Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17192


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Full Text
200
SEXTA-FEI&A 4
m
'*
I
m



-
4
'
'.
DIARIO
PERNAMBUCO.
PROPRFEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARIA k FILHOS
PARA k CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por ,res mezeg adiantados>
Per seis dites idem. .
Por am anno idem.
Cada Damero avalso.
61000
12*000
241000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
QAE INGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prince 4 C, residentes em Pars, 34 roe de
Proyence.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Per seis meses adiantadoa. 131500
Por nove ditos idem 20*250
Por um anno dem. 27*000
Cada Damero avalso ....". *U0
TELEGRAMAS
3S37IJ3 m:i::iki so subid
RIO DE JANEIRO, 2 de Setembro, &
9 horas e 35 minutos da noito (retardado).
Para a jaata tisciliaadora doa Bancos e
Companhiaa foi o orneado Gaspar de Menna
Barreto Barros Faldlo, em substitucSo de
Jos Palhares que foi domittido.
IKSTRUCQO POPULAR
Honorio Ribelro, nomeado
junt.i, renunciou o cargo.
para
essa
RIO DE JANEIRO, 2 de Setembro, s
9 horas e 35 minutos da noite (retardado.

Foi boje apresentado na Cmara dos
Deputados um projecto determinando que
aps a promulgacao das leis ornamentaria s
da Repblica para o presente ezercicio e
da relerma ele toral julgar se hlo dissolvi-
dos todos os Coogressos Estaduaes bem
como o Congresio Federal, considerando-
como renunciados os mandatos dos sens
peresetivos membros.
Noventa dias aps a pr .mulgaco de taes
leis proceder-se ha em todos os Estados
s eleicoes dos CongreSsoa Estaduaes.
A eleicao do Congresso Federal ter
logar sessecta dias aps a decretaclo das
mesmas leis.
Os no708 Congressos Estaduaes terSo a
faculdade de rever e reformar as coostitui-
joes respectivamente promulgadas, sendo
mantidos os governadores anteriormente
eleitos, os quaes interromperSo o ezercicio
no periodo eleitcral, desde a promulgado
'esta lei at a conclubj da aparacSo fe-
deral, assamindo as f uneco" es do Poder Eze-
cutivo o cidadao ezpressamente eleito pelos
respectivos representantes uo Congresso
Federal.
O Congresso Federal poder rever a
Constituido na parte re'at va a responsa-
bilidade do presidente da Repblica e ir-
responsabilidade dos seus secretarios.
O prejecto de le contm oatras disposi-
sSes.
ohmios SO S1USIL
POR
tC'mtinua&o)
V
sumcAKio O OU Origen do notne,
dado por Martille.Caracteres
gerae do grupo.Sua impor-
tancia excepcional. Sua patria
primitiva e suas migracZes.Ot
Pre-O, dividido andous gru-
pos, umdo norte e outro do sd.
O grupo do sul
Logo depois do descobrimento, os portugnesee
entraram do iittoral em relaces hostia, com tri-
bus que se distiogoiam por modo palpavel dos
Tupio, relativamente mais civilizados, e eram
por estes chamados Tapuyas, isto barbaros es-
iraogeiros. O mais temidos destes Tapoyss
eram os Aymors, que anda boje, cunbecidos
pelo nome ae Botacados, vagam pelas mollas
serranas de Minas oriental, Espirito Santo e Ba-
bia, e em parte anda lem conserrado completa
ena independencia.
Estes lapuy i* da costa podem quasi todos en
leirar se entre as oocOes Gs sob o ponto de
vista lingstico. Entretanto ama parte repugna
a eata aggremiacio. i)este numero sao os Pars
ou Coroados e os Corojos, agora apenas subsia-
lentes como francos residuos, mas que anda no
principio do oosso seclo formavam naces pu
derosas e cojo territorio ae est-ndia desde o rio
Parabyba ate o Doce e po Oeste at o declive do
planaitode Mioas-Geraes. Talvez perlencessem
a estes os Araiys, Yo me tos e Pitias do Paraby
ba, E' provavti qoe todas estas tribos fossein
idnticas aos exuactos Goitacis 'Waiuka) do
actual Estado do Rio de Janeiro, onde os pnmei-
ros descubridores os escontraram no baixo Jara
byba. Soa linguamostra lao poocas consonan-
cias com os idiomas Gs, qoe por ora devemos
considralos urna familia separada.
(Continua).
em que foi effeotuado o primeiro paga-
menta do fornecimento de livros para a
Guarda Local, e a segunda pedindo para
lbe serem entregaos as pesas de farda*
ment que apresentou manufacturadas
para o fornecimento das pragas da Guar-
da LocalAi peticSes de que tratam os
supplicantes foram despach das em 20 e
27 de Agosto findo.
Vioente Maria Rodrigues, vindo da ca-
pital federal em Julho de 1871, pedindo
urna passagem para aquella capital, afim
de reunir-se a sua familia.Providenciado.
Secretaria do Governo do Bttado de
Pernambuco, 3 de Setembro de 1891.'
O porteiro,
Hemetero Maeiel da Svx.
PARTE 0FFICI1L
RIO DE JANEIRO, 3 de Setembro, s
5 horas da tarde.
Varios governadores de Estados tem di-
rigido telegrammas ao generaliss>mo pre-
sidente da Repblica pela nio sanccSo do
projecto cerceador das attribuico'es dos go-
vernadores.
O cambio estove tazas de 14 3[4,
renden hoje.
.
A Alfandega
195:837,5123.
RIO DE JANEIRO, 3 de Setembro, s
5 horas e 35 minutos da tarde.
A commissao de fazenda da Cmara dos
Deputados, em viBta da representacSo das
associaco'es comraerciaea dos divorsoa Es-
tados, apresentou um projecto afim de se-
rem os direitOB pa^os metade em onro pelo
valor legal e metade em papel, cessando
quaodo o cambio estiver ao par.
Os jomaos publicaram a Meusagem
do BarSo de Lucena dirigida ao Congresso
de Pernambuco, explicando as rasSes por
qu3 decima d'esse encargo.
RIO DE JANEIRO, 3 de Setembro, s
9 horas e 40 minutos da noito.
O senador Amaro Cvaleanti presen-
toa hoje am requerimento pedindo que e
decreto que creo i a junta fiscal,sadora das
Campanbias o B r,nc >b, fosas sabmettido
CommisaSo de legisl.clo e jastiea para
intorpor seu parocea sobre a coostituciona
Iidade do refer i o decreto.
O generaliusimo prndente da Rep-
blica em menso gem dirigida ao Senado
deehrou que o poder ezeoutivo tom em
elaDoracao um pr. jcto tendente a melho
rar os negocios iiaauceiros e a remediar u
oriac mminente. N'essa mensagem o ge
neralissimo solicita o apoio do poder le
gialstivo para detallar essa crise.
toverne do Estado de Pcraasa
bnco
DESPACHOS tO DA 2 DE SETEMBRO
DE 1891
Abaizo sasignados, dos empregados apo
sentados da Intendencia Municipal do R -
cife, reclamando sobre o descceto de 13,
15 e 25 ( doa teas veociraontos. Infor-
me a Intendencia Municipal do Recife.
Abaizo assignados pracas da guarda lo
cal do municipio de Gamelleira, reqae
rendo para ser allugada urna casa para
servir de qaartel, visto a qui existe, nSo
ter commodidade.Informe o inspector
do Theaouro do Estado.
Dr. Antonio Jcaquim de Barroa Sobri-
nho, que toado feito o compendio denomi
nado Elementos de grammatica inglesa,
que j foi approvado pelo oonselho de Id
struccao Publica de 15 de Fevereiro de
1890, pede qoe o premio estatuido pelo
artigo 145 do regulamento da instr necio
publica de 18 de Janeiro de 1888.In-
forme o inspector geral da InstrnccSo Pa
blica.
Bento Jos de Farias, carcer iro da ca-
deia da vil.a de Quipap, da comarca de
Pacollas, pediode pagamento de seas vea
cimentas.Informe o inspector da The
soararia de Faaenda.
Conatanca Amelia Couto de Alcntara,
pedindo para Ihe ser entregue o seu filh
Adolpbo Maria Couto que se acha na Co-
lonia Santa Isabel Informe o director
da Colonia Santa Isabel.
Bacharel Felippe Angust) Carneir
C .mpello, promotor publico da comarca de
Itamb, pedindo 3 mezes de licenca com
vencimeotos.Sim.
Flora Janakria de Lana, pedindo des
pe_sa do ptg ment das decimas que es
t a devera casa n 12 a ra d Vara
douro, na cidade de Olinda. Defndo,
com officio desta data ao inspector do
Thesouro do Estad.
Fauetiaa Mara da Cenceicao, perdoada
pelo decr to de 13 de Maio de 1883, que
perdooa os escravos viudos do presidio de
Fernando, pede para ser posta em lber
dade.Informe o Dr juia de direito do
2 districto criminal do Recife.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqaeira
'avalcante, ped.odu o pagamento da qnan
ta de 60^42 que despenden no c*ra
cter d; mkjur inspector Lis guardas o*
caes dos municipios de fr* da oapital,
com o ezpedieate da cas da ordem, do
quartel da eztiacta guarda cvica, e com-
pra de objectoa tendente a escriptur .cao
de aea cargo. Deterido, com offijio des
ta date ao inspector do ["hesouro do Ei
todo.
Teneate Jos Francisco Tellea de il-.n-
dojca, escrivii di p a do subdelegado v
do delegado de S. L ureu^o da Mt
nao leudo durante 19 *a>i--s, reoeuido um
real das cuates a que tem direito, ped
que se lbe mande pag r -Indeferido,
v c.pal do R Cite.
Maooel Jos do Nascim -nto, regressa
do do presidio de Fern >ndo, pede que se
Ihe mande por em l.beidade, visto ter
terminado a sua sentecc .Ao Dr. ch fe
de polica para faser entregar ao suppli
cante o officio aqu junto, lo Dr. jais de
direito da comarca de Jaboatio.
Rodrigo de Carvalho & C, pedindo pa-a
aer emdeapachada pe iyd'es que dingiram
em 2 e 15 de Juiho prximo passado, a
pnmeira pedindo par ordenar que o T e-
soaro do Estedo Ihe certificaste a dacta
RepariI^So da polica
2' seccao N. 191-Secretaria de Po-
lica do Estado de Pernambuco, 3 de Se-
toembro de 1891.
Illm. e Ezm Sr..Participo aV. Ezc
que foram hontem recolhidoa a Casa de
Detonlo os seguintes individuos:
A' minha ordem Verissimo Alvos de
Araujo Bastos, remettido pelo Dr. jais de
direito da Victoria.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recife, Maria das Dores da ConceicSo,
por crime de furto.
A' ordem do subdelegado do 1. dis-
tricto da Boo-Viste, Joaquim Villels de
Queiroa, por embriague e disturbios e
Henrique Cockrane, por embriagues.
A' ordem do subdelegado do districto
de Belm, Fl rencio Francisco de Assis ou
Aojos e Antonio Guabiraba da Silva, por
crime de furto.
Communicou-me o delegado do termo
de Ipojoca, que em diaa do mea de Julho
ultimo o individuo de nome Joaquim Nico
lo de4Siqaeira, morador em torras do en-
genho sfercs, raptara e deflorara a menor
Rosa Oaadida Rosalina, conduaindo a de-
pois para a cidade do Cabo, onde acaba
de ser preso.
Contra o delincuente abri se oque
rito.
Sande e fratoroidmde.Ao desembar
gador Jos Antonio Correa da Si ha, mu
digno goveroador deste Estado.O Chefe
de Policia, Oaudino Eudexio de Bruto.
cebrdorla de Basado de Pe roana
buco
DESPACHOS DO DA 3 DE SETEMB-0
DE 1891
Medeiros & Corredora, J. Oliveira.
da 3
Luia Vernet, Fonseca IrmSo & C.z An-
tonio da Costa Corroa Leito, Antonio Fer-
reira de Oliveira e Demiro Angosto da
Cruz G^uveia e outro.=Informe a 1.a sec
co.
Jo2o Francisco de Amorim Lima.=De-
ferido, em vista das informado es.
O men.-r Alfredo filho de Mathilde Ma-
ra da ConceicSo.Certifique-se.
Soares do Aniaral Irmlos. Jun te co-
nhecimento ds quitecSo dos impostos.
omito patriota, o qoe n8o contesto de lrma
alguma. Porm, frisoo o patriotismo d'aqaelles
que 'ioham passado para a Earopa orna parte
oo o todo de seos capitaea.
Sr. presidente, esta ama destas historias
moito sodigas que se espalhatn a meo respeito.
Dsstrairei ama por orna, aproveltando o ensejo
de acoar-me oesta trlbooa.
E' falso, e atteito s.ob miaba palavra, qoe nao
pode ser posta eOi dovida. qoe o qoe possoo na
Earopa nao passa de J.OOO libras sterloas em-
pregadss em Ulules brazileiros ; e em Pars de
100,000 francos, que tenho A miaba dsposteo
para occorrer < despezaa mando all fdr.
Nunca ti ve na Earopa capitaea dlspootvels, e
e algumas -*t-zes, per tranaacc.ao em movimeato
de cambio, en teobo dioheiro na Earopa, em
prego em fandos naclonaes.
Anda uilm mente orna somma qoe all ti-
oba, empregoei infelizmente, em accOes do Ban-
co da Repoblica, as qaeej trooxe para aqu ;
vin 10 encadirar um preco moito baixo, o qoe me
fez perder ama somma extraordinaria.
Posso anda assegorar qoe toda a minba for
tona, qoe por ah moitos exagerara, e qoe nem
de looge se approxims daqoelles qoe boje sio
citados como .erado tido a boa dita de faiar boas
operacOes por occasiao do oltimo movimento de
bolsa ; posso asiegorar qoe toda a minba fortu-
na digo, se acha aqoi empregada em propieda-
des, em apolicea da divida publica, em dioheiro
em contas correales, oos bancos e em monas
acedes de bancos e companbia;; e como todos
qoe se reputara ofeiises por v.rtode da baixa
dos ttulos, tamben me posso considerar como
ellos.
V. Exc, Sr. presidente, ple dar testemnobo
disso.
Outro? amigos do mea nobre collega, foram
muio felizes, porque oa occ. siao em qoe o go-
verno provi ono, com o maior acert, susteata-
va a taxa do cambio de 27, e pooco acims, pare
attender, como moito bem disse o ministro de
entao, a ioteresses sopremos do Estado, e evitar
qualqaer commocXo poltica api a revolocao;
ootros amigos do mea nobre collega, aprovetia-
ram esta occasiao para pasear fondos importan-
tes para a Earopa, qoe depois emoregaram em
fandos brazileiros, mandando aqoi publicar pe-
los jomaes qoe t ioham prestado grandes serv-
coa, sera se tembrarem de qoe um desservico
maior haviam feito na coupra de cambiaes, por
sommas lio avoitadas, em occasiao em qoe era
difficil a soa manutencao.
E' tambera de todo ponto falso qoe hoovcase
entrado em operacOes de cambio.
E oeste ponto eo fallo com a maior firmeza,
porque eotendo que este c meo dever nesta
occasiao, rem receio de ser contestado.
Entro oestes detalb.es parque assim 6 preciso,
para a todo lempo poder justificar as mesmas
assergOes. '
Eo as.-eauro qoe desde que aqu ebegnei, as
mineas compras de cambiaes foram em Juoho ao
Banco do Brazil 60 mil fraoco3, e ao Baaco de
Pars e Rio 100,0.0 francos.
Parece me, que esta? sommas, nao^sao de na
tnreza a nfloir oa baixa do cambio; e ao mea
ido lempo, para satisiaz-r a pedidos de amigos
de orna comoaobia iodastnal assocareira e da
Gazela de Sottcus. qoe queriam mandar dinbeiro
para a Europa, &qae infelizmente nio eocontra
de qoe nao havia razo para o procedimento que
elU ni va tido pa a com o Banco da Repaolica.
Tive em Loo tres varia* confereocaa com a
directora do dito London Coonty Back a que
a-sistiram o gerente da aoasa caixi filial e o Sr.
Youle, alm de ootros qoe podem teatemaohar o
esforco que empregoei para coaaegoir qoe a di
rectora do Loodon & Coaoty Ba ik deaistisse do
seo intento; mas responden qoe nao poda ser
agente do Baaco da Repoblica, porque tendo se
escripto moito contra a direccao aesse baaco por
motivo .de fomentar a creacao de maitas empre-
sas e pelo da emissao de papel mosda, isla po-
da prejudi jar o crdito do estabele-imeato, e
por is8o o banco se recnsava.
Em vista disso passei dous ou tres dias sem
saber como arranjar me.
Todos os outros bancos de primeira ordem,
como o Union Baok e ootros, recosaram at con-
versar commigo sobre negnos do Banco da Re-
poblica.
L-mbrei me eoto de dirigir-me a importante
casa Rotbscbild, e fot idea miaba e coicamente
minba.
Teodo-se dado algom tempo antes am cboqae
entre a casa Ro'bacbild e o Banco Nacional, a
proposito da caixa filial do B iir.o Nacional, nao
qalz desde logo apreseatar-me aquella casa. Pro
curei eotao o intermedio do ooaao delegado do
thesooro em Londres, qoe foi fallar a am dos
Srs. Rotbschilds dizeodo-lhe este que se reca
-ava eatabelecer relacOes com o Banco da Repo
bh:a.
C0.\GRESS0 SmoSiL
Cmara dos Deputados
SESSAO DE 6 DE AGOSTO
O Sr. Conde de FlguelredoSr. pre
Bidente, fago am appelio a beoevJlencli da Ca
mar, porque nao tenbo pratica da tribuna e
mesmo porque fall^cem me dotes oratorios.
Ouirosim, peco aos Srs. deputados q le nao me
interrompatn com apartes, vista do delicado
asaompto de qoe teobo a tratar, e coja exposi-
cao poda ser pelos apartes prejadicada.
Veobo responder ao discurso bontem oesti
Cunara proonaciado pelo mea illastre collega
da Capital Federal.
D.vi iire a minba resposta em doas partes :
ua pnmeira occapar-me bei da mima defesa
peasoxl, oa segaoda explicare! as causas da
baix i i) cambio e da das accOes do Banco da
Repoblica
Entrando na pri neira parte, de vo agradecer
ao meo collega o enstjo qoe me proporcioooo
de desfaier desta tribuna as calumnias qoe me
teein si lo levantadas palos seos amigos.
Nao posso eixar de estranhar qoe S. Exc. me
tem t-atado com a maior ioumtdade e qoe ai
da ba poneos das disse, em ama conferencia
que tlvemos, qoe oao dava oovldos a mingas
is ballas qoe se espalda am, viesse irazel-as
para esta casa, pocoraado, se possivel, toroar
me odioso para com o publico e a praca testa
copiul.
E' p-e:i80 qoe a gjma cou-a moito grave se
lroba passado to B.nco da H puoii'-.a pira qu
S. Exc viesse fxer ac -08jvO t&o apaixooa-
da-, lao lafaoda ias e chelas de mexadilao v
overdaues.
Principio po- declarar qoe oao a o repoblica
oo de 15 de Njvembro, ja o era uoito tempu
ules.
Oa meos amigos todos aqoelles que me hon
r.iio com suas relacOes intima- sabem que, des
de mano, me teohj prooaociado em favor da
modduca do rgimen pul tico e administrativo
do paiz. s- eo pjese invocar testemucho
Jos borneo* m o pas oi> ti-mitn da luuosrcMa, diriam elles q e
n mu t< lemp'i iu pr noo.iei c>mrj 0 givcruo
Jo ex->fflerdd >, <)ue i< e cusidemca-, p oi a q-ir-m oao era yn
paibico.
.Elles (inam q i- h-i n.^taoi-- mui eo Ib-
flz .^t-fiiir q.j- ., uj.ii,h>. e*t( >a4; -%a-
rrt i. uipo Ja R-paol.ca. pulque era og Vr-rno
muco, orna vrzeuire.u-.. dios espatos nci.ar o paz Irtaedo o -i oto pogresso, que m-
v.a lr um futuro nio iuu lo remoto.
dio posso 8" susp !'<> a R publica.
Puoco mes-s drp.ns ae 15 le N veuibro rlz
ouia euaterwaria *-a Pariz, em qoe de-lar^i (t*
mu aqu os ex^iuplares respectivos) qu-1 com .
Rf-paonca o pas nada tinba soffrido, e ao m-s
uo umpo qoe o seo fotaro garant i orna sita
ffio ecouomica livre de poreheusos.
Em oofas pracs H pnnlicayos o i impreo-1,
deciaraudo qoe a Repobiica maiumba o dera
ctrea a de t.jdae as garantas e qoe os epiia-
iistas europeos nao tinbam a recelar, quanto as
circomsuniias dnaoceiras do pa z.
vira quem o oarausse por telegramma, saquei a
somma de 275,000 fraucos.
Ao chegar a esta capital, encontraado o cam
bio a 18, qoe me pareca moitj favoravel, e qoe
eo acreditava com tendencias alta, saquei coi-
ira am crdito dos diversos qoe me foram con-
cedidos por banqoeiro8 da Earopa, por terem
confianca na mesma lodividaalidade a somma
de 30 mil libras ao cambio de 18.
A cmara sabe qoe elle se acha a 15 e portan
to a operacao era de toda a contiaoca, e nao
para aproveitar a baixa.
Oa corretores de todos os bancos podem dar
testemonbo de qoe nem seqoer me occopu em
fallar em operacOes de cambio; e o mesm s -
tem dado em relacao a accOes de bancos e com
piohias.
E' falso, e mais qoe falso, qus ea techa nter-
vindo em movimeno de alta e baixa. Os cor-
rectores todo- podem altestar que ea nao me oc-
capo destes ne/ocios : de (acto elles se qaei-
xam de qoe oao Ibes d dioh'iro a gaobar e
aem orna s ordem ibes teoba dado para com
prar oo vender accOes. Netu ama vez, nem ama
so vez eocarregaei a qoem qaer qae seja de
prod'izir a bnxa de accO'-s.
Mais tarde eo dire ae a baixa se pode fazer
(aneando ao mercado om pequeo numero de
aicoes, conforme disse bontem o meanob-e
coil-ga.
A anica transaba t qoe tenbo feito o em pre-
go de fumes dispooiveis, fazeaao se qae sh
clama cauces e repon ; is'.o e, pagan lo a di
obeiro o valor de om tttolo para o eotrtgir mais
tarde aqoeile qae oo ple comprar com paga-
mento unmediato e esta disposto a oagar am
ceno ju o pelo tempo q e lbe concedido.
Voa tratar agora da miaba coaimisso na Eu
ropa.
Qu indo se faodon o Basco da Repoblica, Se o
eousudido entre o mea iilas>re cod-'ga este qu
ora se dirige Cam. como hoove at o da de hoolem, as melhore*
relacdes de intimida le. a ponto de nos tratar-
mos por ta, qae ea ira en .arregado de es abe
lecer am baaco oa praca de Londres pa'u serv.r
de agente Hoaacjiro do Banco da Revolica.
Seguido com esta commissao beg-i a Lis
boa, onde publico e os jornaes dis^eram qu-
eu flz urna conferencia na qaal declare que
e-<( du do paiz era o mus prospero possive, qu
o Banco da Re mol ca que era coasiderado com >
o naneo do Estad, t,aba. sido eocarregado de
lazT a emissio e la crear bancos o i Uorooi
com autooo qi < prjpria, as para ao mesmo
lempo fjze e o o^eraefiea cjm o.Banco da Re
publica.
Ah declare! que o Bnco em Lisboa sena
creado pelo Sr. Bario do Alto Memn pessoa
o pelete para degeinpeubur a cotnmis&ao;
que o Baoio em rV'Z ji eslava estabele;iJo,
gundo me Coasuva por tel^ramma dalh re-
eDido; e qae a mj m i mi>so seria dirigir me
a praca de Loo los u-'a fuodar om Banco 11
ules ao qu ii ji se tioba ate dado o molo de
Nation! Bank of Brasil
Cti ando a faris, immediatamen'e e par- Ljni es pemudo a piesenca oaqoella cida
de itj afc'e le da caixa ttliar, um de euteoder
>i, pu .j e |r ^obre a -reacio do B B 0
P.--an io i uiu.-dictamenie a "O ender-me com
div-18'S MiMKMrw .iaqueiia prag, e com re
T-seii.ari en h. ,-^o.Mlu-- leoj'ro- le L '1 lie?
-in'.oiii >i oto p >r pane delles urna r u*t com-
pleta. 0 z i'ii me que ra ceiio i i u i i-'C o
i skp bnoeo ; que o amo'o havu iaixao mo
' i Sjne anda uo etjva > aol' lame iie re-la
la a or lem e, qu > mellior esperar
o.DAito mais propuso p^a se rralisar a so*
cAj
ndopoj^v' -pejho di m-->-
ma COmmiSBiO, CU np la-uu* J -. a raujir um
-gen ro i ,n l-nte para o
B i n nfbl
Q i neiroB est-ib -
iftcan-s ie Lo.i1res, o Loi JM 4
(Iouii y Bank b qu<9 Mu c i fespauduow u Ban-
' tul, ao ter noli ia por i leg- urna, d .
;eveu tIJ OOSa ) x'e
.. rlliwl eo L)Jr s. iii-0'io q'i-
ile lO-mi lgo na couuilu i. as rUa8 relacOe!
Nio desanimei, porm, e sabendo qae o nosso
ministro em Londres, o Sr. ccoselbeiro Correia,
eotretioha as melbores relaces com o Sr. Alfre-
do Rotbschild, qoe o que tem mais activa ge-
rencia naquella casa bancaria, dirig me a elle e
ped ihe qoe procarasse aquel le senhor e visse
se elle me recebia para tratar de negocios rela-
tivos i agencia do Banco da Repoblica.
No mesmo dia recebi a resposta affirmativa ;
porm accreeceatava o Sr. Correia, qoe teodo
logar nessa occasiio as ferias da Paacboa, me
Ibor seria que voliaese ama semana depois.
Assim fia. Realisada a conferencia com lord
Rotbschild e o Sr. Al redo Rotbschild, resultou
ti:ar asaeatado qae aquella casa bancaria aceita
ria a gerencia do Banco da Repoblica com a ga-
ranta de con-ohdados ioglezes, visto qae oa
occasiio nao pjdia aceitar os fandos brazileiros,
embora dissesaem que depositavam aelles a
maior confiaoca e tanto qo<< eram portadores de
ama grande somma dos mesmos; mas porqae
estaado o mercado em mis coodicoes, e pode-ido
tornar se preciso collocar uo parte desses fun-
dos, talvez dsse isso a ama baixa avahada, o
qae p-ejadicaria o baaco.
Picoa d-.'pen lente a anooeacia daquelles se
nhorea de am telegramma do Sr. ministro da
fazenda, em resposta ao qae loe dirigir o mi-
nistro do Brazil, d clarando nicamente que seria
moito agradavel ao governo do Brazil, qae
aquella casa eatrasse em relacOes com o Banco
da Repblica.
De tu lo isso le coabecimento ao mea illastre
wllega e o que se paaaou foi qae, apeaar de lo-
terpellado por doas vetes, o mini-tro da fazend.
de eolio ouica dea a resposta nos termos em
que era solicitada.
C m aunque ao mea collega presidente do
Banco da Repoblica, a resolacio em que eslava
a casa Rotbschild, e S. Esc. no dia ti ou 15 de
Maio, isto oos quatru oo cinco diaa em qoe
veio a esta capital, aepoia d estar em Caxamba
por maito tempo,'telegraphoa-me qae nio con-
vioba ao Baaco da Repoblica depositar consoli-
dados ioglezes e sim nicamente fandos brazi-
leiros.
S. Exc. parece qae veio hontem dizer qae o
Sr. Rj-.tiscbiU nio tiaba acetalo a agencia do
Bao da Repblica emcon>equtncia da falta de
s Teabo aqai presentes as cartan trocadas com '
o coaaelheiro Correia, desde a 1.* qae de 25 de.
Abril, que provam justamente o contrario disso.
O orador l varias cartas do Sr. Correia nesse
sentido.
CoQtiooaado di: :
Teobo aqoi toda a corresponde acia trocada, a
respeito de iodo qaaato se passoa sobre a minba
commissao qae foi o iaicio do accordo feito lti-
mamente pelo Bmco da Repoblica com a casa
Rotbschild.
A' vista de todo qaaoto cabo de expor, per
guato a casa, se justo e hoassto dizer qae o
orador enearregado desta commissao andoa des
acreditando ua praca de Londres, e Biuco da
Repblica, qae anda mais espaibou noticias
deafavoraveis, a respailo do mesmo janeo oos
boulevards e cafs cantantes.
Q a lo me acha em Pars, empretjo o mea
tempo utilmente. Os boalevards e catea cantan
es sao frequenla'os pelas micia qae li vio
passeiar. A- cirtas que 9. Exc diz possalr
devem ser de pjssoia qae vivem a fazer iolrigas
que o mea coltega tem o defeito de oovtr.
Se S. Exc. segaisse o mea exemplo de nao re
ceber quem me vem fallar de soa pesta e
do Biaco, S. Exc. andara bem. Entretanto
mea coll ga se deixa acompaobar per pess s
jue vivetn aduiando-o em proveito proprio-
(Apoiadoa, moito bem).
O Sr. pre^i lenteObservo que a hora do ex-
pidienie es i finia.
O Sr. Figoeirelo Eo peco a V. Ex:, qae coo
salte a casa se coa %de pjorogacio da hora co
oo fez bontem ao mea collega.
Casulla la a Cunara concedida a pro.-ogi-
cio de hora.
O oradorMais ama inverdade do discurso do
mea illastre colleja.
S. Exc. disse qoe ea tiaba viudo da 'Earopa
uom o proposito de fuodar om banco sobre os
4-strocos do Banco da Repblica.
Nao ei o que .- iunflcam estas palavras. Acre
lito mesmo que ellas nao lm o alcance qoe S
Exc. na ural neute Ibes attnbue.
ro lo moa lo sabe qae ea vim da Earopa por
Jos m i vos: o i* para realizar o casameoto
dd ires liiu h U'e talvez o princioal, para
i'Dprir o mea deve de representante da Capital
Feler.l.
Assevero i Cmara qae se oao fosse obrigado
a satisfa-i- -sie dever, eo teria regresaado i
Eirii.M a. 'o -asamento de miobas albas.
Euteu i j qu -ou acompeteate faio apoiados)
para eu'up ,r deverea qae estio cima de meo
merec ment. Eatreuato teoso cumprido o meo
levar conforme posso oos trabalbos da commis-
ao de oreamento pira cojo cargo foi boorado
nal a c.munga da Cmara. E' corto qae depois
de ier regresado, diversas pessdas me fallaram
p> a fjn lar um ooco, aio para competir com o
is R |iuii -.a, iu.s om baaco para prestar servi-
co m-n-r: o, em viste de ter desapparecdo
Englisk Baik ao iuemo tempo facilitar as
tr0u% voe- !< > u'io p'aze que sio feitss a tasas
mam m -i-M'.-d,..-. em oeueficto do commercio e a?
q a os oancos nio j.tendera porque preferem
mi egi- o dioheiro em negocios de cancOes.
R i os i me le-de logo.
Si- preciso iiter que, se en quizesse faadar
ou moco, em ii otras o poderia fazer, porqoe
fe.iiim-nie oio in ervm lo em especalacOes por
ur coatrario a ellas, e tendo um passado qoe o
on'o.-re.io desis capital conhece, elles sabe-
riam que o diobeiro que viesee ae miobas mioa
-.ti va k.cantil orno esteve quaodo Uva a
boura le ser o esid-nte dos bancos iQternaciooal
e N ic ooal do Brasil
Portaou, como iilzer-se qae eu queria foodar
um t>< ico sobe os deslios do Banco da Repu-
I Co ii o biiica ; mas ebegaodo a Loo ires proeorH I blica ?
Orneo collega pela Capital Peder! se diz'convencer a directora daquelleestabeiecimeoto Qie preieocSo podia eo ler?

Ser presidente do Banco da Republi :a ?
O meo collega sabe qae S Exc. fuadoa o Ban-
co da Repoblica de accordo commigo; qoe ea
sabia qoe S. Exc. lnctava com difficuldades e
diQiculdades serias no deaempeauo de suas fooc-
cOes.
Vaotagens pecuniarias ? Nio. Todo o man-
do sabe qoe o meo peasamento brevemente
fazer ama viagem Earopa.
Disse o mea nobre collega qae appareceu hon-
tem no Jornal do Commercio ama gbapa para a
directora do Bjoco da Repoblica ; qoe esta cha-
pa foi organlsade sob a inspeccio do oraior, qae
pretende a presidencia do Banco.
Sr. presidente, nio ha maior injas'ic. nem
mais irrefleciida accasacio. Eata cbapa esti
organisada com >lgons nomes de pesadas com
quem ni > lenbo relacOes.
Nio po tanto, possive acreditar-se que ea
teaba formado omi cbapa assim para mandar
poblical a oo Jornal do Commercio.
O meo illastre collega foi bontem injusto para
c im doas companoe ros qoe foram directores do
Banco do Repblica. S. Exc. disse que tiaha
tido a iofelicidode de admittir na directora indi-
viduos qoe tioham vindo do Banco Nac'onal.
Ora, esses cavalheiros bao de :erto explicar-se
pela imprensa; mas eo posso dizer i Cmara
qoe a felicidade foi para os accioaistas, por soa
retirada, por qoe elles prestaram importantes
servicos na admioistracio do Boaco da Repo-
blica.
Eo nio cooferenciei com elles ; nunca troqaei
ama palavra sobre o qae se pasaava no Banco
d i Repoblica; e at am delle8 antes da miaba
chegada retirou-se desaa admlni8tracio, porqoe
pensava realisar ama viagem i Earopa.
Eo nio quero passar por leviaoo, dizealo o
qae coaati com bom fandameoto oa praca; en-
tretanto, o qoe se diz qoe esses directores nio
poderi continuar a servir, porque Ihes relocta-
va presenciar os abasos e os fados qoe se esta-
vam dando oo Baaco da Repaolica. Oeixo, po-
rm, a elles a palavra.
0 mea collega fallou hootem oa fasio do Baa-
co Nacional com o Banco dos Estados-Unidos, e
disae qoe o Banco Nacional eatava atrophiado.
E' possive qae assim fosse; porm foi o Baa-
co Nacional quem por diversas vezas, e anda
ltimamente emprestoo dioheiro ao Banco dos
Eiladoa raidos.
Accrescentoa que oa accionistas do Banco Na-
cianal tiveram om bonos deoO por accSo.
Mas este booas> igual ao qoe tiveram os
accionistas do Banco dos Estados Unidos. Tal
bonos de 25 */ foi aotonaado pelo governo e
servio especialmente para constituir capital e
augmentar pro tanto a emissao sobre esse ca-
pital.
O ultimo balaoco qoe apresentou o Banco Na-
cional e qae ea posso exhibir Cmara, xosira
que elle eslava muito looge de estar atropbiado;
ao coatrario, a ssa sitoacio era a mais prospera
posaivi 1!
O mea illastre collega refeno-se tambem ao
Baaco de Pars, et Paya Bis, sem em lodo o
caso lembrar i Cmara que esse estabelecimeoto
que conbecido em toda a parte e qae possae
capital realisad i de 62 1/3 milbOea de francos,
oo faz operacOes de depsitos e oegocia nica-
mente com o sea capital.
Oisse mais o mea cJlega qoe o Banco Nacio-
nal oio eslava oas condiiOes de fazer operabas;
mas, entretanto, a Cmara sabe qoe o Baaco Na-
cional fez sempre as maiorea operagOes e qoe
era o qoe maia sacava sobre as pracas estraogei-
raa, e que distribua dividendo a 10, 11 e li /,
ao anno, em i uro, coostitoiodo fundos eeormea
de reserva.
Quaodo se t-atoo da fasio do Banco Nicional
com o Banco doa Estados U ii los do Brazil, o '
orador apresenton ama nota de 'odos os haveres
do Banco Nacional.
Essa nota esteve aigans das as mo3 dos di-
rectores do Baaco dos Estados U lides, que de-
pois a devolveram com a declaracio que nada
tinham a observar, e qae aceitavam oa valores
como estavam e-tipuladoa.
Nao acoot ceo, porm. o mesmo em relacao
ao orador com o balaceo apresentado pela Banco
dosEslados-Uoidos.
Notoa nesse balaoco, por exemplo, que o acti-
vo nio era bem representado por certos valores;
havia sommas adiaotadaa em coata corrate e
por caucio que nio estavam perfeitameole ga-
raotidas.
Apresentou esaaa duvidas e oa directores do
Banco dos Estadcs-Uoidos aceitaram as obser-
va33 e coacordara a em el minar certas < oatas
ea diminuir ce-tos dbitos, a provado qae diz
ver fi;i-se das actas do Baaco Naciooal.
Se oa ooorea deputados forem examioal-as
verio que o orador fez restriccOea muito positi-
vas a este respeito.
N" ;sa occasiio aleas dos directores do Banco
dos Estados-Unidos eram devedores em coata
corrate. Nio sabe se aio la boje o sio, porque
possive que depoia das reclamagOea da im-
p-ensa e dos boatos e.-malbados a esse respeito
se teobam tomado providen -as serias para eli-
minar esses dbitos ; mas o que e certo qoe
anda este anno, em ti co oo Maio, am dos di-
rectores a quem se tioba coa -di lo o crdito de
113:250/ ~ra devedor de 291:0004. am oatro a
qoem ae tinba conced lo um c-edito de.....
2,600: OJ* era devedor de 5 500:000/, om oatro
a quem ae tioba coo edido om crdito de.....
101:000/ devia228.000/. ac.-rescenJo nada syo-
dicatos coostito.dia em nome de om dos directo-
res qoe fleava com diversas razOes sociaes, as-
sim como Bgaravam syodicatos para a compra
de acedes de Bancos, que tiobam sido constitu
dos para oparar aqu e no estraogeiro. e de oo-
tros Baacos qae tioham estabelecido ao periodo
decorrilo de Novembro para c. Bases syodi-
catos figaravam nos nomea de P. Soo>o C. e
de N ,n- A nen ano o 1* com 1,440.000/ e o
2 com 2 3-S-i 00/.
O orador oao pretende dizer qae estas verbas
aio estejara eliminadas, porqae consta mesmo
qae se tem feito ama operacao importante em
accOes de ama companbia para saldar om dea-'v
sea dbitos ; mas compria-lbe responder i par e
do discurso do sea niustre collega em qae disse
qae os estatuto-* prob.be a os directores fazer
transaccOe- uom os bancos, e qae os directores
nao lm contas com o estabelecimeoto
Parece ao orador qae tem respoodido i 1' par- ,
le do discorso de S. Exc. com reUco as refe- r^
reacias qoe fez i soa odivid'nli ude e qae as-
sim tem corapledo a soa defezi o -ssn.il.
Pas a aitora i 2* parte, qa-^ eseu du de mais tmportanc a.
Hisrou ion m por n**n ne 11,11 e eoisol-
loa a diver80 mios soore ae ievena limiiar-
se a ama de.i'na pessoal, 00 se t-ruoen cuntes-
tar a exposicao fei.a peo seu ilm-tre cniega
em relacio a 01 xa -lo carnbi > e sobretodo das
accOes do Baaco U > R puoli a.
Disse aoa oe us col-gis qo-i, d^fendendo-se,
ficana a*si u a. o elles. no iu tem
varrldo a s..a leaiada e a uoi consa que p da
resultar e a qu-a opi na publici, injasia. lbe
coasidarasse maiou ueuos b-m em r-ligo as
accaaaco*- fets pelo sea illu-*tre collega ; maa
depois lesw coo u a eoteiideu, por conseibo
delles, qae qaeza( tooin >us) -*-)0re a sitU'Cio em geral, o
qae deu logar .-o dscolo le Uootem.
Esti acosiu na lo bi nuil ia anona a ouvir d
ser petos i.iteressadua, pelos especuladores, pelo
govaaoo e por todos, qae o orador e o cansador
da ala oa b-na de cdmoio e de tolo qcaoto Be
passa na praca do Rio de Janeiro.
Realmente, o orador de va ter mallo poder
- 1



':


*


ario de Pcrnambuco *- Sexta-feira 4 de Setembro e 1891
-
desta p a;a
para iMr lodos
e desta trra.
Agora cornea a aji8tir8 a
muito sdica le que* taita eanoi
aeces provm de spseaiso ser hzt r-asaeir oa
bancos e levaniar o a a ataaat as roioae, para
vaidade ou ganancia.
A cmara dee cobwt qMIo ka. seis aa sea
borneas, seguaio datiajesaav jonaal, qtttaossa
impor o mercado datvit6as o la co de E -pa
Mica, porque a o atuso lotee vaaMjose, una
gente vnba cetaprai iwg6es dette basca e o
preja saberla em prejiizo dos -yodicatos que se
orgaoisassem.
A baixa das accGes de qualquer banco pode
ter locar qj espado dd um oa d)us das, mas
ao permanentruaenle como se lem dado de
eerto lempo para c.
O orador tioda permanec* na Europa quando
aquellas accai esuvam a 170* e ponaoto nao
poda coat-ibiir para a aa baixa. A baixa da-
accoes do Banco da R|oblica ievida ao gran
de numero le vende la-ei que ellas ten e a falta
de compradores.
E' verdade que apparecem algunas pessoss a
comprar essas ac.es, mas por cr ramsiaacias
particol ares sao obligados a ir veodel-as um oa
doas diua depois. E' wto o que pro vaca a baixa.
O .orador val dar age. a a rzlo da baiu 4o
cambio.
alCamo sabido, a baixa leve lugar at Juaho
prximo pastado por causas que sao moito co
admitas.
A par de ama pequea exportaca de caf
daraate atoaos meses, porque a salra pastada
foi pequea, boave a gran le sabida de capital.
Pn-fiti rameot- para pagamento de empresas
compra las aa Europa, mais ama loucura entre
mullas a esse periodo. Depos pana pagamento
de anateriaes de conpaobiaa de viacio terrea e
entras dessas tantas que se ere- ran, amas com
caiao de ser e oolras sen base alguna.
Depois para pagameu o de compra de ttulos
na Europa, dos quaes alguns la acaram e ou-
tros para ca vieram coma es do Banco da Rep-
blica. D;pois emig-aeo de capitaes para a
Europa para aqoeltes que la estavam viajando e
tinha n ganho so amas importantes aqu.
Toda* esaas circumslanciaa deram lagar a re-
aaaaaaa de cambiaes que eram superiores ao
producto de expurtaco. O cambio fui aceto.
taaado se em baixa. Nossa occasiao cbegoa a
IB. Nene mez se Joolio principiaran! os espe-
culadores a operar por anieapaco. Tendeado
Siode eomma de cambiaes, e o que acoauceu ?
indo ebegoa a occasiao em qae deviam ser
liquidadas as operares por aolecipaet, nao
toado entrado caf, o cambio com a mesma ver-
tigem com qae se elevara baixou de 18 a 16.
Sesia occasiao dea se este fado.
O'Bagbsb Bank of tbe River Pate teodo sus-
pendido pagamento, nm de nossos priadpaes
estabeleciraenfus (oi obrigado immediatamente
sapprir-se de orna forte somas para satiafazer
os compromissos qae bavia tomado. Isto coin-
cidi com a compra de outra somrna aiada mais
forte para lastro de outra emisso.
A compra do Eoulisu B.uk pelo Banco Uai
ramal, a emisso da estrada de ferro geral, os
con'ratos eitos de venda autecipados. todo isto
cootribuio a qae o cambio fosae declinando. Sur-
gi o Banco da Repblica a saccar, em virtade
de um contrato, com a casa Rolbsdld, estabe-
lecendo a taxa de 15 3/4.
Mas, recusndose a dar as sommaa pedidas,
declama em 1 lagar qae s dava ao commercio
de importacao. A qnem Ihe pedase S ou 3,000
fibras, elle dava s 500; quem pedase 500 da
va 00, e foi restringido al 50. Todo isto cau-
sea pnico aa panr-o oa p.aca e dea lugar A bal-
sa mais rpidamente do qae ella teria Udo lugar
ae nao fosssessa drenen tanda.
Que o cambio de 14 5 8 nao oque de vena
anos ter na praca, todo o mundo sabe.
Desde aue a e airad a do caf avolami-se. em
Ontnbro oa Novembro, devemos ter um cambio
de 20.
Entretanto, nao % o orador motivo para se
envidar qae o uosso cambio possa ebegar a 27.
como declarou o seu iiiustre collega, allegando
serem maltiplas as difficuldades para se melho-
rar de taxa.
De fado, o orador aefea tal declaragao extraor
diara, sobretulo quaado ha am coatrato feto
para con versao da emise na base de attiogir o
eaarbio % i7.
Disem qae os bancos mglexes fazem a baixa
do cambio, e que um delles tem um deposito
avvltado destinado a cesas operaoOes. Sao
taso exacto, porqaaolo, se o banco dispde desea
forte eemma porque tem sacado, e quem saca
iasto nio fas a baixa do cambio.
Bsse e Sr. de puta do que am dos bancos tinha
tomado cambiaes em Santos para Setembro, a 15
A. Se o fez foi natural mente para cobrrr saques
seas, asslm como tambero o Banco da Repblica
foi tomador oa mesma praca para cobrir seas
proprios saques.
Os bancos estrangeiros nao fasem opersebes a
escoberto. seoo por somatas multo limitadas -
Em geral saas traosaeces sao immeiiataois-nte
liquidadas, e dessa forma nao lm ioteresse em
esatnbair para a baixa do cambio.
Tai o orador tratar agora da causa da baixa
das aeces do Banco da Repblica.
En primei-o lagar i preciso diier qae esta
baixa tem ac npanbado a de ootros ltalos. O
orador nao se preoOe fas -r o histrico da crise;
a apreciar a medida qae maodoa pagar os m -
poiios de importacao en ouro. porque no seio
a commssao tera opportunidale de discutir
eares assumptos, e a Cmara apreciar estas
qoesis quando entrar em discussao o carecer
aa commssao.
Como dixla, a baixa das accOes do Naneo da
Repblica tem acampan hado a de todos os ou-
tras litlos, porque o Sr. presidente e a Cimara
alo igaoram que no periodo de des meses, em
a oo3sa praca, lm-se commettido as matares
kiacuras.
Basta mostrar esta lista (mostrara lo um papel)
de qu tro paginas para qae a Cmara seiba qae
ha bancos em maior numero em oossa praca do
*joe na de Londres.
O capital desses b?ncos de I 690,cOO:0OU e
o capital realisado de 714 030.0)0 Deiua
Cmara apreciar se possivel que na praca do
Rio de Janeiro baja elementos para Uaus or-
gaoisacOes bancarias.
Por consequeocia a baixa das aeces do Banco
da Repblica at eerto paato est iost fleada.
A Cmara coabece a Empresa Melhrameato-
do Brasil.
E" orna empresa industrial da maior impor
taocia. qae tem prestado e deve prestar osmaio
res s-vico atmlastria: Soasacco fo-am ven-
didas a 750X300. com tendencia a elevar se a
l:0t)0i; bi|-: es-a? acefies valem il que malti-
plicaqps p >r quatrn ero qae foram divididas cor
respondem a 1641000.
As aeces do Banco Coastractor esto em
baixa. 140*. entretanto ebegaram a ser vendi-
das a 300J000.
A- aeces do Bmco Dd versal esto s;m com-
pradores ; as aecss da Compaobia da Estrada
de Perro Sipucahycom 70% do capital realizado
oa 1401 valem 45*000.
Esta baixa na) tem se limitada aos bancos,
nltinsamen e creados: ella attiuge as a:$ea do
Banco do Braxll, Rural e Hypothecaria, etc.
As priaeipaes cansas de baixa das o^coes do
Banco da Repblica sao di tersas, ja porque nao
ha eoottaoca aa admioistraco do banco aem no
emprego qie se tem dado ao papel emittidi. Se
os eos jbres oollegai aanmas atiender ao
qae ae lem paseado ao banco oeases ltimos
meses, e aonaiderareai ao aeasao lempo qae asa
banco de eoiieaaodt-ve piacipalaeote coosUaur
o seo activo eom una carteira de boas letra*,
fcilmente descon aveis, qae possa em am Bao
meato de ciase mrvir 4 areotia ; os seas col-
legaoaacontra-4.) no blacode 38 de F<.Tereiro
iet.-as de b.OOIOOO descoaudas em 31 de
Jubo 4J .00-000*
lato eu>lse, porque qaraa ae lera baos
titalos, titaloi de prisseiraonlem, que oosootros
banco*s descon'aveis, o Banco ata Repblica
recosa- s, pieferi'id i fi/er caug's ajauoaas
basta saber que s esse banco deve ao taoco da
TI ir'iTi fliiir- de 70.000:0.10* depois de
atea bstona serasirii) QIHfKwtl, oo a g.rauua i- cento
da* tasaa* mil aoco*a d propno Baaoo da Repa
a. de naaen.aa tantas mil do Banco oos-
trassar, etc.
O patuco qoeasbe disto, aprenande qae
todosasses valoree colados ae anco de boje, nao
volea majado te 50 000:000*. e que dando
orna pequeaa margem para atino )' a dep-e ia-
io podem acor radaaidos a 40.000:000* o pu
nuco que v qae o capital qae rrpreseata o activo
do banco, na est sufficientemeale garantido o
publico que v tula mu tem razao para receiar
aaior baixa os acetas da Banco da Repblica,
e apresas se a vendel-as.
Sane tamoem o pu-ilioo qae o Binco tem___
10.000.000* empregados em acedes e deb -otu-
res. > e qus es.as ua representam o sea valor,
daido por ibio lagar tamb :m a urna deprecia-
ofta.
Sabe mais, qaa o biaco foi instituido para ser
regulador dos mercados mon taos para o que
Ibe foi concedido o direito de emisso, deveodo
por isso eeperar-se quesempre auiliasseoo'ros
bancos, qae em menlos determinados a elle
recorressem, como fasem o Banco aa Franca, o
Banco deliglaterra e ouira-.; pois o publico
q te sabe di to, v qu>* o baoeo tem Udo sempre
saldas de caixa mmio reduzidos
O seu sildo am kf.io era de 10000:000*090, *
aastoj foi iado, ao oasso qae o Binco do Brasil
tem salda le 17 e at de 30.000:000*000.
Mas o publico atoda sabe que esse banco, qae
destinado a soocorrer a praca em momento de
neeesBtua.ta, eoiretaato devedor a outre banco
por caocao em coata corrate.
Ene Baoeo deve a oatro ama quaatia regalar,
qoe uo tem podida satisfaz ;r apesar de ja Iba
ter sido pe lila; e vencen lose ba ponco ama
cauclo, esse Baac* foi pedir o sea diabeiro e re
ceoeu em resposla que, a divida s pedia ser sa
ti-feita por prestaepes.
O publico saoe tambem que o Banco da Rep-
blica lem aogmeaiaao onnsideraKelmeate a soa
emisso Dorque seudo elle em Pewroir*, 4e----
143 0.0:001)*, aeha-se elevada a 350,0 0:0 todo o commercio sabe que tem bavidn grande
onus, como na compra da eaissa do Baoeo do
Brasil ; e fue elle leve de pagar pelos 35 090OO
em ouro, depositados no Tnesoaro, 57 UOOAOOU*
alm da commssao de 1,800:000* qae leve ue
pagar a qaess se eacarregasse da traasaecs. e
alm da commisso qae leve de pagar a quem
se encarregoo la compra do direiio dd emisso
de Baoeo Eauseor do Sal.
O publico ver que o Banco est constante-
mente empreg..odo aseo diabeiro aas serbas de
empnestimo por cauces, dbitos de bancos,
eompaohias, a.-cO^s e debeaiares, etc., e qae to-
das as vesos qae se augmenta a emisso, cms
cem as verbas dessas coalas. Ora uto tras sacri-
ficio. Con p-oveno de quem ? Nao da praca, de
eerto; porque a praca constituida pelas ope-
rares legitimas, operapGes moito diversas des-
tas. (Apoiadosl.
Nao e de admirar qae to las estas coasas se te-
rna m dado, e o propno collega oa conferencia
que leve oom o orador aiada ha poneos das Da
commiso, dase que multas eau-as se tlobam
dalo na Banco porque este ve ausente em Caxam-
b e baveudo ama directora de 10 membros,
aem sempre se podiam fazer as coasas como se
entenda.
elevado, coiae a 12/., jor exestpio; exigindo,
c nao teta feuo, orna cammtsso de 1 e 1 Va-
Eos todos istes balan(os desde Pevereiro at
Jaiba prximo paasado, eatas qoatro vecaaa de
acerr, a ces e debeatsres ; coalas nosfeasas
caacionadrs : ditas a paxotixs e baacos e
coaifjS'ib'as accasam iim ac 1ro e.........
236,0.0:00.)* soto na qui i igual ao valor ae
todo a -:9iisafi|ii tea 9 Banco da RejMualica.
Se S. Bxc. coasaltar a praca ver que um
grande numero de vendedores emprega todos os
eeforcos para fazer sabir em t oa 20* o valor
das ajces, mas em seguida bacxam de aovo,
porqae Lita a confianga no emprego do capital
por parte do Banco da Repblica, (alta at ae
contian^a oa propna admiraisiragio.
Se S- Bxc. ceosoltar a praca e pergontar aos
directores dos baacos d; primeira ordem, dos
bancos antigos, que souberam maaterese em po
sigao solida, qae nao se metteram aa. especula
cao e nao empregaram os seas capitaes desas-
tradamente, elies diro que a culpa da su.c>-i
actaal do Baoeo da Repblica pelo emprego
que temfeiioae sea capital.
O proprio commercio mglez diz qae a sita-
cao do Baoeo da Repob ica que esotriboe pa-
ra o actaal estado de coosas e os proprios bau-
queiras de 1* ordeoo dizem que o ubico meto de
salvar a aituacoe liquidar o baoeo. (Apaiales e
oo apoiados. Sausarro. O Sr. presdeme faz vi
arar aa campairaras).
Nao sustenta a opinio dos qoe qoerem a li-
qaiaaco deste baoeo como aalvacAa do alado
ciuai das coasas, taalo mais qae v o que se es
t dando ae Senado em releco a osle aasnap
to. O Se. senador Amaro Cavaicaa i j apresen
leo nm projecto e o que hoetem apreaentoo o
Sr. senador Elyaeo Manas, tbe parece nos ca-
sas de resolver a queatao.
i/iante desta tendencia para acudir ao mil pe-
de ao gavera a para ser eoegico, atientas as ctr-
caosstaocias em qae se acha a praga e qoe se
eatenda eom o presidente da Repblica afl n le
Ibe dar .ama nove ergatnsaca e ale ama nova
adoiaistrago, porque embora compoeta de ca
valbeiros inaito distioctos, est desprestigiada
peraute a praa ; que se proceda a exeme qoe
consta vai ser incumbido a ama commisso, se-
gundse risca as iodicacOss qas fez o or
nal do Comme-cio, quaoto independencia e
incorraptibilidade dos eocarregados dessa mis
sao.
Conclaiodo. o orador faz votos para qae o seo
colieg p-ocare aiada reparar os maitos erros
que tem commettido, talvesadespeilo sea, eqae
possa leva otar a iosntoico importa i te, coja
frente se collocoa, e isto de modo a vir ainaa
prestar relevantes servicos a esta praca,
E a treta ni o compre ao governo iolervir prona
pa e efficasmeaie para, em qoaato tempo, do
mar acnse que domina a praca, tomando as pro-
videncias necessarias para sondar o mal accara
da mente.
o r. Myrlak (para urna explicaco pas-
soa.) pretenda ter para com O sea ilustre ami-
go e collega, o Sr- Coa le de Pigueiredo, cidado
respeitavei por todos os ttulos, e qae tem reare-
seoialo na admiaistracao fiaaaceira do pas pa-
pel impoctaotissima ; pretenda, repele, ter para
com o oobre deparado a mesma defsreacia qae
teve S. Exe. para com o orador, oovinio o de
principio a flm.
Itfel zm ate, cansas de forca maior, a incerte-
za mesmo de que S. Exc. taliasse aoje, imped -
ram-a'o de chegsr a tempo.
Cbegoa ha poneos mioutos, qaaoio o seo il-
lostre collega perorava ; oa pie por issa ou
vil-e; por consequeacia, nao sabe quaes es ar-
rumemos de qoe se servio, se fez ou oo aecu-
saca. Porlaoto, impossivel ao orador respaa
aer Ihe.
Desde j pede a palavra para o da em qae fdr
publicado o discurso de nobre depatado, atim de
dar esclarecimentos aos tapeos do seo discurso
qae o ex Entretanto, deve desde j dizer Cmara qoe
na peroraco do llastre Cande de Pigaeiredo
oovido slgamas palav.*as em poaco acerbas e
amargas, em reacio distribuico dos dtahei-
ros do baoeo; ciogio lo-se apeas sem limitaca
a distnbuico deste diabeiro par meia duzta de
individuos que coostnuem tue syadicato qae
b je tanto concorre para a uepreciacio de nossos
ttulos.
E' am engao manifest de S. Exc.
O Banco da Repblica tem mu tos deve lores ;
se tem frito traosaeces eom particulares em
somnaa avalladas, estas esto representadas por
iolas em cauca a que a operaco legal peraate
o atraito nommerctal.
Aqoesto de eeaar o diohjiro do banco oa
mao de um ou de 20000 individuas, oo a
principal queslo, a qoesio vanftear ae ase
aineeiro aata ou nao bam garaatido, e se es.e
diabeiro foi bem-ou mal emp-egado.
o Sr. D.-paiado-O Sr. Caite de PisneireJo
disae que o Banco da Repblica oia aulve os
aeus coaipromissos.
O Sr. atayriock (com energa)Naa paga eea^
omop: missos I a qoem ?
Pe le ao Sr. Conde ae Figaelreda qae v.-'oha
tribjaa e declare, em oome de su a honra, de
*oa iirfoid de e do seo pairiobsroa, a quj ere
dor do baoeo se refere S. Exc. Ex'ge orna res
posta. -.
{aplausos d s galeras e de una das tribu-
na* da imprensa. 0 Sr. presidente reclama at
icacio. CoaUnurun as oaaaif -.a^aces).
0 Sr. presidente {para aa galenas) -A'teacao :
As galarias oto podem manifeatar-se. (Sjs-
sa'ra).
Ptua ao sobre oepaUde qae iaterroaipi o sea
Sabe-ee taiB-easi aae o baoeo, leoio empregada d,Ciirso at qae se reslaiae^csa ordem.
tusa essaa muii a*ult tda em cauebe* ean
perttimos >.oc. sen ki a primara verba te
119.000 00>*; s->doo iiebil* de bancos eeom-
peahias d. t7 000.000*. e*u eama apasto
bein reprei- mala
Pan i8owsem moito profoodar a queslo
O Sr. Cbagas LobatoEm nome da digaidale
do paiz, preciso qne eete ponto se liquide.
O Sr. Joo de Slqueira -O 8r. Hartock oo as-
ststM disoassa, por i sao ano pode responder
a tolas as aecusaces.
O Sr. presidente pede aos espectadores que
invadiram o reamo, o favor de se renrarem para
os cerreeoree.
Continua o soasarre.
O Sr. preeidoote pesar do regimeato oo au
torisar, convida Sr. M ,rm k a ir para a triou-
oa terminar as anas oxpc depniados qaa tomem os seus logares
Resubeloea se a ordem.
O 8r. flafrtock -A ipella, repte, para a digni-
dade do Sr. Cou ie de Pi.ueiredo, aara vi- de-
clarar qaal foi o credor do Baoeo da Rtpubliea
que oo fot pago ao da do seu veacimeoio.
I Exc O Banco da Repuolica tem traosaeces
coa ootros banca*, mas apenas ten transigido
cjm o Banco do Braz I, estabelecimeato este qae
suppe estar in'eressado com o da Hepablica,
em prestar servio a causa tuolica. A nao ser
ponanto eom o Banco do Brasil, oo sabe qaal
Pigaeiredo, ei-erj es'e baa>:o qae se refe-e S
Exc, dir alto e b- saco psrversa, porqa.-. se o Baoeo da Repbli-
ca deve ao do Brasil, hai i mesma pode pag.r a
saa divida.
E' preciso qae isto flqie bem claro. 0 Baoeo
do Brasil tem urna cuota de caugao, divida do
tempo do Bauao dos Estados U1 idos; e como os
litlos cincionddos em razio iiisua cotaco ser
nwiw alta e em i aso dos j uros serem mu to
baiios, diffici mente se podiam mocular na cir
enlacio, o Banco dos Estados Uaidos, aa sua
misado de coicorrer para o deseavolvimento
material do pas, oa fermeotaco de saas indus-
trias, teado emprstalo dtunei-o ao Estado de
Minas, foi oom essas apolle s caucionar no Bao
co do Brasil, com o m de retirar de la urna
somma moito inferior.
Alm dessas apolices o Bateo tendo coacorri-
do para a orgauisacao de ama compaobia de fer-
CAgens, eaucioaou tambem as respectivas acedes
no Bauco do Brasil, parque ossta orgamsaeao
esta va de moe dadas com elle, no seatido de
f iaer desenvolver esto imprtame rama de com-
mercio.
E' esta a nica canta de caogi) q-ie o Baaco
da epaoltca test com o do Brasil, e que. come
ja diese p fe pagal-a a todo o momeoio.
O orador j a esperava por eete ataque; o re-
sultado 4a atinada qoe assumio na ses-so de
hootem, aasmuindo ioteira e completa re -posm-
bilidade de seas aeos, querendo ser jal gado pelo
pas iniei-o, parque tem direito de o ser, ana
ves que desde a mais toara nocidade nao tem
deixado de co acorr r para a cansa di patn i,
creando dsiiiuc s otis coma a do Baaco da
ReaObbca, aue s tem conseguido viver no m-ta
da guerra desesperada que Ih^ movem desaffe
clon, e at conspiradores.qae oasaiu suoir iri-
b aa da Cmara.
O Sr. Jo ao di SiqooiraU n enviado extraer
dinano de syadicatos.
O Sr. Vmnae.-Se i.m eoviaio extraordina-
rio de syodtcatos .ambem haoutros oanqu-iros
metti los nes jes syn Iicalos.
O Sr. Mayrinck V. Exc. um dos petroleiros
qae mais tem ro acorr Jo...
O Sr. Vinbaes protesta contra e9taapostrorhe
do oobre depatado, qae est hab toado a ver to
dos se carvarem a seu aceno...
Maitos depaiados levaniam-se, retirando se do
recinto. Grande sassurro. Alguns p- dem a sus-
peoso dasessao. O Sr. presidente suspeode a
sesso.
Depois de alguns ornatos restabelece-se o si-
lencio, o Sr. presdeme reabre a sesso.
0 Sr. Presidente Convido os ooores deputa-
dos aretomarem os seas lugares.
O Sr. Mayrinck antes de proseguir declara que
retira a expresso relativa ao Sr. Vinbaes.
O Sr. Presidente V. Exc. antecipon se, pois
en ia coavidal o a ratiral a.
0 Orador continuando diz que se se trataste
de saa ludividuolidade anicameaie, ao subira
a tribuna nesie momelo, mas trata se de um
estabelecimeato de crdito, qae elle tem mais
que qual'iaer oatro o dever d zekr e defender.
Vallando queslo da'faso des baacos, d
aovas explicages relativas a ertos encargrs.
qae em vinade dessa fuso passaram do Baoeo
dos Estados Um los para o da Repblica; diz
que taato era sua vootade em melhorar a orga-
nisaco desse Bin :o, qae aa commisso de qae
fez parte cceitou a proposta do Sr. Demetrio Bi-
oeiro para reorgaoisal o.
J hootem disse e torna a repetir : o Banco
da Repnbica no urna obra perf-', mas mul-
to susceptivel de sermelhorada; e um diaman
te bruto que precisa ser lapidado.
O oradar j exptieou o iocideate provoca lo
pelo discareo do Sr. Coode de Pigoeiredo,
Priaeipioo dizeado qae etiegoa tarde; mas
aiada assim ouvie o appello por S. Exe. feito ao
governo para cuidar da reorgiaissco aa admi-
nistrago do Banco da Republiea, fado que o
ora lor nao deseoobecia porque hontem referi-
se a orna cbapa publicada oc Jornal do Commer-
cio, costeado os nomes da futura alaiimsiraco
do Banco.
Nao liona oavrdo 9accasacao gravissima; mas
foi informado por um collega de que o orador
que o proceden afirmara qoe o Banco da Rep-
blica oo pode pagar a am credor sea. Esta
aecusacao nao pode nem dve rica- suspensa.
Un Ir. Depatado A outra informarlo que
possa dar a V. Exc. qoe os directores do Bao-
eo devem qoantia fabulosa ao mesmo.
O OradorDevam ou oo. Aa dividas dos di-
rectores do Banco da Repblica oo ferao feitas
depois qoe elles vieras*, para a adminietraco
desse estabelecimeato, mas quaado directores do
Baaco dos Estados Unidos. Este banco nao ti-
aba nem prohibicao legal pela le geral que rege
as sociedades aaooymas, oem pelos sus esta
totas por isto qae os directores ao peasoas ju-
rdicas e podiam traspaasar, a exemplo de mi
Ibares de directores de bancos, saas ai vida* para
o actaal Ban o da Repblica.
O Sr. Anstines LoboMas V. Exc. ha de con-
cordar que o rgimen nao bom.
O OradorSe o rgimen nao bom podemos
melboral-o, mas oo lememos as censuras onde
oo podem ter cabimento aem fundamento. Es-
tas dividas esto em va de liquldaco, e em
poueos das, tal vez hars, des do assim abortar esla delendaCarthago, esta bo-
iba de sabio.
O que o orador nao quer que recaa sobre a
admiQietraco do Baaco to ma accosaco.
Vai eot. Dder-se, assevera Cmara, com o
Banco do brasil, attm de saber se foi esa* est-
bele i meato quem ioat uio o Sr. Conde de P-
gueiredo para vir fazer alarde no sei> da Cama
ra oe ser credor do Baaco 4a Repblica e nao
poder receber a sua divida.
Se elle coorjrmar, a lvida ser paga, se nao,
o orador nao ha de saenfier os ttulos do Esta-
do de Miaas-Geraes para pagar ao Banco do
Brasil, quaodo o dinheiro esta bem empregado,
dando bom resultado e prestando melnor serv-
co .-o piiz (M uto bem).
Mr. viahae* declara qoe oo se julga
offendido com o epitbeto de pelnletro qae atlrou-
lae o Sr. ae puta do Miyriock.
Se petroleiro o iodivtdoo qae acerca-se do
povo e procura abracar a au causa; ae petro-
leiro o qae defende o pequeo contra o grao-
de, o pobre contra o rico, o orador tem muita
hinra en fl-o.
O Sr. P.-esideote declara que, teodo paseado a
hora destioada 1* parte da ordem do da, vai
te pasear 3a parte.
GMtIWuWaIJtt
PBTOaALLtfflOA, 22 do A^oato
Ha rasbes para acreditar que o Sr. conde de
Casal RuKsire, aosso ministro em M.drid. enta
aolou negociacOes com o gaverno do pas visi-
tad, com o Ha de concluir, entre as doas na-
coes peuaasala es, um tratado de commercio em
qae se ja albele ada a reciprocidad^ soore ba-
st-s e-peciaes de mutuo auxilio e defensa, qae
nao poderio aer adoptadas com relaco a outro
qaalquer pas, e qae carlam coos'i.aindo como
que urna l mola transitoria da liga aduaaeira,
que moito p*dero o deseravoivimento eommeruul da peoinsnla.
Parece que esta solnca dada questo, ha
taalo tempo pendente do tratado loso bespanbol,
a qae maw sa coaduna coa os interesaos dos
dona povos.
J i.va militas anoos desde qae o Sr. Cno-
vas e o Sr. Fo i tes Pereira de Mello pensanm
n'uma approx maco econmica e talves mesmo
poltica entre a H -spaaba e Portugal, e que a
coofereDCia de Caceras eaire el-rei D. Lulz e o
re D. ASjuso asttntou, purventura, as prelimi-
nares.
Circunstancia? imprevistas, desoorteamento
da poltica, excesso de susceptibilidades, exage-
raco de reservas e reunios, obrigaram os doas
ministros deento a aoaodocarem o sen plano,
a
razio.
Est n poder o mesmo Sr. Cnovas; mts
desappataasit do numero los vivoso Sr. Paates;
po in a ide de ha 12 annos resurgi, sob no
vos ui.pe;to*. observava ha das o ommercio
de Pj'tugal, e parece que desta vez auingir o
seo Qm sem euaoaracos de maicr.
E' de crer, pois, qae o nosso acta U ministro
o'aquelia corte, no desempsnbo da dilfi :il mis
sao de zelar e defender os iiteresses po^'ngue
sos, pro nova a reiluac) de un acardo o o a
H'Spaaha.accordo esse qoe, dan lo lamben
garantas aos intereises com nerciaes da H ?spa-
nha, assegire a coonercio portugus um
certa expanso favoravel.
Precisan as conven :er-aos de ama vez por
todas, coacloU o jornal citado, qae a oossa al-
liada natural a Hespanba.
O Seclo de Lisboa, discorreodo mansa-
mente, mas com I uiei apirtadi, soare eite as
sompto, en'ende e censara qae o S-. cande de
Casal Ribeiro em M'iir.d, como o Sr. Arrayo
oos Estados (Jaldos e o S.\ Mutoso dos Sanios
oo Brasil, e talvet, em b-ev o Sr. Nivarro em
Pariz, vo ongooiar Iivremeate tratados de om
mercio, sea se guiarem pela pauta existente,
aem espe arem que ella eeja reformada, e se-
guinda e o seu proprio criterio e o dos miis
tros e de auas out os individuos, qae, jalgaa-
lo-se, t.lvet, inspralos par dom p-ovi lencial
sobre tudo sabem re nbeeem, ntda os emuara^a, n'm meimo o re
ceio das eoormes respaatabilidades, que a sua
wnp-udencia pode fazer cabir sobre tojos ni t
E coiclue :
Cera a Hspanha. oom a Franco, com o Bra-
zil, con os Estadoi-Uailos, bem des-jamos nos
una approxlmaca, mu qae ella "ja feita sen-
sata e cautelosamente.
D' outro mido, antes o isolameoto, por
pi.j- que s j i. Leabrati* oos da bisio ia da
panel la de ferro e da de barro. E oeste caso n i
somos o barro.
A imprenta que aaoia o ministerio responden
a isto com boas razfies e a discusso p rosegue.
Davem. os meiis atnigo* estar ofa-mados
dos morticinios qae a pleoe chiaesa tem feito
massaeranda co n a m ior barbridade as mis-
s;s europeas e a atteocao que at potsacias da
Europa e o Estados Un lo* est) prestando a
estas aelvagereas a que os mandaras fecham
per idaneme os cihas somnoltmtos.
Portogal tambem teem all imporiaotes iute-
resses a defend:r, porque existem ah misses e
colonias suas a proteger.
Pan qaalquer eventualidade precisamos de
reforcar a oossa estaco naval em Maco afim
de podermos, sem desdauro, iniervir era qual-
q nha a faser se nos mares da Cnina.
Estas hyp9tb3ses precisara de ser previstas a
tempo, para evitar bumilh'Oes, que offeadenam
jastamente o bro e o decoro nacional, e deixa
riam os nossos compitriotas u'una sitaaco des-
agradavel.
O mparcial de Mi IriJ pnbiicou ha poneos
dias o eegatate telegrammt de Lisboa :
Pessoa que me merece iuteira crdito affi.--
mame que se arraojou hootem em Pars a ques-
lo dos caminaos de ferro portu^uases perten-
centes Compaabia Real.
(jm svodicata de capitalistas franceses tt
mana coma ja, oa daqai a pouco, de toda rie
ferro viaria daqueila companma.
Tambem me consta que se assignou boatem
em Pars um contracto, em que a Compaohia
Real cede dos caminos de ferro do Norte da
Hespanba as liabas de M dnd, Ciceres a Portu-
gal, Piasencia, Astorga, Soria e Pesajes;
Eso concluidos todos es trabalhas da li-
aba frrea de Abrantes CorunS. A commisso
do gaverno qae -foi vistonar a linha ja regressou
Lfsboa.
Dis-se que o resultado da experiencias foi
maitissimo satisfactorio. A liaba est perfeila-
mente ooastruiia. Aiada na est marcado de-
Unitivamente o diapara a iaaaguracia.
A pedido d i empresa do monopolio dos ta-
bacos em Portugal, e gtverno toaba do prohibir
po; decreto a veada saina brota, que muita geu
te do povo aqai e as provincias tem osado para
fumar com o saccedaneo do tabaco.
Esta tierva chama-se miriolinha, no Algarve.
Milita gente a aUtara, depois de picada, com o
tabaco.
Al psos joraaes teem censurado esta medida
por inoportuna. Oa o decreto se ao cuinpre,
dizem os c -asores, e ento mais valia nao ter
publicado; ou ao decreto s d o rigoroso cum-
primento, o qae ser causa de muitos conflictos,
qoe i rao exacerbar o descosten lmenlo popular,
pelo estado irritante em que os aniaos se en
cootraai em coasequeocia da crise monetaria.
' tambem probibida a venia de qaalquer ou-
tra planta preparada para servir como tabaco.
Ento, a venda dessas plantas nao preparadas
licita? D'aqui naseexo davidas e mterprtta-
ces diversas.
O Oiario Popular, do Sr. Marianno de Carra-
Iho. ministro da fazenda, que referendou o de-
creto, respondendo aos impugnadores da probi
bico, diz que ao decreto ao se prohibe qae fu-
me qaalquer pessoa a salva brava ou outra plan
la preparada para famar. 0 que se prohibe a
venda da salva brava aa da aura tala prepa-
rada para tomar. Qoe se nao bouvesse lei pro-
ra mon,., poda o governo dafeader-ee contra as
reclamacea da compaabia dos tabaco i e ou
prohibir; mas, havendo lei, nao podia nem ds
va, porque procedera de m f, e porque daa
causa a fuadadas reclamacea de perdaa e dam
mos. Esta a questo... segando aquella fo
Iba. Desde qae o Estado adjudicou e cootra-
eiou, ob'igado a respeitar os seas contractos.
Algoas drogaitas agora anoaociam a venda
de Salva brava medicinal Estarao incorsos
oo deceto mencionado?
E se os fumadores em grande numero fses-
em ama grve* para se aosterem de fumar,
fosse qae planta fosse, tambem a companhia dos
tabacos reclamara, por perdas e damnos, obri-
gando o governo a prohibir que a gente delxas
ae de fumar ?
Todas estas questiuoculas de lana caprina *
te agitara agora aos jornaes em prosa e verso,
falta de assumptos mais graves.
O decreto da salva brava ha de ser sopbisma
do... na bochecba da auloridade, estou bem
persuadido.
Continuara a aclivar-se os trabalbos de re-
sistencias, nao s na ilha de S. Miguel, orno
tambem as libas de oeste, Tercena. Payal e Pi-
co, contra o monopolio do alcool e nnifleaco do
valor da moeda.
Tem-se feito, ltimamente, comidos em Aa
ra e na Horta.
Alimenta se naquellas libas a idea da inde-
pendencia, no caso de o governo desattender aos
jmtos clamores dos povos acoriaoos.
No Pico tambem vai haver meetings* coutra
a igaaldade do valor monetario e reclamando a
iiberdade do fabrico do alcool de frucias.
Os nimos esla exaltadlssimos, segando as
informages qoe veem chegando das diversas
i Ibas do arctiipeiago.
A divisa : O povo cgarlaoo nlo pode, nao
deve e oo quer pagar mais tributos I
Sjb o titaio de Coospiraco o Econo-
mista de Lisboa, pnbhcava ante-h ratera uui
artigo que principia referjido-ee a ter alindado
ba poueos dias, aumas machia ages de que ape
oas se faava eato o meia vos, com retioancias
e eom o mysieno d'uma confidencia.
Dizia aqueile jora*! ir-se dilTiadindo a dea-
conflanca, a appreheaso de qae uas agen'es de.
dcius p izes estrangeiros, contrariados rom al-
guna prupagandiatas de casa, e fortalecidos eom
recareos que recebiatn de varias fontes, a;m-
toarcavam todo o melal etodas as notas minias,
com o plano de crearem oo paiz ama sr-uaca
desesperada, e dessa silaaco fazerem sabir um
revclucao.
Podeudo vir a ser e-te trama a origem d
BOssa completa rnini (lis anda o Econonut'i)
ia neniav n as qae si nao tratasse da uuuisal o
e de iiiR.gir aos coaspiraiores o castigo, que
oeieoem.
Nisto (coacto) acntio au nosso colleja,
qus priva com o gabinete, assegu-ando nos qi-
a polica segua a pista das conjurados, e que >
gover o eslava mano be ai afarmado acerca de
todos aqoslles man-jos.
Estas mformacOas ao impartiatlssimas, p>r
qoe dellas parece dever deduztr-se que existe
eff ctivamente a conjuxaco a qae na: refer
.mos.
Ootra foiha sioaarcbaca applaude qoe o go-
verao se previna, e que saiba e queira ver o qae
a roda delle se paisa oo pas, assim como tam-
PHBSHf-i
bem acaa excelleote que os jornaes ministeriaes
vo eotrando n'oqi/o camiuba, e qae elles, em
ves de esconderes) os perigos, os deaanciem
claramente, para qae melnor possam ser evita-
dos.
Pois muita gente boa de parecer que a pn-
b'icidade Inconsiderada qua a reportagem das
gazetas d s estas comas, o que faz espantar
a caca e faser com que os coapromettidos se
ponbam a bom recado e sejam iouleis as pes
quizas secretas da polica.
Das querellas a varios joraaes republicanos
tem resultado maltas exorbitantes aos autores
dos artigas incriminados e aos editores tambera.
Ha doas porm que tendo sido citados, oo
compareceram an tribu tal e fugiram. Passou-se
ordem de pnso contra el O agio das libras tem regalado nestes lti-
mos dias a 900 res.
A casa da moeda vai recolher em Seienbro as
cdulas de cobre, que traz em crcalaco rab't:-
luiodo as por outrat-de melhor papel. Hootem
eitraram em circulaco as aotas de50 ris.
Diz a Epocka que o governo vai eoirar em
oezociaees para am tratado dt commercio com
a Italia.
A grve das logistas contra a companhia do
gas vai continuando aem ootros acidenies se
ao a propaganda para se formarem varias co
perativas para iostallar a illumiiaga. das lojas
em alguraas ruis par meio da electric'dade.
Sabio em Lisboa, o prlaieiro numero de om
aovo jornal intitulado O Logista. Este primeiro
na ero trata da questo travada entre a com
paahia do giz e a classe conm:rcial.
Tem continuado t sabir gente para a3 nos-
sas posseses africanas. Anda hon'em peles
aaquetes que segniram para os portos da frica
Occidental e da Oriental.
Hi muito quem espere um grande incremento
de praspendade colonial com esta corrate 1
emigraco metropolitana, sendo ella bem din
gida. Outros porem manifestara menos coalian
ca oa iniciativa que o gavera a tora.au de promo
vela.
Foi nomoado pir el re administrador da
Casa da Braganca o Sr. Cbarters de Asevedo. ca
aitaa do estado mmor do eseroito e que ja era
seu ofTuial s ordena.
A i np.-ensa tem elozala a nomeaga pelas
mritos e carcter do sr. Cbarters de Aze-
vedo.
O governo da presideacia de Bambaoe (In-
dia iogeza) reousou dedaitivaraeote a eu.-ega
des nossos compiinoias de Gi noiaisiidos no
sea lerritarie, em coaseqaeacia dos processos
polticos de Margad.
O goveroadorgeral da nossa lidia j fez ver
ao gaverno a conveniencia de p." termo a esias
perseguices jndiciaes. Os proprias processos
demoostram que sao polticas os cr.mes sobre
que elles versara. apesar daso as nossas au
loridades reclamavara incesaatemente a extra
dieco I
Cbegoa a 8 do corrate a S. Vicen'e de '".a-
bo V.srde o couraciio chilena Presidente Er
ratuns e a 14 aiada all se cooservava. Espe-
rava alguos olli;aes de refargo para a sua guar-
nico. e a cheg ida de outro caanjado chilena
sabido de Ginova : Presidente Pinto.
Ifio me record se ibes di-se na mioha ul-
tima que o goveraador de Macan, o Sr. Custodio
de Barja fot ao Japo apresentar as suas credea-
eiaes de ministro plenipotenciario e enviado ex-
traordinario. Foi recebido era audiencia pelo
imperador Maisa Krto a 7 de Julha. senda nesst
occasiao aeompanhado pelo seu secretario e aja-
daate de ordene.
Ttato o nosso ministro como a oOicialidade da
cannoarira Din far.m rauilo obtequiados p.-los
japoneses e estrangeiros.
A Weekly Press de Pretoria (Tran;wial)
continua a dar noticias qae maito uos interes-
Urai comnioaicacio de Srattsderpe refere qae
os cafirs da Mtaiila invadiram o territorio do
T.-an-wial. comraetteelo varios assassiaatos e
levaodo malberes e criangis, 0 commissario
ebie perseguia-os, prealeodo tres dos cabe-
gas. que faram mandados para Pretoria.
Una carta de Pie te rs burgo, dirigida ao mes-
mo jornal, confirma esta noticia, attribuiado Ihe
grande importan ia. Essa carta revela, porm
uu plaso de eerto pouco leal para Portugal, que
pretendem envolver na questo.
Diz isto :
A respootabilidade de Portugal em permit
tir que esaei ci/i-s invadissem o Transiraal em
semelbaole expedico, constituir, sem duvida,
urna loteressante questo de direito internacio
nal.
Talegrarama recebido da Beira (frica Orien
tal) infarma ter ebegado all de perfeila saude
o Sr. conselheiro Antonio Enn'.s, commissario
regio.
O Sr- Lopo Vas cbegoa a Lisboa, da saa
digresso a Mandans ; mas foi accommettido de
influenza, e por itso atoda ao reasaumia a ge
renda das pastas do remo e de instrueco pu-
blica e bellas artes.
Vai agora melhor.
A justica e a polica continuara a oo dei
xar transpirar inf rmaces de espacie algaras
sobre o caso das Trinas.
O jais reqaisitoa am cofre de ferro para ser
encerrado o processo que j voluraoso.
Os peritos reclamaram mais 10 das para con
clmrem as analyses toxicologicas. A polmica
vai esfriaodo por falta de noticias e revel ices.
Aguarda se a ebegada do vapor Aqor para
dar ooticias mais exactas sobre os prejaisos da
muadaco na ilha Terceira. A commisso. cen-
tral de soccorros s entao peder dispor de ele-
mentos segaros para proceder era conformidade
com essas ioformaces.
As formosas nadadoras francesas e america-
nas continuara no Colyseu dos Recreios em mari-
de rosas. O Borro do Sr. Alcaide, no tnestro
ds Kvenida prosegoe impvido a sua carreira
triampbal- No Real Colyseu. urna triple de fa-
ma Concha Martnez, anima aquella casa de es-
pectculos onde Be cultiva a zarzuela com xito.
L.
P. S. Peiorou o Sr. Lopo Vas, ministro do
reino e instrueco publica. A febre continua com
intensidade.
A Sra. D. Mara Pia vai no 1" de Setembro
para a praia doEspmbo com seu liltia o Sr. io
(ante D. Affonso.
Fui prohibida a sabida da prata nacional
da Madeira para o cominete ou Acores.
Tratar-se ba brevemote da reforma do
Instituto de Agroaomia. Reoeiam-se disparates.
A 33 do correte ser publicada a reforma
Jo ministerio das obras publicas. Orna das. uo
as medidas ser m m lar pasear guias para o
seo respectivo minutario s todos os offi -iaes do
exercito, qae, depois da ultima orgaoisaco tm
sido chamados to desempenbo de differentes
commisebes. Parece qae tambem sahirio para a
filena os offieiaes que fasem parle da commisso
de pesos e medidas.
Amanb virao a Lisboa representantes das
cmaras rauaicipaes da Covilb e Casteilo Bren-
co, alim de convidaren SS. MR. part assis-
tirem ioaoga-agio da liona da Beira Baixa.
Parece qne el re e ana esposa aceitara o con
vite.
Falla-se as prxima digresso do Sr. D
Carioj 1 epretiociw do norte,
i alarmara boatem o Totopo qae o go-
verno francs, s;m nenbuma reciamcao par
parte de Portugal, dea ordem para qae os esni-
igradas expulso* de Hfflpaaha fossem coadoz-
idos da fro-teseabespansaota pira a f omeira btt>
ga, aade flia oaabrrl-m Ir o respectivo deposite.
O Sr. s^aaaelbeiro Silva Amado, reitor do
Lyceu Central de Lisboa e lente da Escola de
Medicina que no da 5 Jo correte foi a Loa
dres pira aeststsr ao coogresee de hypene qus
all fas celebrar a manidpalidade Wuurina, ac
oa de s-r agraciado cora o tituiode doutor oo
oa'a ia p-la uoiversidadede Cambridge.
E-a o substitalodo na retiona do Lyceu o
prafes.-or Lais Felippe Lelte, por ter o awis tn-
iu'i d-corpa toante daojaelie asiabrlectmento
i'Biial
" t i aprensa de L'eboa e provindas est
:om aeiitaodo com vea f ilgaz ama ex'.raorii
nana pe'iarM do mioitteno das obras pblioa,
i Sr roaseltwire Franco Cattello Branco, deler-
minando qu" ** couduces das nulas de cor
rea, actualmente feitas em carro, passem a sel o
a cavada ou a pe, em todos os casos qoe de tal
acto nao resolte pr*r"o P4r* tarviee.
B' o lassebalaestanrMO da posta e dos romaa-
ticos postilboei. Kara economa, tem ara alcance
masclo.
SCIElXCAS E LEJTR.4S
A Idea de culpabllidadeo
POB Q TAB >K
(Vertido pelo Di-trio de rernombuco da Revue
des Deux Mondes)
III
(Continuaoo)
Sob este ponto de vista desappa-ecem
muitas das difficuliades que pareciam
quasi insoluveis aos theoristas do vre-
arbitrio. Entre estas salieatasse as apre-
ssntadas pela responsabilidade dos hypno-
tisados.
A obra deetas sonhadoros como um
campo da batalba em que a lacta teve de
cessar por haverem os combatent s sido
p esos de somoo, oom excepcSe de um
nico que, como o bypnotiaddor, dispSe
assim da 7ctoria.
A alma motilada neste ponto, despojada
de quasi todo o seu domin'n, n2o mais
a mesma,e seas actos t&o livres como
elle se julga-faorqae ella te tente livre
exactamente como n-), sao os actos do
hypnotiaador.
' preciso aiodi notar que mesmo no
mais profundo lethargo de nossas faculda-
dea, o nosso carcter moral,aquillo que
temos de mais intimo em oda, vella
ainda como de ordinario ; e mu raro
que um acto immora!, ordenado a um
somnmbulo honesto, seja cumprido.
Si entretaoto, com excepcSo, cousa
:> ':n!s>ivel em theoiias, anda n3o demons-
trada* praticamente de modo indiscutivel^
un crime teoba sido araticado em con-
se jueacia de una sug^esto hypnotica,
dever-se Ihe absolver o ageate e contem-
nar o seu inspirador.
Mas, objsctar-me hao, se assim, e se,
no intimo, todos os maveis cojo imperio
nos dobramos em nossa vida normal, sSo
o resultado da3 iofluencias mltiplas re
cebidas de diversos lados, no passado e
condensosla em nosespecies de sugges-
oes embialhaias, nlo somos de modo
algum responsaveis ?
Mas isto seria esquecera distinccJSo ca-
pital entra o ene. o nao en. Na alma
passiva e crdula de creanya, do adoles-
cent, um poaco menos, e de joven, me-
aos anda, qaalquer palavra paterna ou
de mestre, todo exemplo exterior, tem
a'guma causa de augg'.stivo, confease-o ;
mas se na piimeira aopiri^o, cada ne-
cessdaie superveniente tem assumidouma
salieacia extica e extr.inha entre as do-
mis elle deixaria, a medida que se fos-
se aaoiimatando cora as demais, que ella
fosse considerado urna parte integrante
saa.
Ao principio suggenrida, depois identifi-
cada mala e mais ao nosso eu, ella, por
esse modo, fa sua entrada no circulo,
ou antes, nos circuios coaceutricos da
pesioa, e tem, por conseguinte, mata e
mais se apoderado da respansabUidade
desta,
Podem fazer me out ras pbjecc.'es. As-
sisa, talves naa digam : se dsvemos ser
julgados como culpados em cortos dse
jos, traducidos em ractos, por isso que
no* sao proprios, e tanto mais culpados
qua ato este* desejos nos forera mai* profun-
dos, mais remotamente inherentes, porque
nao sel-o hemos tambem empossaa crencas
individuaes, tradusidas em discarsos, e
tambem muito mais delinquentes se se
tratar de canvicySes antigs e fartee ?
Alm de especiosa a objecelo algum
tanto seria., sob cortos pontos de vista.
Mae, antes de qaalquer resposta, os
pragadores do livre arbitrio decena com-
Drehender que uSo podem triumphar des-
sa ves porquanto devem lembrarese que
os de lie tos e criases de opencad silo tSo
velhos como o mundo e que a cicuta, en-
tre oa Gregos, as fogueiras na idade me-
dia, os massacres collectivos no seculo
16, at flete-m brisadas ou o cada falso ha
annos, as espoliares, destituiyoes e ca-
lumnias, em todos es tempos, tem sido as
penalidades reservadas ao audacioso crine
de se ter um credo contrario ao credo ge-
ral.
Urna tal unanimidad? secular em te
proclamar culpados todos estes herticos
polticos eu religiosos que naa p ideram
ser livres para adoptar impunemente
crencas diversas s da collectiv.dade, nSo
prova cabal o solemne de qae a idea
da resposabilidadeliberdade nina no-
cSo escolstica, estranha ao sentimeato
mstinctivo do genero hunano ?
Em compensacSo, temos o direi > de in-
vocar aqai, em nosso modo de eoteider o
facto evidente quando a heterodoxia de
que se trata parecen ser o effeito momen-
tneo de um acesso de embriaguez ou de
lo cura de um demonio tentador, en snm-
ma de urna causa exterior pessoa, jamis
foi seriamente incriminada.
Nlo menos verdade que a incrimine-
cSo de crencas siaceras e de sua exprsalo
precisa urna aberracSo, mas porque ?
Porque permettido somonte a urna so-
oiedads banir, em razao da perturbaoSo
que caasim, os apstalos de certas ideas,
dissolventes ou dissonantes, porem ranaca
punil os ou coudemnal-os ?
Porque ser urna clamorosa iajustica
reprimir pelos meamos processos a ex-
pressSo de urna f perig03a e a realisagSa
de um desejo malvolo como se urna fosae
tSo prejudicial como a ootra aos interesaos
collectivos ?
NSo doutrina da livre orbitrio que
vamos pedir a respotSa dessa inte~ragac?o,
porque ella affirma qne os desejoe nSo aSo
menos imperiosos do que as crencas.
( Jontinus)
miraifcOs
XkaiUi e coadeerav3es
(lio car'o do Commercio)
Afinal os pur taos descanoam do pe-
sada] o que oa persftgsia, eom a votaeSo,
em 1.* discase > do projeoto que prohiba
o uso de ttulos e condeooracSes. >
Toda a gent i sabe que esta proposta
nao tem por fim requintar a exprsale
democrtica das aovas institu otes, mas
daspcjar da anas inaigraiat certas e deter-
minadas pettoas.
Urna repblica do roseo tempo nSo po-
de ter urna seita de mendicantes, ou am
beodo de bohemios.
A tandeacia melacna antes para
amparar o fausto decadente da sristocra-
oia, o apparato theatral da realeza, o or.
gulho patrio dea bornes utaie, mudan,
do apenas at denominares de uns,

i ,

i.

*^^sifti(**#ai^i*^



.*
*
rf
(
l tradic^Bes histrica.
Pulniam fia Const tuiolo os privilegios
e asimmunidade, oa se trate da pesaos
do priin :iro magistrado, oa da de qu*l
quer don membros pertoncentes aoi di
versos (orpos poltico ; e mesmo qaandn
se tem a, respeitar im emblema, ama in-
siga ou titulo, que caraoteriea a obra
mata privilegiad du todos, a do mrito
ctco ou militar, os fuadadores da Rspa-
blica, qae proclamiiram brigadeiros e ge
neraliesimos, convencidos de que deviam
por honra sua, euloar o patriotismo e
recompensar servcos nmortoes liber-
dade, apod-rm se de santo horror e tem
at os chiliquea propnos dos nevropa
thas.
Lancem os adversarios das insignias ci
dadla a vistas ptr. o aspecto novo do
Brasil e se cou venc.ero de que esto le
giolaudo para outro povo e oulros eos tu-
rnes.
Nunca a sociediide foi mais ruidosa,
mais preocupada ein eleva as condiccSea
mais apaixonad* polo esplendor do traba
lho ; e, a proporcSo que as fontes da no-
breza cid-da escs un. m aqu, tirando ao
mrito estmulos qu* o eng. .ndecem, no
estrangeiro abrom s* o? brasileiros o co-
fre oaa gracia como qu -m offerece abrigo
a quein nlo tem n pmpria patria.
Sao estas anomalas du programma po
Utico adeptado pelos fundadores da de
mocracia braaileira que vo arrefecendo o
enthaBiuamo pelas novas creares, ama
yes qne ellas desprondem-se d-.s ligacces
histricas e dedican se a demolilo pro
fana dos eostumes nacionaes.
E depoU queixam-se das manobras do
Sebastian.sm > I
Inimigo astuto e hbil, elle ha de in-
sinuar-se em c'ada brecha que o desgosto
ou as dissiden das forem abrindo.
O seu exercito nlo o dos crentcs
o dos d iscontentes.
E c -m estes elle ha de discursar em
Paria no banquete dos inmigrados, e no
Brazil na manobra dos sindicatos, at
derrocar e restaurar.
REVISTA DIARIA
CM(rro do Estad* Func :.o laram
hontem as duas casas uo oogresso.
Sealo. Effeciaou se a sua 20* sessao. sob
a Dresi locia do Ex i. Sr Dr. Jjs Sjriano de
Souza. teadj compireuido 9 Srs. senadores.
Foi Lda e aparatada sem dibate a acta da
sessao aiiie^aeuie
0 Sr. i" secretario proceden a leitnra do se-
guate expeliente :
Um ollio do t. secretario da Caen ira dos
Srs. D-po'.ados remetiendo nena resolucao
na mesma Cmara iniciada, approvando com
modiiL-c :s o cjoira 'tu celebrado em 17 de
Agosto ultimo, pelo Exal. Sr. vice governador
do Esui'io, com Pedro Jjs Pioto e Torquato Jo9
da Silva Guimares, a qnem cedido por 10
annos o T.ieatro Santa Isabel, para nelle fazerem
traoala r cotnpinnias lyricas, dramticas e ou
tras.A' 4.* commisto.
Oufo do secrelari-i do governo remetiendo
EW copia da acta da eleicio procedida em 7 de
arco ultimo na 1." seccao do 2. distrlcio de
Pao d'Alno. Arcnive-se.
Oulro do me-ojo remetiendo um ex^mplar d
resoluto n. 2, refereodada pelo Exm. Sr. des-
embargado* vice gobernador do Estado, nos
termos do artwo 29 da coostiiuicao.Arcbi
ve-se.
Foi lo e approvalo sem debate om parecer
sob n. 17, da commissao deredaccao, adoptando
tal como se acna redimida, a resolucio de inicia-
tiva da Cmara dos 8*s. Diputados, coaceden lo
a Jjo Gjocalves Tjrres e oatros autonsaco
para assentarem carr.s de fe, ro no municipio de
ODda.
Achando se sobre a mesa outro parecer sob
n. 18, oa mesma co umisso, sobre o projeclo n.
3, de iniciativa do Senado, referente i primeira
eleicao dos conselbcs mnicipaes, prefeiios e
sob pre'eitos, foi dispensado da impressao, a
requerimeoto do Sr. Drammond, e approvado
sem debate.
Orou pela ordem o Sr. BarSa de Itapissuma.
Nao ha vendo quem qaitesse ntillsar-se da pa-
lavra na 1.a hora da sessao, o Sr. presidente
pas;ou ordem do da.
Regeitoose, aatu de orar o Sr. Drommoad,
a emeada da Cmara ios Srs. Depotados ao pro
jecto o. 1 e iolciaiia do Senado, oreando qaa-
tro secretarias de es ado.
A' visla desta oeliberacao procedeu-se elei
gao di commissao ce que tratan) os arts. 40 do
regimeDto interno e 27 da constliuico do Es-
tado, e, recebidas 9 cdulas, foi eBte o resultado
da vo'.aclo:
Or. Gaspar de DrnmmonJ S votos
Dr. Prxedes Pitangu 5
Barao de Itapissnma 4 *
Segain io se os Srs.:
Barao de Catar 2 votos
Dr. Almeida Pernambuco 2 *
Neste sentido ri)ram seas necessanas com-
mnmcaaoes i Cmara dos Srs. Depotados.
Nata mais bavendo a tratar o Sr. presidente
levantou a sessao.
CmaraFaoccioooo flontem, sob a presiden
cia do Exm. Sr. co-eoel Dr. Jos Mana, lento
comparecido 24 Srs. depotados.
Foi lila e approv ida sum debate, a acta da
sessao antecedente.
O Sr. 1. secretario proceden leitnra do se
guite expediente :
Offino do secretario do governo. commeoi-
cando que o Exm. Sr. de-embargador governa-
dor d j Estado, em solacio do officio esa qne es-
ta cateara pedir copia do convenio celebrado
entre o govorno da rnao e o dos Eslados-Oai-
dos d* America do Norte, relativo a seocio re-
ciproca le direitos tobre predaelos de ama e
outra ni gao, dirigi se ao Ministro dos Negocios
da Fdieada solicitarlo a integra do mesmo coa
venio.-Iateirada.
Oa ro do mesmo. remetiendo nm exemplar da
resoluclo, ji referee dada, nos termos do art. 29
da Coustraieo, e que autonsa a abertura de
crditos para occorrsr as despexas de snbsidij e
ajuda de cusi dos llenadores e depotados e ou-
trasArchive se.
Peligio de ana Paulina Csvalcanle de Alba-
querqae, viova de Mauoel Peregrioo Cavalcante
de Albuiaerqae, reijaereidoa admissao de am
de seas Albos no Gymnasio Perjambacaoo, co-
mo pensionista do Estado.A' commissio depe-
HcOflB.
Ontra de Morgso Snell C, solicitando anto-
ri8aco para sop irir urna fabrica de cbius e mo
rins, qas preleadeci montar com agua do no
Bebenbe, sendo o cinsamo de 4.000 metros ca
bicos diariosA' commissao de ooras publicas
Achaado-se sobre a mesa, sSo iidos e appro
vados os siguiles pareceres:
N. 64. Diconini-sao de Instrncco Publica,
ouvimo o Dr. inspector da last'acc&j Pablica.
sobre a pelico da p-ufessora Jovioa Barral, que
requer o paramen .o Je vencimento de accordo
com a c alegara 'da cadeira de 2* iutraocia que
axarce.
N. ). Dx mesma commissao, oavindo tam-
bera iiqnelle faoj;iooario sobre a peticao do
professor avolso Jji Fiancisco Carioso Meirim,
qnti recaer para Ine ser designada cadeira em
que leona exercicio.
N- 6. Da mesma commissao. oavindo o mis-
mo fu icjnario sobre a peticio da profssaora
Mara Piuiirn Alvss dos Sanios qoe rejner o
pagamento da graiiBeacao de qnelrauoart.
115 do regulameoic de 6 de Fevereiro de 1885
aneja Ine foi concedida.
N 6". Da mesmi commissao. oavindo aquel
le faioaonario sooe a penca > de Sisenando H
lario frios, qaa n-qae a compaiacao da gra-
tifica sao de mrito em su juDiiasio.
N. 78 Da commissao de LgiMacio, iodefenn-
do a peticao de Or mo Miqailiao de Almeida
escrivio do civele tabelliao da comarca de Ni
aarelb, que reqaerera a annexaca seocariorio
N. 69 D^ rnatma comm
p ni gao de H^rcaUao Tbeoloo* da Silv
ri-s, escrivao do crlme e interino do jur/da
comarca de Gimellelra requerendo o pagamen-
td de castas que Ine deve a Intendencia daq jel-
uiuniciplo, na importancia de 6fiW2O0
Foi tamben lulo, non o a soadiscost&o adia-
da por lerem pedido a palavra os S*s Arttrar de
Albuquerque e fi'levfto de Oliveira, am parecer,
sob n. 70, da Can ssan de Legislacao, indef -
rom a petiao dos guardas da llamiaacao pu-
blica du R.'cife, que reclamam contra o acto de
4 de Abril de 4887, peto qualde empregatfos pa-
bli-o* passaram a jornaleiros.
Foi aind iido ea imprimir um projeclo, com
o o. 11, preced lo de parecer, sobre n. 71, da
Com nissao de Instru gao Publica aatorisan lo o
governador do Estado a maodar pgar ao pro-
iesor poolico Custodio Jos, da Silva Pessoa a
gratiticagao de mrito a qne lem direilo.
O Sr Armar de Albuqaerqae jastiQcoa am
projecto que foi apoiado e julgado objecio de
leliberago, coocedeodo uo msico da Gjarda
Local Alfredo Lopes da Gima orna peosao men
sal de mota mil iis, iraasferivel por morte a
sua viova e Albos menores.
Esse projecto tomou o o' 12 e foi a imprimir.
Passando-se ordem do dia, foi approv*d*
sem debate em 2a votaco a emenda su jare -si
va apresentada oa 3* discussao o projecto a. 9,
recolando os veucimeoios dos empregados qoe
for.-m membros do Cjuseiho Municipal.
Foi a iprovado em 1 discasej, depoisde orar
o Sr. Telles Jnior, o projeclo n. 10, que marca
a hora do servico diario dos operarios, sendo a
requerimeoto do Sr. A'tburde Albaquerque dis-
pensado do intersticio para entrar em 2* dis-
cusso.
A oi-tm do dia para a sessao de boje :
2* discusso do projecto o. 10, marcando as
boras de servigo diario dos operarios ; e 1' das
den. 11 e 12, aquella aniorisando o pagamento
da graticayio de memo do prof;ssor Custodio
Pessos. e este concedendo ama peosao ao mus
coda Guarda Local Alfredo L;pes da Gama.
Ario* oiriciacB -Por portara de 2 do cor
rente foi di p osado o bacbarel Mmoel Xavier
Caroeiro Pessoa do cargo de promotor publico
la comarca da Victoria, por ter si o nomeado
juis de direilo da comarca de Palos Boas, no
Estado do Uaranbao.
Por portara de i goal data foi removido o
promotor publico bacbarel Manoel de Barros
Beierra Oa valen te, da comarca do Lmoeiro
para a da Victoria.
Por partana da mesma data foi nomeado o
bacbarel Alfedo de Albuqaerqae Gama, para o
lugar de promotor publico da comarca do Li
cuoeiro.
turmu i Majrlak Flfueiredo-H jl.
tem demos a leitara dos oo sos asignantes o
discurso do Sr. cooselbeiro Mayink, proaun :ia
do em sess&o de 25 do passado na Cama a dos
Srs. Deputados federaes, e acerca do qual, na
aprecisgio da respectiva importancia, a impren-
sa fluminense nao leve se nao nm modo de ver,
conspirando o mesmo discurso um verdadeiro
successo.
Esse discurso veio fazer a luz de um facto.
que se eslava na consciencia pnolica, eram-lbe
ao e tretanto descoohecidos os seus lineamealos.
saas l.gago'3 e causas immelalas, que crearam
e maotem o iosupportavel mal estar, qoe todos
expeiim-miamos.
O Sr. conselbeiro Msyrink veio desfiar a ae-
uese desse fado, fazen ae por um lado revelarse
inulto graves e taes que, examinados os facios e
a;onteoimentos ttoaoceiros que actualmente tra-
balbam a eociedade e as iostitulcOes, pode erar-
se que ba ama conspiracSo organisada e profao
la, pre-tes e prompta tai vez a dar batalba con-
tra a ordem establecida: e denunciando por
outro lado os Hospedes, que con a mais ampia
confianga alojara no Banco da Repblica, como
04 principaea conspiradores contra a seo delito
e renome, e causa da depressao do cambio.
Pois bem.
H jj fazemos seguir ao discurso a qoe temos
feito referencia, o que na sessao seguate da
mesma Cmara proferto em resposta o Sr. conde
de Figaeiredo. Assim, em coafronto do qae
prodnziram os doos cavalheiros a qae alladi
mos, Bear&o os nossos leitores melbor informa
dos e mais babil'lados a avaliarem por si, com
a precisa critica, o que acabam de langar aos
quatro ventos da puoiicidade os illa-tres repre-
sentantes da circnmscrlpcao el?itoral do Rio de
Jaaeiro acerca da situag jo finaaceira e econmi-
ca do palz e da pbase qne aprsenla o mercado
monetario.
Faliecimenia Antehonlcm deixoa de
existir o Sr. tt>uoel dos Santos Villaga, saccom
biado a amigos padecimentos qae Ibe tortarava
a vi a sempre trabalboaa.
O finado que era geralmeote estimado porsoas
qualidades pestoaes, foi tambem om prestante
cidadao. tendo ncstacidaJe criado ama das mais
antigs fundic -s, qae boas servicos prestoa as
nostas fabricas ag-icolas e indostnaes.
roesos psames a sua incoosolavel familia.
Retinta lllatraa Registramos o re
cebimeote do a. 617 desea publicacio nuenoris
tica e mostrada da impreasa flaminense.
O mrito deasa felba condecido, e por iaso
- temos a agradecer a ollera.
Facuidade de irelio -Dos a'tos que
ti niem uveram lagar n'essa Facaldaae foi este
o resallado:
2 anno
Antonio de Oliveira Ramos, plenamente ; Joao
Tbomas da Costa, simplesmeete em iolernacio-
nal; e sjbj reprovado em conitilacional.
3 "anuo
Jos P^reira Rodiigaes Porto Sob-ioho, Joao
Francisco de Novaos Paes Brrelo e Flavio Fer-
naadea dos Santos, pleoamentes ; e tres repro
vados.
am Em vista da reclamagao qae hon-
tem Usemos relativamente i ama grande lage
qoe etatraia o passeio d'aqaeita ra, foi ella
nonlem, gragas a iniciativa do negociante Manoel
Gomes Paiva. cellscada em sea lagar.
Cona violan a Intendencia -Moradores
Aa roa de Fernandes Vieira, logo ao desembarcar
da Soledade, pe Jera-aos para chamarmos a
atlen gao da I a tendencia Municipal sobre aos
troncos de macaboeiros que se achara abando
nados no leito d'aquella ra os quaes alm de
iotefromperen o transito publ.co, exbalam tao
acre fedediicra, pelo estado de podridao em qae
esto, que ja teem dado lagar a alguna casos de
febres.
E' justo, pois, qae a Intendencia lance as saas
benvolas vistas para aquellas bandas e faga
desapparecer delles aquello foco de miasmas.
Esperamol o.
De reireiio-Hootem abordo do Orenoque
ebegeu, de volta da Europa, a esta cidade o Sr.
Jos Guigel do Amaral, socio da Importante casa
commerctal sob a firma de Francisco Gurgel &
Irmio.
O Sr. Jos Gurgel tinha ido aquel le continente
ao ioteresae do sen eaiabelecimento, afn de
fazer escoibido prorimenlo para e mesmo, hbi-
liUndo-o assim com fazead?s de actnalidade, de
boa qaalidade e de gosto, a satisfaser a am
extensa fregueiia.
Comprimentando ao Sr. Jos Gurgel, foliamos
por vel o restituido aos patrios lares e a convi-
vencia dos amigos.
Matrla da Ba-TlsnaA coraegar do
domingo prximo, navera n'essa matriz aos do-
mingos e das santificados mistas retadas as 9
e 11 boras do dia.
Alen desias, naver igualmente a missa paro-
ebial as 7 da maohi.
cafe* Dessi cidade escrevam nos em dala
de 31 do mez fiado:
O mez que boje termina seos das, fot aqu
extraordinariamente invernoso; e aas.m tivemos
cbavas tor.-encues quasi todos os dias e uiilma
mente ch'goura no asi urna enorme chela, da
qual resaltoa ;ar grande parle do planto de
cacna, com pie lamento algalo, tornando se ine
vitavel o prejafto para diversos agricullores ;
a\s___om poaco de pacienc a e na-za de esmo
recer calata do trabdlha, qae, a vida isto
mesmo, latar e laur sempre.
Fetizmeote para esti comarca, reassomio o
exercicio da delegacU de polica o Sr. majir
Rioeiro Roma, cuj admi islracao policial, tem
sido sempre vasada nos moldas da legalidade,
do direilo e da razio; do qae alada ha pouco
dea prova n'ama qO'S ao alias melmdrosa qae
-guoa se ao eogenbo Molinote ; pois qae o Sr.
msjor aessa t.meigenciacollocaadoacliiaeioao
o campnoento do sea dever sahio-se perfelia-
mente bem deesa questo como aatoridade qae
sane ser caergua e aeasaia, ssm pretericao da
instiga e imparcialidad >.
O estado saniwrlo .ssffrivel. O que ha de
earuMrii -nos em asa
pausad .i deas ci iade.
H .otem tarde, en casa do commendador
Manoel Rodrigues Pao, reunidas as tSjBaencias
polticas do muarcipio de Cara na, fa
sada a etapa dejondidatos para as aijwgoes de
prefeito, sao-prefeito e conseihelros manicipans,
recahindo a escoiba nos segomles cidados
oommeodador Manoel Rodrigues Parto, pre-
feito.
Majar Antonio de Vascoasellos Florencio, sab-
preteito.
Conseihsiros munleipaes :
Trtiieate-coroael Kra ioisco Rodrigues Porto.
Majo1* Aurelio Florencio da Silva Limeira.
CapiUo Jote da Costa Pioheiro.
Cap ao Venusl mano Crrela da Silva.
Capillo Sebas ifto Antonio de Alboqaarqoe Leo.
Capuio Antonio Aiv-s de Oliveira.
Capillo Estevas de Qaciroz Lima.
Profesaor Jos Fraouisoo Flor ocio de Souza.
Tenante Autooio Nones de Oliveira.
Nao poda ser me.bor a escoiba dos membros
do coosIBo municipal oara a eleigio de 30 de
Selembro proxi.u viniouro, por ser ella com
posta de cavJbeiros de toda probldade, e de
qaem o municipio de Garaar, mui.o deve espe-
iar.
Compre, pois, qoe o eleitorado caraameose
compareca compacto As urnas, afim de suff.-agar
a ele gao de tao disiin :tos cidados.
errlfo aluzarHoje superior do dia
o Sr. capitao Leoncio e faz a ronda de visi-
ta o Sr. alferes Oliveira.
0 14* baiatbao mfautaria dar a gaarnicao
da cidade.
Uniforme a. 7.
Caaanaenno IvilFoi Iido boje DO joizo
de casameuios do i* districio o seguinte pro
clama:
Primeiro proclama
De Henrique Angosto Clara Ferrelra da Cesta, solteiros e residentes
em S. Jos.
Fortaleza da BuracoPo- commanica
gao qoe Uus foi dirigido pelo Sr. capillo Justino
Lopes Cardim, commandante dessa fortaleza,
sabemos ter sido nomeado pelo Sr. com man -.an
te das armas, o 2o cadete do 14 batalbao de in-
famara Julio Clementino Camargo, para exer
cer all o cargo de almoxarife.
Julio do caaanaentoa Do da 24 de
Malo de 189o. data em que comecou a tar exe
cugfio a lei sobre o casamento civil, a 31 de
Agosto prximo Ando, eelebraram-se datemos e
se enta e tres (273) casamento? no jaito do pri-
me iro districto desta capital
Nj mesme periodo foi intentada ama aegao
de divorcio.
Promotor publicoO aosto sympatbico
amigo Dr. Mduuel de Barros Beserra Cavalcaoti,
que exercia o cargo de promotor publico na co
marca de Limoeiro, acaba de ser removido o'esu
pera a c marca da Victoria.
Satisfeito, assim, em saas actuaes aspiragoes
compr raentamos ao nosso amigo Dr. Maooel de
Barros em quem terao os seos dovos comrcaos
um iotelligente e honesto defensor dos inters
ses da justiga.
innpRciorla do dlalrlcto aaarlSI-
oo- Reeifo, 2 je Selembro de 4891.
Bolettm meteorolgico

o a o
loras
Sg-
H-
m. 24*9
9 25*4
12 6'3
3 t. 26,3
6 25>,8

Barmetro a
759-8^
759-76
761-42
759-03
758-79
Tensao
do vapor
2013
17.35
19,36
19 04
18,58
o
i

85
70
76
76
74
Temperatura mxima26,"50
Dita mnima 24" 25.
Cbnva-notia.
Direcgo do vento com iaterrapgoes de SSE
e SsW de meia ooite at 2 Doras e 50 minlos da
manbi ; SE com interrapcoefl de ESE at 8
oras e 4 minutos; ESE com interropgdes de E
e SE at meia noite.
Velocidade media do vento 7,-13 por se
.ando.
Nenalosidade media-*C,78.
Bol
2 a
do porto
Das
M.
M.
2 de Setemb.
2 >
Horas
9-45 da manb
4-00 da urde
Altor;
0.-35
2-.30
t Ho]e :
Pelo agente Stepple, As 11 boras, roa do
Imperador n. 39, de doas sobrados e 10 meia
aguas.
Pelo agente Piolo, as 10 /* boras, a roa do
Atalbo d. 13, de movis, tongas, vidros etc.
Pele agente Gasmao, as 11 boras, no caes do
Apollo o. 59, de urna prensa e seus perieuces
para mprensar algodao.
Aman ra :
Pelo agente Guamao, ao meio dia, i ra Mar-
ques de Ulinda o. 48, de predios.
Pelo agente Stepple, as 11 horas, 4 roa do Im
per>dor o. 39, da armagao, flieiro etc, da uver
na ah sita.
Pelo agente Britto, As 10 1/2 horas, i roa da
Roda o. 23, de boos movis.
la raneares-Sero celebradas :
floje:
A'* 8 horas, no convento do Cirmo, pela alma
de D. Tberesa Mara de Lorio Lumacby Caval
cante; as 8 horas, na matriz de Santo Antonio,
pela alma d: D. Auna do Carme de C. Bsotaen.
Amano :
A's 8 horas, oa matriz da Boa-fate, pela
alma de Gabriel Alves Queetal; as 8 boras, oa
matris da Bi Vista, pela alma da Baronesa de
Catuama.
Pa*M|eirnt-Ghegados da Europa no va-
por franees Orenoque :
Henrique Borle. Capertioo GamarSes Bastos,
Cauallo Cabn, Adolpbo de Castro e Silva, Fran-
cisco Gurgel do Amaral, Conary, Luis de Oii
veira Lima, Jos Gongalves Lopes fereira, sua
senbora e 1 filba, Laurindo Pereira Simas, Eu
genio Osono de Cerqoeira, Constancio Cer-
queira, Jos Lopes Aineiro Sobrinho, soa se
nbora e 1 filbo, Joao de Albuqaerque Barros Pi-
mentel, Zilmira Mara do Es pinto-Santo, Suzane
Garreta, Lacie Caaset e 1 fliho.
cana ae Deienco-Movimento dos pre
os da Casa de Deteac&o do Reclfe, Estado de
Pernambuco, em 2 de Selembro de 1891.
Rxistiam 353, entraram 6, sabirm 24. exis
ten 335
A saaer:
Nacionaes 312, mulheres 11, estraogeeiros 11
-Total 335.
Arracoados 296
Bons 285.
Doeotes 8.
Loacos 3.
- Total 296.
napltsu reara ll-O movimento deste
estabelecimeou) de caridade, do dia 2 de Selem-
bro foi o seguate:
Bxistism 562
Eutraram 19
Sabiram 00
Falleceram 2
Existem 579
Foram visitadas as respectivas enfermarla'
jelos Drs. :
narros Soorinbo As 6 3|4.
Simoes Sarnosa As 9 1|4.
Berardo as 11.
Pessoa As 9 1)2.
Aodrade Lima as 9 1|2.
Kontual As 10.
Fernandes Barros As 91|9.
Aruobio As 9 1|4.
Joaqqim Pehppe As 9 1|4.
O cirurgiao dentisU Numa Pompilio entrn As
8 1(2 boras.
u pnarmaceatieo entrn s 91|2 harsa as ma-
ma c sabio As 3 harsa da tarde.
O ajudante do pbarmaceutico entrn As 8
la manbl e sabio as 4 da noite.
telena ao aaraaaae A 13- sera
da 5* loosna deste Balado, cojo premio grana*
de aOftQOOiOOO, aerA extrahda oo dia 9 (
Selembro Cquarta-feira.
a VHia-ft
_fjziB^s frjTM, irfnirr Brrlarhi, mj-
jremio graoda de 120:000*. asta extrahid
ao dia- a de Satenbro (aaboadaK
MtMmrtmata nasa aa ata raraaaanc
-A 17* sene da 4* lotera desta Estado, om be
Delicio da Sanu Casa de Misericordia de Reclfe
sera ex trabula impreterivelmeaie oo dia 8 de
Selembro (tarca-mira) A1 har da tarde, no con
sis torio da igreja de Noasa Sentiora do Rosario
le Santo Antonio.
Ceanltrrle pukltee Obituario do da 2
de Selembro :
talas Perreira Mendes, Parahyba, 20 anuos,
Boa-Vista, syphiles cerebral.
Manoel dos Sioios Villaga, MaranbAo, 53 an
nos. casado. Recite, cvstite prosiaiico.
Um feto, Pernambuco, Boa Vista, aspbyxia.
Virginia de Prrtas Oliveira, Pernambuco, 34
annos, casada, Boa-Viste, hemorrnegia puer-
peral.
Maria, Pernambuco. 3 meses, S. Jos, astro
ente ite.
Gertrode3 Maria da Conceigao, Pernambuco,
70 annos, viuva. Boa-Vista, dyarrh-'a.
Joaquma Mara da ConceicAo, Pernambuco, 72
an.-ios, solteira, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Mara, Pernamba.o, 9 annos, Santo Antonio,
escofulas.
JoAo G imes da Costa, Pernambuco, 50 annos,
viavo, Boa Vista, frac ora.
Dersuliaa Maria da i ooceigSo, Parabyra, 28
annos, slteira, Boa-Vista, tubrculos pulmona-
res.
Mar a Tnereza das Candeias, frica, 80 annos,
solteira, Boa-Vista, dyarrba.
SPORT
Hippodru no do napa Cirande
Na secgSo propria damos hoje o pro-
gramma desse prado para a ana corrida
de domingo prozimo.
Consta 4o 8 pareos que acham-se re-
presentado por bons paralbeiros.
Heaume, vencedor de 16 de Julho foi
vendido na veapera da corrida por......
10:000000 a Coudelaria Marie Briaard.

Na corrida do Hippodromo Pauliatano
do dia 16 de Agosto fiado, realiaoa a casa
das apostas um producto de 86:6905 J-0.
MEMORIAL
O'APELLAS
O Basar da B a-Vista, a ra do Impe<
ratriz n. 88, acaba de receber um lindo e
variado sortimento de cordaa, erases e
coraySes de lindas flores em rosas artif-
ciaes, em porcelaaa e ferro. Essa collecQao
o qae pode haver de mais moderno,
rico, e delioado no genero
Cha especial
Receben nova retn*sea do acreditado
cha especial marca BULL DOG.
Medalhoes de Bisejit
Tem um lindo sortimento de objectoa
pro pr i os para adorno de Balas e enfeites
de toilet e o que ha de mais bonito o de-
licado para faaer um presente, tudo em
fino biscut. '
Balaios Cestas
(randa sortimento de balaios para pa-
peiB, coatara flores, cartSes e porta garra
fas, proprios para viagem, compras e ou-
tro 8 usos.
CADS1RA8
Cadeira com encost da lona, magni-
ficas pora viagem.
Fitas t Hielas pira vestidos
Grande sortimento de fitas em todas as
cores e qualidadea, fivellas douradas, pre-
tendas, pre tas e de oiversas cares.
Ra da Imperatrfz n. 88
Alfredo Lopes fe C
T*I*p1nm 214
Fitas
Fitas
e Fitas
de todas as Guanees e largaras e por qoalqoe
pre(o, liquida se om sortimento belllssimo.
A KaiHha das Vkm
14tUJA BARAO T>A VICTORIA-41
MNGDEM DEVE COMPRAR
artigos de chapelaria ou flores, plumas,
voa, g ses, rendas, ato. etc., sem faaer
orna visita
Chapelaria Raphael
onde se encontra sempre tudo qoanto,
neases artigos. ba de melhor e mais mo
derno.
2 Rna do Baro fia Victoria 2
Raphael Dias & G.*
IHDKiCES ATES
ur Mllet
TEM SBU ESCBIPTOK10 DB ADVOGACIA A
BCA 16 DB VOVBHBBO (4NTIGA DO DfPZ-
BADOB) N. 45 1.* AKDAB.
Hedleoa
Dr. Joaqun Loweiro medico e p*rtei-
.-o, consultorio i roa do Cabug a. 14.
l. andar de 12 aa 2 da tarde; reaidenc a
ao Monteiro.
Dr. Tavarm c ldde do Rio de Janeiro, d oonsuitat
das 12 s 3 horas daa tarde, no largo do
C-rpo Santo n. 16, 1.a andar: receta*
chama io a qnalqaer hora na ana residen
cia no largo da Paa n. 41, am Afogades
especialidades: molestia de palle e ai-
pbjlia.
Dr. S Pereira, roa da Imporatria n. 8,
d consultas medioo-cirurgioas todos os dias
daa 8 ao meio da, menos n>s domingos e
dias santificado*.
Contrdtorio medito- drwgicoDr. Sisa-
plioio Mavignier, ra da (Jadeia n. 27
1." andar. Residencia Ra d'Aurora
n. 131. Telephonen. 392. Chamados a
qualqner hora e por escripto.
O Dr. Lobo Jfoseoe di eonaulta ea
sua oaaa 4 roa da Gloria o. 39, daa lt
horda da manhl 4 1 da tarde. Achaade
se fra do aarvioo publico offereoe-ae pan
acudir a qualquer chamado com prompti-
tio para fera da oidade. fiapociadades,
op 11 aflea, partea a molestias da seahons
a> de mearnos.
OcfraFJetaa
Dr. Ferreire^ oom pratica nos princ--
paes hospitaea e olmica de Pars e Lon
ares, d consultas todos os dias daa -
aeras ao meio-dia. Consultorio e resi
Jencia 4 roa Larga da Rosario n. 20.
Dr. Barrito Stmpem, eeenliaaa, d4 con
sahaa de 1 aa 4 horas na 1.* andar d
oaaa roa Baria da Victoria a. l. Red
danoia a ra Seto de Setombro n. 34,
entrada pela ra da Saudade n. 25.
Bregarlas
Faria Sobrinho 4b C, droguistaa per ata
jado, ra do Marques de Olinda n. 41.
Franeiteo Manoel da Silva (arios de todas as especialidades phr.rma
ceticas, untas, drogas, producto chimi
ees e medicamento* homeopticos, ra d'
Marques de Oiinda n. 23.
Careo de preparatorio*
O bacbarel J. Thiago da Fonseca lee
ciona em collegios, e casas particulares a>
seguintes materias : Portugus, Francs.
Ingles e Historia.
A tratar n'esta Redacto, oa em sua re
sidencia roa da Palma n. 57.
A Notre l>ame de Parla
Previne seus numerosos rregueees que
j sahiram da Alfandega as guamiles das
ultiaa moda, de ouro, de prata e oaro c,
seda e ouro e prata, capotas Hodiasima-.
para Senhoras., matinis bordados, \
quetaa da casimira e outroa artigo de
aom gosto eacolbidoa por madame Koblet
letual mente em Pars. Ra do Cabug n.
qA.
PDEMCACOES A PEDIDO
Rio Grande do .Yule
O Rio Grande di Norte orgSo official
d'esse Estado tratando em artigo edicto
rial da inconstitucionadide di organiaa-
c2o da magistratura estadul feita pelo
r vice presidente coronel Francisco Qur-
gel de O.veira assim a exprime, entre
outros tpicos :
c O eiame atiento e detido de todas
as disposicSes da OonsttuicSo promulgada
a 21 de Juiho, implanta em nosso espirito
a conviccSo prjfunds, de que ao ilustre
rice-presidente fattava autorisaC/O para
isso.
Com effeito, a simples leitnra do artigo
49 da Constituiclo que terminantemente
diside : c quo urna lei orgnica regular
a administracSo da justiQ na 1.a e 2.a
instancia, txando o numero e vencimen
tos dos magistr dos e outros funccioosrioe
marcando as competencias judieiaras e
preBcrevendo a ordem e forma do procos-
so segundo os casos diversos >, bastan
te para manter a opin.au que acabamos de
emittir com a franqueas e sinceridade qae
nos caracterisa, faaendo moito embora
nma violencia aos nossos sen timen tos pes-
soaes e polticos para com o digno cida-
d2o, a quem acatamos.
O n. 29 do art. 12, tratando das attri
buic5es do C elle compete decretar as leis orgnicas
paraac mpleta execuco da ConatitaicSo,
e ai oda no nico do art. 44que : c na
lei de orgknisacio jdicria, sero descri
minadas as attriouicois do jury e tribu
nal correccional >.
nem ae diga que o 4aposto no n. II
das disposicSes transitorias, autorisou o
presidente do Estado porque essa autori-
sacSo para fazer livremente as pnmeiras
QomeacSes, est subordinada acs precei-
tos j citados e oatros qne se enoootram
na ncasa carta fundamental e qner diser
aimplesmente que votada a lei de organi
sacio judiciaria, o presidente pode nomear
sem dependencias de antiguidade e oatros
reqnesitos, escolhendo livremente aos que
Ihe parecerem mais dignos para os diver-
sos cargo*.
Em alguna estados se tem erganisado a
magistratura, faaendo se as respectivas
nomeacSeB dos fnneeionario*, mas, sempre
precedendo antorisace qae pode ser vista
oaa ConstituicSis diversas que temos exa-
minado.
E' o que pensamos, em face dos princi-
pios citadas.
Alem de que S. Exc, limitou se se-
ment a faaer as nomeacSes, aern descri-
minar a competencia dos juizes, e ain-
guem dir que isso seja ama organisacSo.
Ea toes coudico's claro, qne o que
se fea nao legal, deade que ao Ilustre
vice-presidento faltara a indispenaavel au
torisacSo.
As raz38 apresentadas para justificacZo
do acto qae S. Exe. exped, nlo prooe-
dem, em vista das disposiedes da Consti
tuao2o Estadal. E' essa a nossa opini&o,
e fccreditamos que comnosco pensarlo
aquellos que com animo despreoccapado
tiverem de examinar esaa questo .
Triliios Urbanos de
Olinda
O Exm. Sr. Dr. Arthur de Albuquerque
diese na tribuna da Cmara, dos Depu-
tados i
Devo diser a V. Exc, Sr. presidente,
e a casa, que a companhia de Olinda re
quereu ao Exm. Sr. governador do Es
todo a prorogaco do seu privilegio p >r
mais 5 annos e que S. Exc me afSrmam,
indeferio semelbanto peticio, declarando
justa e terminantemente que nao transi-
gira em semelhanto aesumr>to.
Esta afnrmac&o do Exm. Sr. deputado
nao tem para fundamento um facto real,
e no entonto as condic5:s em que foi
feita constituir se-ia em testemunho valioso
se passassa sem impognsoSo ; pelo que
lhe oppua urna conteatacio no Diario de
domingo ultimo.
En dase, enl2 >, que constando a com-
panhia qae o Illm. Sr. Dr. inspector do
fbesouro tinha como corto que o nosso
privilegio se terminava em Deaembro do
oo rente anno,' e que ha vi a mesmo sffir
mado isto em iaformacfto ofiQoial, se diri-
gir ella a S. Exc. o Sr. governador do
Estado em urna peticio para que mandase
S. Exc. rectificar aquella engao, no que
a mover o deaejo de evitar duvidaa e
complicacSes futuras, sempre moito no.va*
na eoononaia de qaaqaer empresa.
E por esta oesaaio ea dase que si
S. Exc. alguma oousa negou a companhia
foi o alo ier sM^^^^^H^^^H
do vida (do Ufen Sr. Dr. iwpwtur do The-
souro) ae deafiaaase adminiatrativastante.
Parec" me ter esoiaraJdo a qoesJw.
Mas, assim nao foi-
No Diario de bofa insisto e Exm. Sai
Or. Artor de Albnquerqae as affirma-
cSes qnz fea perante a enmara, ju'gande
alias neceesaro declarar ao publico qne
< nao tem m voadade a empresa X
acereseeata alludindo a mioha contes-
taco :
Si assim si a lei e ti clara, a
nao peaso cempveheader parque motive
req>iereu a Empresa de Trilhoe Urbanos
de Olinda ao Exm. governador pasa da
farir-loe esse sea direito.
Coneluo, pois, das proprias declara-
QSes de Sr. Dr. SimSes que a continua*-
9I0 do privilegio da sua empresa nao 4
legal, e, ao contrario, medida que elle
anda desoja obter.
t E o Sr. Or. SimSes o diz c o gover-
nador nlo resolreu a duvida administrati-
vamente. ...
va face desta conclusSo tirada, pelo
intelligente Sr. deputado, das nimbas pro-
prias pa'avras, eu devo me convencer qae
nlo conaeguirei exprimir para S. Exc.
a verdade ciar mente, e assim sem insistir
nesse proposito me limitarei a trant jrever
aqu a redaclo da lei que como ja affir-
mei de 1889:
Art. 1. O oraao do privilegie con-
cedido para a explerac&o do caminho de
Ierro do Recre a Olinda e Btberibe aera
contado da inauguracao 4a esta9lo de
Carmo em Olinda.
< Art. 2.* Ficam revogadas as dispe
sicSes em contrario.
A compaabta propecou a promulgaclo
desta lei por ama peticio a extiocto As-
sembla Provincial por causa justamente
de se levantaren: duvidaa, entlo, sobre
o praao de contagem do privilegio.
O Exm. Sr. Dr. Jo Maria. de Albu-
querque Mello, deputado n'aquella epo-
cha, e boje igualmente companheiro de
Exm. Sr. Dr. Arthur de Albuquerque,
foi talvez o principal collaborador da le
citada e pronunciou at um enrgico dis-
curso com inderesso aos que eram cem
absoluto contrarios, aos monopolios e
privilegias.
Nao vem fra de proposito que eu d
esta noticia aqu mormente quands o Exm.
Sr. deputado Arthur de Albuqaerqae
quer descobrir no goso do nosso privilegia
urna illegalidade qae de prompto tirar o
impo.
Afirmando S. Exc. que nlo contra-
rio a companhia se declara, ao terminar
o seu artigo, em absoluto, contrario aos
monopolios e privl O discurso do Exm. Sr. Dr. Jos Ma-
rii ao menos poder provar a S. Exc. qne
em tal sentido... ha opinioes.
Escripto rio do gerente da Companhia,
de Olinda, 2 de Setembro de 1891.
Antonio Pereira SnZen.
m
m
Cop.a
ibro
Pernambuco. 1 de Dezei
de 181
Sr. Del miro Oouveia.Chegando ago-
ra inesperadamente minha vista a copia
d'uma carta de 27 de Janeiro, escripto
oor Keen Sutterle Company Limited Pi.ila-
delphia casa d'aqui na qual mandaa ao
seu agente communicar-lhe certas insi-
nua^Sesmalvolasafim de me intrigar
contra o Sr., allegando declara$5es que
eu nlo fiz, e iotencSes que nlo Uve para
impedir associanaos como intentamos, e o
quetemiamreconheco que vosmec sob
easas impressSas tinha rasle de jalgar-se
offendido e prejadteedo por mime nle
quereodo ser jogaete de taes manobras,
desisto voluntariamente da continuado do
processo de injara que tinha encetado.
Lhe asseguro qae sempre proced esssv
sinceridade mesmo quando os meus inte-
rseos se separaram, e esorevo por aso
para que a verdade ser coobecida e em
desaggravo.de minha consciencia, podando
voamec taser o jniso que quizer.
JJULIAN VON HAUGWIT.
Est reconhecida a firma pele tabellilo
publico de notasCarneiro aa Cunha.
Vai sem commentarios.
Dtlmiro Gowieia.

Felicitado es
Acaba de prestar acto daa materias de
5.a anno de nossa faculdade de direito
sendo approvado plenamente, o intolligen-
te moco Alfredo Santiago que em seguida
recebeu o grao de bacharel em sciencias,
jurdicas e socaes.
Abragamol-o e ao seu Ilustre e digne
pai o major commendador Ernesto Jos
Felippe Santiago.
O publico vive preseenpade desojando saber
qual o meio de coonecer a anresa do sulphaio
de quinina, tao falsificado uestes ltimos temos
com a clnchonidina, saja fabncacao monta o
100,000 kilogrammas per anno, e que offerece a
mesmo aspecto simples vista. O nico meio
a analjse, mas esta difficil mesmo para os
pbarmaceuticos, porque requer instrumentos,
qoe nem sempre se possoetc. 0 mais seguro
comprar o Sotpbato de Quinina de Pelletier,
ou das Tres Firmas Nao aa oecessidade
de comprar an frasco; boje a casa Armet da
Lisie & C, su :essores do inventor, vende o sen
sslphaio em capsulas redondas e em frascode
100, 200, 5i0 e I 000 capsulas, qne os boticarios
podem vender em pequeas qoantidades. Elias
sao da maior eficacia, engolem-se mais fcil
mente do que as hostias medicamentosas, e nlo
alravessam os intestinos sem dissolver se, como
suctede eom as plalas e os confeitos.
dor
con-
Cura i* dios
Callicida Franco
Infallivel preparado, extrae sem
em oinoo das qualqner callo.
SIo innmeros os atteetados que
firman a eficacia detse preparad.
Por 21000 fio* se livre de to grande
imc mmodo.
Venderse em oaaa de
Guerrra Fernando d C.Boa do Da -
qne de Caxias n. 47.
Manoel Coliseo & CRa do Rosario
Larga n. 82,


Ha Ten i. o Correto do Povo em aeua Dameros
de anieHe a'em, bootea eboje encelajo oa toa
part editorial a tradocjao doa ti e calomnio-
sos artigos coaira a Compaobia N*v
Insurance- saWlcaioa no jornal New York
Ttmes de era YjiL folba que por eaae motivo
esta senito processaJa pela notaa directora, p .r
crime de injuria e calounla, conaiderei do meo
de ver, como represenu ote deata grande e im-
portante inatitugao do Brasil, dirigir ama carta
ao Redactor-chele do Correto do Povo, explican-
do oe tacto e apootando as enrgicas medidas
tomadas pela oossa din ctoria, atim de castigar
a Ntw-Yorh Tima pelo ieu cobarde ataque que
tem ido cas lioado pelos jornaes srioi da-
Juella cldde como scandaloso, malicioso e
espreiivel ; alguna jornaes at qualificando o
como o laudo de um co e a insinuajao covar
de do ase.esios anooymo.
Nao teaao, porm, o digno redactor cbefe do
Crrelo j Povo publicado a miaba carta, a petar
de pedido especial nesin seo-.ido, vejo-me obn-
fdo, em prol da verdade e jostica, a pedir a V
abrigo daa suas valentes columnas aliin de
reproduiir a dita carta, visto que as t aJuccOes
e traoscripces que o Correw do Povo esta pu-
blicando, nao eomente nao tm o menor viso de
verdade, mas nao tem materia que um jornal
que se preso publique na soa se (3o editorial
sem nteres le bast-nte avallado da parle de tor
ceiros.
Nao prelia lia prestar a menor attencSo a es-
tes artigos le ataques ce New York Times, por
que tioba certeza, naoe Jmeuie que es tiibuiaca
de Nova-Yo-k e o superintendente do Governo
que d chamado pela noisa companbia para pro-
ceder a iciquento das c ilumnioeaa assercOes da-
quella foloa, facilmeaia desmascararlam essa
torpe conspiruc&o, mas tambem porque eslava
convencido que o publica bast .ate sensato para
conhecer cabalmente a importancia, posico e
seriedade -a Companbia Neva Yok Life em toda
parte do mundo oode el a foocciona a 45 aonos,
para avallar conforme merecer acras c natureaa daque las publicadas no New York Ti
mu. Visto, purm, que o Correw do Povo tor
nou-se orgo daquelia lolha, aceitando na soa
paite editorialartigoa cuja veracidade j foi
officialme tic desmedid i jas suas proprlas co-
lumnas, pretendo publicar agora as folbas
diarias siias os diversos artigos dos priocipaes
jornaes de Neva York ; oroaes que se acham
indignados com o procetliieoto cobarde ao New-
York T mes que parece >ceupar naquella cidade
o lugar o antigo Conarto ettre nos.
Bis a carta dirigida por mim, bontem, ao re
daclor cbefe do Correw do Povo.
Soa com toda a considerado de V. S., atiento
venerador e criado
S. K rumas Benjamn,
representante no Brasil da Ntw York
Life Iasurauce 4 C.
Rio de Jan iro, 21 de Agosto de 1891
Aolllm. Sr. redactor-chefe do Correio do Povo.
Teodo deparado boolem e boje, na parle edi-
torial da 8Da cooceiluad folha com doas trans-
cripcOea de joroaes de N iva Y k contendo no-
ticias iLjuosas Companbia N" w York Life
Insurance, coxpre me como representante da
dita companbia no Brasil, avisar a V S. que es
tes noticias, originadas pelo New-York Times
nao tmenle foram desmentidas por ootras lo
Ihaa de N.w Yo'k, mas que os redactores do
dito jornal foram chamid. s aos tnbunaes pela
directora da compaabia New Yoik Life, que
reclama odemoisacSo de um milbo de dollars
por crime de calumnia e injuria. Alm disto a
directora da nosaa compaonia em Nova-York
pedio ao Governo qae mandasse Immediata-
mente o superintendele do depariam n de
seguros de vida proceder um rigoroso ioque-
rito na companbia para desmentir oficialmente
estas injurias e calumnias. E' para lamentar
que um Jornal como o Correto do Poto deixasse
entrar na parte editorial da soa folba transcrio-
jes desta ordem, coja procedencia sao diffi
cil de advinbar e que Umbem permittisse qae
se collocaasem, como acooteceu bontem na porta
do seo edificio, boiletins de seaaac&o sobre estes
artigos, apezar de ha ver sido publicado na ees
ma folba pelo espaco de quasi 15 das su;cessi-
vameote, um desmentido jfficial s ditas calum-
nias, desmentido que esi no dominio publico
desde o da 30 de Jumo prximo paaaaoo
como V. S. pote verificar pela leitura do Jornal
do Commercio daqoella data.
Nao ibeescrevi bontem mesmo porhaver un
dor redactores da soa folba promettido tomar as

ioas e inexactas,
inserir esta Da soa ea-
:ia amaaha, soa com toda cooaide
relo
De V. 8.
Att. Venr. e Gr.
(Aasigaado)
R. J. Kinman Benjamn
representante no Brasil da Nova York Life Insu-
rance Compaoy.
O Corre* 4o rovo e a Iew-
YOrk Ufe nranee Coaa-
pmmj.
Ao 1 Im. S:. redactor cbefe do Zonta/ do Com
rnerdo
Em data de boje dirig ao redactor-chefe do
Correw do Povo a carta, coja copia em seguida
publico.
DeV. S.
Atiento venera lor e criado,
R. J. Kmsman Benjamn
Representante no Brasil da Nevr-Yoik
Life Insurance Compaoy.
Ao redactor cbefe do Correw do Povo.
Li com especial atlenjao o artigo na soa folba
de boje a respeito da quextao das publicaco-a
calumniosas de New York Times contra a Com-
panbia.
Por mais que aprecie os sentimeotos de boa-
da le expresaos nesse artigo com referencia
mioba peasoa, nao posso, comiudo, reconcili ir
os seos protestos de pbilaotropia e de desinte-
rease com os fados reaes no caso verteote, visto
qae tenho excellentes ratO's para acreditar que
conbeco nao tornate o traductor ou traductores
desses artigos, mas tambem qaem sio es pnnci
paes motores oesse vergonhoso negocio, pelo
qual o Correio do ^ovo aufere lodubitavelmenle
lucro mais material do que nicamente a sa s-
facio de prestar um servico ao publico.
Limitar me bel por agora a reprodaiir nos
jvroaea diarlos daqoi o artigos de joroaes im
portantes de Nova-York que eslao em contradi
cao com o ataques virulentos e despeitosos do
New York Times, de que V. S. est publicaado
tradceles as columnas editoriaes do seu jo'-
nal; e ao mesmo temp como descj > proceder
para com V. 8. com a mesma lealdade de ac$o
pojsivel, qoe costumo faser para com todos,
julgo do meo dever avisar Ibes de antem&o qu .
logo que receber communicacSo lelegrapbica de
meus directores do veredtetum dos tribuoaes de
de Nova-Y ii k, a respeito do resaltado do qual
difficil de encontrar se duas opinies eutre gen
te que esteja em seo perfelto ju-io, bel de ser
obrigado a em pregar o mesmo recarao contra o
Correio do Povo, v|aio qae, segundo s leia que
regem todos oa pases bem regulados, e que
pelo Cdigo Crimioal do Brasil sei qae tambem
regem este pas,qoalquer pessoa oa pessoas
qae flserem imprimir ou publicar artigos. cen-
lenlo aaaerjOes falsas e maliciosas contra insti-
iuic6es tilos e estabelecidas, qoer do governo,
quer particulares, incorrem em peoas rigo*osas.
Si os artigos boaveasem apparecide na seccSo
dos apedidos qoalquer questao teria sido
intil perda do tempo, porque oa lrma do cos-
tme appareceria o iorvitavel testa de ferro;
como esses artigos, porm, sao puolicaos as
colum-ias editoriaes do sea joraal, tornando
desse molo os seos redactores responsaveis por
tssas transcriptas e capases de ser accionados,
ver-me-bei forcado em defesa dos interesses da
aoasi compaobia, n processar por perdas e dam -
nos todos os iodividoos que repreaeotam o Cor-
rew do Povo e cojos nomes Tm publicados na
columna priacipal da meama folba
Solicitando a co'tena da traocripgo dessas
liobas no seo numero de amaoni.
So de V. S atiento venerador e criadoA.
J Kinsmann Benjamn, representante no Brasil
da New-Y<;k Life Insurance Compaoy.
Rio de Janeiro, 14 de Agosto.
V/t. i
Acabo de verificar c
loso est aeado falsificado por algoem e em
luanto nao descubro esto alguem para contri
alie intentar a respectiva aceto nos termos di
ei, previno ao publico que teoba toda attoncSt
oara es frascos qae tratem o nome doautor
Kanoel Cantoso e do E xir Cardoso, cojo dep
tito na roa Estreita do Rosario n. 17.
Recift, 6 de Abril de 1891.
Manoel Cardoso Jnior.
Dentada ras artificiaes
Sob prsalo elstica, e preaalo pneu
matioa syatemas novissimos neate Estade
pelo cirargilo dentiata Numa Pompilio,
i ra do Bario da Victoria n. 64 1* ao-
rdadas 8 horas da machi s 4 da tarde.
O solicitador Alonso Jorge de Mello,
mudou seu esoriptorio para a roa do Im-
perador n. 75.
COMMERCIO
Banco da Bolsa
BKC1FK, 3 DE 8ETEMBE0 DE 1891.
Offereceram
SOO AccOes do Banco da
Bolsa, valor realisaco
de 40*000
SOO Ditos do Banco da Bol-
sa
SOO Accoes do Banco Pa-
pular
SO Ditas da Compaohia In-
dastrial Pernambucan
valor realisado de 80*
30 Ditas da Compaobia
Mercantil Agrcola valor
realisado de 80*000
SO Acebos da Esi-ada d;
Ferr j do Ribeiro ao Bo-
nito do valor realisado
de 100*000.
SO cebes da Estrada de-
Ferro do Ribtiro ao Bo-
nito do valor de 100*
13 Obrigaces t referen -
ciaes do Uippodromo do
Campo Grande oe jures
8 / do valor de 200*000
Vende; uomprar
45*000
48*000
10*000
100*000
100*000
70*000 65*000
70*000
210*000
Cambio
PRAQA DO BECD7E
Os bancos adoptaram b<.-je a laxa de 14 3/4,
offerecendo saccar a laxa mais favoravel at ti
7/8 no L'indon e 15 no banco oe Pernamboco e o
Crdito Universal.
Em papel particular nao consta transaccao al-
goma.
?ltA(,'A DO SIO DB JANBIKO
14 3/4 bancaio nominal pela manba saccando
mais tarde o London a 14 7/8 e afinal a 16.
TAXA BA CABA
Os bancos ahnram todis a 14 3/4, ao meiodia
cff reciam 14 7 8 e as 3 horas u P-riitmbuco e
o Universal aic.navam (ffeitas a 15
O mercaco fecboo ttrmt.
Papel par acular fui ,.ff .-ecido a 15 1/4.
Cota?oes d<; gestero*
A88CAB
Para o agricultor
Branco por 15 kilos. 3*400 a 3*800
Somenos idem idlos. 5*'00 a 2*4 0
Masca vado idem em. 1*900 a 21'0
Broto secco ao sol dem idem 1*800 a 2*000
Broto melado idem dem 1*300 a 1*500
Tem-se mlisado pequeoas vendas.
A exporticao at '28 do p~sssdo consta de
40.811 saceos e 5.793 rnicas parando 3.167.0o
kilos do oninco, 305 3li eaccrs e 90 harneas o'
mascavadu ssamo 991 l.o kilos.
Algodlo
Cota-ge nominal a o*it00. pelo de boas proce-
deoeias.
At 27 do pt.ssado foram exportadas 8fi96 aac-
cas e 1J7 fardjs pesando (l8.7(Kl kloa.
Ht falta de.pte pro >oco no mei ado.
Secci
Verdes n
Me
.ede l2kiLsa5D0 res.
:j3<* ei-.
rsis vendas.
' 27 do pasaado 19.151
Wta no rs
A IVew-York Ufe losnraoee
Foram cbamO' aos innonaes em Nova Yo k
pela companbia New- York L dactores do jornal New York Times por crim de
injuria e Cilumaia. A companbia New York
Life reclama um milbao de ddlars de mdemni-
saco
O New- York Times foi um dos jornaes que
com o World umbem de Nova-York, publicaram
os telegrammaa falsos sobre o Sr. Demetrio R
beiro quanoo este foi ministro da Agricultura
noticias falsas qae prodasiram impressio tao
deafavoravel, entre nos, a seriedade a'aquelUs
folbas.
Editorial do Diarw do Commercio, 19 de Julbo
de 189 1
AlCOOl
Por pipa de 480 litros 215*C00. v
Foram esportadas at 27 do pasaado 345 pi-
pas.
Mercado bastante animado.
Foram vendidas 30 pipas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 112*010.
A exportac&o al 24 do passado conato de
2402 pipas.
tabella das entbadas db as3ccab b al-
godIo
______ Mez de Agosto______
stesalador t* Bfarlaba
ConcerU-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja. chrouometros de
rmha; caixas de msica, apparelhoa elec
trieos, oculos, binculos oculos de alean*
ce, joias e todo qoalquer objecto tonden-
a arte mechanica.
* 9Boa "Larga do Rosario9
O Dr. Cyaneiro de Albaquerque, reti
rando se temporiamente pra o campo,
dixa aqui eBoarregado da sua dioica a
seas collegaa Drs. An. rade Lima e Fer
nandes Barros.
Para o engenho Utioga de Cima, onde
tem de ser fundada a Usini Marta das
Marees, junto a estayao de Ipojuca da via
ferr i do Recite ao S. Francisco, podem
os seos amigos e o'ientes maodar-lhes suas
ordens.
Dr. Smiles Barbosa
Participa aos amigos e olientes qoe
mudo.i ana residencia para a Estrada de
Ponte de Uchoa. n. 32.
O vinho do Dr. Johaaao do Psriz, reu
oe na oombinaglo mais proficua e agrada
el os elementos reconstituate e febrfu-
gos proscriptos pelos mdicos do mondo
inetro.
A's victimas dasfebres
O elixir anll febril Cardoso,ippr0
'ado em 21 de Marco deate anno pela aspecto
ia geral da juata de bjgieoe do Rio de Jaoeiro
'em boje apreseotar-se bomanidade soffredo
-a do mando iuteiro, como toboa de sal vacio que
io infelis naufrago Ihe enviada por mao omni-
ootente.
O elixir ail-febril Cardoso, applica-
lo em moitissimoa casos de febres. tem como
3or milagro, levantado do leito da dor a com pie
o< moribundos.
Este remedio, composto smeoto de vegetaee
ntoiramente lnoffeosivo, ainda meamo na mais
nimoaa e tenra crianca.
Aa scnboras, no estado de paridas, oa no pe-
udo de incommodos nafaracs, podem asar aera
eceio algum.
Este elixir j bem conhecido fe algaos Srs.
mdicos de todo o pas, o mais legaro e prom-
pto remedio contra as febres, e com eapeculida-
de contra a febre amarella, eryaipella e bexigas
de qoalqaer qualidade.
Entradas
Barcajis :
Animaes.....
Estrada de Ferro Ceotral.
dem de S. Francisco
Idem do Limoeiro.
Vapores......
Somma.....
AS8D-
car
Dias Saceos
1 a 31 3.398
1 a 31 424
1 a 31 1.224
1 a 31 2.349
1 a 31 298
1 a 31
7 693
AlgO-
do
Sacas
1.210
989
475
229
1.522
725
5.1U)
Importacio
Vapor nacional cjaboato* entrado dos
portea do aul em 31 do pasaado e consig
Dbdo a Compaohia Pernambucana.
Aseite 10 barra a GuimarSes & Va-
lente.
Cerveja 2 barricas e 11 caixas a Fraga
Bocha A C.
Caf 9 saceos aos meamos.
Pipas 21 a Antonio M. da Silra, 2b a
Jos Rodrigues Macieira. 22 a Pereira
Pinto d C, 22 a Pinto Ferreira g C.
Piassava 8 fardos a erdem.
Vapor fraocez Orenoquei, entrado doa
portes da Europa em 3 e consignado a H.
Bjrlo & C.
Ameixas 12 caixas a Carvalho & C,
LO a Das Torrea A C.
A nostrss 4 volaoaes a ordem.
Cognac 2b caixas a L Alheiro d C,
200 a Ramos Creppert & C, 300 a Sulaer
Kauffaiann & C.
Uicl 1 voinme ao Diario buco., 1 a> Jornal do Recife.
C< nberva 11 caixaa a A. Labiile, 10 a O.
Pluyu & C, 10 a ordem, 9 a Lopes Alhei-
ro & O.
Ditas e licoras 10 caixas a J. B. de Car
valho.
(Joafeicfies 1 caixa a Amorim Irmlos
& C.
Champagne 8 oaixas a A. Labiile.
Uc.-.e t caixas a J. P. Ramos.
etrato di tratos 10 cjixas a Man el
Silva & C
Joias 2 caixas a J. Krause & C.
L arca 10 caixas a Sufoer Kmffmsni
& l).
Lirros 1 caixa a P Garard.
Mrc*doras 2 c.ixai a S'iU Casa de
ftfiaetoerdia, 1 a C. W (mano
Maoteiga 3 oa xa a t M dt Barroa.
Poriumaria 1 caixa a O Wachamann, 1
a Oli-rein. Bastos & C.
Porcelana 2 barricas a A. Vieira & C.
Pianos 1 caixa a Madame Lacia Couset.
Papel 2 oaixas a Aseredo & C.
Ditos e livros4 caixaa a J. N. de Sou-
n & C.
Qaeijos 40 caixas a C. Pluym d C.
Quadros 1 caixa a ordem.
Relogios 1 caixa a E. Goetschel.
R jupas e livroa 5 oaixas a Morsal.
Sardinhas 2 volamos a J. P. Ramos.
Vi abo 7 barris a Paul Julien, 8 a C.
Pioym & C, 3 a Parete Viaqoa & C 54
caixas a Sulser Kauffmsnn & C, 2 a B.
Howad.
Vapor francs c Congo i, eotrado dos
portos do sol em 3 e consignado a H.
Burle d C.
Xarqae 330 fardos a Pereira Carneiro
4b O., 275 a Amsnm IrmSos & C.
A's utas de i em 1
aoras em ama cotber das de topa chela d'agua
fra.
De um anno a tres 12 gotlas ; de tres a des 20
goitas; de des aonos em diante 30 goitaa.
Os Srs. clhicoa podem augmentar ou diminuir
al 60 gotia? por dose.
Depotitos;
Recife :
Compannia de Drogas e Productos Cbimicos.
Santo Antonio:
Nacional Pnarmacia, roa Larga do Rosario
o. 35.
Pbarmacia Oriental, ra Estreita do Rosario
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Marti is, roa Duque de Caxias n.
8.
DEPOSITO GERAL
Vendas em grosso e a retalbo.
ftaa Estreita do Rosario n. 17
PMBK4MBUCO
N. 136
Recife. 20 de Ju'ho de 1891.
IIIoj. Sr. Maooet Cardoso Jnior.
Nlo posso detxar de levar ao seo conbecimenio,
o resallado em mtm operado com o oso do sea
preparado e inventoo elixir antifebril Car-
doso.
Sendo accommetlido de febre intermitente,
como foi verificado por om Ilustre clnico d'esta
cidade e receitao 'o-me eate, o sulfato, do qual
fes aso sem obter resallado, foi por om amigo
meo indicado o seo admiravel anii-febril que com
doos vid ros tquei completamente corado em 2
das.
Acceite, pois, o meo agradecimento por too
admiiavel cara, ceno de qoe jamis deixarei de
acooselbar aos meas amigos um tao importante
remedio, e por ser este o meio de lbe provar o
meo reconhecimento, aotoriso Vmc. a faser d'es-
a o oso qae Ihe convier.
Soa de Vmc. criado obrigado.Albino Gomes
Alves.
N. 137
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jsnior.
Soffreodo ba 21 das de orna febre de mo ca
racter mioba prima de nome Mana Julia, de ida-
de de 5 annos, depoia de ter lanzado mao de
muitos medicamf otos, sem tirar o minino resol
taao, resolv comprar um frasco do sea elixir
unti febril, e com tonto felicidad qoe oo lim de
II das achava-se a pequea reetabelecida com-
pletamente, pelo que passo lbe o presente e au-
toriso-o a faser o u Recife, i5 de Jalbo de 1891.Jo Alfredo Qo-.-n
tal.
N. 138
Recife, 29 Abril de 1890.
lllm. Sr. Manoel Cardoso Janior.
Deciaro que sabendo pelo Dr. Miguel de Fi-
gueiii, qu o elixir anii febril, com certeza era
remedio e ar para qoalquer lebre. qaal fosse e
aeu carcter, reaolvi-me a faser aso d'elle, e foi
prodigioso o seo effeilo. em um doento qae ba 6
das tloba febre com carcter d^ intermitente, o
qoal em 3 dias ticou completamente reslabele
cido.
Podendo Vmc. taser u;o d'eata micha declara-
cao como bem Ihe approover, que para ver-
dade, loe soa enmm; mente grato.
Amigo venerador.Ignacio Barroso de Mello.
N. 139
Cidad&o Manoel Cardoso Jnior.
Communico lbe que acbando se accommettidos
de varilas tres doa meus filhoa, e lembrado, de-
poia de haver applicado varios medicamentos
qoe nao prodasiram effeng, recorr ao elixir
anti febril Cardoso de soa ioveDCio, qae em poa
eos dias resiabeieceram se.
Cbeme toitemnobar lbe o meo reconbeci
ment pelo seu immediato curativo. Da presente
aotoriso-Ihe a faser o uso qoe lbe convier.
Da-Vmc. ltenlo venerator obr gado.
Eacacamenlo n. 12.Recife, 25 de Jalbo de
1890Adriano da Rocba Pereira.
N. 140
Cidado Manoel Cardoso Jnior.
E' com grande sala iacao que atiesto o valor e
a eficacia do sea piodigioso especiBco contra a
febre; p>rquamo tendo apparecido meo ibo
Gustavo com febre de carcter mo, e nao sendo
uos8vel ceder da soa inteocidade, resolv con-
aelhoa de um amigo a applicar o sea especifico,
e com muito prs-er mea vi desapparecer em 2
dias a lebre, reatabelecendo-se em seguida o
mea estimado 810o.
Pode Vmc. faser oao da presente como lbe
convier por ser a ve- dade pora.
Recita. 26 de Fever iro de 1890.

Di Vme. ado.Victo
rio Jos Sldanos.
(Todas as firmas estao reconhecidas).
GabiBetc-Bcdco-cirargico
Dr. Pont nal nao podendo com paree e
ao sen consultorio diariamente como ser
fas preciso para r< gularidade do servioo de
consultas, resolveu de accordo com o Dr.
Joao Rangel alternar este serrico na or-
dem segninte :
Dr. Pontoal nas segundas, qnartas e
sextas feiras de 1 as 3 fas da tarde.
Dr. Joao Bingel n a tercas, qumtaa e
sabbados de 1 oa 3 horas da tarde.
Ao commercio
Francisco Antonio de Britio & Pilbo, previ-
neo ao commmercio qoe, acontar de boje, pas
sou sua casa de commissao a roa do Hom Jess
n. il, a firma Francisco Faustino de Britlo & C,
com todo seo activo e passivo.
Recife, 1 de Setembro de 1891.
Cidade de Pelotas
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. /os Alvares de Souza
Soares, om excelleote medicamento,
empregado com muito bom resultado nas
molestias brinco pulmonares.
Dr. Seraphtm J. R. de Araujo.
( Est recooi.ecida a frna ).
Sede pois prudentes e precavidos con-
tra o psrigo muaindo tos immediataoen-
te do maravilhosi Peitoral da Auacahuita
Em suas qualidades calmantes e saloti-
feras se encontra a verdadeira segoranca
e a propna vida. x
Nem a toase, nem as irflammac8es da
garganta, nem as cooStipacSes e catarrhos,
nem a asthma, nem a irrita So dos pul-
mSea ; finalmente nenhuma enfermidade
pulmonar, precursora da thisica c infirma-
da, podem resiatir a sua poderosa iofluen-
cia curativa ; o seu poder immenso, o
sea valor impagavel.
Jomo garanta contra as falaificacJtes,
obseive-se bem que os nomes de Lanman
& Kemp veobam estai pados em lettras
transparentes no papel do livriaho que
aerve de envoltorio a cada garrafa.
Aoha-ae a venda em todas as boticas e
drogaras.
i
\
-S&GBf&~-
Panta da Alfaaeca
SS9UM* DB 31 OC AG0ITO A 5 DS SSTEMDBO
dk iyi
Ucool litr.-.
Ugodas em siu
arros com caso.
\ssucar refinado
issucar branco
iasucar mascavado
dagas de mamonas
J
fcMllJ
(sil*) .
failo)
(tilo)
rSorracba de leite mangab. (kiloI
Cachaca ... .
ooros seceos espichados (kilo) .
Jouros seceos salgados (kilo) .
loaros verdes (kilo).....
Coarinbos (om) ... i 300
.reos de algodio (kilo) ... 3 J
Jarrapateira (kilo)..... 133
^rvo de Cardiff (ton.) .... 26*000
330
S33
80
262
180
113
133
1*333
190
500
493
330
0 Peilorai de Cambar
Sempre foi, e ser o principal remedio
garantidopara as molestias do laringe
br nchios e p.lnCa.-.
A bronchite, asthma, mal do peto rou-
quidao, larynge, coqueluche e qualquer
tosae, por mais grave e. antiga que seja,
coram-se com o Prttor*l di Cambar,
medicamento approv&do pela juata central
de hygiene publicr, premiado com doas
medalhas de ouro de priraeira ciarse e
rodeado de valiosos att stados medicas e
de innmeros de pessoas curadas. Ex ja se
a firma do auctor :
J. Aleares de Souza Soares.
Vendc-se nas prinduaes pharmacias e
drogaras Precos : frapri 2^30C. msia
duzia 13/5000, djzia 2U OD.
E' un co agen o o d-'p .tarii nest) Es-
tado a Oompanhia de Drogas a Productos
Chimicos, a ras Mrquez de Oliada n.
23, e Larga do Rosario r.
Pergal as nipurtanlissimas pira
os enieinios
Se por acaso vieseis que um perigo
eminente vos acercava, esperareis volun.
Unamente que o seu contacto inevicavel
vos privasse da vida ?
Se umi grande e calamitosa inuunda-
cSo vos ameayasse ; par ventora fiearieis
quedos e tranquillos at que a meama
vos viesse arrebatar ?Por certa que
nao!
Sabis, pois, que se nao faseis cuso de
urna toase, de um catarrho, o de urna
dor de garganta, isto podar-se ha toma-
ta o fatal como um incendio ou urna iaj
nundacZo.
Cada um accesso ou paroxismo viole ato
de tosse, um golpe que debilita a proa-
tra vOBaa vida.
e>.!>oriaco
asar.
2 DB SSTEMBHO DS 1891
Para o eiterwr
No vapor allemao Paranagu, para H m
bureo, carregaram :
Boretelman *':., 1,9U0 saccas com 139,232
kilos de algodae.
'Companbia de drogas e productos ctiimico3,1
oarncao com 100 kitoa de borracha de maoga-
eira.
No vapor inglez Merchante, para Liverpsol,
carreearam :
J. Pater & C, 11 saceos com 8,775 kilos de
assucar mascavado.
6. de Mittos rmo, 59 barucas' com 9,630
kilos de bom cha de mansrab lia.
No lugar po-tugues Mario, para o Porto,
carregoo :
Tneelonio Ramos, 100 saceos com 7.500 kiloa
ds assucar branco.
Para o tnUrior
N vapor nacioial Nbula, para Rio de Ja-
neiro, carregou :
C. J. da Silva Gjimdr&ea Jnior 300 saceos
com 48,000 kilos de assucar branca.
Para Santos, erreearam :
3. Guimares & C, 30 pipas com 13,800 litros
de alcool.
Na vapor fraices Orenoque, para Uruguay
ama, carreou :
\. Guimaraes, 500 siccos con 37,500 kilos d?
assucar brauci.
Nj hia'.e naciooal Camela, para Maco,
carree-ram :
C. Barbos. 20 taxas com ifJO kilos de sabo.
M. Vidga< 4 C, 5 parrafees e 10 caixsa co n
2i6 litros d gen bra. 3 barricas zom 270 kilos
de assucar braoco, 3 caixas cim 60 kilos de
rabio e 2 garrafdes 'om 0 litro i de geneb'a
Na barca); Picforta, paia Bibia da Trai-
(ao. carregaram :
Sioto^, Lope* C, 6 caixas com 150 kilo3 de
i el barricas com 120 ditjs de assucar
refioado.
no h;ate YieUr'a, pira Uossor, carre
coa :
H. R-ib-illo, 10 saceos con 800 lit-os de feijio.
No hiato i aciooal Cam/a, para Mossor,
carregou :
H. R-bello 5 rjarricas com 520 kilos de asso
car'braoi.0.
Pa Maco. carregaram :
H. Bjb-lio, II barricas com 660 kilos de
do e l5jli:as com i,70C uitja de
dito branco.
M. Viegas 4 '., 10 caixaa e 10 garrafdes com
246 iitr a de genebra, 3 bar cas con 270 kiloa
sacar branco e 3 c b*v.
:ac4o (kilo) ....... 400
'jse bom (kilo)...... 14000
Jal restolho (kilo) ..... 800
Carnauba (kilo...... 500
:>ra vegetal (silo)...... 500
Canoa (li ro)....... 195
Cal (litro)........ 10
annna de mandioca (Uto), r 66
Jenebra (litro)...... 38
Graxa (sebo; ...... 500
iaborandy (em folha) kilo ... 200
le (litro)........ 90
sulho (kilo.......a 70
Phospnato de cal da liba Rata (tone-
lada) ......... iMflM
Pelle de cabra (canto)..... 136*000
PeUe de carneiro (cento) .... 1364000
Sement de carnauba (arroba)
ota fmeio)....... 34250
fatajaba (kilo)....... 40
Faboas de amareilo e a zjraactice-
(di2.a>........ 10W
Steaditaeatoa jubileos
kiaz D* EITEUBBO DS 1891
Aifojnegi
Keaoa geral
Do oa 1 a 2
Idem de 3
99 343*343
45707e61
Renda do Eslade
o tia 1 a 2
de:tt de 3
9;59j543
o 312*090
15:03U< 561
14:907/633
Somma tota! 159.959194
ejznndaaccodaAKandega de Peruammit',
Seiembro de 1891.
v tnesoureiro,
Florencio Domtogaes,
Seivicdo de chefe da aerjao.
Joaquim Elvira P. Magalhes.
Keeebedtrla do Caado de
Pernanbaeo
lil 1.4994
im OS 3 33251
1 8314716
Recir Srainag
: 1 a 2 50i9i5:0
u de 3 l:92i)617
6:9804177
Movisaento do porto
Navio entrado no dia 2
Bordeaux e escala14 dias, Vapcr fran-
cs Orenoque de 2459 toneladas,
commandante A. Brete!, eqnipegem
122, carga varios gneros, a H Borle
Navios taidos no mesmo dia
Buenos Ayres e escala Vapor f.-ancez
t Orenoque, commandante Bretel, carga
vaiios gneros.
Estados Unidos Barca sueca Darin ..,
capitSo J. Westnrlued, carga aaaucar,
Maco Pataoho hollandes Broeder-
trawo capitao B. D. Kippen, em las-
tro.
creado Xualcipal de fost
O movimento ueaie mercado no dia 2 de
Setembro foi o segointo .- Entraram :
41 bois pesando 5015 kilos.
302 kilos de peixe a 20 ris 64040
10 cargas com anana a 200 rs. 24< 0
55 ditas de frnctas diversas a 300 rs. 1645
2 cargas com gal liabas a 600 rs. 1*200
2 casau com gallinbas a 400 rs. 4800
32 columnas a 600 rs. 19A20u
8 sainos a 200rs. l*60u
30 toboleiros a 200 re. 6Oou
50 compartimentos com farinba a 500 25*000
Barra Mansa
O Peitoral de "amb-r, importante pre-
parado do lllm. Sr. J. A. de Souza Soa-
res, de Pelotas, pessus pr pried .des bal-
smicas prenunciadas, e exerce i; fluencia
benefi a cm todaa aa aff^ccSea catharrae,
principalmente nas do apparelho respira-
torio a genito urinario.
As afiec(*es catarrhaes da larynge, dos
bronchioB, da bexi^a, qua do primitivas,
cedem completamente ao uso reiterado do
Peitoral do < ambara.
Aa secrecSes muco-purulentaB, sympo-
maticas da tuberculoso pulmonar, moii-
ticam se varita.) m&rn nte, tornando mais
desembarajado o campo da hematose pul-
monar.
IV, portado, o Peitoral de Cambar, um
heroico meio preventivo e um auxiliar no
rratamento da tys:oa pulraonar tao frequen
te no Brazii.
Dr. Urias de A. Silveira.
(Est recoahsC'.d* a firma. )
.
----------------s4s-----------------
Dr. Freas Gnmar-s
Especialista em febres, molestias pulmo*
oares e de araaesA d consultas de 11 a
1 hora da tarde na ra Duque de Caxias
o. 55, 1. andar e reside no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292:
Ao alcance de todos
32 ditos de comida? a 500 rs.
i 15 ditos de legumes e fazendas
400 rs.
14 ditos de sainos a 700 rs.
9 ditos de freasura^ a 600 rs.
2 ditos de camarOcs a 200 rs.
50 tainos a 24
Rendimentos de 1 do crreme
164M0
46400
9/8 i
5/401
24-0
10040-.'
2574940
2524160
5io;ioo
Precos do dia :
Carne verde ce 3i0 a 560 ria o kilo.
Sainos de 56o a 640 reu dm
Carneiro de 640 a 800 ria idem
Farinha -lo 240 a 400 r;s a caa
Mimo de 360 a 600 ria dem.
Felino do 500.a 4800 idem
Taporas a enerar
HKZ DS SETEMBKO
Kul.......... Jachupe.......... 4
Earcpa,........ Concordia......... 4
Norte........ tmince........... 4
Sol......... Paraguassu'....... 4
Norte........ traztt............ S
Sul.......... Pemambuco....... 8
Sul.......... Adcance.......... 10
Europa ...... Thames........... 10
Sul.......... Magdalena........ 12
Norte........ laaos........... 13
Sul.......... Para.............. 19
Sul.......>.. LaPlata.......... 19
Norte ... Alagos........... 21
Sal........ spittto Santo..... 23
Europa....... Tomar............ 24
Norte........ Mar.inftoo........ 25
Sal.......... Rrazt............ 30
Vapores a saist?
UKZ DB SETEMBKO
. CoacorJia......... 4
.. Finance........... 4
.. Paraguassu...... 5
il.
Sul..........
........
sui.....----- Brazl
Sal......... Nbula.....
Norte.......iaboatao ...
Sui ......... Pemambuco
Sal ......... Una.......
iS
as
as
5 aa
5 as
7 as
9 as
9 aa
Norte........ Adcance.......... II as
Sal
Europa......
Sul........
Norte........
Europa......
Sul.........
Norte.......
Sol
Thames............10 as
Magdalena........ 12 as
Mandos.......... 13 as
Pan............. 20 a3
La Plata.......... 19 aa
Atagoas.... 21 a
Espirito Santo..... 24 as
2
12
2
K
5
5
5
5
2
2
2
5
5
11
5

Dr. Joao R ngel
Avisa aos seus clientes e amigos, que
mudou-se para a roa do Barao da Victo-
ria n 25, 1. andar, onde pode ser pro-
curado para os misteres de sua protusSo
a qualquer hora do dia ou da noute .
Consultas nas tergaa, qaintas e sabbados
de 1 s 3 horas da tarde no largo do Cor
po Santo n. 9, primeiro andar.
Telephone 161
Oculista
Dr. Brrelo Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1*
tnchr da casa ?. 51 roa do
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Seta de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Dr. Silva Leal
Medico occlista
Becentementj chegado da tiluropa
oom pritica nos principies hosptaes e cl-
nicas da molestias de ottot de Pars, d con-
sultas todos os dias uteis das 11 s 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, ra
Dique de Cuxiasn- 73 Io andar, entrada
pela Prsc> de 17, n. 73, (antigo Largo do
oilegio).
Residencia a ra BarSo do S, Bnrja n.
16. Telephone n. 507.
Chmalos por esenpto, em sea consol-
Norte ....... BraiM
Tomar........... 24 as 11
Ataran A ao......... 25 aa 5
b.
h.
i
HHLH
rio
residencia, e na pbarmacia Martina
Dr. Nune> Coimbra
ClnicaMedico Cirurgica
Especialidades : febres, partos, moles-
tias de senhoras de oraancas.
Ohamados a qni:>u:r hora na sua re-
aidonciaCaminho N%va n. 163, junto i
wtaclo; on no sea co si-ltorio, ra Mar-
jues de Olinda n. 56, n 'e d consultas
ua 11 s 1 horas.
Telephone a. 387
i
1
T
1
Vendas a dinheiro c>m descanto de
10 por cento
A N va Espeanga cha B a a attenco
para o segninte :
Todas as qiintaa feiras vender se ha
qualquer mercadoria com o deaco.it > ci-
ma os saldos e retalhos por menos do
eusto.
O grande sortiment das seguintes mer-
caderas convidas azerem urna experien-
cia.
Fitas, leques, sortmento de meias para
senhoras, crianzas e homens, rendas bran-
cas, pretas a de cores, bordados,^ a.- n-
tat-s para crianzas, costuues de brim, ca*
pas de feltro enxovaes para baptisados,
bonecaa, relogios, preparos para vestidos,
jarros, candieiros, lampariuas, gravitas,
coilarinhoa, paahos, abarturas para cami-
sas, b o toe i de todas as q ia! i dad es, qua-
dros, espelhos, bolgas, artigoa para pre-
sentes, objectos japoneses, albuns e qua-
dros para retrat s, preparos para borda-
dos, linhas brancas e de cores para cro-
chet.
E muitos ontros artigos de miudezas e
mas que nlo difficil ver.
A Nova Esperanza
63Roa D'uqie de Caxias-63
Pedro An tunes & C.



-
-,-
V


I
J>
Ji

Se )ro de 1891
Te r miua a horrivel dor de den tes maca
o ex alienta proparado de Manoel Cardn
Jnior.
.ks carta* que lhe tem sido dirigida
palos jornaes de miaorciroulacao, attestar:
(Acacia.
Depsitos:
drogara dos Srs Francisco Manoel di
ira & C, na do Marques de Olindj
a. !*3.
Pharmacia Martina, na Duque
Oajoas n. 88.
l'harmacia Oriental, ra Eatreita d.
Lioearie n. 3.
f harmaoia Alfredo Ferreir, ra di
Bario da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes ra largt
o Rosario n.31'

I
i

Dr. Mello Gomes
Medico operador parteiro
57Ra do liarlo da Victoria57
(defbontk da BA DE 8. AMASO)
Onde tem conaaltoMo e reel-
dvnclat po ieodo sr encontrado e
recebendo chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de senhoras edos pultnoes, syphilis
m geral, cura rpida e completa e ope-
acoes de estre. tameatos e mais soSri-
inentos da urelra.
Acode de prompto a chamados para
lora, a qualquer distancia.
Telenfcone a. 13
)
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especial)
d ide de molestia de senhoras e creacca
Consultorio e residencia ra da impe
acria n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 s 10 da manhS.
Chamados (por escripto) qualquer hora
TKLEPHONK N. 226
reito.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei ptssar o presente edita!
que ser mudo no lugar do costume e
delle eztrshi urna copia para ser remettida
ao Exm Governsdor do Estado para o fim
indicado no srt, 157 do citado decreto de
28 de. Abril de 1885, oom declaragao do
dia da;fflxac2o e publica 9B0 do presente
edital
Dado e passado na villa de Belmonte
aoi 20 de Agost. de 1891.
Eu, amonio C orado de S, escrivSo
interino esorevi: Joaquim Agripino de
Mendonca SimSis.
Certifico que pub iquei e affixei nesta
data na porta aa Intendencia Municipal
desta villa o id tal do Iilustre Dr. Juis
Municipal pondo em concurso os cffi:ios
de 1' tabellilo do publico, iudicial e no
tas e escrivSo de orphSos e da provedoria
de capellas e residuos e de 2 tabellilo
do publico, judicial e notas e escrivSo
das execucSes civeis deste termo de Bel
monte.
O referido verdade, don f.
Villa de Belmonte,, aos 20 de Agosta
de 1891.
O offiial de justica, Manoel Ferreira
de Carvalho.
Era o que se coatinha em dito edital e
certidSo ao que me reporto e don fe.
Villa de Belmonte, em 20 de Agosto
de 1891.
Ea, Antonio Conrado de S. escrivSo
interino, escrevi.
Confer e assigao, Antonio Conrado de
Si.
HIPPODROMO
oora
THEATRO
m iiiiiiiiiTi.ium
%5bsV
PROGRAMMA DA 5/ CORRIDA
QUE SE REALIZAR,
.A'
Domingo, 6 de Setembro
ADVOGADO
Dr Clodoado Lopes
Eacrlptorlo
Roa Estreilj do Rosario n. I

liedico
DR. TAVARES DE MELLO

r jrmado pela Faculdade do Rio de Janeiro,
ten do-se dedicada com especialidade a
tnerapentica moderna das molestias de
pelle e syphilis, aa polycnica geral, a
cargo do Dr. SiMra Araojo, onde servio
como sen ajndanto ; d cousultas de 12 s
3 horas no largo do Corpo Santo n. 15 ou
aDar, e recebe chamados a qualquer hora
n emana evidencia, largo da Paa n. ifij
WAiogados. A
*m*----------------ot
Dr. Bastos de Olive Ira
Medico operador e parteiro
Tem o seu consultorio ra do Marques
de Olinda n. 1, 1. andar, onde pode ser
procurado todos o das uteis de 1 s 3
horas da tarde.
D consaltas em sua residencia ra da
Imperatris n. 21, 1.a andar, das 7 s 8
horas da manhS.
Chamados a qualquer hora.
Telaphone n. 365.
EDITAES
5a SeccSoSecretaria do Goverao do
Estado de Pernambuco, em 2 de Setem-
bro de 1891.
Do ordem do dotembargador vice-go
vernador do Estado faco publico para os
devidos effeitos o edital fcbaix) transcrip-
to pondo em concurso as serventas vi tal i
mas du cfficios de 1.a tabelliSo do publi
co, judicial e notas e escrivSo de orphSos
e da provedoria de capellas e residuos e
de 2* tabelliSo do publico judicial e no-
tas e escriva o das execnc,8es civeis do
termo de Belmonte.
O fecretario,
Francisco de Astis P. Rocha.
EITAL
0 Dr. Joaquim Agripino de Mendonca
Sin;las, juiz municipal e de orphSos
do termo de Belmonte, Estado, de Per-
nambuco, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presen :e edital
virem e delle noticia tiverem e a quem
interersar poesa que, de conformidade
com o artigo 1 do decreto n. 3322 de 14
de Julho de 1887, tica marcado o praso
de 30 das a contar da data das affixa-
>;3es deste edital pura o concurso e pro
vimento vit licio dos cfficios de 1 tabsl-
.io do publico, judicial e notas, escrivSo
i orphSos e da provedoria de capellas e
asiduas e 2 tabelliSo do publico, judi-
al e notas o escrivSo das exec cBes ci-
veis deste termo do Belmonte annexo a
comarca de Villa 3ella como determina o
decreto de 30 de Janeiro de 1834, os
quaes ofjios eBtSo vagos desde a creacio
do referido termo de Belmonte, por decre-
ti do Exm. governador do Estadod-s 2 de
Oot-ib.ro de 1890.
E portante convida os pretendentes
serventas de ditos oficios a apresentarem
ae der.tro doprsso marcado com sens re
querinientos datades e assignados por si
ou poi' seus procuradores e acompanhados
de certificado de exame de lingua portu-
gaeza e arnhmeticn at a tbeoria das pro-
poryosB, auto de estae de suficiencia,
olba corrida, certidSo de idade e no caso
de serena menores de 30 annoa, de terejn
sfeito.ss-briganes do srt. 9 da lei
n. 2&S,5 de 26 de Setembro de 1884 altea-
ndo medico de capacitUde phvsica o mais
docum sotos exigidos pelo decreto n 9410
de 28 de Abril de 1885 de c. formidade
com o qual declaro oue Jo sentos os
doutor?s e hachare i < m rireito os avo-
gados ntida qu t i rovisioi .dos. serven-
tuario de ig r*** de exhibir d
1 corrid < > (rcer> n lu ccoes pu-
bhcas ii u"( etwctiva efinalmente
que ii nci i exigida quan-
d ar ser o pre-
,que na falta
le ?
O Dr. Jos Jaliao Rigueira Pinto de Sou-
za, jais de orphSos da comarca do Be-
cife do Estado de Pernambuco, em vir-
tude da lei etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem ou delle noticia tiverem, quo no
dia 4 de Setembro prximo vindoare, o
agente de leilSes Augusto Cesar Ste; pie,
no armasem da Ra 15 de Novembro n.
39, levar a leilSo publico, as 11 horas
da nanhS. os bees seguiotes :
Um relogio de ouro Rem cadeia doube de ouro com medalha.
Um par de isotScs de ouro para punhos,
Um anel com um brilhante grande.
Um botSo para abertura com um bri-
lhante grande
Um alfinete para gravata cravejado de
diamantes.
Tres botcJes para abertura om um pe-
queo brilhante cada um.
IX-z mei'aguas a travessa do Bandeira
on becco do Carvalho ns. 2, 4, 6, 8, 10,
12, 16 18, 20 e 32, com porta e janella
de frente, urna sala, um quarto o cosinha
interna, avahada em 2G0 cada ama.
Os beos cima indicados vio a praca
a requenmento de D. Maria Jos dos Pra-
seres Pocas, viuva de Jos Francisco Po-
cas.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente edital,
que ser publicado pela imprensa e affi-
xado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Reci-
te de Pernambuco, aos 29 de Agosto de
1891.
^screvo e assigno. Recife, 29 de
Agosto de 1891
Eu, Jos Maria Ferreira Franca, esen
v3o interino o escrevi.
Jos JuUiio R. Pinto de Souza.
\omri s a Pello* Malura-lid. 0 9 3
Cor alo veall-
Proprletorioa
i*. PareoPorohyfeo1X09 metrosAnimaea de Pemambuco que no teoham ganho nos
prados do Rdcie at esta data. Premios : 200JC00 ao Ia, 40/000 ao r e 20/000 ao 3
1. celta da 1
tro GOUNOD :
SOCBDADB ANNIMA
ARIOIV
ESTA^O LYRICA DE 1891
AM4^iBASabbadoTdcSccmbro--AMAKHA
serie de assignatnra com a opera em 5 actos do mies-
FAUSTO
Desempenhada pelas Signoritas Marcelina SjRASTELLI PARODI; Paohna
ALBERTI e ANTONIN1 e pelos Signores SALVI ; MASSINI e MELON-
CELLI.
A?s l j horas em ponto
DOMINGO-6 deTSetembroDOMINGO
representaste da opera
1 .a recita da *l. serle de assignatnra, segunda
5 sct.s do maestro GOUNOD :
Miliador
Prometheu...
Camponez...
Cberie.....
5Pirabv.....
6 Morenor...
7 Maodnao
Pirata ......
Fiautis a...
lUlRosa Braoca
Castanho----
Rodado......
Baie........
Rodado .....
Baio.......
Castanho ...
Baio........
Pre'o........
Castanho..
Russa.......
?eroamb.. 33
85
* 58
53
88
c 88
c 85
* 83
85
33
Grenat e onro.......
Preto, braaco e ene...
Asal, violetae ouro...
Azul e encarnado.
Azul e encarnado___
Encarnado..........
Grenat eazol.........
S A. *.
Cond. Nerundio.
I. P. Santos.
Cond. Provinciana.
A. A.
J. J. dos Santos Jnior.
A. A. Paes Barretto.
J. G. C. d'Albuq.
X. A. Babia.
R. S. da Motta.
2. PareoPor*i.000 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ganbo at 31 de
Maio de 1891. Premios: 200/000 ao i*, 40/000 ao i" e 20/000
1 Nyclheroy
Gulaor ...
Tiberio-----
Yambo-----
Cljde.I...
Eciypse 2*
Marojo 2*.
Castanho.....iPernamb.
Ziino.......I
Rodado......I
Ca>tanho___
Rodado......I
Preto.......I
Rodado......I
55
55
37
53
53
55
57
Ouro e preto.........
Azul, violeta e ouro..
Azul e encarnado___
Eacar. e bonet preto..
Amarello e preto
A. Taques.
Cond. Provinciana.
A. F. Neves.
Cond. 1 de luoho.
F D <:. Pessoa.
J. M. Wanderley.
Preto eazul.....;...lM. a
3.* Parcosilo Grande do Norte1000 metrosAnimaes de Pernambuco qne nao tenbam
giobo em distancia superior a 900 metros al 31 de Julho de 1890. Premios : 250/000
ao 1*. 80/000 ao 2* e 28/000 ao 3*.
Pyrilampo .. Potos...... Vivaz ...... 8 8 8 8 Tjrdilbo .... Castanho---- Pernamb.. 61 61 59 87
Ouro e preto........
Preto, uranio e encar.
Grenat e ouro........
Verde e amarello
J. E. Ferreira.
J. C. S.
P. R. B.
A. choi.
4 Pareopioot1.030 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tpnbam ganbo no Prado em
1891. Premios : 2CO/000 ao 1, 40/000 ao 2' e 20/000 ao 3o
FAUSTO

8 i|t horas em ponto.
Est a disposicjlo do publica a troca de recibos por bilhetes, hoje das 10 s 3
horas da tardeBanco da Bolsa.
Haver trens para Apipucos e Olinda e bonds para todas as linhas.
O resto doi bilhetes venda no theatro das 10 horas da maubl em diante
no dia dos espectculos.
Tabella dos precos

Camarotes de 1.a e 2.' ordena.
< < 3.a (dos de frente). .
(dos de lado).
c 4.a ordem com 5 entradas.
Cadeiraa de 1.a ordem.....
c c 2.a ordem.....
Plateas....... .
Paraizos.........
25.J000
16*000
14*000
8*000
5*000
4*000
2A000
1*000
llGalaor.
21 Ally___
3 Tbisbe..
Pombo-Preto
Hercules-----
Gerfant......
G o o d-M o r-
niog.....
Dublin......
Ida..........
Zaino........
Castanbo....
Pedrez......
Cachito.....
Rodado......
Zaino.......
Rodado.
Pernamb.
53
3?
33
58
87
67
57
87
59
Azul, violeta e onro..
Violeta e ouro.......
Azul e encarnado
Braaco e preto.......
Atol, preto e ouro.
Encarnado e azul....
Grenat eouro........
Encarnado e branco...
Preto e rosa.........
Coud. Provinciana.
L L.
J. M. de Abren.
Coud. Victoria.
J. a Pinto.
Coud. Aurora.
R. C
m! J. G. Miranda.
Coud. Ida e Volta.
DECLRACOES
Da ordem do Sr. Dr. inspector deste tbf-
sooro, sao chamados os possuidores das a poli
ees dadas ao Dr. JoSo Zeferioo Pires de Lyra,
coices'ioario da Osios 13 de Maio. de os.
201 A 300 e 4li i 600, seris C. para virem res-
galal-as, certos os meemos de que so vencerao
juros ditas apolices at o dia 15 do correte
mes.
Secretaria do Tbesouro do Estado de Pernam-
buco, 2 de Setembro d* 1891.
Servindo de secretario,
___________J. Apastado da S. Goimaraes.
De ordem doDr. inspector deste tbesou
ro, faco po)ltco que ficam chamados a resgate
desta data ao Qm do corrent mez as apoces
dos possuidores, cojos nomes comecam pelas
letiras A e C, em vista do sorteto procedido
pela junta deste tbesouro, em viriude de ordem
do desembargador vice-governador deste asta
do e de aceordo com as disposicoes regulamen-
tares, Bcanto scientes es meamos que do 1.* de
Ootubro em diante nao perceberae mais joros.
Secretaria do Thesooro do Estedo de Pernam
buco, em 1 de Setembro de 1891.
Servindo de secretario.
Jos Anastacio da Silva Gutmaraes.
wonla Casa dea
seas tnlnlr
,>'a Secretorio
oerleorOlo alus
coaosi
Vi gano Teaorio 1* andar n. 25 20/000
Burgo?, terrea n. 21 l/000
Amo-im armasem n. 60 20/0(0
Eorunainenio loja o. 11 30/000
Ra do Vigario n. 27,1.* andar 16/000
Roa do Amorim d. 62 33/333
Becci do Abren n. J, 2- andar 8/000
Virado o. 19. 20/000
3.' Pareoloaprenaa Pernambucana 1.609 metros.'.nimaes de Pernambuco.
os : 800/000 ao 1, 150/000 ao 2 e 30/000 ao 3*.
Premi-
Maurity......
JJyBoy.....
Maraoguape..
Mauro.......
Pi ramn.....
Sans-Souci...
Castanho...
AJazao ....
Castanho
Baio.....
Pernamb..
60 Preto e ouro........
ti* Azul vi jliaeooro...
57 Preto ene. e ouro
t i Asol e ouro........
60 Amarello e braceo
30 iOuroe branco........
Adolpho Taques.
Coud. Provinciana.
D'. B. B. Fous. Filh;
Coud. Mouriscana.
Coud. Bella-Vista.
A. L. Mattos.
6. Pareo -iioiii 1.000 metros. Animses de Pernambuco que nao tenbam ganbo
nos prados do Recife em 1891. Premios : 200/ ao 1', 40/000 ao 2* e 20/000 ao 3*.
Humilde___
Cobertor.....
Transclave...
Hercules.....
Good -mor-
ning ... .
Boa-Vista....
Berlim.....
II
5
5
5
o
5
5
Rosso
Rodado
Baio....
Cachito.
Pernamb.
87
55
87
87
87
53
57
Grenat e ouro.......
Riscado...........
Escarate e onro.....
Atol preto e ouro.. .
Grenat e ouro.......
Branco e facha ene...
Azul e encarnado
A. T. dos Santos
C. Sitres.
Frelerioo A'luood.
J. C. Pinto.
R.C.
J. J. de S Jooior.
Rezende o c.
7.* Pareo saplesoentor -1.000 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ginbo
nos prados do Recife de 15 de Fevereiro lo de Agosto, nena tenham sido inscriptos
em distancia superior a 1080 metros nos prados do Recife. Premios: 200/000 ao
1.a, 40/000 ao 2.* e 20/000 ao 3.*.
My Boy...... 8 Castanbo.... Pernamb.. 55
3 Husso pedrez 58
Urano 2---- 8 87
'on forme.. 8 Busso pedrez 57
Nyctberoy .. 6 Caataobo----- c 88
Azol violeta e ouro...
Azul e encarnado
Verde e encarnado...
Encarnado...........\
Ooroe preto.......
Coud. Provinciana.
J. M. d'Abreu.
G. A. Siqueira.
J. J. Valente.
Adolpbo Taques.
8. PareoMaranoao -1.000 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenbam ganbo no
Prado e Derby at esta data. Premios : 200/000 ao I. 40/000 ao 2.' e 20/00(1 ao 3.
Mourisco...
Patcholy ...
Pirata .....
Ally........
Zostera___
Fantioa
Zaino.......
RU880.......
Prelo........
Castanho ...
Rodada......
Castanbo
Pernamb.
87
87
35
57
88
83
Azule ouro..........
Ene, preto e branco-
Encarnado..........
Azul, prelo e ooro. .
Azule branco.......
Amarello e roza......
Coud. Monriscaoa.
A. Mita.
J. G. C. d'Aibuqnerque
L. L-
a.UcbOa.
M. P. d'Alboqoerqoe..
Assnciafo des Fanccionarios
Pblicos do Etado de Per
naoiboco.
(EleicSo para o Conselho Deliberativo)
De ordem do Sr. presidente convido osj
Srs. aasociados a comparecerem no dia 7
do corrate, s 10 horas da manaa, na
sede desta AssocucZo, para em asssem
bla geral, procederem a eleicSo do Con-
selho Deliberativo que tem de dirigir a
meema, no futuro anno social de 1891 a
1892.
Recife, 2 de Setembro de 1891.
O 1.a scif
A
Companhia Trilhos Urba-
nos do Recife a Olinda
e JBeberib^
Dividendo 33."
Paga-se no escriptorio da Companhia
das 10 huras ao meio dia, na prxima se-
mana o 3--S.0 dividendo, que ser feito a
a directo
amortisacao de
empreetimo de
Eocr.ptorio do gerente, 1 de Setem-
la-o de 1891.
Antonio Perora Simdetf
rtfiS.o de 6 |0 por ter resolvid
rio empregnr 2 |0 em
ac$Ss prefereucises do
OBSERVAgES
Os animaea inscriptos para o primeiro pareo deverSo achar-se no ensilha ment
a 9 1/2 horas da manha.
Os forfait serSo recebidos at sabbado, 5 do crrente, a 3 horas da tarde,
ni Secretaria do Hippodromo.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com aa coree
adoptadas no programma por seus patrSes, nao serio admittidos pesagem, e serao
multados de aceordo com o art. 51 do Cdigo de Corridas.
Chamamos a attencio dos Srs. propnetarios e jockeys para os arts. 46, 47 e seu
5|, e o art. 48 de cdigo de corridas ; assim como os 3rs. apostadoree para o hora
rio para encerramento da venda de piules, que ser restrictamente observado, salvo
forca maior.
H8RAEI0
O 1. Pareo encerrar-se ha s 11,50
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 3 de Setembro de 1891.
O secretario,
Augusto r. da Silva.
PRADO
PERNAMBUCAN0
*ara
PROJEOTO E IN8CF1T(!0 .
4.a con ida a realizar-se domi
de .Setembro de 1891
mingo 13

i.
2.
3.
Animaea de Pernambuco que nSo tenham
ao primeiro, 400000 ao segundo e 20)5000
2004000
PAREOI alelo 1,000 metros.
ganho. pannos : 2000000
ao terceiro.
PAREO Veloeldade1,100 metros. Animaes pungas, pbbmios
ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
PAREOfl de Julho 1,500 metros. Animaes nacionaes. premios :
3500000 ao primeiro, 700000 ao segundo e 350000 ao terceiro.
4 PAREO Anlata^o 1,200 metros. Animaes de Pernambuco. pbemios :
2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
b. PAREOPrauo Peraambacaao1,500 metros. Animaes de puro san-
sangne. premios : 5000000 ao primeiro. 1000000 ao segundo e 500000
ao terceiro.
6. PAREO Compeasaf5o 1,100 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
teohtm ganho nesta ou em distancia superior, pbemios : 2000000 ao
primeiro, 400000 ao segundo e 2J0OOO ao terceiro.
7. PAREOConsolarlo 1,000 metros. Animaes de Pernambuco que nao
tenham ganho em distancia superior, prkh os : 2000000 ao primeiro,
400030 o segundo e 200000 ao terceiro.
Observacoes
De aceordo oom o art. 5. do Cdigo de Corridas nao serio admittidos a
inscripcBo no pareo 1 de Julho os animaes Siroco, Velos, Napolitano e Granada, no
pareo Animaclo o anim.! Piramon, no pareo ComnensacSo o animal Maranguape.
A inscripcSo encerrarse h quarta-feira, 9 do correnta s 6 horas da tarde,
i secretaria do Prado, a rus Duque de Caxias, n. 70, 1." andar.
Recife, 3 de Setembro de 1891.
O SECRETARIO,
Jos Alves

Banco de Crdito Universal
Capital subscripto Rs..... 100:0000:000$
Capital realisado Rs... 30;00v:000$
I WP
TJpk i^%>
UP
-.
CAPITAL..
ISO
OB-BUA I* OS HO1E1 BBO-22
(antigua do Imperador)
Empresta dioheiru, a curtos prasos, por cauces de mercadorias, letras, titulo
uro e pedras preciosas.
Encarrega se da cbranos de alngueis de casas, pagar impostor, por conta de
terceiros.
Receb dinheiro a premio, em conta crtente de movimento, oom aviso, praao
dxo, e fundo de accumulac&o (peculio).
Encarrega-ae do recebim* nto de dividas, juro, honorarios e ordenados, por
jonta de pessoaa residentes na capital e no interior.
Desconta ttulos commeroiaes.
^:..
Caixa matriz no Rio de Janeiro Oixas
liaes em Londres, Pernambuco, Para, L ^
Sao auloe Porto Alegre e Agencias em
Maranhao, Cear, Maceio, Rio Grande do Sul
lolas.
Caixa Filial d$ P^rnamlwico
RA DO COMMSRCIO N; 3^
Faz tolas as tranfac^oes baocarias.
Compra letras sobre todas as pracas da Ameri-
ca e Europa e vende saques sobre as caixas e agencias
:os Bancos cima desenptas e tamben sobre o London
JoiniSlck iiank Limited, de Londres :
De^conta etias la ora^a e faz emprestimos sob
garanda idnea; c rece: c oheiro ein deposito por
u e
em conta
letras a prazo fixo
condiccoes:
Em onta correte de movimt -o sem
dem, L'iaco.., 30 difs de aviso 4
Por letra a prazc de 3. 5 raezes 3
dem a prazo de 6 12 mezes 5 ti
Recife, 14 de Agosto de 1891.
crrente as seguintes
jii9
10
%


:-

'.
*
3BA O DA BL8A
Capital Res L500:000OO
Dividi ea ilMI a^6m fe f0:M0 cada nina
Ra do Vigario n, % esquina do largo do Corp
Surto
Edificio da Junta Commercial
HORA DA BOLSA
DE lil DA TARIHE
Compra e vende ttulos com oot.eAo.
Liquida operares por ooata da teroeire dniheire ou a praao.
Faculta capitana para oempra e yenda a dinbairo uu praso do quaesquei
ttulos ootados na Boina.
Ir tegralian convindo capitaes de Bancoi e compaahiaa de reconhecida atilidade
Fz transferencia de operaooe realistas s na Bolsa a praso.
Auxilia liqnidiiclo de report e Deloredere.
Bealisa operares bancarios relativas a aoa naturesa.
E.ncarrega se de incorporicoes de Empreaas.
Levanta emprestimos.
Compra e verde metaos.
Encarrega-se da compra e venda de aasucar, algodao, etc. etc,
20 de Marco de 1891.
O director rente,
P. J. PINTO.
EDITAL N. 53
De ordem do Sr I)r. intpec'or se fas
publico que nos termos da consolidacSo
das leis aas AlianJgus, capitulo 50, irSo
i primeia praca em c-nsumo, as 11 ho-
ras da manhS do da 14 de .etembro pro-
zimo vindouro, a porta desta repartilo,
sen&o forero despachados dentro de 30
das, as seguintes meroadorias, sem que
os seus donos ou consignatarios fiques
oom direito a rechn a rem eontra os eflei-
tos da meima venda :
Armazem n. 6
ChamUm pacote sem namero, viu-
do de Bordeaux oo vspor Nerth, a '
de Agosto de 1890, coDtendo impressos
de urna s cor pesando 14 kilogrammas.
Marca M. C. & U. -Um dito n. 6,917,
Yindo do Havre no vapor cVille de S. Ni-
cols a 28 de Agosto de 189o, contendo
amostras de fazenda em retalbos.
Merca M. i .Urna barrica n. 32 vinda
do norte no vapor JaboaiSo, a 7 de Ou-
tubro de 1890, contendo 72 kilogrammas
de fumo preparado em rap.
Marca AAGD'J,Duas ciixas n. 1 e 2.
vindas do sul no vapor Segurares a 20
de Outubro de 1890, contendo 130 kilos
de fumo desfiado.
Marca AiDUrna caixa n. 2,492, vin-
da de Bordeaos no vaptr tNertb a 4 de
Novembro do 1890, contendo 20 garra-
oes vaaios, nao espec ficada.
Letre.ro Msnoel CollacoUm pecte
n. 635, vindd de Soutbampton a 8 de No-
vembro de 1890 no vapor Olaya, con
tendo amostras de fazenda em retalbos.
2a scelo da Aif*i dnga de Pernambu
co, 14 de Agosto de 1891.
O chefe,
Vulpio.no Cavcdcante de Arnvjo.
Edital n. 60
De ordem do Sr. Dr. inspector se fas
publico que, s 11 horas do dia 4 de Se-
tembro prozimo futuro, serao vend dos os
seguintes objectos :
3.* pra.aguarda moria
Duas saccas, contendo 139 kilos de
herva mate, consideracas ema bandono.
Urna geiadeira, dem.
Nove copos de vidro, idem.
Em consumo
Di ver sos pedacos de madeira da artiga
barca de viga.
Urna porcSo de chapas de cobre, ve-
Ihas.
6.
praSa
Marca R & S.Duas canas sem na-
mero, contendo armellas de ferro batido.
2.a SeccSo da Aifandega de Pernambu
co, 23 de Agosto de 189i.
O chefe,
Vulpicmo Cav loante de Arauji.
Mu dos Fritos da Fazeida
aerivio Torre Bandcira
No dia 11 de Setembro prozimo vin-
douro, depois da audiencia do Dr. juiz
substituto, irSo praca por venda os pre-
dios abaizo declarados penhorados por
ezecucSo da Faaenda.
S. Jos
Sobrado i 1 andar, ra do Coronel
Suassuna n. 95, com 3 janellas, 7 metro*
e 10 centmetros de largura, 8 metros de
comprimento ; o andar terieo com 3 por-
tas e 1 janella, 1 tala, 1 quarto, 5 pe-
quenas casinhas ao lado e cacimba, o su-
perior 2 Balas, 3 quartoa, cosinha fra,
por 6404000, pertencente a Candido
Francisco Gomes.
Poco
Casa sita no Eacaaamaata, construida
de taipa, com 2 salas, 1 gabidete, cosi-
nha interna, quintal em aborto, medindo
de frente 8 metros e 80 centmetros, e
de fundo 9 metros o 80 centmetros, em
mau estado, avaliada em 2005OOO, per-
tencente a Pompeu Colombo Casanova.
Casa roa Real n. 3 A, com porta e
janella, 2 salas, 3 quartos, cosinha fra,
telheiro ao lado de detraz, 5 metros e 80
centmetros de frente, 13 metros e 85
centmetros de fundo, edificada de taipa,
em terreno arrendado, em mu estado
avaliada em 400000, pertencente a Mari*
Theresa da Concedi.
O solicitador interino,
Jos Nicacio da Silva.
Rteife, 28 de'Agosto de 1891.
Edital n. 61 .
De ordem da inspectora ee fas publi-
co que, s 11 horas da macha' de 16 do
corrente, serlo vendidos os segointes vo-
luntes, nos termos das leis fiscaes.
Armscem n. 7
Marca EBUm lastro da madeira, qua-
tro rodas, dem, uio eizo dem, urna Jan-
ea dem, um varao idem, um jogo ide o e
urna cauca com penences de ferm e m
deira, formando todos um carraclo pro-
prio para o servido de lavoura, viodos do
Havre, no vapor frunces Ville de Baha
a 31 do Maio de l\b9.
Marca RUrna caiza ?. 3 com duas
serpentinas de cobre, pro >rios para o ser-
vico di lavoura, dus al tabiques de fer-
ro grandes ns. 1 e 2, tete tachas de fer-
ro grandes ns. 4 a 10; idem, idem, de
Liverpool no vapor ingiez Donaty em
Maio de 1890.
Um atado, sem marca e sem numero,
contendo treae kilos de ac em vergui-
nhas, vindas de Hnmburgo, no vapor al-
lemao Buenos Ayres, a 24 de Marco de
1888.
Marca diamante T no oentroUm* cai-
za sem nome.-o, com limalba groas, pe-
sando'bruto 630 kilo, liquido legal 646
kilos), idem, idem, de Liverpool no vapor
ingles tDonaty, em Maio de 1890.
2a seceso de Aifandega de Pernambu^
co, 3 de Setembro de 1891.
Servind) de chefe,
Joaquim E/viro Pereira Magalhctet.
mpreza
Banhos do mar
Do dia 1 de Setembro al segundo aviso vigo-
rara o seguinte boario para os escaleres :
Cae* 22 de Novembro
t a aliga estarlo do Caing)
MANHA
4 40. 5 00 5.!0, 5.40, 6.C0, 6.20, 6.40. 7.00,
7.20, 7.40, 8 00.
TARDE
4 00, 4 30, 5 00,5.30, 6 00.
Casa de banhos
MANHA
5.00.5 20 5 40 600,6.10,6.40,7.00,7.20,
7.40,8.00, 8.20,8.40.
TA'tDE
4.00,4 30 5 C0. 5.30. 6 CO.
Arreciles, 27 iie Agoito de 1891.
Carlos Jos d Medeirot.
Coaepanhia iorJE Brltlsh *2
Mcrcuatlle Insurance
Capital subscrfpo 3.000 000 O 0a
Fuudoaaccumulados 9.752,443 18 5
HECEITA ASNUAL
De premios contra
fogo....... 1.495,818 6 10
De pierios sobre
vidas...... 992.379 6 1
2 488,197 12' ll1
N. B.A reparticao de fundos accumu.'a-
dos sobe segure 8 contra fogo, nao se res-
poosabilisa pelas transaeces feitas pela a
de seguro sobre vidas.
Ageote em Pernambuco,
-Y. J Lidstone.
N 10 roa do Commerclo.
Irmandade
DO
Senhor Bom Jess das
Dores em S. Gon-
zalo
De ordem do irmo provedor, convido aos
nossos carissimos irmos a comparecerem em
domo consistorio no domingo 6 do corrente,
pelas 10 boras da manb, atim de eleger se a
nova mesa reaedors oe tem de dirigir a irman
dade oo corrate anuo de 1891 a 1891.
Coosi'torio da irmandade do Seonor Bom Je-
ss das Dores, 3 de Setembro de 1891.
O secretario.
Gaspar Antonio dos Reis.
Derby Club de Pernam-
buco
A directora desta sociedade. em sessao de
oootem resol ven multar em 400* o jockey Olim-
pio, per irre*ulindades commettidas no qointo
paree da ultima corrida, qaaaso montara o ani-
mal Salitbarj.
Secretaria ao Derby Clab de Pernambuco, 3
de Setembro de 1891.0 secretario,
6. Goimaraes.
MARTIMOS
Campanil* Prrnsnburana de Na
vrjs^o
Esta cempanbia mantem as seguintes linbac
regalares de a vegacao :
Norte, tocando nos portos da Parabyba, Natal,
M ico, Mossur, Aracaty s Fortaleza, partinde
deste porto um paqaete a 6 a 21 de cada mea.
Sul, com escala pelos portes de Macei, Pene-
do, Araccj, Estancia e Babia, sabindo deste
porto a 9 e 24 de cada mes.
Fernando de Noremha, partida no meiado de
mes.
Rie Formato e Tamandar, sabida a 28.
Rio de Janeiro, (directamtnie) parte o paquete
de 25 a 30 do mes.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe t
15 a 20 do mes.
Todos os paquetes sao noros, tem excellente*
accommodaces para passageiros e para carga
oe procos so mailo redolidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tra-
tamento, todo o conforto desejavel a bordo de
am paquete.
Os paquetes que tarem as viageas ao Rio de
Janeiro, alm de terem todo o que se encentra
nos paquetes modernos, accresee que fas s va
gaffl em qlatrc dios e o prSco de passageni-
da 1.a classe 001000.
O paquete empregado na viagem para o Rio
Grande do Sal e smente para carga, e tem c
calado adequado a entrar no porto daquello Es
tade em jualqoer occasiso.
Recebe se engaja ment de carga por quanti
dade lixa para todas as vUgeus.
OutroBim, a companbia expedir paquetes ex
traordioaiios desde que baja carga para eoga
amento completo de um paquete.
sen orio, da Companbia Peraambucana
o. il
Roy si Ma Steam racket
Company
O vapor Thames
esperado da Europa at o
dia 10 de Setembro seguindo
depois a demora necessana
u
para
stakla
RIo de Janeiro, Monte
?Isleo o Barato Ayres
Para carga, passsgens, eocomuiendaa e di-
obeiro a frete trata-as oom os AGBJTIB8.
O yapoi* Magdalena
B' esperado dos
portos do sol at
o ais 12 do cor
(rente seguindo
depois da indis
pensavel demora pt ra
m. Tcente, Llanos, Tlgo oo
thanipion
Para carga, passageas, enoonmendas e *\-
Dheir a frete tn>ta-ae oom os AGENTES.
O vapor La Rata
E' esperado dos portos do
sol st o dia 19 de Setem-
I bro seguiodo depois da
----------' demora necessaria para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduc$ao de poeeagm
Ida Idaeve.
4 Lisboa 1* classe 20 a 30
A Soutbampton 1* classe a 28 a 42
Camarotes reservados para os paBsageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes. encommendas, irata-se
:oaoa ______,
AGENTES
4 morini Irmos & C.
. 3Ra de Bon JessH. 3
owdI Peroimcaiia lim-
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Moeeor, Araea
ty e C'ear
O paquete Jaboatao
Commandante Pereira
Segu no dia 7 do Setem -
bro. a 4 boras da Urde
Recebe ca'ga, encom-
Tiendas, paseageas e di
nheiros a frete, ate as 3
boras da lame ao oa 7.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucano
n. 12
Companhia rioca
O vapor Nbula
Segu no da
do correte as
horas da tarde
para o
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, encommtndas e valo
res trata-se com os ____
AGENTES
Pen ira Carieiro t
6RA DO COMMERCIO6
1* andar
Uiiite States and Brazil
M. S. S. C.
O vapor Advanee
Espera-se dos
portos do sul at o
dia 10 de Setem-
bro e depois da
demora do costu-
me seguir Dar o
Maraanlo, Para, Barbados, .
humaz e New York
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete : trata ee com os
AGENTES
Henry Forster & C-
8Rita do Commerc o8
1 andar
Gompana PernamDocana folia
PORTOS DO SUL
Macei, Pcnodo, Aracajo e Babia
3 paquete Una
Commandante Monteiro
Segu no dia 9 de Setembro
as i boras da tarde.
Recebe carga, encommendas,
passagens e dmbeiros a frete,
oras ua tarde do dia 9.
ESORD7TORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Ta7 K
Lloyd Iraslero
PORTOS DO NORTE
O vapor Brazil
,'ommandante o capitSo de fragata Pedro
Hyppolvto Duarte
E' esperado dos portos de nov
te ate o dia 5 ie Setembro se-
gundo depois da demora do
costme para
Macei, Babia, Victoria e Rio de Ja-
aeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
tara San los, Caante, Iguape, Paraca gua, An-
o una. S. Francisco, Itajaby, Santa Catharina,
Ri Grande, Pelotas e Porto Alegre.
Para passagens, fretes encommendas e di-
obeiro traa-se com os AGENTES.
PORTOS "DO SL
O vapor Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado des
portos do sul ate
o dia de Se-
tembro seguindo
dopois da demo-
ra necessana para a
Parahyba, Natal, Cear, Amarraclo, Ma-
ralo, Para, Obidofl Mauaos
As encommendas serao recebidas at 1 hor.
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos*
lo largo do Corno Santo n. 11.
As encommendas serlo recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 largo do Corpo Santo o. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attenca
pira a clausula 10 dos conbecimeptos, que
Ne caso de baver algama reclaaiacao contra .
c >mpanbia, por ovara oa pera*, deve ser fell.
p >r eecripto ao agente respectivo do porto d
descarga, dentro de tres das depois de final'
stda
Nlo procedendo esta formalidade a compantaia
Ba senu de toda a responsabilidade.
Para passagers, fretes e encommendas tr*
ta-se com os ____
AGENTES
Pereira CameiroSt C.
6* Ra do Oommerma^e
lo andar
Pacific Steam Navigation
Compaa/
STRAITSOFMAGBIXAN LINE
O paquete Magellan
E' esperado dos
portos do snl no
dia 11 do corra-
te e depois dt
pensavel segura para Liverpool com escala per
Llaboa, Bordraui e IMymoulh
Para carga, passageiros, encommeadas e di
aoeiro a freve: trata-se com os
AGENTES
Wiison, Sons C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
LEILOES
Sfxta frira 4, deve ter logar o leilo dos
movis. louca<, cryslaes, qoadros, espelbos e
mala objecios da casa em que residi o Sr.
Francisco Antonio de Oiiveira e Silva, a ra do
Atalbo o. 13.
LQIDA(!AO
DE BOMS
Movis novos e usados
PIANOS, ESPELH03,
VIDRO ETC.
Ra lora a 34
Leilo
De 1 prensa com todos r s seas pertences para
empreosar alio Sj oa pelle-. texta felra 4 do corrente
AS 11 HORAS
No armazem do Sr. Bastos no caes do
Apollo n. 59
Por interoenfeto '.o agente
tusmo
Agente Stepple
2. leilo
De dous sobrados do 2 e 3 andares no
largo da Antiga Assertb'a, fregnezia
do Recite, e maB duas mei'aguas no
m amo largo.
*ieita-felra. 4 do corrente
A's 11 horas
39 No armazem ra do Imperador 39
0 (reposto do agente cima, por mandado e
asistencia do Ezm. Sr. Dr. juiz de direito de
orpbios e ausenies, a reqoenmento do inventa
rante dos bens prrtetxeotes ao espolio do ti-
nado Joao Yaiente da Cruz, levara a leilo o so-
brado de tres andares a ra cima, eob n. 15, e
outro dito de dius andares mesma rna, sob n.
4, e mais duas mei'agoas sob ns. 1 A e 2 B, to-
das no largo da Autiga Assembla, freguezia do
ReciFe, rendendo annualmente todas a quantia
de 1 ;917*lOJ, serv.ndo de base os precos do l.
etilo.
Os Srs. pretendentes desde j poder&o ir exa-
minar os referidos sobrados.
Leilo
De movis, loucas, vidros, quadros, espe-
lbos, jarros e objectos de electro pate
A SABER:
Urna mobilia com um sof, 5 censlos com
pedra, 2 cadeiras de bracos, e 12 ditas de guar-
nico, 1 espelbo oval dourado, 2 qotdros doura
dos, 2 lindos quadros redondos, 4 jarros para
flores, 4 eiogers, 1 tapete grauue de cofa, 6ditos
de porta e f cantoneiras.
Ima cama franseza, I cemmoda, 2 cabides, 1
santuario. 1 mesa cem estante, 6 cadeiras, 1
lavatorio.
Urna mesa elstica, 1 guarda lonca, 2 appara-
deres, 1 sof, 12 cadeiras de guaroicao, 2 ditas
de balanto, 1 reloglo americano, 2 apparelbos
para cb e jantar, copos, clices, garrafas, flan-
dres. naca* e mais pertences de casa de familia.
Mcxta*felra, 4 do corrente
Na casa da ra do Atalbo a 13
Francisco Antonio de Oiiveira e Silva, ltima-
mente oomeado inspector da Tbesouraria de
Paienda no Cear, tendo de seguir para alli, fas
leilo por inierveoco do agente Pinto dos movis
e mais objectos existentes na casa de.saa resi-
dencia roa do Atalbo b. 13.
0 leilo principiar s 101/2 boras.
Agente Stepple
Leilo
De dea mei'aguas travessa do Bandei-
ra ou becco do Carvalbo ra Imperial
sob ns. 2, 4, 6, 8, 10, 12, 16, 18, 20
32, com porta e janella de rente, 1
sala, 1 quarto e cosinha interna.
Joias
Um relogio de ouro, Remootoir, 1 cadeia de
ouro com medalba.no S oe sparboje 1 par d dea
punnos, 1 snnel com brilbaote grande, 1 boto
para abertura com brilbante grande, 1 alfioete
grande para grvala cravrjado de diamantes, .1
botoes para abertura com 1 pequeo brilbante
cada um.
H eilaf elr, 4 do corrente
A's il hora* tm potito
No armazem i ra do Imperador n. 39
O preposto do agente cima, por mandado e
assistencia do Exm- Sr. Dr. jota de direito de
orpbfios e ausentes, levar a leilo as jolas e
casas cima declaradas, a reqoerimento de D.
Mana Jos dos Praieres Pocas, vinva de Jos
Francisco Pocas.
Os ara. pretendentes desde j podero ir exa
minar a< ditas casas.
Leilo
predios
Do boas e bem localisados
CONSTANDO DE
Uu excellentesobradon. 20ra do Hospicio,
com boas acommodac.6e8, agua e gas encanada
e quintal murado ; 1 exctllente chcara com
boa cata com soo, sitio todo murado e bem ar
bonsado, tila a ra do Rio n 25, Poco da Panel-
>a ; 1 b< a tosa ra do General Sera n. 26, com
2 jdoellas e 1 porta de frente, 2 sais-, 2 qoartos,
cosinha e quintal, com agoa e gi>z rendendo
22*000 mensaes ; 2 meias aguas a ra da Palma
os.9 e 9 A, rendtndo cada urna 8*000 mensaes;
1 meia agua e 1 terreno jooto a mesma no Caes
doCapibaribe o, leo terreno 44 A, tendo a
meia 1 quarto, 1 salae cosinba rendendo 12*000
mensaen e todo o terreno tem 33 palmos de fren
te 80 de fondo.
Habitado & do corrente
Ao meio dia
O agente Gusmo, aotorisado far leilo dos
predios cima mencionados em sen escriptorio a
ua do Mrquez de Olinda o. 48, podendo os
compradores desde j examinareis lodos os pre-
dios e para exp icscoes o referido agente dar.
Agente Britto
Leilo
de nona arele e nana eart|rea
0 agente cima, autoriaado por urna teubo-
ra ajoe mudou de residencia, far le lo
dos objectos abaixj:
Urna mobilia de pao cargs, 1 cama francesa,
meia mobilia de amarelio, 1 commoda, 2 mar-
quezCes, 1 bidet, 1 toilette, 1 rae.-a com 2 gavetas,
1 banquinba, 1 cabide-co'umua,, caoeirss avul-
as de amarello, ditas de junco, 2 cooelos de
amareilo, 1 sof, 1 mesa grande, 2 apparadores,
1 marqueza, 1 guarda louca, louca para almoco e
jantar, jar os, quadros, irtus de cosinha e ootros
muitos mov is
RA DA RODA N. 22
abbado, 5 do sorrente
As' lo i|t oras
f
2* aan'.Yersario
Antonia alie Bezerra
Joao Alves B-z. r;a e .-ra muioer man I. ra ce-
lebrar urna mirsa o< da 5 do co rente, no con-
vento do Careno, s 7 boras da manb, por alma
de sua pieza ia mi e sogra, fallecida no Cear ;
para este act) coBvidam seos parantes e amigos,
e dpsde j Hcam aero^e^dn.
Leilo
De movis, espelho, quadros, lancas, cor
tinados, loucas, vidros e diversas plan-
tas.
No primeiro andar do sobrado a ra do
Mrquez de Olinda n. 60
COJMANUO:
De 1 mobilia de jacaraua com lampo de pe-
dra, 1 espelbo, 5 quadros, 1 caodieiro de bu*-
penso. 4 etageres, 6 jarros para Aires, 1 tape-
te para sof, 16 pannos de crochet, 3 langas, cor-
tinados de renda de coret. t cama para casal, 1
toilette, 2 c'bids de parede, t marquezo es-
treitc, 1 banco com gaveta, 1 jarro e baca, 1
banca cabeceira de cama com pedra, 1 meza re
donda. 1 m^sa elstica de 3 labuas 1 aparador,
1 mesa para jantar, 6 cadeiras. 1 macb>oa de
mo para costura, lonja para almoco e jantar.
copos, clices, garrafas, t liberes, colberes e
manos outros objectos.
0 agente Gu mo autorizado pela Sra. D.
Francisca Freir, que reiira-*e para a capital
Federal, far leilo dos objectos cima mencio-
nados existentes em casa de sua residencia.
t
Gabriel Alvares Qaental
Jos Firmioo Atv<.res Queotal e ra mulber,
Thoresa Coehj da Si va Queoial, agradecen) s
pei-foas que se dignaram .acorupaahar ao cern-,
terio publico os restos mon-e* de seu chorado
fllho, irmo e cunbado, Gabri 1 a. Q leotal, e de
novo as convidam e bem asnm a n prenles e
amigos para assistirem as mi^as que m .ndam
rezar ua m it-iz da Boa-Vista, sabbado 5 do cor-
rente, s 8 toras da manb, pelo que se confes-
sam temamen'e ngra'eodns.
t
\ anniversario
Anna do Carao de C Benixen
Tbcodoro enlzen F Iho e sua I. rm!. sea
sogro e cunhados, mandos de snas cu.iba las e
conbados, convidam a ti dos os prenles e ami-
go* pa-a assistirem a miss> do anniversario
do la lerimento de zea prezada espora, que mau-
dum rezar na matriz de Sanio Amonio, s 8 bo-
ras ao da 4 do corrente mes, e desde j con-
fessam-se eternamec.t gra.o a todos que com-
purPCPrerr. _______
AVISOS DIVERSOS
Precisare de nm menino que lenba algu
ma pratica de taveroa, que d taaor de soa con-
ducta ; na ra Tuox oe Soasa n. 10.
VenJe-se um deposito ia ra Ir penal n.
290, bem afreguezado, proprio i ara principian-
te por ter de pouco c.pital, o momo se dir ao
compr. dor.
Alaga-;e a casa tere n. 20 a ra da San
ta Cruz dos Milagrea, tm uiin la. com boas ac-
commodacOiS e perto iios bauhos do mar ; as
chaves esto na ra de S. Pedre Martyr n. 2, na
mesa-a cidade.
Joi Mara \ i i.i< de lenza
O ca harel hteltarmino Ce^ar Gondim e sua
faailia mandam rezar i o dia 5 do corrente, s8
horas da manb, na itrri-ja do Carmo desta ci-
dade, urna missa por alma de s< u presado cu-
nbado Jos Mara Veriato oe uza. trigsimo
da do seo fallecaento, na cidade de Souza,
Estado da Parabyba. Para este acto de reii-
vio convidara lodjs es amigos e prenles do
fin 'i".
Aiogd-8e a casa terrea da roa Cpilo An-
tonio de Lima n. 22. :om 2 salas e 3 quartos ; -
tratar na liihogr.phia a roa Mrquez de Olind-
numero 8.
Precisa se de urna ama prra o servico in-
terno ; na Praca Maciel Finheiro n. 10.
Precisa se ne mi i ama de meia idade, que
saiba cosinbar e que durma na casa em que ser-
vir ; a tratar na ra Direita n. 17.
Precisa-se de uit caizeuo com pratica de
molbados de 14 ib* annos e que d conheci-
mento de sua conducta ; a tratar na roa do Li-
ma n. 15.
Aluga-8- a casa n. 10 C > liba do Retiro,
na Passagem da Migdalena, tem tainos salga-
dos do rio e agua eoc^nada da Companbia do
Beberibe, e commodos para familia, a praco de
18000 por mez ; a tratar na ra das Trinchei-
ras n. 17, luja
precisa
mulhe-
A Fabrica de Teci-
do da ^orre,
de meninos, e
res.
Ao publico
Na qcalidade de representante da firma Keen,
Suiterie a C. Limited, tenbo a declarar que a
carta dirigida pelo Sr. Jclian Yon Haueuitz ao
Sr. Delmiro Gjuveia. foi em none pessoal do
prim-iro desses Senbores, e nao no da Arma que
representa, a qual nao podia ter ni ra tioha in
teresse algum em intrigar os seus empregados,
una com os outros.
Recife, 3 de Setembro de 1891
E. C. Ramsden.
Gerante de Eren, Sutterle A C. Limited
Joao f'ranci'i'u de iouza
4* anniversario
Leopoldina Carolina de Sooza. seus Hlbns e
oras, conv.dam aos eeus prenles e amibos
para assistiiem a Qtua miss<< qu manda ) cele-
brar s 5 boras da n > r-, no hospicio de N. S.
da Penha, no dia 5 fio or rente, 4.0anoivers rio
;o passamentj de seu semrre e pranteado es
poso, pai t- s.>np \ Jo> Francisco de Souza,
pelo qn ?e c nfi **n grato.
t
Haronea de Catuana
Os filhos, teoros e neio da baronesa de Ca-
tuami. mandam rezar missas do stimo oa do
passiment de soa mi, sogra e ; v na matriz
da Boa Vista, s 8 horas do da S do corrente
mez, e agradecem sinceramente aos amigos que
comparecerem a esit acto.
Ann
O primeiro numero deste jornal deve sabir
amaob, e consta nos qee Irar retratos dos
principaes artistas, libretos e aliutoes
catas.
ca:i
lleira
tTame
Sao convidados todos os cldsdos eleitores da
comarca de Gacneileira, para ama reunio no
dia 6 do csrrcnte, s 11 i/i boras da manb, na
casa da lateodeocia, anm de tratar se dos iate-
reases do municipio.

-
H
i
-!
->
4
->
->
->
H
->
i
-i
4,
4
4
4
4
4
4
4
4
4
tiuuyttw-
Prepara do mm deporaliro
Approvaio pek Illurtrada Junta de
Hygiene Publica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
Pinino Candido de Figueiredo.
Criado
Precisa-se de um meoiuo para criado ; na ra
Ehro da Victoria n. 31, loja-
Amas
Precisa se de duas i mas, urna para cosinbar e
engommar para duas pessoas, e oatra para en-
gommar e tratar de duas enancas, devehdo ir
para Olinda ; a tratar oa loja das Estrellas, roa
Duque de Caxias n. 56. _____ _______
A luga
se
Empregado com a maior efficacia no
rhtumatismo de qualqoer naturea,
em todas as molestias da pelte, as
leucorrhas ou flores brancas, nos
soflrimentosdccasionadospela impureza
do sangut, e finalmente as difierenles
formas da syphis.
Dote Nos primearos seis dias ama
colher das de cha pela manha e outra
noite, puramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as erianens. .
Rgimen Os doentes devern ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; deven usar dos banhos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
ir


; MMKTC CINTaAl
I Francieco Mano el da Silva & C.
Droguista
23 Ba Marques de Olinda
Pernambuco



O segando andar di nredio ra Mrquez de
Olinda 1. 25, com g aa les commodos para farri
lia, com agua ; a tratar no primeiro andar do
mesmo nredio. $*
Agente Stepple
Leilo
Da armselo, fteiros, petos, medidas, g-
neros de estiva em perfeito estado ex-
istente 1 o estabelecimeoto aito a ra da
Uniao o 2.
Sabbado & do correte
A's 11 huras
O preposto do agente cima aotorisado pelos
credores do Sr. Francieco H. do Valle, levar a
leilo em um ou mais lotes a vootade dos Srs.
licitantes o esisbelecimenu acims o qual sea-
se bem aort 10, e garntese a chave do mesmo
estabelerimeoto ; o balanco a :ba-se en poder
do mesmo agente a ra do Imperador o, 39.
Vende se ou aluga-se .
Um grande sitio com muitissunas arvores
fructferas, commodos para gran le familia, quar-
tos e coebeira fora. ptima agua e terreno para
urna bonita baia decapan, peno da estcao dos
AfQ'.ctos e S. Jos do Manga abo e bonds d Per
nandes Vieira ; para ver na rna Amelia n. i. nos
Adictos, e para tratar com o Paiva na ra Nova
namero 13.
.__
A hpw e
VNDEM-SE
Na Laja das Listras Aae^^
Rna tinque de Caxlaa a. m
B.DBD8O8HI1C
Roa Mrquez de Olinda n. 1 i
Annafcem de cerreja, vi-
ahos, champagne, licores,
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
deposito da afamada ce-
veja Phienix de Dortmund
a do cholate Ph. Suchard
ie Nenchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Dannercanc
kC, S. Flix (B4hisj).
06 productos d'estas-.ulti-
nas duas fabricas foram pre-
miados com a medalha de
Ouro na Exposi^ao. Univer*
jai de Pariz, em 18ft
HAMMAM EOUQtT
dc PENHALIGON
JerJkym oalebre fu-nocido Ca* RooJ
Ai Corte Inlf ktnuigiiru e ao I lite da Kurop
i*|asMaVif*lMHAi.iaoN jeavons
11 a 1 Iti mt.3.LoadrM
asi* tfnQBS*: a^taa anva a o*.


i


Diario de Pornambuco
Sexla-feira 4 de Setcmbro de 48 ernovi:
ACABA DE SAM R A LUZ ---- > *MQ\0 ----
DICCIONARIO be MEDICINA POPULAR
Acaba de sahlr a luz a e*lf* d'esla fia portan le obra, de utlliilaielncontostavei tanto para as familias como para os mdicos. Ral
do DICCIONARIO DZ MEDICINA POPULAR,'ecnsldcravelment augmentada e Impressa com typos novos, conten mala da 813 flgiuaa ltate
no texto e mullos rticos novos de therapeutlca, asslm como o modo de praticar as operacOes de pequea cirurgla e recaltas propria pan da
primelros cuidados os doenles e os (ertdos mquanto se espera a caegadi do medico E' obra que se recommenda pela nitidez de sus I ma "ai i e pal
clareza do texto.
la- MXC&O
ORMULARIO
por
caba de
acaba de sabir luz.
STAS DOAS OBRAS BBTAO A VENDA EH TOBAS AS LIVUAMAS ----- A. ROQER S. CHERNOVIZ, Editores, 4SSWZ
v^ar,
Ao crame reio
"PiMHHM
O abaixo assinaeos participara ao eorpo
coa marcial e ao paalii que compraran desde
o a a x6 ie Agoste do correte atoo o Jiotel do
Sr. JjSo de Soeza Carrairo, tilo i roa larga do
Rosario n. 8. livra e de*mbaracado de todo e
qualqoer onoe ; quena ae julgar com direito a
BitDo, qoeira apreaentur-ae no praao de trea
das, a contar da presente data.
Recife, i- de Setembro da 1891.
Julia de Oiveira 4 C.
VINHO DE.FRESNE
TONI-NUTRITIVO

m
COM
PEPTONA
AOMirt SfFIeUUUtaTE, HA MAIHMA E MI MI________
O Fti* de reptan* i*e.fr*tn* e o mals precioso dos tnicos, coulem a
libra muscular, o ferro bematico e o phosptalo de cal da carne de vacca, o milco
reconstituate natural e complot.
Eot ixlic. viuHo, que despert o appetlte, restltue as torcas ao aste-
mago e melhora i dlgesia-. como recoasMiuite lncomparavel. qu e, por lsso que
cncerra o jiemento plstico dos msculos que suela a eonsumpco, coloro o
san^ue dyscraslado pela anemia, provino os desvos da columna vertebral
O Pi*.o t> timiama Oi-frcum liuoOe-se em todos os casos ao anYceBes
das ras digestivas o do eofermldades de ferina deprimente, agudas ou chroQtcas,
como as dyspepsias. ulceras do estomago, etc., e no marasmo, cblorose. dlabetu,
cacnexia, talca pulmonar, etc. Dewm usal-o etfua.mente as pessoas de i-onsilInicio
dbil, as enancas cuja saude e posta em risco pelo cresclmenlo rpido, as metas
cujo vigor comproinetUdo pelo trabalbo do aieitamento
DEFRESlE o primelropreparador do Pfano ate rrptstu.Cuidado em aslmltacDes
A Vuim: Ra Mas as mal. acradllada
aMnaaelai de r'raaca
s s ssttsstsks.
-owc'io oWa
i #> lat.'xvw *-> trtili
TBRCBIRDS LIVRDS
DE
ABILIO
Acaba de crvgar a nova ediccio dos terceipos livros do Dr. Abilio Cesar
Borges=As grandes tnodificapoes eitas nis!a nava ediceio a tornara interessarj-
tissima e necessaria a leilura corrente das classe* aiantadas de nossas escolas.
DEPOSITO
NA
Ll VTtABlA BOLITRBAC
- KUA DO IMPERADOR -
46
46
PSULS oe SiDALO CITRMi
a*. --.* *u ^fatnomt Cafsuias
usa* miza
PTjHrac*o tlauM 4 amala flffiyau contt %m
ET7A.0 SEOKBTA8
.n.nrrulKmM vatmtmmtenSasUui oe ilra .oin rostrsa^Aae carruatas para trataaiaato) cura rrrsiu*ac irmirm r ios, j3*s,
<. a- -.*, livcupoou uta*. VKmficm wrmmm. .m ti S
REMEDIO DO DR, AYER
OOOTBA
AS SEZOES OU MALEITAS.
O RMEDro do Dr. Ayer, descoberta
vegetal que nio contm a quina nem o
arsnico, nem to pouco ontro ingrediente
nocivo, um remedio InfaUlvel e prompto
para toda a qu&lidade de febres intermitr
Unte ou maUUas. Seus effeitos sao per-
manentes e certos e nenhum mal abso-
lutamente pode advir do sen emprego.
Da mesma forma torna-se o molhor
remedio possirel para todas aquellas
doencas que provlm dos effeitoi dos
mituas, que se desenvolvem nos lugares
fajHanosos e infectados, e que geralmente
easyterisao-se pelas affeccOes do
WaMIo e do baco.
O Remedio de Ayb curara sempre,
rnesmo nos casos peioros, toda a vez que
W empregado convenientemente e se-
gando as direcffies.
PKaWARADO PELO
DR. J. C. AYi2R fc CA,
iMtaraU. lUaa. fiat^UaidoB.
<
ti
0
INOFFENSIVO
i*fWW" III J "i
O GRANDE
PTOIFJCADt
SlLSIPiBBILHl
DE
BRISTOL
C08ATODA8 AS IMPUREZAS SO
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
.*


..-
,v
l
-*
w
^ ucraci*ioa pua^mctoria ^obx db Bfsom de aio de jAMaisa
* A.pmlatm, Srtommcblgm, Purgmtirom, Dmnj-mtivoa
*Msaz-**iSmBr' _*aUniaojo$ Fabricante
e v oguu uu
tBBOT, .
tala iaiatcteria as lyatns di lapsns ii truit.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debilidade
Cura das Febres
VINHOS atlSSAN HENBY
|d < eVsteUt 4f.dutm sxU, JMtr estistratle* as #wria sk tsasds.
a n UmS11^^?.'?!816 PrAPra*> *s dous tnicos por excmiencia, a orar*.
L?if!5^OiC0nsllue 1S1 f*601080 medicamento contra aC-l.tors.ae, Vires
patita*. Anemia, flores sranems, Csnmtitnelts frasms, etc.
PARS, BAIN FOURNICR, 43, ra d'Ajnaterdam.
S ftlsHsM / FSUU*- M. os SILVA at Oh
Acaba de chegar para este estabelecimento
os seguintes artigos:
Espartilhoa de setioa e de brins.
Capella* para coivas de cera e de florea de laraoj*.
Colchas de seda.
Colchas de renda.
C-- rtinados para cama e janellas.
Camisa a e sai as bordadaa.
Camiaaa de ceda e de 11 para aealaows.
Fichua de seda preta.
Casacoa de Jersey pretoa e da corea.
Bordados largos, finos.
Meias de seda para aenhoras e meninaa.
Leques de iajitaaias.
Ra Baro da Victoria n.
38
59 T$l$plioii0 %%
PATACOES
BRASIL EIROS
Marcado!) OOO do centro, compram-ee a
9*ta00, aseim como toda a especie deawedas es
traog 'as de ooro e prata. por m.iorpnQodo
mercado ; aa rtlojoaria David, ra do Cabng
aero 18.
jPatacoes
Na raw Pedro AfTouso n. 9. compram se pata
c6s braeiieiro cjm o algaramo 1*000 no cen
Vo.aMO.
AMAS
Precisa se de amas
na roa do Pires n. 28.
Ama "
Precisa se de orna ama ]ae coeinhe bem e
compre, para ca*a de familia; a tratar na Praca
Conde d'En n. 18, i- aodar.
Ama
Precisa-se de ama iw para cosiouar; na roa
Duque de Caxias ?. 63.
Ama
RICA
Kola-Bh-Jatton
CAFUNA, THBOBROMINA, TANNINO, B MATEBIA BMCAaMASA DA KiA
rOICOa EiSEJICliLmEHTE MBEHEMDOREt
ir ^ Vlnho Kola-Bh-IVatton
Extrastos Ouidos, Paitilhas, Pihuas, Eusncia de lula torrada
Vniess productos experlmeDUdoa com o malor xito nos nospltaes de Paria, desde UN peles
Doctores Dujardin-Bsaumbtz, Hucrard, Durun. Hallez, IfoimsT, etc., na a sala Ohtereaia.
Oaavaiesoenclasinstru!iiillcW, r.brst (iaVtiu, iat*ralttsHMisi). WlsatsTs psrmrra-rr
ysenteria, Diabetes, Albnmtnnrla, PUosahatorta, cao da trsksMJko skrBM M latriswlssl
JMABMAC1A So ASIOOB d. PWAHCE 3, r.. Co,ullll4r.. Parto, -tm PnwtsMl reAN-M d. SILVA SO.
VERO AOEIRAS PILULAS do D' BLAUD
BBoftetaas-oa oosa opUmo sstta ka mals de so sasiss pala malor parte dos Facua
ios Prancezes e litrangelros para a curada J.SMMIA, t'jrxojtOaLC (ser wsM44mm>
Tsmmstmsys use setsisMw.
a inserido no novo Codex Prancsi, rnifrntm n ftrtnilelisiw a >! iHjsli Jale
Teriflcado aetDcAcia d'estaa rttataa, aiuorisando-lbas a venda, escusa quaiquar encomio
ti isairiMrH wria xiilr sm i mbs m tntatar ms\t muwk m ni sfliii m stm. ^saaaa
DEBCONFIEM-SB BAS ZZWXXTA.aZ2tS
WOTA.-4, Hfmhsm Wsja>as VMmu* m sssasass sua fteasas lmm*
HOtlOOrmim, mu asea asrakflC '"
pasis, s, sua vATBwa. Dsposrros km tovas as fajsn*Aaa phaamacias
aa
V.A/70
GRAGEAS
daCoaaMta, Cubeto
RatuiMtiFfn, Bismuthol
tlcatro, Terebcnthina, 4"
rORTIN
INJECQAO
|/o/enca a Prnerradora
aem causar
accidente tgum.
As GRAGEAS FORTN, forlo as primeiras qneobtiveram a approvacao da Academia
de medicina (183(1) e que adoptaram-se nos Hospitaes. Curam aa molcmtias Becretaa,
mais rebeldes aem fatigar os oatatmagoa maia delicadas.
A. IMJKGQAO fOHTIN sempre recommendadA como o complemento da medicacio.
E>or>oaita.i-icsi era. Paraa.m rnaoo 3B*A.ia"" 14^ d SH.TA Sk CT
EXCSUftSSimU SUlhorU, Osareis
conservar a alvnr* da cutis, o avelu
dado da pella, evitar aa rueiat aasim
como as Picadas dos Mosquitos t
EIPREGAI COI TOBA SUIAICA
o rente Espumoso
IGLYCYA
E. RAYNA7JD
liste Creane superior asa CoU-
Crtam, A Glyom-mm liquida m
Mal
aaaave faasiiaglu d
MMtHaa as pases (,_
ana, clicas biliosas, qae aa
Fuello fiarande do D' dertu
(Ethar thT.hinthin.a)
i pTereiivsl A todos os sabonetas
Mst au
\ a sua exibUidade
| espuma Mtosst eras reatitae A
por
Mus tris simo,; Stnkom,
filar as sSaeoSes que podasa
pefis T AetJtal s6a do rosaa, asara Bario, r C
. nana CM&rCFk, b>
\ cacos! pela sua unctnnssiiads,
Kmr1--------
0(reasat7i
sofc todas as tecap
o a al
as^davsL
" iiailar^ PARS, ll.naaartNsar
ntlAHIUCO: JS-sss- Asa OasOS) a r*
M> kkiju. casas.
CURA CERTA

i
CAP3ULAS
*EOSOTABA
'Sr.FDtJRITCERl
\: UUA-Y1 A fATIA
T :ios aqiMilics
ito, dev:in
ip&ulcs i
feepopltarto
ANCISCO S
O Btiter AsrnMiirWiisd tesa ,
propriedaste de aealmwr a mtrw eoitom s
aswitot sm tas/resiiasiesiss/t aixawpaaaaaa aaaa*
sWos biliaria sarta* aeorasjsat Ifjisafaw >
(Tresesa).
ste osXiffo r rifa de Dmrammt, *m fas sr
ats* asastssar as aafsabs ssstawas. Sm
ama promeua, pomo affamalt > (Profeasor
ahard).
Dssss .* Aa porolas ds Dataada do I>
IBrastrerem-se asa anmoro de 6 a 10 por da, a
preserenda bota das refbspBss so osa aa*
abicara de caldo, tisana, ete.
:CaaaL.Fsora,l,raa
0 59
RA DUQUE DE MUS
Oifords de quadrinhoa a 100 rea o cavado 1
Percales lindaa corea a 200 e 240 o dito !
Voilea novos padrSea a 260 e 280 o dito.
Crotones finos de 360, 400 e 440 o dito.
Tecidos arrendados a 32..' o dito.
Caaainetaa padrSea de oaaemira a 500 o dito.
Caaiaairaa preUs a 2fJ000 e 2.5800 o dito.
Meias de cores para meninas a 24800 a dstaia.
dem oraaa para hornea a 3*9000 e 5)5000.
Lencos brancos e de cores a 2|000 e 2800 a dito.
Bramante de linno para a 24200 o soetro.
dem de algodlo 4 larguras a 1(5300 o dito.
Fictas e mantilba a HOCO e 1^200.
Para as Exmas. noivas
Cortinados rqniaaimoa a 7*000, 10*000 e 140000 reia.
Colchas brancas e de cores a 40000 e 40500 roa.
dem da crochta a 100000 [reia.
Qrinaldas e vena a 90000 reia.
Eepartilhoe a 40500 reia.
Tapetes para atf a 160000 rea.
dem para portas a 50500 reia.
Setinetoa branca bordada a 500 reia.
Damacea de seda a 10K 0.
Popelinas brancas a 900 rota-
Crochets para cadeiraa a 10000 e 10200 reia.
Toalhas para banboa a 120000 a dasia.
dem nacionaes para meaa, com 4 metroa da comprimento a 70000 reia.
Madapoioos americanos a 90000 reis a peca.
Algodao nacinaea a 60000 e 60500 reia.
Aa vendas em groeao team o descont de 14 por cento.
59-RUA DUQUE 0E OAXAS-59
LO JA DE
PEREIR4&MAG4LHAS
ADEGA MTIHZ1
Ra da? Laraogeiras n. 4
TELBPHONE N 580
Ueste atilicaimo estabelecimento vini-
colo encontrar o publico vanado sorti-
mento de vinhos legtimos de uvas esco
I ni da s e daa melhorea marcascomo se
jam de ama,
l'ma, da as e tres caro as
Moscatel
Rexde f S34
I. Lulz i e
Duque
Bem como o verdadeiro vinbo Maduro
em decimos e erjgarrafados=vinho vir
gem para mesa e especialissimo vinho
velho do Porto de 1869 em vigsimos.
Acha-se presentemente em Portugal um
doa socios deato casa, encarregado da es
colba dos melbores vinhos aqaella pro-
cedencia no intuito de Batisfazer o paladar
o maia exigente. Nao ha competencia
em qoalidades e precos resumidos.
Ennes Barbosa Cocper & C.
Criado
Precisa se de am criado que compre e faca
todos os servicos de casa de pequea fan ihaa
!ue du'ma em casa dos patioes ; a tratar no
urtaleza de Santo Antonio do Barsco com e
capillo commandante.
Precisa se de urna ama que saiba bem cosi-
nhar; na roa Dnque de Caxias d. 47, loja.
Ama
Precisa-se de ama ama qoe compre, coainhe
e faca toaos os s*r icos de casa de peqn mina ; a tra ar Da roa atriz da Boa Vista n. 3.
Ama e criado
Preci8B-?e, a roa de Payiand n. i, sendo o
criado at 16 .doos.
Ama
Precisa-se de orna ama para todo trabalho da
casa de tres pessoas e que dorma em casa dos
patres ; a tratar em Santo Amaro das Salinas,
tayema n. 6 B, linba de Limoero.
Ama
Precisa se de orna ama para casa de pones
familia e qoe dorma em casa ; na ra Marcilie
Diasn. 34, lojs.
ESPECFICOS
DO CELSBBC
Dr. Humphreys de Nova York.
Em oso mais de 30 annos. simples, segaros, efll-
cazes e baratos. A venda as Drogaras e 1-har-
maclas i*1nd paes e mals garantidas do liando.
K9. CUBA
1 Fefcres, Conpestao, InflarauacSes............
2. Fe bree Callea causadas por Lombrlgas...
3 Callea, Choro e Iiisomnla das Crlancss_____'.
. Itiarrkea de Criancas e Adultos.............
a. Oyaemerla, DCresde BarrtKa,Collc.iblUosa .
'j Caleras, Colera-Morbo, l'omlb............ "
V. Ton* Constlparao. Rouquldao, Bp.nchlte..
fefl

Sitio
Quem tiver om aitio bem arboriaade e
ie tomen he regular tanto no comprimento
amo na largara, com boa casa de morada
entro do, mesmo nos srrabaldea da Mag-
laleaa, Capunga e Estancia ou nos arre-
lores da Soledade, Caminho Novo e Ba-
rlo do S. Borja, que dosejar vender quei-
ra d-rigir se a loja da aatiga viova Gui
berme a ra 1' de Marco n 5; que acha-
ra coa* quem tratar.
vt
A Companhia Exploradora de Pro-
ductos Calcreos, encarrega-6e do forHecimento
de cal branca e preta em qualquer quantidade e a
presos ser competencia.
Dispondo de um pessoal habilitadiesimo e fornoe
sufficientes para a producijao deste artigo, acha-se
habilitada a acceitar contractos para qualquer forne-
1SPECIFIG0S
Hnisphreys de Nova York.
. 53 aso mais de 80 annos, simples, ftegaroa, effl-
' ca fwiratos. A venda aas Drogaras e Phar-
: :i3 .>.iaclpses e mal* garantidas do Mundo.
CIRA
. ;'"rreeC(3cmosustfssiwr^iiitrtfa*;.'!
X Col.ca, C%oro e Insotnnta das Criancas.......
1- Di rrksa de enancase Adultos............
S- Uvspb torta, Vfrrmn Barrtja, Clica biliou
6. Colarlas^ Colers-Morko, Vmitos ...........
7. Taase, Oonstparjao. Rouquldso. Broncnlte..
- Dor Se OesU^a Se Can, e Kevrslata.......
llar ae Caaeca, Eocnagueca, Vertlem.....
Pianeassa, IrrdlgestSo, PrteAo de ventre, ...
Baaareaals 4a Bes*.. Escaasa ou-Uemo-
, rada......................................
. l^eacarrhea. Plores Brincas, Re^ra profusa
'-'- Croar- Tese Ronca, Dilnculdadede Hesplrv
i'. Herpe* Erupooes.E.yslpela..................
KhenBsarissno, Dores rbeumaticas. .......
i i. Seaoea, Malelta. Pebre lntermlctente.........
-.' aesasi rhaMaa. Almorrelmas. Internas o
externas, simples ou sangrentas ...........
.3. >nhtBclmla* Oihos fracosou Inflammadoa.
r>. -Jnt arra, agito ou chronloo, DMuzo........
X ^axiaeiache,TosseesBssmodJca..............
1. Ansia, HasnlraiAo illnirailtnas
3. H y ranala, AcumulacSes Buidas...........
j- K *a Mar, rtsusta. Vomites........
BalaanaaaartBartaa, CalculosouPedr
3. Isss^twuK/nhliiflsiie iiervosa. seDUnal''
5. C^aanisusas aJbWcea,.ou Ankts.........
- 1 u.astfaeacl OsvtaUuOoruur^ena
Cania.........................................
1. MeaMrsweaaaalarMsvfTurlto...........
'. nelestlasMa Carmes, FalpltaeSes, etc..
& Kfcrlejsala, Mal caduco, Oottacorai, Baile ds
S*- Dlprheiis^^maUgnodebarianta'!'.'.!.-
35. Cnaeaces Chranlcas, DordeCabeca....
O M?t**tTl flVr Dr. Hamnhsavs. I4 taisanas sobra
as errfermldarei e o^K^'euVslXfdTgrs^
peder ao sen bo tic-rio on 4
HtSfPHRIYS* MEDICINE CO
lOO Faltan Street- NEW TOK&
NICOS AGENTES
Para venda eaa grosso en Per-
namtjuco
Faria >'okrioho C.
DROGARA
A' Ba Marque, da Olinda n. i
8.
. _
10. DiKpes___
U. SupnrrM da I
rada............................................
12- Leararrhrsu Flores Brancas, Begra profusa
13. Croap, Toase Ronca. Dlfflculdadede Respirar
li Rheaauuissaa, Dores rheuniaticit'.'.'.'.
16. s>aAea, Malelta, Febre intermH (ente.........
17. HesnflrrhsISa*, Almorrelmas. Internas ou
externas, simples ou sangrentas............
1S, Optathulmia, Olhos fracos ou lnSammados.
19. Catarro, agudoou cnroolco, DeSnzo........
20. Caqaelaoke, Tosseespasmodlca..............
ai. Asma, r"^Dlracaodlfflcultosc.................
g. gaaMrvodasC"- as. fcscronlns, Incha/oes e Cceras.............
- Ilebllidade vera., ou phyalea..............
26. Hy'lntpesia, Afumulacoes l'uldas...........
Sft- Bnjoa sto BKsfr, Wansea. Vorrltos.............
ar. Molestias surinuriaw. Clenlos ou Peara
<8- Tsnpatencia, benlUdade nervosa, seminal '.
a. Cliagainhasna Bocea, ou Aphta .........
90. Iacoatineacia Se Oariaa. onrinarse na
Cama..........................................
81. Nessiruac* sUnroasuPrurlto...........
ffl. Molestia da O#itto>alpltac6es. etc .
SS. Kpylcpsla, lal oaduco. Soitacoral. Baile de
s.v!to...... .............................
SI Diphtheria, Md maligno de Garganta......
Si CoBvastoes Chronleua, DdrdcCabeoa-
O Manual do Dr. Humpbreys, 144 paginas sobre
as toferm Id adese o modo de cralas, se da gratis,
pede-ee ao seu boticario ou a
H l'MI'HRE YS- MEDICINE CO
109 Faltn Street, NEW YORK.
Deposito geral na Companhia
de Drogas e Productos ohiaaieoa.
Gerente Francisco Manoel da
Silva.
Cas
a
r Compra-se ama casa terrea qne coDtenba ao
meos 3 qoartos, i salas, cos oda externa e
quintal, dos bairros de Santo Antonio ou Boa
Vista, d se mais de i:0C0* ; a tratar na ra de
Alecritn n. II
Despedida
Antonio Francisco Hibeiro, tendo de embarcar
para a Capital Fe* ral. e oto pooecdo despedir-
se de seas amigos e collegas, pede qneiram des
cnlpal o.
Recife, 29 de Agosto de 1891.
Antonio Francisco Ribeiro.
Cftixeiro
Precisa re de om menino qae ten na pratica
de molbad >s. de IS a 14 araos: a tratar no Ca-
minbo Novo o. 79.
Compra-se
Dons guardas-vestid- s em bom estado : a tra-
tar na roa do Imperador n. 39.
Pos par destruir in-
sectos
Exterminio dos mosquitos, moscas, persove*
ios, polcas, baratas e oolros muitos insectos que
nos caosam damnos, cara biebeiras com mais
"fficacia qoe o mercurio ; vende se na roa da
Aurora n. 81, Yasconcellos, Sobriabo C q>.
Gopeiro
Precisa-se de nm bom copeiro ; na Passa
da Magdalena, rnadeRemflca sobrado n. 1
amento
por
maior que seja.
Caes do Apollo n. 73.
Recife, 15 de Julho de 1891.
E' Tender barato
Feijo mnlatiobo a 600 r. a cola.
Milbo novo a 360 rs. a caa.
Vajpde se em porjo e a retslbo ; no largo do
Mercado o. it, G. mes Ferreira & C.
XLeuro-pe e Pasta
oeSEIVAocPINHEIRO MARTIMO
i IsaiOASSg, PharmaBoiico im Bordaauc
noarsasast asa hmU it Jyrisa ds ais di Umir*.
Popular ha 30 annos. o nico
preparado com a verdadeira
Serva de Pinheiro, extrahida
polo vapor d'agua, logo d> pois
de cortada a arvore. Gura os
defluxos rebelde, a toase,
aa grippeg. catarrhos, bron-
chitea, molestias da gar-
ganta e roaqoiddoa.
Xa PARS, 8. fas Vi-vimnos,
a ass prkDcIpaa. Pasrsssclas.
Alaguel barato
Alugam-ae as segnintes casas :
Roa Visconde Itaparica n. 43 3.* andar.
Visronde Itaparica n. 43, armaiem.
Largo do Mercado a. 17 com sotao.
Aamatem a Ra Pedro Affonso n. 46
Pedro AffoDso, n. 46, A armasem.
Lombas Valentinas n. 4.
Travessa d > Carmo n. 10, loja.
Beeoo do Campello o. 1,1. andar.
A tratar roa do Bom Jess n. J.
Demcratas
B'lrao 4 Almeida avisam a seas bons fregne-
te e ao pcblico em ger, 1, qae tem todo os
tiias as Hiboro8as bolacbas denominadas Demo
f-r-jtas, e assim como previneai qoe nao se illa
d*m (.of ooiras. qne ba imitando ; e para evitar
qoe sejam Mndldos conservamos no circoio
F.rma Raa e no centro D.-mocratas, slem de
muitas diversidades da msassa.
Te1fjhone-380
30Roa Duque de Caxiaa30
Burro e carrosa
Ifa fabrica da Torre compra se um burro coa
carroca.______ 9
Caixeiro
Precifa ae de uo rapaz porturuei qoe tenba
alguma pratica de fexeodaa e dando attestado de
seo bom comportamento ; a tratar na loia de
faiendas em Afogados.
Aproveitem
Aloga-se um grande armasem ra do Bem-
cca o. 31 -A, co-n solio. 3 granf es salas, quinta
murado em tono, Koa da Companbia do Bebe
nbe, proprio para qualquer ofciua reoaria oa
fabrica, pela grande vaniagem de ter urna cam
boa qoe pa^sa pelo centro do predi j, dtndo
lugar a embarque e desembarque : a tratar
airas (i maint de Sanio Amonio n. ii.
Carvo
Vende se na padaria de Mello Biset, roa
anga do Rosario n 40, a 40 ra. a barrica
Aluga-se
0 grande predio n. 140 i ra Imperial,
prio para fabrica.
pro
Cosinheira
Pede-Fe ao Sr. Alvaro Bap'jsla Das Ferreira,
que venba 00 mande ver orna carta sobre n.
i7.5(0, pois ja fs>m 16 meies.
Ao commercio
Tertuliano G'i>ngeiro dos Santos declara aa
corpo commercial qoe comprou ao Sr. Blpidio
Alves Barbosa, o estabelecimanio de molhados
cito ra General Seara n. 31, Hvre e destmba-
racado.
Atteijao
j v i. ba de Santa tita n. JO, contioaa-sa
a preparar assadjs, encarre.ase de almoco
e iantar para bapt s=s. casamento* e bailes.
Criado
Precisa se de um
para ponco serve :
nomern Ji.
criado de pooca idade
a tratar na ra do Alecrim
4lugai-se
A casa sita i raa da Palma n 37, propina para
taveroa e tea ommodos para familia ; a t atar
na ra < a imperaini n. U, p dara.
A luga-se
A casa-A I; d-ira do Varauonro n. JO, com I
U. a, 3 quri(is. coar.ha exlerna, grande qoin-
ol com cacimba e po'iao para o b eco da Piu-
drba. e a leja da rasa q, 45 i 1 ua D-reita : a tra
ta 00 sobrado dn mesma casa n 43,das 9beraa
dsdia as 6 da ta'de
Precisa se de urna
rba boas ro-lrmes
ires, pega-e bem,
Ferrelros o 8.
perita crsinheira,
e dorma em casa
agradando
que le
dos na-
no becco dos
Sement de Jurubeba
No Hospital Pedro i- compra Be toda e qual*
qutr por ci deata sement.
i




Estelo Pinta*-
biioo
Vende-ae a 400 rei
cada e templar, do
escriptorio do tDia
rio.
Liquidado de Fazendas
NA
Rosa de Ouro
Pojas de madapolSo superior com peque
no toque de a vari a de llfi por 9jj e
80GOO.
Algodlosnhos forte com simples avaria,
de 6r5t por 40500 e 44800.
LinonB modernos de 90J rs. por 600 e
5C0 re. corado, pechiocba.
Yoilles elegantes, de oovidade de 700 rs.
por 400 eHtO rs.; slo inteiramente no
vos.
Ditos' milito cbcks, diversos", de 400 rs.
por 280 e 240, isto sim !
Cachemira 1S e seda de 20500 por
10500!
Setim do todas as cores e dos melhores,
por 900 e 10.
Bramante de 4 largaras para lences, de
10600 o metro, bom.
Completo e vai iado sortimento de col-
latinos e pannos do linho.
Gravatis plaatrona e lagos, de seda, a
pregas mdicos.
Lavas e maiaa de cores, todos os tcma-
nhot> e cortinado bordados.
Vestidos de cartfio, sao admiravelmente
elegantes, bom ver !
Tapates para aofi, de 250 por 180, de
100, por 70, e do 80 por 50 !
Cachemiras de ccr e preta de 60 por
40000.
Fas se roapa por medida, a precos sem
competencia.
Machinas de costura
Acaba de cbegar-nos urna remessa de
machinas para costara Singer, Original,
Progresso, Imperial, Expresso, de mi
e de p, com caiza e sem ella, que moi
to se recommendam pela elegancia, soli-
des e facilidade com que nelias se pode
trsbalhar pela sua organiaacSo fcil e
oomprohensivel.
Pedimos, portanto a toda a pesaos que
tenha de comprar alguma machina, uten-
silio iudipensavel so oso domestico, nos
d a preferencia, certo de qne encontrar
quera Ihe d instruccSes necessaria para
trsbalhar com as mesmas, aqui do depo-
sito, ou em casa do comprador.
25 Ra do Livramento 25
Benito Campos & C.
Sabo de alcatro
Ha grande conveniencia em se usar este Im
portante sabao em todas as casis de familia
tanto para Daobo como para lavagem de roup-
desinfectante, amasia a pelle e faz desappa
recer impingeos.
Deaosito ra da Madre de Deas n. 46
Primcira Ltteria Extraordinaria taStJr^ru'"
WEISKT
A grande acceitago que tem tido esta lotera pelas mltiplas
vantagens, faz com que os encarregados garantan* a sua extracc.o
infallirel no dia designado que
24 deDezembro
VESPERA DO NATAL
O seu plano e o mais yantajoso de todos os planos das loteras
vendidas no Brazil.
Alem do grande premio de quinhentos contos tem mais: um de
cem contos, um de cincoenta contos, e muitos outros de vinte coitos
quinze contos, dez contos, cinco contos, etc, etc.
()s bilhetes esto expostos a Yenda nasprncipaes casas de l.)te-
ras desta cidade e na
THESOVRARIA
RA DO CABUG N. 3
1. ANDAR
Preco da cada bilhete rs. 16.$000 dividido em vigsimos de
800 reis.
O Producto da venda dos bilhetes vai sendo recolhido men-
salmente ao Banco de Pernambuco.
A extraccao ser feitapelo systema de urnas e espheras>
o mais acceito pelo povo.
OS ENCARREGADOS,
Arthur & Desiderio.
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS maltitabnlares para 4, 5, 6 e 8 ce.valles.
MOENDAS as mais solidas e melbores do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravadas < caldeadas, fundido de todos os tamanhos.
RODAS D'AQUA p-ra cabos de maaeira e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares da diversos tamanhos.
CRIVACES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de broose.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se possa desejar para engenhos, estra
das de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pees de machinismo tanto de ferro
andido como batido-
EN ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante ama
commissSo raaoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Usi-
nas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e responsabilisamose pelo bom trabalho
para o que tem um hbil engenheiro inglez muito pratico, alm de dos um socios
p casa qne tambem engenheiro.
*
*r
AU PAEADI8 D8 DAMES
Chapeos de pal ha e de renda para mt ninas.
Costme de Jer;ey para meninos.
Vestidos para meninas creson lisas, creme, rosa, azul salmn e bresco.
Ra Baro da Victoria n. 38 .
Telephone h 59


*

PERNAMBUCO
RoaDuque de Caxias n. 731. andar
Entrada pela praca 17
ANTIGO PATEO DO COLLEGIO
Consultas todos os dias uteis, das 8 da man ha
s 5 da tarde.
V
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoses pre
ferivel ao cognac ou agurdente de can na
para fortificar o corpo.
Vende se a retalho nos melhores rma-
seos de molhados.
Pede Roya Blend marca Viado,
cojo nome e emblema slo registrados para
todo Brazil.
BROWNS & C, agentes.
Arrenda -se
Na secretaria da Santa Casa, o grande predio
a. 3 da travesea do Ventua. na Capcnga, todo
catado e pintado rece Heme ote. com agua enea
nada e banheiro tendo, alem de muitos commo-
doa pa'a numerosa lamilla, sitio morado com
multas arvores froctileras.
Piano
Yende- je udj piano em bom eslavo e de mili-
to boas vozes : a tratar na roa da Gloria onme
(481
F0LHETI1
FLOR DE MAO
POR
JORGE PHAOKL
QUARTA PARTS
0 NEGOCIO DE LAURIAC
- (Contmuacco de n 199)
IV
Q ero ter anda desta res a condes-
cender a de responder Ihe (e o Sr. Be
chard ei bocn um aorri.o compUcenU),
sim, q tro ter a condescendencia de res
ponder Ihe... Uvro um mandado de
prioao contra o Sr. da Marcennay (e ao
msamo tempo que falla va esteodia o seu
pap 1 a Louveau, que recebeu o e apres-
sou se a sabir), pela rzlo muito simples
de qu: aeho sorpreudeute o seu des ppa
reoimsato.
, ijoaii i um magistrado que deaej
ssc1arecr-se p rnuJo suppor tado, a
pergn iti a mim pr pru s o Sr. de Mar-
ceara;/ a. poden i ser o oonaplics da ro-
ibilidde de
^Hoemos.
no auge da
Antiga fabrica cajuru-
beba
/ende?e porco de rolbaa bebidas, vinagre,
loas grandes depositas de foibas de flandree
com torneiras, machinas de arromar, espremer,
etc., etc., bem como om vapor de torca de qua-
tro carallos, e urna excellente caldeira de '-oser
oo vacuo, liqu dos, e maitoe outros objectos ; a
tratar na mesma das 7 as 10 bora da manta e
das 4 da tarde em diante ; na roa de Luiz do
Reg n. U, em Santo Amaro.__________
Mello db Bisset
Avsam aos seos |nnomeros f egoezes e ao po-
b.ico em geral, qne tendo contratado Mer. Lon
Azmar, pasleleiro francs, estao promptosa
aviar qualquer encommenda para banquetes, ca
s mentos, etc., etc. Aos nossos fregueies mais
ama ves provamos o interesse qne tomamos em
bem servil-os
Padaria roa larga do Ros rio
Minero 46_______,
Libras Sterlinas
Vende-se na loja de oas de Angosto do Re.
, CJ roa do Caboga n. 9._________________
Vapor e caldeira
Vndese nm vapor de (brea de qnatro caval
los, quasi novo e orna caldeira de coser ni va-
no ; em Santo Amaro, roa de Luiz do Reg no
mero 14.
indignacao, insulta o mais nobre dos ho
mens... O mea amigo, o meo glorio-
sissimo e nobilissimo amigo Octavio de
Marcennay incapas da menor acjlo m,
o proto ypo da leardade a da honra...
E accusal o, como o s- nhor fal o, om
acto... caja qualificacSo entrego a ana
proprih conseiencia... quando o desejo
immoderado de encontrar a iodo transe
um culpado permittir Ihe recobrar o sangue
fri!...
O Sr. Bobard ficou rubro por sen tor-
no, porem conteve-se, certo de poder den
tro em poooo visgar se daquella testemu.
oha de nova especie, que nlo tinba o
necessario respeito aos representantes da
justica.
Regra geral os magistrados instructores,
habituados a ver todo o mundo tremer e
curvarse diante delUs, ficam muito "or
prendidos quando encontram pessoas de
bem/que nuda tem aexprobrar n*, e quan-
do estas nZo experimentam pro ando terror
a sua presenc.
A ssena entre o Sr. Bchard e o Or.
Valroy ameacava, porem, prolongar se
muito anda.
Valr y defenda o seu amigo, o seo
irmao, com cresoeote violencia', e o pro-
curador experimentara inundo praser em
exasperar assim a testemunha.
Emfim, disse elle, repito Ihe pela
ultima ves que nlo estamos aqu para
discutir. A cnlpabilidade do Sr de M*r-
u-nnay, urna ves que elle se achava n'oma
jasa e u que foi commettido om roubo, e
de onde desapparece precisamente nessa
occasiao, parece estar entre as cousas pos
siveia...
E o Sr Bchard pronunciou em tona
dogmtico esta sentenoa:
Tresentos mil francos sSo mais que
aoffieates para coalhar o leite das mais
puras coqacienciaa.'
Por fim de contis, proseguio o ma-
Liquidado 4$ al
A FLOR DO BOSQUEa ra do Id
vramento n. 10, chama a attencSo de aeu>
fregueses para os artigos obaixo descrip
tos, cujos sao vendidos p r precos resum
dissimos para fechamento de contaa.
Grande sortimento de botinas inglesa
ds diversas qualidades a 9(5000, 10)JOO0 t
11<5000 o par.
Botinas para homens, das melhores h>
bricas do Ro, por presos sem compe
tencia.
Botinas de oordavSo, com salteiras obr>
forte e elegante, fabricadas especialmente
ptra as Exmas. Sras. normalistas.
Sapa tos b raneo s do setim e duraque
pToprios para as Exmas Sras. noivas.
Explendido sortimtnto de botas pan
montara, tanto de couro da Russia preu
oomo branoo.
haucos e tamancos porrngueses para e
invern.
Botocos e cothurnes proprios para caca
Botinas naciooaes impermeaveis, obr*
solida e propria para o invern.
Lindo sortiment de sandalias de toda*
gutrado, ha orna testemuaha qne nos es
clarecer melhor do que todas as outras.
E' o Sr. de Laoriac.
Valroy respondeu vivamente:
Ma o Sr. de Laoriac aoba-se em
um estado de prostrac2o absoluta... E'-
Ihe imeirameote imposaiv dar orna res-
posta. O menor esforco, a mais ligeira
emocSo pdem maul-o, e ueste ponto, Sr.
procurador, estoo no meo terreno. E' da
meu dever e do meu direito prohibir Iba a
entrada no quarto de nm fendo desde que
urna palavra pronunciada por elle p3em
em risco a ana vida Interpooho, poia,
absolutamente a minba au oridade e vedo
todo e qualquer interrogatorio.
O Sr. Bchard foi preso por sua ves de
intima colera, mas orna colara ria, gla-
cial, que apenks transpar* > da acuidade
do olhar.
A senhora de Kersaint, pelo que
vejo, tambom nSo se aoha em estado de
me responder ?
senhora de Kersaint victima de
convuljSes horriveis. Nem mesmo reco-
nbece as pessoas que se ihe approximan?.
Deve compreheoder, poia, que qualquer
interrogatorio intil.
Pois bem, seuhor, disse o Sr. B-
chard bastante amua o, a iostruegio do
procesao ser adiada at que o ten lo e a
doeato haj^m reoup rado oa sen idoi re-
co Ihe que so conserve a di-pos,$at da
jusuc*. Agora vou proceder 'ao interro-
gatorio don guardas e criados do castello.
Pode ae retirar.
(aut Vairy volveo quanto antea aos
seu querilos doentes, emquanto Loo-
veau, por ordem do magistrado, a inqui-
rir urna nova teBtemujha.
Ao oe.xar o procurador, Vairoy encon-
trou-se oom Bernardo, o chefe nos guar-
das, cuja preaenca tinha sido solicitada.
Bernardo, diaae Valroy, voc tem
f em mim, nlo verdade ?
as qoalidades, tanto eslrangeiras come
oacionaes.
Para creancas de ambos os sexos h
sempre nesta casa o mais completo e va-
riado sortimento de botinas, cothurnos
focos e sapatos.
A FLOR DO BOalOVE
10 RA DO LIVRAMENTO 10
Costa Campos & C.
Pao centeio
Mello & Biset teado receido nova remeasa d<
rinha centeio, avisa aos seos fregnesea qot
jQtinuam a fab car este delicioso pie centelf
>das as tercas e sextas-feiras ; na roa arga d<
osario n. 40.
4gaas
Fabrica de gelo
e limonadas gasosas de
todas as qoalidades
Soda water, ginger, ale, limao, laranja, cora
^o, aoacaxia, granadina, grosellas, franboise
auoilba, bortel-pimenu. etc, etc.
n a-i;aes do capbaribe-ia
Latada de ferro
Quem tiver e qoiser vender orna latada de
ferro para parreiral, qoeira aauunciar para ser
vta e tratar ae a respeito.
Oh 1 por oerto, Sr. Ral. O Sr. o
melhor rapaa qeu conheco.
Voc julga me incapaz de orna meo-
tira?
- Sim, Sr. Ral, tanto quanto ao Sr.
de Marcennay e ao Sr. marque.
Poia bem, Bernardo, joro-lhe qoe
esta pobre rapariga que aqui est inca
pas de ter commettido um crime. Com-
prehendeume, bem, Bernardo ?
O chefe dos guardas abaoou a cbeos.
. E' exquisito, exquisito... Tanto
mais...
Tanto mais ? repetio Ral.
Tanto mais quando faltam duaa es-
pingardas rio cabido.
Duaa espingardas ?
Urna, das do Sr. marques, Coi en
oontrada junto deata rapariga, e a outra
babnualmen e osada pelo Sr. de Marcen-
nay.
n. espingarda de Octavio !
Ral Vairoy perdia-se em conjecturas.
Vamos, di^se Louveau que nSo
pejcava por excesso de orbanidade o
Sr. procurador espera.
E cuiduaio Bernardo.
Este teve entretanto tempo para incli-
nar ae So ouvido da_ R>ul e parguu ar-lhe
em vos bixa:
Convm fallar na segunda arma ?
Valroy respondeu Ihe :
Convm dizer sempre a verdade.
Se o procurador t'o exigir, talla com fran-
queza.
Bernardo, precedido de Louveau, en-
trn na Bala baixa
Bernardo nt<> eia om mo hornera.
Aperar do aeu velho reaentimento con-
tra Flor de Maio, era incapaz de ama ne-
gra maldade oo de ama infamia.
No primeiro iostante, dominado por
cga indignacSo, ella havia aooaaado Flor
de Maio.
Mas ao refleotir no caso, sobretodo de-
Chamados a qualquer hora do dia o da
no i te.
A CARGO DOS DRS : *
Rihelro Ce Brido -Medico e operadorEspecialista as molestias pul-
monares, cardiacas, nervosas, de criancas e febres.
Silva LealOculistacom pratica nos principaes hospitaes e clnico; de
molestias de oaos, de Paris.
Thoanaz de Carvalho Medico e operadorEspecialista as molestias do
appareiho digestivo, cutneas e syphilitoas. Cora da Elephantiasi dos Arabos, pela
Eletrotherapia. OperacSo rpida e sem dr dos estreitamentos da uretra pela Elec-
trolyse. ApplcacSo da Electricidade as paralysias de qualquer natorexa e as affec-
93es articulares agudas e chronict.8.
AVISO
A Polyolinica tem contractada a bem acreditada PHARMACIA DOS POBRES
do pharmaceotico Maia e Silva, a ra Larga do Rosario n. 28, afim de abrir qoal-
qoer hora da noite servico da mesma.
9


OFfTCINA Bi5 COSIUtA
Modas, confec^Ses e chapeos de alta novidade adas, sorah, chammelote pretc
e de crea lisos e lavreados, matines, vestidos, saias brancas, robes de chambre, espar-
tilhos, leques, meias de seda, galSes, rendas, fitas, enfeites e guornifea para vestaos,
chapeos de sol e de chava, e muitos outros artigos de phantasia de bom gestos
1 ARa do Cabug1 A
Previne outrosim ao respeitavel publico que vende at ao fim do mea Setembr*
para fechar eontas, muitos retalbos de fazendas e modas.
Modicidaie em qrecos

poia que conhecia o roubo de tresentos
mil francos, nSo acreditara mais na sua
cnlpabilidade.
Pasearemos em ailencio as primeiras
perguotaa regulamentares do interrogato
rio de Bernardo, afim de chegarmos im-
portante phrase que Ihe dirigi o Sr. B-
chard :
~m Foi o senhor o primeiro a accuaar a
muda de ter assassinado o Sr. de Liuriac?
O velho guarda dea oom a <-abeca.
E' verdade, Sr. procurador, respoa
dea elle franzi do os sobr'olhos, verda-
pe... e nio t ve razio... Ha por ah
alguma couaa diablica...
E' intil repetir a decIaracSo qoe
fea perante toda a gente. O seohor se-
g ou n'eata rapariga e affirmou que ella
tinha assassinado o seo patrio.
Todo issso verdade, Sr. jais. Mm
andei mal, deixei me levar por om movi-
meoto irrefiecudo. Qianlo maia medito,
mais aemelninta crime me parece impos
aivel.
O Sr. Bchard moveu ae na cadeira
oom ar profundamente afllieto.
Sea davida sabe que roubaram urna
grossa quanti .Sra. de Lauruc ?
Sim, Sr. juia, tenho oovido duer-se.
E justamente por isso. .
A Tiote nSo fugio leudo a espingar-
em ama da mios e a oarteira ni out a, e
quando o Sr. marques fosio moto com
urna pspingard pesada, teria atirado fon
a oarteira, poia qoeoom a vosea licen-
9a !ella eatava em camisa...
E entio ?
Olhei em volta oom attencSo, mate
perto e mais longo, porm nao vi carter
alguma...
_ E entlo ?
O Sr. Bchard insista.
Nio poda ella entregar a om cm-
plice as notas do banco s a carteira ?
Ella anda nSo sahio do castello de-
poia do ferimento
Por ventara Igum hospede da mar-
quesa de Laoriac nS desappareoea justa
mente quando foram perpetrados o roubo
e o asease inato ?
Bernardo recordava-ae.
NZo poda comprehender a que ponte
quera chegar o procurador.
Este preoisou a perguota.
O Sr. de Marcennay estava no cas-
tellodisse o Sr. Bchard, olhando fila-
mente para o chefe dos* guardas.
Sim, senhor.
E o nao vira de novo ?..,
Nao, seuhor.
Decididamente, marmurou o proca-
rador, este velho guarda um bruto.
Depois, muito ..ervoeo, decidido a por
oa pontos nos iii.
fcsui rapariga nlo era capas de por
entre *b mus do Sr. de Marcennay a
uantia roubada?
Bernardo comprehendeu e aorrio. de
modo puuoo reverente para o representan-
te da justica.
u Sr. de Marcenoay! exclamou elle
ticoibendo os hombros, era, nao pense-
mos nisio.
Dacid'aamente, o Sr. Bchard nao ti-
nha aorta, pois que ninguem quera orer
na culpabilidade d s seus criminosos.
Ea'.re'.ai to eatava b un resolvido a in-
leirar se do tacto no sentido das suas sus-
peitss, e per laao dea quanto antes fim ao
aterrogattiriu do c-te ds guardas.
rudo* e cr.ad..s desfiUram, cada qssi
por sua ves, parante o magistrado inatru-
sem ine iraaerem um esul-reci ment
valioso. Eram serios de contrad.$5ea de8-
c lida-i e ineptas, logo puiverisadaa pelo
maia elementar bom aeoso.
(LoktiU<*r-+ha.)
Typ. do Diario*-Boa Duque de axias n. U.
1


Full Text
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