis do Reg no-
mero 14.
Libras Sterlinas
Vende-se na loja de oas de Angosto do Reg
k, C- roa do Cabega n. 9.
do-a tuja
pelo braco, olhar embebido em olhar, disse
vio le atk mente :
Clese i Eu o exijo!
Prodoaiu-se o mesmo effeito.
Beatr.x fascinada perdeu a consciencia
do que se passava e nlo pode resistir ao
olhar do bomem.
Maa iato o que chamam bypaotismo,
ezclamou Choppart.
Ser? perguntou Gran-Chacal,
Cortamente. Podes faael a dormir e
ordenar o que ti apronver.
Que me din ? O que devo faser para
isso ?
Manda-a dormir e magoetisa-s.
Choppart, que ontr'ora se interesas
por essas questSes, ezpoou ao Gran-Cha-
cal de .que modo devia elle servir-so do
terrvel poder que possuia sem o saber.
Maa .todos oa ezforcoa reunidoa dos dona
hornee nlo cnegaram a prodosir o somno
bypnotico; a moca, pee urna reacelo he-
roica da verdade, resisti ao fluido mag-
ntico.
S eonseguiram mergulbal a em um es-
tado. cataUptico, do qual a muito casto a
deapert ram, mas que se renvon sempre
em segaida. I
Acordada, desde que Clemente a fitava,
a crite se manifestava e a moca oahia r-
gida como urna estatua.
Disso resultou, para Gran-Chacal, um
sentimento complexo e bisarro, em que o
amor se transtormou em horror me solado
de feros ciume; evaporan se a ana pai-
zlo perante este eatranho phenomeoo.
(Jesaou de deaejar aquella mnlher, que
se petaificava sob o aen o har.
Mas por nada no mundo d'olla se sepa-
r*ria ; a^ nao lee pedia pertencer, tambem
a naiibum outro pertenceria, e jamis vol-
tai ia para o poder do marido
Guarda!- -hia pelo praser de ndmiral-a,
como se conserva urna bella obra de arte
ja-contempladlo o aatisfas o espirito.
PURO V1NH0
LAVRADIP
Fernandos Jnior & C. previnem aos
eus nmeros fregueses e amigos, que re-
ceberam urna remessa de vinbo puro e de
exceUente paladar importado diretamente
do agricultor : recommenda se por nlo
con ter composiclo alcoohea de especie al
goma.
Gh espeeiai
Beeeboram tambem urna remessa deste
artigo o que ha de melhor no mercado
neste genero.
Vende-se em porco e a retalho em seu
estabelecimento sito a ra do Visoonde de
Albuquerque n. 54 (esquina da ra Velha
e na Snccarsal a pracn de Maciel Pinheiro
n. 8.
Bdcife, B6a VistaPernambuco.
E* Tender barato
Feijao molatinbo a 600 re. a cuia.
Milbo novo a 360 re. a cuia.
Vende se em porco e i retalho ; no largo do
Mercado n. 11, Gomes Ferreira & C.
Carvo
Vende se na padaria de Mello A Blset, na
intima do Rosario n. 40, a 400 re. a barrica-.___
Mais que nunca estova resolvido a li-
gal a a sua existencia.
Tornou-a urna companheira de todos os
das, velando em tormo da estranha crea-
tura com um zelo de dogue prestes a de-
vorar qnem quer mostrar intencao de lhe
faltar ao respeito.
Os seus aasociados foram inteirados des-
te particular.
Fea ver bella piisioneira qual a sua
vontade, mostrando-lhe a inutillidade de
qualquer resistencia.
Beatris parecen resignar-se, mais du-
rante muito tempo oonservou a esperance
de ser salva por Jacques.
D'ahi cm diente te ve que partilhar da
vida d'aqueUes filhos das selvas. Sua
sade fortificou-se, porm, invadio-a urna
negra tristesa.
Tentou algunas veses fugir, mas teve
de reconheoer que lhe era impoesivel.
E ah entlo em nm estado psyohologice
particular, que anda nSo era o somnam-
boli"mo, mas j nle era a vigilia.
A sua raslo perturbou se.
Jlemente compadecen-ae da pobresinha,
maa aentia absaluta necessidade de a con-
servar a seu lado.
VI
HIPPOLYO BICHARDIM
Durante os seus lseres, Berthier mezia
noa papis encentrados as algiOeiraa dos
mortoB, na herdade de t\o let, e entre ou-
tros, urna oarteira lhe p: bu couaa pre-
ciosa
Pertencera a Hippolyto Richardin um
aorm ndo oujo pai, herdeiro de um n-
quisaimo banqueiro de Bruzelhu, acabava
de fallecer.
(Continaar>m-ha)_______
Typ. do DtarioRoa Duqoe de Gaxiu n. U,

i



'

\j
v


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